Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09911


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Full Text
I
illO mvill. iOMEBO 7.
Ptr tres inezes adiantados 5$00O
Ptr tres aeies veteidas 6|000
SEITA FE HA 10 DE JilEIRO DE UM.
n>
Por auno adiantado ,9$00O
Porte fraaeo para a snaseriator
DIARIO DE PERIVAIHDKIO.
EXCARREGADOS DA SUB5CRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Li-
ma ; Natal; o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaly, o Sr A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira ; Mtraohio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Psr, Justino i. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS OUS CORREIOS.
Olinda lodos os das as 9 4 horas do dia.
Iguarass, Goianua, e Parahyba Das segundas
e sextas-feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinbo
e Garanhuns as tercas feira.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, VillarBella, Boa-Viste,
Ouricurye Ex uas qua- tas-feiras.
Cabo, SerioheiD, Rio Formoso. Una, Barreiros
Agua PreU. Pimentelras e Natal quintas (eiras.
(Todos os correioa partem as 10 horas da manha
EPHEMEIUDES DO MEZ DE JANEIRO.
7 Quarto crescente as 8 horas e 41 minutos]
manhaa.
15 La cheia as II horas e 14 minatoa da man.
22 Uuarto mioguanie aa 5 horas e 56 minutos!
da larde.
29 La nors asi horas e 7 minlos da larde.
PREAMAR DE BOJE.
Primeiro sos 54 minutos da manhaa.
Segundo aos 30 minjyfai da (arda.
DAS DA SEMANA.
6 Segunda, tga Dia da Reis. Ss. Gaspar B. e B.
7 Terja. S. Theodoro mooge ; S. Niceto b.
8 Quart*. S. Lourengo Juslioiano patiiar.de V.|
9 Quinta. S. Julio m. ; Ss. Celso m.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL. ENCARREGADOSVDA SUBSCRIPCAO DO SOL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relagao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas a 10 horas.
Juizo do commercio : segundss ao meio dia.
)ito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
10 Sexta. S. Paulo primeiro eremita: S. Goncalo.| Pr,m.eir'_J"a do ci?el ler5" '" o meio
11 Sabbado. S. Ilygino p. m. ; S. Honorata v.
12 Domingo. S. Satyro m.; S. Zotico e aeus c.
dia.
Alspas, o Sr. C'audino Faleao Dias m.y-
lo Sr. Jos Martina Aires ; Rio de Jaoei'ro e/a>
|Joio Peraira HarUns. .-
EM PERNAMBUCO.
Os proprietarios do diario Manoel Figneiroe dar
I uviatim Kiue, Irlenrm ni a B
dencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFICIAL
GOVERSO DA PRO VI \ CU.
4.* seceso.Palacio do governo de Permm-
buro em 4 de Janeiro de 1862.Re*poodo o aeu
oficio deala d*ta;dizendo-lhe que acceito o ouV
recimento que me faz de ir prestar gratuita-
mente os servias dess arle ni povoagio de
Cruengy. onde reina a epidemia do cholera-mor-
bus, e para on le pode Vmc. seguir quanlo soles,
sendo possivel.
Dos gusrde a VmcA. M. Nones Gongalves.
Sr. Dr. Luciano Xavier de Moraes Sarment.
4.* serco.-rSecrelari do goveroo de Pernsm-
buco em 7 de Janeiro de 1862 Illm. Sr.S. Exc.
oSr. presidente da provincia, manda declarar
V. S em resposta ao seu oQlcio de 4 do corren-
te, que aceita e agradece o generoso oftereci-
mento que V. S. faz, para prestar os seus serri-
nos gratuitos, como enfermoiro e preparador de
remedios na povo'cao de C'uaogy, onde infeliz-
mente reina o cholera morbus.
Dos euirde V. S.lllm. Sr. Gustare Dubois.
'Joo Rolrijues Chaves.
4.* seceso.Secretarla do governo dePernam-
buco 7 de Janeiro de 1861.Illm. Sr.S. Exc.
Sr. presidente da provincia, manda declarar V.
S., que aceita e agradece o oOYrecimenlo que V.
S. faz em seu requerimeolo datado de hoje, pa-
ra prestar gratuitamente todos o medicamentos
e remedios precisos ao tratamento de pessoas
pobres do primeiro districlo medico da freguezia
de Ssnto Antonio, or.de lem V. S. seu esiabele-
cimento, que forem accommeltidas da epidemia
reinante, caso se transmita ella a esta capital.
Dos guarde a V. S.lllm. Sr. Joaquim de Al-
meida Pinto.Joo Rodrigues Chaves.
Expediente do governo do dia 7 de
Janeiro de 1HBS
Officio ao fcxm presidente da Babia.Picando
inteiralo de h-iver V. Exc. lomado posse e en-
trado no exercicio do cargo de presidente desta
provincia como roe communicou em seu oOlcio
de 24 de dezembro ultimo, asseguro V. Exc.
que lerei sempre o maior empeuho em cumprir
as suas ordena quer spjam relativas ao servigo pu-
blico quer ao particular de V. Etc.
"Dito ao presidente de S. eaiharina.Recebi
coso o oflicio de V. Exc. de 18 de dezembro ul-
timo dous exemplaresdo re dorio com que o ex-
presidente Dr. Ignacio da GiohaGilvao passou
V. Exc. a administrado dessa provincia.
Dito ao brigadeiro commandanie das armas.
Transmuto V. Exc. os inclusos papis relativos
a entrega que reclama o bacharel Manoel da
Fonseca Xavier de Andrade do escraro de nome
Cyriaco que com o de Francisco Antonio de Oli-
veira acha se Com praja no corpo de guarnico
desta proviocia allm de que seja ou'ido o com-
mandante daquelle corpo acerca do que pondera
a eontadoria da thesourarts de Tazenda, e vorifi-
que-se a ideotidade de pessoa do soldado sendo
possivel.
Dito ao inspetor da thesouraria de fazenda.Re-
verlo i V. S. os inclusos papis relativos ss despe-
gas felas com o Coroecimento de luz para o quariel
do;destscamento de guardas nscionaes dodisuicto
duas barras no termo de Seriohaem a contar de
43 de oulubro de 1860 al 13 de maio de 1861 e
na importancia de 259200, alim de que mande
processar esi divida logo que fnr requerido por
perieacer ao extreicio lindo para ser pga qon-
do hourer quota, visto achar-se salisf-ita a exi-
gencia da eontadoria dessa thesouraria, constante
do parecer a que se refere a inorroagao de V. S.
n. 1,021 de 25de oulubro do anno prximo pas-
tado.
Dito ao mesmo.Pode V. S. mandar adiantsr
conforme indica en su informagao de hoje soo
d. 7 a quantia de 8000000 que requisita o direc-
tor da colonia militar de Pimenteiras no oficio
que devolvo de 2 do correte para occorrer as
despezas daquelle eetabelecimento dos mezes de
Janeiro, fevereiro e margo deste anno.
Dito ao mesmo.Declaro V. s. para aeu co-
nbecimeato e direegio qu o director da repart-
ci das obras publicas participou-me em officio
de 4 do corrente sob u. 1 havor se coosumido
8,200 ps cbicos de gaz com a illumtnagio do
palacio da presidencia no mei de dezembro ul-
timo.
Dito ao mesmo.Em vista do altestado junto
em duplicis que me fui remetiido pelo briga-
deiro commandnte das armas com officio de 4
do correte sob n. 21, mande V. S. pagar ao sol-
dado do 10 batalho de iofaniaria Jos Miguel ds
Costa, a quantia de 8&000 que tem direito por
ha ver aprehend lo o desertor do mesmo Data-
lbio Izidoro Ferreira de Araujo.Comrauoicou-
se ao commandanie das armas.
Dito ao chefe de polica.De conformidade com
o que me requisilou o Etm. presidente Os Para-
hiba em oflicio de 3 do correte, sob o. 50, re-
commeodo & V. S. a expedigio de suas ordeos as
autoridades poUciaes da cidade de Goianna, para
que presWm seus auxilios ao agente fiscal da-
quelle provincia alli eslabelecido, afim de evitar
que os productores ds mencionada proviocia dei-
xem de pagar os direitos a que eslo sujeilos os
gneros que por intermedio desta sao exprtalos.
Communicou-se so presidente da Parahibs.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Re-
comnsenio V. S. que mande apresentar no hos-
pital de caridade para serena alli eropregadoa,
tres africanos livresdos que ae acham em deposi-
to nesse arsenal.
Dito ao juiz de direito de Nazareth. Devolvo
i Vmc. osmsppss estatislicos da t* sessao do ju-
ry dessa comsres, que acompanbararo o aeu offi-
cio de 24 de dezembro ultimo, afim de que Ibes
addiciooe as observaedes exigidas pelo aviso cir-
cular de 8 de Janeiro de 1855. junto por copia.
Dito ao conselho de compras navaes.Kemetto
aocooaelhode comprss nsvaes os inclusos papis
que me davero ser devolvidos relativos a pro-
posta que faz o bario do Livramento para forne-
cer por espsgo de dous annos o cemento que fdr
preciso as obras do arsenal de marinha e melho-
rameoto do porto desta provincia,, adro de que
effectue esse contrato de cooformidade com as
bases offerecidas pelo mesmo bario e com aa ga-
rantas que o conselho ]uigar conveniente, snb-
mettendo depois a approvsgao da presidencis.
Dito ao mesmo.Approvo os contratos que ce-
ebrou o cons>lho de compras navaes com os in-
dividuos in licados no termo, que por copia acom-
paohou o seo oficio de 20 de dezembro ultimo
para fornecimenlo dos vveres dietticos e outros
Objecios de consumo aos navios da armada e es-
tabMecimentos de marinha, tado durante o tre-
roestro correte : o que declaro ao mesmo conse-
lho para seu conhecimenlo.
vista o que requereram os negociantes desta prs-
ta Kalkmann Irroaos C, bem como aa infor-
magoes das reparligO's competentes, respire n is
termas do 2o do rt. 486 do re*ulamnto de 19
deset-mbro de 1860 e d.> 5 l" dod^crel n. 2,485
de 28 de setembro de 1859, conceier Ities per-
mi-so para emDarcarem com deslino a provin-
cia do Cear na bsrea dinamarquezs Olio, trezen-
las barricas com bacalho e cem com firinha de
trigo.
Expediente do secretario do
f o ver no.
Oflicio ao Sr. Basilianode Hagalhies Castro.
Cumpre que Vmc. se aprsente oest< secretaria
onde os seus servjgos se tornam necessarios.
Despachos do dia ? de Janeiro
de 868.
Requerimentot.
Alexandrioa Carolina da Silva Paula. Como
requer.
engenheiro Joaquim Pires Carneiro Mooteiro.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Juliio Gongalves Lima.Dirija-se ao comman-
dinie superior da comnrea de Santo Aolio.
Joanna Maria das Neves Teixeira e outros.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Sociedade Uiiio B'neflcente dos Cocheiros.
Passe provisao approvando O estatutos e cooce-
dendo a aulorisagao pedida.
COMSAKDO DAS ARMAS.
Quartel-seneral do commando das
armas de Pernambuco na cidade
do Recite em 9 de Janeiro de
I IMS.
ORDEM DO DIA N 17.
O general commandanie das armas determinar
que fique desligado do quarto batalho de arti-
Iharia a p o Sr. alferes do corno de estado maior
de segunda class Clemente Francilto Tavares,
que j devii ter sido excluid desde o dia em que
se deu publicidade no batalho a ordem do da
do exercito sob n. 296. cumprindo que o seohor
commandanie remella a f d'offi-io deste senhor
official, para ser traosmillida a secretaria de es-
tado dos negocios da,guerra para ter o convenien-
te destino.
O mesmo general determina que sejam presos
a sua ordem o seohores sesundo tenenie da
omoanhia d'artifices. Carlos E*t-ves de Freitas
bilitar ao looge algum alo effelto de suas indis-
cretas assercoes.
Nao nos ser todava possivel acompanhar os
cargos, que S. S. faz ao Sr. ministro Manoel Fe-
lizardo, al pela difficuldale de os despir de seu
envolucro palavreiro.Serio apenas os argu-
mentos mais polerosos, que ho de occopar-
nos ueste artigo.
Ha em primeira iiohs urna ids, que falta de
demonsirago precisa, o Sr. Theophilo tem pro-
curado incu.ir pelo syslema mechaoico de sua
repetigao diari. E' a de que o governo atsaui-
noua comparrhia do Hucury.
Sobre este ponto deenamos aciso esperar es-
clarecimentus ma's competentes; porm, i vista
do que oinguem ignora, sobre o estado daquella
coropanhia antes da encampac.no, a idea de seu
atsattinato,mediante o pagamento de........
1.20H:000#000 a 1,400:0005000 por certo pe-
regrina I
Sem dinheiro em caixs, sem rendas, e sem cr-
dito, mas onerada de encargos, e j com uro
drficit de 200 000$, bastava que o governo se es-
quecesse della quatro ou seis mezes para que a
compaohia do Mucury fosse levar seu balingo ao
tribunal do commercio.
_ Em lugar de adoptar esse syslema especiante,
singeln, commodo, barato, o governo Ihe d ....!
1,400:0005 e por onde a assassina.
Ha cruesas que sao realmente horrendas.....
pur inuleis I
Deixando de parte a situago financeira da com-
panhia, peguntaremos ao Sr. Oltoniqnem reali-
sou a encampago della ?
Foi o governo ? Foraro as cmaras?
Nao; estas simplesmenteautoriaaram a meti-
da, que aquello propoz ; foram os accionistas que
a acettaram, que a decrelaram, que a realisaram.
Apena dous votos discreparan) dessa idea, e
dos dous, um era o do director da empreza.
O simples boro senso raosr, pois, que se de
alguem oevia o Sr. Otioni queixar-se, era dos
accionistas, que repelliram o seu conselho, e a
desacompanharam em aeu sacrificio. Mas i alies
S. S. nao Ihes declara rixa, ao contrario desca-
pa-os, e volta-se contra o governo, que oaa)
fez do que abrir seus cofres s escancaras !
E' urna esirauha maneira de apreciar o faeto
da encampago ; mas, a Iorcs do Sr. Theophilo
Oitoni assim. Leva de encontros a razio, a
historia, verdade, e 6mpimu4o-se sobre es des-
trogos dolas, brida aos mbitos a j demons-
tre! I t
Depois de estabelecer por tal icaneira o anas-
$inato da companhia, o Sr. Oltoni alardea o seu
vt-iho rancor contra o Sr. Manoel Felizardo de
Guimares. e altores do dcimo batalho do io- 8ouza e Mello, por ter sido no senado avesso ao
fautaria Riymundo Augusto Das Martios, este emprestimo, por ter anirchisado o Mucury, e por
porque estando de ronda de visita na guarnigao
deixou de rondar a guarda da casa de saude, e
aquelle porque deixou de roodar a guarda da al-
faodega,estando de segunda ronda; bao obstante
declararen) em suas parles haverem fnito as roo.
das de que foram encarrep ius, quaudo do exa-
me a que procedeu o quartel general, ocuntrsrto
se veritlcou.
Assigoado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capillo
sjudsnte de ordeos eocarregado do detalbe.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO,
86 de novumbro de t SGI.
O Hucury e o Sr. Otioni.
A necessidade de exhibir se, quer proceda na
ndole, quer do costume, em alguna homens
excesslvamente imperiosa.
Para a aatisfazerem nao escolhem o momento
opportnno, uo respeitam conveniencias sociaes,
nao attentam oo ridiculo, que porvenlurs os
ameaqa. .
a Cumpre que apparegara e apparecem. > E'
este ao mesmo tempo seu credo, seu \>< azer e seu
calculo.
Taes reflexes nos inspira a serie de artigos
qne o Sr. Ottoni (Th>ophilo) est publicando so-
bre os negocios do Mucury, e que lem ares de ser de Santa Clara,
extensa. p,ra o Sr. Ottoni urna colonia recem fundada,
Nos. sem duvida como outros muitos, tiremos em dio lugar de ttrica repulsgio, e que horri-
ma ingenuilade, que or fortuna atureu pouco. velmente devastada pela eofermidade, nio dea-
no f zer hoje o que S. S. Ihe aconaelhs, ou an-
tes, Ihe intima.
O primeiro thema deixamo-lo irrefWao do
Si. OttQni, que nao ae Inmbra haver ahi uma
quealao de dinheiro, e dinheiro que S. S. devia
manejar com pleoissimos e absolutos poderes.
A anarcbii empala pelo Dr. L*ll*roaot, no
Mucury por ordem do Sr. Manoel Feiuardo,
mais uma baoahdade, que forga de repetir, o
Sr. Theophilo espera fazr acreditar.
Nao drf-ndemos aquelle individuo, era con-
testamos que aaqa ligeireza podia de faci aggra-
var a situago do Mucury. Mas elle nao podia
crea-la, e crea-la as lgubres proporges que o
paiz conhece.
Fallando uma lioguagem sem emphase, podis o
Sr. Ottoni dizer que o Sr. Manoel Feiuardo man-
dara inopporluoamenle o Dr. Lalleman aquellas
colonias : que este, impressiooado por uma sita-
gio casual, e de aiguma forma prevenido coutra
a familia Ottoni, exagerara o aspecto das cousas,
e malignamente utilisra toles os meios i seu
alcance peta affsstar d'alli os colonos e desmo-
ralizar a empresa.
Haveria oeste juizo mais se orna apreciagio
errjnea; no entsnto sena aceitavel na sua gene-
ralidsde.
Maa para o Sr. Theophilo Ottoni fra da hy-
perbole nao ha rhelonca, e aecuaa ao Sr. Manoel
Felizardo de... ludo! Nao sabemos mesmo se
de mandar inoornlsr, ou de oulra forma trans-
miltir as sezes e o lypho aos trezeutos colonos
Quanlo vimos o Sr. Oltoni s>hir luz com seu
primeiro escripto sobre aquella materia,sem
que sceitassemos muitas de suas ideas, e sobre-
ludo sem queapprovassemosuma linguagero tri-
bunicia, que o objeclo nao reclamara, flzemos
s boas iotengoes de S. S. largo quinnio.
B-ra ou mal, tnha o Sr. Oltoni trabalnado al-
guna annos no Mucury. Tioha enterrado l al-
anima, nio ae anarrhisa, nao foge despavorida
lstn so o conseguem as iosiouagoes de um in -
divi.iuo, que alli se achara de transito, iiie em
opposigo seus manejos encorara a preseoga do
director da empreza. sus nteMig-ncis, sua acli-
vidade, seus eafurgos, seu prestigio, e o amor e
respeitu que os colonos ihe dedicavam 1
Anda uma vez. a lgica do Sr. Theophilo es-
guraas centenas de cootos de reis, eotregues sua magadoral Preferir lhe-hiamos o aeu espirito,
absoluts gerencia. te nao temeaaemos o$ eordeirot que gememJ
Era natural interessar-se pelo adiaolamento E' tempo de examinar as aecuasgea. que em
daquellaa paragens; e de aiguma forma era dea- referencia actuahdade do Mucury, faz o Sr.
culpavel a impertinencia de querer determinar o Ottoni ao Sr. ministro do commercio e obraa pu
que convinha ao Mucury, e a ocessiio, o modo, blicas.
e os meios que para isso deviam ser adoptados.
Mas esse primeiro artigo do Sr. Theophilo tee
ama resposls seria e precita, resposta de pessoa
que pareca competente; hoje maia competente
que S. S nos assumptos do Mucury.
O publico com razio deveu
a cooservsgo e melhera-
assisiir i um pleito entre dous paladinos, de srmas
iguaes.de viselra levaotada, em arena para am-
bos igualmente coohecida.
A decopgao, porm, occorreu logo. O Sr.
Ottoni leve o mo gosto, ou a inqualiflcavel irre-
flexo de declarar que tioha velho teir com o Sr.
mioistro Manoel Felizardo, e que em consequen-
Cia disao que fallava, e continuara a fallar I
Uma declaragio deste jaez importava chamar
o publico confidencia da deaafogos particu-
lares.
Era tambem quanto bastava para o Sr. Otioni
erguer a suspeigio sobre o que tioha dito, sobre
o que dizia, sobre o que promeltia dizer.
Porm oulra indu'-cao lirou anda u publico do
proceder de S. S. Fui aobre o decadente papel'
que o Mucury vsi representando em referencia ao
Sr. Theophilo Oltoni
Primeiro S. S. quiz que o Mucury fosie o seu
motivo de gloria ; depois f-lu o seu oolivo de
fama ; hoje conlenta-se com que elle seja o seu
motivo de buln*.
E' gradaiiva, mas rpida a declioagao que po-
de exprimir-te assim: c primeiro, tropbo ; de-
pois tuba, hoje matraca 1
Reunindo este faci declaragio d6 rixa velha
do Sr. Oltooi com o actual Sr. miniatro da agri-
cultura, commercio e obraa publicas, resalta ser
pouco menoa que uma ociuaidade toda resposta
S.S.
Mas o Sr. Theophilo Dio ae contenta com paasar
SJE' a primeira sobre
ment das estradas.
Q ial ers o estado dellas ao pssssrem pars o
dominio publico, aiods nao nos foi dito; porm
da soffreguidio do Sr. Oltoni para aa ver repara-
preparar-ae para' das, deduzimos, pouco mais ou menos, o que el-
Portarla. O presidente ds provincia, siten- do sentimentalismo declatnago, e ds declama -
-dando ao qoe Ihe requereu Francisco Pereira ds
Silva, resolve cooeeder-lhe liceoga para ir ao pre-
sidio de Femando oo hiate Sergipano, levando
os generes constantes da relagao junta, assigoada
pelo secretario do governo, nio po lendo porm
effeeiosr u desembarque dos ditoa gneros sem
qoe por parte do commandanie do meamo presi-
dise proceda a exorne para verlflear se ha
lente oo outra qualquer bebida es^iri
lea M9 dMgado a apresentar so
andante a factura de taea geoer.
quanlo aos preeos pelo presidente dos
geraes.
Drts. O presidente da provincia, tendo en
ao
;io i hyperbolej recolhe quania inepcia por ahi
apparece publicada, vinda do Mucury. deboca
disposig&es da correspondencia official, commeo-
ta providencias de que nao lem cabal conbeei-
meoto, e msnipulaodo ludo isso so sabor do seu
er*i, desOgnra a verdade, offeode o goveroo, e
compromette intereasea do paiz em geral, e es-
pecialmente os da tocalidade, que da altura de
sus suficiencia inculca querer patrocinar.
E' portaoto oecesssrio responder i S. S.
Quando menos 6 dever nosso restabelecer os
tactos, menos psra prevenir aqu a creiulidade
publica poeto que diato ae eocarregou a habi
I dialctica do Sr. Oltooi do que para imposti-
las sao, e como as entregou i ctmpanbta.
Uma estrada, que aimplesmenle um caminno
de Urra na extenso de 27 leguas, e que tem
cuslado 8W):O00*OO0 devia ser urna obra bem aca-
bada ; e as estradas bem acabadas apenas neces-
sitam os trabilhosde conservagio, que nac sao
muito dispendiosos, cem de momenlosa ur-
gencia.
O Sr. Oltoni nos assegurs qoe as do Ma:ory
exigem j e j grandes despezas. Tirem-se as tl-
lago-s oo que s obra, e do que rale.
Em todo caso paseando essas estradas ao do-
minio publico, o goveroo emenden que devia se-
guir a praxe da acgn administrativa : examinar
o que recebeu, verificar oa reparos de
necessiiasse, orgsr o casto delles, e de
rtssr a despeza.
O Sr. Theophilo parece acooselhir um svstema
contrario. *
Facam-ae primeiro as obras, a depois verifl-
quu-se a necessidade, e o aeu cusi I
De uma couss, porm, se horripila S. S., e
de que a agora fosse nomeado um engenheiro
para semelhaotes ettudos; e para produzir este
grande argumento deita s costas tactos que Ihe
sio notorios e que resumiremos assim :
Dea Je mato ou jauho se achara oo Mucury um
eogeatieiro civil desemptnh*ndo aquella com-
misso, e deve ter elle medido e levantado a plan-
ta da estrada do Alto-dos-Bois. Esluoando oa
reparos de que ella carecer ha de oa ter oreado :
eai. poia, uma grande parte do servigo feito.
Pereceado que nio martbavam coro aufficieote
rapidez os trabalhos desie engenheiro, subati-
tuio-o o goveroo por ouifb, e escolheu um. cu-
jas babiluagoes o Sr. OtUni nio Contesta, eque
deven io coohecer bem o terreno, pois parece que
servio multo tempo i conpanhia, deve em roe-
tade do tempo que outro guatquer desempeohar
o trabtlho requerido.
O Sr. Theophilo toma i mal ests nomeagio, e
quindo menos, susteota qae em lagar de 600*000
para aa primeiraa despezas do sea encargo, devia
eniregar-se-lhe a so man de conloa de ris, que
oa melhorameolos da estrada eiifissem.
Ao menos, se S. S. ilkjtksjifi^Areroo com
sua opioio tal respailo, talvez estrse decidis-
se a remetter os 10, 20 ou 100 conlos de ris,
em que se digoou o Sr. Oltooi arbitrar a des-
peza.
Anda assim serja muito de temer que o enge-
oheiro, hornero de brio, como consta que dei-
xasse estar ahi o dinheiro aam Ihe dar emprego
algum.
Melhore a estrada Iba teriam dito, por-
que o governo qae anda nio aabe o que ella e
o qae necessiu, nio podis, sem adeviohar, dizer
outra cousa.
Qjeea devism ser porm a natureza e o alcan-
ce desae melhoraroento?Pessoa algum a, inclu-
sive o Sr. Theophilo, o sabe, e porque de um li-
geiro descortlnamento da malla al refazer leguas
da estrada, ha uma extensa escala dentro da pa-
larra melhorar, ninguem que nao pussua a ias-
Oiracao infallivel, e o sons faon$ de formulas do
Sr. Toeophilo Oiioni, se juUana at agn habi-
litado para gastar as estradas do Mucury os di-
nheiros da naga.
Conseguinteraente o Sr. ministro de obras pu-
blicas procedeu como ninguem em seu caso dei-
xafia de proceder.
d-hi resulta aiguma demora ni beneficio
selles caminhos, raelhor se assegurar elle
u futuro.
m | cousa lio ora que as estradas do Mu-
aprsenlam difficuldadea ao transito.
lro de outras que posuimos, uma prora o
Otioni ae eocarregoa de fornecer, e foi o re-
rio do tenenie Herculaoo Penoa.
\hi v-se o estado em que elle achou aquellas
estradas.-
Desmoronantenlos, arvores derrubudas, pontea
abatidas, e sem duvids multiplicidade de atolei-
ros.D-se o descont cortezis daquelle cava-
Iheiro, que fallava ao director da companhia, e
encargo delle, e reennhecer-ae-ha que atte-
a verdade, quanto aaa propria digoidade
ermitlta.
porm, quando elle regressou era muito
nte o estado dos caminhos, uma simples
agio de dalas explica essa differenga.
tre dezembro de 1859 e margo de 1860, me-
em que liveram lugar as duas viagens do Sr.
te Herculaoo, correu a poca em que a com*
ia etpereu a visita imperial ao Mucury, e
smente empregou os meios necessarios para
auas estradas mostrassem um aspecto aceita-
e domingueiro.
Accreace que i esse lempo ji a companhia ti-
oha recebido 300:0005000 cunta do empreslimo
de 1,200:0009000 e que por isso foram feitoscom
dinh iro da nago os reparos de que hoje alar-
dea I
Posteriormente discancou ; e a vegetagio, que
pelas observagdes botnicas do Sr. Theophilo,
cresce um palmo por mez, teve tempo de cres-
cer doze palmos bem folgados al a dala da en-
campago.
F.oj algum lugar publieou o Sr. Ottoni, que de
dous em dous anuos a companhia descortinara a
maita.
H somenle oito mezes que as estradas della
passaram ao dominio publico: gaatar ae-hio
maia trea ou quatro nos exames que faltam, e
para S S. esta demora de um anno importa que-
rer inutilisa-las I
Sana enfadonho Irabalho mostrar todas as ar-
gucias e coniradigdea do Sr. Oltoni, do que diz
respailo i cunservaco daa obraa do Mucury.
Mas nio podemos dispensar uma derradeira ob-
servacio.
Se o governo vio-se obrigado a mandar fazer oa
trabalhos rudimeotaes sobre esae obiecto, de quem
a culpa ?
Que dados Ihe deixou a compaohia para Ihe
servir em de bise?
Delxou-lhe alguna antinos e conlradtorios
pareceres de engeuheiros, isto sosre pontos par-
ciaes.
Deixou-lhe mais os poticos relatorios do Ji-
recior da compaohia. Mas, evidentemente nio
sobre etiea alicorees que pode firmar-re um es-
ludo melhodieo do que o Mucury, do que oe-
cessita, do que pode cooce ler-se-lhe.
Um outro objecto, que d pretexto is deca-
macea do Sr. Toeophilo, a oavpgago do rio :
Para S. S. o meiu mais simplea de a tornar boa,
ptima, aeria cooceder-lbe um forte auxilio pe-
cuniario. E eaia feliz resolagiu de um intrinca-
do problema econmico industrial, apreseola-a
o Sr. Oltoni como muito siogeia e trivial.
Pura modestia do Sr. Theophilo 1
Nio leabra i lodos que se o goveroo subven-
cionar largameote uma oavegagau fluvial, esta ha
de aar raelhor, e multo barata aos particulares!...
Quando i iojusttga relativa, que se pralicana
coucedendo isso ao Mucury, jue o nio exige
ao passo que nao pude extender-se aoa nos de
diversas provinciss do Brasil, que o requer io-
dispensavelmente, um bice que nio vale
pena de noUr-se.
D o goveroo tado, e mais algumt cousa ao
Mucury, qoe, nada concorre para a renda publica,
e aquellae localidades, por manos ttulos mata
atteodivea em suss anlogas exigencias... que
sperem I
Assim o decreta o Sr. Oltooi na iastissima re-
pariicao de suas gracas I
Entra aqu.i de pleno direito uma observarlo.
O goveroo atiende com aolicitade aoa interesses
de todas aa provincias brssileiras ; para a de Mt-
oasGeraes faz o qae pode; porm acaso faz pou-
co, em relagao ao que ella merece, o que fa,
talvez nao leja perfeilo.
Mas o Sr. Theophilo Oltoni nio v do Brasil,
nio v da aua proviocia natal senio um ponto
o Mucury I
Ser porque S. S., como maior accionista da
companhia, deve ter ali maior rea de trras pu-
blicas, e entende que deve levantar-lhes o valor
4 cusa dos sacrificios da nago ?
Ao menos, psra apparecer como mais patrio-
tico, con vi una que S. S. se moslrasse menos ex-
clusivista.
Tornando i oavegagio do Mucury, sabe-se bo-
je que sem despeza dos cofres pblicos, navega-
se esse rio, como nunca fot navegado. A*guem
o disse e mostrou ha poucos dtss. Mas nos po-
demos accreseentar alguns dados, cuja autheuti-
cida ie garantimos.
A' chegada do ultimo vapor do Rio de Janeiro
ao Mucury, apenas reslavam no armazem de S.
respndeme 40 por cenlo do valor do genero
Ormiva o direito a exprobrar o que hoje se pra-
Pole alguem contesta-lo ?
Do pouco allago c>m os colonos, e do conse-
quente desanimo delles, tem aiods fallado o Sr.
Oltoni ; o que nao obslou que qustro dias de-
pois ioculcasse como parcial, e exclusivista a
proteccao que se dava esses mesmos colonos.
Invejsvel contequencia de ideas 1
Oque exacto s falsidade das duas propo-
sigdes.
Os colooos de Mucury nunca tiveram o que
lm hoje : protecgo desvellsda e cordata.
Nao morrem mais, ou por falta de tratameoto
em suasenfermidades, ou por nao enlenderem o
medico, e suas prescripgo9a.
Nio soffrem oais fome, porgue acabado o pra-
zo do subsidio, ainda tem o direito ao amparo.
Nao andam maltrapilhot, bot nao poderem
seus productos concoirer en prego com os dos
grandes proprietarios.
O seu director um amigo, i quem consagran)
fervorosa dedicagio, de modo que era.quatro me-
zes elle alcangou, o que em cloc annos os agen-
tes da companhia j nao ousavam esperar.
O Sr. Ouoni sabe disto melhor do que nos,
mas oo o quer confessar.
Todava o facto traosparece qasodo aecusa o
bario O'Brien, de dar smeole razio seus pa-
tricios ; insmuagao por certo digna de um direc-
tor de empreza coloniadora.E' verdade que essa
empreza foi a do MuCury I
Nao comprehendemos as allegages sobre os
donos de bois terem o direito de solts-Ios oas
rogas dos colonos mas sabemos as desesperadas
queixas que esses colonos formulara esse res -
peito.
Alguns delles, de querr latee, determinaram
abandonar suss casas, seus trabalhos de 4 e 5
annos, para irem, machado ao hombro, recome-
cu em outro ponto'o rude esforco de ama nova
installagio.
O Sr. Ottoni aioda os aecusa I
O respeito propriedade um direito com-
mua) ; porm qmodo essa propriedade repre-
senta o irabalho do pobre iocola, de sua mulher
ede aeus filhos, um direito sagrado.
De mais, quem constituye a parte cootrsria ?
Sao os abastados fazeodeiros, que dispe de 80
ou 100 escravos para coi lar seu gado.
Por veotura o faci delles se chamarem Augus-
to Oltooi, Estoves Otluni, Maia-Oitooi, agiganta
os seus direitos t
Traz-oos o Sr. Theophilo as coodigdescom que
permillio aos colooos estabelecerem-se ao longo
da estrada.Ser que S. S. entenda que suas de
terminaces anteriores devem constituir Ihegreat
charter to Mucury I
Para contestar aos colooos o direito de que as
suas culturas nao sejam devoradas pelos bois dos
carreiros, invoca o Sr. Otioni a legislago mi-
neira. Teriamos curiosidade de a conhecer. Um
achado no enlaot) fez S. S. Foi o do aviso do
ministerio da agricultura, mandando o cnsul de
Hamburgo que nao pagasse integralmente a pas-
sagem de novos colooos, quer para o Mucury,
quer para aiguma outra colonia do imperio.
Nao isto mais do que firmar o piincipio de
que nao se querem mendigos em nossa coloaisa-
gao ; e o ex-director da companhia, que exagerou
esse pensa manto to ponto de exigir que oa colo-
nos do Mucury, alm de pagarem todas as despe-
zas de seu transporte desde c fundo da AU--ma-
nha at o porto do Rio de Janeiro, trouxeasem
um pequeo capital, pareca o menos proprio
para censurar aquella medida do ministerio.
Mas allega o Sr. Oltooi que promelieu iaso aos
colooos actutes do Mucury, e que o governo de-
via cumprir a promesta.
Sem duvida, e o governo a cumprio razoavel-
mente. Cumprio-a aos individuos qoe ae apresen-
taram um anno depois della f-ia.
Porm deixa-la em aberto indefinidamente ;
instituir umaexcepgio violenta marcha adoptada
sobre colonisagio ; dar aasim larga entrada aoa
abuso?, um proceder que oSr. Ottoni nio devia
aconselhar.
O Mucury, por muilo que Ihe merega, nio po-
de exigir o suicidio de seu bom sonso.
Deu aioda occasiio uma homila do Sr. Theo
philo Onooi o facto do indgena Pojich terfur-
tado oa porcoa de um Sr. Velloso, matando um
escravo, que sem duvida quiz oppor-se ao furto.
Em Phtladelpbia, e mesmo as proximidades
da rasa de Velloso, segundo ioformacoea fldedig
oas, esse fado nao csusou ouira sensago do que
peo*, pela morle do escravo, e pelo prejuizo do
fazeodeiro.
Pojich, apezar de vir nos relatorios do Sr.
Ottoni, qoe tivemos a pachorra de foihear,
como um chevalier tant tache et sana peur,
ounca passou de am larapio das mallas. Fez
agora uma frica maior que as costumadas. Eis
ahi ludo.
Porm admitamos que o aspecto desse eaptio
de aldea seja lerrivel para o aocego do Mucury ;
oode ha culpa para o governo ?
Descobrio-s o Sr. Oltoni no facto de se mandar
retirar odeatacamemo do 1* batalhio de iofania-
ria, qae li eslava, e que todas as informagoes di-
ziamser j intil, ao passo que aa sezoes e o ty-
pho ameagavam abrir nelle larga brecha.
Assim o Sr. Toeophilo Ottoni, que poz a voz no
co por lerera morrido em refrega alguna selva-
bjadrdes, assassioos, enroupados aioda com
os trajes entangueotados de auas victimas, pare-
ce ser quem apptaudisse a morle de *0 ou 25 sol-
dados brasileiros, all onde a sus presenga sede-
clarara, e era de faci desnecessana.
Nem serio as cartas do Sr. Augusto Otioni que
nos provera o contrario.Apenas Issiimamosque
a retirada da forga de lioha fiesse abortar s he-
roicidade de amarrar o Pojich, qae elle cogita-
ra em suis aspiragdes de gloria.
Para defender-se daa aggreeeoes ducobertas dos
indgenas, bastam ao menor fazeodeiro do Mucu-
ry seus pees e escravos ; e aoa colonos a com-
bmago cum 3 oa 4 vizinhoe.
Para os defenlerem das insidiase traigoesdel-
les nio bastaran os 20,000 horneas do exercito
braaileiro.
fJSem embargo, todos os pontos priocidaes da
estrada esli ewslodiados com pragaa do destaca-
mento de l'hiladelhia > dlzem anda as iofor-
osta Ierra foi vendida aooro. pelo director co-
lonia, e pelo prego de 600Jr000.
An c i *'Ddf l6 ln[" "ndidas no Rio GrastSS
do Sul Jos Manoel FelizaMo am real a bra-
ca, quando o r. Esleves Oltoni se mandaran
vender dout reaes. Ha uma ligeira eircumst.o-
cis : Jos Manoel Felizardo aeobriga no prazo da
Z ou 3 annos a terrolooisadas as ierras que ceoa-
pra, na razio de 60 familias por legua.
O Dr. Esteves Ottoni apenaa compra as torra
para extrahir Jacaranda julgaroos poder arreo-
centsr que, com a mesroa condigio da de Jos
Maocel Felizardo, o governo Ih'as cedera, oto
un real, mas a meio real a braga.
Quem sabe I talvez lb'a dsaa gratuitamente se>
a le o cousentisse 1
Tambem fa||,u o Sr. Oltooi de tropas de bea-
tas e carros vendidot pelo governo, quaudo forass
esses objectos dos primeiros que a companhia
separou para si no inventario, afim de rvalieor
os 300:0008 ris. com que, alm de 1200 foi
ella auaisinada 1 "
E qual o peosameolo de cenaora so goveroe
por vender a tropa e os carros, oo caso qee cus
os tivesae vendido ? m
Quereria o Sr. Ottoni que o governo imperial
depois de ser canoeiro no Mucury, fosse emrrtiri
t ?"' LCl4ra Ph>ladeli.hia, e troptiro ds
Philadelphia ao interior de Mioas?
E' muito pedir I
Em outrta cousas falla aioda com a mesase
justa apreciagio o Sr. Theophilo Otioni; e cosa
prometle continuar, o publico coota que uao ha
de ser privado de uma fatia de Mucury, cad
manhaa ao menoa emquaoto outra aaalrass
nao orcorra.
Nao seremos nos qnem aconselhe so Sr. Ollew
o mudar de vereda ou de assumpte.
Pelo contrario, se o nsso pedido siguana coa
sa valesse, o empeohanamos para que S. S. fos-
se por diante. /
O paiz gaoha sempre em conhcer sa princi-
pios econmico*, as ideas governaiivas, e al a
continencia social de suas noUbilidades.
Ha pocas em que os horneas te ott itntam ha
outras em que elles te mostram.
Cumpre pode-los comparar em arrbas.
O que nao ousamos garantir ao Sr. Ottool
novas resposlas.
S. S. abstrshindo mesmo de sos riza valba,
como Sr. Mi no-I Felizardo, se empeoha css
torna-las ociosas.
As contradlcges. illiando-se s banalidades.
al.-angam este duplo resultado : fizem ao mesmo
lempo a aecusagao n a defeza.
Nem deve o Sr. Theophilo Ottoo importar-so
com ter collocado o Sr. ministro ds agricultura
e commercio oa neceasidade de regeitar ao
cooselhos como suspeilos, suas arguices eos
preven)das. suaa iaiuriaa como degv.iradas;
talvez o seu plano todo, como maligno o fatal
effeito para o Mucury....
Nos oio varaos lio longo.
Apenas,fazeodo o quinhlo do reseoliaaeot
de S. S. contra o Sr. Manoel Felizardo, o do
amor empreza que fundou, e aiotfa o Se saete-
as Idss do opposiciooisla,notamos que sem
farto o da necessidade de produzir-te.
E' justo.
Todua oa catos precisam uma delenda Cmr-
thaqo, e na falla de outro, o Sr. Theophilo liaba
a mao o Mucury.
Se nao pode cada manhaa apresentar osa figo
coihiio no vergel inimigo, mimosea o publico
com uma produegio de aeu proprio e fecundo
leird.
%

