Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09918


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Full Text

m
1110 XUVIIL 101ER0 14.
m a i i
fir tres ezes iaitadts 5$000
Ptr tres mexes Yeicidos 6)000
SABBADO 18 DE JAI^O DE ISS2.
Pr ibi tdiaiUfe 19|00O
Porte fraiea para sasseriatar
DIARIO DE PERNAMDITCO.
ENGAR.REGADOS DA SUBSCRPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Aolonio Alexandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Gear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maranhio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Par,* Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todoa oa dias as 9X horas do dia.
Iguarass, Goiaana, e Parahyba as segundas
e sextas-feirss.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuna as tercas-feiras.
Pao d'Albo, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
qneira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex n as quai tas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoao, Una.Barreiros
Agua Preta, Pimentelraa e Natal quintas feirss.
(Todos os crrelos partem as 10 horaa da manhia
EPHEMERIDES DO HEZ DE JANEIRO.
7 Quarto ;creseeate as 8 horas e 41 mnelos
manhia.
15 La cheia as 11 horas e 14 minatoa da man.
12 Quarto mingaaote aa 5 horaa e 5G minutos
da larde.
29 La nova aaS horas e 7 minutos da tarde:
PREAMAR DE UOJE.
Primelro as 6 horas e 54 mnalos ds manhia.
Segundo as 7 horaa e 18 mnalos da tarde.
DIAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Hilario b. ; S. Emilio m.
14 Tersa. S. Felia p. m. ; S. Mecrina t.
15 Quarta. S. Amaro ab.; S. Secundina m.
16 Quinta. Ss. Berardo, Acursio e Oihao mm.
17 Sexta. S. Antoab.;Ss. Eleusypo mm.
18 Sabbsdo. A cadeira de S. Pedro em Roma.
19 Domingo. O SS. Nome de Jess; S. Canuto.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas e quintas.
Relami: tercas e sabbados s 10 horas.
Pazenda : quiotaa a 10 horas.
Juizo do eommercio : segundas so meio dia.
Dito de orpbios: tercas e sextas 4a 10 horaa.
Pnmeira Tara do civel: tercos e sextas ao meio
da.
Segunda Tara do civel: quartas e aabbados 1
hora da tarde.
ENCARREGADOS DA SBSCBJPCAO DO SOL
Atagas, o Sr. Claudino Palca Diai m.ki.
o Sr. Jos Martina Aires; R0 deJaneiro TE*
Joio Parsira IIartins. mr*
EM PERNAMBDCO.
Os propretarios do puno Msnoel Figaetra a
Fsria & Filho, na sus livraria praca Aa '
dencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFICIftL.
60VERN0 Di PROVINCIA.
4.a seccio.Palacio do governo de Pernam-
buco, ero 16 de Janeiro de 18612.O presidente
di provincia, tendo em viala o que representla
commisso centrsl desoccorros mdicos em olli-
cio de 13 do correte, resolve mandar, que se
executem as medidas sanitarias abaixo trans-
criptas :
As fregaesias da cidade do Reala serio desdi-
das em lanos districtos me Jicos quaolos forem
precisos, ou possireis, tendo cada districto um
ou msis facultativos, muaidos dos medicamentos
e meioa oecessarios, para o traiameolo daa pea-
soaa desvalidas, que forem accqmmeltidas pelo
cholera morbus, sendo esees medicamentos co-
udos em caixas portateis.
Uaver no araenal de marinha, e no hospital
Pedro II, enfermaras, para que nestas sejam
tratadas as pessoas desvalidas, que nao poderem
s-lo em seus domicilios, e estas enfermaras
terso facultativos internos e os onfermeiroa, que
a commisso central de soccorros mdicos julgar
precisos.
A disposicio de cada facultativo de districto
se pora um soldado de polica, para acompanha-lo
em suas visitas medicas, e prestar-lhe o auxilio
de que precisar, e for inherente ai suas funeces;
e cada um desaes facultativos lera eofermeiro de
sua confianza, que e recatar aulas prescripcea
medicas.
Aos facultativoa de districto se fornecero fo-
lhas de beneficencia, rubricadas por algum dos
membros da commisso central desoccorros me-
dices, e essas folhas, feitas segando o modelo
adoptado pela mesma, commisso, serio dadas,
depois de cheiosos respectivos claros, aos doeotea
desvalidos, que forem por elles tintados em seus
domicilios,competiodo dita commisso verificar
o estado da pobreza da pessos soccorrida, e re-
clamar o valor do que houver recibido iodevida-
meote.
Aoa facultativos de districto se fornecero bo-
letins, feitos segundo o modelo 1 adoptado pela
commisso central de soccorros mdicos; e no
fim de cada aemana eases boletlnslserio remani-
dos a presidencia pelos respectivos faculta-
tivos.
3- Z.o
p o :
que V. Etc.-pede para ser demorada a remesaa
que se tera de fazer para corte das pegas de
campanha aqu existentes tenho s dizer que em
vista da ordem terminante do governo imperial
a respeito de semelhante remesas nao pode ella
deixar de effectuar-ae boje.
Dito ao mesmo.Deferindo aeata dats o reque-
rimento a que se refere a aua informarlo de 7 do
corrente aob a. 31, no qual Joaquim Severlano
Nogueira pede bsixa para aeu fllho Francisco Can-
dido Prxedes Nogueiri ds Triodade, soldado do
2 batalbio de iofaotaria, dando como aubstituto
o psissoo Joaquim Goocalves Rodrigues Franca,
autoriso V. Exc. a aceitar esta substituido vis-
to estar salisfeila a exigencia do regula ment de
28 de setembro de ,1859, como se ve de um dos
docu meatos annexoa ao mesmo requer ment que
dovolvo.
Dilo|ao mesmo.Acenso recebido o officio desta
data e sob n. 103.com que V.Exc. Irouxe ao meu
conbecimenlo copia de outro, em que o coas-
mandante do presidio de Penando representa acer-
ca da falta, que ae di de gneros alimenticios n'a-
quelle presidio o que respondo duendo, que em
virtude de identics communicacio, j providen-
cie!, a eate respeito, fazendo aeguir para all o
hiato Sergipano com um carregamento de taea
gneros.
Dito so chefe de polica. Recommendando
nesta data e de conformidad* cora o que foi de- 2 >-.-_
terminado por aviso do ministro da justtea de 26
de novembro prximo findo que ao teoente-coro-
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Os facultstivos de districto se irio refazendo
dos medicamentos, medida que estes se fo/ern
esgotando, as boticas que julgarem conveniente,
e mandarao preparar suas receitaa naquellas que
preferirem, devendo as receitaa cpnter o nome
da pessos, a quem tem de ser forneoldas, a ra e
numero da casi, em que reside aaeseoa aoccor-
rida.
Os facultativos de districtos empregario su*
eiforcos para ajue as casas de seus respectivos
districto hs}-*da a limpeza poasivel, e fsrao
remover todas as causas deiosalaliridade, acon-
selhando os meios precisos, para que se consiga
a ventilacBo dos aposentos, reccorrjodo para este
fim aa autoridades policiaes e agentes municipaes,
se isto tornar-se necesssrio.
Aos facultativos de districto ae tLlicilitarao os
meios de conducc&o, quando estes forem preci-
sos, i vista dss distancias e urgencia dos soccor-
ros; e as autoridades policiaes e agientes muni-
cipaes os auxiliario oo exercieio de suas fune-
ces, e faro cooduzir para as enfermarlas do
arsensl ds marinha e do hospital Pedro II os
doeotes, que lhes forem indicado pelos ditos
facultativos.
Todas as boticas desta cidade sel cooservario
abertas desde as 6 horas da manhaa al as 12 da
noite, permaneceodo aberta urna at as 6 horas
da maobaa, em cada noite e em cada fregnezia,
segundo a escala adoptada pela commis-o cen-
tral de soccorros mlicos; e seus propretarios
ou administradores se preitsrio a preparar com a
maior promptidao e exaclido as receitaa, que
lhes forem apresentadas, senda essaiescala des-
tribuida por todos os facultativos
estabelecidos nesta cidade.
boticarios,
Os doeotea desvalidos serio conduzidos para
as enfermaras do arsenal de marinha e hospital
Pedro II em padiolas, carros ou canoas, segun-
do fdr mais commodo e rpido, e este servico ser
confiado 4 pessoas idneas, e Picar aua "execu-
cio aob a rigilaocia dos facultativos! de distric-
tos, que commnoicario a commisso
soccorros mdicos qualquer falta, que]
central de
se der.
A remocio dos cadveres dos domicilios e en-
fermaras se far noite e dia com a maior pres-
teza e respeito, e cessarao, logo que
a deaeovolver-se a epedemia, todos
funerios, que os sinos costumam a da
os enterros e enconamendagOe
principiar
as siguaes
nao seo-
do permittidos
pomposos.
Os cadveres dos que fallecerem do cholera-
morbus serio sepultados, depois de opberlos por
ums carnada de cal, e aa sepulturas communs
se fario em lugar reservado, pdenlo esses ca-
dveres ser sepultados em catacumbas, urna vez
que sejam cobertas por carnada de calanfficlente,
logo que comecar a epedemia oenbiim cadver
poderi ser sepultado em catacumba sem que es-
teja encerrado em caixao e seja coberto por cal,
de cooformidade com o artigo 24 do regulamento
do cemiterio publico.
A commisso central de beneficencia, enten-
deudo-ae coma commisso ceotral de soccorros
mdicos, destribuiri os meios de qua poder dis-
por em favor das pessoas desvalidas por inter-
medio das commisses parocbiaea da beneficen-
cia, ou de pessoas d sua conQanca.
.tionio M. Nunes Gogalves.
Expediente do dia IS de Janeiro de
1868.
Officio do Exm. Sr. presidente das Alagoas
Envi V. Exc, copia dasinformacoes ministra-
das pela thesouraria de fazeoda a cerca do modo
pratico, porque effectua-so actualmente a cobran-
za da renda doa assucarea vendidos dessa, e dss
medidas mais proficuas pars garantir a melhor
flscalisacao deisa rends; de que traiei em meu
officio de 40 dezembro ultimo afiro de que essla-
recendo cenveoientemeote o meu juizo V. Exc.
possa indicar,o que coovem adoptar para solueco
final deass qneslo em cumprimenlo das ordens
imperiaea a semelhante respeito.
Dito ao presidente da Babia.Transmiti 4 V.
Exc. para que se digne fazer constar ajo comman-
dante do.8 batalbio de infantaria e a quem mais
convier copia do officio o. 8 de 20 de dezembro
ultimo em que o juu municipal do teamo do Ori-
cury participa que o soldado Antonio Jos de Ol-
nel com mandante do batalhao o. 31 da guarda na-
cional do municipio do Buique, ao qual foram dea-
tribuidas para auxiliar o servico da polica na
freguezia de Aguas-Bellss, sejam entregues as
triota armas com baionetas que em data de 2 de
outubro ultimo mandou esta presidencia forne-
cer ao delegado do termo d'aquelle ooma, assim
o declaro V. S. para que oesse sentido expeca
suaa ordens ao referido delegado que aa deveri
requtailar ao sobredito cora mandante quando fo-
rera necessariaa e restiuir logo que nio aejam
precisas.Commuoicou-se ao commsndaote su-
perior de Garanhuna.
Dito a thesouraria de fazeoda. Annuindo ao
que solicitou o brigadeiro commaodante das ar-
mas em officio de hootem, sob n. 91 recommeo-
do V. S. a expediQio de suas ordens para que
o destacamento do 2* batalbio de infantaria que
seguio psrs Nazareth o qutl se compoe de 12 pra-
gaa inclusive um inferior, seja paga de seus ven-
cimentos pela coliectoria daquella cidade a con-
tar de 15 do correte em dianle.Cemmunicou-
se ao commaodante das armaa.
Dito ao meamo.Tendo-me participado o bri-
gadeiro commaodante das armaa em officio de
hootem datado, sob n. 89, hsvr nomaado para
servir interinamente o lugar de almoxarife da for-
taleza do Brura o 2o sargento do 4 batalbio de
linaria a p Luiz Ignacio da Silva em aubsli-
lucao do Io sargento Gaspar Heorique Jos dos
Res, que se acba preso e respoosabilisado por
faltas e abusos que commeltera, assim o com-
munieo i V. S. para aeu conhecimento e direc-
Qo.Communicou-ae ao conlraandante das ar-
mas.
Dito a theaouraria provincial.Atienden do ao
que me expoz o provedor interino da Santa Casa
de Misericordia em officio de hootem, recora-
mendo i V. S. que mande pagar a pessoa que
para isto se mostrar autorisado a quantia devida
at 31 de dezembro ultimo da consignacio vota-
da na le do ornamento vigente para a casa doa
expostos e bem assim entregar a importancia ar-
recadada do imposto de que trata o 8 42, art. 40
da citada lei.Communicou-se ao presidente da
Santa Casa de Misericordia.
Dito ao director do araenal de guerra Man-
de Vmc. entregar ao tenente-coronel comman-
daute do batalhao n. 31 da guarda nacional do
muoicipio do Buique, on a pessoa por elle auto-
risada os artigoa de correa mes constantes da no-
ta que acompanharam o aeu officio o. 357 de 28
de dezembro ultimo e que vieram da corte com
aquelle destino pelo vapor Tocanfin*.
Dito ao jaiz de direito Jos Quinlino de Castro
Lea o.Accussndo recebido o officio de 31 de de-
zembro ultimo em que Vmc. participou que acei-
tava a romocjto que lhe foi concedida por decre-
to de 26 de novembro para a comarca do Limoei-
ro, tenho a dizer-lhe que dei disto ciencia ao
governo imperial, e fiz remetter a secretaria de
estado doa oegocios da juslica a participarlo que
veio junta ao seu citado officio, o qoal dever ser
dirigido ao secretario do governo da provincia na
forma do-art. 24 do decreto o. 687 de 26 de julbo
de 1850.Communicou-se a theaouraria de fa-
zenda.
Dito a directora da compaohia de Beberibe.
Remeti por copia a directora de Beberibe para
seu conhecimento o aviso de 9 de dezembro ul-
timo aob n. 33, em que o Exm. Sr. ministro dos
negocios da agricultura, eommercio e sbras pu-
blicas declara em solucio ao requerimeoto em
que a mesma compsnhia solicitou do governo im-
perial autorisacio para continuar a funecionar e
approvaco dos estatutos por que se rege, que
S. M. o Imperador houve por bem determinar
que a grac,a pedida fique dependente das altera-
coes iodicadaa no citado aviao. Por esta occa-
sio recom mendo a fiel execucSo da exigencia
cootida no final do predito aviso.
Dito ao engenheiro fiscal ds estrada de ferro.
Nesta -data dou scieocia ao governo imperial do
officio que Vmc. me dirigi em 11 do correte,
sob n. 341, devendo as razes porque tem deixa-
do de enviir o projecto para organisacio daa la-
rifas que devera regular os transportes de passa-
geiros e mercadoriaa da estrada de ferro.
Portara.O preaideote da provincia, lendo em
viata o que requeren Basiliaoo Magalhies de Cas-
tro, amanuense da secretaria do governo, resolve
cooceder-lhe tres mezes de licengs sem venci-
meolos, para tratar de aua aaude, a contar do dia
29 de novembro ultimo.
Dita.Os Srs. agentes da compaohia braaileira
de paquetes a vapor maBdera dar transporte por
conts do ministerio da guerra no vapor Tocantins
procedente do norte para a provincia da Baha,
aflm de reunir-se ao seu corpo, o teneute do 8o
batalhao de infantaria Nelson Jansen Muller, e
para a corte com deatino ao batalhao de caladores
deGoyaz, o teoente Antonio Jos Ribeiro.Com-
municou-se ao commandaote daa armas.
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INTERIOR.
BIO DE JANEIRO,
15 de dezembro de 1861
Conctttao de grabas
Relativamente ao decreto n, 2,853 de 7 do cor-
rente, com o qual nos oceupamos em nosso pri-
meiro artigo,.dirige hoje o Diario algunas per-
untas ao Sr. ministro do imperio, ss quaes, se-
gundo o que podemos ioferir, reduxem-se todas
contestar a necessidade, a efficacia a a compe- oetudo s
Inna* <4nan m i,t/, A -.----------
teocia desse acto do governo.
Parece-nos que as tres primeirss perguntas en-
volveos em summa, o pensamento de que seria
deanecessario o regulameato, se o governo tives-
se coosciencia de seus actos e a torga neeesssrta
corsiiiuigo, devemos declarar que no nosso pen-
ssr o governo nio parar no empenho manifesta-
do de acautelar os abusos possivis em assump-
tos de tanta importancia, e que, proseguiodo em
suatarefa, laucar tambera suas vistas psra o fl-
oat do citado artigo, que se refere s mercs pe-
cuniarias. E* assumpto digno, sem duvids, de
sua lolieitude e que de muito perlo interesss so
estado.
Parece que j tempo de estsbelecer algumas
regras que melhor gsrantam os direitos doscon-
tribaintes e assegure sos servidores do estado e i
suas familias easa prova da gralidio nacional,
quando della houverem mister para a sua decen-
te lubsisteocia.
legnlando a concessio dessss mercs o gover-
no nio so dsr mais ums prova de que nio quer
o arbitrio, mas tirar lodo o pretexto quellea que
costumam attribuirsempre ao patronato a conces-
sio de tees favores.
Lerobramo-noa que com eate intuito o Sr. con-
selheiro Saraiva encarregira ltimamente a aec-
cio dos negocios do imperio do cooselho de es-
tado de formular aobre semelhante assumpto um
projecto de regulsmento. Levando o governo I
effeo esse peossmento preslari relevante servi-
co so paiz.
[Jornal do Commercio do Rio.)
PARA
! de Janeiro de 18(1!.
Erim 10 horas da manhia quando o poro
comeeou a affluir em ondas para a escola ; ao
meio dia chegou S. Exc. Rvm. e pouco depois o
Exm. Sr. Dr. Francisco Csrlos de Araujo Brus-
que, digoasimo presidente desta provincia, com
a aoa comitiva: desde esse momento nio faltou
mais nioRuem e os trabalhoscumecaram.
O Sr. Dr. Bruno Csbral daGouva, intelligente
director da escola, deapio logo a casaca cortezas,
e enflou-se na blusa axul do camponez, com
tanta sem ceremonia que a todos sorprendeu e
agradou, a de tal feicjio que pareca aer aquelle
o seu trajar habitual, comecaodo a aparelbar urna
linda junta de bois, com tal presteza e com tal
ceoientamenlo que eram para vr-se, e bem
mostravam qne oa aegredos da abogoaria lhe sao
lio familiares como a aciencia de cultivar a trra,
que profassa, e em cujos mysterios se iniciara
na Europa com applauso dos mestres, e com
adroiraeSo doa condiscpulos.
la abrir-se o primeiro saleo com o arado,
quando fomos todos convidados em nome de S.
Exc. Rvm. para aasisttr ao sacrificio aanto da
missa que se la celebrar na capolla do estabeci-
mento; fot celebrante o Sr. beneficiado Lzaro
Pinto Moreira Lessa. Todos sabem que primeiro
a religiio, e por uso ninguem
reaiatio a amabilldade de semelhante convite.
Depoia todos se dirlgiram novamente para o
lugar destinado 4 experieocia do arado, e assim
que tudo estere em andameoto, o Sr. Dr. Bruno
leu um bello discurso anlogo ao assumpto, com
J,iaikte2rfrt-"l -V9*"-torO".a f" fu*e5oes toz .entusiasta mas com movida ante a mage.ta-
SSib-^?5L*f?5,^!?!??!L?0i,.ll?.*.*l.m: doaolemne da nova poca que se ia abrir ooa
perlo, porque eolio nio precisarla de impr 4 al
mesmo nenhum regulsmento.
A quarta pergunta implica a idea da inefica-
cia, e a quinta a da incompetencia com que,' na
opioiio do Diario, foi promulgado aquelle acto
pelo poder executivo.
A maneira porque se contesta a necessidade do
regulamento em questio, se fosse procedente,
servira psra demonstrar a deanecessidade de to-
da e qualquer iel regulamentar que se referase
ao exercieio de attribuicdes do governo, e erigi-
fastoa da provincia ; oa nimos electrisaram-se e
acompanharam com alegre anciedade a infiexio
da voz do Sr. Dr. Bruno e com elle eotoaram os
vivas festivos que do peito Lha rebentaram cheios
de reconhecimento pelo passado, brilhaotea da
cootentamanlo pelo presente, e repletos do fogo
das crencas vivas a sinceras pelo futuro.
A' obsequiosidade do Sr. Dr. Bruno devenios
urna copia do seu discurso o qual estampamos
aqui :
Senhore* f Urna nova poca prenhe de
na, portanlo, era regra o arbitrio, que odas as grBnde fuluro e prfaeira industria do
combioacoee do aya ema constitucional tem por n.oo paiz, para a agricultura, a fonte funda-
fim excluir, aubstituindo-o por normss certas e
invariaveis, para melhor garaniia dos direitos in-
dividuaos e das liberdades publicss.
Demais, o regulamento nio impe normas so-
monte ao governo, mas regula principalmente as
pretendes individuaos, definindo os cssos e a
maneira por que deverio ser formuladas, aflm de
que poassm ser tomadas em considerado.
As disposises comidas no final do ari. 8 e no
art. 10, que maia directamente se destlnam a re-
gular o arbitrio do governo na coocessio de gra-
ta* por sua propria iniciativa, sao a prova de que
o governo tem consciencia de seus actoa, pois
que toma francamente a responsabilizado delles
perante a opioiio publica, cujo exarae sojeita
os motivos do seu procedimeoto. Disposices
tses, longe de merecer censurs, devem ser ap-
plaudidas por todos aquellos que sinceramente ra:
amam aa iostituicoes liberase.
mental da riqueza publica. E' incoatealavel, sa
recorremos oossa chorographia histrica que
dosss joven patria tem progredido succassiva-
mente desde sua independencia em todoa oa ra-
mos do progresso industrial, a a agricultura
que nio tem tido o impulao de que ella credo -
ra, tal vez devido 4-beoignidade do clima, 4 ex-
tenso immensa do oosso vasto territorio, faci-
lidade daa riquezas oaturaes que a Providencia
aobre elle espalhou com mi prodiga ; mas as
coodiedes mudaram, os tempos sio outros, a
populacho cresce, as industrias, o commercio
florescem e naturalmente a producto torna-se
insufficieote s necesidades sociaes: d'ahi um
desequilibrio qne coovm remediar.
Coohecendo a causa do mal, a naci ioteira
reclama a regenerarlo dos procesaos de cultu-
e assim que todas aa provincias que no
imperio marcham na fronte do proaresso, pro-
.S^5u"f"!?-??!-0^,n,?^e?.,r.ec?rrer8 leg.,s: i"110 e!o ae escolas praticaa de-agricullu-
A provincia do Pari, conscia de sua posijio
ra.
lacdes eslraogeiras, nio nos faltariam exemplos
para demonstrar que nao o Brazil o nico paiz e oDsuTtVnd^ nuVitVreues materTas."i>iopo-
onde sesentio a necessidade de regular a concee- dia flear indifferente a ease movimeoto reforma-
sao das condecoragoes; outros goveroos o tem dor: 4 debsixo dessas impresses que a ultima
felo, sem que por isso merecessem censura, mas legislatura provincial sabiamente decretou
perfei^lo, de intelligencia que possim inspirar
confianza ? At aqui teremos tido tudo, ro-
gados, retiros, queimadas, etc., mas nio agri-
cultura.
c Qaeixamo-nos tambem da falta de bracos,
mas o que vemos, senhores ? propretarios ri-
quissimos, milliooarios, possuindo centenas de
escravos, mas asaolando pelo tacho aa matas em
vez de melhorsrem por um bom systema de cul-
tura seu dominio ao qual cada geracio poderia
trazer ura raelhoramento e augmentar assim o va-
lor de patrimonio I Como, senhores, queixamo-
nos de falta de bracos 1 maa eata nio a questio
quando reQectimos que a Blgica, por exemplo,
com urna populacio numerosa para sua limitada
exteosio, menor que a ilha de Maraj, proluz
para aua altmeotaco e para as materias primaa
de suas manufacturas, com cujos objectos ella
abarrota os mercados estrsogeiros, ao passo que
as com urna populacho mioima, para nosso ter-
ritorio todo virgen) ; quaai lio grande qua uto a
Europa iuleira, nio produzimos para noaaas oe-
cesaidades.
a Recelando oceupar demasiadamente vossa at-
teocto, suppooho ter-vos dito bastante para mos-
trar a utilidade e a influencia da iostiluicio que
hoje eomeca aua tarefa. Ella de utilidade pu-
blica, vos Ibe deveia todos vossos desvellos; nio
a deixeis cahir do mal da iodiffereni;a.
c O estabelecimento que boje naice cheio de
vida e que tanto promette para o futuro deve ao
justiceiro administrador que com tanto tino dirige
as redeas do governo da provincia, o Exm. Sr.
Dr. Fraucisco Carlos de Araujo Brusque, pelo in-
teresse com que lhe tem aasistido com suas sa-
bias e promptas medidas, a certeza de aeus fu-
turos resultados. A provincia pois tem a aceres-
centar mais este seu acto, que so por si lha valo-
ra umpadriode gloria, aos outros muitos de
sus benfica administrarlo.
< Permitli, senhores, que concluiodo vos pe;a
que reunaea vossas vozea minha saudando, no
primeiro do anno :
c O imperador.
c A imperatriz.
A constituirlo do imperio.
c O presidente da provincia.
Em seguida o Dr.Tito Franco de Almeida, lea
um longo e brilhaote discurso.
Aps isto seguio-ae o trabalbo do arado guia-
do pelo Sr. Dr. Bruno rasgando o aeio da trra
e abriodo o primeiro sulco, entre as saudaces
harmooiosas de duas bandas de masica, e depois
outro, e outro at que cansado se retira para o
edificio coovidando todas as pesaoss presentes
psra um soberbo lunch de msis de 200 talheres.
Aqui talos a precia ram a arta, porque todoa a en -
tendiam ; abrirm-se os diques ao prazerei ale-
gra aem reserva ; os brindes perdiam-ae por
entre os estalos e o crepitar do champague ; to-
dos riam, e todos gritavam alegres e contentes.
No meio deste sussurro oSr. Jos do O' de Al-
meida, o antigo fantico das emprezaa agrcolas,
faltn s maaaas mas nio conseguie domina-las
ioteiramente : os individuos cordatoa o aerios
prestaram-llua a devida altencio, porem a ra-
paziada eodArada e effervescenle, com urna de-
vorante quoWazia ioveja, prefera a todo e qual-
quer discurso a perna de um frangi, o recheio'
de um per, e urna talbada de fiambre ; oo en-
tanto o orador foi ouvido com praier e festejado
pela maioria da assembla.
No mesmo jornal cima citado encontrar igual-
mente o discurso deste cavalheiro.
Durante o lnnch houveram diversos brindes dos
quaes apenas mencionaremos tres :1. is se-
ohoras, aa flores animadas que davam luz e der-
ramavam perfumes suaves naqulla feata do tra-
balho, pelo oosso amigo o Sr. Dr. Marcello Lo-
bato de Castro. 2. ao Sr. Joio Augusto Corris,
como o mais decidido fomeotador o protector do
progresso moral e material deata larra, pelo Sr.
Dr. Tito Franco de Almeida. 3. ao Sr. Angelo
Thomaz do Amaral, como fundador da eacola
rural D. Pedro II, pelo Sr. Joa do O' de Al-
meida.
Terminndolo lunch quasi lodos os csvalheiros
ae retiraram e algumas das senhoras; ficando to-
dava anda muitas pessoaa de ambos os sexos da
iolimidade do Sr. Ambrosio Pioheiro Corroa,
digoo administrador da escola, por elle convida-
das o por sua excelleotissima senhora para passar
ali o resto do dia.
At a noite muito povo concorreu a ver esta
feata agrcola, inaugurada na escola rural de Pe-
dro II, oo dia 1 de Janeiro de 1862, e assim ter-
minou tudo oo meio da maior alegra e esperan-
za, pela prosperldade de tio til como necessa-
rio estabelecimento.
( Do nosso correspondente. )
antes elogios de respeitaveis escriplores.
Nao menos improcedentes nos parecem as ar-
guicoes de ioefficacla e incompetencia, que de-
duzimos daa perguntas feitaa pelo Diario.
Se os decretos voluntarios podem ser revoga-
dos, ninguem dir que regularmente o possam
sor ao capricho do governo.
Para isso seri sempre mister qne occorram mo-
creago da escola pratica de agricultura, que vos
conheceis sob a denominado de escola rural de
D. Pedro II, a cuja inauguraco dos trabalhos
vos dignaea hoje aasislir.
Senhorea I a eacola rural de D. Pedro II que
hoje encela seus trabalhos nio urna lnstiluicio
de luxo: a sua creagio deve satisfazer a primei-
ra daa necessldades da provinciaarrancar a
prisio com
ido na pea-
Santo.
veira foi condemnado a 12 annoa de
trabalbo pelo crimede morte commet
soa da infeliz Mari. Luiza do Espiri o
Communtcou-ae ao commandaote d s armas e
expedio-se ordem aos agentes para di rem trans-
porte.
Bito ao brigadeiro commandaote das is.
Bespondendo o officio de honlem sob o. 94 em
Expediente do secretarlo do go-
verno.
Officio a thesouraria de fazeoda.De ordem de
S. Exc. o Sr. presidente ds provincia transmiti
V. S. a inclusa ordem do thesouro nacional nu-
mero 210.
Despachos do dia IS de Janeiro.
Requerimentoe.
Francisco Xavier Carneiro da Conhs.Informe
o Sr. Dr. director geral da ioslruccio publica.
Juatina Mara do Espirito Santo. Nao tem
lugar.
Lucioda Hara da Conceieio. Nio tem logar.
liara Aotonia do Naacimento.Pode seguir.
Capitio Maooel Luciano da Cmara Guaran!__
Requeira ao gorerno imperial.
tivoa razoaveis, que possam juatificar a reforma agricultura dss garras da rotina.Ella nao vem
aos olhos do paiz, o qual pelos orgos legtimos
da opiniio publica tem o direito de conhec-los
e aprecia-los.
A previsio portanto de urna prxima reforma
em revogacio do regulamento a pouco promul-
gado s poderia parecer fundada se houvesse si-
do demonstrada a inconveniencia ou illegalidade
de auas disposices.
Nio se deve contar com essa revogacio por
forca doa principios cooslitucionaes, pois que nao
sustentavel a opiniio de que a materia aobre
que versa o decreto supracitado excede a facul-
dade que pelo artigo 102 12 da constituido com-
pete ao poder executivo, de expedir decretos,
instruccoes e regulamenlos adequados, para a boa
execucio daa lea.
Nao deixaremos de observar, como j o lite-
mos em outra occaaiio, que algumas das dispo-
sices do regulamento existaos ji nos diversos
decretos do poder executivo, pelos quaes foram
instituidas aa ordena doCruzeiro.de D. Pedro I e
da Rosa, e que o ultimo acto do governo nao fez
mais do que dsr-lhes o preciso deseovolvimeoto
e torna-las extensivas todas as ordens, accres-
centandfl algumas outraa providencias que pare-
ceram convenientes. O regulamento portanlo
um complemento daquelles actos do poder exe-
cutivo.
A competencia, porm, tom que procedeu o
governo nio oecessita deata demooalracio : ella
est recoohecida e firmada pelos propros decre-
tos quecrearam as ordens mencionadas, pelos
de nmeros 321 e 324 de 9 e 23 de setembro de
1843, os quaea todos se acham em vigor e nio
foram at hoje contestados, e finalmente pelo
decreto n. 1579 de 14 de marco de 1855, e por
lodos os outros que tem concedido medalhas de
campanha ao nosso exercilo e armada, honroso
distioctivo dos relevantes aerrieos prestados em
diversas occasies cauaa publica.
eosinar a aciencia ; paiz novo, na pteciaamoa
de bomens praticoa, antea que espiritos especu-
lativos ou abstractos. Seu fim dotar a provin-
cia de Irabalhadorea, de homeos coohecendo os
servicos dos campos pelos procesaos modernos
daa outras nacea maia cultas. Nio devo fatigar
vosss attenco, recordaodo-voa os estabeleci-
mentos desse genero, que vs conheceis, que os
paizea da Europa entretem ; a biatoria voa mus-
ir que todos os povos sempre reservsram o
lugar de honra agricultura.
a De todos os pontos do nosso imperio se eleva
um a gritocolonisagio.Temos envidado to-
dos nossos esforgos, temos consumido capitaes
precisse no entsnto nada ledos obtido de ven-
tajoso nesta qoeatio de momento para o paiz.
Permilti, aenhores, que eu vos lea a opiniio de
ura dos primeiros economistas de nossos dias,
sobre a colooiaacio do Brasil, o Sr. deLavergoe,
membro do iosiuuto de Frsnca, diz elle : ....o
Braail tambem solicita vivamente a colooisacio
europea; o clima e a distancia ae oppem a
lia. Antes elle procure retirar melhor partido
doa bracoa de que dispe, chamando em seu au-
xilio, aenio os homeos, ao meaos a aciencia e oa
procesaos aperfeicoados da Europa. >
c Senhores, a colonisagio til a lodos os
paizea oovos que querem augmentar suas rique-
zaa pelo trabalho, para nos, as nossaa
condicea a nica colanaacio deaejavel, venta-
josa, e econmica a colooisacio espontanea,
quero dizer a emigracio. Mas como obte-la no
nosso estado de cousas, sem regenerar noasa
agricultura ?
a Queris que os estrsogeiros aportando s
nossas praias vo para noasos mallos aervir-se de
machinaa iroperfeitaa, do machado, do tersado,
da eochada cujo uso elle nio conhece nem aup-
portar sob o peso do nosso sol-equatorial? Nao
poasivel. Teremos o effeito contrario daquillo
que desejames. Affluirao aos centros de popu-
lacio augmentando o cooaumo e monopoaaado
oossa industria nascenlo. Com a queatio de
colooisacio urna outra tambem preocupa nossos
publicistas, noasos economistas maia distincios
ca, e para dar-lhes os regulamenlos que forem I o crdito territorial.Como, aenhores. queris
convenientes. qu6 0s capitaes afliiam para a agricultura, se os
E jaque nos referimos ao artigo 102 11 da, l seus trabalhos nao apreseotam aquello grao de
O poder executivo, qne pela constituicio
competente para conceder ttulos, hooras, ordens
militares e deslincces em recompensa doa servi-
cos feitos ao eatado, igualmente competente
para crear eases meios de remuneradlo honorifi-
della nasce orna rotunda, ss torno da qual
correra doze columnas da ordem esmposita avea-
bolisaodo a capital a as ooze provincias de
se compoe o reioo em sua totalidado. eloraade-
se anda doa espitis deasaa columaas sVs im-
ra rotunda em que assenta como faeties* ate
toda a concepto artstica a coroa portuncu
Alem disto, em meio, v-se urna doozella ca
os cabellos esparsos, e recostada sobre o braco
direito, que repouaa em um pedestal, aa asa
tambem se firma um vaso de marasuro atraatc*
de que aahem varias linguaa da loco : a a mas*
diraita desta virgem da saudade sustenta um
texto do Apocslypae.
Na face anterior do sarcophago, que s* atora
do catafalco sobre cinco degrios, vean kurda-
das v
PERHUMBUCO.
REVISTI DIARIA-
Uontem livaram lugar as exequias solemnes
mandadas celebrar peloa portugueses residentes
nesta cidade em suffragio pela alma de S. M. o
Sr. D. Pedro V, aendo o acto annunciado logo
ao deapontar do dia pelo dobre dos sinos dos
templos, e pelo canhio das fortalezas, em urna
salva real, como que symbolisando nellas rozes
dislinclas, o estado e a igreja a carpir a au-
sencia perpetua do angosto finado.
Nada fora poupado para eata manifestacio de
amor e patriotismo, nem dinhairo, nem esforgos ;
e por isso foi ella plena, cabal, comprehensiva
de indo qoanto o amor deavellado e o pa-
triotismo dedicado alo susceptiveis na tradc-
elo de sua exiatencia.
a decoracio do templo, a dtsposicio e o ar-
ranja do catafalco, e a ordem de tudo o mais
por certo um primor em sua especialidade,
apreseotando urna magostado lio imponente que
conquista do indifferente urna oraco para aquelle
a quem alo dadas taes demonstrarles de amor
extreme de lisonja, puro de vistas mercenarias.
No centro do templo foi erigido o catafalco, o
qual eleva-se do solo ao tocto do mesmo, e re-
presenta em seu complexo ss srmas da mooar-
chia portuguesa, dividindo-se em tres planos.
O primeiro guarnecida) por sete castalios, de
cada um dos quaea pende arreiado e coberto de
crep um pavilhio, existiodooo do meio aquelle
da naci, no que Oca direita a bandeira por-
tugueza mercante, e no que est eaqaerda
aquella da casa de Bragaoca, sendo os outros
ornados com aa bandeiras de ATiriso lienriques,
da monarebia primitiva, das cruzadas e da con-
quista das Indias.
Alm distojeootm em circundado a eate pla-
no vinte o oito brazes, pertencentes s cidades
e s cabegas deconiarcaa de Portugal e de auaa
possesses ultramarinas ; o resata-se em frente
dacapella-mor por nma esesdaria e balaustrada
de preto, que represente o extremo do escudo
daa armas.
O segundo apreaenta em suas faces differenles
estrophes de Cames, perfeilameote apropriadaa
ao caso ; e nos anguloa acham-ae quatro pe-
dastaes, cada um dos quaea sustenta um vaso
com altos cyprestes, sendo oceupado por citacea
daa Escripturas Santas o que tica do lado do
Evaogelho, bem como o aa Epstola.
O terceiro laalmente, suspendendo-se sobre
aa ciaco quioas fusss, aprsenla quatro volutas,
que sustentara urna cornija da ordem drica,
aobre a qual veem oa brazes da nobreza maia
illustre da monarebia portuguesa: assim como
dos i ouro as armas portuguesas, s auaes (ar-
cuada em letras de prata a ioseripcaa11 ata
novembro de 1E61. dia do .alleciaeato ato Sr.
D. Pedro V. Na posterior ha a aaeaaaa crea
bordada semejantemente, teodo ae triaos T
V.por detrs.
Em traje grego, e recostada um dos ladee
desse sareophago, v* ae igualmente a Beata
do portuguez tendo no rosto a expresis Aa dor
e da tristeza, que lavram-lhe e aeio.
Desse sarcophago ergue-se anda nea pedes-
tal, que sustenta um globo traoaparaote, em ca-
jo cimo sobre ricas elmofadaa reponsa a crea
e o sceplro regios, e que lea esa soaa qulre
faces varios disticos das Escripturas Sautae.
Alm deata noticia abreviada e restricta ae ca-
tafalco, devemos acreacenlar que tede e teaupto
do Eapirlto Santo eslava sumpleoeo e adaauads
mente decorado, achando-ee todaa aa partae -
ingresso guarnecidas de reposteiros, aa
tapecadaa da panoo fino preto, cea ae ...
de guaroicea douradas e de cortinaa de fil,
cornija com bambolina de crep preto e
de arminho, com ca reirs no seu cio Ae i
espatos.
As faces lateraes do templo tem vares
lhoes expreasivoa das priocipaea pecea da
oalidade portuguesa, oa quaes sio illor
por lampadas de prsta, cujas luios so co
com as que sio emillidas por ons granos
que assentam sobre as tribnoss, contrito
sim para o bello e magnifico effeito da illa
geral.
Nos pedestass de duas columnas ooo se sievaa
no arco do cruzeiro, ha dona ricos tropiece Ta-
mas naluraes, em cujas faces na dona distkee
latinoa.
A capella mor veste-se lampo de orlo, loa-
do um tbrono emlfrms de calvario coa a itaa-
gem de Cbriato Cruxificado.
Pootificou em miasa de rquiem o Bra. Sr.
D. abbade de S.Beoto ; e o Exm. Sr. prelado do-
mestico de S. S., conego Pinto do Campo*, sa-
bindo depois tribuns sagrada, fox ouvir oa bol-
lo discurso com a unci, que a aua patarra sabe
commuoicar ao seu auditorio, eolio iaesease,
grandioso; por que o templo eslava lateral ma-
te cheio de tudo qaanto tem de grado esta cida-
de, quer no funecionalismo, qaer na eacola pro-
pria mente social.
Houve varios outros discursos anlogos, pro-
nunciados por differentea aenhores.
Terminado o acto religioso, a brigada, ao man-
do do Sr. coronal Ferreira, que eslava esteeiooa-
da em frente da igreja, fez as continencias milita-
res com as salvas do eslylo, sendo acoapeahoAe
oslo pelo parque de artilbaria, foitalesao a na-
vios de guerra.
As fortalezas e todos os nsvios sorteo a ais
porto eativeram funeral com aa baeAeirea a
meio pi ; e todoa os eslabelecimentos aem dis-
tinti de naciooalidade coaserraraa-ee te-
chados.
A igreja do Espirito Santo, armada coa*
esti, deve conservar-se aberta a visita do publi-
co por alguna diaa, aflm de ser apreciada a saa
aroste.
Remettem-nos o seguiote :
Seohotes redactores da Revista Diaria !*er-
mitta-me que na aua reviala faca urna pergaata :
Lembram-ae de um borneen que havia aeata
cidade chamado Joio matoco? se nio se la re brasa
eu fago lembrar: Joo maluco era ua meolecap-
to ou idiota a quem os rapases vestiaa farda Ao
general com dragonas de papel aoaerelle, chapeo
armado de papelio, o peito coberto de com mea-
das de papel dourado e outras fraudulagens qae
o tornavam um completo 6o6o da ornar* : aae a
mana desse pobre homem era suppdr-se genaral,
e quando sa apanhava asaim vestido empuohava
urna espada de pao, que trazla pendente a aa
talimdetirssde panno sustentando urna pasta de
papel la o enfeilada de liras douradas, e sabia per
estas russ a mandar brigada ; pelo que aireara
ares com aa vozea peloa militara em taes
usados.
Um meotetspto ou idiota qne so reveste Ao t-
tulos que ninguem lhe deu oa inherentes a cen-
sas que s existem na sua imaginario Iraaeter-
nada. e que muito ufano por eatar adornado cea
quejaodaa nugiarias, se aprsenla ao publico a
causar riso e mota a pessoas de bom s?nso, oa
nio o mesmo que o general Joio maluco f
E de um desgranado desta pode algueaa Ao
bom senso ler inveja ? Commiserscio, piadaAo,
pena e at vergoajia pde-se ter, maa nuaea in-
veja II
Son, senhores redactores, mu criado,
O diabocoxo.
Eis o decimo-primeiro
< fioJeim oficial.
c Tres officios foram dirigidos de Nazareth aa
Exm. presidente da provincia : usa, roa data
de 14 do corrente, em qua o Dr. AMlto Jos Ta-
rares da Silva dis que oa dous mdicos desse co-
marca, que partiram em commisso, Ibe coaaa-
nicaram que tinham ebegado ae dia 13 deste aaez
i Allianca, quatro leguaa oistanie daquella cida-
de, e haviam verificado ser o cholera-merbas
bem caracterisado que alli ratoa, benigno oa
comparacao do de 1856, o que oie obela qae ao
morles sejam em grande numero em relacba aee
aneciados, e que no dia seguate os awaoo m-
dicos partiram para S. Vicente, pealo Ao osa
deatino, onde o mal, que pareca ter AecliaeAe.
recrudeacea do dia 12 eos dianle, aetaaoo f
pesaoas em viate e quatro horas, segaaoo
carta do vigario da freguezia da Aila cidade. i
remelle por copia, e, fazendo seor 4 S. Ese*, a
falla de medicamentos que ji ae vai noUerfc. AA
noticia de ter alli chegado o Dr. Syaprooio Cm-
tinho, a quera nio encarregou de aerriee alga a
por nio julgar anda preciso ; aa da ecaesea
municipal da mesma cidade de 15 de carrale,
que julgamoa conveniente Iraaacrever asis abai-
xo ; e um do Dr Syaphronio Co alione, oa
que trata da epidemia que reina noeaella comar-
ca, e pede a publicado do boletia qae re-
metteu.
c S. Exc. deu-se presss em fazer seguir ana
ambulancia para Nazareth, a o Dr. Agnpiae Xa-
vier de Brillo, de volta da Luz, dis qae
essa povoic,o aem pessoas accoi
cholera, dando noticiado ha ver alli chegado o Dr.
Luciano de atoraos Sarmeoto.
c Succumbio hoje pela A horaa Aa
Aotonio Joaquim Pereira, qne,
rollando esta cidade, lora ai
cholera-morbus, como diseeaos
vido da casa, em qne resida, aa
mo, para a dos Coelhos, nio coi
ver so mal ; nio obstante ler
com todo o cuidado, naveoAo-i
**


