Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09912


This item is only available as the following downloads:


Full Text

AIIO niVIH. BOMERO t
Fw tres Mies a4iMtas 5t9#
Ptr tres ezes veiciss 6g(J00

SABBADO II DE JiHEISO DE U62.
m + as
Piran* diaitado 49)000
Porte fraiee aara gokseriitor
DIARIO DE PERM1HBICO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrioo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Ceari o Sr.
[ J. Jos de Oliveira ; Miraohlo, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Hamos ;
I Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda lodos os diaa as 94 horas do dia.
Iguaraaa. Goianoa, e Parahyba as segundas
e soxtas-feiras. -
S. A olio, Beierros, Bonita, Garuar, Allioho
e Garanhuos oas tergas-feir.s.
Pod'AIno, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeire, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as qua. las-feir.s.
Cabo, Seriohem, Rio Formoso. Uoa.Barreiros
JAgua Preta, Pimeotelras e Natal quintas feirss.
|(Todoi o* correios partem as 10 horas da manha
EPHBMERIDES DO HEZ DE JANEIRO.
7 Quarto crescente as 8 horas e 41 mioatos|
rn.nbia.'
15 La cheia aa 11 horas 14 ruin a toa da man.
23 Quarto mioguaote as 5 horas 56 minutos
da tarde.
29 La ora as 1 horas e 7 minutos ds tarde;
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro s 1 bora e 42 minuto da manbia.
Segundo a 1 hora e 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
6 Segunda. tfc Dia da Res. Ss. Gsspar B. e B.
7 Terge. S. Theodoro mooge ; S. Niceto b.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabb.doss 10 horas.
jpr.sss&vyss.. .,..
Dito de orphaoa: tercas e sextas s 10 horss.
Primeira vara do eivel: terg.. e aextas ao meio
9 Quinta. S. Julio ni. ; Ss. Celao m.
10 Seita. S. Paulo primeiro eremita; S. Googalo.
11 Sabbado. S. Hygino p- m. ; S. Honorata r.
12 Domingo. S. Sityro m.; S. Zotico e aeus c.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SDL
Alagos, o Sr. Claudino FaUo n... .M.
o
Joio
dia.
Segunda rara do eirel: qa.rt.se ssbbados l
hora da tarde.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
[Expediente dio alie 8 ele Janeiro1 de
18Gt
Offlc o ao Exm. presidente do Rio Grande do
ISul. Accuso a recepto do offlcio de V.Exc,
datado de 29 de novembro ultimo, acorapanha-
do de um exemplar da falla com que V. Exc.
(abri a asiembla legislativa deasa provincia, e
relatorio apreseotado palo ex-presidente conse-
[lheiro Joaquim Aniso Fernandos Lelo.
Dito ao Exm. presidente de Mioaa Gerae.
I Accuso recebido o offlcio de V. Exc, datado de
118 de dezembro ultimo, com dous etemplares do
| relatarlo com que o Exm. Sr. coos*lheiro Vicen-
| te Pires da Mol, abri a assembli legislativa
dessa provincia no dia 4 de agosto do aono pss-
sa lo, e bem assim igual numero das exposigoes
| apreseotadas no acto de pastar a administrarlo,
la primeira pelo sobre Jilo conselheiro ao segun-
do vice-presideote, senador Maooel Teixeira de
Souza, e a segunda por este a V. Exc, no dia 25
[de outubro ultimo.
Dito ao mesmo.AcC'.i-o a recepgo do offlcio
[de V. Exc datado de 18 de dezembro ultimo,
leona dous exemplares di collecco Jas leis pro-
[vinciaes, promulgadas no aono passado.
Dito ao Exm. presi lote da Mi to Grosso.
ICom o offlcio da V. Exc, de 9 de novembro ul-
timo, recebi duas colleccoes dos actos da assem-
Ibla legislativa dessa provincia, promulgados na
| sessiio ordinaria do anno passado.
Dito ao chefe de polica. Teodo aliento ao
[que me representou, em offlcio de hornera data-
Ido, o eogeoheiro fiscal da via frrea desta pro-
viuda, recomiendo V. S. a expedirlo de or-
fdem s autoridades policiaes, a que convier, pa-
ira que nao concedam pases nos trens da com-
Ipanhia, senao guardas naciooaes que viajaren]
[em objecto de servico publico, competentemente
luniformisados, fazendo-lhes sentir que serao
ellas respoosaveis pelas passagens gratuitas, que
de hoje era dianle concederem s pessoas que
Dio possam ser consideradas naquellas coodi-
; QeS.
Dito ao mesmo Sirva-se V. S. de expedir as
suas ordena para que se apreseotera diariamente
no hospital militar dous calcetas para all fszerem
o servico da fachina.
Dito ao iospeclor da thesouraria de fazenda.
I Consta de offlcio do brigadeiro commaodante das
armas, datado de honlem, sob numero 36, que
em 4 do correte tora despelido Clemente Jos
de Santa Aona, que servia de cozioheirn no hos-
Ipit.l- militar, sendo substituido no mesmo dia
I pelo paisano Manoel Monleiro.
Dito ao mesmo.Satisfaga V. S. quaoto aotes
la exigencia cootida no aviso circular, incluso por
[copia, expedido pela repartido da agricultura,
I commercio e obras publicas, em 20 de dezembro
ultimo.
Dito ao mesmo.A' vista do que V. S. infor-
Imou em seu offlcio} sob numero 6, de 4 do cor-
Irente, approvei os contratos celebrados pelo con-
Iselho de compras n.vses com diversas pessoas,
[para foroecimento dos objectos constantes dos
termos juntos por copia.
O que commuoico a Y. S. pan seu conheci-
meulo e direccao.
Bito ao mesmo.Commuoico a V. S. para seu
conhecimeoto e direccao, que c brigadeiro com-
maodante das armas, refenn lose participarlo
que lhe flzera o director do hospital militar, em
offlcio de 4 do correte, acabs de commuoicar-
me que fura admiltido naquella data o paisano
Francisco da Conceigo Jnior, no lugar de aju -
danle de enfermeiro daquelle estabelecimenlo.
Coramuoicou-se ao commaodante dis armas.
Dito ao mesmo.Tendo-me participado o bri-
gadeiro commaodante das armas, em offlcio de
homem datado, sob numero 60. haver nomeado
o alteres reformado Joo Nuoes da Fonseca Gal-
rao, para exercer interinamente o lugar deaju-
danle da fortaleza deTamandar, considerada de
segunda ordem ; assim o commuoico a V. S. pa-
ra seu conhecimento Communicou-se ao com-
mandante das armas.
Dito ao mesmo. O inspector do arsenal de
marlnha acabt de commuMcar-me ter nomeado
Miguel Paulo de Souza Rangel para exercer in-
terinamente o logar de escrivo dasofflcinas da-
quelle arsenal, durante o impedimento do res-
pectivo serveotuario, Horacio de Gusmao Coelho,
que obteve desta presidencia Irea mezes 'de li-
cencia para tratar de sua saude. O que commu-
nico a V. S. para seu coohecimeoto e direego.
Respondeu-se ao iospeclor do arsenal supra-men-
cionado.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes a
inclusa folha, que me fui remeltid* com offlcio
do commandaote superior da guarda nacional de
Olinda e Iguarast, datado de 2 do correle,
mande V. S. pagar os vencimeotos, relativos aos
mezes de julho a dezembro do anoo prximo pas-
sado, ao coronel chefe de estado-maior da nies-
ma guarda nacional, Francisco Joaquim Persira
Lobo
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Annuindo ao que me representou o director da
repartido das obras publicas, em offlcio ae hon-
tem, sob numero 4, recommen Jo a V. S, que
mande entregar-lhe a quanlia de 10009000 por
conla do pedido deste mes, para pagamento dos
oprenos das obras mais urgeotes a cargo da -
quella repartirlo, visto achar-se doeole o res-
pectivo ihesoureiro.Comtxuoicou-se ao sobre-
dito director.
Ditoao arsenal de marioh*.Em vista de sua
informaco de 4 docorrenle, sob numero 56, o
autoriso a ceder ao Dr. Joao da Silra Riraos, me-
diante as clausulas por V. S. indicadas, o varo
de ferro de Lowmao de que precisa o supplican-
te para coocerto de seu laboratorio vapor de
lavar e engommar roupa.
Dito ao mesmo Em vista de sua informaban,
datada de 4 do correte, sob o. 59, o autoriso a
mandar substituir por outro o africano livre Thia
go, que ae acha ao semgo do collegio dos or-
phios, conforme solicita o director geral da ins-
trncglo publica no offlcio, sobre que versa a ci-
tada informaco.Commuoicou-se ao menciona-
do director.
Dito ao mesmo.De informaco do adminis-
trador da caa de delengo consta que o africano
livre Thom lora recolhido quetle e.tabeleci-
meoto no dia 21 de dezembro ultimo, por sus-
peili de ser esersvo, pelo subdelegado de Santo
Anlooio. e por ordem deste posto em liberJade
no dia 24 daquelle mez. Fica assim respondido
o oficio de V. S., sob n. 45, com referencia ao
mencionado afriesoo.
Dito ao administrador do correio.Remeta-
me Vmc com tola a urgencia as ioformages ji
exigidas em meus offlcios de 4 de outubro e 5 de
dezembro ultimo.
Dito ao engeubeiro William Martioeaux.Re-
metla-me Vmc. com toda a urgencia as infurmi-
coes j exigidas em meas offlcios de 4 de outu-
bro e 5 de dezembro ultimo.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Remeio por copia a Vmc, para sua sciencia, o
aviso expedido pelo ministerio da agricultura,
commercio e obras publicas em 23 de dezembro
ultimo, sob o. 75, em solucao & um requeri-
mento em que a companbia da estrada de ferro
bea as acedes ds referida estrada, e bem assim
que as sornmss pagas com juro aos accionistas,
antes de completa a linha, aejara consideradas
capital para terem adlitadas somraa despen-
dida na construeco, sfim de gozar da garactia
de juro*.
Dito mesa regedora da irmanlade do San-
tsimo Sacrameoto da matriz da Boa-Vista.
Para poler deliberar acerca do que pede a mesa
regedora da irmauJade do SS. Sacramento da
matriz da Boa-Vista, no raquerimeoto assignado
pelo respectivo thesoureiro, e datado de 4 do
correte, faz-se preciso que me remolla ella urna
exposicfto minuciosa das obras da mesma matriz,
com declarando do que se tem feito, do que resta
a fazer-se, e da applicacao que leve o producto
da ultima lotera, devendo a mesma exposiQao
vir acompaobada de um ornamento detalhado
das despezas, que anda se toroam necessarias.'
Portara.O presideole da provincia resolve
conceder trila ias de liceoga com vencimento
ao segn to escripturario da thesouraria provin-
cial, Bilduino Jos Tarares di Silra, para tra-
tar de sua saude.Commuoicou-se quem con-
rinha.
Dita.Os senhores agentes da companhia bra-
sileira de paquetes a rapor maodem dar urna
passagem de estado par o Cear, no primeiro
vapor, que passsr para o noria ao ajudaote cod-
lalor do correio do l'i-iuhy, Ernesto Augusto de
Alhayde.
EM PERNAMBUCO.
P.rt.WiKtariM d0 ,AIU0 M8noel roa dar
Expediente do secretario do
gorernoi
Offlci.i thesouraria de fazenda.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, manda commuoicar a V.
S. para seu conhecimento, que, segundo consta
de offlcio de promotor publico ds comarca do Rio
Formoso, bacharel Paulo Martina de Almeida de
5 do correte, eotrou elle oa mesma data no go-
zo da licenja que lhe foi coocelida por portara
de 26 de novembro ultimo.Fizeram-se as pre-
cisas coramunicaQes.
Despachos do dia 8 de Janeiro.
Rtquerimentos.
Capitao E loarlo Daniel Cavalcantl Vellez de
Guivra.Informe o Sr. commaodante superior
da guarda oicional de Olinda e Iguarass*'.
Eulalia Francisca Ferreira.Informe o Sr. di-
rector geral da iustrucgo publica.
Francisco Alves Coutiolio.loforme o Sr. Dr.
chefe de polica.
Felippe Ferreira de Souza.Nao tera lugar.
Joo Carlos Augusto da Silva.Informe com
urgencia a cmara municipal desta cidade.
Joaquim Severiaoo Nogueira.Satisfaga osup-
plicante a exigencia do arl. 6. do regulamento
de 28 de setembro de 1859.
Padre Jos Antonio dos Sanios Lessa.Infor-
me o Sr. iospeclor da thesouraria provincial.
Justina Maris do Espirito Santo.loforme o
Sr. Dr. chefe de polica.
Jos Irino da Silva Sintos Remetlido ao
Sr. director geral da iostruego publica para al-
tender o supplicsnie como for de justiga.
Padre Jos Porlirio Gomes.loforme a cma-
ra muoicipal do Rio Formoso.
Raymuolo Noo&to das Chagas.Apreseote o
suppiicanie conla instruida com certificado em
forma do engenheiro inspector das obras do
porto.
Capito Silvestre Rodrigues Pinto.Passe do
que constar.
Samu.el Puwer Johnston.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de inarinha.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel-seneral do commando das
armas de Pernambuco na cidade
do Recite em tO de Janeiro de
IMt.
ORDEM DO DIA N. 18.
O general commandaote das armas, atteodendo
a distancia que fica dos quarteis do 4 bntalho
de arlilharia a p, 9o e 10 de infaotaria, ao lu-
gar determioado Campo Grande, determina qas
esse lugar seja policiado por urna palrulha de 1
cabo e 2 soldados da compaohia ixa de cavallaris
sob o commando de 1 subalterno ficaodo assim
alterada, nesta parle somente, a ordem do dia
deste quartel general sob n. 14.
E atlendendo, outrosim, que a casa de sa le
estabelecida em Santo Amaro Oca tambem a
grande distaocla, e-que tambem penoso ser o
Sr. official de visita, rondar a respectiva guarda,
determioa que o subalterno da compaohia de ce-
rallarla que flzer a polica do Campo Grande,
roode a referida guarda, remeltendo suas partes
ao Sr. official de ronda maior as horss do coi-
! me.
Assignado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capitao
ajudaote de ordens encarregado do detalhe.
A heraoca de Rysaoce passou sos poros slaros
da mesma forma que aos do Occidente. A allian-
ca da Russii com a revolucio nao seria pois im-
prevista. O sonho dos dous imperios d'Oriente e
5 ccidente nao irrealisavel.
Os dous imperios, pela uoidade de principios e
nos, nao seriam bem depressa mais do que um,
nao sendo os imperadores na appareocia mais do
que os gerentes de urna causa commum e indi-
risa.
Pelo principio jurdico da indivisa, o mundo
romano linha muitos imperadores sera que sof-
fresse altertQao a unida Ja do imperio.
Ha bem pouco tempo um jornal (embrava que
Coostantlno tinha o titulo de Pontifex maximus ;
em seu zelo ignorante, suppooha at que Cons-
tantino fdra soberano pontfice dos christios, en-
tretanto que o titulo s dtzia respeito aos pa-
gaos.
Esso jornal e mil outros affagam a idea de re-
rern os imperadores moderaos soberanos-pont-
fices.
E' urna idea Gxa. Nella oaufrsgou Napoleao,
nao obstante todas as precauc.des, ter o prestigio
da forca e o ascendente irresislivel dosuccesso.
Qiiantas vezes elle sen lio nao governar as almas,
e indignou-se contra a fatalidade que os subtrahia
ao seu imperio ?
Os revolucionarios nulrem o projecto de deca-
car o rei da Italia soberano pootiQce ; seu nico
embarazo eoganar os povos ; elles esperavam
muito de Mr. Csvour; mas o pobre homem flcou
no camioho.
Pelas doutrinas dos legistas que se ha de or-
ganizar o papada leigo. Essa tradiglo esseocial
ao direito romano.
A soberana primitiva de Roma, essa soberana
patriarchai, d'oode sahio, por meio de antagonis-
mo, todo o movimeoto jurdico, juntavaao poder
poltico o religioso.
Virgilio to curioso das antiguidades o sf-
firma :
Rex Ancus, rex idem-homioum
Phoebique sacerdos.
Depois a oligarchia divide entre si as unecoes
da soberana aristocrtica ; o titulo de soberano
pontfice permaoece, ao passo que a religiu dei-
xa de ser um uegocio de consciencia e tradigo, e
torna-se um negocio de polica, um regulamento
de adminislracao publica.
Os imperadores reiviodicam a heramja com em-
penho. e com ella se armam coulra o christiaois-
mo. O ponlifex maximus pagio e o pontifex
maximus christo lut.ira durante tres seclos ; o
victorioso, o segundo sempre
os povos. A maior
tanto em Hespanha,
ens religiosos, como
Franca, onde o sao por protestantes, cootm
as theorias dos jurisconsultos romanos sobre a
escravido. E era esta urna parte notavel do di-
reito romaoo.
o rei so v > cima de si Ueuk, e por coose-
quencia seu vigario a quem foi confiado o poder
sobre toda a trra ; pois do papa ou de a>us de-
d!S,q-" *"e reC6bU ".Qla UU?0- K J""8" "r* escra-
no direito chrislao. O rei recebia a sua corda
de Deua ; isto significara em direito
Gragas iastrucclo publica, k theoria da eacra-
vidao tornra-se urna especie de principio de di-
ucticio relto publico ; tanto ot legistas como os trlbuoaes
ten lia m applica -la o mais possire). O snpolicio da
saoo1.fft^l?nLredu,e a I'I: os aecusados eram considerados escraros.
z.o v;.. ,r r ^.dV;.s2'd.rr:: ^roava *bem n"esMrio ^,ir --
res para com Deus e seu rigario oa trra.
Hite poler dos papas, aioaa que muito directo. mental I fie que serviriam
a turma alguma amescavs a independencia das tilutos. do digesto e das ci
"Oas, por que s iiuha ingerencia oa jurisdicao se ae cootinnasse s asar
EXTERIOR.
de
coro
relig'oss. Em memoria dessas antigs tradigoes
foi que tere lugar a coroagu do rei Guilherme.
ivres e escravos, porquaoto os jurisconsultos ro-
s assegursm-nos que esta diviso fuda-
m tantos textos dos ins-
constituigoes impenaes,
Jr do processo do
chnslol
No seclo XVI a ascravidao
jury
-------- ----- ~w mw '"uuj, n uL^oaidu
o aireito divino; procuraram curiosamente oque, que se deixasse escapar
polia havar de divino oa casa dos Hohenzollern I A igreja apreseotou-s
carcter do direito acabando com a religio, e
supprime, esta por que supprime o sacerdocio,
que
cia ni
Deus.
O socialismo romano ou bysancino nega o di
. reito de propriedade, porque attribue esta an aa.
a he.UmS,C. 0,lan;.co.10- for consequen- lado, ao principe. A feod.lid.de que o syste-
ca nao ha mau intermediario entre o homem e ma contrario, atlribue a soberana propriedade
atuogo directamente i Deus ; E sobre eate fundamento que estabelece as re',
peto peosimento. O re da Prussia declarou sa lagoea sociaes
MlatifcS* d'n em. Tir'ude de ,i.ai.dire' Os possuidores de bens de raz, diz Boling-
nhaTrua ? hUm ide ,e* corfell,0"0 b">l". o os verdsdeiros proprieta ios de noss.
orot'su A ".al' ''fV'0 U C;0'"'? 5 "a".0' 0! po,itica I os ""iiroS; con. taes. nao sao
reito d.v^n ..nP& .' k Den^m lea' d8 dl* maii d0 qua P"8eiros. [Reflexoes polticas so
reito divino, autoridade sobre outro. : bre o estado de Inglalera]
ma.em8;l^C0D,UnCU^,, lel l0m COt6a e ella Nao sao os Principes, desde a origem, proprie-
ZZJJl'0 P 12S5; C^rSh6 Cm SUaS tall0S 'dependentes ? As instituye. ..n.l
propnas maos. E uto o que elle chama rece- sobre o direo de propriedade
oer a coros das maos de Deus.Napoleo tambem
a si mesmo coroou-se em Noss. Senhora no ao-
0 direito royo.
A historia do direito explica as revoluces so-
ciaes ; porque o direito a vida, diziam os aoti-
gos jurisconsultos A familia, a propriedade e a
religio formsm a ordem social por suas relaces ;
a alteragio dessas relagoes produz oo estado esses
males que se chimara desordeos, reformas, etc.
Era portanto legitimo seguir toda a evo1u;o ju-
rdica para ter a razao dos fados contemporneos.
Nao somente a Franca que se embriaga ni fon-
te do direito romano ; todas as nsedes europeas
ahi bebem alternadamente ; hoje suecumbem ao
estado de fraqueza que lhes legou Bysance.
O direito bysancino tem eotraquecido as mo-
nsrebias chrisiaas, exaltando o orgulho dos prin-
cipes, f.zendo desapparecer as condigdes chris-
taas do poder.
Justiniano o legislador moderno ; exceptuan-
do a Inglaterra, elle reina por suas leis em todos
os p.izes anligos da obedleocia romana. Vimos
ltimamente ossdvogsdos de aples iovocarem
as constituigdes imperiaes.
Esses principes italianos lio facilmeote derro-
tados nao viviam por ventura sob o direito ro-
mano ?
Desde 1796 aenhum esforgo se tem feito para
tornar aot costumeschristos. A constituigao dos
principados e repblicas uhristaas na Italia, di-
minua a forca da revolugao.
Os desastres soffridos pela smla S deriam na-
turalmente dar preponderancia ao elemento gi-
belioo, ao principio pagao e ao systema de uni-
dade.
Esta uoidade o'um momento realissda por
Napoleao, descendente da raga gibelins, herdeiro
dos imperadorea alternaos do seculo XII, bem
como dos Cesares, e que tom.va posse da Italia
a por direito de conquista e nascimento.a
O cesarismo s tem bom xito quando exsr-
eido em grande, por um monarcha universal ; os
pequeos principes sao traeos e ridiculos para
laso.
A tentativa de Napoleao nao realisou-se por
urna circamslancia fortuita, peta expedlgio da
Rossia que oSo concordara essencialmente com o
Russia tem o cesarismo,
primeiro sempre
immolado.
Constantino arrora ento a cruz, e nao ha mais
do que um s pontifex maximus. Esse| de direito
divino, triumpha pelo martyrio. Os Italianos que
pensara em Jar-lhe um rival, sabem que iro re-
comegar a guerra dos primeiros seculos, guerra
de exterminio que caogou os imperadores romanos
e a levulugao francesa, e cangar tambem a re-
voluto ilaliaoa e oulras quaesquer rerolugoes
at o fin do mundo.
Os legistas dizem que a Italia flcou submeltiJa
ao direito romano desde a queda do Imperio, que
o direito romaoo tem sido ahi o direito commum,
nao sendo o cannico mais do que urna excepgo
e uro supplemeoto.
A assergao em parte verdadeira. Aconleceu
na Italia o mesmo que oa Franga, os legislas in-
sinuaran) pouco pouco o direito romano, en-
frsquecendo por mil interpretares os costumes
christaos, apresentanlo principio sua sciencia
sob o mais farorarel e menos perigoso aspecto ;
taoto mais quanto o processo do direito nao mu-
dara senao os seas principios.
Foi dessas ruinas do direito que os legistas qui-
zerara formar a jurisprudencia bysancina.inva-
dindo, contra a vonlade dos papas, o principio do
direito, fazeodo prevalecer oas universidades e
nos tribunaes a mxima que o direito romaoo era
o direito commum e a razao escripia.
Esta mxima cuitou mais a propagar-se na
Allemanha, onde a feudalidade lngara profun-
das ralzet; entretanto coosegaio abalar ahi o es-
pirito nacional, desnaturando gradualmente a
antoridade e o carcter dos costumes.
Essa foi a causa, anliga e moderna, que embar-
gou o desenvolvimeoto histrico da Allemanha,
e que a expe a urna prxima revolugao. A re-
forma que nella Qzeram os principes nos seculos
XVI XVII era lirada dos principios do direito ro-
maoo.
O desejo de ser poderoso e spoderar-se dos
bens ecclesiaaticos guiara os principes. A Franea
por urna poltica machiavelica e tola paga, cu-
jos effeiios ella hoje sent, secunlou este movi-
meoto.
A victoria da reforma trouxe a elevago da
Prussia, e por coosequencia a coastituigao con-
traditoria da Allemanha, que aprsenla urna
mistura de formulas antigs e direito novo.
O que a coragao do rei da Prussia? Que i
significa a coragao dos reis era ama poca em
que s o povo. soberano ? Em outro tempo, esse
symbolo corresponda s mais sublimes realida-
des da historia e aos sentimentos mais popu-
lares.
A dlstincgo dos poderes era um dogma social.
O poder temporal vinha de Deus ; e como senao
exercia smente sobre os homens, mas tambem
sobre os christaos, exigia da igreja ama consa-
grago religiosa, e os reis cnamavara-se os ungi-
dos do Seohor.
O rei cria oa origem divina de seu poder, e essa
creanga efflc.z traduzia-se em actos. Ajoelhava
ante a igreja, e recebia a cor* das maos do sa-
cerdote, representante de Deus.~A ceremonia da
sagragao trazia aos dous poderes urna alliaoga
inlissolavel.
Os escriptores, que nisso enchergam humilha-
cao da parle da soberana, desconhecem as con-
diges do poder christao e a dignidade do ho-
mem.
O rei humilha-se ante Deus ; essa humilha-
go prora o carcter divino de sua autoridade.
A sagragao garanlii a liberdada dos poros, o
sscerdote coosagrador interrogara o rei, e este
jurara proteger a igreja, defender os direitos de
seus poros. Na sagragao de Carlos X, em Reas,
omittiram se prudentemente certas clausulas do
formulario, relativos aos direitos do povo ; des-
apparecendo as instituigoes chriilBas a sagragao
perda urna parte de sua sigoiflcago poltica.
A sagrsgaojparece al siogular no systema gal-
licano, por que ella aymbolia a supremaca do
espiritual sobre o temporal. Sobre isto muito se
ha escripto. Os reis tem lutado contra a supre-
maca do pontiee, com tanta razao quauta lo-
riara os filhos que recusassem recoohecer a au-
toridade paternal. Esaa autoridade papal ou pa-
ternal elevara os principes easseguravae pardos
imparios, movendo para isso al a consciencia
dos subditos. Regeitando a soberana, de Deas,
os principes foram cahlr sob a soberana do poro.
Antes de ahi cheg.r experimentaran) primeiro sua
propria soberana. Com effelto, no systema gal-
licano, o rei soberano de si mesmo. e se faz
sagrar por um bispo, seu subdito. Qual o di-
reno, de um biipo na Franga ? Nenbum certa-
mente : a sua autoridade Umita-sea sua diocese.
no do 1801; comprehendendo tanto osyrboiis-
mocatholico quanto o catholicismo : cercado de
individuos a quem lemia desagradar, julgou que
se humilharii recbenlo a cora das maos de
outro, e inventej os papis aonullando o acto do
pontfice. A coragao um contrato entre Deus
e o rei : estas duas vontades devem ser istinc-
tas e precisas. De seu concurso nasce o coo.-
trato. E' evidente que aquello que a si mesmo
se cora nao accresceota couss alguma a sua per-
sonalidede 6 nao muda a nalureza de sea direito.
A coragao urna ceremonia essencialmente bi-
lateral. Assim os
palies protestadles podero
conservaras formulas de um direito cuja essea-
ca e realidade ha muito perderam.
propriedad..
Em qualidade de proprietarlos que os vsssa-
los deriam o servlgo militar e judiciario, de.de o
primeiro at o ultimo degro da hierarchia social.'
A propriedade era ento urna funego social, en-
tretsnlo que hoje est desligad) desta, que s se
exerce a titulo de remunerago e servigo pago.
Oaotigo costume da Norm.odia encerra as leis
fundameotaes d. monarchia franceza ; ah que
estas devem ser procuradas. At oem necesa-
rio remontar to silo, porque o costume de Nor-
mandia irouxe o Guilherme para Ioglaterra, onde
ainda florece. Basta portanto a este respeito con-
sultar os irabalhos do jurisconsulto normando
Honard. Ha outros lestemuohos alm do de Ho-
nard. O continuador das Ordenanzas era seu elo-
gio sobre Laurire assim se explica :
t Elle apolicou-se particularmente ao estudo
O racionalismo g.nh. cada di. terreno na Al- das isVeTogUrerr.. poJ ue esta, em multa se-
lemanha ; tocamos um tempo em que os poros raelhanga com os amigos costumes da Franc,
nao quererao reconhecer outro Deus alm de si que foram lerados para aquelle paiz porGuilher-
mesrao ; o que simplificara o direito dirino. Haz-
zini j proounciou a patarra de ordem : Deus e
o povo. O povo nao precisa ter razo para va-
meoconquistador, e all se conservaram sem
alternaco. >
Um facto to importante quanto a conquista de
IMar seus actos, diz J. J. Rousseau. Por que se Inglaterra leve lambem lugar no mesm seculo
or?fnft^^^^^ foi conquisi, da Terr.-Santa pelos cruzados
prtncV pfacutl ejw habel viaorsm ? Nao Os Tribunaes de Jerusalem sao urna imitago do
turne fraucez, costume nao escripto em Fran-
o povo soDerano, o populus imperator, de que
falla Tcito ? E' o povo que comega a agitar-ae
na Allemanha e a sacudir o jugo da confederado
germnica. Elle sonha a grande .anidado ; e pa-
ra executa-la volla os olhos para o rei da Prus-
sia, rei pela qraca de Deus.
costur
Como pd^dlsjBaiJwizot, em urna obra recente so-
bre a igftja e sociedade christa, censurar o pa-
pado de se ter ffmrafcao poder absoluto? Toda
a historia protesta^p&a ssa imputaco. O di-
reito romano s tem por adversarios os papas. A
igreja s intervem as mil circunstancias da vida
poltica dos povos para sagrar os juramentos in-
cessantemente prestados pelos reis e magistrados
de defender as liberdadia e os costumes naci-
naes Todas as cartas cooajuciooaes o alteslam :
os actos do papado sao noTresmo sentido.-
A revolugao do seculo XVI effectua-.e contra a
vootade dos papas e al cootra elles, e effectua-se
pelos principes, ajudados das doutrinas do direi-
?a, e que urna feliz neceasid.de forgra a redigir
alim de que escapasse diversidade das ioler-
pretagoes.
Na Inglaterra flxou-sn o costume- francez que
foi fortificado por urna applic.go mais viva e vio-
Vctor Emmaouel tambem era re pela graga lenta. Delle se form.ram conslituicoes chrislas,
de Deus ames de ser recoohecldo chefe da re- onde nao h.vi* um s vestigio do drreito romano!
volugao italiana.
Altribuimos influencia do direito romano o
movi.uento racionalista e democrtico da Alle-
manha ; e a verosimelhanga de nossa assergao
recoohecer quem liver seguido o trabalho in-
terior dosspiritos e estudado os mooomentos da
jurisprudencia, de dous seculo's para c. Apes.r
de alguns protestos, o direito romano tem pareci-
do, oo ladoopposto do Rbeno, a razo escupa.
Todos os Irabalhos eruditos, tanto da Frang co-
mo de outro qualjuer paiz, s ho tido por Qm
glorificar Roma paga. Ets oque leaos no pri-
meiro conselho de Bossuel aos protestantes :
a Ignoro se houve n'um imperio governo m.is ,
sabio e moderado do que o dos romanos as pro- lo romano, pregadas pelos legistas, esses incan-
vincias. E em verj.de, debaixo de om certo g.veis inimigos do papado. Na Fraoga, o papado
pooto de visla.ojuizodeBossuet nae era erro- associava-se aos esforgos da l.ga, que se baseava
neo : se se adrante o ideal das Pandectas, deve- nos amigos principios de 1.berd.de poltica e
se coofessar que os romanos o realisaram. Os municipal. O historiador allemo R.nke nao he-
admiradores do mecanismo administrativo nao sita em reconhecer isto, quando reproduz os ola-
poderao ver nada mais completo. Se Bossuet ti-' nos de governo que devia por em execugo a ca-
vesse examinado a theoria da monarchia christa; sa de Guise, no caso de ser chamada ao Ihrono
se, em vez de crer, pelo que diziam, que o direi- Onde essea reis absolutos com quem alliou-se o
lo romano a razao escripia, houvesse penetra- papado? Os de Fraoga e Hespanha sao os nicos
do o espirito de nossos costumes, seria sem du-
prescnpges, quer do rei. quer do medico. Con
que coodige, obl-la-hemos? Pelo que diz res"
pello liberd.de, diremos que ella tem sua b"
liu *e ^"H*- A independencia po!
r, i. T* 1enao s "dependencia da pro-
priedade territorial. Ora, os Pap ,, 8ido o
EuroE". af T?2 d direi, d Propriedade ni
Europ. : tm lutado contra es principes para as-
segurar a sua inrioi.bilidade. Quem protegeu
iberdade da Italia na id.de media? Os mdm
i. ...Prri?C" rl%".^Je concebida, justamente o contra!
decessores ; o empeao da indpendencia ita-
liana contra a poltica imperial, euo herdeiro
o c.rbooansmo.
ltaSJ5*?*, Priraeira Tist. qe. em irome da
liberdade, sejim os poros laegados nocaptiveiro
MhirH Tl qaem reTeclir i r* qu
Fn,n..e apen" um eD*odo "">o seductor.
Em nossos lempos tem-se visto que ha aieoa um
,v, UeUHCl;: iualdal'- A liberd.de. com
22?25 de .hyPc"al. J* P"ou. A Jigualdade*
lera v,d mais looga, e servir-melbor aos pro-
./nd"r 'a1 U eosn,0Plita. Porque tem raizes
mais profundas no coragao ambicioso do homem
Koraa psgaa orgaoisou contra os povos mai
grande conspirago de igualdade. que os cellocou
l^\mAy$m^JUJ0- lSlf>e'"M-os o seu direito-
civil e de igualdade, -abolindo todos os sacerdo-
cios e aristocracias A revolugao franceza tam-
bera propagou o seu direito civil, ervindo-s-
das mesmas armas.
Esse direito revolucionario, esse direito novo
estendeo seu dominio por toda a Europa. Reos,
na Kussia, que escapou invasao do direito ro-
mano ni id.de media. Esse direito que penetrou
ate a buecia, Dioamarca, Huogria, Bohemia o
Polonia, parece estacar ante as frooleiras da Rus-
811 t, porque j exist, n. Russia de longa data.
fc.Ua foi conquistad, pelo bys.ocismo desde o se-
cuto i\ ; ro de Bysance que recebeu sua reli-
Riao e ctot/uacSo. Esses germens produziram
iruclo ; pois que. no seculo XVI, j eslava ali
constituido o absolutismo.
Que houve na Russia urna luta intestina um
facto mcontestavel. As populages tinham primi-
uv.raente raesma organisagao que as germni-
cas e gaulez.s. Havia estados independentes
urna repblica floresceote em Norgi^rod. At
mesmo nao intil fazer notar quaoto o carcter
asiuctoso e brbaro, porque ae distingue a polti-
ca russa. faz lembrar a poltica bysancina. O
czar oem como os imperadores de Bysance. o-
chefe da religio e soberano do culto : sua vonla-
de nao conhece limites: a nobreza para elle
nada, porquanto a isso pie reduzi-la urna s pa-
avra que pronuncie. A Russia o prolongamen-
to do bauo imperio, e se acha ao nivel do reslo
o. suropa, em razo das numerosas re?olucoe3
por que tem esta passado. Os czares applicam o
principio de nossos demcratas: perseguem a.
verdadeira religio e sempre a perseguiro. a
exemplo dos czares de Bysaoce e Roma. Procla-
mara a igualdade absoluta, e entretanto ainda
DIO est demonstrado que a pretendida emanci-
pado dos servos nao seja um meio de mobilissr
loda a populagao sob sua mo poderosa.
As daas cidades tem o seu centro em Romatt
ah termina tolo o trabalho da historia. Os pTji
vosi Utico*, depois de se terem mais ou menos
aisiinguido, liveram por misso curvarem-se anta
. aguia romana, afim de formarem o imperio uni-
versal da forga. E' a cidade dos homens que re-
coohece por chefes os imperadores romanos. Mas
o dogma da uoidade de Deus est coofiado a um
povo que deve uarda-lo no meio do paotheismo
das n.goes. Esse povo de Dos, essa cidade da
oeu, transforma-se. depois da Iocarnago. em
igreja catholica ; e Pedro, chefe desse imperio
universal d. gracs, vem estabelecer s sua seie
em Roma dosCezsres. As duas cidades, Roma
ppale imperial, vivera urna a par da outra. A
sua luta contioa no mundo moderno. O
rismo quebrou-se em
cada um deileso seu
christaos,
seu systera.. porque a
desta provincia pedia ao governo imperial per- que o csarismo, paiarras que nao differem mais Mostra por ventura o rei subordinaglo em pre-
mtsso pars converter em apotices da divida pu-ldo que as ideas que exprimem. iseoga de um blspo? Tambem Dio. Alm disso
vida, outro o seu juizo
0 systema feudal, que, no tempo de Bossuet,
nao era mais seguido, resmese n'este princi-
pio : que o governo deriva da propriedale. u
systema bysancino: parte deste outro que o gover-
no est na vootade do principe.E' entra estes dous
systemas que tem oscill.do os povos europeos,ap-
proximanjp-se ora de um ora de outro, e compli-
cando-as e'm diversas cumparages. Julg.nJo pe-
las app.renci.s, parece que teremos deas.islir ao
triumpho geral do bysancino. O directo romano
foi o ageote 'essa looga erolugo histrica, que
trouxe os principios e as ideas da Roma paga,
para as ruinas da Roma chrisla. A reforma do
seculo XVI foi urna guerra rerdadeirameole so-
cial, urna guerra proprjedade ; e as suas des-
pezas foram, em todos os paites, feilas com os
beos dos calholicos. Nao trataremos deste poo-
to alias j to esclarecido.
A reforma produzio o duplo resultado de des-
ligar do catholicismo urna parle da Europa, e pa-
ralysar a que se conservara fiel. O principio by-
sancino ensinuou-seoos paisas calholicos; teodo
sido vencido na ordem religiosa, a reforma quera
Uotroduzi-lo na puramente civil e poltica. Os po-
ros calholicos, precavidos as heresias, nao o es-
t.vam tanto cootra as astucias dos legistas; e os
gorernos poderara sem muita diTBculdade, illu-
dir os iastinctos populares.
A Hespanha e Portugal, ess.s duas n.goes lo
cathoiicas eram ioradidas pelo direito rumano ;
n.s escolas, nos linos, e em torno dos prin-
cipes s se fallara em direito romaoo. Quem le
os tratados de legislago Soares Molina e tantos
outros, admira-se do lugar quo ahi oceupam as
doutrinas do direito romano. As disposige. do
direito n.cion.I e muuicipal sao apenas abi res-
pailadas; os autores se ioclinam sempre a dar
forga ao direito romano ; s regeit.m o que
formalmente hertico, bem como o diroroio, etc.
Evitara ob Uadamente essa le da historia, que
manda que o povo produza o seu direito pele li-
vre exercicio de aua razo e coascieoci. nos ac-
tos multiplicados de sua vid. civil.
Afflrmsmo. que houve um direito christao,
porque honre peros christaos. Porque oo res-
gitam os jurisconsultos calholicos o direito chris-
tao? porgue aio lhe flxam os principios a deter-
mina m as applicagei? Se assim o Uetsem. diri-
a quem se dirige essa qualilicago de absolutos,
de que t&o prdigos sio os historiadores quando
se trata de priocipes calholicos, e to araros
quaodo, pelo contrario, se trata de protestantes.
A Europa protestante ou sebismatica por ven-
tura estranha so absolutismo? Quem onsaria
compa/ar, quaoto Ihaneza liberdade das rela-
goes sociaes, a Sueeia, Dinamarca, Russia, |e
Prussia com a Franga do seculo XVII e XVIII ?
Foi s depois de 1789 que a Franga soube o
que era o poder absoluto 1 Nao h.ver algum.
grosseri. em dar a qualilicago de absolutos a es -
aes reis clementes, cojo absolutismo theorico pa-
rara aale qu.lquer obstculo, e que por philan-
tropia atiraram-ae s garras das rerolugoes, ar-
rastaodo comsigo os seus poros? Esperavam sal-
var os poros com este sacrificio, e este mesmo
sacrificio os perda. Desapparega por meio de
qu.lquer .neniado a m.gestsde real, diz Shakes-
peare, em Hambtt no lugar que ella oceupara
form.r-se-ha um abysmo. e ludo que a rodeara
nelle se precipitar. Como quer que seja entre
os papas e os reis de Fraoga, nunc honre soli-
dariedade ; al mesmo houve entre elles graves
opposigoes. Que quer M Guisot? Deveri.ra oa
papas romper com os reis da Fraoga? Foi ins-
tig.go dos papas que se restriogiram as liberda-
des francesas ?
O mesmo dizemos a respeito dos reis de Hes-
panha. Se as antigs llberdades soffreram ahi
raodlficago ; se mesmo foram reprimidas, mos-
tr.i-oos que nisso tere parte o papido, sem o
que aa ross.s aecusagoes cahem por si mesmas.
Ss apras a uaa poro ter um rei absoluto para
erilar as assembl.s absolutas, derero o papas
repudia-lo do seio da igreja, ou declarar-lhe
guerra ? A rerdade religiosa est superior a ee-
sas quastes, e 08 papas eslari.m expostos a
meit.a oulras recrimio.ges, ae tomassem parte
n.s pendencias inieroa. dos estados. Elles nao
tm feito mais do que sustentar a causa o.tholi-
ca ; nunca ir.hir.m em s direito. E, pois, se
Pi IX nao confunda as liberdades publicas com
os motivos estpidos fomentados pelo carbn.-
rismo, c sustentados pelo estraogeiro, pode Mr.
Guizot censura-lo ?
Oa moderos discuten muito sobre a liberdade
poltica ; em rerdade a liberdade cerno a ase
de ; s nella pensamos quando a ci temos
cesa-
ron pedagos, deixando em
igual. E os reis, ainda que
. j oiga rain-se herdeiros do Cesar. A
historia nao m.is do que a oarraco d'essa luta
ywraminavel do direito cootra a forca e da liber-
dade contra a igualdade e o espirito de escravi-
aao, luta que adquire um grao de ioteosidade quo
perturba todas as imaginagoes.
Em urna memoria communicada ao imperador
Alexandre, e de que se espalhou pequeo nume-
ro de exemplares, caracterisava am escriptor rus-
so os partidos em Franga por suas origens histo-
ness. O partido communista, socialista, da igual-
dade, e imperial, dizia elle, o aotigo partido
gualez; o orleaoismo representa a influencia ro-
mana, as municipalidades e a burguezia; os le-
gitimlas inspiram-se do feudalismo germano;
Estejuizo audaz nao deixa de terceras apparen-
cias; entretanto pecca na base. As influencias
de raga entrsm no fatalismo, e nao poderiam sec
aceilas por ama critica seria.
Os Gaulezes, Germanos e Romanos eram os
mesmos homens, e, remontando ao passado, v-
se que eram idnticos entre si. S a divWSidada
de doutrinas sociaes poude dar a cada povo um
desenvolvimeoto particular.
Os G.uleze, que sao da mesma raga dos Ger-
manos, pratiesram durante doze seculos o rgi-
men feudal ; e os vestigios desse rgimen esto
ainda enrgicamente gravados na lei das doze-
taboas, que era a principio a das dez-taboas, era
memoria s dez-taboas de Hoyss.
Ocommuolsmo gaulez era instituido romana,
por qu.nlo a propriedade do solo provincial era
confiscada em favor do povo romano, que sdei-
xava aos povos vencidos possesses revocareis.
Roma fundou um grande numero de muoicipali-
rindo* mam a.Ua -- -* j. _
*C
dades
, mas estas careciam de vida ; sua organi-
sagao lhes vioha de cima, pelo modfilo de Roma ;
algo mas desenvolveram-se e prosperaram na
idade-media, sob a influencia de outros princi-
pios, que alo os de Roma imperial, ou republi-
cana.
O escriptor rus'o engaase a respeito do pa-
pel e acglo da burguezia ; elle nao comprehende.
mesmo o sentido oa p.l.vra. A revolugao de 1789
supprimio todas ss burguezias. Entio havia po-
voagoes, villas incorporadas e cidades. Amiga-
mente era-se cid.do de t.l ou tal cid.de, e nao
cid.dio do mundo, da Italia, Hespaoha etc. Era-
se cid.dao de tal oa tal poro.gio, de tsl ou tal
corporagio muoicipal. Mostr.r-se-bi. sobera-
namente ridiculo quem cham.sse aura Suissoci-
dadio suisso : elle era cidadio de Berne, Basilia
etc.
Ainda hoje na Ioglaterra e Allemanha, algu-
mas cidades cooferem ttulos de burguezia. O re
da Prussia pode ser cid.do de Badn, com a u-
mca coodiclo de que a cidade forme mnnicipali-
d.de indepeodente, nao dependa pelo que dia
respeito a sua admiaistragio, de nenhum rei
ministro prefeito ou sob-preteito; que seis emflm
urna verdadeira corporago*.
A Fraoga nio tem mais corporaeSes municipal*
nem burguesas. A Tilla incorporada chamara-
se commun., patarra admir.rel que pinta a fra
ternidade christa, e que ainda subsiste como fd-
ra para deiejar subsistisse a coosa que ella ex-
prime.
Temos.conaervado villas, sgglomerages de hs>v
hitantes. Est.s villas nao tem direito algom es
e pecial oem previlegio ; sao todos uoformement*
-administradas. E' do govern que parte o im*
' pulso moral e material. As rulas distinguem-sa
i MU T
iu. .. .-.". ^ """" puisu mor.i e maten.i. as vinas ostinguem-ao
ellas existern por si mesmas, iodepeodentet daa I umssdss outras palo numero de seos babitantl
1
.'-^-
*
III Ft^VFL