Jos de Porto-Alegre voiumea correspondentes sisages insuspeilas. Os moradores esto preve-
carga de duas pranchas ; e como eram quatro as
que fazi'am esse trafego, a nao perdism momento,
provavel que ludo quanto levou aquelle vapor
vi j em vtagem rio-acima.
lato se faz, supnodo com 100 trabalhadores li-
vrea os 13 ou 16 escravos que a compaohia em-
pregava oeaaa oavegagio.
Se faz anda aero deapeza do estsdo, mas aotoa
os fretes das pranchas, deduzidas as despezas,
Ihe pertencem.
Outrem, qa 0o fosse o Sr. Theophilo Ottoni,
veria nealas eousss materia de encomios. Maa
S. S^ tem ae josiiftcar retrospectivamente o que
le do Mucury, e censura.
O Mucury retorceu-se 7 aonos amarrado por
privilegios duros, speros, prolixos. Hoje aspira
o ambiente de vida, que ihe corresponde, e, meo
grado os pessimistss sgouros do Sr. Oltoni, ha
de robustecer-se.
Diato parece doer-se S. S. Peder nio I
Ouaodo o director da coaasaahia exiga om
MI da 6O|WO0 por duzia de congoeiras de ja-
carandi cortado no Mucury,ligeiro tributo cor- IS:O#000.
oidos, os colonos armados ; e quanlo basta pa
ra a defentivm, nico proceder que contra os in-
dgenas o goveroo reeommenla aos seus delega-
dos oo Mucury.
A materia de qoe nos occopaoos so prestara
algumas consideragoes aobre caihequese des-
empenhada pela companhia, mis falla-nos o es-
pago.
Liroilar-nos-he- mos a dizer que essa caiheque-
se fez dos indgenas, qoe eram doceis, viciosos
parsitas j dos que eram bravios, assassioos dt-
pocritas.
Nao gabamos, nem mesmo pela sus novidad,
eaae methodo de cathequisar I
De que mais tem tallado o Sr. Theophilo Ot-
toni T
Oa agencia do correio de Philadelphia, loan-
do j eaiava proposto e autorisado osea reatabe-
lecimento, e estudsvamse os meios de assegu-
rar o melhor ser vico.
Da venda de doua lotea de trra, feita por Au-
I guato Dreechel ba om anno, e pelo piego de rs.
Em dais lionas tres inexaciides :
E' ama compensago como oulra qoalquer.
[Correio da Tarde, do Rio.)
Armas ds opposi^o
13 de dezembro de 1861.
Conlmua a opposigo de cascas de albo que s
%tno est fazeodo, para desabafo propno, os
para nao perJer de todo os habitoa adquendoe
aproveitar qualquer incidente coa qae eoire-
tenha os leitorea e procurar falsear a Ouiniao pu-
blica.
O governo decidi aqu ha lempos uma qoeslio
relativa a guarda oaeiuoal deCamei: chegada
provincia a decisao do governo, foi coatiderada
pela folha ds opposigo negocio potinco ; poia
abi poltico tudo quaoto tere oa interesaos sss
amigos, e as questdes nao ae encaran peto lado
da justiga, do interesse e da conveoieoci. poti-
ca, senao exclusivamente pelo la io das aaiiressa
a que pode offen Jer. De torna viageoa o Dimri
aproveita os clamores da folha collega, orepro-
duz-los e com plata-os com s noticia de que o-
Sr. mioistro da justiga havia publicado on fir-
man que s na guarda nacional de Camela desti-
tuir mais de 100 officiaes, determinando eso
firman pelo espirito de vingaoga.
Apre li, contemporaoeo I oode loi batear o sos
firman, oode a sus vinganea ? O facto o o as-
guinte:
Na vice-presidencia do Sr. Ambrosio Leilao do
Cuoha, tendo-se mandado orgaoiaar sois reipo
de guarda nacional em Cameii en ves de qua-
tro que l existan), julgou o Sr. Leiiao pejoc
compor a officialidade deaaes corpos a soo alvf.
tre. sem consultar a le que man la qoe aa oo-
roeagdes de officiaes da guarda naeiooal sejam por
posta regular de seus conmaodaoiea, o al corto
postos por accesso. Esta disposigao salulariaei-
ma da lei, que lioha por Qm evitar sa onaeisii
dada da guarda nacional desgostos e qoeizas fon-
dadas, livra-ta do arbitrio do goveroo, o tir
Ihe o carcter fatal de ioatroneoto Oe eleigo,,
vice presidente, talvez para servir a parcialu
poltica a que eotao adhera, eoteodeo que i
ser letra murta, sob pretexto qoe a creagio i
maia dous corpos importava uma aova orgaoiso
gio da guarda, aaaunio.o direito de fazer aa oo
meagdes que bem quisesse.
Queixaram-ao os coromandanles offendidos ; a
sua represeolagio subi ao conhecimenlo o i
verao com ai mformagea do astylo ; oa
correram na secretaria da justlca oa tras
regulares, sendo ou vi Jos lodos quaoto
com sua opioiio nos actos administrativos
II ro o governo mandou consultar a respectiva ase
gio do cooselbo de estado, e esta^fc do anaosV-
me accordo em que o proce lmenle oo vice-pro-
sideote ao ora sosteutavel ; sobre a rrssalls
boave a resolugio imperial.
Esses actos que levaran lempo, cooforne a loi
de morosidade que preside as nosaae cossao, es
megaram no ministerio do Sr. Nsbuee do Ara ajo.
acabaram no do Sr. Paraoagui, qae fot queoa os-
eeitou a consulta do cooseihu de estado; oo Ir*
Sayao aponas coube man Ja-la executar. Se oSBst
houve nisso coasideragflo de vinganea poltica, ca-
be a centura a eaaeaenhor, ao conselho do i
ao consultor da secretaria da jusuca,
qnantos ineervieram com ana iofurnafo i
negocio ; cabe a todos, menos ao actual
ministro,''que achou j fetlo e coocluido o en-
godo.
B qae idea lem do qae Amos o illoetroes-
criptur do Diario ? O Armo 4 di
nagio desptica do visir uu do suliao ; coi
se publicaren /Srmans, oio ao examina
smente a quetlo da lei e da jos
consulta regularseole homens do et
de experiencia, de estados, nao ao proeoOO i
lenlidie que houve nesse negocio. Firmo*) I 4.
um booito patavrio pora eofeiiar aa eoloSMOs On>
Diario; mas esos hyperbola pornasooto, aooo s
buso do valor das pslavru, sio roeeia s i


m
m
mWt DE PEWiiWBUCO m 8MTA thlAk 10 DE JiMKUK) W. 1HH
rejudiqoem ao ieu crdito, e excl-
dos seus leitores ?
sa lio Para a queslao fui amplamen-
ua numero creKldo da Portugneies, todoi ao-
ciaeos uor co.rtjav.rem ae en honrado agent
consalar neaia cidide, na prepoiiio de se daruoi
aqu igurfmaie Mi*. sKooe o publico teitamunao de dtie.ao e amor ao mo-
tUmrio lrancreveu e a/ugo d folha oppoaicio-
nisla, o Correio da Tatie traoscraveti iguilmoo-
ta a artigo do iariodo Grao-Pard que com-
pletamente o tefutou ; nos pis sutilmente o
que expuzemos.
Paliemos aoulro assumplo.
Kao ha quera ignore a m impresiaa que pru-
daiaai as estensas listas de gracia que as ve-
Mt publicara, e entretanto u numero dos pre-
eadeniei continuamente cr-esee e rocreece. Fal-
sos isso terebrar o dito pkan* d usa miuiilra
do primeiro reinado a quem f*J,lav*in da agita-
cao republicana que ia no paiz : sao republica-
bm, dista esa* ministra, po s nao : olhi para
alii. amigo, dizia apoolando para enormes raoo-
aiiliis de papel de hollanda que etulhavam um
caak de su a aala ; e ludo aquillo tao requeri-
meotos pediodo hbitos e rom meo Jas.
Oj rniQistros leen por diversas tetes procura-
do o modo nao t da re-erguer a dignidado e a
consiJeracao que devera andar unidas a easaa
eoodrcoracoes, como de livrarem-se desarrimas
de requenoipuioi, desses exercilos de pretenden-
tea. O assumplo era delicado, porquanto cum-
pla resolver a esponlaoeidade, que faz o.'pnnci-
V*l merecimeoto dossas grjgas ; e desanimando
as pretencoes temerarias, nao confunJir com ellas
es servicos reaes, nao desaorocoar as tmbicoes
no Mes e justa*.
O Exin. Sr. Souzi Unios publicou emQm um
regulamento neste sentido, como o acolheria a
* oppo.ico, que diz ser liberal? Sem duvida
com elogios, pois nao smenle o Um do re-
gulamenlo era justo, como igualmente o ministro
haa nelle concillado lodas ai publicas conve-
niencias, resiringiodo o arbitrio do goveroo, fe-
ch*ndo a porta ao favor, e dando por garanta
dos seus actos a publicid^de. Pois hem, essa que
medida do ministerio, accarrela os abasos do ar-
bitrio em materia delicada, que salva as conde-
oracoes honoriQcas da iogereocia, tantas vezea
*i peas ao governo, a opposiclo, em vez de aco-
ihr,-lo com tympathia e louvor.ella que libera),
colhe-o com galliofis e censuras, a que procura
dar, sem duvida para disfarcar quo pouco pro-
cedentes eram, o pico do sarcasmo.
O ministro ao batalho de pretendentes. cajos
rejueria.eotos se multiplicam, pois j lem el
ti ki que tlepschar maii de 1.2U, opia algumas
rogras que necessaiitmente dimiuuiro esse nu-
mero, e facililaro o serem elles debidamente ai-
tendidos. Elias regras sao todas razoaveis e jui-
las, muitas de accordo com os velhoscostumes e
utancas da noss.s trra, que dem serreapeita-
das, pois noinv.olvem inconveniente algum, ou
tras j admeliidia e enunciadas nos decretos
que crearam essas ordens honorficas, cujas dispo-
sicoes alias lem cabido em esquccimenio.
Mas nem lodos os que prestam servicos reaes e
dignos de ser galardoados com as mer< s honor-
ficas se apreseulara pretendentes requerendo-as;
em geral o merecimento modesto e silencioso,
'pera iue*delle se lembrem e i bradu ; ha igualmente servicos lo dislinctos que
seriara iniquimeule tratados se adistriclos os-
seni condico do accesso regular nos divers.ua
g'us da mesma ordem com que fossem conde-
corados. Cumpria realisar esses servicos e dei-
xt ampia liberJade prudencia do governo em
aquala-los ; mas cumpria igualmente achar
obstculos ao abuso e ao favor ; o digno Sr. mi-
nistro do imperio 09 achou, e no seu regularaen-
10 apparecem elles. As fuerces solicitadas > o
aero oas condigoes e com as provas documenta-
das que o regularnenlo determina. A* nao soli-
citadas, as do arbitrio do goverue, nao poderau
inaia ser envoltus em chorilhos de listas numrro-
aisiimas ; deverao duer expressamente quaes os
servigosque as determinaran! ; e os decretos que
aacuncederem, apoiados nessaa declaraces, se-
rn ofiialmenle publicado.
Que miis sabias dispusicoes, que raais cumple-
tas garaniiis? Recorlemo-nos por um momen-
to das mil e urna observaco-s e censuraa que
lem arolhido lodas as listas de grsfjas, e vejamos
e seria possivel haver occasio para ellas a Jmit-
ttdaa as dispnsices do regulameoto ; e contra
este acto do governo quo o Diario tem galhofas
em vez de fazer ouvir a voz do liberalismo que o
dore necessariamente applauJir 1
Nao contente com essa garanta que d contra
o abuso e o favor, o regulamenlo, evitando o in-
conveniente de lornar-se caustico, indica em ter-
mos rpidos qual a naturezi dos servicos es^e
ciaes que polero ser galardoados cora as con ie-
coracoes. Ahi nao poda deixir de carem ter-
mos mnito genes que podessem abranger toda a
variedado de hypotheses em que servicos dislinc-
tos poieratn vir chamar e atieoco do paiz e os
galard89 do governo. Assim ir.esmo porm na
g^nuralilade de suas expressesessa disposico
nvlve urna giranlia contra o abuso e o fa'or.
Becouhece o por ventura a opposicao liberal?
Nao, que est ella de leogo feta e Arme em a-
char ino quanto o governo faz, de proclamar que
nao le 11 elle razio alguma 1 E pois apega-se s
essas palabras, commeota-as para tirar dallas
um pensimento que ellas nao tem, e declarar
que desvirtan ellas e annallam aa disposicoes
anteriores s que pe cobro alluvio de preien-
dentes e de requerenles I
Erofim, e tamhem isso d theraa s galhofas da
oppusi;au que se apregda liberal, o regulameoto
ioJica os casos em que se perdem as honras das
CondecoracOes. Erilentemente a umi condeco-
racio honorfica deve evilar-se o aviltamento ;
de apparecer era peitos que a podera deslustrar
ha rasos em que o militar despe a farda para nao
villar aa venes de urna classe do que alma o
avio e puadonor; p>ra os condecorados oas mea-
as ordena honorilicss podera iofezmeote dar-se
casos em que dispQMQao anloga seja necessaria
eurgente ; o regulameoto do governo os especi-
fica : censura a opposijo alguna desses casos,
mostea que nao justificara elles esse rigor ? de
taoto nao ella capaz.
O que resta pois contra esse regularoento. de
certo, em materia delicadissima. o mais liberal
que po lia ser adoptad? Nada seoao a galhofa de
urna folhsquesa proclama liberal, e que a cada
[momento faz timbre de desmentir o ululo que as
sita so arroga. Nao bastavam contra esse acto do
governo asindisposices ea m vonlade que de
certo o baviam de colher da parle de lantose tan-
tos pretenden tes queespera va m insinuarsequando
alguma vez se abrase a porta do favor, e assim
confundidos na turbamulta alcaBcarem a satisfa-
co dasua vaidade; era indispensavel que um
orgao possaole no nosso liberalismo viessedar-
)hes a satisfacozinha desse desabafo.
Continu a ..pposico; mas sempre Ihe diremos
que por ahi vai perdida, ao menos quanto sos
seus apregoados foros de liberalismo.
E por fallar em liberalismo, temos vista um
numero da Aclualidade em que.... oh I esse libe-
ralismo, esse nacionalismo da imprensa
sicionista '
qsn-ha popular.
Ahi, no maU perfeito accordo, tratou ae,
fui, da lrm d se obterem os meius para ce-
ebrarem-ie sampluoses -exequial por alma do
ju?en luberauo, uiagado.aa u>ga uaj* commis-
sao central, coaposia dos Srs. :
Dr. Jos* ll^tmu, farrelra.
Jos Antonia ae Carvalriu.
Jos Teueaa (taaiea.
I >* ium Mositeic*) a Crin,
Jos da Sil.a Loa*.
E esta commisiao fei investida de pWoos pode-
ret e conQanca para dirigir lulo de maoera
conseguirem-se 01 louraveis intentos manifesta-
dos oessa numerosa reuniao
Esta commissau central reuniodo-ae posterior-
mente na residencia do Sr. cnsul porluguez,
nomeou quatro commisies eocarregadas de pro-
moverem s respectiva subscripcao pelas fte|ue-
zias desta cidade.
Da commissau do Recife, Oieram parte oa
senhores:
Francisco Joio de Birros.
Luiz Jos da Costa Amo'im.
Marcellino Jos oncalvcs da Ponte.
David Ferreira Billar.
Miguel Jos Alvej.
Fraocisco Jos Pachecu de Oltveira.
Mauoel Ferreira da Silva Tarroso.
Oa do Santo Antonio, os Srs.:
Gaspar Antonio Vieira Guimsries.
Miguel Jos Bubosa Gulmares.
Beroardioo Gomes de Carvalho.
Jos Ales da Silva Guimares.
Joaquim da Silva Castro.
Jos Azevedo Andrade.
Joaquim Ferreira de Araujo Guimares.
Da de S. Jos, os Srs. :
Jos Jacomo Tasso.
Jui Duarle das Nevea.
Domingos Jos Ferreira Guimares.
Jos Joaquina de Lima Bairo.
Jos Jerooymo da" Silva.
Joio da Cunha Neves.
Joo Culos Coelho da Silva.
Da JJfioi-Vista, os Srs.:
Vicen4*tNrreira da Cisia.
Juio Lu* Ferreira Ribeiro.
Joao Fernn les Paredes Porlo.
Hanoel Ribeiro Bastos.
Jos Alves Lima.
Maooel Jos GuedeslUgalhe.
Domingos Antonio da Silva Beiriz.
Estas commissoes desde logo assenlaram en-
tre si que a subscripcao seria toda espontanea e
que, como todos os Portuiruezes goslossmente
concorrenara para ella, devi a mesma s.-r re-
parlida mdicamente pelos subscriptores de for-
ma que lodos depositusem o seu bolo sem se
coosiranger ninguem a subscrever com raais do
que aquillo que a sua voniada ou as suas posses
permiltissem ; assim os merabros commissiooa-
dos, segundo nos consta, liveram o prazer de
'erque, aqualquer porta a que chegavam, ha-
ia voluntariedade ha prestaco do contingente
para a solemnidade, que o patriotismo e bros
dos Porluguezes, resolversm fazer no seio desta
populosa capital.
Nao sabemos unitivamente a quanlo montn
a subscripcao colhida, mas eremos que orcou por
nove conlos de rlgi seD(Jo es(a quaf|lia subdjvi.
dida era tantas parcellas. quintos sao os subditos
iideiusimo, aosquees se dirigirara os membros
das commissoes com aqueile intento.
F01 tambera nomcada, pela mesma cnmmisso
central, urna oulra para os arraujos e decoraco
do lempio 0(D que tem de se celebrar o fuoeral,
escolhendo esta de preferencia a igreja do Espi-
rito Santo oa Colle*io, atienden lo nao s ao fo-
cal em que est edicada, como ser a mais es-
pacosa e a que melhdres conjicocs oTIerece para
tao pomposo acto. Y
Esta commisso. que tao solicita e zelosa tem
iniH00-de?empeQbo d0 sus Pinhosa larefa,
envidando todas as diligencias para que o act
seja ornan brilhante e graodiosu que aqu sale-
vislo, comosla dos Srs. :
to-.
oha
oppo-
[Jomal do Commercio, do Rio.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Ioformando-ie-noa de que no dia 17 do corren-
te deve ter lugar a cilebracao do offlcio fnebre
imlo repouao eterno de S. M. F. o Sr. D. Pedro
T, i expeusas dos respectivos subditos residen-
tesjaests cidade, parecea-oos conveniente dar
desde j aos oossos leitores urna nocao do que
ha arespeito dessa func;ao religiosa, ultima pro-
de amor e dedicaco ao mooarcha Ilustre
que deixou aps si um nome de gloria lmmorre-
donra quer como hornero, quer como rei consll-
loeronjl.
O vapor Ontida, ebegado este porto no dia
S dei novetabro prximo passado, oi portador
da infauMissIma noticia do falleclmento de S
. F. o Sr. D. Pedro ?.
Esta trie nova espalhou-se rpida e prodi-
giosaraenle por toda a popis?!*, e momentos
alepeis todos os subditos I ifi| Jtafli'' ii
2f. e: i,J2>'n deaionsl"55es lP| Cda ddr
dJOfl magoava, cerrando as porMRi seus
.s^leeljDentoseoramerciaes e trajsNS luto.
1laLr*lll?0Lde Ier taola espootanei-
Spvnr.lM!' a*m lar,,8 m9*rt5ao de
OSr. eonsoide S. M. P., oDr. Jos Henriqoes
dfefrerra, depois de participar offlcialmeoie sZ
londades e pelos jornaes o terrivel golpe nue
oabwa de sotTrer a naci portogoeza, convocoq
xpreaasmenle os seos compatriotas para urna
**< ao alio do Gabinete Porluguez de Lei-
Joao Pereira Rabillo Braga.
Antooio de Souza Pavolide.
Antonio Ramos.
Joa-fuirn Fernandes da Silva Campos.
Fraocisco Jos dos Pasi09 uiraaiei.
Sendo encarregado ao primeiro desles senhe-
res o coafccion.r e apreseolar o risco para o
catafalco, o qual nos dizera ser obra primorosa e
te um desenlio inleirameole novo enire nos e
cujas pecas diflerentei man lou elle executar pelo
artista, sera que este verdadeirameote teoha ain-
da atiingido qual a vista e o effeito quo produzi-
r tao magnifica obra.
Tudoi os membros teem sido iocansaveis no
ornamento do lemplo, nao poupando dospezas
oem fadigas para que a solemnidade leja lo
sumptuosa e magnifcente, quanto era sabio
miuoso, popular e querido o joven rei, coja
alta todos senlem, nacionaes e estrsogeiros
Aguardamos no entretanto a execucao de'ssas
sumptuosss exequias, aflu de ulteriormente dar
a scieaciado publico umi desciipco do servico
fuoebre, certos de que esle torrespooder a ex-
pectativa.
- Escrevem nos r"e Garanhuns em 2 de Ja-
neiro correte, e as noticias traosmiltidas Oao
que nenhuma novidade occorrera em toda s o'
marca durante as testas do natal, memoravel em
outros lempos pelos assassinatos, ferim*nt03 e
outras desordena que all se perpelravam
.J.i!f h de'e-e ch-r se a polica bem
servida de pesioal.
Porm 00 Olho d'Agua dos Bredos, termo de
Cimbres, foiassassioado o rico fazendeiro Joo
Nepomuceoj d Mallo, e em Mundah-Meirim
UcarafB agonisaoles dous individuos, que oram
apuoSalados em un* briga. Taes fados deram-
se na noite de 2i para 25 do prximo passa-
do mes. r
Eis o lerceiro
Bolelim oficial,,
"aEa! a? OBcio' d,t3d0 de 6 d0 correte, di-
rigido de Cruaog ao Exm. presidente da provin-
cia, diz o mjor Barros, delegado de polica de
Goiaona^que naquelle districto a epidemia con-
3ue reina em consequeocia da epidemia,
afa, accresrenla elle, ti 1 epidemia.
t Em m offlcio de 7 do correte, dirigido de
Nazareth s S. Ex* diz o Dr. Abilio Jos Tavares
da Silva, juiz de direilo dessa comarca, que coro
efTeito em S. Vicente reos o chalara inurtrui ou
cousa que se fte sssemelHa. ieu lo se v de
copia de um offlcio, que Ibe dirigia.^ vicario di
reaf>ctiM freguezva, >, gj
lugar medleo, neojjmdt *lndax> de 1>i* dos
que se aerjam en} {fizaralb., rnjeUera a ambu-
lancia, me daqui fce*ii*4ebido,aiajb|elj|ilo
e ae beHaio Joaj de Lima Freife" ^^
E um offlcio #e a) d corranl. dirigido de
G01*.,.. s. Exe #Jz o tV. firmiie Jue pouco
lem qve acejescontar aa< saos ifjicida nteri .res,,
e communica que o mal vai penelraodo no dis-
Hiete de Gitaanraha, e^o soubera por umr
caita depessoa fidedigna queja linha accommet-
tido a Barra de Natuba, Guarabira e Campia
Grande, pertenceolea a Par^hiba, apresentando o
mesrao carcter observado nos lagares em que
comQuu a deseovolter-se, iitu ; atacando a
poucos, mas com iolensidade.
O Dr. Firmo Xavier, de vollada Luz hontem
Boiie, commuoicou por officio a S. Exc. qu
b**ia encontrado 00 engonh Tabocas algumas
peasoaa accomaetlidaa por molestia que apresen-
tava os symploraaa do cholera morbui. toda na
proximidade do rio Capibaribe, e, vista disto,
resolveu S. Exc. que para aquello lugar partase
immed alamenta um medico acompanhado de
ambulancia, aendo paroste tira contratado o Dr.
Antonio Agripino Pereira de Brito, que corauo-
meiteii-ie a partir boje mesmo larde.
c A's 6 horas da larde de 9 de ianeiro de
1862.
< Dr. Aquino Fonceca
Chamamos a alteocao dos uo.'sus leitores
para um coramunicado doSr. Dr. Cosme de S
Pereira, que vai na competente leccodesle Dia-
rio, relativo is molestias dos olhos, a que com
especializa le ae lem applicado o ineamo douior,
e ea cujo curativo lem apresenlado effeitos
promplosesalulares, como por vezes temos 00
liciado, ecomo pretende e.le em seguintes arii-
gos expend-los departid*mente.
OSr. Dr. S Pereira acaba de estabelecer em
sua casa lugar proprio para e dos seus operados no lapso de lempo necessa'rio
paraisto; e assim proporciona mais urna facili-
dade quelles qua por qualqoer ciicumstaocia
le.'iham perdido a mellnr parlo dos sentidos, e
procure recupera-la pelos meios da scieocia e
da pericia.
O faci lastimoso occorrido com o Sr. the-
soureiro das obras publicas R^yinundo da Silva
Maia, de que j demos noli, ia, proluzio Ihea
fractura da tabee* com a desleselo do brico di
reito, e contuso da mo esquerda e do nariz.
Alm dislo, recebeu umi forte pancada as
cosiellas do lado esquerJo, que o lem iocommo-
jado erandemenle.
Temos informaces de qie para lados do
Terco abrlo-se em um solio de urna casa dalli
em eslabelecimento de jogo, que funeciona dia a
noite com frequeocia de pais e filaos familia,
que entrando pisidos sahem leves das algtDeiras.
Lomo taes eslabeleciinentos devem ter anhe-
amenlo com a polica, pedimos ao S-. suodele-
gado respectivo que nao omita essa formalidade,
anda que a ella se esquive por modesta a com-
panhia do soto.
Do Poqo nos remetiera a seguinte comrou-
nicacao, a cuja publicara-) acquiescemos no pro-
posito de ser possivel essa emeula da parte da-
quelles sobre quem ella versa. A boa criaco a
aconselba, e mesmo a prudencia, para que se
nao reproduzam scena pouco egradaveis, e j
urna vez iniciadas com escndalo.
Sr. redactor da Revista Diaria.Vamos le-
var ao coohecimento de V. um .escndalo, para
conseguirmus urna melhora na reparacu de seua
autores, no caso de que V. nos faca o favor de dar
publicidade.
Como sabe, este um dos lugares em que
pelo vero grande parte da populaco vem ba-
nhar-se. lia um porto denominado do Paula em
que todos podera banhar-se, om s devida de-
cencia ; porm aos dias saolilkados principal-
mente, urna parte de rapazes. que parece nao ter
educago, melte-se no rio sem vestidos e procu-
ra introduzir-se em bauheiros que sao destina-
dos as familias. J por vezes lem-sa dado dis-
turbios e a polica local tem inlerviudo; mas na-
da tem conseguido melhorar, e as lamillas con-
Unu*m expostas a serem injuriadas por esaes___
Muitj obngado Qca. a V. pela insercau des-
la nulicia, etc.. etc.
Acha-ae nomeado interinamente ajuJanle
da colonia millar de Pimenleiras o Sr. alteres
de.eHado-maor da 2a classe Clemeutino France-
lino Tavarts.
Foi nomeado subdelegado de Pmenleiras.
5 districto da freguezia do Bonito, o Sr. lenlo
Antooio Vileila de Castro Tavares, director da-
quella colonia.
De Olinda remettem-nos o seguinte :
a Sr. redactor da Revista Diaria.Segunda-
le'a 6 do correte, teve lugar no consistorio do
hospital da Sania Cisa da Misericordia, a segun-
da sessao da sociedade b^oeficeole de Olinda, de
cujo resultado passamos agora a dar conta.
or OIRciou-ie'ao Exm. presidente da provincia
es autoridades do termo, comaunicando-se a
crcaco daquella sociedade e igualmente qual o
lm a que se propuoha.
a O Sr. Tavora Indgena distribuio por essa oc-
casio grande numero de exemplares impressos
instructivos do trattmento do cholera, para de
intemao os socios irom se applicando ao neces-
sario esludo.
E nesie mesmo cmenos o Sr. capiso Fran-
cisco Marlios dos Aojos Paula, ihesoureiro da so-
ciedade, offereceu mesma grando porco de ti-
dros e alcool. significando lambem que a socie-
dade lhe declarasse, o de que mais necessitava
presentemente, para disso ser logo, sua cusa
provida.
A sociedade inteira mostrou-se muito agra-
decida para com esse bemfazejo socio, que tanto
oleresse demonstra ir tomando pelo seu propicio
eilo. r r
Releva agora fizer urna ligefra ratiBcaco i
publicacao que Vrac. se dignou dar hontem na
sua Revxtta ; e que, em lugar de frei Jos
Marques de Caslilho, como membro da commis-
so encarregada de applicar o pasto espiritual
aos enfermos, se diga conego Jos Marques de,
Lasiilha ; bem como escapou lambem declarar
os nornes dos Srs. Dr. Jos Bernardo de Galro
Alcoorado e Exm. O. Abbade de S. Bcnto, como
membros da commisso encarregada de solielar
I so oro do que|o oosso governo. Portanto de
no IIon da tempeslade se d um **r de cootos
de lia a algum Ulnado. e ^ae**#SoooriQc*s
outros?! (Juins'o mesmo assim nao aconteeesse,
quando ao medico severo 00 cumprimento da
miiso de que o eocrresou a presidencia, s se
prestis* a tratar de preferencia aos pobres do
" fr*'"r>cl em 'i'ilajaJiajlMliaciea. q*al seria
te nomem de ferro qdFtodassa estar durante o
e a noite alen a* grito da victima que exi-
*u soccorre ? no caso d* urna epidexia
osa como icudr a dex, a iale, eollocados
dialancia ?
Qua dos enfermeire adesUadoi a que aai-
secHtir as preseripc6ss ? O* le existem os
_E?.B1'n*0> UHfl sol urgentes ? Nao tal-
an"
q^o tfto jwo passa o'ami baria.
tinuaa declinar, e que "na Voraclln )."n".""" d0 8uwn< 'umas providencias necessarias ao
nhia do missionario Fre Egidio e '
risla, no dia antecedente, a Timbauba e ]
visitara todos que se achavam affeelt "
sido medicados pelo mencionado ni
adose haf-fJjjB
-- missioMHE]
sendo grande a consolaco que apreseotavaro o
accomraetlidos logo que eram visitados em suas
habitacoes, e que em Pedras de Fogo se tmham
nii *B,f'f l" o., fra ds povo.co, alm do
queja foi referido; acerescentando que aleuns
caaos se tem dado em N. 3. do O', e na Lapa
pertenceote esse districto, e que em Goi.nn
anda nao desenvolreu-se o mal, recelando elle
que se vier a manrlUr-se, faga estragos avista
do terror de que se aclara possuidos os seus ha-
bitantes.
3 'opinio do major Barroi qu* o desanimo
tem sido a causa principal dexter sido maior o
numero das victimas, entre
ram as creancas, pelo que
a populaco, do que tem ot,
do, e promelte ir, no dia 8
Frei Egidio, j Timbauba
N. S. no O', e Lapa.
r Em um offlcio da mesnii
mesmo lugar a S Exc,
reno Brandao que cheg
de a) do correnie, e qu*
se mesmo dia seguir cora o Dr Pedra parV* 1"
do O .onde chegra s 9 hora* e raeia da noite'
ecooflrma oque j tem sido referido relativa-
raente epidemia. Elle communica que, aem-
pre era eompanhia do Dr. Pedra, tem visitado
nao i61 povoscao da Lapa e Timbauba, seno
Cruaogl, que o ponto mais alleotado, e que em
esses lugares ha encontrado pessoas ac-
compa-1 guinte modo
dre laza- Corooel Beato: Jos Lamenha Los.
r. Jos Bernardo Galvo Aleoforado.
D. Abbade.
e Teoenie-coronel Joao Valeatim Vileila
t lr. Maooel Isidro de Miranda.
Acabs desernomeade, para exercer interi-
namente o cargo de promotor publico de Rio-
t-ormoso, o nosso amigo o Sr. Antonio dos Santos
V 11A I .
tr alH oinas ,
d-u.*-1il>3otasa)gurt>. u'uma illuso I
* "* **spitaes provisorios tem o inconvenien-
/* A im.ular n^um.recinto muito pequeo
*aw, e-artemploada ultima epide-
ma sahiraa* Byiho-custosos aoi cofres pelos des-
baBJamerflo, l|Uei havido. X inconveniencia
da accumlacao doi doentei le dstrahe com a
desiufecciio permanente, por meio dos reagentes
que as auteridajtes mlicas tem aconselhado e
excesstva deipea, Mtlocando leita das enfer-
maras mdicos capricnoios e ioiellgeotes, que
P".amor d* dignidade nao permittam as fa-
cilidades havi*is no outro lempo.
.* *nl* eai ^da bairro uro, dous ou Ireshos-
pitaaej p*ra onde seja** tonduiidoi o que pre-
ciearem de soccorroi e qulzerem aciilar o favor
do governo se que para a admisso do doente
naja dioinccSo de rico ou pobre, livre ou escra-
vo, aejainsgregdos os graremente doeoles dos
consalescenles: arbitre-a* ama diaria comrooda
para ser aatuleiu por^quelles que forem reco-
midos enfermirra e qu stejim em circums-
taocias de pagar, oa seu seohor, quando se fOr
escravo.
Trale a polica de arregimentar seus inspec-
tores de quarteiro e todos os seus satlites elei-
toraes para facilitar a coodemnac.o doa doeoles
pera a enfermara.
Nao precita para cada enfermara mais de
um medico.
Urna enfermara bem montada prests raais
servicos do que trila mdicos encarregados de
districtos.
W.
(Continua.)
No dia 8 do correnie foram recolhidos
asa de detengo : oidcm do Dr. chefe de po-
licia, Matheus, escravo de Jos de Mello, como
criminoso de morle ; ordem do Dr. delegado
da capital o Poituguez Fraocisco Ferreira Adeli-
so, indiciado em crima de roubo : ordem do
aubdelegado de Santo Antonio, Mara das Dores
Cavalcante, e Quilbermina da Silva Reg, por
desorden) ; & ordem do de S.Jos, Jos Justi-
no do Nascimento e Bermrdo Rodriguea da
Silva Jnior ebrios, e bem assim Antonio Fer-
reira do Monte, por briga ; e ordem do d.t Ca-
punga Joo Jos Tlioaaz por ebrio e insultos.
Mjvimento da enfermarla da casa de deten-
cao do dia 8 de Janeiro de 1862 :
Tiveram baixe para a enfermara :
Manoel Ferreira Borges, chagas.
Francisco Antonio dos Santos, sezo >..
.Matheus, escravo de Jos Soarea de M'.'llo, frac-
lura do braco direilo.
Dia 9.
Tiveram baixa para a enfermara :
Antonio Jos Ignacio, defluxo do peilo.
Manoel F-irreira Cos Sinlos, riyarrhea.
Jos Silvestre ds Silva, dr de ouvido.
Raymundo, escravo de Tnelesforo Marques da Sil-
va, dyarrhea.
Tiveram alta :
Jos Antonio Corro do Mello.
Marcelino, escravo lentenciado.
Matad h no publico :
Malaoca do gado vaceum para consumo da cidade
do Recife, no mez de oovembro prximo pas-
sado effectuada pelos marchantes abaixo de-
clarados :
Joo Jos de Modeiros, 561] reies,
importancia...............'.......
Urna sociedade, 307 rezes, impor-
tancia ............................
Manoel Paula de Albuquerqne, 170
rezes. importancia................
Joo Chrisottorno de Albuquerque,
159iezes, importancia............
Virginio Horacio de Freilas, 158 re-
zes, importancia............,.....
Bellarmino Alves de Arocha, 157
rezes, importancia................
Maximiano C. Lucas de Mello, 153
reze, importancia ..............
JoS Francisco de Souza Lima til
reta*, importancia...............
Francisco Candi lo da Paz, 138 rezes,
i m por tancia......................
Luiz Antonio de Bsrros, 131 rezes,
importancia......................
Ernesto Celestino de Mendon;a, 108
rezas, importancia................
Manoel de Souza Tararea, 103 rezes,
importancia......................
Feliciano Joaquim da Cjsta, 93 re-
zes, importancia..................
Joaquim Jaciotho, 80 rezes, impor-
tancia ............................
Miguel Alves Lima, 50 rezes, impor-
tancia ...............-............
Jos Joaquim Ferreira, 48 rezes, im-
portancia ........................
Joo Cirios Augusto de Araujo, 45
rezes, importaocia...............
Pedro de Alhayde, 3t rezes, impor-
ta nci a ........,...................
Luiz Moreira de andonea, irezes,
importancia......................
Luiz de Franca Soares, 25 rezes, im-
portaacia ........................
Pedro Francisco da Costa, 22
importancia...............
Josephiav Peraimbuco, 6 mezei, Baa-Viita,
coovu lides.
Mara Anglica dos Santos. Parnatnbuco, 50 aa-
noi, viava, Boa-Villa : tubercelos poiao-
oaies.
ERRATA.
Na lista dos baplisado* havidos na freguezia
da Boa-Vista no mez de deterabr*. qu* fei publi-
cada na RMvUta Diaria de hontem, onde diz
Angela branca. 6 mes**) de aaacida, fllha de
Joao Hermano Backer e Joaquina Msria, deve
ler-seMana Atjela, branc. 7 mezea, filba le-
gitima de Joo Hermano Becker Joaquina Ma-
rta de Siquelia.

