Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09906


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Full Text
I
uio raviu. Mino 2.
Pif ires mezesatollados 5$00 Par tres aezes vencidos
\
SEXTA FtlIA 3 DE JantlB DE U62.
-------------
Per 111 adiantado 19|00O
Porte ratct para subscriptor
DIARIO DE PEMMBUCO.
BREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Aolonio Alexaodrlno de Li-
ma ; Natal, o Sr. atalo Marque* da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lento. Braga; Cear o Sr.
i. Jos de Oveira ; Maranhlo, o Sr. Joaquim
Marque. Rofi^e,; p, JulIln0 j. R,mos
Amazona., aSr. Jerooymo da Co.U.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todo. o. dia. a. 9# hora, do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba na. segundas
e aexlaa-feiras.
S. A otio, Bezerro., Bonito, Gstdar, Altinho
e Garanhuns as tergas-feira.
Pao d'Alho, Nazareth. Lirooetro, Brejo, Pea-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex naaqua>ta.-feira..
Cabo, Serinbem, Rio Formoao, Uoa.Barreiro.
Agu. Preta, Pimenlelraa e Natal quinta, feira*.
(Todo. o. eorreio. p.rtem .. 10 horaa da manhaa
EPHEMERIDES DO HEZ DE JANEIRO.
7 Quarlo crescento .9 8 horas e 41 mionlos
maobia.
15 La eheia a. 11 horaa e 14 minatoa da man.
M Quarto mingoante aa 5 horaa e 56 minuto*
da tarde.
29 La ora as 2 horas e 7 mnalos da tarde:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aa 6 hora, e 54 minuto, da manhaa.
Segundo as 7 hora, e 18 minuto, da tarde.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Sabino b. m.; S. Venuttiniano m.
31 Terca. S.Silveatre p. ; S. Nominando.
1 Quarta. cfc Circumci.o do Senhor; S. Odilo
t Quinta. S. Izidoro b. m.; S. Argeo m.
3 Sexta. S.Aprigio b.; S. Aotero p. m.
4 Sabbado. S. Tilo, discpulo de S. Paulo.
5 Domingo. S. Simeo Estellita; S. Telesphoro.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : aeguoda. e quinta*.
Relacio: tercas, quinta* e sabbados as 10 hora,
Fazenda : terca*, quinta* e sabbado. a. 10 hora*.
Juizo do commercio : quarta. ao meio dia.
Dito de orphoa: tercas e sexta aa 10 hora*.
Primeira Tara do civil: terga. sextas ao meio
1 da.
Segunda vara do cirel: quarta. e sabbado a 1
horada larde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL,
Alagoas, o Sr. Glaudino Palca* Dia. ; Babia,
o Sr. Jos Martin. Aire.; Rio da Janeiro, o Sr.
Joao Peraira Martir>s.
EM PERNAMBUCO.
Os propietarios do puni Manoel Figueirda de
Pana & Filho, na ana lirraria praca da '
dencia ns. 6 e 8.
V
PMTE OFFICliL
GOVERNO DA PROVINCIA
expediente do governo do dia 30 de
nm eeinro de 18 (i 1
i i v ca preid">le da Bahie.Remet-
0b,S; u"*cminha contendo puz vaccinieo
ram para esta provincia no vapor inglez Tune.
Dito ao Ezm. presidente da Parahyoa. Accuso
a reaposu do offlcio que V. Exc. me dirigi em
23 do crrante coro dous exemplares da. collec-
5oea da leu promulgada, neasa prorineia no cor-
fculG ALIGO.
n 2L^^brl*td.e,w commandante des armas.-
0J^-.Sr-ministro da guerra referiodo-ae ao
pedido de fardamento para o corpa de guarnl-
cao. relativo at Urceiro quartel desle anoo, e
a que .ilude o offlcio dessa commando de 21 de
LTnmrtataUJl,IBrJ,>bn-1-9<9- decl.r.-me em
aviso de 1* do edrrenle que em data de 10 de
agosto prximo gado mandou-se foroecer pelo
arsenal de guerra desta provincia quelle corpo
iodo o fardamento aeceuario para o dito anoo,
considerando o mesmo corpo 00 estado completo.
O que coeamnnieo V. Exc. em resposta ao cita-
do officio.
Dito ao mesmo.-Sira-se V. Exc. de expedir
as suss orden*, para que araanha s i horas da
larde esteja postada juoto ao caes22 de Novem-
bro-uroa guarda de honra, afim de fazer as hon-
ras dendaa em seu embarque ao Exm. desembar-
gador Francisco de Assis Pereira Uochi, presi-
dente nomeado para a provincia de S. Pedro do
Rio Grande do Sul, providenciando V. Exc. ao
mesmo tempo, para que a fortaleza do Brum d
"--airas do costme, por occasio de ser a barra
la. pelo vapor Oyapock em cuio bordo
esmo Exm. Sr.
mesmo.Levo ao coobecimeoto de V.
, segundo me communicou o Exm. pre-
do Cear em offlcio de 27 do correle o
do 10* batalho de infantina Herculsno
. Peres, que se acha aquella provincia
' da liceoca de dous totezes que lhe fora
.da 1 pelo governo imperial e que deve fin-
.m 2 de Janeiro prximo vindouro, deixar de
- ir a presen tar-se em seu corpo em consequencia
de se acbar doente.
Dito ao mesmo.Enro V. Exc. para serem
cumpridas a. sentenr.a proferidas pelo conselho
supremo militar de justica, os procesaos de con-
reino de guerra dos soldados do 4" batalhao de
irtilheria a pe, Antonio Pedro Aloxandrino e Ao-
lonio Pinto Rodrigue?.
Dito ao mesmo.Passo as maoa de V. Exc.
>ara u Qm tooveniente a inclusa certidio de es-
seotaruentos do 2* lente do 4 batalhao de ar-
enera a p Candido Jorge S. Barbosa, o qual
ue fol enviada com aviso do ministerio da guerra
e 17 do correte.
Dito acvmesmo.Em aviso de 9 do crtenle o
xm. Sr. ministro da guerra declara que achan-
o-se apprpvada pela lei n. 1040 de 14 de se-
libro de 1859, a deliberarlo que lomou o go-
aroo imperial de alienar o quartel das Cinco-
ninas, para a coostruejo da estajo terminal
a estrada d ferro desta provincia, devendo por
so ser demolida opportuoameote, nao coovm
liarse a effaito a canalisagio de gaz para elle
informe solicita o coronel commandante do 2o
italho de iuantaiia no offlcio a que aconipa-
hou o des.e commando datado de 11 de outu-
o sob n. 1,668. O que declaro V. Exc. para
u'cTnhecimento e afim de o fazer constar quel-
co/onel.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
'i'aio V. ft.- cobertoa com offlcio do comman-
ie da. arma, de 20 de novembro ultimo sob
,969, os documento, comprobatorios das des-
as feita. pelo alferea do corpo de guarnigo
8la provincia Jos Longuinbo di Costa Leite
m aluguei. de cavallos para sua conduego da
la de Tacarat a povoagio de Fazenda Grande,
\ armamento de Ouricury para aquella villa,
m de que mande pagar lmente a qoautia de
>300 conforme indica a contadoria essa the-
a rafia no parecer a que se refere a informaco
V. S. de S7| do correte o. 1,855.Commuoi-
-se ao commandante da. armas,
uto ao mesmo.Para o. devidos efleltos re-
ieu-Tne o Exm. Sr. ministro da fazenda com I
o de 12 do correte o decreto pelo qual foi
cedida ao Locador da recebedoria de rendas
roas Jos Jernimo de Souza l.imoeiro urna
iQcaco arinual correspondente a 10 O/o dos
imentos que percebe. O que communico
. para lejconhecimenle e afim deque o fag
lar a quem competir.
lo Ihesouraria proviocial.Declaro V.
para seu oonhecimento e direcjo que o Exm.
lente do Cear parlicipou-me em offlcio de
o correte ha ver expedido as convenientes
. para aelr esaa Ihesouraria iademoiaada da
a de 1369400 rs. que pagou proveniente
le e cabo de linbo comprado pelo conselho
ad islrativo do arsenal de guerra com destino
aq a provnola.
ao inspector do arsenal do marinha.Man -
de S. postar amanbaa s 2 hora, ds larde,
jan o caes de 22 de Novembro o. escalares
qu em preciso, afim de cooduzirem para bar-
do vapor Oyapock a pesaos o bagagem do Exm.
de. iargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
pre ote nomeado para a provincia de S. Pedro
do
D ao director do arsenal de guerra.Sendo-
me 'lando em aviso do ministerio da guerra
o corrate junto por copia terem appare-
alfandega de Maceio dous caixdea com
oto para recrutas em grande parte arrui-
'ppoodo-ise all existirem desda novembro
, visto como da coufrooiacio dos artigos
olidos vjeriflcou-se serem os de que trata
e 26 djulho auoexo ao aviso de 6 da
'aquello anno, com' excepeo de 100
100 pares de sapatos e igual numero
le polainas, que nao foram encontradas,
e v da relacao Umbem junta por co-
vindo que soja responsabilizado o can-
rejuizo resultante aos interessas da fa-
onal hija Vase. de, nos termo* do cita-
informar circumstanciadamente a ae-
re peito;
lireclor geral da iastrucco publica.
e sua informaco couda em offlcio de
ente sob n. 375 mande Vmc. admeltir
dos orphao* de Santa Thereza o me-
e Bemjamim.
mar municipal do Resife.Km vista
communicou a cmara municipal do
eu offieio de 18 do correle sob n. 81,
tenbo I r-lhe que pode mandar continuar a
obra d ada do maladouro publico, contac-
tada COI Augusto de Araujo, comprimo en-
tretanto ql im cazo* idnticos seja restritamen-
te obaorival a disposigao do artigo 46 da lei do
1" de ouitubro de 1828.
Dito a) cmara municipal do Ex.Declaro
cmara municipal do Ex. em resposta ao aeu of-
flcio de V> de novembro ultimo que a lotera a
que a* retVre o citado offlcio aera extrabida op-
portuoam*i e aegundo a ordem estabelecida
na tabella lie 4 da corren te junto por copia.
Dito aajpit da direito da 1* vara__Transmilto-
lhe o Inclulo proeesso do soldado do corpo de
polis!. Jdrquim Joa de Saot'-Anna a Qm de ser
julgado pff me a junta, de que Vmc. relator
e que tem de reuor-se nesle palacio no dia e ho-
ra iodicados no meu offlcio de 23 desle mez.
Fizeram-se as communicages necessarias.
Dito sos agentes da Companhia Brasileira.
Podem Vmc fazer seguir para o sul o vapor
Ovapock amaoha s 5 horas da tarde.
Portarla.O. Sra. agente, da Companhia Bra-
sileira de Paquetea a vapor miodam dar trana-
porte para a Babia, por conla do ministerio da
guerra no vapor Oyapock a Jet Mara Pereira
ex praca do exercito. Communicou-se ao com-
mandante das armas.
Dita a mesma.Os Srs. agente* da Companhia
Brasileira de paquete* a vapor mandem dar trans-
portes para a corle por conla do ministro da guer-
ra no vapor Oyapock ao 2o lenle da companhia
de artfices Antonio da Rocha Bezerra Civalcan-
te 1* cadete do 4 batalhao de artilharia ap Ber-
nardo Ka bel lo da Silva Pereira e 2* cadete 2 sar-
genta do 9 batalhao de Infantera Joaquim Ma-
ra da Cuoha Reg Ferraz, os quaes vo malri-
cular-se na escola militar.Communicou-se ao
commandaote das armas.
Dita.Oa Sr*. agente* da Companhia Brasilei-
ra de paquete* a vapor mandem. dar paasagem
para a corle, por conla do ministerio da guerra
ao* soldados Manoel Pereira doa Bei*. e Joo An-
tonio de Ollveira.Communicou-a.) ao comman-
dante das arma..
Dita.O preaidante da prorineia resol ve con-
ceder a demissao que pedio o lente reformado
do exercito Manoel Caroeiro Machado Freir, do
lugar de ajudante da directora da colonia mili-
lar de Pimenteiras.Commuoico-se aocomman-
danto das armas.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
q;je requereu e capito do 2* batalhao de infanta-
ra Joo Tbeodoro Pereira de Mello, e teodo em
vista o parecer da junta militar de saude resolve
cooceder-lhe 15 diaa de liceoca com vencimentos
para tratar de sua saude.ComiLunicou-se ao
commandante das armas.
Despachos do dia SO de dezembro
de 1861.
Rcquerimtntos.
Eduardo Francisco Pereira FreirDirija-se'
ao Sr. director getal da instrueco publica.
Florencio da Souza Leo.Encamiobe-.e.
Africano livre Joaquim 1.Nao lem lugar.
Teoente Manuel Machado Freir.Fasse por-
tara concedendo a demissao pedida.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qiaartel-general do commando das
armas de Pernainbuco na cidade
do Reeife em 31 de dezembro de
1S61.
ORDEM DO DIAN. 11.
O general commandaote das armas, taz publico
para coohecimento da guarnlco e fio* convenien-
tes, que a presidencia desta provincia, por por-
tara de bootem datada, concedeu a demissao que
padiu o Sr. lenle reformado do exercito Ma-
noel Caroeiro Machado Freir, do lugar de aju-
dante da directora da colonia militar de Pimen-
teiras.
Faz publico, outroaim, que por oulra portara
da meama dala, concedeu a referida preaideocia,
quiuze dias de liceoca com vencimeotos, para
um milhar, 736 milhes, no* quaes flguram os
novoa augmentoa de impostos de 33 milhes so-
bre o tabaco, e de 24 milhoe* obre o alcool.
Havia, poia, para 1861 urna excedente da*
despezss aobre aa receitas, um verdadeiro dficit
do 342 milhes ; mas teodo em Ceuta a dotaco
da deeamorlizacao destruida do seu destino pira
occorrer s. necessidade* do thesouro, o dficit,
alcanca a una 200 milhes.
Muilo bem, se suppozer que para ealabelecer
o ornamento de 1863, 00 qual nao poder baver
maia dietineco entre a* deapezas ordioarias, Mr.
Fould ae limita a addicionar estaa aquellas, ser
levado a um resultado semelhaote ao que Mr.
Gonin indicou para o preaenle exercicio. llave-
ra um orcaraento que termine com um dficit de
200 milhes.
c Nioguem admittir quo Mr. Fould, depoia
das esperances que deu ao paix, e do jojzo cri-
tico que-fez sobre o antigo ayslema flnanceiro,
6 da sua entrada na gerencia dos negocio*, pai-
ta a apresentar para o anno de 1863 um orca-
mento em que as dospezaa exceda'm o rendimien-
to n'uma somma de 200 milhes.
Todos comprehendem que de duas cousas 6
necessario ama ; ou que o importe daa nossas
deipezas seja dimiouido em 200 milhes, ou
que o nosso reodimenlo se augmente' aquella
somma.
c Nao existe outro meio ; ou preciso reduzir
as despezas ou crear no vos e pesados imposios.
Em Franca j nao pode haver nesta questo
seno dous partidos ; o partido da redueco das
despezas, e o partido do augmento doa impostos.
a Pela nossa parte somos do partido da redc-
elo das despezas, e consideramos como partida-
rios do augmento dos impostos todos aquelles
que, repugnando-lhe tratar de perto esta questo
vital, animam, como tem feito a Patrie, por
meio de vagas declamaces, a coolinuacao do
sysiema dispendioso que nos tem levado ao pon-
i difflcil em que nos echamos.
Reconhecemo-lo voluntariamente ; a Patrie
bate boje em retirada, mas aecusa-noa de des-
conhecer aa verdadeiras regras da administrarlo
das cousas publicas e do subordinar o* inte-
re.ses da poltica s necessidades fiaanceiras.
Nao podemos mesmo deixar-lhe a ftil satisfa-
go de acreditar que temos merecido aquella cen-
sura.
E' necessario reduzir as despezas militares,
que teem sido a causa principal da creaco do*
crdito* supplementaras ou extraordinarios, e
que, para o futuro, se continuarem no mesmo
p em que teem estado, serio para o. nos.os
remenlos urna causa permanente de defflcit.
' E' necessario que em 1862, nao excedemos o
1 eflectivo normal de 400.000 homens indicados no
I ornamento. E' necessario, para 1863, que por
i meio de um exame serio das condicea que de-
! vem regular a conslituico do exercito, em tem-
1 po de paz, exame peraole o qoal esperamos que
' o corpo legislativo nao recuar, nos eaforcemoa [
para operar uteis redaeces sobre as despezas
militare*, j& preparados paraooooo do 1802.
I Ser poltico fazer acreditar ao publico co-
mo imprudentemente tenlou a Patrie, que estes
resultados se nao poderiam alcanzar? Pensa a
Patrie que nao seria de grande interease pu-
blico arrancar a nossa administraco aos actoa
rutioeiros e dispendiosos em que o eclypse das
tratar de sua saude. ao Sr. capilo do 2o batalhao hDeraades Pilleas a tem deludo jazer, para de-
de infantatia Joo Theodoro Pereira de Mello.
O mesmo general commandante das. armas,
ordena, que na manhaa do dia 2 do vindouro mez
ae paaae revista de mottra em seus reipectivos
quart9is aoicorpos e corapaohiaa iioladaa desta
guaroico pola forma seguate : s 6 horas com-
panhia de artfices ; s 6 1/2 ao 2 batalno de
infaotaria ; s 7 companhia de cavaaria ; s
71/2 ao4 batalhao de artilharia p: s 8 ao
9 e s 81/2 ao 10 balalhio deinfantaria.
Assignado. Solidonio Jote Antonio Pereira
do Lago.
Couforme. Candido. Leal Ferreira, capilo
ajudante de ordena eocarregado do delalhe.
2 de Janeiro.
OBDEM DO DIA N. 12.
O general commandante daa armas, determina
que seja desligado do 9a batalhao de infantarla o
Sr. lente Pedro Carlos Nogueira de Baum vis-
to que tem de seguir para a provincia do Rio
Grande do Norte a reunir-se a companhia ixa de
cacadores a que pertence.
O mesmo general commandmte das armas faz
publico para ciencia da guaroico e devido ef-
feilo, que approvou o eogajameoto que 00 dia 28
de dezembro ultimo coulrahio o aargento quartel
morar a resoluco de um problema lo instante?
Nao acha a Patrie que as questes de poltica in-
terna igualara pelo menos em importancia as
questes eatrangeiras ? SuppOe porveotura que a
questo financeira nao oceupa o primeiro lugar
entre aa queslea internas? Acredita que se po-
derla, sera suscitar as mais graves quesloes in-
ternas, fallar-se ao paz de um augmento de 200
ou mesmo de 100 milhes de impostos?
Dando por agora o primeiro lugar questo
fioanceira, estamos cerlos de que nos conforma-
moa com as verdideiras regra. da poltica. Mas
se carecemos confirmar-nos maia 00 noaso pon-
to de vista, foi por altendermos s questes ea-
trangeiras, invocadas pela Patrie.
a Segaado diz squelle jornal, sao os eatabele-
cimentos militarea acluaea da Austria, da Rusaia
e da Prussia que coodemnam a Franja s des-
pezas de urna paz armada.
< Confessamos que tinhamos deixado de res-
ponder a este argumento, porque nos liaba sido
impossivel considera-lo a ario.
a llavera um ponto de comparaco qualquer
a estabelecer a este respeilo entre a Franja e as
outras potencias coolinenlaes? Estamos nos su-
t jeitos a nenhuaia das necessidades internas que
mesire do 4 batalhao de arlilharia a p Billha- I gbr'g** arruinar-se com as despezas milita-
zar Xavier de Menezes para servir por mais seis r Tem,0|, 80S> como atMaia, urna Polonia
annos no mesmo batalhao percebendo o premio temer'. Temos como a Austria, a defender
de 400*000, ao* termos do decreto e regulamen- "ma l>rov?cia contra os desigois proclamados
lo do 1 de maio de 1858, conforme parlicipou o da revo'u?o italiana, e a contentar um reino
respectivo seohor commandante do batalhao em
offlcio o. 271 datado de 28 do dito mez.
Assignado. Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capitao
ajudante de ordeos encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
Inglaterra.
No Temp$ l-se o seguiole artigo :
< O dilema da iostrueco fiaaoceira como o
temos apresentado. E' necessario reduzir as des-
pezas ou crear novos impostos ? Representa-ce
efectivamente, qual possa vir a ser lampa do no-
vo ministro das fioaucas quando o senado tiver
votado o senatus coosulto que lhe deve ser pro-
posto a 2 de dezembro 1
Mr. Fould dever preparar o ornamento de
1863, oa forma e limites que o senatus consulto
tiver tracado. At agora tinhamos tido dous or-
namentos de despezs : o ornamento normal e o
orcameuto extraordinario.
De futuro estes dous orcamento. devero for-
mar .6 um ; haver s um ornamento normal ;
todas as despezas devem all ser indicadas, em
face do reodimeoto ordinario do paiz, com o qaal
deveru estar em equilibrio.
* Que far o ministro das financa. ? Ltmilar-
se-ha pura e stmplesmente a addicionar ao enli-
go orcamento normal, o aotigo orcameolo extra-
ordinario, e apresentar-nos o tolal como orea-
meato permanente das despezas da Franca ? O
procea.0 seria simples ; suppomos um instante
que t* teja adoptado, quaes seriam a. conse-
quencas f
Nt tratamos aqu de no. eavolver em hy-
potheses. Ohoarado depulado que, na ultima
sesso fez ouvir 00 corpo legislativo palavras da
mais notavel sabedoria, sobre a situaco Qnao-
ceira, Mr. (ionio, apresentou relativamente ao
resultado doexcicio de 1861 calculo*que sao an-
logos aos que dever estabelecer Mr. Fould no
trabalho de preparajao do orcameolo de 1863.
c Para mostrar cmara o vicio do ayslema
em que sa eslava envolvido Mr. Goin, aidicio-
nou a importancia daadespeza. extraordinarias *
chegou um resultado de 2 milhares 79 mi-
lhes.
Eis-aqui, e oa clculos aproximados de Mr.
Gonin diminuiram em ves de exagerar, a somma
enorme que a Franca deve tet dbapendido este
anno. Ora, para fazer face a ata gigaotesta dea-
pez*, quaes eram 0. recurao. previstos de 1861 ?
descontente como a Hungra? Existe urna
nica potencia continental', cujos armamemos
apresentem um carcter ameacador contra nos.
e que sustente urna forja qualquer de agresso?
O receio mesmo que podemos inspiar a esses
estados ao contrario de tal natureza que possa
justificar a exageracao de taes argumentoa? No
estrangeiro aecusa-se muitaa vezea de vaidoso o
nosso paiz. O partido que sustenta o augmento
dos impostos, fornece pretextos para essas cen-
suras, invocando razes lo pouco fundadas para
nos desviar a applicaco que devemos dar a boa
geato dos nossos negocios internos. O paludo
da reduccAo das despezas tem em menos conla a
vaidade do noiso poder, mas tem o verdadeiro
orgulho, porque quer tirar partido para realsar
economas, que o augmentaro no futuro.
L se no Timei :
O gabinete reunio-se hontem para deliberar
sobre aa medida* que necessario tomar para
obter urna satisfaco. Nao podemos duvidar do
que todos os fados tenham sido examinados com
a maior altenco. Julgamos que o gabinete fe-
de opinio de que a captura de paasageiros a
bordo d'um navio inglez urna violaco formal
do direilo das geotes, e que se deve pedir urna
reparaco. E* provavel que o'prximo vapor leve
um despacho em que se prescreve a lord Lyooss
reparaco que deve pedir. Se nao salisflzer a
este justo pedido, acreditamos que lord Lyons
deve abandonar Washington com toda a legaco
britaonica.
Julgamos que o governo resolveu a questo
