Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09916


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Full Text
AUO IIHHi. HOMERO 12.
Ptr tres Mies i4itita4tt3|000
Per

tres aeses Teicidt 6f 000


OMITA FElli 16 DE JA1EIR0 DE Mil.
na
Peraue .taltal* i|00O
Perte fraiee pira e sitseriiter
ENCARRRGADOS DA
DIARIO DE PER1VAMDIICO.
RIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Autoaio Alexandrino de Li-
nt ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra ;
Aracatr, o Sr. A. de Leo* Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Olireira; MeVanhlo, o Sr. Joaqun
Marques Rodrigues; Pira, Justino J. Hamos ;
Amazonu, o Sr. Jeronymo da Cosia.
PARTIDAS DOS COB REOS.
Olinda. todos oe diaa aa 9> horaa do dia.
Iguarass, Goitnoa, e Parahyba naa aegundas
e sextas-feira.
S. Antio, Beierroi, Bonito, Caruar, Altiobo
e Garaohuoa as tergast-feirae.
Pao d'Alho, Nataretb. Limoeiro, Brejo, Pet-
queira, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Villa.
Ouricury e Bz as quaitis-feiras.
Cabo, Seriohiem, Rio Formoso, Una, Birreiroa
Agua Preta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todoi oa correioa parteajpnt 10 horaa da machia
!*-----:-------------------__________________
EPHBMlRIDES DO HEZ DE JANEIRO.
7 Quarto cresceote aa 8 horas 41 minat
mohia.
15 La cheia a 11 horaa 14 mina toa da man.]
22 Quarto minguante aa 5 horaa 56 minnl
da tarde.
29 Loa ora aa 2 horaa e 7 minutos da tarde:
PREAMAR DE BOJE.
Primelro as 5 horas e 18 minutos da manhia.l
Segando as 5 horaa e 42 minatoa da tarda.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Hilario b. ; S. Emilio a.
14 Tei?a. S. Flix p. m. ; S. Mectina r.
15 Quarta. S. Amaro ab.; S. Secundioa m:
16 Quinta. Si. Berardo, Aeoraio e Otbio mm.
17 Sexta. S. Antio ab.; 8t. Eleusy po mm.
18 Sabbsdo. A eadeira de S. Pedro etn Roma.
19 Domiogo. O SS. Nome de Jess; S. Canuto.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : aegundas e quintas.
Relagio: tercas aabbados ia 10 horas.
Fazeoda: quintas a 10 horaa.
Juizo do commercio : segundas ae meio dia.
Dito de orphos : tergas e sextas is 10 horas.
Pnmeira vara do cirel: tercos aextas ao meio
da.
Segunda Tara do eirel: quarlaa e aabbados 1
hora da larde.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO SOL
Alagse, o Sr. Claodino Falcie Diaa i r.m.
o Sr. Jos Martina Airea; Rio de J.aa.VaS,'
Joio Paraira Martina. **'
EM PERrlAMBUCO.
Oa propietarios do puni Manoel Agoeire a
Para & Filho, na aaa lirraria praca dai -
dencia ni. 6 a 8.
PARTE OFFIClAL.
Ministerio do imperio.
3.a aecgSo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, esa 21 de dezembro de
1861.Illm. e Etm. Sr.Foi presentes S. H. o
Imperador o offlcio do antecessor de V. Etc., o.
97 de 6 de margo ultimo, aubmetleodo appro-
vago do goveruo imperial a deliberadlo que to-
mou de adiar a solemnidad da apuragio geral
dos rotos para deputado i assembla geral le-
gisla tira para 8 do mesa a mez, prazo que res-
triogio para o dia 4, por ha rere m pouco depois
chegado as actas dos collegios eleitoraea, e de-
clarar nulla e de neohum effeito a apuragao feita
pelo presidente da referid a cmara, e mais qua-
,tro rereadores da sua pircialidade, em rirtude
da qual foram proclamados deputados aquella
assembla dous candidatos que ae acharam no
4o e 5o lugar da votacao, >reienndo-se o 2o ro-
tado por suppostas incompatibilidades, e o 3*
sem causa alguma attendirel.
Expe o dito antecessor de V. Exc. que, ra-
la de lio Ilegal procedimiento, mandou suspen-
der e responsabilizar os mencionados rereadores,
e ordeoou que o reresdor immediato em rotos
aos suspensos assumisse a presidencia da cma-
ra, e que, conrocados lautos rereadores e sup-
penles quantos tossem os necessarios, se pro-
cedesse urna ora apurarlo, em que (oasem
obeerrados os preceitos da le. E o mesmo au-
gusto seohor, teodo se conformado, por sua im-
mediata resolugo de 18 do correte mez, com o
parecer da seccao dos negocios do imperio do
cooselho de estado, exarado em consulta de 19
de outubro -ultimo, ha por bem declarar o se-
guiote:
quella deliberagio de
apurado, hareodo j
Que nao foi regular
mandar proceder i ora
urna feita, ainda que illegalmenie, pois que tal
precedente pode dar lugar] a muitos abusos, co-
mo o recooheceu a cmara dos deputados no pa-
recer relsliro s eleicoes dessa proriocia ; alm
de quesemelhante procedimeotono pode apoiar-
se peni na lei do 1 de oulubro de 1828, nem na
de 3 de oulubro de 183i, p >r isso que nao se tra-
tara de negocio purameoie administrativo, caso
este em que o presidente da prorincia. como le-
gitimo superior da camari municipal, poda re-
formar sosa decises, mas guardadas certas for-
malidades. A attribuigo de apurar autheoticas
das eleicoes de membrus das cmaras legislali-
ras, conferida is municipalidades, toda acci-
dental, e adinrenle para a rida de laes corpo-
rales, risto que nao inherente sua oitu-
reza.
A cmara municipal, (uaccionando em taes ca-
sos dentro da rbita do suas atribuigoet, nao po-
de ser embarazada pelo pi|eeidenle da provincia,
principio este que ifoi reconhecido pelo enver-
no imperial no aviso deste ministerio de 26 de
fevereiri ultimo, no qual ae declarou i presiden
ca da provincia de S. Piulo que o goveroo im-
perial nada podis decidir Acerca de una quoslao
de apuracao de votos para ileputalos, por nao ser
negocio da sua competencia, tendo a lei deixado
a eolugo s cmaras municipios aparadoras, e
en ultima instancia i cmara dos deputados.
Quanto porm deliberarlo de mandar res-
poosabilisar os vereadores que violaran) a lei,
obrou regularme jie o antecessor de V. Exc, poii
que ni qualidade de primeiro fiscal da execugio
da lei na proriocia tiaha 0 direilo de assim pro-
ceder; tanto mais quanto isso nio importara re-
forma dos actos praticados pela referida cmara
municipal como apurado da eleigao ; alm de
que achara-se/erogado (lelo 19 do arl. 1 do
decrelo de 19 de seiembro de 1855 o art. 111 da
lei de 19 de agosto de 1846, no qual se determi-
nara que qualquer procedimento judicial, ex-of-
ficio ou a requerimenlo de parte, por causa de
irregularidades occorridas em oleiges, s pode-
ria ser iniciado depois de verificados pela autori-
dade competente os poderes cooferidos pela elei-
gao de que se tratasse.
Dos guarde a V. ExcJote Ildefonso de
Souza amos.Sr. presidente da proviocia do
Piauhy.
'la que boje fuera a bordo daa crrelas Bahxa-
na, Berenice e mptrial Marinheiro, e aos quar-
leis dos dous eorpoa de marioha, fleado satisfeilo
do asseio e ordem em que encontrara os refer -
dos narios e quarleis, determina que ol respecti-
vos commaodaotes sejam elogiados em ordem do
dia desse qusrtel-geoeral: o que commuoico a
V. Exc. para seu coohecimenlo e execugio, ta-
zando aeotir aos ditos offlciaes que o mesmo au-
gusto senhor espera que elles coolinuarao a ter
pelo serrigo publico o interesas e telo de quede-
ram prora oaquella occasiio.
Deus guardo a V. Exc Joaqun Jos Ignacio.
Sr. chefe de dirisio encarregado do quartel-
general da marioha.
GOVERXO DA PROVINCIA.
Expediente do din 13 de Janeiro de
186*
Despachos do dia 1Z de Janeiro.
Ilequerimentoi.
Administrarlo do patrimonio do recolhimehlo
da Nossa Seohora da cidade de Olinda.Etpedio-
ae ordem no sentido que requer.
Cosme Flix Crrela de Mello.Informe o Sr.
director geral da iostruegio publica.
Jos Joaqaim da Silra Brrelo.Informa o Sr.
Dr. jniz municipal do termo de Coiaana.
Luiz Francisco de Paula Albuquerqne Mara-
ohao.Pease.
t
Ministerio da agricultura, commer-
cio e obras publicas.
DECRETO N. 2,868 DE 21 [l>E DBZMBRO DE 1861.
Ordena que as mala do torreio, que nao forem
acompanhadas de lista nominal, vio aeompa-
nhadas de folkas de avisos por portes.
Atteodendo ao que pelo director da quarta di
rectora da secretaria de estado do ministerio dos
negocios da agricultura, commercio e obras pu-
blicas foi representado, ha|i por bem ordenar que
as malas do correio daqui lias adminislragee e
agencias, para que foram dispeosidis as lisias
sominaes pelo decrelo o. 1,682 de 28 de novem-
bro de 1853, sejam scomtanhadas de folhas de
arisos, de que conste o numen de cartas de ca-
da-porte que conduzir por letra de alphabeto, deque trata o mesmo de-
creto, que Oca alterado njala parle.
Manoel Felizardo de Souza e Mello, conselhei-
ro de estado, ministro e secretario de estado dos
negocios da agricultura, commercio e obras pu-
blicas, assim o teoha entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 dedezembro
de 1861, 40 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Manoel
Felizardo de Souza e Mell.
Ministerio da j ustica.
DECRETO N. 2,870 DE 21 I DE DEZEMBRO DE 1861.
Marca o ordenado do carctreiro da cadia da vil-
la de Angico, na provincia do Rio Grande do
Norte.
Uei por bem decretar o eguinte:
Artigo nico. Pica marca a o o ordeoido an-
nual de lOGgOOO ao carcerairo da cada da villa
de Angicos, na provincia do Rio-Grande do
Norte.
Francisco de Paula de Negreiros Sarao Lobato,
do meu cooselho, ministro e secretario de estado
dos negocios da justija, assim o tenha entendido
e faga executar.
. p/'2;io *2 Rl de Janeir<>. em 21 dedezenbro
de 1861, 40 da independencia e do imperio.
Com a rubricados. M.o Imperador.Francisco
de Paula de Negreiros Sayio Lobato.
DECRETO N. 2,869 DE 21 DE DEZEMBRO DS 1861.
Janda appliear ao empregado do minUUrio da
juttiga a* dxsponcdes d* provisto dt 29 de Ja-
neiro dt 1842, lore o nejo e gala do ofhcaes
de fazenda.
Hei por bem decretar o seguiste:
Artigo nnico. Ficam applicadaa aos empega-
dos do ministerio dos negocios da ustica as dis-
posicoes da proritlo de 29 de Janeiro de 1812 re-
lativas ao nojo e gala dos o
Francisco de Paula de N<
do meu conseino, ministro
dos negocios da Justina,
faga executar.
.Pj^cio do Rio de Janeiro, 21 de desembro de
61, 40* da iodependeoeta e do imperio.Com
*"*"" .. o Imperaor.-jrremciico de
Paula de reyreros Sayio Lobato.
MinUrterlo da snarinha.
Ministerio dos oeganoa da narioha.-Rio de
Janeiro, 27 de dezeabro de 1861 Illm. e Ext
SrHateiido 8aa MsgesUde o Imperador, na ti-
flkio ao commaodante superior do municipio
do Recife.Expeca V. S. aa atas ordeos para
que a guarnicio da cidade noa diaa 14 e 17 do
correte seja feita pela guarda nacional desta ca-
pital segundo o roteiro junto, risto 'tr s tropa
de primeira linha de dar naquellea diaa ama bri-
gada para assistir os odiaos fnebres pelo pa-
samento de S. M. Fidelissima o Sr. D. Pedro V
Communicou-8eao commaodante daa armas.
Dito ao commaodante superior da guarda na-
cional de Garaahuns.Respondo ao seu offlcio
de 24 de dezembro ultimo aob n. 86, dizendo-
Ihe que o destacamento, que por offlcio de 7 da-
quelfe mez maodei reduzir a 15 precia, dere aer
commandado por um inferior, e conserrado on-
de mais cooreoha ao serrigo publico e por deli-
berado do delegado de polica desse termo.
Dito ao chefe de polica.Para se poder re-
solver sobre a compra dos colchos e traresseiros
de que precisa a enfermara da casa de detengo
e trata V. S. no seu offlcio de 11 do correte aob
o. 44, conrem que me informe qual o numero
delles existentes na meama enfermara e qual o
necessario para o respectivo serrico ordinario.
Dito ao inspector da tbesourarta de fazenda.Sr-
vase V. S. de mandar ajustar contas aoalferes do
corpo de estado maior de segunda classe Clemente
Fraocilio Tirares e abooar-lhe o qaantttaliro a
que tirer direilo pela aua marcha at a colonia mi-
litar de Pimeoleiras, onde rai exercer o lugar de
ajudante segundo consta do incluso requerimen-
lo que me foi remeitido pelo brigadeiro com-
maodante daa armas com cilicio de 11 do cor-
rente sob n. 75.Communicou-ie ao comman-
daole daa armas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. adiantar ao al-
moxarife do hospital, ae nio hourer inconve-
niente a qoantia de l:000f0O0 de que trata o In-
cluso pedido, aflm de elle occorrer ao pagamen-
to das deapezas daquelle estabelecimenlo da se-
gunda quiozeoa do preseote mez.Communi-
cou-se ao commaodante daa armas.
D>to ao mesmo.-Autoriso i V. S. em Tisis de
sua ioformacio de 11 do correte sob n. 20 a
mandar pagar a Jos Joaquim Lopes de Miranda
a quantia de 9459600, em que segundo os docu-
mentos que derolro importam os oitenla colxdea
eoutros tantos trareaseiros comprados pelo coo-
selho admioistratiro do arsenal de guerra com
deslioo ao hospital militar.Commuoicou-se ao
presidente do cooselho admioistratiro.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Proranio-se dos documentos exhibidos pelo ad-
ministrador do patrimonio do recolhimento de N.
S. da Cooceicio da cidade de Olioda no requeri-
menlo sobre que versa a ioformacto de V. S. de
10 desle mez sob o. 10 que com a exigua renda
do mesmo patrimonio sustentan) se aa orphiaa e
desvalidas deve aquello estabelecimenlo ser com-
prehendido na excepefio do arl. 24 da lei do or-
namento vigente para effeilo de lhe ser dispeosa-
do o imposto de 5 por ceoto de decima estatui-
do pelo;citado artigo aobre as corporacoea de mi
morta qoe nio maotem casas de caridade, o que
recommendo i V. S. para o um conveniente.
Dito ao capitio do Porto.Fago apreaenlar &
V. S. para ser inspeccionado o recruta de mari-
nba Jos Igoacio Pereira da Silva.Communi-
cou-se ao chefe de polisia.
Dito ao iospector do arseoal de marinha.
Paco apresentar a V. S. para ser alistado na com-
panhia de apreodizesdesse arsenal o menor Joa-
quim Gomes do Nascimeuto.
Diso ao director do arseoal de guerra.Con-
trate Vmc. o transporte pars o presidio de Fer-
nando no hiale nacional Sergipano do alferes Jos
Lzaro Monteiro de Mello, que rai alli destacar,
o qual leva comsigo sua mulher e um lho me-
nor. Communicou-ae ao commandanle daa
armas.
Dito ao director das obraa militares.Cumpre
que Vmc. examioaodo o estado dos corpos das
guardas desls gnaroigio, formule quanto antes e
me aprsente um ornamento da despeza a fazer-
ae com os coocertos de que elles precisaren).
Commuoicou-se ao commandanle daa armas.
Dito ao cooselho admin stralivo.Autoriso o
cooselho admioistratiro a comprar para orneci-
mento do almoxarifado do araeoal de guerra oa
objectoi constantes da nota junta.Communi-
cou-ae a thesouraria de fazenda.
Dito ao gerente dacompanhia Pernambucaoa.
Pode Vmc. fazer seguir para oa seus destinos oa
raporea Persinunaa Iguarati noa diaa e horaa
indieadaa no seu offlcio sem data.
Portara.Os Srs. agentes da companbia bra-
sileira de paquetea a rapor mande dar urna pas-
sagem de estado no rapor Tocantins para aa
Aligoas ao hachare! Eugenio Augusto do Couto
Belmente, juiz municipal do Porto da Tena na-
quella prorincia.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brsaileira
de paquetes a rapor deem as providencias ne-
cessarias para que aejam recebidas a bordo do
rapor que se espera do norte, e conduzidas a aeu
destino, 4 pegas de ariilharia de brooze do cali-
bre 3, as qaaes sao enriadas pelo araeoal de
guerra deata prorincia ao da corle.Fiteram-se
as communicagdesnecessarias.
Dta.O presidente da proriocia altendendo ao
qoe requeren Francisco Aires Coutioho, resolre
conceder-lhe licenca para ir ao presidio de Fer-
nando no hiato naciooal Sergypano.
Dita.O presidente da proriocia altendendo ao
que requereu Pedro Amonio Argemiro da Silia.
guarda da alfaodega desia eidade, resolre conce-
der-lhe tres mezes de licenga com os respectivos
rencimenlos para tratar de sua saude onde lhe
coovier.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel-general do eonstnando das
arman de Pernambueo na cidade
do Becife em IS de Janeiro de
1&6S.
ORDEM DO DIA N. 22.
. O general commaodante das armas determina
que sejam neata data dealigados dos balalhaos a
qne se acharo addidos oa Sra. capilies Pedro Li-
na de Barros Res e Theotooio Joaquim de Al-
meida Fortuna, lenles Aotooio Jos Ribeiro e
Nelsoo Jansen Muller, que embarcam boje com
o destino de se reunirem aoa corpos a que per-
tencem.
O mesmo general faz certo para coohecimenlo
da guarnidlo e dvido effeito, que approrou o
engajamento que honlem conlrablo o soldado
da 6a companhia do V balalhio de infanlaria
Joio de Souza Medina, para serrir no batalhio
por mais 6 anoos nos termos do decreto e regu-
lamento do 1 de maio de 1858, conforme part-
ipon o respectiro Sr. commaodante em offlcio
daquella mesma data, aob a. 30.
Assigoado.Soifonto Jotl Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capitio
ajudante de ordeos encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
ITALIA.
Terminou oa cmara des deputados da Italia
a discussio icerca da questio de Roma, que du-
rou dez das. O presidente poz rotos urna or-
dem do dia aceita pelo miniaterio, e coocebida
nos seguiotes termos:
c A cmara confirma a rotceo de 27 de mar-
go que declara Roma capital da Italia ; lem a
confiauca de que o gorerno ae applicari com
affao a completar o armamento naciooal, a orga-
nisar o reino e a conferir urna proleccao efflcaz s
pessoas e is propriedades.
a Ella toma tambem em considerado as decla-
rares do ministerio, no tocante i seguranza pu-
blica, escolha de fuoccioosrios honrados, intel-
igentes e patriticos, i reorganisacio da magis-
tratura, ao maior deseorolrimento das obras pu-
blicas, da guarda naciooal e de todaa as outras
medidas que pdem promover o bem estar daa
proriociaes meridiouoea ; e pasaa a oruetu ju
dia.
Tomaram parte na rotacio 318 deputados :
233 volaram a favor da ordem do dia,97 pronun-
ciaram-se em sentido contrario, 6 daixaram de
rotar. Houve, pois, urna maioria de 154 rolos a
faror da ordem do dia, quer dizer i favor do mi-
nisterio.
c O Sr. Ralazzi rotou i faror da ordem do
dia.
a Como ae r, eata rota;io foi am triumpho
que obtere o ministerio.
O Sr. Ricaaoli baria terminado o teu discur-
so, convidando a cmara a pronunciar-se franca
e calbegoricamente sobre a questio de confianza.
A volagao da cmara veio confirmar aa esperan-
gas do ministerio.
< A Totacio, diz o Journal des Debatt, tem a
vantsgem de remover urna crise ministerial que
teria o inconveniente de complicar as difficuldi-
des da actual aituagio, aasegura a existencia do
ministerio, e di-lhe a forca moral de que elle ca-
rece para realisar a sua missio to difflcil e pro-
seguir na solucio das difficuldades internaa e ex-
ternas.
A leal e patritica adhesio que o Sr. Ratazzi
deu pela aua volacio poltica do gorerno teri
por effeito destruir os ltimos obstculos que se
oppunbam i sua alliangn com o Sr. Ricaaoli, e
combioacio que pareee ser a mais conforme aos
desejos da maioria parlamentar.
A Nazione publica as seguintes detalhes sobre
s maoifeslacio harida no tbealro Alibert, por oc-
sido do beoecio do cantor Saroia :
a As noticias que recebemos de Roma conflr-
mam-nos a demonstrajo que tere lugar na noite
de 27 no theatro Albert.
c Sabemos que a concurrencia aahida do
theatro, depois de dar alguna assobioa contra os
gendarmes pontificios, commaodados por Par-
qualooi, ae reuni is pessoaa, que tendo conhe-
cimento da demoostrago, esperaram na rea, e
todos juntoa percorreram as ras d'Alibert, e Ba-
brimo, a praca de Hespanha e a na Condotti,
gritando : Vira Vctor Bmmanuel I Vira a Italia I
tudo i claridade do fogo de Bengala, que se rio
brilhar como por encanto, e que alumiara todos
os sitios por onde passara o ajnotamaoto.
a Chegado aos Gatani em grande numero, o
grupo encontrou o caminho embarazado pelaa
guardas francesas qne, tendo reunido, formaram
urna barreira.
a O poro destro;ou em silencio pela ruaa la-
teraes da ra Condott. Todava, patrulhas de gen-
darmis romanos, e de iropaa francezaa, que ti-
nham tido coohecimenlo do faci, partiram em
todas aa direcedes para ae dirigirem ao Corao, para
prevenir as desordena, qne nio ebegaram a tal
lugar.
< Consta que a policia fez varias prises oaasa
noite, maa ainda ae nio sabe o nome das pessoas
presaa.
ciaes de fazenda.
iros Sayo Lobato,
cretario de estado
o tenha entendido
do
Expediente do secretario
foverno.
Offlcio so Sr. Lourengo Jos de Figaeiredo,
juiz municipal do termo de Nazareth.S. Exc. o
Sr. presidente da prorincia maoda accuaar rece-
nido o offlcio de 21 de dezembro ultimo, em que
v* 8. particpou ter em 12 do mesmo mez reas-
sumido o extreieto do cargo de juiz mnoicipal e
de orphios desse terne Communicou-ae a the-
souraria de fazenda.
Dito ao juiz de direlto de Garanhuns.S. Exc.
o Sr. presidente da proriocia, manda declarar a
V. S. qde por nao haver disponiveis nesta aecre-
tarie, deixam de aer remetiidos os modellos que
aolicMa V. S.em offlcio de 5 dedezembro ulli-
me, ai n. 33, que flea assim respondido.
Na cmara em Turim foram apresentados pelo
governo italiano, os documentos relativos is ne-
gociacoss tendentes a obler a entrega dos archi-
vos napolitanos do bario Tecco, ministro de Vc-
tor Emmaouel em Madrid.
c Deaaea documeotoa extrahimos a circular di-
rigida pelo bario Ricsoli is legacoea do seu go-
rerno no eslraogeiro :
c Turim 30 de norombro de 1861.
Senhor ministro.
O ministro de S. M. em Madrid recebeu do
gorerno do rei ordem de abandonar aquella ca-
pital, deixando a um secretario de legacio o cui-
dado de prorar aoa negocios correntea.
c Julgo dererdaris legaces deS. M. algumas
explicares aobre o facto qne acaba de modificar
o estado das noasas religos com a Hespanha.
a Nio igooraes, senhor ministro, que o coosul
bespanhol em Lisboa linha recebido ordem de
conservar os archivos do ex-consulado napoli-
tano.
t Esta medida deu lugar a urna looga discus-
sio entre os dous governos. Ao que psrece, aquel-
la resolugo foi tomada per iniciativa do gabine-
te eapanhol, e o Sr. Calderoo Callantes, ministro
dos negocioa estraogeiroa de S. M. Calholica,
tratou de principio de a reduzir a pequeas pro-
poredes. Cim tudosoobe-ae qoe dentro em pou-
co, ordena aemelhantea tinham aido dadaa a um
grande numero de cnsules hespsnhee. Tendo-
se desta maneira adquirido a conviegio de que
se tratou de um fado puramente accidental, mas
de urna serie de medidas que aonuoeiaram um
eyatema combinado da parte do ministro de S. M.
Calholica, o gorerno do rei julgou derer dirigir
ss suas obserrages ao gabinete de Madrid. i
A Hespanha nao linha effecliramente direito
algum sobre os archivos napolitanos, que ae ti- I
nham tornado propriedade do gorerno italiano e
gabinete heapauhol, que declarou nio querer in- '
ternr de maoeira alguna nos negocios da Italia,'
prestara por eate acto um apoio directo is pre-
tenges do ex-rei da aples.
Tomara aasim realmente urna posigio difi-
reme das suas reclamages. Confera direitos de
potencia beNjgerante a um pretendente cahido
da sua posigio, em coosequeocia de urna rerolo-
gao, e que cabio do seu enligo territorio depois
de urna capitulado regular ; impedia o gorerno'
do re Vctor Emmaouel de exercer urna junta doa;
direitos e de cumprir urna parte daa obrigages!
que lhe foram conferidas pela lootade dos poros'
italiaoos.
Em rirtude doa aabios cooselhos do gorerno
francez, queiuterpaz amlgarelmente oaseus bona !
officios, o gorerno bespaohol declarou que estar
promplo a eolregar is autoridades locaes oa do-
cumentos relatiroa aosiotereases parlicuUres dos
Mbditos.Italiaoos. Maa acresceolou que, quanto
aos documeotoa de ordem publica, nio julgara
poder aonuir.
c Depois da profunda discussio que tiaha ba vi-
do sobre a questio de direito, esta distioccio nio
era admiaairel. No ponto em que se acharam as
negociagoes, nio se lea podido aceitar a reati-
tuigo dos documentos aem ao mesmo lempo re-
conhecer i Hespanha o direito de conservar urna
parle.
a A questae de direito, a que mais importante
se tinba tornado, fon pois decidida implcita-
mente a urna maneira deatarorarel ao gorerno de
el-rei.
Houre em momento em qoe o gabinete de
Madrid parecen raconbecer a justiga dessaa ra-
zos. Pela aua parte o gorerno de el-rei reconhe-
cendo os eiforcos que a Frange nio cessra de
fazer para terminar amigareimente esta cooleoda,
julgou derer mostrar-aa tanto mais conciliador
na formula, quanto julgira ser firme na parte es-
seocial da questio.
a Foi eolio que o Sr. Cilderon Collastes pro-
poz eolregar ia autoridades locaes lodos oa docu-
mentos cootidaa noa arebiros, declarando que o .
goreroo hespsnhol estara convencido de que,'
squelles papis s tratam de iotereasea particu-
lares, insistiodo por esta instituigo diracta, o go-'
remo de el-rei loria parecido pedir um acto im-!
plinto do rpcoohecimento da parte da Uespsohi.
a Eslava looge de nos este pensamenlo, porque,
os ministros de S. M. lem um profundo sent-
ment da digoidade do paiz para nio estarem
convencido! deque a Italia nio quereria um re-
coohecimenio obtido por um semelhanle expe-
diente.
c arei, pois, a mioha adhesio i solugo pro-
posta, recomrasudindo lmente ao ministro do
> em Mairio que baja de inaerir n aua respos-
la algumas reservas, com o Um de prevenir qual-
quer interpretagio errnea.
c Com grande admiragao minhs, esta proposta
de S. Exc. o ministro dos negocios estraogeiros de
S. M. Calholica, nio foi approvada pelos seus
collegas, e pedio-se ao bario Tecco para retirar as
duaa notas, em qae tinba sido desenvolvida a
queslio de direito.
Era evidentemente impossivel acolher eate
pedido sem se oppor urna condigno que dsse i
iraosacgio um carcter perfeitameote reciproco.
Nio aceitarei por tanto a solugao proposta seno
no caso do goveroo hespsnhol renunciar, pela sua
parle, aa ordeos que havia de dar aos seus cn-
sules sobre os documentos polticos que cooti-
nham os archivos.
Tendo-se o goveroo hespsnhol recusado a
admlttir este ultimo meio de coocillagio, jutguei
dever submetter a el-rei a ordem de retirar o seu
ministro de Madrid.
Estas eiplicagoes habiltam-vos, Sr. minis-
tros, a dar ao governo de... todas as informs-
gdes que elle possa desejar aobre este negocio.
Aproveitareis, alm disso, esta occaaiio para fa-
zer notar a atlitude que o governo de el-rei tioha
conservado para com a Hespanha al ultima-
mente.
Quando, no mez de novembro de 1860, o go-
verno do S. M. Calholica chamou o aeu ministro
de Turio, o goveroo de el-rei, qnerendo dar urna
prova do aprego que dava a cooiiouagio dassuis
boas relagoes com a corte de Madrid, nio seguio
o exemplo qne eata lhe tioha dsdo, e prefeno de-
rogar os usos estabelecidos a interpretar n'um
seolido hostil a resolugo do governo bespaohol.
Desde eolio, fosse qual fosee o desejo que ti-
vessemos de ver o governo de S. M. Calholics res-
tabelecer completamente as aoas relagoes com-
nosco, nunca, como j Uve a honra de vos dizer,
solicitamoa da parte do governo bespanhol um
acto de reconheciment que era natural esperar
delle, vista a analoga que ha entre os scooteci-
mentos que se teem passado na Italia, oa que as-
sentaram em Hespanha a dynaslia constitucional.
a Alm disso, abativeno-noa cnidadosameole
de fazer recahir sobre o governo heapaobol a res-
ponsabilidade do apoio que *t tentativas deses-
peradas contra a ordem de eousaa estabelecida
na Italia recebia de alguna subditos de S. M. Ca-
lholica. Temos guardado o meamo silencio a res-
peito dos insultos que urna parte da imprenaa
hespinhola prodigaliaa todos os diaa ao goveroo
e pessoa de S. M. noaso augusto amo.
cedemos portanlo nem a uro movimento da dea-
peito, nem a um aenlimento de suaceptibilidade
excessiva.
Esta determnagao foi-nos imposta pelo derer
de salvar a digoidade naciooal, que nio poderla
permittir, aem protesto, que a edite de Madrid
continuaaae a ferir oa direitos, e a desatleoder os
iotereasea de um poro ligado a Hespanha por urna
amisade secular.
< Dignai-ros acceitar, etc.
< (Assigoado ) Ricasoli .
>!>:.
e'*J>rorar que naquella reuniao de homens hon-
radlo em todoa os sentidos, e mesmo de multa
capacidad em differentea jamos, oio existe ne-
nhum orador ua rerdadeira
conseguiram-n'o mararilhosimen'ie
iranio foi completa.
Oe discursos mioisteriaes
un favor moderado. A maioria applaudio-os,
mas pacificamente. Todava, a cooclasio do pre-
sidente do conselho foi hbil. Nio quer equivo-
accepgio da palavra,
a demooa-
foram recebidos coa
e approvagio comple-
ugio intermedia, que
tudo, a que roelhor
coa na ordem do dia. Ped
la ou cenaura clara. A so
o gabinete repelle, com
corresponder ao sentimebto publico. Nio ha
ninguera que nio honre e ei time o bario Ricasoli,
ninguem que nio aprecie c mrito dos seus col-
legas. Entretanto, como ministro, acba-ae ser
o mais insuficiente de tonos ; mesmo os seus
amigos mais dedicados recoonecem que tem com-
metlido fallaa.
Julgo ioutil aoalisar o discursos dos minis-
tros. Conheco-los-hio pelos peridicos. Limit-
me a dizer-lhe a impressio que canaaram.
O parlamento esti sendo aggredido por tres
torgas differentes. Os amigos exclusivos de Ra-
tazzi impellem-n'o a separar-se completamente
do gabinete, a derruba-lo se for possivel ; e, oio
o aendo, a tornar-ae chefe de nma opposigio que
tardari a derrubir um miniaterio evideotemenle
fraco. Os seus ioimigos peisoaea e os modera-
dos intolerantes querem, ao contrario, que o mi-
nisterio permanega tal como'esti,em coosequen-
cia do vol que a maioria nio deixar de lhe dar,
e que, quaodo muito, se complete coa algum
persooagem secundario tal como o Sr. Lanza.
Emflm as pessoas sensatas e imparciaea julgam
que a alianga do Sr. Ricasoli e do Sr. Ratazzi se-
ria acombioagio mais propria para assegurar o
preseote e preparar o futuro.
O parlamento, pola, flucta entre estas tres
correutes.
A diacussio terminar, aegondo todas aa ap-
parenciaa, na sogunda-eira. Creio que o minia-
terio teri urna maioria que o deixsri seohor, por
emqusnto, da ailuagio ; o bario Ricaaoli deve-
ri eacolher o caminho que lhe parecer mais con-
veniente.
c A sessio terminou com um discurso do Sr.
Petrucelli della Gallina, que produzio grande
effeito. O Sr. Petrucelli fallou com certa crueza
que atlrahe. Fez toda a especie de revelages
picaotes, principalmente acerca da poltica fran-
ceza, na qual pareee eatsr muito iniciado. Preo-
deu a altengio da cmara desde as cinco horas
al as seis e meia
E' um verdadeiro milagro n'um paiz onde ae
jauta aa cinco horas 1 A sea conclusio que os
italianos devem agitar Roma de modo que obri-
guem os francezes asahir daqoellt cidade, collo-
caodo -os na posigio em quo os russos se acham
em Varsovia. No momento em que elle dizia
que seria o povo romano quem expulsara o papa
de Roma, parti da tribuna daa senhoras urna voz
argentina exclamando : a E' verdade 1 > O presi-
dente voltou-se para a tribuna culpada e preva-
oio-a, sorrindo, de que tioha per dever mandar
evacuar a tribuua que parturbasse a ordem, qual
quer que ella fosse >.
Russia.
Extractamos da ordenanga publicada pelo im-
perador di Russia em 1|14 denoreabro ultimo,
sobre a insliluigio d'um conseibo de ministros,
a parte em que se iodicam os negocios que de
futuro serio submettidos deliberacio desse coo-
selho.
1*~~As propostas e projectos de orgaoisagio e
melhorameotu dos diversos ramos de serrigo coo-
fiados a cada um dos ministerios e adminislragOes
superiores :
2aAs nformages sobre a marcha dos tra-
balhos relativos a organissgio e melhoramento
dos diversos ramos de servigo dirigidos pelos mi-
nistros, e cheles superiores da admioistragao, e
as propostas que teoham por fim affaatar as diffi-
culdades que poasam surgir no andamento desses
trabalboa.
. 3*As propostas que se preduzirem nos ml-
nisterios e administrages superiores, quanto a
necessidade de derrogarou de modificar algumas
das leis em vigor, observando comtudo que os
projectos de lei redigidos em coosequencia do
exame d'esaaa propostas, sejam deferidas ao coo-
selho do imperio pelo ministerio ou administra-
gao superior de quedimanam.
4aA medida, que exigirem o coocurso de dif-
ferentes administrages, e que pela sua essencia,
nao darn aer sujeils ao exame d'outras insti-
tuiges superiores do imperio.
* 5aAs ioformag&es relativas aos actos ad-
ministrativos mais importantes em cada ministe-
rio ou admioistragao superior que possam recla-
mar um acord collectivo. Estas ioformagoes ao
levadas ao conselho de ministros, sfim de que
esda ministre e chefe superior de administragio
tenha coohecimenlo dos priocipaes actos e dispo-
siges dimanadas dos outros mioisterios e admi-
nistrages superiores.
6aAs conclusea das commisses especia es
instituidas por ordem suprema para o exame das
cartas dos mioisterios e administrages superio-
res.
7aFinalmente, os negocies que, por ordem
especial de S. M. imperial, sejam impostoa ao
exame previo, e a deliberagib do conselho de
ministros.
Tlml 13S2& P,M ",er rde actual
a urna solugao favoravel.
Franca.
Heunio-se efleclivamente o sanado francs pe -
JL i. M COB>unicado o projecto de Hnmtus
eonsnlia. que tem por fim aaoecioo.r as rsZnmj
flnanceiraa aulomadaa Ba csrta do inperader de
!,iDOTenibro- *+* oncebido oeste,
Arl. 1 O orgamento daa despezae a presen-
tado ao corpo legislativo diridido en accedes, ca-
pitoloa e artigos. *w*. c
O orgamento de cada am doa minatenos
seri rotado por aecgdes na cooformidade da ae.
fu/?" Dne" ,0 Prenle stnatus con-
A reparligao por captulos doa crditos con-
cedidos para eada um dos mioisterios recalada
por decreto do imperador ao conaelbo de estado.
a Decreto eapeciaea, coocebidoi na aeana
forma, podem autorisar a nudanga de un capi-
tulo para o outro no orgamento de cada mmis-
iGrio*
Art. 2* as poderio ser concedidos crditos
sopplementares ou crditos extraordinarios sa-
nio em rirtude da lei.
Nio ficam rerogadas as disposigdes daa leis
existentes no que diz respeito is desposea de
exerclcios fiodoa que eatejam por pagar, is dea-
pezas dos departamentos, daa commuoaa e des
serncos locaes, e os fundos de concurso para
despezas de loteresse publico.
a *f2: fr"'l! 6 ,a d0 tnacoianit.s
de 25 de dezembro de 1852 ficam modificados no
que tem de contrario no presente tenatut con-
tullus.
Do Onervatore romano extrahimos o aeguiote:
Na noile de 27 tere lugar no theatro Aliterl,
urna represeolagBo em beneficio do cantor Saroia.
Deria este cantar muitos trecboa de operaa.
c Qoando Saroia eotrou em acea, eomegaram
a baler as palmas e s exclamar viva Savoia ; de-
pois laogaram de dous camarotes da quinta ordem
um certo numero de bilhetea em que se lia em
letras escarlatea viva Savoia. Estas palarraa es-
ta vam careadas d'uma orla verde.
c Apolicia, que tioha auspeitado a demooatra-
gio, fez augmentar o forga do posto dos gendar-
mas de serrigo ao tbealro, e quando comegou a
representagao ainda manlou mais.
< Apenas os gendarmes ouriram oa estrepitosos
applausos, peaetraram em grande numero ns pla-
tea, e prendern) es dous iodiriduoa que espa-
Iharam os bilnetes, asaim cono mais doua, que
na platea dirigiam a deaordem.
Escrerem de Tario:
c Acabo de aaaiatir, oa cmara doa deputados,
a una singular aesaio. O preaideote do conse-
lho e qustro outroa ministros tomaram successt-
ramenle a patarra, tratando cada um a aua es-
pecialidade. O ministro daa obraa pnblicaa jnn-
tou-lbe urna especie de narragio ds aua riagim
a aples. Se o fin dos moacos do gabinete
L-se no Nouvellist* de Roneo :
c Um dos noasos coocidadioa que acaba de ra-
gressarda Havana eslava a bordo do Tren!. Nio
s assislio a todaa aa peripecias do aeontecinen-
to martimo que acaba de encher a Europa de
sorpreza, mas, quaodo chegon a Soathanplon,
foi teatemunha d'um facto aiogular, de que nio
fallar&m os jornaea.
< Immediatameule depoia de ter feilo a su
enlrsda no porto, o Trent fundeoo. A abjnns
metros de distancia achava-se um navio da mari-
nha federal, o Iroquoi, de 24 pecas.
A noticia da prisio dos commisaarioa do sol
espslhou-se na cidade com a rapidez do rai*.
Dentro em em pouco foi aem duvida socoohecida
tambem a bordo do Iroquoi, que julgou prudente
nio esperar que a efervescencia foaae ao naior
auge. Quatre horaa depoia, largou de Southanp-
too, e todos os habitantes Acaran no dia inme-
diato admirados de nio reren a fragata federal.
c Aquello meamo nario, o Iroquoi, conaaet-
teu, ha algum lempo, um erro muito siaaalar. O
gorernador da Martinica tem 4 aua dispoetcSo
um pequeo nario de goerra artilhado con qua-
tro pegas. Aquello nario linha partido para atoa
expadigio. e entrara do aeu parto, qoaada,
n urna noite felizmente clara em cooseqaeocia de
luar, rio aproximar-te delle un navio com ban-
deira federal, o capitio francs nio comprensa,
deu aquella maoobra ; mas succedeu o contra-
rio, quando oovio a bardo do lroquois a ornea
de preparar para o combate. Oa navios estarn
promplo;, um e oulro, quando a fragata ame-
ricana, antea de fazer fogo, tere a i ida de man-
dar aviso. Reconheceu eolio que era nn nario
francez O Irouqoit procurara um pequeo oavio
confederado que, forgando o Moqueta, acaban
de passar desapercebido debaixo da srtilhara do
forte Sunter
Inglaterra
L-se no Morning-Herald :
c A commissio de guerra, que ltimamente se
reuni no ministerio da guerra, em Pall-Mall,
chamou para as suasdeliberages lord Clyde, e
e perece que se resolveu a cooliouagao das me-
didas enrgicas que lm caracerissdo os actos
das autoridades. Alm do Perlia, Australaiia,
Adriatic e Panam, mas outros seis transportes
s hlice se msodaram preparar : devem todoa
estar promptos o mais breve possivel para em-
barcar tropa. O boato aobre a inteogio de ae
mandar urna parle das guardas para o Caoadi foi
afinal confirmado. O segundo batalhio de grana-
deiros e o segundo de fusileiros receberam or-
dem de se preparar para embarcar im mediata-
mente. A forga total que leve ordem para mar-
char, comprebendidos os corpos ji designados,
de dous batalhes das guardas, qiatro bateras
de artilbaria de campanhia, cinco bateras de
grosso calibre, seis batalhes ,de infanlaria, 3
companhias de separadores, dous batalhes de
trena militares, e 40 homena do corpo de esiado-
maior da iutendeocia. Alm deates, outros cor-
pos liveram de ealar preparados para quaesquer
eventualidades.
c Aonunciava-se honlem i noite que se havia
expedido um despacho telegrapbico para o Medi-
terrneo, ordenando a alguna navios da esqua-
dra, que ae dirigissem directamente para a esta-
gio da America do Norte. .
No Daily News encontra-se a seguiote nota :
c O general Scott, qne reto a Europa ha al-
gumas semanas, para restabelecer a sua saude,
roltou para a America, aflm de auxiliar a obra
da paz pela torga do aeu carcter, e sagacidad*
dos seos cooselhos. O general embarcou
do ripor Krago. Tere ltimamente u
aanwaaria com o prncipe Ntpoieio,
moa bem informados, traosmiUir a MS
1 a expressao do desejo que o imperador dos fran-
Os jornaea do Harre publican o aeguiote es-
tracto do relatorio do capitio Guiehoo, comman-
danle do brigue francez, JuU tt Mari* que tam-
bem foi visitado pelo S. Jaciniko :
Havana, 5 de novembro de 1861.
a A tres de novembro, pelas oilo horaa da
manha, estando ancorado por ealibordo, o ten -
do os dous pharoes de Maternas ao aul, a nnas
20 oa 22 milhaa de diataneia, avistamos an es-
to a rapor naregando a noaso bombordo e ten-
do as suas reas latioas cateadaa. Quando naa
rio ferrou aa rollaa e naregou directamente
para oa. Achando-se a quatro amarras pouco
mais oa menos por bombordo denos, fez an ti-
ro de pega aem igar a sna bandeira. leamos
immediatamente a noaaa ; estavamos amuradoa
por estibordo com urna brisa frica, lazando o
nario milha e meia. O rapor cooiiouou aeapre
a sua derrota, para nos passar para arante ; loga
que estere adianto e prximo de nos, paroa.
Vendo isto, e julgaodo ioeritarel ama sborda-
gem (porque o rapor alraresaara e fszia pala
menos dous nos e meio) pus de capa e earregnoi
a rea grande para o deixar cheger ; naa, cono
baria quasi calma, o nario nio cedeu logo, e o
vapor naregon aempre para oda ; a machina nle
trabalhava para arante. Dei logo orden para
largar a rea grande e braceja ; no monelo em
que eu carregara de bombordo, o rapor a bordn-
noa, desmsstreando-nos de doaa masiros e oe
gurupez ; rasgoo urna parte das reas, deapesa-
cou o apparelbo, desiruio a nerada de pros, a
fez rachar o mastro da mezen.
Logo qae noa desembareamos, flz sondar a
porio, e dar i bomba, oio encootranee agna ;
fiz immediatamente lancar o escallar ao mar, e
fui abordo da fragata pedir soeeorro ao cunan-
daoie ; de principio recosen diurno a nene
da aua fragata, e prohibi sua equipagen qoe
m'o dissesse.
< Neste meio lempo nendou a noeao bordo
escaler, com o seu mestre carpieteira, qae 4 rol-
la lhe dase que nos oio filiamos amia agna.
Vendo qne o commandaola fszia difficuldade en
nos prestar soeeorro, atgniflquei-lhe enrgica-
mente at que flearia, al que elle nos tiesae
rebocado at alean ponto seguro. Mando*
lao onlio um escaler e um troco no gente para
apanhar os deatrogoa do neos* nario. Nesta ac-
casiio, anbe por un bomen da machina qae a
fragata aa chamara S. lacintko ii Nora-York.
O commaodante declaron-ne que liaba or-
dem para ritar todoa oa narios, e podia-n* es
meus pipis de bordo, que eu lhe meatrei Teo-
do-Ihe de noro reiterado o neu pedido para qae
nos recebesse, fatendo-lhe obserrar que so
abandonaste iramos descahir sobre oe I
de Bahama, e que iodubitarelmenle nos i
riamos, disse-me afinal, qne ia rebocar-x
i Havana. Com nm noro troco de geate
dido para bordo do /las tt Mana, pan dt_
baragar o nario doa seus destroc, naaooa-aoe
nn reboque. Depoia de grandes toiieitacsoa,
pude lambam conseguir- afinal, da parte ao aa
offlcial, o nono escripto da fragata o ds can
mandante.
< A quatro de novembro, pala maobia, lo can-
co horas, eataodo norte aul do pharol da Hena
distancia de 12 a 15 milhaa ua doe taaricsaa
gritou-noi de bordo pera qoe largaaeonee oto-
boque. Retpondilhe que ainda etUranoe oatat
longe de ierra, e que lireaae a *~tadttt ae non
pdr i entrada do porto.
I Eotio, cortn o aeu reboque [qae e ca-
an a bordo) e noa abaadeaea con nata asna
i 4 merefi de una correata qae aaa f
iir earremegara para a costa.
< Teodo que, ea cooseqaeneia de <
Oio podamos alcanforo porto, lz laraaUr aaa
-