rezes.
2820O0
1539500
SjOO'J
-79J500
79j;00
78*500
76S500
70/J500
699000
67O0O
540000
519J0O
469500
408000
259000
2(9000
22g500
15g300
139000
129500
119000
1:3565000
400.0005000
Caixa Filial do Bauco do Brasil. '
BALANCETE EM 31 DE DEZEMUBO' DE 1861.
Activo.
Accionistas do
Banco do Bra-
sil. Entradas
norealisadas
de 100.000 ac-
Qoes localisa-
dss na pro-
vincia ....
Letras descon-
tadas. Com
duas asaigna-
turas residen-
tes no lugar
do descont .
Com uma s di-
ta dita ....
Leirascaueiooa-
das. Porouro
prala e ttulos
commerciaes.
Com outros t-
tulos .....
Letras a receber.
Saldo desta
conta.....
Diversos. Saldo
de varias coo-
tas ......
Caixs. Pelos se-
guintes valo-
res :
Em ixoeda de
ouro de 2a
quilates .
Em notas do lhe-
souro dos va-
lores deIO9 e
superiores .
Em moeda de
Iroco.....
Em notasda pro-
pria caixa .
mundo, que a seotinella asi* aetiv*, ) iai_
lante e de mais alcance qae o cera tea* ; d*
corlo fuer ou presiar-ae a oa servio qae tarte-
reisa tamo ao publico como aoi parliclave* *
eej *aataes*. cuja aUlidad* iasiD**e, lac-
tante e impagavei, a aabe bea apreciar qawaa j
Hkmi de taee aervicoi. .- nao lgralo, oa mi
imnJLf.- D ""^'0. I" traballHur
impoiUote. UaiBMB porque ra nevo *q.i;
coro effe.to p-rec-ma ter .ido eu o pnmlV*
deflaivasaeote tenha chamado aiteJie Y
colleaaa para *prci*rem peaaoal e devtdametJt*
trab.ihoi completo* neste genero, i.lo, e exam
precwo em caios den* oroem, sem 'T-ffiatci
feito e veriOcado, operaco deicrila e execaUda
e o resultado final de lodo este minuciosa a de-
licado manejo, nao exceptuando- ees lade fia
nem mesmo o uso dos iostrun, en ios proprio* ni*
s para as operaces como para aa iadsgacs.
Precedendo desta maoeira mea fim nloaatr*
seoio dar coitaa *o mooopolio. a criar eonlsaca
oa f nos doeoles que me on vires*, a ooieellegis
que me tem honrado com sua preaao(a.
Antes de mioba viagem a Europa, iratava oa
timbera de algumas doeoess de olhos, dsqaelUe
que nao aabiam dos caioa commnns ; nia
incumba dos doeoles a'olhos qa* preeisivaa* da
um Irabalho mais delicado, e mu parlicularateaia
dos que exigiam um* operaco; teisava taea
"!?,.i_aque"es *lue be" * amas eoa-
3.065.549S293
47.35194*1
92:6*49150
6:5009000
3,1129039734
99:1445150
43:8045146
3,621.6139381
Banco do Bra-
sil : Conla de
capital. Valor
foroecidopela
caixa matriz .
Emisso Valor
em circulaco
Letras a pagar.
Por dioheiio
tomado a pre-
mio......
Por saques. .
Contas corren-
tes. Saldo des-
ta conta .
Diversos. Saldo
de varias coo-
tss......
Ganhos e per-
das. Lucro su-
jeito a liqui-
dado ....
1.888:1539000
131.39090GO
2:981)838
4,803:3309000
Passivo.
2.000:0000OO
3.550:4009000
13i:067S653
5:720c00
6.823:8549838
14,103:3209252
139:7879653
2.079.047S951
6.290:590*078
43 49J9570
14,103:320g232
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correa.
Communicados.
Molestias de olhos.
Clnica medica ecirurgica do Dr. Coeme de S
Pertira, no capital da provincia de Pernam
buco.
Srs. Redactores.A falta de um jornal pro-
fessionsl me obriga a recorrer ao seu Otario pa-
ra a publicarlo de algn* casos de minha dioi-
ca, que julgo digoos de serem sabidos de lodos
tanto por sua novidade a qui, como pela sua im-
portancia ; e sobre ludo por que este irabalho
feto na inlencao de sanar urna necessidade pu-
blica e particular de transcendente valor.
peracao praticada or
mao instruida recuperasse su. i,i*. ***
Mas viajando tara instruirme, a ronbecead
esta palpitante necessidade. aproveilei-me da 00-
portunidade para ver, para pralicar, para apresf-
der o que a respeilo de molestia, de olhos
laltava; e com especiilidade as oper*caes a a>
ayagnoslico das molestias profaodas, trabalh'o na
ua maior parte, moderno, devidoa iovencio de
meus eiludos nena parle, nao me esqueci aea*
i*.!?! ame'S f P0r um 0,h0 "ruafial sobr*
um oho cgo, e corngir por esle meio a diformi-
dalelao repulsiv*. que rostos *hs bellos oa
bem p.recidos a presentara quaodo tvm um adato
vasado : e por idntico motivo tamberaestadal
a operaco do eslrabismo-00 aquella qe .
corngir a deiformid.de cbam.d.^z.rolho. oa ,**
goJevida a m oirecco dada aos seas movi-
mentos dos olhoi alias perfei.os, e que wa ca*
vicioconcorreriam foilemeoto par. o eforeao-
seamenio dos individuos que os lem.
Ora, se taea trabalhos lem sido por mira exe-
cutados-se sao elles importante, qu.e* or.m ,
rtPeSmrirIUJ,S? %^"a eatemaah*. qV.S
dem f e ere lito ? E isto o que v00 f.zer
um medico consciencioso e probo nao deve tn
mar como definitivo o resultado de sua. opeS
coes seoao pass.dos mezes. e mesmo annoa a 2
por este motivo principalmente que me liaft
privado de agradecimenlos pblicos. T??
memos que. se bem que lisongesens 0,io .
muito ao meu mor proprio. comilo por certa!
circumslanci.s vinh.m .Teoder minh. aZaST
(pon que oao iou immodesto) ; ma* hoie .! ,**
sao piados me.es e auno*. p0l. seZVco-i
deOnmvo o resallado de algn. ; e por ia* !
mesmo venho da-los .0 coobecimenlo dHobl "
co e desta msneira tambera a.iur.r mi.,
obngacao para com a redaccio de sua p.jriuTdia
na. que notar em lempo'algumas do minfc".
oper.coes e honrar-rae-h. com suas m.nei", tr
banss e offleosas. man deque t.l.," .""
dando aos seus redactores, ao* quaes ,ob Vlml
roaroente grato. conhecim*io pleno do resaltad.
das operaCoes por mim pralicadas, e das qoie*ii
foram informados seas leitores. 1*esj*
Como materia maia interessante IraUrei .
primeiro lugar das operaces de catarata Jor mim
praticdas oestes dous uUmo, inno. eVeca".
do da posicao dos olhos .rli0ci.es. iad.Tl fto
teiramente nova em Pernambuco; 7", !i '
.m" reSUa,0dmol'1e,olho. Stt
Antes de psssar adianto direi ao publico ...
as operares por mira pralicadas, ato ama' SE
feuas eacond.das da cla.se, ,0 coalrarfo mJSl
gas. que rae manifestar. desejo da ve-las nr.
ticaroupormeracuriosiJ.de, ou por .LV.
setene... tem sido convid.dus*. e poP.taa "o
alcance de podorem fazer outo lano ou mllhor-
pois qae para com elleano uha ua" ser
3\fxima. reaerva
Passemos agora a oossa breve exoosiro ia***.
ella .0 menos coneorrer p.r, proear .TS
f. os nosso desejoi e 01 nono, esforco.
Dr. Coime de Sd Pereira.
(Continua]
mais ag-
era animar
m resulta-
logada, com
00 dia 10 a
dirigido do
Flix Mo-
roeio dia
tarde des-
todo
cornmetlidas; aBrm.ndo que a epidemiana
lem de assustsMora-, e que aa ordena de S. Exc.
sao bem execotadas, e que tem encontrado todas
as autoridades policiaei em seus poitoi.
Em ttma cana da mosma data, dirigida de
Goianna S. Exc. dis o lazarista padre Cal-
mont o qae tem feito, e communica que em ama
volt, que deu a ca vallo durante cinco ou seis ho-
ras pelos lugares accommeltidos, aaeaaa encan
E.nayerdide, ama noraeacaobem honrosa para
a autondade que a realisou, poisque nesse nosso
amigo aeacham reun Jos o talento e a hsbilida-
de, com qae tem sabido dirigi-ce.aempre na vi-
L. ad;,8acj.' 5ue ce, ha Bastante
lampo. E probo, honesto, e mais qae ludo ius-
ticeiro. Damos os nossos emborss I elle e ao Sr
Di: juiz de direilo que oscollieu-o.
O nosso collaborador envia-noa o se-
guiote :
Abriremos o nosso trabalho de heje quei-
xando-aos dos tomos typographos, compositores,
' do voseo tirador de provas, por quanlo o
ma escriptoa resseutem-se de erros graves,'
algunsdos quaes iovertera o sentido ; porm co-
mo di* o Uitadoquem quer cavallo de graca
uao olha taxa,nos comentamos que mesmo
assim gejam impressos os nossos escrtptos.
1 81, Exe. oem prevaTelmente guiado pel con-
selho medico qoe o assiste, dividi a cidade em
distnctos de dlslrictos, alisloa os mdicos exis-
tentes oeste capital, e distribuio a cada um o seu
punto de viga, aislo sem que fossem elle* ouvi-

dos oero ailendldos. Prevemos, que se aprouver
Provideecla enviar ests capital o viajor do
Oaoges, taraaoos as mesmas scenas d'outro lem-
po : esbaojamento de dlnheiros pablicos sem
que a pojialajo frua-neohnm beneficio e seja
devastada pota epidemia. Os medico* encarre-
gadoa dos districtoi. cuidaro de soccorrer os
doentes das casas em que om lempo normal cos-
tum.am trata*, oa dsquelle de quera eiperam
graiiflcaco dos seus lervicos relevan'iesem tal
crise.
c Os pobres cario tendidos do mesmo modo
qae o serian oio harendo esta incumbarj*Jrdi
prasidencia, pota que 4 bem sabido, quo a classe
I medica entre us presta mais aerricoo aos pobres
N. B. Os marchantes Chrislovo Sanliago
do Njscjmeuto e Domingos Goncalves Pereira
Bastos, deixaram de matar todo o mez supra.
Matine* do gado vaccua para consumo da cidade
do Recife, no mez de dezembro prximo pas-
eado, eftecluada pelos marchantes abaixo de-
clarados :
Joao Jos de Medairos, oSJrexes, im-
portancia............................
Uma sociedade, 347 lexes, importan-
cia..................................
Joio Chrysostomo de Atbuquerque,
153'rezes, impotta*JBi..............
Vlrgicio oracio do freitae, Ul cazes
importancia.
Jos Fraocisco de Sburalrma, T42
rez's, ira portrtele..................
Luiz Antonio de Barros, 137 rezes,
importancia................,........
Mvxiniano C. Lucas de Mello, 130 re-
zes, importancia....................
Hanoel de Souza Tarares, 126 rozes,
i mportancia........................
Bellarmino Aires de Arocba, 120 re-
zes, importancia....................
Manoel Paulo de Albuquerque, 114
rezes, importancia..................
Fraaftjco Candido d Paz, 110 rezas,
is*)1*Wne8.........................
Ernesto Celestino de Mendooca, 101
rezee, impon*uci>..................
Feliciano Joaquim da Costa, 98 rezes,
importancia ........................
Joaquim Jaclotnu, 81 rezos, impor-
tancia..........*>...................
Jos Joaquim Ferreira, 49 rezei, im-
portancia............................
Miguel Alvea Lias*, 48 rezes, impor-
tancia...............................
Joo Carlos de Araujo, 47 rezes, im-
portancia............................
Pedro de Alhayde, 34 retes, impor-
tancia...............................
Pedro Prancisco da Costa, 20 rezes,
importancia.........................
Luiz Moreira de lleudaos*, 18 rezes,
importancia.........................
Luiz de Franca Soares, 18 rezes, im-
portancia............................
Maaoei Jos da Hesiurreico, 1 ros,
importancia........................
4
279J500
163$500
768500
75^500
719000
68$500
6590O0
63JW00
605000
57JJO00
555OOO
50g500
4900O
409500
24*500
249000
239500
I75OOO
IO9OOO
99000
99OOO
500
1:292|000
N. B. Continuara a deixar de matar es msr-
cbsntesChristovio Santiago do Naieimento e Do-
mingos Goncalves Pereira Bastos.
MORTAL1DAOE DO Bli 9 DO CORRISTE :
Domingos Lopes de Sint'Aona, fidhia, 56 innos,
solteiro, Bia-Vhita ; eajjjpitio cerebra/.
Se a classe medica nesta capital de Pernam-
buco tivesseorganisado seus meios de estudosde
modo que sa podesse constituir nao s animadora
oe alituma empresa, como juiz nes materias que
lhe dizera respeito, seu Diario estara livre deste
trabalho; e eu ceno do v*|0r quo a classe lhe da-
a, nao veria pessoalmeole contar os meus feitos
mdicos; mas como infelizmeole assira nao acon-
tece, e taes trabalhos se sao sabidos de algumas
pessoas, sao ignorados pela maior parte era des-
proveito do publico, dos meus interesses, poris
so recorro ao seu joroal para dar-lhe toda a pu-
blicidad!*.
.Nao igooro a irapropriedade quenista ha, e
ponanto o desmereciraento que a minina histo-
rias possa provir utilis.odo-me do seu joroal;
jornal livre para receber todo equalquertrsbslho
de letras sem uma pessoa, ou pessoas que lhe
acam a previa censura, e pos.am com ella fechar
a porta a aventureiros ; e do que resulta, pela
muita franqueza e liberdade que ha, correrera
confundidos no mesrao prelo os trabalhos dos
charlaies, e dos homeos illuslrados : isto mui
cerlo, ea bem o cooheco ; porm oao teuho ou-
tro caminho a seguir querendo dar publtcidade
a alguns casos de minha clnica.
A historia das doencas, e dos doentes foi, e
aioda de grande importancia para a medicina ;
sem ella nada de esUUslica medica ; desconhe-
cida flearia a phase de sciencia medica ; os con-
temporneos nao leara motivo para anas pol-
micas escolares ; os vtndouros Qcariam sem base
para o estudo do passado, e talvez privados de
aeerlarem valeodo-se das verdades, ou dos er-
ros dos seus antep.ssados, e impossibilitadoa de
de transmlttir aos que Ihes succedessem seu jui-
zo a tal respeito, e sobre lado de notar-lhes com
documentos authenticos esta a< luida te bem co-
nhecida em iua claase, pela qual se nao cesss
nunce na indagaco das cousai que podem tazar
bem, oa mal a saude do humera ; alongar, ou
eocurtar sua exisleocia, minorar seu. soffrimen-
tos.e proporcionar meios de melhorgossr a vida.
Este deve ser o principal fim das historias dos
doentes, quaodo o medico tem de escrev-laa :
mas, no caso ero que me acho, e por cujo motivo
recorro a esle Diario alm desle, ha um outro
que quero descobrir antes que o achem, se bem
que elle nao estej muito occullo : eu quero que
o publico, e os meus oollegas em particular to-
mem coohecimento minucioso da historia fiel de
alguns caso* de molestia de olhoi apparecidos
em minha clinica, e por mim tratados ; eujos re-
sultadoa em nada sao inferiores sos que eblive-
ram, e vflo obleodo os grandes mdicos da Euro-
pa ; e se procedo assim, porque quero que ae
n* '3** Ml8 re'u,t*(j0 ,ao a' e ** Talioso,
como fllho da fortuna, ajudando aos ousados.maa
aim como filho- uaicameole .de muito trabalho, de
muito zelo, e quic de alguma illustraco minha.
E esta minha particular leocao; ae conseguir mos-
trar este resultado, os meas collegas o o publico
podero dlzer com bailante fundamento qne, ex-
cepcao de certas circunstancias, taes como dis-
iracces, ma tanca de clima, e influencias locaes,
um doente podera obter, tanto aqu, como na Eu-
ropa, o restabelecimeoto de sua saude ; e que,
se deixam alguna sua patria para trat.r-ae
longe deila, nao por talla de quem os trate de-
vidamoale, asas atm porque o desejo de um
doeole junto s suas posses pode ofusea-lo a pon-
to de nao ver a realidade, o acreditar aioda em
certos milagros ; am certos commodos qne o es-
trangeiro encontr quando risja ; a em certas
ecoaomiaa.
Mas onde est a utilidade publica o parlicola-
noi casos de minha climica qae desejo dar publir
cidade ? alguem aioda perguntar, e em poucas
pslavrss eu lhe reipondere:trata-se das molea-
liis de olhos; dar vista a cegos.tir.r da mendiguez
o restituir ao trabalho pessoas, que por falta de Til-
la se entregavam a pedintaria, oa nao preitavam dem
maia servico algum, restituir alma o orgo qne j
nico lhe pode fazer gour de bello panorama do >
querida
PoblicAgfeg a peuieo.
Illctsato.
Aquella flor pequenina
Que me dstes, Ohndina,
Guardo-a juolo ao coraco :
De minh'alma estremecida
E o echo... oh I sim
E' a la cooQsso I...
Porm dize-roe, donzella,
Tu s-bias que revella
Essa lo mimosa Qr?
Ou travesa quantn s linda
Ser isso um brinco aioda
Do leu genio engaador?...
Oh I quem sabe? I... Eu tenho rtJo-
Deteouvir..._hfljasegfe(1
Nao m o digas, virgem, nao ;
bolra erabora ene raarlyrio
Mas nao quero, oh I branco Ivrio
Perder mais esta illuso I... "
C. G. Bar reto.
ELOGIOS AO FALLA.DOR.
Na roa do Livramenlo
Ha ura certo vendelho.
Em fallar da vida alheis,
E a sua oceupaco.
Tenho visto horneras selragens,
Porm como esle ainda nao t ;
Occupa-se fallando d'outros,
E nao olha para ai I
Podera pastar sem comer
Para fallar ds vida alheia ;
De criticas e enredos
A bocea sempre asta cheia ;
Falla de toda a vi.iohanca,
De caixeiros principalmente;
Nao se lerobra aqueile estupido
Que essas aeces nao sao de gente l
Pensa, talvez, esse selrsgem I
Qne todos sao iguaea a elle ;
Sos vida criticar
De quem nunca criticn del!*.
Essa liogua lo comprida
preciso de*bosla-la ;
E se fr continuando
A accao lhe sahir cara !
Os ofendidos.
tOJttjm&jjmto*
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca o-
bre o Banco do Brasil qualquer quantia
a rista, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisca
Joao de Barros.
Praca do Recife 9 de
Janeiro de 1862.
\s t|uatro horas datourtie.
Ctucijas da junta de earpetores.
Nao houverim concdes.
J. ds Crux MacHopresidonte.
Jobo Gatissecretario.
Alfai sa *teCa.
sendiatento do da i a 8 .
do dis 9 -
78:953|1af
:8#48S
03tl|ei2
i_





- ski-a mu n)MM) m ,<*.

VolmMOrtBO*OBteattdaa.. -
tora gneros.. 79
VeJtsnein salidas
gent
COSS faztOdoo.., 53
com gneros.. 175
79
830
Desearragaat hoje 10 da jaoeiro.
Brtgee brasileiroBeberibeeharque.
Brigue hespanhol Noto Martinidem.
PaUcha inglezMinganbacalhao.
Patacho iog'ezBusybacalho.
Brigue ioglazCresceotebacalho.
fmfrimtfhm.
Brigue fraseas Palettro, viodo do Havre, ma-
otfeetou o segu n le :
800 gigos batalii e mais 31 velumes com fa-
sendasde algodio. de la, roupa. chapeo, cou-
Mi, calcado, trastes,~papel; a E. A. Burla & G.
16 volames quiequilharias, chapeo, marcea-
ra, cartas, ele. ; a Ales A C.
12 canas chapeos, requifes, perfumara, papel,
liros a aapoletas ; a Monaeiro & Lopes.
1 barra a 80 meiqa manleiga, 2 caisas cha-
pea, perfumara e ferragens ; a Isidoro Halliday
4C. >
44 ealtaa papel, perfumara, calimbos, rumo,
coaros, velas, etc 25 barris e 30 meioi mantei-
ga ; a Francisco Airas de Pioho.
4 barril vtoho ; a E. Lecorote.
15 volumes fumo, quadroa, perfumarla, papel,
4iala, couros, clcheles ; a Melto Lobo & C.
2 calcas appsrelhns ; a Baudichoa.
1 dita faino ; a J. L. Bourgard.
8 ditas marroquins, porcelana, alfinelos, cha-
peos, perfumara, espoletas, chales de casemira ;
Henrique & Ateedo.
10 barris e "0 meios mantelga, 1 caita vidros ;
A. Roberto 4 Filbos.
125 barris e 150 meios manleiga, 250 gigos ba-
tatas ; a Tisset freres.
25 barris etjO meios maoteiga, 6 caixas por-
eftlaoa, vidros a medicamentos ; a Bartholomeu
jr de S)uza.
4 caizaa ridros e drogas ; a J. A Piolo.
5 ditas pianos ; a J. Vignes.
2 ditas chapeos, caribes vazios e sedas ; a A.
C. de Abreu.
25 harria e 50 meios maoteiga ; a Tssso Ir-
Bao.
1 caita drogas ; a J. k. da Silva Guiraaraes.
8 caixas eouros. perfumaras, mercearlas e
obras de folbs ; a Parete Vianna & C.
3 caixas agua de Culooia ; a Cmara & Gal-
n trios.
3 dita* vidros e drogas ; a Jos de Pioho Bor-
ges.
7 caixas a 1 fardo fazendas de algodao, de la,
0 45 barris e 50 meios maoteiga ; a Schafeilliu I
*C.
4 caix*s peitoa de camisa e lateadas da al-
godao ; a LiolenWiU&C.
3 caitaa Uzeadas de Igodo, de la, e filas de
seda ; a Kalkmaun & (,.
5 caitas chapeos e ditos de fellro ; a Christia-
d rmos.
2 caitas fazendas de algodin. 1 dita chapeos e
30 cains sardlohas ; a Joio Keller & C.
2 caitas Untas e objectos de escritorio ; a R.
Bicolle.
1 dita livros; a Almeida Gomes Ales & C.
1 volme couros, chapeos, clcheles, agulhas,
tedas e vestidos; a Ferreira & Araujo.
3 caitas couros e calcados, 3 ditas roupas, 1
dita quinquilharia, 1 dita porcelana, 3 ditas e6
fardos fazendas de lia e seda, de algodao e linho,
1 dita e 1 embralho amostras ; a F. Souvage
& C
45 barris e 50 meios maoteiga ; a Rabe Scha-
meltau & C.
150 ditos e 150 meios dita ; a Johnston Pater
1 caita agulhas ; a H. Adonr & C.
. 50 barris e 75 meios maoteiga ; a Krabbe
Thom & C.
6 caitas e 2 barris machina de lavar roops,
papel, medicamentos, linhas, pregos, crytaes ;
a ordena.
10 caitas vidros ; a Fragoso & alie.
100 barris e 100 meios manl-iga, 20 caitas ssr-
dinhas, 6 ditas e 6 fardos fazendas de seda, de al-
godao, roupa, etc., 1 caita amostras ; a N. O.
Bieber & C.
25 barris e 25 meios matiteiga. caitas fazen-
das de algodao ; a DamrBayer& C
5 barris presos ; a John E. Chrisliaoi.
25 ditos e 25 meios maoteiga, 12 caitas porce-
lana, trastes, coares, lia para bordar, cal;*do e
chapeos ; a SeveFilhos& C.
3 volumes moiohos e ferramentas ; a F. Du-
ba rry*.'
37 caitas widres, pspel de msica, chicotes,
cutilarja, orgaos, azeite de bacalho, etc. ; a L.
Delouche.
5 caitas reqaifes, marroques, fitas, clcheles ;
a Vsz& Leal.
5ditasci;adoa; a J. P. Arantes.
2 ditas fazendas de la, de algodao, mascaras,
escovas, cacado, modas, ele ; a Maooel & C.
9 volantes cidos, pellea, medicamentos, esco-
vas. i oapressos, barbantes, vidros, Jete.; a Caors
t Barbosa.
1 caita chapeos de feltro; a Maia Irmo.
1 dita objectos mecnicos ; a Ramos Duprat
&C
15 caita* aardinhas, 3 volumes dragas ; a Joao
da Silva Fara.
4 barris pregos ; a Braoder a Brandis.
1 fardo e 18 caltas fazendas de algodao, de li-
nho e algodao, de laa e algodao, chapeos, couros
chrystaes, pelles, espelso*. objectos diversos,
chales, etc., 50 birris e 50 meios maateiga, 3
embrulhos amostras ; a D. P. Wild & C.
Exportaysio
Dia 8 de jaoeiro.
Barca ingleza Mary Miller, para Gibraltar, car-
regaram :
Patoa Nash 4 C, 1,300 saceos com 6,000 arro-
bas de assucar.
Brigue francez Palestra, para o Havre, carre-
jara m :
Tisset-frers 1,400 saceos cora 7,000 arrobas de
assucar.
Barca iogleza Sarah, para Liverpool, carrega-
ram:
Johnston Pater & C, 1,400 saceos com 7,000
arrobas de assucar.
Viuva Amorim & Filhos, 184 saceos com 942
arrobas e 11 libras de algodlo.
James Byder & C, 1,400 saceos com 7,000 ar-
robas de aaaucar.
Galera iogleza Rosamond, para Valparaizo, car-J
regaram :
Johnston Pater & C, 1,500 saccoa com 7,500
arrobas de assucar.
Brigue dinamarquez Johannet, pars o Rio da
Prata, carregaram :
Amorim lrmos, 400 barricas com 2,912 arro-
bas e 12 libras de assucar.
neeetaeduria de rendis Internas
geraes de Pernambueo
Bendimento do dia 1 a 8 3:568#595
dem do da 9...... 1:21814
4860^409
Consalado provincial.
Bendimento do da 1 a 8 W^lMO
dem do dia 9......: 4.499.133
A noHe clan oo* slgaas oevoeiros vento va-
riare! de iotensidade e asaim amanheceu.
OOCUACIO DA AR.
Preamar as jal 4' da maaha, altura 5.4 p.
Baita-maa^H6h. 0' da Urda, altura 1,8 p.
Observalrtsfdo arsenal do marinha, 9 de Ja-
neiro de 1802.
rosaho STirrn,
1* lente.
Varios entrado no dia 9.
Ass6 das, biate brasileiro Nicolao /, de 48
toneladas, capito Pedro Jos Francisco, equi-
pagem 6, carga sal, cera de carnauba e outros
gneros.
Rio de Jaoeiro24 dtaa, brigue chileno Meteoro,
de 211 toneladas, capio Martlos Holro, equi-
pagem 8. em lastro; a Amorim & Irmo.
Naviot tahiiot no metmo ii*.
PenedoHiate braaileiro Camaragibe capillo
Juslioiano dos Ssatos, carga sal.
Gaiaonavapor de reboque Camarayile, com-
ruandaoie Aotono Rodrigues de Olivelra.
Canal pelo Cear Barca dinamarqueza OU6,
capillo W. G. Gronoebek, em lastro.
1
ditae&.
O Ilion. Sr inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para coohecimenlo
dos intdressados o art. 48 da lei provincial n.
510 do 18 da juoho do correte aoao.
Art. 48. E' pernaittido pagar-se a meia aisa
dos escravos comprado* em qualquer lempo an-
terior a data da presente lei independente de re-
valida^o e multa, urna voz que os devedorea
actuaea desle imposto, o fagan dentro do exerci-
cin de 1861 a 1862, os que nao o fizerem flearo
sujeitos a revalidacao e multa em dobro. sendo
un largo para o denunciante. A thesouraria ta-
ri annunclar por edital nos prirneiros 10 das de
cada mez a presente dfsposi(o.
E para constar se man Jou affixar o presente e
publicar pelo Diarlo
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 8 dejulho de 1861.
O aeeretario,
A. F. da Assumpgao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimeoto de resoluto da junta da
fazenda, manda fazar publico, que a arremataco
das obras do calcameolo da ra do Imperador e
Campo das Princezas, e da coserla do edificio des-
tinado para o Gymnasio Provincial, ficou trans-
ferida pars o dta 23 do correte.
E para constar se mandou aluzar o presente e
publicar pelo Diario.
^Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 9 de Janeiro de 1862.0 secretario, A.
F. da Anuunciaro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, manda fazer publico, que o thesoureiro da
sesma thesouraria est antorisado a pagar do
dia 8 do correte por diaote, os juros das apoti-
ces da divida publica provincial, vencidos al o
ultimo de dezembro protimo lindo.
E para constar se mandou affitar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 4 de Janeiro de 1862. 0 secretario,
Antonio F. de AonunciaQo._______________
Rio de Janeiro
O brigue nacional Velo pretende seguir com
O brigue nscion.l Vlot pretende segoir cottT;" r* ^flfriV' ^T"0
aulla brevidade, temperie de seo c.rregamenlo J<
a bordo : para o reata que lhe falta, trnta.es
com os seos consigoalarios Antonio Luis deOii-
veira Azevedo 4 C., no seu escrlplorlo
Cruz o. 1.