A110 DE PMNAMIUCO S4lB*DO ti DI JAHBBO DE 1862.
w-

4
falta da penotulidade exclue toda a ile do
*lo somos miis cidados de urna villa que de
uira, porque "TT-fn wini-n qireita* s-
bretelo o territorio frunce/- E[aver por ven-
lava ciaste meda e superior? Cromos que tolo*

01 frencezea perlencem a urna s clasae, 4 baixa. o cato o mtsieno peroiciotu, hoje que todos sa
N clq alia ;..*. -1.-----------. gk- ii.la hom nnn ttviain ..... ..:^___. _,. _i-- __--___
lv*o Uo el les iguaes poli.icamenie*A vbftaee-1
nao tero a gufficteole permanenciaoara ealabele-
cerdietinrcea. As pequeas ftWua>apei|a da?.
raaa um instante, e a nflues*}! 0*fc graadesasV
nenhuma. purla4sjt.de
O orleanismo nasceu ds ajlpluajaj-; nao *>. indicatrajgui
sonta sobre ideas pasta lsa. Jo tttfestala
c'asse medi, que nao puta e*cmjMtsopb8 dj
noniinagao. Fui o orgfrde ce**s tdjpas hiula-
xeeaee: ideas de racionalismo e- philusovli'rsaeo
que exhaunrara os homens do letras oa raiola-
Tf

^HhXotho i
-
y ^

.

n Sr. redsetor I RevtiHTHar+a Multo de pro-, A dieta deve ser a mata serera posiivel: anda
o temos estado em silencio s respeito da epi- que o doenle se restabelega protaplameoit. na
ernla que appareceo em Cruangy e se tem pro- primeiras 24 botas nao dar tonar seno algosa
Pagado poardtersos lugares oircumvisinhos: hoje caldo do gornma muito ralo, a poucas vezes, e do
porm que tolos eslo ioleirados dos (actos, boje ; da seguiote em diante ir pouco a pono*
qoo ja sonto faz misterio denes, porque em todo \ mentando a alimeota;ao, sempre com muita-aait'-j
lela reserva. Os caldos (eitos com a caroe de
caraeiro ou de vecca assada sao preferiveia aes
davjpll
troai a
quaoli^
seapjaa'nesta?..
aafrspteze.s/* Has d
f-roi*fci-H : ai.ltj3s fi I eooaTsfclJi. logo n
prtajjplo, coea)i*as*ase-ta data precisa
Ira tameuto homeopathlfeo ato clao-
bera que existe urna pide
e que j o seu
b^curajg, in
9m
h
rapte aatoid
que veoho h
ma de cholera-morbus,
mal aoottot tem
JsjtSonteciopn -
8E
s
t}*o, Uilea e il|^s d'ella ; e iulerestea das pro-
aiosees chamadas liberaes, que linham aspiracoes
aavgovemo do Estado e a o.irecc,o da socie.dade.
ovleaoimo nao passn de urna parte instare! da
mr4ufo; exprime-urna do suat p.haaes, e por
iaso luesuio transitorio do aalureza.
A retolucao romaoa, antes de chegar a unja
forma definitiva, experimeiilou Iriumviros, tendo
ji precedentemente experimentado por muito
lempo dictadores aonuaes. Nada se conser-
va^. .
a revoluco francez um pouco abatida peUs
guerras do imperio, respiruu tob a resUorajao.
A carta cooslilucioual de Luir XVIII sanrcionava
com ITeiio a+eseetacees revolucionarias e con-
fisca va do novo os beiis dos proprielarios, a cujas
rexlaraaces naoaiteodia. nao obstante a ques-
lefi de propriedades perlencerem ao direilo pri-
vado o nao ao poder real.
Logo, que a revoluto ganhou forcas suBcien-
tea deseniDiragou-se da reslsurar^ao. Com Loiz
Filippo marchou mais livremeule, e quandoquiz
lomar o (reio dos denles, descalTsgou o seu tinoi-
*o cumluctor. No cemitiho em que ella se lan-
cou com a carreira que levi nao o orleauismo
que ha de doma-la nea> (aze-la parar.
As questes de rafa-sao boje insignificantes pa-
ra a poltica Pela rapidez das comraunicacoe!
e diliusao das mesuias doutrioas, todos os poros
Ja Europa se tem intelleclualmeute uoido econ-
fuoilido.
' pela lgica e influencia das ideas que deve-
nios julgar a situarlo geral da Europa. Ora a idea
que a tinte os Himnos e agita os poos a da uni-
alado absoluti. As nacionalidades, cujos nomes
ou vimos muitas vezes repetir, sao apenas etapas
para a grande uuidade. 0 que urna oaciooali-
dade que ero nada difiere de outra ?
Essas nacionalidades, fundadas sobre a igual-
dade de direitus'e sobre o racionalismo ds ideas,
sa j e serio apeuas diTtses administrativas da
grande unidade ; para extslirem s Ihes falla a
peraooalidade e vida. Vctor Emmanuel en
iho a Italia de prt-feitos e subprefeitos ; logo a
iiministracio imperial que elle resiaura. O*
imperadores roruaoos nomearsm prefeilos para
toda parte ; entreunto s ha va um prefeito das
Oailias ; boje ha oitenta e seis: como vai islo em
vrogresso! Nao esquejamos que as palavrasso
Meas, e quo as mesmas patarras exprimem as
uicsiuas Ideas.
Nao foi pois soro razao que a revoluto fran-
eeza usou a carapuf^a encarnada, a carapuga
j.iirygia e dos escravos. O seu insiioclo nao a
ngauou ; a carapuga encarnada significa a igual-
dade dos houiens na escravido, nao mus na es-
rravjdo privada, mas na escraviio publica na
do principe ou do estado que totnou-se o nico
fenlior e herdeiio de lodos os enligos senhores,
Ga corteros de carapuga eucaruada mostrsvem-
m' incis trataveis do que os de tales encar-
nados.
Assim o direito novo, o reinado da forga, ao-
nuacia-se no inundo inteiro. Roma imperial
resuscits no seio de Roma christaa. Se ha ques-
zo entre a liberdade e a escravido, v se onde
est o defensor da liberdadp. As doulrinas do
cesarisaju, contra as quaes smeote apparece o
protesto do summo poniifice, invadem ludo ; o
parlamento inglezouvio os elogios dos Cavour e
anbaldi; osseus jornaes ha bem pouco lempo
felicttaram-se pela circular que a laca va a socie-
lade de S. Vicente de Paula. Oscalholicos sao
oempre muito livres I Bis o grande argumento
m vista do qual ludo legitimo contra elles, A
liberdadc tioha defensores officiaes; por urna sig
nificativa rnulanca os tribunos abdicaram as
roaos de Cesar, e ensioaram aos povos o que va-
iia a liberdade revolucionaria, lima duzia de
Urutos e Cassios esbravejatu : que os ouve e en-
ende ? 0 5'iece, o Opinin nationaie e a yresje
nao diguam-se risor de seu vocabulario essa h-
nerdadeque inspira ao Siecle urna admiraga.i
lio bem sentida por Mr. de l'ersigny, e um odio
uida diclmais' envenenado centra e sociedade aba-
lila de S. Vicente de Paula. Nao tem sido sem-
pre assim ? O liberal Mfciiel fura secretario de
Feuch. O general Poy, que paS3sra a vida na
obediencia passiva e mudez dos campos, decla-
mava contra a lyrannia da restauragao. Sabemos
ora o que o liberalismo reserva para a socie-
dade ; temo-lo visto em actos. Mas a igreja ca-
iholica e o soberano pontfice permanecerao ; a
forma orgaoisadora da Europa moderna peiraa-
nccr uando se tiverem dissolvido os elemen-
tos ruaieriaes das sociedades. O povos euio
escolhero livremeote o cesarismo ou o papado.
COQUILLE.
[Monde.Ulisses.
PNMSUCe.
REVISTA DIARIA.
Em officio de 10 do correte enderezado a pre-
idenria pelo Sr. Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior,
fui pelo mesrr.o offerecida a prfslago grtluila de
medicamentos aos pobres do 1 districto da sub-
delegada da Boa-Vista, no caso d ser esta cida-
de infelizmente tccommetlida pela epidemia, que
grissa em alguos pontos do centro da provincia.
' esta a segunda vez que o referido Sr. Ribei-
ro Jnior d copia de seu espirito humanitario ;
j d outra occasiao a sua botica da praga da
Boa-Vista o. 22 estere aberla aos necessilados,
que alm disto nelle sempre acharara outros soc-
corros.
Ao Sr. commandante superior da guarda na-
cional deste municipio fiiteito igual offerecimen-
to pelo Sr. Jos Hara Freir Garoeiro, com bo-
tica na mesma localidade n. 2, sendo porm esse
offerecimenlo restringido aos guardas nactonees
do 3a bala Uo tio somente.
Passou-nos honlem o fazer alguna devidos
reparos ao enunciado do \v em seu artigo, que
publicamos, na parte relativa a dislribuicao desla
eidade em dlstrictos ; do qual dissentimos por sua
exagerajao.
Nao se pode contentar que soja a medida til e
necessana ; e pois se produzir o effeito que pre-
visto naquelle escripto, nao ser elle da medida,
mas sim de carscleres meuos dignos, que se fot
seam a um ponto lao ignobil. Uemais, chegadas
as cousas a este ponto ; apparecidas copias to
xtriosecas dos principios da humaoidade, a au-
tordade publica fica o direito de impor-lhes a
devida saocgo, acompanhando nisto a opinio
publica, que a primeira a assignalar queiles
que mentem i sua prufisaao de urna manera in-
decorosa.
O esbanjamento dos dinheiros pblicos sera
fructo para a populago desvalida, pode dar-se
ot certo ponto pela causa cima assignada ;. po-
rm jamis resultar elle da medida, tanto mu
quanto s vencerlo honorarios os mdicos de dis-
trictos depois que r declarado o mal nesta ei-
dade, e se fizerem necessarios os seus servicos, e
nao desde ji como parece, em suas appreheoses,
uppr o W ; o qual todava nao pode deixar de
con vi r em que faz-se necessario o tomar provi-
dencias, que possam acautelir maioras estragos,
como felizmente acham-ie lomadas.
Parece-nos que contrara, como as pros-
cripcoes da boa bygiene a n agua, deve-se dar
Iguma providencia com relaco a quo so bebe em
Santo Amaro ou cidado Nova ; a qual nao pode
er peor, como no-lo asseveram.
Sem embargo do que j por outras vetes temos
no a respeito, continua a ser salobra e menos
proona essa agua, quaodo poder-se-hia ter algu
ma cautela na respesii, condueco, de maeeira
evitar esses nconvnientes apontados, o. mals
outros que se podera imaginar.
Hoje tem lugar a prtojeir'a missa meosal do
anouano. que os Srs. Eslimas resolvern cele-
rar em suSragio da alma do Sr. D. Pedro V.
Amanha celebra-se a fealWldarJe religiosa
de Senhora do Monte em Olioda. '
Dando em seguida ama correspondencia do
osm amigo o Sr. De Moscozo. aque acompa-
nbam dous importmles tratados sobre o modo da
jotedicio em ceso de cholera, recommesdasaoe
sua leilora a todos como onu asas impor-
iQcar
qoe p
lo a o,
it ce
v.dl5iiejejd,da Mit3U
n_ ^L*a-^_ ...fc' fl^ *--"
car deppis. cljj. nuailA._oiiiiu. QJiAftiyax.L e.qujn.'te
se falla com a obsorvacw mtrrociosa erreia
attenco tem-se o direuo de aer acreditado.
Escudado emJsea eWoieaKov peeso aoeevover
que a cholera-morbos urna molestia que nada
tem deat Lctrivtl cure boje, e com que aioda algwean a piala: oua mar
lesiia tem perdido muito de sen rigor, coro a cus-
tinuj^o dos lempos, ou o eiudo e a prasiea
tem-nos furnecido armas baUaoteranle podero-
sas para combale la com vastaguea : e ero quai-
quer dis hypotheses cerlo que ella nao deve
essombrar a pussaa al^urna que leobeo bom sea-
so de evitar aquillo que pode pie lispor persa
molestia ; e se em qualquer tempe a sobriedad*.
a boa aliri,enta,o, ubom ragimen, sooousae 4
graode monta para a.conservacao da sauje e pro-
longado da existencia, o que nao ser quaodo
so traa de urna molestia que escolhe de prefe-
rencia iuelles que se eutregam a excessos de te-
da a qualidade 1
queiles por tanto que calma do espirito,
ajuotarem a moderado em todas as cousas da
vida, e que por Cautela queiram usar dos reme-
dios que pela longa experiencia de rouitas mdi-
cos tem sido consideradas como preservativos, o.u
Qcaro tranquillos de que nao serio atacadas,
ou, se o forera, soffrera o meaos possive!.
Em outro lempo j dissemos que os homeopa-
tas, vista doi symptomas primitivos que no
organismo sao desenvolveren] principal mate o
cuprum, o veratrum e o arseoicum, lem aconst-
Ihado o uso delles alternadamente corro meio
dreservaiivo da molestia.
Oulros tendo observado que os que trabalhanj
no cobre ou em suas minas, as de roeri urjo e
ero quasi todas as outras minas nosofireram ja-
mis dacholera-morbus. tem acou-elhado que se
traga comsigo ou pedacinho de cobre ou um sa-
quinho de pellica ou pergamioho centeodo mer-
curio, etc. etc., lem-se aconselhado tambero o
mesmo a respeito da camphora e do einotre :
qualquer deslas cousas, por facillimas que sao,
pudendo ser executadas sem o menor irtbalho
era neommodo, deve-se por em pralica, sendo,
como 5, cerlo. queou preservarn da molestia ou
faro com que ella venha sem violencia.
Rogo-1h-, Sr. redactor, o obsequio de inserir
era seguida o methodocurativo que pubtiquei em
'856, depois da glande pralica que Uve no trala-
menlo Jetia molestia, e queiles que quizerem
se aproveltar da minha experiencia, que o fagam,
e aos que duviJarem della, nao faliam ouiraa
instru-coes e da gente raais abalisada; certos de
que na arte de curar a prudencia e o saogne fro
sao cousas lio neeessirias, que deltas se nao po-
de prescindir para o bom resultad das applica-
toes ; e da coofuso destas assim como de sua-
variedade ha de resullir ou a perda dos doeoles
ou a'nascimento de muitas rooleslios quo tarde
ou nuoea sero curadas.
Rogo lhe tambera o obsequio de publicar de
novo o methodo curativo do Dr. Chvg que foi
seguido por muitas pessuas cora bom pruveito.
Fallo cm a observado e com a miaba con-
sciencia.
Consultorio medico-cirurgico, ra da Gloria n.
3 em 9 de Janeiro do 1862.
Dr. Lobo Moscozo.
Maneira de cada um Iratat'te da cholera-nutr-
bus epidmica.
Nao nossa inlencao apresentar ao publico um
tratado completo sobre a cholera-morbus, e me-
nos um traiamento extenso desla molestia ; que-
remos somente ensiuar a toda e qualquer peasoa
a maneira por que se ha de haver dutaole o rei-
nado desta molestia, que faz o terror da buma-
nidade, e que alias facilima de prevenirse e
Curar-se, quaodo se lera o necessario cuidado :
portante daremos aqui somente urna idea clara e
succinla do que se deve fazer logo que alguem se
sin>a atacado de qualquer dos symptomas por
que esta molestia se declara ; e para maioree es-
claraciraeolos coasulle-se o tratado da cholera-
mortnis pelos Dr*. Charg e Jahr, que ahiachar-
se ha o quanio a respeno se possa desejnr.
Eraquaoto reina a epidemia da cholera-mor-
bus, niuguem deve despiezar iucommodo algum
por rntis leve que sejs, piincipalmenie sendo :
i", arr-piameotos, loolices, veriigerw, palpila-
ces ou oppressao docoracao, constritcao ou es-
pasmos do peito, tremura das peroas, grande
cansado e sem causa, contraeces oee meuibros,
reifriamentos ou mesmo formigueires, ou lam-
bem : 2o, clicas, diarrha, vonlade de vomitar
ou vmitos, etc.
Temos porfilo dous qusdros de symptomas,
que se nao confundem um com outro, cada um
dos.quaes tem eos medicamentos iofilliveis.se
assim se pode chamar.
Quaodo a molestia se declara com os sympto-
mas des ripios no primeiro qusdro, ou esies vem
brandos ou vem fortes; nesio ullimocaso o doen-
le senle um resfriamento sbito as extremida-
des, com esmoreeimenlo nasnernas ou caimbras,
grande susto e constritcao MRo forte do peito,
cem grandes palpila^es uo coracao, e vonlade
de vomitar ou vmitos : quando os symptomas
sao brandos deve-se principiar por administrir-
Ihe a tinctuia sulphuris, urna guita em urna co-
llier o'agua dada|de cinco em cinco minutos ; e
se depois de quairo coses o doeote nao melhora
logo, d-aequsiro dses de espirito de campho-
ra, e coolina-se dando alternativamente de uro
e de outro remedio, espadando as dses propor-
(o da melbora ; quando os sympiomas ven
cora niuita violencia, o remedio a que se deve
recorrer o espirito de cara; hora, duas gottas de
cinco em cinco minutos: s vezes na segunda ou
terceira dse j o doenle sent allivio nos sofla-
memos e coaieca a transpirar: se depois domis
algumas dses a constrieco do peito anda per-
siste e os suores nao sao muito abundantes, eo-
to urna ou duas dses de lindura de sulpnur
proluzem um allivio ira medalo e instantneo
s vezes admiravel a promplidio com que vem
a melhora ; por raais rpida e considerare! que
lliajxa: ao Qo^An^m^yy)^^yy^LAiAim qoaV"
Satl'U*?
r>MP> coeanvataes^a ilM pr
eStlia eada.
Comelaai h y g ienic o s
ella seja deve-se continuar a applicacao dos re-
medios, espagando as dses e sempre alieroao-
do-as, at que o doeote nada mais sinta ; er
qualquer destes casos o doenle deve deitar-se e
abafar-se bem.; mas nao preciso sulloca-lo de-
baixo de roupas, como praticam os que curara
pelo outro systema medico.
Quaodo o doenle sent os symptomas do se-
gundo quadro d-se a ipecacuaoha da 3a dinami-
sauo6 ou8 glbulos em meio copo dagua para
tomar ama colher das de sopa de meia em meia
hora : logo que os vmitos suspendem-se ou a
diarrha se torna menos fcequeate, espaca-so
mais as dses: se a diarrha persiste ou se
desde principio o nico symploma, mesmo seo-
do e8brsnquicada, o remedio quasi iofallivel > a
lindura sulphuris, urna guita de meia em meia
hora, espaeando as dses proporco da melho-
ra : e se apesar disto resiste, d-se o espirito de
cbimphoraquairo dses de duaa gottas de cada
vez em urna colber d'agua, e depois alterna-se
com a lindura desulpbur. quaado anda assim,
o que rarissimo. a diarrha nio pasta e toma-
se branca come agua de arroz, veratrum da 6'
dioamiiseo 8 ou 10 glbulos em meio copo
d'agua para tomar urna, colher de quarto em
quarto de hora, foi sempre efflcaeistimo. Se
diarrha vem como egua de seogue, insist na
ipecacuaoha que elle nao vos deixar por muito
lempo em expectaco: para dieta somente al-
guna caldos de gomma muito ralos e em uui pe-
quea quantidade.
A ar parte das vetes a molestia teraias coa
a spplica(o de camphora o dosalphur; restan-
do someoto mulla iraquese quo cede com promp
tido a uas ou duas dotes de quina: outras ve-
zas cenara, todos os symptomas, Ocam vmitos
biliosos mais ou menos frequenlee, os quaes ce
dea a ipecacuaoha, dada s colberoe de meia ea
asa hora ; ou fica soaslo uas d4r do veotre,
pouco iocommodalivs, qee cedo prora pumente a
oux-voaica.
Quando apeaos deste traa melo empregado
eoa lode a energa a molestia aso codo, antea
contina a aggravar-se. e o reefrisaeato vai a
mais e a mala, deve-se reeerrer a outros reme-
dios, taos coa: srteaicua, cuprum, veratrum,
etc.. etc., para o que coMulte-se e obra, ellees
do Dr. Jenr, onde so aebarao todas ae ioditaees
precisas para a applicaclo destes rsmedios.
Quando se saetada da urna epidemia cho-
lenca, o primeiro cuidado deve ser morar em um
lugar per fe lamen le isa oto de buroidado o.abua-
dantemeote foruexido da ar e luz.
Evitar-se-ha o dormir grande numero de pes-
seas no mesmo quarto, e cobrirem-aecom pan-
nos muilo tapados;
De roaolia. e muitas vetes durante o dia. se-
gundo a uecessidade, raaovar-ie-ha o ar de
quarto abrindo as jaaetlas ;
Todos ot lagares da casa serie conservados em
urna exacta- limpeao-; |
Para lavar ou regar as clcalas das casas ser-
vir-se-ho cxclustvameate d agua limpa e pura,
am lugar de agoee Sujae e carregadas de corpos
estraehos, cujas eaaaetdee sao tosalubres.
'- I "
Eviltr-se-ha bom cuidsosav-passagero sbita
do calor ao fro, bem como e frescura da ooile;
As roupas devero ser quenles, e oeste fira se-
r boei irarer por cima dee vestidos communs
um outro fcil de tirar, mas que te ajuste exac-
tamente ao peacoco-e aos pulsos, ao pesclo so-
bretudo; '
Tem-se muilo acerladeaenle recommendado
o uso do calcado e de urna cinta de la, para
melhor proteger os ps e o veotre;
Devo haver sempre o maior cuidado oa limpe-
za peasoal.
III
Quanto ao modo de nutrir-se, recommendo a
rada um que conserve es seus coilumea. llabi-
ios mesmo viciosos nao poderiam ser corrigidos
bruacameole, de repente, sem que a economa
fosee impresionada por roudai eeesa irnpressio, essa modifteaco levada a to-
das as funeces poderiam ter o funesto resultado
de tornar o individuo mata fcilmente acceasirel
iufluencia epidmica. Nao ser preciso ac-
crescenlar que as comidas ligeiras sao mais uteis
da que as copiosas-; o que cada um deve reco-
nhecer a uecessidade de absler-se de alimentos
que por experiencia propria forera de dificil di-
gesiio.
Podem usar de fructas, com tanto que eslejam
bem madurase sejam de boa qualidade ;
Dos legumes cozidos, como feijes, lentilhas,
ervilhas, ser raeihor servir-se di massa delles
de que come-los inteiros ;
As carnes gordas (palo, gance, porco), os pei-
xes gordos, oleosos (enguias), os moluscos (ma-
riscos, ouricos), as toucirthadas, as massas pesa-
das, as comidas cruas, na. devero fazer parte de
um rgimen bem entendido ;
As carnes de vacia e carneiro, as aves voado-
rs os peixes leves, o arroz, as batatas, serio os
alimentos preferidos ;
O vinho com agua de todas as bebidas a mais
conveniente ; a cerveja. quando se nao lem
grande habito della, nao deixa de ser inconve-
niente ;
Evitar-te-ha tomar em jejum bebidas aquosas
e acidas, laes como limonadas, groselhas, laran-
jadas, orllalas ; estas bebidas fras sero mui
perigosas tomadas quando o corno estiver quen-
te pelo trabalho ou pelo andar.
As pessoss que tiverem o costme de tomar
caf, nao abaudooaro o seu uso, mas nao bu-
sardo tambera delle ;
Recommendo a malor reserva de licores al-
coolicos : as infosoes medicamentosas (ortela,
tillia, cha, macolla) sao formalmente prohibidas.
IV
As emoces vivas sio para temer, bem como
todos os excessos nos trabalhos de corpo o de
espirito. Com animo e saogue-frio deve cada
ora proseguir em suas ocrupaces ordinarias ,
evitando vigilias, e mui grandes ou mui friquen-
let disperdicioi de forcas corporaes.
V
O chloro, os chloruretos, o vinagre aromti-
co, ele, sero de urna vez proscriptos do interior
das rasas, porque sao sempre impotentes para
fazer neohum bem, e em algumas circumstanciat
podem ser piejudiciaes.
Preservativos.
Nao ha outros meiot de preservar-se do cho-
lera slem da observacao cuidadosa dos preeeitos
hygienicos f
As actas doulrinas medicas nao coohecem
oairas; e tambem nestes lempos de calamiJade
publica fazem ellas da hygiena seu dolo.
A hygiena tem na verdade sua importancia e
uliiidade praticat, estoo longo de o querer con-
testar, e os conselhos que cima tracei descen-
dem de meus principios : tenho-os dado seria-
mente para que tambem seriamente sejo segui-
dos, mas nao se dever exagerar seu alcance a
ponto de crer que lodos aquellee que poderero
p los era pralica eslaro seguramente ao abri-
go, emquanto que os outros, e em maior nume-
ro, a quera o dever oa a miseria obriga nume-
rosas privacoes, sero infallivelmente atacados.
Ultrapassa-se a meu ver o intento totas as
vezes que se fazem recomroendacoes bygieni-
Cas aldi das que exige a mais restricta uecessi-
dade.
Scientificamente, um erro, porque da me-
dicina e nao da hygiena qoe se deve exigir mo-
dificadores da influencia epidmica ; e sobo pon
to relativo humaoidade lempo mal gasto o
que se empregs-em apresentar o conforto da vi-
da como o nico caminho de salvacao ns occa-
sio em qoe o flagello vem se sjuolar miseria
publica, e tornar este conforto impossivel ao
maior numero de pessoas.
Niogeem mais do que eu pode desejar que se
tenha o maior cuidado no aaseio das cidades, que
se favorece por todos os meios potsiveis a cor-
reoteza livre das aguas, que se tire regularmente
de oossae ras as lamas e immundicies.*
Porero om todos os lempos temos lido lamas e
immundicies pelas russ ; em nossas casas, lojas
baixss e hmidas, adegas mal arejadss, latrinas
iocororoolaS, e nao consta que jamis tenha sa-
ludo o'ahi o cholera.
r.vDeixemos e allopaihia encobrir sua pobreza
com a apparencia de tbeaouros hygienicos, tber
souros estes muitat vezes esteris: ajiomeopa-
tbia bjtiante rica em si mesma para extrahi-
de seus proprios recursos com que nos preservar
do cholera- como j desde muilo lempo nos en-
sinou a nos preservronos da febre escarlatina
epidmica.
Aeenselbo tres medicamentos cejas virtudes
pretervativse a experiencia tem verificado, o el-
leboro braoeo (veratrum), o cobre (cuprum) e o
arsnico [arsenieutn). (ti)
Logo que duvida nenhuma haja de que se es-
teja no mel do cholera, deve-se tomar urna do-
se de qu'atro em quairo das, ora de um ora de
outro destes medicamentos, comecaodo por ve-
ratrum.
A dote para os adultos de tres glbulos:
ra os meninos dous glbulos somente.
A experiencia me autoras s affirmarda manei-
ra raaia absoluta que de todos aquellas que to-
rneas esles preservativos alguna podem ter urna
inditposieo, porm nunca o cholera.
Ja a posaos que aprsenla as condicet teguio-
Alqaebramento, indisposic,ao geral (mo-
laite), angusliaa;
Gasees tomada, imposaibilidsde de es-
tar de p;
Pbysionomia triste e abatida ;
Rosto paludo o fri ;
Demora do^urisfjaw-
Atordoamesjto, aataVo sas oavwjos ;
Rea/riamenso getoorau auaciai ;
Abrazameoto oar4M|oaaas ;
Seotibilidade da. blaa do estomago
quando se epaia*>;
Ligeiras castobraa-sas aatigs* das per-
nss e noaVoulsakausaalos;
Dormeocia nos dedbt;
Poaaeoaiert^te-e-vonHtoe-odo-diaf-
rha ;
Logo que ae manifestara estes symptomas, de-
ve-se a iota a pressa fazer deilar o doenle ero
um leilo sufflcientemortie coberlo o depois admi-
nistrar-te lhe o espirito de camphora- ds Hah-
nemann na dosede duas golas em urna colher de
agua fris. Kepila-se esta dose de cinco em cin-
co minutos at que o cal-ir reappareco, que os
batementos do coracao- e de pulso leobam loma-
do sua frecuencia, quo um suor geral se tenha
estabelecido, o que lem lugar ordinariamente
depois da quinta ou sexta dose.
A proporcao que o doenle melhora, afastar-
se-hao oa ulervallos das dosas, cooliouando-as
todava at conapteto restapelecimento. (Para be-
bida, agua fra, oa algur.s pedamos de gelo.) (*)
Quaodo a molestia assim atacada em seu
principio, a cura to certa como rpida ; po-
rm um momento nao ha a perder. Este primei-
ro periodo da molestia, periodo chamado de in-
vaao, rpido, de curta duracao f e note-se que
a camphora nao > o especifico da molestia, se-
no com a condigno de que seja dtda oeste pri-
meiro periodo. Se os vmitos e a diarrha tem
lido tempo de apptrecer, a n licagao da cam-
phora est pastada, nao mais lempo de recor-
rer a ella. (I)
Coochio diaeodo que cada um deve ter em seu
poder um frasco de espirito de eamphora de
Hahnemann, o que em caso Oe necessidade, sob
pretexto algum, demore sua applicacao, quer a si
quer a pessoa alguma que lhe perteoca.
Supponhamos que se tenha deixado passar
desapercibido esto primeiro momento da moles-
tia (nico momento, repilo, em que a camphora
tem sido admiravel mente til), e que ao quaaro
dot syniptomas precedentemente descriptos se
deva ajuotar, para ter o quadro completo da mo-
lestia, symptomas novos provenientes de desor-
dena (unecionaes do estomago e dot iulestioos.
Estes novos symptomas podem ser de duas
qualidade :
Ou os vomitoi pro dominara com nauseas ;
Affluencia de saliva bocea :
Vmitos mucosos ou amarellados ;
Pouca diarrha ou diarrha amarellada com
tenesmo muilo doloroso depois das cmaras.
Neste caso deve-se recorrer iptcacuanha,
tres glbulos de urna Vez. Repita-se a dose de
meia em meia hora alobler-se um allivio nota-
vel nos symptomas.
Ou a liogua se hz oolavel por um emboco ama-
reliado, bastante espesso, ao qual o dedo pega
quando lhe toca ;
Vmitos nenbuos ou raros ;
Grandes roncos no venire ;
Clicas com fraqueza de pernas ;
As cmaras sao a principio compostas de ma-
pa-
Tratamento do cholera em todos os sems periodos
e em suas diversas man ticas.
Em lempo de epidemia cholenca, as iadispo-
sices em appareocia mate ligeiras nao devem ser
despresadas, porqus eltas sao auitas vezes o pre-
ludio ou o principio da molests mesas.
Pode-se e devo-te considerar como influencia-
da, anda qoe pouco, pelo genio epidmico, to-
(11) Desde a epidemia de 1849, que eu ajaotei
o arsnico aos dous primeiros medicrnoslos
acooeelhados uuaoimemente por todos os mdi-
cos bomeopalhaa o'Allemaoha, de Franca, etc.,
ele. Era com oa tres medicamentos que abra^am
eavsuaesphera de acelo o quadro dos tympto-
aas da (obre inlermilteole pernkiots, qoe o nos-
ao aaiao o sabio Alesu Espanet stbia lambea
pteooaiff ea. Afsiee oe atuques aerUse deste
horrivel flagello.
terias fecaes; depois tornam-se cada vez mais
aquosas, esbranquicadas semelhantes a sro de
leite mal clarificado ou agua de arroz concen-
trada, misturadas de focos albuminosos.
Estas evajcuscdes ftidas ou som cheiro appa-
recem sem esfor^os, sem dores e como por es-
touros.
Urina e m. diminutissima quantidade ;
A face decomposta.
O aeid o phosphorice (pJtosphori acidum) c nes-
ta occasioo remedio por excellencis, e ires gl-
bulos depostalos na liugua do doenle baslarao
na maioria dos casos para fazerem desapparecer
este cortej de sympiomasj bastantemente ater-
radores. (Agua fra para beber, sempre em muilo
pequea quantidade.)
Se ma har depois a melhora nio adianta,
preciso repetir o mesmo medicamento na mesma
dose.
At aqui nao se ha tratado seno dos casos de
cholera iigeiro, pouco intenso, roas convm roui-
le nao es juecer estas nossas recomroendacoes,
porque ellas dizem respeito ao principio da mo-
lestia. Islo ao momelo em que mais fcil
domina-la,
Sejam estas instrueces seguidas so p da lel-
tra, e estou cerlo conforme minha experiencia e
a de inultas centenas de collegas, quo o cholera
ser alalhado em sua marcha, sem que o doenle
do om passo mais para a morte, sem mesmo que
elle sofira novos tormentos.
Se nos objectar, tanto quanto quizerem, que
nao tiremos de lutar contra ataques graves do
cholera ; mas na verdade para salsfazer s exi-
gencias de nossos adversarios, dever-se-hia dei-
xar a molestia chegar a seu mais alto grao de io-
tensidade, quando em nossas mdos temos o po-
der de o impedir ? Se bello curar o mal, nao
menos glorioso, e alias raais seguro preve-
pi-lo:
Chegamos agora aos symptomas maii easen-
ciaes e mais caractersticos do cholera :
A voz est alterada, enfraquecida, apenas per-
ceptivel, ou tambem rouca e como flautada ;
O doeote tem excessivamente emmagrecido ;
A fraqueza excessiva ;
Olhos fundos, visia extincta ;
Sentidos amortecidos;
Fro glacial por todo o corpo e principalmen-
te as extremidades, no rosto e oa liogua ;
A pelle est banhada de uro suor fri, vis*
guento ;
A urina supprimida ;
As cmaras correes involuntariamente, fre
quenles, abundantes, cheias de grumos, e sem
cheiro de qualidade alguma ;
Sie vilenla cora desejo d'agua fra ; mas
logo depois de beber, vmitos das bebidas in-
geridas ;
Os vmitos iacessantes dan producios seme-
lhantes aos das cmaras;
O veotre est deprimido, ordinariamente in-
sensivel pretso ;
Os batimentos do pulso sao cada vez menos
sentiris ao apalpar ;
A reepiraco se difficulta, toroa-se mui pe-
nivel ;
O balito fiio.
O elleboro branca (veratrum) o remedio so-
beraoo. Daite-te otto s dez glbulos em um
copo u'agua, o dd-se ao doenle urna colherada
das de sopa desta solugo de 10 em 10 minutos
\ ae principio, depois de meia em meia hora, alon-
gaodo-se aais as doses proporcao da me-
lhora.
Sob a influencia d'eate remedio, ver-se-ha os
vmitos e as cmaras diminuirem de frequeocia,
e pararem ;- o fri lornar-se menos intenso ; o
puli fazer-te seusivel, a respiracao mais livre,
as forcas desenvolverem-se, ele. ete.
eixar-se-ba que se desenvolva livremente
esta feliz reaeco, edar-ae-ha a beber ao doenie
agua fresca ou pedaQos de glo em pequea
quanlidade.
Se ao complexo dos symptomas queindu-
ziram a escolha do veratrum, a observacao c,
como symptoma dominante, caimbras muilo
repetidas e muito dolorosas, que arrancara ge-
midos, o gritoe aes doeatee, o cobro (cuprum
imperiosamente indicado.
Qito a dez glbulos em ua copo d'agua por
colberadts das do sops de hora em hora, ou al-
ternadas coa aa colheradta de veratrum, tendo
o cuidado do afattar aa dses proporcao do al-
livio de todas oe symptomas.
Feratrum e cuprum abrangem assim em so*
espaera deaeco os symptomas mais etsenciaes
e mais caractersticos do cholera confirmado ;
tambem noa casos mais gravea a elles que se
deve recorrer na mor parto daa vezes.
Digo oa rar parte dat vesee e nio sempre,
porque os symptomas do cholera grave nao sao
constantemente ot mesmos uniformemente, e
porque um remedio, para ser o especifico de
urna molestia, preeiso quo abranja a totalida-
de dos symptomas ; pelo que se pode conceber
(e esta a grande diffleuldade da homeopalbu)
a neceasidsdo de variar o tratamento tanto quan-
to a molestia pode variar em tuaa atnifoatecdes
aymptomaticas.
Nao so deva perder de vlita que nio tsl on
tal oulro symptoma isolado que poderf decidir
da escolla do medicameoto, porm sim e exeatw.
sivamenie o quadro completo dos symptomas.
Ora, mesmo no ebolera.esse quairo4os syap.
tomas pode variar, e eis o que espuc*. a raza o
porque o psratrtn o o cuprum, doveario ser
clttsificados em primeiro lugar, podem entrfc
tinto nio ser sufficientes.
Lerabrera-so do quadxo-da muiesiia coma o
pintei, psen (paella smdesso-oor aajrutdoxapr
t-eralrunaoiiuoav-ee-lbo.:
Urna gpaale aaaiiis om hater da mora;
Urna aajJactiral a que,.eaWig doenle a
mover-se coosaatemetate, ar sshir a* cama, a
descobrir-sai
Um calor ardate os toce* ettoaago como
produzido por um carvlb em braza.
Aobeeeveeae- deetes oltimoe >ympteiw* oa
qualquer periodo da molestia em que se apreteu-
tem, reclama em primeiro lugar arieaum, tres
glbulos era um copo d'agua, para tomar por co-
lher de sopa de meia em meia hora ae principio,
e depois em iolervallos mais longos quando o
medicameoto produz o desejado effeito.
Nos individuos traeos, eschalieos, debilitados
pela idade ou por io(Trira seoleio espigado [scale eornutum) ser objecto
digno de toda a ltenlo, e sobretodo nos ca-
sos que apreseolarem por caracteres difieren-
ciaes:
A cabida embaracada, alordid, coao por ama
bebed eir ;
Os sent ios embotados, particularmente o ou-
vido ;
Desaoimo profundo e preoecupaco constante
da morte.
Este medicamento ainla apregoado cora ro ui-
ta vantagem quando o vomito de todo ou era
parte aplacado, masque as dejeccojs alvinas nao
mudara de cor, e quando ludo anouocia que a
bile nao tem reapparecido no canal intestinal.
Sob sua iufluencia, as cmaras tornam-se araa-
lellas ou verdes, o que exceilenle agouro para
a lerminacao prxima e feliz da molestia.
Sua maneira de administrar a mesma que a
de veratrum, as mesmas doses e repelieres.
Deve-se suppor casas em que o cholera nao te-
nha sido alalhado em sua marcha seropre cres-
cente, quer por uegligeecia dos cuidados conve-
nientes, quer por impotencia da ail*.
A pelle aprsenla em tola a sua extenso, urna
cor szul bronzeada (cyaoose);
A mo aplicada sobre o corpo do doeote soffre
urna sensa(o de fri glacial, como se fosse o cor-
po de un cadver;
O globo do olho est voltado para cima da
orbla, e s apparece o branco pallido e enco-
vado ;
A voz inteiramente extiocta ;
Oppressao excessiva ; o doenle tem falta de ar
e agita se para procura-lo;
Respiracao lenta, dificil, hlito fri e ge-
lado ;
Os batimentos das arterias nao se pode mais
perceber.
Neste. momento supremo, a hoineopalbia nao
d ainia o desengao, e o carbo vegelabilis tero
muitas veres produzido bons resultados, de urna
maneira inesperada, para fazer reapparecer uma
vilalidade que pareen extincta.
Sedeitar oito a dez glbulos de cario vege-
tabais em um copo d'agua, e dar-se-ha u colher de sopa desta solucao de 5, 10, 15, ou 30
minutos, confirme a maior ou menor grvi-
da le.
Depois de uma hora de espera, se o carbo veg,
nao fizer effeito, dever-se-hs recorrer ao acido
hydrocianico (/tt/drociani acidum). Tres glbulos
de cada vez, repetidos por intervallos raais ou
menos longos.
Passei succes8vameote em revista as perturba-
Ces fuuccionaes, os accidentes mais importantes
que caracteisam o cholera desde o primeiro roo
meato de sua invaso al seu grao maior de io-
tensidade. Arranjel esles pnenomenos mrbidos
em cathegorias distinctas, e indiquei o medica-
mento mais conveniente a cala uma dessas ca-
thegorias, porm a minha inlencao nao est si-
lisfeila.
Se o doeote nao suecumbe durante os periodos
do principio e do fri, a molestia muda de aspec-
to e reveste todos os caracteres do estado febril,
geralmeole coohecido com o oome de periodo de
reaeco ou de transformaban.
Resta-roe esludar a molestia neste ultimo pe-
riodo.
O pulso toma algum desenvolvimento, torna-
se cada vez mais sensivel, o fri das extremida-
des desappare;e pouco e pouco, e proporcao
que o pulsse levanta, a respiracao torm-se mais
loriga e mais profunda.
Sa a reaeco franca e moderada, basta ter
cuidado no rgimen ".o doent?, e impedir que el-
le nao tome muito depressa alimentos solidos,
para que sua saudese restabeleca completamen-
te ; mas nem sempre as cousas psssam com tan-
ta felicidade.
Ple acontecer quo a reaeco se faca incom-
pletamente.
A reaeco incompleta se maoifesla pelo re?la-
belecimento imperfeile do calor, por urna frica
transpiracJ, uma pequea excreco de urina ;
melhoras que desapparecem logo para dar lugar
a muitos dos symptomas caractersticos da rco-
leslis, precedentemente descriptos.
A} reaeco ser sempre efBcazmeate sustentada
pelos medicamentos que a houverern provocado :
em taes casos nao se dever trepidar em repetir
o medicamento que houvesse produzido a me-
lhora e repetir as doses quautas yezesforem pre-
cisas.
Pode acontecer que a reaeco seja de forma In-
flamraatoria, caraclerisada por um calor .'eco na
pelle, grande sede, pulso duro e frequeote ; ddr
de cabega, olhos vivos, e que faligaro-se pea ac-
co da luz ; os labios esto injertados e quenles ;
a liogua est um pouco verroelha em toda a sua
extenso, a respiracao se acedera, etc., ele.
Acoitum, o graude regulador da circulaco,
restabeleeer logo o equilibrio.
Maneira de adminittrar.Qaelto glbulos em
seis colheres d'agua, das de sopa, para tomar
uma colherada de duas em duas horas.
Pde-se aioda observar, sempre na reaeco,
um delirio com graodeagitaeo, quo ser efilcaz-
mente combalido pela belladona, tres glbulos
em seiscolberes d'agua, para tomar uma colhe-
rada de duasem duas horas, afastaodo as doses
proporcao da melhora.
Outras vezes a expresso da face a da imbe-
cldade ; o olhar estupido, como de embasba-
cado.
A liogua torna-se vermelha, secca, spera, al-
gumas vezes muito denegrida e eroslosa ;
Os doentes, atacados de um estado de estupor,
respondem mui difflcilaeote s perguotas queso
Ibes faz;
Constipar (falta de obrar )
Estes symptomas, cuja toiaiidade constilue o
estado lyphoide, acbaro seu especfico em bryo-
na, tres glbulos em seis colheres d'agua para
tomar uma colherada de quatro em quairo ho-
ras.
Mas eu paro aqui: se a reaeco 4.susceptivel
de formas raais particulares, estas cosliluem
complicaces disuadas, molestias novas que exi-
gen) fogosamente a preseuca do medico, e que
upo pode entrar em minha aleada desenrolv-io
aqu.
Convalesceuga do cholera. I
O tratamento homeopalhico actuando sempre
per via directa ou especifica ataca a molestia em
ana origem e poe os doentes ao abruo dessas
convalescencas iolermioaveis, que sao exclusiva-
mente o apanagio da medicina allopatbica ; en-
tretanto depois de um choque lio violento, nao
seria de admirar que muitos doentes se queixas-
sem de uaa fraqueza geral.
Re mediar-se-ha certa raen te a esta fraqueza
com a quina, na dose de tres glbulos, repelida
deas ou tres vezea com o intervalo de quareola
e oito horas.
iYoia dot medicamentos designados nesta imlruc
gao, e que sao indispensaveis no tratamento
ohedra.
l'Sipr. caraph. Hahn.
2oI peca c.............. 3* dilucao.
Capa ao Exm. presidente ds provincia, diz 0 \\,
las assala de Sonta que. teodo sahido de N s
do O', como havis prometlidq, s tO \i horaia
uUii estela. "legaado aquellalgM hV'
o meia depois, verificara quo a epidemia Uro fai
lo sil! algumss victimas/ a que tuppuoha Gu,
lciuiinusria i.sze lis. visto ter a poroicioS,
;ente inteiramente aiieravel, e por cooisquen.
""i mtii fsvoraveit a
coodicea que t pode
de algumas providencia,
a repugnancia da parte rj
i syoita t raaditoet m(U favoraveis "ao~dV"
****? <^*1.1' tooatOes que t p0dBffl"
l de algumas providencial
ca.
en
raa o vafes dapot
sfr tmeimo officio diz mais'quVl
nemilerio conveniente. e que
no ata
pop&av
estalaftcam
tenda ti
n
N
ura -
dado Dr. Firroino. de citoni1
paraoagulsipar fioiannioha, distante cinco U*
guarda Lipa, responder que nao era posnivel
prestar se a uto, altelas ss circumstancias lo
caes.
Em outro officio da mesma dala, e dirigido
do mesao lugar a S. Exc^ pedo o Dr. Souza qu,
S. Exc. providencie a respeito de roupa e alimen-
laco, visto que a-populacio se nutre geralmen-
te com comidas salgadas e secca ; accresceotan-
do quo, por ser a ociosidade seu pasta-lempo
vive em embriaguez*quasi- continuada, principal'
mente, na actualidad, por lamer expor-te o
iraDalno; e comuiunjca que um padre, que .Ih,
ettava. de nome Jos Haiheus, e podis com sua
preseuca moralisar e aoimtr a populaco abatida
lioha-se retirado para Camu'-unga, districto d
Goiano., desdo vesperas de Natal, pelo que ot
habitantes sequeiiarsm de eslarem a morrersem
terem quero Ibes administraste ot Sicraraeoio
e que seus compaoheiros tomaram direceo d
Cruangy, entretanto que pensiva que seus servi-
omaS|eria,n *U pr0T*il Em entro officio de 8 do correle, e dirigido
anda da Lapa a S. Exc. diz o Dr. suza q!e o
mal continua anda neste lugsr.e que soube da
uma praca. procedente de Cruanay e em seeui-
roento para N. S. do O', que a epidemia ia decli-
nando all.
o Era um officio de 8 do correte, dirigido de
Nazareih a S. Exc, diz o Dr. Abilio Jos Tarares
da Silva que o mal continua em S. Vicente e
que os Drs. Errairo e Espinla, que se acha'm
aquella eidade. xigem gratificaco maior do que
Ihes foi arbitrada por S. Exc afim de partir
para o lugar em que lavra a epidemia, indo acorn-
paohados de dous enfermeiros de sua confian.,
percebendo cada um 54 de diario, e pede a V
Exc. que resolva o que julgar conveniente.
S. Exc, nuvindo a commisso central de
soccorros, tem dado com a maior presteza todas
as providencias precittt; de sorte que, se culpa
vter a haver. nao recahir esta toore o goveroo
a As 6 horas da tarde de 10 de
1862.
Janeiro da
(*) Recoamendam todos os outros autores que
a agua sejs dada a Bul pequea queotidade :
algumas colberadas de esda ves.
(1) 0 Dr. Jsbr todavit aconselha s cSmphora
em certos casos, metra o no segundo periodo,
COBO ver-ie-ba de seu trstsdo trantsripto junto,
* Dr# 1uin Fonceca.
Dando pnblicidadeabaixo ao officio da com.
raiisao central eocarregada do faaeral de S, M.
Sr. D. Pedro V, satisfazemos ao pedido de un
nosso assigoante. que se queixa de hsver sido
esquacido seu nome na "publicagao que hontem
luemos, omissao devida pessoa que nos mioig.
trou as PoJ,as :
A commiso central eocarregala de levar i
etle-iio o funeral que Umdecelebrer-se pela sen-
tidissima raerle de S. M. el rei o Sr. D. Pedro
v. tem a honra de comrouoicar a V. S. ter sida
nomead. para fazer parte da commisso que tem
de promover a aequisico dos meios pecuniario
para semelhante fim na freguezia da Boa-Visia
Para seo conhecimenio vai enoexa urna no-
ta dos membros que corope a referida commis-
so. para que de comraum intelligencia desempe-
nhem estas funecas.
Fica esta commisso convicta que visto
os seus patriticos sentimenlos nao deixar de
auxilia-la com a melhor vonlade neata honrosa
trela.
a Deus guarde a V. S. por muitos sodos.Re-
cife 5 de dezembro de 1861.Illm. Sr. Antonio
Pereira da Costa Gama.J. Heniique Ferreira.
Jos da Silva L-tyo, secretario.
Havendo corrido honlem o boato de que li-
nha si-!o atacada do cholera-morbus, uma escra-
va do nosso collega o Sr. Dr. Innocencio Serado
de Assis Carvalbo, que seacha residiedo no Ca-
chang. podemos affirmar ser falso, como nos in-
forma o mesmo senhor. pois que fra ella ataca-
do de uma fortistima indigestan, provocada por
abuso da melancia e mel de furo. Agradece-
rnos a esse senhor a boodade cora que se dignou
"ju lar-nos a nao deixar tomar vulto semelhante
boato, que podia aterrorisar a populaco desii
eidade.
Entrou honlem as 8horaa da manhi dous
botes com uma tripolacao da barca americana W.
C. Cambie, capito Powell, procedente do Ido
Grande do Sul com 40 das de viagem, com des-
tino a Coik. carregada de otsos, a qual foi a pi-
que no dia 7 decorrente as dez horas da noite
oa Utude norte 3o 8 e loogilude O. 3' e 10"
ecompostada tripolacao de dez pessoas, todos
salvaram-se.
Movimeoto da enfermara da casa de de-
lenco do dia 10 de Janeiro de 1862.
Tiveram baixa para a enfermara :
Francisco Ferreira Alellno; polmonite aguda.
Manoel Vicente de Oliveira ; febre.
Tiveram alta da enfermara:
Joo Francisco da Cunria.
Antonio Chixa Cogominho.
MOrtTAMDADE DO DIA 10.
Jorge, Pernambuco, 10 mezes, S. Jos ; dyar-
rhea. J
Manoel Grobr, Heapanha, 31 annos, solteiro,
Boa-Vista; febre aroarella.
Leopoldioa, Pernambuco, 18 dias, Boa-Vista-
espasmo.
Mara Rosa de Luna. Nazareth, 40 annos, vio-
va, Santo Antooio ; sezes.
Firmino, Pernambuco, 21 annos, escravo. sol-
teiro, Boa-Vista : typho abdominal.
Isidoro, Pernambuco, 7 das. Boa-Vista ; es-
pasmo.
Joao Pinto da Fonseca, Portugal, 46 annos, sol-
teiro, Boa-Vista ; gastro heptico.
Aona, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista
tro enterite.
gas-
Corfespoiidencias.
,?h *edaetoretO Ventas appareeeu no Libe-
ral de 4 do corrente to leve como ama peona;
e exhalando o ftido de sua corrompida baba mui
airoso nos declara que lbe euapria sshir em pu-
blico para desmasearar o Justo ; pobre Justo,
que coamelleu o graode crime, no conceilo do
v*** rehqua, de dar a cada um aquillo que
lhe edevido. '
Ji se v& pois, a differeoca que ha entre elles
dous : um obra rectemeoie, tas justica e diz a
verdade; o outro aeorbertaodo-se com esta, quer
uculir no animo do publico o juizo que faz do
w. Dr. Amaro delegado desla capital, nio coos-
cieociosamente, mas por um rencoroso despeito,
por um viogaoca ridicula e por uma diablica
Ora, o Sr. Yeritas, com a sua alucina rao nao
enxerga, nio v o terreno em que piza ; nao tabj
que lodos nos coohecem os ; para que tahe em
publico a mostrar a sua miseria, a pateotear o sea
despeilo, quando todos o coohecem pelo baterdas
oreihas, embora procure disfarca-se com tao
impetrante capa t
O Verita nao pode nunca igualar ao Sr. Dr.
Amaro ; ha uma dista ocla to graode entre esteSr.
e o Keritoe, e sao lio diversos os caracteres que
todos os deslioguem perfeitamente.
... r" Am" feh,n> PernaabucaDO,
aqu aoeducou e sprendeu ; a toa vida publica e
particular etli no dominio de lodos, e elle poda
ooure qU<> m factos que a des-
A pesar disto diz o Yeritas quo a sua nomet-
Cao foi uma das que deu lniar .i._......eom
3oAcid. photph....... 6
4'Verslrum ab.......
5*Cuprum mel........6*
6*Arseoicum alb.....6a
TScale cornut......6*
8oCarbo veg.......... 6
9aAcid. hydroe______ 3
10oAcooitaa.........*
mBellidone..........
12*Bryonis............ 6
lS'-Cbna.............^
Deve-se estar munido coa antecedencia dis-
tes medicamentos para nio so oslar expealo a
psrder lempo precioso no momento do perigo.
Bis o quarto
Boletim oficial,
c Em um offlcio de 7 do corrsnte, dirigido da








