Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09915


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Full Text
/
fu
Inl s*HZ itncii.T $JooS

EMCARREGADOS DA SUBSCBrCAO DO
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino
mi; Natal, o Sr. Antonio Marque da Sil
Aracaty, o Sr. A. de Lenoa Braga; Csri o Sr.
J. Jos da Oliveira; Miraablo, o Sr. Joaqun
Marques Rodrigues; Para, Juttino J. Ramoa;
Amazonas, o Sr. Jeronyno la Costa.
I
PARTE OFFICIAL.
taerlo.
S.a scelo.Rio de Janeiro.Ministerio
tocios do impasta, asa 3 de Janeiro da
Jllm. e Etea. Sr.Acenso o recebimeolo 4o.
numero 138 de 5 do mez prximo pastado, c
o qual V. Ef. remeta a capia do que loe
a mesa do collegie leitoral do temo 4o-
xpondo o helo que sai m don,
notos eleiloret da arechia *a
ttelo a nembrs da a*se
desea proa-iaoie, cjaira o disposto na artigo 121
da lei de 19 de agosto de 1846, esa varias de-
cises de giveroo imperial aai quaes ae prohiba
qua lomen, parte oas alendes os eleitores que
olo estiferem approvadoa pela autoridad* com-
petente; oceurrencia esta que iodutio a eleito-
res da parochia de Bezerros a sepirarera-ae da-
Sueltes, e a Irem formar collegio dialinclo-, pro -
diodo mesa interina o 5 juiz de paz.
Bm resposta declaro a Y. Exc. que, cora qaanto
o governo imperial recooheca, vista dos aviaos
nmeros 419 e 422 de 23 de oovembro de 1857,
e 30 de jenho de 1859, que os novos eleitores da
referida parochia do Booito nao podiam con-
corror aquella eleicio, oeo exercer acto algum
eleitoral, julga dever absler-se dn proferir quil-
quer decisao acerca de
PARTA FE'BA 16 DE JABEIRO DE IS62.
P.raii adi.iUt'o 19$00O
Porle fraie* para t siiseriptor
MAMBIICO.
DAS DA SEMANA.
la. 8. Hilario b. ; 8. Emilio m.
8. Flix p. m. ; S. Meerina v.
. S. Amaro ab.; S. Secundioa m.
. Ss. Berardo, Acursia t Olhio mm.
8. Antaoab.;Si. Elausypo mm.
lo. A cadeira de S. Pedro em Roma.
19 Dossiogo. O SS. Nome de Jess; S. Canato.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacio: tercaa e aabbadosslO horaa.
Fazeoda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphos: tercaa e sextas is 10 horas.
Primeira vara do civel: tercaa aextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel
horada larde.
quartase aabbadoa l
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SOL
Alagdaa, o Sr. Clandino Falcas Dias Balda
O Sr. Jos Martina Alvea ; Rio de Janeiro o %/
Joio Peraira Martina.
EM PERNAMBDCO.
Os propietarios do pumo Maooel fjgoeira do
Paria & Filho, na ana livraria praca da Indepen-
dencia na. 6 e 8.
Dita as vieaoade de Suassuna.Comraunico a
V. Me. para qu sirva se de fazer constar aos
membro* 4a edaaruissio directora da exposlcao
- industrial, qi leve lugar nesta pro-
o governo imperial agradece a mes-
"o a deliberar;.!o que tomou de
-ae do crdito de 1:000$ aJjMaoDari
as deapeas. ftzendo-aa a *W otila :
aclara o JExrs, Sr. ministro da
mereio e obras publicas, em
do com data de
"av'Wi:
de dezembro pro*, jais, poudo-se de
* org;
nfermaria montada no quarte do 10 batalho
e infanlaria em vista do fornecimento feito pelo
dito batalho de oiteola e seis barras, de tnadeira
para esw flm, sao ain Ja precisos os dmais oh-
ectos mencionados os relami gnnexe ao officio
de V. Exc. o. 55, de 9 do correte, as quaes tai-
fas postaos ser reluzi las no iotqrease da maior
economa, que curopre haver I vista das erdeos
do goerao imperial. ,
Dito ao chefe de polica.Para cumprimeoto
do aviso expedido pelo ministerio da justica ea
18 de dezembro ultimo, sirva-se V. S. )de infor-
mar sobre o que allega Jos Bento da Fonaeea no
incluso requerimento que me ser devolvido.
Dito so raesmo.Transmiti a V. S. o incluso
pois que dita assembla, por occasio do veri
iicar os poderes de seus membros, compete re-
solver a tal respeito como entender.
Compre entretanto que V. Exc. estranhe ao 1*
juiz de paz Joao Brazde Vaseoncellos o seu pro-
cedimeoto, por nao ter stteoiido ao que V. Exc.
expoz no seu officio de 16 de novensro ultimo,
do qual se Ihe declaras que lees eleitores nao
podiam coocorrer i eleica j.
Dos guarde a V. Exc. Jos Ildefonso de
Souza Ramos.Sr. presidente da provincia de
Perosmbaco.
samelhante occurreuc.a. i raqoerlmento documentado era que Maooel Vet-
' reir Visona pede ser remeilido para a comarca
Ministerio dos negocios est ran-
sjeiros.
No dia 16 de oatubro ultimo foi recebido em
audiencia publica pelo general Pees, dictador da
repblica de Venezuela, o Sr. francisco Adolpho
Varnbagera, que so entregar a S. Ere. a sus cre-
dencial de ministro residente 4e aua m-gestade
o Imperador, proouoelou o aeguinte discurso :
< Exm. Sr. chefe supremo a Repblica.Te-
de Goiaona afim de prestar funja pelo crime de
falsidade e denuncia que o preto Maooel, sendo
livre, acba-se reduzido a escrardio, pira que
se cumpra o que foi determnalo por aviso do
ministerio da justija de 19 de dezembro ultimo,
unto por copia.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Ao capito Jos Pereira Teixeira mande V. S.
pagar, conforme reqoisitou o chefe de polica em
officio de hontem.aob o. 39, a quantia de 16$000
em que importa o aluguel vencido nos mezes de
aelembro a dezembro do anno prximo pssssdo,
da casa que serve dequartel ao destacamento da
freguezia de Nossa Senhora do O' de Ipojuea, co-
mo se v do recibo junto em duplcala.Com-
rounicou-se ao chefe de po'icia.
Dito ao capito do porto.Paco apresaotar *a
V. S. para ser inspeccionado o voluntario Joao
Baplista de Paes, que foi por seu proprio pai
lapresentado para dadicar-se ao servico da ar-
' mada.
Dito ao director geral da instraccao publica.
Montevideo,
SO te dezembro.
Na miaba correspondencia anterior anounciei a
revolucio de Corrientes, a Majo soaso noticiar
tarar ella sido coronas 40 nsMoomplete xito
em toda a proviaoia^fjs* l|>snss Ma oobaca-
gatera! Mitre
s iltrepublica
mmfnmm
nho a honra de entregar n.s maos de V. Exc. a : Respondendo ao officio que Vmc. ma dirigi em
pela qual o Imperador 4o Brasil, meu so- 2 do correte, sob n. 1, teoho adizer-lhe quede-
berano, me acredita como seu ministro residente
nesta repblica, cujos destinos ae acbam confia-
dos ao acrisolado patriotismo de V. Exc.
< Gomo verdadetros Americanos, tanto o au-
gusto defeosor perpetuo da oacao brasileira,
como tolos os sena subditos nao cesssm de fazer
otos pe* prosperidade de cada orna das oaces
deste continente, na qual prosperidade ae cifra a
signo p>ra examinar os alumnos do Curso Com-
mercial Pernamaucano no dia 15 deste mez, os
prolessores ioi Sosres de AzeveJo e Antonio
Egydio da Silva, seodo oprlmeiro em gramma-
tica nacional e caligraphis, e o segundo em
arithmeiica at as quatro operares e em algebra
al aa operagoes do prlmeiro grao.
Dito ao mesmo.Autoras, a Vmc. a encarta-
da America toda. E a poltica do governo ios- mar ao director do collegio dos orbaos de Sania
penal de ter agentes diplomticos acreditados "
aas diftVentes repblicas sul americanas, algama
vez com meaos justica apreciada ( nao por certo
em Venezuela ] d aem duvida um leslemuoho
solemne da sincerilade daquelles votos o dos de -
sejosque tem lido o meu governo de achinaros
oamiohos que possam conduzir maior faclidade
e frequoocia de relagOes com os povos limi-
trophes.
O proprio empeoho de flxtr de urna vez as
fronteiras rnenle procedeu do intento previsor
de eyitsr no futuro graves queixas, ou talvez dis-
cordias. Nunca pretendeu o imperio mais do
que julgava era de direito, e pareca aos juizes
imparciaes conveniente a melhor demarcaco dos
limites; porquaoto territorios demasiado vastos!
nao faliam seguramente ao liberalissimo imperio
americano.
Felicito-me, Exm. senhor, de vir em misso
a um Estado que mantea) com o imperio a mais
Thereza de Olioda de mandar fajer a roupa
qu eoassitarem ot educandos daq"ueTe collegTo
aproveitando para esst flm a fszenda que foi re-
mettida pela thesouraria provincial ao mesmo]
director.
Dito a cmara municipal do Ex.Declaro a
cmara municipal do Ex, que nao envotvendo o
projecto de posturas que acompanbam o seu offi-
cio de 27 de oovembro ultimo*, materia urgente
nos termos do artigo 2 do decreto de 25 de ou-
tubro de 1831, nao pode ser provisoriamente ap-
provado, mas queem lempo ser spresenlado s
assembla legislativa provincial.
Dito ao conaelho de compras.Approvo os con-
tratos que o conselhode compras navaes, segun-
do declarou em seus officios de 28 de dezembro
ultimo, fez com varas peasoss, para fornecimento
nao s do material necessario aos navios da ar-
mada e s obras cargo do arseoal de marioha,
. mas tambera defardamenlo aos apreodizea arli-
cordiaes relacoes de amisade, que provavelmeotd fices, fuzileiros navaes, imperisea marinheiros e
pelas estipularles do tratado ltimamente celel aprendizes ditos, bem como para a lavagem de
brado, devem anda estreitar-ae e deaenvolver-s* roupa tanto das enfermaras de marinha e dos
mais. E confiado oas boas mtencoes do governo Africanos, como dos ditos aprendizes artfices -
da repblica, no espirito de moderacao que teta
tantas vezes guiado os meus actos, e no de rec-
tidao e justica que se fortaleceu em mim pelo
exercicio de urna vocacao que devi a Deus, es-
pero que me aera aempre possivel conciliar a
conQaoca que em mim depoaitoa o meu magua
nirao soberano com a que aspiro a alcanzar do
governo da repblica Venezuelana. >
da maruja do mesmo arseoal, como ae v dos ter-
mos datados de 17 e 28 do referido mez de dezem-
bro, e que por copia acompaoharam os citados
officios.
Dito ao juiz de direito do Rio Formoco.Para
cumprimeoto do aviso expedido pelo ministerio
da justica em 19 de dezembro ultimo, haja Vmc.
de informar a inclusa pelicoem que Mara Ida-
A este discurso respondeu o dictador da repu- lina de Saota Isabel pede perdao do resto da pe-
na a que foi coodemnado pelo jury do termo do
Rio Formoso, seu marido Francisco Alves Tei-
blica nos seguiotes termos
a Para mim altameote aptazivel a reiterada
prora de amisade que dao miaba patria o sab.o
e liberal imperador do Brasil e o seu Ulustrado
governo, acreditando nesta repblica um noto
ministro residente com os cobres lins que mani-
festis oo vosso discurso.
c Posto que sejam ain la poucas ss relacoes de
ioteresse material quo cultivam os povos dos
dous paizes, muitas e mu impottantes ao aa de
ioteresse moral e poltico que ligam a todos os
da America, e por tanto sao elles obrigados c da
vez mais a entender-se para pdr termo as cala-
midades domesticas que provocam a ruina de
rnuitoa e a apreciacao errada que ae faz fra deste
continente das causas que as produzem.
> O Brasil tem (ido a forlurna de evitar seme-
Ibantes perigos, e est por isso em estado dejpo-
der aju Jar-nos com aeus boos officios e a suajme
recida^pTluencia a entrar na senda feliz de p
prosperidade que percorre com lauta gloria
seu governo com o proreito para seus poros
ooriosos.
cEstaodo definitivamente regulada a quest
limites entre esta repblica e o imperio, nao
aoa dous paizea seno atteoder a que ae
cada dia mais estreita, benfica e cordial a a
do que os une.
c Assim que, os votos qua faz o vosso aubusto
obersoo e seus subditos pela prosperidade Idesta
repblica, sao por ella e por mim cordialmente
correspondidos, e para mim grata a escolna de
tao digno orgao eocarregado de traosmilti- os.
c Qom vossos principios de moderac,o, ustica
reelido, nada vos ser mais fscil do qu i de-
sempenhar o duplice objeclo da vossa ma lo, e
posso assegurar-voa que encontrareis en mea
governo as necessariaa facilidades para :oose-
gu-lo.
xeira, fazendo-o instruir dos documentos exigi-
dos pelo decreto de 28 de margo de 1860.
Portarla.O presidente da provincia lomando
em consideracao o que expozo inspector da the-
souraria provincial em officio de 7 do correte,
aobn. 7, resolve abrir um crdito aupplementar
na quantia de 8009 para a coulinuacao das des-
pezas com o expediente e aceio da caaa em que
fuocciona a secretaria da directora geral da ins-
trueco publica no corrente exercicio, por j ae
achar quasi extincta a somma consignada para
esso fim no 2o, art. 4o da lei do orgamento vi-
gente.
espaciaos do dia 11 de Janeiro.
Jfeauertnifnto*.
Alexaodrina de Lima e Albuquerqoe.Informe
0 Sr. director geral daioslrucc&o publica.
| Francisco Pedro Advincols.Informe o Sr.
, inspector da thesouraria provincial.
Francisco Alves Coutinho.Passe portara.
I Fraocisca Mara Ignez da Hora.Informe o Sr.
i Dr. chefe de polica.
Hajor Joao Francisco do Reg Maia.Passe-se
de tuto requerido.
Joaquim Pires da Silva.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazeoda, ouvindo o da
alfandega.
Joao Chrysostomo de Oliveira Peltgio.Infor-
me o Sr. engeoheiro director da reparlico das
obras publicas, organiaando logo o competente
plano e orcameoto.
Joaona Dutra de Moraes.Requeira ao gover-
no imperial.
Raimundo Nonato das Chagas.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Sabino Candido do Nascimenlo.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia II de jaueifo de
IMS
Officio ao Exm. presidente da provincia das
Alagse.Para cumprimeoto do que ordpnou o
Exm. Sr. ministro da agricultura commercio e
obras publicas em aviso de 9 da dezembro Godo,
da quedou acieocia a V. Ex<-, con a cppia in-
clusa, airva-se V. Exc. de m indar proceder aos
estados preliminares que tarara precisos para
achar-se o melhor traco de urna ealradaf de ro-
4agem que ligue a capital dessa provincia a eata
cidade, de maneira que essa porcao da eslrads
veoha a iier urna aocco da geral que dive pren-
der a capital do imperio a do Para, paisahdo pelas
provincias intermediaa, V. Exc. ao dignar de
ommonicar-me o resultado desse trabjalbo, cer-
to de que teiho ordenado que oesls pr< unca ae
ficam tambem estados no mesmo senl do.
GOMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel-general do conatnando das
armas de Pernambuco na cidade
do Beeife em 14 de Janeiro de
l6t.
ORDEM DO DIA N. 21.
O general commaodanle das armas, teodo
mandado prender e reapoosabilisar o 1* ssrgento
almoxarifa da fortaleza do Brum Gaspsr Uenri-
ques Joa dos Res por abusos que com metiera, e
achaodo-se por tal motivo impuasibililsdo de con-
tiauar no exercicio daa respectivas fuocedes, de-
termina que o 2* asrgento do 4* batalho de arii-
lbaria a p Lutz Igoacio da Silva passe neita da-
ta a servir interinamente aquello emprego.
Assigoado.Soliionio Jos Antonio Pereira do
Lato.
provioaaol aomeoo goveroador
nUnos D. Jos Pampta, que ernice-presiden-
te daqoella corpora;io, e b o ateas de iditf libe-
raes. -
Em caosequeocia das pretengoes aaanifestadas
por L'rquiza de conservar em seu poder os archi-
vos e rapariicoes perteoceoloa naci, resoltes
Mitre acabar com o nico poder que anda ti
va da derrocado governo federal, eordeeop
eaquadra que se apoderasse doa navios e
melos pert aneen tes esquadra daquelte
Iho, o que sem a menor resistencia _a veNOcou
na maoha de 21 do correte. Deaappareceu poja
lodo o receio de que Bueoos-Ayres perJesse a
supremscia oas aguas, e removido eue obstculo
recebeu o general Flores ordem deoecupar a ci-
dade do Paran, capital da Coofederacao, o que a
eata data j ae ter effecluaio.
Tudo pois faz presumir qua antea de dez diaa
estar convulsionada, ou aubmettida ao exercilo
de Bueoos-Ayres s nica provincia que reaisto
anda ao Ufluxo da propaganda revolucionaria.
Quaoto a nos, julgamoa que bsstar um paaseio
militar para que veoha ierra o poder do general
L'rquiza, cuja queda nao podia ser nem mais tris-
te nem mais ridicula.
Maa nao s oo litoral que vemos estas resul-
tados. O interior da Repblica Argentina j est
todo pronunciado a favor do general Mitre. O go-
veroador de S. Luiz, Juan Sia, ganhou a cordi-
lbeira com direccao ao Cbili, onde vsi esconder o
sua vergonba, e aa communicsQea que agora ae
estabeleceram revelam que de ha mullo fermen-
ta vam as proviociaa do aerlo, embora compri-
midas pelo terror e pela cabala, as ideas que
Bueoos-Ayres rspresenia. Por isso foi to espon-
tanea e fcil a exploso apenaa encontrou efficaz
apoio.
Aa provincias de S. Trasgo, Catamsrca, S. Juan
e todaa as que podem pezar alguma cousa na ba-
lance adhenram jiao pensamento queiriumphou
em Pavn, e as poucas que restam seguiro den-
tro em pouco lempo a mesma correte.
Na provincia de Corrientes asaombia provin-
cial, depois de ler comeado D. Mares* Paz para
governador, .dirigi ao povo va manifest em que
se recapitulara, todas as accusac&es fallas aos h-
meos encarregados do poder nacional, latminan-
do assim ;
Eaanoae, pois, da revolucio triuesphante do
direito, reassumiu s proviucia de Gordova a ple-
*e da aua utouun tUrior xterfar, 4e-
ido, como agora declara peraole a repblica
e o mundo, que oa poderesnacionaes caducario,
de faci e de direito.
a Declata tambem que est disposto s concor-
rer quaoto antea para a reorganiaaco doa pode-
res nacionaes sobre as bases da coostuicao re-
formada, e que a sua aspiraco suprema ver rea-
lisado este facto, de que depeode a salvaco do
paiz, o seu eograndecimeoto e liberdade. E ao
saudar as suas irtnas no grande dia da liberdade
que alcaocram, toma ella a liberdade de coovi-
d-Ias a conferir ao governador ptoprielaro de
Buenos-Ayrea poderes bstanles para designar o
lempo e lugar em que deve ser eleito, e reunir-
se o verdadeiro coogresso de qualorze povos li-
vres, investindo o para case effeito das faculdades
que competeni ao poder executivo naciooal.
c Bueoos-Ayres foi o oobre iniciador da revo-
lucio poltica e social queaalvou o porvir do nos-
so paiz, aeja elle pois quem nos presida al ci-
mentar-ae a grande obra comecada a 25 de maio
de 1810. .
Os representantes da provincia reunidos em
assembla geral aancciooam com forca de lei o
seguiote :
c Art. 1. A provincia de Cordova reassume a
soberaoia interior e extetior delegada nos pode-
res nacionaes, por haverem caducado de faci e
de direito os ditos poderes, (cando desJe j re-
tirados os seus deputidos do coogresso do Pa-
ran.
< Art. 2. Autoriaa-se o btigadeiro geoeral D.
Bartolom Mitre, governador da provincia de Bue-
oos-Ayres, a coovocar e fazer effectiva a reuniio
da novo coogresso federal conforme a constilul-
cio reformada, no lugar e no lempo que elle de-
sigosr.
Art. 3. Em qusoto nao se rene o coogres-
so de que falla o artigo anterior, cooferem-ae ao
brigadeiro general D. Bartolom Mitre sa facul-
dades inherentes ao poder executivo nacional, a
Este manifest servir provavelmente de pauta
s demais provincias, de modo que dentro em
pouco se ver Mitre investido de poderes dctalo-
riaeaque podem aer de grande ntilidade a futura
organisacao da repblica, ou trazer-lbe novoa e
maiores males, seguodoo uso que delles fuera-
quelie general. Se, como eremos, elle poder ser
aobrsnceiro s pequeoaa paixdea, e ae oio desva-
necer com um poder ephemero, filho mais de cir-
cumstaocias excepcionaea do que de urna influen-
cia paulatinamente conquistada, consumar-ae-ha
a obra regeneradora que leve principio em 1851,
porque a queda de L'rquiza nao matado que o
complemento da cruzada que fez baquear a dic-
tadura de Rosas.
Seja como fdr, pode dizer-se com propriedade
que os povos daquella repblica s agora ae veem
livres do absolutismo, e pela primeira vez pu-
derio manifealar livremente a sua vontade.
Em consequencia do desenlace que vio teodo
aquellas aucceeaoa, lem-ae Montevideo tornado
centro da emigracio federal, e aqui temos j no
noaao aeio as pnocipaes persooagena daquelle
partido. lis tres diaachegou o general Guido, e
hoja temos o Sr. Virasoro. Hi quem opine que
nao lardar a vir o general L'rquiza, o que com-
plicar a siluacio poltica do Estado Oriental, on-
de gozamos de urna paz agitada, em coosequen-
cir dos temores que obrigam o governo a manler
em armas crescido o numero de tropas, disira-
hodo de seus pacficos trabalhoa para o servico
militar os habitaolea doa noaaoa campos. O peior
que eaaaa precauces, looge de preveoirem o
mal que ae leme, podem aggrava-lo ou precipi-
la-lo, pola que impe iograloa deveres cumprios
por violeocias, de modo que, apenas o exercilo
de Bueoos-Ayres dominar na provincia de Eotre-
Rios, difflcil ser cooter aa lenta ti vas reacciona-
rias de maia de 2,000 orieniaea que deade a ma-
lenca de Quinteros soffrem as penurias de urna
emigracio prolongada.
Teoo-se indicado ao presidente Berro que s no-
va aituacio do Rio da Prata Ihe impe o dever de
tranaigir com oa aucceaaoa, reintegrando aquellos
orientaos oo exercicio de todos os seus direitos,
mas sem que st agora tenha aido possivel movt-
lo. Por ouiro lado clama o partido ultra-blauco
que ae augmente o numero dos proscriptos para
ooter a marcha da reaccao, como se esta se dei-
xaaae refrear por arbitrariedades, que s servem
o, augaaentjdo aioda o mal com grande
experimentamos. Na provincia de Bue-
nos-SP/rea aobretudo comees j a morlandade do
gado.-,
A afta mesma calamidade aa deve que o va-
por FtMo del Salto so inutiliaasae na primeira
"lagos, encalhando ao lugar denominado Cur-
ralito, a poucas milhas da Dovoacio daquelle
oome
31
achegada do vapor Missisipi recebemos a
do completo triumpho do exercilo de Ta-
bre os restos que commaodava Gutier-
isda apoderar-ae da cidade de Tacu-
dei pdi em liberdade os presos polticos.
lalha 4o Seiba 1 pz fra de accao um gru-
3 000 domea, fiesndo morios 30, eprisio-
seir 360, com o que ae limpou o caminti do
norJjk aeeeguraodo a liberdade de Mendoza, em
ajdjfertltorio j nao existem outraa forcea alin
desSJBe obedecen a Penaloaa, por alcuoha o Cha-
ho-JIue ae eubmetter, ou seguir Juan Saa,
penas souber da aotte da esquadra e humilde
atiitude do Urquiza.
Eatre os prisiooeiros de S. Luiz eoota-se D.
Juan Bodriguea, que acabava de eafolaros
"e S. Juan o Mendoza impondo-lhes con-
es forradas.
rooel Ribas com a divisio do seu comman-
compaohado do coronel Baigorra marcha-
e Cuyo para apoiar aa maoifeslaces que
taea ali preparam.
ncas em Buenos-Ayres ficavam a 380, a
prass e 386 vista.
{Jornal do Commercio, do Ro.)
INTERIOR.
r lagar a
pedfrtsl da
BIO DE JANEIRO,
ti de dezembro de 1861.
dia 1 de Janeiro prximo foturo ter lugar
(atona da collocacio da pedra fundamental
ment da estatua equestre do Sr. D. Pe-
r, conforme o programma seguinle :
No dia deaigoado por S. M. o Imperador te-
collocaco da pedra fuodameotal do
estatu equestre, que ae vai erigir na
proas da Constituida ao fundador do Imperio
xv? s um lado da base, destinada a receber o
pedestal, se levantar orna teods ornada com bao-
deiraa nacionaes, onde se colloearo duss cadei-
ras de espsldar para SS MM. Imperiaes.
JJ* Collocar-se-ht tambem na mesma tenda
utsa credencia sobre a qual estarao os ulensis
sjjtjessarios para a ceremonia.
Ti* Ao lado oppostu da tenda se elevar um co-
rlo para.urna banda de msica.
* Um balslbio de tropa de linha tari a guar-
da de honra.
6* Meia hora antea da que fr designsds para
1 ceremonia, ae reunirio os membros da commis-
aoo encarragada de erigir.a estatua e a Illma. ca-
mas*) municipal, para a recepcio de SS. MM. Im~-
priaoa.
7 Logo qae sa avistar o coche imperial oa
membro ao dlrigirio ao encontr de S. M o Im-
perador ede S. M. a Imperatriz, que erao rece-
idos ao sotn do hymoo nscional e condazidos
tenda, onde se digna rao de tomar asseoto naa ca-
deiras que Iheseram destinadas.
8a Obttda a permissio de S. M. o Imperador,
comecar o acto, lendo o presidente da commis-
sio um discurso anlogo eeremona, depois do
que o secretario proceder leitura do auto da
fuodacio da estatua que dever ter aido assigoa-
do peloa membros ds commissio.
9* Findo a leilura do auto, ser o mesmo de-
positsdo em urna caixa-de cedro, com osobjectos
seguintea :
1*. o termo da vereacio do dia 9 de jaoeiro de
1822, authenticado: 2*, o termo da vereacao de
13 de maio de 1822, authenticado ; 3, o mani-
fest s naedea, tambem authenticado; 4, um
extmplar da constituido do Imperio ; 5*. moe-
das cuohadas com a edlgie daS. M. o Sr. D. Pe-
dro I ; 6*, moedaa cuohadas com a effigie de S.
M. o Sr. D, Pedro II ; 7, o hymoo da iodepeo-
deocis, composto pelo Sr. D. Pedro I; 8, copie
aulheotica da acta da sessio extraordinaria da
Ulna, cmara municipal, celebrad em 7 de se-
terebro de 1854, da proposta de 29 de dezembro
de 1852, e o projecto da cmara dos deputados
de 28 dejulho de 1854 ; 9o, as folhas diarias do
dia.
10. A caixa de cedro ser depositada em outra
de chumbo, e depois de aoldada, conduztda ao lu-
gar onde deve Iicar, porS. M. o Imperador, e
mais tres pessoas por elle designadas. -
11. Col locad a a caixa em seu lugar, locar-se-
na o hyrooda independencia, e gyraodolas que
subiro |ao ar annnnciario capital do Imperio
este grande acto.
12. Logo que S. M. o Imperador d por fiodo o
acto, a commiasio e a Illma. cmara municipal
acompsohario a SS. MM. II. at o coche. O
comprimenlo de despedida ter lugar usom do
hymno oacional, e o preaideote da commissio le-
va a lando 03 vivas do estylo dar Qm a esta cere-
monia,
13. o auto da fuodacio da estatua mandar-
se-nao copias autbenticas ao archivo publico, ao
Instituto Histrico, cmara municipal e bi-
bliotheca naciooal. Os exemplares impressos se-
rio distribuidos pelas pessoas presentes.
28
S. M. o Imperador acompanhado por seus se-
manarios, pelosSrs. ministro da marioha e gene-
raos cuetes da meama reparticio viaitou hoolem
as corvetea Bahiana, Btrenice e Imperial Mari-
nheiro, a fortaleza de Villegaigoo e a morlona na
ilha de Mucaogu.
Consta-nos qne S. M. retirou-se sslisfeito do
asseio e ordem em que eocootrou esees navios e
os corpos de marinha, mandando por isso elogiar
oa respectivos commandantes.
Visitou tambem S. M. o dique imperisl, onde
foi recebido pelo commandante e mais officiaes
da fragata f vapor Amatonae, e all descendo ao
fundo do dique, onde se acbavam oa Sra. Io l-
ente Level et dito Bastos, examioou minucio-
samente aquello savio, dingiodo-se depois ca-
sa da machio, onde se demorou.
Os sttestadoa que o Sr. Freitaa poaaoe de aeus
leales e cheles abonando oaaeua procedentes co-
mo bom estalante e official, justifieam a eaco-
Iha que delle fes: o governo imperial para eata
commissio.
31
Por decretos de 27 do correte foram nomea-
dos :
Official ds secretsria da thesouraria do Espiri-
to-Santo, o 2" escriplurario da meama thesoura-
ria Alpho Adelpho Monjardlm de Andrade e Al-
meida.
Engenheiro dos terrenos diamantinos da pro-
vincia de Minas-geraes, o bachsrel Cali Gomes
Janlim, sendo exonerados desse emprego o espi-
tao do imperial corpo de eogeoheiros Aotooio
Theodoro da Rosa Gama.
1 Por portara da mesma data foram oomeados
officiaes de descarga supranumerarios da alfan-
dega da Baha, Anuncio de Suuza Braga e Aoto-
oio Augusto da Silva Lima.
Por portara de 26 do correte foi nomeado 4*
eacripturario da alfandega da corte o pralicanle
da mesma Antonio Emilio da Silva Maia.
Celebraram-ae hontem no mostelro de S. Ben-
to, com aolemDidade e pompa, as exequias orde-
nadas pela legacao portugueza nesta corle por al-
ma de S. M. F. o Sr. D. Pedro V.
No ceolro da igreja eslava armado um rico
mausoleo guarnecido de csscaes, serpentinas e
candelabros ae prats com mais de trezentaa e cin-
co en tas luaes ; ha va ao lado dezoito locheiroa, e
todos os altares eslavam convenientemente or-
nados.
Occupavam as tribunas ao lado direito os mem-
bros do mioisterio e do corpo diplomtico, e ao
esquerdo diversos oegociautea e ouiras pessoas
distinctas.
Na capella, em lugar de honra estavam o Sr.
conselheiro Paulo Barbosa da Silva como repre-
sentan^ de S. M. o Impetador,eos membros da
legacao portugueza.
O corpo da mesma capella era ocenpado pelo
clero, estando representados es religiosos Car-
melistas, de Sanio Aotooio e oa do hospicio de
Jerusalemr
A missa solemne foi celebrada peloa religiosos
Benedictinos, assim como o libera-me.
Orou o Rvm. padre-meatrea mooga da mesma
ordem e pregador imperial fre Joao de S. Jos
Paira, que, compenetrando-se ds grandeza do
assumpto, soube repetir o elogio do chorado
mooarcha, toroaodo salientes ss virtudes cvicas
que ornavam o seu excellenle coracio.
de Alfonso Heoriquea conli-
ipos
Dito de igual theor e data ao Exm. presidente ldante de ordena eocarregado 4o detalbe.
da provincia da Parahiba. i -----------
aolorme.vanuao Leat Ferrexra. capillo para Comentar odios, fazendo victimas inuleis.

--*-
I Este estado anormal n'uma e n'outra margen
cootribue poderosamente para que tudo esleja
Por decreto dn 7 do correte foram deraitti Jos,
aeu pedido, oa Recaes :
Bacbarel Jos de Barros Pimeolel, do banco
Industrial, Cotnmerclal e Territorial do Rio de Ja-
oeiro ;
Maooel Pereira Bastos Varella, do banco do
Commercio da Bahia.
Bacharel Casimiro de Sena Madureira, da Cai-
xa Reserva Mercantil da Bahia ;
Bacbarel Joio Ladislao Japiass de Figueire-
do Mello, da Caixa Commercial da Bahia ;
Bachsrel Romualdo Antonio de Seixts, de Cai-
xa Commercial Econmica da Bahia ;
Bacbarel Maooel Piolo de Souza Dantss, da
C>ixa de Economas da Bahia ;
Por decreto da meama dala foi exonerado o Dr.
Maooel Pereira da Silva Ubatuba, do cargo de fis-
cal do banoo do Rio-Grande do Sul.
O Sr. Francisco Jos do Frailas, 2 leneote da
armada insoria! e director noneado dos eatudos
pratieos dos guardas-marinhas, na prxima via-
gast da iostruccao que vio fazer Europa, foi
tenfcesa eocarregado por aviso' de 20 do corren-
te 4o lecclooar-lhes hydrographie.
1 de Janeiro.
O 1 teoeoteda armada Fraocisco Manoel Al-
vares de Aranjo, em consequencia de haver aido
julgado incapaz de continuar a servir, por soffrer
molestias chrooicas e iocuraveis, foi reformado
ao mesmo posto por decreto de 24 do correte,
veoceodo 15 vigsimas quintas partea do sold,
visto cootar 15 anuos completos de servico.
Por decreto de hontem foram Borneados se-
gundos cirurgiea do corpo de asede de exercilo,
noa termos do art. 156 do regnlarSento de 7 de
mar^o de 1857, os Drs. em medicina Gustavo
Balduioo de Moura e Ornara, Jaime Aires Gui-
rnaries e Jaciolho Silvano Santa Rosa.
Foi igualmente nomeado capellio-alferes da
reparticio ecclesiastica do exercilo o padre Joaj
Maooel de Menezes.
Por decreto da mesma data concedeu-se ao
alferea do 5" regiment de cavallara ligetra Jus-
tino Augusto Penedo a demissao que pedio do
servico militar. *
Foram transferidos : para o enramando do Io
batalho de iofantaria tnente-corooel do ba-
talho do deposito Antonio Joaquimd e Maga-
Ihaes Castro, e para o commaodo deste batalho
o coronel-commandaote daquelle Guilherme Xa-
vier de Souza ; para a 3a compaohiadol0 bala-
Ihio de iofantaria o capito do batalho do de-
posito Aotooio Teixeira de Sampaio, e para a
4a deste batalho o capito Cyriaco Jos da
Silva.
Foi reformado o cirurgiio-mr de brigada Dr.
Jos Thomaz de Lima por soffrer de molestia
iocurivel que o torosva incapaz de lodo o ser-
vico.
Hontem as 11 horas da maoha leve lugar a
collocacio da pedra fundamental da estatua e-
queslre quo se vai erigir na praca da Consliiuicao
ao augusto fuodador do imperio o Sr. 1). Pedro
I, na preaeoca do de SS. MM. K., do ministerio,
da Illma. cmara municipal e da commissio da
es tatas.
Seodo observadas aa formalidades do program-
ma, o Sr. conselheiro presidente da commiasio
leu o seguiote discurso:
c Senhor I Aioda no seculo XVI a Ierra que ha-
bitamos, a primeira cidade da America Meridio-
nal,, a corte de um grande imperio, apeoaa abri-
gara asombra de errores silvestres o indolente
filho daa aelvas 1
< A magestade das altas serranas que a ro-
deara, a sumptuosa riqueza de suas florestas se-
culares, a grandeza e formoaura de seu porto
immenso, debalde attestavam a que altos desti-
nos eslava reaervada I
a Tslvez mesmo essss grandes pompas, esta
magnificencia da creacio offuscavam o habitante
de lio favorecidaa plagaa; o homem da natureza,
como que receiava profanar tantos primores com
seu trabalho rude I
a Apeoaa o homem civilisade veio aproveitsr
os immeosos germens de prosperidade que o psiz
cootioha, peuco te rapo bastou para ergu-lo ao
par deaaes em que oo velbo mondo grandes rui-
nas atieatam a existencia de grandes cidades, cu
ja origemae perde na nolte doa aeculos.
c Conhec-lo foi o grande mrito da dyoastia
de Bragaca. O primeira dos Bragao^as reatituio
ao Brasil aua iolegridade, que o mmeoso poder
da monarebia doa Felippea nao podera con-
servar.
Um de aeus netos pensa em transferir para o
Brasil a sede da mooarcbia ; ao augusto av de
V. M. Imperial eslava potm reservado execular
ease grande pensamento.
c Elle o rea lisa em 1808, ej em 1815 o eleva
catbegoria de reioo.
c Por coohecer quaoto seria vaotsjos urna per-
c feita unlo e idenlidade entre os seus reinos
de Portugal e Algarve e oa domioios do Braail,
< dizia em 1815 o augusto av de V. M. Impe-
< rial, e para dar a devida importancia aua
c vaslidio e riquezas, elevara o Brasil caihe-
a goria de reioo. >
< E' que j nesaa poca a vistas providentes
do eselsrecido priocipe oio escapara que a colo-
nia da Santa Cruz attingia I poca do e mancipa -
ci, o que para conservar ioleira a cora de aeus
maiorea um s meio havia,constituir de Por-
tugal, Braail e Algarve um reino uoido.
< Muito era : maa pouco para o estremecido
amor do mooareha portugus ao novo reino que
creara I Ei-lo qae o dealioa para sede da mo-
narebia.
Poucos annos depois o glorioso soldado,
que domando a revelucio empuohara o acep-
tro de Luiz XIV, o a quem eatreilos pare-
can os limites de lio poleroaa mooarchia, esse
gigante da hiatoria moderna, que perturbara a
paz da Europa, esconda tanta gloria sombra
tretanto o Ihrono
ouava no Brasil.
Foi oecessano qne a revolucio de 1820 res-
lituisse a Lisboa aeu re I Maa arrancado do Bra-
sil, coohecia o graode principe que nio podia
este retrogadar ao antigo otado. Deixou-lhe,
pois como regente o logar lente ro mm
prlmeiro Olho o herdeiro da mooarchia con
ministros, tnbunaes regios e todo o que as-
signalava a residencia real.* A nonarchia por-
tuguezea dos tres reinos, se fuste possivel, s
aasim o seria.
Mas as cortes de Lisboa, menosprezaodo os
deputadoa braaileiros. a aeu deapeito, e das vis-
tas pre video tes do re, arrastadas pelas ceguei-
ras da fataiidade, foram levadas a decretar quo
se relalbasse o Braail pira quebrantar Ihe as
torcas e faze-Io regressar aos tempos eoloniaes ;
o principe, por aepara-lo dos Brssileiros con o
pretexto de e fazer viajare instruir, chamaran i
Europa.
Eslsvs felizmente paaaado o lempo do enga-
ar os homeos ; e maia atiladoa do que os swppa-
nharo seua apaixooadoa delratorea. os Braaileiros
idenliQcaram-ae com o regente. Esta nio trepi-
dou era sacrificar a cora de reino unido so ti-
tulo de defensor perpetuo do Brssil. Fiel a esse
titulo, ei-lo embrave proclamaodo nosca
do Ypiranga independencia ou norte.
A esse grito geoeroso responden a unnime
acclamacao dos povos proclamaodo-o Imperador
Constitucional do Braail e aeu defensor per-
petuo.
O herdeiro de Portugal proclsmava a inde-
peodeocia do Brasil 1 O povo do Brasil sccla-
mava por seu imperador o futuro re de Por-
tugal I
Revolocio com taes preludios oio se anoun-
ciava sanguinolenta ; tres annoa bastaran para
que recaobecesse Portugal a iodependeocia do
Brasil, e este o titulo honorfico de Imperador
do Brasil no Monarcha Porluguez I Era asna di-
divida de gralidio aquello que dez annos antes
o elevara ealhegoria de reino I
a Entretanto, senhor, o principe que procla-
mou a Independencia asseguroo a inlegrdade do
imperio, salvou-nos da guerra civil; o prncipe,
a quemdevemos urna constitaicio lio sabia, aio-
da boje aantelmo da psz para todoa os Brasilet-
ros, sem excepcio de partidos : o principe final-
mente augusto pai de V. M. Imperial, en quen
o Brasil contempla digno herdeiro de tanto he-
rosmo, ain la nio tem urna estatua que tesiamu-
nbe a gralidio doa Brasileos.
Era lempo, senhor, de pagarmos cosa divido
oacional; Vossa Magestade Imperial, que nos
lam acostumado a v-lo sempre dianle do esni-
nho da hoora e dever, cabe de certo, como Im-
perador, como filho, e como herdeiro de tanta
gloria, lancar nos fundamentos da estatua a com-
memoracio deste monumento que alteatar aos
vindouros a gralidio dos Brasileiros memoria
doimmorlal Pedro I.
Viva sempre nos coracoea brasileiros sus
memoria.
Seguio-se pelo Sr. secretario da commissio o
leitura do seguiote auto:
A' memoria
do Imperador U. Pedro I,
proclamador da independencia nacional
consagra a gratido dos Brasileiros
hila estatua equestre.
A commissio composta dos seguintes membros
o conselheiro de estado Ensebio de Qusiroz
Coutinho, Mattoso Cmara,
presidenta,
o Dr. Roberto Jorge Haidock Lobo, secretario,
vitconde de Bom Pim.thesoureiro, j
brigadeiro
Vol'xdoro da Fonceca Qnintanilha Jordo,
Dr. Isidro Borges Monteiro,
Dr, Joao Affonso Lima Nogueira,
Dr, Joao de Oliveira Fausto,
Dr. Domingos de Azeredo Coutinho de Duque-
, Estrada,
Joaquim Sorberlo da Souza e Silfo,
por deUberaco da
Illma. cmara mucicipal
de 7 de setembro de 1854,
so6 proposta do vereador
Dr. Roberto Jorge Haddock Lobo,
fez projetar e execular
este monumento
pelo estatuario Luis Rochet.
A pedra fundamental foi aqui toncada na
augusta presene de
SS. MM U.
e da Illma. cmara munscipal da cidade
do Rio de Janeiro,
ao primeiro dia do mez de Janeiro do anno
de Ic52
4* do imperio e 3 do reinado
do Sr. D. fedro II
Imperador Consitucioual e defensor
perpetuo do Brasil.
Euzebio de Queiroz Coolinbo Mattoso Cmara.
Dr. Roberto Jorge Haddock Lobo.
Polydoro da Fooceca Quintanilha Jordlo.
Joao Affonso Lima Nogueira.
Dr. Domingos de Azeredo Coutinho de Duque-Es-
trada.
ViscoodedeBom Fim.
Isidoro Borges Monteiro.
Dr. Joio de Oliveira Fausto.
Joaquim Norberto de Souza e Silva.
O meamo Sr. secretario proceden depois ar-
rumacio dos papis o moedas quedaran, con-
forme o programma, ser guardados e deposita-
dos em urna caixa de cedro, eocerrada en outra
de chumbo, a qual depois de aoldada, foi condu-
ztda ao lugar onde linha de Iicar guardada den-
tro de urna pedra.
Cooduziram a caixa S. M. o Imperador, e os
Srs. presidente do conselho, presidente da con-
missio da ealatua, e preaideote da Ulna, caara
municipal.
Finda a ceremonia. Suaa Magostados Impe-
riaes desceram tenda onde ao aeba a estatua
equestre do Sr. D. Pedro I, e S. M. o Imperador,
examioaodo-a atienta e cuidadosamente, ioter-
rogou por diversas vezes ao Sr. Luis Rochet, o
mostrou-se salisfeito com a obra o con as ex-
plicares do seu autor.
Ao ralirarem-se SS. MM. Imperiaes foram da-
dos pelo presidenta da commissio os vivas do ei-
tylo.eolhusiasticamente correspondidos pelo mui-
to povo que se achara reunido na praca.
Fazia a guarda de hoora obatalbio de fuzilei-
ros, e sobre o tablado havia ama tenda onde es-
tavam Suas Magesiades Imperiaea antea do acto
da collocacio da pedra fundamental.
Ternloada a ceremooia, o Sr. Lniz Roehot
franqueo* is pessoas decentemente vestidas a
entrada da tenda em que ae acha a estatua.
Sua Magostado o Imperador visitn hean a
fabrica 4o armaa na fortaleza da Conceicko, sen-
do recebido all peloa Sra. ministro da guerra,
general Franciso Carlos de Moros, comman-
dante 4a referida fortaleza, coroso! director 4o
arsenal de guerra e majur eaearregado 4a dita
fabrica : tendo chegado ao 16 % horaa bis,
percorreu Sua Magestade aa diversas 1 al Dinas.
assistio ao fabrico de difiranles pocas 4s ama-
manto, e redrou-se ao meio dia.
tanta 0.-..- -.-
da um salgueiroem Santa Helena I Estavapa-i Por carta imperial de 26 de doasnaro aluno
ciflcada a Europa ; oa reinos de Portugal e Al-Icoocedeu S. M. o inporo4or aa banrasn
garve restituidos a seu legitimo soberaoo ; on-1 go ds imperial capaila 00 podro oaa reara saay.