COWPAIffliyRiWaiRA
Patooires & U9 8-
E' escara lo dos portes do aul tos da 12 do
correte um dos vaporen, da compashia, o qual
depoia da demora do costume segoirA para os
porto* do norte.
Desde j recobea-se paseageiros a eogaja-se
a carga que o vapor poder condniir, a qual de-
ver ser embarcada oo dia de sas ehegade, on-
tommendas, dinheiro a (tele at o dia da sabida
aa 2 horas : agencia na ra da Cruz o. 1, escrip-
lorio de Antonio Loiz de Olivelra Azevedo A|C.
Pata a Baha segne o palhaboie Santo Amaro,
para alguma pouca carga que lhe falta trata-se
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na ra da Madre de Deus.n. 12.
Para.
Em direitura o palhsbote Sania Cruz recebe
carga a frele a tratar com Caelaoo Cyriaco da C.
H. & Irmio; oo lado do Corpo Santo o. 23.
Para
cP^P Dorairaao-dOsVSaitofl; recete uso testo
t tratar ios
meiafo
da carga I frese postagotros, l tratar tota Aao-
nm Iraiao ra da Bras O. 3, tu con
capillo.
Lisboa.
Pretenderos! MHB brevrdsdt o brigue portu-
guez Soberano por >r parle de ac.i carrega-
ompto : para o resto a passafcelros, tfa-
Fooseca
. ......>giugi aiauru ue i>eoa ii. 7, pri-
meiro andar, ou com capitao na ra;a.
LHloes.
M
Movis, crystaes etc.
Ao correr do mattetlo.
Sexta-feira 10 do corrente.
O agente Guimarie no da cima pelas 11
horas em ponto, far 1-llao aem onohuma reser-
va de prego de ludo quaoio se schar patente em
seu armazem para aaeim diminuir parte de seu*
sSuodantes movis cojo leltSo teri lagar era o
dilo seu armazem na ruado Imperador n. 37.
LEILO
DE
\
nGSlBIi.
Quiata-feir 9 do corrente.
Por novo despacho do Illa. Sr. juiz munici-
pal da primein vara, o agente Pestaa farf lei -
lio por conla de quem perlencer de porgo de
caibros, travei'e tahoai arruiaadas : qu'nta feira
9 do correte Dlas 10 horas da maoha na ras
de Apollo n. 19.
iJe//iiraso*3s.
v
Rio de Janeiro,
segu por estes das o veleiro brigue cCruzeiro
do Sul : para a pouca carga que lhe falla, e es-
cravos, trala-se com os consignatarios Antunes,
Guimaraes &C no largo da AssemMi n. 15.
ARMAZEM JROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
Largo ila Penlia
do qne em nutra
mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se fari
AHanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado neste armazem, asaim coao veade-se por menos 5 a 10 por ceoto
qualquer parte.
tfmmtelg* ingleza,
abatimeoto.
Jianteiga irai\eeza a mJ noTa too rt#i tm barrilt e 60 rt a libri
V^WjWi aO realO ehegadot naste altimo vapor por 3pOOO.
"*^*1 ^ lanarliaOS de 8a?,r|r qualiJado e muilo frescaes a 800 intelro, em libra
4,1$000.
^ pero\a, uysson e pteto elh0fe, qu, ha no aetcl0 3im ^
2JKI0O rs a libra. ^"
PrexTinlo para amute maUo novos. 500 r8 libra
Preznnto do reino de iap,rior qutli(lade a 4i0 rl> inleir0i 1480' rf> t lihrt
9 AlnlU*3 0 rnelhor petisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a If libro.
Tomeinno do reino 3W r, ,lbrai e arroba a9|000
CUontlIjaS e naiOS cheg.dos oeste ultimo navio, a 720 rs.
Ban\&a de porco retinada 4g0 r(.
se for em barril a 440 rs. a libra.
^latmeiada imOeriai a(amad0 Abreu e de outros muilos fabricantes de Liahoa
a 90J rs. a libra, em Islas de 2 libra* por ljjGOO afiaoca-se a boa qualidade.
a libra,
e em lala com 10 libras, por 4*500 rs e
N^ac* de tomate em Ulai de ama iibra por 900 n.
\memAoas e conteos era i.lMdtJa ibra8
proprio psra mimo, a 2f000.
maito
contendo, differeotes qoilidades,
Erviihas trncelas
500
a BOU rs.
Wetria, maeai?ro et%W.rim a
a.T_ __
e porluguezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em mei
as
Polica.
Pela secretaria de polica se faz publico que
foi preso no termo da Estada o preto criouie de
nome Vicente, que diz ser escravo de Domingos
Pereira da Costa, morador no engenho Jundi,
termo de Nasarelh.
Secretaria de polica de Pernambueo, 9 de Ja-
neiro de 1862.
Dr. J. Campos.
GompaDhiade cavallara.
Nao lendo apparecido hoje licitantes ao forne-
cimento do rancho eforragens, na forma dos an-
ooneioa publicados por este Diario nos diss 4 e
7 do correte, a ezcepfao do Sr. Antonio Nor-
berlo do Souza Lealdaoe, que offereceu o forue-
cimento de ditas forragens por um prego mais
alte de qne o marcado pela thesouraria de fazea-
da : de novo o 'capttio cooimaodanie espada
para o dia 13 do corrente a concurrencia dos li-
citantes as 10 horas, na secretaria desta compa-
nhia.
Quartel do Campo das Princezas, 9 de Janeiro
de 1802.
M. Porfirio de Castro Araujo, capillo comman-
dante.
Directora eral da instruc-
Rio de Janeiro
Pretende seguir cem maiia brevidade o patacho
nacional Cupoam, tem parle de aeu carrega-
menlo prompto : para o resto qua lhe falta, tra-
ta-secom osseus consigoalarios Azevo lo & hien-
des, seu no escriptorio ra da Cruz u. I.
Quarta-feira 1S do corrate.
O agente Pinto autorisado pelo Eim. Sr. de-
sembargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
quo relirou-se desta previocia para a do Rio
Grande do Sul, far leiio no dia aeirna mencio-
narlo e aem reserva de prego de todos os movis
existentes em sua rasa de residencia na ra no-
va de Santa Rita n. 47 (casa perteocente ao
Dantas), consislindo de urna rica mobilia de
aaos.no, urna mesa elstica de mogno que admit-
i 50 pessoas, guarda-roupa, secretaria, appara-
dores. mesas, marquzss, -esdeiras, commodas,
lavatorios, camas francezas, ditas de ferro, lou^a,
vidros, rrystaese muitos outros objectos que es-
tario patentes.
N'sta mesma oecasilo vender tambem 3 lus-
tre-, 6 arandelas, 7 globos redondos e 10 cadei-
ras de amarollo.
Priocipiar aa 10 horas em Ponto
N0Ze8 rouil0 00Taa a, bra> ijjk o rs. a
Boiio traneez
400 rs. a libra e em caita a S)".
librs.
mimo a 600 rs.
mois superior qu ha a lgOOO rs. a garrafa e em caixa se tara
geral
gao publica.
40:190*713
MoTimento do porto.
-
fforas.
a
B
U
Khmospharo
3E
Dir te fio.
s
so
m | Men$iisih.
L.J______
S 2S g
| Farnanstti.
ta 3
en
.8
"o
2 3 23
2 I Ctwfif raio.
o
es
i
n
|
Por ordem do Illm. Sr. Dr. director geral se
faz publico que os exames de preparatorios para
a matricula do curso comroercial peroambucano
devem comecar do dia 15 do corrente e (indar a
15 de (evereiro vindouro, de conformidade com
o dispoito no art. 23 do regulamento interoo de
14 de dezembro de 1860 ; devendo os que qui-
zerena ser sdmittidos a fame requerer ao mes-
no Sr. director geral, na forma do art. 25 do ci-
tado regulamento.
Secretaria da nsiru'-cao publica de Pernambu-
eo 2 de Janeiro de 1861.
O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Por ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de poli-
ca da provincia, te fez publico que, na casa de
detencao se acha recoihido um preto, de cerca-
do 30 aonos de idade, que diz chamar-se Lucio
Cavslcantie que se er ser escravo fgido, por.
ter sido encontrado com urna corrente ao pesc-
lo ao passar a ponte dos Carvalhos no termo do
Cabo. Secrelaria de polica de Pernambueo 7 de
dezembro de 1861.O secretario, Dr. Joaquim
Jo& de Campos.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguioie* :
Para o hospital militar.
50 cobertores ou mantas de lia.
24 camisas de meia.
2 bacas de rame com 10 palmos de circun-
ferencia.
2 ditas de dito com 8 dilos.
2 ditas de dito com 6 ditos.
2 ditas de dilo coa 4 ditos.
Para a fortaleza de ltamarac.
1 mattro para bandeira grande de Alelo.
3 pas de ferro.
1 remo de governo para canoa.
Para o arsenal de guerra.
10 toneladas de carvio de pedra.
1 folha.
Quem quizar vender taes objectos aprsenle
as sua* propostas em carta fechada na secretaria
do sooselbo, s 10 horas da mannia do dia 10 do
correle aros.
Sala das sessoes do referido conselho, 3 de ja-
seiro do 186S.
Bento Joti Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Mtxandre Augusto as Fros \iltar,
Vogal a secretario interine.
Santa casa de Misericor-
dia do Recie.
[0 Illm. Sr. teneate-coronel Justina Partir de
arias, iMsooreiroesmoler interino da santa ca-
sa de misericordia do Reclfe, manda fazer publi-
co quo no dia 20 do correle, pelas 10 horas da
maohaa, faz pagamento daa respectivas mensa-
lidades vencidas at dezembro ultimo as amas
que compareceris acompanbadas das crianzas.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recifs, 9 de Janeiro de 186
F. Cavaieanti Countiro,
Esc ri vio.
COMPASHIA PERMHBUCAIU
DE
\avegaco costeira a vapor
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acoracu' e Granja.
O vapor lgunrasf. commandaote Vianna,
sahii para os portos do norte de sua escala al
a Granja no dia 20 do correla mez s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 18 ao meio dia. En-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at o
diada sabida s 2 horas: escriptorio no Forte
do Uattos n. 1.
W*&M
DA
Taberna sita na ra Im-
perial numero 193.
A dinheiro ou a prazo.r
Terca-feira 12 do corrente as
11 horas em ponto.
lagrimas do Douro a 18600 rs. a garrafa, Porto fino, Vei-
a 10200 em caira se far abalimenio.
1} a garrafa e em caixa a 9j a dazia.
a 16 a dozia e a lgOO g garrafa, afflanca se a boa
marcas a o$ a doria, s
PELO AGENTE
GlMARAFS.
O referido agente tara leiio por coala e risco
de quero pertencr da taberna cima declarada
do da o hora cima consistalo en completo
soriimenio de molhades n que se achara esa pet-
faito estado e armadlo. Tambem se retalhar a
dinheiro. i
em cartes multo enfeitados proprios para
Geaelira ingleza a
aba'imeoto.
GeueVvta le Hottanda 6mo rs.. f(a5queir.., 5eo. o baseo:
Vinuos en garra lados
turia, Duque do Porto.
V\aVio Worde -\\x d miig acreJiladmarcasa
aaapagae de diCferentes marcas
qualidade.
\TerU&evf a set\ei% e >\nla\\a # de outrM multas
a 500 rs. a garrafa.
W lB.\iO em pipa pori0> Lisboa e Figueira a 3,500, If e 4*500 a caada.
n^SneTmaSete IUpetior a 740 rs. em cala, e 760 rs. a libra.
atalas novas em gig08 de uma arr0ba a i.
CllOCO laVe M m superiores, hespanhol a 18200, francez a 1J. porlugoez a 800 rs. a libra
I lgOS .a e 5n\n\ieilTe mul0 no'o, em cairas de 8 libras por *500, e em libra a
320 rs.
Wftffiffis de engommar, rauilo alva a 100 ts. a libra.
rVmeniO&S de casca Bcie a 400 rs. a libra.
\zeit
GOIPANHU PERKAIBUCilU
DE
jNavega( costeira a vapor
O vapor Persinunga com mandante Moura, sa-
hlr para os portos do sul de sua escala no dia 15
do corrente mez as 5 horas da larde.
Recebe carga at o dia 14 ao meio-dia, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio oo Forte do
Mallos n. 1.
Maraiiho e Para.
O patacho Panlino segu com brevidade, po-
de receber alguma carga para ambos os portos :
trala-se com os consignatarios Marques, Barros
& C largo do Corpo Santo o. 6.
Rio de Janeiro
O brigue Belizarioa saho na presente semans,
pode receber alguma- carga escravos s frele :
trata-se com os consignatarios Marques, Barros
& C, largo do Corpo Santo n. 6.
Urna escrava peca
H-je 10 do corrente.
O agente Guimaraes far leilao de urna escrava
parda que engomma, co?o e cosinha o diario de
uma casa de familia, no dia acims pelas 11 ho-
ras emseu armazem na ra do Imperador n, 37.
jLCe reQnsdo a 800 ra. agarrafa e em caixa a 9j.
Inipa*riente dos gneros apnunciados encontrar o respeitivel publico grande sorlirxen-
to de gneros, tudo de superior qualidade.
Aviso.
Lindeza.
Avisos diYflrsoa.
Gabinete Portuguez de
Leitura.

I^mfe'
DAS
_J| | Hugrometro.
5*
i
Ciatarsto hydra-
mtlriea.
.2 3
"i "tJD
% 8
S 2
I?
Francez.
9
'8
8
i /najlex.
Atsos martimos.
Icssageries impetiales.
Al o dia 14 do corrente tspara.se da Europa
o vapor francez Guienne, commandaote Enout.
o qual depois da demora do costume seguir pa-
ra o Rie de Janeiro totanlo na Baha, para pas-
sagens etc., trata-ae aa agencia iua do Trapiche
o.9.
A directora deste estabelecimenlo so-
bre-maneira contristada com o prematura
a deploravel falledmento de S. M. P. el-
Iroi o Sr. D. Pedro V, e bem convencida de
rfie ignses sentimntos dominam o cora-
caede cada um do* Srs. astociadoa dame
Gabinete, er s'atiafszer um dos seus mais
ntimos desejos, convidando-as a assisli-
rem a orna missa de rquiem, qne se ha
an celebrar no dia 14 do mez vigente, na
igreja de N S. da Conceigo dos Militares,
atboraa da raaaht, em suffngio pela
eterno repooso da alma do augusto finado;
e, poif, espera a mesma directora que to
dos os Srs. associados, aem distioccao de
oaconaldade e os seus compatriotas em
geral, se dignem concoirer a um acto tao
po e religiosa, ultimo tributo saudosa
memoria de to virtaoso soberano.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Lei-
tura 9 de Janeiro de 1862. Joaquim Ge-
rardo de Baslos, 1* secretario.
lio de Janeiro
O veleiro o bem coobecido brigne nacional
camaoa pretende seguir com multa brevidade,
tem parte deten carregamento prompto ; para o
resto que lhe falla, trats-se com os seus Consig-
natarios Aotonio Luis de Oliveira Azevedo & .,
no aeu escriptorio ra da Crut n.l,
COMPANHfARBRASILEIRA
MQ1RS8 l TOIML
At o dia 15 do corrente aqni esperado dos
portos do norte o vapor Tocaotins, comraan-
danle o primeiro tenente l'edro Hyppolito Duar-
te, o qaal depois da demora do costume seguir
para os portos do sol.
Deseo j recebem-se pasugeiros, e engaia-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual ds-
ver se embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro a frele e encommendaa at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz da Oliveira Azevedo
Para o Aracty e Assu'
egue o maia breva fas for poasivot o hiato Ex-
halaco i pata carga o neaeegoirea, trata aa com
Gu>gel rtelos no ra da Catea do lenfe s. 23.
1* andas.
Para a Ilha de S. Miguel deve seguir com
multa brevidade o brigue escuqa portugus. Cliot,
Gabinete Portuguez de
Leitura.
A directora fas saber aos Srs. associa-
dos que abo hsveri expediente na estaba
lecimeete na prxima ter^a-feira 14 do
correte, dia tm que por parte deste Ga-
binete, se ha de Celebrar uma rarast pelo
eterno repouao de finado roi do Portugal O
Sr. D. Pedro V, de saudosa memoria.
Secretaria do Gabinete Portuguez da Lei-
tura 0 de jaoeiro de 1881. Joaquim Ge-
rardo de Bastos, 1* secretario.
ttoga-se ao creaorn asaim ua Braca como
do mal, do finado Antonio itorifs Vieira,
queirac apresentar-se no da 16 do cortete, a
tO horas do dia, na rus da Gola n. 38, para ve-
rema estado em que o mesma c eiroa os seus
negocios, e lomaren uma deliberacl Mlptlto,
e remetterem assuas contaa na caes ma.
^ B. P. Harris, J. A. H. Halones, H. HosVys,
W. fi. Starralrs, Dr. W. 11. Valpis, sua tenhora e
1 filhoa meaores, sub Jilos ingleatl, ?le a Eu-
ropa. "!
Alags-8e um terreno em Santo amaro jun-
io do hospital ingles,, com 55 palmea de Iraole e
840 a fundo, todo plantado de captas, com sr-
voras dw fruclo J parte le un grande viveiro,
aaclmbt, etc., muito proafb psrt carroetira; a
tratar a" meame lagar defronte da casa de aaude
na lerf ira casa terea, o na fui da Gaast- d
Reclfe n. 18, prifceir* WT.
No dia 18 de julho de 1861 fugio do Guriohe-
sioho, Iregnezia de Guarabira, o escravo Joa-
quim, cabra, com 40 aonos, cabellos r,-retos e
quasi carapinhos, lem o rosto descarnado, pouca
barbr, pannos pretus as duas faces, nariz afila-
do, olhar velhaco. bocea regular, denles inteiros,
limados e gastos, pescoc-i bem groso desde a
nuca at o tronco, hombros cahidos a ponto de
nao sustentaren) os suspensorios, altura regular,
oes e mies grandes, chaboqueiros, cheios do
veas, muito bem empernado, lem bons bracos,
falla pouco, cortez, gosta de cantar Idas, est
acosturaado a almocrevar e a tirar gado como
tange lor. Dous das depois de fgido appareceu
era Bezerros, d'onde veio para o Recife em pro-
cura de cerio individuo que lhe deu valhacouto,
e presume-se que est agregado a algum enge-
nho. O dono protesta usar de lodo o rigor da lei
contra quem o tiver oceulto ; qnera o pegar po-
de leva-lo ao seu senhor Jos Justino da Costa
Brilo, no lugar rooacionado, ou ao reverendo Dr.
padre Joaquim Graciano de Araojo^na roa da
Santa Cruz n. 61, que ser generosamente re-
compensado.
aV9S9999A*9S99*9 999*
9 Jote Gonjalves Furr -ira Coala lem orna 9
casa Ierres na rus da Fundico para alu- fjj)
sj gar-*e de 12J por mz. com 2 salas, 2 m
ft) quartos, quintal cora cacimba fora, e tam- t)
tf bem lem uma canoa de carreira para ven- 0
9 der : a fallar com o mesmo em Santo 9
tj) Amaro. II
Precisa-se
fallar ao Sr. Ignacio Tiburcio do Amara! para se
lhe entregar duaa cartas vindas do Rio Grande
do Norte, a por isso queira aonunciar sua mora-
da por este Diarlo para lheserem entregues.
Ami de leite
Precisa-se com urgencia de uina ama
de leite Dropria em tudo, para tomar
ceJafajt de uma creanca, nao se far diffi-
culdade alguma acerca de paga, e serve
forra ou captiva: a tratar na ra do
Trapiche, armazem n. 11.
Monte Fio popular Per-
Barabucano.
Vende-se fazenia denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arle, ra da Imperalriz n. 20.
Riscado monstro.
Vende-se rucado mouslro, fazenda muilo eco-
nmica para o uso domestico por ter grande lar-
gura e o seu preco ser de S00 rs. o covado: na
ra da Imperalriz, loja n. SO, do Duarte.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 8>, que j se venleram a 16}, para
acabar : na rui da Imperalriz, loja n. SO, do
Duarte.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados muito recota-
mendaveis para as meninas queeslo passaodo a
fesl* nos amenos arrabil les desta heroica cidad-,
a prego de 2$ cada um : na ra da Imperalriz,
1 >ja n. 20, do Duerle. Na dita loja cima achara
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado oorllmeato de fazeodas, tudo
baratissimo. >
Sitio na Varzea para
vender.
V gem do rio Cipbaribe junto ao do Calazans, com
casa de vivenda e divenas arvores de fmeib,
proprio para morada ou passar fesla : a tratar
oo sitio do Ambol que fica por detraz do sitio
do padre Dmaso, ou em Olinda defronte da igre-
ja de Guadalupe.
Vende-se uma escrava criou'a de idade de>
28 annos: quem a pretender, dirija-se a rna de>
Pilar n. 143.
Veude-se a taberna da ra da Aurora n. 74
e tem bons com modos para familia : quem a pro-
tender, dirjanse a mesma tratar.
Caixas com passas a 800 rs e
1280.
Vendem-se cairiohas com passas, de quartas e>
oitavas a 800ra. e 1*280 cada umi ; a ellas antes
que se aeabem : na ra da Imperalriz n. 88, de-
fronte da matriz.
Boas escravas venda.
Uma escrava de idade 30 aonos com ptimo
leite para criar, e enzioheira perfeit*, engomma-
deira e doceira, 3 dita* para todo o servico, do
idade 18 a 25 anuos : na travessa do Carmo en-
maro 1.
Em reunio de 7 do corrente, conheceodo-st
que oio era possivsj realissr-sa domingo (12) <
eleico dos emoi ~"
marcada para
rem anda i
disposiQes
fot resolvida
mo dora
cimeoio
Secretaria;
oo 9 deja
do MoDte Pi que eslava
Om razio de se nao acha-
novos estatutos, de cujas
los ter perfeita sciencla,
talro se adiaste para o
aet, do que se di co-
Popnlar Pernarabuea-
\
do Carmo Lopr.
! secretario.
O Dr. Joaquim Jos de Campos, advogado,
morador na ra da Imperalriz o. 33, primeiro an-
dar, tem neceasidade de fallar ou com nm Sr.
Joio de tal Rolla, Blho natural da Sra. Marta Ze-
ferina de Espirito Santo, que morara ha corea de
M annos na rna das Cinco Ponas desta cidade,
ou com algum fllho, ou oulro descendente da-
quelle Sr. Joto da Molla, no caso de ter elle fal-
lecido, on cana a propria Sra. Maris Zeterina, so
aioda existe. E' para tratar de negoalodo iota*
regse destas pessoas, que o podero p'r'ocurar na
dita sua casa, raada Imaeratriz, em qualqirer ov*
til, das 7 4a9 horas da maoha, ou gas & s I
da Urde,
O Sr. Jos Antonio de Sonta tt nM H.
la com bmlfincommtnda pra \b, aW W^,
na ra ddrMIper.dor n. 48, Ma <**
que carrafa 900 M)o|H *eo
Os burros e cavallos existentes no armazem
do Sr. Aodr de Abren Porto, defroole do arse-
nal de marioha, vanDem-se a Vontlde e escolha
dos compradores: tambera se venderlo do mes-
mo modo castos muilo superiores, que servirem
para agurdente ou mel: na ra do Trapiche o. 4
primeiro andar.
Vende-se o engenho Santa Lozia, sito Ha
fregoezia de S. Loureoco da Malta, ou a dinheiro
ou troea-ae por casas tiesta praca : quero preten-
der dirija-se tua de lionas n. 7, desde s IQt
horas da mannia at a 4 da tarde.
Veode-se uma escrava da boa figura e vo>-
rlaa habilidadea: no pateo de S. Pedro, casa ter-
rea n. 16.
Vende-se orna carrosa nova com um bo
moiio novo olpitbor preco razoavel :|a tratar
na travessaMpaTFires u. 8.
PMHP alagar uma treta de meia idads>-"
que salba^bder na ra. agradando a MI
M-se Bem : na ra da Senzala Nova i
Pretenderse vender t ata* "
Pedro n 3l, e por isao aa *>' do
ti onetada por algu-' ,.ecisa *ber
nalureza for s ilioldo divida, sojil
Ioiottis*' o alguem tiver alguma reelama-
ao''' -',,0 far nesta tres dis, nodos os oaatf
^tgar 'detembira?aaa. Rcife 9 de jaaou
d &' aa ^_
-Ri'ta Precisa se da um meono de 12 a to auno*
- ata'fSi? ejcMXelrQ de Melle Gateados-, nao teado pra-
construid! ^M Iha-se, que seja portaguez: atraUro
IvranrtfftO n


OURIO DE PMVAIOOCO. 8IXTA FtlBA 10 Bft JaVetaWO Kim,
EFfDLSiaSlGQa
160
320
Para as proyocias de Pernadbttc*, fbrahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendario, poca geraet, nacionaei, das
de galla, tabella de salva, oticns planetarias, eclipses, partida
de correoi, audiencias, e resumo de chronologia, a ris .
Folhioha de algibeira e variedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos cliefes dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes. e municipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pinturas munici-
paes, artigos sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fm do mundo, coilecSo de remedios, a ris. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa efamilia imperial,
nomes e ttulos dos cbefesdos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacaodo sello, dita do porte descartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracoesde S. Fran-
cisco de Paula, collecco de orac.es para todos os estados da vida,
e novena da Senhora fismt'Anna, a ris........
Dita com almanak, coiiendo o -.'alendarlo, pocas, noticias planetarias,
^paitidas d'j*. crrelos-, .! pellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judioiario, admi ^rativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, dettt ^royjncia, a jis......... i#000
ELIXIR^DESADE"~
520
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Reimos de
Retrato* de
Re'raloi de
Retratos de
Hawleyotypo
Hiwlpyolypo
Hawlpyolypo
Hawlpyolypo
Hawleyotypo
novo
DOTO
nofo
noro
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gusto
gosto
iuvenc
invengo
Deiigao
iovencao
invenco
IIXTERNATO
[|Estabelecido no lugar da C a pung, um dos arrabaldes|
mais prximos da cid a de da Recife.
DIRECTORO BACHAREL E.M MATHEMATICAS
SEKEAS-B6; PElUIftA fifi) ARlQ).
E;te esUbelecimeuto de educaca e iostrucgio principiara a funccionar e rece-
ber alumnos do dia 10 de Janeiro prximo futuro em diante.
Os commodos, o asseio. as boas coadicoes hygienics dos edificios destinados
is funcges do estabelecimento. a orden e regularizado do servido no inlernato, a
dedicaco e zelo que eropregaro o director e os professores a bem do aproveiU-
menio e progresso dos alumnos, sao circomslancias que devem animar e garantir aos
paes de familias que desejam dar a seus filhos urna eJu;ai;ao regular.
Cadeirus de ensino.
Primeiras lettrasdividida em duas classes, tendo cada urna o seu professor
portuguet. latim, fraocez, ioglez, ariihmetica, algebra e geometra, geogrsphia e
historia, philosophia, rlietorica, desenlio, msica, dansa e gymnastica,
Nos estatutos do intrnalo que esto a dispoiiQo
acham consignadas as coodiccoes de entrada.
de qaem os quizer 1er, se
8
Ao Sr. fiscal do Cabo.
Existe em um dos acnugues da villa do Cabo
Jim trbalbador ou mcn ligo de morada em cima
do mesn-io, com toda sua mobilia de dormida,
roupa. etc., etc. : pede se ao Sr. Gscal faca reti-
rar dito homem de semelhante logar, por nao ser
proprio tal aposento, e muilo pode prejudicar a
alubridade publica.
^ttfMiM^L JUtaH *kM4> aVtA SUMJI av-vd. ttSMem aa-m^ auras? rr^ ,*
gRSW9IS-S5M&OI9%l9SlQSie 5GKS
I Medico.
O Or. Rocha Bastos, est residiodo na
ra da Cruz n 11.
AVISO.
Vende-se urna machina elctrica ou magnti-
ca, e urna cadeia timbean magntica, ludo por
jireco commodo-, na ra o Uvramenio n. 28
primeiro andar.
Vende-se urna mobilia de mogno a Luiz IV
em peifeito estado : para ver e tratar ra das
Cruzes n. 11 primeiro andar.
Acaba de cbegar por pedido especial ao ar-
mazem de lougs oa ra larga do Rosario n. 32,
casa do escudo, um grande aortiitenio de qusrti-
nhas, resfriadeiras, clices e copos de barro bam-
burguez, tudo do mais apurado gosto, bellos or-
analus o delicadas pinturas e relevos, o mais pro-
prio que ha para resfriar a agua, e por comino-
dos precos.
Em vista do annuncio do Sr. Luiz Manoel
Rodrigues Valeoca, inserto oeste Diario de 8 do
correle, previne-se que ninguem C"tnpre ou
entre em negociado com o engenho Tabalinga,
districlo da Parabiba ; puis que o dito engenho
utro qualquer bem dos herdeirus do fallecido
capilo Antonio Gomes Pessoa, esto sujeitos a
toa execuQao, que contra os mesmos herdeiros
corre pelo juno municipal da 2" vara desia cida-
de. e desde j ae protesta contra a validada da
Venda, ou qualquer negociarlo que se effecluar.
Recife 9 de Janeiro de 1862.
Aluga-se um primeiro andar do sobrado si-
to na ra da matriz da Boa-Vista o. 26 : a tratar
oa loja do meamo.
Aluga se o segundo andar com soto do so-
brado n. 46 na ra da Aurora.
iethO'Jo de Castilho.
Priscilla Senhorinha alendes Albuqoerque,
com aula na ra larga do Rosario n. 37, avisa'
aos pais de suas alumnas e a quem mais cootier
que,.do dia 13 do cociente em dianie, tem a sus
aula abeita para continuar os seus trabalhos ;
tambera faz saber que nao receber alumoa, sem
* aaensatidade adisntada.
Aluga-se a homem solleiro a sala posterior
despectivos quartos do primeiro andar do so-
brado n. 14, sito na ra do Queimado : a tratar
na toja do meamo sobrado.
- Precisa-se da quaolia de 300J por espado
de 6 toT"1"* d,Dd-,e endossame, e psgan-
21a' ,onl mez' ,eodo dil0 premio pa-
MM.Tme'nte : tm u,w "oaocip- **
Ensiao particular.
Urna pesaos habilitada oflerece se par*
nar francez, ioglez, era mms tica portuguesa
rilbmetice, das 6a 9 horas da noile ; tambem
, ese a tomar lices em casss particulares ;
illar ns ras do Cabug o. 3 segundo an lar.
= Cosopram-so garrafas vasias: na ras das
ftM, taberna do porta larga o. 41.
Publicages do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOl'RO IIOIEOPATHiro
Cilrolactato de ferro,
l3nieo deposita na botica de Joaqnini Marfmbo
da Crnx Crrela., ra do Calinga n. 1%,
em Pernambuco.
O Dr. H. Thermes (de Chalis] antigo pharmaceulicolapreienta boje urna nova prepsrsco
de terrocom o nome de elixir de citro-laclato de (erro.
Parecer ao publico um luio emprear-se um meamo medicamento debaixo de formulas lo
variadas, maso homem da scieocia comprehende a oecessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de muita imporUocia em therapeulica ; um progresso immenso
quando elle, maniendo a esseocia do medicameoto, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para todos os paladares e para toJos os temperamentos.
Das numnrosas praparacoes de ferro al boje conhecidasoenhuma rene lo belfas qualida-
dea como o elixir de cilro-laciacto de ferro. .A seu sabor agradavel, rene o tomar-seem urna pe-
quena dose, e ser de urna prompla e fcil dissolucio no estomago, de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que cootem em suacomposico, scoostipaco de
veolre frequentemeole provocada pelas oulras prepararles terroginosas.
Estas novas qualidadea em nada alleram a scieocia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em aua clnica, de iocomparavel utilidade
qualquer formula qae lhe d propriedades taes, que o pratico possa prescrever sem receio. E* o
que conseguio o pharmaceulico Thermes com a preparaco do cilro-lactacio de ferro. Assi'm este
medicameoto occupa boje o primeiro lugar entre as numerosas preparacoes ferruginosas, ctfm o
atiesta a pralica de muilo mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido em pregado como im-
menso proveito as molestias de lsoguidez(chlorose paludas cores ) na debilidade subsejuente as
hemorrhagiaa. as hy lropesus que sppirecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debililade, cas peroles brancas, na escrophula, no rachitismo, na purpura hemurrhagica na
convalescencis dss molestias graves, oa chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o sangue te acha empobrecido ou viciado pelas Migas, affeccoes chronicas, cachexia tuber-
culosas, ocrosa, syphilica, excessos venreos, onanismo a uso proloogado das precancoes mer-
curiaea. *
Estas enfermidades Sendo roai frequentea a sendo o ferro a principal substancia da que o
medleo tem de laucar mao para as debelar, o autor do,cilro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humaoidade, por ter descobarto urna formula pela qual se pode sem receio
do ferro.
Consultorio medico cirurgico
3--M3A. D\ GLORIA C\SA. BO T13N1IJLO--S
Consulta por ambos os systemas.
Presos baixado para pouco
teropo.
Pregos baixado para pouco tempo
Presos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
Presos baixado para pouco tempo
3SU00 5^000 10^000 20J000
3J000 5J000 10a0>0 20JJOO0
3JO00 5sO00 lOjMKM) 20OOO
3J>00 5000 10/O0O 20(i0
3!J00 5000 lOoOO 20*0W)
Explendido alGnetes de ouro
Esplendido alfloetes de ouro
Esplendido alfloetes de ouro
Explendido alfloetes da ouro
Explendido alfloetes de ouro
Para retratos
Paya retratos
Psra retratos
Para retratos
Pars retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Esplendido qflsdros dourados
Explendido quadros dourados
Esplendido quadros douradoa
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas psra
machinas pars
machinas para
de lindos
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Caitas
Caixas
Caixas
Caixaa
Todos
Todos
Todos
T.id os
Todos
retrstos
retrstos
retratos
retratos
gostos
gustos
gostos
gostos
gostos
ver
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venham
venham ver
venham ver
venham ver
venham ver
Vestidos pretos mais proprlos
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar y retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
i
A W. Orboroe retratista americano
rRua do Imperador
Ra do Imperador.
OU
VADE-MECUMDO IIOMFOPATHA.
(Segunda edicco consi-
dtravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
PELO ER.
SABINO 0-L PUMO.-
Goniiouam as assignsturas para estas obras a
25&0O0 en brochura at fevereiro.
Ra de Sanio Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Em consecuencia da mudanca para a sua nova residencia, o propietario desto eslabelerl.
ment acaba de fazer ama reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejoque tem de que os remedios do seu eslsbelecimeoto nao se cnnfundam com os d
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozara ;o proprietario tem tomado
a precaucio de mscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apreseotados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com
prar queira ter maior certeza acompanhar urna coota assigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em na
pe marcado com o seo nome. '"t"
Outro sim : acabada recebar de Franca grande porco de tincturs de acnito e belladona re.
medios estos de summa importancia e cujas propriedades sao lo coohecidas que os mesmos Sn
mdicos allopathas empregam-as constantemente. on'
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tiocturas cuslaro a II o vidro
O propnetanodeste estsbelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodo.
sufflcieotes oarareceber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de ala-urna"
operacao, afflaoCando que sero tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem tadn."
aquelles que i tem tido escravos na casa do aoounciante. *
A situaco magnifica da casa, a commodidada doa banhos salgados sao outraa tantaa vanta.
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quiserem fallar com o aoounciante devem procura-lo de maoha at 11 hnraa
a de Urde das 5 e diente, e fora dess horas acharo em casa pessoa com quem se poderse, a "
o. 3 casa do Fnodo. pouerao en
_^____________.__.______Dr. Lobo Moteoto.
nder : ra da Gloria
xsnm9 m -mmmmmmmm
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
fredericGautier.crargiiodenlists.faz.
todas as oparaees da sua arta ecellocaj
dentesartificiaes, tndocom a superiori-j
dsdesperfeicoquea pessossantandi-<
dss lhereconhacem.
rst aguas pos danlifricios te.
aVSM
APPROVACixO E AUTORISACAO
DA
aibaidiida mmmi m egiiiibdia
E JUNTA CENTRAL OE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MEDISIIAES
3-Rua eslreila do Rosario-3
^ Francisco Pinto Uzorio continua a col-
ea; locar deotea artificiaes tanto por meio de
a) molas como pela presso do ar, nao re-
ss cebe psga alguma sem que as obras nao
a) uquem a vontade de seus donos, tem pos
a) oulras preparacoes as mais acreditadas
para conservado da bocea.
Para
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De liicardo Kirk
serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Ck)m estas C^apas-elbctbo-bugiteticazVepispasticas obtem-se urna cura radical e in-
falltvel em todos os casos de inflammacao ( cantado ou falta de respiracio ), sejam internas ou
externss.eomo do Ggado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, peilo, palpitaco de coraco gar-
ganta, olhos, erysipela.-rheumatisnio, paralysiae todas as affeccoes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para ss diferentes especies de tumores, como lobinbos escrfulas etc.seja qual foro sea
tamsstfaoe profundeza por meio da suppurscao serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e reeditadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
conlestavel, e as innmeras curas obtidas o fazera merecer e conservar a confianea do publico
que j tem a honra de merecer, depoisde 24 annos deexisiencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo lodo o cuidado
de fazer as necessariss expUcaces. se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parto do rorpo existe, se ns cabeca, pescoco, braeo coxa, perna, p, ou tronco
docorpo, declarando a cicumferencia: e sendo inchacoes. feridas ou ulceras, o molde do sea
(amanho em um pedaco de papel e
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO DOUTOa
n SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Cnsul tas todos os das atis desda as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
molestias da mulkeret, molestias das crian-
eos, molestia da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias sypMlitieas,todas as especies de febres,
febres intermitientes suas consequencias,
rUARHACU ESPECIAL HOMEOPATH1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas oecossariaa, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
am glbulos, pelos presos mais commodos pos-
slveis. r
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anicamente vendidos em sua pharmacia: todos
que o forem fra delta sao falsas.
Todaaascarteirsa sao acompanhadas da um
impressocom um emblema em relevo, tendo ao
redor st seguintes patarras : Dr. Sabino O. L.
Ptnho, medico braaileiro. Bste eroblema poeto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
da. As carteirsj que nao lavarem esse impresto
tasim mircado.amboratenham natampa o no-
na do Or. Sabino sao falsos
Aviso importante.
Aos paes de familia:
O bacbtre Americo Feroandes Tiigo da tou-
relro pmpa-se a ensinar por cas^s particulares
as seaumie* materias ; graaaanatics philosot-hica
oa lingua o.ciooal rom especlalitfade na paito
orihographica, a liogus franceza (consistindo em
pronuncia escripia, iraducfio e locuco]; geo-
graphia historia sagrada e historia do Brasil:
philosophis racional e moral; e doutrina enra-
la!, a quaes podero constituir na falta de me-
Iborsysteme, a instruccao litterarU, a moral de
urna aenbora ; ou, plo menos, ame habililaeao
necessarii para a tcquisi^o posterior de conhe-
cimentos mais profundos. Lecciona igualmente
as mesmas materias e outraa de Dalrucc.ao prt-
maria e secundaria por collegios e aulas parti-
culares de ambos os sexos; podendo ser procu-
rado para esse flm por meio de carta, que coo-
tenhs as necessariss indicscdes, entregue na ca-
sa de sua residencia, na ra da Saudade n. 9.
Aluga-se o sobrado da ra do Aragio com
andar e soto: a tratar na ra do Crespo n. 7,
loj.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra Augusta o. 43 : a tratar no segundo sndar
do mesmo.
Aluga-se o segundo andar da roa do Im-
perador n. 83: a tratar no Moodego n. 38.
Ra do Trapiche Movon. 22, precisa-se de
criados.
mtmmtm aerean mmmcn.
Consultas medicas.
Sero dadas todos osdias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
4a Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobra:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de coraco e de peito.
3.a Molestias dos orgaos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suss entradas, comecando-se po-
rm por aquelles que soffrerem doa
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e op-
leos serio em pregados em suas consul-
ta;6es e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, nalureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve deatrui-la ou
curar.
Varios medicamentos ser a os m bem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdad eir qual idade
promptido em aeus effeitos, e a oecessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Pralicar ahi meamo, ou em casa doa
doentes toda e qualquer openco que
julgar conveniente para o restabeleci-
meoto dos mesmos, para cojo flm se seba
prvido de urna completa collecco do
instrumentos indispenssvel ao medico
operador.
Aviso.
a declaracao onde existem, afim de que as chapas sejo ds
trma da parte aneciada e para serem bem applicadas no seu lugar.
preci..-se d aToTTS'-i Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chspss serio acompanhadas das competentes explicacoes elambem de todos os acces-
orios psra a collocac,So dellas.
Consulta as pessoae que o dignarem honrar com a sus canfianca, em seu esariptorio,
se achar aborto todos os das, sem excepcio, das 9 horss da manha is da tarde.
na
'eccio-
o
que
mar e cosioharpara cata <*s pouca familia:
ra do Imperatriz n. 40, segundo andar.
19 O abaixo assignado por causa ^
s9 de seus en com modos de moles- 0
9 ta passa por emquauto a hab- j
9 tar no seu sitio do Arraial, onde &
% continua com o seu esta be lee i- dj
^ ment de instrueco primaria e Q
f secundaria, cujas aulas estaiao k
^ abertas no dia 8 d.e Janeiro. fjk
tjg\ Jeronymo Pereira Villar. A
^l_ ""otlnfia a estar para alugsr o grande ar-
que
roazpnT da .* di Gui" H: Pols.
coocorrer a eli^. *J oiacar o prego : a
tratar na ra de Horu."
n. 14.
119 Rija do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
E EHI PEftlltHll06O
Para as encommendas ou informales dirijam-se a iharmacia de JosiA'asaodre Ribeiro,