do ^..?i >'par-ae as mios s parado ; e eoode
Sf'v-lSimpV ,*M1quenomeatteao
r> 'tr%,m* Bisum teaealit 1....
nart.0QH,nU* Z"rMt M e" hydrophobico furor,
pediodo que lbe provem a inleHigencia do Sr.
rrratedee,,| ,M,P8,U,",0 "* elU das eo-
iS^^J'rff' litoM|il Mae mocees-
LS". 1 6' Mt 08 Mu ,cl0. anas deci-
m Jff- co"a,0.Dlc eoheeo-o perfeiU-
r.rHl!2 -1** "u? ** aposito a bao que-
hZL ,Q"r,r> nB < abetarois av-la, pois
bem sabis que s peloso,!?, a dsquelequ
nao qoer ver. ^ '
s-,ll^? ? '" TWM Instaasco
de remetterdes para arbeuldade da direito aos qa
quizerem apreciar a alelligeacta do Sr. Dr. ama
ro, vos pode tproveitsr, enganais-vos. porqaan-
lo os que alli forem nio encoolrarie aada ass
do que aquillo porqo paaearaa grandes ctpati-
IneSl1'"* W *"** ,iltt V ^
IM U Til LA JO 0


~ hwDo \i muid n \m.
O que Rj
de urca
Mdo*fftMit
BlM
Meo
aabemoi. q"do oroonio iigolflciiie elleum
roao-ea-v. '* podorimpiltor ineajawitade
de estudite.
Otro rano, Sr. Parta, que por oqni nao
i Mea bem. _V ^ ^_
'Oettinaaes dlreno qu o Sttalt
populado esta eidade, quamto qmlitooo *e
treumspeeta a energa que eSf. 9t. aneare ha
ttaworHM a 'ewrcHt tfaa'lawi,' eto-atoto-
gasto ; entreie-nto fae 4 ota n fwWw
ta opioao publiee nMetfestMto *e*to WeTOO
I da provincia, que awiique nlngoem ; bebili-
do'pm coananw o mrito aqwatta* quera
[ chama para cates cargos. ot o oltieoo dwflft-
honestos doat eidade, que lodos epplautfi-
|ram sea Bomeacie, a B fWM ,n-
i amata pedia agradar,
r bem natural ase despeito, essa goerra. por
Uros na+nvoia eda calumnia aempre for-
[ram e eertejo oe lodo o verdadeiio -merec -
i meneo. .
Para conheoer tedas estas eoufaa nao precito
se amar paternal ane maligoa e Infundadamen-
te* Irado Periin emprestar no Jutwt,
3U s e nicamente abrigar o bomem em eu
caracao os seotimeotua nobre qae o poseam
ar eem toda a imparcialidad, quando se trata
Id* dar o aeu a aeu dono, pondo de parla quaes-
[qner mesquinhes e ignobeis iolerewei.
A energa do delegad ewi cidie publica e
I notoria; esta no aeotirenlo de todua ; e nao
i sendo ella easa energa ealooteala e Olha da irre-
I flexao, como multo a possoem. ctaro que tem
la er, como muKo bem disse o Justus, ums ener-
Ljfi circonwpta.
Sr. Verta*, sabis quem sao os que nao po-
m olbar com bons olhos para o delegado, eo
roa digo : ao oa ladroes. os jogadores de proQs-
, os malradot, e tudoa os criminosos a quem
le perseguir aempre com o rigor das leis ; se
jnizerdes advogar atla essa gente, faiei-o M
Iireraeoie e recebai a vossa paga ; maa deixai as
[nntoridades o 1ite eierctcio de anas funecoea, e
ecusii-as fortemente, quando ellas se tornaren)
relaxadas, venaes. corrompidas ou despticas ;
i aecusai-as a provaj com (actos todas al suas mal-
Tersig-'S, quando nao Picareis com a mes osa
! cara, e tuteado com ai mesmas orelhas.
O nosso amigo o Sr. Dr. Amoro, deve nica-
mente responder-ros com estes versos :
Eu sou qaemiou, nao'.inrejo a gloria tua,
Tu s quem s, e nao has de ser mais nada
entregando-roa ao mais completo despreso, se-
guir seu caminbo, que Joi e ser aempre o da
honra, ou Males Sr. Vertas ?
Al oulra|ves.
C jatai com a promptidao do
Bonafide.
Public coes a pedido.
PARTI.
Eu que aoa perdis a imagem sua
No mea peito eu achara a sua imagem.
(Bario de Itamarae.)
Foi-aa p'ra aempree para mais nao v-la,
A ruioha amada, luminosa estrella
Di minha vida ;
Foi-sa e deixou-me no carpir de dores,*
Veuio miflh'alma de nutrir amores
Quasi descrida.
llorona e bella, virgem dos meus sonhos,
TS'eites momentos placidos, tristoohos
Julgo arista-la :
Inda distante, lo-ige dos meus olhos,
u nesta --ida trbida, de abrolhos.
Pretendo ama-la.
Leucura, ou sonho, que me escalda a mente
inda embalada do prazor contente
Oa aarios instantes ;
Sonho ridenle, fulgida espranos,
Nesta procella, placida bonan{a
De almas constantes..
Ojte aagrada, lyrio matutino.
Que aurora enria, myatico, divina
Odor celeste ;
Aitro da tarde oamoraodo ai flores.
Que a natureza no viver de amores
De amores reste.
Quizera a vida para ardeote amar-te,
Quiera um sceplro para a dextra ornar-te
Rainha ver-te ;
M-s nunca a rida sem gozar venturas,
De ti distante sem colher doguras
Vendo perder-te.
Quizera a vida p'ra beijar-le as planta,
Oroar-te o leito de reliquias tantas
N'altna transporte ;
Mis nunca a rida a devorar tristezas,
Assint era quero accumular riquezas,
Antes a orle.
Ah se eu podera no correr da briza
A dor sentida, qno minh'alma peza,
Chegar-te ao peito ;
Talvez a face paluda, morena
Humideeesseis de ternura e penna
Em doce leito.
Foi-se, e p'ra semprenunca mais verei-a,
Resta-ru a gloria de dizerameia-a,
Volei -Ihe a rida ;
Mas sua imagem se fugio de feito.
Nanea em minh'alma, nunca no aeu peilo
Ser descrida.
Dezembro 28 de 1861.
M. lves Cavalcanti.
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca so-
bre o Banco do Brasil qualquer quantia
a vista, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro de 1861- O secretario, Francisco
Joo de Barros.
Praca do Recife 10 de
Janeiro de 1862,
*Vs cuatro lloras da tarde.
Cotacdes da junta de corretores.
Cambio
Sobre Londres 25 3(4 90 d. por libra.
Fretes:
Assucar para Liverpool72t6 d. e 5 0i0 por to-
Deilada.
J. da Cruz Mselopresidente.
John Gatissecretario.
Patacho la- a1li|i i, Htf* deNevr-Car-
lisle, onsigM4a n Sanndera Brothen, maoifei-1
ton o aoguinte :
1,100 fearrisM btenlnio ; os meseaea.
Brigue inglez Bu$u, vinuo da Terra Nova, con-
tignado a Saundera Brothort 4 C, manireilou o
aeguinta :
2,531 barricas e 231 meiai baealbio, 8 caixas
peixea; a orom.
Hiato naatoMl Aracaty, viodo do Araenty, con-
signado a Tanao Irmloa, aaoifeiton o aaguinte :
309sscee latteha de mandioca. 40 meios de
ola, 40 catne* alies de carnauba, 84 acooa gom
ni ; a or"
Dia 9dej*ae1ro.
Bri^ue-eseoDa portugue Cito, para lina de
S. M'guel, carregaram :
Amorto IrtMN, 19'barrfe com7t0 medidas de
>uel, e350barricas em 1,71*arrobas e 15 libran
d* nssucar.
- Brigue pnrlupnez 8. Manon), / para o Porto,
cafrexa :
Feliciano Jos Gomes, 400 saceos com 3,000
arroba dn atiucar.
Barca iaglaza Surah, pora Liverpool,'ontrega-
ram:
Vhiva Amona & Filhos, 116 saceos com 689
arrobas e 2o libra* de algodlo.
Brigue braatleiro Santa Barbara, part o Rio
di Prata, canrrf*nim :
Amorim fctooa, 40 barricas com 2l arro-
bas e 9 libras de assucar.
Barca ingleza Priteilla, para Gibraltar, Car-
rpRam :
Pdlon Nash & C, 1,200 saceos com 6,000 arrobM
de assucar.
Barea ingleza Jfary Miller, para Gibraltar, car-
regaram :
Patn Nash 4 C, 800 saceos com 4,000 arro-
ba* de assucar.
Brigue americano Brothers, para o Rio i* Pia-
la, carregaram:
Bastos & Leraos, lOOfipas com 18,000 medi-
da de caonaga.
Becebedorla d rasarlas Internas
geraei ds Pernnmhnco
Reodimento do dia 1 a 9 4 860$409
Idem do dia 10.......i:186j84l
6.-O*7250
Consulado provincial.
Raodimento do dta 1 a 9 40:190a713
dem do dia 10. ..... ; 3.658J510
43:8199123
MoTimento do po ni
Navios entrados no dia 10.
Aracaly7 das hiale brasileiro Aracaty Je 35
toneladas, capiio Joao Henrique de Atmeida,
equipagem 6, carga farinha de mandioca gom-
ma e outros genero ; a Tasso & Irmo.
Rio de Janeiro28 das, barca brasilttira Amelia,
de 213 toneladas, capito Amonio da Silva
reas, equipagem ti, carga caf, arroz, feijo
e outros gneros ; a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo&C. e urna escrava a entregar.
Rio de Janeiro35 das, barca americana Tejuba,
de 320 toneladas, capito J R. Henrimaun. e -
quipagem 11 en lastro ; a Henry Froster & C.
Trieste67 das, brigue dinamarquez Suxana,
de 295 toneladas, capitao C. L. Haaseo, equi-
pagem 11, carga 2,466 barricaa com farinha de
trigo ; a Amorim Irmo.
Rio de Jaoeiro30 dias, patacho inglez Planet,
de 183 toneladas, capito I. Smilh, equipagem
8, em lastro : a ordem.
Rio deJaneiro25 dias, barca americana E. Plu-
ribus, da 513 toneladas, capito W. Waltoce,
ejuipagem 12, en lastro; a Sauoders Bro-
thers &C.
Liverpool55 dias, brigue inglez Nautitus, de
210 toneladas, capillo J. Swentoo, equipagem
11, carga fazendas e outros gneros ; a Mills
I.nhan \ C.
Nao houveram aahidas.________________
_
Horas.
B
5
c
Alhmosphtra
B
w n tu z n 2 Oirieeao.
a o w w o OQ B es i a 1 nttniidcdt. 1 * C
oo

