Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09922


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Full Text
AIIO HIVIH. HIERO U
--.
?oa
f%t tres ezcsidiaiUoi 5$000
Ptr tres eres vencidos 6|00
OOIITA FEIHA 23 DE JAIE1R0 DE IS62,
tot aiu diaitado i9$00O
Ptrte fraiet tara sibserittor

i'
ENCARREGADOS DA SUB3CRIPCAO.DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Li-
lil ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
1. Jos de Olireira; Maralo! o Sr. Joaquim
Marques Rodrigue; Par, Jus.ino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias as 9}{ horas do dia.
Iguarass, Goianoa, e Parahyba naa segundas
e sextas-feira.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Garuar, Altioho
e Garenhuns oaa tergaa-eira.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Extt as qua< ias-eiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, TJoa.Barreroa
Agua Prela, Pimeotelras e Natal quiolas feiras.
(Todoi oa eorreioa partera as 10 horaa da manhaa
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
7 Quarto cresceote as 8 horas e 41 minutos
maobia.
15 La chela as 11 horaa e 14 mioatos da man.
12 Quarto mioguaole as 5 horas 56 minutos
da tarde. *
29 La nova is 2 horas e 7 minutos da tarde:
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da maohia.
Segundo as 11 horas e 18 minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. 3. Sebastio m.; S. Fabiolp. m.
21 Terca. S.Igoez v. m.; S. Patrocolo m.a.
22 Quaita. Ss. Vicente e Anastacio no.
23 Quinta. Os desposorios de Nossa Senhora.
24 Sexta. N. S. da Paz ; S. Thimoteo b. m.
25 Sabbado. Conversao de S. Paulo apostlo.
26 Domingo. S. Polycarpo b. m; S. Paula tu.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacao: tercas e aabbadoss 10 horas.
Fazenda: quintas a 10 horaa.
Juizo do commercio : segunda ao meio dia.
Dito de orphios : tercas e sexta 10 horaa.
Primeira rara do civel: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda Tara do cirel: quartase sabbados l
hora da tarde.
1NCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL.
Alagas, o Sr. Claudino Falcio Dia; Bahia
o Sr. Joa Martina Aires; Rio de Janeiro o Sr
Joao Psraira Martina. *
EM PERNAMBUCO.
Os propietarios do diario Msnoel f iguelra de
Paria & Filho, na sus lirraria praca da Indepen-
dencia os. 6 e 8.
PIBTE OFF.CIIL
m
60VERN0 Di PROVINCIA.
Expediente do dia SO de Janeiro de
I86S
Officio ao brigadeiro commandante das ar-
mas.Transmuto 4 V. Exea inclua cerlido de
asaentamento do 2o lente do corpuda arUlharia
de Mallo Grosso, Joto de Olireira, Mello, que
como alferea perleuceu ao 10* batalhao de infan-
tera, atim de que o faja laogar no competente
lirro mestre, e enri a aecretaria da presidencia
outra ceitido completa de todos os usseotameo-
tos desse oillcial para ser remeltidalao corpo a
que elle pertence, como exige o Eira. Sr. minis-
tro da guerra em aviso de3 do correte.
Dito ao meamo.Respoodeodo ao offlcio de V.
Exc, sob n. 70 e data de 11 do correte, cabe-me
dizer que nao barendo no araenal de marinha,
como informa o respectivo inspector, africanos
lirres em numero sufficieote que tyosaam ser
distrahidos para o |serrico do hospital militar
pode V. Exc. autorisar o director desie a contra-
tar pessoas lirres para o fim indicado no sea
citado offlcio.
Dito ao chefe de polica.Em reaposta ao aeo
offlcio o. 1084 de 30 de outubro ultimo e para
2uo faca constar ao respecliro delegado, remello
V. S. copia da ioformago ministrada em 17 do
correte pelo inspector da tbeaouraria de fazenda
com referencia ao pagamento das diaria foroe-
cidas aos recruias e desertores da cajdeia do ter-
mo da Escada.Devolvo as contas que acoru-
panbaram o aeu citado officio.
Dito ao commaodaote do corpo de polica.
Sendo o conselho de disciplina indispeossvel
para a qualicagio do crime, e jalgameoto do
roo nos casos dedesergio srt. lii ifo regulameo-
to de 2 de dezembro de 1853, e oio j dereodo por
falta delle rJear impune o delicto praticado peio
aoldado Raymualo Jo> Prelra porque o actual
commaodaote da companbia pode dar a compe-
tente parle com referencia a relacao de mostra,
deliberou a junta de ultima instancia que ae
cumprisse a aentenca por ella proferida a I. 51 r.
do processo que incluso derolro para esse
fio.Tenho assim respondido au offlcio de V.
S. n. 19 de 13 do correle.
Dito ao preaideole da relacio. I A vista do
offlcio junto em original do juiz; de direito da
primeira rara doata cidade e do escrivo do jury
a que elle ae refere, sirra-se V. S. para cumpri-
mento das ordeos imperiaea de Tazar instruir na
forma do decreto de 28 de marco de 18o0, o in-
cluso requerimento em que Jos Domiugues da
Costa, pede perdi da pena de nales perpetuas
que lhe foi imposta pelo jury esta capital.
Dito ao mesmo.Remello V. S. copia do of-
flcio qae dirig ao juiz municipal da primeira va-
ra desta cidade, e em original os que me foram
dirigidos por aquelie juiz e pelo da segunda va-
ra em 10 e 11 do correle, com um ouiro do
subdelegado de Jsboatao, e um requerimento de
D. Joaooa Mara d.s Dure, ludo leodoote 4 quea-
tao de poise de heranja deixada pelo finado Jos
Feroandes da Cruz, lim de que por esse tribunal
seje decidido o cooflicto de jurisdicao, dado en-
tre os doas juizes cima mencionados.
Dito ao Dr. Minoel Thomaz da Bilteocourt
Corle Real. Agradecen Jo o generoso offereci-
meoto que fez Vmr. em sea offlcio de 18 deste
mez de curar gratuitamente osdesvalidos que fo-
rera affectados do mal reinante em alguna pontos
da provincia, se elle se iransmittir a esae muni-
cipio, e que aceito, cabe-me dizer-lhe que nesla
data recommeodei camira municipal deasa
rilla a adopgao de todas as medidaa sanitarias e
bygieoicas, que de accordo com Vmc. considerar
proficuas para evitar os maiores eatragos desse
mal, e ao delegado de polica que quanlo aoiea
cuidaase do aaseio limpeza da cadeta publica ;
oppoituoamente altenderei ao maia qua lembra
Vmc. em seu citado offlcio, que Oca assim res-
pondido
Dito ao inspector da theiouraria de fazenda.
Aulorisaodo o cooselno administrativo a promo-
ver a compra dos objectos constantes da relacao
junta por copia, os quaes sao precisos i enfer-
mara destioada s pravas do exercilo, que por
ventura forem accommettidaa da epidemia rei-
nante, caao ella se desenrolra oesta capital; as-
sim o communlco & V. S. para seu conhecimenlo
e direegio.
Dito ao mesmo.De conformidade com o dis-
posto em ariso da repsrticio da marinha de 31 de
dezembro ultimo, junio por copia, resliluo 4 V.
S. os ioclusos papeia relativos ao pasamento de
direraaa quaotiaa na importancia de 7779500, re-
clamada por Scolt Hett & C.\ pelo forneetmento
de carrau da podra por elles feito, fim de que
essa tbeaouraria orgaoise os competentes proces-
aos de dividas de exercicios Godos, para ter lu-
gar o respecliro pagamento.
Dito ao meano.Realituiodo i V. S. os papis
que rieram aonexos 4 aua informarlo de 31 de
dezembro ultimo,sob n. 1,265, o autoriso a man-
dar pagar ao teoeole do 9* batalhao de infama-
ra Manoel Dionizio de Souza a quanlia de 16*800
em que, segundo o parecer da contadura deaaa
theaouraria importa o quanlitallro para a forra-
gem de urna beata de bagagem para o transporte
desse offlcial de Aguas-Bellas Buiqoe, e d'alli
para esta capital.
Dito ao meamo.Teodo-me participado o bri-
gadeiro commaodaote daa armaa em offlcio de 18
do correlo sob o. 120, o harer no dia 17 deste
mez despedido-ae do lugar de servente do hospi-
tal militar Francisco de S Pegado, aeodo subs-
tituido por Jos Ferreira da Costa, ambos paisa-
nos, aeaim o commuoico V. S. para seu conhe-
cimenlo.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregar ao de-
legado do cirurgiao-mr do exercilo, Dr. Jos
Sergio Ferreira, que opportnntmeote prestar
euotaa, oa rencimentos a que al o ultimo de de-
zembro prximo (lodo tirerem direilo os mdi-
cos do corpo de saude do exercilo, Americo Al-
res Guimarae, Flix Moreoo Braodio e Alcebia-
des Jos de Azevedo Pedra, que se acham
encarregadoa do traiamento dos desvalidos ac-
commeltidos do cbolera-morboa na comarca de
Goiaooe.
Dito 4 tbesoursria provincial.Em aditamento
ao meu offleio de 17 do correte, reaamaeudo
V. S. que mande entregar ao director da repar-
tirlo daa obraa publicas oa 5:lz5| constantes du
pedido que acompanhou o citado offlcio, riato
anda continuar doeote o tbeaoureiro pagador da-
quella repartirlo seguodo declsrou o mesmo di-
rector em offlcio de boje sob o. 12.Communi-
cou-se ao director das obraa publicas.
Dito ao mesmo. Nos termos do parecer da
contadoria deaaa tbeaouraria a que ae refere a
sus iuformagao de 10 do correle sob o. II, au-
toriso V. 8. a mandar pagar ao professor pu-
blico de ioslruccao elemeotar do collegio de San-
ta Thereza em Olinda, Joto Jos Rodrigues, os
seas reocmeiitos a cootar do 1* de agosto at
21 4o selembro do aono prximo paasado, e bea;
assia o ordeoado relativo ao mez de noreabro
ultimo em rala das razse allegadas nos reque-
rrnosla que derolro.
Dito ao meamo. Alteodendo a requisicao do
Dr. cholo to polica couda em oflictos de 11 o
18 do correte sob ns. 44 e 80, recoaaeodo V.
S. que anda comprar 50 colxoee o igual Quese-
ro M traresseiroa para |o serrigo 4a enfermara
da caaa de detencao.Commuoicou-se ao chefe
de polica.
Dito ao director geral dos Indios.Sirva-se V.
S. de Informar sobre o que expde a cmara mu-
nicipal de Cimbrea no incluso offlcio acerca dos
lodios da aldea do mesmo nome.
Dito ao eogenheiro Martineaa. Informe Vmc.
com urgencia se os trabalhos di ponte de ferro
entre o tbealro de Santa Isabel e a ra da Auro-
ra, tireram principio efectivamente no 1* de
outubro do aono prximo passado oom asisten-
cia do eogenheiro ciril Joaquim Pires Garneiro
Monteiro.como foi por este allegado em urna po-
licio dirigida a esta presidencia para o paga-
manto dosseus veocimeotos.
- Dfto ao director das obras militares.Respon-
do ao seu offlcio n. 9, e data de 17 do correte,
dfzeodo-lhe que tica Vmc. autorisado a'fazer de
conformidade com o orga ment aonexo ao cita-
do offlcio, os coocerios de que precisam oa cor-
po das guardas desta guaroicio. Gommuoi-
cou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao juiz de direito do Brujo.Recomraen -
do 4 Vmc. que faca reunir extraordinariamente o
jury a Qm ae julgar os escraros Bento, Ciernen-
tino e Januario que essassioaram a aeu senhor,
o fazeodeiro Joo Nepomoceoo de Mello, coa-
forme communicou-me o chefe de polica em
officio o. 62 de 15 do correte. Communicou-
se ao chafe de polica.
Dito ao juiz de paz maia rotado da freguezia de
N. S. do O'. Nao estando reunido no dia mar-
cado pela lei a junta reriaora para a qualica-
gio dos rotantes dessa freguezia pelo motiro
conalaote do seu officio de 15 do correte, re-
commendo 4 Vmc. que o convoque para o dia
Io de marco rindouro, que para esse Bm de-
signo.
Dito ao delegado do Cabo. Recommendo 4
Vmc. que mande quaoto antes limpar, a fim de
que leoha as eondicoes exigidas pela salubrlda-
de publica, a cada desse termo, que me coos-
la achar-ae em pessimo estsdo quanto o aeeio.
Dito ao Dr. Luciano de Moraea Sarment.
A' vista do que commuoica Vmc. em seu offl-
cio de 18 deste mez, acerca do estado sanitario
desse districto, pode Vmc. recoiher-se a esta
capital, logo que julgar dispensareis ahi os seos
servaos.
Dito ao Dr. Jos Joaquim de Souza.-Nao po-
dando Vmc. em rala do seu estado de sade,
continuar no tratameoto doa desvalidos ataca-
dos da epidemia, dou porfioda a commieeo em
que se acha Vmc. oeaaa comarca de Golanna ;
podeodo por conseguale recolher-se a esta ca-
pital.
Dito ao conselho de compras naraes.Appro-
ro o cootrato que, segundo o termo aonexo por
copia do aeu offlcio de 15 do corrale, celebrou
o conselho de compras oaraaa com o bario do
Lirramento para furoecer por espaco de doua
aooos o cernelo preciso 4a obraa do araenal de
marinha e meiborameoto do porto deala ci-
dade.
Dito ao theaoureiro das loteras,Teodo nesla
data approrado o plano que Vmc. me eoriou
oom o aeu offlcio de hoje para a extracao das
loteriaa da provincia, aaaim lhe o commumeo
para seu coobecimeolo remetiendo copia do re-
ferido plano.Communicou-seaibesouraria pro-
vincial.
Dito a cmara municipal do Recite.Recom-
mendo a cmara municipal do Recite que loman-
do ns devida considerado o que expoz oo sea
officio iocluso em original que me ser devolvido
o Dr. Pedro de Alhaide Lobu Moacoso, providen-
cie em ordem s qus sejam promptamenle remo-
vidas as cousss de insalubridade que existem no
lbairro da Boa-Vista desta cidade e a que se al-
ude oo citado officiocommunicaodo-me o resul-
tado daa medidas para ialo adoptadas.
Dito a cmara municipal do CaboSendo pos-
sivel que se traosmitta a eaae municipio a epi-
demia reinante em alguns pomos da provincia
recommendo a cmara muoicipal di rilla do Ca-
bo que de accordo com o Dr. Manoel Thomaz de
Bitteocoort Curie Real que generosa mente ae
offereceu para tratar os indigentes que all forem
affectados dessa epidemia, adopte as medidas sa-
nitarias e bygienicas que forem proficuas para
evitarem oa maiores estragos do mal, cuidando
desde j4 na limpeza das estradas principaesdas
ras e prsras deasa villa e bem assim que desig-
nando um terreno em posigo conveniente, e
mande limpar e cercar para nelle fazer-se o eu-
terramento de cadveres que nao pode continuar
a ser feito nasegrejaa como ahi ae pralca.
Dito ao eogenheiro fiscal.Derendo ter lugar
oesta provincia a liauidago daa coataa da estra-
da de forro como me foi determinado em aviso
de 7 de outubro ultimo transmiti por copia 4
Vmc. para sea conhecimenlo o trecho do de 12
de dezembro prximo Ando expedido pela repar-
tirlo doa negocios da agricultura commercio e
Obras publicas.Igual ao superiotendedte.
Portara.Os senbores agente da companbia
brasileira de paquetea a vapor mandem transpor-
tar para a corte no primeiro rapor que passar para
o sul em lugar de proa destinado para passagei-
ros de estado a Manoel Guardiano ds Silra, Ma-
noel Guedes de Parias e Joaona Francisca das
Florea.
Dita.O presidente da provincia tomando om
considerscioo que expoz o inspector da tbeaou-
raria prorincial em offlcio de 16 do correle aob
o. 19, resolre abrir um crdito supplemeotsr na
importancia de 1:7369000, nao a para completar
a quaotia precisa para o pagamento da despeza
que se fez no mez de dezembro ultimo, como
sustento dos presos pobres da cadeia de Goiaooa,
como para aaliafazer igual despeza no semestre
correle.Commuoicou-se a theaouraria pro-
rincial.
de, cuja historia a nsrracao do triumpho, da in-
justiga e do crime.
Nioguem negar que somos chegados 4 um
desses momelos em que as mais (ormidareis
questes parecer ter-se ajustado para receber
umaaoluco: queslo italiana, romana, polaca,
hngara e ottomaoa ; estas questes tero, cor-
tamente, de preocoupar muito a sabedoria da Eu-
ropa, e aerao om fardo bem peaado pira oa poli-
ticos. Quem lirer eooserrado o seatimento do
justo nao poder deixar de confessar que as vio-
laudes do direilo, injusticia e espoliacoes esli
em ordem do dia oa Italia, e que a moral euro-
pea raras rezes tem recebido lio profundas feri-
das. Entretanto nao esse para a Europa o pe-
rigo principal, ou aotes esse estado de coasaa,
essa situagao exterior, to cheia de perigoa, o
resultado e como que a traduccio de urna sita -
cao interior, de um estado de e'spiritos, que ca-
racteriasrei com urna palavra, deoominando-o a
perverso dos principios.
Em todos os lempos honre, sem durda, ata-
ques contra os dirilos de oulrem, iojualicas e es-
poliaQea. Mas o que distingue nossa poca
que tudo isso se faz em rirtude de pretendidos
priocipios e de um direilo noro que tudo legiti-
ma. E este o perigo.
Qasndo um homem se deixa arrestar por suas
paixes a commetter actos irregulares e reprora-
doa, dingimo-oos ao seu coracao e 4 nobreza de
seua aeotimentos. Se o coracao est corrupto,
appella-se para a razio. Mas ae at mesmo a
razio est pervertida, e pervertida em seus prin-
cipios maisessenciaea, que fazer eniio? Nao ba
mais remedio humano, conrm esperar a nter-
venc,o de Deua.
Ha na sciencia social e poltica um priocipio
primordial e fundamental de urna immensa im-
portancia pratica ; e que as doutrinas sao ludo
entre oa homens, que mais ou menos directa-
mente tudo deriva dellas, como de aua fonte na-
tural : os costumes, aa leis, o bem e o mal ; em
urna palavra, as doutrinas sao o espirito que agita
0 genero humano.
E' isto um fseto rerdadeiro que a hiatoria tem
tornado palpavel desde a origem do mundo, o
alm diaso uma rerdade oecesaarU e essencial,
porque os horneo, e por conaequencia aa socie-
dades, morem-se segundo o pensamento que os
guia.
Urna revoluto exterior nao portaoto mais do
que a tradcelo de urna revoluc&o ioterior; para
que ella se mamfeste extraordinariamente pre-
ciso que j exista no interior; para que hja re-
voluto oos fados necesaano que aa idaa j
eatejam em revoluc&o. Mas o que que muda e
confunde as ideas? Evidentemente sao as doutri-
nas. Logo que as sociedades eniram certos prio-
cipios, sua tradcelo exterior eolio a cousa mais
oatural do mundo. Quaodo elles eram eapalha-
dos pelos povos, quaodo todas aa classes das so-
ciedades fazlam delles o alimenio quotidiaoo de
sua intelligencia, os espiraos irrefiectidos e eu-
perflciaes traoquillisavam-se dizeodo : Isto nao
passa de ideas I Sao ideas, aem duvida ; mas vita
lempo em que ella incendiario a Europa. Tem-
ae dito ao povo, tem-ae-lhe repelido iocessaole-
raente que sobersno, e pode, quando lhe apraz,
exercer os seus direitos O leso leraola-se, es-
code a juba real ; os monarchas, trmulos em
seus thronos cambaleaotes, seniem racillar em
suas caberas oa diademas, e as sociedades, leva-
das pelo espirito da tempestado, caminbam para
o abysmo.
Ora, ha hoje como que urna conjursgo para
arraocar das inteligencias as ideas sias e as dou-
trinas que sao a baae e vida das sociedades, e
substilui-las por principios perversos e subversi-
vos. A impreosa coosagra todos os dias esse
trabalho todo o aeu poder. Os joroaea aoli ca-
tholicos e revolucionarios gozsru actualmente oa
Franca, Italia e por toda parte, urna influencia
que admira. Seus leiloressio enumerareis, ge-
ralmenle iocapazes de apreciar todo o reoenodas
doutrinas que se lhes ensina, e alm disso muito
dispostos a aceita-las e propaga-las.
Despachos do dia SO de Janeiro.
Asauarimenlos.
Cspitio Eduardo Dsoiel Vellez de Guirars.
Passe-se portsria concedendo a liceoca reque-
rida.
Francisco de Amorim Lima. Satisfaga a exi-
gencia contida oo parecer da cooladoria da the-
aouraria de fazeoda escripia no rerso.
Guilherme Pioheiro Roza.Informe o Sr. di-
rector do araeoal de guerra.
Genuino Airea Pereira de Souza.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
Joo Pereira de Lacerda Jnior.Informe o
Sr Dr. chefe de polica.
Capilao Jtcioiho Teixeira de Macado.Dirja-
se ao commaodanle auperior da guarda nacional
de Garaohuoa.
Padre Jareado Virissimo dos Aojos.Iaforme
o Sr. Dr. director geral da inatruccao publica.
Joaquim Prea da Silva.Passe se portara con-
cedendo a lieenga pedida com rencimentos.
Samuel Power Jobnaton d CInforme o Sr.
inspector da theaouraria de fazenda.
Vicente Licioio 4a Cusa Ca m pello.Nio tem
lugar a rista da informarlo.
Vicente Licinio da Costa Campello.Deferido
com o despacho desta data.
EXTERIOR.
VJJUa.NA.
Ha na vida 4m aoaladades poca iataas, em
que ae apreaeoUa a rooolrer as aaiOOifflceis o
ptrigosas quostooof ha 4Us 4o orisoajtsempesia
E' triste e doloroso rer ss rerdsdes catbolicas,
que hs dezoito seclos foram a meditaco ea luz
de todos os grandes genios e o sol daa nages,
dadas como pasto leitores de lujas e tabernas ;
rer o reuerando e augusto chefe do catholicismo,
o poolifice de Deua aobre a trra, riclima dos
eacriptores reroluciooarios, e de seus milhes de
leitores.
Anda mais, os jomaos queso dizem conserva-
dores eiodigoam-se quaodo os collocam entre os
revolucionarios ; que at, com razio ou nio, pas-
sa m poriospirar-ae as regies goreroameotses,
sjudam maravillosamente a perverso dos prio-
cipios. Com elTeito elles protegem, como lodos
sabem, a revolucio italiana, que s leve lugar
em rirtude desle principio: que um poro pode
quaodo lhe apraz, derrabar o gorerno e expellir
oa aoberanos.
Ora, impossirel imaginar urna doulrina maia
directamente anti-social e subversiva, porque,
urna rez admittida, abre a porta todas as revo-
luges, e, o que anda peior, legilima-aa. A
conducta destes joroaes ha tres aooos ulilissim
de aa eatudsr.
Quaodo, no comeco da guerra da Italia, os oa-
tholicos, no corpo legislativo ou as fulhas publi-
cas, moatravam receios sobre o seu resultado re-
lativamente ao soberano pontfice e aos oulros
soberanos, os jornaes de que fallamoa indigna-
vara-se e apressaram-ae em tranquilizar oa es-
piraos ; urna darida at Ibes pareca culposa.
Mas hoje o que se v? Eaforcam-se por dealhro-
oisar o papa em peosameotoaaotea de o fazerem
realmente; a opiniio oio aioda muilo aceita,
mas irbalnm para iaso. E, qusnto aoasobera-
nos legtimos, os qae os defeadem sao conside-
rados deaordeiros.
Tal a oidem das cousas : a jusliga destruida,
e a revoiugao em sua pureza. Ora, eaaes jornaes
tem urna grande influencia; aio eapalhadoa por
toda h parle,lidos especialmente pela immensidade
dos fuocciooarioa pblicos, e por coosequeucia
fazem penetrar os seus piiocipios e doutrinas
nossa classe da aociedade que tem a parle princi-
pal na direccio dos negocios. Alm disso ha em
cada provincia, em cads deparlameoto, urna es-
pecie de reproduego, em poolo pequeuo, desses
grandes jornaes, onde se encootram as suas idaa
e apreciagee, que desta forma penelram em to-
das as commuoaa de Franga. E, para susteolar
a immensidade de foihas diarias e ajada-las a
destruir os priocipios, a revolucio fas apparecer
de tempoa em lempos solemnes brochuraa, naa
quaea ae falla o mais possivel, procurando-se fa-
ze-las passar por importantes em raiio da fonte
d'oode dimaoaram, e que eotretaoto produzem
um effeilo deploravel.
Cumpre, porm, dizer que a revoiugao hbil,
habiliaslma. Sabe perfeiiemente que, segundo
Pascboal, a opiniio a rainha do mundo. E 4
por iiso que antes de effectusr os grandsa acn-
tecimenloa trabalha com todas ss orgas em pre-
parar os eapirilos, oceultando, eali aub-entendido,
o seu Qm, que bem poderia inquietar os podero-
sos da tena. Aasim, ates ltimos julgtm ser-
rir-se della; mas oa realidsde sio elles que a
tervem. Ella tem anda outra babilidade que ae
uio pode asaignslar porqu' neos sempre produz
o effeilo deaejado. ___f
0 catholicismo o o papado lea aioda oa Ierra
aaigoa ten o Duaoresoo, defensores o poderosos
Cilo tlenlo o eoergia 0 depois, sio, nio obs-
oto o qoo so 4is 4o too erige, dan grandes
ioatituicoes, a gloria e honra da bamanidade, e
aa bemfeitoras do genero humano.
Mss o que fz a rerolugo ? Proclama em altas
rozes que nada quer com o catholicismo nem
com o papado; que a doulrina da igreja cousa
sagrada para todos, e que o poder espiritual nada
dere temer.
Vai ais adianto : diz que os ataques cootra o
papa, faz para maior bem da igreja, e qae ae esta qui-
zesse acreditar oa revoiugao, lea dias de gloria
e triumpho, quses como nunca tere na looga his-
toria de quatorze seeulos. A hypocrisia aem
durida cousa vil e odiosa, e entretanto no caao
presente tem um successo immenso, a Sapieoler
opprimamus > : a palavra de ordem da revoiu-
gao, que a realisa com grande haoilidade. A
sciencia do mal est hoje em sua perfeicio.
Atacar directamente a igreja, como ioslituicao
divina e em aua auloridade espiritual, couaa au-
tiga.pouco usada, e que alm diaso nio a tem
destruido completamente. Hoje querem amen-
te tirar-lhe um accessorio, alguma cousa que oio
de iasliluigao divina, um manto terrestre, qae,
segundo ae diz, oceulta aos olhos a sua divindade.
Mas o genio ao mal sabe perfeitameote que ease
accessaorio urna conico oecessaria indepen-
da do chefe aupremo da igrej*, o que urna rez
destruida essa independencia, elle tem muila es-
peranza de torua-lo urna especie de patriarcha
de Cooalaolinopla submisso e dcil, e o seu olbar
penetrante entrev com felicidade oo futuro o
abysmo das miserias em que precipitara sua grao-
de ioimiga, a sania igreja romana.
Enlre os priocipios sociaes que ae trabalha es-
pecialmente por alterar e corromper, oceupa o
primeiro lugaf o qae diz respeito 4 origem e a-
violabilidade do poder, h' verdade que existe en-
tre os iheologos e philosophos dignos deste no-
me duas oproies especulativamente differentes
sobre a origem da auloridade.
lias, os escriptores francezes principalmente,
teodo 4 aaa frente Bossuet, admitlem que a au-
lorllade vem de Deas immedialameale, e sem
ser transmiltids pelo povd, cujo conseolimeulo
expresso ou tcito nio passa, quando muito de
urna condigao.
Outros, especialmente os theologos e philoso-
phos da escola, teodo por cabera S. Thomaz, en-
aioam qne a auloridade rem sem durida alguma
de Deua, porm mediatameole pelo poro, que
a transmute 4 um principe, 4 urna familia. Mas
o que todos admiltem, tanto os primeiros como
os segundos, que o poder urna rez legtima-
mente estabelecido ioriolarel; o que todos re-
peliera qae o povo possa, quaodo lhe apraz,
mudar de gpreroo e expellir os seas soberanos,
e que a sua rootade seja aqu a le suprema.
Em verdade, qualquer que seja a maneira pela
qual Deus coocorra para o esiabelecimeoto da
auloridade legitima, quer que a reapeitem, e 4
ella ot>ede;am, porque manifest que a aulori-
dade auppe a ooedieocia. Demais, elle quer essa
auloridade, seguodo o que esta ; queremos di-
zer que, se, conforme a consliluicio do estado,
a auioiidade permaaeale e hereditaria, e oio
temporaria como aa repblica, elle quer essa
permanencia e hereditariedade ; e por coose-
queocia traastoroar essa ordem um crime.
De outro lado, a nagao, que quer, aceita ou
coosiitue a auloridade permanente e hereditaria,
deseja essa permanencia e hereditariedade, e por
consequeocta nio pode deairui-la aem manifesta
conlradicgio.
S umi excepgao, que nio aceita Bossuet, ms
que admille S. Thomaz e os philosophos oa es-
cola, o caso da lyraooia, porque eolio, dizem
elles, a razio da auloridade nao existe maia no
priocipe, visto como elle tem pervertido total-
mente a sua nalureza.
Ha 14 em cima urna Providencia, queaabe fa-
zer ssbir a orlem da desordem, e o remedio do
excesso 4o mal.
O padre Uesoroes.
(Monde.Uliut*.)
Aceitem ou nao esta excepgao, ella a nica,
porque em qualquer outra hypotbese a razio da
auloridade subsiste e permanece. Mas nao assim
que o eotendem os partidistas da revoiugao ita-
lnoa e das outres. Era im possivel, oo principio
das espolugoes piemootezas, mostrar aa Italia a
sombra de um tyraooo.
E' zombar do bom aeoso dar como taea Po IX,
Francisco II e a duqueza de Palma. Se alguma
censura elles merecer pelo contrario, em ra-
zio de sua boodadee couflaoga excessiras. Em-
Qm ledas as bypotheses que dizem respeito 4
questio italiana foram examinadas n'am artigo
precdeme, e a illegitimidade dessa revoiugao l-
gicamente demonstrada.
Mas o que domina todas as questes particula-
res 4 o preteodido priocipio de que a vontade do
poro ludo, e tudo legitima, e qae o principe
nao mais do que um mantadaro 4 quem se tira
mandato quando julgam ter desle algum motiro
de queixa.
Acabamos de mostrsr que a pratica dessa dou-
lrina um ccime, e urna contradiegio ; nio
portanto mais difflcil comprehender que sub-
versiva de toda a auloridade. Admittamo-la por
um momento, e appliquemo-la 4 urna oago qual-
quer, Pruasia, por exemplo. Hoje ella tem um
soberano, que acaba de ser cordado ; oo fim de
um aooo, de dous, e assim por diaote, poder
mudar ; de forma que essa oacio ir de revoiu-
gao em revoiugao, e o priocipio de que fallamoa
aer para ella, como para qualquer outro poro, a
doulrina da revoluco permanente.
Na pratica diaso ha sem durida muito felizes
inconsecuencias, e aem sempre se liram lodaa as
cooclutes dos principios que se admiltem. Maa
aem duvida tambera os revolucionarios tem a pre-
teogao de aer lgicos; o se oao a lem, fogem de
toda discussao.
Um dos maiores serrigos que o catholicismo e
a igreja tem prestado ao espirito bumano e 4a
sociedades a Cuoservagio e a susieutago dos
priocipios, especialmente daquellea que sio a ba-
se daa aoeiedadaa, e easa urna daa razos do
odio losliociiro que a revoiugao tem 4 igreja.
lufelumente a religiio, que a por si poderia
cootrabalaogar o poder dos priocipios mios e
subversivos, tem boje sobre aa sociedades menor
influencie possivel ; e essa mesma influencia, ira-
balnam aioda para realring la.
Enaiaa-se e pralics-se urna separagao tal enlre
a igreja e o calado, qae o cbruiianiamo dere rea-
triogir-se is suas igrejas e sacristas, a os seas
blspos coBteaiarem-ee em fazer aos fleta piedo-
aos sereoea ; como se a religiio, por sua propria
ntaraza, oio deveaae ensioar aa verdades sociaes
aoa povos e principes, e como ae oa priucipioa
snciaa e o goreroo daa sociedades fossem couaaa
em que so au Oeressem iotroaelter.
O eofraquecimeoto e a alteragio das rerdadea
iro, pois, segundo toda a apparencis, augmen-
tando seapre, e s Deua sabe o remedio para
essa lepra dos espirito amo assigoalamos sob o
nomo 4o perrersio de priuHaaM
conrm que oa 4fJioeorei das sias
Dio dessnimoa.
REVISTA DIARIA.
Por csusa da prohibicao da renda dos bilhetes
ds lotera desta prorincia na corle, onde tmha
o respectivo ihesoureiro um commissiooado para
esse lira, foi misler aer modificado o plaoo de
exiraegao, de maoeira a p-la ao nivel das cir-
cumstancias da provincia.
Aasim, pois, acaba de ser approrado pela pre-
sidencia um noro plaoo, que consigna o numero
de quatro mil bilhetes a 48000. e o capital de
16:OOOPOOO, distribuidos por 1.336 premios diffe-
rentes, sendo o maior de 4:0009 rs., e o segua-!
te de 2:000j, e seguiado-se um de 400, outro i
de 200J. tres de lOOJ, seis de 40j, treze de 20J,
qaarenia de 85000, e mil duzeolos e seteola de
4a(Ajv
Por offlcio de 4 do correte foi commooi- '
cado ao Sr. Dr. Alexaodre Pereira do Carmo a
aua oomeagao de incumbencia do 4 diatricto
medico desta cidade ; e oo dia 8 aecusaodo a
recepgao deste officio, e aceitando a nomeagao.
scienliflcou 4 presidencia o mesmo Sr. Dr. Pe-
reira do Carmo, que por isso serrico nao levara
retribuigao alguma pecuniaria, pois que sempre
se prestir gratuitamente ao tratamento da po-
breza.
Este acto do Sr. Dr. Pereira do Carmo, alias
mullo digoo e hooroso, urna coaliouacio do
seu proceder anterior; riato que j, quando o
cholera de 1855 invadi esta cidade, cooduzio-se
semelhanlemenie, quer fazendo eolio abstengo
de aeu ordeoado como membro do cooselho de
hvgieoe, quer eocarregaodo-ae do hospital do
Lirrameoto sem auferir a diaria arultada que lhe
foi marcada.
Folgamoa, pois, de consignar este procedimeo-
to, e de rememorar aquelie outro, de que o
presente urna coosequeocia.
Remeitem-ooa o seguate :
a Sr. redactor da Revista Diaria.Rogo-lhe
pela segunda vez o especial favor de tornar oa
aua muiio cooceiluada Revista Diaria a chamar
a alinelo do delegado do lerceiro districto Ili-
terario da proviucia, (que j oo ha de igoorar)
para os coqueiros do tinado Triodsde, na ra
Imperial desta cidade, onde exiatem duas chou-
paoas com visos de escolas particulares de ns-
truegio primaria, sendo urna dellas do sexo mas-
colino regida por um nonagenario e a outra de
eocoolro ao dispoato da lei por iosioar-se amboa
os sexos, regida por um paralitico.
Ambos oxercendo o magisterio sem que este-
jam legaimeote licenciados pela directora geral
da iostruegao publica desta referida provincia,
como dispe o anigu 80 til. 4, capitulo coico
da lei regulameotar n. 369 de 14 de msio da
1855, e de encontr ao artigo 91 do citado titulo
e capitulo da mesms.
Seria, pois, conveniente qae a lei fosse
igual para lodos, e nio apparecessem taes
cousaa.
loformam-nos que para as baodss do Ro-
sarioho, o geoio de malvadeza tam chegado ao
ponto de incendiar, como deu se com um mu-
cambo que um rendeiro dalli lioha oo fundo do
sitio em que mora, s porque nelle conservave
urna pessoa com o fim de obstar a entrada daa
boiadaa dos criadores do mesmo lugar oo cerca-
do. A' polica desse lugar, poie, compete, pes-
quizar este negocio, porque muito provavel
que o incen nano de um mucambo tenha tam-
bero disposigo para incendiar urna propriedade,
cujo morador vi de encontr aa suas solas ue
gado nos cercados alheios, embora reconhega
que o local improprio para ae situarem fa-
zenda.
Temos noticias da freguezia de Grarati, as
quaes nola-do em estado aioda pouco satisfac-
torio relativamente a polica, cuja aegao sen&o
oulla, parece revestir-se de parcialidade, que lhe
nio asseota.
Neste seotido coiitam-oos, que no dia 24 do
passado, fra espaocado Joaquim Aot nio de
Lima por Manoei. Bento ; o qual todaria nada te-
re em punigao do seu crime, porque dispe de
patrocinio superior, que o colloca cima da lei.
No meamo dia haveodo um conflicto enlre Jo-
s Ignacio e Manuel Soares, cootra quera tenta-
ra aquelie, foi preso o referido Jos Ignacio i
ordem do subdelegado, e a elle remettido, seodo
porm sollo o mesmo incontinenti, sem que fos-
ee instaurado o compeleote processo por uso de
armaa defezas. No eotretaoto como ae dera en-
tre o meamo Jos Ignacio e Aatio de tal uns ar-
ranhes, por eate luiar com elle para tomar-lbe
a faca, trata se de orgaoisar um processo cootra
quem o preodeu por deouocia delle, por causa
desses arraobea resultantes da referida lula,
ao passo que ae nao quiz restoriar aoa arranbea
de Antio.
Estassoimosidades parciaes nio se compade-
cen) com aquellea a quem incumbe a rigilancia
da lei; a auloridade dere garantir a todoa sem
affeigao nem odios, e jamis prestar-aei riogan-
gaa peqneninaa, anda mesmo quaodo coota com
prolecgio, que ludo arrostra.
Aioda urna rez, pois, chamamos s attengio da
auloridade superior para aquella freguezia, que
carece de urna providencia.
Chamamos a atteogio dos nossos leitores
psra a cootiauagao de uos artigos do Sr. Dr. Ca-
rolioo. que hoje damos.
O subdelegado suppleole da freguezia de
S. Jos (Nobre de Almeida ), conformsndo-se
com o parecer do Dr. promotor publico langado
ooa autos respectivos, proouociou por despacho
de hootem 4 Manoel Francisco das Chagas, Jos
Juatioo do Nascimeoto e Frmino Herculaoo Ce-
sar de Mello, como locuraos oo art. 101 do cdi-
go criminal, e 4 Manoel Amonio Bastos da Sil-
va, como iocurso oo art. 264, 1 do mesmo
cdigo.
Pelo mesmo juiz foram julgados improceden-
tes os summarioa instaurados ex officio cootrs
Miguel Lopes de Moraes Passos e Joao de Dos
Barroso.
Por despacho do Sr. capitio Jos4 Pereira
Teixeira, e 4 requerimento do advogado do reo
(Dr. Joio Francisco Teixeira), foi adiada para o
oia 27 a ultima aessio do conselho 4 que res-
ponde o cabo do corpo de polica Antonio Aones
da Coala.
Sanio do prelo e acba-ae 4 veoda, as li-
vrarias doa Sra. Noguoira e Oliveira A Guima-
rles, a Oraeo fnebre, que aaa exequias do Se-
nhor D. Pedro V, proferto o Sr. cooego Pinto de
Campos.
Eis o dcimo-sexto
U Bolelim oficial.
Em um officio de 20 do crrenle, dirigido de
Nazarelh ao Eim. preaideata da proviucia, dis o
Dr. Abilio Jos Tavarea da Silva que, 4viala de
offlcios que recebera, e de que remelle copiaa,
do reverendo rigario daquella freguezia e doa
doua mdicos em commissioem S. Vicente, Drs.
Esoiodols e Ermirlo Coutinho, datados da 18 o
19 deate mea, parece que a epidemia declina al-
l, o commumea que daquella cidade haba par-
tido oa mesma dala do offlcio, da quo ooa oc-
eupa mos, o Dr. Symphronio Cesar Coutinho
acompaohado do respectivo delegado de polica,
ala de percorrer oa dis trie tos de loronomos e
A agda-Secca, onde o mal se tinba declarado
ltimamente, e distribuir soccorro medico por
esses logares.
Dos oulros pontos, accommettidos pela epi-
demia, nao chegaram 4 presidencia da provincia
commuoicages offlciaes. Isto o o que dizem
carias particulares faz crer que melbora a si-
tuagio.
Neata cidade e em suas immedlagdes nao ha
caso algum de cholera-morbus. A dyarrha coo-
tini indistintamente aqui, nos suburbios e em
alguns engeohoa prximos, de que temos tido
communicagio; o que mostra que isto se dere
a constituigio atmospherica.
..<>fr 6 horas da tarde de 22 de Janeiro de
1862.
Dr. Aquino Fonceca. >
Passageiro do biigue portuguez Soberano
sahido para Lisboa; Jacintna G. da Conceicao
Silra
Passageiros do hiato brasileiro Jnvenctcet
sahido para Arscaiy : Maooel Ferreira de Mel-
lo, Dr. Antonio Jacintho de Sampaio e Luiz An-
tonio Pinto.
Movimeolo da enfermara da casa de deten-
gao do dia 21 de jaueiro :
Tere alta da enfermara Paulino Jos de San-
t Anua.
22
Tireram baixa para a enfermara, Antonio
(escravo de Domingos Villaga). dyarrha.
Jos (escrava de Theodora Mara da Concei-
gio), dyarrha.
MORTALIDADE DO DIA 22 DO CRREME.
Manoel Fraocisco de Pauls, Pernambuco, 24 sn-
nos, solteiro, militar. Boa-Vista, pneumona.
Celestino de Araujo, Pernambuco, 48 anuos, sol-
teiro, Boa-Vista, gangrena.
Maooel do Nascimeoto, Olinda, 28 sanos, sol-
teiro, Boa-Vista, ascile.
Co*m* Mara, Escada, 24 snoos, casada, Boa-
Vista, gangrena.
Maria, Pernambuco, 2 annos, S. Jos, gastro en-
lerile.
Antonina, Pernambuco, 4 dias, Santo Antonio,
espasmo.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 4 DE
JANEIRO DE 1862.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Sra. Cesario de Mello, Maia, Hen-
riques da Silva, Reg e Mello, faltando com cau-
sa os Srs. Reg e Albuquerque e Barata, e sem
ella o Sr. Seve, abrio-se a aessio o foi lida e ap-
provada a acia da antecedeote.
Leu -se o seguiote
EXPEDIENTE
Um officio do Exm. presidente da prorincia,
dezeudo que em vista da communicagio que lhe
fez a cmara em officio de 18 de dezembro pas-
sado, poda mandar continuar a obra Oa estrada
do matadouro publico, cootraclad* com Jos Au-
gusto de Araujo, cumprlodo que em casos idn-
ticos fosse restrictamente observada a disposigio
eo art. 17 da lei de Io de outubro de 1818. Intei-
rada.
Outro do mesmo, recomendando tomaase a c-
mara em coosideragao a materia do officio que
remeltia por copia da commissio nomeada para
auxiliar o goreroo oa adopgio da medidaa coa-
cementes a eritar o mais extenso deseorotri-
mento do flagello do choara morbus, providenci-
ando quanlo antes para que teoham prompto, e
ioleiro cumpriment as posturaa municipaes, re-
lativas a sade publica e bem assim examinando
cuidadosameole a collegio que remeltia de me-
didas preventivas, indicadas pela exliocta,
commissio Je bygieoe, redasisse artigos de
posturas aquellas que j o oio tivessem sido.
Que fosse remeltido a commiaaio de polieia.
Outro do mesmo ordenando maodasse a cma-
ra pagar pelo sea cofre, para serem approveita-
dos oo cemiterio publico, os cem alqueires da
cal preta, que all mandou depositar, se oio
forem deatioadoa ao enterramento de cholericoa
por que neste cazo seio pagos pelos cofres geraes.
Que neste seotdu se oflcusse ao administrador
do cemiieno publico.
Outro do meamo, dizeodo qe conviodo estar-
moa previnidoa centra um flagello lio mortfero,
como o cholera morbus, recommeods qae a
cmara autoriza a'o adruiniatrador do cemiieno
publico para, oo caso de ser invadida esta cida-
de por aquelie ioimigo, ter de promplid&o os car-
ros fnebres oecessarios ao servigo da cooduegio
dos cadveres das pessoas iodigeutes qae sacum-
birem de semelhsnte mal, bem como augmen-
tar o oumero, e veocimeotos dos empregadoa do
mesmo cemiterio, se tanto fosse precizo, coovia-
do que se fizesse ludo com presteza, e regulari-
dad seodo o excesso de despezas relacionado em
folha separada para ser pago pelos cofres geres.
Mandou-se remelter copia do citsdo offlcio ao
administrador do cemiterio, dizeodo-lhe que pre-
vioisse, como recommendava S. Exc. aoa donos
de carros fnebres, a quem por forga do art. 64
do regulamento em vigor incumbe a cooduegio
gratuitamente dos pobres e desvalidos, e quanlo
a segunda parte do dito offlcio, fleasse em intelli-
geocisdo.
Outros (2) da subdelegado do Io districto da
freguezia aoa Aflogados, remetiendo a quaotia do
315000 rs. importancia daa mullas que pagaram
Jos Lourengo da Silva, e Guilhermioa Mana da
Cooceigio, eata por infraegio do art. 6o til. 10,
e aquello do art 1 tu. 11, ludo daa posturaa da
30 de juoho de 1849Que ae remettesso ao pro-
curador. ,
Outro do fiscal de Santo Antonio, communican-
do que oa doua armazeos da ra do Calabougo
de que esti de poase a cmara, achara se bastante
arruinados, e precisam de ser reparados.Resol-
veu-se addiar, e consultar ao adrogado se a
cmara poda mandar por em haala publica, o
arrematar, recolbeodo ao deposito geral a impor-
tancia liquidada das madeiraa e oulros objectoa
liradoa da casa que foi demolida na roa do Lirra-
meoto, pertencente aos herdeiros de Joaquim
Jos de Miranda, cujos objectos esli recolbidoa
nos armazeos de que treta o fiscal em o officio
cima citado.
Ouiro do meamo, direndo que toroando-se
bastante dificultosa 4 limpeza do beco, qua pas-
sa pelos fundos da caza daaaesses desta cmara,
pede se lhe sulorise poder mandar abrir urna por-
ta no muro que tapa o meamo beco.Autorisou-
se.
Outro do fiscal da Ba-vitla, pediodo se Iho
mandssse fornecer cinco carriohos de mi para
o servigo da Itespesa dss ras do sua fregueaia,
visto que os existentes em sea poder nio suppor-
Um mais concerlos. Qae o procurador oroe-
cesse.
O Sr, Henriques da Silva apreaentoa o segua-
te requerimento que foi approvado.
Cooslando qae a obra oa praga do Broa, qua
foi arrematada por Botelbo da Aodrade aioda
oio foi defficilivameote entregue, e estando pr-
ximo a vencer-se a ultima letra dessa obra, re-
qoeiio que se determioa ao procarador que nio
a pague aem eflVclira entrega Oa obra, rialo qoo
Inio eali rumprtda a coodigio aob qua lal letra ao
paasou.Heoriqors da Silra. i
0 Sr. presidenta Barros Rsgo aomaou uno