eU.
IIHI [>lll III
\^ j.{ M i?xg&


DURIO DE HHWAMBUCO -v QUiiU. ||Ui 1 DE UNEIftO DE 18W.

ieu
BQ~
asaStem do
ioearos-Ay-
' **
omu dM'tt-
loos que nao
0i Una pre-
oigario oollide da treguezii de S. F lacjseo de ce de Parahiba, o bachero! Antonio Minoel de
Sorjc, emmistties, vigarto de ten I prertaeta Vosotros Furtedo.
s 8. redr* do Ro Grinde^d* tyL .
Fatraei oomeados os 8H.cmiii
anee! de Cimpo* Mello presidente
do Maraahio, e Dr. Cietene aV
gaeicas da deGoyiz; sando exonerados.
pedido, os Srs. Francisco Primo .jajOJnja Aapj
desuelle cargo, e Jos Minio* Htele* Afc
adro dette.
-7
O paquete foglet Mertey, padrada
Jalo da Prsts, treuxe-nos folbas, e
na at 29 e'de Montevideo at M d
Apresseda mete camrahava pasa
lace a guerra civil argentina, e m
aobreeieeae aigom incidente que n
*er, psrecia a potillca de Buenes-Ayres prestes
a triuraphar ase quaiorze prormcias da coofede-
raeao sem mrit efluvio de sangue.
J vimos -como Urquiza, perdida! as esperan-
Cs do encabezar era si o partido federal, depon
le te* a>e tereremeote coocurrido cora o leu ibee-
dooo para a retirada do presidente Derqui, nao
ira omtre meio de salvar o seu ppder loca sa-
nio declarar a sua provincia de Entre-Ilios-em
pai con todas as ouiras, assumiqdn ao otesmo
tense a soberana e declarando decebidas de
faeto o direito oa poderes nacionaes.
Beepondeodo a commuuicacao que neste seo-
tido recebera, dedarou o general Mitra que Eu-
tre-8ios deseoohecendo os poderes nacionaes
abraca a poltica de Ene nos Ayres, e por iiso
aceitara elle a paz cura ella, mas que descouhe-
cia naquella provincia o direilo de ap< lerar-sc
do* arcbvos oacioo-ies e do territorio {leralisa-
do, direito que ee a alguem perU ocia era a el-
le que representaba oito provincia i que ] nessa
poca -se haviam uoiformisaio cora a poltica por-
teo h*.
Pezeodo os actas seguirem de pe lo as patarras
miodou Mitre a sin esqu Ira ao I 'arao apode-
rar se dos navios de guerra (alera s que all es-
tevam quasi todos j desarmados por ordem de
sDrquiza.
Executou-se a ordem sem que lhe oppuzesse
resuieucia, e oa,vaperes Sali, Menay, Pampero,
Pinloe, Beroule e Crrenla, afi a dous barcos
de vela, (orara conduzdos pata fefa daquelle
porto pea eiquadra g orden* de Jo. Muralore,
sendo o capitn Py o encarregado ds diligencia.
A artilberia que eslava na nbeira e quecuntava
72 pecas, foi entregue pelj comnjandanle Lao-
guasso e as torcas de iafaotaria fue eslavam a
bordo dos navios desrmalos como para gurda-
los,, foram aprisionad* e depoii licenciadas,
pelo menos em parle.
Desta (rma Qcou Buenos-Ayres desassombra-
4o de um resto de temor de perder sobre as aguas
a ouperioridade que em torra mal a :hava j quem
Iba dispulasse.
Emquanio islo se passava oos r
oasm Corrientea completamente
os, triumpha-
revolugo, e
no norte da confederarlo coroa a Taboala as
-suas armas com aovas victorias, d< notando Gut-
irrez nos campos de Seibsl, e oci upando Tucu
man. donde se dispunba a marcha sobre Cala-
marca e Sallo.
ItesUva apenas em lien loza, cotn algumas Tor-
cas federaes, Pboaloza, que rual tona oulro par-
tido seoiosubmetler-se ou seguir as pisadas do
amigerado Juao Saa, que, abandonad i a sua pro-
viocii de S. Luiz, j se vira obng do a trenspor
a cordilheira, refugiando-se no Chi e.
Com alguma raza > se peds po s dizer que o
auigo partido federal, lepteseotad i por Urquiza,
ae achava reduzido a Eaire-uios, seu ultimo,
mas j abalallo baluarte. Mal pareca porm pos-
ivel que o famoso oaudilbo poderse all susten-
tar-se, perdido todo o seu prestigio, mormenle
depois do occupadoa a cidade e o leritorio do
Parao peto general Flores, que ara all mar-
chara a 26. |
Anda mesmo que Mitre quizesae respeitar a
paz da provincia, era-natural que esta expulsas-
e o seu aavernador, ou pelo menos que oellase
fmyrehendessa ueste seoiiio algurn moviraeoto,
que de qu'alquer modo autorisassels irresUlivel
nWvenco das victoriosas forgsa de Buenos-
Ayrss.
Eniao Urqniza, que nem sequet soube cahir
cota digoidade. como poderia ter faito se depois
da batalha de Pavn nao bauvesse para assim di-
zer atraigoado a causa comraum, tara de por-se
a camiuho do exilio, comecaodo par acolber-se
a Montevideo, onde j o precedern)lalguns arai-
408 seus, como Guido e Virasoro. A' ultima ho-
ra corria at o boato que elle havia atravessado o
Uruguay em Paysaod, acompanhaoo de nume-
roso squito.
Derrubado o governo federal, prineipiava-s?
pensar na sua reorganisacao, e j a provin
ca de Cordova, adianlando-se s pulras, que
provavelmente lhe seguiriam o exemplo, havia
votado uraa lei, autorisaudo o governador de
jeaos-Ayres a convocar novo congrqsso confor-
me a constituico reformada, o iuvestmdo-o para
ieio de todas as aiiriouigos iahereoies ao poder
executio nacional.
Macarla do nosso coirespondenteJ que ama-
nha publicaremos, encootraro os leiiores este
documento oa sua ntegra, bem como tnais algu-
mas particularidades sobre os suecessok que dei-
xamos e^bogado!.
Na Repblica Oriental do Uruguay nenhum
acoatecimento poltico ioleroo occoirera, mas
por oulro lado preoccupavam vivameate o espi-
rito publico is cousas que sepassavam no visi-
nho territorio argentino. Rtceuva-se que os
migrados orienlaes que linham lomada parte nos
triumpbos de Buenos-Ayres, leolassemlabrir vio-
lentamente as portas da patria, e o goteroo que
s Ib'as havia franqueado com reserva procu-
rara acaulelar-se contra qualquer evelaalidade
maniendo debaixo de armas forjas considera-
reis.
A colbeita ara abundantsima, senliim-se po-
rm os effeitos de urna secca prolongada a que j
priocipiava a succumbir o gado.
Do Uruguay apenas se referia que os comman-
dantes da frouteira tioham ordem de, sob pre-
texto nenhum, deixarem entrar emigrados argen-
tinos.
Em consecuencia do temporal que houve aote-
honiem a neite, desabou, urna grande! muralha
que sustentara o quintal de urna casa lio morro
do Castello, coaiigua ao trrico e jardint que na-
quelle local serrem de recreio ao publico.
OSr. ministro da agricultura, acompaahado
pelo Sr inspector das obras publicas, examinou
peseoalmeote toda a parlo do morro que! tica pr-
xima ao lugar do desmornamelo, e ordeoou
que se dsse com toda a urgencia as pro rideocias
que caso exige.
Pela repartico das obras publicaste n-ie en-
vidado esforcos am de eritar-se novos lesmoro-
oamenlos, e trata-te de escavar o bar o cabido
para venQoar-se se houve alguma rictio a, o que
poremquaoto nao consta.
Apezar destas medidas ser pruden e que os
moradores das ras da Misericordia, C< lo'ello e
S. Jos se acautelen, visto que aind ameaca
eminente ruina todo o lsdo do morro < ue Oca a
cavalleuo dessasruas.
Alm de estragos soffridos em outros onlos da
clade sobresabindo as ras dos loval los, Be-
aende e Senado que Acarara innundadas ficaram
em mi estado ditas ponlesno cammho da Tiju-
ca, foram arrancadas algumas arvores ni Aterra-
do, cou cheio d'agua o terreno da f bnca do
Saz, e na ponte de Manoel Caelano Pin a, em S.
CbrUtovo, pereceu um prelo afogado.
Infurmam-nos tambera que bouve ui i grande
desmoronameolo perlo do alto da sen a de Pe-
tropolis, impedindo os viajantes eilaf las de a
desceren).
O caminho da serra Qcou arruinado e 9 varios
lugares, nao se podendo assegurar a dai sida dos
carros boje.
No mesmo lugar leraram ss agua, cerca de
cincoeota lastros da estrada de ferro pedo do
Fragoso, deixaado suspensos os tnlh< i em tal
aliara que algunas pessoas transitaran | or biixo
dalles.
Todos as empregados da compaohia e n Man,
Raiz da Serra, etc., all comparecern), O traba
lbaodo con energa a boa votitaaa coa afairim
remediar o mal en menos de duss ha M, che-
aado hontem o vapor de Maui Pralo ia pouco
depois do mel dio.
a
Foram removidos a saa podido os juiz s nuni-
cipaea:
Domingos MonUiro Peixoto. do terrr o
Baroardo do Brejo, no Maralo, pa
pital da Parahiba;
Pedro de Albuquerque Autran, do d
do Norte, no Rio-Grande do Sil, para o i
b, oea Pernanbaco ;
otan o.one*dos :
9 Mcrtaret Luiz los Carneiro de Soasa La-
teado, lea, municipal do termo de Villa Nova,
en Sergipe-;
O Oacharel lele dos Santos Sarabyba, dem de
S. Sebattio o Villa-Bella, em S. Paulo, flcando
en- etcin sreasr aisaaecie asna ods>A4egretsK
O bacana* Caaa.n Jos Kvaatoa, Hem aa
?JlPt'arsLa Raa> de aaeirox
O bacaeoel VVeaaia ferrte Uata, dem da
''guetanT Aasje* Paeai'-a'. aattiew e disiriM-
a>r do teamo Va Seieaastem, a* dno proviaata;
- Josa Paseo a a Gaota. partkter a coniaJe do
esno termo ;
Vitalino da Olireira Costa, tabettiio e oserirao
de illada Batalha, no Piauhy ;
O major Antonio Jos deMoura, teoente-coro-
el commandaole do baialho da tafaataria n. 78
da guarda nacional de Mioas-Geraes";
O capi&o Jos Anastscio da Costa Lima, major
ajudante de ordeoa do coronando superior do
Rio-Preto e Parahybuoa %
Jeronymo Pereira de Mello e Soasa e Joso
Candido de Mello e Soma, tdom do eommando
superior de Jacuhy e Passet, na dita provincia ;
Aotonio Caelaoo Machado, capitao quatlel-mea
tre do mesmo eommando ;
Dr. Francisco Augusto Pereira Lime, capitao
cirurgilo-oBr, idea ;
O espillo Luiz Ignacio Biltncoart, major
ajudante de ordeos do eommando superior da
capital de S. Paalo.
Foi nomeado bario de Pass en sus rida, pelos
senicos prestados em favor do imperial instituto
agrcola da Babit, o Sr. Francisco Anlooio Rocha
Pita Argollo.
Foi concedida a merc do Adalgo cavalleiro
da casa imperial aos Sri. bacharel Antonio Pe-
reira Piolo Joao Carlos Pereira Piolo e capitao
Augusto Lopes Villss-Bas.
Foram apreseotades, na igreja parocliial de
Sam'Aooa da Ilha Grande de Fra, da provincia
o blspo do Rio de Janeiro, o Rv. Joaquim de
Amor Divino Marlius, e oa de Nossa Seuhora da
Ajada da Ilha do Governador desta corte e refe-
rido hispido, o Rv. Francisco Alves da Costa e
Silva.
vespera ou em (Ha santificado ; mas o peer leom
a sua costumada prasaa de partida como deesa
voz succede, porque niose allende a nada quwdo
um eommsadaote de rapor deseja andar i. ai*
i una !
rontade e arceleradameole 1
a O qee lhe pono certificar que todos
aqui, e con especialidsde o corpo do eemnercie
leda mala, pols, harendo a dizer, aqu fecho
H reaMtteodo a ola dos aaetos tundeados nes-
DH.taaeHo.
A* descarga
vio maito desgostosos com o aervijo da liaba de Brigue portuguez Felir Ventura.
var-aeea da sivapaubjis-aisjMf tiax ^jaDito dito Ligero.
quoio
dlaarv
o lodos
lias, con
'aaaoa
naes."
BaW. Rv
eoaaed
T
eaedinua'.a fsier na csthedrsl, em to-
doniagdd no|meio de bastante concurso de
casdtet do Peraeibe para adeCtaeceirn
Foi recondozido no. da Independencia
Tiremos ooticia de mais osseguiotes desastres
occasionados-pelo temporal ds noule de 5 para 6
do correle :
Desabou urna prele da casa n. 109 da rus do
Engenho-Velho, cenlo bastante contusos seus
moradores.
Na ra de S. Christovao cabio um muro qae
causou a morte de um prelo. -
No Rio-Comprido, lugar denominado Cera da
Onca, deu-se o desmoronameolo de Darte de um
muro sobre urna cas, resultando rf'ahi a morte
de urna prels relha e duas creancas, que pude-
rain ser salvas, apezar dos esforcos para isso feilos
pelos Drs. Catta Prcta e seu cunbado filho do
conet-lheiro Valladeo.
No mesmo lugar desabou uras casa sebre os
moradores, que foram salvos por aquelles doulo-
res, que os Uraram debaixo do telhado.
Descarara os fundos da casa n. 23 da ladeirs
de Joao Hornera, Rcsndo una pros tao maltra-
tada que se desespera de salvar-lhe a vida,
escapaodo a muito custo alguna dos mora-
dores.
O caes da Praioa Qcou lio damnificado pelas
eoxurradas que s s costas de gente se pode ali
ernbircar. de urgencia o concert.
Nos ros de Ssat'Anna e de S. Pedro houve
grandes cheias qaeionundaram a estrada de ferr
de D. Pedro II, desde o rio de Saof Anua at
duas milhas quem da eslauo de Belem, elevan-
do se as aguas em slguns lugares a dous palmos
cima do nivel doslrilhos.
Os trens nao poderam psssar alm dosQueims*
dos por oio o permittir o estado da linha.
B'to lomadas todas as medidas neteasarias
para que logo que as aguas baixem se reslabele;a
o transito de Queinados para Macacos.
O morro do Castalio, onde os estragos foram
maiores e o perigo contina a ser ioslante, me-
recu especial attencao da parle do goreran.
No dia 6 do corrale, em viitude de ordem de
Sr. Dr. chefe de polica, procedeu o Sr. subdele-
gado da freguesta de S. Jos a exame naquetle
morro, juntamente rom os engeoheiro* Dr. Locio
Setblitz e leueoie-cerooel Chrisiiano Pereira do
Azevedo Coutinho, e veriflcou-se o seguinte: que
nos fundos da casa o. 40 da ra do Castello
existe um terrado contiguo a um que desmoro-
nou, o qual ameaca ruina imminenle pela parle
do lado da Mtsericorlia, e onde existe urna grao-
de feoda precisando por isso ser incontinente
demolido ; que o terraco, que lem 36 palmos de
largura e 32 de comprimento deve. ser cortado
em rampa, dez palmos desde o lugar da fenda, a
demolida a muralha que sufilinba o terraco ; que
na casa n. 38 da dita rus precisa-se demolir um
telheiro em meia agua que existe nos fundos do
quintal, teodo o dito telbeiro 17 palmos de cum-
priroento, 13 de largura e 12 de altura, com urna
porta e duas janellas ; que precisa-se mais cor-
tar em rampa cinco palmos de terreno dos fundos
do mpsmj quintal, am de evitar o desmorooa-
mento que ameaca a cada momelo; que as
casas situadas na base da moolanha e correspon-
dentes ao lugar onde so deu o desmoronaraenlo
esto ere perigo pela queda do terreno desmoro-
nado, ou que tiver de ser desmoronado, sendo
por isso conveniente que sejam despejadas.
Hontem o Sr. ministro doa negocios de agri-
cultura, commercio e obras pubtuss procedeu a
exame no mesmo morrp do Cssiello, juntamente
come os Srs. generaes Pedro de \lcantara Bol le -
gardee Polydoro da Fonseca Quinianilha Jordn,
coronis Antonio Joaquim de Souza e Jos da
Victoria Soares de Andrea, leneole-coronel
Christiano Pereira de Azevedo Cuutioho e Drs.
Manoel da Cuoha Galvao e Locio Seibtltt, assis-
tindo ao exame o Sr. Dr. chefe de polica ; e
deliberou-se ser de urgencia: primeiro taludar
a crista da mootaoha, e segundo remover a trra
do desmoronameolo.
Entre tinto teade a comraissio, compqsla dos
Srs. marecbsl decampo Pedro de Alcntara Bel-
legarde, e brigadeitos Anlooio Josqutm de Souza
e Polydoro da Fonseca Quiotaniiha Joroao, no-
meada para examinar os desmorooamentos do
referido morro, produzidoa pelas ultimas chucas,
e propor as medidas de segranos necessarias,
apreseotado o seu parecer, adoptou o governo
definitivamente aa resolucoes seguidles :
1. Taludar convenientemente a crista do des-
noronameatoe da demolicao ji fetta, talude que
com o correr do trabalho dever abraoger algu-
mas das casas de um dos lados da ra do Cas-
tello.
2.* Remover a parte desmontsda, que ameaca
instar temeate aa casas da ra da Misericordia.
3. Intimar os moradores da ra < Misericor-
dia, do lado da raoolinba, em frente para todi a
zooa que comprehende o desmoronamento, para
que mudem de residencia, atiento o perigo im-
mineale em que se achara, e da mesma forma
aos moradores da ra do Ctstello, prximo i
aresta que tem de se desmontar.
4. Trabalhar simultanea e continuamente,
revesando se os operarios em ambos os servidos
designados nos srts. t e-2", de modo que nio
cesse o servico dia e noule, at que se remova
a eminencia do perigo.
O Sr. Dr. chefe de polica Irsta de srranjar
casas para os morsdores que por falta de raeos
se nio puderem rendar com a promptido que o
caso exigir.
< dio Ht) din
me i no rinanto ou
dada mafia mi
vaporea-; mas vapqaano
veis ees) auas lahiaa, cr
noraa so* o a veis e aeatid
Aalm disto, q*e>.as anaoaaajaajMpea que
a chegada i Peruambuco, possa o rapor-aceber
a na la ds Eropa pira. U pnn lata* dO~1Man.
c Esss comhinocao ahi feita para us-pporei
da compaohia Pernambucana conduzirenvas ma-
las, quaodo os raperce ds corte j houverem par-
tido, para este porto do Pari, nada aproreita ou
arantaja ; porque slm de demora ao Msreahao,
succede que es apares da lioha naranheose vio -
do costeando pelos portos dss duas provincias,
seropre squi aportan com urna viagem de Oito
dez das 1
< Tudo islo sao serios o inealoulaveia trastor-
nos e embaracos para o commercio, que, coma
detta vez, e sem duvida talvez para um so dia,
denou de trazer noticias da Europa. E* neeossa-
rio que o sau respeUa>el Dterse, meo ehrre- re-
dactor, como o primeiro joroal do imperio e es-
pecialmente do nerle, tame per previdencias
tendentes a orgaoisar o servico regular e inrana-
vel dos paquetea do sol.
Eu amo a pontualidade ingleza en materia
de commercio e navegacio, e por isso todss as
vezee que posso hei de reclsnsr o que Mr justo
e conveniente sos intoresse a is transaeces con-
merciaes desta praca.
c Ji que falto em commercio lenbo a noticiar'
lhe que al o fim do anuo de 1861 anda horjve-
ram mais quebras.
Nes ltimos das de deeemfaro, foram fas*a-
das as portas cas* eommercial de bimarC,
requarimento de um credor. '
t Esta cvsi era por eerto s primeira loja de
miudezas e de objectos de iuxo destt praca, csK
cul e viole rontos. ~fl v,
t Tamben outro individuo de nome Vklorioo
Jos Meodes acaba de se ausentar, levando em
si de diversos o valor superior rite cootos
Nio haparidade enlre eqgella quebr e ste
felo ; porque Lima & C foram levados i juuo
por causas superiores aos seus desejos, e proprias
da crise a que vamos anda itraressando.
a Osano de 1861 foi peesimo para o cmam-
elo do Pari.
< O estado excepcional da uoiio americana do
norte, com quem esta prega otretem grandes
transaeces em negocios, de dia a dia foi peiorao-
do e dirlouliando a aituacio do mercado. Daqui
provieram dilli -ul lades as remessas de gne-
ros, assim orno oulras rezes na incerteza e va-
cillago de prompta venda dos arligos de exper-
Ucao.
A franqueza, a condenes no negocio fui-so
circumscrevendo por um lsdo, ao passo q
baixo dos gneros na Buropa iccerretou grao
parda*.
< Conseguintemente os meos solidos, os que
busca va m o seu commercio no crdito Uvera m
de ceder a realidad.! dos tactos cousumades, de-
claraado-ae oa fazeodu-se declarar fallidos.
c Eis, pois, como scabou o anno, que j volveu
a et-rinda Je dos secuos, para o commercio, cal-
culando-so que em tnais de mil e quiuhentoscau-
tos licou compromettida esta prsca, as quebras
al hoje heridas.
O commercio de importarlo tambera dimi-
nuio no mesmo anno em comparacao ao de 1860,
em seguida vai a estalislica do reodimento da
A' carga:
3Hiato oacional Pwaraaon.
Brigue escuna dita Cracvoso.
O Brigue portugus Ti
e
alfaodega nos dous ltimos annos*
1861
Piimeiro semestre.
Janairo..........................
Fevereiro.......................,
Marco..............,.............
Abril.............................
Mai?............................
Ju"ho............................
111 -290*181
157:0990534
118 0190117,,
181 928889T
173:9950888
16I:678J269
. ,. Segundo semestre.
J"lho............................
A8l...........................
Selembro........................
Outubro...............'.'.*.'.."..".'.".
Novembro........................
ezerabro.............\..........
934:011 $883
155:116*976
136:121!"
109:741J7l
113:415*998
3*:799607
151:573t87
1860-
Primeiro temeatre.
J>eiro..........................
Fevereiro.......................
Mf/C............................
Abril........................
Mal................
Juubo...............
1.694.784S220
132 696*100
112:729*961
152:6348612
110:318*113
163:294*126
133 7955614
Julbo. .
Agosto.. .
Selembro.
Outubro. .
Novembro.
Dezembro.
Segundo semestre.
805: 68*876
172:616*706
162:469$I50
174:095*642
171:697*828
116:679,505
189:634*103
de S.
da ca-
8. Jos
oCabro-
prorin-
DUR10 DE PERHAMBUCO-
Monten fondearan em nosso porto os vapores
Tocanlins, do norte, e Tyne, do sel, sondo por-
tadores de cartas ejornaes com aa seguales da-
tas : Amazonas 11 do paaaado. Para 6, Maranhao
8, Piauhy 1. Cearl 11, Rio-Grande do Norte 13,
Parahyba a Bable 14o Rio de Janeiro 8 do cor-
rete.
Amaxonai.Nadi do importada occorreu.
Pmr O nosso correspondente diz o segainte:
Eta nos cbegsdos ae anno do Christo de mil
e oitoceotos a aeaeenta e dous I
a Que os dignos redactores e leiiores do Di
rio da Ptrnambueo teahim atravessado aemnoior
eccideate o aneo lado, do que lracs deerja sia-
cerameote o eorreapoedeote do Para, o aeain
aproreita a enaejo para Ibes traosaiiUir os devi-
doe canprinaatoe por naremoe todos atraves-
sado seno o iacolemee aquella aetedio.
* Peiio aats camprineato enarosaoo em roa te-
1,792:69|8I0
A difTerenga, poi, em desfaror do anuo de
1861 de 97:908^590.
Com tudo por este lado peior se afiguraram
os rendimenlos, vista da crise que ae lem atra-
vessado.
Noliciei na minha ultima que S. Exc. o pre-
sidente da provincia bavia partido na madrugada
de 17 de deiembro no vapor Mando, a fazer urna
riagem di lie rentes pontos da provincia, regres-
sando esia capital pela madrugada de 29.
a Eis-aqui o itinerario da sua riagem colhido
dos diuerentee jomaos :
a Teodo partido na madrugada de 17, o Mandos
chogou s 5 da tarde Breres. no da 18 i
Gurupa, nessa mesma neite i Pretoria, no da 19
a Samaren), e oo dia 20 Obidoe, onde ficoa S.
Exc. o Sr. presidente da provincia
Em Bves S. Exc. visitoo a igreja e a cada.
o Em Vup a fortaleza, que apenas conserva
os aliceres*, e a igreja, que em lio mo estado
eocootrou, que promovea urna subscripcao para
concerla-la, subscripcao que na rolla do vapor ji
se alevava a mais de 3 conloa.
Em SanUrem risiton a igreja, a ctda nova
e vetha, e oa rolla do vapor posiou revista i guar-
da nacional.
cJ'.fj? 0.bido. 00<1 Rk. e demorou ds dia
O o. riatlou a igreja, forlalezs, collegio.fclo-
oti e toda acidado.
A colouia, onde S. Exc. pesaou um dia atei-
ro, apenaa existe urna oletia eaa quatro paredes
de urna igreja I. Quantos conloa Oe ris oio cus-
laram a nacao taes obrs's, insignirlcanles ?
S. Exc. notando que o lago que existe strai
da cidade nao pode deixar de ser prejudicial *
saude publica, promoveu una subscripcao para
Nstor d Alboqoerjee atlU, do [rk\ettc4ert7
Aqu aVe efaegoa ante-hontan pee larde o
Tocantitu, % segundo o invirisvel coilume en
esgota-lo.
a Quanlo i fortaleza, S. Exc tari seguramente
oouoo, que nao seii bem enllocada, ojm mullo
pequens, eque o reducto circular pacdT pernio
ter cruzamenlo de fogos, au poderajargulhar os
(iros.de molo que qualquer Bft| saesai s
poleri soffrer fogo por 3 a 5 ntjfl
Na volta do vapor S. ExcJJ BanrO
onde, depois de ver a igreja.dTKgiu-sel mIIo
por au de una legua para ver se o campo se
prestara a creacio de gado. PeasHm fl|no ao rio
Grande do Sut, ablusado a vastas campias, esae
pequeo campo neohuma impreaiao agndivel
poderia produzir.
Outro Unto nio acoDtecerii se entre oatros 8.
Exc. visitasse os nossos bellos campos de Ma-
raj,
Por toda a parte e St. Dr. Brame recebeu
proras de eslan o eonnderacao.
S. Exc. irouxe alguoi alumnos pira a escola
agncala, e consta -aos que eutros aererio chegar
no rapor seguinte.
Tocando aa escuta agrcola, cuja iaaueura-
Slo tere lugar oo anno Indo, i 3 do roaio, segua-
o Iba cemmuoiqaei, oa faieoda deoomiueea Pi-
nheiro.a pelo preaideata Anarai, a aeatfaawte-
rencii foi promovida pato asta capital eeta-eeteat
Exm. presidente, risio- que o local eseolbtdo era
loogeono* nai aprapHo ao 8n aoaaooto
aseim ooileosde o dita esoeta aa taseade
S. Joio.a em un dea arrabildes
tere lagar no da 1* do cor rente a
Cono passo a expor.
Passaodo a outroe aesumpteo poswo neia he
qae acresceolar, alm das conferencias qae S.
Paiecho dito Boa Nova
Barca dita Flor da Ve.
Brigue fraocez BesHijeav
Polaca austrisca Tancredo,
a PiUcha imerlciuo -L U. Buuoa.
t Vapor bnsileiro Tocantint, que condnz s
presente.
Maranhao.L-se no Publieador Maranhente,
acerca da etposiceo doa productos manufactura-
dos pelos eduesodos artfices, e por diversos ar-
tistas da eapital a eollegios particulares de edu-
cacio :
Logo ao amaohecer dodis 15 foi soounciads
a abertura de lie sobre festeje por girandelas de
foguetes e pela banda de mosica do estabeleci-
nento que tocou varias e bonitas pegas. O pa-
teo e jardim do edificio eataram lodos eofeitados
e embaodelrados, tremulaudo em frente do sa-
lao principal da expoiijio os pivilhoes nacio-
nal, portuguez, fraocez e inglez.
Pels* 7 1/2 horaa da maohia apresentou-ae
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, Dr. Fran-
cisco Primo de Souza Aguiar, com seus aldan-
les de ordeos ; seade recabido pelo corpo de
educador, que furmou em lloha i entrada do es-
tabelecimeoto.
S. Exc, depois de terjouvido a missa respec-
tiva, celebrada a grande instrumental, percorreu
os salea da exposicio, iconpaohado por grande
numero de pessoas gradas da soeiedade, inclusi-
ve rantias seoboras. Dtrigiodo-se so edificio
superior, ah oa sala dos exames, digoou-ee dis-
tribuir os premios destinados aos educandos que
no correte anno mais se distinguirn por sua
cspacidsde morsl, intetlectuel e ioduttrial; e
proounciou nessa occaao una altocuco anlo-
ga a lio solemne acto, a que respoadeu de ms-
neira satisfactoria um pequeo educando. A's 10
horas da manhaa S. Exc. retirou-se, recebendoss
continencias devidas.
Das tres horas da larde em diante foi o es-
tabelecimeato nova mente franqueado ao publico,
e a concurrencia cuntinuou al is 8 1/2 da noile
Duraote este tempo tocavam alternadamente ae
bandas de msica dos eiucendos e do 5* balalhio
de infamara.
As cotlegiaes de Nossa Senhora da Soledade
e de Nossa Senhora da Gloria, as' educaodas do
asylo de Siota Thereza e as alunse do collegio
de Nossa Senhora dos Remedios lambem con-
correram i visitar o estabelecimento e a expo-
sicin
< Os Irabalhos que na exposicio mais attrahi-
ram a attencao publica pelo primor darte, foram
os seguiotes:
(Jm qusdro esculpido em cedro, representan-
do S. Joio baplisando a Jesens Christo, pelo Sr.
Agosiinho Perreira Alves.
Urna secretaria e orna commoda fabricadas na
oficio* do Sr. Miguel Archanjo de Lima.
Diversos bordados a ouro, a matiz e a froco,
lindas slmofadss lamb-m bardadas a matiz, ta-
pete* em relevo, lencos bordados, charuteiras de
camurca bordadas, tudo preparado nos eollegios
de Nossa Senhora da Soledade e de Nossa Senho-
ra da Gloria, que sio dirigidos, aquello pelas
Exmas. Sras. Carminis, e esle pelas Exmas. Sras.
Abranches.
Urna almofada bordada a froco emsetim bran-
co pela fllha do Sr. A. X. da Silva Leite.
c Dous qusdros a oleo do Sr. Reguini, represen-
laudo una vista da capital e outra de Alonlara.
Ditos lambem a oleo, dos Srs. Bilio e Cunha.
a Ditos feitos a froco e s matiz sobre fundo de
cera, pelas Sras. Serra Lima e Aurora Piolteiro.
a Ditos a fumo e coloridos, pelo Sr. Tribus; e
oeus discpulos.
Um retrato de merBm em miniatura e om que
dro representando a cabeco de um turco formada
por um grupo de mulheres, do Sr. P. P. Franco
de Si.
Retratos photographados pelo Sr. J dos Res
Raiol e pelos Srs. Neves dr C.
Chapeos a Garibaldi para seohoras, pelo Sr. E.
R. O. Bastos.
>. Um dito para hornera apreseotado palo Sr. Ge-
miuiano Antunes Ribeiro, o qual lio perfoito
como o fabricados n Europa.
Um lbum de velludo e duas encadernacoes
preparadas pelo Sr. A. J. de Aguiar Magalhes.
Urna colherde pi feita oo Para por um indio,
com correte e chave da mesma materia, e as
armas impenaes debocbadasem relevo n'um ovo
de gallinhs, pelo Sr. A de B. e V. S.
a Tarabem mereceram a attencao publica pela
sua perfeicio os seguintes objectos manufactura-
dos pelos educandos, e que se achsvsn em um
salao separados :
Um guarda-roupa feito pelo educando, cara-
pina Felippe Thiago Pereira.
< Chioellos abertos a caivete,
a Couros de veado surrados, que pels sua na-
ciezaassemelhavam-se a velludo.
a Duus traoaihos de dezenho e esculptura do
educando alfaiate Raymundo Joao Carneiro, que
nunca apreodeu a deseoho e oem a esculptura.
Duas mesas de differeotes madeirss da provin-
cia, come^adas por um eitrangelro e concluidas
por um educando, sendo a maior deltas de um
trabalho muito apurado: e finalmente diversas
obras de alfaiate feita'a com baataote asseio e
gusto.
O Sr. Sergio Anlooio Vieirs lambem apre-
seotou urna amostra de vinagre extrahido ds ba-
uana.
PtauAt/._Aioda appareciam bastantes casos
da febre amarella em toda a provincia.
O Sr. Dr. Almendra, rico proprielario da
capital, offerecera presidencia da provincia
urna casa, de sua propriedade, eom lotos oa ne-
cessarios par ser montado um hospital, obri-
gando-se a pagar todas aa despena com es ata-
cados all recolhidos, caso lomasse incremento o
mal os localidade.
~~ ""fana?2 do pMS90*0 rounlra-seo collegio
eleitoral djPwpital, para proceder i votacao dos
deputadoe proviociaes, nio sonde aioda coohe-
cido o resoltado.
CearJ eram all coahecvdoa a resultados
dos eollegios eleitoraes da capital, Maranguape
Aquiraz, Cascavel e Baturit, psra a formacao da
lista trplice para preeocbmento de una raga
de senador.
Hariam obtido rotos os Srs.:
Dr. Miguel Feroandee Vieire............
Dr. Domingos Jos Nogueira Jsgoaribe.
Dr. Raymundo Perreira de Araujo Lima.
Dr. Francisco Do mingues da S'lra........
Desembargador Figueira de Mello........
Padre Aotooio Piulo de Meodooca......
Padre Pompeu de Souza Brasil..........
Dr. Alencar Araripe...................... 8
Coronel Piragibe.......................... 7
Rw-Grande da forte.Dos jornaes e cartas
que temos i rista nenbuma noticia ha de impor-
tancia.
Parahiba.No dia 1 do correnle S. Exc, o
Sr. presidente da provincia, obsequiou aos seus
amigos com um jsntsr, sendo saudado por di-
rersos brindes, assim como o foram os Exms.
Srs, conseIhoiros Nabuco de Araujo e Eozvbio
Coatioho, encerrando o feito i S. M. o Impe-
rador.
Neohuma nolieia man baria de noroa ca-
sos da epidemia reinante em Fagundes e Padres
de Foge. onde se achara o Dr. Yital de Olireira,
com ambulancias e meios de soccorrer aoa que
porreatura forera atacados.
A apurscio feita pela cmara municipal da
capital, declareu depotados proviociati pelo pri
metro distrielo, os Srs.:
Padre Pinto Pesaos.
Dr Padre Liodolpbo eros.
Dr. Padre Leonardo Meira.
Dr. Manoel Tertuliano Heoriquee.
Padre Frederico de Albuquerque.
Dr. Pedro Maranhlo.
Dr. Aotooio Beroardino.
Thomat Miodello.
Padre Jos Chacn.
Dr. Silvino G. da Cuotas. .
Dr. Rodrigues Chavea.
Br. Antonio de S. Carvalho.
Padre Espinla.
Dr. Manoel da Pensees.
Dr. Claudiaao Bezerra.
Dr. Vital de Olireira.
Dr. Padre Patrilo de Sonta.
Marcetrno Tararea.
fanaa. Por rdea do presidencia, foram
niodidos fundear 00 incoradoaro de observaco
e visitados pela aaude do porto, oa navios entra-
dos de Pernanbuco.
Pelos resaltados coohecidos deo eotlegioa
do segundo disiricto, sio depuUdos proriociaea
os Srs.:
Dr. Pinte Lima.................. 378
Antonia L. A. de Carvalho.... W9-
Dr. Fraoklm Doria.............. 536
183
476
Aotonio 6. e Roca* Medrada*.
Ildefonao Joad de Anm.ir-...
pr.PadwBrasnMlov.^..!!^.
469
445
436
4S7
264
25
*4l
234
228
191
180-
180
177
608
551
542