I Farhtnhtit.
i

O

o
^
M
V* te
| Cintigrado.
I i
-i
0>

00
I Hygromttro.
| Cisterna hydrt
mtrica.
00
3 w
ao -j
Francex.
eo
o
"8
00
Inglez.
si
A note clara, vento NE variavel de intensiJa-
de e assim amanheceu.
OSCILA^XO DA HAR.
Preamar as 0 h. 42* da tarda, altura 5,4 p.
Baixa-mar as 6 h. 30' da manhaa, altura 1,5 p.
Observatorio do arsenal de marioha, 10 de Ja-
neiro de 1862.
ROMANO STEPPLE,
1* tenente.
E&taes.
t&dssdo
em Kro 4>sopr1e pava ees Mav<
recalrWoTBon*eeiWnjento psra
ouea diMttoMrtofebr. irt clrH db
afbean^dn aato>fc C pero plana
doc Thom coa na recibo.; dita do Rio da Ja-
neiro de D. Mari d Carao Mirtrn pmm <9oH
Baptiita Martincom urna sedula dalOf do the-
souro ; dita de D. OIMtla de Sorna Velho Pi-
ra eo la da eidade de Santo Amaro .(Babia) para
Franciico Pinto de Peooucos coa urna certlao
de testamento. Por ultimo proceden-se o quei-
naa das cartas asnaienad do que ae lavrou
respectivo lerao que o que le segu.
Crrelo de Pertiam'buco 4 da Janeiro d* 1862.
Damiogoa do Paasoa M ira oda.
Adaioiitrador.
Termo do conaumo daa carta atrazadaa
de 18es
Aoi 4 da do mez de janofro de 1862 nesta
adminutragao do correio, as 11 horaa do dia, es-
tando presente o Sr. administrador Domingoi dos
Passos Miranda e mais empregadoa abaixo assig-
nadoa, procedeu-ae em virtud do arl. 138 do
regwlameoto dos correios de 1844 o consumo de
381 cartas, sen io 174 selladas e 207 nao selladas,
na importancia 30,630 come consta da Factura
abaixo declarada, cuja importancia vai deacarre-
gada nesta data ao referido administrador e tbe-
soureiro.
E para constar lavrou-ie este termo em que
aisigoos o referido admlniatridnr, eu Francis-
co Simoes da Silva, ajudanie contador, o escrevi.
Administrador,
Domingo dos Passos Miranda.
Offtciaes papelista,
Liz de Franca de Oliveira Lima.
Eduardo Firmiuo d Silva.
PofUiro,
Manoel Marinho de Souta Pimentel.
Gompauhiade cavallara.
Nao lendo apparecido hoje licitantes ao frne-
cimento do ramebo e forrageos, na forma dos ao-
ouoeios publicados por este Diario nos dias 4 e
7 do correle, a excepto do Sr. Antonio Sor-
berlo de Souza LealdaOe, que olfereceu o forue-
cimeoto de ditas forra gen s por um prego mais
alio do que o marcado pela thbsonrari de fazeo-
da : de novo o capitao cotnmindanle espaca
para o da 13 do crtente a concurrencia dos k
citantes s 10 horas, na secretaria desta compa-
ohia.
Quartel do Campo das Princezas, 9 de Janeiro
de 1862.
M. Porfirio de Castro Arujo, capillo com man-
dante.
Por ordem do Illm. Sr. Br. ehefe de poli-
ca da provincia, se faz publico que, na casa de
detencao se acha recothido um preto, de cerca
de 30 aonos deldade, que diz chamat-ae Lucio
Cavalcanti e que se ci ser escravo fgido, por
ter sido encontrado com urna correte ao pesco-
co ao paasir a ponto dos Carvalhos no termo do
Cabo. Secretaria de policia de Pernambn*o 7 de
dezembro de 1861.O secretario, Dr. Joaqoim
Jos de Campos.
Sania casa de Misericor-
dia do Recite.
*0 Illm. Sr. tenente -coronel Justino Pereira de
Parias, thesoureiro esmoler interino da santa ca-
sa de misericordia do Recife, manda fazer publi-
co que no dia 20 do correte, pelas 10 horas da
manhaa, faz pagamento das respectivas mensa-
lidades vencidas at dezembro ultimo as amas
que comparecerem acompanhadas das enancas.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife, 9 de jaoeiro de 1862
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Escrivo.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tero de comprar oiobjectos
seguites :
Para provimento dos armazens d o srsenal de
guerra.
20 duzias de taboas de louro de assoalho.
15duzias de ditas de pinho de 3|4 de grossura.
5 duzias de ditas de dito de assoalho.'
Quem quizer vender taes objectos aprsente
a suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 17 do
correte mez.
Saladas sessoes do referido conselho, 10 de ja-
oeiro de 1862.
Bento Josi Latnenka Lins,
Coronel presidente.
Mexandre Augusto de Frias Vifar,
Mojor vogat e secretario interino.
AtIos T3iariiimo3.
isBba^^ ^^ir?i?aj.dvmr.;
Par Babia egoe o pnlhboie Santo A maro,
para alguma ouca carga que Ihe falta trati-se
ca e% eevaigsaone Fraoctoco L. O. AnavS oa roa da Madr da Deua n. 12.
Par.
Km dfreitara o palhibote Santo Cruz recebe
onrajN a (reto tratar em Centeno Cyriaco da C.
M. A lrmio; no lado do Corto Sonto o. 23.
mH-
, appara-
res. mesas, marquezaa. cadeiraa, commodas.
Mvatorton, esw rraneezas, altas de ferro, lonja,
vidro, erytaese multo outrot ebjecto qub el
torio patentes. '
Ifestl mosma oceasrao vender tanibem 8 las-
are, 6 arandela,7 globos redondo e 10 caler-
ras da amarllo.
Principiar as 10 horas em ponto.
i
Rio de Janeiro
O veleiro e bem condecido brigue nacional
cDamon pretende seguir com muita brevidade,
tem parte de seu carregaraeoto prompto ; para o
resto que Ihe falta, trata-*" com os aeus consig-
natarios Antonio Luiz do Oliveira Azevedo & C.,
no seu esetiptorio ra da Cruz n.l,
Al tandera.
andimeato do dial a 9 .
ldam do dia 10. ;
1003215612
13.473#237
11379498 (9
Mov raen lo da a I tandeara.
Volumes intrads com fazendas.. .
oa generoi..
Volamea aahido
c
coa fazendas..
coa gneros..
83
285
------ 368
Demrregam hoje 11 de jaoeiro.
Irigue brasileiroBeberibecharque,
iingue hespaubolNovo Martinidem.
Impor tnco
Barea nacional Amelia, vinda do Rio de Ja-
neiro, consignada Antonio Luit de Oliveira Aze-
vedo. maoifestou o seguiole :
120 oalxas 60 maias panas, 50 pipaa e 600
barricas vtsias, 5 caiioes cha, 300 saceos arras,
tOO ditos fejao, SOS seceos cat, 50 lato tomo ;
a ordem.
Brigue inglez Crescent, viodo de Terra Nova,
consignado a iaaes Cabtro & C, aanifaslou o
ogoioto i
2.513 barricaa baralhio ; aoi aesaos.
Hiato nacional Niotlo, viodo do Aracaly e
Anu, cansignado a Prenlo Viaooa & C, mani-
tentou leguiole :
208 alqaeirea sal, e 100 molhos de palba ; a
ordem.
370 couroi carUiei, 12 isccoi ern de carnau-
ba ; Caoba Irmas k C.
2/fiQ saceos cera do caroanbe ; a Prenla Vi an-
ca & C.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para coohecimento
dos mldreesado! o arl. 48 da lei provincial n.
510 de 18 de juoho do correle aneo.
Arl. 48. E' permiltido pagar-ae a, meia tiza
dos escravoi comprados em quaiquer lempo an-
terior a data da presente lei iudepen lente de re-
validado e malla, urna voz que os devedores
actuaesdesleimooslo, o facain dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, oa que nao o Qzerem Qcaro
sujeitos a revalidagao e multa em dobro. sendo
um terQo para o denunciante. A thesouraria ti-
ra anouociai por edilal nos primeiros lOdiai de
cada mez a presente dtsposicie.
E para constar ae mandou adlxar o prsenle e
publicar poto filarlo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 de julho de 1861.
0 secretario,
A. F. da Asiumpcc.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento de resulucSo da junta da
fazenda, manda fazer publico, que a arrematado
das obras do calamento da ra do Imperador e
Campo dos Princezas, e da coberta do edificio des-
tinado para o Gymnasio Provincial, flcou Irans-
erida para o da 23 do corrento.
E para conatar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 9 de Janeiro de 1862.O secretario, A.
F. da Aonunciai.o. *
O Illm. Sr. inapector da thesouraria provin-
cial, manda fazer publico, que o thesoureiro da
meaaoa thesouraria est autonsado a pagar do
dia 8 do correte por disnte, os juros das apoh-
ces da divida publici provincial, vencidos al o
ultimo de dezembro piosimo lindo.
E para conatar se mandn affitar o presente o
publicar palo Diario.
Secretaria da theiouraria provincial de Per-
oambueo, 4 de Janeiro de 1862. O secretario,
Antonio F. de Annnociagao.
REAL C01PAMIIA
DE
Paquetes inglezes a vapor
No dia 14 do correte eapera-ae' do ul o va-
por Ttne, coraraandante Jsllicoc, o qual depois
da demora do costume seguir para Southamp-
lon tocando nos portos S. Vicente e Lisboa, pa-
ra passagens etc., tratar-te ha com os agentes
Adamson Howie&O, na ra do Trapiche Novo
n. 42.
P. S. Os embrulhos s le recebera
horas antes de fecharen) ai malas ou
aotes pagando um pataco alea do
frete.
ate duas
urna hora
respectivo
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Capuam, tem parte de seu carrega-
menfo prompto : para o resto ^v Ihe falta, tra-
ta-ib com os seo cofistgoatsrts Attelo & Men-
dos, ieu.no eicriplorio ra da Cruz n. I.
i K
CMFAMIA rftMlfit)C*!U
nx
o costera a vapor
Parahibs, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor guaran*, com mandante Vianna,
ahir para oa portos do norte de sua escala at
a Granja no dia 20 do correule mez s 5 horas
da tardo.
Recebo carga ate o dia 18 ao meio dia. En-
commendss, patsageiros e dinheiro a frete al o
dia da sahida s 2 horas: eacriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
COimMA rSRIUlBUGAIU
DI
iMavegaca costeira a vapor
O vapor Persinunga commandanteMoora, sa-
hir para os portos do sut de sua escala no dia 15
do correte mez as 5 horas da larde.
Recebe carga at o dia 14 ao meio-dia, encoa-
men las, passageiroi e dinheiro a frete al o dia
da sahida aa 2 horas : eacriptorio no Forte do
Mattoa n. 1.
Maranho e Para.
O patacho Paulino segu cora brevidade, po-
de receber alguma carga para ambos os portos :
Irata-se com os consignatarios Marques, Barros
& C largo do Corpo Santo n. 6.
Rio de Janeiro
O brigue Belizario aahe oa presente semana,
pode receber alguma carga e escravo a frete :
trala-se eom os consignatarios Marques, Barros
l C, largo do. Corpo Santo n. 6.
io de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir com
muita brevidade, tem parte de seu carregameoto
a bordo : para o- reato que Ihe falta, tratase
com os seus consignatarios Antonio Lniz de Oli-
veira Azevedo & C, no leu esetiptorio ra da
Cruz n. 1.
(CMlPIilJi
DAS
Messageries imperiales.
At o dia 14 do correle aspera-se da Europa
o vapor fraocez Guienne, commandante Enout,
o qual depoia da demora do costume seguir pa -
rao Rio de Janeiro to:anto na Bahia, para pas-
sagens etc., trala-se na agencia rna do Trapiche
o. 9.
S

i ni. ii
km* diversos.
COMPANHA BRASILEiRA
DE
At o dia 15 do corrente aqui esperado dos
portos do nerte o vapor Tocantinsa, comman-
dante o primeiro tenente Pedro Hyppolito liar-
le, o qual depois da demora do costume seguir
para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros. e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, diohei-
ro a frete e entommandas at o dia da sahida s
2 horaa da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio do Antonio Luiz de Olireira Azevedo
<&c. rr
Para o Aracaty e Assu'
segu o mais breve que for possivel o hiale Ex-
halacao : para carga e paasageiros, trala-se com
Gurgel Irmos na ra da Cada do Recife n. 28.
Io andar.
Lisboa.
Gabinete Portague de
Letura.
A dirertoria deste estabelecimenlo so-
bre-maneira contristada com o prematuro
O deploravel fallec ment de S. M. F. el-
rei o Sr. D. Pedro V, e bem convencida de
que iguaesiootimintos dominara o cora-
co da cada um dos Srs. aisociados deste
Gabinete, ere satisfazer nm dos seus mais
ntimos desojo, convidando-os a aasisii-
rem a ums missa de rquiem, que se ha
de celebrar no dia 14 do mez vigunle, na
igroia de N S. da Conceigio do* Militares,
b 10 horaa da manhaa, em lufTragio pelo
eterno reponso da alma do augusto finado;
, pois, espera a meeraa directora que to
dos os Srs. associados, sem distioeco de
nacionalidade e os seus compatriotas em
geral, se dignero correorrer a um acto to
pi e religios.i, ultimo tributo saudosa
memoria de tao virtuos3 soberano.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Loi-
tura 9 de Janeiro de 1862. Joaquina Ge-
rardo de Bastos, Io secretario.
de
Gabinete Portuguez
Leitufa.
A directora Taz fcber a os Srs. associa-
doa que nao rwver expediente no estabe-
lecimenlo na prxima terca-feira 14 do
corrente, dia m que por parte deste Ga-
binete, e ha de celebrar urna missa pelo
elerio repouso do finado re de Portugal o
Sr. D. Pedro V, de saudosa memoria.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Lei-
tara 9 de jaoeiro de 1862. Joaqoim Ge-
rardo de Bastos, secretario.
Medico-cirurgic
DO DOCTOR
S--Ria
E
in Gloria casa do fundo~3
zistem ii.edicam*en(m homeopathices o msi
bem preparados e da toda a fffieacie.
novados, p"
dos
iecoromen-
Aloga-sa uiu lerrenu em Saulo Amaro jun-
to d.) hospital inglez, com 55 palmos d frente e
640 de fundo, todo plantado de capim, com ar-
voros de fruclo e parte de um grande vireiro,
cacimba, etc., muilo proprio para carroceiro :
tratar no mesmo logar defronte da cala de saude,
im terceira casa terrea, ou na ra da Cadeia do
Recife d. 28, primeiro andar.
a
Precisa-se
falla! ao Sr. Ignacio Tibarcio do Araeral para ae
Ihe entregar duas cartas vindas do Rio Grande
do Norte, e oor isso queira annunciar sua roora-
db por este Diario para lheserem entregues.
Medico. 3
fO Dr. VelUzo mudou I sua residencia
para a mi Bella n.37, primeiro andar. m
Vende se um escravo de 25 aonos : na ra
Oireita n, 6.
Veoda-se urna negrinha muilo linda, de
idade 6 aonos: na ra Direila n. 8.
SM&# *$&$& ?&
M O padre V. Varrjo continua as ho- &
. ra vaga das 4 da tarde em diante, 1
^S a licionar particularmente as discipli- '&?
^ as que professa, inclusive a taligra- xzx
phia : na travesa do Carmo o. 1, fri- "
meiro andar. @
Na loja de ferragens na
ra da Cadeia n. 44.
Vende-ae a verdadera gran n. 97, do muito
antigo e bem acreditado autor l).iy and Martin,
em barricas com 15 duzias d bolbes e a reta -
lho por preco commodo, e igualmente colla da
Bihia em saceos e as libras, e canoas de carrel-
ra de diversoscomprimentos vootade dos pre
tendeles.
$*&&$ 9S-SSto&3
m
9
_ a filetela, aempre re-
la mu'to graude exlrarco e prorur
qaeiem-to.idoisso ao IAXIJO CKED1TO-
do -iee *oiam eo, u,la, ,. t?r0.inci.s do Brasil.
Tr.,LL,T'TJ',"' car,-'"s eapedaei par .>
neilnr* *<*" "-rDus, com os sen. fow-
peteniei folhelos e separadam-nto os pres^rva-
t?.*!-^]?"* ,,*'"l'u,'>. conforme quizereit.
,? ',Ue *Vam rtlA remedios a
prefereocia enm que sSi procurados pela ceito-
"> e,SPa "*"l H* ioalterabitidade
gioouio, dispensara de quaeqijpr
dacd".
que bom e est prorado, lev comsigo a
recommendags. B
S*fV*^l***
SCollegto Bom Gunselho. J
Precisa-se de urna mordoma caja mis- 2
^ eao zelar os pencionistas e sua roupa !
8prefere-se extraneira : a quem se pro- !
mena orna excel lente mansalidade. Tira- Z
9 bem precisa-se de um prefeito.
Hotel da estnco
da villa da Escada*.
Estrella do sul.
Antonio Flix Pereira propietario deste esta-
beleciment faz sciente ao aeu amigoa e ie-
guezesque continua a ter neste estabelecimen-
lo todas as commodidades precisas para ose-
nhoree viajante, bem como girante um bon
traiameiito a tolos aquelles aenhores que )ha
llzcrera a honra de all se dlri,{irem. aQianQan-
do-lhes Tazerpregos muito razoarea. Coostanlo
ao propietario do mesmo estabelecimenlo que
algoem trata deseduzir seusfreguezese aquelle
que ae dirige a meu h..fl com prometas a.*,
e a lilulo de maior vantagem e allegando qu*
no hotel Estrella do aul sejs caro, por isso que-
vai abaixo transcripto os pregos regulamentarr
de sus tabella, pura assim tirar de aun la a to-
doslaquellea sanhores |ue all ae queiram hos-
peiar. Em quanto ao bom tralamolo j co-
nhectdo pelo geral, e o proprielario continua no
mesmo esmero afim de que seja por lodos bem
scolhidoseao mesmo lempo a prosperidade do
mesmo estabelecimenlo.
Tabella regulamentar.
AlmoQO de cha ou caf pao e manteiga. 500
Dito dito dito com mais regalos. I5OCO
Dito dito com solido de qualquer quali-
dadeevinho..........1J.S0O
Jaotar mesa redonda dias ie semana. l;)50t>
Dito aos domingos a dias santos 2gfW0
Seia de cha com torradas e dormida. IfSDO
De hora em diante declara a bella rapazeada
do bom tom que visto nos domingos e dias
santos serem as viagens para este lugar favora-
veisospregos deste dia por cada urna pessoa por
almogo e jaotar 4j>, ioclusieis a estes a estada
da casa com franqueza e nada levando por con-
ta aos pequeos de menor idade que qualquer
familia queira trazer e aquelles que nao se qoi-
zef se servir do jantar por ler fleado salisfeilo d*
almojo pagar s 35. teodo direito de se .ervir
do lanch sendo este doce, quejo. pao ou fruc-
Ja etc., porlanto espera a benevolencia do pu-
' co.
o^ira*; Correio.
Pela admioistraclu do oarraio denla provincia
se faz publi'-o que em conformidsde alo decreto
n. 787 de 15 de asi de 1851 e reapectiva ioi-
trncgei leve boje lugar o proceaao do abertura
do carias atrasadas perteocenle mez de de-
aombr de 1860 coo leranadas ao oomumo pelo
arl. 138 do regulamento doi co/retoi de 21 de
dezembro de 1844, niiiiiio o commercianl An-
tonio Domiugos Piolo. Dosta abertura realUu
achatem-aa cartas com documento! deicriptot
COMPANHA BRASILEIRA
DE
pA\pi? ei t mvm.
E' espera lo dos porto* do sul ato o dio 11 do
correte um dos vapores da companhia, o qual
depoia da demora do costume seguir para o
porto do norte.
Desde j recebem-se paisageirose engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
vori ser embarcada 00 dia de sua chegada, en-
tom mendas, dinheiro a frete at o dia da sabida
ai 3 horas : agencia na ra da Cruz n. 1, eserip-
torio de Antonio Luiz de Olireira Azevedo SjC.
Pretende aihlr com brevidade o brigue portu-
guez Soberano por ter parle de seu carrega-
meoto prompto : para o resto e passageiros, tra-
la-se com o consignatario T. de Aquioo Fenseca
Jnior, na Iravessa da Madre de Dos n. 7, pri-
meiro andar, ou com o capito oa pra;a.
DA
Taberna sita na ra Im-
perial numero 193.
A. dinheiro ou a prazo.
Terga-feira 14 do corrente as
11 horas em ponto.
PELO AGENTE
GUIMARFS.
O referido ageote.far leilo por coola e rite*
de quem pertencar da laborea cima declarada
no dia o hora cima consistilo en completo
sortimento de molhados o que se acharo em per-
faito estado earmsgo. Tambem se rotolhar a
diohoiro.

bc
m
Aviso aos pais %
de familias
Simoes
m
9
Iustructjo primaria.
Est iberia o era exercicio a prinvin
escola publica deinstruego elementar do
2* Kto em Santo Antonio do Becife, na S
Iravessa do Carmo n. 1, primeiro andar. ^
0 respectivo professor envidar [como ^
sempre ba praticado) os aeo esforgos ,
para que consigam rpido e proveiloso m
adiantaraento os meninos confiados aos apa
seus cuidados.
Farinha de mandioca
. Vendrt-se muilo boa farinha de man-
dioca no forte do Mattos : armazem da
companhia Pernanbucana n. 1.
Precisa-se de um distribuidor para
este Diario: na livraria n. 6 e8 da
praca da Independencia.
Escrava.
Aluga-se ama negra que saibs vender na ra :
quera liver dirija-se a ra da Praia u. 44, que
achara com quem tratar.
A padaria do leo do norte (ra do Cetovel-
lo ) precisa de um forneiro e de ura amassador.
Cosme Jos dos Santos Callado saca sobre
a praga da Bahia.
Compram-se 3 veoezianas na ra de Apol-
lo o. 34.
...v
5
m
m
m
0
Manoel Jos' de Faria
proFessor particular de primei- W
ra lettras, na eidade do Rio For- #
moso, e hoje morador nesta ci- ^3
dade, competentemente licen-
ciado pelo Butn. Sr. director @
geral da instrucqSo publica, @
pretende abrir sua aula pelme- ^
thodo Castilho no dia 7 de ja- #
neiro vindouto, no primeiro ^
andar do sobrado n. 25 da ra t&
da Penha. g
O dito professor proraete, aos
&rs. paes de familias, envidar ^1
todos os esforeos a seu alcance
afim de dar real approveitamtn-
to a sus discpulos e nao per-
der o bom conceito que 'empre
^ mereceu durante 18' annos que ^
t& exerceu o seu magisterio. @
Estradalel^rrodo Heei- '
fea Sao Francisco
Em virtude de orde.ns do governo o superin-
tendente da estrada de ferro presine aiis ajenie*
de policia e mzis autoridades incumbidas en
diatribuigo dospassesnoe liens da mesma
estrada, que s serio elles validos qu:ndo forera.,
dados a pessoas que vijarem em objecto d
servico publico, endo que aos guaras uaciooae^<^
e policiaei t aproveitaro quando se acherenr^* ~ ~
unifoimisados, devendo contar o seu nome se
fr urca s praca. Oulro sim, e daclara que em
caao algum aproveitaraj oa ditospassesas fa-
milias e seus fmulos, salo se forera dados po-
la presidencia oo pelo Dr. rhefe de policia. O*
passes recebids na via frrea ou que oella c*r-
cularem sero remettidos mensalmente a secre-
taria do governo para seren conferidos e envia-
dos as respectivas autoridades, os que tiverem
sido concedidos por favor, para aerara ratisfeitos.
AssignadoE. H. Bramah,
y Superinlondente.
ATTENQAO
Para
Leilo
legue por eitei dias o veleiro brigue Cruzeiro
do Sal : pina pouca carga que Ihe.falta, e ei-
Quarta-feira 15. do corrente.
O agente Pinto autorisado pelo Em. Sr. de-
aembafcador Frenetoco o A** Pnwlr o*a,
Su raSfon- to prbvnoli pm a do Rio
ratd' faflilaato.drl cima aencio-
osijo rvi ae preijo de lofloi os movis
wtKeHut m nm va de Santa tito n. 47 (cM pertoncente ao
Dantas), coniistiado de ums rica mobilia de
MI Dii lira* JPMdOTOT
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
Paredes Porto.
No 48Ra da lmperatriz-N. 48
Junto a padaria franceza.
Encontta-se neste estabelecimenlo om completo sorlimento de roupas de todas ai qoalida-
del como sejam oaletots -le alpaca preta de S}a 10}. ditos de merino preto 74 dito do panno
preto saceos a 7, 8 e IX}, ditos de caseraira de 7a, 9S e 1*a, ditos de alpaca de cor a 3*500 4
7. dito de meia casemira de edr attjOO e pretos a 5f. ditos de brim nardo e de cores a 3A50O e
4%Slk7o",5Sf j,.,bta,B"1* I8?W *. lrcdo a 4*509, sebrecasaco de psnno preto
fJJS: ^ ** d,l*s co11 * V^i ^" cfl a l600 **500 e 3i^iU ** '' er a 9,700. di meto .HEZ
a W, 35300 e 68. ditas de caseraira superior a 6JW0. 750'J e S|, ditos pretas 4#M)0 7*. 8 e 10fr
e de outra multas qualidader, sortimento de collete e todos as quaiidado, eaaiaaa f/ancea 0
todaa ai qnaliladea o preto, eeroulii de alodio, de bramante a de liaho por preca almiravet*.
Un lortiaaento do roupas para meainos de diveraos taaanhoa, chapeos franceies pan eabeca de
todas ai qualidadei, chapui de sol de seda adaniravol pecbiacha pora liquidar a 5*500 e *. ditos
para eenhora a 4J e 5*. e outras rnoitoi qualtda les db fazendas e roupas feitai que ie aflaoja t-
der por precoi commodoi.




DURIO DE PlEliANBDCO SUBIDO 11 H UNUBO DE 116.
I
Monte Pi popular Per-
nambucaoo.
E reuniao de 7 do cemente, coubeceodo-se
que nio era poMivel realissr-M domingo (19)
eleicao dos empregados do Monte Pi que eslava
marcad* para esse dis, em razio de se nao acha-
ris aiodaimpressos os oovos estatutos, de cujas
disposfcea devera os socios ler perleiti scieocia,
foi resolida que dita eleigao se adiasse para o
ultimo domingo 26 deste mes, do que se d co-
nhecimento sos socios.
Secretaria do Monte rio Poplar Pernarobuca-
oo 9 de Janeiro de 1862.
Bemjsmin do Carmo Loprs.
1. secretario.
Na travesta da ra das Ci uzes u.
2, primeiro andar, tinge-te com promp-
tido e pretjo commodo.
Rogase aoa credoret assim da praca como
lo mato, do finado Antooio Rodrigues Vieira,
.ueiram presentar-se uo dia 16 do correle, s
10 borat do dia, na ra da Guia o. 38, para ve-
remo estado em que o mesmo deixou os seos
negocios, e tomaren) urna deliberarlo respeilo,
e remelterem assuas cootas na casa cima.
Madama vi uva Lecomte
Tem a honra de participar ao publico, e parti-
cularmente aos amigos e freguezes do seu uado
marido, que ella continua por sua coma e de
seus Albos menores com o negocio do seu bem
cenbecido e afamado eslabelecimento, situado na
ra da Imperatriz a. 7, que acha-se completa-
mente surtido de perfumaras de qualidades su-
periores, e especiaes, viadas directamente de
Paiis, assim como muitos e variados objectos de
phsntaeia.de gosto e da ultima moda, proprias
para preseaiear nesta oceasiio de proximidade
das testas. Os consumidores de lu vas de Jouvin,
acharao semprc aorlimentos frescos, regularmen-
te chegados, pelos vapores ingieres e francezes.
Ella continua a receber eneommendas de quaes-
quer obras de cabellereiro para ambos os sexos,
squaes serio executadas com toda a perfeicio e
promptido, e sobre ludo por precos razoaveis.
A sala de cortar cabellos eatari aberta aos senho-
res freguezes, das 7 horas da manhia s 9 da
noite ; o preco do corte do cabello, sera frisa-
meoto xado a 500 rs., corle de cbello efi-
sameoto ljOOO rs.
Madama iu*a Lecomte, leodo concluido o in-
ventario das fazeodas e mais bens do seu casal,
est resolvida, para dar prompta extracio a mui-
tos artigos, de vende-tos dioheiro, mais barato
lo que do coslume.
Ella conta com a cootlouacio do concurso dos
numerosos freguezes de sen eslabelecimento, e
desde j declara, que ,(ar todos os esforcos para
tornar-se cada vez mais merecedora da confian-
za de todo,
CAL DE LISBOA EM PEDRA;
Da mais nova que ha no mercado e por preco
muito razoavel : vende-se oa ra do Apollo n.
28, armazem do Tarroso. |
Roubo.
Ama de leite
Precisa-se com urgencia de urna ana
de leite oropra em tudo, para tomar
conta de urna creanca, nio se Cari diffi-
culdade atguma acerca de paga, e serr
forra ou captiva: a tratar na ra do
Trapiche, armazem n. 11.
*
Ja) Jote GoneaWes Ferrira Coala lem ama o
9 cata terrea oa roa da Fundicao para alai- %
U gar-ae de 12J por mez. cora 9 sals, 9 #
O} qusrtos, quintal com cacimba fora, e tam- a*
bem lem urna canoa de carreira para ven- #
a} der : a fallar con o me;rao em Santo a*
9 Amaro. a)
O
Prmsa-se
alugar urna escrava para ensaboar e engommar
em caaa de pequea firnilia, paga-se bem : a
tratar na ra dos Guararapes em Fora de Portas
numero 30.
1t Precisa-sa de un moitqae de 10 a 14 an-
uos de idade ; qaem o liver para alagar, dirja-
se ao largo da Aasembla n 19. esqua* da ra
do Cordoniz, Forte do Maltos, segundo andar.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
37 da roa do Imperador : a tratar no segundo
andar do mesmo.
O anounclo publicado no Diario de Per
oamboeo de 9 do correte, protestando-se cin-
tra a venda annuneia4a pelo Sr, Luiz Manoel Ro-
drigues Valenca, do eogenho Patalinga, nio en-
volve opposicio a que o dito Sr. Valenca effectae
a venda das partes que elle posae no mesmo eo-
genho, pois elem de constar que o mesmo Sr,
Valones possue outros bens eom que posta ga-
rantir a parte que Ihe toca pagar do debito que
deu logar a aqaelle protesto, elle se ha compro-
metlido a effectuar esse pagamento logo que sea
a execocio devidamente liquidada para verifl-
car-se a parte que lhe toca pagar. Aquelle an-
nuncio, pois, refere-so is partes que no dito en-
genho possoem os outros herdeiros do finado An-
tonio Gomes Pesaos, alguna dos quaat teera sido
deliberadamente remtssos no pagamento desse
debito, e nio esto no caso do Sr. Valenca.
Ura allemo solteiro procura um quarto
eom ou sem movis, muito perto do Reclfe, em
urna casa de familia atlema* ou inzWa : quem
tiver deixe carta com as iniciaes T. E. na praca
da Iadepeodeocia ns. 6 e 8.
ABU
Para as provincias de Pernambuco, Parahibn, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinba de porta, conteni o kalendario, pocas gerae, nacionaes,-dias
de galla, tabella de salvas, notictis planetarias, eclipses, partidas
de correioi, audiencias, e resumo de chronologia, a re'U .160
Folhiaha de algibeira e variedade, a qual conten todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperiaj, nomes e ttulos dos cheles dos
principa es estados do mundo, tabella da arrecadacSo do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro- -
peui, tabella dos impostes geraes, provinciaes, e munteipaes, re-
guiamentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigos sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do Gm do mundo, collecao de remedios, a ris. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais.tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos do cheles dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacSo do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e eropeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentosde incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracoes de S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a ris........520
Dita com almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a ris. .... 1#000
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
ELIXIR DE SALDE
Roubaim do sobrado n. 27, Candar, cito ni
ra Velhi, o seguinte : 3 trancelios rolicos, 1
correntio de relogio, 1 redoma grande com Son-
to Leoho, 1 vernica represntenlo de um lado a
Virgem da Cooceicio e do outro a eabeca de S.
Joo, urna medalha grande, 1 anoel com tres
diamantea, I dito com dous rubins, 2 esmeral-
das e 2 brilhantes, 1 dito com as iniciaes C. L.
F., alguns palmos de cordao fino, 1 volta de
traoceiim chalo, I par de brincos, 1 dito de ro-
setas de ouro e coral, 1 alOneile de ouro o co-
ral perlencenles as rozetss, 1 madeixa de cabel-
los ruivos, 1 ponteiro, 1 medatba grande com
2 diamantes, 1 par de brincos de Qlsgria, 1 dito
de pedra de forma chata encastoada, 1 dito de
dita encarnada lambem encastoada, 1 flga doto-
ral com castor e varios outros objectos amigos,
sendo ludo de ouro. Um cofre de madeira, ama
relio foliado de Jacaranda, cora o comprimento
de 2 palmos pouco mais ou menos, e largura de
palmo e meio tambem pouco mais ou menos, lo-
do orlado de prala, tem sobre a lampa 9 peque-
as macizinhas de marfim torneadas, do tama-
ito de um o de pombo. e sobre estas, peque-
nos circuios de ouro lavrados. O raachinismo que
faz o segredo deste cofrezioho, e o qual se abre
por essas macazinhas, todo de metal (cobre) e
corapos-se de 11 pecas : cobre a este machiois-
rno urna chapa do mesmo metal, assim como o
fuodo do lado externo, sendo que cootioha den-
tro 2 pares de fronhas de labyrinlho cheio com
os desenhos era par, a corda nacional, e outro
no ceotro da grade, urna pilma de eraros e ro-
sas de tamaaho natural, e um parreral em circu-
lo com a largura de 3 a 4 dedos ; 4 graJes de
labyrintbo tambem cheio, variando as suas lar-
guras de 4 6 dedos ; 14 16 varas de bico lar-
go da trra de differeotes desenhos ; graode
juanti lade de bicos e reodas da trra, assim como
grades cheias. Pede-se, portsnto a toda e qual-
quer pessoa a qaem por ventara for ofTerecido
taes objectos, a apreheosio dos meemos, fazendo
delles entrega a autoridade do districto, que se
gratificar com generosidade.
Aula particular.
O abaixo assigoado competentemente autoriza-
do pela directora geral de instraccio publica pa-
- ra eosinar primeiras letras, latino e fraocez, scien-
tifio ao respeitavel publico e igualmente aos se-
chores paia de seus alomos que teodo termina-
do as ferias, conlioa como d'anles no exercicio
das supralitas materias no dia 13 de Janeiro do
corrente em dianle, na sua mesma residencia na
ra Nova n. 58, onde est disposlo a receber
aluT nos Internos e externos ; adverlindo porm
que pote admittir 10 internos, e que nao ex-
cedan) de 11 annos de idade. Recite 8 de Janei-
ro de 1852
Jos Mara Machado de Figueiredo.
Thoroaz H. Harrison, sua senhora, 5 Qlhos
e 2 criadas, reliraro-se para Inglaterra.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 193
^ da ma Imperial : a tratar na ra da Aurora nu-
' mero 36.
% Medico. i
r O Dr. Rocha Bastos, esta resiJiodo na
S( ra da Cruz n. 11.
Era vista do anoancio do Sr. Luiz Uaooel
Rodrigues Valenca, inserto neste Diario de 8 do
corrente, previne-se que oinguem compre ou
entre em neguciaco com o engeoho Tabilinga,
districto da Parahiba ; pois que o dito engenho e
outro qualquer bem dos herdeiros do fallecido
capito Antonio Gomes Pessoa, esto sujeitos a
urna execur.ao, que contra os mesmos herdeiros
corre pelo j'uizo municipal da 2* vara desta rida-
de, e desde j se protesta contra a validado da
venda, ou qualquer negociacao que se effectuar.
Recfe 9 de Janeiro de 1862.
Aluga-se um primeiro andar do sobrado si-
to na ra da malrii da Roa-Vista n. 26 : a tratar
na leja do mesmo.
Aluga se o segundo andar com sotao do so-
brado n. 46 na ra da Aurora.
Methoio de Casiilho^
Priscla Seohorioha MenJes Albuquerque,
com aula na rus larga do Rosario n. 37, avisa
aos pas de suas alumnas e a quem mais coovier
que, do dia 13 do corrente em diante, tem a sua
aula aberta para continuar os seus trsbalhos ;
tambera faz taber que nao receber alomas, sem
a mensalilade adiaotada.
Aluga-se a hornern solteiro a sala posterior
respectivos quartos do primeiro andar do so-
brado n. 14, silo oa roa do Queimado : a tratar
_ na loja do raeirao sobrado.
~ Precisa-se da qusotis de 300J por espseo
de 6 mezes, dando-se om endossaote, e pagsn-
do-se 3 por cento ao mez, sendo dito premio pa-
go rceosalruenle: quem quizer anonade.
Ensino particular.
Urna pessoa habilitada oerece-ae para leccio-
nar (raocez, ingles, grammalica porlugueza e
arilhmetica, das 6 s 9 horas da noite ; lambem
pro:e-se a tomar llcoes era cesas paiticularea *
fallar na ra do Cobug o. 3, segundo andar.
es Compram-ae garrafas vasias: na roa das
Cruzes. taberna da porta larga n. 41.
Na roa da Gadsia do Recife, armazem o.
36, ha urna carta rinda da Europa para o Sr. Ao-
* Ionio Jote da Costa Guimaraes.
Precisa-se alagar urna ama para o servicn in-
terno de urna casa de familia, que saiba cozinhar
e eneommar : a tratar na roa larga do Rosario
n. 12, aegando andar.
Precisa-se da quantia de 900$ com n prazo
de seis mezes, gvrantido por pessoa idnea, e
com os jaros que se convencionar, pagos estes
mensalmente ; a quem este negocio convier,
queirs annnncisr pira ser procurado.
D-se 1:8009 a juros sobre hypotheca em j
bens de rsiz : a tratar na rna do Qaeimado n. j
42, segundo solar.
Fugio da mi de om moleque, no dia 9 do
corrente, as7 horas da noite. do sitio de San-
t'Anna. um cavallo pedrer, de ra-ro, bstanlo
maniendo : quem o pegar leve ao sitio do Psr-
nameirim junto doSr. Joaquim Jos de Amorim,
oa na loja de fazendas na roa do Passeio Publi-
co n. 7. que ser bem recompensado.
O Sr. Baziliano Magalhesde Castro, tes-
tamentMro do fallecido Jos Pernandes da Croa
riueira ter a bondad* de pasar as despezas feitas
com o funeral do mesmo fallecido, pois j tem
decorrido mais de 2 mezes, e pessoas ha que j
morreram.
De ordem da actual mesa regadora da ir-
mandade de N. S. da Boaviagem, convido a todoa
os irmos comparecerem no dia 12 do correnta
as 10 horas da manha, no consistorio da dita
igreja, afim de em mesa geral se proceder elei-
co de nova mesa regedora para o presente au-
no, conforme determina o art 14 do compromia-
so da referida irmandade.
Secretaria da irmandade de N. S. di Boavia-
gem 9 de Janeiro de 18620 secretario,
Francisco Canuto da Boaviagem.
Precisase alugar urna prela forra ob cap-
tiva j idnsa, para urna caa deduas pessoas.; na
praca da Boa-Vista n. 22, botica.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro pars tomar conta de
ma taberna por balance, dando-se-lhe bom or-
denado ou ioteresse pelo sea trabalho : a tratar
com Manoel Coelho Pioheiro, na padoria da rna
do Rrum n. 48.
Preciaa-se de urna ama que saiba engom-
mar bem, escrava ou forra: na ra da Aurora
numero 48.
Atten^ao;
O abaixo assigoado declara que despedio no dia
4 de Janeiro do corrente anno o seu caixeiro Jos
Francisco Martins da Maia.
Julio Cesar Peixoto de Oliveira.
Publica$es do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
TUESOl'RO HOMEOPATHirO
OU
(S
YADE-MECIM DO HOJIFOPATHA.
egunda edieco consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
PELO CR.
SABINO 0- L. PINHO.
Continuara as assignsturas para estas obras a
259000 em brochuraat fevereiro.
Ra de Santo Amaro (Hundo Novo) n. 6.