d'uma maoeira que ha de satistazer lano o pa-
triotismo como o bom senso do paiz. Sem fazer
queslo do direilo que tem um belligerante de
visitar um navio mercante, e indagar se elle con-
duz objectos de contrabando de guerra, os nossos
ministros contestara que seja permitlido a um
offlcial, a aeu bel-prazer, aprehender as pessoas
que esto protegidas pela bandeira brilanntca a
pretexto deesas pessoas serem rebeldes ou subdi-
tos de um estado hostil.
< A lei que rege aobre a captura, julgamentoe
coudemoajo de narlos neutros muito franca,
e corno oppressiva para os neutros, precis
que nao seja excedida. Esta lei mesmo inter-
pretada da maneira maia severa, como foioutr'ora
nao permitte a captura de peasoa alguma que s
ache na situaco de Mrs. Stidell e Matn, e que
sao, quando muito agentes eivis de urna poten-
cia que viajam bordo de urna potencia neutra
Se o governo de Washington considera os
confederados como beligerantes, necessario que
se conforme com as leis do. governo. que oo
elautfieam na catbeguria de contrabando de
'V
guerra seno as pessoas militares ou martima,
que viajam com um flm hostil ; e tambem no
cessario que este carcter de balligerantea eeja
estabelecido por um tribunal. ,
Se por outro lado, o governo federafdeclara
que Mr*; Masoo e Slidell foram capturados em
virtude da lei municipal, enio o direilo de asylo
foi violado, porque, ae oeste esto era permitlido
obrar da aemelhante maneira, quem poderia im-
pedir o governo federal de mandar urna chalupa
ao Cabal, para fazer visitar os vapores de Dover,
e de Folkestone, e aprehender a gente do sol qoe
se achava a bordo ? O nosso governo asseota puis
em principio que um navio inglez, emquanto a
violajo na neutralidade nao est claramente pro-
vade deve considerar-se como urna parte do solo
britanuieo, e que o direilo de proteccio all lo
completo como 00 territorio inglez. Ora, oo
teodo sido commettido nenbum acto de violceo
de neutralidade por parle do Trent, aegue-se que
a aprehenso das qualro pessoas que ettavam a
seu bordo, inteiramenleillegal.
a Ouvimos dizer que possivel que o acto do
commandante americano nao lenia sido expres-
samente ordenado pelo seu governo. Assegura-ae
que o teoente Fairfax disse que o seu comman-
daote obrara aobre a sua propria respoosabilida-
de. Receiamos com ludo que o governo federal
tenha procedido depois de ter tomado a firme
resoluco de prender os commissarios do
sul. Dase-se e parece certo que o James-Adger
veio a Southamplon com o fim de aprehender o
ultimo vapor das Indias Occidentaes, e sabemos
que o general Scoih declarou, depois da sua
ebegada a Pars, que a captura dos commissarios
do sul tioha sido discutida em um conselho de
gabinete, aates da sua partida de Washington.
Em apoio desta opinio, podemos accres-
centar que anda que o governo federal lenha um
coasul na Harana, e anda mesmo que fosse sa-
bido que MM. Masoo, e Slidell iam partir para
Inglaterra, nenhum aviso se fez companhia
ingleza para se abster de os receber a bordo,
porque seriam coosiderados como objectos de
contrabando de guerra. As autoridades de
Washington parece nao terem querido impedir a
partida dos enviados o que podiam ter failo-
preveniodo o capilo* do vapor aa Ha vana ; qui-
zeram laucar mo das pessoas dos enviados, e
com ette fim nao deram prevengo alguma, e
imitarara-se a projectar em segredo a obra, cuja
reparaco agora se lhe o pede.
< O que nos resta fazer agora obrigar, o go-
verno e o povo dos estados do norte a fazerem-nos
justica neste negocio. Ellos devem conhecer-
nos e saber que oo temoa o menor deaejo de
desembaiohar a espada contra-elles e de tomar
partido na sua infeliz conlenda. E, mesmo pro-
vavelmente devido nossa paciencia e nossa
longanimidade, que devemos urna arie de inju-
rias, sendo a ultima e a mais offensiva o negocio
do Trenl.
a Temo* guardado a mais estricta neutralidade
as dif senses que duram ha um anno ; os ame-
ricanos doo pdom qnoiv r-c de um ao acto que
deixe de ser araigavel da nossa parte, e neste
momento mesmo deixamos soffrer a nossa indus-
tria para respeitar um bloqueio lo pouco offeu-
sivo, que todos os dias toreado. Appellamos
pois para 'os homens moderado e inielligentes
d'eolre os cidados do norte. Fiquem cerlos de
que nenhum estado, para respeitar a sua propria
dignidade e no ioteresse mesmo da sua propria
sfguraoja, pede admittir a prelences do seu
governo. Fiquem cerlos de que a paciencia do
nosso paiz nao tem sido motivada, como dizem
alguas dos seus ignorantes polticos, pelo receio
do seu poder, e que, anda que possamoa dar
larga margem sua petulancia, nao sabemos
com ludo curvar-vos sua anieaja.
FRVXCA.
De Ruma escrevem Patrie :
A condemnajo do abbade Paasaglis, e os
diversos incideotea que a precederam e eguiram,
foram por muito" lempo oDjecto de todas as con-
veraacea em Roma. Nao hou ve um nico jornal
italiano que se nao occupaaae disto. Permitti-
me que vos transmita as ioormaces que a este
respeilo recebi de ongem segura. Sao a expres-
so da verdade.
O abbade Passaglia, como j vos disse, tioha
recusado, na tarde do dia 11 deate mez (oulubro),
sobscrever para a condemoago do seu Itvro, con-
demnaco pronunciada aem defeza alguma previa
da sua parte, e por um simple* enunciado deque
a sua obra linba produzido m impreaso. Toda-
va declarou formalmente que, como cidadao, e
para nao perturbar a ordem publica, obrara no
exterior e de fado, como se o seu livro tivesse
sido aevidamente prohibido.
Na tarde do dia 14 o Jornal de Roma publi-
cou a apreseolsco ao ndex da obra do abbade e
de mais nove publicacoes, urna franceza, tres ita-
lianas e cinco allemas? O opsculo de Mgr. Li-
veraoi nao figurava naquella eonuraerajo de li-
vros coodemoados
< Na manhaa seguiole, o abbade Passaglia, de-
pois de ter dito missa e almojado, ia oceupar-se
do aeu trabalho habitual, satisieito de um deapa-
cbo que acabava de receber de Mr. Ricasoli, que
lhe assegurava a proteceo do consulado inglez
em Roma, 00 caso de necessidade : foi eoto que
a polica romana, instruida lo dapressa como
elle do conlelo daquelle despacho; se resolveu
a fazer a toda a pressa urna busca em seu domi-
cilio.
a Pelas nove horas da manhaa, muitos gendar-
mes pontificios, todos offlciaes e offlciaea inferio-
res, se apreseotaram 00 palacio Spada, cujo pri-
meiro andar habitava o abbade Passaglia. Preo-
deram immediatameate o porteiro, e poado-lhe
urna pistola ao peito, impediram que grilaase e
que espalhaase o alarme no palacio.
Depois, aubiram ao primeiro andar e bateram
porta de um aposento alugado por urna senhora
inglez, rica, viuva, muito a van jada em idade, e
que havia tre. annos linba a honra de prestar um
asylo hosjitaleiro ao ex-jesuta, seu antigo di-
rector, duplamente sagrado, na sua maneira de
pensar, tanto pelos seus la lentos como pelas saas
tribuales.
O norae desta senhora, multo conhecida em
Roma pela sua piedade e pelas sua. boa. obra.,
e que nos nao nomeariamos ae alguna jornae.
religiosos oo flzestem um crime da aua generosa
hospitslidade. Helena Savila Foljambe.
a Urna criada veiu abrir a porta aoa gendar-
mes, e vista dos seu* uniformes coraecou a gri-
tar : La forxa I la forxa 1 Ouvido este grito,
apresentou-se logo madama Foljambe, e invocou
a ioviolabilidade de domicilio de urna senhora
ingleza.
< Os agente* pontificio, pergunt.ram pelo ab-
bade Paaaaglia, e declararam que a queriam en-
trar no aeu aposento para lbe fallar e examinsr
oa uus escripios. Para este flm apreaeolaram
urna ordem asstgnad. pelo director em chefe d.
polica pontificia.
< Assegura-se que tinha tambem urna ordem
de priaio para o abbade Passaglia, e para o coo-
duzirem a alguma casa de retiro ou ao santo offl-
cio. Seja como for, os servidores da casa julga-
ram que vinham prender o abbade, e pediraa-
lhe para se salvar. O abbade 0B0 quiz fazo-lo de
principio, cooservando-se no aeu quarlo. Ma. an-
ual, cedendo s instancia* que se lhe faziam, es-
capou-ae por urna porta falsa.
Fol a lempo, porque os gendarme, entraran
de repente no seu gabinete de trabalho, e no seu
quarto de cama. Percorreram tudo, pediram as
chaves das secretarias e consumiram muito tem-
po em examinar os livro..
< E' neeessario fazer-lhes juslica, limitaran)
as sua. pesquizas sos dous quartos que oceupava
o abbade Passaglia ; respeilaram os aposentos de
madama Foljambe e dos seus numerosos criados,
e guardaram algumas formulas no cumprimento
da sua misso.
< Quanto a madama Foljambe, cuja conducta
nesta occasio censura o Obtervateur Romain,
usou ds mesma iroparcialidade que a polica pon-
tificia. Oppoz-ao quanto pode honrosamente
violajo do aeu domicilio ; faroreceu a invaso
do abbade Passaglia.
Os agentes pontificios tioham feito guardar os
dous quartos habitados pelo abbade Passaglia, e
oo encontraran nem o autor da obra condem-
oada, aem os seus mais recante, manuscriptos;
nem as correspondencias compromettedoras que
se espera va. Smente lanjaram mo de velbos
maouscriptosNje viute annos, quando ae nao fal-
lava anda da nidada da Italia, e descobriram
urna carta insignificante de Mr. Ricasoli, que es-
lava esquecida no fundo de urna secretaria. De
todos estes manuscriptos encheram duas caixas.
O chefe dos gendarmes dirigio-se enlo para
madama Foljambe e perguotou-lhe onde eslava
o manuscripto do livro: Pro causa itlica.
Como seohores, respoodeu a dama, que vos
iguorais o seu destino? Mas OS jesuta, de Fio-
renga, depois de terem comprado custa de di-
oheiro os operarlos que oimprimiram, o manda-
ram por faina para Roma, o abbade Passaglia
nunca mais pode tornar a ver urna s pagina do
seu manuscripto.
E onde est, senhora, esse livro indito,
em seis ou seto volumes, escripto por um tai car-
deal Plolemais ou Tolemai. e que Mr. Passaglia
deve ter ?
Esse livro, para vo-lo dizer de passsgem,
a obra de um cirdeal romano que, aotea da sua
elevacao purpura, escreveu contra os jesutas,
u.que se obsteve de o publicar.
c Depois da morte do cardeal, os jesuitas apo-
deraram-se do precioso manuscripto, e hoje est
em poder do abbade Pasaaglia, que, ao que pa-
rece-lne accresceotou algumas notas.
< Mas, seohores, replicou a dama, como que
sabis que Mr. Passaglia possue esse livro? S
os jesutas de Roma que o sabem. Foram,
pois, os jesutas que aqu vos maodaram ?... Se-
ohores, esse livro nao est em minha casa.
< Forjoso fot aos gendarmes contentarem-se
com as duas caixas de velhos maauscriptoa de
que se tioham apoderado. Sellaram-a'as com o
proprio sello da dama, e levaram-n'as para a re-
parlico da polica romana.
Urna hora depois da sua partida, um capitn
de geodarmeria em grande uniforme veio descul-
par-se para com madama Foljambe das medidas
rigorosas a que se tioha recorrido, pedindo-lhe
perdo. Depois accresceotou :
c S. Em.* o cardeal vigario pedio para fallar
logo ao abbade Passaglia. c O abbade Passa-
glia, respoodeu a dama, comparecer em casa
de S. Em. o cardeal vigario, quando um bilhete
assignado pelo papa ou pelo cardeal Antonelli
garantir que ae nao commelter atteotado algum
contra a sua liberdade pessoal.
< O capito parti, mas o bilhete nunca appa-
receu, nem mesmo o capilo da gendarmera.
< Durante todo o da, esleve o palacio de Spa-
da cercado da agentes de polica ; de tarde, ao
entrar da noite, para completar o engao, umi
carrusgem com ricas libres veio receber em sua
casa madama Foljambe com om eccleeiaatico
que, pela estatura e maneiras, ae pareca muito
com abbade Passaglia. A carroagem parti com
toda a ligeireza dos cavallos.
Um momento depois o abbade Passaglia en-
trava em urna modesta carroagem, que o espe-
rava pela parte de delraz do palacio ; e no dia
seguinte aahia de Boma, atraveasaodo a fronleira
no Coroaeu, onde foi recebido pelas autoridades
pontificias.
a Grande foi a alegra do partido do movi-
mento em Boma, quando soube da invaso ines-
perada do abbade Passaglia.
Depois da partida do abbade Passaglia, ma-
dama Foljambe e o cnsul de S. M. B. reclama-
ra m com insistencia a restitu jo dos objectos
appreheodidos na busca de terja feira. Abri-
ram-se pressa as duas caixas de que fallei, en-
tregou-se o sello que tinha servido para as sellar,
e proroetteu-se de eutregar lodos os manuscriptos
na quinta feira prxima, 21.
Sobre o desarmamento da Franca l-se na Pa-
trie :
A questo do desrmamelo de tal impor-
tancia, que julgamos conveniente colloca-la no
terreno dos factos.
< Nos momentos acluaea, a aituaco da Europa
de paz armada. A Inglaterra fortifica aa anas
costas, orgaoisa os seus voluntarios, augmenta a
defesa em todos os seus estabelecimentos milita-
res e martimos, reforja as suaa esquadras a
coo.true fragatas com couraca. Na nossa opioiao
engana-se, cedendo a receios vaos e fazendo des-
pezas inuleis, mas, emfim, devemos consignar os
facios.
c Prescindindo das Idemsis potencias da Euro-
pa, oceupamos-nos so da Allemanha, porque,
sem amejar-nos de modo algum, nos toca maia
de perto geographicamente. A Austria sustenta
hoje debaixo d'armas aos 480,000 horneas ; a
Prussia 330,000 ; Baviera, Saxonia, Haoover e
mais potencias secundarias, 175.000, o que pro-
duz um total de 985.000combteme*. Aim dis-
*o, a Allemaaha tem oa aua fronleira norte-oc-
cidental urna linha de fortaleza* magnificas, e a
do sul acha-se defendida pela linha do Tyrol,
que, de urna maoeira ventajosa, debaixo do pon-
to de vista militar, franqueiam as poderosas de-
feaaa do quadrilatero.
a Em presenja destes armamentos, que, anda
qle oo sejam considerados como demoostraglo
hpstil, devem chamar especialmente a nossa al-
tenco, qual o estado deste paiz ?
A Frao(a nao lem aa mesmas de/esa. nalu-
rae. que a Allemanha. A sua fronleira, pelo lado
de ste e do norte defeituosa, e anda se acha
abena em certoa pontos. Tem. alm disso, que
velar pelo* tnleraue* da Italia, cuja orgaoisacio
militar nao esi bastaute adiaalada para lhe per-
mutir poder attender a por si sua defesa se
occorressem graves acontecimeotos ; tea a Ar-
gelia que carece de tropas ; a oceupaco de Ro-
ma ; destacamenloa na China e na Cochiochioa
as guarnigoes daa sata pregas forte.: o exercito
de Paria e o de Leo. Para tazar face a esta sl-
tuagao e a toda. a. necessidades, tem a Franca
em armas pouco mais de 400, homens, e, em
presenta desle coojuaclo de factos. nao pode
desarmar nem diminuir o seu eflectivo.
c Eslsmos
se inclina a nosso isvor. r- intil dizer que
fra indicada tntufficienle para fazer guerra ,
mi. bailante para noa conservarmo. em p de
paz armada como aa demaia potencia*.
cordo com as demai. potencias. Espranos que
este resultado ha de ebegar um dia, em vala da
lealdade e da moderaco da Franca ; mas noa
momentos acluies esse dia anda nao chegou, e
eila a razo
porque o projecto 4a deaaraa-
menio nao pode resolver-ae em Paria unicamen-
'", sem o ser ao mesmo tempo em S. Peieribur-
, Londres, Vienna e em Berln.
Circular expedida pelo prefeito de policial ao
nselho superior da sociedade de S. Vicente de
Paulo :
a Senhor presidente, Para deizar ao conselho
actual Ja sociedade de S. Vicente de Paulo, a
que presidia, o tempo necess-rio para terminar
regularmenle os seu* trabalhos, S. Exc. o minis-
tro do interior quiz demorar at agora a applics-
jao das disposige* da tu. circular da 16 de ou-
tubro. Agora, conforme a* orden, de S. Exc, te-
nho a honra de vos fazer saber que chegou a
occaaio em que essa* dispoaiges devem ter a
sua completa execugo.
Em consequencia d'i*to dignae-vos prevenir o*
membro* do conselho central de que desde hoje
sao prohibidas as suaa reunie*. Nao careeo po-
rm recordar-vos que, segundo oa termo* da cir-
cular, ae as diversas conferencia* de S. Vicenta
de Paulo, por va doa seus presidentes ou delega-
dos, manifestarem dezejo motivado da tarea em
Pars urna represeotago central, o ministro do
menor tomar a* ordeos do imperador para deci-
lir as bases e os principios em que bh repre-
senta jo pode ser organissda.
Sobre esia medida exlrahimos as seguintes ob-
servares do Sicle :
Maravilba-nos a admirago das folhaa ele-
caes, que nao podem compreheoder a dlasolu-
cao do cooielbo superior da sociedade d S. Vi-
cente de Paulo. Nao era bem explcita a dren-
ar de 16 de oulubro ? Pode acreditar-ie que ua
ministro a quem oo falta coragem nem perse-
veranga, se embarace dianle daa injurias de mr.
Planlier ou daa fanfarronadas de mr- Dupanloup?
Como dlzia a Union, o exercito ultramontano es-
t licenciado,
Os cardeaenr oa conlra revolucionarios nao
sao protegidos por elle, as despeza* de ama
organisacao collossal, os subslos pedidos pela
Santa S, delxam de obter-ie coaio urna offerta
de caridade. Em cada cidade oa p*b aera *
ccorridos pelos seus coocidados, sem que ua
cntimo da. suas esraollas seja di.lrahido.
Nao ser aceitavel este estado de coisis ?
Uns aceiiam a lei a que todoa oa cidadoa de-
vem obedecer: oatros preteadem estabelecer com
a aulhori lade relages puramente offlcioaaa, al-
legando quo se compem de meno* da viola
membros. Outros finalmente, substiluindo as
formalidades exigidas, pedem a cooservacao da
commisso central, e declaram-ae promptos a
dissolver-se se a orgaoiaago anterior a 16 da
oulubro nao (r confirmada. Ainda alm da to-
do, estes ha outros que fallam de emigrar, la
seguida publicamos o manifest destes ultimo. :
No dia em que a livre caridade nao tiver o
seu centro em Franja, a sociedade de S. Vicenta
de Paulo retira-se para ioatitutir em ootra ierra
livre, em Bruxellas, Londres, em Con.lanlinopla
se fr necessario, ou finalmente, em urna
Ierra onde os seus chefes possam reunir-se sem
ter que temer os encontr* da boreaucracia:
Chegaremos ainda a ver a caridade obrigada
a ter o seu centro estabelecido em Constanli-
nopla.
ITALIA.
Aos poros das provincias ale
aples.
a Caprera, 16 de novembro.
O appello que ma fazefs com 22,000 atsi|na-
tura* nSo o primeiro do* vossos actos qoe Me-
rece o meu recoohecimento.
< Devo-vos tudoe molla afilelo I
c Hoje, com sentlmento meu, nao irei para jun-
io de vos. Mis estarei logo que leja neceasarlo.
Ajuntarei urna anida patarra... E' de ver da
todo o italiano preparar-fe com ama aspada... O
mundo sabe que sabemos maoeja-ls... Eeucreio
que a hora se approxhha...
lito dirige-.e aos qoe ealcaa os pea oa di-
reilos da Italia pela forgs e pela mentira
Sou do vosso corajo,
/. GaribaUi.
A sua eminencia o cardeal
Antonelli.
Turlm 1861. Eminentissimo, o governo de f
Trei Vlcl?r *ll, gravemente preoc-
upado pelas funestas coosequeocisa qoe poda
trata* comsigo, tanto na ordem religiosa coma ai
ordem poltica, a attilude lomada pelo culto de
Roma para com a uago italiana e sea governo
quiz anda urna vez applicar pira o espirito e co-
ragao do padre santo, afim de que, na aua sabe-
dona e na su. boodade. cooainta em om atiento
que, deixando intacto o* direitos da naci, pro-
vase efflcazmente dignidade e i grandeza do
estado.
Teoho a honra de tranamitlir a V. Em.# a
carta que, por ordem expreua da S. M. el-rai,
lenho humildemente dirigido a *u* anudada.
V. Em.a, pela alta dignidade da que est inves-
tido na igreja. pelo lugar conaideravel qoe oceu-
pa na administraco do estado, oio menos que
pela confiaoga que saa aantidade deposita na ana
pessoa, pode melbor do queninguem dar nettas
circunstancias cooselhos uleis e atteodiveis.
< S. Em.a nio poderia deixar de juntar aoa sea-
Umentos dos verdadeiros inzeressaa da igreja mm
aentimento favoravel pro.pendade de nasa aa-
go a que perteoga por oaacimenlo. Espero pois
que S Em.a tratar do bom xito da urna obra
pela qual lo bem merecido nio s da santa s- a
da Italia, mas de todo o mundo catholieo.
(Assignado) Riealo.
Aiqda que o seguinte documento nio aeja re-
cente, comtudo digna de lodo o nteres*, at-
tendendo aa. origem. E* a proclamacio do
zouavo pontificio Langlois, impreaao ea Malla
com a desigoajo de Stigliano, ponto onde ama
copia manusenpta -foi afiliada no ala 104a ao-
vembro : ,
< Poros de baailicato :
Quando os filhos da mais cobarde a 4a nula
infame conspirajo se combioaram para lascar
por trra o rei Frandsco II do throno do sea aa-
lepasiado, os traidores patria e oa aventuraina
aeu* cmplice*, lanjaram -se nesla provincia
em Potenza foi onde primeiro *e ajajaflUaj a*>
landarle da revej*. Notos godosf Mrraceeoa.
invailram ai vosia. trras, e depois lodo o rejas
de aples, e mala perversos e mal* desleaea s
que aquelles barbajo. nio vieran coao iaial-
go* declarados, mal fm com palavras de pea sea
labios e com a trafgio no corajo. A im mor at-
cenos de que o aentimento publico I*", e com. 'I?* 00 corajo. A 1 mmorali-
dsso favor. E' intil dizer que a d- 7 ,' o rouDO, lermioio ieguiram-ie a ala
,m..i,>---------------------- laclo, rostes ot primelros que sentiste, o oaatla*
e a vergonha da inv.alo, e fiel. vosas, tradio-
joes, s recordages dos cuidados paterna* ana
rajaran o luto de Melfii, sacudiste, o jago do.
Julgamos que s ha um meio para diminuir- lyraonos ; nem os incendios, nea as bombas
mo. o nosso eflectiro ; entrarnos en un ac- *** norte, nea as vlolace. de toda a
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
4.