t
DIARIO DI KANAMBUCO. ArJoUDO 18 DE JANEIRO DE 1882.
3
=
ii 4*
mirto
le aforgos para que ho Iriumphasse
Mi ba ceso alg'im da _
la cidade Sub imonediacoes.
A's 0 horas da larde a 17 de jone
1862.
Dr. ino Fsaeeea.
a Copia.lilor>- e Ekiik Sr. doofflciode V. Exc, firmado 4 i 3d* co
a que recommenda a esta ctWri o e
do medidas preventivas o sanitarias evitar
apparecimeoto do cholera-morbos aweta Icidaia
e ooo municipio, de accordo com o Dr
direito e mais autoridades, e medico 43r.
Cesar Coutioho, esta cmara reauo-se
sessao extraordinaria, principiando por di
as ditas autoridades e medico uo sentido
licitar delles a inaicbgao o em prego de t
jidas e precaucoea para, de commum a
porem-se em pratioa a evitar o aupare
dessa epidemia, do que eeontiara da par
amara lodo o zelo e activ idade ueste o
'Sata cmara, (azeudo cumprir a recoma
d V. Exc, nao pede deixar de cooside
Etc., que por agora (ellsmeole nao se
pronunciado o apparecimeoto dessa terrivel epi-
demia, apestas ta povoaQao de S. Vicente, esuas
immediagbes, limitropbes desla comarca com a
provincia da Paralaba, tem apparecido alguma
artenfaVo'na salubridade publica, sem o carcter
asustador do cholera, hatajado msrs certeza de
aeroutra epidemia, all sem duvida epidmica,
que eostuma apparecer na ealagao caimosi, mor-
mente oos fugares das margeos das riachos Ca-
piaaribe-aieirtm, Cruiogy e Sengy, em cijos lu-
gares tem se dado algumas victimas.
< Osado coala a V. Exc. destas oceuneocias.
aso pode seixar de scientiflcar a V. Exc. que se
tiveaaeaf parecido lo terrivel epidemia j o cho-
lera-mortKis nasta comarca, ou della tivese cer-
leza em todos seus effeitos, esta cmara se aote-
ciparia em levar au conhecimenio de V. Exc. lio
imporUet oceurre ocia, solicitando isoealesssrias
providencias, que demandaseem a situarn e cir-
camataocias, aria para logo ai que estivessem
a eeu aletnce.
E-la cmara assim se expressando tem res-
pondido o citado offlcio de V. Exc, o disposta
est a comprir as ordena de V. Exc, caso eppa-
reea infelizmente a epidemia.
Deus guarde a V. Exc.Pago da cmara mu-
icipal da cidade de Nszaretb, em aessip extra-
ordinaria em II de Janeiro de 1862-+Illm. e
Exo). Sr. Dr. Antonio Mareellino Nuoes Gongal-
ves, presidente da provincia de Pernampuco.
Padre Jos Francisco Lopes Lima, Joo Caal-
caoii Mauricio Wandfrley, Jos Maria Moscoso
da Veiga Peisoa, padre Francisco GuedeslFerrei-
ra de Brito, Jos Pedro de Oliveira Mello, Do-
mingos Jos da Cosa Braga, d
Niza reto 15 de Janeiro de 1862.E?ta cidade,
pesar de alguma alterarlo em seu estado sani-
tario, permanece salvo da epidemia que tem
assaUado siguas pontos da comares.
< En S. Vrenle, povoaeo que demora dez le
gasa ao noroeate d'aqni, o mal tem continuado
com iutensidade variavel; e ltimamente mani-
festou-se oo povoado da Alliaoga, qua tro leguas
distante desla cidade.
De S. Vicente ticemos honlem i noite com -
muoicacoesforoecidas pelovigariodesla freguezia,
que all se acba anda prestando os olicius de
sea ministerio. Segundo estas commaaicegdes
v-se que, o mal, hsvendo decrescido mui seo-
sivelmente nos das 10 e 11, tomara maior in-
tensidad e no dia 12, recebeodo, por isto, o ce-
milerio daquelle povoado no mesmo dia Oito ca-
dveres de cholencos, procedentes dos lugares
vstenos.
a Para S. Vicente, e com escala por Alliaoga,
psriirsmno dia 12 desta cidade os Drs. jErmirio
e Spiodola, o delles recebemos honlem noile
partecipagao officialdo estado sanitario desse po-
voado : all tem apparecido alguna casos de cho-
lerina, os quaes lem cedido aos primeiros meios
empregados; mas em alguos pontos prximos ao
mesmo povoado ha a lamentar alguos casos de
hulera, que termioarara fatalmente. O numero
dos individuos affectados sobe 30, e no cemite-
rio da mesma pooac,o foram sepultados, do
meiado da semana prxima lida al 14 9 cada-
veres de cholencos; e em duas capellas iziohss
loram sepultados seis.
Os Drs. Ermirio e Spindola icavam i partir
em demanda de S. Vicente hoje, e coofli dos na
Jedicaco do padre Candido, cnello da Atlianga e
de alguos oulros homens, deixaram as instruc-
coes convenientes e proprias para com a ter os
efTeitos do mal.
O juiz de direito da comarca o Dr. Abi io.mos-
tra-se solicito em soccorror os pontos aflVclados,
prepara urna ambulaocia, que dever ser re-
meilida aos cuidados e direegio do padraCandi-
do. Muilo confiamos oo acert das medidas to-
nada* pela presidencia, e certaraeote nos loria-
mos a deplorar coqsequencias de imprevidencia.
Das ioformagoes as mais circumspectas e
isemptss de qualquer exagerado que lenho co-
lhido das communicaces ofDciaes enderezadas
pelos Drs. Ermirio e Spiodola tiro as segrales
coocluses: primeiro, a epidemia que reina em
alguns pontos desta comarca, ribeirinhosjdo Ca-
p-.baribe-meirin e Sirigi, o cholera morbus ;
segundo, essa epidemia benigna e de Carcter
pouco assustador; terceiro, explico a moiHalida-
de que lem havido pela negligencia dos indivi-
duos atacados, que desprezam os signaes precur-
sores di molestia, e nao tratam de combhlo-los
immediatamenle ; quarto nalmente, quefo mal,
pela celeridade com que se ha desenvolvido, nao
se irradiar dos pontos primitivamente atcados,
onde narecem haver causas locaes que muii;a-
ram seu apparecimeoto.
E' raro que duas epidemias da mesma natu-
reze se succeedam em breve lempo coni igual
vigor : faci este confirmado pelas epidemias
parciaes e benignas de cholera que leern'assal-
tado varios paizes da Europa depois de 1832.
< tttMwepot mui looge dos cstaclysinas de
loJO.
c Dr. Symff&nio Coutinho.
No dia 25 do passado eocerrou o Rv m. Sr.
Fre Sebastio da Mellia as missdes que abrir
oo dia 7 do mesmo mez na freguezia de alaran-
guape, onde chegrs 5, tendo urna recepeo
notavel pela concurrencia de povo e por outras
mais demonstrarles sigaiBcativas de apreteo.
Da todos os algalos ds freguezia ffluiram
neiaouvirem a palavra sagrada, sublndo o nu-
mero delles no espaco de dezoito dias acerca de
seis mil.
Dos esforcos ediQeativos do Rvm. Sr.. Frei
Sebastiao, colheram-se fruclos mui nojtaveis.
Alm de duzentos e quarenta e novo bapiisados,
quasi todos de adultos de quatif) trinla jannoa,
celebrsram-se sesseola e oito casameolosL sen-
do a mor parte de coocubioados, e recebram a
commuuhao mil trezentas e cincoenta e seis
psssoas de um e outro sexo.
Nos baptisamenlos conlam-se tres de indivi-
duos jd calados, sendo por Isso rivalidado o sa-
cramento do matrimonio.
Sobre esses fruclos meramente espirituaes,
produziram as referidas missdes a conslrucci
de um cemiterio, de que careca a freguezia,
que hoje conta esta obra erigida na parte poste-
rior da capella, (endo de dimenses 130 palmos
de cumprimeoto ,65 de largura e 8 de altura, e
que aahio da Ierra como que por encanto.] Esta
obra o trabalho do rico e do pobre santificado
pela palavra sagrada, que a fez brotar sem sacri-
ficio algum desta pessoa ou daquella corpo-
raco.
Nesta obra apenas gaslaram-se oito dias e
despenderam-se somente 4S0&0O0 ris.f do'a-
dos pelo meamos fiis, na compra de lijlos
madeiras, ferrageBs e pagamento de operarios!
Este duplo tffeiio de economa de templo e de
recursos entre nos s tem dado lugar quando
parte de semelhaote causa.
Por affluencia de materia suspendemos nos
dous ltimos nmeros a publicado dos trabalhos,
do nosso colloboradorW, oa quaes continua-
mos agora :
c Periodo prodomico. Elle se manifesta por
moleza, fraqueza, perde-se appetlte, sida, dores
ao ventre, borborygmos, diarrha amarilla-ea-
branque^ada mucosa e ftida, prostagio, insom-
nia, auores, desmaio, accelerago, ouleotdio do
pulso, calsfros vagos e irregulares.
O complexo destes symptomas o qfl
mas pessoas lem chamado cbolerina.
Segundo periodo ou eyanieo.Neste periodo
que o cholera se acha inteirameote dedlarado.
Entao a sie vivs, o ventre deprimido; pouco
aonoro, e a sede de eoliess, que se augmentara
pela pressao : appareeem os vmitos esbranque-
fados e flocooosos o'um cheiro fesUdioso,'as eva-
caaedes alvinas cotoeide com oa vmitos': asdi-
gessoes ao principio amarelladas e ftidas tor-
nan-te asquerosa e esbraoqaecada, parecendo a-
gua da arros ou de manipueira. As evacuagoes
> feralmente repetidas a curto inlervillo. O
(e accelexa, e se eleva rpidamente de 120
ealgn-
a|130 polsacdei; suafarga diminue a proporc.ao
de frecuencia ; os batimentos do corajao sao Ira-
cas aljamas veres scompaohadoa de um saaro
de folies; a reeptrago puoivel, anciosa e acce-
lerada^ os doeatea sa queixam de dyspna. A
voz se enfraaaece ; ha* verligeas, cephalalgia, e
zuada nos euvidos; appareeem calmaras muilo
dolorosa^ nos brayoa, nos dedos, e aobreludo oas
barrigaa-lss pevnas, que se tornas duras e rali-
das coas madefo. As forcee sa prastadts a (al
ponto, aaa maltas doeotos alo se podem contar
*m p. O rosto exprime abetimecrto e extremo
soffriuiealo. A pella Se refra; a tace toraa-se
azulada a polpa dos dedos earagaeas a viotoeiaf;
pviociparaieniaaocaataroA dn uahas. Quaado se
beliscaa pelle, etra Wbsetva adobra daeampTea-
sao por algum tempe. O emmagrecimento ra-
[ido. As aecresses na tora es ou accidentis airo
suspensas, a secressao da atina suspendida e
carrejada de albmina,
a No auge deste periodo os membros e a face
sao completamente cyanoaados, e algumaa vezes
todo- o corpo ; os olhes sao aeccos e lernoa; a
cosoea como que m+rcha ; a pella tria e coberu
de suor viscoso de modo que spalpaodo-ae pa-
rece que ae toca oo nariz de um cao.
A liogua azulada e fra : a sede viva ; as
vmitos mais raros ; as digesses involuntarias,
sao muilaa vezes formadas par um liquido ver-
melho e felido; a vos extiocta ; o habito fri;
a dytpnea, e a oppressao excessiva; o pulso
impercepvel, dtfficil ruta porcebsr-se as
pancadas do coraco ; a circulado interrompi-
da ; pode-se corlar urna arteria sem que escorra
urna gotta do saogue.
a Nesle estado lodos os sentidos sao perdidos .
os doentes nio ouvem, sua vista turva, aseosi-
bilidsde abolida, nao obstante as faculdadea io-
tellectuaea persistem intactas; e raro haver de-
lirio.
a E' no mio dealas horriveis desordens que o
doeule suecumbe.
A marte chega ora lentamente ora de repen-
te como se de aubito fdrs interceptada a correte
da vida.
Terceiro periodo ou de reaccio.Quando o
doente nao uceumbe no periodo antecedente, a
molestia muta o cortejo de seos symptomas. O
fri desapparece pouco a pouco; o pulso toma-se
perceplivel, toma forca a volume, a sycuase di-
minue, e emmagrecimento desappaiece; a face
ae colora ; os olbos se injectam, a voz loma ener-
ga, a secressao urinaria ae reslabelece. O com-
pleto destes symptomas ctracterisa o periodo de
reaeco; do qual se v immedialameote succe-
der a couvalescencia, quando alguos accidentes
nao o perturba.
a Nem sempre a reac;o lo franca e tio be-
nigna. Em alguns doentes ella incompleta, ap-
parecendo de novo symptomas lgidos, que ma-
tara quasi todos os doentes; em oulros a reaego
se complica de accidentes typboides.
a Entao apparece a febre; a lingua lorna-ae
secca. spera, negra, os denles se encrestam de
fuliginosidades, a sJe excessiva, os dentea sao
atormentados por 8olucos continuos; cahem em
coma eem estado de aubdilirio; offerecem rigi-
dez, conlra(5es e sobresaltos de tendoes ; e as-
sim depois de 5, 6. 8 ou 10 dias sobrevem a mor-
te. Alguns se curam, porm o resiabelecimenlo
lento e diflkil.mo.
Em alguna casos, no periodo de reaccio reap-
parecem as evacuares e os vmitos alternando
com os solucos, dores cardiacas, aociedade ; em
outros ha congesles inflamacao especialmente
das meninges, do cerebro e dos pulmoes. Tet-
se visto tambero neste periodo apparecer diver-
sas erupcoes cutaoeaa; taes como sarampo, es-
carlatina certicaria etc., como bem pacotite ou
papeira e ecterice.
O cholera nem sempre segu a marcha, que
acabamos de descrever; tem-se observado elle
apparecer subtitlente pelos symptomas mais gra-
ves do segundo periodo; pelo que se llie lem cha-
mado fulminante.
E' horrivel a sceoa, que se presenceia n'um
vasto hospital de cholericos: os gemidos pelas
clicas, os gritos arrancados pelas caimbras, os
suores viscosos, a frieza marmrea, os arrancos
dos ltimos paroximos, os eufermeiros em frie-
gues, os sacerdotes cabeceira dos moribundos e
o medico as prescripedes, formam um quadro de
horrorisar. E' um espectculo hediondo, em que
o medico. inteltigente e consciencioso presta re-
levantes servicos.
Marcha, duraro e termioac.o.
< A marcha do cholera ordinariamente rpi-
da. Seus symptomaa tem urna maroha continua
raramente inlerrompida por melhoras passageiraa
sobreludo no periodo lgido.
a A apparigo Jas evacuares quasi sempre 0
primeiro sigoal, logo depois vem os symptomas
nervosos, as perturbarles da respirado e da cir-
culacSo que sao coosequentes.
A dura(o varia entre algumas horas a um
dia ou dous ; entretanto nao raro de prolongar
quatro, cinco, oito e dez dia--.
a A molestia se termina frequeolemenle pela
morle. Nao raro que depois de dissipados os
pnneipaes symptomas rujam durante um lempo
mais ou menos longos pheoomenos variavel, e
por vezes muito iocommodo. Ora sao pheoome-
nos nervosos com sgilago sonhos a noite, inso-
oia, preoecupacao sobre o eslsdo de sua saude;
outras vezes perturbarlo digestiva, diminuidlo de
appetite, constipado por vezes dores de esto-
mago, gastralgia etc.
Estes symptomas as retes persislem por mui-
to lempo.
Tem acootecido que os individuos se julgam
curados, conservando ligeiras perturbarles m-
testioaes, o eotregam-se as suas oC-Upages or-
dioarias sem reserva alguma ; e por isso lem um
segundo altaque.
t Nao faltara provas autheolicas da repetigo
do altaque de cholera ; por tanto nos parece sera
fundamento o'juizo emittido de que quem leve
urna vez o chqlera nio o teri mais.
c Diagnostico differeocial.
Os 8yroptomasdocholera-morbus-epidemico
sao lo caracterislicos, que fcilmente se o diag-
nostican] ; nao obstante as molestias com que
mais se pode confundir sao o cholera sporadico
e os envenenamentos violentos, porm a quali-
dade dus vmitos que sao um liquido lurvo e flo-
conoso, as digesses semelhante a agoa de arroz
ou de manipueira e a colorearlo azul da pelle
sao signaes, que a iodividuslisacao, e que o dis-
cernem destes outros soffrimeolos.
a PrognuStico.
O cholera-morbus-epidemico das affecr6es
mais graves; mesmo oos caaos em que ossymp-
lomas sao pouco violentos se deve receiar urna
terminaro funesta. E' no cometo das epide-
mias e das recrudescencias que esta terminaco
se deve maia receiar.
A gravidade grande sobreludo no curso do
periodo lgido : se ha profunda somnolencia com
immobilidade completa, se as digesles sao in-
voluntarias, o pulso imperceptivel, a pelle osen-
sivel a belisces se deve esperar urna norte pr-
xima. No periodo da reaegao que ae termina or-
dinariamente pela cura, a extrema violencia dos
symptomas annuncia a gravidade.
Tratamento.
O primeiro embarazo que se encontra quan-
do ae pretende expor o tratameoto do cholera-
murbus a escolba do melhor das innumeraveia
medicales, que se ha preconisado at esta data.
Cada qual esperando achar o remedio que melhor
conveohaem lio terrivel soffrimento, lem recor-
rido a difierentes substancias do reino mineral
vegetal e animal. A confusio ha sido o resulta-
do de semelhante procedimenlo. O que seria
conveniente saber-se era se um modo de trata-
meoto tem real superioridade aobre os outros.
a Os autores em seus juizos tem quasi sempre
desprezado comparar os resultados de suas me-
dicacoea com as medicaedea diversas seguidas
por outros; e os dados que foroecem sao grupos
de fados solados que nao ae prestam a um juizo
definitivo produzdo pela apreciaco compara-
tiva.
t O medico que quer fazer urna idea do valor
de tal ou qual tratamento ae acha embaracado
pela duvida.
c Vamos adiante ; e digamos alguma cousa das
multiplicadas medicacoes que tem sido pres-
crlptas.
Emissoes sanguneas. Entre outros Blu-
menthal, Cafarell, Pallat, Recamier. Kerckhove
e principalmente Broussais tem preconisado aa
sangras em todos os periodos do cholera. O
mesmo Broussais, Bonilland, Honor, Geudain e
Gravier flzeram applicafdea de aangue-sugas.
Qual lem aido a effleacidade deste meto f
< E' o que difficillmo affirmar ; entretanto
pode-ae assegurar que no periodo lgido nao ha
resallado felizes bem justificados.
< Excitantes internos.Entre os excitantes da-
dos interiormente achsm-se os alcoolteos ; o Sr.
Mingendie em Franca os precooisou na epide-
mia de 3t; e um grande numero de mdicos o
leo imitado.
do....)
riana. >
i.. .)
No periodo lgido dava o Sr. Mangendia ao
principio muitos copos departen 'acoo laoqaen-
te quinto o doeale podesse snpporlsr, depois no
correr do dia adminutravam a iotervallos appra-
ximados, rolheres de vioho quente com sgaos
aromticos, viaho de Malaga, ele. O vioho da
Malaga e ouiroa deste geoero foram prescriptos
por pulroaaiaticas. Na primeira eoidamia que
tivemos. bnsanao do viotio cenerMBi lal os
hospilaaa, que tatfac taeaase tres oaaaatro gar-
rafas por Cada doaafto dtoeiameote. j
Aapreparai;6es ansmoniacaea Wbem tem
sido proscriptas aa oaos largas. Jslsjrescripco
do Sr. Mageodie era assim formulada :
lofusao da maceWa.......... 4 g
*a Acetato deorjimoriTaco...... ^ e Assucar....................1 ^
O Sr. Audral faz entrar o ocetato do -am
maniaco na segointe por;ao :
Pocaogommosa.............. 4 oncas
c Acetato'de ammoolaco...... 1 oitava
Sulphato de quioioo........ 15 grios
a Ether sulfrico.............. 10 goltas
t Camphora................... 20 gr0s
< Baum recommenda o carbonato de amaso-
niaco oa dse de 5 a 8 graos.
< O Dr. Steffeu recommenda o ammoolaco cau-
tico; a o Dr. Strohmeyer o ammoniaco anisado
oa regainte formula:
< Licor ammoniacal anisado....
< Tintura eiherea de valeriana.
c Oleo de ortelaa pimeota
< Vinte goltas todas as horas.
c O Dr. Jaenichera tem empregado o clora li-
quido.
Os Drs. Breitenbucher, Raeser e Reider recom-
meodam a decocio de aroica.
c Tambem lem sido indicada.egabada a essen-
cia de orlelaa pimeota, o oleo de naphle e o
caf.
Qual o valor real de todos estes medica-
mentos ? E' o que nao se pode affirmar cora pro-
vea salisfactorias.
Antes pasmodicos.O subnilrato de bismu-
th prescripto por Bietle e pelo Dr. Lefrre os d-
se de 2 a 3 grioa lodaa aa horas; o almiscar
aconselhado pelo Dr. Liasen e Ewert contia os
pheoomenos nervosos; o castorio e tiotura de
valeriana, o espirito de pootas de veado, o olido
de zioco, o lourocereja e o elher ho sido orde-
nados por differenles autoridades.
Ateo acido prosaico nao ficou do lado.
Mas qual o seu valor sciealifico? Indi ha
duvida.
a Narctico.A melissa, a bella-dons, o fumo
e o acetato de morphina, oio duixario de tomar
parle no reunido combale, porm o opio mere-
ce especial misso.
< O opioj era empregado oa India, antes que
a epidemia tivesse plantado na Europa e tem si-
do prescripto sob di eferentes formas nos diversos
paizes accommettidoa.
a O extracto de opio ns dse de 3, 3 e 5 graos
e mesmo mais por dia tem sido administrado pela
boeca ; como por vezea a frequencia dos vmitos
impedem que sejsm conservado no estomago
mister recorrer a applicagio por meio dos clya-
teres : por este modo o Sr. Louis nao lera vaci-
lado levar a dse meia oitava de ludano e at
mesmo i urna oitava, quando as dijecces alvi-
nas e os vmitos sao iocessantes.
E' mister, diz o Sr. Valteix, ordenir urna
quantidade consideravel deste medicamento o'uma
afficfo tio violenta : um clyster de cosimeoto
de malva ou de linhac.a com urna gramma 30
goltas de ludano, deve ser applicado duis ou
ires vezes por dia, conforme a violencia dos
symptomas.
Alguos autores lera pensado que a aceta do
opio, em tio alta doze, sobre o systema nervoso
e o encephalo se augmeutando aos effeitos de
reaccio, compromelteria a vida do enfermo; em
resulla das observages do Sr. Louis, que estes
receios sao exagerados ; e o Sr. Valleio affirma,
que oestes casos a reaccao tem faltado na maior
parte dos casos de cura ; e que naquetlea em
que ella tem apparecido, nao maia violenta do
que quando oa excitantes e os sntepasmodicos
sem o opio tem aido applicado ; finalmente que
o numero dos morios nesta reaccio tem sido pou-
co consideravel.
ir Tooioos.Em urna i cqo, em que as tor-
gas sio lio abatidas, necesariamente os tnicos
tinham de ser lembrados : assim o cozimento de
quina e os clysterea ; o sulfato de quioiuo, tem
sido postos em uso. O Sr. Andral i elle se recor
reu ; Graefre e oulros muilos lem iosldo sobre
sua adoiinieiracao. A dse de 9,18, 24 e algu-
mas vezea al 36 graos ao lem prescripto qar
pela bocea qur pelo redro.
O Sr. Recamier laoca mo do sulfato do que-
oino 00 periodo da reacco.
O que diz a acieacia de positivo respeito
da medicacao doa tnicos ? Evidentemente oada.
Vomitivo e purgativo.Parece aingular, que
se leona lido a idea de administrar vomitivos e
purgativos o'uma effetQo, em que as dijecces
alvioas e os vmitos sao tio abundantes ; entre-
tanto alguns autores, entre os quaes Bguram os
Drs. Boe mies o tem fetto :o trtaro emilico, a ipeca-
cuanha, o sal amargo e o oleo de ricino lem sido
ordioario
< L' impossivel fazer-se urna idea da reaccao
dos vmitos e dos purgativos sobre a marcha da
molestia ; e nada prova que estes medicamentos
tenbam realmente a effleacidade que se tem que-
rido lhes altribuir.
Demais, para que se possa aconselhar urna
medicagio, que parece tao disparatada, e ra-
cioosl, mister ter um numero consideravel de
fados bem aoalysados, que provem sua efflea-
cidade.
Medicagio diversa.O carbonato de soda, o
bydro-chlorato de soda, o chloralo de potassa,
o sal de cosioha, e agua de cal, o nitrato de
prata e o oleo de cajeput, o chloroformico, o
sueco do limio, a noz- vmica, o oleo de petr-
leo, a iofusao de alho, o caonabis indica, ou o
haschisch, o can ao vegetal, a magnesia negra, a
agua de Luce, o vinagre, a pimeota do reino, a
t ntura, a scilla emim, nao tem havido produc-
ges vegelaes, mioeraes, e aoimaes na phsrma-
cis, que nao tenha sido applicada para combater
os effeitos de semelhante molestia.
W.a
(Contina.)
Escrevem-nos deGsranhuns em 9 do cor-
rente :
Salo-o, meu charo redactor I
a Por eutre as soras auspiciosas que perpss-
ssra sobre estas (mootanhaa vaporosas e tintas
de annil, ao despootar a aurora de 1862, mas de
enrolla com o pungente espinho da saudade do
pobre desterrado dessa patria Venera brasileira,
do meu dever enviara V. S. a pura e simples
expressio dos meus sinceros votos, pela prospe-
ridade da sua empreza o Diario de Pernambuco :
vida e gloria, pois, a esse artiflee poderoso do
nosso progresso I
Ha nove annos que teoho a honra de ser seu
correspondente nesta Ierra das palmtiras ; mas
ah I nesse decurso de lempo j estou enfastiado
de ouvir cantsr o aa&t, e sinlo que o mimoso e
alado habitante destes bosques j nio me cania
heml
< Ha pouco me felieitava ao noticiar-lhe que
passavam-se felizmente as testas do oatal, sem
que um s enme se houvesse commeltido em
toda esta comarca ; mas. nao se pode con-
fiar....
a No dia 30 de dezembro ultimo, no districto
de Papacsga, e no sitio Ladelro-Vermelba, foi
assassioado com Irea facadas Antonio Cordeiro do
Reg, recahiodo as suspeitas da autoria desse
crimeem Leocadio Lopes da Silva. O teoeote e
delegado de polica daquelle termo, Joaquim
Gardoso dos Saoios, lom empregado louvavel-
mente todos os esforcos para a captura do crimi-
noso, deveodo-se esperar que a consiga: instau-
ro u-se o competente proceaso.
< DeBuique Dada sabemos, seoao que all fal-
lecer o commaodaote Loiz de Araojo, honrado
fazeodeiro.
< No dia 1 do correte fra Daquelle termo
capturado pela policia o desertor do nooo bala-
Ihio de iafaotarla Pedro Mara.
< O delegado do termo, capitio Nolasco, em
desempenho de sua commisso, prosegue com
teoacidade em diligencias para a prisao doa cri-
minosos ; os prononciados pelos successos da
Aguas-Bellas, querelle pode prender, scham-se
recolhidos s pnses, eos que poderara fugir,
esto homlsiados fra do termo : mesmo em dis-
tricto extranho S sua jurisdiegao esse activo offi-
cial procura esteoder a sua sede policial, e ali-
menta bem fuodadas espersogas de poder em
breve levar a effeito a prisao ou eotriga dos cri-
minosos que andar ausentes.
c Naa freguezias de Gsranbuns e S. Beato nao
bs occorrido cousa alguma digna de meugio.
P.-S. Consta de noticias e da ama parte
officialdo subdelegado emezercicio de Correales
ao delegado deste termo, ter alli havido, em a
noite de 6, ama reuniio tumultuosa capitaneada
por captties, alteres e juizes de paz (diz a parte),
em qae ae deram nicas a liberaes e narras a
!Wns, pondo em alarma e consternado as
millas dorante toda a noite, que ae passoa em
bebedeiras e passeios, dirigindo-se insuporlaveis
insultos s autoridades. >
Honlem (17). pelas 7fcraa da saanhas,
aadodou o admioistrador da casada detencaoce-
larar no oratorio particular daaoila casa, urna
tasa pelo repouso eterno da alan do Sr. D. Pe-
dro V, sssistindoa esse acta a I gaos subditos por-
tosguezes alli recolhidos, e qae para esse Gm
foram convidados pelo saoocioaado adminis-
trador.
Todos os que assisliram a missa trajavam lato
pesado, inclusive o administrador e sua fa-
milia.
Remetiera-dos o segointe :
c Eslaodo recoohecido que o cholera se acha
declarado em diversos lugares desta provincia, e
devendo preveairmos de que, caso elle veoha
esta cidade, olo produza aquelles estragos que
em 1856 fez, quando tivemos de lutsr com elle ;
e sendo um dos meios mais importantes para isto
a limpeza das casas e ras, bem como a boa qua-
lidade doa gneros alimenticios, o que est na
vigilancia e inteira obrigago dos fiscaes, reco-
nhece-se que nao pode todava um fiscal vigiar
a sua freguezia pela forma desojada em conse-
queccia da exteosio deltas, principalmente aquel
las da Boa-Visla e S. Jos ; o que nao ignora a
illu3trissima cmara muoicipal.
Ora, convicios como estamos da solicitude e
desejo ardeole de que se acha possuida esta cor-
poragio de empregar toaos os meios a seu alcan-
ce para que esse terrivel flagelto nio produza os
seus estragos, vamos, senhor redactor, por meio
de sua Revista, qua nio pequeo aervigo tem
prestado, lembrar urna medida preventiva, que
vem a aerfazer entrar em exercicio os supplen-
tes de fiscaes da Boa-Visla e S. Joa, em cujas
freguezias, nos lugares mais retirados, nio se en-
colara a limpeza desejsda.
A medida que apresentamos incontestavel de
grande ulilidade ; e nio haver quem com razio
diga que o fiscal da Boa-Vista possa ter aquella
vigilancia precisa nos lugares Paasagem, Mangui-
to, Capunga, Afflictoa, Matarioeira, Salgadinho,
Ponte de Ucha, Santo Amaro e outros muitos,
e o de S. Jos at a ponte do Afogado. Nesse
lugares que mencionamos onde difficil a ios-
peccid dos fiscaes, se encontrara um sem nume-
ro de infraccoes, e pouco asseio oss ras, exis-
tiodo em algum delles lixo extraordinario e lixoa
em estado de putrefaccao ; porlanto parece-nos
conveniente que a illustriasima cmara muoici-
pal divida cada urna desias freguezias em doos
districtos que com este procedimenlo tar um
beneficio incontestavel aos moradores respectivos
recommeodando a esses fiscaes toda a vigilancia
no asseio das ras, e oos gneros alimenticios
que dahi nos pode sem a menor duvida resultar
nao pequeo mal ; assim como nos agougues
aonde ae vende carne em mo estado, j pela
qualidade della, j pela hora em que vendida,
porque dedicando de prego a certa hora do dia,
pelo seu estado, consumida pela populsgo.
a Anda nos parece conveniente que a illuslris-
aima cmara recommende aos fiscaes esse sem
numero de mendigos que adormecer pelas cal-
Cadas, para que, no caso que tenhamos de vero
cholera nesta cidade, os fagacooduzir aos bospi-
taes ao menor symptoma da epidemia, aflm de
nio amanhecerem morios naa ras, como leste-
munhamos por mais de urna vez em 1856.
Qaeira, aanhor redactor, dar publicagio em
sua bem conceituada Revista a estas linhaa do
seu constante leilor,
O morador de S. Jos.
Segunda-fera 20 do correte, informro-
nos, haver urna misaa com ladainha ooile, ao
mariyr S Sebastiao, aa matriz de Santo Antonio,
ficando a referida iutagem exposla veueracao
publica por alguns dias, aflm de que os fiis vio
implorar do mesmo aaolo arrede de sobre nos o
flagello que agoula algumaa localidades do inte-
rior da provincia.
Movimento da enfermara da casa de de-
teogio do dia 17 de Janeiro de 1862.
Tiveram baixa para a enfermarla :
Antonio Jos Mara, diarrha,
Justino Pereira Dantas, dem.
Juan Baplista Palquer, syphiles.
Antonio, escravo de Amonio Carlos Francisco da
Silva, maniaco.
Tiveram altada enfermara :
Manuel oa Hola Diniz.
Joio Francisco dos Santos.
Passagelro do palhabote brasileiro Lindo
Paquete, saludo para o Para :
Joo de Alroeida Gomes.
M0RTAL1DA0E DO DU 17 DO CORRENTE:
Escolstica Isabel do Espirito Sanio, Pernambu-
co, 14 annos. solieira, S. Jos, tubrculos pul-
monares.
Mooica Cathariaa de Siqueira, Pernambuco, 80
annos, viuva, Recife, letano.
Joao, Pernambuco, 2 annos, Recife, febre ly-
phoide.
Maria Francisca de Jess e Souza, Pernambuco,
49 annos, viuva, Recife, febre typhoide.
Antonio, frica, 45 annos, solleiro, escravo, Re-
cite, eocephalile.
Antonio Marlios Saldaoha, Pernambuco, 18 an-
nos, solteiro, Afogados, tetaoo.
Joaooa, Peroambuco, 22 aooos, solleira, escra-
va, Pogo da Panella, tubrculos.
Adelaide, Pernambuco, 18mezes, Santo Antonio,
convulses.
ra cholenco do hospital Pedro II.
3:
firma de Lourngo F. Guimarles & CComo re-
para dtatribair o pi da divina palavra I
qua tanto careciam dalle, por se achar qaast
dindo o registro da nomeicio d'administrador dos n^," E!?""5*" ? E*Y *\D~"' *.*
arm.zeus alf.ndegadoa ni. 15 e 17 do Forte do '""l.6. Iol>l> olvidados dos seas de-
Mallos.Como requer.
querem.
Oulro de Hanoel Jos Antunei Guimarles, pa-
Oulro da Joio Joa Rodrigues Mondes. Joio T0^"n.Ta'iiha.'dn^WTfia!! '
.ros Coelho da Silva, nadindn o reaiatro deseo I?,".* "D_,,*a.do a" J ^r,,0 i
w uo%. iiuuiipjucj ijvjwv, avav
Carlos Coelho da Silva, pediodo o registro de seu
cootrato sortal.U.ja vala aoSr. daaeaibargador
fiscal.
A presentada a ioformago doa Bacaaa da mora-
, loria de Claadio Dubeox, o tribuoal ateodou jun-
ta u or aMn.n ---'-------- 7"- J eos religiosas, coofundidos com o eslre
- r a------------- >s>uva aviva c laiui iuui
vista aoSr. dezembergador Useal, sendo ludeau-
toado.
Nada mais hoave.
CHRONiCA JUDICURIA.
Tribunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 16 DE JANEI-
BRO DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
F. A. DE SOUZA.
A s 10 horas da maohia, reunidos os Srs. de-
putsdos Reg, Lemos, Bastos e Silveira, o Sr.
presidente declarou abarla a sessao, seodo lida
e approrada as actas das duas ultimas.
ESPEDIENTE.
Foram preseoles os mappas dos armazens-de
deposito de Jos Marlios do Rio Jnior, Jobo
Baptisla de Medeiros e Manoei Antonio Ribeiro.
Tambem foi presente a colacao official dos pre-
gos correntes da praga, da ultima semana. Ar-
cbive-se.
DESPACHOS.
Um requerlmenlo de Theodoro Just, saxooio,
de23 annos de idade, domiciliado oesia cidade e
nella commerciante, visto pelo Sr. desembarga-
dor fiscal, pedindo ser admittido a matricula.
Como requer.
Oulro de Daniel Paneras Wild, suisso, de 30
annos de idade, domiciliado nesta cidade onde
commerciante, tambem visto, pedindo matricu-
lar-se.Como requer.
Outro de Joao Quirino de Agoilar, pedindo o
registro da oomeagio de aeu caixeiro Maooel Bap
tisla do Nasclmento, fleaodo sera effeito a que
fizera anteriormente de Luiz de Paula Lopes.
Registre se e annote-se a declaragio.
Oulro de Jos de Paiva Ferreira Jnior, e Joa-
quim Francisco da Cruz, pedindo o registro do
seu contrato social, soba firma de Paiva & Cruz,
e que ae declare exlincta a que liona aob a firma
de Jos de Paiva Ferreira Jnior & C, que fiodou
em 4 do correnle.Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Outro de Joio Baplista Fragoso e Igoacio Pe-
reira do Valle, pediodo o registro do aeu contrato
Como requerem.
Outro de Gutmares & Lima, qae tendo Anda-
do em 31 de dezembro do anno prximo passado
o lempo do seu cootrato, equerendo continuar
por mais um aooo com a mesma aociedade eaob
as mesrnas coodigdes, pedem que se mande fazer
ao registro as necessarias annolagdes.Paguem
0 sello da prorogaco da aociedade.
Outro de N. O. Bteber & C, que seteodo retira-
do da aociedade o socio Fraocisco Fuevsberd, e
subsistido o mesmo cootrato eutre os demais
Bocios, aob a mesma firma, pede que ae fagam as
oeceasarias annolagdes no registro do seu cootra-
to.Como requerem e publique-se.
Outro de Tasso Irmlos, pediodo o registro da
escriptura de hypotbeca que apresenlam.Re-
gistre-ss.
Outro de Joaqoim Ferreira de Araujo Goima-
ries, pedindo o registro da dissolajio de sua ao-
ciedade com Maooel Francisco de Azevado, soba
firma de Guimaraes Si Azevedo. Registre-se e
publique-se.
Oatro de Lourngo de Freitas Guimaraes e
Jos Laurentioo de Azevedo, pediodo o registro
do contrato da dissolugio de sua aociedade sob a
pro
Dial.
Districto de Taquaretioga do termo
do Limoeiro.
Aotooio Carlos, tendo assassioado a Miguel
escravo de Miguel Thomaz de Araujo, foi logd
capturado a diligenciaa do Sr. lente Jos Ao-
tooio Pestaa, delegado do termo, que o est
processando. *
Dia 17.
Termo de Papacaga.
O teoeote Joaquim Rodrigues de Souza, com-
msndanle do destacamento que segua para a vil-
la, espancou em camioho ao soldado do dito
destacamento Joaquim Lidrino dos Santos que
ficou gravemente offendido. Iostaurou-lhe pro-
cesso o Sr. Thomaz Theolooio de Albubuerque
villa-Nova, subdelegado de policia do respectivo
disinti. r
Dia 23.
Districto de Bezerros do termo de Bonito.
Antonio Thomaz de Aquino Lima assassioou
com um tiro dado de emboscada, a seu irmo Jo-
s Thomaz de Aquioo Lima, e evadio-se. O Sr
delegado de polica Vicente F. Padilba Calum-
by, fez corpo de delicio e insiaurou proceaso.
Da 24.
Termo de Papacaga.
Maooel Joro Fragozo assassiuou a Antonia Fi-
lsimos de Jess com ama puulialada. Foi preso
a djligeocias do Sr. delegado de polica Joauuim
Cardozo dos Santos, e est sendo prouessado.
Dia 24.
Districto do Recife.
Foi encontrado as praiaa do Forte do Mallos
ji em estado de putrefaegao, o cadver de um
homem branco. O Sr. anodelegado Jos Pedro
das Neves procedeu competente vistoria.
Dia 26.
Districto de Sanio Antonio do Recife.
O pardo Feliciano Bernardo Ferreira, atacado
de aeoago meolal, leoiou suicidar-se dando no
pescogo um golpe com urna faca de meaa. O Sr.
subdelegado Maaool Antonio de Jess procedeu A
vistoria.
Dia 26.
Dislriclo de S. Jos do Recife.
Os guardaa naciooaes Joo de Deus Eufrasio
msico do primeiro batalbo de fuzleiros, e Ma-
noei Joao da Cost do primeiro de rtilbaria, ten-
do -se aecommeitido i espada e asada feridos,
resistiram ordem de pnsio, que nao obstante
se efTectuou do respectivo subdelegado, o Sr. An-
tonio Nobre de Almeida. Poatos a diaposigio do
!r. Dr. juiz municipal da primeira vara para lhes
instaurar processo, foram depois sollos por or-
dem de Hsbas-corpus do superior tribunal ds
relsgao.
Dia 26.
Districto de Uoa do termo do Rio Formozo.
Joao Antonio, depois de ler tentado assasaiosr
ao proprietario do engenhoJundi de baixoe
no momento de evadir-se deu urna tacada em
Thom Arrueira, que o quiz prender. Instaurou-
se o competente processo.
Dia 28.
Districto dos Affogados do termo do Recife.'
Maooel Francisco da Paz tentou assassioar a
aeu proprio Albo Fraocisco daa Chagas. Fui pre-
so immediatamente pelo inapector do quarleirio
ordem do subdelegado respectivo, e se Ibe ios-
taurou processo.
Da ...
Districto de Baixa-Verde do termo de Flores.
Jos Facuodo assassioou a Raymuodo de tal,
e fui logo preso a alligeaciss do subdelegado res-
pectivo, o Sr. Aotooio Lopea de Siqueira, que
Ibe ioalaurou processo.
Secretaria de policia de Pernambuco, 7 de ia-
neiro de 1861.
O secretario,
Dr. Joaquim Jos de Campos.
veres religiosos e civis.
Um especlaaulo magesloso foi a qaa sa
... ,- ...-------, maia da CO
velas (caooae a jeageda) flucluavass eahaaaai-
radaa aobre *s aadas, e demaodavasa a aris j
apiahoada de aaatenarea da Oeis da ambas a
sexos, qaa, pretompendo em haraooicos csis-
eos religiosos, ceofuodidos com o estrepitosa rt-
iodisivel eooieetaeoio receber cas seas Biaaau
o vario apoatolieo. o qual pin oda a larra qaa
vinha santificar, dirigise loga ao palpita-casa
antecedencia preparado no centra de ama lapacs
sa latada.e ah em breve por em laquate praii-
ca, dessnvolveu o ihema Lasanu micas atsaa
dormit... mostrando bellameata qaa a pava da
freguezia profundamente dormecldo pelo pascada
devia acordar por forca da palavra de Baos, a
como Lzaro, resaascilar apezarda putrefaccio
do aeu cadver ; a concluiodo, marcoa di 7
de dezembro, vespera da Conceigao de Noeaaaa
ohora pora nel'e priacipiarem as sanias isabes,
que eram dedicadas d mesma Iasmaealada Vir-
gem, debaixo de cuja proiecgo esla asBrasi-
leiros.
Desde eolio comecanm surgir de todoe oa
ngulos desla pouca habitada fregoezis aartaa
familias, que, deixaodosuss habitgoes, privan-
do se de seos commodos e venceado eacsarosoa
camlohos, p roca rara m reunidas em camero da
6,000 pessuas, e por espago de 18 dias oaviresa
aa edificantes palavras do hornea qaa a varda-
deiro lypo, e modelo daa virludea chrisUas.
Poucos dias depois da ter eado principio aa
radigas evanglicas, o iottigaval capucbaba ac-
cedendo aos meas rdanles deaejaa, a da ladea
aquelles qoe immerecidameote me loraa coarta-
dos para guia-loa oa qualidade de pastor inleiro,
prope-ie com afn i edificjco de um cemila-
rio. collocado nos fundos ds capella.
Esta obra, slidamente construida da podra a
cal, lem 130 palmos de comprimilo. 65 da lar-
gura e 8 de altura, dando-lhe entrada aa ale-
gante portio de madeira, a cujas portadas sio
de cantara, e admiravel diser-se qae ama
obra com taes proporges, cincluio-se ea nito
das, e sement gastou-ae a quantia da 480f os
quaes foram volunta menle offertados pelos
fiis para a compra dos lijlos, madeiras, ferra-
gens, e pagamento de operarios, qae por serem
pobres nio podism trabalhsr aeapre gratuit-
mente. Tudo o mais porm, foi trabalbo do rico,
e do pobre, que nio ae eaquivaram, a antea gas-
tosamente carregavim, e n.inistravam oa aat-
riaea precisos para a prompt conaecugio do Ira
Iho, depois do qual se fez a religiosa ceraaaaia
da beogao, como prescreve o ritual roaaaa
precedendo ao acto urna tocante, e anloga pra-
Agora paasarel a enumerar com a exactidaa
possivel os fruclos espirituaes, qoe colheu a fre-
guezia de Maranguape, submergida em raoraes
vicios, e infelizmente entregue so pagaoitm*.
nao lhe ralendo achar-se lio perto do foco da ci-
viiisagio, e limitar al com a freguezia mi, aca-
thedral da dioeeae, e d'nnde pariera as sabias or-
dena de um prelado virtuoso, para o bem espiri-
tual de seu caro rebaobo I
Durante as misses 0erara-se 249 baptisados.
quasi todos de adultos de 4 i 30 annos. sendo
destes 3 de individuos casados, rojos sacramen-
tos foram logodepois revalidados III
Celebraram-ae 68 casamentos, seodo a maior
parle de pessoas concubiosdas, e reeeberaaa a
santa commuohio 1,356 Deis de ambos os sexos.
Cumpre-me em lio solemne occasiio cordial-
meo le agradecer aos Rvms.Srs. Fortunato David
Amador de Oliveira, e Jos Leitio da Coala Ma-
chado, meus amigos eirmios sacerdotes reaidea-
c les nesta par. cha, a grande cooperagio qae aa
_ deram na admioistragio de lodos oa sacraaeotos
. portando-se com a maior dediragio, a candada*
e nio eaqoecerei tambem o Rvm. Sr. vigario da
ilha de Itamaraci, que podendo furtr-se por al-
gunsdias ao aervigo de sua freguezia, veio i esta
preslsr-se de bom grado.
Farei especial meo^o do mui digno subdele-
gado deste districto o Illm. Sr. inijor Carlea
Martina d'Almeida pela sua coadjuvacio, moa
trando se sommamente activo e deligente ao
da polica, e como particular a oada
Repartico da policia.
Crimea efaetos notaveis oceorridos
em difierentes poatos da provin-
cia, durante o mez de novembro
de 18G1.
Dis 1.
Districto de Muribeca do termo do Recife.
Pelo respectivo subdelegado, o Sr. alleres Jos
Antonio de Albuquerque, foi preso Mano 1 Jos
do Nascimeolo por ler commeliido o c ime de
graves offeosas pbyaicaa, de que se lhe insiaurou
o competente processo,
Dia 3.
Districto da Boa-Vista do lermo do Recife.
Marlinho Jos, andando i caga desfecbou ca-
sualmente um tiro em seu irmio menor e nome
Joaquim, que morreu logo. Marlinho ipreaeo-
tou-se immediatameole ao respectivo delegado
de polica, capitio Jos Cbrispiniano. Rodrigues
Coelho Brandio, que o fez recolher pria io, pro-
cedeu a corpo de delicio e proaeguio oos i aais ter-
mos da forraago da culpa.
Da 8 |
Dialriclo dos Aftogadua do termo do Recife.
O capnio Jos Francisco Carneiro M inleiro,
aubdelegado de policia do dialriclo, fez p endera
Henrique Jos Maria por ler commeltido o crime
de tentativa de morle.
Dia 8.
Districto de Flores do termo do Recife.
Foi assaaaioado no logarEncrusilhadafo por-
tugus Maooel Rapozo de Lima, sendo indigna-
dos como autores do crime a mulher do lassassi-
nado Aona Carolina de Medeiros e Francisco Gor-
ma de Alhayde, e cmplices Laurenlino Queru-
bino Ferreira Paz e Rufino Pereira da Silva, os
quaea esli sendo processados. O Sr. tedente co-
ronel Pedro Pessoa de Siqueira Campos! delega-
do de polica do termo, effectuou logo i a prisao
da mulher do aesaasioado, e a do compllice Rufi-
no ; e o inspector do quarteirio doa Affogados do
termo de Iogazeua conseguio capturar o cmpli-
ce Laureatino.
Da 10.
Termo de Ollnda.
O individuo conhecido por Joao Pandeiro foi
assassioado por Silvestre de tal, que foi logo pre-
so por ordem do Sr. leoente coronel Mooel Ao-
tooio dos Passos e Silva, delegado de policia do
termo. Insiaurou-se o competente processo.
Dia 13.
Districto da Boa-Vista do termo do Recife.
Iocendiou-se e ficou completamente destruida
a pequea casa de Joo Nepomuceno Belcbior,
sita na ra da Conquista. Acudiram lego ao lu-
gar, ao primeiro signal de fogo, os Srs. bachareia
Amaro Joaquim Fonseca de Albuquerque, dele-
gado da capital, Manoei Gentil da Coala Alves,
subdelegado da Capunga, e Rufino Augusto de
Almeida, secretario da policia.
Da 16.
Districto de S. Jos do lermo de Iogazeira.
Antonio Marques Ferreira surrou brbaramen-
te a sua propria mulher e a um filho menor. Foi
preso o delnqueme pelo Sr. inspector de quar-
teirao do lugarAmboi ordem do Sr. lente
Francisco de Paula de Souza Malagueta, delega
do oe policia, o qual instaurou logo o compeleu
te processo.
Dia 16.
Districto da villa do Brejo da Madre de Deus.
Os guardas oacionaes Manoei Ferreira da Silva
e Amonio Ferreira da Silva deixaram evadir-ae
o preso Jos Florentino Alvos, que fazia na oc-
caaio o servigo da fachina da caJeia. Foram pre-
sos pelo Sr. teoeote corooel Caetano de Oliveira ~r- ~" .
Mello, delegado de polica, qoe Ibes insiaurou em 8emSO da polica, e como particular a oada sa
seguida o competente processo. poupando, dando al urna abultada esmola para
hia 1a a mnsfrurriin Ia pan.iia.iA n. ___
Gommunicados.
a coostruccio do cemiterio. Devsas sabir sobra
Sr. Maooel Igoacio dos PrszeresTorras, aera-
dor oa Conceigao, aa beagioe do todaa aa pveaeaa
que gozarm dos extraordinarios beneficios espi-
rituaes provenientes da missio, pois esle horneas
nulrindo era soa pura alma ideas de religiosida-
de, foi quem promoveu a viuda do isaiooaro
indo convdalo anda quando evangeliaava a
Pilar de ltamarac, e dando bom tratamento aos
padres, e juntamente mim, que em sua casa
nos hospedamos.
Sio tambem merecedores de elogios todos os
habitantes era geral da freguezia, reos e pobres,
pela maneira nimiamente christia porque sem-
pre se houveram nos diaa de aaolifleagao, e prin-
cipalmente depois que ouviram do alto da ca-
deira evanglica explicado, em liogoagem clara e
sublime, o grande preceilo Dihgiie ioimicoe
vestros...De repente urna visivel modanca se
o pero u em todos que depondo os velhos odio, e
inimisades se abragavam fraleroalmenla. dndo-
se recprocos sculos de paz em sigoal de since-
ra recoociliagao.
Fioalmeule o dia 25 de dezembro em que a
Santa Igreja celebra com grande jubilo o nasci-
menio do Mesaiaa, foi tambem o escolhido pela
freguezia de Maranguape para a fesla de sua re-
generagio. Depois de ler o zeloso apostlo ce-
lebrado as tres missas proprias do dia laogoa a
bengao apostlica ao innumeravel concurto de
povo que o cercava, e fazeodo orna saodosa a
tocante despedida deixoo a todos mergulhados
em profundo e armagurado pranlo.
Na mesma marinea do dia de natal caberlo da
bengios, e bemdilo de todos retiroo-se o Rva.
missionario, acompanhado de muilos eavalleiros
e pedestres que o cooduziam ao logar de sea
destino, onde o deixaram saodoaos.
Hoje nio se pode pronunciar o nome do Rva.
Fr. Sebastiao, sem que urna lagrima de saudade
nio orvalhe a face daquelle a quem tanto caii-
varam suas doceis e affaveis maoeiras.
Queiram, Senhores redactores, dsr puolicidsde
i esta noticia pelo que lhes seri grato o
Padre Joaquim de Aragao Elba.
PubliciQoes a pedid o.
AS SANTAS MISSES NA FREGUEZIA DE MA
RANGAPE.
Um mimo do eo nos foi enviado pelo Omni
ptenle no dia 5 de dezembro do anno prximo
Ando, nesse dia de verdadeiro jubilo religioso Fi
para os habitantes da freguezia da Maraogoape ; '
aporlou na Conceigao dos Milagrea da mencio-
nada freguezia o ineanaavel apeallo, o enviado
de Dos, e seu zeloso ministro o Rva. frei Se-
bastiao da Mellia, que depoia da looga ausencia
de 18 aanos, de boto apparece no mesmo lugar
Illm. amigo, compradre e confiado Sr. Maooel
Firmiuo.Pasmado 13 de Janeiro da 1802.Oa
mais doenies esli eacapos, Aogioha mesmo,
que inda anffre de ama diarrha, oio me d
cuidado, porque a estou tratando com purgantes
de sal de Klaober, assucar e limio, e Onda a
obra e durante anda a diarrha com macolla a
elixir paregorico : pretendo anda boje i ooito
dar-lhe outro purgante.
O cholera nio assustador para quem alteada
com tempo aos symptomas e os combata da
principio : nio se esquega das tigellss o'agua
com s*l bem carregado para combater oa vmi-
tos e diarrha, e basta 3 ou 4 tigellas de asi -
seguiodo-se depois o purgante de sal da glan-
ber se Oca smente a diarrha.
Se o mal principia pela diarrha deve-ae loco
dar purgante de sal de glanber, a aegoe-aa a
macella eic. etc.
Se os symptomas sio resfriamento, naososs
borboriguras, ou qualquer deslas indlspeaiceea*
basta lomar macella com sal a genebra a Safar
o doente para Iranapirar. A dieta a basa da
tudo com os medicamentos que lhe dito : o satis
pertence a Deus, e pepois della so medica h-
bil e prudente.
Cuidado com o mea filho : elle qaa aa abs-
tenha de comidas indisgestas e de toda frucia,
e que guarde o leilo apenas sentir qaalqaar
indisposiqao.
Nao teoham cuidado comoosco ; oestes 5 a
dias, logo que seotir os meus doeotee robastos
farei viagem.
Tenho recebido doa meas collegas da Igaa-
rass, do aubdelegado a do medico ea pratico, a
prealimoso Sr. Munii, toda a sorte de alteagdas
e suas visitas, e nada me falta. A de as.
Seu cuchado, compadre e amigo obrigado
/ose' Bandsira de Mtllo.
Illm. amigo e Sr. compadre e euahade Miassl
rmioo. Pasmado 13 de jaaeiro da
Cooliouam as melhoras de caaa : Asalarias
breve eolrar em coovalescenca, porqaa t-f__
rha acaba de ceder cea macella a o eMiir pa-
regorico.
Teoho sido bem sttendido pelss Hilaridades
de Iguaran: agora mesmo o Sr. dslasade o