#
* i



iS1 M3.ii::;. j
4m i.tenas de ebrecelentp, a enverguei urna
. enpregindo (odas ai velas-de qeepeete
por, que coosiitiaro A9L Uh gavia gr.nde,

___i ero OJtk.
ama eU granito, a mexfl* JTa^il t*T *!
de alai e a bojarron.. t^r-pijW o vacia pu-
sou o nordeste, boa brlss. e p
oeira alcanzar a entrada do
< de Tapor nos reio rebocar
demos desla ma-
F3f
.=_
DUR1Q DE PRKXMBUCQ.
DIAIIO DE PEiNAMWUCO. q^Ha lEBA 16 DE J1KE110 DE 1812.
ept >aran, entrado hontem dos p
H *> adiantou noticias de Sergipe a
28 do pastado o de Alagoaa at 14 do correte.
**VU b*X- Sarflipe. J eram coohecidos diversos resulta-
Fuodeaaosoe Jos de collegios eleitoraes para formaco da is-
oeot#, e que muicedo
no leiio do sepulcbro.
*'reii E apasete aonos,
htfe que oo solio augusto
aeu povo entbutissro.do,
Tses a humana Providencia,
oo mundo av
sceptro,
Le-se 'na ra ra :
Multo* joroses inglezes, tal ando do conflic-
to americano, emitiera a idea de] que o comm.o-
daste do S. Jacintho obrou seni ordem, e que
poderia, sem ioconveoieule, setceusurado pelo
presidente Lincoln.
a Julgamssaber de urna msseira positiva, e
ogoverno britanoico lambeta p sabe, que o S.
Jacintho, o James Adger, o Sutquehanna, o
Temptrt e o Savannak, receberam do gabinete
te Washington itutruccees ideticas que Ibes
oreacreviam visitar qualquer najvio luspeito de
Mr a seu bordo os individuos da tul, de se apo-
deraren) dessesdous persouegans e dosseus des-
pacito!.
E' conheciJo de todos em Washington que
o secretario de estado dos negoc os estraBgeiros
donarte accusou maitas vezes o gabinete de
Londres de manter relacoes cora o governo do
sal, o que para coohecer' o esta lo dis negocia-
cues secretas que. pretenda existirem entre a
lagUlerr e o presidente Davis, que fez decidir
* pnsao de MM. Slidel e Masn, medida com
que espera poder apoderarse de despachos ira-
iiorLsleoquedesej.v. possuir.
Os seus cruzadores, cujos Inomes indica-
mos, tomarsm posigo na derrota que deviam
percorrer os doua eoviados, desde o ponto de
partida at ao do caegada. O Si Jacintho, qae
eslava tundeado na Havaoa, viudo da cosa d'A-
froa, recebeu aasuas iostrucgdes ido cnsul ame
ricano naquelia cidade e fui em coosequencia de
urna conferencia eom aquello agente, que Ihe fez
conhecer a vontade do seu governo, que elle tra-
tou do perseguir o Trent, coja nacionalidad^ Ihe
ere perfeilamenteconhecida.
O commandante do 5. Jacintho nao Ihe im-
portla os despachos que desejaua para langar
mo dosdous enviados, o
O ContMucionel publica o setulnte, escripto
de Poiiiers a 7 de dezembro :
Na sua audiencia de 29 de nOvembro, o tri-
bunal respectivo do Vieoaa comdemnou a trez
annos pnso de o Sr. Bernaio do 33 senos
instituidor .em Chslallerau.lt, por stlenladoc on-
tra o pudor [commetiido em unta creanca me-
nor de onze annos.
Na mesma audiencia, outro padre da ordem
de S. Gibriel, chamado Balair, Ja idade de de-
zeseis annos e meio, foi condemnado a seis au-
iros de recluso por allantado contra o pudor,
coosummado em varias creaogas menores de on
ze annos,
Estes dous negocios, assim como o do deca-
no, pela sus idade, da oouerencii de S. Vicente
de Paula de Lusignad (75 annos) condemnado an
teiiormente a quatro aonos de iiriso, tambera
por alleotado contra o pudor eci urna rapariga
paiz,
A estas consideracoes accrescenta o Consiu-
ctonntt : Acreditamos na emocao publica de
falla a nosso correspondente. C >mo
populagoes honradas permanecer
em preseoca de actos de urna
febr* mareta ee *gm rti-fofz a legada uma verd.de ai
dade, teado ja sido victima della diversa pea- E ellas a+ b*m rlirn n.n r.iii.
so enre quie, o Dr. Seraphico o*Assis Car- A ffis lodMi qu^s7ouoS
J ,\ ,, BBBB Uarvore de Viriato. n seno h,.i.i,.
S. r.xc. o Sr. presidente da proviucia
que
poderiam
a saogue fri
imboralidade to
revoltante, que leem um carcter particularmen-
te odioso e*Jtre os que se entregan misso de
instruir e moralissr a mocidade, mde soccorrer
os pobres ?
Sagundo os nossos hbitos, ndo leriamos pu-
blicado a carta que precede, seos actos deplora-
veta de que se trata se nao reprodi izissem era to-
da a parte, e nao apresentassera um verdadeiro
pango social.
Nao juntamos squi consideracSo Iguma. Fa-
remos somente observar que os ios Bernard, e Blair pertencem a uma ordem
que Bao tem existencia. O estado ca bem re-
compensado pela sua tolerancia, s
O CoHslilucionnel reuniu em uot artigo as des-
peja que desde 1849 tem cuslado Franca a oc-
cuoacao de Aorna.
En a maneira porque o jornal fn ocez aprsen-
la asta conta anoualmente :
.,.. Francos Ilomens
1849;. 2.029.000.... m 185
^...... 7,822,000.... 3.777
185...... 5,423,000.... 10,198
1952...... 5.281.000.... 9,858
221*...... 4,950,000.... 3,784
854...... 5.968,000.... 9,358
1855...... 4,416.000.... 6,910
1856...... 3,082,000.... 5.43
1857...... Z.9I6.U00.... 5.600
1858...... 2,936 000.... 5 628
1839...... 3.787,000.... 7,404
1860...... 3,5(10,000.... 7 000
1861...... 9,480,000.... 19,000
71,524,000
18.225
E* evidenlen-
O Comlituonnel accrescenta
te que estes slgarismos nao representara toda a
despeza, por isso que nao compribeolem todos
os gastos de equipaoietjto, de armamento, de mu-
ujoes. etc. Sjbe-sn que o orjamento da guerra
dividido pela cifra effecitva. aprestla para cada
ioraem urna despeza de mil francbs. ou
lbao por mil hmeos.
o Sr. presidente da proviucia envioa
em continente para alli o Dr. Cabrsl. a os soccor-
ros neceuarios ao trata melo do aTectados.
L -se oo Diario do Commercio .
< As 9 horas da noilo de 3 do correle deram
os siuos das igrejaa desta capital signal da inaen-
dio, depoij de te terem ouvido algosa tiro dados
oo mar, os quaea aouuociavam nauo em pe-
rlgo.
Era a bares ingleza Maia, que se eatsva in-
cendiando no aocoradouro deste porto.
a Eis como nos foi referida a historia deste la-
mentase! succaaao- por uto noise amigo do Jara-
gu :
As 10 horas da ooite de 3 do correte estan-
do dormiodo em ua cmara o capilo da barca,
e om socego a de mais guarnirlo, sentio o capi-
lo muito fuaio oa cmara, d'onde immediata-
meote sahio, e a cosi ganh'iu a escala para o
coovijj, e observou que era fogo no porao em sac-
cas da algodo, que faziam parta do carrega-
meoto.
Inmediatamente mandou o capilo dar parle
dooccorrido em Ierra fazenld signal de soccorro,
e para logo foi correspondido pela barca Jason,
cujo commandante que a nada ae poupou, seguio
io continente para bordo da barca com lancha,
escalares e guaroicao de seu navio, salvaodo
grande parte dos pannos e rauitos oulros ob-
jectos.
E' dino de elogios o Sr. commandante Pa-
rias jelo seu procediuiento.
A' urna hora da manha fez signal de soc-
corro a capitana do porto, e anda o ogo nao
tioha subido ao convs. Seguio para bordo o ca-
pilo do porto e a gente da opitania que se
reuni.
i Todas as providencias forsra dadas em ordem
a que nao houvesse prejuizu em oulros obvios.
c l'roseguio o incendio em'grande escala, quao-
do entrado o vapor Valeria do Sinimbu', nao
fiinieou, e deu reboque ao navio aGm de coodu-
zi-lo p?ra um lugar, onde podesse elle eocalliac
sem fazer damoo ao porto.
a A's 10 horas da manha do dia 4 submer-
ghra-se os restos da barca no lugar denominado
Paos seceos, na distancia de uma oillha do lugar
onde eslava ella ancorada.
O commandante sallou apenas com um ocu-
lo ao* eslava no lombadilho. A's 3 horas cabio
o nnstro da gata ; s 5 da mauha o grande ; e s
6 o de proa.
a A's 7 horaada manha foi abandonado o na
vio, e entregue schammas, que abaixo do tran-
canil o estavam devorando.
O Exm. Sr. presidente deu tambem enrgi-
cas providencias, e uma forga foi postada no por-
to de Jaragu para qualquer eveoiualidade.
a As autoridades policiaes estiveram todas em
Jangua.
Por esta occasiao nao podemos deixar de
meocioosr com distincrao os nomes dos Srs.
commandante da barca Jason, e do ex-tiloto da
armada brasileira Caetaoo Jos deAbreu, alm
de oulros que igualmente muilo se prestaram
como os Srs. Carioca e George WsstiDgton, e
empregados da capitana da alfmdega.
Ene navio ealava sob a consigoaco dos Srs.
Borstelman & C, e destioava-se a Liverpool
com um carregamento de algolao, assucar e
couros.
Toda a carga e a buca estavam no seguro
Faltava para completar o carregamento 700
saceos de assucar. Salvaram-se 15 saccas de al-
godo, parte do massarne, algumas vergas, 6 o
panno qussi todo.
J tirjlia a seu bordo 3 mil e tantos saceos
de assucar, 600 saccas de algodo, 2.740 cotlYos.
Felizmente ao temos a lamentar a morte de
passoa alguma, e nem %e sabd ciusacerta de
semelhanie incendio.
Aporlaram na praia de GequiS no dia 8 do
crreme o capilo e oilo maiioheiros eo.barca-
dos em lancha hollandez Anna, qu foi a pique distante da cos-
a 27 milhas na altura do mesroo-Gequi.
a Este brigue sahira da Cninguiba, carregado
de asRucar, com deslino Europd.
Smente salvou-se a tripolajo.
orar comvosco,
domestico,
ore de Viriato, e seus herdeiro.
Vos descendente do hroe da Outique.
Que vos lembrais dos mil tropheus de Tnger,
Ue Amia e Mazago, do Ceuta e Goa ;
Qne vos eonobreceis com os raro eitos
De Moote-Claros, Evora e Trancoso
Com as facMbes reaes de Aljubarrota ;
E que as laureis dos Castros o Albuquerques,
Do Vascos, do Pachecos e dos Nuoo,
Nao menos admiris que os tons da lyra
Do famoso Cames que os exaltara ;
V, cuja patria renasceu garbosa
Nesse boie do Miadello, a cujo- esforco
Bovers a Crta e o liberal governo ;
0o obra haveis rasao para chralo,
Para chorar o vosso rei extiocto.
Taodes razo que o Portugal moderno,
Se aps o desbarato que Ihe airaoca
Seu predominio, no correr das era,
oje no estado affoito se ablanos
Das lettras, cora primor, too bom legado
Muito o dev a esse joven, que seu lho
Era, e tambem tea pai e seu monarcha.
Sou Brsileiro, e aos raeus irmos de Lysia,
Sei a raao estonder na hora do goso,
E com elle carpir sei o infortunio.
No oomojaccio Oaa lettras bem o vedes,
vo*, Porliaguezea, cujo novo Poriico
fc. deltas o sradrrx So ainda vos soam
Bem aos ouvitos aseaoces quesolta
O vosso companheiroaa ardua eropreza
Doa lavores do aspirito, atieorfei-o :
U>ie eu, Portuguezos, vim ch
E oto hei de volvsr ao lar ^
bem que vos diga tudo quanto sinto.
Dos que nos ouv, h'utg futuro prospero
Voa ha de compensar os dissabores
Que hoje curiis cruei; a Lusitani,
Mo grado o plaoo do impos inimigos.
Ha de eoloar seu hymno de victoria, -
No correr do reinado que se estrea ....
Nao mais direi:as cordas do alade
Ktialaram de dr oeste momento.
Resta, aps da saudade, urna esperance:
O rei foi justo, e Dos o tem na Gloria.
Por alguos diasdeve estar o templo em expo-
sicao desde is 7 s horas da manha, e das 6
asudanoile. armado como se acha; e tendo
sido resolvido que nesses tres dis, 15, 16 e 17,
se dissessem miasas era suffregio de S. M. F. e
dos dous infantes fallecidos, hoatem foram di-
tas tres eu iotenQSo do Sr. D. Pedro V, hoje
serao ditas outras tantas pelo iofanle D. Fernan-
do, e amanha repetir-te-ho as mesmas pelo
infaole D. Joo.
.~ A c,i*a filial do Banco do Brasil nesta pro-
vincia paga o dcimo quinto dividendo relativo
i,J,*raesUe "^mmente findo, na razio de
/9760 por aeco.
-- Comegaram oo dia 14 os trabalhos do pss-
sadico, que deve provisoriarnenle ligar este ao
bairro do Recite, e preslsr-se ao transito, em-
quanto ae oao construe a nova ponte deste no-
rae era substituido a velha.
Tem o passadico dezeseis palmos de largura,
e oceupa o espago que vai da casa da relaco,
jury e audiencias, neste bairro, um armazem
irooteiro do caes de Apollo, uo do Recife.
No dia 19 do correte, terceira domioga
de janeiro, devem reunir-seos eleitores e sup-
plentesdasdilTerentesfreguezias, para o fim de
nar-se a mesa da junta qualiOcadora, seguo-
prescnplo oa le.
Poriitgai,
s, ou um tui-
SegunJo este calculo ge-
ralmente adnriitido. em vez de 71 nfilhoes e meio,
foram 128.225,000 francos que tem custado
a oc-
cupaco de Roma desde 1849.
E' necessario tambem Dolar
essa occupaQo tem sempr sido
meio de crditos extraordioarios.
Ora, todos sabem que os cred
narios criara desfalques e que
ques do logar a que se elevo a
divida ffuciuanle. Mas a divida
um jaro ; pois necessario a
128,225,000 franco,de que cima
relativo a treze annos. Este jur
a 40 milbdes.
D'esta maneira, o encargo que a oceupaco de
2 a n P6S" 8abxe D0^M fioancas
de 168 milhoes ; esta somma lapieseola, com a
aproximacao de algumas centeaasde mil francos
a differenca que exista entre a cifra da divida'
fluctuaote ho f de Janeiro de 1848, e a teifra da
divida fluctuado no f* de Janeiro de 1861
Ique e effectivo
sustentado por
itos extraordi-
estes desfal-
mportancia da
ucluante paga
rescenlar aos
llamos, o juro
nao inferior
REVISTA DIARIA.
as exequias que por parte da directora do
(rootnee Portuguez de Leitura so celebraram
em suffraglo da alma do Sr. D. Pedro V, e de
que j demos um breve apanhado, escapou-oos
addicionar que flzera parte da commisso de
recepcao o Sr. cnsul porluguez, Dr. Jos Heo-
nques Ferreira, bem como que salvou a eslscao
naval, de commum com as fortalezas desde ao
amanhecer al ao lindar o offlcio solemne.
Alera da oraco religiosa, que j hontem pu-
blicamos, foi rectala larobem. pelo Sr. Dr. Tor-
res Bandeira a pega potica que offerecemos em
seguida leitura publica, e que se recommenda
pelo nome do aulor, dispensando-nos assim uma
apreciacao nossa.
do o
Em obsequio memoria de S. M. F. o Sr.
Dora Pedro V, en.iam-no as seguioles poesas.
A' saudosa memoria do rei de
o Sr. D. Pedro V.
Pedro Quinto, reonsreha de clemencia, '
O symblo mais ,bello da piedade.
Que amlos lemptos ergueu diviudale
l'idehssimo rei por excellerjeia.
Foi amparo da misera indigencia
Alraadas lettras, norma da equidade.
Terror da adnlago e da impiedade,
Frero da guerra, apoio da innocencia.
Expiro sobre o throno sempre firmo
Na base da jusliga, conservaste,
Eufreando o furor do feia crime.
Vencedor das paixes, o sceplro honraste
Anhelaudo uma c'ra mais sublime.
as azss da esperauca ao co voaste.
Inda os frvidos pranlos nao cesssram
Do amor filial, que nos enla,
Que nos prende com solida cadeia
Ao augusto monarcha, que os cos levaram.
oroaram,
S. I.
saudosissima
BB
f. a sa. doi
memoria
PEDRO V.
L-se no Conslilucionel:
< A cidade de Nimes acaba de ser lestimunha
de um escndalo ; dizi>mosrj*andalo, porque es-
tamos acuslumados a chamar s Coasas pelo seu
nome. Eis o qne se paasou :
Quando Mgr. PlanHer regressrju de unTa vi-
sita pastoral, foi receido pelos mfembros do seu
clero, aos quaes se Meha reunidoum certo nu-
mero de faoalicos. Esta reunio tinha por llm
felicitar o prelado pelss cartas que receDtemoiJe
Imha dirigido ao ministro dos coitos.
Nao nos demoraremos nosdetfhes d'esta ce-
remonia ; tudo to pitoresco.queconviriarxes-
mo nao o divulgar. Mas o que se nao pode pas-
ear em silencio, a maneira indecente porque se
conduziu o vigario geral.
a Este vigarto proferto, sem duida para se fa-
zer msior honra, ama arenga em que respira o
despreso mais andacioso do poder]
Assim, um simples vigario pode, com tran-
quiildade e seguranza, asar de upa linguagem
qwe um ministro, qne um maree] al de Franfia,
que o mais (levado e o mais poderoso digoitari
do imperio nao oussria impunemente. Um sim-
ples vigario pode livremente ios litar ,e calum-
niar o governo do tea paz 1 Qni Iquir reflexJo
seria snperflaa.
Referiram-nos tambem, mas ci uta-nos a acre-
ditar, que aquello monsenhor subiodo ao pulpito,
compsrou o m nistro do cultos com o rS 5
xnorden S. Psulo na llha da Malta q
Ganhar a relialJoalgqm, c ^
expansoe. de colera, com este azsdumes, e cota
tes excfssos de si zeio ceg, com ettaa da"
ttonstragdes-aoa Rio eisa de eeitoa Lu
opinilo. tOjMsram
E solemne a inscripgo n'area do lemplo.-
Grave sentido imprime Ihe a saudade
Nestas luzes funreas que lampejam.
Lnguidas, tristes, que se esvaem e morrero,
Como se foram decahir no occaso.
Que idea christSa di-l'o a nos lodos
A voz dos psalmos, o sentido echo
Das preces que resoam como um hymno
No fim do da, s horas do sol posto.
E' solemne a ioscripcao 1 E o livro extenso
Dos mysterios da vida ahi l o homem,
Em carscleies lgubres tragado,
Breve historia do mundo em loogas paginas
De amargura e de dr. Tmagens negras,
Ampio com ment e glorias, aos prazeres,
A s grandezas di trra e aos seus encantos l
Que farei, pois, aqu? Lcqo profunda
Tambem me oabe soleirar na pedia
Eioquente do turnlo, as lagrimas
Que o banham fervorosas, desprendidas-
De afflictos coracoes, que vem aos olho,
Como tributo oe ntimos affectoa.
Preciosa liccao que falla ao espirito
as ryprestes, as j murebadas flores,
No indeciso esplendor do saoctoario.
Que em fundo escuro reproduz emblemas.
Para os quaes s a Cruz firme interprete.
Eos tal situacao fere-me as cordas
Dp lio pobre alade a nota acerba
DO PMtimento, a ultima quegeme,
A nota da saudade e do respeito.
l/omldo Conmtrcio,
Dix a legenda que o monarcha morlo
Dos leaes portugueses! O moimento
Lembra o nome do Rei, e o traa gravado
Em frente s multide, que iota o venerara.
bymbolo puro do imroortaes virtudes
E do amor popular.Hoatem formlo
ureo diadema a fronte Ihe ciogia,
E a rocasante purpura fausto.
Que dos hombro peodia-lhe, to doce
Apoio iliuilMco, arrimo asarte ;
Esse manto de lmpido adornos.
Nao manchado jamis na baixa espbera
De tyranns oppressio, antes mais alto
Espalhando eoeca influencia
Por todo um povo era gstanosos rasgos,
Dilfundia-se ao looge em brilho immeeao
N'uminimeoso boriioste.Aln da Europ
N* exirum occidental, onde o direito '
Uta thrcfio lho firmara, o nome egregio,
Loo awalUva oaabaeclw de mU povo,
ttnaafasa um pov/o ao a festjalo,
de LUboa.) A "Mh-te empr.-E a um de boje
|*r>*< dro indica o fnebre apparalo I
IO aoslra hl, qual astro que pender
Seu feilos imraortaes, que o solio
t que em gloria perenne um Deoo prema
Nos gratos coraQoes, que a dr anca,
Pelas raaos da ternura se grraram.
Ah punge os coracoes cruel saudade,
Em transporte de dfjr ludo suspira,
Soluta, geme afQicta a humanidade.
De Pedro Quinto a vida, o imperio expira
O culto, que Ihe deve a humanidade,
O vate nao traduz, fraca a lyral
Em continuado das noticias que demos sex-
ta-feira da semana passada acerca do pomposo
funeral que os Portugueses residentes nesta ci-
dade mandam celebrar amanha 17 do corrente
por alma de S. M. F. o Sr. 6. Pedro V, mais al-
gumas cformacoes vamos ministrar aos nossos
leitores, fornecidaa pela mesma pessoa que cem
tjnlo empenho se interessa pela exacta publica-
SnflSS hT"0?-069' cela*'*" significativa
solemnidade. Nao qneremos de aniemki preve-
nir a sensacao que osjtossos leitores experimen-
tado ante o magnifico dsumptuoso espectculo
preparado por uma importante parcella da naco
portugneza, que reside entre nos, e que to briosa
se tem mostrado em manifestar por todos os mo-
do o seu patriotismo e a sua adheso sincera s
cousas da sua trra, quer as pocas de afflicco
e dr, quer nos fugitivos momelos de alegra e
enthusiasmo : queremos, somente. ir predispon-
do e como que convidando os nimos a contem-
plar devidamente esse espoctaculo talvez nico
qne entre nos se tenha dado ; pois, segundo o
que nos tem constado, e em vista do que se acha
executado, e dos preparativos que se fazem. as
exequias que amanha se celebrarlo pelo eterno
repouso do popularissimo rei D. Pedro V na
rea do Espirito Santo, serio as mais brilhan-
les das que se tem effectoado neste vasto imperio.
A commisso central eteita no Ga6nte Por-
luguet deLextura, no di. 1* de dezerabro pSS-
nto, depon de ter, como di.semos, Borneado es
diferentes coramissoes indispenwveis para o fim
distribuido perlo de mil convites especiaes ao
corpo coosolar, anlondadea. digoidade... corpora
coas religiosas, civis, militares e lillerarias, e a
S^pe^"gr8,d,8de8toc,pila|;'' Pl-
mente convidar os funecionarios de primeira ca-
tbegon. Modo por todos oavalheirosemeote re-
cebida e correspondida Ufctoriameote, haven-
do tedos promettido honrar o acto cem mas res-
peitaveis presenga.
?nJ^, *.*"? 8r8# PrM,,ente da provincia
e commandante das arma, traamittiram espon-
nZdi.\7T,V?emY!,8U" ordeo> P"- >ue
iV.!!h iV7*j,,,W" odas. demon-
tracoe de late e leolimento, de prixe news
grandes solemnidades. P e Be8la"
Hoje s horas da larde ser 5 postada em frente
da igrej. do Espirito Sent nm. VudS d^ hoiira
tora lugar so di. seguiote. a qaaes prineiptoro
s 6 horas, estando designados pira VnnwdcI
meaibro da commisso ceotral. B
. J? i!"" d ^ po.t.d. na
IRISO. Sr. coronal Luis Jos Parroin ><.
do. tauhta I e 9- de Inn^'elTe
. gusfcacendo oito boceas de fogo,
a oUJmnidade fnebre, havendo
eseiqueta exigid pela pragmtica ou
i proscripto pela igreja para acto des-
S**:""*0 |e logo, dentro do templo, em
e'ra de encost, como coslume,
"o inos em toda i ara do edificio desoecu-
paaa. ,
^-U interior do tt Tts.Ul'. --u----- n.n
- prelo no ; a c&T2Sr*ZV ?.d.
Tr.hhJ ceQ0,P'10 reamaos,no todo
srchtieclura as arman ee tov*al. eaai todo
- emblema, syraetriwmwn ligcaW e cora
roa, cuja ponta da ert tai etjeessw aa figu-
o Espirito S.oto. elevad, sjejo djelecto da
ja; representando tud%to as ojktjdro sor-
endtnleede estranna magnifleenci, convidan-
ee ee tptrttet meditado, e: ot orno a fartsr-
se naejspectaliva de uma acea toda oov, toda
. "fa ^ ,a)TBU agniucaseente reli-
se. Alera doa emblemas perlencentes ao es-
codas armas peituguesas. avuium no c.Ufal-
co aistinclivos de sumraa importancia, como se-
Jm os brazoes das casas eobres que ainda exis-
uim em Portugal, os escudos de todas as cid.des
ao reino e suas possesses, e varias figuras alle-
goricas, estandartes, pavilbes e dsticos admira-
reis, sobresahmdo entre esle tres dedicatorias
em talim. notaveis pelos peosamenlos que en-
cerrara, e pelos conhecimentos que revela desta
lormosa liogua o respectivo aulor, cujo nome nio
SKS**p*" *ff*Dr wa roctd
rf n pod""M' M qeeresaos ser msi expli-
cuos nestas nossas descnpgdes, aguardando para
depois da celebracao do acto funerario, o darmos
uma relacao exacta e ctreumstaociada de todas as
exequias, que os bous Porluguezes, aqu residen-
m!' e,pen,M *ua8' nan^am fazer lo solemne-
Julgamos superfino coovidar os subditos flde-
lissiraos. dar oeste dia todas as demoostraces
de respeito, amor e dedicacao o eu mooarch.
querido e tao nosso afeisoado, pois nao ignora-
mos que elles sabem eumprir os seus sagrados
deveres de homeoalivres e conautusionaes, ma-
nnesian lo o senlimeoio que o compunge-e a dor
que os dilacert ; creaios tambera que todo o
corpo commerci^ nacional e esUaogeiro, sus-
pender nesse da o eu expediente, dando tre-
gaseos seus trabalhos mercantis. e associando-
se todo magoa de um povo heroico hoje lo
rislemente amesquinhado pelos Infortunios e pe-
.horrivelfal.lid.de que lo profundamente o
iem lendo, sendo-lhe uccesaivamente roubados
os charos peohores do seu affecto real represen-
tados nos virtuosos fllhos da excelsa raioha a Sr.*
u. nana II, tao cruel e prematuramente ceia-
dosd. acea da vida, para se elevarem aos cos.
onde os aojos os aguardavam.
Segundo temos ouvido dizer, todos os comraer-
ciantes desta pra?a tencionam amaoha conser-
var fechados seus estabelecimentos, e nio sabe-
mos se as repartieses publicas se abriro, sendo
anas desuppr que nao, visto que pela presiden-
cia foram convidados os chefes e empregados res-
pectivos para a assisiencia do acto.
Quando um monarcha to illustre, to sabio e
vinuoso arrebatado da scena da vida, nao ha
lagrimas que o churem, nem palavras que ira-
duzam o sentimeolo e a saudade que elle na tr-
ra deixou. Geme um povo inteiro, to grande e
tao afamado outr'ora, e nos brasileiro. que lio
intima e afTectuosameote nos achamos ligados a
esse povo, que t.otas relacoes de parentesco e
amtzade a elle nos une, e cuja familia reinante
tao prximamente aparentada do nosso Augusto
Monarchi, nao devemos deixar isolados oa sua
dor os Porluguezes que viven entre nos, e cum-
pre-nos por forrea do corac,o e da sympalhia
acompanha-los na expresso de seusocero pran-
lo pela perda de sen joven soberano, orando jun-
ios com elles por alma do illustre finado o dos
principes fallecidos, e para que a Divina Provi-
dencia se amercie de um povo iofeliz em Uta
constaote com a adversidade, fazeodo cesssr as
provacoes terriveis com que o tem fulminado, e
u,ramaDdo nos seus coracoes a paz e tranqutl-
Iidade de que tanto carecem.
Eis o nono
Bolelim oficial.
Em um offlcio de 13 do corrente, dirigido de
Podras de Fugo ao Exm. presidente da provincia,
diz o Dr. Luciano Xaier de Moraes Sarment,
uue o cholera lera coosideravelmenle declinado
nesse lugar, nao havendo caso albura fatal a men-
cionar Uservado nessa povoago e suas imme-
daoes. e aun > cholerinjs vo aensi'elcoeuie
desappareeeodo, de sorte que. Ihe parece que se
pode considerar extiucta alli a epidemia.
Em uma carta
Cooceicio. Wticiana Mara da Concel;o, alfere
Jos Ignacio, ibeiro Roma, dito Alvaro Coorado
Ferreira de Aguiar. cadete Sabino da Cual* Cvr-
pe. 7 piacas de pret do exercito, Maaoet Castboo
Lucio de Souz.
Seguem pira o norte :
Kxm. presidente do Maraoho Anto
t
'Jjeairazo di agricaltara d ,
como msi dispendios! e importante, reseaola-aa
paMnaoai* do saad. -w se
, O desanisae se maaifetu pelas
Mies qae
dos de randas de eogenhoe,
II existesa. d,e fogo morto.
_> aseoeac m------- "v iui puno.
de Campos Mello e om escrava, Gustavo Benthen ,i,5* I"*0*0 "a outra agricaltara a ea saba-
Uuller. DojyjjtasjM ~ii i dflisJM M Jw
litjiir teric
Cervasio da A
Pasaos, Jete Ca
ra,
de
do
sen ora e mi esees vo, tonens
jo Sampaio, f raeeisco Joe AJtoesu e na teeJ
ra Dr. Minoel Iguacio Lisboa e um escravo, Luiz
Vatentim, Antonio Jos- Fecuandea Guimarao e-
um criado, uro praca de pret, dous escravo a
entregar, Pascal Sarti.
Passsgeiros do vapor naciooal roanitn,
sabido para os portos do sul :
Raymuodo de M. Fernandes e 2 fllboi, Uenri-
que de Aodrade Badueoj, Augusto de Miranda
Corris, D. Antonia Araujo de Goa, sua seohora
e nihos menores, 3 escravos e um criado, Rosa
Amelia de Meodonsa, Dr. G. da Rosa, e um es-
cravo, D. Mana Josutoa de Amorim Valle. Au-
gusto Cesar da Cunh., segundo cadete e segundo
sargento Jos Mara da (iba Reg, Lpez Fer-
rz, Jo.quim Pedro de Ma. Thomaz N. Ferei-
r, Jos Antonio Machado, Thomaz de Aqnln QU-
veira, capilo do oitavo batalhao Theotooio Joa-
qun de Almeida Portaos Antonio Estanislao de
Cirvalho, lente A. Loureoco, Lqiz Pereira de
Soma, Joao da Silva Ferro, Manoel Jos de A.
Jnior, Eugenio Augusto do Couto Belmont. Ma-
noel do Bomfira, teoeute do oitav batalhao de
infantaria W. Jarson Muller. tsente Antonio Jo-
s Ribeiro, recruta Manoel Joaquim deSouza, A.
F. Ferreira, Caetano Talles da Mdezes, Fran-
