Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09920


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Full Text
ARIO
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Ptr IrMpezesaditBtadts 5$00o
Ptr tres Mezes vencidos 6J000

TERCA FEIBA 21 DE JAME1B0 DE 1162.
Ptrmt idiaiUdo 19|00O
Porte fraict para t sikseritter
DIARIO DE PEMAMDIICO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Aatooio Alexaodriao de Li-
nts ; Natal, o Sr. Aatooio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Ceari o Sr.
J. Jos de Olireira ; Miranhio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Par, Justino i. Ramos;
Amazooas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olioda todo* os dias as 9> horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e sextas-feira.
S. Anlio, Bezerros, Bonito, Caruar, AUinho
e Garanhuna na* lergas-feirsi.
Pao d'Albo, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex o as qua> tas-feiras.
Cabo, Serinhiem, Rio Formoso, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas (eiras.
(Todos os correios parlera as 10 horas da manha
| EPHEMERIDES DO MEZ DB JANEIRO.
7 Quarto crescente as 8 horas e 41 minutos
manha.
15 La cheia as II horas e 14 mina tos da man.
2 Quarto minguaote aa 5 noria 56 minutos
da tarde.
29 La ora as 2 horas e 7 miontos da tarde:
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 9 horas e 18 mnalos da manhis.
Segundo as 9 horas a 42 minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. 3. Sebastiao m.; S. Fabiolp. m.
21 Terca. S. Igoez t. m.; S. Palrocolo m. s.
92 Quarta. Ss. Vicente e Ansstacio no.
23 Quinta. Os desposorios de Noasa Seobora.
24 Sexta. N. S. da Paz ; S. Thimoteo b. m.
25 Sabbado. Cooverso de S. Paulo apostlo.
26 Domingo. S. Polycarpo b. m; S. Paula rio.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e qniotas.
Relacio: tergas e sabbadoa slO horaa.
Fazeoda : qnintaa a 10 horaa.
Juizo do commercio : segundss ao mel dia.
Dito de orphioa: tergas e sextas a 10 horas.
Primeira rara do civel: tercia e aextaa ao mel
dia.
Segunda vara do civel: quartas e aabbados 1
hora da tarde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alagoaa, o Sr. Oaudino Paleto Diaa Beata*
o Sr. Jos Martina Airea ; Rio de Janeiro a,"
Jlo Peraira Martina. m,> "**
EM PERNAMBDCO.
Os propietarios do pumo Manoal tigueira de
Paria & Filho, na sua livraria praea in ladenea
dencia os. 6 8. ^^
PARTE 0FFIC1AL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 16 de Janeiro de
1862
Offlcio ao Exm. presidente da provincia da Pa-
rahyba.Rogo V. Exc. que para cumprimento
do aviao do ministerio da juiliga de 30 de dezem-
bro ultimo, se digne providenciar para que seja
coovenientenente informado na forma do decreto
de 28 de marco de 1860, o incluso requerimeoto em
que Sabino Luiz de Araujo e seu irmo Flix de
Araujo Los pedem perdi di pena de. 20 an-
uos de prisio a que (orara coodemnadps pelo
crime de homecidio pelo jury da villa de loga
neasa pioviocia.
Dito ao presidente do M-ranhao.Em 19 de
dezembro Ando submetli aocoohecimeolo do go-
verno imperial o officio de 18 em que ogerente
da compsohia Peroambucana de navegaLo cos-
teira reflexiona que nenhuma vantageio ha em
que a sabida dos vapores da mesma conpanhia
coincidan com a cbegada dos das Messag -res im
penales de Frang e companhia de Soutliampton
como determioou o Exro. Sr. ministro ( agri-
cultura, commercio e obras publicaa em aviso de
29 de novembro do anno passado, visto como os
paquetes da companhia brasileira alcndara este
porto nos mesraos dias em que chegam os vapo-
res estrangeiros e a correspondencia por estes
tem sido ulteriormente conduzida pars norte
por aquelles. Aguardando a deciso sob e este
objecto apporlumeote darei solugo ao oficio de
V. Exc. de 19 de dezembro nodo a que teoho
assim respondido.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Transmiti V. Exc. para o Qm conveniente as
inclusas certides de asseotamentoa do teoente
Eduardo Emiliano da Fooseca, e dos alteres Tho-
maz Jos Labre, Jos Honorio SiWeira da/Molla e
Francisco Ignacio Haooel de Luna, este Ido 10* e
aquello do 2" batalho de infaularia as q'iaes me
foram entregues com aviso de 28 de dezembro
ultimo.
Bito ao mesmo.Transmiti V. Exc. os in-
clusos processos de conselho de guerra Idos sol-
dados do 10 batalho de infinlina Mjanoel Go-
mes Ventura, Quintiliano Jos Nunes e. Jos f.or-
deiro dos Santos, e do 2 batalho da mesma ar-
ma Florentino Gomes e Antonio Francisco Ri-
cardo, |aflm de serem cumpridas as sentencias
proferidas nos mesmos processos pelo conselho
supremo militar de justiga. /
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de determi-
nar que urna guarda de hoora estejaj postada no
caes de 1'2 de Novembro, hoje pelas 4 horss da
tarde, adra de fazer as honras devidss ao Exm.
Sr. Dr: Antonio Msooel de Campos e Mello, pre-
sidente do Maranho, providenciando V. Exc. ao
mesmo tempo para que a fortaleza do Brum d a
salva do costume por occasio de ser a barra de-
mandada pelo vapor Paran, em cujo bordo se-
gu o mesmo Exm. Sr.
Dilo a thesouraria de fazenda.Dou sciencia
V. S. de que segundo coosta-me de cammuni-
cacaodo brigadeiro commandante das armas da-
tado de 15 do correte, fora admetlido no hospi-
tal militar-como servente o paisano Maooel Fran-
cisco de SI Pegado.
Dito ao mesmo.Communico V. S. para seu
conhectmento, que seguodo consta de aviso da
repartico ds agricultura, commercio e obras pu-
blicas, datado de 31 de dezembro ultimo, foi de-
mittido por portara da mesma data o engenhei-
to civil Firmioo Rodrigues Vieira do lugar de
ajudaote do eogeoheiro fiscal da estrada de ferro
desta provincia.Communicou-ae ao engenheiro
fiscal da estrada de ferro.
Dito ao mesmo. Revertendo i V. S. os pa-
pis relstivos ao pagamento que pede Henrique
Jos Vieira da Silva, na importancia de 337&5O0
proveniente de 75 alqueires de farioha de man-
dioca que vendeu Graciano Jos de Freitas ao
commandante do presidio de Fernando para sup-
primenio do respectivo almoxarifado e sobre os
quaes informou V. S. em offlcio de 14 de novem-
bro, 23 de dezembro prximos (indos e 14 desle
do correle sob os. 1,099 e 1242 de 26 tenho a
dizerque mande V. S. effecluar esse pagamento
visto haver crdito para elle seguodo declara a
contadoria dessa thesouraria na informago tam-
bera junta.
Dilo inspeotor da thesourana provincial.Man-
de V.|S. entregar ao thesoureiro da repartirlo daa
obras publicas conforme solicitou o respectivo di-
rector em officio n. 5 de 8 do correle a quantia de
1089, para a compra de mesas para o servido da
secco urbaoa do corpo de polica.Commuoi-
cou-ae ro chefe de policia.
Dito ao mesmo.Respoodendo o officio que V.
S. me dirigi em 10 do correte sob o. 8, tenho
a dizerque mande per novamenle em praga com
um praso de 10 dias a obra da coberta do gymna-
sio provincial, visto oo haver apparecido lici-
tantes a arremilsco de tal obra.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes a
inclusa coma, que me foi remettida pelo chefe de
policia com officio de hootem aob o. 63, mande
V. S. pagar a Simplicio Jos de Mello a quaolia
de 39*680 despendida no mez de dezembro ulti-
mo com o sustento dos presos pobres ds cadeia
do termo de Brejo.Communicou-sa ao chefe de
policia.
Dito ao capito do porto.Transmiti V. S.
para seu coohecimeolo e execugio copia do avi-
ao expedido pelo ministerio dos negocios da agri-
cultura, commercio e obras publicas, com refe-
rencia a representarlo da essociagao de praticos
da barra desta provincia coolra a pretenco das
compsohia brasileiras de paquetes a vapore per-
nambucaoa, declaraodo que S. M. o Imperador
hoove por bem cooformar-se com o parecer daa
seccoes reuoides dos negocios do imperio e fa-
zenda do conselho de estado que diz ser o aviso
do ministerio da marioha de 14 de abril de 1857,
em termos lies applicavel ao caso de que trata
a referida representarlo para o effeito de regn-
isr-se o pagamento da laxa, seguodo as bypo-
theses figuradas oo citado aviso.
Dito ao director do arsenal de guerra. Ap-
provo o contrato que seguodo o termo annexo
por copia ao aeu officio de hootem sob o. 18, fez
Vmc. com o mestre do hiale Sergipao, Heorique
Jos Vieira da Silva, para conduzir os passsgei-
ros do estado, que ae destioam ao presidio de
Feroaodo.Commonicou-sa 4 thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao cnsul de Fraoga. Ficajodo inteirado
pela communicago que me dirigi o Sr. viecon-
de Lemont, cnsul de Fraoga. em dala de hoo-
tem, de haver chegado oesta cidade o chanceller
Horneado para esse coosulsdo Mr. d'Imbert du
Chaen queassumira oaquella dati as fu necees
do seu cargo, icaodo delies dispensado Mr. Du-
prit que os exercia interinamente, cabe-medi-
zer ao mesmo Sr. coosul que pssso a expedir aa
convenientes commuoicacoes. Renov ao Sr.
cnsul de Pringa os protestos de rr inha perfeita
estima e coosidersgo.Expediram-ae aa conve-
nientes commnoicag&es. 7
Dito ao juiz de direilo de Flores.Para cum-
primento do .aviso do mioiaterio da justiga de 12
de dezembro ultimo, haJa'Vmc. ds fazer instruir
na forma do decreto de 28 de margo de 1860 e
informar o iocluso requerimeoto em que Quinli-
na Maria da Penha pede perdi da pena de gales
para aeu lho Joo Pedro de Mvgalhes.
Dito ao juiz de direilo de Goiauna,Para cum-
primento do aviso do mioisterio da justiga de 28
de dezembro ultimo, hajs Vmc. de fizer instruir
na forma do decreto de 28 de margo de 1860 e
informar o incluso requerimeoto em que Henri-
que Ferreira da Costa Lima pede perdao da pena
de lzanoos de priso a que foi condemnado pelo
jury dessa comarca.
Dito ao juiz de direilo do Cabo.Para cum-
primento do aviso expedido pelo ministerio da
I justiga em 30 de dezembro ultimo, baja Vmc. de
I informar aobre o incluso requerimeoto de Jos
Paes Brrelo fazeodo-o instruir na forma do de-
creto de 28 de margo de 1860.
Dito ao juiz de direito do Brejo.Pars cum-
primento do aviso do mioisterio da justiga de 28
de dezembro ulli-no, hija Vmc. de fazer iostruir
na forma do decreto de 28 de margo de 1860, e
informar o incluso requerimeoto em que Manoel
Joaquim Netto Nogueira pede perdo da pona de
4 anoos e 8 mezes ae priso.
Dilo so juiz de direito do Bonito.Para cum-
primento do aviso do mioisterio da justiga de 30
de dezembro ultimo, hsji Vmc. de fazer iostruir
e informar nos termos do decreto de 28 da margo
de 1860 o iocluso requerimeoto em que Thoroaz
Anlooio de Gouveia pede perdo da pena de gales
perpetuas a que foi condemnado pelo jury do
termo de Ciruar
Dito sos ageotes da companhia brasileira de
paquetes s vapor.Podem Vracs. fazer seguir
para o norte o vapor Paran hora iodlcada em
seu officio de hootem.
Portara.O presidente da provincia atienden-
do ao que requereu a profeasora publica de ins-
truego elementar da freguezia de Santo Antonio
desta cidade, Alexaodrina de Lima e Albuquer-
que e tendo em vista a informago do director
geral da ioslrucgo publica datado de 14 do cr-
reme sob n. 15, resolve cooceder-lbe 30 dias de
licenga com todoa os vencimentos para tratar de
sua saude. .
Dita.O presidente da provincia attendendo so
que requereu o juiz municipal e de orphos do
termo do Bonito, bacharel Lourengo Jos de Fi-
gueiredo, resolve cooceder-lhe um mez de licen-
ga com ordenado para tratar de sua saude nesta
capital.
de dezembro ultimo, haja Vmc. de fazer iostruir i sao muito serios ; e nada meos que urna coo-
Expediento do secretario do go-
verno.
Officio aoiospector da thesouraria de fazeoda.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
viacia traosmilto V. S. as 7 inclusas ordeos
sendo 5 do thesouro nacional os. 1, 3, 4, e 213
e 2 em duplcala da repartico do ajudaote ge-
neral os. 293 e 300, e bem assira em offlcio da
directora geral das rendas publicas datado de 3
do correle.
17
Officio ao chefe de polica.Sirva-se V. S. de
remelter-me at o dia 15 de fevereiro vindouro,
fia de ser apresentado a assemblo legislativa
provincial um mappa minucioso de todos os Cri-
mea commettidos e julgados nos diversos termos
desta provincia durante o anuo passado, compa-
ran Jo-o, se drpossivel, cora as dos annos ante-
riores, e addicionando-lhe as obserragoes que
que julgar convenientes.
Dito ao inspector da thesouraria de fazeoda.
Coostaodo-me de participago da aecrelaria de
estado dos negocios di jusiic. de 3 do correte
que por decreto de 27 de dezembro ultimo S. M.
o Imperador houre por bem remover a pedido, o
bichare! Pedro de Albuquerque Antrao do lugar
de juiz municipal e de orphos do termo de S.
Jos do Norte ao Rio Grande do Sul para o de
Cabrob, oesta provincia ; assim o communico
V. S. pira sua iotelligeocia, prevenindo-o de que
acabo de expedir ordem quelle juiz para entrar
no exercicio do seu oovo cargo iodepeodeole-
meote de titule, que apreseotara oo prazo de 3
mezes cootados deata data.
Dito ao mesmo.Nos termos de sua informa-
cao de 15 do correte aob o. 15, maode V. S.
adiantar ao thesoureiro pagador da repartirlo das
obras publicas como requesitou o respectivo di-
rector em officio de 4 do correute n. 2, a quantia
de 5:125$000 coostante do incluso pedido psra
occorrer as despezss com as obras em andamen-
to por administrago neste mez, devendo oessa
occasio descontar-se o cont de ris que para
esse B o se maodeu eotregar ao mesmo director
por coola de tal pedido.Commuoicou-se ao di-
rector das obras publicas.
Dito so meamo.Aonuiodo ao que solicitou o
brigadeiro commandante das armaa em officio de
hootem sob o. 107, recommeodo V. S. que
maode acreditar o major Herculeno Sancho da
Silva Pedra, commandante do corpo de guaroi-
go desta proviocia oa quantia de 4&320 despen-
dida com a iohumago dos cadveres do cabo
Loureogo Barbosa da Silva e do soldado Jovino
Alves da Costa, como se v dos ioclnsos docu-
mentos.Commuoicou-se ao commaodaote das
armas.
Dito ao mesmo. Transmiti V. S. para os
convenientes exames a inclusa copia da acta do
conselho administrativo do arsenal de guerra da-
tada de 10 do corrente.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Tendo em vista a sus informago de 15 do cor-
rete aob o. 16, auloriso a V. S. a mandar pagar
a Maooel Jos Meadas Bastos ou ao seu procura-
dor, Joaquim Aotuoes da Silva, cooforme requi-
aitou o chefe de policia em offlcio de 3 do corren-
te o. 1, a quantia de 160|800 despendida no mez
de novembro ultimo, com o sustento dos presos
pobros da cadeia de Garaohuns, como se v da
conta que devolvo.Commuoicou-se ao chele de
policia.
Dito ao director geral da ioslrucgo publica.
Respoodeodo o officio que Vmc. me dirigi em
11 de dezembro ultimo, sob o. 371, tenho a di-
zer que coocedo a autorisigao pedida pela supe-
riora do collegio das orphia para mandar con-
certar mediante a paga de 40} a machina de la-
var roupa existen le nquel le collegio, apresen-
taodo a coala para ser satiifeita opportunsmeo-
te.Commuoicou-se thesouraria provincial.
Dito ao eogeoheiro W. Matlineau Declaro
Vmc. para seu conheeimento e afim de que o fa-
ga cooitar aoa empreiteiros da ponte de ferro en-
tre o Iheatro de Santa Isabel e a ra da Aurora,
que o Exm. Sr. ministro da agricultura commer-
cio e obras pablicas participou em aviso de 7 do
correte haver solicitado do mioiaterio da fazeoda
a expedigo daa ordeoa precisa, para que nao ao
disposigio desta presidencia seja posta a quin-
til de 125:0009 para o fim de satisfazer opportu-
nimente o pagameoto da Ia preslago j vencida
e das que se forem veocendo, como tambem a do
ministro brasileiro em Londres a aomma de ris
6z:500f, que tem de ser entregue aoempreiteiro
em Inglaterra, na forma ds coodlgao 6* do con-
trato celebrado para a ecostruego da mesms pon-
te. Commuoicou-se thesouraria de fazeoda.
Dito ao bacharel Pedro de Albuquerque Au-
trao.Constando-me de parlicipago da secreta-
ria de estado dos negocios da justiga de 3 do cor-
rete, que por decreto de 27 de dezembro ultimo
S. M. o Imperador houre por bem remover i
Vm. a pedido, do lugar de juiz municipal e de
orphos do termo de S. Jos do Norte no Rio
Grande do Sol para o de Cabrob nesta provin-
cia ; assim Ih'o commuoico para aua iotelligeo-
cia, recommeodaodo-lhe que entre quanto antes
em exercicio, independeote de titulo que apre-
sentar no prata de 3 mezes, contadoa deata data.
Dito ao juiz de direito de Nazareth Para cum-
primento do aviso do ministerio da justiga de 30
e informe sobre os inclusos requerimeotos de Ju-
sepha Hara da Conceigo e Candido Aotooio,
tendo era alleogo o decreto de 23 de marco de
1860. V
Expediente do secretario do go-
verno.
Officio so iospector da thesouraria de fazenda.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
viocia commuoico V. S. que o Dr. Marco Tulio
doaReis Lima parlecipou que em 11 do correte
reassumio o exercicio do seu cargo de juiz muni-
cipal e de orphos do termo do Limoeiro.
Dito ao mesmo.Consta de partecipacSo do juiz
de direilo da contara do Booito, que tendo o res-
pectivo promotor publico bacharel Jos Aatooio
Coelho Rsmslho entrado em 7 do correte no gozo
da licenga de 30 dias, que Ihe foi concedida por
portara de 19 de oovembro ultimo, foi naquella
dala nomeado para aubstitui-lo o Dr. Jaauioo
Claro dos Santos e Silva, o que communico a V.
S., de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia.
Dito ao mesmo.O juiz de direito da comarca
do Bouilo, Dr. Julio Barbosa do Vaaeoocellos,
partecipou que em 8 do correlo eotrou oo gozo
da licenga de 30 dias, que Ihe foi concedida por
portara de 23 de dezembro ultimo, passaodo o
respectivo exercicio ao Dr. Lojureogo Jos de Fi-
gueiredo, juiz municipal do termo daquelle ri-
me ; o que commuoico a V. S. para sen coohe-
cimeolo, de ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da proviocia.
Despachos do dia 16 de Janeiro.
Requerimentos.
Antonio Estanislao de Carvalho.Passe-se por-
tara concedendo a licenga pedida com veoci-
meotos.
Alexaodrina de Lima Albuquerque.Passe-se
portara concedendo a licengt pedida com venci-
mentos.
Aotooio Rufioo Pessoa de Mello.Remeltido
ao Sr. director geral da ioatrucgo publica para
alteDder o supplicanle nos termos de sua infor-
mago de 14 do correte sob n. 14.
Antonio Estanislao de Cirvalbo.Como re-
quer.
Braz Marcellino do Sacramento.Informe o Sr.
Dr inspector da sale publica.
Cidrooio Sabino Mooleiro de Carvalho.Pas-
se-se portara.
Cosme Flix Corris de Mello.Prove iiengao
legal.
Firmioo Jos do Etpirto-Saoto.Informe o
Sr. Dr. chefe de policia.
Alferes Henrique Xavier Saraiva de Araujo.
Dirija-se ao commandante auperior da guarda
oaciooal de Nizarelh. j
Joo Hypolito de Meira Lima.Deferido com
a informago junta por copia, quanto a segunda
parte, e quanto ao exame que requer nao tem
logar.
Bacharel Lourengo Jos de Figueiredo.Passe-
se portara concedendo a licenga pedida com or-
denado.
Manoel Jos Pereira.Nao tem logar.
Pedro Antonio do Rozario Porto.Requeira a
quem competir.
Thomaz de Aquino Carvalho.Informe o Sr.
inspector da thesouraria proviocial.
Vicente Ferreira da Costa.Informe o Sr. di-
rector geral da instruego publica.
Tn da 17.
Francisca Pia da Cooceigo.Informe o Sr.
inspector-do arsenal de marioha.
Joo Donoelly Informe o Sr. iospector da
thesouraria proviocial.
Lourengo, africano livre.Informe o Sr. Dr.
curador dos afriesoos livrea.
Maooel Galdioo da Silva, e ositros.D-se-lhe
passagem de proa.
Maooel Pereira do Canto.Nao tem lugar por
ter sido julgado incapaz do servigo o substituto
offerecido.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel-general do eommando das
armas de Pernambnco na cidade
do Hecife em 18 de Janeiro de
186*.
ORDEM DO DIA N. 24.
O general commandante das armaa, tendo man-
dado proceder a conselho de iovealigago, afim
de respooaabiliaar na forma da lei o soldado
da quinta companhia do quarto batalho de arti-
Iharia ap, Manoel Ignacio Gomes, pelo facto de
se dirigir para o Sr. alteres ajudaote da fortaleza
do Buraco com gritos e ameagas em occasio que
o fazia recolher ao xadrez, por se ter ausentado
da fortaleza aem licenga, sendo que nao offeodeu
ao mesmo Sr. ajudaote, por ter sido obstado pe-
los soldados Nicacio Alves da Silva, e Boa ventu-
ra de Saol'Aona. foi o conselho de psrecer que
nenhuma calpabilidade recahia no aecusado, vis-
to como os dous soldadoa que fleam menciona-
dos, e que ser?iram de lestemunhis no processo,
oegaram inteiramenl o facto.
E pois, determina o general commandante das
armas, que o aecusado, que ae acha prezo a sua
ordem, seja posto em liberdade.
Aasigoado.Solidonio Jote Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capito
ajudaote de ordeos eocarregado do detalhe.
20 -
ORDEM DO DIA N. 25.
O geoeral commandante daa armas faz publi-
co para sciencia da guaroiglo e devido effeito,
que seguodo foi declarado em offlcio da presiden-
cia de 18 do correte, o governo imperial houre
por bem por aviso do mioisterio da guerra de 7
deale mez cooceder tres mezes de liceoga com o
vencimeoto de sold, e etape do Sr. capito do
corpo de estado-maior de 1* classe Francisco Ra-
pbael de Mello Reg.
Assigoado Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Candido Leal Ferreira, capito
ajudaote de ordeoa eocarregado do detalhe.
EXTERIOR.
FRANCA.
A expedigo do Mxico, emprehendidaem com-
mum pela Heapaoha, Frang e Inglaterra, vai
augmentar o iotereaae que j se toma pelos ne-
gocios da America. E' provavel que ella foroega
algumas luzes sobre a verdadeira situagoda ao-
tiga Uoio Americaoa, a respeito da qual chegam
as mais contradictorias noticias. Tudo quanto
vem de Nevr-York com effeito faroravel ao nor-
te, em quanto as informagoes que chegam pela
Nora-Ofleans sao lodaa favoraveis ao aul. At
nova ordem, para que se nio altaste muito da
verdade, convm abalar um pouco alguna trium-
phos de que se gaba cada partido; mas isto mos-
trs precissmeota que s lula quasi igual, que o
sul sustenta muito melbor do que se pensara logo
o peso da guerra, e que nao te trata mais de urna
simples guerra civil, mas da ama verdadeira re-
volugo. Se alm dato o julgarmoa peloa meios
de que o oorle disp5e a pelas excitages ta im-
prensa new-yorkeuse, os Yaokees est j meos
certos do que dizem de trumphar, ser,s recaas
quista e a perds de sua supremaca que ellea re-
cejara.
Hiviam mullos elementos de sepsrago para
que urna umSo tao fracamente guardada, como a
dos Eslsdos-Uaidos, podesse por muito tempo re-
sistir a essas oumerosas causas de dissolugo. O
oorle mais particularmente anglo-aaxonio, e
industrial. O sul fraoco-bespanhol e essen-
cialmeote productor. Acresceotemos a isto a
exisleocia da escravidSonosul, em quanto o nor-
te abolicionista. Esta ultima causa, que na
substancia nao era a priocipal, tem tornado a oc-
casio determinante: foi sobre a queito da es-
envido que se estabeleceu o antagonismo das
duas grandea fraegoes dos Estadoa-Uoidos ; a es-
cravido eaaboljgo tornaram-se como os dous
polos da discusso,cujo Qm era a supremaca do
norte sobre o sul e vice-versa.
Os abolicionistas locavam um ponto extrema-
mente sensivel, a propriedade, e como era evi-
dente para os proprietsrios meridionaes que a
aboligo nao era ae nao um pretexto, resolveram'
desde enlo defender-se por todos os meios pela
propria separago, a ser preciso.
A obra de Washington nunca leve urna solidez
muito grande. A unio existia sobre o papel :
como poderla ella existir realmente com lioguas,
ragas e religies differeotes ? Urna oago nao se
decreta : ella se forma por leotas e aucceasivaa
agglomerages roda de um ceotro poderoao,
capaz de attrahir a si, e de se assemelhar tudo o
que mais fraco do que elle.
*Jfada de semelhante existe nos Estados Uoidos:
as ragas, lioguas, religies, os ioteresses e at a
vasta exleoslo do territorio, tudo contribua para
a separago; e, de mais, o poder central quasi
que s exists oo nome. A coostituigo de Was-
hington pretenda reaolver este problema irapos-
sivel: Fazer com que, aem um ceotro de attrac-
go, urna esphera gyre aobre si mesma mui rpi-
damente sem partir-se. A esphera americana
pede apenas dar algumas voltas, por que suas di-
versas partes se escaparam pela tangente. Dis-
aeram que a constitulgo era a obra prima e o
triumpno da razo : urna bella obra-prima e um
bello triumpho I Os Athenienser, que nao se
prezim de aer muito profundos, riam-se a gar-
gslhadas, qusodo se represeotava diaote delies
essi comedia de Aristophanes em que vem-se
passaroa, que preteodem edificar urna cidade nos
ares. Ouviram-se phllosophos modernos spplsu-
direm urna teotaliva quasi semelhaate, feita
alm do Ocano, e vemos profundos polticos que
aindo se admirara do iofortuoio acontecido
Uoio Americaoa : o que prnva que o espirito hu-
mano tem feito graodes progressos ha viole se-
clos.
Nao sabemos se as aberturas feitas ao gabioete
de Washington pelas tres potencias, que querem
chamar razo o governo liberal do Mxico, for-
iilicaro muito o presidente Linelo.
Nao pergunlaremos o que este presidente po-
dar fazer para^estabelecer a ordem do Mxico,
elle que nao'pAJe mam-la na Uoio. Os Esta-
dos do Norte, que traro a separago de recolta,
quereriam ver as*polenciasoccideotaesirem mais
l3oge:elles se enfadam, porque a Europa oo quer
dividir sua apreciago; e em seu ardor bellicoso,
mostram-se dispostos a declarar guerra a Ingla-
terra. E' urna ridicula estulticia,
i A Inglaterra oo tratar de desavir-se com os
productores de algodo, de quero tem oecessidade,
para satisfazer aos Yaokees ; e a Fraoga oo acha
um iotereaae muito grande em sustentar a Uoio,
para oo reconbecer tarde ou cedo urna confede-
rarlo, da qual a raga fraoceza forma um dos
priocipaes elementos!
Como quer que seja, nos parece ialeressante
coohecer os seotimentos dos catholicos dos Esta-
dos-Unidos na lucta actual, examinar as difieren-
tes fazes parque passs a antiga Uoio americana,
i A guerra de separago s pode ter um destes
tres resultados: a separago definitiva, o trium-
pho do oorte ou do sul.
Diremos ji que urna separago definitiva dos
! nao parece provavel para a occasio. a menos
. que ella nao seja impoata de fra. No estado de
; sobreexcitaco em que esto os espiritos, urna
1 acommodago neste sentido nao possivel; s
sem a cooiiouaclo da guerra.
Sem duvida, ae a Euraps interviesso, se a
Fraoga e a Inglaterra, contrariadas em seus in-
i toreases impozessem sua mediigo, se poder-se-
hia fazer orna separago arnigavel.
1 Maa, para impr eata mediago, seria preciso
fazer a guerra, ou ento esperar quo os dous par-
tidos se enfrsquecessem.
Nao eremos que a Inglaterra e a Franca eatejim
dispostas a declarar guerra para forgar paz os
Estados desunidos. Se esperam o enfraqueci-
ment dos partidos contendores, daro tambem
tempo a um dos dous para tomar urna supe-
rioridsde decidida; e neste caso, nao mala a
separago que se poder impor; s se poderia
recoobecer o direito da victoria.
E' por isto que, mo grsdo s appareociss e
opioio geral, nao oussmos contar com ama se-
parago definitiva, ao meaos immediatameate.
At o prosete, o sul nio parece pedir outra con-
aa ; porm o norte quer mais, quer submetter os
rebeldes, e oo faltara publicistas que preleodam,
com urna certa appareooia de razo, que quanto
o essencial o aul oo desr-ja outra cousa que ad-
querir a supremaca sobre a Uoio toda, para di-
rig-la, domioa-la, dictar-lhe auas leis, e impr-
lhe seua costumes. Nao lutam mais para a self-
independeneia, sim para o imperio ; e por isto
que o movimento actual urna verdadeira revo-
luco.
M. Browosoo, o celebre editor da Revista ca-
tholica que traz aeu nome, acaba daescrever om
artigo, diremos antes um manifest contra o sul,
que expe assim os recelos dos americanos do
norte, e a impossibilidade de urna aeparago de-
finitiva :
A esseocial qoestio, diz elle, nao saber ae
a rebellio poder ser comprimida pela forga das
armas, ou se poder-se-ba fazer urna pacifica di-
vino di Uoio em duas repblicas separadas e
indepeodent.es.
Quena quer que techa o menor conhecimeote
dos planos o projectos dos rebeldes, sabe bem
que elles esto tonga de desejar esta diviso.
Os cheles da rebellio, os que a eombioaram e
prepararam, esto persuadidos de que a oscravi-
do nao um mal que deve ser tolerado em cer-
tas circumstancias, mas om bem deaejavel, e qae
deve ser, em nome da roligio e da hunaoidade,
oio somante perpetuado, porm o mais extenso
posaivel.
c E' evidente para nos, que o Dr. Browosoo
exagera os seotimentos dos meridionaes, mas
convm saber como a imprensa do norte excita
oa Ysohees contra oa aeparalistaa.
< Sua doutrina, coottoa o Reviewer, que a
liberdade oo pralicavel para om povo intelro,
mas smeote para urna ca sea, ou para urna raca,
e que o republicanismo nio possivel e til se-
oo onde aa claaaea laboriosas esio privadas de
todoa os direitos polticos e civis, isto reduzi-
dos i escravidao.
Seu plaoo e deaigoio porlanto, reconsti-
tuir nesta sentido o goverao federal, e oio s
romper toda a uoiio com os estados abolicionis-
ta do oorte, como do noroeste. Trataram de es-
pantar a escravidio na Uoiio toda ; e, nos Esta-
dos ora que os negros nio podem ser em prega-
das utilmente, como trabslhadoras, de reduzir
gradualmente taires, maa por cario en ultimo
resoltado, coodigao de escravo a classe actual
dos livres trabalhadores braocos, que existe nos
estados livres, e que se compe principalmente
de irlandezes e allemes de nascimeutos, ou
nascidos de pais irlandezes e allemes.
Eis o que affirma o Dr. Browosoo, cuja autori-
dade aeria cortamente muito importante para nos,
em semelhante materia, ae foaae elle mais desin-
teressado na questio, e se todo o seu artigo nao
mostrasse urna excilago e um arrebatameoto,
que o tornaram um grande acontecimeoto oa
America, eque Ihe eofraqueceram o effeito para
o eatraogeiro.
O que elle disse depois oos parece igualmente
exagerado. Todava encontra-se ahi um fundo
de verdade digno de attango. Se o sul vec-I
cedor, se elle forma alm do ocano urna demo-
cracia, nio smeote agrcola, industrial e com-
mercial, como o foi at hojea dos Estados-Unidos
mas militar e conquistadora, como vai forma-la
a guerra actual, certo que se nao podero es-
perar graodes desordena em.toda a America. As
previses do Dr. Browosoo, o que teem de sonho
tem tanbem de realidade. Bis como contina
elle :
A reconstituirla di Uoio sobre a base da
esersvido o verdadeiro desigoio dos chefes da
rebellio do meio-dia. Esta reconstituirlo po-
los-ha frente de um governo bem semelhsnte
ao dos antigos romanos, e preparado para futuris
conquistas.
a Restabelecida a unio, podero proceder i
conquista do Mxico e da America central, e re-
duzir escravidao populacao negra e de cor.
Feito o que, caidaro na aooexago de Cuba e
outras ilhas da India occidental. A unio poda-
ra eateoder seu poder sobre toda a America me-
ridional, ameagar a Asia oriental, apoderar-se
de todas as regies que prodozem o algodo, e,
pelo monopolio desle producto, de arroz e de
ootros geoeros, dominar o commercio de todos
os povos.
tt Eis o plaoo gigantesco concebido pelos ho-
mens do sul. Sem duvida, o sooho oo reali-
savelem toda a sua extenso, mas os triumphes
at o presente oblidos pelos separatistas mos-
trara que pdem ser realisados at um certo
ponto.
M. Brownson tenia depois mostrar a impossi-
bilidade da coexistencia de duas repblicas inde-
pendentes, ecouseguiolemente de urna separago
definitiva.
Daremos a ennhecer prximamente seus racio-
cinios, continuando este esludo sobre s queslo
americaoa.
J. ClIANTREL.
(Monde.Andrade Luna.)
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO,
SI de dezembro de 1861.
Ainda o Diario e o ministerio da guerra.
Entende o Diario que inexplicavel o proced-
ment do Sr. ministro da guerra negando o ha-
bito de Aviz ao Sr. Aotooio Jos Fausto Garriga
em 4 de juoho deste aooo, e promovendo-o por
merecimento seis mezes depois.
Julgou ter feito desta vez|um grande achado, e,
bateado palmas de coolente, vem hoje muito an-
cho coatando desorientar a quem seguro de si e
de seus aclos eslima a discusso de lodos elles
sem se arrecciar da aupposta desharmonia que a
mais estupenda m vootade pretende eoxergar.
Pede aquella folba oo seu numero de boje ex-
plicago sobre a eontradicfo a que cima nos re-
ferimos, cootradieco assombrosa e flagrante, que
a bastara psra rehabilitar todas as outras accu -
sagoea que j tem cabido em desuso.
Sslisfazemos ao Diario com tanto maiorprazer
quanto, proporgo que a fr examinando ir
apparecendo em toda a sua luz a immutavel nor-
ma de proceder que se impoz o Sr. ministro da
guerra, ootadameoie por occasio da ultima pro-
mogo, quefoi pautada, dizemo-lo com afouteza
pela maia rigorosa jualiga e equidade.
Admira-ae o Diario de que o Sr. Garriga fosse
promovido por merecimento, teolo-se-lhe nega-
do o habito de Aviz : admira-se de cousa bem
simples e a mais natural do mundo, maravilla-
se de um fado que se explica em duas palavras.
Conhece o Diario o alvar de 16 de dezembro de
1790 ? Coonece a lei que regula as promoges
do nosso exercito ? Nao parece ; do contrario
deverii saber que, seguodo aquelle alvar, s tem
direito a condecorado de Aviz os offlciaes, com
cerlo tempo de servigo, coja f de officio estre-
me de qoalquer nota, por meoor que teoha sido
o facto que a molivasse : assim, por exemplo,
urna priso simples pode privar oofflcialquea
soflreu da dita condecorarlo, sem que por isso o
prive de seguir a aua cirreira al aoa mais altoa
postos do exercito. Deste modo o tem eutendi-
do e executado o actual Sr. ministro da guerra.
Algnos offlciaes superiores tem havido no nos-
so exercito a quem se ha negado aquella distioc-
gio, e nem por isso ficam elles privados do ac
cesso por merecimento, porquanto pequeas fal-
las, muitas vezes disciplinares, inhibem de urna,
mas oo de outra couss, como succedeu ao Sr.
Garriga.
Esteofflcial foi promovido a major por mereci-
mento ( insistimos oa razo da promogio porque
parece ter sido o que mais impressioaou ao Dia-
rio) : 1 porque o tem na realidade pelo aeu ta-
lento provado e recoabecido na escola central,
cujo secretario e onde aempre deu quaodo es-
tudsote, e contina a dar inequvocas proraa de
aua aptldo ; 2 porque era o nico capilio do
estado miior da z" classe que tinha o curso com-
pleto de eogeuheiros ; 3 finalmente, porque o
merecimeoto relativo, o o Sr. Garriga foi jul-
gado superior aos outros seus collegas, vista
das respectivas notas, leudse em atteogio nao
a os servigos de cada um ( e o Sr. Garriga os
tem at de campanha ) como tambem as habilita-
ges scienticas. Ora, ahi tem o Diario explica-
do o enigma que tanto cuidado Iba d, parece-ooa
que mullo claramente e aem a desharmonia que
eoxergou nos dous procedimenlos do Sr. mioislro
da guerra.
Sentimos deverss e aempre procuramos evitar
a discusso de oomes proprios ; mas somos a isso
compeilidos (j que aprouve ao Diario iniciar
polmicas neste terreno ) para tirar a limpo toda
a qualquer duvida que o espirito de cootradieco
suscita com o intuito de deslustrar os actos do Sr.
ministro da guerra.
Vamos agora cumprir a promessa que hootem
Qzemoa de respoader cabalmeote o com docu-
mentos i correspoodeocia publicada no Diario da
19 a assigoada por um invalido em eonvaleseen-
a, que preteode ter aido o Sr. brigadeiro Moaiz
avaras julgado iooapsz do servigo activo, e por
isso censurara a aua promogio, bem como a de
um cadete sargento da companhia de iovalidoa da
corle promovido a alferea.
Puderamoa em reaposta traoscrever simples-
mete aa ioformagea prestidas pela repartigio
do ajudaote-geoeral, de que era aecratario o Sr.
coronel C. de Campos, relativamente aos faetoa
iocrepados ; Dio o [aremos porm sem observar
desde ji que nuoca ooostou oficialmente ojae o
Sr. Monis Tarares fosse julgido iocapas do ser-
tico activo, como sa affirma, hem lio elfio co.
mo parece ao corraapoadente, visto oanlar 59 an-
uos de idade, sendo apenas dous annos mata re-
ine do que o Sr. coronal F. Cj de. Campos,.qu
sejulga por elle preterido ; e para que ao paWi-
co im parcial e desapaixooado nio reate a menor
duvida quanto a rigorosa joslica ue presid* i
escolna do Ilustre veterano da independencia pa-
ra o posto de brigadeiro effectivo, abaixo val a aaa
bnlhanle f de officio, documento que podo ser-
vir de modelo a todo o militar que tiver estma-
los de glora.
Da mesma ioformago ae veridea igualmente
2ue na relagio dos cadetes e sargentos que sabio
preseoga do Sr. mioiatro da guerra para servir
de base ultima promogio, nenhum fra iaclei-
do estando julgado iocapaz do servigo activo, aem
promovido nao estiorio o sea nome oaquella re-
lago ; sirva isto de resposta a ultima parte da
citada correspoodeocia, que, improvisando asa
alferes iovalido, teve a cautela de occultsr-lhe
nomo ; e fez bem, porqae aioda maia corrido la-
na de ficar.
Eis a ordem que o Sr. mioiatro da guerra diri-
gi ao ajudaote-geoeral, acompanbada da com-
petente resposta.
Rio, SO de dezembro de 1861.
Justus.
Mioisterio dos negocios da guerra.Gabine-
te do mioislro. Rio de Janeiro, em 19 de de-
zembro de 1861. Illm. e Exm. Sr.Inform-
me V. Exc. com urgencia aobre o seguale :
c 1 Se existe nos assealameoloado brigadei-
ro Manoel MunizTarares a declaragio de ler elle
sido julgada inepaz do servigo, e quaodo ; e bem
assim se estar ou nao commaadando o batalho
a que perteoceu quando foi promovido a briga-
deiro effectivo esse offlcial, cejos aaseolameotoa
devero ser remettiios por copia ao mea gabi-
nete.
2.a Se oa relagao dos sargentos e cadetes
que me foi dirigida por essa directora, a vista
da qual se fez a ultima promogio, foi incluido
algum que estivesse iocapsz do servigo activo
por ler sido julgado como tsl em inspeegio de
saude ; e igualmente se oa meuciooada promo-
gio foi contemplado algum oulro que nao es
livesse ocluido na sobredita relacio. Deas guar-
de a V. Exc.Mrquez de Caxias. Polydoro da
Fooseca Quiatanilha Jordio.
c 1* secc.ao.-2" directora geral da secretaria
de estado dos negocios da guerra, em 90 ale de-
zembro de 1861. Illm. e Exm. Sr.Casa priado
a ordem de V. Exc. coostante da nota datada do
hontem, do meu dever informar a V. Exc. que,
nem das relages de conducta do 8* bilalho 4o
iofantaria a que perteoceu o brigadeiro Maooel
Muniz Tarares, nem dos seus asseoUmealeo ato
livro de notaa deata repartigio, e nem dea actas
de iaspecgo de saude que se achica archivadas
coosla ler sido julgado incapaz do servigo o re-
ferido brigadeiro, do qual enri a V. Exc as
notas que tem oa 3* scelo desta repartigio; o
bem assim que daa mencionadas relages de con-
ducta e do respectivo mappa mensel datada alo
1* do prximo passs Jo mes, consta ter ello os-
lado effectivameote no exercicio docomeaaado
do dito batalho desde 16 deoulubro do 18C0, em
que se apresentou da eommissie om qua liaba
ido provincia das Alagos. Declaro timbees a
V. Exc. que as relacoea doa inferiores e cadotea
habilitados psra serem promovidos, remeiiidis a
V. Exc. a 31 de outubro ultimo, nio foi incluido
nenhum julgado iocapaz do trrico activo, e aem
que, como tal, viesse incluido os relages do
conduela dos corpot, por oode so Azeram aa qaa
subiram i preaeoga de V. Exc, ma quaea se a-
cham incluidoa lodos os que forsm promovidos.
0 brigadeiro Polydoro da Fooseca Quintaailaa
Jordo, ajudanle-general interino
3* secgao,Nota dos aaseolamentos do bri-
gadeiro Maooel Mooiz Tararea.Natural de Per-
oambuco, oasceu em 1802, praga voluolaria em
18 de agosto de 1817, alferea em 8 de margo,
lente em 15 de junho c capito em 2 de agosto,
tudo de 1825, major em 18 de oetabro de 1829.
leoeote-coronel graduado em 92 de agosto de
1837, tenente-corouel effectivo em 28 de agosto
de 1838, corooel graduado em 7 de Miembro de
1812, com anliguidade de 18 de jalao de 1841,
coronel effectivo em 27 de agosto de 1849. briga-
deiro graduado em 2 de dezembro de 1898. bri-
gadeiro effeciivoem 2 de dezembro do 1861. Pre-
mios : medalha da campaoha de Pernambuco, m-
dala* da campaoha da Bihiapela iodapeodeneia.
habito do Cruzeiro, commeoda de Cnrtslo, en-
cielado da Rosa, medalha de ouro da campanha
do Uruguay; commaodas da Rosa e de S. Beato
de Aviz. Servigos em lempo de guerra ; fes a
campanha da independencia em 1821, em 1894
fez a campanha inleira da provincia de Peraam-
buco, oa quilaasietio a todos os combates o oe-
cupou os lugares de major de brigada, e depois
e de commandante do 3" batalho de cagadorea
de 1* lioha at tomsda da cidade do Recite.
Foi nomeado commandante militar e dos torpeo
de 2* lioha de todo o termo de Seriobaem osa
1825, oode prestou boos servgoi, peloa qeaes fei
elogiado em ordem do dia. Marchou de Per-
nambuco para a campanha da proviucii do Rio-
Grande do Sul em 14 de junho de 1897, e aosoa
campanha se conservou entrando em difloroatoa
ataques que tireram lugar entre as tropas bra-
sileiras com os Argeotioos a Orieataes, caja
campanha deixou a 15 de outubro de 1898 por
se hsver effectaado o tratado de aas. Foi Bo-
rneado em 1830 para eommaodar o batalho a.
58 de 2* linha, e depois para commandante mi-
litar do Brejo da Madre da Deas.
a Marchou para a guerra daa Paaellaa de Mi-
randa e Jacuipe em 13 de mato de 1833, onde
eotrou em todos os ataquea. Batea os rebeldes
do Par em 1835 e 1836, acodo elogiado om or-
dem dia pelo general presdante, e promovan a
lente corooel graduado pelos relevantes ser-
vigos feilos na dita proviocia. Fei Borneado esa
1848 para cammandar as forcea reuaidea aoa
Alagoaa ; sendo exooerado do dito commaado.
marchou para Pernambuco. oode fez a campanha.
ji como commaodaote do 9* de fuzileros, dapota
comocommaodante daa torgas em operages, o
por ultimo como ajudante-general, sonde por
isso elogiado. Por decreto de 16 de agosto de
1850 passou do eatado-malor de Ia claaae para
commandante effectivo do 9* batilho, embir-
caodo com elle a 18 da setembro do dito para o
Rio-Grande do Sal, onde assamie o commaado
de brigada, e nessa qaadade fez a campaoha do
Estado Orieotal em 1851. Commaodou interina-
mente as arnaa de Pernambuco por quatro ro-
sea, de 1853 a 1855, aendo por isso elogiado por
S. M. o Imperador. Servigos em lempa de paa :
foi nomeado commaadante-geral militar do alto
a baixo Amazooaa em 1840 : foi oomeado com-
mandante do corpo municipal perramente da
corle por decreto de 7 de setembro de 1847,
sendo exooerado em 2 de outubro de 1858; com-
maodou as srmaa uterinamente na provincia do
Pernambuco de 93 de Janeiro a 3 de fevereiro do
1857 ; por decreto de ij de abril foi nomeado
commandante da armas do Alto Amazooas ; por
decreto de 15 setembro foi traosferido para o eom-
mando das araaaTdoPar, e por deereto de 7 de
novembro, tudo de 1857, foi nomeado eommeo-
daota das armaa da Baha ; per decreto de 3 de
abril de 1858 foi nomeado commandante da guar-
oigio da cidade do Rio-Grande, e por aviso de
18 de maio do mojdoe aaao foi removido para e
commsndo do Bal saamaadiote iaterieo
das armas da 9d|| Korembro de 1868;
eslevo om comafll a proviacia dea Alagoaa
desde 98 de maio al 15 da outubro do 1860, em
que recolaeu-so ao bstalbio. Ialersadcoea aa-
I