523
520
516
494
169
167
432
SS
39
Dr. Ionaaeocan Maraes... ..
Dr. LaamyoJW-AnT....._.
Conegn Rraaohe.........---------
Pelo Maullado doe eoltenjaa aaabeanfea
dos denais daauiatos, Rearan assim sanana1
as lisias : nontnnini eawpanw
Tarcairo.
Dr. Hugoliao de FteiUs........
Padre Moraea..................
Dr. Ronualdo Seins..........
Dr. Francisco Sodr............
nyfiooGome..................
vigsrio Honorio de Leos......
D. Ignacio Nazaret..............
Dr. Agrario Meoezes............
Dr. Pedro da Cosa Abreu......
# Quartu.
Dr. Pereira Franca..............
Vigano Rocha Viaona..........
Po Noronha....................
Gualberto Dantas................
Salustiano Souto................
Domiogos Saixas................
Vigsrio Ricardo
Almeida Sebrao
Bento de Carvalho..............
L-se no Diario da Bahia:
a Foi bootem 13 do correnlej alacads pac urna
malta de salteadores armados, a escolla que a-
compannara oa conductores do diobeiro psra
pagamento dos operarios da estrada de ferro,
alm da Fera Tena. Sahio graiemeote Trido,
segundo nos consta, um Inglez e alguna solda-
dos. Os malfeitores, ao que parece, nio logra-
ram apederar-se do dinbeiro.
< O Sr. Dr. chefe de policia, de sccordo com
o governo eipedio logo uraa orca de 10 pravas
de cavallaria de liuha, para auxiliar o delegado
di mata de S. Joao as diligencias que is pro-
ceder pars a captura dos ladrdas.
* Daremos opporiuoaraente os pormenores
que obtivermos acerca desle conflicto qae se
repele pela segunda ou terceira vez, e que 16 a
torca e o caitigo aevero dos criminosos, uoder
evitar para o futuro.
a O Sr. Dr. chefe da policia prosegue com lo-
do o empeo e sctividide uas investigacoes
conducentes ao descobrimento dos autores do
alternado commetiido 00 dia 3 do correle, oa
estrada da malta de S. Joio, contra os sublilos
inglezese pracas de cavallaria de lioha. que con-
duzam o dinheiro para pagamento dos operarios
da estrada de ferro, e de que ji demos oucia
por este Diario.
Consta-nos que, em viste de ordeos enr-
gicas da policia, j vierem dalli presos tres in-
dividuos, sobre os quaes recahem bem fundadas
suspeilas de terem lido parle no crime.
Romio foi preso oa villa de Alegoiuhas, depois
de oppor formal resistencia.
a Os presos j foram interrogados na secreta-
ria da policia.
o Cooiiouam as diligencias e a corresponden-
cia telegraphica.
Fazemos votos para que os eforr^os do Sr.
Dr. chefe de policia sejam coridos de felizes e
completos resulta los. >
Rio de Janeiro.Xlm do que sob a rubrica
Interiorencontrario os nossos leitores, lenos
apenai o segu me no Correio Mercantil:
a Temos a registrar mais um siuistro mar-
timo.
t 0 vapor Imperalrit, quaodo procurava en-
trar honlemde Santa Calharina por volta de urna
hora da noite, eocalhou as pedras da liba das
Cegarra*.
A's 4 horas da madrugada, um dos passa-
geiros, o Sr. Dr. Aprigio Guimaraes, metteu-se
era um bote, ssltou na laga do Rodrigo de
Fretas e trouxe cidade a noticia do nau-
fragio. '
Parlirlm logo o vapor de guerra nacional
Varnakyba, o de reboque Inoantaoel e mais tar-
de o Imperador.
a O commandante desembircou os pisssgeiros
e a carga.
t A's 6 beraa da tarde ontrou neite. barra o
mperalriz, mas nao podendo esperar pela vizita
por fazer multa agua, segus para a Chichorra
afim de ser encalhado, e ah- descarregou cerca
de 300 saceos de arroz.
Entraram lambem 4 esss msma hora o
Parnahyba e o Incancavel.
O Imperador, que ftrou no lugar do sinistro
".? .r?5eDer a C"B* d0 emperatriz, recolheu-se
s 7 1/2 horas.
4 Sao ealas as informales que obtivemos,
oso nos lendo sido poasivel indagar de algurn
passageiro ou do commandaole do vapor nau-
frago a causa eztraordinoria desse siuistro.
NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Bmnoi-Ayre*, 28 de dexembro de 1861.
Cambiov. Sacaram-se cerca de S 120,000
entre libres eslerlinss e francos.
O cambio baixou um pouco sobre as colacoes
do paquete anterior, regulando ultima hora as
seguintes :
Inglaterra 68 l/i a 66sh.
Franca, 85 a 84 1/2 frs.
Montevideo, para a 1/4 % de descont.
Rio de Janeiro, 3U94U0 a IWjOO.
Agurdeme.Conservou-se frouxa a 52 ps. f..
preco da ultima renda.
Assacar.Veadeu-se o de Peroarabuco mas-
carado a 60 ps. e o de Campos dito a 16 rls. f.
Farioha de trigo. A de Baltimore extra al-
caocou 8 3/4 ps. fs. em deposito, e a super 7 3/4
ps. fs.
Carne secca.-7,000 quintees da relha a 16 1/4
z 16 1/2 ria. f a 20.000 da nova a 18 rls. fs. du-
rante o raez.
Pican en sor apenas 8.000 quiolaes ds primei-
ra, teodo embarcado o mais por cotila dos xar-
queadores.
Cooros salgados. Veoderam-so de 46 1/2 a
47 1/4 rls., e Da maior parle a eutregar, ficaodo
esgatado o deposito.
Ditos seceos.Regularan) para a Allemaohs de
46 a 52 rls, flcando em aer 10,000. para a Hespa-
nha de 48 a 48 1/2 rls., para a Fraoca e Italia
de 42 a 46 rls., e psra os Estadus-Uoidos a 42 e
48 rls., flcando em ser 10.000.
MmitviMo, Zf de detembro de 1861.
Cambio.Kffecluaran-se saques no valor se-
guinte ;
Sobre Inglaterra 60.000 a 411/2 e 42 d.
a Franca, 100.000 fr. s colacoes setuses:
Genova, 500 sacas dem.
c Rio de Janeiro, 700 ditas a 308300.
Cota-se.
Inglaterra, 41 3/8 a 41 1/2 d. por peso cor-
rente.
Franja, 83 a 84 fr. dito onca.
Genova, 82 1/2 fra. dito.
Fretes.Inglaterra, 45 sh. couros salgados, 90
sh. seceos, e 35 sh. os fsrdos com 50|0de capa,
Havre, 50 frs. coaros salgados, 90 frs. seceos,
e 50 frs. os fardos com 10 0[0 de capa.
Eitadoi-Unidot, 1)2 el. toaros seceos, lj4 et.
salgados, e fsrdos 7 pas, com 5 0(0 decapa.
BranLCarne secca, 4 rls. para o Rio de Js-
ueiro, 6 rls. para a Bahia e 6 rls. para Peroara-
buco, e pipas 3 1|2 pata com 5 0|0 de capa.
Agurdenles125 pipas do Marinho, 30 da
da Babia, a 75 ps. oa 138 gales e 100 ditas do
Ptrf, do Rio de Janeiro ao mesmo proco,
Assucar.Do i\aposla do Rio de Janeiro 128
barricas do braoco de laqualidide a 231|4rls
83 ditas de 3* s 21 1|2 rls., 100 ditas de 3* a 20
rls. a 385 ditas mascavado a 16 rls., o em de-
porto 60 ditas a 10 rls.
Carne aecca.De 18 a 22 li2 rls fs. direilos
pagoa.
Couros salgados.De Montevideo, de 65 a 67
rls.. e de Guslegusy a 64 1|2 ra.
Ha em ser 8u0.
Di toa seceos.Para o Havre de 67 a 62 rls
para a Heipecha de 58 a 60 rls., a para oe Es-
tados Unidos de 55 58 rls.
Ha em ser 40,000.
Rio Grande do Sal, 31 de dexembro de 1861.
Pouco ssudoso deixa a esta pra?i este son de
nio foi elle dos mais arorareia para as
1861
aossas trsasacedes commerciiei, a se a importa-
ci oio tere a lamentar naiores preiaizos, a e-
ponacio reseniio-ae bastante dos nios resulta-
do que tiraran todas as especlameos nos pro-
ductos da provincia.
Felizmente o crdito eommercial alo padeceu
t i dala de hoje o menor abalo, o qfe demons-
Irs o lino a p/ajejeia con qoe se astee lira n as
espeeolacSes ; alise segeen oa* caree aa neier
oead a ata soeaasaoa, apio ejsM preseoeianes
como requeren todos oa aegeeioe.
Tanaem dea en bu peste o oomnorese do
retaibe : tan sido empance diffleeis ae eobraa-
**, Bftsieo I Un 49 paganeeloa do iatetier :
l0i. come o oannerciu de gado rai-ae des-
enTO*"d<> pelo adraMoha, renos ene aerio-
isnalsaiiiaajmiaSJaldidea con a ealrada do aovo-
nnov
N"*"M ^or*oe ter ha.ido ha natte lem-
po us mes sio tnportante e valioso en eotra-
t^^Mtp i mo foi eate de deiembro.
calloaaSja-a rnwcsdisdDm um sortimenlo eomple*
10 e eos- slgudS arrrgos em deposito avallados, s-
ido taita em sajoree do eaUra, do azeiu de
il e Mediterrneo, cujas neeesstdedeste-
sio meoores, mae qne atada oattm f-
cil a raatttjosa renda.
O movimento dos genero* do consone ato foi
de maior consideradlo, e mrmente nit legen-
da qoiatens, comquanto elles se ofrereceeten a
preces faveseven, esd foi aceiu un oa oeiro ar-
tigo da quem mais necessiiarem, adiaedo aaaa
Compras at fiodar o actual soae.
Cambios. As opereedes sobre Loodrer foram
regulare!, saocand >-ie cerca de 38.800 Jt* a 24
1|2, 24 5,8 e *43|4. Uatado estas eperafeoe s
que se fUeram para o paquete fraocez sabido do
Rio a 25 deate mez, que focan 18 000 JM aseanim
56,8*10.
Sobre Piris 6S.00O francos a 385 e 884. Coa a
do paquete traecas, qne forero 25,00) fraacos,
ommam 90.000 francos.
Sobre o Rio de Janeiro bou versas poneos toma-
*,0re#f' e M<^,*e effectosdos mntate a 78 coates
a 3 0|0 e algumas pequeess qoanttis a 4 frirj ;
unindo as do paquete Api, que foram 195 cantos,
soramam 265 conios.
Elias sao as operaco*! effectuadii dursole
mez de dezembro.
Cots-se : sobre Londres, 241|2 1 24 3|4 d.; so-
bre Paris 384 rs ; sobre H*nbaro, nominal ;
sobre o Rio de Jsoeiro, 3 a 4 0|Q a 90 das, e 6 Oa
a 10 das.
Pretes. Pretvrsm-se durante o nos I serio
para cinza por 37 1(2 cheln, 4 para eevrroa sal-
gados, sendo 2 s 55 1|9 5 0|o c*e, o 9 e 60 1|X
e 5 Oio : psra os Estados Unido* o brigee in-
glez Cfiiot.de 66 tonel,as, por 560 libras ester-
linas, psra Vouros aeccos e varioe gneros. Para
o imperio nio houve por emquanto procera de
navios
Assucar branco de Pernimbuco Aa vendas do
mez foram muito limitadas per fslta da procera
do interior e per nio quereren especular as ar-
mszeoeiros. apezar dos preces favoravets a que o
artigo se offerere, e s se realiseram 108 Barricas
e 100 sarcos 1 9700, 100 birricaa 50 meias de
38900 a 48600. 250 barricas de 48060 e 48400. lt
meia* 4?>M)0, 475 barrios e 100 meiai de 4X000
a 4J200. e 225 saceos a 3g. ^^
Ficsm em ser 2.151 bsrricss,700 meisse 1.250
saceos.
Dito mascaro. As 280 barricas que entraram
srmszeoaram-se : da existencia renderan-se 91
barricas a 2)800, saguiram para o interior alga-
mas partidas por cunta propris e ficam en ser
cerca de 300 rolumes.
Cirne secca.Tem afronxido um pouco a pro-
cura por eslirera satiifeitas as maiores neeessi-
dades, que era despachares navios de coota pro-
pria.
Continuaram as rendsa do meamo em decHna-
cao, e oesli segunda quinzeni so compraran al-
gn s carregamelos e partidas, e de genero boa
de 2g300 at 2, continuando a haver vendedores
para esta ultima cotacao > varrer. e de boa >jua-
lidjde.
Duas causss oos fazem suppor coacorrer pera
afastsr as especulaepas: t*, o acharen-so aieda
os mercados do norte sobreearregeeee de carne
elh 1, qoe prejudica muito as rendas da nova ;
2a, as continuas entradas da gados que esli ha-
rendo, e que em pouco devesi presentar en de-
posito de alguma oosiderecao.
Couros. Doa vaceune seceos boere compras
regulares de 15 al 20,000 eouros e varrer o Be-
sados de 290 al 360 re. Ter-se-hiam feito nego-
cios rusia importantes se os bsrrsqueiras nio so
loroissem exigeotes e aniados s pooto de esta-
rem pagando as carretas en Pelotas al 300 rs.
por libra de couro en bruto. Segundo nos com-
muoicam, ha oaquelie mercado um deposito do
cerca de 30.000 coaros, como lambn rai aug-
mentando a existencia era Porte-Alegro, aeade ao
entanlo escassos oa eouros posados.
Os salgado, na primeira qninzem tiraren ae
pouco frouxa a procura, eom a qual um exporta-
dor obteve couros a 150 e 188 rs. por libra eori-
lho. mas pouco fez a este preco porque logo so
firmaran) os xarqueadores em 160 rs., ao qual
prego tem sido o forte das compras.
Nio podamos dar urna existeocla a eate artigo
por ji ter entrado gado oesla la de dezembro que
faz exceder a mataoca a 40.000 rezea, esperndo-
se aioda muitas tropas alm das que poden rir
Tablada.
Rio de Janeiro, 7 dejanliro dt 1882.
Cambio.Sobre Londres 25 118, 25 Ii4, 95 t|2. 25
3,4 e 25 5,8 4 90 oU9.
Sobre Ha mburgo 690 por m. b.
Boietim i ultima hora.
Cambio.Sommam os saques effectuidos pira
o paquete inglez Tyne desde o dis 98 do pateado
at esta data (7):
Sobre Londres. S 420.000. al i chegada do
paquete inglez a 25 7)8 e 28 d., e deade eolio a
25 3|4. 25 5(8, 25 1|. 251|4 e 25 d.. en eoeee-
quencia daa noticias recocidas da Europa o da
apalhia do mercado de caf.
Hoje fecharam-se as ultimas operacei ao cira-
bio mais 6rme d*25 1,8 a 25 1,4*1.
Sobre Franca foram as t'ansacc&es pouco im-
portantes aos extremos de 370 a 380 rs.
Sobre Hamburgo, 400,000 n. b. da 690 a 700
ten.
Lisbos e o Porto regelon a tabella as-
Sobre
guite :
115 a 118 0(0....... ariete.
114 a 117 (i|0....... eSOdlea.
113 a 116 0,o-......e0 >
Ii2all5 0|0....... a 90
Apolices.A ultima cotacio dssgeraes de 6Or
foi a 95 0|o. ^
Descomo?.Foi hoje elevada a 10 Om a taxi ds
banco do Rraiil para lodos oa ttulos en geral.
Chegeraro. procedentes de Pernera baca
25. o brigue Sigtuira. com 10 das *e viaa
28, o brigue Almirante, com 15 ; i 31, o brigae-
escun* Joven Arthur, eom 9; e no primeiro 00
correte o brigue snstrisco Gmitore Hicolo
con 12. *
Sahiram, para Peroambeeo : 28,
a meneaos Virginia Ettelina ; i 98. o palhal
.Irista ; ou 1* do correnle. o palhaeote Piedad*
4 2, o brigue noru-cuense Fres Trade ; 4 3
barca francesa Saint Loui$ ; e 5. a Barca mi.
lugoeza Flor da Maia. *^
Bahia, 11 dsjaaeirods 1862.
Cambio.Sobre Loodres, 26 1/2, 28 1/4 a Sal
por 11000. ronrna*s
a Sobre Pars, 363 re o fr.
c Sobre Hamburgo, 670 re. n. b
t Sobro Lisboa, 108 e 110 9/8 da aren.
Moedis.Doblos hespaoh da patria, 31*000 a 318809.
d Pecis de 61400 velhas ^^
Patacoes breaileiroa, 2S100.
c bespaohoes. 99100.
mexicanos, t|9U0 a 98808.
Fretes Para Bremen e Har burgo 80 a 89 1/9.
sch. por loo. '
c Gibraltar 77 1/2 aeh por ten.
c Canal ou pono inglez 50 a 85 aeh. por
too. ^^
Continente 791/1 sch. por toa.
a New-York 50 sch. por ton.
Marsetha 65 sch. por ton.
Chegaran. procedentes de Pemasabeeo : f
30, a escuaa Carlota, com 4 dise de riagoas: e 4
10 do correte, o brigaa leales Asate, asa 8.
Sabio para Peroaneeeo: 428, o brigue Sth
irmaot.
PHW/HIIBUCB.
REVISTA DIARIA.
Tere honiem lugar a caleerscao das aseslas,
qoe a directora do Gabinete fortugnes ds Ituun
resolveu, que se Uzeasen por alma doSr. 9. Pe-
dro V.
O offlcio fnebre foi exscutado oa igreja da Ceo-
oeieio dos Miniares, a qual achava se uzeada coas
pompa e propriedade iotetra ae acto, reapiraado
de tudo urna aolemoidada caraclenatica da Ose
do reapeilo profundo, rolado ae (loado tUaetre.
caja namoria era aaiin honrada do nodo asis
expressivo, nesmo n'eass mudez de leotoa laetee,
que se conceolraram em retos naadadea as ods
-1
n
aava



...

; --.-'.'-',


zz
u
twu unHmmtx \m.
iir^r
nart worick tsjOtliafui! de ai.
0 cetafebx oeeatp.eva o eeatre de t api*, c er-
gua-ae sobre ubm HNterii (uui relata de l-
tea. Sobra lie inmUu como eu tote a carda
poriuguet. Aoelaues.ieemsvheeco a aireada
igftjV OafleraoUe tslitatM linhem ee cima al-
Suos uthleo da Esaripture. Saeta, i oaa fueteo
Irenes braaoes.
6 carregado 4m caras sentldata, aj a se eeaabt-
e*vm ao preto a ao brinco, mu subresahia ao
coauaale das luz, que encasada loto Umplo.
0 acto religioso le Ufe a toL moidade. a
oella orou o Rd. Sr. padre Leooari a Joio Gro-
o. ana entre o artoaeie nuil Malat praderio o
etgvtata atacarlo pseegyrk:
TimteU tat4* *#a*^rtt
j, t a tctrem,*** ata defumlit-
nir sua n*diciur.
c Aquella que tem ao Seohor
aari felz ee tira, e aer l ibeecea-
donoiN o aui rnort.
Ec.ci.sa. c I. r. 13
< 'MoQtrchi, on vassallo ; puteatid i, ou men-
digo aa iraoaporem es urabraea da eternidade
confuodero-se no p do sepulchro ; e la preseu-
5a do grande Jaiz nada io asses tituii s ante que
oa horneas curvaos a fronte. A purpu a que or-
oou a corpo com o carpo baita a lerr; a irlu
e>, patea, que oro a alma, como ella immor-
lal, a aague ao lulto Supremo.
Se o illustre finado, por quem boje dirigs
ao Eterno humilles supplicas apenas] tivese a
gloria da ver nsscido esa regia earvjri a de coa
tar en feo antepinados unos aerie |hao Inler-
rompide de aabaraaes. oh I bem ephemera aeria
aaa atavia 11 tvem ephemere, ata; pirque esees
rot de grandeza, com que ae ensoberbeseem os
hornees aes eirtea des borneo* perder todo o seu
exntaaaor aes albos da reiigiio, quarrto ai-ite*
ecompacibedoi da aceces proprias, que conserven!
em toda a esa ma>ritude a magosta te do cen-
tro eda corda. Pedro V. saaoore, fui grande e
acu oome tari immorlal, nao porque fm ral, mas
porque tereeu aa Seuhor. Timtnti Dominum sa-
na $rit ie extremis, a porisso no da de ana mor-
a Ha aja ateo abeocoado otes povo. El in a" te
lfunaim$tmethtntdieetmr.
Ji *lea posa, saoborea, qaa na presente ora-
cao fnebre eu nao lembrare, que D. Pedro V
fui rei de Portugal; porque s quero mostrar-toa
nelle o hornera veriadeiramenle aMbiio, eue
nao se deixando offustar pele brilhn aa corda
aoube, e pdie aempre moldar suas andes pelos
preceda bli-a de Legislador Upivorsal. a
que por issu anda lando viudo poueo, eeche
com ludo a carreira de urna looga .vida ; como ee
acha escriplo no Livrod Sabedoria. Consumma-
tus in brevi explevit tmpora multa.
a Nao tambero meu designio descrestar lodos os
periodos de sua vida : essa tarefa partete 4 his-
toria, e mesmo faltar-me-hia >gpaco e lempo pa-
ra tanto, alm de minha insuficiencia.I Atteudei
pois, seohores, a alguos (setos desta Inda, que
subeijaram para demonstrar, que D. Pedro V. fi-
nado rei ae Portugal nao desmeollo jmala essa
heranca de piedaie, que receofira de se maores:
aempre diarellado por aquellea cujos deailoes a
Providencia Ihe confiara foi o pae, que nao o rei
de seus subditos: a felictale dos povqs, os de-
reres de cbnsto tal foi a norma de sua vida, oh 1
que elle poda em verdade exclamar com o ec
cle minha primeira edade ; zelei o bem, e com mo-
ver m-se miabas enlranhas vista das 'miserias
do meu povo. Jmbulavit pe meu* iter rectum a
juentntt mea xelmtut tum bvnum, ( canter
meu* conlurbalus etl.
trete a condicao da realeza : sempre ou qua-
si sempre a morie, quem Ihe colloca na fronte
o diadema regio, lendo anlesimpelado ao tmu-
lo um ente chara ao corceo d'aauelle, qUo paaaa
a oceupar a cpula du graaae diUcto social. Aa
acclamoces ale am pove saudanJo a novo re,
quasi que ae atfiuram aempre ceaa os gemidos
desse mesmo smvu carptaao a aorta do re, que
finara _; e parece, aenhores, que nao poderi ja-
mis julgar-ea tateiramele venturoso aqaelle
qu" leai de receber o maulo de purpura sobre o
crep que recente Ihe hi cubarlo um curasao saa-
aso. MeSr. D. Pedro V venflcou-se igojalmente
esta triste verdade. Sua me, sua mellra, aua
amiga, o id'lo de sua terna a loncao, a Sr.* D.
Mina It de saudosa memoria era arrancada pel
morte no luluoso da 15 de novembro |de 1853
eos amores desse filho, que nella coniiderava
reunidas todas as suas venturas; e eases dous
coraefies, que ae coroprebeodiam perfeitameole
separaram-se para um dia se eoirem de novo na
eterniade; e 0. Pedro V aubindo ao thfooo de
seus aolepassados oao pdde jaunia esquncer que
(dra para isso oecessano, que delle decesse fra
1 anima ia i mai qua Uuto amara. B foa*e pre-
seotimsnlo de suas desventuras, fosse memo
puerui la le, fosse um desses seutimeoios que
muilas veies em nos et|>arimeutam>is, e que ao
podemos explicar, essa inste idea nunca se pdle
risoar de sua merno'ia : embora o amor dos po-
ro4 0 ceresase em abundancia ; embora urna piz
dilua fosse o caracterstico ds seu reinada, atra-
vs dos gozos em que sua alma se poderla em-
briagar, jmais aquello penaamenlo se Ihe far-
rea da imagmago. Ao v-lo fcilmente se re-
conhacia, que ama dor cruel Ibe torturara o co-
ra gao.
a Com tuloP. Pedro V. ere o rei dos Porto.-
guezes, e romo til ellecompreheodia que a mis-
so que liona a cumprir era grande, diffkil, e
muilas vezes espiubosa : a felicuada de seus po-
ros Ihe era mieiramente chara ; em cata cida
dao, qualquer que fosse seu estado elle via um
fimo, que liaba egual dir-iu aos seus disrelljs;
Pedro V cumprehendeu, e executuu o meximo .cano.
rrs que voem aaaaipBBher a realeza ; mas o ajo
nio pedia habitar par muisa lampo urna patria,
qae nio era a aaa : baixra dos cus, lngara
sobro o chara esposo um olhar da ternura, a voi-
ra aova mele aos ceas. Oh 1 qae eaaa galea (dra
rotre Untos o que sais forteraeote a aeeoberba-
ra : ds certo a elle Uvera sucumbido se alo
eocootrasse oa religue, oaa manda erer t espe-
rar, a ans lagrimas da um poro,qua a adorara o
conforto, o lenitivo a ddr ti- tateoaa. Pedro V
nesse momento afanoso dira com o paciente Job
a Seoiior aaa baria eethorgado, e Seaher a
ehamou a si, que teja beoidita a oome do Se*
ahor.Dominut 4*it, Dominas aostafti, til e-
t** Domimi mmmlktwm*
Hei-roa dito, seohores, qaa nesle simples
esbogo, eu alo deecreveca a vida de tafetia roo-
nariba ; mas qua rnente locara deotre mullos
em liguas tpicos, qua aisaz oa-lo presentara
cerno o chrisio exemplar._
a Aprotiraemo-nos, pois* ao sea leito de mor-
a, e contemple-se ah o homem que se cha
prestes a comparecer anta a tribunal de um Beus
de jHga recta a iotetra. Que sublime resiaoa-
Qjantos amores honvera os Ierre, todos
lh*ea roablra ama serie caprichosa em opprimi-
lo : Um eartbtraea mi.... perdera-a as infan-
cia : Irmsai queridas.... motivos ponderosos a
tioham delle separado : seos irmos.... um aca-
bara de btiiar so (amalo ; ootro eslava locera
sua vida ; os nata ausentes: urna esposa adora-
da..,, eeperive-e 00 cea : um herdeiro de seo
centro real ... nio Ihe fdra dado em fllho seu :
eram multes golpes era um sd coragso ; ers mul-
ta seffre-r am lie curta existencia I 1 com ludo
Pedro V tragira a calir. da amargura at Is ulti-
ma feres, sem que am sd momento reclamasse
contra o cea do embste de lio duros soffrimen-
los : pelo contraro suas patarras sio o brado de
um careci, que se curra aei decretos impebe-
traveis 4a Omnisciencia por muito amar mi-
nha mulher, dizia elle, fti que ella me acompa-
nhasse, maiei-a : por moUe amar aeaa iraMi.
Qz qae ailes me acompaohassem, malei-os : E'
preciso que eu morra, morrerei I Reaignacie su-
blime 11
a E aa verdade, aeohores, se a mora d o argu -
meato mata ec-adudeate da vida, oa ltimos mo-
meetos do Sr. I). Pedro f ato a prora mais ter-
minante ta religrosidade de seu coracao. c Meu
querido marques, dizia elle ao seu intimo amigo,
o marquez religiosa, a sabe que eu tambera o
sou, ha da diter-me qusnlo devo eu sacra meo-
tar-me ; oio quero privar-me deate conforto da
religiio ; seja sincero ; em reado qae d a hora,
a vise-me.
c Oh I grandes da trra, que tremis so verdes
aproximar-se de voiso ieitoo ministro da religiao
do Cruciflcado ; qae julgaes ioevitavei amacrise
mortal quando ie 01 (alta de sacramentos, ve-
de, admiras o rei chrietie, que em seus ltimos
momentos, ao presentir eacoar-se-lhe urna vid>
transitoria, deseja, pede, nio quer privar-se den-
te sandavet conforto ; nico, real e rerdadeiro.
c O momento fatal prxima se ; a medlcio*
coofeasa-se j impotente; aa lagrimea de um
poro, sem excepcao de pessoa, misturan)-se com
as procos dos sacerdote, e cem o rouco ion,
que dos campanarios enuncia a terrrel deegra-
ga ; e sd o real moribundo eat tranquillo, espe-
rando com resignagio verdadeiramente evangli-
ca a hora de seu passamaoto. Ainda alguns ins-
tantes, e do livro da vida......Portuguezes, imi-
l*e voiso monarcha ; carvae-ros aubmissoa aos
decretos do Omnipotente : is lagrimas de sau-
dade que derramaos sobre seu tmulo, ajunlae
o ttrme protesto de uoa Uco indissoluvel de ami-
tade reciproca que altate peraole as naedes, que
os Portuguezes sdo urna verdadeira familia deir-
mios : ser isto s mais grata hamenagem, o mus
respeiloso preo, que podereis offerecer me-
moria daquelle, que se comprazia em ser rosso
pae: daquelle, que em sua vida, pequea em
din, mas grande em arenes magnnimas vos ha
legado um exemplo sublime de tedas as virtu-
des-: Amar asas vassallos 1___ Durante oito
annos do seu reinado urna s vida nao foi arran-
cada pela mo do algoz ; porque imitara a um
P 8ina que ae cooverla equeriva. Caridade sum-
ma 1 I....
c Rloquentemente a csracterisa um escriptor
contemporneo neatas poucaa palavras c o flm da
religiao, o dourado e szol celeste das virtudes,
comuendio e epitome da lei a candada : das
mil formas que ella revale, neoboma era estra-
nhs i regia munificencia. Era a esmula do ouro,
a esmula do auxilie, -esmo4a da eooselho, a es-
mola a animaga, a||imnla da benevolencia, a
esmoli do perdSe, asmla da loslruccao.....i
UuaaUlBde ov.ogelica I.... Vo-la aitestam essea
enfermos a quem por suas proprias maos euchu-
gira as lagrimas do padeclmeoto___ Temor
de DeuslI.... Recordse seus ltimos iostaues.
c Portuguezes, desfulhae subre seu tmulo um
ramo da ctprisle, humedece! a ierra de aea ae-
pulchro cora as lagrimas da saudade; mis sobre
sua campa morluaria nao esculp urna sdpala-
vra, porque oio encentrareis urna palavra que
ira luza ludo quaoto elle (01 : o seu mus aaltoso
epiiaphio i m dor e luto espontaneo dot asas e
dot etlranhot povoe.
Disae. >
A assistencia de convidados (oi crescids, ren-
do-se alu as piimeiras auloridades civis a mili-
tares da provincia ; e as honras militares toram
feilas por uma brigada compoata oos bat.lh6e
de primeira huha de nmeros 2 o 9, so mando db
Sr. coronel Luiz Jua Ferreira, alvando alm
disto as fortalezas de espago ospago.
Comegsm hoje os exames das materias pre-
paratorias do Cano Commereial Pernambu
preceilu do Kan^lno diliyes proximum luum
tuum
las le-
tras mereceram lodos os seus disvellus, pir que
a nsirueco, as artea, e as letras aio a nenessi
palpitante de uma nago culta. Os sabios
dada
eram seus amigos ; os artisisa os seus irmus ;
os Iliteratos seus predilectos; o povo sua fairailia,
(amida que elle em extremo amara, e por quera
era amado. Toquemos, seohores, loquemos|agor
essa poca memuravel, em que e joveo rapuar-
cha, daudo tivreespansii candado, que abriga
em aeu corogae magnnimo esireiiuu eases 1-gos
deamor, queja de ha muilo o ligavam a umpuvo,
que grato semprejamais esqueeer o oome de
Pedro V,
c Oterrivel gigante doGanges calcara com
snicida as mgeieas praia* do Tejo, a a c
do reino, Lisboa, aioda nao aaoa inieira
dessaa cunvulses internas, e externas, qu
(io dilatado lempo a tiobam abalado, lula
varenle Drago a Drago com ease immigo s Ivisi-
vel nos estrago, que aspalha em su* marcha f-
nebre ; os povos lmalos de terror buscara evi-
tar o ioimigo poderoso que sem allender a edade,
estado,ou cuudigao rao ruubaodo vidas, como o
segador nos campos derriba louras seiras ; inimi -
)... que nao preciso d-surever, porque saibo-
res por experiencia propria desgragaiaroeola. nd*
sabemos tambera o que seja o cholera. E no
meio deesa terrivel calamid-de, o que (aria D.
Pedro VT Seus certesas Ihe acunaeiham ajuga
para salvar un lio pre, iwsoa ; era a tiogutueui
da fidelida Je, que tema perder o roelhor dos res.
Nao, Ihes responde Pedio V ; quaodo os peres
s 'iTrera o agouie da ju^tiga Diviua, os reisderem
Curvar a cabera ule o decretos da Omnipoten-
cia. Era, s-uhor-s. a linguagem do christio.ique
reconhece, e coafessa, q de Arbitre do universo uso h mis nem sub utos,
ornete ib pou.o do irr, que a trra ae-
re torar. Omni a de Urrm aaf, tn terram
eonvertentur. Ei lo, pois 00 le mi perigoso
era o mal; dia, e noite oa hospilaes o recesen
em seu retiiilho ; nao eia soraeole o ouro, que
liberal deapeooia pelos pobrea ; oh I uso : por
que o obulo da catidade, quando timplemHUle
distribuido por intermedio de mies mercenarias
perde lodo o seu valor ; era, aim, era echrislio,
que le'ava nos labios palavras de consol-gao, e
amor so mendigo surpreso pelo mal; ers esaa diiu
qua dspunha 0 seeplro da realeza para perlar em
seus ultimes paroxismos a mo dopobre,qu* mur-
ria, q murria, sil I cem,o cor cao trasbordando
de arazer, de amor, de resignago, porque etal*a
a ultimo suspiro leodu eabega reclinada no bra-
cos doaeu re, do seo pae, do seu roigo. Purtu-
jaete. dae livra curso is rossss ligrimas, sim,
averdeates muitu, perdeaiea mais do qae um le,
fierdestes um amigo derolado.
Na caaea ioei-rrompida de seas pesaras.ata-
breubado, plns males de aua querida patria : o
Sr. 0. Pedro V procuro* am ua coosorcio dita*
do pelo coragao algum lenitivo is angustias, que
O compungan. Seu espirito se xtasi em dou-
rtaoa seubos de lelicl lade, vendo a sen lado,
seohora de aeu eoragko essa anglica princesa,
aje elogio acabado nesaas pouca* palavra por
ella proprio dirigidas ao seu mor lomo-mdr. a ira
um coragso psra a ierra,e um espirito para o cu.
A Sra O. Bstephaoia fdra-the o sajo miodsdo
por Deus psrs Ibe adogar si fadigas desses labo-
FeUecee no e^.Mdfaarreola a Eims. ra,
D. Naris Senhofttffci dJMidraes, esposs do 9r#
taeeateHWrooel MihlsTPieaare |es JeHo-
raee, depeas da usa petroso sorTrmeato a 19
ales, deitaodo eatregue a rtuvet o Sea maride,
e a orphaadade a um fllho o seis innocentes oe-
to, d quem predigatiaara aa caetas ama be
"~ii.
O fapor Tjrne traata bar esta provimgs
40:000f em nota do Ihesoaro nacional.
Coosla-nos qua viera bootem no vapor ia-
g'ez Tyne, ums coatmissao de empregados do
theseare nacional, para examinar a nossa slfsa-
deg.
Em seguida damos o oitavo:
c Bolstim ociI.
c Nio ha communlcaces offleses procedentes
dos pontos desta provincia, em que reos o cho-
lera-morbos, a nesta ctdade anda se nio den ca-
so algum dessa affeceio, nao obstante continuar
a diarrba em muilas pessoss ; o que tambera se
observa em diversos engeohos de Jaboatio e Mo-
r bees, etc.
a A's 6 horas da larda de 14 de Janeiro' do
1802.
t Dr. quino Foneeca. >
Foram recolhidoi lentem (13) i casi de de-
leogio : a ordem do Sr. Dr. chele de pollda o
fmncei Pasque!, de 82 annos de Hade, solleiro.
martimo, a requisigo do respectivo cnsul ; a
ordm do subdelegado do Recite o msrujo ingles
WilHvej Marero, de 38 narm irte idde, por bri-
sa ; a ordem do ds Boa-Vista, Veriato Jos de
Maraes, psrdo, de t8 snaos le idsde, solleiro,
natural do Maranhie, talhador de carne, por em-.
briagoex. tosa do Espirito Santo, parda, de la
annos de iaede, solleira, natural do Cear, toe-
tureirs, e Thomat, pardo, de 3i annos de idade,
ortetra, natural de Recife, tMafare, eserrvo de
Mara Gnrtrudes d Ve-ga. por briga ; e a ordem.
do dos Afosados o pardo Firmino dos Santos Li-
tis, de 22 aooos dtlsde, casado, niturM de
Una, carpida, por crime a tentativa de morte.
Movironlo a eatersaaria da easa Je *a-
tenco da dia 14 do carrate.
Tiveram baixa era a enferftaria :
Liborio, (escrave aenteeelaen} fabre.
Joaquim (afrieine rivre), lebve,
Ociha (escrara de GbrifWHb da tal), feriis Ib
tero.
Passsgatraa ae vapor aiMaail rocantiaa,
entrado doa portea en norte flg'a, Cerlos de Car-
queira Pinta, aaa tvabera, \ Iba a res escra-
os, Or. Antonio Fereede trvgb de Lourelre,
Francisco Rodrigues de Moura, Benedicto de A<-
eanlara Cezar, Ignacio Jos Alves da Souza e am
eriado, Jorge Marinho, Ernesto Adolfo de Vs-
eoneellos, Vicente Augusto de Magalhies. Manos!
Vicente de MagalbSes. Joaquim ds Costa Senil a,
Augusto Gomes e Silva. Antonio Lopes da Sil*
eeire Filho, Joaquim Nunes, Bernardo Noras,
Charletan ODooell e2 eacravosa entregar.
Seguem para o sul :
Alteres Delfn > Jos de Gouveia, Antonio Joa-
nim da Souza Martina, Man el AUea da Silva
ereira, Narclzo Affooio Gomes, Francisco de
Paula Brrelo Jnior, Manool da Silva Barboza,
David Sarra e 3 escravos. Jobo Msrtios da Silva,
Mauoel Borba, Rosa de Jess, Antonio Alves, 32
pragaa, e Id eecravoa d entregar.
Passageiros do vepof Inglez Tynt entrado
dos portos de sel:Rsphiel A. Gil vio e 1 tria-
do. Felippe Vierfi da Gosts, Luu Gomes Ferrei-
ra, Jaroea Iforde, Eiisabet Erbes, C JamesShaw.
Lors Coffrsoe, Victorino Jos de Souza Travasso
Jnior.
Passageiros do rspor inglez Tyne, sahido
para a Europa :Th. Jusl e sua familia, Dr. Cor-
dn, A. J. Msrlin, Harrisnn e sua familia, Dr.
Walpis e sua familia, B. Harris. H. Holmea, H.
Hosbey. W. Salem. J Histon, R. J. Shalders o
aua leohora, J. Powel.
MORTALIDAOEDO DU 12 DO CORI1ENTE t
Um prvulo encontrado morto na porta ds igreja
do Senhor dos Msrtyrins, S. Jos
Joio Antonio Coelho, frica, W anuo, casado,
Boa-Vista, infismmagio no Igado.
Francisco da Luz da Conceigao, Nazaretb, SO so-
nco. Boa-Vista, cancro.
13-
Leocsdia Ros de Jess, Peroarabuco, 60 annos,
viuva, Recife, hematemise.
Ross, Peraambuco, 5 mezes, Santo Antonio,
pneumona.
Aotonio, frica, 40 aooos, solleiro, Boa-Vista,
perlcardlle.
Joaquina, Pernambuco, 40 annos, aolters, bs-
crava. Boa-Vista, gaairo entente.
Budides, Pernambuco, 5 annos, Recife, be-
ilgas.
Eduardo, Pernambuco, 15 mezes, Recife, be-
Xigat
Joanna, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos, Convul-
soes.
Flix, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio, io-
flammagio.
Anna Mana Uchda Civalcanti, Pernambuco, 77
annos, solleira, Santo Antonio, erystpella.
Manoel JoBe dos Pasaos, Pernambuco, 9 annos,
Santo Antonio, pteuriz.
(Isabel, Pernambuco, 5metes, Boa Vista, hepati-
te aguda.
Margarida. Pernambuco, 5 aooos, Boa-Vista, ta-
bre maligna.
Antoois, Pernambuco, 10 dias, S. Jos, convul-
sos.
Communcados.
I ra lembraaga as Pdrtuguezes.
Um golpe airee e doloroso estrugiodo
lodea os earidoa aereles e perpassando
os atares, veio asi- Americas. especial-
meada no Brasil, conpungir brssileires e
portagueies, franaazes a Ingleses, lodos
aqaeNesemdmqne, teem aes setos cora-
JV aaa frontes ietelligeacia.
lae golpe cruento que tantos espiritos
commoveu, de oacionaes e estraogetros,
oi a morte prematura de nclito, do ama-
do, 4 popular, eSr. O. Padre V ret de
Portugal. Flfjr fragante que expiruu antes
de abrir a corola, o Sr. D. Pedro V, levou
eadeei chuveiro da lagrimas e saudades.
Aqu oesta provincia, como em todas aa
mala do imperio braaileiro, como pela Eu-
ropa Inteira, o aeotimeoto profundo e un-
nime tam aidaum testamuaho taro e evi-
dente ae quaeto vaha pesa va aa Europa
e pessoa de iaclilo e jaren raeearcha do
valho Portugal.
Pola bem : nio bast que ss lagrimas ae
efeoem abuodaates pela* (cea abarxo dos
velbos lidadorea da aattenalidade porlu-
gueta ; qae aa corceos ae coefraejam de I
ddr e vetar, m*s de petar ireacieK) e |
obscuro ; que preces sassurrem tos er-
raos das ooites. ou nos murmurios dos la-
bias sem edr j preciso que esse pnico
dolorido seja qgatado, quando no dia 17 de corrate mez,
a* tevias do Senhor tiverem de celebrar
de templo do Espirito Ssnto es eieqoias
em mamona do muito pranteado Sr. D
Pedro V.
En quauto 14 no mbito do templo do
tieohor, ee cecea eegeae de lata derrama-
rem dar toda a parte o luto e a ddr: os
uogUea do Do de Calvario Uearom a
votes montonas dss psatmodiaschristias;
oaciooiese eslraageirue povosreat o m-
bito sombro e enlutado, donde vosm as
preces a saudades pele mmto emaaa o Sr.
D. Pedro V ; que, cd (era, par toda a i-
i le, aquellos que Untas magua ha re-
velado, conserpem leus etlabeleeimentoi
fechado em igaal do verdadeira aeiili-
menio que a todos commoveu e cootristou
m um e ouiro heraispherio |o (allecimea-
lo do ddelissimo Sr. D. Pedro V., rei de
Po'tug.l.
Efpiramosqueuma tl lembranes me-
rega o acoihimeoto de naciooaes a por-
mguezas, e do esiraugeiros de todas as
oages que, tantss symprtbias tem reve-
lado por occasiio da praoteaia e saulota
morte lo jo ve m rei portagueto Sr. D Pe-
dro V.
H. P.
wtsaavM
t gfget garrafas de berro : i Heurone Ate
vedo.
57 tooel.de* da c.ri>, 16 caltas taido fe al-
godao, 4 dltsd'ifodeliuho ; a Sauadertlro-
ihrrs & G.
50 barris maoteitra- f a Hothe 4 Bidoulc-
50 dilps dita ; a fiieo Irmioi.
1 Tirdo tertdo de algo ao -. a A. C. de Abrev.
30 taltal agurdeme ;- a Sowthall Metlors & G.
51 eaixsi e 36 fardos de algalio, 50 ditos dita
de llnho, 3 ditos dito de Itabo a algodio ; o
Adamsoo Huwie & C.
40 birris biaba da porco, 21 taina e 10 fardos
lecidus de algodio ; a Patn Mstt & C.
7 caitas vinho, 2 ditas gurdente : a E. A.
Ryder.
i embrolhoi amostras ; a diversos.
Vapor nacional Tocantint, viudo do norle,
manifestou o seguinte :
100 barricas fariohs de trigo; s Tasto Irmos.
1 caita chapeos de sol de seda, 1 dita escoras
P*lA Cllb.'llr*: s Ramos Duprat & C.
80 caitas a 40 meias pinas ; a Matbeus &
Rudriguea.
4carros ; a D. Francisco B. da Silreir.
1 csita ; s L. J. Brunel.
1 dita s a J. L- BuurgarJ.
1 lata ; a Almei la Gimes Alves & C.
1 encapado ; a Dr. Ezeqaiel Franco de S,
1 dilo; a Mr. August Bertrn 1.
Brigue nacional Seii rmoi, vindo do Rio de
Janeiro e Babia, maottestou o seguate :
28 caixss e 44 fardo fazeodas de algodio, chi-
tas, madapotes. etc., 18 cadeiras americanas, 2
jnells; a James Ryder 4 C.
6 caixss fazeedas da algodio ; a Fredarico Mo-
ahard.
3 ditaa dilaa de dito; a Schsfheillim & C.