i







22
" 'W ti
commtsso composta de tres aerobros o Srs.
Gustavo Jos do Reg, Dr. Angelo lKrrrrquOi *'
Silva, e Simplicio Jos ae Mallo, para ae dirigir
oa eatabelecimeoloa onde ae Tenderen generes
alimenticios, a coaaaaiaaae j*aaja>r rjeeeosario
proceder exame sanitario.
Despacharam-se as petiuuse do A-asoeie Geoo-. leroo.
fredo Luces, Domingos Honteiro Peiioto, bacha- Desfallecen do
re Ernesto de Aqufno FonoeOa. Thooai 4a ~
Aquino Gezar, e levantou-se a eeaso.
Eu Francisco Canuto da BooViafoa, efficat
maior o escrivi no impedimento lo eattelario.
DIARIO DE PEBNAM1
Commuoictdoi.
*.
0 orador sagrado as exequias de D
Pedro V.
i
O Deus de Afonto Henriques chamara ao aeio
dos predestinados um meobro notavel da fami-
lia Coburgo. O ihrono portognez estremecer fe-
udo de um ralo, que roubra a corda real i um
joven principe, que exceder i D. Daarte, na
licgo dos costamos, aa singeleza e amenidade -
do trato, e em todas as qual.dades que devem ser u. ?UP t"10"0"1. o orador fot entra
0 maoto de ou rei Ilustrada, eiedoao e chrto. eJ.*a_*B!?! "" o historia flel des-
0> Pedro V, a trigeaisM rei de Portugal e rige.
I qoando se reflecte que o jo?eo rei foi um
portelo de illustragao e aabedorla, que paimou a
Europa pala vsatido de sciencis ere que era ver-
0, acredHa-se que o texto Tora eacfiplo por
reos pan pintar eate leal subdito.
tro V um rei, como o descrereo lirro
ifallecendo SBtjar,
entines** 8|lts 0*m ti_____
lo tu rudo, oootiteo ao atooor
Ealarr%ique *e echa? ei
roo.
< OM v.taaj hoewasj, s/0* rjeOWti raneei
magniftoencnt^^MJ,, ^8 -0 ,,11|toll
as maso dspOOJM* 4a qawaa afcissaaa \ Que
sao pompas di vida ae nao deliquios da *aidade I
Jutetua, beUee, f*g*, poe>r, magostado, \m-
do foe como s sombra que se ral, tudo se afon-
da oo rio perennal das existencias, a
Aberto aeaim um aparado exordio, em que o
orador ae curva borda do tmulo para por em
contraste a grandeza e o nada, ei-lo que se diri-
historia contempornea do reinado por en-
ea espectros e pavores da norte I
Sem que por urna s patarra ae mostraaae da-
idoso do aasumplo principal, o orador fax entra
SftAAa > n.. Al ~t___________..la- A .
a DE JANEIRO DE \%t%
simo sexto de Algarve, o duque de Bragaog* ,
Barcelloa e Guimarea, o marques de Villa-Vi-
gosa, o conde de Ourem, eahira por torra como o
cearo que curra a froolo altiva ao machado do
segador.
O herdeiro de tantas glorias, o continuador de
um reinado, em que a piedade empuahou a scep
tro e veatio a purpura da realeza, ei-lo ah dea-
corado e cadver a descansar tranquillo en um
ataude I
O luto que reste duas naguas, a saudade que
enluta dous mundos, duea eloiuentemenie que
o joven rei soubera desempenhar eaaa delegaco
que o Rei d >s Res coramette aos reia da trra'
como tremenda iaveatidara de urna quasi-divin-
dade 1
Para o ultimo Pedro, estar d'ente-ano tra-
jado o julio da posten Ja le. Aquello que Qzer a
lisioria, dir por epitaphio ease curto reinado
de seis anuos: einoupela virtude.
II
Saccedendo sua augusta mli D. Mara If em
15 de novembrode 1851 e acclamado rei & 16 de
setembro de 1855. D. Pedro V restituir a al mi
ao Creador aos 11 de oovembro do ultimo aono.
A tremeodi noticia a'esse infausto aconteci-
mento despedagou-se oo seio da na cao por tu
gueza, como um raio dispedidu pelo Eterno em
um momento de iodeflnivel indignacao.
Derramando-se corn pouco por lodo o contl-
neote, e por toda parte langaodo a deaolacao e a
dur, em breve veio resvalar o golpe ao corngio
de portugueses e bresileiros, residentes d'este
lado do Atlntico.
J aquellas choraram a perda de um re-mo-
delo, de um pai commum : ji estes lamentavam
a triste sorte da aotiga metropole, coberla de
lato borda de um tmulo I Uns e outros, ir-
mos pela origem, pela linguagem. pelos coslu-
mos, pela cirius*co, pela dynutia dos reia, e
o que anda maia, irrnos em Jesus-Christo,
mostraram-se verdadeiros irrnos pela dor e pelo
seolimenlo I
Sublimissima regio esta que planta em am
tmulo os lagos de estreila fralernidade I Por-
tugal eo Brasil nSo forma raaia senao urna e a
mesma nago, smenle isuncias por sua posigo
geographica 1 O reinado que passou e o reinado
que passaera Portugal lerao consolidado oo fu-
turo essa alliango, que encootra o mais zelojo
defensor n'aquelle que o tambern da civilisago
do mundo novo 1
Deixemos que a ddr e a saudade confundam
dous povos eoi um mesmo sentlmenlo. J ina-
nimado e cadaer, D. Pedro V fora eloquente de
seu tmulo. Elle, que consorcira a realeza coro
a piedade, rei e ao mesmo lempo christio, sitra-
hira sobre si as lagrimas de dous povos, esque-
cidos de reinos odios e s relembrsdos das vir-
tudes do principe.
Si nos permittido devassar os dominios da
morte para volvermos a sttengo um Jacto de
elevado alcance, que deve ser muito repetido
como sigoal de eteroa alli consignaremos aqui em honra memoria do prin-
cipe, que a ddr por seu psssameoto misiurou
as lagrimas de portugueses e brasileiros, e uns
e outros abyamou na desolagao.
111
lDspirou-ieaosfilhosde lio Ilustre Pai ele -
varem um monumento de saudade, que procla-
masse eloqueate as excellentea qualidades que
exoroavam o augusto auccessor da piedosa Ma-
na II.
Todos quantos portuguezes demoram n'esta ca-
pital, tomados de pavor pela desgraga da mi-
patria, resolveram fazer solemnomente as exe-
quias que a igreja manda celebrar pelo repouzo
aa alma christa. Mal surgi a idia, e para logo
foi posta em acto.
O magnico templo consagrado ao Espirito-
Santo (oi coberto de luto em toda a sua vasta ex-
teosao. A* meio da casa do Seohor, levantou-se
o regio cataleto, symbolico e sublime.
A arte aera aa mus ao aentimeoio para apri-
roorar a execugo do mageatoso plano,
.................
Nao sodescreve nem se pinta a funrea solem
nidade do da 17.
A cidade em luto aonanciara um extranho
acontecimeato. A toada melanclica dos Campa -
nanos maodava aos ares os sonsagudos de urna ddr
vehemente. O silencio do tmulo mal era apenas
interrompido pelo ribombar ao canho, que
espago laogava o fragor no seio de urna bella ca-
pital, que dir-se-hia absorta e exttica diante do
alto designio di Providencia.
Aa variaa clasaes da sociedade, desde o alto
funccionario at ao artista obscuro, todos cober-
tos de crep, coocorriam ao snela*rio, onde os
esperava um catafalco sompluoso rodeado de le
ritas.
Dominando um auditorio de 3,000 creles
elevava-seuma tribuna para a quat se volva im'
paciente aquella sociedade na mudez eloquente
de sua ddr.
Esperavam todos um lempo qoe d'ali pro-
viesse urna torrente de eloqueocia ssnta, de so-
bajo inspirada para a pintura moral do quadro e
para levar s resignago e a tranquillidade ao co-
ragSo de dous povos.
Miasao difflcil I Diante de am rei empallideci-
do pela mo da morte, posta em prova a lo-
queada sagrada para dar realce liegao christa !
Era o assumptograndioso. E por abi, se es-
praiara a melanclica impaciencia de um esco-
llado auditorio.
V
Hivia sido designado para fazer a orago f-
nebre orna alta digoidade ecclesiastics, que tem
conquistado um doe mus dtstinctos lugares na
galera de oradores sagraJos. Pora convidado o
Exaa. Sr. conego Joaqun) Pinto de Campos, pre-
laio domestico do Pontfice, qaem por rezes
ji eoabe a honra de trovejara pIarra evanglica
peraate o Sr. D. Pedro II.
Notavel no pau por sua illustragao, na esphera
religiosa por seu zelo infaligavel em susteolare
defender as liberdades da igreja e na espbera
potinco por devotado amor ao goreroo mouar-
chico o Sr. conego Piolo de Campos nao recusou
esta- bella occasiSo de fazera propaganda do sen
limento chrislao em face de um rei-cadarer I
Gravi*imo era o encargo ; tremenda a respon-
sabilidsde. ispondo a execugo Oo trabalho, que
Ihe fra commetldo, deveria o orador refeciir
intimamente que nada Ihe Valeria um nome ce-
lebre, nada a repuiagio j feita. Erjduraa prova
e nao havia recuar. '
Deixemos que o orador, revestido com hbitos
de prelado, se aprsente i tribuna, estregando S
tiracol urna facha de crep. Urna bella presenga
e o semblante melanclico, sobre o qual pareca
piBtar-se a affligao angustiada d'alma, comegam
j tmpressionar o auditorio.
m.L2LtnP/'Vm *'"O I Ougamos' o*
luensagetro do Alltssimo com es joaJTfios por trra.
Poi o Hrro da sabedoria que forneceu so ora-
dor cbrislao o assumpto de aeu bello discurso.
Fado qaoto- o paaegyrieo poderia desejar de
mais apurado e flfio gosto, as exequias de um
joven re*, srrebalad pele? mo da morte na flor
do reioado, esgota-te com o testo do livro dos
ge
tre
cu
se
de
Vi
feliz reioado, acabando o quadro com superior
mestrta.
P" exemplo, eis-squl um modelo classico
eloqueocia, tocado com os primores de um
ieira, e animado por essa energia de um padre
que falla aos res da tetra em nome do Rei dos
coa :
E' um bom rei, urna dadira do eo ; um
como simulacro da Diviadade. Uossuppremos
attnaatos que eoneorrem no Bote Sabio, Bom e
Poderoso, por excelleucia. 4 mister que, eatbora
paludos, teflietsm raos sobre estes nossos res
da ierra.
Sao elles pais de graodea familias, que outra
cousa nao sao os povos. Como superiores, im-
perara hornees em homeos ; como pais, guiam
amigos amigos, livres & livres.
Ai do que soda realeza se extasa ante as
exterioridades osteolosaa I A estatua de um Cesar
estupenda pela industria de am Phidias, ou arle
de um Polycleto, tambern ciogida de diadema,
vestida de manto soberano; tambern empuoha
um aceptro, e tem sea lado espada, batanea,
mo de justica, talvez um globo como a torra,
um olho como a Providencia I Parii ease vulto,
e dentro acharis s maasa informe, que o huma-
no escultor fot impotente para altarar ; um bis-
co de marmore sob as vaidosss insignias que Ihe
eofeitara o pello esquerdo. Assfm o principe que
nao desempeas em nuoius trabalhoso. Nso
quer que pedra ; nao sabe que seixo ; nao
pode que marmore ; nao ama que roxa I
E' ama ligo aos res, dictada pala energa que
Ventura plantou na Iriouoa aagrsda.
Dahi, percorra o orador o reinado de D. Pedro
V, tocando por vezes urna eloqueucia inspirada
e santa.
Para os entendidos, temos dado urna idea do
que pasa o merecimeolo da orago. Apanha-lhe
aqui e all na lances do genio, seria roubar-lhe o
interesse de urna leitura atienta.
Felicitemos, poia, ao orador sagrado por um
triumpbo.
Proaiga o Sr. conego Pinto de Campos no me-
ditar os livros santos, achegue-se aos modelos
classicos da eloqueocia christa, e quando, casti-
gado o estylo e pura a uocgao evanglica, res-
suaibrarde seus trabalhos esse descrerda trope-
la de pequeo acooiecimenlos que encha a
vida do homem poltico, ter-se-ha elevado al-
tura de um poder, verdaderamente digno deste
nome.
As felzes disposigdes oratorias do Sr. conego
Pialo de Campos, alentadas pela erudigo que
se Ihe coohece, sao msis do que meio camioho
vencido para formar um verdadeiro orador chris-
lao.
Queira o diatlacto prelado reclinar das lulas
polticas para votar-ae todo ao servigo da igreja,
e o Brasil lera tambern o seu Bossuet.
liofrespotlticiah.
Sri. redactores.Lendo no expediente do go-
verno no Diario de l'emambuco.deS do correte
um oiTtcio do Exm. presidente da provincia, di-
rigido ao ioapector da thesouraria provincial, em
o qual communicava-lhe que flzesse iodemnisar
os cofres d'aqnelta ihesouraria ds.qusntia que
eu |como empreiteiro dos concertos das ponti-
ohas de Santo Amaro, Tacarooa e Arrombados,
hara recebido; poia que o recebimeoto dessa
quaotia (ora effectuada antes de estarem conclui-
dos ditos concertos, entendo que era de meu ri-
goroso derer dizer ao publico algumas patarras a
respailo, psra que o cooceito que at o presen-
te, gracas a Providencia, do mesmo hei gosado,
nao seja sem o raeonr fundamento desmentido.
Para eate Ora narrarei nua e cruamenle tudo
quanio aquello respeito se deu comigo, o qae
passo a realijar.
Em das do mes de maio do aono prximo pas-
sado iodo eu repartigo das obras publicas, per-
Ruotou-me o Sr. Mariioeau se era de meu agrado
mcumbir-me le fazer os reparos d'aquellas pon-
tes pela quantia que havia sido orgadas, ao que
reapon Ji-lhe afflrmalitament,tornan lo-me ento
o mesmo Sr. Martioeau que, o'ease caso, me en-
tenderse sobre isto com o Sr. Jos Maria de Car-
valho Jnior, o que flz immedistameole (poisque
elle se achara tambern na repartilo) o qual si-
gnifico-me que semelhaote couaa nao poda
mais ter lugar, porque elle Jos Maria j havia
encarregado deasa obra a outra pessos.
Em vista disto nada disse.
Diasdepois,enconlrsndo-me emOlinda com um
dos amigos do dito Jos Mara, perguniou-me
aquello ae eu havia fleado zangado com eate por
nao ler-me elle encarregado da dita obra. Bes
poodi-lhe quetsl cousa nem por peosamentode
va auppor, visto que sabia que eo nao era aestas
niunarias.
E como me cenvidasse a ir casa do Sr. Jor
Mara, leve ento oceasto de pessoslmente dizer
a elle o que j havia dito ao seu amigo ; aeres-
ceolaodlo mais que, nao obstante, nao conhecta a
raiao porque n'aquelle negocio havia preferido
outra pessoas a mim, ao que disse-me elle que
essa outra pessoa tinha man precisao do que eu.
N isio flcou toda minha iotervencao (se isto
enter'eogo) n'aquelle negocio ; ea obra eoati-
nuou a ser feila, sem que eu tivease mais a seu
respailo a menor relago, excepto depois do con-
cluida, tempe em que, por fater faror ao mesmo
Sr. Jos Maria e depositar n'elle tanto mais coo-
lianga, quaoto era eu testemuoha oceular de que
najautencia do ngenheiro ehefa das obras da capi-
tal,elle asauroia a sua coolae responsabilidad* nao
s aquellas, como tambera aada estrads, assignei
a folha por elle escripts, como rautto baos pode-
r informsr, se qmzer sustentar a verdade, o
mesmo Sr. Jos Maria.
Ora, iodo as cousas neste p, sabendo eu e co-
ohecenujo de peno a conflanga de que goaava na
repartigo aquello ex-ajudante de eogenheiro, de-
veria em lempo algum persaadtr-me deqo% ette,
abusindo da minha boa eiigissa a rainha as-
signalura, para com ella acobertado, peder tirar
o dinneiro em que tinha sido ovgada dita abra ?
Niogeem o coastesiari por certo ; principal-
mente, ae atteoder aioda que, era o Sr. Martioeau
a pessoa competente a inspeccionar e examinar
sa a obra ae fazia carne devia ser, e qoe encon-
tr! uraa vez n'uma das ditas pontea asalariado e
inspeccionando por sem duvida o trabalho da
mesma,
Bm virtud* pos [do que flee dito, qoe asse-
vero ser pora rerdade, espero que o publico
continu a fazer de mim o mesmo cooceito, urna
ves que fice fora de duvida que aqoelle offlaio
presidencia em oada a mim tem referencia o
im quelle, que de dita abra se eocsrrege
da
s-
de
um
Htujsj :
Nov
Wr-me-MI distincto entre os poros, e, nio
obstaste a minha pouea tdade, respeilado dos
sabios e aocMoa. O principes t> po*erosoa ad-
miraro a peoetreco do meu engeoho. a rasti-
do dos meas eoabocimd&to, etamottf ser a
tolia meetoria *
(Sab. cap. Tlll, 10,11 e 13.)
Em coacUaaao oirei que o mais Acara para autra
vez sa preciso fr.
Francisco Martin do Arijos P*%<$.
Srt. redactores.V esta a primera vez que eu
escrevo para o voroo conceitusdo Dimrio, e Tou
faie-lo impeltido pea ettrema necessidade
fulminar, em seus nefando procedimenlos,
juiz municipal e um promotor.
1 Nao por um requinto de malevolencls. e nem
j por senumeatos pohticos', que eu roo ocen-
. per-me desles homens*, porque de e'guma sor-
te respeitando e segoiodo aslnsmugoes do meu
I pe, e aspirando o seu bem estar, nao poseo Ver
sen verdadefra magua dous homens que, poden-
do na pstelo do magistrados, cooperarBra pira
nre^oramento dvs cousas, elles por mu cor-
rompidos roo cada ves mais desmoratisndo o
?-Iw']!,feH,,,WB*9 *enl Por matittrado,
sapfanOMtdV 0Ma dio o difotfo ttrtrKo, t
dando o crime audscii sem limite, e calculado
impulso, como pretendo demonstrar na alafia
acaobada expoaico.
E' do Sr. Dr. Bemjamio Fraokelin de atollo,
e do Sr. Dr. Jos Marquea Camacho, de aera
por ora oceupar-me ron, o ptimeiro promotor
publico da comarca de Pombal. o segundo fots.
municipal da mesma, e ambos Qlhos indignos da
capital deata provincia.
~-rencido stMtue ^o Moto dMtes
diz* riBlho^netia-atOm ntlem
o o tt%o#0 seu-a^mr* qu*H ao
e los tiedi'coMiaicidos BaptoVircia toda
ella, '
ga*el,rMm^molorp|lH|odereset
wi fJtjmem 4e 4f>ma *>atei*a%>, *sVparcial ao
represso do crime. com alguma independencia
deoaraetet o meralidade, yara thTrgiTtom justi-
?a as cousas no seu magisterio, e que qusndo,
em vez de assim succeder, elle do quilate do
Dr. Bemjamio Frtnkelio de Mello, venal, ser-
vil e verdaderamente corrupto, que bandeia-se
com os msis fortes coutra o mais fracos, calcan-
do pea a lei, dallando de processar scalaudos
que torasm presos forga de arases em plenj
dis, s porque elles sao manos, sobriobos o p-
renles do comroandaote superior Joo Dantas de
Oliveira, tiresse embora o subdelegada annun-
ciadp o tacto no sea diatricto acontecido, com
lestemanhaa de vista ; que em vez de processar
dita gente, unido ao commandante superior Joo
Dotas deOltrelta, buscam a exonerago do
subdelegado, e illudindo as sabias vistas do go-
veroo, sugeriodo bdas informages A Lucas
Dantas de Faria, um dos acelerado, e mano do
commando superior Joo Dantas de Oliveira,
cooseguio a nomeago delle para o logar de
subdelegado do mesmo dislrtcto,. onde fot com-
meltido o desacato ; digo, quando lomara esta
attitude as coasas, qusndo em vez do promotor
ser um homem daqaella forma, um ente per-
verso, capas de praticar as mais aboaioaveis
ccoes, muito para lamentar a trra infeliz e e
povo que ae v entre aa garras de semelhanle
ero.
Que, um juiz municipal, deve ser um homem
escolhido, eaire os homens de probidade, que
nao ten ha dobrez de carcter, que seja ioteira-
mente incapaz de ama peita e fazer tranaviar-aa
do caminho da justiga, achando-se prompto a
fazer jastiga continuamente,quer seja redundan-
do contra o frece, qaer seja contra o forte, bea
iunegarel; e que, quando o juiz, em vez de ser
assim, semelhaote ao corrompido Dr. Jos
Marques Camacho, homem to servil quaoto
hypocrita e roluvel; desventurado na realida-
de o povo que oas presas de um tal Caligula, se
v manido: elles sao dous amigos ntimos,
porque bem natural o lobo acosUr-se ao lobo,
de maneira que nao hs queslo que o Dr. Bem-
jamio advogue, que o Camacho nao d a seo-
tenga em favor do coosiitoiote de Bemjamia,
seja embora o maior discaro, como succedeu
corn a lide que contra o seu devedor sustentou
o Illm. Sr. lenente-corooel Bessa, com ama
demarcago de trras, a qual dizem-me acaba de
aer sentenciada contra os autores, em favor dos
quaes milita todo o dirello.
Felizmente nm delles, o Dr. Camacho, ral dar
aa gambtas ; e oxal que o Illm. Sr. Dr. Alraro
Nstor de Albuquerque, que vem substituir o lu-
gar, possa sanar os males, por mu antecessor
semeados, urna vez que tou informado, elle
possue independencia de carcter e probidade,
para nao se deixar dominar pelos sultdes de aldeia
da villa de Pombal.
Segundo me dizem algumas informages da
capital, o Bemjamin e o Camacho, tem urna
ametade de sangue da raga Caucasia, e a outra a
ametade da Elhiopia ou Maiala, gente que na
opinio das conhecedores da especie humana,
a de corago mais mal formado que ha no uni-
verso, pela mistura do sangue de duas ragas ex-
tremamente oppostas, e al dizem, que o Dr.
Bemjamio, filho de um captivo, cujo seohor,
em poca remota evadlo-se da capital da Para-
rnos, recelando por sua existeocia, e que o dito
escravo Qcando ali cootrahio matrimonio, do
qual nasceu Bemjamio.
Por boodade, senhores redactores, queiram
pasar a minha material exposigao para as co
lumnas do seu Diario.
Villa do Catlo, 25 de dezembro de 1861. O
rosso obrigado asstgnante o
-
;aem respondor-me doridaodo nio haver
ades o em pregados pblicos, que lentas
famiaspratiquem.eu tenho documentosauttien-
otlo, para iprarsr exuberantemente contra al-
gomee autoridades e...
Recire, 32 de jsneiro de 1862.
\Manoel de Furias Lemos.
Catnponez.
Publicages a pedido.
Pergantas que nao
offendem,
para quem souber res-
ponder-me.
Ei-las :
Um delegado de polica pode mandar espancar
4 presos da cadeia a 50 e 60 pancadas de espa-
da de prancba esda um ?...
Podo desmanchar um processo em sua conclu-
sivo e tirar-lhe pegas, instaurar ooro processo e
recolher o primeiro ao cartorlo, depois de Ando
o segundo, com um despacho ainatico, julgao-
do-o processo deinformago ?....
Pode mandar espancar urna escrara por sea
carnerada soldado coziobeiro, por ter fallado de
sua reputago, com ciumes de...?....
Pode mandar prender um escraro, porque
queixou-se rerbslmeote o pai de urna menor,
ter o mesmo eseraro deflorado sua fllhs, nao es-
lando pronunciado em flagrante delicio?...
Pode a seu arbitrio instaurar procesaos sem lei
que o aulorise, como por uso d'armas ottensivas,
nao lendo a cmara do municipio determinado e
publicado por editaes ques as prohibidas, teodo
sido rerogada a lei de 26 de outubro de 1831, e
condemnar a 8 duzias de palmatoadas ?....
Pode, depois de prender dous eacraroa por
crime de roubo feito em urna toja e arrecadado
fazendss roubsdss eooQseo des escraros, man-
dar solia-los, espaocando um e fleando o dono
da loja no deseraboNo de cenle e tantos mil ris
e de urna letra de 3825, V> foi desencamiohada
da gaveta arrombada e aberta, sem instaurar o
competente processo ?....
Podo varejar casas a seu arbitrio, sem as for-
malidades da lei, smente com soldados do des-
tacamento, appreheader ecoodozir urna faca de
pona apparelbada de prata, qae aehou em orna
cana de roupa, como arma prohibida ?...
Pode protellar a marcha de um processo, para
perseguir um cidado pacifico, por causa de pol-
tica, levando em formar a culpa 4 mezes e 8
das, psssando depois dessa lapso de lempo, o
etercicio a seu supplente, para tirar de si a res
ponwbilidade ?...
Pode prender a qualquer cidado a seu bel
prazer por 5, 8. e 15 diaa, e depois soltar ?...
Pie, por ser inimigo de um offlcial do exer-
cito, prende-lo para tomar urna vingaoga e ne-
gar-lhe lodo direilo e praticar leda a sorte de
violencias e despotismos ?...
Responsa-me Sr. alferesdo eorpo de polica e
delegado do termo de Ceruar Manoal Germano
de Miranda, V. S. me dirijo como muito tntel-
ligente.... e interpretador da lei, a qual aua
vontade e arbitrio, levado pelo capricho M....
Um promotor publico e curador d'orphaos pode
exigir das partes, e receber quantias, que nao
tem direito. pelos actos praticados no exercicio
de seu csrgo, que nao esteja marcado no regoia-
mento de custas judiciarias ?. .
Responda-me, Sr. r. Jos Antonio Coelho
Ramalho, ex-promotor a carador d'orphaos do
termo de Caruar. V. S. bem pode dizer alguma
cousa a respeilo II.................
Um teoente-coronel da guarda nacional e pre-
sidente da cmara, que tea dous procesaos nos
cortnos do termo de Ciruar, am por crime de
respoosabilidade, por fazer diversos inventarios
qaandojuis municipal suppleole em oras data,
a por custas excessivae, e outro por crime de
tentativa de morte contra o ex juiz de direito da
comarca do Bonito Dr. Manoet Correa Lima, on-
de deve estar ? .,
Um tenente-coronel da guarda nacional que
ouir'ora foi delegado de polica, lendo tomado i
particulares diversas armas pertenceotes' ao go-
verno poda vend-las como sos proprieddde ?...
Um teoente-coronel com mandante de batalhao'
doguard* nacional, pode mandar a seu arbitrio,
cercar a casa dd um oficial de seu corpo para
preod-lo, por urna escolta da mesma guarda na-
cional, por falla de cumprimeoto dd urna or-
den) I.............f.........
Repoada-me, Sr, tnente-coronef Voio Vielra
de Mello e Sirva*, so V. 8. com acert polo dizer
alguma cousa Icrea daquellai pergunlaa, por
esttff bem i pr da lei da guarda nacional, ter
aido delegado de polfda e juiz mubicIpaT sup-
plonte II..................t i
*ff
COM
Praca dofti(l2lde
Janeiro dd lt|2>
OSCILACXO DA IbJAR*.
Preamar aa 10 h. 18' da manhia, altura 4,6 p.
Baixs-mar as 4 b. 30' da tarda, alora 8,t p.
Observatorio do arsenal de marinos, 21 de Ja-
neiro do 1862.
roiaho mrm,
1* lente.
que no lia 14 o orrtOte, poTta da mesai re
partigo, % ueajh do atio-Utts si Mo d* arre-
matar dirad cautas eott alho*. psOOdo lifaido
A.S Ulialra \aOrttS da lardo duas "rohaa e 28 libras, valor da arroba JOOO,
tolacoes da junta de corretores.
Cambio
Sobre Londres90 d[v. 25 1|* d. por libra.
J. da Cruz Macelopresidente.
John Galiosecretarlo.
*. I tandear*.
Rendlmeoto dodla 1 a 21. .
Idom do dlk 22
m 030*976
27.785*830
391:8l6t61l
Movlmento da airatadeK
Totumes ontrado tom tatend.. 149
* o rom gneros..
Volamos sahldoa aom fasendaa..
cosa eneres..
301
100
101
450
301
Doaearragaa hoje 33 do Janeiro.
Brigue brasileiroOliodasal.
Brigue inglesIcenebacalho.
Brigue hespmhulDous de Janeiroachrque.
Barca francezaIzardcarvo.
Barca inglezaPloaatbagigos de louga.
Barca inglezaNauphantemercadorias.
Brigue dinamarqus-Cirolioaidea.
Importad-no.
Brigue nacional Relmpago, rindo do Rio
Graode do Sul, consignado, a Amorim & Irm ios
manifestou o seguidle :
10,220 arrobas de csroe de chsrque, 14 ditas
de sebo em rama, e 38 couros raecuns ; aos
mes mos.
Brigue dioamarquez Caroline, procedente de
Londres, consignado a Rothe & Bidoulec, mani-
featou o aeguiote:
50 barricas cerreja ; a Krabbe Thom 4 G.
250 ditas dita ; a Johncton Pater & C.
1 caixa pennas de aro em esixinhas ; a A. C.
de Abreu.
25 calas queijosj a P. G. de Oliveira.
1 dita piano; a F. C. Gol.
2 canas machinas para bilhetes da estrada de
ferro, 3 calas para ditas, 25 fleirss da tubos
para canas, 2 esixas pertences psra escriptorio,
3 sellos e oito saceos para dioheiro ; a compa-
nhia da ria frrea.
1 caixa ignora-se ; a Southall Mellors & C.
292 pegas e rolumes segdo materiaes para a
ponte da Bes-rista ; a H, Oreen & C.
25 toneladas de carro de pedra ; aos consig-
natarios.
400 barris polvera, 10 ditos salitre; S. P.
lohnston & C.
50 ditos salitre ; a H. Gibsoo.
40 ditos dito, 2 ditos ferragens, 4 caixas cobre,
2 [arios lonas; a Prente Vanos 4 C.
200 barris polrora, 1 caixa chapeos da sol, 2
ditas fazendss de slgodo e linho ; a Paten Nash
4G.
25 caixas folha de (landres, 9 ditas dita de co-
bre, 100 barras e 1 barril estanto, 10 barricas
graxa ; a Jos Antonio Moreira Das & C.
Exporta (o
Do dia 21 de Janeiro de 1862.
Bares franceza Coligny, pira Marseille, carre-
garam :
Ts-et-freres, 3,800 saceos com 19,000 arrobas
de assucar.
Barca ingleza Isabella Rydley, para Lirerpool,
carregaram :
Saunders Brothers & C. 2,100 saceos com 10,500
arrobas de assucar.
Barca ingleza Prescilla, para Gibraltar, carre-
garam:
Patn Nash & C, 250 saceos com 1,250 srrobas
do assucar.
-22-
Bngue norueguense duna, psra o Canal, car-
regaram :
C. J. Aslley& C, 1,170 saceos com 5,850 arro-
bas de assucar.
Brigue ioglez Crescent. para Lirerpool, carre-
garam :
Ser Filhos & C, 68 saceos com 371 arro-
bas de slgodo.
Recebedorla de rendas internas
fferaeci de Pernambneo
Rendimento do dia 1 a 21. 20.534f786
dem do da 22...... 545*992
21:080#778
Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 21. 69:9899663
dem do dls 32......; 1.665*679
71:655*342
MpYluaf LiXQ JO portO.
Navios entrados no dia 22.
Rio Grande do Sul 30 diss, patacho brasileiro
Relmpago, de 241 toneladas, capilao Antonio
Travaaaoa da Rosa, eqaipagem 12, carga 12,200
armuas de carne secoa ; a Amorim Irmo.
Macelo30 das, hiate brasileiro Jaguaribe, de
88 toneladas, eapilao Bernardioo Jos Bandei-
rs, equpagem 5, oarga fazendas ; a JosGon-
gaives Malveire.
Montevideo34 dias, barca hespanhola Com'fo,
de 210 toneladas, capilo Jos Mestres, equi-
pagea 10, carga 5,800 qumtses de carne aec
ea ; a Amorim Irmo. Veio vi
mercado, e aeguio para Havana.
Liverpool59 das, brigue ingles Spy, de 229
toneladas, capilo Phelip Hocqaara, equpa-
gem 10, carga fazendas ; a Patn Nash & G.
Rio de Janeiro34 diaa, barco americana Flying
Cloud, de 318 toneladas, capilo Kirmao, equ-
pagem 10, em lastro ; a Saunders Brothers
& C.
Rio de Janeiro 13 dias, galera ingleza David
Harrison, de 672 toneladas, capilo Thomaz
Gorddard, equpagem 16, em lastro ; a Saun-
ders Brothers & C. Veio receber ordene ese-
guio para Macei.
Navios tahidos no mesmo dia.
LiaboaBrigue portuguez Soberano, capilo An-
tonio Agoslinho de Aleaeida, carga assucar e
outros generes.
AracatyHiate brasileiro invanetrel, capilo Ja-
s Josquim Aires da Silva, carga rfferentea
gneros.
Observaeo.
Fuodeon no lomars urna barca americana,
mas nao leva communicageo com a torra, o bor-
dejs no lamarao um patacho portuguez.
guex Soberanos, e abandonada* por Almeida,
Gomes, Aires & C
Quarta aecgo da ilfandega de Pernambuco,
21 de janciro de 1862.
O primeiro escripturario,
Ftrmioo Jos de Oliveira.
Pela inspeego da alfandega se faz publico,
qoe no da24 o crrente, porta da mesms re-
partigo, a depois do aneo-dia, se hio de arre-
matar 220 caixas vasias, ea que vieraa ceblas,
trinta barrica* vasias, em qne vieram ssrdinhas,
e urna porgo de madeira velha.
Ooarta secglo da alfandega, 21 de Janeiro do
loOs.
0 1* escrlpturs,
Firmino Jos de Oliveira.
V secgao.Secretaria do goreroo de Pernam-
buco 13 de Janeiro de 1862,
Pela secretaria do goreroo so faz pobiieo aos
Srs. Eduardo Daniel Caralceoli Vellez de Guiva-
ra, Francisco Pereira da Costa, Antonio Gomes
Cordeiro de Mello, Joo Valeriano Pessoa de La-
cerda, Agoalinho Perreira da Silva, Jos Se-
rapiioBexerra de Mallo, Jos Cezar de Mello
Palco, Jos Antonio Pealaos, Joaqaim Goncalvea
de Faria, Manoel de Souxa Barboaa, Jos dos
Santos Silra Medeiros Juoior e Manoel Jos Pa-
checo, que echando se competentemente informa-
das as suas petiges.bajam de solicita-las oa mes-
ma repartigo para pagar o respeciiro porte, anos
de seguirem seu destinos.
.. O Illm. Sr. inspector da thesoursris pro-
vincial, em cumprimeulo da resolugo da junta
da fazeoda, manda fazer publico que no dia 30
do correte se ha de arremaUr a qaem m.is der
o imposto de 10 OyQ sobre a renda dos terrenos
oceupados com o planto do capim no municipio
do Recite, avaliado annualmeote em 4:120.
A arrematage ser feila por lempo de 33 me-
zes, a cootar do 1. de outubro de 1861 a 30 de
juuhode 1864.
Aa pessoas que se propozerem a esta arrema-
tado, comparegam na aala daa sessoes da refe-
rida junta no dia cima mencionado, pelo meio
dia, e competentemente habilitadas.
E paro constar se mandou affixar o presente o
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 11 de Janeiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Aonunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para coohecimento
dpa ioldreasados o art. 48 da lei provincial n.
510 de 18 de junho do coireote anno.
Art. 48. E' permiltido pagar-se a meia siza
doa escravoa comprados em qualquer tempo an-
terior a data da presente lei independente de re-
validago e mulla, urna voz que os devedores
actuaeadesle imposto, o fagam deotrodo exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o zerem tica rao
sujeilos a revalidacao e multa em dobro. sendo
um tergo para o denunciante. A thesouraria ta-
ri annuociar por edital nos primeiros tOdias de
cada mez a presente disposigo.
E para constsr se msndou sfJRxar o presente e
publicar pelo xarlo
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Asiumpgo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da resoluco da junta da
fazenda, manda fazer publieo, que no dia 30 do
correte vai nventeme a praga paraser arrema-
tada a quem mais der a renda da casa pertecente
ao patrimonio dos orphos.
E psra constar se mandou afBxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria prorincialde Pernam-
buco 20 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Adnuneisglo,
illm Sr. inspector da thesouraria provincial
manda fazer publico, que reeebimento das prn-
poslss para a obra da collocago dos carria de fer-
ro desta cidade at a povoaglo de Apipocos ter
lugar no dia 23 do eorrente em sesso da Junta
da fazenda da mesma thesouraria.
E psra constar mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambudo 20 de Janeiro de 1862
O inspector,
. A, F. d'AonuncisgSo
Illa. Sr.inspector da thesouraria provincial,
ea cumprimento da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, de 16 do crrante, manda fa-
zer publico no dia 30 do mesmo, vai novamente
a praga, a obra da coberta do Grmnasio Provin-
cial, a vallada em 28:5579100 rs.
E psra constsr se mandou afBxar o presente e
publicar pele Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 30 de Janeiro de 1862.
O inspector,
A. F. d'Aonunciago.
-Masa 4a consulado provincial do Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. M. f. Pereira da Silra.
CoDselho admiiislrativo.
O conselho administrativo, para forneclmento
do arsaoal da guerra, tem de comprar os objectos
i *>" o hospital militar.
\
ueeiaradte*.
consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que os 30 dias uteis marcados psra a co-
branga a bocea do cofre dos impostos de 4 por
cnto sobr os estabelecimentos de fora da cida-
de, prensas de algodo. typographias, cocheires.
Veio ver o ealado do crall.rices de aluguel, otis, botequina, caai
de pasto e fabricas, de 8 por cento sobre os con-
sultorios mdicos e cfrurgicos, carinos e escrip-
tonos, de 12 por cento sobre os estabelecimootes
de cmmercio em grosso e a retalho, armazens
de recolher, de deposito e trapiches, de 50*000
res sobre casas de modas, de buhar e lojas
que rendrem cbpeoa e roupa feita estrangei-
ra, de 1:0009 sobre casas bancarias.com emisso
e privilegios, de 500| sobre casas bancadas coa
emisso e sem privilegios, de 300 sobre casas
bancanas sem emisso, companbias snonymas e
agencias, de 2C0|sobra casas de cambio, de 500 rs
por tonellada das alvarengas e canoas empregs-
das no trafico da carga o descarga, de 30 por
escravo empregado no servigo das mesmaa alra-
rensas, de OOJ sobre correlores commerciaes,
de 50j) sobre corretores de escrevos, e flnalmen-
leo imposto sobre carros de aluguel e particu-
lares de 2 e 4 rodas, carrogaa. vehiculoa decon-
dugoe mnibus se principiem a contar do da
16 de Janeiro correte.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
15 de jaaeiro de 1862.
T.M.F. Pereira da Silra.
' "I Hipa I Un
A noiie clara, veto varisrel de direceo o io-
lensidade e assim amanheceu.
Saeta casa de Misericor-
dia do Recite.
O Illm. Sr. lenente-corooel Justino Pereira de
Parias, theaourero esmoler interino da santa ca-
sa de misericordia do Recite, aada coavidar as
aaass da casa dos aipostoa que nao comparece-
ram revista de pagamento do dia 20 do corre-
te, que o fagam impreterivelmeote no dia 80, in-
do acoapanhedas daa respectivas criaitcas para
_ serem pagas daa mensadades vencidas at de-
* zembro do anno prximo passado.
Secretaria da aanta can da misericordia do
Recia, 31 de jaselro do 1862
#". A. Cavalcanti Couetiiro,
Escrirao.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se declara
1a!L?0 'f-* de jeoeirb correle sa prineipiou a
coM mr WdTwf xm ttsrcttfctf per/1 ooraeg
a bocea do cofre 00 ananeiro semestre do anno
Pceirovigeote d#i a 1SB do imposto de
wrpT/T cnt"(rocoOau,Jo de sjjeardeole das fre"-
guaziaa deata cidade", Afasjaloaa, S. Lourengo,
Saolo Amare do Jaboalao, fanoo o Muribeca e
que flcaa ossj|aiahsndiasatsia.aalta ootarafoa-
tlir'TT'-' ar M. lados os
ni*n)uToW|s#>agsrem depois de flodoi ditos
30 dias.
radie fror de sabugueiro.
>raa le opio.
loraVdeMBaseelia gallega.
Bsfr*XB V,^," de horragem.
8 Rirat fe (sorts tilia.
ilftral le Wtf'H de violeira.
IS Kbrai de oleo de ricino.
8 libras de amedori.
6 libras de cido nilrico.
6 libras de acido muriatico.
3 libras de ipecacuanba (raiz).
6 libras *e paponas.
2 libras de nz moscada.
2 libras de ralanhis.
2 libras de rsiz de anglica:
6 libras de oleo essencial de terebeothina.
2 libras de folhas de funcho.
2 libras de monesia.
3 libraa de hervs doce.
2 libras de cravos da Indis.
6 oogss de sulphslo de quinlno.
8 libras de cevada. '
4 libras de cauella.
1 libra desubnitrato de bismulh.
6 libras de carbonato de sods.
2 libraa de oteo essencial de moatards:
8 ongaa de oleo essencial de camomills.
8 libras de esntharidas.
2 libras de raz de valeriana.
1 libra de geogibre.
1 ooga de trtaro emtico.
24 libras de oleo de amendoa doce.
1 resma de papel azul para embrulho.
Meia reama de papel branco pastado.
24 garrafas de viobo branco.
24 libras da vinagre.
24 garrafas de vinho Madeira.
24 vidros vastos de 4 ongas.
24 vidros vasios de 2 ditas.
24 vidros vasios de 1 dita.
8 libras de araruta.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas ds manhado dia 23 do
correte mez, impreterivelmeote.
Sala das sessoes do referido conselho, 22 de Ja-
neiro de 186-2.
flanfo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias \illart
Major vogsl e secretario interino.
Pela subdelegada de polica da Capanga se
fsz publico, que so scha recolhido casa de de-
tengo am preto qae diz ehamer-se Joo e per-
tencera um tal Xic morador emGoianna : quem
se julgsr com direito ao mesmo escravo comp-
rela neata subdelegad, que provando o son do-
minio Ihe ser entregue.
Subdelegscia de poiicia ds Caponga 22 de Ja-
neiro de 1662.
O subdelegado,
Manoel Gentil da Costa Alves.
Aysos maritias.
Segu em poneos dias a barca portugueza
Flor da Maia, por ter parte do seu carregaaen-
lo prompto ; quem quiznr carregar oa ir de ps-
sagem, dirija-se ao consignatario do assmo ea
sea escriptorio da ra do Apollo a. 43, segundo
andar.
Para o Rio Grande do Sul
sabir com toda a brevidade o muito releire pa-
tacho nacional Arapebyo; receoe carga e escra-
ros a frele, para o que irata-se com Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo,
escriptorio o. 19, ou com o capilo a bordo.
REAL COMPANHU
DE
Paquetes inglezesa vapor
Al o dia 28 do correte espera-se da Europa
um dos rapores deata compaohia, o qoal depois
da demora do costume seguir para o Rie de Ja-
neiro tocando na Babia, para passagensetc, trs-
ta-se com os agentes Adamson Howie i C, na
roa do Trapiche Noto o. 42.
1 "'r
COMPAMU riRIUlBUGAtU
DI
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, M>
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Peninunga commaodanta Honra, sa-
hlr para os portos do norte at a Granja no dia
5 de ferereiro as 5 horas da larde.
Recebe carga at o dia 4 ao meio dia, encom-
mendas, passageiros e dioheiro a frote at o dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir coa
muits breridade, tem parte de sea csrregsmeato
a bordo : para o resto que Ihe falta, traia-ae
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azeredo & C, no sea escriptorio ras da
Gius n. 1.
k
COMPANI BBC/jjU
DO
Navegacao costeira a vapor
O vapor cJaguaribea, commandante Lobato
sabir para os portos do sul de sua escala n
dia Io de ferereiro as 5 horas da larde.
Recebe carga at o dis 31 ao aeio dia. Eoeom-
mendas, passageiros e dioheiro a frele at o dio
da sabida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Mattos o. 1.
JUHLc
Paro a Babia segne o palhabote Santo JtasroV.
pera alguna pouca carga qoe Ibo faifa1 traf-s%
com sea consignatario Francisco L. O. Aievedo,
no roa 4a Madre de Beus o. 18.
COMPtNHIl BRASILEIRA
O rapor Ogapol, cowaand*
do aar e guorrs Gerfaiio Mancebo. rporado
exportodo sul at o da 30 do corf#otd, o iJ
depois da demora do costara* setuir' H
portos do norte. ^
Desd* j* reebem-se passageiros e
c*5r'l.ffe ***K,r P**6* e Mr'eoabaWrtM no M o> nroa>
Mdaoe oiarheiro a frete al o L
criptorio de Antonio Luiz de Olisetni Azeredo
H G.