*

bacharel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova o. 23,sobrado da es-
quina que volta para a
camboa d Carmo.
I
A directora do collegio Santa rsula, abeizo
assignada, avisa aos pas da suas alumnas a a
quem mais convier, que em viitwde do artigo 19
dos estatutos, principiam os trabaihoa do referido
collegio no dia 7 do correte mez. A directora
envidar todos os exforcos a seu alcance parete
desmerecer do eonceito adquerido no primeiro
son de seus trabalhos, e am de que os paiate
suas alumnas fiquem completamente setiefeiteej
com a educado de suaa filhas. O collegio conti-
oua oa ra Formosa, sobrado o. 15, aoode a di-
rectora ser encontrada a qualquer hora da dia
Urania Alexandrioa de Barrea.
-llugam-se
um primeiro andar na ra da Prai, um
dito dito Da ra das Cruzes, um tercei-
rodito com excedente soto muito fres-
co na ra do tncantamento, urna casa
terrea no becco do Burgos: a tratar na
ra da Cadeia n. 33, com JoSo Ribeiro
Lopes.
-No dia 4 do correte desappareceu da casa
de Joaquiro Teixeira Bastos, morador oa Pontezi-
nh. Francisco Ferreira Adelino, europeo, ana-
co, balxo, olhos grandes, eorpo altivo, poltroso
vanas marcas de custicos que levou pelo eorpo
por molestia que leve, lem alguma losse, e tem
oceupacao de psdeiro, em cujo servico so seco-
pava na dita caja, foi vestido de calca e jaquela
branca, um chapeo de timb, levando em urna
trouxa os seguioles o^jecloe : 1 palMot branco
novo, 1 corrento de ouro de lei com 17 oit.
obra fete na Franca, 1 chave do ouro com pedr
f.ra'?"""a, 1 relogfo patente do meamo
metal, 50| em dioheiro miudo, 1 pistola de algi-
beira de 2 canos, a qual foi vista na mo do mea-
mo quando aahio pela porta de detres de metate.
casa, 1 livro, obra Alveitar com 4 estampas da
cavallos, 1 dito Evas Lusitanas ; roga-se e te-
das ss autoridades policises ou a qualquer pessoa
particular a quem ditos objectos forem oAVreci-
dos, de os capturar, assim como ao meamo Fran-
cisco Ferreira Adelino, fazeodo .cente nesla pra-
Sa a Juo Ferreira da Silva, na ra Direita n. 106.
que sero generosamente recompensados.
Lioots
de llngua nacional, Utim. ioglez a franees, osa
cssss particulares, sendo as lices de ioglez o
fraocez pelo metboJo de Ollendorff, metkodo pa-
lo qual ensinam-se boje aa linguas na Europa ;
ns yerdade o nico que *m pouco lempo pedo
ensinar com perfeico a fallar, escrever e Iradu-
zir urna liogua estrangeira : na ra da matriz da
Boa-Vista n. 34.
Na madrugada de 7 do corrente, perdeo-se
na estrada da Victoria, entre o engenho Catando
e Morenos, urna carteira com 3:706f em aedulaa
de 300. 100. 505, 10. 5 e 3. e doas bilhetes
da lotera : roga-se a quem acbou queira levar i
toja do Sr. Diogo Jos da Coala, o* ra Nov. ou
na cidade da Victoria a Jota Cavalcanti de Hl-
lanos que perdeu a mesase qusnlis, o qusl gra-
tificar generosamente.
O abaixo assignaato faz scienle a quem coo-
vier, que o Sr. Jetuioo Corioleno doe Prazeres
dcizoudeserseu caixeiro desde 4 do correte.
Burgos Pooca de Len."
&1LM
ra do Qbeimado o. 15.
m
Attcncao.
Perdeu-se na noile de 5 do corrente. da com-
panhia de septuagenario Sebastio Pereira do
Nascimento, com quem vinha da Passsgem da
Magdalena pela Estancia para o Caminho Novo,
o menino Antonio, cor branca, 7 psra 8 aooos,
cabello pelo e aparado, e com falla de 3 d-ntes
na frente, levando vestido um tiaio de cinta des-
botada, e chapeo de palha amarelia j uaado :
roga-se a quem o tiver achado o favor de entre-
ga-lo na ra da Aurora n. 70, aegundo andar,
que aera recompensado ; assim como proteala-ae
deade j contra quem o tiver acoutado.
Hoga-se ao seohor do eDgenho Jundi da
cima o favor de dirigir-se ra de Apollo n. 93
a negocio de seu interesse, ou a seu correspon-
dente nesta oratja.
Aluga-se a loj do sobrado da roa estreits
do Rano n. 'T, e vende-se a armaco existen-
te em a mesma loja : na travesea do Veraa n. 15,
primeiro andar.
Na officioi phologrsphica da roa doCabug
acaba de receber-so pelo vapor sTyne urna
magnifica collecco de alfloetes de ouro de lei
pare a coHoescte de retratos, e vendem-se a
pregos mui commodos.
Precissse de urna ama para cozinhar e en-
gommar, prtferindo-ae esersvs ; na ra do Sol
numtro 9.
Inglez.
Csrlos Alchorne, habilitado perante o conselho
central de mstrucc,o publica na corte, e os coo-
selhos de instrueco publica da Bahia e Pernam-
buco, lem aberto sus aula na
ras n. 18, qnmeiro andar.
ra daa Laraogei-

J FERKEIKA ULULA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa do Cabuff o. 18, I.
entrada pelo pateo alai me(rtc,
- Retratos porambroiypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, aobre talco, especiaos pan
pulceiras, slfineles ou csssoletas. Na maaaaa
casa existe um completo e abundante sor ti meato
de artefactos fraocezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambem para asta Blas-
mo fia cassoletas e delicados slfineles do oaro
de lei; retratos em pholographia das priaesoaao
persoosgeos da Estopa ; stereoscopoa o vistea
stereoscopicae, aaaim como vidroa para ambrotToo
a chimicas photogrspbicss.
dt
. i
simr-
% M
^-. L



=t
DIARIO Dg PERNAMBBCO SEXTA fEIRA 10 01 JAMURO DE 1862
\y
Cobranca.
Ha ama pessoa que se encarrega de qualquer
cobranca coa lugares abaixo descriptos: Beodo
AUfid Grande, Guarabira, cidade de Ai, Ala-
goa Noe, Campia Grande, Serrado Ponte, Ser-
ra do Coit. Coucoicao do Azeveilo, Caico, Senil,
Piraohaa, Catle do Rocha, Pombal, e outroa lu-
gares que flquem na mesma direcco : oa pre-
teodentes duijam-se ra da Crui do Recife o
36 al o dia 14 do corrale, que all acharo
com quera tratar.
I9K9KM9 9tt9K MttK SiQSttaie
Aula particular.
O professor abaixo assigoado scienliQca
aos paea dos aeus aluSnas e a quera V
mais poaaa ioteresaar que deu ferias em 1
a anta em 21 do correle e pretenle 5
reab'i-la a 7 te. Outro aim que cootinua a residir na S
rus Velba aobrado de um aadar n. 92,
cora entrada pelo largo da Saota Cruz, e a
a receber alumnos nao somenle externos wt
e serai pensionistas como internos de 9>
pouca idade pelos preeos s guio tes :
Ioternos 30c)
Semi-pensionistas 15g> Hensaes.
Externos. 5) _
Francisco Deodato Lina. 8
xtntwMNMdiMM-eiiSiisaeeie
Associaco com-
mercial beoefl-
ceate.
Nao havendo-se reunido numero suficiente de
senhorf i socios para a reuoiao extraordinaria de
aisembla geral convocada para o dia 8, aflm de
e tratar sobre a ediUcacao da bolsa de Pemam-
buco, a direcqo de novo convida os senhores
socios a se reunirem oo dia 11 do crreme as 12
horas da manhaa.
Sala da Associaco Commercial Beneficete 9
de Janeiro de 1862.
Vanoel AWes Guerra,
Secretario.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Soloa A C.sacam e toman
Baques sobre a pra?a de Lisboa.
Precisa se lugar urna escrava que
seja de boa conducta para o ser viro
interno de casa de familia, e que saiba
engommar e especialmente cozinhar
e agradando percebei bom aluguel. e
ter bom trata ment: na ra da Auro-
ra sobrado n. 58.
Guimares Luz
em conaequentia de estarem na liquidaco do
fiado, outra vez rugara a todos os sens devedores
em geral que tenham a boodade de vir ou man-
daren: pagar seus dbitos at o fira do mez.de
Janeiro prximo futuro; aquellea que aaaim o nao
fizerem tenham paciencia, que suas coalas sero
entregues no principio de fevereiro ao procura-
dor para aerem cobrsdas judicialmente. Recife
23 de derembro de 1861.
Ama.
Precisa-se ieuma ama forra ou captiva (prefe-
re ae captiva) para o servigo interno e externo de
urna casa de urna aenhora em Cixang, mas que
Now melliodo
pratico-theorka para aprender a lef, acrever,
Iraduzir e fallar o francez ea seis mezas, segun-
do o facilimo ayalema altelo d Br. H Ollen-
dorbT por Cicero Peregrino, obra inteirameote
saibi cosintrsr e engommar bem: pagase bem, i "5V"' "J" e,cri.u em Pf,ui P" q>'"
tratar na ra da CaSa do Recife loja o. 11. ^tr^A'^l?^!! P.e' con,elho d,recloxr *
- Est par. eluMr.ee um segundo andar de Ka n ?. k h .M pro,,c"' em18e8,So **
umsobradon.ru. treila, un primeiro abdar ,0 de ou,ubro de!,e o ; dous volumes de
oa ra das Aguas-Verdea, e um segundo andar
na Boa-Vista, quasi no pateo da Saota Cruz :
'juera orelender, falle na ra das Cruzes, sobra-
do n. 9, penultino quem vai da ra do Queima-
do para S. Franciaco, lado direilo.
S Medico. S
O Dr. Brincante pode ser procurado a
# qualquer hora oa caaa de sua residencia,
na ra do Imperador n. 37, segundo an- )
0J dar, para o exercicio de sua piellsso. fe
Precisa-se.
COnr.VMIl.\ DA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Atteoco.
*
Nos domingos e das santos at outro aviso as
passagens de i la e volla, no mesmo dia, das
Cinco Pjntas a Escada serio pelo prego das sin-
gelas, a saber :
< 1* classe 6*500
2 48500
3* > SfOOO
A partida dos trens ser romo de costme, de
manhaa das Cinco Ponas as7 horas e 30 minu-
tos e de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadE II. Bramah,
Superintendente.
Ffsta&aSekaAiortt do Mon-
to emOUtida.
Olllm. Sr. D. Abbade de S. Bento, de accordo
com o abaixo assignado, transferio a mesma tes-
ta do dia 31 do correte mez para 12 de Janeiro
de 1862.Maooel LuuVires.
Memorias
da viagem de SS. HV. 11.
s provincias do norte
Os senhores que subicreveram para a impres-
so das Memorias da Viagem de SS MM. II. s
provincias do norte, queiram mandar recnt>er o
primeiro votme na hvraria ns. 6 e 8 da prara
da Independencia, mandando levar o importe os
que ainda nao o tiverem pago.
Attencao.

Prev'me-se as pessoas de bom goslo, que, d'a-
manhem dianle eocoolraro n hotel Trovador na
ra larga do Rosario n. 41 aberlo toda a noite.
assimcomo excellenle sorvete, boas fructas e do-
ces, refrescos feilos machina, e muitasoutras
iguarias vontade dos concurrentes, como sejam
pudins, bolos, etc. ; emfira, o proprietario espe-
ra que todas as pessoas que o quizerem honrar
com suas presentas, nao deixaro de sahirem sa-
iisfeltas.
Aluga se
o armazem n. 22 da ra do Imperador: a tratar
oa ra do Crespo n. 17.
Obra primorosa.
Um santuario representando o calvario essnio
aepulchro, ronleodo o Seobor Cruxiflcado, bom
e mo ladro, Nossa Seohora. Magdalena, S. Joo,
Cirrturiao e dous guardas do sepulchro, ludo de
madeira ecom perfeicao ; quem o pretender, dl-
rija-se a ra do Crespo o. 8, luja da esquina da
rua do Imperador.
U Sr. Joao Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparece'- nesta typographia
que ce I he precisa fallar.
Aluga-se o segundo andar da casa da rua
da Senzale Velha o. 48 : a tratar na loja do
mesmo..
i tima pessoa com alguma habilitaco pro-
poe-s. a osioar francez, tanto en, sua casa como
em casas particulares: a tratar na rua do Cres-
po, n. 7.
U abaixo assigoato faz sciente ao respei-
tavel corpo de commercio, que vendara sua ta-
berna cite na rua Velha n. 92, i Dernardino da
Costa Ferreira, o qual Qca responsavel pelo acti-
vo e pasatvo da mesms tabnroa. Recife t* de
Janeiro de 1862Jos Rodrigues Peixoto.
Offerece-se ama seohora honesta e de bons
costumes para ama, engomma e cozinha, sendo
casa de pouca familia; a tratar na rua do Hos-
picio n, 28.
Prerise-se elogar um preto : na padaria
ova de Smto Amaro.
Ao Sr. Jos Landro Martina Filgueiras de-
leje fallar a Joaquim Sevenaoo Nogueira sobre
asa negocio de seu interesse oa rua Direila n. 43
nenio andar, das 3 horas da tarde em dianle.
-m Anda se precisa alagar urna escrava para
O servido de urna casa de pouce familia, paga-se
bem ese prometi bom tratamento : na rua dsa
Crazes b. 20, segundo andar. Nesga mesma ca-
ja ae precisa de um criado,
i Quem ziver para alugar um moleque de 10
a 15 anoos. que sirva para o servico domestico
de urna sms torra ou escrava que saiba cosiobar
ou engomar bem : roa do Trapiche o. 18 terceiro
andar.
Mudanza
Firmo Candido da SiUeira Jnior tendo muda-
do a sua loja de miudezas que tinha na rua da
Cadeia do Recife n. 49, para a rua Direiti n. 64,
participa aos seos freguezese ao publico, que vai
vender todas asfezendas antigs por mttade de
seu valor, aflm de liquidar dita loja.
Caetano Pereira de rito, solici'
tador de causas dos auditorios desta ci-
dade tendo mudado seu escriptoi io pa
ra o sobrado n. 52 da rua do Range),
declara que est prompto para receber
toda e qualquer causa fazendo as des-
pegas 9 sua custa. As horas para ser
procurado das 6 as 9, e das 4 as 8 da
noite.
Attencao.
Desapareceu no dia 2 do corrente do
pateo da ribeira de Santo Antnio, um
cavallo com os signaes segunt-;s: mel-
lado, dinas pretas, frente aborta, com
urna marca de esponja na mno direita,
pe esquerdo branco. e o outros calca
dos de preto, entre outras marcas de
trro, tem um circulo em urna das na-
degas, assim como dous traeos pat-ale-
los na queixada, .estafa sellado e en
freado: quem delle souber dirija-se a
casa do seu dono, o major Candido Lo-
bo, na estrada de Joao Fernandes Vii i-
ra, que ser generosamente gratificado.
O abaixo assignado declara que despediono
dia 4 de Janeiro do corrente anno o seu caixetro
Jos Francisco Martina.
JulioC. Pinto de Oliveira.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Gabiuete medico cirurgico.J
% Rua das Flores n. 37. ^
9 Serio dadssconsaltaa medlcas-cirurgi-jj
ca pelo Dr. Eatevao Cavalcanti de Albu- %
% querque das 6 as 10 horas da manhaa, ac- fet
% cidio lo sos chamados com a maior bre- %
0 vidade possivel. %
I- Partos. a)
Z i.* Molestias de pelle.
ja 3.* dem do olhos. jp
m 4.* dem dos orgos genitaes. v
f Pralicartoda eqaalquer operario em am
M sen gabinete ou em casa dos doantes con- am
m forme Ihes fdr maii conveniente.
10 de
perto de 500 paginas em oitavo francez 7*000.
Recebem-se aaaigoaturas na rua doQueimado n.
26, primeiro andar, eacriptorio.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefere-ae de
meia idade, para o servico de compras, na rua
Bella n. 38.
| Aviso aos pas
I de familias
9 Manoel Jos' de Faria Simdes #
9W professor particular de primei- V
ras lettras, na cidade do Rio For-
9 moso, e hoje morador nesta ci- ^
0 dade, competentemente licen-
9 ciado pelo Exm. Sr. director 9
<& geial da instruccao publica,
t9 pretende abrir sua aula pelo me-
thodo Castillio no dia 7 de ja- #
9 neiro vindouro, no primeiro @
# andar do sobrado n. 25 da rua $}
da Penha. tf
O dito professor promette, aos
^ f>rs. paes de familias, envidar $$
i$ todos os esforcos a seu alcance ^
qj| alim de dar real approveitamen- @
to a sus discpulos e nao per- $
$ der o bom coaceito que tempre
^| mereceu durante 18 annos que Sjp
^ exerceu o seu magisterio. A
Liquidaco.
e cor de
superior qualidade covado
para acabar a 10, 15, 20,
Novas cartas de abe.
Vendem-se novas cartas de abe a 200 rs. rada
urna augmentadas por Mara Birtholess da Con-
reicao, as quaes contera 25 paragraphos de diph-
Ihongos, e ss acluaes em uso s tem de 8 a 9 ; os
meninos com muila facilidade a compreheDdem
e Ihes facilita qualquer leilura. Alern do aug-
mento coolm urna serie de non.es de diversos
objeclos de que elle esiao n.uilo a par, assim
como de nomes proprios. Est^s cartas poupam
aos senhores pais de familias grande parle do
que gialavam, porque os meninos nao aprendan)
lodos os diphlhongo*, por isso se embarac.avam
com qualquer leilura por mais fcil qun fosse. O
melhorameoto que ellas bao de produzir in-
falivel segundo a experiencia. Asim que elles
Golliohas de cambraia bordadas, ama 320 rt.
Manguitos de dila ditas, um 1.
Camisas para meninos, duiia 15$.
Fil de linbo bordado, vara I&2O0.
Dito de dito liso, vara 1*800.
Corles de brim de lioho, um 18600.
Rua doQueimado n. 10, loja
de 4 portas.
Vende-se paono verde, preto* azul
caf, covado 3*.
Casemira pret
U600 e 1*800.
Chales de touquim
30e4Q
Superiorea cortea de seda o maia moderno que
tem viodo ao mercado a 90, 100 e 120$.
Sediohas de quadrinhas e dores, superior f-
zenda e moderno gosto, covado. 800. 1s e 19400.
Chaly, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do co, fazenda para vestido de seohora,
ovado 500 rs.
Taimas e manteletes pretoa a 18, 20 e 25.
Superiorea vealidoa brincos bordados a 20, 25
e30J>.
Cassss francezaa finas, covado, 240 rt.
Corlee de cassas de aalpicos, um 39 e 38500.
Cortea de seda prela a 25g. 30, 35 e 400.
Lencos de seda a 600 e 800 ra.
Laa de qusdros para vestido de seohora e rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covado l$380.
Chales de merino bordados a 45.
Chitas francezas escurse, covado 240 ra.
Meias de algodo cr para hornera a 4f.
Cortes de velludo para collete a 3*500 e 4S000
Peletota de brim e 3 e 4|
Chapeoa de sol do seda para senhors e meni-
nas a 3 e 4f.
Leques para aenhore e meninas a 3 e 4$.
Espartilbos psra aennora e meninas a 3 e 49.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palba para seohora.
Cbapelioas de sede para seohora a 8 e IO5.
Camisas abertas de renda para seohora a 23 e
3$O0O. ^
Grosdeoaple amarello com um paqueno toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
P&letot, calQa e collete de casemira, pelo bara-
iasimo preco de 259
Ceroulas escocezaa, urna 1S2C0.
Cortea de baregecom duassaias a 8 e IOS.
Cortes de seda escoceza, superior fazenda, com
,3r.i-V- i" C*da "" .,0* n v QuPJ09 "B'nKos chegadoTo ul7aporV'2800 e 3fi.
Camiaas inglesas com peitos de hnho e com um Che hv.on .wm o 9+aan i.w.- v *^ -
Novidade no tor-
rador!!!
23 Largo do Trro 23.
Queijo flamergoj nruilo (reseses, chegaales
oeste ultimo vpor a 39. maLleiga francesa a T
e 640, mtnleiga irtgleza flora 9C0 e 800 ri., em
porcao se fuu abalimanto, assim romo fe torran
outros muilos gneros perlenceotes a molhadoe,
assim como sejam, ea, prlmeirs e segewaJe ser-
te, arroz, Til, de pspemcele e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e viuhoa, ae vendem por me-
nos do que em oulra qualqoer parte a dinheiro
vista.
Vcnlera-se ceblas supeiioresem moihose
solas, uliimamenle chegadas de Lisboa, milbo e
farelo e msis gneros por preco coramodo : no
armszem coufioute ao becco da Conceicio nu-
mero 63 *
Vende-se por motivo particular urna eicel-
a comprehenderem. sem obstculo Igum podem fL'iti"1!1"!?.0^ crS,ureir odisla. e engum-
madeirs, bouita bgurs, cora urna tria de me-
zes ; quem a pretender, dirija ja a rua do Quei-
passar para o manuacripto (ulgo) impresao. O
papel o mais encorpado possivel. Ellas tem
tido aplaudidas pelos senhores professores, alern
de um grande numero de homens illustrados co-
mo sejam : os Srs. Dr. Soares da Azevedo, Fei-
toaa, Drummond e Borges Csineiro, e outros
muilos que agora me nao occorre seus nomes.
Ellas vo rubricadas pela autora ; as que se en-
contraren) aem ella sero consideradas contra-
feitas : defronte da matriz da Boa-Vista n. 84, e
na iivraria ao pedo arco de Santo Antonio.
Na travessa dos Expostos, taberna n. 18,
vende-se gaz a 700 rs. a garrafa.
na rua
na rea
mado, loja de ferragens o. 13.
Vende-se um escravo de 25 annos
Direita, casa n. 6.
Vende-se um piano em rneio aso ;
da Coocticao da-Boa--Vista n. 18.
Attencao.
Vende-se urna porejo de fazenda, no largo de
N. S. da Paz, nos A fugados, casa n. 19, por ata-
cado, por prego muito commodo, e t cavallo
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Nesle novo estabelecimento achara o publico um grande
ludo por prego mais barato do que em oulra qualquer parle :
Manteig irgleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. s libra,
una francea a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
sortimenlo tendente a molhadoe
Precisa se de urna ama : na rua Nova o. 5.
Precisa-se de urna ama que cozinha o dia-
rio de urna casa e engomme: na rua do Hospicio
numero 62.
Precisa-se alugar urna prela j idosa psr
cozinhar, para pouca familia, pnrm que aeja
muito limpa ; na pega da Boa-Visla n. 22.
Suffragio mensd
O padre Thomiz Cnelho Estima, recen-
lemenle -hegado de Portugal a esta cid>-
le. de accordo Com seu primo e amigo
Thomaz Pereira de Mallos Estima, pungi-
dos da niais acerba 0r, para perpetuarem
a memoria dn seu excelso e muito amado
monarcha o Sr. 1) Pedro V, tem resolvido
'nffr'gir a atina do augusto finado de sau-
dosa memoria, 00 dia 11 dcada mes, pe-
tas 7 horas da manhaa, com urna missa
rezada, na igreja do Espirito Santo, por
i-spago de um anno, para cojo flm convi-
dara a todos os seus compatriotas, amigos,
e mais pessoas gratas memoria de lo
bondoso, illustrado e virtuoso rei, se dig-
nen) assislir a este religioso aclo. A pri-
meira missa deveri ter lugar sabbado 11
do rorronl mez.
deaima casa da Cruz n. 45 amazem. dos de fruclo : a tratar
Aluga-se
o primeiro andar da travessi do Costa n. 6 (vulgo
becco da Boia no Forte do Mallos) commodo
para familia, e barato : tratase na rua do Cabu-
g n. 7, loja de joiaa.
O abaixo assignado vende asparles que tem
no eogeoho Tabalinga, dialricto da Parahiba,
sendo oitas parles de 4.2899877 subre a avaliagao
de rs. 40 OOOf; assim como prnmove a venda de
parles no valor de rs. 17:397928 de oetros her-
deiros; dito eogenho est moenle e corrente,
com duaa legoas de lerraa mais ou meos, de ex-
cellenle malta, a qual pr->duz em outro rendi-
mento, demarcado com marcos de pedras. Re-
cebe-se em pagamento dinheiro, letras, predios
ou trras nesta praga, ou outros quaesquei va-
lores.Luiz Uanoel Rodrigues Valenga.
Precisa-se de urna ama de leite : na rua do
Sebo n. 52.
ia.waK9w:MweM msbniism
Inleresse publico.
ttOfferecido pela loja dej
marniore.
Aloja de marmore tendo de apresen-
lar coocurrencia publica o que ha de
mais novo em fazeodas, tanto para se-
nhoraa como para homens e meninos,
sendo que para este fira espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanha as remessas de seus pedidos,
tem resolvido, antes Oe apreseniar o no-
vo ortimento, liquidar ae fazendas exis-
tentes, o qne effecluari por pregos m-
dicos e psra cujo fim convida o reapeite-
* vel publico a aproveilar-ae desta emer-
m gencia.
Aluga-se
urna excellenle casa no Mondego, defronle do
commendador Luiz Gomes Ferreira, a qusl lera
Antonio Francisco Areia relira-se para o
Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna ama somante para cozi-
nhar, prefere-se forra e idade media : na ruado
Crespo n.10.
Precisa-se de um rapaz psra csixeiro de
taberna que lenha pratica : a tratar no pateo do
Tergo n. 12.
Aluga-se o segoodo andar do sobrado oa
ios do Amorim n. 39 : a tratar na travessa da
Madre de Deus n. 15.
&SM9B33M9B3MB SM M 8K9MM3&
I Attencao. |
5 Urna senhora chegada ha pouco do Cea- 2
{r deseja alugar urna casa terrea ou so-
brado, salvo terceiro andar: quem o ti-
ver dirija-se ao hotel ioglez na rua do
Trapiche sala da frente.
fe aesieastteiefiieQBtt-SifiSieaiSfiifiai
c .i wsp m niv .m...anmvai
Precisa-se de una ama de leite para tomar
coola de urna crianga de 2 mezea : a tratar na
rua do Trapiche n. 11.
Aula particular.
O abaixo assignado competentemente autorisa-
de pela directora geral de instruccao publica pa-
ra ensillar primeiras letras, lalira e francez, srien-
tiQca so respeitavel publico e igualmeole sos se-
nhores pais de seus alumnos que tendo termina-
do as ferias, contina como d'antes no exercicio
das supradilas materias no dia 13 de Janeiro do
corrente em diante, na sua mesma residencia na
rua Nova n. 58, onde est disposto a receber
alumnos Internos e externos ; advertiodo porm
que s pode admiltir 10 ioternos, e que nao ex
cedam de 12 annos de idade. Recife 8 de Janei-
ro de 1862.
Jos Maria Hachado de Figueiredo.
Thomaz H. Uarrison, sua senhora, '5 fllhos
e 2 criadas, retirara-so para Inglaterra.
a inga-se o aeguodo andar da casa n. 193
da rua Imperial : a tratar na rua da Aurora nu-
mero 36.
Na noite de 6 para 7 do corrente furtaram
de Antonio Francisco Pereira, do cerrado" so p
da ponte de Beber i be, um cavallo mellad baio,
pesado, com dous calos velhos oas ps, clioa
direila bastante grossa, cauda cheia, de orelhas
grandes, leve um soboervo em ema mo que
aioda mostra : quem o pegar ou der noticia ao
subdelegado de Beberibe, ser recompensado.
Na rua da Cadeia do Recife, armazem n.
36, ha urna carta vinda da Europa psra o Sr An-
tonio Jos da Costa Guimares.
O abaixo assignado por cansa de seus in-
rommodos de molestia, passa porem quanlo ha-
bitar no seu sitio do Arrsial, onde contina com
e seu estabelecimento de instruccao primaria e
secundaria, continuando tambera a receber pen-
sionistas e mema pensionistas, para o que tem
commodos sufficicntes, e cuja* aulas eslo j
bertas. Recife 8 de Janeiro de 1862.
Jeronymo Pereira Villar.
Francisco Ferreira da Silva, proprietario da
taberna da rua da Saola Cruz, esquina da rua da
Alegria, tendo de se retirar para fura do imperio,
faz ver a todos os seus devedores para que Ihe
veoham pagar por espago de 15 das, a contar
desta data, lindos os quaes passar a cobrar ju-
dicialmente ou a publicar seus nomes por este
Diario.
Precisa-se de um ou deus amassadoros de
perfeigo, que entendam perfeitameute do fa.br 1-
co de pao ebolachinba ; na rus larga do Rosa-
rio n. 16, perlo do quariel de polica.
Aluga-se um primeiro andar na rua da Pe-
nha n. 29 ; a fallar na mesma rua n. 5.
Precisa se de urna araa para casa de ho-
rnera solleiro, somecte psra coziohsr com regu-
lan Jade, prefere-se escrava : a tratar na rua da
Palma o. 78, das 6 s 8 horas da manhaa, e daa
3 da tarde al a noite.
Vende se urna cama (ranceza de
amarello, nova e muito forte: a tratar
na rua Direita n. 51, loja de selleiro.
Urna pessoa casada e habilitada para ensi-
nar primeiras leiiras, msica e piano, etc., offe-
rece-se para ensinar esa qualquer parle torada
cidade ; oa rua de Hurtas o. 27.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n.
22 da rua do Vigario; quem o pretender, dirija-
se a rua rMreita n. 91.
qaeoo moto, duzia 25$.
Paletola de alpaca, um 99.
Cortea de casemira um 39500:
Chaleade la e aeds, superior fazeona, a 29500
Lencos de cambraia de linho bordados com bi-
co, a 39. 5, 6 e 89.
Ditos de dila para bomem, duzia, 69, 8, 10,12
e 149.
Setim preto maco o melhor que tem appare-
cido, covado 39.
Chapeos deso de seda psra homem nm 69.
Ditos dito de dita iugleza para homem, um 99,
Baldes psrs senhora, um, 3 e 49.
Psnno de liuho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para leoc.es, vara a 39200 e 3940P.
Lencos de cambraia bordados com bico. duzia
a 25500.
hyson e (,reto a 29 e $9880 a libra.
Vinho engarrafado dos meihoree aulorea a 19 e 1200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhore autorea a 200 ra. a libra.
Amenas portuguezaa a 480 rs. a libra.
Psssas muilo novas a 500 rt a libra.
Lataa com bolrchiohssde diferentes qualidades a lJtOO.
Conservas inglezas as melhures do mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, taibarim, mscarro e aletria a 440 rs. a librs.
Cerveja das melhures marcas a 560 a garrafa.
Genebra de hollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Dilasde espermacele a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. s garrafa.
Arrox a 100 e 120 rs. a libra.
Alpisis a 160 rs. a libra.
Toucioho de L>sboa a 360 rs. a libra.
"Alm dos gneros aoounciadosschai o publico um grande sorlimeoto de um ludo
______te a motilados mais barato do queem outra qualquer parte.
MA A FH
36, rua das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
1
\
g
ii ompras.
Compra-se urna taberna que venda psra
Ierra, e que aejs em Sanio Antonio ou S.Jos ;
na rua Direila, toja de miudezas n. 85.
Compra-se um pianohom e que seja novo
ou em bom nso: na rua da Cruz n. 30.
Escravo
Precisa-se comprar um escravo que lenha de
idade 18 a 20 annos, sabendo officio de alfaiale,
nao duvida se pagar bem psgo, sendo habilidoso
no mesmo officio ; na rua Novan. 47. '
Co.npram-se aeges do novo banco de Per-
nambuco : no escriplorio de Hanoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Sanio.
*. oiiipra-se
um bote pequeo em meio uso que
259 pouco mais ou menos: quem
nu ncie por este Diario.
nao exceda
o tiver ao-
cacimba e alguna arvore-
na mesma, daa 6 as 8
* JP/ecisa-se alugar um preto, daodo-se o de manha, e das 4 da larde em dianle.
sustento, e paga-se censal ou aemanal, para o Precia-ae de um bom amassador, que en-
trrico deas* lypojrsphia : na Iivraria a, 6 e 8 tendi porfeitameole de msceira, a traiar na pa-
di prsga de lad*pMdM*v i dai do Chora menino.
V indas.
Manteiga lgleza especialmente escollhida a 800 e 1&000, eeta ponjao lera abatimento.
ldel fraOCeza a melbor do mercado a 700 rs. a libra e em barris a razao de600 ra. a libra.
QueiJOS flamengOS chegados HH ullimo vapor a 39000.
QUHJOS lUdriQOS omelhor que ha neste genero por serem muito frescos a 19200 a libra.
QueijO pratO o melhor que se pode desejar a 19200 a libra e 1&100 o inteiro.
Cha hySSOIl e pretO o melhor do mercado de 19700 a 29880 a libra.
PreSUntO fiambre nglez b.mburgaM 720 r,. a libra.
Presuntos portllguezeS vindos do Porto do casa particular a 560 rs. por libra inteiro a 460 rs.
Vl Jfrr,'d0S DuqUe dfl Porl enui0. Porto fino, nctar, Carcavellos, Came?, Madeira secca, Feitoria velbo, seceo e chantan
i I9200e 19300 agarrafa, e 139000 a duzia.
VmnO BordeauX de superior qualidade diOrentes marcas a 800 e 19 a garrafa e de 89500 a 109000 a duiia,
VinhO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 49800 a caada.
Marmelada imperial esclher de todos os fabricantes de Lisboa premiada as exposic5es universaes de Londres e Paria a
. 900 re. a lata, de urna libra e a 19700 as de duas libras.
BOCetaS com doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeiladas, e de
muilo gosto a 3*500 cada urna.
FigOS em CaxmbaS de 4 libra muito frescos e grandes a 29000.
Peras SeCCa em caixioha de 4 libras chegadas nesie ultimo vapor a 39500 e 19200 a libra, afianca-se ser o melhor que pode havet neste
genero.
AmeixaS francezas em latas deS libras por 49000 e 19000 por libra.
PaSSaS em caixinhas da oi lo libras, as melhoresdo mercado a 39 a a 640 rs. a libra, e encallada urna arroba a 99500.
Latas COm fructas de todas as quadades que ha em Portugal da 700 a 1|000 a lata.
CorinthiaS em frascos de 1 \\i a 2 libras de 19600 a 29200.
FraSCOS de amendoa confeitadascom 2 libras, proprias para mimos, por serem muilo bem enfeitadas e de superior qualidade a 19500
eada nm.
Caixas SOrtdaS com ameixas, amandoas, passas figos, paras e nozas o que ha da mais proprio para mimos, da 49000 a 59000 rs.
por caixa da 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COn? bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muito novas a 19450. a grandes de 4 a 8 libras de 21500 a 49500.
GODSeryaS inglezas francezas a pormgoezas de 600 a 800 ris o frasco.
Ervilhas francezas a portuguesas a 720 ra. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao marcado.
Mas* as lalharim, macarro e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Castanhas e nozes as melhores e mais novas por terem chegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra de nozes, e a 59 a arroba da
castanhas, e 160 rs. a libra.
AmendoaS de casca molla a 400 ris alibra am porc,o ter abatimento.
AzeitonaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 39500 a ancoreta. .
Champanhe da marcas mais acreditadas de 159 a 209000 res o gigo de 19500 a 29 a garrafa.
CerVejaS das melhorPS marcas a 560 ra. i garrafa a de 59 a 69000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco a 69500 afrasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol a francez da 19 a 19200 alibra.
Vinagre puro de sboa a S40 rs. a garrafa a 19850 a cacada.
B&tattS em gigos com urna arroba, as melhores que ha no mercado a 19 o gigo, e em porcao de 10 para cima a 800 rs.
Sebollas SOltaS novas a grandes a 19 o cento e a 89 o railheiro, afianca-se qne i vala da qualidade ninguen deixar da comprar.
Cal virgem.
Vende-se cal virgem de Lisboa chegada lti-
mamente ; oa roa eatreila do Rosario, taberna
numero 47.
Calde Lisboa.
Vendem-ae cal virgem de Lisboa em pedra, da
maia nova que ha no mercado por ter chegado
no ultimo navio ; na rua de Apollo n. 24, arma-
san de A. Jos T. Bastas & C.
Espermacete sup
ArrOZ o melhor do mareado
Alpista e painco o mal
Vinagre branco o melhor f
Massa de tomate em
varia a 740 ra. am caixa a a 760 rs. a libra,
alibra e29700 a arroba do da India a 120 rs. a libra do Maranhao,
que ha a 160 rs. a libra do alpista a 240 ra. abra4o painoo.
tido no mercado a 400 rs. a garrafa a 29560 a caada,
ana libra do mais acreditado autor da Lisboa a vinda a primeira ves a nosso mercado, do 19 a Mta."
Araruta a nelbor que se pode desejar a 320 ra. a libra, a 160 ra. a libra da gonma.
ToUCillO de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a libra a arroba a 109009.
A. lm dos eneros annunciados encontrar o publico ludo que procurar tendente a molhadoj, a por manos des por cento do que e
qualquer parte,
*