/
abalaran a tas sal
tos. i /
Veoho em fime do vosso re PrancCo II.
Venho guiar-y-di e condasix-toe 4 reviadicacio
doa ieua di rejftoa desconsiderados e sagrados. D1-
rigiodo-me/a un pdto valorse, e recoohecido 6
fiel corn/o a s( ia, podare! chamar M armas lo-
%A
DIARIO DE PERNAMBUCO.
valor.
- i... -'
Bis-me cois entre ex-caplllo de auatos 69 ordena de Lamoricire,
Sirtio de aples a SO de outubro pelo caminho
a ferro de Salerno; d'alli foi pela posta al Po-
tenza. Dum das suas cartaa ao capitio da suarda
nacloosl a ao biapo de Balvano, que eaiao es
podar de governo, dio curiosos detalhea sobre os
meios ferozes que elle ameagiva eropregar ae os
doa aqidellas qw eolio ira caso de as inpunhar, 1 habitantes de Balvano, refugiados no amigo cae-
mas r.So chamo senao aquellas que a sorte tem tello, o nao recebessem com demonstrnqes de
desojado pars i s recrutamenlos fcililsres, a
sndicos ae dignarlo auxirfd-m* neajp
relo. ,- .
a Napolitanos da BasiliciU 01 paizes mata
ricos da Italia istio envolvidos M insoria, aa
melhores leis ei to aonullafei. sala mtlhei de
habitantes abandonados a snatehia. Vanos Con-
quistar a naciom lldade 0 a libfasdp. Oorramos
expedir a aeiu e a revoluto da sede do gober-
n que ellps uaujrparani. Viva Francisco II I Vi-
ta Mara Sophajl A'a armas I s armas I
c Do nosso q isrlel general, outubro de 1861.
O com mandante em chefe das forcas na pro-
tiocia de Baiilii ata
c i. de Langlois.
c Cavslleiro c a ordem militar e real deS. Jor-
ge da Reunio.
Discurso prof irido por Mr. Bicasoli na sessio
de 20 de novem iro ao parlamento italiano, guin-
do apreseniou da documentos relatitos 1 questio
de Roma :
O governo n'el-rel acha-ae felii de ,se en-
contrar de novo em preseorjv dos representantes
do paiz, e de sjubmelter ao aeu julgamento os
aeus actos relataos questao que mata vivamen-
te loca os sentimentos da nago.
a O grande htmem de estado, cuja perda nun-
ca deploraremoi bastante, e que eu aioto pes-
aoalmente mais do que qualquer outro, por isso
que, com melh tres torgas, jatguei dever empre-
hender a laref ardua, que elle 180 bem tinha
desempenhadoj esse grande homem de estado
proclamou, a respeito da questao de Roma, um
priocipio fecundo, o principio da igreja livre 00
estado liore.
Recolbeodo esta pesada heranca, considerie
como um denr sagrado realisar esta concepgao
to simples coi 10 vasta. Por cooaequencia, pro-
curei resumir em alguna artigos aa garantas re-
ciprocas da liberdade da igreja e do estado, e re-
solv dirigir-ule aioda urna vez, em nome de to-
dos oa meas collejas e por ordem expreasa de S.
M. el-rei, rctMl$0 do espirito e liberdade do
coraco do soberaos puntillee.
a Mas coma Infelizmente eslavam cerrados to-
dos os meios pe tratar directamente com elle, ti-
Temos de pedir os bons offlcios do magnnimo
imperador des fraucezes, e do aeu governo, cuja
boa vontide [ela Italia se manifestou por provas
to reiteradas e to notaveis como os seus sent-
mentos de re peito a de offeicao para com a san-
ta s.
J n'oulrja occasiao. declare! solemnemente
na vossa presenta, quaes os meios porque o go-
verno de e 1-rei quera ir Roma. Nao por um eu-
thusiasno desordenado,nem pormeio de medidas
violentas, o]o destruindo, mas edificando e
igreja a occasiao de conquistar no-
e dignidade, emancipando doa lagos
1 i a fazem escrava parecendo garao-
ler. Todas as vzes que se tem tra-
a, apresentei eu por condigao, que
fio obrar de accordo com a Frang,
jlia nao esqnecer nunca o recoohe-
lhe deve pelo coocurso poderoso
fu a sua siluago actual, aituagao
rrmiite, se preaislir na senda sen-
ta que j to nobremenle tem per-
alegra. Qui
Sumemos ff
rei efe Pote1
qaereria fila engaar? Esle do-
im enviados so pr*ootador geral do
de guerrflfri prisionelro dio os seguinles
detalhea : pretendes qua 2* hesaaohps exiafem
no bando, 0 fue em individuo que se fz chamar
gpneril Bofgf eSll anicanente eocarragado de
foroeer os fMe**^ espooMeo. Langlois fcom-
rnaoda exclusivamente toda a guerrilba, que est
dividida em cinco compsnhfas do cem homens
cada urna, teodo 80 cavados.
c Urna carta do conhsdo do deputado Magaldi
pretende que os guerrilhas, quando invadiram
Peacopagano, tioham pequenaa pega de arti-
Iharia.
a Urna proclamago de Mr. de Roulland, pre-
feito de Potenza, mostra o herosmo doa guardas
nacionae da Pietragalla e de todoa oa povos de
Baaillcata.
c O bispo de Potenza dirigi urna circular aos
arciprestes, curas e vigarios da sua diooeae, pe-
dindo-lhe para aconselhar aos fiis o respeito s
autoridades estabelecidas.
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
4 FEIRA 3 DE JANEIRO DE 1863.
^
que lhe dte nutrir ; ao >eeote, pes ji nao eslava de rostido, e aim ti-
Baa peqieno panno que a Ihe tapara parle
qualidade dos generoa,
prescripg&es salutares no's predios com o tfftMl
espago, que cootenha ar aufflciente ; o conaeel- < d corso'
mdi?. ""mn'-'-JVa*0 "' const,rt! ftojeVasta de mais amsrg.s verdades. Un,
?hd /n??K0' n,od(lflc*dore coamiooeoffl- do t laatlOMr que urna raegio do exercito por-
vr,B. dnH,.,.8l U,? ""C,,rculfu"-- ta*,to' ,tB,9 1ui Prestando auxilio e homena-
excreta applicata precepta el gesta sao tantos g*friles OgurSes.
pontos que devem attrahlr seus cuidados no exer- Bembe, 30 de outubro de 18fil.-m europtu.
Cicto a o o obre cargo da inapootor da salu bridada
fornecendo
vo>spleadoij
temporaes qi
tir o sea ood
tado de Ro
era necessar
porque a lia
cimento qu
que lhe i
que lhe p
sata e resoiL
corrido, eleyar-se a sua vordadeira posigio entre
asnagoes,
A conducta do gobern d'el-rei eslava pois
conforme eom estas declarages, como com lodas
as conveniencias, quando se esforgava para re-
solver a q.uestao romana por rreio de um accor-
do com o santo padre, sobre bases da liberdade
respectiva da egreja e do estado, e quaodo se
dirigi ao governo francez para que ae dignasse
servir de mediador dos seus sedimentos e das
suss propcjstas para com a santa s. Infelizmen-
te nesta poca, nao pareceu que o santo padre es
livesse dis tost a dar ouvidos proposla alguma,
e o governo imperial julgou na sua sabedoria
que. em semelhanles circumstincias, nao seria
opportuoo encarrrgarse de apresentar o pro-
jeclo, quej o governo d'el-rei, animado de leaes
iniengoes a respeito da egreja, tinha preparado
com a majior cautela.
a Hojeo governo d'el-rei v a necessidade de
fazer corlhecer i repreieotagio naciooal, e ao
mondo tnleiro a maneira porque entendeu o
enmprimento dos seus deveres, e os meios que
em pregn para desempenhar as suas obrigagoes
para com vosco e para com a llalla. Julga ser
' 1 saber-seque ae a mgo italiana quer prose-
ir na obra da sus independencia e da sua li-
erdade, nao quer faze-lo preludieanrto --,;