LU
0
'OZOBI]
o
a ^
Citrolactato de ferro
da Crax Correia., ra do Caaug n. 11,
em Pernambuco.
O Dr. H. Tbermes (de Chalis) aotigo pharmacealicoapresenta hoje urna nova preparacao
de ferrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luxo emprecar-se um mesmo medicamento debaizo de formulas lio
variadas, maso homem da ciencia comprehende a necessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de muita importancia em therapeutica ; um progreaso immenso
quaodo ella, maotendo a esseocia do medicamento, o toroa agradavel, fcil e possivel para tedas as
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentoa.
Das numerosas preparacoes de ferro at hoje conhecidas nenhuma rene lo bellas qualida-
des como o elixir de cilro-laclaclo de ferro. A seu sabor agradare!, rene o tomar-seem uma pe-
quea dose, e ser de uma prompta e fcil dissolucio no estomago, de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que conten em saacomposico, acoostipacode
veotre frequentemente provocada pelas oulras preparacoea lerroginosas.
Calas novas qualidades em nada alleram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo ums
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em sua clnica, de iocomparavel utilidade
qualquer formula que Ihe d propiedades taes, que o pratico possa prescrever sem receio. E' o
que eoosegaio o pharmaceulico Thermes com a preparacao do cilro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparaedes ferrogioosas, com o
atiesta a pralica de muio mdicos distioctos que o tem easaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as molestias de languidez (chlorose paludas cores ) na debilidade subsecuente as
hemorrhagias. as hidropesas que apparecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as perolaa brancas, oa escrophula, no rachiiismo, oa parpara bemorrhagica oa
convalesceocia das molestias gravea, oa chloro anemia das mulheres grvidas, em todoa os casos
em que o saogue aa acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, aTecees ebrooicas, cacheiia tuber-
culosas, cancrosa, syphililica, eiceasoa venreos, onanismo a aso prolongado das precaaces mer-
curises.
Estas enfermidades aendo mui frequentea a aendo o ferro a principal aubstancia de que o
medico tem de lancar mo para as debelar, o autor do cilro-lactato de ferro merece loavores e o
recoahecimento da hamanidade, por ter descoberto uma formula pela qual se pude sem receio
do ferro.
Retratos de novo gosto
Retratos de novo gosto
Retratoa de novo gosto
Retratos de novo gosto
Hawleyotypo nova invenga*
Hiwleyotypo nova ioveocao
Hawleyotypo nova ioveocao
Hawleyotypo nova invencao
Hawleyotypo nova inveocio
Precos baixado para pouco
tempo.
Precos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco temoo
Presos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
3#00G 5#000 10<(000 20^000
3|000 5000 10*000 20000
39000 53000 10000 20*000
3j>000 58000 10/000 20*00*
3*000 51000 10*000 20*000
Explendido alfinetes de ouro
Esplendido alfinetes de ou
lxplendtdo Heles de ou
Eiplendido alfloetea da ou
Esplendido aitinetes de Para retratos* Para retratos Para retratos Para retratoa ou
Pars retratoa
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros doursdos
Explendido quadros douradoa
Explendido quadros douradoa
Vende-se machinas para re-
tratos.
Consultorio medicocirurgico
WRJUiYDiV GLORIA CAS\ DO F^OVO-3
Consulta por ambos os syslemas,
Em consecuencia da modanca para a sua nova residencia, o propietario deste eatabeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu eslabelecimento nao ae confundan) com os de
neohum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o propietario tem tomado
a precaucao de inscrevero seu nome em todos oa rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellea que forem apreseotados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza ac rapan har uma conta assigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o sea nome.
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porco de tinctors de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao lio conhecidas que os mesmos Srs
mdicos allopathas empregam-as coostanlemente.
Os medicamentos avulsosqur em tobos qur em tincturaa custarlo a 1} o vidro.
O proprietario deste estabelecimento aonuncia a seus clientes e amigos que tem com modos
lufficieotes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisara de alguma
operacao, affiaoeando que serio tratados com todo o disvelo e promptido, como aabem todos
aquellea que i lem ttdo escravos na casa do aonuaciante.
A aituacio magnificada caaa, a commodidadados banhos salgados sao outraa tantas vanta-
gens para o prompto restabeleciment dos doentes. .
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manha al 11 horas
e de tarde das 5 em diaote, e fora destas horas acharao em casa pessoa com quem se podero eo-
ander : ra da Gloria n. 3 casa do Fundo.
Dr. Lobo Motcoio.
APPR0V4CH0 E AlTORISACiO
DA
O


3Roa estreita da Rosario3
Francisco Pinto Ozono continua a col- m
locar denles artificiaos tanto por meio de an
a) molas como pela presso do ar, nao re- g
m ceba paga alguma sem que aa obras nao Z
g fiquem a vontade de seus donoa, tem pos m
outraa preparacoea aa maia acreditadaa <
0para conaervaco da bocea. S

Preciaa-ae de uma ama que aaiba engom-
mar e cosinbarpara casa de pouca familia: na
ra do Imperatriz n. 40, segundo andar.
O abaixo assigoado por causa
9 de *eus encommodos de moles- f|
^ tia passa por emquanto a hab-
9 tar no seu sitio do Arraial, onde
% continua com o seu estabeleci- ffr
0 ment de instruccao primaria e ^
% secundaria, cujas aulas estatSo
a^ a bertas no dia 8 de Janeiro. dj^
Jeronymo Pereira Villar. k
Conlioa a oslar para alagar o grande ar-
mazem da roa q> Gala n. 62: qeeiram, pota,
concorrer a elle, que ae modificar o preco : a
tratar na roa de Hortaa n. H.
ideiijA immmm mmum
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MEfiiCWAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes afifectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctro-magneticas-epispasticas obtem-se uma cura radical e in-
fallivel em todos os casos de inflammaco ( can*(Ko ou falta de retpiraco ), sejam internas ou
externis.como do Ggado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, pello, palpita^o de coracao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumaiismo, paralysia e todas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differeotes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual fr o seu
tamanho e profundeza por meio da suppura;o serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receiladas por habis e dis tinelos facultativos, sna efficaia in-
eontestavel, e as ionumeras curas oblidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depotsde 24 annos de existencia e de pralica.
As eneommendas das provinciaylevem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicaedes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na eabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou troneo
do corpo, declarando a cicumfereneia: e sendo inchacoes, eridas ou ulceras, o molde do sen
femanho em um pedazo de papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas sejo da
torma da parte affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das competentes explicacoes e tambem de todos os acces-
orios para a collocacio dellas.
Consulta as pessoae que o digoarem honrar com a sua eonfianca, em seu esariptorio, que
se achar aberto todos os dias, sem excepto, das 9 horas da manha s 1 da tarde.
f|9 Ruado Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
i m pmmmmQ
Para as eneommendas ou informsfei dinjam-se a pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
na do Qbaimado n. 15.
Vende-re machinas psra rr tratos
Vende-se machi as para retratos
Vende-se mach as par retratos
Vende-se mach as para retratos
Gaixas de lindos gostos
Caixas de lindos gosios
Caizas de lindos gostos
Caixas de lindos gostos
Gaixas de lindos gostos
Todos venham ver
Todos veoham ver
Todos venham ver
Todos veoham ver
Todos venham ver
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. O&borne retratista ame-
ricano
A.. W. Ornme retratista americano
Rui do Imperador
Ra do Imperador.
Aviso importaste.
Aos paes de familia:
0 bachare marico Pernandes Trigo de Loa,
reiro prope-se a ensinsrpor casas particular.^
as aeaaintes materias.- grammalica pbitosophitl
da liogaa naciooal com eapecialidade na piI[!
orlbographica, a liogua fraoceza (eoswistiodo !!
pronuncia, eacripla, tradcelo e locucao); o?q
graphia, historia sagrada e historia do Brasil*
philosopbis raciooal e moral; e. doutrina chri*
las. aa quaea poderlo constituir aa falta de me
lbarsystaaa, a iostrurcao litieraria, a moral di
urna seohora; oa, pelo meaos, aoa habilitar-a
necessaria para a acquisico posterior de coche-
cimeolos mais profundos. Leeciona igualmente.
as mesmss materias e outraa de iaalruecao p\\.
maris e secuodsria por collegios e aulas part*
calares de ambos oa aexos ; podendo ser procu-
raflo para eu Om por meio de carta^ que con"
teohs aa necessarias indicaQoea, entregue na ca-
sa de sua residencia, na ra da Saudade n. 9.
Aluga-se o sobrsdo da ra do Aragio com
andar e solio: a tratar na rea do Crespo o 7
loja.
Aluga-se o orimeiro andar do sobrado di
ra Augusta o. 43 : a tratar no segundo andar
do mesmo.
Alugs-se o segundo andar da roa do Im-
perador o. 83: a tratar no Mondego u. 38.
Ra do Trapiche llov a. 22, precisa-se da
criados.
1 Consultas medicas, i
Serlo dadas todos osdiaa pelo Dr. Cos- 9
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
a Cruz n. 53, desde a 6 at s 10 horas
da manhia menos aos domingos sobre:
1.a Molestias de olhos.
*. Molestias de coracio e de peito.
3.* Molestias dos orgaoa da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, conrecaodo-se po-
rm por aquellea que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chirrieos,acsticos e op- S
ticos serlo empregados em suas cnsul- 1
f ta;es e proceder com lodo rigor e pru- j
S deocia para obter certeza, oa ao menos
a probabilidade sobre a sede, natureza e 8
9 causa da molestia, e dahi deduzir o plano 3
V de tratamento que deve destrui-la ou 1
O curar.
|K Varios medicamentos ser loambem
g empregados gratuitamente, pela cer- O
m teza que tem de sua verdadeiraqualidade, 8
promptido em aeus effeitos, e a necesai- "
dadedoseuempregourgentaquese usar m
jj delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
1 doentes toda e qualquer opersclo que
m julgar conveniente para o restabeleci-
ment dos mesmos, para cujo flm se acha
g prvido de uma completa colleccao de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
Aviso.
A. directora do collegio Santa rsuls, abaixo
assignada, ansa aos pas de suas alumnas e a
quem mais convier, que em virtude do artigo 19
dos estatutos, priocipiam os trabalhos do relindo
collegio no dia 7 do corrente mez. A directora
envidar todos os exforcos a seo alcance para nao
desmerecer do cooceito adquerido uo primeiro
auno de seus trabalhos, e am de que os pas de
suas alumnas fiquem completamente satisfeitoi
com a edueacao de suas ulnas. 10 collegio conti-
nua na ra Formosa, sobrado n. 15, aonde a di-
rectora ser encontrada a qualquer bora do dis.
rsula Alexaodrina de Barros.
Licoes
de liogua nacional, Utim, ioglez e francez, em
casas particulares, sendo as licoes de ioglez e
fraocez pelo methodo de Ollendotu*. naethodo pe-
lo qual ensinam-se boje as lioguaa na Europa;
na verdade o nico qae tm pouco tempo pode
eosinar com perfeicio a fallar, escrever e tradu-
zir ama liogua eslrangeira : na ra da matriz da
loa-Vista n.34.
Dentista de Pars,
15,Ra Nova 15
PredericGautier,cirttrgiaodentista,faL.
todas as operaedes da sua arte ecolloeaj
dentes artificiaos, tudo com a superiori-j
dadesparfitcoquea pessoasantsndi-'
das lhereconbeeem.
reaaaguae psdentifricios te.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO D0UT0R
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda aa 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes moleatlaa :
molestias da mulheres, molestia! das crian-
fas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
Ustias syphiliUcas, todas as especies dt febres,
febres intermitientes a suas eonsequencias,
r-HARaUCU ESrKOUL H0ME0PA.THICA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhicoa pre-
parados som todas as cautelas neceaaariaa, in-
falliveisem seus efleitoa, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sio
anicamente vendidos en? sua pharmacia; todos
que o forem (ora della s o falsas.
Todas ascarteiras sio acompanhadas de in
lmpresso com um emblema em relevo, teudo ao
redor as seguintes palarraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
Igualmente m lista dos medicamentos que se pe-
de, Ascarteiras qae nio levaremesseimpresso
assim marcado,amboratenbam natampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos
i ,=-------LZ 3
i
0
s
bachare Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova n. 23,sobrado daes-
quina que volta para a
camboa d Carmo.
Koga-se ao senhor do eogenho Jundi de
cima o favor de dirigir-se ra de Apollo o. 22
a negocio de seu interesse, ou a seu correspon-
dente nesta praca.
Na officioa pholographica da ra doCabog
acaba de receber-se pelo vapor aTyne urna
magnifica colleccao de alfinetes de ouro de lei
para a collocacio de retratos, e vendem-se a
precos mui commodos.
O Dr. Joaquim Jos de Campos, advogado,
morador pa rus da Imperatriz n. 33, primeiro an-
dar, tem necessidade de tallar ou com um Sr.
Joao de t)l Molla, filbo natural da Sra. Mara Ze-
ferina do Espirito Santo, que morara ha cerca de
20 annoa na ra das Cinco Ponas desta cidade
oa com algam filbo, ou oalro descendente da-
quelle Sr. Jlo da Molla, no caso de ter elle fal-
lecido, ou com a propria Sra. Miria Zeferina, se
anda existe. E' para tratar de negocio do inte-
resse destas pessoss, que o poderlo procurar na
dita sua casa ruada Imperatriz. em qualquer dia
til das 7 ai 9 horas da manhia, ou das 5 s 7
da larde. -
0 Sr. Jos Anlooio de Souza tem ama car-
ta com uma eoeommeoda para lbe aer entregue,
oarua do Imperador n. 46. Na meama easa ven-
de-ae oa sluga-so usa canoa bem construida
quecarrega 900 jijlos.
. Aluga-se um primeiro andar oa ra da Pe-
oba n. t ; a fallar oa a tima ra o. 5.
.1 FE1REIRA TLLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa do Cabug n. 18, 1.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes psrs
pulceiras, alfinetes ou cassoletas. Na mesma
cssa existe um completo e abundante soitimenta
de artefactos frincezes e americanos para a col-
locacio dos retratos. Ha tambem para ate mes-
mo fim cassoletas e delicados alfinetes de ouro
de lei; retratoa em photographia das principaes
persooagens da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambroiyps
e chimicas pbotographicss.
Novo methodo
praiico- thecrico para aprender a ler. escrever,
traduzir e fallar o francez em seis mezes. legua-
do o acilimo syslema allemio do Dr. H Ollen-
dorff por Cicero Peregrino, obra inteiramenie
nova, e nica eaeripta em porluguez por aquelle
systems, approvada pelo cooselbo director de
ioitrurcio publica desta provincia, em sessio de
10 de oulubro deale anno ; dous voluntes de
perto de 500 pagioas em oitavo francez 7|000.
Recebem-se asignaturas oa ra do Queimado n.
26, primeiro andar, escriptorio.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefere-se da
meia idade, para o servico de compras na ra
Bella n. 38.
Precisa-se de uma ama somante para coti-
nhar, prelere-se forra e idade media : oa ruado
Crespo n.10.
Aluga se o segundo aodar do sobrado aa
roa do Amorim n. 39 : a tratar na traveasa da
aladre de Dos n. 15.
Attenfco.
Urna senhora chegada ha pouco do Cea-
r deseja alugar ama casa tarrea oa so-
brado, salvo lerceiro andar : qaem o ti-
ver dirija-se ao hotel ingles ata roa do
Trapiche sala da frente.
Precisa-se de orna aaa de Uite para tostar
conta de orna crianca de i ir* : a tratar aa
ra do Trapiche n. 11.
Precisase alagar ama treta e> aaeia idade
qae saiba vender na ra. agradan** pr-ce a-
ga-ae bem : na ra da Semala Nova o. 91.
Prelende-se vender a casa 4* pa** de S.
Pedro n. 3, e por sao ae precian a*Sj ella es-
t onerada por algum titulo de tta^aattauae
natureza for : se alguaas Um timi reclaaaa-
co a fazer, o far naatea Irte 4w^i%*M a ose*
"J0'! desembarace** K*afc 4* Janeiro
06 1862.
Preciaa-ae de aa bhih ti a ti anaos
para caixeiro de loja 4* calca***, A* loada pea-
tica ensina-se, que aej* aartiaMM: tratar aa
ra do Livramenlo n. St. y
Franciac* Perreira da Silva, pt*rletori* da
taberna da roa da Saal* Croa, e**i*a da roa da
Alegra, teodo da ae retirar para tura d isM*ri*.
faz ver a todoa oa aeoa davedores para la*
veoham pagar por espaco de 15 dias, epatar
desta dala, flndos oa qases pssaar a rabear ju-
dicialmente ou a publicar aeoa amara e*r esa
Diario.
Precisa-se de om oa doaa amiwadaiaa de
perfeicio, que entendaa pereitmeaU
co de po e bolachioba ; aa ras l*rn i
rio D. ie, porto do qaartel de ftids.


DURIO DE PERNAMBCO SlBBlOO 11 DE JAHEiaO DE 1863
Aula particular.
O oroettor tbaixo aasigoado sclenca II
aoepart* o afoBnw a quem
miJipo8 ioteretsar que dea knu em M
sua aula em 21 do cortele e preteoie X
reabri-la a 7 de jaoeirolmpreterivelmeo- m
te. Ootro tim que continua a reaidir Da 2
ra Velha sobrado de um andar o. 92, fj
com entrada pelo largo da Sania Crui, e m
a receber alumnos nao somonte externos l|
e semi-pensoDislas como internos ie| ()
pouca idade pelos oreos seguiotee :
Internos 30) ||
Semi-pensionlsUs 15$ > Mensaes.
Externos. 5|) S
Francisco Deodato Lins. U>
Associa^o com-
mercial beuefi-
cente.
Nao haveoio-se reunido numero suCQcitote de
senhores socios para a reuniao extraordinaria de
assembla geral convocada para o dia 8, aQm de
se tratar sobre a edinca$a da bolsa de Pernam-
buco. a direccio de novo convid es senhores
socios a se reanirem no dia 11 do correte as 12
horas da mauhaa.
Sala daAssociaco Commercial Beneflceote 9
de Janeiro de 186a.
Maooel Aires Guerra,
Secretario.
Sociedade b anear i a.
Amorim, Fragoso,Ssntos & C.sacara e tomaos
saques sobre a praga de Lisboa.
Precisa se alagar urna escrava que
leja de boa conducta para o servico
interno de casa de familia, e que saiba
engommar e especialmente cozinhar
e agradando percebei bom aluguel. e
tere bom trata ment: na ra da Auro"
ra sobrado n. 58.
GuimarSes Luz
em consequeneia de estarem na liquidac&o do
fiado, eutra ve* rogam a lodos os seos devedoret
em geral que tenham a bondade de vir ou man-
daren) pagar seus dbitos at o fim do mez de
Janeiro prximo futuro; aquellos que assim o nao
fizerem tenham paciencia, que suas contas serao
entregues no principio de fevereiro ao procura-i
or para serem cobradas judicialmente. Recite
i d-e defemtao de 1861.
Ama.
Precisa-te de ama ama torra fu esputa [prefe-
re se captiva) para o trrico iaterno e externo de
urna casa de urna seohora em Catanga, mas que
saibj cosiuharo engoramar bem: pagase bes,
tratar na ra da Cada do Recife loja o. 11.

Medico.
O Dr. Braneaole pode ser procurado a
qualquer bora na casa de sua residencia,
na ra do Imperador o. 37, segundo an-
dar, para o exercicio de sua proflssao.
Precisa-se.
Cal virgem.
Vtnde-se cal virgem de Lisboa chegtda lti-
mameole : na raa estreita do Rosario, taberna
numero 47.
CU de Lisboa.
Yeodem-se cal virgem de Lisboa em ptdra, da
maisnora^ie ha no mercado por ter stegado
no ultimo navio ; na ra de Apollo n. 24, arma-
zem de A. Jos T. Bastos & C.
a
do ama ama forra ou escrava que saiba cosinhar
ou engomar bem : ra do Trapiche o. 18 terceiro
andar.
Mudanza
Firmo Candido da SiWeira Jnior teodo muda-
do a sua loja de miudetes que tiuha na ra da
Cideia do Recife o. 49, para a ra Direita n. 64,
participa aos seue (regueies e ao publico, que vai
vender todas as fazeodas antigs por mdade de
seu valor, aflm de liquidar dita loja.
Caetano Pereira de Brito, solici-
tador de causas do auditorios desta ci-
dade tendo mudado seu escriptottopa-
ra o sobrado n. 52 da ra do Rangel,
declara que est prompto para receber
toda e qualquer causa azendo as des-
pezas s sua custa. As horas para ser
procurado das 6 as 9, e das 4 as 8 da
noite.
O absixo assigoado declara que despedio no
dia 4 de Janeiro do correte aooo o seu caixeiro
Jos Francisco Martios
Julio C.Pinto de Ollveira.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Vende-se (azenda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
srte, ra da Imperatriz n. 0.
Riscado monstro.
Vende-se riscado moustro^stenda muito eco-
nmica para o uso domestico por ter grande lar-
gara e o seu preco ser de 200 ra. o covado: na
ra da Imperatriz, loja o. 20, do Duarle.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lldade a 89, que j se venleram a 16}, para
acabar: na rus da Imperatriz, loja n. 20, do
Duarte.
Gabinete medico cirurgico.J
sj Ra das Flores n. 37. *
Serao dadstcooss-Uet medicas-cirurgi- #
cas pelo Dr. Estevio Cavalcanti de Albu- a>
A querque das 6 as 10 horas da manota, ac- #
cudindo sos chamados com a maior bre-
8 vidade possivel. O
a I- Partos.
2 2.* Molestias de pelle.
Z 3.* dem do olhot.
Z 4.* dem dosorgaos genitaes. sjp
Z Praticartoda e qualquer operac&o em q
a seu gabinete ou em casa dos doantet cea- 0
b forme Ihesfdr mait conveniente. m
OMPANHUDA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Attenco. '
Nos demingos e das santos al ou.tro aviso as
passagens de ida e volta, no tnestao dia, das
Cinco Puntas a Escada sero pelo prego das sin-
celas, a saber:
1* classe 6*500
2* 49508
3* 3088
A partida dos trens ser como de costume, de
manhea das Gmco Pootas as7 horas e 30 minu-
tos-e de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadoE. E. Braman,
Superintendente.
iITesta da Seniora do Mon-
ta tmOUuda.
O IU-en. Sr. D. Abbade de S. Bento, de accordo
l-com o abaixo assigoado, transferio a mesma fes-
lia do dia 31 do correte mez para 42 de Janeiro
le l6.Manoel Luiz Vires-
Memorias
da viagem de SS. MM. II.
s provincias do norte.
Os senhores que subscreveram para a impres-
ao das Memorias da Viagem de SS. MM. 11. s
provincias do norte, queiram mandar receber o
primeiro volume na livraria ns. e 8 da praca
que aiole nao o tiverem pago.
Attenco.

Previne-se as pessoas de bom gosto, que, d'a-
nanhem diaote encoolrarao o hotel Trovador na
ra larga do Rosario n. 41 aberto toda a noite,
assim como etcellenle sorvele, boas [rucias e do-
ces, refrescos feitos machina, e muiaeotftras
igaarias vootade dos concurrentee, como sejam
pudras, bdlos, etc. ; emfm, o proprielario espe-
ra qu todas aa pessoas que o quizerem honrar
com as presea^as, nao deixaro de sahirem sa-
tis fe \Ue.
Aluga se
o aTmaeem a. 22 da ra do Imperador : a tratar'
, aa ra 4o Creapo a. 17.
O Sr. Joao Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparece- nesta typographia
que se Ihe preeisa fallar.
Aluga-se o aeguodo andar da casa da ra
da Senzala Velha a. 48 : a tratar na loja do
mesmo.
w Urna pessoa com alguma habuilacao pro-
poe-s a eosinar franeez, tanto eru sua casa como
em casas particulares: a tratar os ra do Cres-
po, n. 7.
O abaixo assigoalo faz scieote ao respei-
tavel corpo de commercio, que vender sua ta-
berna cita na ra Velha n. 92, Bernardino da
Coala Ferreira, o qual Qca respoosavel pelo acti-
vo e pasaivo da mesma taberoa. Recife Io de
Janeiro de 1862.Jos Rodrigues Peixoto.
Offerece-se urna seohora honesta e de bons
costume* para ama, engomma e cozioha, seodo
casa de pouca familia; a tratar na ra do Hos-
picio n, 28.
Precisa-se alugar um preto : na padana
ora de Santo Amaro.
j Quem tiver para alugar um moleque de 10
a 15 annot e que sirva para o servico domestico
de urna casa de pequea familia, dirija-se a ra
da Cruz o. 45 amazem.
fcL Precisa-se alugar um preto, daodo-se o
sustento, e psga-se meosal ou semanal, para o
servico desta ty pographia: na livraria ns. 6 e 8
da prsca da Independencia.
Precisa se de urna ama para casa de ho-
rnera solteiro, somer.te para coziohar com regu-
laridade, prefere-se escrava : a tratar oa ra da
Palma n. 78, das 6 s 8 horas da manha, e das
3 da tarde at a noite.
Urna pessoa casada e habilitada para ensi-
nar primeiras lettras, msica e piauo, etc., offo-
rece-se para eosioar em qualquer parte torada
cidsde ; na ra de Hortas n. 87.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n.
22 da ra do Vigarie ; quem o pretender, dirija-
se a ra Direita n.9i.
Precisa-se de um bom smassador, que en-
teodi perfeitameote de msceira, a tratar oa pa-
daria do Chora menino.
compras.
Compra-se urna taberna que venda para
trra, e que sejs em Santo Anlooio ou S.Jos ;
na ra Direita, loja de miudezas o. 6.'.
Escravo.
Precisa-se comprar um escravo que tenha de
idade 18 a 20 annos, sabeodo offlcio de alfaiate,
nao duvida.-se pagar bem pago", sendo habilidoso
no mesmo fficio ; aa ra Nova o. 47.
Compram-se acjes do novo banco de Per-
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Chapeos enfeitados.
Veodom-se chapeos enfeitados muito recom-
mendaveis para as meninas que estao passaodo a
fetlt nos amenos arrabaldet desta heroica cidsde,
a preco de 2# cada um : na run daMmperalriz,
loja o. 20, do Duarle. Na dita loja cima acharao
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado sortimento de fazeodas, ludo
baralissimo.
Sitio na Varzea para
vender.
Yende-se um sitio na matrizada Varzea mar-
gen] do rio Cipibaribe junto ao do Calazins, com
casa de viveoda e diversas arvores de fructo,
proprio par* morada ou passar festa : a tratar
oo sitio do Ambol que Oca por detraz do sitio
do padre Dmaso, ou em Olioda defronte da igre-
ja de Guadalupe.
Vende-se urna escrava criou'a de idade de
28 annos : quem a pretender, dirija-se a ra do
Pilar n. 143.
Vende-se a taberna da ra da Aurora n. 74
a tero bonscommodos para familia : quem a pre-
tender, dirija-se a mesma tratar.
Gaixas com passas a 800 rs. e
1J280.
Vendem-se caixinhas com passas, de quartas e
oitavas a 800 rs. e 1}280 cada urna; a ellas antes
que se aeabem : na ra da Imperatriz n. 88, de-
froote da matriz.
Boas escravas venda.
Urna escrava de idade 30 iodos com ptimo
leite para criar, e cozinheira perfeita, engomma-
deira e doceira, 3 ditas para todo o servico, de
idade 18 a 25 annos : na travessa de mero 1.
Vende-se urna escrava de boa figura e va-
rias habilidades: oo pateo de S. Pedro, casa ter-
rea n. 16.
Vende-se urna carroca nova com um boi
muito novo e bom, por prego razosvel :Ja tratar
na travessa des Pires u. 3.
Os burros e cavados existentes no armazem
do Sr. Aodr de Abren Porto, defronte do arse-
nal de marioha, vandem-se a vontade eescolha
dos compradores: tambem se vendero do mea-
reo modo cjscos muito superiores, que servirem
para agurdente ou nel: na ra do Trapiche n. 4,
primeiro andar.
i Vendem-se as trras chamadas Siicnc,
que ficam prximas ao sul da cidada da Vicio ia
(Santo Aolao) entre os eogeohos Fedreiras e Es-
pirito Saoto, com boas proporces para planta-
ces de caf e slgodio. Nao exige-se dioheiro
vista, bastando que pagoe o comprador om juro
mdico pelo tempe que coovencionar-se o paga-
mento total: a fallar com seu proprielario o Sr.
Reg Dantas, oo eogenho Goianeira, de Santo
Amaro de Jaboatao.
Cheguem ao barato antes
que se acabe.
Vendas.
Liquidacao.
Ra doQueimado n. 10, loja
de 4 portas.
Vende-te panno verde, preto, azul e cor de
caf, covado 3.
Casemira arela superior qualidad covado
11600 e 1800.
Chales da touquim para acabar a 10,15, 20,
30*40
Superiores cortes de seda o sajis moderno que
tea vindo ao mercado a 90, 100 e 120#.
Sedinhas de quadrinhas e flores, superior f-
zenda e moderno gosto, covado, 800, te e 19400.
Chaly, superior (azenda, covado, 500 rs.
Mimo do co, fazeoda para vestido de seohora,
ovado 500 rs.
Talmss e manteletes pretos i 18, 20 e 259.
Superiores vestidos brincos bordados a 20, 25
e 309.
Cassas fraocezaa finas, covado, 240 rr.
Corles de cassas de salpicos, um 3} e 38500.
Cortes de seda preta s 25J, 30, 35 e 405.
Leocos de seda a 600 e 800 ra.
La de qusdros para vestido de seohora rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covado 19280.
Chales de merino bordados a 4g.
Chitas fraocezaa escuras, covado 2(0 rs.
Meias de algodao cr para homem a 49
Cortes de velludo para eollele a 39500 e 49000 ]
Palelots de brim a 3 e4j
Chapeos de sol do seda pira tenhori e meni-
nas a 3e 4J.
Leques para aeohora e meninas a 3 e 49.
Esparlilbos para seooora e meoioas a 3 e 49.
Cbspeos de pellica para meninos e meoioas.
Chapeos de palha para seohora.
Cbapelioas de seda para seohora a 8 e lOf.
Camisas aberlas de renda para senhora a 29 e
31000.
Grosdenaple amarello com um paqueoo toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paletot, cal^ae eollele de casemira, pelo bara-
issimo preco de 259
Ceroulas escocezas, urna 1#200.
Cortes de barege com duas ssias a 8 e 109.
Cortes de seda escoceza, suoerior fazeoda, com
13 e 15 covados cada um a 109.
Camisas inglens com peilosde liobo e cora um
qaeoo mofo, duzia 25g.
Palelots de alpao, um 99-
Cortes de casemira um 39500.
Chales de la e seda, superior fazeooa, a 29500
Leocos de cambraia de lioho bordados com ti-
co, a 39. 5, 6 e 89.
Ditos de dita para homem, duzia, 69, 8, 10, 12
14.
Setim preto maco o melhor que lem appare-
cido. cavado 39.
Chapeos deso de seda para homem um 69.
Ditos dito de dita iugleza para homem, um 99.
10 e 129.
Baldes para senhora, um, 3 e 49-
Panno de linho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para leoces, vara a 39200 e 39400.
Lencos de cambraia bordados com bico, duzia
I2S5O0.
GoIHohas de esmbraia bordada, ama 340 rt.
Manguitos de dita ditas, um 1.
Camisas para menino, duzia 15.
Fil de lioho bordado, vara 19200.
Dito de dito lito, vara 19800. 1
Cortes de brim de lioho, um I96OO.
Novas carias de abe.
Vcodem-se novas cartas de abe 200 rada
urna augmentadas por Maria Umholesa da Con-
ceicio, as quaes coolm 25 paragraphus de diph-
tboogos, a as actuaet em uto s lem de 8 a 9 ; os
meninos com muita farilidade a comprehendem
e Ibes facilita qualquer leitura. Alem do aug-
mento cootm urna serie de nomes de diversos
ot'jecios de que riles estao muito a par, assim
como de nomes proprio. Estrs cart-s pnuparo
aos senhores pas de familias grande parte do
que gistavam, porque os meninos nao apreodiam
todos ot diphthongos, por isso se embara;a*am
com qualquer lellura por mais fcil que fosse. O
melhorameoto que ellas ho de produzir in-
falivel segundo a experiencia. Assim que ellet
a comprehenderem, sem obstculo algum polem
panar para o maouscripto (vulgo) impresso. O
papel o mais encorpado possivel. Ellas lem
ido applaudidas pelos ietihores profesores, alem
de um grande numero de homens illustrados ro-
mo sejam : os Srs. Dr*. Soares de Azevedo, Fei-
tosa, Drummond e Borges Csrneiro, e outros
mullos que agora me nao occorre seus nomes.
Ellas vo rubricadas pela autora ; as que se en-
contraren) sem ella sero consideradas contra-
feilas : defronte da matriz da Boa-Vista n. 84, e
na livraria ao pedo arco de Santo Antonio.
Veode-se urna preta de meia idade com to-
das as habilidades: ns ra do Rangel u. 69.
Injeceo Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheat antipas e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco 3$-
Acaba de chegfr por pedido especial ao ar-
mazem de loucs da ra larga do Rosario o. 32,
cata do escudo, um grande tortinento do qntrti-
chas, resfriaderas, clices e copos de barro baro-
burguez, ludo do mais apurado gosto, bellos for-
matos o delicadas pinturas e relevos, o mais pro-
prio que ha para resfriar a agua, e por commo-
dos prego.
Novidade 110 tor-
rador!
23 Largo do Tere 23.
Queijos flameogos muito trescaes, chegados
oeste ultimo vapor a 3. mauteina franceza a 720
e 640, manteigaiogleza flora 900 e 800 ra., ata
porco te fu abatimanto, aatim como se torrtm
outros muitos gneros perlencentes a molhados,
assim como sejam, saf, primeira e segunda sor-
te, arroz, velas de espermacete e carnauba, azei-
le doce e vinagre, e viuhos, se vendem por ma-
nos do que em outra qualquer parle a dioheiro 4
vista.
Novo paquete das novidades
23- Ra Direita-23
Nesie rovo estabelecimento achara o publico urh grande sortimento tendete a molhtdos
tudo por preco meis barato do quo em outra qualquer parte :
Manleig ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melbor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos Aamengos chegados no ultimo vapor a 25800 e 3$.
' Cha hyson e preto a 2 e 2880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores autores a 19 e 19200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios parvpssto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 900 rs. a libra.
Ameixat portuguezaa a 480 n. a libra.
Passas muito notas a 500 rs. a libra.
Latas com bolachiobasde differentes qualidades a lgiOO.
Conservas inglezas as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Missas, talharim, macarrao e alelria a 440 rs. a libra.
Cerveja dat melhoret marcas a 560 s garrafa.
Geoebra de hollaoda superior e 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de espermacete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320rs. a garrafa.
Arroza 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciadosachara o publico um grande sortimento de om lulo tende-
le a molhados mais barato do que em outra qualquer parte.
H Veode-se ou permuta-se por escravos de
servico. a casa lerrea o. 57, tita na raa de Saota
Rita : a tratar na ra das Trincheiras o. 5.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Veode-se mui bonitas booeess com rosto, e
meta perna de porcellana aos baratissiraos precot
de 240,360,500,560. 640,720, 800 e 19000: isso
nt ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
8
%
Alug
I Inleresse publico.
BOfferecido pela loja dej
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
Si lar concurrencia publica o que ba de
Smais novo em (azeod*s, taoto para te-
nhoraa como par homens e meninos,
sendo que para e-t- fim espera de seus
H correspondentes de Inglaterra, Fran?a e
Alleroanha at remessas de seus pedido,
H tem resolvido, antes de apreseniar o 110-
tg vo sortimento, liquidar as fi/endas exis-
S tente?, o que effecluarador precos mo-
Sdicos e paTa cujo fim convida o respeita- ||
vel publico a aproveitar-se desta emer- O
S geccia. H
Grande
WWBUSKMk
Superioret palelots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baralissimo prer;o de
20 ; oa ra do Queimado o. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
36, na das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
GLO
Na loja de fazendas na ra da Madre de Dees
n. 16, defronte da guarda da alfaodega.
Chitas escoras cosa toque de mofo cores linas a
160 rs. o covado.
Ditas inglezas escuras pannos fios a 160 o
covado.
Ditas frsocezas escoras a 200 rs. o covado.
Ditas superiores a 240 rt. o covado.
Ditas muito finas a 260 e 280 rt.
Ditat assento bronco a 220 rt.
Velbutioa piolada a 320 rt.
Rrim riscado para calca a 160 rt.
liadapolao muito fioo com pequeo deleito a
49500 a pega.
Brim americano largo a 320 a vara.
Dito trancado de lioho a 1 a vara.
E outras muitas fazeodas que se vendem ba-
rato para acabar (a dioheiro vista.)
Ra das Cruzes n. 4,
fabrica de charutos, veode-se charutos a 15 o
milheiro, de fumo da Babia, velas de composi-
;o a 11 a arroba, e em porcao faz-se bati-
mento; oianga-se a boa queiidade.
Vendem-se osengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de eoge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
ja-se
o primeiro andar da travessa do Costa o. 6 (vulgo
neceo da Boia no Forte do Mallos) commodo
para familia, e bsrato : trata-se oa ra do Cabu-
g o. 7, loja de joias.
O abaixo assigaado vende as parles que tem
no eogenho Tabatinga, districto. da Parahiba,
teodo ditat ptrtet de 42898877 sobre a avaliaco
de rt. 40.000 ; assim como promove a venda de
partet no valor de rs. 17:3979928 de outros her-
deirot; dito eogenho ettS moente e correte,
comduttlegoat de Ierras mais ou menos, de ex
callente malta, a qual .pndut em outro rendi-
mento, demrcalo com mtrcot de pedras. Re-
cebe-te em pagamento dioheiro, letras, predios
oa tetras nesta pra$i, oo outros quaesquer Tt-
lores.Luiz Manoel Rodrigues Valeo?s.
Aluga-se
urna excelieole casa oo Mondego, defronte do
commeodador Luiz Gomes Ferreira, a qusl tem
bpos commodos, boa cacimba e alguos arvore-
dot de fructo : a tratar oa mesma,*daa 6 as 8
dt maobaa, e dat 4 dt larde em diaote.
D. tf. Harria, i- A. H. Halrnea, H. Hotkiyt
Vi. H. Sttlriln, Dr. W. H. Vtlpit, tua senhora e
1 liaos menores, tublitos
ropa.
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a 5#500, e meta arroba 2#000,
e a libra a 160 res : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo-
go que seja diariamente, at que se
acabe o gelo.
Veode-se o grande sitio denomioado Csia-
na, tito na reguezit da Vtrzea, de muito bott
lerrat, que tudo qnaoto se planta d urna grande
quaotidade, com urna, casa de taipa j coberta,
urna dita de fazer firioha, grande quaotidade dt
ps decafezeiros, com diversos pt de fructeiras,
como seja laraogeiras, coqueiros, etc., etc.; e
tambem vendem-se dutt vaccat que dio bastan-
te leite, urna dellas com a cria j grande, o um
burro maoto : a trttsr ni ra do Sebo n. 20.
N. O.Biebtr & C. succettoret.rna daCrax
o. 4, tem para vender relogioa pira algibeira de
oaro prttt.
Navalhas d'a?o
com cabo de marfim.
Vende-se oa loja d'aguia branca mol finas na-
valhas d'aco refioado com cabos de marfim, e
para astegurar-se a bondade dellas basta diser-
to que s&o dos afamados e acreditados fabrican-
:tet Rodgert & C, cutta caJa ettojo de duat nt-
ioglezet, vio a Eu-f rainal 8000: na roa do QueimaJo, loja d'aguii
.branca, n. 16.
Manteiga ingleza flor a
800 e 720 rs.
franceza a 6(0, cha (loo a 2700, caf t 280 e
: (0, velas de espermacete t 760, ditas de compo-
sn,ao a 400, cha preto a 2C000, arroz a 100, tou-
cinho a 320. sabio 'de massa a 160, vioho muito
bom a 500, 440 e 400 a garrafa, azeile de carra-
palo a 400, tambem se veode urna oegrioha do 9
toos, ejeaoarios de Portugal : no armazem da
estrella largo do Paraizo o. 14.
Cigarros
de palha de milho, cozida, do Rio Graode do Sul,
fazenda superior : na ra da Ctdeia do Recite n.
15. Aioda existe um resto de potes para rap
com rolhas de tarracba.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para limpar
dentes.
etcovt pira limpar peotes
Na verdade urna
sempre. oecestarir
em qualquer toucador, e com
etpecialidtde no da teohora
que preza o aateio,
elle tej perfeito mandtr
o para quo ene tej perteiio o manoar comprar
usa desstt escovaa do cabo do marfim oo -
dreparla qe custsm 2e 3 rt., naloia d guia
brtnc, na roa ra do Queimtdo a. lf.
DE
M t:., MiMn 4 -&
Manteiga ingleza especialmooioescollhida a 800 e 19000, eero barril ter abatimento.
dem I ra LlCeza a melhor do mercado a 700 rs. a libra e em barris a razo de 600 rs. a libra.
QueijOS flamengOS chegados oeste ultimo vapor a 3000, -
QueijOS lUttdrinOS omelhor que ba neste genero por serem muito frescos a 19200 a libra.
QueijO pratO o melhor que se podo desojar a 19200 a libra o 19100 o inteiro.
Cha hVSSOn e pretO o melbordo mercado de 19700 a 29880 a libra.
Presunto fiambre Dglez hambargaez a 720 rs. a libra.
Presuntos portUguezeS vindos do Porto de casa particular a 560 rsjpor libra a inteiro a 460 rs.
Vinho engarrafados Duque de Porto, geauino, Porto dno. nctar, Carcavellos, Cames, Hadeira secca, Feitoria velbo, seeco a ebami.*
a 19200o 1300 agarrafa, e. 139000 a duiia.
VmhO BordeaUX de superior qualidad diffrentes marcas a 800 a 19 a garrafa e de 8500 a 10000 a duzia,
VinhO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4$8 00 a caada.
Marmelada imperial a escolher de todos es fabricantes de Lisboa premiada as exposic,oes universaes de Londres Pars a
900 rs, a lata, de urna libra e a 19700 as de duat libras. \
JBocetaS com doces secco das mais deliccda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeittdas, o da
muito gosto a 39500 cada urna.
FigOS em CaxinhaS de 4 libra muito frescos e gramdes a 2000.
Peras seCCa em caixlnha de 4 libras chegsdas neste ultimo vapor a 3500 e 19200 a libra, afanca-se ser o melhor que.poda bates nesia-
genero.
AmeixaS francezaS em latas de5 libras por 49000 e 1000 por libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 3 e a 640 rs. a libra, e emcaixade urna arroba a 09500.
Latas COm frUCtaS da t0&ts M qualidades que ha em Portugal da 700 a 100U a lata.
GorinthaS em frascos de lipa libras de 1600 a 29200.
Gaixas SOrtdaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes o que ha de mais proprio para mimos, da 49000 a 59000 rs.
por caixa de 10 a 12 libras, e320 rs. a libra dos figos.
Lata COffi bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muito novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 2500 a 4500.
Conservas iglezas francozas ponnguews de 600 a 800 res o frasco.
ErVilhaS francezas a portuguesas a 720 rs. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Mas?aS talharim, macarrao e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
AmendoaS de casca raolle a 400 ris alibra am porcao ter abatimento.
AzeitonaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 3500 a ancoreta.
Champanhe das marcas mais acreditadas de 15 a 20O0O reis o gigo de 1500 a 2 a garrafa.
CervejaS das melhores marcas 560 rs. a garrafa e de 5 e 69000 a duzia da branca.
Cognac melhor qualidad que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia;
Genebra de Hollauda a 600 rs. o frasco e 69500 afrasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol e franeez da 19 a 1200 alibra. '
Vinagre puro de Hsboa a 24 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Espermacete Superior sem avaria a 740 rs. em caixa a a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do marcado a 100 rs. a libra e 2700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Maranho,
Alpista 6 painCO o maisUmpo que ha a 160 rs. a libra do alpista e 240 ra. a libra do painco.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560 a caada.
MaSSa de tomate en latas de urna libra do mais acreditado autor da Liaboa a vinda a primeira vez a nosso mercado, de 1 a lila.
Araruta a melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra, a 160 rs. a libra da gomma.
ToUCnhO de Lisboa o mais novo do mercado a S20 reis a libra e arroba a 10900.
BatattS em gigoaeom urna arroba, as melhorea que ha no mercado a 1800 o gigo.
Lenti'haS fraacezas, as melhores a mais saborosas de todes os legumes a 500 rs. a libra,
NozeS as melbores e mais novas por terem colgado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra.
PalitOS UxadOS para dentes a 200 e 160 rs. o maco com 20 massinhos e flor a 280 ra, s
Latas com sardinha de Nants multo novas 440 r?. a lata.
Velas de carnauba acomposiso de superior qualidad a 400 rs. alibra e a 12|500 a arroba.
Bolachinha ingleza logteta a mais nova do mercado a 49 abanica e 320 rs. alibra.
A lea dos ganaros annunciados encontrar o publico ludo que procurar tendente a molhado, e por menos dtz por canto do que aa aa*1
quarqner part.