P.teo Maeb 4 C. 400
do aaaueer.
tacho inglez khuf, para Greetteck, carrega-
ragt:
Adamsoo Hevie di C, 2,000 i
arrobas de Mocar.
erca inglesa Sarak, para Liverpool, i
"nt i
rhrva Amorim 4 Filhos, 964 saceos cem 1,7Mb
arrobas e 10 libras algeoao.
Barca isglazt Coime-motila, para Uraraasl.
arregaram ; ^^
Paln haab 4 C 1600 saetee com 8,000 erra-
bas de assucar.
"are ingleza Savannah, asrt> Canal, cana-
garem :
C. J. Aatley 4 t. 500 aaccee caes J.eOO arro-
bas de assucar.
Gilera ingleza RotamoneT, pera Val Peraiee
earregaram :
Jooshtee Pster 4 C. 820 aaccee com 414 ar-
robas de assuesr.
Bsrca isglaza Jfary Jfisr, para Gibtalur.
earregaram t
Patn Nasa 4 C 200 saceos cosa 1,600arro-
bas de Mueer.
Brigue americaoo Brotktre, para e Rio de Fre-
s, earregaram X
Bastos 4 Lemea, 3.15 berrrcae com 2,387
baa e 15 liaras da assucar.
ceeb?>i>rim ale remabaat tai
gerses des Peraambtiea
Rendimento do dia 1 s 13. 1 j
(data de da 14
GOMMERCIO.
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca so-
bre o Banco do Brasil qualquer quantia
a ritta, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
Jlo de Barros.
Banco do Brasil.
0 Ihes >ureiro da caixa filial do dito banco nes-
ta provincia, est autorisado a pagar o dei len-
do relativo so semestre Ondo em 3t de dezembro
prximo passado, a ratao da 79760 rs. por cada
aegao.
A taxi do descont 4 a mesma.
Hontem mesmo deu-se principio sos repa-
ros da pontezinha do Chora-menino, de que tra-
amos Folgarnos de ver a promptiJio da provi-
dencia solicitada, pelo que bem merece a autori-
1ade que a deu.
Foi nomeado o bacharel Vicente Ferreira
Urna para juiz municipal e de orphios do termo
deTacarai; removido para aquello deCabrob
o bacharel Pedro d'Albuquerque Autrao, juiz mu-
nicipal qu ers de S. Jos do Norte do Rio Gran-
de do Sul.
Acham-se nomeados os Srs. Miguel dos An-
|bs Pereira para partidor e distribuidor do termo
de Seriahiem, e Joao Pestes da Gama pin par-
tidor e contador do mesmo termo, por nomea;io
do goveroo imperial.
Em aesso de 13 do correte, sobre propos-
ta do actual ministro, o Sr. Aotonio Pereira de
Parias, deliberou a ordem terceira de 8. Francis-
co, que otfereuesse a mesa rege tora a presiden-
cia, no caso de appsrecer o cholera nesta eidade,
o hoapital da mesma ordem para nelle aereen tra-
tados, i expensas della, os tccommetiidos desse
mal.
Como eminentemente csridosa a idea, aio pe-
demos deixar de leuva-la e de agradecer a mes-
ma ordem, bem como ao referido ministro nao s
a lembrsoca," como principalmente a adopcao
della.
Acha-se de novo modificada a sahids dos
vapores do Rio para esta escala do oorle no seo-
lito da tabella anterior, isto nos dias 7 e 23 de
cada mez.
Obviou sssim o goveruo imperial a um incon-
veniente que sallara aos olhos, a um atropello
que feria de frente aos ioteresses commerciaes das
precaa do norte, sem utilidade para as do aul. E
puia, nos Ihe agradecemos esta recoosideracio em
aome des inleresssdos, em noma da coareniso-
cis publica, que orgia per ella.
Remettem-Dos o seguinte
CHR0N1CA JUDItURU.
Tribunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 9 DE JANEI-
BRO DE 1862.
rassioBitcu do kxu.su. desemburgador
v. a. DE SOUZA.
A's 10 horas da msohia. reuuidot os Srs. de-
putados Reg, Lemoa. Bulos e Silveira, o Sr.
preaidenie oeclarou abarte a sessio, sendo lida
e spprovada a acta da ultima.
raKfcbc
, e.rn
KiriDlKRTS.
Foram retente os tpps dos trs*Jbes Pe-
lourinho, Conha e Alfstid-ga Velha, e atfflazens
de deposito Brita a Jos Luis.Ao archivo.
Timbea foi pceeoote a etacio offlaal dos pre-
go correles da praga, da ultima semana.Ar-
chlve-se.
etsr&CHOS.
Um requerimento de D. Francisca das Chagaa
Ferreira Saraiva, vieto pelo Sr. desembargabr
riscal. Nio pdde ser salisfeita sem que a pro-
priedade setransflra, polen lo a supplicante con-
tinuar ns posse do navio pela naluralisa;io de
seu marido, cuja Carta deve ser registrada.
Ouiro de Vicente Ferreira da Costa, Joaquim
F. da Coila, tambero visto, pedindo o registro do
seo contrato socil Registre-se.
Ootro de Bailar & Oiiveira, replicando do des-
pacho deste tribunal da 19 de dezembro psssido.
Tem deferido.
Ouiro de Joio Keller & Compmhia, pedindo
e faga em sua matricula a deelaraga j de ter-ae
desligado de sua sociedade Antonio Seblapprir.
Como requerem.
Ouiro 'de Wild & Just, pedindo o registro da
proeeracio que juntara e o da um artigo aup-
plemeoiar dn seu contrato social sob a firma de
D. P. Wild & Compaohia.Como requerem, en-
nulnde-se do registro do contrato original a al-
teracioda firma, a publique-se.
Uuiro de Tasso Im,ios a Albino Jos da Silva,
commumenao a diasolue* da sociedade Barroca
& Medetros, de euja moratoria aie *caes.Vista
ao Sr. desecabargador fiscal,
Ouiro oe Theedoro Juat, saxonio, com 23 an-
no de idade, residente nesta eidade aonde etr-
ea a prnfltsio de commercisnte em gromo, pe-
dindo matrieolar-se O mesmo despacho.
Outre de Joio Bapusts Fragoso, Ignacio Pe*
reir do Valle, socius da firma Fragoso & Valle,
pedindo o registro do contrato de dissoluyio d
ociedade.Resialre-ee.
Ouiro de Manoel Jos Aeluoes Uuimaries,
apreaentaodo uta documento para aatiafayio do
despacho desta tribunal, de 28 da ooveubro pro-
Falleceu oo dia 10 do correte na povoa- *,flK> o****io Nio satisfez a exigencia eom a
Co de Anglicas da fregaetia de Tracunhlem, o nomeacio que aprsenla.
SONETO.
Dos homeos bemfeitor por excellencia.
Modelo de virtule, e sanlidade,
Im'laudo deChrlste a caridade
Justo apreciador da penitencia :
Sntre os Qlhos de Cluni, em preferencia
De Sao Bento seu mestre, intimidada;
Foi por elle enviado, e foi abbade
Na Franga sea igual na preminencia ;
K* Santo Amaro o grande confesser
Ooe a igreja hoje festeja, agradecida,
Seu da commemora com louvor.
Por sua protecio esclarecida
anua devotos alcaucam du Senhor
Saude, salvac&o, e looga vida.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
EM 14 DE JANEIRO DI 1801.
0 banco descont na presente semana a 10*/o
ao anno at o prazo de 4 mezes, e a 12 '/. at o
de 6 mezes, e loma dinheiro em con tas or rente*
simples e com juros pele premio a prazo que se
ctoveaciouar.
Praca do Recife 14 de
Janeiro de 1862.
Vs <|uatro horas la tarde.
Cotaces da jimia de corretores.
Cimbio.
Londres 90 di/. 25 1)4 a 23 3,8 por
Sobre
1*000.
Fretes.
Rio da Prata 1 1[2 palacio
Assucar pars o
ptr barrica.
Assucar para Liverpool ou Clyde70[ e 72(rJ o
50|0 por toneltada.
J. da Cruz Ma:e1opresidente.
John Gatis-secretario.
Allandega,
Rendimento do di 1 a 13. .
tem do dia 14. .
1 aua merca dorias ; a Lima Jnior & C.
7 pipas fumo molde ; a Mearon & C.
130 betas de ptaeeave, 2 saceos fio de algodio ;
a Antonio da Costa & *ilv.
2 barricas crvida, 59 aseos ferelo, 1 volnme
coalas de vidro, 14 fardos e 7 csitst psooo de si-
godao e fazeodas de dito, 30 fardos fumo em fo-
lb, 40 ecos farioha de mandioca, 50 feiv.es
pfsssavs, 120 fardos panno de algodio da fabrica
da Babia, 4 talhas de barro, 1,300 quarlinbas, 12
dutlss de toros da Jacaranda, 15 totumes cravo
girofe, 5! caitdes 3,728> caixiohas charutos, 56
oegs e vol mes de movis e con objectosde uso
domestico, looga. trova da miaba, etc. 300 sac-
eos arroz, 40 ditos cf. 1 catx* a 2 volameschi.
100 pips vasias, 5 saceos pimeota; a ordem de
diverso.
Vapor francs GaiSnne. precedente de Bor-
deaux, manifesiou o seguinte :
1 caixa llvros ; ao cnsul de Fringa.
t Oita titos ; a E. Lecomte.
1 dita ditos. 1 dita chapeos, 3 ditas bijoteris ;
a Almeida Comea.
3 ditas roupa; a J. J. M. Sarment.
1 dita dita ; a Buessard M.
5 ditas touess, cilos, pentes, roupa, livros.e
modas; a Mooteiro Lopes & C.
1 caixa bichas ; a Sodr A 6.
1 dila objectos para modas e conservas ; a Ja-
CObi Desmarteaux.
4 caixss chapeos; a Christisai Irruios.
1 dita conserva ; a O. de Souza Franga.
1 dita retratos ; a J. Pinto de Camnos.
1 dila calcado ; a Ramos Depral & C.
1 dits roups ; s J. F. Moutlnho.
2 dias fazendas de seda e lis^ I dita amostras;
a D. P. Wilir & C.
1 eaixa calcado ; a ordem.
2 ditas agulhas, 1 dita mantelletes, 1 dita amos-
tras e chapeos, 1 dita fazenlas -, a Ferreira &
Araujo.
1 caixa luvas, 1 dila amostras ; a Seve Filhos
&C.
1 dita modas ; a Vaz & Leal.
1 dita conservas ; a Manoel Jos Corri.
2 dltaa botdes ; a Helio Lobo.
1 dita mercaduras ; a E. P. Wsod.
1 dita porcelana ; a Bastos.
1 dila cigarro*; a Siquetra.
8 barricas vinho, I csixs sedas; a Joio da Silva
Feria.
1 caixa medicamentos, 1 dita roupa ; a Caors &
Barbosa.
2 ditas obras ds ouro, 1 ita calgado, 1 dita
com r-logins ; a Blum Lhemann & C.
1 dita vestidos ; a L. de C. P. de A.
1 dita chitas, 1 dita mantelete, 1 dila con-
servas, 3 dilaa roupa, 1 dita papel. 4 ditas bi-
za*; a Joio Keller & C.
2 caixai merceaias; s Alves & C.
2 ditas faxeodss de dada, 1 dita luvas, toucis,
etc., 1 diia amostras; s L. Wild 4 C.
I caixa tovas e colerinhos, 2 ditas fazendas '.
a Schafheitlm & C:
t cairas fazeodesde algodio e seda, 1 ditl a-
mostras; a Dimmayer & Caroeiro.
C canas queijos 4 ditas sedas, 1 dits coral; s
E. A. Burle & C.
25 cixaa queijos; a N. 0. Bieber A C.
23 ditas ditos; a Krabbe Thom & C.
15 ditas dilo; a Tasso Irmos.
II ditas vinho; a Aleamprano.
1 dita perfumara; a A. Labille.
2 ditas fazeodas de li; a II. DomonL
4ditas fumo e conserva), 1 fardo rolha;; a
Tuset [reres.
1 dita butdes dorados; a H. Adour & C.
2 ditas livro*; a P. Eidio.
1 dita crucifitu; com lelreiro.
I dilaachocolate ; a L: J. Miranda.
1 caixinha pilulas; a Alcntara Pinheiro.
1 caixa bixast a Marlbau.
1 dita luvas; F. Sauvage & C.
1 dita roupa; a J. Freitas Barbota
1 dita amostras ; a Saunders Brothers Si C.
1 di,a tymos! a Bastos & Lomos.
2 ditas edas para bordar ; a Thomaz Paria,
18 ditas rap; a Thomaz de Aquino Fonseca.
8 fardos ameadoas, 12csoaslras caataohas, 10
caixas magies ; a L. J. da Costa Amorim.
1 calxs calgado e livroa; a L. A. deSiqueira.
H6sJ7M
Conaalmrbe provlmetatl.
rtendmeote do du 1 50:824tO7
dem da da 14......: *|
Mo^imfKo do porto.
'i
' /Vastos entrados no afta 14.
Para-e portos Intermedios T ) diaa e do ultimo
porte 8 horas, vapor braaileiro Ivaannltor, te
73*t>looeUds, commaodaate 1* lesete Pedro
Hyppnliio Duarle.
Rio de Janeiro e Babia. 6 dias, vapor ingles Tu-
ne, Je 1207 toaeladas, commandant Jellicec.
Navioe tahidoi no mrstno tita.
Valparaso.Galera iogleza Jtbtamonat, capilao
Jobndirnptoo, crg savucar.
MarseiHe.Patacho Ingles Zer. capilao W. C.
Norris,.carga assucar.
Souihampton e portos intermedies.Vapor iogJex
Tyne conimandaute Jellicoc.
0 Cd a o. S" o o Horat.
n c 3 M T oa * a or w i 1 Athmoipftira
* w * ro 11 D ir ice do. -4 a a O r V*
9 a a 0> a r o 0 1 1 Intentiiait. 1 _ t o
-4 4 s ce M* Farkmhtit. 1 - s e s o 0
f O aa It e lo * | Cmtitrado. 55
- - -a a ' Hygromttro. g
O o e o e | Cteme humf-mttricmW
a i aV a en e> 58 J lo 3 0 I o a 9 Francex. r s o
IS | IngUx.

.150:128t8l4
. 9.07zp287
159.2001881
Movlmento .la alfandaagfa*
Valames entrados com fazendas.. 837
> > tora ganaros.. 115
Volamei sabidos ton fazendas..
t com gneros..
1
45x
159
Dasearragam hoje 15 da Janeiro.
Mrigne braaileiroSeis Irmasmercaduras.
Brigue isglezNaulelusmercadorias.
Paticho dina marquez Alonamerradorias.
Brigue dinamarqusSuzsm farinha.
riKue braaileiroBeberibecharque.
Bngue hespanhol Novo Martio dem.
Importbalo.
Biale nacional Intenvel, viodo do Aracaly,
consigna lo a Jese Joaquim Airea da Silva, mi'
oifestou o segulote :
178 aaceos gomma da mandioca, 123 ditos ce-
ra de carnauba, 8ditos fejao, 6 ditos farinha de
mandioca. 680 molos desoa, 113 molhos pellas,
8 barrica! sebo, 1 dita cera de abelba, 1 fardo
pennas de ema, g pacotes chapeos oe palha de
carnauba, 50 molboaesleiraa fo rlita, 106 calzas e
1 barrica vqai de cera de carnauba ; a ordem da
diversos. I
iooal Superior, vindo Glande
Amorim Irmos manifestou
ue, 200 caixas velas de
Rvi. carmelita Fr. Joio da Encarnarlo Mello,
pira oode se retirara em consequencia de seu
padecimentos. Seu corpo foi sepultado ui ca-
petla da mesma povoacio.
Hontem estiveram ai guardas desta guarol-
co funeral; e grande parle do estabetecimen-
tes de subditos portuguezes com uma porta cer-
rada, em honra ao olBcio que se celeDrirk por
S. M. F. o Sr. D. Pedro V.
Outru de Saunders Brothers, pedindo que a
tanta dot corretores certitique-lhe es preces du
acslhio nos dias 18 a 19 de dezembro protimo
passado.Como requeren.
Ouiro de Daniel Paneras Wild, suiaso, eom 80
snooi de idad, domiciliado nesta eidade, a eom-
taerciantide grosao, pedindo matricula. Vista
ae Sr. deseabirfadjoa Bacal.
Exportado.
Dia 11 de Janeiro.
Brigue portugus Soierano, psra Lisboa, car-
regou :
Manoel Alves Guerrs Jnior, 1 btrrica com 4
arrobas de assucare riitalisado.
Brigue escuna Cfio, para a II lia de S.Miguel,
earregaram :
Barroca & Medeiros 70 barricas com 577 arro-
bas e libras de assucar.
Antonio Al vea de Moraes, 200 meios de sois.
Amrinrj Irmos, 50 barricas e 30 barriquiohaa
Com 501 arrobas e 10 libras de assucar.
Barca iogUza Priieilla, para Gibraltar, ear-
regaram :
Patn Nash & C, 400 saceos com 2,000 arro-
bas de assucar.
Barca Ingleza Mary Miller, para Gibraltar, ear-
regaram :
Patn Nash & C, 600 saceos com 3,000 arro-
bas de assucar.
Barcaca iogleza Roiamond, para Val-Paraizo,
earregaram :
Johoston Pster \ C, 500 saceos com 2,500 ar-
robas de estocar.
Barca Inglesa Sarah, para Liverpool, earre-
garam.-
Viuvi Amorim & Filhos, 181 saceos com 97z
arrobas e 13 libras de slgodao.
do dia 13.
. Brigue fiancet Palestra, para o Havre, earre-
garam :
Tissel-freree, 10 saceos com 500 arrobas de as-
sucar.
Brigae chileno Ysieor, para e Rio da Prata,
erreg*ria> :
Amorim Irmios, 300 barricas com 3112 arro-
bas e 9 libras de assucar.
Brigue-escun portugus Cito, para a itha de
S. Miguel, earregaram :
Amorim Irmioi, 170 barricas com 1050 arro
bas de asaucar.
Aniooio Ferreira Mooteiro, 6 barricas com 35
arribas e 27 libras de dito.
Bngue portugus Soberano, para Lisboa, ear-
regaram :
T. de Aqulao Fonseca Jnior, 199 saceos com
598 arrobaa e 18 libras de assucar.
Marques Barros & C, 103 saceos com 515. ar-
robas aa aucr
Anloaio Farraue Moateiro, 31 saceos cesa 158
arroba de dito.
Brigue pertuguet Manoel airs o Porto,
cauegararn ;
Joaquim Luii AJvts Viinoi, 8 barriquionu
Brigue ingle ernuti/ut, vindo de Liverpool,
consignado i Milla Laiham & C, manifestou a
tetuinie :
89 Urdes e 61 oaias faiendaa da algodio, 6 di-
tas lencos de dito, 8 ftrdos tectdo de linfio. 6 di-
tos baetss, 100 accoa arroz, 10 barricas azarcao,
10 ditas azrete^ 10 ditas alvaiade. 10 ditas capa-
rosa, 10 ditas peara-aame, 10 litas luha.gno,
10 toaeladas carvio de pedra, 12 ditaa e 14 quin-
laes cok- ; aoa consignatarios.
100 barricas arveja. 2 caitas folhaa de cobre,
2 ditas tacidos de Igodio, 1 eubrulho elogio da
ouro; & ordem.
123 fardos e 34 caitaa taeldoa de algodio ; a
Jiaut Ryder A c.
19 utas de (erro ; a S. P. Johnaloa A C
21 canas teoidaa de algodio t a Reaireo Roe-
kor S| C
ajsusd.lo da dilo } a K A. Burle &C.
3 dilate 1 fardo dilo de dito. cobri e mias 1 eom 15 arrobas a 9-libras ee dita
^^^T^to^: l; snenat- **" "^ '
A noite clara, vento NE fresco que foi aboaaa-
cando o ao amsnhecer eslava calma.
osciLAf.io da nana.
Preamsr as 4-h. 30' da larda, altura" 2 p.
Baixs-mar as 10 h. 18' ds auahia. altera 08 p
Observatorio do arsenal de martobs. 11 d'eii-
neiro de 1862. mw
aoaaao rama,
i* teaeate.
Edita
ns.
Olllm. Sr. Inspector da thesooraria pro-
vincial, era cumprimente da reolugio 4a lunla
da fazenda, manda fazer publico que no ota 80
do correle ae ha de arrematar a quem mais der
o imposto dn 10 0,0 soore a renda tos terrene
oceupados eom o planto do capios no suniciuiu
do Recife, avahado annualmente em 4d20f.
A arrematado seri lena por tempe de 28 me-
zes, s contar do 1.* de eulubro de 1881 a 30 ae
junhode t86f.
As pessoas que se propozerem s esta arrema-
tado, compareeam na sala daa s*ssoe da refe-
rida juota no dia cima mencionado, pelo mio
dia, e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afflzare presente a
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesoararis provincial de Per-
nambuco 11 de Janeiro de 1862.O secretan,
A. F. d'Annuneiaeeo.
CAS ARA MUNICIPAL DO RELlEE.
A cmara municipal do Recite leudo rrceaide
do Instituto Histrico Brtaiteiro e orno* qao
abaixo vai traascnpio, convida a tede ee aaaaa
munielpes pars que cooeorrae para a raaltavacba
dessa obra de tanta honra para o Braail, sube-
crevendo na serrelaria d mesma cmara as estan-
tas de que quirerem dispor, nao pedendo ser
menos de I90O, nem mais de lUsOfX).
Certa do patriotismo que caracleriss todee oa
Peroambucano, a cmara municipal do Recias
espera que se prestarao de boa veatade 8 reeli-
s-eao deste grandioso fim.
'aco da cmara municipal do Recife, em aaa-
sio de 28 de outubro de 1861. Luis Francisco
de Barros Reg, presidente. Fr-sneiieo Caautud
Boa-Viagem, official-maior erviodo de aevrre-
lario.
Illms. Srs.O Instituto Histrico Hrilr, a
que presta S. M. o Imperador a sea immeaau
proteecao, resolveu que se lavantssse neu carta
uma estatua a Jos Bonifacio de Andrade e Silva,
e se erigisse um tmulo digno de aeua prrriesen
despojo ; sao pagina* da historia escripia rm
bronxe e msrmore pela gralidio brasileira, ate
devem Uaosmiilir i postaridada irdic !*-
riasas que se hgam a um doa grandes vajlte a-
eionaea, e um dos primeirva eeltabaradortman
nossa independencia.
Us abaito sssignados, membros do costa
a que o Iostituto Histrico ionumbia lio
missio, accordaram recorrer ao autillo de
as cmaras muoicipaea do imperte para qee pao
movam subacripces populares ntreos trateme-
nicipes. visto como o monumento deve aer felo
etpeoaat do povo.
A com missio desojando quelodosee aWaei-
leiros posssm eosvaarrer par* lio patritico aaa
numento, quaesquer que aejam aa auaa f-irtaoae
rltou o mloime a o mximo daa qeaetiaa calta
18 e 108
Devenda a estatua ser inaugurada ae dia 13ee
junho oe 1883, centesimo aoniwraario aatottesa
de Jos Bonifacio de Andrade e Silva, a csais-
sio espeta qee VV. SS. se digoem de coaajuva-
la em lio louvavel empeoho, ariivaode o atrtve-
undo s subsc npi;io, cujo resuluee ser pabl-
cado as folhaa diarias desta capiUl.
Dees guarde i VV. SS.-Riode Jaaeira, 18 de
agoale de 1881.Illms. Srs. presidentes e veree-
dures da cmara municipal ala eidade da Recita
da provincia de Pernambuco.Euieaao da t>a-
ros Cuutiaho M*lloso Cama'.loaqum Narrbvr-
to de ftaMita Silva.J..lo Maaoei Pereira da Sil-
va. l tan A C.
14 Uta dito da dito ; a C. J. Aail.r 4 C.
1 ciixs miud^aas; s Vas & Leal.
leaos a ldoro HtUidiy & C.
robas de aiucr.
Marques Barros XC., 11 bsrriqulnhtt com 4B
arriabas aa dito.
Barca Iogleza Pr*e1t.H aati Gibraltar, carra-
ginm :
Ponte.Heenque de Baraurreoeu
Claudio Luis da Cos.Thnmix Gomes dea San-
ios. F. S. Otea da MHia,
O Illm. Sr. insatteior aa tbaaaaiaria sravta-
eial, em cumpnmeato ds reeolafba da jaata ata
faztnda, meada tater tmbitae. que a aciamatacta
da renda dea predios da aatrtatial. ataa timim
(oi ir.aferia para e ata M aa-laiiiuts.
I para eonstf e tas adn atr a piaaaala a
publicar avia k*Uri*,
Secretaria da taaaaarara prevtasial de P>a,
aambueo, 4 a |aaatre ata 11aa\ 9 ataritaMJIV
Antonio F. da Aanauciacio,