cocu. pirita
nos cunto 00 tvrange.ro, u,miio s
a independe faa nag6s, ,in
aa (Tandea r** -n
perturbar .. -- -v. ieuuz'ra
igreja leacravido. Este assentimento das con-
3"'<6ncias tranquilisadas, cao davidamos, que ha
de abrir, o caminho que at aqu tem estado fe-
chado, persaadiodo o mundo Calholico e o santo
padre ote que os sentimeotos de S. H. el-rei ds
Italia e do seu governo, assim como os de toda a
nago si o, a respeito da egreja, fiis e dedicados
assim 1 orno sao ao mesmo tempo dedicados
manutengo dos direilosda na cao. Tenho a hoo
ra de tpresentar cmara o projecte de que
allei.
Escrevem de Turin ao Pungolo de Milo:
a O honrado presidente do conselho de minis-
tros pedio explicagoes ao embaixador de S M. B.
sobre k parte activa que tomou a Inglaterra as
desordena napolitanas, transportando bandos re-
accionarios i bordo doa navios com bandeira in-
glezaj e deaembarcamto-o* as costas da Italia
O empaixador brilsooico respoodeu que se tem
argido minio o governo de S. M. a- raioha de
se ingerir nos negocios da Italii, e mais aioda
de tomar a reaponsabilidade nos fados dequeae
trata.
(1 governo ioglez nao pode pretir nem mes-
mo impedir que piratas e oulros aveotureiros
deste genero s sirvan, de navios ing'ezes para
conseguir bom resultado dos seus actos crimino-
sos por consequeocia o governo italiano tinha to-
do o direito de aprisionar e fuzilar nao s aquel-
es q te faziara parte da expedico, seja qual Cor
a na^io a que pertengam, mas tamben de obrar
da mesma maneira a respeito dos commandan-
tes daquelles navios e de todas as suas equipa-
gensj
c Quanlo aos navios que receben) a seu bordo
esses bandos, ogoveroo italiano tinha todo o di-
reito de os meiler pique, ou de se apropriar
delles como presas. Nunca o governo de S. M. B.
se lembraria de pedir contas ao governo italiano
desses actos de jusliga.
Os voluntarios de reserva martima dirigiram
ao almirante o Ser cine o toe de aervigos. Em se-
guida! publicamos a carta des voluntarios de Lon-
dres : este docuneulo aufficiontepara dar urna
idea dos oulros, que eo poaeo mais ou menos
redigidos nos mesmos termos:
.N6s, os voluntarios da reserva martima do
porto de Londres, sabendo que a nossa bandeira
foi grosseirameote insultada por um navio do go-
verno americano e que os que reclamavam a nos-
sa pro ecgo foram viva forga agarrados e fei-
tos pnsioneires, escreverao este para vos fzer
saber iae estamos promptos para comprr o nos-
so engpjamento e para proteger a honra da nos-
sa bandeira, ds nossa boa raioha, e do nosso paiz
logo que para isso formos chamados.
{Seguem-se as assignaturas.)
'lEscrevem de aples Italia :
V O bando Langlois, Crocco e Borges foi obri-
gndo a refogiar-se no bosque Mouticchio, a'onde
a*hiram ha un mes ; mas ainda faltam detalhea
da derrota de Pesco pagano.
O general Oella Chieaa fez partir d'Aulelta a
28 ma forte columna novel de bersaglirs e de
iafaowria na direceo em que se achavam os
goertilfeav. O bater da floresta de Moniicchio ha
de Mr longo, a menos que ae nao tome O partido
de fazer um corte no bosque, ou mesmo incenda-
lo efc arte
t Eipalhoa-se falsamente a noticia de que o
cspilo Rnsch, dos carabineiros, com 50 homens,
tinha na seis das sido feito prfstooelro pelos
gwwrilhes. Este ofllcal acaba de faier um longo
REVISTA DIARIA.
Chegaram na noite de quarta feira (1 de
crreme) noticias de Goiaooa, que confirmam ter-
se desenvolvido epidmicamente era Cruangy
urna molestia, que aprsenla symptomss do cho-
lera -morbus, edizem que ata se lem communi-
cado i lugares visiohos. Os mdicos e iradas de
caridade, quedaqui haviam partido por ordem
do governo, ji tioham chegado i Goiaons, acom-
pannados doa medicamentos necessarlos.
Nessa meiraa noite pelas nove horas reunio-se
no palacio da presidencia a commissio de mdi-
cos comeados por S. Exe. para auxilia-lo cotn
aeus conselhos e servlgos, afim de ver se se coo-
seguo que o mal se nao propaguo e chegue esta
cidade, e4 quando nlo possa ser evitado, nao se-
jam destruidores seus golpes, e trabalhou at
depois de onre horas, concordando todos em qua
um medico partase quanto antes para Goianoa,
onde aeus servjgos poliam vir a ser precisos, de-
vendo ir acompaohado de camas pars montar una
enfermara no hospital da misericordia, de me-
dicamentos, baelas e dinhelro, e que outro medie
partase para Iguarass acompanhado dos mes-
mos meios, afim de estar prorapto a prestar aoc-
corros, se acaso o mal all chegar. O Exm. pre-
sidente da provincia subscreveu i tudo, e encar-
regou o Dr. Firmino, residente naquella cidade,
de dirigir o servigo sanitario, e dar aa providen-
cias que julgasse precisas.
Hontem pelas nove horas da manhia reonio-se
novarnente a commissao no mesmo palacio, e
foi informada que o vapor de reboque Cmara-
gibe ia partir, no tendo-o feito aioda, por causa
da mar em Goiaona, levando o rv. Pe ira, 40 ca-
mas, 40 cobertores, 6 pegas do baela, 1 ambulan-
cia e 1 000$ emdioheiro.
Nessa reunio tratou-ss de dividir a cidade em
districtos-medicos, confiados facultativos que
residem nelles ou era sua proximidade, e foi de
opioio que.o. Sr iaspectot- da- sanie publica" ti--]
siiasse as boticas, aflm de saber se estao providaa
sufllcieoiemeotede medicamentos ; a qup S. Exc.
se dirigiste acamara municipal desta cidade para
que dse prompto e inteiro cumprimeoto s pos-
turas relativas i saude publica, e redutisso
posturas aquellas medidas preventivas, apresen-
tandas em 2 de novembro de 1855, que ainda o
nao tinham sido.
A commissao nomeada para auxiliar o governo
compoe-se dos Drs. Aquino, Sarment, Ferreire,
Sergio Ferreira e Firmo, sob a direccao do Exm.
presidente da provincia que se mostfa empenha-
do em soccorrer os accommettidos, o em preser-
var do mal aquelles que se acham expostos i
ae-Io.
Em um dos ltimos vapores procedentes do
norle, aqui chegou vioJo do Maranhao o Sr.
John Wetson, engenheiro americano, que ae ha
applicido especialmente ao trabalho de ongenhos
de fabricar assucar, e no qual ha apreseotado
provas de evidenlissima vanlagens para a respec-
tiva fabrirago.
O Sr. WeUon um pratico abonado pela licgio
dos eogenho s Luiziaona ; e teio doa Eslados-
Uoidos-em mmnanhts dos Srs. Silva e Machado
K.a introduiio etTeclivamenle
.s nos en/ -nlios de fabricar
'8sH eialidado na parle relativa ao
por machinas, fazendo-.. .in-
i mais ecesaari^ U-.W aprjFjiar dea-
; u as Inu or mee-de^uma sprta, pa-
ra o senltor i.io, menor d usm^Wce do
jo aquella qu leria o mesmo da fazer parra**.
nir se das pegas inuliliaadas.
A estada pois do Sr. Wetson nesta provincia.
esencialmente dada industria assucareira, deve
muilo importar a fabricagio do assucar, que vai
por certo mal entre nos, como tolos o recoohe-
cera. Os nossos aeohores de engenho devem
portanto procurar a propinar-se dos melnoramen-
tos de que susceptivel esta fabricagio, tomando
aa litos de urna pratica illustrade, que offereee o
Sr. Wetson.
B'sabida a difficuldade com que lutam os se-
nhores de engenho com relagio assentaraentos,
pois os nossos pedreiros delles incumbidos, ora
fazere-u'os com proporgoes de queimar, ora de
demorar assisa melladura,etc., etc.. mas nisto
que muito pronetten as luzes do Sr. Wetson,
cujos assentamentos aproveitando ainda a mni-
ma parte de calrico, dio em resoltado a ebulii-
c.io da caldeira em minutos, de modo a tomar
iosufftcientn todo o caldo produzido.
Os Srs. Drs. Carlos Fernando Rlbeiro e Ale-
xandre Theophilo de C. Leal, Joaquim Antonio
Vianna e Jos Coelho de Souza Jnior, proprie-
tarios de eogenhos de fabricar assucar na referi-
da provincia, pela imprensa tem dado testemu-
nho da pericia do Sr. Wetson e das taotagens
reaes do seu trabalho, experimentadas em aeus
eogenhos ; e o uliimo destes senhores assim se
exprine, depois de dar ama deseripgio da forma
material do asseotamento : coocluido o asseota-
ment, tocou-se fogo s tachas. A primeira fer-
veu no fim de 5 minutos, a aeguoda de 3; as.
mais cora differeoga de4 minutos. No um de 30
minutos sabio a primeira melladura ; e com 3 ou
4 das de trabalho podem as melladuras sahir com
differengade 10 a U minutos urna daontra 1 Por-
quanto sahindo a primeira s 5 da tarde, as 8 1|2
horas da noite tioham sabido dez melladuras: e
nao continuando o trabalho por falta de caldo,
pois um engenho movido por agua e outro por
animaes nao deran atiameoto s tachas. Em urna
hora tirel 42 arrobas de assucar bruto.; e poa-
sivel tirar mais estando o aasentamenta a traba-
Ibar durante alguna dias. Assim se faz com o
novo sysiema de assentamenlo no espago de urna
hora justamente o mesmo que com o antigo se
faza em todo um da : que economa de tempo e
trabalho 1
0 Sr. Wetson tem de ensatar os seus trabalhoa
em atguns eogenhos daqui, e a pratica nao ha de
desmentir os resultados apresentados no Mara-
nhao, e attestados por aquellas sensores em taes
expresses verdaderamente animadoras ; pon
que fiamos que naoaejam ellas moramente ofi-
ciosas, como o nao fBo por certo.
Foi nomeado o Sr. major Sebastiio Antonio
do Reg Barros para vogal do conselho adminis-
trativo de conrpras do arsenal de guerra desta
provincia.
Seguiram no ultimo do passado os Srs.
Graojaa, complicados no homicidio do capillo
Domingos Alvos Brauco Mnn'iz Barreto. fio 00
Irera responder a noto jury no Ouricury, foro do
delicio.
Msndam-nos o segniote :
O oatudo e a pratica da prophylaxia mais
proveitoso hnmanidade do que a anedicagao
mais segura de meios especficos, raesrao quando
este* minea falhassem em seus effeitos tberapou-
tices.
< Neale intuito que fundado a creagio de
um conselho central de hygienne publica, con
os sena ralos provirrciaes com a denominaco de
inspectores de salubridad, publica, a quem com-
pete como cargo desta alia fuoccao cardar de
ptevoair os nales que podem dizimar a popola-
tho
publica,
I' trdade que i txiguldada do honorario
com que os cofres poMicos qur gratines* tiro
reletaiates servigoa con os quaes o medico cen-
sme todo o teanpo Modo de fazer fisgeos loo*
gas peniveis, dteno ler prtnfrb a apreses-
tar-ae no campo m qae se diz eifttir urna! epi-
demia, fim OT certificar a*6 JfJtel'nTJ para (Jffg
nao aobrecarreguem os cofres pblicos con gran-
des desperas, e"m virtud u do terror paitico ou
da especulagio, faz induzir que ha tcitamente
dispensado todo estes trabalhos e que proformu-
la, in nomine ha o muito necessario lugar de
inspector de aalubridade publica,
CooK.na.
W.
Sera para deaejar que fosse recolhido ao
hospital de caridade um homem de pones idade,
affectado de alienagao mental, o) qual vagueia
dia e noite pela Boa-Viata, eacolhendo princi-
palmente nm lelheiro em ruinas, m que outr'ora
houve armazem de madeirat. Ha trea diaa este
infeliz foi encontrado em estado de morle appa-
renle pelo Sr. subdelegado da Boa-Vista, o qual
maodou immediatamente chamar um medico, e
sendo este de opiniao que o paciente fosse con-
duzdo ao hospital para aer medicado convenien-
temente, o Sr. aubdelegado maodou-o effectiva-
mente paral, constando todava que nao o qui-
zeram recebar.
Com quanto nos cause espanto semelhante
falta de caridade, nada podemos 00 entretanto
aventurar a tal respeito, porque motivos que nos
sio desconhecidos podem existir que obslaaaem a
admissaodo doeote.
Aproveitamos a occasiao para pedir ao Sr. fis-
cal da Boa-Vista alguma providencia, afim de se-
rem tapadas aa portas do tal armazem, para nao
continuar a ser elle o theatro do aceas de toda
a qualidade que all sao representadas dia e noi-
te, visto como ha familias na circumvisinbanga
que esli prvalas de chegar janolla para nao
presencia-las.
. Abaixo publicamos urna rectficagio noti-
cia que demos en nossa Revista de hontem, a
qual foi colhida sobre dados ministrados pelo Sr.
Dr. Gusmao Lobo:
Srs. redactores da Revista Diaria.Lendo ho-
je o seu coaceituado Diario, nelle deparei com
urna noticia dada na Revista Diaria a respeito
deFrancisco Antonio de Souia B'aga,dizen-
do-ae abi, que sabo-se por foote segura, que
cinco annos elle viera a esta cidade destruir o
asseoto do casamento que aqui contrahira, para
poder contrahir um outro na Baha. Que o tal
Sr. Brega viera a esta cidade, pura terdade ;
que aqui elle casado com Carolina de tal,
exactissimo, mas que elle viesse destruir o aa-
sento de seu casamento inteiramenle fal-
so; o Rvm. Sr. vigario Venancio Heoriques de
Rezende. em cuja freguezia ae vercou aquella
casamento nao se prestara, por motivo algum,
nem se prestou jamis a maoejoa dessa ordem ;
e em quanto ao abaixo assignsdo, que nove an-
nos oceupa o lugar de prioste nessa freguezia, e
que se acha eocarregado do archivo tem gloria
de poder responder alio e bom som, aem temor
de aer desmentido que nunca se prestou, nem ae
prestar jamis a taes infamias.
Tenham senhores redactores a bondsde de pu-
blicar estas linhas en defeza do crdito de sea
asignante. -------------------_..
Padre Leonardo Joo Grtgo.
Lista dos Bt plisados ha vi jos na freguezia
de Santo Antonio do Reeife de 17 de dezembro
prximo passado ao ultimo do mesmo.
Antonio, semibranco, lilho natural de Delfloa Ma-
ra Alves. 1
Annunciada, parda, exposta em casa de Pedro
Baptista de Santa Rosa.
Auna, branca, filha legitima de Jos Joaquim di
C"Sta Leite, e Anna Ferreira da Silva.
Celso, brinco, filho legitimo de Antonio Brasilino
de Oliteira, e Sabioa Alexandrina.
Dooalilla, parda, filha natural de Geroldioa Ma-
ra da Silva.
.Francisco, braneo, filho legitimo de Antonio Jo-
s Lisboa e Joanna Teixelra da Cunha.
Joao, pardo, filho legitimo de Viconio Ferreira
Lima, e Carolina Joaquina dos Reia.
Manuel, pardo, filho natural de Damiaoa Fabia-
na dos Res.
Mara, parda, filha legtima de Gaspar Claudino
de Franca e Eugenia Mara da Conceigao.
Tecla, branca, filha legitima de Jos joaquim
Pinto Martina e Mara Manoella dos Santos
Marlios.
Um jornal de *m momo aa atoko4 13 can-
ando-senothealro daMtla fdedta Venrente-
la, pegou-se o fogo lo teatide 4fcfima dona
BU
1 bartono),
|ou o fogo
(incenda-
le qae tan-
lio inter-
s.
apyMfo*HO ** $m "^P'S10 omeoti-i c K ^,reci,sio das localidades, onde t peto
IsM agora protooo que Ao gusto Langlois,
loai {eitoo recinto de sua saciedad ; o ana4yso
9 agua, que lhe serte de bebida ; o conselho na
Catamentot.
Ignacio Joaquim Ferreira de Albuqaerque, com
Clara Mara do I.wr a ment.
Luis Aagasio Rubn Mavignier, com Cecilia
Jgrjacia dos Sanios,
C( i roerlo fian 00 Alves de Saat'Anna, cem Lwta
Firmma Cocino. > .
LoTjsapeo d^Jreivt! frtrntrios, eos' .^aCoO-
tang Diniz da Silva.,
Urna corresponde ne o f>'Tnbe,coa> data d e
80 de outubro, retata modo segunt* o rasa -
nenio de *i-rei do Cooy: eJsJnad tn-agosto :
No dia II de agos< Irol leve lugar o ca-
samento de el-rei Cm%a con a moxconga
D. Mara (hoje rainha). Este acto aolemne foi
pelas 9 horas da manhia, para o que SS. MM. se
apreseotaram junto da fortaleza, onde de ante-
mo se tinha preparado una capella, viudo a-
compaohadaa do principe deste reino, dos eon-
selheiroa e mais fidalgos, bem como de urna
grande porgo de povo, estando a maior parte
armados de espingardas, e duaa bandas de msi-
ca, urna do principe e oulra de el-rei. As m-
sicas coropunham-se de oito nove figuras e os
instrumentos eram pequeas ponas de marfim,
urna tamba, alguns chocalhos, etc.
El-rei apresenlou o segunte vestuario : urnas
caigas e jalegode coln, e uns sapatoa velhos (os
quaes elle pedio emprestados um soldado que
est s suai entena), e a elegante esposa trizia
um lenco roda da eabeca, um bonete lanceira,
un vestido de chita con alguna boracos e uos
bules de soldado, nio vitando estes que se lhe
podesaem contar os dedos dos ps.
Estando tudo preparado, seguia-so o casamen
lo, aeodo o sacerdote o Rev. padre Gatiio, e pa-
drinhos dous oQiciaes tirados la torca armada
desta guarnico, que tambera se achara presen-
te i este acto. Fiada a ceremonia, a fortaleza
deu signa! con una salva real de artilharia. Por
occasiao el-rei deu de offertt ao Rev. padre dous
pequeos nuleqoes, os quaes este acceltou ; bem
como apresenlava ura porco para presentear o
commandanle da torca, que o reeusou, como tem
feito muitos oulros. Este official parece ser o
modelo dea oQiciaes da protiocia, pois lem dado
diversas prendas de valor ao rei o principe e des-
tes ainda nao quiz receber cousa alguma. O que
ha pouco d'ari'ii sibiu accertava inclusive una
gallioba era toda o lempo qua aqui estove nlo
lhe deu de sen nem um bago de coral, pois co-
ma os prsenles e gralificava-os com (azoadas e
agurdenle da fszenda ; isto que lgica I
Estmdo ludo concluido, SS. MM. ae retiraran para
palacio, digo cabana, acompaohadoa de seu pres-
tito. De tarde el-rei briadoa os soldados deate
destacamento com um soffrivel porco que chegou
i 4 oncas i cada prags.
A's seis horas da tarde os efflciaes foram jan-
tar ao palacio, para o que se achavam convida-
dos de veepera por el-rei, e coastou de ama
gaitinha guisada, duas assadas e cousa de mel
arrefei de tombo frito, e algumas bolachas que oa
convidados levaran, pois foi tan somonte de que
se compoz o lauto janlar. Era quanto i servi-
go, s dirai que el-rei e sua familia costumsm
comer en ana baela de maos, e en algunas ga-
mellas do madeira, pois a bsixella que possue.
Durante o jantar tocoo escoIMdaa pecas a har-
mooiosa msica, a qual se achava en ama sala
prxima do jantar (por equivoco disse salas,
pois eran comea de gado). No meio de jantar,
el-rei, cheio do enthosiasmo fez ver aoinnome-
ravet pevo, que o rodoava, qual ora e son po-
der, perguntando-lhe qual tinha sido a poca en
que elles.linham visto os res do Congo terem i
aua meza oQiciaes do manipulo, n antros pala-
vriados ; o em seguida dea os segrales vivas:
Viva o Senbor D. Pedro V, ro do Congo Viva
D. Pedro V, rei de Portugal e vrta a Senhora
Rainha 1 Coocluido o jantar, a mesmo por
que j eslava escuro, n las nio han, os offl-
ciaes se retiraran para a fortaleza, tTroinodO
os reaes festejos cara un solemne batuque, qae
duroutoda 8 noite.
E' preciso notar, qoo 1-rol o a rainha foi esta
a primeara tex na na vida que aran catesdo.
A rainha, i hora do jantar, estara un pouco mais
llatrali. Roaeodi. (irnj Vte
Iue fazia a parte de D. MlgaMI,
om as maos, apartando neliae a
la do vestido ; porm, o ti
|q este artista con a daa
rompern o cant, riera pe/deram ama ola du-
rante o accidento, que i nio ser a presonca djp
espirito do dito artista, teria funestas coosequeo-
cias.
Passsgelros do tpor francez Exlremaiure,
entrado dos porlot do sul. Virgilio Jos de Al-
meida Campos e sus senhors, Chriatiano Wille-
jelm. Antonio Xavier da Castro e Silva, Manoel,
criado, E. A., Rydar.
Passageiros do tapor francez Extrtmadure,
sabido para os porto da Europa.Francisco Lo-
goz, Joaquim Filippe da Costa, Charles Aroo,
Gustavo Carn, Jos Ecuoha Milho Viceozo Es-
cunha Milho, Jos Jorge Pinto.
Passageiros da barca nacional Saudade, sa-
bido para o Rio Grande do Sul.Liberio Moreira
do Valle e sua senhora, Diogo Gongalves de Can
pos e sua senhora, Manoel Antonio Nanos, Mi-
chaella Bagiatella, Antonio Pereira da Costa Li-
ma, Luiz Jos d'Almeida.
Passageiros do brigue Mara Isabel, sabido
para o Rio Grande do Sul.Sineio Ribeiro de
Paula, Mara da Silva, Agostinho Moreira, dous
escravos a entregar. *
Nos diaa 30 o 31 de correle foram recolhi-
dos casa de detencio 15 homens o 1 nulher,
sendo 11 livres a 5 escravos, i saber: a ordem
do Dr. chefe de polica 3, a ordem do aubdele-
gado de S. Jos 8, a ordem do da Boa-Vista 5,
inclusive os crioulos, Jeronyrao, escravo da Joio
Pacheco de Qaeiroga, Luiz eacrava da Joo Pia-
lo de Lemos, e os africanos Andr e Manoel eale
escravo do mesmo Joo Pinto de Leos, e Andr
escravo de Domingos Alfonso, a orden do dos
Afogados 5, inclus(ve o crioulo Marcolino, escra-
vo de un fulano de tal Brito, a a orden do do
Pogo 1.
E 00 dia 1 deate nez [oran recollii los
mesma, 4 homens, sendo 2 livres a 9 escravos; a
orden do subdelegado de Santo Antonio 1, que
o crioulo Benedicto escravo de Antonio Jacio-
tho da Silva, a ordem do da S. Jos 3, ioclusive
o africano Antonio escravo do Dr. Joio Gomes
Coi m bra.
Movimento da enfermara da caaa de de-
tencao do primeiro de Janeiro de 1862.
Ti vera m baixa para a enfernaria:
Manoel Tavsrea de Araujo, febre.
Paulo, eacrato de Joao Francisco Catalcant,
diarrha,
2
Ti vera m alta da enfernaria :
Joao da Costa Alencar Brasil.
Francisco Antonio dos Santos.
Maooel Aolooio Pertira da Silta.
Jos Joaquim de Sanl'Aona Carijd.
Tete baixa para eafernaria:
Manoel RoJriguea de Souza, febre.
Movimento do hospital de nossa Senhora
ds Conceigao dos Lazaros. 31 de dezembro de
1861.
Exisliam 19 homeos, 14 mulheres, evadio-se um
homem, morreu 1 homem, existen 17 honens a
U mulheres.
MORTALIDADF. DO DIA Io DO COMIENTE :
Seraphln Pereira Vianna, Parabiba, 40 annos,
solteiro, Boa-Vista, tubrculos.
Manoel, Pernambuco; am dia, Baa-Vista, t-
tano.
Faustino, Pernambuco, 8 nezes, Recite, bexi-
gas.
Mirgarids, Pernambuco, 20 annos, solleira, es-
crava, Boa-Viats, queimadura. a
Filippe, Pernambuco, 40 annoa, solteiro, es-
cravo, Santo Aotooio. pneumona.
Manoel de Christo, Pernambuco, 30 annos, sol-
teiro, Santo Antonio, bexigas.
Luiz, Pernambuco, 3 mezas, Bjs-Vista, con-
geato celebral,
Antonia da Trindade, Pernambuco, 56 annos,
aolleira, Boa-Vista, gastro hepatite.
Dia 2. .
Luizs, Pernambuco, 22 annos, solleira, escrata,
Boa-Vista, metrite chronca.
Mara Rosa do Carmo, Pernambuco, 86 annos,
solleira, Santo Antonio, diarrha.
Anselno Jos Piolo de Souza, Portugal, 32 an-
nos, viuvo, Reeife, congestio cerebral.
Rita Franciaca de Carvalho, Goianna, 45 annos,
solteira, Pogo da Panella, gaatro ioterte.
Hyppolito, Pernambuco, duas horas, Boa-Vis-
ta, ttano.
Commupieadog.
Aos pas de familia.
Exercendo a magisterio particular deprfnetrao
ledras, ha 15 annoa, tenho tido occasioes da con-
vencer-na pan exptrtoarcia marta o qu#to
raesquiaM Hron.d a iottrscglo Iliteraria o
moral, M flaarianento as costama ir no
nosso sj -so fanioino : o qua causa nui-
tas.vssdj luatcrem am completa olvido lalen-
tua feco* nos, a genios admitateia, qae ss
ouen (iftaManlenaate activados, podar!ara,
oreseeoamoir alada algn dis a estampar mais
"Jjour n alguma pagina da historia da nossa
Da(aTo; jBi que, sendo abandonados, como or-
dlnartanosrte o sio, looge de cootrbuirem, como
deveriam, para a nossa glora, So Contrario, ape-
oe*fe08tituem outroS tantos exemplos bem de-
par/Wtea contra o nosio rgimen deinslrucgio
publica. Neala conviego, poia, por mim adqui-
rida, ha M bmfente lempo, tenho-me esmerado,
o mais possivel, no desempenho dos deveres do
Bsou cargo, por transnlltlr is minhas alumnaa
os poucos eonheeinentos, que felizmente hoje
possuo, e com que me habilite! para exercer o
cargo, que hoja oceupo, alias ben arduo ; por-
quaoto em tinado do mesmo nosso rgimen de
instraegio do sexo feminlno, bem limitada foi
igualmente i atphera dos conhecimeotos Iltlera-
rls, que em tempo opportuno pude adquirir.
Apezar de todos oa mena exforgos, porm, tenho
visto por multas vetes, eom profundo seminen-
to. sahirem de ninha aula particular alumoas,
cujo talento mereca, sen duvida, una cultura
naia acurada ; mas, que, j por voolade de seus
propros pala, J pela neana insufficiencia daa
miBhaa luzes, apeaas Acarara sabendo o que
commumnente ae entina naa aulas da inatruego
primaria do aexo feminino : laitura, escripia, con-
tabilidade, principios de grammalica nacional,
doutrina chnstt, o eostura. A vista disso de-
sejel melborar, ao nenos en parte, o meo sys-
iema de enslno, ampliando o numero das mate-
rias at hoje ensinadas em mioha aula particular
afim de melbor aatiafazer aos pas de familia, que
me confiando a educaco de suas filha, Ihes qui-
zaren dar urna inslrucgio mais elevada; para o
que (ralo nio o poder fazer por mim mesma),
tenho actualmente engajado para meu coadjutor
um professor, que eomegar no priocipio do au-
no proiimo vindouro a ensinar era minha aula
as seguinles materias: grammatica philosophica
da lingu 1 naciooal, especialmente no que respei-
ta a escripia ; a liogua francesa, tanto traduzida
e essripta, como fallada ; geographia, historia sa-
grada o historia do Brasil; e doutrina cbrisla,
mais explcitamente deseo volv la do que se acha
no compendio geralmenle adoptado para o ensioo
dessa materia naa aulas publicas e particulares.
Aviso portsoto, por esteconnunlcado, a todos
os psis daquetlaa minhas alumnas, que tiverem
este anno concluido os seus estudos da Inatrcgo
primaria, que, ae quizerem que aa mesmas come-
cera no priocipio do anno prximo vindouro a
estudar alguma, ou algumas daquellas materias
qae chamarei de instruegio secundarla, se dig-
nem de mandar avisar-me com antecedenci:,
aQm de pariecipar opporlunamenle ao dito pro-
fessor ; e ser esse novo ensino compensado pela
razoavel quanlia mensal de 59000: avisando
igualmente a todosjem geral que de hoje em diante
acceitarei alumnas, que j se echando prepara-
das nos estudos de Instruegio primaria quizerem
comegar os de instruegao secundaria. Outro
aim, continuo a reeeber em ninha aala, como at
aqui, alumnas para o ensioo daa materiaa da ins-
truegio primaria, prometiendo aos pas de fami-
lia, que m'aa confiaren, todo zelo e dedicagio
pelo adiantanento de suas llns, na minha aula
na roa da Mangueira a. 3.Joiephs Henriqueta
de Miranda Barros, professora particular de pri-
meiraa lellraa.
Esteiras para forro ou estira de
nstio ...... 1
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
Men da arara ta.....
Feijo de qualquer qualidade.
10*000
de vaccas e
> a
amareUo de
cenlo