time m phwmkjco skta toba *n* umto o mi
Esceocia le ail
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos cora e.cencia de toil
couja excelleale par* engommado porque tima
gala delta bastante para dar rOr em iiot bacis
de gamma tendo de mais a mais a prtciosidaOe de
nao maochar a roupa como meilas rezea acon-
tece com o p de aoil Guata cada frasquinho
500 ri : o a ra de Queimado loja da aguia brao-
gLoja das 6 por-g
tas em frente do Li- g
vramento.
a Roupa feits muito barata.
Paletots de panno fino sobrecaa.co., ^r
rih ditos de casemira de cor de fusio, ditos A
de brim de corea e braacos. ditos de -
_ g*n?, calcas de casimira prelas e de 1
cores, de brim branco e de cores, de gao-
a, camisas com peito de linho muito g
fioas, ditas de algodao, chapeos de >ol *
de alpaca a 49 cada um.
I
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mu finas esponjas para rosto, a 2*
Queimado, loja d'agoia
cada urna : na ra
branca o. 16.
Novos enfeites e cintos
dourados.
No Manguinho casan. 43, tende-te
dous bois mansos para carroqa O por
barato preqo
Chapeos de palha.
0 mais lindo aortimenlo de chapeof de palha
da. formas as mais modernas de Pars, para ;ie-
nhoraa e meuioai, ricos sintos ollima moda, di-
tos con tacos bordados : oa roa do Crespo o. 4,
casa de J. Falque.
Eotremeios ~
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se echa um bello sorli-
meoto de ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e corno de seu costume est ten-
deado baratamente a 13200 a pega de 3 raras,
tendo quantidade bailante de cada padro, para'
rostidos ; e quera tirer dtoheiro approreitar a
occasio, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, toja d'aguia branca n. 16.
Agitas itnperiaes.
sempre
Aloja d'aguia branca acha-se recentemente
prorida de um bello e variado surtimiento de eo-
fcites de difTereoles qualidadcs e gostos, os mais
liodos que jossirel eocoolrar-se ; assim como
est igualmente bem sortida de bonitos eintos
dourados e prateados, sendo lisos, de listras, e
matizados, e bem assim os de ponas cthidas,
tendo de tudo muito para satisfazer o bom goslo
do comprador, que munido de dinheiro nao dei-
zar de comprar : na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca o. 16,
Na padaria de Aotonio Fornandes da Silra
Beiriz, rus dos Pires n. 42, rndese a muito
acreditada bolschmha igual a ingleza, dita de
aramia, todo o trabalho uesla casa bem como o
pao e bolacha Jeito das melhnres fariohas e
irab-lh>d.i com o maicr asseio posstrel, farinha
a melhor do mercado a 180 rs. a libra.
Na ra do Imperador n. 28 rendem-se bar-
ris coa cal de Lisboa, superiores bixss hambur-
guesa., as quaes tambera se alugam.
Cal de Lisboa em
ra
da mais ora que ha no mercado, e por maito
menos que em outra qualquer parte : os ra da
Midre de Deus n. 10 junio ao armazem de
courus.
A dinheiro ou a
praso.
Vende-se um carro de passeio, patente, intei-
TO.com assento para seis pessoss ,quaai novo e
por prego commodo: na ra do Lirrameuto
u. 25.
Leques.
Ven lenas lindos leques de madreperola, o
mais lino possirel: na loja d'aguia de ouro, ra
do Cabug n. 1 B.
Vendera-seas rerdadeiras luvasde Jouvin, che-
cadas por esto ultimo paquete da Europa : na
loja d'agoia de ouro, ra do Cabug o. 1.
ped
Gollinha!
de traspnsso bordadas em
cambraia ina
Vendem-se a 2* cada urna : na rus do Quei-
mado, loja d'aguia branc n. 16 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguesas, antes que
se acabem.
Novos cinteirns de fit*s com
puntas cahid'is efranjis,
a. loja d'aguia branea acjba de receber pelo
vapor inglez os to procurados e muito bonit >s
cinteiros de Otas com ponas c e
por isso podera agora ser sittsfaotoriamente ser-
vidas ss senhoras qna a desojaran! ; elles achira-
se unira-nent* nadita loja d'aguia branca, ruado
Queimado o. 16.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca teodo em ristss
Tender o bom, mandou rir, e acabara de chegar
aqu (pela primeira vez) as superiores agulhas
impenaes, com o fundo dourado e mui bem fei-
ta, sendo para alfiates e costureiras, e custa
cada papel 160 ra A agulha assim boa anima
e adenla a quem cose com ella, e em regra sao
mais barata* eo que as outras; quem as com-
prar ni ra do Queimado, loja d'aguia branca o
16, dir sempre bem deltas.
Mui bonitas
e boas fita brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de raceber de sua
encomojendi diversos arligos de goslo, e proprio
para eofeilea de vestidos de noiris ou convida
das, sendo bicos de blond da dirersas largaras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhose sem elles, oscarriiha. brancas e rotu-
las outras cores, fioas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeites de flores e cachos sollos, lu-
raa de pellica enfeitadas primorosamente, bu
benita, e boas filas de chamelote, e emfim mul-
los outros objectos que a pedido do comprador
jserao patentes, e riata do diobeiro nao se dei-
j xar de negociar : aa loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tiras
hordadas em ambos os
lados.
Veodem-se tiras de cambraia bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
lira roeio, pnn ssiss e outras muitas cousas
cusa cada lira 1*200: na ra do Queimado, loi
oaguia branca n. 16.
Putea americana.
Vende-se potassa americana omito ora e de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio de Olireira & Filho, largo do Corpo San-
" CHAPEOS A GAR1BALDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunha & Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e feliro, mui liodos, e se ren-
dem pelo barato prego de 10 e 12j)
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
masfiaisaimo brim trancado decores, muito pro-
prios panos bailes, festaae passeios campestre
pelo diminuto prego de 10]).
Cbapeos baratos.
Chapelioas de seda pan .ahora, pelo barata
simo o/eco de 8#, chapeos de seda e de merino
bem eufeitados, para meninos e bapisa>io o 6
7*. ditos de palha e soda para seohora a 10J, di-
tos de seda de cores, copa baixa, para hornera a
6/. ditos da casemira de cores, pelo diminuto
prego de 1*600. chapeos de castor baanco sem
pello, bonitas formas a 12g, bonets francezes de
panno para meninos a 2j5U0e35.
Guardanapos e toalhas.
Duzia de gusrdaeapos para mesa a 2fl e 25100
-'mS a"" meSi de ll4, ,|2 Var,S 1*000,'
1$500 e 2$.
Ve&tiiarios para meninos,
def-*!0' enfeiiados, a 8*. baldes para senhors
a 3M)0, bonitos vestidos de phautesia pelo bara-
to prego de!2J, atoalhado de linho adamascado
cora 8 palmos de largura a 2J210 a rara, mantas
de ri branco, manteletes, leques de dirersas
quahdades. gollinhas. manguitos, sedas de qua-
drinhos, e outras muitas faieodas que se rea-
dem por barato prego na referida loja cima.
Geograjt
Veode e doos globo era mm uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
e.tudantes que os prteaderem podem
dirigir-te a lirraria universal de Guima-
res& Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Vende-se fioissime* tiras bordadas a9$ eS|oOO
pea, babados fraocezea muito finos e eom
Dordados muilo liodos a Ifl, 2J5O0. 31 e 41500 a
pega : na rus do Queimado loja de miudezas da
bea fama n. 35.
Agulhas francezes
Veade-se agulhas fraocezas de fundo dourados
das melhorea que lem rindo ao mercado a 160
rs. o papel, carteirae de marroquim com agulhas
sorlidas e todas de muito boa qualidade a 1*
cada urna, ditas de papel dourados e com muito
bom aortimeoto a 8)0 re., caixinhae com 100
agulhas aortidas muilo boas a 200 e 280 rs. ca-
da urna : na ra do Queimado loja de miudezas
da boa faas d. 85.
Para padaria.
Na ra Direils n. 84, vendem-se por commo-
do prego boussylindros americanos ooramenle
chegados.
Feijaoem seceos.
Na ra do Vigario n 10, escriptorio
de Matheus & Rodrigues, tem para Ten-
der muito superior eijo em saceos.
Fitas de chamelo-
te muito boas e
bonitas.
kRABO QUEIMADO N?46
f/lt>hBANDE20mMERTo
^DASERPKS
faitea
de
Sorlimento completo de sobrecasacos de piooo a
ttas a 25f, 3J. 90f e 89f, paletots acasacados de panm
rin*1. ?i Vft petetots saceos de panno e casera,,. u *
2 stJ'A* 4 al6* !2bre de ''P" e merB d 7 t 10. calcas Dreta, de
ne o dS;n'Al r.M6Y* 8l 10S' rU,P" ",M meD'0 de todo, os t.Pmanh0. .
. ment de roupas de brlns como seiam calcas, paletots e collela. r.nin..ni TTlu*
25*, 28JJ, BOU e 3&f. casacos muito bem
noo prelode 16 at 2&9, ditos de casemira
mira dn 8j al U}, ditos saceos de alpaca
casemira de
A loja d'aguia branca acaba de receber peto ra-! J"* deroup. s de trios coW.ej.'m ..Ha".", pEtoU e colUl.rsw^o.e^oT Mllftll ?L
por inglez su. eocomraend. de nos., bonitas e ,ellm. 'ttodo e 4 9J. dito, pn cas.men.o a 5 e 6 D1 hS ,PhJ t d*
larga, fli.. de ch.m.lole branca, e outras core., | laDte 5#. Calcas brancas muito finas a 5$. e um grande sortiraento de ienda.no, T
as quaes sao excellenie. par. cilos. |aCos. etc. d". Pleto sortimeolo de c.semiras ingiera, p.rag homem. 2 senhofa Srol.?S
de resudo, para easamantoso baile., assim como !linho e 'godle, chapeo, de sol de seda, turas de seda de Jou.in p.ra hmem .'. 8eroul" de
para leCo. de bouquetes. cinWiro. de criaocas e '. J0 grande fabrica de slfaiale onde recebemos encommeoda. de eodea oha,
muita outras diversas cooim. e enmo d. li sendo administrada or um hbil m*.. a .--,-1? .."-DdM obra9'. 1ue P*
e senhora. Te-
""V" ;i-._ ..i _~ j r~r~r ~z----------- -"= ii.5i>ciuuii cnvuuiiuenua. no aran
cous., e cerno de seu 'f*0 e,t* sePdo. daunistrada por um hbil meatre de semelhante arte e um n
costume os precos rio menores do qie em outra *DCnoenla "^1"" *"''-. portaotoeiecutamosqu.lquer obra com rSlidi l .u !>\t?
qoalquer parte; anim quem manido de dinhei- do ro, dirigir-se a rea do Queimado loja d'aguia .___________________ ________
branca n. 16, ser bem servido. ^__^----------------------------------------------_-----____________ _
r*XrSr"s"!iOb20"Rua da Imperatriz-IN. 20
O baraleiro-Ouarte ac.ba de receber noro sorlimento de telendas oue retal!
o aos aegu.otea pregoscomo s.j.m : ca.sa. bordadas propriM par.* corMnai
ue e.ros a 1*600 s peca, cambraia grossa com 8 raras c.da peca opt'ma f.i"
ueteuo.. salas e forro de restidos a 1500. muss.linas largas d.eVe*uinte, cc
Para acabar.
Ni ra do Queimado n.
j loja de 4 portas.
. Vende-se chapelioas de seda para se-
| ahora a 8$.
n?rg,ndy* Pares os mais modernos a
i 600 rs. a rara.
, Scdinhas de qoadrinhos a 800 rs. o co-
I rado.
Casacas de panno preto muito fino
[ 20^000.
Hantleles pretos a 150 e 205.
| Riquissimos resildos de seda de cores II
> e pretos o mal. molerno que tem appa- aja
[ recido epor baratissimo preco.
Potassa da Russia.
Vende-se potaa da Russia da mais ora e
superior que ha no mercado e a prego muito
cammodo: no escriptorio de Manoel Ignacio de
Olireira & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras tovas de
O baraleiro-Ouarte acaba de receber noro sorlimento de fazei
, mosqu
preta
wdndsMCl*-"---00--* "*c"^os"-10** co'rte,"VeriudUde"seda!
prego de
tremeios
rs. o cor.
relalha sendo a di-
cortinados, babados ou
P.rapeneiras,
cores rerde, atol,
ras com babados
das seguiotes cores
Acaba*, de chegar pelo ultimo rapar para .
loja d'aguia blanca, o'a ra do Queimado n. 16
sendo de todas as cores.
ffiaiM -
sem segando.
Na ra do Queimado n. 55. loj'i de miudezas
de Jos de Azeredo Mais e Silra, est rendendo
tudo muito barato para apurar dinheiro, poi. o
que presentemente mais precisa.
ROUPA FH3ITA
rora de penna. de ago de direr.os mo-
dellos a...............................
Csixascom agulhas (rancezas a.........'.
Caixaacom alfiaetp. a.................
Caixae com apparelhoa para menino....
Ditas com dito para grandes a..........
Baralhos portuguezeaa............120 e
Groza de botes de osso para caiga, pe-
quenos, a..............................
T<*souras para unh muito Gnas a......
Ollas para costuras....................
Baralhos francezes muilo fios a........
Agulheiros com agulhas a..............
Caoireles de 1 folha muilo fiaos a 80 e
Pegas de tranga de laa com 10 raras a..
Pegaa de franja de l. com 10 raras a..
Pares de sapatos de tranga a............
Carlas de alQneles francezes a..........
Escoras para limpar denles a 200 e....
Massos com grampos muito fiaos a....
Cartes com colchetes con argum de-
fo>to a................................
Ditos de ditos de superior qualidade a
, Didaesde ago paraseohora a............
' Rtalejos com duas rozes a..............
Dito, com 4 rozes a....................
Eofiadores para restidos, sendo muito
grandes a..............................
Caixascom clchales francezes a!"".'!*
Cartas de alflneles para armagao a.....
Charuteiras muilo Quas s..............
mtolros de ridro com Unta a...".".'."".'.*
Ditos de-barro com Unta superior"a
Ar. preta muito flns, libr...... """
Funileiro e vidracciro.
Grande e nova ofTicina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Nesle rico e bem montado eatabelecimeoto on-
coolraro os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de tolos aa cualidades.
SANTUARIOS que riralisam com o Jacaranda.
BANHGIRoS de lodos o. tamaitos.
SRMiCUClAS dem idem.
BALDES dem dem.
BACAS i lera dem.
BAHUS dem dem.
I FOLHA em caitas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
ana.
CUALEIRas de todaa'as qualtdades.
PANBLLAS dem dem.
COCOS. CANIEIROS e daodres para qual-
qunr sorlimento.
VlDttS em calas e a retalho de todos os ta-
mandando-se maohos, botar dentro da eidade
em loda a parto.
Recebem-se eocommendas de qualquer nalu-
rew, coocertos, quo tudo seri desempenbado a
contento.
SABAO.
Joaqalm Francisco de Mello Santo, irisa aos
seus freguezes desta praga e os de fra, que tem
exposto renda sabaode sasfabricadenominada
Recifenoirmazem dosSrs. Trarassos Janior
C, na roa do Amorim n .58; maaaa amarella,
eastanba, preta e oulras qualidade* por menor
prego que de oatrasfabricas. No mesmoarma-
bem tem feito oseu deposito de reas de carnaa-
xaaimplessem mistura Iguma, como ai da
oraposigao.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabugi n. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
i pelo aortimenlo de flores, o mais fino que pos-
sirel eucoatr.r.proprias paraeofeiles decabec.ou
w resudo, cousa muilo chique, que aa renie por
100 Pre? qUe *d o cacho.
oo Mi gangas miudas de todas
500
120
60
210
500
200
130
400
400
320
80
m
200
800
1J80
100
400
40
NDICiO LOW-1O0I
Una daSenzalla Nova n.42.
Westt istabelacimanto contina .hav.ru
=omplato sorlissanto damoenda se
ptraangenbo.Baebinasda rapor
rarro batido a eoado.de todos ostsmanhoi
Pra dito.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
UNGENTO HOLL WAT
M.lhares deindiriduos de todas as nagOes
pdeot tealemnnha, ... ...irid.. deste remedio
meotnparavale prova rom caso necess.rio, que
Me.uso que dellefizeram em seu &
mernbrostute.r.mentes.osdepoisdehavarem-
pregadoinutilmente ouirosiratamentos. Cada
^oapoder-se-haconvencerdessascurasm,
221 m8 d,Mhn>iit anuos: a i
mator parte dallas 80 a0 sor nren.,.'. ...
admtram os mdicos
Joaquim F. dos Santos.
4>-RHa do OHeHOado-40
Defronte do becco da Congregaeao letreiro verde.
Nesle estabelecimento ha sempre um sortimeatn rnmr.lotn a. *o-^ # >.
toda, as qualid.de. e tapera .. manda ei^l^STjStS9a^J9
tapara o que tem um do. melhores preeeeoraa.
Casaca.
ae panno prelo a 40S,
33| e
Sonrncssaco.de dito dito a 35J e
Paletots de panno preto e de r.o-
res 3S. 80#. 25J. 10. 18 e SOpOOO
Ditos derastmir. de core, a 22a
15|. 12> 7 e
Dito* de alpaca preta golla de
reliado fraocezas a
Ditos de merino setim prelo-s e
de cores a 9J
Ditos de alpaca de cores a 5 e
Ditos de alpaca preta a9, 7 5>e
D'toa de brim de corea a 51,
. 4500. 4 e t
Ditos d* bramante delinbo b an-
co a 6a. 5| a
Dito. ie marin de cordo preto
a 15 e
Caiga, de ca.emira prets ede co-
rea a lt. 10, J, 7 e
Dilaa de priocoza P m*rin *
cordao preto a 5, 650Qa
Ditaa le brira branfe ede corea a
5. 45O0 e JP
Calca, de ganga de corase
CnUel* de relodo prele a de co-
res liaos bordados a 12,9e
Oilos da casemira preta e d^ co-
res lisoa e bordad oa a 6
5*500,5 '
30fl00
305000
9000
108000
8a000
33500
3J500
3500
4*000
88000
eaooo
450O
2J5O0
3JO00
80O0
3|500
Ditos de setim preto
Mtea de seda e setim branco a 6 e
Bitoa de gorguro de seda pretos
decoresa 7, 6, 4 e
Ditos de brim e fusio branco a
IJ500. 2*500 e
Srroolae de brim de linho 2 e
Dita, de algodso a 18600 e
Camisas de peito defuatio branco
ede corea a laJOO e 2X200
Ditas de paito de linho a 5, 4* ainno
Ditas de madapolao brancaa e de
era. a S. 2*500, 2 e
Chapeoapretoa de massa franceza
forma da ultima moda a 10*
8J500 e ^*
Ditos de feltro a 6, 5, 4J e
Ditoa de sol de aeda inglezas e
fr.nceze.. 141,12, 11J .
Lioianobo. de linho maito fino.
norotfertios da ultima moda a
Di lea de elgoeio
Belogjo.e ouro ..tente e hari-
^..aP.W. a ,10- i m 701000
IM<*M|l ata galrani..dos pa-
/mJ |fJ>5fizontaes a 40 e 30f000
wnraajp".io, .deregos e meios
aderaajos, pulcairas, roz.las e
aneis
TMlhaai4B UoM dozia lOf. 6 9J0O0
"_aa grandes para meaa urna 3e 4OOo
5000
5$0t)0
5*000
3*000
2200
1*280
I5oo
7*000
2000
7*000
*800
500
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, defroole do sobrado
noro, estdisposto a render ledo por precos ano
a todoa admtram, auim como aeja : ^
Frascos com aguado Larande muito su-
perior e grandes a....................
Duzia de .abneles muito finos a....!l
Sabonetea muito anos a...............'
Ditos ditos muito grandes a......'.'.'.'..',
Frascos com cheiro muito finos a.!!!"
Gsrrafaa com agua celeste superior a '.'.
Frascos com baiiha muito fina a......'
Ditos com dra de .rae a............."
Frascos de oleo de babosa ...... "
Ditos de dito muito finos a 320 a.".!".'.".
Ditos coa banha transparaote e..!!ii,'|
Ditos com superior agua de colonia'a'.'*
Ditos ditos frascos grandes a.........,"
Ditos de macaca e ae oleo a.....".""*'
Linha branca do gaz a 10 ra. tres por
. d?u..............................
Linha em carlao de Pedro V com 200
Di{.^V7;ra^a::::;;:;;:;;;;;::::: g
Duzia de meiaa crua. muito eocerpadas 2*400
Dita de ditas muito superiore a.,. STo
D.taa de ditas branea. para eohora a.".'.'. 31060
Bicos da largura de 3 dedos, rara a... 120
Groza de botes de louca a.... en
Dita de duna 4 vela muilo a^periowa a 240
Peas de Os* wn cs de toda. .. |argUf 3^
Franjas da lbe p.ra to.lhaa (raa). M
qaf K. WttV^L0* PM? W Pedid
.ewslilc.nte para acabar, a por Uso
oao ae oiha i.. Matn, e sin o ova dT
Ra da Seozalla Nova n. 4.
Neste estabelecimento vndese: ta-
chas de ferro coado Irbrn Ort. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
ao; as cores.
40 I A loja d'agoia branca acaba de receber essss
80 -procuradas micaogas miudas que serrem para
1*000 Pilceiras e outra. cous.s. e por isso avisa as
160 PefO" qoe ellas esperaram e as que noramenle
120 1u'? comprar que munidos de 500 ris com-
120 P1"8" um masso maito maiordo qae os antigos
isso somenle na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado o. 16.
Grvalas da moda.
Na loja d. bea f. na rea do Queimado D. 2i
se encontr.r um complete sortimeolo de grara-
tas de seda pretas e de cores, que aa reodem por
pregos baralissimos, como sejaos: e.treilinhas
pretas e de lindas cores 1. dita, com ponta.
largas a 1&500. dita, prelas boradaa a 1*600. di-
tas pretas para duas rollas a 2J ; n. mencionada
loja da boa f, oa ra do Queimado n. 22.
Urna bar caca.
Vende-ae ama baeeaga do porte de 35 caitas,
ocalnada 00 eetaleiro de meatre carpinteiro Ja-
eiothQ Kleabe, ao pe da fortaleza da. Cinco Pea-
la, aonde pode ser rista e examinada pelos pre-
ieudenles ; rende-se a prazo oa a dinheiro : a
ira lar com Manoel Alroa Ouarra, na ra do Tra-
piche a. 14.
Lieuijos brumeos multo
finos,
Vendem-se lango ora neos maito finos, pelo
diminuto preco de 2*400 a duzia, grande pe-
ehincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
800
500
160
200
500
1*000
240
600
240
500
900
400
600
100
20
Caivetes fixos paraabrir
latas.
Chegou ora remesas desses preciosos cani-
retea flxos para abrir latas de sardinha, doce
bolachiohaa etc., etc. Agora pela fesU cmese
muito dessis cousas a por laso necessario ter
um desses c.niretes cujo imporle I*. comprao-
do-se n. roa do Queimado loja da aguia branca
o. 16, nica parte onda os ha.
Arados americano se mchina>
paralara roupa:emcata deS.F. Jos
listn & G. ra daienzala n.48.
Feijo d e corda. .^
No armazem de Tajee Irruios, ra do Atuos
numero 85. r^
mais celebres. Ouanta
pessoasrecobraramcem este soberano S
JSSuS perDas *i*SS
Srm J0D8OlempO D0S ht,Pt.es.o,W
.!\ mPHo I D.lias ha mui-
uXnta nrSa i0,aBcnr^s completamente^
. ? "S0 **"fno remedio. AU-
E" da,s Pw na enfusao de seu reco-
ohec.mento declar.ram estes resultados benefi.
s d anle do lord corregedor e outros magi .
dos, afimle mais autenticaren, su. afirma-
Ninguen d.Msperari. do es lado dessude ss
"jessebastante confianca para encinar es r
tamenk, que necesst.ssa a naturez. do mal
cojo resultado seria proy.rincontestarelmente
Que tudo curs.
i*rmt.,.0 "" ai particu
lente nos sepruintes casos.
lnflammago ds|bexig
d. matriz
Lepra.
Males das pernas.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Anceres.
Cortadoras
Dores decabega.
das costas.
dos raembros.
Enfermidades da cutis
em gsral.
D'tas de anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiras escaldadas.
Inchaces.
lnflammago 4o figado.
dos peitos.
da albos.
Mordeduras da reptis.
Picadura de mosquitos.
PulraSes.
Queimadelas.
Sarna.
Supura^Ses ptridas.
Tinba, em Qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na baeea.
do figado.
das arliculagoes.
Veas torcidas oa
das as pernas
Attenco.
Vende-ae confronte o porlo da fortaleza das
Cioco Ponta. oseguinle : e.rrog.s para boi. di-
ta, par. carallee para agea. e.rriobo para lr.be-
Ihar n* .lf.ndeg., ditos de mo, rada. nr*etr-
regw og.o, bocea, de forno, b.pdeirss, ferros de Tu-
las de todas aa qualidade.. dobradic*. de ebeae-
bar de todo. 01 tamanhos, techadora, de ferrla.
ferrolho de chapas, ferro de embutir de todo. e.
umanbos, e potlo de ferro.
Aos Srs consumi-
dores de gaz.
No caes do Ramos, armazem ns 18 e
36, e ra do Trapichen. 8, se vende gas
em latas de cinco gallees, a lijOOO n.
e tambem retalho.
Ni roa da Roda o. 48, sobrade reodem se
hbr?(leO",ro8' Cal e potassa.
Vendem-ae e.te. do ou genero, do be., coobe-
cido e acreditado deposito da roa da Cadei. do
Recife u. 12. por menas preco do .1 em o.tra
qualquer parle, afiaocando-ae- a boa tnlidad..
A cal ebegou a quairo di*, pelo brigae eSobe-
rariof, e a potassa legitima da Russia, becada
pelos ltimos narios da H jmburgo.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de ratroz para graraUs .
00 rs. : na ra do Queimado n. M, oa Iota da
boa f. *
Opiata iogleza
para (lentes.
Est finalmente remediada a falt que se sen-
ta dessa apreciarel opiata iogleta 13o proreito-
sa e necessana para os denle., isso porque a lo-
ja d aguia branca acaba de recebe-1* de .o. en-
commenda, e continua a rende-la a 1*500 r.. .
cana : quem qoizer coneerrar tea. dente, per-
teito. prerenir-.e mandando a comprar esa
dita loja d aguia branca, ra do Queimado n. 1C
NOVA
exposico de can-
dieiros econ-
micos.
O proprielario deste noro est.belecimento .rl-
aa ao publico e a todos o. consumidores, q.e tasa
recebido um grande sortin eoto de eandieiroa de
noro modello, riquissimos p.ra ornar aalaa, lodo.
esmaltado, de dirersid.de. de core., desde o
mai. rico al o mais ordinario, aa.im como um
grande sorlimeolo de g.s de prmeir. qualidade
pelo prego mai. barato que ae pode encontrar -
assim como tambem metas latas e as a.rrafaa '
na ra Nora n. 24, loia do Vianna. '
Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber &
C, successores, roa da Cruzn. 4-
Meias paira snl&9Ta.
Vendem-se superiores meias par senhora pe-
lo baratissimo prego de 8*840 a dozia ; Da loja
da bu. fe, na ra do Queimado n. 92.
no-
Vende-sa este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 44, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista a outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespaaha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinba eontm
ums instruejao em portugus para explicar o
modo de faser uso deste ungenta.
O deposito geral em easa do Sr. Soum,
pharmsceutico, na ra de Cruz n. *2, a
"ernambuco.
Vende-se
aieilede dend ou palma, dito de emendoim que
serr para luzeae machinas, mais barato do que
em qualquer outra parle; na ra do Vigario n.
1, pnmeiro andar. B
Superior rap de Lisboa em
frascos.
Veodese superior rap orineca Bra.il .safras-
coa, cnegado 00 ultima rapor loglea .Tyoe : na
luja da boa f, roa do Queimado n. 22.
^- Vende-m ama boa rm.gSo Iluminada a
*, da casa n. 51 da ra OlreiU desta eidade : a
Mar aa mesma roa n. 67.
[ 4 loja da bandeira
i tem para vender de boa
i qualidade folha, estanho-
e bacas de
f senecupa prego favorito.
^Nova loja de funileiro da!
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos d. Fonsecs participa
. todo. o. seus frogoeae. tanto aa prace
} cmodo mato.ejunt.meDie aore.peiii-
reipublico.queiomou a deliberacao t%
balxar o prego de todas assoas obras r or
f cujo motiro lem para render nm grande
Ssortimeeto debaha e b.cias, todo a
diferentestamaohose dedirersss cores
_ em pinturea, e juntamentem graBde
i sorlimento deliren., obras,costemio
baoheirosegamelaseomprid.s.gr.ndfs
e oeqaen.a, machina, p.r. caf e cane-
cas par. conduzr agua grande.e peque-
a., latas grandes psra conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, dito.
grande, e pequeos ao uto do Brasil o
camas de rento, lata, de arroba a ls
bahsgrandeta 4* e pequenoaagO
r.., baca grandea a 5* e pequea a
800 rs.,cocos de aza a 1* a dnsi. re-
gadores regulare, muito barate, dito,
pequeos a 400 rs., de todo. este, objee-
to. h. piolado, e em branco e ledo mala
ae rende pelo meno. prego po..irel: oa
loja da bandeira 4. ra da Crui do Re
cife d. 37.
Retobos.
Vsnds-sa ameasa ds Jobnston Paur d C.
roa do Vigario n. 3 um bello s.rtiavesto
relogios de ouro,paian te ingles, ds osa doa
.fam.dos fabrieantes da Liverpool;
ana rarisdads da bonitos irancalB5 para
mesaos.
Plvora.
Vende-se polvera de aaperior qoalldade a
chumbo de munigo por meos do qae em o.tra
tratar no escripicrio de Anlalo
Diss, no Forte do Maito, iaa da
qualquer parte
Cesa rio Mo reir
Moeda n. 57.
Luvss de Jouvin.
Na loja da Boa F na roa do Queimado a. 21
sempre se encontrarlo as rerdadeiraa lar., de
Jourin tanto para homem como para .eohor.
sdrertindo-se que para .quelles ha de m.ito
nadas cores, na mencionada loja da Boa F aa
ra do Queimado n. 2S.
Banha fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branea avia, a au. boa fraga**
zia que ebegada a apreciarel banha fl.a ea.ee-.
pe. Rr.atde., e cootin. a vende-la atada hafls)
do qae em outra qualquer parte : na roa do Qoai-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Para acabar.
Antooio Ferreira Leal, establecido cos lasa
de traatea na rus da Croies n. SS, querenda aca-
bar com dito estabelecimento, est rsaalils a
read*r pelo menor prego poulvet o. mm
traste, oacioa.es : mobitl.a de jacaread*.
de amsrello, camas francesas, gaard.-vesl
suarda-ronpas, gaarda-fonca. ms -oaezas. _
... elMtic, co.mofln,,tc.. te.; aflaogaatea
solJz de seas trastes. -%-






DLU00 DI PtWWMBOEO
TJ RIKA 10 5-
m*Mt
'%
L

I '



,
K^Gifflaraes k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Venden, baratissinio.
CmbraiCLS da China bordadas 75 a pe?4, e o mis rico sortimeoto de Cacea-
das finas par senhora e melo, do-se amostras.
Mant66t6S 6 Capas de groa preto bordados, o que pode haver de maia gosto e prego
cora modos.
Chapeos de Seda para Senhora de muito bom gosto a ll* cada um e de palhs de
Italia ricamente eafeiladoi a 389 para acabar.
GamisaS ingleZOS para homem de Uoho fazenda muitoboapelos precoa aegoio-
tes a 369 e 409 duna.
ROtipaS fC'ltaS para homens e menioos, aobrecasacot, paletots, caigas, seronlas, meias etc.,
ele.e outros muito artigo.
GRANDE DEPOSITO
B
DO