cisco de Oltveira Coelho, Joaquiro da Silva Quei-
roz e 13 escravos a entregar.
Passageiro do vapor nacional Persinunoa, en-
trado de Macei : *
Eugeoio Blom.
Foram recolhidos no dia 14 alosa de de-
tengao ordem do Sr. Dr. chefe de polica : Pa-
tricio, cnoulo, de ti annos. natural (do Pao d'As-
sucar escravo de Francisco de tal. tjemettido pe-
lo delegado do Rio-Formoso requlsicio do te-
nente-coronel Sebasiio Lopes Guimiares ; or-
dem do subdelegado da Capunga fuslina Mara
do Espirito Santo, india de 26 aonos, solteira,
natural desta proviocia, lavadeira, e Mana Olvm-
pia do Nascimento. pard. de 30 aunos, soliira,
natural de GoianrJe.tambem lava leita, por briga.
e bem assim o crioulo Joo de 25 enoos, natural
de SeriDhiea\ gaoh.dor, escravo de Joaquim de
souza Leao, ou de Antonio Tempprel, por sus-
peitoz de andar fgido. f putsus
M0RTAXH>A0B 00 OU 15 DO C0b|bEMTE :
Mara Joaquina Bezerra. Pernambuco, 47 annos,
casada, S. Jos, molestia interior,
Manoel Gonalves, Rio Grande do Norte, 60 an-
nos, caaado, Boa-Vista, paralysial
Antonio, Pernambuco, 2 annos, S. Jos, vermes.
uvciAda* da provincia e se fortuaas
dolisS^,ea?.L""dBr8meole D0 lmimn -
epiocur.rem prosperar acuita
das
stV
(O
Mercantil p----tirmn.)
Em
resposU so communicado inserta >
Jornal do Commercio de 12 de awemhtmmJl?
ximo findo, e assigoado per um io Gri
cumpre-me declarar sob niohs
ra, que nunca escrevi so Sr.
palavra de boa-
Costa, dlegade de polica do'termo de Toare *J
quero sao condece, e que nena por Mis* osa oor
intermedio de pessoa alguma Ihe tallo, Merend
elejcao para deput.do provineiae, qae se era.
ceden ltimamente. Nat.l 10 de j.neiro do tftt.
Adelmo A. de Lona Freir.
te 4e4w p tea de festejar Um-
sa Senhora do M.nte en Olii.a
anno vindouro.
Juiz.
lente-coronel Joaquim Jos Sil-
de Muribeci.
O Illra. Sr.
veir.
A Illma. e Exm. Sra. barnezi
Jora perpetuo.
O Illm. Sr. commend. lor Manoel Luiz Virie
. ,oi" Por devoco.
A Illma. e Exm.. Sr.. b.ronezi do Livramento.
, Thesourelro.
lllm. Sr. capilo Francisco Luiz Viries.
_ Escrivie.
O lllm. Sr. Manoel A|v. Ferreira.
4 ni ., Escrivai.
A Illma. e Exm,. 8r.. D. Mara Adeliide de Ma-
galhaes Lopes.
n m Proeursdores
O III ms. Srs. :
Tenenle Jos Joaquim de Lima.
Segundo dito Julio Cesar Ferreir de Agui.r
Alteres Samuel Joaquim de Lio.
Dito Benjamio Viries Dutrs.
Zeferioo de Lima Cavalcaoti.
_ Mordomos
^esmo..,8:0108 qUe qU,r- COCOrr" -
Oliada 12 de Janeiro de IMS.
O D. Abiade.
j/. -> ,craMiwKana
PblicA^oes a pedido.
PAIIAIIYIIA
A cultura da canna.
Conhecem todos, que a cultura da cana vai
solTrer eolre nos uma crise, que j comeas a ma-
nifestar-se pelo numero de engenhes, que vam
Ucando do logo morto. e pelos aonuncios, que
lemosnos peridicos, de oulros venda, o que
entre nos se nao dsv, visto que os que exisliam
nao chegsvam para os prelenleotes; de sorte
que todos os das se edificavam novos.
Essa crise lerrivel para nos, visto que o assu-
car o nosso mais importante ramo de agricul-
tura, e noisa exclusiva industria, devida a mul-
tas causas, dlspresadas em seu comeco, e que
boje reclamam remedio mais enrgico e cusloso.
A primeira a falta de braco em proporco
ao difBcl e costoso syslema de manipulaco da
quelle genero. Sem auxilio das maquinas, que
auxiliam ao agricultor, e ponpam suas forcas,
dando-Ihe maior somma de productos mais per-
ritos, nossos gneros nao podem concorrer era
baraleza, e qualidades com os de oulros paizes,
oode reinara as maquinas em todo e seu explen-
dor.
Assim os lucro do agricutor consomem-se, e
mal chegam, no custo de produeco de um pro
duelo, cuja qualidade repelle a procura, e poem
dependentes da lei do comprador.
Nao se tem procurado educar uma populacho
Praca do Kecife 15 de
Janeiro de 1862.
Vs tjuatro lloras da Urde.
Colaees da junta de correUres.
Assucar bruto bom-l650 por arroba
Freles.
po'Sad. MflCe6 P"a ""* 1 50>
oAMrbr. M"Ce P'ra Li'erp001 -^.. 5
J. di Cruz Micelo-presideote.
John Gatissecretario.
aMfamdeara.
Rendimento dodia 1 a 14. .
dem do dia 15.
a Km uma carta da mesma di ti, dirigida de
Goianna seohora do Dr. Jos Joaquim de Sou- laboriosa e industriosa, e ao cootrsrio pareco'que
w.o sr. Antonio Pinheirode Mendonga, dando- "'cula^amente os orto sociaes fonm talhalos
me os parabenspor se nao ter realisado a noticia
que corra da morte de seu esposo, Ihe diz que
este ebegra aquella cidade s 9 horas da noile
desse dia melhorado do estado a que o levara a
molestia, e que seria alli tratado conveniente-
mente em sua convalescenga. e accrescenta que o
lazansta padre Cilmont e a irma de caridade
que se acham doentes em Cruangy, assim como o
Dr. Pedra, iam bem, e que o mal tem declinado
neste lugar e oa Lapa ; mas que se vai eucarai-
nhando para a dita cidade pelos engenhos Ca-
choeira e Paraonosu'. morrendo naquelle dous
escravos, e neete um lavrador, chefe de numero-
sa familia.
Em uma caria de 12 do correle, nue tive-
raos vista, escripia do eogeoho \aro a um
negociante desta cidade, por pessoa digna de cr-
dito, se dizia que havia mais espanto do cholera
do que realtdade, pois que, embora j se ti vase
desenvolvido em Alagda Secca, 4o distrelo de
Nazareth, em ooze pontos, s tres ersm as victi-
mas, parecendo, acrescenla quem escreve essa
cada, que a molestia ou se tioha aclimatado, ou
oao era verdadeiramento o cholera.
o Nesta cidade e suas immediaces nao ha ca-
so algum do cholera-raotbus, embora continu a
dyarrha.
,. A's 6 ht>ras da tarde de 15 de jaueiro de
Dr. Aoutno Fonceca. >
a Addilaminto.
Em urna carta de hontem, dirigida de Goiao-
na ao Exm. presidente da proviocia, o Dr. Jos
Joaquim Fumino confirma a noticia de estar
muito melhorado o Dr. Jos Joaquim de Souza,
e achar-se naquelia cidade confiado aos seus
cuidados, e diz que houve precipitaco em da-lo
por lgido, o que era inexacto e levou-o a acre-
ditar em boato que corran, e concluir que seria
certa sua morte.
a s 8 horas d ooite.
t Dr. i guio Fonceca.*
Encerraram-se honlem s 3 horas da tar-
de na sala da cmara municipal os trabalbos da
junta revisora de qualiflcaQio, composta do Dr.
juiz de direito da segunda vara Manoel Jos da
ia- Ne1'*' Dr- Promotor publico Francisco Leo-
poldino de Gusmo tobo e presidente da cma-
ra municipal tenente-coronel Luiz Francisco de
Barros Reg.
Coosta-nos que a junta empregra os mais di-
igeotes estoicos por dar nova orgauisaco qua-
liflcaco de jurados, eliminando deste impor-
tante cargo todos aquellas que nao perdido as
qualidades inherente idoneidade precisa.
Movimeoto da enfermara da casa de deten-
cio do dia 15 de Janeiro de 1862.
Tiveram alta da enfermara Anlonio Jos
Ignacio, Severino Urbsoo, Manoel Ferreira dos
Santos.
Teve baixa William Harvey, conlusdes.
Paaiageiros do paquete Paran, entrado
dos portos do sul: lente Joaquim Antonio de
Moraes, D. Prancisca Joaquina Guimares, Jlo
Evangelista, Antonio Pedro Vax. Joo J. de Car-
valho Moraes Filbo. Aotooio Jos Rodrigues Pi-
nheiro, Dr. Pedro Albuquerque Aulran sua se-
nhora 1 filbo o 1 criada, Domingos di Cunha
Dr. Francisco Jacintho da Silva Coelho, Fran-
cisco Ignacio Manoel de Lima. Jesuino Eustaqnio
Gomes, Mauricio de Souza Tavors e 3 fllhos
Joaquim Jos de Souxa Ferreira, Jos Moreira
Ros, Hugollno Ayres de Freitas A lbuquer-
que, Julio Nogueira. Chriipim Joto da Silva
Augelit. Pollets.Emelia Marques, Deolinda Mara
Maia, alferes Jos de Lima Feitosa, Mauricio Vaz
da Costa, Vicente, liberto,, 1 praca de pret, 1
dita press, 3 escravos i entregar, Pietro Gaetaoo,
Gervasio Felizzola, Pietro Bixino e 1 fliho. Ma-
linas Wesposlano Braodo, Pedro ClaudinoDuar-
le. Francisco Luis Martina Pereira, Lalx Pereiri
Gon$alvei di Coili, Domingos Jos de Souza Pei
xoto, Joaquim Jos ds Porciuncula, Dr. Vicente
de Paula Casc.e, 9 marinheiros da barca ingleza
Mata, Joo dos Santo, Joaquim Seraflm da Silva
Cravo, FrancUco de Paula Aodrade, Dr. Miguel
F. Bastos da Slv e 1 criido, Luiz Jns de Brito.
Joo Leocadio Tleira, p.dre Antonio Xoi di C.
ftaictaeo D. Feuxrheerd, Alfredo Henrqae Gar-
ca, Manoel Telle Santiago, Norbertioa Mara da
untcameote para o homem aclivo e lrab.la.dor.
A propriedada mal garantida e sujeita as ten-
tativas mltiplas e variadas dos poderosos, dos
velhacos e do fisco, nao pode crear no homem
pobre e fr.co o desejo de possuir essa p.ixo, que
construe do poueo as solidas fortunas, que adijo-
tam e fazem proaperar as industrias, e com ella a
sociedade.
A usurpaco, o Turto e o roubo, quaesquer que
sejam as circumstancias de urgencia, que os
acompanhem, sao olhadas eomo indurrias, quan-
do nao innocentes de pouca importancia, e a so-
ciedade langa uma amnista sobre o trampolioei-
ro, abre-lhe seus circuios e presla-llie conside-
racao Da proporco do que soube arrecadar, e nao
em altengo aos meios licitas e mais trabalhosos
de adquirir, para oceupar-se de agencias crimi-
nosas e mais facis, que nao teem outro perigo
que o desforco do prejudicado, raro e inefflcaz!
que nio prodvz a ignominia...
Um. outra causa do strazo de nossa agricul-
tura, fallamos em refereocia a esta provincia, tem
sido o mo syslema de nosso commercio, que,
com poucas e honrosas excepges, parece mode-
lado pelo enligo commercio, ainda hoje celebre
do judeus, traficantes e usurarios por ostureza.
Comprar o melhor pelo meos que poder, ten-
do em vistas a necesaidade do vendedor, veoder
pelo maior prego o peior, segundo o apeno do
comprador eis as nicas regra, que parecem
estar hoje em voga ; e que os aotigos, de referen-
cia aos Israelitas, reduziram ao rifo comprar
aos enforcados par vender aos namorados__
E se nao cooteslem-nos.
Os gneros vendidos era Pernambuco dio sem-
pre maior prego que oeste mercado, os comprados
dao naquelle meoor prego.
O mesmo phenomeno se observa j |em Goiao-
na em referencia a esta praga I !. '
E o qae significa isto, seno a praloa do prin-
cipio judaico, que enunciamos? 1 -
Trazemospara exemplo o assucar, que era Per-
nambuco obtem treseotos ris mais em arroba do
que nesta proviocia, e em Goianna duremos lis
mais.
Compare quem quiter o prego corrente dessa
tres pragas, e ver se nao temos raao no que
ssseveramos; e nao ha quem noe explique esse
phenomeno ; seno com a ctmmra aos enfor-
cados. .
Sabemos que em balde clamaremos, i ao meos
por algum tempo, mas temos confi.nca na ordem
natural dascousis, que um dis vira a reaeco, e
que essa aberrago d*s lets reguladoras das com-
pras e vendas lera do cessar. i
Anda nao tudo.
Compre um agricultor qualquer genero nos ar-
meos, pese-os alli. e passe-os nos pesos em que
costuma pesar seus gneros de produeco, e ver
nao pequea quebra ; peae nesses mesmos pesos
seus gneros e mande-os para o mesmo arma-
zem, e oem assombro ainda ver contra si nao
pequea quebra...
O desapoetamento ser completo, mas o fado
real. O deleito, fe que isso deleito commer-
cisl, nao est na balance romana, nao est nos
peos ateridos, on nio est tmente na1 habilida-
de, destreza e ligeirexa do pesador, qae quando
amestrado, um thesouro, urna joia inapreciavel
para o armazeeista, que no fim da safra tem ama
safra sem possuir engenho, sem plantar cannas,
ou algodo.
Dahi resulta, que os pesos di ponto sao melho-
re que os do Varadouro, que na ponte os com-
missarios de compra pagara melhor o assucar do
que seu commiientes do Varadouro, qae em um
armazem o flel da balanca mais dcil do que em
outro.
O escndalo ebega ponto, qe em om arma-
zem j se tem passado recibos de assucar com de-
clangio do numero doa taceos, sem menean do
numero das arrobas. "">uvu uo
Quando a sciencia se aperfeicoir, nem mal ae
mencionar o numero de lceos.. """*"
?.P.???m a ,*r]1collu o commercio proredir
por esta forma, ellas que devea marchar de mios
dadas e em soccorro reciproco?
..I"6"*-"".! nio ; e urna nscesuriajaenla
aeTe ressiotTr-ie dos milei di ootrsr.
todas Mas ciusm, unidu oulras, deque j
lo em oulras occaiie, to concor-
159-20O388I
19.9b6jS6
179.187750
r*i """'nto ala alfana!***
rolme sntndoi eom faxendai..
com gneros..
Vola me sabido eom f azoada..
com xeneros..
410
135
97
o45
118
Desc.rrsgam hoje 16 de Janeiro.
Barca .ngleza-Quom-bacalbo.
I alacho dmamarquez-Alonamercedori.s
Br.gue loglez-Nautelus-mercadoria, '
Brigue dinamarquez-Suzan.-farinh.
rigue J;r.sileiro_Beberibe-ch.rque.
Brigue hespanhol-Novo M.rliodem
Importado.
arca ingleza Queen, vioda de Ha.bor-Graeo
a Johnston P.tsr & C, maetleatou o
consignada
sesuinte :
3.100 barricas bacalho ; aos
Brigue dioamarquez Susam,
mesmos.
virolo de Trieste
consignado Amorim & Irmos'. rn.nife.to. o!
do
g
lnS6.-baKriC" ''Vf de lri* : ,M OS.
unn 8 e,xhe8paDho1 Duot Janeiro, viodo
Mooievido, manifeslou o seguate
r,a^aqulntae8 DMP"h> le carne de char-
que e 30 couros seceos ; a ordem
JT'__ .?"iOQ81 Forana, viodo dos portos de
sul, maoifestos o seguiote :
deU'pHho*0"; a J8,oaquim DU* F*r"n-
1 caixa impesaos ; a Noguek de Souza C
a ordo* 8 1 dU' leUeiro rasco ;
6 ditos e 2 fardos papel; a Azevedo 4 Mesde.
1 volume:
1 dito ;
tdito;
1 dito ;
1 dito ;
1 dito ;
1 dito ;
1 dito;
a Theolonio M. Miranda Souza.
a J. A. Ribeiro.
a Almeida Gomes Alves & C.
a Antonio Marques de Amona
a Luiz J. da Silv. Guimarae.
a Joaquim Soares Barboza.
a Francisco Gomea de Oliveira,
a II. .Gibsoo.
XpssrsfBss*
. Dia 14 de jaoeiro.
Brigue portuguez Soberano, pin Liiboi, cir-
regaram :
Joaquim Vieira di Birros, 63 siccoi cosa T76
arrobas de gomas.
neec Jnior, 2pip..com
368 medidas de agurdente.
Carv.lho Nogueir
arrobas de assucar.
Barca ingleza Cosmopolile, para Liverpool, car-
Patoo Nash rj C.,3,220 saceos coa 16,100 ro-
bas de assucar.
Brigue escuoa
carregaram :
Amorim Irmios, 30 b.rricascors 5 arrobas
e lt libra de assuc.r.
Brigue francs PaUtro, para o Havrs carre-
gftn m;
M.theus 4 Rodrigues, 30 saceos com 186 arro-
bas e 7 libras de algodo.
Tisset-freres, 1,470
br.s
Barca ingleza
gar.m
ra & *, 100 saceos com 500
Clio, para a llha de S. Miguel,
ce uro con 557,457 11-
Sarah, pira Liverpool, carre-
Visee Amorim & Fihos, 8l saceos coa 1 5
arrobas e 12 libras de aleodio. '
iras de algodio.
Brigue chileno Meteor, para o Rio da Pr.t.
carregaram: *,
Amorim Irmios, 410 barrica, sos 3,148 irro-
baa de aasucar. '
12:555|751
401dOl
Rendimento do di 1 a 14.
Idea do dio ...
Conaolaelo aroelaalstl. '
Bendimento do da 1 a 14. 5S.-MAa399
dem do dii 15......: 3.7Q3M3
5M48H6a
^
MoTBss<6sitodo porta.
JVastei ntrmdm no dia iS.
Rio de Jaseiro18 das, barea aasriosos JfscJa.
dd* 40A isneladas, sspatto M. A. ysr, ssjaaa-
gem 11 ero lastre; s ososa.
246 toneladas, cUiHsar* sseesL eeetsa-
leav 13. earga 3.IOft UisVeesTeea sseseSets.
lohnton Pater 4 g. *
Pactos do Tspor brisileiro Pa^rs^T^sorosaisaU JosT
qsim de Piola Guale* Alcotondo.



k_



- ftumfcfHfu i nt iumto ce n
Coreaba58 diu, brigae Ingtez S.G. Cmwipbell.
. m M6 lofla, tnwitee t. t^rtoejaojoi 9.
carg madeiro, a ordem ; reio refroacar'a 10-
ae pm revio Natal.
.Havre39 a, barca raoeeuiCJiaoy, de 284
lonelidts, copltio Bejean, eqoipagem 14, car-
era difletaasteo oaercederioe; o Tissot Frereo
j|C.
JWafis laAtdoino mu
GibrallarBarca inglesa Mary
Jame Barmetson, rarga osen
CasalBrigae ioglez 5aranofc
John Black, carga aaaucar.
Portea 4o aulVapor braaileira
mandante o 1* lente Pedro ]
Macelo e portos intermedios
PerhtMtnoa, commandante
doi S. Honra.
& 18
1
o dia.
Muller, capillo
A**or, cap i la o
antint, coef-
ppolilo Duarte.
apor bTaaileiro
ooet Rodriguei
Mora*.
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irtefe.
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I Inttntidaat.
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iS
B c
55 90
? o
p
Por esta subdelegacia ae fas
cha recethsn a caaa ia 4eoc4e Vflto
\urS10
A noite clara, rento NE freaco que abonarlo!
reodou pira o terral.
OSCILAQlO DA MIR.
F reamar aa 5 h. 18' da tarde, altura 7. p.
Baixs-mar as 11 b. 6' da manhaa, altura 0,8 p.
Observatorio do artenal de marinha, 15 de Ja-
neiro de 1862.
KOI ANO STEPPLE,
1* lenle.
Edita
s.
0 liles. Sr. inspector da thesonraria pro-
vincial, eos. cumpriaieute da reolucao da junta
da fazeoda, manda fazer publico que no da 30
do correle ae ha de arrematan* a quera maia der
o imposta de 10 0|0 sobre a rienda dos terrenos
occupadea com o planto do capim no municipio
do Recita, evaliado annualmente em 4:1209.
A arrematarlo ser feila par lempo de 33 me-
tes, a cootar do 1.a de oulubro de 1861 a 90 de
junhode 1864.
As pesioas que se propoterem esta arrema-
tado, comparecam na sala das sessoes da refe-
rida junta no dia cima mencionado, pelo meio
dia, e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesooraria [provincial de Per-
nal buco 11 de Janeiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
Pela iospaccao da, allaadega se faz publico,
que no dia 18 do correte mez, a porta da mesma
reparlicao, e depois no memo Via hao de arre-
matar, aendo a arremataco lirre de direilos, 46
caitas com ceblas da marea B & F com 4,094
t
marca B V C com
da marca M T com
e 17 libras 1,000
rifa, total 2i753l
S U L, pesaodo
de Lisboa pelo bri-
lihns, vinte qualro ditas da
2,136 ditas, dezeoove ditas
1,691 anas, ou 247 arrobaa
ris a arroba, segundo a
res; qualro dilas da ra.irca
liquido onze arrobas, viadasj
gue poriuguez Soberano, enlrado oesie porto no
dia 3 do aadaoie, e abandonadas ios direitos por
Tnomaz de Aquino Fonsec
Irmos.
Quarta secco da aliandega dePernambuco, 15
de jaoeiro de 1862.-1 escriturario,
Firminp Jos de Oliveira.
iJeclar
c
Ocsh
o.
infamara de huha.
Corre
Pela adtninisiraco do carreio desta cdade se
faz publico que as malas que deve conduzir para
03 portis do norte o va
hontem dos do sul sero fichadas boje (16) i 3
horas da lard; em ponto.
Pesde o dia 15 do cabrete al 15 da feve-
retroprximo vin ouro, estao abenas as matri-
culas na secretaria do gyronasio. Recite 14 de
jaoeiro de 1861.O secretario, A. A. Cabral.
Arsenal de guerra.
Por ordem do lllm. Sr coronel director do
arsenal de guerra se faz publico, que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860, se tem de man lar manufacturar o
seguale :
160, sobrecasacos de pa ino verde.
175. calcas de dito panno.
360, frdelas de brim.
501, calcas de brim.
501, camisas de ilgodoBioho.
501, pares de polainas de paono preto.
Quem quizer arremata! o fabrico de ditos
arlgos. no praso de 20 dios, comprela na sala
da directora do mesmo airaeoal, pelas 11 boraa
da manhaa do dia 20 do correle mez, com sua
proposta em que declare o menor prego, e qual
seu Pudor.
Arsenal de guerra de Pernambuco 20 de Janeiro
de 1862.O amanuense,
Joto Ricardo da Silva.
Conselho adn ilustrativo.
O conselho administrativo para foroecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguioles :
Para o lO'batalhao de
3caldeiras de ferro para 10 pravas.
4 colheres de ferro.
7 enchadas.
4 eapumadeiras.
4 gatfos de ferro.
3 pus de ferro.
13 rasos de limpeza.
20 cordes para canudos de inferiores.
Para a fortaleza
1 mastro para bandeira. I
1 bandeira grande de le'.i.
3 pas de ferro.
1 remo de governo para canoa.
Para o hospital militar.
50 cobertores ou mantas de las.
24 camisaade meia.
Para provimento dos almazeos do arsenal
guerra.
20 resmas de papel almajo de primeira sorte.
20 ditas de dito dito pautado de primeira orle.
20 raassos da obreiaa.
12 grozaa de penna de ac,o do boa qualidade.
20 quintaes de farro iorgUx em barra de 1 1|2 po-
legadas.
20 ditos de dito dito quadrado de 5(8.
12 arrobas de arcos de ferro de 1 1|2 polegadaa.
Quem quizer vender toes objectos aprsenle as
ouas proposita em carta {echada ni aectelaria do
conselho es 10 horas da manhaa do dia 22 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho admtnistratiro
Jara forneclranto do a seal de guerra, 15 de
aneiro de 1862.
Benlo Joti Lamenha Lint,
Coronel presidente.
AUxandrt injusto de Fras Filiar,
M.ijor vogal e secretario interino.
Inspecco do arsenal de ma-
ana.
Faz-se publico qao a cemraisio do peritos deo-
te arsenal examinando ola forma determinada no
Tegulaaseaie acomptnhaodo o decreto o. 1324, de
5 de ferertro de 1854, o vapor Pertinunam, da
comptnhia Peraambucaaa da oavegico eoatoira,
achon-o em astado de poder navegar.
qna sa
_ Joio,
que foi pauto pato pairlos rondante a 10 horas
da noite, por suspeitote estar fgido, o qual de-
claran sor oscraro do Joao Gome* morador em
CatenAe, qoem te jofgnr com direilo comparece
que Ihe aeri entregue. Afogedos 13 0* Janeiro
do 1868.O aoaderegaoo, Jos Buarqoe Lisboa.
Consulado provincial
Pola cao do coosulado provincial oe declara
quo no dio t de Janeiro corralo ce principio* a
cootar os 30 dias uteis marcados para a oobraoca
a bocea do cofre do priaoiro semestre da aooo
Onanceira rigente de 1861 a 1862 do imposto de
20 por cenlo do consumo de sgoardenle das fre-
gaaziaa desla cidsde, Aftfgsdos, 8. Loureoco,
Santo Amaro de Jaboatao, Varzea e Mariooca a
que ficam comprehendidos na multa Oolermiaa-
da no art. 50 da lei provincial n. 816, lodos os
contribuidles quo pagarem depoa de fiados ditos
30 das.
Meta do consolado provincial do Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. II. F. Pereirada Silva.
Consulado provincial.
Pela mesa do consalado provincial se faz pu-
blica que os 30 das uteis marcados para a co-
branza a bocea do cofro dos impostos da 4 por
canto sobro os estabelecimentos de fora da cda-
de. preaos do algodo. typographias, cocheiras,
carallarices de atuguel, botis, boteqoino, casas
de patio o fabricas, de 8 por cento aobro os con-
sultorios mdicos cirargicos, cartorios a escrip*
torios, de 12 por cento sobro os eslabelecimentea
de coaamercio era groeso e a retalho, rmaseos
do recolher, da deposito e trapichea, da 50 por
cento sobro caaes da modas, do bithar e lojee
que renderom chapeos e roupa foits eolrangei-
ra, de 1:0009 sobre caaas bancarias, commisso
e privilegios, de 500j sobre casas baocariaa com
emisso e sem pririlegios, de 3O0S sobre casas
bancarias sem emissao, companbiaa anonymaa o
agencias, de 200f sobra casas de cambio, de 500 ra
por looellada das alvarengaa o canoas emprega-
das no trafico da carga o descarga, de 30# por
oscraro empregado no oereico das mesmaa alva-
rengas, de 100> sobre correioret commerciaes,
de 500 sobre corretores de escraros, o finalmen-
te o imposto sobre carros de alugoel e particu-
lares de 2 e 4 rodas, carrosas, rehiculos de con-
dugace mnibus se principian! a contar do dia
16 de Janeiro crtente.
Mesa do coosulado provincial de Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T M. F. Pereira da Silva.
Pela subdelegacia de polica da Capung se
faz publico, que oa echa recolhido 4 caea de de-
ten;ao um preto que diz chaonr-se Joo, e ser
escravo de Antonio Temporal, morador na ra da
Palma, o qual lora preto por sutpeila de estar
fgido ; qoem te julgar com direilo ao mesmo
escravo, compareca nesta subdelegacia, que pro-
vando o seu dominio lhe ser entregue.
O subdelegado suppleote,
Msnoel Gentil da Cosu Aires.
Companhiade ca vallara.
Nao lendo apparecido hoje licitantes ao forno-
cimento do ranchn eforragens. na forma dos ao-
ouncios publicados por este Diario nos dias 4 o
7 do correle, a excepto do Sr. Antonio Nor-
berto de Souza Lealdade, que ofTereceu o forue-
clmeoto de ditas forragens por om preco mais
alto do que o marcado pela thesouraria de fazen-
da : de novo o capilao commandante espade
para o dia 13 do crreme a concurrencia dos li-
cuantes is 10 horas, na secretaria desta compa-
nhia.
Quartel do Campo das Princezas, 9 de Janeiro
de 1862.
M. Porfirio de Castro Araujo, capito comman-
dante.
Por esta subdelegacia de novo ae faz publi-
co que se acha recolhido detencao o preto liar-
colino, que declarou estar fgido da casa de seu
senhor, de nome Brito, do engenho Caneca de
Porco; assim como se acham depositados 4 ca val-
ios, 1 ruco pedrez, e outro castanho, tomadoa a
Amonio Jos do Carmo, conhecido por Antonino
do Barro, a quem a voz publica o iodigita socio
da companhia dos industriosos em furto de caval-
los, um outro mellado, lomado a Joo Evangelis-
ta de Uendonca por-denuncia de ser furtado, um
outro rugo pequeo aojo,com diversas cruzes, to-
niado a oulroioiividuo por furtado, e segundo
consta que o dooo mora oot Vermelhos, fregue-
zia de lpojuca : portento, qoem se julgar com
direilo a urna e oulra couss, compareQa, qne pro-
vando, lhe ser entregue. Subdelegacia da fre-
Kuezia dos Afogados 11 de jaoeiro de 1862. O
subdelegado aupplenle, Jos Buarqae Lisboa.
Santa casa de Misericor-
dia do Recite.
O lllm. Sr. tenenle-corooel Justino Pereira de
Parias, thesoureiro esmoler interino da santa cs-
sa de misericordia do Recife, manda fazer publi-
co que no dia 20 do correnle, pelas 10 horas da
manhaa, faz pagamento das respectivas meosa-
lidades vencidas at dezembro ultimo as amas
que comparecerem acompanhadas das crianzas.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife, 9 de jaoeiro de 1862
F. A. Cavalcanti Coutseiro,
Escrivo.
Conselho admiaislrativo.
O conselho administrativo, para foroecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguioles :
Para provimento dos armazens d o arsenal de
guerra.
20 duzias de taboss de louro de assoalho.
15 duzias de ditas de pinho de 3|4 de grossnra.
5 duzias de ditas de dito de assoalho.
Quem quizer vender taes objectos apreaente
as sua propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da maabaa do dia 17 do
correte mez.
Sala das sessoes do referido conselho, 10 de Ja-
neiro de 1862.
Btnto Joti Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Alexandr Augusto de Friat Viltar,
Hojor vogal e secretario interino.
Para o Aracaiy e Assu'
tegua o mais broro qae for possivel o hiate B3f-
halagt: para cargo poio*#Mrao, trota-aecom
Gurgeilraoana ra Coila do Racifea. 28.
1* andar.
Rio de Janeiro
O veleiro o bem coohecido brigaa nacional
Damoc pretende segar! com asalta brevidade,
tem parte deaeu carregmenlo prompto ; para n
reato qne lhe falta, trkta-se com os aeua consig-
natarios Antonio Luis de Oliveira Azeredo ti C,
tro eu escrip torio r ut da Cruz n. 1,
Para.
Em direitara a palrubote Santa Cruz recebe
carga a frete a tratar com Caetan Cyriaco da C
H. Si Irmao; no lado do Corpo Santo o. 23.
Neta mirSsma o
re*"r*'lmbeo4 em presen?*
5rttin.roll bate com.rela
WaVe* rnirelt, 2 fspadasl 61n .
tot salvadoa da galera americana
*- -
\Y!0$

Precita $e de am ditribuidor pifa
este Diario t na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Alunjroo a 9 andar do e**a n. 10f aH Pt
I w# d itarort o. X.
inl est para logar o casa da ra *
p$o n. 46, tenio tais de freota e ootrar
de deifaz, 3 quarlos, ciffttia e ttm grande aotao
com daas salas e nm quirio, efuintai. cozinha e
porlodesnhid par trizt a tfatar a tua Di-
reita n. 166. taberna.