OiAUO M WWHMWJCQ ~ ADO ) M
Him
sabdelegado acabara da me honrar con sua vl-
iu.
Nao podendo officiar ao Bxm. presidente da
provincia aobre miobM melhoraa e (obre o
bom agasatbo daa aateridedee d Iguarass, Ihe
rogo que mostr a carta que Ihe dirig hoje por
intermedio do subdelegado ao Kxm. presidente.
E' um favor humaoidade lamben publicar mi-
nbi carta na Diario, pelos conselhos mdicos
que Ihe dou sobre o tratameoto do chotera, con
o qaat salvei miaba familia, sendo esse trata-
meato que apreodi em Garanhuos na cabeeeira
dos doeotes. Lembre-sa que urda rez disse ao
governo em parte offlcisl, que o cholera se ca-
fara com $al, pimenla* limao.
Publique pata, a mioha caita, j Adeus.
Seu cunhado, compadre e amigo obrigado
Josi Bandeira de Mello.
COUflMltCIO.
nemttaaMto o da t a 16.
do dia 17.
Hoflmento da ni
?lames entrados com faseada
ora genero;
191 4611853
3.906*866
195:370*719
Velames sabidos
c
eom fazooda
com genero
mdesjra-
5
11
Baria) di
-Heariq
16
saceos com 4,506
a o Barre, oarre-
Desearragam hoje 18 de Janeiro.
Brigae ioglezNautelusmercadorias.
Barca francezaColignyidea.
Brigue diaarBarquezSuzana farioha.
Brigue hespaoholNoto Martincharque.
Brigue brasileiro-Beberibecharque.
Brigue hespsnholDou de Japeiroidem.
Barca ioglezaIsabella Redeljjbacalbo.
' Brigue beasileiroOhodamercadorias,
Exportar.
Brigue ioglez Cretcent, pan Lirerpool, carre-
jaran :
James Crabtree Si C\ 900
arrobas de assucar.
Brigue francs Palutro, pa
fiaran :
Tisset freres 523 coaros salgados com 16,335
libras.
Barca ingleza Cotmopolitejp para Lirerpool ,
carregarara :
Tiura Amorim & Filho, 1(
robas e 5 libras de algodo.
Barca iogleza Sarn, para)
garam :
Viura Amoriro&Filhos, 4
arrobas e 25 libras de algod
Brigae chileno Meleor, p
carregarom :
Amorim Irmos, 300 ba
bs e 30 libras de assucar.
Becebedorla de rendas Internas
cernea ala faranannnro.
Rendimento do dia 1 a 16. 13:6378178
dem do dia 17 .... _2^4^
13:760*588
saceos com 515 ar-
Lirerpool, carre-
saccos com 2,209
ra o Rio da Prala,
as com 8,158 arro-
Consnlado prt vil
Rendimento do da 1 a 16.
dem do dia 17. .
lnl.
. 57:817*713
: 1.87|319
59:475*032
MTiaento do porto.
Navios enlradot fio dia 17.
Haranho pelo Cear8 dia e do ultimo porto,
4, vapor americano Tereeira, de 331 tonelta-
das, commaadaote rVederico Reimes, equipa-
gem 20, em lastro ; e Scudt
llha da Assurapco12 dia!
queza Aeolut, de 150 to
Roes, equipagem 9, em 1 airo ;
doulac.
Swansea41 dias, barca frat ceza Itard, de 336
tonelladas, esptteo By. e uipogem 14, carga
carro de pedra ; a N. iieber & C.

i
00
X
2S
S ^' I Farhtnktit.
en
en io en lo
8 f3 en | Centgrado.
Wusoa & C.
i escuna dioamar-
elladas, capito J.
a Rothe Bi-
ts. Baria de Hau. Jos Ribairo da Soasa
Ponte.nUrlqua ni Bearreaeia Rohan. Dr.
Claudio Laiz da Costa.Tnomaz Goaaa dos Saa-
tos.-.F. S. Dias da Hotta.
O IIIm. Sr. inspector da thesaararia provio-
cial, em camprimeola da resoluto 4a jaota da
faicnda, manda faser publico, que a eueaaetacao
da renda dos predios do patrimonio dos orphos
foi traosferida para o dia 16 do corrente.
E para constar se maadou afflxar o presente e /" p"
publicar pelo ario. *
Secretaria da iheeouraria provincial da Por-
oambuco, 4 de Janeiro de 1862. O secretario,
Antonio F. da Aununciago.
A cmara municipal desta cidade publica
para conhecimento de aeus municipes o offlcio
abaizo transcripto, que recebeu do Exm. presi-
dente da proriocia, e pede-lhes que attendeodo
a recommeodac&o feila por S. Ezc, tratem de
empregar todoa os seos etforcos na cultura do
tabaco, riato como, rceiando-se que da actual
guerra civil us Estados-Unidos q America do
Norte, resalte grande diminuirlo na sua pro-
dcelo.
Esfera a mesma cmara que oso deixaro to-
das os sgricoltores desle municipio de concorrer
para o desenvolvimenta de urna planta que trara
sena duvida grandes vantagens para aqaelles que
te empregarem em cullira-la.
Paco da caera municipal do Recife em sesso
ordinaria de 21 de dezembro de 1861.Laiz
Francisco de Barros Reg, presidente.Francis-
co Canuto da Boa-Viagem, offleial-maior servio-
do de secretario.
Quaria seccao.Palacio do governo de Per-
os mbuco 12 de dezembro de 1861.Sendo con-
sideravel o consumo do tabaco em todos os pon-
tos do globo, e receiando-se, que da actual guer-
ra civil nos Estados-Unidos da Amarice do Nor-
te, e do abandono em que a cuitara deaso ge-
nero tem cabido na Ailemanha resulte grande
dimiouico na sua produegao ; em cumprimenlo
das ordena imperises, recommendo esmara mu-
nicipal do Recife, que envide todos os sepa es-
forgos, para que os lavradores aeus municipes
se compenetren) da conveniencia de se entrega-
rem com maior eficacia e ioteresse ao cultivo
daquella planta que sem duvida compensar em
ionumeras rantagens os sacriOcios que fuerera.
Por esta oecasiao declaro A mesma cmara, qua
a aociedade Auxiliadora da Industria Nacional se
acha incumbida de diligenciar a obteogo de s-
menles das melhures especies de tabaco, para
serem destribuidas pelos agricultores que as so-
licitaren).A. M. Nunes Gongalve.
2* seceso.Secretaria do governo de Peroam-
buco 13 de Janeiro de 1862.
Pela secretaris do governo se faz pnbiico 'aos
Srs. Eduardo Daniel Caralcsnti Vellez de Guire-
ra, Francisco Pereira da Costa, Antonio Gomes
Cordeiro de Helio, Joo Valeriano Pessoa de La-
cerda, Agoslinho Ferreira da Silva, Jos Se-
rapio Bezerra de Helio, Jos Cezar de Mello
Falco, Jos Antonio Pestaa, Joaquim Googalrea
de Faria, Hanoel de Souza Barbosa, Jos dos
SantosSilva Medeiros Juoior e Haooel Jos Pa-
checo, que achando se competentemente informa-
das as suas petices.bsjam de solicita-las na mes-
ma repartigao para pagar o respectivo porte, aflm
de seguirem seu deslinos.
O Illm. Sr inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para conhecimento
dos iotdressados o art. 48 da lei proviocial o.
510 de 18 de juoho do correle aono.
Art. 48. E' permiltido pagar-se a meia siza
dos escraros comprados em qualquer tempo an-
terior a dala da presente lei independente de re-
validarlo e multa, urna voz que os devedores
actuaes deste imposto, o agam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o zerem ficaro
sujeitos a revalidado e multa em dobro. sendo
um terco pera o denunciante. A thesouraria fa-
r anouociar por edita I nes primeiro 10 dias de
cada mez a presente disposigo.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulbo de 1861.
O aecretario,
A. F. da Astumpco.
Marca letreiro.1 pente con 12 limas
para ferreiro, peaando 23 9, valar da
libra 400 ra......................7.... 9*200
Sem marca.2 praoehdee de pinna, va-
lor arbitrado de ambos 4............ 49000
Harca letreiro.2 atados 3 duzias de
pa eom cabos, pesando 74 si, valor
da* JOOrs........................... 14J800
dem idem.J feixea de folbaa de lou-
ro, pesando 80 valor da rca diamanta.1 arril razio, valor
1*666.................................. 1*666
Harca M,1 dita coa cerveja arruiaa-
da, valor do casco 1*666 rs.......... 1
Harca B0.1 cana saixa com obra
impreasas brochadas, pesando 14 <8,
valor da 1*......................... 14*000
dem idem.1 duzia de lepie pretos
para escrever, pesiado 2 oocas, valor
dalibraSg.............. 521
dem idem.2embrulhoi de papel bol-
landa, pesando 3 libras, valor da *
300 rs............ 900
Harca R.1 caita vazia, valer arbitra-
do 200 rs.......... 200
Marca S.% ditas com flor de macella,
peaando bruto 90 quido 81 <5, valor da % 400 rs. 32*400
Marca JSS.2 calzas vazias, valor ar-
bitrado de ambas 320 rs. : 320
Marea OMJ.40 barris com cimento pe-
so bruto 9600 <8, tara 10 0/0, liquido
270 Harca diamanta C.8 caixas razias, va-
lor de todas 800 rs. ; 800
Armazem n. 10.
Harca diamante GBP.1 caixa com 4
tiras de caass estimpada, de 34 a 36
polegadas, tres v (4), valor da vara
500 rs. .... |.....1*500
Marca FSS.1 dita com 4 boioes com
tinta prela para escrever, pesando 13
libras, valor da 100 rs.....1S300
Marca diamante MGHS.1 dita eom
100 feixes para davinas, valor de 1
360............ 36*000
Marca FCB i dita com 12 machados,
peso liquido 43 Harca letreiro.1 dita com 12 livros
de msica encadernados, petando 2
1/2 libras, valor da dem dem.1 retrato de familia e um
quadro com estampa, valor arbitrado
8*000 rs ;......8*000
Harca VA&F.1 dita com 2 latas com
chocolate em pao, pesando naa mes-
mas 65 Armazem o. 11.
dem idem.=8 rodetes de ferro, valor
arbitrado 16$000........
16*000
1^86*825
| Int ntidad*.
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Francex.
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r-
o