-;>~ 'V ""

DUWO DE PERN1MBUCO SABADO 11 DE JABDtO DE 186
Kscecia de anfl
Para eugommado.
VeBlem-so frasquinhos coa escencia de aail
eoasa expeliente para eagommado porque orna
gota delta desviante pera dar cor em urna baca
de gomma tendo de mais a mala a precioaidade de
nao manchar a roupa como mnitaa vezes acon-
tece com o p de ail Guata cada frasquinho
500 rs : na ra do Quemado loja da aguia braa-
fLoja das 6 por-8


tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita mutto barata.
Paletots de panno fino sobrecasacoa,
ditos de casemira de cor de fustao, ditos
de brim de cores brancoa, ditos de
ganga, calcas de casemira pretas e de
corea, de brim branco e de cores, degsn-
ga, camiaaa com peilo de linho muito
Boas, ditas de algodo, chapeos de sol
de alpaca a 49 cada om.
Esponjas fias
para o rosto.
Vendo-se muiaas esponjas para roato. a 25
cada urna : na ra do Queimado, loja d'agula
braaca o. 16.
Novos afeites e ciatos
dourados.
A loja d'aguia branca acha-se recentemente
provida de um bello e variado sortimento de en-
feilea de diferentes qualidades e gostos, os mais
lindos que possivel encootrar-se ; assim como
est igualmente bem soilida de bonitos cintos
dourados e praleados, sendo lisos, de listras, e
matizados, e bem assim os de pontas cabida*,
lando de tudo muito para satisfacer o bom gosto
do comprador, que munido de dinheiro nio dei-
xar de comprar : na ra do Queimado, lojad'a-
guia branca o. 16,
Na padaria de Antonio Pernandes da Silva
Beiriz, ra dos Pires o. 42, vende-so a muito
acreditada bolachinha igual a ingleza, dita de
araruta, lodoo trabalho nesla casa bem como o
pao e bolacha feito das melhores fariohas e
trabalhado com o maior asseio possivel, farinha
a melhor do mercado a 180 rs. a libra.
Na run do Imperador n. 28 vendem-se bar-
ris rom cal de Lisboa, superiores bizas hambur-
guezes, as quaes tambera se alugam.
Cal de Lisboa em
pedra
Vende ae urna cama francesa de
amarello, ora e muito forte: a tratar
na ra Direita n. 51, loja de selleiro.
Chapeos de palha.
0 "i lindo sortimento de chapeos de 4alha
das formas as mais modernas de Paria, para se-
nhoraa e meninas, ricos aintoa ultima moda, di-
tos com tacos bordados : na roa do Grupo a. 4,
casa de J. Falque.
Eatremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha om bello sorti-
mento de ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e cono de aeu costume est ven-
dendo baratamente a 1|200 a pega da 3 varas,
tendo quantidade bastante de cada padrao, pan
veatidoa ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
occasiao, e mandu-lo comprar na ra do Quei-
mado, laja d'agula branca o. 16.
Agnlhas iraperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
vender o bom, maodou vir, e acabara de chegar
aqui (pela piimeira vez) aa superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem (ti-
tas, sendo para alfaiales e costureiras, e costa
cada papel 160 rs A guia assim boa anima
e adtanla a quem cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que as nutras: quem as com-
prar ni ra do Queimado,loja d'aguia brancas)
16, dir sempre bem deltas. *
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de sua
eucommendj diversos artigos de gosto, e proprios
para eofeiles de vestidos de noivss ou convida -
das, sendo bicoi de blond da diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhose sem elles, cascarrinas brancas emni-
taa ou tras cores, (loas e delicadas capel I as bran-
cas, bonitos eofeiles de flores e cachos aoltos, tu-
ras de pellica enfeitsdas primorosamente, n>ui
bonitas e boss filas de chamelote, e emfim mui-
J tos outros objectos que a pedido do comprador
, serio patentes, e vists do diobeiro nao se dei-
I xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tiras
bordadas in ambos os
lados.
Vendem-se liras de eambrais bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
tir a tneio, pan satas e outras muitas cousas,
custa cada tira 19200 : os ra do Queimado, loja
oigaua branca n. 16.
Vasnde w ous globos eaa meto uso.
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geqgrapbia. Os
exudantes ciue os pretenderem podem
dingir-se a Iterara universal de Guima-
rfies & Oliveira, na -ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Venda-se fioiaaimas tiras bordadas a If e-tffiW
a pea, babador fraocezes saoito flrroa e om
bordadoa maito lidos a Sf, 2*900. Sf e 4f50B a
POCA: a>a rus do Queimado loja de mfudens da
boa fama o. 85.
Agulbas f rancezas
Veede-se agulhas francezaa de fondo dourados
daa melhores que tem ?indo o mercado a 160
rs. o papel, carteiras de marroquim com agulbas
sortiaas e todaa de muito ba qualidade a 1
cada urna, ditas de papel dourados e com muito
bom sortimento a 310 rs.. caixihas com 100
agulhas aortidaa muito boas a 900 o 280 rs. ca-
da urna : na ra do Queimado loja de miudezas
da boa fama o. 35
Para padaria.
Na ra Direita n. 84, vendem-se por conno-
do prego bous sylindros americanoa noramente
chegado*.
ATOSO
Veo de-se urna machina leetriea ou magnti-
ca, e orna cadeia tambera magntica, tudo por
preco commodo : na ra lo Livramenlo n. 28
primetro andar.
Fitas de chamelo-
te muito boas
NRA DO QUEIMADO N?46 a
JlEANDE^OlTIMERT^rl^
<%
bonitas.
da mais nova que ha no mercado, e por muito
menos que em outra qualquer parle : na rus da
Muir de Ueus n. 10 junto ao armazem de
couros.
A dinheiro ou a
?raso.
P
Vndese ura carro depasseio, patente, intei-
rn.com assenlo para seis pessoas quasi novo e
por prego commodo: na ra do Livrameulo
u.25 \
Legues.
Ven Jera se lindos leques do madreperola, o
mais lino possivel: na loja d'aguia de ouro, ra
do Cabug o. 1 B.
LiU.vas tle *5 ouv m.
Vendem-saas verdadeiras luvas de Jouvin, che-
cadas por este ultimo paquete da Europa : na
'toja d'aguia de uro, ru do Cabug n. 1.
Goliinhas
detrasps*o buriladas em
cambraia fina
Vendem-se a 2$ cada urna : na rus do Quei-
mado, loja d'aguia branc o. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Novos cinteiros de fitas
americana.
Venda-ae potassa
apatior qualidade:
americana muito nova o de
no escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do CarpoSsn-
"'CHPEOS A G&R1B4LDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cimha & Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e feltro, mui lindos, e se ven-
dem pelo barato pre;o de 10 e 15J>
Paletots a Garibakti.
Paletots de seda a mola Garibaldi, Imitando o
mais Qnissimo brim traogado decores, muito pro-
prios paraos bailes, testase passeios campestres,
pelo diminuto prego de 10$.
Chapeos baratos.
Chapelinas de seda para senhora, pelo barat-
simo o/eco de 89, chapeos de seda e de merino,
bem eufeitados, para meninos e bsplisado a 6 e
79, ditos de palha e seda para senhora a 105, di-
tos de seda de corea, copa baiza, para hornera a
Q$, ditos de easemira de cores, pelo diminuto
prego de 1351)0, chpeos de castor baanco sem
pello, boottas formas a 12J, bonets francezes de
panno para meninos a 2#500e3ji.
Guardanapos e toalhas.
Darla de guirdanapos para mesa a 2$ e 2*400,
tialhas para mesa de 1[4,1(2 e 2 varas a lSOOO
1&500 e|. '
Vestuarios
para meninos,
de fustao, enfeitados, a 8#. biloes para senhora
a "
com
pontas cahidris e franjas,
K loja d'aguia branca acsba de receber pelo 3J500, bonitos vestidos de phanlesia pelo bara-
Tapor inglez os lio procurados e muito bonitos i to prego de 12J, aaoalhado de linho adamascado
cinteiros de fitas com pontas cahidis e franjas, e C0,D 8 palmos de largurs a 2J250 a vara, mantas
por isso podem agora ser s^iisfactoriamente ser- de fil branco, manteletes, leques de diversas
vidas assenboras que a desejavam ; elt^s acham- qualidades, goliinhas, manguitos, sedas de qua-
se nicamente nadita loja d'aguia branca, ruado drinhos, e outras muitas fazeodas que se veo-
Queimado n. 16. | dem por barato preco na referida loja cima.
A Ua d'agula branca acalla de recebar pelo va-
por inglez sua encommenda de boas, boaitaa e
largas Otas de chamaloie braoeaa e outras coras,
as quaes sao excellentes pata cintos, lagos, etc.,
de vestidos para casamentle bailes, aasim como
para lagos de boaquetes, cinteiros de crianzas e
muitas outras diversas cousas, e como.de aeu
coalume oa presos sao menores do qae em outra
qaalquer parte; assim quem manido de dinhei-
ro, dirigir-se a rus do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, ser bem servido.
aw ^^w^^m ^v^w"^W5fiswr"aTOrWf tWlti
Para acabar. |
Na ra do Queimado n. 10l
loja de 4 portas.
Vende-ae chapelinas de seda para ae- 2
ahora a 8*. Ifi
Orgsndys psdrOes os mais modernos a ?
600 rs. a vara.
Sediohas de quadrinhos a 800 rs. oco- 2
vado. ||
Casacas ae panno preto muito fino a
03000.
Manteletes pretos a 159 e 209.
jf, Riquissimos vestidos de seda de cores
i e pretos o mata-moderno que tem appa-
i recido epor baratissimo prego.
Potassa daRussia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio rio Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras luvas de
t*f*!mrS3?2.P^"10,^""" de modo a 25, 28. 30e 35. caaacos muito bem
! Hitas a 25S, >%,30J.eS5|, paletots acasacados de panno preto de 16 at 15, ditos de casemira
de cor a lo, IwalOf. patetots saceos da panno e casemira de 8 at 14, ditos saceos de alpaca
m"!! i!- A' **. "t ^ ^re }lJtl9M e mer5n6 d* 7* al l. C8,c" P"1" <>e casemira de
8 al U$, ditos de come7 sl 10J, roupaa para menino de todos os tamaohos. grande sorti-
mento de rotipas de brins corno sejam salgas, paletots e colletas, sortimento de colletes pretos da
setim, casemira e velludo de 4 a OJ. ditos para casamento a 5 e 6, paletola braocos de bra-
mante a 43 e 5/, caigas brancas muito finas a 5$, e um gran le sortimento de fazendaafini s e mo-
dernas, completo sortimento de easemiras ingieras para homem, menino a senhora, aeroulas de
linho e algodao, hapeqs de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos ancommendas de grandes obras aue oara
isso eit sendo administrada por um hbil meatre de aemelhanle arte e um pessoal de mais de
emeoenta obreiroa eseolhidos, porlaoto ejecutamos qualquer obra com promptido e mais barato
(do que em outra qualquer casa. K "rato
i___________
N. 20fina da nperatriz-N. 20
mosque e.ros a 1|600 a pega, cambraia grossa com 8 varas cada pega ptima fa eoda p.5SSStJ?
mosqueleiros. aa.aa e forro de vestidos a 100. mussalinas largasVdasi sewlntea cores".rae li'
***.fryw^'*l a 100 rs^o cov.do.corles de riqoissim.a lias escura com b.badoa
contendoeada um CJrte24covadosa 10 o corte, velludo de seda das seguinies corea cmiento
^oe,-,"olarJ?rel0' cellente f"eoda ? "os de senhora e roupinh! de criang.s pe baizo"
prego de 280O o cov.do nortes do cambraia una com salpicos miudinhos a 5, tiras d.d T.
tremeos I| a pega, goliinhas bordadas muito finas a 1, chitas com algum toque de mofo a ?fi
rs. ocovado. peitos para camisas braocos e de cores a 160 rs. I6
Joiivq.
ROUPA FWPA


Joaqaim F. dos Santos.
40-Rua k Queinailo-40
Defroiite do bece da Gongregaeo letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um~sorlimeBto completo de roupa faila de
todas as qualidades e tambera se manda eiecutar por medida vontade dos freue-
zespsra o que tem um dos melhores professoras
Casacas ue pauno preto a 403.
35| e
Sobrecasacosde dito dito a 35 e
Paletots de panno preto e doro-
res a 35, 30, 25, 10, 18 e
Ditos de casemira de cores "a 22,
155.12, 7 e
Ditos de alpaca prela golls de
Telludo fraacezas a
Ditos de merino selim pretos e
de cors a 9J o
Ditos da alpaca do cores a 5 e
Ditos de alpaca prela a9, 7. 5 e
i) tos de brim de cores a 54,
. **WO, 4 e r
Ditos d bramante de linho b an-
co a 6, 55 e
Ditos de merino de cordio preto
a 15 e
Caigas de casemira preta e de co-
res a 11. 10, 91, 7 e
Ditas de prwceza e merino de
_.,C0T**? Prel 5. 6500 e
A <5 b"DC0 ede co"3
5, 4o00 e
as de ganga de cores a
fcte de velludo preto e de co-
is Usse bordados a 12,9se
da casemira preta e d* co-
lisas e bordados a 63
~,5
30000
30JOOO
209000
9000
10000
8}000
3500
3g500
350O
4S000
8>000
6000
4500
2|500
3|000
8JU3O0
Ditos de setim preto
Ditos dseda e setim branco a 6 e
Ditos de gorgurio de seda pretos
e da cores a 7, 6, 49 e
Ditos de brim e fustao branco a
38500, 2500 e
S roulas da brim de linho a 2 e
Ditas de algodao a l600 e
Camisas de peito de fustao branco
ede cores a 2*400 e
Ditas de peito de linho a 5, 4 e 3000
Ditas de madapoln brancas e de
cores a 3. 29500, 2
Chapaos pretos de masaa francesa
forma da ultima moda a 103,
85500*
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e
Ditos de sol de seda inglezss e
franceses a 14|,41, 11| 4
Lolsnnhos de linho muito finos
noves feitios da ultima moda a
Diios'de algodao
Reiogioi de anra pat#ote hori-
_,. JU1 a IDOS. 90 801 e
Ditos de prata gaTranisados pa-
tente e h orizontaes a 40 301QOO
Obras de ouro, aderegos e' meis
dewgoa.pBleelMa, rsala*e
aneis a
llfea^e-tinhoduzia lOfv'6 e 0JOOO
grandes para mesa w 31 e 400ol
&S000
55000
55000
3000
25200
15280
2200
1(600
7000
2000
75OOO
800
500
70|000
Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'auta branca, na ra do Queimado n. 16,
aeado-de tidas 'as cAres.
WMi
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Msia e Silva, est vendendo
tudo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Grora de peonas de ago de diversos mo-
delios a................................
Caixss com agulhas francezas a..........
Csixis com alfinetea a..................
Caizas com spparelhos para meninos....
Ditas com ailo para grandes a..........
Baralhos portuguezesa............120 e
Grozi de botes deosso para caiga, pe-
qneoos, a..............................
Tsouras para uohi muito tinas a......
Ditas para costura a....................
Baralhos francezes muito fios a........
gulheiros com 'agulhas a..............
Caivetes de 1 folha muito finos a 80 e
Pecas de tranca de la com 10 varas a..
Pegas de frsnja de lia com 10 varas a..
Pares de sapa tos de tranga a.........'...
Carlas de alflneles francezes a..........
Vscovas para limpar derites
Massos com grampos muito finos a....
Carles com clcheles com algum de-
leito a...............................
Ditos de ditos de superior qualidades
Dtdaes de ac paraseohora a............
Rialejos com duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
Bufiadores para vestidos, sendo muito
grandes a..-............................
Caitas com cote hites francezes a........
Carlas de alfioeles para armag&o a......
Chsruteiraa muito finas a.........,...... 1000
Tinteiros de vidro com tinta a.......... 160
Ditos de birro com tinta superior a.... 110
Ara preta muito fins, libu............ 120
i FuDileiro e vidraceiro.
Grande e nov/a officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e-barato no aeu genero.
URNAS de tolas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSde lodosos taannos.
SEVllCl'US dem dem.
BALDES dem dem.
. BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caizas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEtROS e flaodres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em caizas e a retalhode'lodos os ta-
mandando-semanhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommeodas de qualquer oatu-
reza, coocerlos, que tudo ser desempenhado
cootento.
SABAO.
Joaqaim Francisco de Mello Santos avisa os
eus freguezes desta praga e 01 de fra, que tem
eiposto i venda sabaode susfabricadenoDiinada
Recifeuoirmazem dosSrs. Travassos Jnior
& C, na rna do Amorimn .58 ; maaaa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
prego qae de orflraa fabricas. No mesmoarma-
bem tem feito oseu deposito develas decarnai-
zasimplessem mistura algum, como aa do
composigo.
Lindas flores.
Na loja d'aguis de ouro, ra do Gabug o. 1 B,
recebersm de sua propria encommenda um com-
pleto sortimento de flores, o mais (loo qua pos
sivel eucontrar.proprias paraenfeites decabegaou
vestido, cousa muito chique, que se vende por
prego que admira, sendo a 800 e 1 o cacho.
io: Mi cangas miudas de todas
300
110
0
240
500
200
120
400
400
310
80
160
200
800
180
100
400
4
20
46
100
00
AcrenuA
80
40.
80
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por pregoa que
a todos admiram, assim como seja :
Fraacos com agua do Lavande muito su-
perior e grandes a.................... gfjo
Duzia de aabonetes muito fios a...... 500
Sabonetes muito finos a................ ifjo
Ditos ditos muito grandes a .<.......... fsjg
Frascos com cheiro muito unos a...... 500
Garrafaa com agua celeste superior a .. 1000
Frascos com bar>h* muito fina a........ 140
Ditos com dita de orso a................ 600
Fraacos de oleo de babosa a............ 240
Ditos de dito mnito finos s 320 ...... 500
Ditos com banha transparente a........ 900
Ditos com superior agua de colonia a... 400
Ditos ditos frascos grandes a............ 600
Ditos de macag e ae oleo a............ 100
Lioha branca do gaz a 10 rs. tres por
dous e a.............................. 0
Linha em carlao de Pedro V com 200
jdes a.............................. M
Dita com 50 jardas a.................... 20
Duzia de meiss cruas muito encorpsdas s 2400
Dita da ditas muito superiores a.,....,. 45500
Ditaa de ditas brancas para senhora a.... 3S000
Ricos da largura de 3 dedos, vara a... ., 120
Groza de boioes de lonca a.............. J60
Carritels de linha com 100 jardas a..... 10
Duzia de phosphoros do gaz e....,...,.. 240
Dita de ditos de vela multo Superiores a 240
Pe^as de fila para cs da todaa as larguras 820
Franjas de linho para toalhas (vara).... 80
Bicos das libas fot todo o proco, poro psdidp
qae teoho do fabricante para acabar, a por isso
nao s* orna o rae custoo, e slm-o ojee d.
Ra da Sef zalla No Va n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro cado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
as cores.
A loja d'agaia branca acaba de receber essas
procuradas micaogas miudas que servem para
pulceirks e outras cousas, e por isso avisa as
pessoas que ellas esperavam e as que novamente
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
prario um masso muito maior do que os amigos,
Isso someote na loja d'agula branca, roa do Quei-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
se encontrar um completo sortimento de grva-
las de seda pretas e de cores, que se vendem por
pregos baratisstmos, como sejam : estreitinhas
pretas e de Itndas cores a 1, ditaa com pontas
largas a lj.500, ditas pretas bordadas a 1600. di-
tas pretas para duas voltas a Sf ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Urna barcaca
Vende-se ama bsresga do porte de 35 caitas,
encalhada oo eataleiro do mestre carpinteiro Ja-
clotho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pun-
tas, aonde pode ser TlsU e examinada pelos pre-
teudentes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ;
tratar com Manoel Alves Guerrs, na ra do Tra-
piche n. 14.
Lenlos bramcos multo
Unos.
Vendem-se lencos braocos muito finos, pelo
diminuto preco de 2400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, oa ra do Queimado
numero M.
Canivetesfixos paraabrir
latas.
Chegou nova reraessa desses preciosos esni-
vetes tizos para abrir latas de asrdioha, doce,
bolachlohas etc., etc. Agora pela festa cmese
muito detsis cousaa e por isso 4 necessario ter
om desses caivetes rjimporte 1, compran-
do-se ns ra do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
{Irado a americano se machina-
paralara roupa:emcasadeS.P.Joi
bston & C ra da nzala n.ll.
Feijo de corda.
No armasen de Tasso Irmaos. ra do Amorta
numero 35.
mmmo LOW-MtHIK
Roa daSenzalla Nova n.42.
Nests istabelecimento contina a haver ti
ompletosortiassntodsmoeDdsseBteiasmoeD-
dssptrsangenho.saschinssds vapor tsixas
tarto batido cosdo.de todos ostamanho!
para dito,
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Mtlhares de individuos de todas as nacde
podem testemunhar as virtudes desteremedio
mcomparaveleprovaremcaso necessario,que
pelo uso que delle fizeram tem seucorpo.
membros.nteirsmentesosdepoisdehaverem-
pregadointilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
rav,lhosas pelaletturs dos peridicos, quelh'as
ralatam todos os dias ha muitos annos: s
msior parte dellas sao lao sor prndenles qu
admiram os mdicos mais celebres. Ouanta?
pessoas recobraran) com este soberano remedie
o uso de seas bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tei
deviam soffrer aamputacao I Dellas ha mui-
casquetavendodeixadoesses, esylos depsde-
timemos, parase nao submetereo a essaope-
racao dolorosa foram caradas completamente
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de sen reco-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cosi otantei do lord corregedor e outros msgis-
trsdos, afimle saaisautenticarem sua aBrma-
ttva.
Ninguem desesperara do estado desaude sa
ttvesse bastante eonfianca para encinar esle re-
medio constantementeseguindo algum tempo c
tratamento que necesstasse a natureza do mal
cujo resultado seria provenncontestavelmente!
Que tudo cura.
Onngnento he til, mais partlcu-
sarinente dos seguinies easos
/lllrClv99.
Veude-se confronte o porfi a tasfalate Sm
Cinco Pontas osegolnU : earrocae vara k*i
toa par. ~.,l^r. ^.a. emSe*7iaeTi^
Ibar a alfandega, ditos o mU. nTp.n^
rocas e carrfohe, rtioe. terra<>na de cat cal'
fogao, boceas de forno, baodeirM, ferrae e> 7
Us de todas es qualidade*. aetwaica estZ!
bar de todesea tamanhee, fediaearas ata ftnttu.
ferrolho de chapas, ferro de embutir de lados
Umanhos, e portlode ferr. W
r
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
To caes do Ramos, araazo os 18 e
36, erua do Trapiche n. 8, sr vende gaz
em latas de cinco galloes, a MfOOO rs.
e tambem s retalho.
**** "eiHlB de mogo* a Ufa \%
em perfeito estado : p.r. ver e tratar rea das
Cruaee o. 11 primeiro andar.
Cal e potassa.
Vendm-ee estes dous gneros do***i cevtkw-
cido e acreditado deposito da rae da Cvdeia da
ecife u. 12. por aaenoe preco a eaa oair,
qualquer parte, aQaogando-se bm e,aliie
A cal ebegou a qua tro Ue pelo triga* So**.'
ranoc, e a polaasa legitima da Rusta, ebecada
pelos ltimos navios de Hamburge.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas,
00 rs. : na ra do Queimado n. J2. ata taja da
boa f.
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a fslU que se se.
ta dessa apreciavel opiata ingina lio prove!.
sa e necessaria para es denle?, isso porque l.
ja d aguia branca acsba de rece bel. de o eav
con.menda, e continua a vende-la a 11500 rs. a
caiza : quem qoizer conservar seas denus p*r-
felos prevenir-ee mandando-a comprar *a
dita loja d'agoia braaca,rea do Quaimado n. II
NOVA
exposico de can-
dieiros econ-
micos.
O propietario dvete novo estabelecimento iri-
sa ao publico e a todoa os consumidores, qae tea
recebido um grande soitirr.eoto de eandieiroa d(
novo modello, riquissimos pare ornar salas todes
esmaltados de diversidades de corea, desde
mais rico al o mais ordinario, assim como um
graode sortimento de gaz de prnaeira qualidade
pelo preco mais barato que ae pode eneoMrar-
assim como lambem meias latee eas garrafas'
na ra Nova n. 24, lea du Viaooa'.
Potassa da Russia
Vende-se em casa de N. O Biebti 4
C, successores, ra da Cruzn. 4-
Meias para s-u\\*r*.
Vendem-se superiores meias para senhora pe-
lo baratissimo preco de S|840 a dazia ; na Iota
da boa f, na ra do Queimado n. 91.

Alporcas
Gaimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras
Dores de cabega.
das costas.
dos meabros.
Enfermidades da cutis
em garal.
Ditas de anus.
Erupces escorbulicss.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammacao do figado
rr*------- w^m ^latiwtv a
Inflammajao dajbexig
da matriz
Lepra.
Majes das pernas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurar5es ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veias torcidas ou no-
das as pernas
A loja da bandeira
tem para vender de boa
| qualidade folha, estanto- |
, e bacas de
senecuva preco favorito, r
Nova loja de funileiro du!
ra da Cruz do Recife
enumero 37.
Manoel Jos da Fonaeca participa
> todos os seus freguezes tanto da prera
J cmodo mato.ejuntamecte acrespeii-
gvel publico, que tomn a detiberacio t
baixaro preco de todas as sua* obrts.iui
cujo mulivo tem para vender om graiict
sortimento de babs e bacas, tudo c
differeolestamanhose dediversaa core
m pinturas, e juntaoienit q. simo
sortimento deliversa obras.cirtn ci
banhei rose gamelas como ridas.grsidf
epequenas, machinas para caf ere**.
_ cas para conduzr agua grande* e peci>-
8 as, latas grandes para conservar fan-
nha e regadores ao uso da Europa, n( >
grandes e pequeos ao oso do Brasil *
camas de vento, latas de arroba \?
babsgrandea4f peqae nos a 6ti
O rs., baca grandes a 5 o peqaencr
1| 800 rs.,cocos de aza i I; i duzia re-
x gadores regalares moilo barato, diin
M pequeos a 400 rs., de lodo* estes'et-irc-
3 tos ha pintlos e em branco e lado aaie
"I se vende pelo menos preco po**iel: *>
loja da bandeira da rna da Cas do Be
cife o. 37. m
KrcewflieMMM mxmmmmi
Relogios
Vende-se emeass de Johnston Paur C.
i do Tigsrio n. S um bailo sombcpu da
l
roa
--------i | ww M^wuw. uao UN JJCI uaa.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres o. 244, Strsnd, e ns loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda s
America do sul, Hsvana e Hespanha.
Vende-se s 800 rs., cada bocetinha contm
umi instruefo em portugus para explicar o
modo de facer aso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Crns n. i2, to
Pernambuco.
Vende-se
ateitede dendS oa palma, dito de amendoim que
serve para luzese machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte;.na rea do Vigarion.
IV, primeiro andar.
Superior rap de Lisboa em
frascos. ,
Vende-se superior rap orinceza Brasil em fras-
cos, ebegado no ultimo vapor inglez Troca : ds
luja da boa f, ra de Quaimado o. 2it.
Vende-se urna boa armario illumimda a
gz da casa n. 51 da ra Direita desta cidade: a
tratar na mesma ras n. 67.
relogiosdeouro,pstsnteingles, de dos _.
afamados fabricantes de Liverpool: ubTsl
osas variadade de bonitos trsaeeliss par* m
mesaos.
Plvora.
Vende-se plvora de superior qualidade a
chumbo de municao por menos do qae em otra
qualquer parte; tratar no escriptorio de ADt.aio
Cesario Moreira Dia*. no Forte do Hatto, rvade
Moeda n. S7.
Luvs de. Jouvin
Na loja da Boa F na roa do Queimado o 2
sempre se encontrarlo as verdadeiras lava* d
JuI7 !fDl P"a h0tteiD como P,r" eehera,
m.- ,DAd0"se I^P" "qneltas ha de nuil*
linda* cOre*. na mencionada loja da Boa F aa
roa do Queimado n. 22.
Banha fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sea lee fre*oe-
zia que ebegada a apreciavel banha fioe ee ce-
pos grandes, e contina a vende-la nats barate
do que em outra qualquer parte : aa rea de Quei-
mado loja d'agula branca n. II.
Para acabar.
Antonio Ferreiro Leal, estak+lecise cees laja
de ("atea a a res ds Grates o. S3. qaereaee aea-
barcoa dite. e*tabeleeii.eato, eeie reeevrfe e
vender pelo menor preco po*aivel o* seg.ii.Ma
traites nacionaes : saooilias de jaros seos, ditas
de amarello, camas francesas, goecd. esaeoe.
suatda-reapas. guarda-looca, saeraeeeee. sse-
as elasticaa, commodas.elc, etc.; aOaesaeJea
soli Jes de seas trastes.