ingleses. ,
Ntntes meninos.
lustre (sola e efe*.
RBALIIO
41RU4 DO IMPERADORA.
pode
Neste deposito existe grande quantidade de louca e de todas as qualidades, o que se
desejar de bem fabricado e de boa qualidade de barro, coma propriedade de conservar a a
sempre fria, como sejam jarras, resfriadore, muringues, quartiohas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vid-radas.
Tem ricos vasos par flore, talhas, alguidarea de todos os taraanhos, assadeiras, boioes
com lampos esem elles, paaellas para bater-se bol i, escarolas, eofuzas, frigideiras e muitas ou-
tras pegas que seria enfadonho mencionar.
O propietario desta fabrica a primeira deste genero entre us espera obter do respeitavel
publico aoimacaoe coocurrencia e para conseguir es3e Om vende a sua louca mais barata do que
at aqu se venda nesti cidade.
Aprompta qualquer factura para exportar, alera dos precos commodos porque vende d 10
por ceoto de abate para quero comprar de 1003 para cima e dessa quantia para menos terao 5
por cento.
Qualquer encomraenda pode ser entregue no deposito da fabrica rus do Imperador n. 41.
Chf guem ao barato antes
que se acabe.
Na loja de fazeodasna ra da Madre de Dos
n. 16, defronte da guarda da alfaudega.
Chitas escuras com loque de mofo cores flxas a
160 rs. o covado.
Ditas inglezas escuras pannos finos a 160 rs. o
covado.
Ditas frsncezas escuras a 200 rs. o covado.
Ditas superiores a 240 rs. o covado.
Ditas muito Qnas a 260 e 280 rs.
Ditaa assento branco a 220 rs.
Velbutina pintada a 340 rs.
Brtm riscado para caiga a 160 rs.
Madapolao muito fino com pequeo defeito a
? 45500 a pega.
Brim americano largo a 320 a vara.
Dito Irangado de liobo a 19 a vara.
E outras muitas fazendas que sevendem ba-
rato para acabar (a dinheiro visla )
Acudama tempo.
No escriptorio de Joo Baptista dos
Santos Lobo cae do Ramos n. 4, se
vende urna porcSo de quintaes de pao
brasil e tata juba, palha de carnauba
muito nova e alva, bem como saldo
Assu' que se acba a bordo do hiate San-
ta Luza,
Ra das Cruzes n. 4,
fabrica de charutos, vende-ae charutos a 159 o
milheiro, de fumo da Babia, velas de coroposi-
go a 119 a arroba, e em porgo faz-se abali-
meoto; afianga-se a boa quelidade.
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
de puro linho.pelo baratissimo prego de 5$ : na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para 1 impar
(entes.
Na verdadeuma escova para limpar pentes
sempre necessaria em qualquer toucador, e com
especialidade no da senhora que preza o asseio,
e para que elle seja perfeito mandar comprar
una dessas escovas de cabo de marfim ou ma-
dreperols que custsm 2JJ e 3j rs., na loja d'aguia
branca, na ra ra do Queimado n. 16.
Navalhas (Taco
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
Talhas d'ago refiaado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade dellas basta dizer-
sa que sao dos afamados e acreditadas fabrican-
tes Rodgers & C, cusa cada estojo de duas na-
valhas 8j>000: na ra do Queimado, loja d'aguia
branca, n. 16.
Entre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca vende-se ntremelos
bordados em fina cambraia transparente a 19 a
pega de 3 varas, pre;o esto porque s<5 se acha em
dita loja da aguia branca ra do Qoeimado n. 16.
Adverte se que de cada padro tem bastantes
pegas para vestidos.
Vendem-se os engeohos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
(Tagua, sitos na freguezia de
S. Beato comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
so safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
amada Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
hjeccfto Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n
22. Preco 3-
Vendem-se as Ierras chamadas Sircnc
que ficam prximas ao sul da cidada da Victoria
(Santo Anlo) entre os engenhos Pedreiras e Es-
pirito Santo, com boas proporgdes para planta-
rles de caf e algodo. Nao exige-se dinheiro
vista, bsstando que pague o comprador um juro
mdico pelo tempoque convencionar-se o paga-
mento total : a fallar com seu proprietario o Dr
Reg Dantas, no engenho Goiabeua, de Santo
Amaro de Jaboatao.
Manteiga ingleza flor a
800 e 720 rs.
franceza a 610, cha fino a 2*700, caf i 280 e
540, velas de espermacete a 760, ditas de coropo-
si^ao a 400, cha preto a 28000. arroz a 100. tou-
cinho a 320. sabo de massa a 160. vinho muito
bom a 500. 440 e 400 a garrafa, azeitede carra-
pato a 400, tambero se vende urna negrinha do 9
annos, efeanarios de Portugal : no armazem da
estrella largo do Parauo n. 14.
Vende-se ou] permuta-se por escravos de
servigo. a casa terrea n. 57, sita na raa de Santa
Rila : a tratar na,xua das Trioeoeiras n. 5.
Os burros e cavailo existentes no armazem
doSr. Andr de Abreu Porto, defronte do arse-
nal de marinha vendem-se a vootadee esco-
lha dos compradores : na roa do Trapiche n.4
primeiro andar.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellana ana baralissiroos precos
de 240,360,500,560. 640,720. 800 e 1*000: uso
ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Grande
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo prego de
20* ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Nova california
A3000.
Chaeweede aalhinha fina entestada* pera na-
aioas ; na roa do Crespo o. 10.
Ao tabaquistas.
Vendero-e superiores lescos tr>ncezes a iaut-
lagio dos de linho, sauito proprlas para os taba-
quistas por seren de cores escuras e Bus, pelo
baralissii o prego de 5 e 6| a duzia : n ru do
Queimado o t. na bem conhecida laja da boa f.
i liso e tarlatana.
Veode-ae ior fil liso e tarlatana branca
a de corea, pe baralisiimo prego de 800 rs. a
vara ; na bem conhecida loja da bu f, na ra
do Queimado a. 22.
Toallas para maos.
Vendem-se muito boas toalhas para mos pelo
barato prego de 5$ i duzia ; na ra do Queima-
do n. 22. ua laja, da boa f.
Ricos eaeitei.
Vendem-se ricos superiores eafeitea o* mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 6&500 : na loja da boa f,
na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado o. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muito bonitos padroes, pelo barato prego de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do o. 22.
Cambraia Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5f pega com 8 1 \2
vara, dita tapada muito superior, pega de 10
varas a 6| : na ra do Queimado n. 22, oa loia
da boa f.
Bramante e atoa\\\ad* de
Viutto.
Vende-se superior bramante de puro linho com
duas varas de largura a 24400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ealcj.
Veodem-sa cortes de caiga de meia casemira
de cores escaras a 25 cada corle ; na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Por I bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opporlunamente para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aua propriaencommenda, ficando assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamento e bailes que se contam neesea
das, por isso as (.essoas que por elles esperavam
eas que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que eocontrario obra
de bom gosto, barateza, agrado e sioceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superioressaias de cambraieta mui-
to uno, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
50; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f*
loiooo.
*5 Ra Direita 45
Ougaml.. Oucaml.. *
O trste iBdispens'.vel ao hornera civiHsado
sem contrario o stpato I E' elle to necessa-
rio como o pi ao estomago. Tolera se um
chapeo jaca ; ama caiaea de ajostar taboado ;
um vestido tsbotado ; mas o spato aealcaoha-
do e rodo, a botina tem lustre e j descosida
urna indeceacia. um insulto ao orglo visual de
um cbnstio. E' por to grave considersgdes
que o proprietario deste eMabelecin m.ic.
acabando de receber um magnifico sortimenio,
roga aos seus freguezia sa aproasen) em renovar
o calcado vela visto estar-moa na fests :
vejara:
Homem.
M1LIES (chagra privilegiado) frescos co-
mo a agua do Prata......
BSKZEGUINS.ioteiricoa [Rocthlld) .
diversos fabricantes. .
lustre pechincha. .
Sapaloes de Nantea, vaqueta de lustre
bsteria...........
Ditos Nantea balera.......
* (urna sol).....8J0OO
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-aa em porga o a retalbo de urna sacca
pira cima, e por commodo prego : na ra da Ma-
dre de Dos confronte abolica n. 30.
Vende-se um escravo com idad de 24 an-
nos por 3009 por ter urna filul em urna perna:
a peisoa que quizar, dirija-se a ra Direita n. 14.
Leite virgioal
infallivel remedio para
r sardas e panos.
O leite virginal j bem couhecida como reme-
dio infallivel para sardas e pannos, vende-se a
2J rs. o frasco na roa doQueimado, loja d'aguia
branca n. 16.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta Toja por estar coostaotemeete a receber
perfumaras finas de snss proprisa encommendas,
bem se pode dizer que esta coosliluida um depo-
3500'sito de ditas, lendo-aa sempre do* ntelhores e
50200 mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
149000
99500
8(000
5f500
6*000
5500
5*000
4*500
de tranga portugueza.
franceza. .
Senhoras.
BOTINAS gaapa alta e lago inglezos
duragao incalrulavel. .
francezas (lago). ...
> sea lago......
gaapa baixa......
oulroa {32, 33 e 34). : ,
de menina (Joly). .
Sapatos (Joly) com salto. ...
( ) sem salto. .
,'pee........
lustre (32. 33, 34). ,
econmicos para casa.
de
28O0O
19500
6|000
5(500
5(000
40800
48500
4J50
3 ZOO
2000
800
800
500
aorli-
Alem dino am variado e abundante .
ment de ludo o qae necesaario a aapateiro pa-
ra ezecular qualquer obra.
J Lojaamarellan. 23, g
Sortimetto de fazendas modernas.
J Vestidos de blonde. i
gj Ricos vestidos para casamento com %
H manta, capella.ssia de setim e maia per- *
g tences.
#j Vestidos de cambraia.
Superiores vestidos de cambraia borda- &
Coudray e Societ llygieniqne, etc., etc. ; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca a. 16, que
achara aempre um lindo e completo eortimento,
teodo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se vendem convida e anima ao
oorxprador.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ru da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
a leves para duas e 4 pessosa e recebem-se en-
commendas para cujo fim elle possuem map-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
rogaapara conduegao de aasucaretc.
dos de urna sais, dous
babadinho.
babados, pafos e aa
9
DE
Fazendas baratas.
|Xa rna da Imperatriz n. 48, junto aj
padaria franceza.
Corles de cambraia branca com babadi- f
ohos 49 e 49500 superior 59, cambraia li-
9 za com 8 1(2 vara 88. 39500, *49, ditas de
Escossia 59, o 69, ricos enfeitea para se-
* nhora 69e68500. siotos os msia delicados V
9 para aenhora 2500. 3, chapelina para cri-
ang gosto ingles 3;500, 49, para baptisado
I 39, corles de vestido de seda Escosaeza de
0 bonitos gosto 129 eslao se acabando, ri-
coa lengoa delabyrinlho 19,18200. chapeo 9
9 de sol para seohora de bonitas cores, lisos
59, cabo de marfim 59500, cortes de cam- #
9 braia brancos com ffr de seda 59. riaca-
do francez 200 ria o covado, completos
9 sortimeotos de baldes de arcos 39, sorti- #
memos de meias para menino e menina 9
9 200 e 240 ria o par. cbalea de tarlatana
9 de corea a 640 res, lengos branco com bar-
raa 160 ria chitas inglezaa a 180 e 200 rs. 9
9 dita franceza a 240 e 280 rs. o corado #
el pegas de cambraia de forro com 9 varaa 9
a 29 : junto a padaria franceza n. 48. #
E' na ra do Queimado n. 39 loja de quatro
ports que se vende os melhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bom gosto.
teadaenaia Novan. 42
Vende-se en casada S. P.Jonhston 4C,
Uinse Jilhesnglazes.candaairo a castigaat
bronzeados,lonas agieses, fio devela,chicote
paracarroB, amoniaria.arraio jpara carrode
au eious cvalos ralogio ida ouro patente
nglez.
A dinheirOa
Potassa da Rumia.
A 200 rs. a libra.
O bem conhecido deposito da ra da Apollo n.
24 receben directamente peloiultimo navio a bem
conhecida e acreditada potasia da Russia, e est
vendendo a 200 rs. a libra, dinheiro vista.
Vende-ae ama negrinha de 8 annos de ida-
de, bonita figura : no pateo do Carmo n. 5, pri-
meiro andar
SYSTEIA MEDICO HODELLOWAY
PILULAS HOLLWOYA.
Este neslimavel especifico, composto inteira-
raente de hervas medicinaos, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleieao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleieao mais robusta;
entecamente innocente era suas operarles e ef-
feilos; pois busca e remove as doengas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
qu* sejam.
Enlre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e forjas, depois de haver tenta-
do inultimente todos os outros remedios.
As mais a filelas nao devem entregar-sea des-
esperado; facara um competente ensaio dos
efficazes efeitos de3ia assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintesenfermidades :
Capas compridas.
Modernas capa compridas de gorgurao
* preto e manteletes.
IP Sedas e moreantique.
. Lindas sedes, moreantique de quadri-
^ nbodenovos padrdes.
a Chapeos e enfeites.
9 Novos chapeos de palha enfeiados com
9 plumas, lindos enfeites para cabega.
Fazendas de luto.
0 Coratle'.o sortixento do fazendas pre-
cjl tas proprias para luto.
9 Variedade.
Manguitos, goilinhas, pentes, leques,
m esparlilhos, sintos, meias largas, camisas
9 para senhora e menino, enfeites de cabe-
ga, chales da touquim, fil, tarlatana, toa-
9 lhss de linho para mesa, chitas finas de
novos padrees : na ra da Cadeia loja
9 amarella confronte ao becco largo de
Grgol & Perdigo. g
Vendem-se dous escravos mogos e robustos,
proprios para qualquer servigo, um dos quaes
tem bom principio do offieiode pedreiro ; na ra
da Cadeia do Recife, escriptorio, primeiro andar
numero 28.
Cal de Lisboa em pedra,
da mais nova que hn no mercado e por preco
multo razoavel: vende-se na ra de Apollo .
28, armazem de Tarroso.
9
Vende-se
farinha de mandioca de superior qualidade, mui-
to nova, e em tudo agradavel, em porgoes gran-
des e pequeas a vontade dos compradores c pre-
go muito mdicos: a bordo do brigue Midas
ancorado defronte do caes do arsenal de guerra,
Kd93M39M9K'9M9M'M9l69MCI0al
Acaba de
I
novo armazem s
chegar
DE
Atteoeo
Champagne
do afamado autor Chateau Laroozire a 149 o gi-
go dja aja dnzla; sa praga da Independencia
antera 92.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A mpolas.
Areias ( mal de).
Asthraa.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
go.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encnaqueca.
Berysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em (liante
arroba a 3^500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 res : tambem v-ecebe-te
assignaturas das pessoas particulares lo-
go que seja diariamente, ate que se
acabe o gelo.
Vende-ae o grande aitio denominado Cala-
a, sito na freguezia da Varzea, de muito boaa
trras, que tudo qnanto se planta d urna grande
quantidade, com urna casa de taipa J coberta,
urna dita de fazer farinha, grande quantidade da
ps de cafezeiroa, com diversos pea de fructeiras,
como seja larangeiras, coquetos, etc., etc.; e
tambem vendem-se duas voceas que dio bastan-
te leite, urna dellas com a cria j grande, e am
barre manso : a tratar na roa do Sebo n. 90.
N. O.Bieber & C. saccessorea.raa daCraz
n. 4, tem para renderrelogloi para algibaira da I fataatico
ouro a prata.
Febreto da especie.
Goita.
Hernorrhoidas,
Hylropesia.
Ictericia. .
Indigestos.
Infla mmacSes.
Irregularidades de
menstruacio.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstruccao do ventre.
f htysca ou consump-
cao pulmonar.
Retengo de ourina.
Rbeumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Vendem-se caixSes vasios proprios
parabahuleiros.unileiros etc. a 1^280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem
para vender.
Vndese
na ra do Queimado n. 19
oseguinte.
Pegas de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 81|2 varas,pelo barato prego de59C00.
Toalhas de linho adamascado para mesa 949.
Cambraias de salpicos graudos muito lindase
59 a peg, ditas de ditos mudiohos finas a 49500.
Lencoes de bramante de linho a 39000.
Cambraia ailada para forro de vestido, com
8 l|2varasa pega por 29.
Grandes colchas de fusto lavradas a 69.
Chapeos eofeitados muifo lindos, proprios para
meninos a 79 cada um.
Coberlas de chita, gosto chinez, a 19800.
Rica capellaa para noiva, de flor de laranja.
Algodao com 7 palmos de largo a 600 rs. a vara
Lengoes de panno de linho a 19900.
Souhall Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portunidade sem perda de tempo, para vir com- I
pra-loa por commodo preco no seu escriptorio
ra do Trapiche o. 28.
Obras de ouro
com brilhantes.
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceic;o dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado aortlmento de 1
roupas feilas, calcados e fazendas e todoa j
estes s vendem por precos muito modi-
ticados como c de seu costume,assim como 1
sejam sobrecasacos de superiores pannos j
e casacos feitos pelos ltimos Qgurinoa a :
269,289, 309 e a 359, paletots dos mesmos '
pannos preto a 16|,l8g, 209 e a 249,
I ditos de casemira de edr mesclado e de
i novos padroes a 149.169, I89,209 e 249,
I ditos saceos das mesmas casemiras de co-
1 res a 99, 109,129 a 149, ditos pretos pe-
I lo diminuto preco de 89, 109, e 12g, ditos
1 de aarja de seda a sobrecasacados a 12$,
I ditos de merino de cordo a 129, ditos
1 de merino chinez de apurado gosto a 159,
! ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
> ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
1 seda fazenda muito superior a 49500, di- j
tos de brim pardo e de fuslao a 3$500, 49
I e a 49500, ditos de fusto branco a 49, I
.grande quantidade de calcas de casemira '
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas 1
pardas a 39 o a 49, ditas de brim de corea !
unas a2$500, 39. 39500 e a 4$, ditaa de I
brim braceos Qnas a 49500, 5f, 59500 e a !
69, ditas de brim loni a 5| e a 6g, colletea :
de gorgurao preto e de cores a 5 J e a 61, '
ditos de casemira de cor o pretos a 45500
a a 59, ditos de fusilo branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4$,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
caigas de merino para l uto a 4f500 e a 55,
capas de borracha a 99> Para meninos
de todoa os tamanhos : calcas de casemira
prefa e de cor a 55, 69 e a 79, ditaa ditas
de brim a 2$, 39 e a 39500, paletot sac-
eos de casemira preta a 65 e a 79, ditos
de cor a 69 ea75, ditos de alpaca at39,
sobrecasacos de panno preto a 129 e a
149, ditoa de alpaca rela a 59, bonete
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meioa ricos vestidos de cambraia eiloa
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 89 e a 125, ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditoa de
brim a 39, ditos de cambraiaricamenle
bordadoa para baptisadoa.e muitaa outra
fazendas e roupaa feitaa que deizam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupaa para ae
mandar manufacturar e que para este Qm
temos um eompleto sortimento de fazen-
* das de gosto e urna grande offleina de al-
faiate dirigida porum hbil meatre que
de seda en-
dita de tonal preta
loja de miudezas de
Capellas e ramos para casa-
mento* e bailes.
Vndese mutiiMimo Ona a r.-.t e*et>IM
br-Mcsa pera noiva, eom o coaapetMu- .,,,
o peito, pelo baratiseimo preco de 10 a 12 ra-
mo de flores muito tinas e de muito trattMce-
5"^?,3.^tosa mais ioferiores ponca eoea s la
'ww e 29: oa ra do Queimado loja de minde-
zaa da boa fama n. 35.
Luvas de diversas quali-
dades
n.T.eTde'S* ""0 "Peores luv, de cansar.;.
Dtancas e de core a 800 rs., ditas
tenadas para senhora a 2J,
a t3 : na ra do Queimado'
boa fama n. 35.
Chicotes de gosto e muito
Cortes.
Vende-se muito bonitos chicotes de balis com
caetoes de marfim e de metal para hoqeos o se-
nhora a 4 e 59 ca la um, ditos de estallo taro bem
muito bons a 39, oitos de junco porm muito bem
acabados a 15: na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Gana2.es para senhoras e
meninas.
t-VBdA*leHP', bar,i'si""> e dmiravel preco
de 3 e 49 cade um. e afflanca-se que quem os vir
nao deixar de comprar, io bonitos e olis -ao
elles : na ra do Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem coohecifJa e acre-
ditada pana escrever.
Vende-se cada frasco a 500 rs e dos grsndee
a cHH) rs.; esta tinta azul na occasiao em qae
se escreve e por muito pouco tempo Oca preta e
bem preta, havenflo a vantagem de servir para
copiar cartas : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Aguihas imperiaes
tem o fundo doarado.
A loja d'aguia branca, lendo em vala sempre
vender o bom. mandou vir de sua conla eaua
superiores aguihas imperiaes. as qu.ea aobao
de chegar (pvla primeira vPZ) lendo os fondo*
dourados e ponas mu bem liradas, e cuta cada
papel 160 rs. Cozer-se com urna aeulba assim
boa, anima e adiarla quem trabalba, por iso
dingirem^se ra 00 Queimado loja o'atuia
brenca n. 16. que serao bem servidos.
Loja das 6 por-|
tas em frente do
Livramento.
Chapeos, de sol de alpaca a 4f.
Duzia de meiascruas para boem a
19200 e o par a 120 r., ditaa brancas !
muito tinas a 25500 a duzia, lencoe de
cassa com barra decore a 120 rs cada
um, .titos branrosa ItO rs., balues de
20 e 30 arcos a 35. liazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merm
estampados finos a 59 e 69, larlstr
branca e de cures muito fina com var
e meia de largura a 480 r. o covado
filo de linho liso 640 rs. a vara, pe-
ca de cambraia lis fina a 39, ca?
decores para vestidos a 200 r\ o co-
vado, mussuina encarnada a 3J0 rs o
covado, calcinhas para menina dr escola
a 15 o par, gravatiohas de tranca a 160
ra peles para camisa a 200 ra. cada
am duzia 29. pecas de cambraia desal-
pico muito fina a 39500, pefaf de bre-
ST" I*".0'0 a chUas f"ncex.a a
220 e 240 rs. o covado, a loja esl
abHrladas6 horaida manhae aa 9 da
noite.
Cigarros
CaTTnrTi
de palba de mllho. cozida, do Rio Grande do Sal
fazenda superinr : na ra da Cadeia do Recife n.'
la. Anda ensie um reato
com rolhas de tarracha.
eperfeicio nadadel-,
Vendem se estas pilulas no eslabelecimenlo
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de lodos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendem-se as boceiinhaa a. 800 rs., cada
urna dellas contera urna instrncoao em partu-
guez para explicar o modo de se usar doctas pi-
lulas.
0 deposito gaal em casa do Sr. Soum
na ra da Crui n. 22 em Per-
Na ra da Cruz n. 54, no armazem
de Alies & C.
Livros em branco
Proprios para escripturaQao : na ra
da Cruz n. 54, no armazem de Al ves
&C.
Libras sterlinas.
Vende-se no escriptorio de ManoelIgnacio de
Oliteira e Filho largo do Corpo Santo.
Taixas.
Maior reduccio nos presos para acabar.
Vendem-ae no armazem de Braga Son & C.
na ra da Moeda, taixas de ferro ti nadir do mu
acreditado fabricante Edwin Maw a 100 rs. por
lik;a, aa mesmas que ae vendiam por t2B rs.
Flores finas
A' loja d'aguia branca acaba de despachar ua
bello sortimento de flores finas e delicadaa pro-
prias para enfeites de cabega a vestidos para ca-
samento e bailes; quem as vir sem davids se
alegrar de achar flores lio perfeiUs a delicadas :
isso na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 19.
0'
i.. -.. p.uujynua t peneigao naaecei-,
xa a desojar.
tmmmm -m mmmmmu
Asteas de acopara
baldes de se-
nhora.
Vende-se a 160 e 300 r. a vara : na ra do
Queimado loja de miudezas da boa fama n. 96.
Luyas de pellica de
Juvin.
Vende-se ae verdadeiras luvas de pellica da
Jouvio para hornero e senhora a 29500 o par: aa
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
n.35.
Cintos do ultimo gosto,
Vende-se cintos douradua e de palba o maia
bello que possivel eocontrar-se, pelo baratissi-
mo preco de 39 cada am, ditoa de fita de muito
lindos gosto a t$ ; tambem se vende fivellaa
muito lindas e de multas qualidades proprias uni-
damente para cintos a 29 .- na rna do Queimado
oja de miudezas da boa fama n. 35.
Enfeites para cabera,
Vende-se os mais modernos enfeites qae
viudo a eate mercado, e de muitaa qualidart
7 e 81OOO cada um, ditoa pretos eom vid "
I55OO: aa raa do Queimado toja de miad
boa fama n. 35.
La muito fina para
bordar
Vende-ae a 8| a libra: aa raa do Qaeiaada
loja de miudea* da boa fama n. 35.
de putes pira rap
Venrte-se urna preta de meia idade roas
das a habilidades: na ra do Rangel n. 69.
lo-
Escra^os firgieot.
Desappjireceu hontem 6 do correnle im
raoleque de nome Sebastiao, que sen seahor
trouxe da cidade do Crato para aqoi o vender
com os signaes seguinies : crtoulo, de 12 para*
18 annos. rabellos carapinhrs e com m.-rcas de
reino n^s cnsis. levou camisa e ceroula de al-
godo brsnrn : qu^m o Irouxer roa larga do
Rosario n. 24, trrsua reenmpena.
50,()rs.
Ds-se cinenenta mil res de gratiOracao a qnem
pegar urna creta que esi fgida desde 30 de -
tembro oe 1861. rasa ostiinafs seguinips : crioa-
la, idarte 36 a 40 annos, baixa. gorda, caballos
quasi lortos brancos. desdentada na frente ten a
nariz afilad e no brar^o lem uos crneos ao p
docoiovello, coosla quesahira do eng-nho Tapi-
cor loniie Inr para ver se a roosprav.m a-
hio para o Remedios e anda com um labolrire
pintado de verde, com louc,, para illedir qae an-
da vendendo : quem a aprehender leve na roa
do Hospicio n. 28 ou na roa do Rosario eatreita
em casa do abaixo assigna o.
Jos Mara da Silva.
Escravo taiudo.
No dia 31 do mez prximo paasadn faci o es-
cravo de nome Patricio, de 22 annos, rOr fula,
bonita figura, altura regular, pouca barba, todos
os denles na frente, tem em urna das p< rnaa ua
signal de urna esirepada, deve Ul*ez mrulcar-ae
por forro, conhecido por moreno, falla muito
mnso. natural de C'mbr. pertenem a Sr.
Francisco Ot-Brilo Catad anti no termo dv Io-
gazeira, estme quasi um anno na villa do Cabo e
depois em Serinhaem onde tem urna amana ; fot
praca do corpo de polica d'onde foj rragauaa:
quem o pegar ou delle der noli, i na Iraveaaa do
Carmo n. 1 ou ao inajor Loareiro no Campo Ver-
de onde preeeotemenie mora ser bem r*com-
pensado.
Attenco
! Fogio do Richo de Panellas, aa mulato da
estatura baixa. corpo groaso, denles limadas,
airo pretos e grandes, caballo eaxisiM pee
regahres, cujo mulato e chama F-osiioo. da
oade de 15 a 18 annoa, levou cerval* camisa
de algodo ssui. Poi vuio
oesla praga e_ _.
aa semana Mr.sada.em um comboi vina daqorl-
le lugar. R. ga-se a todas as autoridades e ca-
pitae de rampo a captara do due mualo, a
qual poder ser entregue no referido lugar ao ara
senhor. Domingos Antonio daa Nev*, oa aceta
praca ao Sr. Manoel Ignacio de Oliveira Laaa\
qae recompensar cum generosidad. Oaira
atm, proteata-ae contra quem c liver acoalade
Aviso.
'ugio na eVtMrimeiro de Janeiro o preto Jote,
creoulu. de futura .lia, cara bexigee*. leada
m peilo eaajuerdo. ej gu. ., mko9i
veniente do s^rv^o de refinacao ; be a r
I eido, pelas fr*jaot fgidas que leas
quem o pegar le'e o ra a Cuacurdk* a s\
refloao,que ser bem graliOeado.
Desappareceu da raa de Hortas a. 82. am
preto de nome Cornelio ; quem o lavar no aasa
ro cima ser bem graiifc-do. Oa#** sao aa
seguiotea : meio fulo e suffre de frialdade, dueaa
que ia em aegaimento de S. Loereoco s Halla :
qualquer Sr. capuio de campa qu fizar a reV
gencia para o prender aera bem recom





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Osele!
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<4|Kra ottefintes:
eeSr. U. f ot udo ha tres
aecesso*'*
do din de hoje, cBnoou
Tarde.
se meia da ooiu sobre velo y
^Stt
SEXTA TElll
irqde
(Contiouagao.l
O senhor D. Feroando mal
para transe to acerbo: mas co,
suas torgas, concenlrou a dor.qu
intimo, e nppareiUoo nudos
suadir o enfermo da idea
D.sse-lhe que nao s Ih
mas Ihe deiiaria mil, pord/le" elle
d-ss, pois havia de viver anda amitos auuos.
O rei respondeu com aquello sorriso pesaros*
tao habitual nos seuj labios, e que era a aua
resposta constante, quando um persamenlo tris-
te o preocupaba Depois, vollanlo-se para seu
pae, decUrou-lhe que eram baldadas todas as
eoosolagoes, porque o que desejava era morrer,
pois esperara ir para o co, onda encontrara la-
do o que mais amara. ^
Esta resposta feriu o sentiraento paternelfea)
ebritfou o eohor D. Fernando a pergiular-ffe,
se acaso elle nao parlilhsra d'esse amor.
O affecluoso reseotimeolo do pae obrigou os
dous a estreitaram-se d'od longo ebrago.
A sceoa coosteroou todos que a presence-
aram.
Urna das cousas que nao pode psssar de leve
para a anslyse, anda mesmo rpida d'estes tor-
mentosos instantes, a rarelago, que, como re-
lmpagos, rialurnbrara d'aquelle iotimo na forga
dos accessos febris. Era oestes momento* qu
elle denunciara os seus desejos, e cantata a->
suas apprehensoes. Era ento que se aceusara
como assassino da sua familia; que dizia qu*
tioha morto sua esposa e seu rmo ; que lioha
nasudo debaixo de urna m estrella, o que seria
em todo o lempo um instrumento de desventura
para o seu poro, cujas virtudes e dedica
glo elle tanto encareca, mesmo u'estas crises da
molestia, em que as faculdades mentaes se Jes-
ordenavam.
Juntara a islo que morria, e deoia morrer,
pensamento este que nao diremos suicida, por-
que eii tal principe, to lomete a Deus, jamis
se levantaran! intentos to contrarios qnllo
que o hornero deve si e Deus, mas p-nsa-
menlo que denolsra bem a obsesso do seu es-
pirito.
Passadns estes accessos cahia n'uma grande
prostrago, mas a sus iolelligeacia ficara lu-
cida.
Foi n'uma destas horas que elle disse ao Sr.
Thiago Ilorla, que der-eiava ao-'pedir-se de todos
os ministros, e que "ara que fosse de to
dos, pois nao quera que se julgasse que guarda-
ra rampogna (ran:orJ nenhum. Era costume
seu servir-se de lermos italianos, quando [aliara
com o Sr. Ilorla, pela razo que havia, como j
dissemos, de arabos seren esmerados cultores
da litieralura italiana.
Quu o acaso que nessa occasio nao estircs-
sem no pago seoo o Sr. marquez de Loul, e o
Sr. Thiago II >rta, que o acompanhou nos lti-
mos momelos, quasi sem lhe abandonar o lei-
to, como o seu mais zeloso e desveilado enfer-
meiro.
O carcter franco desle ministro captivra-lhe
o animo; e os conheeimenlos Iliterarios, tanto
da sua preditecgo, que n'elle encontrara, entre-
tinham entre os dous pralicas conlinuadas, qu-
depois produziram retacees de intimidade por
occasio da riagem ao Porlo e ao Alemtejo.
Anda na manhaa do dia II, da em que o rei
Diorreu, se deu um caso qtie moslra estas reta-
rdes de affecto, e sobretudo *a serenidade do seu
animo, ijuanlo a molestia fazia ji tamanhos es
tragos.
O rei costumava dormir p'um pequeo leilo, e
as agitages da febre obrigiram-o a revolver-
se d a descobrir-se na cama.
N'uma destas oecasioes, o m'nistro, aproit
mando-ie, tenlou cobrir-lhe e abafar-lhc os
ps. Elle senliu-o e riron a cabega, e depois
disse-lhe estas patarras :nfo tambem isso
sao obras publicas ?
J agora registremos mais um dito, que Qcou
na memoria de todo, pois moslrou bem qu
aquelle entcndimenlo, at ultime, fulgurou-s*
vivido, apenas obscurecido pelas lustras appre
henses do seu destino. El-rei tinha canid
n'uma lethargia profunda. Todos desejavam que
esta lethargia se conrerlesse em somno real,
pois nisso cons'Slia ama das esperanzas da me-
dicina. Para lsso trataran) de lhe aflaslir ludo
que o po iese perturbar. Ao lado da cabeceira
estara sentado o Sr. marquez da Bemposta. que
rendo que as moscas o incommodavam, lh'as
sacuda com o lengo. N'uma destas oecasioes, o
enfermo abriu os olhos, e disse para o mar-
quez :J vem ao azeite. Depots queren lo
lembrar-se do nome do animal que ailu-na,
accreseentou :Como se chamam aquelles ani-
mies queprocuram o azeitel
Ao que o sr. Horla replicn, quereodo inver-
ter-lho o'lugubre presenlimento : Sao os tordos
que andam azeitona.
O que o principe quera dizer era que s mos-
cas j Ibes cheirava a cadver.
X
Da certas horas por dianle do dia 11, o rei ca-
hiu no estado comatoso. Era um anniquilla-
meolo completo de que era difflcil tira-lo, ne-
cesseriamente nascido da influencia das ameaga*
de coogaslo cerebral que se manifestara por
rezes, ou do derramamento de singue no cere
bro. Pela manhaa os symplomas forana do
coma chamado vigil, que arompanhado de fe-
bre, de delyrio, e de conrulses incessantes,
mas sem somno real, neni perda de memoria.
Conser'ava os olhos fechados, e os abra
quando tentaram dar-lhe algura remedio. De-
pois cahiu 00 estado comatoso sornnolento,
pros(rac.ao extrema^ com somno ligeiro e dimi-
dhco progressiva de aensibilidade.
Os mdicos declararam que as suas esperanzas
tinham acabado. N'ests situagao, s Deus. Al-
guns at se retiraram do pago, por oo terem j
ali que fazer.
A, ultima hora hariam sido chamados todos 01
facultativos honorarios, entre os quaes se con-
tara as primeiras reputaedes medicas do peiz,
afim de se fazer ama conferencia. Fez-se nao so
urna, mas urnas poucas : todas porm declara-
ram que se havia alguma cousa em que confiar,
era smente ns Broridencia.
XI
Ao mesmo lempo espalhou-se por Lisboa, que
o Sr. D. Lulz e o Sr. D. Joo, que havnm part
do de Pars toda pressa no paquete, tinham
arribado, e hara at quena os dsse naufragados
nocanai da Mancha.
Estas Doticias dlrulgaram-se. e a angustia pu-
blica exageron as. Um semelhante quadro decir
cumstancias nao poda deixar de influir no animo
de certas classes propensas a acreditar o mal.
Viu -se nisto urna especie de plano criminoso con-
tra a dyoastia reinante. Lerantaram-se juizos te-
merarios ; e a paixo publica, assim desvairada,
chegou a formar conjecturas, que momentos de
refWao logo ronderanaram.
- No entanto a preoecupagao lornou-se geral. O
poro formara o seguinte raciocinio:
Sabia que a familia real tinha ido ao Alemtejo
acompanhada de numerosa comitiva, e sabia que
todos os tres personngens ali hariam ido, e s el-
les tres, tinham adoecido. Desses j hara falle-
cido o infante D. Fernando, estara o rei mori-
bundo, e diziam que nao menos perigara a exis-
tencia do outro infaote.
Se houre outros enfermos, oao constara de urna
maneira aulhentica.
Alm disto, carregara aioda mais as trislissi-
mas cores deste quadro o annunciado naufragio
dos outros dous principes.
O que deria peosar o poro?
Nao poda conjcturar seno aquillo que as suas
imaginares lhe piolara, que era urna terrirel
my s te ros a desgraga.
A hora, pois, era suprema, porque a anciedade
publica, posto que coocenlrada com os dictantes
da prudencia, que os mais sensatos acooselhavam,
poda comtado desabafar.
As folhas peridicas nesle caso fizeram um bom
trrico.
A' cooroesgao do Jornal do Commereio, as re-
daccea de todas as outras ulhas da capital rea -
nirarn-se no sea escriptorio, e concertaram nos
meios de combaler os boatos que gyraram pela
capital.
Era indispensarol condazir o bom seoso do po-
to que ama dr legitima desvair va, e os jornaes
flzeram ease tervico.
Urna daa coasas que se reclamaram era co-
nhecer a historia da doeoca do ra, e os jornaes
colligiram e publicara os boletins, como os do-
cumentos mais authenlicos, que poderiam escla-1
syncope, acompanhada de violeoU flor de
?a. S. II. i esta hora ( nove da aoile
liria* e coolioa^^^
D. Augusto nlt leve
onio tt)m'
ecessidades, 9 da nevembro de
noile.
Bara da Sil
B*rao
Dr. B
Dr. Francisco Antonio Sirral.
S. II. o Sr. D. Polm, depola de ler paasado
ama noile em completa vuia e bastante agila-
gio. tere palas4tK>luirs da manhaa fortes e re-^levou
petidas convulss epileplifjrmes que duraram
at s nove horas e uea, e foram seguidas de
algura delirio eroorrlfenio febril.
U Sr. infauta D. Augusto contina na sua me-
Ihora.
Paco das Neeessidadea, 10 de noverabro de
1861, s 11 horas da noile
Baru.da Silreira.
Bario de Kessler.
Dr. Beroardino Aotonio G>mes.
Dr. Francisco Antonio Birral
Dr. Simas:
Maooel Carlos Teixeira.
Mino-l Jos T-ixeira.
S. H. o Sr. D. Pedro, depois das conrulses
que tere pela manhaa, aocegou ; e durante o dia
tere algumas horas de sjmno, o que nao baria
conseguido nos das antrriores.
O estado de S. M., mais animador do que pela
manhaa, comiu 10 inda grave.
S. A. o Sr infante D. Augusto, contina sem
nui lado no seu restabelecimento.
Pagodas Neeessidadea, 10 de novembro de 1861,
s nove horas da noit-j.
Biro da Silvera.
Biro de Kessler.
Dr. Bernardmo Antonio Gomes.
Dr. Francisco Antonio liirral.
MOoelCirlo3 Teixeira.
Dr. Simas.
Jos Eduardo MagalhesCoutioho.
Manoel Jjs Teixeira
O ultimo bolelim que est patente no pago das
Necessidad>'s, o seguinle:
S. M. o Sr. D. Pedro V continuou durante a
noile com socejo ; pela urna hora lornou a mos-
irar tendencia para dormir; este somno, scom-
pjnha 10 por algum lempo de reaggo regular,
fot-se successiramente conrorlenlo em estado
comatoso, o pulso decaiodo, as torgas abalelo ;
o estado de S. II. ravissimo.
Pago das Neeessidadea, 11 de novembro do 1861,
AvVk toanlho da ulado.
- Aos II das o nz da novembro doaooodo
*cimnto de Nosso Senhor Josas Chrisift_.de
1861, o conselho de estado revolear 00 p
ladea, aenlo lhe comasaateada a irif
dissiraa noticia do fallecimento d'e-tfti
iior O. Pexo V, foi admittido i real caraa-
naV|eijou augusta mo da S II. el-rei de-
fuolaw .
msj ttendendo i que na cria* em
fataf acmteciairenio, ]
e conveniencia pu
ira que nao luja menor
uvaroativa, a que, nao
osigo da cario constitu-
aso que sa aareaenta, tu-
acooaelbaram que fosse
WS
MI
Mo|a| aocestd<
ideneiapde mi
'rrupflio da ac
kveod eiprtsst
cfanal para o Ufaastft
das oTtazfitTd'esldo