A noite clara, vento ENE regular que abooan-
0u ao amaohecer.
OSCILAglO DA HAR.
Preamar as 6 h. 30' da maiiha, altura6, p.
Baixs-mar as 0 b. 42' da tarde, alora 1,2 o.
Observatorio do arsenal de marinha, 17 de Ja-
neiro de 1862.
ROHANO STEPFtK,
1* lente.
Histrico Braeileiro, a
ci de Aadrade e Silva,
igno de seus preciosos
historia eseiiptas em
sttdo brasileira, e que
CUURA ML.MCIPVL DO RECIEE.
A cmara municipal do Recife teodo recebido
do Instituto Histrico Brasileiro o offlcio que
abaixo vai transcripto, coavida a todos os aeus
municipes para que coocojram para a realisacao
dessa obra de tanta hoora! para o Brasil, subs-
creveodo na secretara da mesma cmara asquan-
tias de que quiterem dislpr, nao podendo ser
menos de 1*000, nem man de 10*000.
Certa do patriotismo que caractensa todos oa
Peroambucaoos, a cmara municipal do Recife
espera que se prestarao de boa vontade reaii-
s.'cao deste graodioso firo.
Paco da cmara municipal do Recife, em ses-
so de 28 de oulubro de 1 861. Luis Praocisco
de Barros Reg, presideoli Francisco Canuto d
Boa-Viagem, official-maior servinJo de secre-
tario.
Illms. Srs.O Instituto
que presta S. H. o Imperador a sus inmediata
proiecf&o, resolveu que as levaotasse nesta crie
ama estatua a Jos Bonita;
e se erigisse um tmulo
despojos; sao paginas da
bronze e marmore pela gi
deven) traosmittir posteridade ai tradifes glo-
riosas que se ligam a um dos grandes vultos na-
cionaes, e um dos priraeirus colloboradores da
oossa independencia.
Us abaizo astignados, membros da commisso
a que o Instituto Hittorilo ineumbiu lio nobre
misso, accordaram reconrer ao auxilio de todaa
as camaraa muoicipaea da imperio para que pro-
movam subscripgoes populares ntreos seus mu-
nicipes. visto cumo o monumento deve ser feto
a expeosas do povo.
' A commissao deaejsndd qulodosos Brati-
leiros pottam cuncorrer para lo patritico mo-
numento, quaeaquer que tejam as suas furldna
fixou o mnimo e o mximo das quaotias entre
1* e 10*
Devendo a ettstus ser loaogorada no dia 13 de
Junho de 1863, centesimo anniversarlo natalicio
de Jos Booifacio de And ade e Silva, a commis-
aao espera que VV. SS. se dignem de coadjeva-
la em lio louvavel emuenbo, activando e apres-
aando a subscripto, cuj > resultado ser publi-
cado as folbaa dlariaa d >sta capital.
tteui g0!l! Vv- SS'-Riode Janeiro. 18 de
agosto de 1861.Utas. Srs. presidentes e veres-
dores de cmara municipal da ci la le do R-cife
da provincia de Peroambuco.Buzebio de Quei-
roz Coutioho Mattoso Cmara.Joaquim Nurber-
lo de Souza Silva.Juio Manuel Pereira da Sil-
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo de resoluto da junta da
azeoda, manda fazer publico, que a arrematado
das obras do calcameoto da ra do imperador e
Campo das Princezas, e da coberta do edificio des-
uado para o Gymnasio Provincial, ficou trns-
enla para o da 23 do correte. ,
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
U.uib.fta. Q ftp jj,nn.A do UGfift- A flf.follro, jL.
F. da Annuocia^ao.
Pela inspergao da alfandega se faz publico, que
no dis 20 do correle, depois do meio dia, se bao
de arrematar em hasta publica porta da mes-
ma repartirlo, de conformidade com o disposto
no art. 302 do regulamento de 19 de setembro
de 1860, livre de direitos ao arrematante aa
mercadorias abaixo descriplas j aonunciadas,
por edital de 30 oias datado de 11 de norembro
do aooo prximo Gndo, a saber:
Armazem n. 1.
Marca JBGA.1 caixa eom 2 vldros
com ac de 2/8 de espessura, com
1334 polegadss (4} de superficie. Va-
lor da pol. (4), 13 rts................ 14*742
dem HM.2 canas com 2 pedras tu-
mulares (seodouma quebrada). Valor
arbitrado de arabas 10*.............. 10*000
Armazem o. 4.
Harca letreiro.1 pote, alias boio de
barro com soda caustica, peso bruto
10 libras, tara 30 0/0, liquido 7 lib.
Valor da libra 300 rs.................. SglOO
Armazem o. 5.
Harca letreiro.1 embrnlho com 1 co-
bertor de lia pesando 13 libras, ralor
da libra 781 rs........................ 2*343
dem idem.1 dito eom 10 pegas de ca-
darco de seda, peso liquido 3 *S. Va-
lor da dem idem.1 dito com 54 livros bro-
chados, pesando 40 <3, ralor da %
1*000 ................................ 40*000
dem tdem.1 dito com um caderno de
msica, pesando 1 dem idero.1 caixa com um retrato
com moldura dourada, ralor arbitra-
do 5 J0OO.............................. 53000
Marca HD4C 1 dita com 80 % p nacional em mo estado, ralor ar-
bitrado da Hsrra letreiro.1 caixa coro 42 livros
brochado, peso liquido 23 "3, ralor
ds|.............................. 23*000
dem idem.2 ditas com 24 enfeiles de
flores de panno para cabeca, pesando
36 ooQas, valor da onra {5.......... 36*000
dem idem.15 pares dp mirrsfas (ca-
bello humano] p*o liquido meia li-
bra ralor da <3 25*.................. 12*500
dem idem.1 gamella de madeira pe-
sando 2 (J, valor da ($ 1*200........ 2*400
Harca AT.1 caixa com 66 grvalas de
seda simples, peso liquido 3 libras,
ralor da 20J...................... 60*000
dem idem.1 cexia com louga d. 3,
pegando liquido 10 200 rs................................ 2J000
Idemsonu o. 2 pesando 7 <3, ralor da
134 rs................................ 938
Marca letreiro. 1 caixa -rom 6 relogios
de ouro, valor de 1 100*000.......... 600*000
dem idem.1 sacco cum 3 obras im-
pressas encaderosdas, petando 3 li-
bras, valor da dem idem. Letras impreasas pesando
2. ralor oa dem idem.Aoretupes, pesando 4 %,
vslor da Armazem n. 8.
Harca ASCunha.I pacota, duaa obras
impreasas eoca>iernadaa, peaando5 9,
valor da <3 1*500..................... 7J500
Marca B travetaao 60 caoaatras com
alboa, peaando 78 , valor da 6p 1*. 78*000
Arroaaem n. 9.
Marca ARH.1 caixa com um aacco
com feijio, peso liquido 2 (j>, valor
da 9 1*..............................
dem iiteoi.1 purgi de oozea a rauel,
petando 34 valor da (j) 3*200... 2*400
dem idem.I lata eom talp oet, valor
da 300 ra.......................... 9J000
Harca T6.1 eaita com 3 m*sos de
relias de eioarinaa, pesando I ralor da 600 ra..................... 900
Sem marca.1 dita eom 36 frateoa de
mo-taMs em p, peso bruto eru fraa-
cot30<8, tara 26 por canto, liquido
34 ralor da 66................ 6*384
dem ideas.1 dita cm pxe da alca-
trao, pesando 22 9. valor da (S 2*.. 1*443
Alfandega de Pernambuco, 9 de Janeiro de
1862.O inspector, Beoto Jos Fernandos Barros.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimeuto da resolucao da junta
da fazenda, manda fazer publico que do dia 30
do corrente ae ha de arrematar a quem mais der
o imposto de 10 0|0 sobre a renda dos terrenos
oceupados com o planto do capim do municipio
do Recife, araliado annualmenle em 4:1209.
A arrematarlo ser feita por tempo de 33 me-
zes, a contar do 1.* de outubro de 1861 a 30 de
junho de 1864.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tarlo, comparecam oa sala das segses da refe-
rida junta no dia cima mencionado, pelo meio
dia, e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 11 de Janeiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciacio.
Pela inspeccao da alfandega se faz publico,
que no da 18 do corrente mez, a porta da mesma
reparticio, e depois do mesmo dia hao de arre-
matar, aendo a arrematarlo livra de direitos, 46
caixas enm ceblas da marca B > F com 4,094
libras, rinte qustro ditas da marca B A C com
2,136 ditas, dezenore ditas da marca H T com
1.691 ditas, ou 247 arrobas e 17 libras 1,000
ris a arroba, segundo a tarifa, total 2178531
ria; quairo ditas da marca S U L, pesaodo
liquido onze arrobas, viudas de Lisboa pelo bri-
gue portuguez Soberano, entrado oeste porto do
da 3 do andante, e abandonadas aos direitos por
Thomaz de Aquino Fonseca Juoior, e Tasso 4
Irmos.
Quarta seceo da aliandega de Pernambuco, 15
de Janeiro de 1862.-1 escriturario.
1" escriturario. .
f;-..u jos de Ohveira.
Deeiara^ett.
Conselho de compras navaes.
Teodo-sede contratar, aob as condir;des do es-
tillo, o fornecimento dea objectoa abaixo decla-
rados : convida o conselho aos preteodeotes a
apresentarem suas propostas em cartas (echadas
no dia 21 do corrente mez at as 11 horas da ma-1 Recite, 9 de j oeiro de 1862
30 ditos de dito dito, quadrade- de 5i.
12 arrobas de reo de ferro de t lJ2tplegada.
Quem quizer vender taes ebjeetoa apresante as
aaaa proposita em arta fechada ai aeaiaaaria do
eooselho as 10 horsada nuohia do dia 33 do
correle mez.
Sala daasessoes do cooaelhe administrativa
para foroecirneuto do arsenal de guerra. 15 de
janelro de 1862.
Btnto Joti Lumen/10 Lina,
Coronel presidente.
Alexandrt Auguito de Fras Villar,
Hajor rogal secretario interino.
Por esta subdelegada se faz publico que ae
acha recomido a casa de detencao o preto Joo,
que foi preso pela patrulha rondante i 10 horas
da noile, por aaspeito de estar fgido, o qual de-
clarou ser escraro de Joo Ganes morador em
Csleode, quem se julgar eom direito comprela
que Ihe ser entregue. Afogsdos 15 de Janeiro
de 1863.O subdelegado, Jos Busrque Lisboa.
Consulado provincial
Pela mesa do consulado provincial ae declara
que no dia 2 de Janeiro corrente ae principiou a
cootaros 30 dias uteis marcados psrs a cobraoca
a bocea do cofre do primeiro semestre do son
flnanceiro vigente de 1861 a 1862 do imposto de
20 por cento do consumo de agurdente das fre-
gueztas desta cidade, Afogados, S. Loureoco,
Ssoto Amaro de Jaboato, Varzea e Murtbeca e
que ficam comprehendidos na multa determina-
da no art. 50 da lei provincial d. 316, todos os
contribuintet que pagaren depois de fiados ditos
30 dias.
Hesa do consulado proviocial de Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. H. F. Pereira da Silva.
Consulado provincial.
Pela meaa do consulado provincial se faz pu-
blico que os 30 das uteis marcados para a co-
branza a bocea do cofre dos impostos de 4 por
cento sobre os estabelecimeotos de fora da cida-
de, prensas de algodo, typogrsphias, cocheiras,
cavallaricas de aluguel, boteia, boleqirios, casas
de pasto e fabricas, de 8 por cento sobre os con-
sultorios mdicos cirurgicos, csrtorios e escri-
torios, de 12 por cenlo sobre os eslabelecimentea
de commercio em grosso e a retalho, armazeos
de recolher, de deposito e trapiches, de 50 por
cento sobre casas de modas, de bilhar e lojaa
que venderem chapeos e roupa feita estrangei-
ra, de 1:000* sobre casas baocarias, commissao
e privilegios, deOOJ sobre casabancadas com
emisso e sem privilegios, de 300* sobre casas
baocarias sem emissie, compaabies anooymas e
agencias, de 200*sobre casas de cambio, de 500 rs
por lonchada das alvareogas e canoas emprega-
das no trauco da carga e descarga, de 30* por
escravo em pregado no serrico das mesmas alva-
reoaas, de 100* sobre eorrelores commerciaes,
de 50* sobre corretores de escraros, e finalmen-
te o imposto sobre carros de aluguel e particu-
lares de 2 e 4 rodas, carrosas, rebiculoa de con-
dueso e mnibus se principiara, a contar do dia
16 de Janeiro correte.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. M. F. Pereira da Silra.
Pela subdelegada de policia da Capuug se
faz publico, que se achs recolhido caaa de de-
tencao um preto que diz chamar-se Joao, e ser
escraro de Antonio Temporal, morador oa ra da
Palma, o qual fora preso por sutpeita de estar
fgido ; quem ae julgar com direito ao mesmo
escraro, comparece nesta subdelegada, que pro-
raudo o seu dominio Ihe ser entregue.
O subdelegado suppleote,
Maooel Gentil da Coala Aires.
Compaiihiade ca vallara.
Nao leudo apparecido hoje licitantes ao forne-
cimento do rancho eforragena, na forma doa an-
nuncios publicados por este Diario nos dias 4 e
7 do correle, a excepeo do Sr. Antonio or-
berto de Souza Lealdade, que offereceu o forne-
cimeoto de ditas forragens por nm preco mais
alto do que o marcado pela thesouraria de fazen-
da : de novo o capito commaodaote espaca
para o dia 13 do corrente a concurrencia dos li-
citantes s 10 horas, na secretaria desta compa-
ohia.
Quartel do Campo das Princezas, 9 de Janeiro
de 1862.
M. Porfirio de Castro Araojo, capito com man-
dante.
Santa casa de Misericor-
dia do Recife.
O Illm. Sr. lenente-corooel Justino Pereira de
Parias, thesoureiro esmoler interino da santa ca-
sa de misericordia do Recife, manda fazer publi-
co que no dia 20 do correle, pelas 10 horas da
maoha, faz pagamento dat respectivas meosa-
li'lades vencidas at dezembro ultimo aa amas
que comparecerem aeompaubadas daa crianzas.
Secretaria da santa casa de misericordia do
*' Rio de Janeiro
veleiro e bem conhecido brigae nacional
iDamao pretende aeguir com muita brevidade,
tem parte desea osrregameoto prompto ; para o
resto que Ihe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luis de Olireira Azeredo 4 C,
00 seu escriptorio ra da Cruz n. 1,
Rio de Janeiro
Pretende seguir com malta brevidade o patacho
nadooal Capuana, tem parte de seu carrega-
meoto prompto : para o resto que Ihe falta, tra-
ta-te com os seus consignatarios Azevedo & Heo-
des, seu no escriptorio rus da Cruz n. I.
C01PANBIA rEWUMBlICAU
DE
Navegado cosleira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do Asu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor lguarau, commandante Viaona,
aahir para oa portoa do norte de sua escala at
a Granja no dia 20 do corrente mez s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 18 ao meio dia. Eq-
commendsa, passageirose dinheiro a frete at o
diada sahidads 2 horas: escriptorio no Forte
do Maltoa n. 1.
Para a Baha segu o palhabote Santo Amaro,
para alguma pouca carga que Ibe falta trata-ae
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na roa da Hadre de Deus o. 12.
Lines.
Avisos diTcwos.
Grande hrboratorro de la-
vagem.
IlPodem mandar bascar a roapa lavada aa
oa nmeros abati declaradas : aa asa
271. 288. 158, 195, *7f, 9*3, 22,
Sfs>.

Leilo
A 20 do corrente.
Ralkmann Irmos faro leilo por.interreDco
do ageote Olireira, de grande sortimento de fa-
zendas de seda, l, linho e de algodo, sendo
muitas inglezss e todas as mais proprias do
mercado:
Segunda feira 20
do corrente, s 10 horss da maoha, em seu ar-
mazem da ra da Cruz do Recife.
LEILO
Segunda-feira 20 do corrente
O agente Pinto far leilo com aulorisaco do
Illm. Sr. iosoector da alfandega, em presenca
do cnsul americano e por conta e risco de
quem perteocer de dous botes, duss velas, 4 re-
mos, 2 lemes, 2 agulhaa oe marear e 2 ancore-
tas, objeclos salvados da barca americana R. II.
Gamble capito John Powell, as 11 horas do
da cima mencionado do trapiche da alfaodega.
Nesta mesma oecasiao
veoder tambem em presenca do cnsul de S
H. Britsonica um bote com velas e remos, duas
agulhas de marear, duas espadas e um lampeao,
objeclos salvados da galera iogleza Glantanner.
LEILO
DE
AGiTAiMft wmm
O_o>v do Doataa
me l monro.
Para a preparac dos edica-
mentes h orneo palhicas.
Os medicamentos preparadot por etla Bsacktaa
sio os nicos, eom que se podem cootar do ea-
ratlvo das molestias perigoaas. E como aeia *
CHOLERA MORBUS ama d'aqueUaa que sal
admittem deloogaa e experiencias, cum pro pro-
ferir esses medicamentos a oulroa quaeaquer, aa
quizerem tirar da homeopithia oa vanlaiosea'ra-
sultadoa que ella astegura.
Acham-se a venda carteiraa e meita carteiras
especiaes contra o cholera, compaobada dos
competentes instruceoe, pelos precos con beca-
dos, na pharmacia etpecial homeopeuhica, raa
de Santo Amaro (Hundo Novo) o. 6.
N. B. Os homens de bom teoso recooheces
certamente que sendo o Dr. Sabino a lole para.
dondeemanou a bomeopathia em Pemambaco
e em todo o norte, etla o uoiea immediaU-
mente ioteressado no seu crdito e no seu pro-
greaao, e por conseguiote lo tmente oello
que se podo encontrar aramias, quar aaa n
cao applicaco da acleocia no curativo daai
lettias, quer em relaco preparacao dea
dicaroeolos.
Na pharmacia do Ur. Sabino trabalham
tanlemeote debaixo de anas vistas ii
oa lempos ordinarios, dous em pregado (i
braaileiro e outro fraoces quem paga orde
dos rantajosos), oa quaeaso ajudados par
tres ou cinco pessoas, quando o eerrieo esigr.
os destillaco do espirito de rioho e d'agoa, no
manejo das machinas, na desecaco doa glbu-
los, ni diatribuicao daa dilol^dea etc., etc.
E" evidente que para o Dr. Sabino ezereer
homeopatbia, como geralmeole a exercem, a
preparar medicamentos como por ahi preparan,
nem eram precisas tantas deepesae eom o pea-
soal, com machinas e com a obteusio daa saha-
tanciaa as mais puraa possireia, o nem tanta vi-
gilancia e trabalho na prparcao dos aoedica-
mentot ; mas elle nao te contenta com o bem.
que j tem feilo, dando homeopatbia a ooaa-
laridade de que goza: elle quer eleva-la oa
maior grao de perfeigo dando aos seos remedio*
s maior infallibilidade possivel em seoa effeitos.
O Dr. Sabino nao aspira somente os gozos aso
teriaes da vida ; elle se detvaoece em ler oos li-
vros estrangeiros que a sua propaganda em Per-
nambuco foi Ido brilhante que-nao tem aa Eu-
ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, lomo 4.\ pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOHEO-
PATHlA, por Granter, pagina 102); mas a sua
ambigo muilo maia elevada olla ae dirige a
legar aa geraces futoraa um oome eatimavel
pela graridade e importancia doa aeue aerricoo,
pela sinceridade de suas convicedes, e pela fir-
meza do seu carcter. E' por iasn, o para iaaa
que elle trabalha ; e trabalha mullo...
O Dr. Sabino procara e desoja a estima dos
homens sensatos; aos zoilos deixa elle a liber-
dadp de mnrdg |.. a > vnni<1
nha, em quoisao lera lugar.
Para os navios.
200 naralhas de marinheiro 60 magos de
obrea, 20 pegas de linba de barca, e 32 pegas de
merlim e linha alcatroada.
Para os navios e arsenal.
30 lirros em braoco pautados, de 50 folhas,
100 coroques, 2,000 libras de tinta branca de zin-
co, e 20 arrobas de almagro.
Para o arsenal.
20 brotas de caiar, 20 milheiros de pregos cai-
braes, 2 leogoes de ferro de 1|2 pollegada de
grosso, 4 ps e 8 pollegadas de largura, 4 arro-
bas de pregos fraocezes, sonidos, 20 arrobas de
pregos de ferro, de costado, de 5 pollegadas e
3,C(X) ps de pinho de riga.
Secretaria do eooselho de compraa navaes em
Pernambuco 16 de Janeiro de 1862.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Correio.
Pela admiaistraco do correio desta cidade se
faz publico que a mala que deve conduzir o va-
por americano aTerceiro com dettiao ao Riofde
Janeiro, ser fechada hoje (18) as 3 horas da tarde
em ponto. Seguram-u cartas at as 2 horas.
Desde o dia 15 do corrente at 15 da fere-
reiro prximo rindouro, esto abenas as matri-
culas na secretaria do gymnasio. Recife 14 de
Janeiro de 186i.O aecretario, A. A. Cabral.
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Escriro.
BAILE
CASSIW) POPULAR
NO
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbadw, 18 do corrate.
lltiino antes do carnaval.
O bsileanounciado pora o dia 11 do corrente,
ter lugarindubitavelmente no dia 18do corren-
te, com teda a pompa e brilhaotismo.
Ser tnamida a boa ordem e harmona e obser-
vadas as dHposices do regulamento approrado
pela autoridade competente.
Entrada para damas, gratis ;* para cavalhelros,
2S000.
Alisos maritimosT
MOV
Para
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director do
arsenal de guerra se faz publico, que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860, se tem de mandar manufacturar o
aeguinie :
160, sobrecasseos de panno verde.
175, caigas de dito panno.
360, frdelas de brm.
501, calgaa de brim.
501, camisas de algodosioho.
501, pares de polainas de panno preto. segu por estes dias o veleiro brigue Cruzeiro
Quem quizer arrematar o fabrico de ditos do Sul : para a pouca carga que Ihe falta, e ea-
artigos, no praso de 20 dias, compsrega na sala eraros, trata-se com os consignatarios Antones,
da directora do mesmo arsenal, pelas 11 horas Guimares 4 C, no largo da Atsemblv n 15.
da manha do dia 20 do correla mez, com aua Sabe impretenvelmeole no dia 21 do cor-
propotla em que declare o menor prego, e qual jreole para o Aracaty o hitte nacional Iovenci-
Rio de Janeiro,
el, recebe alguma carga e paasageiros; quem
uizer carregar ou Ir de passagem, dirija-se a
ordo do refer lo hiale junto ao trapiche do al-
pdo ; a tratar com Jos Joaquim Airea da
Upa*
aeu fiador.
Araenal de guerra de Pernambuco 20 de Janeiro
de 1862.O amanuense,
Joo Ricardo da Silra.
Conselho administrativo.
O eooselho administrativo para fornecimento
do araenal de guerra tem de comprar oa objectos
seguioles :
Para o 10'batalho de infantera de linha.
Scaldeiras de ferro para 100 pregas.
4 eolherea de ferro.
7 eochada.
4 etpu madeira.
4 artos de ferro..
3 pa de ferro.
13 raaos de limpeza.
20 cordes para canudos de inferiores.
Para a fortaleza de Itamaraci.
1 mastro para biodeira.
t baodeira grande de Q le t.
3 ps de ferro.
t remo de governo psra canoa.
Para o hoapital militar.
50 cobertores ou mantas da la.
24 camisas de meis.
Para pro ?i me oto dos armazeos do arsenal de
guerra.
90 resmas de papel almago de primeira sorte.
20 ditas de dito dito pautado de primeira sorte.
20 asaeaoe de ebreias.
IS grotas de peona a aeo de bea qualidade.
20 quioUes de ferro legra* em barra de 1 lri po-Umorim ^ Pilho,"a ra da Crx a. 45, para
legadas. tratar.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir eom
uita brevidade, tem parle de seu csrregameoto
bordo : para o reto que Ihe falta, trata se
nm ot seus coosignsttrios Antonio Luis do Oii-
eira Azevedo dr. C, no seu escriptorio raa da
\rut o. 1.
*ara o Rio de Ja-
neiro.
Seguir eom teda a brevidade para o porto in-
jdcado. o veleiro o bem conhecido brigue a?a-
tantador : aa peoaoaa que nelle quizerem car-
regar poderlo diriglr-ae ao escriptorio da viuvs
Segunda-feira 20 do corrente.
Costa Carvalho autorisado por urna pessoa que
se retira para fora da provincia far leilo de to-
dos os seus movis que se acharad patentes no
acto do leilo, devendo o mesmo leilo ter lu
gar do 1 andar do sobrado da ra daa Cruzas nu
mero II.
LEILO
DA
oja de lout^a de barro e
mais objectos para li-
quidaco
Terga-feira 21 do corrente.
Maooel de Menezes tendo de reUrar-se desta
provioeia a tratar de aua saude ven#er em lei-
lo feito pelo agente Pettana, sua loja de louea
em a qual tem os objeclos seguioles: alquida-
res de barro e vidradoa de diversas qualidade,
agadeiras. apparelhoa de metal, b.ildes de pao
para compras de caaa, balaioa, brinnuedos para
meninos de diversas qualidadas, cjaoecaa, cbi-
cras e pires, copos da Babia, diloa Ida provincia,
cocos de flandres. quarlinhas, resfriaderas, es-
covas para lavar caaas, ditaa para jvarrer, ditas
de piaaaaba, ditaa de palba, frigidelras, jarras de
differentea tsmanhos e qualidades, garrafas de
vidro, muriaRues, quarlinhas e monos outros
objeclos que seria impossivel aqu enumerar, o
que ludo se achara patele aos compradores e
ser vendido sem reserva pelo maior prego of-
ferecido : terga-feira 21 do corrente pelas 10
hora da manha oa ra da Cadeia, do Recife o...
onde o metmo eslabelecimento.
DA
Armacao e dividas da taberna
sita na ra Imperial n. 193.
Em um oa mais lates.
SEM Rr-SKKVA DEJPREgO,
Segunda-feira 2Q do corrente
as 12 Zioras do dia.
O agente Guimares por conla e risco de quem
perteocer vender em leilo a excellente arma-
gao com gaz e mais perieores.ie tambem as di-
vidas constante da relajo que se acha em poder
do referido agente.
E bem
Gabinete Portuguez de
Leilura.
A directora scientiQca a todos os Srs.
associadns, que, lendo tido lugar hont-m
as exequiaa mandadas celebrsr em oome
detta assocugo cor alma do S. M. P. o Sr.
D. Pedro V na igreja de N. S. da Conceicio
dos Militares, harer anda nos dias 16, 17
e 18 do correle tres missas diarias no
mesmo templo das 7 as 9 horas da manha,
sendo no primeiro dia por alma do Sr. O.
Pedro V, no segundo por alma do Sr. in-
fante D. Fernando, e no terceiro por alma
do Sr. infante D. Joo ; e rogam a todos os
Srs. sssociados e mais pessoas que quize-
rem comparecer a eatea actos religioso*
par* orarem pelo eterno repooto dos au-
gustos tinados. O templo conservar-se ha
tambem aberto por alguna dias das 6 horas
da tarde as 8 da noite O Gabinete conti-
nuar a estar fechado nos tres menciona-
dos dias.
Secretaria do Gabioete Portugus de Lei-
lura em Pernambuco 15 de Janeiro de 1862.
Joaquim Gerardo de Baalos,
^__ 1 secretario.
LlCOcS

de liogua nacional, latim, ioglez e francas, era
caass particulares, sendo as licoes de i*glei o
fraocez pelo metboJo de Ollendorff, methoeo pe-
lo qual ensioam-ae hoje as liuguas oa Europa;
os verdade o uoico que em pouco tempo poda
ensinar eom perfeico a fallar, escrever o tradu-
cir uma liogua estraogeira : na ra da matriz da
Boa-Vista n.34.
assim
urna por<,o de fumo em foihajde primeira
lidade e reato de molhadoa.
que-
Transferencia do leilo
DI

Madapolo, chitas etc.. em um
ou mais lotes.
Terca feira 21 do corrate.
SEM BESEhVa DE PREQO.
O ageote Guimares nao hiveado affecluada o
leilo annunciado para o dia 16 do correte iem
traati.rido para o dio cima pelas 11 hroe, ees
o aeu armaaea aa raudo Imperador a. 37. Coa-
vida da aovo aeo Sra. paee do familia a a lados
qaa ma a ocoaomia para comararejaooo fit a%r
cento de "
J FEKREIttrV MLLKLA
RETRATISTA
Da.
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa alo Cabug n. t, 1.
entrada pela pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por anelaioolypo, tm-
bre panno encerado, aobre talco, especiaes para
pulceiraa, alBnelea ou casaolelos. Na ateasaa
cata eziate um completo e abundante tortimelo
do artefactos fraocezes o americanos para a ees-
locaco dos retratos. Ha tambem para aate *-
mo lim cassolelas e delicados allioelea de oora
de lei; retratos em photngraphia daa principase
persooagena da Europa ; atereoaeopoe e vista
atereoacnpiraa, assim como vidros para ambcotypa
e cbimicas photogrsphicss.
Madama viuva Lecomte
Tem a honra de participar ao publico, e parti-
cular meo te aos smigos e fregueses do seo Osada
marido, que ella continua por asa coala o da
seus fllhos menores com o negocio doi
conhecido e afamado eslabelecimento, situado :
ra da Imperatris a. 7, que acha-ae coi
mente surtido de perfumaras de qaalidades ai
periores, e especiaos, rindas directamente i
Paris, asaim como mullos e variados obyecto i
phantasia.de goslo e de ultima moda, prepai
para presenlear nesta occaaio de prozin
das testas. Os consumidores de levas de Jouria.
sebaro aempre aorlimentoa fresco, regularmen-
te chegadoa, pelos vapores inglete* e frat
Ella continua a receber encommeodas de qas
quer obras de cabellereiro para amboa oa
asquaes serlo ezecuiadaa com lode a perfeico a
promatido. e obro ludo par P'eeee rasooroa.
A sala de cortar cabello* eaiar oborto aoa aoaaa-
res fregueses, das 7 horas da manha Is f da
ooiie ; o preco do corte do esbollo, sem friea
meato Asado a 660 rs., corle de caballo o ba-
samento IjfOOO rs.
Madama viuva Lecomte, teodo concUido a ia-
reotsrio das fszeodaa e maia beaa de aaa eeeol.
est resolvida, para dar prompla extraes a mai-
leaariigoa, de vende-los i dinheiro, maia boraaa
do que do costume.
Ella coola com a cootlouaco do coocurao data
oaateroaoa fregueses da aaa oaUaolaeiaaaaia. a
desde j declara, que far todas ea eeforcoaj
leroar-ee cada vea avait mera cadera da i
ca de iodos,
Ofl-roce-sa orne aaaa para
(asar maiaalaua, Mrica ; M CU da
14,


* '!
Ama
Precisa-se da orna
re.-ee eiptiva) para
rtar
captiva Ipxefe-
10 alterno de
sogi, mal que
4Fga-ie bem, i
loja D.ll.
m
^9
S 5#co.
OaVjraociote^oi
tES9tm
Ptjer procurado'
ra di caa de aua reaiaatci*,
Imperador n. R7, segundo ib- dj
#WfT^ra o exercicio de aua proflsso.

Sociedade bancaria.
Amoriro, Fragoso, Siotos 4 C.sacam e tomam
laques sobre a pra?a de Lisboa.
Guimares Luz
en consequencia de eitarem ira liquidarlo do
fiado, oulra fez rogam a todos os saos devedore
em geral que teobam a boodade de rir ou man-
daren] pagar aeus dbitos al o flm do mez de
jaoeiro prximo futuro; aquelle que anim o nao
flzerem laoham paciencia, que suas contas serio
entregue! no principio de fevereiro ao procura-
dor para aerea cobradas judicralmente. Recife
33 de dezeasRas *o 1861

Memorias
da viagem de SS. MVI. II.
s provincias do norte.
Os seohores que subioreveram para a impres-
sao das Memorias da Viagem de SS. UH. II. s
provincias do norte, quairam mandar receber o
primeiro volume na hvraria ni. 6 e 8 da praga
da Independencia, mandando levar o importe os
que anda nao o tiverem pago.
Aluga se
o armazem o. SS da ra do Imperador: a tratar
na ra do Creipo n. 17.
O Sr. Joao Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparecer nesta typographia
que se lhe precisa fallar.
Mudanza
Firmo Candido da Silveifa Jnior tendo muda-
do a saa loja de miudezas que tinha na ra da
Cideia do Recife n. 49, pata a ruaDireita n. 64,
participa aoi seda reguezes e ao publico, que vai
Tender todas as fazendas antigs por metade de
asu *alor, afim de liquidar dita loja.
Precisa-se lugar uo preto, daodo-se
sustento, e paga-se mensal ou
servido desta lypographia :] na
da prsca da Independencia).
semanal, para o
livraria ns. 6 e 8
Consultorio
Medico- cijrurgico
3Roa da Gloria casa do fundao3
Exislem medicamentos hotoeopalhicoa os maii
bem preparados e de toda a eficacia, sempre re-
covados, pela muito grande extracco e procura
3ue temdevido isso ao MXIMO CRDITO
e que gozam em todas ai provincias do Brasil.
Contiona-se a vender pelos precos do costu-
me e achar-se-ha as carteiras especiaes para o
tratamento do cholera-morbus, com os seus com-
petentes folhetos e separadamente os preserva-
tivos em tinturas e glbulos, conforme quizerem.
O crdito de que gotam estes remedios e a
preferencia com que sao procurados, pela certe-
za de seas effeilos e pela inallerabidade dos
glbulos, dispensam de quaeiqoer recommen-
dacdes.
que bom e est provado, lleva comsigo as
recommendaQes.
O Dr. FrftderiCo Sehutz,
mudou seu consultorio medi-
co-cirurgico, para ja ra da
Imperatriz n. 30, onde da
consultas todos os das das 7
s 10 horas da mannaa.
ESPECIALIDAD
Molestias des olhos.
dospulm'
secretos.
da pelle.
Recados a escripto.
Aauga-se um armazem na ra
um
a tratar no pateo de
do caes de
S. Pedro cu-
Apollo n. 7
mero 6.
Ns padaria do Chora-menino se dir quem
precisa de um bom amassador.
criada portugueza que
; na ra do Queimado
Precisase de urna
saiba coser e engommar
numero 12.
DUWOWfBSiMICO. mmmm U DI 2taO DI 1N,
.:>,****

!'
raa
Rio
Pan as roncKa| de/'^^ambuco, Paral
* GrtKde do Nor|(|)pirtti.Alagoas, a sa
Folhinha de porta, contendo o kfondrio. pocas geraes, nacionaes, das
de gall^, tabefti de salvas, notictis planetarias, eclipses, partidas
de correioj, audiencias, e resumo de cbronologia, a res .160
thinha de algibeira e variedade, a qual conten todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos chefes dos
principales estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das carta*, partida dos paquetes brasileiros eeuro-
peus, tabella dos impRtos geraes, provinciaes. e municipaes, re-
glamentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigos sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
.prognostico do fim do mundo, collecao de remedios, a re'is. 320
Dita religiosa, contendo todas s materias das de porta, e mais tebellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquete brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais orcoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a' re'is........520
Dita com almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias/
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
ceril, judciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
,!-! -I, a. !___"_ ___
trial, desta provincia, a re'is.
IjO 00
Com os Srs. Henrique da Fonseca
Coutinho, Jos Florencio de Olivera e
Silva, Lucio Alves de Oliveira e Silva,
Carlos Augusto da C. Ribeiro,e Manoel
Jernimo de Albuquerque, precisa-se
fallar na ra do Crespo, loja n. 20, B.
O Dr. Carolioo francisco de Lima San-
0 tos, mudoa-ss da ra das Cruzes para a %
A do Imperador, sobrado n. 17, em frente aj
0 da igreja de S.fFraocisco, onde contioua #
t no exercicio de sna profisio de medico A

Advocacia.
O advogado A. R. de Torres Baodeira tem o
sea escriptorio na casa de sua residencia na ra
do Imperador o. 37, segundo andar, entrada a
direita ; e ah pode ser procurado para o exerci-
cio de sua proflsso. Est prompto para encar-
regar-ie de qualquer defeza e para tratar de
questoes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maior solicitude no desem-
penho de suas obrigaces.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra
da Senzala Velba n. 48 : a tratar na loja do
mesmo.
Precisa se de orna ama s para cozinhar e
engommar, sendo para cozinhar com perfeigio,
nao se olhaodo a prego : a tratar ni loja da ra
do Queimado n. 46.
Quem liver um moleque para alugar, de
12 a 15 anoos, e que sirva para o servido domes-
tico de urna pequea familia, dirija-se a ra da
Cruzn. 45, armazem.
- Aranaga, Hijo & Q. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Gabinete medico cirurgico.j
Ra das Flores n. 37.
S) Serio dadasconssltas medlcas-cirurgi-i
cas pelo Dr. Eatevio Gavalcanti de Albu- i
aj querque das 6 as 10 horas da manhia, ac- i
SJ cudindo aos chamados com a maior bre- i
vidade possivel. (
1' Partos. |
aj 2.* Molestias de pelle.
gg 3.* dem do olhos. ,
9 4.* dem dos orgos genitaes. (
g Praticaritoda equalquer operaeo em ,
sj seu gabinete ou em casa dos doantes con- ,
am forme lhes fdr maii conveniente.
Precisa-se
Pede-se ao Sr. Haximiano Frapoiaee Pe'ixo
to Duarte que dirija-se so hotel da ra do Impe-
rador n. 16, a fallar com a dona do mesmo.
Aluga-se a casa terrea sita na ra do Am-
piro em Olinda n. 43 ; a tratar em Santo Anto-
nio, ra da Paz, outr'ora do Cano n. 9. Na mes-
ma casa precisa-se alugar ama preta escrava de
jdade media.
Publicages do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
TilESOIRO IIOMEOPATHirO
OU
YABE-MECl'MDO IIOMFOPATIIA.
(Segunda edicc^o consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina lio-
meopalhico
PELO CR.
SABINO 0 L. PINHO.
Cootinuam as assignaturas para estas obras a
25&000 em brochura al fevereiro.
Ra de Santo Amaro (Hundo Novo) n. 6.
Precisa-se alugar urna preta es-
crava, que saiba azer o servico de urna
casa de pequea iamilia: na ra do
Pilar n. 123, segundo andar.
Previno a quem convier que nao
mando por pessoa alguma pedir ou
comprar cousa alguma para mim ou
para minha familia e por isso s me
responsabiliso pelo que eu fr pessoal-
mente comprar.
Francisco Vicente dos Santos.
Gaixeiro.
Offerece-se nm mogo habilitado para exercer
a proflsso de caixelro em qualquer casa de ne-
gocio ; a tratar na loja de chapeos de Maia Ir-
isaos no arco de Santo Antonio.
Preciaa-se de 1:8008 a premio sobre hypo-
theca em bena de raiz ; quem pretender dirja-
se a travessa di ra das Cruzes. liberna n. 12
ou i roa do Queimado, loja da boa (ama.
Precisa-ie oe um negro fiel e que nio aeja
fcebedor para todo M/ieo, paga-se bem ou por
semana oa por maz : dirlja-i* m hotel ingUx.
alugar urna escrava para ensaboar e engommar
em casa de pequea familia, paga-se bem : a
tratar na ra dos Guararapes em Fora de Portas
numero 30.
Precisa-se de urna ama preferindo-se es-
crava no paleo do Terco n. 26.
Coame Jos dos Santos Callado saca aobre
da pra;a da Babia.
O bacharel A. R. de Torres Baodeira, pro-
fesor de geographia e historia antiga no Gym-
naaio desta provincia, continua a ensinar os pre-
paratorios seguiotes:
Lingua franceza ;
Lingua ingleza ;
Geographia e historia ;
Philosoft)!a;
Rhetorlca e potica.
Para maisaommodldade dos aluorsKts que se
quizerem habilitar para exames no mez de mar-
go futuro, tem resolvido nao.somante abrir cur-
ios especiis de qualquer das disciplinas indica-
das, mais* aiodi prestar-se a dar licdes em sepa-
rado, mediante um ajuste razoavel.
Est prompto para lecciooar em qualquer col-
legio ou casa de educa;o, bem como em casas
particulares. ._.
Pode ser procurado em sua residencia, na ra '
do Imperador n. 37, segundo andar, entrada I
direita.
Uma'pajBjoa'casada e habilitada para ensi-
nar primeiraa letras, piano e msica, etc., offere-
ce-se para eosinar em qualquer parte fora desta
cidade : na ra de Horas n. 27.
Na travessa da la das Cruzes n.
2, primeiro andar, continuase a tngir
com toda perfeicSo para qualquer cor,
e o mais barato possivel.
3 Gasa de drogas.
^ Largo do Para izo n 8, pri-j
9 meiro andar. ,
gfe Neste estabelecimento encontrar o i
g. respeitavel publico e as pessoas que se .
xa? dedicara a medicina homeopalhica os '
a bem preparados e verdadeiros medica- a
^ mentos, vindos de Pars da pharmacia '
9 de Mr. Catellen. 5
^ Asaim como carteiras, tubos o globu- i
m los ennertes, vidros de oms on;a at 8
w on?ss, quer com medicamentos quer va- '
9 "<" i
A O proprietario vende por menos prego
do qne em outrs parte, pois recebe di- J
reciamente. i
Aluga-se o segundo andar n. 22 da ra es-
trella do Rosario, para ver no primeiro andar e
aiustar na ra da Penha n. 5, sobrado.
O abaixo assignado por causa
de seus en com modos de moles,
tia passa por em quanto a habi-
tar no seu sitio do Arraial, onde
continua com o seu estabeleci-
mento de instrucco primaria e
secundaria, cujas aulas estaro
abertas no dia 8 de Janeiro.
Jeronymo Pereira Villar.
Precisa-se alugar urna preta forra ou cap-
tiva j idosa, para urna caa deduas pessoas ; na
praga da Boa-Vista n. 22. botica.
Precisa-se de um criado para urna casaes-
trangeira, dando-se preferencia a escravo : na
travessa da ra do Vigario n. 27.
I Medico. 8
SO Dr. Rocha Bastos, esta resiuiudu na
ra da Cruz n. 11.
Novo methodo
pratico-theorico para aprender a 1er, .atrever,
traduzir e fallar o francs en aeis mezes, segun-
do o facilimo systema allemo do Dr. H. Olleo-
orff por Cicero Peregrino, obra ioteirameote
nova, e nica escripia em portognez por aquello
systema, approvada pelo conseibo director de
ioitrucQo publica desta provincia, em sess&o de
10 de outubro deste aono ; dous volumes de
perto de 500 paginas em oitivo fraocez 7$000.
Recebem-seaasignaturas na ra doQueim'do n.
26, primeiro andar, escriplorio.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefert-se de
rais idade, para o servico de compras, na ra
Bella n. 38.
Franciico Perreira da Silva, proprle-ario da
taberna da ra da Santa Cruz, esquina di ra da
Alegra, tendo de se retirar para fora do.mperio,
faz ver a todos os seos devedores para que lhe
veoham pagar por espaco de 15 dias, t contar
desta data, (Indos os qoaes passar a cobrar ju-
dicialmente ou a publicar seus nomes for este

RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Aluga seo sitio da porta
da caixa d'agtta eofttpipu-
cos, com innmeros ps de
fructeiras, e caa para grande
familia: a tratAr no Recife,
ra do Brum n.33.
Na roa Augusta n. }oo, lava-se e engom-
ma-se com preferencia ronpa do senhora.
Na ra das Cruzes n. 35, preci-
sa-se de um oficial de barbeiro.