r
Pan Lisboa.
Pretende wguircom i ita breridade o relei-
ro patacho nrtionil BtUritt, lem parte de seu
carrefaroenio prompto paras resto que lhe fil-
ie triU-acasa 01 seus conixUnoi Antonio
Luis f a Olitftlra AzereJo& GVWaW eacrit-to
ro ro di Crit 1. ^ v
COMNNHl BR/4SILEIRA
E
. At Tai 3 de fevereiro speftdo do* portos
dio norte o vapor nacional Paran&, commnan-
te o priroeiro-tenenle Joiqgim de Paula Guedes
Alcanforado, o qual depois da demora do rostu-
me seg^iri ojiar* os portoi do ral.
Desde i receben)-se passageiros, eengaja-se
a carga que o apor poder conduzir, a quat d-
rer ae embarcar no dia dejaos chegada, dintiei-
ro a frete e entommendas ate. o di da sanida
8 horas da tarde : agencia ral da Cruz n. 1, tn-
crptorio de Aotooip Lntz de OTeira Azevedo
melhores e mais w>re qeha neate mercado e
109 caiaa con batatal : quioia-feira 13 do
correrte pelas 10 horas da manilla na porta do
arroaiem do Sr. Annes, aa esquina defronle da
alfande#e
LEILAO
oros.
ftio de Janeiro
Pretende seguir com muita breridade o patacho
nacional tCapaam, tem parte de aeu carrega-
meoto prompio : para o resto qua lhe falla, tra-
ta-secom os seos consignatarios Antonio Lutz de
Oiiveiri Azesedo & C, ao seto sctiptorlo ro da
O
Cruz n. I.
Ro de Janeiro
O releiro e bem conhecide btigne nacional
Damo pretende seguir com muita brevidade,
tem parle de seu carregamento prompto ; para o
resto que lhe falta, trata-so com os seos consig-
natario* Antonio Lua de Olieira AzeredO & C,
no na escriptorio ra da Cruz o.l,
Para
Rio de Janeiro,
egoe por estes das o veleiro brigue aCroieiro
do Sol : pira a pooca carga que lhe falta, e ei-
eraroi, trala-se com os consignatarios Antones,
Gaimsres & C no largo da Assembls o. 15.
Para o Rio de Ja-
neiro,
Seguir com teda a brevidade para o porto in-
dicado, o releiro e bem conhecido brigue -
cantador : as pessoas que nelle quizere'm car-
regar poderBo dirigir-se ao escriptorio da rrur
Amorim & Filho, a ra do Cruz n. 45, para
tratar.
Lisboa.
Sahir era das do correte mez o brigue bra-
lileiro Norma, de primeirs classe, para o com-
pleto de syb carregamento apenas lhe falla 500
Saceos : tratase coro Domingos Ferreira M?ia,
roa do Apollo n. 37.
Para liquidar.
O agente Pestaa vender por conti de quem
pertencer para liquidsr 8 calzas de palitos de
logo em reas pelo maior proco offerecido t qtrln-
ta-Ceira 43 do correte pelas 10 horas da ma-
nha no irmazem do Sr. Aanes, defroote da al-
fandega.
Transferencia de leilao.
O age o le Gulroaraes nao podendo efectuar o
leiio no segundo andar do sobrado da ra lar*a
do Rosario n. 21. por incommodo de saud'e que
se deu na familia resiliente no primiro andar,
tem tranaferido os moris existentes no referido
sobrado para seu armazem paraahi ser eflectua-
da a renda dalles.
LEILAO
DE
.jBM&i* ffitijte&.^jmtA EKlfiA ft JANElfcO DE 1861.
Metriddo Castih.
PriscUg afntea*VOquerqaepode a nlguns
dos pas de mas alumina que mandem pagar o
que sia deredores.
Aluga-se um sitio no logar da MagdaTena,
principio da travesa do tuca, com casi de pedra
acal, duas bajasd capm para io'eroo e verlo,
e muitos arrored.xde fructo : a tratar no Campo
verde, ra do Policio do Biapo n 20, lobraae.
M1ID
HOJE
Yaz 'Leal farao leilao por interrencao do
agente Pestaa, de um completo e variado sor-
timeatode miudeas todas propria* deste mer
cado: hoje 23 do correte pelas 10 horas da
manha, em seu armazem ra da Gadeia do Re-
cita o. 19.
ysaiaM)
DE
Um escravo pega, na ra do
Imperador n. 37.
Sextafeira 2 do correrte as i i horas.
O agente Guimare* far leilao por corta e
nsco dle quem pertencer de um escraro hbil
para todo servigo sendo soa profissio csrrelro,
com 25 a 28annos de idade, no lugar e dia ci-
ma ao correr do martello.
Que fazem Saethall Helio*! & C. por interven-
cao do ageote Camargo "por conta e risco de
quem pertencer de 19 barris com manteiga n-
gleza deacarregsda ha pouco : na sexta-fetra 2*
do corrente ao meio dia no armazem do Sr. An-
uas defronte da alfaodega.
Leilao
Machado A Rodrigues fari leilao por iaterren-
?ao do agenta Vicente Camargo, na sexta-feira
24 do correle, de 100 caixaa com batatas rindas
de Lisboa pelo brigue Soberano, no armazem
do Sr. Aouea defronle da alfandega, e 50 saceos
com arroz de casca.
b*rUOs.
LEILAO
O agente Evaristo far leilao no dis 21 do cor-
rente de ama propriedade sita na trareua da Pi-
ranga da freguezia dos Afogados, coosistindo em
S peqoeoas casas contiguas, sendo umi lodi de
pe Ira e cal e outra com o repart ment de tai -
Ba. orna estribara tambem de pedra e cl paTa
4 carallos e mais ama pequena casa de palha,
que rende 50g por anno ; e o terreno de mais 800
palmos de frente e 900 de fundo, todo oceupadp
or orno planta de capim, precisando de slgum
enedeio. O dito terreno Joreiro e est quaai
todo fechado por cercas e valadoa, como ludo
rnelho-se rer da respectiva escriptura : as 11
horas do dia cima na roa do Imperador basar
LEILAO
Quinta-feira 23 do correte
Costa Carvalho autorisado pelos ad-
ministradores da massa fallida de Jos
Antonio da Silva Araujo, vender em
leilao publico no dia cima as 10 horas
em ponto arma cao, mercadorias, divi-
das activa, do bem afreguezado estibe-
lecimento, da i ua do Queimado n. 27,
devendo o leilao ter lugar ao mesmo
estabelecimento.
\\m eomo
Vender ao meio dia em ponto, os
movis constando m mobilia de mognd
com lampo de pedra,candelabros, jutas
urna escrava e ootro muitos objectus
pertencentes a mesma massa, tendo
lugar este leilao no primiro andar do
sobrado da ra do Impeiador n. 75.
AVISO? ilTffSOS.
Quinta-feira 23 do corrente
O agente Piolo, far leilao sem reserva de pre-
50 e por roma e naco de quem pertencer, da
armaco existir te na loja do sobrado da ra Di-
reita o. 54, as 11 horas do dia cima mencionado.
LEILAO
A 23 do corrate.
Joo (Leller & G. farao leilao por ioterrenco
do agente Oliveira, do mais variado completo
sorliroeotb das melhores fnzendas que vera ao
mercado, e besa cojaf' ecida de seda bons fr'gue-
aei a quem eSoriSara o iesoio. qu6 tere lugar
Owta-feira 23
do correle, s rt rotI* da manhla, em seu ar-
nazern da roa da Cruz do Recife.
parsaocer 100 ciiin catf Wntt em
>or eont. de quem' doata4tMrog..U no m
resten Reposta a resposta
Tendo os Srs. Aguiar, Ramos & C. tomado a
iniciativa da pergunta doAsignantetemos a
replicar aos ditos aeiihores, que nio se dignaran
ler com atlencao, a referida nterpellacao ; risto
que aa referem ao rol de roopa, o que nao lhe
pergunlamos, pois uAstigoaoteaprenden a
multiplicar, e j qae se fazem tao simploriot,
ramos lembrar de noro aos Srs. Aguiar, Ramos
4 C. as duas prlmeirai linhas da tabella e que
talvex j se tenham dells esquecido, e rm a ser:
Rotrpa de familia sortija de peQas grandes e
pequeas a 40 rs.
PecM grandea isoladamenle, como leoces,
tnslhas de mesa, rostidos, saias, calcas etc. a
100 rs.
Queramos anda eeber se ou nao considerada
roupa de familia, por conter pegas sortidas a de
querJzerammensaoVv.Ss.no sen rol? Se
enmo exigir-se pelas 47 p-gas4j(700 a razio de
100 rs., qaando oAssigoanteem idnticos
circumslancias, j tem pago a razio de 40 rs. f
Com asua resposta aguarda-ae o
avenante.
Os ODaiXu jsiKiKi los Uieuibius na cum-
misso central encarregad* do funeral pela
sentida mora de S. M. F. 0 Sr. D. Pedro
V, celebrado ao dia 17 4o carrete, veem
por meio deste Diario agradecer cordial-
mente as rnaaiferUacoes solemnes que de-
ram todos os habitantes desta rica, Ilus-
trada e opulenta capital, por occsio
d'aquelle acto religioso. Ainda mais: a
commissao central vivamente penhorarta
pelas provea eluquemei de todos os habi-
tadores do Recif, naciunaes a estrangei-
fos; por ocessio das exequias do Sr. D.
Pedro V, cel-bradas nodta 17 do correte.
ao tem expreatoes para agradecer aoa
iistinclos oradores que, aps o acto reli-
gioso elevaram suis rozes recitando ne-
chrologias e nmias em honra do jovm
memarcha de Portugal, tao prestes roubade
a gloria e eograndeetmento de sua patria.
Receb'm portento todos os habitsdorea
do Recite,' naciunaes e estrangeiros, iodos
os oradores o'aquelle dia de tanta magoa e
aodade paro o portogueiei, toda fes
pessoat lemiim que se dignara m acceder
ao conrite da c*on>mlsso central, compa-
recendo ao acto religioso do dia 17 do cr-
rante, como lodos os embregados publico
os oossos sgradecimentos profundos d
gratidao, eslima a affeclo.
Recife 22 de Janeiro de 1862.
los Heriques Ferreira.
Jos Amonto IfeCarvatho.
Joi Teixeira Bastos.
oaquim llontelro da Croi.
Jos Ua Silva Lnyo.
Aviso tos diasinios irm
da irmandade de Nossa Se
ohora da Boa-Viagem ere ;-
ta na povoatjfto do mesmo
nome.
Pela terceira vez $5o convidados todos
cbarisstmos irmos, para reuniao da
mesa geral Domingo 26 do corrente, as
9 horas da manliaa, aim de que se peo-
ceda a eleicao da nova mesa regedora,
e providenciarse negocio de grande
interesse. Espera o Sr. juiz que seu*
charos irmaos nao deixem de compare
cer, como j o izeram nos dias 12 e 19
do corrente mez, que por taha de nu-
mero legal (21) deixou de ha ver mess
geral.
Deiapparecea do escriptorio de Joso Cardo-
ao Ayra, S^pors de ter sldd>*gi pelos Srl. Ral-
lar a Olireira, nma letra da quaotia de 4:gO0f
sacad na Parahiba pelos Srs. Bernardo Narat A
C, a aceita peloi Srs. f ctrloo Pereira Msia 4
mesmo
4os fabricaetes de velas.
O antlgo deposito de cara da carnauba a sebo
em pi e em reas, estabelecido no largo da As-
aembla n.9, mudom-se para a na da Madre de
Deoa 28, quasi defroote da igreja, ondo canti-
oa haver um completo sortimento daquelles
gneros, que se rendem por pregas razoareis.
O abaixo atsignado declara qae teado-se
constituido devedor ao Sr. Jos Vetfoso SoSres
m dual letras de 750# cada urna, que flrmoa a
27de setembro de 1861, a prtmeira a rencer a 27
le setembro de 1861, e a segunda a*7 de setem-
bro de 18*8, pagon-as ambas por descont no
ta 20 do corrente ; mas alo tendo o mesmo Sr.
Velloso Soares entregue as referidas letras, por se
terem, segando a Arma, desenesminhado do seo
podar, passoo ao abaixo assigndo um recibo era
forma, com esdeelaracoes e Ceutellas necessarias.
E porque taea letras possam ser achadas por al-
guem que se queira constituir dooo dells por
qualquer modo, a harer do abaixo asstgOado o
que j pagou, fax elle o presente lonuncio, asse-
verendo que nio dere letra alguma dessa impor-
tancia, e protests contra quem quer queaeja, que
com ellas se aprsente como dono. Recife 21 de
Janeiro de 1862.
Jeronyrno Vuelta de Castro Tarares.
A pessoa qae annuncinu querer tomar a ju-
ros a quantia de 3009. dando um fiador e pagan-
do mensalmente o juro de Ires por cenlo, dirja-
se a ra da Aurora o. 48, taberna, onde tamb-m
se dir quem sob hyuoiheca am beoa de raz
quantia de 900g.
Cura completa sem resguardo
nem i ucom modo.
Tumor em um tornozeilo.
Eu abaiio assignado taco publico para bem da
humsoidade, que tendo um filho doenie de am
tumor em um tornozeilo ha mais de tres annos,
e tendo feito diffVreoles remedios no decorrimeo-
to deate lempo, sem poder tirar raotagem, quiz
por im experimentar aa chapas medicinaos do
Sr. Ricardo Kirie, escriptorio ra do Parto a. 119.
e felizmente achei o toroozello perfectamente ca-
rado, que a tantb lempo deaejara. Ra Direrta n.
65Manol Pinto Gomea. Reconhecida rerda-
dein a assignatura lupri pelo labello
Pedro Jos de Castro.
Sinceros agradecinents
Rheumatismo no joelho da
perna direita.
Eu abaixo assignado certifico que depois de ter
padecido agdisiimat dores rheumalicaa no joe-
lho da perna direita, e por mais de tres mezes de
cama, e tendo asado de ranos remedios sem po-
der obter melhoras, por ultimo recurso aandei
chamar o Sr. Ricardo Kirk. com escriptorio na
ra do Parlo o. 119, e esle senhor applicando-me
as luafe chapas medicinaes, no fim de 21 dias ti-
re o Rosto de me rer perfeitamente bom, pelo
que lhe tributo os meus mais sinceros agradec-
meotos. Largo da Misericordia n. 5, Rio de Ja-
neiro.Beoto Rodrigues.
Francisco Jos da Silva, subdilo porluguez,
retira-se pira os portos do sul.
Urna pessoa que retira-se pan fon di pro-
vincia rende urna excellente mobilia de Jacaran-
da com tampo de pedra, um piano tambem de
Jacaranda em mailo bom estado, assim como me-
sa elstica, lavatorio com leus pertences, appara-
dores, ama cama fraoceza de Jacaranda, a mais
objectos indispensareia a urna caaa : a tratar na
rus da Matriz da Boa-Vista n. 33, Segundo andar,
das 9 horas da manha s 3 da tarde.
Anda fgido o preto Joao, de naco, bem
fallante, estatura e corpo regulares, representa
ter 35 annos, com carne sobre os olhos, bem co-
nhecido por ler uos calombos no rosto, e anda
sempre com nm len;o amarrado nos qoelxos, le-
rou diversa roupa que se nao sabe de que usar,
lem de costume ernbreagar-se, e ando pelos ar-
rabaldes desls praca : roga-se a captura delle, a
leva-lo ao seu senhor D. S. Campos, ra do Im-
perador n. 28.
O solicitador Joaquina Caralcanli de Albu-
querque Mello, offerec-ae pan tratar de toda e
qualquer causa civel, criroe e commercial para
o que pode ser procurado das 9 horas da manha
as 3 da larde, na ra do Queimado n. 3, primi-
ro andar, ou em *ui casa depois dessas horas na
ra do Ouro n. 22.
Indeiii nisadora
A iHreeco dacompaobia de aegaros martimos
IndenioiaadoM, convida osSrs accionistas a reu-
niralm-je em asserntla geral no respectivo es-
criptorio no dia 25 do correte pelas 11 horas da
manha para ostias designados no art. 40 dos
estatutos e proceder-se a approvacao das Iraos-
ferenciaa de acedes ltimamente realisadaa. Re-
cife 22 de Janeiro de 1862Os directores,
Joo da Silva Regadas.
Jos Jacomo Tasao.
Francisco Joo de Barros.
Club commercial.
A direccao annuncia aos seohores socios e seus
recommendados, que a reuniao familiar do cor-
rente mez ter lugar na noite de tabbado 25 do
correle.
Criado.
Precisa-se de um criado : na rus do Imperador
n. 40, sobrado.
A pellos qu annuncl a renda flo terreno
alto ao aeeco tos Ferreiros. ha vendo se prest-
mente atendido com o procurador da questio
de execucio que corre pelo juizo commercial, es-
crt**? PaeTie Andtaaa, fazptblico, qua acacha
habilitada a vender tegalmeftie a dito terraao, o
que dera rolar-ie ao jnaii solemne desprezo o
aoouncio inserto no Diario de Pernambucoa de
22 do crrante, que parti Sem duviu ee am
biiio intrigante, a nao do exeaveote que aaaig-
naria o seu nome.
Medico-cirargico
DO DOUTOR
3Roa da Gloria casa do fundo3
Existem medicamentos homeopjthicos os mai
bem prepralos e do toda fe eCRcacia. Sempre re
novados, pela muito grande extraeco e procura
que temdevido ifso ao MXIMO CRED1TO-
de que gozara em todas as provincias do Brasil.
Contiona-se a render o'liis precoa do costu-
ma e achar-ae-ba aa carteiras especiaos para o
tratamento do cholera-morbua, con os aeus com
ptenles folhetos e separadamente os preserva-
tivos em tintaras e glbulos, conforme quizeren-.
O crdito de que gotam estes remedios a a
preferencia com que sao procura los, pela certe-
za de seus effeUos e pela ioalterabiltdade dos
glbulos, dispensara de quaesquer recommeo-
dacoei.
O que bom e est provado, lers comsigo as
recommendac;es.
0 bacharel A. R. do Torres Bandeira, pro-
fessor de geognphla e historia enliga no Gj/m-
nasio desta provincia, continua a enaioar os pre-
paratorios seguintes:
Linu francesa ;
Lingua ingt'eza ;
Geograptiia e historia ;
Philoophia;
Rhetorrca e potica.
Para mais commodidade dos alumnos que le
qtiifcerem habilitar para exames no mez de mar-
go futuro, tem resolvido nao smente abrir cur-
sos especiaes de qualquer das disciplinas indica-
das, mais ainda preslar-ae a dar Itcoea em sepa-
rado, mediante um ajuate rszoavel.
Est prompto para lecciooar em qualquer eol-
legio ou casa de educaco, bem como em caas
particulares.
Pode ser procurado em sua residencia, na ra
do Imperador a. 37, segundo andar, entrlda
direita.
A pessoa que anounriou dar
rus de :
dioheiro a
premio na fot ufe Santa Rita, queira declarar o
numero para aer procurado.
Na ra nova de Santa Rita n. 40 se dir
quena d dinheiro a premio.
W t'recisa-se de uro escravo pira o servi- ge,
co bixo, paga-ae 30 measaaa : na ra
|S) da Aurora n. 50. m
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos presos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para render na rus da
Moeda taixs ue ferro cuado do mui acedilado
fabricante Eiwin Maw, a 100 re. por libra, as
mesmas que se yeodiam a 120 r. : quem preci-
sar dirija-se a roa do Trapiche n. 44, armazem
de fazendas.
Le provincia..
desta
14, segundo
Aluga-se.
Na ra Bella o. 14, segundo andar, precise-ie
de urna ama.
Urna casa em Olinda, em cuja casa acaba de
passar a festa o Illm Sr. Dr. Sabino, no Vara-
douro o. 19 : a tratar com o proprietario no Reci-
e, ros da Moeda, armazem n.9.
Preciaa-se de um escra.o paro serviros de
ama casa : oa ra Nora o. 7.
Precisa-se de urna ama : na ra das La-
rangeiras n. 12.
AogusIjO Stahl, Germano Wahosclftffe
idertao Wt/ftan; rio pira 6 Rio de Janeiro no
primiro paquete.
Stihl l C, tendo de retirar-se para o Pa-
ran nos ptiiiieiros dias de ferereiro, pedem as
pessoas qofe se julgsrem seus crfjores qaeiram
apresentrr suas contas sem mais demora.
O abaixo aasignado, faz iciente a esti pra-
ca que mudou o seu armazem de fazendas da
ra da Crau o. 11 pira a rna do Trapiche n. 48
esquina do largo do C'>rpo Santo, e que girarlo
os seus negocios debaixo da Urma social de Mo-
riran! & C, do 1 do corrente em dlanle. Recife
22 de Janeiro de 1862.
Frederico Monhard.
A commissSo encarregida das exequias do
Sr. D. Pedro V, convida todos os Srs. presbvte
ros qae quierem celebrar roissa em auffr'agio
pelos Srs. infantes D. Fernando e D. Joo de
cmparecerem Da sexta e aabbado (14 e 25] ras7
s9 horas da maullas, na igreja do Espirito San-
to, sendo aa da sexta-feira por alma do Sr. D.
Fernando, eas do sabbadodo Sr. D. Jlo.
Por ests occsitao convida a mesma commissio
todos os seus compatriotas, que quizerern assislir
a cate santo sacrificio,
Precisa-ie de urna ama que saiba cozinhar
o diario de ama casa ; na ra Nora n. 47.
Ama.
Preclss-se de ama ama para todo a serrino de
urai casa : na roa da Roda n. 42, 1,* andar.
Precisa- se de urna ama para caa de pouc
familia : pi ra do Amorim o. 31.
Pfoiisa-se de orne ama aoa eozHfhelra, *
o r-J ,ae '*** *' compras : na ra do Crespo n. 1.
* ^>ia m.tewtoboal !: na ruada Matriz da Boi-
rfili o. 33, legando adir.
Vende-se urna cotiecgo da legisla^o
provincia at 1860 ; na lirraria popular.
Veode-se urna escrara mora que cozioha,
eengomma : na ra do Imperador o. 50, tercei-
ro andar.
Vende-se urna negra crioula, de idade de
18 annos, que cozmha, engomma, faz labyrinlho
e cose, o motivo da renda se dir ao comprador:
aa ra de Hortas n- 114.
Vendem-se as taboas de ama armacao de
taberna, tres caixaes, um terno de medidas de
(landre, um dito de pi ; quem quizer dirija-se
a ra da Praia os. 56 e 54.
Vende-se urna taberna situada no melhor
lugar da Ba-Vista, com proporc,des para hab la-
cao de familia por ter um bomsotocom quartos
e janellas, bom armazem, cozioba, quintal mura-
do, cacimba propria; reode-s por seu dono re-
tirar-ae para fors a tratar de sua saude : a fallar
com o Sr. Braga na loja e selleiro da ra Nova.
Vende-se farioha
de mandioca de superior qualidade em
saceos, por preco mutto commodos:
nos armazens de entunes Guimaraes^&
C. confronte ao trapiche de algodao.
Gomma
wmhk
Era saceos, muilo supeiior s 30 a arroba, eem
libras a 100 rs. ; na ra larga do Rosario n. 50,
taberna da esquina. *
Meiaspretas de seda
Vende-se meias de seda pretas para senhnra
fazenda muito superior pelo barassimo preco
d 10 o par : na ra do Queimado na bem co-
ohatida loj da boa fama o. 35
LiubdS de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baratissirao preco
de 1$ a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a f a resma.
Vndese na ra do Queimado toja de miude-
zas da boa f >ma n. 35
Bicos de linho barato.
Vende-se boniloa bicos de linho de dous i
quatro dedos de largura fazenla muito auoerior
pelo baraiiasimo preco d 240. 320, 400 e 480 ra
a *ira, vende-se por tal preQo pela razio de es-
larem muito poucs cousa encaldidos, tambem ae
rendem pe?ai de rendas lisas perfeilameme boaa
com 10 raras cada pega a 70, 800 e 1$. ditas
com salpios muilo bonitas diversas larguras a
lz00, 1*600 e 2* a peca, ditas de seda a Xg ca-
da urna pega: na ra do Queimado na bem co-
ohecida loja de miudesas da boa fama o. 35.
Agua de layander e pomada.
Vende-se superior agua de lvander ingleza
pelo baratissimn prego de 500 e 640 rs. cada fras
co, pomida muiissimo flna em (oa grandes a
500 e a 1, rende se por to barato prego pela
grande qusnlidade qae ha : na ra dn Queimado
oa loja de miudezaa da boa fama n. 55.
Teotospara voltarete.
Voaem se superiores teios pan roltarete
pelo bantissimo prer,o de 4* cada caixa : na ra
doQueimaao loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Leques de madrenerola.
Veode-se mui lindo* e fnissimos leques de
madreperola pelo barato prego de 16$ cala um :
oa roa do Queimado loja de miadezsa da boa fa-
ma n. 35.
Excncia de aoii para engom-
mado.
VaadAnf* cada am feaMuinho pelo barato
prego de 500 rs. ; na ra do Quemado loja da
miudezas di boi (ama o. 35,
5T---------------'
APPflOVACiO E AUTORISAClO
DA
CHAPAS MEB1C1NAC3
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Rieanlo Kirk
serem applicadas s partes aflfectadas
sem resguardo nem incommodo
Para
tamanho e
faIlivel^n,nTa8n*fkA8;ELR.CTB-M*GIBTlCAS-EPiSPASTiCAS obtem-se urna cura radieil a in-
aWn*VrS^ nervosa, etc., ele. Igual-
.!!?? V*.*Tal" "t" de ,u""f. .rao lobinhns escrfulas elc.sej. 2Tior o Ra
10 d* suppurBgo seo radicalmente extirpados.
efficaia in-
do publico
isienr.ia e de pratica.
nHMSI,De,M He!er Mr drigi,lM por escriPto' tend0 ,0,o cu'dJ'
s. ( is chapas sao nara hnmom <0u,. crianca decla-
encoinmendis das
da fazer as necessarias ex
rando a em que parle
do corpo
ipas sao para hornero, senhora ou
am ni nina j. ... .. ------.. k...uiuoiu, senuura uu enanca, aecta-
dldar'ando a ciTlferZt' ?** ** ^ C"' ?> "on>
orma da parte aneciada e par. serem bem apphcad
Pode-se mandar vir de qualquc
orios X^LI^Sr11^^ Cmpetenle8 P^^e tambem da todo, os ,cees
- ,----- .,MO ui..D.aof w iuuiiio uu sea
declaracao on.te existera, aua de que as chapas sejo da
em applicadas do seu lugar.
qualquer ponto do imperio do Brasil.
excepeo, das 9 horas da manha s i da larde.
^^^^^ ------r>, __. ,. uuioi ua luauuaa as aa tarae.
119 Ra do Parto ||i|
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
i IH KMAMBUCO
doQSdo7^5f0rm8S6Mdrjani*Se PharmaCa de Jo8A,"ndre Bibeiro'
Para as encommondas
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2. Sin. 2.3'* 2 S*
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DO DOUTOR
. i. ran.
rara a prepnraca dos medica-
mentos homeopathicos.
Os me licaaientos prpparaoua por eala machina
sao os nicos, rom que se uodeiu contar no cu-
^n'^l'.'l?! rool^stas uerigosas. E como soja o
CHOLERA MORBUS urna 'aquellas que nao
? dmitiem dt-longas eexperien.ias, cumpre pre-
fenr esses medicamentos i outrus quaeiquer -se
iuiz.r*ra tirar da huraeopathia os rantaiosos 're-
sultados que ella assegura.
Acham se a reoda cartelraa e meias carteiraa
especlaei conira o cholera, acompaohadaa das
competentes instruccoes, pelos precos cooheci-
dos, na pharmacia especial homenpathica, ra
le Siniu Amaro (Mundo Novo) n 6.
N. B. Os homens de bom senso recooheom
certamente que sendo o Dr. Sabino a foule pura,
d'onde ereanou a homeopathia em Pen amboc
e em todo o norte, elle e nico inamediata-
oaente ioieretsado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por cooseguinle tao somente nelle
que se.pode eacontrar aramias, quer em rela-
co applicagso da setnela no curativo das mo-
le.ua8. quer em relajo preparacao dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do i)r. Sabino trabalham tons-
lanlomente debaixo le suas ristaa immediatas,
aoa tempos ordinarios, dous empregados [um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos rantajosos), os quaes sao ajudados por mais
tres oa cinrn pessoas, qaando o aurvlco o exige
oa destillacio do espiriiu de vinho e d'agua, n
manejo das machioas, na desecado dos globu
los, na distrlbuicao das dilui$es etc., etc.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
honaeopatbia, como geralmente a exercero, e
preparar medicamentos como por ahi preparara,
oem eram precisas tantas desperas com o pea-
soal, com marhioas e com a obtonso das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabatho na preparacao dos aaedica-
mentoi ; mas elle nio te contenta com o bem,
que j tem fuilo, dando homeopathia a oopu-
laridade de que gura: elle quer eleva-la ao
maior grjp de perfeijao daodo aosteuaremedios
a maior InfailiDili lade possivel em seus efT-ilas
O Bt. Sabino nao aspira somente os gdtos ma-
leriaes da rida ; elle se desvanece em ler nos li-
rroiestraogelroi qua a *a propaganda emftr-