Rio de Janeiro
Preteode seguir com muitabrevidadoo patacho
nacional Capuam, tem parte de seucarrega-
mento prompto : para o resto qua lhe falta, tra-
ta-se com osseus consignatarios AzevedeJ Meo-
dos, leu no escriptorio ra da Cruz n. 1,
COIPANIU PEHHA1BCG4IU
DE
Navegacao cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor lguarass. commandante Vianna,
ssbir para oa portos do norte de sua escala at
o Granja ao dia 20 do crreme mea is 5 horas
da larde.
Recebe carga at o dia 18 ao meio dia. En-
comineadas, passageiros o dinbeiro a frete at o
diada sahida s 2 horas: escriptorio no Forte
do Maltos n. 1.
Maranho e Para.
O patacho Paulino segu com brevidade, po-
de receber algumo carga para ambos os portos :
trata-se com os consignatarios Marques, Barros
& C largo do Corpo Santo n. 6.
Rio de Janeiro
O brigue Belizario sahe na presente semana,
pode receber alguma carga e escravos a frete :
trata-se com os consignatarios Marques, Barros
& C, largo do Corpo Santo n. 6.
A commisso encarregada do funeral
pela sentida morte de S. M. Fileliseima o
Sr. D Pedro V, declara que no dia 17 do
corrento pelae 10 horas di manhaa tea de
celebrarem-se as exequias no igreja do
Espirito Santo pelo repouso eterno do
mesmo augusto senhor, preeedendo a esta
sotemnidade as vosperas qae devem prin-
cipiar as 5 horas da tarde do dia 16 ; e
tendo lhe fallado tempo pora dirigir no
geral convites directos, esl commisso
pede desculpa desla Ulta a qualquer peo
soa que lenha deizado de ser convidada o
que relevada tal omisso se digne assistir
a este orto.
Coala igualmente esta commissflo que
todos os seos compatriotas residentes nes-
ta capital darao una demonstracSo pu-
blica do verdadeiro seotimento- por. to
irreparavet perda, e espera a sssiatencia
dos mesmo* no indicado dia, o prestaran
assim a bomenagem devida do uosoe vir-
teoso soberano.
Kecife II do janeiro de 1862.
J. H. Ferroira.
Jos Antonio deCarvalho.
Jos Teixettt Bastos.
Josqoim Mooteiro da Cruz.
Jos da Silva Loyo.
A commisso eocarregada do funeral
pelo passameoto da S. M. F. o Sr. D. Pe-
dro V, de saudost memoria, tendo j fel-
to convites ans Illms. Srs. cheles de to-
das as repartieres, aflm de se dignarem
assisiir com seus empregsdos as exequias
que devem celebrar-se no dia 17 do cor-
rente, pede muito respeltosamente des-
culpa aos mesmo Srs. empregsdos de
nao ter dirigido convites a cada um de
per si por Taita de lempo, esperando com-
tudo que se dignaro comparecer a um
acto todo pi e religioso, e desde j esta
commisso lhe tributa a maia elevada
gratido.
Jos Heoriqne Ferreira.
JosAotooio de Carralho.
Jos Teixeira Bastos.
Joaqun) Monteiro da Cruz.
Jos da Silva Loyo.
cormis'i encarregada do fenera
3ue tem do celebrar-se pele sentida morte
e S M. o Sr. D. Pe.dro V, convida a lo-
dos os Rvds. Srs. sacerdotes para dizerem
missa pelo desenojo eterno do tiigusto fi-
nado no da 17 do correte na igreja do
Espirito Santo.
Jote do Silva Ibro,
Secreta rii.
trabalham coos-
vistas immediatas,
Para a Bahia segu o palhabote Santo Amaro,
paro algnma pouca carga que lhe falla trata-se
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na ra da Madre de Deus n. 12.
io de Jaoeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir com
muita brevidade, tem parle de seu carregamento
a bordo : para o resto que lhe falta, tratase
com os seus consignatarios Antonio Lniz de Oli-
veira Azevedo 4 C., no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Sahe impretervelmente no dia 21 do cor-
rete para o Aracaty o hiate nacional Iavenci-
vel, recebe algnma carga e passageiros; quem
quizer carregar ou Ir de psssagem, dirija-se a
bordo do referido hiate junio ao trapiche do al-
godo ; a tratar com Jos Joaquim Alves da
Silva-
AUenco
B
Urna pessoa que se retira para fora da provin-
cia vende aeus trastes conleodo urca mobilia de
Jacaranda com lampos de pedra, um expeliente
piano em meio uso, urna cama franceza de Jaca-
randa, urna mesa elstica, ara lavatorio tambero
com lampo de marmore, nm candelabro e um
par de serpentinas ludo era muito bom estado :
a tratar na ruada matriz da Boa-Vista n. 33, se-
gundo andar, das 9 horas da manhaa as 3 da
tarde.
O capilao do brigue hespanhol
Novo Martms, nao se responsabilisa
por algumas despezas feitas pela sua
tripolacSo.
Aindi
de ama ama

e en-
rua da
a" mi
roa*.
LEIM
IS
BAILE
C4SS.M POPULAR
* NO
MAGESTOSO SALAO
DO
de
loapeccao do araeoal
bucoem 15 de Janeiro di
de marinha de Pernam-
1882.
O inaaector,
Hermenegildo Antoi io Barbota d'Mmtida.
PALACETE DA RITA DA PRAIA.
Sabbado, 18 do correte. -
Ultimo antes do camayal.
O baile annnnciado para o dia II do crrante
ter lugar indubitavelmente no dia 18 do corren-
te, com toda a pompa o bnlhanlisrao.
. Ser mantida a boa ordem e harmona o obser-
vadas as disposicoes do regulamento approvado
pela anloridade competente.
Entrada para damas, gratis; para caralheiros,
2J000. __________
Alisos martimos.
Para
Rio de Janeiro,
segae por estes dita veleiro brigae Cruzeiro
do Sul : pin a paoea carga quo Ibe falla, e es-
cravos, trata-se com os consignatarios Antunes,
Gnimarea cVC, no largo da Assemblt n. 15.
Freta-se para qualquer dos por-
tos do Rio da PraU, o brigue nacional
Norma, de lote de 296 tonel la das, e de
primeira classe: trata-te com^oVll
consignatario Domingo Ferreira
I na ra de Apollo n. 37*
Segunda-feira 20 do corrente.
Costa Carvalho aulorisado por urna pessoa que
se retira para fora da provincia [ara leilo de to-
dos os seus movis que se acharo patentes no
acto do leilo, devendo o mesmo leilo ter lu-
gar no Io andar do aobridoda ra daa Cruzes nu-
mero II.
LEILO
DE
Louca grossa de
barro vidrada.
O agente Pestaa aulorisado palo Sr. Uanoel
de Menezes far leilo de sua loja da louga em
om ou mais lotes, no ra da Cadeia do Recife
o. 8: quinla-felra 16 do correte pelas 10 horas
da manhia no mesmo estabelecimenlo.
DA
Fazendasem lotes a vontade
dos compradores
Ra ra do Imperador numero 37.
QUINTA-FEIRA 16 DO CORRENTE.
PELO AGENTE
GIMARAFS.
O referido agente far leilo por conta e risco
do qoem pertencer de urna qoantidade de fazen
daa como seja madapolo, chitas etc., etc., aera
neohama reserva de prec/i. Coniia-se aos Srs.
logittas o em particularmente os Srs. paos de fa-
milias, principiar aa 10 horas om ponto.
LILAO
Sexta-feira 17 to corrente
O agente Pinto far leilo coa autoritario do
lllm. Sr. inspaelor da alfandega, em preeeoca do
cnsul americano, e por coala risco de qoem
pertencer, de 2 botes, 2 velas, 4 remos, 2 lemet,
2 agulba* do atarate 2 eocoretis objectos sal-
vadoa da barca americana A. //. Gamble, ct-
Ipito John Povrel, aa 11 horas do dia cima
mencionado, no trapicho da altandega.
Na ra Nova n. 32, preciss-se
paro eosiohar eeomprar.
Precisa se de um forneiro e de um traba-
Ihadorde masseira : na padaria da ra Imperial
n. 51.
Acha-se em poder do abHto assigoado um
binculo, quem fr seu drno appare^a que pa-
gan lo as despezas lhe ser entregue isto no pra-
zo de 3 das : na ru do Trapiche o. 28. Recife
15 de jaoeiro de 18&2.
Joo Cancio do Reg.
Precisa-sede urna ama para lavar
gotnmar para dous horneas solteiros : oa
Palma sobrado o. 41.
^c^wnaB vW toav ^Bv "*ww ortraf OFw v^w oaeof tfasw fl
m Iastrucgo particular.
O abaixo assiguado competentemente
S provisionado pela directora geral de ios-
i truego publica para ensinar primeirss J
i lettras, lalira efrancez, acba-se no exer- S
t cicio de seu magisterio desde o dia 13 de S
Janeiro do corrent, em sua mesma resi- 9
dencia oa ra Nova n. 58, onle continua 3
a receber alumnos internos e externos, *
a| advertindo porm que s lhe convem s
J? admittir 10 pendonistas e que nao exce- 9
Ib dam de 12annos de ilade. Recite 15 de s
? jaoeiro de 1852.Jos Mara Hachado do
W Figueiredo.
Aluga-se um sobrado de um sndar, solo, e
seu grande arroazem, cuja casa nova e a pou-
cos dias acabada em sua construeco, com miji-
tos commodos, alm destes um grande quintal, e
sua cacimba, com excellente agua, sendo o so-
brado na ra do Brum n. 34 (junto fundi;o do
Sr. Bovoman) e tem no fundo do quintal, oulra
frente feita, e com 2 portas que do sahida para
o caes, e todo se alaga por preco rasoavel.
Qoem a pretender entenda-te com Jos Antu-
nes Guimares, morador na Soledade, ra de
Joo Francisco Vieira n. 60. Isto de manhaa al
7 1/2 borasj e de larde das'4 em diante; em
falla no Recife, ra do Graspo n. 25 loja do Sr.
Antonio Gosfalves de Oliveira.
Pe le se ao autor do particular annuncio e
da avito particular publicado no Diario de Per-
nambuco, chamando a Bssiliano Magalhes Gas-
tro intitulado testamenteiro do fluado Joaquim
Femantes da Cruz, que hajam de comparecer
na destilado da roa Imperial aflm de saber-se
em quinto mootam as mesmas despezas com
aquelle funeral, ou se os ditos annoncios sao
como se diz do mesmo Basiliano.
Pharmacia.
Um mogo chegado recentemente do norte ofle-
rece-se para praticaote de pharmacia e d abono
de sus conducta : pode ser procurado na ra Im-
perial n.25, primeiro andar.
Aluga-se a casa da roa da Roda n 23, cons-
tando do loja com urna sala, cinco quarios, co-
zinha, cacimba, sumidourp para ag jas servidas e
entrada por duas rusa ; bem como se aluga tam-
bero o soto assobradado da meama casa, com
urna sala espacooa o oulra maia pequea, doua
quarlos, cozinha, sumidouro para agoaa servidas
o entrada pelaa ras da Roda e dos Palos : a tro-
tar oa praca da Independencia n. 22.
Auseolou-se da casa do abaixo aisignado,
no dio 15 do correte, um menino pardo, de no-
me Uanoel, de 12 anuos de Idade pouco mais ou
menos, levando vestido caiga e camisa de riscado
azul e chapeo do palbo: cojo menino lhe foi en-
tregue pelo Sr. subedelegado de S. Jos, por nm
termo que passou peraote o mesmo Sr. subdele-
gado : rogo, portanto, a qoem o approhender
qne se digoe levar ao mesmo abaixo assigoado
oa rus da Santa Cruz caaa a. 17.
Recife, 15 de Janeiro de 1861.
Joo Antonio do Silva Pesaos.
Aluga-se o 2* sndar da ras do Imperador
n. 88 : o trotar no Hoodego o. 88.
Praeiso-ae de urna ama (preferiodo-ae es-
crava) pira coziehar a engomeaar : na ra do
Craapo n. 1.
Precia-te alugar urna preta es
crava, que saiba azer o $er?ico ,de uraa
cata do pequea familia: na ra oo
Pilar n. 123, segundo andar.
AGITADO i HYU1IH0
DO DOUTOR
umm il___
Para a preparaco dos medica-
mentos homeopalliicos.
Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se poden* contar no cu-
rativo das molestias perigosas. /E como- seja o
CUOEBRA MORBUS urna d'aqaellas que nao
a.l-Ditiem deloogas e experiencias, cumpre pro-
ferir estes medicamentos a outros quaesquer, se
qoizerem tirar da homeopaihia/os vantajDso re-
sultados qne ella assegora.
Achara se a renda carleiraa/a meias eartekss
especlaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes instrueges, pelos pregos conheci-
dos. oa phannueia especial homenpalhica; rea
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N. B. Os homeos de bom seoso reconheoem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a foole pura,
d'onde eraanou a homeopathia em Pemamboeo
e em todo o norte, elle o nico inmediata-
mente iniereisado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por couseguinte tb somonte nelie
que se pode encontrar garantas, qoer em rela-
cao applicacao da acieocia no curativo das mo-
lestias, quer em relaco preparaco dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do t)r. Sabino
tanteraente debaiso de snas
nos lempos ordinarios, dos empregados (um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os qoaes sao ajudados por mais
tres ou cinco pessoas. guando o servico o exige,
na destillsco do espirito de vioho e d'agus, no
manejo das machinas, na desecado dos glbu-
los, oa distribuicao das dilulopes etc., etc.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopathia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparara,
nem eram precisas tantas despezas com o pes
soal.com machinas e com a obtciiso das subs-
tancias as maia puras possireis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparago dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
queja tem feito, dando homeopathia a popu
Isridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maiorgro de perfeicao dando aos seus remedios
a maior iofallibilidade possivel em seus efTeitos
O Dr. Sabino nao aspira someole os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li
vros estrangeiros que a tuapropaganda em Per-
nambuco foi to briihante que nao tem na Eu-
ropa nenhuma analogia (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHIC* DE PARI8, lomo 4.e, pa-
gina 6&1 ; e CONFERSNCUS S( BRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina 102) ; mas a sua
ambigao muito maia elevada lia se dirige a
legar as gerages futuras um nome eslimavel
.fia gravidade e importancia d >s seus servigos,
pela sinceridale de suas convtegoes, e pela fir-
meza do seu carcter. E' por in, e para isso
que etoe trabalha ; e trabalha omito...
O Dr. Sabino procura e descjja. a estima dos
homens senjto9 v aos zoilos dfcixa elle a lber-
dade 1 morilfi^i n na vonlaf o.
Para o commercio,
Ligdes da lingua ifaglezi I noite ) aa roa tta>
loraogeiroo a. 18, primeiro aedar. -
O Pecretario da irmanrle de Pl. 9.
da- Boa-Viagem erecta na povoac*o do
meitora nome, faz iciente a todo* oa seise
irmSot que domiDgo 12 nao pode ha tot
meta geral para a eleico de ora mesa
regedora eOmo foi anuunciada. por fal-
ta de numero legal de irroaot, pelo que
eta de novo-marcado pelo irmo juie o
dia domingo, 19 do corrente petos 9
hora da manSSa no consistorio da rea-
pectiva igreja, ao t para o indicado
como parase tratar de objectos de gran-
de interesse. Espera se portanto a
maior concurrencia dos respeitareis ir-
mos em geral.
Aviso.
Como oeste Diario fem apparecido
annuneio pedindo ao Sr. Brasiliano de
MagaHiaes Castro, como testamentetro
do finado lose Ferhandee da Cruzo pa-
gamento das despezas do funeral do
mesmo-finado, o abaixo assigaado de-
clara que-nSo*ojo autor de semelhantea
annuncios e Bem autorisou a pessoa al-
guma para'o tazer. por estar certo nao-
ser este e-meto Segal, antes reprofa ae-
melhante procedimento.
Jbi Pbrto de magalhes.
~- Precisa se de um escravo par
servente do hospital da ordem terceira
de S. Francisco que seja hbil e sem vi-
cios : a tratar com c mordomo no pateo
do Paraizo n. 10.
PROGRAMIllA
para as exequias que se hao del
celebrar por alma de
S. M. F el-rei D Pedro V
de saudosa memoria na igreja do
Espirito Santo.
Pelas 5 hora da tarde] de hoje (16 de
Janeiro) franqueada a igrei concurreo-
riadas pessoas, que IrfjaLdo luto se des-
tinaren! a assistir au actoJ achar-se-ha pos-
tada no vestbulo do templo a commisso
encarregada '1a distribuicao dos lugares,
aflm de acompanhar al os bancos reserva-
dos aquellas pessoas qve em commisso
ou por convite individual se dignarem
comparecer.
As 6 horas, dado o i/nal na torre, a
grande orchestra eiecular urna ouveriura
luneore, e logo em seguida o cro-eccle-
siistico cantar solemnemente vesperaa do
ufllcio de defuntos, seopo a magoitlcal a
ternaia a msica ; e
uelo Rvd. prestes, ter
com a absolvicfto ao t
A igreja conservar-
a noite, e os aliares a
temente Iluminados,
por todis os pessoa
qualidade com tanto
A guarda militar q
honras as avenidas
orlem das entradas e
se a ceetuso e alr
desle j determinad
Gabinete Portuguez de
Leiura.
A directora seientiBea a todos os Srs.
associados, que, lendo lido lugar hont-ni
as exequias mandadas celebrar em nome
desta associt(o r or alma de S. II. P. o Sr.
D. Pedro V na igreja de Ni 9t da Conceici
dos Militares, harer aioda no dias 16, 17
e 18 do cor renta trea missa diarias'no
I mesmn templo das Tas 9tiorada manhaa,
:sendo no primeiro dia por alma do Sr. D.
^Pedro V, no segundo por alma-da Sr. in-
fante D. Fernando, e nu terceira- por olote
do Sr. infante D. Jb5e ;.e rogara a todos ot
Srs. ossociaaos e mais pessoas que qoire-
rem comparecer a estes actos- religiosos
para orarem pelo eterno repouso dos lu-
oslos diados. O templo conservarse ha
tambora aberto por alguna dias- dat 6 horas
da tarde ai 8 da noite O Gabinete conti-
nuar a eitar fechado nos tres menciona-
dos dias.
Secretaria do Gabioete Portugus de L*i-
lura em Pernambuco 15 de Janeiro de 1862.
Joaquim Gerardo de Bastos,
__________ 1 secrMurin.
da a oraco final
liuar a ceremonia
mulo.
-ha aberta durante
sarcophago coostan-
a poder ser visitado
sem distinci,o de
ue trajem luto.
e esiiver fazeodo as
templo, regalar a
s'hidas para evitar-
ello, ficaodo porm
que a porta princi-
oal servir para as entradas e as duas la-
teraas para as sabidals.
Desde o alvorecer do dia 17 al as 9 ho-
ras da manhaa celebrar-se-bo missas, pa-
ra as quaes flca desde j aberto convite a
lodoa os Rvds. iicerdolea que as quizerem
ir celebrar oa referida igreja.
As 9 horas da manhaa a mesma commis-
so da tarde antecedente achar-se-ha em
aeu posto para recepca > das autoridades e
mais convidados, designando oa lagares
previamente determinados.
Aa 10 horas, dado o aigoal ni torre,
dar-se-ha principio ao offlcio solemne lin-
do o anal ter lugar a missa a pontifical de
rquiem, logo.que larminada o orador re-
ciura a ora o fnebre, finda a qual o cu-
ro tc le si* co e mais dignidades olflciau-
les presfoiv) polo Rvm. prestes, circun-
dando a eco, cvteeraro o Catirum dolo-
rtt, recitando ara dea 5 oradores j ins-
criptos, sua ora;o oo fim de cada urna dts
absolvices.
As descargas do eslylo pela grande bri-
gada militar, annuaciaro a cooclaso do
acto.
No restante do dia e parte da noite e bem
assim nos tres dita que se seguirem achar-
se-ha aberta a igreja i concurrencia do po-
ro, guardado porm aempre a mesma or-
dem quaoto as entradas e sabidas do tem-
plo.
RociTe 16 dejaneiro de 186*.
Jos Henriqoes Ferreira.
Jos Antonio de Carvalho.
JoaTeitoira Basto.
Joaquim Mouioiro da Croa.
Jo da Sila Loyo.________
Offerece-se ama pessoa para eogommor e
fazer mais Igum servico : na ra do Caldeiieiro
numero 14.
Precisa-se do urna ama que coziotte, en-
gomme e compre : oa ra do Livrameolo n. 9.
tegoodo andar.
rrecisa-se de urna aras que saiba cozinhar
e f >zer o servic.0 ioterr>o de urna caaa da paca
familia ; dirija-se ao segundo andar da caaa da
ra do Lirramealo u. 20.
Fogio do sitio da liha, fregueiio da \tzet,
o pardo escravo Benedicto, qne represento ler
3U annos de idade, tem os signaes seguioles : ca-
tatara regular, rosto oVsoarnado. falla do ao
dente na frente, procurou a direceo de S. Loa-
renco da llalla, e foi visto as vuinhancas do
engnho Pitangueira, sito na mesma fegueiia :
roga-se asaulondades poicUes que delio livor
noticia o favor prender, o aratiflca-oe a qnalquer
capito de campo que o capturar e leva-lo au
referido sitio denominado Ilha.
Os abaixo assigmdos faSem saber ao pu-
blico com especialldade ao corpo commerciil.
quedecommum iccordo desaparlatam a tocie-
dade qne tinham nesta praca com a Irma de Pe-
reira V Marques desde o dia 30 de dezembro pr-
ximo udo, ficaodo o activo e pastive a cargo do>
a icio Pereira. Peroaretmco li de Janeiro a*
1862. Custodio Cullaco Pereira Jnior.Anto-
nio Caelano Martina Marques.
Urna pessoa csala e habilitada para eosi-
nar primeiras letras, piano e msica, etc., offere-
ce-se para ensinar em qualquer parle fura desla
cidade : na ra do lionas u. 37.
Caixeiro.
Offerece-se um moco habilitado para exercer
a prolissao de caixeiro em qunlquor casa do ne-
gocio ; a tratar na loja de chapeos de Maia Ir-
mos no arco de Sonto Antonia.
Precisa-se de fe800$ o premia acure ayao-
theca em bens de raz; quena pretender dirja-
se a Iravessa da ra das Croies, taberna a. 12,
ou ra do Quoimado, loja da boa fama.
Precisa-se alagar orna ama de leite forra
ou escrava, e que nao tenha albos : oa traresso
do pateo do Hospital do Paraso n. If.
Aluga-se o seguBdo andar do sobrado da na-
da Penlia o. 21 com bastile* commodoa : a Ir
tar no pateo do Hospital do Paraizo n. 16.
O Sr. Besoooi tem urna carta da Baha, na
livraria ns. 6 e 8 da pn;a da Independencia.
Previno a quem convier que nao
mando por pei.oa alguma pedir ou
comprar cousa alguma para mim ou
para minha familia e por uso s me
responsabiliso pelo que eu fr pessoal-
mente comprar.
Francisco Vicente dos Santos.
Carlos Alchorno, habilitado parante o con-
selho contril do iostruccio publica oa corta, o
os conselhos do inslrurolo publica da Bahia %
Pernambuco, tem aberto aua aula, na fu dail*.-.
rangeiras n. 18, primeiro andar.
Urgencia.
O Sr. Joio Claudiano de Ioojoso Vavejaa leal
a bondade de apparecer na ra do Queiaaodo a.
34, loja, afliB rte cumprir caaa o aeu trata, sosa
o que uo deve ae retirar desta pragt.
Qompra-e 3 veacziaaas em bom oslado-
par varanda.: ni ru do Crespo n. 18.
Compra-se urna eseriva moco qae mo*
engommar a coiinhir, e orna caaa terrea, aoa
tres bairtos f na roa daa Cruzes n. 22.
Batatas baratas
Vaode-se bolitas a O rs. a arrobas a 40 rs. a
libra : na ra Nova o. 69.
Gal virgeiu.
Veode-ae cal vlrgem de Lisboa ehegaa ulti-
ma menie l na ra do Rosario eelaotte, libero*
a.47.
Vende-se urna negrinha asuito liada, da 6
snnos de idade : oa rea Diroita o. 8.
Em casa de N. O. Bieber & C ,
successores, ra da Cruz. a. 4, rende se
Tai xas para engenho.
Forma para assucar..
Vinbo Bordeaux em caixas de 1 duzia.
Bombas para cacimbas.
Plvora em barriainhos.
Iojecct.0 Brow
Bomedio infalUrel i Oatra as gnor-
rheas antigs e recentes, pico depc-
iito na botica franeen Tttt ? frw alo.
22. Preco 3#-