.4ma.
Imi
Retratos de
Retratoa de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
novo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gosto
gosto
invenco
inventao
invenco
inveocao
invenQo
Precos baixado para pouco
tempo.
Pre;os baixado para pouco tempo
Precos bailado para pouco lempo
Precos baizado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
3#00G 5^000 10#000 20#000
3JO0O 5*000 10*000 20000
39O00 5*000 10*000 20*000
3*000 5*000 10/000 20*004
3*000 5*000 10*000 20*000
Para retratos
Para retratoa
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Ezplendido quadros dourados
Eiplendido qQadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para
machinas para
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Gsixas
Gaixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
retratos
retratos
retratoa
retratos
gostos
gostos
gostos
gostos
gostos
ver
ver
ver
Ter
ver
Na roa Nova n. 3, preciss-se de urna ama
para cosinhar e comprsr.
Aluga-se o 2o andar da casa n. 193 da ra
aperial: tratar na ra da Aarora n. 36.
linda esl para alugar a casa da roa da
Assumpcao n. 46, tendo saja de frente e oulra
de delraz, 3 quarlos, cozoha e um grande lolao
com duas sal.i e nm quirto, quintal, coziohs, e
porlaodeaahidapara traz: a tratar na ruaDi-
reita n. 106, taberna.
1
Precisa-se da qaantia de 300S a juros a
prazo de8 mezes, sob bypotheci n'um escravo-
quem pretender esse negocio dinja 1 esta typo-
graphia urna carta com as iniciaos M. E. K. O.
na qual indique o seu oome e moradia, para ser
procurado, devendo flxir-seo negocio at o fim
do corrente mez.
Na roa de Livramento 0. 7 primeiro sobra-
do, ha para alugar-se 2quarlos por prejo muilo
commodo : quem pretender dirija-se so mesmo.
Precisa-se de urna ama que saiba eosiboar
e engommar para casa de pouca familia i a tra-
tar na loja da boa f ra ds Imperatriz.
O Sr. Hermogenes Noberto de
Gusmao, queira vir a esta Typographia
a negocio.
Aula de meninas.
Mara Filfppa Souto, competentemente auto-
risada em virtudeda lei, declara aos pais de suas
alumoas, como tambem ao! respeitsvel publico,
que esl aberta a sus aula de instruyan prima-
ria, recebendo internas e externas, e alm das
materias que coostituem o mesmo ensino, ensina
fiances, piano, costara chas, bordados, fazer flo-
res de todas as qualidades, vestir sujos, e vende
todos osnecessarios para bordados, como seja,
ouro, froco, sedas, lia, etc : na ruado Vigario
A pessoa que quer permutar a casa terrea
n. 57 em Sania Rita, por escravos de servico, po-
de apparecer, querendo, na run das Cruzes, so-
brado n. 9, lado direito, quem val da ra do
Queimado para S. Francisco, penltimo sobrado,
qoesefar negocio.
de lidos
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venham
venham
venham
venham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
Dentista de Pars.
.s Ra Nova 15
FrsdsricGautier,cirurgiaodentisu,ftzS
todas as oparacoes da sua arta e col loes I
dantos artificiaos, tudocom a sapariori-
dadeeperfercaoquea pessoa san tondi-i
das lhereconhacem.
Toa agua* psdentifricios te.
Urgencia.
O Sr. Joo Claudiano de Inojosa Vaejao tenia
boodade de apparecer na ra do Qutimado r.
34, loja, afim de cumprir com o seu rato, sea
o que uo deve se retirar desta praca.
Consultas medicas, i
CONSULTORIO ESPECIAL H01EOPATH1CO
DO DOUTOR
n SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias iteis desda as 10 horaa
it meio dia, acerca das seguiotes molestias :
moltstxat da malhers, molestias das crian-
gas, molestias da pellt, molestias dos olhos. mo-
Ustxas syphilitieas,todas as especies de febres,
febresintermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEO P ATHIC A .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pra-
Earados som todas as cautelas necessariai, in-
ilhveis em seus effeitos, tanto em tintura,como
am glbulos,pelosprejoa mais commodoi pos-
slvois.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
mlcamente vendidos em saa pharmacia; todos
qaa o forem tora della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas da um
Impreasocom um emblema em relevo, tendo ao
redor as segnintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema poato
igualmente na lista dos medicamentos qua se pe-
da, As carteiras qe nao Ievaram esseimpresso
usim marcado, amboratenham na lampa o no-
do Dr. Sabino sao falsos
I
3Roa estrea d Rosario3
Francisco Pinto Ozorio continua a col- #
locar dentes artificiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re- 0
cebe paga alguma sem que as obras nao #
fiquem a vontade de seus donos, tem pos SI
outras preparandos as maia acreditadas
para conservar o da bocea:
Alugs-se um sobrado de nm andar, soto, e
seu grande armazem, cuja casa nova e a poo-
coa dias acabada em sua conslruroo, com moi-
loa commodos, alm destes um grande quintal, e
sua cacimba, com excellenle agua, sendo o so-
brado na rna do Brum n. 34 (junto i fundi;o do
Sr. Bovomao) e tem no fondo do quintal, ontra
frente feita, e com 2 portas que dio sabida para
o caes, e ludo se alaga por prego risoavel.
Quem a pretender entanda-se com Jos Anto-
nes Guimares, morador oa Soledade, ra de
Joao Francisco Vieira n. 60, isto de manhia at
7 1/2 horas, e de tarde das 4 em diante; em
falla no Recife, roa do Crespo n. 25 loja do Sr.
Antonio Gongalves de Olivaira.
Pharmacia.
Um moco ebegado recen temen te do norte offe-
rece-se para pralicante de pharmacia e di abono
de aas conducta : pode ser procurado na ra Im-
perial n.25, primeiro andar.
Preciai-se alagar ama ama de leite forra
oa escrava, e que nio tenha filhos : na travessa
do piteo do Hospital do Paraso n. 16.
Aluga-se o segando andar do sobrado da roa
4a Penha o. 21 ceas baatantes commodos : a tra-
tar ao paUo do Hospital do Panizo n. 16.
Serio dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at is 10 horas
da manhia menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de coracio e de peito.
3.* Molestias dos orgos da geracao e
do anus.
O ezame dos doentes ser feito na or-
dena de suss entradas, comecando-se po-
rm por aquellos que soffrerem dos "5 9
olhos.
Instrumentos ch micos, a cu sucos e p-
ticos serio empregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, naturesa e
causa da molestia, e dahi dednzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos ser oambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de aua verdadeiraqualidade,
promptidio em seus effeitos, e a necessi-
dadedoseuempregourgentequese usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes tods e qualquer operario qua
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cajo fim se acha
prvido de urna completa colleccao de
instrumentos indispensavel ao medico
operador
g8>3S3>3$$Seaj
bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboad Carmo.
S
:
:
Aviso.
A directora do collegio Santa rsula, abaizo
assignada, aviss sos psls de suas alumoas e a
quem mais convier, que em virtade do artigo 19
dos estatutos, principian) ostrabalhos do referido
collegio no dia 7 do correte mez. A directora
envidar todos os exforcos a seu alcance pan nio
desmerecer do enaceito adquerido no primeiro
anno de seus trabilhos, e afim de que oa pais de
suasalumnas fiquem completamente satisfeitos
com a educacio de suaa filhas. O collegio conti-
na na roa Formoss, sobrado n. 15, sonde a di-
rectora ser encontrada a qualquer hora do dia.
Uriula Alexandrina de Barros.
Auaentou-se ds caaa do abaixo assignsd,
no dis 15 do corrente, um menino pardo, de oo
me Manoel, de 12aonoa de idade pouco maia o
menos, levaodo vestido calca e camisa de riscid
aiul e chapeo de palha : cojo menino lhe foi eo
trege pelo Sr. subedelegido de S. Jos, por al
termo que passoa persnte o mesmo Sr. subielf
gado: rogo, portanto, a quem o apprehendr
que ae digne levar ao mesmo abaixo asiigialo
na roa da Saola Cruz caa n. 17.
Recife, 15 de Janeiro de 186!.
Joo Antonio da Silva Pessoa.
Preisa-ie de orna ama (preferiodoae es
crava) para cozinhar e engommar : na roa di Precisa-se de ama ama que ssiba cosinhsr
Crespo n. 1. e fazer o servico interno de urna casa do poaca
Aluga-ae o primeiro andar do sobrado di familia ; dirija-ae ao segundo andar da casada
ra da Imperatriz n. 40 ; a tratar no mesmo. roa do Livramento n. 20.
Instrucco particular.
O abaixo assignado competentemente
provisionado pela directora geral de ins-
incero publica para ensinsr primeiras
letlraa, latim o trances, acha -se no exer-
cicio de seu magisterio desde o dia 13 da
Janeiro do corrente, em sua mesms resi-
dencia na roa Nova n. 58, onde continua
a receber alumnos internos e externos,
advartindo porm que s lhe conveas
admittir 10 penciooiatas e que nio exce-
dam de 12 annos de idade. Recife 15 de
Janeiro de 18S2.Jos Mirla Machado da
Figueiredo.
^BPB a>aW V^BBJ^BJJ OBBQ Jpf
C01PANHIA DA TU
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Attencao.
Nos domingos a dias santos al oatro avisa) as
pasiageos de ida e volta, no ssesaso dio dan
Cinco Pontas a Escada serio pelo prec.o das" sia-
gelas, a saber:
Ia clssse 6|500
2* > 4500
3a 3|000
A partida dos trens ser como da costante, do
manhia das Cinco Pontas is7 horaa o SO mna-
los e de tarde da Escada as 4 horas.
AsaiguidoE. H. Bnmib,
SuperiD tendeo te.
Acha-se em podar do abiixo asaignado aas
binculo, quem fdr sea deno ippsreca q pa-
gando as deipezas lhe ser entregue isto aw pra-
zo de 3 das : na ra do Trapicho n. 28. Recito
15 de Janeiro de 1862.
Joio Cancio do Reg.
Precisa-se de ama ama para lavar o
gommar para dous horneas solteiros : na rao da
Palma sobrado n. 41.
Precisa-se de urna ama qne coziahe, ra-
gomme e compre : na roa do Livramento a. 9,
segundo aodar.
Aluga-se o aobrado da roa da Penha a. 29:
a tratar na mesma roa n. 5.
Para o commercio,
Lindes da lingua inglesa noite : na na das
Larangeiras n. 18, primeiro aodar.
O secretario da irruande de N. S.
da Boa-Viagem erecta na povoaco do
mesmo nome, faz sciente a todos os sen
irmaoi que domingo 12 nao pode ha ver
mesa geral para a eleico de nova meta
regedora como foi anuunciada, por fal-
ta de numero legal de irmaos, pelo que
esta' de novo marcado pelo irmo juiz o
dia domingo 19 do corrente pelas 9
horas da inanhaa no consistorio da res-
pectiva igreja, nao so para o indicado
como para se tratar de objectos de gran-
de interesse. Esperase portanto a
maior concurrencia dos respeitaveis ir-
maos em geral.
do Reg.
ra lavar o sa-
lina : na ra da
INTERNAN)
Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldesj
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MA.THEMATICAS
iiiRirMa muiu na mm.
Este estabelecimento de educacio e instrucco principiar a fonecionar o raeo-
ber alumnos do dia 10 de Janeiro prximo futuro em diante.
Os commodos, o asseio. as boas condices hygieoicas dos edificios destinados
i raoeeoea do estabelecimento, a ordem e regularidade do servico oo intrnalo i
dedicacio o zelo que empregarao o director e os professores a bem do aproveita-
mento e progresso dos alumnos, sao circamstancias que deiem animar e garantir aos
paes de familias que desejam dar a seus filhos urna educacio regalar.
r.aJoirua de ensino.
Primeiras lettrasdividida em duas classes. tendo cada urna o seu nrofeisor
portugus, laun. francas. ingles, arithmetica. algebra e gaometria, geographia m
historia, phtlosophis, rhetonca, desenho, msica, dansa e gymnastica,
Nos estatutos do intrnalo que estao a dispoiicio de quera os auizer 1er
acham consignadas as condiegoes de entrada. h' iw, se
ELIXIR DE SAUDE
Citrolactato de ferro,
l3nico deposito na botica d Joaquim Mar limbo
da Cruz Correia., ruu do Cabug n. ti,
em Pernambuco.
O Dr. H. Thermes fde Chalis) antigo pharmacealico|apresenta hoje ama nova preosncao
da ferrocom o nome de elixir de cilro-lactato de ferro. PV^
Parecer ao publico um luzo empreaar-se um mesmo medicamento debaiio de frmalas lia
variadas, maao homem da aciencia comprehende a necessidade a importancia do nasa ul vaiia-
A formula um objecto de muita importancia em therapeutica ; am progresso imsseaso
quando ella, maniendo a esseocia do medicamento, o torna agradavel. fcil e possivel oara iodaaa
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
ventre frequentemenle provocada pelas outras preparares terroginosas.' "' .
Estas novas qualidades em oada alteram a scieocia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nio pode dispeusaa em sua dioica, de incomparaval utilidad!
qualquer formula que lhe d propnedades taes, que o pralico possa prescrever sem receto R*
que cooseguio o pharmaceulico Thermes com a prepararlo do citro-laclacto de ferro. Anim esta
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas prepararles ferruginosas cosa m
atiesta a pratica de multo mdicos distinctos que o tem eosaiado. Tem lido empregado como isa"
menso proveito as molestias de languidez (chlorose paludas cores ) na debilidade subsequanie si
hemorrhagias. as hydropestas que apparecem depoisdas intermitentes na incontinencia: daariaao
por debilidade, as peroles brancas, na escrophula, no rachilismo, na parpara hemorrhaaici na
convalescencia das molestias graves, na chloro anemia das malheres grvidas, em todos os rssao
em que o sangue le acha empobrecido ou viciado pelas Tadigas, afTeceoes chronicas, cachexia tuber-
culosas, caocrosa, syphililica, excessos venenos, onanismo e uso prolongado das precances sast-
Estas enfermidades sendo mu frequenles o sendo o ferro a principal substancia do oae
medico tem de laocar mao pan as debelar, o autor do cilro-lactato do ferro merece louvoraiT. I
recoohecimento da humantdade, por ter descoberto urna formula pela qual ae poda sei
Consultorio medicocirurgico
3--1M31l GL.OHI1V CASA BO V13NBLO--3
Consulta por ambos os systemas.
proprietario deite esUaeloci-
Em consequencia da mudanza para a sua nova residencia, o
ment acaba de fazer ama reforma completa em lodosos seus medicamentos
O desejo que tem de qne os remedios do seu estabelecimento nao se confndaos coas os da
nenhum oulro, visto o grande crdito de que semnre gozaram e gozam ; o proprietario toas tomado
a precaucio de macrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados coas* fa hatea-
dos todos aquellea que forem apresentados sem esta marca, e quando a pesaos que os mandar Cosa-
pnr queira ter maior certeza acompanhar urna cont assignada pelo Dr. Lobo Momos a ana a*.
pe marcado com o seo nome. *"^
Oulro sim : acaba de receber do Franca granda porciodo lindura do acnito e belladona sa.
medios estes de summi importncia e cujas propriedades sao to conhecides qua oa moamoa'sr.
mdicos allopalhas empregam-ss constantemente. ^^
Os medicamentos svulsos qur em tubos qur em linetorss cuslario a 1| o vidro.
O proprieUno deste estabelecimento aooancia a seos clientes e amigos qne tem comaMaai
sntncieoies psra receber alguna escravos de om e oatro sexo doentes ou que preeisom do ala
oparacio, affiaocando que serio tratados com todo o disvelo e promptidio. costo aak*aa u
aquellas que li tem do escravos oa casa do aoouncisnte. ^^
A siiuacao msgniOca da caaa, a commodidade dos banhoa salgadoa alo outraa tantas vi
gena para o prompto resUbelecimento dos doentes.
i AapMaoa* 1ue 1u'rem fallar com o annunciantadevem procura-lodo manhia at 11
e de Urde daa 5 em diante, a fora dess horas achario em casa pessoa cosa anana
andar: ra da Gloria o. 8 casa do Fundi. v H "
Dr. Lobo Jtfssssxs.




"W
<^)ii>iirr
I
'
MKJCO
- SABkUDO 18 DE JANUBO SE 1861,
Precia-ie de urna, ama aecea, forra ou es-
drava para cozinhar a faxer eamprta do diario de
uaaa caaa de pouca familia : a tratar com Leal &
Imio, n roa da Cadeia do Recita d. 56, escrip-
Oorio.
mi.
Preeisa-se de urna toa para o seri;o interno
externo de urna caaa de pouca familia : ha roa
do Cabug n. 3, aegando andar.
Bernardo Fernandea Vianna vai i cidade de
Goianna tratar de ata aaude.
A pesaoa que ae quizer enearregar de tola
a cobranza de urna caaa, prestando llanca, dlri-
ja-se a ra Nova n. 18 para tratar aobre o ajaste.
M. A. Caj avisa ao respeitavel corpo de
eommercio deata praqa e a aeua fregueses, que
nesta data deixou de ser sea caixeiro e eocarre-
gado dos negocios de sua casa o Sr. Thomaz de
Aquino de Carvalho ; muito agradece ao meamo
Sr. Carvalho o grande ioteresse e actividade que
sempre tomou pelos negocios de sua caaa. Reci-
te 13 de Janeiro de 1862.
Precisa-se de 500$ a premio sobre garanta
de um ptimo escravode menos de 20 anoos : an-
ouncie.
O abaixo asaigoado faz acieote ao respeila-
vel publico que perdeu no dia 15 do correnle s
7 horas da noite, rindo de aeu estabelecimento
de Campo Grande desde a igreja de Belem al
na Soledade, urna carteira de marroquim escura,
na qual linha daas letras, urna da quantia de
200# vencer-seem 2t dojuoho do correte ati-
no, e outra da quantia de 8419 vencer em 24
de aetembro do corrente anno, aceitas pelos Srs.
Affonso A Rodrigues ; urna letra da quantia de
112J317$ que pagou a Bernardino Jos da Costa,
sacada por Miguel Jos da Gosta com urna letra
aceita por Alfonso & Rodrigues, algumaa cootas
com recibos e uos vales de Antonio Carlos de
Lemos Duarte, urna relace de dividaa da taber-
na do Cvopo Verde: por isso roga a quem achou
que no caso de a querer entregar levar ao Cam-
po Grande no seu estabelecimeoto, ou na ra dos
Pires, na taberna de JoBo Marques Fernandea,
quesera recompensado, visto a ninguem aervir
ditos documentos, que j a todos tem avisado.
Recife 16 de Janeiro de 1862. A rogo de Jos
Ribeiro de Lemos Duarte Jernimo Jos da
Costa.
&BM
Attenco.
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia ; na praca do Corpo Santo
numero 17.
A padaria do leo dooorle (ra do Coto-
vello) precisa de um amaasador, e que entregue
pao com um preto a urnas freguezias perto da
porta.
Perdeu-se um breviario na igreja do Espi-
rito Santo : quem o actiou leve-o ra do Qoei-
mado n. 24, qne ser recompensado.
Precisa-se de um mojo de bons costumes
para eoainar primeiras letras a. una meninos (ora
dsta cidade, e paga-se-1 he bem ; a tratar oa
ra do Imperador n. 77, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama para comprar e co
siohar em urna casa de homem solleiro : na ra
do Hospicio loja n, 37.
Aluga-ae um preto escravo que aabe cosi-
nhar o diario e comprador: na ra do Hospicio
n. 52, sobrado de 2 andares.
. Precisa-se de urna ama gmente para co-
sinhar, prefere-se forra e idade media : na ra
do Graspo n. 10.
Na taberna grande da Soledade, precia-se
deum caixeiro (nao menino) e que entenda per-
feitamente de taberna.
Hoje (t8) o ultimo dia em que; para os
portoa do norte recebo carga o vapor nacional
Igoarassu'a.
Roga-se ao Sr. Luiz Solano de Mello o ob-
sequio de fallar na ra da Cadeia do Recife n 38,
segundo andar. ______
Compras._____
Compra-ae ura sellim inglez j usado, po-
rm em bom estado ; a tratar no Porte do Mat-
tos, ra do Burgos n. 31, padaria.
Compra-se 3 veoezianas em bom estado
psra varanda : na ra do Crespo n. 18.
Compra-se urna escrava moja que salba
engommar e cozinhar, e urna casa terrea nos
tres bairros : na rus das Cruzea n. 22.
Compra-se de alguma pessoa que se retire,
urna boa escrava que saiba Cozinhar e fazer todo
o mais servico de caaa : na ra da Cadeia n. 38
oa 40, loja do Martioho.
STSTE1AIBIG0 BMELLOWAY
PI LULAS HOLLWOT
Este inestimavel especifico, Magosto intetra-
mente de berras medicinaos, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delecleria. Be-
nigna mais tenra infancia, e a compltelo mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigai o mal na corapleicao mais robusta;
enteirameniinnocente era suas operacese ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grio por mais antigs e tenazes
qu9 sejara.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forgas, depois de haver tenta-
do inultimente lodos os-outros remedios.
As mis afflictas. nao devem entregar-sea des-
esperacao; fac,am um competente ensaio dos
efTicazes effoilos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
de castor de primeira qua-
se vendarn: a 16, 'pfa
peratriz, foja n. 20, do
!IDM a
Tasso lrmaoa fazem publico que o convento de
S. Beato da Parabyba Ihes devedor da quantia
de vinte contos novecentos e dezeoove mil du-
zentoa e dea ris ( a0:9l9$210), por transferencia
de ama conta corrente com Jos Luiz Pereira
Lima & C, aaaignada e conferida pelo ex-D.
abbade Fr. Jos da ExaUaco Marques, em 12
de marqo de 1860. Alm'do premio de um e meio
per cento ao met a que fleo obrigado o referido
convento a pagar, -conforme a clausula exarada
Ha referida conta corrente. E como al o presen-
te nao lhes teaha sido possivel receber a referida
importancia e os juros decorridos, nao obstante
as diligencias embregadas para esse tira, fazem
publico que nao por sua vontade que esto sof-
frendo tal desembolso, para que em lempo al-
gara ae em pregue o argument do grande aug-
mento dos juros, para o qual nao coocorrem os
abaixo asaiguados, que aempre esliveram e eslao
promptos a receber a referida conta e oa juros
vencidos, e protestam nada abaler em tempo al-
guna ; declarando mais que nao deaooeram os
cadentes da referida conla os Srs. Jos Luiz
Pereira Lima & C. e Manoel Rabello Olanda C-
todo. Recife 15 de Janeiro de 4862.
Tasso Irmos.
Offerece-se'um menino de 14 annos para
caixeiro de botica : quem precisar annuncie por
este Diario.
O Sr. Jos Maria Placido de Magalhes faca
o favor de se dirigir ra Direita dos Afogados
n. 13, a negocio que nao ignore.
Precisa-se de ama ama para lavar e engom-
mar : na ra do Imperador n. 37, segundo an-
dar, entrada a direita.
A pessoa que annuntiou querer vender um
sobrado de dous andares e solio, dirija-se a ra
da Cadeia do Recife n. 42,leja.
Aluga-ae a loja do-sobrado n. 50 da ra do
Sebo, na Boa-Vista, com suficientes commodos
para familia, muito fresca, com cozoha, quintal
e cacimba, e preco commodo : a tratar no mes-
rao sobrado.
Ama.
Precisa-se de urna ama para tratar de dous
meninos de 5 a 7 annos : a tratar na ra da Sen*1
zal Velha n. 96, padaria.
Precisa-se de um escravo para fazer com-
pras e todo o mais servico diario de urna casa de
pouca familia: a tratar com Leal & Irmao, na
ra da Cadeia de Recife, escriptorio n. 56.
Precisa-se de um escravo para cozinhar,
fazer compras e lodo o mais servico diario de
ama casa de pouca familia : a tratar com Leal
& Irmao, na ra da Cadeia do Recife, escriptorio
numero 56.
Vendas.
Precisa-se alugar a melade de ama casa ou
mesmo um solio em casa de familia, quanto d
para morar duas pessoas : a tratar nesta typo-
graphia, ou na prsca da Independencia ns. 6 e 8.
Precisarse de 408$ a premio, dando-se por
garanta desea quaolia escravos e flanea idnea,
por espjc.o de 4a 6 mezes, e pagaodo-ae mensal-
mente o premio que convencionar-se.
Aluga-se a casa da ra da Roda n 23, cons-
tando de loja com urna sala, cinco quartoa, co-
zinha, cacimba, sumidoaro para agoas servidas e
entrada por duas res,; bem como-sealuga tam-
bera o scio assobradado da mesma caaa, com
urna sala espacosa e outra mais pequea, doua
quartoa, cozinha, eumidouro para agoaa aervidas
e entrada pelas mas da Roda e dos Patos : a tra-
tar oa praca da Independencia n. 22.
Joaquim Jos da Costa Fejozea Jnior par-
ticipa ao publico e com especialidade ao corpo
4o eommercio, que tem admiilido para socio de
ema loja de fazendas na ra Direita n. 104 ao Sr.
Joa Laurentino de A-zevedo, ficando a gyrar dita
leja desla data em diaote sobre a firma de Fajo-
zas Jnior & Azevedo. Recife 17 de Janeiro de
Vende-se urna lina nova grande e pintad
propria para deposito de agua em jardim, por
preco commodo i na Capunga nova, em casado
Amaral.
8,000 rs.
Barra com cal de Lisboa da ultima chegadaTa
89 : no armazem de Serodio, ra do Brum n. 70.
Vende-se urna escrava moga que cozinha e
engomma ; na ra do Imperador n. 50, tercairo
andar.
Leite liquido.
Vende-se leite puro na ra larga do Rosario
deronie da porta da loja do Sr. Pradines catilei-
ro a 280 rs. a garrafa.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos arma/eos decaes do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (oo Recife) n. 8, ae
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemeote chegado a 149 ljta de cinco
galldes, assimeomo se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Ra das Gruzes n.4,
fabrica de charutos.1 vende-se charutos a 5Jlo
milheiro, de lamo da Bahia, velas de composi-
gao a 110 a arroba, e em porcao faz-se abati-
meeto; e>fianca-ae a boa qualidade.
Pifulas
vegeto- depurativas-pau-
listanas.
l'L.ANTA.6 C HAIZG9aie.IilOTFrA.Ec BRAEILtl-
BAS DO DESCUBRIDOR
Carlos Pedro Htcuecoin.
Estas.pillas paulistaoas, j lao coobecidas e
leo afamadas em todos os lugares deste imperio
pelas maravilhosas curas obtidas com seu uso,
sao as provas evidentes e incontestaveis de suas
acedes e influencias que operara em indos oa ca-
sos de enfermidades. As ditas pilulesso as me-
lhores que at agora sedescobriram, pelo.motivo
que ellas ao nicamente compostas de puros
vegetaes, recolbidos nos campos e matos da pro-
vincia de S. Paulo, e ellas sao sem duvida de
urna efficacia incontestavol. Tratamentos com-
pletos de morpha, hydropesia, eryaipella branca,
etc. etc.; nacua do Parto n. 119v no Rio de Ja-
neira, e em Pernambuco na pharmacia do Sr. Jo-
e Alexandre ilibeiro, ra do Queimadon.15.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-se as luvas pretas de pellica com pe-
queo toque de mofo por prego baratissimo ; na
loja d'agnia de ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de)
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
DebiliJade ou exlen
$ao.
Debilidade ou falta de
foreas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente
Febreto da especie.
Golta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
Irregularidades de
menstruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis,
Abstruccao do ventre.
Phlysica ou consump-
cao pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumalismo.
Symplomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Chapeos de cantor.
Vendem-se cha
lidadea8$, que
acabar : na ra
Duarte.
Chapelas enfeitados.
Vendem-se chaVos enfeitadoa muito r
mendaveia para as nruinaa que eslao paasan
feata nos amenos avabaldes desta heroica cidlfle,
a prego de 2J cadaum : na ra da 'Imperatriz,
loja o. 20, do Duare. Na dita loja cima acharao
continuadamente o aenhores consumidores um
Srande e variado svtlmento de Xazendas, ludo
aratissimo.
Aos sentares sacerdotes.
Acabam de chega- loja da boa f, na ra do
Queimadon. 22, moas prelas de seda muito su-
periores, proprias tara os senhores sacerdotes
porserem bem coopridase muito elaaticas ; ven-
dam-se pelo barat< preco de 6jj o par, na men-
cionada toja da boi f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Riscado monstro.
Vende-se riscaio mouslro'^azenda mnito eco-
nmica para o us domeaticcTpor ler grande lar-
gara e o seu pretp ser de 200 rs. o covsdo: na
ra da Imseratri, loja n. 20, do Duarte.
por i
28,
I
Vendem-se estas pilulas no estabelecimeoto
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs., cada
urna deltas contem urna insirucc,o em portu-
guez para explicar o modo d se usar destas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
REMEDIO IHCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Hilhares de individuos do todas as nacSes
pedem testemunhar as virtudes deste remedio
incorapara va le provarem caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo
membrostnteira raen tesaos dpois de ha ver em-
pregadointilmente outrostralamenlos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessascuras ma-
ravilhosas pelaleilura dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os das ha muitos annos; e
maior parte dellas sao to sor prndenles qua
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoasrecobrtram com este soberano remedio
o uso de seu* bracos e pernos, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o toa
deviam soffrer a amputa^o 1 Dellas ha mui-
cas quetiavendo deixado esses, asylos depada-
timenlos, parase nao submoterom aessaor*-
rac5" mediante o uso dessepreeioso remedio. Al-
gumas dastaes pessoana enfusao de seu reco-
nhecimento declara ram estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor o outros magis-
trados, afinida maisautenticarem sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara doectado desaude si
tivessebastante confianza para encinar este re-
medio constaniemenleseguindo algam tempo o
tratamento que nocesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu
lamiente nos seguintes casos.
Sebo do Porto.
Em caixinhasde urna e duas arrobas fazenda
superior e preces commodos : no largo da As-
semblan. 15, armazem de Adunes Guimares
&C.
Aviso.
Vende-se urna machina elctrica oa magntica,
e tambem unas cadeias magnticas, tudo
prego comando; na ra do Livramento n.
primeiro anlar.
CARTOES
DE
VISITA
DE
Cartes de 'isita de novo gosto
Cirio es de /isita de novo gosto
Cartes de risita de novo gosto.
Urna duzia por 16^000.
Una duzia por lflgOOO
Una duzia por 16S000
Uoa duzia por 16(000.
Retratista americano.
Retratista imericano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ba do Imperador
jlua do Imperador
Ra do Imperador.
Cal de Lisboa.
Vendem-se cal virgem de Lisboa em pedra, da
mais nova que ha no mercado por ter chegado
no ultimo navit ; na ra de Apollo n. 24, arma-
zem de A. Jos T. Bastos & C.
hKA M QUEIMADO UM
P/lr;rilQMNDE20raME]lTi
^DASEROUPKSf
Sortimenlo completo de sobrecasacos de panno a 25$, 28, 30$ e 35$, casacos multo bem
faltas a 25f, 28J, 30g e 35f, paletots acasacados de panno prelo de 16 al 25$, ditos de casemira
de cor a 15$, 18| e 20J, paletots saceos do panno e casemira de 8$ al 14$, ditos saceos de alpaca
merino a la de 4$ at6$, sobre de alpaca e merino de 7$ at 10$, caigas pretas de casemira de
8$ al 148, ditos de cor de 7$ at lOg, roupas para menino de todos os tamanhoa, grande sort<-
mento de roupas de brins como sejam caigas, paletots e colletes, sortimenlo de colletee pretoa da
setim, casemira e velludo de 4$ a 9f, ditos para casamento a 5$ e 6$, paletots brancos de bra-
mante a 4$ e 5f, caigas brancas muito finas a 5|, e um grande sortimento de fazendas fina s e mo-
dernas, completo sortimento de casemiraa ioglezas para homem, menino e senhora, ceronias de
linho ealgodao, chapeos de sol de aeda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos eocommendas de grandes obras, que para
isso est sendo adminiatrada por um hbil mesire de aamelhante arte
cincoenta obreiros eacolhidos, portento ezeculamos qualquer obra com
do que em outra qualquer casa.
e um peasoal de mais de
promptidao e mais barato
ARMAZEM
ROUP AFEITA

?f
1862.
Precisa-se alugar
va para cozinhar para
gomme algasia cousa ;
22, botica.
urna ama forra ou apli-
duas pessoas, e que en-
na praca da Boa-Vista n.
0 Dr Pedro Cesar.
Constando-Ble que alguem dissera ao Exm.
presidente da provincia que eu ha*ia iadagado
da tbesouraria gersl o mximo da gratifieaco ar-
bitrada por S. Exc. aos mdicos commissiooados
em Cruangi afim de nao aceitar gratifleacao
menor, ae por ventura fossa chamado para se-
melhanle commisso, declaro solemnemente que
isso urna calumnia infame, filha somente de
algum inimigo pequeoioo, que assim procura
descoaceituar-me parante S. Exc. Devo decla-
rar tambem que fui chamado para seguir.para
Cruaogi afim de tratar dos desvalidos accommet-
tidoada epidemia que all apparecera, e que a
deiiei de aceitar essa commisso nao so por
achar-se miuha familia em um dos arrabaldes
deata cidade, tratando de sua saude, mas tam-
bem para nao abandonar a mlnba clnica, sem
ter em vista as vantagens offerecidas por S. Exc.
que poderiam nao compensar oa sacrificios a que
me ira expdr. Recife 17 de Janeiro de 1862.
Dr. Pedro Antonio Cesar.
Aluga-se um armazem na ra daa Cruzes
n. 29: a tartar no paleo de S. Pedro n. 6.
Para o eommercio.
LiccOes da lingua ingleza, noite:
ruadas Larangeiras n. 18, primeiro
andar.
Garlos Alchorne, habilitado pe-
rante o conselho central de nstruccao
publica na corte e os conselhos de. ins-
trueco publica da Bahia e Pernambu-
co, tem aberto sua aula na ra das La-
rangeiras n. 18, primeiro andar.
Os abaixo asaignadoa fazem saber ao pu-
blico* com especialidade ao corpo commercial,
3ue de commum accordo desapartaran! a aocie-
Sde que lioham nesta praca com a firma de Pe-
reira k Marques deade o dia 30 de dezembro pr-
ximo fi ndo, ficaodo o aclivo e pasaivo a cargo do
ocio Pereira. Pernambuco 14 de Janeiro de
1862. Custodio Coliseo Pereira Juoor,Anto-
nio Cae la no Marlins Marqaei.
Loja amarella.
St Ra da Cadeia confronte ao becco
Largo.
PJ Ricas capas pretas compridas, mante-
S leles modernos de seda e fil.
% Vestidos bordado, de cambraia, duas
pj salas, patos e babadinhos.
Vestidos de seda cores escolhidas e de
phsnlasia.
Sedaa de quadrinhos, grosdenaples e
moreaotique.
Manguitos e gollas bordadas com per-
feicaa.
Caasas de cores, chitas finas, tarlatana,
fil ele__________________________
Para as noivas.
Vestidos de blondo com sala de setim
manta, capttlla, lodos os pertences.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras
Dores de cabera."
descostas.
dos raenabros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anus.
Erupqoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammaio do figado.
Novidade.
Chapeos de palha fino, leques,
gitos, pentee, espartilbos, chales
redonda, perfumara etc.
man-
poota
Inflammaco dajbexig
da matriz
Lepra.
Males das {lernas.
dos peitofl.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
picadura de mosquito.
Palmees.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em q&alquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veas torcidas ou co-
das as pernas.
armazem em progresso
DE
Jos de Jess Moreira & C.
Ra estreita do Rosario, esquina da ra
das Larangeiras n. 18.
Os propietarios deste estabelecimeoto estao
resolvios render por menos do que em outra
qualquer parte por vir diversos gneros por con-
ta propria : manleiga ingleza flor a 800 rs. e 720
a libra, dita franceta a 640, em barril fazemos
abalimento, che hysson a 2*800 e 2$400 a libra.
rs. a libra, gomma muito boa a 100 rs. a libra,
maesa de tomate a 800 rs., em porco taremos
abalimento, em latas de urna libra, marmelada
do melhor fabricante de Lisboa a 800 ra. a libra,
vinho muito superior, Figueira, a 560, 500 e 400
rs. a gsrrafa, amendoas a 330 a libra, milbo al-
plata a 160 rs. a libra, alelria, macarrao, e mais
i-------- J oetrecaioitos tenteoWa a molhadoa que os pro-
pietaria* se respnabilisam pela boa qualidade.
B E' chegado na taberna da ra da Cacimba n.
2 com freole para a ra do Vigario, urna porcao
de gingibre: oa fabricantes da gingibirra a elle
antes que se acabe.
N. 43 Ra do Aniorim N. 43.
Ceblas a 600 n. o cento.
Pa dt Senteio.
Contina haver o pao de Senteio na padaria em
Santo Amaro airas da fuodicao do Sr. Star, e as'
aeguintes casas no Recita, prega do chafariz, ra
do Brum, taberna o. 47, ra da Imperatriz, ta-
berna n. 22 ; em Olinda nos Quatro Cantos, de-
posito de aaaucar defronte da botica, casa ama-
rella, nos das de quartas e sabbados de cada se-
mana.
Vendem-se superiores meias de lia curtas
- compridas, peonas de'"ac e canelas especiaes
muito recommenda'das pelo Sr. Guilherme Scul-
ly, professor de caiygraphia : aa ra da Cadeia
do Recife n. 7, lofa'de miudezaa de Guedea &
GoBcdves. *r*
Joaquim F. dos Santos.
40Roa do. Queimado40
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roopa f.ita de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida i vontade dos fregue-
zes para o qne tem um dos melhores professorss.