I.
1
DUWO DE MRNAMCO. QOAlTA.-fUaU 15 M JUtlIO M iMt
A cmara municipal deita cidade publ
para cooftectmenlo de aeua manicipes o offlci
abaixo transcripto, que recebeu do Exm. prer
dente la provincia, e pede-lhea que atiendeoda
a recomraendacao feita por S. Exc, tralem do
empregar todos os aeua esforcos na cultura do
labaco, visto como, raceiando-se que da actual
guerra civil nos Eaiados- Unidos da Amrica do
Norte, resulte grande dimiouicio na sua pro-
ducto.
Espera a mesraa ramera que nao deixarao to
dos os agricultores desle municipio 4a coooorrer
para o desenvolriraento de urna planta que trar
sera cutida grandes vaotageos para aqualles qu
ae empregarem em cultiva-la.
Paco da cmara municipal do Recite em sessao
ordioaria de SI de dezembre de 1861.Luiz
Francisco de Barros Reg, presidente.Francis-
co Canuto da Boa- Viagem, offlcial-maior serrina
do de secretario.
Qusrta seccao.Palacio do governc de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1861.Sendo con-
sideravel o coosumo do tabaco em lodos os pon-
tos do globo, e receiando-se, que da actual guer-
ra civil nos Eslados-Uoidos da Amrica do Nor-
te, e do abandono em que a cultura desto ge-
nero tem cabido na Allemanha resulte grande
diminuido na sua prodcelo ; em cumprimeoto
das ordena imperiaes, rerommendo cmara rao
nicipal do Recife, que envide todos os seus es*
forros, para que os lavradores aeus municipes
se compenetren] da conveniencia de ae eotrega-
rem coni maior efflcacia e ioteresse so cultiv
daquella planta que aem duvida compensar e
innmeras vaotagens os sacriOcioa que fizerem
Por eata occasiao declaro mesma cmara, qu
a sociedade Auxiliadora da Industria Nacional s
acba incumbida de diligenciar a obtencao de se
mentes das melhores especies de labaco. par
aerem destribuidas pelos agricultores que as so-
licitaren).A. M. Nunos Gonjalvee.
Ia seceso.Secretaria do governo de Pernam-
buco 13 de Janeiro de 1862.
Pela secretaria do governo se fz pnbiico ao
Srs. Eduardo Daniel Cavatcanli Vellex de Guiva
ra, Francisco Pereira da Coala, Antonio Gome;
Cordeiro de Mello, Joo Valeriano Pessoa de La
cerda, Agoslioho Ferreira da Silva, Jos Se
rapioBexerra de Mello, Jos Cezar de Mello
Falcio, Jos Antonio Pestaoa, Joaquim Googalves
de Para, Manoel de Souxa Barbosa, Jos rio
Sanios Silva Medeiros Juoior e Manoel Jos Pa-
checo, que achando se competentemente informa
das as suas peticoes.hajam de solicita-las na mes-
ma repanicao para pagar o respectivo porte, aoj
de seguirem seu dealinos.
O Illm. Sr.. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para coohecimeulo
doa inldressados o art. 48 da lei proviocial o.
510 de 18 de jucho do correle auno.
Art. 48. E' permittido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquertempo an-
terior adata da presente lei iudependente de re-
validagao e mulla, urna vox que os devedores
acluaesdeste imposto, o fagata dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, oa que nao o fizerem ficarp
sujeitos a revalidajo e mulla em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesoutaria faf
r anounciar por edital nos primeiros lOdias d
cada mex a presente disposicao.
E para constar se manJou aflixar o presente
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria proviocial de Per
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumpcac.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimeoto de resulugao da junta da
fazeoda, manda fazer publico, que a arrematado
das obras do calamento da ra do Imperador e
Campo das Princezas, e da coberta do edificio des-
tinado para o Gymnasio Proviocial, ficou trans-
erida para o da 23 do correte.
E para constar se mandou aflixar o presento e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 9 de Janeiro de 1862.O secretario, A.
F. da Annunciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, manda fazer publico, que o thesoureiro da
mesma thesouraria est aulorisado a pagar Ido
dia 8 do correte por diante, os juros das apoli-
ces da divida publica provincia), vencidos ati o
ultimo de dexembro prximo lindo.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria proviocial de Per-
nambuco. 4 de Janeiro de 1862. O secretario
Antonio F. de Annuncia^ao.
" 8*re*rta da santa casa da misericordia do
Recife, 9 da Janeiro de 1862
F. A. Cavalcanti Couitsiro,
Escrivio.
Cttselho administratiYO.
O conaelho administrativo, para fomecimeoto
do arsenal de guerra, tem de compraros objectos
seguintes :
Para provimeoto doa armaxeos d o sfsenal de
guerra.
20 duxias de taboss de louro de assoalho.
15duziss de ditas de pinho de 3i4 de grosiurs.
5 duxiss de ditas de dito de aasoalho.
Quem quizer vender taea objectos aprsente
aa auas propostas em carta (echada na aecretaria
do conselho, a 10 horas da manhia do dia 17 do
correte mex.
Saladas sesses do referido conselho, 10 da Ja-
neiro de 1862.
Btnto Joti Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Alexanirt Augusto de Friai Villar,
Mojor vogal e secretario interino.
Atsos martimos.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Damao pretende seguir com muita brevidade,
tem parte deseo carregameoto prompto ; para o
resto que Ihe falta, trata-so com os seus consig-
natarios Antonio Luis de Oliveira Axevedo & C,
no seu esetipiorio ra da Cruz n. 1,
Para.
Em direitura o palhabote Sania Cruz recebe
carga a frele a tratar com Caetano Cyriaco da C.
M. & Irmio; no lado do Corpo Santo o. 23.
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacho
oaciooal cCapuam, tem parte de aen carrega-
meoto prompto : para o reato que lhe falta, tra-
ta-s com os seus coDsigoatarios Axevedo & Men-
dos, seu no escriptorio ra da Crux n. I.
Declarares.
Correio geraL
Relacao das cartas seguras existentes na adi
nistraco do correio desta cidade para os se
res abaixo declarados:
Antonio Aooes Vieira de Souza.
A. Garlos Damasceno.
Damazo Melquades Barata.
Filippe da Coila Dourado.
Firmioo de Souza Martina.
Francisco Pinto da Costa Lima.
Gurgel Irmos
Gaspar Joaquim Correia Meoezes;
Heliodoro Fernandos Cruz.
Ignacio C. Alencar Rodcvalho.
Joaquim Aotonio Alves Cont.
J. Jos Mours.
Joo Pereira Rabello Braga.
Josepha Amalia A. Monteiro,
Lucia Miria Barros.
Maria do Carmo Ferreira.
Manoel Araujo Alcanforado.
Trajino Augusto Carvalho.
Victorino Jos Ferreira.
As malas que deve conduzlr o vapor I To-
caotins para os porros do su), fecham-sel hoje
15 as 3 horas da larde. S se arao seguras at
as 2 horas.
Pela subJelegacia de polica da;Capuc gs se
faz publico, que se acha recolhido casa i e de-
tengo um preto que diz chamar-se Joo,
escravode Antonio Temporal, morador na
Palma, o qual (ora preso por suipeila de
fgido ; quem se julgar com direito ao i
escravo, compare ca nesta subdelegacia, qu
vanio o seu dominio lhe ser entregue.
O subdelegado suppleole.
Manoel Gentil da Costa Alv
Compaiihia de ca vallar
Nao leudo epparecido hoje licitantes a
cimento do rancho e forragens, na forma
nuncios publicados por este Diario nos
7 do correle, a excepgio do Sr. Anlo
berto do Souza Lealdae, que offereceu
cimento de ditas forragens por um pr
alto do que o marcado pela thesouraria d
da : de novo o capitao commaodantei
para o dia 13 do correte a concurrenci
citantes s 10 horas, na secretaria dcstalcompa-
nhia. |
Quartel do Campo das Princezas, 9 da Janeiro
de 1862.
M. Porfirio de Castro Araujo, capitio
daotc. r
Por esta subdelegacia de novo se fez publi-
co que se acba recolhido detengio o pelo Mar-
colino, que declarou estar fgido da cash de seu
seuhor, de nome Brito, do eogenho (Jbega de
Porco; assim como se acbam depositado! 4 caval-
los, 1 rugo pedrez, e oulro castanho, tomados a
Antonio Jos do Carmo, conhecido por(Anionino
do Barro, a quem a voz publica o indjgita socio
da companbia dos industriosos em furto/de caval-
los, um oulro mellado, tomado a Joao Evangelis-
ta de Ifendonga por denuncia de ser furtado, um
oulro rugo pequeo sujo.com diversas aruzes, lo-
mado a outro individuo por furtado, e segundo
coosla que o dono mora nos Vermelho, fregue-
zia de lpojuca : portento, quera se jlgar com
direiio a urna a outra cooss, comparega], qne pro-
vaodo, lhe ser eotregoe. Subdelegaba da fre-
guezla dos Afogados 11 de Janeiro de 1882. O
subdelegado suppleole, Jos Buarque Lisboa.
Santa casa de Misericor-
dia do Recife.
O Illm. Sr. teoente-roronel Justino Pereira de
Fsriaa, thesoureiro esmoler interino da santa ca-
ta de misericordia do Recife, manda (azor publi-
co qu* no dia 20 do correle, pelas 10 horas Oa
maohaa, faz pagamento daa respectivas mensa-
lidades vencidas at dezembro ultimo as amas
que comparecerem acompaaaadas daa enancas.
GOIPANHU PERNA1BUGA1U
DE
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Iguarass. commaodante Vianna,
sahir para oa portos do norte de ana escala at
a Granja no dia 90 do correute mex s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 18 ao meio dis. Eo-
commendas, paasageirose dinheiro a frete at o
da da sabida s 2 horas: escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
e ser
ua da
estar
mesmo
pro-
forne-
os an-
ias4 e
o Nor-
orue-
o mais
fazeo-
espaga
dos II-
3 reman-
COITaNHU PERIUIBUCAIU
DK
Vavegaco costeira a vapor
O vapor Persinunga com mandante Moura, sa-
hir para os portos do sul de sua escala no dia 15
do correte mez aa 5 horas da larde.
Recebe carga at o dia 14 ao meio-dia, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
Maranho e Para.
O patacho Paulino segu com bravidada, po-
de receber alguma carga para ambos os portos :
trata-se com os consignatarios Marques, Barros
& C largo do Corpo Ssnto n. 6.
Rio de Janeiro
O brigue Belizarioa sahe na presente semana,
pode receber alguma carga e escravoa a frete :
trata-se com os coosignatarios Marques, Barros
& C, largo do Corpo Santo n. 6.
COMPANHAeBRASILEIRA
MIUJSTBS l 1MVL
At o dia 15 do corrente aqui esperado dos
portos do norteo vapor Tocaotins, comraan-
Oanle o primeiro tenente Pedro Hyppolito Duar-
te, o qual depois da demora do costume seguir
para os portas do tul.
Desde i recebem-se passageiros, e engsja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual de-
ver ae embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro a frete e encommendas at o dia da sahida a
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
eriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& c.
Para o Aracaly e Assu'
segu o mais breve qoe fdr possivel o hiate Ex-
kalmcao : para carga e passageiros, trata-ae com
Gurgel Irmos oa ra da Cada do Recife n. 28
1" andar.
Lisboa.
Pretende unir com brevidade o brigue portu-
guex Soberano por ter parte de aeu carrega-
mento prompto : para o resto e passageiros, tra-
ta-se com o consignatario T. de Aquino Fonseca
Jnior, natravessa da Madre de Dos o. 7, pri-
meiro andar, ou com o capilo oa praga.
Para
Riode Janeiro,
segu por estes dias o veleiro brigae Cruzeiro
do Sul : para a pouca carga que lhe falta, e es-
cravos, trata-se com os consignatarios Antuces,
Guimsraes & C no largo da Assembls o 15.
Freta-se para qualquer dos por-
tos do Rio da Prata, o brigue nacional
Norma, de lote de 296 tonel la das, e de
primeira ciaste: tratase com o seu
consignatario Domingos Ferreira Maia,
na ra de Apollo n. 37.
Leiloes.
Ai
Ing.ez.
Para a Bahia itfiM palhaWe Santo Amaro,
para alguma ponea carga q.e lhe falta Irata-ae
n0!! eW*S'^ Franei" L. O. Azevedo,
na ra da Madre de DTue n. 12.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir com
multa brevidade, tem parte de seu carregameoto
a bordo : para o reato que lhe falta, trata-ae
com os seos consignatarios Aotonio Luiz de Oli-
veira Axevedo A C, no seu escriptorio ra da
Crux a. 1. r
LEILAO
DE
Loja de louca.
O agente Pestaa autorisado pelo Sr. Manoel
de Menezes far lailao de sua loja de louca em
um ou mais lotes, na ra da Cadeia dar ajecife
n. 8: quiota-fetra 16 do corrente pelas 10 horas
di manbia no mesmo eslsbelecimento.
Di
Fazcndas em lotes a vontade
dos compradores
Na roa do Imperador numero 37.
QUINTA-FEIIU 16 DO CORRENTE.
PELO AGENTE
GUIMARFS.
O referido agente far leilo por coola e risco
de quem pertencer de urna quanlidade de fazen
das como aeja madapolo, chitas etc., etc., sen
neohuma reserva de preco. Conida-se aos Srs.
logistas e em particularmente os Srs. paes de a-
miliaa, principiar aa 10 horas em panto
LEILAO
Carlos Alohorne, habilitado perante o conseibo
central de inslruccao publica da BaWa e Per-
nambuco, ten aberto aua aula na ra das Lsran-
geiras n. 18, primeiro andar
m&
Medico.
O Dr. Rocha Bastos, est residindo
ra da Cruz n. 11.
os
Attenco
Sexta-feira 17 do corrente
O agente Pinto far leilo com aulorisacao do
illm. Sr. ioapeelor da alfandega, em presencado
cnsul americano, e por com e risco de qaeru
pertencer, da 2 botes. 2 velas, 4 remos, 2 lenes.
2 sgulhas de marear e 2 ancoretas ebjectos sal-
vados da barca americana R. H. Gamble, ca-
pitao John Powel. as 11 horas do dia cima
mencionado, no trapiche da alfandega.
Nesta mesma occasiao
vender tambera em presenca do conaul de S.
M. Britannica, 1 bote com vela e remos, 2 agu-
lhas de marear, 2 espadase um lampeio, objec-
tos aalvadoa da galera americana Glanlanner.
Preciss-se de officiaa dealfaiale e costureiras
peritaa, na ra da Cadeia n. 18, primeiro andar
offleina dd J. Mercier. '
Com os Srs. Henrique da Fonseca
Coutinho, Jos Florencio de Oliveira e
Silva, Lucio Alves de Oliveira e Silva,
Carlos Augusto da C. Ribeiro, e Manoel
Jernimo de Albuquerque, precisa-se
fallar na ra do Crespo, loja n. 20, R
Traspassa-se a chave da
loja da ra da Cadeia do Reci-
fe n. 50 A, milito propria para
quem se quizer estabelecer,
por ter simplesmente a arma-
cao, e seren muitobom local:
a tratar na mesma loja.
Precisa-se alugar urna preta es
crava, que saiba fazer p ervico de urna
casa de pequea amlia: na ra do
lar n. 123, segundo andar.'
Precisa-se alugar urna ama para o servio in-
terno de urna casa de familia, que aaiba coziohar
e engommar : a tratar ns ra larga do Rosario
o. 12, segando andar.
Precisa-se de um criado para urna casa es-
irangelra, dando-se preferencia a escravo : na
travessa da ra do Vigario o. 27.
i.JT Um "paz ,oUeir. sufflieolemenle habili-
tado, offerqce-se a eosioar primeiras letras, la-
tir e francs em qualquer lugar diatante da ci-
aaae, ou alias em algutn eogenho
tender, procure-o por toda esta
do Livramento, loj
i .7. 2 Sao ?* F" R-R queira d8r- ra da
Lapa n. 13 a negocio que nao ignora, do contra-
rio ser chmalo pele seu proprio nome.
quem o pre-
semsna na rus
de calcado n. 21.
AUM.
A commiso eocarregada do funeral
que tem de celebrsr-se pela sentida morte
de S M. o Sr. D. Pedro V, convida a to-
dos os Rvds. Srs. sacerdotes para dizerem
missa pelo descanco eterno do augusto fi-
nado no dia 17 do corrente na igreia do
Espirito Santo.
Jos da Silva Loro,
Secretario.
{
DO DOUTOH
Para
DYiMHICII
TOl
i,
Avisos diTersos.
Aviso
No dia 15 do corrente fiada
o prazo para o pagamento do
trimestre deste Diario, ra-
zo de 5$000; passando desse
dia em diante a ser recebido
somente C$000, como se
acha estipulado.
A commlssao eocarregada do funeral
pela aenlida morte de S. M. Fidelissima o
Sr. D Pedro V, declara que no dia 17 do
corrente pelas 10 horas da maohaa tem de
celebrarem-se as exequias ua igreja do
Espirito Ssnto pelo repouso eterno do
mesmo augusto senhor, preeedendo a esta
solemnidade as vesperas que devem prin-
cipiar as 5 horas da tarde do dia 18; e
tendo lhe faltado tempo para dirigir no
geral convites directoa, esta commissio
pede desculpa desta falta a qualquer pea-
soa que tenba deixado da ser convidada e
que relevada tal omisso se digoe assistir
a este acto.
Conta igualmente esta commissBo que
todos os seas compatriotas residentes nes-
ta capital daro urna demonstraco pu-
blica do verdadeiro sedimento por lo
irreparavel perda, e espera a assistencia
dos mesmos no indicado dia, e prestarSo
assim a homenagem devida do.uosso vir-
teoeo soberano.
Recife 11 de Janeiro de 1862.
i. H. Ferreira.
Jos Aotonio de Carvalho.
Jos Teixeira Bastos.
Joaquim Monteiro da Cruz.
los da Silva Loyo.
A commissio eocarregada do funeral
pelo passamento de S. M. P. o Sr. D. Pe-
dro V. de saudoss memoria, tfcdo j fei-
to convites aos Illms. Srs. cheles de to-
das as repartieres, aflm de se dignaren
assistir com seus empregado aa exequias
que devem celebrar-ae do dta 17 do cor-
rente, pede muito respetosamente des-
culpa aos mesmos Srs. sasjpregados de
nio ter dirigido convites a cada um de
per si por Taita de lempo, esperando com-
tudo que se dignsro comparecer a um
acto todo pi e religioso, esde j esta
lhe tributa a maia elevada
com mise o
gratidio.
Jos Henrique Ferreira.
Jos Aotonio de Carvalho.
Jos Teixeiaj Bastos.
Joaquim Mouletro da Cruz.
Jos da Silva l*y0.
Attenco
Urna pessoa que se retira para lora da provin-
cia vende aeus trastes contendo ana mobilia de
Jacaranda com tampos de pedrs, nm externte
piano em meio uso, urna cama francesa dejaca-
rand, urna mesa elstica, um lavatorio tafcbem
com lampo de marmore, um candelabro um
par de serpentinas tudo em muito bom estado :
a tratar na ra da matriz da Boa-Vista a. 9, se-
gundo andar, daa 9 horas da manbia as 3 da
tarde.
O capitao do brigue hespanhol
Novo Martms, nao se responsabilisa
por algumas despezas feitas pela la
tripolacaio.
a preparacaa das medica-
mentos hameapathicas.
Os rae Jicarenlos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se podem cootar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seia o
CHOLERA MORBUS urna d'aquellas que nao
admiliem delongaa e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos s oulros quaesquer, ae
quizerem tirar da homeopathia os ventajosos re-
sultados que ella assegura.
Achara se a venda earleiras e meiaa carteiraa
especiaes contra o cholera, acompanbadaa daa
competentes instrueces, pelos precos conheci-
dos, oa pharmacia especial komtopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N B. Os horneas de bom senso recoohecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a fonle pura,
d'onde emanou a homeopathia em Peroambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
menleinteressado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte lio somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
cao applicagao da acieocia no curativo das mo-
lestias, quer em relago prepararlo dos me-
dicamento.
Na pharmacia do Dr. Sabino Irabalham cons-
tantemente debaiio de suas vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregadoa f um
brasileiro e outro fraocez quem paga ordena-
dos ventajosos), os quaea sao ajudsdos por maia
tres ou cioco pessoaa, quando o aervico o exige,
oa destillacao do espirito de vinho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecaco doa glbu-
los, ns distribuido das dilul^des etc., etc.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopathia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparam,
nem eram precisas tantas despezas com o pes-
soa I, com machinas e com a obteuso das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem tanta vi-.
gilancia e trabalho na preparaco doa medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
queja tem feito, dando homeopathia a popu-
Wridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeico dando aos seus remedios
a maior iofallibilidae possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino nao aspira somonte os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estraogeiros que a sua propaganda em Per-
nambuco fox to brilhante que nao tem na Eu-
ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo -1., pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granter, pagina 102); mas a aua
ambico muito maia elevada; ella se dirige a
legar as geracoes futuras um nome eslimavel
pela gravidade e importancia dos seus servirlos,
pela sinceridade de auas cooviccoes, e pela fir-
meza do aeu carcter. B' por isso, e para isso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
O Dr. Sabino procura e deseja a estima dos
homens sensatos; aos zoilosdeixa elle a libr-
dade de mord-lo a sua vontade.
-
zGollegio do Bom Gon-s
| seibo. i
Ra da Aurora n, 50.
e luern^A um' "" P"" ""ico >lerno
fr:K2riv;ruT8a hoa,em 'oUeiro:
eaaaii'ii? P" preS moii urna pequea
uVnlatad La"ted.Capung.. tendo qu0
ber- t?.u.fei"r?d0epd5<' d'agua de be-
ber rata.,e nt ra larga do Rosario n. 20.
.fu..' ,qual l801 ccommodaQdes para duas fa-
dii. me..rem fTrt,s' d-*POf 50*000 por
dous mezes : a tratar na ra da Cruz n. 5.
r-rrfiSTii?ffl0l8que de 18 anDos:
.nT.freci"",e de nma an,a Para comprar e co-
,.^Purau-m,,c**" d" noaiea oUeiro
ra do Hospicio, loja n. 37.
ni
Quem quizer dar a qaantia de I4H| a ra-
mio com hjpotheca em usa sobrado da emt as*-
darea oeata cidade, annuneia.
,. Preelaa-ae alagar urna preta forra am asr-
uva j idosa, para ms casa de daaa peesoas ; n
praca da Boa-Viata o. 22. botica.
iT ?Elt.e "*9i mn mo^ iii* aa Maaaaar,
Qlho do Rio Grande do Norte, que dea*ja aov aa-
pregado.de caixeirooe mesmo de qaaiqaer ad-
mloMtraco de agricultura, de a taaa rsahaai
ment ,14 garaotia de aua coedacta : aasa
precisar procura na bolica da rea larga do Rosa-
rio a. 31, que achara com quem tratar.
Cera de carnauba
Priooeira qoalidade e precos commodos ao
largo da Assembrao. 15, armazem de i>1sjaj
Guimares 4 C.
Sebo do Porto.
Em caiiinhas de urna e duas arrobas fazenda
superior e precos commodos : aa largo da As-
sembla n. 15, armaseaa de Antones Goimaraea
a C.
Aviso.
Veode-se urna machina elctrica ou magntica,
e tambem umsa eadeiaa magnticas, tado por
prego commodo; na roa do Livramento n. 38,
primeiro andar.
Obras de Bocage.
Vale -se em eegaoda atao aa obras completas
de Bocage : na ra do Cebugi o. 3, seguodo
andar.
Vende-se urna preta de maia idade casa
lodaa aa habilidades : aa roa do Rangel a. at.
Compram-ae doas maloquea, de 17 a 18
aooos de idade: na ra da Alegra a. 18.
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Uue.joa flamengos chegados no ultimo vapor a 3*800 e 3fi
Cha hyson e preto a 2 e 2S80 a libra ^^ *
vlnh^ 8arrafado >os melhores autores a 18 e 1*200 a garrafa.
Vinho de pipa propnoa para pasto a 500 e 560 a arrala8
Marmelada imperial doa melhores autores a 900 ri. a libra.
Amenas portoguezas a 480 rs. a libra.
Psssas muito novas a 500 rs, a libra.
Lataa com bolachiohssde differentes qualidades a 1400
Conaervaa inglesas as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
ri!? lhar'?f "ac"o o aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 560 a garrafa
Genebra de hollaoda superior a 500 rs. a botiia
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de eapermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. s garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rs. a libra.
ia,mmolh.gin.T.u"hnBD.ci!,0,"ch"i publico um raDde wrtimento de um
te a moibadoa mais barato do que em outra qualquer parte.
ATTENQAO
udo
&1 i(DiS WSSL PafaJLaBTfT
Sortimentocompleto de fazendas e roupas feitas
N V IuOJiV Qa
18-Rua da lmperatrizN.
Junto apadaria franceza.
N.
AS
as
sj O director tem a satiafaco de anoun-
Sciar ao publico.queo Sr. Carlos Alchorne
rege a cadeira de ioglez, em seu insli-
# tuto. Z
ff
a Cosme Jos dos Santos Callado saca sobre
a praca da Babia.
Aluga-se as primeiro andar do sobrado si-
to na ra da matriz da Boa-Vista n. 26: a tralar
na loja do mesmo.
Fugio doengeoho Pedras freguezia de Bar-
reiroa no dia 8 de dezembro de 1851, o preto Js-
noario, crioulo, idade 25 a 30 aooos, alto e cor-
pulento, pouca barba, ps apalhetados, e tem
escrotos volumosos, bem ledino, o referido
prato foi do Sr. Flix da Cunha Teixeira, mora-
dor em Fora de Portaa desta cidsde, e consta ter
muitoa coohecimentoa em Maricota : roga se a
apreheoso do dito preto podendo ser entregue
ao Sr. Jos Joaquim Gomes de Abreu na rus do
Imperador n. 17 ou no eogenho Pedras, que se-
r generosamente recompensado.
Precisa-sede orna ama preferindo se es-
crava : no pateo do Terco n. 26.
mmmmmmm msmsmhmk
Ra da Cadeia-Velh n. 52.
Esta aberta e j trabalhando a nova
escola particular de iustrucio elementar
da ra da Cadeia-Velha n. 52, terceiro
andar: o respectivo professor, continuar
a empregar oa seus estorbos, para o com-
pleto aproveitamento de seus discpulos.
Encontra-se neste estabelecimento um completo sortimento de roupas
des como sejam paletots de alpaca preta de 3#a 10. ditos de merino preto a 7* dito!
preto saceos a 7. 8 e 12J, ditos de casemira de 7, 93 e lia, ditos de alpaca de cor a
12' f?" e me,a "sam,ra de cf a **500 e Prelos a 51. tos de brim pardo e de corea
f*A't08i"Dl?dHe,braa,ante ,3*?00 \Mt de **m l"5do a 450O, sobrecaaaco
L-5Sr 1^.ei?0 i1108.00 golla de velludo a 18, sortimento de calcas brancaa de bri
*e*-lft d" eflj a 1600 5, 1S500 e 3 citas de ganga de cor a 2700, de meia
a d, 3500 e 6, ditas de casemira superior a 6J500. 7500 e 9, ditas prelas a 4S50O 7
e de outras muitas qualidades, sortimento de collete de todas as qualidades camiaaa
todas as qualidades e precos, seroulas de algodo, de bramante e de linho por precoa
Um sortimento de roupas para meninos de diversos tamsohos. chapeos francezes para
todas as qualidades, chapeos deso de seda admiravel pechiocha para liquidar a 53500
para senhora a |f e 5, e outras muitas qualidades de fazendas e roupas feitas aue se a
der por precos commodos. -v H
qualida-
de paaao
3500.4.
a SjOO
de panno preto
casemira
a I**,
ancezas da
dmiraveis.
eabeca ie
6. ditoe
lanja vea-
Guimares &
Ra do Crespo numero 17.
Veiideni lia ra i issinio.
Cambraias da China bordadas. 71. .;. ___,- .
da. finas p.ra.senhor. e meninas, do-se am^ira?. ? m'1S *" U **+
Manteletes e capas de gr0, preto bordados,
commodos. "
o que pode haver de mais gosto e precoa
Chveos de seda para senhora de muUobom gosto, m Cid, da
Italia ricamente enfeitados a 28 para acabar. pama
linho fazenda muito boa pelos precos segain-
Gamisas inalezas para homem de
tes a 35 e 40 a duzia.
HOUpaS feitas ^ homens e meninos, sobrecasacos, paletots, calcas, seroulas, meiss ak..
etc., e outros mullos artigos. .:" *
(ANDE DEPOSITO
DE
$A M FiilSJi
DO
Andam fgidas as escravas Quiteria. prea,
de idsde de 15 a 16 anuos, pouco mais ou me-
os, bonita figura, e com a cicatriz de um ami-
go ttlho na tests ; e Joaquina, cabra, tambem
moca, perieocentea ao Dr. Brandio, morador na
rus do Imperador n. 77, primeiro andar; quem
as apurehen ler e conduzi-las casa de aeu se-
nhorser bem gratificado.
OfTerece-se pira ama de casa de pouca fa-
milia ou de homem aolteiro, urna mulher eom
habilitacoes precisas : a tratar oa ra do Pilar
numero 93.
Barbalho (Cabo.)
41-RUA DO IMPERADOR-^.
Neste deposito existe grande quanlidade de loucaade todas ss qualidades, o que aa Ms*a
desejsr de bem fabricado e de boa qualidade de barro, coma propriedade de conservar a asna
semprefria, como sejam jarras, resfriadores, muriaga* i, quarlinbas, garrafas, copos para agua ale.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para llores, talhas, alguidares de todos os tamaitos, assadeiras isiiu
com tampos e sem elles, panellaa para aater-aebolos, escarolas, eofuzas, frlgideiras e mu'itaa -
Iras pecaa que seria enfadonho mencionar.
O proprieurio desta fabrica priataira desle genero entra os espera oblar do respailare!
publico ammaco e concurrencia e para cooeegairesse flm vende a sua louca mais barata ala ama
al aqui ae vendia nesta cidade.
Aprompts qualquer factura para exportar, alm dos precos commodos porque vende ii li
por cento de abate para quem comprar de 100 para cima e deesa quanlia para menos torio i
por cento.
Qualquer encommenda pode ser*entregas ao deposito da fabrica roa do Imperador a. 41.
i
\l



I"
1

MARIO Mi PBMUMWJCO QOaftTA IBUU 15 M JAHIao DEJ1861
5
Endino particular.
Uoi petaos habilitada oflereee-ee para leccio-
nar trancar, ingles, inmmim portuguesa e
arilbmetica, das Sil 9 horas da noite ; tambem
p -ope-se tomar llcdes era casas particulares ;
a'aliar Da raa doCabug o. 3, segando andar.
Ama.
Preeisa-ie de urna aasa forra a captiva [prefe-
r-se captiva) para o tarrico interno e externo de
urna casa de una sentara em Guanga, mas que
Mibi cosiDhareeogomroar betn: pagase bem,
ratar aa raa da> Cades do Recife loja d. ti.
vwmm

Medico. 8
O Dr. Brsneaate pode ser procurado a
qualquer hora oa casa de aua residencia, 69
na ra do Imperador n. 37, segundo an- a)
dar, para o ezercicio de sua prosso. 6)

Precisa-se.
e unta ama forra ou escrava que saiba cosiohar
u engomar bem : ras do Trapiche n. 18lerceiro
odar.
Sociedade bancaria.
Amoro), Fragoso,Santos & C.sacam e tomam
saques sobre a praja de Lisboa.
Precita se alugar urna escrava que
seja de boa conducta para o servico
interno de cata de familia, e que saiba
engommar e especialmente cozinhar
e agradando perceber bom aluguel. e
tere bom trata ment: na ra da Auro-
ra tobrado n. 58.
Guimaraes Luz
em consequsncia de estarem na liqaidacio do
fiado, outra vez rogam a todoi os er-ns devedores
em gerat que tenham a bondade da vir ou man-
daren! pagar seus dbitos al o fim do mez de
Janeiro prozimo futuro; aquelles que asaim o nio
flzerem tenham paciencia, que suas contas serlo
entregues no principio de fevereiro ao procura-
dor para serem cobradas jad cialmeate. Recife
33 de dezembro de 1861. '
Memorias
da viagem de SS. MH II.
s provincias do norte.
Os seohores que subicreveram para a impres-
sao das Memorias da Viagem de SS. MU. II. s
provincias do norte, queirami mandar receber o
primeiro volume na livraria ni. 6 e 8 da praca
da Independencia, mandando' levar o importe os
que ainda nao o tiverem pago.
Aluga-se
o armazem n. 22 ds ra do Imperador: s tratar
aa ra do Crespo o. 17.
O Sr. Joao Hy ppolito de Meira Li-
ma, queira apparece nesta typographia
que se lhe precisa fallar.
Mudanza
Firmo Candido da Silveira Jnior tendo muda-
do a sua loja de miudezas que tinha na raa da
Cadeia do Recife o. 49, para a ra Direiti n. 64,
participa sos seos freguezes e ao publico, que vai
vender todas as fazendas antigaa por metade de
MU valor, afim de liquidar dita loja.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
37 da raa do Imperador : a tratar no segundo
andar do mesmo.
Precisa-se alugar um prelo, dando-se o
sasteoto, e paga-se menaal ou semanal, para o
servico deata typographia : na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
A padaria do leao do norte (roa do Cotovel-
lo) precisa de um foroeiro e de um amassador.
Cosme Jos dos Santos Callad saca sobre
a proia da Baha.
Precisa se de um distribuidor para
este Diario: na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Consultorio
Medico-cifurgico
DO DOTC
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendario, pocas geraet, nacionaes, das
de galla, tabella de salvas, noticias planetarias, eclipses, partidas
de correios, audiencias, e resumo de chronojogia, a res .160
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, domes e titulos dos chefes dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes. e mumeipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas purturas munici-
paes, artigossobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecSo de remedios, a re'is. 320
Dita religiosa, contendo todas s materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e titulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracOesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oraqoes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a re'is........520
Dita com almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a ris ..... 1$000
RETRATOS
3-Raa da Gloria casa do fundo-3
Existem medicamentos homeopathicos os mais
bem preparados e de toda a efficacia. sempre re-
novados, pela muito grande exlracoo e procura
que temdevido iaso ao MXIMO CRDITO
de que gozam em todas as proviacias do Brasil.
Continaa-se a vender pelqs precos do costu-
me e achar-se-hs as carteiras especiaes psra o
tratamento do cholera-morbos, com os seus com-
petentes folhetos e separada nenie os preserva-
tivos em tinturas e glbulos, conforme quizerem.
O crdito de que gozam ;ates remedios e a
preferencia com que sao procurados, pela certe-
za de seus effeitos e pela inalterabilidade dos
glbulos, dispensam de quiesqaer recoma:en-
daces.
que bom e est prova o, leva comsigo as
recommendscdes.
Atten^ao.
O abaixo assignado declara que despedio no dia
4 de Janeiro do correte anco o seu caizeiro Jos
Francisco Martios da Maia.
Julio Cesar E ioto de Oliveira.
ODr. Fredprico Sehutz,
mudou seu consultorio raedi-
co-cirurgico, p
Imperatriz n.
consultas todos
s 10 horas da
ESPECIAL!
Molestias dos ol
dosp
secre






Ira a ra da
aonde da
s dias das 7
anha.
DADES
OS.
mes.
os.
Particular annoncio.
O Sr. Basiliano Magalhles de Castro, testa-
menleiro do fallecido Jos Feroandes da Cruz,por
aua boodade queira pagar as despezas do funeral
do mesmo fallecido, poia j passado mais de
dous mezes, e pessoas ha que j morreram.
O abaixo assignado faz publico que o Sr.
Joaquini Luiz Ferreira Leal se acha associado em
sua casa commercial da ra de Santa Crux n. 7,
deade o dia 1. de dezembro prximo passado,
em eonformidade dos papis de trato que aastg-
nou com o mesmo senhor. Recife 11 de Janeiro
de 1862.Luiz Moreira da Silva.
Aioda eat para alugar a caaa da ra da
Assumpcao n. 46 com 3 quaitos e 2 salas, cozi-
oha e um grande solio com 2 salas e 1 quarlo,
casioha e portSo de sabida para o boceo, offere-
cendo grandes commodos para grande familia :
a tratar na ra Direita u. 106, taberna.
O agente de leudes abaixo assignado,tendo
desde outubro do aono prximo pastado acabado
com o armazem que tinha na ra do Vigario n.
22, avisa pelo presente aos seas amigos e ao pu-
blico, que o senario aampre a camprir exacta-
mente com os deveres de agente no bazar n. 6 da
ra do Imperador, onde podero deixar seas avi-
sos, que sero fielmente executados. O agente
de leiles, Evaristo Meudes da Cunha Azevedo.
Ainda continua a estar no sitio de Francis-
co Antones Ferreira, em Santo Amaro, um ca-
vallo que apparecea no mez de dezembro, o qual
ji foi anounciado : quem for sea dono, apparega
no mesmo sitio.
Filippe de Figueiroa Faria nao tendo podi-
do despedir-ae pessoalmente de lodos os seus
amigos, fa-lo pelo presente, offerecendo sea li-
mitado presumo no Rio de Jsneiro, onde vsi
continuar seus estados. *
A pessos que pretender comprar o sitio de
Apipucos que foi do fallecido tenente-coronel
Francisco da Rocha Paea Barreto, dirija-se a ra
da Trempe n. 1, em casa da Exms. marqaeza do
Recife, qoe achara com quem tratar.
Precisa-se de um bom cozinheiro: na roa
da Aurora n. 50.
Para a Una de Fernando segu no dia 15 o
hiato Sergipaoo.
Os abaixo astignados avisam ao respeitavel
publico e principalmente ao respeitavel corpo do
commercio, qua dissolreram amigavelmeole a
sociedade que tinfcam apioja de ferrageos da rna
do Queimado u. 73, que gyrsva aob afirmado
t'onseca & Tisana, Occuilo todo n activo e passi-
vo a cargo do socio Vianna. Recife 31 de de-
zembro de 1861.Antonio da Fonseca & Silva.
Antonio Jos Barbosa Viaons.
Aluga-se o segundo sndar da casa da ra
da Smola Velha n. 48: a tratar na loja do
mesmo.
Precisa se de ama ama s para cozinhar e
engommar, sendo para cozinhar com perfeicio,
nao se olhaodo a prego : a tratar oa loja da ra
do Queimado n. 46.
Na ra Velha n 27 preciss-se deum cai-
zeiro de 10 a 12 annos, e que j tenha alguma
pratica de taberna.
Aluga-se o segundo andar da ra das La-
rangeiras n. 14 : a tratar na ra Nova o. 20.
O. Antonia Alaria da Rosa,
acbando-se autorisada pelo Ulm. Sr.
director da mtrucco publica, para
poder leccionar no ensino primario,
participa aos paes de familia, e ao pu-
blico em geral, que se acba com a
sua aula a berta, desde o dia 7 do cor-
rente na ra do Vigario n. t9, es-
gundo andar.
Claudio Dubenx, proprielario das linhas de
mnibus, faz scienle aos seohores assignanles da
carreira de Olinda, e a quem mais convier, que
ve-se forjado a retirar provisoriamente, no fim
do correte mez, o mnibus da respectiva linha,
at que se concert a eatrada ; visto que os lu-
cros nao sao equivalentes aos prejuizos que est
sofTreodo por semelbante causa, devendo, porm,
os meamos senhores ficar entendidos de que,
concertada que aeja a referida estrada, coolina
a carreira do mesmo mnibus, como de coslu-
me; e mesmo ficar sem efleito este aviso se at
o fim deste n,ez ficar a dita estrada prompta e
bem transitavel.
Louis Sand, subdito da Baviera, relira-se
psra o norte.
Quem tiver um moleqoe para alugar, de
12 a 15 annos, e que sirva para o servico domes-
tico de urna pequea familia, dirija-se a ra da
Cruzo. 45,armazem.
Ara naga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
da pe le.
Becados a escri >to.
Aluga-se um armaz m na raa do caes de
Apollo n. 7 : a tratar no \ ateo de S. Pedro nu-
mero 6.
Aluga-se um armaze n na ra da Cruz n.
29J: a tratar no pateo de Pedro n. 6.
a Jos Josquim Alves unior avisa ao publico
Jue desta data em diante te assigosr por Jos
oaquim Alves Piragi por ssim haver outro de
igual nome.
O Sr. Jos Antonio d i Souza tem urna car-
ta com ama encommeoda
na ra do Imperador o. 44
de-se ou aluga-se ama
que carrega 900 lijlos.
Aluga-se o primeiro
roa da Imperatriz n. 40 ;
Na Revista Diaria de
na ra Imperial se dera
cndalo, o qual foi ter um
em sua mulher no meio da] rus, easo qu se nii
deu, teodo havido apenas t oca de palavras entra]
dous cunhados '. eotretanli eise alguem que lio
depressaadutterou o facto
deve lembrar-se que a vo
que elle por mais de urna i
psra lhe ser entregue,
Na mesma case veo -
anoa bem construida
indar do sobrado da
tratar no mesmo.
hoje disse alguam qua
di sexta-feira 1
narido dadopti
e pedia proJencias,
publica a*cuaa de
ez jl deaem aaa pro-
pria mii III, ltimamente e n aeu irmao.
Atuga-se urna preta aptlva, qae saiba co-
zinhar fazer todo servico de i
familia na roa do Queiai dt,
amaro #9.
de ama casa de ponea
loja dt fazendas
JGabinete medico cirurgico.J
# Ra das Flores n. 37. 0
# Serio dadseconsiltaa mecHcas-cirurgi-aj
cas peloDr. Eatevo Cavalcanti de Albu- a*
# querque daa6 aalO horaada manla, ac- 0
0 cudindo aos chamados com a maior bre- t)
SJ vidade possivel. %
dj 1-* Partos. ^
a 2.' Molestias de pello. a
{ 8.* dem do olhos. S
0 4.* dem dos orgaos genitaes. g,
^ Praticartoda eqaalqaer operario em m
^ seu gabinete ou em casa doa doantes con- m
gj forme Ihes fdr mais conveniente.
Ra Imperial n 78.
RactiQca-seao Sr. Jos Rodrigues de Morses
qae o aluguel da casa em que mora, decorreo-
do de 4 de dezembro prximo passado para c
na razao de 12} por mor, Q.ue ,e adverte para
nio vir com duvidas ao dia da ajuste de cootas.
Joo Beptista de Si
S Casa de drogas. I
^Largo do Paraizo n 8, pri-S
9 meiro andar. ^
djk Neste estabelecimento encontrar o 2 respeitavel publico e as pessoas que se ;
w dedicam a medicioa homeopathica os 9
a bem preparados e verdadeiros medica- a
f memos, viudos de Parts da pharmacia *
V de Mr. Catellen. |9
A Assim como carteiras, tubos e globu- M
I los ennertea, vidros de urna onca al 8 3
P oness, quer com medicamentos quer va- w
9 z'0|> ^
a, O propretario vende por menos prego *&
' do qae em oatrs parte, pois recebe di- ;
9 rectamente. 9
Mp99999-9-9#$&
Urna mulher capaz e de bom comporta-
ment offerece-se para coser em qualqaer casa
ealrangeira oa braslleira sendo de familia, tam-
bem presta-ae para algum servico que for pre-
ciso : quem a pretender dirija-ae a rus Bella
n. 45.
as Aluga-se o segundo andar n. 22 da rus es-
treita do Rosario, para ver no primeiro andar e
ajastar na ra da Peoha n. 5, aobrado.
Cose-se e preparam-ae roupaa para os bai-
les do carnaval aonde spparecer&o 4 novas figu-
ras que se prepararam : na primeiro andar do
aobrado n. 136, da ra da Sanzala Velha.
Aluga-se urna boa escrava coaioheira eque
sabe fazer compraa na raa: a tratar no becco
das Barreiras da Boa-Vista n. 2.
At ver nao larde.
Constando com muita certeza ao abaixo assig-
nado que o Sr. tenente do corpo de guaroicao
do Paran, Miguel Augnslo Barbalho Picaoco,
presentemente ad lido ao 10* batalho de iofan-
taris, empenbara-*. om pessoas da amizade de
o.utr. ao iniiuencias na corle, para aer transfe-
rido para o 9 batalho de iofantaria em lugar
do mesmo abaixo assignado que exerceas funeces
de quartel mestre, sem que nenbum coochava
houvease com elle feito oem por escripia nem
verbalmente, e nao convindo o abafxo assignado
em samelhante transferencia, declara mui ter-
minantemente, que ae por ventura iaso se effec-
tuar, tratar pelos meios legaes de fazer desap-
arecer urna tal tramoia. Recife 10 de Janeiro
de 1862.Joo Paulo do |iiranda.
A pessoa que lirou honlem as 2 horas da
larde o chapeo de aol de seda de 15 hasteas do
carro que eslava porta da Ihesouraria de fa-
zenda, queira leva-lo ra do Imperador na co-
cheira do Sr. Malveira d'oode o mesmo carro ;
pois alguem vio a pessoa que chegou-se nessa
occaaio ao carro. Previnease tambem a qual-
quer pessoa a quem fdr offerecido o mesmo cha-
peo de aol que nao o compre, e que o apprehen-
da e leve-o ou mande levar a cocheira cima di-
ta. Oa sigoaes do chapeo de sol sao os saguin-
tes : de seda preta e muito Coa, tem 15 ou 16
bastease cabo voltado. E' de una chapeos de sol
qae liveram os Srs. Leandro & Miranda de custo
de 20J000.
Precisa-sede um rapaszioho psra trabalhar
com um quarto : qnem quiter, appareca das 9
horas s 11 do dia, na ra da Florentina, na casa
da esquina que volta para a ra de Santa Isabel.
Traspassa-se a chave da loja da
ra da Cadeia do Recife n. 50 A, muito
propria para quem quizer estabele-
cer-s-;, por ter simplesmente a arma cao,
e ser em muito bom local: a tratar na
mesma loja.
Antonio Jos Pinheiro lendo conhecimenlo
de outro de nome igual aasignar-ae hi do hoje
era diarjte Antonio .Francisco Pinheiro. Recife
11 de Janeiro de 1862.
Os abaixo assignados scientificam ao pu-
blico e principalmente ao corpo do commercio,
quede coramum accordo dissolveram a socieda-
de que tioham na loja de ferragens sita na ra
do Queimado o. 53, que gyrava na razo de
Guimaraes di Azevedo, Meando a cargo do socio
Guimaraes todo activo e passivo. Recife 2 de
Janeiro de 1862.Joaqoim Ferreira de Araujo
Guimaraes.Manoel Francisco de Azevedo.
99
9 O abaixo assignado por causa 9
9 de eus encommodos.. 9 tia passa poremquanto a hab- 9
9 tar no seu sitio do Arraial, onde 9
9 continua com o seu estabeleci- 9
9 ment de instruccao primaria e 9
9 secundaria, cujas aulas estaio 9
9 abertas no dia 8 de Janeiro. f|
% Jeronymo Pereira Villar. 9
DE
NOVO GOSTO.
Retrato*
Retratos
Retratos
Retratos
de
de
de
de
flawleyotypo
Hawleyolypo
Hawleyofcpo
Hawleyolypo
Hawleyolypo
novo gosto
novo gosto
noto gosto
novo gosto
nova invencao
nova iovencao
nova inveoco
nova invencao
nova iavenco
Presos baixado paja pouco
tempo.
Prego baixado para pouco tempo
Presos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
Precea baixado para pouco tempo
3$m 5^000 10,0000 20^000
20000
2OSO00
209004
209000
3|000 5JW0O 10SIOOO
39000 59000 109000
39000 59000 10/000
3009 5J0OO IO9OOO
Para retratos
Para reir toa
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Ezplesdido quadros dourados
Explendido quadros douradoa
Expleadido quadroa dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
Vende-ie machinas para retratoa
Veude-se machinaa para retratos
Vende-se machinaa para retratoa
Vende-se machinas para retratoa
Caixas de lindos agostos
Casias de lindoa gosios
Caixas da lindoa gostos
Caizas de liados goatos
Caixaa de lindos gostos
Todos venham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Todoa venham ver
Todos venham ver
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Rut do Imperador
Rut do Imperador.
Aviso importante.
Aos paes de familia.
O bacbarel Americo Fernandes Tiigo de Loo-
reiro propoe-se a enainar por casis particulares
as aegainjes malarias: grammattea philosophtca
da lingaa nacional com especialidade na parte
orthographica, a liogua fraoceza (comislindo em
pronuncia, escripia, tradcelo e locucta); geo-
grapbia, historia sagrada e historia do Brasil;
pbilosopbit racinale moral; e dootrlns chris-
la. aa quaes podero coostiluir na falla de me
Ihor systems, a iostrucc.o littersris, e moral de
urna senhora ; oa, pflo menos, ama habilitscio
necesssria para a sequisicio posterior de conhe-
cimentos mais profuodos. Lecciooa igualmente
as mesmas materias e outras de instruccao pri-
maria e secundaria por collegios e aulas parti-
culares de ambos os sexos; podendo ser procu-
rado para esse Bm por meio de carta, que con-
tenhs as necetssrias indicacoes, entregue na ca-
sa de sua residencia, na ra da Saudade n. 9.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
raa Augusta n. 43 : a tratar no segundo andar
do mesmo.
Compras.
Aviso.
A directora do collegio Sania rsula, abaixo
asaignada, avisa sos pala de suas alumnas e a
quem mais convier, que em virtude do artigo 19
doa estatutos, principiare ostrsbslhos do referido
collegio no da 7 do correle mez. A directora
envidar todos os exforcos aseo alcaoce para nao
desmerecer do cooceito adquerido no primeiro
auno de seus trabalhos, e ailm de que os psis de
suas alumnaa Gquem completamente satisfeilos
com a educaco de suss fllhas. O collegio cooli-
na na ra Pormosa, aobrado n. 15, aonde a di-
rectora ser encontrada a qualqner hora do dia.
rsula Alexandrina de Barros.
Li?oes
de liogua nacional, latim, iaglez e francez, em
casas particulares, sendo as lie.oes de inglez e
frsocez pelo melhodo de Ollendorff, melhodo pe-
lo qusl ensinam-se hoje as linguas na Europa ;
01 yerdade o nico que cm pouco tempo pode
ensinar com perfeicao a fallar, escrever e tradu-
zir urna liogua estraogeira : na ra da matriz da
Boa-Vista n. 34.
FERREIKA ULULA
RETRATXSTA |
DA I
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba alo Cabug n, 18, I.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambrotypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
pulceiras, alflnelea ou cassoletas. Na mesms
caaa exiate nm completo e abundarlo sortimeoto
de artefactos frsncezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha lambem para tale mes-
mo fim cassoletas e delicados slfi
de lei; retratos em photographia
personegeos da Europa ; etreos
atereoscopiess, assim como vidros
e chirracas pbolographicas.
etes de ouro
aa principaes
pos e vistas
araambroiypo
Comprase
urna taberna que venda aira Ierre a que seje eos
SleVeSVi.8- "T "' 'ri*' ''
na.hnrf.1'""*.,cfM d0 no, bacr4 Per-
uuetra & FUh0, |rg0 do Corpe Santo.
i~l k pr'"M um ou dpua balc-a de amartl-
lo, emboo, eatado: ,ne liver.nnu.de.
Novo melhoi
Dentista de Parb.
15Ra Nova15
sTredericGutier,cirttrgiodentiU,(ai
todas as oparacoes da sua arte acollocsj
* dantosrtificiaes, tadoeom a supariori-j
dadeaparfat^oquea pessoasntendi-f
das lhareconhacem.
Teaiguae posdentifricios te.
CONSULTORIO ESPECIAL HOIEOPATHICO
no doutor
SABINO O.L. PINH0.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias ateta desdi aa 10 horas
at meio dia, acerca daa segeiutes molestias :
molutiai da mulleres, molestias das crian-
au, molestias da pelle, molestias dot olhos, mo-
lestias syphiliticas,todas as especies d$ febret,
ftbrtt intermitientes t suas consequencias,
PHARBUCU ESPECIAL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos homeopathicoa pre-
parados som todas as cautelas neceaaariaa, in-
falliveis em seus effeitos,tanto em tintura,como
em glbulos, pelos prego* maia commodos pos-
sivais.
N. B. Os medicamentoa do Dr. Sabino sao
anicamante vendidos em sua pharmacia ; todoa
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de nm
lmpresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor aa seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinito, medico braaileiro. Este emblema posto
Igualmente na lista doa medicamentos qae se pe-
de. As carteiras que nao le vare m osse i mpresso
ssim marcado, embora tenham na lampa o no-
mo do Dr. Sabino aao falsos
dM9aaa99ai9999ii9ia
pralico-lbeorico para aprender a 1er, escrever,
Iraduzir e fallar o francez em seis mezes, segun-
do o facilimo syslema allemio do Dr. H. Ollen-
dorff por Cicero Peregrino, obra inteiramente
nova, e nica escripia em porlusnez por aquelle
systems, approvada pelo conaelho director de
ioalrucQo publica desta provincia, em sess&o de
10 de outubro deste son ; dous volumes de
perto de 500 psgioaa em oitavo francez 79000.
Recebem-se asignaturas na ra do Queimado n.
26, primeiro andar, esrriptorio.
Ama.
Precisa-se de ama ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella n. 38.
Aluga-ae o segundo andar do aobrado na
rasdoAmorim n. 89 : a tratar na Iravessa da
Madre de Deus n. 15.
Preciss-se de um menino de 12 a 14 annos
para caixeirode loja decalcados, nao tendo pra-
tica ensina-ae, que seja portugnez: a tratar na
ra do Livramento n. 29.
Francisco Perreira da Silva, propretario da
taberna da ra da Santa Cruz, esquina da rus da
Alegra, teodo de se retirar para fura do imperio,
faz ver a todos os seus devedores para que lhe
venham pegar por espaco de 15 dias, a contar
desta data, flodoa oa quaes passar a cobrar ju-
dicialmente ou a publicar seus nomes por esle
Diario.
HOT(D.
armazem em progresso
DE
Jos de Jess Moreira & Q.
Ra ettreita do Rosario, esquina da roa
das Larangeiras n. 18.
01 propnetarios desle eslebeledmeoio esilo
"',dos <"ler Por menoa do qa^em 25
r. 1 k ull|mo vapor s 3 e 2*800 arroz a 10O
ra. a libra, gomia, mu,t0 boa VlO rs ?ih,.
massa de tomate iftfin .. I I,b,
vinbo a.u. o superior, F.gu.jr., a 500 400
j Si'.7 '-""""" """ "<'<:
2erepDro0cuPrr.edo?der dDBO,e ^ "l ^'S N
Z Vend"-" uma taberna com poneos fundos
L 2 ou a pr" con> '" boa : a Iran
00 largo da nbeira de S. Jos n. 1.
a .ZLSz" "" "PWorea moiaa de lia cartas
e comprida, pennaa de ac e ranetas MMe?
Rec"nr7 efn-yg;n,h, M r" d* Ct(J""
Gonca/es?" ?' ,0,a "* mlud"" de *
Vende-se nu troca-se por ama boa escrava
men8,C,"98oadLt,,P-a S"1" de Mht> P^
d!3! r*' D. pi,DC,Pio Eslrsda Nova, logo
nmiZ*mt'u. ou Pern,0-e.por esersvos de
EZT.'s C!" ,errM D- 57 ,iu < Sants
Rita : a tratar na roa daa Trincbeirae n. 5.
.~^.VeDde;Mogrande8l,io denominado Cala-
a, sito na fregoezia da Versea, de muito boaa
''"!! lud0 I001 plota di ama grande
quantidade, com uma caaa de taipa U eoberta
urna dita de fazer farioha, grande quantid.de d
pea decafezeiroa, com diversos ps de frurteirss
como seja larangeiras, coqaelros. etc., etr.; i
ambem veodem-ae duaa vaccaa que dio bstan-
le lene, uma della a com a cria j grande, e eso
burro manso: a tratar na rae do Sebo n. .
CARTOES
DB
VISITA
DE
TO DITO.
Csrtoes de visits de novo gosto
Carines de visits de novo gosto
Carles de visita de novo gosto.
Umaduzia por 16^000.
Um daiia por lfigOOO
Uma duna por 16f000
, Uma duzia por 16$000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Raa do Imperador
Ra do Imperador )
Ra do Imperador. "*
alde Lisboa*
Vendem-se cal virgem de Lisbos em pedrs da
mata nova que ha no mercado por ter abogado
no ultimo navio ; na ra de Apollo n. 4. arma-
zem de A. Jos T. Bastos 4 C.