-, ^
1*10 DE PERNAMBUCO. ^ TERCA. ffelBA 91 DE JANEIRO DE 186%.
anestracs : todos t>s commaodantes, comman-
laaitee d.j armase Reneraea, informam e bjuibi
nuito le01 desle olkial-general.
Segunda directora-geral ala secretarta de
estada dos aegociot di guerra, e*19de detera-
bro del86tO teoeole^cerooel Jio de Souzs
la Fonseca Cosa, chefe d seecaeJa
ti. B. Abitem os reitore* 'ida militar de
oficial o.at pretiri o Sr. corone */arneiro a
Campos.
As celacee de que trata esla infernarlo sin
atada assigoadas pelo Qoado ajudanle-general
Pereira Piolo.
Ceirceito de grf*s.
Volta boje o Harto diacuseao do decreto de
7 do correte, que regulou a coocessio daa coo-
decoracoas.
E'cerio que eoi relaco ao acto do governe;
nada mais se eocoolra no Diario alm os qua-
liflcacoe9 devfavoraveis que Ihe (em prodigalisa-
do desde qira foi publicado aquelle decreto, e as
quaea peu-samos ha ver aufficieoteraeote respon-
da*. .
Em cempenssijo, porem, procsra o Diarxo
levantar novo debate a respeito de urna opioiao
que incidentemente enjillimos em oosso artigo
le 14 do correte publicado ee Cornal do Com-
mtrcio.
Bespondendo ao Diario, qoe arga de com-
petente aquello acto do geverno, depois de de-
auoustrarraos a improcedencia da arguicao, visto
ceeao era o regulamento m quealioiim-eompe-
nenlo dot decreto do poder ixrcutivo que crea-
ran as ordeos esiatentes queso at hoje legia-
lacio do pas, diseemoa nos o segrale:
A competenJta porm com que orocedeu o
ajoverno nlo necessita desta demuiislracao : ella
ati recoohecida e firmada pelos preprioa decre-
tas que crearam s ordena ni ene i uada a pelos de
aa. 321 324 de 9 elS de seteuibie de 1813, os
quaes se acham em vigor e nao forana al hoje
contestados, e finalmente pelo decreto n. 1,579
de 14 de marco de 18, por ledos os outros
que lm concedido anedalhas de campanha ao
aso exercilo e armada, honroso disliaclivo dos
relevantes aericos presiado em diversas occasi-
es causa publica.
Foi como coroliario das eroposicoes cima
transcriptas que accresceutinos que o poder *xe-
cutivo, competente pela coosxiluicao para couce-
ator iiiulos, honras, ordene militares e dislioccoes
em recompeosa de servicos eitos ao estado,
igualmente competente para crear eaaes mcios
ate remuoeracio honorfica e dar-lhe oa regula-
tnenlos que fdrem convenientes.
C>aseguintemeole, anda quando, por hypothe-
ae.toasem procedentes ss raides com que o Diario
impugna a opinio por nos emiltida accidental-
mente, nem por isso flcaria destruido o funda-
mento da competencia do goveroo para a pro-
mulgago do decreto em questao, a qual resulta
le ser elle um complemento de actos anteriora
da raesma origem e naturcxa, que sao lei do pa-
iz, o que oiario nao pretende que sejam dero-
gados.
Esta simples considerarlo, respondendo suffl-
cieolemente aos reparos feitos aoteiiormente pelo
Jiario.dispensa-nos de entrar no noto debate que
elle parece querer estabelecer, e no qual nao
acharaos neohum interesse de actualidad*, nem
ulilidade pratica, pois que nao se trata de insti-
tuir novas ordeos. nem de abolir as existentes.
Nao seria cousa oiffie demonstrar a improce-
dencia da argumentando com que o Diario com-
bate a opioio que enunciamos, e que faz boje o
objncto nico das suas rcflexdes.
Bastara para isso alleoder que a creaco de
bispados, de lugares de magistratura de empre-
goscivis e polticos pertence ao podes legiilalivo
per disposiQo expressa do arl. 15 10 da coos-
tituico, assim como compete lhe tambem a II-
xago aooual das despezss publicas, a qual pode-
rla ser pertubada pelo executivo se lhe coabesie
o direito de fazer laes creaces.
Nao ha, portanto, entre a creaco de empregos
o a iusliluico de ordeos honorficas a aualogia
precisa para que podesse ser concludentl a argu-
mentaco do Diario. Has nao nos eopeoihare-
anos no debate novamenie suscitado, por mais
fondadas que nos parecam as razoes em que po-
daramos apoiar a opiuiao que enunciamos. Nao
nosso intento raanter polmica intil com a Dia
rio, o qual continuar a pensar sobre aquelle as-
sumpto como lhe parecer melhor.
Foi nosso proposito nico defeuder n acto do
goveroo das ceosuras que to sen juslici lhe
flzera o Diario e parece-nos har-lo conseguiu-
do plenamente.
Daremos, pois, por terminada a discussio do
regulamento, observando que ma2 cabe a acausa-
cao de aspirar omnipotencia e de querer erigir
o eaeculivo e-n nico pod-r do Estado ao gover-
do que, pojendo distribuir as condecoraces a
sau aruno, sem embarazos que estorrassem ou
lolhessem a sua ioioiativa. o primeiro a esta-
belecer regrasa que deem sujeitar-se os peticio-
narios, e expe voluntariamente os seus actos
preciago daopiniu publica, obrigando-se a de-
clararos motivos das condecoraces que d'ora em
diaotc houver de ser coocedilas.
O goveruo que assim procede, em vez de mos-
trar tendencias para absorver os outros poderes
do Estado, d proras de seu espirito constitucio-
nal, de seu amor pelas iuslituicoes que nos re-
gen).
[JornaJdo Commercio, do Rio.)
Valel-MOpjjTTirgeBi Mi ^
Salvai-no iMPtaromia
Farei, qe ella ca nao chegue,
Oup, oaeest, cesse, oh 1 alaria 1
'Permitti, que esae fiagello
Nenhurua victoria mais fa^a ;
(Jue uae castigo de Dos
SavacaU-pot v-ossa-^caca I -
t Nos, que, ha um lustro, etsVros
Pornea.li'la.Biviua ao,
Acheaaes ao vos, agora,
Misatioordta e pedao
PERNAMBUC.
RlVISTA OlAftlA-
Pede-nos o Rvm. Sr. D. bbade de S. Bento,
que em reclificaco a noticia dada sobre as exe-
quias de S. M.'F. no Collegio ou Espirito Santo,
declaremos haver S. Rvm. assistido e offlciado
em todo o acto na qualidade de simples sacerdo-
te to somenle, e nao pontificado nelle, como foi
dito.
Consta-nos que venda dos bilheles de
noasa lotera foi prohibida na corte ; o que corta-
mente para lastimar, alientos os exforcos envi-
dados pelo actual thesoureiro atim de lira-la do
abatimento e discredito, em que jazia a mesma,
elevando-a ao pede prospendade econfianca
presentes.
Este em baraco, pois, ha de trazer como coo-
sequencia necesaana a alteracao do plano actual
cujas vaolageos estavam recoohecidas ; visto a
nossa populaco e o estado monetario da praca
o nao comportam na altura era que est elle or-
ganisado.
Acha-se nomeado promotor publico da co-
marca de Paje de Flores o Sr. bacharel Barlhp-
meo Francisco de Souza e SU -a.
.9^- Dr> chefe < polica, aatisfazendo i
requiaicao do Sr. Dr. promotor publico, expedio
urna circular as autoridades policiaes do termo
do Recite, rexommeodando-lhes que mandassem
dar vista a aquelle funecionario de todos os cor-
pos de delicio e nformasdes aasislentea nos res-
pectivos cartorios bem como de lodoa o* proces-
aos lindos no dislricto da jurisdiego policial de
cada urna, nosquaes se observe alguma irregula-
ridade digna de reparo, ou injusiica notoria dos
julgamenlos, afn de que o orgao da iustica pu-
blica proceda como fr de direito.
E' esU urna medida de conveniencia publica
que nao podemos deixar de applaudir, e que por
ai j recommenda o zelo e o espirito indagador do
jnagislrado, qae dirige a reparlico da po-
llCl'*
No domingo ultimo reunio-se a junta de
qualihcacao da parochia de S. Jos desta eid.de,
aob a presidencia do segundo iuiz de paz, o Sr
capitao Eduardo Frederico Baurks.
A mesa ficou compoaia dos Srs.:
Dr. Egtdio Ueoriqueda Silva.
Francisco Antonio Pereira de Brito.
Joo Aotonio da Silva Pereira.
Joaquim Pedro doa Santos Bezerra.
Pedem-nos a publicaco doa versos qae se-
gaeao:
Supplicas Nessa Senhora.
* Vos, oh Raioha doa aojos,
Vea, Virgen tres vetea Santa,
Livrai do Reclfe 0 povo
Desee mal que nos espanta I
Desta cidade e praviseta
ABaalai, Seniora, uilt;
Ponpai oa voaaoa i'
Da justa ira
Somos grandes pecadoras,
E mercenos castigo:
Maa em vosao patrocinio
flavemoa da ackar abrigo I
Senhora, esta Imperto voisa
O imperlordo Cruzeiro
E aob os voaaoa auspicios
'Si o poro braiileiro I
Recite, 19 de Janeiro de 1-862.
Remetlem-nes as seguintea observaces,
para aa qnaes chamamos a atteoco das compe-
leo tea autoridadea:
Sr. redactor da Revilla 9iaria.Em poca
lao critica e calamitosa, come a em que actual-
mente nos acatamos, cerlameole de neceasidade
absoluta tomareaa-se meditas mais enrgicas de
prevenclo, afhn de affastar qoalqaer reaultade
funesto e irremediavel.
Nestas oircumataociaelembramoa a illustria-
sima cmara, que faga com que seja prohibida a
venda deasas fruetas nocivas que abundara em
nosso mercado, por quaofo endeote que ellas
causam grave prejutio a saude mxime na jetu-a-
ltdade
Lembramos igualmente ao Sr. fiscal da Boa-
Vista, que lance suas aislas para certas rusa, on-
de o lixo forma moolanhas, do que resulta grave
incommodo a saude, e juntamente prejuizo ao
aformoseamento da-cidade como acontece com a
ra do Hospicio, onde continuamente o lito que
parte de urna certa casa destruida de ra do Ca-
mare, vai todo acoutado pelo vento ahi se de-
positar, e assim iocommodar aos moradores que
nao gostam da porcaria.
Pelo vapor Peninunga, entrado hontem
de Alagoas, recebemos o Diario do Commercio
at 17 do correte, no qual apenas encontramos
o teguiote digno de menco :
a O medico, encarregado pelo governo de tra-
tar das pessoas atacadas da febre amarella na
villa Oa Imperalriz, dirigi aoExm. Sr. presi-
dente da provincia, em 13 do torrente, o segua-
le officio :
Illm. e Exm. senhor.Aqui chegeei no dia
10 do correle, procurando assim salisfazer a ur-
gencia que me havia sido recommeodada por
V. Etc.
Bas ioformacoes que teoho colhido, dos pr-
dromos do mal reinante e da symptomatologia
dos affectados, posso concluir que a affeccao aqni
reinante a febre biliosa to comraum nos pai
zea quenles e aiuda maia na esiac.ao calmosa.
Encoutrei 10 doeotes, entrando neste numero o
digoo vigario.
A febre biliosa nao tem-se apreseotado aqui
com carcter assustador, pois s enconlrei um
doente grave, e que falleceu no dia 11, sendo de-
vido o mo carcter com que se revestio este
caso a incuria do doeule e falleocia de promp-
los recursos.
Alera doslOdoentes que existiam em minha
chegada aqui, continuam a ser sffectados outros,
mas sem gravidade alguraa.
As causas destes flagellos que se revestem
do carcter epidmico sao to coobecidas que
seria baoalidade enumera-las.
Aos bradosque contra ellas tem sido levan-
lados pela hygieune, tem succedido o indiferen-
tismo e talvez a incredulidade da populacho.
Estoa convencido que a remoco deltas bao
obra de um da, mas sim o resultado do pro-
gresa lento, mas efcaz da lirilisacso.
Desvaneco-me em commuoicar V. Exc.
que tenho recebido do Dr. delegado de polica
do termo a mais prompla coadjuvago, no des-
empenho da commisso de que me encarregou
V. Exc.
Nada mais tenho a ponderar a V. Exc, pelo
que guardo as ordeos de V. Ezc.
: Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr.
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho, digoissi-
mo presidente.
O medico em commisso,Dr. Joo Fran-
cisco Dias Cabral.
O facto, de que tratamos n'uma das nossas
Revistas passadas, do esbordoameoto entre dous
cuohados, na ra Imperial, deu-se da seguinie
forma, e nao lao feo como no-lo deu o nosso
informante, segundo se collige do officio do res-
pectivo inspector de quarlelrao :
Paulo Gomes de Almeida, portuguez, casado,
com taberna oa ra Imperial, dirigi 4 seu so-
gro Manoel Pereira Marques, morador oos Afo-
gados, um bilhele pedindo-lhe trouxesse sua mu-
Iher, que all se achava passaodo dias, visto elle
nao o poder fazer, por achar-se s no seu esli-
belecimenlo; Marques, porm, nao podeudo sa-
lisfazer ao pedido de seu genro, mandou seu li-
Iho, Joaquim Pereira Marques, arornpanhar sua
irma at a casa de seu cnohado, quem aquelle
se julgon com dneito lomar aatisfa^o, por mo-
tivos que allegava ; e, ao chegar porta da ta-
berna de Paulo Gomes, s 7 \y horas da noite
le 10 do correte, leve urna urna grande alter-
cacao, nao chegaodo vas de tacto, por terera
internado diversas pessoas : sendo inteirameote
falso que Paulo dsse bordoadasem sua mulber,
com quem vive em perfeita harmona.
Nao ha aioda muilos dias que demos no-
ticia de urna tentativa de assassinalo, que leve
lugar no Campo-Verde, e j boje vamos nova-
mente noticiar urna outra que se deu s 5 horas
da tarde do da de ante-hontero.
Candido Pereira da Silva, soldado do batalhao
de fuziUiros n. 2, teodo recebido urna bofetada
de Jos Marques de Muraes, cabo do batalhao
de infanlaria n. 9., fez-lhe com um puuhal tres
ferimentos, seodo dous mu graves.
Candido, perseguido pela palrulha de polica
do 9. batalhao, resisti ordem de prisao que
lhe deu um inferior commindaole da mesma pa-
lrulha, e ae odo livesse apparecido all o Sr. ma-
jor Loureiro, que inimedialameote apoderndo-
se do criminoso, o obrigou a render-se prisao,
talvez que livessemos de deplorar mais de orna
victima.e at mesmo algumeooflicto entre pracas
de ambos os corpos.
bis o decimo-terceiro
Boletim o/Jicial.
Ea um officio de 13 do correte, dirigido
de Nossa Senhora do O' ao Exm. presidente da
provincia, o Dr. Americo Alvares Gotroeraes d
noticia de ficar livre do pengo o Dr. Jos Joa-
quim de Souaa, e diz que, aabendo que ba falla
de facultativos que quetram expr-se s fadigas
e golpes da epidemia, e estando melhor da mo-
lestia de que soffria quando pedio sutisiiluicao a
S. Exc, acha-se em estado de po 1er proseguir
os commisso laboriosa, deque fura encarre-
gado.
Em oulro officio de 14 do correte, dirigido
da mesma freguezia a S. Exc diz o mesmo Dr.
Americo Guimaraes que, nao ezistiodo all um
cemiterio, pelo que as iohumacoes se faziam em
em diversos pontos, esse, em companhia do res-
pectivo subdelegsdo, Vicente Ferreira Coelho da
Silva, escolhera um lugar, que offerece aa preci-
sas coodices bygienicas para um cemiterio, e
commoPica que dodis 10 4 ISdeate mezderam-
se nessa freguezia, na Lapa e Goiannioha 32 ca-
sos de cholera, succombindo apenas dona de
cinco que haviam aido accommetiidos com gra-
vidade.
Em nm officio de 18 do correr.te, dirigido de
Goiaooa a S. Exc, diz o Dr. Firmino ter-se ma-
nifestado o cholera -morbus em Strrinha, povoa-
do situado nos extremos desta provincia com os
da Parahibe.eaeparado tres leguas de Podras de
Fogo, oode suecumbiram, at 17 deaie mez, oito
pessoas, pelo qae elle havia feito seguir para este
ultimo ponto urna ambulaocia, afim de que o
aubdelegado de liamb, a cojo dislricto pertence
aquelle lugar, posea eoceonrer os neeesaitadoa ; e
acrescenla que em um officio de 16 do correle
dirigido de Timbauba, Ibe diese o Dr. Pedra qu
o numero doa accommetiidos pelo cholera se ele-
vara a 155. e dos morios a 110, e que do dia M
para 17 recradescera com forca a molealia e era
exceasivamente mortfera. Eile diz mais que do
Croangy nao (em tido participaco offlcial, maa
aabe de pessoas procedentes desse lugar que o
mal tem recrudescido, regulando a mortalidade
de 8 12 pessoas por dia, j tendo havido um
dia em que elevou-se a 14 pessoas, entretanto
que a Lapa se acha alliviada de morios ; e coo-
clue dizeodo que nio tem noticias de Noasa Se-
nhora do O', o qae em Goianna se dera maia um
caso de cholera em nm individuo qae, chegaodo
ao estado lgido, fleava mal. No meamo officio
comraunica queda subscripto recebera SOojOOO
com gao eoBCorrera o coronel Airea Vianna ;
mes que outros nio declararam o qae davan.
o Esa aa oficio de hontem, dtrialdo da Luz a
I. Exc, coamuniea o Dr. Luciano Xavier de Mo-
nta Sarment que, depeis de tea ultimo officio,
apenas lhe coma que suecumbiram ao cholera
dous individuos no engenho Santa Cruz, e diz
que aquella povoaco permanece em um astado
mu favoraveLno tendo apparecido nem mesmo
um caso dejjj|eriaa do que referi a S. Exc,
e termina diZtaBo que fez regressar o soldado da
cavallaria qae o acoapanhava, por estar soffrendo
de tubercele pulmonares.
* eus etfieios feram dirig tes -de f mbaube a
S. Excedan dalete13e 15 doorreota. pelo r.
Pedra. taigamas eonsMienia que eejam publi-
cados.
Nao ha caso alguna de cholera-avotbus nesta
cidade e suas imaadiaeoes.
A commisso tentrei de soccorrae mdicos
julgesj convenieada que oa faeultativae encarre-
gados de dialrictos piocedessem a visitas sanita-
rias as casas de seus respectivos distrretes, e S.
Exc, recenhecendo a necessidade e importaocia
da medida, mandou que esta fosse observada.
Consta que alguaa facultativos j tem dado prin-
cipio a essas visitas : por meio deltas reconhe-
ceraes que na inobservancia dos preceitoa bygie-
nicos est a causa de algumas affecces que la-
brara eutre nos.
A veolilacao elimpza dos aposentos, a luz so-
lar qne oellea penetre sio coodices esseociaes
para que ae cooaiga e maoteoha a salubridade
Oos centros da populante. Essas casas, em gran-
de numero hmidas, obscuras, poress e situadas
em ras estrellas ; essea quiotaes, qae muilos
converlem em depsitos de immundices, sempre
lamacenlos ou encharcados, sao causas perennes
de iosalubridade, s quaea se encorporam essaa
praiaa immundas, a m alimentaco, etc. De
ordinario no principio e fim de cada anno dea-
eoTolvem'-seoesia cidade em maior escala as mo-
lestias que tem os intestinos por sede, e seu des-
envolvimeuto com razio attribuido nao s so
Calor, senao aos exeeasos de comidas, em coose-
qaeocia das (eataa que ae celebram nesse lem-
po, ao abuso daa frucias, maia abundantes nessa
eslacao. Nao ba medico, que uo lenha obser-
vado em aua dioica que, depois do da de natal,
do anao bom, dereia, etc., cresce o numero de
doentes, e que o acrescimo ae deve a soffrimeo-
los dn apparelho digestivo.
a Dizendo nos o que tica escripto, quando se
trata de evitar o cholera-morbus, ou de embara-
zar que, ae vier a desenvolver se, nao sejam nu-
merosas aa suas victimas, ujo fazemos mais do
que dirigir a attencio dos habitantes desta cidade
para cousas que s merecem. Se isto nao noti-
cia do que ae passa relativamente ao cholera-
morbas, o de cansas de iosalubridade, que po-
dem coocorrer para que easa affaccao se desen-
volva ou lome iotensidade.
a A's 6 horas da tarde de 20 de Janeiro de
1862.
Dr. quino Fonceca.
a Illm. eExm. Sr Satisfago em responder o
officio de T. Exc. de 8 do correte, no qual or-
denou-me" dar meu juizo sobre a natureza da
epidemia reinante nesta comarca, pelo que digo
a V. Exc. nlo restar a menor duvida de aer o
cholera-morbus, quando sua symptomalogia re-
vella claramente ser este terrivel flagello ja A-
nhecido por nos mdicos desde 1855.
Quanto a dizer a V. Exc. a causa do appa-
reciment do mal netta comarca, confuso me in-
sufficienle, quando ella tem escapado a lodoa os
que se tem oceupado em descrever epidemias so-
menta apontando aquellas da localidade ; euto
uoicamente por ioforma;oes sei, que o lugar on-
de houve o primeiro accommettido (Aoioga),
collocado enire dous morros, passaodo bem jun-
to s casas o rio Cruaosy, dahi seguiodo para o
logar desse nome, cuja lopographia idntica,
ignorando se existera ontras circumslaocias ou
partcularida les que podessem dar lugar a de-
composi^es orgnicas e raephilicas a desenvol-
ver urna epidemia que poroutras circumslaocias
de estaco e estado de atmosphera degeoerasse
em cholera-morbus, e nao em outro qualquer
mal.
< Corre que o primeiro caso foi em consequen-
cia de abrlr-se urna sepultura dos cholencos de
1856, seguindo-se logo ser infeccionado um co-
veiro, e depois morto ; o melhor confessar igno-
rar-se s causa o dizer S. Exc. os effeiios do mal:
sim, o haver-ae desenvolvido nesta povoaco de
Timbauba, oude acho-me, era de esperar, pelas
proximidades de Aniogs.duas leguas, e deCruan-
gy, legua e meia, logo que o mal loroou-se epi-
dmico ; a transmissao deu-se j por pessoas, j
pelos ventos.
Quanto symptomalogia do Aal, podera dei-
xar de dizer V. Exc, poim nio eximu-me de
salisfazer aa vistas de V. Exc. : portanto dou os
symptomas, com os quaes tenho presenciado se-
rem accomellidos os iofelizes j aqui, j na La-
pa, onde primeiramente presenciei o mal : nao
conserva se enfermidades oa sua apparica, as
vezes declara-se por vmitos dos alimentos, e lo-
go seguidos de outros cor d'agua de arroz, Ouiras
vezes, e mais tommummenie aqui, pela diaraha
principio cor d'agua da lavagem da caroe fres-
ca, depois cor d'agua de arroz, e tambem verda-
deiramenle claras, como agua mu foiida, e esse
cheiro caractensco : tambem accommeite com
jacios e vmitos, ou um destes, e caimbras, e
tambem com todos estes; os olhos sao iucovados
e com urna aureola escura;por fura, a pello fra,
ciaootica, as dores pelo veotre spparecem, e urna
constrieco no estomago e coragao terrivel, as ou-
rioaa desapparecem : outros symptomas dao-se,
mas segundo a iodividualidade.
Assim, tenho respondido ao officio de V.
Exc.)
Deus guarde V. Exc. Timbauba 13 de Ja-
neiro de 1862. Illm. e Exm. Sr. presidente da
provincia Dr. Antonio Marcelino Nunes Gjngal-
ves Dr. Alcibiades Jos de Azevedo Pedra.
< Illm. e Exm. Sr.Cabe-me agora o dever de
fallar V. Exc. da epidemia nesta povoaco, dos
seus estragos, seo eslado, e dos metos por mim
empregados debellar, filialmente do povo : sim,
agora que acho-me livre do mesmo mal, do qual
paitilhei, por querer fazer mais do que podiam
minhas forcas.
Aqui cheguei no dia 5 s 6 horas da larde,
quando ha pouco haviam partido o delegado e o
missionariopara Cruangy, deixando muilos doen-
tes, aos quaes ao alvorecer do dta 6 fui prestar
soccorro, os quaes sempre tenho prodigalisado
aos que necessitam sem escolba de classe, e nao
me sendo possivel s prestar, pela longitudede
muiloa doentes, procure! um hornero activo e ca-
ridoso, o qual com inalrucgoes minhas, escripias,
segua a outros lugares prestando soccorros, os
quesaproveilam.com oque folgo de.commuoicar
S.Eic, daodo-se-lhoum estipendiorazoavel.de
accordo o com o Sr. Dr. Braodo e mejor delega-