Casacas ae panno preto a 408,
351 e
Sobrecasacos de dito dito a 35$ e
Paletots de panno preto e de col-
res a 35$, 80$, 25$, 10$, 18 e
Ditos de casemira de cores a 22$,
151,12$, 7$ e
Ditoa de alpaca preta golla d
velludo francezas a
Ditos de merino setim prelos
de cores a 95 o
Ditos de alpaca de cores a 5$ ei
Ditos de alpaca preta a9$, 7$. 5$ e
Ditos de brim de cores a 51,
4$500,4$e r
Ditos de bramante de linho b an-
co a 6$, 5$ e
Ditoa de merino de cordo preto
altee
Calcas de casemira preta ede co-
res a 12$, 10$, 9|, 7$ e
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 5$, 6500 %~
Ditas de brim branco ede cores
5, 4$00 e
Calcas de gaOgafle cores a
Gollete de vfBpdo prelo e deco-
res lisos e bordados a 13$,9$ e
de casemira preta.e da co
Roupa eita.
E* esse estabelecimeoto o especial em
roupa feita j em preco como na quali-
dade, palitots, caigas, colletes, sobreca-
cos, sobretudo, capas de borracha etc.
Calcado.
Botinas de Helio muito frescas a 12$ :
na ra da Cadeia n. 23, de Gurgel &
M Pcrdigio.
Vende-se um sitio
pequeo na estrada de Joo de Barros em frente
ao da Exm." viscondessa de Goianoa, com mui-
tos ps de larangeiras, coqueiros, maogueiras e
outras arvores fructferas : a tratar no mesmo
sitio.
Venda de urna loja,
Vende-se urna loja de miudezas na ra Direita
com muito poucaa miudezaa propria para um prin-
cipiante, etc. ; vende-se tanto a dioheiro como
a prazo com boas Armas: a tratar na loja da Vic-
toria, de Fajozes Junior,oa ra do Queimado nu-
mero 75.
Atten Borzeguins de couro de lastre de Nantes para
meninos de 6 a 12 annos a 3$ o par : na ra do
Queimado n. 45, loja do sertanejo.
M. A. Caj lem para veoder continuada-
mente os materlaes seguintes: lijlos de alvena-
ria grossa, ditoa batidos, ditos tapamento largo,
ditoa da ladrilho, ditoa de cacimba, telhas com
23 polleaadis de comprimeoto, 11 oa parte mais
larga e nove na mais eatreita ; manda botar em
qualquer maro por ser a otarla a margem do rio,
e quanto as qaslidades poden ser examinadas na
ras Nora o. 18.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, o na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em lodo a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rs,, cada bocetinha conten
urna instruooao em portuguez para explicar o
modo de faxer uso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 32, m
Pernambuco.
Vendem-se as Ierras chamadas Sirenc,
que ficam prximas ao sul da cidade da Victoria
(Santo Aoto) entre os engenhos Pedreiras e Es-
pirito Santo, com boas proporcoes para planta-
jes de caf e algodo. Nao exige-se dioheiro
vista, bastando que pague o comprador nm Juro
mdico pelo tempo que convencionar-se o paga-
mento total : a fallar com seu proprietario o Dr.
Reg Dantas, no engenbo Goiabeira, de Santo
Amaro de Jaboato.
Delicadas escovas
cabos de marm e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na verdadeuma escova para limpar penles
sempre necessaria em qualquer toucador, e com
eapecialidade no da senhora que preza o aaaeio,
e para que elle aeja perfeito mandar comprar
ana dessas escoras de cabo de marfim o. ma-
dreperola que custam 2$e 3$ ra., na loja d'sguia
branca, na ra ra do Queimado n. 16.
LV
.jes.lisos e bordado, a 6
ri5$500l5J
.
Ditos de setim preto
30$000 Ditos de seda e setim branco a 6 e
3OJO00 Ditos de gorguro de seda pretos
e da cores a 7$, 6$, 4$ e
20$000 Ditos de brim e fusto branro a
31500, 25500e
9J000 Stroulas da brim de linho a 2$ e
Ditas de algodao a i$600 e
10$000 Camisas de peilo defusto branco
ede cores a 2$400 e
8$000 Ditas de paito de linho a 5$, 4$ e
3$500 Ditas d madapolo brancas e de
3J500 corea a 3$. 2$500, 2$
Chapeos pretos de masaa franceza
3$500 forma da ultima moda a 10$,
85500 e
45000 Ditos de feltro a 6$, 5$, 4$ e
Ditos de sol de seda ingleses e
85OOO franceses a 14J, 12$, llf e
Colarinhos de linbo muito Anos
6$000 novoa feitioa da ultima moda a
Di.os de algodo
49S00 Reiogios de onro patente e hori-
-. xontal a 100$, 90$. 80f 70|000
255OO Ditos de prsla galvanizados ps-
3J0OO tente e horizontaes a 40$ SOfOOo
Obras de ouro, aderecoa e meios
88000 aderemos, pulceiras, rosetas .
aneia a $
as de linho duzia IOS, 6$ 95000
3|500 Dt^k grandes psra mesa urna 3$ e 4300ci
5$000
55000
55000
3$000
25200
1280
2$20O
39000
15CO0
7$000
2*000
7$OO0
$800
$500
Vende-se
azeite de dende oo palma, dito de amendoim que
serve para luzea e machinas, mais barato do que
em qualquer outra parle ; ns ras do Vigario n.
19, primeiro andar.
Vendem-se osengeohos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e corrente s e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
amada Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar,
Gheguem ao barato antes
que se acabe.
Na loja de fazendas na ra da Madre de Dos
16, defronle da guarda da alfandega.
Chitas escuras com toque de mofo cores fizas a
160 rs. o covado.
Ditas inglesas escuras pannos finos a 160 ti. o
covado.
Ditaa francezas escuras a 200 rs. o covado.
Ditas superiores a S40 rs. o covado.
Ditas muilo finas a 260 e 280 rs.
Dilaa aaaento branco a 220 rt.
Velbutlna pintada a 320 rs.
Brim riscado para cal?a a 160 rs.
Madapolo muito fino com pequeo defeito a
4$50O a peca.
Brim americano largo a 320 a vara.
Dito trancado de linho a 1$ a vara.
E outras muitas fazendas qne se vendem ba-
rato para acabar (a dioheiro 4 vista.)
Chapeos do Chille
Na ra Direita o. 76, eaquioa do becco doa Pes-
cados Morlaes, vendem-se chapeos do Chille
multo finos de copa alta e aba larga (a Garibaldi)
de outras muitas qualidsdea de goato moderno;
asim como tem grande sortimento de livros em
branco paro escripturaco, tuqo por presos ra-
oavei.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas? para rosto, a 2$
do Queimado, loja d'aguia
cada urna : na ra
branca n. 16.
Leques.
Vendem-se lindos leques de madrperola,
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro,
do Cabug o. 1 B.
ae (
ai
o
ra
Cera de carnauba
Primeira qualidade e precos commodos : no
largo da Assembla n. 15, armazem de Aniones
Guimares & C.
Para o funeral do dia 17 do
corrente.
Siperiores luvss pretas de Jouvin para homem
pelo baratissimo prego de 2$500 o par : na ra
do Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
lia dessa apreciavel opiata ioglesa lio proveito-
sa e necessaria para os denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de sua n-
eo mmenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
caiza ; quem quizer conservar sena denles per-
feitos 6 prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'agnia branca, ra do Queimado n. 16.
Batatas.
Vendem-se batatas ltimamente
Lisboa a 640 a arroba : no armazem o
veasa da Madre de Dos.
chegadas da
10, tra-
Meias pava sci\\v%ra.
Vendem-se superiores meias para senhora pe-
lo baratissimo prego de 3$840 a dasia : na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Vende-a o grande sitio denominado Gala-
na, sito na fregueiia da Varzea, de muito boaa
trras, que tudo qnanto se planta d urna grande
quanlidade, com ama casa de taipa J coberta,
urna dita de faxer farioha, grande quantidade da
ps de cafezeiroa, com diversos pea de fructeiraa,
como aeja larangeiraa, coqueiros, etc., etc.; e
tambem veodem-ae duaa vaccas que dio bastan-
te leite, orna dallas com cria j grande, e *m
barro maoso: a tratar na ras do Sebo o. 80,
Vendem-se os eogenhos
lina do Morgado, sito a mar-
gem do Pyrapama, e Po-San-
gue sito a mirgcm do Seri-
nhem, com safras, escravos,
boiada, e mais pertences ; re-
cebem-se em conta predios
na cidade, ou seus arrebaldes
e os pretendentes podem en-
tender-se com o proprietario
dos mesmos engenhos, de-
sembargador Alvaro BarbaIho
UchaCavalcanti
Escenria de ail
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos coa eacencia de ani,
consa ezcelleote para engommado porque urna
gota delta baatante para dar cor em uo-a baria
da gomma tendo de mais a mais a pr*cioidae de
nao manchar a roupa como muitas vezea acon-
tece com 0 p de ail. Cusa cada fraaquinbc
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-

f Loja das 6 por-g
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sobrecasacos,
ditos de casemira de cor de fuatio, ditos A
de brim de cores e brincos, ditos de
ganga, calcas de casemira pretas o de w
core, de brim branco ede coreo, degan- k
ga, camisas eom peilo de linho saaito g
finas, dilas da algodo, chapeos do aol
de alpaca a 4$ cada um. A
Em casa de N. O. Bieber A C ,
successores, ra d Cruz 4, vende-se
Taixas para engenho.
Forma para assucar. Vinho Bordeaux em casmasde 1 duzia.
Bombas para cafJsyVfs.
Plvora embarrn%boo.


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I
DIARIO BE PEWfAMBUCO SiBBADO 19 DE JlftaMo D IItl
Loja das 6 por-
tas em frenic do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4#.
Duzia de melascraae para homem a
1&200eo para ISO ra., ditas brancas
muito Unas a2f509 a duzia, lencos *e
cassacom barra decaaos a ISO ra. cada
uro, diloebrancosa 160 ra., baldes de
SO a 30ateos a 3$. laazinha para vea-
tidos a 140 o covado, chales de merino
estampados finos a 53 e 63, larlalaoa
branca e de cores muito fina com vara
e meiade largara a 480 ra. o covado,
tilde lioho liso a 640 rs. avara, pe-
Qaa de easabraia lis fina a 3, caaaas
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulioa encarnada a 320 ra o
covado, calcinhas para menina de escola
a tf o par, graTatinhaa de tranca a 160
rs., petos para comisa a 200 ra. cada
ora duzia 2Jt, pegas decambraia desal-
pico muito lina a 39500, pecas de bre-
t.mha de rolo a 29, chitas francesas a
220 e 240 ra. o corado, a loja est
aberla das6 horas da ruanhaaas 9 da
Doite.
www|fans?f.irKT?*Tffi?^fi*i 1111 ^t*i
Enfeites para cabera
Veada-ae os asis moderaos enfeites que tem
V 2 X?%* "'do, d maitsa qaalidaeea a
Je 84000cada nm, ditos pretoa cosa virilriea
18500: na roa do Qaeimado loja de miudezas da
boa fama n. 35.
Lea muito fina para
bordar
Veode-sa a 89 a libra : na rus do Queimado
loja de miudeziS da boa fama o. 35.
Lavas de diversas qaali-
dades
Asteas de aejo para
bales de se-
nhora.
Vende-se a 160 e 200 rs. a vara : na ra do
Queimado loja de miudezas da boa fama n. 85.
Luvas de pellica de
Jouvin.
Vende-se aa verdaderas luvas de pellica de
Jouvin para horneo) e seohora a 20500 o par: Da
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
d. 35.
Ciatos do ultimo gosto.
Vende-se cintos dourados e de palhs o msis
bello que possivel eocontrsr-se, pelo baratissi-
mo preco de 39 cada um, ditos de fita de muito
lindos gostos a 25 ; tambera se vende fWellas 'commenda, sendo servidos com promptidao co-
muito lindas e de muitas qualidadea proprias nni- mo eram, tendo sua casa um grande sortimento
cntenle para cintos a 2 na ra do Queimado de roupas feitas e fszeodas pelo mais baizo pre-
loja de miudezas da boa fama n. 35. | 50 (S dinheiro) que se pode encontrar.
lRMAZEMPROGRESS(f
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlim
Vende-se muito superiores luvas da camurca
para homens a 29 o par, ditas de fio de eseossia
brancas e de cores a 800 rs., ditas da seda eu-
feitadas para senbora a 2g, dilaa de toraal pretas
a 19: na ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 35.
Chicotes de gosto e multo
fortes.
Vende-se mnito bonitos chicotes debaleiacom
castoes de marflm e de metal para homens e se-
ohoras a 4 e 59 cada um, ditoa de estallo tambera
muito bons a 39, ditoa de junco porm muito bem
acabados a ig : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
G abaies para sen\\oras o
meninas.
Vende-se pelo baratissimo e admiravel prego
de 3 e 49 cada um, e affianca-ae que quem os vir
nao deixar de comprar, to bonitos e atis sao
elles : na ra do Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 re., e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occasiao em que
se escreve e por muito pouco lempo fica preta e
bem preta, havendo a vantagem de servir para
copiar cartas : na roa do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Ra Nova n. 18.
M. A. Caj avisa a seus anligoa freguezes que
nao podendo acabar com aeu eelabelecimento de
fazendas e roupas feitas, contina sempre em 11-
quidacao, recebendo encommendas de qualquer
obra de alfaiate, e para sso tem um cootrames-
tre sempre prompto pira receber qualqner en-
isis nova a 600 rs., em barril, e 640 rs. a libra.
no mercado 39000, 29600,
muilo novos a 500 rs. a libra.
400 rs. a libra e em caiza a 8|.
Aflanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado ueste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
qualquer parte. *-
Van ga inS*ftZa a mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
abalimento.
M.anteiga f raneexa a m
QneUos do reino chegad09 n,e ultiino Tapor por 3000#
yUQlJOS tOnarmOS de superior qualidade e muito frescaesa 800 inleiro, em libra
a 1 jOUO.
Ctt nrota, hysson e preto 08 melnore8 que hs
29000 rs ajibra.
^rexnnto para fiambre
Preznnto do reino de inp9rior quaIidade, 440 r<< ln,eiro> e m rs a libra
0 meihor petisco que pode haver por estar prompto a toda a hora ilfi libra.
Toneinho do reino 3!0 rs ,,, e arreb. .99000
ChOUtlCaS e paiOS cheg.dos neste ultimo navio, a 720 rs. a libra.
Banna de porco refinada 480 r, e em ull com 10 librai> por r8 e
se for em barril a 440 rs. a libra.
wlarmeiada imperiai d0 af8mi!d0 Abreu e de outros muit08 [bricaote9 de LUboa
. a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por 19600 aflanca-se a boa qualidade.
Haca &e tomate cm laU. deama Ubr. por 900 M>
ItwenAoas e eonCettos em laUgde2 libras conlendo dia te, qailidade8i
muito propno para mimo, a 29000.*
t^r\linas IraneezaS e porluguezas em latas de 1 libra, por 6*0 rs. ditas em meiaa
a 500 rs.
AAetria, maearrao e taVntrim,
% oxea muUo n07 a 100 rs a librai e 4|>000 rS a 1brs
eni cartoes muito enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
.*.... a mois suPerior que ha a 1JO00 rs. a garrafa o em caita se far
auaimeiiio.
Genebra de Hollanda. 6}000 r9. a frasqueir| e 560 rg> o fraaco>
viL^SF**^ ,,vfi:-"ff;2 kF&r*Pocto fi00, Fei'
d" mais acreditadas marcas a 19 a garrafa e em caiza a 99 a duzia.
V 8 de differentes marcas a 169 a duzia e a 18500 g garrafa, efflaoca-se a boa
QUdilUdUw*
Verdadeira serveia eabrinba <
. rao r e de outras muitas marcas a o a duz a, e
a 500 rs. a garrafa. *
Viuboem pipa Port0iLi8boaeFigueiraa8500(4Je4S500amm(U
Kspermasete iuperior a 740 r8 em caiHt e 760 m a libra>
Batatas oiras em gig08 de nmaarroba a ^
_^ e 08 m8i8 sllperiore8i hesp.nhol a 1J2O0. francez a i$, portuguez a 800 rs. a libra
r gos&a C'smmadre
320 rs n0'r0,, em Ci,X" de por S*500, e em Iibra "
">mift* de engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
menlo ts de casca moIe a 400 r8 a Ubra
A.Zeit dOCe reflQjo a 800 rs. a garrafa e em caixa a 9.
Pililos de dentes liiad05 com perfafiao a 240 ma50>
Costeietas ingtezas propria9 para flambre a 800 r9 1bra
. ""I nova do mercado a 49 a barrica e em libra a 320 rs.
tuguezas a ^m^^ fb fra'C0* mU( rCS Cm ,l2 ,IbrM Pr 3*5' dil" p0r"
a 1.1 OlO p,ra limparfacaaa 200 rs. cada um, em porgio se farfi abatimento.
S^rejaS em fragcos d8l e 1|2 libra muilo novas a 800 rs.
Indepeniote dos gneros anounciados encontrara o respeilavel publico grande sortimen-
to de gneros, ludo de superior <]u*li ade.
A 3^000.
Chapeos de palhioba floa anfaatadoa para mi-
nian ; na raa da Crespo o. 10.
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lengos francezes a iml-
lagio doa da lioho, muito propioa para oa taba-
quistas por serem de cores eactras e fizas, pelo
baratissimo prego de 5 e 6J a luzia : na ra do
Queimado o. 22, na bem conhecida laja da boa fe.
Fil liso e tarlatana.
Vende-ae aoperior fil liso > tarlatana branca
e de cores, palo baratissimo n-eco de 800 rs. a
vara ; na bem coohecida loja da boa fe, na ra
do Queimado n. 22.
Toainas para m&os.
Vendem-se muilo boas toallas para mos pelo
barato prego de 59 > duzia ; di ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Ricos eneita.
Vendem-se ricos e superioreenfeites os mais
modernos que hs, pretos e de ores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 69500 ; n, loja da boa 14,
na ra do Queimado o. 22.
Cambraias de ccres.
Vendem-se cambraias f raneaos de lindas co-
rea, pelo baratissimo prego de 28) o covado ; m
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias ira acezas fnissimas.
Superiores cambraias francezaamuito finas, de
muilo bonitos padrdea, pelo barao prego de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na na do Queima-
do n. 22.
Cambrnia iis*. .
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5$ P'ga com 8 1|2
varas, dita tapada muito superior, pega de 10
varas a 61 : oa ra do Qaeimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e ntoaintdo de
Unno.
Vende-Si superior bramante de purolinho com
duas varas de largura a 29400 a vara, asim como
atoalhado adamascado larsbem de piro lioho,
com 8 palmoa de largura a 29500 a vara: na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Quainado nu-
mero 22.
Cortes de caica.
Vendem-sa cortea de caiga de ruda caaemira
de cores escaras a 25 cada corte ; na loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Port bouquels, j
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Chegaram opporlunamente para aloja d'aguia
branca os booitos port bouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommeada, fleando assim remedia-
da a falla que havia desses port bouqutts de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo nara os di-
versos casameotos e bailes que se cooiam nesses
dias, por isso as pessoas qae por elles speravam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-ae munidos de dinheiro loja d'iguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que eoconlraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
l
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to Qaa, com 4 pannos, pelo dimioto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, oa bem conhecida tejada boa f'
Entre-meios oordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca vende-se eniremeios
bordados em floa cambraia transparente a 19 a
peca de 3 v.ras, pre;o eata porque ad se scha em
dita loja da aguia branca ra do Queimado D. 16.
Adveneseque de cada padrio tem bastantes
pecas para vestidos.
Polassa da Rossia.
Vndese emeasa deN. O. Bieber &
C, succetsores, ra'da Gru n. 4-
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
da puro lioho, pelo baratissimo preco de5|: oa
ra do Queimado a. 22, na bem coohecida loja
da boa f.
Calcado
45 Ra Direita 45
Ougam!.. Ougaml..
O traste indispeosavel a o hornera civilisado
sem contradigao o spalo 1 E' ella tao necessa-
rio como o pao ao estomago. Tolera se um
chapeo jaca ; urna casaca de ajuatar taboado ;
um vestido desbolado; maa o aapato acslcenba-
do e rodo, a botina aem lustre e j descosida
urna indecencia, um insulto so orgao visual de
um enristao. E' por to graves consideraces
que o proprietario deste estabelecimeDlo.
acabando de receber um msgoifico sortimento,
roga aos seus freguezes apressem em renovar
o calgado velho visto estar-moa oa test. :
vejam :
Home m.
M1LIES (chagre privilegiado) frescos co-
-JM aua do PrataM.....
BORZEGUINS.inteirigoa (Roclhild) .
diverso's fabricantes. .
_ lustre pechincha. .
Sapaloes de Nantes, vaquita de lustre
bsteria...........
Ditos Nantes batera. ......
149000
99500
89000
55500
69000
59500
59000
49500
39500
53-200
31000
2SOOO
19500
LUCIA
a
>
Ingiera........
Nantes meninos.....
lustre (sola e virs.....
(urna sola).....
de Iranga portuguesa. .
franceza. ;
Senhoras.
BOTINAS.'gaspa alta e Ufo ioglezes de
duragao incalculavel. 6J0O0
francezas (taejo).....; 5|500
sem laco. 5|O00
gaapa baiza....... 42800
outroa (32, 33 e 34). : 4J500
_ df roeniua (Joly)..... 49500
Sapatos (Joly) com salto...... 3jJ00
> ( ) aem sallo...... 22000
* ?*HL_........ 800
lustre (32. 33, 34)..... 800
econmicos para casa. 500
Alem diaso um variado a abundante sorti-
mento de tudo o qae oecessario a aapaleiro pa-
ra ezecutar quatauer obra.
Lindeza.
Vende-se fazeoda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Altenrio
Vendem-se caixSes vasios proprios
parabahuleiros.funileirosetc.a 1#280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem
para vender.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porgao e s retalho de urna aacca
psra cima, e por commodo preco: na rus da Ma-
dre da Dos confronte abotica n. 80.
CAL DE LISBOA EM PEDRA:
Da mala nova que ha no mercado e por preco
muito razoavel : vende-se na ra do Apollo n*
28, armazem do Terroso.
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
0 ,ei,f ""rglnal j bemeonhecido como reme-
dio infallivel para aardas e pannos, veode-se a
ztjB. o tresco na ra do Queimado, loja d'aguia
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumarlas finas desusa proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-ss sempre doa melbores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver
Coudray e Sociel Hygienique, etc., etc. ; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. t6, que
achara sempre um lindo e completo sortimento,
teudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrosas.
Emeasa de N. O.Bieber
4 C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-aeearroa americanos mui elegantes, rJ1 reduc93 n0 preco* para acabar.
a leves para das e 4 pessoas e recebem-se en- -2!Bi no armazem de Braga Son 4 C-
na ra da Moeda, taizaa de ferro cuado do mal
acreditado fabricante Edwin Maiv a 100 ra. por
libra, ai mesmas que se veodiam por 120 ra.
Gal e potassa.
Vendem-se estes dona gneros no bem conhe-
cido e acreditado deposito da roa da Cadeia do
Reeife n. 12, por menoa preco do que em oatra
qualquer parte, afiancando-se a boa qualidade.
A cal chegou a qoatro dias pelo brigoe Sobe-
rano^ e a potassa legitima da Rusta, chegada
pelos altimos navios da Hamborgo.
mielo LOW-MOOI
RaadaSei7.aIlalUvai.42.
Reste astabsleeimento contina a kaver
omplsto sortiaen to damoanda sesseias nsaaev-
dssparaangenho.sssehinssde vapor otabas
ia ferro batido a eoado.de todos o .lmannos
para dito.
Vende-se
na ra do Queimado n. 19
o seguinte.
Pecas de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 81|2 varas, pelo barato preco de 5*C00.
Toalhas de linbo adamascado para mesa a 4f.
Cambraiaa de aalpicos graudos muilo lindas a
59 a pega, ditas de ditos miudiohos flnss a 41500.
Lencoea de bramante de lioho a 8|000.
Cambraia ailada para forro de vestido, coas
8 1|2 varas a pees por 2f.
Grandes colchaa de fuatio lavrsdas a 6.
Ghapeoa enfeitadoa muito lindos, proprios pare
meninos a 7 cada um.
Cobertaa de chita, goato chines, a 1J800.
Ricas capellas para noiva, de flor de Urania.
Algodo com 7 palmoa da largo aflOOra. a vara
Leogoes de panno de linho a 1|000.
Souhall Hellors & C., lando recebido or-
dem para vender o seu creacido deposito do rslo-
gioa visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, porlanto, s pessoas que quizerem
possuir um bom ralogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveiUr-ae da op-
portunidsde sem perda da tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preco no sed* escrioturio
roa do Trapiche n. 28.
Taixas.
commendas para cujo fim elles possuem i an-
pas com vanoa desenos, tambem vendem car-
rocaapara conducCao de assucaretc.
Vende-se
farinha de mandioca de superior qualidade mui-
to nova, e em tudo egradavel, em porgesgran-
des e pequeas a vontade dos compradores e pre-
Cos muito mdicos: a bordo do brigue Midaso
ancorado defroole do caes do arsenal de guerra
Veode-se o engenho Santa Luzia, sito na
freguezia de S. Lourenco da Malta, ou a dioheiro
ou troca-ae por casas nesla praca : quem proten-
Ider dirijs-se ra de Hortaa n. 7, desde s 10
'horas da maohaa al s 4 da tarde.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de retroz psra grvalas a
00 rs. : na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
lolooo.
E' na ra do Queimado n. 39 loja de quatro
portas que se vende os mslhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bom gosto.
Ruada Senzala No Tan. 42
Vande-se sm casada S. P .Jonhston 4C,
luios* stlbasnglazes.cand*irosacastigaes
bronzeados,lonas aglesea, fio davala,chicota
paracarros, a montaa,arreiotpara earroda
usa eloas cvalos ralogio ida ouro patenta
agios.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
valhas d'aco refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade dellas basta dizer-
se que s&o dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C, custa cada estojo de duas na-
valhas 88000: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca, n 16.
Mauteiga inglr.za flora 800 rs
a libra.
Franceza a 640, toucinho a 320, ervilha a 100
rs., banha refinada a 480, alpista e painro a 180,
gomma de araruta a 100 rs. : na ra das Cruzes
n. 24, esquina da trsvessa do Ouvidor.
Capellas e ramos para casa-
mentes e bailes.
Vndese muitissimo finas e ricas capellas
brancas para noivas, cuca o competente ramo para
o peito, pelo baratissimo. preco de 10 e 129, ra-
mos de flores muilo flnaee.de ofuito lindas co-
res a 39. ditos mais inferiores pouca cousa a la.
10500 e 29: na ra do Qaeimado loja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Flores finas,
A' loja d'aguia branca acaba de despachar um
bello sortimento de flores finas e delicadas pro-
prias para enfeites decabeca e vestidos para ca-
sameotos e bailea; quem as vir sem duvida se
alegrar de achar flores to perfeitas e delicadas:
Isso oa ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Espirito de viaho de 38
graos
Na rus das Cruzes o. 24, esquina da traressa
do Ouvidor, a 1$6
Jl 4 000 rs.
A duzia de serveja branca eprets, e de marras-
quino : no bazar da ra do Imperador.
A 500 rs.
Vasaouras americanas e ciscadores ingleses:
no bazar da ra do Imperador.
Vende-se urna casa de taipa cnberta de tu-
llas, no lugar da eatrada Nova, con 15 palmos de
frente e 25 de comprimenlo: na ra de S. Jos
o. 58.
Feijo preto
muito novo e birato; vende-se nicamente ns
rus nova de Sania Rila, armazem n. 19.
Farinha de man-
dioca
de Santa Cathartna, a mais nova qae hs no mer-
cado : vende-ae ensseada no armazem n. 19 da
Os borros e csvsllos existentes no armazem roa nova de Santa Rite, e por medida a bordo do
doSr. Andr de Abreu Porto, defronte do arse-Jbrigue Midas, defronte do arsenal de guerra,
nal de marinhavendem-se a vontade e eaco-1 Veode se um cavallo mellado com clinas
Iha doa compradores : na ras do Trapiche n. 41 brancas, novo e muito manso, bom de cabriolet:
primeire andar. 'a tratar na ra da Santa Cruz o. 1.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
DE
c
Biro.
chameso
vitm fan especialmenteescollhida a 800 e lJWOO, eem barril ter abatimento.
aeill iraDCeza a meihor do mercado a 700 rs. a libra e em barris a razio dJeOO rs. a libra.
UueiJOS ameDgOS chegados neste ultimo vapor a 3000.' /
QlieijOS lUQdrOOS o meihor que ha neste genero por serem muito frescos a 19200 a libra.
QueijO pratO o meihor que se pode desejar a 1&200 a libra e l3100 o int
Cha nySSOQ e pretO o meihor do mercado de 19700 a 2880 a libra
Presunto fiam bre inglez hamburgaez 720 rs. libra.
Presuntos portuguezes vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra e inleiro a 460 rs.
r,0,ennarrwln DuqU9 da Pr,' *enuino' Por{0 fino- Dec,ar' Csrcsvellos, Csmes, Msdeira seces, Feitoria velho, seeeo e
V h R \ a8arraf. e 139000 a duzia.
inO BordeauX de superior qualidade difirentes marcas a 800 a 1 a garrafa ede 8500 a 10*000 a duzia,
VinnO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4f800 a caada.
Marmelada imperial aescolher de todos os fabricantes de Lisboa premiada as exposi?5es nniversaes de Londres a Pars a
000 rs. a lata, de urna libra e a 19700 as de duas libras.
BOCetaS com doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeitadas, ele
muito gosto a 3500 cada urna. *
FigOS em CaXnhaS de 4 libra muito frescos e grarades a 2000.
Peras SeCCa em caixlnha de 4 libras chegsdas neste ultimo vapor a 3500 e 19200 a libra, afianca-se ser o meihor que pode haver neste
genero.
AmeiXdS francezas em latas de5 libras por 49000 e 19000 por libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 39 a a 640 rs. a libra, eem caixa de urna arroba a 99500.
Latas COm frUCtaS de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 1#00U a lata.
CornthiaS em frascos de 1 i [2 a 2 libras de 19600 a 29200.
Caixas SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e noze oque ha da mais proprio para mimos, de 49000 a 59000 rs.
por caixa de 10 a 12 libras, e320 rs. a libra dos figos.
Lata COn? bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muito novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 39500 a 49500.
ConserYaS inglezaS francezas a pormguezts de 600 a 800 ris o fiasco.
Ervilhas francezas e porluguezas a 720 rs. a lata, afiarjee-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Mascas talharim, maearrao e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
AmendoaS de casca molla a 400 ris alibra em porcao ter abatimento.
AzeitonaS de Lisboa novas e grandes viudas pela pri meira vez ao nosso mercado a 39500 a ancoreta.
Champanhe dsa marcas mais acreditadas de 159 a 209000 res o gigo de 19500 a 29 a garrafa.
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa e de 59 69000 a duzia da branca.
Cognac meihor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia."
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frascos 69500 afrasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez. hespinhol e francez de 19 a 19200 alibra.
Vinagre puro de lisboa a 240 ra. garrafa e 19850 a caada J
Espermacete superior sem a varia a 740 re. em caixa e a 760 ni. a libra.
ArrOZ o meihor do marcado a 100 rs. a libra e 29700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Maranhao,
Alpista O painCO o maislimpo que ha a 160 rs. a libra do alpista e 240 re. a libra do painco.
Vinagre branco o meihor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 29560 a caada,
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a primeira vez a nosso mercado, de 19 a lata.
Araruta a meihor que se pode desejar a 320 rs. a libra, e 160 rs. a libra da gomma.
ToUCnhO de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a lbrale arroba a 109000.
Batatas era gigoseom urna arroba, as melhores que ha no mercado a 1J9800 o gigo.
Lentilfias francezas, as melhores e mais ssbo rosas da lodosos legamos a 500 rs. alibra,
Nozes as melhores e mais novas por terem chegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra.
PalitOS HxadoS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 mass nhos o flor a 280 rs,
Latas COm sardinha de Nant*S muito novas a 440 rs. a ata.
Velas de Carnauba ecomposicio de superior qualidade a 400 rs. alibra e a 199500 a arrob.
Bolachnha ngleza inglesa a mais novado mercado a 49 a barita e 320 re. alibra.
A lm doa generes annunciados encontrar o publico tudo que procurar tendente a molhados, e por menos des por canto do qaa sea oatra
qualquer parte.
*