104*500
701OOO
Kattanp,
BAMeo BR PRItAslBCJCO.
alo Novo ifetsacM ate JPor-
saa.ua l>bi-u
81 ale dw*iub-o ale 1881.
"ACTIVO
Apoces da divida rwoV' -
ida rfw
1 de Pedr
Publicares a pedidor
Ghana-se a attengio do dignissino Sr. Dr.
juiz de direito da comarca de Santo Aniso, so-
bre aa malverssgdes do earcereiro da cadeia da
villa da Escada, o qual ousou mudar o preso Ma-
noel Josquira da Costa Calada da cadeia da mesma
villa para o corpo da guarda da neana cadeia, nio
obstante ir de encontr disposito do Illm. Sr.
Dr. jais municipal da meama villa, que e hatia
mandado recolher eadeia.
Nio a primeira tea que este earcereiro pra-
tica acloa desta ordem, porque j o preso de que
sa trata foi por duaa vezea mudado para o corpo
da guarda sem sulorisagio previa da autoridade
competente como muito bem ae pode provarcon
o docunento que o substituto do earcereiro for-
oeceu ao Illm. Sr. Dr. juiz municipal na iofor-
maco que a este deu sobre o supracitado preso.
O Argus.
Faino em folha bom. .
Idean ordxtarle du restolho.
Ido em rolo boan ....
Idea ordinaro restolho. .
Gerona........
ipeeaeuanha (rata) ....
Lenta en achaa.....
Torea........
LoMas e estelos.....
Mel ou melago. .....
Milao........
Pao brasil ......
Pedras de amolar .
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Pita........
Pontaa ou chifres
novilhos ,
Pranchoes de
dous custados. .
dem louro. .
Sabo.....
Salsaparrilha .
Sebo em rama. .
8ola ou vaqueta .
Taboaa de amareUo
dem dirersas .
Tapioca ....
Travs. ......Bmi 8*0
nhas de bol......cento faB
Vi"P*........caada |8.
*""de8 de Pernambuco 28 de dezembro do
1861.
O primeiro conferente.Manoel Carlos Barrlo.
O segundo conferente, Carlos Augusto Lias do
Souza.
Approvd. Alfaodega de Pernambuco 18 da
dezembro de 1861.Bairoa. Conforme o 3- es-
crepturaro Joio Jos Pereira de Fara.
MoTim^Dto do i orlo.
JVarios entradot no dia 31.
nezetland114 diaa, galera americana Arey, da
1229 toneladas, capitio Ilenry Wilson, equipa-
gem 22 carga madeira de Ungir ; ao mesmo
capitio, veio refrescar e segu para Cork.
Rio de Janeiro e Babia6 diaa vapor francs Ex-
tremadure de 1279 toneladas, commandanle H.
Auber, equipagem 120.
Navio$ entrados no dia 1. .
Rio de Janeiro21 diaa, barca ingleza as La-
san, de 400 toneladas, capitio Jamee Graban,
equtpigem 12 em laatro ; a N. O. Bieber
& C
Ass12 dias, hiale brasileiro Santa Luxia, do
23 toneladas, capitio Maooel Caelaoo de Arau-
jo, equipagem 4, carga asi e peixe ; a Jos Bap-
tista Ribeiro.
Navios tahidot no mesmo dia.
Rio Grande do SulBarca brasil, ira Saudade,
capitio Joaquim Aolooio Dias, carga, asaur-'.
Rio de JaneiroBrigue braaileiro JVar
capitio Manoel Homem de Almeida,
socar.
Bordeaux e porlos intermediosVapoi
Exlremadure, commandante II. Auber.
Navios taidos no dia 2.
LiverpoolBrigue ioglez Oden, capitio
Hanzard, carga assucar e algodio.
S. ToomazBarca iogleza ConiUnce, cap
aeph E. N. Jarves, carga assucar.
Canal pela ParahibaEscuna hollndola liiii*
belh Helena, capitio Coerksaf, en lastre do
assucar.
Observando.
Suapendeu do lanaro para o Cear a barca
iogleza inne hagan, capilo James Graban.
Goiaona, vapor de reboque Camaragibe, con-
mandante Antooio Rodriguea da Oliteira.
Nae bouveram cntradaa.
Bonc^ ao Brasil
A directora da caixa filial, saca o-
EssrVds de ferro de Pedro II......
Estrada de ferro da Baha........
Depsitos.........
Joias depositadas......
Lettas caucionadas......
Letias descontadas. .<,...
Letras protestadas .
Remessas ;.....
Jos Antonio de Figueiredo J-
nior (Hio de Janeiro) .
Aluguel de casa......
Fornecimento.......
Premios de ttulos de garanta. .
Juros..........
Despeas geraes .................
Caixa..........................
Lr.SUQjJOOO ore o Banco o Brasil qualquet quautia
ru-nnnitnnn __._ _. ____ > *r .- \
2 ^
I Farhinhsit.
I



- I
I Cfigrtn. g
5 ?
5 \
104.0004000
99:1769796
80:000*000
5:735 J280
4:530(000
2.915:4678761
107:930a953
58:557#79S
1:345f4ti
7878600
7:766*485
14-67717
1:079>9I
6:070974
382:6335749
a vista, e ao par. Reeife 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
Joao de Barros.

a*
o
1
3
00

Ris. 4,363:7549948
PASSIVO.
Capital..........
Emisso.......'. .
Depsitos da direccao ....
Letras por dinheiro recebido
juros .........
Contas correntes com juros .
Fundo de reserta......
Ttulos em caucao.....
Knowles & Foster (de Londres) .
Banco da Bnhia S/C ....
Banco da Baha N/C ....
Saques .........
Dividendos...... .
Descoulos de notas <
Juros da garanta de emisso .
Premios de saques e remessas.
Descontos..............~.........
2,000:0003000
l,47:l(JOJt000
80:0008000
35:6128488
423:385*065
49:2549513
5:7358280
8:225734
7:316S0rl5
57:8619684
10:0008000
2:1389000
1:6539000
2.9489731
1:6299557
208:8349831
all tandeaba,
aVandineatododis ,
13:223*466
Movimento da alfaad|
?olonea entrados con fazendaa..
> > con generoa..
9
Volnos sabidos
c
con fazendas..
com generas.

Descarragam hoje 3 de jneiro.
Brigue braaileiroBeberibecharque.
Becebeiiorfa de rendaa Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 2..... 8619635
Consnlado
Rendimento do da 2 .
provincial.
.... 7:2109841
g g
'S 2
^
8
-j_____n '
} \ gyyr-n.stro.
I Cttiern ydra- I
os Vs
V g
8 *2
.s.
Inglez.
A noite clara, rento EME regalar e assin aas
oheceu.
OSCItAClO DA HAR. V
Preanar as 6 h. 6' da manbis, altura 6,4 p.
Baixa-mar as fl b. 54' da tarda, altara 1, p.
Observatorio do arsenal de narinba, S da
neiro da 1862.
SOBAJO STltr-tB,
1* lenle.
Edilaes.
ALFANDEGA DE PERAMBUCO.
Pauta dos precos dos gneros sujeitos a direito
de exportac&o.* Semana de 30 de dexembro a
4 do mex de Janeiro de 1861
Ris. 4.363:754*948
Demonstrac&o da emisso.
4267 notas do valor de 2008000
4644 a 1009000
3060 > > 50|000
35 > 209000
266 i > 108000
853:4009000
464:4009000
153:0009000
7009000
2:6608000
Ris 1,474:1608000
Estado da caixa.
Em ouro amoedado..... 10.0009000
Em notas do Ihesonro menores
de 109000.....; 3:9979000
Era ditaa de outros valores 360:3709000
En olas da caixa filial do Ban-
co do Brasit...... 3:4609000
Em notas do No-
ve Banco de
Pernambuco :
sendo do va-
lor de 2009000 1:8009000
dem do valor do
1008000....... 1:5009000
dem do de 50g 1:3509000
dem dem 109 209000
Prata o cobre
4:6709000
1369749
Ris, 382:6339749
O guarda litros.
ftttflrJwco JOMrBW rpiBlRA TntO.
- I !!<-, I ___

1 mm..
J.
Mercadorias. Unidades.
Abanos.....: c cenlo
Agurdente de cana. caada
dem reslilada ou do reino.
dem caxaca......
dem genebra...... t
dem alcool ou espirito de
agurdente...... >
Algodao en carolo .... arroba
dem em rama ou em l. >
Arroz com casca..... >
dem descascado ou pilado. .
Assucar mascatado ....
dem branco ......
dem refioado...... a
Azeite de amendoim ou moa-
dobim........ caada
dem de coco ......
dem de mamona..... >
Batatns alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque.....1 >
dem fina.
Caf bom.....(i >
dem eseolha oa restolho
dem terrado...... libra
Caibres...... um
Cal.* ......... arroba
dem branca...... a
Carne secca charque. ... >
Cartlo tegelal......
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em reas. >
Charutos. ...... cento
Cocos seceos....... a
Couros de bol salgados libra
dem seceos espichados. a
dem verdes......
dem de cabra cortidoa am
dem de onca......
Docea seceos...... libra
dem om geleia'ou massa >
dem em calda. >
EspanadorS grandes. um
dem pequeos ..... >
Oka
I i.
Valores.
I9OOO
9400
8%80
8320
380
640
3J0O0
118000
18000
38000
28000
39100
9
29000
19280
320
280
48000
88000
85000
58000
300
360
160
320
18600
240
400
290OO
48000
185
2
100
300
llfOOU
ijooo
500
500
4|000
28000
O Illm. Sr. inspector ds thesoararis prt
cial, em cumprimento de ordens do Ex o
presidente da provincia, manda lser pul
que no dia 16 do correle, peranto a jas
mesma thesouraria, ae ha de srrenatar a
por nenos flzer, os reparos de qae precisa
casas abaixo declaradas, perlenceotea ao
monto dos orphios.
Casa n. 97, sita na na do Pilar, avalla
5619000.
Casa n. 45, sita na ra da lloeda, aval
4109000.
Casa n. 27, sita na ra do Vigario, aa
em 5269350.
Casa n. 17, sita na ra das Larangeiraa
liada em 1519200.
A arrematarlo ser feita na forna da 1
tincial n. 343 de 15 de naio de 1854, 1
clausulaa especaos abaixo copiadas.
Aa pessoas que se propozeren a esta a
tacaocompareeam na aala daa sessoes do r
nada junta, no oia cima declarado, pe
dia e competentemente habilitadas.
B para constar ae mandoa affixar o pr
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial
nambuco, 2 de Janeiro do 1862 O seere
F. da Annunciacao.
Clausulas espeeiaes para a arrtmataciu
n. 97 M ruado Pilar.
1.* Os concertos necessarlos aa casa
ra do Pilar na importancia de 5619, ae
de conformidade com o respectivo e
approvado pela directora en conselho.
2.a O arrematante dari priocipio i obi
so de oilo dias e a coocluir ao da 40 di
contados da data da arrenatacio.
3.* O arrematante seguir todas ai
^oes que lhe forero dadas pelo angas
inspeccionar a obra, a car sujeilo
ges da le provincial a. 286, ao qae
as arremata(ea.
4.* O pagamento ser effectuado
prestacio, quando esliter concluida
5.* Nao ser attendida en qaalqu
clamacao por parle do arrenalaale,
exigencia de indemnUacio.
Clausulas espeeiaes para m mrremafmci Va
n. 45 da ra alo Motea.
1.a Os concertos precisos aa casa
lloeda a. 45, na importancia da 4109,
las de conformidade con o respectiva
approvado pela directora ai
2.* O arrematante principiar a
de 8 diaa, a a coocluir 00 do
cootados da data da arroma tacas.
3.* O arrematante seguir todas ss
que lhe forera dadas pelo engenbeir
ta-
ha
i
caso
ara-
apeilo
na a
abra.
aspo re-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
!_____ ^*^^^^^^,^l^^^^^^^^l,^l^^^^^^^^ "^MnnaajaassasBaannii ------------------


- :
1,* Os
ara abra, e Qcar eujelto as dispesiges
pra tintitl o. 2S6, do que diz rtspeito a
rremate< es.
.*** O(oi?nto ar effeetuade ea* eme e
reetaglo quabdo estirar a obra taita.
5.* Ni( ser em lempo algum alteodida qual-
quar redimido por parte do arrematante^ tw-
doole a tigncia de indemnisscio. ^
sanetWai tspeciaes para a arrtmatagao da casa
n. 27 a fu do Yigaro.
cenceos cima na importancia de
serlo principiados no praso de 8 das e
ainado no de 40 diaa, ambos contados aa da-
rr malacio.
1.* O |arremataute a Hender as observarles
tas pelo_ engenheiro da obra, tendente a sua
tedugao, desmanchando o que nao se achar
eietuiado com seguranza, e bem assim se suiei-
tara a tu do o mais diaposto na lei provincial n.
So, fi speito da rrercistacao.
3." O pagamento ser feito em urna s presta-
gao, log i que os concertos se acharem de todo
concluir os, e precedendo para ease flm a infor-
magao co ongeoheiro fiscal.
4.* N io ser aitendida em tempo algum qual-
quer rec amagao por p*i* do arrematante, ten-
denle a exigencias de indemnisago, seja qual for
o otie\ qe para esse fim allegue.
tlausulhs esoeciaes para a arrematara/) da casa
I ? 7 da ra das Larangeiras.
, *M coooertos precisos na casa n. 17 da ra
das Lardogeiras, na importancia de 151J2O0, se-
rao exedutidoa de conformidad com o respecti- *
vo orgeeiooto approvado pela fecteria em con-
salho.
. 2.* O arrematante principiar s abra no praso
de o diad e a concluir no de 40 das, ambos con-
tados daldata da arremalagio.
3. O irremataote seguir todas as prfesCrip-
goes que Ihe forera dadas pelo engeuheiro que
inspeccionar a obra, e flcar aujeito as disposi-
goes da lei b. 286, no que dit reapeilo a arre-
mangos
4.a O lagarueolo ser efectuado em ama s
prestagac, quando esticer a obra feita.
5.a Ma ) ser em tempo algum attendida re-
clamacao por parle do arrematante tendente a
exigencit de indemnisago.
Confor ne. O secretario, Antonio F. da An-
nunciac).
A cmara municipal desta cidade publica
para con ecimento de seus municipea o officio
abaixo tiaoacripto, que recebeu do Exm. preai-
deote da proviocia, e pede-lhes que aliendendo
a recommendagao feita por S. Exc, traten de
empregar todos os seus eaforgos na culturado
tabaco, visto como, rsceiando-se que da actual
guerra c vil nos Estados-Unidos da America do
Norte, i esulte grande diminuico na sua pro-
ducto.
Espen a mesma cmara que nao deixarao to-
dos os a jricultores deste municipio de coocorrer
para o duenvotvimento de urna planta que trar
sera duvida grandes vantagena para aqoelles que
se empngarem em cultiva-la.
Paco i a cmara municipal do Recife em sessio
ordiuarii de 21 de dezembro de 1861.Luiz
Fraociai o de Barros R"go, prpsidenle.Francis-
co Canuio da Boa-Viagem, official-maior servio-
do de s cretario.
juarT Ifeeccao.Palacio do governo de Per-
nambuco mi de dezembro de 1861.Sendo con-
slderafeljfc consumo do tabaco em todos os pon-
tos do KHOTO, e receiando-se, que da actual guer-
ra civiljnos Estados-Unidos da America do Nor-
te, e djd abandono em que a cultura dessc ge-
nero Mu cahido na Allemanha resulte grande
diminuico na sua prodcelo ; em cumprimento
das ordena imperiaes, recommendo cmara mu-
nicipal do Recife, que envide todos oa seus es-
forcos, para que os lavradotes seus municipea
se compfenelrem da conveniencia de se entrega-
ren! com maior efiieacia e interease ao cultivo
daquella planta que aem duvida compensar em
innmeras vantagens os sacrificios que Bzerem.
Por esta occasio declaro mesma cmara, que
a sociedade Auxiliadora da Industria Nacional se
acha incumbida de diligenciar a obtenco de ge-
mentes das melhores especies de tabaco, para
seren dealribuidas peloa agricultores que as so-
licitaremiA. M. Nunes Gom-nlve.
C VH1UA MUNICIPAL DO REGIEE.
A cmara municipal do Recite leudo recebido
do Intitulo Histrico Brasileiro o ofilcio que
abaixo val transcripto, convida a todos oa seus
municiona para que concorram para a realisaco
dessa nbra de lauta honra para o Brasil, subs-
crevendo aa secretaria da mesma cmara aa qunu-
lias de qte quizerem dispftr, nao podendo ser
menos de lJjOO, riera mais de 10$000.
Certa do patriotismo que earaclerisa Indas os
Peroambujcaoos,^ cmara municipal do Recife
asnera que se prestarao de boa voatade reali-
saco destB graodioso lim.
Pago da cmara municipal do Recife, em ses-
so de 28 Je outubro de 1861. Luiz Francisco
de Birros Reg, presidente.Francisco Canuto da
Boa-Viagem, oQlcial-maior servindo de secre-
tario. .
iilms. Siw.O Instituto Histrico Brasileiro, a
le presta 8. ti. o Imperador a sua immediata
oteccu, resolveu que se levaotasse nesia corte
ja estatus a Jos Buuifacio de Aodrade e Silva,
e erigase um tmulo digno de seus preciosos
uoae e rnjarmore pela gratido brasileira, e que '?
vem iraoamtttir pdsteridade aa tradigoes glo-
sas que se ligam a um dos grandes vultos na-
>naes, e am dus primeirus colloboradoreada
ssa inledeudencia.
)s abaixo assignados, membros d commisjo
ueolusiilulu Histrico incumba to nobre
sao, acc irdaram recorrer ao auxilio de todas
cmaras municipaea do imperio para que pro-
vam subicripges populares ntreos seus mu-
pes, vis o como o monumento deve ser feito
peosas lo povo.
.commiiso desojando quetodosos Braai-
s possajn concorrer para lo palriuiico at-
enlo, qkiaesquer que sejam as suas fortunas
o miodmo e o mximo das quaolias entre
10* (
evendo i estatua ser inaugurada no dia 13 de
o de 18 W, centesimo anniversarlo natalicio
s Boo faci do Andrade e Silva, a commis-
spera c ue VV. SS. ae dignem de coadjuva-
lo lotivavel empeoho, activando e apres-
a sutijcnpcao, cojo resultado aera publi-
cas foiaas diarias desta capital,
s guarde VV. SS.Rio de Janeiro, 18 de
g i de 1861.Illms. Srs. presideotes e verea-
doi da cmara municipal da cidade do Recife
da vincia pe Peroambuco.Euzebio de Oue-
roz .itinho Mattosu Cmara.Joaquim Norber-
iuza Wlva.Jufio Manuel Pereira da Sil-
Bario le Mau. Joa Ribeiro de Souza
Henr que de Beaurrepaim llohau.Dr.
Luiz c a Costa.Tnomaz Gomes dos Saa-
S. Diis da lolta.
DlAftO 1)1 tEllNItMfiCO v SEXTa *fii S DE JANEIO t U*.
\
' Por esta subdelegada se fax
acha recolhido casa de deteoo
posicio desta juio e preto Marcollno, q ..jio ac
lo de aifef reso deelarou ser criouU
de 24 aaoos, e que era eseravo engeaho Ca-
bega di) Porco, perieaeeata ao Sr. Inte: quera
se julgar com direito, comprela, que provando
letialssente Ihe ser estregu.
Subdelegada dosAtogadoa 90 di itaaavbro de
1861.-O aaadelegkdo.
Jos Buarque
i i m
Baile extraordinario
MAGESTOSO SLO
PALACETE DA RtJA DA PM.
Sabbarlo, 4 do cerrtBte.
A pedido de algooa amadores do baile Cassino,
haver oeste dia um sumptuaso baile ; serp eas-
pregados os meios possiveis para qua nada deixe
a desej a r.
Ser maotida a boa ordem a harmona e obser-
vadas as dispoaices do regulamento interno.
Entrada para damas, gratis; para civalheiros,
aaooo. -


k'mo maritimos.
_______________ -----------------------
Da ilha de S Miguel
esperase at o dia 30 do correte a patacho por-
tuguez Lima, por anthonomasia o Papa Militas,
de primeira marcha ; para o resto da carga e
passageiros, para os quaes tem excellentes cara-
modos, trata-se com es consignatarios Joo do
Reg Lima & Irmo, na ra de Apollo o. 8.
Acarac
O vapor Iguarass, da companhia Pernamb-
cana, segu do dia 21 al o Acarac, recebe car-
ga e passageiros : escriptorie oo Forte do Mallos.
Para
Rio de Janeiro,
segu por estes diss o veleiro brigue Cruzeiro
do Sul : para a pouoa carga que Ihe falta, e es-
cravos, trata-se com os consignatarios Antunes,
Guimiraes &C uo largo da Assembls o. 15.
Para a Baha segu o palhabote Santo Amaro,
para alguma pouca carga que Ihe falta trata-se
com seu consignatario Francisco L. 0. Azeredo,
na ra da Madre de Deus n. 12.
Para.
Em direilura o palhabote Santa Cruz recebe
carga a frete a tratar com Caetano Cyriaco da C
M. & Irmo; oo lado do Corpo Santo o. 23.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir com
muita brevidade, tem barte de seu carregamenlo
a bordo : para o resto que Ihe falta, trata-se
aaai oa seus consignatarios Antonio Luiz de Oli- !
veira Azevedo & C, no seu escrlptorio ra da !
ora* no armaieni de Atidr de Abreu
Eorto defronte do arsensil tje marinha
Ter9ft-fira7 do corrente.
_ A requerimento de Francisco Jos Regallo
Braga e por despacho do Ulm. Sr. juii munici-
pal da segunda vara e por conta e risco de quem
pertencer, agona Pestaa fari leilo de ama
poraio de travs, caibros e taboas arruinadas :
terca-feira 7 do corrente pelas 11 horas da ma-
chia oa ra da Apollo o. 19.
LEILAO
. DO
Quarla-feira 8 de Ja-
neiro de 1862,
DE
i4Iugam-se
um primeiro atldar na ra da Prai, um
dito dito Da ra das Cruzes, um tercei-
ro dito com encllente sotao rauito fres-
co na ra do Encantamento, urna casa
terrea no becco d Burgos: a tratar na
ra da Cadeia n. 33, com Jo5o Ribeiro
Lopes.
Na ra Direita n. 8, segundo an-
dar, o conleiteiro Zacarias arranja ban-
deijas com bolinhos e vende doce de
caj' tanto secco, como com calda, preco
commodo.
J. Keller & C. fazem scrente ao
publico e em particular ao corpo do
commercio desta cidade que desde o dia
31 de dezembro de 1861 deixou de fa-
zer parte da firma social de sua casa o
Sr. Antonio Schlappriz. Pernambuco 1
de, Janeiro de 1862
i
Cruz o. 1.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
DamSoD pretende seguir com muita brevidade,
tem parte deseo carregamenlo promplo ; para o
resto que Ihe falta, trata-se com os seus consig-
n Antonio Luiz de Ollvelra Azevedo & C,
r/ riplorio rui da Cruz n. 1,
mo de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Capuan, tem parte de seu carrega-
menlo promplo : para o resto qua Ihe falta, tra-
ta-se com os seos consignat.irijs Azevedo & Mea-
das, do sea escriptorio ra da Cruz o. f.
Maranho e Para.
O patscho Paulino segu com brevidade, po-
de recebar alguma carga para ambos os portos:
trata-se com os consignatarios Marques, Barros
& C largo do Corpo Saoto o. 6.
Rio de Janeiro
O brigue Belizarios sahe oa presente semana,
pode receber alguma carga e escravos a frete :
trata-se com es consignatarios Marqaea, Barros
& C, largo do Corpo Saoto n. 6.
ipeiara^otjg.
llloi. s\. inspector ds thesouraria profin-
da fazfr publico, que do dia 3 do cor-
r diaote pagam-se es ordenados dos em-
proviociaea, vencidos no mez de de-
roxitno Ando.
ria da thesouraris provincial de Per-
2 de Janeiro de 1862.O secretario. A:
da AoBunciacao.
.ori|t geral da instruc-
o publica.
Illm. Sr. Dr. director geral ae
a eiames de preparatorios para
a mat do aurso commercial peroambueano
levem eijaroo dia 15 do corrente e lindar a
15 de (' eiro vindouru, de eonfoinaidade com
c dispoi oo art. 23 do regulamento interoo de
14 de \ mbrolde 1800 ; deveodo as que qui-
zerem si imitlidos a exame reqtierer ao mes-
aso Sr. (I lar feral, na furoa do art. 25 do si-
tado reg aenlp.
Secretft daioslrucco publica de Peroambu-
co 2 de )\ ro de 1861.*
secretario interino,
alvador Heariqae de Albuquerque.
oniulado proTacial.
Pela mel do consolado provincial se faz pu-
blico que ea30 das atis marcados para a co-
a branca i pck. do cofre, do 1. semestre do son
sflaaoceirdTl86I a 18(i2, dos laposlos da deci-
ma urbanVl da $ 0*0 ibra a Btoeda dos bens
d) r*iz pj ncenles a corpora(as de mo-oaor-
' y~~ no di 9 de jaoeiro flodoaro ; as-
e oo dia 2 do raeama mas se prin-
ar s 80 das atis, mareados para
1.* sementre do imposto da 2 0|0
da agaardente.
Halada prorlacial da Pstnssibaeo-
ro de 1861.
T. M. F. Pereira da Silra.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
mm&f es k ftPfM.
E' espralo dos portos do sul ate o dia 11 da
cerrente am dos vapores da companhia, o qual
dpois 11 demora do costume seguir para os
portos da norte.
Desde ja recebem-se passageiros e eogaja-sd
a carga que o vapor poder coodozir, a qual de-
ver ser embarcada rio dia de Sua chegada, en-
cemmendas, dinheiro a frete al o dia da aahida
as 2 horas : agencia na ra da Uros o. 1, escrip-
torio de Antonio Luiz de Oliveira Azevdo&C.
LdlSet.
LEILO
Alerta Sr. trapi-
cheiros.
Quarta-feia 8 do corrente
O agente Camargo Ur> leilo por au-
toritario o capito John Bell, da bar-
ca tnglea Cosmopolite, no armazern do
Sf. Andre' de Abreu Porto, do carrega-
ment do mesmo navio de milho, fa
relio, fenO e cascos d'agua os quaes sSo
madeira escolhidas de boa qualdade e
reos de erro que pordefao setTir para
agurdente : o leilfio tera' Ifsgafr kf ll
48 burros
E
9 cavalios.
Alerta senhoresde
engenho.
John Bell capito da barca
ingleza Ccsmopolite, far lei-
lo por intervenco o agente
Vicente Camargo, no arma-
zern do Sr. Andr de Abreu
Porto defronte do arsenal de
marioha, dos menci mados
animaes ao correr do martel-
lo e notando os pretendentes
que estes animaes se taran-
tera por serem muito mansos
e serem escolhidos e sao os
primeiros que tem vindo a
esta provincia pela mansido,
o agente convida aos Srs de
engenho e aos proprietarios
de mnibus a virem a elles no
mencionado dia as 11 horas
em ponto.
avisos d!Y*ftrs0*
Almanak da provincia.
Acha-se a venda o almanak civil,
administrativo, agricola. commercial,
e industrial, desta provincia: na libra-
ra ns. 6 e 8 da praca da Independen-
cia, a U'()0 res.
Ni officina pholographica da ra do Gabug
acaba de reeeber-se pelo vapor oTyne urna
magnifica collec;o de alfioetes de ouro de lei
para a collocago de retratos, e vendem-se a
presos mui commodos.
PrectSs-se de um caixeirode!2a 16 aonns,
que tenha alguma pratica de taberna : quem
pretender, dirjase a rus do Livrameoton. 8.
_ Jos Jorge Pinto pede deacnlpa a seos vi-
ziohos conhecidos e amigos, por nao se ter des-
pedido pessoalmeote em consecuencia de saa
vUgem repentina, iacommodos de saude ; en-
tretanto ofrerece-lhes o sea diminuto prestimo
em Lisboa : declara que seus procuradores sao
os Srs. Joaqtv'.rn Baptista de Araujo e Luiz Jos
da Costa AmorirVv.
Desappareceu (16 lugar denominado Saoto
Amariaho desde o dia 31 dVdezmbro u0 prxi-
mo passado um boi manso gran J e gordo, cas-
lanho com lavras brancas : quem "a'-oggar, cu
della der noticia, dirjase ao dito lugar, erfi-ca-
sa do Sr. Ludgero Teixeira Lopes, que ser re>
compensado.
O abaixo sssignado declara que teodo fal-
lecido na provincia da Parahiba seu av, Manoel
Prancisco Botelho, e ltimamente um seu primo
de igual nome, deixa de continuar a assignar-se
por M. P. Botelho de Arrala, e s assignar os
tres primeiros nones.
Manoel Francisco Botelho de Anuda.
Os abaixo assigoados participara a quem
interessar possa, e cor especialidade ao reapei-
Kvel corpo do commercio, que dissolveram ami-
gavalmenle a sociedade que gyrara com a Qrma
de Amparo & Mello, Meando todo o activa a pas-
sivo a cargo oo socio Amparo. Recife 2 de Ja-
neiro de 1864.Pedro Alexaodrioo do Amparo
Prancisco de Paula Tavares de Mello.
Precisa-se de urna ama para engommsr,
e eosaboar para dous bomeos slteiros, e mais
servico interno de urna edia ; na ra da Palma
numero 41.
Aula de primeiras letras.
Mtnol de 9oaza Gordeiro Simdsscom aula de
iostrucoao primaria por aatorieaeSo do Exm. Sr.
presidente da provincia,na ra Traveseados Ex-
postos. casa o. 16, desta freguezia de Santo. Ao
ionio do Recife, avisa aos pais de seus alumnos
e ao respeilavel publico, que no dia 7 do Corra-
te se achara ella aborta continuar seus exerei-
cios; e que conliai admitlir alumnos externos
e internos, pensionistas e meio-pensionistas, em-
preando o seu apurado esmero, aflm deque pos-
sam todos conseguir o complemento dos seus es -
tudos primarios no menor tempo posaivel.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
ra do Imperador n. 35, armazem de leudos, das
9 hqras da manhaa si da tarde.
Pedro Moyw, subdito franeez, val ao Rio
Grande do Norte.
- Leeaeio de S e Albuquerque, subdito bra-
sileiro, vai a Europa.
O oDMXu asslguadu puasuiou oo mais
profundo perar. pede aos seus collegas e
amigoa que Ihe facam o caridoso obsequio
deaasistira urna missa que manda cele-
brar oa matriz da Boa-Vista no dia 9 do
corrente por tima de sea primo, collasa e
?special amigo Jos Rodrigues Coeiho de
Macedo, que falleceu victimada febre ama-
relia na capital do Plauhy, onde foi ter as
ferias logo qae coocluio o seu 4" anno
acadmico.Pirmmn de Souza Martina.
Aviso.
Fugio no dia primeiro de Janeiro o preto JoSo,
creoulo, de estatura alta, cara bexigosa, lendo
um sigoal como de queimadura ou caustico no
peito esquerdo, e grandes callos as mos, pro-
venientes do servido de relinacao ; bem conhe-
cido, pelas frequentes fgidas que tem feito :
quem o pegar leve-o ra da Concordia n 8,
reOnacao, que ser bem gratificado.
Precisase de urna ama forra ou escrava
para o servico interno e externo de urna casa de
pequeoa familia : paga-Se bem : dirjase ra
Direita sobrado n. 121, primeiro andar.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
bem cotiohar e rngomrnar; paga-se bem : na
ruadas Cruzes n 18.
Joaquim Francisco dos Santos Maia, avisa
ao respeitavel corpo do commercio, que tem da-
do sociedade seu caixeiro Francisco Laodelioo
da Silva em sua loja de miudezas e ferragens da
ra estreita do Rosario travessa para a do Quei-
mado n. 18 C- e de boje em dianle a firma social
ser de Mala & Landelino.
Recife 1 de Janeiro de 1852.
Joaqun Francisco dos Santos Maia.
Carluia Junquilla Je aiou ju-i )ie uj mo-
ra e Gabriel Soares Rapuzo da Cmara cor-
dealmeute agradecer s pessoas que se
digoaram acompanhar ao ultimo jazlgo os
restos moraos d sua preSa la me e sogra
Anna Theoiora Ferreira de Mello, o de no-
vo convidara s pessoas e sua amizade a
exercerem igual acto da candado e religio,
assistmdo a missa do stimo dia que por
seu repouso eteroo maodam celebrar na
matriz da Boa Vista, sabbado 4 do corren-
|p. pplas 8 horas da mniiha.
SI
Atleneo
Aluga-se urna preta que soja captiva, e que
saiba (azer todo o servido interoo e externo de
una casa de pouca familia ; na ra do Queima-
da B. 9.
IreKsa-se de urna ana para todo servico
r!e ais* da pouca familia : na rui dis Cruzes n.
S2, taberna
Na rus da Imperalriz n. 33, precisa-se l
um bom official de marcineiro.
Os abaixo assigoados faiem acienle aa rei-
peitavel corpo do Commercio que nesta data dis-
solveram amigavelmente a sociedade que (ioham
e a qual sjrava debano da firma de Azevso k
Hendes, Ictad s liqoidaclt da mesma a cargo
do ex-sotUd Aetwoio Lufa de Oliveira Azeveda.
Anlooia Lufa de Oliveira Azevedo.
Jota i. R. Meadas.
Manoel Prancisco, orpho, Portuguez, vai
psra a Europa.
Ra do Trapiche Movo o. 22, precisa-se de
criados.
Na ra da Roda o. 6 contina a mandar co-
mida para fora.
No dia 28 do corrente, do Manguioho pra-
ca da Boa-Vista, perdeu-se urna pulseira de ou-
ro esmaltada de azul, em directo do Maoguinho,
Caminbo Novo, ra do Sebo, paleo da Sania Cruz,
ra do Aragao : quem acha-la e quizer fazer o
favor de restitu la, dirija-se a ra das Cruzes n.
41, primeiro andar, que ser gratificado satisfac-
toriamente.
AlteiKjo.
Fugio no da 29 de dezombro urna preta criou-
la de nome Theodora, escrava do Sr. Germano
Francisco de Oliveira, cuja ficoe alugada a Pran-
cisco Libanio Colas, teodo os seguiotes sigoaes :
estatura regular, bem apessoada, idade 27 aonos,
pouco mais ou menos, denles limados, e anda
sempre bem veslida : roga-se, pois, as autorida-
des policiaes e capies de campo a captura da
dita preta, podendo manda-la entregar ra de
Santa Isabel n. 11 Outro sim, prolesta-se com
todo o vigor da lei a quem tiver acontada
Desappareceu da ra de Borlas n. 82, um
preto de nome Corneiio ; quem o levar no nume-
ro cima ser bem gratificado. Ossignaes sao os
spguintes : meio fulo e soffre de frialdade, duem
queia em seguimiento de S. Lourenco da Malta :
qualquer Sr. capitio de campo que flzer a dili-
gencia para o prender aera bem recompensado.
*mmm mam dManoMswsw
i Aula particular, i
m O professor abaixo assignado scienlifica |C
aos paes dos seus alumnjs e a quem ^
ai maii possa ioieressar que deu ferias em JB
2 sua aula em 21 do crrenle e pretendo g
1| reabri-la a 7 de Janeiro impreterivelmeo-
jw le. Outro sim que continua a residir na
m rus Velha sobrado de um andar n. 92, 9
com entrada pelo largo da Santa Cruz, e Z
a receber alumnos n&o somente externos S
e semi-pensionistas como internos de o
pdtica idade pelos precos seguintes :
IolerTW 303)
Semi-peMonistas 158 \ Mensaes.
Externos. ;>; j
FraociSpi Deodato Lin.
Na ra do CabugV,n. 18 sobradt
precisa-se de urna ama que seja forra o
escrava.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
No caes do Ramos, armazem ns. 18 e
36, e ra do Trapiche n. 8, se vende gaz
em latas de cinco galloes, a 14#000 rs.
e tambem a retalho. v
Comprsm-se os Diarios de Pernambuco de
4, 5. 9 e 14 de novembro, 11, 12, 17 e 19 de de-
zembro prximos lindos i na livraria popular na
ra do Imperador n. 67, onde se vende a legis-
larlo geral de 1838, 1844, 1845, 1848, 51, 52, 53,
56 a 59.
Na ra do Imperador n. 28 vendemse bar-
ris com cal de Lisboa, superiores bixas hambur-
guesas, as quaes tambem ae aiugam.
Vende-se urna negrinha de oilo annds de
idade : no pateo do Girmo n.5, primeiro andar.
Attrinco.
Existe nos Afogados no largo da Paz em casa
de D. Maria, viova do fallecido Hylarlo, um com-
pleto sortimeoto de fazesdas finos de todas as
qualidades e por preeos commodo?, assim como
um bom cavado que vista do comprador se
(ara negocio; e para maiorseguranca adverte-se
que na casa dos dous llespanhues.
Vende-se urna boa armacao Iluminada a
gaz, da casa n. 5 da ra Direita desta cidade : a
tratar na mesma fda n. 67.
Vende-sa a taberna da ful do Imperador
n. 2, a dinheiro ou a prazo : quem pretender,
entenda-se com Joao Simees Pimenta, aa ra
das Cruzes n. 1, ou na mesma taberna.
Vendase urna mobilia de Jacaranda em
muilo bom estado, obra do Porto, e urna cama
de cpula tambem de Jacaranda ; a tratar na rna
do Mor lego n.67.
Vendem-se as Ierras chamadas Sircnc,
que fleam prximas ao Sal da cidada da Victoria
(Santo Aolao] entre os eogenhos Pedreiras e Es-
pirito Santa, coas boas aroporcss para planta-
(oes de caf 6 taMio. Nao eige-se dinheiro
vista, bastando qiie pagaa O eomprador um juro
mdico peto lemiio que codencionar-se o paga-
mefllo total i i fallar eom sea proprietario o Dr.
Reg Dantas, na engenho Geiabeita, de Santo
Amaro de JaboatSo.
m
SABAO
[Caes do Apollo armazem n. 67.
Deposito do sabao fabricado Ha saboaria
DA
EM HMMEIIM^
Os proprietarios deste estabeleciment, o pri-
kreirone9te genero e o mais amigo da provincia,
acabara de estabelecer no armizem n. 67 do caes do
Apollo, um dep sito de seus bem conhecidos pro-
ductos, consistindo em um variado sortimeuto de
sabo,desde araarello connjum at o superior e ver-
dadeiro massa a preco de 100 a 200 rs a libra con-
forme a quaiidade
E' iutil dizer-se que o sabo fabricado ueste es-
tabekcimento.tem a propriedade de lavar perfeita-
meote a roupa, sem causar-lhe o menor damno. o
que nao acontece com muitos outros, que detrioram
o panno dimiouiudo assim a dura cao, averdadedes
taasser^o est comprovada pela preferencia que
Ihe do os consumidores, melhoramento tste.tfevido
ao processo ultimameute embregado na manipula-
do pelo actual fabricante
Para conhecimeoto dos compradores declara se
que as caixas conteni seguinte letreiro em forma
ovalFabrica de sabo nacional ra Imperial Per-
nambuco ese vende qualquerquandade de urna
caixa para cima. \^
\
\
E ARMAZEM
Joaquim Francisco dos Santos. |
40la do Queim do40
Defronte do becco da Congregago, letreiro verde.
VENDE-SE O SIGINTE:
Para casamentos.
Ricos corles de vestido de fil ou blond de seda branca com ramo e eapelli o
mais moderno e superiorque ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de sada branca bordados a brinca a
cores.
Ditos de tarlatana branca bordados a brancoe cores.
Ditos de cambraia branca bordados a bradeo com muita elegancia.
Ditos de barege do seda de cores com barras e listas, novos gostos americanos.
Saias bordadas
Ricas salas de cambraia branca bordadas com o mais aparado gosto e mala finas
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com muita elegancia o
mais moderno e mais superior que ha no mercado. '
Manteletes .
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites kan
como arrendados, por precos commodos. '
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de linho bordados a 3#,4$e5y eada ora
Chales,
Ricos chales de tonquim brancos bordados de poota redonda e de 4 ponas.
Alem das (szendss cima mencionadas tem um grande sortimento de todas as
qualidades. que nao possivel mencionsr-se pelo grandreespaco que tomarla.
POTES PARA RAPE.
Chegaram os magnficos potes psra rap com rolhas de tarracha : na roa da Cadeia do
Recife n. 15, loja do
Ra das Cruzes n 4,
fabrica de charutos, vende-se charutos a 15$ o
milheiro, de fumo da Rahia, velas de composi-
gao a 118 a arroba, e em porco faz-se abati-
mento; afianga-se a boa quelidade.
Esperanza.
ElfllAS II l VliGEfl
DE