Hambucufui lao brilhame que nao tem na ?.
ropo nen/lama anl.jgia (JOrtN*L DE MKOIGI-
NAH)ttEOPArHI.;\ iE 1'ARiS. tomo i" p,-
f,n"?1 i CONI'ERENCUS SOBRE A HOvEO-
PATHI* por Granier. u.,g,,, I0|; masa *ua
amoijao mono u.an elevada Ua s dirisa
legar as g-rages fuiur.a uro nome esuroavel
ae a gr.rUade e importancia do seus servicos
pela sinceridade de su.s ronvircoes, e pela r-
meza do seu carcter.-E'por sho, e para isio
que elle trabalha ; e trao.lha mano...
O nr. SaDioo procura e deseja a estima dos
nom.'os senstos; aos zoilos deUa elle a liber-
dade de mord-lo asua rontade.
EM 6 MEZES
ItalianoLatm Francez!
pelo melliodo facilimo
DO
SDR.H. OLLENDORFF.I
H Ra do Qutimado n. 26. |
iK^^teWvJK-aK-gedis-eseeiesiei
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
TIIESOIIO IKIllEOPATHlfO
OU
VADE-MKUI DO IIOIFOPATHA.
(Segunda ediccao consi-
deravelmente aagmen-
tada.)
Dieciooario popular de medicina lo-
meopalhic*
pelo en.
SABINO 0 L PINHO.
Ciuitiouam asAssigoeturas ara estas obraa a
159000 e'm brochra at ferereiro'.
Ra de Santo Amaro (Mundo Noto) o. 6.





m
iXAEIO D PERlUMttJCO. QUINTA r&iRA ti Di J NKIRO DB 1862
ARMAZEM
*&-
ROUPA FSITA
[uim F. dos Santos.
40Ra de Queimado-40
Defroote do becco da Congregayo letreiro verde.
Nesie estabeiecimeoto hi sempre um Mrtiment completo de roupa Ma de
todas es qunlidde e lamben te mana expcuttr por medida Tontada o fregue-
tea para oquetem um doa a elboree proteasores.
Calacea ue paooo preto a JOS,
35J e 30|000
So^recasacosde dito dito a 3&| 6 3OJ0U0
Paleiots dp pan do preto e le co-
rea i 35. 30, 253, 10, 18 e SOJOOO
Dito de casimira de corea a Sai,
15|, 12 7 e 90O0
Dito de alpaca prela golla de
velludo raarezas a 1 10S000
Ditos de meriu setim preto e
de coro a 9f a 8a000
Ditoa de alpaca de corea a 5 i &S5IK)
Dito de alpaca prela a 9, 7 5 3J500
Ditos de tinm de cores 5|,
49500.4 e r 3500
Ditos d bramante de linho b an-
co a 6. 5 J e 4000
Ditos *e merino de cordao prelo
a 15 e l 8)000
Calcas de casemira prets ede co-
res a 119. 10, 9f, 7 e \ 69000
Ditas de priocpza e merino da
cordao oreio a 5. 68500 e \ 48500
Ditas de brim branco e de cores a
5. 450O e \ 2J5nn
Calctadagaoga de coresa 1 StOOO
Colleie de velludo preto e de co-
re liaose bordados a 12,9e 8000
Ditos da casemira preta e de co- |
res lisis e bordados a 6g, i
53500,59 [ Sf500
Ditos de setim prelo
Ditos de seds e setim branco a 6 e
Ditos de gorguran de eede preto
e d cores a 7, 6, 4 o
Ditos de brim e fusila branco a
3f 500, 25500 e
Srroulasd brim de linho a 2 e
Hitas de algodeo a t600 e
Camisas de pello defusiao branco
ede corea a tMOO e
Ditas de peito de linho a 5, 48e3000
Ditas d madapel> brancaa e de
corea a 3 25n0, S
Chapeo preto de maesa francesa
forma da ultima moda a 101,
8fN0e
Ditos de feltro a 6. 5, 4 e
Ditos de sol de seda inglezes e
franrezess US, 11. llf o
Colsrinbos de liono mnito finos
novo feitios daultima moda a
Divos de algonao
ReloRioa de oaro Dtenle e hori-
zontal a 10OS. 90 80f e 70S000
Ditos de prata gaivaniaadns pa-
tente e horizontaea a 409 80|000
Obras de oaro, aderecos e meios
aderecos, puleeira, rosetas e
soeis a 9
Toalhas de linho duzis IOS. 69 e 9S000
Ditas grande para mea urna 3 e 4a000
59000
5*000
59000
39000
2200
1j>280
29200
1|600
7000
29OOO
79000
9800
9500
LOTfrltl *
Tendo sid) interceptada a venda das
notsas loteras na corte do Rio de Janei-
ro, e nao podendo esta nossa provincia
s por li comportar j loteras, do capi-
tal das entao existentes pelo motivo da
venda que aqu se fax de grande quan-
tidade de bilhetes, que por negocio
inda que ilticito nandam vir daquella
corte, resolveu oabaxo assignado pro
por na forma da le ao fcxm. Sr. presi-
dente da provincia, o plano abaixo trans-
cripto para as extractes das nossas lote-
ras, o qual toi approvado: e na ver
dade aquelle que pode azereque mais
possa agradar ao respeitavel publico,
as circumstancias actuaes nao i por
estarem suas sortea grandes em propor-
c3o corno valor dos bilhetes, como por
conter ainda mais de Hmaterqa parte de
premiados A lotera que segundo a
tabella deve ser extrahida a quarta
parte da primeira, a beneficio do Gym-
nasio Pernambucano, os bilhetes e quar-
tos e meios bilhetes, aclis m-se a venda
na respectiva tbesourara na ra do
Crespo n. 15, e as casas commissiona-
da$. As rodas andarSo impreterirel-
mente no da 6 de fevereiro.
PLANO.
4000 bilhetes a 4..............
Beneficio e sello de 20 por ccnlo.
INTERNATO
^Estabelecido no lupar da C a pung, um dos arrabaldes|H|
mais protimos da cidade do Recite. |S
DIRECTORO BACHAREL EM MATIIEMATICAS
b ira, roo nmti m uwo>.
Esle estibelciitiPuto de educacSo e inslruccio principiou
10 de Janeiro, e continua a receber alumnos.
Oa cnrnrnodos, o asieio aaboas connicoes hygienicas
funecoes do estabeleciitenio, a orden e legularilade do servico no intrnalo, a
'^V2> dediceQo e zelo que empregaro o director e os profe9sores a bem do aproveila-
Sj renlo e progreaso dos alumno, sao circumstancias que deem animar e garantir aos
paea da familias que desejam dar a eeus lhos urna oueaco regular.
Cadeiras de ensmo.
Primeiras lettrasdi'dida em duas c'asses, tendo cada urna o seu professor ..
portuguei. latim, fraocez, inglez, ariihraetica, algebra e geometra, geographia e '
historia, philosophia, rhetorica, desenlio, msica, daosa e gimnstica,
Nos estatutos do intrnalo que esli a disposQo de quem
scham coosigojdas as coodiccoes de entrada.
a funecionar no dia
dos edificio deitinados
ELIXIR DE SALDE
XaH]
Citrolactato de ferro
Vjnieo deposito na botica d Joaquim MaTnno
da Cruz Crrela., ra do Cabug n. 11,
O Dr. H. Thermes (de Chalis) antigo pharmaceulico^apresenta hoje urna nova prepararlo
de (errocom o nomt* de elixir de citro-lactato de (erro.
Parecer ao publico um luxo emprear se um meamo medicamento debaixo de formulas tao
variadas, maao homem da ciencia compreheoae a necessidade e importancia de urna lal varie-
dade.
A formula um objcto de multa importancia em Iherapeutica; s um progresao immenso,
quaodoella, maotendoa essencia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para todoa os paladares e para lodoa os temperamentoa.
Das numerosas preparaedea de ferro at hoje coohecidasnenhuma rene lio bollas qualida-
des como o elixir de citro-ladelo de ferro. A seu sabor agradavel, rene o lomar-seem urna pe-
quena dos, e ser de urna prompla e fcil dissolucio no eitomago, de modo que completamente
aasimilado; e o nao produzir por causs da lactina, que contem em saa cornposlcao, acoosiipaco de
ventre Irequentemenle provocada pelas nutras preparacoea lerroginosas.
Eatas no*as qualidades em nada alleram a sciencia medicamentosa do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode diapeusaa em sus clnica, de iocomparavel utilidade
qualquer formula que Ihe d propriedsdaa lae, que o pratico posea prescrever sem receio. E' o
que conseguio o pharmaceutico Thermes com a prepararlo do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparaedes ferroginoaaa com o
atiesta a pralica menso proveilo naa molestia de languidez (chloroee paludas cores ) na debilidade subaequente as
hemorrhagias. naa hylropesies que spp'arecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debih'ade, as peroles brancas, na escropbula, no rarhitismo, na purpura hemorrhagica, na
convelescencia das molestias graves, oa chloro anemia das mulherea grandas, em todoa oa caso
em que o aangue ae acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, afferees chronicas, cacheiia tuber-
culosas, cancroea, syphililica, excessos reoereos, onanismo e uso prolongado das precauedes mer-
curiaea.
Estas enfermidades sendo mui frequentes sendo o ferro a principal aubatancia do que o
medico tem de tancar mi para aa debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvorea e o
reconhecimento da humanidade, por ler deacoberlo urna formula pela qual se pode sem receio
do ferro.
Consultorio medico cirurgico
,V.-RUiVI> V GIA>R1\ C&S& HO FV3NBAO-3
Consulta por ambos os systemas,
Km coosequencia da mudanca para a sus nova residencie, o propietario deste eatabeleei-
mento acabe de fezer me reforma completa em todoa os seus medicamentos.
O dse jo gaa. tem de que os remedios doseu eslsbelecimento nao se confundam com os dt
nenhum ouiro |i grande crdito de que *6mure gozaram e gozam ; o proprietario lera toma lo
a precaucSc de loscrver o seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsillca-
dos todoa aaiveltea ajwe forem presentado sem esta marca, e quando a pesso que os mandar Com-
prar qes*ira ter mai* certeza acompanbari urna eonla assignada pelo Dr. Lobo Hoaaozo e em pa-
*^i coa o sea nome.
8im: acaba de receber de Franca grande porfi de lincturi de acnito e belladona, re-
saima tmporwueia ecujaa prepriedades sao lio coohecidaa que na meamoaSrs
pathas empregam-aa coniaoteniente.
i medicamentos avuleosqur em tubos qur em linduras cuslarlo a 19 o vidro.
O proprietario deste estabeiecimeoto annuncia a seus clientes e aouigoa que tem commodoa
sufflcieotes para receber alguna eacravos de um e oulro sexo doenles ou que precisem de alguma
operario, affiaocaodo que serlo tratados com todo o disvelo e proraptidao, como sabem todos
aquellas que ia tem tldo escravos oa cesa do ennuncianle.
A eiiuacao magniOea da casa, a commodidade dos banhos salgados sao outraa tantaa reni-
gaos para o prompio restabelecimento dos doenles.
Aapeaauaa que quizeremfallar enm o ennuncianledevem procura-lodo manhaa at 11 horas
de trala das 5 em diante, o fora dess horas aebarao en cua pesaos com quem se podarlo ea-
uder; ra da Gloria n. 8 cua do Fandao. Dr. Lobo Moscoxo.
i
160009000
3:200j000
Liquido. 12:800000
1 Premio de............ 4:0009
1 Dito de........ 2:uo09
1 Ditodo................ 400$
1 Dito de ......... sooi
3 Ditos de 1001........ 3009
6 Ditos de 409........ 2*09
13 Ditos de 20a........ 2609
40 Ditos de b......... 30jJ
1270 Ditos de 49........ 5:0805
1H36 Premiados.
2664 Brancos.
Ruada Cadeia n.
9, segundo andar.
Henry, cirurgio calista
de Parts.
schs-se sempre promplo em su eaeriplorio pa-
ra curar oa caloa, olhoa de perdiz (sarna dos
p), durezas, callosidades, verrugas, detritus
das unhas e demeis molestiss dos ps ; assim
como se eocarrega de preparar cabeleiras etc.,
iodo i qualquer parle, mediante previo aviso.
Off-rece-ae um offlctal artfice para tra-
balho de um navio, seodo para obras pretaa e
brancas, ou mesmo prompto pars quslquer porto
que o navio aabir ; quem pretender, dirija ae
rus de Apollo n. 27, da* 4 boraa at a* 6 da Urde
Vicente Monteirn Borgea acienliQca ao res-
peitavel corpo do commercio, a aeus credores. e
a quem pretender, que vende sua loja da ra lar-
ga do Roeerio o. 36, e quem liter a oppdr
duvidaa ou reclamacoea o deverA fazer oestes ires
diaa: quem a pretender comprar, deverA eoleo-
der-ae como mesmo, que ae acba autoriado pe-
la maior perle de aeua credores para fazer dito
negocio, que muito convirA a quem se quizer ea-
UDeleCer,
Precies-se de um caixeiro com pratica de
taberna, e que afiance sua conducta ; oa ra das
Cruzes o. Iz.
Francisco Aotooio Gifooi, subdito italiano
rettrs-se para Alagoas.
Cozinheira.
Precies-ae alugar urna escrava que eaib cozi-
nher e fezer mais algum aervico de urna caaa de
famiiia ; quem tlver ouannun rus do Trapice o. 11, armazem.
Precisa-ee alugar um eecrevo pera o servl-
?o geral de urna caaa de familia ; quem tiver ao-
nuocie ou procura oa ra do Trapiche, armazem
numero 11.
rt"~*f',^r'*..D.: Ameco Alvarea Guimaries,
r. Alfredo da Rocha Baelos, Antonio Silveira
Maciel Jnior, Aolomo Fernandea da Silveira Car-
valho, Juetioo da Silva Gardozo. Paulino Rodri-
gues deCaivalho e Aotooio Joe Prea doa Rel
Feitor.
12:8009000
4000 Bilhetes.
N. B. As sortesmaiores de 400, esto
sujeitas aos descontos das leis. Thesou-
raria das lotera, em 2a de Janeiro de
1862. O thesoureiro, Antonio Jos
Rodrigues de Souza.
Conforme-Francisco Lucio de Cas-
tro.
Fesla de S. Sebastido na
villa do Cabo.
Achs-se levantada a bandeira do glorioso
mariyrS. Sebaatiao, eein aodamento as nove-
" p*?*??""? ""i*ea 0,r'8'1? Palo^vd. pi* Jio das dita pilulaa. em urna peasoa de minha
casa, que soflVia um tumor cancroso no peito es-
querdo.
Tendo j muito consultado com professores,
resolveram estes ser preciso fazer-se operaco ;
oorm a doeole nao se acbava com animo do sof-
fre-la.
dre Primo Fehciaoo Te vares. No dia 25 do cor-
rele (sabbado) haver cavalhadaa a tarde e vea-
peres a noile. No dia aeguinte (domingo) lera
lugar a festa com o eapleodor devido ao acto,
orando nella o insigne pregador padre Antonio
Manoel d Asumpcfio, sssim comn no Te Deum
niiite. Huet procissao e a noile um lindo e
variado fogo artificial do j conhecido artista
Joaquim Ju>. de Sant'Anna e Silva. Espera e
encarregadodo featejo a concurrencia dos devn-
tos para abrilhantar maia o acto.
Offerece-ee urna eogommadefra para toda
e qualquer roupa, por prego commodo : na ra
das Triniheiras n. 38.
Ama de leite.
Precisa-ae de urna ama para acaber de crier
ume crianza, paga se bem : a tratar no largo do
Corpo Saoto o. 19.
Preciaa-se alugar urna preta para enssbnar
e engomroar. psga-ae bem : a fallar na rus da
Linguete n 3.
Roga-se aos seohores sbsixo mencionados
que tennam a bnndade de dirigtr-se A ra da Ca-
deia n.55, para tralarem de negocio que oio ig-
noran) :
Ja Silvino da Costa.
Joo Valentina Das Vilella.
Manoel D-nlo Al ves de Hacedo.
Manoel Candido Pereirs de Lira.
Jos Antonio Roorigues Canato.
Manoel da Cruz Mullos.
Eduardo Kernurtny.
Joaquim da Silva Neves.
Antonio Francisco deAndrade.
Jos Bemardinu Aires vendeu a sua taber-
na da ra de Santa Cecilia n. 87 ao Sr. Jos Lulz
GoocaUps Penna Jnior, lire e deaembara^ada
Jos Luiz GoncaUes Peona Jniorcomprou
a taberna da ra de Santa Cecilia n. 27 ao Si.
Jos Bernardinu Alves, hvre e desembsra^ada
O prophetaiiu do estabeiecimeoto de eoca-
ilrn*$io e ,yP"r,Ph' o ra do Imperador o.
15 al uulro annuncio. faz acienta aos seua re-
guezea e ao publico em geral, que oaeu eelabe-
leoimento ronlinoa a estar aberui das 9 horas da
maohaa al aa 3 i\i da tarde, lempo em que po-
de aer procurado, assim como que contina a ter
A venda typos e mais pertences de typograpbi
papel de Holiaoda de todoa os tamonhoe, dito
paulado.de peao.almeco, etc. ; assim como cai-
tas de abe, uboadaa, caibecismoa, Economa da
Vida Humana, Simo de Naotua, procuracoes,
apudautas, traslados, letras, carlea oe enterro e
de offlcio, e outros mullos objedos que A vista
se apresentaro.
A Sr Hara Jos da ConceiQao conhecida
por Jangadinna, leona a bonoade de ir pagar ao
Sr. Luu Pinto Tavaree36iJ820. que Ihe Qcou de-
jando do aluguel da casa se o nao flzer at o
Um do torrente rez o cordao aera veudido para
pagamento aa dita quanlia.
O abaizo aesigoado tendo de sahir cobran-
cea de sua cesa deiza em aeu lugar a seu illho
Manoel Marques de Gouveia, com quem seus lie-
guezes se devem entender que serao da mesms
turma servidos.
Recite 80 de Janeiro de 1862.
Joo Jos de Gouveia.
O advogado Juio Francisco' Teixelra
a) continua com o eeu escritorio os ra do
l Queimado n. 28, primeiro andar, onde
a pode aer procurado pira o ezercicio de
sus proflssio des 9 horas da manbia As 3
99 da larde
e dajeS9S
Sitio,
Aluga-aeum excelleoU aillo na ealrada dos
Afilelos, o quarto depois da cepella. com muitos
arvoredosde (rucio, reedificado e pintado de no-
vo, com bom poco a'agua de beber e outraa com-
modidedea: a tratar no meamo com sua proprie-
tarlaD Margarida Francisca Xavier, ou na ra
Auguala n. 60.
Attenco
Aeba-se urna peasoa deeemoregada a qual en-
tende peritamente doa trabalho de padaria
tanto do forno como de masaas, o mesmo para
tomar cunta por bslaoco da qual se acba habili-
tado e prests flanea a sua conducta
que preciaer pode annunciar aua
aer procurado.
a pessoa
morada para
Ama.
Precisase da ums ama aecoa, para casa de pou-
ca familia : na loja de livros so p do srco da
Santo Antonio.
Achou se urna cartelra com algum dinhei-
ro : quem for seu dono, dinja-ae a ra do Livra-
mento, taberna a. 80, que diodo oa signase car-
tos Iba aer A aatreg ae.
queirsm mandar buscar cartea que Ihe foram di
ngidea no eaeriplorio na ra do Visario n 23
primeiro andar. '
Preciss-se de urna ama para caaa de pauca
familia : a tratar ne ru Nova n. 40.
Na ru des Triucheires n. 38. engomma-se
tanto para homem como para senbora, por preco
commodo.
Aluga-ae o segundo sodsr com otao do
sobrado n. 46 ns ra da Aurora ; a tratar na ra
da Cadeia do Rcife n. 62, primeiro andar.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra de
Apollo n. 47, proprio para qualquer estabeieci-
meoto : quem o preteoder emenda se com Jos
Antunes Guimaraes, ou na ra do Crespo, loja
n. 25 A, do Sr. Antonio Goocalvee de Oliveira.
O ebeito aasignedo como inventarame doa
bens deizados pelo fallecido seu georo Pedro
Borges de Cerqueira, convida os credores deste
a justiflcarem os aeus crditos peraole e juizo
dos orphaos desta cidade e carlorio do escrivAo
Guimates, pelo qual se est procedeodo so res-
pectivo inventario.
Antonio Duaite de Oliveira Reg.
Pilulas paulista-
nas n. le n. 2.
Desde 1852 conservo ama viva e grata lem-
brsnga de um curativo que obtive com a applica-
Na RsUneia, ailio que faz esquina para o Ca-
minbo oovo, periencente s senbora viuva Teixei-
ra, proetaa ae de um feitor
O Sr. Manoel Mariius Fonles tem usas car-
te vinda de Portugal : aa ra da Cruz n. 87. es-
critorio
Lourenco da FreiUs Guimaraes a Jos Leu-
rentiao de Azevedo, pariicipam ao leepeiiavel
publico e cora eapeeialidade eo corpo do com-
mercio, que nesta dala apartaren) amigarelmeote
a sociedade que lioham na loja de fazeodia oa
ra Direita n. 104. aob a razAo de Lourenco de
Freitas Guimarea & C, ficaodo respoossvel pelo
activo e passivo o socio GuimaiAes. Reclfe 16 de
jeneiro de 180S.
Ouem preciaer de urna molherde meia ida-
de pira coziohsram ama caaa de pones fsmilis,
dirije-se A ra de Saoto Amaro, loja do sobrsdo
n. 18.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
roa da Imperatriz n. 40 : a tratar no mesmo.
Preciss-se alugar um prelo coziobeiro, e
que lambem sirva para comprar: quem tiver di-
rija-se a ruado Queimado, loja o. 13.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
37 da rea do Imperador: a tratar no aegundo an-
dar do mesmo.
Preciss-se de urna ama. preferindo-se es-
crava, para coznhar e eogommar : na ra do
Creapo n. 1.
I'reciaa-se de urna criada porlugueza, que
saibe cozer e eogommar : na ra do Queimado
n. 12.
Ordem terecira de S.
Francisco do Recite.
Aluga-se a casa terrea n. 52 da ra S.
Francisco, perteacente ao p,trimorio da
mesma veneravel ordem : os pretenden-
tes entender-se ho com o charo irmo
ministro o Sr. Antonio Pereira de Fa-
rias, nica pessoa habilitada para tal
(im, na ausencia da mesa regedora.
Por delibera cao da mesa regedora
convido aos nossos charissimos irmaos,
que ainda tiveiem alguma das catacum-
bas existente no edificio da veneravel or-
dem oceupadas com restos mortaes de
teusmaiores, filhose netos, as quaes an-
da se achamf echadas desde o anno de
1849. que no prefixo prazo de um mez,
os venham reclamar, do contrario serao
abertas ditas ca tacunibas, e lancados
ditos restos em lugar de consummo.
Secretaria 20 de Janeiro de 1862 No
impedimento do secretario o archivista,
Thomaz Jos da Costa e S.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos
Retratos
Retrato
Retratos
de
de
de
de
novo
novo
aovo
novo
gosto
gosto
gosto
gosto
Lembrei-me consultar ao autor deataa pilulas,
e eate me asteverou que oa aeua remedios te-
ran aufflciente forca para resolver e dissolver o
tal tumor, sem ser preciso recorrer a operacAo.
E-la promesas era para mim de pouca eaperanfa,
oorm na. tardei-a ie-la ; pois que em 12 dfas de
tratamenlo desappsreceu o tumor, fleaudoo pei-
to perfeilo.
Portaoio, naacendo hoje a oeceasdade de fezer
coohecera virtude deste remedio julguei ser de-
ver meu publicar o presente, em beneficio do
sulor e dss pessoaa que ee acharen) no caso que
acabo de mencionar.
Sanios, 31 de Janeiro de 1859.
Franrs<-o Corris de Silva.
DEPOSITO GERAL
119 Ba do Parto 119
Rio de Janeiro.
Em Pernambuco na pharmacis do Sr. Jos
Aleaodre Ribeiro.rua do Queimado n. 15.
Desinfeccao.
O abaizo assignado vende em sua botica na
ra Direita n. 88. os seguioles desinfectantes por
ter para iaso o aoarelho necesssrio. Chloro pare
desinfectar o especo de 3.0 ps cbicos por 2,
liquido desinfectante daa materias fecaea urna
garrafa 19, pos desinfectantes dss mesma me-
lenas urna libra lg, liquido para mergulhar a
roupa dos accommetlidoa a 640 rs., agoa chloru-
retede que aupre s de lebarraque aomente na par-
te da desiofeccW por sercsrregsda lOvezea meia
do chloro (pelo qua declaro que nao se faca del-
ta uso interno) 1J>.
O publico desta cidade deve estar lembrado
deque neste Diario foi transcripta ume corre-
pondeocia do sul, oa qual declarou-se, que, em
um do portos oode grasssva a febre amarella o
commandaolade um dos navioa surtos n'squelle,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servsdo du mal. ao passo que os mais soffreram
e houveram muilas victimas.
Para o desempeoho da desinfeccao acomps-
nhar a explicedlo.
Jos da Rocha Paraohos.
Aluga-se para casa de familia ama criouli-
nha douzeile de 13 a 14 anno, que sabe cozer
liso, paiaar algum panno a ferro e todo o servi-
co de csss : na ra da Gula sobrado n. 26.
Antonio Caelano Marlos Marques subdito
portuguez. rera-se para Portugal a tratar de
aua aaude.
Precisa-se de una ama. preferindo-se es-
crava : no pateo do Terco n. 26.
Aluga-se urna casa ns rus das Flores :
quem a quizer falle oa alfandega desta cidade
com Joo finarte Carneiro Honteiro.
Especial liOiiieoiiatliico
Ra das Cruzes n. 30.
Nesta consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
Ai sempre grande rortimento dos verdaderos medieament s homeopatuieos, preparados em Pa-
rs (ss unturas) por Caullan e Weber, os nais acreditados pharmsceuticos do universo como
preparadores He remedios de homeopaibia.
- M PrPrelario deste consultorio n>o pretende, todava, qua sejam os seus medicamentos
inraii.veis, porque nada ha tnfallivel ,ra fados humanos; era lio pouco superiores aos que por
ini se preconisam. porque certo que o que ni f.xemos, ouiro o pode egualmeote fazer too bom
srnao melhor. Mas abanca qua nella nao ba traficancia, e que o servico da ireparaeo corra
pelo mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carte.ras, aclis se suficiente para
satisiazer as n-cssidades daquella prepara^o.
Nes'e consultorio acbam se venda elementos da homeopalhia, acommodados intelligeocia
de quai-iuor pessoa ; asqm como presla-se gratuitamente o seu proprietario, com seus estoicos e
medicamentos i todas ss pessoss necessiisrlas, sem dis.inrco alguma, que o procurem, pois
que o seu maior prazer ser mil humanidale soflredora. ^ '
Hawleyotypo nova invenco
Hawleyotypo nova invencSo
Hawleyotypo aova invencio
Hawleyotypo nova Invenco
Hawleyotypo nova invenco
Precos baixado para pouco
tempo.
Precos baizado para pouco tempo
Prego baizado para pouco tempo
Precos baizado para pouco tempo
Precos baizedo para pouco tempo
35000 5000 10,0000 20#000
3*000 59000 10XW) 209009
39000 59000 10900 2O9OOO
39000 5000 10/000 20900
39000 aOOO ioooo 209000
Para retratos
Para retratos
Psra retratos
Para retratos
Para retratos
Expleiidido quadros dourados
Ezpleniido quadros dourados
Esplendido qfiadros dourados
Esplendido quadroa douradoa
Esplendido quadroa dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
160
rajuas mm
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionaes, dias
de galla, tabella de salvas, noticus planetarias, eclipses, partidas
de correios, audiencias, e resumo de chronologia, a ris .
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contera todas ai materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos chefes dos
pnncipaes estados do mundo, tabella da arrecadacSo do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes. e municipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrado, e algumas pusturas munici-
paes, artigos sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
n. .. .prognostico do fim do mundo, collecfio de remedios, a ris. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos chefes dos principa es estados do mundo, ta-
bella da arrecadacSo do sello, dita do porte descartas, partida dos
paquetes braiileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trecenario e mais oracoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccBo de oracte* para todos os estados da vida,
e novena da Senbora Sant'Anna, a ris........
Dita com almanak, conteodo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, el etc. # o almanak
cevil, judwiario, administrativo, e^ncolae, issatisiiilial, e indus-
trial, desta provincia, a re......... lfOOO
320
320
Veode-se
Vende-se
Venda-sa
Vende-ae
Caixas
Caias
Caizaa
Caixas
Caizas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
Vestidos
Vealidos
Para
Para
machioaa para
machinas para
machinas para
machinaa para
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venham
venham
venham
venham
venham
pretos mais
pretos mais
tirar
tirar
retratoa
retratos
retratos
retratoa
gostos
gosioa
goatoe
gostoa
gostos
ver
ver
ver
ver
ver
proprios
proproa
retratos
retratoa
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
Orboroe retratista americano
do Imperador
do Imperador.
*
A. W.
Rut
Ra
Dentista de Pars.
15 Ra Nova 15
c*rdsricGaatier,cirttrgiiodentisu,sii
todas as oparacoes da sua arto ecolocs]
dentessrtinciaas, ludocoro a superiori-1
dada a? erfeico que a pessoastntendi-j
das Ihereconhacem.
rasa isjna a posdentifricios lo.
CONSULTORIO ESPECIAL BUIE0PATH1C0
DO DOUTO*
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conaultas lodos os dias teie desde as 10 horas
at meio dia, acerca das aeguiatea moleaUas :
moltslias da mulhertt, molettiat dat crian-
cas, moletliat da ptlU, moltttiai do olhot, mo~
lulias typhililicat, todas a tiptcit dt ftbrt
ftbru initrnxiucntet t*a* conuq*4*eiai,
PUARBACU ESPECIAL HOHSOPAlSUCA .
Verdadeiros medicamentos bomeopatnicoa pre-
parados som todas as cautelas oeceasariaa. in-
alliveisem seos effeitos,tanto em tintura,como
sm glbulos, pelos pregos maia commodoa pos-
slvels.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino alo
anicamonte vendidos em aua pharmacia ; todos
qua o foram (ora Jella sao falaaa.
Todas as carleiraa sao acompanbadaa de um
mpresso com um emblema em relevo, toado ae
redor aa seguintea palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Bate emblema posto
Igualmente na lista doa medicamentos qua se po-
do. As carleiraa que nao levaretL ess i mpresso
mim marcado, o mbor a tennam na lampa o ao-
eae do Dr. Sabino ao falsos
de aer pr
Nova o.2!
quina que
camboa d
Crmo.
O ebeizo easigne.iu deizandu ae continuar
com o seu eslabelecimento de faz#odas da ra
da Cadeia do Recife n.60, para tratar aomente
de sua liquuscao, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia no primeiro andar da caaa o.
13 da tneama ru, aoode pede a lodoa os seus
devedores o especial fav0r de Ihe pagaren) quan-
to antes, afim de o dispensarem de recorrer o
meios judiciaes para conseguir a satishclo da
aeus dbitos. Kecife 18 de Janeiro de 1862.
Fraorisco da Rucha Pasaos Lins.
II mixta
l FEIUIFJKA MLULA
RETBATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa do CabassxsS sa. flU, aadar,
entradas pesio patea* ala naa Irla.
Retratos por ao.brotyt>o, por melaioutypo. so-
bre panno encerado, aobre talco, eapeciaea para
pulceiraa. alHnetes ou caaaoleUa. Na vesana
caaa eziste um completo o abundante sortissento
de artetaetoa Irancezea o aeaericas** para a eol-
locacs) doa retalos. Ha tea sea pirwUK.
roo* *a^Naa o delieesJaa alaoolea dt
de le; retratoa em phologrephia des principaes
araeaasjos ds Ba*ops ; sferoeacepo
alereoscopicas. aai m cosao vidroa para aabrotypo
o ckimicas pholograpbicaa,