DIAWO MBUIAMBGCO i****) a H&UNU MJJM*
i0-6naraes & Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Venden.
Cambraia8 da China bordabas a 7$ apega, e o mais neo sortimento 4a u
das finas para senhora nenloes, die-se smostrss.
ACt?l6lC6i 6 COLpaS da gros preto bordados, o que pode haver de maia gosto e pregos
conmodos.
Chapeos de seda para senhora da muito non gosto a 12 cada um a de petha da
Italia ricamenteeofeitados a 289 para acabar.
Camisas inglezas para hornera de nh0 (ena, munoboa pelos prcoa seg.io-
tea a 35 ed09 a duzia.
\R0UpaS fetOS pjr homeos e menino, sobrecasacos, paletota, caigas, aaroalaa, meiaa etc.,
ele.,"a outros muitos artigos.
GRANDE DEPOSITO
DE
h m fh
DO
Ba rbalho (Cabo.)
4IRU4 DO IMPERADOR-41.
Neste deposito exista grande qnsnlidade de louca e de todas as qalidades, o qoe se pode
desejar de bem fabricado e ae boa qaalidade de barro, coma propriedade de conservar a agu
[aempre fra, como sejam jarras, resfriadores, muringues, quarlinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para florea, talhas, alguidares de todos os tamanhos, assadeiras, boioes
I com lampos esem elles, pauelUapara bater-sobolos, escarolas, eofuzas, frigideirss e muitaa ou-
tras pegaa que seria eofadooho mencionar.
O proprielario desta fabrica a primeira deate genero entre u's espera obter do'respeitavel
publico animacaoe coocurrencia e para conseguir esse fin vende a sua louca mala barata do que
at aqui se vendia nesta cidade.
Aprompla qualqner factura para exportar, alm dos pregos commodos porque vende d 10
por ceoto de abate para quem comprar de 1009 para cima e dessa quaotia para menos lerao 5
por cenio.
Qualquer encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
ARNAZEH PROGHESSO
Francisco Fernandes Duarte
Tgo iii JPeiiIiit
a mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
a libra,
de saparior qualidade a 440 rs. ioteiro, e 480 rs. a libra.
libras conloado, differentes qalidades,
Ataaca-se a boa qualidade de todo qualquer geuero
comprado neste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por ceoto do que em nutra
qualquer parte.
Niautega ngleza
abalimento.
I^Ulega f r^UeeXa a mas n0Ta goo rs., em barril, e 640 rs. a libra.
QcitAjoa doreiftocnegad0$n#I,e uUimo Tapor por 3|000#
V l\ lj*9 lOlldriBOS de super!or quaidad, e rauito frescaes a 800 inteiro, em libra
a 1*000.
i Cfel pro\a, \tysson e preto os meihores ha D0 mercad0 ^
29000 rs a libra. ^^ ^^ '
|Preiui\to para ttamtoe mut0 novos, m
'rexuiit Ao reino
o melhor pelisco que pode haver por estar prompto a toda a hora il}i libra.
T oueinfce do reino m rt., UbM| e arroba,9J00O
GhOUtlCaS C paiOS cheg.dos neste ultimo navio, a 720 ra. a libra.
Banua ao porco retinada. 480 r, em ltll m 10 UbIiif por ^ m e
se for em barril a 440 rs. a libra.
rwlarn\eiada imperial d0 afamad0 Abreu 6 de oatr08 muilog (ibricaoleg de Liiboa
a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por 19600 aflanca-se a boa qualidade.
MLaa de toMateem UlM de ama libra por 900 r.. *
Amendoas e eonfeitos em lillg de 2
muito proprio para mimo, a 2)000.
Kjr\llliaS IraneeXaS e po,tuguezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
a 500 rs.
Atarla, maeartao eUknm a400r, ,librae emcaixa.^
lHOieB mui(0 n0Ta8 a loo rg. a libra, e 49000 rs. a librs.
IlOllO IrailCeZ em cari5e8 mu,l0 enretados proprios para mimo a 600 rs.
tsenelira ngleza a mois 8uperior que ha a ISOOO rs. a garrafa e em caixa se far
abalimento.
Genebia de HoUanda a 69000 r... rIMqueir.,. seo 0 rr..co.
w lunes engarrafados iaRrai8Sd0 Douro a l600 a garMfa Porlo fln0t Fei.
tuna, Duque do Porto, a 10200 em caixa se far abalimento.
lf 1110 liOraehUX daf ma8 acreditadas marcas a 1# a garrafa e em caixa a 90 a duzia.
**" V" 8* de differentes marcas a 169 a duzia e a IflOO g garrafa, affiancase a boa
1 qualidade.
Verdadeira serireja curiana t de ortrai mola8 marcag, 0#, d0Iia/e
a 500 rs. a garrafa.
\ nllO em pipa Por,0i Lisboa e Figueira a 3,500, 4 e 49600 a caada.
Rsnermasete luperior a 740 rs. em caia, e 760 ri. a libra.
Batatas no\as em gigog de umaarrobg a i#.
UOLOSaie og maig gUperi0regi hespanhol a 1J200, fraBcez a lf. portaguez a 800 rs. a libra
Figos da cemmadre
320 rs.
txOmma de eagommar, muito alva a 100 rs. a libra.
Amendoas de casca m^ %m,t
Aieite d Ce reflDado a 800 rs. a garrafa e em caixa a 9.
Palitos de dentes 1iados com perf9icao a M0 rs. o mago.
CoSteiethS ingleaS propri..p.r.ll.mbr..800r...libl..
liOllVXlUUa inglexa a ma, n0Ta d0 B,OTCido a 4 a barrica e em libra a 320 rs.
A.meixas iraneexas em frglC0g moUo ricog com 4 i 2 libraa por 39500# diUa por_
toguezas a 480 rs. a libra.
* P" lin>Pr facas a 200 ra. cada un, em por?o se far abalimento.
derejaB em ffage0i del e l^ libra muito novas a 800 rs.
Iniepea4nte dos gneros annunciados encontrar o respeitavelpublico grande sottimen-
to de gneros, ludo de superior qualidade.
A3J000. ,
Cbaseos da palhioHa loa aafeatados para
oioae ; aa raa do Crespa.. 10^
ais takaMf listas.
Vendean ta superior* Uncasj fraaataaaa a tsai-
tscio das da Hasta, sauils) protfta* *t* os taas-
quiatas por aereas de corea escoras a feas, pala
baratlsaimo preco de5 e 6f a duzia : ata ras do
Queimadoa. ti. oa bem conhedda laja da boa fe.
Filp liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso a tarlataoa branca*
e de cores, pelo baraliaaimo preco de 800 rs. s
vara ; na bem conhedda loja da boa f, na raa
do Queimado o. 21.
Toalnas pata maos.
Vendem te muito boaa toalhas para roaos pelo
barato preco de 59 i duii ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Ricos eneitei.
Veodem-se ricos a superiores oofeitaa os msis
modernosqua ba, pretoa a de coras, palo bara-
tsimo preco de 6 e 6500 : na, loja, da boa fi,
na ra do Queimado a. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-ae cambraias fraooeua da lindas co-
res, pelo baratissimo preco de 88 a eovado ; na
rus do Queimado n. 22, na bem conhecids loja
da bes f.
Cambraias francezas finissiraas.
Superiores cambraias frsncezss muito floas, de
mullo bonitos padres, pelo barato prego da 700
ra. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do o. 22.
CambraVa Usa.
Veode-se cambraia lisa transparente muito ti-
na, pelo barato prego de 4 e 5f a pega com 8 Ii2
varas, dita tapada multo superior, pega da 10
varas a 6f : na ra do Queimado n. 22, oa loja
da boa f.
Bramante e atoalnadode
Yif.no.
Vende-se superior bramante de puro linho com
duas varas de largura a 2*400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambera de puro liobo,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ealet.
Vendem-se corles de calca de meia casemira
de cores escaras a 2f cada corle ; na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Porl bouqoets,
Dourados com cabos de ma-
dreperla.
Chegaram opportuoameote para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sus propria encommenda. Picando assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quses chegaram bem a lempo para os di-
versos casameotos e bailes que se cootsrn nesses
das, por isso as pessoas que por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de diobeiro loj* d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que encontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e sioceridade.
A1
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mui-
to Qua, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
5?; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bam conhecida loja da ba f*
los 000.
E' na ra do Queimado n. 39 loja de quatro
portas que se vende os meihores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bom gosto.
Rsiadaeiuala Noyan.42
Vsnds-ss em casada S. P .Jonhston AC,
llinsa silbesnglazes.candeairo a caiticaat
bromeados,lonas agieras, fio davala,chicots
pirscarros, eaoniaria.arrajofpara csrrods
u eioui Talos relogioida ouro oslante
nglaz.
A dinheiro.
Potassa da Russia.
A 200 rs. a libra.
O bem conhecido deposito da roa de Apollo n.
24recebeu directamente peloiultlmo navio a bem
conhecida e acreditada potaasa da Russia, e est
venden do a 200 rs. a libra, dinheiro vista.
Vende-se urna negrinha de Sanos de ida-
de, bonita figura: no pateo do Carmo n. 5, pri-
meiro andar
Manteiga iuglcza flora 800 rs.
a libra.
Francza a 640, toucinho a 320, erviiha a 100
rs., banha refinada a 480, alpista e paingo a 180,
gomma de araruta a 100 rs. : na ra das Cruzes
n. 24, esquina ds travesea do Ouvidor.
Cateado
*5 Ra Direita 45
Qu$am1.. Oucam!..
O traste iodispeusavel so homem jvilisado
sean contradigo o sapalo I V ella lio necessa-
no como o pao ao estomago. Tolera se um
chapeo jaca; ama casaca de ajuatar tabeado ;
um veatido desbotado ; anas o sapato acalcanba-
do a roido, botina aem lustre a j descosida
urna indaeeocia. oa insulto ao orgao visual de
um-etmatao. E' por lio gravea coeaieeraedea
que o proprtelario desle eatabelerinfrilo,
acabando de receber um magnifico aortiroento,
roga aos leus freguezea sa apreasem em renovar
o calcado reino visto eslar-mos oa (esta :
vejam : '
Homem.
MILIES [chagra privilegiado) frescos co-
mo a agua do Prata. ..... 14S0O0
BCRZEGUINSJotoirigos (Roctblld) 9*500
diversos fabricantes. 8*000
_ lustre pechincha. 51500
sapatoes de Nantes, raqueta de lustre
nilb,,"..........
Ditos Nantes bateria. .....
endese
muito novos, em caixas de 8 libras por 29500, e em libra a
libra.
Champagne
do afamsdo autor Chateau Laronxire a 14* o gi-
go de urna duzia; na praca da Independencia
mero 22.
Etre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia braoca veode-se entrnelos
bordados em fio* cambraia transparente i ]fa
pega da 3 raras, prego esta porque s se scha em
dila laja ds aguia branca roa do Queimado n. 16.
Ad vene -se que de cada padrio ten. baatantei
paeas par* vestidos.
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots da brim brinco
da puro linho, pelo baratisaiano prego de 5f : na
roa do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
a Dama das Csmelias, romanee por Alexandre
Damas Filho, urna nitidaimpressao com moitas
gravuras, encaderoagao chagrn ia 4.; nesta ty-
pographia se dir.
Vendem-se ceblas superiores em molbos
e libras, ltimamente chegadas de Lisboa, milho
e farelo, e mais gneros por prego commodo ; no
armazem confronte o arco da Cooceigo o. 63.
Espirito de vinho de 38
graos.
Ns rus das Cruzes o. 24, esquas da travessa
do Ouvidor.
4 4,000 rs.
A doria de serveja branca e preta, e de marras-
quino : no bazar da roa do Imperador.
4 500 rs.
Vasiouras americanas e ciscadores ingleses:
no bazar da roa do Imperador.
Veode-se um cabriole! (timn balanc) : na
raa da Imperatriz o. 45.
Vende-se
oa oficina de ferreiro da roa do Jasmim n. 24,
um carro novo de 4 rodas feito com todo o es-
mero, assim como doua cabriolis tsmbem bo-
tos e de nui aparado gosto, todo por prego com-
modo : qaen os pretender podo dirigir-le i
mesma oficina a qualquer hora do dia.
Piano.
Vende-se um piano de armario en bon ata-
do, proprio para principiantes: aa rus da Coo-
ceigo da Boa-Vista o. 18.
Manual
DI
>

a

a

6*000
5*500
5*000
4*500
3*500
5*2U0
3|000
2(000
1*500


a
>
s
inglezes........
Naotes meninos.....
lustro (sola e virs.....
a (urna sola).....
de tranca porluguexa. .
a franceza. ....
Senhoras
BOTINAS.'gaspa alia e lago inglezes de
daracSo incalculavel. 6J0O0
francezas (lago)...... 5f500
sen> lgo........ 5f0O0
gaapa baixa. .:.... 4(800
outroa (32, 33 e 34). 4*500
de menina (Joly). .... 4*500
sapatos (Joly) com salto...... 3**00
> ( ) sem salto...... 2f000
;?......... 8oo
lualre (32, 33, 34)..... 800
econmicos para casa. ... 500
Alera diiso um variado e abundante socli-
mento de ludo o que necessario a sapaleiro pa-
ra executar qualquer obra.
-g)sj#9gj#
J Loja amarella n 23.
Sortimento de fazeodas modernas.*
Vestidos de blonde. *
Ricos vestidos para casamento com jj
manta, capella.aaia de setim e mais per- 5
tences. tm
Vestidos de cambraia.
Superiores vestidos de cambraia borda- m
dos de urna sais, dous bsbsdos, patos e t
babadioboa. i|
Capas compridas. S
Modernas capas corxipridaa de gorgurao fJ
preto e manteletes. a$
Sedas e moreantique. *
Liodas sedas, moreantique de quadri- J
nho de novos padroes.
Chapeos e enfeites.
Novos chapeos de palha enfeitados con> S
plumas, lindos eofeiles para cabega.
Fazendas de luto. %
Completo sortimento do fazendas pre- 9
tas proprias para luto.
Variedade. j
Manguitos, gollinhas, pentes, leques, a*
espartilhos, sintos, meias largas, camisas J
para aenhora e menino, enfeites de cabe- 9
ga, chales de louquiro, Ot, tarlatana, toa- 0
Ihas de lioho para mesa, chitas finas de k
novos padroes : oa ros da Cadeta loja f>
amarella confronte ao becco largo de *B
, Gurgel Sl Perdigo. m
Veode-se o engenho Santa Loria, sito na
fregueria de S. Loureugo da Malta, ou a dinheiro
ou troca-se por casas nesla praga : quem proleo-
der dirija-se ra de Hortas n. 7, desde s 10
horss da manha al s 4 da tarde.
Cal Ue Lisboa em pedra,
da mais nova que ha no mercado e por prego
multo razoavel: vende-se na
28, armazem de'Tarroso.
----------- r-- a-'- f*
ra de Apollo o.
ltenlo
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porgio e a retalho de urna sacee
para cima, e por commodo prego: na ra da Ma-
dre da Daos confronte abotica o. 30.
Vende-se um escravo com tdade de 24 an-
nos por 300* por ler urna fstula em urna perna :
a pesioa qe quizer, dirija-se a ra Direita o.' 14.
Leite virginal
infaliivel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal jl bem conhecido como reme-
dio iofallivel para ssrdas e pannos, vende-se s
2f rs. o frasco na raa d Queimado, loja d'aguia
branca o. 16.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta Toja por eatar constantemente a receber
perfumaras finas de sua proprias encommendas,
bem se poda dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos meihores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Coudray e Societ Bygienique, etc., etc. ; por
iaso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a rus do Queimado, loja d'aguia braoca n. 16, que
achar aempre um liodo e completo sortimento,
teudo de mais a msis a elegancia dos frascos, e a
baraleza por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas.
f a>
Em casa de N. Bieber
A C. successorea ru da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros ameriesnos mu elegantes
e leves paraguas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim elles possuem map-
pas com varios desenhos, tsmbem vendem car-
rogaspara conduccao daaasucaretc.
Vende-se
farinha de mandioca de superior qualidade, mui-
to nova, e em tudo agradavel, em porgues gran-
des e pequeas a vontade dos compradores e pre-
gos muito mdicos: a bordo do brigue Midaso
ancorado defroote do caes do arsenal de guerra,
* Acaba de %
contas feitas
para compra a venda de saaucar a outros objee-
tes, obra muito ulil a todoa oa negociantes a aoa
Os burroa a carelios existentes no armazem seabores de eogeohos, pois com um laace de
doSr. Aodr da Abren Porlo, defronla do aras- viata poden saber o inporte da sjaaesqoer quan-
oal de marinhavendem-se a vontade e esco- tidade de arrubaa e libras : vende-se na ltvraria
Iba dos compradores : na roa do Trapicha n, 4 econmica ao p do areo da Santo Antonio, um
Pfinetr aadar. i volme encadtrnado pelo prego de SfOOO.
Vendem-se caixoes vastos proprios
para bahuleiros.f unileiros etc. a 1 $280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem
para vender.
Vndese
na ra do Queimado n. 19
o segunte.
Pegas de cambraia fina adamascada para corti-
nado com-81|2 varas,pelo barato prego de5C00.
Toalhas de linho adamascado para mess a 49.
Cambraias de salpicoa raudos muito lindas a
5| a pega, ditas de ditos miudinhos floas a 4J500.
Leocoes de bramante de lioho a 3#000.
Cambraia ailada para forro de vestido, com
8 i \2 varas a pega por 2$.
Grandes colchas de fustio lavradas a 6f.
Chapeos enfeitadoa muito lindos, proprios psra
meninos a7$cada um.
Cobertas de chita, gosto chines, a 11800.
Ricas capellss para oojva, de flor de laranja.
Algode com 7 palmos de largo a 600 rs. a vara
Leocoes de panoo de lioho a 18900.
Souhall Mellors & C, lando recebido or-
den psra vender o seu crescido deposito de rslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, perianto, s pessoas qoe quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveilar-se da op-
portunidsde aem parda de lempo, para vir com-
pra-loa por commodo prego no seu escriptorio
roa do Trapiche n.28.
Obras de ouro
com brilhantes.
Na ra da Cruz n. 51, no armazem
de Altes & G.
Livros em branco
Proprios para escriplurac^ao : na ra
da Cruz n. 5if no armazem de Al ves
&C.
Libras sterlinas.
Vende-se no escriptorio de Manoel Ignacio de
Olivaira e Filho largo do Gorpo Santo.
Taixas.
Mator redcelo nos presos para acabar.
Vendem-se no armasen da Braga Son & C.
na ra da Moeda, taizas de ferro cuado do mu
acreditado fabricante Edwio Hav a 100 ra. por
libra, aa mesaos que seveadisn por 120 rs.
Flores fioas,
A* loja d'aguia branca acaba dadaapachar un
bello aorlimento de florea floas e delicadas pro-
prias para enfeitea de cabega e vestidos para ca-
saneotos e bailes: qaem aa vir sen duvida se
alegrar de achar lloras to perfeitaa a delicadas:
taso na na do Queimado loja d'aguia branca
n \wt
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceigo dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado sortimento da '
roupas feitas, calgados a fazendas e todos
estes sa vendem por pregos muito modi-
ficados como de seu eos tu me, assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos flgurinos a
269,280. 309 a a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16f, 18f, 209 e a 249,
ditos de casemira de edr mesclado e de
novos padroes a 149.16f, 189,209 e 249,
ditos saceos das raesmas casemiras de co-
rea a 99, 109,129 a a 149. ditos pretospe-
I lo diminuto prego de 89,109, e 12J, ditos
1 de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
I ditos de merino de cordo a 129, ditos
1 de merino chinez de apurado gosto a 159,
! ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
I ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
perdss a 39 e a 49, ditas de brim decores
finas 23500, 39, 39500 e a 4$, ditas de
brim brancos Anas a 49500, 5J, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6 j, colletes
de gorgurao preto e de cores a 5 J e a 6J,
ditos de casemira de cor a pretoa a 4J500
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 395OO, ditos de brim lona a 4g,
ditos de merino para luto a 49 a a 49500)
calcas de merino para luto a 4500 ea5f,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhos: caigas de casemira
prefa e de cor a 5$, 69 e a 79, ditas ditaa
de brim a 2J, 39 e a 39500, paletota sac-
eos de casemira preta a 6f e a 7, ditos
de cor a 69 e a 1$, ditoa de alpaca aI39,
sobrecasacos de panno preto a 129 a a
14, ditoa da alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas aa qalidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninaa de 5 a 8 annos com cinco
babadoalisosa89ea 12J, ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditos da
brim a 39, ditoa da cambraia ricamente
bordadoa para baptisadoa.e muitas outraa
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grandequanti-
dade; assim como recebe-se toda equal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
teos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande offleina deal-
faiale dirigida por un hbil meatre que
pela suapromptida eparfeigonadsdei-1
zaadeaeiar.
mmmm 'mmmkmmm
Asteas de acopara
baldes de se-,
nhora.
Vende-sa a 160 e 200 rs. a vara : ns ra de
Queimado loja de miadezas da boa fama n. 35.
Luyas de pellica de
Jouvin.
Venda-se as verdadeiras lavas de pellica ds
Jouvin para bomen e senhora a 29500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezaa da boa tana
n.35.
Cintos do ultimo gosto.
Vende-se cilos dourados e de palha o mais
bello que possivel enconlrar-ae, pelo baraliaai-
mo prega de 39 cada en, ditoa de fita de muito
liados goatos a 2f ; tambe se veoae fivellaa
uile liodas e de muitas qalidades proprias uni-
damente para cilos a 29 .- na raa do Queimado
aja de niudesaa da boa fama n. 85.
Enfeites para cabega
Veade.ee oa maia modernos enfeitea oj*e> tajea
iodo a esta mercado, e de muitas qalidades a
7 e 8i000 oada um, ditos pretos eom vidrilhe a
11560: na raa. do Qaeimado loja de miadezas da
boa fama a. 85.
Loa muito fina para
bordar
Vende-sa a 89 s libra: na raa do Quaisssdo
[ loja de miudexss ds boa fama o. 35. wmmmmmm
Capellas e ramo* para cata-
mentos e bailes.
Vende so maiusaiane Dana riese Mln
brsacas para noiv... cuna ocompeteni reasTneM
o pello, pelo baratissimo prego de O e 121 ra
nos de flores moito linas e de msite rastaoe re-
res s 39, ditos msis inferiores pones eoasa a la.
19500 e 29: oa rus do Qaeimado loja de asiede-
zas da boa (ana o. 35.
Luvas de diversas qali-
dades
MIf,"M n,uHo superiores luvsa de esmarre
bc.^T P"' d" de fl0 ae ""*
toZY. !.de Cor,Ls m ditas de sed. en-
ali .Prna.Tnra- 2*' di" de ,orMl "toa
eoa'f.m. ?.\ Be,BM ,0 d '<" -
Cbieotes de gosto e mmiw
Corles.
Vende-se moiio bonitos chicotes de balis rom
esstoes de marflm e de metal par. hoasan. Z?
atoras s 4 e 5ei4a um. ditos de estallo tseabesa
muito bons a 39, ditos de Junco porm muito bel,
acabados a i s : na roa do Queimado loja de niu-
dezas da boa fama n. 35.
Gabazts par* semWa e
niei,\uas.
, V,ende"se Pe!o batissimo e admirare I preco
de de 49 cada um, e affisnga-se qoe qaen os vir
nao deixar de comprar, to bonitos e olis =ao
elles : na ra do Queimado, na loja de mice/is
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occaaiao em qae
ae escreve e por muito pouco lempo fica preta e
ben preta, haveodo a vanlagem de servir par*
copiar cartas : na ros do Queimado loja de stis-
dezaa da boa fama o. 35. *
Agulhas imperiaes
tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca, tendo em visls seare
vender o bom. mandou vir de aus coota eaaaa
superiores agulhas imperiaes. as quaes scabsm
de ebegar [pela primeire vez) lendo os fondes
dourados e pontaa mui bem tiradas, e mata cada
papel 160 rs. Cozer-se com ama agulha assim
boa, anima e adianta quem trabalha, p.,r (so
diriRirem^se ra do Qaeimado loja a'aaus
b"" 16. que sero bem servidos.
:^^^^^ g^.^gsx-ag;
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a \$.
-Sn'8 de ^'traaa para bomem a
19200 e o par a 1 JO rs., ditas branraa
muito hnas a 2J500 a duzia, lencos de
caaaa com barra decrese 120 re. cada
um, ditos brancos a 160 ra., baldea de
20 e JO arcos a 3f, lazinha para ves-
tidos a 240 o covsdo, chales de merino
estampados finos s 59. e 69, tsrlalans
branca e de cores muito fina com vara
emea de largura a 480 rs. o corado
fil de linho lisos 640 rs. a vsra, pe-
cas de cambraia lisa tina a 39, caasaa
decores para vestidos s 200 rs. o eo-
vado. mussulina encarnada 320 ra o
eovado, calciiihas para menina de escola
a lg o psr, gravatinhas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. esds
um duzia 29, pegas de cambraia de sal-
pico mailofins s 39500, pecas de bre-
5ih* e,ol a ehiu '"ewae a
20 e 240 rs. o corado, a loja est
aberladas6 horas da manha as 9 d.
Doile. "
gEEtaaagSEEax:-(aE'rgyFpx-)
Escravos fug
OOfe.
I
- Desappareceu honlem 6 do corrente um
rooleqae de nome Sebastiio, que sea sechor
trouxe da cidade do Cralo para aqui o vender
com os signaes seguintes : crtoulo, de 12 para
13 annos, cabellos carapit,hcs e com ureas de
relho as costas, levou camisa e ceroula de al-
godao brsnco : quem o Irouxer raa larga do
Rosario n. 24, tersua recompones.
50,000 rs.
Da-se cincoenta mil reis de gratificacao a qoem
pegar urna preta que est fgida desde 30 de ae-
embro de 1861 com ossigoaes segsintes: criou-
la, idsde 36 a 40 annos, baixa, gorda, cabellos
quasi todos brancos, desdeotada na frente tem o
nariz afilado e no brago tem aos carogoa ao pe
docotovello, consta quesahira do eog-nho Taai-
co/ sonde fura para ver se a compravam e *-
hio para os Remedios e soda com uro labolriro
pintado de verde, com louga, paraillcdir que an-
da vendendo : quem a aprehender leve na roa
do Hospicio n. 28 ou na ra do Rosario estrella
em casa do sbaizo assigoado.
Jos Maris ds Silva.
Escravo fgido.
No dia 31 do mez prximo passado fugio o es-
cravo de qpme Patricio, de 22 ancos, cor Tula
bonita figura, altura regular, pouca barba, lodos
os dentes na frente, lem em urna das ptroas um
sinal de urna estrepada, deve talvez inculcar-se
por forro, conhecido por moreno, fails moito
manso, natural de Cimbres, pertenece so Sr
Francisco deBrilo Cavalranti no termo de ln-
gazeirs, estere quasi um anno oa villa do Cabo e
depois em Serinbem onde tem ama amazia foi
praga do corpo de polica d'onde foi resgalado
quem o pegar ou delle der noticia na travessa do
Carmo n. 1 00 ao inajor Loureiro no Campo Ver-
de onde preeeotemente mora ser bem rtcom-
pensado.
Atteoco
Fogio do Rischo de Panellas, um mulato de
estatura baixa, corpo grosso, deoles limados,
olhos pretos e grandes, cabellos csxisdea, e pes
regulares, cojo molato se chana Faustioo. de
tdade de 15 a 18 annos, levou ceroula e camisa
de algodo asul. Poi visto nesla praga em diss
da semana atrasada,em um comboi vindo daqael-
!e lugar. Roga-se a todss ss autoridsdes e ea-
pitaes de campo a captara do dito mulato, o
qual poderser entregue no referido lagar ao seu
senhor, Domingos Antonio das Neves, oa nesta
praga ao Sr. Hanoel Ignacio de Oliveira Lobo,
que recompensar con generosidsde. Outre-
atm, protesta-se contra qaen c tiver acostado
Aviso.
No dia 28 de julho de 1861 fugio de Garieoe-
sioho, fregaezia de Guarabira, o escravo Jes-
quim, cabra, com 40 annos, cabellos retos a>
qussi carapinbos, tem o roato descarnado, pones
barba, pannos pretoa as duas fsces, nariz alia-
do, olhar velhaeo, bocea regalar, dentes inlaires
limados e gastos, peacogo ben grosso desde ai
noca al o tronco, hombros cabidos a ponto de
nao sustentaren os suspensorios, sltors regalar
pea a mios grandes, chaboqueiros, chelee d
jetas, moito bem empernado, lea bons bracea.
alia pouco, corles, gosta de cantar teas, est
acostumado a almocrevar e a tirar cada cana
taosjedor. Doss diss depois da fgido epr-arscen
en Bezerroe, d'oode vele para o Recita eaa pra>-
enca de corto individuo qoe Iba en vslhscesjte.
f*^1"*"'* Ia* e,u a* a algnaa easn-
eho. O dono protesta osar de todo o rifar ata tai
contra qaen e tiver oeealte ; ejnras e pegar an-
de leva-lo ao sen senhor leed sentina da Coota
Bfito, no logar meoeioia*^^Hwered ir.
podre Joaquim Graciano da AJgg M rasa da
Santa Cruz n. 64, qoe aera gaanlia isla rt-
com pensado.