*

------------------_

DI*MO
IHBOCO -fiMfK) 18 DE JAM1RO DI lMt
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na lgja d'aguia branca te acha um bello orti-
meoto de ntremelos bordados em fina cambraia
traneparante, e cono de sea eos tu me est ven-
dendo baratamente a 1^200 a peca de 3 Taraa,
tendo quantidade baatante de cada padro, para
rostidos ; e quem tirer dtnbeiro 6 approreitar a
occasio, e manda-loa comprar na roa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agnihas imperiaes.
feTem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistss sempre
?eeider o bom, mandn rir, e aoabam de chegar
aqui (pela primeira re) as aoperiores agulhas
imperiaes, eom o fundo donrado e mni bem fi-
tss, sendo para alfaiales e costureiras, e custa
cada papel 160 ra. A agu ha assim boa anima
e adtanta a quem cose cora ella, e em regra sao
mais baratas do que ss outras; quem ss com-
prar na rna do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem delias.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos arligos de gosto, e proprios
para eofeites de vestidos de noiria ou .convida-
das, sendo bicoi de blond ds diversas largaras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhose era elles, cascarrilhas braocas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sollos, lu-
raa de pellica enfeitadas primorosamente, mni
bonitas e boas filas de chamelote, e emfim mui-
tos_outros objectos que a pedido do comprador
serio patentes, e vista do dioheiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tiras
hordadas em ambos os
lados.
Vendem-se tiras de cambraia bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
tir a meio, para saias e outras muilas cousas,
custa cada tira 1*200: na ra do Queimado, loja
oaguia branca n. 16.
Potassa americana.
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Hanoel
Igoacio de Olivera & Filho, largo do Corpo San-
CHAPEOS A 6ARIBALDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunha A Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e feliro, mui lindos, e se ven-
den) pelo barato prego de 10 e lty.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
mais floissimo brim trancado decores, mnilo pro-
prios para os bailes, festase passeios campestres
pelo diminuto oreco de 10$.
Chapeos baratos.
Chapelioas de seda para senhora, pelo baralis-
simo a/eco de 88, chapeos de seda e de merino,
bem entallados, para meninos e baptisado a 6 e
79, ditos de palha e seda para senhora a 10$, di-
tos de seda de cores, copa baixa, para hornera a
6f, ditos de casemira de cores, pelo diminuto
prego de I#600, chapeos de castor baanco sem
pello, bonitas formas a 12g, booels francezes de
panno para meninos a S#500e3#.
Guardanapos e toalhas.
Duiia de guardanapos para mesa a 2$ e 2#400,
toalhas para mesa de 1[4,1|2 e varas a 18000,
18500 e 2#.
Vestuarios para meninos,
de fusilo, eofeitados, a 8$. baldes para senhora
a 3-J5U0, bonitos vestidos de phautesia pelo bara-
to prego de 12f, atoalhado de linho adamascado
com 8 palmos ae largura a 2(240 a vara, mantas
de fil braoco, manteletes, leques de diversas
qualidades, gollinhas, manguitos, sedas de qua-
drinhos, e outras muitas fazeodas que ae ven-
den por baralo prego na referida loja cima.
Tabaco
Vende-se pelo barato preqo de 1500
a lata com urna libra do excellente e j
bem conhecido tabaco americano, pro-
prio para cigarros, e o melhor que tem
rindo ao mercado: na ra d Cadeia
n. 17
Geographia
Vndese dousglobos em meio uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
eitudantes que os pretenderem podem
dingir-se a hvraria universal de Guima-
raes & Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Vende-se flnissimat tiras bordadas a l| e 25500
a pega, babados francezes muito fios e com
bordados muito liados a 2$, 28500, 35 e 4J500 a
pega : na rus do Queimado loja de mtudezas da
boa fama d. 35.
Agulhas francezas
Vende-se agulhas francezas de fundo dourados
das melhores que tem vindo so mercado a 160
rs. o pape' carteiras de marroquim com agolbas
sorlidas e todas de muito boa qualidade a 1 cada urna, ditas de papel dourados e com muflo
bom sortimento a 320 rs., caizinhas com 100
agulhas sortidas muito boas a 200 e 280 rs. ca-
da ama: na ra do Queimado loja de miudezas
da boa fama n. 35.
Fitas de chamalo-
te muito boas e
bonitas.
Batatas baratas
Vende-se batatas a 640 rs. a arrobas e 40 rs. a
libra : na ra Nova n. 69.
Vende-ae feijio mulatinho multo novo em
pequea e grande porgio ; na ra Direita n. 8.
7" Veodem-se 8 cadeiras e 1 par de consolos,
ludo deamarello, por prego commoio ; na ra
do Nogueira n. 2i.
Taberna,
Vende se o estabelecimento de molhados da
ra,4 Imperatriz n. 4, um dos melhores lugares
oa Boa-Vate, muito bem sortido ; a tratar na
taberna grande da Soledade a qnalquer hora.
Pechincha.
Vende-se por rommodo prego um sitio na
Torre, cercado de limo, com boa casa de viven-
da, estribara, cacimba de boa agua para beber,
com o baaho do famoso Capibaribe a porta e
bastantes arvoredos de fructo; a tratir com o
ar. Jos Azevedo Andrade oa ra do Crespo ou
com o proprietario do meamo sitio Joa Mariano
de Albaquerque na estrada doCozaog.
Novidade no tor-
rador!!!
23 Largo do Terco 23.
Qoeijos flameogos muito frescaes, chegados
ueste ultimo vapor a 3}. manteiga franceza a 720
e 640, manteiga ingleza fior a 900 e 800 rs., em
porgo se fu abalimanto, assim como se torrara
outros muilos gneros pertencentes a molhados,
assim comoaejam, caf, primeira e segunda sor-
! te, arroz, velas de espermscete e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendem por me-
: nos do que em outra qualquer parle a dioheiro
viala.
N. O.Biebtr & C. saccessores.rna daGraz
. 4, tem para vender relogloa para algibeira do
Onro e prata.
Os burros e caballos existentes no armazem
do Sr. Andr de Abren Porto, defronte do arse-
nal de mariohs, reodem-se a vontade e escolha
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-' do compradores : ismbem se rendero do mes-
por ioglez sua eocommenda de boas, bonitas e > mo modo cascos muito saperiores, que servirem
largaa fitas de chamelote brancaa e ouiras cffres, para gurdente oumel: na ra do Trapiche n.4,
as quaes sao excel lentes para cintos, lagos, etc., PJm^ro andar*___,__
de vestidos para casamentos e bailes, assim como *10di3M5Sf6~df95i6fiM&l6 SNMSK
para lagos de bonquetes, cinteiros de crianzas e %
muitas outras diversas cousas, e como de aeu '
coslume os pregos sao meoores do qne em outra
Inleresse publico.
[Off^recido pela loja
marmore.
qnalquer parte; assim quem munido de diohei-
ro, dirgir-se a ra do Queimado loja d'aguia.
branca n. 16, ser bem servido.
^ wWW tV** KV e>ww Wl^m&tBw^^M ^W 1N WsWat *
* Para acabar- j g
Na Tila dO Queimado II. 10* tt endoTque para'este fim espera Te"
I A O o correspondentes de Inglaterra, Franca
de]
loja de 4 portas.
Vende-se chapelioas de seds para se-
nhora a 89.
Organdys padroes os mais modernos a
600 rs. a Tara.
Sedinhas de quadriohos a 800 rs. o co-
vado.
Casacas de panno preto muito fino a
20$000.
Manteletes pretos a 158 e 209.
Riquissimos vestidos de seda de cores
e pretos o mais moderno que tem appa-
recido e por baratissimo prego.
Acaba de
chegar j
novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado aortimento de
roupas feitas, calcados e fazeodas e todos
estes ss vendem por precos mnito modi-
leadus como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
269,289, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16J, 18J, 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de '
novos padroes a 14. 16, 189,209 e 249,
ditoa aaccos das mesmas casemiras de co-
res a 99. 109.129 e a 149, ditoa pretos pe-
lo diminuto prego de 89, 109, e 12, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a lt
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 10#',
ditos saceos pretos a 49, ditos de palba de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fuslo a 89500, 49
e a 4950O, ditoa de fustio branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de cores
Unas a 2g500, 39, 39500 e a 4$, ditaade
brim brancos finas a 49500, 5$, 59500 e a
69, ditas de brim loni a 59 e a 6fi, colletes
de gorgurao preto e de cores a 5f e a 6g,
ditos de casemira de cor pretos a 4f500
e a 59, ditos defusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 45
ditos de merino para luto a 49 e a 49500'
caigas de merino para luto a 4$500 e a 5|'
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos: calcas de caaemira
preta ede cor a 5f, 69 e a 79, ditas ditaa
de brim a 2J, 39 e a 89500. paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
de cor a 69 ea 7f, ditos de alpaca al8a,
sobrecasacos de panno preto al29e
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas asqualidades, ca-
misas para meninos de todos ostamanboa
meios ricos vestidos de cambraia feitos
Eara meninas de S a 8 annos com cinco
abados lisos a 89 e a 12f, ditos de gorgu-
rao de cor e de lia a 59 o a 69, ditos de
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupae feitas que deizam de
ser mencionadas pela aua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda e qnal-
quer encommenda de roupas para ae
mandar manufacturar e que para este fim
temes um completo sortimento defazen-1
7V. *Jff/ ""lo offleina d a ai-
Mata dirigida porem babil mestre que
pela sua promptidi eperfeicionadadei-;
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior qne ha no mercado e a prego muito
cammodo: no escriptorio fe Hsnoel Ignacio de
Oliveirs & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras luvas de
Jouvd,
Acabara de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
HIJSJL
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Miia e Silva, est veodendo
tudo muito barato para apurar dioheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Groza de peonas de ago de diversos mo-
dlica a................................
Caixaacom agulhas francezas a..........
Cixas com alfinetes a..................
Calzas com spparelhos para meninos....
Ditas com alto para grandes a..........
Baralbos portuguezesa............120 e
Groza de botaj de osso para caiga, pe-
queos, a..............................
Tesouras para unha muito Boas a......
Ditas para costura a....................
Baralhos francezes muito finos a........
Agulheiros com agulbas a..............
Caivetes de 1' folha muito finos a 80 e
Pegas de tranca de la com 10 varas a..
Pegas de franja de lia com 10 varas a..
Pares de sapalos de tranga a............ I9S8O
A loja de marmore tendo de apresen-
lar concurrencia publica o qne ha de
mais novo em fazeodas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
US
- e
Allemanha os remessas de seus pedidos,
tem resolvido, aotes de apresenlar o no-
vo aortimento, liquidar as fazendas ezis-
lentesl o que eflecluari por pregoa m-
dicos e para cujo fim convida o respeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer- 1
geoda. tt
-mmmamm mnsS
Funileiro e vidraceiro.
i
C runde e nova officina.
Tres portas.
314-Rua Direita31.
Neste rico.e bem montado estabelecimento en-
conlraroosfreguezeso mais perfeito, bem aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de todas asqualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROS de todos os tamanhoi.
SEMICUP1AS idem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em cairas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as quslidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flandres para qeal-
quer sortimento.
VIDROS em Jcaizas e a retalho de todos os ta-
mandaodo-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qoalquer natu-
reza, coocertos, que tudo ser desempeando s
contento.
500
120
60
240
500
200
100
400
40
40
100
100
200
80
40
80>
110'
120
Carlas de alfinetes fraocezes a..........
Escovas para limpar denles a 200 e....
Massos com grampos muito fiaos a....
Candes com clcheles com algum de-
.feito a ...............................
Ditos de ditos de superior qualidade a
Didaesde ago para senhora a............
Rialejos com duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
Eofiadores para vestidos, sendo muito
grandes a..............................
Caizascom clchales francezes a........
Carlas de alfinetes para armagao a......
Charuteiras muito finas a................
Tinleiros de vjdro com tinta a..........
Diloa de barro com tinta superior a....
Ara preta mutlo fins, libr*............
sem segundo.
Ra do Queimado n. 55, defroole do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por precos que
a todos admiram, aaaim como seja :
Frascos com agua de Lavando muito su-
perior e grandea a....................
Duzia de sebonetes muito finos a......
Sabooetea muito finos a................
Ditos ditos muito grandes a.........,.]
Frascos com cheiro muito finos a......
Garrafas com agua celeste superior a ..
Frascos com baoha muito fina a........
Ditos com dita de urso a................
Frascos de oleo de babosa a...........'.
Ditos de dito muito finos a 320 e......
Ditos com banba transparente a........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditos ditos frasco* grandes a............
Ditos de macag e ae leo a............
Lioba branca do gaz a 10 rs. tres por
dous e a..............................
Linha em carlao de Pedro V com 200
j"d ..............................
Dita com 50 jardas s....................
Duzia de meias cruas muito encorpadas a
Dita de ditaa muito superiores a........
Ditas de ditas brancaa para senhora a....
Bicosda largura de3dedos, vara a.....
Groza de boles de louca a..............
Carriteis de linha enm 100 jardaa a.....
Duzia de phosphoros do gaz a...........
Dita do ditos de vela muito superiores a
Pe^as de fita para eos de todas as larguras
Franjas de linho para toalbaa (vara)....
Micos das Unas por todo o prego, por pedido
que teoho do fabricante para acabar, e por isso
nao se olna o que cuetou, e aim o qne d.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de JLow Moor libra a 120 rs.
SABAO.
Joaqalm Francisco da Mello Santos trisa a os
seusfreguezes desta praga e osdefra.que tem
ezposto venda sabaode aeafabricadenominada
Recifenoirmazem doaSrs. Travassos Jnior
& C, na ra do Amorim n .58; maaaa amarella,
eastanha, preta e outras cualidades por menor
prego qae de outrasfabricas. No mesmo arma-
bemtemfeo oaeu deposito develas de carnaa-
zasimplesiem mistura alguma, como as de
composigo.
Lindas flores.
Na loja d'aguia do ouro. ra do Cabugi n. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
, pleto sortimento de flores, o mais Uno que pos-
2Q aivel eucootrar.prbprias para eofeites de cabegaou
vestido, cousa muito chique, que se vende por
prego que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
Mi cangas miudas de todas
as cores.
120
400
400
320
80
160
200
800
A loja d'agoia branca acaba de receber essas
j procuradas migaogas miudas que servem para
JOOO pulceiras e outras cousas, e por isso avisa as
160 : pessoas que ellas esperavam e as que novamente
800
500
160
200
500
1#000
240
600
240
500
900
400
600
100
.20
60
20
1400
4B50O
35OOO
120
160
30
240
240
320
80
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
praro um masso muito maiordo que os antigos,
Isso somente na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22
se encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda pretos e de cores, que se vendem por
pregos baratissimos, como sejam : estreitinbas
prelas e de lindas cores a 18. ditas com ponas
largas a 1&500. ditas pretas bordadas a 1*600. di-
taa pretas para duas vollas a 2g ; na mencionada
loja da boa f, oa ra do Queimado n. 22.
Urna barcada.
Vende-se ama bsreaga do porte de 35 csixas
eocalbada no eataleiro do mestre carpinteiro Ja-
cinthoElesbao, ao p da fortaleza das Cinco Poo-
taa, aonde pode ser vista e examinada pelos pre-
teudentes ; vende-se a prazo oa a dioheiro a
tratar com Hanoel Alvea Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Lencos brancos muito
unos,
Vendem-se lengoa brancos mnito finos, pelo
liminuto prego de 2*400 a duzia, 6 grande pe-
chincha : na loja da boa f, na rea do Queimado
oumero 22.
Caivetes fixos paraabrir
latas.
Chegou nova remeaaa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de ssrdioha, doce
bolacbiohaa etc., etc. Agora pela (esta cmese'
muito deseas eousas e por isso necessario ter
om desses caniveUe cujo importe 1*. compran-
do-se na rus do Queimado loja da agaia branca
o. 16, nica parte onde os ha.
Arado s americano se machina.
paralava roupa remeasa de S.P Jos
oston 4 C. ra daienzala n.42.
Fe i jo de corda.
No armazem de Tasso Irnaaos, ra do Amorim
numero 85.
A loja da bandeira
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
. eenecupa prego favorito.
[Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Hanoel Jos da Fonsecs participa a
todos os seus fregueses tsnto da praca
| cmodo mato.ejuntamenle aorespeit-
ve publico, qie tomn a deliberagao de
baizaro prego de todas as suas obras,por
cujo motivo tam para vender um grande
i ortimento dsbshs e bacas, tudo de
i dlrTerenteslmannose dediversss cores
j em pinturai, e juntamenteim grande
sortimento eltversas obrss.contendo
1 banheuos e jemelascompridas.grandes
epequenasmachinaa para caf ecane-
cas par corduzr agua grandes e peque-
as, lataa g-andes pira conservar fari-
nha e regadores ao uao da Europa, ditos
grandes e requenos ao uao do Brasil e
camas de rento, latas de arrobe a 1,
bahsgratdeia4 a peque nos a 600
nn*1' grade & pequeas a
800 rs. .cocos de azs a 1 a duzia re-
gaderos regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
los ha pintados e em brsoco e ludo mais
ae vende pelo menos prego possivel: na
loja da bandeira da rea da Cruz do Re-
cil6 o* 37*
i
&MB9W9N0M& MHKM09Ktt
Plvora.
JeafeT POl*-ra de 8uPeor qualidade e
chumbo de munigao por meos do que em outra
Luvas de Jouvio.
Na loja da Boa F oa ra do Queimado n. 22
sempre se encontrarlo as verdadeiraa luvas de
Jouvd tanto para homem como para senhora
adverlindo-se que para aquelles ha de muito'
lindas cjttres, na mencionada loja da Bda F ns
ra do Queimado n. 22.
eanha fina
em copos grandes.
A* loja d'aguia branca avisa a sua boa fregne-
zia que chegada a apreciavel banha fina ero co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do qne em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'agoia branca n. 16.
fu do Queimado n. 10,
loja de 4 portas de Fer-
ro M&ia,

vendem-se ss seguintes fazendas por metade de
seus valores somente com o fim de acabar.
Chales da touquim o melhor que tem appare-
cido no mercado a 8,10, 15, 20 e 30f.
Sedinhas dequadriohos, covado, a 800 e 1J.
Chaly e barege, covado 500 rs."
Mimo do co, covado 500 rs.
Cassa franceza, covado 740 rs.
Cortes de casss de salpicos a 3$.
Grosdensple preto, covado lj).
Dito amsrelto, covado 600 rs.
Chales de merino bordados s matiz s 4f.
Corles de velludo de cores para collete a 3g.
Paletots de brim de cores a 3)1.
Lencos de seda de coies, um 600 rs.
Chapeos de palha para senhora o maia moder-
noe rico que tem apparecido a 12,14 e 15J.
Dilos para meninas e meninos por barato prego
Bonela de palba para meninos idem.
Cortea de seda de quadros, fazenda muito su-
perior a 89.
Paletois de alpacs prels e de cores a 8g.
Tarlatana de lia com palmas matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de senhora e
meninns, covado 400 rs.
Chapeliohss de seda para senhora, urna Gg.
Meias para menina de 2 a 8 annos, duzia 2y.
Vestidos pretos bordados a reliado.
Ditos ditos com babados.
Ditos de cores, riqoissims fazenda.
Panno fino de todas as cores, covado 21500 e
3SO0O. i ^
Manteletes pretos lisos a 12 e 15}.
Ditos ditos bordados o mais rico possivel.
Cortes de nova fazenda intitulada mossambi-
que, propria para vestidos de senhora.
Atoalhado de linho com 10 palmos de largura.
vara 2.
Bramante de linbo, 12 palmos de largura, rara
250OO.
iio de dito mnito fino aS$300.
Chelea de la e seda a 2}i
Alem das fazendas cima mencionadas ha mui-
tas outraa de apurados gostos, que se vendem por
diminuios pregos.
Luvas pretas de pellica.
Chegaram no vapor trapees novas luvas de
pellica pretas e outras core* para homem e se-
nhora : quem delias precisar, dirigir-se direc-
tamente 6 ra do Queimado, loja d'aguia brancu
n. 16, qoejer bem servido.
Relogios. j
Vende-se am casa deJohnston Pater A C.
rus do Vigsrio n. 3 um bello sortimento ds
rslogiosdeouro, patente i nglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben
urna varisdade de bonitos trsncelJBfpara os
mesaos.
IVovos enfeiles c cintos
dourados.
A loja d'agoia branca acba-se recentemente
prvida de um befo e variado sortiasento de ee
feiles de difTerentes qualidades e gestos, os mais
lindos que possivel encootrar-se ; assim como
est igualmente bem soilida de bonitos cintos
dourados e praleados, sendo lisos, de listras, e
5h^V .f bem "tm "Pon" cibidas,
*aL d nioo "l'" > om gosio
docomprador. qe munido de dinbeiro oto dei-
g"! &V".a",ua d0 Qu
1
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Queijos flamengos chegados no ultimo vapor a 2X80*0 e 3.
Cha byion e preto a 2 e 2*880 a libra. *
Vinho engarrafado dos melhores autores a 1 e 1200 a garrafa.
Vioho oe pipa proprios para paslo a 500 e 560 a garrafa
Maropelada imperial dos melhores autores a 900 rs a libra
Ameuas portuguezaa a 480 rs. a libra.
Passas muito nova* a 500 rs. a libra.
Latas combolachiobtsde difTerentes qualidades a 1S400
M.n.r."i8 8l-ez" nel!>ores do mercado a 800 rs. o frasco.
Hassas, talhanm, macarrao e alelria a 440 rs. a libra
Cerveja das melhores marcas a 560 a garrafa
Genebra de hollanda superior a 500 rs. a bolita.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditasde espermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arrcz s 100 e 120 rs. s libra.
Aloisia a 160 rs. a libra.
Touciobo de Lisboa a 360 rs. a libra.
tol*"mnlh.Ben?m.u,hnUD.ci!?0""char publico um 8rande sortimento de um tudo tenden-
te a moinaos mais barato do que em outra qualquer parte.
ATTEN6A0
MIL MJfiTOT \
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
N. 48-Rua
da ImperatrizN.
Junto apodara franceza.
noeiA aiilejfc it-i ___ 1 >
48
Eocontra-se neste estabelecimento um completo sorlimento de roupas de todas as aualida-
?I h m.i 5 1.2*',d,t0? de sem de 7, 9e 12, ditos de alpaca de cor a 3500 4a e
. dios de me,, casemira de cor 450O e pretos a 5g. ditos de brim pardo e de corea TSfiOO e
AfiRS ZXl IMF *u*l d6 lm lraDCad 4*500' brecasaco d. psnKeto
8S500 TUS* de eflr e^Safte MJr. 28v80r'"nent0 d5 calC8S bra le brim a 2>500,
?to SJfiUO i 6 dita. L *' S50 e 5L2Ui de gaDRa de cor 270. ,,e meia casemira
a 3, dSotl e 0 ditas de casemira superior a 6J50O. 7500 e 9. ditas pretas a 4S50II 7* RjtV 111*
e de outras muit.e qualidades. sortimento de collete de todas as qualidades camisas france. ?
^8aS,a-SiqmUean!0adfleSre P"5". "" e algodo. de bramante eV ffst?!lttSf
Um sortimento de roupas para meninos de difersos lamaohos, chapeos francezes para calbeca Se
VftR22b?m mu,,as qualidades de fa2enda8e >>fei,as i"--S 55
GRANDE DEPOSITO
DE
LQyA M FA
DO
Barbalho (Cabo.)
41R14 DO IIMPERADOR-41.
Neste deposito existe grande quantidade de louca e de todas aa qualidades, o que se oode
desejsrdeoem fabricado e de boa qualidade de barro, coma propriedade de conservar a asua
sempre fra, como sejam jarras, resfiadores, muriogues, qasrtinhas, garrafas, copos psra agua etc.
De obras -vidradas.
Tem ricos rasos para flores, tainas, alguidares de todos os tamsnhos, assadeiras boi5es
com lampos esem elles. panellas para baler-ae bolos, escarolas, enfuzaa, frigideiraa e mit mi
tras pecas que sena enfadonho mencionar. -_ ""
proprietario desta fabricas primeira deste genero entre na espera obter do resoeitavel
publico aoimacaoe concurrencia e para conseguir esae flm Tendea aua louca mais barata do aun
at aqui se venda nesla cidade. ^ q e
Aprompta qualqaer facture para exportar, alm dos precos cemmodos porque rende di 10
por cento de abate pera quem comprar de 100 para cima e deeaa quantia para menos terao 5
por C6i*o
Qualquer encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
Na padana de Antonio Fernandez da S
Beinz, rus dos Pires n. 42. rndese a* muit
acreditada bolachinha igual a iegteae. dita dr
araruta. todoo trabalho neala easa baa com0 I
Pa trsbalhado com o maicr asseio possirel, fsrinba
a melhor do mercado a 180 rs. s libra.
Lavas de Iouvb.
Vendem-se as verdadeiras lufas de Jourin, ebe-
Mdaa por este ultimo paquete da Europa : ea
loja d aguia de ouro, rna do Cabugi n. 1.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
sete."PberPn0 ? eUaBl tegUM"' ",e"a
Novos cinteiros de fitas com
pontas cnidas e franjas,
k loja d'aguia branca acaba de receber pelo
rapor ioglez os lao procurados e muito bonitos
cinteiros de Blas com pontas cabidas e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas sssenhoraa qne a deaejarsm ; elles sebass-
se nicamente nadita loja o'aguia branca, ruado
yueimado n. 16.
Chapeos de palha.
O mais lindo soitimeoto de chapees de palha
aae Ormas aa mais modernas de Paris, para se-
nnoras e meoioas, ricos sinios ultima moda di-
tos com lacos bordados : ns rns do Crespo 4
casa de J. Falque.
GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de boje em diante
arroba a 50500, e meia arroba 2J000,
e a libra a 160 ris : tambera recebe-te
asignaturas das pessoas particulares lo.
go que seja diariamente, ate que se
acabe o gelo.
Grande
Superiorea paletota de panno preto muito fine
obra muito bem feta. pelo baratissimo preco d.
HA.?, as ?oe,m,,do d- M' ke- "nh-
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pe rna de
porcelana.
Vende-se mui bonitas nonecas com rosto, e
? t? SU tlrWi" a08 baratissimos precos
&&aa*^t*iftfttsSl
Machinas aniericaaas.
EmcssadeN.O. Bieber & C-, successores,
ra da Cruz n. 4, rendem-se :
Machinas para regar hortaa e capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar catira.
Selins com perlences s 100 e 200.
Obraa de metal priocipe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Vernii de alcatrao para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Par
Vinho Xerez de 1886 em caizaa de 1 duzia.
Cogoac em caizasdel duzia.
Arados e grades.
Brilhsntes.
Carrosas pequeas.
Escravos fugini
SJ Fog'0 do sitio da liba, freguezia da Vare,
o pardo escraro Benedicto, qne representa ter
30 annos de idade, tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, rosto descarnado, falla de um
dente na frente, procurou a direceo de S. Loa-
renco da Malta, e foi islo naa riinhan;as do
engenho Pitangueira, sito na mesms fregoeiis :
rosa se aa autoridades poliriaes qne delle ti*er
noticia o faror prender, e iraliflca-ae a qualquer
capitao de campo que o capturar e lea-lo ae
referido sitio denominado liba.
Fugio do engenho Pedrea freguezia de Bar-
reiros no da 8 de dezembro de 1861, o preto Js-
nuario, crioulo, idade 25 a 30 annoa, alio e cor-
pulento, pouca barba, pos apalbetados, e tem
escrotos rolumosos, bem ladino, o referido
prato foi doSr. Feliz da Cuoha Teiseira, mora-
dor em Fora de Portaa desta cidsde, e consta ter
muilos coohecimenios em Maricota : roga se a
apreheoso do dito preto podendo ser entregue
ao Sr Jos Joaquim Gomes de Abren na ra do
Imperador n. 17 ou no eigenho Podras, que se-
r generosamente recompenssdo.
Aviso.
No da 58 de julho de 1861 fugio do Gorinhe-
sioho, freguezia de Guarabira, o escrsro Jos-
quim, cabra, com 40 annos, cabellos pretos e
quasi carapinhos, lem o rosto descarnado, posea
barba, pannos pretus as duas faces, nariz afila-
do, olhar relhaco. bocea regular, deoles inleiros,
limados e gastos, pesclo oem grosso d>*de a
nuca al o tronco, hombros cabidos a ponto de
nao sustentaren) os suspensorios, altnra regalar,
ps e mos grandes, cbaboqueiros, ebrios de
reias, multo bem empernado, tem bons bracot
falla pouco, cortes, goata de cantar Idas, esti
acoatomado a almocrerar e a tirar gado romo
tangpdor. Dous dias depois de fgido appareceu
em Bezerroa, d'oode reio para o Recife em pro-
cura de certo indi*iduo que Ibe deu ralhacoolo
e presume-se que esli agregado a algum rote-
nho. O dono protesta usar de todo o rigor da lei
contra quem o livar oeculto ; qnem o pegar pu-
de lera-lo ao aeo senhor Joa Jatino da Osla
Bnto, no lugar mencionado, ou ao rererendo Dr
padre Joaquim Graciano de Araojo na ra da
Santa Ouz n. 64, que ser generosamente re-
compensado.
Attencao
Fogio do Rischlo de Panellas, um mulato de
eslatura baixa. corpo groeso, dentea limados,
olhoa pretoa e grandes, cabellos callados, e pe
'^ M"10io",Ul0 ,e cha" F.ostioo. de
idade de 15 a 18 annos, lerou ceroula e camisa
de algodao asul. p0| Uto nesla pr.c. esa dias
da semana atraaada.ooa um comboi indo d.quel-
le lunar. Roga-ie todae aa autoridades es-
pitaes de campo a captura de) auto muale, e
qual poder ser entregue do refera* lugar ae aeu
senhor, Domingo Antonio da llar, o a*eta
pra$a aoSr. ManoI I^oaeio da Ntrelra Le,
que recompeussri cum gsstsi sel Sude. Oaire-
sim, pro testa-se contra quem e tirer acontado


DIARIO DE PERNAMBDCO. m SABBiDO 18 DE JAMURO DE 1861.
Litteratura.
AIMJO-BEI.
Por momeotoi se olvidara n (rittei bidiladis,
Por momento! m esqaeeem as vozei do cashio,
B as turbal ailontoiai, as praeai agrupadla,
Paatar, sorrindo, entro ellas, peniam que a ve-lo ettao.
elle, elle nos p'rigot onde estremecem todos,
Bnire o calor das febres, nos longos hospitaes ;
Klle, que no sorriso, nn olhar, na voz, nos modos,
Desvella, anima a todos, a todos como eguaes.
elle, elle que aos orpbios, que a forne acerba opprime,
Abriga sob o manto da regia protecco,
E, salvando-os do vicio, da estupidez, do erime,
Pai raiar para elle* a aurora da iostruccao.
Elle, que a todos vence, nao como um novo Alcides,
Mu na virtude sania, mis no eiemplo moral:
Elle, que anima ai artes, que do trabalbo ai lides
Fit redobrar de foreas co'a presenta real.
Depois na sombra d'elle reviven), resuscitam,
IaMgeni que nos todos revemos com amor :
Imagens que, ao lembra las, nossas almas palpitam
De gloria e da enthuiiasmo, de amargura e da dor.
L vem primeiro a sombra do here da liberdade I
Joeltio em trra, e salvemos, povo porluguez !
Salva tambero, Porto, silva, leal cfdade,
Salva quem te amou tanto, quem lio livre te re!
Passou e outra resurge.... Sombra, sombra querida*
Chorar sobre teu filbo veos acaso tambera I
Vens n'um beijo em seus labio! remimir-lhe a vida,
Ecoder-lhe a alma de novo n'um abraco de ms t
Todoi inda te vemos, sem protectora e auxilio,
Por plagas eslrangeiras um lecto a mendigar,
Contando as inagoas tuas as soliddes do exilio,
Errante e perseguida nos deserlos do mar !
Mas ja fugiste, sombra da filha do guerreiro!
E outras a pos resurge m... tantas que nem eu sei I
La vem AITonso e Sancho, Dinix e Joo primeiro..
Tantos res portuguezes na sombra d'um so rei 1
Sim, que n elle revive tudo o que a nosta historia
De grande e de sublime nos sabe repetir :
Todos os grrndes feilos de immorredoira gloria
Esse reicavalheiro parece rcflectir.
E as sombras perpassarim... E a voz da artilheria
Entre as caladas turbas vem outra ves choar,
E ouira vez de rail sinos o dobre d'agonia
Dos sonhu passageiros os torna adespertar.
Quintos brandes accesos I que multidao de povo !
Que prestito lutueso sahe do paco real I
Mas alas consternadas, meu Deus, que luto novo !
JB elle, elle que paisa no longo funeral.
- O som das tristes msicas, do cenobita os cantos,
As fnebres pascadas suffoca-as o clamor
De urna naci inteira, toda banhida em pranloi,
Toda envolvida em creps d'esse esquife em redor.
Morto, ai, morto! nao creio 1 Senhor, tu nao morrette !
Vives, sim, inda vives... O po ao po volveu
E ao p tu nao pertences... tu'alma era celeste I
Anjo-rei, dos teus socios folie buscar o cu.
Breve foi tua edade veio depressa o termo!
Por um dia de gozo, quantos annos de dor !
Entre o ruido das fastas ludo encontravas ermo,
Tudo a chorar Mudadas, auitero pensador.
Deixaram-te primeiro sem case amparo temo
Da m.e, que entre seus bracos teu ser acalentou :
Orphao, suspenso A beira do tmulo materno,
A pedir-1he entre choros o amor que te roubou.
Depois, mal que cingiite de teus a vos a c'roa,
Mal que os degriui subiste do throno porluguez,
Um flagello terrivel cahiu sobre Lisboa,
E da cidade eterna longo sepulcro fez 1
Baiou por fim nai treva a aurora da ventura,
Buando a alma d'um anjo co'a tua i enlacou ;
uando um anjo-princeza, virgem formoia e pura,
Sorrindo-se a teu lado no throno se aisentou.
Mas ai 1 que essa alegra foi curta e momentnea:
Passou, volvendo As trevas apenas refulgiu,
E a flor dos teus affectos, a rosi da Germanii,
Sem vico, desfolhtda no fretro, cahiu.
Que dr! e d essas magoas inda nao era o cumulo!
A historia das desgracas nao acabara ento :
Inda outra vez iberio foi de teus paes o tmulo
Para acolher entre elles teu desditoso irmao.
Eram muitor os golpes, e urna alma como o tua
Ao ver d'entorno a ella cehir tu o que amou,
D'esses puros affectos ao ver-se pobre e nua
Cae tambem sob o impulso do golpe que os ceifou 1
J de ha muito o sentina Era pequeo o peito
Para conter tu'alma, prompta a se deiprender,
E ento lineando o olboi em roda do teu leito
Disseste aos que te ouviara a chorar e a gemer:
Chorees ? loucos 1 nao vedes que le abandono a trra
E porque a sombra d ella me chama nova luz T !
Nao vedes vos que a lousa, que um tmulo descerra,
Nos abre a senda ignota que a um novo cu conduz ? I
Nao vos assuste, amigos, a agona instantnea ;
Sei que a trra abandono : vou dos cus ao jardim
luuto i me que inda chora, Junto & minha Estephania
Vou, ijueeu sei que rae chamara : preciiam la de mira!
Disseste, e o teu espirito, JA caneado da vida,
Livre partiu do barro... Mas nao raorreste, nao I
De ti, Senhor, cA fica lembranca indefinida,
Que os lempos e as edades jamis apagarao.
GiiLiiERBE Braga.
ESPMIOS EL01R0S
1.* de dezembro de 1861.
Aos fhot do Alemlejo, como os que mais soffre-
rain na grande lula dareslauraeao de Portugal.
I
Vlenle o moco rei com a mocidade
Do nobre Portugal correr As armas,
E d'Alcacer-Kibir aos quemes plainoa
Rpido vos.
Investem (eras mahometanas filas ;
No curvo alphange Une a espada rija ;
E um sceptro c'ra e rei alfim sepulta
Trrida ara I....
Nao vimos a victoria. A louca fama
Pelo mundo correu, diasemioaodo
A nova da jornada, com sentidas
Fnebres vozes.
E as santas quinas em que o mundo absorto
Mil vezes Portugal laudado hara,
Rotas, batidas, o africano tolo
Subilo varrem....
Do sangue portuguez l derramado.
Da atea ardente, que o bebeu sequiosa.
Para os vencidos os grilhdes fundisram
Barbaros mouros....
Cooverte o bac'lo em sceptro D. Henrique,
Os mitra cr'a faz ao throno sobe ;
E da nu do governo toma o leme
Tremolo brago.
Ai pobre Portugal armipotente I
JA foste grande e forte, e jA temido,
E em cambio disso t ters em breve
Lagrimas tristes....
ir
Expirara D. Henrique
E com elle Portugal;
A maga estrella de Ourique,
De tantos brioa fanal.
Esconda o roato lindo....
Era um agouro fatal I
Do velho rei que expirara
Nenhum filho noa ficou ;
Que a morle com a mi avara
Orpbandade decrelou.
A um povo, que jA foi grande.
Que a Uous mundos abarcn.
As croas leis de um miu fado.
Era forcoso cumprir;
Foi venturoso o passado,
Como seria o porvir ? /
Talvez noite tenebrosa
Sem nenhum adro a luzir I
Anim foi. Em sessent'aonoa
De capliveiro cruel,
Com mo larga eases tyraonos
Noa deram a beber fel,
E enganaodo nona esp'ranca
Castalia foi infiel.
Prometiera a antonomia
Deita nicao respeitar,
Os foros e a regala,
JA d'aqoem, jA d'alem mar,
E de nos dar mo 'amiga
Bem alto o diise em Thomir.
Maa prometas de Castalia
Feram todas desleaea;
Portugal falle por ella
E mostr disto os ligoies,
as laudas da sua historia
Para a Hespanha lio fataes.
Mostr claro ao mundo inteiro
Seu arbitrario poder,
Quaodo, em re de justiceiro, *
Comnoscodevit ier.
Ene Leo de Caatella
Noa veio a morte trazer.
Acceitaapoi coagidos
Eiia fatal uniio,
Para termos opprimidoa
Na mais atra escraridio....
E eaptivos sesseiit'annos
Em poder deasa naci 1
peao de mil tributos
Ao podemos rebater.
Que oa ministros dissolutos
Decretavam sem tremer
A morte dos nossos reinos,
O flm do nosso viver.
expiramos. S vivamos
Como Lzaro viven.
Na esp'raoga de que podamos
Dar A Hespaoba o que era seu,
E ouvirmos dizer surrexil 1
A esse povo que morreu.
III
Oh 1 bemdita seja a eip'ranca 1
Que da casa de Bragaoca
Meigo astro de bonanca
Faz surgir m Portugsl I
Converte nosaos proavos
Em centenarea de bravos.
Parte oa ferros aos escravos
Humilha o genio do mal.
Bemditos sejam mil vezes
Etses nobres Portoguezes
Que firmissimos pavezes
Fizeram dos peitos seos.
Que A sujelcio aslrangeira
Oppozeram a barreira,
Tio firme, lio verdadeira,
Honra, patria, amor e Deus I
Relembre um sec'lo de gloria,
Abra-se o livro da historia,
De-se respeilo memoria
Oe quem tanto bem noa fez ;
E uro tributo verdadeiro
Consagremos primeiro
A.... a Joao Pinto Ribeiro
To leal, Uo portuguez I
manes de Antio de Almada I
Nunca temaes que olvidada
Seja a arcAo to afamada
Que nos veio redemir I
Cootinhos, Mellos temidos,
E vos Almeidas iSo qu'ridos,
Jamis seris ciquecidos.
Eternos heis de existir.
Que a memoria d'esses feitos
Guardemos em nossos peitos,
Como sagrados direilos
Que tendea ao oosto amor ;
Como o nauta ama a bonanca
Como o pobre adora a esp'ranga,
Como idolatra a lembranca
De qu6m foi sen redemptor.
IV
Triumphmoifoi oossi a victoria
Que noa veio as algemas quebrar ;
TriamphAmosfoi nossa a victoria
Que de Hespanha nos veio livrar.
Eram poucos, mas bravos os nossos,
Eram muitos e fortes os seus ;
Masque importam altivos colloaaos
Se a juatica teem contra e teem Deus ? !
Nao ha noite que zornbe do dia ;
Nao ha vida que zombe da morte ;
Di tritteza nao zomba a alegra,
Nem ha torgas que zombem da aorte.
TriumphAmos. Perdo, niogem vence
Se contrarios no campo nao tem i
Atsim como a razio nao convence
Se actuar nao poder sobre alguem.
Nao vencemossmeote expulsamos
D'este solo hespanhes deshumanos ;
D'bomeos livres o hymoo cantamos
Sem saber se sao bravos, lyrannos.
Mas as trevas 1A tinha o futuro
Annos cinco, mait vinie, mais tres;
Para o Leo deCastella, seguro.
Encontrar o valor portuguez.
Para vir no Alera tejo, aanhudo,
Talar campos, mostrando bravura ;
Para vir entre nos perder tudo,
Para achar entre nos sepultura 1
Queo digam rudesmurslhaa
Que inda velhas por'hi esto,
Que o digam tantas batalhas
Se a Hespanha perden ou nao;
Que diga o livro da historia
Qual de nos colheu mais gloria
A' sombra de seu pendi.
Que o dia a tremenda lula
Que tantos annos durou,
Qual das nagoes mais exulta,
Qual mais gloria cooquislou,
Qual u'ellas era mata forte,
Qual mostrou mais alto porte
Qual mais coragem mostrou.
Montijo primeiro falle.
Se o consentir sua dr,
Se ha for^a que a forca eguale
Do nosso brio e valor,
Quaodo, depois de abatidos,
Convertemos destemldos
Em vencido o vencedor.
Depois, Elvas. a invencivel,
Que diga por sua vez,
Se viu coisa mais terrivel
Do que o braco Portuguez
N'essa batalha famoss ;
Que diga a Hespsnha orgulhosa
Se maia do que nos la fez 1
Se as suas Linhat tio fortss
Vencidas all nao vio,
Se As suas valentes cohortes
A robustez Ibes serviu,
Se, na completa derrota,
Qual fura a o'Aljubarroto,
A fortuna Ibes sorriu. ,
E' que a causa quando santa
Ao mais fraco d valor ;
E se um povo se levanta
De si proprio defensor,
Combate com maia firmeza,
Da victoria tem certeza,
Da guerra nao teme o horror I
Que o diga a batalha ingente
Chamada do Ameixial,
Onde o inimigo potente
Nos fez um povo immortal,
Perdendo dez mil soldados,
Veoho da looros c'roados
Oa Olhos de Portugal I
Falle por fim Montes-Claros
Daa oosaas grandes acedes ;
Dos nonos hroes preclaros
Mostr os distioctos braaei:
Que o diga a Heapanha abatida,
Tio nobremente vencida
Pelos nossos esquadroes.
Fallem todos d'essa lula
Que tantos annos durou,
Qual das nagoes maii exholta,
Qual mais gloria conquistoa ;
Qual d'ellaa era mais forte,
Qual mostrou mais alto porte
Qual mais coragem mostrou.
VI
Co'a fronte c'roada de verde oliveira
Que foi menaageira da paz nacional,
Ao cabo da luta de guerra tamaoha
As torcas d'Hespanha venceu Portugal I
E ha homena qae dizem que oa fllhos d'agora
Como esses d'outr'ora valor ji oio teem ;
Mu nioque taes ditos sio gravea offeasaa
I A's tio puras creocu qae o p4v i
A'i creocia da um povo por Deus bemfadado,
Que fez rospeitado o pendi Portuguez,
Que a lodo esse mundo mostrou quinto podam
Aa forcea do homem que i gloria se afez.
A'i crengai de um povo por Deas s vencido I
Que agora abatido aem torgas aa v,
Ma bem como a Phenix daa ciosaa reoaice,
Da glora sa pasca, na gloria s ce ;
E pode daa cinzas anrgir poderoso,
Crescer vigoroso, it armas correr;
E em luta eapantosa erfgeilar alulella
Que a nobre Casulla lhe poasa offereeer I
Irmioi l folgae todoscom maga alegra
Featejaeo dia que livres noa fet:
Com mgicos gosos o porvir aguarda
Quem nio (r cobarde, quem fot portuguez.
Antonio Francisco Barata.
[Diario Mercantil, do Porto.)
POR
O CASTIGO DE EUS.
QUE NOS
OCCASIAO DA EPIDEMU
AME AC AVFLIGIR.
......Oh 1 sublime.
A clemencia de Deus ..
Lisboa Serra.
Cbegou emfim a hora do caatigo I
E' lempo aioda de arrepender-vos, hoje I
Aos castigos do con, como dos predios,
Nem o culpado, nem o modesto foro.
Curvae-vos, inda tampo, ao p dai Aras
Que esquecestes na quadra da bonanza.
Rogae Deus, talvez elle vos ouca :
O Creador de nos soffrer nao canea.
Deixae, deixae por hora as vossas fastas,
Das talas do festim fug agora ;
JA tombam no sepulcro alguns cadav'res,
E aiguem de crep jA veattdo chora.
A voz da perdicio, a voz do crime
Sabio mu alto, e reboou no cu I
O Eterno viu enlio que era preciso
Fazer lembrar-se Aquella que o esqueceu.
Baito, mui baixo os labios lhe susurram...
Paluda a peale a fouce alevaolaodo,
Como a veotura de vendadoa olhos
Sem dislinccio camioha aniquilando.
Expira o grande em leito de brocados,
E o pequeo na eoxerga da indigencia:
Irmana-os o soffrer, na mesan angustia
Ambos sobem eguaea A Providencia.
Sim, curvae-vos e orse
A prece ardente de um
De lagrimas no orvalho o arrpendido
Pode lavar aa nodoasdo precito.
O phantasma da morte ah vem, caminha...
Polida a fouce de sinistro brilbo I
Ella deixa por pegadas cadveres,
Mostrando apenas do cemilerio o trilho.
A luta certa, mas a victoria dobia,
Desse combate de agonas prestes,
Em que oa cantoa de gloria sao lamentos...
E aa palmas do triumpho sio cyprestes I
Cbegou emfim a hora do caatigo l
E' lempo anda de arrependor-vos, hoje 1
Dos castigos do cu, como dos premios,
Nem o culpado, nem o modesto foge.
Victoriano Palhares.
10 de Janeiro de 1862.
: nunca perdida
coracio afflicto.
A civilisaco moderna.
(Vid. Diario n. 2.)
Se bem que a egreja lute sem cessar, comtudo
para ella tem havido momentos de paz relativa.
Aps a derrota do ariaoiamo, a pos o estabeleci-
menlo da monarchia christaniaaima, sobre-ludo
aps a formago do santo imperio romano por
Carlos Magno e Leio III, a uniao das daas espa-
das triumpbou da barbaria, e por algnm lempo
collocou as nsedea enrielada i abrigo da teduc-
cio, e da conquista.
Emquanto a Europa esteve grupada ao redor
de Aomao precipicio conservou-ae fechado. O
mahometismo e [as heresias exerciam, ames-
travam a egreja e a chrislaodade tem poder lo-
car-lhes, ao passo que o schiima perda os
Gregos.
Depois de a egreja 1er mil annos de reinado, e
quando o sol da juatica comecava a clarear no vos
horisontesapparece Lnthero descobrindo o pre-
cipicio. A' voz de padres apoatataa urna parte
da Europa separa-se de Roma, snbslitue o joizo
privado a autoridade, e despedace todos os ca-
nses ds vida regeitando a palavra de Deus, os
sacramentos, e o culto da Virgem e dos santos.
As naces catholicas sio abaladas, e vacilam na
sua f.
Dabi em ditnte as trevas succedem a luz ; a
razio aa rebella contra a f, o senso contra a ra-
zio, a carne contra o espirito, e c a trra in-
feccionada por seus habitantes, porque estas
transgridem as leis, mudam o direito, e distipam
a a Inane, a eterna (Isaas, XXV. 5.
Entre as nagoes protestantes o calholicos sio
exilados, despejados, presos e condemnados A
morte. A Franja mesmo, apezarde muito chris-
tio, mal pode escapar dos furores e sedueces.
A Irlanda e a Polonia aio sacrificadas; e egreja
opprimida por seus proprios fllhos. O poder ab
soluto succede i monarchia sua visada. A cen-
tralisago invade os direilos do clero, nobreza,
commuoaa, corporaedes de operarios, e faz i li-
berdade chrittia urna guarra incessante. Os
philosopbos abalam o patriotismo, e vio A In-
glaterra < aprender a pensar Oa legistas adu-
lam oa reia, e impellem-n'os ao cesarismo, con-
sequencia necessaria do abandono do direito
ebristio. O |uxo subslitne i simplicidade pa-
triarcbal dos das. Em um urna palavrao ami-
go rgimen succede a civilisaco catholica e pre-
para a revolucAo que devia o anoiquillar.
A reforma cooduz-nos ao naturalismo, porque
da Escriptura s conserva a letra, que deatroe. O
baptismo, admitltndo aempre a aua validado,
nio iocute as almas maia do que um germen In-
fecundo, A falta do orvalho do cu, e do calor do
aol da verdade. Do seio da Franca, que primei-
ra arvorou o natarslismou completo, sabe a revo-
luto que colloca a natureza e o homem em lu-
de Deas e de Christo. A primognita, a mais
nobre das nacoes cbhsliaa, devia descer muito
abaixo, porque cahia de muito alto I
A elevacio de Henrique IV prodoz o edicto de
Nantes, traosacio entre o calboleciamo e o pro-
testantismo, ronco a pouco oa pensamentos
maia eminentes se desvariam pelo espirito do Be-
culo, e sem querer os adversarios acrrimos do
proteatantiamoLoiz XIV e Boisuetintrodn-
zem aquello espirito oa egreja a no estado. Des-
cartes desposera os nimos.
Elevem, e endeosem como qaizerem a f e o
genio Ideases grandes bomens os aervjgoa bri-
1 liantesmas parciaesque prestaram a religiao,
em summa a pureza dassuaa inteoces: en coo-
cordarei com tudo itto. Ma oingnem pode ne-
gar que ellescrearam para a egreja e para o es-
tado amaaituacio cheia de perigoa ; que do gal-
licanismo parte mu lgicamente a chamada li-
berdade de cooaciencia; que o racionalismo dea-
ceodo do cartesianismo; emfim que a aoberaoia
do povo vem em lioha recta do legilimitmo,
que para a legilimidade o mesmo que o natu-
ralismo para a natureza, o socialismo para a
sociedide, e o liberalismo para a liberdadeli-
to corrupcio de um excellente principio.
Sem duvida Luiz XIV, Boasuet e Descartes-
nao admilliram, nem previram as coosequencias
das suas maxntiaa : mas se me nio licito du-
vidar das suis inlences, muito menos aioda
oduvidar da aua lgica; porque algica
certa, a as iotensdes nio pataam de aerjsro-
vaveis. O segredo ajos coracoes a Deas per-
teoce.
Bossuet lubmetlia a autoridade do papa o nu-
mero maior : ape elle o malor numero preten-
dau espalhar o poder por toda a parle.
Descartea quera para si o pemamento livre :
todos coroecaram a reclamar a mesma couaa.
Luiz XIV ambicionara para a independencia
a oa amores libertinos} egaalava oa seus bastar-
dos aos principes legitimoa : aps ella o povo faz
outro tentRegis adexemplum.
A revolucio nio leve maia a fizar teoso ge-
neraliaar aa doutrioaa do antigo regimem a fa-
zer do privilegio de inda pendencia o direito
commum.
O genio francez por excallencia generalisador
cooctadeata : dahi vem a ana paixio para uni-
alada a a agualdada. O que nos faltara ao 08
principios, pareas urna ves ellea eatabelecidoa
queremos todas si suai contequencias e quere-
mo-laa para todos. A revoluto ssbe muito bam
explorar o amor innato da anidada, verdade e
equidade que Deua gravon em nossos cora-
g5M.
A Franca possue alguna defeitoa em suas qua-
lidades ; tem tome esedo de juatica ; ese nio
lhe dio a juatica de [Deua, toma a juatica re-
volucionaria. Eis aqui porque ounico meio
de matara liberdade, eguildade, frateroidade
e unidade, que torvem de mascara fevolu-
cio darem-nos a liberdade, egualdade. fra-
teroidade e unidade verdadeiras ; darem-nos
em urna palavrao calboleciamo completo.
Todas aa doutrioaa e exceasoa da revolucio se
acharo incluidas nesta mxima favorita do antigo
rgimen : c O reino da Christo nio deste mun-
do. Al muitos calholicoa adoptaram este prin-
cipio da revolucio: ellea arrancaran) a pedra fun-
damental do edificio social, e eapantaram-se de-
pois da se verem esmagadoa peloa seus restos.
Aioda hoje o mundo abunda de fusionittas e mo-
derados : res, sabios, proprietarios, e al mesmo
membros do claro, os quses todos facilitam o
azorrague ao inimigo, e queixam-se depoia de
aerem fustigados por mi de meatre. E' realmen-
te maila facilidade I
E' precito que aa aaiba : atraz de um fusionista,
que admitle um principio falso, marcha aempre
um revolucionario, que se enearrega de applicar-
lhe as Consequeocias. Ha sessenta e dous annos
reit e poros eolhem o que semearam. A semen-
t do gallicaniamo, cartesianismo a absolutismo
produziu a declararlo dos direilos do homem ;
depois 93 os applicou.
Aps a reforma tudo oa Europa declioou. A
raga de S. Luiz deixoa-se teduzir. Henrique IV,
apezar de aua cooversio, leva comsigo ao throno
a facilidade dos seus costumes, e o espirito de
independencia e de fusio, tio fatal A aua casa. A
filha maia velba da egreja separase cada vez maia
de Roma. O episcopado impeli a realeza para
essa senda, em vez do conle-la.
As ordens religiosas degenerara. As lettras e
as sciencias coospiram a luz do dia contra a egre-
ja, teodo A frente dellas os eocyclopedicos, e ar-
rastam a corte e os ministros.
Nessea lempos os jesutas foram expulsos, e
Voltaire Momeado gentil-homem da casa real.
Todava a f repousava no fundo dos corac5es.
Noa degrus do throno eram muitos escaodaloa
rescatados por muitaa virtudes. O duque de Bor-
gooha, eo Delpbim. pae de Luiz XVI, e todaa as
mulheres da casa real, eram nease ponto admi-
rareis.
Nao obslsnte esse fundo de f que para nos
urna segunda natureza o espirito de erro e de
vertigem invada a Franca e a aua dynaalia. A
vida ia de hora em hora enfraquecendo. Oa cos-
tumes acibariam de matar o nosso paiz.
Mas c Deus protege a Franga I Antes que
o cora;io lhe cessatte de bter, Deus que nio
permitte a rederopc&o sem a effuaao de sangue
entregou aot carrascos as mais puras victimas.
A guerra completou o holocauato, e segundo a
lei fundamental do chriatianismo a morte foi
vencida por tus propris victoria.
Luiz XVI, Maria Aolonieta, Elitabeth, milha-
res de outras victimas de todo o aexo, edade e
condicio, cujo sangue correu a jorros ni guilho-
tina e no campo de batalha salvaram a Fran-
ca, e Ibe prepararam o magnifico triumpho, que
ser o preludio do triumpho da egreja, porque a
exaltago da Fraoca e da santa s sio insepa-
raveis I
A revolucio jacta-se de ter acabado com o an-
tigo rgimen, e aberto a porta A civilisscio mo-
derna ; e otilo nio se eogana : maa curopre sa-
ber que nao o fez fun Jando o edificio, porque
disto incapaz; maa sim preparando o terreno, e
servindo de iostrumeoto A miaericordia e A juslice
de Deus.
< O caitigo dos Franceses, dizdeMaistre, est
fora daa regras ordioarias, aaaim como tambem o
est a proleccao concedida A Franca. Mas estes
dous prodigios reunidos se multiplican) um pelo
outro, e apresentim o espectculo mais pasmoso
que teem visto olhos humanos. (Considerares
sobre a Franca, cap. II.)
E' porque Deus ama a Franca que fundou [Lei
slica.)
c E' manifest, diz Gregorio IX n'uma carta a
S. Luiz, que eise reino abencoado de Dous, foi
esoolhido pelo nosso Redemptor para ser o exe-
culor especial de suas divinas vootades. Jesus-
Chrislo o tem como urna aljava, de onde taca fre-
quentemeote as trechas reservadas, queatira com
a forca irrosistivel do seu braco para a protecgo
da liberdade e da ( da egreja, castigo dos impos,
e deleza da juslice. a
Os Francos smsdos por Christo, nao podiam
perecer; pois elle os salvou, como tinha salva-
do o mundo, por meio do sacrificio o da ex-
piagso.
Pode ser que houvesae no coracio de Luiz
XVI, e no da celeste Elisabeth (de Maistre esque-
ceu-se da raiohs) tal movimento e aceitagio, que
fossem capazos de salvar a Franca.
Como individuo o rei um homem como qual-
quer de nos ; nosso irmio pelo baplitmo, e
pelo sangue : maa como minittro de Christo e pae
da patria, como rei n'uma palavra Luiz XVI
era o coracio e a cabega da Fraoga. N'um aen-
tido elevado, quando o iospira a caridade, porm
infame, quando se deixa pela falsidade o rei
pode edeve dizer: a O estado sou eu mesmo,
oio eu Carlos ou Luiz maa eu o rei. Sou
a voz do meu povo, a minha tambem a aua, a
minha gloria a sua gloria ; porque quero o que
elle quer, soffro o que alie soffre, e as suas espe-
rancas, e a sua f sio egualmente as michas.
Deus pune e recompensa a ambas ao raeiroo lem-
po, poia o pae e os fllhos s devem ter um cora-
cio e urna alma.
Quaodo o espirito catholico e nacional vive no
meio de um povo, e este se acha verdaderamen-
te unificado nio s o priocipe, como tambem o
ultimo dos cidadaos pode dizer e diz com effeito :
A's peoaamos, nos queremos ; e esta a verda-
deira aoberaoia do povo, aoberaoia que s pos-
sivel na communidade christaa, imigem da com-
mnnhio dos santos.
Matar o rei da Franca seria matar tambem a
Fianga, se Deus oio flzesse brotar a vida da
morte.
c Um dos maiores crimes que se pode commet-
ter, diz anda de Maistre, sem controversia o
attentado contra a aoberaoia, pois que oenbum
tem consequeocias mais funestas. Se a aobera-
oia reside n'uma cabega, e esta cahe victima do
allantado, o crime neale caso augmenta de atro-
cidade : e se o soberaoo nio mereceu aemelhante
sorte por qualquer culpabilidade, se foram antea
as suas virtudes que armaram contra elle a mao
dos culpadoa eolio o crime nio tem nome I E'
destas ultimas a morte de Luiz XVI...
Todos os crimes naciooaes coolra a soberana
sio punidos sem demora, e de ama maoeira ter-
rivel ; esta ama lei que nunca aoffreu excep-
go. Shakespeare dizia: Concedamos que um
crime faga desapparecer a magestade realpois
no lugar que esta oceupava abre-se um abysmo
espantoso, onde se precipita tudo que a cercava.
Cada gtia de sangue de Luiz XVI cuslarA
torrente a torrentea de sangue. Quatro milbes
de fraocezea talvez pagaiio com as suas cabecea
o grande crime nacionil de urna iasurreicio ante
religiosa, e ante aocial, coroada por um suicidio.
(Obra citada).
Todos conbecem a verdade deala prediccio, e
como tambem a Europa, que abandonou a victi-
ma, foi por aua vez caatigada.
O rei, continua de Maistre, nunca leve allia-
doa: a colligacio s qaeria a inlegridade da
Franca.
Neate ponto a cobiga foi odiosa, especialmente
da parte de urna naci catholica. A cooducta que
leve entis a Austria para com a Franca, junta ao
josephismo e A diviaio da Polonia, nio explicam
aufficientemenle as desgracas qae aameagam?
Deua aalva a Austria a a essa de Sorraine. Mas
se Francisco Jote abandooar a vereda de repa-
racAo, que lhe est tragada pela concordata, se a
voz de Tyrol se unir a outras tsntaa vozea aecu-
aadoras, que sobem ha um aeculo at ao throno
de Deus, a Austria expiar cruelmente o sea an-
tigo rgimen. Pasaa o sangue de Hara Antooieta
deaviar o raio !
A mora de Luiz XVI foi taUaz o crime mais
enorme que se commetteu depala ala scena do Cal-
vario.
Oa executores da convenci feriram na pessoa
de Luiz XVI nio a um homem, e um rei juno,
maa tambem o Cbrialo, de quem era elle minia-
tro, a a christandade de quem era chefe. O que
qaizeram abitar, abaleado a cabega do rei, foi a
f de Clovis, Garlos-Magno, e S. Luiz; foi o re-
presentante depoia do papa maia elevado do di-
reito divino que buaeavam destruir: quizeram a
fastar do seio do catavliciamo e dsimonarcJtnor
a Franca a a chriataodade ; quizeram eimagar o
infame em Luiz XVI. Pala io tenga o a regicidio
toroava-se na opiniao de cerlos bomens um ver-
dadeiro deicidio.
Unido ao vigario de Christo, e portanto a Chris-
to, uogido com o olea santo, que a Pomba men-
aageira divina, trouxe do co, o rei da Franca-
alo por simis por aquello que elle representa-
ra, era um outro Christo, como diz a Btcriptun.
A revolucio esclarecida por um odio satnico oio
se iiludta; mas Deus tambem oio poda Iludir-
se sobre os designios della: oppz-lbe o sangue
do justo que ella mesma ia derramar, e que re-
cahio na Franca para salva-la, na revelago pira
esmagar.
Assim poja a morte de Luiz XVI reoovou a sce-
ao. Apezar da eoormo differeoca en- coracoes produz aempre a
sois um aorpo em Jesas-Chriito (26), devanee^
maridos tar toda a alocara, e a mala tena
ao para com auas aspoaas, a estae sabssiaaie
Ideltdala para com sou marida* [ti).
Bal preienc da tanta caridade ala) Divina
Redemptor, nosso espirito sa confunde, neaaa
coracio aa humilha, o por eete amor infinita, ara*
aempre solicito a cheio de ternura a MastacM-
cia para comooseo, oes noa eipiotamoa chatas
da temor, a nio ichimos aanlo o silencio como
o nico hymoo digno della : SiUntium tito Una
Deus xn Sion.
Digamos, poia, com o ipostolo : CkriHum hmri
el hoduB, xpse et xn scula (58). E rollando i
de fervor para o chefe viitvel da egrejv, coa
mais vivo a doloroso seolimeoto qae
Ira a victima, a semelhanga do facto nio esti mu
lo diitaote do modelo divloo.
Da ambaa aa parteaexiste um povo em deli-
rio, impedido pelos Scribaa, que mata o aeu rei
legitimo, e mata-o porque elle enviado de Deas
e itto em nomo de sua aoberaoia repreaeotsda
all por Cezar, aqui pela convenci. De ambaa aa
partea intultam a victima ; amigoa e aubditos a
abandonara : de ambas a victima suppliea pelos
seus carrascos, o um saogue generoso sslva um
povo inteiroall pela propria virtude do singue
aqui porque o saogue real purifica-se uninlo-se
ao do Relemptor do munlo
Quaodo Deus quer concluir s misericordia com
a juatica escolhe urna victima para, que repre-
sentando todos os culpados possa por todos pa-
gar; e que, sendo a imagem da sua boodide,
pona salvar a todos immolando-ae. E' eita a mis-
sao maia sublime que ao homem possirel caber;
mlstio tio real e glorila que gloriicou al os
res dos res, at o Filho de Deus vivo : para pre-
enche-la em toda a aua extengo foi precito o
Homem-Deus.
Christo legoa-i ao seu vigario como a melhor
parta da aua heranga, e Pedro lave tambem a in-
signe honra de soffrer pelos peccados do muodo,
honra que boje a gloria de Po IX : cruz de
cruce.
O primognito da egreja devia participar de tal
gloria, e esta foi a vocagio de Luiz XVI. Opera-
rio por goslo e pela pralica, sabia por iottruccio,
e do seu lempo o melhor geographo, descenden-
te da raga mais antiga da Europa, filho primog-
nito da egreja, rei do maia < bello reino do uni-
verso depoia do reioo do cu e aa qualidade de
bispo do exterior mediador entre o clero e o povo,
Luiz XVI representara todas as classes do antigo
rgimen.
Deus, que quera urna victima real, deu-lhe
c todaa as gragis do Estado a necessarias a sua
missio. Deu lhe urna alma pura; fez abrasaro
se-lhe o coragao e todoi os seus, a fim de que nio
enfraquecesse, de um amor aobrehomano para -
povo que o ia degolar; eucheu-o do dogura, man-
tidao, e mesmo de fraqueza quando era preciso
punir, maa de urna coragem heroica quaodo foi
preciso immolar-se. Com um gesto, urna palavra
a victima teria podido salvsr-se camvezes, po-
rm essa palavra expira-lhe aempre nos labios.
Quando a populaga tremente iovadio-lhe o pala-
cio, e pello retumbaran) os seus gritos selvagens,
o rei diste a um dos maii furiosos: c Pe a mi
sobre o meu coracio e v se elle bale mais apres-
tado.
E' qae Luiz XVI tinha conscieqcia da missio
reparadora ; senta que viera oio para iulgar,
mas para salvar a Fraoca, e pois s liaba fuzes e
coragem para soffrer e perdoar.
Tem havido muito marlyres; nenhum porm como
aquello leve a tinsigne honra de repreaentar mui
particularmente a paixio do rei dos reis. Para
que a semelhanca fosse mais perfeits elle recom-
roeoda a si sua familia, e seu povo ao divino co-
racio da victima immolada pelos peccados do
mundo.
Aisim fez a seu exemplo o povo gigante, como
o chamava Napoleio ; e o Vendeano traz sobre
o teu o coracio do crucificado.
Luiz XVI aoimado oio sei porqae divioo ins-
tioclo imiton at o flm da sua paixio o seu mo-
delo sublime, e o proprio carrasco ficou aurpre-
so de ve-lo assim morrer, e preatou-lhe home-
nagem.
Lede o diz M. de Firmn. Csmiohando para
o supplicio, o rei asteve a ponto de desfalecer :
elle tambem suecumbia ao pezo da sua cruz.
Chegando porm ao p do cadafalao. direi anles,
do aliar, subi com maravilboaa agilidade os de-
grAos sanguinolentos : o sea gesto e o sea olhar
eram chelos de mageitade ; no dizer daquelles
que o cercavam era ali mais sublime do que em
Versailles, porque ali tambem eslava o throno
immortal que o filho de Deus escolheu para rei-
nar, e do qual com elle o rei part ha.
Enlio com a voz vibrante, que domina lodos
os ruidos, da multidao, pronuociou estas pala-
bras :
Morro innocente de todos os crimes que me
imputam. Perdou aos autores da miaba morte,
e pego > Deus que o saogue que idea derramar
nunca recaa sobre a Franca 1
c Filho de S. Luiz, subi ao co! respondea-
lhe o ministro de Deus vivo.
Dasde esse momento a Franga ficou salva. O
que antigo regimeo, isto tudo o que o protes-
tantismo tioha envolvido na civilisscio christaa,
pareceu ; e um sangue reparador vivificou a
Franca.
Deade esse momento a Frange sahio do abys-
mo. Depois que o terror completou o sacrificio
expiatorio os carrascos tiverao a sua vez Em
seguida comegou a regeneragio. Dabi avante sob
todos os governos, que se hio succedido, a Fran-
ca tem dado um passo para aa puras regies, de
onde cabio.
Nao me admira que hijam calholicos que se en-
thasiasmem pala civilisaco moderna, que Untas
esperances eacerra : o que me admira que os
hajam taes, que attribuem aos principios da revo-
lugo aquillo que Deus faz por nos, com grande
pesar della, e que nao poderam aioda" compre-
hender estas verdades eternas :
Toda a autoridade vem de Deus.
Toda a verdade. e pois toda a liberdade e egu-
aldade vem do Filho de Deut.
Teda a uoiio vem do espirito de Deus.
Toda a ordem, em urna palavra, vem do ca-
tholocismo e da egreja, e s dahi parte anda] mes-
mo para aqelles que de ambos blaaphemara.
A revolucio aalvou-nos enterrando oque es-
lava morto do antigo regimem : mas o Christo
s quera resiutcita tudo quanlo tioha perdido a
vida, a liberdade, a egualdade, a fraternid ide, a
unidade,aue tudo farA brotar quando oa ptvos a
elle ae approximarem e disterem : Bemdi o sejd
aquelle que vem em nome do Senhor.
Quando considero as acedes, palavra, e tes-
tamento de Luiz XVI, des Je ocomego da sua
paixio, nio me surprehende que Pi VII, Jo qual
por seu turno tambem devera percorrer a via do-
lorosa, o appellidasse de mirtyr: nio me sur-
prehende que o retrato do santo rei tenha sido,
depois do cruciQxo, consolacio do mais soffre-
dor dos pontfices ; e finalmente nio me sorpren-
de qae Pi IX, passaudo ha dez annos por taotaa
provengas, fosse saudado pela voz popular,o Loiz
XVI do papado.
Rendamos grecas a Deas qae nio permitlio se
completasse a semelhanga ; porque ae elle dei-
xassa o poder aos aaaaasinos deRossi, so livesse
exigido urna victima mais pura e mais augusta
aioda do que Luiz XVI, ento nio choranaraos
por essa victima, choraramos por nos e noasos
Ulhos; porque nada, nem mesmo 93, podara
dar ama lda das espantosas cataalrophfs que le-
riam expiado a abominago dahi resultante.
Assim pois a Fraoca, continuando a defender
o papado nio vela pela salvago do imperios
como tambem pela ailvagio de toda a Europa.
Uefende na pessoa do papa religiao e a socie-
dade, a familia e a propriedade, todos direiios
divinos e humanos. Apelle a civilisagao dos
Orsini e Milano, dos Pioelli eCialdini; reprime
todos os devastadores do maado que se agitam
noje na sombra, e que as tojas italianas poriam
em momelo por toda a Europa, ae dio foase a
oceupagio de Roma.
Infelizes de nos, infeliz da Europa, ais a Franga,
o que nio poasirel, cessssse de iotervir 1
V. de MAUMIGLT.
[AtondeSiWeira.)
ais
ponegeicio sei
ere cente, para fizar sossobrir a
frgil bsrqaiaha do chritliani
senao no cu o toccorro para
podemos deixarde pedir a toda aTajara a
nosss diocase, qae dirijas aos coa procos
santos, psra que Deas faca aprestar a grnala
peitade, qae a impiedadeaob os baa T
tica tem agitado, ellas qao alo Doloarlo
ineipugnavel contra aa tentativa* Ao
aempre inquieto, a que hoja aob
de ama obediencias Ilusoria o falsa* libardao
exeree urna preatio mala larri val qo em teas*
algom, a saadaodo-o com as demoejatracoes #*
oosiaa puraa o imiten veis coavieede* digaanoo :
Saoliaimo padre. Na vos racooheooaaoo
como o chefe ristrel da egreja catholica. Paa
commum a centro da uoidado; qae do coa oasa-
oou rosso poder, e que diatriboido pola lona
com auavidade, uogo a valor. Sim, beatieMaao
padre, o vosso poder todo celestial tas abalar OS
potestades ioferoaes, o estas agitadas proeuraea
destruir essa rocha viva, para a qual coavorgoaa
lodos os corseos calholicos. Nos cooflamoo ata
Divini Providencia, qna voaaoaacratiaiato pesar.
necessirio psra a cooservacio o direccio di egre-
ja, para o bem da bamaoidade, a para o aug-
mento edificante do mundo moral e intelleeluml,
aio seja abalado, qualqner que aeja o arasaalo
que as iras ioferoaes procreos. Santiaaiasa pu-
dre, aa o vosso poder se estende para o boas da
humanidade, para o bem da religiao, o para
bem da aciaocia ; aa sois o representante visiva!
da todo este grande movimento, preciaaea de nasa
iodepeodeocia temporal, para bem detempeohar-
des tio augusta missio. So a Divina Proriieu-
cia vos conflou tio subido designio sobre a larra,
em seos divinos arcaoos eatava eo aprehendida
tambem a coocessio de uaa territorio aonde li-
vremente podesseis desempeahar fooegea lio
angustas. Digamos de urna voz, iiniiaeimo pa-
dre, sois rei os terrs, com un territorio desig-
nado, aasim como sois pontifica supremo o pos-
aoidor das chaves do priocipe doa apostlos,
orgSo da egreja universal.
Por todos estes ttulos nos voa reeoshecaaass
e vos laudamos, prettamos ac asases.
gens, s como fllhos obedientes pan
amtidide, pedimos o esperamos ri
apostlica.
Dada oa corte do Rio de Janeiro, SI da d
bro de 1861.
T Lciz, bispo do Maremko.
O padre -meatre, frei Bentoda Trindmde garaaoa,
secretario interino.
Certa pastoral da saudacio o exbortegao qna
V. Exc. Reverendsima houre por boa aaaSsr
expedir para todaa aa egrejas da diocase do Ma-
ranhio.
Carta pastoral do Exm. e Revm. bispo
do Maraiko, saodaado e dirigindo
alfiomas exhortaces aos seas dioce-
saios.
(Concluido).
E vos, maes de familias, que por ellas fcates
resgatadae da mais v e desprezivel condjcio de
de escravas, para serdes coreadas com ba ttulos
de mies e esposas, dobraa oa vostos joelhos
diante deale Redemptor, testerounbando-lhe um
eterno e profundo reconbacImeQio, porque boje
ja nio ha Jiitinccio ooira o homem e a mulher:
O REI DE PORTUGAL
D. Pedro V.
Nio ha ninguem qae te nio sinla tocado da
urna dolorota aympalhia viala daa desgricae,
que, soguiodo-se a tantas outrai. acaban de la-
tir golpe sobre golpe a cass real de Portugal. As
paixes e os ialerestes podem dividir-sos, a
perda da fortuna de ouirem, na rsvez pitHlri
so (Trido por outros podem deixir-nos indife-
rentes e meimo dar-nos ealisfecio quindo laso
vemos am Iriumpbo pira nos, oa qssado Ima-
ginamos que a nossa prudencia nos teria presar-
vado dos escolhos em que outros teem osafragaaa;
maa quaodo se traa da am desees tasurtaaiss
que pairam iacessantemeote por daa dos larss da
nos todos, e que neohum poder, sobo neobaaa
ternura humana, podem conjurar, eolio senti-
na o-nos impressionidos para coa as victimas
por urna compaixio lineen, a tanto aaia viva
quaoto ella noa record talvez o qao aoffraaoo
hontem, oa quaoto noa aaauata pela uoica isas
do que podertamoa amaohia loffrer. Estro la-
dos os que teem dado com seos fllhos peobores
ao destioo, qual oio teria querido levar o leite-
roaoho do aeu aentimento at ao rei D. Fernan-
do, at ao pae, que, depoia da ji tar pago tio
pesadoa tributos i mi sorte, acaba de ver-as pri-
vado de dous Albos em cinco das?
E', aem duvida, anda muito pequeo o nu-
mero das pessoaa que apreciaran), cobo o ac-
recen), as rarase solidaa qualidades deque esta
prncipe deu provaa n'uma poaicio brilbaats aa
apparencia, mas oio poucaa vezea ingrata a aem-
pre difficil; anda boje, talvez o aundo nio te-
nha avaliado devidameote a coragea lie simples
e lio franca, o bom senso lio modesto o lao as-
guro que nuocs lhe faltaram aaa viesitudes da
ana carreira; maa quem ae nio toa apiadado das
suas drea palernaea?
Na Europa, a emogo foi geral; aa Portugal,
onde se sentem tocadoa de mais porto anda, re-
beotou ella cam urna vivacidade que espanta
quasl, mesmo da parte dessaa natsrezaa mer-
diooaes.
Ji oio s um lulo, urna verdadeira cetas-
trophe pablica, a a msltidio, coas acontece o
mais daa vezes quando ae v ferida por golpea
inesperados ou as julgi aob a influencia de aa
grande flagello, quiz procurar a canas da aorta
do joven rei e de aeu irmio no trama da ceas
piracesimpossiveis. Eram os operarios hespa-
nhes empregados em grande numero as cons-
trueco dos camiohos de ferro que coa aa aesa
trabalhot, com os seus maleficios talvez, tiahaa
eoveoenado o ar que respiravaa os principes.
Rumores absurdos, chimeraa da lmagisacoas
affiictas, mas que aostram tambero quinto foi
profundo o effeito prodazido no coragao da pato
paja perda qae acabara de aoffrer* 8 iato oio
deixa de causar admirago : nio qae o roi D.
Pedro nio foase cortamente ailo digno do to-
dos os testemuabos de affeigio que prodigalisaa
i sua memoria ; mas qusodo sa nanea na odada
em que a morte veio arrebata-lo, quando sa
pensa na pouca durago do sao reinado, guiada
se diz qae esse reinado oio foi ataigoaiads pac
nenhum scootecimenlo do genero doa que capti-
vam aa imaginagoes popularse, qnando, eoanae,
se sabe o pouco goslo que el-re tioha par m
mostrar, a ioclioacio qna ao contrario tinha pa-
lo retiro, circumalaociaa qae eram favorecidas,
sendo demasiado juatificadaa, por lodos os latas
que elle tova de uaar, acha-ee alguaa dinacal-
dade em adviabar, a oio ter pelo que ecoalesaa
ao lempo da exploiio da febre amarella oa La-
boa, as occasies em qae ae baria formado esira
o povo e o rei todo esse thesouro do svmpatatas
reciprocas que acabara de se manifestar casa
taota forca e aenaibllidade.
S. M. Fideliasima o rei de Portugal a das Al-
garves D. Pedro, qsioto do noae, era, como so
sabe, filho da rainha D. Mara II da Ciara a da
duque de Saxe-Coburgo Feroando, prasfaaata
de oilo fllhos, reduzidos hoje a cinco; o, coaa
todos os primognitos da casa da Bragascs, sa-
via tambem eate morrer antea da tar ci
aoa limitea ordinarios da vida humana,
poucos d'eotre elles teem reinado, a oa que aa-
biram ao throno, apean li ao tesa acotas*.
Nucido a 16 de setombro da 1837, o roi D. Po-
dro lioha 16 annoa quaodo foi chamado i corda
pela morte da rainha aua.aia, aa noveabro da
1853; acabara da tazar o vigoaiao qaarto aaaa>
da sua edade quando foi arrebatado, 11 da aa>
vembro ultimo, a affeigio da asa faailia s
seos subditos, ao respailo de todoa os que liaba
tido a honra de coobece-lo.
Casado em 1858 com a princesa Slephasia i
Hoheozollern, ficou vinvo oo aaao seguala.
Nio houre fllhos deale calamento o por
seguinte o rei D. Pedro leve por legitimo sas>
cestor o duque do Porto, san irmio maia asa
que alie uro anno,eque acaba de aar p roe la ata-
do aob o nome de D. Luis I.
A educigo doa dona irmioa foi dirigida aimot-
taaeamete, e deoalxo da vigilancia dei
pelo respeitavel viseoude da Carreira, a
qna durante dezoilo anuos exerceu ss tasceos,
da mioiatro da Porlogal aa Parta, o que aatsssi
oa aociedade parisiense leabraacoo qas s tea
po aioda nio destruiu. (totUtasr-M-aa.)
16) S. Piolo c. 3 v.8.
tT) Coll. c. 8 r. 18.
8) K Hebredl 13, v. 8.
PEAN. IIP. DE M. F. DE FABIA ft FILHO.

-iJ


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