DUR1Q. pg PREMAMWCO. Q^^MaU *> QftJjKMaQ OS 186*.
Preeiaa-sedeuasa ama parao eervijo de un
caa da pooca lamilla ; Da pr*c,a do Carpo Saolo
numero 17.
Precisa-se de ama aspa iacci, furra ou es-
crava para coziohar e fazer corapraa do diario da
ama caaa da pouca familia : a tratar com Leal &
Irmao, na na da Cideia do Recife a. 56, escrip-
torlo.
Attenco.
TaMO Irruios fazem publico que o convento de
S. Beato da Parabyba Ihea devedor da quautia
de) viole Conloa uoveeenio* e dezeaove ail du-
otoa e 4*4 ria l 30:9i9#l0), por transferencia
de una coat correte com Jote Luiz Pereira
Lina & C, sssignada e coeferila pelo ex-D.
aetoade Fr. Joa da Eialtacae Merques, em 19
de marco da1860. Alm do premio de un e meio
por canto ao mea a que ficou obrigado o referido
convento > pagar, coofurme a clausula eiarada
na referida coala correte. B como et o presen-
ta nao Ibes teoha sido poeaifel receber a referida
importancia e os juros decorridos, olo obstante
aa diligeociaa embregadas para esse Qra, fazem
publico que nao 4 por aua vootsde que esto sot-
frendo tal desembolso, pira que era lempo al-
fana se empregue o argument do grande aug-
mento dos juroe, para o qual nao cooeorrem os
abaiio assiguados, que aempre estiveram e eatao
promptos a receber a referida coma e os Juros
Teacidoi, e protestam nada abaier em lempo al-
gara ; declarando maia que nao deaoneram os
cedeotea da referida coma oa Srs. Jos Luiz
Pereira Lima 4 C. e M*noel Rabillo Olaada Ga-
bocl. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Taaao Irmios.
Precisa-se de urna ama para lavare engor-
mar: aa ra do Imperador o. 37, segundo an-
dar, entrada a direita.
Preciaa-ae de um eacravo para fazer com-
pras e todo o maia aervico diario de urna caaa de
pouca familia : a tratar cora Leal & Irmao, na
ra da Cadeia do Recife, escriptorio o. 56.
Precisa-se de um escravo para cozinbar,
fasar compras e lodo o mais servico diario de
ama casa de pouca familia : a tratar com Leal
& Irmio, na ra da Cadeia do Recite, escriptorio
numero 56.
Preciaa-ae alugar ama ama forra ou capti-
va para coziohar para duas pessosa, e que en-
gorme alguma couss ; na praca da Boa-Vista n.
32, botica.
Precisa-se de um pequeo portoguez para
caixeiro de um deposito, que aeja doa ltimos
chegadoa : a tratar no Recife ra da Saozala Va-
ina n. 104.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra do
Imperador a. 67, segundo andar.
Aluga-ae um armazem na roa daa Cruzea
n. 19: a tartar no pateo de S. Pedro n. 6.
Curso de geometra.
0 sbaizoassigoado, professor de mathematica
no Gjrmnaaio Provincial, pretende abrir um cur-
so da geometra para os exames em novembro no
dia 4 de fevereiro futuro ; os aenhores estudsotes
que o qutzerem frecuentar, dirija-se a caaa de
aua residencia na ra Direita o. 74 para aerem
matriculados.Antonio Egidio da Silva.
Charlea Pluyne vai fazer urna viagem
Baha.
* **-
( Boga se aot Srs. Jos Thomaz t$
de A guiar Jnior e Jos Thomaz
| de Aguiar, a vir a ra do Crespo %
( n. 8. receber duas cartas. **
Aluga se
o armazem n. 81 da ra do Imperador : a tratar
aa ra do Crespo o. 17.
KMMKttMatt MPMSSM MSOMOnM
8 Aospaesd* familia.
Um professor se propde a ensinar frsn-
fi cea, portuguez, arithmeticse historia por
pg casas particulares : quem pretender diri-
ja-sa a botica da ra da Craz o. 24, que
1 ter as informarles precisas.
3M9N*}9l9dlS 9fft9tfWS 9RCW9RJ
A pessoa que precisar de um foroeiro para
padaria pode annunciar para ser procurado.
Mudanca
Firmo Candido da Sil vena Jnior tendo muda-
do a sua loja de miudezas que linha na ra da
Cadeia do Recife n. 49, para a ra Direits n. 64,
participa aoa seus freguezea e ao publico, que vai
vender todas aa fazendaa antigs por metade de
aiu valor, afim de liquidar dita loja.
OSr.Joao Hyppoltto de Meira Li-
ma, queira apparecc nestatypographia
que se Ihe precisa fallar.
Precisa-se alugar um preto, daodo-sa o
sustento, a paga-se menaal ou semanal, para o
servico desla typogrephia : na livraria ns. 6 e 8
ds praca da Independencia.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragosa,Sanios t G.iacam a teseam
(aguas sobre a praca de Lisboa

InstrucQ&o particular.
O abaixo asaiguado competentemente
provisiooado pela directora geral de ios-
trueco publica para ensinar primsiras
lettraa, latim efraocez, acha-se no Mtet-
cioio de seu magisterio desde o dia 13 de
jaoeiro do correle, em aua mesma resi-
deocia oa ra Nova n. 58, oo le continua
a receber alumnos internos e externos,
advertindo porra qae s Ihe coovem
admittir 10 pendonistas e que Dio exce-
dam de 12 annoa de Hade. Recife 15 de
Janeiro da 1661.Joa Mara Machado da
Figueiredo.
i
Aluga-ae um armazem na ra do caes de
Apollo n. 7: a tratar no pateo de S. Pedro nu-
mero 6.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
O Dr. Carolino francisco de Lima San-
tos, mudou-ss da ra daa Cruzea para a
do Imperador, sobrado n. 17, era frente
da igreja de S. Francisco, onde cootioua
no exercicio de sua profissao de medieo
i4ma
de ama ama
Na ra Nova n. 81, preciss-se
psra eosinbar e comprar.
Precisa se de ama ama s para coziohar e
eogommar, sendo para cozinbar com perfeicta,
oio se olhaodo a preco: a tratar na loja da ra
oo Queimado n. 46.
Quem tver um moleque para alugar, de
12 a 15 annos, e que airva para u servico domes-
tico de urna pequea familia, dirija-se a ra da
Cruzn. 45, armazem.
Aviso.
A directora do collegio Santa Urania, abaixo
assignada, aviaa aoa paia de suas alumnaa e a
quem maia convier, que em viitude do artigo 19
doa eatatutos, principiara os trabalhoa do referido
collegio no dia 7 do correte mez. A directora
envidar todos os exforcos a seu alcance para oio
deamererer do eonceilo adquerido uo primeiro
auno de seus ttabalhos, e slira de que os paia de
suasalumoas fiqusm completamente satisfeitos
com a educacao de suas ninas. O collegio cooti-
oua na ra Formoaa, aobrado o. 15, sonde a di-
rectora ser encontrada a qualqner hora do dia.
Uraula Alexandrina de Barros.
O Dr. Frederico Sehutz,
mudou seu consultorio medi-
co-cirurgico, para a ra da
mperatriz n. 30, aonde da
consultas todos os dias das 7
s 10 horas da mauha.
ESPECIALIDADES
Molestias dos olhos.
dospulmes.
secretos.
da pelie.
Recados a escripto.
Aluga-se o primeiro aodar do sobrado da
ra da mperatriz n. 40 ; a tratar no mesmo.
I
Medico.
O Dr. Brancante pode ser procurado a
qualquer hora na casa de sua residencia,
na ra do Imperador n. 37, segundo an-
dar, para o exercicio dess profissao.
Precisa-se de urna ama somonte para co-
aiohar, prefere-ae forra e idade media : na ra
do Graspo n. 10.
Attenco.
i
T Perdeu-ae na igreja do Espirito Santo
um breviario romano: quem o achou e
i quiz-r restituir, visto que elle s serve so
seu propriodooo, leve o a rus do Impe-
| rador o. 67 toja do Antonio Dominguea, g|
Iou a ra do Queimado o. 24, que ser a
gratiticado.
XM9MMK 9*mmm mmm*
Preciaa-ae de um caixeiro com capacidad*
para lomar coota de urna taberna por balaoco :
quem ae acbar nestas oircumslancias dirija-se a
ra de Hortas D. 18.
I
Medico.
0 Dr. Rocha Bastos, est residindo
ra da Cruz n. 11.
ns
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefere-ae de
meia idade, para o servico de compres, na ra
Bella o. 38.
Na travessa da la das Cruzes n.
8, primeiro andar, continuase a tingir
com toda perfeiqao para qualquer cor,
e o mais barato possivel.
Gabinete medico cirurgico.J
Ra das Flores n. 37.
Serio dadascoosaltas medlcas-cirurgi-
cas pelo Dr. EatevioCavalcanti de Albu-
0 querque daa6 aslO horas da manbia, ac-
0 cudiodo aoa chamados com s maior bre-
vidade possivel.
a 1'* Partos.
3.* Molestias de pella.
aja, 3.* dem do olbos.
S4-* dem dos orgioa genitaes.
Pratiearitoda eqaalquer operacio em
am seu gabinete oa em casa dos doentes con-
forma Ihes r mais conveniente.
Monte Po papilar Per-
Bambucano.
Domingo 28 se reunir a aaa.mbla geral para
proceder-ie a nova etetco, conforma as deler-
miDsgoes dos meamos eatatutos : de novo se re-
comraeoda sos seobores socios a se por em dia
com a aociedade.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 31 de jaoeiro de 186S.
Remjamin do Carmo Lops.
1.* secretario.
A metade do terreno que
existe no becco do Ferreiro
a anuncia do para venda, se
faz publico que nao pode ser
vendido por existir peohora
no mesmo pelo juizo com me r-
cial e escrivo Pats de An-
drade.
SYSTE HA MEDICO HODELLOWAY
PILULAS hollwoya.
Este inesiiraavel especifico, coraposlo inteira-
raente de hervas medicinaes, nao contera mercu-
rio nem alguma caira substancia delectada. Be-
nigno mais tenra infancia, e a corapleicao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleicao mais robusta;
enlegmente innocente em suas operarlese ef-
feitos; pois busca e reraove as doeocas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e leazos
qu' sejara.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, mu'uas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de baver tenta-
do inultimente lodos os outros remedios.
As mais ahucias nao devem entregar-se a des-
esperago; fsram um competente ensato dos
efficazes etfeiios desla assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguales enfermidades:
Ama.
Precisa-se de uma ama forra ou captiva (prefe-
re se captira) para o servirlo interno e externo de
uma easa de una seohora em Ctxangi, mae que
saibs coalohsreengomroar bem: paga se bem, i
ratar na roa da Caaea do Recife loja d. 11.
P
ompf&.
Accidentes epilpticos.
Alporcss.
A raplas.
Areias( mal de) .
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forreas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no Ggado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela. v
Pebre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Uyiropesia.
Ictericia.
ndigos (des.
Infla mmacSes.
Irregularidades de
menstruar3o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrurgo do venlre.
Phtysica ou consump-
9o pulmonar.
Reten^o de ourina.
Rbeumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Comprase
o romance Armando e Osear,
em fraucr-z : na ra das Cru-
zes n 44, segundo andar.
Compra-se de alguma prssoa qae se retire,
orna boa taerara que saiba cozinbar e fster lodo
o mata aervico de casa oa ra da Cadeia a. 88
oa 40, loja do Martioho.
Compram-ce aeces do novo banco de Per-
nambuco ; no escripturio de Maooel Ignacio de
Oliveira k Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio o. 14.
Compra-se
Uma boa escrava, que nao exceda de
30 annos de idade, e de boa conducta,
e que saiba fazer o servico de cata espe-
cialmente lavar e engommar: na ra
da Aurora primeiro aodar do sobrado
n. 46.
Vendas.
N RA DO QUEIIf DO M?46
Aluga-se o exeellente segundo andar da
rus eatreita do Rosario o. 32 : oa ra do Cresoo
n. 15.
&M,
L
Precisa-se alagar urna ama para o servico in-
terno de orna caa de familia que saiba coainhar
e engommar agradando o servigo Dio se duvida
pagar b*m : a tratar oa roa larga do Rosario o.
12, segundo andar.
Memorias
da viagem de SS. MH. II.
sprov.acias do norte
Os senhoras que aubiereveram para a impres-
sao daa Memorias da Viagem de SS. KM II t
proviaela do norte, queiram mandar r*c*e*r o
primeiro volume aa livraria na. 6 e 8 da praca
da *'^|daocia, mandando levar o Importe os
qn%|i rea pago.
Casa de drogas. I
doParaizon 8,j)ri-J
meiro andar. 0
A Neate establecimenlo encontrar o ma>
f respeitsvel publico e as pessoas que se
V deiicam a medicina homeopathlca os w
bem preparados e verdadeiros medica- a
mentoa, vindoa de Parts da pharmacia J
O de Mr. Catelleo. f$
i% Assim como carteiras, tubos e globu- dpa
los eooertes, vidros de uma ooca at 8 1
ongss, quer com medicamentos querva- w
9 zioa. 9
O proprietario vende por menos prego ^
do que em outra parte, pois recebe di- .
9 rectamente. W
*$&& 8ft 99
Precisa-se alugar uma prela forra ou cap
Uva j idosa, para uma casa de duas pessoas ; na
praca da Boa-Viata n. 22. botica.
MTBHCJLi.
A professora particular de instrua;ao primaria
na reguezia de S. Jos. Aona Fausta da Cunha
Pern e Sonta fsz scieote sos psis de suas aluco-
nes e ss pessoas que lhequizerem cooflar a eda-
cacao de auas Albas, que no dia 1.* de fevereiro
preteode abrir aua aula na ra doa Marlyrios n.
4, primeiro aodar. Recebe tambera pensionistas
e metas pensionistas, prometiendo empregar todo
esmero oo cumprimeoto da ardua miaaao de que
se encarrega, Bm de promover o adiantamento
de suas alumnas. O eosioo constar, alam do
que exigido pelo regulamento da ioatruecao
publica, de bordados em seda, lia, aeissanga e oe
todas aa mata prendas que cooslituem educa-
Gao de urna moca.
Aluga-se uma casa com boos commodos,
tem cocheira e eatribaria e trra boa para plan-
lar : no sitio de L. A. Dubourcq, na Capunga.
Romana M^rtioea Guillen, subdita heapa-
ohola, vae a Lisboa.
Carlos Locber, cidadao sulsso, vai para a
Babia.
Ha pra alagar um terceiro an
dar muito fresco e commodo, na ra do
Encantamento, e uma casa terrea no
becco dos Burgos: a tratar na ra da
Cadeia n. 33, com JoSo Ribeiro Lopes.
'4 ?' .i
*-.A.',"7Jk.*a-'
COVANHIA DA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Attenco.
Nos domingos e dias santos al outro aviso as
paasagens de ida e volts, no mesmo da, das
Cinco Poolaa a Estada aerao pelo prego dasr alo-
gelss, a saber: -f>--.
Ia elasse 8500
5* 4to00
3a 3|000
A psrtida dos trena seri como da costme, de
maohia das Cinco Pontas as 7 horas e 30 minu-
tos e de tarde da Escada as 4 herae.
AssiguadoE H. Bramah,
Superintendente.
Alugam-sa S caaaa farreas sneia-aguas na
rae da Atraicao n. 1 : a tfliisUfra Jo Rangel
7.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de lodos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Tendem-se as bocetinbaa a 800 rs., cada
uma dellas contera uma inslrucr^o em portu-
gus para explicar o modo de se usar destas p-
talas.
O deposito gsaal em casa do Sr. Sourn
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas as nachas
podem testemunbar as virtudes desteremedio
incomparavaleprovaremeaso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu carpo
membrosinteiramentesosdepoisdehaver em-
pregadotoutilmenla outrostraumeatos. Cada
pessoa poder-se-ba convencer dessascuras ma-
r vil bosas pela leitura dos peridicos, qualh'ai
relatam todos os dias ha muitos annoa; a a
maior parte dellas sao to sor prendantes qu
admiram os mdicos mais celebres. Quemas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso da seus bracos e pernas, depois dedut
permanecido longo lempo nos hospitaes,o UM
deviam soffrer a amputado I Dallas ha mui-
rs quelavendo deixado esses, asylos depade-
timeotos, para se nao submeterem aassaope-
rafo dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso dessepreeioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusio de seureco-
oheciment declara ram estes resultados benefi-
eosdiante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimle maisautenticaremsuaaBrma.
Uva.
Ninguem desesperara do estado desande ss
tivesse bastante confianza para encinar esta re-
medio coostantemenieseguindo slgom lempo o
traiamento que necesstassa a natureza do mal
cujo resultado seria provarinconiestavelmantel
Que ludo cura.
O nnguento henill, mala partlea-
> nos M-Kuinies casos.
InQammagao da|bexigs
Moleque peca.
Vende-sc um moleque de 19 annos
de idade, rom officio deempalhadnr,
oplimo para pagem por ter boa ligara:
a tratar nesta typographia.
Escravo.
Vende-ae nm escravo de 30 a 35 annos, car-
reiro, destilador, e exeellente marinheiro: na ra
Augusta n. 96.
Chapeos de castor.
Vendem-se chspeos de castor de primeira qua-
lidade a 89, que j se veoderam a 16|, para
acabar : na ra da mperatriz, loja n. 20, do
Duarte. ,^
CARTOES
DB
VISITA
DE
MTO GMTC
Carldes de visita de novo godo
Carlea de visil* de novo goato
Carldes de visita de novo goato.
Umaduzia porl6j000.
Urna dozia por 16J0O0
Urna duiia por 16|000
Uma duiia por 16$000
Retratista americatio.
Retratista americano
Ketrattata americano
Relratiata americano.
Ra do Imperador.
Ba do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
r 7ll>h i ANDE20ETIMERT3
taifa ?Me9*# ffS de f0,^"""08 de P;DD0 2. 30 e 35. caaacos mullo bem
d. *p .Tm ih *$>S 85,> pVetoU "dos de panno preto de 16 at z5. ditos de casemira
de cor a 15. 18J eSf. patetols saceos da panno e casemira de 8 at 14a, ditos saceos de aloaca
*?UULhz!t tZ/tn e D,enn d' ? a' "* >cri.re de ca.?m ."
m.n ; S\. co'7 at 101. roupas para menino de toaos os tamanhos. rende sorti-
mento de roupaa de brins como aejam eal?as, paletota e coilet-s. sorltmemo de collel-s relos de
i ?: "a1"*: *.el,U1 6 ** 9|' 2U* P*ra 6. paletots br. neos de bra-
cineoeraa obreiros eacolhidos, portaoto executamos qualquer obra com promplidao e i
do queem outra qualquer casa. mai*
Attenco.
Yende-se a taberna da ra da mperatriz n. 4,
a prazo ou a dinheiro, aQanr^a-ae a casa ser mui-
to boa, e propria de um eatabelecimento limpo,
por ser junto a ponte : a tratar na taberna gran-
de da Soledade.
Venda,
Vende-ae um eacravo de bonita figura, crioulo,
bem exeellente rarreiro; quem o pretender,
dirija-se a loja do Passeio n 11.
Vendo-sea loja de miudezas ds ra do Ca-
bug n. 2 B ; quem a pretender dirija-se a mes-
ma ra n. 4, que achara com quem tratar.
Cera e velas de carnauba.
Veode-se cera e velas de carnauba de primei-
ra qualidade, na ra da Cadeia do Recife, pri-
meiro andar n. 28.
armazem em progresso
DE
Jos de Jess Moreira & C.
Ra estreita do Notario, esquina da ra
das Larangeiras n. 18.
Os proprietario? deste estabelecimeoto eslSo
resolvidos vender por menos do que em outra
qualquer parle por vir diverso* gneros por cori-
ta propria : maoteiga iDgieza flor a 800 rs. e 720
a libra, dita franceza a 640, em barril fszen.os
abalimento, cha hysson a SySOO e S|4O0 a libra,
queijoa do ultimo vapor s 39 e2)800, arroz a 100
rs. a libra, gomma muito boa a 100 rs. a libra,
massa de tomate a 800 rs., em poreo taremos
batimento, em latas de uma libra, mermelada
do melhor fabricante de Lisboa a 800 r*. a libra,
vinho muito superior, Figu*ira, a 560, 500 e 400
rs. a girrafa, amendoas a 330 a libra, milho 1-
pisla a 160 rs. a libra, alelna, macarrio, e mais
massaa a 400 rs a libra. Alem deatea genero*
outros mullos tendentes s molhados que os pro-
pietarios se respoosabiliaam pela boa qualidade.
N. 43 Ra do Amoro. N. 43.
Ceblas a 600 rs. o eeoto.
Pao ri( Senteio
Contina baver o pi de Senteio oa padaria em
Santo Amaro atraz da fundiclo do Sr. Star, e as
aeguintea casas nn Rerife, praca do chafariz, ra
do Brum, taberna n. 47, ra da mperatriz, ta-
berna n. SS ; em Onda nos Quatro Cantos, de-
posito de assucar defronte da botica, caaa ama-
relia, nos dlaa de quartas e sabbados de cada se-
mana.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aaeerei.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas,
dos mesabros.
Enfermedades da cutis
em garat.
D>ias da anus.
Erupc^es escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade 00 falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gangivas escaldadas.
Incbaces.
Inflammaeio do ligado.
-da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulraoes.
Queimadelas.
Sarna.
SupuracSes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das aniculaces.
Veias torcidas oa no-
das as pamas.
Vende-se este ungento no estabelecimeoto
geral de Londres n. 244, eStrand, a na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda s
America do aul, Havana a Beapanha.
Vende-se a 800 rs,, cada boeatinha eontm
uma instruccao em portugus para explicar o
modo de faxer uso deste ungento.
O deposito geral em easa de Sr. Sourn,
farmacutico, na ra da Cruz n. 92, en
rernambuco.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho aaacam so-
bre Lisboa o Porto : na largo do Coree 8anlo,
Kripierte a. I.
Loja amarella.
Ra da Cadeia confronte ao becco
Largo.
Ricas capas preas comprldaa, mante-
letes modernos de aeda e l.
Veatidos bordados de cambraia, duaa
aaias, palos e babadinhos.
Vestidos de seda cores escolhidas e da
ph'Utasia.
Sedas de quadrinhos, grosdeoaples e
moreantiqae.
Maoguitoa e gollas bordadas com per-
feiclo.
Caaaaa de corea, chitas floaa. tarlalana,
fil etc.__________________________
Para as noivas.
Veatidos de blonde com sala de setim
manta, capilla, loiog pg pertences.
INovidade.
Cbspeos de palha fino, laques,
gitos, pentes, espartilnos, chales
redonda, perfumarla etc.
man-
poota
Roupa feita.
E' esse estabelecimeoto o espacial em
roupa feita j em precu como na quali-
dade, palitots, calcas, colletes, sobreca-
co, aobreiudo, cai-as de borracha etc.
Calcado.
Botinas de Helia muito frescas a li:
na ra da Cadeia n. 23, de Gurgel &
Perdigan.
Aos poriuguezes.
Acaba de chegar a ra do Queimado loja de
miudezas o. 51, os retratos da familia real por-
tuguesa. A ocrasiio opporluoa para oa poriu-
guezes amantes da monarrhia oroarem suas salas
coca os quadros de lio illuatrea principes. Sao
poucoa a o preco diroiootiaeimo em relacio a
eatima que feralmente ae tributa aoa augustos
doeeaadaadaa da Aada rainha de Portugal a Se
Dheta D. MarU II.
jNo sobrado ama relio nos g
S4 cantos da ra do Quei- \
madon. 31, loja de An- B
nio de Moura Roiim, *
vende-se :
Camisas de meia de l pura e Anas a 2, |
2*500 e 3. tt
Setoultsde meia de l pura finas a 2#, 9
2i500 e 3$. M
Tapetea granoe* para forro de salas e X
quartoa a 15. j
Alcatifa em peca o covado a 500 ra.
Toalhas de linho pardaa para maos e lf
rosto a 1.
Borzeguins ioglezes de superior qualida- jj
de a 10.
Ditos ditos gaapeados a 7$.
aseM9IBe flWtt9BgKeK3g
Vende-se por baratissimo prego uma arma-
r-So com b*lcao, ludo de amsrello, e em muito
perfeilo estado, aendo toda iovridacada : para
ver-ae na tua das Larangeiras n. 30, a tratar no
primeiro andar da casa n. 13, da ra da Cadeia
do Recife, com Francisco da Rocba Pasaos Lina.
$*# &
Vendem-se burros gordos
e mansos
' no armazem de Andre de Abreu
' Porto confronte ao arsenal de J
^ marinha, tambem se vendem "
9 cascos escolhidos que servem *9
tanto para agurdente como %
*K para mel: para tratarse no ft
escriptorio de Scott Wilson &
0 C, ra do Trapiche n. 4. *9
Escencia de ail.
Para engoromado.
Vendem-se fraaquinhos com eacencia de ail
conaa eicelleote para engommado porque uma
gota delta baatante para dar rOr em urna baria
de gomma tendodemaiaa mais a piecioaidaoe de
oio manchar a roupa como omitas vezea acon-
tece com o p de ail Cuata cada fraaquinho
500 rs : oa ra do Queimado loja da aguia brao-
Mttft *
gLoja das 6 por-|
tas em frente do Li-
vra ment.
Roupa feita muito barata.
, Paleto!* de panno lino aobrecasacos,
A dito* de casemira de cor de fuatio, ditos A
T de brim de cores e braocos, ditos de
V ganga, calcas de casemira pretas e de V
qf cores, de brim branco e de cores, degan* ^
sa, camiaas eom peito de linho muilo gm
finas, ditas de algodao, chapeos de sol '
9 de alpaca a 4 cada um. (aT
-
Feudem-se os eugeuhtis
liba do Morgado, sito a mar
gem do P>rapima, e Po-San-
prue sito a mirgem do Seri-
ahem, com safras, escravos,
boiada, e mais pertences ; re-
cebem-se em conta predios
na cidade, ou seus arrebaldes
e os pretendeutes podem en-
tender-se com o proprietario
dos mesmos engeuhrs, de-
sembargador Alvaro Barbalbo
Ucba Gavalcaoti
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-ae mu Boas esponjea para roete, a t|
aada ama : aa ra de Queimado, loja d'agala
braaee a. 1.
Cera de carnauba
Primeira qualidade e precos commodos : no
largo da Asaembla o. 15, armazem de Antones
Guimaries & C.
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
ta desss spreciavel opiata ingleza lio proveito-
sa e necessana para oa denles, isao porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la oe sua en-
commenda, e continua a vende-la a ly500 ra. a
coia; quem quizer conaervar aeua dentea per-
fectos preveir-se mandando-a comprar em
dita loja d'atcuia branra.rua do Qudimado n. 1.
Veode-se o grande sitio denominado Cata-
na, sito na freguezia da Varzea, de multo boas
ierras, que ludo quanto se planta d uma grande
quantidsde, com uma caaa de taipa j robera,
uma dila de fazer brinha, grande quanudade de
p* de cafezeiros, com diversos ps de frurteiras,
como seja laraogeiraa, coqoe'ros, etc., etr.; e
tambem vendem-se duaa vaccas que dio baatan-
te leite, uma dellas com a cria j grande, e am
burro manso : a tratar na ra do Sebo o. 30.
americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C-, successorss,
ra da Cruz n. i. vendem-se :
Machinas para regar hortas e espim.
Ditas para descarogar milho.
Ditas para cortar ca.im.
Selin* com pertences a 10 e 20.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcairao para navios.
Salsa parrha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caizas de 1 dozia.
Cognac em caizas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para lmpar
dentes.
Na verdade uma escova para limpar pentes
I aempre necessaria em qualquer toucador, e eom
eapecialidade do da senhnra que preza o aaeeio,
e para que elle sejs perfeilo o aodsr comprar
ana deaaas escovas de rabo de marfim ou ma-
Ireperole que eustam 29 e 3 ra., ns loja d'sguia
branca, na ra ra do Queimado o. 10.
Veode-se
azeitede dende ou palma, dito de amendoim que
serve para luzea e machines, maia barato do que
em qualquer outra parte ; oa ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
Cerveja.
Krabb Thom & G. vendem no seu escriptorio,
m ra do Trapiche n. 17, cervejs branca da afa-
mada e bem conhecida marca Allsoppse pro-
s de excedente qualidade, em barrica de garra-
fas e meias garrafas.
Ra da
Madre de Dos nu-
mero 12.
Vende-se o melhor fsrelo dn mercado, sacros
de 115 libras, e farioba de mandioca de primeira
qualidade.
Simaode Naotua,
obra completa, ntidamente impresa*, tvpo gran-
de e inteliegivel, pap*l claro, formato cconrao-
ado o maiapoaaivel. eneaaeroado com meia *n-
cadernacao, eom seu rotulo duurado, a pelo ao-
tigo prco de lf cada volume : la ra do Im-
perador D. 15.
Urna loja de fazendas.
Para paeameoto doa rredore* vende ae a loja
de fazendaa da ra do Cabup n. 8, coja casa j
a um aona se est tratando de sua Uqoidaceo
para o referido flm. Offerece grande vant quem se queirs establecer : trata-se oa meama
loja, ou eom os Srs. Ferreira & Ariujo, rea da
Cadeia do Recife.
Econom^g^
liolhos de ceblas em perfeiiq eetado a800 rs,
soltas o cento a 00 rs. : na rea da mperatriz
o. 49, a ellas antes qae ae acabaa.
Panno e algo
Vende-sa no escriptorio de Aotooio Luis de
Oliveira Aaeveda 4 C. ra da Cruz o.
Vende-ae ama eecrava crioula. idade de 10
annos, pouca mis oa meos, sabe fazer labyrin-
tho. bardar, eosev ram perfeicko e engommar ;
a tratar aa rae do filar a. 141..