W




DIAIIODE
*
particular.
loa habilitada oflereee-ae para leecio-
iogle, mtmmaiica portogueaa
kraetice, daa 6 ia 9 horas da ooile ; tambem
p rovoe-se a lomar ligaes em eaaaa particulares
faltar na ra do Cabug n. 3, aagaodo aodar.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra oacaptiva (prefe-
re se captiva) para o servico interno exierno do
ubi caaa de unta seobora em Ctxaogi, maa que
salbi cosiohareeogommer bem: paga-se bem,
ratar oa ra da Cadea do Recite loja o. 11.
LCO. S
O Dr. Brancanle pode ser procurado a
qualquer hora oa caa de aua residencia,
oa ra do Imperador n. 37, seguodo an- a)
dar, para o exercicio de aua proflssao.
m
Precisa-se,
un
e urna ama forra ou escrava que aiiba cosinhar
u engomar bem : ra do Trapiche o. 18 terceiro
n<]ar.
sociedade bancada.
Amorim, Fragoso, Sin tos & C.sacam e toman
saques aobrea praga de Lisboa.
Precisa se alugar urna escrava que
seja de baa conducta para o servico
interno de casa de familia, e que saiba
engommar e especialmente cozinhar
e agradando perceber bom aluguel. e
ter bom trata ment: na ra da Auro-
ra sobrado n. 58.
Guimares Luz
m consequeneia de estarem oa liquidaco do
fiado, outra vez rogam a todos os eins devedore
em geral que tenham-a baodade de vir ou man-
darem pagar aeus dbitos1 at o m do mez de
jaoeiro prximo futuro; aqtuelles que assim o nao
fizerem lenham paciencia,, que suas cootas serio
entregues no principio de levereiro ao procura-
dor para serena cobradas judicialmente. Recite
33 de dezembro de 1861. 1
Memorias
da viagem de p& MM. II.
s provincias do norte.
Os seohores que subcreveram para a impres-
sao das Memorias da Viagem de SS. MM. II. s
provincias do norte, queiram mandar receber o
primeiro volume na livraria ni. 6 o 8 da praca
da Independencia, mandando levar o importe os
que aioda nao o liverem pago.
A luga se
o armazem n. 22 da ra do Imperador: a tratar
oa ra do Crespo n. 17.
OSr. Joao Hyppojito de Meira Li-
ma, queira apparece- nestatypographia
que se Ilie precisa fallar.
Mudanca
Firmo Candido da Silveira jnior tendo muda-
do a aua loja de miudezas que linha na ra da
Cideia do Recife n. 49, para al ra Direita o. 64,
participa aos seus freguezes a ao publico, que vai
vender todas as fazendas antigs por metade de
seu valor, aflm de liquidar dita loja.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
37 da ra do Imperador : a tratar no segundo
andar do mesmo.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
gustento, e paga-se mensai ou I semanal, para o
tvco desta typographia : na livraria ns. 6 e 8
poca da Independencia.
s
d
Cosme Jos dos Santos
a praca da Baha.
Ciliado saca sobre
Consultorio
Medico- cirargic
DO DOUTOR
3Ra da Gloria casa do fundo3
Existem medicamentos homeopathicos os mais
bem preparados e de toda a efficaia. sempre re-
covados, pela multo grande extraegao e procura
3ue temlevido isso ao MXIMO CRDITO
e que gozam em todas as provincias do Brasil.
ontiaea-se a vender pelos preeos do costu-
me e achar-se-ha as carteirai especiaos para o
tratimento do cholera-morbus, cornos seus com-
petentes olhetos e separadamnteos preserva-
tiros em tiuturas e glbulos, conforme quizerem.
O crdito de a/te gozara estes remedios e a
preferencia com que sao procurados, pela certe-
za de seus etfeilos e pela ioalterabilidade dos
glbulos, dispensara de quaeique recommen-
dacoes.
que bom e est provado, leva comsigo as
lecommendacoes.
ODr. Frederic Sehutz,
mudou seu consultorio med-
co-cirurgioo, para a ra da
Imperatriz n. 30, ainde da
consultas todos os diis das 7
s 10 horas da inanhaa.
ESPECIALIDADES
Molestias dos olhos.
dos pulmoes
secretos.
dapelie.
Recados a escripto.
Aluga-se um armazem na ra do eses de
Apollo n. 7: a tratar no pateo de S. Pedro nu-
mero 6.
O Sr. Jos Antonio de Souza tem urna car-
is com urna eocommenda para Ihe ser entregue,
na r ii do Imperador o. 46. Na mesma casa ven-
de se ou aluga-se urna canoa bem construida
que carrega 900 lijlos.
Aluga-se o primeiro andar do Isobrado da
ra da Imperatriz n. 40 ; a tratar na mesmo.
Aluga-se urna preta captiva, que saiba co-
ziohar e fazer todo servigo de urna casa de pouca
familia : na ra do Queimldo, loja de fazeodas
numero 69.
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
, Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo-o kalendario, pocas geraes, nacionaet, das
de galla, tabella de salvas, noticias planetarias, eclipses, partidas
de correioi, audiencias, e resumo de cbronologia, a res .160
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e titulos dos chefes dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadac&o do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos imposto* geraes, provinciaes. e mumeipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigossobre agricultura, economias, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecao de remedios, a reis. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e titulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadac&o do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos imposto geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regula mritos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a re'is........520
Dita com almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos Correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agricola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a res......... i #000
:
:
m
Gollegio do Bom Con-:
seibo.
Ra da Aurora n. ^0.
O director tem a satiifacio de anoun- #
# ciar ao publico,que Sr. Carlos Akhorne #
# rege a cadeira de inglez, em seu insti- 0
Slulo, 9
** $
Traspassa-se a chave da
loja da ruT da Cadeia do Reci-
fe d. 50 A, multo propria para
quem se quizer estabelecer,
por ter simplesroente a arma-
c r* seren milito bom local:
a tratar na mesma loja.f
Com os Srs. Henrique da Fomeca
Coutinho, Jos Florencio de Oliveira e
Silva, Lucio Alves de Oliveira e Silva,
Carlos Augusto da C. Ribeiro, e Manoel
Jernimo de Albuquerque, precisa-se
fallar na ra do Crespo, loja n. 20, B.
O abaixo assigndo faz publico que o Sr.
Joaquim Luiz Ferreira Leal se acha associado em
sua casa commercial da ra de Santa Cruz n. 7,
desde o dis 1. de dezembro prximo passado,
em cooformidade dos papis de trato que assig-
nou com o mesmo seohor. Recife 11 de Janeiro
de 1862.Luiz Horeira da Silva.
Anda esl para alugar a casa da ra da
Assumpcio o. 46 com 3 quaitos e 2 salas, cozi-
nha e um grande solo com 2 salas e 1 quarlo,
cisiona e portio de sabida para o becco, olfere-
cendo grandes commodoi para grande familia :
a tratar na ra Direita u. 106, taberna.
O agente de leiles abaixo assigndo, tendo
desde outubro do anno prximo passado acabado
com o armazem que lioha na ra do Vigario n.
22, avisa pelo presente aos seos amigos e ao pu-
blico, que o acharao sempre a cumprir exacta-
mente com os deveres de agente no bazar n. 6 da
ra do Imperador, onde poderio deixar seus ali-
sos, que sero fielmente executados. O agente
de leiles, Evaristo Meudea da Cunha Azevedo.
Filippe de Figueiroa Paria nao tendo podi-
do despedir-se pessoalmente de todos os seus
amigos, fa-lo pelo presente, offereceodo seu li-
mitado preslimo no Rio de Janeiro, onde vai
continuar seus estudos.
A pessoa que pretender comprar o sitio de
Apipucos que fui do fallecido leoente-corooel
Francisco da Rocha Paes Brrelo, dirija-se a ra
da Trempe n. 1, em casa da Exma. marqneza do
Recife, qoe achara com quem tratar.
Precisa-se de um bom cozioheiro : na roa
da Aurora o. 50.
Oa abaixo asiignados avisara ao respeilavel
publico e principalmente ao respeitavel corpo do
commercio, que dissolveram amigavelmente a
sociedade que tinham na loja de ferrageosda ra
do Queimado u. 73, que gynva sob a Arma de
Fonseca & Vianna, fleando todo o activo e passi-
vo a cargo do socio Vianns. Recife 31 de de-
zembro de 1861.Antonio da Fonseca & Silva.
Antonio Jos Barbosa Vianna.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra
da Senzala Velha n. 48 : a tratar na loja do
mesmo.
Precisa se de urna ama i para cozinhar e
engommar, seodo para cozinhar com perfeico,
nao se olhando a prego : a tratar na loja da ra
do Queimado n. 46.
Na ra Velha n 27 precisa-se deum cai-
xeiro de 10 a 12 annos, e que j teoba alguma
pratica de taberna.
Aluga-se o segundo andar da ra das La-
raogeiras n. 14 : a tratar na ra Nova o. 20.
D. Antonia Mara da Rosa,
adiando se autorisada pelo lllm. Sr.
director da imtruccao publica, para
poder leccionar no ensino primario,
participa aos paes de familia, e ao pu-
blico em geral, que se acha com a
sua aula a berta, desde o da 7 do cor-
rente na ra do Vigario n. 19, es-
gundo andar.
Claudio Dubeux, proprietario dai linhas de
mnibus, faz sciente aos seohores assignantes da
carreira de Olinda, e a quem mais coovier, que
ve-se toreado a retirar provisoriamente, no fim
do ccrrenle mez, o mnibus da respectiva linha,
at que se concert a estrada ; visto qae os lu-
cros oo sao equivalentes aos prejuizoa que esl
soffreodo por semelhanle causa, devendo, porm,
os mesmos seohores ficar entendidos de que,
coecerlada que seja a referida estrada, contina
a carreira do mesmo mnibus, como de costu-
me; e mesmo ficar sem effeito este aviso se at
o fim deste mez Qcar a dita estrada prompla e
bem traositavel.
Louis Sand, subdito da Baviera, relira-se
para o norte.
Quem liver um moleque para alugar, de
12 a 15 anuos, e que sirva para o servigo domes-
tico de urna pequea familia, dirija-se a ra da
Cruz n. 45, armazem.
Ara naga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
'Gabinete medico cirurgico.J
9 Ra das Flores n. 37. %
9 Serio dadasconstiltaa medlcas-cirurgi- %
cas pelo Dr. Estevo Gavalcanti de Albu- %
9 querque da>6 aslO horasda machia,ac- #
0 cudiodo aos chamados com a maicr bre- 0
vidade possivel. m
0 l-o Partos. ^
^ 2. Molestias de pella. f
0 3.* dem do olhos. ; ^ q
0 4. Idemdosorgos geitaes. m
0 Praticartoda e qualqet operaco em m
p seu gabinete ou em casa doi doantes con- m
0 forme lhes fdr maii conveniente.
93*
.Pivcisa-se
alugar urna escrava para eniaboar e engommar
em casa de pequea familia, paga-se bem : a
tratar ns ra dos Guararapes em Fora de Portas
numero 30.
Precisase de urna ama preferiado-se es-
crava : no pateo do Terco o. 26.
Na travessa da tua das Cruzes n.
2, primeiro andar, continuase a tingir
com toda perfeiqao para qualquer cor,
e o mais barato possivel.
S Gasa de drogas. S
Largo do Paraizo n 8, pri-J
O meiro aodar. 9
gfe Neate eslabelecimeolo eocontrar o dfe
T respeitavel publico e as pessoas que se ^
W dedicam a medicina homeopathica os
te bem preparados o verdadeiros medica- a
* mentos, viudos de Pars da pharmacia ;
W de Mr. Catellen. 9
fe Assim como csrteiras, tubos e globu-
T los enuertes, vidros de urna onca at 8 g.
P oness, quer com medicamentos quer va-
^ Z0S. r,j?
O proprietario vende por menos prego a
do que em outra parte, pois recebe di- "J
0 rectamente.
Urna mulher capaz e de bom comporta-
ment offerece-ie para coser em qualquer casa
estrangeira ou brsslleira sendo de familia, tam-
bem preita-se para algum servigo qoe for pre-
ciso : quem a pretender dirija-se a ra Bella
n. 45.
= Aluga-se o segundo andar n. 24 da ra es-
treita do Rosario, para ver no primeiro andar e
ajuslar na rus da Penha n. 5, sobrado.
Precisa-se de um rapaizioho para trabalhar
com um|quarto : quem quizer, appare;a das 9
horas s 2 do dia, na ra da Floreatioa, na casa
da esquina que volta para a roa de Santa Isabel.
Traspassa-se a chave da loja da
ra da Cadeia do Recife n. 50 A, muito
propria para quem quizer estabele-
cer-s';, por ter simplesmente a armado,
e ser em muito bom local : a tratar na
mesma loja.
Os abaixo assignados scientifleam ao pu-
blico e principalmente ao corpo do commercio,
quede commum accordo dissolveram a socieda-
de que tinham na loja de ferrigeas sita na ra
do Queimado o. 53, que gyravs na razio de
Guimares & Azevedo, ficando a cargo do socio
Guimares todo activo e passivo. Recife 2 de
Janeiro de 1862.Joaqoim Ferreira de Araujo
Guimares.Manoel Francisco de Azevedo.
O abaixo assigndo por causa ^
de seus encommodos de moles- f|
tia passa por emquanto a hab- $|
tar no seu sitio do Arraial, onde $|
continua com o seu estabeleci- ^
ment de instruccao primaria e $
secundaria, cujas aulas estaiao $}
abertas no dia 8 de Janeiro. %fe
Jeronymo Pereira Villar. @
Urna pessoa casada e habilitada para tnsi-
nar primeiraslettras, msica e piano etc.: offe-
rece-te para eosinar em qualquer paite fora da
eidade : na ra de Hortas o. 27.
Joio de Almeida Gomes subdito portuguez
vai ao Para.
MBA.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retrato* de
Retratos de
Reiratoi de
Retratos de
Hwleyotypo
Hawleyotypo
Hwleyotypo
Hawleyotypo
Hwleyotypo
novo
novo
novo
aovo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gosto
gosto
invenco
invengio
invencio
invengo
invencio
Presos baixado para pouco
tempo.
Precoa baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
Preeos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
3#00G 5^000 10#000 20#000
35000 5*000 10*000 20tf000
31000 59000 10000 20*000
3*000 6000 10/000 20*004
3*000 5*000 10*000 20*000
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Pars retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido qfladros dourados
Explendido quadros douradoa
Explendido quadros douradoa
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para
machinaa para
Vende-ae
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Caixas
Caixas
Caixas
Caixaa
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
retratos
retratos
retratos
retratos
gostos
gostos
gostos
gostos
gostos
ver
ver
ver
ver
ver
de lindos
de lindos
de lindos
de ltndos
le lindos
venham
venbam
venham
venham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Pra tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Rut do Imperador
Ra do Imperador.
*?**^ *W W^m Wa^sT fsWlWlBvI wWwwWww!kvW#*%
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
FrdricGutier,cirurgiodentisls,ft2i
todas as oparacoes da sua arte ecollocal
dentesartifieiaes, tudocom a superior 1-5
dade ? sr (aigo que a pessoa san tendi-|
das lhereconbeeem.
rem iguae posdentifricios te.

Avise importante.
0 bacflMrm Amtico Feromdee Trigo de Loe-
reiro propOJUM a eosinar por caisa particolare
aiieguintejtfkateriai: gramroatici pbilosophlce
di hogua iicionai com eipeciatldade na parte
ortnograpbica, a liogoa franeeza (coosistindo em
pronuncia, escripia, tradcelo e locuelo); geo-
graphia, historia sagrada e historia do Brasil;
pbllosophii racional e moral; e doutrina chris-
ts. as quaes poderio constituir na falla de me
lhorsystema, a instruccio litteraria, o moral de
urna aenbora; oo, pelo menos, urna habilitacio
neceasarii para a acquisigio posterior de conhe-
cimenlosmsis profundos. Lecciooa igualmente
as mesmas materias e outrss de iostruego pri-
marii e secundaria por collegioa e aulas parti-
culares de ambos os sexos; podeodo ser procu-
rado para esse flm por oieio de carts, que con-
iecha as neceisarias indicacoee, entregue na ca-
sa de sua residencia, na ra da Saudade n. 9.
Vendem-seosengeoho*
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e cortantes
d'agua, sitos oa freguezia de
S: BDto comarca d Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa d enge-
oho e poucas obras, porm
safreja quatro mil paes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pies:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que echa-
r com quem tratar.
Aviso.
A directora do collegio Saota rsula, abaixo
assigoada, aviaa aos pala de suas alumnas e
quem mais convier, qae em virtede do artigo 19
dos estatutos, principiara os trabalhos do referido
collegio oo dia 7 do correle mes. A directora
envidar todos os exforcos a seu alcance pan nao
deamerecer do conceilo adquerido no primeiro
auno de seus trabalhos, e aflm de que os pas de
suas alumnas flquem completamente salisfeitos
com a educagao de suas filhas. O collegio conti-
nua na rea Formosa, sobrado n. 15, aoode a di-
rectora seri encontrada a qualquer hora do dia.
rsula Alexanorina de Birros.
Lines
de Hogua nacional, ltiro, inglez e francez, em
casas particulares, seodo as liedes de inglez e
francez pelo methodo de Ollendorff, methodo pe-
lo qual ensioam-se hoje as liuguaa na Europa;
os yerdade o nico que cm pouco tempo pode
eosinar com perfeico a fallar, escrever e tradu-
zir urna Hogua estraogeira : na ra da matriz da
Boa-Vista o. 34.
J FERREIRA ULULA
RETRATISTA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa do CabuR n. 18, 1.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambrotypb, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre isleo, especiaos para
pulcelras, alBoetes ou Cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos para a col-
locagio dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo flm cassoletas e delicados alfloetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principas*
personageos da Europa ; l stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrotypo
e chimicas photographicas.
Novo methodo
pratico-theorico pars aprender a 1er, escrever,
traduzir e fallar o francez em seis mezes, segun-
do o facilimo systema allemo do Dr. H. Ollen-
dorff por Cicero Peregrino, obra inteiramente
nova, e nica escripia em portuguez por aquello
systema, approvada pelo conseibo director de
ioitrucgio publica desta provincia, em sesso de
10 de outubro deste anno ; dous voluntes de
perto de 500 paginas em oitavo francez 7J>000.
Recebem-seassignataras na ra do Queimado n.
26, primeiro andar, escriptorio.
Frecisa-sa de ama ama para o servigo interno
e externo de urna casa de horaem solleiro : a
tratar na ra Direita o. 55.
Aluga-se por preco mdico urna pequea
casa na estrada Lasierre da Capuoga, tendo quin-
tal plantado de arvoredos e poco d'agua de be-
ber : trata-se ns ra larga do Rosario n. 20.
Aluga-se urna excellente casa terrea no
Foco da Panella junto ao sobrado do pateo da
matriz, a qual tem accommodaedes para duas fa-
milias estarem separadas, da-se por 50l000 por
dous mezes : a tratar na ra da Cruz n. 5.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para urna casa de homem solleiro : na
ra do Hospicio, loja n. 37.
Quem quizer dar a quanlia de 3:O0OS pre-
mio com hypolheca 4m um sobrado de dous an-
dares nesta eidade, annuncie.
Precisa-se alugar urna preta forra ou cap
Uva j idosa, para ums caa de duas pessoas ; na
praga da Boa-Vista n. 22, botica.
Existe aqui um moco de ida Je de 2 snoos,
filho do Rio Grande do Norte, que deseja ser em-
preado de caixeiro ou mesmo de qualquer al-
mlnistragio de agricultura, de que tem conheci-
menio e d garanta de sua conducta : quem
precisar, procure ns botica da ra larga do Rosa-
rio o. 31, que achara com quem tratar.
Ra da Cadeia-Velha n. 52."
Esta aberta e j trabalbando a nova
escola particular de instrucio elementar
da ra da Caleia-Velha d. 52, terceiro
andar: o respectivo professor, continuar
a empregar os seus esforcos, para o com-v
pleto aprojeitamenlo de seus discpulos.
An(latn fgidas as eicravas QuiteriaT preta,
de dide de 15 a 16 annos, poueo mais ou me-
nos, bomla figura, e com a cicatriz de um ami-
go Islho na testa ; e Joaquina, cabra, tambem
moc. pprieocDtea ao Dr. Brandio, morador na
rus do Imperador n. 77, primeiro andar; quem
sapprehenler e coniuti las casa de seu se-
nhorser bem ratificado.
OflVepe-e pura ama de casa de pouca fa-
milia ou de homem solleiro, urna mulher com
habililaeos precisas : a tratar oa ra do Pilar
numero 93.
Cota* Jos dos Santos Callado laca sobre
praca da Babia.
CONSULTORIO ESPECIAL HOSEOPATHICO
DO DOUTOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
molestias da mulheres, molestias das crian-
tos, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticas, todas as especies de febres,
febres intermitientes s suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necossarias, in-
talliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
ivsis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem tora delta sao falsas.
Todas as carteiras sao acom pan hadas de um
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dosmedicamentos qua se pe-
da, As carleiras que nao levaren) esse impresso
usim marcado, ambora tenham natampa o no-
no do Or. Sabioo aao f alaos
Mk
Precisa-se alugar ama ama para o servigo in-
terno de urna casa de familia, que saiba cozinhar
e engommar : a tratar ns ra larga do Rosario
n. 12, segundo andar.
Precisa-se de um criado para urna casa es-
trangeira, dando-se preferencia a escravo : na
travessa da ra do Vigsrio n. 27.
O Sr. J. F. R. R. queira dirigir-se s roa da
Lapa n. 13 a negoeio que nio ignora, do contra-
rio aera chamado pelo seu propiio nome.
Ing.ez.
Carlos Alchorne, habilitado peranle o conseibo
central de instruccao publica da Baha e Per-
nambuco, tem aberto sua aula na roa das Laran-
geiras o. 18, primeiro andar
Medico.
8 0 Dr. Rocha Bastos, est residindo
roa da Cruz n. 11.
ns

AUetico
Precisa-se de officia*s de alfaiate e costureirss
poritas, na ra da Cadeia n. 18. primeiro andar,
juicioa de J. Mnrcier
~ Aluga-se una primeiro aodar do sobrsdo si-
to na ra da matriz da Boa-Vista a. 26: a tratar
na loja do mesmo.
bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es-
quina que volta para a
camboa d Carmo.
01
Na ofneins photographica da ra doCabug
acaba de receber-se pelo vapor aTyoe urna
magnifica colleccio de alfloetes de ouro de lei
pars a collocacio de retratos, e vendem-se a
preeos mui commodos.
O Dr. Joiquim Jos de Campos, advogado,
morador na rus da Imperatriz n. 33, primeiro an-
dar, tem necessidade de fallar ou com um Sr.
Joao de tal Molla, filho natural da Sra. alaria Ze-
ferina do Espirito Ssoto, que morara ha cerca de
20 annos na ra daa Cinco Pontis desta eidade,
ou com algum Albo, ou ootro descendente da-
quelle Sr. JoSo da Molla, no caso de ter elle fal-
lecido, ou com a propria Sra. Hara Zeferina, se
inda existe. E' para tratar de negocio do inte-
resse destas pessoas, que o poderio procursr na
dita sua casa, ruada Imperatriz, em qualquer dia
til, dis 7 s 9 horas da manhia, ou das 5 s 7
da tarde.
Aluga-se o sobrado da roa da Penha n. 29:
a tratar na mesma ra n. 5.
Precisa-se fallar com urna mulher de nome
Hara, conhecida par Maricas cordao de ouro, e
como se ignore sua residencia, pede-se que o
declare oa ra da Cadeia do Recife, loja n. 50,
de Antonio Gomes da Cunha e Silva, ou na villa
da Escada, ra do Comprafiado, a Francisco Pe-
reira de Catvalhn.
Precisi-se de um preto de mela idade para
alguna servicoa de urea caaa de pouca familia : a
ratar na ra Nova o. 7.
Ama.
do sobrado na
na travessa da
Precisa-se de urna ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella n. 38.
Aluga-se o segunde andar
rusdoAmorim n. 89 : a tratar
Madre de Deus o. 15.
Francisco Ferreira da Silva, proprietario da
taberna da ra da Santa Cruz, esquina da ra da
Alegra, tendo de se retirar para fora do imperio,
faz ver a todos os seus devedores para que Ihe
venham pagar por espaco de 15 dias, a contar
desta dala. Codos os quaes passar a cobrar ju-
dicialmente ou a publicar seus nomes por este
Diario.
Aluga se o segundo andar com sotio do so-
brado n. 46 na ra da Aurora.
SOCIEDADE
Por croem da commisSo directora participo
aos seohores socios que a abertura da sala teri
lugar no prximo domingo 19 do corrente mez, e
nio amanhaal6, como delerminam os estatutos,
por ptiocipiarem nesse dia! asvesperas das exe-
le celebrar pelo eter-
F. o Sr, D. Pedro V
quias que no dia 17 se ho
no repousod'alma de S. U.
de saudosa memoria.
Secretaria da sociedade Bella Harmonis 16 de
Janeiro de 1862.O 1." secretsrio, Silva.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra
de Apollo o. 30. com bastantes commodos, ou
parte da mesma para escriptorio : a tratar no
armazem da dita cssa.
Ns padaria do Chora-mtnino
precisa de um bom amassador.
Na ra Direita u. 91 existe urna carta para
o Sr. Rodolpho Laurentino viola da Gameleirs.
se dir quem
la portugueza que
ra do Queimado
Precisa se de urna cria
saiba coser e engommar ; na
numero 12.
Pede-se ao Sr. Maximianjo Franoisco Peixo-
lo Duarte que dirija-se ao hotil da ra do Impe-
rador o. 16, a fallar com a dona do mesmo.
Antonio Ferreira de Lima tendo sahido des-
la eidade passar alguns diaa no mato, ao vol-
ta r soube que o seu ex-socio \Bernardo Ferreira
Loureiro propalava que o annonctante tinha f-
gido desta eidade, e porque sega isso urna falsi-
dade, enempara isso havia motivo, por quanto
o annuociante desde 25 de noverobro do anno
lindo apartou a sociedade que i linha na padaria
de Santo Amaro com o dito Bernardo Ferroira
Loureiro, Scaodo este encarrWsdo do activo e
passivo da casa ; apressa-se annuociante a fa-
zer a presente declaracio para counecimento do
corpo do commercio.
Altencao.
Quem precisar de urna ama escrava para casa
de homem solleiro, ou meamo para todo o ser-
vico de urna casa de pouca familia, e cao engom-
mar, por 209 meosaes; quem quizer pode diri-
gir-se rus de Santa Rila n. 35, das 6 horas da
manhia at as 10 Ii2, e a tarde do meio dia at
as41|2.
Aluga-se a casa terrea sita na ra do Am-
paro em Olioda n. 43 ; a tratar em Saoto Anto-
nio, ra da Paz, outr'ora do Cano o. 9. Na mes-
ma casa precisa-se alugar urna preta escrava de
idade.media.
Compras.
Compram-se aeces do novo banco de Per-
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Compra-se um ou dous balcoes de amarel-
lo, em bom estado : quem tiver annuncie.
Compra-ae um sellim inglez j usado, po-
rm em bom eitado ; a tratar oo Forte do Mat-
toi, ra do Burgos n. 31, padaria.___________
Vendas.
Para o commercio
Licoes de liogoa ingWa a noite : oa roa daa
Larangeiraa n. 18, primeiro aodar.
Vende-se feijiu malatinho muito novo em
pequea e grande porgo ; na ra Direita n. 8.
Vendem-se 8 cadeiras e 1 par de consolos,
tud'i deamareilii, por prego commodo; na ra
do Nogueira o. 21.

Taberna.
estabelecimento de molhados da
alnz q. 4, um dos melhores Locares
muito bem softHo ; a tratar na
da Soledide a qualquer hora.
Cheguem ao barato antes
que se acabe.
Na loja de fazeodaa na ra da Madre de Dos
o. 16, defronte da goarda da alfandega.
Chitas escuras com toque de mofo corea f xaa a
160 rs. o covado.
Ditas inglesaa escuras pannos finos a 160 rs. o
covado.
Ditas fraocezss escoras a 200 rs. o covado.
Ditas superiores a 240 rs. o covado.
Ditas muito linas a 260 e 280 rs.
Ditaa assento braoco a 220 rs.
Velbutina pintadas 310rs.
Brlro riscado para caiga a 160 rs.
Madapolao muito fino com pequeo deleito a
4*500 a peca.
Brim americano largo a 330 a vara.
Dito trancado de lioho a ly a vara.
E oulras muitas fazendaa que se vendes at-
rito para acabar (a dinbeiro vista )
Delicadas escovas
cabos de marfm e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na verdade urna estova para limpar peales
lempre necessaria em qualquer toueador, ca
eipecialidade no da senhora que presa o aseis
e para que elle seja perfeito mandar comprar
urna deasaa escovas de cabo de asarlas oa aaa-
dreperoli que cuatam 2 e 3 rs., ns loja d'sguia
branca, na ra raa do Queimado n. 16.
Veode-se
azeile de dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzes e machinas, mais barato do que
em qoalquer outra parte; na raa do Vigario a.
19, primeiro andar.
Superior rap de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rap arioceza Brasil eaifru-
cos, chegado no ultimo vapor inglez Tynea ; ata
loja da boa f, ra do Queimado n. 22.
Coapees do Chille
Na ra Direita o. 76, esquina do becco dos Pav-
eados Mortaes, veodem-se chapeos de Chilla)
mullo Unos de copa alia e aba larga (a Garibaldi)
e de oulras muitss qualidsdea de gosto moderno;
assim como tem grande sortimento de livre. en
braoco para escripturacao, todo por precoa ra-
zo a veis.
Vende-se urna csss de taipa coberta de te-
nas, no lugar da ealrada Nova, coa 15 palmos de
frente e 25 de comprimenlo: na raa de S. Jos
n. oa.
Feijo preto
muito novo e birslo; veode-se nicamente aa
ra nova de Santa Rila, armazem o. 19.
Farinha de man-
dioca
de Santa Catharina, a mais nova que ha no mer-
cado : vende-se ensacada no armazem n. 19 da
ra nova de Santa Rila, e por medida a bordo do
brigue Hidas, defroute do arsenal de gatrm.
Vende-se um catallo mellado core cliaaa
brancas, novo e muilo manso, bom de cabriolet :
a tratar na ra da Santa Croz n. 1.
Piiulas
vegeto depurativas-pau-
listanas.
PLANTAS E RAIZES MEDICINAEs BRASILEl-
RAS DO DESCUBRIDOR
Carlos Pedro Htchccoia.
Eslaa piiulas pauhslanas, j lio eoobecMaa a
lio afamadas em todos os lugares deste imperio
pelas maravilooaas curas oblidaa com seo aso.
sio as provas evidentes a iocooteataveia de suaa
accoes e influencias que operam em todos os ca-
sos de eufermidades. Aa ditas pillas sio as me-
lhores que at agora sedescobriram, pelo motivo
qae ellas sao nicamente compostas de puros
vegetaes, recolhidos nos campos e matos da pro-
vincia de S. Paulo, e ellas sio sem duvida ele)
urna efficacia iocootestavel. Tratamente* com-
pletos de morphs, hydropesia, eryipella branca,
etc. etc.; na ra do Paito o. 119. oo Rio de Ja-
neira, e em Pernambuco na pharmacia do Sr. Jo-
s Alexanire Ribeiro, ra do Queimado o. 15.
E' chegado na taberna da ra da Cacimba o.
2 com (reble para ra do Vigario, urna porcio
de gingibre: os fabricantes da giogibirra a ella
antes que se acabe.
X. 43 Raa do Ainorim N. 43.
Ceblas a 600 rs. oceoto.
Vende-se, aluga-se ou permuta-se usa litio
em Beberibe de baixo, com proporcoes para ter
10 a 12 e mais vaccas de lei te, ierras para gran-
des brizas de capim, capoeirss psra tirar lenbas,
bastantes laraogeiras, sapotizeiroa e ootraa arvo-
res de fructo, a dona faz lo 1o negocio em codsc-
quencia de ser viuva e nio ter forca para traba-
lhar em dita propriedade ; os pretendeotes pdese
dlrigir-se a mesma i tratar coa a viuva Sea a.
rioba Germana do Espirito Sanio.
Pao de Senteio
Contina baver o pi de Seoteio oa padaria esa
Santo Amaro atraz da fundicio do Sr. Star, e as
seguintea casas no Recifa, prs;a do chafariz, raa
do Brum, taberoa o. 47, ra da Imperatriz, ta-
berna n. 22 ; em Olinda nos Quatro Cantos, ie-
posiio de aasucar defroute da botica, caaa ama-
relia, nos das de quartas e sibbadoi de cada se-
mana.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-se ss luvss pretas de pellica com pe-
queo toque de molo por preco baratiaaima ; aa
loja d'aguia de ouro, raa do Cabug n. 1 B.
Vende-se por preco commodo ums mohilla
de amarello, Sespelbos grsodes, 1 candelabro de
4 luzes e 2 parea de lanteroas, lado de vidro, 3
quadros, 1 armario eovidracado: quem pretea-
der dirija-se a ra doa Hirlyriun. 13.
mmcijm
rUMIC0 LOW-MOOI
Roa daSeaialla (Uta Jkl.
Hasta stibalacimento continua a aaveram
lompleto sortiasento demoendasemeiaaasaaaV
das jaradnganho,machinas da vaper aiaiaa
farro batido a eoado,de todoi o si
para dito,
_-________
-----------_
a*