DIA1I0 DE WRHjaMBCO. ** SAMADO 11 DI JlHlHO*DE 1862
Litteratura.
z:
tudas, florejsvatn ti eiperircus de n longo a
prospero IM
fe*el D PHro V mal, solemne
Reliado c illims utuenUs de D. Pe- m#a,o,r'Tel ^ir*MiM l,),,'- o prmeiro een-
lira V nftP Joa Mar!* do. Andiv..l* ,,meBoa.aeahi 'erlia lagrimas en a graiidio de
aro i, por jse nana de Aodraue w po. r o coo..grr, bt. q'Ue no .m-
rerrelra.
(Continutgio.)
XVI
Cavidede craneana. Vasos exteriores da di-
ra-mater consideravelujeotn engorgilados. A pa-
maler, multo injeclada, Java tola a superficie
exterior do cerebro cor rubra oleosa. Ai cir-
cumvalagescerebraes pailicipmm de-te estado
congestivo. Nao havia adherencias animaes en- i
ir as rueniges e a substancia erebral. u venlri- I
culo direito do cerebro continua alguma serosida-
le sanguinolenta. A consistencia do cerebro era
norma!, a do cerebello menor.
Estas slterace, bstanle eiguificativas, encon-
trada* pela autopsia (oila no cadver de sua ma-
gestade o Sr. D. Ped,ro V, nenhuma duvia dei-
xam sobre a natureza a~o fallecimento que suc-
cumbiu el-rel ; e sao etlas ao uesmo lempo ple-
na coofirmacao do juizo autenormute eilo en-,
le respeilo. Urna erupgo dolinenierica, bam
caracteriaada e das mais desenvolvidas que se
costumam observar, atiesta o ler nacido urna fe-
bre das mais malignas, como o foi a que acco n-
melteu Sua Uagesiade. A alieragao egualmeote
significativa do bago concorre a denunciar o ge-
nero de influencia que originou a molestia, a sa-
ber, o miasma paludoso, que dos estragos que
cosluma prolurir. particularmente alT-cta a jud-
ia viscera. Alora disso, na marcha da cnfermi-
dade, no modo porque comecou e se desenvolveu,
as causas que el-rei se expoz muito directa >
prolongadamente, est sobejameute a confirma-
cao do juizo que, para os facultativos que obser-
rarim e trataram de Sua Magestade, nao poderia
ser du'idoso.
Pago das Necessidades, em 13 de novembro de
1861.Barrio da SilveiraBardo Kessler Dr.
Bernardino Antonio GomesJJr. Francitco An-
tonio BarralDr. SimasManoel Carlos Tei-
xeiraJos Eduardo de'Magalhaes Coulinko
Antonio Marta BarbosaManoel Jos Teixeira.
. XVII
Nesle mesmo dia em que foi feita a autopsia,
por voltda meia noite, sabia do pa;o das Neces-
sidades um coche, ladeado de oito mogos da es-
tribis, com branddes accesos na mao, e seguido
de um piquete de lanceicfls.
Dentro ia um moco da real cmara, levando
adiante um cofro forrado de veludo preto, dentro
do qual bavia sido metlida a talha da India, em
que iam encerrados os intestinos de el-rei.
Todo este acompauhamento se diriga para o
moiteiro de S. Vicente de Fra, onde, depois da*
resas do estylo, foi levado o cofre para a capella
dos Meninos de Palbav, em cujo pavimento foi
enterrado.
Ficou mesmo junto dos outros dous cofres raor-
tuarios, que guardara as entronos dos senhores
D. Joo V e D. Joo VI.
XVIII
Estamos chegados ao momento solemne. O
re desappareceu ; restam as cinzas do homeni.
Nestas horas supremas, a voz da verdade desaf-
foga cora o affecto dos povos. Os alleos j nao
lera que fuer em roda daquelle atile ; e tan-
to assim, que a etiqueta palaciana manda-lhes
quebrar as insignas de seus cargos aos ps do es-
trado que sastm os restos de seu amo ; agora
o amor do povo que vae despedir-se pela vez der-
radeira do principe amado : a sympalhia pu-
blica que depe cora mao respeitos'j urna corOa
de saudades sobre o fretro do monarcru.
Estes teslemuohos postremos ninguem os re-
commenda; brotam puros do cororao, e'ostentara-
se immaculados todas as adroirscoes. O or-
gulho da realeza inventou os programmas fune-
rarios; mas o de D. Pedro V inspirou-o e en-
cheu-o o affecto popular. Se as formulas o til -
ciaes lh'o nSo houvessem apparelhado, imagi-
nj-lo-hia a dr publica. E bero memoravcl o
imaginou, e nao s o imsgiaou, senio que o
cumprio e acrescenlou, por que nunca soberano
algum levou em votta de seu cadver mais nu-
merosas e sinceras affeices. Nada houve ali de
ostentoso, porquo o pesar que afligia lodos era
intimo e acerbo. O verdadeiro lulo estava nos co-
rages.
, Resam as chronicas de nossos res que o amor
e a saudade de um delles arrancara o cadver
da esposa querida da sepultura raza e ignorada,
onde machiuages assassinas haviam feito descer
formosura to peregrina, e que depois o levar,
com pompa estupenda, por entre renques de
brandoes at ao mosteiro de Alcobaga. Os povos
nccudiaiD estrada a chorar a misero e mes-
quinha
Qae depois de mors foirainha.
A memoria de um gtande reinado tambero pre-
parou D. Manoel um dos enterramenlos mais
ostentosos, que possam ser determinados polas
grandezas oe ura estado opulento.
Outro senlimenlo mais modesto, porm nao
menos valioso que foi a muila pena de urna mor-
te prematura, acompanhou de pranto at jazida
de nossos reis, o chorado principe D. Jos, em
quera, por seus anuos e inda mais por suas vir-
Veo,k" e 1M peito de oauilos a a raedalhi
da iet.ro amarella, e que o mu heroico condeco-
rado lora o mancebo re I
O rejuerimenio qai rae tfir-e abaito o le-
lemunhp eiocero >ie iu lo que lies do. Lean-
no, e verio que fallamos verdade :
Senhor. O sentioiento publico to geral
que todas as cted stciedaaedesejaQi mani-
festar sua mais profunda mago para com o au-
gusto monircha que lio prematuramente a'mor-
; te nos arrebaio.'
Todos coohecem as excelsas virtudes que or-
na*am o bondoso rei o senhor D. Pedro V.
a Todo se recordara do amor e carinho com
que, expondo a au propria vida em urna das po-
ca de maior eslamida felpara esta capital, o se-
nhor D. Pedro V visiiavaoa eofermo aoccorrt-n-
do-os e animando-os com a loa augusta pre-
senga.
1 Todos se lembram do desvelado carinho coro
que tratava os merinos pobres, promovendo a
sua educagao e instigando-os por meio de pre-
mios adequados a progredirem na aa perfeigo
moral e intelleclual.
< Todos sabem que ainla ltimamente a sua
prematura morte foi devida ao muito inleresse
que elle tomara pelos seus povos, visitando-o e
conhecendo com a sua augusta presenca as mul-
tas necessidades publicas que tsnto desejav me-
Ihorar.
Por tolos estes to justos motivos e na qua-
liJade de presidente da sociedade dos artistas lis-
bonenses e interprete dos seotimenlos do artis-
tas de Lisboa, veoho peraute o throno de Vossa
Mageslade:
( Pedir em nome do grande senlimento pu-
blico, que o caixao que encerra o augusto cada-
ver de S. M. seja le'ado por todas as classes d
socieda le desde o pago das Necessidades at S.
Vicente de Fra.
t Lisboa. 15 de oovombro de 1661./o3o Ma-
noel Gongaloet.
Esta supplica.das classes laboriosas nao pote
ser defer la pelff governo. Era quasi impossivcl
levar mao o caixo -de el-rei, e principalmente
em to extenso transito. Chegou a dizer-se,
comii! !o, que se ln'iom mandado fazer urnas
andas, para serem levadas por trinta pessoas on-
de sena transportado o regio alale: mas, ou
fui si np|*s boato nascido do desejo popular ou
por ioipossibilidade iosuperavel, o certo que o
ministerio do reino resolveu ultima hora que o
programma nao pdia ser alterado. O desejo do
povo shi ficou todava memorado nesse documen-
to, que toma de certo urna parte na memoria que
D. Pedro V legou posteridade.
XIX
Agora entremos no pago e sigamos as diversas
forrnalidales do ceremonial, usado em taes acto
por morte de nossos sobiiranos.
J no da 13, depois das duas horas da tarde, o
cadiver deel-rai bsvia sido trazido peloaofllciaes
mores da casa real para urna sala do pago, de-
pois de embalsamado, vestido e encerrado den-
tro do atale.
As chaves doaUle, desde que este sahiu do
aposento onde expirara o principe, lomuu posse
dellas o mordomo-mr, queni incumb esto
deposito.
Foi o Sr. marjuez de Fronteira o eocmegado
de desempenhar estas funeges, era consecuencia
da enfermidade do Sr. duque de Saldauha.
Tracemos urna breve descripgo do ornato f-
nebre das talas.
Era pelo vestbulo do lado esquerdo quese en-
trsva para as salas Este vestbulo estava co-
berto de alio baixo de baelas negras. D'ah
segua ura corredor, tatub-ra ornado de preto,
que dava ntrala para a sala dos archeiros. Es-
ta sala estava completamente cubera de arma-
goes negras. Ao lado direito erguia-se um tro-
phu de alabardas em funeral, tendo no meio o
escudo portugujz com os besantes cobertos de
preto, por baixo do qual se vara sus tros letras
G. R. A. (Guarda real dos archeiros).
A' esta sala saguia-se oulra que chamada a
sala da tocha, tambera armada de preto, mas de
brocado com aloes e franjados de ouro. A' um
dos eslava urna mesa era cadeiras, junio das
quaes se conservavam de p alguns camaristas,
ajudanti-s de ordeos e officiaes ares do pago.
Depois seguia-se a sala destinada para se di-
zerera as niissas. ostentosamente armada com seis
sitares de cada batida, tendo cada uuia banqueta
com ura crucilixo e seis cereses.
Nestes altares dissrram-se missas iocessante-
mente at ao meio dia dos dias 14 e 15.
Esta sala communicava para a ultima constitui-
da era cmara ardente, por duas portas: por urna,
entrava-se ; e pela outra, s>bia-se.
A' entrada daquella eslava um mogo da real
cmara, do p ; e esti era gurdala por um ar-
ebeiro, com a alabarda virada para a trra.
Esta ultima sala, que era a chamada sala do
throno, eslava forrada de purpura. No meio ha-
via urna ega erguida sobre tres degrus, ludo for-
rado de veludo i agaloado le ouro. Km cima
repouaava o Ceroteo cubarlo cae ura comprido
panno de velado, agaloado franjado de ouro,
com ums larga ernz branca o centro, marginada
tambera de gale do meatno metal.
Ardiarn os lado uito locheiros.
Do lato esquerdo A ega ealara armada uat
throno da velulo cirtnezim. com docel espaldar,
e cortinado do meroo estofo. A' equerda do
throno vta-e lentado no camaritl que eslava
quasi sempre leno em hvro de oragftos; e no to
po da sala tinhara erigido Um altar, J o o do qoal
permaneca ora conego quecingia as Vestes tala-
res "capa magoa que usara nestas olmniddes.
XX
Foi o dia 14 destinado 'para a ceremonia do
ultimo cortejo. A concorrencia fot immensa.
A ceremonia durou amas ponen de horas. To-
dos qulzeram prestar esta ultima homeosgem aos
restos do rei virtuoso.
A tristeza era lio solemne que nem se ouvism
os psssos que os tapete abafavam, e o respeito
para com o apparalo religioso do lugar, media e
continha. '
Neste numero de personagens que foram pela
ultima vez despedir-se do infortunado soberano
das salas onde elle em mais telizes dias os ttnha
recebido, contaram-se pessoas de todas as cathe-
gorias, classes e gerarchias. As deputages das
associages populares eonfundiam-ae nesla occa-
sio com os ministros estrangeiros e altos digoi-
tarios do estado.
Depois do cortejo offkial, as salas foram aber-
tas i quem quiz despedir-se do rei, e orar pela
Sua alma.
E'superfina dizer que tola a Lisboa ahi con-
correu. Nao s no dia 14, mas nn dia 15, al
urna hora adiantada da noute, a ffluencia nao
cessoo.
Seria para nao concluirse quizessemos dar aqui
noticia dos trances afflictivos, nascidos uns do
alT-cto espontaneo e desioleressado, outros da
afflicgoinconsolavel, oulros do senlimento de
gralidao, inspirados pela benevolencia do rei de-
funto. ..
Uns orsvam, outros praoteavam. outros fi^?a-
vam raudos e como sufTocados em frente do ala-
de. Anda nem ousavam crer, meamo vista do
appSrato mortuario, em g-ilpe tao imprevisto e
cruel. Mulheres e homens de todas as condigOes
ahi apoarecerama orar ea prantear. At rosii-
ahos forim vistos joelhados, em frente da ega,
com os olhos arrazados de agua I
Que pagina para a verdadeira historia dos reis !
FOLHET1M
0 PAIZ DOllEDO O
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Costumes dos nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
I
Na margem oriental do lago dos Qualro-Can-
toes,no cimo do cabo Wytensleio, eslebre nos
anoaes da livre Helvecia, e nao loBg do deserto
solitario, histrico e potico do Grulli, se eleva
urna estalagem afamada por mais de um titulo,
cuja taboleta embalangando-se cima das ondas!
promelle maravilhas ao viandante.
E' a estalagem da Treib.
Digamos duas palavras i respeilo do paliantes
de entrarmos nesss estalagem, onde alias temos
pressa de abrigar-nos da nev e do vento que
ruge da parte de fra (na poca de que fallamos,
isto, dezembro de 1835.)
O cabo Wytensleio uos confios do territorio
d'Uri,a partir de Lucerna forma cerca de dous
tergos do comprimento do mais pitloresco e ma-
gesloso dos lagos interiores da Suissa. O nome
lhe vem de um maravilhoso rochedo que na for-
ma de urna pyramide se eleva do seio das aguas
em pouca distancia d'aquellas costas, e de longe
apparece como urna sentinella arraads para a de-
feza dellas.
Esse cabo, egualmenle conhecido pelo nome de
promontorio de Sselisberg muito venerado
doscoragoes patriticos, porque serviu de abrigo
s conferencias dos primeiros libertadores daquel
le paz curvado at certa poca ao jugo dos bai-
lios mperiaes.
Na noite de 7 de novembro de 1307 tres barcas
chegaram-se silenciosas diversas Tiaragens da
ponta do Wytenstein, e trinta e tres moutanhezes
dos canles d'Uri, Schwitz e Untetwald dirig-
ram-se ao encontr nos dos outros no deserto do
Grutli que domina a margem em mais de duzen-
tos metros. Ali, junto & urna das tres fontes que
banham aquella deserto, venerado dahi em dian-
te, Gantier-Furst, Bernard-SiaolTicher, e Arnaud-
Anderhalden, chefes dos conjurados, flzeram es-
se famoso juramento de liberdade, cuja recorda-
go vibra ainda na velha Europa.
cima de Grotli, subindo-se o declive occiden-
tal de urna monlanha um tanto pique, poroi
accessivel, frtil e eocaotadra, encontra-se a al-
dea parochial de Seelisberg, afamada pela linda
paysagem de sua vista, seus prados abundantes,
;.iKrJ'uro que ali 8 reP'r. poticas ruioas
espa naaa aqu e acola no sea territorio, e final-
fa?ltP.0r.i8eu pe1ueo gracioso lago. E' para
*lori2nh.".dMK,UM P"ede, ele'ncU d
Iba^rt. .Va'"0" 1Sa doeuacaroeiros.
1.m.T i de s"elisberg scha-se a esta-
lagem da Treib, construida com os maleriaes
r'orlS!" 'i,0" d0> stellos Jue o"
iroraornavam aquelles Uos aprazireis e edifi-
cada aobre umaepecie de enSV onde os bar
que.ro. ,e refugiara durante as temoesladM
A Tre.b goza de grande reputarlo noTaU oVo'
porqoe a najantes sej.m ali ?. b9m tratado,
do que em oulra parte, mas porque datando el"
de muttos seclosi servia de ponto par. impone
conferencia, d habitante dos canta""'"!
(*) Vde Diario n. .
vos. Tem essa hospedara o aspecto da maior par-
te das cabanas sui>sas ; o telhado elegante forma
um ngulo muito agudo, e assenta sobre pilares
depedraecal; a fachada deita para o lago, e
prolu de longe ou de perto um bello eleito Ha
ali duas onlradas, urna pelo lago e outra.da parte
de trra, firo d* olTerecer essa commodidade rus-
tica, de qu'i se honram cora justiga as mais hu-
mildes casas dos viole e duus cantoes helv-
ticos.
A vista exterior, que d'ali se goza, esplendi-
da ; porque apreienia em frente o delicioso es-
pectculo do valle de Schwitz. abrangendo a lin-
da aldea de Bruen, onde 19 de dezembro de
1315, logo depois da victoria de Morgarlen os tres
canles primitivos juraram o primeiro pacto fe-
deral : direila aprsenla o lago d'Uri e as ver-
des montaohas que se inclinara para Alldorf;
esquerda o eslreito piltoresco formado pelo
Obernasee pelo Unteruase, margeos escarpadas,
cobertas durante os nielhores raezes do anno de
uraa bella vegetago, que faz soohar-se as mais
seductoras proraessas do paraizo musulmioo.
Durante o invern essa brilhante e risonha na-
tureza revesle-se da um aspecto sombro, que faz
a vista entrUtecer-se, e a alma apossar-se de um
senlimento de profunda melancholia. Os cimos
das arvores, as moitas e bosquezinhos j se nao
desenham no azul transparente do lago, cujas
aguas ento borbulham, erguem-se em vagas
ameagadoras que rio coroadas de espuma reben-
tar de encontr s montanhas. O sol mostra-se
apenas alguma vez por entre sombras nuvens
carregadas de nev, e os prados parecem esperar
nriBAUlil.. ______ ___'.
da ressurreigao terrestre annunciada peloprmei
ro canto do rouxinol.
No mez de dezembro de 1835 o fri na Suissa
era excessivo, especiilraenie no lago dosQuatro
Cantoes, onde nao appareciam mercadores ou
viajores, por isso que achava-se suspensa a ns-
vrgtgo.
O estalajadeiro da Treib coraegava a inquietar-
se pelo descango forgado dos sous foges; sua
malher oceupava-so em concluir o quioto par de
meia que fazia desde o mez de norembro, prova
manifest da muita folga que linha; e o eu cria
-----------w0--j ***- ia-j^M v .isa* uaiia a yi u
ao, ao mesmo tempa criado grave e para todo o de parceria.
servigo, manlfeslava sam muita ceremonia o s<
desprazer por eslarao salario de urna estslagem
sem ireguezes para o pato, e por conseguinte
sem pechinchas para o criado.
N'uma noite, em que esse trio achava-se ao re-
dor de uro fjgo bem acceso, e dorma o mais
oceupada pela sua enorme corpulencia, a seoho-
ra Jacqnelte Mesmer. raulher magra e baixa, n'ou-
tra cadeir, e Joao Pompidoun'um banquinho,__
urna violenta pancada dada na porta d j lago fez
as nossas tres persouagens puiarem no, seus as-
ientos, e olhanJo-so mutuamente espantados,
pareciam perguntar se nao era aquillo um so-
nho.
XXI
Estamos chegados ao dia do enterro, dia de
fundo pesar, masao mesmo lempo de ufana pa-
ra a nagao que ejosegue eslreitar em lagos lio
solemnes de magos publica, a memoria de um rei
e o aTecto de um povo.
Nages assim nao tem receio de morrer, por-
que nutrem em si o fogo dos puros e oobres aeo-
timentos.
O dia appareceu chuvnso e carregalo. Pare-
ce que os elementos se tinham ajustado a con-
trariar as provas do senlimenlo popular. Quan -
do a tropa sahiu dos quarteis ainda a chuva
era geral e copiosa. Apezar do mu estado do
lempo as classes e corpbreges forara-se reuoin-
do nos lugares destinados. O largo da Estrella,
as arcadas da praga do Gommercio, o theatro de
O. Maria, as salas do Centro Promotor, e oulros
edificio de associages, foram estes lugares. A
chava nao obstou que esta concurrencia fosse
desde logo numerosa.
D-rilro em pouco coiiegaram a vr-sa as asso
ciages partir para as Necessidades. Aluiara de
tolos os pootos da cidade ; e quasi todas leva-
vam tochas. Ainda nao eram 10 horas, e j aquel-
lo sitio e imraediagoes estavam coalhados de cor-
porales, trens e carruag -ns.
Perto das 10 horas, o lempo e,liou ; e d'ahi em
diante, como se respeitasse as demonslrages sin-
ceras de to triste solemuidade, nem mais urna
gota d'agua cahiu.
O programma delerminava qae as carruagens
flzessera parte do prestito, porm como o.senli-
menlo geral manifestara o desejo de que este
fosse lodo a p, como provn mtis verdaoeira de
renerago para cora o rei fioado, por isso seor-
denou que as carruagens e trena fossem fra do
prestito.
Comegaram estas a desfilar logo depois das dez
horas, e seriam era numero de duzentas e tantas.
Muias dellas iam vasias e fechadas, parque os
dignilarins, fuliccionarios, ou personageos que
perlenciam, aehaviam ioleirado, p, lias suas
corporagoes respectivas.
Rompa o prestito urna forga de laoceiros da
rainha disposta pela forma seguinle :
Dous sargentos adiante, servindo de hacedores ;
depois um piquete commandado por um subal
temo ; e era seguida um esquadro coramandalj
por ara capito, com estandarte envolvido em
crep.
Seguiam seis porteiros da canna, vesliJrsde
capa e volts, e chapeo derrubado com d, ca-
vallo, indo os cavados cobertos de gualdrapas du
baeta prela.
Depois comegavam as associages.
Eupregados da alfandega grande de L'sboa,
presidido pelo diretter geni, o Sr. consalheiro
Antonio dos Santos Montairo.
Philaraooica da Almad.
Asoiagio do* empregado do estado.
O pobres 4o ylo de Meodicidade e demai
eraar*fs do Hu dlgalssimo provelor o par do reino Jos
Isidoro Gaede, que vesti a sua (arda com aa
condecorece.
Collegio'do Campo Grande de men*a)a absn-
donadas, levando frente a aoa baadeira e atraz
o eu zeloso director, o Sr. Viann Tedra.
Philarmonica de Cacilha. .
Aprendiies do arsenal do exercilo.
Empregado e ofRciaes de artitharia do mesmo.
Sociedad do artistas lisboneses. O presi-
dente dests socieda le levava urna corda de per-
petua tobre um alva, cobeits defamo : i um
lado i a viuva do instituidor da essociagio ; a
do outro ia o thesoureiro, lavando envolvido ara
crep o Hvro da ioscripgio do socioi, sonde ae
lia o nome de S. M. como protector da sociela Je
dos artistas
Arsenal da marinha, e mais empregado da ri-
bira das nus, assim como os slgsrves e rema-
dores dos escaleras reaes, com longos fumo, nos
chapeos, indo presidido pelo inspector, o Sr. ca-
pito de mar o guerra Csrdoso.
Redacges dos jornaes da Revista Contempor-
nea, Revoluco, Portuguex. I'oliitca Liberal, Li-
berdade, Jornal do Commercio, Estrella de Alva,
Opinio, Bolelim de Iuslrucgao Publica, Revis-
ta Agronmica ; correspondentes dos jornaes das
provincias e varios escriptores pblicos dos mais
nolaveis do paz, frente dos quacs se via o
grande historiador, o Sr. Alexanire Herculano.
Tambera se incorporou esta clatse, o Sr. Louis
Sauvage, distioclo correspondente de Jifferenlos
foroaes de Pars.
Alumnos do curso superior de leltras, iodo
atraz os seus Ilustres professoros, e o director do
cur*o, o Sr. conselheiro Vale.
Sociedade phsrmaceutica, indo algui.s dos seus
membros condecorados com s melalha da febre
amarella.
Aclrizes dos thealros oacionses, em numero
de 18, todas de lochas na mo, entre as quaes se
viam as Srs. Emilia das Neves, Delfina, Gertru-
des, Emilia Adelaide, Aona Cudoso, Emilia Cin-
dida e oulras.
Actores e empregadosdos raesmos theatros.
Msicos e empregado do real theatro de S.
Carlos, seguidos da empreza, representada pelos
Srs. Joo Mara de Figueiredo. Frescata e Antonio
de Campos Valdez.
Alumnos e empregados do conservatorio, pre-
sididos pelo inspector geral dos ihealros, o Sr.
conde do Farrobo, que vesta (arda de par, e pe-
lo Sr. D. Carlos da Cunlia e Meuezes, secretario,
tambera de farda.
Empregados e accionistas do caminho de ferro.
Alfmdega municipal, guardas e mais empre-
gados.
Remadores das duas alfandegas, grande e mu-
nicipal.
Contrato do tabaco.
. Coogrgacao de.negociantes israelitas.
Contadona do hospital.
Capitesde navios de marinha mercante.
Associago dos alfaiales.
Associago agrcola.
Instituto agrcola.
Instituto industrial.
Guardas barreiras.
Veterinarios.
Negociantes inglezes, allemaes e italianos.
Associago dos empregados do commercio e
industria.
Corpo de cirurgit do xercito e armada, leraa-
do mullos dallas a medalh da febre ama-
rella.
OfBciaes doi extinctos batslboei novel.
Deputigio da universidad.
Olciae de diderentes commisses.
O corpo telegraphico, presidido pelo seu di-
rector, o senhor conselheiro Jos Bernardo 48
Silva.
Cmara municipal.
1 coche UtoAo pur 3 parelhas de muars, le-
van la o poNrro da real "cmara e mogo, da
guarda roupa.
2* coche, tralo por 3 oareihas de cavallos,
com os ajudanles de S. M. o seabor D. Fer-
nando.
3o coche, com os camaristas do mesmo se-
nhor.
4' coche, com os aju Jantes de ordens de S. M.
o senhor D. Pedro V.
5o coche, puxado a 4 parelhas, em que ia o
Sr. marquez de Fronteira, servindo de mordo-
mo-mr, o S>\ marquez de Loul, estribeiro-mor,
e o Sr. marquez de Ficalho, camarista de S. M.
o senhor D. Pedro V.
Digamos alguma cousa sobre Joo Pompidou,
antes de segui-lo na execugo da ordem que re-
cebeu, e que obedece com algum cu-to.
Joo Pompidou era am Gasco, como ha mu-
tos em toda a parle ;oas zonas trridas, e tam-
ben) nos paize, do gelo ; entre as nages civilisa-
das, e tambera entre osbaibsros; as regios po-
voadas, e taires tambera no deserto. Era mogo,
dstro e bem disposlo, erafim um bonito rapaz ;
e tinba o rosto voltado para a fortuna, como
disse Saint-Simn, fallan lo das pessoas moral-
mente bem favorecidas.
Mas, pobre Pompidou 1a sua fortuna nao es-
lava feita ; ao contrario pareca fugir-lbe s le-
guas; porque partindo de urna aldeia banhada
pelo Garono, depois de ler andado de lugar em
lugare que lugares I ei-lo transformado em
facttum de uraa estalagem, onde nada linha que
fazer, e em compeusago pouco poda ganhar, e
as margena de am lago, onde de qualquer lado
que soprasse o veolo s annunciava nev, gelo e
borrasca.
Ora, Pompidou intelligente, astuto, espirituoso
ao seu modo, bravoe alegre companheiro, alTeito
s aventurassra friorento em extremo; e por
isso no paz que o erremessra o destino zom-
bador via paralysarem quasi de tolo as suasqua-
lidades physicas, e adormecerem desaggradavel-
mente as suas (acuidades iatellectuaes. Tinha el-
le o lalhe bem feito, olhos pretos e vivos, labios
delicados, msculos fortes, e no cerebro alimeo-
lava uma idea flxa, devida A favoravel opinio quo
tolos professavam seu respeito.
Amigo de maravilhas, o honesto Pompidou
.,,;,,. ,r-------f-.wv. v.,,,,,, nu envolvidos na sua mortalha, que chegue a hora oao podia tirar da memoria uma prophecia de sua
ma de leite, a qual dizia que elle sahiria u
dia da obscuridade para mandar em alguma parle
como senhor absoluto ; e pois esperava tiritando
i. de fri, que alguma revolugo o flzesse sabir do
lago, oude sonhava j com o ouro e com a pur-
pura.
Pompidou acceudeu a caodeia, e desceu os de-
gras da larga escada que conduzis perla ma-
rtima.
E' Vmc. mesmo, Sr. Kooll? pergualou elle
antes de abrir, porque naquella cabega bem orga-
nisada a prudencia e a coragem andavam sempre
Sou eu mesmo, senhor preguigoso, respon-
deu o barqaeiro. Enlo qur ou nao que eu atra-
que esta banaca?
Santissima TrinJade exclamou Pompidou.
A candeia apagou-se. Irra I que ventaota I
O vento se InUoduzira pela porta entr'aberla, e
Corpo do commercio portuguez, em qne se
viam os negociantes mais nolaveis da praga de
Lisboa e alguns da do Porto.
E-iipregados da companhia dos Incendios.
Cillegio dos alumnos da armada e do ex-r-
cito.
Secretarias da guerra e obras publicas, levan-
do frente os dous ministros, os senhores vis-
conde de S da Bandeira, e Thiago Augusto Vel-
loso de Horla.
Associago de sapateiros.
Seguiam aqui tolas as outras associages di
ofncios e artes.
Ura collegio de meninos e meninas desvalli-
dosda freguezia do Santa Catharioa, cora a sua
bandeira, indo atraz a senhora D. Mara Jos da
Silva Canuto, que levava sobre uma salva de
prata uma corda de perpetua, e saudades, presi-
dido o Sr. Luiz de Almeida Albu merque, por
parle dadireegao.
Empregados do governo civil, com o seu se-
cretario, o Sr. D. Joo da Cmara, de Tarda.
Engenheiros.
Officiaes de artilharis.
Corpo collegisl, offlcialidade do estado maior
do mesio collegio, bem como o corpo catho-
dral ico.
SEstudantes da escbola
lentes.
Companhia dos aspirantes guardas marinrus.
oflicialidade de navios de guprra, levando alraz o
seu almirante, o Sr. Joo da Costa Carvalho, e o
Sr. Soare Franco, servindo de major general.
Officiaes d fazendae constructores.
polytechnica e os seus
M.n^.n..i. ic-----_ --.i u ums \j muiu au iuiruuuztra pea pona enir aoerla. e
MesZ 7m. clrSir. Saer.hP0Mlfel '-?**? c"",fii P88a"-8e c> effaito. O evtal.jadei'ro
o barqueiro, forgou a aquietar-se a barca agitada
pelas ragas, como ums casquinha de ooz pela es-
puma de um torrente; e um homeln que vinha
com o velho Kooll pdie assim por o p na es-
cada.
Eis-nos chegados salvamento exclamou
o barqueiro. Conesso, senhor, accresceotou elle
em francez, que fizemoa uma pessima viagem, e
c\i.a.t l > i uiii.wi14iuhiiihiibi pessima viagem, e
."u '*a? reibl exclamou uma roz da parte que nem por quiohentos dorios eu cahiria n'ou-
de fra. Eslo aurdo ? ira. Vamos de Flueleo, amigo Mesmer, e bem
t o velho Kooll, disse o estalajadeiro; e podes crer que nao faz bom lempo era Rothatok
nioguem seno elle atrever-se-hia a nregar por I Gemsspiel, nem tambera em volta de Wyiens-
esis.lempo to tenivel. Sou capaz de apostar em leio....
como nos traz por ahi algum Ioglez.' Li rou
li vou I
fl-4- Julga isso? observou Pompidou, abriodo
desmeditamente a bocea para desembaragar os
queixps. Os Inglezes oo sao mais asnos do que
os Su usos paraviajarem pelo inreroo nesle mal-
dito paz, onde at memo a agua gela no fogo...
V abrir, ioterrompeu a Sr. Me.m.r, econ-
teaha essa liogaa, que infelizmente nunca gela.
Tome candeia, e avie se.
Nem por aqu I interrompeu Pompidou sus-
pirando. Senhor, tenha a bondade de subir; V.
S. deve eslar morto de (rio....
Pelo contraro, ainto calor, reapoedeu o ea-
traogeiro. Patrio, recommeodo-lhe a miaa
mala.
E dizendo islo segua lentamente o criado que
se apressara em conduzl-lo.
Se verdade que certos entes creados psra do-
minar os outros com ama a palarra exercem
inexpitcarel prestigio sobre aqualles que os ou-
vem, podemos effirmar que o viajante conduzido
estalagem da Treib, apenas fallou, produziu es-
se effeito magntico sobro Pompidou.
Sent 'calor l_ observou o Gasco comsigo
mesmo. Ento nao ura bomem. um urso
branco I Santissima Triaiade!calor I Est vis-
to ; 6 algum ressuscilaJo da Berezina I...
Em quanto Poropldou assim racioclnava, a Sra.
Mesmer collocra-se em frente do seu hospede,
quem fa?ia mil reverencias :
. V. S. deve estar bem fatigado... V. S. leve
vir bastante molhado... Que lempo medonho
que faz, mou rico senhor... Quer que Iho sir-
vam...
~ Obrigado,obrigado ; interrompeu o estran-
geiro em francez, mas com um accento ioglez,
ligeirameutespronunciado. Nao estou fatigado,
nao eslou mlhfldo, enera acho que o lempo es-
teja madonho. Desejaria nicamente que me
dessera...
Um bocado de fogo para aquecer-se, nao
islo ? alalbou logo Pompidou.
Nada ; um copo com agua ; tenho a gir-
ganla abrasada.
Joo. depressaum copo, agua e assucar I
bradou a Sra. Mesmer.
Joo nem se raoveu. ; Estupefacto contempla-
ra aquel! estranho persouagem que, para elle
negago viva do almaoak, suppunha o mez de
dezembro sob a influencia da cannicula, e loma-
va os Suissos por Patages.
Era quanto se islo passava e a Sra. Mesmer
corra de um lado para outro,afm deservir o seu
hospede inesperado, o barqaeiro Kooll e o esta-
lajadeiro troca vara entre si asseguintes palavras
porta da entrada :
Com etTeilo, velho golflnho, executasle um
logo soberbo I Navegar noite por este tempo
de borrasca, e nos peiores lugares do lago, atra-
vs de grossas vagasto alias como a torre de
Sitaurlad, nao ha duvida que soberbo, meu
amigo, muito soberbo I Has otha, nao fiques al-
gum da sepultado nesle lago, de que s a
gloria I
Ou aqui, ou acola a gente sempre ha de aca-
bar, responden Knoll dando um n em sua amar-
ra. Queras saber, mealre Treib {> barqueiro e o
estalajadeiro trata>am-se reciprocamente por
nome que tinham algum paridade com as suas
profisses), eu amo a audacia : islo me reanima,
faz-me lembrar dos meua rite. Irinta, qaarenta'
e al mesmo oincoenta annos de vigor. Pois
olha, e>ta viagem que acabo de fazer, me poz
face face cora um ralento, quem nao falla
firmeza, audacia e sangne (rio, como nunca ri I
Ainda que tenhi basiaute fome, dara de bom
grado a bella ceia que me has deservir smenle
para qae elle fosse doi nossos.
Mas o que se hade izer ? Nem todos p-
dem ser suissos.
Fallas do viajante ?
Sim, dalle mesmo.
E' Francs ?
Um Ingles poro, esou capaz de apostar em
como almirante ou pillo ; porque enlende do
ofilcio to bem como eu.
J eu linha desconfiado islo mesrao. Trou-
xeste-nos uma boa pechincha, meu velho, e vou
dar-te uma ceia de mylord em agradecimento a
tus lembranca. Almirante ou pillo, um Iuglez
sempre rico qusodo ri.ja. Sebes se elle tem
de demorar se muito lempo na Treib ?
Nada aa pode saber de um hornera que a
Jalla por monosyllabos. Estara eu em Flueleo, e
dispunha-me j para dormir, quaodo o meu Io-
glez reio ler cumigo, e me disse :
Em riagem, cmara Ja ; para Seelisberg.
e j.
6* coche, tirado a 4 parelhas, em que ia um
mogo da real cmara condurindo a cori real e
o sceptro, depoitos obre um labrete de velludo
preto, tu lo coberto com loogos creps.
7o coche, conduzinlo os capelles d capella
real.
8o coche, tirado a 4 parelhas de cavallos, co-
bertos de gualdrspes prelos, armado em cama-
rina, denominado coche de respeito.
9 coche, que levara o atale.
Esle coche era tambem armado em camarim
de velludo tirado por 4 cavallos, coberios com
ampios panno, de loto. O fretro ia coberto com
um paooo de velludo negro, agiloado e franja-
do de oiro, com uma cruz branca em cima : do
lado direito via-se pregada a rnedalha instituid*
pela cmara municipal de Lisboa, psra conme-
morar os servigo prestados no lempo da febre
amarella ; e do lado esquerdo, a medalha creada
pela real sociedade humanitaria do Porto.
Ao lados deste coche, iam seis mogos da real
cmara com as lochas acresas ; eem rolla duas
alas de mocos ds esliibeirs e archeiros da casa
real, camiohando todos a p e descobertis, e i
frente de todos, a cavallo, o intendente das ca-
vallarigas.
Alraz do mesrao coche, via-se a carillo, jun-
to roda direita. o Sr. marquez de Souza, ca-
pito da guarda real.
Seguia-se, a p, o governador civil com os ad-
ministradores dos batrros, regedores e mais au-
toridades administrativas, ludo descoberto. Em
seguida via-se o marechal Bravo, que com-
mandava a diviso, por impedimento do Sr.
conde de Santa Maria, acompanhado de varios
brigadeiros, officiaes geoeraes, e do su eslado
maior.
A' roda deste cocho, aglomerava-se o povo,
e mutos individuos, e personagens de difieren-
les classes e gerarchias.
A anciedade de querer acompanhar de perto o
corpo do soberano, allerou aqui completamente a
ordem proscripta.
Quaodo passava esle coche, acommogo era
profunda em todos os nimos. Dasjanellas viam-
se retirar muitas pessoas quem a afflicgo nao
deixava presenciar este apparato de consterna-
gao. O abalo era violento em todos; e as la-
grimas e os dito que exprimen) saudade e res-
peito, aecudiam aos labios do povo.
Foi de certo n'um destes momentos, que uma
pobre mulher, no largo de S. Paolo, alladindo
cor escura que as pedras haviam tomado com a
chura, dizia, aolugnolo :
Mandou Deus esta chuva para al as pe-
dras da ra nesla occasio se vesiirem de luto !
Phrase esta que exprime em con:eilo bem
pathelico a angustia I
Ciminhiva depois, em seguida tuio islo, a
brigada de cavallaria composta de tres esqua-
droes de lanceiros, cuja charanga locava uma
marcha fnebre, e atraz a cavallaria municipal e
depois a outra forga militar que foi seguindo o
prestito prdporgo que ia caminhando pelas
ra do transito.
Eita forga' ma feria va na ordem seguinte :
A 1* brigada commanlada pelo Sr. brigadeiro
Tiborda, composta de cegadores n. 2. e infanti-
na rs.7 e 16;2a brigada cornmandada pela bri-
gadeiro Hurla de infantina n. 10composta de
cegadores n. 5 e de ioranta-ia n. 10 ; e a 3a
brigola cornmandada pelo brigad-iro Hurlado
cagadores n. 2 composti de iiifintaria n. 2, e da
guarda municipal.
A artilharia estava postada no campo de Santa
Clara para dar as salvas no ("un das ceremonias
religiosas. No transito, a direegao o empregados
da companhia do gar, esperavam todos formados
era alas, com tochas accesa?, que o acompauha-
mento e os coches passassem.
O edificio do banco eslava armado de prelo,
tendo a janelta da balaustrada coberla de saue-
faa, e cortinado.
A cmara municipal linha mandado armar as
arcadas de apanhados de baeta prela; as janel-
las, cerradas,haviam tambera arraagesde velado
preto, agaloado de ouro.
Todas aa janellas e portas do Mdas a s
lado estavam cerrad.
S o aspecto 4o ttrreiro 4o Papa iaeatt w.
teta. '*
No frontespieie da egreja 4a Caaeraeao Valla
mesmo por ciraa da porta principal, viiB '
duaa bandeira encrasadas fra, a lrtl7_
a portuguez I direita. a a 4a Goto i n*rZ'
enrolrida em longos fumo*. ^
XXII
O prestito comecou a eamiahar logo 4eaai aa
dez horas do largo da Neeesoidadee. e (ai o T
pois de uma hora da tarde que os cocha* aatte.
ram partir.
Seriam tres hora e meia, quaada o cuche nM
levara o corpo chegou S. Veeata da Fra.
Seis altos digniUrius tiraran, ola>,'.
leraram mo para a tarima, armada aa adre .
d'ahi foi (erado em asa esquife pela irasaeaaa
da sania casa da misericordia d Liaa, at i
primeira,ega armada no corpo da egreja,' oal* t
depozeram, segaindo-se logo a cr>HgUi -,
metma as,nla casa a cantar-lhe os rr,pOOM
rio. -
Nada de m,i respeilavel do qoe eta cereate-
nia, praticada para con o novaos principes p*_[\
irmsndadoda misericordia I
Foi de corlo o espirito de hamMdade cbrisli,
que a imaginou.
E' verdadeiramenle , po sobresaltado de preaentiraeoio religiosa.
quelle momento em se oue, airada tt p.
j, soar a campainha da anisericardia, aqaaiu
meara a campainha qae toca adiante 4o, q fi
a suppliciar, e v erguer aquella painel, araas.
to sempre iuterrir com um, snpelica ea fa-
vor do grande poetado, a qae se ergae Km-
bem em frente do ala le dea raia I
Quer islo dizer, que pente otriaaaal tre-.
do da eternidade] tanto sao manare has, cea*
cnilemnados pena ultima. Todo* careces
misericordia divina, e por ido qaa a "~-ad,
de, que a invoca como aymboio 4a sea cutio aa
apossa da cadver do, principes loga eatras
do templo do Dos vivo, para deprecar sclra-
gao de que os soberanos rezos taato care-
cen).
Em consequencia da har adiaatad, o *,*
pitnarcha tere escrpulo do eoraegir mis,
porisso ir de encootro i indicages cannica,'
mas o nuncio de sus sanlidade, motseohorie
t-erneri. resooosabilisou-se por todas coese-
quencias deste cto, e asseguroa qie podnca-
raegar. '
Foi depoi de tirado o caixo para a eca ara.
da no centro d. quadralura palriarchal, atjtta
alo, digoilano,. que comegar.m oa outro ki*
religioo. O emineolissimo cardeal pairitrrht
assulldo de todo o cabido da s palriarchal veta
receber o real cadver, enloaodo-sa as eraeoa,
do rilo. ~
S-guio se depois a miss.
Todo o cabido cingia restes talares, o a cas
magna, quasi semelhanle aos cirdeae aoa acta,
solemne da curia romn.
No cruzeiro, do lado esquerdo do eaactador
eslava a tribuna do corpo diplomtico, onde s^
viam os ministros e legagV 4a todas a,
corle, em relago com Portugal: a 4a lasa
opposlo levantava-aeootra tribuna 4a as es ras es-
tructura, onde tinham asiento os pares c ssaaa.
tadoi. a
Era baixo. deixando ura claro en roda 4a era
para o ceremonial religioso, eslava ludo occuoV
do de bancos e cadeiras, em que ae eotan ,
corte, altos funccionarios, e pessoas nolatesa
todas as cathegorias.
Antes da miss, cantou-se o ofilcio de DjvU
Peres, depois seguio-se a mss, de Matan
concluindo pelas absolviges de Jomelli.
Terminados os actos re giosos. seis altos dic-
nitanos tornaran apegar no caixao, levan Jo-o
para a jaztda do nossos reis.
Eram perto de 5 horas da Urde, qasndo eatri-
va o cadver de D. Pedro V, na morada de eus
maiore.
O atal, de sua me. a Sr. D. Mari II ba-
a sido tirado do ceolro da casa, a foi aease li-
gar que o depozeram.
Depois vi-ram as associages depr-lhe as co-
roas sobre o atale.
XXII
Tudo eslava acabado.
Do infortunado principe s restara a lembras-
ca das suas boss arges.
A, honras prestada ao rei barita conclaiio
ao passar os cancello daquella residencia raar-
ttaaria : o que l Gcava deolro era nata pouesde
cinza, que a saudade humana debslde ae eiape-
nha era perpetuar. O qoe existir de verdales*)
havia roado para as rege do infinito ; e casas
prova dessa vida de bemavenluraoc* ri ficir
gravada na memoria de lodos o por1oga*zes i
idea da, rirtude que haviam tornado prioste
exemplar.
Um pregsdor festejado em Lisboa loraou esa-
guinte verso dos psalmos por thema do sea ps-
negyrico fnebre :
(Continuar-m-hm.)
Peosei qae fosse algum gracejo, e respond
com um sorriso.
EmSo nao me ouvio ? replicn elle.
Ouv, slm, senhor ; mis nao compre-
hendi.
E onois} homem sem mais nem menos saltou
para dent-o da mioha barca, e poz-sa a desatar
uraa das amarras.
Olhe V. S. que o vento soora do norte I
exclamei eu ; e dez minutos de Flueleo as va-
gas far-nos-lo cabriolar orno pies.
E o que tem? me perguntou o maldito
homem.
o o 1u6 lera ? Nao eslou para servir de
pasto aos peixes.
Marinheiro d'agua doce I murmurou o
Inglez cora tal accento de despiezo que ae fez
estremecer ; e depois acore^centou dndome as
costas : esles Suissos psrecem-se todos uns cora
os oulrosbravos smenle longe do perigo I
Senhor I exclamei eu corrondo para o
imprudente ; venia, parlamos : leva-lo-hei 4
Seelisberg, ou cera ps abaixo d'agua ; mas
hei de mostrar-lhe que se os Suissos sao todos
os mesmos. porque todos ellas se parecem com
o velho Knoll, que nunca soube era sua vida o
que ler medo 1
Muilo bem I replicoi o .Ingiez. Vamos
"gora ao ajuste.
E saltou de novo para a barca.
Por mais rico que fosse V. S. nao me po-
deria pagar esta viagem, porque nao vendo a
minha pelle por prego algum ; e ambos nos te-
mos toda a probabilidade de morrer affogados
aotes da noile, que desee grandes pasaos do
Rothstock. Assim, pois, contenlo-me com o mes-
mo salario que exigira em qualquer outro tem-
po booangoso, islo .^seis francos.
Pois bem, anemo-nos.
V. S. n3o traz bagagera ?
Para que, se teios de ir pique como
diz ?
a Levo apenas esta mais.
Mas se, o que nao proravel, chegarmos
4 salro em Seelisberg ?
Netlecaao dsrei as minhas ordens.
E partanos eem trocar mais uma palarra. Sr.
Mesmer, coefesso lhe que eslava pallido de
commogo, e de raiva. O Inglez em p cedia,
verdaoe, mas sem tropegir aos balancos da bar-
ca : impassivel Isogava as suas vis
o cu, ora para as vaga, qup cercavam-no de
todos os lados, e [mam a barquinha gyrar como
um catavenlo.
Todos se tinham grupado para ver-nos sahir
do porlo : eu ouvia os gritos das mulheres, e
via o signal da cruz, que faziam.
O Inglez passava por diante desse lestemu-
nhos de terror e compaixo, como se ninguem
delle se oceupasse. A noile eoolveu-nos na
so, escurido, e durante quatro horas, longas
que pareciam seculos, vi a morte lio de perto e
to ameacadora, que de hje em diante pode rir
quando quizer; j a coohego, e nao a receio
mais.
E o mylord ? perguntou Mesmer.
Oh I o mylord uo sultou um erito nem
se quer uma exclamagio de terror I Cora o olhar
tranquillo, e a bocea calada, muita rezes auxi-
liou-me com os seus bragos de ferro psra lutar
coaira a ragas, cijo furor pareca crescer com
aquella adifferenga desJenhosa. Repilo-le que
nunca vi hornera assim : que peoaque elle seja
Inglez 1 Seria um famoso Suisso I
Ora, obrigado, mea relho Knoll ; se 6-
mente houvessem Suissos nos nossos cales,
ento seria preciso fechar todas aa hospedaras!
Quanto 4 mira, nao goslo muito deala gente que
vive exposta ao ar puro, goslo ans do, Inglezes,
e rou fazer por cooserrar o leu almirante o 4"^
que me fr possirel. Entremos; a to, aarz
nao se morera d'ali ; amarraste-a como aau
fragata.
Sim, entremos.
Oh l Ei lo, finalmente, Sr. patrio dias e
riajante apenas vio eotrar Knoll. Venha aqae-
cer-se, e diponht-se para celar. Sr. e,talajidi-
ro. sirva-os do qne ha por aqui de raelh r....
de melhor. ouvio ? manjares a bebidas. Doas
talheres. Convido o oosso marinheiro.
E' muita honra, mylord, e cu nio me atre-
vo a aceita-la.
Ento porque ? Nao estiremos i ponto 4e
servir de cei aos peixes ?
L isso verdade
Pois cejaremos junto*. Vamos, Sr. esta-
lajadeiro, mande aceader fogo por lod, a parte
e j.
O Ioglez rae-ran agradando, penaou Pom-
pidou. Fogo por toda a parte, islo ootra coosa...
J o estalajadeiro rerestia-se 4a asa grande
avental branco, regagara aa m,og-s 4a cara isa, o
fazia gyrar ama 4 ama aa mais replandcentes
casssrolas da sua enorme balera ; j4 soa mulher
dirigia-se par, um aparador onde nlaarata al-
guns copos, e suffrivelmente guarnecida de frac-
tas seccas, conservas e doces ; a j Joo Pompi-
dou guarneca o fogo, o soprara com ardor as
carves custosos de acender; quando forte asa-
cada retii na porta qae deitava para o caaiaa.
Mesmer, sua malher, e Pompidoa suspender/asa-
se cada um no ponto em qae se achara do
aftazeres.
po Ba-
Ouve I exclamaran*, ao meamo tei
tem I
E de que se admiram pergontoa Knol.
Nao ettamos n'uma hospedara ? L eatao as-
iendo mais forte ; isto quer dizer que ae impa-
cicntam.... Nao se incommodem ; ea irei abrir.
Kooll levanlou-so e dirigia-se para a perla ae,
pela tercer ret abalad, echoou vigorosa mate.
O Ioglez, cuj semblante se enrug4n de rep-nte.
passou a mo pelos espesaos cabellos ruiw
abundante barb, lirou um lirro e um par de oce-
los da algibeira ; poi os ocolos sobre o nariz,
abri o lirro, e vollendo quaii de lodo aa esus
para a sala.pareceu absorvido no interease de aau
leitura seria.
Oh E' V. Exc, Sr. bario? disse Knoll $
novo personagem que acabara 4o eatrsr arreba-
tadamente.
Sim, son eu. E' bem mu cosanse esta i*
fazer-e esperar a gente 4 porta 4a Treib, eea
procursr-se saber ae ha ou nlo arrasa.
O Inglez estremecer ouvindo dar-sa a titulo
de bario ao recem-rindo : estremecer aiadaaa-
vindo 4 resposla desse personagem, como m a
som da sua voz lhe fosse deiagradarel: a e,a-
cialmeole estremecer dos ps 4 cabrea, renda o
estalajadeiro dirigir ss de barrete na mo e dizer
humildemente ;
S'.bario de Seelorf, que rento farorarel
conduz 4 eaias paregen, onde V. Eir. lio raras
rezes apparece T
Vento farorarel 1 repeli o Ingles to
baixo sem levantar os olhos, mas con a gilacio
nervosa da colera a mais calculada. Qaesa as-
be I Ch 1 Providencia,tu me favorece : t.peas,
abengoada.
E de noro puou a mi nos caballa) a na bar-
ba, que espalhou aobre o rosto coma enea 4a
proposito.
(Coa/iaaar-re-aaJ.
PERN. ITP. DE U F. DE FAWA 4t FlLBO. IfaU


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ET7Z5E0HI_A2FQLO INGEST_TIME 2013-04-30T20:33:01Z PACKAGE AA00011611_09912
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES