Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09907


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Full Text
4110 XXXVHI. IOMERO 3.
Por tres mezes dia otados 5J00O
Por tres Mezes vencidos 6$000
SABB1D0 4 BE JAMEIBO BE IS62.
Poranno adantado 19$00O
Porle fraiet aara t snbseriptor -
MAMO M PERIVAMBlfCO
E.NCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrioo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva -
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr!
J. Jos de Oliveira; Maraohio, o Sr. Joaqun
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
DOS COR REOS.
as 9>i horas do dia.
e Parahyba as segundas
P
Olinda t
Iguarass,-
e sextas-fein
S. Anto.'B tfos, Bonito, Garuar, Altiuho
e GaranhunsTMiMergas-feiras.
Pao d'Albo, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeir'a, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as qua> tas-feiras.
Cabo, Seriobiem, Rio Formoso, Una.Barreiros
Agua Preta, Pimenteiraa o Natal quintas feiras.
(Todos os correios partea*** 1 horas da manha
EPHEMERIDES DO HEZ DE JANEIRO.
as 8 horas e 41 minuto*!
7 Quarto crescento
manha.
15 La cheia as 11 horas e- 14 minutos da man.
22 Quarto mioguante as 5 horas e 56 minutos
da larde.
29 La ora as 2 horas e 7 minutos da tarde;
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 8 horas e 30 minutos da manhia.
Segundo as 8 horas e 54 minutos da tarde.
E QFFICIAL. IffiiMi.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S Sabino b. m.; S. Venustiniano m.
31 Terca. S. Silvestre p. ; S. Nominando.
1 Quarta. c& Circumciso doSenhor; S. Odilio
2 Quinta. S. Izidoro b. m.; S. Argeo m.
I Sexta. S. Aprigio b.; S. Antero p. m.
4 Sabbado. S. Tito, discpulo de S. Paulo.
5 Domingo. S. Simeao Estellita; S. Telesphoro.
* _____
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tergas, quintas e anubados as 10 horas,
Fazenda : tergas, quintas e sabbadosaslO horas.
Juizo do commercio : quartas ao meio dia
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas sextas ao meio
Jifia
Segunda vara do civel': quartas e sabbadoa al
hora da tarde.
trata
zanisar.
da lei supracitada,
vista dai actas e pelo
Ministerio do imperio,
r5SS.b0r~*i U *** de 19 de 88l de 1846,
providenciando acerca da reviso aunusl da qua-
Iicacao de votantes, esiabeleceu no art, 25 que
aerao observadas as disposicoes dos captulos Io
j z nao s a respeito da formacao da junta como
ao processo da reviso, a qual, de conformidade
com as regras do art. 26, dere ter nicamente
por nm:
1 Eliminar os cidados que houverem falleci-
do, eitiwem mudados, os tiverem perdido as
quakdadss de votantes. *
.?! *Qcluir J 3ue se tiverem mudado para a
parochia ou adquirido as qualidades de votantes.
hri V ba8eao lrball> da reviso. sao
obngados os juizes de paz em ejercicio a enviar
aunualmenle ao presidenta da junta da respectiva
paroehia, al ao ultimo de dezembro, as listas par-
pree.crdpto8neoSa;,.li,08 rganMda9 P<" "odo
n>?? por1ma Ps'Sao do art. 19 refare-se
pr.meira quahflcacao que leve de ser feita em
lTr.il M',h"iprMlU,,a' DSo podia lf,8ialador
quando a eal.beleceu, ter cogitado a respeito de
umali.tameoto anterior, e por isso na pratic?
desta disposicao acontece que, na maior parta
dos casos, os juizes de paz |em exercicio, organi-
zando aonualmente as listas parciaes dos seas
aistnctos para seiem presentes s juntas reviso-
ras, procedem. sem altelo ao aisposto no art.
o da mesma le, a um trabalho inteirameole no-
y, arrolando os cidados que Ihes parecem estar
po caso de ser qualificados, e excluindo os que
ao seu entender devem ser eliminados, sem que
teuham em vistas o alistamento do anno antece-
dente, e sem declaraco alguma dos motivos das
nclmoes e exclusoes novamente feitas para que
lossam ser apreciadas, como convm, pelas jun-
as e pelos cidados inleressados.
Esta pratica geralmente adoptada nao resoeita
le cujo art. 26 claramente resulla que o legisla-
dor, es a beleceodo o principio da reviso aunual
la qualicacao, querque essa reviso teoha por
base o ultimo alistamento, garanlindo assim o di-
-eito dos cidados uelle incluidos, os quaes nao
leven ser eliminados seno por algum dos mo-
lvos expressamente declarados no mesmo artigo;
ssim como nao devem ser iocluidos no novo alia,
amento os nao contemplados na qualicacoan-
enor. salvo o caso de injusta excluso, se nao
.a bypolhese de se haverem mudado para a pa-
ochia, ou adquirido posteriormente as qualidades
a volantes.
Para fazer cenar os iaconvenientes resultante
o modo porque teem sido executadas as dispo-
oes citadas da le regulameolar das eleicea, te-
o a honra de offerece* alta coosiderugio de
oss Magestade Imperial o decreto jnto, o qual
xplicando a maoeira porque hioe ser orgamsa-
is, quer pelos juizes de paz em exercicio, quer
las juntas, as listas da reviso, de cooormida-
e com o disposto no art. 26 da mesma lei, com-
bado com o art. 19, me parece que deve pro-
jzir salutares effeilos, nao s regularisando o
-ocesso da reviso, de accordo com a doutriua
le, mas tambem garanlindo a verdade das
alificagoes e osdireitos dos cidados, pois que
f cessar o arbitrio dos juizes de paz e das jun-
-s, proporcionando ao mesmo lempo aos interes-
ados maior facilidade uas suas reclamacoes.
Com effeilo, declarando no art. Io que as listas
arases devem ser orgaoisadss sobre a base do
alistamento aoterior, respeita-se a estabilidade
da qualicacao, como dispa o art. 26 da lei re-
gulameolar, e exigindo-se quer dos juizes de paz,
quer das juntas revisoras a deciaraco dos moti-
vos da excluso ou iocluso de cada volante, pe-
se termo ao arbitrio que actualmente exercein, e
torna-se mais fcil a fiscalisago do seu procedi-
mento por parte dos ioteressados, acxesceudo
alm disso que, para a orgaoisago das'relegues
mencionadas nos Io e 2<> do artigo supracitado,
ser indispensavel proceder-se a um minucioso
examedo alistamento anterior, do qual resultar
a vsntagem de recoohecer-se os vicios com que
naja sido felta a qualificago, excluiodo-se delta.
por essa occasio, os votaotes que nao perteoce-
rera parocbia, e que, nao obstante, houverem
sido nella contemplados.
Publicando-se com a lista geral as relacesdos
votantes eliminados ou incluidos pela junta, com
declaragao dos motivos de taes elimiuagos ou
inciuses, como exigem os arta. 2" e 3o, uoser
misler, como actualmente acontece, que para
fundamentar urna reclamacao ou recurso inter-
posto para o conselho municipal da deciso di
junta que indevidamenle eliminar cidados qua-
liHcados, o reclamante ou recrreme procure pro-
ver que os eliminados reuoem todas as qualidades
exigidas psra que possam ser votantes. Bastar
provar que possuem a qualidade negada pela jun-
ta, se a supposta falla de urna s houver motiva-
do a elimina;o.
Igual facilidade tero os inleressados para fls-
caliaar a regularidade das incluses dos vetantes
novamente feitas pelas juolas e para instruirem
assuasreclamasoes contra as que indevidamenle
houverem sido resolvidas.
Taes sao, senhor, em resumo as razes pelas
quaes julguei dever submetter approvaso de
Vossa Magestade Imperial o presente decreto, a
respeito du quil Vossa Magestade Imperial resol-
ver o que for mais acertado.
De Vossa Magestade Imperial subdito fiel o re-
verente.Joi Udtfonto de Souza Ramos.
{decreto n. 2,863 de 21 de dezembro de 1861.
D osirucjes para boa execur^io oo disposlo nos
arts 25 e 27 da lei regulamentar das elecoes
de 19 de agosto de 1846.
Para melhor execuco do disposlo nos art. 26
e 27 da lei o. 3o7 de 19 de agosto de 1846, bel por
bam decretar o seguale :
Art. 1.a A lista que, em viriude do disposlo no
art. 19, con binarlo com o art. 25 da lei n. 387 de
19 de agosto de 1846, os juizes de paz em exerci-
cio sao obrigados a enviar annualnente at ao ul-
timo de dezembro aos presidentes das juntas de
qualicaco das respectivas psrochijs, ser orga-
nisada sobre a base do alistamento anterior, com
todos os requisitos exigidos no citado art. 19, e
comprehender :
1. Urna relaco dos cidados incluidos na ul-
tima qualificago e que devam ser eliminados
pela junta por haverem fallecido, por se terem
nadado ou perdido as qualidades de votantes
declarando-se expressamente, em seguida ao no-
mo de cada um, os motivos pelos quaes de.veier
lugar a sua excluso, e iodicando-se ao mesmo
tempo o numero sob o qual se achar relacionado
na lista da ultima qualiUcaco.
2.a Urna relago dos nomes dos cidados que
devam ser incluidos na lista da qualiGca;ao pela
junta revisora por se haverem mudado para o
districto, ou adquirido as qualidades de r-ffiB
depols da ultima qualicaco, declarando-as po-
lo mismo modo os motivos da inclusio i t cada
( n, roo caso de mudanza, a data em que esta te-
.Te lugar.
Art. 1* As deliberaedes das juutat^nvUoras
da quahflcacao relatitas i iocluso ou excluso de
r volantes sero referidas nss actas respectivas
com a expsito dos motivos da inclusio ou ex-
clasiodecada um.
Art. 3.' Feita a reviso, iocluidos ou excluidos
os que o everem ser, as junus, alm da lista
------ im m, urna lista 'especial
BTiasdos por ella iocluidos eoulra dos exclui-
dos da quslicscao, declarando-se em seguida ao
nome de cada um os motivos da sua excluso ou
iocluso.
Estas listas sero laucadas no livro da qualiU-
caco, extrahiodo-ae trelcpias de cada urna, as
quaes, depois de assigoadas pelas mesmas juntas,
lera o destino marcado na primeira parte do art.
21 da referida lei.
Jos Ildefonso de Souza Ramos, do meu conse-
lho, senador do imperio, ministro e secretario de
estado dos negocios do imperio, assim o lenha
entendido e faga executar.
Pa,'cio do Rio de Janeiro, em 21 de dezembro
de 1861, 40 da independencia e do Imperio. Com
a rubrica de S. M. o Imperador. Jos lldefonsa
de bouza Ramos.
3 sec[o.Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 19 de dezembro de 1861.
i2*S EtIll-Sr.Sobre os actos legislativos
{?e.ss'Pfvoci. promulgados no anno* de 1859,
ou*lu a secgo dos negocios do imperio do
conselhS de estado ; e de couformidade com o
soo partcer, que se acha exarado em consulta de
o d novembro prximo passado, declarou a V.
Exc. o seguiote :
1. Os actos ns. 329 e 343, que mandsm con-
tar certo tempo de servico a determinados em-
pregados pblicos, s udem ser considerados
constitucionaes se alguma lei houver anterior que
marque regras para as aposeotadonas, porque
oeste caso sero os referidos actos declaraces
dessa lei a respeito de taes empregados.
2. No acto n. 346 ha o art. 36 impondo penas
aos tabellies que lavrarem escripturas em certos
casos. Esta disposico exorbitante das facul-
dades dasassemblas provinciaes.
Ha tambem o art. 4 3, 4. 6. 9, 10, 11 e 13,
que eslabeiecem impostos de exportaco munici-
pal, cuja natureza deve ser definida por lei geral.
Nao pede a secgo interpdr parecer sobre o art.
11 desse acto, porque se refere ao art. 85 do c-
digo de posturas, que nao o acompaohou, acon-
tecendo o mesmo a respeito do art. 15, por se
referir a uns artigos de postura que tambem nao
vieran juntos a esse acto.
3o No acto n. 351 ha o art. 14, que nos 10 e
18 estabeiece impostos de oxporiago, a respeito
dos quaes as assemblas provinciaes nao podem
legislar.
Nos arts. 29, 30 e 44 ha perdbes de dividas que
tem sido sempre considerados irregulares.
Vao pprtanto ser submeltidos assembla ge-
ral legislativa os actos de que aqu se faz men-
cao, e cumpre que V. Exc. remeta copias do art.
5 4o cqdjgo de posturas a que se refere o art.
M do atu 316.e dMgUigo* de postura appro-
^vqfm^vro -arv-.TlS tnr mcamo acto.
Deus guarde a V. Exc.-/os Ildefonso de Sou-
za Ramos.Sr. presidente da provincia do Para.
3a secgio.Rio Janeiro.Ministerio dos nego-
cios do imperio, em 20 de dezembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Satisazendo a requisigo de
V. Exc. constante do aviso de 25 de novembro
prximo passado. declaro a V. xc. que a prati-
ca desta secretaria do estado a respeito do nojo
dos empregados. conceder-se 8 oas por morte
assim dos conjuges e ascendentes, de que trata o
5 da proviso de 29 de Janeiro de 1812. por V.
Exc. citada, como dos descendentes, por falleci-
m en tos dos quaes marca a pragmtica de 24 de
maiojde 1749, capitulo 17, o mesmo lempo de lu-
lo, que de seis mezes ; e tres dias por morte
dos irmos e cunhados, de que tambem trata o
Citado 5 da dita proviso, oem como de sogros,
genros e oras, que lem o mesmo tempo de lu-
to, tres mezes, conforme e mesmo citado capitu-
lo 1 i de referida pragmtica ; e quaoto gala por
casamento, se tem concedido oilo dias, na con-
formidade da mesma proviso. Sendo esta pra-
tica fundada nos principios da legislaco cilada,
convm que conlinue a ser observada.
Deus guarde a V. ExcJos Ildefonso de Sou-
za Ramos.Sr. Jos Mana da Silva Paranhos.
Ministerio dajustica.
Circular.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, 16 de noembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Constando nesta repartico
que diilerentes autoridades, e mesmo pessoas do
povocostumam prender ordera seja do presi-
dente da provincia, seja do chefe de polica, com
o proposito de impedir que os presos possam lo-
go defenderse perante as autoridades locaes a
queesto immediatamente subordinados, (cando
assim privados dos recursos que a legislarlo lhes
garante ; e devendo o goveroo imperial cohibir a
continuado desemelhaote prucedimeoto, e pro-
ver que a sorle do cidado nao dependa do arbi-
trio e do capricho dos que de sua vontade, e sem
mandato ou jurisdiego preodem em nome da
autoridade superior com evidente menosprezo
das leis em vigor : manda Sua Magestade o Im-
perador que V. Exc. expeca as ordens mais ter-
minantes Jm de que se nao reproduza to fla-
grante abuso em detrimento daliberdade indivi-
dual, determinando que as autoridades que po-
dem prender porjurisdiego propria s o facam
sua ordem ; e aqueltes que como commandantes
de forcas ou como offlciaes de jusliga, ou emm
qualquer do povo, nos casos em que permita
do, flzerem alguma priso, asubmettero imme-
didlamenteao conhecimeoto de qualquer auto-
ridade competente do districto que primeiro pos-
sa conhecere deliberar sobre a sua regularidade
e procedencia, instauraudo logo o processo res-
pectivo, ou remetiendo o preso com as provas
colligidas a outra auloridade, de accordo com os
principios e doutrinas j exarados oo aviso de 31
de Janeiro de 1826, ou finalmente soltando-o, se
oo houver fundamento para a priso, ou se fr
caso dse poder livrar solt o leo.
A esta regra s ha, era limtsgo para os casos
em que a priso seja effecluada em virtude de
deprecata, ou por escolta ou forca mandada em
perseguico de criminosos, sendo enlo a priso
feila por ordem da autoridade deprecante ou da
que maodou a escolta, fleando os presos dispo-
sigo dessas autoridades, na conformidade da lei.
Deus guarde a V. Etc.Francisco de Paula de
Negrexros Sayo Lobato.Se. presidente da pro-
vincia de....
trata
GOVERXO DA PROVINCIA.
Expediente do o ver no do dia 31 de
dezembro de 1861.
Ofllcio ao presidente da provincia das Alagoss.
ilespondendo ao ofllcio de V. Exe. datado de 18
do correle, tenho a dizer lhe que por falta de
accommodacoes nao pode a casa de detencio
2-f.f r.*l.ncia receero quarenU sentenciados
de que traa o seu citado officio e que quaoto a
aJL Hme'Si p,r" iln oe Fernando s por or-
dem do goveroo imperial pode ser delibetsds.
Dito ao mesmo -Envo t V. Eu. mn "ela-
ha o conveniente destino a guia do
tent do 1 cadeie ".8ieDtrJ do 9 *
de nfantaria Manoel d*|
para essa preo
fago ao qu
26 do corr
Dilo ao
o. 1,336, d
- *'a Lemos,
ca no vapor Oyapoch s
qusitouV. Exc. em ata
lhe que por ora nao pode ser attendida por falta
de torga a requisigo que faz o delegado de poli-
ca do termo da Escada, no officio por copia junto
aquella de V. S. '
Dito ao commandante do corpo de polica.
Mande V. S. apresentar hoje ao r. chefe de po-
lica quatro pragas do corpo sob seu com mando,
que tem de escoltar um preso at o termo de
Santo Anlo.Communicou-se ao chefe de no-
licia. r
Dito ao commandante superior de Santo An-
lo.Ao officio de V. S. n. 61 de 28 do corren-
te respondo dizendo-lhe, que deve ser comman-
dado por um inferior o destacamento de 12 pra-
gas da guarda naciooal existente na villa da Ej-
cada.
Dito a thesouraria de fazenda.Transmiti a
v. S. para os tins convenientes a inclusa copia da
acta do conselho administrativo do arsenal de
guerra datsda de 20 do correnle.
Dito ao mesmo.Passo as mos de V. S. o
incluso requenmento do capito ltimamente
promovido Pedro Lino de Barros Rois, afim de
que V. S. mande abonar 3 mezes de sold na
conformidade da lei n. 514 de 28 de novembro '
de 1818.Communicou-se ao commandante das
armas.
Dito ao mesmo.Devolvo a V, S. os papis
relativos ao pagamento que pede Heunque Jos
vieira da Silva da quantia de441000 provenien-
te de 98 alqueires de farinha vendida por Gra-
ciano Jos de Freitas e Quenno Joaqun Madei-
ra, para o presidio de Fernando, afim de,que in-
forme acerca do eogano que se nota as iofor-
mages da cootadona dessa thesouraria, dndo-
se em urnas Graciano como pago, asseverando-se
em oulras'o contrario.
Dilo ao mesmo.Certo do coutedo de sua in-
formagao de hoje, soo n. 1,264, dada acerca do
requerimento, que devolvo, no qual o Dr. Cao- ,
dioo Jos Casado Lima, pede pagamento daquan- sea
ta que se lhe est a dever proveniente do sug- I ge
ment que leve em seus vencimenlos como pro-1 tive
fessor da lingua franceza do curso de prepralo- jam
nos anoexo a faculdade de direito desta cidade ter
tenho a dizer que mande V. S. effecluar esse pal por
gamento visto ser exacto o augmeuto de venc- ord
memos allegado pelo supplicaule, ejase acha o gui
seu titulo com a competente apostilla, Gcando na 1 i- q
inteligencia de que vou dar conhecimento desta rancho
emola deliberago ao goveroo imperial.
Dito a thesouraria proviocial.Alientas as ra-
zes apresentadas pelo direetbr geral da iostruc-
Qao publica, em officio de 28 do correnle, acabo
de autonsa-lo a maodar admittir no cotlegio das
orphas urna srvenle mediante a paga de 12*
mensaes : o que communico a V. S. para sea
conhecimento e direego.Communicou-se ao
director geral da iostruego publica.
Dito ao mesmo Em vista da inclusa folha que
rao foi aoresentada oelo director geral da instruc-
gao publica, com officio do 28 do correnle, sob
n.390, mande V. S. entregar ao director d col-
legio dos orphios de Santa Thereza em Olinda
a quaotia de 620000 para pagamento das, diarias
s ao mez de Janeiro prximo vindouro,
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL
Alagfias, o Sr. Claadino Palcio Dias; Babia
EU PERNAHBUCO.
Ferie & FHho, na sua livraria praga da Indepen-
dencia ns. 6 e 8. *"vpen
Padre Francisco Pi Pereira C.mpos.Informe
o Sr* Dr. juiz de direito da 1 vara de cooformi-
186fJ m deCrel a,5M de 28 de marC0 de
,erBAQirlfirtDMMari', 2a Conceic5o.-A supplcante
sera attendida quando houver vaga.
Heurique Soares de Andrade Brederodes.
i ass.portara concedendo um mez de liceoca com
vencimenlos. *
Teiente Joaquim Antonio de Moraes.Nao tem
lugar o que requer.
Marje Joaquina da Concego. Informe o Sr.
directatgeral da iostruego publica.
D. Rosa Candida Gongalves Ferreira e o Dr.
frranaiaco Augusto da Costa.Deferido passaodo-
se ltalo a cada um dos supplicaotes da parte do
terreno que lhe couber.
. RajjBundo Nonato das Chagas.Informe o Sr.
'"speftor do arsenal de marinha.
osa Bezerra de Menezes.A orpha de que
-admiltida quando houver vaga.
]0iHHAND0 DAS ARMAS.
Sl-eneral do cummaudo das
de Peraambuco na cidade
seife em 3 de Janeiro de
ORDEM DO DIA N. 13.
ral commaodante das armas d publi-
que sejam devidamente observados
Ibis dos corpos em guaroigo nesta pro-
[prescripgoes comidas no officio em se-
Bscripto, as quaes ao na actualizado de
aecessidade no intuito de atleouar a epi-
"i infelizmente se manifestou no iotenor
eia, se por ventura em sua marcha in-
capital.
. 257.Illm. e Exm. Sr. Convindo
a forga publica as melhores condi-
aicas actualmente, sobre ludo por rao-
nao sao extraohos V. Exc, como se-
frarecimento de urna molestia de carac-
ico nao mui Jonge desta capital, vou
agar V. Exc. se digne dar as precisaa
ra que nos quarteis se observe os se-
prohiba expressamente que seja o
aposto em dias seguidos de substancias
lorm sim alternadas com frescas esal-
pragas sejam diariamente compelli-
nha a tomar baobos fros para oque
nos se prestam todos os quarteis;
cubos onde so deposita as materias
deixar de ser por circumslaocia algu-
rasados cornaca* veaeaaucceder
compleu'mente noa quarlei
fructas qurBio sejam completa-
mente sazonadas, ou maduns, e bem como o de
bebidas alcoolicas;
5o finalmente, se for possivel em lugar de duas
reeicoes diarias, tres, embora sejs para isso mis-
ter diminuir das oulras. visto que nao convm
que entre a ultima comida de
internas, de que a opioo publica, ea Italia, nao
jttnbua a origen privago da nosss capital de
Roma. Ninguem julga que a adminislragao do
estado se estabelega de urna maoeira satisfatoria
emquanto o centro nao for transferido para Roma
ponto situado a urna distancia igual das extremi-
dades da pennsula. A lgica da unidade nacio-
nal, desse senlimento que domina os Italianos,
nao admilte que a unidade esleja quebrada no
corago do reino, de um estado heterogenio e
alsm disso, hostil. '
Porque necessario dizer que as impacien-
cias legitimas da nago, pela posse da sua capital,
sao anda excitadas pela atlitude da corte de Ro-
ma nos negocios de aples. Nao insistirei neste
ponto, a respeilo do qual encontraste, Sr. minis-
tro, as mais ampias informagoes no meu despa-
cho circular de 24 de agosto ultimo ; mas chama-
rei a vossa altengo para os motivos que me fa-
zera concluir na opportuoidade de urna prompta
deciso sobre os negocios de Roma.
O goyerno d'el-rei, que sent toda esta ur-
gencia, nao esqueceu por outro lado, os compro-
missos que cootrahio pan comsigo mesmo e em
face da Europa em solemne oeclaragSo nao tives-
sem sido feilos, os seus proprios sentimeotos o
persoidiriam do dever de proceder com o maior
respeito para o pontfice, em quem elle venera o
chefe do catholicismo, e com as raaiores atlen-
ges para com S. M. o imperador dos Francez6s,
nosso glorioso alliado, que entende, pela presen-
ga das suas tropas, garantir que a seguranga pes-
sosl do papa e os ioteresses catholicos nao soffram
ataque algum.
Neste estado de cousas, considerando o di-
reito incootestavel dos Italianos de possuir Ro-
ma, que pertence nsgo, e por consequencia o
dever rigoroso que obriga o governo italiano a
conduziras cousas a esse resultado, em preseoga
da uoanimidade ds opinio publica, e para evitar
desordena graves, e movimentos sempre deplo-
raveis, mesmo quando se debelam. ou se evliam
o governo julgou dever fazer um ultimo appellJ
rectido de espirito e bondade de corago do
pootiflce, para se ebegar a um accordo sobre as
basea da plena liberdade da igreja de urna oarte,
renunciando o goveroo italiano a qualquer inge-
rencia em nateriss religiosas, e por outro lado a
renuncia do poder temporal.
Acharis inclusa, Sr. ministro, urna copia da
carta que, por ordem expressa de S. M., Uve a
honra de dirigir sobre este assumpto a sua sin-
Hdade o papa Pi IX. Dignai-vos communicar
este documento a S. M. o imperador dos Fran-
cezesijuntojdo qual vos achais acreditado, e ro-
gai-fte" principalmente que se digne encarregar
Mojante do goveroo imparcial a Roma
egar s maos ue sua saotidade
ncontra a solugao dessa grsvt qnesto, que
os annos traz o mundo na ioceriei*. e que
si. e nio pode estar em outra oari.
parte.
Com lii ci-
nos
Santa
la se encontr
ha dons
nao esi
Tal oo todava, a opioio do
nal.
Diz elle que para sabir do circulo ea que
-nos ha tanto lempo, o para livrar a
das ameagas da revolugjj convea
colloca-laem novas condigef, contornes a es-
sas necessidades do tenpo que oo s tocan no
que diz respeito a f, mas aqu fot submett.da
era todos os seculos no que perteoce a sua ins-
Uluigao humaoa.
Muilo humildemente confessamos nao coin-
prehender. Collocar a Santa Sede em oras con-
d.goes, ,sto escreve-se em un jornal, mas nio
se taz por urna razo muilo simples : que nao
se dispoe da Santa Sede. Para fazer qualquer
mudanga na conslituigao da igreja preciso qu.
llLC0.Sla.1'- Em1unl o tivedes o coo-
sentimento do papa nada taris, nada poiereis fa-
zer. o papa nao necessita de novas condices
e nao vo-las pede ; pelo contrario repellio todas
as ves-as proposigoes, e sabis to bem qusulo
nos que impossivel qualquer transaego com
!SS==l*P*-**5=!aWV3BSau:i
que
um
gio.Communicou-se ao
irucgo publica.
Dito ao mesmo,Recommendo a V. S
estando regular a inclusa coota que me foi
mettids pelo director geral da instruego publica,
director geral da ma-
que
com officio de 28 do correnle, sob n. 388, maod
pagaraquanlia de438J603 ris, em que importan
as 30 camas de ferro viodas de Inglaterra por 31 de dezembro de 1861-Til i TExm
encommenda feita pelo director do collegio dos gadeiro Sol.donio Jos A
orphaos de Santa Thereza de Olinda aos neg- : commandante das
autos desta praca Samuel Power Johnstoh
s lujos ue sua sannaade a nen-
noa qua_rteis4 sagem ej>s..artigos inclusos a este despacha. JSerJ
oltuma relagio aiplomatica existe entr gover-
no italiano e a santa s, e por isso oo podemos
fazer chegar directamente ao saoto padre estes
dous documentos.
A irritago que desgragadamente anima con-
Ira nos os espiritos era Roma, nao nos permitte
,1)7;.6.' D"f enviar all urna misso extraordinaria, coma
12 14 horas", qual a corle de Roma recusara provavelnente
en todos os corpos, entrar en relaco.
Roma
Exigs do papa o reconhecneolo das espolia-
qoes e enmes do Piemonle : esqueceis-vos pois
de que o papa neste mundo o cuerda da mo-
ral, do direiio e da justiga ? Substituibles pela
moral do Eangelho a do faci coosummado
chamis a isto progresso, e vus aimir.is quan-
do o successor dos apostlos vos repelle e coa-
demna I Gritis que cegueira e obscurantis-
mo I Collocais o papa na alternativa de esco-
Iher entre Deus. de quera o representante r>i-
recto neste mundo e a revolugo ; e acreditis
quemis ou menos dias apparecero circuns-
tancias taes que trago o enfraquecimentodo pa-
pa I Mais quaes sao essss novas condices ?
bem duvida conhecei las pois que tallis aellas
Porque vos conservis mudos ? Porque nao pu-
blicis vosso progrsmma afim de que publico
julgue ? r
Dizeis que essss condiges devem ser coofor-
nes as necessidades do lenpo. Quaes sao e-
sas necessidades ? Sao pienoolisar a Italia coo-
tra sua voolada ? Crear em nossus pnrtos urna
nova e grande potencia, futura e ioovit.vel Dia-
da da Inglaterra contra nos? deixar que a san-
gue fro sejsm massseradas populagoes inteiras
incendiadas cidades e villas inteiras, como faz
presentindo Vctor Emmaouel ?
A necessidsde do lempo 1 Sim, ha ama quo
urgente e vence ludia as oulras : tszer pa-
rar a levaslMisij ,! h, doM# aono,t roolpeDdo
odos os seus diques, curva a Italia s..b o jug3
deterror e ameaga a sociedade e a Europa de
wtferrtos-fcatacrjTrmas.- Desde o estreiio de Mes-
siua at as boceas do Danubio nao sents a ierra
remer sob vossos passos ? E' tirando da fron-
te de Po IX a cora real que salvis
como actualmente succede
meos no 2o de nfantaria.
praga Samuel Power Johnstoh &
C-. em virtude de autonsago desta presidencia.
Communicom-se ao director geral da iostrue-
go publica.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Teodo ouvido o iosppctor da thesouraria de ti-
zenda acerca dos dous requerimentos de Urbano
Mamede de Almeida sobre que versa a ioformago
de V. S. de 24 do correte, sob n. 46, determino-
armas.
manadas.
do^ruSe,vriElc-'Secrelariado w** SStSSWAK de ******e
do murgiao-mr fc^g '". ^ f "*- 2 lll* serian lio
Ininn^'p i J?'% l" ^'l^3 e lSo evidentes para todos, que teoho a
inloo.o Pereira do Lago, confisoga de que, em consider.-o' da poss.bili-
do Lago.
Conforme. Candido Leal Ferreira, capito
ajudante de "f"> "^ I dirigida ao ende de Gropello,
O gooeraUom?Nr,A,^ JS N* 13> A dei"ad ele"da bedori.'do imper.doV.^e":
olo das armas, declara terminago do momelo em que Roma poderle
liaoo.
Tereis, alm disso, a cautele, Sr. ministro,
ir que, us minha nota de 21 de juuho,
declarei eu que,
guarnigo desta provincia para os convenientes
ns, que a presidencia por cfflcio datado de i do
fMHri. -n'S. ,e"?C-r !e de f,ct0 "hsm-se ; correte approvou provisoriamente a tabella abai-
Mdo. ao almV,.^"r,,dtf dMSe menl eCarre" X ,raDscrifl.. Pl ql se devem regular os pa-
cl heir T* V re8Dec},T1 escripturago amentos da elape tropa de lioha, do pao broa-
Wr%^JlrJ^^^^ tO>r. os doen.es em'tratamento no" hospttal
hir o competente conhecimento, entregando-o ao
peticionfho para com elle hsver daquella thesou-
raria a importancia que lhe fr devida
n*jwao aireclor 8eral da iostruego publica.
Pode Vmc. sutonsar ao director do collegio das
orphaas a comprar o terno de pesos de que se ne-
cessita para verificar s quantidade dos gneros
foroecidos juelle elabelecimeoto, arjresentan-
do opportunamente a respectiva conta para ser
paga. v
Dito ao mesmo. Em vista de sua informago
datad i de 28 do correnle, sob n. 385, mande Vmc.
admittir no collegio das orphas, quanio houver
vags, as menores Haria e Feloraena, a primeira
sobrinha de Rosa Bezerra Cavalcanti de Menezes
e a segunda lha de Belarmiua Haria da Con-
ceigao.
Dito ao juiz municipal de Iguarass. Com a
copia inclusa da nformacao ministrada hontem
pelo director geral da instrueco publica, respon-
do ao officio de Vmc. de 22 de outubro ultimo
com referencia ao provimento da cadeira de pri-
mearas leitras do sexo femenino dessa treguezis.
Portara Os Srs. agentes da companhia brasi-
lera de paquetes a vapor maodera dar transpor-
te para a corte oo vapor Oyapock por coota do
ministerio da guerra aos recrutas Manoel Joaquim
de Souza e Antonio Francisco Ferro, os quaes se-
ro mandados apresentar por parle do brigadeiro
commandante das armas. Commuoicou-se ao
commandante das armas.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear o 2" tenante do corpo de eogenheiros Jo>
liburcio Pereira de M'galhes psra o lugar de
ajudanie da directora dss obras militares__Com-
nuoicou-se thesouraria de fazenda e ao com-
mandante dss armas.
Dita. O presidente da provincia, lendo em
visia o que requereu o 2o estripturario da alfan-
dega desta capital Henrique Soares de Andrade
Brederodes. e bem assim as informagoes minis-
tradas a esse respeito pelas reparligoes compe-
tentes, resolve coneeder-lhe um mez de licenga
com vencimenlos para tratar de sua saude onde
lhe convier.
Expediente do secretario do
governo.
Officio ao cbefejta.polica.-3. Exc. o Sr. pre-
sidente da proviofjja manda declarar V. S. que
expedio as convenientes oMens afim de ser posta
a disposigo do capito Francisco Borges Leal
ama cavalgadura da companhia fixa decavallari
para o fin indicado no ofllcio de V. S. desta da-
ta, sob o. 1,339.
Dilo ao Dr. Francisco Caldas Lins, juiz de di-
reito interino do Rio Fornoso. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia nanda aecusar recebido
offltio de 21 do correnle, em que V. S. commu-
nica ter oaquella data reassumio-o seu cargo
depois de ter gozado da licenga que lhe foi coa-
cedida por portara de 15 de julho ltimo, da qual
reouociouei dia.Communicou-se thesouraria
de fasendaV
------____._ hospitm
militar, e das forragens para a companhia fixa de
cavallana no semestre correnle.
sem pengo, ser entregue a si mesma. nos cum-
pnriamos sempre um dever de facilitar a solu-
gao desta questo, na esperanga de que o gover-
no fraocez nao recatara os seus bons offlcios para
levar a corle de Roma a aceitar um accordo fe-
cundo em consequencias felizes para a reiigio e
para a Italia.
Sois agora encarregado de invocar esses bons
TABELLA da elape para a tropa de 1 linha des- .J *f "A60C4r
la provincia no semestre a decorrer S"""1" ?.,?!" *ue a nos" "PP!". che-
do Io d jaoeiro a 30 de junho de 1862,
de conformidade com as ordens em
vigor. A saber:
i do dia 31 de dezembro
de 1861.
eilpprf -ioformeoSr.com-
glem datado, respondo duendo-1 mandante do corpo de polica.
Farinha de man-
dioca............
Carne tresca.......
Dita secca.........
Arroz..............
Fejo.............
Toucinho..........
Sal................
Ltnha.............
Ia especie435....
2* 385....
Termo medio......
Pao alvo160<8..
Forragem para ca-
da urna cavalga-
dur............
s i
-o
o . a a
a a u
v- 'S-S
o & i i s
r 1/40
5600 140
6J4U0 1 tf 200
4jjO0 1/2 m
384ii 4/0 030
13ob00 /160
109240 2/0 040
1/0 005
800 020
435