y



M DS HNUAO DBJ1862
*
Escancia de
Para engommado.
TMlen-M rasqoinhos com esc
'le para engommado
inte para dar cor
de miia a mala a piad
4* ail
una
dYgomma leudo de mais a mala a preciosttade de
al manchar a mpi cono maitas vezad acon-
tece com o p de ail. Calta cada fraqoinho
500 rs.: na ra do Queimado loja da agu aran-
sssas* osa
JLoja das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento
aoupafeita mutto baraU.
Paletoii de panno fino sobrecasaco .
Atoa da caaemira de cor de fuslo, ditos
de brim de coiea e trancos, ditos Ue
ganga, calcas deessemira pretai e de
corea, de brim branco e de corea, de gsn-
Ss, caraiiii com pello de linho mullo
as, ditas de algodao, chapeos de sol
S d apacaa 4 daem.
Esponjas finai
para o rosto.
Vende-so mui finas esponjas para rosto, a 29
cada ama : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Noyos enfeiles e cinto
dourados.
A loja d'agoia brancj scha-se recentemenle
prvida de um bello e variado aorlimento de en-
feiles de diferentes qualidades e gostos, os mais
lindos que possivel enconlrar-se ; assim domo
est igualmente bem sorttda de booitoa cintos
dourados e prateados, sendo lisos, de listr
matizados, e bem assim os de ponas ca
tendo de tudo multo para satisfazer o bom
do comprador, que munido de dinbeiro nio
xar de comprar : na ra do Queimado, loja d a-
guia branca n. 16,
Entreodos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorii-
meoto deentremeioa bordados em fina cambraia
transparente, e ceaao de aeu costume est ven-
dendo baratamente a 10200 a pesa de 3 varas,
tendo quantidade bastante de cada padrio. para
realidos ; e quem tlver dinbeiro approveitar a
occasiio, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
&Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em valas sempre
vender o bom, mandn vir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez) aa superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mal bem fri-
tas, sendo para altaiates e costureiras, e cusa
cada papel 160 rs. A agulha aasim boa anima
e adianta a quem coae com ella, e em regra aao
mais baratas do que ssoutras; quem as com-
prar ns ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem dellas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'sguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosto, e proprios
pars enfeiles de vestidos de noivas ou convida-
das, sendo bicos de blond da diversas larguras,
franjaa brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhose sem elles, ciscarrilhaa brancas e mui-
taa oulras cores, finas e delicadas cape lias bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sollos, lu-
vaa de pellica enfeiladaa primorosamente, rsui
bonitas e boas litas de chamalote, e emfim mul-
los outros objectos que a pedido do comprador
sero patentes, e vista do dinbeiro nao se dei-
xari de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tabaeo
Vende-M pelo b*atopre a lata com urna libra/Wexcellente e j
bem conbecido tabaco aaterlcano, pro-
prio para cigarros, e o mdhor que tem
rindo ao mercado: na ra da Gadeia
n. 17.
^ende
Pechii
Geographia
Vende se dou globo em meto uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
ettudantes aueos pretenderen podem
dingir-se a hvraria universal de Guima-
res&Olieira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Vende-se fioissima* liras bordadas a 2J e 2J500
a eca babados francezea multo unos e com
toldados multo lindos. 2J, 29500. 3| e 4|500 a
peca : na rui do Queimado loja de miudeas da
toa fama n. 35.
Agulhas francezas
Vende-se agulhas francesas de fundo dourados
das melhores que tem vindo ao mercado a 160
rs. o papel, carteiras demarroquim com agulhas
sortidas e todas de muito toa quslidade a 1
cada urna, ditas de papel dourados e com multo
bom sortimento a 320 rs., caiiiohaa com 100
agulhas sortidas muito toas a 200 e 280 rs. ca-
da urna : na ra do Queimado loja -
da boa fama n. 35.
de miudezas
Fitas de chamalo-
te muito boas ejire^S
bonitas.
noli.
:e-ae por com modo p*id> um sitio na
Torre, cercado de limio, cora toa casa de viven-
da. estribara, cacimba d* toa sgsja para beber,
com obaobo do famoso Capibaribe a porta e
bastantes arvoredos de rucio ; a trattr com o
8r. Jos-Aievedo Aodrade na rus do Crespo ou
com o proprietario do meamo aitio Joa Mariano
de Albaquerque na estrada doCozaog.
Na loja de ferragens na
ra da Cadeia n. 44.
Yeode-se a verdadelra grexa o. 97, do muito
antigo e besa acreditado autor Day and Martin,
em barricas com 15 duzias de bolnei e a rela-
lho por prego commodo, e igualmente colla da
Babia em saceos e aa libras, e canoas de earrei-
ra de diversos comprimenlos voolade dos pro-
tendentes.
Novidade no tor-
rador!!!
23 Largo do Terco 23.
Qoeijos flameogos muito Ireseaea, chegados
neste ultimo vapor a 30, manteiRa francesa a 720
e 640, manteiga inglesa flora 900 e 800 rs., em
porco ae far aba lima uto, assim como se torra m
outros mullos gneros pertencenles a molhadoe,
assim como sejam, caf, primeira e segunda sor-
te, arroz, velaa despermacele e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendem por me-
nos do que em outrs qualquer parte a dinheiro
villa.
Para o funeral do Sr. D.
Pedro V,
VeDdem-se superiores luvas pretaa de pellica
de Jouvin chegadaa no ultimo vapor francez, pe-
lo baratoho preco de 20500 cada par : na ra do
bem conhecida loja de miudezas
|TnSTffi^ d .eimi*.v.
a
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beiriz, ra dos Pires n. 2 vende-se a muito
acreditada bolacbinha igual a ingleza, dita de
araruta, todoo trabalho oeata casa bem como o
pao e bolacha feito das melhores farinhas e
trabilhado com o maicr asseio possivel, farlnha
a melhor do mercado a 180 rs. a libra.
Farinlia de mandioca
Vende-se muito boa farinha de man-
dioca no forte do Mattos: armazem da
companhia Pernanbucana n. 1. m
Veode*-se urna negrinha muito linda, de
idade 6 annos: na ra Direita n. 8.
A dinheiro ou a
praso.
Vende-se um carro depasseio, patente, iojtei-
ro, com asseoto para seis peaaoas quasl novo e
por prego commodo: na ra do Livramento
n. 25.
Leques.
Vendem-se lindos leques de madreperoli,
mais fino possivel: na loja d'aguia de o uro,
do Cabug o. 1 B.
luwvas Ae fouvln.
Vendem-seas verdadeirasluvasde Jouvin,he-
!;adas por este ultimo paquete da Europa
oja d'aguia de ouro, ra do Cabug o
Gollinhas
i.
o
ra
na
de traspasso bordadas e
cambraia fina.
Vendem-se a SO cada urna : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branes n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antea que
se acabem.
Novos cinteiros de fitas c4m
pontas cnidas e franjad,
. loja d'aguia branca aesba de receber pelo
vapor ioglez os to procurados e muito bonitos
cinteiros de utas com pontas cahidas e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas as senhoras que a desejavam ; elles achara-
se nicamente na dila loja d'aguia branca, re a do
Queimado n. 16.
Chapeos de palha.
O mais lindo sortimento de chapeos de palha
das formas as mais modernas de Paris, para se-
nhoras e meoinaa, ricos siotos ultima moda, di-
tos com lacos bordados : na ra do Crespo n. 4,
casa de J. Falque.
Tiras
hordadas em ambos os
lados,
Vendem-se tiras de cambraia bordadas em am-
os ooslados, que pela largura bem se pode par-
tir a meio, para saiaa e outras muitas cousas,
costa cada lira 10200: na ra do Queimado, loja
oaguia branca n. 16.
Polassa americana.
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualldade : no escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
CHPEOS A GARIBALDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunha A Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e feltro, mui lindos, e se ven-
dem pelo barato preco de 10 e la
Paletots a Garibaldi.
Palelots de seda a moda Garibaldi, imitando o
mais floissimo brim trancado de cores, muito pro-
prios para os bailes, testase passeios esmpestres,
pelo diminuto prego de 10$.
Chapeos baratos.
Chapelinas de seda para senhora, pelo baratis-
aimo yeco de 89, chapeos de seda O de merino,
bem enfeitados, para meninos e baplisado a 6 e
7|, ditos de palha e seda para senhors a 10$, di-
tos de seda decores, copa baixa, para bomem a
6f, ditos de casemira le cores, pelo diminuto
prego de 10600, chapeos de caator baaoco aem
pello, bonitas formas a 12$, bonets francezes de
panno para meninos a 23300 e 33.
Guardanapos e toalhas.
Duzia de guardanapos para mesa a 2$ e 20400,
toalhas para mesa de 1(4,1(2 e 2 varas a 19000,
10500 e 23.
Os burros e carelios existentes no armazem
do Sr. Aodr de Abreo Porto, defronte do arse-
: nal de marinha, vandem-se s voolade e escolhs
,. dos compradores: tambem se venderlo do mes-
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va- m0 modo CM08 muil0 t'iperiore<> que iervirem
por inglez sus encommenda de noss, oomias e agurdente oumel: na ruado Trapiche 0.4,
largas fitas de chamalote brancas e outras cores, rfB|e|r0 an(ltr>
as quaes sao eicelleotes para cilos, lagos, etc.,. mMmamajsaWnSVaSSalaesJB HMSM
de vestidos psra casamentos e bailes, assim como | *W
para lacos debouquetes, cinteiros de crianzas e m
muitas outras diversas cousas, e como de aeu w
costume os precos sao menores do qneem outra
qualquer parte; aaaim quem munido de dinhei-
ro, dirigir-se a ra do Queimado loja d guia
branca n. 16, ser bem servido.
de]
GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a 5#500, e meia arroba 2)^000,
e a libra a 160 ris : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas prticularesl lo
go que seja diariamente, at que se
acabe o gelo.
Grande
ipksikh
Superiorea paletots de panno preto muilo
obra muito bem feita, pelo baratissimo pre
200 ; na ra do Queimado n. 22, na bem co
cida loja da boa f.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernajde
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com ros o, e
meia perna de porcellana aos baralissiroos precos
de 240,360,500,560. 640,720, 800 e 130O0: isso
ns ra do Queimado, loja d'aguia branca ni 16.
Vende-se urna prelado meia idade cora to-
das as habilidades: na ra do Raogel n. 69.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C-, successt res,
ra da Crus n. 4, vendm-se :
Machinas para regar hortaa e capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas psra cortar capim.
Selins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal prncipe prateadas.
Alcatro da Sueeia.
Verniz de alcatro psra navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade do Par
Viobo Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Aradoa e grades.
Brilhantes.
Csrrocas pequeas.
Vende-se ou permula-se por escravos de
servico, a cas* terrea n. 57, si ti na rss de Santa
Rita: a tratar as ra dssTnncheiras n. 5.
M. O.8ieo*r & 0. aaceatorea,raa da Cruz
n. 4, tam paraveoder relogios paraalgibeira da
ouro e prata.
Leite
Vende-se leite paro ao p da vacca ; na r a do
Sebo o. 35.
Vestuarios para mentos,
de fuito, enfeitados, a 80, baldes para aenhora
a 30500, bonitos vestidos de phaotesia pelo bara-
to preco de I2J, atoalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largura a 2J240 a vara, mantas
de fil branco, manteletes, leques de diversas
qualidades, gollinhas, manguitos, sedas de qua-
drinhos, e outras muitas fazendas que ae ven-
dem por barato prego na referida loja cima.
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado aorlimento do
roupas Teitas, calcados o fazendas e todos
estes se vendem por precos muito modi-
tlcadoi como de seu costume.assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurioos a
269,289, 30} a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16$, 18f 200 o a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padres a 140.160. 180.200 e 240,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99,109,.129e a 149. ditoa relos pe-
lo diminuto preco de 89, 109, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 1%9,
ditos de merino de cordo al2|, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 o a 109, ]
ditos siccoa pretos a 40. ditos de palha de 1
seda fazenda muito superior a 49500, di- I
tos de brim pardo e de fuslo a 39500, 49
e a 40500, ditoa de fuslo branco a 40.
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 40, ditas de brim de cores
flnasa2$500, 39. 39500 e a 4$. ditas de
brim brancos finas a 40500. 5g, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 50 e a 65, colletea
de gorgurao prelo ede cores a 5J e a 61,
ditos de casemira de cor o pretos a 48500
e a 50, ditos de fuslo branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 45,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
calcas de merino para lulo a 4|500 ea5g,
capas de borracha a 99* Para meninos
de todos os tamaohos: calcas de casemira
preta e de cor a 5|, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 23, 39 e a 30500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6g e a 79, ditos
deaor a 60 e a 7$, ditos de alpaca a|39,
sobrecasacos de panno preto a 120 o a
149, ditos de alpaca preta a 50, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas psra meninos do todos ostamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babadoa lisos a 80 e a 12j, ditosde gorgu-
rao de cor o de lia a 50 e a 60, ditos do
brim a 30, ditos da cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outraa
fazendas e roupas teitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; issim comorecebe-ft> toda qual-
quer encommenda de roupas psra se
mandar manufacturar e que para este flm
tamos um completo aortimonto de fazen-
das de gosto e urna grande offleina do al-
faiata dirigida pomm hbil
pela sua proraptid e parfel
isa deseiar.
mmmmm^mni-mmmm
* Para acabaL
Na ra do Queimado n. lOg
loja de 4 portas.
Venderse chapelinas de seda para se- *-
nhora a 89.
Organdys padroes os mais modernos a
600 rs. a vara.
Sedinhas de quadrinhos a 800 rs. o co-
vado.
Casacas de panno preto muito fino a 2
200000. S
Manteletes pretos s 159 e 20.
Riquissimos vestidos de seda de cores Vg
e pretos o oasis moderno que tem appa- _ recido e por baratissimo preco.
Potassa daRussia. i
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira 4 Filho, largo do Corpo Santo.
4s verdadeiras luvas de
Jouvin.
Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
nrfJUL
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezaa
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendenrto
todo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Gr
Inleresse publico.
jOfferecido pela loja
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tar coocurrencia publica o que ha de
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para este fim espera de seua
correspondentea de Inglaterra, Franca e
Allemaoha as remessaa de seus pedidos,
tem resolvido, antes de apresenlar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendaa exis-
tentes, o que eftectuar por precos m-
dicos e psra cujo fim convida o respeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
tem para vender *de boa
qualidade folha, esan/io-
e baca* de
seriecupa prego favorito.
ova loja de funileiro da
ra da Cruz Jo Recife
numero 37.
Manoel Jos di Fons^ca participa a
todos os seus (regueze tanto jot iraca
Cmodo malo.ejuM'nieijir aureti'Hia-
velpublico,queioraou -i* 1 tt-i^i. ce
balsar o prego de loaas asua><>i.ra.'.i or
cojo moo tem para vender uo grade
sortimento dobah* e bacas, ludo da
diferentes lmannos e dediversss cores o
em pinturas, e juntamenteam grande |
sortimento dellversaa obraa.contrndo (B
banheiroa egamelascompridas.grandes I
e pequeas, machinas para caf ees DO- V
cas para conduzr agua grandes e peque- 8
as. Islas grandes psra conservar tan- tt
nha e regadores ao uso ds Europa, ditos- 9
grandea e pequeos ao uso do Brasil e
camas de vento, latas de arroba a 1, 1
bahsgrandet a 40 a peque no a 600 |
rs.,bacia grandes s 59 e peqoenar- a 9
800 rs.,cocos de sza a 10 a duzia re- t
gadores regulares muito barato, ditos 5
pequeoos a 400 rs., de ludo* ektes objec- y
los ha pintados e em branco e'ludo mais an
se vende pelo menos prego possivel: na Jm
loja da bsodeirs ds rus da Cruz do Re- 3
cife n. 37. K
9KMMNN9NSNS MSCiettWHIg
Plvora. !
Vende-se plvora de superior qualidade e
chumbo de municao por menos do que em ootra
qualquer parte ; tratar no esciiptorio de Antonio
Cesario Moreira Dias, no Forte do Mallo, rus ds
Moeda n. 27.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F na ra do Queimado n. 2%
sempre se encontrarlo as vrrdadeiras luvas de
Jouvin tanto "para homem como para senhora,
advertindo-se que para aquelles ha de muito
lindaa cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado n. 22. -
Banha fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a aprecia.el baoha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
loja de 4 portas de Fer-
rod Meia,
vendem-se ss seguimos breada* sor tetada da
aeus valorea soroeole coas o > de acabar.
Chaira da touqui o melbor que tea appare-
eido no rrereado a 8.10. 15. SOe 30f.
Seninhas deqo*driiih Chtly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 5UO rs.
Cassa frsoceza, covado 740 rs.
Corles do cassa de aalpicoa a 3$.
Grosdensplt- prelo, covado 10.
Dilo amarillo, covado 600 rs.
Chalea de merino bordados a matiz a 4f.
Cortes de velludo de cures para collete a 3f>
Paletots de brim da cores a 30.
Lencos de sena de coi es, um 600 rt.
Chceos de palha para senhora mais moder-
no e rico que lem apparecido a 12, 14 150.
Ditos para meninas e meninos por barato pnce
Honels de palha psra meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fszeoda Bailo su-
perior s 8}.
Paletots de alpaca preta e de cores a 8f.
Tailaiaua de lia com palmaa matizadas, fazes>-
d* moderna e prupria pars vestidos de senhora e
innmnns. covado 400 rs.
Chapelinbas de seda para senhora, urna Cf.
Metas psra menina de S a 8 anuos, danta tf.
V'slidos prtlos bordados a vellado.
Ditos olios com babados.
Dit* de cores, riqoisstma fasenda.
Panoo fino de todas as cores, covado 21500
3000.
Manteletes pretos lisos a 12 e 150.
Ditoa ditos bordados o mais rico possivel.
Cortes do nova (azenda intitulada moasaabi-
qun, prnpris para vestidos de senhora.
Atoalhado de linho com 10 palmos do largara,
vara 20*
Bramante de linho, 12 palmos de largara, vsra
20000.
Uiio de dito muito (ion a 20300.
Chales de laa e seda a 20.
Alera das fazendas cima manciooadas ba moi-
tf s outraa de apuradoa goslos, que se vendem per
diminuios precos.
Luvas prctas de pellica.
Ctiegaram 00 vapor francs novas lavas de
pellica pieles e outraa cores para borneas e a-
nhora : quem dellas precisar, dirRit-sw direc-
tamente rus do Qu-iroado, )0ja o'aguia branca
n. 16, que rer bem aervido.
RelogiGs,
Vende-se amcass da Johnsion Paier 4 fj.,
ra do ViRario n. 3 om bollo ortianeDto do
relogiosdeouro, patente ingles, de no dos sais
afamados fabricantes de Liverpool, tamtxx
nasa variedad* de bonitos iraneolini para ot
mesrios.
%
roza de peonas de bqo de diversos mo-
dellos a................................
Caixas com agulhas francezas a..........
Caias com alnetes a..................
Caixas com apparelhoa para meninos....
Ditas com dilo para grandes a..........
Baralhos porluguezesa............120 e
Groza de boloes de osso para cal(a, pe-
queos, a..............................
Tesouras para unha muito finas a......
Ditas para costura a....................
Baralhos francezes muito finos a........
Agulheiros com agulhas a..............
Caivetes de 1 folha muito finos a 80 e
Pecas de tranca de laa com 10 varas a..
Pecas de franja de lia com 10 varas a..
Pares de sapatos de tranca a............
Carlas de alfinetes francezes a..........
Escovas para limpar dentes a 200 e....
Massos com grampos muilo finos a....
Carloes com clcheles com algum de-
feito a..............................
Ditos de ditos de superior qualidade a
Didaes de ac,o paraseohora a............
Bialejos con duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
Eofiadores para vestidos, sendo muilo
grandes a..............................
Caixas com clchales francezes a........
Carlas de alfinetes para armac&o a
500
120
60
240
500
200
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova ofiicina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Nesle rico e bem montado estabelecimento en-
conlraro os fregueses o mais perfeito, bem aca-
bado e barato 00 seu genero.
URNAS de todas as qualidsdes.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIRUSde todos os tamauhos.
SEUICUP1AS idem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de lodas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de lodas aa qualidades.
PANELLA.S idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e (landres para qual-
quer aorlimento.
VIDROS em caixas e a retalho de lodos os la-
maodando-se manhoa, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendss de qualquer natu-
reza, coocertos, que tudo sera desempenhado s
contento. f%f
SABAO.
Novo paquete das iiovidades
23-Rua Direita-23
Nesle novo eslabelecimento achara o publico um erande sortimento tendente a molbados
ludo por prego mais barato do que ero outra qualquer parte :
Manteiga ingleza especialmente escoihnia a 800 e 960 rs. a libra.
Dita francea a melbor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos lamengos cbegado< no ultimo vapor a 29S00 e 3$.
Cha hyson e preto s 20 e 20880 a libr.
Vioho engarrafado dos meihores autores a 10 a 18200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para pisto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhore* autores a 900 rs. a-libra.
Ameixas portuguezas a 480 rs. a libra.
Psssas muito novas a 500 rs a libra.
Latas com bolachiohas de differentes qualidades a lgOO.
Conservas inglezas as melhores "o mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, tatharirs, macarro e alekria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a ofiO a garrafa.
Geoebra dehollanda superior e 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs a libra.
Ditas de espermacetea 760 r. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. p garrsla.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpiste a 160 rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa a 360 rs. s libra.
Alm dos gneros aoounciadosachara o publico or -inde sortimento de um tudo tenien-
te a molhados mais barato do queem outra qualquer parte.
Joaqolm Francisco de Helio Santos avisa aos
soaafreguezea dests prara e os Je fra, que tem
exposto venda sabode sis fabrlcadenominada
Recifenoirmazem doaSrs. Travassos Jnior
l C, na roa do Amorimn.58; massaamarella,
castanba, preta e outras qualidades por menor
prso qae de oatrasfabricai. No mesmo arma-
tem tem feito oseu deposito develas de carnal-
zasimplessom mistura alguna, como as da
200 composico.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
pleto sortimento de flores, o mais fino que pos-
sivel eucontrar.proprias paraenfeites de caneca ou
vestido, cousa muito chique, que "se vende por
prego que admira, sendo a 800 e 10 o cacho.
120
400
400
320
80
160
1^280
100
400
40
20
40
100
100
200
80
40
80
Mi cangas miudas de todas
as cores.
A loja d'agoia branca acaba de receber
procuradas micaogas miudas que
essas
servem pars
utelras m"uit"o finas a".7T.7"T.T'."!!! 10000) pulceiras e outras cousas, e por isso avisa as
Tinleiros de vidro com tinta a.......... 160; pessoas que ellas esperavame as que novamente
Ditos de barro com tinta superior a.... 110'quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
Ara preta muilo fins, libr*............ 120 prarao um masso muito maiordo que os antigos,
Isso somente na loja d'sguia branca, roa do Quei-
TTENQAO l
ML JPMdEW'ff:
N.
Sortiiueato completo de fdzemlas e roupas feitas
da lmperatrizN. 8
apodara franceza.
i8-rtua
Junto
i
*
mado n. 16.
prelo saceos a 70. 80 o 139. oilo*
sem segundo.
Rus do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por precos que
a todos admiram, assim como seja :
Frascos com agua de Lavando muilo su-
perior e grandes a.................... 800
Duzia de saboneles muito fiaos s...... 500
Sabonetes muilo finos a................ 160
Ditos ditos muito grandes a............ 200
Frascos com cheiro muito finos a...... 500
Garrafaa com agua celeste superior a.. 1$000
Frascos com banha muito fina a........ 240
Ditos com dita de urso s................ 600
Frascos de oleo de babosa a............ 240
Ditos de dilo muito finos a 320 e...... 500
Ditos com baoha transparente a........ 900
Ditos com superior agua de colonia a... 400
Ditoa ditoa frascos grandea a............ 600
Dilos de macaca e ae oleo a............ 100
Linha branca do gaz a 10 rs. tres por
dous e s.............................. 20
Linha em carl&o de Pedro V com 200
jardas a ............................., 60
Dita com 50 jardas a.................... 20
Duzia de meios cruaa muito encorpsdas a 20400
Dita de ditss muito superiores a.,...... 4O500
Ditas de ditas brancas para senhora a.... 3S0OO
Bicos da largura de 3 dedos, vara a..... 120
Groza de botes de louca a.............. 160
Carriteis de linha com 100 jardas a..... 30
Duzia de phosphoros do gaz a........... 240
Dita de dilos de vela muito superiores a 240
Pe^ss de fila para coa de todas aa larguras 320
Franjas de linho para toalhas (vara).... 80
Bicos das Ilhas por todo o prego, por pedido
que techo do fabricante para acabar, e por isso
oo se olha o que custou, o sim o que d.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rt. idem
de Low Hoor libra a 120 rs.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
se encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
precos baratissimos, como sejam: esireilinbas
pretas e de lindas cores a 10, ditas com pontas
largas a 10500, ditas pretas bordadas a 10600. di-
tas pretas para duas vollas a 5J ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Urna barcada.
Vende-se urna barcaca do porte de 35 caixas,
encalhada no eataleiro do mostr csrpioteiro Ja-
cintho Eleabao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
as, sonde pode ser vista e examinada peloa pre-
tendenles ; vende-se s prszo ou s dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
aLenoa bta^cos muito
finos,
Vendem-se lencos brancos muito finos, pelo
diminuto prego de 20400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, oa ra do Queimado
numero 22.
Caivetes flxos para abrir
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixoa para abrir latas de sardinha, doce,
bolachinhas etc., etc. Agora pela festa cmese
muito dessas cousas e por isso necesssrio ter
um desses caivetes cujo importe 10. comprso-
do-se ns ra do Queimado loja da aguia branca
o. 16, nica parle onde os ba.
Arado i americano >e machina-
paralara roupa:emcasa deS.P. Jos
hston & G. ra datinzala n.42.
Feijo de corda. #
No armazem de Tasso Irmios, ra do Amorim
numero 85.
79, ditoa de meia casemira de r
49, ditos brancos de bramante a
a 169. 189 e 20g, ditos com 20IU
80500 a 49, ditas de cor a 1&6U0
para senhors a 4g e 5>. e outras
der por precos commodos.
Encontra-se neste estabelecimento um completo sortimento de roupas de todas is qualida-
des como sejam paletots *e alptc 1 preta de 30" 1"9. ditos de merino preto 70. dito d as*n
de rasnmira de 79, 93e ti?, ditos 'la alpaca da cor a 39500. 4j
3MX) n pretos a 5| ditos de brim ptrdoe de corea $950 e
3050o e 49, ie brim trancado a 49500. sobreeataco de tsamo ir.io
de vollu-lo a 189, sortimento de calcas Brancas d tuina a tSfOO,
29, 2(500 39. it"* d- z*ngt de rtr a 2-7011. de asesar e*srnaira
a 30, 30500 e 69, ditss de casemira superior a 6j50O. 79500 > 99. ditas pretas s 4f500,7|, 80 e itdj,
e de outras muitas qualidades, sortimento todss as qualidades e prego, serruUs d algodao, de br.inaritn e de linho por preco a.|>>ir*v-i.
Um sortimento de roupas para meninos de diversos tamaohos. chapeos francezes pars er>c* <
todas as qualidades, rhapos deso de seda a'imiravel pechinrha para liquidar a 50000 a 60, dito*
muitas qualidades de fazendas e roupas (eitas que se afiance vea- (
GRANDE DEPOSITO
DE
lOil Sft FillSA
DO
BaRBALIIO (Cab i.)
41-RUA DO IHPERADOR-41.
Neste deposito existe grande qaauudade de louca e de todas as qualidades. o qae so pi.'e
desejar de bem fabricado e oe boa qualidade da barro, coma propriedade do conservar a agna
sempre fra, como sejam jarras, resrhadores, muriogues, quartiobas, garrafas, copos pare igaa etf.
De obras vidra<1as.
Tem ricos vsso8ja#a Qoees, talhas. alguidarea de todos os lmannos, asoadeirat, bei>a>
com lampos esem elles, panellaa para o*ter-se bolos, escarolas, enluias, frlgideiras muitas os-
tras pegas qu seria enfadonho mencionar.
O proprietario desta fabrica a primeira desta genero entre nos espera oblar do rasaaitaval
publico eoirnacaoe concurrencia e para conseguir esae fim vende s sua louca asis barata av ajas)
at aqui aa venda neata cidade.
Aprompta qualquer factura' para exportar, alm dos precos commodos portae veada
por cento de abate para quem comprar de 1000 para cima e desss qasntia aera asease IstWaV
por cenio.
Qualquer encommenda pode aer entregas no deposito da fabrica ras ds Imperador a. 41.


DIAMO K PEMAHMiCO (JUNTA F*UU lt
aja das 6 por-
tas em frente do
Livraiifcnto.
Chapeo de sol de alpaca a 4jjf.
Duzia 18100 p o par a 120 ri., ditas brancas
inuilo unas a 25500 a duna, lencos de
eassa com barra decores a ISO rs. cada
uro, ditos brancoss 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 3g. lazinha para ves-
tidos a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 59 e 6*, tarlalana
branca e de cores muito fina com Tara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
016 de linho Uso a 640 rs. a vara, pe- '
Cas de eambraia lisa fina a 39, castas
decores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs. o
corado, calcinitas para menina de escola,
a'IJ o par, gravatinhaa de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada,
um dutia 28, pecas de eambraia desal-
pico muito fina a 3J5500, peca de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o corsdo, a loja est
aberta das6 horas da njtnhaaas 9 da
noite.
!
Enfeites para cab$fa
Vende-fe a asis atetemos aafaiUs fue ten
Va !tn *), da muitas qaaHdades
e 8000 cada jin>, diios pretos com vldrilho a
IfaOO: os rae do QaaisMdo loja eeaiauezac da
boa fama n. 35.
Laa muito fina para
bordar
Vende-se a 8* a liara : na ra do Queimado
loja de miudezi da boa fama n.35.
Luvas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvas de camurca
para bomens a 29 o par, ditas de fio 4a escossis
Orsncas e de cores a 800 rs., ditas da seda eu-
feitadas para seobora a 2J, ditas de torsal pretas
a 19 : na ra do Qaeimado loja de miudezas da
boa fama n.35.
Chicotes de gosto e multo
fortes.
Vende-se muilo bonitos chicotes de balis com
caatoes de marflm e de metal para homens a se-
nhoras a 4 e 59 cala um, ditos de estalla tambes
muito bons a 39, ditos de junco porm muito bem
acabados a-sg: na roa do Queiaaado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Gabaz.es para scn\\oran e
meninas.
Vende-se pelo baralissimo e admiravel prego
de 3 e 49 cada um, e affianca-se que quem os vir
nao deixar de comprar, to bonitos a alis slo
ellos : ns rus do Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occasi&o em que
se escreve e por muito pouco lempo fica preta e
bem preta, bavendo a vantagem de servir para
copiar cartas: na ras do Queimsdo loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Agulhas imperiaes
, tem o fundo dourado.
A loja d'sguia branca, tendo em vista sempre
vender o bom, mandou vir de sfla conta essas
Vende-se cintos dourados e de palha o mais superiores agulhas imperiaes. as qnaes aesbam
bello que possirel encontrar-se, pelo biratissi-, de chegar (pela primeira vez) tendo os fundos
rao prego de 39 c*da um, ditos de Uta dfe muito dourados e pontas mui'bem tiradas, e custa cada
lindos roslos a 2$ ; tambera se rende firellas papel 160 rs. Cozer-se com urna agulha assim
muito lindas e de muitas qualidades proprias un- boa, anima e adianta quem trabalba, por isso
camenle para cintos a 29; na ra do Queimado 6 dirigirem-ae ra do Queimado loja d'aguia
loja de rcludezas da boa fama o. 35. brenca n. 16, que serio bem servidos.
para

Asteas de acopara
bales de se-j
nhora.
Vende-e a 160 e 200 rs. a rara : na ra do
Queimado loja de miudezas da boa fama n. 35.
Luyas de pellica dp
Jouvin.
Vende-se as rerdadeiras luras de pellica de
Jourio para bomem e senhora a 29500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
n. 35.
Cintos do ultimo gosto.
ARMAZEM PROfiRESSO
Francisco Ferirandes Duarte
\A
sa
>M
AQaoca-se a boajqualidade de todo qualquer genero
comprado nesle armazem, assim edmo vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em oulra
qualquer parte.
MLa'iteiga ingleza,
batimento.
3&imtQga fr^neexa
<*ne\lo do rotaoehe a09aesle uUimo Tapor por 30OO.
Qutij mais superior do mercado i 800 rsa libra, em barril te far
i mais ora a 600 rs., em barril, e 640 rs.
libra.
8 19000.
a prala, \iy*s*iii| e nseto
29000 rs a libra.
Pie'Minto pava Han bte
Pr&znnto &?> ?eiao
Salame
e superior qualidade e muito frescaes s 800 inteiro, em libra
os melhorea que ha no mercado 39000, 29600,
muito novos a 500 rs. a libra,
de superior qualidade a 410 rs. inteiro, e 480 rs. a libra.
o pode harer por estar prompto a toda a hora a 19 a libra,
a 320 rs, a libra, e arroba a 99000
a 720 rs. a libra,
e em lala com 10 libras, por 49500 rs.
A3<000.
Chapeas da patheaaa Isa entestados
afaas ; aa ra* de Oeaee a. 10.
Aoe Uhaqutstas.
Veadem-se snperiores lencos francetee a laat-
tagao dos de linho, muito proprios para as taha*
quistas por serem de cores escaras a fitas, pele
baralissimo prego de 5 e 6f a duzia : aa ra 4a
Queimado n. 24, na bem conheelda laja da boa fe.
Fil liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlataaa branca
e de corea, pelo earsMaaiiBo prego de 800 rs. a
vara ; na bem conhecida loja da boa f. na ra
do Queimado o. 32.
Toalhas pava maos.
Venden-se muito boas toalhss para moc pele
barato prego de59 1 duzia ; as. ra do Queiaaa-
do a. 22, na loja da boa f.
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos e superiores afeites os mais
modernos que ha, pretos e de cares, pelo bara-
lissimo prego de 6 e 69500 : na loja da boa fi,
na ra do Queimado n. 22.
Catnbraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o corado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida laja
da boa f.
Cambraias francezas fnissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muilo bonitos padrdes, pelo barato prego de 700
rs. a rara : na loja da boa f, na ra do Qaeima-
do n. 22.
Camnrala Visa.
Vende-se eambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5f pega com 8 112
varas, dita tspada muito superior, pega de 10
varas a 6f : na ra do Qaeimado n. 22, ni loja
da boa (.
Bramante e atoalndede
Vinno.
Vende-se superior bramante de pero linho com
duas raras de largura a 29400a rara, assim cono
atoalhado adamascado tamben de paro lieho,
com 8 palmos de largara a 29500 a vara : aa bem
conhecida loja da boa f, na roa do Qaeimado ni-
ero 22.
Cartea de ealca.
Vendem-se corles de caiga de meia eaaemira
de cores escaras a 2| cada corte ; na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Porl bouqoets,
Dourados com cabos dema-
d repero la.
Chegaram opportunamente para a loja d'sguia
branca os bonitos port bouqueta dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aua propria encommenda, fleando assim remedia-
da a falla que novia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casamentos e bailes que se cootam nesses
das, por isso as pessoas que por el les esperaram
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-ae munidos de dinheiro i loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que eocontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f-

45 Raa Direite 45
OugamL. Ougaml..
O traste indispensarel ao homem cirilisado
eem coolr.dic.lo o spalo 1 E* elle to oecessa-
rio como o pao ao estomago. Tolera ae um
chapeo jaca ; urna casaca de ajusfar taboado ;
um vestido desbolado; mas o sapato acslcanba-
do e rolde, a botina sen lustre e j descosida
urna indecencia, um insulto ao orglo visual de
um christao. E* por lao graves consideragdes
que o propietario deste estabelecimenlo.
acaaaooo de receber um magnifico aorlimento,
roga aoa seua freguezea se apreasem em renorar
o caigado velbo victo estar-moa na (esta
rejan:
Homem.
MI LIES (chagro privilegiado) frescos co-
ma e agaa do Prata......149000
BOilZEGUINS.inteirigos (leelntM) SJwO
diversos fabricantee. 8000
..-* a ,0lr (Chincha. 5J500
Sapatoes de Nantes, raqueta de lustre
biteria.........
Ditos Nantes batera. ....


>

>

69OOO
59500
59000
49500
39500
59200
31000
2(000
I95OO
'"teies........
Nantea meninos.....
lustre {sola e rica.....
> (una sola).....
de tranga porlegaeta. .
a (rancaza.....
Senhoras
BOTINAS'gaspa alta e lago inglezes de
doregio inealeularel. .
francezas (lago)......
sem lago. .......
gaspa baiza.......
outros (32, 83 e 34). : .
de menina {Joly).....
Sapatos (Joly) com salto......
( ) sem salto......
* 'pete.........
lustre (32, 33, 8*).....
econmicos para casa. .
Alem disso um rariado e abundante .
ment de ludo o qae necessario a sspaleiro pa-
ra executar qualauer obra.
Cal de Lisboa em pedra,
da mais ora que ha no mercado e por prego
multo razoarel: rende-se na ra de Apollo n.
28, armazem de Terroso.
1000
51600
5S0O0
48800
48500
49500
392OO
28000
800
800
500
sorti-
Cera de carmn fe pri-
meira qualidade.
Vende-se en pergie a a reUlbe de urna sacca
para cima, e per cotaineOo prego: aa ra da Ma-
dre d Dees ceetrocto abotica u. JO.
CAL DE LISBOA EM PEDRA.
o naia aora que ba ao aereado e por prego
muito racoavel : veode-ce ea nado Apollo a-
28, armasen do Terroso.
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
ni ,,"fUe1.TrMl i bem coohecido como rene-
dio oal irel para cardas e pannos, vende-se s
bfanca n'l? ^ "" 'Quei"*t0- lo 'i
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Bsta loja por ociar cooetanteraeate a receber
perfumaras Dnasdesnas proprias encommendas,
bem se pode dlier que est constituida um depo-
sito de ditas, lendo-aa sempre dos nelhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubin, Pirer,
Coudray e Societ Hygi.niqoe, etc., etc. : por
isso, quem quizer prorer-se do bon, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16. que
achara sempre um lindo e completo sortimento.
leudo de mais s mais a elegancia dos frascos, e
barateza por que se renden conrida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores ra da Cruz
Aencao
Vendem-se caix5e vasios proprio
parabahuleiros.funileiroetc.a 1^280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem u "J!" : quen preten-
para vender. er di"J8-e ,.'u le Hortas n. 7, desde s 10
^ 'horas da maobaa al is 4 da tarde.
Vende-se
na roa do Queimado n. i 9
o seguinte.
Pe a ?" V? Tr,,,pel b"TpreVdatSn!
Toalhas de linbo adamascado DarT.llVi.'
Cambraias de aalpicoa ^Zl ^.ffi-a^
59 s pega, ditas de ditos miudiahos flaca aTasm
Leogoea de bramante de lioho a 3|00O *^'
Cembraia ailada para forro do vestido, con
8 1|2 rarsa a pega por 5. coas
Grandes eolebss de fustao tarradas a 6a
Chapeos enfeitados maite Undoe, proprios acra
meninos a 79 cada nm. P
Cobertas de chiu, gosto chines, 11600.
B cae ccpellaa para aoira, de florea laraaja.
Algodio con 7 palmos de largo afOOrs. rasa
Lengoes de panno de linho a 19900.
Soehall Mellon & C, toada reeaaiao ar-
den para vender o aeu crescido deposito derete-
gioa T|ilo o fabricante ter-se retirado do aaaa-
clo ; conrida portento, aspeccoac que qeizeren
poccuir um bom ralogio de oara oa prata da ccV
/i* .? mC"U Kotab7. a aproreltar-ae da aa-
portunldsde sem perde de tempo, para vir eon-
-V&tr5iai?5t Pr6, --a**
Obras deouro
com brilhantes.
Na ra da Cruz n. 54, no armazem
de Aires & C.
Livros em branco
Proprios para escrjpturaqao : na roa
da Cruz n. 5*, no armazem de Aires
& C.
numero 4. .. d TaMS'
Venden-secarros americanos mui elegantes """l reduc93 OS pretOS para acabar.
Venden-ce no armazem de Braga Son & C.
na ra da Moeda, taizas de ferro cuado do asi
acreditado fabricante Edwin Haw a 100 re. por
tiara, aa mesmsa que se rendan por 120 rs.
Cal e potassa.
Vendcn-ce eatee douc gneros no bn coohe-
cidoi e acreditado deposito da roa ds Cadeia do
Recife n. 12, por neoos prego do que en oatra
qualquer parte, aflaogando-se a boa qualidade
A cal ebegou a quatro diaa pelo brgue Sobe-
rano, e a potaaaa legitima da Ruasis, ebeasda
pelos ltimos narios de Hamborgo.
.prada"e4Pessoa8e recebem-se en-
noJ?d.MIp8rcuJ.fllD ""Possuem msp-
paa com rarios desenhos. tambem rendem car-
rogaspara conduegao de assucaretc.
Vende-se
farinha de mandioca de superior qualidade, mui-
to ora, e em tudo agradarel, em pe rcoes'gran-
des e pequeas a vontade dos compradores e pre-
gos muito mdicos: a bordo do brigue Midas
ancorado defronte do caes do arsenal de guerra,
Vende-se o engeoho Santa Luzia, sito na
fregueiia de S. Lourengo da Malla, ou a dinheiro
ou troca-se por casss nesta praga :
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas a
00 rs. : na roa do Queimado n. S2, na loja da
boa f. '
iOSOOO.
o raelhor pelisco j
To^etntia lo rea
Cliimeas e p^ias ^gid05 neste ullira0 Davi0
HauUa a?; poreo refinada 480 rs
se for em barril a 440 rs. a libra.
-larmelrtia mp^Tlpl d0 afamad0 Abreu a de outros muilos fabricantes de Lisboa
a 900 rs* a libra, ero lbtas de 2 libras por 19600 afiaoca-se a boa qualidade.
tilaWi 4 'SHaU0B 1 de ma libra por 900 rs.
V\niidi>&s e conellos ern lBlasde2
muito proprio para mimo, a -2;:).
iTirilUas Iraneeza e portuguesas em latas d l libra, por 640 rs. ditas em meias
a 500 rs. .
Met ra, nanear rao j e ta !h* rim
T^istOA '*
'""^"nuito oras a 100 rs. aj libra, e *9000 rs, a librs.
em cartees muito enfeilados proprios para mimo a 600 rs.
iseuebra ngleza a mols superior qu8 na a iim a gTrslt 0 em caiIa ge fjr4
abalimento.
Geneaa de RoUaihda, 6300O rs.. frasqueira> e 560 r8.0 frco.
Viii\iosengarraad^slai?ri!nasd0 Daura. 1|800 rs.agarr4tatPorlo Q0(Fei.
tuna, Daque do Port. a 1900 em caixa se far abatimento.
libras contendo diferentes quilidades,
a 400 rs. alibra e em caixa a 89.
E' na ra do Queimado o. 39 loja de quatro
portas que se rende os melhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bum gosto.
Ruada Seirala No Ya n.Q2
Vandc-sc em easadaS. P.Jonhston 4C,
filiase ?ilh5esnglezes,cndeeiroc etsticscs
bronzeados,lonas aglczcs, fio dcvcla.chicot
paracarros, omoniaria,arrciotpara earrodc
un clous ralos ralogio sdc ouro paicnts
nglcz.
A dinheiro,
Potassa da Russia.
A 200 rs. a libra.
O bem conhecido deposito da ra de Apollo n.
24 recebeu directamente peloiullimo navio a bem
conhecida e acreditada potassa da Russia, e est
rendendo a 100 rs. a libra, dinheiro rista.
Maoteiga inglcza flora 800 rs
a libra.
Franceza a 640, loucinho a 320, errilha a 100
rs., banha refinada a 480, alpista e paingo a 180,
gomma de araruta a 100 rs. : na ra das Cruzes
n. 24, esquina ds travessa do Ouridor.
Capellas e ramos para casa-
mentos e bailes.
Vende-se muilissimo finas e ricas capellas
brancas para noiras, com o competente ramo para
o peito, pelo baratissimo prego de 10 e 129, ra-
mos de flores muito finas e de muito lindaa co-
res a 39, ditos mais inferiores pouca cousa a 19.
19500 e 29: na ra do Qaeimado loja de miude-
zas da boa fama n. 35.
mais acreditadas marcas a 19 a garrafa e em caixa a 99 a duzia.
marcas a 169 a dutia e a lgOO g garrafa, affianga-se a boa
em gigos de urna arroba a 19.
Yia\ioIlord'b*ux. daf
laxnpagne de iSmuku
qualidade.
Verdadera srvela c\miAa. de 00tr muilas marc a m a duli e
a 500 rs. a garrala.
\ \UliO CU pipa porto!Lisboa e Fgueira a 3,500, 49 e 49500 a caada.
permasete tuperior a 740 rs. em caixa, e 760 rs. a libra.
H \tatas uo\as
. os majJ 8oper0ie8f heapanhol a 1J200, francez a 1$, portuguez a 800 rs. a libra
r igoa ca e nvrnt dre muil0 nof0f> em caixag de 8 libra8 por t950Q^ e em ubfi a
\) rs.
\x muta de eng0mmar> mai0 aiTa a 100 r8- a libra<
AmeaaosvS de cag(.a mle ^ 400 r8.8 ubra.
AZeitt doee renDldo a 8o|o rs. a garrafa e em caixa a 9.
PcckUos de deu\es Mi cotn oerfaic5o a J40 rf. 0 ma50#
CosleVeUa vngleas propria9f, fltmbte. 800r8. a 1bra>
laoiaxiniia agleza; mal8 nova d0 mercad0, 4 a barrica e eo libr, a m
A.TOeix.%3 raueeiasi em fra8C0S muil0 rcog com 4,2 libra8 ^^ dita
tuguezas a 480 rs. a libra.
* para limpar facas a 200 Irs. cada um, em porgao se fsr abatimento.
^^Tejaa om frascos del e 1(2 libra maito oras a 800 rs.
Indepndete dos gneros aanunciados encontrara o respeitarel publico grande aertimen-
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESIVO
460 rs.
% Loja amarella I
^Confronte ao becco largo.5
Gurgel St Perdigao receberam ricas g.
capas e manteletes comprtdos, sedas de
fp quadros, vestidos de eambraia borda- ^
dan dos, restidos de blonda, laasinha de dif- &
v ferentoa qualidades, sintos, cassas or- j
W& gandys: na ra da Cadeia loja n. 23
libra, e em caixa de ama arroba a 99500.
1900O a lata.
que ha de mais proprio para mimos, da 49000 a 59000 rs.
i') de gneros, tudo de superior qualidade.
s ao
ual.
Entre-meios bordados em
eambraia transparente.
Na loja da aguia branca rende-se entremeios
bordados em fioa eambraia transparente a 1| a
pega de 3 varaa, prego esta porque so ce acha em
dita loja da aguia branca ra do Queimado n. 16.
Adrerre se que de cada padrao tem bastantes
pegas para vestidos.
Potassa da Russia.
Vende se emeasa deN. O Bieber 4
C., successores, roa da Cruz nJ Paletots
broncos.
Flores finas,
A' loja d'aguia branca acaba de despachar um
bello sortimento de flores finas e delicadas pro-
prias para enfeitea de cabega e vestidos para ca-
samentos e ba\les; quem as vir sem dovida se
alegrar de adiar florea to perfeitas e delicadas:
isso na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 18.
Espirito de viaho de 38
graos.
Na ra das Cruces n. 14, esquina de Irsressa
do Oavidor, a I96OO rs. a caada.
4 4,000 rs.
A d uiia de aerveja brenca e preta, a da marcas-
quino : no basar da ra do Imperador.
4 500 rs.
Veesourae americanas e clscadorec ingleses:
no baaar da roa do Imperador.
Vende-se
Vendem-se snperiores paletots de brim braneo
de poro lioho, pelo baratissimo prego de 55 : na
roa do Queimado n. 1-2, na bem eoohecidc loja
do boc f.
na officina de ferrelro da ra do Jasmim n. 14,
Os burros e carelios existentes no armazem' nm carro novo de a rodee faite eem todo o es-
do Sr. Andr de Abreu Porto, defronto do arse- mero, asaina como douc cabriolis tambem no-,
eal de marinhavendem-se a roatade e eeco- ros e de mui apnrado Rosto, tudo por prego com-
Iha dos compradores: na ra do Traptehe 0.4 soeeo : queso as prnteader poda dirigir-ae i
primeira aadar. > mesma officina a qualquer hora do dia,
DE
__.jf
Manteiga lOgleza especialmenteescojlhida a 800 e 19000, eem barril ter
aeill iraceza a melhor do mercado a 700 rs. a libra e em barris a razo de 6
QueijOS flame-DgOS chegados neste ullimo vapor a 3#000,
QueijOS lundririOS omelhor que ha neste genero por serem muito frescos
QueijO prato o melhor que se pode desojara 19200 a libra e 19100 o inteir
Cha hySSOO e pretO o melhor do mercado de 19700 a 2*880 a libra
Presunto fiambre ngIez,hambarguez. 720 M. libr>.
FresUtOS portuguezes vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por/libra ainteiro
. aT.r7n Duqued*Por,' iuino. Po'to fino, nctar, Carca vellos Jc.mes, Madeira secca, Feitoria vetho, seceo a cnans
a ivwe 1*300 agarrafa, e 13000 a duzia.
VmO Bordeaux de superior qualidade difirentes marcas a 800 a 19 a garrafa e de 8*500 a 10*000 a duzia,
VllUlO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4*800 a caada.
Marmelada imperial escolher de todos os fabricantes de Lisboa premiada as exposigScs universaes de 1
900 rs. a lala. de urna libra e a 19700 as de duas libras.
Bocetas com doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais proirio que ha para miraos, por serem ricamente enfeiladas, oda
muito gosto a 3*500 cada urna. 7 '
FigOS em CaxinhaS de 4 Rica muito frescos e grandes a 2*000.
Peras SeCCa em caixioha de 4 libras chegadds neste ultimo vapor a 3*500 e 19200 a libra, afianca-se ser o melhor que poda hatee necia
genero.
AmeixaS francezas em latas de5 libras por 49000 e 1*000 por libra.
PaSSaS em caixinhasdaoito libras, as melhores do mercado a 3* e a 640 is. a
Latas COm frUCtaS Je **> qualidades que ha em Portugal do 700
CorinthaS em frascos de 1 1 [2 a 2 libras de 1*600 a 29200.
CaixaS- SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes o
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COn? bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muilo nocas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 2*500 a 4*500.
Conservas inglezaS francezas pormgoezis de 600 a 800 ris o frasco.
Ervilhas francezas e portuguesas a 720 rs. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem cindo ao asonado.
MaSSaS talbarim, macarrao e aletria asmis novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em porco ter abatimento.
AzeitonaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mareado a 3*500 a anatela
Champanhe das marcas mais acreditadas de 15* a 20*000 res o gigo de 1*500 a 2* a garrafa.
CervejaS das melhores marcas a560 rs. a garrafa e de 5* 69000a duzia da branea.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frascos 69500 afruqueira oom 12 fraseos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol e franeez de 19 a 1*100 alibra.
Vinagre puro de lisboa a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada, *
Espermacete Superior sem avaria a 740 rs. em caixa o a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do marcado a 100 rs. a libra e 2*700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Marinhio,
Alpista 6 painCO o maislimpo que ha a 160 rs. a libra do alpista a 240 re. a libra do paineo.
Vinagre branco o melhor que tamos tido no mareado a 400 rs. a garrafa a 2*560 a caada.
Massa de tomate em latas de orna Ubra do mais acreditado autor da Lisboa; a viada a primeira tez a nosso marcado, de 1 a lata.
Araruta a melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra, e 160 rs. a libra da gomma.
ToUCnhO de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a libra a arriba a 109000.
Batatas em gigos com urna arroba, as melhorea que ha no mercado a 1*800 o gigo.
LentitoaS francezas, as melhores e mais saborosas de todas oa legumes a 500 rs. a libra,
NozeS as melhores e mais novas por tarem chegado nesta ultimo tapar a 2jD0 rs, a libra.
PalitOS UxdoS para denlas a 200 a 160 rs. o maco com 20 massinhos o flor a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes muito novas a 44o rs. a lata. .
Velas de Cama ubi aeompesiCje de superior qualidade a 400 rs. a libra a a 12*500 a arroba,
Bolachinha ingleza inglesa a mais neea do mercado a 49 a barrica 820 rs. a libia.
A lm dos ganaros annunciados encontrar o publico tudo que procurar leadeota a raolhados, e por menos dez per cento do que asa oulra
qualquer parta.