IsVii mii Ani^l


BtNO >e rtrWtiMlbco
T ftflfto DE SM
gelo
T deposito do gelo rea do ApoHo
n. vtndevse gelo de hoje ^em diante
an-rifca-a SpOO, e meia arroba 2^000,
e a libra a 160 res : tambera recebe-te
assignaturas das penosa particulares lo-
go que seja diariamente, at que te
acabe o gelo
3U333 33EJ."
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livrainentu.
Chapeo de sol de alpaca a 40.
Dnzii de meiascruas para homem
18*01) e o par a ISO rf., ditae brancas
muito Unas a 28500 a duzia, leocoa de
cassa coro barra decorosa 110 re cada
um, litoa bramos a 160 ra., baldes de
SO e 30 arcos a 3f. tazinha para ves-
tidos a H0 o covado, chalas de merino
estampados finos a 59 e 69. tarlalana
branca e de cores mu tu fina com vara
e m*ia de largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso a 640 rs. avara, pe-
c.a de cambraia lia* ttns a 38, cassas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, roussulina encarnada a 320 rs O
co*a lo, calcinitas par menina de acola
al|o par, ravatiohaa de tranca a 160
rs., plospara camisa a 200 rs. cada
um duiia 29, pega decambraia desal-
pico multo Una a 39500, tecas de bre-
tanha de rolo a 29. chitas francesas a
22tl e 240 rs. o covado, a toja est|
aborta das6 horas da nianhaa as 9 da
ooite.
foliado
45 Ra Direita 4
Ougaml.. Ougaml..
O traste indispensavel ao humero civillsado
sea contradicho o sepilo I E' elle tao necessa-
rio como o pao ao estomago. Tolera aa um
chapeo jaca ; urna casaca de ajustar la boa do ;
um vestido desbotado; mas o sapato acslcaoha-
do e roido, a botina aem lustre e jA descosida
ama indecencia, um insulto so orgio viinal de
um chrisio. E' por lo graves consiaeracoes
que o proprietsrio deste eslabelecm entu.
acabando de receber um magnifico sorlimento,
roga aos seus fregueses se aprsteos en renovar
o calcado vtlho visto estar-mos na (esta
vejam :
Homem.
MIL1ES (chegre privilegiado) frascos to-
mo a agua do frata. \ -. tlJOOO
BORZEGUINSJoteiricos [Rocthlld) 99500
> diversos fabricantes. 89OOO
lustre pechincha. 5|50
Sapates de Nanies, vaqueta de lustre
b"ria..........
Ditos Nanles batera. .....
A3U0.
-i
69000
S95D0
59OOO
49900
3j>5mi
59-2DII
3|000
28000
19500
(MSKSiSBEinUi&KBSKEQEUXEi'
Grande
Superiores paletois de panno prwto mullo fino,
obra muio bem feita, pelo uaratisaimo preco de
209 ; na ra do Queimado n. 82, na bem coohe-
cila ljs da boa (
Vendem-se oilo v>ccas paridas de noo e
boas le inte ; 00 eiigenho Junqueira, comarca
do Cano.
>
> inglezes.......
Nantes meninos. .
lustre (sola e virt. .
> (urna sola). .
> de tranca ponugoeza. .
b francesa. .
Senhoras.
BOTINAS gaspa alta e laco inglezes de
dorecio iocalculavel. 6f000
francezaa (lago)..... 5S500
aem loco.....i 5JU00
gaeoa bMxa. ...... 4J800
outros (3-2, 33 e 34). : 41500
de menina (Joly)..... 49500
Sapatos (Joly) com salto...... 3JIU
> ( ) sem salto...... 2JO00
tapete......... 800
lustre (31. 33, 34)..... 800
ecooomicos para cesa. 500
Alem diaao um variado o abundante sorti-
mertto de tudo o qe necestario a sapateiro pa-
ra secutar qualquer obra.
A 320 rs. o covado, grande
pecbincba.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padroes a 320 rt. o covado, fs-
zenda muito fina que sempre vendeu-se por 800
e 19 a vara, veuh*m por ellas, antea que se sea-
bem ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida luja da boa f
-----------
Chapeos de parbtnhe ana entestados psra me-
ninas ; na roa do Crespo o. 10.
A01 tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos fraocesea a ienl-,
lacio dos de hnbo, muito proprios para os taba-
quistas por serem de cores escuras e flxas, pelo
baretissimo prego de 5 e 6f a dozia : na ra *o
Queimado n. 22, na bem conhecida leja da boa f.
Fil liso e tai latana.
Vende-se superior fil liso e tarlalana branca
e de core, peto baratsimo preco de 800 rs. a
vara ; na bem conhecida loia da boa f. na ra
do Queimado o. 22.
Toalaias pata maos.
Vendem-se mello boas tolhas para mitos pelo
barato prego de591 duzia ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Ricos enreites.
Vendem-se ricos e superiores nfeites 01 msis
modernos que ha. pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 6 e 6500 : na luja da boa fi,
na rea do Queimado o. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francesas de lindas co-
res, pelo baretissimo prego de 260 o covado ; m
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loia
da boa f.
Cambraias francezas finisimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
multo bonitos padroes, pelo barato prego de 700
rs. s vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
Cambrala Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 52 pega com 8 1|2
vara, dita tapada maito superior, pega de 10
varas a 6| : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoaUado Ae
ululo.
Vende-se superior bramante de paro linho com
duss varas de largura a 29400 a vara, assim como
ttoalhado adamascarte- tan. bem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
eoohecida loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero 22.
Cartea de ea\ea.
Vendem-se cortes de caiga de
d cores escaras a 2| cada corte
fe, na ra do Queimado n. 22.
PROGRESSO
Frandiseo Fernandes Duarte
i;= rito da Penha s
A'tauca-se a boa qualidade de todo qualquer geuero
4o neste armaze'm, ateta como vende-se por menos 5 a 10 por cento do qoe em oulra
a msis superior do mercado a 800 rs libra, em barril te far
nova a 600 rs., em barril, e 640 rt. a libra.
comora
qualquer parte.
^taa\eiga ingiea
abatimAoto.
Htiiteiga traneeza, mai9
luMji* do reUo cnegad010,ile uUlmo Tapor por 3}000>
VUC J a 1$00.
-M Per^^y^ ?wio 09 melnores que ha no merC8d0 ai00Of 2m0i
Prexuiilo para ftamlm muit0 n0T0S. 500 rs Iiora
Prxaut d ttiao de Iaptri0r qualidade, 440 rt> inleir0j e m rs> Ubra
** o raelhor pelisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
ToaUtto 4o reino 3I0 r, llbr. e ,rroba t9>000
Chou ricas e paios cheg.dos Deste BlHmo nl0> a m rg a ,bra
Baaha d*, poreo reUttad% m rs. emUll com 10 librai> ^ ^m .
ae for em tu mi s 440 rs. a libra.
^larineUda imoerUl d0 Umt0 AbrM6 deontros ma.i09 fibflc.olMdeLilbo,
a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por I96OO afiaoca-se a boa qualidade.
Haca de iamateem talM de nma libra Dor ^ rs>
\meadoaae estenos laU8d,2 libr conlendo differenle| idad
muito proprio para mimo, a 29OOO.
ssWYUMIlJraneeZaa e porluguezas em latas de 1 libra, por 640 rt. ditas em meias
Metrla, maearrao e l\V\%rim ,nn
^* :-------------m.w^ a 400 rs. a libra e em caixa a 89.
ie* muio "ovas a 100 rs. a libra, e 4&000rs. a librs.
em carles muito eofeitados proprios para mimo a 600 rs.
h moia superior que ha a 1J000 rs. a garrafi e em caixa se farl
aba imeotn.
ti en aura de HoVlanda
Vanos eagarrafatio^
turU, Oajue do Parto, a 19*00 eaa cana se faraVaiimeot".
4*ttV da maiJ acfelilad marca8 a i| a garra[a e em caia ||, dozla>
'^s^S** de differentes marcas a I69 a duzia e a 1J500 g garrafa, afflanca-te a boa
qualidad*.
Vevdtideira Mf^i c.briana e de ootras Baftas maTeal. m. d0Ia| t
a 500 rs. a garrafa. '
Yinno etn pipa Port0i u^, e Figaeira a 3>500 4|e ^qoa cana(la.
m^apenstaaeie iUperior t 70 rs. em caixa, e 70 ti. a libra.
B *t*t*s novas em gig0. de oa>a arrob8 a ^
n CO .ate os mais superiores, hespaohol a 1|200, francez a 1$, porlagaez a 800 rs. s libra
r igoa na cammadre muit0 noro,f em eaiMt de 8 hbra9 por ^g^ e em libia a
320 rs.
* de eng00jn,ar> Qjojto aJfa a joo ri# a |ibra>
\mniotas u ca8ea mo,e ^ rs a lbra
\zeu dee refln4d0 a 8orj ti a garrafa g em caiia a ^
P* llura de denies liHd0S com ^^ a m n o ma?o<
C4raie.eU ingVeaa propraa ^ fl(mbre a m M. a 1bra,
, mijieiia a mai9, nova d0 mercad() a ^ a barrUjJl e em llbw a ^o rg>
\meixaa francecas e frafC01 BuUo tUm con 41 a libri8p 3^,, &Ut ^
luguezas a 480 rs. a libra. y"
* para Impar facas a 200 rs. cada um, em porgao se far sbstimento.
*** en frascos do 1 e 1<2 libra maito ooas a 800 rs.
Inlepen*ote dos gneros arwsraciados encontrar o respeitavel publfr/d grande sbrtimen-
lo de geoeros. t de 8 -------------------------- -------
69000 rs. a fraiqueire, e 560 rs. o frtsto.
la^rirnasiio Douro a 19630 rs. a garrafa, Porto fino, Fei-
meia casemira
oa loja da boa
EXPOSICAO
DE *
Canueeiros econmicos
a ^ gaZ'
e gsz hydrogenio de prfmeirs e segunda qusli-
dade : na ra Nova o. 20 e 24 loja do Vianna.
Batatas.
Vende-se batatas nUimamaote cbegsdaa de
Lisboa a 6<0 rs. arroba : no srmazem n. 10
travesa da Madre d Dos.
Ra do Queimado n. 19.
Santos Coelho tem p&ra
vender o seguale:
Esleirs ds India de 4, 5 e6 p.lmos de largo
propriti para forrr ramas e siles. 8
Lenco* da bramante largos a 39 cada um.
tbenos de chita a chinis a 1(800.
Lenpos de paono de linho. fleo 29.
Tochas adamescadas de linho para mesa a 49
Chita trncela com defito de a varia a 160 ra.
O Covado,
Tealhas de fustao para mios a S06 rs. cada
urna.
Colchas de fustao adamascado grandes a 69.
Cambraias de cores a 160 o covado.
G^lmhea ricamente bordadas e de traspssso a
aJT" yendem-8 di" casss assobrsdadaa feiUa
de pedrae cal, sitas na ra Nova da villa do Ca-
bo ; sao mmto frescas, tem muito bons comb-
nos para (milis, tem estribarla e letrina fr, e
tamoem entrad* pelo quintal : queco as preten-
der pode dirigir-se ao Sr. Sebasli&o Antonio do
rtego, na mesma villa, e como tem-ae desio de
as vender, por isso o prejo ser commodo.
Vende-se. orna negnnha roo idade de 14
joos, proprie para casa de familia : na roa do
Hospicio n. 23.
Port bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunament para a loja d'aguia
branca oa bonitos pbrt bouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommeoda, Meando assim remedia-
da a falla que havia desees port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casameotos e bailes que se contar oessea
dias, por isso as pesiuas que por elles espersvam
eas que de oovo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro loj d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontraro obra
de bom goslo, baratera, agrado e sineeridade.
Jt'u
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mui-
to tina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
99; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, aa bsm conhecida loja da boa (6a
Attetico.
Vende-se ama mei-sgus bastite comprida e
larga, no logar de Sani'Anna de dentro, ao p da
C'aa Forte, com um pedago de terrear qae Bca
prto do rio : qoem pretender dirQa-ie ao boceo
das Birreirsa, casa terrea n. 1, que achara com
quero tratar, at s's 9 horas da manftla. i o Ur-
de das 3 em diente.
Venie-se urna carrocs novaeum boimon-
so : 00 caes do Hamos n. 22.
Vendem-se esstaohss de Portugal a 240 rs.
a libra, e batatas a lfOOO arroba : ha ra da Cruz
armasen o. 33.
Lindeza.
Vende-se fsiends denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o eovado : na loja do Do-
srte, ra da Imperatriz n. 0.
Aliencao
Vendem-se caixes vasiot proprios
Roa das Cruzes n. 4,
tabriea Aa charetos,! vende-se caatetae a ffif >
eajilheire, de fumo da Babia, velas de coajposi-
s 119 a arroba, e em porco fai-se abati-
oto*, enaoc/a-ae a boa qosHdade.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Veode-se em porgao e a retalho de urna sacea
psra cima, e por commodo prego: oa ra da Ma-
dre ds Dos confronte a botica o. 30.
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal ji bem condecido como reme-
dio iofallivel para aardas e paooos, vende-se a
21 rs. o frasco na ra do Queimado, loja d'aguia
branca a. 16.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar ConstaoiemeBie a receber
perfumaras finas de snss proprios eocommendas,
bem se pode diier que est coostituida um depo-
sito de diles, tendo-as sempre doa melborea e
mata acreditados fabricantes, como Lubio Piver
Coudry e Societ Bygieniqoe, etc., etc.: por
uso, quem quiser provor-se do bom, diriair-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca o. 16, qae
echar, sempre um lindo e completo sorlimento,
leudo de maia a mais a elegaocia dos frascos, e s
barateza por que ae vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas
Em casa de N. O.Bieber
A C. succssores ra da Cruz
numero 4.
VendesD-seearroB americanos mol elegantes i a'or reducto nos precos para acabar.
o leves para daaa o 4pessoase reeebem-se en- vdom-se no armszem de Brag* Son A C.
na ra da Moeda, taixaa de ferro coado do aoei
acreditado fabricante Edirin Maw a 100 rt. pot
libra, as mesmas qoe se vendiam por 120 rs.
Cale jiotassa.
Vendem-se estes doua generoa no bem conhe-
cidoe acreditado deposito da ra da Cidea do
Recife n. 12, por menos prego do qoo em oetra
qualquer parte, afianr;endo-se a bos qualidade.
A cal chegou a quatro dis pelo brigue aSobe-
ranos, e a potasas legitima da Rusiis, chegada
pelos ltimos navios de Hamborgo.
Mantas de retroz,
Vendem-se mantas de retroz para grvalas a
00 rs. : na ra do Queimado n. 22, na loia da
boa f.
Na psdarie de Antonia Fereendes dt Silva
Belris, rao dos Pires n. 42, vende-sa a muito
acreditada boiaehinha ignat a ioglezs, dita de
aramia, lodo o trabalho oests casa bem como o
pao e bolacha feilo des melhores fariobas e
irabalbado com o meicr esseio posstvel, farioha
a melhor de mercada a 180 rs. a librs.
rUNDIC&O LOW-MOOR
RaadaSenialla Ntva d.42.
Hasta istbalecimanto eonrinia a bt-ver vm
ompletosortisiantodsnioendistsieiisiTjoen-
disoarsangenho.asachinas da vapor sltixu
te forro batido s eos d o, ds todos ostamanhos
para dito.
Son hall llellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seo creseidO deposito derslo-
gios v|sto o fabricante ter-se retirado da nego-
cio ; convida, portento, s peasoas qae quizerem
possuir um bom relogio de ooro oo prata do ea-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portuoidade sem perda de lempo, para vlr com-
pra-loa por commodo preco no aeu escriptorio
na do Trapiche n.28.
Taixas.
commenoaaparacujoam elles possuem map-
pas com varios deseohos. tambem vendem car-
rogaspara conduccao de assaearetc.
Vende-se
farieha de mandioca de superior qualidade, moi-
lo nova, e em tdo gradavel, em per?oes'gran-
des e pequeas a rontade dos compradores e pre-
gos muito mdicos: a bordy do brigue Mides
para bahu.eiros.funileiro, etc. a l/ul ""T T^ T 8reD" f **""'
quem pretender dirija-te a e.ta tipo- u^RHH T^^u^X
graphia, que ah se dir' quem OStem ou ,rorae por casas taesta praca : quem preten.
para vender. der dinje-se ra de Hprtas n. 7. desde s 10
horas da manhia at s 4 di tarde.
lolooo.
E' na ra do Queimado d. Sft loja de quatro
port's que se vende os melhores chapeos de so-
da de formas mais modernas e bom gosto.
ftuatla3ttn*ralaNoran.49
Vsnds-se sm casdi 3. P Jonhston illinse ilbesaglezes,eandeeiro i Cssticaes
bronzeados,lonas agieses, fio davala,chicote
parscarros, a reonisri .arrsio fpara carrods
am (oui cvalos rtlofio sde ouro psisntt
Bglei.
Navalhas d'aco
com cabo de marfm.
Vende-se na loja d'aguia branca mu finas na-
valhas d'aco refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondad* dellaa basta dizer-
ae que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C, cusa cada estojo de duas oa-
valhsa 89000: na ra do Queimalo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Noves enfeiles e cintos
dourados.
A loja d'aguia branca acha-se recentemente
prvida deum bel'o e variado sorlimento de en-
feiles de differentes dualidades e gostos, os mais
lindos qu oossivel eocootrar-se ; assim como
est igualmente bem soittda de booitoa cintos
dourados e prateados, sendo lisos, de listrss, e
matizados, e bem assim os de pontas cabidas,
leodo de tudo muito para sslisfazar o bom gotio
do comprador, que munido de dioheiro nao dei-
xar de Comprar: na roa do Queimado, loja d'a-
guia braoca o. 16,
Flores linas,
36, na das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
DE
Ertlre-meios ruados e/n
cambrai* transparente.
Naloiri da agusa branca vende-se ntremelos
DordosJoeem 9ea camorals iranapiveNe a 1 e
pee> 4* f veras, pr-o este porque so se scha ero
dita loja da agma branca ra do Queimado n. 16
Aderie ae que de cada padreo tem bstanlos
pecas para vestidos.
Potassa 4a Ma.
C, uccesioret, rt d rtWrlr. 4^
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletof de brim branco
de puro linho, pele baratiasBiio preco dan: na
ra do Queimado & 2*. aa boa coeUeeld* loja
da boa
Os borros e'cbvallos existentes na armazem
dor. Voaf da A broa Porlo, dvlraale aaaastjL
del* era caa de N. Q Bieber cV n<* ae rtaho-.vooeam-ee voetade o eece-
;lhe doa compradores
primeiro andar.
f:aDflCfl6 me,hr d0 mere*, br. e em barrit. ro de600 rt. a libra.
Que JOS flarnegOS cheg,dos oeste u.mo vapor 39000.
UUeJOS lUQdriQOS o melhor que ha oeste genero por serem mallo fresco, a 1*200 libre.
gueijO pratO o melhor que se pode desojar a 13200 a libra e 1100 o nteiro.
L ft ySSOQ e preto o melhor do mercado de 1*5700 a 29880 a Ubra.
presuntos portuguezes vlndos do Porto de cas. particular a 560 rs. por libra .ateiro a 460 rt.
Vinhn ?mFfUX BPerOT q"M'da dHrenteS marC" 8500 a 109000 a duzia,
nmu em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 49800 a caada .
S6 adft imP*rial e,B0,her e todos os fabricantes de Lisboa premiada as expsitas universaes de Londres Parii a
eoo rs. a lata, de urna libra e a 1*700 as de duas libras.
muit B*Tm! deadaBnmad*,iCC<,,l'""" d* Eurp8' ",U pr0p" qU ta para *** Pr M,em rieamen,e >?>. jl
FigOS em CaxinhaS de k libra mullo fresco e gramdes a 29000.
Peras secca emcaixlnha de 4 brat chegsdat neete ultimo vapor a 3#500 e 1200 a libra, afianca-se ser o melhor que pode havef neslt)
genero.
AmeixaS francezas em latas de5 libras por 49000 e 19000 por libra.
PaSSaS era eaixinhatdtoito libras, as melhores do mercado a 39 a a 640 rt. a libra, a em caixa dt nma arroba a 99500.
%g dtor.: i!5. dt: prT- ^tas COm frUCtaS de toda, as qu.lidadas que ha em Portugal de 700 a 1900U a lata.
prus para enfeites decabecs e vestidos para ca- CorintuaS em frascos de 1 l|i a 2 libras de 1*000 a 29200.
sameotos e bailes; quem as vir sem duvida ae ri ... ^
Laixas SOrtldaS com ameixas, ameadoas, passas figos, peras e nozet oqua ha da mais proprio para mimos, da 49000 a S9000 rs.
por caixa ds 10 a 12 libras, a 320 rs. a libra dos figos.
Lata COn? bolaxinha de Soda efe diversas qnalidades, e milito novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras da 19500 a 9500,
Conservas iglezaS francezas e pormgaezis de 600 a 800 ris o fraseo.
Ervilhas francezas e porluguezas a 720 ra. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas qua tem vindo ao mercado.
Mas? as lalharlm, macarrio e aletria as ais novas qne lemos no mercado a 400 rs. a libra.
AmendoaS de casca molle a 400 ris alibra em porco tere abatioento.
AzetonaS de Lisboa novas e grandes vindas pela pri meira vez ao nosso mercado a 3*500 a ancorla
Champa he das marcas mais acreditadas de 159 a 209000 res o g7go de 1*500 2* a garrafa.
CervejaS daS nielhores marcas i 560 rs. a garrafa a de 5 69000 a duzia da branca.
Cognac t melhor qualidade qua temos no mercado a 15000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda t 600 rt. fraseo a 69500 a frasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol a francez de l9a 1*20* alibra.
Vinagre puro de Hsboa a 24* rs. a garrafa a 19850 aeanada.
Espermacete Superior sem averia a 740 ra. em caita a a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do marcado a 100 rs. a libra e 2*700 a arroba da da India 120 rt. a libra do Maranhao,
Alpista e paiUCO o maitlimpo croe ha a 160 rs. a libra do alpiste a 240 re. a libra do painco.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa a 2*560 a caada,
Massa de tomate em laus da urna libra do mais acreditado autor da Lisboa a vinda a primeirt vez a nosso mercado, da 19 i lata.
Ara ruta a melhor queso poda desojar t 820 ra. a libra, e 160 rs. a libra d gomtna.
ToUCinhO de Lisboa o mais novo do mercado a 320 res a libra e arroba a 109009.
Batt S em gigos com um* arroba, as melhores qua ha no mercado a 19800 o gigo.
Lentil Cas fricezas, as melhores e mais sabdrosaa de todos os lgame a 500 rs. a libra.
NozeS M raeiliores e mata aovas par taran ohegado neste ultimo rapar a 200 rs, a libra.
PalitOS UxadoS pira antee al 200 e 160 rs. o neo com 20 massinhos e fror a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes muito novas a 44o r*. a hte*
Vela d6 CaWnauba aompOsit)>> d> superior qualidade a 400 rt. i libra e a 129500 a arate.
BoIcTChnh ingtea rngveja a mii nova do mercado /# abar.ict a 36 rg. a libra,
A lm ros gneros aonuneiaeja eaooarraro publico ludo que procurar tandela a moUseoaa, o por menoa das faf oMrV too^TeatOalTI?
qualquer parte. ^
alegrar de aehar flores lio perfeltas e delicadas:
laso oa ra da Queimado loja d'aguia branca
e. 16.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 2* cada urna : na ra do Quei-
mado, loja o'aguia branca n. 16 A obra boa a
o lempo proprio ; a ellas, freguezaa, antes qua
se scabem.
Iojecco Brow
Remedio infallivel contra as gnor>
rheas antigs e recentes. nico depr>
sito n botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco 3$-
pj Vendem-se as Ierres chamadas Sircnc,
que Qcam prximas ao sol da cidada da Victo ia
(Santo Anlao) entre os engeoboe Pedreiras e Es-
pirito Sanio, com besa propor^oee para plania-
;5ea da caf e algodio. Nao eiige-se dinheiro i
vista, bistando que pague o comprador em jaro
medico pelo temwqae conrencionar-SF o prga
ment total : a taller com seo proprietario o Dr*.
Reg DboIss. no eogenho Goiateira, de Santo
Amaro ds Jaboatio.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Veede-se mui bonitas boneese con rosto, e
mev* perna de aorcellana ana baratisslmos precos
da f40.900,506.500. 610,728, 800 e t0iO: liso
nt ra o Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Lavas de pellica prels.
Vendem-se aa lavaa preaa Aa pellica oom pa-
na ra do Trakjtcaa a*>4 queno toque de moto por preco btrottasimo ; M
' loja d'aguia de ouro, ra do Gtbugi o. t B.



mi mi Ano


11 *"MP"

'-
n
tAtoa -tfmi

DkhrkM fe i
Etfemeis
bordados em cambraia
transparente.
Ni loja d'aguia branca te acha un bello sorli-
meoto de ntremelos bordadoa em Boa cambraia
triDaparenle, e como de seu coitume eali veo-
dendo baratamente a 1*200 a pega de 3 Varas,
teodo quantidade bulante de cada padrao, para
vestidos; e qnem tlver dtnheiro approveitar a
occasio, e manda-Ios comprar ni tua do Quei-
made, toja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
I Tem o fundo dourado.
A leja d'aguia braaea tendo em vistn sempre
tender o bom, mandn tir, e acabam de chegar
aqu (pela prmeira vez) as superiores agalhas
imperiaes, coro o fundo doorado e mui bem t>i-
tas, sendo paca alfaiates e costureirns, e costa
cada papel 160 ra A agolha assim boa anima
e adlaota a quem cose ceas ella, e em regra sao
maia baratas do que aa outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Mui bonitas
e boas tas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de recebar de su a
encommeoda diversos artigoa de goato, e proprios
para eofeilea de vestidos de noifsa ou convida-
das, seodo bicoi de blond da diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas coro
vidrilhose aem elles, oascarrilbaa brancas e mul-
tas oulrascores, finas e delicadas capellaa bran-
cas, bonitos eofeitea de flores e cachos sollos, lu-
vaa de pellica enfeiladas primorosamente, mai
bonitas e boas fitas de chamalote, e emfim mui-
tos outros objectos que a pedido do comprador
serio patentes, e vista do diobeiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tiras
hordadas em ambos os
lados,
Vendem-se tiras de cambrais bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem ae pode par-
tir a meio, pan saiaa e outras muitas cousas,
custa cada tira 1*200: na ra do Queimado, loja
oaguia branca n. 16.
Potassa americana,
Vende-se potassa americana mnito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Hanoel
Igoacio de Oliveira c\ Filho, largo do Corpo San-
CHAPEOS A GAKIBALDI
Ra da Cadeia do Recite, loja
n. 50, de Gunha A Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e feltro, mui lindos, e se ven-
der pelo barato prego de 10 e 12|.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
mais floisslmo brim trancado decores, maito pro-
prios para os bailes, festaSe passeios campestres,
pelo diminuto pre?o de 10$.
Chapeos baratos.
Chapelioas de seda para senhors, pelo barat-
simo yeco de 8$, chapeos de seda e de merino,
bem entallados, para meninos e bapilaado a 6 e
", ditos de palha e seda para seohora a 10$, di-
tos de seda de corea, copa baixa, para homem a
6, ditos de casemira de cores, pelo diminuto
pre^o de 19600, chapeos de castor baaoco aem
pello, bonitas formas a 12$, bonets francezes de
panoo para menioos a lj>500e3j.
Guardanapos e toalhat.
Duzia de guardanapos para mesa a 2f e 29400,
toalhas para mesa de 1|4, 1|2 e 2 varas a 19000,
19500 e 29. '
Vestuarios para meninos,
de fustao, enfeitados, a 83, baldes para seohora
a 35500, bonitos vestidos de phauteaia pelo bara-
to prego de 12$, atoalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largura a 2J240 a vara, mantas
de 616 branco, manteletes, leques de diversas
qualidades, golliohas, manguitos, sedas de qua-
driohos, e outras muitas fazeodas que se ven-
den: por barato prego na referida loja cima.
Aos Srs, consumi-
dores de gaz.
Nos rmaseos do caes do tamos os. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (00 Recife) n. 8, se
venda gai liquido americano primeira qualida-
de e recentemeote chegado a 14 a Isla da cinco
galles, assim como ae veodem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Acaba de
chegar
ao novo armazen
Geographia
Vende se dous globos em meto uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
estudantes que os pretenderem podem
dirigir-se livraria universal de Guima-
rSes& Olireira, na rda do Imperador.
Novos cinteiros de fitas com
pontas cnidas e franjas,
k loja d'aguia branca acaba da receber pelo
vapor ingles os tio procurados e multo bonitos
cinteiros de fitas com pontas eahldsa e franjas, a
por isso podem sgora ser satisfactoriamente ser-
vidas ss seohorss que a desejavam ; elles achar-
se nicamente na dita loja d'aguia branca, rnado
Queimado o. 16.
Chapeos de palha.
O mais lindo sorlimento do chapeos de palha
das formas as mais modernas de Pars, p.raae-
nhoras e meoinaa, ricos sintos ultima moda, di-
tos com lagos bordados : na ra do Crespo o. \,
casa de 1. Falque.
Fitas de chamalo-
te milito boas e
bonitas.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez sua encommeoda de boas, bonitas e
largas fitas de chamalote brancas outras cores,
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados mult recom-
mendavels para ai meninas que eslo passando a
festa nos amenos arrbaldes desta heroica cldade,
prego de 2} cada um : na roa da lmperatriz,
loja o. 20, do Duarte. Na dita loja cima charao
continuadamente os seohores consumidores bm
grande e variado sortlmento de fazeodas, todo
baratissimo.
Luvas Ae efouvln.
Vendero-seas verdadeiras luvas de Jouvin.che-
gadaspor este ultimo paquete da Europa : na
loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1. fcf
Vende-ae feijio malatinho muito novo em
pequea e grande porgan ; na ra Direita n. 8.
Pechincha.
Vende-se por commodo prego um sitio na
Torre, cercado de limo. com boa casa da viveo-
da, estribara, cacimba de boa agua para beber,
comobaoho do famoso Caplbaribe a perla e
bastantes arvoredos de fruclo ; a tratar com o
Sr, Joa Azevedo Aodrade na ra do Graspo 00
com o proprietario do raesmo sitio Joa Mariano
de Albuquerque na estrada do Coxaog.
iYovidade no tor-
radort
23 Largo do Terco 23.
Quefjos flamengos muito frescses, chegsdos
neste ultimo vspor a 39, manteiga franceza a 720
e 640, manteiga iogleza flor a 900 e 800 rs., em
porgo se faro abatimanlo, assim como se torram
outros muitos gneros pertencentes a molhadoa,
assim como sejam, saf, primeira e segunda sor-
te, arroz, velas de esperm acete e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e vinhos, se vendem por me-
nos do que em ootra qualquer parte a dinheiro
vista.
ft. O.BIeber & C.suceeisores.rna daCraz
a. 4, tem para vender relogios para algibelra da
'Oaro e prata.
Os borros e cavallos existentes no armazem
do Sr. Andr de Abren Porto, defronte do arse-
nal de marioha, vendem-se a voatade e scolhs
dos compradores: tambero se venderao domes-
reo modo cseos muito saperiores, que servlrem
para agurdente ou mel: na ra do Trapiche n.4,
primetro andar.
8
as quaes sao excellentes para cintos, lardos, etc., flf^^MPlaP UD ^zlrat>lWSUSasH aasjKsjSM
de vestidos para caaameotos e bailes, assim como
para lagos de boaquetes, cinteiros de criancas e
muitas outras diversas cousas, e como de sen
costume os pregos sSo menores do qie em ootra
qualquer parte; assim quem maoido de dinhei-
ro, dirigir-se a ra do Queimado loja d'aguia
branca o. 16, ser bem servido.
de
Para acabar.
i
Na ra do Queimado n. 10
loja de 4 portas.
fi Vende-se chapelioas de seda para se-
H nhora a 89.
SOrgandys padroes os mais modernos a
600 ri. a vara.
Sedinbas de quadrinhos a 800 rs. o co-
rado.
Casacas de panno preto muito fino a
m 20jooo.
Manteletes pretos a 15 e 20}.
)g Riquissimos vestidos de seda de cores
Se pretos o mais moderno qne tem appa-
recido e por baratissimo precu. _
Potassa da Russia.
Vedde-se potassa da Russia da mais nova e
superior qne ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio < Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras luvas de
Inleresse publico.
Offerecido pela loja
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
lar concurrencia publica o que ha de
mala novo em fazeodas, tanto para ae-
nhoras como para homeos e meniuos,
sendo que para este fim espera de seus
Correspondentes de Inglaterra, Frange e
Alleroanha s remessas de seus pedidos,
tem resolrdo, antes de apresentar o no-
vo aortimeoto, liquidar as fazendas exis-
tentes, o que eTectuar por pregos m-
dicos e para cujo fim convida o respeila-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
A loja da baodeira
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa prego favorito.
Nova loja de funileiro da!
ra da Cruz do Recife
numero 37.
id?B0*1,0,d'1 ^onseea participa a
todoaoasausfragaezea tanto da praca
cmodo.mato.ej ornamente aorespei ti-
re publico, que tomn a deliberado de
balxar 0 prego de todas assaaaobres.por
cojo motivo tem para vendar oro grande
i sortimento de babas e baciaa, tudo da
, difterantestamanhoae dediversss cores
i Pinturas, e juntamenteam grande
sortimento dedtveraaa obras,contendo
Danheirose gamelas coropridas.grandes
epeqaenas, machinas para caf eesne-
cas para eonduzr agua grandes e peque-
as, latas grandes pira conservar fari-
nha e regadores ao neo da Europa, ditos
grandes e pequeos ao oso do Brasil a
"? Vnt0,,lM de ,rrob 19.
b.hs grande ra a peque nos a 600
wrs.,eocoadeaia a lj a duiia re-
gadorea regulares moito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ba pintados e em branco e todo sis
ae vende pelo menos prego possivel: na
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cife n. 37.
Cal de Lisboa.
Vendm-se cal virgem de Lisboa em pedra da
maia nova que ha no mercado por ter cheg'ado
KaffT: mst cApo,i 24
LuvssdeJouvin.
Na loja da Ba F na roa do Qoeimado n 21
sempre se encontrado as verdadeiras luvas de
Joovn tanto pars homem como para seohora
advertindo-se qoe para aqnellea ha de muito'
lindas cores, na mencionada loja da Bda F na
roa do Queimado n. 22.
Bauba fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sna boa fregue-
zia que chegda a apreciavel banha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do qne em outra qualquer parte : na roa do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
la do Queimado n. 109
loja de 4 portas de Fer-
rao Maia,
vendem-se as seguintes fazeodas por melada de
seus valores somente com o flm de acabar.
Chales da touquim o melhor que tem appare-
eido no mercado a 8,10, 15, 20 e 30J.
Sediohaa de quadrinhos, covado, a 800 a 1J.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Cassa francesa, covado 740 rs.
Cortes de cassa de salpicos a 3$.
Groadenaple preto, covado ly.
Dito amarello, eovado 600 rs.
Chales de merino bordados a matiz a 4f.
Cortea de velludo de corea para colleta a 3|.
Paletots de brim da cores a 3}.
Lengos de seda de cores, um 600 rs.
Chapeos de palha para aeohora o maia moder-
no e rico que tem apparecido a 12,14 e 15$.
Ditoa para meninas e meninos por barato prego
lionets de palha para meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fazenda muito su-
perior a 8f.
Paletots de alpaca preta e de cores s 8$.
Tarlatana de la com palmaa matizadas, fazen-
da moderna e propria pars vestidos de seohora e
meninns, covsdo 400 rs.
Chapelinhas de seda para senhora, urna 6J.
Meias para menina de 2 a 8 annos, duzia 2|.
Vestidos pretos bordados a vellido.
Ditoa ditoa com babados.
Ditoa de cores, riquissima fazenda.
Panno fino de todas as cores, covado 21500 e
3JO0O.
Manteletes pretos lisos a 12 e 15$.
Ditos ditos bordadoa o mais rico possivel.
Cortes de nova fazenda maulada mossambi-
que, propria para vestidos de seohora.
Atoalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara 29.
Bramante de linho, 12 palmos de largura, vara
2*000.
Dito de dito maito fino a 29300.
Chelea de laa e seda a 2J.
Aleoa das fazeodaa cima manciooadas ha mui-
tas outras de apurados gostos, que se vendem por
diminutos pregos.
Luvas pretas de pellica.
Chegaram no vapor francez novas lnvas de
pellica pretss e outras cores para homem e se-
nhora : quem deltas precisar, dirigir-se direc-
tamente ra do Queimado, loja d'aguia brancu
n. 16, que rer bem servido.
Relogios.
Venda-sa ato casa de Johnston Patcr & C,
roa do Vigario n. 3 um bello sor timen to da
relogiosdeouro.patanleirjglei.deum dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tamban
osas varisdade da bonitos tranceBfpara os
masaos.
Jouvd.
Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ru do Qusimado n. 16,
sendo de todas as cores.
500
1
DE
240
500
200
BASTOS & REG i