1/2
| i
V5
140
075
'30
- 085
365
Secretaria da thesouraria de fazenda
400
080
700
. de Per-
nambuco, 11 de dezembro del86i.-Servodo de
offlcial-maior. Maoool Jos Pinto.
Approio provisoriamente.Palacio do governo
de Peroambuco, 2 de jaoeiro de 1862. Nuoes
uoncalvee.
Conforme.Francisco Lucio de Caslro.
Assigoado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Cuuforme.Candido Leal Ferreira, capito
ajudante de ordeos encarregado do delalhe.
EXTEIOtt.
ITALIA.
Nota d
m ^
__
Z r
oruaen cad
IvezAimi ni
gue ao santo padre, mas tambem para que seja
eilicazmenle apoiada junto delte. Neohuma voz
poderia ler mais autoridade em Roma nem ser
esculada com mais condescendencia do que a de
Frange, que ha doze annos exerce all urna pro-
tecgo poderosa e respeitada.
Ao mesmo tempo que deveis ter toda a cau-
tela. Sr. ministro, em manifestar ao goveroo de
S. M. quaoto completa a nossa contianga naa
suas disposigoes benvolas e na efficacia da parte
que tomar oeste negocio to importante, digoai-
vos tambem fazer sentir que o governo d'el-rei
se por ofelicidade esta ultima tentativa vier
malograr-se, se acharia envolvido em difficulda-
dvs lo graves, e que, apezar do bom desejo que
tem de atienuar as coosequeuciss dolorosas que
urna recusa da corte de Roma poderia produzr-
040 i lano na ordem religiosa como na ordem politice,
005 bao poderla comludo impedir que o espirito pu-
020 buco entre os Italianos oo senlisse urna viva e
profunda senssgo.
Oseffeitos de urna semelhante recusa pod-
nam mais fcilmente ser previstos que determi-
nados ; mas certo que o senlimento religioso
dos Italianos seria excesslvamenle abalado, e que
as impaciencias da nago,,at agora coolidas pela
esperaoga de urna solugo mais ou menos prxi-
ma, se tornanam mais difficeis de conter. .
Antes de coocluir este despacho, nao julgo
intil prevenir urna objecgo que poderla produ-
zir-se relativamente formula adoptada nesta
grave circunstancia. Poder parecer pouco coo-
lorme aos sos, s Iradicges, e talvez mesmo ao
respeito, que a meosagen ao pontfice supremo
seja assignada por min, e nao por S. M. nosso
soberaoo.
f Esta excepeo s formalidades geralmente
receidas, pTovm de dous motivos. Coovm sa-
ber primeiro, e vos oo o ignoris, que n'oulraa
circunstancias anlogas a esta em que nosacha-
mos.v S. H. se dirigi pessoalmente ao papa, e
que aconteceu nao receber elle resposta, ou re-
cebe-la de urna maoeira tal, que a dignidade real
se offendia. Nao era pois possivel, depois do taes
precedentes, expora dignidade do nosso sobera-
no a novos ataques.
Pareceu alm disso ao governo d'el-rei que,
b urna occasio em que se dirige respeitosameote
a pajavra ao soberano pontfice, em nome da na-
go Italiana, o interprete ordinario das delibera-
goes do poder execativo, qae, na ausencia do
parlamento italiano, o que representa princi-
palmente a propria nago, aevia fazer-se tambem
interprete dos seus votos e dos seus senli-
mentos.
Auloriso-vos, Sr. mioistro, a fazer leitura e
a deixar copia do presente despacho, assim como
11 menssgem dirigida a sua saotidade, e a S.
o ministro dos negocios esirangeiros.
Aisigoado, Ricasoli.
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
O qae podem hoje a igreja e o catholecismo
todo ? Urna cousa muilo justa : a redtitutgio do
qae lhe roubaram ; urna cousa muilo simples a
o mun-
Queremos, diz o Constitucional, a indepen-
dencia do papa. Mis a independencia d'um so-
berano que nao sufficiente para a sua seeuran-
ga nao existe.
E' pois muito admiravel que, na posigao dada
a santa Sede pelo piemoniismo revolucionario, o
>a nao baste para a sus seguridade ? Quando
iinguean
Roma ?
Si Ja a Mr. ftigra, ministro
da Italia em Paria.
a Turin.....1861.
Sr. ministro.
< As ultimas comraunicacdeaqae tive a honra
de trocar com oseo, podero fazer-vos coohecer
que as preoccupagas do governo de el-rei, no
que toca i queslao de Roma, ao iocessantes e
tornam-se cada vez mais graves.
Nio se dissimulando as numerosas difllcul-
dades que se oppe, em consequencia da mulli-
plicidade e d* graodeza dos ioteresses nvolvdos,
para urna solugo 'tai amo o exigem os direitos
e as necessidades ds Italia, o goveroo oSo pode,
por outro ladoJ descoohecer os perigos de una
demora prolongada, os quaes, por diversas can-
sas, se lorusm cada ves mais iostaotes. Nao independencia do papa, garantida pelas potencias
ilvez^uma nica das nossaa difficuldadea cathoUcas. Obomseosomostra quesomeote nel-
gtc.
Po IX, ajudado por um de nosssosmais iilustres
generaes ; se oceupava em crear ama armada
capaz, nao de combater os Piemonlezes, mas de
mantera onem entre ella*, ch-g. C.aidini.
A revolugo oo quiz que Lamoncireiacabas-
se sua obra, porque o que ella mais teme que
o papa sejs soberaoo era seu paiz. Nao se per-
mute que o papa orgaoise urna furga regular-
poe-se obstculos quaodo elle o quer fazer se
ella lenta formar-se destruida, e se nos ven
dizer.o mais seriamente possivel: O papa oo
basta para si mesmo ; pois sua posigo falsa
preciso considerar e colloca-lo en novas con-
dices 1 Quen espera enganar-se ?
Expelli de Roma o club central do carbonismo
quebrai seus prelos clandestinos e declarai o ter-
ritorio da igreja neutro e inviola.el : lem-se fei-
to muito pela Blgica e Suiesa ; depois coo.idai
as nacoes calbolicas a oflerecer ao papa a ex-
presso de sua dedicago constitoiodo-lbe urna
guarda voluntaria ; vos garantiremos duas cou-
sas : a primeira que nao faltarao soldados : a
segunda que o papa oo lera necessidsde do
guarnigo estrangeira (se que as tropas de
urna potencia calholica sao estrangeiras em Ro-
ma. )
Sabemos que para adoptar esta marcha preci-
so repellir com desprezo o revolucionario. Mas
o Constitucional prefere ver-nos cootiboar o tra-
te espectculo dos que, enllocados eoire o papa-
do e a revolugo, nao o js*m nem fenr o pri-
meiro, nem derrubar a segunda ; que com uno
das maos saudo o papa e com outra a Garih*l-
di, e querendo contentar todo mando, a n
saiisfazera.
Porque estamos ha doze annos em
diz o Constitucional. Para garantir a sega sa-
ga do papa, to gravemente compromellida. Po-
demos flear sempre aqu ? Certameoie que nao.
Urna necessidade imperiosa, exige pois urna
transaego, da qual a independencia da Sania
bede saia loda inteira, como no pa.-sado.
Somos a primeira potencia cathohea,' lendo
augraeotado com e pelo o calholicismo, cuja in-
fluencia no mundo est intimamente ligada sor-
te do catholicismo ? e
Se assim parece-nos quo a occapacao de
Roma deve durar lauto lercpo qoanto aerramea-
cadoa os graodes intersses, que ha dos annos
nos tazem moolar guarda as portas do Vaticano
cooseKuiniemente sempre, se o p-ngo nao ces-
sa. E is para nos a evidencia. Que seja una
necessidade enfadooha, vo-looncedemos : mas
nao esqaegais que a necessidade faz le.
Sena., que laxemos em Roma ? Porque a alta
estamos alliadoa f Porque abi oos acbamoe ka
doze annos ?
Queris urna transaego que restiiua ao cana
sua independencia do passado ? r
Transaego com quem ? E' com a revoluco ?
Mas nao acreditis nella. Bem sabis ae o pa-
pa nao pode mais transigir com o carbooariamo
que este oo pode foze-to com o papa Nao
serio. Esperis jamis ver o papa descer ben-
volamente do seu throno para sandar Vietor Ea-
manuel como seu senhor e sea rei ?
Que se diga, ou dse mostrasdecrer no Cha-
rivari, transsat : nao se chama para cousa algu-
ma o CAartt>art ; mas ao Constitucional \ J*.
da urna vez vos digo oo acreditis neile.
O passado reconheceu como vos a urgente ne-
cessidade da independencia do papa. Pr 0 om
nada encontrou nelhor que faze-lo rei afim 4a
que elle nao fosse subdito de pesso alnseav
porque subdito exeloe a idea de indepeDwocta*
O procedinento nao era sem valor, pois que ka
dezseculoselle protege a independencia d San"
52,?. V R- 1 qe ""'' ? O0* os na-
dusis r t prudente demulir quando olo ao tesa
a pnneira podra para construir ?
Se, como proclamiis, queris realmeote a in-
dependencia do papi, o simples bom seoso nio
esta ah para diier-vos que o melhor atado do
destru la essa transaego que dee fazer cahir
de sua fronte a cora temporal, o que en pre-
seoga o'um semellMole resoltado, ceg olo 6 o
que recusa, mas com razio o qu* propoe?
X. de FormiNu.
(Monde.-An4ra4e *).
\


31
sfc
=3=
DIA1I0 DE PERNAMBUCO. *- 8AB8ADO -DI UlpW DE 1862.
>'' iiii !' i i i I T '
dos aotolha algumas tszes a ima-j deveres par eom s frotsia
m a for protegida para com a Allemaoha I
Ebhkst Dusohj
(Cori*Km./i
otados p
ti
Sal___ -----
cimento la Je rei, ellet
souberam, pot tula 4}aelidadas pea*
soaes, e omito antes de subir os degraos do
Ihrono, conquistar esta popularidade,que aug-
menta o poder e permilte iniciativa real elevar-
se llvretnenle.
h numero desaes principes privilegiados fi-
grala certamenle para o futuro o que boje
hospede da Franca,o rei Gailherme I.
Parece do dosso dever cedermos boje om lu-
gar em ooisas columnas algumas ptlavraa so-
bre a brilhaote carreira j percorrida por eise
principe, e sobre o psiz que elle govsrna ha tres
annos. Nao pretendemos louur nsm lisongear,
queremos smente recordar algumas datas im-
portantes e registrar outros fados caracteriaticos
Essas datas e etses tactos podero, melbor que
as refleides exageradas das folbas eilraogeiras,
servir para apreciar todo o interesse que se pren-
de a entrega de Compiegne.
O rei Gailherme I, segando filho de Frederico
Guilnerme III, e irmSo mais moco de Frederico
Guilherme IV, nisceu em 1797. A primeira par-
te do curso de sua vida aasigoalada smente
por sua presenta as leiras do exercito prus-
siaoo durante as campanhas de 1813 e 1815.
Soldado desde a infancia, o Joven principe qui-
zera subir aos seus primeiros poatos sob o fogo
do inimigo. Has quando foi asignada a paz,
enlrou 4mo nessa beoeQca obscuridade que se
chama vfneacio do atada, e, eiqueceodo teus
feitos d'armaa, cuidou em procurar na aciencia a
gloria qu seu nome o aatorisava a ambicio-
nar.
Elle desappareceo de alguma forma da acea
poltica. Parlilhando com aeu irmo o amor das
lettras e arles, lornou-se como elle um dos pro-
tectores mais esclarecidos do ensino publico na
Prussia. Mas elle linha representar um papel
tracado de antemao. A classe 1 que perteocia
chamava-o a ser o segundo cbefe do exercito.
Foi pois, particularmente sobre a arte militar
que conceotrou tolas as torgas de um espirito
tvo, activo, preparado cedo a coohecer os acci-
dentes polticos em que a Prussia poderia ser en-
volvida. Demais, o seu espirito corresponda aos
impulsos de seu coraco. Testemunha em sua
infancia das calamidades da monarchia prussia-
so bt. mesmo
REVISTA DIARIA*
O Qoiso informante, que nos eoviou hontem os
ipootiraeotos sobre hyglent, rsmetteu-nos s
guete conliouacao :
c Seja por amar da humanldade, sala por
desejo de mostrar a desvaolagem da falla dos
contedlos praphelillcos; seja palo gosto da es-
creviobar; seja para tornar sensivel a falta de
quem quer que saja, quando meamo da una
corporaco, que desconheca os seus deveres ; seja
por capricho de genio excntrico : o que verda-
de que este nosso grostelro trabalho tem
alguma cousa de bom.
Tomem os sollos pelo lsdo que lhes coovier,
que nos o encaramos pelo prisma que noa
aprax.
Abramos as paginas do tratado de bygienoe
de Mr. Levy e leamos o que nos ensina ette
erudito escriptor.
a Todas as vezes que urna populacho parece
ameagadada invaso de urna epidemia deorigem
infecluosa_ ou contagiosa a polica sanitaria dere
duplicar a vigilancia para affastar todas as cansas
que podero occasionsf eu auxiliar o flagello : o
exame dos vitares e des lquidos expostos con-
sumativo; o asseio e o arejamenlo daa habita-
eoes publicas e privadas ; a prompta retirada das
immundices; as desiribuices mais copiosas de
alimentos; e de roupa aos pobres; o rgimen e
salubridade de todos os estabelecimeotos em que
tem reuoiio de homens; o cuidado da tranquilli-
dade moral dos cidados; a organisaco dos
primtirot soccorros em caso de appariQo de
symptomas equvocos; laes sao em parte os
deveres das autoridades.
Quanto aos individuos nao se pJe pres-
crever um regimem preventivo, que convinha
igualmente a todos os temperamentos a todos os
estados de saude porm te pode asBegurar que a
todos ser vantajoso observar as seguintes
,regras .
na devia ambicionar ser, como seu irmo,unfc>-a Habilacao espacosa, onde a Inz e o ar pene-
collaborador dedicado de Frederico Guilher- trem focUmente; exercicio era lugares elevados
me. t. iu t j y porm de modo que nao fatiguem : vestimenta
As biographias de Guilherme I dma-nosM- que abrigue dos effeitos da humidade e das
ignorancia de sua vida publica de 1815 a 1810.
de
Mas, nessa poca, o homem e o principe se re-
velam ao mesmo lempo. A cora da Prussia,
salva com difficuldade em 1815, passa para seu
irmo. O principe da Prussia immediatameote
chamado alomar parle no governo.
A Pomerania lhe dada para governar, bem
como se lhe offereee um assento na primeira die-
ta que lhe fflra convocada pelo rei.
Qual foi, desde ento, a influencia que elle
exerceu sobre os negocios polticos ? Fdra misler
para bem precisa-la esbocar de alguma forma a
historia da Prussia de 1840 a 1818. Digamos se-
ment que essa influencia foi consideravel. Po-
deremos accresceutar que ella servio muito no
comeco do reinado de Frederico Guilherme III ?
Cremos que slm. Servio, com effeito, de trio-
cheira contra o movimento que comecava a ope-
rar-se dos espiritos e que deveria manlteslar-ae
em 1848. E' verdade que essa iriocheira leve de
ser destruida mais larde ; mas nao obstante
sempre servio de moderar o movimenlo, retar-
dar-lhea marcha, e preparar assim o throoo da
Prussia para o estallo que deveria iuevilavel-
msnte seffrer.
A historia contempornea j tem dito que o
principe da Prussia fdra, nessa poca, o represen-
tante das ideas absolutistas. A expresso
toreada. Dever-se-bia antea dizer que elle fora
antes o representante das ideas essencialmente
mooarchicas, porque a influencia do irmo do
rei nao foi mais do que urna compensago ; pois,
quando por toda a parta a democracia etpalhava
o terror e nao achava mais adversarios, resolutos
contra seus excessos, o principe da Prussia se lhe
oppuuha atocta, o facilitis nssim o eompromis-
so que mais tarde deveria realitar-se.
Mas nem sempre todas as aeces sao bem com-
prehendidas. O povo vio um inimigo no defensor
da realeza, e o principe da Prussia fui obrigado
a sabir do Berln desde os primeiros aconieci-
mentos de 1848.
Entretanto o erro nao poda durar muito, o,
em jucho, o exilado era chamado por ser eleito
memoro da assembla nacional.
O deputado, porm, nao tomou parle nos tra-
balhos da assembla.
Em 1849 foi espada do principe que o rei leve
de recorrer para defender um ailiado, e o movi-
menlo revolucionarlo de Badn foi abafado pelas
ropas prussianas.
Taes victorias nao podiam, embora digam o
contrario, satisfazer o orgulho do principe da
Prussia. Viram-no pois aceitar de novo urna po-
sico que o punha de novo em estado de traba-
lhar na reorgaoisac.o administrativa e militar do
reino.
Nomeado goveroador das provincias Rhenanas,
com residencia em Coblenlz; depois, mais larde,
coronel geral de iofantaria e goveroador de Mayeo-
ca, proseguio at 1857 na sua tarefa de defensor
esclarecido da reputacao militar da Prussia, e
conselheiro dedicado da poltica real.
Todos sabem que, nesse auno de 1857, o esta-
do de sa le do rei Frederico Guilherme IV for-
cou este soberano a confiar as redeas do governo
ama regencia. A escolha do depositario do po-
der nao poda ser por muito lempo discutida ;
entretanto o foi sob a aeco de influencias pes-
soaes, cujo successo nao teve duraco.
Era outubro de 1858 o principe da Prussia
aceitara a regencia, e formava o mioislerio de
Auersevald, que substitua o gabinete Hanteuffel.
Era ao mesmo lempo urna mudenca de pessoas e
de poltica.
Tratamos de casos muito recentes para que te-
nhamos necessidade do referir os actos da regen-
cia da Prussia. Inaugurando urna nova poltica,
o principe procurou essencialmente nao personi-
ficar, de alguma son, esse reinado provisorio,
em detrimento do rei seu irmao.
Em todos la circumataocias, foi sempre em no-
me de Frederico Guilherme IV que fallou e pra-
licau qualquer acto, e essa religiosa dedicaco
veio realc.tr a nobreza de carcter do principe
herdeiro. A Prussia va emfim realisarem-se as
esperanzas que secretamente depositara no se-
gundo Dlbo de Frederico Guilherme III.
A popularidade adquirida pelo litterato estu-
dioso desde 1815 apparecia sob os passos do re-
gente que la ser rei;

Nos primeiros das do anno de 1861 a Prusaia
enlulara-se pela morle de Frederico Guilherme
IV;dentro de alguna diaa todo o reino celebra-
r com testas, em Kanigsberg e Berlina, a coroa-
co de Ooilberme I.
Esse reino que oceupa um lagar to importan-
te nasceoa poltica, tambero um doa mais vas-
tos da Europa continental. Sua populacho civil
de 17 milhoea de almas, puco mais ou menos;
na populaclo militar de duua milhdes. As ulti-
mas estatisticas martimas elevara a perlo de 60
risos de guerra armados de300 ceahoes.as forjas
navaet da Prusais.
Relativamente a crdito a situaco da Prusaia
das mais floresceotes. O crdito publico, to
mudavel em materia econmica, estende-se a to-
dos os valores prussianos, que o budjet annual
defendera contra toda a depreciado sensivel.
Exactamente sconhecemos as cifras do de 1859;
mas ellea nao tem soffrido rnuita modificscao
nestes dous ltimos annos : no capitulo daa re-
ceitas do um total de 131,859,288 francos, e no
das despezas de 123,625,414, ao qual sedeve a-
juntar para as despezss extraordinarias perto de
oito mllhes.
Esta brilhante siluaco Dnanceira, o rei Gui-
lherme I, que lem contribuido para estabelece-
la, procurar sustenla-la a despeito dascircums-
taociasqa, em toda a Europa, tem abalado ou
edificado o crdito dos eatadot. Ptrliditta do
tcasjresso, elle lem sjudado oa esforcos da liber-
dado commercial ; maa, prudente emsuas ten-
tativas, que que os tratados regulem a marcha
desta liberdade. Assim foi com a Franca, cuja
moderaco muito aprecia, que qniz fazer o seo
primeiro tratado.
Quanto s tendencias politicismo nove sobera-
no, a Prnstia conhece-las-ha cada dia. A espe-
cie de agilaco que reina hoje na aociedade pol-
tica allemia, encontrar o rei Guilherme I multo
prudeute e reservado. Elle psreee, nao etque-
ceu as ptlavns de sea irmo i deputscao de
Francfort, c E' ama das singularidades deste
tempo, dizia espirituosamente Frederico Guilher-
me IV, diz dtr-se e offerecer-ee mais do que se
tem I t Guilhenm I diz por na vez meus
varia^oes da temperatura alhmosphericas ; cui-
dado minucioso de limpezas banhos sabooosos
ou alcalinos que limpem a pelle sem debilitar o
corpo, nutriQo substancial reparadora e fcil a
digerir; uso do bom vinno para aquellos que
costumam usar delle ; entreter o ventre regular:
taes sao os preceilos que se deve seguir:
O abuso ou a falta de regimem lornam-se
funestos : os bebados, os comeloes, os enfermos,
e os miseraveisformam o principal cootigente da
mortalldade em todas as epidemias: affsstar
todas as circunstancias que podem excitar a tris-
teza o merlo as pessoas violentas a colera etc ; o
somno sufilcientemente prolongado ; tratar im-
mediatamente qualquer indisposico por menor
que seja : sao preceitos a que se deve submetter
lodos aquelles que vivem n'um alhmosphera
contaminada ou prxima de um foco de con-
tagio.
A classe rica pode com facilidade conformar-
se com estas prescripges ; nella que as epe-
demiasfazem meos victimas.
Trabalhar para o augmento da felicidade do
povo obrar preventivamente contra os flsgellos
epidmicos que alterram os governantes e os
governados ; ora a obra lenta e progressiv s da
civilisaco que tem reduzido sua frequencia e sua
intensidade e que acabar por destruir este ger-
mem.
Tem tido o nosso governo esta prudente de-
liberaco ? Entre nos nao se augmenta o nume-
ro das epedemias todos os dias ?
Cuida-se entre nos de alguma maneira a o
bem-estar da classe pobre 1 facilita-se-lhfali-
mentaco salutar ; a habilacao espacosa ebem
arejatl
Attestam que nao, nos o fado dat otfffcuf-
dades qoaai insupenveis em que vivem os septo
oilavo da nossa populaco como o reoovameuto
peridico das epidemias que tolos os annos
rouba-lhes os objectos, que lhe sao mais caro*.
c Nos enlevos dos tramas polticos ; no xtasi
da posse do dominio ; na enphase produzida pelo
embriagador balsamo das altas posicoes sociaes ;
no leihargo torpente dos gozos facilitados pelas
posices oEciaes : s lembrada a classe pobre
da sociedade as intermitencias eleitoraes, para
representar na falsa iliusoria da nossa constitoi-
co.
a Este nao deve ser o procedimento do gover-
no, que deseja a felicidade de seu povo.
Quando o mal bate nosto porta desperta-
se da cama, escaocaram-se as portas do thesou-
ro publico a favor dos bemaventutados, dos es-
pertas e dos especuladores.
Parece ser em beneficio do povo, e effectua-
do por amor delle um engao.
a E'j pelo medo de que a providencia lhe
faca tomar parle no sacrificio da eramolaco oc-
casionada pelos deleixos e falta de deveres in-
herentes s necessidades sociaes, e j por que
ser opportuoa occasio dos favores e das gracas.
Exgotados os coffres com desperdicios de to-
dos os quilates novo imposto misler para soc-
correr e defficet e por consequencia augmento
das difliculdades da classe pobre.
< Contina.
W.
As noticias recebidas hontem da comarca de
Goianna, reduzem-se s seguintes:
Que a epidemia efectivamente o cholera, nao
to intenso como se lem esptlhado, pois que um
graode numero das pessoas atacadaa lem sido
salvas ;
Que, onde mais se tem espalhado, entre as
populacoesdas margeos do rio Gruangy, ceifando
smente as victimas que nao podem ser medica-
das lempo;
Que apeoas cinco pessoas morreram na povoi-
5ao de Cruangy;
Que nenhuma repelico teve o caso appareci-
do em Pedras de Fogo ;
Que tendo-se sabido que em Nossa Seohora do
O* appareceram alguna casos, para all foram os
Drs. Souza e Menezes, e as irmaas de caridade ;
Que por toda a parta as populacoes se mostram
contentes e satisfeitas pela promptidao com que
ao tratadas aa pessoas affectadas ;
Que, finalmente, que se lula, as diversas lo-
calidades, com a difficuldade no preco das caval-
gaduras para transporto dos socorros d'um para
oulro lugar.
Apenas chegaram estas noticias, fez S. Exc. o
Sr. presidente da provincia seguir para Goyanna
o Sr. Dr. Moreno, com diversas ioslruccdes da
forma do tratamento do mal, para serem deslri-
buidas ao povo, e uomeiou urna commisse,
composta dos Srs. coronel Antonio Altes Yianoa,
do vigsrio e do Dr. Firmino, para agenciaren)
urna subscripeo, que deve ser repartida com os
necessilados.
Na quinta-feira ultima, pelas 3 horas da tar-
de pastando o Sr. ihesoureiro das obras publicas
pela ra do Imperador, fot grave e impensada-
mente pisado por um avallo*, que se tolira de
urna dascocheiras da mesma ra, e corra des-
embestadamenle por ella.
Nao sabemos se esse successo provm de urna
casualidade, ou se alias do coslume que muias
cocheirat lem de soltarem os seus aniroaes, aflm
de espojarem-se as ruis. Todava, vindo pal-
lo, nao podemos deixar de reclamar por urna pro-
videncia em sentido restrictivo desta pratlca abu-
siva, e que pode dar taes resultados.
No decurso do anno fiado adoeceram no
arsenal de guerra 212 menores, dos quaes 151 ti-
verem baixa para a respectiva enfermarla, aem
que succambisse algum delles, apesar de accom-
metlidos nao poucos de molestias graves.
Ette retallado devido aos etforcoa do respec-
tivo medico, o Sr. Dr. Bracanli, que nao poupa
desvelos para o bom deaempenho de anas com-
misses.
Remettem-nos o soneto, que segu:
eu-ie o tropheu da magettade,
magos a gloria reoascid
Amor, graea, paz divin
Foi concedida ao noel Garneiro Machado Freir, a exonera-jlo, qe
pedir do lugar de ajudante da directora da co-
lonia militar de Pimeolelras.
De 15 do correte por diiote comecam oa
axamaa preparatorio! para a matrioula do Cwho
CommtWtoal PemamoUfJno.
De Olinda oviam-noa a seguiste riipotti;
O Dft.Tlllli.0LK'
AO HRBlftO DA SR*.
Recebi a vossa carta
D destela lo corrala,
E o estylo fluente
Que eos turna es em pregar,
E' mesmo de arrebatar.
Mais aturado e conatante,
Quizera toda a frequencia
Em nossa correspondencia;
Porque o loogo intervalo
E' cousa que d abalo.
Precisamos ter noticias
Dessa antiga capital
Aonde o graode Vidal,
Com aeu valor e poder
Ao belga dea que fizer.
Essa Olinda memoravel,
De glorias enrequocida.
Nao pode ser esquecida
Por vosso Tiritle,
Que j foi o que nao .
Jmala me posso etquecer
Do tempo da mioha infancia,
Nio estranheh a constancia : "
Eu ahi mesme aprend,
E ahi tamben* nasci.
Ji vedes que deste modo,
Tenbo mui serio desejo
Dahi nao ver o que vejo :
Porm maodai-me dizer
Tudo quanto acontecer:
Procuro sempre noticias
Da minha tetra querida,
Aonde passei da vida
O tempo mais venturoso:
Nao hei de ter ootro goso.
A proposito vos digo
Que tributo gratido
De todo o meu coraco
Aos filhos da medicina,
Que detcobriram a mina.
Decadente eslava Olinda,
Solitaria, abandonada,
Urna molestia fallada,
Veio dar-lhe muila vida,
Nao historia fingida.
O nervoso, meu amigo,
Gomo distoiteis na vossa,
As bolsas faz sua mssa ;
Mas pelos banhos do mar,
Faz Olinda prosperar.
Que boa, feliz lembraoca.
Dos esculapios doutorts,
Merecem premios, louvores:
O certo que as moradas,
Vo sendo bem alugadas.
A minha pobre choupana,
Que ahi linha deaabado,
Achou um nervoso honrado.
Que tirou-a das ruioas,
E tez-lhe pinturas finas.
Mas estou com meus receios
Dos contos que me contaran);
De tal modo exageraram .
O que havia acontecido
Que del tudo por perdido.
Que certas familias foram
Nos baoheiroaiogultadaa ;
Que hotiveram palmateada*
Pelas bundat dos chibantes ,
Da modasli'Tviolantes.
Que houve alvoroQo feio,
Sem respirar providencia ;
Que dtrpolicia a indolencia
Em lugar de tudo itlo.
Que podia ser previsto.
Que o desgosto, o susto, o medo,
Tem a lodos assaltado,
A' muitos deliberado,
A deixar o salto banho,
Com o que perco e nao gaoho.
Oh 1 meu amigo Iinfeliz
Quesou co'a cboupaoa miaba I
Agora que me convinha
A influencia do mar*
E' quando vai acabar 1
Dizei-me nao ha postarse
Que previaam estes casos?
Pondo-m'islo em pralos rasos;
Ou perguntarao fiscal.
De que serve e p'ra que val.
Fazei amigo com que
Tudo, ludo se accommode.
Que nao ferva mais o bode,
Ficando la os nervosos,
Nos seus banhos salsorosos.
Itto o qne convm,
As nossai propriedades,
Cuidem as autoridades
Em punir lodo o insolente
Que leremos muit* genle.
Aos tres reii do Oriente,
Nao inculca ser rei, Cbrlsto sascido
De altos monarchas, tees progenitores;
S se revela aos magos, e pastores,
Elle ser o Messias promettido.
Foi por ellea adorado e applaadido
Com hymnos, com offertas e louvores,
Sendo pelos liijaltos teohore
lcenio.'alfrl, e ouro offerecido.
No incens, a divindade coahecida,
Na mirrha, sacrosanta humanldade,
No ouro, a realeza percebida ;
D-me cuidado o atraso,
Da nossa Ierra natal.
No prejuzo, no mal,
Que dever resultar,
Do povo se retirar.
Minha avO sempre dizia
Que um unto blspo illustrado,
Tinha ODJMLexcommuogado ;
E que deellao para c
Nao quera morar l.
Que a decadeocia de Olinda,
Nao era oulra senao,
A fatal excommuoho,
Que sobre ella pesa va
E levantar precisava.
Mas aquellas penitencias,
Do tempo de roca e futo,
Jicahtram em detuso ;
O povo d'agora er,
S naquillo qu'elle v.
Amigo, dizei-me agora,
Como vai a cathedral,
Se val bem ou ae vai mal,
Co'as nova dignidades;
Se sao ou nao entidadet.
Dizemas linguascompridas,
Que de todo o pessoa,
E' pouco o que muito val ;
Eu nao direi outro tanto ;
Porm sempre direi quanto.
Dizem que a maior parte,
S cuida em juntar dioheiro,
Para ter tettamenteiro,
Que cumpra com os legados,
Embora mui dizimados. ,
Quanto to coro, meu amigo,
Dizem que, vive deterto,
Gootai-me se o fado certo,
Porqu'ater assim, eu chritpo,
E remedio pego ao bispo.
Oh I dizei-me como val,
A dama do municipio 1
Ir como no principio.
De certo anno passadd?
E' no que lenho pensado
Dizem por e os meninos,
Da guerra do arsenal.
Que o municipio vai mil,
Que tem mui boas posturas
S p'ra certas creaturas. |
Emfim meu charo sineiro,
Para margas temos panno;
Fica o resto para o armo,
Depois da vossa resposti,
Que pode vir pelo Costa.
Do Montelre quelfallo,
Que de Olinda vei>o gallo.
ttecife, dezembro de 1861.
O Dr. Tiriloli.

/
Ltmbraocaa ao eogenheiro,
Do calca manto daa ruat,
Qe mande noticia*atas:
i
.jr
L
Lista das pessoss fallecidas na freguezia da
Boa-Vista, no mez de dezembro de 1861 :
Maria Magdalena de Jetus, parda, de idade 45 an-
nos, aolteira, phiysiea.
Joaquina Maria da Conctelo, crioula, de idade
89 annot, soltelra, dtiioterla.
Antonio, brenco, prvulo, de idade 6 annos e
mel, filho legitimo de Antonio Melquades da
Silva, angina.
Maria do Rosario da Cesta, branca, de idade 60
annos, viuva, tubrculos pulmonares.
Leopoldins, branca, prvula, de idade 5 mezes,
Clha legitima de Nicolao LA, molestia in-
terna. '
Florentina, parda, liberta, de idade 6 annos, filba
de Arma, escrava, angina.
Catharina, africana, de idade 43 annos, solleira,
escrava de D. Igoacia Francisca de Moura,
anemia.
Francisco, pardo, prvulo, de idade 6 mezes, fi-
lho de Maria do Rozario da Aoouociac,o,
diarrht.
Constanza, crioula, prvula, de idade 5 mezea,
filha deThomazia, esersva de Therezi Maris
de Jetos, espasmo.
Maria Joaquina Mavignier, africana, liberta, de
idade 64 annos, solleira, inflammaco.
Antonio, crioulo, prvulo, de idade 6 annos, es-
cravo do Dr. Amonio de Vasconcellos Menezes
de Drummond, diarrha.
Maria Jos, porlugueza, de idade 45 annos, casa-
da com Jos Pereira Coelho, gastro interile
chronica.
Eutropio, braoco, prvulo, de idade 18 mezes,
filho legitimo de Tristo Francisco Torrea,
diarrha.
Feliciano Vaz da Assumpco, crioulo, de idade
40 annos, casado com Alexandrina Mara da
Conceico, estupor.
Restituto, crioulo, de idade 10 horas, filho de Ma-
ria, escrava de Domingos Jos da Costa Gui-
mares, espasmo.
Maria, crioula, prvula, de idade 2 mezes, Qlha
de Gullhermina Maria, espasmo.
Joo, africano, de idade 60 annos, tolteiro, es-
cravo de Francisco Caroeiro Machado Ros,
hernia;
Bernardina, africana, de idade 38 annos, solteira,
escravo de Custodio Francisco Moutinho, apo-
plexia.
Claudino Jos de Sanl'Anna, pardo, de idade 32
annos, solleiro, pneumona.
Guilherme, branco, prvulo, de idade 2 mezes,
filho legitimo do alteres Manoel Erasmo de
Carvalho Moura, convulsoes.
Isabel, croula, de idade 40 annos, selteira, es-
crava da fallecida D. Anna Felicia de Moura,
ioterile.
Anacalo Jos, pardo, de idade 17 annos, sollei-
ro, phtysico.
Manoel Dias Jnior, portuguez, de idade 18 an-
nos, solteiro, tubrculos pulmonares.
Manoel Jos Constantino de Araujo, portuguez,
de idade 60 annos, solteiro, aoazarca.
Maris, crioula, prvula, de idade 3 mezes, fllha
de Sebastiana, escrava de Felippe Santiago de
Sena, espasmo.
Maria, africana, de idade 50 annos, escrava de
Stiro Clemeollno- Coelho Catanho, anazarca.
Emilia, parda, prvula, de idade 2 anuos, filha
de Joaquina Maria da Conceico, anazarca:
Luiza Isabel Nunes, parda, de idade 38 annos,
viuva, phtysics pulmonar.
Rufina, crioula, liberta, de idade 80 annos, sol-
teira, parlisis.
Joo, branco, prvulo, de idade 10 mezes, filho
legitimo de Manoel da Silva Cabral, convul-
soes.
Facundo, crioulo, de idade 8 mezes, filho de Lu-
crecia, escravo de Claudina Umbelina da Sil-
va, inflammaco.
Francisco Jos Belem, branco, de idade 60 annos,
viuvo, hidropericardio.
Anna, branca, prvula, de idade Id mezes, filha
de Victorina Maria da Conceico, denlico.
Joo, pardo, prvulo, de idade 6 mezes, filho le*
gitimo de Gabriel Jos da Silva, espasmo.
Mara, parda, prvula, de idade 6 mezes. fllha le-
gitima de Jos Tavaree de Souza, tubrculos
pulmonares.
Antonio, crioulo, de idade 18 annos, solteiro, li-
vre, tubrculos pulmonares.
Julio, branco, de idade 12 annos, filho legitimo
de Manoel Tavsres de Aquiao, ataque ce-
rebral.
Quiteria, parda, de idade 2 annos, filha legitima
de Antonio Trajano Candido Monteiro, abeesso.
Honorato, pardo, de idade 25 annos, solteiro, es-
cravo do visconde de Suastuoa, tubrculos pul-
monares.
Arcbngela, parda, de idade 18 annos, solteira,
bexigas. ,
Manoel, crioulo, de idade 1 anno, filho legitimo
de Laurentino e Hargarida, eacrava de Manoel
de Siqueira Cavalcanti, sarampo.
Honorato, crioulo, de idade 6 dias, filho legitimo
de Francisco Leopoldo do Rozario, espasmo.
Anna Senhorinha Pessoa de Amorim, branca, de
idade 80 annos, viuva, intente chronica.
Gregoria Francisca Coutiobo, parda, de idade 65
annos, viuva, febres intermitentes.
Americo, branco, de idade 9 anuos, filho legitimo
do alteres Ricardo Pereira de Parias, gan-
grena.
Caetano, africano, de idade 46 annos, escravo de
Julio Cesar Pinto de Oliveira, ttano.
Anna Theodora Ferreira de Mello, branca, de
idade 79 annos, viuva, cerebrite.
Servulo, pardo, de idade 8 dias, filho legitimo de
Manoel Pedro GonQalves, ttano.
Joo de Pioho Borges, branco, de idade 56 an-
nos, solteiro, coogeslo cerebral.
Antonia da Triudade, crioula, de idade 56 annos,
solteira, gastro bepatite chronica.
Passageiros do brigue portuguez Soberano,
vindo de Lisboa :Joo Domingues da Cunta
Lages, Luiz Frederico Marques de Almeida, Vi-
cente Marques de Almeida, Manoel Eleulerio de
Almeida, Brasileiros; Joaquim Ferreira Dioiz e
Manoel Cerdoso de Goveia, Portugueses.
Movimento da enfermara da casa de de-
tenco do dia 3 de Janeiro de 1862:
Tjveram baixa para a eufermaria Joo Fran
cisco da Cunhi, diarrha ; Manoel da Motta D-
niz, diarrha e vmitos.
Tiveram alta da enfermara Antonio Pereira
da Silva e Vicente escravo de Joo de Carvalho
Paes de Andrade.
MORTALIDADE DO DIA 3 DO CORRERTE
Francisco, Pernambueo, 5 mezes, Boa-vista ;
convaleces.
Joo Sergio Cesar de Andrade, Pernambueo,
64 annos, casado, Poco da Panella ; pneumo-
na,
Ritt dos Santos, Portugal, 20 annos, solleirs,
Santo Antonio ; febre typhoide.
Ambrozo, Pernambueo, 38 annoi, solteiro,
Recite ; erysipela.
Catharina Arsenia de Oliveira, Cear, 38 an-
o, solteira, Boa-vista ; phthiaica pulmonar.
Frnklino Jos de Santa Anna, Pernambueo,
6 annos, S. Jos, ; escrfulas.
Lulz, Pernambueo, 2 annot, escravo, Santo
Antonio ; hydropesia geral.
promover a reforma completa, e to necesiaria
dease rsmo, talvez o mais Importante da instruc-
co publica, reconnego a mesla necessidade de
tal reforma, assim como que esta poder! mui bem
effectuar-se gradualmente, e proporeao que fo-
rero appareceodo as convenientes emulices qui-
si sempre indispensaveis para a realisaco daa
grandea reformas : teobo resolvido etercer d'ora
com o coraco nomino, porquinto ae alegras
as glorias de leja, atnaohi chegaro sea las,
e camprirao lambem o sen destino, que a dOf,
o luto e a triste reslidade 11..
Nao peccado molbar-se a peona no fl do
tentlmenlo smargo pela perda do aatife,
para, rsvesliodo-a das pretas roupagens do ledo,
deterever-te as suaa gloras; nao, ahi nio pdo-
em vante anjoha proflsso habitual nicamente M iw qa, u 0 Blcolo'00 v nure,,., He-
Lr C,",". f 55 lar.M* P'P' I to que, nada mais podendo-nos sxer. apenas rt-
segumtes materias: grsmmaUca philosophica da giosamente camprimos um dever.
liogua nacional, eom especialidad* oa parta or-
tbographiea ; a llogui francesa (conaistindo em
pronuncia, escripia, indcelo e locuelo); feo-
graphia, hiatoria asgrada e hiatoria do Bratil ;
phllosophia nacional e moral, e doutrina chris-
tia: materias estas, sujo eonhecimento se nio
ioteirameote aprofundado ao menos at certo
ponto, sufilciente ou antes absolutamente indis-
pensavel para o perfeilo deseuvolvimeoto das fa-
culdades iotelleoluaes, poder!, entretanto na fal-
ta de melhor tystema, constituir a instruegao li-
teraria e moral de urna senhora; 00, talvez me-
lbor a sua habilitago para a aeqoisicio de co-
ohecimenlos maia profuodos, que depois por si
mesmo e com o nico auxilio de bona livrot po-
der! conteguir.
Como espero por tanto obter o resultado deso-
jado, se nao in totum, talvez tn parte, da mioha
nova reaolucao, por contar j com um bom nu-
mero d'alumnas, visto ser coadjuvado para eise
fim por muitos amigoa meus, dos quaes uos me
leem grangeado e oat'oe concedido alumnas;
lendo todos approvadu a metma nova resolugao
mioba, por serem igualmente conscios da utili-
dade della e emulados pela auxilio reciproco, que
noa devensos todos na ordem social, para rea-
lisaco das idaa uteis e tendentes ao progresso e
civilisaco, offereco por meio deste eommunicado
os meus servicos a todos os pas de familia, e
tutores, que zelosos da prosperidade de suas li-
Ihas e pupillas, lhes quiMrem dar urna ioslruc-
cio como essa, mais conforme com o estado ac-
tual, e sempre progressiv o da civilisaco da nossa
cidade.
Nio quer iato, porm dizer que, no exercicio
do meu magisterio por casas particulares, recu-
sarei leccionar qualquer pessoa do sexo masculi-
no, de qualquer idade e coodiclo, que seja, que
por algum motivo, que teohi para nao querer a-
prender aquellas materias aas aulas publicas ou
particulares, onde ellas se ensinam, quizerjrece-
ber liedes deltas em sua propria casa ; poit, com
quanto tenns. tomado esta nova reaolucao, esti-
mulado pelo amor ao progretso e civilisaco da
minha trra natal, e sobre ludo pels ulilidade ;
que por esse modo poderei prestar s minhas
diguas Comproviocianas ; com ludo, bem reco-
nheco que motivos asss ponderosos pode haver,
pelos quaes um pai de familia nao queira que seus
filhos menores vo aprender aquellas materias
fra de sua casa ; assim como individuos, que por
lerem j passado a idade mais commum para os
estudos, oa por quaesqaer outros motivos, que
Ibes sejam peculiares, noqueiram frequenlaros
estabelecimentos de instruego ; e para aquelles
presto-me tambem a eosinar alm daquellss to*
das as materias constituidas da inslrucco pri-
maria : leitura, escripia, contabilidade, gramma-
tica, elementar da lingoa nacional, ou resumo da
mesma ; e tanto para uns como para outros, to-
dos os preparatorios exigidos para a matricula na
faculdade de direito : propondo-me alm disso a
exercer a minha prohsso da maneira porque fi-
ca exposta por collegio e aulas particulares do
ambos os sexos: sendo em qualquer dos casos
supracitados a paga dos meus servicos fixada por
convenci, e devendo ser eu para isso convidado
somonte por meio de carta, que cootenha aa ne-
cessariaa indicaedes, e que poder ser entregue a
qualquer hora do dia, e a qualquer pessoa na ca-
sa de mioha residencia, na ra da Saudade nu-
mero 9.
Americo Fernandes Trigo de Loureiro, bacha-
rel formado na faculdade de direito do Recite, e
professor particular de preparatorios formalmen-
te aulorisado pelo governo provincial.
rwjM3.r OH crecida Exma, Sra. D. Jesui-
iia Alexandrina de Carvalho Pe-
droso, pelo passamento de seu
esposo, o Iilui. Sr. Dativo Fran-
cisco Ped-oso, no dia "4 de de-
zembro de 1861,
Porgado da fatal necessidade
O espirito deu a quem lh'o tinha dado.
[uj. de Camoes, c. 3 est. 28.)
Mais urna vida corta a implacavel Parca I
mais urna vida temos a chorar I
Terrivel foi a lei imposta por Deus nature-
za, coodemnando-a ao aoiquilamento, ao nada ;
pois, embora todas as leis soffram excepgoes,
esta sempre a mesma para todos, oinguem po-
de dizer que della est isento; e a executora
sempre prompta vai todos os das ceifando novas
vidas, sem lhe importar a mocidade, a amizade
da familia e amigos, as virtudes moraes e
civil que o ornam, a esperance que embriaga o
seu coraco, e que tambem elle d aos que o
rodeiam; em summa, tudo isso a ioexoravel
morle descoohece e derriba com a sua fouce.
Dativo Francisco Pedroso, o joven que la-
mentamos: seu peilo encerrava muilas esperan-
Cas no futuro, e a sua querida esposa, que, ape-
oas pode lograr de seu consorcio cinco mezes e
viole cinco olas, nelle esperava muito. Seus so-
gros estavam satisfeitos, porque tinham dado
em sua pessoa um protector virtuosa filha.
Como filho, foi sempre obediente e amante de
seus pas; como irmo, sempre amigo de seus
irmios; como esposo, sempre amado de sua es-
posa ; como georo sempre estimado dos seus
soRros.
Sua etpota deve chorar, porque muito cedo
murchou a flor que ha pouco brotara em seu
lar; mas deve ficar certa de que, nao ha de cho-
rar s, tambem tem quem a acompanhe. Sobre
a sua campa se juntaro as lagrimas da consorte
magoada, com a dos amigos e prenles cons-
ternados.
Console-se! e, se para o seu to grande sen-
tmenlo, nao lhe bastam is consolares dos ho-
mens, lembre-se que ha urna infallivel, que
a lembraoca da oternidade e a esperance em
DEUS I
Recite 3 de Janeiro de 1862.
L. de Barros Marimio.
Jos! Rodrigues Coelho de Mscedo, ainda so
vigor da existencia, gloriflcava-se com a esperaa-
Ca de um futuro risooho, que ia-se desenrollado
no horisonte de Suis justas e nobres sspirac.de>.
Ria-se alegremente, sem um laivo de descont-
tmenlo, e sem suppr que os diis de suas pri-
meiras glorias eram aa vetptras do dia de eu
eterna retirada desta vida.
E' porque nao podia entrar nos arcaooa da Di-
vindade e abrir esse Livro Sagrado, para conhe-
cer da pagina em branco, que tinha-ae de encher
com a retirada de mais urna existencia c da tor-
ra ; que a intelligenra e o estudo humano,
por maiores que sejam os seos esforcos, nio po-
dem pericrutar os designios ds Providencia, quan-
do nao, elle cooheceria que o seu noae era o
que se ia escrever naquella pagina, porque Coe-
lho de Macedo era dotado de urna intelligencia
bem vigorosa e de serio estudo.
Elle reclinava-ss as delicias de sea fataro,
por isso irabalhava eiforcidameote por conquis-
tar um nome honroso. O operario, que tnba-
lhaste com animo e valor, para enriquecer a sua
arte e honrar a ana classe, em lio poucos an-
nos, nao conquistara tanta glora, como Mace-
do cooquisiou uo grande e immenso campo da
scieocia.
Os seus olhos estavam orladoa por essa fita
azul, que denuncia a luta e os vaivens da intel-
ligencia com os livros, e linha a pallidez mrbida,
que do essas noiles loogas de iosonia, esees ho-
ras febrs, em que o corpo alquebrado lula para
nao auceumbir sem combate, e oeste glorioso com-
bate elle j havia adquirido muilos louros, par
quinto a sua arma era poderosa e tlenlea in-
telligencia.
A' noil, quando todos dormiam, quem pas-
sasse por jauto seu gabinete, viria a las mor-
liC> e vacillanle de urna alampada, elle verga-
do ao peso do trabalho, que enriqueca o sea ta-
lento.
E smente, quando a luz ainda tibia do dia
comecava a Ungir de vermelho as primeiraa na-
vens na extrema do occidente, nessa hora, em que
o operario disperta para comegar o trabalho do
dia, que Macedo.com os olhos abatidos e meio
cerrados, ia descangar o corpo e dar algumas ho-
ras s exigencias do somno.
E quando os seus collegas o admiravam por
tanta coragem, elle, aartindo, dizia-lbes;
E' to bom e to doce combater por amor da
sciencia, visto como o aoldado, que peleja as
guerras da intelligencia, pode melhor aproximar-
se do eco....
Coelho de Macedo nio conlentava-se smente
com essa gloria da intelligencia ; amante da scien-
cia, era tambem um verdadelro apostlo da vir-
tude.
Amigo sincero, extremoso collega, ptimo ci-
dado, chrislo exemplar, e eslimado por todos
que cooheciam a nobreza de sen carcter, pos-
suia mais essa oulra coraa da virtudeque de
mos dadas com a cora do saber, um dia elle
seria urna dat glorias de sua provincia (Piaahy) e
um dos filhos mais distinctos da trra do Cruzei-
ro. Mas Deut nao quiz que elle existase por mais
lempo entre nos, e o chamou para junto de ai.
Viole e tres annos, que de passagem estere
oeste mando, comprehendea perfeitsmenlo o
emprestimo, que tinha contrahido, e deata sorte
trabalhou por viver como um bom hospede em
trra extranha ; conheceu que esta divida, linda
que podeaae durar por alguns annos, havia corn-
udo de ser saldada em um instante incerto coa
o gemido da morle, e assim, soube morrer abeo-
goado por Deus e por seus semelbaotes.
Macedo foi bem infeliz I quando termioou o sea
quarto anno acadmico, e corra aos laree pater-
nos pata misturar as suaa lagrimas de prazer
com os dolos de sua existencia, mal pensara que
inesperadamente seria accommetlido de ama
cruel epidemia, e que suecumbiria ao duro peso
da morte....
Quando man amor e glorias lhe sccendiam aa
doces le douradaa esperaogas de seu pello dr
mancebo, elle tombou sobre o lmalo.... E' qu
o tmulo, como disse alguaso, a idea triste
descarnada de tudo quanto bom, grande e
bello.
Ose
gem,
dos, e
i corsgao palpitara de amor por urna vir-
quem ia-se ligar diante dos atures sagra
por isso apresiou sua viagem para aa
provincia, sem demorar-se aqu por maia lemp
para fazer o seu respectivo acto acadmico, afn
de unir se quem escolhera por companaalra dt>
suas (digas e de suaa glorias. Quio infeliz foi
elle qi e nem ao menos pode premiar o sea amor,
que detpedagou-se anti a lousa do sepulchro I
Bem infelizes quo foram elles ambos I um des-
canga na elernidade, e a oulra vio nos ltimos
diaa, im que aproximava-ae a hora de recbelo
por es toso, o seu desappareeimeolo eterno, e as
suas n ais doces e sagradas osperangaa converte-
rem-s i em um cadver trio e inanimado.
Taliez que nessa hora dolorota aecudissem a
seus c istoa labios as sentidas palavras de um dis-
lincto poeta :
c Que nosrests, meu Deus? triste memoria
< Kes a um cadver nesle fro chao.
Nt lamentamos etta sensivel perda, e comoos-
co a f cuidado de direito do Recite, que acaba de
perdei um de seus maia dislioctoa filho, porm
resigo amo-nos, que a esigosgio o heroiamo do
christi o. Maa Deus nao condemna o nosso ora-
lo, ell i a expresso de ternura do coraco de
um aciigo, que vem deafolhar um goivo de sau-
dade i obre o tmulo de outro amigo e Irmio de
trabal ios, pois derramimoa eala lagrima senti-
da, qi e a verdade manda ao co pelo orgio do
nossa voz, e a humilde supplica, que a Deus en-
viamos pelo descango eterno de sua alma.
< E' i mdo aquelle a quem irmo chamamos,
c E a mo que tantas vezes aperlmos
a Agora fra j I
a Nc mais nos bancos eaae rosto amigo,
< Hoj i escondido uo fatal jazigo
Comnotco sorrir!. >
(C. da Abren.)
Rec ,e, i de Janeiro de 1862.
/. FUI.
1
Communicados.
Aos pais de familia.
Tendo deparado com o coH%uoicado assigoa-
do pela Exma. Sra. D. Joiephi Henriquta de
Miranda Rarros, professora particular de primei-
raa lettras, e publicado no Diario de Pernambu-
eo de 3 do corrente, a leitura, que atteotamente
z do cootedo d'elle, alus ber judicioso, veio
confirmar em mea espirito a'VRnio, que pela
experiencia de quatro annos havia j desde mui-
to lempo formado icerca da jnslrucgio luterana,
e moral do sexo femioino o nosso palz; por-
qoaoto, tendo abracado ha quatro anuos a esta
etta parte a proflsso habitual do magisterio par-
ticular de algumaa materias preparatorias. Unto
ni cisa de minha residencia, como por casas par-
ticulares, tenho por muitas rezes reconhecido
nio ser aquella ioatrucgo compativel com o pro-
gresso e civilisafis aempre crescenle da nossa
sociedade to frecuentada pelo ealraogelro ; que
tanto mais ha de exlranhar e censurar eise esta-
do de coutai, quaoto elle mesmo julgindo-o in-
teamente iocompativel como a nossa civilisa-
co actoal, recoDhecer tambem ser outro mui
drsliaeto o do cea pele, e qnlo diversa princi-
palmente na Europa, foco de toda a civilisaco, a
inslrucco do bello aexo.
Coso, pois, ao pasas que lamento e incuria de
pesaoaa mais habilitadas do quo ee.qeepedtriim
UMA LAGRIMA
Li Banco do Brasil
A directora da caxa filial, taca so-
bre ( Banco do Brasil qualquer quantia
a viil a, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro Joao de Barros.
de saudade sobre o tntalo de Jos
Rodrigues Coelho de Macedo, es-
ldante do quarto anno da facul-
dade de direito do Recife*
A existencia
Se esvaeceu......cometa a elernidade.
[Garrell Camoes.)
A ampulheta da vida humana acaba de fechar-
se para mais urna existencia preciosa. O ponlei-
ro do relogio, que nos marca a existencia c! do
mundo parou para os dias de Jos Rodrigues Coe-
lho de Macedo, cuja historia vai comegar 1! no
livro ds elernidade......
Noass poooa acha-ae coberla de crpe, porque
acabamos de receber a noticia da perd de um
amigo dedicado e de om collega disliocto: ella
vem pagar um tributo de amizade diaole do t-
mulo, que cobre o cadver do nosso smigo ; vem
ir s dflr de nosso coraco, que profanas^
verdadeira, pois, quajajp o corago sanie, a sua
ior 6 roa), porque elle Sjureode a dizer aa fia-
Idas palavras da menflilr
k nossa lloguagem trille", porm ej
qae boje o nosso peito vetgou-se
ama ddr profunda ; a liogu
que nao agrada aos que vivera
fres; me tiestamente a que
Alfandeara,
tend liento do dia a.....13 213S466
a 3.......18.0X7*500
81 .01166
JMovlmeaUo da al tandeara,
relaa ios entrados com fasendaa..
a eom gneros..
es sabidos com tascadas..
?aV com gneros..
Dasearregam hoje i do Janeiro.
tuguezSoberanomercaduras.
"eiro Bebenbecharque.
aohol Eovo Marliodem.
raento da alfandega dePenun-
ico a*ez de dezenbr* dt cer-
r nte anno finaoceiro, CMaitrade
c< m o de igoaes Metes des deis -
ultimes.
193
Ditos]
Ditos J
Exp
rea
Ditos
Ditos
Aras
Premi
Importafio.
de importaco para con-
......................
ddiclonaes de 5/0.........
WdoV..........
I$ie e reeiportacao
ole dea gneros estraogoi.
'-gacoea por dbotsjBjMj
I gneros do palz....
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Interior
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^apel Bio................
pt proporcionul.......
.......-......
lespachanlos........
Extraordinaria.
Receit evento!..................
Ditimos 4a provincia d'Alagoas...
Ditos di prorioeia da Parahiba....
Dito a provincia do Rio Grande
do Norte........................
Contribuicie de caridade..........
Rendimento do mez de dezembro
do lr*0al861.................
Rendimento do mez de dezembro
de!859al860..................
15*S000
71:4008392
SB.559864J
1:1711880
873#6
5945100
8031087
M806
2311251)
840*995
618:489|104
4:642*650
3:379768
8:609#11
588*040
6*9:608fT78
33:3t8#:32
566:790|515
de
I
AHindega de Pernambuco 31 de dezembro
1861. O 4* escripturario,
Bazilio B. Furtado.
ecebedoria de reudas Internas
geraeti de Pernambuco
Rendimento do dia 2..... 861*635
dem do dia 3....... 571*379
\
I
^.


i
1433S014
Canaalado
Randimento do da X .
dem do dia 31. .
provincial
7:240*841
7.905|699
15:146*540
MoTimeuto do porto.
.......... 11 M. *i 111, 11
Navios entrado no da3.
Lisboa3idias, brigue porluguez Soberano, de
168 toneladas, eapito Antonio Agestinho de
Almsida, eqatpagem 12, carga viobo, ceblas
e ontros gneros ; a Thomaz de Aquino Fon-
seca Jnior.
Havre43 das, brigue (ranees Pahttro, de 205
toneladas, capilao Gorduan, equipsgem 12,
carga differentes mercadorias ; Tisset frre
&C.
Navio sahido no mesmo dia.
Bartimorebrigue inglez Kate Me Lta, eapito
Jamas Deckie; carga assuear.
Obteroacao.
Appareceu ao snl o cter nacional Emma.
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Horat.
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metrica.

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CfausuJoi e- ti 'rematofto da cata
n. 17 da rumia Larangeirat.
1. Os concertos precisos na casa n. 17 da ra
das Larsngeiras, na importancia de 151|200, se-
rio eteautados de cooformidada com o respecti-
vo ornamento spprovado pela directora em con-
selho.
2.a 0 arrematante principiar s obra no praso
de 8 diase a concluir no de 40 dial, ambos con-
tados da dala 4a arremataco. _. J
3.a O arrematante seguir todas as prescrip-
qes que lh forem dadas pelo eagenheiro que
inspeccionar a obra, learl sujeito as disposl-
ces da le n. 286, no que diz respeito a arre-
ma.ticSes.
4.* O pagamento ser effectuado em urna s
prestacio, quaqdo eettver a obra feita.
5.* Nao ser em tempo algum attndida re-
elanaco por parte do arremtame tenMfte a
exigencia de iodemnisagao.
Conforme. O secretario, Antonio P. da An-
nonciatjo.
Acamara municipal desta eidade publica
para conhecimento de seus municipes o officio
abailo transcripto, dente da provincia, e pede-Ibes que atiendendo
a recommendac&o feita por S. Eic, trtem de
empregar lodos os seus eaforcos na cultora do
tabaco, visto como, raceiando-se que da actual
guerra civil us Estados-Unidos da America de
Norte, resolte grande diminuico na sua pro-
duce.
Espera a mesma cmara que nao deixaro to-
dos os agricultores deste municipio de concorrer
para e desenvolvimeoto de urna planta que trar
sera fluvida grandes vantagens para aquelles qne
se empregarem em cultiva-la.
Paco da cmara municipal do Recite em sesse
ordinaria de 21 de dezembro de 1861.Luiz
Francisco de Barros Reg, presidente.Francis-
co Csnuto da Boa-Viagem, ofilcial-maior servin-
do de secretario.
Quarta seceo.Palacio do gorerno de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1861.Sendo con-
sidera vel o consumo do tabaco em todos os pon-
tos do globo, e receiandb-se, que da actual guer-
ra civil nos Estados-Unidos ds America do Nor-
te, o do abandono em que a cultura desso ge-
nero tem cahido na Allemanha resulte grande
diminuico na sua produeco ; em cumprimeoto
das ordeos imperises, recommendo i cmara mu-
nicipal do Recite, que envide todos os seus es-
forcos, para que os lavradores seus municipes
se compenetrem da conveniencia de se entrega-
rem com maior efflcacia e interesse ao cultivo
daquella planta que sem duvida compensar em
innmeras vantagens os sacrificios que fuerera.
Por esta occasiao declaro mesma cmara, que
a sociedade Auxiliadora da Industria Nacional se
acha incumbida de diligenciar a obleco de se-
mentes das melbores especies de tabaco, par
serem deslribuidas pelos agricultores que as so-
licita rem.A. M.Nuoes Gonjalves.
?*'"".--"
Cavalcanti e qui
ter sido enconti
co.ao pensara
Cabo. Saaretaria de
dezembro de 1861.O
Jos de Campos.
Por eata subdelegada se tai"**blteo 40a se
acharo depositado! dous civallos, uffl remetttdo
por Tbomaz Alves ouiro tomado t Antonio Jos
do Carmo, morador nd Barro, por sospeito de
ser tunado, oujo Individuo ae acha recolhido a
deleneo : quem se julgar coa difoito compare-
ce que provaado Iheseteotregte. Subdelega-
nte dos Afogdoj 14 de Btteabro de 184a. Sub-
delegado supplehle, Jos Boarque Lisboa.
-*-0 iilm. Sr, regedor do Gymnasio manda
Merlos pats, tutores ou correspondentes dos
alumnos internos deste estabelecimeoto, que bo-
je principia o recebimenlo das measalidades cor-
respondentes ao l.qusrtel de Janeiro a margo.
Secretaria do Gymnasio proviocial de Pernam-
buco 2 de Janeiro de 1861.O secretario,
A. A. Cabral.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesta dala foi re-
gistrado no livro competente o contrato de socie-
dade de Antonio Jos Dias e Luiz Alves Vilella,
Portuguezes, domiciliados e estabelecidos nesta
cidade com reflnagao de assuear sob a firma Dias
& Vilella ; devendo a mesma sociedade durar 3
annos, contados de 2 de Janeiro de 1861, com o
capital de 11:4091440, foroecido 10:8028300 pelo
socio Dias, e 607*140 pelo socio Vilella.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 2 de Janeiro de 1861.
Julio Guimares, officisl-maior.
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o*
o de Janeiro
O veleiro e bem conbecido brigue nacional
Damlo pretede seguir com muita brevidade,
tem parte de sea carregamento prompto ; para o
rlsto qe Ibe falta, trata-ae com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C.,
no seu eicriptorio ra da Cruz B. 1,
Maranho e Para.
O patscho^aulino segu com brevidida, po-
de receber algvma carga para ambos os porlos :
trata-se com os consignatarios Marques, Barroa
& C largo do Corpo Santo n. 6.
Rio de Janeiro
O brigue aBelizario sahe na presente semana
(rete
pode receber slguma carga e escravoa
trata-se com os consignatarios Marques, Barros
& C, largo do Corpo Santo n. 9.
Leiloes.
ectara^oes.
P A notte clara com algunsnevoeiros, rento ENE
regular e assim aroanheceo.
OSCILACiO DA HAR.
Preamar as 6 h. 30' da manhaa, altura 6, p.
Baixj-mar as 0 b. 4' da tarda, altura 1,2 p.
Observatorio do arsenal de marinba, 3 de Ja-
neiro de 1862. '
ROMAKO STBPPLE,
1* lente.
Editaes
Baile extraordinario
KO
MAGESTOSO SLO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, 4 do corrate.
A pedido de sgaos amadores do baile Qassino,
haver ueste dia um sumptuoso baile ; sero em-
pregados el meios possireis pan que nada deize
a desejar.
Ser mentida a boa ordem e harmona e obser-
vadas as disposi;des do regulamento interno.
Entrada para damas, gratis ; para cavalhciros,
2*000.
Avisos martimos. .
~. i I ili i I iM
Para a liba de S. Miguel deve seguir com
muita brevidade o brigue escuna portugus Clio,
espito Domingos dos Santos ; recebo um resto
de carga a frete e passageiros, a tratar com Amo-
rim Irmioa ra da Cruz n. 3, ou com o mesmo
eapitio.
LE LO
Alerta Srs/ trap-
O Illra. Sr. inspector da thesoararia provin-
cial, em cumprimento de ordeos do Exm. Sr.
presidente da provincia, manila fazer publico,
que no dia 16 do correte, perante a junta da
mesma thesouraris, se ha de arrematar a quem
por menos fizer, os reparos de que precisara as
casas abaixo declaradas, perteaeeoles ao patri-
monio dos orphos.
Casa n. 97, sita na ra do Pilar, avallada em
561*000.
Casa n. 45, sita na ra da Moeda, avaliada em
410*000.
Casa o. 27, sita na ra do Virarlo, avaliada
em-56*350.
Casa n. 17, sita na ra das Larangeiras. ava-
liada em 1515200.
A arremstico ser feita na forma da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esl arrema-
tarlo comparec m na sala das esjes do mencio-
nada jaota, no dia cima declarado, pelo meio
dia e competentemente habilitadas.
E para constar se mandn atusar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoursria provincial de Per-
nambuco, 2 de Janeiro de 1862 O secretario, A.
F. da Annuneiaco.
Clautnlai eeptetaee para a drtentaaco da odia
n. 97 da ra d Pilar.
1.a Os concertos neeessarios na casa o. 97 ds
ra do Pilar na mportaocia de 561*. Sero fetos
de conforrofdade com o respectivo r?ame'bto,
approvado pela directora em conselhfl.
2.a O arrematante dar principio obra no pre-
so de oito dias e a concluir no de 40 dls, ambos
cootados da data da arrematsco.
3.a O arrematante seguir todas as prescrip-
Qes que Ihe forem dadas pelo engenheiro que
inspeccionar a obra, e iicar wjeito as disposi-
?5ee da lei proviocial n. 286, no que diz respeito
as rremataces.
4.a O pagamento ser effectuado em urna S
prestado, quando esliver concluida toda a obra.
5.a Nao ser altondida em qoalquer lempo re-
clamarlo por parte do arrematante, tendente a
exigencia de iodemnisac.So.
Clautulas especian para a arrematando da cata
n. 45 da ra da Moeda.
1.* Os concertos precitos na casa da rus da
Moeda o. 45, na importancia de 41J, serio fei-
tas de cooformidade com o respectivo orcamento
approvado pela direotoiia em contelho.
2.a O arrematante principiar a Ora no praso
de 8 dias, e a concluir no de 40 dias, ambo
contados da dala da arremitago.
3.a O.arrematante seguir loaasas prescripedes
ub|hee forem dadas pelo engenbeiro que ins-
peccionar a obra, o flear sujetto ti ditpotgfips
da lef provincial n. 286, ao qie drf respeito a
arremataeoes.
4.a O pagamento ser e(Tediado em urna tit
prestacao, quando estiver a obra felt.
5.* o ser em lempo algum altendla qual-
quer reclamadlo por parte do arrematante, ten-
dente a exigencia de indemnisufo.
Clauulot eipecioet para a arremateao da cata
n. 27 #; ra do YigoXKt,
1.a Os concertos cima a mportaocia de
526$350, sero principiados no praso de 8 dias 0
terminado no do 40 dias, ambos contada* da da-
ta da arrematado.
1 O arrematante altender as obtervasoes
feilas pelo engenheiro da obra, tendente a sua
, boa execujo, desmanchando o qoe nao ao aefcar
lado com seguranza, e bem asslm se aujei-
a4o na lei proviaoial o.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, que do dia 3 do cor-
rele por diante pagam-ae os ordenados dos em-
pregsdos proviociaes, vencidos oo mez de de-
zembro prximo fiodo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 2 de Janeiro de 1862.O secretario, A:
Ferreira da Annuneiaco.
Directora geral da instruc-
co publica.
Por ordem do lllm. Sr. Dr. director geral se
faz publico que os exames de preparatorios para
a matricula do curso commercial pernambucano
devem comcar no dia 15 do correte e Andar a
15 de fevereiro vindouro, de cooformidada com
o disposto no att. 28 do regulamento interno de
14 de dezembro de 1860 ; devendo os que qui-1
zerem ser sdmittidos a exame requerer ao mes-
mo Sr. director geral, na forma do art. 25 do ci-
tado regulamento^
Secretaria da osVucqo publicado Pernambu-
co 2 de Janeiro de 1861.
* O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado proviocial se faz pu-
blico que es 30 dias uteis marcados para a co-
bran; bocea do cofre, do 1. semestre do sooo
flosneeirode 1861 a 1862, dos imposios da deci-
ma urbana, e de 5 0[0 sobre a moeda dos bens
de raz pertencentes a corporaces de mo-mor-
la, ndam-ae no dia 9 de Janeiro vindouro ; as-
sim como que no dia 2 do mesmo mez se prin-
cipiara a contar os 30 dias uteis, marcados para
a cobraoca do 1. semestre do imposto de 2 0|0
do coosummo ds agurdente.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
31 de dezembro de 1861.
T. M. F. Pereira da Silva.
Companhia de ca-
vallaria.
Conlrata-se para o correte semestre o forne-
cimento dos gneros abaixo mencionados :
Para o rancho de suae prscaa.
Arroz, farinha'de mandioca, carne fresca, car-
ne seces, feijo, bacalbo, toucioho, sal, leoha,
caf moido, assuear mascavioho, refinado, man-
teiga e pi de seis oncas ; sendo taes comidas
reguladas pelas tabellas que sero patentes aos
que se propozerem ao fornecimento.
Para a forragem de cada um cavallo.
Lisboa.
cheiros.
Quarta-feira 8 do corrente.
O agente Camargo ar leilao por au-
tonsacao do eapito John Bell, da bar-
ca ingleza Cosmopolita, no armazem do
Sr. Andre de Abreu Porto, do carrega-
mento do mesmo navio de milho, fa-
tello, feno e cascos d'agua os quaes sao
madeiras escolhidas de boa qualidade e
arcos de ierro que poderao servir para
agurdente : o leilao tera' lugar as 11
hora no armazem de Andr de Abreu
Porto defronte do arsenal de marinha.
LEILAO
DE
Pretende sahir com brevidade o brigue porlu-
guez Soberano por ter parte de seu carrega-
mento prompto : para o resto e passageiros, tra-
ta-se com o consignatario T. de Aquino Fonseca
Jnior, na travessa da Madre de Dos o. 7, pri-
meiro andar, ou com o eapito na pra;a.
Ji|
}1|2 arroba de capim de planta.
COMPANHIA PEIMMBIJCANa
Navegacao costeira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, ta-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commandanlo Lobato,
sahir para osportos do norte de sua escala at
a Granja no dia 4 de Janeiro as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 3 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da|sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos o. t.
Da ilha de S. Miguel
espera-se al o dia 30 do correle o pataeho por-
luguez Lima, por aolhonomasia o PapaMilhas,
de primeira marcha ; para o resto da carga e
passageiros, para os quaes tem excellentes cora-
modos, trata-se com os consignatarios Jlo do
Reg Lima & Irmo, na roa de Apollo a. 8.
ABSifl.
Terca-feira7 do corrente.
A requerimento de Francisco Jos Regallo
Braga o por despacho do lllm. Sr. juiz munici-
pal da Segunda vara e por conta o risco de quem
pertencer, o agente Pestaa far leilo de urna
porcao de travs, caibros e taboas arruinadas :
terca-feira 7 do correte pelas 11 horas da ma-
nhaa na ra de Apollo o. 19.
LILAO
?rgf Poda deiculps I Ms vl-
ziohos conhecitMa^fMigof, por nao so ter des-
pedido peasoalmeTr*"* cobaequencla Sala
vUgem repentina, iacommodos de saudo ; an-
tretanto offerece-lhs o sea diminuto prestimo
em Lisboa : deelara qoe seos procuradores slo
os Srs. Joaqulm Baptista de Araujo e Luiz Jos
da Costa Amorim.
Desappareceu do lagar denominado Santo
Amariaho desde o dis 31 de dezembro do prxi-
mo passado am bol manso grande e gordo, cas-
tanbo com lavrs brancas : quem o pegar, oo
delle der ootlei, dlrija-e ao dild lugar, em ca-
sa do Sr. Ludgero Teixeira Lopes, que ser re-
compensado.
O abaixo sSiignado declara que tendo fal-
lecido na provincia da Parahiba seo av6, Manoel
Francisco Bolelho, e ltimamente um seu primo
de igual nome, deixa de continuar a assignar-se
porM. F. Botelho de Arruda, e s assignar oa
tres primeiros nomes.
. Manoel Francisco Botelbo de Arroda.
Os abaixo assigoados participara a qiem
intereasar possa, ecom especialidade se respei-
tavel corpo do commercio, que diasolveram ami-
gavalmente a sociedade que ayrava com a firma
de Amparo & Mello, fleaodo todo o activo e pas-
sivo a cargo do socio Amparo. Recite 2 de Ja-1
neiro de 1861.Pedro Alexandrioo do Amparo
Francisco de Paula Tavarea de Mello.
Precisa-so de urna ama para engommar,
e eosaboar para dous homens solteiros, e mala
servico interno de urna casa ; na ra da Palma
numero 41.
Aula de primeiras letras.
Manoel de Souza Cordeiro Simes com aula de
instrueco primaria por auloriasco do Exm. Sr.
presidente Oa provincia, na ra Travessa dos Ex-
postos, casa n. 16, desta freguezia de Ssnto An-
tonio do Recite, avisa aos pais de seos alumnos
e ao respeitivpl publico, que no dia 7 do correa-
te se achar ella aberta continuar seus exerci-
cios ; e que eontina admittir alumnos externos
e internos, pensionistas e meio-pensionistas, em-
pregando o seu apurado esmero, aflm de que pos-
sam todos conseguir o complemento dos seus es-
tados primarios no menor tempo possivel.
Ama de leite.
Preciaa-se de urna ama de leite : a tratar na
ra do Imperador n. 35, armazem de Uiles, das
9 horas da manha a4 da tarde.
AttaQo
Aluga-se ume preta que seja captiva, o que
saiba fazer todo o servico ioteroo e externo de
urna casa de pouca familia ; na ra do Queima-
don. 69.
Monte Po popular Per-
nambucano.
DO
Para
Rio de Janeiro,
segu por estes dias veleiro brigue Cruzeiro
do Su! : para a pouca carga que Ihe falta, e es*
oravos, trata-se com os consignatarios Antunes,
Guimares & C no largo da Assembla n. 15.
Sltf M
Quarta-feira 8 de Ja-
neiro de 1861
d
DE
ama s presta-
~ ai de toda
fim a lato*
rrafa de mel de faro,
1|32 de alqueire de milho.
Sendo toda a forragem por 700 ris, ficando
alm disto o fornecedor obrigado as, despezas
d'agua, de medicamentos e cordas para os mea-
mos cavados.
Os licitantes queiram comparecer no dia 9 de
correte, s dez horas da manha, com suas
propostas fechadas secretaria desta companhia.
Quartel no campo das Princezas, 3 de Janeiro
de 1862.
M. Porfirio de Castro Araujo,
Capilao commandante.
Conselho de compras navaes.
Tondo-se de promover a compra, sob as con-
dados do estylo, dos objeetos abaixo declarados,
eenvida o conselho aos pretndanles apresenta-
rem suas propostas em cartas fechadas, acompa-
ahadas dss amostras dos mesmos objeetos, no
dia 7 do corrente mez at as 11 horas da ma-
nha.
Para os navios.
60 paos de lacre.
Para os navios e arsenal.
100 arrobas de oleo de linhica.
w paes de ferro.
Para o arsenal.
50 liames para escalares.
SO toros de genipapo.
Sala do conselho de compras asvaes, em da
Janeiro de 1862.O secretario, Alexandre Rodri-
gues dos Aojos.
Conselho administratiTO.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, leal de comprar os objeetos
seguintes :
Para o hospital militar.
50 cobertores ou mantas de 13a.
24 camisas de meia.
2 bacias de rame com 10 palmos de circun-
ferencia.
2 ditas de dito com 8 ditos.
2 ditas de dito com 6 ditos.
2 ditas de dito cora 4 ditos.
Para a fortaleza de ltamarsc.
1 roaslro para bandeira grande de flele
3 ps de ferro.
1 reno do governo para emoa.
Para o arsenal de guerra.
10 toneladas de carvao de p.-Jr.i.
1 folha.
Quem quizar vender taes objeetos presenil
as ibas proposts em cafta fechada na secretan,
do conselho, s 10 horat tf manha do dia 10 do
correte mez.
Sala das sessdes do referido eonselbo, 3 de Ja-
neiro de 1882.
Sent Joel Lanenha Lini,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de FiSata \\ttar,
Vogal e secretario interino,
lo lllm. Sr, Dr. cete de poli-
.e faz publico que, aa asa do
recolhido prelo,,da carca
Para a Baha segu o palhabole Santo Amaro,
para alguma pouca carga que Ihe falta trata-se
cora seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na roa da Madre de Deas o. 12.
Para.
Em direitura o palhsbote Santa Cruz recebe
carga a frete a tratar eom Cae tan o Cariaco da C
M. & Irmo; no lado do Corpo Santo n. 23.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz preteaale segssWalsjm
muita brevidade, tem parte de seu cartetjaajaaajb
a bordo : para o resto qne Ihe falla, trata-se
cora oa seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seo escriptorio ra da
Cruz a, 1.
COMPANHU BRASILEIRA
De
espralo dos portoS do su! ale o dl It do
correte um (tas vapores da companhia, o qual
depois da demora do costume seguir paraos
portos do oorle.
Desde jl reeebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder condenir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada, en-
tommands, dinheiro a frete at o dia da sahlda
as 2 horas : agencia na ra WCruz n. 1, escrip-
torio de Antonio Laiz de Oliveira -Azevedo A C.
Rio de Janeiro
Preteae seguir com muita brevidade o pstacho
nacional Cpoam, lem parte de sea carrega-
mento proMpto : par o resto que (Be falta, Ira-
ta-seeoss w^eoositiiarjrtorJHeVsIaYMl*-
des, no sea escriptorio ra da Cruz n, t.
48 burros
E
9 cavallos.
Alerta senhoresde
engenho.
John Bell eapito da barca
ingleza Ccsmopolite, far lei-
lo por intervenco do agente
Vicente Camargo, no arma-
zem do Sr. Audr de Abreu
Porto defronte do arsenal de
marinha, dos menci mados
animaes ao correr do martel-
lo e notando os pretendentes
que estes animaes se garan-
ten* por serem milito mansos
e seren escolhidos e sao os
primeiros que tem vindo a
esta provincia pela mansido,
o agente convida aos Srs de
eo gen lio e aos proprietarios
de mnibus a virein a elles no
mencionado dia as 11 horas
em ponto
De ordem do lllm. Sr. director sao convidados
os senhores socios effeclivos a com parecerm ter-
ca-feira 7 do corrente, as 7 horas da noite, na
casa das sessdes, para em assembla geral tra-
lar-se do modo como se dever promptameote
soccorrer aos mesmos senhores socios, se infe-
lizmente a epidemia que grassa por algunas po-
voacoes prximas, invadindo esta cidade, chegar
a atacar algnns delles. De novo se recommenda
aos que estiverem em atraso fseam por se por
em dia com o cofre do Monte Pi, habiliUndo-o
assim a preencher o fim humanitario a que nos
propomos, garantindoao mesmo tempo suas pes-
soas e familias.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 3 de Janeiro de 1862.
Bemjamin do Carmo Lopes.
1." secretario.
No dia 26 de novenbro deste corrente an-
uo de 1861 fugio o escravo Bento, crioulo, do en-
genho California da freguezia de Nossa Sen hora
da Luz, cujo escravo pertence ao abaixo assigna-
do, e tem os igoaes seguintes : representa 19 a
20 annos de idade, cor preta, aecco do corpo,
sem barba, tem os ps apalhetados por ter sido
cambado, tem cicatrizes as oadegas e as costas
por ter sido surrado, e leva comsigo chapeo de
couro, calja camisa de azulao maiclido, baeta
azul, levando uma correte traogada com cadia-
do na cintura. Este esersvo morou no Limeeiro
e noBuique, onde o mesmo tem mi e aoode
morou o senbor qoe foi delle, tendo o vendido
ao Sr. Symphrooio no Recite, a quem o comprei
em o anno passado. Roga o abaixo assignado,
dono dq escravo, a todas as autoridades, capites
decampo e mais pessoas que o virem, o favor
prenderem, levando ao mesmo ngeobo, sade
receberSo generosamente boa gratlng
Jos Ferraz ilrrOi
Aos 12 dias do mez de novembro deste cor-
rente anno de 1861 te ve fuga o escravo Maximia-
no, crioulo, do engenho California na freguezia
de N S. da Luz, tendo os segointes signa es : re-
presenta 30 aoooa de idade, baixo e cheio do
corpo, tem os ps grossos, e era um delle dous
dedoa de menos, o quando fugio linha feridas por
baixo dos dedos dos ps, tem pouca barba, levou
camisa e calca de azulao, chapeo de palha de
carnauba, bata encarnada. Este eseravo foi do
engenho Paccas de Santo Adto, pertencente ao
finado leneote-coronel Jos Claudino Leite, e foi
vendido para o Recife ao Sr. Symphrooio, a quera
eo abaixo assignado o comprou no principio do
anno passado. Roga o abaixo assignado s auto-
ridades e capites de campo o favor prenderem,
levando ao mesmo engenho, e se for no Recife
no escriptorio'o. 13 da roa doQueimado, ao Sr.
Jos Joaquim Jorge, sendo bem recompensados
em qualquer das partes.
Jos Perras Diltro.
Aluga-se a loja da ra da ssumpco n.
46, com comoiolos sufflcientes para grande fa-
milia : a tratar na ra Direita n. 106, taberna.
Aluga-se o prlmeiro andar do sobrado n
37 da roa do Imperador : a tratar no segundo
andar do mesmo
4vis ifflportanje.
Aos paes de familia:
O bacharel Americo Farnandes Trigo de Lou-
relro propa-se a onaiaar por oasa partlculara*
aa secutles malarias: grammattci pbilosophtia
da liogaa nacional com eapetatidado aa parto
orthogranhica, a lingua francesa (conaistindo am '
pronuncia, escripia, tradcelo o locuco); m.
graphia, historia Sagrada e historia do Brasil
philosophia racioaal a moral; o dontriaa ehris-
laa. as quaes podero coostituir ns falta do me-
Ihorsyatema, a IfastrOcco Iliteraria, moral da
uma sendera; ou, pelo asaos, ama habilitaco
necessarii para a acqnislco posterior da coohe-
clmeolos mais profundos. Leeciooa igualmente
as mesmas materias e outras de instrueco pri-
maria e secundaria por collafios a aulas parti-
culares de ambos os sesos; podendo ser procu-
rado para esse Qm por meio de carta, qoe con-
iecha as necesssrlas indicares, entrego* na ca-
sa de sua residencia, na ra da Saudade n. 9.
*& !
0 Precisa-se de serventes para o hospital a]
militar : quem se quitar contratar com-
fj parees no mesmo estabelecimeoto a qual-
tj quer hora do dia.
L
No da 81 de dezembro persea-ae desda o
caes do Ramos st ra do Trapiche, deas meios
bilbetes da 1 lotera da matriz de NosM Senho-
ra das Brotas do Joazeiro qoe corre na cidada do
Ro de Japeiro tendo naa coatas o nome de Joa-
quim Diabo, cujos bilhetes tem o o. 4017 e fo-
rera remettidos pelos Srs. Pereira Martina &
Gasparinho; portaoto rogase aa pessoas id esta
praca e ao Sr. thesoureiro da mesma lotera os
nao descontem tou pague se nao aoa ditoa Sr.
Pereira Martins <& Gasparinho no Rio e nesta
cidade ao seu dono Joaquim Jos Rodrigues
Costa ou Jos Cordeiro Reg Ponte, s quem
foram remettidos.
Vendem -se duas beslas gordas e novas mul-
lo boas de roda e criadeiras e cada ama com
poltro (filhoj de 6 e 4 mezes, bem nutridos por
2809, que barato altela a qualidade des ani-
maes: no engenho Meguahipe de baixo na fregue-
zia de Muribec.
-MU*
2 Loja amarella n. 23.
Sortimento de fazendas modernas.1
2 Vestidos de blonde.
gj Ricos vestidos para casamento cosa
a manta, eapella, saia de setim o mais per-
Z tences.
sj Vestidos decambraia.
Superiores vestidos de cambraia borda-
dos de uma saia, dous babados, pafos e
babadinhos.
Capas compridas.
Modernas capaa compridas de gorgoreo
preto e manteletes.
Sedas e moreantique.
Lindas sedas, moreantique de qoadri-
nho de novos padrdes.
Chapeos e enfeites.
Notos chapeos de palha enfeilados com
plumas, lindos enfeites para cabera.
Fazendas de luto.
Completo sortimeoto do fazendas pre-
tas proprias para luto.
Variedade.
Manguitos, gollinhas, pentes, leqnes,
espartilhos, aintos, malas largas, camisas
para senhera e menino, enfeites de cabe-
ca, chales de touquim, fil, tarlatana, toa-
lhas de lioho para mes, chitas finas de
novos padres : na ra da Cadela loja
amarella confronte ao becco largo de
Gurgel & Perdigo.
Mudanza
*
aSH
Ataanak da provincia.
Acha-se a venda o almanak civil,
administrativo, agrcola, commercial,
e industrial, desta provincia: na livra-
ria ns. 6 e 8 da praca da Independen-
cia, a 000 ris.
Na Officina pholographiea da roa do Caboga"
acaba de reeeber-se pelo vapor Tyne urna
magnifica collecqo de alQuetes de ouro de le
pira a collocaeo de retratos, e vendem-se a
precos mui commodos.
Grande laboratorio de lavagom e en-
gommado.
As pessoas qu nao quizerem mandar lavar e
engommar a roupa promiscua pelo prego medio
det60rs., podem mandar lavar simplesmeote e
depois enviar ao laboratorio as pecas avolsas qoe
lhea convier, que serlo engommadas as pecas re-
lativas a sua qualidade e dimeoso.
Caetano Preir de Brito, solici-
tador de cautas desta cidade tendo 'mu-
dado seu escriptorio para 0 sobrado n.
52 da ra da Rangel, declara que est
prompto para receber toda e qualquer
causa atendo at despenas a sua custa.
As horas para ser procurado da 6 as
0, e das 4 as 8 da Bortf.
Firmo Caodido da Silveira Jnior teodo muda-
do a ana loja de miudetas que tiuha na roa da
Cadeia do Recife a. 40, para a roa Direita n. 64,
participa aos seus freguezes e ao publico, que vai
vender todas as fazendas antigs por metade de
seu valor, aOm de liquidar dila loja.
A eommisso que tratou da subscripeo na
ra larga do Rosario para o Te-Deum que se
tencionava solemntsar em accSj de gracas pela
restaura(o de Portugal em 1640, responde ao
autor do anouocio que apenas effectuaram a co-
branza immediatameote entregaram ao Sr. los
Antonio de Araujo e Souza na qualidade de the-
soureiro a quantia que linham arrecadado por
assim Ihe ser ordenado, e que s trataram da
subscripeo por terem sido para esse fim Hornea-
do, tendo cessado tal nomeaco desde o mo-
mento que entregaram o resultado de aua mis-
so.por isso deve o autor do onuacio ver a quem
se deve dirigir. A ex-commisso pois nao pode
deixar deeslranbar o procedimeto do annan-
ciaote por ter iuleiro conhecimento do que alle-
gamos, no entablo varaos receber do Sr, thesou-
reiro a qunlia que toca e iremos distribui-U de
conformidade com o que os nossos dignos con-
cidados se dignaran: subscrever.
Para padaria.
Na ra Direita n.8i, vendem-se por comino-
do preco bous syllddros" americanos novraenle
chegados. ^^ ^^_ -^
Precisa-sede uma ama para o servico de
ama casado pouca familia: oa praca do Corpo
Santo n. 17.
Medico.
O Dr. Brancante pode ser procurado a
qualquer hora na casa de sua residencia,
na ra do Imperador o. 37, segando an-
^.Vrw;v*:
Attencao
o
Precisa-se alugar um escravo pjra vender fa-
zendas deotro desta cidade, pJsjtde-se por mes
ou por di,' aOlaoaodo-se o Iratmenlo e duvi-
da nenhuma lera de se fazer algum negocio que
convenha a quem o iluglr! tfa ra de Hortas
n. 82.
Frofessor de msica.
Manoel Filippe de Santiago, professor de asa-
sica, teodo recebido do mal digoo padre mstre
provincial do Carmo, uma eelula no mesmo coa-
vento para nella ei-rcer suas fuocces par lato
olTerece-se ao respitavel publico para leccionar
a masica a quem quizar, lano a mnsica como
instrumentos que fr do gosto de qualquer, so-
lla a. 3, primeiro andar. Tambem comeo* pe-
cas de msica tanto eccletiaslicaa como profa-
nas tudo isto por prego commodo. Tambem lee-
ciooa em casas particulares das 7 boras de dia
al s 9, e no convento cima dito das 10 horas
do dia at uma da tarde, e tem de dar rrioci-
pio oo dia 8 do corrente : quem quiter tratar a
respeito pode-o procurar 00 mesmo convente de
manha as horas cima ditas e a tarde das 3 % 6.
Desappareceu do Manguinho do aitio da
Sra. D. Candida Paes Barreto, am cavallo alaaio,
grande, desea ruado, com os sigoaee aeguintes :
eauda comprida, crinas melado comprida a me-
lado cortada, com duas pelladuras em am dos
qnadris, uma pesadura no rim : a pessoa qoe o
pegar leve-o ao qusrlel do hospicio ao cadete
Joo do Reg Barros, que gratificar generosa-
mente.
Methodo partuguez Castilho.
A escola central est aberta desde o dia 7 de
Janeiro em vante, onde alm das materias do 1*
e 2a grao, ensioa grammatlcalmente a liagaa
franceza, um dos meihores professorea desia ca-
pital. Recebe at 6 alumnos internos e mel pen-
donistas, nao excedendo a 10 anoos de idade.
Ra das Florea n 3.
Precisa-sede um negro captivo oa forre pa-
ra cooduzir laboleiros com comidas para fora:
na ra larga do Rosario n. 25.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 1S annos,
qne terina alguma pratica de taberna : quem pre-
tender dirija-ss a ruu do Livrameoto n. 8.
Aluga-se um grande armazem no eaes de
Ramos : a tratar coro JosHvgino de Miranda.
Aluga-se um sitio 00 Hootelro com boa ca-
sa e banho muito perto, por tempo de 4 mezes:
na ra do Rangel n. 62.
Precisa-se de uma ama para acompaohar
uma senhora a Portugal, paga-ae bem : a tratar
na ra Direita n. 121, primeiro andar.
r= D. Mathildes de Jess iura de Manoel de
Amoral Azevedo, vai a Portugal levando em ana
companhia orna criada livre e deas Albos de
menor idade. *
Aluga-se o sobrado da roa do Arago eom
andar e soto: a tratar na roa do Crespo a. 7,
loja.
O abaixo assignado por cansa de seos en-
commodos de molestia, pasea por em quanto a
habitar no seu sitio do Arraial, onda cootiaua
com o sea estabelecimeoto de iostraego prima-
ria e seeoodaria, cujas aulas estarlo abortas no
dia 8 de Janeiro.
Joaquim Pereira Villar.
Vende-se ama taberna eom poneos landos,
bem afreguezada no aterrioho do Giqui : a pes-
soa qoe quizer contratar diriji-se a mesma taber-
na a qualquer hora do dis.
Vende-se uma olaria na camboa dos Re-
medios, com terrenos proprios e barro para toda
qualidade de obras : a tratar aa ra do Cabng
o. 1 D. loja'de oarives.
Compfa-se um boi crioulo, minso e gor-
do : na roa Imperial sillo n. 164.
Alaga-se o primeiro andar do sobrado da
roa Augusta o. 43 : a tratar no segando andar
do mesmo.
310 0 o ciacao %ypoQv&phicA
|)er namhucana.
De ordem do Sr. presidenta scienlfieo aos Srs.
socios effeclivos, que se acham approvadee pele
governo da provincia os estatutos desta Asso-
ciaco, segundo s let e regulsmentos do governo
imperial, devende ser apresenladoa en eeeeae
da assembla geral.qoe tei lugar,, domingo, 5
do correte as 10 befa da manbla.
O mesmo Sr. preenfeate manda pondoearaos
Srs. socios effectivo i necessidade da recateo
deata Associacao, nao s para a presentado dos
referidas estatutos, come tambem aera reaetvor
acerca das medidas tendentes a proteger os i
sos socios que, por vaajtaua venham a aer ai
dos da epidemia reiojote no interior da prc
eia, caso chegue esj^H U cidada.
Secretaria da AssoJj^^H
nambucana 2 defaWsH
rer-
Aluga-ae o segando al
perador o. 83: a tratar 00 M
O Dr. Charlea
ram-se temporariamente
-""
mm



-----r&a
DIARIO DE PERN

DE 186*
Para as provincias de Pernambuco, Pajptrea, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionae, dial
de galla, tabella de salvas, noticiis planetarias, eclipses, partidas
de correio, audiencias, e resumo de chronologia, a ris .
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos cbefes dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro*
peus, tabella dos impostes geraes, provinciaes. e municipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas posturas raunici-
paes, artigos sobre agricultura; economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do 6m do mundo, collecao de remedios, a res. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia, imperial,
nomei e ttulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacSo do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostes geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentes de incendios, a entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oraches para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a ris. .
160
320
l
OTEBI
520
Terqa feira 14 de Janeiro corrente,
andarao impreterivelmente as rodas da
primeia parte da primuir lotera.a
beneficio da matriz do Limoeiro, no
consistorio da igreja de N. S. do Rosa-
rio de Santo Antonio, pelas 8 horas da
manha.
Os bilhetes e meios hilhetes acham-se
a' venda na tbesouraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e as casas commissio-
nadas. As sortes de 100$ at a de
6:000$ serao pagas no mesmo da da
extraccao e por diante em todos os das
uteis.
Abaixo vo transcriptos os nmeros
dos 1100 bilhetese 1000 meios bilhetes
remettidos pelo paquete Tyne para se-
rem vendidos legalmente por minha
conta pelo meu commissionado o Sr.
Antonio, dos Santos Vieira na corte do
Rio de Janeiro.
BILHETES.
De 2*7 a 388. 290 e 300, 519 552, 601 a 630,
632 a 635. 843 a 866. 891 a 900, 1001 a 1034,
1251 a 1280,1282s 1285, 1401 a 1434, 1711 a
1729. 1731 a 1745. 2101 a 2119. 2122 a 2136,
23fi5 a 2375, 2377 a 2399, 2567 a 2572, 2574 a
2600, 2767 a 2776. 2778 a 2800. 2968 a 3000,
3001 a 3034, 32"1 a 3233, 3501 a 3520, 3571 a
3584. 3747 a 3780. 3801 a 3813, 3815 a 3825,
3827 a 3835. 4229 a 4260. 4301 a 4333. 4508 a
4541, 4701 a 4734. 4941 a 4960, 4971 a 4984,
5025 a 5036. 5039 a 5052, 5054 a 5060, 5201 a
5233, 5420 a 5410. 5442 a 5453. 5701 a 5733,
5839 a 5850, 5871 a 5892.
MEIOS.
183 a 200. 360 a 377, 414 a 431. 733 a 750,
902 a 919 1I2 1137. 1332 a 1319. 1558 a 1575
1682 a 1692.1694 a 1700, 1883 a 1900. 1983 a
2000. 2001 a 2018. 2213 a 2250, 2483 a 2500.
2660 a 2665. ?6"<7 a 2678. 2873 a 2874, 2885 a
2900. 313H 8 3150.3321 a 3338, 3433 a 3150,
3651 a 3662. 36l a 3669, 3984 a 4000, 4051 a
4067, 4184 a 4200, 4*01 a 4417, 4684 a 4700,
4801 a 4817, 5106 a 5122, 5301 a 5317, 5512 a
5528. 5684 a 57oO. 5915 a 5931
BILHhTES DE ENGoMMENDAS.
235. 239, 511. 581.631, 842,1098. 1281, 1730,
2363, 2524. 2913 3080. 3234. 3521, 3568. 3591,
3716.3720, 3814, 3826. 3839 a 3867. 3869 a
3900. 4261 a 4270, 45"6, 4559, 4568. 4961 a 4970.
5005. 5038,5061 a 5070. 5261 5270 5118 5119,
5441, 5461 a 5470, 5761 a 5770, 5838, 5861 a
5870.
MEIOS DITOS.
1.
DITOS IGUvES.
2. 7 a 49,51 8 59,61.62, 64 a 100. 107,
111. 119. 121. 130. 132. 135. 153. 705. 725. 762,
784. 921. 9z7, 932. 1110. lili, U18.1M9, 1186.
1313. 1519. 1611. 1873. 1934, 2015. 2222. 2230,
259, 2605, 2611. 2642. 2856. 3151. 3460, 3166.
3194. 3499. 3633, 3687, 3926. 3927, 3932. 3934,
3968. 4036. 4605, 4821 a 4830. 4861 a 48S0, 5105,
5161. 5162. 5164 a 5168. 5170 a 5177, 5361 a 5370,
5391, 561 a 5570 5576, 5578, 5661 a 5670, 5961
a 5970, 5986, 5996, 6000.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodi igues de Souza.
ALUGA.-SE um ou dous andares
muito decentes, para familia, em urna
das melhores e mais centraes posicoes
desta cidade. A tratar na ra do Quei-
mado, luja de fazendas, n. 18.
ALUGA-SE urna sala com alcova
e um quarto, propria para escriptorio
de advogado ou para homem solteiro,
em urna das melhores e mais centraes
posieOes desta cidade A tratar a ra
do Queimado, n. 18, loja de fazendas.
Precisa-se alagar ama escrava para o ser-
vico ioteron e externo de ama casa de familia;
oa ra da Cadeia do Recife o. 53, terceiro aodar.
Precisa-se alugar um preto, daodo-se o
sustento, e paga-se mensal ou semanal, para o
servico desta typographia : na lvraria ns. 6 e 8
da prs;a da lodependencia.
O Sr. Geraldo Crrela Lima queira appare-
cernesta typographia, que ae lbe precisa fallar.
Aluga se um ezcellenle sobrado Da pouco
acabado, muito arejsdo, com bellisaima vista,
composto de um an lar com ptimos commodos,
um ampio toto e vasto armazem, por prego aa-
ais razoavel; Da ra do Brum n. 34, enlenda-se
com Jos Aatunes Guimaraes.
.lugam-se
um primeiro andar na ra da Praia, um
dito dito na ra isas Cruzes, um tercei-
ro dito com excllente soto muito fres-
co na ra do Encantamento, urna casa
terrea no becco do Burgos: a tratar na
ra da Cadeia n. 33, com Joao Ribeiro
Lopes.
Na ra Direita n. 8, segundo an-
dar, oconfeiteiro Zacaras arranja ban-
deijas com bolinhos e vende doce de
caj' tanto secco, como com calda, preco
commodo.
Prects.-se de ama ama para todo servico
d casa -le poica familia : na roa das Cruces n.
22, tabern
Narui da Imp'eratriz n. 23, precisa-se de
um bom official de marcineiro.
- Os aboixo aasiao.do. fazem tciente ao res-
peitavel corpo docoromercio que neata data di.-
solveram amigavelmenie a snciedade que liobam
e a qual gyr.v debati da firma de Azevedo &
Manaes, fleaodo a liquidacio da mesma a cargo
do -socio Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Joo J. R. alendes.
Recife 31 de deieoibro de 1832.
Manoel Francisco, orpho, Portugu.z, val
para a Europa.
Pedro Moyw, aubdito francez, val ao Rio
Grande de Harte.
Leoocio de S e Albuquerque, subdito brs-
sileiro, Tal* Europa.
j uwwnn ulula
aa
RETRATISTA
AUGUSTA CASAi IMPERIAL,
Ra de Cabug n. 19 1.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melainolypo, so-
bre paono encerado, subre talco, especiaes para
pulceiras, alQnetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos para a col -
locacao dos retratos. Ha tambera para este mes-
roo lim cassoletas e delicados alQnetes de ooro
de lei; retratos em photogiaphia das principaes
persooageos da Europa ; stereo3COpos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrotypo
e chimicas pbotograpbicas.
| Aviso aos pais
de familias
9 Manoel Jos de Faria Simoes
B professor particular de primei-
$@ ras lettras, na cidade do Rio For-
4P moso, e hoje morador nesta ci-
W dade, competentemente licen-
9 ciado pelo Exm. Sr. director
# geral da nstruccao publica,
9 pretende abrir sua aula pelo me-
9 tbodo Castillio no dia 7 de ja-
Q neiro vindouro, no primeiro
JP andardo sobrado n. 25 da ra
t$ da Penha.
O dito professor promette, aos
%$ S>rs. paes de familias, envidar
$$ todos os estoicos a seu alcance
$fr afim de dar real approvetamen-
to a shs discpulos e nao per-
f$ der o bom conceito que tempre
$ merecen durante 18 annos que
*$ exerceu o seu magisterio.
Aluga se
o armazem n. 22 da ra do Imperador: a tratar
na ra do Crespo n. 17.
Obra primorosa.
Um santuario representando o calvario esanio
sepulchro, contendo o Senbor Crusiflcado, bom
e mo ladrao, Nossa Senhora, Magdalena, S. Joao,
Cinturiao e dous guardas do sepulchro, ludo d
madeira ecom perfeigao ; quera o pretender, di-
rija-se a ra do Crespo n. 8, loja da eaquioa da
ra do Imperador.
-
Gabinete medido cirurgico.
9) Ra das Flores n. 37. *
Serio dadsscoos&llaa medlcas-cirurgi- aa
cas peloDr. Estevo Cavalcanti de AIbu- aa
querque das 6 aa 10 horas da manbia, ac- f|
cudindo sos chamados com a maior bre- #}
vidade possivel. m
9 I- Partos.
tj 2.* Molestias de pelle.
0 3.* dem do olhoa.
^ 4.* dem dos orgoa enitaes.
Praticartoda e qualquer o perada o em Z
aj seu gabinete ou em casa dos do.ntes con- S
aj forme Ihea fdr mais conveniente.
Aenco.
Previne-se as pessoas d bom gosto, qae, d'a-
manhaem diante encootrarap o hotel Trovador na
ra larga do Rosario n. 4 aserto toda a noite,
assim como excllente sorvete, boas [roelas e do-
ces,' refrescos feilos machina, e muitasoutras
iguarias vontade dos concurrentes, como aejsm
pudins, bdlos, etc. ; erufiro, o proprietario espe-
ra que todas aa pessoas que o quizerem honrar
com suas presentas, nao defxaro de sahirem sa-
tisfeltss.
Precisa-so aaber ae reside nesta praea or
fora Jos Joaquim de Amoriim Bacellar; a tratar
com Marque Barroac* C., largo do Corpo Santo
o. lo segundo andar.
-Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
O Rio de Janeiro.
- Precisa-se alugar ama escrava que saiba
bem coztobar e engommfr; paga-se bem : na
ruadas Cruzes n 18
Joaquim Francisco dos Santos Maia, avisa
ao respeitavel corpo do corpmercio, que tem da-
do sociedade seu caizeiro Francisco Laodelino
da Silva em sua loja de mijudezaa e ferragens da
roa estreita do Rosario traiesaa para a do Quei-
mado n. 18 C. e de hoje era dame a Arma social
ser de Maia & Landelino.
Recife 1 de Janeiro de 1862.
Joaquim Francisco dos Sanios Maia.
Cadula Joaquiua Oe Albu^uefSM
ra e Gabriel Soares Raposo da Cfmara cor-
dealoiente agradecer s pessuas que ae
diRnaram acumpanhar ao ultimo jazigo os
restos mortaes de sua prsala me esogra
Aona Theodora Ferrelra de Mello, e de no-
vo convidam ia pessoas de sua amizade a
ezercerem igual acto de earidade e religiao,
assistindo a missa do stimo dia que por
seu repouso eteroo mandara celebrar na
matriz da Boa Vista, sabbado 4 do corren-
t. Dla 8 horas la maiina.
EL IR
E3
J. Keller & C. fazem sciente ao
publico e em particular ao corpo do
commercio desta cidade que desde o dia
31 de dezembrode 1861 deixou de fa-
zer parte da firma social de sua casa o
Sr. Antonio Scblappriz. Pernambuco 1
de Janeiro de 1862.
Citrolactato de ferro
!3nieo deposito na botica d loaquim Martiuuo
da Crax Cotreia., mado Cabng n. U,
em Pernambaeo.
O Dr. H. Thermes fde Chalis) sntigo pharmaceuticolapresenta hoie urna nova preparado
de terrocota o nome de elixir de citro-laetato de ferro. .A
Parecer ao publico um luxo erapreaar-se um mesmo medicamento debaixo de formulas to
variadas, mas o homem da sciencia comprehende a necessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de multa importancia em therapeutica ; um progresso immenso,
quaodoella, maniendo a esseocia do medicamento, o torna agfadavel, fcil e possivel para todas aa
tdades, para todoa os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas preparaedes de ferro at hoje coohecidasnenhuma rene to bellas qualida-
des como o elixir de cilro-lactacto de ferro. A seu sabor agrada el, rene o tomar-se em ama pe-
quena dose, e ser de urna prompta e fcil dissolucta no estomago, de modo que completamente
assimlado;eo nao produzir por causa da lactina, que contera em suacomposico, a constipaco de
veotre frequentemenle provocada pelas outras prepararles terroginosas.
Estas novas qualidades em nada alteram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em sua dioica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o pratico possa prescrever sem recelo. E' o
que cooseguio o pbarmaceutico Thermes com a prepararlo do citro-laclacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar eolre aa numerosas preparacoea ferrogiooaas, com o
atiesta a pratica de muito mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como in-
menso proveito as molestias de languidez (chlorose pallidjs corea ) na debilidade subsequente as
hemorrhaniss. as hydropesias que apparecem depoiadas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as perolaa brancas, na escrophula, no rachltismo, na purpura hemorrhagica, na
convalescencia das molestias graves, oa chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o sangue ae acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affeceoes chronicaa, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphililica, excessos venreos, onanismo e uso prolongado das precaucoes mer-
cunaes.
Estas enfermidades sendo mui frequentea e sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de laucar raao para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humanidade, por ter descoberlo urna formula pela qual se pode sem receio
uo ierro.
Esplendido
Explendido
Explendido
Explendido
Consultorio medicocirurgico
Consulta por ambos os systemas,
Em consecuencia da mudanea para a sua nova residencia, o proprietario desle estabeleci-
menlo acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozara ; o proprietario tem tomado
a precaugio de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellea que forera aposentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel mareado com o seu nome. v
Outro sim : acaba de receber de Franca grande por$ao de tincturs de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades^ao to conhecidas que os meamos Srs
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em linduras custarSo a lj o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
sufficieptes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alsum
operacao. afflangando que serlo tratados com todo o disvelo e promplidao, como sabem todo
aquellos que i tem tido escravos na casa do annunciante." veuae-se
A situacao magnificada casa, a commodidadedos banhos salgados sao outras tantas ranta- Paivnc
geos para o prompto restabelecimenlo dos doentes. LmIXd
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manha at 11 horas
e de tarde das 5 em diante. e fora destas horas acha rao em casa pessoa com quem se poderao en-
oder: ra da Gloria n. 3 casa do Fundo.
Dr. Lobo Motcozo.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo gosto
novo gosto
novo gosto
novo gosto
nova in\enc;o
nova invenc3o
novk invencao
nova lovencao
nova inveogo
Presos baixado para pouco
tempo.
Precos baixado para pouco lempo
Precos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
3#00G 5#000 10^000 20^000
3JO0O a000 10*000 20000
3JKW0 500 10()00 20JOOO
3?>000 S9000 10/000 20*004
3*000 5*000 10*000 20*0u
Explendido alQnetes de ouro
IOTERMTO
^Estabelecido no Jugar da Capunga, um dos arrabaldes|
pg mais prximos da cidade do Recife
DIRECTORO BACHAREL EM MA.THEMATICAS
IginAIIO) PlfilM tjrj) rjMffj),
Este estabelecimeuto de educacSo e instruegio principiar a funecionar e rece-
ber alumnos do dis 10 de Janeiro prximo futuro em diaue.
5; Os commodos, o asseio. as boas conlices hygieoicas dos edificios destinados
%%*) Ss funeces do estarieleoimento. a ordera e regularilale do serviQo no interoito a
ISS o"'1'"? e zelo qu empregaro o director e os profesares a bem do aprorei-
^^S ment e progresso dos alumnos, sao circomslancias que devem animar e garantir aos
>p\ paes de familias que desejam dar a seus filhos umaedu:a;o regular.
Cadeirus de ensino.
Primeirss lettrasiivldida em duas elasses, tendo cada urna o seu professor
porluguez. latim, francez, ioglez, sihraetica. algebra e gaometria, geographia e
historia, philosophia, rhetorica, desenlio, msica, daosa e gymnastica.
Nos estatutos do intrnalo que esli a dispoii(ao de quem os quizer 1er se
achara consignadas as coodieces de entrada. '
WWV
4PPa0VA(A0 E AUT0RISAC10
DA
. mmm& mmm m mmmm
E JUNTA CENTRAL 0E HYGIENE PUBLICA
CHAPAS E5CjIAS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De lUcardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elkctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
fallivel em todos os casos ia inflamraaso ( cansa externas,como do Ggado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, pello, palpitarlo de coraco, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatisrao, paralysia e tois as affeceoes nervosas, etc., etc. igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual fr o seu
tamafiho e profundeza por meio da suppurago serio radicalmente extirpados.
O uso dallas aconselhado e recetadas por habis e distinctos facultativos, sna efflcaia in-
eontestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem mereeer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de mereeer, depoisde 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo lodo o cuidado
de fazer as necessarias eiplicacoes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianja, decla-
rando a em que parle do rorpo existe, se na cabeca, peseoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a eicumferencia: e sendo iochaedes, feridas ou ulceras, o molde do seu
famaoho em um pedaro de papel e a declaracao onde exisiem, afim de que as chapas sejo da
torma da parle affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
s chapas serao acompanhadas das competentes explicarles e tambera de todos os acces-
orios para a collocacio dellas.
Consulta as pessoae que o dignarem honrar com a sua conGauca, em seu esaripiorio, que
se achar abarlo todos os dias, sem excepjio, das 9 horas da matfaa s 1 da larde.
||9 Ra do Parto ||!)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
S8S S SMMMm.
E EM PEMAHUieO
Para as encommendas ou itiformaeSw dirijam-se a pharmacia de JoaAlexandw Ribeiro,
ruadoQbeimadon. 15.
alfioetes de ouro
alflnetes de ouro
alfloeles de ouro
alflnelas de ouro
Para retratos
Para retratoa
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Expleudido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido qQsdros dourados
Explendido quadroa dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para
machinas para
de liados
em abono dais avillas T;e*es de-
purativas paulistans*.
Tumor cancroso.
Desde 1852 conservo urna viva e grata leasbran-
ca de um curativo que obtive com a applicac*
daa ditas pilulaa em ame pessoa de miaba can
que soffria uro tumor cancroso do peito eaq a ar-
do. Tendo j muito consultado com prolasVorat,
resolvern) esses ser praetso fazer-te operacio,
pora a doenle nao ae achava com aaiano da sof-
fre-la. Lembrei-me consultar ao calor datas
pillas, e este me asseverou que os aeua reme-
dios teriam sufflcienle forea para resolver edis-
solver o tal tumor sem ser preeiao recorrer
operacao. Esta promesas era para aiaa de pea-
ca esperanca, perm oso tardei a ver a verdala,
pois que em 12 das de tratsmento desappareceat
tumor, Picando o pello perfeito.
Portanto, nascendo hoje a necessidade de fa-
zer conhecer a vlrtude deste ramedio, faftaei ser
ever meu publicar o preaeote eos beneficio do
autor, e das pessoas que se achrese no caso que
veoho de meocionar.
Santos 31 de Janeiro de 1858.Francisco Cor-
reia da Silva.
DEPOSITO GERAL.
119Ra d Parto119.
RIO DE JAMURO.
E EM PERNAMBUCO
NA
Pharmacia do Sr. Jos Alexandre Ri-
beiro, ra do Queimado n. 15.
Eterna gratido
PELA Cl'RAOBTIDA
de ama grande inflaniraafo de
fl ajado
Eu abaixo assignado certifico que tendo pade-
cido urna grande infla m maca o do Ogado, a qaal
me toma va reapiraefio e me causava muito can-
sado, por espaco de muito tempo, e leodo feito
lodo o possivel para obler melnoias, e nio achaa-
do alivio algum. por ultimo recarao recorr ao
Sr. Ricardo Kirk escriptorio ra do Parto a. 119,
e este senhor applicando-me aa suaa enapaa me-
dicioaes, fiquei perfeiamente bom no corlo es*
paco de 30 dias. Pelo que lbe serei eternamente
grato.Carlos Cousaudier.
Vende-se
Vende-se
todos Vende-se
Vende-se
retratos
retrstos
retratos
retratos
gostos
gostos
gostos
gostos
gostos
ver
ver
ver
var
ver
Caixas de lindos
Caixaa de lindos
Caixas de lindos
Caixas de lindos
Todos venham
Todos venham
Todoa venham
Todos venham
Todos venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano"
A. W. Orborne retratista americano
Rui do Imperador
Ra do Imperador.
M*lSaV ^-^SH3B&ass2asttfiaS&a3s2
^2 twmw ^rarw vm^g arw* aram ama Jvaro*
Dentista de Pars.
15 Ra Nova 15
FradaricGautier,cirurgiodenlista,fazl
todas as oparacoes da sua arta e col loca j
dentesartificiaos, tudocom a supariori-
dade eperferc,o que a pessoasntandi-j
das lhereconhecem.
reoaiguae posdenlifricios le.
CONSULTORIO ESPECIAL BOMEOPATBICO
DO DOUTOR
n SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias
molestiat da mulheres, molestias das crem-
eos, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticas,todas as especies de febres
febresintermitientes e suas consequencias,
'"THAR1IAC1A ESPECIAL H0ME0PATUICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathieos pre
parados som todas as cautelas necossariaa, in-
falliveisem seus erTeitos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
sivais.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos en? sua pharmacia ; todos
que o forem fra della ao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de aa
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor aa segointes palavras : Dr. Sabino O. _
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
Igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levaramesse impresso
tssim marcado, emboratenbam natampa o no-
na do Dr. Sabino sao falsos





8
*
bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa d (armo.
Publicacoes do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOURO IIIMOPATHlf 0
:
:
3~Roa estreita do Robara3
Francisco Pinto Ozorio continua a col- m
tocar denles artificiaos tanto por meio da 2
molas como pela pressao do ar, nao re- 2
cebe paga alguma sem que as obras alo 2
fiquem a vontade de seus donos, tesa fea a
. outras prepararles as mais acreditadas .
para cunservacao da bocea.
Acha-se justa e contratada a compra da lo-
ja de calcado da ra do Livrameoto o. 13: ae
alguem tiver alguma reclamarlo a fazer, dirja-
se a mesma roa o. 7, loja, oestes tres diss.
Ra do Trapiche llov o. 22, precisa-se da
criados.
Na ra da Roda o. 6 contina a mandar co-
mida para fora.
No dia 28 do corrente, do Mangainho i pra-
ea da Boa-Vista, perdeu-se ama pulseira de ou-
ro esmaltada de azul, em direccao do Maocuinbo,
Caminho Novo, ra do Sebo, pateo da Santa Craz'
ra do Arago : quem acba-la e qaiier (azar
favor de restitu-la, dirija-sea ra das Cruzes n.
41, primeiro andar, que ser gratificado satisfac-
toriamente.
Gabinete porlugoez de
Leitura.
De ordem do Illm. Sr. preaidente do coneelbo
deliberativo, sao convidados os senhores coose-
Iheiros a reunirem-se em sessko extraordinaria,
aabbado 4 do correte, aa 6 horas da Urde, aa
sala daa sessdes do mesmo gabinete.
Secretaria do Gabinete Porluguez de Laitara
em Pernambuco !. de Janeiro de 1861.
M. S. Pinbeiro
__ 1.* secretario.
XMaWSKSK KMHB
Consultas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de Si Pereira no seo escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobra:
1.* Molestias de olhos.
S.* Molestias de coraco e da paila.
3.* Molestias dos orgios da geraco
do anas.
O ezame dos doentes sari feito na or-
dem de suss entradas, comeesndo-sa po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimieos, acsticos a p-
ticos serio em pregados em suas consul-
ta jes e proceder coa todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa aa aseooa
probabilidade sobre a seda, natureaa a
causa da molestia, e dabi dedazir o plano
de tratamento qae deve destral-la oa
curar.
Varios medicamentos aar oambasa
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqaalidsaa.
promplidao em mus effeitos, e a aecesai-
dadedoaeuempregourgente qae se asar
latas.
Pralicar ahi mesmo, on em casa dos
doentes toda e qualquer operacio que
[ julgar conveniente para o rastabeleci-
mento dos meamos, para cajo fias ss cha
prvido de urna completa coileccio da
instrumentos iodispensavel so mdica
operador.
Aviso.
O
VADE-MECUIDO H0MF0PATHA.
(Segunda edieco consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ka-
meopalhico
r-ito ER.
SABINO OL. PINHO.
Cootinuam as assigoaturss para estss obras a
25|000 em brochura at fevereiro.
Ra de Sanio Amaro (Mundo Novo} n.*6.
Precisase de ame ama forra oa escrava
para o servico interno e externo de umacasa de
pequea familia : paga-se bem : dlrija.se i rus
Direita sobrado n. 121, primeiro andar.
A directora do collegio Santa Urania, abaixo
assignada, avisa aos pas de tasa alamaas a
quem mais convier, que em virtud, do artiga 19
dos estatutos, principiara os trabalhos do referido
colUgio no dia 7 do correle roez. A diresaars
envidar todos os exforcos asea alcance par*ai*
desmerecer do conceito adqoerido na eilasaiTa
anno de seus trabalhos, e afim da qae os palada
suasalumoas fiquem completrnosle aatisfeitsa
com a educacao de suas filbas. O collegio coat-
nfia na roa Foraosa, sobrado o. 15, aosde a di-
rectora seri encontrada a qoalqaer hora ds dia.
Urania Alexandrina de Barras.
Precisa-se de oniui ds lei te : oa raa ds
Hospicio o. 52, casa de Tbomaz de Aquiso F.a-
SMa.
= D. P. Wild 4 C. avisam ss reapeiUvsl car-
po do commercio qae de hoje em disata a mi
firma social asr ssasUloiss pela ss Wild & Ust
e qu. aulorisam o Sr. II. Niemeyer pars .asig-
nar por procuracio. Recife 1* de ""
1812.
Janeiro de
Mlk,
Precisa te para urna casa estrangeira
de familia, urna ama pan o servico in-
terno que saiba cozinhar e engomniaTrVe
agradando paga-se bem: a tr
ra de Apollo n. 51, defronte do thea-
tro.

i_
wm.,.


V "***-
I
V
i

DE 1862

Aula particular.
O professor abaixo assigoado scientiBca
loi paea dos ieu alus nos e a quera
maii posta, interessar que dea feria* em
a aula em 21 do correle e preteode
abri-la a 7 de jaoeirolmpreteriTelmen-
)utro aim que continua a reaidir na
f elha sobrado de um aadar n. 92,
Jotrada pelo largo da Santa Crut, e
keber alumnos cao someote externos
e semi pensionistas como loternos de
pouoa idade pelos proco* seguate* :
Internos SOS)
Semi-pensionistss 15J> Mensaes.
Externo*. 59 J
Francisco Deodato Lio*.
sij*Wi^Pia*WPSfiawl^W ^**vOTnrMPOT*v#%
Altencjo.
Leotilles Le meilleur et le plus salubre de too*
le* legumes, rafraichissaot, et leger l'estomac.
Se prepareot da toutes les maniere* et tate*
le ausses. Setrovant a l'armazem do Progres-
sto e Progressista place do Carmo n. 9. et rae
das Cruxe n, 36.
Sociedade bancria.
Amorim, Fragoso, Santo* & G.sacam e tomam
taque* sobre a praga de Liiboa.
Aluga-se o primeiro andar da casa
n. 12, da ra do Encantamento muito
fresca, e com poucos com modos: tra-
tar na ra da Cadeia n. 33, com Joao
Ribeiro Lopes, ou no armazem da mes
ma casa.
Ds cas* do abaixo assigoado desappsreceu
no da 20 do correte um cabriaha de nome Be-
nedicto, de idade de 10 a 12 annos, levou camisa
de riscadinbode cor, ten urna marca de ferida
em orna perna : quera o pegar leve-o ra daz
Triocheiras o. 48, ou pateo [do Carmo n. 15, que
se recompensar.
Joaquim EWiro Aire* Sil*.
Precisa se alugar urna escrava que
seja de boa conducta para o servido
interno de casa de familia, e que saiba
engommar e especialmente cozinhar
e agradando perceber bom aluguel, e
tere bom trataroento: na ra da Auro-
ra sobrado n. 58.
NOVAS JOIAS
Seraflm t IrmSo com loja de ourire* na es-
quina da ra do C teo da matriz de Santo Antonio, fraoqueiam ao
publico o eacolherem as miis moderna* edelica-
da* obraa de ouro muito em coota e notamente
chegada* ; garantem a qualidade do ouro, pas-
aando contas com as-necessarias declaracoes oo*
recibos; tambem trocara e recebem para* fazer e
concertar toda e qualquer joia : os roesmos pre-
vioem que ninguem se deixe illadir por indivi-
duos que sodam Tendendo jotas por fra desta
pracs, dizeodo serem da casa dos mesmoa, pola
nunca liveram, nem tm pessoa alguma encarre-
gada de vender joia* suas.
Guimares Luz
em consequeneia de estarem na liquidacio do
fiado, outra vez rogam a todos os sen* devedores
em gerai que tenham a boodade de vir ou man-
darem pagar aeas debito* at o flm do mez de
jaoeiro prximo futuro; aquello* que aaiim o nao
fizerem tenham paciencia, que suas cootas serio
entregues no principio de fevereiro ao procura-
dor para serem cobradas judicialmente. Recife
33 de deiembro de 1861.
Prsciaa-se de um menino forro para Iratoalhar
em ama fabrica de vela*; a tratar na ra da
Cruz n. 26, armazem.
Criado.
Precisa-ae de um criado forro para todo servi-
do de caaade hornera solleiro, e que sirva para
carregar agua no chafariz : a tratar na roa da
Cruz, armazem n. 26.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
(limitada.)
Pelo presente se faz publico que do 1 de Ja-
neiro de 1862 em diaote todas as mercadorias
remtalas para a cidade do Recife pela mesma
va frrea serio enviadas, se assim exigirem, da
estadio das Cinco Ponas, pelo mar para o depo-
sito dos Srs. Velloso & Dantas no caes do Apollo.
E. H. Bramah,
Superintendente.
COMPAMIIA dTvIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Mtenco
*
Nos domingos e das santos al oulro aviso a*
pastagen* de ida e volla. no mesmo da, das
Cinco Pontaa a Escada sera* pelo preco das sin-
gelas, a saber:
1* classe 6*500
2* > 49500
3 > 30O0
A partida dos treos ser coojo de costume, de
rnaoha das Cinco Pontas as 7 flor e 30 minu-
tos e de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadoE. H. Bramah,
Superintendente.
Festa da Seniora do Mon-
to tm OViada.
.. O Mea. Sr. D. AbbadedeS. Bento, de accordo
com o abaixo assigoado, traosferio a mesma (es-
ta do da 31 do correle mez para 12 da Janeiro
de 1862.Manoel Luiz Viries.
Memorias
daviagemde SS. MM. II.
s provincias do norte.
im para in
mat* rec
i. 6 8 da
a mpri*-
II. s
eber o
Os senhores qne subioreveram
sao das Memorias da Viagem d
provincias do norte, queiram
primeiro volume na livraria m. vr*r
da Iodepeodencia, mandando levar o importe os
que ainia nio o tiverem pago.
Precisa-se de um negro captivo ou forro
para cooduzir tabolero* de comidas para fra;
Sarna larga do Rosario n.25.
N. O. Bieber&C, succesors fazem
publico, que desejando o Sr. Francisco
D. Feuerheerd de retirar-se para HjVo-
pa, deixa o mesmo desta data em diante
^^Kzer parte de su a soci
* de Janeiro
ttver coalas
trega-las n es tes
If. O, Bieber A
para serem pagas.
oaaSQ vQ '%>
meia idade, para o
Bella n. 38.
si atoa lorro,
;ico de coopras.
prefere-se de
na ra
O Sr. Jo5o Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparece- nesta typographia
qu se Ihe precisa fallar.
.
ompras.
Comprara-ae garrafas valia* ; na fabricare
espirito* da roa Direita n 17.
Escravo
oambuco : no tcrlplorio de Manoel Iguacio de
Oltveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Compram-se os Diarrea dVPeroambuco de
4, 5. 9 e 14 de nov.mbro, 11, II, 17 e 19 de de-
zembro proximoa flndos : na linaria popular na
roa do Imperador n. 67, oooe se vende a legia-
Ucao geral de 1838,1844,1845,1848, 51, 52,53.
56 a 59.
Vendas.
id
Precisa-se SJJJMpr um escravo que tenhi de
ade 18 a 20 aneja, sabeodo offlcio de aKaiate,
nao duvida a pagar bem pago, sendo habilidoso
no mesmo offloio,; na ra Novan. 4'.
Urna barcaca.
Yende-se uma barcaca do porte de 35 caixaa,
eocalhada no eataleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pun-
tas, aonde pode ser villa e examinada pelos pre-
tendientes ; vende-se a prazo ou a diobeiro ; a
tratar com Manoel Airea Guerra, na raa do Tra-
piche n. 14.
kRUA 3)0 QUEMADO wm
Sortimento completo de sobreeasacos de panno a 259, 289, 308 e 35*. casacos multo bem
faltas a 25g, 28J\ 303 e 35f, paletota acaaacado* de panno pretode 16 at 259, ditos de caaemira
de cor a 159,18J e S0|. paletots saccoa de panno e casemira de 89 at 149, ditos aaccos de alpaca
m erio la da 49 t 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pretaa de caaemira de
89 at 14$, dito* de cor de 79 at 10J. roupaa para menino de todos os tamaohos. grande sorti-
mento de roupas de brins como *eiam caigas, paletots e colletes, sortlmento de colletes pretos da
etim, casemira e velludo de 49 a 9|, ditos para casamento a 59 e 69, paletots brincos de bra-
mante a 49e 5f, caigas brancaa muito finas a 5$, e um grande sortlmento de fazeodaafin s e mo-
dernas, completo sottimento de casemiraa inglezaa para homem, menino e aenhora, seroulas de
lioho ealgodao, chapeoa de soldeaeda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora. Te-
mos uma grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendaa de grandes obraa, que para
isso est sendo administrada por um hbil mestre de somelhante arte e um peasoal de mais da
cncoenta obreiro* e*colhidos, portanto executamos qualquer obra com promptidao e mais barato
do queem outra qualquer casa,
Liqffldacof
Ra doQueimado n. 10, loja
de 4 portas.
Ven ie-ae panno rerde, preto, azul e cor de
caf, covado 39.
AIM6" 'Uper,0r q',d,de OT,d
Chale* de touquim para acabar a 10,15, 20,
30 e 409
Superiores cortes de eda o mai* moderno que
lem viodo ao mercado a 90, 100 e 1209.
Sedioha* de quadrinhaa e flore*, superior fa-
zenda e moderno goslo, covado. 800. 1z) e 19400.
Chaly, superior fazeoda, covado, 500 rs.
Mimo do co, fazenda para vestido de senhora,
ovado 500 rs.
Talmaa e mantelete* pretos a 18, SO e 259.
Superiores vestidos brsnco* bordado* a 20. 25
e 309.
Caasas francezaa finas, covado, 240 rs.
Cortea de cassas de salpico*, um 39 e 88500.
Cortes de seda preta a 251. 30, 35 e 409.
Lencos de seda a 600 e 800 ra.
Lia de quadroa para vestido de senhora e rou-
pa de meninos, covado 240 ra.
Grosdenaple preto, covado 19280.
Chales de merino bordados a 4J.
Chitas francesas escuraa, covado 240 ra.
Meias de algodao cr para homem a 49.
Corlea de velludo para collete a 3&500 e 4000
Paletols de brim a 3 e &
Chapeos de sol do seda para aenhora e meni-
nas a 3 e 4f.
Leque* para senhora e meninas a 3 e 49.
Eipartilhos pira sennora e meninas a 3 e 49.
Chapeo* de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelioaa de aeda para senhora a 8 e 10$.
Camisas abertas de renda para senhora a 29 e
oJjOOO.
Grosdeoaple amarello com um pequeo loque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paletot, caiga e collele de casemira, pelo bara-
issimo prego de 259
Ceroulas escocezas, uma 19200.
Cortes de barege com duas saias a 8 e 109.
n Ile* de 8eda "oceza, superior fazenda, com
13 e 15 covado* cada um a 109.
Camisa* inglezas com peitosde linho e com um
qseno mofo, duzia 25$.
Paletots de alpaca, um 99.
Cortes de casemira um 39500;
Chals de la e seda, superior fazenna, a 29500
Lencos de cambraia de linho bordados com bi-
co, a 39. 5, 6 e 89.
Dito* de dita para homem, duzia, 69, 8, 10,12
e 149
Seiie preto maco o melhor que tem appare-
cido. covado 39.
Chapeos deso de seda para homem um 69.
4A ?Ldltode dlla ileza para homem, um 9S,
10 e I19.
Balita para senhora, um, 3 e 49.
Panno de linho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para lenQes, vara a 39200 e 3*400.
ilaSS' de Caaibraia bordado com bico, duzia
-'

GRANDE DEPOSITO
DE
A DA fh
DO
itii vuio (Cabo.)
# RA DO IMPERADORA.
Neste deposito existe grande qnautidade de louca e de todas as qualidades, o que se pode
desejar de bem fabricado e oe boa qualidade de barro, coma propriedade de conserrar a agua
semprefria, comoaajam jarras, resfriadores, muringues, quartinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
Tem ricos rasos para flore, talhas, alguidares de todos os tamanhos, assadeiras, boies
com lampos esem elles panellaa para baier-sebolos, cagarolas, enfuzas, frlgideiras e muitas ou-
tras peca* que seria eofadonho mencionar.
... Propietario desta fabrica a prtmeira deste genero entre nos espera obter do respeitavel
publico aoimacaoe concurrencia e para conseguir esae flm vende a sua louca mais barata do aue
at aqoi ae venda nesta cidade. 7
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos precos com modos porque rende d 10
ni
cima e dessa qaantia para menos lero 5
por cento de abate paja quem comprar da 1009 para
por cento. < .
Qc.lqa'r encomrnenda pode aer entrega4no deposito da fabrica ru,a do Imperador n. 41.
ARMAZEM
:sE2
ROU? A FEITA
?"r^
[uim F. dos Santos,
40Roa do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Ne*te estabelecimenlo ha sempre um sortimento completo de roupa f*ita de
todas a* qualidades e tambem ae manda executar por medida rontade doa fresue-
zea para o que tem um doa melhores professoras.
Casaca* ae panno preto a 408,
35| e 309000
Sobreeasacos de dito dito a 359 o 309000
Paletots de panno preto e de co-
res a 359, 309, 25. 109,189 e 209000
Ditos de casemira de cores a 229,
151.129.79 e 99000
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francesas a 109000
Ditos de merino selim pretos e
de corf s a 9$ 81000
Ditos de alpaca de cores a 59 e 3*500
Ditos de alpaca preta a99,79,59 38500
Ditos de brim de core* a 5$,
49500. 49 e 395C0
Ditoa d bramaote de linho bran-
co a S9. 5J e 49OOO
Ditos de merino de cordio prsto
a !59 e ,89000
Caigas de caaemira preta ede co-
rea a 129. 101, 9f, 79 69000
Ditas de princeza e merino de
cordio preto a 59,.69500 e 49500
Ditaa de brim brinco*de core* *
5. 49500 e
Calende gioca de cores a
Collete de ?etaVo preto e
rea lito**>fPrd^
res liaos e
Mido* a 129,'
ral preta e
bordado*
I Ditos da casemira preti e |fl|
39OOO
Ditos de setim preto
Ditos de seda e selim branco a 6 e
Ditoa de gorguro de aeda pretoa
e da cores a 79, 69, 49
Ditos de brim e fustao braneo a
3|500, 29500e
Stroulaa da brim de linho a 29 e
Ditaa de algo^Fa 19600 e
Camisas de pene defuatao brinco
ede core* *|A00 e 2J200
Ditas de paito delinho a 59, 49 e 39000
Ditaa d* madapoln branca* e de
cores al|, 2>500, 29 a
Chapeos pretlrl de massa franeeza
forma da ultima moda a 103.
8J500e
Dito* de feltro a 69, 59, 49 e
Ditos de *ol de seda ingleses e
francezea a 14J, 129, I1f e
Colariobo* de liono muito finos
novoa feitios da ultima moda a
Ditos de algodao
Relogios de ouro patente e hori-
59000
59OOO
59OOO
39000
29200
19280
156O0
79000
29OOO
79OOO
9800
9500
z'ontal a 10OJ, 909. 80f o
Ditos de prata galraoiitds pa-
tente e horizontaea a 409
ouro, aderemos e m*ios
ikeira. roxataa e
70|000
SOfOOQ
9.
8|500!
>^>Hra meta uma 39f
f^fB^e de bl^fMi, uma 820 rs.
1^1^1Hde<
f^B* psra meninos, dozia IB9.
Hs>e linho taaMado, vara I92OO.
Jilo de dito Ule, rara 19800.
Brtesde brim de lioho, um I96OO.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4j.
Duzia,!* j meiascrosa para homem a
19200 e o'p'ar a 120 r., dita* brancas
muito finas a 2J500 a duzia, leogo* de
casia com barra de corea a 120 ra. cada
um, ditos branco* a 160 r*., baldea de
20 e 30 arcos a 3f. laazioha para ves-
tidos a 240 o covado, chalps de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlatana
branca e de cores rouilo fina com vara
e meia de largura a 480 re. o covado,
fil de linho liso a 640 r*. avara, pe-
caa de eambraia lias fina a 39, castas
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada 320 ra o
covado, calcinbas para menina de*escola
algo par. gravatlnbaa de tranga a 160
rs., petos para camisa a 200 ra. cada
um duzia 29, pegas de cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, pe;atdebre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aborta das6 horas da manha as 9 da
noile.