' '
gvro
am>N en pr
DB
Jos de Jess Moreir
Raa eatreita dr> Rotarte, esqui
das Larangeira* n. tS.
Os cearietarioa deal* esUbelecimt ato esli
resotvidee v *ad*r pac minos do qu* tm ouuri
qa*lq**r paita par ?lr ditartoe genera por con-
U propria : manUigt iaglua flor a 80 re. a 720
libra, dita fraoceza a 649, barr izemo*
aaaiiraeat*, cbi, eysaoa a 2800 a tti > a libe,
maeijoa da uibm vapora3e2800. a ioz a 100
O. a libra, genos* avila boa a 100 ra a libra,
laaoaa e lomat* a 800 ra., im porcie firimo*
eaUsnaala, as Uias da uma libra, u almelada
da melaor fabricaeU da Liaboa a 800 r i. a libras
vina* moli superior, Figuiira, a 560, 500 e 400
milho al-
e mais
ganaros
ra. a girrafa, ameedoaa a 330 a libra,
piata a 100 ra. a libra, aletria, macerri<
i a 400 ra. a libra. Alan daatai
cairo multes teadiotee a molbadot qu oa pro-
priatarioa se raapoaaabiUaam pala boa q laudada.
Becife,
de lar-
quintal
para
di
IED Vende-se ai sobrado no bairro
de doua andares a solio, cora 33 pal
ara e 130 de fundo, com un pequea
aera o pretender sDnnacle par este Diario
Ser procura d.o.
Vendara-se superiores maits da iba cartas
e compridat, peooas de ac e canela* peciaes
moilo recemmeedadas pelo Sr. Guilhen ie Scul-
ly, professor de calygraphia : na roa i i Cadeia
do Recie o. 7, roja de mtudeta* de G ledes dt
Congaires.
Vende-aa o groad* sitio deaomioaldo Cata-
na, ailo ata freajuezia da Vanea, de mi ito boa*
torras, que Indo quieto ao planta di un a grande
quiotidade, cera as* case de taipa j caberla,
asa dita de fazer riofca, graode quaa idada da
pea da cateeeiros, com di?eraos pea de f ueteiraa,
aacao seja laraogeiras, coquetroa, ele. el*.; e
tambera vendem-se duaa rcese que di baatan
taieite, orna deilaa cora a cria j grane e, o nm
abarro raaos*: a tratar aa raa do Sebo o 80.
DB
TISITA
Cartees de vitila de aovo gosto
CeHoes de Titila de novo mato
Carioca de visita de nevo gesta.
Umaduzia por 16#000.
Urna doaia pee liJOOO
Uma duna par afOdO
Uma duiia por 16(000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista amanoano
RelraUal* americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
Vande-a* ou permota-se por escravos de
serviQo a casa terrea n. 57. siu na roa de Stnta
Rita : a tratar na roa das Triacaeiras n.5.
Cal de Lisboa.
Vendem-te cal virgem de Lisboa era padre, da
mais nova que ha no mercado por ter (bagado
no aTtirao navio ; na ra de Apollo a. 24, srma-
cem d A. Jos T. Batios & G.
Lindeza.
Vend*-se fazeoda denominada liadea, ptima
pare vealidoa a 160 rt. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20,
Riscado monstro.
Vende-se ritoado mouslro" szenda muito eco-
nmica para o uso domesco~por ter grande lar-
gara e o seu preco ser de 200 rs. o covado: na
ra da Imperatriz, loja o. 20, do Duarle.
Chapeos de castor.
vf?*V* a*a**ard*Miaiar* qae-
ladeas*, qu* j4aai*ad*raaa a le, pafa
osbaa: na ra de Impaiaaria, laja n. 20, aa
Chapeos enfeitados.
Ve*<,ef)"w chapeos enfeitados mullo retoa-
meodaeit para as meninas que etto plisando a
testa nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a prego de 2 cada ara : na ra da Imperatriz,
loja n. SO, do Duarle. Na dita loja cima achario
continuadamente os teohores consumidores um
Sraode e variado sorllmaoto da fazandas, ludo
irstlssfmo.
Sitio na Varna para
vender.
Vande-se um sitio aa mattiz di Varzea mar-
gem do rio Capibsribe junto ao do Calazans, com
casa de viveoda e diversaa arvorea de fructo,
proprio para morada ou passsr festa : a tratar
no sitio ja de Guadalupe.
Aos senhores sacerdotes.
Acabara de chegar loja da boa fe, na roa do
Qaaisoad a. 22, maia* pretas de teda mullo su-
periores, propria* para o* aenbores sacerdotes
por aerem bem compridase moilo elsticas ; v*o-
dam-se pelo barato proco de 60 o psr, na men-
cionada loja da boa f* aa rasado QaeimaiJo nu-
mero 22.
IVavalbas d'a com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'sguia branca mui finas na-
vaihaa 'aqo refinado com cabos de marfim, e
para assegarar-se a bondade deilaa baila dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers 4 C, casta cada estojo de duas na-
valhas 8J000: na ra do QueimaJo, loja d'sRuia
branca, n. 16.
Vende-se uro escravo de boniti figura, pro-
prio para boleeiro :"oo pnca da Independencia
ns. 24 a 30.
Par o funeral do da i7 d
correte.
pariera* latir presas da Jeeetn tara horaem
tSSaUnS*9 ** SfadaVapar : aa raa
WHl 'tte
Libras sterlinas.
Cera de carnauba
Priraeira quilidada a praeoa commedos : ao
lirgoda Assemblda o. 15, armazara im fcnlaasa
Gulmariss & C.
Sebo do Porto.
Em cairinhas de uma e duaa [arrobas fazanda
superior e precos commodos : no largo da As-
sembla n. 15, armazem de Aotunes Guimares
a L.
Opiata iDgleza
para denles.
Aviso.
Venda-sa uma machio* elctrica oa magntica.
e t&moem amaa cadeiaa magnticas, ludo por
prego eoramodo; na ra do Urraraanto a. 28,
prtmairo andar.
Obra^de Bocage.
Vende-se em tegnoda mao as obcaa completis
andar"0*8" = ^ "* d C,b"*A 3 8iul>do
Vande-so ama pre ti de meii idada con
todas aa habilidades : na ra do Rangel n. 69.
Eat fiaalataaU raraediad* a falla qaa aa sea-
. tt e*a*a apreeiaval ptala iaglaia tt* proveilo-
aa ssattasaa para a dea tea, iaae poiqaa a lo-
; ja d'ageia braaea acaba de receba-la da au* *n-
eommenda, a eontiaua a vende-la a 1#500 ra. a
caiza : aaara qaizer conaervar sana denles per-
faito* prevenir-se mandando-a comprar am
data laja d'aguia braaea,ra do Qoaimado n. 16.
Fendem-se os eosenhos
Ilha do Morgado, sito a mar
gem do Pyrapima, e Po-San-
lue sito a margem do Seri-
nhem, com safras, escravos,
boiada, e mais pertences ; re-
cebem-se em conta predios
na cidade, ou seus arrebaldes
e os pretendentes podem en-
tenderse eom o proprietario
dos mesmos engenhos, de-
sembargador Alvaro Barbalho
Uch6a Cavalcanti__________
Escravos fgidos.
Batatas.
Vendem-ee batatas ltimamente chegadas t
Lisboa a 640 a arroba : no armszem n. 10, tra-
vessa da Madre de Dos.
Meias para suViara.
Veadem-se superiores meias para senhora pe-
lo btratissimo prego de 80840 a duzia : na loja
da boa fe, na rus do Queimado n. 22.
Foglo do engenho Pedrat freguezia de Bar-
reros no dio 8 de dezempro de 1861, o preto Js-
nuario, crioulo, idade 25 a 30 annos, alto e cor-
polento, poirta barba, ps apilhetados, e tero
escrotos volumosos. bem Isdino, o referido
prato foi doSr. Feliz da Cunha Teizeira, mora-
dor em Fora de Portas desta cidade, e consta ter
muitos conhecimeotos em Maneota : roga te a
aprehensao do dito preto podendo ser entregue
?o Sr. Jote Joaquim Gomes de Abren na rus do
mperador n. 17 ou no engenho Pedrat, que se-
r generosamente recompensado.
Aviso.
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)
No dia 28 de jalbo de 1861 fugio da G
tinho, frrgaezia do Guarabira. o eteravo
qoim, cabra, com 40 annos, cabellos pw
quati carapinhos, lera o rosto descarnado, pone*
barba, pannos pretos osa duas faces, aariz afila-
do, olhar velhaco. bocea reguUr, deotea ialetrw,
limados e gastos, pescoco bem grossa desde a
nuca at o tronco, hombioa rabidoa a ponto de
nlosuttentaremostuipensotios, sitara rtgalar.
pea e toaos grtndes. chaboquairo*. beios de
vela*. 6 mullo bem emperntdo.lem boas b
falla pouco, corlez, gotta da cantar Idas
aeaalomado a almocrevar a tirar gado
tengador. Doos dita denoit da fgido tpp
am Bezerrot, d'onde veio para o Recita em i
cura de certo individuo que Iba den lhcouta
a presume-s* que est tgregsdo a algum aoge-
nbo. O dono proteata usar de todo o rigor da lei
contra quem o tiver oceulto : qacra o pegar po-
de le va-lo ao sea tenhor Jos Justino da Coala
Brito.no logar mencionado, oa ao reverendo Dr.
padre Joaquim Graciano de Aojo na raa da
Santa Cruz a. 64, que ser generosamente rs-
compansadew
Attencao
Fogio do Rischao de Paoellai, asa raalalo da
etlatura baizs, corpo grosso, denles limadas,
olhos pretos a grsndes, caballos caziados, e pea
regalares, cujo mualo se chama Pautiino. do-
dade de 15 a 18 tonos, levou ceroala a camisa
de algodao aaul. Foi valo neala pnca em dits
da semana atrasada,em ora comboi indo daquel-
le logar. Roga-te a todas aa autoridad** ea-
pilaea de campo a captara do dita malato, o
qual poder ser entregue no referido logar ao ta
senhor, Domingos Antonio daa Marea, acata
praca ao Sr. Manoel Ignaeio da Oliveira Lobo,
que recompensar com geaerosidsde. Oalre-
sira, proteita-ae contra qaeao tiver ico*tal*
Dos premios da 1.a parte da 1.a lotera a beneficio da matriz do Limoeiro,
extrahida em 14 de Janeiro de 1862.
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PwntTn. tUM.F.it FdWa /ReV-W.