do ; todava teodo o mal j ae enraizado por aqui.
grassando deade 24 de dezembro, nao fcil cor-
la-lo e mesmo fazer com que nao continu nos
estragos, assim mesmo tenho salvo mullas victi-
mas, quando tratadas lempo, com zelo das pes-
soas ioteressadaa deltas.
c Desde 24 de dezembro (quando principiou o
mal) tem morndo 106 al esla hora, e sido affec-
tados nao menos de 200, seodo a maior parte das
victimas quando nio haviam os recursos da arte,
daquella data at 5 do correte, hoje continuara
com pouca dimioinaiQio os casos de accommet-
timentos, que sao fataes, quando nao usara dos
remedios em lempo e com as prescripgdes exigi-
das e bem explicadas por mim, calculando do dia
6 at boje entre os morios e accommeilidos, vejo
quo o mal cede aos meios, ainda qae pouco, vai
declinando.
Finalmente fallo do poro, o qual aioda ani-
mado ae acha, mas sem se querer prestar a dar
cuidados seus semelhantes, porquanto eotre os
pareles mesmo, negam-se aoa suffragios, dos
quaes mmto necessitam oa doentea desvalidos,
qae iolregoes ficsm ao poder de Deua e de mim ;
por mais qae falle nio o excito, poucos sio os que
se presta bu dentro do pequeo adre. Por agora
o que posso expor V. Exc, quando os chama-
dos nio dio lempo ao que posea ter omiindo.
c Deas guarde 4 V. Exo. Timbauba 15 te ja -
Mire de 1862. Mm. e Exm. Sr. Dr. Antonio
Marcellino Nunes Goocalves, muito digoo presi-
dente desta provincia. Dr. Alcibiades Jos de
Atevedo Pedra.
c dditamentos.
Em um officio de bootea, dirigido de Goian-
na a S. Exc, diz o Dr. Pirmiooque se faz pre-
ciso corrgir urna inexaclido do boletim offlcial,
quando referi que o Dr. Luciano Xavier de Mo-
rase Sarment bavia dado per Indo em Pedros
de Fogo o cholera, poia qae este aioda te nao li-
ona desenvolvido all ; e, para qae ae teoha co-
ohecimenlo desse officio, resolvemos qae fosse
publicado.
Se ha ioexactidio, esta nio do boletim,
em qae ate temaos mais do qae referir resumi-
damente o qne colhemos das coramoDlcscdes of-
flciaea e algumas cartas de peasoas fidedignas,
per vetea reproduzindo aa expreasoes qae encon-
tramos. Ea aa dos oficios anteriores, se nlo
nos falos a memoria, comanuoicando o Dr. Pir-
aino que baria it dado nm cato de cholera em
Pedrat de Fogo, accresceotava que d'abi se pedia
daduzir que a epidemia eslava nesse logar. Em
um officio de 6 do correle dirigido a S. Exc. pe-
lo major Barros, delegado de polica de Goianna,
se Ira queem Podras de Fogo, alea do caso j
levado ao eonhecimento de S. Exc, mais tres se
tiobsra dado, sendo dous fataes.
Em nm officio da mesma dala, dirigido i S.
S. Exc pelo Dr. Moreeo Braedio, se dizia que
ittevia noticias de Podras de Foga, de que j ti-
nham aido accommettidaa qualro pessoas desta
provincia, das quaes tres haviam suceombido, e
nana mulher fleava muito mi. S em um officio
de 9 deste raez, laabrxn dirigido a S. Exc pelo
esmo Dr. Firmioo, ae eoeeotravam estas pala-
veas : pelo calculo do delegado, segundo da-
dos que pode cjlher, avaliava a mortalidade do
raoiioeegointe : Croangy 137. Timbauba 42, La-
pa 34, Pedral de Fogo 4. e Nossa Seohora do
Assim pois, se ba ioexactidio nio do bo-
letim.
Alfandega,
ftendlmento do dta 1 a 18.
Idam do dia 20.
. 520.300J699
. 25.0159611
245:3269310
109
Dr. Aqui no Fonceca.
Illm. e Exm. Sr.Faz-se preciso corrigir
urna ioexactidio do bollelim offlcial. Diz o bo-
letim que o Dr. Luciaoo Xavier de Moraea Sar-
ment di o cholera por fiado em Pedras de Fo-
go. Nao iito exacto, porque o cholera anda
nio se desenvolveu all, apenaa morreram os
dous individuos viudos de Cruangy deotro da
povoaeio ; e por fra mais duas pessoas. O que
ba all, bem como por aqui e outras partes li-
geiras cholerioas. que aqui se vio tornando mais
Intensas, alem dos dous cholencos, de que j
dei noticia a V. Exc. um delles est melhor, o
outro ainda est lgido.
a Dos guarde a V. Etc. Goiaona 19 de Ja-
neiro de 1862.lllm. a Exm. Sr. Dr. Antonio
Marcellino Nunea Gorrcstvea, digoissimo presi-
1 desta provincia.0 joiz municipal e or-
denle
phioa supplente.Dr. Jos Joaquim Firmino. >
REPARTigio d polici.v (Extracto da parle
do dia 18 de jaoeiro) :
Foram rtcolhiJos easa de detencio no dia
17 : 4 ordem do Sr.br. chefe de polica Antonio
Cezar Manuho Falcio. braoco, de 25 annos.sem
proussio, por furto de carelios ; a ordem do aub-
delegado do Recite Joaquim Jos da Silva, pardo,
de 37 aooos de idade, estivador, por uso de ar-
mas do defea, e Jos Francisco dos Aojos pardo,
de 86 anoos, gaohador, por briga ; 4 ordem do
do Sauo Antonio Rozslina Maria da Coaceicao,
parda, de 30 anoos, cosiureirs, por embriaguez e
desordem ; ordem do de S. Jos Reymundo,
crioulo, de 28 aonos, gaohador, escravo de Fu-
mino Jos Rodrigues Ferreira, 4 requisigao deste;
4 ordem do da Magdaleoa Marcolioo Jos de San-
ta Anoa, crioulo, de 43 anuos, gaohador, por
desordem ; 4 ordem do dos Afogados Manoel
Jos da Silva, pardo, de 40 annos, ganhador, para
recruta.
Dia 19.Foram recolhidoi 4 mesma no dia 18:
ordem do aubelegado de Sanio Aotooio Rosa,
crioula, de 24 aooos, cosiobeira, escrava de
Victorino Jos Ferreira, 4 requisicio deste,
e i ordem do da S. Jos Gloriado Francisco de
Souzs Magalhaes, sime braoco. de 19 anoos.
pintor, por briga.O chefe da-2* seccao J. G.
de Mesquita.
_ Movimenlo da enfermara da casa de delen-
cao do dia 19 de jaueiro :
Tiveram alta da enfermara :
Jacintho Ferreira de Lima.
William Harvey.
Joto, escravo de Maooel Pereira Gomes.
Raymunjo, escravo da Telesphoro Marques da
Silva.
Dia 20.
Tiveram alta da enfermara :
Mi noel Vicente de Oliveira.
Manoel lavares de Araujo.
Francisco Ferreira Adelino.
Passageiros do vapor brasileiro Persinunga,
vindo dos portos do sul:Manoel Jos Leiie,
Joo Jos dos Santos, Aotonio Jos de Almeida
Costa, Antonio Luiz de Albuquerque, Henrique
Knowgle.Diogo Roberto Flonudo, Eugenio Bluro,
Jos Luiz Cavalcante de Oliveira, cadete Jos
Hygioo Xavier da Fonceca,Jos Joaquim da Costa
Leile, Manoel Jos de Miranda, Dr. Balbino Ce-
sar de Mello, Luiza e Luiza Africanas livres com
dous Olhos menores, sete mariobeiros do brigue
hollandez D,Joanna um preso de iustica e sete
priflas.
Passsgeiros do vapor lguaratt, sabido para
os portos do oorte :Manoel Silvestre Ferreira,
Manoel Sivestre Ferreira Jaoior eum escravo,Jos
Fernandos Alegre, Dr. Domingos Mooteiro Pei-
xoto, sua senhora trea lhos e dous escravos, A-
lexandr Ferreira Brrelo, Joio Francisco da
Rocha Aihayde, Levioo Pinto Brando. sua se-
nhora e dous criados. Thedoro Adolpho Dam-
mayer, Jos Barateiro Siuto.dous escravos do Sr.
Antonio dos Santos Cerqueira, Aotooio Jos
Duarle Coimbra, Roaa Maria da Cooceicio e seu
fllho, Arcenio Pimeotel.
MORTALIDADE DO DA 19.
Eulalia, Puroambuco, cinco aonos, S. Jos diar-
rha.
Felismina Infanta do Amor Divino, Pernambuco,
22 anoos, solleira, Santo Aotooio phlysica
pulmooar.
Jos Bandeira de Mello, Pernambaco, 461annos
casado, S. Jos bexigas.
Dia 20.
Marianna de Tal, Pernambuco. 25 aonos, soltei-
ra, Simo Aotooio, sbita.
Jos de Souza Pereira. Portugal, 18 annos, sol-
leiro. Boa-Vista, febre amarella.
Victorioa ManaGouvim, frica, 100 aonos, viu-
va, S. Jos, diarrha.
Francisco, frica, 45 aonos solleiro, escravo, S.
Jos apoplexia fulminante.
Mara, Pernambuco, 30 annos, solteira, escrava,
Boa-Vista, metro pertonite.
Joo Aotonio de Soua Ayres, Pernambuco, 30
annos, casado, Santo Antonio, tubrculo pul-
monar.
Marcionilla, Pernambuco, 11 das, Santo Aoto-
Qio. espasmo.
correspondencias.
Srs. Redactores.Somante hoje (18 do cor-
rele) vimos no peridico Ordem de 14 do an-
dante mez, a defeza ou resposia dada pelo Com-
padre provinciano 4 um nosso artigo, sobre a
lluramacao a gaz desta cidade.
Nao teocionavamos to cedo voltar 4 este as-
sumpto; porm as expresados do tal Compadre
provinciano tao dolorosamente nos impressiona -
rsm, que nio podemos deixar, Srs. redactores,
de ainda esta vez os iocommodar, pelo que Ibes
pedimos desculpa.
Para satisfaccio do que dissemos na sua bem
cooceitaada Revista de 9 do correte, cerca da
illumioacio 4 gaz, basta-nos a opini&o de todos
que eoigo tinham olhos e quizeram ver ; se po-
rm o Isl Compadre provinciano nao vio, ou se
se lhe aflguraram brilhaotes cristaas os vidros
embaciados dos lampeos, ele, eslava do seu
direito dizer alguma cousa sobre ou em refuta-
cao ao que tio sinceramente expendemos, porm
aggredir-nos estonvadameote, chamando-nos dis-
paratados, mentirosos e gaiatamente insinuando
urna industria de molhar torcidas em azeile, ele ,
nao sabemos a que proposito o fez, e somenle
quejemos erer serera cousas peauliares ao Sr.
Compadre provinciano.
Nao nos podemos anda persuadir, que o afn
do tal Compadre provinciano em defeuder a il-
lumioacio a gaz, provenba de aer elle apologis-
ta della. como quer inculcar; parece-nos, por-
tanto, que elle tambem compadre do empre-
sario do gaz oa couaa qae o valha ; nio obstan-
te, do coracio perdoanros ao Sr. Compadre pro-
vinciano o que iu'aprouve dizer, e meamo o qae
aioda mais ae flzer a bem do aeu inleresse es-
crever sobre tal asaaapto, satiafatendo-nos en-
tretanto ver, qae boje os vidros dos la m pedes
estio limpos, e emquanlo 4 luz.... so so a hule
betler.
Agora s rollaremos quando os lampeos a is-
so noa obrigar.
Reclfe 18 de jaoeiro de 1862.
coiffwiiicio^
Praca do Kecife 20 de
Janeiro de 1862.
\s qualro horas da tarde.
Co lacees a jaita de corretores.
Descont :
Cambio
Sobre Londres -25 1|2 d. por 1)000 190 dir.
Aaaucar someno1|500 por arroba.
10 0i0 ao anno.
J. da Cruz Mselopresidente.
John Gatissecretario.
Hovlmento da alfandefftv
Volamos entrados com fazendas..
com gneros.. 109
Volamos sahidoa ota fazendas.. 148
eoa generoa.. 328
------ 471
* Desear regam hoje 21 de Janeiro.
Bares ranceza Iiardcarvo.
Brigue brasileiroOlindamercadorias,
Brigue dioemarquezCtrolioadem.
Patacho brasileiroSobralensegneros do pais.
lrigue brasileiroBeberibecharque.
Brigue hespaoholNovo Martincharque.
Brigue hespanholDous de Janeirodem.
Barca fraocezaColignycemento.
Importayao.
Bsrca ingleza Isabella Rydley, vinda de Terra
Nova, consignada a Sauodars Brothers & C, ma-
nifeatou o soguinte ;
2,800 barricas bacalhio e 20 toneladas de fer-
ro ; aoa meamos.
Brigue nacional Olinda, vindo do Porto, con-
signado a Billar & Oliveira, manifestou o se-
guinie :
20 barra e 5 corteles pregos, fechadeiras e
pentes; a Thnmaz Fernandes da Cuoha.
18 caixes vinho : a Ferreira & Loureiro.
3 saceos e3 barricas lieos, castanhas, nozes, 1
barril bacellos e rozeiras ; a Fortunato Cardozo de
Gooveia.
1 caixio magias, 1 dito carne de porco ; a Joa-
quim Vieirs Coelho.
10 caixes galena de chumbo ; a Luiz de Mo-
raea Gomes Ferreira.
3 volumes macas e castanhss ; a Maooel Aze-
vedo de Aodrade.
1 caixio nozes ; a Aotooio Jos Coimbra Gui-
maraes.
132 saceos feijio ; a Palmeira & Bellrio.
30 caixos viuho ; a Tbomaz de Aquioo Fon-
seca Jnior.
100 rodaa de arcos de pi para barrica ; a
Carvalho Nogueira & C.
1 caixio livros ; a Cunta & Irmio.
16 saceos feijio, 1 caixio senoe e relalhos de
pellica, sement?, 1 bahu roupa de uso e outros
arligos ; a Jos Cardoso da Silva Pinto.
15 saccoa rolhas ; a Joio da Silva Faria.
10 caixes azulejos, 1680 razas de sal: a Bailar
& Oliveira.
5 caixes palitos,2 ditos e 1 barrica macella :
a Jos Cardoso de Si & C.
50 canaslras alhos ; a Manoel Duarte Rodri-
gues.
115 caixotes sebe em pao, 1 cama de ferro, 1
lavatorio de dito e 1 banheiro de chuva ; a Do-
mingos Rodrigues de Aodrade.
1 caixote com ma vestimenta de damasco pa-
ra sacerdote ; a Jos Alves da Silva Guimaraes.
60 saceos feijio : a Jos Marcelioo da Rosa.
12 ditos tremoco ; a Francisco Antonio Correia
Cardoso.
30 saceos feijao e 30 barricas sardiohas ; a Joa-
quim Vieira de Barros.
1 barrica caalauhas e 1 gaiolla canarios : a Bai-
lar & Oliveira.
100 saccoa fareilo ; a F. S. Rabello & Filho.
34 caixes pomada : a Azevedo & Meodea.
5 ditos linha, 112 canaslras albos ; a Halbeus
& Rodrigues.
6 barra presuntos, 30 caixes e 109 resteas ce-
bolas ; a Thomaz de Aquioo Fonseca Jnior.
17 saceos folha de louro; a Joaquim Vieira de
Barros.
96 dilos feijio ; a Jos Marcelino da Rosa.
1 caixa livros ; a Dr. Jos Hamede Alves Fer-
reira.
1 caixio fazeodas; a Albino Jos da Silva.
2 caixas casianbas, 1 barril preauntos e salpi-
cos ; a Miguel Jos Alves.
2 barris vinho, 8 caixas castanhas, 316 ditas
batata^, 95 ditas e 3,996 resteas ceblas, 540 ca-
naslras alhos ; a Domingos Rodrigues de Ao-
drade.
Exporta fiio
Do dia 17 de Janeiro de 1862.
Barca ingleza Cosmopolite, para Ltrerpool,car-
regaram.
Pstoo Nash & C. 12 saceos com algodao.
Brigue chileuo Melior, para o Rto da Prata,
carregaram :
Amorim & lrmios, 150 barricas com assucar.
Brigue noruegueose Iduna, pira o Canal, car-
rexararn :
C. J. Astley & C, 600 saceos com 3,000 arro bas
de assucar.
Brigue inglez Crescent, para Liverpool, carre-
garam :
James Crabtree & C.,600 saceos com 3,000 ar-
robas de assucar.
Dia 18.
Brigue inglez Crescent. para Liverpool, carre-
garam :
James Cibtree & C, 1,100 saceos cora 5,500
arrobas de assucar.
Brigue portuguez Soberano, para Lisboa, car-
regaram :
Feliciano Jos Gomes 12 saceos com 60 arrobas
de assucar.
Bastos & lrmios, 28 saceos cora 140 arrobas
de dito.
Thomaz de A. F. Jnior, 188 saceos com 940
arrobas de dito.
Barca iogleza Pretcilla, para Gibraltar, carre-
garam.
Patn Nash & C, 300 saceos com 1,500 arrobas
Jo assucar.
Barca ingleza Sarah, para Liverpool, carre-
garam :
Viuva Amorim & Filho, 130 saceos com 637 ar-
robas de algodao.
Becebedorla de rendas Internas
sjreraes de Pernambueo.
Rendimento do dia 1 18. 14:432$588
dem do dia 20......5:734$962
20:I67550
Consalado provincial.
Rendimento do dta 1 a 18. 61:300934
dem do dia 20......: 4.7194127
66:6201061
MoYim$Lto do i>or lu.
39 ~ a. To * a* Horai.
n n 2! 1 i I 5 s" n a B e 7 B o Athmoiphtr* *
w # M P3 Dir ice do. M B H O n
S8 e 35 O a m o l Intimidis. 1 5? PC
3 g 2 00 3 1 Parhenhsit. 1 m m m o t* O
8 .* M O M lo 1 1 Centgrado. 5 a E c si se P o r-
-a -z -a *. . -a Si < Bygrometro. c-.
O O O e i Citttrna hydra-metrica. o m
-J -4 ^J O" tn o. o -a 85 OO 4 3 a S 3 00 i Francex. s H 9> O
30.05 30,03 30 01 Inglex.
A noite clara com alguna nevoeiroa, vento va-
riavel de inteaaldade do qaadranle do NE,
oscilacXo na aunt.
Preamar aa 8 b. 54' da manhia, altara 5,2 p,
Baixi-mar aa 3 b. 6' da tardo, alura 1,8 o.
Observatorio do arsenal de marioha, 90 de ia-
neiro de 1812. *
stoaUHe nirpu,
1* tenante.
vacio estrado no tfia tt.
Acaracu13 diaa, hlate braaileiro SobraUm, de
97 toneladas, capilio Francisco Joa da Silva
Rails, eiomaaem 7, carga difiranles genaroa ;
l C. C. da C Moroira.
Navio tahido no mimo di*.
Rio da rralaBrigue chileno MiUro, capilio
Malla Boleo, carga assucar. 1
Naviol intrads no dia 20.
Liverpool28 das, barca inglesa Naupkantt de
367 toneladas, capitao Frederico Brouae, equi-
paje m 16, carga fazendas e outros seeros:
a C Astley 4 C.
Macei e portoa intermedios48 horas, vapor
brasileiro Parsinatnoo. commandsote M. R. dos
P. Moora.
Terra-Nova29 dias brigue inglez Icen*, de 238
toneladas, capitao Jobo Foster, equipagem 14,
carga 2980 barricas com bacalbo ; a Johnston
Pater & c.
Rio de Janeiro15 dias, barca portugoeza Flor
da Maia, de 248 toneladas, capilio Antonio
Bibeiro Lopea, equipagem 14, em laatro ; a.
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Observaco.
Fuodeou oo lamario um patacho inglez, aa
nio leve coromuoicacio coma trra.
Navios sahidoi no mesmo dia.
Granja e portos intermedios vapor brasileiro
lyuarasi, com mandante M. M. Vianna.
ditaes.
Procedeu-ss no dia 19 deste mes a forma-
rn da juota de quaGcacio da freguezia de San-
to Antonia, e sahiram eleitoa membros da meas,
os Srs.:
Antonio Carlos Pereira de Burgos Pooce
de I.eoo.
Jos Flix de Brito Macedo.
Jos Firmo Xavier.
Francisco Jos do Sacramento e Silva.
Foram multados na quantia de 609000 rea por
oio provarem a legalidade da falta de seu
compsreclmentos na reuntao da junta, os electo-
res e auppleotea aeguintes:
Os Srs.:
Antonio Augusto da Fonseca.
Joio da Cuoha Soares Guimaraes.
Adriano Xavier Pereira de Brito.
Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Joio Francisco Teixeira.
Francisco Autooio de Brito.
Luiz Cosario do R->go.
Augusto Cirneiro Mooteiro da Silva Saotor.
Aotooio Jos Alves Ferreira.
Maooel Antonio Viegas.
Jos Fraucisco Caroeiro.
Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira Cavelcanti..
Flonano Correa de Brillo.
Csetano Silverio da Silva.
Flix Francisco de Souza Magalhaes.
Jos de Aquioo Fonseca.
Deodoro Ulpiaoo Coelho Cataoho.
Carolino Fraociaso de Lima Santos.
Luiz Jos Pereira Simes.
Pedro Aotooio Cesar.
Fraocisco de Souza Reg Mooteiro.
Claudioo do Reg Lima.
Severiaoo Jos de Moura.
Maooel Candido Pinto.
Jos Antonio Pinto.
Iooocencio Rodrigues de Miranda.
Franciaco Jos Correa de Queiroga.
Paulioo Jos Tavaresde Lyra.
Lauriaoo Jos de Barros.
Domiogos Alfonso Nery Ferreira.
Ignacio Nery da Fonseca.
Antonio Raogel de Torres Bandeira.
Claudioo Beoicio Machado.
Joaquim Antonio Carneiro.
Fraocisco de Araujo Barros.
Jovioo Caroeiio Hachado Rios.
Joaquim Francisco de Torres Galliodo.
Sebasliio Lodes Guimaraes.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Ignacio Firmo Vavjer.
Firmino Jos de Oliveira.
Aotooio Bernardo Quinteiro.
Tristao de Aleocsr Araripe.
Ignacio Beolo de Loyolla.
Jos Candido de Souza Castro.
Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Agoslioho Jos de Oliveira.
Aotooio Joaquim de Mello.
Luiz Goosalves Agr Jnior.
Cimillo Augusto Ferreira da Silva.
Marcolino dos Santos Pinheiro.
Manoel Jos Dumiogues Codeceira.
Joaquim Jos de Abreu Juuior.
Manoel Jos de Oliveira.
Joio Luiz de Carvalho.
Augusto Xavier de Souza Fonseca.
Beruardioo de Seooa Barros.
Antonio Epaminondas de Millo.
CISURA MUNICIPAL DO RECIBE.
A cmara municipal dn Recife tendo recebido
do Instituto Histrico Brasileiro o officio que
abaixo vai transcripto, convida a todos os seut
municipes para que coocorram para a realiaacao
dessa obra de tanta huora para o Brasil, subs-
crevendo na secretaria da mesma cmara as quan-
tias de que quizerem dispor, nio podeodo ser
menos de i000, nem mais de IO9OOO.
Certa do patriotismo que caractersa lodoa ot
Pernambucanos, a cmara mnoicipal do Recife
espera que se prestario de boa vootade reali-
sacao desle grandioso Oro.
l'aco da cmara municipal do Recife, em ses-
io de 28 de outubro de 1861. Luis Franciaco
de Barros Reg, presidente. Francisco Canuto da
Boa-Viagem, offlcial-maior aerviodo de secre-
tario.
Illms. Srs.O Instituto Histrico brasileiro,
que presta S. M. o Imperador a ana immediata
proteccio, resolveu que se levantsase nesta corla
ama estatua a Joa Bonifacio de Aodrade e Silva,
e se erigisse um tmulo digno de aeua preciosos
despojos; sao paginas da historia escripias ea
brooze e marmore pela gralidio brasileira, e qae
devem transmiitir i posteridade ae tradices glo-
riosas que se ligara a um dos grandes vultos na-
cionaes, e um dus primeiros colloboredoresda
nossa independencia.
Oa abaixo assigoados, membrotdt commisso
a que o Instituto Histrico iocumbia to nobre
misso, accordaram recorrer ao auxilio de todas
as cmaras municipaea do imperio para qoe pro-
movam subscripces populares entre ot seas mu-
oicipes, visto como o monumento deve ser feito
a expensas do povo.
A commisso desojando qu*todosos Brasi-
leros possam coocorrer para tio patritico ao
oumento, quaesquer que sejam as saat fortunas
tixou o mnimo e o mximo das quanlias entra
l#eittj
Devendo a estalnaser inaugurada no dia 13 de
junho oe 1863, centesimo aoniveraarto naUlkto
de Jos Bonifacio de Andrade e Silva, a comaia-
sao espera qoe VV. SS. ae digoem de coadjova-
la em tio louvavel empeoho, activando e apres-
aaodo a subsrripclo, cujo resultado ser publi-
cado oas folhas diarias desta capital.
Deua guarde i VV. SS. Rio de Janeiro, 18 de
agosto de 1861.Illms. Srs. presidentes e verea-
dores da cmara municipal da cidade do Rcife
da provincia de Pernambuco.Euzebio do Quei-
roz Coulinho Matloso Camar.Joaquim Norber-
o de Souza Sitlva.Joio Manoel Pereira da Sil-
va. Bario de Maui. Jos Ribeiro de Soxa
Fonte.Henrique de Beaurrepaim Roban.__Dr.
Claudio Luiz da Costa.Tbomaz Gomes dos Sal-
tos.F. S. Dias da Molla.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenio da resolacio da jante da
fazenda, manda fazer publico, que a arreaaiacio
da renda dos prrdios do patrimonio dos orpbioa
foi traosferida para o dia 16 do correte.
E para conaiar se maudou affixar o presente
poblicar pelo Otario.
Secretaria da thesouraria provincial de P**-
nambuco, 4 de Janeiro de 1862. O aecrtUrit.
Antonio F. da Annuociajao.
A cmara municipal desta cidade pabifes
para coohecimaolo de aeua municipea e oficio
abaixo transcripto, que receben do Exa. presi-
dente la provucia, e pede-lbaa qae sl'saiesdt)
a recommendacao feila por S. Exc, tralca do
empregar lodoa oa aeua eaforcot na callara do
tabaco, visto como, rcceiaodo-te qae da actual
guerra civil 00a Estados-Unidos da Amrica do
Norte, resalte grande dimiouicao na ase pro-
duce* o.
Sapera a mesma ramera que nio deixario lo-
doa oa agricultores desle municipio de reapajim
para o desenvolvirnenlo de urna planta qae trar
sta envida grandes vantagena para sqaalles ens
se empregarem em colliva-la.
Paco da cmara muoicipal de Recife itms
ordinaria de 21 de dezembro de 1851.__Laix
Franciaco de Barrot Reg, preaideale.__Fra
co Canuto da Boa-Viagam, offlcial-aaior 1
do da secretario.
Quarta aeccio.Palacio do governo 4o Per-
nambuco 12 de dezembro de 1811. liada coa-
aideravel o cooauao do tabaco aa lodoa as Boa-
tos do globo, t receiando-oe, qao de aetaal ajatr-
ra civil noa Eatadoa-Uoidoa da Aaarke do liar-
te, do abandono ea que 1 collera




MARIO 01 -reiHJMBUCO Ja. TRRC* FEIRA ti D JAIffIBO UE "** gfe.

\
ero Un cabido na Allemeoha rseulte grande
diminuigao na sua prodcelo ; em cumprimenlo
da* ordena imperises, recomraeodo cmara mu-
nicipal do Recife, que eovide ledos oa aeus es-
forcos, para que oa lavradores aeus municipea
e compenetrem da cooreoieocia de se entrega-
rem coa maiar efflcicii e ioteresse ao cultivo
aquella pa ota que aem duvida compensar em
innmeras vantagena oa aacriOcioa que fizerem.
Poreala occasiao declaro mesma ci mar, que
a aociedade Auxiliadora da Industria Nacional ae
-acha incumbida de diligenciar a obten cao de se-
mentes das melhores especies de tabaco, para
serem destribuidas pelos agricultores que as so-
licitaren).A. M.Nunes Guhgalvea.
V seoefo.Secretaria do goreroo do Pernam-
boco 18 de Janeiro de 1862.
Pela secretaria do governo ae f*s pnbiico aoa
Srs. Eduardo Daniel CaTalcaoli Vellei/de Guipa-
ra, Francisco Pereira da Cosa. Antonio Gomes
Cordeiro de Mello, Joo Valeriano Peajioa de La-
cerda, Agostinho Ferreira da SilvaJ Jos Se-
rapiao Beterra de Helio, Jos Cezai de Mello
Falcao, Jos Antonio Peataoa, Joaqnim Gonealvea
de Parla, Manoel de Souza Barbosa, Jos dos
Santos Silva Medeiros Juoior e Manoel Jos Pa-
checo, que achando-se competentemente informa-
das aa suas petlces.hsjam de solicitadlas na mes-
ma repartidlo para pagar o respectivo porte, afina
de seguirem seu destinos.
Olllm. Sr. inspector da thesdiuraria pro-
vincial, em cumprimeulo da retolujgao da junta
da fazenda, manda (azer publico que no dia 30
do correte ae ha do arrematar a qaem nuis der
o imposto de 10 0,0 sobfe a renda Jos terrenos
oceupados com o planto do capim no municipio
do Recite, avallado annualmente em 4:1209.
A arremataba o ser (eita por tem;>o de 33 me-
tes, a contar do 1.* de outubro de 1851 a 30 de
junhode 1864.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco, comparecen) na sala dassesioes da refe-
rida junta no dia cima mencionad), pelo meio
dia, e competentemente habilitadas,
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario. I
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 11 de janeirn de 1862.() secretario,
A. F. d'Annfunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fater publico para coohecimento
dos inldresssdos o art. 48 da le provincial o.
510 de 18 dejunho do correle anno.
Art. 48. E' permiltido pagan-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquer lempo an-
terior a data da presente le indepen lente de re-
validsgao e multa, urna voz /que oa devedores
aetuaes deste imposto, o facam /dentro do ezerci-
cio de 1861 a 1862, oa que nao/ o fizerem Qcaro
sujeitos a revalidago e mulla em dobro. sendo
am tergo para o denunciante.! A thesouraria ta-
r annunciar por edital nos ptimeiros 10 dias de
cada mez a presente disposico.
E para constar se mandou affixar O presente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 de julbo de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumocac.
O lllm. Sr, inspector da thesouraria provin-
cial era cumprimenlo da r.solu ;ao da junta da
fazen la, muida fazer publico, que no dia 30 do
correte vai oovameule a praga pnraser arrema-
tada a quem mais der a renda da casa pertecente
ao patrimonio dos orphos.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria proviocialde Pernam-
buco 20 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Annunciago,
Illm Sr. inspector da thesouraria provincial
manda fazer publico, que recebimento das pro-
postas para a obra da collocago dos carris de fer-
ro desta cidade at a povoagSo de Apipucoa lera
lugar no dia 3 do correte em sesso da junta
da fazenla da mesma thesouraria.
E para constar mandou affixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Fer-
nambudo 20 de Janeiro de 1862
O inspector,
A, F. o'Aniiuucisco
Illm. Sr.iospector da thesouraria proviocial,
em cumprimenlo da nnlem do Eira. Sr. presi-
deote da provincia, de 16 do correule, manda fa-
zer publico no dia 30 do mesmo, vai novamenl*
a praca, a obra da cb->rta do Gymnasio Provin-
cial, a valiadi era 28:5579100 rs.
E para consttr se mandou alfixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria proviacial de Per-
nambuco 20 de jaoeiro de 1862.
O inspector,
A. F. 'AununciacJio.
que Tenderen) chapeos roopa feita estrengei-
ra, de 1:0009 sobre easas baocarias.com emrasso
e privilegios, de 500$ sobre casas bancarias eom
emisso e sem privilegios, de 300$ sobre casas
bancarias sem emisslo, eompsnbias anonymas e
agencias, de 2009 sobra casas de cambio, de 500 ra
por tonellada das alvarengas e canoas emprega-
das no trafico da carga e descarga, de 309 por
escravo empregado no servico das mesmaa alva-
rengas, de 1009 sobre correlores eommerciaes,
de 509 sobre corretores de escravos, e Analmen-
te o imposto sobre carros de aluguel e particu-
lares de 2 e 4 rodas, carrosas, vehiculoa de con-
ducc e mnibus se principiara, a contar do dia
16 de Janeiro correte.
Mesa do consulado proviacial de Peroambuco
15 de Janeiro de 1862.
T.M.F. Pereira da Silva.
Conselho de compras navaes.
Ten do-sede contratar, sob as condigea do es-
tillo, o fornecimento dos objectos abaixo decla-
rados : convida o conselho ana pretendeotes a
apreseniarem suas propostas em cartas fechadas
no dia SI do correte mzate as 11 horas da ma-
ntisa, em queisso ter lugar.
Para os navios.
200 navslhas de marinheiro 60 macos de
obrea, 20 pegas de linha de barca, e 32 pecas de
merlim e linha alcatroada.
Para os navios e arsenal.
30 livros em branco pautados, de 50 folhas,
100 enroques, 2,000 libras de tinta branca de o-
co, e 20 arrobas de almagro.
Para o arsenal.
20 brozas de caiar, 20 milheiros de pregos cai-
braes, 2 leocoes de ferro de 1|2 pollegada de
rosso, 4 ps e 8 pollegadae de largura, 4 arro-
bas de pregos fraocezea, sortidoa, 20 arrobas de
pregos de ferro, de costado, de 5 potlegadas e
3/00 ps de pinho de riga.
Secretaria do conselho de compras navaes em
Pernambuco 16 de jaoeiro de 1862.O secretario,
Alexaaidre Rodrigues dos Aojos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguiotes :
Para o 10'balalhao de infamara de linba.
Scaldeiras de ferro para 100 pregas.
4 colheres de ferro.
7 enchadas.
4 espumsdeiras.
4 garfos de ferro.
3 pis de ferro.
13 vasos de limpeza.
20 cordes para canudos de inferiores.
Para a fortaleza de Itamarac.
1 mastro para bsiideira.
1 baadeira grande de fileli.
3 ps de ferro.
1 remo de goveroo para canoa.
Para o hospital militar.
50 cobertores ou mantas de la.
24 camisas de meia.
Para provimento dos armazens do arsenal de
guerra.
20 resmas de papel almaco de primeira aorte.
20 ditas de dito dito paulado de primeira sorte.
20 roassos de obreias.
12 grozas de penna de ago de boa qualidade.
20 quiotaes de ferro ioglez em barra de 1 1[2 po-
legadas.
COmPANHA BRASILEtRA
DE
MWm 1 TJUPUL
At o dia 3 de fevereiro esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, eommandan-
te o primeiro-teneote Joaquim de Paula Guedes
Alcanforado, o qual depois da demora do costu-
me seguir para os portos do sol.
Desde j reeebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ae embarcar no dia de sua chegada, diohet-
ro a frete e eocommondas at o dia da sabida s
3 horas da tarde : agencia roa da Cruz n. 1, es-
erlptorio de Aotooio Luiz do Oliveira Azevedo
4C
Rio "de Janeiro
Pretende seguir com muitsbrevidadoo patacho
nacional cCapuam, tesa parte de seu carrega-
ment prompto : para o resto que lhe falla, ira
ta-secom osseus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C-, no seu escriptorio ra da
Cruz o. 1.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem condecido brigne nacional
Da mo pretende aeguir com muita brevidade,
tem parte deseo carregameoto prompto ; para o
resto que lhe falta, trata-se cora os aeus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n.l.
Para
Riode Janeiro,
segu por estes dias o veleiro brigue Cruzeiro
do Sul : para a pouca carga que lhe falta, e es-
cravos, trata-se com os consignatarios Antunes,
Guimsres &C, no largo da Aeaembla n. 15.
eroviecis a tratar !-o ferro peto agenta Pestaa, sua lojs de loega
em qual tea os objectos seguinles: anuida-
res de barro e vidraeVs de diversa qaeiidatfes,
agadeiras.apparelhos de metal, psra compras de casa, balaioa, bfffquedos para
meninos de diversas qualidade, canecas, chi-
cras e pires, copos ds Bahia, dtios da provincia,
cocos de flaodres, quarlinhas, resfriedeiras, es-
covas para lavar casas, ditas por varrer. ditas
de piassabe, ditas de palha, Mgideiras, jarrssde
differeotes tsmanbos e qualidades, garrafas de
vidro, muriogues, quartiohas e mullos outros
objectos que seria impossivel aqu enumerar, e
que ludo se achara patente aos compradores e
ser vendido sem reserva pelo saaior prego of-
ferecido : terca-reira 21 do correte pelas 10
horas da manha na roa da Cadeia do Recife o...
onde o mesmo estabelecimento.
Transferencia do leilao
DE
Madapolo,chtasete, em um
ou mais lotes.
Terca-feira 21, do correrte.
SEM RESERVA. DE PRECO.
O ageote Goimares nao havendo effectuado o
leilao annunciado para o dia 16 do correte tem
traosfrido para o dia cima pelas 11 horas, em
o seu armazem na ra do Imperador n. 37. Con-
vida de novo aos Srs. paes de familia e a todos
que ama a economa pira compraremeora 50 por
cento de dilTerenca.
Avisos diversos.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Podem mandar buscar a roupa lavada os donos
doa nmeros baizo declarados : 48. 317 25
EM^20!'315'292- 3*0.238. 87.295. 256!
271. 249. 158, 298, 246, 3I, 130. 273. 22, 228,
1 i, dio.
Ama de leite.
Associa^ae com-
mercial benefi-
cate.
A direccio da associaco Com mercial Be-Tftfi-
ceore convida peta terceira e ultima vez os se-
nhores socios a ae reunirem em aesembla gerat
no dia-22 do crrante, as 12 horas ds manha,
na sal da mesma astocraco, aBm dse tratar
de objecto importante sobre a eonstrucco da bol-
as de Pernambuco.
Sala da-Associaco Com-mereia) Beneflceote20
de jaoeiro de 186:/.
Manoel Alves Guerra,
Secretario.
A pesso-a que diz achar-se desempregado e
entender peritamente de padaria, fa;a favor de
apparecer na ra da Crut o. 80>
OfTerece-se urn ofRctal arliBx para otra-
baino de um navio, sendo para obras pretas e
brancas, ou mesmo prompto para oul juer porto
que o navio sahir : quem pretender, dirija-se
rua de Apollo n. 27, das 4 horas at as 6 da larde
Alugs-aeum moleque proprie- para criado :
na ra Direila n. 100.
Vicente Monteiro Borges scieatiuca ao res -
peitavel corpo do commercio e a aeus credores, e
a quem pretender, qae vende sna loja da ra lar-
ga do Rosario n. 36, e que quem tiver a oppdr
duvidas ou reclamares o dever fazer nesles tres
das, e quem pretender comprar, dever eoten-
der-se como mesmo, que se acha autorizado pe-
la osaior parte de aeus credores, e pode fazer ne-
a quem se quizer esla-
para acabar de criar
: a tratar no largo do
preta para eosaboar
a filiar oa ra da
20 ditos de dito dito quadrado de 5|8.
12 arrobas de arcos de ferro de 1 112 polegadas.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostis em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da manha do dia 22 do
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 15 de
Janeiro de 1862.
Beno Jote Lamenha Litis,
Coronel presidente.
lexandre Augusto de Frian Villar,
Consulado proviucal
Pela meaa do consulado provincial se declara
que no dia 2 de Janeiro correle se priocipiou a
cootaros 30dias uteis marcados para a cobranza
a bocea do cofre do primeiro semestre do anno
financeiro vigente de 1861 a 1862 do imposto de
20 por cento do consumo de agurdente das fre-
gu-'zias desta cidade, Afogados, S. Lourenco,
Santo Amaro de Jaboato, Varzea e Muribeca e
que fleam comprehendidos na multa determina-
da no art. 50 da le provincial n. 346, lo Jos os
coninbuintes que pagarem depois de flodos ditos
30 das.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
15 de jaoeiro de 1862.
T. M. F. Pereira da Silva.
Avisos martimos.
Deeiara^ot
Inspecf;o do arsenal dema-
rioha.
Faz-se publico que a comraissao de peritos des-
te arsenal examinando na forma delermidada no
regulamento acompaohaudo o decreto n 1324, de
5 de f-v*reiro de 1854, o vapor Iguarass da
companhia Pernambucana de navega;o cosleira,
achou-o em estado de poder navegar.
Iospecgo do arsenal de marinha de Peroam-
buco em 18 de Janeiro de 1862.
O inspector,
Hermenegildo Antonio Barbosa de Almeida.
M Segunda secgao.Secretaria do governo de
Pernambuco, em 20 de jineiro de 1862.
Pela secretaria do governo se communica aos
Srs. Antonio Bozerra da Cunta, Demetrio Jos
Pinto, Franciscn da Paula Leite. Joo de Aojo
Cear, Uomiogos Jos da Costa Braga, e Joao Jos
Pereira de Lyri, prelendeotes aos offlcios de par
tidorss do termo de Nazareth, que, achando-se
competentemente informadas as suss peticoes,
hajam de solicita-las na raama repartigao para
pagarem o respectivo porte, afira de seguirem
seus destinos,
Joo Rodrigue! Chaves.
Tribunal do commercio.
Pela aecretaria dotribunil do commercio de
Pernambuco se faz publico que Loureocn de Frei-
tai Guimarese Jos Laurentinode Azevedo dis-
solveram a sociedade que ttnham sob a (Irma de
LouretiQo de Freilas & C, e que Oca a cargo de
Gutmaraes tolo o activo e passivo.
Secretaria do tribunal do ommercio de Per-
nambuco 17 de Janeiro de 1861.
Julio Guinares, ofcial-maior.
Pela mesma secretaria se faz igualmente pu-
blico que Joso Baptista Fragoso e Ignacio Perei-
ra do Valle dtssolverama sociedade que tioham
nesia pra;a sob a firma de Fragoso 4 Valle, que
est em liquidago a cargo de ambos, que para
ease IIm usaro da mesma firma com o addita-
mento em liquidado.
Secretaria dia ul aupra.Julio Goimares,
Offlcial-maior.
Pela mesma secretaria se faz igualmente pu-
blico que Joaquim Ferreira de Araujo Guimaries
e Manoel Francisco de Azevedo dissolveram a
sociedade que tinha sob a firma de Guimaraes &
Azevedo, obngando-se Guimaraes a liquidar a
tnciedade, ftcaodo por sua conta o activo e pas-
sivo, o Azevedo de toda respoosabilldade, lendo
dado quitacio a aquelle.
Secretaria dia ut snpra.Julio Guimaraes,
Offl ial-maior.
Pela subdelegada da freguezia do Santo An-
tonio do Recife ae faz publico que contina a es-
tar depjsitado um cavallo rodado pedrs, magro,
tamaito regular, com tres ferros, que (Ora en-
contrado navegando pelas mas desta cidade oa
noile de 19 de dezeenbro prozimo paaaado, tra-
smute) caogalha : quem ao nv-smo se julgar com
direito, compareca nests subdelegada, que pro-
va ndo lhe ser entregue. Becife 17 de Janeiro de
1862. O subdelegado supliente,
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Consulado provincial.
Pela mesa do consolado provincial se fsz pu-
t>lico que os 30 dat uteis marcados para a co-
branza a bocea do cofre los imposto de 4 sor
cento sobro os ettanaietiatentos de tora da cida-
t)e. preaaasde algoio. typograptiiaa, cocheiras,
cavallarices de aluguel, Rotis, botequius, casas
de pasio a fabricas, de S por o-nto sobre oa con-
sultorios mdicos e ctrurgtcos, carinos e escrlp-
tetios, de 11 por cenlo sotre os esiabelecimoaiea
dscotamercio era groaso s a realho, armasen*
de recolher, de deposito e trspiches, de 50a000
rei? sobre cjiai de tascas, 4 bi>har lojas
C0SPA\U14 PERNAMBUCilU
DB
Mavegaca* cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty., Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Persinunga commandanteMoura, sa-
hlr para os Dorios do norte at a Graoja no dia
5 de fevereiro as 5 horas da larde.
Recebe carga at o dia 14 ao meio dia, eocom-
menlas, passageiros e dioheiro a frete al o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir com
muita brevidade, tem parte de seu carregameoto
a bordo : para o resto que lhe falta, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio ra da
Cruz o. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro,
Seguir com teda a brevidade para o porto in-
dicado, o veleiro e bem conhecido brigue En-
cantador : as pessoas que nelle quizerem car-
regar poderSo dirigir-se ao esciiptorio da viuva
Amorim & Filho, a ra da Cruz n. 45, para
tratar.
Lriloe.
COMPANHIA PERNA1BUCAIM
DB
Navegado cosleira a vapor
O vapor Jagusribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do sul de sua escala no
dia 1 de fevereiro as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o da 31 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diubeiro a frete at o dia
da sahida aa 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Para Lisboa.
Pretende seguir com muita brevidade velei-
ro patacho nacional Beberibe, tem parte de seu
carregameoto prompto parao resto que lhe fal-
ta trata-se eom os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sea escripto-
rio ra da Cruz o. 1.
LEILAO
Quinta-feira 23 do correte
Gesta Carvalho autorisado pelos ad-
ministradores da massa fallida de Jos
Antonio da Silva Araujo, vender em
leilao publico no dia cima as 10 horas
em ponto a armadlo, mercadorias, divi-
das activa, do bem afreguezado estabe-
lecimento, da tua do Queimado n. 27,
devendo o leilao ter lugar no mesmo
estabelecimento.
V-Kift como
Vender ao meio dia em ponto, os
movis constando em mobilia de mogno
com lampo de pedra,candelabros, joias,
e urna escrava e outros muttos objectos
pertencentes a mesma massa, tendo
lugar este leilao no primeiro andar do
sobrado da ra do Impeiador n. 75.
-LEILAO
O agente Evaristo far leilao no dia 21 do cor-
rente de urna propriedade sita na travessa daPi-
ranga da freguezia dos Afogados. coosistindo em
2 pequeas casas contiguas, sendo orna toda de
peirae cal e oulra com o repartimento de tai -
pa, urna estribarla tambem de pedra e cal para
4 cavados e mais urna pequea casa de palha,
que rende 50f por an.no ; e o terreno de mais 800
palmos de frente e 900 de fundo, todo oceupado
por urna planta de eapim, precisando de alguna
beneficio. O dito terreno foreiro e est quasi
todo fechado por cercas e valados, como ludo
melhor se ver da respectiva escripia ra : aa 11
horas do dia cima na ra do Imperador basar
LEILAO
Quinta-feira 23 do corrente
O agente Pinto, tara leilao sem reserva de pro-
co e por conla e risco de qaem perteocer, da
armago existente na loja do sobrado da ra Di-
reita o. 54, as 11 horas do dia cima mencionado.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Pipi tres uf6>fL
O vapor Oyapock, commandante o capitao
de mar guerra Gervasio Mancebo, esperado
dos portos do sol al o dia 30 do corrente, o qual
depoia da demora do costme seguir para os
portas do norte.
Desde j recebera-se psssagsiros e engaja-se a
carga que o vapor poder eoodasir a qual dever
aer embarcada no dia de t chegada, eocom-
meodase ainheiroa frete al o dia da sabida a
3 horas dt tarde : agencia na da Crut n. 1, es-
cnolorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
a G.
Para a Baha segas o palhaboie c9*nt Amaro
para algoma pouca carga qae lhe falta trata-as
tosa sen consignatario Francisco L, O, Azevedo
na ra dt Madre de Peni o, 12.
Precisa-se de urna ama
urna crianza, paga-se bem
Corpo Santo n. 19.
Precisa-se alugar ama
e engoTiroar, paga-ae bem :
Lingoeta n. 3.
Aluga-se urna esrrava para lodo o servico
interior : na ra do Hospicio n. 64.
Roga-se aos senhores abaixo mencionados
que tenham a boodade de dirigir-se ra da Ca-
deia n. 55, para tralarem de negocio que nao ig-
noran) :
Jos SiUino da Costa.
Joa* Valeotim Dias Vilella.
Manoel Bento Alves de Macedo.
Manoel Candido Pereira de Lira.
Jos Antonio Rodrigues Canuto.
Manoel da Cruz Mirtins.
Eduardo Kernurihy.
Joaquim da Silva Neves.
Vicent Teixeira Bacelar.
Antonio Francisco de Andrade.
Aluga-se o segundo andar com sotao do
sobrado n. 46 na ra da Aurora ; a tratar na ra
da Cadeia do Recife n. 62, primeiro andar.
Precisa -se de urna ama que saiba cozinhar,
engommar e fazer compras na ra, prefere-s
forra : oa ra Bella n. 14, primeiro andar.
R. Rolfe, subdito inglez, vai para Europa
Precisa-se alugar escravas que sejam fiis,
para vender na ra, paga-se bem : na ra dos
Guararapes n. 64.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra de
Apollo n. 47, proprio para qualquer estabeleci-
mento : quem o preteoder entenda se com Jos
Aotunes Guimaraes, ou na ra do Crespo, loja
o. 25 A, do Sr. Antonio Googalves de Oliveira.
- Precisa-se de urna ama que sniba cozinhar
o diario da urna casa de pouca familia, podendo
ir dormir em sua cass ; no Recife, ra da Cruz
n. 31, segundo andar.
Jos Bernardino Alves vendeu a sua taber-
na da ra de Santa Cecilia n. 27 ao Sr. Jos Luiz
Gongalves Penna Jnior, livre e desembarazada
Jos Lu* Googalves Penna Jnior comprou
a taberna da roa de Santa Cecilia n. 27 ao Sr.
Jos Brnanino Alves, livre e desembargada.
Traspassa-se o arrendamiento do sitio do
Caldeireiro. de Domingos Jos Marques, que se
vence a 13 de margo de 1863; a tratar na ra
das Trincharas n 36, sobrado.
Quem precisar de um criado que entende
de cozinha ou de copeiro, dirija-se a ra da Lin-
goea n. 4. que achara com quem tratar.
Precisa se arrendar um sitio qae tenha bai-
xa para capim, e terreno para oulras pltntaces ;
na ra da Cruz n. 52.
Oproprietaiiodo estabelecimento de enca-
dernagao e typographia da ra do Imperador o.
15 atoutro annuncio, faz sciente aos seus fre-
guezes e ao publico era geral, que o seu estabe-
lecimento contina a eslar aberto das 9 horas da
manha al as 3 1(2 da tarde, lempo em que po-
de ser procurado, assim como que contina a ter
venda typos e mais perteoces de typographia,
papel de Hollanda de todos os tamanhos, dito'
pauiado.de pso, almaco, ele. ; assim como car-
tas de abe, laboadas, cathecismos. Economa da
Vida Humana, Simao de Nantua, procurages,
apudautas, traslados, letras, cartas de enterro e
de officio, e outros muitos objectos que vista
se apresentarao.
Na ra de S. Francisco, sobrado n. 8, aon-
de mora o escrivo S Iva Reg, precisa-se de
urna ama para torio o servigo de casa, menos pa-
ra comprar : qaem assim esliver habilitada, com-
parega na mesma casa para tratar a respeito.
Attenco
*
Fuglo do sitio da Porta d'Agua. freguezia do
Poco da Panella, o negro escravo Justino, criou-
lo, idade de25annos, baixo, pouca barba, bem
ladioo, venda capim, e sabe-ae que soda pelos
arrabaldes do Recife: roga-se a apprehenso do
dito preto, podendo aer entregue no aterro da
Boa-Vista, casa da viuva do Sr. Plorencio, que
ser generosamente recompensado.
Precisa-se de 1:600 a premio: no arma-
zem da ra da Cruz o. ai se dir quem pretende.
Acha-seaberta a matricula de aula de gram-
matica latina da freguezia de S. Jos : os alum-
nos que se quizerem matricular, diriiam-se ao
paleo do Carmo n. 16.
gocio, que muito convir
oelecer,
Ofterece-se urna ama para casa- estrangeira
que sabe bem engommar ; a tratar na travessa da
ra do Ouro o. 2.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
taberna, e que afiance sua conducta ; na ra das
Cruzes n. 22.
Fugio do eogenho Cuyambuca sito ua fre-
guezia d'Agua Preta. em dias do mez de raaio do
auno prximo passado. o escravo Victorino, lem
os sigoaea seguinles: crioulo, cor fula, estatu-
ra um poueo baixa, olhos muito vivos, tocador
de viola, bastante sambista; adverte-se que o
dito escravo j foi possuido por um seohor de
angenho do norte da provincia, e por isto sup-
poe-se andar o mesmo para aquellos lugares :
quem o apprehender, quelra conduzi-lo ao mes-
mo engenho, ou no Recife, casa n. 28, na ra da
Matriz da Boa-Vista, que ser generosamente re-
compnsalo.
Francisco Antonio Gifoni, subdito italiano,
relira-se para Alagoas.
Coziuheira.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba cozi-
nhar e fazer mais algum servico de urna casa de
famiiia ; quem tiver ouannunde ou procure na
ra do Trapice n. 11, armazem.
Precisa-ae alugar um escravo para o servi-
go geral de urna casa de familia ; quem tiver an-
nuncie ou procure na ra do Trapiche, armazem
numero 11.
Os Srs. Dr. Americo Alvares Guimaraes,
Dr. Alfredo da Rocha Bastos, Antonio SiUeira
Maciel Jnior, Aotooio Feruandes da Sllveira Car-
valho, Justino da Silva Gardozo, Paulino Rolri-
gues de Carvalho e Aotooio Jos Pires dos Res
queirsm mandar buscar cartas que lhe foram di
rgidas no escriptorio na ra do Vigario n. 23.
primeiro an Jar.
- Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar na rus Nova n. 40.
Hontem pelas 4 horas da larde fugio urna
escrava por oome Odorica.lrajando vestido de xi-
ta cabocla, com mangas curtas, dizendo que ia
para o engenho de Limeiras, de estatura regatar,
muito preta tem todos os denles representa
ter vinte annos pouco mais ou menos e es-
l gravija de tres mezes, quem a pegar leve-a
na ra da Imperatriz sobrado o. 4, segundo an-
dar que ser gratificado.
O abaixo assigoado tendo de sabir cobran-
gas de sua rasa deixa em seu lugar a seu filho
Manuel Marques de Gouveis, com quem seus fre-
guezes se devem entender que sero da mesma
forma servidos.
Recife 20 de jaoeiro de 1862.
Joo Jos de Gouveia.
Na ra das Triucheiras n. 38, engomma-se
tanto para homem como para senhora, por prego
commodo.
O abaixo assignado deixando de continuar
com o seu estabelecimento de fazeudas da ra
da Cadeia do Recife n. 60, para tratar somenle
de sua liquidagao, pode ser procurado a qualquer
hora do dia em seu escriptorio no Io andar da
casa n. 13 da mesma ra. Recife 18 de Janeiro
de 1862 Francisco da Rocha Passos Lins.
Francisco da Rocha Passos Litis com es-
criptorio no Io andar da casa n. 13 da ra da
Cadeia do Recife, pede a todos os seus devedo-
res o especial favor de lhe pagarem quaoto an-
tes, afim de o dispensaren] de meios judiciaes
para satisfago de seus dbitos.
O abaixo assignado como inventarianle dos
bens deixados pelo fallecido seu georo Pedro
B'irges de Cerqueira, convida os credores deste
a justificaren! os sus crditos peranle o juizo
dos orphos desta cidade ecartorio do escrivo
Guimaraes, pelo qual se est procedeodo ao res-
pectivo inventario.
Antonio Duatle de Oliveira Reg.
.LOTERA
O abaixo assignado roga ao* potstti-
dires dos bifhetei e meio bilbetes da
quarta parte da primeira lotera do
Gymnazio Pemambucano, ( terceira
concetsao) que se expozerama vetada
em 14 do corrente, que venbain rect>
ber suas importancias, pois que fican
desde j sem valor ditos bilhete e asese*
os quaes sSo dos nmeros seguinles 86f>
bilbetes intetros fST. 160, 499. 1374
138T, 1901, 190-2. 5521. 5522; neio,'
bt I heles, pelas rasOes que passa expen-
der: tendo sido interceptada a venda
na corte, por orden do Illm. Sr. Dr.
chefe de poiicia, e por coniequencsa
tacando restringida a venda a esta Pro-
vincia nicamente, e nao podendo ella
presentemente consumir o capital cons-
tante do plano porque eraos extrahidas,
tem o mesmo resolvido apresentar um
novo plano para a extraco das loteras.
Recife 20 de Janeiro de 1 2.
O tbesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Ordem terceira de S.
Francisca do Recife.
Aluga-se a casa terrea n. 52 da roa.
Bella, pertencente ao p&trimorio da
mesma veneravel ordem : os pretenden-
tes entender-se bao com o charo irmao
ministro o Sr. Antonio Pereira de Pa-
rias, nica pessoa habilitada para tal
fiurj, na ausencia da mesa regedora.
Por deliberado da mesa regedora
convido aos nossos charis*mos iimao,
que ainda tivetem algurna das catacum-
bas existente no edticio da veneravel or-
dem oceupadas com restos mor taes de
leusmaiores, filhose netos, as-quaes ain-
da se achamf echadas desde o anno de
1849, que no prelixo prazo de um mes,
os venham reclamar, do contrario serio
abertas ditas catacumbas, e lancados
ditos restos em lugar de consumlo.
Secretaria 20 de Janeiro de 1862 No
impedimento do secretario o archivista,
Thomaz Jos da Costa e S.
Desinfecto.
Leilao
Hoje 21 do corrente
Kalkmann Ir naos & C, continuarn o sen lef-
ia par ioterveacao do agente Oliveira, de grande
sortimento de faseodas de seda, la, linho e de
algodo, sendo multas inglesas e todas as mais
proprias do mercado:
Tert;a-feira %i
do corrate, Is 10 horas da manha, era sen ar-
mazeoa da ra da Cruz d Recife
LEILAO
DA
oja de louca de barro
mais objectos para li-
quidado
Terga-feira %i do
Pilulas
as n.
puulista-
1 e n. 2.
Sitio,
Alugs-se um excellente sitio na estrada dos
Afililos, o qosrto depois da eapella, eom muitos
arvoredosde (meto, reedificado e pintado de no-
vo, com bom poco d'agaa de beber e outraa com-
modidadea: a tratar no mesmo com aua proprie-
taria D Margarida Franeisca Xsvier, ou na ra
Augusta n. 60.
Precisa-ae de orna ama, preferiodo-se es-
crava : do pateo do Ter;o n. 26.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : nj largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19.
Attenco
Acha-se ums pessoa desempregada a qual en-
tende perfeitameote dos trabalhos dV* padaria
tanto do forao como ata saaaaas, o as samo para
tomar cent par balaacA da qual se acha habili-
tado e presta fuaes a ase> amatarte: a pessoa
que precisa* poda aaosaear sua azarada para
ser procurada).
Ama.
Precisase de urna ama secca, para casa de pou-
ca familia : na loja de rvtoa ae pe ata arco de
Saot Antonio.
Ffs roa nova de Santa Rita se dir qaam d
dwheiro a premio.
Ar.hou-se urna eartelra com algum dladei-
ro : quem for sea deao, dirija-se a ras ota Liga-
mento, t*roa o. qae dando os atgaaes ser-,com ioio" Duarte drneiro sroirtiro
Desde 1852conser branca de um curaiiro que obiive com a applica-
gao das ditas pilulas. em una pessoa de roioha
casa, que soffria um tumor eaocroso no peilo es-
qu*>rdo.
Tendo j muito consultado com professores,
resolver ni estes ser preciso fazer-ae operagao ;
porm a doeote nao se achara com animo do sof-
fre-la.
Lembrei-me consultar so autor destas pilulas,
e este me asseverou que os seus remedios le-
riam aufcieole torga para resolver e dissolter o
lai tumor, sem ser preciso recorrer s operagao.
Esta promesas era para mim de pouca esperanza,
porm nao tardei-a te-la ; pois que em 12 dfas de
traiamento desappareceu o tumor, ficaudo o pei-
lo perfeito.
Portaolo, nascenio hoje s necessidade de Cazer
conhecera rtude deste remedio jnlguei ser de-
ver oieu publiear o prsenle, em beneficio do
autor e daa pessoas que te acharem no caso que
acabo de mencionar.
Santos, 31 de Janeiro de 1859.
Francisco Correia da Silva-
DEPOSITO GERAL
119 Ba do Parto 1,9
Rio de Janeiro.
Em Pernambuco na pharmacie do Sr. Jos
lexandre Ribeiro,ruado Queimadon. 15.
Pede-so a certa pessoa qus vai todos os
dias ezereer os mysteres de sua profiasao, em
urna ra que nao maldita, queira tomar em
consideragao os actos que pralica e que nao sao
ignorados pelos visiohos e com pessoa para quem
o direita o considera enme ravitttmo.
O abaixo assignado ven le em sua botica oa
ra Direila n. 88, os seguinles desinfectantes por
ter para isso o aparnlho necessaiio. Uhloro para
desinfectar o espago de 310 ps cbicos por 2f,
liluido desinfeelante das materias fccaes una
garrafa IJJ, pos desinfectantes das mesmas ma-
terias urna libra 1$. libido para mergolhar a
roupa dos accommeilidos a 610 rs., agoa chloru-
relada que supre a de labarraque smente na par-
le da desinfeegao por ser carregada lOvete mais
do chloro (pelo que declaro que nao se faga del-
la uso interno) 1$.
O publico danta cidad6 deve estar lembrado
deque ueste Diario foi transcripta urna corres-
pondencia do sul, na qual deolarou-se, que, esa
um dos porios ou le grassava a febre amarella o
coramandMiie de um dos navios s-utos u'a iut-1; ,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal. ao pass<> que os mais soUreram
e houveram Bailes victimas.
Para o desempenho da desinfeegao scompa-
ntiar a explicaco.
Jos da Rocha Paranhos.
Aluga-se para casa de familia ama criouli-
nha douzella de 13 a 14 annos, que sabe czer
liso, pasear alguj panno a ferro e tolo u servi-
co de casa : ua ra da Guia sobrado n. 36.
Antonio Caetano Martina Miriues sub.!.,
porluguez, relira-se para Portugal a tratar da
sua saude.
PERGNTASE
ao encarregado do grande laboratorio a vapor an
um sacco contando diversas pegas de roapa
grandes e p-?queris considerado coa o pe^a
isolada para se cobrar a nzo de 100 rs. a pca
de lavagem. se assim fr bem econmica a I*.
vagem do laboratorio. Pargunla-se lambeta an
ha outra tabella que marque os pregos fora da-
quella queja foi publicada nesle Diario. Isto
des.-ja saber
Um asignante.
Alugam-se 3 casas terreas meia-agnss aa
ra da Alraigo n. 1 : a tratar na ra do Raogel
o. 7.
t
O advogado Joao Francisco Teixeira
Q continua com o seu escriptorio oa ra da
% Queimado o. 28, primeiro andar, onde
ej> poda aer procurado psra o exercicio dn
aa sua profisso das 9 horas da maobia as 3
aa da larde
Jftt-df***ej
Pagin no dt* *0 do corrente de borato do
patacho Capuama, o escravo crioulo marinhei-
ro denoma Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou aneaos, a Hura regalar, rosto campvtdo e com
signossignaes de bexigas, levan cal;a e camisa
azat : nueva o pegar lee-o ac escriptorio dn
Antonio Luiz de O iveirs Azevedo & C. ra da
Cruz n. 1, ou a borde do dito patache que ser
generosamente recompensado.
Precisa se de urna ama para eoaammar e
coser: na ra do Ran^el o. 7, segundo sndar.
Alnga-sn orna casa aa roa das Flores:
qu'em a qiizer falle oa alfandega desta cidsde
tea lhe ser entregue'.
Fugio hoiMem (98) a negra Benedicta que
M eseravs de Sr. Satawtaan da Aqaiae- Perretr.
rnrrpntf f*0,f 7""10 de eh& adenaensuda ata Matase ea-
CVrnmW. estatuas S: naaj pegar, lava t ra. da Sensata
Manoel di llenera tenia de retirtr-se otaste [Yelha p. 94,
"A Sr *Maria Jos ds Conceigao conhecida
por Jsngadaan*t tenha a hondada de ir pagar ao
Sr. Lnk Pinto Tavare*36fU0, ton* do steguut da easu an n nata Asee at o
fim do corrente mea u earane ter teudiJo para
pagamento, 4*. arta
C0BPAMII4 DA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Attenco.
*
Nos domingos e dias santos at ootro avise ae
passagens de ida e volta, no mesmo dia, daa
Cioco Ponas a Escada serio pelo prego das an-
gelas, a saber :
Ia classe 6500
2* 4*500
3* 39000
A partida dos trens ser como de costme, ata
manha das Cinco Ponas as7 horas e 30 min-
los e de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadoE H. Brvcaab,
Superintendente.
I Aviso aos pas 2
S de familias 2
Manoel Jos de Faria Simoes #
9 professor particular de primei-
9 raslettras, na cidade do Rio For- 9
9 moso, e hoje morador nesta ci- i
9 dade, competentemente lacen- i
9 ciado pelo Exm. Sr. director w
9 geral da rnstruccio publica, 9
9 pretende abrir sua aula pelme- w
9 thodo Cattilho no dia 7 de ja- i
9 neiro vindouro, no primeiro
9 anclar do satarade n. 25 da roa
8 da Penha.
O dita proiessor promette, aos
} Srs. pases de iaaailias, envidar
| todos Os esforcos a seu alcance
| afim de dar real approveitamen-
I to a s?us discpulos e nao per-
I der o bom oooceito que tempre
I merecau durante 18 annos njue
, J| exerceu o seu magisterio.



I
-DIARIO DE PERNAMBUCO: TEfiCA PEIRA 11 DE JANEIRO DE 1862
Ama.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva (prefe-
re te captiva) para o servigo interno e externo de
urna casa de urna aeobora em Oxang, roas que
aaibs cosinhareengoramar bem: paga-se bem,
ralar na ra da Cada do Recite toja n. 11.
* $
3 Medico. S
9 O Dr. Braocaote pode ser procurado a 9
^ qualquer bora na caa de sua residencia,
M na ra do Imperador o. 37, segundo an- 9
< dar. para o exercicio de sua proilsso. 9
&-eaati *
Sociedade bancaria.,
Amorim, Fragoso,Smtos & C.sacam e tomam
f>ques aobre a praga de Lisboa.
Aluga se
o armazem n. 22 da ra do Imperador: a tratar
na roa do Crespo n. 17.
O Sr. Joao Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparecer nesta typographia
que se Ihe precisa fallar.
Precisa-se alagar um preto, daodo-se o
sustento, e paga-se mensal ou semanal, para o
servico deata typographia : na livraria os. 6 e 8
da p;a da Independencia.
Consultorio
Medico- cirargico
DO DOUTOH
um iai2o
3Ra da Gloria casa do fundo3
Eiistem medicamentos hotneopathlcos os mais
bem prepralos e do toda a i> eficacia, sempre re-
novados, pela muito grande/extrargao e procura
que temJevido isso ao MXIMO CRDITO
de que gozara em todas a provincias do Brasil.
Coolioua-se a vender pelos precos do costu-
me e achar-se-ha as carteiras especiaes para o
tratamento do cholera-moraus, com os seus com
ptenles folhetos e separadamente os preserva-
tivos em tinturas e glbulos, conforme quUeren .
O crdito de que gozam estes remedios e a
preferencia com que sao procurados, pela certe-
za de seus efTeilos e pela ioalterabilidade dos
glbulos, dispensara de uuaeiquer recommen-
dacoes.
O que bom e est privado, leva comsigo as
tecommendaQES.
Mudanza
Firmo Candido da SiWeira Jnior tendo muda-
do a sua loja de miudetas que tinha na ra da
Cadeia do Recife n. 49, para a ra Direita o. 61,
participa aos seus freguetese ao publico, que vai
veaier todas as fszendas antigs por metade de
seu valor, aQmde liquidar dita loja.
Na ra das Cruzes n. 35, preci-
sa-se de um ofiicial de barbeiro.
Aluga-se o 2o andar da casa n. 193 da ra
Imperial : tratar na ra da Aurora n. 36.
Precisa-se de urna ama que saibaensaboar
e eogommar pira casa de pouca familia a tra-
tar na loja da boa frua da Imperatriz.
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagte, a saber:
Folbinha de porta, contendo'o kalendario, pocas geraes, nacionaes dias
de galla, tabella de salvas, noticiis planetarias, eclipses, partidas
de correioi, audiencias, eresiMno de cbronologia, a ris .160
Folbinha de algibeira e variedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos cliefes dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasiieiros e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes. e mumcipaes, re-
glame tos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigo* sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
.. .Progaost'co do fim do mundo, colIecSo de remedios, a ris. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tebellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos do chefes dos prinoipaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte dascartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenaro e mais orcoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Sen hora Sant'Anna, a ris........520
Dita com almanak, eontendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a ris.........1#000
Aula de meainas.
Haria Filippa Souto, competentemente auto-
risada em virtudeda lei, declara aos pas de suas
alumoas, como tambem ao respeilavel publico,
que est aberta a sua aula de ioslrucco prima-
ria, recebendo internas e externas, e alm das
materias que coostituem o mesrno ensioo, ensina
fiaocez, piano, costura cha, bordados, fazer Do-
res de todas as qualidades, vestir anjos, e vende
todos os necessarios para bordados, como sej.
sedas, la, etc :
na ra do Vigario
ouro, froco,
Igitads otmiico
DO DOCTOR
. L
Para a preparaco dos medica-
meatos homeopticos.
Os medicamentos preparados | sao oj nicos, com que se pdelo contar i-..< u-
ralivo das molestias perigosas. \E como seja o
CHOLERA MOR.BUS urna d'aqbellas que nao
admitiera deloogas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outro quaeaquer, S3
quizerem tirar da homeopalhia os- vantajosos re-
sultados que ella assegura.
Acharase a venda carteiras e dieias carteiras
especiaes contra o cholera, acompaohadas das
competentes instruccoes, pelos precos conheci-
dos, na pharmacia especial homiopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 16.
N. B. Os homens de bom sens reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabina a foDte pura,
d'onde emanou a homeopalhia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
mente interesado no seu crdito e do seu oro-
gresso, e por conseguinte to talmente nelle
que se pode encontrar garantias.lquer em rela-
cao applicacao da scieocia no cjurativo das mo-
lestias, quer em relaco prepaj-aco dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Ur. Sabino Irabalham cons-
tantemente debaixo le suas visHas immediatas,
nos lempos ordioarios, dous era pregados (um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), 03 quaes sao ajudados por mais
tres ou cioco pessaas, qnando o/servifo o exige,
na deslillaco do eapirilo de vinho e d'agua, no
manejo das rechinas, ua deseqaQo dos glbu-
los, na distiibuiQao das dilul;o*s etc., ele.
E' evidente que para o Dr. [Sabino exercer a
homeopalhia, como geralmenle a exercem, e
preparar medicamentos como tor ahi preparara,
nem erara precisas tantas desi ezas com o pes-
soal, com machinas e com a o teusao das subs-
tancias as mais puras possireis, e era tanta vi-
gilancia e trabalho na preparado dos medica-
mentos ; mes elle nao se conWnta com o bem,
queja tem feito, dando hotmopalhia a popu-
liriJade de que goza : elle juer eleva-la ao
maior grao de perfeico daodolaosseus remedios
a maior infallibilidade possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino nao aspira tmenle os gozos raa-
teriaes da vida; elle se desvanece em ler nos li-
vros estrangeiros que o sua propaganda em Per-
nambuco foi to brilhante que nao tem na Eu-
ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HDMEOPATHICA DE PARS, tomo 4., pa-
gina 691; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATIHa, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambico muito mait elevadja : ella se dirige a
legar as gera^es futuras uro nome eslimavel
pela gr.vidade e importancia; dos seus servicos,
pela sinceridade de suas coavlccdea, e pela llr-
meza do seo carcter.E' por issn, e para isso
que elle trabalha ; e trabalb maito...
O nr. Sabino procura e deseja a eslima dos
homens sensatos; aoa zoilosdeixa elle a liber-
dade de mord-lo a sua vontade.
{ Ensioo de lioguas
EM 6 MEZES
ItalianoLatimFraucezg
pelo methodo facilimo'
DR. H. OLLENDORFF.i
Ra do Queimado n. 26. 8
*mmmm-mv*mmmmu
mareoso de Freilas Gmmaraes participa ao
respeitvel publico e com especialidade ao corpo
do commercio, que reodeu ao Sr. Joaquim Jos
da Costa Fajozet Jnior, armago e todas as fa-
zeodas existentes em sua loja sita na roa Direita
d. 104. assim como parte das divida, como cons-
ta do balsDQo dado nesta data, ficaodo reiponsa-
?el por todo o passivo o abaixo asaignaiio. Beci-
e 16 da Janeiro de 1882.
Loireofo de Frailas Goimirief.'
Com os Srs. Henrique da Fonieca
Coutinlio, Jos Florencio de Oliveira e
Silva, Lucio Alves de Oliveira e Silva,
Carlos Augusto da C. Ribeiro, e Manoel
Jernimo de Albuquerque, precisa-se
fallar na ra do Crespo, loja n. 20, B.
i9Vl*mmt9*- -
V o ur. larolioo fraociaco de Lima San- fj
9 'os, mudou-ss da ra das Cruzes para a 9
9 do Imperador, sobrado o. 17, em frente O
9 da igreja de S. Francisco, onde continua 9
9 no exercicio de sua prosso de medico, m

Advocada.
O advogado A. R. de Torrea Bandeira tem o
sea eseriptorio na casa de sua resideocia na ra
do Imperador n. 37, segando andar, entrada a
direita ; e ahi pode ser procurado para o exerci-
cio de sua proflssao. Est promplo para oocar-
regar-le de qualquer defeza e para tratar de
questes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maior solicitado no desem-
peuho de suas obrigaqes.
Ama.
Na ra Nova n. 32, preciss-se de urna ama
para cosiohar e comprar.
Precisa se de ama ama s para coziohar e
eogommar, sendo para coziohar com perfeigo,
nao se olhaodo a prego : a tratar oa loja da ru
do Queimado o. 46.
Quem livor um moleque para alugar, de
12 a 15 aooos, e que sirva para o servico domes-
tico de urna pequea familia, dirija-se a ra da
Cruzn. 45, armazem.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
{Gabinete medico cirurgico.J
Ra das Flores n. 57. *
9 Serio dada scons<aa medicas-cirurgi-f)
cas pelo Dr. Estevo Cavalcaoli de Alba- )
9 querque das6 as 10 horasda manhia, ac- 9
9 cudindo aos chamados com a maior bre- 9
9 vidade possivel. a
9 I' Partos. Z
0 2.* Molestias de pelle. m
9 3.* dem do olhos. a
0 4.* dem dos orgaos geoitaes. ^
9 Praticartoda equalquer operacao em a
j seu gabinete ou em casa dos doantea con- Z
aj forme Ihes fr maii conveniente.
ss&e$s)9 @dogs#99
O bacharel A. R. de Torres Bandeira, pro-
fessor de geographia e historia antiga no Gym-
oasio desta provincia, continua a ensioar os pre-
paratorios seguiotes:
Liogua franceza ;
Liogua ingleza ;
Geographia e historia;
Philosophia;
Rhetorica e potica.
Para mais commodidade dos alumnos que se
quizerem habilitar para exames no mezde mar-
So futuro, tem resolvido nao someote abrir cur-
sos especiaes de qualquer das disciplinas indica-
das, mais ainda prestar-se a dar liedes em sepa-
rado, mediante um ajuste razoavel.
Est prompto para leccionar em qualquer col-
legio ou casa de educasao, bem como em casas
particulares.
Pode ser procurado em sua residencia, na ra
do Imperador d. 37, segundo andar, entrada
direita.
8S9S*83@@*e@3839ea
Na travessa da tua das Cruzes n.
, primeiro andar, continuase a tingr
com toda perfeicSo para qualquer cor,
e o mais barato possivel.
Casa de drogas, S
jLargo do Para izo n 8, pri-J
$ meiro andar. @
& Neate estabelecimento encontrar o S
^ respeilavel publico e as pessoas que se S
w dedicara a medicina homeopalhica os ts?
| boro preparados e verdadeiros medica- m.
W mentos, viudos de Pars da pharmacia 1
W de Mr. Catellen. Q
^ Assim como carteiras, tubos e globu- m
^v los ennertes, vidros de urna 005a al 8 B
^ 00533, quer com medicamentos querva- ss!
D zios. fSk
A O proprietario vende por menos preso g
^ do que em outrs parte, pois recebe di- J
w rectamente. fi
. .rrecisa-se alugar urna preta forra ou cap
uva j idosa, para urna caa de duas pessoas ; na
praca da Boa-Vista n. 22. botica.
K9tt^M3-SI69n$|QM3g|gg|Q SKft
B Medico.
SO Dr. Rocha Bastos, esta residindo na m>
ra da Cruz n. 11. ft
Ama.
Precisa-se de ama ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella n. 38.
Francisco Ferreira da Silva, proprietario da
taberna da ra da Santa Cruz, esquina da ra da
Alegra, tendo de se retirar para fora do imperio,
faz ver a todos os seus devedores para que Ihe
venham pagar por espaso de 15 dias, a contar
desta data, (indos os quaes passar a cobrar j-
dicialmente ou a publicar seus nomes por este
Diario.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retraloa de
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyolypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
3-Roa estreita do Rosario-3
9 Francisco Pinto Ozono continua a col- 9
9 locar denles artificiaos tanto por meio de 0
9 molas como pela presso do ar, nao re- fj
cebe paga alguma sem que as obras nao 6
9 flquem a vontade de seus donos, tem pos 9
9 outras preparasoes as mais acreditadas
9 Para conservacao da bocea. A
sao
Aluga-se um sobrado de um andar, soto, e
seu grande armazem, cuja casa nova e a pon-
eos dias acabada em sua conslrucgo, com moi-
los commodos, alm destes um grande quintal, e
sua cacimba, cora excelleote agua, sendo o so-
brado na roa do Brum n. 34 (junto fundido do
Sr Bovomao) e tem no fundo do quintal, outra
frente feita, e com 2 portas que do sahida para
o caes, e ludo se alaga por preso rasoavel.
Qaera a pretender eotenda-se com Jos Anto-
nes Guimaraes, morador na Soledade, ra de
Joao Francisco Vieira n. 60, isto de manha at
7 1/2 horas, e de tarde das 4 em diante; em
falta ao Recife, roa do Crespo n. 25 loja do Sr.
Antonio Gonsalves de Oliveira.
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOI110 HOHEOPATHiro
OU
YAM-MECUI DO HOMFOPATHA.
(Segunda edieco consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diecionario popular de medicina ho-
meopathico
PELO EB. p
SABINO 0- L. PINHO.
Continuara as asignaturas para eatas obras a
25000 em brochara at fevereiro.
Ra de Santo Amaro [Mundo Noto) n. 6.
5S Consultas medicas. a
Sera o dadas todos os dias pelo Dr. Cos- jf
me de S Pereira no seu eseriptorio, ra an
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas S
da manha menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de corasao e de peito. O
3." Molestias dos orgaos da geraQo e os
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or- 9
dem de suas entradas, comec,ando-se po- Sj|
rm por aquelles que soffrerem dos *
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e op-
ticos sero empregados em stas cnsul- **
ta;oes e proceder com todo rigor e pru- S
deocia para obter certeza, oa ao menos 5
probabilidade sobre a sede, natureza e m
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destru-la ou m
curar. **
Varios medicamentos ser ioambem t
empregados gratuitamente, pela cer- 9
teza que tem de sua verdadeiraqualidade, ft
promptido em seus effeitos, ea necessi- *
dade do seu emprego urgente que se usar m
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos S
doentes toda o qualquer operacao que S
julgar conveniente para o restabeleci- ||
ment dos mesmos, para cujo fim se acha X
prvido de urna completa collecQo de f|
instrumentos iodispensavel ao medico c
operador.
O Dr. Frederico Sehutz,
mudou seu consultorio medi-
co-cirurgico, para a ra da
imperatriz n. 30, aonde da
consultas todos os dias das 7
s 10 horas da manha.
ESPECIALIDADES
Molestias dos olhos.
dospulmes.
secretos.
da pelie.
Recados a escripto.
Na ra Augusta n. 100, lava-se e engom-
ma-se com preferencia roupa de senhora.
Aluga-seo primeiro andar do sobrado da
ra da Imperatriz n. 40; a tratar no mesmo.
u "Vret,-" e um negro fiel e que nao seja
bebedor para todo serviso, paga-ie bem ou por
semana oa por mez : dirija-se ao hotel inglez.
noy gosto
novo gosto
novo gosto
novo gosto
nova invenco
nova invenco
nova inveo(3o
nova invenso
nova invenso
Precos bailado para pouco
tempo.
Presos bailado para pouco tempo
Presos baizado para pouco tempo
Precos baizado para pouco tempo
Presos baizado para pouco tempo
3#00G 55000 10^000 205000
3SO00 5000 10JWOO 20S000
q2$ 5000 10000 20000
3000 5J)000 10/000 208004
3#U00 58000 10000 20jj000
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos ,
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Ezpleudido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para
machinas para
Vende-ie
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Caixai
Caixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
retratos
retratos
retratos
retratos
gostos
gosios
gostos
gostos
gostos
ver
ver
ver
ver
ver
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venham
venham
venham
venham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Pa tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A- W. Orborne retratista americano
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
5 dentista de Pars.
15 Ra Nova 15 I
fredericGautier.cirurgiiodentista.iazl
todas as operaces da sua arte ecollocaj
lentasrtificiaes, ludocom a supariori-j
dade apartadlo que a pessoasentendi-]
das Ihe reconhecem,
Tenziguae posdentifricios te.
J FERREIRA ULULA
BXTRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, f andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrolypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
pulceiras, alneies ou cassoletas. Na mesma
casa exiate um completo e abundante sortimento
do artefactos francezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambem para asta mes-
mo flm cassoletas e delicados alQoetea de ouro
de lei; retratos em phctographia das principaes
personagens da Europa ; stereoacopos e vistu
stereoseopicas, aaaim como ridroi para ambrolypo
e chimlca photogriphicai.
CONSULTORIO ESPECIAL H0ME0PATH1G0
00 D0LT0R
n SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda as 10 horas
t meio dia, acerca das seguales molestias :
molestia da mulheres, molestia da erian-
ea, molestias da ptll, molestias do olhos, mo-
lestias syphilitxcas, todas a eipeciet de ftbre,
ftbrt intermitiente tua eontequeneia,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas aecossarias, in-
falliveisem seus effeitos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos presos maia commodos poa-
iveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamante vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem fra della sao falsas. *
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes patarras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
Igualmente na liata dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levaremesseimpresso
aasim marcado, emboratenham natampa o no-
na do Dr. Sabino sao falsos

i
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i
i
9
i
Aviso.
A todoi os Srs. que tena coatas com a
commusao da decoracao do funeral do
Sr. D. Pedro V, de as mandar a ra do
Crespo n. 16, com a maior brevidade
possivel.
g*KK3iedie mmm nmhkm
Aospaes de familia.
Um professorseprope aeosinarfran-
cet, portuguez, arilhmeticae historia por
casas particulares : quem pretender diri-
8ja-ge a botica da ra da Crftz o. 24, que
lera aa informasdea precisas.
ammmm mmam mbmhwS
oadari!; SSISl0" qe preci" de m forneiro para
padaria pode annunciar para ser procurado.
.nK..Precf8"e de. uma ama smeole para co-
r&Ppoenerro8.eforraeidsde -
Memorias
da viagem de SS. HM. II.
s provincias do norte.
_Os senhores que subscreversm para a iapres-
sao das Memorias da Viagem de SS. HM. H. s
Srim-c,Md. no,te' I"*"* mandar r#ea*sr
primeiro volume na livraria ni. 6 e 8 da praca
da independencia, mandando levar o imoerta os
que anda nao o tiverem pago.
t& Roga se aos Srs. Jos Thomaz m
% de Aguiar Jnior e Jos Thomaz (9
de Aguiar, a vir a ra do Crespo A
0 n. 8, receber duas cartas.
Um horaem que tem muiti pralica da in-
cultura se offerece para administrador de eng-
nho ou outro qualquer estabelecimento agrcola
na ra da Cruz o. 52, se dir quem .
Precisa-se de uma ama para comprare co-
sinhar para uma s pessoa : no becco do Padre
n.6, primeiro andar.
Especial
ahi
hOmeopathico
. UMDf A.
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, bafea*
ris fSXLSTt ESC* %3*laM. n>edicamentcFs homeopalhices! preparados em"
inf^rT1,6'"'0 t!ft C .TJ}m ni0 P^nde, todava, que sej a m os seus medicamentos
StTUS'at: 'nfall,vel em faclos hmanos; nem puc p1 5 S
enao m ho! Ma TI Mrl 2 q-6 T f"em8' OUlro S egualaente fazer E m
aek mm L "fian5a qUB "" na0 ha lrafi"cia, e que o servico da preparaeio corra
ttrTS E25S2S CpST commercio de cartr- ^sur,e 5
H n-S68'6 ConsuUono *n-e venda elementos da homeopalhia, acommodadoa intelligetcia
mXrir-a,;/SS,ra Cm preSla-Se hitamente o seu proprietario, atet
mnc ,odas "P^snecessitadas, sem distincSo alguma, que o procuren,,^
que o seu maior prazer ser til humanidade '
dstinc^o
soffredora.
immmn
DE
^Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldesS
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
Este estabelecimeulo de educasao e inslrucsio priocipiou a funeciooar no dia
10 de Janeiro, e continua a receber alumnos.
Oscom-modos oasseio. asboas coodisoes hygienicas dos edificios destinados
s fuocgoes do eslabelecimeoto. a ordem e regularidade do serviso no intrnalo a
dedicasao e zelo que empregaro o director e os professores a bem do aorovei-
WHS ment e progresso dos alumnos, sao circomstancias que devem animar e garantir aos
^^ paes de familias que desejam dar a seus filhos uma educasao regular.
*) Cadeiras de ensino.
4&P2 Primeiras lettrasdividida em duas classes, tendo cada uma o seu orofessor
& Ppt'aguer. latim, francez, ioglez, ariihmetica. algebra e geometra, geographia e
"^ historia, philosophia, rhetorica, deseoho, msica, dansa e gymnastica
Nos estatutos do intrnalo que esto a dispoaigo
acham consignadas as condicQes de entrada.
de quem os quizer ler, se
bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es-
quina que volla para a
camboa d Carmo.
I
s

1
m

Aviso.
* A directora do collegio Saota rsula, abaixo
assigoada. avisa aos pas de suas alumnas e a
quem mais convier, que em virtude do artigo 19
dos estatutos, principiam os trabalhos do referido
collegio no dia 7 do correte mez. A directora
envidar todos os exforgos a seu alcance para nao
desmerecer do eooceito adquerido no primeiro
anno de seus trabalhos, e aflm de que os pas de
suas alumnas flquem completamente satisfeitos
com a educasao de suas Dinas. O collegio conti-
na na roa Formosa, sobrado n. 15, aonde a di-
rectora ser encontrada a qualquer hora do dia.
rsula Alexandrina de Barros.
geMeKMsewfiMMs mmimmm
m Instruccao particular.
O abaixo assiguado competentemente
provisiooado pela directora geral de ios-
irucgao publica para ensioar primeiras
lettras, latim e francs, acha-se no exer-
cicio de seu magisterio desde o dia 13 da
Janeiro do correte, em sua mesma resi-
dencia na ra Nova n. 58, onde continua
a receber alumnos internos e externos,
advartindo porm que s Ihe coovem
admittir 10 pendonistas e que nio exce-
daos de 12 annos de idade. Recife 15 de
Janeiro de 1862.Jos Mara Hachado da
Figueiredo.
ELIXIR DE SALDE
aa-n
itrolactato de ferro
UuAfco deposito na botica de Joaqun* Martiuao
da Cruz Crrela., raa do Cabug n. U,
a Pernambaeo.
0 Dr. H. Thermes (de Chalis) antigo pharmaceuticolapresenta hoie uma nova preparado
de ferrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luxo empregar-se um meamo medicamento debaixo de formulas to
variadas, maso hornera da scieocia comprehende anecessidade e importancia de uma tal vari-
QAQ6.
A formula um objecto de muila importancia em Iherapeutica ; um progresso immenso
quandoella, maniendo a esseocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
Idades, para todoa os paladares e para todos oa temperamentos.
Das numerosas preparaces de ferro at hoje coohecidasneohuma rene lio bellas qaalida-
des como o elixir de citro-lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-se em orna pe-
quena dose, e ser de uma prompla e fcil dissoluso no estomago, de modo que completameote
assimilado;eo nao produzir por causa da lactina, que contera em suacomposiso, a constipacin
ventre frequentemenle provocada pelas outras preparasoes terroginosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo uma
substancia da qual o medico se nio pode dispeusaa em sua clinico, de iocomparavel uiiliJado
qualquer formula que Ihe dpropriedades taes, que o pratico possa prescrever sem receio. E' o
que conseguio o pharmaceutico Thermes com a prepsraso do cilro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparasoes ferroginosas, cora o
aiiesia a pralica de mullo mdicos distinclos que o tem eosaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as molestias de languidez! chlorose paludas corea ) na debilidade subsecuente as
hemorrhaRias. as hydropesias que apparecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as perolas brancas, na escrophula, no racbiliamo, na parpara hemorrhagiea na
convalescencia das molestias graves, na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os csea
em que o saogue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affecees ebronicas, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphililica, excessos venreos, onanismo e uso prolongado das precauces mer-
CU T186B.
Estas enfermidades sendo mui frequenles sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de laucar raao para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humanidade, por ler descoberto uma formula pela qual se pode sem receio
co Isrro.
xmmmmm mmmmmx
Aluga-se um armazem oa ra do eaea de
Apollo n. 7: a tratar no pateo de S. Pedro nu-
mero f.
Consultorio medico-cirurrieo
3M3A.U\ GluOKIX CA.SA DO \]NB\0-3
Consulta por ambos os systemas,
Em consecuencia da modanca para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer uma reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nio se confundam coa oa de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tea tomado
a precaucio de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa qoe os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhari uma conta assigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo e ea na-
pel marcado com o sen nome. fm^
Outro sim : acaba de receber de Franga grande porcio de lincturs da acnito belladona ro-
malos estes de summa importancia e cujas propriedades sao tao conhecidas qne os meamosW
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Oa medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras custarlo a 1} o tidro.
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigoa qoe tem commoO.
infflcieolea para receber alguna escravoa de um e outro sexo doentes ou que precisen do alm
operacao, amansando que serio tratados com todo o disvelo e promptido. como aofeooi txl.
aquelles que i tem tldo escravoa na casa do annunciante.
A situacio magnifica da casa, a commodidade doa banhos salgados sio outras tantas reato.
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
a A P*80" e de tarde das 5 em diante, e fora destas horaa acbario em casa pessoa com ouam senoderao ea-
nder: roa da Gloria a, 8 casa do Fundi. p m ^'m "*""* m"
Dr. Loho Mouot.


^
-"
DE PERNAMBCO TEB
qJk
IRA 31 DE JANEIRO DE 1861.
&Mk
Precisa-se de urna ama para/o servigo de urna
casa de pouca familia ; Da praca do Corpo Santo
numero 17. /
A padaria do leo do norte (ra do Coio-
yello) preeiaa d um anassagor, e que entregue
pao cam um preto a urnas reguezias perto da
porta. J
Aluga-se om preto eicravo que sabe cosi-
nhar o diario e comprador: na ra do Hospicio
n. 52, sobrado de 2 andares.
Precisa-se de urna amJa aecsa, forra ou ea-
crava para coxinhar e fazer compras do diario de
urna casa de pouca familia : a tratar com Leal &
Irmio, na ra da Cadeia do Recife n. 56, escrip-
torio. /
Precisa-se de 500# a premio sobre garanta
de um ptimo escravode menos de 20 annos : an-
nuncie. 7
Attencao.
Tasso Irmiosfazem publico que o convento de
S. Bento da Parahyba Ibes devedor da quantia
de vinte contos novecentos e dezeoove mil du-
zeotos e dez ris ( 20:9I9210), por transferencia
de ama conta correte com Jos Luiz Pereira
Lima & C, assignada e conferida pelo ex-D.
abbade Fr. Jos da Exaltago Marques, em 12
de margo de 1860. Alm do premio de um e meio
por ceoto ao mez a que Qcou obrigado o referido
convento a pagar, conforme a clausula exarada
na referida conta corrente. E como al o presen-
te nao Ibes tenha sido possivel receber a referida
importancia e os juros decorridos, nao obstante
as diligencias empregsdas para esse fim, fazem
publico que nao por sua vontade que esli sof-
frendo tal desembolso, para que em tempo al-
gum se empregue o argument do grande aug-
mento dos juros, para o qual nao coocorrem os
abaixo assiguados, que sempre estiveram e esto
promptos a receber a referida conla e os juros
vencidos, e protestam nada abaler em tempo al-
gum ; declarando mais quo nao desooerara os
cedentes da referida conta os Srs. Jos Luiz
Pereira Lima & C. e Haooel Rabello Olanda Ca-
boclo. Recife 15 de Janeiro de 1862.
Tasso Irmos.
Precisa-se de urna ama para lavare engom-
mar: na ra do Imperador o. 37, segundo an-
dar, entrada a direila.
Precisa-se de um escravo para fazer com-
pras e todo o maisjservico diario de urna casa de
pouca familia : a*ntar com Leal & Irrao, Da
ra da Cadeia do Recife, escripiorio n. 56.
Precisa-se de um escravo para cozinbar,
fazer compras e lodo o mais servigo diario de
ama casa de pouca familia : a tratar com Leal
& Irmo, na ra da Cadeia do Recife, escriptorio
numero 56.
Aluga-se a casa da ra da Roda d 23, cons-
tando de toja com urna sala, cinco quarlos, co-
zinha, cacimba, sumidouro para agoas servidas e
entrada porduas ras ; bem como se aluga tam-
bera o soo assobradado da mesma casa, com
urna sala espagosa e outra mais pequea, dous
quarlos, coznha, sumidouro para agoas servidas
e entrada pelas ras da Roda e dos Patos : a tra-
tar na praga da Iodependeucia n. 22.
Joaquim Jos da Costa Fajozes Jnior par-
ticipa ao publico e com especialidade ao corpo
do coromercio, que tem admiitido para socio de
sea loja de fazendas na ra Direila n. 104 ao Sr.
Jos Laurentino de Azevedo, cando a gyrar dita
loja destadataem diaote sobre a firma de Fajo-
zes Jnior & Azevedo. Recife 17 de Janeiro de
1862.
Precisa-se alugar urna ama forra ou capti-
va para coiiohu para duas pessoas, e que en-
gomle alguma cousa ; na praga da Boa-Vista n.
J2. botica.
Lui ua Corta f uriu-Ganeiru, pruluuaa-
meute agradecido as pessoas que se digna-
ran) levar sepultura sua fallecida roulher,
pede-lhes que no dia 21 do correte, s 6
horas da manhaa, o boorem com sua as-
sialeocia missa que se ha de celebrar na
capella do cemiletio publico pelo eterno
repouso d'alma da predita sua mulbsr.
Este acto de religio e caridade ainda mais
o obrigar para com aquelles que o prati-
carem.
Cerveja.
Krabb Thom 4 C. venden) no sea escriptorio,
ns ra do Trapia! n. 17, cerveja branca da afa-
mada e bem csuicida marcaAllsoppse pre-
ta de excellente qualidade, em barrica de garra-
fas e meias garrafas.
Ra da
Madre de Dos nu-
mero 12.
Vende-se o melhor trelo do mercado, ssccos
de 115 libras, e farioha de mandioca de primeira
qualidade.
Simo de Nantua,
obra completa, nilidamente impresas, typo gran-
de e intellegivel, papel claro, formato accommo-
dado o mais possivel, encadernado com meia en-
cadernagao, com seu rotulo dourado, e pelo an-
tigo prego de 19 cada volume : na ra do Im-
perador n. 15.
Urna loja de fazendas.
Para pagamento dos credores vende-se a loja
de fazendas da ra do Cabug n. 8, cuja casa j
a um aono se est tratando de sua liquidago
para o referido fim. Offerece grande vantagem a
quem se queira estabelecer : trata-se na mesma
loja, ou com os Srs. Ferreira & Ariujo, ra da
Cadeia do Recife.
SYSTEIA MEDICO HODELLOWAT
PILDLAS HOLLWOTA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
raente de hervas medicinaes, nao contera mercu-
rio* nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleigo mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleigo mais robusta;
enleiramnte innocente em suas operagoese ef-
fehos; pois busca e remove as doengas de qual-
quer especio o grao por mais antigs e tenazes
qua sejam.
Entro milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j eslavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e lorias, depois de haver tenta-
do inultimente todos os oulros remedios.
As mais aSliclas nao devera entregar-sea des-
esperado; fagam um competente ensaio dos
efficazes efeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermiJades:
Vendem-se burros gordos
e mansos
' no armazem de Andr de Abreu (
9 Porto coafronte ao arsenal de
marinha, tambem se vendem .
$| cascos escolhidos que servem I
*H tanto para agurdente como I
~ para mel: para tratarse no
$ escriptorio de Scott Wilson &
<| C, ra do Tiapiche n. 4.
freiisa-se de um pequeo purluguez para
caixeiro de um deposito, que seja dos ltimos
chegados : a tratar no Recife ra da Saozala Ve-
lhan. 104. I
__Precisa-se.de urna ama da leite : na ra do
Imperador n. 67, segundo andar.
__ Aluga-se um armazem na ra das Cruzes
d. 29." a tartar no pateo de s/ Pedro n. 6.
SOEDADE
Unio Ben/eficente
Maritime.
Por ordem do Sr. presidente convido a todos
os socios effectivos para urna sesso da assembla
geral, no dia sexta-feira 24 do cjrrente, pelas 7
horas da tarde, no salao dp theatro de Apollo.
Secretaria da sociedadeJUnio BeneQcente Ma-
rtima 20 de Janeiro de 1862.
Ballhaaar Jos dos Reis.
7l. secretario
Curso de geometra.
O abaixo assignado, professor de mathemalica
no Gymnasio Provincial, pretende abrir um cur-
so da geometra para os exames em novembro no
dia 4 de fevereiro fulurp ; os senhores estudantes
que o qu'.zerem requentar, dirjase a casa de
sua residencia na ra Direila n. 74 para ser en;
matriculados.Antonio Egidio da Silva.
Charles Pluyne vai fazer urna viagem
Bahia.
Vende-se um sitio
peqmno na estrada de Joao de Barros em frente
ao da Exm.* viscondessa de Goianoa, com mu-
tos ps de laraogeiras, coqueiros, mangueiras e
outras arvores fructferas : a tratar no mesmo
sitio.
Ba das Cruzes n. 4,
fabrica de charutos,! vende-se charutos a 15g]o
ruilheiro, de fumo da Bahia, velas de composi-
go a US a arroba, e em porgo faz-so* abati-
mento; afianga-se a boa quslidade.
Ra do Queiruado n. 19.
Santos Coelho tem para
vender o seguinte:
Esteiras da India de 4, 5 e6 palmos de largo
proprias para forrar camas e salas.
Lengoes de bramante largos a 3 cada um.
Cobertas de chita a cbineza a 1J800.
Lengoes de panno de linho lirio a 2$.
Toalhas adamascadas de linho para mesa a 41).
Chita franceza com defeito de avaria a 160 rs.
o covado.
Toalhas de fusto para mos a 500 rs. cada
urna.
Colchas de fusto adamascado grandes a C}.
Cambraias de cores a 160 o covado.
Gollinhas ricamente bordadas e de trsspasso a
2J0O0.
Vendem-se duas casas assobradadas feilaa
de pedra e cal, sitas na ra Nova da villa do Ca-
bo ; sao muito frescas, tem maito bons commo-
dos para familia, tem estribara e lalrina fra, e
lamoem entrada pelo quialal : quem a3 preten-
der pole dirigir-se ao Sr. Sebastiao Antonio do
Reg, na mesma villa, e como tem-se desejo de
as vender, por isso o preso ser com rao jo.
Vende-se] urna negrinha com idade de 14
annos, propria para casa de familia : na roa do
Hospicio n. 23.
Attenco.
Vende-se urna mei-agua baataute comprida e
larga, no lugar de Sani'Anoa de dentro, ao p da
[Cisa Forte, com um nedaco de terreno que ca
perto do rio : quem pretender dirija-se ao neceo
das Birreiras, casa terrea n. 1, que achara com
quem tratar, at as 9 horas da manhaa. e de tar-
de das 3 em distilo.
Vende-se a taberna da ra estreita do Ro-
sario n. 40 ; a tratar na mesma.
Vendem-se castanhas de Portugal a 240 rs.
a libra, e batatas a ljOUO arroba : na ra da Cruz
armazem n. 33.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de) .
Aslhma.
Clicas.
Convulses.'
Debidade ou exienua-
go.
Debidade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ven tro.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestocs.
Infla mmar;oes.
irregularidades de
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucrao do ventre.
Phlysica ou consump-
ro pulmonar.
RetenQo de ourina.
Rheumalisrao.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja
de lodos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instrucc,ao em portu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gvaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ruada Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 80, que j se veoJeram a 16#, para
acabar: na ra da Imperalriz, loja n. 20, do
Duarte.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados muito recom-
mendaveispara as meninas qu,eslo passando a
festa nos amenos arrabaldes den heroica cidade,
a prego de 2$ cada um : na ra da Imperalriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima achario
continuadamente os senbort-s consumidores um
grande e variado sortlmento de fazendas, todo
baratissimo.
Aos senhores sacerdotes.
Acabara de chegar loja da boa f, na ra do
Queimadon. 22, meias pretas de seda muito su-
periores, proprias para os enhores sacerdotes
porserem bem compridase muito elsticas ; ven-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Riscado monstro.
Vndese riscado rj-ouslro'^azenda muito eco-
Domica para o uso domes'.ico~por ter grande lar-
gara e o seu prego ser de 200 rs. o covado: na
ra da Imperalriz, loja n. 20, do Duarte.
Sebo do Porto.
Era caiiinhas de urna e duas arrobas fszenda
superior e precos commodos : no largo da As-
sembla n. 15, armazem de Aotunes Guimares
"CARTOES
DE
VISITA
DE
KIWD GM1N
Carites de visita de novo gosto
Cartdes de visita de novo gosto
Cartees de visita de novo gosto.
Umaduzia por 16#000.
Urna duzia por 16J0O0
lima duzia por 16S000
lima duzia por 16$000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano. *
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
Cuide Lisboa.
UM
K RA 3)0 QUEIMADO
Pflt>hhGBMDEmTIMERT
%ASER0PK5F
Sortlmento completo de sobrecasacos de pinoo a 259, 289, 309 e 359, casacos muito bem
feitas a 25$, 28$, 30$ e 35$, paletols acasacados de panno preto de 16 at 159, ditos de easecira
de cor a 159,18$ e 20$. paletots saceos da panno e casemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
merino la da 49 at69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pretas de casimira ce
89 at 14$, ditos de core79 al 10$, roupas para menino de todos os tamanhos, grande s< r'.'-
mento de roupas de brins como sejam caigas, paletots e colletes, sorlimento de colletes pretos da
selim, casemira e velludo de 49 a 9$, ditos para casamento a 59 e 69, paletots branroa de bra-
mante a 49 e 5/, caigas brancas muito finas a 5$, e um grande sortimento de fazendas fina a e n. .-
dernas, completo sorlimento de casemiras inglezas para homem, menino senhora, wroulas Ja
linho e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obras, que pars
isso est sendo administrada por um hbil mestre de scmelhante arte e um pessoal de mais ii
cincoeota obreiros escolhidos, portaoto executamos qualquer obra com promplido e mais barato
do que em outra qualquer casa.
Vendem-se cal virgem de Lisboa em pedra, da
mais nova que ha no mercado por ter ebegado
no ultimo navio ; na ra de Apollo n. 24, arma-
zem de A. Jos T. Bastos & C.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO H0LL0WAT
Milhares de individuos do todas as nagoes
podem testemunhar as virtudes desteremedio
mcomparaveleprovarera caso necessario,que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo a
membrosinteiramentesaosdepoisdo havar em-
pregadointilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-so-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, quelh'as
relatam todos os das ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao lao sor prendentes qus
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoasrecobraram com este soberano remedio
o uso de seus bragos e pernas, depois dedut
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tea
deviam soffrer a ampulagao I Dellas ha mui-
oas que'iavenau aeixaau esses, asyios aepaae-
timentos, parase nao submeterero aessaope-
rago dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimento declararan} estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afmie mais autenticaren! sua a firma-
ti va.
Ninguem desesperara doestado desaude si
Compras.
AlteiNjo.
Vende-se a taberna da ra da Imperalriz n. 4,
a prazo ou a dioheiro, aOanga-se a casa ser mui-
to boa, e propria de um estabelecimento limpo,
por ser junto a ponte : a tratar na taberna gran-
de da Soledade.
Venda,
armazem em progresso
DE
Jos de Jess Moreira & C.
Ra estreita do Rosario, esquina da ra
das Larangeiras n. 18.
Os proprietarios deste estabelecimento estao
resolvidos vender por menos do que em outra
qualquer parte por vir diversos gneros por con-
ta propria : manteiga ingleza flor a 800 rs. e 720
a libra, dita franceza a 640, em barril fazemos
abalimenlo, cha hysson a 29800 e 29400 a libra,
queijos do ultimo vapor a 39 e 25800, arroz a 100
rs. a libra, gotnma muito boa a 100 rs. a libra,
massa de tmale a 800 rs., em porcao taremos
abatimeoto, em latas de urna libra, marmelada
do melbor fabricante de Lisboa a 800 ra. a libra.
vinhr. *!.; '"pnrir. P...., EOQ, 600 o IOO
rs. a garrafa, amendoas a 330 a libra, milho al-
piita a 160 rs. a libra, aletria, macarrao, e mais
massas a 400 rs a libra. Alem destes gneros
oulros muitos tendentes a molhados que os pro-
prietarios serespousabilisam pela boa qualidade.
N. 43 Ra do Amorim X. 43.
Ceblas a 600 rs. o eento.
Pao de Senteio
Contina haver o pao de Senteio na padaria em
Santo Amaro atraz da fundicao do Sr. Star, e as
S3
quim F. dos San
40-Rua do Queimailo-40
Defronte do becco da Gongregaeo letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa faita de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida vontade dos fregue-
ses para o que tem um dos melhores professorts.
Casacas ue panno preto a 40$, I Ditos de setim preto
35$ e 309000 l Ditos de seda e setim branco a 6 e
recasacosde rf'to dit" 35# snnnn nifo. a< BO'6u,au dc *
e da cores a 79, 69, 49 e
l.fc
tivessebastante confianca para encinar este re- goiBtea casas no Recife, praga do chafariz, ra
raedio constantementeseguindo a.gum lempo o \ ,;'Ym&S S *&
tratamento quo necesstasse a natureza do mal, psito de assucer defronte da botica, casa ama-
cujo resultado seria provarincontestavelmente. relia, nos das de queras e sal-Lados de cada se-
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Compram-se escravos pretos crioulos de
bonitas figuras e mogos para serem remetlidos
para fora: na ra da Alegra da Boa-Vista n.
28, se dir qnem os compra.
Comprase
o romance Armando e Osear,
em francez : na ra das Cru-
zes n 44, segundo andar.
Compra-se 3 venezianas em bo-a estado
para varanda: na ra do Crespo n. 18.
Compra-se de alguma pessoa que se retire,
urna boa escrava que saiba cozinhar e fazer lodo
o mais servigo de casa : na ra da Cadeia n. 38
ou 40, loja do Martioho.
Compram-ce aeges do novo banco de Per-
nambuco ; no escriptorio de Hanoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio n. 14.
Compram-se moelas de ouro de 209 na
ra Nova n. 23, loja.
Veode-seum escravo de bonita Qgura, crioulo,
bem excellente carreiro ; quem o pretender,
dirija-se a loja do Passeio n 11.
Vende-se a loja de mludezas da rus do Ca-
bug n. 2 B ; quem a pretender dirija-se a mes-
ma ra n. 4, que achara com quem tratar.
Cera e velas de carnauba.
de carnauba de primei-
Cadeia do Recife, pri-
VenJe-se cera e velas
ra qualidade, na ra da
meiro andar n. 28.
v>.Edas.
Moleque peca.
Vende-se om moleque de 19 annos
de idade, com officio de empalhador,
ptimo para pagem por ter boa figura:
a tratar nesta lypograpkia.
Na ra do Imperador sobrado n. 21 existe
para vender-se por preciso um moleque de ida-
de de 19 annos, crioulo, sera vicios nem acha-
que!: quem o pretender dirija-se ao mesmo so-
brado que ahi achara com quem tratar.
Economa.
Molhos de ceblas emfperfeito eslado a800 rs.,
solas o cento a 600 rs. : na ra da Imperalriz
d. 49, a ellas antes que se acabem.
Panno de algodao da
Bahia.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luiz
Oliveira Ase vedo & C, roa da Crus n. 1.
de
IOTA
EXPOSMjAO
DE
Cancleeiros econmicos
agaz,
e gaz hydrogeoio de primeira segunda quali-
dade : na ra Nova n. 20 e 24 loja do Vianoa.
Batatas.
Vende-se batatas ltimamente ebegadas de
Lisboa a 640 rs. a arroba : no armazem n. 10,
travessa da Madre de Dos.
KateeeOM eNMHM M9M5N9M9
No sobrado amarello nos
4 cantos da ra do Quei-
mado n. 31, loja de An-
nio de Moura Rolim,
e vende-se :
I Camisas de meia de 1& pura e finas a 29,
K 2J500 e 3.
{ Seroulas de meia de l pura finas a 2J,
2&500 e 3J.
Tapetes grande para forro de salas e
quarlos a 159.
Alcatifa em pega o covado a 500 rs.
Toalhas de linho pardas para mos e
roslo a ijf.
Borzeguins ioglezes de superior qualida-
de a 10*.
Ditos ditos gaspeados a 7g.
&m**mm> aneis mmmK
Vende-se por commodo prego urna arma-
go cora balcio, tudo de amarello, e em muito
perfeito estado, sendo todo iovridagado: para
ver-te na ra das Laraogeiras o. 30, a tratar no
primeiro andar da casa n. 13. da roa da Cadeia
do Recife, com Francisco da Rocha Pasaos Lint.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
nceres.
Cortaduras
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da c
em geral.
Ditas de anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammagao do figado.
maoa.
^
Inflammagao da i bexig*
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos,
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinba, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Yende-sa este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, cStrand, e na loja
de todos os boticarios droguista o outras pes-
soas encarregadas de sua venda em loda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vendo-so a 800 rs,, cada bocelinha contm
urna instruccao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, tm
Pernambuco.
Vendem-se as Ierras chamadas Sircnc,
que ficam prximas ao sal dacidada da Victoria
(Santo Aolo) entre os engenhos Pedreiras Es-
pirito Santo, com boas proporgoes para planta-
ges de caf e algodao. Nao eiige-se dinheiro
vista, bastando que pague o comprador um Juro
mdico pelo tempo que coovencionar-se o paga-
mento total : a fallar com seu proprietario o Dr.
Reg Dantas, no eogenho Goiabeira, de Santo
Amaro de Jaboatao.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madr-
perola, para limpar
dentes.
Na verdade orna escova para limpar pentes
sempre oecessaria em qualquer toucador, e com
especialidade no da senhora que preza o asseio,
e para que elle seja perfeito mandar comprar
ana dessas escovas da cabo de marfim ou mi-
JreperoU que custsm 2*e 3* rs., na loja d'aguia
branca, na ra roa do Queimado n. 18.
Vende-se
azeile de dende ou palma, dito de amendoim que
serve para luzes e machinas, mait barato do que
em qualquer outra parte; na ra do Vigario n
19, primeiro andar.
Vendem-se superiores meias de la curtas
ecompridas, peonas de ago e caetas especiaes
muito recommeodadas pelo Sr. Guilherme Scul-
ly, professor de calygraphia : na ra da Cadeia
do Recife n. 7, loja de miudezas de Guedes &
Gongalves.
Vendem seos engenhos
S Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e corrente s e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
so safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
tots de panno preto e de co-
res a 35, 30, 25. 10, 18 e 20J000
Ditos de casemira de corea a 22,
155,12,7 e
Ditos de alpaca prela golla de
velludo francezas a
Ditos de merino'setim pretos e
de cores a 95 o
Ditos de alpaca de cores a 5 e
Ditos de alpaca prela a 9, 7, 5 e
Ditos de brim de cores a 55,
4500, 4 e r
Ditos d bramante delinho b an-
co a 6, 55 e
Ditos de merino de cordo preto
a 15 e
Caigas de casemira preta ede co-
res a 12, 10, 95, 7 e
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 5, 6500 e
Ditas de brim branco e de corea a
5, -15500 e
Calctsde ganga de coresa
Collete de velludo preto e de co-
Sr^g reslisose bordados a 12,9 e
?^ Ditos de casemira preta e d co-
t/sh res lisos e bordados a 6,
Sga 53500,5
3
5*0Cd
5O00 */\-
5c00O
^m,
Ditos de brim e fusto branco a
3550O, 28500 e
Seroulas da brim de linho a 2 e
Ditas de algodao a l600 e
Camisas de pello defusio branco
ede cores a 2400 e
Ditas de paito delinho a 5, 4* e 3*000
Ditas d* madapoln brancas ede
cores a 3, 2*500, 2
Chapaos pretos de messa franceza
forma da ultima moda a 10,
85500 e
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e
Ditos de sol de seda ioglezes e
francezes a U$, 12, 115 e
Colsrinhos de linho muito finos
novoifeitios dauliima moda a
Dos de algodao
Relogios de ouro patente e hori-
zontal aIO05, 90. 805 e 705OOO
Ditos de prata ga'vanisacs p-
tente e horizontaes a 40 e 30JCO
Obras de ouro, aderegos e meios
a lereces, pulceiras, rozttst e
sneis a
Toalhas de linho duzia 105, 6 e
35500 Ditas grandes para mesa uroa 3 e
9000
10*000
8;ooo
3*500
38500
3*500
4*000
8*000
6*000
4*500
2S500
3*000
8*000
3C00
220O
1*280
2*200
IjOO
75OOO
2*000
7*000
80
500