Precisa-se
alagar uma escrava psra ensaboar e engommar
em caaa de pequea familia, paga-se bem : a
tratar na roa dos Guararapes em Fora de Portas
numero 30.
Precifa-ie de um moleqae de 10 a 14 an-
ona de idade ; quem o tiver para alugar, dirija-
ae ao largo da Assembla n. 12, esquina ds roa
do Cordooiz, Forte do Mallos, segundo andar.
l Aviso particular
, Brasiliano MagalhSet de Castro
oenteiro do fallecido Jos Fernan-
2rtn, queira ter a boodade de
despezas eitas com o funeral
O fallecido, pois j tem decor-
rido mais de dous mezes, e pessoas ha
qne ji morreram.

!?
bacbarel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova o. 23, aobrado da es-
quina que volta para a
camboad Carmo.
Jl
Uma pessoa casada e habilitada para ensi-
nar primeiraa ledras, msica e piano etc.: offe-
rece-se para enainar em qualqner parte fra da
eidade : na ra de Hortaa n. 27.
Joao de Alraeida Gomes subdito portngoez
? Al 00 SOIS a
"O Sr. Manoel Je- #
W TODjmo de Alboquerqae, caixeiro do *
Sr.., queira ter a boodade de ir a loja V
o. 23 da ra da Cadoia a negocio qne O
9 nao ignora._________^^^^
Jf-^ O Sr. Matfoel do
w Reg Barros, senhor do engenho Fio- A
resta digne-so respoader as csrtis que a
t s* lhs tem dirigido da ra da Cadeia do
W Renfe o. 13. #
%
Na travesa da ua das Cruzes n.
2, primeiro andar, continuase a tingir
com toda perfecto para qualquer cor,
e o mais barato possivel.
Na oulctn photographica da roa doCabug
acaba de receber-se pelo vapor Tyne uma
magniflea colleccjio de alfinetes de ouro de lei
psrs a collocaco de retratos, e vendem-se a
precos mui commodos.
O Dr. Joaqoim Jos de Campos, advogado,
morador na raa da Imperatriz o. 33, primeiro an-
dar, lem necessidade de fallar Ou edm um Sr.
Joao de tal Molla, Dlho natural da Sra.' Mari Ze-
ferina do Espirito Ssnto, que morava ha cerca de
20 anoos na raa daa Cinco Pontas desta eidade,
oa com algum lilao, ou outro descendente da-
quelle Sr. Joao da Molla, no caso de ter elle fal-
lecido, ou com a propria Sra. Haria Zeferina, se
sinda exiate. E' para tratar de negocio do inte-
resse destas pessoas, que o podero procurar na
dita aua casa, ruada Imperatriz, em qaalquerdi
til, das 7 is9 horas da manhaa, ou das 5 is 7
ds tarde.
Aluga-se o sobrsdo da roa da Penha d. 29:
a tratar oa mesma ra n. 5.
Precisa-se fallar com urna mulher de nome
Mari, conhecida por Maricaa cordao de ouro, e
como-se ignore ana residencia, pede-se qae o
declsre na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50,
de Antonio Gomea da Cunha e Silva, ou na villa
da Becada, roa do Compraflado, a Francisco Pe-
reire de arvalho.
Precisa-se de um preto de meia idade para
alauns servigoa de uma caaa depouca familia : a
ratar na raa Nova o. 7.
Para o commercio.
Licdsa de lingaa ingleta a noite
Larangeiras o. 18, primeiro andar.
na raa dea
J Collegio Rom Conselho.
0 Precisa-se de uma mordoma caja mis-
0 aao zelar os pencionislas e sua roupa, S
0 prefere-se extrangeira: a quem se pro- Z
q melle ama excellente mensslidade. Tim- Z
bem preciss-se de um prefeilo.
3St>
Hotel da esta cao
da villa da Escada.
Estrella do sul.
Antonio Flix Pereira proprielario deste esta-
belecimento faz sciente sos seus amigos e fre-
gueses que continua a ler neste estsbelecimen-
to todas as commodidadea precisaa para oa se-
nhores viajantes, bem como garante um bom
tratamento a todos aquelles seohores que lhe
flzerem a honra de all se dirigirem, affiarjen-
do-lhes fszer pregos muito rssoaveis. Constan 1o
ao proprielario do mesmo estabelecimento que
alguem trata deseduzir seus freguezes e aquelles
qae se dirige s meu hotel com promesias vas,
e a titulo de maior veotagem e allegando que
oo hotel Estrella do aul seja caro, por isao que
vai abaixo transcripto os precos regulamentarts
de sus tabella, para assim tirar de du vi la a to-
doa aquelles seohores que all se queiram hos-
pedar. Em quanto ao bom tratamento j co-
nhecldo pelo geral, e o proprielario conlinua no
mesmo esmero aBm de que seja i por todos bem
acolhidoa e ao mesmo tempo a prosperidade do
mermo estabelecimeoto. \
Tabella reglamentar.
Almoco dechou caf pao e manieige. 500
Dito dito dito com mais regalos., JfOOO
Dito dito com solido de qualquer quali-
dadeevinho..........19500
Jsntar mesa re Jonda dias de semana. 10500
Dito aos domiogos e dias santos. < 2S000
Seis decb com torradas e dormida. igO
De bors em diante declara a bella rapazeada
do bom tom que fisto nos domiogos e diss
santos serem aa viagenspsra esle lugar favora-
vela os presos desta dia por cada uma pessos por
almoco e jantar 49, inclusiveia a estes a estada
da casa com franqueza e nada levando por coa-
la aos pequeos de menor idade que qualquer
familia queira trazer e aquelles que nao se qi-
zer se servir do jantar por ler flcado aalisfeito do
almoco pagar s 3$. teodo direito de se servir
do lanche sendo este doce, queijo, pao ou fruc-
la etc., portanto espera a benevolencia do pu-
blico.
Aluga-se o segundo andar com solio do so-
brado n. 46 na ra da Aurora.
Medico.
0 Dr. Vellozo mudou a sua residencia #
psrs a raa Bella n. 37, primeiro andar.

Jos Connives de Azevedo fax sciente ao
respeitavel publico e principalmente ao corpo do
commercio, que deu sociedade ni sua taberna
aita na roa da Oux n. 34. a aeu caixeiro Agos-
tinho da Silva Torrea, deade o 1.* de Janeiro cor-
rente, eyraodo aobre a Arate ie Asevedo & Tor-
res. Rerifo II dejaoeiro de 1809.
Preciss-se de ame ama que saiba engom-
mar e coaiebarpara asa de ponea familia: na
rae do Imperatriz n. 40, segundo andar.
Vende-se fszenda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Dj-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Riscado monstro.
Vende-se riacado oioustro^ssenda araito eco-
nmica para o uso domestico por ter grande lar-
gura e o seu preco ser de 200 rs. o covado: ae
ra da Imperatriz, loja o. 20, do Doarte.
Chapeos de castor.
Veodem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 8, que j se veoderam a 16, para
acabar : na ra da Imperatriz, loja n. SO, do
Duarte.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitadoa multo recom-
mendaveia para as meninaa aue esli pssssodo e
fesia nos amenos arrabal-lea desta heroica eidade,
a preco de 2 cada um : na ra da Iaapar.iru,
loja o. 20, do Duarle. Na diU loja cima acbarie
continuadamente os senhores consussidorea em
grande e variado aortlmento de fazeadaa, ledo
ara Hartase.
Sitio na Varzea para
vender.
Vende-se um sitio na matriz da Versee mar-
gen) do rio Capiberlbe junio ao do Claseos, roes
ca>a de viveoda e diversaa arvoree de frorto,
proprio para morada ou paaaar feata : a tratar
nositio do Ambol que Sea por detrs do aillo
do padre Dmaso, ou em Oiinda defronte de igre-
ja de Guadalupe.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar i loja da boa f, ea roa do
Queimado n. 22, meias pretae de sede muito su-
periores, propriaa paro os senhoree sacerdotes
por serem bm compridaseaaoito elsticas ; ven-
dem-se pelo bsrato preco de 6f o psr, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado ne-
me ro 2S.
Para o funeral do dia 17 do
corrente.
Superiores luvaa prelaa de Joovin para hornea
pelo baralissimo preco de 2f600 o par : na rae
do Qaeimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
1
Vende-se um esersvode bonits Agora, pro-
prio psra boleeiro : ns pr.ca da Independencia
na. 94 a 30.
Navalhas d'aco
com cabo de marfm.
Vende-se aa loja d'sguia brenca alai finas aa-
valhaa d ac refinado coas cabe* de mareas, o
para aasegurar-ae a bondade delta* beato asear-
se que sio dos afamados e acreaUeaaaleest-
tee Rodgera & C, coate cada e*Joaa a> dawe ae-
ra lhaa 81000: na roa do QeeimeJe, laja e'egeia
branca, n. 16.
Libras sterlinas.
Vende-aa ao eecrtpterie ala MaaMllgaari* a*
Oliveira e Filbo larga de Carpe Santo.



mamo m nmumuco quarta ra ti w Junto -E itM
Loja das 6 por-|
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4jj(.
Dutte de etascrtias para hoiscm a
1*200 e e per a 1*0 r., ditas brancas
rauitofioaa a 22500 a dotia, lenroa de
csesa con barra de carra a ISO ra. cada
um, ditos branees a 200 ra., baldes da
SO e SO arcos a Sf. liarlnba para rea-
tidoa a 240 o corado, chai* da marin
estampado fino a 50 e 6*. tarlatsoa
branca a de corea multo fina com rara
e meta de largura a 410 rs. o corado,
ti 16 de linho lio a 640 ra. a ara, pe-
caade cambraia lisa Boa a 3*. cassas
de cores para reitidos a 200 rs. o co-
rado, moasulina encarnada a 320 rs o
corado, calcinhaepara meoina de escola
a 1f o par, graraliahfcs de tranga a 160
rs., petos para camisa a 200 ra. eada
um Juria 2*, peca* de cambraia desal-
pico muito fina a 3)500, pecas de bre-
tanhaderolo a 29, chitas iraocezaa a
220 e 240 rs. o corado, a loja est
aberta da6 horas da nianha as 9 da
Doite.
En faites para cabega
Vende-se os mala moderos eofeitea que tem
Va late meecd. de ailas qualidades a
iaS *Ht ? d,t#" *'** MiUk.
javu: na ra do Queimado loia desndelas da
boa (ama o. 39.
La muito fina para
bordar
Queimada
Luvas de diversas quali-
dades
Veade-se a 8 a libra : na ra da
loja de miudezt* da boa fama n.85.
Asteas de acopara
bales de se-
nhoira.
Vende-? minio superiores loras de csmur^a
para homens a io u par, ditas da fio da eecoaaia
brancas e de e>>rea a 600 rs., ditas da seda eu-
feitadas para senbora a 2$, ditas 4a tonal pretaa
a I) : na ra doQaeimado loja de miadesas da
boa fama n. 35.
Chicotes de gasto e multo
fortes.
Vende-se muito bonitos chicotea debaleiaeom
castoes de marflm e de metal para homens a se-
nnoraa a 4 e 5cala um, ditoa de estallo tamben
muito bons a 3, ditoa de joeco porm muito bem
acabados a i$: a ra do Queimado loia ara miu-
dezaa da boa fama n. 35.
Cabaie s para senVioras e
meminas.
Vende-se pelo baratiasimo e admirarel prego
de 3 e 49 cada um, e afflanca-ee que quem oarir
nao deixar de comprar, to bonito a atis sio
elles : na ra do Queimado, oa loja do miudezaa
do boa fama n. 35.
Tinta bem coohecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada fraaco a 500 ra a dos grandes
a 800 ra.; eata tinta 6 azul na occaso em que
ae escrere e por muito pouco lempo Sea preta e
bem preta, barendo a vaniagem de eerrir para
; copiar cartas : ns ras do Queimado loja de mlu-
Vende-se as erdadeiras luras de pellica de de"* boa fama 35-
Jouvioparahomemeaeohorea2500opar: na] imilhoG mna-looc
ra do Queimado loja de jiadezas da boa fama AgU11138 llliperiaeS
*'Jv t i ...i tem o fundo dourado.
L 1 nlOS (10 UitlIllO SOStO AJ0a d'guia b,taca> ,w,a naU aempre
\anAa -ii. a a I J P ,i a i Tender Do. mandoa rir do sua oota essss
h.nt-*a c,n.los.dourado4 e de p.lha o mais superiores agulhaa tmperiaes. as quaea acabam
SwrVr-.P^raMMDr"^pi,0b,r,lMHde Chegar UndIVJtl % ,Um,KdO de "L""I*0 dourado. a ponta. mui bem lirada., e cu.ta cada
jE!TL&t!P**JZ"* firellas papel 160 rs. Coser-ae com aWaaSJslhs assim
uJn i"f," '* qu.lid.dea propriaa un- boa. anima e adi.nt. 4 ,oem trabalh.. por laso
carnele para cinto a 2.- ala raa do Queimado I dirijtirem M 4 ra do Queimado loja d'aauia
l^de^ludezM d. boa f.m| n. 35. I brenca n. 16. que aerao bem aeTrWos. J g
ARMAZEM PROGRESSO
Za>JaH3
Francisco Fernandes Duarte
da Peulia
Vende-sa a 160 e 200 rs. a vara : na ra do
Queimado loja de mludezaslda boa fama n. 35.
Luyas de pellica de
Jouvin.
A 3*000.
I*
armazem, assim como
boa qualidade de todo qualquer geuero
rende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
a 400 rs. a libra e em caixa a 89.
libra, e 4*000 rs. a libra.
Aflaoca-se a
comprado neste
qualquer parte.
Ma^teig^iiigle^. mals 8upetor d0 mercado, m m ^ em ^ m ^
Maiiteiga franeexa. mais noya. m ^ 6m bm1> e m m ^
tlJ ^ lS? f1 d8 Sap6ri0r qualidada e muit0 fr<=" a 800 inleiro. em libra
2000 r. a libra. ^ S melhre* qU9 h> n marcado 3000. ^^
FTexunto para ftUFAOte muit0 nOTOsars ;]bra
Vr^zunto do r*mo d9 iap4rior qualidade, 440 n lnlero> g m m UbM
raeIhr veliic* que podo harer por estar promplo a toda a hora a 1 a libra.
T ooeiaho 4o relko 810 rs llbr, e arroba iWM
Choutieas e paioi cheg.ff..a n8g(e ullim0 nayio> a m rg a ^
Hasiia de pareo refiiiad* ,Qft
se for"m baa.ll a 440 "iibr.." <80 "' UU COm 10 "^ Pf *500 >
. QfMi r. ,ih^ lIV i groado Abren a deoutros mullos fabricantes de Lisboa
a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por 1600 aflaoca-ae a boa qualidade.
Mae* de ummie .1 ux de oma lbra por 900 r8>
A.meadoas e ctmfieitas om ,... a o ,-
m__ ] ""L81*8 d9 2 llbra8 conleodo differenles quaUdades.
muito propno para mimo, a 2}000. h-"-".
' rVl ^ 500 J**"-!* 6 porlu8uez" em Ialaa ** 1 libra, por 640 rs. ditas em meiaa
\tetria, maearro e U Wrin&
^>iea mau0 nofas a 100rg
r l* CC^ em mUl "f' aba:imenuf. ^^ \ m1' 8uperior ^ue ha a 1S rs. a garrafa e em caira se ari
Ginebra de 11.olania
VinUos engyradios lriQl.sdoD,JUroalJ)60() r, a garra[a Potto Qno Fei.
Jnt' 0,W Porko. a 1S200 em caira se fati aoalimeoto. "* rQno Uao' rei
- ^nX. dL, mais aefejjtjd., marcasa 1# a garrafa e em cala a 9 a dnzia.
fepag&e dedjljeranlel marcas a 16 a duzi. e a 1*500 g garrafa, affl.ca-e a boa
Verdadeua ser\eia c Amalia ,
a 500 rs. a g..fa. de Utr" m,laS B,rcM a a doila.
Vinnoem pipa Porto u,^,? Fguera a3500 4e4#500acanada-
^permasett. iBperior rU eB caiX8f e 760 ra t ^
platas novas em gJM de ma arroba a ^
OtJOia e 0, mais superioL heap.nhol a 15200, franeez a 1J. portugus a 800 rs. a libra
r soa da c m madre
320 rs. mU n0,0, em "IM de 8 libr,s Pr l500. em "V1
nina ae engomeaar, muito aira a 100 ra. a libra.
Amendoiadeca8CamoIe U,,,libra-
iVicUfi doce rafi A QL
^ ^ v^ refloado a 809 rs. a garrafa e em caixa a 9ft.
Patitos de den\es. L
"auo^teletae inslezas t
na a a. a 1 P ropr,MP"a fl'mbte a 800 rs. a libra.
Bolaxinna maleza t m ,
- mas n0Ta do mercado a 49 a barrica e em libra a 320 rs.
iVinciYas iraneezas am,
t-gaezas a 480 rs., Sra."60" "^ rC$ Cm ll2 ,ibr" ^ 3500' dil" Por"
* M} para limpar facas 1 200 fs. cala um. em porcSo se uff abatlmeoto.
^ reja em fra8COs da l e 1[2 iibra muito oras a 800 rs.
to de ^zuz%z:i;xt,m encoa,r,ri rMpei,ifei pub,ic --
Chapeoada palhlaha flo. eafestades para ma-
ninaa ; 01 ra do Creepo su 10.
A tabaquistas.
Veadam-aa aaperiarea retaco* francezaa a imi-
tacia das tfa Uaho, eamta arabio p.ra oa taba-
quiataa atar aerea de corea acaras flxaa. pelo
baratiaaiaM areja U 5 a 6f a ateta : >a ra do
Queiotade a. 22, na bem eonheeida laja da boa f.
Fil liso e tari a tana.
Venae-ee superior il liso e tariataa braoca
e de corea, peta barattaatmo preca de 8M r. a
do Queimada su 82.
Toalnas para maos.
Vendem-se muito boas toalhas para mios pela
baaao proco ata i daiia ; na raa da Queiaa-
de a. 22, na loja U boa f.
Ricoaeneitei.
Veodem-se ricos e superiores eateites M ssais
modernos que ha, pretos a de cores, pela bara-
tusimo preQo de 6 e 6*900 : na loja da boa f,
oa ra 4o Queimado a. 22.
Cambraia de cores.
Vendem-sa cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratiasimo prego de 280 o corado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem coohecida loja
da boa f.
Cambraias francezas fnissltnas.
Superiores cambraias francezas mnito Inss. de
ito bonitos padrdes, pelo barato preco de TOO
rs. a rara : oa loja da boa f, na ra do taeiaa-
doa. 22.
Cambraia Usa.
Vende-se cambfsia lisa transparente nuito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5J pega com 8 1|2
raraa, dita tapada multo superior, peg do 10
raraa a 6f : na ra do Queimada a. 22, oa loja
da boa f.
Bramante e atoalnadode
Unlio.
Venle-ae superior bramante deparo linho com
daaa raras de largura a 2400a rara, assim cerno
atoalhado adamascado tamben ato puro buho,
com 8 palmo de largura a 2500 a rara : na bem
coohecida loja da boa f, na roa do Queimada na
mero 22.
Corte* de cal;.
Veodem-ae cortea de calca de meia caaemira
da cores escaras a 2f cada corla ; aa loja a boa
f, oa roa do Queimado o. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos de ma-
dreperoia.
Chegaram opportunameote para a loja d'agoia
braoca os bonitos port bouquets dourados a es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aua propria eocommenda, fleaodo aasim remedia-
da a falta que hara desses purl bouquets da gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casameotos e bailes que se contam oesses
dias, por isso as pessoaa que por elles esperaran
e as que de noro os quiterem comprar dirisji-
rem-se munidos de dinbeiro 4 loja d'aguia bran-
ca, roa do Queimado a. 16, que encooiraraoobra
de bom gosto, barateza, agrado o sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias (te cambraieta raoi-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
5); a ellas, que sao muito baratas: na na do
Queimado n. 22, na bem coohecida loja da boa f
OlOOO.
a 69OOO rs. a frasqueira, e 560 rg. o frasco.
Eutre-meios oorda^os em
cambraia transparente.
Na loja da agaia branca reode-ss entremeios
bordados em fina cambraia transparente a 1 a
peca da 3 raras, pre;o alta porque s6 se scha em
dita loja da agma branca ra do Queimado n. 16.
^.e.'?^Md- cada Pdro tem bastantes
pegas para reatidoa.
Burra.
No largo do arsenal de raarinha n. 8 e achara
renda urna pequea burra de ferro ajuma beo-
gala da unicoroe apparelhada, que se dar por
prego muito commodo.
Paletots
brancos.
Veodem-ae auperioree palatata ato brim braoco
i puro linho, pelo baratisaimo proco de 5J : oa
ra do Queimado n. 22, na bem coohecida loia
da boa f. '
Calcado
45 Ra Direita 45
OugamL. Ou$am!..
O trasto iodispeosaral ao hornera cinlisado 4
MS.co.lrad.cao o ..pato E' ella to ?!..!
no como o pi ao estomago, tolera ae um
chapeo jaca; ama casaca de ajuaiar tabeado-
".'Sita dMb,0,a*> o P.o .calcToh.-'
,. 12*' ,D0,,n lustre e j de.co.ida
urna indecencia, aa asalto ao oraio ritual fe
au".^'?*' S P" li fra,e8 coosiderVcor.
ab.nrtA Pr,e,a.r, "U Mtsbrircio-rDio.
a^. ... r?Ceber 0ln '"'neo sortimenio.
calr.d0 ,iK'8U"e8 M <"'* reno.
rejaV "-'"os oa fasta ;
Homem.
MILIES (chagre pririlegiado) fresco co-
mo a aua do Prata. .
BORZEGlNS.ioteiriso. (Roctblld) .
dirersos fabricantes. .
....a! a Mluatre Pichincha. .
bteV* H"lXt*' P* da luatra
Ditos Nantes bateria'. *.*.***'
W.M" ......
antes meninos.....
lustre (sola a rir.....
(amasla). ....
a traoga portuguesa.
a franceza. ....
Senhoras.
BOTINAS.gasna alta e lago ingleses de
durago incalcularel. .
a fraocezas (lato). .
l e"' seo...... 4 "
*' (aspa baia. ^ ,
> outros (32. 83 e 34). ; .
de menina (iolyl. .
Sapatos (Joly) com sallo. .'.'..
* ( ) sam salto.....
pete.....
lastre (82. 33, 84). .* .' .
econmicos para casa. .
Alem diaeo um rariado abundan!
ra^uurZr,2e7o\rreM", -'p-
Cal de Lisboa empedra,
da mais nora que ha no mercado e por preco
Attencao
Vendem-se caixOes rasios proprios
para bahuleiros.f unileiro etc. a 1 280-
queui pretender dirija-se a esta tipo-
graphta, qUe ah se dir* qu'em ostem
para render.
*T

Cera de cirnibi de or-
melra qualidade.
Veada-sa a porgio o a retalho ato ama ssecs
psrs cima, e por commodo prego: oa roa da Ma-
dre da Dos confronte a bolita o. 30.
Oa casi
CAL BE LISBOA EM PEDRA;


a
>
>
141000
tasoo
8*000
51500
6*000
5*500
5*000
4*500
3*5i
5*200
3*000
2|000
1*500
61000
5J500
58000
48800
4S500
4*500
39100
22000
800
800
500
eorli-
? Ti qi,a ha B0 Herc,d Pr Pr
muito razoarel: rende-sa da raa do Apollo n-
28, armazem do Tarroso.

Leite Tfrgiaal
infallivel reiiiedio para
sardas e panos.
^OJlHe,1gtaai;i bem eonheddo como reme-
t M" p8f" aardaa e oaono. "ode-se a
Smc.V. 5S M r" d Alojad'agaia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por star eonstsatemenie a recebar
perfumanaa fioaadesoas propriaa eacommendas,
V!?a?E* d,Mr T2*+& *: ""Pre doa melbore a
mau acreditados fabncaotea, como Lubio, P.rer.
Coudr.y o Somat Bygianiq.e. ere., etc. ; por
t2 ,"IMi P,ro.,er-" do bom, dirigir-se
hLnt. t'2 n,a,S a e,ea:ia dos frasco., e a
nansaqoe ,e Tendem conT,da "ima *
Carros e carrocas,
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores rut da Cruz
Vndese
na raa do Queimado n. 19
osaguinle.
Pegas ato cambraia isa adsassajeada mar. ~*i
Cambraiaa da -\f\f%JtimL mattaaUa
5| a peca, ditas da ditas _
Leocoea de bramante da itabo a
Cambraia ailada para larra debato
8 l|2rarssa pega por 2*. mm
Grandes colebas ato faetio larraatoa a f.
Chapeo enfeilados maito liados, prearioa aaaaa
meninos a 7*eada oes. a-^rraa posa)
Cobertaa da chito, geeta cbiaez, a 1*60*.
H cae capellae pera aoira, da lar ato tarraja.
Algodao com 7 palmoa da largo aSMrs. a rara
Leogoe da panno da liabo a 1*900.
- So.hall Melln A C. laaiTraea*
dem para reoder o ara rrcacida dapaaita
giua r|to o fabricante tar-sa retirada deT
ci ; conrida, ponaota. 4 paaseas aaa quizaran
lebra fabricante Koraarr, a aarartUr-aa ala ZL.
Portontd.de ^m p*rda V. ^Tp^lZl
pra-loa por commodo-----
ras do Trapicho a.28.
praca ao ata
Obras deouro
com brilhantes.
NaruadaCrtttB. 51, no armazem
de Aires A C.
Livros em branco
Proprios para eteriptura^o: na na
da Crui n. 5, BO arasaem de Aires
& C.
inxas.
Veodem-ae carros americanos mol elegantes ** reduccSo nos precos para aajk.
Veodem-se no armazem ato Braca 8*. a r
"" 5 Moada. Uiza. da tZTSu^
.craditado fabricante Edwio M.w U re! TS
Ub:t, as mesm.a qae aereodiam por 120 ra.
CalepoUesa.
rh- so d 4"PSt* da "* Cadetada
Rado n. 18. por me nos prego do aaa em oatra
qu.lqoar parte. .O.ng.ndo^e a boa ,.Tlta*
A cal ehegon a qoatro olas pelo brirue asm?*
rano., a a poU. lag*i1..P. lER* ^1
pelos altimos Barios da Hamborgo.
- __ .--------- "oi,,u mol ei
'T* da' P"80" reeebem-ae
^^rir.^nVo.^.^rV.^m'c'.r:
rog.apsr. condcelo d. ...acrete!
Vende-se
farioha de mandioca de superior qualidade mui-
to nors.e em tudo agradare!, em percoes ."so-
des e pequeas s rontade dos compradores e ora-
f?jE!H DOr'0 d brUe Midas
aocorado deronte do caea do araenal de guerra
Vende-se o engenho Santa Lozia, sito ns
freguezta de S. Loureogo d. Malta, ou a dioheiro
der dirija-se 4 ra de Hortss n. 7, desde s 10
horas da manhia at Sa 4 da tarde.
Mantas de retroz
E' na ra do Queimado o. 39 loja de quatro
port'S que se rende os maihorea chapeos de se-
da de formaa mais modernaa e bom gosto.
KuadaVnzala No f a u.4l|
Ven da-se ata casada 3. P.lonh.tor, ac,
alliasa iilhasaglazes,eandaairosa castiga.!
bromearlos,lonas agiotas, fio davala,chicoU
para carros, a nsonuri ,rrio para carro da
u* a ion sanios relogio sda ouro paiante
nglaz.
A dinbeiro.
Potassa da Russia.
A 200 rs. a libra.
O bem condecido denosito da roa de Apollo n.
24 rece be u directamente peloiultimo nario a bem
eonheeida e acreditada potasaa da Russia, a est
rndenlo a 200 rs. a libra, dinheiro rista.
, Na ra do Imperador o. 28 rendem-ae bar-
ra com cal de Lisboa, superiores bitas hambur-
guezaa, as quaes tambem se elugsm.
lUaateiga inglr.za flora 800 rs
a libra.
Francza a 640, tourinha a 320, errilha a 100
rs., banha refinada a 480, alpista e paingo a 180,
gomma de aramia a 100 rs. : na ra das Cruzes
n. 24, esquina da traresss do Onridor.
Capellas e ramos para casa-
mentas e bailes.
Vende-se muitissimo Onas e ricaa capellaa
brancas para noiraa, cuna o competente ramo para
o peito, pelo baratiasimo prego de 10 e 12*. ra-
mos de flores mullo Anas e de muito Unas co-
res a 3*. titos mais inferiores pouca cousa a 1*.
19500 e 2*: na ra do Queimado loja de miude-
zaa da boa fama o. 35.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio", 36
PROGRESSIVO
v
DE
wutim

Su
l Laya amarella
^Confronte aobecco largo.|
(Gurgel & Perdigio receberam rice
capas e manteletes compridos, sedas de '
f quadros, restidos de cambraia borda- i,
} dos, rostidos de Maade. liasiaha de dif- -
fereotes qualidades. aintos, cassss or-
t gaody.4: aa ra da Gadeia loja o. 23 I
dem fr^Vcef ^IZ^TST^9' 80e im'e em b"riI ^-1*.
yiie JOS UamegOS chegados nesta Itimadbaor 3*000,
tooT ffle,hor que ba *geoaro por Mrem muito f
itO o melhor que se podo desojar a !200 a libra 15100 o inteiro.
sitara velho, secco o cbamiaso
da
Flores fioas,
A' loja d'aguia branca acaba da deapacbar uro
bello aortimeoto de flores fioas o delicadas pro-
aatos para enfeites decabega e reatidos para ca-
aameotua e baile ; quem as rfr aes dorida ae
alegrar de aehar Ourea tao perfeilaa a delicadas :
lsso na ra do Queimado taja d'aguia braoca
o. 16.
Espirito de vinho de 38
graos
Na roa das Crosee o. 24, esquina da Iraresaa
do Ouridor, a 1*600 rs. a caoada.
4 4,000 rs.
A dozia de serreta branca a preta, a d marras-
quino : oo bszar da ra do Imperador.
A 500 rs.
Vessouras americanas a ciscadores iogleses:
no bszar da raa do Imperador.
Vende-se
oa offlclna de ferreiro da na do Jasmira n. 14,
um carro aoro da 4 rodas feito com todo o ee-
mero. assim como dous cabriolis tambem no-
Os burros e csralloa alstenlas ae armazem
doSr. Andr de Abren Porta, defronte do arse-
Ik! a* "nh*-,"o,'n-s a rontaae e esco-i ros e de mui aparado goato, ludo por7Mo"eo~m-
nrin.? C0*!*ut0ttt: r"^sab5asa.4|avado: quem as pretender poda ffil
primelro andar. I mesma offlclna a qualquer hora do dia.
pM:JV*** e P^tO o melhor do mercado da l7D0 a 2*880 libra.
\lZ\fi\P '^"^^'OO'V.i.rr.f. .de 39800 a 4*800 caada.
Marorraaf,,imdF;mr:l: :rz^z:^^da"- ~ -^- -- i. *~.
B0CemtU,ita goirS dcVd.mum.de,CCda ,rUUS d" EufJpa' m'S PrP" ** h' 4 ^ i" -~ rttg, a i.
FigOS em CttXinbaS de 4 libra muito fraseos e gratadas a 2*000.
Peras^SeCCa em eaixlnb. de 4 libras chegadas neste ultimo vapor s 3*500 e 1*200 a libra, afianca-se ser o melhor qae poda harer nesia
AmeiXdS fraQCezaS em latas de5 libras por 4000 e 1*000 por libra.
PaSSaS em caizinhas de o i lo libras, as melhoresdo mercado a 3 e t 640 rs. s libra, e em caixsde urna arroba s 9*500
Latas COm frucias d tods qualidades que ha em Portugal de 700 a 1*000 a lata.
Goriothias em frascos de 1 i[2 a 2 libras de 1*600 a 29200.
Caixas SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozas oque hs da mais proprio para mimos, de 49000 a 59000 r.
por eaixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos. ^^ WO n*
Lata COIP bolaxinha de SOda dedtrers.. qualidades, muito novas. 19450. e grandes de 4 8 libras de 2*500 4*500.
Conservas inglezaS francezas a portnguezis de 600 a 800 ris o fraseo.
Ervithas francesas e portuguesas a 720 rs. aleta, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem rindo ao mercado.
MaSsas lalharim, maearro e aletria as mais oras que temos no mereado a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em porcao ter abatimento.
AzeitOOaS da Lisboa novas egrandes viadas pela primeira res ao nosso mercado a 3*500 a ancoris.
Ghampanhe das marcas mais acreditadas de 15 a 20*000 res o gigo de 1*500 a 2 a garrafa.
GerVejaS das melhoreS marcas a560rs. a garrafa a de 5* e 69000 a duzia da branea.
Cognac a melhor qualidade que temos no mereado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia .
Geuebra de Hollauda 600 rs. o frascos 69o00 afrasquein com 12 fraseos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol e franeez de 19 a 1*200 alibra
Vinagre puro de sboa a 24* rs. a garrafa 19850 a caoada,
Espermacete SUpeHur sem arara a 740 rs. em caixa o a 760 rs. a libra.
Arroz o melhor do mercado a 100 rs. a libra e 2*700 arroba do da India e 120 rs. a libra do Maranbio,
Alpista e paiUCO o mais limpo que ha a 160 rs. a libra do alpista a 140 ra. a libra do paineo.
Vinagre branco o melhor que tamos tido no mereado a 400 rs. a garrafa a 2*560 a caada.
Massa de tomate em laus de urna libra do mais acreditada autor de Lisboa a vinda a primeira ras a nosso arcado, de 1 a lata.
Ara ruta melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra, a 160 rs. a libra da gomma.
TouCnhO de Lisboa o mais noro do marcado a 320 reis a libra e arroba a 109000.
Batat'S em gigoscom urna arroba, as melhorts que ha no mereado a 1*800 o gigo.
Leiiti i Oas fraaeezas, as memores e mais saborosas de todas os legumei a 500 rs. a libra,
NOZeS ss raerhores e mais oras por tarara ettegado neste ultimo rapar a 200 rs, a libra.
PalitOS UxadoS paradeotes a 200 e 160 rs. o mago com 20 massiohos a flor a 220 rs,
Latas com sa nimba de Nants muito aovas a 44o ra. a lata.
Velas de cama llbi ecomposieao de superior qualidade a 400 ra. alibra a a 11*500 a arrobt.
Bolaohnha ingleza inglesa a mais nova do mercado a 49 a barioa a 910 rs. a libra. _______'-
A 14a dos gneros snnunciidoi encontrar o publica ludo que procarar tandela a molbados, a por meos de* por oento aaqae sa eu*r*.


5*5
Escencia de
WAWO DE PtMItlWJOO -* fhMtkmu i) fitf JisnftO DE lt8f

Para engonmad*.
Vendeawe frasqolnhos com aatetrria de nil
Cusa encllente para engommado porque urna
ra della bastante para dar cOr em una baca
forama tendo de maia a mal* a pteclosidsde de
Dio manchar a roupa cono muitai vezes acon-
tece com o p de ail Cesta cada fraaquioho
500 re : oa rae 4o Quaimado loja de gete bran-
ca n. 16.