Na ra Nova junto a Con- 8
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um
un grande a variado sortimento da w
roupas Teltas, calcados a fazeodaa e todos m
estes s vendem por pregos mnito modi-
_ por pregos _
cados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casaeos feitos pelos ltimos flguVinos
26, 289, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16f, 18J. 209 e ja 249,
ditos de casemira de cor mescladfo e de
novos padres a 149. )$9. 18. 20 e 249,
. ditos saceosjls* QMsmas casemiraa da co-
^tbb a S9TT09,12 a a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89, 109, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasaeadoa a 129,
ditos de merino de cordo a 12, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 9 c a 10,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palba da
seda fazenda muito superior a 49SOO, di-
tos de brim pardo e de fusto a 895OO, 49
a a 49500, ditos de fustao branco a 4,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7, 89, 9 e a 10, ditas
Sardas a 39 e a 49, ditas de brim de cores
nasa2|500, 39, 39500 a a 4$, ditas de
brim br.ancos finas a 49500, 5g, 5500 a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6|, colletes
de gorgurao preto e de coras a 5 g e a 61,
ditos de casemira de cor a pretoria 41500
e a 59, ditos de fustao branco e da brim
a 3 e a 395OO, ditos de brim lona a 41
ditos de merino para luto a 49 o a 49500,
calcas de merino para luto a 4f 500 e a 51,
capas de borracha a 99. Para manios
de tolos os tamanhos : caigas de casemira
prefa e da cor 5J, 69 e a 7, ditas ditas
da brim a 2}, 39 e a 39500, palo tota as-
eos de casemira preta a 6{ e a 7, ditos
de cor a 69 a a 7$, ditos de alpaca a|3,
aobrecasatos da panoo preta 4 129 a a
14, ditos da alpaca preta a 5, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos da todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
Cara uMoinas de 5 a 8 aonoa com cinco
abados lisos a 89 e a 12|, ditos de gorgu-
rao da car a, de la a a 5 e a 69, ditos da
brim a 3, ditos da cambraia ricamente
bordados para baplisados.e muitas outraa
faseqilas a roupaa taitas qae deiiam de
, ser aancionad pela, au* grandeqaaati-
| dada;- asalta come recabe-ae toda aqaal-
tojtjs*. aneomnsaada da roupas para sa
mandar manufacturar e que piara asta fin
I Usa** um aaspreto sortimento de fazen-
da da gasto ota grande oftei

sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miodezas
de Jos de Azevedo Mais e Silva, est Tendeado
tudo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Groza de pennas de ago de diversos mo-
dellos s................................
Caixiscom agulhas fraocezas a..........
Ctizas com slflnalea a..................
Calzas com apparelhos para meninos....
Ditas com oito para grandes a..........
Baralboa portugueses a............120 e
Groza de botes de osso para eatga, pe-
queos, s..............................
Tesouras para unba muito finas a......
Ditas para costara a....................
Baralhoa francezes muito finos a........
Agulneiros com sgulbas a..............
Caivetes de 1 folha muito finos a 80 e
Pecas de tranga de lia con 1 varas a..
Pegas de franja de lia cora 10 varaa a..
Pares de sapatos de tranga a............ 19280
Carlas de alflnetes francezes a..........
Escovaa para limpar deotes s 200 ....
Masaos com grampos mnito finos a....
Cartes com clcheles com algo a de-
feito a...............................
i Ditos de ditos de superior qualidade a
Oidaes de ago para seohora a............
Rialejos com duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
Eoliadores para vestidos, seodo muito
grandes a.......................-.......
Caitas com clchales francezes a........
Cartas de alflnetes prra armago a......
Charuleiras muito tinas a................
TjfuetuT'vidro^Bom tinta a..........
Ditos de barro com^tilits superior a....
Ara preta multa flnsTfcw.............
120
400
400
320
80
160
200
800
100
400
40
20
40
100
100
200
80
40
80
19000
160
120
120
Mst ^^" WVafW "Waif* aav^Paf aWWTavwslr k^srVtMNsT j
FUDleiro e vidraceiro.
Grande e nova ofTicina. -
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarao os freguezes o mais perfeito, bem ac*
bado e barato 00 seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHE1RUS de todos os tamanhos.
SBHICUP1AS idem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem Idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeico a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e a retalho de lodos os ta-
mandando-se marinos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebom-se encommendas de qualquer natu-
reza, coocertos, que ludo ser desempenhado a
contento.
SABAO.
Joaqaim Francisco da Mello Santos avisa aos
saaafraguezes desta praga e osde fra.qne tem
axposto 4 venda sabaodo saafabrieadenominada
Recifenoirmazem dosSrs. Travassos Janior
& C, na roa do Amorimn .58 ; maaaa amarella,
castanha, prata a outras qualidades por menor
prego qae de oatraafabricas. No mesmoarma-
bemtemfeito oseu deposito davalas decarnea-
\ zasimplesiam mistara algama, como aa de
compoaigio.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug o. 1 B,
receberam de sua propria encommeoda um com-
pleto sortimento de flores, o mais (loo qua pos-
sivel eucootrar.proprias paraenfeites decabegaou
vestido, cousa muito chique, que se vende por
prego que admira, sendo a 800 e tf o caeho.
Mi cangas miudas de todas
as cores.
A loja d'ago'a branca acaba de receber essas
procuradas micangas miadas que servem para
pulceiraa e outras cousas, e por isso avisa as'
pessoas qoe ellas esperavam e as que novamente
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
prarlo um masso muito maior do que os antigos,
laso somente na loja d'aguia branca, roa do Quei-
mado n. 16.
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
tmtn A,e8lea'0V0 f9tbe,ecniento acbar o publico um grande sorlimento tendente a molhados
uiao por prego mais barato do que em outra qualquer parte :
Manteiga ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
una franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Oueijos flamengos chegados no ultimo vapor a 2800e 3.
Cha hyson e preto a 2 e2880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores sutoros a 1 e 1*200 a garrafa.
vinno de pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa?
Mermelada imperial dos melhores autores a 900 rs a libra.
Ameixas portoguezas a 480 rs. a libra.
Psssas muito novas a 500 rs a libra.
Latas com bolachinhisde differentes qualidades a 1400
Conservas nglezrt as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, talban, macarrao e aletria a 440 rs. a libra
Cerveja das melhores marcas a 560 a garrafa
Genebra de hollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de espermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpists a!60rs. a libra.
Toucloho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annonciados achara o publico um grande sortimento de um tudo tenden-
te a molhados mais barato do que em outra qualquer parte.
ATTENC&O i
km m um, pmjsipst!
Sortimento completo de fazendas e roupms feitas
KrV 1OJ\ 1>E
sem segundo
\
faiat dirigida
-Jnadaa|>
or um hbil mestra qua .
i eparfeigonadadei-j
Ba do Queimado n. 55, defronle do sobrado
novo, est disposto
s todos admfram, a
Frascos com agua de Lavando roito su-
perior grandes a....................
Duzia de sabooetea muito finos a......
Saboneles muito finos a................
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com ebeiro muito finos a......
Garrafas com agua celeate superior a ..
Frascos com banha muito fina a........
Ditos com dita de u'rao a................
Frascos de oleo de babosa a............
Ditos de dito muito finos a 320 e......
Ditos com banha transparente a........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditos' ditos frascos grandes a............
Ditos de macaca e ae oleo a............
Lioha branca do gaz 10 rs. trea por
dous* a..............................
Linha em cartao de Pedro V com 200
jardas ..............................
Dita com 50 jardas ....................
Duzia de meias cruas muito encorpadas a
Dita de ditas muito superiores a........
Ditas de ditas braceas para seahora a....
Bicosda largura de 3 dedos, vara a.....
Groza de botes de louga a..............
Crritefs de linha com 100 jardas a.....
Duzia de phosphoroa do gaz a,..........
Dita de ditos' de vela muito superiores a
Peia8 de fita para coa de todas aa larguras
Franjas de linho para toalhas (vara)....
Bicos das libas por todo o prego, por pedido
que tenho do fabricante para acabar, a por iaao
nlo se olha o que custou, e slm o que da.
Ra da Senzalla Nova n. A]
Neste estabelecimento f ende-se: tj
cfn* de ferro' coarde KfcWtfl 10 rt. irte)
m
N. 48-Rua
da lmperatrizN.
Junto apadaria franceza.
48
maia
do
W
o
ra
Meias para *tirtiTa.
da bosf, na ra do Queimado n. 21. '
Leques.
Jdnem"" rttt;mTna,oia *wr **<>. -
Aos senhores sacerdotes.
d.m-ae pelo barato prego de 9 0 C.' J
cton.dHoj.dabo. f. S M '^:
Riscado monstro.
nI?de"9e ri,cfld0 "ro- szenda maito eco-
nmica para o uso domescolior terandiYar
gnra e oseu prego ser de 200 rs. o 5KI- o
ru. d. Imper.triz. loj. D. 20. do D^arl
Escrayosfugiaos.
ru. da
que ser
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, n. ru. do Queimado n. 22,
aa encontrar um completo aortimeoto de grava-
las de aeda pretas e de cores, que se vendem por
- pregos baratisslmos, como sejam: eatreitinhas
a vender tudo por pregos que arelase de lindas cores a 19, das eom pontas
ISmC.mf ufe .- J f I*. dH-s prelas bordadas a I96OO. di-
tas pretas para duaa volias a If ; na mencionada
toja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Uma barcada,
Vende-se urna bsreaga do porte de 35 caitas,
Sncslhada 00 estateiro do roestre carpinleiro Xa-
cintho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
las, aonde pode ser vista e examinad, pelos* pre-
tenden tes.; vende-se a pr.zo ou dinheiro ; a
tratar com Hanoel Alvea Guerra, na rna do Tra-
pich n. 14.
tueii$o& tameos maito
aoa.
Ttrdem-se lengos brancos muito finos, pelo
diminuto prego de 5JMO0 a* duzia, grande' pe-
chfncha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
ae^fixe9 para abrir1
atas.
Chfgflu nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de sardioha, doce,
bolacbiohaa etc., etc. Agora pela festa come se
muito deesas cousas e por isso necessari* ter
am desses caivetes cujo importe 19, compran-
do-se na ra e Queimado loja dar aguia branca
o. 16, a nica parte oade oa b.
Arados americano se machina*
pralava roupa:emcasa de9.P. Jos
hston 4 C. ra da >-r*alsi H.ll
feijaVd^ corda.
o armazem de Tasso IrmSoe, ra do! ftlaailil
muero 85.
Encontra-se neste esubelecirr.ento um completo sorlimento de roupas de todas as qualida-
des como sejaro paletots de alpaca preta de 39a 109. ditos de merino preto a 79, dito de paono
relo saceos a 79. 89 e I9, ditos de casemira de 79, 99e 12a, ditos de alpaca de cor a 39500. 49 e
79, ditoa de meia casemira de cor.a 49500 e pretos 9 5|. ditos de brim pardo e de cores a 39500 e
49. ditos brancos de bramante a 39500 e 49, de brim lr.ng.do a 49500. sobrecasaco de panno preto
a 169,189 e 20$, ditos com golla de velludo a 189, sortimento de caigas brancas de brim a 29500
8'8P02^121 dlc'ai de Cr ,*^00- 2*' 5*500 e 3- r,Uas d" S81"1!* de c0r B 2700. de meia casemira'
a d9, 89500 e 09, ditas de casemira superior a 6S500. 79500 e 99, ditas prelas a 4S500. 79, 89 e"l09,
e de outras muitas qualidades, sorlimento de cullete de todas as qualidades, camisas fraacezaa ae
todas as qualidades e pregoa.seroulas de algodo, de bramante e de linho por pregos admiraveia.
Um sortlmento de roupas para meoioos de diversos tamsobos, chapeos francezes para cabega de
todaa as qualidades, chapeos de sbl de seda admiravei pechincha para liquidar a 59500 e 69, ditos
para senhora a 4$ e 59, e outras muitas'qualidades de fazeodas e roupas feitas que se afiance ven-
der por pregos commodos.
Atten o idade de 25 annos. b.ixo, pouca ba b' bem
rZdeHa,,RCaP,ra,> e "be >8 Sad. pelo.
S,i n. 6Cihs roga-8e Pprehenaao do
Boa \Zl' PPdeSd 86r eDlre8e D0 da
ara* .!' a.V,UTa d0 Sr- F'orencio, que
ser generosamente recompensado.
fiT. R10-b0o,e? 20) a De8f Benedicta que
a.""".'0.Sr* Selu"no de Aquino Ferreirs!
l!ia,Mlld de Cbi" cada d. lialr.s ln-
Velh. 94?Uem Pegar' ,eve a u "Senzal.
auTJ^ll^vg.6Db0 Cuy"bica sito oa fre-
guezia d Agua Preta, em dias do mezde maio do
auno prximo paasado. o escravo Victorino, tem
os sigoaes seguintes: crioulo. cor fula, estatu-
de Tola TJ'","- lh08 ""10'1'oa, tocador
de viola, bastante sambista ; adverte-se ano n
dito eacra.o j foi possuido 'por um nhor de
aogenho do norte da provincii, e por iso"ao-
nZn"n8nd" t me8mo "ara 1"" "Sgare:
quem o apprehender. quelra conduzi-lo .0 mes-
Malrtr8d H* V? Kecife.c 28. na ra da
cMomrpend.:dBo<:',-V,8ta,q,ie 8er -oa.mentero-
Hontem pelas 4 horas da tarde fuaio ama
?8Cr\Ta P" D0We 0dorica.trajando vestido de li-
la cabocla, com mangas curias, dizendo que ia
para o eogenho de L.meiras, de estatura regular,
ter vinta ".nna ,0d8 US -deD,e8 pre8ent;
..ia. 5 D.M P0UCO wai" ou menos e es-
n-g,. S TelreS meze8' Vm* pegar leve-a
na ra da lmperatriz sobrado n. 4, segundo an-
dar que aera gratificado. e
Fugio no dia 20 do correte de bordo do
patacho Capuam, o escravo crioulo marinhei-
ro de noma Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprtdo e com
alguossignaesdebexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o ac escriptorio de
Antonio Luiz de O iveira Azevedo A C.
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho
generosamente recompensado.
1. T 0 diaJ19 de JDeiro do corrente anno, pe-
tasll horas da noite. fugiram do abaizo assigoado
dous escravos crioulos, ambos casados, sendo o
negro de nome Ignacio de idade de 30 annos. de
estatura baixa, cara marcada de bexigas, peroas
noas; ea escrava de nome Antonia, idade 25
annos, cor fula. bem fallante, e eat peijada de
pouco, tem bocea pequea, cabega comprida,
olnos grandes, e um lano agatsdos, bragos gros-
sos, ps pequeos ; estes negros vieram de Paie-
portaoto roga-se a todo e qualquer capitao d
campo a apprehensao dos ditos, e Ir.ze-los na
villa da Escada ao lllm. Sr. capito Thomaz Bo-
dngues Pereira. ou em casa do seu proprio do-
no, no eogenho da Barra, que ser recompensado
generosamente. v
Antonio Mximo de Barros Leite.
Ausentou-se no dia 18 desta mez a preta
cnoula por neme Rosara, a qual muitos a tratara
por Rosalina e por Mara do Rosario, bastante
baixa. chela do corp?. ju|Ra-S0 estar aravida de
3a 4 roezes, idade 16 a 17 aonos. feiges miudas
e um pequeo signal de bexlg.s em cima da pon-
randr0oi}arIZ- deDl6xS 0D* ,an, Um'"0 ""e0S
.T'-J^aos/e^i Plenos, tendo os dedos
graodesdospsum tanto aberlos. levou vestido
n!nJ rC,"Ut r.elh0 deolhinhos brancos.
panno da Costa j velho com li.tras azuea e en-
carnadas, muitocoohecida nesta praca por ven-
der aogu de milho de maoba e cangica te lar-
de, anda com o taboleiro e uma toalha em que
sanio nesie mesmo dia vendendo sng, filha do
sertao de Cabaceira, foi escrava de Victorino Jos
de Barros, o qual j morto, flcoa por herang.
a Joao fc.vangeii.ta Pereira de Castro, a quero foi
comprada nesta praca 4 aonos. tem rei forra
por nume Mara Thereza da ConceigSo que foi
escrava do mesmo senhor. e mora na ribelra nos
fundos de uma taberna que faz frente para a ra
da Praia. e vive de vender comer cozido : roga-
se as autoridades policiaes e capilaes de campo
ou a qnalquer oulra pessoa qae a possa preDder'.
que a leve a sua senhora na ra de Santa Rita
n. ,2, que aereo generosamente recoropessados.
Km 5 do corrente mez fugio o negro Joa-
quim. crioulo, de 22 annos de idade, natural do
serlao, estatura regular, pescogo corlo, e largo
dos pellos, olhos um lano brancos, com uma
marca nos peitos, e um tanto pachola : quem o
apprehender enteoda-se com Jos Affonso Fer-
reira, pu no eog.nbo Aguia Fria, que ser recom-
penaado.
Fugio doengenho Pedrea freguezi. de Bsr-
reiros no dia 8 de dezetobro de 1861, o preto Js-
nuano, crioulo, idade 25 a 30 annos, alto e cor-
pulento, pouca baiba, jes apalhetados, e tem
eacroios volumosos, bem Isdino, o referido
pratofoi OoSr.Felix daCunh Teizeira, mora-
dor em Fora de Portas desta cidade, e consta ter
muitos conhecimentos em Ma ricota : rogase a
aprebeosao do dito preto podendo aer entregue
ao Sr Joa Joaquim Gomes de Abreu na ra do
Imperador n. 17 ou no e-igenbo Pedrs, que se-
r generosamente recompensado.
DE
U M th
se pode
Nest deposito existe grande quantidade de louca e de todas as qualidades. o que
.deseja(r de bem fabricado e de boa qualidade de barro, com a .propriedade de conservar a
sempre fra, como sejam jarrss, ce.friadores, muringues, quartinhas, garrafas, copos para agua ele.
De obras vidrada'.
B RBALIIO (CiB
41-RUA 0111PERAD0R-41.
)
Aviso.
No da 28 de jnlho de 1861 fugio do Gurinhe-
sinho, freguezia de Guarabira, o escravo Joa-
quim, cabra, com 40. aqnos, cabellos pretos e
qunsi carapinhos, tem o"rosto descarnado, pouca
barba, pannos pretos as duas faces, nariz afila-
do, olhar velhaco. bocea regular, denles inteiros,
limados e gastos, pescogo era grosso desde
nuca at o tronco, hombros cabidos a ponto de
nao sustentaren) os suspensorios, altura regular
pea e moa grandes, chaboqueiros, chelos d
veas, multo bem empernado, tem bons bragos,
talla pouco, cortez, gosla de cantar Idas, est
acostomado a almocrevar e a tirar gado como
tangedor. Dous dias depois de fgido epparecen
em Bezerros, u'onde veio para o Becife em pro-
cura de cerio individuo qae lhe deu valhacoulo,
e presume-se que est agregado a algum eoge-
nho. O dono protesta usar de lodo o rigor da fel
contra quem o liver oeculto : quem o pegar po-
de leva-lo ao seu senhor Jos Justino da Costa
Briio, no lugar mencionado) ou ao reverendo Dr.
padre Joaquim Graciano de Araujo na rna da
Santa Cruz n. 64, que ser generosamente re-
compensado.
Attenete
Fogio do RibhSo de Psnellas', tm mualo de
estatura baixa, corpo grosso, denles limados,
olhos pretos e grandes, cabellos csxtsdo, e pos
regulares, cojo mulato re chama Faustino, fe
Tem ricos vasos para flores, talhas. alguldareade todos os tamanhos, assadeiras, boiea com tsmpos esem eiles, panellsaperabater-sebolos, escarolas-, enuzas, frlgfdeiraa e mulis-ou'- de algodio asal. Foi visto nesta praca em diss
Iras peeaa-que seria etifadooho meneioo.r. da semsna atrasada.em um comboi vindo diqflM-
0 proprietario desta fabrica primeira desle genero entre nos espera oWer db reepeftavel l logar. Roga-se a todas as autoridades e ca-
pMice< animagloe concurraocia e para conseguir es3e flm vende a sua louca mala barata do* uue f^l8i?s drearaptt a capturad uJato. o
at aqui se venda nests cvdade. ... H qhal podar ser entregu no referido loga?ao ai
. Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos pregos commodos porque vende d$ 10 sbnnbr,'Domingos Antonio das Nves, ou nJ
por cento de abate para quem comprar de IOO9 para cima e dessa qsjantfa pata* metfis^' tflo 5! prsga enSr^ Manoel Ignacio de Oliveira"*
pnrceotrx !q^ i^rJsaHrrnibra coro generosidSde. fj_
Qualquer encommeoda podo ser entregue no deposito da fabrica ru. do Imperador n. 41. 1 sim, protesta.se coatra quem c tirer acontado
J 4 Jll ITlIl A risTNl


'