I
9S0C0
4*000
~W*
Loja aniarella.
Ra da Cideia confronte ao becco
n
Largo.
Ricas capas pretas compridas, mante- 1
leles modernos de seda e fil.
Vestidos bordados de cambraia, duas S
saias, palos e babadinhos.
Vestidos de teda corea escolladas e de i
phtntasia.
Sedaa de quadrinhos, grosdenaples e
moreantique.
Manguitos e gollas bordadas com per-
feicfio.
Cassas de cores, chitas finas, tarlatans,
fil etc.________
Para as noivas.
Vestidos de blonde com sala de selim
manta, capella. lodos os pertences.
Novidade.
Chapeos de palha fino, leques,
gitos, pentes, etpartilbos, chales
redonda, perfumara etc.
man-
ponta
Roupa eita.
E' etse estabelecimento o especial em
roupa feita j em prego como na quali-
dade, palitols, caigas, colletes, sobreca-
cos, sobretudo, capas de borracha etc.
S Calcado.
Botinas de Heli muito frescas a 12:
na ra da Cadeia o. 83, de Gurgel &
M Perdigo.
KM39BM3 9K9K *35 MZiKVK*
0 Meias para senYiTa.
Vendem-se superiores meias para senhora pe*
lo baratissimo prego de 3840 a duzia ; na loja
1 da bot f, na ra do Queimado n. St.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas espooias para rosto, a 2
cada urna : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Leques.
Vendem-se lindos leques de madreperola, o
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro, ra
do Cabug o. 1 B.
Cera de carnauba
Primeira qualidade e pregos commodot : no
largo da Assembla n. 15, armazem de Antones
Guimares & C.
Opiata iogleza
para dentes.
Esl finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata ingleza to proveito-
ta e necessaria para ot denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a vende-la a 1*500 rs. a
caiza ; quem qaizer conservar seus dentes per-
feitos preveuir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca,ra do Queimado- n. 16.
Vende-se o grande sitio denomiuado Caia-
na, tito na freguezia da Yarzea, de muito boas
trras, que tudo quanto se planta d urna grande
quantidade, com urna casa de taipa j coberta,
urna dita de fazer ftrinha, grande quantidade de
ps de cafezeiros, com diversos ps de fructeiras,
como seja larangeiras, coqueiros, etc., etc.; e
tambem vendem-se duas vaccas que do bastan-
te leite, urna dellat com a cria j grande, e um
burro manso : a tratar na ra do Sebo n. 20.
Machinas americanas.
""Em csa de N. 0. Bieber & C-, successores,
roa da Crui o. 4, vendem-se :
Machinas para regar borlas e capia).
Ditas para descarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selina com pertences a 10 e 20.
Obras de metal principe prsteadat.
Alcatro da Sueeia.
Veroiz de alcatro para navios.
Lfialsa parrilha de primeira qualidade do Para.
yinho XHez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac em caixat de 1 duzia.
Arados e gradea.
Briihanles.
Ctrrogts pequeas. .
Fendem-se os engenhos
Ilha do Morgado, sito a mar
gem do Pj raps ma, e Po-San-
gue sito a imrgem do Seri-
nhem, com safras, escravos,
boiada, e mais pertences ; re-
cebem-se em conta predics
na cidade, ou seus arrebaldes
e os pretendentes podem en-
tenderse com o proprietario
dos mesmos engenh s, de-
sembargador Alvaro Barbalho
Ucha Cavalcanti
Escencia de anil
Para engommado.
Vendem-se frasquinbos com eacencia de ail
cousa excellente para engommado porque ama
gota delta bastante para dar cor em una baria
de gomma tendode mtisa mait a preciotidade de
nao manchar a roupa como muilas vezes acon-
tece com o p de anil Gusta cada frnsqoinbc
500 rs. : na ra do Queimado loja da sgoia bran-
ca n. 16.
63
fLoja das 6 por-S
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de pann Ino aobrecatacot, "
ditos de eaaemira de cor de fusto, dito* A
5 de brim d corea e braocoa, ditos de Z
9 ganga, caigas de casemira prelat e de
rj| cores, de brim branco ede cora, degan-
ga, camitat com peito de linho maito
finas, ditas de algodao, chapeot de sel
t de alpaca a 4 cada em.
&
Venda de orna loja,
Vende-se urna loja de miudezas na rea Direila
com maito poucas miudezas propria per* srie-
cipiante, etc. ; vende-se Unte a dinhere eiioc
a prazo com boas firmas: a tratar lele ea Vic-
toria, de Fajozes Junior.na rea do Qeeieia4e -
mero 75.
:
m


m
wn-wa^wi iy
DUBia DE PEWOMMC0 TIfiCi FBUU il DE UIHto DB M61
m
Loja das 6 por-j
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4$.
Duzia de mei.scruas para homem a
19200 e o par a 110 ra., ditas brancas
muito floas a2J5O0 a duzia, lenco, de
cassa cora barra decrese ltO rs. cada
uro, ditos brancos a 160 rs., bsles de
SO e 30 arcos a 3$, laazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
eslampados finos a 59 e 69, tarlalana
branca e de cores muito fina cora ?ara
e meia Je largara a 440 rs. o covado,
fil de lioho liso a 649 ra. avara, pe-
ca de cambraia lis fina a 39, cassas
de cores para vestidos s 300 rs. o co-
vado, mussulin encarnada a 320 rs o
colado, calciohai par* meaina de escola
a lf o par, gravatinhas daUrancaa 160
rs., petos para camisa s 200 rs. cada
um dusia 39, pe;aa decambraia de sal-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
lanha de rolo a 29, chitas (rancezas a
220 e 340 rs. o covado, a loja est
aberta das6 horas da nianhaa as 9 da
noite.
^sisgEBBSgKB&MJeftMilE^Sgg^'i m-i srr
Asteas de acopara
baloes de se-
nhora.
Vende-sa a 160 e 200 rs. a vara : na ra do
Queimado loja de miudezas da boa fama n. 35.
Luyas de pellica de
Jouvin.
Vende-se a 89 libra : na roa do
loja de miudezis da boa fama o.35.
Vende-se as verdadeiras lavas de pellica de
Jouvin para homem e senhora a 29500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
n. 35.
Cintos do ultimo gosto.
Vende-se cintos dourados e de palba o mi..
bello que possivel encootrar-se, pelo baratissi-
mo preso de 39 cada uro, ditos de fita de muito
Enfeites para cabera
Vende-se os mala moderos enfeites que tem
l ii"te mercd. iS000 cada nm, ditos pretos eom vidrilho s
Tf500: na roa do Queimado loja de miadezas da
boa fama n. 35.
Laa muito fina papa
bordar
Qaeimsdo
Lavas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvsa de eamurca
para homena a 29 o par, ditas de flo de escossia
brancas e de oores a 800 rs., dita de seda en-
feitsdas para senhora a 2J, ditaa de toraal pretas
a 19 : na ra do Queimado loja de miadezas da
boa fama n. 35.
Chicotes de gosto e multo
fortes.
Vende-se muito bonitos chicotes debaleiacom
caatoes de marfim e de metal para homens e se-
nboras a 4 e 59 caa uro, ditos de estallo tamben
muito bons a 39, ditos de junco porm muito bem
acabados s Ig: ns ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Gabazos para senhorai a
meninas.
Vende-se pelo baratsimo e admiravel prego
de 3 e 49 cada um, e affianca-se que quem os vir
nao deixar de comprar, to bonitos e atis sao
elles : na ra do Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 ra e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occasiao em que
se escreve e por muito pouco lempo fica preta e
bem preta, ha vendo a vanlagem de servir para
copiar cartas: ns rus do Queimado loja de mia-
dezas ds boa fama o. 35.
oioaa
Ra Nova n. 18.
M. A. Caj avisa a seus antigos fregaezes que
nao podendo acabar com seu estabelecimento de
fazeodas e roupas fritas, contina sempre em li-
de palha o tnais quidacao, recebeodo eocomtnendas de qualquer
obra de alfaiate, e para sso tem um contrames-
tre sempre prompto para receber qualqner en-
no mercado 39000. 29600.
muito novos a 500 rs. a libra.
lindos gostos a 2J ; tambero se vende fivellas commenda, sendo servidos com protnptido co-
rouilo indas e de multas qualidades proprias uni- mo eram, tendo sua casa um grande sortimento
cemente para cintos a 29 na ra do Queimado de roupas feitas e fazeodas pelo mais baixo prs-
.oja de miudezas da boa fama n. 35. | co ( dinheiro) que se pode encontrar.
1rmazemprogresso
Francisco Fernandes Duarte
rgo dm Penliii
Aanca-se a boa qualidade de todo qualquer seero
comprado neste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em oulra
ju3hjii6r psrl6*
e1?* lWgl*iZaa mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
Mantaiaga Ctmmeaxa. mai8 nova, 600 rSi> em barr1> e640 Hm, llbra
Quotiet ao?eVuoenegadosnfile uUimo Tapot por 3J00<
' i J? S d0 8U?erior qualidade e muito frescaes a 800 inteiro, em libra
29000 rs .libra. I V m *****"W ha
Pre'/f.unto pa** uamate
"*"** /de superior qualidade 410 rs. inteiro, e 480 rs. libra,
o raelhor pelisco jue pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
I anata'** io raima .a,.. ...,,...... 99000
Gnoa^cas e y>*ios chegldos ne8t9 ultimo na7io> a 7ao n a 1bra
Ba^iaa d* pareo refinada ton
se for\m b, rri. a 440 r"f 1 bra.' 48 '"W- Cm 10 ** Pr 4*5 "' 6
. sao mOrri^l d(J {amad0 Abreu 8 de Oulros muUos fabricantes de Lisboa
a 903 rs. a libra, ero Utas de 2 libras por 1JS600 afianca-se a boa qualidade.
*Ua aa amata em i.u. de um. uar. ,r 900 r*.
^^mT p*S;S^.ai'ta'-- "i -rente, qu.lid.des,
M*tria, macarra* a tefttiia. 400 rs.. libra, em caUa a 8#>
muito novas a 100 rs. a libra, e 4.000 rs. a libra.
^ ein cartoes muito enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
abaiimenf ^^^ T'S 8uperior 1ue ha a *P grafa e em caix. se far
Geaebra de HLollana a
Vi o iios eusar raf^doi*,
. ** "f lacrimas do Douro a 1J600 rs. a garrafa. Porto fino Fei-
_., 'ur,s. u*u do Porto, i 1200 em caixa se far abalimento! '
Yiaao Borda^ax A. J .
- d" ^a,s acrelttadas majes a lfl a garrafa e em caixa a 9 a dazia.
ampagaa dj Jerent.. msL. a 10 duzia e a 18500 g garrafa, .fflanca-.e a boa
Vardadeita seiveia e*\m*\i* ,
a 500 rs. a ga.fa^ 6 de Ult" moilM marc" do.
Vtaao em pipa Porlo, Lisbl
^apatmasete fuperor a 740
Batatas moiras emgig#sde
os mais superiores, haspanhol a f J200. francez a 1$. portagoez a 800 rs. a libra
r igoa aa e^mmadre ..
320 rs. 1 n0T0,' em ca'"8 de 8 Ubras por *500. em libra a
*mma de eng0Oniarf mait0 air, a 100 ri< a libra
iVmeadots d6 caca mole a J, r>., 1bri
Azeita doce refla)4o a 800 a garrafa \ em cajia a ^
r Mitas da demias lixados com a 240 o at^
CostaVatas taaas UiP.r.Lbre.8oo..,,..
CJ000 rs. a frasqueira, e 560 rs. o frasco.
A3000.
Chapeos de palhioba fio. entestados para ms-
aas ; na ra do Crespo n. 10.
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos franceses a iml-
tagao dos de lioho, muito proprios psrs os taba-
quietas por aereo) de cores escuras e Asas, psto
baratissimo preco de 5 e fij duzi. : o. ru. do
Wueiaudo o. sa, na bem conhecida laja da boa f.
Fil liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
e ae cores, pelo baratissimo preco de 800 rs. a
':." -em M(j,ecW l boa f, o* rus
do Queimado o. 22.
Toalaas pa?a mvaos.
Vendem-se multo boas toalhas para roaos pelo
barato prego de 5j duzia ; na ra do Queima-
do o. 22, na loja da boa f.
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos e superiores enfeites os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 6JJ500 : oa loja da boa fa,
na roa do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias franeez.s de lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o covado : oa
ra do Queimado o. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezas muito floas, de
muito bonitos padroea, pelo barato preco de 700
rs. > vara : o. loja da boa f, na roa do Queima-
do o. 22.
Cambala Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato preco de 4 e 5f a pega com 8 1|2
varas, dita tapada muito superior, pega de 10
varas a 6f : oa ra do Queimado n. 22. na loja
da boa f.
Bramante e mtaalmada de
llamo.
Veode-se superior bramante de poro linho com
duas varas de largura a 2400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tanbem de puro lioho,
com 8 palmos de largura a 2&500 a v.r. : n. bem
coohecid. loja da boa f, oa ra do Queimado nu-
mero 22. -
Cortes de cales.
Vendem-se cortes de caiga de meia easemira
de cores escaras a 2 cada corte ; na loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Cbegaram opportunamente para a loja d'aguia
branca os booitos port bouqaets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, flcando assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casamentos e bailes que se cootam nesses
das, por isso as pessoas que por elles esperavam
o as que de novo os quizerem comprar dirig-
rem-se munidos de dinheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que eocootraro obra
de bom gosto, barateza, agrado o sinceridade.
\M
de cmbraieta.
Vendem-se superiores saias de cmbraieta mui-
to fina, com 4 panoos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado a. 22, n. bem conhecida loja da boa f'
45
Calcado
45 Roa Direita -
OugamL. Ougam!..
O traste indispensavel .o homem civilis.do
sem contradico o sspato E' elle lio oecessa-
no como o pao ao estomago. lulero w um
chapeo jaca ; urna casaca do ajusfar laboado ;
um vestido desbotado; mas o sapalo acslcaoha-
ao e*roldo, a botina sem lustre e ji descosida
urna indecencia, om insulto ao orgo visual de
um ebristao. E' por lio gravea cooaideraces
que o proprietario desle estsbelecittenio.
acaoando de rebeber om magnifico aorlimento,
roga aos seus freguezes s* apressem em renovar
o colgado velbo visto estar-moa oa (esta :
vejeta:
Homem.
M1LIKS (chegre privilegiado) fresos co-
,m.0,iL,8U1 d0 Pr......
BORZEGUlNS.inteirigos (Rocthild) .
diversos fabricantes. .
lustre pechincha. .
apatoes de Nantes, vaqueta de lustre
bileria ..,....
Ditos N.otes batera. *
14*000
9*500
8*000
5J500




>
>
69000
5*500
59000
4500
3500
59200
SftOOO
2S000
19500
lofooo.

"lesea........
Nantee meninos.....
lustre (sola o tara. .
(urna sola). ...
de tranga portogueza. .
franceza.
Seohoras.
BOTINAS.gaspa alta e lago inglezes de
duracao iocalcuiavel. .
francezas (lago!......
sem lago........
gaspa baiza.......
oulros (32, 33 e 34). : .
de menina (Joly).....
Sapatos (Joly) com salto......
( ) sem sallo......28000
tapete.....
lustre (3*. 33, 34). '. '. .
econmicos para casa. .
Aleta disao um variado e abundante sorti-
mento de ludo o que necessario a sapateiro pa-
ra executar qualquer obre.
6J000
M500
SjOOO
4J800
48500
49500
39200
800
800
500
Vende-se fazend. denominad, lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Attenco
Vendem-se caixSes vastos proprios
para bahuleiros.f unileiros etc. a 1 #280:
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porgio e a retalho de orna aacca
psra cima, e por commodo prego: oa roo da Ma-
dre de Dos confronte abotica n. 30.
CAL DE LISBOA EM PEDRA:
ua mais nova que ba no mercado e por prego
s?nKS;T7srBa ruado ApoliB
Leile virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
d(A infafti-"F10"1 l b9ai conheciao como reme-
SancaV. IB? "' d 0ued. 'oj- d'aguia
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfamaras finas.
Esta loja por estar cooatselemente a receber
perfumaras linas desasa proprias eocommendas
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tenrto-as sempre dos melbores e
Coudray e Societ Hygieoique, etc., etc. ; po
tLtfS quUef Pf0'-e do bom dirigir-se
!cK."f0Queia,8d0', 'a d'e8ui "ranea n. 16. que
h.,... ^ mai8 elea dos frascos, e
o^rojrador. q"e iem C0DTda e "*" a0
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores rui da Cruz
numero 4.
.unr'5carrM.a"erie,BM n,0 legantes,"^/educcaolios preepspara acabar.
^ra dn Pessoas e recebem-se en- Vendem-s. no armazem de Braga 800 4 C.
pasToo /.rinia" CUJufim e,,e$ P08806" ? '
pas com vanos desenos, tambem vendem cr-
roC..p.r conduce. de issuc.retcT
r\-smnei\
VUNDIGiO LOW-MOOR
Ra daScoxalla R*va i41
asta stabalecimanto contina a bsver
om-plato sortisssato dsmoendasoaaiastMaaV
das par..ng.nho.,ehiaas da apar stsiiaa
fsrroib.tido eo.do,da lados o.t.m.oiro.
para dito,
Vende-se
na ra do Queimado n. 19
o seguinte.
Pegas de cambraia floa adamascada para corti-
nado com 81|2 varas, pelo barato proco dofifCOO.
Toalhas de linho adamascado psra meas a 4.
Cambraias de salpicos raudos muito liados a
59 a pega, ditas de ditos miudiohos finas a 1509
Lencoes de bramante de linho a 3S000.
Cambraia ailad, par. forro do veatido, coas
8 l|2vrssa pega por 2.
Grandes colchss de fustio lavradaa a O.
Chapeos enfeitados muito lindos, proprios para
emnos a 7 eada um. r
Cobertaa de chita, gosto chines, a 1)800.
Ricas capellas para noiva, de flor de Urania.
Algodio com 7 palmos delargo a fiOOrs. a val
Lengoes de panno de linho a 1)900.
menii
rara
Souhall Hellors dt C, lando recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito derslo-
gtoa vjsto o fabricante ter-so retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, s pessoas que quizersm
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de tempo, para vir com-
?!a0,TPOr.c.ommo0 pre no seu escriplorlo
ra do Trapiche o. 28.
Taixas.
Vende-se
farinha de mandioca de superior qualidade mui-
to ora, e em tudo agradavel, em percesuran-
dea e pequeas a vontade dos compradores o ata
gos muito mdicos: a bordo do brieue Mida.n
ancorado defroote do caes do arsenal de guerra,
1n..pretender dirija-se aesta"tipo- U^^Sl^^^^SL
graphia, que ah se dir' quem ostem u lrc!>.-ge B0 casas Dp" Praga.- quem prcten-
para vender.
der dirija-se ra de Horlas o. 7, desde s 10
horas da manha at s 4 d. tarde.
Vendem-se
ns ra da Moeda, taixas de ferro ciado~dV~SMt
acreditado fabricante Edwio Haw a 100 rs. por
u:a, as mesmas que ae vendam por 120 ra.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous gneros no beoa ronhe-
cido e acreditado deposito da roa da Cadei. do
Recife n. 12, por menos prego do qua em ootra
qualquer parle, aQaogando-ae a boa qualidade.
A cal chegou a quatro dias pelo brigue Sobo-
ranos, e a potassa legitima da Ruasis, cheeada
pelos ltimos navios da Hsmburgo.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de retroz psra gravatss a
00 rs. : na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
36, na das Cruzes de Santo Antonio, 36
PH0GRES8IVO
E' na ra do Queimado o. 39 loja de quatro
portas que se vende os mclhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bum gosto.
Ruada <^ *.*^-fn.sfc
Vsnds-ss m casada S. P .Jonhston C.
-sllinso *ilh5esaglzes,canderot castigis
bronzsados,lonas nglazes, fio daveli.enicots
pira carros, s moniaria ,irrio psra cirro ds
usa aioui aavaloi relogio da ouro patenta
nglsz.
Navalhas d'aco
ak
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
valhas d'ago reQoado com cabos de marfim, e
para asse^urar-se a bondad* deltas basts dlzer- -
se que sao dos afamados e acreditados fabrican- ChA hvann a 4 J llbri e 1100 o inte
tea Rodara & C, cusa cada estojo de duas na-| ^ a u/owu e pretO o melhor do mercado de 1700 a 9ra n
v.lhas 8000: na ru. do Queimaio, loja d'aguia! Presunto fiamhrP ,bra'
Presuntos n^* 'n8 *haraburUM 72 t libra.
rresuntos portuguezes vindosdoPor
DE
tt
dem &ne^lZ*Z^^ S ,f0eem brri' '
Qu:;iooss ifreDgos ^:: ^* ar razo de60rs-a 1,bra-
OueZwatl Mn lf Ome'h0r qU9 ^ DeS,e geDer Pr *' f i libra.
yueiJO pratO o raelhor que se pode desejara 1200 a
M e Figueira a 3,500, ty e 4500 a caada.
rs. em caixa, e 760 rs. a libra,
urna arroba a iy.
a mais nova do mercado a 4 a barrica e em Irbra a 320
rs.
ttoVaxVuYia VngVea
A.meix.%s rautieLas.,
tuguesaa a 480 rs. a'fir. C" mmU> "*"' COin *ll2 libr" Por 3*500' oit" P0f-
1 lJOlO pra iir-f,frftB rj. eada um, em porgio se far abatimnto.
bnTejatJ ei^fcsWjd,- ol.|i|2 li ,ra muito novas a 800 rs.
io_d. gan.?ay"dga&g^^ ""'"^ ra^,taT1 blte "n >l--
Entre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca veode-se entremeios
bordados em fin. c.mbraia transpsrrote 1 lli
pega de 3 raras, prego este porque so se scha em
dita loja da aguia branca ru. do Queimado n. 16.
Aderte seque d. cada padreo tea bastantes
pegas psra vestidos.
Potassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. 4*
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
de puro linho, pelo baratissimo preco de5 na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f. '
Feijo preta
muito n0o ebirato; vende-se nicamente na
ra nova de Santa Bita, armazem n. 19.
Farioha de man-
dioca
de Santa Catharina, a mais nova que ha no mer-
cado : vende-se ensacad, no armazem n. 19 da
roa nova de Santa Rila, e por medida a bordo do
brigue Midas, defroote do a#sea| de *aerr*.
Veode-se um cavallo mellado eom clines
brancas, novo e muito manso, bom de cabriolet:
a tratar na ra da Santa Crac n. 1.
Boneeas bonitas
com rosto, e meia yerna de
porcelana.
Vende-sa mu bonitas boneeas com rosto, a
meia pera, de porcellsn. so. baratsimos oreos
I d 40, 380,500.50. 640? 780. 800 e 1|000: isso
Os burros ecav.llos eIi.tente*notrm.ze^an, 'V d Qaei,nJ18do' oJd'gula branca n. 18.
doSr. Andr de Abren Porto, defronte do srw-1 LllVaS (36 pellica pretaS.
h. \ n,arinh-vende'n-e /;> eseo-| Vendem-se ss luv.. preiss de pelc. com oe-
Pt'meiro .nd.Pr"dreS M "" d Tr,p,Che a' 4kB0 t0)",e *i aofo por Pre? b.r.ti,.im;P,
*r- ioja d'sgaia H Baro, ra do Ceaog n. 1 B.
branca, n. 18.
iVlanteiga inglcza flora 800 rs i Vinho"n^rrf,7os'0^"!^^ VndSd Prlde ^par'icu'ar a 56 "'porlibra ein,eiro' i60 "
et lbra. a li>200 e 1 300 Zlt' e mST!; Prt fi0* DeCtar' Carpave,l8' C,m6^ Madeir. secca, Feitori. velho, seeeo e ch>mm
Fraaeaza a 640. tourinha a 320, ervilha a 100 Vinho Rnrrl^o., v 35000 a duzia. cnamiso
Vinho em nin ^SUperr qualid'de diflrente8 raarcas a 800 8 "a "f de 8* 'oiooo. duz.f
EmriE P Pr0Pn0iS P"a Pa8, d9 50 60 "' garrafa 8de mo 48 "*
3&fssa :T:;^zi:zrde L,sbo prera>da **.
BOCetaS com doces secco das mais deliceda rrana a* p.,. ,
muito gosto a 3500 cada urna. P m8,S pr0pr, ^ h' para miraos' Por seram c FigOS em CaXinhaS de 4 libra muito frescos e grsmdes a 2|000.
Peras secca em lia*, de i libras chegadas nes.e ultimo vapor a 3.500 e 15200 a libra, afianca-se ser o melhor que poda h.vec nesla
AmeixaS francezas em latas deS libras por 49600 e 1.000 por libra.
PaSSaS em caixinhas da oito libras, as melbores do mercado a 3 a 640 r.. a libra, e em caita da ama arroba a 500.
Latas COm fructaS de t0|ls as qualidades que ha em Portugal da 700 a 1.000 a lata.
Corinthias em frascos de 1 i [2 a 2 libras de 1.600 a 29200.
Caixas SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes o que ha de mais proprio para mimos, da 49000 a 59000 rs
por cana da 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos. *^vw n.
Lata coro bolaxinha de soda J" I, i atuii.mHIWnpMimii i m mu IM
Conservas inglezas francezas a portnguezis de 600 a 800 ris o fraseo.
Ervilhas francesas e portuguesas a 720 rs. a lata. afianSa-se serem as mais bem preparadas que tem indo ao mercado.
Massas talharlm, macarro e aletria asmis novas que temos ao mercado a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 risalibra em porcao tara abatimnto.
Azeitonas da Lisboa novas agrandas viadas pe|a primeira vez ao nosso mercado a 3.500 a ancoris.
Champanhe das marcas mais acreditadas de 15 a 20.000 res o gigo de 19500 a 2. a garrafa.
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa a de 5 69O00 a duzia da branea.
Cognac a melhor qualidade que tamos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fraseos 69500 a frasqueira eom 12 fraseos.
CDOCOlate omais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol a fraoeez da 19 a 1.200 a libra.
Vinagre puro de lsboa a 240 rs. a garrafa e 19850 aeanada.
Espermacete Superior sem arara a 740 rs. em caixa a a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do mareado a 100 rs. a libra a 4.700 a arroba do da India a 120 rs. a libra do Maranbio,
Alpista 6 panCO o mais limpo que ha a 160 rs. a libra do al pista a 240 re. a libra do paioeo.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa a 2.560 a caada.
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor da Lisboa a viada a primeira vas a nosso mercado da 1. a lata
Araruta a melhor que se pode desejar a 320 rs. a libra, a 160 rs. a libra da gomma.
ToucinhO de Lisboa o mais novo do mercado a 320 res a libra e arroba a 109000.
Batatas em gigoscom urna arroba, as melhores que ha no mercado a 1.800 o gigo.
LentilfiaS francezas, as melhores e mais tiborosas de lodosos legumes a 500 rs. a libra,
NozeS as maluores a mais oras por terem chegado neste ultimo rapar a 200 rs, a libra.
PalitOS lixadOS paradeotes a 200 e *60 rs. o mago com 20 massinhos e flor a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes muito aovas a 44o rs. a lata.
Velas de Carnauba eeomposicao de superior qualidade a 400 rs. a libra a a 11.500 a arroba;
Bolachinha itlgleza ingiera a mais nova do mercado a 49 a barrica a 320 rs. a libra.
A lera dos gaaarea aonaaciados encentrar o publico tudo que pinrel tendente a moldados, e por menea dea por eenlo do que aa oana
rs., banha redonda a 480. alpista e paingo a 180,
gomma de araruta a 100 rs. : oa ra das Cruzes
n. 24, esquina da travessa do Ouvidor.
Capellas e ramos para casa-
mentos e bailes.
Vende-ae muitissimo floas e ricas capellas
brancas para noivas, cora o competente ramo para
o peito, pelo baratiaaimo preco de 10 e 12., ra-
mos de flores muito Anas e de muito lindas co-
res a 3#. ditos mais inferiores pouca cousa a 1.,
1.500 e 2.: na ra do Queimado loja de miude-
zaa da boa fama n. 35.
Flores floas*
A' loja d'aguia branca acaba de despachar u
bello sorllmento de flores finas e delicadas pra-
prias para enfeites de cabera e vestidos para ca-
samentos e bailes; quem as vir aem duvida se
alegrara de achar florea to perfeitaa e delicadas:
isso na ru. do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Espirito de vinho de 38
graos.
Na ra das Cruies o. 14, esquina da travesss
do Ouvidor, a 1.600 rs.
A Vende-se um. escrav. roo$a que coiinha e
engomsaa ; na ra do Imperador n. 50, tercairo
andar.
a*.