foi enQleirar-ae as myriades
,', ??*** corle celeato I
apenas um mei, que o rmos chai de
otos dN%ba< alj.ceo es
recebar tao lotausu o
Qua-oostheatros e fi
rigor oo palacio real da Viiia-Vigoso, aotd* ti- oapecift^H (wos d
*JKpoada o aiucerainenle contristado pelo a-
fauaoriuccesso, que nos privou de lio asnav.l
Tecer este grare objecto.
s nore horas da manhaa.
Barao da'Silreira.
Biro d Kesaler.
Dr. B-roardino Antonio Gomes.
Dr. Francisco Aotouio Barral.
Dr. Simas.
Maooel Carlos Teixeira.
Antonio Mina Barboza.
Manoel Jos Teixeira
XII
Esles supplemeotos, espalhados profusamente
pelos botequins e lagares pblicos da cspilal.se
oao asserenaram os nimos, nem Qzeram renas-
cer esperancas, chimaram comilo a alteogo
de to los para pontos mais determinados da mo-
lestia u'el-rei. J havia a historia, pelo menos,
dos utdmos dias e das ultimas horas, obscura e
ooiraditoria aos olhos de alguna individuos de
conrencimenlo mais renitente e analyse mais es-
clarecida e competente, mas, em surama, histo-
ria com que a anciedade doa curosoa ae Ciulcn-
lara uesta occasio.
Dizii-se mais oestes supplementos, que har...
certeza de que os Srs. D. L-iii e D. Joo lioham
travessado o caoal, e chegado Soiitharaploa,
d onde hariam partido no rapor Oneida, da car-
r*Ira iransattautica, o em brere estaciam no
Tejo.
No entretanto, o largo das Necessidades con-
tinuara apinhado de gente que conflua at de
ra de Lisboa, para aaber notlciaa do estado do
soberano
O pago hiria-se lomado a casa de todos, por-
que lotos liuham ali entrada a em nome da sua
an_u-ti.
N'uma das salas de espera estara o ultimo bo-
ietim, para todos lerem, e um lirro, oode os vi-
sitantes se inscreriam.
Nev urna decima parte delleslangou ahi o no-
me, pois, a faze-lo, oo bastaran grossos rolu-
mes para cooler esta irameosa serie de urna pa-
theiica historia de dedicago e desvellado' amor
para com rei to amado de todo*.
Nestas risitas qaasi que j se escrevia o pano-
yrico do enfermo, cada um escogilaado na me-
moria o que sabia delle. Os casos da sua rida
erara tra.idos como acerbos motivos do mal que
o attrib ilara; e os episodios de beoeflweocia, de
jusiiga, de cortezaoia o affablidade que cumpa-
nham de ha muito os aeus fastos, eram lembra-
dos, encarecidos e accrescenlados como ancdo-
tas que a posleridade tena de decorar.
A fulura historia do rei f izia-ae j nesles tris-
tes momentos: inspirara-a a dor do poro e au-
torisara-a a bondosa e Ilustrada reputarlo do
principe.
Mis as ultimas noticias trazidas pelas pessoas
que eniraram 00 quario do ral, eram cada re
mala tristes. Dizia-se s que estara aioda vivo.
Era quanto podiam certificar.
O palnarrh) j lhe hara ministrado os derra-
deiros soecorros da egreja, e o conselho do es-
tado, mioislros e embaixadores estaram todos 00
pago, como o bomem que espera resignado am
golpe fatal.
Pelas sete horas e um quarto, os mdicos ao-
nunciaram que o ioforluoaio principe havia ex-
pirado.
O rei de Portugal estara com Deus. Osea mar-
tyno terminara.
O poro, que estara no restibulo e pelas osea-
das, preseniiu logo lo funeato acontecimento.
As manifestares de pezar riram-se no rosto de
todos.
As janellas do pago foram immeliatameole cer-
radas; e o que fra maoso jubilosa de urna dy-
nastia bemquista, volveu-se em jszida provisoria
do seu representante.
O cooselho de estado entrou para logo no quar-
to, oode estar o real cadirer, afim da preen-
cheras formalidades do estylo. O patriarcha, os
capelles do pago e os familiares seguiram-o para
orar pela alma do tinado.
El-rei liara um mez que nao fazia a barba, e
haria-lhe crescido a suisss, que era extremamen-
te fina e loura. O rosto, aotes afogueado polos
accessos febris, mostrara-se agora suireraeole
paludo ; e assim dentro da especie de aurola de
ouro formada dos cabellos da barba e da cebega,
como que resplandec 1 da luz serena e inefavei
que bafeja osescolhidos de Deus.
Todos que lhe beijavam a mao nao podiamdes-
apegar os olhos dsquelle cadver, lo rerdadeira
imagem dos gozos traoquillos da bemarenturan
ca. As meanus lagrimas e solugos eram abalados
oo silencio do respailo. Dissereis que havia re-
ceto de acordar aquelle santo do aeu somno de
beatitude.
O dia aeabou assim: latuoso e concentra Jo em
apprehensoes, como hara despuntado.
Neste mesmo dia fazia doua anoos que os ha-
bitantes de Lisboa tinham sentido um dos mais
violentos tremores de trra de que ha noticia. E
nsate mesmo mez, 15, fallecen a Sr.* D. Mara
fl. E foi tambero no Io d novembro que houre o
grande terremoto de 1755.
Que mez tao nefasto para a memoria dos Por-
tuguezea I
XIII
Ao romper da aira do dia aeguiole, IX, ourju-
sii o prlmeiro tiro no easlello e oas erabarcagus.
J tolos aabiam do triste acontec melo, mas es-
te brado de morte, acordando com o acordar de
toda una grande cidade, tioha atada mais tris-
lesa.
A propria natureza ae encarregra daa pompas
fnebres desla melancholica olemoidade, rea-
ttndo de oaveos lutuosas o Brm .melo e oscure-
cido de cores tristes os horisontes e os edi-
ficios.
O dia eslava como o corago de todos.
Liaboa amaoheceu de luto. Nenhuma adver-
tencia ofcial hara anda aido eiia, aja lodos
trajavam de prelo, e os armamentos se conaerra-
rara (chados meia porta.
Fra urna reaolugio insiioctira.
O ordadeiro programis do fuoeral era a ma-
gua publica.
Por volta das 10 horas, o Diario di Lisboa pu-
! a. .a na .
I blicou os seguintes documentos ofnciaes:
cosrv+lado el-rei o Senhor D. Fernando, para as-
sumir regencia d& reino al i prxima chegada
le S. M. el-re o Seohor 0. Luiz l; o coaaelho
o exposto prosenga d'asiaclle augusto
enhor, e S. M. logo ahi declarou qie paaaaVa a
exercer a regeocia do reino, visto qua assim o
reclamara a causa publica, prestanlo o compe-
tente juramento por ua proclaniago da data de
hoje. E mais declarou S M. el-rei que havia por
nam confirmar o ministerio que so acha em ex-
ercicio, e que fra nomea lo por el-rei seu augus-
to Glho de gloriosa momoria. E, beijaodo os cm-
selheiros de estado a mao d< S. M. el-rei regen-
te, ederam tojos estes solemnes aclos por con-
cluidos pelas onza huras da xiuute do mesmo da
11 ; do que se larrou esta acta, que assigoada
por S. M. el-rei regente e por todos os coise-
Ihi-iros de estado presentas.Uei, regeole.Jos
Bernardo da Silva Gbral.Votooio Joa de Avi
laViHcon le de, C-atro, Viscooda de A'gs.
Joo de Souia Piolo da M igalhes. Visjun \*
da Carre ra.Marquez de Loul Joaqun Anto-
nio de Aguiar.Viscoode de S da Biodeira.
Proclamago.
Portaguezesl Foi Deu< servido chimar i sus
santa gloria, hoje p 13s 7 horas e um quarto da
noute. el-rei o senhor D. Pedro V, meu muito
amado e preaalo Glho. A dr que opprime o
meu corago de pae sera duvida compreheni
da por este poru que perJea no rei, qn* laolo
amara, o modelo de lo las as virtudes.
Na urgencia das circunstancias, e conforme o
roto do conselho de estado, entro oo exercicio da
regencia deates reinos, duraote a curta auseocia
do legi imo auccessor di eoa. Na coarformida-
de da carta constitucionalJuro maoter a reli-
go catholica apoatolica romana, a rntegrilade
do reino, observar e fazer observar a coosiitaigio
poltica da nago porlugueza e mais leis domi-
no, e prorer ao bem geral da nago quanto en
men couberJuro egualmeoJe guardar fnelida-
de ei-rei o senhor D. Lulz I, meu sobre todos
muito amado e presado Olho, e eotregar-lhe o
governo logo quechegue 4 esles reiaos.
Tenho resolvido qus os actuaes mioislros e
secretarios de estado continuem no ex-vcieio de
suas respectivas fuocgoes.
Pago das Necessidades, em 11 de novembro de
1861.Ra, regente.Mrquez de Liul. Al-
berto Antonio de Moraes Cirvalho.Antooio Jos
de Arila.Viscoode de S da BanJeira. Carlos
Beoto da Silva. Thiago Augusto Velloso de
Hurta.
Estes dous documentos foram lidosainJa com
iocradulldade I A morte dj re pareca um so-
no. As lagrimas brotaram dos olhos, mss ima-
ginages, desrairadss, alada hesilaram em flxar
os termos deste problema funesto. As paixea
profunlas cerram sempre os ourldos erideccia
e abalam-se at a descoohecer o poder das leis
da natureza. Sstes eulur'ameotos da razo lor-
nam-nos absurdos, impos e blasphemos. E,
oeste caso, quera oo injuriara aDirindide.ro-
bellara se eootra os horneas, laocsnlo-lhes a
culpa de urna perda, que o amor de oi todos
quasi que repula va sicrilega.
Os boatos de ioterpetracao vag cootinuarsm
oestes dias; e os jornaes eoteoderam como derer
seu coocerlarem-se para os combaler e dtssipar.
E bem merecem de certa; por este empenho. A
Revoluco escrereu o sagniote :
< Alguem, que aente talvez. mas que oo pan-
sa, porque a dr mesmo por forte" tjue lhe teria
a razo, lera levntalo suspeilas sobres orgem
da molestia e argido inujceoles. A Suspeita
infunda la de unf conrerie-sa logo em certeza
para o tiros, desse erro nasce urna opinio falsa
que necessario ter a coragem de combaler e
refutar.
< Nao ha culpados oeata grande desgraga. To la
a auspeita urna grande iojusiica, toda a atlir-
maco urna calumnia.
Tem chegado ao pago noticia deste falso
juizo, e dizem-ooa que tem causado ali poefuada
aeosagio, porque se a familia real sonta o seu
graqle infortunio, aioda seole mais os aggraroa
e injustigas que por causa delle se possam fazer
outrem.
a E' pois em oome de ama grande dr, e de
urna imparcial jaatiga.que pedmos se desraoe-
gam suspeilaa lofundadaa que podem agjrarar
os malea presentas que j ao de asimma gra-
ridade.
A Opinio, follia do governo, tambem se ex-
primiu como adiante se ve :
< O poro poriuguez, que gosa da mais justi-
ficada repatagao de aeoaatez e cordura, oao qua-
rer, por corto, deiiar-ae dearairar por ooatua
absurdos, nem desmentir o seu bom senso pro-
verbial, nests coajuncturaexiraordioaria.
Deplorando, pois, qae se espalhassem noti-
cias inexactas sobre as causas da eofermidad*
d'el-re o senhor D. Pairo V, tenlo toda a ajon-
negio de que taea supposijdes podem originar-
se de um snotimento de affecto pela atjgusia
pessoa do fallecido m marcha, esperamos ere-
mos firmemente que o bom senso publico ser
de todo o ponto superior temelhaniee eoalos.
< A scleacia coatribuir lambeta para disi-
par completamente appreneosoes, que a boa ra-
flexo bastara para oodemnar, esclareceado
por sua parte o espirito publico sobre a origam e
fataes progres aos da eotermidade, eom que lu-
loa qusnto humaaamente lhe era permimdo 1
O Jornal do Commereio, que tomou a men-
tira oasis tarefa da paciQcacao dos nimos, taa-
bem escrereu este artigo :
< El-reie os aeohores infantes foram accora-
metttdos de ama eotermidade natural; nao ha
razio, alo ha fundamento, nio ha fado algum
que possa induzlr sumeias do que houresse al
guem tio malrado que ousasse propinar veneno
real familia.
Esse crime oo se commettea nunca em Por-
tugal, nemae quer nunca ae imagiiou que foase
posstvel haver quem o commellesae.
Espalha-se, corre entre o povo que el-rei e
ossenhores infantes foram envenenados na ulti-
ma digresslo que flzaram ao Alemtejo. Quem
pode aventurar aemelhaoles boatos, seoo quert
com elles pretende ialeressari E quem pode ser
seno os qua procuram promover a desordem,
muilas rezes s por malevolencia?
Se esses boatos tomassem corpo, se pessoaa
de algum cooceito os acreditassam, quem pode-
rla dizer quaes seriam aa coosequencias que d'ahi
resullariam ? ,
c A perturbadlo da orlem publica a maior
calamidade que pode affligir um estado, o quan-
to mata graves sao as coojuncioras, maiores e
mais funestas sao as perturbares.
t A deaolagao entrou 00 pagu dos oossos res;
curvamos a cabega aos decretos impreacrutavea
di Provideocia, e nio procuremos oa maldade
dos homens o que s devido causas natu
raes.a
E o Portugus egualmente publicou ai segua-
les reflexes:
Nao deve o povo dar ouvidoi i boatos sem
senso com mura. O que se tem espalhado sobre
a propinago de veneno el-rel o senhor D. Pe-
dro V, e aos aenhores entintes D. Au/usto e D.
Fernando, por occasilo da aua iageai ao Alem -
tejo, 6 urna cousa sem fuodameoto.
A autopsia felta ao finado principe o aenhor
D, Fernando, d a coohecer que aua alloza auc-
cumbiu igravisaima eofermidada da febre ma-
ligna qua o accommetiera. A autopsia que ae
vae fszer ao cadver do seohor D. Podro V ha
da necessiriaraente desvanecer todos ases boa-
tos, que lem corrido.*
E'aqui o lugar conctente de exararmos ama
carta importante, que foi publicada por esta oc
casio oa Reoolufo de Seiembro e escripia pelo
Sr. Luiz Augusto Pimental, espiUo de infamara
17, dirigida de Eiiremoz. E' san carla cuj,8
essergdes foram depois enmbaliftas, como pouco
fuodadas, masque, oUquelicmumonto, fez am
incalculavel servigo. Este documento chamou a
um ponto as auppuslgeagratuitaaqua ae faziam,
e iodicoa como origem provaval da enferm la-
de do rei e doa iofantea causas que se hariam
afJUuradocomo taea ao autor.
Esta carla dore entrar na oltecclo dedocu-
mentos,' que estampamos aqu :
a Urna grande desventura invada o palacio
dos nossos reiso sereuissimo seohor lafaale D.
di
lilis se Vio permitan*
._Je quinte dias;
"!' .^..ieM lod" J,1de" U *mm**. pe*o moral.
as aegototes informacoes, anda doaaiaado
de seas transes patheticos :
f D. Luiz, ji, sem o saber, rei U Par.
tujial. antes da chagar a.barra aeoUa-ae fteawxo
prncipe, ramos expepder algumas
nio sa drigem a censurar
eolreganlo ao prlo a Id,,
aquella morte prematura,
reir futuros desastres, ai
guez deve deplorar, e qus\
peoham em ver reuiovidos.
OJantoS M el-rei o seohor fV, o
seus augustos irmaoa. vieram para a-Vigusa,
era j|) de selembro ultimo, nos. attrahi tes pe.
benevolencia e carinho com que o excelso mo-
uarchdselem dignado Innrsr a nassa obscura
pessoa, p-idimos licenca, e fomos arara aquella
villa com ofim de beijar a re^ia mi e reiterar
os votos de respeilosa dedicago, que o recoohe-
cimemo junto aodever, impera ao nosso co-
rago agradecido ; e all nos demoramos era
quanto os augustos priocpes oceuparsm aquella
real resideacis.
a Vimos as cousas de perto, e tvemos a gran-
de desgraga de ver" agora realisados os oossos
sioistrus presenlimeotos.
< En um dos dias da oossa digresslo tomos
cora um filhinho de 4 anuas ao palacio : e por-
que el-rei tioha sabido, dirigimo-nos quinta,
|ue est contigus ao edificio.
c O palacio tora urna frootaria magnifica de
fino marmore, e todo o corpo principal, aquelle
qua foisolarda serenissima casa de Braganga esl
rollado leste. No seculo passado Tez-se Irte un
addtnonamento, dentro de um dos jardins, o
qoal forma um perfeito ngulo com o palacio ao
ligo, e lera a fronte para o sul. '
Foi aeste appeniice que se alojou el-rei e
seus augustos irmos, e lemos a conviego de que
dessa lameolarel casualidade proveto a morte de
um e os pidocimentos dos outros dous raios
rajanles. **.'
Quando, cora o menino pela mao, entramos
pelo poni de ferro, e chegamos irateira do
palacio, soTremos rivissima e desagradavel im-
pressao, e tratamos de nos affasiar d'ali rom re-
ceto de que urna demora prolongad, n'aquelle
amo nos viesse a ser funesta, ou ao innocente
queadoramos. Larantamos a vista para as ja
aellas do palacio, e exclamamos no intimo o'al
ma: Deus salve a el-rei e seus augustos ir-
mSos J
1 lito nao romance : a expresso sincera
e rerdadeira do que enlio sentimos. PJe ser
que nao tendamos razo; mas como a desgraga
quiz que os nossos agouros apparecessem pouco
depois transformados era deplorareis realidades,
mais se robusteceu a crenga de que pensamos
com acert n'aquella occasio.
< Nao somos medico, e pouco entendemos de
hygiene; porm muilas vezes temos lido, que
a agua estagnada e era decomposigo, o petor
inimigo da especie humana.
Na extremidade aul do palacio ha um vasto
lago quadralo, ao qual de dous lados serve de
parede a propria do edificio, e tem estas nume-
rosas janellas o'aquelle sitio, que esto lauto a
prurao sobre o lago, que qualquer objecto que se
despeohe das janellas, cae na agua.
Segue-se urna ralla ou cnal, lalrez de 3
metros de profuolidade o 2 de largura, destina-
da a receber as rertenles do lago, e que se pro-
longs por toda a trazeira do palacio.
Estiremos em Villa-Vigosa dous annos, co-
mo offl;ial do bitalhao de cagadores o. 6, que ali
tez a guarnigo do 18M a 46, e nio quasi lodos
os dias passear na quinta real, ali chamadao
Regueogo,ao lemos lembraoga de harer visto
que, quer de invern quer de vero, a agua do
lago deixasse do correr copiosamente para a ral-
la e desta para fra da quinta.
a Agora porem a agua estar pe'feilamente
estagnada, turra, esrerdeade e com mu cheiro.
As vallas estaram cheias deste liquido inmundo,
e o lago nio verta para o exterior, porque da
superficie da agua ao orificio por oode cotluma
aahir mediara mais de um metro de profuodi-
dade.
a Affaslamo-nos d'ali apressadaraenta com o
ra -nio, porque irasgoamos estar em preseoga
de um foco terrirel de infeego.

sempre, mas sem proferirem
wnatra(o>s que costumam pralicar-Sft ftm occa- i,' .
aloes NmelhaotfS; "? b. Joao, aconteceu o
enterro do raleri lo sMharch. T. PV."?f!? '"" Mu- 9
i't lugano da 16 do coranle mez pelas dez ho-
ras da manla), Oa conformidad* le prftgramma
datado de hoja, se apresentesj^VpjH^ que
coucorrem aoi actos fnebres Sm os s>us u "
formes ou trajos correspondentes, de luto
salo;
Qjo tu)o suira se annun ii para c.anhecimen-
to das aiitorifadrs e pessoas a quem competir ;
cumprin lo qud urnas e outras, lo noticia destas disposig^s pela publicago dellas
00 Otario de Lisboa, as executem e fagara exe-
cutar na paite que Ihes loca.sem depenlencia de
novas ordena espociaes do governo; e que para
assistirem aos referidos aclos se considerem do
mesmo modo desde j irisadas todas as corpo-
ragoes e funccionarios, que costumam ser, resi-
dentes em Lisboa.
iBP?COdJ'Ne''e",,de?' em 11 de n3rembro de
lhbl.Mrquez de Loul.
Sua Mflg^siaje el reioSnhorD. Fernando II.
regente em nome do rei, ha por bem ordenar
que nos actos fnebres para o enterramento de
2*" "guilde Ftleliasima el-rei o Seohor D.
ledro V. seu sobro lodos muito amado e presa-
do filho, qne Deus foi servido chamar sua sania
gloria, se observe o eoremonial constante do se-
guate
Programma.
I O real cadver de Sua Msge.tade Fidelios!
ma el-rei o Senhor D. Pedro V. de saudosissima
nunca assaz deplorada memoria, depois de
embramado, vest lo e encerrado em um ah le,
na -le ser conduzido da real cmara a urna sala do
pago, constituida em cam.ra rlente, e decora-
1 t,"ri,llra' eo10 !' collocado em urna ega
pelos oiciaea mores da casa real, quarla fera 13
do crrenle, pelas duas horas da tarde, mediante
a coadjuragao dos reposteiros para isso necessa-
rios.
As chaves do ata le serio entregues ao duque
mordomo-mr.
2o Eraquanto o real cadarer se conservar na
cmara ardenle. ser reliado pelos offlciaes m-
r^s da casa real, tomando lugar uns e outros na
forma do estylo, direita e esquerda do atal.
yunta fera, 14 do correte, pea urna ho-
ootro, fumando
palavra^.
senhor D. Lulz psfjao.ou .oSr. Sergio da Soasa.
que aempre o tem acompaohsdo em todas aa
rugeos, e que oasU occasio estar deitaade o
oculo pan a trra,q'aal soria o molivo porqus*
vidra os eatandartea era funeral.
O Sr. Sergio rscpondeu, que lalrez foas*
funeral do seohor infaote D. Fernando; soque
replicou o senhor D. Luiz, que j devisas lar
passado os dias do taes demonstragoes.
O Sr. Sergio de Sonsa obterr*a enlio qao
lilvez se celebraasem naquelle dio ae excqataa ala
senhors D. Hara II. Mas o Sr. D. Luiz das*
que anda distavam dous da* da aooiversan do
fallecimento de sua mi. Efle dialogo pfsoa-
va-se porm com verdadeira anciedade ala parta
a parle. Ao principe feria-o am rrreaeliraeale
funesto; e o Sr. Sergio previa be a que seria a
morte ue el rei que era aonunciada dos estan-
dartes para oode olhara ; mas ni* tinha isa*
de rereilar aos principes a fatal sappoaicia;
coramunicou-a, porm. ao Sr. D. Manoel da C-
mara, camarista, e aoSr. general Cania, ajudsnte
decampo de el-rei.
Ao passar o rapor pelo arco do registra 01
principes desceram da tolda, mas aa pesaos* da
comittra reeeberam da guarnigo do barco a
cunlumagao da triste noticia.
Quando os ministros entraram no rapor eala-
rara os principes ns cmara, o senhor D. Laiz
sentado na cabecetra da mesa a aeu iranio aa
lado: cora os bracos encosirdoa asesa, aa ra-
> i;i aperlada oas mios, o seohor D. Laiz pareca
abatido por um pensamenio doloroso.
c Agora ramos explicago das causas porque
s as pessoas reaes sahiram d'ali infeccionadas.
Toda a regia comitiva, e os cem homens do
regiment n. 17, que estireram aquartelados na
caaa real, oceuparam o corpo principal do edifi-
cio,cuj oxposigio lesie; s os augustos prin-
cipes liveram aposento no appendic*. que lona a
exposigonorte.
a Dorante todos os seis dias, o vento soprou
rijamenle do aul e sudoeste. A forte correte
atmospherica, costeando as paredes do palacio,
expellia para o norte todas as emaoagdes mias-
mticas do foco e cooseguinteraente tetara-as
par os quartos de S. M. e AA. Accresceota-se
que algumas eses, quando eL-rei aahia, rimos
as j mellas asertas, provarelmlnte com o Qm de
arejar a casa ; e se a isto aldiciooarraos (o que
nio rimos,'*Vas prorarel ler acootecido) que
se abrisse alguma das janellas que deilam para
o lagp, o rento, que lhes dar de frente, iniro-
lutf-todos os effunos oos corredores, que vo
dffeetsmeote aos regios aposentos.
f ACfeditamos firmemente que esta a razo
por que todas as outras pessoas sahiram inclu-
mes do palacio, e a os principes, que estaram
era to ms condigdes hygtenicas, soffreram mo-
lestias, qne suppomos da mesma especie, e que
a sciencis representa originadas por emaoages
palustres, sempre emioenlemenle deletenas. Se
infelizmente um dos augustos hospedes foi mais
terrirelmeote atacado e aaecumbio, os homens
competentes de certo explicarlo lsso, couo re
suliado do temperamento, idiosyoaasia, e pre-
disposigao para mais vastos effeitos do rirus pa-
la loso e mephitico.
c Nio acreditamos que o germen da doenga fos-
se contratado oa lapada, cagando; porque S. M.
ouoca ali foi soziaho : alm das pessoas do seu
squito, iam criados e soldados portadores das
espingardas etc.
Nao ooa consta que nenhuma dessas pessoas
teoha soffrtJo ioeommodo desaude. Que do pa-
lacio uos sahissem infeccionados e outros ioco-
lumes, pode comprehender-se, e ji explicamos
como isso era possivel, a nosso rr. Porm no
campo, aonde todos estaram debaixo das mes-
mas influencias hygienicas e meteorolgicas, oo
acharaos exolicaco plausivel. Alm disso a ta-
pada ampia: oa reaes cagadores mudando sem-
pre de lugar, nao os devemua considerar sujei-
tos a essas causas morbficas.
o E d mais os serenissimos infantes poucas
vezes foram tapada. Quasi aempre ficaram cora
o 8r. conde da Poote, ou com outra pessoa do
squito, passeaodo a carallo na villa e oos ar-
redors.
t Nadal Oeoreoeoameolo miasmtico, reee-
beram-n'o oo seu palacio, no seu aposento, oa
sua cama I
< Comecsmos por dizer que nio ceosuramos
oioguem. As nascentes estarlo obstruidas, os
encanamentos deteriorados, ou finalmente hare-
ri outras cansas, que ignoramos.
c O faci ocootesiavel que a agua oao cor-
ra, e que de urgente aecessilade que a admt-
nislragio da Casa acuda ou a fazer coacertos, ou
a eotulhar o lago e arrasar as rallas para que
oem a familia real se prive do prazer de nsitar
aquella magnifica residencia, nem lenhamus de
rr repetidas suaa deplorareis caiastrophes, que
nos cobrem de luto, e nosdespedagara o cora-
go.
c Estremoz, 10 de novembro de 1861.
a Luis Augusto Pimentel.
A folha official publicou por firn os decrolos
que regularam as deaunstrsgdes fnebres e o
programma do enterro.
Aqu juntamos eates documentos que perten-
cen integralmente i historia desies das :
t Haveo lo Sua Magostada el-rel o senhor D.
Pedro V fallecido hoje pelas sete horas e um
quarto da noute oeste real pago das Neeessida-
dea; e ten lo Su Mageatada el-rei.o seohor D.
Farnaodo II, regeole em oome do rei, resulrido
ra demonstrago do seu profundo seotirneuto
por lo doloroaa perds, encerrar-se por oilo dias;
ha por bem ordenar o seguinte :
Que se tome lutogeral por tempo de seis me-
zas, sendo tres mezes de luto pasado e tres al-
l valo;
Qte. por espago de oilo dias sucoessivos, co-
meados do dia de amanha, se suspenda o dea-
pacho em todos os tribunaes e repartigoes publi- de Beja passlra is alturas do Porlo.
ra da tarde, teri lugar no paco das Necessidades
e ceremonia do ultimo cort-j 1 ao augusto mo
narchs fallecido, llcando para esse e para lados
os mais actos fiueores avisados, pela publtcae
do presente programma, os olueiaes" mores as
outras pessoas da corle e as mais que a elles li-
verem de concorror.
4o O enterramento do real cadver ha de effec-
ttiar-ae no da 16 desla mez na real egrej, de S
Vicente de Fra, devendo o acompamameniw
finebresahirdo pagodas N.-cessidades pelas dei
horas da manhaa desse dia.
Dapois da chegada do sahimento a S. Vicent-
de Fra, hade ali celebrar-S9 urna missa de pou-
tifical cora as ceremonias e oraces proscriptas
pela egreja.
5o O prestito fuoebre ser precedido de urna
forga de cavallaria, o seis potteiros da canni,
estidos de capa e volta, aeguindo se as corpo-
rag-s e pessoas particulares que. ora. memoria
das excelsas virtudes do soberano fallecido, qui-
zare acompanhar os restos mortaes de to sau-
doso mooarcha.
Logo em seguida lomarlo lugar as carruagens
da cmara municipal e mais corporaces e amura.
gados pblicos, as dos tribunaese conselheiros.
a carruagem do goreroador civil, as carruageas
da corte, as dos conselheiros a'estado e as dos
mioislros o'estado.
6." Apos as carruagms dos ministros de estado
iro os coches da casa rol que tirerem de con-
duzir o porteiro da real cmara e mogos da guar-
da roupa, os offlciaes mores da casa real, o offi-
cial da casa encarregado de conduzir a cora real,
e as pssoas ecclesiaslicas que forem designadas'
para acompanharem n augusto cadarer.
7.a Seguir-se h o coche do resueno, e logo o
ata le do real cadarer. Ambos est-s coches
serio armados em camarina,com panno e cortinas
de velludo pretu agaloadas de ouro.
Aos lados do ultimo cocho iro seis mogos da
real cmara com tochas ccesas enlre duas alas
de mogos da estrioeira e arrheiros da casa raal,
caminhando uns e oulroa J pee descobertos.
Atraz do mesmo coche ir a guarda real dos
archiros. O seu commsndante tomar lugar
carallo junto roda direita, seguindo-se oa offi
ctaes generaes de mar e Ierra com o respecliro
estado maior, fechando o prestito um corpo de
estalla ra*
A forga de infantaria, postada em alas pelas
ras do transito, lomar a [pama conreninte
atraz do pres.ito fnebre para acompanhar at ao
templo de S. Vicente de Fro, e dar opporlans-
menie as descargas d costume.
8.* Oeslnbeiro-mr, coadjurado pelos ompre-
gados de sua dependencia, e bem assim pelos
archeiros da guarda real e soldados da guarda
municipal, mandar prorer :onrenienle eolio
caglo dos coches da casa real, fatendo-os destri-
buir pelas pessoas que na devara oceupar. o dando
as mais providencias oeceasarias para a boa di-
recgo e boa ordern do cortejo.
9." As carruagens particulares, que hourererz,
de se incorporar no prestito fnebre, descerlo da
ra da Boa Morle e Calcada das Necessidades at
praga de Alcntara, onde chegario ao lagar
competente.
O prestito, no sea itinerario, seguir do psgo
das Nejessidades i traressa do Sacramento. Pam-
pulha. Janelias-rerles, calgada do marquez de
branles, Ba-risla. S. Paulo, Corpo, Samo, Ar
seal, Terreiro do Pago, Ribeira-relha, Terreiro
do Trigo. Jardim do Tabaco, Fundigao. Paraso,
Ca upo de Santa Clara,e Arco grande de S.Viceule
de Fra.
10. Em chegando o prestito S. Vicente de
Fra, ser o ata le collocado pelos competentes
dignitarios sobre ama tarima no airo da egreja.
e d'ahi coaduzdo m um esquife pela irraan lade
da Santa Casa da Misericordia de Lisboa al
primeira ega no m-10 do templo, oode a collegia-
da da mesma San Casa ha de cantar os devi ios
respoosoros. sendo em seguida levado o alade
pelos refer lo dignitarios segunda ega, que
estar leraotada no centro da quadrslura pa-
triarchal.
11. No templo, oroado com a devida pompa,
harer iribunas-uara o corpo diplomtico, e para
os pares e deputados qu* ae acharera em Lisboa,
e haver cadeirss e bancos para a corte, tribu-
ales e dignitarios, e bem assim para a cmara
municipal, corporages militares e particulares,
e mais pessoas que concorrem ao enterro.
flOeoiro do templo o porteiro-mor iotenderi na
duecgo do ceremonial da corte, devendo prover
regularidade deste aervigo.
12." Logo que o ata le esteja collocado na
segn la ega, n Em." cardeal patriarcha, tendo
assistito com ocabilo dase patriarchal re-
cepgao do real cadver, mandar ressras oragoes
proprias da occasio, segoiodo-se urna missa
pontifical.
13. Acabados os actos religiosos, ser! o au-
gusto cadver depositado 00 Jazigo real; deveo-
do os dignitarios, que ali o conduzirem servir de
testemunhaa e, nessa qualidade, assignar os dous
termos de entrega do atale e de urna das suas
chaves ao Era." cardeal patriarcha.
14." A entrega ao Em.4 cardeal patriarcha,
mencionada 00 artigo aniecedeote. ha de ser feita
pelo mordomo-mr, prestando este o juram-nto
de se acharera encerrados ou ata le os restos
mortaes da Sua Magestade Fideltasima el-rei u
seohor D. Pedro V, e de terem sido por ella vis-
tos e recoobecidos sotes do sea eaeerrameato ao
alade, harendo elle mordomo-mr, posterior-
mente I esse acto, acompanhado sempre mesmo
at tador.
A segunda chare e um dos termos da entrega
d*rem ser depositados no real archivo da torre
do tombo. O outro termo ser guardado no mi-
nisterio do reino.
15. Todaa as passoss que coocorrerem sos
actos fuoebres dererio ir com os seus uniformes
ou trajes correspondeoles, de luto pesado.
Pago daa Neeessidadea, em 11 de novembro da
1861.Marques de Louli.
XIV
No entretanto, o telegrapho anouociou que o
paquete que iraqsportara o novo rei e o duque
O Sr. marquez de Loul foi o ministro que se
aproximou do herdeiro da cor-, Houre apenas
quem Iheouvio dar aojprincipio o iratamenlo de
Magestade, e para logo as lagrimas rebeolarasi
era lio dos olhos do ooro mooarcha a da sea
.rmao. solugan.lo ambos como duas crean-as
Enlao o Sr. marquez de Loul. deix'audo
etiquetado seu cargo, e lembran lose s
anecio que professa principes
ciugio us bragos o joren rei.
J iodos choravam bordo
locante scena que se passsva.
O resto foram tranaes de dr o lagrimas.
Pelas sete horas da maoha<, do da 14 desem-
barcaran) os principes uo caes de Beletn.' A c-
mara do cons-lho linba ido recebe-los. e o larca
eslara cheio de poro. ^"^
Os principes vinharo suffocados em choro Taa.
los lhes abrtram alas al ao palada, c as'
lagrimas misturaram se com as dos
lames.
a
do
que vio oa-cer,
na preseoca da
circo ms-
F't um quadro de dr este desembarque.
El-rei o senhor D. Fernando sahio do paco
das Necessidades. ral aoube da chegada de seos
augustos lilaos, o dirigise ao palacio de Bo-
lera. Iloure ahi urna curta entrevista, mas ta-
cante de narrativas lastimosas a de
sinceras.
SgOSS)
cas, exceplusodo as casas flseaes, queso estarao
cerradas em Lisbos 00 dia do funeral, e excep-
tuando tambem o conselho e estages de sanie
publica, pelo que respeita aos actos impreteri-
veii da flscalisago unitaria ;
Que esle oilo dial sejm cootsdos oas provio-
N'um
Sahiram logo dous vapores a oapera-lo.
delles ia o ministerio.
Ascircumstaociaa leata chegada reaamem mais
um dos episodios desta drama.
Recorra moa ao testera unho oceular de um doa
cavslneiros que presenciara), e que oos mi-
N-assa mesmo dia. am supplemento ao Dimrio
de Lisboa, publicou esta proclamaco :
Proelamogo.
Portugoezes I P*los decretos impreserulavris
da Providencia Divina, e ns conformidad* das
instiioiges polticas do reino, fui chamados
presidir aos destinos da oagio.
A dolomsa sorpreza que soffro pela perda im-
raensa, que todos acabamos de experimentar,
consterna o meu corago. O paiz chora a morte*
do mais justo e ilustrado dos soberanos, e eu
derramo lagrimas sobre s sepultura do mais
charo dos irmios.
No desemoeoho da dfflcil raisaio. qoo ma 6
confiada, procurarei seguir os nnbrea exemplos.
que me legou o virtuoso monarcha tio prematu-
ra mente roubado i affeigio do s*u povo- Obser-
var lilimente as iistitoiges polticas do meu
paiz tao conforra precricio ds sena deva-
res, como ao dctame dos meas sentimenlne. Eos
cumpriraento da carta constitucional da mooar-
rhia Juro manler a reijgiio cathnlie* apoatoli-
ca romana, a intgridade do reino, obverrar
fazer obserrar a conatituigio poltica da oagio
portuguesa e mais leis do reino, e prorer ao beso
geral da mcao, quanto em roim coubr.
Esto juramento ser por mira ratificado a
brere ns prxima reuoiao das cortes geraes da
nagao porlugueza.
Tenho resolvido que oa actuaes ministros
secretarioa da estado continuem no exercicio das
suas respectivas fuocgoes.
Pago de B-lem. em 14 de noemb-o do
1861.Re..Marques de LouU-Albtrto Anto-
nio de Moraes Carvalho Antonio Jos dirila
Vxsconde de S da BandeiraCarlos Be nio
da Sxha-Thiago Augwto Velloso de Horta.
XV
lia um documento qne deve Agorar aqui entra
os differentes documentos que publicamos, pela
sua mmensa importancia: a autopsia feita no
cadarer do rei.
Este documento vale como o exama da seiencla
apreciando tolos os elementos de que sa pode
aproreilar para certificar, oa cooviecio dos
homens. tanto os seus esforcos como os seus
vslicioios.
Os peritos que digan nesle caso se os seus
vaticinios esiireram de accordo com 01 resulla-
dos encontrados, e se os seos esforgos, f irm
sempre animados pelos verdadeiroa principios.
Que a conscieocia os illumiooa, disso estamos
oa cerlos.
Ahi estampamos o aato da autopsia, i que so
proceden 37 horss depois do fallecimeoto:
Os facultativos abaixo asslgnados, mdicos
cirurgies da real cmara, que foram consultados
e assistiram i el-rel o Sr. D. Padro V, durante a
sua ultima doenga, e que procederam oa foram
proseles i autopsia do real cadver, executada
por occasio e oo acto da embalsamagio, observa-
ran) as seguintes alterages :
Habito externo.Signaes da decomposicio ca-
davrica muito adiaolada em toda a superficie do
tronco, cahega. brajos e parte superior das coxas.
Cavidade abdominal.Diversas manchas lvi-
das 00 bordo coovexn do intestino delgado; a
primeira, 18 centmetros cima da extremidad*
infer,ir do leon, e a ultima, junio esta mesma
extremidade. Estas manchas tinham de i i 8
centmetros quadradoa de superficie, e orrespon-
dia-ih's maior espessura das paredes intestina**.
Os ganglios do mes-nieno quasi todos engor-
gitados e vermelho-escuros.
Nenhuma alleragin ns superficie Interna do es-
tomago e intestino delgado al 6 distancia de 130
ceoitraelros da sua extremidade inferior, em qu*
coraegavam a apparecer as glndulas de P-yer
ooiarelmeote augmentadas de rotme, formando
muilas piscas de variada exteosao e expessora
algumas ulceradas, e corresponden do s manchas
noladaa s>a superficie exterior. Duas dealas pla-
cas de Peyer eram sobre todas notareis. Um
tinha 9 c-ntimetros de comprimento e 3.5 cent-
metros de largara, bordos arredondados irregu-
lares e salientes, superficie desigual, no mel
urna ulcera circular de bordos delgados, com am
ceotimetro do dismetro, e cajo fundo era forma-
do pela membrana muscular do ioteatino. A ou-
tra placa, nio ulcerada, eslava 6 ceotimetre*.
abano deata o as*eotaodo em parte na valrala
leo-cecal, tinha 5 centmetros de cumprimautn,
sobre4 de largura.
O intestino ceg, colon e aeceodeute iranararvo,
estaram semeados de oumerosissimaa graanala-
edes fuliculosas, muilas das quaes ulceradas no
centro, formando todas ama erupcio mu coa-
fluente ; do colon descendente e S do colon iam
successiramente rareaodo, mostraodo-se aioda
algumas no loteatloo recto.
Pequea quaatidade de liquido bilioso do esto-
mago e intestinos.
Bago augmentado da volme, da consistencia
qua-i difflueote. e de cor vereoelbe-aoegrada.
Figado adolecido e anegrado. Vescula felfea
com pouca bilis menos espessa do que natural-
mente.
Pncreas sem alleragio apreciavel. Una mais
escuros e poneos consistentes. Bassinetes, ur-
teres e bexigas oormaea.
Cavidade ihoraoica.C iragio palmos sem
outra alloragio alm de certo ario de amoleci-
mento e byperemia cadavrica.
[Continuar-se-ha.)
PERN.TTP. DE M. F. DE FARIA & FIS.12Q, tS "


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