SLoja das 6 por-
tas em frente do Li
vramento.
Roupa feita muito barata. a
*T Paletots de panno fino oorecasaco, "
ditoa de eaeemira de cor de Costeo, ditoa A
,. de brim de coree e orrteos, ditos de.2
W gaoga, caigas de case-nira pretas e de 1
dft corea, de brlm branco e de corea, degan- Q)
h Sje, cerniese com peilo de linho pinito a
V finas, ditss de algodio, chspeos de sol J
9 de alpaca a 4 cada o. V

Esponjas flas
para o rosto.
Vende-se mu finas esponjas pera rosto, a 29
cede urna : na rae do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
INovos enfeiles e cintos
dourados.
A loja d'agoia branca acha-se receblemente
prvida de om bello e variado sorlimento de en-
feites de differentes dualidades e gostos, os mais
lindos que oosstvel encootrer-se ; asiim como
est igualmente bem sortida de bonitos cintos
dourados e pr alead os, sendo lisos, de listras, e
matizados, e bem assim os de pontaa cabidas,
tendo de todo muito para sstisfazer o bom goslo
do comprador, que munido de dinheiro I nao dei-
xar de comprar : na ra do Queimado, loja d'a-
goia branca n. 16,
Na padaria de Antonio Fernandes Ida Silva
Beiriz, ra dos Pires a. 42, vende-se a muito
acreditada bolechioha igual a inglesa, dita de
araruta, todo o trabalho oeata casa ben como o
pao e bolacha feilo das melhores farinha e
trabalhado com o maicr esseio possive farinha
a melhor do mercado a 180 rs. a libra.
Farinha de mandioca
Vende-se mullo boa farinha de man-
dioca no forte do Mattos: armzem da
companhia Pernanbucana n. 1.
Veode-sa urna negrioha muito linda, de
idade 6 aonos: na ra Direita n. 8.
A dinheiro ou a
praso.
Vende-se um carro de paaseio, patete, intei-
ro.com asseoto para seis pessoas qui si noioe
por prego commodo: na ra do Lirrameulo
0.25.
Leques.
Ven4em-se lindos leques de madreperola, o
mais fino possivel: na loja d'aguia de oro, ra
do Cabugi o. 1 B.
L-uvas de fouYlnL
Veodem-sess verdadeirasluvasde Jouvio,che-
gsdas por este ultimo paquete da Europa : na
loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n 1.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vender-se a 29 cada urna : na ra do Quei-
raa 1o, loja d'agoia branca n. 16 A obra boa e r
o lempo proprio ; a ellas, (reguezas, antes que
se acaben).
Novos cinteiros de fitas com
pontas cabidas e franjas,
a. toja d'aguia braoca aesba de receber pelo
vapor inglez os to procurados e muito bonitos
cinteiros de filas com pontas cabidas a franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas ssseohoras que a deaejavam ; elles achara-
se nicamente na dita loja A aguia branca, ruado
Queimado n. 16.
Vende se urna cama franceza de
amar/ello, nova e muito forte: a tratar
na ra Direita n. 51, loja de selleiro.
Chapeos de oalha
O mais lindo sorlimento de chapeos de palha
das formas as mais modernas de Pars, para se-
nhoras e meninas, ricos siotos ultima moda, di-
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'agoia branca ao aoba um bollo sorli-
mento de ntremelos bordados eaa fina cambraia
transparente, e como do aeu coatume est veo-
dendo baratamente a lfMO a peca de 3 vsraa,
tendo quanlidede bstanlo de cada pedrao, para
vesiidos ; e quera liver dlnbeiro epproveitar a
occasiao, o manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca o. 16.
Agolhas imperiaes.
; Tera o fundo dourado.
A loja d'agoia branca tendo em vlstss sempre
vender o bom, msndou vir, e sesbam de ebegar
squi (pela primeira re) aa superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fol-
las, sendo para alfaiates e costureiras, e custa
cada papel 160 ra. A agulba assim bos soima
e adunia a quem cose com ella, e em regra ato
mais baratas do que asoulras; quem ss com-
prar na ra do Queimado,loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem dellas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia braoca acaba de receber de soa
encommenda diverso arligos de gusto, e proprios
para eofeilea de.vesiidos de ooivsa ou convida-
das, sendo bicos de blood de diversas larguras,
franjai brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhose sem elles, csscarrilhaa braocas e mili-
tas ouirascores, finas e delicadas cabellas bran-
cas, bonitos enfeites de flores e cachos sollos, lu-
fas de pellica enfeiladas primorosamente, rr-ui
bonitas e boas filas de chamelote, e emfim mul-
los outros objeclos que a pedido do comprador
serio palentea, e vista do dinheiro nao se dei-
zari de negociar : na Inja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tiras
hordadas em ambos os
lados,
Vendem-se tiras de cambraia bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
tira meio, para saias e outras muitas cousas,
custn cada tira 19*200 : na ra do Queimado, loja
oaguia branca n. 16.
Potassa americana.
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escritorio de Manoel
Ignacio de Ol reir & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
CHAPEOS A GaRIBALDI-
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Gunha & Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palioha e feltro, mui lindos, e se ven-
deni pelo barato pre^o de 10 e l?ij.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
msisfioissimo brim trangado decores, muito pro-
prios pan os bailes, festas e passeios campestres,
pelo diminuto prego de 10}.
Chapeos baratos.
Chapelioas de eeda para senhors, pelo baratis-
simo yeco de 89, chapeos de seda e de merino,
bem eofeitsdos, para meninos e baplisado a 6 e
70, ditos de pslha e seda para senhors a lug, di-
tos de seda de corea, copa baixa, para horneo) a
6f, ditos de casemira de cores, pelo diminuto
proco de 19600, chapeos de castor bisoco sem
pello, bonitas formas a 1-2$, bonets francezes de
panno para meninos a *j500e3).
Guardanapos e toalbas.
Duzia de guardaaapos para mesa a 25 e 29100,
toninas para meaa de li4. Ii2 ti varas a 18000,
l500e28. '
Vestuarios para meninos,
de fu'tao, enfeilados, a 89, baldea para aenhora
a 39500, bonitos vestidos de pnautesia pelo bara-
to prego de 12f, atoalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largura a 2g2i0 a vara, mantas
de fil branco, manteletes, leques de diversas
quslidades, gollinhas, msnguitos, sedas doqua-
drinhos, e outras mullas fszeodas que ao ven-
den* por barato prego a referida loja cima.
Tabaco
Vende-se pelo barato preqo de 1500
a lata orna urna libra do excedente e j
bern conhecido t.baco americano, pro-
prio para cigarros, e o melhor que tem
vindo ao mercado: na ra da Cadeia
n. 17.
Geographia
Vende se dous globos em meio uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
eitudantes que os pretenderen* podem
dingir-se a livraria universal de Guima-
raes & Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Vende-se fioissima* liras bordadas aSf e2J500
a pega, babados francezes muito Anos e com
bordados muito undosa SJ, 29500, 3f e 4J500 a
pega : na rus do Queimado loja de miudezaa da
boa fama n. 35.
Agulhas francezas
Vende-se agulhas francesas de fondo dourados
das melhores que tem vindo ao mercado a 160
rs. o papel, carteiras de marroquim com agulhas
sorlldas e todas de muito boa quslidade a 19
cada urna, ditas de papel dourados o com muito
bom soitimeoto a 340 rs., csizinhss com 100
agulhas sorlidss muito boas s 200 e 280 rs. ca-
da urna : na ra do Queimado loja de miudezaa
da boa fams n. 35.
Fitas de chmalo-
Pechincha.
Vende-so por commodo prego um sillo na
Torre, cercado de limao, com boa casa de viven
di. estribara, cacimba de bos agua para beber,
com o baoho do famoso Ceplbaribe a porta e
bastantes arvoredos de fruelo ; a tratar com o
Sr. Jos aovado Aodrade oa ra do Crespo cu
rom o proptietario do meamo sitio Jos Mariano
do Albaquerque na estrsds do Coxaogi.
Na loja de ferragens na
ra da Cadeia n. 44.
Vende-se averdadetra grasa a. 87, do meito
sntlgo e bem sereditado autor Day and Martin,
em barricas rom 15 dotlaa de botndes e o reta -
lho por preco commodo, o igoalmeote colla da
Babia em sacros e as libras, o canoas de cirrei-
ra de diversos eomprlmratos vonlade doa pro*
tendentes.
Novdade no tor-
rador!
23 Largo do Tergo 23.
Queijoi flsmeogos muito trescaes, chocados
oeste ultimo vapor a 39. manleiga francesa a 720
e 640, maoteiga inglesa flora 900 e 800 ra., em
porgo se far.i abatimanto, assim como se lorram
outros rauitos gneros perlenceotes a molhados,
assim como sejam, aaf, primeira o segunda sor-
te, arroz, velas de espermscele e csroauba, azei-
te doce vinagre, e viuhos, so vendem por me-
nos do que em outrs qualquer parte a dinheiro
vista.
Para o funeral do Sr. D.
Pedro V,
Vendem-se superiores lavss pretas de pellica
de Jouvin chegadis no ultimo vapor fnncez, pe-
- lo bsratinbo pn-go de 2)500 cada par : na roa do
te muito boas eSS..';.1coDbecid',oi'de Biudez"
* l Os borros ecavallos existentes no srmssem
rlOTllI H Q > do Sr. 'Andr de Abren Porto, defronte do arse-
MMXMmMKwU o | nal de mar: ha, vendem-so a vontade e escolhs
A loja d'aguia brsncs acaba de receber pelo ts- ? dos compra-sores: tambera so vendero do mes-
por ingles sus encommenda de boas, bonitas o:1B0 moo c"f0S mo' sopenores, que servirem
largaa fila de chamelote braocas e outras cores,' P"8 far(i^e ou mel: na ra do Trapiche n. 4,
as quaes sao excellentes psrs cintos. Isgos. etc..' Kf^^^V--_____________-*-*
de vestidus para casamentos e bailes, assim como **v&*MwK&K~im&KvKGK ARIISm
para lagos de bouquetes, cinteiros de criancas e f
muitas outras diversas cousas, e como de seu ''
costume os pjegos sao menores do qae em outra
qualqoer parte; assim quem munido de dinhei-
ro, dirigir-se a rus do Queimado loja d'aguia .
branca n. 16, ser bem servido.
ait *M a6 akt-5i6S*i 5- 9MM3 MBS
i
Para acabar.
sNa ra do Queimado n. 10*
S loja de 4 portas.
5 Vende-se chspelinas de seda para se- j
i nhora a 89.
? Orgsndys padroes os mais modernos a j?
H 600 rs. a vara.
X Sediohas de quadrinhos a 800 rs. oco- -
K vado.
Caaacas de panno preto muito fino a
209000.
Manteletes pretos a 159 e 20$.
Riquissimos vestidos de seda de corea
o pretos o mais moderno que tem appa-
recido e por baralissimo prego.
s
8
tos com isgos bordados
casa de J. Falque.
na ra do Crespo n. 4,
GE LO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de boje em (liante
Arroba a o#500, e meia arroba 2J000,
e a libra a 160 res : tambem recebe-ie
assignaturas das pessoas partic llares lo-
go que seja diariamente, ate que se
acabe o gelo.
Grande
Superiores paletots de panno pretol muito fino,
obra muito bem feita, pelo baralissimo prego de
209 ; na ra do Qoeimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perita de
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecaa om rosto, o
meia perna de porcelana ana baratiasimos pregoa
de 240.360,500.560. 640,720. 800 e l*j000: iiso
na rus do Qoeimado, loja d'aguia braoca n. 16.
Vende-se una prela do meia idade com to-
das as habilidades: na ra do Ranga! n. 69.
Machinas americanas.
inccessores,
Em csss do N. O. Bieber & C.,
rus da Crus o. 4, vendem-se :
Machinas para regsr hortas o capia.
Ditas para descarogar milho.
Dilas para corlar catira.
Selina com perteoces a 109 o 20f.
Obras de metal principo preteadaa.
Alcairo da Sueeia.
Varniz de alcairo para navios.
Salsa parrilba de primeira qualidade
Vmho Xeres de 1836 em eaixss de
Cognac em caixas de 1 duzia.
Arado e grades.
Brilhantes. ,
Carrocas pequeas.
t Vendo-so oa permota-se por osera-ros de
servigo. a caaa terrea o. 57, nu os raa de Santa
Bita: a IraUr oarua daa Trincbairae a. 5.
- If. O.Biebe* 4 Caaccaaaorea.rua daCru
b. 4), ton para vaader r.lefies para algtbaira m
ouro o prata.
do Para,
dosis.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande o variado aortimento do
roupa feilas, cslgsdos a faxendaa e todoa
estes se vendem por progos muito modi-
ficados como a de seu eoslume,assim como
sejam sobrecasseos de superiores pannos
a casacos feilos peloa ultimoa ligurinos-a
26S, 289, 309 e a 359, paletots dos mosmos
pannos preto a 16f, 18|. 209 o a 249,
ditos de casemira de cor msela do e de
novos psdres a 149.169, 189,209 e 249,
ditoa saceos das mesmas casemiraa da co-
res a 9, 109,129 o a 149, ditoapretos pe-
l diminuto prego de 89.109, o 12$,, ditos
de sarja de seda a aobrecasacado* a 129,
ditoa de merino do cordo a 129, ditoa
de menn bines de apurado goalo a 199,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 o a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditoa de palba de
seda fazenda muito auperior a 49500, di-
toa da brim pardo o de fusto a 89500, 49
o a 4950O, ditoa de fuslao branco a 49,
grande quantidade de calesa de casemira
preta o de ores a 79, 89, 9 e a lo, ditas
pardas a 39 e a 49, ditss do brlm decores
fiosss 21500, 39, 39500 o a 4$, dilas de
brim brancos finas a 49500, 5|, 59500 o a
69, ditas de brim lona a 59 a a 65, colletea
de gorgurau preto o de coras a 5| e a 61,
ditos de casemira de co r o pretoa a 4S500
a a 59. ditoa de fusto branco o de brim
a 39 o a 39500, ditoa de brim lona a 41,
ditos de merio para luto a 49 e a 49500]
caigas de merio para luto a 41500 e a 52,
espaa de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos : caigas de casemira
preta oda cor a5J, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2f, 39 o a 39500, paletotaaae-
cos ae casemira prela a 6f o a 7, ditos
deor a 69 a 71, ditos de alpaca al39,
sobreessacoa da panno preto a 129 a a
14, ditoa do alpaca preta a 59, bonete
para menino de todaa aaqualidades, ca-
misas para meninoa do todoa oa laman hoa,
meioa ricos vesiidos de cambraia foitoa
para meninas de a a 8 aoooa com cinco
babados lisos a 89 o a 12|, ditoa de gorgu-
rio de cor o do lia a 59 a 69, ditoa da
bnm a89, ditos do cambraiarieamente
bordados para baptiaados.e muitas outra
faxendaa e roupas feilas que deiiaro do
aer menciooadaa p^e aua grande qaali-
dada; assim eomorotebe-ae toda eqaal-
quer ancommd. 4a roupa. p. .
mandar manufacturar o que para ete fias
Umoa um completo aortira*Dto de f.ien-
daa dogosio e ama grande offleina deal-
faiato pota laisaasmptica eprfolclaadad4.;
xa a daaajar.
Potassa da Russia.
Vende-se potasss da Russia da mais nova o
superior que ha 00 mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio "e Manoel Ignacio de
Oliveira i. Filho, largo do Corpo Santo.
4$ verdadeiras tovas de
Jouvio.
Aoa-iam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'agoia branca, na ra do Qoeimado n. (6,
sendo de todas as cores.
nunrjUL I
sem segundo. 1
Na rus do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo M*ia e Silva, est vendando
tudo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Grora de peonas de ac de diversos mo- 1
del los s................................ 500
Caixas com agulhas francesas a.......... 120
C-ixas cora alfinetea a.................. 60
Caixas com apparelhos para meninos.... 240
Ditas com dito para grandes a.......... 500
Baralhoa portugueses a............120 o 200
Croza de botes de osso para ca'.ga, pa-
queos, a.............................. 120
Tesourss para unha muito finas a...... 400
Ditas para costura a.................... 400
Baraihos francezes muito fios s........ 310
Agulheiros com agulhas a.............. 80
Caoivetea de 1 folha muito fios a 80 o 160
Pegas de tranca do la com 10 varas a.. 200
Pegas de franja de lia cora 10 varas a.. 800
Paies de sapatos de tranca a............ 19280
Carlas de alflneles francezes a.......... 100
Bscovas para limpar deoles a 200 e.... 400
Massos com grampos muito fios a.... 40
Carios com clcheles comalgom de-
feito a............................... 20
Ditos de ditos de superior qualidade a 40
D ida es de sgo i>a rasen hora a............ 100
Rialejos com duss vozes a.............. 100
Ditos com 4 vozes a.................... 200
Enfiadores para vestidos, sendo moito
grandes s............................'.. 80
Caixas com clchales franaesesa........ 40
Cartas de alfinetes para armagao a...... 80
Charulelras muito finas a................ 1J000
Tinteiros de vidro com tinta a.......... 160
Ditos de barro com lints auperior a.... 120
Ara preta muito fins, libr*............ 120
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, defroote do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por precos que
a todos admiram, assim como seja :
Frascos com agua de LavaDde muito su-
perior e grandes a....................
Duzia da aabonetea muito fios a......
Sabonetea muito finos a................
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com cheiro muito finos a......
Garrafaa com agua celeste superior a ..
Frascos com banha muito fina a........
Ditoa com dita de urso a................
Frascos de oleo de babosa s............
Diius de dito muito finos a 320 e......
Di los com baoha transparente a........
Ditos com superior sgua de colonia a...
Ditoa ditos frascos grandes s............
Ditos de macaca o oe oleo s...........'.
Lioha branca do gaz a 10 rs. tres por
dous e a..............................
Lioha em cartio de Pedro V com 200
jardas a.........................
>IU com 50 jardea a..................
Duzia de meias cruas muito eocorpsdas a
Dita de ditas moito superiores s........
Ditas de ditas braocas para senhora a....
Birosda largura de 3 dedos, vara a .. ..
Groxa de botes de looga a..............
Csrrileis de lioha enm 100 jardas a.....
Duzia de pbosphoros do gaz a........
Dte de ditos de, vela muito superiores a
Pe^as de fita para coa de todas as larguras
Franjas de linho para toalbas (vera)....
Bicos das Unas por todo o prego, por pedido
que tenho do fabricante para acabar, o por laso
oo se olba o que cualou, e sim o que d.
800
500
160
200
500
I9OOO
240
600
240
500
900
400
600
100
-20
60
20
294W
49500
3800o
120
160
30
240
240
32*
80
loleresse poblico.
[Offerecido pela loja dej
marmore.
E A loja de marmore tendo de a presen-
tar coocurrencia publica o que ha de
, mais novo em fazendaa, tanto para se-
I nhoras como para homens e meninos,
1 sendo que para este tira espera de seus
\ correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemaoha as remessas de seus pedidos,
tem resol vido, antes de spresentar o no-
vo sorlimento, liquidar as fazendas exis-
tentes, o qne effectuar por precos m-
dicos e para cujo flm convida o respeita-
vel publico a aproveilar-se desta emer-
gencia.
S^SI-Mi6- f unileiro c vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Rua Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimeolo en-
contrarlo oa fregueses o maia perfeito, bem aca-
bado e barato no aeu geoero.
URNAS de todas asquaUddes.
SANTUARIOS que rivaliaam com o Jacaranda.
BaN II El rus de todos os tamanhos.
SEHICUPUS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todaa ss grossuras.
PRaTOS imitando em perfeico a bos porcel-
laoa.
CHALE1RAS 4 todaa os qnalidadea.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandrea para qual-
quer sorlimento.
VIDROS em csixas e a retalho de todos oa ta-
mandando-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se eocommendss de qualquer natu-
reza, coocertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
SABAO.
Joaquim Francisco de Mello Ssntos artsa aoa
aeuatreguezea desta praga e oade fra, que tem
oxposto venda aabode auafabricadenorainada
Recifeooirmazem doaSrs. Travassos Jnior
A C, na ra do Amorim n .58; masss amarella,
castanha, prata a outras qualidadas por menor
prega qae de oatraatabricaa. No meamo arma-
bemtemfeito o seu deposito de volas de caroaa-
saaimpleasam mistara algima, como as da
compoaigo.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra doCabug o. 1 B,
receberam de aua propria encommenda um com-
I pelo sorlimento de flores, o msis Qoo que pos
sivel eucontrar.proprias para enfeites decabegaou
vestido, couia muito chique, que ae vende por
prego que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
Mi cangas miudas de todas
as cores.
A loja d'agaia branca acaba de receber essas
procuradas micangag miudas que servem para
pulceiras e outras cousas, e por isso avisa as
pessoas que ellas esperavam e ss que novamente
quizerem comprar que munidos de 500 ria com-
prarlo um masso muito maior do qur os amigos,
Uso aomeote oa loja d'aguia branca, roa do Quei-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
ffa loja da boa fe, na roa do Queimado n. 22,
sa encoulrar um completo aortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
pregos baratsimos, como sejam: esireilinhas
prelsse de lindas cores s 19, ditas com pona*
largas a 19500, ditas pretas bordsdas a I96OO. di-
tas pretas para duaa voltea a 2| ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Qoeimado d. 22.
Vendem-se osengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, a
bos moentes e correntes
d'agua, sitos ua freguezia
S. Beato comarca de Por
Calvo e provincia de Alago
o primeiro tem casa de enge-
r ho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Becife o.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Cheguem ao barato antes
que se acabe.
Ns loja da fszeodas na rus da Madre de Dos
o. 16, defronle da guarda da alfandegs.
Chitas escura com loque de mofo cores fixas s
160 rs o corado.
Ditas inglesas escuras pannos finos a 160 rs.
corado.
Dilas frsncezsa escurss s 200 rs. o corado.
Ditas superiores a 240 rs. o covado.
Dilas muito lina a 260 e 280 ra.
Dilaa assento branco a 220 rs.
Veltiulins pintada a 320 rs.
Bnm riscado para caiga a 160 rs.
Madatolao muito fino com pequeo deleito a
49500 a pega.
Brim americano largo a 320 a vara.
Dito trancado de linho a 19 a vara.
B outras muitas fazendas que se vendem ba-
rato psra acabar (a dinheiro vista )
Opiata igtez
para dentes.
_ Eati finalmente remediada a falla que Se sen-
ta deasa apreciavel ptala ingiera lo paoveito-
aa e necesssria psra os denles, isso porqae a lo-
ja d'aguia braoca aesba de recebe-la delsua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
caita t quem quixer cooaervar aeoa dente* per-
fectos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca,ra do Queimado n. 16.
Potassa da Russi
Vende-se em casa de N. O Ble
C, successores, ra da Cruzn.
Meias para sahIi*
Vendem-se superiores meias psrs senh
lo baralissimo prego de 39840 a duzia
da boa f, na ra do Queimado n. 21.
:?
la de Queimide n. id,
loja de 4 portas de Fer-
ro Maia,
vendem-se sssegointes fazenda* par metade a
seu* valores aomeote com o flm do acabar.
Chales da tooquim o melhor que Um sppare-
cido no mercado a 8.10, 15, 20 e 30f.
Sedinhaa de quadrinho*, cavado, a 800 e If.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Casas fraoceza, corado 746 ra.
Cortea de casia de aalpicoa a 39.
Grosdenaple preto, covado 19.
Dito amarello, covado 600 ra.
Cha lea de merio bordado* a, matiz a 4J.
Corles de velludo de corea para collele a 39.
Palelots de brim de cores a 39.
Lengos de seda de co/ea, um 600 rs.
Chspeos de palba psra senbora o maia moder-
no e rico que tem apparecido a 12, 14 e 159.
Ditos para meninas e meniaoa por barato prego
Bonets de palba para meoioos idem.
Cortes de seda de qoadros, fazenda muito su-
perior a 89.
Paletots de alpaca prela e de corea a 8f.
Tarlataua de la com palmas matizadas, fazen-
da moderns e propria para veslidoa d* aeohora o
meoinos, covado 400 rs.
Chapelinbaa de seda para senbora, urna 6$.
Meias para meoina de 2 a 8 aoaos, dazis 29.
Vestidos prrtos bordados a reliado.
Ditos ditos com babsdos.
Ditos de cores, riqusima fazenda.
^"ooDoo de toda as cores, covado 2f500 o
Manteletes pretos lisos s 12 o 159.
Ditos ditos bordsdos o mais rico possivel.
Corlea de nova fazenda intitulada mossambi-
que, propria psrs vestidos da senbora.
Atoslbado de linho com 10 palmos de largura
vera 29.
Bramante de linho, 12 palmoa de largara, vsra
Dito de dito muito fino a 39300.
Chales de la e seda a 29.
Alem das fazendas arima mencionadas hs mni-
las ouiras de apurados gostos, que ae vendem por
diminutos pregos.
Luyas pretas de pellica.
Chegsram no rapor francs novss lavas da
pellica pretas e outras cores para bomem e se-
nbora : quem dellas precisar, dirigir-se direc-
tamente a rus do Queimsdo, loja d'agoia bianca
0. 16, que ier bem servido.
Leite.
Ra da Senzalla Nora n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna bar caca.
Vende-se ama baresga do porte de 35 caixaa,
encalhada no ealaleiro do meslre esrpinleiro Ja-
cintbo Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
a, aoode pode ser vista e examinada pelos pre-
teudenlea ; vende-se a preso oo a dinheiro ; a
traiar com Manoel Alvos Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Lencos \>r*mcos multo
Unos.
Vendem-se langoa brancos mullo finos, pelo
diminuto preco de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na laja da boa f, aa ra do Queimado
numero 22.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou nova remesas desses preciosos cui-
vetea fizoa psrs abrir latea do aardinha, doce,
bolacbiohas etc., ole. Agora pela festa come se
muito dessas cousas e por isso neceasario ter
usa daaaaa coi vete cujo imperio 419. comprao-
do-se ns roa do Queimado loja da aguia braoca
o. 16, untea parte oode oa ba.
Arado americano le machina-
paralara roupa:emcasa deS.P.Joi
hston & C. ra da razala n.*2.
Feijo decorda.
No armases* do Taaso Iroaaoe, na do Amorim
numero 85.
i Aloja dabandeira
tem para vender de bda
i qualidade folha, esan/io-
e bacas de
] senecupa prego favorito.
[Nova loja de funileiro daj
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos ds Fonsecs participa a
todoa oa aeus fregueses tanto da praga
cmodo mato.ejunlamente acrespeita-
velpublico.quelomoo a deliberagao de
baixaro prego de todas assaas obras, por
cojo motivo tem psra vender om gra ide
aortimento de bsbs e bsciaa, tudo da
differentes tamanhos o dediv.rsas a rea
m pinturas, e j untamente m gra ade
sorlimento de li versas obrss, cont idfj
banheirosegsmelsscompridas.grsndfs
eoequeoss, machina psrs esf e cane-
cas pars conduzr sgus grandes e peque-
as, latas grandes psra conservar fari-
nha e regadores so uso ds Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasiil a
camas de vento, latas de arroba a 1*j,
bahsgrandes a 49 a peque noa a 600
rs.,bacia grandea a 59 o pequeas a
800 ra..cocos de aza a 19 a duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
los ha piolados e em branco e tudo mais mb>
ae vende pelo menoa prego possivel: na S
loja da baodeira da ra da Cruz do Re- j
cite o. 37.
x-aneiNn-in-an MHM-aKMs-aKK
Relogios*
Vsnds-ss em casa da Johnston Patcr & C.,
roa do Vigsrio n. 3 om bello sorlimento ds
ralogiosdaoaro,patente inglez, de ous dos msis
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
um* variedade de bonitos trancalin-psrs o
mesaos.'
Plvora.
Vende-se plvora de superior qualidade e
chumbo de munigao por menos do que em outra
qualqoer parle; tratar no escriptorio de Antonio
Ceesrio Moreira Dias, no Forte do Ma lio, ra da
Moeda n. 17.
Luv^s de Jouvin.
Na loja da Boa F oa ra do Queimado n. 22
sempre se encontraro as verdadeiras lavas de
Jouvio tanto para horneo* como para senhora,
advertindo-ae que para aquelles hs de muito
lindas cOres, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado n. 22.
eanha fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia braoca aviss a aua boa fregue-
zia que ebegada a apreciavel banba fina em co-
pos grandea, o conima a vende-la maia barato
do qne em outra qualquer parte : na ra daQuei-
mado loja d'agoia branca n. 16.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na verdade urna eacova para limpar pentea
sempre oecessaria em qualquer toucador, e com
eapecialidade no da senhora que preza o asseio,
e para que elle seja perfeito n andar comprar
una desasa escoras de rabo de marfim oa ma-
J-operla que eustsm 29e 39 rs., os loja d'aguia
branca, na raa na do Queimado n. 16.
Vende-se
azeitede donde oa palma, dito de amaadoim que
aerve para lozea o macbioaa, mala barato do que
em qualquer ooira parte ; na na do Vigario n.
19, primeiro andar.
Superior rap de Lisboa em
frascos. ,j
Vende-se auperior rap oriocosa Brasil eaa Si
aoa, oa-.aada ao ultimo vapor Ingles aTynea ; na
luja da boa f, ra do Queimado a. 22.
Venda-so uro habito do ealameoha verda-
dera, novo, forrado o seda, pare* algam irmao
seieaaaa fcaaamaiao. praco aomaaado-: oa oaaa
do siebrialao da ordem tereeira d S. Francisco.
Vende-se leite puro so p da vacca ; na ra do
Sebo n. 35.
Vende-se linguigs o carne, no primeiro o
seguodo andares do sobrado n. 136 da ra da
Seozala Velba.
= Vende-se urna mulata com urna fiiha de 5
aonos : na rus ds Senzala, no primeiro andar do
sobrado n. 136; e na mesma casa tambem vea-
dem-se dous pretos.
Chapeos do Chille
Ns rus Direita n. 76, esquina do beeeo dos Pec-
esdos Morlaes, venoem-se chapeos do Chille
muilo Unos de copa alia e aba larga (a Gaiibaldi)
e de ouiras muitas qualidsdes de gosio moderno;
assim como tem grand sorlimento de livros em
bramo para eicripluragao, Indo por precoa ra-
zoaveis.
Fendem-se os engeuhos
Ilha do Murgado, sito a mar-
gena do Pyrapnma, e Po-Sun-
pue sito a mnrgem do Seri-
nhaein, cora safras, escravos,
boiada, e mais pertences ; re-
cebem-se em conta predios
na cidade, on seus arrebaldes
e os pretendeutes podem en-
tenderse com o proprietario
dos mesixios engeuhos, de-
se mbargador Alvaro Barbalho
Ucha Cavalcanti
Batatas.
Vendem-se batatas
Lisbos a 640 a arroba
vessa da Madre de Dos.
ltimamente ehegadaa i
no armszem a. 10, tra-
Escravos fugico.
Escravos fgidos.
No da 2 deste mez (Janeiro de 1862) fogiram
do eogenho llaragi da freguezia do Rio Furmo-
so, dous esrravos mualos de Domes Bernardo o
Manoel, levando um mulsiioho de 8 a 12 meses
de idade, seguindo ero 2 cavalloa que furtsrsm
um russo mascando e oulro alazio, om em raa-
galha levando um par de mslss de cooro cri,
outro ero seis do serlso, Bernardo de aliara
regular, eapadaudo, pernas om tanto arquea 'as,
barbado, usando auissa inier, falla mansa, aja-
gueijando qusodo lem raia, eibos grandes o
smoriecidos, tendo osii ciratriz juolo a orna das
aobrancelbaa; Manoel lem idade de 18 a 20 sa-
nos, bem alvo, rosado, caballea corridos, pea
grandes, pernas finas, bea pronuncia, vivaz a
bom carreiro. aoppe-ae que sahiram armados o
queseguiram aealrada do serlio com destino
ao Rio de S. Francisco : roga-se aa aaioridaies
policiaes a captura Oelles e assim sos rtpises
de campo e pessoas particulares, contando com
genen-ss gratiflesgso quem os entregara sea *e-
nhor Manoel Bosrque de Gusmio Lima no eo-
genho cima mencionado.
Attencao
Fogio do Riachso de Panallas, ana malsto da
estatura baixa, corpo grosso, deotes limados,
olhoe pretos e grandea, caballeo caiiaioe, e peo
regulares, cujo mulato se chama Fuiioo. do
idade de 15 s 18 annoa. levou ceroula e esmisa
de algodao asul. Foi valo aeala praga em diss
da serosos Irisada,. am coroboi vindo daquel-
le lugar. Roga-se a todas aa autoridades o ca-
piliea de champo a captara do dito mulato, o
qual poder aer entregue no referido lugar ao ato
senhor, Domingos Antonio das hevea, oo cesta
praga ao Sr. Manoel Ignacio de Oliveira Lobo,
qne recoropensar com generosidsde. Outro-
aim, prolesta-se contra quems liver scoutado
Aviso.
No da 28 de jolho de 1861 fugio do Gurinhe-
sinho, fregoezis de Guarsbira, o eacravo Joa-
quim, cabra, com 40 aoooa, esbeltos pretoa o
quasi carapinbo, tem o rosta descamado, penca
barbe, panno pelos osa doa Ucea, naris afila-
do, olnar velhaco, bocea regul-r. denles inleiros,
limados e gastos, peacoco bem grosso desdo a
nuca at o tronco, hombros cabidos a pona da
nao sustentaren) o au*peoaorios, altura ragaiar,
p o mioa grandea, chaboqueiroa, t be-toa de
veiai, amollo bem emperaado, tem bons brages,
falla pouco, 6 corles, goda a cantar lias, eati
acostumado a almoerevar a a tirar asan aama
lainpnaor. Dona diaa daosa de Ufado ea>i-areceu
em Bezerro, o'oode veio para a Recita- em pla-
cara de cerlo individuo quo ln ana .albaca-neo,
e presume-se que esi agregad* a ataja aaa*aa*
nho. O dono protesta uaar a SaaVa **aa*aw asi
saatia amen o tiv. acaula : nasa n aajar pa-
|*do levs-lo ao seo senhor Joa JoaMnn da C*eta
B'o, no lugar mencionad*, oa a* lesersne* a*.
padra Joaquim Graciano da arnnfa a ra* da
S*nt* Crus o. 64, qae ser
compensado.


I-------
DURIO DE PEIN1M10CO. *. QBAtTA WA U DE JAMURO DE IMS,
Litteratura.
tur
sude
A c'mlisict Mena,
ii
(Coetes**.)
Para it ooohecer a mi influencia oo muado
birta m compulsar aa pagioio da hfetoria ; onda
ae eocootrar a mulher compenetrada da sua mis-
sito, desvelada para com seu Olhos, teros e amo-
rosa pan com seu esposo, cuidadosa dos encar-
gos da familia, rcapeitadn, cercada dos ademaos
de sua grao laza, ah se chala a orJem social ga-
rantida, a ordem domestica lirmeesegura, o riso
en lodos os semblantes, a lelicidade eaa todas as
partea e a cirilieagio em tdlo o vigor da sua
marcha.
Pelo contrario, quaodo sao descoohecidos os
segre ios do corceo (emioil, quaodo as suas tor-
gas nao sio eproveiladas, qaaodo o coracao ma-
terno nao palpita pelo sagrado fugo do amor,
cjuatHo aa bases da educagio sao deleixadis,
quando os sgralos los dd matrimonio lomara -
se um commercio, quando a raulher deixa-se en-
golfar oas moletas de um harem, perdido est o
corpo sociil, affrouxam-serss molas da ana orga-
niaago e ella irremissveltneote i d- sibar ois-
perlaodo o mundo com o frscasio da sua queda.
O que symbolisi a civilisagao ao occidente? A
importancia da mulber. i As mulheres nos go-
vernam, dii Sberidam. tratemos de loma-las per-
feitae : tanto mais ltea ellas tiverem maia ea- |
clarecidos aeremos. Da cultura do espirito das
mulheres defeode a sabedoria dos homens com
a mulber que a tialurezi escreve no corseo do
liomem. Estas palavras do eximio escriptor
inglet assignalam a verdadeira base da civilie-
go dos povos.
Uaja vista no panorama da sociedade romana,
que a historia desenrola nossos olhos; em-
quanto os rigores do direito civil pesiram sobre
a mulber, emquaolo a familia aaseotou na mais
absoluta e desptica nogo do poder, e a mulber,
vergada sob o senhorio do pater familia!, nio
pO le desenvolver os elementos da aua influencia,
a sociedsde romana peraianeceu estscionaria, ou
antes, proriu psssoa ayancados para o maia
cruel dos despotismos, para o despotismo origi-
nado da oscravido da familia.
A familia havia tocado o extremo da degrada-
gao, ha'ia-se tornado tm verdadeiro centro de
escravi-to ; a mulher, leu elemento essencial,
era por todas as partes oes leonada e aborrecida,
houve tempo em que ella chegou ser vendida.
C poderla harer UberJade onde a familia ae ha-
via turnado propriedade do chefa, onde a mulher
sujeita aos opprobrios da ignominia, nao poda
exercer as nobres fuoccjoea para que lora creada ?
Entretanto era este o curso das coasas sem a
cruz.
E a depois da regenerarlo da familia operada
pelo catlioiicisto restituindo I espota o seu di-
reilo perdido, foi que a socieiade romana conse-
guiu chegar aos seus melhores lempos, foi qae a
civilisagao romana se mostrou superior & civili-
sagao grega.
E' fcil de reconhecer-se na historia a influao
ca do cassmenlo sobre o progresso dis ustitui-
ges sociaes. Roma se presta esta observago ;
e ella, a magestosa rail ha do universo, que tete
em suas roaos o governo social do mundo, mes-
mo a que melhor serve pira mostrar a relajo
directa em que est a uniao matrimonial com a
civilisagao dos povos.
Se se inveitigar a posicao degradante e abjecta
da mulber em Roma, netsa Roma, que ae orgu-
Ihava de ser considerada como a rainha do uni-
verso, mas que realmente s o era dos vicios dos
povos conquistados, nessa Roma, quo nao pdde
vencer a aua meama dapravagio, causa fecunda e
quati nica de sai queda ; se se procurar em urna
analyse da historia os gjraodes e gravea defeitos
da sua m orgaoisago domestica, quemo aoligo
direito, quer no direilo preloriano ; se se coosi-
dtjrar que oenbuma influencia exercia a mulher
na familia, onde, negis a sua personalidade, os
seus direilos eram iriieirameote descoohecidos e
ignorados, por isso que a pleoilude do mais ab-
soluto poder desptico se acbava oas duras e re-
?idas maos do paltrf familias; se se atlender
s bases e coudices matrimonial, sujeita iscon-
sequeacias de caprichosas separages, que so-
meote dependiam da veotade arbtiraria do mari-
do ; se se estudar o tolo da familia romana, re-
coohecer-ae-ba que cora taes elementos de des-
orgaoisago ella nao jpolia deixar de marchar
para a sua completa ruina, que com taea idaa
sobre a familia, Roma eslava longe de apossar-
se do verdadeiro espirito civilisador.
E con vera nao esquecer que essaa mesmas ideas
eram abracadas, que jesses mesmos principios
eram seguidos por quasi lodos os povos de eolio.
Se se perguutasie um dos legisladores desses
lempos o que era e o que valia a mulher, elle
apreseota-la-hia como iim ente perdido, cujo m-
rito era apenas satisfater s paixes dos homens.
Ora, um povo em que ai mulher conaiderada tal,
em que se descoohece por esse modo a sua na-
tureza, a sua importancia e a sublimidade de sua
misso netesiariamenl tem de oscillar em um
mar de desgranas em um ocano de peiigos.
O casamento... e o que valia elle? o divorcio
era consagrado e legitimado em toda a sua euor-
midade no direito escripto ; de aorle que o ca-
rcter mairimooiil deSapparecia destas unides
irrisorias que os povos amigos deram o norae
de cassmenlo : nio pode hsver matrimonio onde
o divorcio aceito, porque da oalureza deaia
uniao aer perpetuamente indissoluvel: el erunf
do t'n cama una. .
A nalureza quiz que o verdadeiro amor, o
mais exclusivo de todos os seotimeotos fosse a
nica base pnssivel da cmlisaco ; dase moi acer-
tadamente Atm Martin. Ora, o casamento o
saoctuano do amor; oa familia eso os familia
que ae conbece a magdaoimidade do coracio do
homem e a docilidade do coracao feminil; oas
refacoes dos esposos e as suas reciprocas dedi-
cscea que se pode apreciar o alcsoce e a magoi-
tude desse senlimenio, de todos o mais oobre,
que domina o coracao Humano.
Quebrae a effoico dos esposos, e o amor dea-
apparecer da scens do rauado. Porque assim ?
porque o amor a coudico do enio social e o
casamento a primeira sociedsde.
E esta a principal lazo porque a sociedade
moderna vence a sociedade enliga : oaquella o
emur a alma do lago matrimonial, nesla a pre-
ponderaba o temor.
E ess mndenga debida ao calhoUcismo.
Viodo para regenerar a bumaoidade, o chria-
Jianlsmo comegou regenerando a familia, come-
louiLiin
ORIGINAL DO DIARIO DE PIRMRBUCO.
(ou quebrando as cadeias, que a lyranniava, s
plantando Bolla a liberdade mais perfaita. Elle
libertou a mulher. libertando s raulhsr, engran-
dece, liberten familia.
E era lio forte o empenho do catholicismo em
nio deixar que o despotismo se introraettesie de
doto oa familia, que a egreja Uve de lutsr em
vsrias occisides com diversos monarchas; nobres
lulas anattntou ella coas Lotherio, Paja, Luis
VII e Heoriqus VIH .latas que se towwsam ne-
cessirias, porque, como nos diz De Haistre, de
capricho em capricho, de abuso era abuso os prin-
cipes teriam acabado por esleOelecerem lei o di-
vorcio, e tal vez a polygamia ; e repeliodo-saesta
dcsordem, como sempre succede, al naa ultimas
classes da sociedade, ninguem poderia calcular
onde pararla essa geral inundago. A lula con-
tra o despo'ismo os familia era de to grande
importancia qae a egreja preferiu perder a la-
glaterra, esta vaala e bella provincia do reino ca-
tholico, porque foi da lula travada ectre Clemen-
te VII e Heorique VIII que se origioou o schls-
ma ingles.
c A familia christis com effeito um modelo
de uniao, de ordem e de paz, porque o pae mais
um protector e um smigo, do que um senhor se-
vero, e os Olhos se senlera obrigados para com
elle mais em razao de sua hondada e de aeus be-
neflcios do que pelo s de punir. E todava a religiio que toma sua au-
loridade tao docee to ligeira, oo a dispensada
firmeza e da vigifaocia. Mas sua vigilancia e sua
firmeza nao sio ainda seno a eipressao de sua
ternura, e quiodo elle obrigsdo i castigar
anda com s?u corceo que elle raede e applicao
castigo. [Rallier, Cours compltt de philotophie,
til. IV pag 668).
Liberdade religiosa... e ella proscripta pela
cruz? Cada um faca de Deus a idea, qae bem
lhe parecer, diz Btlliard, e Ihe renda homenagem
como quizer, pouco importa, com tanto que as
diversas creogas vivaos em paz eulre si e oinguem
infrinja |ei do estado.
Se isto 4 liberdade religioss a catholicidade re-
pelle-a ; ella oio pode permittir que a licenca
moral surja em seu seio envolla oo pomposo ti-
tulo de liberdade religiosa.
Estabeleceodo-se sobre a terrs o christiaoismo
nao viu no judaismo senSo figuras, que elle aca-
bava de realtaar, e oo psgaoismo seno erros,
que elle vinha destruir (Fraytsioous ; ora, com
esla vistas e com esta misso de deitar por Ierra
o reinado do erro o christiaoismo oo devia con-
sentir que em preseoga da verdade o erro cooti-
nuasse subsistir; portelo elle proscrevia o
erro ; e debaixo deate ponto de vista elle into-
lerante ; isto oo tolera que o erro alce o de-
negrido eolio e zombe assim da verdade.
E oulro camiobo nao posia seguir o calboli-
ciamo ; porque obrar de outra sorte seria conce-
der an erro os mesmos direilos que s podem
competir 4 verdade.
E' esta verdade que e preciso bem considerar.
O erro nunca foi synonimo de liberdade,co-
mo nos diz Aim Martina verdadeira vida do
homem scomega com o pensamenlo de Deus, e
s o peosamento de Oeua nos torna livres.
A cruz nao prohibe a diseuaso sobre ella; el-
la quer mes rao aer apreciada em sua origem di-
vina e estudada em suas consequenciss, porque
necessarismeote desle esludo que ella tira a
maior vaotagem ; assim que, sendo bem eom-
prehendida, a craz, resplandecen do no cu rae do
Calvario, derrama os effluMos de aua influencia
pelo universo. A religio catnolica oo quer ser
intimada pela forga material, quer que os cors-
gdes humanos a abracem pela forga da conviego
e que aeus ministros a apregoem pela persuaso
da patarra.
Ora, se assim se a religiio nao se impe pe-
la forga, segae-se que ella nao prnacreve a liber-
dade religiosa ; ella intolerante porque oo
CODseote o erro, porque esforga-se aflm de que
a verdade penetre em lodos os coragea; tole-
rante porque aprega a caridade em toda a sua
plenitud; e onde se aprsenla a caridade nao
pode apparecer a ino/erancio.
A tolerincia chrisla, diz o Ilustrado bispo
d Hermopolis, urna caridade bem esclarecida,
egualmeole distante de urna frsquez, que ludo
excusa, e de um rigor, que nada perda: ciri-
dade que sem poupar nem o erro, nem o vicio
oos eosina amar os que errara e os viciosos.
Depois da liberdade domestica e da liberdade
religiosa oo poda a egreja deixar de plantar
tamoem a liberdade poltica, que para a socie-
dade a coodigo essencial sai existencia. fcV
no christiaoismo qae se acham tragadas ss ver-
dideiras rayas da lioerdade poltica, elle que
forma o cidado na teguluaa empreheuso da
palavra; porque os poderes dos cidadios oo sao
arbitrarios, seus direilos cessam quando a lei se
calla. E' oesla conformidade que o eminente pa-
dre Ventura dase com todo o lacooismo de seu
profundo pensar c que s no christisnismo a obe-
diencia i livre e a liberdade obediente. Subli-
mes palavras de salutares consequencias.
Nao entendemos a liberdade oa ordem social
como a comprehendia Cicerofacultas faciendi
quod relis. Esta faculdade seria liberdade para
u paganismo ; ella seria a causa motivadora de
todasublavago, a origem immediata de toda re-
bel lia o contra os poderes constituidos.
Cerlameote o christianismo, que via uo paga-
nismo erros prejudicialissimos que elle vinba
combater e deathronisar, nao podia de maoeira
alguma acceilar esta funesta e corruptora noco
de liberdade poltica. Elle regulou as bases do
poder social e por estaa bases apreseotou os ver-
daderos direilos dos cidados, nica maneira pe-
la qusl a ordem aociat ae pode maoler, e a socie-
dade altmgir o alvo, que Ibe foi tragado oos de-
signios da Providencia.
E' assim que a cruz se hsrmooisaodo com a li-
berdade ; iaieroando-se no recinto da familia el-
la planta ahi a norma da verdadeira liberdade e
diffundindo-se pela ordem social garaote-a em
toda a aua pleoilude.
A cruz a coodigo esseocialissima da civili-
saco; a historia nos mostra que o mundo s foi
civjiuado depois que a cruz foi plantada ; ora a
cmiisaco, na expresso do abalisado tbealino
preciiauo, o amor a o retpeilo do homem para'
o homem, e o homem retpeilado e amado o
hom-TD livre.
E' forga pois reeonhecer com o imperador Na-
poleao I que someote a religlo calholica a
garanta aolida de toda f, de toda virtude, de
todo governo, de toda liberdade, e de toda feli-
cidade duravelpara qualquer sociedade bem or-
denada e que a cruz o baluarte de toda ci-
vilitsgo.
E se oo assim, olbemos para Roms ; Roma
Reeif
III
A CARAPLCA
RECORDARES DE
DE MEli TO
I'IHOIEIYELHO.
Y0U3 ALE.
(Continuag o do o. 5.)
Nao, que me pai ices um mtta-mouros.
Mas diz-me c : como qaeres t entrar aa casa,
tendo os muros lio altos?
Ora I salta-se pela mella.
Obrigado I
Oa eolio.... arrao
aseada de cordas; mal booito:
uo as oovellss que leo 10 lido.
Se s isso?I....
Rem est cooveobiooado ?
Approvado e torna lo a approvar.
Eolio, vira o amoi
Ai 1 li pasaa urna oegra d,
oh !.... oh I lia I
Mas....
Bati, que temos om taolos mas ?
Mas, t vis gastar
disae Xieo. ji com cara dje cbro.
Patela 1 leas peoa i e semelasote mua
a-se urna escada... urna
ha de ser co-
e vaao-aoa direrlir I...
erebugados! Eb! li!...
os meas dei tustoes!
bo
sebalo? 1 delxa-te de a oeiras e trata de arra
Jar outro; pois sabe que com dez tualoea ajj se
furlam mogas bonitas.
Nem tamben com idons
qui ea.
Nio importa; o caso qae elle os tjlkr-
neceado.
Posto qae ea nao fosse to tolo como o oosso
amigo lico, estsva comtudo um pouco de bdi
f, como lambem o eslava o proprio Jorge; em-
bors loroassemos o ootso companheiro quasi sem-
pre victima das oossas diabruras e o cagoassemos
constantemente.
Tratei, pois, de fazer ama escada ; porque as
aim liobamos conveocionado, e assim era osees-
sario faze-lo ver i Xieo.
Tiobam-me os meas collegas oa coala de ha-
bilidoso e ioveociooeiro, e como tsl fui oomeado
chefe da empreza ; serviodo-me Jorge de guar-
da-costas e Jico de thesoureiro.
Por isso, coroprei ama porgo de cordas e bar-
bante, e, ajudado por aeus eompaoneiros, metti
asios i obra.
'No entretanlo, sob pretexto de estejsrmos a
oossa futura felicidade, iamo-nos fartaodo dego-
loseimss cusa do pobre Xieo.
Eram doces e rebugados ; fallas coberlss e pi
de l; p i lombas, rol tes, e outras maltas coasas
de que ji me nio lembra os oomes. Eoflm,
oio passava oegra quitanJeira, da qual oio qui-
zessemos visitar o taboleiro.
Recordo-me anda de ama grande farladels,
qae tomamos, de ameixas e peras secets, qae,
dizeodo-lhe eerem para a sos asmorads, o obri-
gamos a pagar.
O infeliz Jico desolava-se, queixaodo-sede qae
dos lhe gestesemos tftdo o diaheiro, e qae de-
pois aso leria com qae oecorrer i maoateogio
das noasas amantes.
JJonsolavamo-lo, fazendo-o lcatroar as cordas
C O barbante.
Jas, depois de qeioze das de maito lidar e
mullo cagosr, flcou a obra prompta.
Nunca grumete ou mariohelro algum empre-
gou mais amor e conicieocii oo dessmpenho da |
jsoeiro de 1862.
/. CauMiss* da Silva M.
Variedades.
ApreciemD-la oo tempo da invssio dos bar-
ba ros.
A egrejs nao schou ama cirilisagio desenvolvi-
da, ella achou-se com a barbaria elevada i sos
mais sita potencia, e eatendendo a ma i easea
povos infslizes nao fez mais do que desempeoker
sua misso evangelizado^, nao ilet mais do que
exercer a sua autoridade doulrioal; aasim obran-
do ella chamou ao seu aprisco ss ovelhSs.ll-
,rr,i que andavam ao camiohoda perdigio.
Foi desta maneira e por eases* molos que a
egir.^* P,toto a D0Ta civiliaagjo sobre baaes tao
solida, que hoje a civlliaago do maudo. Qdi
e eilo da civisagao do oriente? Esvaio-se eam
toda a sua prepotencia ; que
prevalecer a candida verdade. *. iu oras, e se ceava
A religiio, como nos eoaioa Villemain, 0 ^O livro da casa do duque de Northumberland
pnmeiro peohor do civilisagio moderna, que se tx que no scalo XVII ae janlava is 11 horas,
unlndo i sua divina existencia, partilha a garan- nnna mala i.rri. ._k j >.!_.
lia de sua duragio e parece escapar i lei commam
da mortalidade dos imperios.
L, OS TRMPOS MUDAM.
9 proverbio infalivel, a aoa maitos exemplos
las o cooUrmam, juntamos mais a seguinte que
inca um Jornal ingles.
c As raudsogaa, diz o Express, que se produzi-
im, durante alguna seculos, em Inglaterra, oas
ras de comer, merecem menean.
. ts,ta ua> manusciipto em que se falla dos usos
o erro oio pode casa de Heorique VIH, diz-se qoe se i iota va
eolio is 10 horas, e se ceava is quaUo.
_ ------------------- -- w |.uiki su uuras.
Lem annos osla tarde, os roembros da c Royal
ooctely s club jaotavam i ama hora, depois foi
i njonanaaae aos imperios. ora do j miar sendo retardada. Jaotou-se is
J ae v que a liberdade e por coosequencia s horas, depois is 3, depois is 4, e depois is 5
vilissclo Oio Dde marchar um rrnt m ana horas.
civlsagao oio pode marchar sem a crat; c qae
illa urna iaveogio christis qae segu o Chris-
--------------- w- uaBa*u ^a aoguc \iui i- .-" --..
lo onde elle vae e dessppsrece d'oode elle ser- "' a 1853.
tirs. (Ventura) E' essa ama verdade lio palpavel
que o mesmo Voltaire exefamava noi bracea de J
Fraoklin God and liberty,como nos attesta '
Noarrisson oo seuQuadro dos progrettoe do
pentamento humano.
Digimos com LsmeonaisDeas imprimi di
fronte do povo o sello myslerioso da eras; a
cruz o marlyrio ; maa a cruz a liberdade.
Foi essi a graode revolugio dos seculos.
Mas a egreja comprebendeu o papel, que tioha
i representar?
D posse da certeza moral e do completo co-
nhecimento da verdade em toda sua sublime io-
tegridade, a egrej foi, e seri a principal pro
motora da civilisaco Nada importa o carcter
de absoluto que acompanba o sea Isdo auton-
mico.
A civilisagao consiste verdadeirameofe na ex-
panso das.doutrinas ensinadas pela egreja: oo
dia eco que essas doutrinas forem lortiramente
conhecidas e abragales. o muodo se achara civi
Usado sob todos os aeulidoe.
Sitle perftctiiuts Christo, e subiodo so eu
deixou na ierra a sua Espoza eocarregada delra-
balhar nessa obra de perfeigo : a ella, por coo-
sequencia, coohece e pode enainar as bases ao
legitimo progresso. E' o que explica o adianta-
mento dos povos cilbolcos sobre os povos nao
catholicos ; qae ellos oio teem sido Illumina-
dos pela luz da verdade.
E' forga confessar :o mundo anda se ach
muito atrasado.a civilisagao ainda esti bem
longe delle. E a causa de ludo isso oio co-
nhecerem os povos os seus deveres. Individuos e
povos anda se nio cempeoetraram de qual seja
a sus misso ; e por isso aqui vemos os povos se
arrojando una sobre os oulros pela forga de seus
caobdes, e oa individuos trabalbando incesante-
mente para se prejudicarem e fazerem aos seus
semelhanles o maior mal que podem.
O homem oio fra feito para viver inactivo, o
seo estado nao o da inaeco ; dolido de (acui-
dades, essas facaldades, sahindo da sua phase de
emoryo, leodcm i deaeovolver-se, e desse des-
eo volvimenlo a cooseqaeocia 6 o seu aperfeigoa-
menlo.
Camiohaodo para a perfectibilidade, termo da
ana perfeigo, o homem arrastra apoz si s socie-
dade, por isso que o lodo nao pode ser estranho
ao movimento das partes. E' essa a razio por
que vemos que a sociedade mais progressiva
aquella em que seus membros se scham mais
desenvolvidos.
E' essa a lei da humaoidade : se ella se con -
servasse estacionaria, falharia a palavra divina.
Em seu curso a humaoidade segu ss mesmas
phases que acompenham a vida do homem :
depois da infancia rem a virilidade, depois da vi-
rilidade a velhice.
Em que pbase porm se acha o genero hu-
mano ?
Nio concordamos com a opioio de Richard, o
qual da tutela, que a Providencia exerce sobre
a humanidade, ennele que ella ainda se acba
em sua infancia. Nao, oio pensamos aasim.
Nao seguimos lambem que a humaoidade ji
se acha envelhecida : para nos ella estar tal
quando oouver tocado o.termo, que lhe eati mar-
cado no seu deaenvolvimeoto. Nio abracamos o
progresso indefinito de Pallelan, adoptamos um
alvo na perfectibilidade humana.
Pensamns que a humaoiiade se echa oa phase
de sua virilidade : vemos o espirito humano j
muito adiantado na carreira de sua deaenvolugo,
mas ainda nao o vemos de posse de toda a ver-
dade, sinda vemos muitos erros.
Talrez que nos engaemos.
Porque a verdade lem-se explaoado mais, nio
se segu que o espirito huroaoo esteja pereito
quanto pode se-lo.
E' verdade que o mundo toma presentemente
urna atlitiide mui respeitavel : o movimento
agrcola, o movimentoarlistico, o movimeoio in-
dustrial e o movimeoio iotellectual acham-se
em urna posigio maravilhosa, porm o curso las
cousas nos deixam antever um estado melhor,
urna phase mais brilhante.
A civilisseo marcha i passos agigntalos;
entretanto anda nao completa : a sua com-
pleccao aioda esti distante. O lago moral, que
liga os povos ainda se ach de algum modo en-
fraquecido e da sua fortaleza que nos espera-
mos o complemento da civilisagao.
A humanidade eatar completamente clviliea-
da, quando os povos, comprehendendo bem sua
digndade, mutuamente se respeilarem, quaodo
a torga nio vencer o direito, quaodo a liberdade
houver sido comprehendida, porque a civilitago
a expresso ds liberdade. A independencia
bem entendida das nsges seria o sigaal di civi-
lisagao.
c Presentemente o mando caminha eolre sus
egreji e a aua philosophia ama oa vanguirda,
outra na retaguarda, como convm aos seui pa-
pis : a primeira invocando o respeito da tra-
dico, a segunda semeando o enthusiasmo da
sciencia e a f no futuro. (1)
Entretanto o mundo aioda oio est civilissdo :
horas.
?2ta 'iL' hora otQuou a ser moda desde
lo s 1853.
Hoje jaota se is 6 horas. Os jaotares sio bo-
ie um pouco maia caroa do que ntigamenta. Os
nossos aotepassadoa jaotavam a 18 penco por ca-
bega, e os jaotamos a 10 shillingi.
. #J (SUICIDIO.
irJ5li ,u",e ,,dU 7- n 80 P'oprielade de
Kethely (Huogria) ocoode Joio Haoiady deKe-
tneiy. Julga-se que a causa de lio desesperada
resoluto, fra oso poder satisfazer compromii-
sos que contrahira. Tnha 33 annos de idade, e
era Ulno mais velho do conde do imperio Joieph
Huniadf, e da princeza Henriqueta de Liechteoa-
?\* 9Tmo da P'inc?" reinante da Servs.
rinna assento oa dieta.
MULHER REVOLUCIONARIA.
i .UallV1Duo particular do parlamento de Turio
loi ltimamente expulaa urna senhora, porque
nava ardentes moslras de approvago lingaa-
gem dos republicanos exaltados cootra o paps e
desapprovava fortemente os discursos dos depu-
tados conservadores e miniateriaes.
Era Miss While, esposs de Alberto Mario, um
dos mais activos agentes do celebre agitador Mas-
UM VETERANO 1>RMEN03.
Fallecen oa sua reaideocia de Greeo-Park Balh
o general inglez Alexandre Armstroog, com 95
annos de idade.
,7Iinna coscado a sua carreira militar em
1/03.
Era, segundo se v do oome, prenle do cele-
bre inventor as pegas Armstrong, s quaes deu o
seu proprio oome
FOULD E OS PIANOS.
Sabido geralmeote, qae por um equivoco do
Dr. Veron no Conetilucionel de que redactor,
se chegou a dizer ter Fould oa mete um impos-
to sobre os planos, como um salvaterio psra as
oangas francesas, atrapalhadas como as oossas.
Um distiocto escriptor portuguez j explicou
este equivoco. Veroo entender factures por
facteurt e attribuira ao novo ministro de Napo-
leo III ideas, que jamis Uvera, dizendo ia elle
propor om imposto sobre os pianos quando era
urna especie de imposto de sello sobre as factu-
ras commerciaes.
Acabamos porem de 1er agora ama correspon-
dencia de Paris, dirigida a um jornal de Londres
da qual se cooclue, que o caso vai dando pas-
to anedocta. especialmente entre aquelles que
se querem divertir casta do celebre jornilista
francez.
Diz essa correspondencia, qoe o Dr. Veron in-
do visitar o Ilustre banqueiro logo que sabio ao
poder, fallando-lbe sobre noros impoalos, neces-
ssrios para reatabelecer o equilibrio da receita e
despeza de estado, lhe perguotra por qual se
eoBjeearie.
Piano, piano, respoodeu sorriodo-se o Sr.
Foald.
O or. Veron oio qaiz saber de mais oada, e foi
logo redigir o seu artigo, e espalhar aaaim por
milhares de bocas, que o imposto dos piaooa ia
ser decrelsdo, e que a salvsgio da Franca esla-
va, quem o dira, depeodente de bem pouco I
Si non i vero, bene trvalo I ...
(1) Estas liobas sao applicaveis ao carcter da
civilisagao moderna, e oio i poca actual em
que divisamos como que urna repulsa feita i
egreja e urna oegagio de seus direitos.
suatarefa, do que nos oa coofeegio da tal es-
cada.
Tioha ella doze varas de comprmanlo, com
viole e tres degroi, perfeilameote ligados e al-
calroados, spreseotaodo a maior solidez'a ele-
gancia.
Na realidade, eslavamos ufanos e orgulhosos
do nosso trabalho ; e, se estiveramos os Hespa-
nha, seriamos os nao me deixet das seoritas e
a ioveja dos caballeros pelit-maitres.
Infelizmente psra os nossos pitos de qoixo-
tismo e sedoccio. alguem. qae oos espreitava,
ludo deitou a perder, divulgando o oegocio.
Urna machia, qaaodo li pela volla das ooxe eu
me achira mais embebido oa composigio de en-
adonhos themas latinos, vejo entrar pela porla i
deolro o senhor mea lio.
Augarei mal do negocio palo sao tlhar eirre-
gado e sobraacelhas fnmidas.
Levante-se; disse-me elle aa entrar.
Levaotat-me.
Levanta aquella coberli; a aponan pira a
mioha modesta cama de vento.
Fiquei lo pouco desassocegado; mas, cobran-
do animo, fui mal lampeiro levantara coberta
iodicada.
Bem I agora, buche aqoelle bah I
Um desagradarel arrepio percorrea-me todo o
corpo a as pernss comeceram-me a tremer.
Mas, o peior foi qaaodo, depois da puchado o
bah, appireceu um pacota suspeito, qae mea
lio ordenou-me logo de lhe entregar. -
Coofrangiu-ie-me o coragio, e sent vergirem-
te-me os joelhoi; mu oio tire renado: obe-
dec.
Eolio 1 disse-me meu lio, olhsndo-me se-
veramente, depois de ter dnsenrolado. a cootsdo
com a maii admira re pachorra os viola e tres
M viajante SIKH.
Acha-se em Loodres om chefe atlib. lalvez o
pnmeiro da sua raga que visita a capital de In-
glaterra.
Lord Canning diz oa carta de recommendagio
que deu a este ebefe indio para lord Grey :
c O homem que vos aprsenlo de urna boa
familia de Punjab. Depois de ter combatido pe-
la loglaterra e por mim coolra os rebeldes, veio-
Ihe o deaejo de ver Londres e resolveu faier es-
ta viagem i sua casta e sem ser excitado por
oinguem.
E' o primeiro exemplo que coobego de um
homem desta raga e desta classe gastar por eate
modo o seu dioheiro.
O seu nnme Shere Singh. Era capilio na an-
tfga cavallaria d'Ouda. Silvou des homens, mu-
lheres e creangas, em junbo de 1857, conduzin-
do-os saos e salvos de SecrorO [ em Ouda 1 a
Lucknow.
Eslava com o capitio Hays e o doutor Bsrkes,
quaodo estes foram assassinados, e traosportou
os seus cadveres a Miopoorce. Esleve depois no
sitio de Luckaow e tomoa pirte os capturado
Tantia Topee.
. TOLERANCIA RUSSA.
Os jornaes francezea publica um specimen da
tolerancia da polica de Varsovia. E' urna li-
cenga cariosa assisoada pelo prefeito da no-
ticia : v
i Autoriso o portador da presente, o Sr. X...,
psra trazer urna bengala, aioda que seja ferrada,
em razio da sua idade avangada e da fraqueza das
suas peroas.
Varsovia 9 de oovembro de 1861.
c O prefeito di polica,
a Pilsudzki.
GUERRA DAS ABELHAS.
Diz am proverbio que os lobos se nio comem
uns aos oalrps, porem as abelhas, esses seres,
cujo mstinclo quasi a intelligencie, imilsra a
temos aqui estur-
degrus da escada ; eolio
dios? I
Nao respoodi: tinha enmudecido.
Para que eata escada ? rosta merc vae es-
calar alguma fortaleza ?!
O mesmo silencio.
Nio me respoode ? 1 pira qae fez iito ?
Foi.. ere....; balbucid afloal com maito
casto.
Ers para alguma toliee das suas. Nio sabe
qoe se toroa ridiculo, oio ter juizo na sua
edade?! '
Meu Uo!.... exclamei sapplicsote.
Qusl lio, oem meio to 1 oio sou Uo de me-
ninos que fazem escadaa de cordas ; oio gosto de
rapases que tem disposiges pars bombeiros:
enteodeu?
E retirou-se, levando a malfadada esesds.
Soube depois, qae elle a moatrira alguna
amigoa e gabira s boa disposigio, qoe ea tioha,
psra vir a ser am excedente martimo.
Assim ficarsm ioterrompidos os nossos amo-
res ; pelo meos os meus, que desde esse dia me
appliqaei mais sriameole ao estudo, com medo*
de desgostsr i meu lio.
Doss ou tres seminas depois, ria-me i oio
poder mala e cagpava desspiedsdsmente de Jico,
qoe, lavado em lagrimas e com muilss carato-
ohas, contara i suas irmaas s partida da sua da-
ma para o Maraobio, a lastimar o san dioheiro
perdido.
. IV
Assiitiamoi, pois, em imi liada cninhs, jun-
to ao Mooteiro.
Quasi todaa as lardes so escorscer, qaaodo oio
eramos dislrahidos por algnm passeio oa reooiio
em cisa de alguma familia coohecids, juntiva-
i--------------
especia humana nos ssus mais loucos delirios,
como prora a exemplo qae a Jornal eporUr
de Loeoeaet ( Ohio ) canta do segatnto modo:
Erzla Dibble, ctdadio bem conheeido desta ci-
dadeqa ha muito lempa se dedica i ereagio
das sbelhai, coramunici-noi as seguate parti-
cularidades sobre ums batalba eocirnicada que
pelejaram eatea insectos.
Havia 70 coiaaeiaa de aaalhas, igualmeote dis-
postas de cada lado da cata.
Ura domingo, pelas t horas da tarde e Mas
lempo quente, a casa eneheu-ie repentinamente
de abolhia qae eotravam pelas janellas abar-
las. A familia vio-se obrigada a fugir de easa.
M. Dibble, depois de se matcirar bem para
evitar as picaduras dos iavasoree, collocou-se em
observago com o fim de descobrir, se lbe fosse
poseivel, a causa da desordem.
M. Dibble, presenceou ama batalha em forma
entre as abelbas dos dous lados da casa, porque
aa da parte eate tinham explorado a parle de um
prado que as da parle oeste reservavam para ai.
Daqui surgi ums guerrs encarnizada com am
furor sanguinario, que parece s pertencer ordi-
oerlsmenie aos horneo, seres que se dizem in-
lelligeotes e que s procuram meios de se des-
truir reciprocamente.
A* hi?r,s a ,r,nq'lliJede pareceu renascer
e as abelhas regressiram is suas colmeiss, can-
sadas da luta.
O cbio eslava coberlo de insectos morios oa
moribundos. Apenas entraram dos cortigos aa
abelbas, collocaram seotioellai fra, sem duvida
para observsr o ioimigo. Dous eoxames foram
completamento destruidos.
Neohama daa duas partea Oeou victoriosa s
a noile que pz fim i batilhs.
Ni miohaa aeguiote M. Dibble impedio qoe a
batalha se renovasse, fechando a entrada dos
cortigos e esperando que a pas ae restabelega
eotre as duas partes belligerantes.
OUE MONSTRO !
Foi ltimamente preso em Roohester um ho-
mem chamado Guilherme Winler, que leve I bar-
bandade de matar um lllho, revestindo este seto
do circumstanciSs lio strozes como singulares.
O fllho, que tinha apenas 8 annos, deixoe ca-
hir, por acaso, urnas lenazes, quentes pelo fogo,
sobro a perna de seu pae, que, sentado n'uma
cadeiraecom as peroas estendidat. dormta di-
ante do fogo.
O pae levaotou-se furioso e castigoa o fllho se-
r era asente.
Mis nio Qcou n'isto, pois quis vingar-se do
descuido do fllho por um modo que lhe Qcasse
para sempre na lera branca, e, apesar das suppli-
ca da mi, jurou que lhe hsvia de applicar a
pena de tiliio.
Aproyeita*do-se, de noite, do momento em que
sua mulher adormeceu, levantou-se, poz as briza
e descobripdo o filho, cabido oo somoo, lhe ap-
plicou sobre o peito o ferro ardeote, e, sem ai-
tender aosgrilos da victima, oem aos de sos mu-
lher, que estes scordaram, esfregava oas carnes
da infeliz creanga o instrumento da tortura ; e
como sua mulher, na maior affligo, o agarrou
violentamente pelo veatido, voliou-ae para ella
e lhe cravou n'um olbo um dos ferros da tenaz.
Qaaodo os visiohos acudiram aos gritos, acha-
rara a pobre me desmatada, o fllho estorceodo-
se as convulges a que ss segaiu a morle, e o
pae trioquiltameate deitado entre dona coberto-
res I
Este monstro quiz justificara sua seco com
textos da Biblia que consagrara a lei de taliio ;
olbo por olbo, dente por deote, etc.
Felizmente, que os juises de Rochesier nao le-
vim o puritanismo a ponto de julgaem que as
leis da Biblia devam fazer esquecer as di huma-
nidade ; e Wiliara Wender teri de responder pe-
rante a jusliga, pela sus atroz barbandade.
COUSAS DE OUTRO TEMPO.
No livro 4* dos asseotos do senado de Lisbos,
ha o seguinte curioso documento, qae o c Ar-
chivo Municipal reprodutiu :
Assentou-se em mesa que, por quanto o bar-
beiro que era obrigado a aculie s suas casas o
nio fazia com assistencia necessaria, e os mais
dos ministros faziam despezas com barbeiros par-
ticulares, e o do senado leva a propina tera a
merecer; que de hoje era diantn ofio houvesse
barbeiro da mesa, e a despeza se langasse em fo-
Iha pela maneira seguinte : so presidente doze
mil ris ; aos vereadores seis mil res ; ao escri-
*io da cmara o mesmo ; e sos procuradores da
cidade a quatro mil ris ; e aos mestres a tres.
E assim mais que as tochas, que obrigado da-
rem-te pelo dia da acclamago no primeiro de
dezembio, e nos dous das seguales, se reduzis-
sera tambera a dioheiro, e feaeeaa m Ulh dos
raeudos ; a saber : ao presidente doze mil ris ;
aos ministros vereadores a seis, ao escrivio da
cmara o mesmo, e aos procuradores da cidade a
qu*tro mil res ; e aos mestres a tres, e Isto se
entender someote nos ministros da mesa, e na
fulba de seus ordenadoscomegari acorrer do Ja-
neiro de 1657em diante. Em mesa, Sdenovem-
bro da 1657, cora quatro rubricas.PereiraMel-
lo Praocitco Aires Maooel AiresBenlo da
Costa.
Que signaos lem a carteara ? pergaaUa a
"iieieo.
, E' d msrroqoim enesraade, matea daaa
Ultras de cambi.. .
Nio prosiga, aalio ala mu i qoe o se-
nhor prior tem em sea poder
Pois possivel que no mc**M dia, a aa
mesmi egreja, se perdessem duas csrtaas? O
O senhor esti aagaaado.
r T E,t0" eo>anadol Como qaer qua an eni-
tunda urna carteira branca com outra encarnada,
e vie letras ondes baria dous bilhetes da vi-
sita a quatro notas de desoll mil rei ?
Bem. E' extraordinario I Segue-se que m*
mus infelis que o outro.
O homem dirigiu-ie immediaiamente ao prior,
deu os signaes ds carteira, que aoubera palo aa-
chnstao, a lerou-a. "^
O INCENDIO DaToMAs"d'ANTUERPIA.
Fot no dio 1* do correal, qae rebentou coas
urna violencia espantosa, o ioeeodio oas dokas
Npoleao, em Aotuerpia.
A fabrica defloaco belga e oa rmateos da
HcaraB1 D'ao> monllo de raais. A
perd avallada em 5 mithoa t fraaeo. O in-
cendio aioda durara na maohia de 3.
As chammas, alimeoladae pelo aaaaear a M
fardos de la, ganhirsm urna enorme ialenai-
dade.
Oa oavios que estavam amarrados ao cae
correram grande perigo. O calor ara tal qae a
agua fervia, e o breu e alcstrio derreliam oos
mastros. Ura dos navios aioda leve aa velaqaat-
madas; porm, felizmeol, o vento soprava em
dirppgao opposl.
Nio houve a a lamentar a parda material,
pois que tambera aquello ainislro las victimas.
Urna parede, sobre e qual estavam uot 30 mi-
litares guiando aa maagueiraa das bombas, dee-
abou com lodos os .que oio tiversm lempo da
fugtr. r
Por baixo da parede estsvsm urnas cem pes-
soas. O numero total das victimas oo ara anda
conheeido, mas ji te ubi que eolre estas se eoo-
',T8ai: Sloop, ieapector e architeto da cida-
de Mr. llirach, primeiro empregado do deposi-
to de S. Flix ; M. Smedt, empregado da al-
fa ndega, o sargento dos bombeiros WUemseo a
um bombeiro.
Era consideravel a quaaUdada de mercadoriaa
que se chavara oo deposito de S. Fel x ; s da
cereae havia 100,000 hect; 500 fardo de liona;
522 c'ixas de sucar ; 5.000 laceas de arroz ;
4.000 couroa seceos ; 500 saccas de cat ; e urna
enorme quanldade de tabaco, madeiras da Ama-
nea e outras mercadoriaa.
Segundo diz o Prtcuruur d'Anvers, faltaraot
chamada no dia 2 militares de differeoies ra-
gimeotos, e oo hospital estavam sele gravemen-
te queimados. Diz o mesmo jornal que a fabrica
de r0nagio eslava aegura em 2 milhea de fr.
por diversss compsohias belgas, franceses a al-
lemaes ; e que o deposito eslava seguro em 7 a
8 milhoes por muitas companhias, e pela maior
parte bollaodeza.
NECROLOGIO.
Fallecen oo dia 18 do oovembro, em Calcutti,
India) a condeasa da Ctoning, esposa do gover-
oador geral da India.
Lidy Caooiog era a filhi mais velha do falle-
cido lord Stuart de Rotbsay e de lady Elzsbeth
Margarida, terceira filha de Philippe, 111 de Har-
dwicke.
Tinha mscido em 1817, e esaou a 5 de aetem-
bro de 1835.com oeondeCinning, fllho nico do
celebre homem de estado do mesmo oome.
Lady Canning foi por maitos anoos dama da
rainha e gozan de alta coosideragio na corle de
loglaterra.
INDUSTRIOSO.
Ioformam-nos diz a Revolugo deSelembro, de
um roubo iodustrioso, que se pralicou ha das
em Lisboa.
Apparecrao'uma egreja,qaaodo se fechavam ss
portas, ums csrteira branca, conteodo cartas,
bilhetes de visita e algumss notas de dezoito mil
res. O sachristao eotregou a carteira ao prior,
e este msodou iffiur oa porla da egreja um avi-
so, s fim de se entregir s carteira a quem dsse
proras de qae lhe perleocia.
Apreseotou-se logo so sachristao am homem,
bem vestido, para receber o que tioha per-
dido.
mo-nos oo terrago a palestrsr comoito i dez vi-
zinhos nossos.
Entre elles figuravam um major reformado, am
empregado publico e um malulo senhor de enge-
nho e commendador.
O rastaole compunba-se da amigos de meu Uo,
voltios giiatos e divertidos, a de alguos rapases
meus conhecidos.
O major, homem magro e bsxioho, psrecis
quasi um menino. Trsjavs usoalmeote bontU a
tobrecasaca depaono azul ferrete, completa me-
le abotoada de alto i baixo por graodes botes
smsrellos ; muito justa oo corpo e muito aperla-
da oas mangas. As peinas dsossvam-lhe cons-
tantemente dentro de unas lsrgss eslgas de bom-
bazloa preta e, aobre ura osriz atabacado, trazia
am par de caogalhas de cor.
Muitas vezes, ao encarar com os seas olhos as-
sovelados, julgei eu que este homem era fllho de
algum sapileiro ; e, qaaodo me deixava eolevar
oa cootemplagio daa enormes orelhas, qae lhe
oroavam ambos os lados da cara, pergootava i
mim mesmo, se oio leria. elle algum pareotesco
com o burro de Esopo ou se oo seria scaso o
rei Midss, disfsrgado em mejor.
Era um velho soltelrio, mas multo baboso a
UMA BOA LICAO.
O maire de Poitiers escrevea aa presideat da
sociedade de S. Viceote de Paulo a aeguiote aar-
tal '
< O maire ao Sr. visconde de Bizemool.
< Poitiers 28 de novembro de 1861.
Senhor. Acabo de saber pela vossa carta
publicada oo Correio de Vienna qae a sociedade
de S. Vicente de Paulo de Poiliera deisira da
existir. Seria desastroso que os pobres fossem
ss victimas da decisio por vos lomada.
E' este o vosso seolimeolo ; porm, como a
caridade nao tem seno urna bandtira, muito
me obrgsneis. se vos digoasseis dar me a lista
das pessoas que a vosta sociedade costumava
soccorrer, pois com verdadeira aalislagio qaa
a commissio que lenho a hoora de presidir, aa
Cara participantes dos soccorros que aa propia
distribuir esle invern.
Acceitae, Sr. visconde, os protestos de mi-
oha alta coosideragio. O maire Haslron.
< Esta carta ama ligo e um exemplo, ais a
Opinin nalionale, para qae, por todas as parles.
as administrages de beneficencia paramente se-
culares digam com Mr. Haslron is contrarias :
A caridade nao tem seno urna bandtira I Da-
nos a lista dos que soccorreis, pois que em pobre
nio devom ser aa victimaa daa nossaa disseoeoes
polticas.
sminte do bello sexo.
Chamava-ae Morales.
O empregado publico, o Sr. ttmba, como cas
tumavam ehrismar, ees um sogeito extremameo
la alio a magro, cujea ossos paracim querer fu-
rar-lhe a pellos Apreaaolava-se constantemente puericia m---------
da.preto ; caiga, collele, casaca ou paUlot... cba- ardeote e apaiso
pu, tudo era preto e ludo mallo justo amallo Os homens, diz am sabia
spertsdo so corpo ; deixaodo Itireteoto mas- '
tra duaa soffriveis loezas, calgadas de groaeoa aa
O COMMANDANTE DO S. JACINTHO .
A Patrie publica ama oolieia biographica da
espilao Wilkes, commaodaoie do c S. Jactoibo,
que caplurou os coraminariot do sal.
Diz ''arie que um dos tres oa quatro me-
lhores offlciaei superiores da marioha federal,
qun conta muitos officiaes dislinclos, c qoe mui-
tos o reputara o primeiro, i par do coetesodoro
Dupoot.
O cipilo Wiikes nao s um oOicial de mari-
oha maito instruido, um navegante e am sabio
de primeira ordem ; lambem um harnea de so-
ciedade, que leodo sido o lei dos Mide do sal,
foi constantemente empregado, dorante maia da
quioze annos, em exploragea martima e ala-
geos scientifleas de graode importmei.
A sua magnifica residencia, maito coohecida
em Washington, tem o sea oome de Wiike-Hon-
se, e esti situada n'uma eminencia aolado da da
general Mac-Clelao.
QUESTO DE ETIQUETA.
Em Valencia houve um conflicto entre o gene-
ral Oroz e o marechal Pelissier, que chegoa ar-
ribado quelle porto indo de Argelia para Franca.
Q jan lo o navio que condazia o duque deMi-
lakoff, eolrou no porto, aaodou a praja, porm
como Valencia nao praga de guerra, e nao tem
bateras, nio pode responder i eaedacio. O ca-
pitio do porto maodou avisar o capilio-geaeral e
o cnsul francez, e dea ordem ao sea ajudaote
para ir cumprimeotar o marechsl freacer. Este
desembarcou, e ofleodido por se lhe oio ter res-
pondido i salva do seu navio, receben mal o aju-
dante da capitana do porto.
No em taoto chegou o capilio-geaeral, ao qaal
o duque de Mafako cenauroa fortemente pri-
meiro por se lhe oio ter respondido i salv a
segundo por se lbe apreseotsr psisaoa. O ca-
puao-generil oio julgou conveniente i sua dig-
ndade continuar conreraagio, dizem oe jornaes
hespanhoes, despediu-se oo acto a limito- a
cumprir a ordem que receben de Madrid, min-
dango ama batera para o porto, para que saa-
dssse o nario francez quando o marechal sabas.
[Commercio do Porto.)
e descarnado, assemelhava-se muito i am morto
deseocovsdo.
Era casado com ama mulher, que nio lhe ce-
da a palma em altura e magraza : a senhora Pe-
trooilla, i quem os oossos janotas da poca sl-
coohavam de Ven* do cemilerio.
Empregado aposeotado do real erario, oada a
seu nariz agudo a apapagaiada a as suas oohaa
aduocaa e duras, se tiohsm habituado a farejir a
empalmar as luzeotes leurss ; morara com a smm
chara matada alguns paseas distante da easa da
mea lio.
No essencial, taoto elle como a major eram
boas pessoss, e is vezes mesmo bem diver-
tidas.
Quanto ao senhor de engenho, merece om ar-
tigo em aeparado.
Taires, aquellos qaa Isto larem.acaam mas-
santes seraelhsntes descripgoes. Mas, qaa que-
rem ? Velho antes da tempo e desatusad da vi-
da, aarsz-me passar am reataba a Hhwtae da
mioha moddsde. Donle a aaeabraahado pala
desgosto da ver esass aseaaaae illaadea perdida*,
procuro distrahir ;aa, piotaadoa Bgaras caa-
tumes de alguns ifaquelles qae eonhed, ao lam-
po em aue me repelara feUz.
Li riri um din am qna, asnea qaa asa iaereee-
. rem, coohecerio lambem a doee vaga eeneala-
- gio, que existe i Ka : qaand*
este pssad, livr* di crimes, fra-ae apaaaa na
puericia innocent i n'ama moddada eredala.
patea de couro de porco, de soRa dobr.da. o que an tapa
Pareca-se bem com am featrta*tvdrre|dia.
la pallidei do rosto ossodo | PBRN. TTP. DE M. F. D
fnebres, e mesmo pel
qna fusm ; os velhos, o
gos, eq
P
------


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