DIARIO J>E PBRNUHKJCO ~ TERCA MIBi 21 DE JstiHMO DE 1861,
B-
Entremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loj d'aguia branca m acha um bello eorti-
zaeolo de entremeies bordadoa em fioa cambraia
traoapareale, e como de seu coitume est vtn-
dendo baratamente a lgaO a pega de 3 raras,
tendo qnantidade bastante de cada padrao, para
vestidos ; e qnem tlver dtnheiro approveitar a
occasiao, e maod>-loi comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Aglhas imperiaes.
i Tem o fundo dourado.
A loja d'aguta braoca teodo em vistss sempre
Tender o bom, mandn vir. e acaban de chegar
aqu (pela primeira vez) as superiores agulhas
imperiaes, como fundo dourado e mui bem fei-
laa, sendo para alfaiatts e costureras, e custa
cada papel 160 rs. A agulha assim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e m regra sao
maia baratas do que as outras: qu< m ss com-
prar na roa do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia braoca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosto. e proprios
psra enfeites de vestidos de aoivas ou convida-
das, sendo bicos de blond de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancaa brancas com
vidrilbos e sem elles, cascarrilhas brancas e mui-
tas outras eores, finas e delicadaa capel las bran-
caa,-bonitos enfeites do flores e cachos sollos, lu-
vaa de pellica enfeitadaa primorosamente, n.ui
bonitas e boaa fitaa de chamalote, e emflm mui-
tos outros objeclos que a pedido do comprador
serio patentes, e vista do dinbeiro nao se dei-
xsr de oegoclar : na loja d'aguia branca, roa
do Queimado n. 16.
Tiras
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos rmaseos do caes do tamos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, ae
vende gas liquido americano primeira quslida-
de e_ recentemente chegado a 149 a lata de cinco
galldes, assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafaa.
Geographia
Vende $e dous globos em meto uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
eitudantes que os pretenderem podem
dingir-se a livraria universal de Guiroa-
raes & Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Veode-se flnissima* tiras bordadas aS| e 2J500
a pega, babados francezea muito Anos e com
bordados muito Modosa 2$, 2500. 3f e 45500 a
peca : na rui do Queimado loja de mindexas da
boa fama n. 35.
Agulhas francezas
Vende-se agulhas francezas de fundo dourados
das melhores que tem viodo ao mercado a 160 i
la a
8,000 rs.
Sarria com cal de Lisboa da ultima cnegad
89 : no armasem de Serodio, ra do Bruna n. 70.
Vendem-se ceblas superiores em solos e
soltaa ltimamente chegadas de Lisboa, laceas
grandes com farioha de mandioca, por prego
aommo'lo ; no armazem n. 63confronte ao areo
da Conceico.
Batatas baratas
Veode-se batatas a 640rs. a arrobas e 40 rs. a
libra : na roa Nova n. 69.
Veude-ae feijio mulatinho muito novo em
pequea e grande porcio ; na ra Direita n. 8.
Pechincha.
Vende-so por rommodo prego um sitio na
Torre, cercado de limo, com boa'casa de viven-
da.-estribari, cacirnbi de boa agua para beber,
com o banho do famoso Caplbaribe a porta e
bastantes arvoredoa de fructo ; a tratar com o
Sr. Jos Azevedo Andrade na ra do Creapo ou
com o proprietario do meamo sitio Jos Mariano
de.Albsquerque na estrada do Coxangi.
Novidade no
tor-
radorl
23 Largo do Terco 23.
Queijos flamengos muito frescaes, chegados
rs. o papel, carleiras de marroquim com agulhas | neste ultimo vapor a 3. manteiga francesa a 720
e 640, manteiga inglesa flor a 900 e 800 rs., em
porcao se fu abatimauto, assim como se torrsm
outros muitos gneros pertenceotes a molhadoa,
assim como stjam, caf, primeira e segunda sor-
te, arroz, velaa de espermscete e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e viuboa, ae vendem por me-
nos do que em oulra qualquer parte a dinbeiro
.Biebar & C. successores.rua da Cruz
sortidas e todas de muito ba qualidade a 1$
cada urna, ditas de papel dourados e com muito
bom sortimeoto a 320 rs., caizinhaa com 100
agulhaa sortidas muito boss a 200 e 280 rs. ca-
da urna : oa ra do Queimado loja de miudezas
da boa fama n. 35.
hordadasem aml
lados,
Vendem-se tiras de cambraia bord
os oos lados, que pela largura bem
tira meio, para saias e outras mi
casta cada tira 19200: na ra do Qi
oaguia branca n. 16.
ios os
das em am-
e pode par-
itas cousas,
eimado, loja
Potassa americana.
americana mufito nova e de
no escriptorio de Manoel
o Corpo San-
Vende-se potassa
superior qualidade:
Igoacio deOliveira & Filho, largo
Dl CHAPEOS A GARIBALDI-
Ra da Cadeia do Resife, loja
n. 50, de Gunha A Silva.
Os mais modernos chapeos a Caribaldi e chi-
ques, de palinba e feltro, mui lindos, e se ven-
dem pelo barato prego de 10 e lt)k.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
maisfloissimo brim trancado decores, moitopro-
prios pan os bailes, festase passeios campestres
pelo diminuto preco de 109.
Chapeos baratos.
Chapelioas de seda para aenhora, pelo baralis-
simo njeco de 89, chapeos de seda e de merino,
bem eufeitados, ara meninos e baptiaado a 6 e
79, ditos de palha e seda para neuhora a 10|, di-
tos de seda de corea, copa baiza, para homem a
6f, ditos de casemira de cores, pelo dimiojito
preco de 19600, chapeos de castor baaoco sem
pello, bonitas formas a 12$, bonei* (> de
panno para meninos a 295Ue3#.
Guardanapos e toalhas.
Duzia de guardanapos para mesa a 2$ e 29100,
toalhas para mesa de Ii4, li2 e 2 varas a 19000,
19500 e 29.
Vestuarios para meninos,
de fusilo, enfeitados, a 89, baldes para senhora
a 39500, bonitos vestidos de phautesia pelo bara-
to prego de 12$, aloalhado.de lioho adamascado
com 8 palmos de Isrgurs a 2|240 a vara, mantas
de fil braoco, manteletes, loques de diversas
qualidades, golliohaa, manguitos, sedas de qua-
drinhos, e outraa muitas fazeodaa que ae ven-
dem por barato preco oa referida loja cima.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE '
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado aorlimento de
roupasTeitas, calcados fazendas e todos
estes se vendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurioos
S69,289, 309 e a 359, paletots dos meemos
pannos preto a 16J, 18f, 209 e a 249,
ditos de casemira de edr mesclado e de
novos padroes a 149.169. 189.209 o 249,
ditos saceos daa mesmas casemiras de co-
res a 99.109,129 a 149, ditos pretos pe-
lo di minuto preco de 89, t09, e 12$, ditos
de sarja de aeda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de cordao a 129, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 35500, 49
e a 49500, ditos de fusto braoco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de cores
finas a 5500, 39, 39500 e a 4$. ditas de
brim brancos Anas a 49500, 5|, 59500
69, ditna do brim lona a 59 e a 6f, collelea
de gorgurao preto e de cores a 5f e a 6J,
ditos de casemira de cor a pretos a 4J500
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 89 e a 39500, ditos de brim lona a 4g
ditoa de merino para luto a 49 e a 49500*
ealcae de merino para luto a 41500 e a 51!
capas de borracha a 99. Para meninos
de todoaoatamaohoa: calcas de casemira
de brim a 2J, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 61 e a 7, ditos
de cor 69 a a 7f, ditoa de alpaca a|3a
sobrecasaeoa de panno preto 4.29 c
149), ditos da alpaca preta a 59, bonete
para menino de todas asqualidadea, ca-
misas para meninos do todos os tamajihoa,
meios ricos vestido* de cambraia feitos
Kra meninas de 5 a 8 annoc com cinco
badoslisosa89ea 12|, ditos de gorgu-
rao de cor e de lia a 59 e a 69, ditos de
brim a 89, ditos de cambraia ricamente
bordados para bapliaados.e muitas outras
fazendaa e roupas feitas que deizam de
ser mencionadas pela sua grandeqsanti-
dade; aasimeomo recebe-aetoda eqnal-
qoer encommenda de roupaa para ss
mandar manufacturar que para ate flm
Usaos coa completo sortimeoto de fazen- !
,'.JPiV gr,nde offleina de al-
faiate dirigida por m hbil meatre que
p4a sua proaapttd e perfeicio nadadel- J
** 4Ts uvsvjar*
Fitas de chmalo- "i-70
te muito boas ePggr,*,T,'i',WJ|l'ai"
v^ "lUHV MJXIWJ V^-Os borrse cavallos ezistentes no armazem
bonitas.
do Sr. Aodr de Abren Porto, defronte do arse-
fnal de roarioha, vendem-se s vontade e escolha
[ dos compradores : tambero se venderao do mes-
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va- > modo cascos muito superiores, que servlrem
por inglez sua encommenda de boss, bonitas e P*" agurdente ou mel: na ra do Trapiche n. 4,
largaa fitas de chamalote braocaa e outras cores, prtmeiro andar.
as quaes sao excedentes para cintos, heos, etc.,' MfiMiftSlttSifi-Qtt&Mfitf SaW aCaBB&W
de vestidos para casamentos e bailes, assim como ft
para lacos de bouquetes, cinleiros de criaocas e '
muitas outraa diversas couaas, e como de seu
costme os precos sao menores do qae em outra
qualquer parte; assim quem munido de diohei-
ro, dirgir-se a ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, ser bem servido.
** ^SW w0w ^Crv ^alWS^Bwa^BW BrSfw aVaM ra la
I Inleresse publico.
Offerecido pela loja
Para acabar,
Na ra do Queimado n. 10
loja de 4 portas.
Vende-se chapelioas de seda para se-
nhora a 89.
Organdya padroes os mais modernos a z
600 rs. a vara.
Sedinhas de quadrinhos a 800 rs. oco- \
vado. II
Casacas de panno preto muito fino 2
205000. H
Manteletes pretos a 159 o 209. 5
Riquissimos vestidos de seda de cores W
e pretos o maia moderno que tem appa- at
retido e por baratiaaimo preco.
Potassa da Russia.
Veode-se potaasa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio de Usnoel Igoacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdaderas lavas de
Jmivin. |
Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
MSM
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezaa
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est veodendo
ludo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Groza de peonaa de ac de diversos mo-
dellos a........................L.......
Gaizascom agulhas francdzas a..........
Caizas com alfinetea a..................
Caixas com apparelhoa para meninos....
Ditas com dito para graodea a..........
Baralhos portuguezesa............ 120 e
Groza de boloea de osso para calca, pe-
queos, a............S................
Tesouros para uoha muito Anas a......
Ditas para costura a.............4......
Baralhos francezes muito finos a.,......
Agulheiros com agulhas a..............
Caoivetea de 1 folha muito finos a 80 e
Pecas de tranca de la com 10 varaa a..
Pecas de franja de laa com 10 varas a..
Parea de sapatos (le tranca a............
Carlas de alfinels fraocezea a..........
Escovas para limpar denles a 200 e___
Massos com grampos muito finos a....
Carlea com clcheles com algum de-
feito a...............................
1 Ditos de ditos de superior qualidade a
Didaes de ac tiara senhora a.......1....
Rialejoa com duas vozes a.........I...,
Ditos com 4 vozes a...............]....
Eofiadorea para vestidos, aeodo muito
ftrandeaa........................71...
Gaizascom clchales francezes a. ...L...
Carlaa de alfinetea para armacao a......
Charuieiras muito finas a............L...
Tinleiros de vidro com tinta a......I...
Ditoa de barro com tinta superior a ...
Atea preta muito fins, libr.........,... 120
mtoJ
sem segundo.
Ra do Queimado o. 55, defroote do sobrado
novo, eali disposto a vender ludo por precos que
a todos sdmiram, assim comoseja :
Frascos com agua de Lavande muito su-
perior e grandes a....................
Duiia de aabooetea muito finos a....I.
Sabooelea muito flnoa a..............I.
Ditos diloa muito grandes a............
Fraacoa com ebeiro muito finos a......
Garrafaa com agua celeste superior a ..
Frascos com banha muito fioa a..,.....
Ditos com dita de urso a................
Frascoa de oleo de baboaa a............
Ditoa de dito multo finos a 320 c......
Ditos com banha transparente a........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditoa ditoa frascos graodea a............
Ditos de maca(4 e ae leo a............
Lioba branca do gaz a 10 ra. trea por
douse a..............................
Lioha em carlo de Pedro V com 200
jardas a ..............................
Dita com 50 jardas s............m......
Duzia de meiaa cruaa muilo encorpadaa a
Dita de ditas muito auperiorea a........ 49500
Ditaa de ditaa brancas para aenhora a.... 3J00O
Bicoada largura de 3 dedos, vara .....1 120
Groza de botes de lomea a.............. 160
Carmela de linha com 100 jardas a..... \ 30
Duzia de phoapboros do gaz a........... | 940
Oita de ditos de vela muito superiores a 240
!* de fita para coa de todaa aa larguras 320
FraBjaa de lioho para toalbaa (vara).... 80
Bicoa daa Ilhas por todo o preco, por pedido
qae tenho do fabricante para acabar, e por iaao
nao se olba o qnc eastou, e aim qae d.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabeiecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
del
marmore.
A loja de marmore tendo de apreaen-
tar concurrencia publica o que ha de
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhora como para homens e meniuos,
sendo que para este fim espera de sena
correapondenles de Inglaterra, Franca e
Allernaoha as remessss de seus pedidos,
tem resollido, antes de apresenlar o no-
vo sorlimento, liquidar as fazendaa exis-
tente?, o que effectuar por precos m-
dicos e para cujo flm convida o respeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabeiecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalissm com o Jacaranda.
BANHEIRuSde todos 01 tamanhos.
SEMICUP1AS dem idem.
' BALDES idem idem.
i BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
Pni U A en. oia >, t.l.a Bro*iim
PRATOS imitando em perfeiSao a"o porcei-
lana.
j CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
i COCOS. CANDIEIROS e flandres para qaal-
qUfr .riirriPDto.
VIDROS em caizas e a retalho de todoa os ta-
I mandando-semanhos, bolar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
reza, coocerlos, que todo ser desempenhado a
contento.
! SABAO.
Joaquim Francisco da Mello Santos avisa aos
sausfregueze desta praca e oadefra.que tem
axposto i venda sabode auafabricadenominada
Recitonosrmazem dos Srs. Travassos Janior
& C, na roa do Amorim n .58 ; massa amarella,
caatanha, preta e outras qualidades por menor
prtco qae de outrasfabricat. o meamo arma-
bem tea feito o seu deposito de velas da carnau-
sasimplessom mistara algama, como as do
composicao.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
pleto sortimeoto de flores, o msis fioo que pos-
sivel eucontrar.propriaa paraeofeites decabecaou
vestido, cousa muito chique, que se vende por
preco que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
Mi cangas miudas de todas
as cores.
A loja d'agoia branca acaba de receber essas
procuradas micaogas miudas que servem para
pulceiraa e outras cousas, e por
Aloja dabandeira !
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa prego favorito.
jNova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos di Fodsocs participa a
S "U* f rezea tanto da prac.
cmodo mato.ej unlamente aoreapeita-
ve publico, que tomou a deliberacio de
b.ixar u prego de todas aaauaaobraa.por
cujo motivo tem para vender um grande
aorlimento de baha e baciaa, ludo de
differcntea tamanhose dedivcrsas cores
em pinturas, e juotsmenteum grande
sortimeoto dediveraaa -obraa.conlendo
banheiroaegamelaaeompridas,grandes
soequenas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr acua grandes e peque-
as, latas grandes pira conservar feri-
nos e regadoreaao uao da Eurepa, ditos
graodea e pequeos ao uso do Brasil e
"m"de ento, lataa de arroba a 1,
bahsgrandeis4 a peque nos s 600
ra baca grandea a 5 e pequeas a
800 rs. .cocos de aza a 1 a duzia re-
gadores regulares moito bsrato, diloa
pequeos a 400 rs., de todoa estes objec- y
tos na pintados e em branco e todo maia ai
se vende pelo menos preco possivel: na X
loja da bandeira da roa da Crui do Re- 9k
v cite o. 37. 9
KMeewttHKan nmi8M3MS
Plvora.
Vende-se plvora de superior qualidade e
chumbo de muoicao por menos do que em outra
qaslquer par e ; tratar no escriptorio de Antn
o'edr.n ?! D"' D0 Frte d0 ">..
LuvssdeJouvin.
Na loja da Boa F oa ra do Queimado n 2*
gestan se encontraro aa verdadeirae luvas de
Jouvm tanto para homem como para senhora
advert.ndo-se que para aquelles ha de multo
lindas cores, na mencionada loja da Boa F na
roa do Queimado n. 2. '
Banha fina
em copos grandes.
A* loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
poa grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d agoia branca n. 16.
servem
isso avisa as
800
500
ICO
200
500
1JW00
240
600
240
500
900
400
600
100
60
ao
S9400
arao um masso muito maiordo qor os antigos,
Isso someote na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado o. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, oa ra do Queimado a. 22,
ae encontrar um completo aorlimento de grava-
las de seda prelas e de cores, que se vender por
precos baralissimos, como sejam: esireitinhas
prelas e de lindas cores a 19, ditas com pootas
largas a 1&500, ditas pretas bordadas a 18600. 1-
taa pretas para duas vollaa a 5$ ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Urna barcaca.
Vende-se ama bsreaca do porte de 95 caizas,
encalhada no eataleiro do meatre carpinteiro Ja-
cintho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
a, aonde pode ser viata e examinada peloa pre-
teudenlea ; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Lientos btamcos muito
finos.
Veodem-se lencos broncos moito fios, peta
diminuto preco de 2)400 a duzia, grande pe-
chincha : na loja da boa f, na roa do Queimado
numero 22.
Caivetes fixos paraabrir
latas.
Chegou nova remesas desees preciosos cai-
vetes flzos para abrir latas de sardioba, doce,
bolacbiohas etc., etc. Agora pela (esta cmese
multo dessas cousas e por isso 4 Decenario ter
um desses caivetes cujo importe 1), oompran-
do-se na ra do Queimado loja da agoia branca
o. IV ooica parle oodc os bs.
Arado s americano se machina-
paralara roupa:emcasa deS.P. Jos
hstou & C. ra da nzala n.*.
Feijo de corda.
No armaren do Tasto Irssios, ras o Anorim
santero SS.
laa do Oueimado n. 10,
loja de% portas de Fer-
rao Maia,
vendem-se sssegointes fazendas por melada de
seus valores somonte com o flm de acabar.
Chelea da louquim o melhor que tem appare-
cido no mercado a 8,10, 15, 20 e 30f.
Sedinbaa de quadrinhos, corado, a 800 e If.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Caesa francesa, covado 740 rs.
Cortes de esssa do aalpicos a 3.
Groadenaple preto, covado ly.
Ditoamarello, covado 600 ra.
Chales de merino bordadoa a maliz a 4|.
Cortea de velludo de corea para collete a 3j>.
Paletota do brim de corea a 3s.
Lencos de aeda de cores, um 600 rs.
Chapeos de palha para aenhora o mais moder-
no e rico que tem apparecido a 12,14 e 15$.
Ditoa para zoeoioaa e meninos por barato prego
Boneta de palha para meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fazenda muito su-
perior a 8f.
Paletots de alpaca preta e de cores s 8$.
Tailaiaoa de lia com palmaa matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de senhora o
meniona, covado 400 rs.
Cbapelinbaa de seda psra senhora, urna 6f.
Heiaa para menina de 2 a 8 annoa, duzia S#.
Vestidos pretos bordados a vellado.
Ditos ditos com babados.
Ditos de cores, riquissima fazenda.
Panno fino de todas as cores, covado 21500 e
3JO0O. ^^
Manteletes pretos lisos a 12 e 15$.
Ditoa ditos bordsdos o mais rico possivel.
Cortes do nova fazenda intitulada mossambi-
que. propria para vestidos de senhora.
Atoalhado de lioho com 10 palmos de largura,
vara 2.
Bramante de linho. 12 palmos de largura, vara
2#000.
Dito de dito muito fino a 2300.
Chales de laa e seda a 2$.
Alem das fazeodaa cima mencionadas ha mui-
tas outras de apurados gostos, que se vendem por
diminuios precos.
Luvas pretas de pellica.
Chegaram no vapor francs novas luvas de
pellica pretas e outrss cores para bomem e ae-
nhora : quem deltas precisar, dirigir-se direc-
tamente ama do Queimado, loja d'aguia brancu
o. 16, que rer bem servido.
Relogios
Vends-se em casa de Johnston Patcr & C,
ras do Vigario n. 3 om bello sortinento de
relogiosdoouro,patente ingles, deum dos msis
afamados fabricantes de Liverpool; tambara
ama variedade de bonitos traneelispars os
massaos.
Novo paquete das uovidades
23-Rua Direita-23
.-._ *?** ,cw srtstle ludo por preco mais baraio do que em oulra qualquer parte :
Uanteigs iogleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Uita Irancea a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados no ultimo vapor a 28800 e 3f
Che hyson e prelo a 2 e 2880 a libra.
Tinho engarrafado doa melhores aulorea a 1 e 1$200 a garrafa
Vioho de pipa proprios para pialo a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a S00 ra a libra.
triSe'"* portugoezaa a 480 ra. a libra.
'"-""''-------------- -> Ulna,
Lataa com bolchinbaa de differentea qualidades a 1S400
Conservas inglezaa as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
M.ssas, talbanm, macarra e e|<,iria a iiq .. Iih
Cerveja das melhores marcaa a 560 a garr.r.
Oerjeora de bollanda superior a 500 ra. a botija.
Velas de carnauba a 440 ra. a libra.
Ditas de espermacetea 760 rs. a libra.
Vioagre puro de Lisboa a 320 rs. s garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra. .
Alpista a 160 rs. a libra.
Toocinho de Lisboa a 360 rs. a libra.
tama^'L0*.anun,cid8cbarS o publico um grande sortimeoto de um todo tenden-
te a molhados mais barato do que em outra qualquer parte.
ATTENQA0
ais !ii mu. p&mim\
Sortimeato completo de fazendas e roupas feitas
N\ LtOJiV YflL
IPABIIDIIS PfflBTID.
N. 48-Rua da laiperatrizN. 48
Junto apadaria franceza.
a -DC0lra'Be.nf8te e,belecimeuto om completo aorlimento de roupas de todas ss qualida
des como sejam p.Motsrte alpaca preta de 3a 10. ditos de merino preto. a 7, dito de panno
relo saceos a 7. 8 e 12, dito, de casemira de 7, 9e 11*. ditos de alpaca de cor a 3500 4a e
W SS h,e,?e,aHC,lell"ra ?e r4I."J300 e preU'8 a 51- oilo de Drim P"rd0 e de cores r3500 e
ftAIaS de.'!?"nl* 't3*?00 \& e Im lraQ8d0 ***' obfco de psnno preto
sJum i -ii?5' 2 .Com IP11" de v'"ud0 18. sorlimento de calcas brancas de biim a 2a500
fS^Ssflo" M-l? CflH ,600- 2*' ,S50 e SL2ltai d" D' de c0r 2700. de mei? c.semiV
! Z' ,^, ',?, f.6, c"eo"r" 9Pior a 68500. 7*500 e 9*. ditas pretas a 4J50O. 7, 8 e 10
?5S ..TI.? 1Ul,dade8. sorumenio de collete de todas as qualidades. camisas franceza. te
tim .,,.m.n\ 1?'* 0 Precos. "<>>" < algodso, de bramante e de lioho por precos admirareis.
K2 de '"Pao pare meaiooa de diveraoa tamanhos. chapeos francezes para cabeca de
. .i?r. aoP3,h,p* de80' de 8eda rtmir*el Pechincha para liquidar a 5*500 e 6*. ditos
*! *. S e 5*i e outr"8 maUa9 qulilades de fazeodaae roupas feilss que se afiance ven-
der por t-regos commodos. y
GRANDE DEPOSITO
DE
LOIIW OA FASB18A
DO
Barbalho (Cabo.)
41-RIA DO IHPERADOR-41.
NesUdeposito existe grsode qoantidade de louca e de todas ss qualidades, o que se oode
desejsrae oen fabricado e sempre iris, como sejam jarras, resfriadores, muringoes, qusrtiohas, garrafas, copos para agua ele
De obras vdradas.
Tom ricos vesos psrs flores, tslhas. alguidares da todoa ae tamanhos, sssadeiras boiea
fnl^I1i-Ve0*". fanMM ''-"B0l<>. n"Me, cotuzas, frlgioeiraa e muitas ou-
traa pecaa qo*seria enfadooho mencionar.
O pipvvtario desta fabrico a primeira deste genero entre nos espera
BvblreonioMctoconcurrencia o para coosegair esse flm vendo a ana looc,a
obler do reapeitavel
V* mais'barata do que
at aaol so venda neata cidade. v ^
^fj*om"*,"l,,,,"*,o" para expofUr. alm doaproeoe commodos porque vende d 10
POf ato *"" ,0*" eoafTK d' 10* p"" tm* qasotis para meooa torio S
Qualquer eoc*ao*aada pede ser Svaasssjaa na dopoeito da fabrica ra do Imperador n. 4t.
Noves eofeiles e cintos
dourados.
A loja d'aguia branea acba-ae receoiemrute
provida de um bello e variado sortimeoto de eo-
feles de diflerentes qualidades e goslos, os mais
lindos que possivel eoconlrsr-se ; assim como
esta igualmente bem sorlida de bonitos cilos
douradoa e praleados, sendo liaos, do lstrae,
i-la.' f bem ,uia> > Pn eahido,
dnlmn lad n",i, P "sfazcr o bom gosio
rsTPI qoe muDd0 de d>nheiro alo doi-
"u .rr c"i,: ru- d *. *-
Na padaria de Aetooie Fcrna.de, da Silva
Belnz, ra doa Prea n. 4. vndese a moito
acreditada bolaahinha igual a iealeza. dita de
srarula.todootrabalhooesUcass brm rooio o
pi ei bolacha feito daa melhores fariobae e
irabilbado com o roaier aaaeio poaalvel, faribba
a melhor do mercada a 180 rs. s libra.
Luvas de Jouvin.
Vendem-sess verdadeiras lavaado loa vio, cho-
gadaa por ale ultimo paejavoto ds Europa : aa
loja d aguia de ouro, ra do Cabug n. 1.
Goliinbas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 2 cada urna : na roa do Qoai-
mado, loja d'aguia branca o. 10 A obra boa o
se acaPb0em"Pn0 '' e,", '"". *!
Novos cinteiros de fitas com
pontas cahidas e franjas,
A. loja d'aguia braoca acaba de receber pelo
vapor mglez os lio procurados o mallo boi.it s
cinleiros de filas com ponlss cabidsa e franjas e
por isso podem agora aer aatiafactoiiamecle ser-
vidaasssenborasqoea desejavam ; elles cha-
se nicamente na dila loja o'aguia braoca, ruado
Queimado n. 16.
Chapeos de palha.
O mais lindo sorlimento de cbapeos de palha
das formas ss msis modernas de Paria, para se-
nhoras e meoinss, ricos sintos ollims moda, di-
toa com lacos bordados : na roa do Crespo n 4
casa de J. Falque. '
GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diantc
arroba a 30500, e meia arroba 2|00O,
e a libra a 160 ris : tambera recbese
assignaturas das pessoas particulares lo-
go que seja diariamente, at que se
acabe o gelo.
Grande
Superiorea paleiota de panno preto moito lino,
obra muito bem feria, pelo baratieeiao pr*.Co da
f \n* rJ,\d0 Queimd<> n. 2, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vende-se urna carroes nova euro boi meo-
no caes do Ramoso. 22.-
so
EscraTos fugioo*.
.. Furo do poder do abaizo assigoado oo da
16 do crreme, o facravo de ooaae Amonio.
cnoulo, velho, de cor fula, alto, grosao do cor-
pe, com oa beicos foreiros e as pernas cica tri-
sadas de feridss, bem fallante e ioezperiente
Px jd8de4 C"chfga poucoa noile. levou eha-
po de couro e um malote limbem de couro
lansudo coohecido vulgarmente por surro com
euo luupa ueuiru, cusiuma quando f*z as ar-
ribadas seguir para o Brejo da Madre de fW>os
roga-ae aa autoridades policises que o facam
apprehendere recolher as respeclivaa prios
communicando aolllm. Sr. Dr. ebefe de poliria
para ser ah solicitada a sua entrega eatraliflra-se'
as pessoas eocarregadaa da captara de ecr*>os
que o capturem e o levezo a ra Augusta o 31
ou a secretaria da polica onde o meamo ab'.ixo
Maznado empregado. Retire 18 de iaomfra
de 1861 Auastacio Alezandrioo de Sallea Dulri.
Fugio do eogenho Jundi de cima oa fre-
guezia de Una, no dia 25 de dezembro do anuo
prozmo passado, pertencenle ao abaixo assipna-
do, o negro Pedro, de ntcao Coala, reprsenla
ter 38 annoa de idade, estatura regalar, cheio do
corpo. cabeca comprida. olhoa vermelhos, denica
perMloa, pouca baiba, conserve soiisas, e as vo-
zes rapa toda como quando auseoloo-se, ps cha-
tos, talhus de sus najio no roalo, porm nao
muito viziveis, Irabilha de carreiro, ba toda cer-
teza que procurou Ir para eala praca oo aeoa ar-
rabaldes: portsoto roga-ae aa autoridades poli-
ciaes, capitaea de canjpo e aos senhorea propne-
tarioa hsjam de apprehende-lo qoe ae peca com
generoaidade, por isso que ba lodo empenho para
effeilo de sua captura.
Joio Cavalcanti de Alboqoerqoe.
Fugio doengenho Pedraa freguezia de Bar
reiros no dia 8 de dezembro de 1861, o prelo Js-
nuario, crioulo, idade 25 a 30 annos, sito e ror-
polenlo, pouca barba, ps apalheladce, e tem
escrotos volumosos, bem ladino, o referido
prato foi doSr. Feliz da Cunha Teiseira, mora-
dor em Fora de Portaa detta eidsde, e consta ter
muiloa conhecimenloa em Marieota : roga se a
aprebeosao do dito pretojiodendo aer e>'.trgue
ao Sr Jos Joaquim Gomes de Abres os rus do
Imperador n. 17 oo no engenbo Pedrss, que se-
r generosamente recompensado.
Aviso.
No dia 58 de jolho de 1861 fogio do Gurinhe-
sioho, freguezia de Guarabirs, o escravo Joa-
quim, cabra, com 40 annos, cabellos i reos
quasi carapiobos. tem o rosto descarnado, poaea
barba, pannoa preti.s nss duss faces, nariz Ala-
do, olhar velhaco. bocea regulr, deoles ioieiros
limados e gastos, pescoco bem grosao desde a*
nuca al o tronco, hombros cahidoa a poni do
nao sustentare os suspensorios, altura regular
rea e mios grsodes, rhaboqoeiros, cheios de*
velas, multo bem empernado, tem bons bracos
falla pouco, cortez, gosta de cantar Ida*, est
acoslomado a almocrevar o e tlrer gado 'coma
tangeoor. Dous das depois de fgido appareres
em Bezerroa, d'onde veio para o Reeife em pro-
cura de certo individuo qae lhe dea velhecoalo
e presume-se que est agregado a olgom enge-
nho. O dono protesta osar de lodo o rigor da le
contra quem o liver orcullo : qaem o pegar po-
de leva-lo ao seo aenhor Jas Jastioo da Coala
Brito, no lagar mencionado, a ao reverendo Dr
padre Joaquim G racimo s) Asa ajo na roa da
Santa Cros n. 64, qoe ser faesorooomeote re-
compensado.
AUencao
Fogio do Rischio de Paoellas, aa mulato da
eslatura baixa, eorpo grosso, denles lisiados
olhos pretos e grandes, cabellos esiiadoe e ps
rcgolsres. cojo mulato se Cha ata Vaasuoo do
Idade de 15 a 18 annos, levon eeroela o camisa
de algodio aaul. Foi visto nesla praca em das
da aemaoa itraaada.em om ce a boi viodo danel-
le lugar. Roga-se a tedas ss autoridades o ca-
pules de esmpo a captara do dito motea, a
qoal poder! aer eotregne no referida lagar ao eea
senhor, Domingoa Antonio dss lleves, oo acata
praga ao Sr. lanoel Ignacio de OHvefra L*ko,
qae recompensar com geMroaidsda. Oatre-
i sim, protesta-so contra qaem s tiver acontado
k


wmmm

-
DIARIO DE PERNAMBCO TERtJl TORA 21 Bt JANEIRO DE 1881
Litteratura.
ra antiga t modernade onde extra himos esle
0 moviiucuto blgaro, soas causas e
coiiseqnencias.
(CoOllUUaglO.)
t *
Hi poros que buscam oa expalrlagio o der-
radeiro lenitivos seus soflrimenlos iololeraveis :
os Blgaros, porru, repelliram sempre essa me-
dida extrema ; lio foriemenle ligados eslao elles
ao seu paiz que nunca poden decidir se a dei-
ja-lo por oulra Ierra qualquer, por mais hospita-
leira que seja. apesar dos muitos males que oel-
le soffrem. Temos prosas incootestaeis desla
dedicago. Em 1828, por occasiao da guerra en-
tre o c/.ar e a Turqua, dos 30,000 Blgaros que
emigraran para a Bess:rabia o msior numero vol-
tou ao seu paiz. Outro'.exeroplo do mesmo genero
se encootra remoutanlo-ae & historia de unsdu-
zentos annos paasados. No cometo do seclo
XVII um principe de nome Gabriel Bethlem con-
cedeu aoi refugiados blgaros um suburbio intei-
ro da cidade de Dra na Trausylvania : a colonia
z.ao pode ir aTante pela razoj dita, islo pela
resolugo adoptada o logo ezecutada pelos Bl-
garos de vollarem ao seo paiz natal.
Entretanto, como foi sempre o pensamento do-
minante daquelle poro desde a poca da conquis-
ta, o subiranir-se acgo fatal dos seus domina-
dores, que loda a parte levavaui a pos si a rui-
na e a miseria, nunca cessou de mostrar urna
tendencia caracterstica fugir das cidadcs em
que oOltomano procurara persegu-lo. Prefera
virer uas obscuras aldeias perdidas as ondula-
ces das planicies do baixo paiz, ou entre os ro-
chados desertos em choupanas occullas no cen-
tro dos bosques. Ali deixira de ser humillado
e de tremar; poda respirar lirremenle ; mas an-
da assim to longo das cidade perseguia-o sem-
pre a idea de exiinguir-se e de algums forma de-
sapparecer face do mundo.
Sabendo que cedo ou larde linham de Laver-se
com horneas, a quem as apparencias de commo-
didade e bem estar despertam iusaciavcl arubi-
(3o, muitos Qzeram desapparecer as suas casas
da superficie da ierra, torga de quererem passar
desapercebidos: foi assim que cavaram um fosso
profundo, como teriam feilo para um tmulo, e
nesse fosso erigir di suas chocas de estacas e ra-
mos : assim que entre Ntssa e Philippopolis, e
as margeos do Danubio, as moradas dos Blga-
ros, em tez de se ostentaren) 4 luz do sol e ao
ar como as dos seus soberbos dominadores, se
vOem sepultadas, na trra, onde para se penetrar
c preciso descer muitos aegros.
Mas todos esses expedientes inventados pelos
Blgaros para chamar o olvido sobre si apenas
teem servido de assegurar-lhes muito mal a iran-
quiilidade que tanto appeteciam. A'tinal de cori-
tas ai propriaa cidades sob o dominio estupido e
brbaro dos Otlomaoos nao sao feitas para con-
le-los: abi ludo traz estampado em ti o vestigio
destas tres compaoheiras inseparaveis do Turco :
a incuria, a ruina, e a iofecgoquando nao a
peste : ah as habitages dos Blgaros sao as
mais miseraveis, e valem tanto como as suas
chocas subterrneas do campo. as grandes ci-
dades, assim como as pequtnas, em Sharkai,
Nissa, Bazardlichirk, Sophia, ele, quer as ras
sejam largas quer estreitas, por toda a parte en-
cootra se lamajaes, pogas d'agua estagoada, cu-
jas exalacoes ftidas causam nauzeas; por toda
a parle encontra-se verdadeiroi charcos de um
liquido ammoniacal de edr e chei.-o repellan-
tes, onde se acham collocadas em pequea dis-
tancia urnas das outras grandes pedras por cima
das quaes os habitantes passam para se visilarem
mutuamente como se fossem pontes. [ A. Blan-
qui Viagem Bulgaria); por toda a parte fi-
lialmente o desabamenlo e a ruina proseguem
na sua obra. As cidades perdem as suas trin-
cheiras, portas pontes, monumentos e edificios ;
e os restos de ludoisso juocara a Ierra. Sophia,
Vidiu, Ternova (ou Touroova), Philib ( Pho-
lippopolis dos Gregos) apresentam sua entrada
grosseira portadas de travs cabidas e atravessa-
das, a vista das quaes o viandante julga sempre
penetrar n'uma lazenda arruinada. (Cypriano
Robertoosslavoida Turqua.)
Por este rpido esbogo da existencia deploravel
a que os Blgaros esto condemnados v-se se
elles teem ou nao razo de ealarem desconten-
tas com o rgimen turro p nnle.-se aue este
um esboco anda mui tracoe incompleto dos ma-
les de toda a natureza, que elles soffreram du-
rante seculos ; males que somonte ho diminui-
do em nossos tempos. Nada dissemos sobre a
eotica dos agentes do sco que, abusando da ig-
norancia e timidez dos camponezes, delles vo
extorquindn n dinheiro aue nndnm debaixo de
qualquer pretexto. Nada dissemos das mil op-
presses inflingidas s populagoes do campo pe-
los agentes subalternos do governo, oppresses
cujos efleitos parausando o desenvolvimenlo da
produtcao concorrem para empobrecer o psiz.
Nesse numero entra a percepgio do direilo de
pastagem nos prados do governo : segando a
vonlade do sullo, devem ser iseolos desse im-
posto os pastores de residencia temporaria, e
que nao se demorem nos ditos prados alm de
um anno. D'ahi nascem inlerminaveis coatesta-
goes entre essea pastores e os agentes encarrega-
dos de cobrar o imposto denominados beyliekis.
O mesmo acontece quanto ao imposto devido
por cada cabega de gado, cuja cobranga est
eguaimente cargo dos beylikchi. Taes agentes,
como nos diz M. Vretos na sua obra_o Bulga-
dados, sao obrigados a dar
cumeoto ei
collectadotjiara o imposto
aos pastores um do-
cumento em que declarem o amero de nimaes
que elles Masam desse