Largo da Assembla
numero 15.
Ha continusmenle neste eslabelecimento as
segointes fazendsa para vender, por menoa pre-
go que em outra qualquer parte.
1 dd dC c"n,ob' da D0Ta safra e primeiraqua-
Cebo do Porto em pao e velas.
Sola ou vaquetss de diflereoles qualidades.
Curinhos curtidos.
Farinha de maodioca muito nova, qualidade
igual a de Muribeca, roilho novo, saceos muito
grandes.
A dinheiro.
Potassa da Russia.
A 200 rs. a libra.
O bem conhecido deposito da ra de Apollo n.
4recebeu directamente peloiullimo navio a bem
conhecida e acreditada potasia da Russia. e est
Tendendo a 200 rs. a libra, dioheiro isla.
Vende-se confronte o portio da rertalesa des
Ciooo Pontas oaeguiote : carroeaa para h*4 tu-
ja* para cavalloa para agua, canioho para traba.
Inar oa alfaudega, ditos de aoto, roda* Mra ,.
fogaa e carrioho*, eixos, torranerea de eeflceea
logao, boccaa de forno, baodeiras, ferro* *,--
l*s de ld qualidade*. dobradieaa da eboaa-
har de todos01 lamauho*, fechaduraa de ferris*
erroihp de chapas, ferro de embutir de ledos e
taraaobos, e portio de ferro
Novidade no tor-
radorl
23 Largo do Tercf 23.
Queijos flameogus muito Irescaee, ebetade*
oeste ultimo vapor a 39. maoleiaa franrea a 720
e 640, mnteiga inglesa flora 900 e 800 ra. en
porgao ae firn abatimanlo, aaaim romo ae torna
oulro* muitos gneros p(rtenceolea a molhado*
assim como ejam, saf, prlmeira e aeguada or-
le, arroz, rea* de espermsceie e carnauba, a?ei-
t doce e vinagre, e vinhoe, ae vendem por se-
nos do que em oulra qualquer parle Jiebeiro i
eft)*)
S A ra do Queimado S
S numero 10.
Loja de 4 portas I
Perro dt Maia.5
E'chegsdo um completo sortimrnto \
t das saguioies fazendas. o mais moderno
) que tem apparecido no mercado : df|
I Chapeos -prelos para homem.
' Ditoa de palha para aenhora. V
t Ditoa de pellica para meninos e meninas. A
j Borzegaiu* psra homem e aenhora por }
menoa preco de que em outra qual-
quer parle. jto
| Biquissima* capinbis de grosdenaples djj
ssa preto bordadoa para senhora.
' Ditas de caxemira dita. 9
W Casaveques braocoa bordadoa. dj|
d^ Siotos douradoa do ultimo gosto.
Enleje* de retroz e miasanga.
Baldes de duaa aaias o mala rico que fl|
tjp tem apparecido. *jpk
@e$a eaee
Chapeos de palha.
O mais lindo sortimento de chapeos de palha
das rarmas aa mais moderna* de Par, para se-
nhora* e meninas, ricos sintos ultima moda, di-
to* com lacos bordados : na roa do Crespo o. 4.
casa de J. Falque. ^
km
36, ra as Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
K*J IBgleza especialmenteescollhid. a 800 e i900Ot e em porcao ter abatimento.
meill iraCeza a melhor do mercad 700 rs. a libra e em ba-rris a razio de 600 rs. a libra.
QueijOS flameDgOS chegados aeste ultimo vapor a 39000.
UB1J0S Ilindrin'OS ojnelhor que ha neste genero por serem muito frescos a 1&200 a libra.
r?'i0 Prat me,hr qu9 se p0de deseJar a ,'200 a Vlhn e 100 o inteiro.
Cha hyssOQ e preto o melhor do mercado de 19700 a 29880 a libra
Presunto fiambre g,ez bamburguez 720 rs. libra.
Presuntos portuguezes rindo* do Porto de casa particular a 560 rs. por libra einleiro a 460 fs.
a i9Xriaito DUqU8fd* POr,0 genUD0' P0r V h R A 'g" 6 13I00 'duzia'
Vinhn ftUX de suPerior qualidd diflrentes.marcas a 800 e 19 a garrafa ede 89500 a 109000 a duzia,
VHinO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 49800 a caada.
rSli6 impnrial a escolher de todos os fabricantes de Lisboa premiada as exposteSes unlrersaes de Londres e Paris a
900 rs. a lata, de uma libra e a 19700 as de duas libras.
BOCetoS com doces secco das mais deliceda frutis da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeiudu, da
muito gosto a 39500 cada uma. .- ^
FigOS em CaXnaaS de 4 libra muito frescos e grarades a 29000.
Peras Secca em^lnha de 4 libras chegidas neste ultimo vapor a 39500 e 19200 a libra, afianca-se ser o melhor qa poda naves aasta
genero. m
AmeixaS francezas em latas de5 libras por 49000 e 19000 per libra.
PaSSaS emeaixinhas de oito libras, as melhoresdo mercado a 39 e a 640 rs. a libra, e em caita de uma arroba a 99500.
Latas COm fmetas d ld" qualidades que ha em Portugal de 70fra lf 000 a lata.
CorinthiaS em frascos de 1 l[2 a 2 libras de 19600 a 29200.
FraSCOS de amendoa oonfeitadascom 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas a de superior qualidade a 39500
esda um.
GaiXas SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes o que ha de mais proprio para mimos, de 49000 a 59000 i*.
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COn? bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muito novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 29500 a 49500.
Conservas DglezaS francezas a portnguez.s de 600 a 800 ris o frasco.
Ervilhas francezas e portuguesas a 720 rs. a lata, afiar^a-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercada,
irlaS* as talharim, macarrao e aletria asmis novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Castaohas e nozes as melliores e mais novas por terem chegado neste ultimo vapor a 200 rsfibbra da nozas, a a 59 a arroba da
castanhas, e 160 rs. a libra. ^sW
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em porcao ter abatimento.
Azeitonas de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 39500 a aneoreta.
Champaahe das marcas mais acreditadas de 159 a 209000 reis o gigo de 19500 a 29 a garrafa.
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa a de 59 e 69000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco a 69500 afrasqueira com 12 frascos
ChOCOlate o mais superior que temos tido no mercado portugus. heSpanhol efrancaz da 19 a 19200 alibra.
Vinagre puro de sboa a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Batatos em gigos com uma arroba, as melhores qu* ha no mercado a 19 o gigo, e em poreao de 10 para cima a 800 w.
Sebollas SOltaS novas o grandes a 19 o cento e a 89 o milneiro, aflanca-se que vista da qualidade ninguem detxar dd aeap
Espermacete Superior sem avaria a 740 rs. em caixa e a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do mercado a 100 rs. a libra e 29700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Maranho,
Alpista O panCO o matslimpo que ha a 160 rs. a libra de alpisia a 240 re. a libra do paineo.
Vinagre branco o melhor que temos tiewlo mercado a 400 rs. a garrafa e 29560 a eanada.
MaSSa de tomate em latas de uma libra do mais acreditado autor de Lisboa e viuda a primeira ves a nosso mercado, do 19 a lata.
Araruta a mflbor que se pode desejar a 320 rs. a libra, e 160 rs. a libsSglttfomma.
ToUCnho de Lisboa o mais novo do mercado a 320 res aji BBa a 109000.
A lem dos gneros annuneiados encontrar o publico tudo que procurar tendente a molhados, a por manos dea por a
ft qualquer parte*
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s\ al I I
fc.----
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-cal


ItiOO
v .
s
tan
! para dar cftr esa a ata baca
i gomma tendo de maia a mala a preciosidade de
lo manchar a roupa COBO muitas vetta acoo-
ace com o p6 de ail Guata cada Iraequinbo
"O r : oa ra do Queimado loja da aguia brao-
Loja das 6 por-5
tas em frente do Li-
v ramea to.
Roupa feita mmto barata. ]5
Paletots de panno fino aobrecaaacos, "
dA ditos de Casemira de cor de fusto, diloa
aa. de brlm de cotes e braocos, ditos de
' ganga, calcas de casemira pretaa e de
9 cores, de brlm branco e de cores, degsn-
8ga, camisas com peito de linho muito
finas, ditas de algodao, chapeos de sol Y
de alpaca a 49 cada um. 9
#
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a 2*
cada ama : na ra do Queimado, loja d'agula
branca n. 16.
Noves enfeiles e cintos
dorados.
A loja d'agitia branca acba-se recentemente
prvida de um bello e* variado aortimenlo de en-
feiles de differentes qualidades e gostos, os mais
lindos que possivel encootrar-se ; assim como
est igualmente bem sorlida de bonitos cintos
dorados e proteidos, sendo liaos, de listras, e
matizados, e bem assim os de poetas cabidas,
tendo de todo muito para satisfacer o bom gosto
do comprador; que munido de dinheiro nao dei-
xar de comprar : na ra do Queimado, lojad'a-
guia branca o. 16,
IB
Na padaria, de Aolonio Pernandes da Silva
Beiriz, ra dos Pires n. 42, vende-se a muito
acreditada bdlachinha igual a ingleza, dita de
araruta, todo o traba I no neala casa bem como o
pao e bolacha feilo das melhores farinhas e
trabilhadar com o maior asseio possivel, farioha
a melhordo mercado a 180 rs. a libra.
Na ra do Imperador n. 28 vendem-se har-
ria com cal de Liaboa, superiores bixas hambur-
guesas, as quaes tambem se alugam.
Lentilhas.
As melhores e mais saborosas de lodos os le-
gumes, muito frescas e leves para o estomago, se
preparara de todas as maoeiras e proprlas para
jaotar : acharase a venda nos armazens Pro-
gressivo e Progresista do largo do Carmo n. 9 e
ra das Crujes n. 36.
Cal de Lisboa
Vende-se bjKis corneal nova de Lisboa che-
gada hootem no muito acreditado deposito da
ra do Brum o. 66, armazem de David Penetra
qBtar.
Na ra da Paz, cocheira n. 44, ha para ren-
der-seuma linda parelha de cavallos castanhos
rozilbos, j onsinada, e allise dir quem a vende
Leques.
Vendem-se lindos lequea de madreperola, o
mais fino possivel: naloja d'aguia de ouro, ra
do Cabug n. 1 B.
Luvas de Jouvu.
Vendem-se as verdadeiras lu vas de Jouvin, che-
gadas por este ultimo paquete da Europa : na
loja d'aguia de ouro, ra do Cibugft n. 1
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 9 cada urna : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acaberc.
Novos cinteiros de fitas com
pontas cnidas e franjas,
k loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor ioglez os to procurados e muito bonitos
cinteiros de fitas com ponas cahidss e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas as seohoras que a despjavaui; elles achara-
se nicamente nadita loja d'aguia branca, ruado
Queimado n. 16.
fttM
faite e achaques, de 18 aaaWnB idade pituco
mais ou senos, por motivos que sao deaagrada-
rt ao osau-ador; na ra do Vigario n. 8, segan-
do andar.
Entremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorti-
meoto de enlremeios bordadoa em fina cambraia
transparente, e como de sea costume esti ven-
dando baratamente a 1)000 a pega de 3 varas,
tendo quantidade baatante de cada padreo, pata
veatidoa ; e quem liver dtaheiro approveilar a
occasiao, a manda-loa coaaprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tera o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em visita aempre
vender o bom, mandn vir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira ves) as auperiorea agulhas
imperiaes, com o fundo denrado e mui bem fal-
tas, sendo para alfaiatea e costureiras, e cnsta
cada papel 160 rs. A agulha assim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e em regra aao
mais baratea do que asoutras; quem as com
prar oa ra do Queimado, loja d'aguia branca a
16, dir aempre bem deltas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommendi diversos artigos de gosto, e proprios
para eofeites de vestidos de noivas ou convida-
das, sendo bicot de blood da diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilbose sera elles, cascarrilhas brancas e roui-
tas outras cores, finas e delicadas capel las bran-
cas, bonitos enfeites de floras e cachos sollos, la-
vas de pellica enfeitadaa primorosamente, mui
bonitaa e boas fitas de chamelote, e emfim mul-
los outros objectos que a pedido do comprador
sero ostentes, e vista do dinheiro nao se del-
xari de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tiras
bordadas em ambos os
lados,
Vendem-se tiras de cambraia bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
tir a raeio, pan saias e outras muitas cousas,
casta cada tira 19200 : na ra do Queimado, loja
oaguia branca n. 16.
Potassa americana,
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio deOliveira & Pilho, largo do Corpo San-
o n. 19.
CHAPEOS A GARIBAIDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Gunha & Silva. '
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e feliro, mui lindos, e se ven-
dem pelo barato proco de 10 e 18$.
PaletoU a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
mais floissimo brim trancado decores, maito pro-
prios para os bailes, festase passeios campestres,
pelo diminuto preco de 10>.
Chapeos baratos.
Chanelinas de seda para senhora, pelo baralis-
aimo pre$o de 8*. chapeos de seda e de merino,
bem enfeitados, para meninos e baptisado a 6
"9, ditos de palha o seda para senhora a 10$, di-
tos de seda de cores, copa baiza, para homem a
63, ditos de casemira de cores, pelo diminuto
prego de 10600, chapeos de castor baanco sem
pello, bonitas formas a 12$, bonets francezes de
panno para meninos a 2$5O0e3.
Guardanapos e toaibas.
Duzia de guardanapos para mesa a 2j e 240O,
loalhas para mesa de li4,1|2 e 2 varas a lJOOO,
Vestuarios para meninos,
de fuato, enfeitados, a 8#", baldea para senhora
a 3#500, bonitos vestidos de pbauteaia pelo bara-
to preco de 1-2J, aloalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largurs a 2J240 a vara, mantas
de fil braoco, manteletes, leques de diversas
qualidades, gollinhas, manguitos, sedas de o'a_
drinhos, e outras muitas fazendas rjue ,e yea.
dem por barato preco na ref'iat ioja'aVima.
til
m*
Esa casada
xaa com 4
qualidade a
mercado.
C
vaadesn-ae MI'
urgogoe pnaeira
tea vlndo para este
Vende se
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender ajeographia. O
ei.tudantei rjua os pretenderetn podem
dirigir-se a livraria universal de Guima-
raes& Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Vende-se flojsima* tiras bordadas ai| e SJ500
a peca, babados fraocezea muito finos e com
bordados maito lindoss SJ, 99500, 3f e 4|5M a
peca : na ras de Qoeimefco loja de miudezas da
boa fama n. 35.
Agulhas francezas
Vende-ae agulhas francezaa de fondo dorados
daa melhorea que tem vindo ao mercado a 160
ri. o papel, carteiraa demarroquim com agulhas
sortidas e todas de muito boa quslidade a 19
cada urna, ditas de papel dorados e com muito
bom sottimento a 810 rs., caixinhas com 100] pretal e de lindas corea a 11
agulhas sortidas muito boa. a 200 e 280 r. ca- &%." l^dUaTpVel.ior d.'s M
na ra do Queimado loja do miudezas j,,, pr,to, p,fa ;,, a lf n, n^Z^
Mi^ngas miudas de todas
as cores.
A loja d'agaia branca acaba da receber eaaas
procuradas mioaogas miudas que servem para
pulceiras e outras cousas, a -por isso avisa as
peasoss ojeo ellas eapeasvafo e aa que novamente
quizerea comprar quo munidos do WO ris com-
prarlo um masso muito maior do que o% antiajM,
Isso somante na loja d'agaia branca, rna doQuti-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
se encontrar um completo aortimenlo de grava-
taa de aeda pretas e de cores, que se vendem per
precoe baralissimoa, como setam: eitreitioh
Novas earias Je abe.
Hfc*1***
as
da urna
da boa fama o. 35.
Vende-se ama mobilia de Jacaranda em
muito bom eatado, obra do Porto, o urna cama
de copula tambem de Jacaranda ; a tratar na rna
doMondego n. 67. ,
Vendem-se bestas mansas da roda, bois
mansos para carro, quartaos, carros: quem pre-
cisar de algum deatea objectos, podo dirigr-ie ao
engenho S. Jos, freguezia da Luz, distante des-
ta cidade 5 legoas.
loja da boa (, na ra do Queimado n. 22.
Vendeaa-sa notas ca
ama augmentadas por afllj Bsrtholesa di Ota
ceico, aa quaes conloas 25 paragrapbos de diph-
thoogos, as actuaes em aso s6 tem de 8 a 9 ; os
eoiooi com maiu facilidaae a compreheodem
lhea facilita qualquer leitura. Alem do aug-
mento coolm urna serle de nomes de diversos
objectos de que elles esli maito a par, assim
como de nomes proprios. Estas cartas poupam
aos senhores pala de familias grande parte do
qoegsstavam, porque os meninos nlosprendiam
todos os diprjlhoogoi, por isso se embarazaram
com qualquer leitura por maia fcil que foase. O
melhoramenlo que ellas nao de produzir in-
falivel efundo a experiencia. Assim que elles
a comprehenderem, sem obstculo algum podem
panar para o mauuscripto (valgo) impresso. O
papel o mais encorpado possivel. Ellas tem
sido Bjujlsudldaa pelos senhores profesiores, alem
de um grande numero de homens illustrsdos co-
mo sejam : os Srs. Drs. Soares da Azevedo, Fei-
tosa, Drummond e Borges Carneiro, e outros
mullos que agora me nao occorre seus nomes.
Ellas vio rubricadss pela autora ; as que se en-
contraren) sem ella serio consideradas contra-
feitaa : defronte da matriz da Boa-Vista n. 84, e
na linaria ao pedo arco de Santo Aolonio.
K^Guimares & Villar.
Fitas de chmalo-
Ra do Crespo numero 17.
. Veiidein baratsimo.
te milltO boaS elCambraias da China bordadas tls
i daa finas para senhora e menina*, dn.aa mnoi
bOnit S- 1 Manteletes e capas
4 i_i m u v t eoramodos.
A loja d agula branca acaba de roceber pelo va- /-ri,_z__ j ,
P.or_lB). M" om-ienda de bo.s. bonita, e j c/iapeo* de seda para senhora de mti{0 boo gosto 12 cada um t de palhs de
e o mais rico sortimenio de (ten-
le gros preto bordados, o que pode haver de mais goalo 0 precos
argaa Utas de chamalote brancas e oulraa cures,
is quaes sao excedentes par
de vestidos psrs casamento!
llalla ricamente enfeitados a 289 para acabar.
linho fazenda muito boa pelos precos seguin-
BS K'.S. mo Camisas inglezas para homem'"d"e
para lacoa deboaquetea, cinteiros de criancas el tes a359 f 409 a duzia. .
muitaa outras diversas cousas, e como de seu' RoWDaS fetas a.
costume os precos sao menores do que em outra \,. para nomens e mentnoa, aobrecasacos, paletots, calcas, seroulas, meiss ele,
qualquer parte; aaalm quem manido de dinhei- j eU- e oulro8 n,uito "'B0'-
ro, dirgir-se a ra do Queimado loja d'aguia j---------------------------------------------
Al
Existe boa Afogados no laja)* Ja Paz em casa
de D. Maria, viova do fallecido Hyiario, ora com-
pleto sortimeoto de fazendas Sosa do todas as
qaalidades por preces eoramodos, asotss cosas
m bom eavallo que i vista do comprador ao
tari negocio; para maiorseguraacaadverte-oo
que sa casa dos dona Haapaahoes.
Vende-se urna negrinha de oito aoaoo de
: no pateo do Cirmo n. 5, primeir i
branca n. 16, ser bem servido.
:3MCM2W5W-Si^aMB-iMM9K
Para acabar-
Na ra do Queimado n. lOj
loja de 4 portas.
para se-
Vende-se chapelinas'de seda
nhora a 89.
Orgsndys padr&es os maia modernos a
600 rs. a vara.
Sedinhas de quadrinhos a 800 rs. oco-
vado.
Casacas de panno preto muito fino a
203000. S
Manteletes pretos a 159 e 209.
Riquissimos vestidos de seda de cores W
e pretos o maia moderno que tem appa- aja
recido e por baratissimo preco.
KIS565e^i5S5 5|g55l55c5iEI
Potassa daRussia.
Vende-se p'otassa da Russia da maia nova e
superior que ha 00 mercado e a preco muito
cammodo : no escriptorio r>e Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras luvas de
N. 20Ra da ImperatrizN. 20
I O barateiro Duqrle acaba de receber novo sortimenio de fazendas que retalha aendo a di-
nheiro aos seguinles precos como sajam : cassas bordadaa proprlas para cortinados, babadoa oa
mosqueteiroa a 1S600 a peca, cambraia grossacom 8 varas eada peca ptima fazenda para peneiras
mosqueteiros, saias e forro de vestidos a I96OO, masselinas largas das seguintes cores verde, azul'
preta, rxa, encarnada e branca a OO rs. o covado, corles de riquissimas lana escuras com babados
contando cada um corte 24 covadoa a 109 o corte, velludo de aeda das seguintes cores cinzenlo
verde, azul e preto, excellente fazenda para vestidos de senhora e roupinha de criancas pelo baix
preco de 29BOO0 covado. cortes de cambraia fina com sslpicos miadinhos a 59, tiras bordadas e n-
tremelos a i$ a peca, gollinhas bordadaa muito finas a 19, chitas com slgum toque de mofo al6n
re. o covado, peitoa para camisas brsncos e de cores a 160 ra.
Jouvin.
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o o. re
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Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
Eran. >
sem segund.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est venden Jo
tudo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Groza de peonas de ac de diversos mo-
dellofa................................
Calas Com agulhas francezaa a..........
Cixaaeom alfioeiea a..................
Caixas com spparelhos para meninos....
Ditas com dito para grandes a..........
Baralhos portuguezes a............120 e
Groza de botoes de osso para calca, pe-
queos, a..............................
T>soura8 para 0C sjuito finas a-...:i
Ditas njS coatura a....................
iiaraihos francezes muito finos a........
Agulheiros com sgulbas a..............
Caoivelea de 1 folha muito finos a 80 e
Pegas de tranca de lia com 10 varas a..
Pegas de franja de lia com 10 varas a..
Funileiro e vidraceiro.
Grande e ora oflicina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado eatabelecimento en-
contrarlo oa fregueses o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seo genero.
URNAS de lodas aa qualidades.
SANTUARIOS que rivalissm com o jacareada.
BANHEIRUS de todo! os lmannos.
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES dem idem. \
BACAS idem tdem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas do todas aa groaauraa.
PRATOS imitando em parfeicao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flandrea para qaal-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e a retalho de todos os t-
mandando-ae manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se eneommendaa de qualquer natu-
re"' ^oflef'. 1e tudo sera desempenbado a

contento.
SABAO.
5B g.8"2.s.^8 8-1
o
B
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Sp-
i S n s.
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n
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80
160
200
800
Parea de sapatos de tranca a............ 1}380
Carlas de alflnetes francezes a.......... 100
Escovaa para li apar lentes a 100 e.... 400
Massos com grampos mallo finos a.... 40
Cartoes com colchetes com algum de-
feito a......................'.........
Ditos de ditos de superior qualidade a
Didaesde ac para senhora a............
Rialejoa com duas vozes a..............
Ditoa com 4 vozes a....................
Enfiadorea para vestidos, sendo muito
grandess..............................
Caitas com clchales (raajezesa........
Cartas de alfioetes para armacao a......
Charutelraa muito fioaa a................
Tinteiros de vidro com Unta a..........
Ditoa de barro com Unta superior a....
Ara preta muito fina, libr*............
500
'S
240 Jaq*lm Francisco de Helio Santos avisa aos
500 u>reguezesdestapracae oadefra.qae tea
2oo etposto i venda aabodeaaafabricadenominada
Recifenoarmazem dos Srs. Travassos Jnior
120* C., na ra do Amorim n .58; maaaa amarella,
_*0 stanha.prata outras qualidsdaa por menor
4qq preco qae de oalroafabricas. No mesmosrma-
320 bem tera f eito o aeu depoaitc it Tila do carnai-
lasimplessem mistara ilguma, como a di
sompoaicao.
Lindas flores.
Na loja d'agaia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
pleto sortimento de flores, o mais fino que pos-
sivel eucontrar.proprus psraenfeites decabecaou
| vestido, cousa muito chique, que se vende por
20 preco que admira, aendo a800 o 19 o caeho.
Vendem-se canoas de
100
100
200
80
40
80
19000
160
amarello e bordozinho,
de diversos comprimeotos, muito proprias para
carreira e otarias, para condueco de barro, aeu
preco com modo ; a escolher a gosto, no estalei-
ro do Sr. Joaquim Antonio Rodrigues, ra do
Brum defronte da fabrica dos Srs. Villaca, lrmao
O I & Aodrade : a tratar na ra da Gadeia do Recife,
120

laWAJL
sem segundo.
Ra do Queimado n. 55, defronte do aobrado
novo, est disposto a vender tudo por precos que
a todos admirara, assim comoseja :
Frascos coro agua de Lavande muito su-
perior e grandes a....................
Duzia de sabonetes muito fios a......
Sabonetes muito finos a................
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com chairo muito finos s......
Garrafas com agua celeste superior a ..
Fraacos com batiha muito fina a........
Ditos com dita de urao a................
Frascos de oleo de babosa a............
Ditos de dito muito fios a 820 a......
Ditos com baoha transparente a........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditos ditos frascos grandes a............
Ditos de macaca e ae oleo a............
Lio ha branca do gaa a 10 rs. tres por
dous e a ..............................
Liona em carteo de Pedro V com 200
jardas a ..........'....................
Dita com 50 jardaa a....................
Duzia de meias cruss muito encorpadaea
Dita de ditas muito superiores a........ 49500
Ditas de ditas brancas para senhora a.... 31000
Ricos da largura de 3 dedos, vara a..... 120
Groza de botoes de louca a.............. 160
Carriteis de lioha com 100 jardaa a..... 30
Duzia de phoaphoroa do gas a........... 240
Dita de ditos de vela muito superiores a 240
Pegaede fita para cs de todas as larguras 320
Franja do linho para loalhas (vara).... 80
Bicoa das Ilhss por todo o preco, por pedido
qa techo do fabricante para acabar, o por lato
nao ao olha o que custoa, o sim o que d.
Roa da Seozalla Nora n. 42.
Nerte estabeleciateaUo rende ae: ta-
cha de ferro coudo libra UOr. idem
de Low Moor libra a 120 r.
800
500
160
200
500
19000
240
600
240
500
900
400
600
100
-20
60
20
29400
loja de ferrageos n. 44.
Vende-se urna boa armacao Iluminada a
gas, da casa n. 54 da ra Direita desta cidade: a
tratar na mesma ra n. 67.
Vende-se a taberna da'ra do Imperador
n. 2, a dinheiro oa a prazo : quem preleoder,
entenda-se com Joo Simes Pimenta, na ra
das Cruzes n. 1, ou na mesma taberna.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
Yeasfc-se na raja de Apollo n. 20, armazem de
Amoejsai AtTonso & C.
Oleado pintado.
Na ra Nova n. 4i, loja e fabrica de
chapeos acaba de receber um bello sor-
timento de oleado com ricos desenhos e
gosto moderno, proptio para cima de
mesas e bancas, e vende-se por preco
commodo.
lientos tarantos muito
tinos.
Vendem-se lencos braocos maito finos, pelo
rUNDIGiO LOW-IOOB
Roa daSenzalla Nava n.42.
Reste astabelecimanto contina a havsruai
lOmpleto sortiaaento dsmoendaseaieias moen-
dsparaaQganho,machinas da vapor otan
(ferro batido e eoado.da todoi ostamanhos
para dito,
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
No caes do Ramos, armazem ns. 18 e
38, erua do Trapiche n. 8, te vend gas
em latas de cinco galldes, a li|000 rs.
e tambem a retalho.
Roa das Cruzes n. 4,
fabrica de charutos, Tende-se charutos a 159 o
milheiro, de fumo da Babia, velas de cosepoei-
cao a 119 a arroba, e em porcao faz-aa a bati-
mento ; afianca-se a boa quslidade.
Vende se a metade do terreno que
existe nobecco doFerreiro freguezia da
Boa-Vista desta cidade, o qual terreno
tem apenas um telheiro e olFerece bom
local para edificacao: na ra do Impe-
rador n. 54, primeiro andar para
tratar.
Mantas de retroz.
Vendem-se manas de retros para grvalas a
00 rs. : na roa do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
Opiata ingleza
para dentes.
Bat finalmente remediada a falta que ae aen-
lia deaaa apreciavel opiata inglesa lie proveilo-
sa e neeessaria pera oa denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de ana ta-
commenda, e continua a rende-la a 19500 ra.
caixa .- quem qaizer conaervar aena dente* per-
feiloa prevenir-ae mandando-a comprar esa
dita loja d'aguia branca, ra do Quaimado a. lf.
NOVA
exposi^o de can-
dieiros econ-
micos.
O propietario deste novo estabelecimento avi-
sa ao publico e a todoa os consumidores, que tem
recebido um grande sortimento de eandieiroe do
novo modello, riquisaimoa para ornar aalaa, ledos
esmaltados de diversidadea de corea, desda o
mais rico at o mais ordinario, assim como aa
grande sortimento de gas de primeira qualidade,
pelo preco mais barato que ae pode encontrar ;
assim como tambem meias latas, e as garrafas
na ra Nota n. 24, lela do Vianna.
REMEDIO INC0IY.P**' *L
/
UNGENTO HOLLQWA
Milhares de individuos de todas as nacfoi
podem testemunhar as virtudes desteremedio
incomparavaleprovaremcaso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo a
membrostuteira mente saos depoisde haver era-
pregado intilmente outrostratamajntos. Cada
pessoa poder-se-naconvencer dssascuras ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, quelh'as
relatam todos os das ha muitos annos; a a
maior parte dellas sao to sor prndenles qut
admtram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoasrecobraram com este soberano remedio
o uso da seus bracos a pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tas
deviam soffrer a amputado I Dellas ha mui-
cas quehavend deixado asses, asylos dopado-
tmenlos, parase nao submeteren aessaope-
racao dolorosa foram curadas compleUmente,
mediante o uso dessepreetoso remedio. Al-
gunas das taes pessoa na enfusio de seureco-
nhecimentodeelararam estos resaltados benafi-
cosdianie do lord corfegsr e outros magis-
trados, afimde mais auienticarem su a firma-
ti va.
JNinguem desesperara do estado desande sa
tivesse bastante confianca para encinar este re*
medio constantementeseguindo slgum tempo o
iratamento que neeesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungaento he til, mala particu
ite nos searnintes caaoa.
Inflamraaco daj bexiga
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas.
dos meaabros.
Enfermidades da cutis
em garal.
Ditas de anus.
Erupjes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fr-ialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammacio do figado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Palmos.
QaeimadeUs,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veas torcidas oa no-
das as pernas.
dimiouto preco
chincha
numero 22.
de 29400 a duzia, araude pe-
na loja da boa f, na ras dW Queimado
Caivetesfixos paraabrir
latas.
Chegoo nova remessV desaes preciosos cani-
vetea flxos para abrir latas do aardioha, doee,
bolachiohas etc., etc. Agnra pela feata cmese
muito deseas cousaa a por isso nocesssrio ter
um desses caoivelea coja importe 19, compran-
do-se ns ra do QuOteaaeo loja da aguia branca
o. 16, antea parte oado as ba.
Arados americano se machina*
paralava roupa:emcasadeS.P.Jos
hston 4 C. ra da Jmala n.4.
Feijo de corda.
No aratatam da Tlsao Irmiot, rwa la Amorla
namtro 89
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 344, Strand, e na lo}s
da todos os boticarios droguista e outras pos-
soas encarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada boeetinha contm
urna instrucQo em portugus para explicar o
modo de fazer uso desta ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rna d Gros n. 22, em
Pernambuco.
Potassa da Riissia.
Vende-se emeasa deN. O Bieber &
C, successores, ra da Cruzn. 4-
Meias para seuUtra.
Vendem-se superiores meiss psra senhora po-
lo baratissimo preco de 39840 a datis ; na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 21.
A loja da bandeira
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
\ senecupa prego favorito.
Nova loja de funileiro daj
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a
todoa oa sa.us fregueses tanto da prsca
cmodo malo,ejuntamente aoreapeita-
velpublico, que tomou a deliberacao de
baixaro preco de todas assuaa obras,por
cajo motive tem para vender um grande
I sortimento debahs e baciaa, todo de
, differentes tmannos e de diversas eorrs
em pinturas, e juntaroenteam grande
isortimento dedlvorsss obraa,costeado
bacheiros egamelatcompridas,grandes
e pequeas, macuia-a pa ra ca( cane-
cas para conduztr agua grandes e peqoe-
nas, lataa grandes psra conservar fari-
nha e regadoreaao uso da Europa, ditoa
grandes e pequeos ao nao do Brasil a
camas de vento, Islas de arroba a lf,
babas grande a 49 o peque no a 600
rs.,bacia grandes a 59 e pequeas a
800 rs..cocos de aza i 1} i duzia re-
gadores regulares muito barato, diloa
pequeos a 400 rs., de todos estea objec-
tos ba pintados e em braoco e lado asis
ae vende pelo menos preco possivel: na
loja da bandeira da roa da Cruz do Se*
cife n. 37.
Relogios.
a
I

irnambuco.
Vnde-
se
azeilede dend ou palma, dito de amendolm que
serve para luzes e machinas, mais barsto do que
em qualquer outra parte; na roa do Vigarlo o,
19, primeiro andar.
Superior rap de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rsp priocWa Brasil em fras-
cos, ebegado no ultimo vapor Infles tTyne ; aa
loja da boa f, roa do Queimado a. 8i.
Veade-se o aobrado do dous andaros
das Laraorttirae a. 14 ; da m da M
arara a>
Tenda-N em casa de Johnston aier A C.;
ras do Vigario n. 3 am bello sortimeato ale
ralogiosdeouro,patente ingle*, danm dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambeaa
urna variedade da bonitos iraaceliat para M
mes saos.
Ptflvora.
Vende-se polvera de superior qualidade a
chumbo de monieso por menos do que em ostra
qualquer parte ; tratar no eacriptorio de Altalo
Cesarlo Morelra Dlat, a Porte 4o Nato, roa da
Moeda n. 17.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F na ra do Queimado a. 21,
aempre se encontrarlo aa verdadeiras lovaa da
Jouvin tanto para homem enano para senhora,
advertindo-se que para aquelles ha de maito
lindas cores, na mencionada loja da Boa F6 aa
ra do Queimado a. SS.
Banha fina
em copos grandes.
A' loja d'agaia branca avisa a aaa boa fregar
sia que chegada a. apreciavel banha flns em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qoarqeer parle : ha roa o val-
os ado loja d'agota branca 0.19.
Potassa da Bussia e cal de
No bem coas)
da Cadeia do R
otaeaa
tudo!
iqaalqaerp
rte.
feH^HbaBBBBBBSBsl


DIARIO
r

h
a?

Francisco Fernandes Duarte
Lar podare nlia
BBBSsaBBaD
SaBBaDG 4 DI UNE1HO M Uttt.

Continua-se a vender ueste armazem de molhados os
melhores gneros que vera ao mereido, e por multo menos prego do que em outri qualquer parte,
para o que recebe o proprietatio em todos os vapores da Europa, a maior parte de seus gneros,
sscolhidos por pessoas eocarregadas, para este um ; por Uso novameote participa aosseus freguezes,
ooa. i6 sos Srs. da praca como de eogeobos e lavardores, que queirara seguir em progresso, que
nio deiiem ao menos de comprar a primeira Tez suas eocommendas, ceno de que nao de gostar,
para o que a&o se poupar&o os proprietarios, em prestar toda attencao, e mesmo em serviros por-
tadores menos pralicos, tao bem como se Tiassem os Srs. pessoalmeole; e abaixo mensionamos
os precos de alguns gneros, por onde se pode julgar que rendemos baratissimo.
M.amte\ga ingleza,
mals superior qne ha no mercado s 800 re e 15*00 a libra em
barril se far abatimento.
nlAiltolga r aUteZa muii0 n0Ta 640 t. ibrt e tm barril a 600 rs.
CYi ueto\a, uysson pteto 0, atlllS9
e 1*600 rs a libra e afianca-se a boa qualidade.
Quecos do reUo chegadc
2*600.
Majaes
dores do mercado 2800, S|600,
los neste ultimo vapor a 2|800, ditos do vapor passado
Chapees de palhloba fina snlaatados para me-
ninaa ; se rae de Crespo n. 10.
Aoe tabaqui
Vendem-se superiores lenco! rancezei a imi-
lacio dos de linho, multo proprios para os taba-
quistas por serem de cores escorss e flxas, pelo
baratissimo preco de 5 e 6f a duzia : na rui^ do
Queimado n. 12, na bem conheclda laja da boa f.
m Fil liso e tarlatana.
.Vende-se superior fil Uao e tarlatana branca
e de cores, pelo biratissimo preco de 800 rs. a
vara ; na bem conhecida loja da boa f, na ra
do Queimado n. 28.
Toattias pata maos.
Vendem-se muito boas toalhas para mos pelo
barato prego de 5* a duzia ; na ra do Queima-
do o, 22, na loja da boa f.
Ricos enei tes.
Vendem-se ricos e superiores eofeiles os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 6 e 6(500 : na loja da boa f,
na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratissimo preco de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa t.
Cambraias francezas fniuimas.
Superiores cambraias francezaa muito finas, de
muito bonitos padrea, pelo barato preco de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
don. 82. V
Cambraia Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5| a pega com 8 Ii2
varas, dita tapada muito superior, pega de 10
jaras a 6f : na ra. do Queimado n. 22, na loja
da boa f. ,
Bramante e atoaluado de
as melhores que se pode desejar a 40 e 120 rs. cada urna.
r reiUlliO ingVeZ propri0$ pm fl,mDre 90o rs. a libra, em porcio se far abati-
mento.
Prez-auto do
440 rs.
Batatas aova
Salame
remo
o que ha de bom neste genero a 480 rs. a libra e inteiro
em gigos de orna arroba a 19 cada um.
o melhor petisco que pode baver por estar prompto a toda a hora a If a libra.
Toacinuo do reino
"X
mais alva que ha no mercado a 480 rs. a libra
a 360 rs. a libra e arroba a 9*500
Gnourieas e palos ttuit0 n0T01,720 r, libra
Banna de porco refinada,
e em barril a 440 rs.
\ZOitOnaS mnitO nOVaS 3,000 ra. a ancore!., e em garrafa 640 rs.
Latas com bolaxinna do soda C0Dlend0 differente, qualid,de8. 1|M0 e
em prgalo se far abatimento.
Moa OO tOmatO, MaI noya d0 mercado em iail8 de uma libra por 900 rs., ditas de
duas ditas por 1)700.
Niarmeaoa imperial d0 afamad0 Abreu e d8 ontto, maiiot fabricantes de usboa
a 19 a libra, em lataa de 2 libras por 1)800.
irVllUaS iraneeZaS melhores que se pode desejar em meias latas por 500 rs.,
tambem tem portugueza me latas enteiras a 640 rs.
CnOCOlatO CraneOZ e hespanhol chegado neste ultimo vapor a 15200 a libra.
IraSSaS proprlas para podim a 800 rs. a libra.
Boeo do alporeno
KiSpermaSete inperior de 4. 5 e 6 em libra a 760 rs. e em caita a 740 rt.
Latas com peixe em posta d melh0re, ***** q i. em Portugal.
15400.
A.mendoas coneitadas
a 480 rs.
Noxes e castannas
EiSireiiinna para, opa a 640 IBi a libra e em caUinhJ
\letria, macarrao o taVntrim a
SOVaainna franceZa muito nova a 240 rs. a libra.
Farinna do Marannao
VK0111 lila de engommar, o que se pie desejar por ser muito alva a 100 re. a libra.
iVipiSVfA mun0 novo e jimpo a 160 ra. a libra e em porcio se far abatimento.
JS ve o respeitavel publico, que aflaocando-so a boa qualidade dos gneros cima mencio-
nados, se vende muito barato, e pelos quaes se poder julgar todos os demais que nao foram an-
nunciados.
Calcado
45 Ra Direita 45
Oueam!.. Oucavil,.
O rsete indispeosavel ao hom-m civilizado
sera contradicho o sapato I E' elle tio necessa-
rio como o pao ao estomago. Tolera- se um
chapeo jaca ; uma casaca de ajoatar taboado ;
um vestido destetado; mas o sapato acalcanha-
do e roldo, a botina sem lustre e j descosida
uma indecencia, um insulto ao orgo visusl de
um cbriatto; E' por to graves considerages
que o proprietario desle estabelecimenlo.
acabando de receber um magnifico sortimento,
roga aoa aeua freguezes se apressem em renovar
o calcado Yelho visto estar-mos na festa :
vejan :
Homem.
MILIES (chegre privilegiado) frescos co-
mo a agua do Prata...... 149000
BRZEGUlNSinteiricos (RoclhlldJ 9*500
diversos fabricantes. 89000
lastre pechincha. 5J500
bapatoes de Nantes, vaqueta de lustre
biteria
Ditos Nantes
batera.
>


o



inglezes. .
Nantes meninos,
lustre (sola e vire.
> (uma sois),
de traaga portugueza.

69000
59500
59000
49500
39500
59200
3J000
28000
em latas de 2 libras elegantemente enfeiladas a 1|200 cada urna.
, Vinno.
Vende-se superior bramante de pero linho com
duas varae de largura a 29400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de pur linbo,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes do calca.
Vendem-se cortes de calca de meia casemira
de cores escaras a 21 cada corle ; na loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Port bouquels,
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'sgnia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com esbos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, Qcando assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casameotos e bailes que se contara nesses
dias, por jsso as pessoas qae por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de diobeiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que encontrarlo obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mul-
lo fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
59; a ellas, que sao muito baratea: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f*
franceza. ; 1*500
Senhoras.
BOTINAS.gaspa alta e lago inglezes de
doracbo iocalculavel. 6|000
francezas (lago).....i 5J500
sem lago. ; SfOOO
gaspa baixa....... 4S8O0
outros (32, 33 e 34). : 4S500
de menina (Joly)..... 49500
Sapatos (Joly) com salto...... 39200
( ) sem salto...... 2|000
Pee......... 800
lustre {32, 33, 84)..... 800
econmicos para casa. 500
Alem disso um variado e abundante sorti-
meoto de ludo o qae necessario a sapaleiro pa-
ra ezecutar qualauer obra.
Cera k carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porcio e a relalho de uma saces
para olma, e por comnledo preco: na ra da Ma-
dre de Dos confronte ato tica n. 30.
Vende-se um escravo com idade de 24 an-
nos por 3009 por ter uma fstula em uma perna :
a pessoa que quizer, dirija-se a ra Direita n. 14.
. Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos. .
O leite virginal j bem conbecido como reme-
dio infallivel para sardas, e pannos, vende-se a
2| ra. o fraaco na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Aloja d'aguia
branca um deposito' de
perfumaras finas.
Esta Toja por estar constsntemeate a receber
perfumaras finas de suaa proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as aempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Coudray e Societ Hygienique, etc., etc. ; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara aempre um lindo e completo sortimento,
leudo de maia a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Biebet
A G. successores ra da Cruz
alga libra, ditas em milo a 800 r., dita com casca
piladas muito novas a 160 rs. a libra.
400 rs. a libra e em cala a 99.
muito alva e cheirosa a 160 rs.
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
de puro linho, pelo baratissimo preco de 55 : na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na verdadenma escova para limpar pentes
sempre necessaria em qualquer toucador, e com
eapecialidade no da senhora que preza o asseio,
e para que elle seja perfeito mandar comprar
ana dessas escovas de cabo de marfim ou ma-
dreperola que custam 29 e 39 rs., na loja d'aguia
branca, na ra ra do Queimado n. 16.
Navalhas d'a com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
valhas d'aco refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade dellaa basta dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C, custa cada eatojo de duas na-
valhas 89OOO: na ra do QucimaJo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Entre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca vende-se ntremelos
bordadoa em Moa cambraia transparente a 19 a
peca de 3 varas, pre;o esta porque s se acha em
dita loja da aguia branca ra do Queimado n. 16.
Adverte-ae que de cada padrao tem bulantes
pegas para vestidos.
Vendem-se os engeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellana aos'baratissiroos precos
de 240,360,500,560. 640,720, 800 e 19000: isso
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
lotooo.
E' na ra do Queimado n. 39 loja de quatro
portas que se vende os melhores chapeos de se-
da de formas maia modernas e bom gosto.
Atienta
numero -4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
e levea para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim elles possuejm m
pas com varios desenhos, tambem vendem c
ro$aspara conduccao de assucaretc.
Vendem-se as Ierras chamadas Sircnc,
que ficam proximaa ao sol da cidada da Victoria
(Santo Anlao) entre os engenhos Pedreiras e Es-
pirito Santo, com boas propor^oes para planta-
jes de caf e algodao. Nao exige-se dioheiro
vista, bastando que pague o comprador um Juro
mdico pelo lempo que convencionar-se o paga-
mento total: a fallar com seu proprietario o Dr.
Reg Dantas, no engenho Goiabeira, de Santo
Amaro de Jaboato.
ttM39KtWM&~tl39t3 'SdKMMIllel
s
Acaba de
Gran
wmm
WA
:
Superiores paletots de pabno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo preco de
209 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Nova california i
d? s
Fazendas baratas.
SNt ra da Imperatriz n. 48, junto aj
padaria franceza.
Cortes de cambraia branca com babadi- f
nhos 49 e 49500 superior 59, cambraia li- \
aa com 8 1(2 vara 3, 39500, e 49, ditas de J
Eecoesia 59, e 69, ricos enfeites para ae- J
nbora 69 e 65500, aintos oa mais delicados J
para senhora 29500,39, chapelina para cri-
anca gosto ingles 39500,49, para baptlaado
39, corlea de vestido de seda Escosseza de *J
booilos gosto 129 estao se acabando, ri-
eos lencos de labyriotho 19,1J200. chapeo *J
de sol para senhora de bonitaa cores, lisos
59, cabo de marfim 59500, cortes de cam- *J
braia brancos com flor de seda 59. risca-
do francez 200 rie o covado, completos
sortimeotos de baldes de arcos 39, sortt-
mentos de meias para menino e menina
100 e 240 ris o par. chales de tarlatana
de cores a 640 ria, lencos branco com bar-
iras 160 ris chitas inglezaa a 180. e 200 rs.
dita fraoeeia a 240 e 980 rt. o covado
pegas de cambraia de forro com 9 varal
a 29 : junto a padaria francesa o. 48.
Champagne
do afamado autor Chalsaa Lareazire a 149 gl-
go de uma duzia; oa praea da Independencia
numero 38.
N.43 RnadoAmorim X. 43.
Ameixaa novas o melhor quo ae pode encontrar,
pelo barato prego de 12g caixas com 1 arroba e
16 iibras : esto se acabando.
RuadaSenzalaNoyan.42
Vende-se em casada S. P .Jonhston 4 C,
ellinse silh5esnglezes,candeeiroie casti;aes
bromeados,lonas agieres, fio devela,chicote
para carros, eroniaria,arreiofpara carro de
um ioni cvalos relogio ide ouro patente
Qglaz.
Em cass de Rothe & Bidoulac esto ex-
postos para venda uns apparelhos de prata ca-
teada muito bonitos e por prego razoavel: na
ra do Trapiche n. 18.
SYSTE HA MEDICO HODELLOWAY
PILLASHOLLWOTA.
Este inesiimavel especifico, composto inteca-
mente de hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio nem alguraa oulra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleicao mais robusta;
enteramente innocente em suas operndose ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
qu3 sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam s portas da
morte, preservando em sen uso conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de baver tenta-
do inultimente todos os outros remedios.
As mais aflicias nao devementregar-sea des-
esperado ; faijam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desia assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das aeguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de). .
Asthma.
Clicas.
Gonvulses.
DebiliJade ou exlenua-
(o.
Debilidade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enebaqueea.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem se estas plalas no estabeleeimento
geral de Londres n. 324, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda aja toda America
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
nma dellas contem uma instruc^o em porlu-
vaccasi que dio bastan- guez atara explicar o modo da se usar dess pi-
te leite, uma dellas com a cria j grande, e m'lulas
burro manso : a tratar na ra do Sebo n. 20. t a ^^.u. om..i flm o. t.,.
- R. O.Bieber & C. successores, ra da Cre] U deP08l,t0 *w ?mCMI do S2,am
n. 4, tem par a vender r elogios para aUibelr a dejjpharmaceuuco, na ra da Cruz n. 22 em Per-
ouro e prata. 'nambuco.
GELO
No depotito do geto ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a o#500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 100 ris: tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo-
go que seja diariamente, ate que se
acabe o gelo.
Vende-se o grande sitio denominado Cata-
na, aito na freguezia da Vanea, de muito boaa
trras, que ludo quanto ae planta d urna grande
quaotidade, com uma casa de taipa j coberla,
uma dita defazer ftrioha, grande quantidede de
ps de Cafeieiros, com diverso* pea de ructeiras,
como seja larangeiraa, coquelros, etc., ele.; e
tambem vendem-se duas
Febrelo da especie.
Gotla.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacSei.
Irregularidades de
raenstruecao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrucfao do ventre.
Phtysica ou consump-
co pulmonar.
Reten$ao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Uteeras.
Venerto (mal)
Importante
Aviso
Na loja de'.4 portas da ra do Queimado o. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mento de roupaa feitas, para cujo fim tem mon-
tado uma officina de alfaiate, estando enearrega-
do della um perfeito mestre viodo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se Ih-
encommende; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidad* aoa
Illms. Srs. offlciaes tanto da armada como do
exercito.
Fardar-fardas, fard5es com auperioreapreparoa
e muito bem tenas, tambem trala-so faier o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figurinos que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquinhaa
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maior e de cavallara, quer seja siogelos oa
bordados a espequilha de ouro ou prata, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembarjzadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
deaenhos a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. ^fflancando
que por tudo se fica responsavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se prometter, segundo o systema d'onde
veio o mestre, pois espira a honrosa visita doa
dignos senhores visto qae nada perdem em es-
peri mentar.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabog n. i B,
recebeu um completo sortimento de gollinhas de
missaoga, sendo de todas escores
Injecco Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco Zff-
Na loja ao p doj
arco de Santo!
Antonio. {
Ghegou a mais supe-
rior estamenha para ha- j
bitos dos irmos da or- I
dein terceixa de S. Fran-
chegar
i
CISCO.
Batata ingleza.
Vende-se batata ingleza em gigos, somente no
armazem de Barros & Silva, travesea da Madre
de Dos n.57.
Libras sterlinas.
Vende-se no eserlptorio de Msnoel Ignacio de
Ollveira e Filho largo do CorpoSanto.
Taixas.
Maior reducqfio^* H precos para acabar.
Vendem-se no arm. m de Braga Son & C-
na ra da Moeda, taixas oe ferro cuado do mui
acreditado fabricante Edvrin Havr a 100 rs. por
libra, as mesmas que se vendiam por 120 rs.
Flores finas,
A' loja d'aguia branca acaba de despachar um
bello sortimento de flores finas e delicadas pro-
prias para enfeites decabeea e vestidos para ca-
sameotos e bailes ; quem as vir sem duvida se:
alegrar de echar floree tao perfelles e delicadas
isso oa ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 10.
A16:000 rs. para acabar,
Hante>lte o sed* pretos : na ruado Quei-
SM* d. 47, tmbese vendo peletols do paano tino
forrado de seda, pelo mesmo preco.
novo armazem
DE
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes se vendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacoa feitos pelos ltimos figurinos a
.563,289, 309 e a 358, paletots dos meemos
pannos preto a 16g, 18f. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 149.169. 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99,109,129 a 149. ditos pretos pe-
lo diminuto preco de 89,109, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordato a 12}, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109,
8 ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
gm tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, diloa de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas do casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de coree
unas 28500, 39, 39500 e a 42, ditas de
brim brancos finas a 49500, 5$, 59500 e a
69, ditas de brim loni a 59 e a 6g, colletes
de gorgurao preto e de cores a 52 e a 61,
ditos de casemira de cor e pretos a 45500
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 45,
ditos de merino para luto a 49 a a 49500,
caigas de merino para luto a 4f 500 e a 5|,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos: caigas de casemira
prefaedo cor a55, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 25, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 65 e a 71), ditos
de cor a 69 ea 75, ditoa de alpaca a|39,
aobrecasacos de panno preto a 129 e g k
14, ditos de alpaca preta a 59, bonete 2
para menino de todas aaqualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
Eara meninaa de 5 s 8 annoa com cinco
abados lisos a 88 e a 125, ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditos de
brim a39, ditos de cambraiaricamente
bordados para baptisados.e multas outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para eate fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina do al-
fafate dirigida por um hbil mestre que
pela auapromplida eperfeic,o nadadel-
xaa desejar. ,
lmmmm-m-mmmmmm
Attencao
Vendem-se caixdet vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a ljj|280:
quem pretender diria-ie a esta tipo-
graphia, que ahi te dir' quem ottem
para vender.
Vende-se
na ra do Queimado n. 19
o seguinte.
Pecaa de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 81|2 varas, pelo barate prego de 59000.
Toalhas de linbo adamascado para mesa a 49.
Cambraias de salpicos raidos muito lindas a
59 a peca, ditas de ditos miudiokos finas a 9500.
Lencoes de bramante de linho a 39000.
Cambraia ailada para forro de vestido, com
8 1|2 varaa a pees por 29.
Grandes colchaa de fuetio Imadas a 69.
Chapeos enfeitados muito lindos, proprios para
meninos a 79cada um.
Cobertas de chita, gosto chines, a 19800.
Ricas capellss para noiva, de flor de larenja.
Algodao com 7 palmos de largo af90 a vara
Lencoes de panno de Moho a 19900.
Soahall Mellors & C, tendo recebido or-
dena pare vender o seu crescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portante, s pessoas que quizerem
possair um bom ralogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portonidede sem perde o tempe, para vir com-
pra-loo por oommodo preso ao seo oacriptotio
ra do Trapicha n.28.
Asteas de acopara
baldes de se-
nhora.
Vende-se a M o 200 re. a vara : na rao alo
Queimado loja de miadezas da boa fama a. 36.
Luyas de pellica de
Jouvin.
i-IITde"'e vM 'ert,lr" 1* PlHeo alo
J ouvio para bomem e aenhora a 29500 o par na
roa do Queimado loja do mludeaaa a boa fama
o. 35.
Cintos do ultimo gosto
Vende-se cintos douradoa e de palha o amis
bello que possivel encontrar-se, pelo baratissi-
mo preco de 39 cada m, diloa de fila de msito
lindos goslos a 25 ; tambem se vende Avallas
muito lindas e de muitas qualidades proprias ni-
ca ment para cintos a 29 .- na ra do Queimado
loja de miudezas da boa fama n. 35.
Enfeites para cabega
Vende-se os maia modernos enfeites quo tosa
vindo a eate mercado, o de muitaa qualidades a
Jk c,da un)' d,M Dre,0 co" 'Mrilao a
11500: na ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama o. 35.
La muito fina para
bordar
Vende-se a 89 a libra : na roa do Qoeimsdo
loja de miudezia da boa fama n.85.
Capellas e ramos para casa-
mentes e bailes.
Vende-se muitiesimo finas o ricas cspeUao
brancas para noivaa, com o competente ramo para
o peito, pelo baratiasimo preco do 10 e 129, ra-
mos de flores muito finas e de muito lindes co-
!Sen3*v!il0> mai* Priores poucs cosaa a la,
19500 e 29: na ra do Queimado loja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Luyas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvas de camurta
para comeos a 29 o par, ditas de fio de escoaaie
brsnces e de corea a 800 rs., ditas de seda en-
fetadas para senhora a 25, dilae de tonal pretos
a 19 : na ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 35.
Chicotes de gosto e muito
fortes.
Vende-se muito bonitos chicotes de baleiacosa
castoes de marfim o do metal para homens e as
nhoras a 4 e 59 ca Ja um, ditos de estallo tambes*
muito bona a 39, ditoa de junco porm muito besa
acabados a 15: na roa do Queimado loja do miu-
dezas da boa fama n. 35.
OaYmzts pava sen\\ora e
meninas.
Vende-se pelo baratiasimo e admiravel preco
de 3 e 49 cada um, e afflanca-se que quem oa vir
n&o deixara de comprar, to bonitos e sleis alo
elles : na ra do Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada fraaco a 500 ra o dos grandes
a 800 ra.; esta tinta 6 azor na occaaiao osa que
se escreve e por muito pooco lempo Des preta e
bem preta, bavendo a vantagem de servir para
copiar cartas : na ra do Queimado loja do miu -
dezas da boa fama o. 35.
Agulhas imperiaes
tem o fundo donrado.
A loja d'aguia branca, tendo ea vista sempre
vender o bom, mandou vir de ana eonla tasas
superiores egulbas Imperiaes, as quaes seabsaa
de ebegar (pela primeira vez) tendo os fiados
dourados e ponas mui bem tiradas, e cuss cada
papel 160 rs. Cozer-se com uma sgulha asadas
boa, anima s adiante A quem Irabalha, por isso
dirigirem-se ra do Queimado loja d'aguia
brenca n. 16, que sero bem servidos.
Escrayosfugiaos.
Attencao
Fogio do Riacho de Panellas, um mulato do
estatura baixa, corpo grosso, deoles limados,
olhos pretos e grandes, cabellos caziados, e ps
regulares, cujo mulato se chama Faustino, a
idade de 15 a 18 annos, levoo ceroule o camisa
de algodao asul. Foi visto nests praca esa dias
da semana atrasada,em um comboi vindo daquel-
le lugar. Roga-se a todas as autoridades s ca-
piles de campo a captara do dilo mulato, o
qual poderiaer entregue no referido logar ao seu
senhor, Domingos Antonio das heves, 00 nests
prega aoSr. Manoel Ignacio de Olivetra Laaa,
que recompensar com generoaidade. Oalro-
sim, protesta-se contra queme tiveracontado
A mulata Hermina, ilha de Mathil-
de, cabra, escrava do Sr. Dr. Buarque e
que ltimamente foi vendida pelo Sr.
Dr. Jos dos Santos Nunes de Oliveira,
ausentou-se no dia 27 do corrente da
casa do seu senhor, levando comsigo
uma cria de 5 mezes pouco mais oa me-
nos : pede-se pois as autoridades poli-
ciaes a sua apprehencao, e a qualquer
pessoa que a levar a ra da Cadeia Velha
n. 25, se gratificara'com generoaidade.
Da casa do abaixo assignado fuglo ao ala 13
do corrente um pieto escravo erioulo por
Raymundo, de iiade 30 annos, pooco mi
menos, com oa signaos seguales: bats,
do corpo, poucs barba, tem no dedo graads do
p esquerdo um defeito que forma asa sjaacko,
levou calca azul, camisa dsalgodio, carale, cha-
peo de bata preta, levando maia cassoigo atea
cavallo ruco gordo com cangalha, um par00 sec-
os, ums rede, e consta que fdra para basis So
engenho Prejeky, aonde tem mulber o alaos, a
Goianna aonde tem pareles ; oslo escravo alia-
ga que tem ido a mandado do sea seabor, asjao
tsl nio ha : quem o pegar levo so Paaaoio Fabu-
co, loja n. 11, de FirmiaeM Jnior.
Aviso.
Fogio no dia primeiro de Janeiro o preto Jobo,
creoulo, de estatura alta, cara bexigosa, lanlo
um sigoal como de queimadara ou caustica aa
peito esquerdo, e grandes callos nss asaos, pro-
venientes do servico de refinecao ; basa ceibo
cido, pelas frequenles fgidas qae tea fallo :
quem o pegar leve-o ra da Concordia a. 8,
refloacao, qae ser bem gratificado.
Attencao.
Fogio no da 19 de derembro ansa ambo
la de nome Tbeodora, escrava do Sr. Ge
Francisco de Oliveira, caja Icos slegada a
cisco Libaoio Golas, tendo 00 os gala isa s
estalara regular, bem apssssada, Modo ti
pouco mais ou menos, denles limados, o
sempre bem vestida : roga .so, pota, a
des policiaes e eapitiea de campo a
dita preta, poenSo manda-la eatl
Sania Isabel n. 11. Oatro
todo o vigor d
Deaap
preto de ai
ro cima t
seguintes: m.
qoeia eca sogafta : 1
qualquer Sr. ca^^^l
gencia pala o prender ser
/

-^


SABBADO 4 DE JANEIRO DJE 1862.
A.
, propor-
ima eepeciali-
istencia eu eslava bem looge de sus-
sr, a de medico dos ladrees.
XXI
Casa di sai*
Tie tentagoea da me faser homcepstha, mu
reflexionando coohecia que este recurso estn
ja meio gasto, pois que os homceoalhas, quasi
to numerosos como os seus antagonistas, fa-
ziim-se urna guara encarnigada, e os glbulos
istn j perdeodo o aeu prestigio. Nao me res-
tan, pois, outro recurso msis do que o suici-
dio, j eatsva deliberado sobre o genero de
morte, que maia me conunha, quaodo cbegou s
miaba* mos urna carta, onde me aonunciovam
que mili ha tia (de quera j me nio lembrava)
acaban de morrer, deixando-me umaherancade
50.000 traucos.
Peosei logo em comprar urna casa de aaude,
porque esta o meio (dizia eu com os meas bo-
tdes) de encontrar urna clieatella j adquirida ;
coas tal proposito paase a lr o Boleiim de An-
nunciot e procureiuraa pessoa, que, segundo
dina o peridico, ae incumba da veoda de varios
hospitaes para particulares. A s irle, que por
todaa as partea me faiia 'deparar com condiscpu-
los, poz-me deata vez em cootacto com um en-
ligo amigo-da escola de medicina, o Dr. Grin-
galel, que pela adversdade da fortuna se ra re-,
duzido a exercer o offlcio de agente de negocios
mdicos. O meu projecto pareceu-lbe mal.
Cada genero de molestias, me disse elle, esti
recbeado de casas de sau.de ; os loucos teem-as
s centenas, porm fra a do Dr. Blanche, es-
tabelecimento em# forma, que prospera porque
merece etpsperar e msis duas ou tres, as outras
nada valem absolutamente. Temos, alm disso,
bydropathia, a hydroludopathia e a hydrole-
rapia, que nao carecer de clientes, porm nao
te aconselho que te lancea na medicina aquatica,
poia anda que boje, est na moda, pode fazer
fiasco do melhor da.
Que te direi eu desses revendhdes de tizana,
que se arruioam por causa dos aoduocios e dos
que na quarta pagina dos peridicos se dispulam
com infeliz v jambo. Aqui onde me vs, tive
urna casa de saude, urna casa especialmente
consagrada s molestias nervosas, e auoicacou-
81 que consegu foi fazer desipperecer o que li-
aba. Aproveita-le, pees, da mioha experiencia
e nao malbarates totalmente os 50:000 francos que
tua tia t.deixou.
Porm que fazer? me dirs, que caminho hei
de seguir para chegar fortuna? A fortuna I
tambem eu a quiz alcaocar, e repara em quan-
to me deixou I E' verdade que bem pensado, eu
devo langar a culpa mim mesmo, por ter sido
parvo, por ter sido ingenuo e nio ter querido
conhecer a minha poca.
xm
As illuMlraget da mdicxna moderna.
Os grandes mdicos vito desapparecendo, ex-
clamou Gringalel; actualmente nao ha senio ho-
mens de ofilcio, negociantes, mercadores 6 nem
um artista.
Que feito da dioica original, repentina, com-
tnovedora, chela de candura e phantasia, do
Dr. Recamier ? Esla-me parecendo ve-lo enlrar
na enfermara do Holel-Dieu, com os olbos bai-
ios e a fronte inclinada, abysmado no infinito
da therapeutica ; de repente levanta a cabera,
dilatam-se-lhe as ventas e exclama com inspi-
rado tom : caqui cheira saburra I purguem-
se todos os da primeiraflla.
Inventor da purga de tleiras e da purga de
peloteo, la medicina lhe deve mais o cozimento
de cortick nova em alta doze e em alguns casos
graves oi p de escarabelbo moido. Alguns pr-
vulos espertas querem imita-lo. Oh I grande
mestre I Oh I Recamier 1 Vo missa como tu
ias ; cono tu, vo lando um devocionario ao
passar pelas galeras do Hotel-Dieu: o3osero
elles, pom, quem ho de inventar o animismo
nem a a assagem cadenciada, nem o rufar do
tambor explicado ao tratameoto da gastrite.
Assisli l clnica de Recamier; ouvi as lines de
BroussaisL o apostlo da irritago.; Broossais, o
grande Boussais nao admiltia ouira quaiidadede
molestia aeoSo essa ; para elle so i torca de estar
bom, chegava a adoecer o hornea) ; era preciso
cura-io de tanta saude debilitsndo-o, exteou-
aodo-o, auiquilando-o torga de sangras e re-
frescos. A sua therapeutica cootava apaas tres
remedios: as sangras,as sanguesugas e as tizaaas.
Broussa s foi o que, assisiiolo autopsia de
Cazimiro l'erier, e vendo no cerebro deste minis-
tro urna cicatriz que demoosirava ter escapado
antes de um derrame apopltico, exclamou :
este doe ite morreu curado.
Assisli i dioicas do bospital de S. Lulz, onde
Alibert, seguido por numerosos discpulos, pe-
roran dekaixo das arvores do jardim, empre-
gaodo todaa as flores de rethorica e da liogua-
gem para Hilarla sama da lepra, das herpes e
da tinha, das doenijas mais asquerosas que atlli-
gem a humaaidade.
Orfllla possuia tambem urna physionomia es-
pecial e anda que nao o comparo com os mes-
tres j citanos, especialmente com Recamier e
Broussais, era por flm um personagem que nao
se pode deixar de fallar d'elle. Descobriu a
arte de tazar elogios posthumos, para serem uli-
lisados em vida.
Publicoup fez repartir pelas casas um folheto
oode se eoumeravam tolos os donativos, que
IOLHETI1I
0 PAIZ DO JHEDO (1
A.
SOR
DE GONDRECOURT.
(Coslumes dos nmades.)
PREFACIO.
(Cootinuago.) *.,
Dissemos que o grande deserto, ou Sahara pro-
piamente dito, nao despovoado, como se po-
deria aupporl; pois que o percorrem os nmades
denominados Touareghs, cuja miaso especial
parece ser a de approximar o bomemdo hornera,
a raga branca da prela, aira vs dosareiaes, mon-
lanhaa calcinadas, ruinas seculares, emfim alra-
vs tofiaVMOTrores que ollerecem imaginago
assottada du viandante como que ama reuniao
de cousas, um lodo incapaz de descrever-se.
Dissemos mais que no pequeo deserto, ou Sa-
hara argelino, vivem centenas de rail almas re-
si lindo nos oasis e ksours, ou nmades em suas
leudas, todos separados de tribu em tribu por so-
liddes inmensas, onde o homem mais corajoso
apenas encela um caminho trata logo de abre-
via-lo : e repetimos gala a nossa colonia argelina
tem lomado proporcSi de um grande imperio
depois que, desde 1851 1857em que se deu a
cooquista da Kabylia e a annexaco definitiva das
tribus aabar^naes,o marechal Raodoo, gorer-
nador geral, compleou a obra do illustre duque
de laly, submettendo ao imposto fraucez os ra-
bes da provicia de Oran at Piging e Ouargla,
os da provincia da Argelia at oOued-M'zab, eos
da provincia de Coostantina ateo Oued-Souf;
assim como preveniodo, ou para melhor dizer es-
tabelecendo elagoes commerciaes, s quaes de-
vem em mui pouco tempo dar-nos o monopolio
das preciosasj transsccoes que mui perto denos,
e ate mesmo na nossa praga, azem estrangeiros
trafica o tea, cujas nacoea nao derramaram urna s
gotta de sangw ou de suor em favor da coaquis-
ta e dvilisac daquellae poros.
dir-una-no. Como possivel
tageaa notaveis de um commercio
selvagensvae bem que submelti-
nda niojpvilisados ?
brahumsoas que os nossos solda-
deserto argelino, nos paites
do sol e do medo, fieram
nos campos de batalha
e .verdadeiro
> julga-
regio,
dura
reciso
tra-
Mas o qui
que se tire i
qualquer co
doo^HH
As adgas
dos affrantar.
da sed ti,
daqueiles
europeus.
prove!
mos J
onde
seis,
expor
O Yide
aciment se collo-
Aos alumnos de medicina
Fuadei este museu ao anuo de 1845,
em beneficio des vossos estudos, e
sem oulra mira mi isdo que ser-vos til.
Orfilla.
E desta forma urna jraode porco de exigen-
cias e legados pos s cademias e legados pos
s academias de Patis i das provincias.
esla maneira ia i phitiatrophia pela* posta
interna am procura le applausus pelas casas,
sem outra despeza que a de ama eslampilhi, que
nao (rende.
Percorramos juntos por um momento a lista
das celebridades medirs e vers como as indi-
vidualidades vo desa| parecendo de dia para dia
E' verdade que pos mimos lir. Msgeodie que
exerce a alta medicina, queimando pcmches ; as
suas tiriieccdes su urna mui bonita invengo e
seno que o digam oa MO 600 caes que vivisec-
ca por acaso Mr. ftfafp ndie ; isto, porm, bem
visto nao urna or ;inalidade mui conmove-
dora.
Citaremos Ur. Trous eau, de quem duraote al-
gum lempo serviu para fixir a alteoco do publi-
co a sua parelha de i oneys, e que tambem por
alguas instantes se me leu poltico, preteocao
que foi bem funesta (ara tantos dus nossos pra-
ticos.
Nao esteve Mr. Troi sseau i frente de urna fa-
brica de velas? Eis-a i um litlo para chamar a
aiteo;o da posteridad > I
Que diremos de Mr. Rayer, membro do insti-
tuto ? Apenas que s< eslorca por repreaentar o
papel de Garlos V em fuste, querendo psssar por
homem j gtsto e fa igado que quer abdicar a
sua clientela I Verdal e que nao faltan) ms
liogaas que dizem que elle faz isto para lhe pa-
garem mais caras as suas visitas.
E que Ctiomel seno urna gloria fossil, um
egosta medico ? Prero Velpeau, porque este
avarento, mas nao o dipsimula. Velpeiu nao abre
o bislurilpor menos de mil francos; para uso faz a
respectiva advertencia,! se nao coovem s partes
inleressadas estas conniQoes, guarda o bisiunl,
mette a carteira no bolso e sae pela porta fra,
e quem quizer quo Ihelaga a opera(o, isto suc-
cede todas ajs pessoas : cada corle do seu bis-
tur vale um bilhete de! mil francos ou dous bi-
Ihetes V'quiQheoto3 ; prego tixo.
A'Rouilrand tambem nao falta graca, as des-
venturas polticas no te npo de Luiz.Felippe nao
o fizeram perder o rnn o da medicina e conserva
urna creaca, urna theor a, ama f ; acredita as
sangras e oas saaguesuigas, mas tambem s as
sanguesugas e as sangfias ; se tu crs na me-
tempsicose podes dize que viste o doutor san-
grado.
Vidal de Casis um homem de ferro que sa-
be acbar tompo para pscrever obras que tem
umi existencia duradoura ; ao mesmo tempo sus-
tenta urna das consultas mais concorridas de Pa-
ria. Vidal de Cassis o companheiro de Ricord
no hospital do meio dia, e ambos dividem o cam-
po da sciencia. Os alunnos tem mais sympa-
thia por Vidal, porm os crticos dos arredores
da escola de medicina dizem que lhe apraz ex-
traordinariamente o ir pela volta do meio dia
caga dos tordos.
Ricord prosegue adquiriodo grande populari-
dade. Vae aua casa na hora da consulta e en-
contrars gente esperando oas cacadas, chegan-
do a ser oecessario por um empregado para mi-
nistrar cada um dos doeotes o numero que lhe
corresponde para ser admittido.
Na casa de Ricord, como em certos thealroi e
oos caminhos de ferro, halum lugar proprio para
senhoras e outro para bomeos. As carruageos
pram entrada da ra Tournoa, porque os que
vo casa delle nao querem que se saiba. Elle
mesmo faz muilas visitas guardando o incgnito,
e para casos tses toma urna carruagem d'sluguelj!
dia chegar em que Ricord teta de se disfargar
com um nariz postigo.
Nao dexa por isso de ter a clieatella a mais
variada, a mais vaporosa, a mais linda, e at s
vezes a mais grave e sizud, porque todos al-
cangam os rigores de Citheres. Ricord tem faci-
lidade de se exprimir, brioso, aromtico, e 1U
oalmenle tem todas as qualidades que se neceasi-
tam na sua profisso: fez um oome na sciencia ;
populare os enfermos e-timam-o de veras. Ri-
cord urna insiiiuicao paruieose, que com diffl-
culdade poder aer substituido.
Actualmente es mdicos contentara se em ser
scepticos, qois o athesmo jS nao est na moda,
pelo contrario a devogo est muito bem coocei-
tuada na faculdade. O celebre Dr. Recamier ou-
via missa todos os dase acompanhava as procis-
sdes quando as havia. Isto cootribue muito pa-
ra formar urna boa reputigo em certos circuios,
e adquirir a clientela dos devotos, que a melhor
de todas. O exemplo de Recamier seguido por
muitos mdicos, e na frente da lista appareceo
oome do Dr. Barthez. E' um nome aioda novo,
mas que ha de abrir caminho pelas sachristias.
A medicina uliramootaoa est mais que nuocs
em voga, eoo deve causar admracq. se virmos
alguns mdicos comegarem a prescreveraos seus
doenles peregrinarles & Tounires ou Notia
Senhora de la Sallete.
Ah amigo 1 Vivemos em jama poca em que
preciso deixar de ter escrpulos, e ser alguma
cousa charlalao para chegar gloria, pois que a
competencia mui grande I...
Nao murmuremos comtudo do charlatanismo,
que se to aotlgo como o mundo, tambem sem-
pre joven como elle.
zendo-se quaodo muito d'ali a recordagao de urna
ombria poesa, e o firme proposito de l nao
rollar.
Todava oo ha feira oos pequeos lugares da
Franga que seja mais frequentada do que as do
sul, e quasi que nao ha pomar na Normandia on-
de se nao veja urna palmeira de Fougourt, de
Souf, ou de Ouargla.
Einprohendeodo o romance, que se vae lr,
quizemos fazer ama obra que fosso mais til do
que outra cousa : procuramos demonstrar a im-
portancia dos resultados futuros da coaquista, e
pois permitta-se-ooseolrar em algumas particu-
laridades destinadas a esclarecer urna questo
al hoje envolvida as trevas peta maior parte.
Sim ; foi na Argelia que se formaram esses ge-
neraos, offlciaes e rudes soldados, que com urna
coragem irresistivel apoiaram a poltica do nosso
imperador. Foi oas montanhas da Katarlia, as
immensas planicies do deserto, que o nosso exer
cito aprendeu as virtudes essenciacsi nobre pro-
fisso daa armas. O ardor e a "prudencia ja resig-
nagae, a teoacidade, a paciencia, emfim a arte de
saber soffrer que cooduz victoria,eis no pon -
to de vista puramente militar o fructo das nossas
arriscadas expediges na Argelia.
Grabas ao deseovolvlmerrto dado A essa excel-
leote escola de guerra, as nossas tropas entra-
ram as grandes lutasdestes ltimos lempos com
tal experiencia, que as collocou ao nivel das an-
tigs phalanges cem vezes coroadas pela victo-
ria ; e m a Franga readquiriu a sua poslgao
testa das nages, se s sua influencia desenvolvi-
da al o prestigio pesa hoje tanto na balanca eu-
ropea, oo pode esquecer sem agratido que de-
ve esss gloriosa ressurreigao do sen passsdo oo
s ao soberano que a governa, como tambem i
frica, onde os soldados que a servem aprende-
rn) bem servir.
Quanto ao aspecto potico do nosso imperio ar-
glioo ha muito que apreciado; mas nao o
foi aioda taolo quanto merece. Os escriptores e
pintores nunca penetraran as regies, que o
nosso romance vae explora*;">ois banca passa-
ram do Tell, e mi_pouco eotraram pelo paiz do
\ de-
virtu-
is de
nao te
porem,
t sempre
Bina elec-
hie medi-
Pois bem,
cou o seu
kcidio a fa-
jases syste-
t, nem tem
ros da classe
ias actas.
ccesso seoo
sul. Ora o-sul o Sabara, isto o
da a poesia : ati que o olho e o
bergo de to-
p nsamento se
is quaea om
alada sob a
abysmam na cootemplago dos cspl icdores, me-
lancholias e asjraVilhas da trra, '
certos lugaretMnrecem estremece)
maldigo do so Creador.
Passemos afora a expor a razo porque oos de
vemos gloriar de ter aberto o caminho de Argel
ao Soudan por entre as populagoes laharenses, e
o que ganhou o nosso commercio f ancez em ser
da sede e do
transportado para alm dos paizes
medo.
Ak Vi ^
O que Iibui dizer em relago f importancia
do commerdUa frica central, os Inglezas o
aabem ha muito tempo, porque possuem o mo-
nopolio desee commercio, que se [esforcam em
desenvolver por lodos os meios emi seu provello.
Os productos ioglezes penetram na Scwdsn por
Gui. Senegambia, arrocos, Trpoli e Egypto,
isto por cinco direcges obliquasjem relago s
" cidados argelinas, direcgesj que obrigam
de larde iris rae s%l a.
urgeotissimo. A'a tres na ra]
irs dissr que me procaram p
menos urgente i isseisjaoto o
tre, e s sete em ponto cht_
pedir que v quanto aoles i casa ,
Broovitle; para ires dar esle recado
br.
Bate systema lave tambem .,
baixo do ponto de vista hygea:
de delle pode a gente livrar-s
todo o genero.
Tudo isso velho, me di._.
impugosrei a tua opiniio : que^
a sua aotigudade ae continua pffl
o mesmo effeito?
Se teos altas influencias, repara .bem que ho
de ser muito altas, aconselbo-te que asaprovei-
tes para te fazerem medico da guarda nacional.
pois que, ainda que negocio pocn-fngragado,
em troca tens a seguraoga de que aj Hn decer-
to tempo le ho de dar a fila encamada, que te
prometiera elevar immediatamenielf5 francos o
prego das luis visitas.
XXIII
A faculdade.
A respeito da faculdsde, continan Gringalel,
oo ha oecessidade de fallar delta. E' um corpo
sem alms, urna iostituigo cireomida, cujas ca-
deiras sao oceupadas por professores em Vau-
causson, reunan de automaios qjH Km a boc-
ea sem ter cooscienca do que da
Nunca o campo da medicina a9 Mo cultiva-
do, to excavado, to revolvido, coaro se v ac-
tualmente ; todos os dias apparece- am systema
novo; j temos a medicina phyarotbfcca, a me-
dicina chimicj, a medicina natural, i medicinj
racional, a medicina elecirica, a memeida aqua-
tica, a medicina homceopathica, aidiciname-
Ihodica. a medicina dynamica, ai
tro-physico-chymica e oulra ni.
cias que seria prolixo enumei
afora a homojpathica- sobre q
despreso e silencio, anda nao
culdade pro nem contra oeuhu
mas; nem tem opinio, nem do
symbolo ; de maneira que os m
e da faculdade limitam-se a 1er
Alem disso faculdade nao _
por aoliguidade e depois d'algrzoJfcaosd'oppo-
sigoes. Se tens algam talento escasa9 de te apre-
sentar estas, porque com certezKnada conse-
XXIV
A academia de medicin.
Confesso que a academia uo delta de ter seus
attractivos ; verdade que nao vale tanto como
o instituto; falta, porem, deste pode muito
bem a geole cootentar-se com ella.
A academia de mediciua tem d'agradavel o di-
reito queda de fazer uso da casaca bordada, tri-
cornio e espadim ; nntageas que toda a Rente
procura com afn, no paiz de mais talento de todo
o universo, so accreditarmos o que elle mesmo
diz.
J se v, pode a gente por nos seus bilhetes
membro da academia de medicina, e elevar a
dez trancos o prego das suas visitas, nao deixan-
do tambem por isso de as fazer cinco, o que
sena um acto da maior imprudencia.
Os aspuautes sao muitos, como se pode verifi-
car, e logo que a fera parca corta o fio dos das
de um acadmico, apresentam-se centenares de
candidatos. Ali, como em todas as partes, o can-
didato rico, o que sabe adular, o que oo tem
talento, pode estar quasi certo de vender o can-
didato pobre, independente, que tem talento e
que precisa dos prenles.
J vez, pois. que a medicina urna carreira
ingrata, cheia de obstculos e difflculdades.
Sabes o que eu faria em tea lugar?
Que fazias eoto?
Reauaciava 4 ella.
E depois ?
Eu l'o direi.
XXV
Theoria medica de Gringalel.
s.TmT *e,rae ler-te lu ti, tua expeliente tia,
deixado 50:000 francos ?
Pouco mais ou menos.
O dinheiro o re do mundo ; eu, qo leu
lugar. aprov"oila-m doaa* quautia para me
langar atrevidamente na iudustna medica.,,
Organi8a. por exemplo, urna empreza de con-
tultas gratuitas; institue um arrobe, ou fuoda
urna pasta peitoral. Com fundos tudo possivel.
O codex, esse abeogosdo codex, urna mina
ioexgotavel d'inveoges lucrativas, que se dis-
fsrgam immediatamente com os festesdo rotulo,
com a forma mais ou menos exquisita do frasco.
Actualmeato com dinheiro obleera-se annuncios,
e com annuncios arma-se aos lolos, aos nescios
e aos vadlos, isto maioria das pessoas que
se oceupam era existir sobre este nfimo planeta
chamado Ierra.
Elxires, xaropes, grangeias, biscoutos, pilu-
las. pastilhas, fculas e misturas, tudo isso en-
gole o publico com pasmosa habilidade.
Tambem se pode fundar urna grande pharma-
ca synthetica, oode ae cenlralisem lodos esses
diversos productos: isso. porem, seria gigantes-
co ; nao vtssemos to alto.
Eu dividira o meu capital em quatro parles
eguaes, distribuiodo-as do aeguiote molo :
Consagrara urna quarta parte psri tomar ac-
goes em urna casa de coneultas gratuitas. Char-
les-Albert cbegou a ser urna necessidade. Char-
les-Albert vender-se-ha sempre.
Poria outra quarta parle em um arrobe.
que
que

as caravanas a tomarem longoa rodeios, de
estamos Iivres, gragas s estradas publicas
possuimos.
Para chegarem ao flm, que se propozeram,
elles empregaram tempo, perseveraoga e alguns
capiiaes, trplice emprego que no seu carcter
aventureiro emprehenderam sem hesitar, e com
feliz successo. Para nao estsrmos accumulaodo
ciiages, limilar-nos-hemos a fallar das opera-
goes dos uegociaotes ioglezes estabelecidos em
Trpoli.
O essencial para esses negociantes era achar
borannheiros que ae eocarregassem de espaihar
as suas merfadoriss, e pois recorreram aos Toua-
reghs traficantes de R'damet. i quem chamaram
logo si, abriodo-lhes crditos com toda a lita-
ralidade.
Com edelto, os Ioglezes fizeram sdiantamentos
aquelles mercadores na coovicgo de que o in-
leresse os traria sempre elles ligados, e assim
foi; a maior par dos mercadores de R'damei
estabeletsecam correspondentes junto aos escrip-
torios infriase* deTripoli. v
< A Inglaterra, lemos 'um loteressante ms>-
nuscripto delsmail Boudrbah, nao s achqaex-
traegao para os seus productos, como taflK
adeptos qne a fazem pajear entre os pon
frica como a nvgo mais poderosa, e nica amT
ga dos musulmanas.
Pois nos nio teamos A meio de chicar ao
mesmo resultado, e com mais facilidade aioda,
quando podemos dispor directamente, de popula-
goesi nteingenles, como oa Chambas, os habitan-
tes de Souf, de Oued-PPrir, e outros, que aervin-
do-nos de intermedanos no grande deserto, por
isso que se acharo, subraelidoa, pacificados e pa-
gaodo-noslmsaaeMB, tornir-se-hiam de mais
mais pelo ranees, coaio muilo na-
tural, oossos m aigog e assocUdos?
Por intermedio dalles pm tfiamqajelaciooar-nos
com os Touareghs, que fl sWrahidos Ar-
gel sob ogoveroo do marechal Randoo.-e de se-
melhantes relagoes resullariam para os nossos
negociantes, mediante ama reotade firme, e pe-
queos adiantamentoa de fundos, lucros reaeed*
30 40 por cento.
Apenaa apparecerem na frica central o cos-
aos productos, e forem ali apreciados, os trafi-
caoles de R'dames, de R'at e de Touat, por onde
passam as mercadfcdas de Soudao, viro loa ter
comnosco para atrofiar caminho, e de nossa tar-
te procurando encunar as distancias, que Sao
anda um pouco extensas, podrosnos eslabelacer
esenptorios commercises em Lsghouat no M'sab
e em Ouargla, iato entre nos mesmos.
Resta enumerar os diversos productos que o
Soudan trocara pela nossos, e que hoje pasaam
para o commercio Mglei. Esses productos lo :
marflm de muito valor, panaas de abestruz, uro
em p e joias, paonos dsl nho largos, estreitos,
listrsdos. que se vender muito caro em Barro-
cos, em Tuuia e no Tell; pella a bu {alo* de
paoihraa, estfos de algodo, sndalo* patito
procurados pelas seahors#a do Tell I dos es-
tados barbarescos ; bufalaaHMK, caroeiros
j las dt bode muito aaaaJHiTMI fe, coa que
jie, que anua procurando aceto*
i um lucro de 6 ou 8 por cento.
arta parte aeria applieada para as-
Wff-iv < qualqaer pharmacia hygenica ou
elctrica.
Da trea em tres mezea irla receber os meus di-
videndos, e o resto- do tempo o empregaria em
paaaeiar por essas ras de beogala oa mo, tazan-
do entoar bem sito o meu titulo de medico, co-
meado bem, bebeudo melhor e tratando-me
como um re, em quioto os meus escravoe Ira*
balhassem para o seu senhor e dooo do dnheiao.
XXVI
O verbo consultar.
Renunciei, poi%. ao exercico ordinario da me-
dicina, psra o qual confesso me oo seotia com
vocagao alguma. Urna daa couias qae mais me
repugnavam era a rnenim, que muitas vezes
se reduz isso, qae se corfveio dar oome de
conferencia.
Seobor, diz aoseu facultativo una familia
desolada ; vemos nosso lo mui gravemente doen-
te, e, oo se ofrenda V. S., julgamoa que deve
fazer-se-lhe urna conferencia.
la mesmo agora lembra-la, responde o fa-
cultativo, e fleo muito aatisfeito por ter sido leo-
brad* esta idea pela familia ; agora oo se deve
perder tempo, quaodo quizerem...
Teoha V. S. a boadade de nos deslgoar tres
des seus collegas, cujas luzes o possam auxiliar
oeste caso.
O facultativo iodica tres amigos seus. J os
temos reunidos em um gabinete aparte, em quan-
to a familia espera com anciedade aresolugo do
congresso.
Abre-se a sesso.
Primeiro facultativoCom que eoto, segan-
do a opinio de V. S. a molestia do doeote urna
pblhyca ?
O asiisitnteNo segundo grao.
Segundo facultativoVos nesse caso bem
sabida a marcha que ha a seguir.
Terceiro facultativo Urna viagem aos Pyrl-
oeos oa llalla.
O atsistenteIaso j eu tinha lembrado.
Primeiro facultativoNida mais temos que
dizer. E que se diz por ah de novo?
Segundo facultativo Hoja oo se recebeu te-
legranima da Crimea.
Terctwo facultativoJ sabem que nos delxa
4 Lruve? Ser verdade estar conlratada para
aPrussla?
Primeiro facultativoNao, para os Esladoa
Unidos.
Segundo facultativoOuvi dizer qae se casa
com um rapaz millioosrio.
O auittenteMeas seahores, faz-se tarde ;
vamos participar familia o resultado da nossa
confereocia.
A' dous luizes por cabega, vem a aer dazeotos
francos o qae cuss k familia a consulta.
A's vezes os proa/los pareles escolhem os fa-
cultativos sua srootade; commettem, porem,
urna falta grave. Quasi sempre os que sssim se
reuoeru esto a matar-se uns aos outros, de ma-
neira que ira possivel polos d'accordo em cousa
alguma: basta que um falle da doeoga dos pul-
raes, para o outro su atontar que urna affecgo
do corago; se um opina pelos tnicos, o outro
insiste pelos debilitantes, e a familia tem a con-
solagao de escolher entre os quatro tratamentos
qne lhe sao propostos.
XXVII.
4r/e de nao exercer a medicina, tirana 25,000
francoe de renda.
Segu os conselbos de Gringalel, e oo me tem
ido mal; aqui tem os laitores um homem que
se acha frente de quatro ou cinco emprezaa me-
dico-industnaes que marcham prsperamente.
A minha fortuna tem-se arredondado, e tenho
por isso podido melter-me em outras especula-
ges. Accionista d um dos principaes peridi-
cos de Pars, deram-me por isso a coodecorago
da Legio de Honra no lempo de Luiz Felippe,
e entrarei na academia de medicina no primeiro
da que me der vonlade disso, porque bem sa-
bido que as honras vo sempre aps da fortuna.
Promelti esse pobre Gringalel contempla-lo
na primeira operago que fuer, porque alguma
cousa merece o inreotor da arte d'obter 25:000
franco annuaes da medicina sem a exercer.
[Diario Mercantil, do Porto.]
Carlos de S (romance con lempo raneo)
B. Werueck U A.e Vasconcellos,
Dizia V. Exc. que era essa ums fantasa,
sobre......?
Pois j nao Ih'o disse duas vezes ? I
Ah I sim, sobre o Ernani.
--- Valna-me'Deus. Sr. Carlos de S. por soa-
so jase esquecria da sua opera favorita, a'a-
quelia opera que o enihusiasmou at ao delirio -
do Trovador ?
Peraoe-me V. Exc que....
Como est to abstrato I desconhego-o
completamente, nunca o vi assim ; dira al que
algum mu successo o aguardo* boje.
Minha senhora, se soubesie quanto tenho
soflrido esta noiie I.....certos preseotimeutos
concebe s vezes a creatura humana, que, torna-
os reslidade, atirariam com ella psra o tmu-
lo, por mais forte que fosse o seu espirito.
E poder-rce-ha dizer, disse D. Eugenia,
quaes sao esses presentimentos que o levsm
lo extrema tristeza, em um dia de baile como
o de boje ?
,E um dia de baile I disso Cailos com
semblante de dr, justameote em um da
de festa, quaodo ludo que gyra & Tolla de mim
oa Touareghs fazem suas leudas, pratoa, colhe-
res, e outros uteosis do madeira ; milho grado e
mido, sorgho e arrox; resina odorfera, urna es-
pecie debenjoim [bekhour,] ail e gomma ; ar-
mas como langas, dardos, punhaes e broqueis,
teitos de pelles de veado de diversas especies :
macacos de cauda comprids, e papagaios. (1)
Como se v, semelhante commercio nao para
desprezar-se, mormente se se considerar que os
oossos productos, tambem muito variados, se-
riam ali absorvidos com facilidade ; e que as tri-
bus iojermediarias ae abasieceam mesmo em
caminho com as nossos caravanas, quando nao
viessem abastecer-ae em nossos mercadoa do Sa-
bara argelino. Ora, essas tribus, eomo dissemos,
esto habituadas aoa caminhos e estradas ingle-
zas, e s destruiramos esse habito forca de pa-
ciencia, e tratando com firmeza e f de urna ques-
to, que tempo de resolver favor dos nossos
patricios.
A conquista das regidos saharenaea al o Oued-
Souf, Ouargla e Figlog, e a pacifleago absolu-
ta dis tribus que as habitara, produziram dous
resultados de moi grande importancia :
Io. Firmaram inabalavelmente o aosso domi-
nio no Tell, e deste modo toruaram de nenhum
poder essas ligas que se formavam no centro do
sul voz de chertfes ambiciosos, e se reforga-
vam camiohando para o norte com partidarios
attrahidos pelo faoartaaao, terror ou esperaoga
de saque*, vindo finalmente a rebeniar como fu-
racea sobre nossas tribus alliadas, e al mesmo
junto de noaaas possessdes.sem cessar perturba-
das por asatltos e refregas.
2*Abirram-nos em liaba recta a derrota de
Soudan, de Tin-Boktou. do Niger, e daa zo-
nas aioda oo exploradas at bem pouco lampo.
Descortinaram-aos os mysteriosos segredos do
Sabara ; deram-noe a aaber que o grande deser-
to, apeaar da ana monotona, aridez e dunas gi-
gantescas, apezar do aeu mar de areia, lagos
cheio* de. lodo, montanhas phantasticas, aeixos
oxydados (21, torrentes impetuosas, raros oaais,
finalmente apezar do sea cu, do qual parece ca-
li iitranstavel pois habitado, e
errivel como o piolam os poetaa que
delle muito tem fallado, mas que nunca o vi-
rara.
Muitas i zes beata cavar se um buraco pouco
profundo Blos percorridoa pelaa carava-
nas, part Kge logo urna dessas footes que
as torren! m pelo invern oas entranhas
da Ierra, quando ato absorvdas pelas vidas du-
nas. Muilas veza* basta chover algumas hora!'
Par*^^H UU!* ubf"m como por encanto
----------asare brinca a corga.e on-
rtaplra vida i
meu* present
assim ?.... sei
Jaaus, Sr.
com o en modo
observar, pruden
Demaia a tenho eu tido, para ha muito nio
afastar o eatis dol que todos s dias me rogj
pelos labios, e Rrecido por......quem, meu
Deas I
Bom, disse D. Eugenis, abriado o leqae,
voltamos eomo hootem s saspeltas.
Gomo hootem, cerno amanha, ecomo sem-
pre, oo poder aer outro o mea vtver, at que
um dia a realidad*, com toda a sua hediondez,
ae mostr ante meas olhos.
Se issm fosse, sempre quereris saber o
qae taris depois.
Nao me perguote V. Exc. o qae ea faria de-
pois, porque oo saberei respooder-lhe.
Pois oo se conhece ?
Coaheco, sim, mas em casos Ises, s s
Providencia aaberia do meu destino.
Sabe urna coma, Sr. Carlos, que come-
gam a abhorrecer-me as suas deacoofiangas.
Tem razo, mo ha senhora, tem raio....
observam-oos......reliro-me, deixo-a em plena
liberdade.
Carloa levaolou-se da cadera em qu* |dn-
lra, qaando D. Eugenia reteado-o pelo frico,
lhe perguntou com meiguice :
Pica mal comigo
Nao, nao fleo ; ae ha arguigdes, se ha cul-
paa s sobre mim que ellas devem recahir.
Porque ? explique-ae.
Por lhe haver dado um amor puro e santo
como esse que lhe tribute!, recebendo agora
troco de mil sacdeos, os seus desdos I
Todos os horneas fallam de seas sacrificios
mulher que dizem amar, e no seu muito egos-
mo, nao consentem que ellas es taesma tambem.
O que acaba de dizer-me, a recompensa dos
meus ; a mulher, digo eu. sempre a anartyr I
E D. Eugenia para melhor convencer Carlos
do aeu amor innocente, deixou ver nos seus
olhos duas lagrimas, que correram ao loogo de
suaa faces, quaes duas perolas de orvalho, aobre
ptalas de rosa.
Eugenia I Eugenia I ter-me-heio casal ea-
garvado ?
Silencio, senhor; scabou a quadrilha, vol-
tam sala, d-me o seu braco.
O par atravessa os saldes, quando am mance-
bo chegaodo-se elle, disse D. Eugenia :
E' esta a nossa polka, mlohs senhora, e vi-
rando-se para Cario aecrescentou o cavalheiro
desculpa ?
Ha de desculpar, disse Eugenia por seu
turno.
Sim, replieou Carlos em voz baixi, v dan-
car essa polka, nao se rejeita o par, quando por
ello se ioteressa o corago.
Que disse esse homem ? perguntou o man-
cebo D. Eugenia.
Eu se c, respondeu ella, toda a noite
me tem fallado do seu amor e nao sei de que
nuil.
Conhece-o?
No....psrece-me que o pobre rapaz pade-
ce dojuizo.
Nao sei, mas julgo que V. Etc. coohe-
ce-o.
Sr. Jorge I disse D. Eugenia carregando
oas palavras.
Pela intimidado com que ha pouco pareca
fallar-lhe....
Se lhe digo que o nao conhego 1
Bastalornou-liie Jorge.
A msica comega a danga, e Carlos de S seo-
lado n'uma cadeira ao canto de urna sala, dizia
meia voz:
Oh 1 oo me tinha engaado I....os meus
presentimeotos....ai mulherea 1
II
Conhece, Sr. Luiz da Cuaba, aquello rapaz
que alli est seotado ?
Perfeitameote.
Desejava aaber quem elle era pela sua ex-
centricidade ao viole anuos, que o muito qae
pode ter.
Admiro, Sr. Silva, nao o oohecer V. Exc,
seodo elle filho de um amigo seu, de Constancio
de S.
Ignoran; julgue-o filho de algum millio-
nario, pea iodiffereoga com que olha para a ao-
ctedade : queoecupago tem elle ?
E' empregado em ama casa commerclal, e
pelo qae ouvi dizer, est apaixoaado pela fllha
do Estado da Fonseca.
D'aquella menina que acabou de tocar?
Exactamente.
Pobre moco, que porta foi bal er I Ripa-
rigs das que formaram n'oulro tempo o melhor
da sociedade portueose, e que apezar de cahida
hoje dessa grandeza de outr'ora, conserva aioda
o orgulbo de melhorea dias. Se a paixo ver-
dadera, est irremediavelmente perdido.
Porque ? nao ella menina bem edu-
cada ?
Ta, la, ta, meu amigo, meninas creadas
para salo, jmaia podem ser boas donas de
casadas o velho Silva tomando urna farta
pitada, maa aioda nio por esse lado que eu fal-
lo ; D. Eogenia nio duvid entregar a aua mo
ao primeiro homem que apparecer, com tanto que
ella saiba que lenha rendaa para a poder apr-
senlas Carlos nunca ser esposo de D. Eugenia,
menos que ella aaiba que elle descobriu algu-
ma mina oa Ciliforoia.
Logo, disse Luiz
sensivel, ......?
da Cunha,
*
a aua corda
O oiro, respondeu o Sr. Silva.
Jalga-a portanto urna Marco.
Nao; julgo-a o que ella urna vaidosa-
ae ac
a-lodS Mu a
_____
tsU
comas
habita]
entre
Soudan co
da venda ae escravos,
em grande escala pelos
S ao mercado de R'at,
,eghe, oa traficantes de escravos do
zem annualmente de trea quatro
mil oegroa e negras que veodem de 250 300
francos esda um, quaoJo alio caro*, a dt 100* i
150francos,prego commum.
(j Bsaee aeixos espalhados em lodo o deaerlo,
e em grande quautidad* alo oiydo de ferro.
de paslam immeosos rebaohes: um s aooo cha-
voso basta para cobrir de ama liada vegetago, e
por espago de tres annos, aquelles paizes despi-
dos e desolsdos em tempo de grande secca.
Todt conhecem as magnificas obras execula-
das eai 1S57 e 1858 pelo general Deaveaux na
prKTlfl!r* "e Gonlantina. As escavagoes feitas
sob a dlrecgo do general deram vida essas
populagoes exanges, qae nos abeogoaram como
deuses bemfazejos. Foi assim que a civilisagao,
parundo do lar fraocez, marcou os seus primei-
ro s pasaos no deserto, cujo aspecto e naturaza j
ella modificou em certos lugares.
Na memoria dirigida pelo referido general
commandaote da aubdiviso de Betua, S. Exe.
o marechal Randon, goveroador geni, l-ae'o
seguate:
Reunindo-se as aguas das fontes artesiana
faoceae, obteriamoa um volume quasi egual ao
Rhumel, (no da frica que desagua ne mediter-
rneo entre Djldjeily e o cabo Boujaronoe/ e ia-
to somente em Coostantina. Eis por eonseguio-
te um refrigerio para as regis calidas da Arge-
lia, para essas solidos onde do tanto Meco ao
maia pequeo lago. -
Julgue-se a importancia do beneficio, pela ex-
preaaao do recoohecimeoto daa populagoes ra-
bes, entre as quaes a nossa civiliaaco operou
Irabalhos, qae aoa olhos offuscados dos indge-
nas teem o valor de prodigios. O poco d'El-K-
sour, que tioham renunciado os foreiroa (fl'tai-
sim) rabes produz hoje 3,336 litros por miouto,
e chamado fonle da prosperidade ; o d Sidi~
Slxman produz 4,000 litros por miouto. e cha-
mam a fonle da vida ; e o de Bran, fonM
memoria, produz 2,000 litros por miouto.
Bastara estas citages, que alias poderiamoa
ampliar muito, para ficar claramente omonsiW
do qo o deaerlo pertence-uos ; forgamoa ta
suas portas seculares, e oo ha povo que tenbt
o direito de pdr em duvida a nossa soberana
ali, onde queremos reinar pela justiga, sabedo-
na|e beneceocia, depois de o possuirmos pela
conquista em oome da humanidad*.
Foi preciso derramar muito singue para coo-
qulstar lio vasto territorio ? Nio. As expedi-
rles do sal, e em todo o Sabara argelino, forra
dirigidas com bastante melhodo e vigor ; e ol
nossos golpes ersm certeiros, por isso que a c*4
beca e a mi, que oa meditara e oa execetara.1
tinha egual experiencia das coasas e dos ho-
rneas, que ae tentava aobmetter i nossa lei.
Terminaremos esta noticia com ama breve ex-
potteio dos acootecimentoa polticos, que do an-
uo de 1858 para e agitaram o Sahara argelino
e curta aoalyae daa operages militare* que aba-
faram as ultimas re*4tas, fazendo nlernar-se
assim maia de cem legajo* para o suido grande
deaerlo a nosaa influaaave e ozerania.
At o aneo de 1851, os oossos dominios nao
pauavam doa declives orientaos do Atlas : o Sa-
hara apeoas era percebldo doa nossos postos
mais avang.dos. isto Seb*
Boghar, Bougada, e Biskra :
haviam percorrtdo em
metldioN^ell, mi
Salda, Tiaret,
las columnas
exea a pan
:*oger os no-
moralizador da
nalmente, qut
palavras: Sllv
tfrfh. eoo,r<5 amigo Leiz da Caoba,
h*.'>r<,,d<> aojogoos ltimos rean, era ana)
no dia seguiute deveria prover sua familia. .
III
Todas estas sceoat que o leitoraeaba dsero-
senciar, passanm-se oa casa e no baile do fcero-
RezadeS. Gil ; poroccaiiio doa aneja do ana
uoica filba, herdeira de urna groase aoa bu.
A barooeza de S. Gil era ama dama So-
reacera no Ump do Sr. D. Joio Vi ^^
de eoUotttootaf os seas quasi smsoafi
reuna oabj|p\|Oe, sempre qne polU, iWT
sociedadt-dji^aease ; e visto qee precise dacoc
tudo, oSoaerecussvaao cavalheiro qee a eavl-
dasse, para aa claasicas coatradaneoa fcaowo-
zas.
A barooeza, era em tudo uraasokora de cor-
te : juntando sua amabilidade o sabor enlreler
sempre a sociedade que reuna s ooitos ;
esse o motivo porque um con rile oto, ora
bido portodoa, com mui especial agrado.
A fllha, a Sra. D. Leoaor, leodo eo va vado
aos viole e cinco annos, nunca mala peona os
passar asegundas nupcias, apezar do aer aeoat
requestada ; reolvendo-se esU digna ssohsrs.
a viver nicamente para se. filho.
D. Leooor era em tudo. o retrato Tiro
me, a barooeza de S. Gil.
IV
Comega a eofastiar-me esta vida ;
diaa a mesma cousa I dizia D. Eugenia" eo
creada grave, na occasio em qae eeu s aiodoro
- deapir. -
Eaio nio foi iels osla ooole? pernoto a
Mana com intengo.
Feliz 1 como sempro, miaba rico ; .
gas tu que a mioha felieidaie est ao
ment de am baile? no galaateio de urna
versagao? no voltear de urna vals, oa Boay-
narmonioios da msica? engaas-te, Mario, ea>
ganas-te completamente. S me julgorei Mkx
quando poasa olhar com desprozo pora eooi
pessoas. que hoje folgam com aa fitilidadee o
minha familia.
E para iiso, s um bom casamento, replico*,
a criada. '
Sim, s um bom casamento.
Menos com Carlos de S.
Com Carloa de S I disse D. Eageola rindo,
ora com Carlos de S, sempre julgeei que o*lro
coocei to fizesses de mim ; penses te qae eo
amo r
Nao sei. mioha senhora,elle ema-a.
Eat esngado de m'o repetir, anda esU
noute, e eu accredito-o, maa eu que nanea
o poderei amar.
lias V. Exc aeceita-lhe a corle.
Por um capricho.
E.... a criada hesitou na phrase reosagada
Acaba, Mario, oo receies.esto* a adeviohar
o teu penssmento.
Fallava do Sf. Jorge de Lima.
Ohl esse, nio, amo-o; diz-an'o o eoracao.
E dizem ser rico.
Nio sei, disse com orgalb D. Eugenia,
razem-lhe cem cootos.
E* como V. Exc. merece am marido.
Achaa ?
Sim, miaba senhora.
Lisongelra I bom, Mara, nada mais preciso
de II, podea retirar-l*.
Apenas a criada se retirou, Eugenia ebrio a
aecrelaria e eacreveu o seguiote, om om* foi*
de papel :
a Amanbia i* 11 hora* da noute.
Tua amante,
E.
Depois de fechar aquella carta, D. Eageaia
passou ainda urna ves ao toucidor, como paras*
certificar que nada havia perdido do aoa bsllaool
em seguida, abri as cortina* d* seu Mi* i
deitoe-ae.
Dorme tranquilla, mulher vingaUva e nidos*,
aproveita ease tempo que que lo resto, qae tal vez
a hora do remorso nio bata loogo, o eolio, oio
poderes dormir no teu leito, com esaa traoquilli-
dade de boje I
V
Estava-se em julho' e em ama daa formo***
noutes de lusr; a'aqoellaa ooulea qae o Provi-
dencia concedeu ao nosso paiz ; querendo dota-lo
com todaa as galas de urna oatureza esolea-
dida.
De orna jaoella maia alerta, do andar superior
da casa da ra de.... alguem olba attetioMM*,
e pelas moatraa de impacieocia que s naos faz
dir-se-hia que eapera alguma pessoa.
Onze hora* soaram na torre da prxima egreia
e urna voz disse :
Aioda oio I
Socegue, senhor*; promelteo, vira.
Se tivesse a coragem de faltar I
Quo faria ?
Despresan-o, disso com orgulbo D.Eugenie,
porque era ella a pessoa que esperan. .
A'quellaa paiavras.seguio-se um largo silencio,
ouviodo-se apenes o arfar continuo, dO formo*
clo daquella mulher.
De repeote, ella aoltou am pequeo grito de)
alegra, accrescentando :
Finalmente I o correo para dentro.
Coniinaor-sa-A*.)
madea ao respeito do ooasa autoridade, oio obs-
tante algumas insigaificantes leolaliras nesie
sentido.
Chegamos at Lsghouat, mas obi Misarnos
apenas o vestigio da nossa passagem na peoaoa
de um chefe indigna encarregdo (le manler em
lodo o caso a nosaa traca influencia.
Foi no mez de dezeaabro de 1851 qo o mare-
chal Raodon, eolio general de divM
coala do governo da Argelia. Lof ao outonno
do seguiote aono o aovo governai sessra
os primeiros me zes do sea governo em reorga-
nisar o exercilrfda frica e o rgimen poltico 10-
lerior, assim como em construir importantes o-
braa de utilidade publica, e em expediges mili-
tarea oo Oued-Sahel, aa Kabylia, e oas nossas
froa tetras de 1 este e oeste, leve que com botar
oo sol rebeliidea excitadas por am temivei agita-
dor, rebellines qae poderiam ter aooiqaillado as
tribus visinbas do Tell,queso tioham conserva-
do fiis aoeoo causa.
Aquella poca (dezembro de 18511 atoroce amo
peqoena digreaaao ; poia e ella ex*Maa a urgen-
cia de diversos irabalhos t>**itie* e attuureo,
com que ae oocopou o novo genroaaor raral.
- ? ^eP*Mc*cdes, que podestra aargir
do outro lado do mediterrneo, cea vi* i* dar as
exeretto da frica urna orgaoi,aci^l
acabar de fortificar aa cosase pd-lu em colado
Jedefeza, completar as provises de t*da a *-
lurezadaa praca do liltoral e dos posto* eola-
beled no interior, alimentar finam a o
imagto Bo das tribus as msis turbulentas com
umaliapla actividade, afim de arreda-las do qual-
quer projecto de rebelliio, quaodo a Fraoca ti-
veose de retirar os seus soldados para manea-loo
loa campos de batalbas europeos.
Nos nao postulamos mais do que om regimen-
t de zuavos; e deste mesen creamos outro*
doos, de sorle que cada provicia tan o no. O*
igadores argelinos (turcos) foram dividido* em
01
, -*podro ^Jo de ooiio entre o
sa i
I c
le que capaz a^^HlH^
Acavalla
oa apahis
militares
ioteressa
maia aven.
rva. O servigo
da para looge do littoral,
~'i* ou coloniaa
aioda deatt
ooopootoo
foi reorgani-
aado sobre urna escala qo.
'-* luo- reaoleaioa de catallaria U-
geirada Fraoca ea melhorea cava los do c
Tratou-se maia com todo o
as cosas e fortificar aa cidadei
do oa projecto* om oiecu-io.
ICami
FIR. IIP 0811.1,1)8
"


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