Littersuur.
DIARIO DE FE1NAMMCO. QUINTA IBA 16 DE JANEIRO DE 1861
0 ri.wirt bispe Brasil.
i j
Entra abras de Dos e doi hornees ba om
pooto de contacto, una liona de efluidede, que
farece aproximara hunrm lade, da Providencia
rovideoeia da hunani.iade. Eese ponto, eaia
linhi o lempo ; que parece aer umeiemertoee-
nencia!, tanto oaa obras de Deue, como ua dos
homens.
Semelhante ao circulo zodiacal, en torno do
qual a trra fazo seu moimento de translscgao,
assim o lenpo parece esse circulo, mais ou me-
nos srredado do seu centro, rm que os lelos
operam sea revoluto, mais ou menos extensa,
nal* ou meaos precipitada, mais ou menos mi-
lagrosa, mas em lodo o caso pela aegio de um
nfimo providencial.
Por um acto sbito da sus omnipotente volita-
re, poda o Eterno fazer apparecer o espectcu-
lo un ages toso da creaco em meos espado de
tempo do que aquello que nos bastante para
abrir e fechar urna rulo ; roas, nos seus profun-
dos e insondaveia designios, o senhor da eterni-
dade gstou, nessa machina portentosa, o espa-
do de seis das ou seis ^oras, seguudo nos '(Tir-
ela o mais sublime dos historiadores, o inspirado
lluyses.
Outro tanto podra succeder na torra da Santa
Crui, quequem aabe e ser* a Canean do taihu-
hrieoio?; mas deade a horada primeira musa,
celebrada i sombra de urna arvore, por am hu-
milde religioso da pobnssima ordem de S. Fran-
cisco, st A celebrarlo do primeiro pontifical, j
sombra de urna egreja cathedral, Deue deter-
minou que se gastasse o espago de 52 annos. Lo-
mo bem disse o profundo historiador alie cao
Muller, certos fsetos nao sio possiveis seolo em
lempos determinados ; e isto o que cooslltue o
ciracter doa seclos, cuja direcgto depende de
um poder superior ao do hornero. Deus, em 1500,
eotrega o Brasil i civilisagao: o lempo subordi-
as-se sos designios de Deus
Dura o te este espsgo de tonos Daus permiitira
que viessem alguas ministros dos sacramentos
rangnlisar no Brasil; mas a cobiga trouiera
tambem muitos lobos cora vestes sacerdotaes ; e
pois p ie dizer-se que os beneficios espiriluaea
nao chegaram a igutlar-se cora os escndalos de
urna desenfrenla simona. O sangue do misio-
nario ji havia corrido sobre a Ierra de Porid-Se-
guro ; mas esse sangue fui apenas o precursor do
que umdiateria de saci*ro canibalismo das hor-
das sei'agens, como o marlyrio de Santo Estevo
fura a precursao do martirologio chrisiio no
smpbilealro romano ; e como o sangue do Ciinsio
fra o precursor da rederuygao da hunianitode.
Em 1549 esss ordem portentosa que ouncajteve
mocidade oi>m velhice, maa que sempre coaser-
tou o igor dsedade viril, esse iusiiiuto telioli-
co, que Deus havia susciiado para arquear coro
0 protestantismo que ento esteodia os seus
tragos de Tilao, ou de Biiareu, a companhii e
Jess, em summa havia mandado parle das suas
premelas para a trra de Santa Cruz, onde mais
tarde constituira a mais immorredoura de suas
glorias.
E com effeito os misionarios da compaollia de
Jess penetrando n-i Brasil desbarataran) a* ael-
vssda barbaria idolatra : e para nos servirroos
das expresses de um escriptor contemporneo,
arrotearam e cultivaram os selvticos espritus
dos indgenas, vencendo com a cruz as famosas
batalhas, qae aqui se pelejaram pelo Christo e
pela cimisac.au.
Milicia de urna nova especie, segua a sua mar-
Cha de milhares de leguas, levando por estandar-
te a craz do Redemptur, e por nicas armas o
breviario e a palavra enralasarmss de tempera
fao lina e tao rija, que nunca se Ihe encontrara
falso. Cnegii0 tribu onle tinha de conibater,
cravava oem alio e erguido aquello estandarte,
sauticaado nn Gulgoiha pelo mais roaravhoso
de lodos os sacrificios, e posiaodo-se junio a elle,
protegido peta benfica ioueocia, o missidnaiio
principiara esta bstilba da verdade contra ]o er-
ro, expondo em siogehas, porm enrgicas bhra-
ses a sublimilade ds doutnna que resgatra a
tiumanidade, elevando o homem dignidade pa-
ra que Ara creado.
As palavras succediam-se tao persuasivas de
f e ungi, que a da vida sobre a excetlemna da
idolatra lugo ae suscita va no espirito do osivinte.
Ap h duvidavinha o conveuciroeoto. E eniao
os barbaros que al li tornavaro o sol, a la os
asiros pelas cautas >-lucientes a propria eil>teo-
ia. sentiam peneirar-lhe no espirito a luoioosa
idea de que superior aus mesmos astros, a que
reo liara cultos, eslava o artfice eterno e imrau-
lavel di* todas essas maraviihas ; que en el le es
se Deus igoolo, que regulava lodos os seus roo-
vimentos, o curso peridico das eslages, o florir
dos campos e das errores, o A dos passiros, a
agua das fooles. a onda enca.ellada dos mares,
todas essas maravilbas, emQm, que at al\ con-
templavam e que os arrebata va, sern aabertm ex-
plicar-se a origero dellas.
Priocipiava ento a catbecheses e a ioslrucgio
desses divinos preceitos que coosliluem o cdigo
mais perfeilo da humanidade. Milhoes pe h-
meos, convencidos e doulriuados, cahiamfemm
eos ps d'aquella imponeole cruz, que linhara
visto erguer seo he com pretender o m sucs-
imo, e, podindo o baptiswo, recebiam cora a agua
toitral urna nova vida de graga no gremio da as-
SOciagao universal I
Um pobre e tosco madeiro, affeigoadi como
aquello patbulo de iofamia empregado no lempo
dos Cesares, urna puuca de agua re.oih da da
fon te ou regato que ali prozimo corra, i
as mynierioMs palavras que o missiooano sol-
lava, eran as nicas operadoras oeste grai de mi-
lagro I
Ginhava a religiao, porque daquellas
couverlidassahiam oulras tantas vozes a
o rerdadeiro Seohor da oatureza, e eram
tantos cnticos que se soliav Deus, reuniado-se em mysticas barrooniks com
n lin^uagem das llores, das aves, dos mires, da
tiaiureza, esnn, que incessanle abi est peren-
nemente loavaodu o seu Creador, e ati alando
suas maraviibas : gaohava o estado porqui os uo
Toa convenidos eram novos sundiioaque m vaa-
slgu-
alrr.as
louvar
ouiros
BUa de
allsgem e menagem vinham reconhecer a excel-
lencia da corAs avttagaeza, qae assenlada o'uasa
reglio lio remota, alcangava caos a sua influen-
cia e poder estes lia arredados hemispherios.
Esta nobre, humanitaria o brilbaote cooquista
era lavada a effeito s pelo ira patea ds palavra e
do exemplo. Nao deixava aps si essesdestrogos
qae o fltgello da guerra aemaia par toda a parle.
Purisso asesmoque se effecluava pala persuasao
6 nao pela forga; qua se insinuava ao coragio e
nio se impuoha copsrieneia ; porque nao alge-
mavs os pulsos, e ao contrario Ihes despodtgara
a cadess que os manietavara ao barbariimo a ao
estado selvtico, esta conquista se tornara flraie
e segura.
Aqu eslo as arles e os meios porqae a com-
panhia de Jess assentou seu imperio oos dous
seeulns de existencia que leve era Portugal, e co-
mo ella nesto lempo estendea por toda a parte o
seo dominio e a aua influencia.
Acarlnhaodo e attrahiodo os homens barbaros
e incultos, que, esperando achar um ioimigo no
homem da outri raga, ao eontrario encontravam
nelleum amigo e um protector ; spreodendo nos
exemplos desle as normas de urna saa doutnna ;
leodo sempre om asylo abarlo naa casas da mis-
sao, e nn missionano um dtsvelado pae, e um
conselheiro desinleressado, que muito era aquel-
las candidas almas, entusiasmadas pelo fervor
de urna nova f religiosa, amassem com os efflu-
vius de um coragao sincero aquellos que Ihea des-
cerravam os olhos A evidencia, e Ihes promel-
llaro, em compeosagio das dores deste mundo,
urna mmennda le degosos ineffaveis n'uma vida
perenne e eterna ?
A sua griiidin significava-se tambem era pe-
queos e insignificantes obulos, que as mais daa
eies s tinham vlor pelo cunno do reconheci-
mento, impresso nelles ; porm urna sabia e eco-
no mies admiotslrago indica va -lnes a estima ; e
os doos espontneos, accamuladot necessaria-
meote p>|a conlinuidade do lempo, se transfor-
mavam em verdadeiras riquezas. E nem a f,
nem o fervor dos cathecumenos, alhaodo 4 po-
breza dos sa 'tus missionarios, Ihes soffrii ver em
privagoea aquellos que arrojavam a perigot Uo
certos e ingentes s-tient- para os salvar.
Sira ; havia perigo, e nao pequeoo nestss mis-
soos. O mariyrologio chriaio abunla em milha-
res de martyres desu religiao, e as suas palmas
ecorAss foram galnardamente ceifadas e entre-
tenias as praias da ludia e nos serios da
America.
Era imponente e magestoso o espectculo do
missionano que por entre as selvas virgens do
novo mundo, se emaranhsva ao acaso em deman-
da de oovas gentes a quem pregasse a palavra de
Deus. Imagioae-o, se poderdes. leudo por do-
cel os bragus da cruz a qual se eocosta, e a seas
ps, no plano inferior a esse rumoro a que subi,
urna turba de hozeos estrsnhos. Yele-o, tal-
lando de um ente unoto, e aponiendo para o ea
como para o symbolo da elernidade. Olhie de-
pois para lodos aquellea homens, d'entre os quaes
anda ha pouco sesoliavm palavras de furor e
de morte, e vle-os cahirem ajoelhados a seus
ps, coofessandu ao mesmo Deus que o missiona-
rio nvucava I
Nao era tambem menos imponente ver o apos-
tolo da paz e da verdade cahir golpeado junto
juella mesma cruz, pela selta envenenada que
se arremessra d'entre a turba fantica. A' pri-
meira flexa despedida seguiarn-se milhares a era-
varem-seno corpo do val-ole soldado de Christo,
que desarmado t> sem resistencia, abracado ao
symbulo da nossa f, e com os olhos filos nocu,
despeda a alma rom o sangue que a borbotees
he sahe petas (en ia, a iiumr o campa como a
forrar-lh'o de purpura para sobre elle cahir o
santo cadver !.... Nem una contorso se Ihe
nota no sereno rosto, nem urna palavra de ira-
preraQo se Ihe rolla ds labios moribundos, nem
o fulgor de um pensam*nto de odio Ihe relampeja
nos olhos que prestes se vao cerrar para sempre;
e se a palavra Ihe esaece sobre os labios com
os atentos vitaos, essa palavra s tem um som
para exprimir, urna rinde i ia para significar :
Pa,ptrdoae-lhtt porque nao sabem o que fa-
ztm.
A victoria do valente soldado de Christo era
sempre incruenta; mas se o Eterno destinara que
elle flcasse vencido na peleja, resgatava com o
propno sangue que Ihe derramavam do corpo, o
rubor de nao ter sido jul^ado digno de ganhar
aquella batalha. O missioaario nanea foi valo
reruar do p do estaodarte a cuja sombra comba-
lia ; porm morrer junto delle, muitas vezes.
Vencida a batalha os grandes despojos do inl-
migo nao eram seuseram tbesouros que offer-
tava i religiao e ao estado: perdida ella, pequeoo
era o espolio que deixiva eolre mos do ioimi-
go a paginas impressas de um pobre breviario,
uns poucos de covsdos do negro e arremendado
habit, c. a insignificante correa com que o ciogia
ao corpo I
Era assim que procediam os primeiros apost-
os do Brasil J.iao de Alroeids, Manoel de Noore-
ga, Leonardo Nones e mais tarde o famoso Jos
de Anchiela, quaodo em 1552 ebegon ao Brasil o
primeiro apostlo ooniitke, o venerando blspo
D. Pedro Feroaodes Sardinha que no nome, no
apostolado e no manyrio foi 19o semelhante a
es-e oulro Pedro que Christo constituir a pedra
angular da sua egreja.
(Mercantil de Santa Calhsrina.)
10 de agosto17 de dezembro !
Eis-ahi duas datas assignsladas I A primeira
diz jubilo, alegra, festa, enthusiasmo, e exalta-
gao ; a segunda diz lagrimas, abatimento, deses-
peraoga e coosi-rnaco I
A prim-ira assignala o da, em que urna grao-
de parte da povoagao desia grande e nobre cida-
de, agglumerada as visiohangas dos pagos do
conselho, nesse chao, que tem aido o thealro de
acontecimenios celebres na historia portugoeza,
e que tem sido pisado pelos ps dos maiorea vul-
tos das nosss revoluges, saudava com brados
de patritica expanso a preseoga do monarcha,
amigo do povo.
A segunda marca o dia em que urna nao pe-
quena parte desses mesmos patriotas, que hsviam
dado ha mez-s urna manifestago tao solemne de
sua dediesgao e de seu alfecto para com o rei e
FOLJHETIJM
0 PAIZ DO EDO
POR
A. DE GONDRECOURT.
(*)
(Gostumes dos nmades.
PRIMEIRA PARTE.
III
(Continuaran.)
Pompidou. exacto recommendagao i ue Ihe
(Ara feila, as seis horas da msnhia batu mui
discretamente porta do qu- rio do seu novh amo,
anda que Ihe cu>tasse em ext emo deixarp leiio
onle melhor affruniava os rigores da estacan; e
apeoaa entrou comegou logo com orna di serta-
gao sobre o oale, i seu ver nao menos ii rilado
que quslquer dus seus competidores dos nutros
tres pontos cerdeara.
Aiil Senhor| coocluiu elle sopraodD nos
dlos. O valo sem^piedade neste mallit paiz.
V. S. quer que accenda o fogo?
Nada ; posso psssar muitu bem sem f go.
Pompidou esia r*-sposta, que Ihe parec u ex-
travagante, formou o projecio de reftecu mais
amplameote na proposla, que acceitrs ni ves-
pera, de entrar ao servigo de um homem capaz
de leva-lo at a Siberia.
O Inglez sahiu do seu leito.
Mylorl qoer que o ajude a restir-se
Nso sou mylord.
Perdi; mas....
Nao ha de que perdosr-lbe, interrompeuo
viajante sorhndo-se: o.uito ao contrario.
Na Smssa ha o rostume de chamar si my-
lord a quslquer Ingtez; islo Ibes agrada, e a pro-
va a gorgela que dos dio.
Porm eu nao sou Inglei.
Bem me eslava parecalo, pensoo Pampi-
pidou comsigo mesmo; slgum Norweg4ne-
toda'ia, replicn o vi*iaoie eipnmioio se
o mais poro frao. ez, sempre boa. que peixe
crer todos desta hospedarla e aoade fr tam-
bem, que eu sou Ingles dos ps I caber.,
minhas novas ordena. J v, Sr. Pompidou
Irato-o com slgama estima, pas lio depresi nae
confio de sua pessoa.
() Ytde Diario a. II.
Senhor, tenho orgulho era dizer que serei
digno dessa coollanga, disse Pompidou ; e anima-
do pela benevolencia com que o tratara seu amo,
arncou-se a perguntar: de que paiz Vossa
Svnhona?
Confesso que nao esperara por esta saa per-
gunta.
Todava se V. S., nao quizer respon-
der.... r
E porque nao, meu amigo ? Espero condu-
zi-lo ao meu paiz, que corno bom patriota preto-
rio qualqaer oulro. E* um paiz bello e vasto,
e sempre allamiado pelo astro de sna predilec-
ci, rzo porq-ie tambem moito cabido....
On I meu Deus l E qual o sea nome ?
Belan-ei-Khouf.
Como?
Belad-el Khouf.
Nunca ouvi f-nr em semelhante noae : e
o que quer elle dizer?
Respouda-me primeiro o que quer dizer
Franga....
. Oh I l isto oulra cousa, reapondeu o Gas-
cao com certo orgulho. Quando se falla lio bem
o francez como V. S., iraposaivel descoohecer-
se que nio ha palavra como essa que exprima
lio bellas e lio grandes cousas!
J veju que nio Ihe falta esse espirito que
tanto se aliribue aos (ihos da Gasconha ; e pos-
to qae eu nao professo esse sea enthusiasmo pe-
la franca, comtudo eslou persuadido de que ne-
vemos de entender-nos s rail maravilhas. Ba-
lad-el Khouf significa co Paiz do Medo. i>
O Pan do Medo I E onde elle ailuado ?
Alm do Paiz di Sede.
Pomuidou olhoa pars o viajante com um olhar
qoe ao mesmo lempo exprima commiseragio, a
pasmo; depois firme na opioiao de que eslava
inundo cora um louco, pergonton :
E para o Pan do Medo, que quer le-
var-me?
Porque nio ? Nao roe disse: sou bravo
quando tenho ralor; ponham-meem ama alhmos-
phera de quarenta grius, qaeeu setacarei
dez mil homens. Poia bem ; praasetto-lbe nio
quarenta, mas cincoenta grius da calor, e quero
assislir is suas proezas. Vamos, ealou prompte ;
ponbamo-nos raminho.
A' caminho I N'um tempe dealea?.. a seaa
que o dia ae musir no horisoatel..
Nio tenha receto: eu conheco a estrada.
E onde vae V.S
Vae ji s>be-|o, porqoe ha ds acoropanhsr-
me. O seu servigo para mim comega desde ago-
ra ; justo iue ihe o as arrhas. Tome, mea
rapaz, tome isto; logo hei de dar-Ihe mala.
para com a patria, se reuoem, chorosos e tristes,
no templo do Senhor, pira suffragarem com
pomposas exequias a alma do iofeliz objecto de
seas votos de espavaoeae I
Entre! no templo de Santo Antonio da Porta
de Carros. Fnebres creps, onde o emblema da
aalvagao, gravado em branco, ae destaca no fun-
do negru, cobrem as paredes e os altares. Pen-
den do centro da aboboda oscuros vus, qae
descera ondulando sobre as frisas tarjadas de ne-
gro e parecer jacular a cada bafejo do vento,
como vacillam os ltimos anhlitos da vida no
coragio do moribundo.
Ergue-ae, so fundo do templo, junio ds ierra
santa do preabylerio, a ga fnebre, aobraogada
pelo sceptro, pela cutos enlutada, emblemas da
realeza extincta e adornada pelas armas reaes e
pelos brazes ds casa de Braganga.
Na testada l-se em lettras prsleadas:
Petrut V, Luiitanorum IItx. natas ei( XVI
Kalenda Octobrit anno MDCCCXXXVII Obiit
III ldut novembri$ anno MDCCCLXl vigsimo
alatii quarto, regni iexlo, mente uno, vigttimo
texto dxe.
Todos os olhos que se fixsm neste fnebre le-
treiro, comparan lo as dstas lio prximas da bio-
graphia real, se humedecer de lagrimaa, porque
urna maltidao de tristes recordares occorre sos
espiritos.
Nesse monumento sepulchral e soortuario se
resumem as glorias do throno, ss delicias da ju-
venlude e as satisfages de um grande tlenlo I
Abl se encerrara vinle e quatro annos de pro-
messas ridentissimas, de sonhos de ouro, sonbos
abeogoadose consoladores, que illudtram um po-
vo inleiro, durante das de murta fellcidede, mas
que se desvanecern), quando raiou o dia, em
que Deus determinou chamar & gloria o espirito
do grande monarcha, frustar asesperangas delle
e nossa, e fazer psssar s nago portugueza pela
mais ternvel das provages.
A religiao est sentada ao lado da ega, e em
suas azas salvadoras abriga a pousada do re ex-
tiocto. Mas que importa isso ? Que importa que
alia aponte para o cea, e que na sua face angli-
ca se rereja o esplendor dss immortaes alegras
do empyreo, se dentro dos corages esti cravada
a espioba da saudade, da desolagao, e da orphan-
dsde, e se, como os creps o templo, urna grande
dor nos enluta a face do espirito ?
Bem o sabemos : o rei li esti os regiao dss
jusligas irrefragavaia i receber a recompensa io-
fallivel do que foi e do que fez. Amigo dos que
trabalham, Deus nao priva do galardio os espi-
ritos laboriosos. O evangelho o livro das re-
compensas.
Sim : mas a patria ? mas nos ? mas nossos
Olhos ? mas viole e quatn annos de esperangas ?
mss o votos da Portugal e de toda a Europa ?
mas o legado do immortal duque de Braganga ?
mas o sangue que se derramoa pela causa da li-
berdade, e cujo derramamiento nio polera ser
justificado aos olhos de Deus, emquaoto se nio
assentar no throno de D. JoioIV um monarcha,
qae com urna vida ioleira de sacrificios resgate
dos ominosos destinos, que sobre elle pesam, o
povo portuguez, expi os crimes funestos, que
herdamos do que passou, e ressuscite nesta boa
Ierra de Portugal o amortecido espirito dss gera-
ges antigs da nossa historia I
Todos estes pensamentos, presentes ao espiri-
to da assembla, que assisliu is pomposas exe-
quias, ji de si solemnes e gravissimos, foram
avivados pela eloqaente palavra do Sr. padre
Martina, que subiodo ao pulpito excitou o pathe-
tico por tao adestrada forma que todos os ouvin-
les so commoveram e nao poucos derramaram
significativas lagrimas. O Sr. Martina conseguiu
este effeito, historiando em breve resumo a bio-
graphia modelo do fallecido monarcha e pin-
tando com as convenientes cores o bello quadro
de um rei, arriscando a vida pelo sea povo, co-
mo que animado por amor paternal.
O Sr. padre Harlins, esgotsndo os copiosos re-
cursos da saa facundia e illuslrago e fizeodo
um scertado uso de seu abundante vocabulario
deixou sorprendidos lodos os seus ouvinles. O
seu discurso um genuino modelo da oratoria
fnebre. Elevou-se altura dos Bossuet e dos
Flechieres.
Reuna .s brilhantes e poetices imagens, so es-
plendor dos pensamentos e das ideas, o luxo de
iiogusgem, a pompa da phraseologia, o resplan-
dor do estylo.
Nio somos s nos, cuja autoridade perfeita-
meote nulta, que o asseveramos ; nao aomoss
nos que fazemos urna apreciagio tao lisongeira
do discurso valiosisstmo do Br. padre Harlins ;
sio todas as pessoas que tiveram a felicidade de
o ouvir, todas as pessoas que assistiram aos suf-
ragios por alma de Saa Hagesiade, e muitas das
quaes formara autoridade pela sua inteligencia
e vastissimos conhecimentos. Neste pooto oin-
guem deixa de estar de accordo. Todos concor-
dan: em altribuir ao discurso de S. S. um valor,
que raras vezes posiuem as orages recitadas
nesta cidade, alus tjo fecaoda de oradores e tao
aflamada pela pompa com que as ceremonias do
caito religioso sio execatadss.
Fallavam a par delle as medalbas da febre
amarella e da Real Sociedade Humanitaria, que
pendiam da urna de ouro na eapella-mr. Cho-
rava a par delle juoto da cornija a figura sim-
blica de Lysia, com o escudo real partido e com
as vestes luctuosas. Tioham chorado antes delle
os sccenlos melanclicos da orcheslra, que des-
pertava gemebunda os echos do sanctuario.
Todos merecem louvores pelo muito que con-
tribuirn] psra o esplendor e pompa de um acto
tao solemne e religioso.
Primeiro que tudo, merece-os a commissao,
porque deu provas de um patriotismo de*lei, de
urna grande dedicagio para com a real dynastia
da casa reinante, e de um senlimento louvavel da
mais acrisolada gralidio. Dizem-oos que o Sr.
Teixeira fra o eocarregado de dirigir a colloca-
gao dos diversos objeetos para o ornamento do
ceootapbio. A' elle, pois, dimos conjunetamen-
te, os nossos emboras e parabens. O Sr. Teixei-
ra deu provas do mais fiooe apurado guato.
Depois da commissao, hs qae louvar no bello
desempenho, que mostrou o armador Harinho, e
o Sr. Caedo, de cuja capella era a msica. Cum-
pre nao esquecer tambora a parle cantante da
companhia italiana, a quero recommendamos que
divulgue na saa bella Italia os extremos e de-
Pompidou approximoa da luz duas moedas de
ouro que suppauba seren falsas, lio prevenido
eslava pelos modos estrsnhos de sea amo ; mas
apenas examinou-as. exclamoa recoohecendo que
eram bellos dobrdes hespanhoes :
Tudo isto, Seohor I
O viajante sem responder i exclamagao de Pom-
pidou escreveu i prosea algumas liehas, a diri-
giodo-se para a porta disse :
Partamos, nio temos um minuto i perder.
O dia comegeva a desponlar. quando o estran-
geiro seguido do seu novo criado sabia da hos-
pedara da Treib, deixando mestre Hesmer esus
mulher engolphados anda em profundo somoo.
Parece-me que eate o atalho que devo-
raos seguir, disse o viajante depois de ter hesita-
do durante alguna minutos diante de duas en-
cruzilbadas que conduziam ambas para a mon-
tanha.
Se V. S. quer ir i Seelisberg, este o ea-
minbo. maa nio, se quer ir i Enmelen.
Vou al junto de Seelisberg i casa dos Goo-
tlieben.
O que, senhor I A' caa da velha ?
Nio; i caaa da moga.
De mademoiselle de Seelorf ?
Justamente.
V. S. a eoohece ?
Alguma cousa.
Pompidou estacou.
Eolio o qae acha nisto de extraordinario ?
perguolou o viajante.
Esti me parecendo, senhor, qae acho-me
metlido em alguma aventura. Hontem V. S.
questionou-me sobre o psiz, e seus habitantes ;
hoje pode dsr-me liges naquillo que mostrara
ignorar ha poacas horss I
E' que bonleo eu procurara estuda-lo, e
hoje eatude-me se quizer: eris qoe ficaremos
ambos satiafeitos do resultado das oossss obser-
rages. E' poasivel que um homem de sua eda-
de, bravo e bem disposto, lio iotelligenle como
pobre, e por conseguate tendo anda a saa for-
tuna por fazer, recue no comego de urna primeira
aventura ?
Pela Sanlissima Trindade 1 nao hei de rs-
cuar; lano mala qaanto isto combina maravilho-
smente com aa predigoea de minba ama de lel-
te. Vamos, seohor dubremos o passo ae quizer,
e cheguemoa oode quer chegar, ae eu nio flear
gelado no caminho.
Depeia de urna hora de penosa marcha oa oos-
oa dous camioheiros chegaram ao logar em que
se echa edificada a aldeia de Seeliaberg. Alm
da aldeia e naa margena do pequeoo lago exista
alada ha bem poucos annos ama linda casa bar-
masas d amor, qae vio em Portugal para com
um re que nio chegoa a oceupar o throno ama
" annos. E' conveniente que ae repita por
toda a Europa, que oeste sea caalinho oceideo-
5* ?'"" morrea soberanos, cojo loto nio
offleial, as espontaneo, mas lato de familia.
verdadeiro lato, lato de viuvez, luto de orphan-
dade.
Era numerosissima a multido que assistia i
fnebre ceremonia daa exequias por alma de Sua
Msgestade. Nio fsltsvsm tambem S. Exc. o Sr
governador civil, as officislidades de todos os
corpos, offlcislidade da mariohs, alguos cnsu-
les, a cmara, a mlzericordia, a oasociagao com-
mercial, algumas redecgee, mullos commenda-
dores, varias autoridadea, o Sr. visconde da
1 rndale, etc. etc.
Foi um dia, cala recordagio tarde ae desvene-
cera. Foi um dia que aummamente le honrou e
te Iisoogeou, heroica sombra do nosso rei, se
acaso para li da campa ha un ecco, que reper-
cata as vozes deste mundo.
Todos le baviam aandado. Siudsra-le no dia
antecedente o corpo collectivo que personifica os
briosos habitantes desta leal cidade. Saadara-ta
a classe dos srtistas e operarios, cujas industrias
e labutages tu apadriohavas e promoviaa. Sau-
dara-le a mocidade porioeose, representada por
um punhado de desioleressadoa mancebos, que
sera pensamento reservado lesuffragou. Sauda-
ra-te a academia e o lyceu, saadara-te lodo o
povo. Tiobaa recebido $ saudiges da indus-
tria, di sciencia e do proletariado.
S te faliava receber urna bella maoifestagio de
urna parte da classe commerciat do Porto, e essa
manifestagio leve hontem lagar na egreja de
Santo Antonio da Porla de Carros.
Assim se remunerara na ierra os servidos d'a-
quelle, que assentado no throno. di o brilhante
exemplo da mais fervorosa abnegago, da cari-
dade mais activa, da mais generosa e mais pater-
nal affeigio. Assim ae celebram as exequias do
aoberano, por cujo fallec ment se pode excla-
mar, como muit bem e muito eloqueotemenle
e exprimi o Sr. Alves Marlins: a Queris sa-
ber onde eati o rei ? Proco rae-o no cu I As-
sim se cumpre a palavra santa do Christo: oDae
a Deus o que de Deus e a Cazar o que de Ce-
sar. Assim, finalmente, se obsta i realisagaoda
prophecia do aabio (*): Ingrali enim spee tam-
quam hybirnalis glaciet labescet.
(Commercio do Porto.)
Testamento religioso do padre Ventara.
Os nossos leitores verio com prazer reprode-
zidj em oossas columnas um documento impor-
tante publicado oos primeiros das de maio, pe-
los jornaes de Roma o dmale e o Ouervalore,
no qual o celebre padre Ventara, expe quaes fo-
ram sempre seus seotimentos i respeito da san-
ta s.
O padre Ventura havia deixado em Paris urna
copia desta pega para que fosse publicada ; esti
escripia em francez por elle mesmo, e se scha
as roaos de Mr. Hoonetty, director dos Annaes
de philotophia chriitia, que vae publica-la no
seu folheto de oovembro, segundo noa commu-
nieta.
Eis-squi o prembulo dos jornaes de Roma :
O padre D. Joaquim Ventura de Raulica, ei-ge-
ral dos cleros regulares thealinos, morto em
Versailles i 2 de agosto ultimo, entre os papis
recornmeodados aos cuidados especiaes da sua
contraria, deixou um documento que prova bas-
tante o quaolo elle tinha o coragio afferrado i f
calholica como filho obediente da egreja. Este
escripto olgrapho, no qual o illustre theatino
coosignou sua ultima vonlade, contm em oito
paragraphos urna exposicio clara dos seus seoti-
mentos, feits de maoeira manifest-los lio cla-
ramente, que affasta dos seus ioimigos mais des-
confiados todo o pretexto de duvidar de hoje em
diante da rectidao de suas inlenges, e da inleira
e humilde submissio que professava pela autori-
dada da egreja.
Cremos, pois, fazer urna escolha agradavel aos
nossos leitores, daodo-ihes a coohecer as prio-
cipaes passagens deste escripto, e ponderaodo-
lhes que o celebre theatino o compoz, nio quan-
do eslava eofermo, porm no mez de outubro de
1854, estando em Paris, cercado di mais brilhan-
te aurola que concedida a um estrangeiro ad-
quirir na Ierra que Ihe den hospitalidade.
Assim se exprimem os jornaes romanos; eis
agora os arligos da pega de que acabamos de fal-
lar:
c Eu, abaixo assignado, padre D. Joaquim Ven-
tura de Raulica, antigo geral dos cleros regula-
res, natural de Palermo, etc.
Art. t.* Declaro primeiro que tudo que sou
catholico, pela graga de Deus; que aempre fui, e
que desejo s lo at o ultimo momento de mi-
aa vida; que acceilo voluntariamente e sena
restriegao todos e cada um dos dogmas, doutri-
nas, decises da santa egreja calholica, apostli-
ca, romana, em particular a profiaso de f do
papa Pi IV, que ao niorrer desejo pronunciar in-
teriormente, se nao tiver lempo da pronuncia-la
de viva voz.
Devo tambem declarar para gloria do calhoii-
ciimo, qae tendo, depois de 40 annos, procurado
examinar com atlengio os dogmas, as coostilui-
ces, as leis e mesmo ss simples praticas desta
religiio, achei-as perteilamenie conformes com
a razio, aioda que muitas vezes superiores ao seu
curto alcance, e teodo profundas razes na oatu-
reza de Deus e do bomem, e em suas relages
intimas, necessarias, naluraes, das quaes sio a
simples e legitima expressio ; e que, por conse-
quencia. a religiio calholica, apostlica, romana
a nica revelagio legitima que Deus fez aos ho-
mens, a nica religiio verdadeira, fra da qual
nao ha absolutamente aalvagao.
a Art. 3. Pego sinceramente perdi a Deas
de todjpa os meus peccados, os quaes detesto com
todas as forgas de mioha alma ; pego finalmente
perdi i uno ha commuoidade religiosa do es-
cndalo que Ihe dei, me eximindo muitas reres e
por longo tempo, e por motivos que nio eram
slidos, ds observancia regular, posto que nunca
delinquisse por desprezo da ordem. Rogo aos
meus confrsdes queiram me perdoar, orar a Deus
(*) Liber sapientiae, cap. 16, v. 29.
gueza cercada por grandes arvores, a qual servia
de residencia fiza i barooeza de Goolliebeo-See-
lorf, e era construida i entrada de um parque,
Techado de todos os lados por um muro tao alio
que ninguem poda nelle aubir sem o auxilio de
eacada.
Conhece bem as pessoas daquella casa ? per-
guntou o estrangeiro.
Sim, seohor, pois ali vlvi muitos mezes en-
cerrado.
Sabe que ba oaquelle muro urna pequea
porta por delraz do parque?
E' verdade creto que sim ; urna porta
baixa por detraz de urna arvore copuda....
Justameote ; pois essa porla s se abre oa
boa estagao para dar passagem i aquellos que
pretendem ir passeiar no lago.
Pode ser.
E sei mais qae costumam a deixar ficar a
chave na techadora.
Realmente parece-me que vi a chave, de que
V. S. falla, cooservar-se sempre da parle de
dentro.
E' isto mesmo. Vi, pois, meu amigo, i cass
de madama de Gootliebeo, e pega para fallar i
barooeza de Seelorf.
A' esta hora ?
Ho de dizer-lhe que a barooeza eali aioda
deilada ; responda que vai eocarregado de urna
mensagem importante, e que tem ordem de es-
perar qae ae levante; e emquanto nio Ar admit-
tido i sua preaenga, o que levari tempo, nio
obstante ser ella msdrugadora, d nm paaseio
pelo perqu: ninguem hs de negsr essa distrac-
gao ao antigo criado da familia.
Sim ; maa podem-mesuppdr melamorpho-
seado, pois que nunca houve quem me visse pas-
seiar por mioha vonlade aeoio sos raios do sol.
Suppooham o que quizerem : o easencial
que deve ir ter i pequea porla, que abriri, e
isto dsndo alguna rodeios, e leodo lodo o cuida-
do para nio ser observado. Eu estsrei do outro
lado da porla ; ah nos encontraremos, e dar-lhe-
hei eolio novas iostrueges. Eis tudo: ji v que
a miasio nio difflcil.
Nao, verdade ; mas nio. deixa de corapro-
metter-mo aoffrivelmente.
Tanto melhor: naior seri a recompensa.
Tome este bilhete que o encarrego de entregar i
barooeza de Seelorf em mi propria e da parte
de um viajante desembarcado na Treib.
Bem.
Ouga mais : quanlo alraveaaar o parque
para ir da caaa i porta pequea, tenha cuidado
de nio deixar vestigios dos seus pasaos: vi fa-
per alaba alma, e esquecer os mius exemplos
qae en lastimo Ihes haver dado, a i ledos exhor-
to para viverem como boni religiosos. Lamento,
em aumma, que eu tivease desprezado o estado
de mioha perfeigio, ao qual eslava obligado ea
virtude de mioha profissio religiosa, para meap-
plicar com ancia aos estados, e lembro aos mona
confrades que nio obstante a regra de nosss or-
dem, nio obrigar sob pasa de eeccedo, mesao
venial, coatado o primeiro estado d'um religioso
applicsr-se em se aperfeigoar, e Ihe supplieo
que nio se sulorisem dos meas exemplos para
deaprezar este grande e importante dever.
Art. 3. Em 1848, depois ds partida do papa
de Roma, publiquei neata cidade um discurso so-
bre os morios de Vieona, que a sagrada coogre-
gagio do ioJex julgou do seu dever con leranar.
Renov aqui o acto pelo qual acceitei eata con-
demosgio, e mesubmetti a ella logo que me foi
commuoicada.
< Eu tambem condemnoaquilloquese acha de
heterodoxo oo predilo discurso. Mas por amor da
verdade e para aitenuar taoto quanlo possivel
de mioha parle o escndalo que dei com a refe-
rida publtcagio, declaro que leodo subraetlido
esle discurso (porm nio o seu prefacio) i cen-
sura ecclesiasiica. Uve em resposta que nada
havxa a cemurar, e que ae ae noiassem o
menor erro, eu o teria supprimido, e que assim
me enganei, mas de bAa t bem como o mea
censor e que nio Uve, gragas a Deus. a menor
inteugio de me affastsr por forma alguma das
vistas do eosino catholico.
Arl. 4. Publiquei aioda muitas obrss. com
as quaes quii fazer bem ao meu prximo, em re-
lagao aoa talentos que Deus me toncedeu, e para
explicar e defender s sciencis e a f cstbolica
l'orm como podesse eoganar-me em algumaaou
em todas, aubmettea-aa ao jaizo da santa s, e
quero coodemnar lado o que ella coademoa, e
professar tudo o qae ella professa ; e rogo aos
meas coofrades e aos meas amigos qae deem a
coohecer i todo o mando pela voz da impreoss,
perante o testomanho da egreja, e para a edifl-
cagao das almas, quaes sio os seotimentos em que
tenho vivido e em que morro.
< Art. 5. Ea dous dos meus escriptos publi-
cados em Roma nos annos de 1848 e 1819, fallei
com muita desconsidersgao de S. M o rei das
Duas Sicilias, Fernsndo II. Formlulei fados nao
so injuriosos i bondade do seu carcter, mas tam-
bem i digoidade da sus pessoa. Aindi por amor
ds verdade, devo dizer qae nao os inventei, nao
leodo ounes, gragas a Deus, iutehgao de calum-
niar a ninguem, e anda menos i esle rei; po-
rm foram-me com munic idos or pessoas que
ssseguraram-me ter sido teatemuohas oceulares,
e que eu julgava dignas de toda a conflanga, po-
rm depois vim coovencer-me qae amavam a
calumnia e a mentira. Deseas afflrmagdea, pois,
me retrato, como sendo inteirsmenle falsas, e
sinlo hav-las publicado, aioda ique na inleagio
de que a sua publicagio podesse i ser til i causa
do meu paiz, que quera sustentar e defender.
Teria feito a mais lempo esta iretratagao para
desencargo de mioha c >nsciencia, se razes da
mais alta_importancia nio me hpuvessem impe-
dido, raides sobro as quaes me axpliquei ea urna
caria dirigida i S. M. em margo de 1853, e com i
qual S. il. moatrou-ae aatisfeo. Os meus coo-
frades podem, se julgarem conveniente, publi-
ca-la, que se eocontrari junta este testamento.
< Art. 6.a AQm de que os meus confrades nio
tenham de se envergonhar de mira por causa dos
acontecimenlos de 1818 e 1849, aos quaes parec
tomar parte, devo aioda declarar que nada flz,
nestascircumstancias difflceis, em oppoaigio aos
meus seotimentos de dedicagio para com a saota
s, a pureza do meu carcter a a digoidade de
mioha pessoa.
Jamis enlrei em sociedade secrete, nem
tambem inlervim em club sigua, jamis arenguei
do povo, i excepgio de urna nica vez, a 19 de
julho de 1847, quaodo se trstava de abafar um
tumulto e de apagar o incendio de um dos qusr-
leires da cidade de Roma, e de cujo resallado o
papa mesmo me agradecen no dia seguate; e
isto mesmo fiz constrangido pelo governador de
Roma, depois de urna ordem formal em virtude
da santa obediencia da parte do Revm. padre
Vacc.ro, superior geral de mlha ordem.
Nio teoho necessidade de accrescentar que
nao verdade, como se disse, que eu tenha ce-
lebrado a missa no altar do papa e abeogoado o
povo do alto da cadeirs de 8. Pedro; porque
Roma inteira teslemunha de que esta afrma-
gio calumniosa, assim como outras do mesmo
genero com as quaes pessoas malvolas quizeram
denegrir a minha reputsgio. Eu Ihes perdo de
todo o mea coragio.
c Imprimiram e eapalharam pelas russ de Ro-
ma urna carta que ae dizia escripia por rain de
declaro que raoi-
Civita-Veccbia para a Franga ; .
tas passagens desta carta injuriosa ao papa e con-
traria aos meus sentimenlos cetholicos, nao fo-
ram escripias por miro, porm augmentadas e
falsificadas. Neste caso, eu condemno e me re-
trato desta carta, e desejo que nio a tenha ai como
escripts por mim. \
a Art. 7. Quanlo representigio diplomtica
do governo siciliano junto ao do santa a, sem de-
morar-me na consideragio de qae este foi no seu
comego recoobecido pelo rei d Nspoles, devo
em verdade declarar que aceilei esta representa-
gao depois de ter fallado com o papa, e ter com-
prehendido, ou julgado comprehender, que era
esta a iotengao de sua ssnlidade, para evitar es-
cndalos que poderiam ler lugar, fe esta repre-
sentarlo fosse coofiada a algum leito. Ea urna
palavra, declaro couscieociosameole que, em tu-
do o que eolio flz, podera enganar4me na esco-
lha dos meios, porm quanlo is miobas inlen-
ges, asseguro que sempre qoiz as verdadeiras
vantagens da santa s, do papa, do povo romano
e do meu paiz, aos quaes tenho sido sempre sin-
cera e profundamente devotado.
Art. 8." Perdo de lodo o mea rjorsgio i to-
dos os meas ioimigos a perseguido inteiramente
gratuita que me Qzeram durante longos ancos ;
e as calumnias com as quaes procuraram depre-
ciar-me sob todas as relages, at mesmo por
meio da publicidade, e pego a Deus que Ibes per-
dAe por sus vez, porqueelletnaotouleram o que
faiiam, e qae os accumule de gragti que desejo
para mim.
zeodo zlgs-xags, e camiohe com ligeireza ora oo
bosque, ora naa aleas
Entendo.
E ama hora depois de ter deixado o seu amo
Pompidou abriu a portioha baixa por delraz da
qual o viajante esperavs-o com Impaciencia.
O meu defunto avA nio tena camiahado
mais depressa do que eu, disse o Gascao. Desafio
i quem aejs capaz de seguir-me pela pista.
Deas seja louvado, mea amigo. D-ne a
chave. ^
Ei-la.
Agora vi esperar que a baronesa se levan-
te, e quando ella non ver lido o moj bilhete, lve-
me a resposta i rocha de Vizaau, o de vou sen-
lar-me.
Exposto ao ar ?
Sim, exposto ao ar.
Que homem i eolio V. S. ?
Um homem digno de lastima, meu amigo.
Bea o creio I exclamou Pompidou cujos
queixos batiam de friu. Eu quera antes que me
pozessem i dieta por tres das, do |ue ficar de
guarda urna hora s, e com este tempo, juoto
Vizoau. E' expor-se a geole i todos os zephyros
do psiz I Neste caso a porta flea aberta ?
Nio a fecharei.
E a chaveoode guarda?
Na mioha algbeira.
Ao 1 disse o GascSo. Co'os diabosU.mss...
O que diz?
Que a aventura se complica : eu eslou i
vosso servigo. verdsde; porm ha taotas ma-
neiras de servire se....flnslmente....
Aposto que esti fazendo mi jaizo de
mim....
Nio, senhor : mas qae esta chave.... para
que Ihe serve ? Quaodo as porlss principaea es-
tao abortas, e se procara entrar pelas portas pe-
quenas o oceultas, nio se pode deixar de ser....
Malfeitor ou oamorado, nio assim ?
Sim, senhor, assim mesmo; maa eu nio
pensava em amores; porqae neste lempo gelado
s o demonio poderis cuidar de taes cousas.
Se eu Ihe disser o mea nome eatoa certo,
Sr. Pompidou, de qae ha de ficar satisfeito.
Li isso verdade.
Pois bea, vou dizer-Ih'o coa a condicio
porm de que correapooda i discricio e silencio
que espero de sua psrle.
Sou surdo.e mudo quando nio quero onvir
nem (aliar. I '
Sr. Pompidou, o bilhete qoe tem na aua
aao, e que tmente a baronesa deve lr, vaa as-
signado con este nome: bario de Walter de
Seelorf.
Depois da aoalyse da*tos artigos os orases de
Roma cootinnaa :
No art. f a alUao. oo qaal precede i
disposiges particulares, o padre Vea lar.
aeoda a ana alaa a Deas, a Sania Tirana. ,
tantos, seas protectores. O cea savia m
votos, porqae pode der a sea altiae
aelo das consolages religiosas, fertU.
l ?" ,uf ord," "lee da iaaaa. a l
!^ ?]" ***** Seeher, a qaal,
conflanga ji o tira admittido aa iopimm
f?''- }' qoe lio grande, exe-
de virtudes laes como dea a padre Vealara,
ficarn privados da recompensa prom.ttia par
Deus i seas fiis servidores. Quanlo s nos sa-
jamos peraittido afflrem que ala seai na
dos menores ttulos de mereciaealo do creada
theaiino par coa Deas, o haver lanada par sale
documento, ao nosso scalo,ekeiaraa taa sre-
digioso orgulho, ua tal exemplo da hnaildasaa
chrislaa digno de imilar-se. O padre Vaa tara
que deixou na lio grande numero de aaaaaaa
tos de eloquencia ea aras escriptos, a ala virtn-
de em suaa aecea, acabon a sua carreira mortal
deixando, ua outro tambero efflcsz, deeaixo dea-
tas duaa relatos.
A aaa bella alma deve estar consolada pelo toa-
temuoho prestado i aaa memoria ne jornal od-
al da ssnlss; os seas saigoe ae regozijaa
com isso. Alm disso podemos accrescentar aaa
o sanio padre ji havia feito plena josca taa
affeigio e a saa dedicagio i a apostlica.
effeito, desde qua elle aoslrou-so suba
decreto do Index, saa saolidade Iba r<
por ama carta que comega aasia :
Ver utique paterno cordi noslro coosolaUeai
luit publica declaratio sabjecUoais taa, etc.
Jtum Nespoli, iu subui bao Porltti. dia f
octobres son 1849 .
Foi ea verdsde urna grande salisfagfta para
nosso coragio paternal a noticia da daclaracaa da
tua obediencia.
Demais, podemos dizer qae o padre Ventora
nao resida ea Paria sanio com aaa paraisaao
especial da ssots s, renovada muitas vana, a
tambero, durante a soj residencia ea Paris, ra-
bea muitos breves e rescriptos para indulgen-
cias, e oolros favores da sania s, siguas a asig-
nados pela mi do santo padre. Sua santidada
sempra recebeu mui favoravelmente es exeo.pia-
res de tolas as suaa obras, e mandn- Iba agra-
decer por sea secretario Mgr. Pacifici. Bala a
santo padre, ea 31 de margo de 1850, Ihe diriga
urna carta aasignada por sus propria aaa. Sa a
todas estas provas de bondade acresceata-ee a
ultima abeogio apostlica qne aaa smtie.de Iba
enviou por despacho lelegraphico ji eataada a
leito da morte, pode-sa dizer qae oeohua aator
morreu em communhio mais intima coa a sae-
ta s.
aUaaaaa,
(afonde.F. V. ate Medeiroe.)
Variedades.
GRANDE INCENDIO.
Com data de 2 do correte, s 8 horas da noi-
le, escrevem de Antuerpia i Independencia Belga:
A' hora em que trago i preasa estas poucaa
liona, esti scontocendo aa grande desasir pan
ta cidade. Esta Urde, pelaa 6 e aeia horas, de-
clarou-se um grande incendio na reuacao bel-
ga, vasta fabrica situada do lado do sal da (raadla
baca. Era meos de um quarto de hora as chara-
mas tioham feito taes progressos qae todo o edi-
ficio nio era mais que urna enorme fogueira. O
calor era insapportavel a mais de 500 pasaos da
distancia, e via-se tio bem coao ea pleno dia
oas bacas e pelos arredores.
Se o mal se limilasse a isso, s perda, apesar da
coosideravel, podara aioda supporlar-se, mss
nio assim : ao armazem de deposito S. Flix.
contiguo a fabrica de refloagio tambem se Iba
commuoicou o fogo, e por seu tamo presa daa
chammaa. Todo o aoccorro impeasivel : a fa-
chada deate ultimo edificio, toda construida de
ferro e lijlo acaba de desabar, e vea-se arder
com urna vivacidade aterradora aa aereadoriaa
accumuladas nos seis andares deste armazem.
Tudo o que se pode fazer perseverar os edificios
visinhoi, assim como a estagao do caroioho de
ferro do estado, que se acha por traz, no canal
de Amidon, e onde ae diz que ha mullas merca-
dorias.
No armazem S. Flix, havia cereaes, lias, es-
senciss. resinas, etc. E' impossivel agn calcu-
lar at perdas ; mis hio de ser constderiveis, pois
nada, absolutamente pode ser salvo.
A' meia nolle.
Teoho a satisfagio de poder aonunciar-vos que
o incendio esti concentrado no seu foco. O fogo
contina muito forle no srmszem S. Flix. A
refloagio belga niospreienta mais que um mon-
tio de deairocos ardeodo sempre. Cooseguiu-se
preseverar a estagao do caminho de Ierro, bem
como os armazens de madeira de coostruegio e
outros estabelecimentos muito ameagados.
Degragadameote honre bastantes victimas entre
o pessoal dos bombeiros e dos operarios militares
que trabalharamem tirar as fazendas do arma-
zea, e que foram sbitamente atacados pelaa
chammas. E'-me impossirel precisar o numero
das pessoas moras ou feridea, maa receto, pondo
de parte toda a ezageragao, que nio sejs menor
ne 7 ou 8, e s julgar pelo que dizera alguns offl-
ciaes, subira ao dobro.
Todos os navios que estavam na baca se aa-
faram para o largo no principio do sinislro, e fo-
ram presererados ; gela-se de susto peossodo no
enorme desastre que hareria se o fogo livesse pe-
gado a um nico navio, pois a baca est chela
dallen,
Como diste hs pouco, imposairei avaliar o
prejutzo ; mas ba de ser muito eoosiderarel.
Dizem-me que a refinigio estara segura em
perlo de um milhio de francos, e o edificio de
depsitos em 2; screscentie as aereadoriaa inlel-
ramenle consumidas, e nio te seri talvez outado
araliaodo-se a perda em mil milhoes. Todssaa
nossas companhias de segaros sotlrem crueit
golpes,
[Commtreio do Porto.)
Misericordia 1 exclamoa Pompidou desco-
briodo-se. O qae I pois, V. Exc. I....
"7 Calada I Nloguem, nem mesmo a mioha
linda prima, deve saber que lbe descobri o mea
nome.
O bario fechou a porta e dirigiu-se vagarosa-
mente para a rocha de Wizoau.
Ora, com effeito I murmuran Pompidou rol-
laudo ao seo posto. Quera dira qae esle o pri-
mo de quem faliava a maldita velha I Por isso
ea vi a baronesa com os olhos vermelhos n'uma
tarde em que a t a reprehender fallando no
nome da Walter, que tambem oavi. Ua I.. o caso
que ea nio sera capaz de dar pela cousa, e en-
tretanto nio aoa tio asno como isto I E que es-
parjalhio que elle com a ana pronuncia ingle-
i; seu paiz da Sede, Belad-el-Khont, paiido
medo, e finalmente aeus clncoenia grius de calor
permanente!.... Tudo isto vae auitabem....
maa eu nio vejo modos de sshir da Suissa....
Sjotissima Triudsde! exclamou repentinamente
Poapido, cuja imaginario galopara i prazer.
Nao ae admiro agora de que o Sr. bario Walter
tivease deixado seu primo Ir navegar no lago em
tio aaflooba noile: apostarla como madama
Thereza nura i este hors,... E o pobre pap
Koolll....Coitado I....Estime parecendo queme
rejo mettido em boas !.... Eolio, Sra. Antonia,
disse elle para urna criada que einba ao aeu en-
contr ; e Sra. barooeza ji acordou ?
Vioha mesmo procura-lo para dizer-Iha
isto. Da parte de quem o devo annuneiar?
Joren belleza, permitta-me que lbe diga
que eu mesmo nio sei. Annuncie Jlo Pompidou,
embaixador de um magnnimo estrangeiro, que
nio ha muito anortou s aranos da Treib. Bem
esti vendo que nio esqueci aioda os aodos fran-
cezes, anda qae perdido neste sea psiz endia-
brado.
Antonia voltoa dahi i alguns instantes i cozi-
nhs, onde Pompidou aquecia-se ao fogio com
todo o empenho.
A aenhora pode recebe-lo agora. Nio pise
aaito forle aa escada, porqae seria capaz de acor-
dar a velha, que nio dorme at multo tarde como
aabe. Ah I Sr. Pompidou 1 ae nio fosse a Sra.
baronesa, ninguem podera estar aqui....
Eolio a veiha continua sempre na mesma ?
Na mesma 1 Cada ves peior.... Dis-se-hia
qee a mulher de Satans.... mas ehilon 1
Foi camiohaodo na pona doa pea qae Pompi-
dou chegoa eo aposento da joven barooeza The-
reza de Seelorf.
_______ (Continmor-ee-ka.)
PERN. TTP. DE H f. DE FAR1A FILHO. 1863.


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