_ a m f, com
causa de in-
=*
I

cestantes conflictos.
Nos termos ds lei o dizimo dte ser pagoem
dinheiro contado, o nao em eseacies ; mas por
um calculo interesado os beSjf/chis digem-o
?m especies para poarera eROsner Sua vonla-
de os animaes mais gordos, elucrlt o excedente
do imposto vendcndo-O! elles mellaos. Compe-
netrados dte seu direilo os pastores procuram op-
por-se s preleocoes abusivas dos agentes; neste
caso o que acontece? Estes se retiram sem dar-
lhes a quilacao, e muitas vezes depois de bater,
quando nao terir os recalcitrantes.
Devenios aecrescentar por amor verdade,
que a sorte dos Bulgsres de sgaos sanos psrs
c lem nielhorado, se bem sjue elles inda te-
nham mulios motivos de queixa sempre renas-
centes contra os seus dominadores ; e Umbem i
que o governo lurco arrancando os sua condi-j
cao do vencidos e escravos, Ihes ha concedido!
certos direilos de cidadin. Em consequenciados
sronleciraentos de 1849 a 1851 elles foram ad-
miltidos ao direilo de servirem de testemunhas,
e os seus depoimenlos peranto os tribunaes de-
vem ter mesmo valor que os depoimenlos dos
Musulmanes. No correr deste ultimo anno o sul-
lo publicou urna ordenanza prohibilo aos seus
correligionarios o chamarem inflis gtoours os
seus subditos christaos, sob pena de prisio.
Infelizmente essas ordenanzas sao letra mor-
a ; l se fui o lempo em que oosilludiamos i
respeito de seu alcance na apparencia liberal ;
boje sabemos muito bem o valor que Ihes dere-
mos dar, e que ellas publicadas na intengio ni-
camente de adormecer as fraternaes sympathias
da Europa, deixam de ter execuco logo tres-das
depois de promulgadas, e isto at mesmo em
Cooslantinopla.
Eis em resumo o quadro dos soffrimentos por
que ho passado os iofelizes B ligaros. Sendo a
sua qualidade de christaos, em grande parte a
causa de taes soffrimentos, muito natural que
devessem encontrar no seu clero, isto em ho-
mens que professsm as mesmas crencas religio-
sas que elles, apoio, consolaclo, e at mesmo
defeza ; mas assim nao tem acontecido, Esse
clero nao s deixou de protege-los, como tam-
ben] tez causa commnm com os tyranoos; e di-
gamos logo que entre a numerosa phalange dos
bispos da egreja oriental, sement quatro ou cin-
co sao Blgaros ; todos os outros sao Gregos de
nasceoga. Foram estes Bulgarns, uumericameo-
te to fracos, que se pozeram testa do novi-
mento em vez de tornarem-se cmplices dos
Gregos.
Deixaremos de crear aqui nm paragrapho de
proposito para enumerarmos as qualidsdes e m-
rito do clero grego, porque nao ha quem nao o
coohega, e quem nao saiba quaes sio a sua ig-
norancia e corrupgao, a sualiceoca e immorali-
dade Iremos pois direito questio, indagando
os motivos por que aquello clero comprehendeu
a sua missao na Bulgaria....
Estrangeiro no paiz que tem administrado al
agora, o clero grego, com es seus bispos phana-
rio'.es testa, em lodo o tempo chegaram a esse
paiz com o deploravel pensamento de o explo-
rar ; e s consultando intereses baixos e mes-
quiohos, em vez de trabalhar para a emancipa-
cao dos iofelizes Blgaros, e ao contrario nunca
cessou de reprimir as aspiraedes que linham es-
tes um estado melbor. J dissemos que na
Bulgaria, com quanto no seio do clero abundem
Gregos, todava ha all tambera alguns indge-
nas ; mas estes foram sempre conservados sys-
tematicamente as posicoes inferiores da hierar-
chia, e sempre viveram n'uma restricta depen-
dencia dos seus superiores, n'um respeiloso te-
mor para com o poder discreciooario dos bispos.
I como seria possivel tentar urna existencia,
anda que legitima, contra pessoas munidas da
forca armada, tendo os pacbs sempre promptos
suas requisicoes ? Nao pois, de admirar que
o clero subalterno e os conegos blgaros leoham
curvado dcilmente'a cabega. e se tenbam mais
ou menos restrictamente conformado com asr-
deos recebidas dos bispos. Seria injusliga chma-
los fracos : porque elles nao podiam oppor-se
sem altrahir sobre si os mios tratameolos.
Semelhante condigno lao triste imposta ao cle-
ro e ao povo blgaro foi obra tongamente me-
dit.d, a onidadugamente executada Dele govor-
no otlomano. Elle ao menos eslava so seu di-
reito ; mas aquelles que o suxiliarem, sendo
alias seus adversarios nalu*raes, estes sao que nos
sorpreheodem, sao elles a causa de nossas lasti-
mas. E de mais, que caso fsz desse clero o go-
verno Inreo 9 ll.i;imon i
c Nao vendo no clero mais que urna forca go-
Ternamental os Turcos pem em leilo as digni-
dades da egreja. Os arrematantes do seu lado,
achaodo-se possuidores da mitra, tratan de ar-
recadar de suas ovelhas o dinheiro que podem
para as suas despezas. O prelado que compra a
sua sede forga o simples papax a comprar um
curado O papas rico pode sccumular, e arren-
dar assim at quinze Tinte parochias, que sao
como outros tantos campos feriis onde s elle
tem o direito de colher. ( Cypriano Roberto na
sua obra j citada.)
O prego de um pispado nunca menor de 50,000
francos: esta eomma paga ao palriarcha, o
qual paga tambera 400,000 francos aosultao para
ter o direito de oceupara sua sede. Ora, nao sen-
do inamorveis a mor parte desses lugares, a
Porta aproveila-se da latilude que posaue para
tornar rendoso semelhante estado de cousas : pro
move o seu leilo de patriarchads e bispados, e
como muitos bispos sen emprego aspirsm pelas
vseinciss, provoca-os sabendo qui lem de luersr
com s mudanga.
Faceia sao de prever-se as consecuencias des-
se impudente systena de sinonia. Urna Tez em-
possadosos novos titulares occupam-s#"do cui-
dado de prover s suas despezas, e nsjse intuito
vao esilregando os meios que Ihes psrecem mais
adequjfj: como porm semelhanle movimeolo
ie *9(PP,,,saso de ordinario no torna muito
lentd'procuram nesle csso dar-lhe mais algum
impulso ; e entre as medidas a que recorrem fi-
gure o divorcio en prineirn lugar. Elles proro-
cam-no eotro os ricos, porque custando despezas
o divorcio, pouco se importara que os pobres se
divorciemquando n8o podem pagar as despezas.
Nao se conclua daqui que deixem de especular
com os pobres : sob um ou outro pretexto acham
sempre occasiao de tosquea-los como a um re-
banhode ovelhas.
Se os infeliiea, j nao podendo mais, dirigem
as soas queixss ao palriarcha ; e por mais grave
que seja o caso, duvidoso que este os atienda.
O bispo aecusado livra-se da aecusago pormeio
do processo russo o ssiatico, que vem a ser a
mesma cousa ; parte adianle, e defende a sua
causa despejando sos ps do palriarcha urna par-
te do dinheiro roubado suas ovelhas, e o pa-
lriarcha fecha os ouvidos, o que muito natural.
Se os olTeodidos ainda assim n.lo hesitam, e
ameagam abragar o calholicismo, o palriarcha,
verdadeiro lugar-lente do sulto, descurega
sobre os infeluej queixosos todos os rigores de
que dispoe, e o sacerdote que foi o orgo das re-
clamagoes quasi sempre desterrado.
Lugar-tenenle do sultodissemos nos fallan-
do do palriarcha grego, e dissemos bem ; porque
os seus poderes sao Ilimitados. O palriarcha de-
cide em ultima instancia os casos de divorcio,
casamento, procesaos entre o clero e os leigos,
ditos civis e criminaos : possue os seus ofBciaes,
a sua polica, a Influencia que lhe di a fortuna
de que frae. Por meio dos seus bispos a sua
acgo, ou sotes tyrannia se faz sentir egrejs, i
escola, communa, em sarama al mesmo 4 fa-
milia.
Em urna brochura publicada ha alguns mezes,
e traduzida em Coostantioopla, com o titulo de :
Os Blgaro e o alto clero por um Blgaro
daquella cidade, o autor toroaodo-se o interprete
das principa es queixss dos seus concidadaos cen-
sura ao patriarcha e ao synodo a pratica de con-
cederem as dioceses a aquelles que por ellas
mais offerecem ; e aos bispos a pratica de trans;
formarem a sua missao episcopal em tpahilik, 5
de nao preencherem uns e outros as suas func-
ges aeno por dioheiro, sendo assim que sanc-
cionam o divorcio, e as infraegesde todas asleis
da justiga. Accusa-os de oo cuidarem dos seus
rebanhos seoo para oppnmi-los sem piedade,
e tosquea-los at a pelle de entregarera se aos
desregramentos os mais escandalosos; emflm re-
prehendis por sua grosseris e ignorancia, sen-
do esta ultima tal ponto que a mor parte dos
sacerdotes sabem apenas 1er a sua lilhurgia.
E quem julgar que taes censuras e aecusages
se dirigem someoto a urna parte do clero grego,
enganar-se-ha solemnemente; porquanto as me-
rece a generalidade dos seus membros comegao-
do por aquelles que se acham mais elevados.
A' vista de tudo isto pergunlamos agora : o
que valem ordenangas emanadas de Gooslsnti-
nopla a favor dos christaos, qdaesquer que se-
jam as suas deoomiaagoes Taozimat, Halti-
Cherif,Hatti-Houmsyoum, etc.,ao passo queso
com urna das mos coocedem-lhes alguma cou-
sa, e alguma cousa asss problemtica, com a
outra Ihes lirsm muito mais? Bem razo tioham
os amigos dos Blgaros de dizerque a primeira
medida de regeoeraco que convinha provocar no
paiz era a reforma do clero grego, e a exlirpago
das simonas de que elle proprio era victima :
porque no flm de coutas os abusos s aproveita-
riam aos bispos, e aos priocipaes conventos; mas
aos simples sacerdotes muito pouco ou nada.
Gomo accrescimo ao esbogo que acabamos de
fazer do clero grego lembraremos que Mr.
Blanqui provon tambemque os membros inte-
ligentes desse clero, en lugar de iostruiren o po,-
vo nos direilos en cuja posse o fazia entrar a or-
denanga de Tanzinat, esforgavan-se en lirar
della resultados ventajosos nicamente para si:
i'uio que aesie modo promovern.e iosu"-'**-
ae ion quo tu.o |iai sequencias muito espantosas.
Assim nao podemos comprehender que alguem,
sabedor comn ns das causas da fuoesta condi-
oo dos Blgaros, possa dizer pnr simples orgu-
Iho religioso, e exclamar com jubilo quasi triurn-
phante : c A religio que domioa na Bulgaria
a da egreja orthodoxa de Constaolinopla. A sede
de Roma, com a firmeza que todos lhe conhe-
cem, nao se quiz dar por ventila, e pela congre-
gago da propaganda procuroa fazer entrar os
Blgaros no grenio da sua egreja. Vaos esfor-
gosT Apenas se pode contar en todo o paiz por
elles habitado 50,000 convertidos ao culto occi-
dental : estes possuen a sua egreja en Pnilip-
popolis, da qual sao enviados Roma alguns
membros para ali curaarem os estudos no colle-
gio da propagaoda, e depois na volta sua pa-
tria grangeirem proselytos. ( A. Vretos ns sua
obra j citada. )
Eis urna declaragao precioss que esclarece
alguns pontos sobre os quaes tinhamos duvidas,
e permuta se-nos avangar certos juizos conven-
FOLHETIM
0 PAIZ DO JHEDO O
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Costantes dos nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
(Conlinuagao].
A criada grave da barooeza adiantou-se alguns
passos de Walter, e annunciando-o notou, se
bem que a sua curiosidade estivesse absorvida no
estrangeiro, que madama de Seelorf procurara
lutar contra um sentimento penoso.
Acho-a contrariada; lem alguma cousa,
seohora ? perguntou Antonia com um interesse
quasi familiar autorisado pela bondade de sua
ama.
Sim, respondeu Thereza buscando escon-
der a causa verdadeira de aua commogo: en-
tendo muito pouco de negocios, e um negocio
que lenho de tratar com esse estrangeiro: dei-
xe-nosss por algum lempo. \
Walter se linha a presentado n aquella motaen-
to, econservava-se encostado portaentre-aber-
ta con o chapu na nao. Os olhos fixos na ba-
rooeza con urna especie de desvsrio, o semblante
insensivel como o da morte, e a irona de sua ali-
lude, ludo islo dava-lhe um aspecto imponente
rainlstro, que fez a joven estremecer a obrigan-
b a curvar a cabega.
Walter deu um passo para diante afim de dei-
xar passar a criada ; depois, fechando vagarosa-
mente a porta, voltou-se, e perguntou com ama
voz calma que penelrou no corago de Thereza.
para ah dispertar-lhe os echos mais ador-meci-
dos do que extinctos:
Reconheceu-me, seohora ?
A baroneza ergueu os olhos, e armando-se de
sbita resolugo, respondeu com firmeza :
Muito me custou, meu primo, porque acho-o
to mudido, como eu, depois de cinco annos.
Que a seohora esteja mudada, creio, porque
acaba de dizsr-m'o ; mas comigo nao se di ou-
tro tanto. Sou sempre o mesmo hornera selva-
gem, talrez feroz, que preza a franqueza, e lem
horror mentira. Ha cinco annosa senhora
assemelhava-se & mim neste ponto ; e hoje lal-
Tel procure dissimular ; hoje talvez procure di-
zer com esse seu tom natural o contrario do que
pensa. Nao serei eu por certo, minna prima, que
a hei de felicitar por este progresso que tem
eito na arte das conveniencias.
86 quiz fallar na mudanga das suas feiges,
Walter, e nada mais ; longo de mim a inieock
de offende-lo. *^
Agradego-lhe. replicn o bario: e domis
para que offender-me ? Perderla o seu lempo e
trabalho. O meu coragio 6 como o bronze se
nelle batemressa, mas Oca insensivtl. v'ol-
temos i pergunta que bem poderla eu delxar de
ter-lhe feilo. Em toda aparte onde a senhora
me encontrasse havia de recouhecer-me, apezir
() Vide Diario a. 18.
cidos da sua veracidad?. Ab unodiice omnet Nio
ha teneridade em crer-se que s masa dos Gregos ,
profetsa os sentimentos iadmduaes expressos na '
eitagao cima : porque se tal a opioiio de um
homem instruido e inlelligente, julgue-se qual
deve ser a ds multidio ignorante e cheia de pre-
juizos Igualmente nos deu a conbecer aquella
declaragao que a congregagio da propaganda
conlava j em 1856 cerca de 50.000 coorertldos ;
particularidad esta que oo se oniltio por jul-
gar-se mu diminuto aquella algansmo i vista
doseiforgos tentados pela missao catholica.
E' verda le que os successos dos padres laza-
ristas da Propagaoda, lo ios francezes, foram
muito menores do que poderam ser, o que de
certo para lastimar-ae. A raio foi que aquelles
padres queriam attrahlr os Blgaros ao gremio da
egreja romana, impondo-lhes a coodiegao de
abandonaren! a Uihurgia nacional pela lilhurgia
latina ; preleoco que toroou esteris as suas
DOas intengSes e exlorgos. Em vio o abbade
Bore, superior dos laiarislas, foi pessoalmeote
ha cerca de um anno ter cora os Blgaros para |
decidi-los ; aehou-os mais que nunca resolvidos
a conservar a sua lilhurgia nacional, e como o
abbade nao desistisse de suas preleogd?s, o ne-
gocio flcou no mesmo p.
Da ludo o quf fica dito vemos que urna religio-
sa que arrancasse os Blgaros das mos do
clerogregoschismatico seria por elles muito
um clero, cujos aeniimealoi srdidos conhecem
esupportassem por experiencia, um claro que em
vez de protege los contra as violencias das autori-
dades turcas aocontrario pactuaTa com ollas, um
finalmente que os traUva com mais dureza do
que es meamos Turcos I A' esso espectculo urna
auspeita se apresenta ao espirito: por ventusa
clero nunca accontaceu que esse clero recebesse do
governo otlomano ligoesde brandura? Acconle-
ceu, verdade I A Porta, e as populagis turcaa
ero diversas occasies tomaran a defeza dos
christaos coolra os seus bispos I A iadignago e
a piedade i/.eram-os bradar contra o patriarcha,
ou para melhor dizer, contra o palriarchado, esse
mysterioso sggregado de tolas as notabilidades
gregas de Cooslantinopla, que coostilue um
verdadeiro poder pela influeucia das suas ri-
quezas.
Fallando smeote da ultima ligo daquelle
genero que recebeu o clero grego, diremos que
no decurso do anoo de 1857 a Presse do Oriente,
publicou as iniquidades e extorsas de muitos
bispos, principalmente do metropolitano de Ter-
nova, Mr. Neopbyia. Bala persooagem lio cobi-
cosa e prevaricadora opprimia as populagoes sob
sua jurisdicago com tal odignidade que os Tur-
cos toraaram a defeza deltas. O arcebispo, gran-
demente favorecido pelo palriarcha (palriarchado)
de Cooslantinopla, leve a idea de prender Tur-
cos e chrislos: mas desta vez os rigores inqua-
liflcaveis voliaram-se contra o seu autor, e o
prelado foi demtttido da aua sede archiepis-
copal, gragas s corajosas revelaedes do jorual
francez.
Os Turcos, que animavam boas ioteagoes a
respeito dos christaos. foram menos felizes do
que aquella jornal. 'notoriamente coohecido
em Constantinopla que os membros do palriar-
chado exercem uoia acgo directa sobre as deter-
minage3 do divn, por sjo muitas vezes bao
conseguido frustar as medidas mais generosos a
favor dos Blgaros. Outr'ora dominavam sobre
Recbid, hoje dispem de Fuad e de seus cunta-
dos, gro-dignatarios da Porla. O desejo firme e
sincero de fazer jostiga dos Blgaros, que aoi-
mava o joveo e integro Ethao-Pacb, ministro
dos negocios estrangeiros e ao mesmo tempo do
interior seg indo o uzo otlomano, anniquillou-se
do encontr m vonlade do palriarchado: elle
suc:umbio oa lula coolra as ph a langas discipli-
nadas e commandadas pelos Aristarchi e Vogori-
des, cheles sempre allendidos com benevolencia
tanto na Porta, como oas embaixadas.
Nao nos admiremos pois da desaffaigo, diga-
mos antes, da profunda averso que os Blgaros
votam ao sea clero. E cono esse clero lyraano,
egosta, corrompido e violento, esse clero pronp-
lo sempre a salisfazer os desejos dsquelles que
bom os pagam.cujo deus verdadeiro o dioheiro,
que prega coslumes dissolutos e oo coohece nos
seus debates particulares outro argumento que
nio a forga dospuohos; como esse clero, que
desperta o pesar no fundo do corago dos homeos
os mais iudilf renlos, nao seria abominado pelos
Blgaros lio prnf-"-*-- ooap...>.>rfr,a ,i,t*
ecmiiueuvu icllgioSOS ?
E na verdade poucos povos ha que possuam
esses sentimentos era to subido grao. Mr. Vre-
tos diz-onsque as aldeias desprovidas de egreja
o Blgaro, qnerendo celebrar devotamente o do-
mingo e os outros diassolemies ao inno, trans-
forma de alguma sorte a sua habitago em ca-
pella. Diante das imagens dos santos suspensas no
lugar mais visio da casa, como ua Russia, accen-
de pequeeos cyrios, e todo aquella que o vem
visitar comega como bom christao por desco-
brlr-se perante essas imagens da mesma forma
porque o faria entrando n'uma egreja.
Foi smeote na poca presente que os Blgaros
deixuara transpirar o seu legitimo descontenta-
mente. E' tempo de fallarmos das causas, cujo
exaroe prornettemos nocomego doste trabalho.
Diremos primeiro que em todo o paiz onde se
toma urna detormioago egual s essa, que os
Blgaros acabara de levar i effeilo lao felizmen-
te, deve haver da parle daquelles qae a encelam
urna certa dse de afouleza, que em maior esca-
la cumpriria dar-se da parte dosmesmos Bulga-
dss rugas prematuras tragadas na minha fronte
pelo tempo e infortunio, apezar do cuidado que
empreguei em disfargar-me ; havia de reconbe-
cer-me, repito, porque os olhos de sua alma nun-
ca deixaram de seguir-me depois da nossx sepa-
rago.
Ainda mesmo que eu muito devesse perder
na sua estima, replicou Thereza consinplicida-
de, nao hesitara em deseogana-lo. Nao duvide
da minha sineeridade ; e crea que os olhos da
minha alna, pois que assim define a felicidade
da lenbranga que devera guardar-lhe, se o se-
guirn no sea exilio foi sonente para perderem
os seas" vestigios, e habituarem-se sua au-
sencia.
Walter de Seelorf ouvio esta declaragao sem
apparente anciedade ; pelo contrario preslou-lhe
urna altengio silenciosa e polida : o seu austero
semblante conservou-se impassivel ; nem um
gesto, nen un novinento fez, que podesse attes-
tar de sua parte alguna perturbago, dflr, ou es-
panto.
Thereza nao se nostrou menos forte e resolu-
ta do que seu primo ; as pslavras, qae dos la-
bios lhe sahiam, pronptas e concisas, revestidas
de um cunho mais de dogura que de temor, o
olhar tranquillo, e finalmente todo o seu ser
pareciam reforgar o pensamento que exprima,
mostrando nio duvidar do mal que elle poderia
cansar.
Entretanto nada menos real do que essa ungi-
da tranquilizada de parte parte. Se madama
de Amstadt pozesse a rr ao sobre o corago de
Walter, senti-lo-hia bater desordenadamente ; e
se_Walter podesse sondar a consciencia de sua
prima, ali vera a casta admiragao nascids de
urna mentira exigida pelo dever. Nessa lula que
se proloogou como veremos, Thereza saniu vic-
toriosa, e o bario apezar da sua rara prudencia,
apezar do imperio qae exercia sobre si mesmo,
deixou-se bater.
Nao aio por ventura as mulheres doladas de
ama penetragio, i qual nada escapa daquillo que
o coragio humano busca occuliar-lhes ? E para
melhor eompreheoder-se esse privilegio que
ellas possuam como um dom da divindadenio
basta pensar-se nos termos e vigilantes cuidados
que todos nos cuatsmos nossas mies ? Nio
acalentando nos seus joelhos o fllho que v da i
dia crescer, nio buscando comprehender os
seus pezsres para mi ora -I os, e adevinharosaeue
desejos para satlsfaze-losque a mulher adquire
essa certeza de ;olhar, qae lhe permute jalgar-
nos, quandosahinuo da infanciaentramos na
vida real ?
O bario Walier adiantou-se alguns passos, e
foi eocostar-ae ao marmore da chamin. Ali,
curvado levemente para Thereza, disse-lhe com
ama voz na qual ella reconheceu o accenlo de
zelosa irona.
Assim, pois, a senhora nanea amou-me?
Nio seja injusto, meu primo ; anei-o mui-
to : mas j vae isso na bastante tempo ; e dga-
me se agora est bem lembrar-me de semelhante
cousa ?
Madama de Seelorf acompanhou estas palavras
com um movimento cheio de graga ; elerou nos
sous bragoa a pequea Magdalena, que julgendo
esse acto um desafio aos seas jogos pueris sor-
riu-se para sua me como s aabem sorrir-se os
aojos.
Comprehendo, replicou o bario ; estamos
pera sempre separados por esta menina.,..
E por seu pae tambem, meu primo.
Por sea pae, quem a seohora idolatra,
oo verdade ?
E acaso pode por isso censurar-me ?
Esta resposta dita com brandurafoi urna sella
arremessada sobre o corago de Walter, e per-
turbou-lhe a razio. O abalo foi tio violento que
esse homem, de ordinario ioexpugnavel, custou
a voltar ao seu equilibrio. Depois de curta hesi-
tagio exclamou procurando sorrir:
Oh 1 fiz muito bem era nio morrer I
Walter, acudiu logo Thereza, nao empregue
o sarcasmo contra mim ; nio islo proprio de
um homem delicado porque otfender-me-hia ;
e se o passado nada lhe merece, ao menos sirva
o mea sexo para proteger-me contra qualquer
insulto de sua parte. Fez muito bem em nio mor-
rer, verdade: pois eu nio acreditara, como
nunca acreditei, na sua morte.
O que, senhora I Nem ao meo-s lave lagri-
mas para chorar-me? prossguiu Walter sem mu-
dar de tom.
Nio qaiz acceitar como verdica a noticia
funesta que se espalhou em todo o paiz.
Julgava-me talvez com urna sale de
ferro I ..
E muita coragem para succurnbir i um deses-
pero, que nio mata os homeos da auatempera.
Porm, senhora, os homeos da minha tem-
pera nao esperam a morte quando sio desgrana-
dos : vio elles mesmus ao encontr della.
Os coragea fracos cedo perdsa o alent :
os corages fortes esperam sempre O seu, meu
primo, nunca desesperou ; e a prora fue o vejo
depois de urna separagio de cine annos. Lou-
vado seja Deus Nosso Senhorpvia prolecgo que
lhe dispensou I Eu bem mereca, digo-o com or -
gulbo, tal testemunho da sua santa miseri-
cordia.
Thereza I exclamou o bario i meia voz, e
dando s suas palavras essa expressio melodiosa
que s o amor sabe por em labios os mais aspe-
ros. Oh I eu bem o linha previsto : ainda me
desejada, por quanto nio possivel que amassen
amas como amavas-meoulr'ora ; ama/digoaste a
tyrannia que separou as noasas duas existencias;
recoohecesle que os fros clculos di razo ni*
poden supprir os transportes desloUressados da
coragio que a riqueza nio amor; finalmente
que o homem, i quen foste vendida, nao era o
noivo escolhido por tus mocidade : a pois rollas
te mim, e s esperaras que ou chegasse... Oh I
Thereza I s abengoadal...
Perdo-lhe, Walter, esta loguagem, que
ougo sen perturbsr-ne, disse Tiereza, quando
poderam aa suas vozes ser atlerdidas; perdo-
lhe porque sei que deve ter effrido muito, e
culpada seria se so menos nio aagasse este tri-
buto sua dr. Porm, meu amigo, volte a si
de um erro que tornar-se-hia Analo, a prolon-
gar-as por mais lempo; e funesto para ambos nos,
porquanto, retardando a cura da sua alma t do
sau cerebro enfermos, causar- -hia sincera de-
solagio. Para que engaa-lo? Su nio aM-xiais
a mulher, que suppe ; nada mais tanbo de ro-
mntico no meu espirito. A vida sedentaria que
bei levado junto de minha vloa boa lia amor-
teceu em mim os caprichosdiimaginago, os so
nhos frivolos que nulrem tensamento das jo-
vens. Tomei a eiisteocia lrio: vsrdade que
aio deteslei por isso tuI,o que linha amado,
oem tratei aaillusoe* e os Molos da miah mo-
cidade coaaMgl Tilla aoqQf costumam* tratar
as bonecas com que brincamos na infancia ; mas
tornei-me positiva, e o noivo do outro tempo, es-
colhido por minha inexperiencia, digamos logo
por minha innocencia, nio sendo o homem que
me tiaha reservado o destino para marido, arri-
mo e cooselheiro, e tambem para compaoheiro
na curta passagem desta outra vida ; ainda mais,
nao sendo o homem destinado pelo Creador para
recebar os innocentes beijos desta menina ; dalle
fiz o amigo das minhas recordsgoes quando est
distante, o amigo dos momentos de prazer qae
me d quando por acaso ou por miligre vem
como hoje estender-me aua mi fraternal.
E assim dizendo madama de Seelorf desemba-
racou urna das suas mios d'entre os louros ca-
bellos de sua filhioha, esteodeu-a sea primo,
que olhou para ella sem toca-la.
Eu cobriria esta mo do beijos, disse elle,
se a visse tremer: repillo-a, porm, porque a
vejo firme como iosensivel o coragio que a mo-
ve. Oh I meu Deus! Que mulher entio a se-
ohora ?
Una nulher honests, Walter, una amiga
da dedicago absoluta...
Miseravel abuso de palavras fingidas I re-
plicou o baro. Quando a seohora ouvia ebria
de prazer os juranentos, que lhe eu fazia, era
una mulher honesta, nio verdade?
Era, sin : fallava-ne, porn, essa pruden-
cia que deveres sagrados me ensiosram depois.
Quando a senhora preferio o bonito aen-
tlante do bario ArnolJ, a sua brilhaote fortuna,
ea allianga de urna casa amaldigoada por notaos
paes i feialdade do bario Walter, sua honrosa
pobreza e allianga desejada por aquelles, era urna
mulher honeata?
Sim, meu primo, era-o eertamente.
E ainda ousa dize-lo?
Digo-o ; e guardo-me de explicar-lhe isto
que lhe parece estranho, muito embora tenha de
contrara-lo.
Tem razio, minha prima ; o silencio a
arma daquelles que nao acham urna palavra para
desculpar-se. Dispenso a sua explicagio, e s
lhe perguotarei mais: neste momento em que a
senhora com urna coragem conjugal e material
elevada ao ponto de crueldade recebe o homem
sacrificado ao seu capricho e ambigao, ainda
urna mulher honesta?
Sim, mil vezes sim, responden Thereza com
dogura que servia para oceultar a allersgio e pe-
sar da sua bella alma.
Muito bem I replicou o baro com tom gla-
cial. Na falta dessa honeslidade, que eu contes-
to, a seohora posse tal audacia que me deixa
maravilhado. Offerece-me a sua amizade... pola
saiba que eu nio creio na amizade de urna mu-
lher qae nio velha nem fel : nio creio, por-
que ease un sentimento bastardo corrompido
lo ultimo ponto pelo amor, nica aspiragio na-
tural do seu sexo.
E os nossos filhos I exclamou a baroneza.
ternura que as mulheres tem por seus
filhos proven do amor: a recompensa delle,
Sisando nio o fructo, e quasi sempre serve para
ze-lo lembrado. Quanto a amizade ama pa-
lavra de que se servara com o fin de illudir-noa :
os amigos aio para ellas simples ornamentos, e
nida mais ; porqaanto com o aeu espirito de ga-
ln ten delles M adornara como de certas joias
destinadas para fazer aqbrasahir o nuis bello dia-
mante do sea toueador; or*, esse diamante re-
presenta o amor lefinno ou atipado \t impera
ros vista do centro en qu* elles gyravim, e
dos obstculos que se Ihes oppuoham. Os Turcos
o sea governo por natureza, deleixo, e pelo
sentimento de sua fraqueza receiam toda e qual-
quer especia de mudanga ou innovagio nos seas
estados ; e s em ultima extremidad* as adop-
tim, anda mesmo qusndo con ellas esperen
muito lucrar. Os Blgaros estavam pois conven-
cidos de que nio eucootrariam grandes synpa-
Ihiaa no povo turco e no governOi considerados
colleclivanenle: saban tambem qae os ule-
reases do imperio cean o psso dos simples
particulares, e que Mpos funcionarios raos-
trariam de certo mais benevolencia para con os
desejos dos Gregos, que apoiavam as suas rz5es
com ricos presentes, do que era relsgao a elles,
pobres Blgaros: recesvam, outro sin, que a
Porta se deixaise levar por alguns desses altos
funecionsrios, submeitidos influencia de um
visinho poderoso que muito perdera com a mu-
daoca proposa, ao ponto de commetler qualquer
absurdo.
Assim pois o seto de subtrshir-se k autoridade
do patriarcha da Cooslantinopla nao era urna
tentativa sem perigos; para leva-lo a offeilo
cumpria que houvesse nma certa somms, e nao
pequea, de coragem e ai*outezs. Ora, para isso
os Blgaros nio davam esperangas: os seus me-
Ihores amigos.viamos com pesar humiliados
e dispostns a acceitar o governo qualquer qae
fosse; e devenos dizerque. se a molestia e
submisslo sao qualidades inestinaveis tanto
entre os povos cono entre os individuos, tambem
tornan-se defeitos intoleraveis quando ultra-
passam certos lmite. Eis porque os amigos
dos Blgaros os aecusavam. Pensavam que era
irremediavel o seu humor passivo; e senliara
profundanente que elles nio livessen confiaoga
em si nesnos, assim como que Ihes faltasse esse
espirito de naciooa'idade tocommum entre seus
irmos do Balkao occidental, das montanhas da
alia Moesie, e da Macedonia.
A nio ser essa falla de meios naturaes, segun-
do pensavam aquelles amigos, o povo blgaro
seria da ha muito senhor dos seus destinos: di-
versas circumstancias porem se deram de alguns
annos psrs c que mostraran possuir esse povo
as qualidades de que fllanos, e de quo o julga-
van desprovdo.
Conegaremos por citara proclamagao do Tan-
zeinaten 1840. Cooselhos nunicipaes, nos quaes
entreva o elenento christao, foran eolio inati-
tuidos pelo governo otlomano por toda a parte
en que elle os julgou neceasarios. Estes tehou- .
ras ( o terno turco) presididos ou pelo mou-l
chir, ou pelo mirimirara, ou finalmente pal) ay-
am, se compoe do cadi, do maufti, do Ihesou-
reiro do lugar, do maire e de dous membros prio-
cipaes, chamados tzorbatchis, que podem ser
christaos por isso que sao elaitos pelo suffragio
uoiversal dos seus coacida laos ; e de entre el-
les dous que a autoridade local escolhe o maire
(cogiibaschi). En taes cooselhos se discutom os
negocios mais graves e importantes, e para elle
se appella das senteogas proferidas pelo cadi, e
sanccionadas pelo mouft.
A' partir de 18(1) os Balgaros, al ento mu-
dos sob a oppresso, ousaram queixar-se contra
as extorsoes dos seus governadores, e tomando
parte na diacusso dos negocios do paiz coraega-
ram a firmar urna opioio sobre a legitimidade
dos seus direilos: foi esta urna das causas do
movimento. Podemos assigoatar urna outra cau-
sa na conviegio hoje perfeilamente adquirida por
elles de que o preteidido protectorado da Russia
nio passa de um vu sob que esta poteocia oc-
culia suas vistas interesseiras. Em summa a ter-
ceira e ultima causa, talvez a mais decisiva de
todas, foi o abalo causado no Oriente pela guerra
da Crimea, e a sigoilicaco do papel entio repre-
sentado pela Franga.
De tudo se collige quo a revolugo que acaba
de operar-se na Bulgaria, ainda que religiosa na
forma, islo na sua apparencia exterior, ao
mesmo tempo no seu fundamento quanto podo
ser urna revolugo poltica.
Assistamos agora aos passos que a precedern,
e aconpanharan a solennidade da acgo unita-
ria no seu desenvolvimenlo.
II
Na manba de 30 do dezembro do anno passa-
do, pouco antes de comegar a ceremonia da mis-
as cantada na egreja do Espirito Santo em Cons-
tantiuopla, apreseniaram-se porla do arcebis-
pado Mino dous archimandrit is bu'garos e tres
sacerdotes, acompanhado J cuoie o mciw
das corpuragoes Duigaras, lodos en numero pou -
co mais ou menos da duzentos. Foram recebidos
pelo arcebispo moosenhor Brononi, e por M.
Hassoura, arcebispo primaz dos Armenios calho-
licos. O primeiro pergunlou-lhes qual o motivo
daquelle passo, e un dos Blgaros escolhido pa-
ra fallar em nome dos outros respooleuque
elles queriam ligarse i egreja romana.
O moosenhor perguntou de novo : Credes no
dogma da egreja romana, uoica verdadeira?
O Blgaro respondeu : a sim, renos no dog-
ns, mas queremos conservar a noisa lilhurgia.
Estaes promptos a assigoar um aclo de f
nesie sentido?
Estamos promptos, e vos pedimos que le-
vis a nossa supplica do coohecimento do santo
padre.
O clero e delegados blgaros da communa de
Constantioopla assigoaram a sua profissao de f,
e remetteram depois ao arcebispo urna declara-
gao revestida do mais de duas mil assiguaturas
para ser enviada ao paps. Eis aqui os tpicos
principaei daquelle documento :
a O orbe christio deve recordsr-se de que a
nsgao blgara comegoo reeebendo des santos)
pregadores Cyrillo a Melhodo orna hierarchia ca-
nnica nacional e distiocU, anida por vnculos
de obediencia fiel i santa egreja universal de Ro-
ma...Funestas circumstancias levaran os palriar-
chas gregos de Coostantioopla a despoja-I par
meios criminosos desaa instiluigo c.ooaic.. a
submette-la i ,ua autoridade privando-a da*atan
direltos. A nigo blgara mais de ana vez ten
protesisdo, porem em vio I
< A gerago actual, confessaodo a mas mi f
sempre dedicad aos seus direilos imareseriatt-
veis. ammsda alem dalo pelos Hatli-Housaara-
um que asseguram cada um dos subJitos da
sua magestsde imperial o sallio o respeito de
suss coQvicgoes religiosas, de aovo protesta cas-
tra a violencia de que tem sido victiasa da
.. .^.^-w,- -^ f.w ...-. <,.w >iuuiaa aaraansj
seculos aquella oagao, violencia que poe em pe
rigo os seus cottumes, veda-lhe lodo o deseavot-
vinento iqtolieclual, e a entrega en desase a
persegaigoes e abusos de nm clero estrsageira
ante-chritlao. Para se fszer ana idea a qae
sao os bispos gregos, a cuj influencia estaataa
subraettidos, bssla dizerque neste momento
muitos delles sao condmxidot perante o tribunas*
por crimes taes como estupro e infanticidio I
Firme ao desejo de conservar a sua f lio
pura como a recebeu dos apostlos da predicaa
oagao blgara resolveu aeabar com os lagos ajas
a uoio ao palriarchado anle-chnslao de Constas- *
tinopla, e espera collocar a egreja blgara da-
quella capital, sua verdadeira ms espiritual, sob
e autoridade e prolecgo da aaota egreja romana.
a Nesse intuito nos sbsixo assignadof, eocar-
regados pela nagSo blgara de renovar os vinca-
Ios que nos preodiam a esta santa egreja, par ia-
termedio do justo e veoeravel successor de S. l*a-
dro, chefe supremo da egreja catboliea, declara-
mos solemnemente que reeonhecenos por santos
e verdadeiros os dogmas dessa egreja caiholici
ronsns, e pronetlenos plens a sincera Jelida-
de a sua saotidade o papa Pi IX, a seus sacces-
sores e delegados spostolicos.
c A nagio blgara, apoisda nos decretos ala
sania egreja de Roma no que toca i conservaba
dos ritos das egrejas orientaes, esli persuadida
de que os seus ritos e a sua lilhurgia ilcarao in-
tactos, como foi decidido no concilio de Flereaea
a aquelle respeito. E pois os abaixo aisigaadae
rogamos humildemente sua siniidade Fia IX
que, reeebendo no gremio da egreja aoiveraal a
catholica a nossa egreja blgara, ae digne reco-
nhecer como caoooca a nossa hierarchia diatiae-
ta e nacional.
Emflm rogamos mais humildemente i tai
sanlidade que se digne convidar a saa agestada
o imperador dos Fraocezes, como primognito da
egreja, intervir junto de sua magestade o sulto
aum de que a nossa bierarebis seja recoohecida
por esle odepeodeott, protegeodo-nos coatra
ualquer intriga quer da parte dos Gregos quer
e outra parte. E pedimos ao governo francez
baja de conceder-nos a saa prolecgo, como a
costuma conceder outras nagos do imperio
otlomano que recoohecem a egreja de Roma. >
Esta declaragao antes de ser aasignada fot sub-
meliida approvago do patriarcha armenio ea-
tholico residente em Conslaniioopla. E para
mostrarmos todo o alcance do passo dado polos
Blgaros, e o seu carcter de uoinimidade, c-
crescenlemos que a communa blgara tinba an
su is mios as supplicas de noventa e tres distric-
tos da Bulgaria, aulorisando-a a consamar a
unio con a egreja de Roma.
Assim se realisou o retorno dos Blgaros ao
catholicisno : poren nio foi sem lutar coolra
obstculos de todo o genero que elles o realiea-
ram. Julgue-se pela exposigio das circumstan-
cias que precederam e se seguiram a esao acoo-
tecimeoto.
No mez de agoslo do anno passado diversas
correspondencias do Oriente fallaran de urna ea-
(ranha gitago oa Bulgaria. Esaaa correspon-
dencias ioglezas, digamos logo faziam com pas-
mosa complacencia remontar a causa daquella
agitagio acgo revolucionaria de Garibaldi oa
Italia meridional. Ora, para quem se acha bea
informado evidente que o povo blgaro ignora
ioteiramenle al o proprio nome de Garibaldi a
5525** Aa l*un letrados e habitantes das i-
UQ63.
Taes correspondencias teriam sido mais ver-
dicas se allribuitsem a agiiago, que mencio-
naran!, persistente influencia de outros acoo-
tecimenlos memorareis, anda frescos no peosa-
raeolo dss populagoes da Turqua, que adquiran
a certeza, ao passo que se elles davam, de qae o
seu Tuiuro dependa do genero de solugio que U-
vessem. n
Esse movimento sem duvide tio poltico qoio
religioso se manifestou abertamenlc em fins de
oulubro, resvestido do ultimo carcter, por oc-
casiao da eleigio do novo patriarcha grego. Os
bispos de Cboumle, Sophia, Sanokoff. e Rjpra-
lei tiohan silo expulsos do suas dioceses. O
biapo de Ternova manliuha-se na reapectiva sede
toas a sua autoridade era cono que nulla por tai
forna que se oo eolrenettia elle en aclo algum
episcopal. Emfin os Blgaros eilabelecidos em
Cooslantinopla nio queran reconhecer o palriar-
cha ecunenico recentenente eleito.
(Continuar--ha)
nos seus corages. Os amigos das nulheres sao
os comparsas do drama que elles fazem represen-
tar quando mogas e bellas, drama no qual repre-
senta o papel principal, nico applaudido, aqoel-
le que o privilegiado de suas adorages. Se
cootece desgraga algum dos seus amigos, ellas
o lastiman en alta voz nais por etiqueta do qu
por piedade ; mas soffra esse privilegiado, ou fa-
ja-Ibes, ento esquecem o universo : o seu pas-
sado se pova da ruinas, onde buscariam de bal-
de as modestas sombras das suas amizades desde-
nhadadas em torno do soberbo mausoleo ere-
gido ao morto por seus choros e lastimas. Mui-
tas vezes, e isto justamente o que a seohora me
offerecesob a capa desua excellenle honeslidade,
o amigo nao passa de um amante de qae a
imagioagao se acha enfastiada, ou que preferi-
do por um rival. Neate caso a mulher, obede-
cendo saa natureza compadecida, digna-se de
consolar ao coragio ulcerado ; estende-lhe urna
niozioha branca e miosa, e dis-lhe : c Seja
meu amigo ; um titulo que lhe deve causar
muita gloria, e prazer. Mentira I Esse titulo
nao nais do que una diminuta porgio dosthe-
souros outren prodigalisados : a esnola que
se atira ao pobre; e neste ponto as nulheres sio
nuito prodigas para esqueceren-se de todos os
pobres que encootran no seu caninho. Quando
chegan i velhice, ou quando sio feias o ne-
gocio outro. Nestes dous cssos a nulher nio
pertence mais so seu sexo : porque, livre das ty-
rannias egoistss e esprichosss do snor, ella ac-
crescenta firmeza de suas affeigdes desioteres-
sadas o encanto de urna teroura inteligente, e
destreza superior aos mais delicados iostinctos do
homem. A senhora, porm, nio velha, nio
feia por desgraga minha ; e eis porque recuso a
mi que me esleode, e a amizade que me desti-
na por compaixio. Nio obelante, admiro a sem
ceremonia com que calca aos ps aa flores mur-
enas de um passado que lhe foi charo I Foi aqui
mesno, nesta essa, neste parque, debaixo deste
tecto, e daquellas arvores, as msrgens desse li-
go de Seelisberg, cuja vista ha pouco aio Ja leve o
poder de me deslumhrar foi aqui que se pas-
sararn tantas horas deliciosas para a minha alma
enebriada nos seus olhos, para os meas passos
pelos seus regulados, para os meus oavidos em-
briagados pelo son da sua voz, e para oa meus
labios murmurando i seu Isdo palavras impreg-
nadas da msica dos aojos: aqui mesmo que a
seohora, agora, insensivel & minha vista, depals de
me ter julgado morto, e depois de ama separagio
de cinco annos, nio acbando outra cousa para di-
zer, vem me eotreter com senteogas sobre os seus
sentimentos honestos I Oh I A senhora nio pode
imaginar o que eu tenho soffrido desde que psrtl
deste amaldigoado paiz, desde que me vi obriga-
do a abandonar todas as minhas illusoes 1 Nio
pode saber que miseravel existencia arrastei eu
em paizes detestadoa do Creador, em regioes de
onde o homem foge com horror, e onde a vid
um longo supplicio para aquelles que j viveram
ntreos seres civilisados I Amei-a con as deli-
cias spaixonadas de ama dedicago sen limites:
pela seohora era caps de dar Deus todo o
meu aangae al a ultima gota, aatanaz, toda a
minha alma at o seu derradeiro pescado I Reti-
rando-me daqui flz-lhe o anargo sacrificio dss
minhas ambiges, que todas se resumlam emsua
pessoa ; e me persuada de Mea senhora, incoo-
solavel pela mluha aussneia, esqueceria, anda
que por (Hitantes, oto 1 atido quem *
qi
de
'
veaderam, como tambem o fructo dessa uciSo
imposta sua fraqueza dolorosameote resignada.
Como eu era insensato A senhora nanea foi t-
mida, obediente e martyr; pelo contrario foi sem-
pre de um espirito forie, razao inexorarel, e pre-
tendida modestia ; foi sempre urna mulher hbil
e astuta, sujeitaodo-se esta felicidade de con-
vengo: amou-me por desenfado, delesta-me por
calculo ; e ne ven agora oflereeer a aua amiza-
de I... Nao a aceito, nao a quero aceitar... Serei
aeu intnigo, e ininigo terrivel, nio o duvide...
Porm diga-me, senhor: o que esperava de
mim ? perguntou Thereza com ama dign lade
em que havia mais compaixio do que altivez.
Nem mesmo sei dizer-lhe, respondeu Wal-
ter. E para que ? A senhora nao me comprehen-
deria 1... Tem a alma sem poesa, o coragio sem
calor... emflm, urna mulher honesta I... Eu a
odio ; s tenho amor agora para o mea odio, ni-
co sentimento que a sua presenca me inspira. J
seiaquillo que desejava saber, e... adeua,aenhora I
O bario assim se exprima com ama colara ter-
rivel e calculada, ao passo que sombra pallidez
cobria-lhe todo o semblante. Os olhos cheio de
sinistro brilho se bsviam desviado de Thereza.
como o carrasco desvia-ae da victima qae abaleo i
seus ps.
Walter sahiu do aposento de sas prima, e atra-
vessando o pateo para ebegar porta da casa, ra-
adquirio a sua coragem o tranqoillidade appa-
rente tal ponto, que os criados s vlram nelle
um homem qualquer, quem negocios insignifi-
cantes obrigarara a ir ter con oua ana, e rollara
cono linha ido. Caminhoo aem olhar para tras
e traospoz com pssso firme o limiar daquella
casa, onde havia entrado possuido do osa v*ko
estremecimento.
Se Walter tivesse levantado os olhos para aa
janellas do aposeoto de madama d'Amstadt, teria
vito a baroneza aegui-loeom o olhar airares de
una cortina que entr'abria con a mi tremol* ;
teria visto a cabeeiaha loura de Magdalena eocoa-
tadas s faces descoradaa de aua mi ; teria. fl-
nalmeole comprehendido por entre a sombra uu-
vem do seu ceg furor que an tocan** tofor-
tuoio fazia partir do coragio, que ella acaba*
de amaldigoar, o perdi para oa sea teiustos
tiansportes.
TherezP, quando perdeo de vista A seu prino,
ajoelhou-se e agradecen fervorosamestte A Deas a
coragem que houvera da sua misericordia. Duas
lagrimas brotaram-lhe dos olhos, coma duas pa-
rolas correram por suas lindas faces abaixo. A fi-
lhioha as percebeu, e levantaado-se naa ponas
dos seus pequeninos ps beban aquellas lagri-
mas em dous beijos, que reanimaran a pobre mia
chamando-a ao sentimento da realidade. Rnta
levantou a fronte radiante, apertou violntame*-
te a fllha nos bragoa, exclamando :
Oh I minha filhioha I meo Ihesoar* que-
rido I o que nio farei por ti I...
Estas palavras vibravan ainda aos labias da
joven, quando a porta vagarosamente inaellida
abriu-aa, e deu entrada ao bario AraeM 8a-
lorf.
(Costifotsar-as-NaJ
PERN. TTP. DI M. F. DE FAMA 4 FIUJO. ttt



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