DIARIO DB PEBNAMBUCO. QINT4 FEIHA iS DE JAHRIRO DE 186a
Literatura.
D qie seja a medicina en sna es9en-
ca, e da que entre as em sias
applicacdes.
(Coniiouacio).
II
Aciio, j n>o sari ama reslidade a vasta scieo-
cia de Galeno? Ou lera ella le conturoido em
eua arcauos, desapparecido em seus yriocipios,
e em aua proticuidade T Tdo essos trabalhos
veneraveis, de mais de oilocenlos annos, untas
cabecaa tritralas peles ioaccessiveit difficuldades
que offerece o humera physico, iolelleclaal e
meamo moral, oio serio anda dlgooa do mais
alto respeiio e veoeracao 1
O eatudo do homem, cadver, vivo, lio, doen-
te, no eatado de aui razio e (ore della, isto .
da anatoma, da physiologia, da paidologa, da
psycologia, da hygieoe e de ludo que cooatitue
tio grande scieucia da naturexa, como a mede-
cioa inclusive a pbiluaopbia, que como acieocla
noulogica (arito se relaciona com a cosmologa
para maoie-la em aua Imoeriosidado, ser urna
coimera, urna mythologia? Teria por ventura An-
dr Veaale perdido lano lempo, tanta dedica-
rlo ? Cotugoo lambem ? E ambos no iouul
detappareciuo com ceolos de hornees como elles,
apostlos venerareis da sciencia de curar que
Ibes dera laolo renome, e essa gloria de que fal-
la em aua sabedona o celebre Ventura respeito
do segundo. ?
Sera duvids, que Coi pela medicina que Bi-
chst, o celebre Bienal, fallecer lio mogo aioda I
locoocusso lidador peloa maravilhosos segredos
da natureza material do homem, com o escalpel-
lo em punho eolre a podridao dos def untos, snu-
be esse grande espirito conquistara maior repu-
tarlo que pode-se neste mundo sdqoerir. E
desse grande nome que merecen a admira-
cao de toda a Europa, levando o depois de sua
prematura morte at o Paotheoo, quasi com as
honras de um principe, chorado por lodos os sa-
bios, admirado por todos os genios, o que seria
em paizes mal constituidos, em que se nao apre-
cian) debidamente os homena e as cousas uteis ?
E' iocrirel, na verdade, ver entre usa scien-
cia mais complicada do mundo, a de que mais
tem-ae oceupado os grandes espilos em todos
os seclos, reduzida i arte mais fcil d'eolre as
que por ahi vem-se eiercidaa.atpor homeos das
ultimas carnadas sociaea; verdade qqe ao enten-
der de urna ignara multtdio.de certos svcophaotas
que nao cessam de como tal apregoa-la.sem que de
escarment Ibe possa servir a propria cooscien-
eia o anaihema dos homeos peosadores I Sim
cusa a crer que a lgica natural de lodos os po-
ros ci'ilisados, que o bom seoso e a razio mais
trivial, nao possam aoiecipar, ji nao digo aos
rsticos, porm mesmo urna parte dos que se
dizem illustrsdos, e que o sao entre esta popula-
cao, scoosequeocias perniciosas da mais crassa
ignorancia, em flgura de sciencia, contra a me-
dicina que, verdadeira como involve indubila-
velmenle a physica, ach miro, a botnica equa
ai todoa os ramos easeociaes de coohecimeolos
humanos I Cusa a crer que se nao pense que
se urna arle qualquer demanda, para aer suffi-
cieniemenle pralicada, meslre, lempo, estoico,
exercicio eioclinaco, com maioria de razSo, de-
ve carecer de profundos esludo*, de fadigas
mullas vezes insuperaveis, de talento nao vul-
gar, de principios, de looga pralica e experien-
cia (porque indahilavelmente sao os principios,
os pynlampos da pralica na vasta escurido do
organismo), a sciencia da orgaoisacio do homem,
obra mais complicada de todas as do Creador a
medicina, a cirurgia I Entretanto, que a expe-
riencia tem mostrado urna verdade, e que
tanto maior a sabedona de um povo, lamo
mais nelle lavra a illusiracio ou que mais ex-
tensiva sua verdadeira religiio, quanto tam-
bera mata venerada a medicina, mais conside-
rados sao lodos os que ella se dedicara regular-
mente, e que a exercem com principios.
Assim, a Franca, essa Alexandria de nossos
tempos, centro de toda a civilisacio moderoa, de
toda a illuslracio dominante, justamente o paiz
oode a medicina mais floresta, onde os homeos
de talento, que ella se dedicare, sao mais dig-
nos de respeito, e da publica considerarlo.
O medico que em Pars ebega a gaohar reno-
me cusa de seus estados, de sua dedicacao.
forte em sua consciencia, conseio de sua posico,
nao carece lancar-se aos pea do goveroo, cercar-
se de bumilhxcio, para obter honras e cooside-
racoes ; em todo o caso um homem venerado,
considerado, tanto quanto pode aer ouiro qual-
quer, em outro genero de vida, ou em outra qual-
quer proflssao. Porque la, os homeos se oso
distinguen) pelas positdes que oceupam, mas pelo
que sao nessas posices.
Donde resulta que o medico, o advogado. o
artista, conseio cada qual ao que e do que vale,
nao necessitam de especular sitelos arraues para
fazer fortuna, com quebra de sua digoidade. e
de sua proflssao ; pelo que sao, e pelo que va-
lem, islo i cusa de aeu talento, de seu sa-
ber, fazendo prosperar a] sua sciencia ou a sua
arte, que mullas vezes loruara-se ootaveis em
todo mundo, admirados com estima, como cen-
tros vivos de luz, cojos ralos por entre a huma-
nidade vio prodnzindo seus beoeUcios, e largos
effeitos. E laoto assim que de per si s pouco
valem as posices offlciaes ; que mesmo os que
as oceupam entre os priraeiros, Da poltica por
exemplo, i imiaco de um Guizot, de um Tirs
procuram setnpre um renome, urna gloria, alm
das honras que d'ellaa podem provir ; pelo que
oo pensando ou historiando, offerecem ao mun-
do theaouros que encerram toda sua immortsli-
dade. E quera queira recorrer historia ver
mais ; que em parle alguma do mundo a medi-
cina floreaceu tanto como na Alexandria. Os sa-
bios que all tinham estabelecido a sede de seu
imperio procuravam sempre a maior celebridade
em suas escolas ; seodoque, seguodo conta Ara-
mlen Marcelino, no remado de Valeos, era bas-
tante que se a estudasse para ter-se direito i
estima e conlianga publicas. E' facit enlio de
comprehenier-se como foi que S. Clemente no
areopigo, entre tantos sabios e doulores ja' tao
Cheio de sabedona, chegou a adquirir laoto gosto
e lana dedicagao pela sciencia de Celso. E nao
FOLHETIH
ORIGINAL DO DIARIO DE PEBNIIBCO.
a carapicITe ie to
ou
RECORDARES DE UN HOMEM YELMO.
POR
YOUMA.LE.
(Contiouacodon. 11.)
V
O commendador Felicissimo Afortunado da
Maia. seohor do engenho Tury-Aas. na comarca
de Villa-Bella, e capnio-mr por graca de Ueoa
e de S. M. el-re D. Joao VI; viv, oraioara-
menie oo seu engenho, viodo de vez em quaodo
passar um aono ou outro na cidade do Recite
oode possuia diversas moradas; sendo urna dal-
las urna bella propriedade situada oo lugar da Ca-
sa Porte, onde gostava muito de aaaietir.
O Sr. Felicissimo Afortunado, gordo e bojudo
totBO ara frade, posauts um pouco dessa igooran-
Cla e reihacana inherentes esses Qlhoa do ocio
e da pregmea.
De carao acobreado, olhos peqoeoissimos e na-
riz bastante deprimido, que, da envergonhado
pareca esconder-se entre as enormes suissas hu-
tas e rulvas, que Ihe ornavam as faces; cabeliei-
ra Baguio) e ama queixada aemelhante i aquel-
la com que Sanaio matara os mil Philisiheus ;
digam-nos ci, que o Sr. Afortunado nao era um
bello e perfeiio Adonis, capaz de fazer arrear ban-
deira i todo o genero mulheril II...
O seu gosto, peto veetir, era lio original como
a sua pessoa.
Paletol-tack de casemira alvada, com gola de
velludo verde-pinhio e boide. cor de caf f c.lp
de ganga smeMl. e cohete o. vallad! bo de
grandes x.drezes encarnados e preos. ."ore o
qual se daseohava urna caoa 4o oero. de lns
lio grossos como casiaohss oe cai, toda cheia da
perendengues e bugiariaa; ebapu de palha do
Chyli de abas de mais de palmo de largura tal
ra o veatuario da campo do Sr. capuio-mor
bem entendido, no Recife ; pois que no ee te-
lar, diziam : anda va de camisa e ceroulas maia
peraa. "*"
O Sr. Felicissimo ara tIuto ; mu lavara, mui-
16 S. Clemente, como Lartanclo, S. Ambrozlo,
S. Cypriano, S. Basilio, S. Gregorio, S. Joto Da-
msseeno, que fot medico perfeilo, aprofuodaram
a sciencia medies, considerando-a a pnmeira, a
mais nobre d'entre aa nobres.
B por ventura oque vemos em nossa larra?
Que nova sciencia essa que procora-se aqui
deificar, capai de curar o homem eofermo, co-
nhecendo todas as molestia*, epplicaodo todos
os remedios, sendo qu tambem eati au alcance
de todas as intetligencias, de todaa as proflstes,
desde o quebrador de pedras, o marmoieiro, al
os grandes do imperio, passaodo por samaritanos
niios em pregados, rbulas ruina, que frenticos
procuram conspurcar o santuario augusto da nos-
ss ciencia I
Verdade que em ,todos os tempos as cien-
cias especulativas form objecto da iovaaio au-
daciosa dos espritus fracoa pouco logicoa, ou
mesmo que, nio o sendo, ao facis em transpor
a esphera de seus mesquinhos eonhecimentos; e
a medicina entre elles, sendo a sciencia mais
vasta, m>ia complicada de tolas, a que lam-
bem mais lem soffndo as consequenciss perni-
ciosas desla regra fatal. Pelo que. lera-ae visto
que em toda parte do mundo, mesmo em paizes
assaz adiaotadoa, os menos habilitados, os mais
empobrecidos de recursos oleltectuses, em ludo
ou quasi todo nimiamente Ignorantes, com a au-
dacia que lhes prooris, i semelhaoca do ceg
que em vasta eacuridio apalpa at que eocooire
paredeem queaeesbarre, sao justamente os que
msis sptossejulgam a penetrar os aotros da oa-
tureza, a acertar com o difOdl se nio com o
impossivel, com o quo esti frs al do alcance
dos sabios e dos proflssiooaea ; sendo que, em
materias de medicina, sobe i pooto esss especie
de mooomaoia de os levarem a achar o que nem
Galeno, nem Boevhave.oem B-ovrn, nem Brous-
ssis podersm schar, islo a chave da medi-
cina ; chave, que Hahnemann cuidando ler de-
fensivamente achado sob a pressao de urna es-
pecia de exaltacio, commelteu os maiorea ab-
surdos, como commeiteram no muodo poltico,
em 18(8 na revolugio francesa,um Pruddhan.um
Barbes e outros, que atacaram al s propriedade
e o sacramento do malrimooio, mediante os prin-
cipios mais errneos e subversivos que flzeram
estremecer a aociedade, erros, com os quses o
mesmo Hihoemsnn formulou essi doulrios, que
o pooto de partida dos maiores absurdos,a foote
hoje de tanta especulado I
Has, se tudo isto tem-se dado em todos os
temos, em tods a parte,e mesmo nos paizes maia
civilisados, apesar de toda a vigilancia dos gover-
nos que prezsm a vida e a saude dos povos, ape-
zarde toda areaccao da parte dos mais vigorosos
athletas da sciencia, e defensores da humaoida-
de, nio tem sido jamis com o escndalo e es-
carneo, que eolre nos pralicam os cursodeiros.
Sim : consiituem-se mdicos, de um dia para
outro, ceios de homeos rsticos, sem as mais
leves nnces da natureza do organismo, de sua
estructura, e de suas lels, e alioham-se suda-
ciosaraente em frente dos mdicos, em face do
goveroo, e das academias, pars exercerera a me-
dicina.... cousa estupenda, que so se di em
paizes mal constituidos, oode a humanidade
urna chimera, a razio urna loaca, a ordem anar-
chis.
Pois que I Quera depois de tantos estudos, da
abertura de lanos cadveres, da frequencia de
tantos hospilaes, ds ieitura de tantos litros, das
lices de lautos mestres, da assidoidade de taoloa
anuos pouco ou nada sabe, mal como se diz, s
nao matar, porque capaz de saber, por ser assiz
habilitado, o Igoorante de tudo, que tstuia em
urna ooute toda a sciencia nao deve exercer ns vi-
da toda ? Jue mune-se de um folhelo, e de mais
moisi duzia de vidrinos, e se alira oo meio da
sociedade, a proclamar-se, conhecedor de todas
as enormidades, applicando lodos os remedios,
insudando todos os mdicos I
Verdade que a sciencia medica, e os que a
esiudam e exercitam regularmente, nio podem
ser respoosaveis pelos erros dos que s au com-
prehendem, e mesmo se nio abalam fcilmente,
com os rugidos. De loncos que i elles se ati-
rara ; por que esta sciencia urna somma de prin-
cipios verdadeiros urna agglutinacio de ideas
claras, e urna serie de fados bem apreciados ; e
nem os priocipios, e nem as tias, e nem mesmo
os tactos bem apreciados, podem como ae foltua
de urna arvore frondosa,e aasis crescMa, cahir aos
sopros esbofados anda que sejam de um milhio
de boceas. Sendo que os mdicos jamis podem
ser os mioislros respoasareis da soberana da mor-
te, sempre ioviolavel.
9 ceno que, de taes escanda-Ios nao podem
deixar de resultar males incalculaveis ao povo e
i sociedade ; e quaodo grita o louco sem cons-
cteocia, o nescio sem a razio, o atrevido sem a
justica, li de um canto ou mesmo do meio da ra :
tal medico matou por ter morrtdo este ou aquel-
lo doeuie, apesar de todo o esforco da sciencia,
se o elleito nem um para o que ae presa, que
sobraoceiroolha, quando de si lem consciencis e
le seu dever, para as calumnias de mi tero
todava a tendencia que em eral tem-se de mais
facimente crer-sena mentira do que na verdade,
venha ella d'onde vier ; tendencia, que coocorre
para o deseovolvimenlo do charlatanismo, coo-
fuodindo os factos, os bons resultsdos dos estu
dos do medico, sua dedieacio, sua gloria, cora os
embustes dos curandeiros, com as doulrioas fal-
sas que nio cessam de pregar qaolidianameote.
O mais que para (sto recorrem sempre i im-
prenta, na certeza de nio serem convenientemen-
te repellidos. E a mentira revestida de um cor-
to carcter e tado quanto humanamente impos-
sivel, vai sendo diariamente lido e bem mal aore-
ciado pelo valgo E por que este sempre Ihe
favoravel, e como da parle dos profissiooaes ha
o receio de serem na mesma imprensa oflendidos,
e injuriados quando queirara desma>cara-los, re-
sulta que della sejam o triumpho, posto que ephe-
mero, e quando tambem grandes males j tenha
produzido. E raro nao ver jalgar-ae bem do
valor ntelleciual, e mesmo scieoiiBco, de certos
individuos, s por serem elles fortes atiradorea
de insultos, ageis manobradores do azorrague
contra o que ouse vir i impreosa coolestar-lhe
a audacia, o charlatanismo, os absurdos, na ou-
blicidade.
E agora perguntaremos : ae os mdicos nao
tem cooscieocia de sos alta raissio, como que-
rem os curandeiros e maldizentes, que, em geral
to lempo mesmo ames do fallecimento de sua
mulher, urna existencia toda de voluptuosidades ;
vivendo como um velho e libidinoso sullio, nos
bracos das suss odaliscas, que taes eram as es-
crsvas de todas as edades e cores, que elle rece-
bia indesiiactamente em seu leito.
No sea modo de vida, arrsojava-se de maoeira
tal, que nunca o prazer Ihe fallaste e eslivesse
sempre debaixo de mao. No Recife. a sultana fs-
vorita era ama parda, que elle tratava mesmo
oas barbas da senhora ; no eogenho, porm. era
urna gorda e alentada rapangola da costs d'Afri-
ca, que, como a msis querida, Ihe governava o
vsslo e bem fornido serralho.
A eatopidez desse homem tornra-se prover-
bial, e ae nio fosse um sobrinho, que Ihe admt-
nistrava o engenho, talvez nio tivesse elle urna
lio boa foituoa, como a que possuia.
Na poca em que fra agraciado com a com-
meoda, de que lano se ufaoava, rauilos se ri-
ram i custs do pobre Afortuuado; e tal foi o ca-
so que merece ser regiairado.
Espslhou-sea noticia deque elle fra contem-
plado em urna eoxurrada de ttulos e eommeo-
das; um amigo que desejava lisoogea-lo, com-
pra um crachat e maoda-lh'o.
Ora, o nosso capilio-mr, qae recebera da cor-
lei presente egual, achou-ae muilo erobaracado;
nio aabendo como ae arrsujaria com aa auas duss
commendas.
Foi-se ter com o sea compadre aertanejo, que
aerapro o acompanhava oas suas vagens ao Re-
cife.
Ah 1 s compadre Man Xico, sabe voc
qu estou munto atrapaiado ? exclamou elle logo
ao avita-lu.
Pro que home f perguntou-lbe o compadre
admirado.
Bu ji sou eumendadd.
Pro m dl*en, *d compadre?!
Qua I V pro que o primo Z Naris, que foi
pro Rio e outro d\a, me mand urna cumtnda e
o Janjo do Caniu Alegre, me manifd ostra que
compr.
I*ao qu'4 d'amigo, s eompadre. Tem vo-
ce-mec duas cumendat, pde urna em rifta a ou*
tra em baixo.
Mas, s Man, aa todas iuas sio da meim
rde?
Anido, non sel. Progunte o s compadra
espitio.
O eapitio era meu to, que, depois de ter esca-
lado o novo commendador, disse-lha:
( cousa admiravel I) sio sempre os que constan-
temente mais ae utilisim de aens cuidadoa, do
seus esforces, sem estipendio algum, nem da
amizade, oes mesmo do dioheiro, sendo elles
bomens mais ou menos illustrados. de educacao
superior, como se oao pode contestar ; se so lu-
cro pecuniario sj os mdicos capases da sscii-
flesr a vida de seus semelhaolei. sui honra, seu
crdito, seu juramento, a par que o esiipeiidlo
urna necessidade que com algum> razio deve ss-
hir das mios dos que podem, com a devida rea-
triegao, para que se possa por outro ladosoecor-
rer i mendicidad?, que bem pouco abrigo encon-
trando na caridade peblica, recorre consianle-
menle aoa mdicos; se elles nao se compenetrara
do desejo e alto interette de salvar seu* (len-
les, desejo e sito ioleresse que esli escriplos em
seucoracao, porque estio escrlptos no coracao
do genero humano, e em o do medico aioda com
maior tmpressio, pela natureza de aua vida, pe-
la grandeza ds seu objecto,pelos preceitos de sua
escola ser o cursoleiro capaz de sacrificar
ludo vida, honra, vigilias, pe humanidade?
Seri oespeculsdor, o ignorante, que repulacio
nio lem para perder, o compenetrado de altos de-
vires para receiar empregar o medicamento an-
tes de o ter estudado, e a molestia a combater ?
Seri o curandeiro, o escravo da inepcia, o dis-
cpulo da trafleaocia, o compenetrado do desejo
defaier bem, sem outra recompensa mais do que
o mesmo bem, a gloria, e o renome?
Sim ; nio sero esses xofrsngos, que so meio
dia nao piaritm nunca, se nio fra tanto deleixo,
tanto indifferenliamo, e memo lauta irreligiao
(polt a reiigio, se impe na cooscieocia o de-
ver na cabeceira do doeole, tambem o faz aos
governos ns sal vacio dos povos) os msis habili-
tados para, sobre a natureza de urna epidemia,
daa eofermidades que fl-ig.-llam" os homeos, e
dos meios a empregar para debella-las, julgarem
audaciosamente de tudo, como sobre o juizo dos
proQssionses, que na sciencia aabem procursr os
principios, o na pratica por elles, a melhor ap-
plicacio.
E, se nem todos teem habilitaces. porque a
sciencia difficil, mesmo d'entre os que i ella
se dedicara cuidadosamente, resallando disto
que nio devam aer acreditadoa na facilldade com
que emiitem juizoa, muito meooa dever&o ser os
que osda estudam, os que pouco comprehendem
aa coutas, mesmo as de primeira ioluicio.
Loacura por certo, que s ae procure os que
nio teem vista para apreciarem o subtil no cbio
das difficuldades. Ora, se aquello i quem morre
o pai, a esposa, o filho, a mii, clama, em seas
lamentos contra o medico, porque nio pode cla-
mar contra Deus : islo quasi sempre o resul-
tado iostindivo, que offerece a dr na occasiio
de perder alguem o objecto amado ; e que em
oada pode aggravar o aeotimeoto do medico, que
obra de cooformidade cora a sua consciencia, e
com o seu dever ; porque elle sabe que aps a
dr vem a reflexio ; e desla, mais tarde ou mais
cedo, a juslica para o medico.
Nio contestamos, entretanto, que muitas vezes
o medico, mesmo seodo assis experimentado,
pode commetter erros que comprometan) vida
de um ou de outro doeole ; mas que os erros
do homem profistional, abalando-lbe a cooscieo-
cia, tambem podem-lhe trazer, pelo menos, o re-
sultado da experieocia, em proveito de outros
doenles, que estejam em Idnticas circumstan-
Cias.
Mas ha ama differenca rnuiln nolavel entre o
resultado do curandeiro e do medico, e que oio
coovera aqui esquecer : e que entre ce doen-
lea, por exemplo, o medico pode perder um,
dous, ou tres mesmo que sejam, errando o tra-
tamenlo empregado ; em quanto que o curandei-
ro s salvara dous ou i tres, comprometiendo
i todos os maia, meos aqueliea de cuja salva-
Ci possa encarregar-se a natureza. Porque no
primeiro esli os principios, s lgica, a expe-
rieocia, com os priocipios, mais ou menos bem
applicados, a razio e a cooscieocia do dever; oo
seguodo, a cegueira do oyclalopo, que, a taclear,
procura ao mel dia o que i casto s poderism
slcancar vistas aproprisdas.
E cousa admiravel aioda ver que, por mais
que os homeos proQsaiooses spteseotem factos,
dos quaes, por sua natureza e importancia, bas-
taran) dous ou tres psra consolidar aua repula-
cio, ludo pouco, e necessario se torna que es-
tejam sempre a aprsenla-los para maoler essa
repulacio ; ao lempo que, seodo fcil ao curan-
deiro multiplicar na historia aeua feitos, assoa-
Ihar na mentira suas facaubas, apenas urna des-
tas Ihe basta para solidificar sua nomeada ; por-
que em lodo o caso elles multiplican) essa fa;a-
nhs por cem ; ns falts de consciencis oceultsm
os estragos que commettem, culpaodo aos med
coa para serem mais acreditados ; e astim, como
perdidos na consciencis, nio recuam diante d
Deus e da boa gente que os coulempls.
Entretanto, desde que os mdicos se resolvsm
a deixar que a medicina Oque i merc do char-
latanismo, ds cegueira do vulgo, que, esmoreci-
dos uos disnte Ja nuvem de cursodeiros sempre
apoiadoa pela mi opimio, com elles se confun-
dan), com elles coodescendam, elles ae cur-
vem, rodeando cahir uo desagrado do mesmo
vulgo, alias sempre disposto a mais fcilmente
aeguir o erro, o inverosmil, do que o verdadei-
ro, o difficil, qae fra est de sea alcance ; ou
que, dispersos pela cega ambicio, carregados de
ioditferentisrao, rasguem seus livros, abaodonem
seus mestres. sua dignidade, sen sancluario, sua
religiio, em procura de oulras honras, de oniras
glorias, que nio sejam aa que posssm provir de
sua sciencia ; ou antea era procura somente da
riqueza, do dioheiro, que por cerlo houraria
sempre, se nio fra as mais das vezes resultante
da offensa das leis e ds mocslidada publica, e
por islo mesmo veoerada, como o oio por
certo, a que s representada pelo sacrificio,
pela sabedona e pelo talento.... todo aera, te-
oio para sempre perdido, porque a scieocia oio
morre, a verdade nio perece, ao menos por lon-
go lempo !...
Por que eolio, em vei de ser a medicloa um
progresso, urna gloria, um verdadeiro thesouro
de beneficios incaiculaveis, revestida em toda a
plenitude de seu verdadeiro carcter, seri antes
um objecto de especulacio, um assumpto psra
epigrammas insulsos e muitas vezes brulaea.
Verdade que, oas circuinstancias setuaes,
entre nos difficil ser castigar oa curandeiros,
Eato, o Sr. Afortunado recebeu duas
commendas? I...
Urna do primo Z Mara e outra do id Jan-
jao do Cauto Alegre.
E oio atina com o que ?
Como na tina ? I *
Pergnoto se nio sdevinha para o que 1
L uso non.
Pois, Sr.Simplisstmo...
Felicissimo, s eapitio I
Pois, Sr. Pelicissimo, ama commenda pi-
ra o aenhor commeodador, e a outra para sua
mulher, a senhora commeodadra
8rio?l
Seriamente ; como se fsz.
Bom I e o compadre Moni Xico, que disto
se nio atembroul
Nem po iia-se lembrar, pois oio commen-
dador. Esta honra a cabe aos homeos eminen-
tes, como o Sr. Afortunado.
No domingo seguinte. i hora da mina, diri-
gia-se o oosso homem matriz de Santo Aoto-
oio; cooduzlodo orgulhosameale pelo braco a
sua Ev, pobre fllha dos malos, egual em espiri-
to ao marido. Cada um delles levava, depeadu-
rado ao peacojo por urna da encarnada, de lar-
gura descommuosl, um dos fallados eraenata;
pavoneando-se altivamente peto meio da praca,
com graode applsuso da mulliaio.
Taes eram oa frequentadorea habituaes da nos-
sa pobre casa.
VI
Poli, aanhoraa, diza o Dr. Moura, hornera
cbio e hoorado, e um doa amigos velhos de meu
lio ; tal a minha opimio. Nio podemos negar
urna cousa evidente por si mesma ; um axioms
comodizia o meu defuoto professor de malhe-
maiicas; e qaeeeotimos pulsar em oosaos cors-
eos, mu grado nosso.
lias... neaae caso, redarga um doa cir-
cumstantes ; tachar-nos i todos deinvejosos, o
que bem doro e difficil de digerir
-* ioveja um sentimenio demssisdsmente
baixo e vil, Sr. Felippe; e preciso qae um ho-
mem se despreze bastante, para coafessar-se do-
minado por semelbante psixio.
Mss. esss psixio, no mea entender, nio
aaia do qae o egoismo levado ao ultimo grao.
E' verdade; eoneordo. Todava, nem todos
os homens sio tnvejosoa, como o aenhor mesmo
sesba de o dizer. O egosmo innato no genero
humano; elle o domina em sastor on menor
griu: ala a differanca. O noaao primeiro mor-
de,
te-
pereegui-los mesmo at eoxots-los do ssoctuario
qae lio ousadaaeote profanan.
Mas, qae importa ? quaodo ae tem a certeza ds
justica no futuro ? Quaodo no tolero hio d'elles
morrer como demonios, no desespero de ums
maldicio eterna laucada pela humanidade que os
espera ? Em todo caso, bom que fique regis-
trada nos anmes da historia do paiz a traca voz
de um dos mais indigoos apostlos da scieocia
Demais : qual a ciencia, qual s doulrina, qual
a le, que possa por ventura, por muilo lempo
prevalecer produziodo seus benficos effeilos,
sem atropello rapaz de entorpece-la em tuas ac-
coea, sera sectarios que a susleulera, que a de-
fendam ? Como poder a medicina oamiohar en-
tre nos, no meio de tanta aoarchia, de lana al-
gazarra, sem que ao menos haja ama corporaco
de mdicos que a susteniem enrgicamente?
Se o singue de Jesua Chritio, foi bastante pa-
ra regar a arvore aaola de nossa religiio, cujas
fllores, se coovertendo em fructos salutares, de-
veriam um dia purificar o gsoero humano, pars
que podesse penetrar a grande espessura da in-
credulrdade, estabelecer s f da arca santa da
verdade, afugentando os impos para abrir cami-
oho aoa bons, nio foi sem grande esforco dos
discpulos amados, no meio de ama carnificina
horrivel, atravez de tantos seculos, depois de
tantos sacrificios.
Sim : fra previsto por Deas que a sagrada
doulrina jimaia poderla ser assaz compreheadida
pelos homeos em solida em toda a sua moralida-
"!, aem que entre os escolhidoa da pobrezs des-
ase a cooversio de doze sabios apostlos, pars
- um da sagrada coosummscio ; que S. Paulo,
por exemplo, estabelecesse a verdadeira paz eo-
lre os sentidos e o esuirito, mostrando em um
maravilhoso desenvolvimeoio o pacto de allianca
entre a potencia a'alma e as torcas ds carne, en-
tre o homem animal e o homem espiritual, des-
eovolvendo o flm para que deve tender a exis-
tencia humana, explicando cora inaudita sabedo-
na a stbedoria encarnada tiestas meraoraveis pa-
lavraa Ipst aulem Deus sanctificet voxperom-
nto; ut integer spiritus vester et anima et cor-
P***ne querela in adventu Domini nostri Je-
su Christi tervelur a ; qae fkesse com que se
conhecesse toda a doutrioa do evaogelho sobre a
sciencia humana, e que anda hoje ensinam os
grandes physiologistas.quaodo recoohecem a forc
9a vital [spiritus) o principio a'alma ou do senso
intimo (onirrw), o elemento vislvel [corpus.)
E como haviam os apostloos de plantar a ver-
dade sem preparar os homeos ? Seria o mesmo
que, em procura de boa colheila, em rido ter-
reno laucaste semeotes, sem que amanbada foise
antes a trra, mi Inexperienle cubicoaa de sabo-
rosos froclos. A tempornea era entio o meio
mais aproprlado. E S. Paulo a ensinou som du-
vids debaixo daa regras e preceitos mais severos
de urna sia hygiene, porque elle bem ae funda-
va nos coohecimentos profuodos ds nstureza hu-
maos ; e partiodo do principio omne peccatum ex
ira corpus est, considerou o peccado como ums
nfraccao das leis primordiaes da vida na harmo-
na vital. Sendo certo, que o mesmo Hyppocra-
tes, em seus sabios preceitos sobre a temperao-
ca, nao chegou tao alto qusnto chegra S. Paulo.
A caroe conspira contra o espirito, e o espiri-
to cootia a carne, diz anda elle ; sao dous Ini-
migos que se debatem. E o que faz a religiio ?
Impedindo que sa destruam, mantem perfeita-
mente o equilibrio, a paz de cooformidade com
as lels da tempornea. Eis aqu tudo.
E' confundir as leis da nilureza, peccar, diz
o sabio Aguessou, contra a uniio intima existen-
te enire o corpo e a alma, o abusar da forca exer*
cida pela alma sobre o corpo, ou pelo corpo so-
bre a alma ; or de encootro i harmona esta-
belecida entre um e outro.
E Tito Flavio Clemente, santo e doutor da igre-
Ja, que viveu 00 flm do segundo ao principio do
terceiroteculo, leodo abracado o christianismo
com summa f, e dedicado pouco commum,
tendo aberto em Alexandria varios cursos pbli-
cos que merecersm urna voga prodigiosa, escre-
vendo obras importantes como os Stromates, mas
sobreludo em seu Pt-daggo, manifestoa sempre
coohecimenlos extensos sobre a physica e a me-
dicina era particular, procurando igualmente con.
cilio -la com a religiio.
Ora, se a religiio para caminhar preciso foi
que na propria natureza humana aplainasae o
camioho da aalvacio ; se ella para suslentar-se,
para aeguir camioho direlio, careceu sempre da
palivra e da forca de lanos beroes da sabedoria,
de tantos doulores, seodo que anda hoja mais
do que nunca loroam-se precisos para estabele-
cer a paz na obra da couiiouidade do espirito re-
ligioso e chrislio, como que a medicina, obra
da razio, do esludo, da experieocia do homem
lr**ll> poderi aer maolida no p a que a levaram
oossos aolepassados, sem urna voz que se levan-
te em sus dafeza, sem ama penoa que a susten-
te em suas perseguirles ?
Dr. Carolino.
O movimento blgaro, suas cansas e
conseqnencias.
11
(Continaacio.)
Procurando satisfazer ao governo, nio feriodo
ao mesmo lempo o seotido popular, elles disse-
ram aos seus compatriotas : Iremos ao palacio
do patriarcha para oio desobedecer Porla, mas
nao o reconbeceremos: o nosso passo nao teri
puiro valor mais do que urna visita de mera po-
lidez. r
Este raciocinio nao sgradou ao povo, que en-
chergou em tudo isto slguma iolriga. e marchou
logo para os cheles do movimento, manifestando
os seus receios : avista do que os chefes trataram
de etlectuar a uniio. J dissernos como ss cou-
sas se pastaram al o momento de ser sssianado
o acto de f.
Assigosdo elle, um dos archimandrislss pro-
nunciou em liogua blgara nm discurso empha-
11 co e perfeitameote apropriado circumslancia.
Lembrou que os Blgaros oulr'ora foram caihol-
cos. e que voltando is antigs creocas nada mais
laztam do que cumprir um dever sagrado: e ac-
cresceotuu:
ment, poia, de desprazer ; embora esse mo-
vimento dure meos do que um segundo.
Tratava-se de urna questio de melhaphysics.
A discussao tioha estado aoimada ; mas insensi-
veimenie atrouxra-ae e tornra-se mais mate-
Passoa-se a fallar da mulher, thema vasto e
nexgotafel, sobre o qual sempre se ter que
dizer. '
Reooidaa no terraco urnas qustorze ou quinze
pessoss, cooversavamos alegremente no meio
de densts nuvens de fumo, que, em caprichosas
espiries, se elevavam dos nossos charutos; o
quaes se assemelhavam i outros tsntos fogacho
bnlhando aa escuridio da oolte.
Meu to. aeotado em ama graode cadeira 1
bracea1 e tendo ao p de si urna enorme chica
de caf preto, fomava n'um bailo tchibuk, qu
trouxera das auas peregrinajes.
As mulheres, ordinariamente, dissera o se
onor Felippe; sio mais fuleisqaaodo so tratados
senlimentos do coracio. Deixam o real e dara-
vel pelo delicio e momentneo e julgam-se feli-
zss ; s recoohecem o sea erro, quaodo a des-
greca as vem desengaar.
O que verdade, que um exterior bri-
Ihante e alegre depressa as domios ; goslam que
aa divirtam e ama paixio seria e reedida mui
poueo as aeduz.
Isso msis que verdade, e eu qae o diga.
Nunca me pude gaoar de Lovelace e para agra-
ah ?h* fol"in" preciao auar aangue e agua.
Ah 1 aenhor Zumba ; com ease rosto triste
e esse trage agoureiro todas ellas Ihe haviam de
fazer erases
Por que?
Por que poderism talvez loma-lo por algum
papa-deluotos ou coveiro de aono bisaxto.
Ah I ah I ah I bravo, eapitio I
Quanto mira, digo outra couss. Posso
gabar-me de ter feito andar mullas cabeciahas i
roda.
Deveras, major?
E' como digo, responden o senhor Morales;
querendo em hoora da hierarebia militar, levar
aempre a dianteira ao capillo. Tioha eu apeoas
nove aonoa e ji todaa as mulheres morriam por
m '' ,eu* f "'"',* ao tne-daixer.
, ~- *> i*, doade esse lempo, o seohor as ins-
trus com as suas campsohas a batalhaaf I
Ah shl ah
Bom I os senhores cscosm? I
-- Mae, olha II, msjor; tado isso bem pre-
maturo 1 '
< Mudando de egreja oio nos esquejamos po-
rm qua devemos conservar-nos fiis ao eultio,
e amar o soberano qae nos permiti a liberdade
de consciencia.
Os Blgaros respondern! a estas palavraa com
enthusiaaiicns gritos deVive Abdul-Medjid I
Em seguida eniraram na egreja, oode M. Has-
aoum, arcebispo primaz dos armenios catholicos,
fez os recera-conversos prestarem juramento so-
bre o evaogelho. depois do que cefebrou a raissa.
Terraiotda esta, os neo-calholicos approxima-
ram se do arcebispo e beijaram-lhe s mi; os
sacerdotes buUaros e romanos atraQaram-se
mutuamente. EmQoa os chefes blgaros entre-
ge ram so monsenhor Bruraoni o acto de uniio
para ser enviado ao papa.
III
Como vimos da sapplica dirigida ao santo pa-
dreos blgaros, evocando a recordarlo da sua
aotiga obediencia Igreja calholica romana, at-
iribuem aos apostlos Cynllo e Methodo a crea-
cao de ums hierarebia canomica nacional e dia-
o0fla* Ao I08 parece foi sempre a ambicio dos
Blgarospossuir urna hierarebia dessa ordem
para a sua egreja.
Animados do espirito de independencia, com-
mum entre os povos slavos, espirito que lor-
naudo-os accessiveis ao christiaoismo. fazia-os
lodsviarepellir aquillo que podesse escarecer a
sus naciooalidade ; aabendo alm disto que Ro-
ma christaa trabalha para a unidade religiosa, e
recejando que oesse pooto conilnuasse ella as
Iradiecea da Roma pagia e guerreira ; desde o
comeco da sos conversao transformsrsm sqoelle
seu desejo n'ums preteocio ; peoaaodo que seris
este o nico meio de opporem-se as lovases da
egreja latina. Assim pois prepararam-se para
resistir-Ihe todas as vezes que parecease querer
ella considerar a egreja da Bulgaria como depen-
den do directamente ds aua jurisdiccio.
Aquella anlig pretencio dos Blgaros i poste
de ums egreja nacional soba proteccio da egreja
romana nunca foi bem recebida dos gregos: pelo
que estes, buscando toda sorte de pretextos para
coosecuQo do sea flrn, virsm-se foresdos s re-
correr i imeginacio quando a verdade nio lhes
poda servir. Foi assim que tralaram de obscu-
recer a historis religiosa dos Blgaros, aliribuin-
do-aaum fado de ordem secundara, o qual,
quando mesmo estivesse histricamente de ac-
oordo com as auas asserces nada provaria abso-
lulamente.
Disseram e repetirn que a conversao dos Bl-
garos ao chriiliaoismo tiohs sido obra de dous
religiosos gregos; que depois o patriarcha Pho;io
nomeou um arcebispo para a Bulgaria tirado do
clero de Coostaalioopla ; e que esse arcebispo
para ali partir acompaohado de grande numero
de sacerdotes gregos enviados ao paiz para dou-
trinar as populacet convertidas.
Em primeiro lugar muito duridoso que Cv-
rilloe Methodo fossem Gregos de nascenca, e nao
Slavos : mas, concedeodo que livessem sido Gre-
gos, oque prova islo contra a preteocio dos Bl-
garos oio querem boje admiltir o clero grego?
Quanto a iovucar-se a missio dada a ura arcebis-
po e sacerdotes do clero de Coostsntinopla como
um segundo argumento em prol da mesma these,
diremos qne esse argumento nio nem mais se-
rio, nem bem fundado. PrimoCyrillo e Metho-
do recooheciam taoto a autoridade da egreja la-
tina que sempre que eram aecusados por ella di-
rigiam-se Roma para jusliUcar-se. Secundo-
Corno no lempo de ambos elles oio se havia effec-
tuado anda a separacio das duas egrejas, v-sei
que ponto se reduz a dislinc;io que os Gregos
preteodem estabelecer.
Mais urna prova de que os Bulgsros, ligados
egreja romana, nio procuravam subtrahir-se i
autoridade desla, que o rei Bogoris envin ao
papa Nicolao erabaixadores enesrregados de pe-
dir-lbe, enlre outras cousas, bispos e sacerdotes,
astim como autorisscio psra nomear um patriar-
cha da Bulgaria que fosse independente do pa-
triarcha de Coostaotioopla ; e a egreja romana
que nunca animoa oa projectos que se Ihe impu-
tara concedeu ao re blgaro tudo quanto elle
pedia. Os Blgaros enviaram ao soberano pont-
fice nio s legsdos, mss tambem consultas ; e
em resposta aquello lhes declarou que eram li-
vres na escolha doa coatumeae regras que julgas-
sem conveoieoies, com anto que essea costuues
oio prejudiesssern a iolegridade e uoidade da f.
Ueste modo foi-thes conservado o uso da sua lin-
gua. Porm os Gregos tses intrigas urdiram que
o proprio principe blgaro recusou tres anuos de-
pois recoobecer o arcenispo Silvestre, que Ibe foi
enviado por Adrisoo, fazeodo sagrar um oulro
oao por Phocio, mas pelo patriarcha Ignacio, da
egreja onhodoxa.
Se oa Blgaros liobam desejado um patriarcha
quasi independente da corte de Roma, com mais
ardor aioda deeejavam um patriarcha indepen-
dente do de Constaolioopla ; e se a egreja grega
foi eslabelecida na Bulgarianio o foi porque a
livessem aolicitado, mas sim porque ali se iotro-
duziu por forja e por astucia, sproveilsodo-se de
certos acoolecimenios deplorareis ; sendo que
tambem pelos mesmos meios conseguiu ali man-
lr-se.
Na poca da uoiio daa egrejaa de Boma e de
Byssncioa Bulgaria e a Iliyria dependiam de
um vigario romano que reaidia em Salooica. De-
pois da conquista desla ddade pelos Turcosos
Gregos pactusndo cornos veocedores por ioleres-
se subrahiram aquellas provincias i autoridade
do soberano pontfice ; e a aua conduca nessa
occasiio foi causa de que muitos Blgaros aposia-
latsem, tomaodo-se musulmanos.
A consolidado do schisms na Bulgaria dala de
tal poca : anteriormeote ella sebava-ae tes-
ts do clero blgaro um primaz revestido daa fue-
ces de patriarcha, o qual anda que empossado
pelo patriarcha de Couatantinopla todava guar-
dava completa independencia nos seus actos. No
comeco do dominio otiomaoo, em 1463, aquello
primaz intitulava-se sinda epatriarcha de Tourno-
vs e de todos os Blgaros; mas o sullio adoptou
logo a medala poltica de fazer eom qae fotsera
aquellas provincias lougioquas dirigidas por crea-
luraa do patriarcha grego, de quem poda el e
dispr. Por conseguale foi supprimido o patriar
cbado da Bulgaria, e os Blgaros submeltidos
accio immediata doa patriarebss de Coostanti-
nopls.
Julgamoa lar demonstrado com o que Oca dito
que oa Blgaros trabalharam aempre com firme-
za para a creacio e conservscio de orna egreja
Independente. Hoje o vinculo ds ailo com a
egreja romana se aeha restabelecido sob a in-
fluencia das causas que registramos. O acto do
retorno ao cstboliciamo est de accordo com as
iradiecea religiosas dos Blgaros: mss como el-
e se acha sobre modo impregnado de um earec-
ier poltico, vamos agora examina-lo nesae pooto
oe vuts. Com tudo nao o podemos fszer sem pri-
meiro entrar em algumas contideraees impor-
IV
Viraos que o governo torco pouco favoravel i
principio to movimento blgaro por efeito dessa
repugnancia iostioctiva que Ihe particular,
atina! decidiu-ae a anima-lo observando urna
completa neutralidad, devida aoa contelbos iudi-
cioaoa deMebemmed-Kibrisli.
Semelhsnte conducta foi de ante-mao deter-
minada pela sltuacio daa coutas ; porqusoto oio
era potstvel que o divn reprimase um movimen-
to, de cujo bom xito tioha de resaltar ofallivel-
menie urna derrota para a poltica rutsi. A Tur-
qua por cooseguinte nio ates porqae nio o po-
da fazer: cingiu-se a representar o melhor qae
pode o papel que Ihe ere trocado pelas circums-
tancias.
Quer isto dizer que fossem desprovidos de va-
lor os motivos que i principio s torosvsm intensa
aos designios dos Blgaros ? Ao contrario a tua
resistencia nio provinha de encarar ella as con-
sequeucias futuras tanto quanto as immediatas,
pentando que, se de presente podia colher algu-
maa vanlagens do movimento, tambem poderia
csussr-lhe muitos embaracos n'um porvir mais
ou menos remoto?
Nao esquejamos qae s Bulgaria tem oa sos vi-
inhanrja lmmediata tres provinciasa Servia, a
Valachia e a Moldavia, as quaes sendo oulr'ora
absoluiaraeole turcss.sescham sgora restituidas
de todo i sus iodependencis, grsess i geoeross e
enrgica mierveoQo da Franca, pelo qae diz res-
peito s duas ultimss com rspecialidade. Por
ventura a Bulgaria nio se echa igualmente as
condicQes precisas para aspirar a ama especie
de independencia, anda que fique reconheeendo a
suzerania da Porla ? Ella tres ou qustro vezes
maior que o reioo actual da Grecia ; e de urna
lertilidade sem egual. Habitada por urna rac,a
forte.fgeralmente abria e laboriosa, montando ao
algarismo de 4,500,000 simas, e que quasi toda
se entrega sosirabalhosagrcolasproduz muito,
e muito mais produziria, se eaiivesae aubmettido
i um governo mais inlelligente, mais justo, o
sobre tudo msis bem servido do que o goveroo
do sullio. A prova disto que assim meamo mal
dirigidaa Bulgaria o celleiro em que Constan,
tinopla se abastece.
As principaes prodoeces da Bulgsria sioo
milho, o trigo, e o sezamo : o milho o mais
cultivado dos cereaea. A criacao do gado attin-
ge proporedes enormes, e oeste geoero o qae
excede do consamo local e do de Coostaotioopla,
exportado pars o estraogeiro: todoa os aonos
manda-se para a Hungra milbarea de bois, ex-
porla-se para a Allemaoha numerosos csvalloa e
porcos; e st ao mercado de Pariachegam desies
ltimos soimaes por Strasburgo. Ha arligoa que
poderism ser cultivados em maior escala, se
houvesse certezs de serem promplameote extra-
hidos no commercio de exorlacao, como : o ar-
roz, o canhamo, a granz*, o tabaco a o algodao;
pois psra a produccio de todas estas cousas a ter*
ra rene aa coodicoes msis desejadas.
A Bulgaria abuoda de riquezas naluraes que nio
foram anda exploradas, e s esperam mi labo-
riosa e inlelligente que aa torne patentes. As nu-
merosas, vastas e espessas florestas dos Balkans
foroeceriam ao commercio muilos arligos de
grande valor, entre os quaes apootsremos na pri-
meira ordem aa madeiras de consirueco pars a
raarinha : esse commercio enriquecera o pais
fornecendo ao mesmo tempo so estsdo rendas
considerareis. Actualmente aquellas florestas
se scham tao despressdss e mal administradas co-
mo tudo o mais.
A industria, que na Bulgaria poderia oceupar
uro grande lugar, ali quasi nenbnma ; porque
tallara alm de certa dse de sciencia que seria
Decessanatoda a garaotia e aoimacio. Com lu-
do o paiz possue algumas manufacturas, se bem
que recebe de fra os objectos e obras feitas En
Tournova e Choumla fabrica-ae ama especie de
paono grosso de que usam com especialidade 09
camponezea. e fsbrics-se mais na ultima dessis
cidades (apeles que sio muito uasdos em Coos-
taotioopla. Ero Gabrova fabrica-se facas e alen-
sis de urna casa, tudo de ferro. Finalmente, e 6
o que mais admira, exiatem ourivea nio s naa
grandes cidsdes como tambem as pequeas al-
deas.
Quanto ao commercio se acha qoasi todo em
maos dos Gregos, eitabelecidos osa principaes
cidades e porlos da Bulgaria, e cuja aclividade
aubiil tem prevalecido sobre o espirito de igno-
rancia e preguica dos Blgaros.
Um eos principaes agentes do movimento do
paizsio as feiras, das quaes algumas ha exces-
tivamenle importantes, tses como asdeBuarda-
tcluck, Choumla, Carassou, Eaki-Djoomaa, Ous-
soum-Chaova. As duas ultimas cidades primara
sobre todas as outras ; aellas se renen) de cin-
conenta i cem mil pessoas. Vende-se muito
nessas feins algodio tecido e em fio, artigoa de
tinturara, laminas de ferro, armas, obras de ac,
lecidosdeouro e de prata, pelles de animaos, ca-
vallos e aoimaes corngeros. Tournova para ali
eovis os seus panoos, e Choumla os seus tapetes.
E lambem ali que se expe veoda aa boroba-
zinas, mantos, garcaa finas e outros objectos de-
licados, que 00 Oriente sahem de mios femini-
nas, e cuja perfeicio destila os productos do
mesmo geoero manufacturados oas machinas da
Europa occidental. Segundo dizem os visndan-
tes, os artigos de sirgaeiro, selleiro e de borda-
dos, sao dignos de rivalissr com os mais bem
trabalhados de Londres e de Vienna. Faz se
muito negocio naquellas feiras. especialmente
em relacio ao estado de trouiuiao habitual do
paiz. Avaliou-se em dous miihes o producto daa
mercadorias vendidas em 1849 na feira de Eski-
Djoumaa.
(Continuar-ie./ia.)
MTii Anni
By-Good\ exclamou mea tio ; lomando
una ares extremsmeote briteooicos. ao~o dirvi
dem: as mulheres sio futis e mais que fuleis ;
o major acaba de dar o-Beu apoiado.
~~.F*Uu ?" 5*5*. disse entio o seohor com-
mendadorFshcissmo; eu gosta bem de todas
ellsavtodas ellas me querem bem. Non as-
81 leVpmpadre?
C VAgme gosta mais de seu cavallo, que
aua tnut, qufc munto tenguoruda.
Urna risada geral acolheu esta ingenua con-
flssio. /
Bem se v, qne o senhor commendador
amante do bello sexo ; veja, porem, o que diz o
senhor aeu compadre.
Ora I o id compadre Man Xico non aabe o
qu'i bom.
Safa I preferir o carillo i mulher 1 isto
S...S de on tapioquelro Iexclamou o major
Jodo encolerisado.
Bravo. Morales I esta agora, sim 1 ..
Porem, ouca ; seohor msjor. Os Arabas
stumam dizer: meu es vallo e minha mulher;
Huaal aempre teem razio.
Nio sei o que sio arabret; mas se me des-
ietn a eseolher eolre urna esperta crioula ou
"ttia mulata de olhos bolicosos e um cavallo, por
"plhor que fosse, preferia sempre aquellas.
. r Pon I diabo I o seuhor Morales tem o pala-
'* um pouco estragado.
Estragado ? (...responden elle, fazendo am
'9to de desprezo tronico.
- Ah I ah I ah I eia o nosso major com os
s cosiumes de guarnico.
- Pareee-me, cochichou o aenhor Zumba,
elle estimara sempre am bom cavallo, prio-
Imente ao travar de alguma escaramuza :
s sempre ouvi dizer que oio gostava de enca-
por muito tempo ao Inimigo.
- Que dizes isto, meu charo ? perganloo o
ior Moara, voltaodo-se para mea to.
- Na minhs mocidade, responden elle ; ira-
rtei-me muilo com namoricos: mas nlnguem
faria dizer as ssneiras qne estou ouviodo.
je estou velho e s ds tres cousas gosto muito :
bom Itvro, um bem charuto e ums bos chi-
a de ctSi praato. Todava o que mala estimo
e tudo, depoltVdeste fedalho, a minha ca-
. 0(8. V
A sua carapuca>meu Uo I inlerrompi en
ido-me.
Sim, aenhor eacoador; a miohi oarapocs.
Mas, qae diabo de esttmscio ligas la I ease
afio da maia branca, qua traxea ceuaunlmen-
te, quaodo estis em casa? perguntou o doulor.
TT Fedago de meia branca ? I...exclamou comi-
cament8-rae lio, como ae Ihe tivessem dito urna
grande tlasphemia. ~f rimeirameote saiba, qua
a minha carspuca nio neoiuffi nedaco de meia
branca, meu charo senhor... V --^
Nao le formalises.
Depois, ella livra-me a calva doa ardentea
ratos do sol ou do sereno da noite; o que me im-
pede de gramar um ataque de apoplexia ou alga-
ras forte defluxio, que oio l daa melhores
cousas.
" Oh I quanto isio, como medico, con-
cordo.
- Mas, id eapitio c'um chapeo do Chyli oo di
palha dilalia se livrsria tambem e Acara maia
bonito ; inlerrompeu o commeodador.
Acredita isso ? perguntou irooicamente meu
lio.
Pois non I ti hsvia de remoeosie.
Pois, meu charo 8-?nhorSimplissimo...
Felicissimo, capilo I
Perdi I Sempre me engao no nome I
Pois. meu charo soohor Felicissimo; spezar do
aeu remoco, eu nio trocara a minha carapuca
pelo seu bello chapeo do Chyli. anda meamo
que Ihe juntaste lodas essas bugiariaa, que traz
amarradas so pescoco.
Ora I v
Ncro que o aenhor me desse doas dos sene
maia bellos escravos, Ihe cedera eu a entona ca-
rapuca ; o meu p de meia, como diz aqui o met
amigo doutor.
Diabo I. .entio qae extraordinarias virtu-
det potsue ella ? perguntou este.
Isso agora urna graode historia.
Urna historia 1 oh I conle-nos laso, mea
tio I
Bom I em quem quereri elle derricar ? da-
se meia voz o senhor Felippe.
No commendador, ae nio no aeo compadre
Man Xico, qne o aeu predilecto : responden o
doutor.
Cont-nos essa historia, capillo; excla-
maran! logo os rapazea, arraouodo lam.lluota-
ueote os seus assenios para jaoto de mea tio :
e, eochichando, diziam entre al: vamoa-noa di-
vertir.
ia"^Poi-' ,colei aocegados. Oh I olha
li, Tuioio; quasi que bm tea dsitando tora o
mea cal.
(CovUtniHtr-aa-tW)
PEEN. TYP. DE M. F. DB FAIIA* FllflO. lBtt.


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