Ra do Queimado n. 33 A.
Recebeu directamente e a seu pedido (
tinta ingleza azul preta da verdadeira, '
} esta Ilota ae faz notar pela grande die- f
I renga em tudo quer na duracio quer na
. limpidez do liquido e aiuda mais recom-
' meoda-se os potes que alm de serem
) de urna louqa mais alva que a ordinaria
tem na boca urna pequea cavidade que '.
facilita a aahida da tinta, adhncamos que ?
| ninguem tem por isso s se deve pro-
| curaras loja Esperanca ra do Quetma- <
de uimares & Rocha, pote de 1[4 a ]
W/ rs., de 1|1 a 800 rs. 4
Agulhas Victoria pela aceitado que j
tem tido estamos prevenidos de grande ,
e variado sortimento e se vende a 110 '
rs. o papel: lia Esperanza.
Sintos com Arelas de ac a IfnOO, re- j
aham de pressa que nao chegam para "
quero quer, dourados e prateados a 89, '
eat-se acabando (
Despedid*.
Tendo de seguir hoje para a corte, nao me
sendo possivel despedir-me assim de todos os
officises cadetes (testa gtisrnico, como de to-
das as pessoas que hooraram-m* cen SUS ami-
garte, venho pela imprensa desculpar-fne d urna
falta involuntaria e contestar-me eternamente
agradecido. Recife 31 de dezembro de 1801.
Antonio da Rocha Bezerra Cavalcdnll.
Despedida.
I Simio de Sampaio Leite, retirando-s*no vapor
aOyaaoekt para o Rio de Janeiro, deapada-se
por esta forma das pessoas de saa amiza le, a
quem nao o pode fazer pessoalmeote, offefecao-
do oaquella corle o seu insignificante presumo.
Preelsa-se de am caixeiro na* teeha bs-
tanle pratica de taberna e seja inielliajenla: a tra-
lar na ruado Rosario da Voi-Visti o. 56.
II. II. r?gMis
A3 PROVINCIAS BA
BrHII, PERNAMBUCO, PRHYB*. ILA60IS,
SERffPE E ESPIRITO-SNTO.
SETE VOLLMES
com os retrates de SS. NM. e as ser-
nissinuis princezas as Sras. D.
Isabel e D. Leopoldina.
Com quanto esta publicarlo exceda mailisai-
simas pagioas s que se haviam calculado, a qua
devido ao augmento de muita* pecas qaa pos-
teriormente nos oram reoiettidas, subatsie o
priniitivo prego anuunclado de llf esa brechara
e 15 encadernados pelos 7 olumts para oa Srs.
asslgnantes que tem salisfeito as ronaVgdes do
programmt publicado pagando previamente.
anda para aquelles que pagarem ao racebimen-
to do 1 volume. Concluida a impretsao, cas-
taro ot exemphres que restaren), 20| em bro-
chara e25| encadernados.
COUTINUA A SURSCREVER SE EM CASA DOS
SENHRES :
Rio de Janeiro.Mejor Bernardo Xavier Pin-
to de Souza.
Bihia.Joaquim Lopes de Carvaiao & C.
Rio Grande do Sul.Antonio latev|o da Bil-
teocourt e Silva. (Typographia do Otaria *U
Porto-Alegre.Joaquim Alvas Lnile. (Livra-
ria.)
Pernsmbuco.Coamendador Manoel Plgawi-
ro de Paria. (Typographia ato orto a* Ptr-
nambuco,)
Par.Bario de Arary.
Em tedas aa caaes cima menciaoadas aaan.ee
a paite j impresas da abra i Siaaosiaao aao Sra.
a asignante*
Precisa-se Mugar ? qoosasjfcteo-
alnhar: na roa da Concordia n. 1, serrara.
MLH07TXEMPLAR ENCONTRADO

J


ilOTj


7
DttRlO DE PERNAMBCO SEXTA nik 3 DE JaMEIRO DE 1862
.
1


rasa m
Fo
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Ri
/ Graudedo Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Ihinha de porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionaei, dias
de galla, tabella de salvas, noticias planetarias, eclipses, partidas
de correios, audiencias, e resumo de chronologia, a ris .160
Folhinba de algibeira e variedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos chefes dos
prmcipaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros eeuro-
peus, tabella dos impostos geraes, provincies. e mu ni cipa es, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigos sobre agricultura; economas, modo de tabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collec8o de remedios, a ris. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadaqlo do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vincies, e municipaes, regulamentosde incendios, e entrudo, e al*
guias posturas municipaes, trezenario e mais oraches de S. Fran-
cisco de Paula, collecco de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Sen hora Sant'Anna, a ris........520
320
IOTEB1
S\
?
Terca feira 14 de Janeiro corrente,
andarao impreterivelmente as rodas da
primeia parte da primeira lotera a
beneficio da matriz do Limoeiro, no
consistorio da igreja de N. S. do Rosa-
rio de Santo Antonio, pelas 8 horas da
manhaa.
s bilhetes e meios hilhetes acham-se
a' venda na thesouraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e as casas commissio-
nadas. As sortes de 100$ at a de
6:000$ serao pagas no mesmo dia da
extraccao e por diante em todos os dias
uteis.
Abaixo vao transcriptos os nmeros
dos 1100 bilhetese 1000 meios bilhetes
remettidos pelo paquete Tyne para se-
rem vendidos legalmente por minha
conta pelo meu commissionado o Sr.
Antonio dos Santos Vieira na corte do
Kiode Janeiro.
BILHETES.
De 27 a 288. 290 300, 519 552. 601 a 630,
632 a 635. 843 866, 89! a 900, 1001 a 1034,
1251 a 1-280,1282 1285, 1401 a 1434. 1711 a
1729. 1731a 1715. 2101 a 2119. 122 a 2136,
23fi5 a 2375. 2377 a 2399. 2567 a 2572, 2571 a
2600, 2767 a 776. 2778 a -2800. 2968 a 3000.
3001 3034, 32"! a 3233. 3501 a 350, 3571 a
3584 3747 a 3780. 3801 a 3813, 3815 a 3825.
3827 a 3835. 4229 a 4260. 4301 a 4333. 4508 a
4511. 4701 a 473*. 4941 a 4960. 971 a 4984,
>036, 5039 a 5052. 5054 a 5060, 5201 a
120 a 5410. 5142 a 5453. 5701 a 5733,
5850, 5871 a5892.
MEIOS.
a 200. 360 a 377. 414 a 431, 733 a 750.
19 112ii a 1137. 1332 a 1349. 1558 a 1575
1692.1694 a 1700, 1883 a 1900. 1983 a
2000, 2001 a 2018. 2213 a 2250, 2483 a 2500.
2660 a 2665, s(M 2678. 2873 a 2874. 2885 a
2900.3131 a 3lO. 3321 a 3338, 3433 a 3150,
3651 a 3R62 3*61 a 3669. 3981 a 4000. 4051 a
4067, 4184 a 4-200, 4il a 4417, 4684 a 4700,
4801 a 481-7, 5106 a 5122. 5301 a 5317, 5512 a
5528. 5681 57ii0. f>9l5 a 5931
BlLHTES DE ENCoftIMENDXS.
235. -239. 511. 581.631, 812.1098. 1281. 1730.
2363. 2521, 2913 3080. 3234 3521, 3568. 3591.
3716,3720. 38H, 3"<26. 3839 a 3867. 3869 a
39iK). 4261 a 4270, 456,4559, 4568. 4961 a 4970
5005. 5038.5061 a 5070. 5261 5270 5118 5H9,
5441, 5461 a 5*70. 5761 a 5770, 5838, 5861 a
5870.
MEIOS DITOS.
1.
DITOS IGUxES.
2. 7 a 49. 51 a 59. 61 62. 64 a 100. 107.
111. 119. 121. 130. 132 135. 153. 705. 725. 762.
781. 921.927. 932. 1110. 1111, U18. H19. H86.
1313. 1519. 1611. 1873. 1931 2015. 2222. 2230.
2159, 2605. 2641 2642. 2856. 3151 3160. 3466.
3194. 3*99. 3633. 3687 3926 3927. 3932. 3934,
3968. 4i>36. 4605. 4821 i 4830. 4861-48S0, 51o5,
51l. 5162. 5164 a 5168 5I7U a5l77. 5361 5370,
5391. 5561 a 5570 5576, 5578, 5661 a 5670, 5961
a 5970, 5986, 5996, 6tH)0.
. O thesoureiro,
Antonio Jos Rodiigues de Souza.
giesi3i3*ie:39ie5*5 MB9M9M&
8 Ao publico! 8
Leopoldo Ferreira Martina Ribeiro avi- I
8a ao publico que seu escrava Cecilia, crioula, representando S
ter 40 a 5Q annos, a qual se achaca em J
1E letigio pelo juio da primara vara man- S
Sciual desla cidade esenvo Saraiva, em aj
vtrtude da vicios rpnlibitoriosque o com- J
^ pcilor o $r Ur. GtiwsYovia Xnier l-O-^
m oes, all(B coartTa o vendedor Luu PuecrB
J que realisra essa eoda por intermedio **
X do Sr leiloeiro Hyypulilo da Silva, fu-
* gira dita escrava da casa delle deposta-
la rio amunrianie hootern (29 do correte)
fi pelas 4 horas da tarde, da casa de aaa
J residencia ra da Imperatnz o. 40: ro-
8ga portafito aa autoridades ou a qualquer
pessoa que appreheodam ou a maooem
levar ao annunciante e que gratificar
convenientemente.
ALUGA. SE um ou dous andares
muito decentes, para familia, em urna
das memores e mais centraes posicoes
desta cidade. A tratar na ra do Quei-
mado, luja de fazendas, n. 18.
ALUGA-SE urna sala com alcova
um quarto, propria para escriptorio
advocado ou para hornera solteiro,
em urna das meihores e mais centraes
posi^Oes desta cidade A tratar na ra
do Queipado, n. 18, loja de fazendas.
ELIXIR DE SALDE
i Jtrolactato de ferro
Unieo deposito no botica do JoquAm Mattiuuo
do Cruz Crrelo., ra do Cabag n. 11,
om Pernambaco.
.O Dr. H. Thermes (de Chalis) aotigo (iharmaceuticojapresenta boje urna nova preparado
de ferrocom o nome de elixir de cilro-lactato de (erro.
Parecer ao publico um luxo empreatar-se um meamo medicamento debaixo de formlas lio
variadas, maso hornera da scienca compreheode a necessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de multa importancia em therapeuca; um progresso immenso,
quando ella, manteado a essencia do medicamento, o torna agradavel, (acil e possivel para todas as
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas oreparagoes de ferro at boje conhecidas oenhuma retine lao bellas qualida-
dea como o elixir de citro-lactacto de ferro. A teu sabor agradavel, rene o tomar-se em urna pe-
quena dose, e ser de urna prompta e fcil dissolugso no eitomago. de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que contem em ana compoaic.o, a constiparlo de
veotre Irequentemeole provocada pelas outras preparacea terrogiooeaa.
Estas novas qualidades em nada alteram a scieocia medicamentosas do (erro, que sendo orna
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em sua clnica, de incomparavel ulilidide
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o pratico possa prescrever aem recefo. E' o
que cooseguio o pharmaceutico Thermes com a prepararlo do citro-lactacto de ferro. Aisim este
medicamento oceupa boje o primeiro lugar entre as numerosas preparares ferruginosas, com o
atiesta a pratica de muito mdicos distinclos que o tem ensatado. Tem sido ejn pregado como im-
menso proyeito as molestias de languidez! chlorose paludas cores ) na debilidade subsecuente as
hemorrhagias. as hylropesias que apparecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as perolaa brancas, na escrophula, no rachiltamo, na parpara hemorrhagica, na
convalescencia das molestias graves, na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o saogue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, alTeceoes chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphtlilica, excessos venreos, onanismo e uso prolongado das precaucoes mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo mui frequenles sendo o ferro a principal substancia da que o
medico tem de tancar mo para as debelar, o autor do cilro-lactato de ferro merece louvores e o
reconhecimento da humanidade, por ter descoberlo urna formula pela qual se pode sem receio
do ferro.
Aliestado
J FERKEIM ULULA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ra do Cabug n. 18, !. andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos poraiibroiypo, por melainutypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos para
pulceiras, alQnetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante soriimento
de artefactos frtncezes e americanos para col-
locaco dos retratos. Ha tambero para asta mes-
rao Ora cassoletas e delicados alQnetes de ouro
de lei; retratos ero photographia das principaes
persooagens da Europa ; stereoscopoa e vistas
stereoscopicas, aasim como vidros para ambrotypo
e chimicas photograpbicas.
Retratos de novo
Retratos de novo
Reiratos de novo
Retratos de oro
Hawleyotypo nova i
Hawleyolypo nova
Hawleyotypo aova
Hawleyotypo nova
Hawleyotypo nova
Aviso aos pas f
de familias I
Manoel Jos de Faria Simoes W
professor particular de primei- W
ras lettras, na cidade do Rio For- W
moso, e hoje morador nesta ci- W
dade, competentemente licen- W
ciado pelo Exm. Sr. director
geral da instruccao publica, 9
pretende abrir sua aula pelo me- V
tbodo Castilho no dia 7 de ja- 9
neiro vindouro, no primeiro
andar do sobrado n. 25 da ra ^
da Penha. (I
O dito professor promette, aos 49
brs. paes de familias, envidar 39
todos os esforcos a seu alcance %
alim de dar real approveitamen- $|
to a s-us discpulos e nao per- ^
der o bom conceito que tempre 55
mereceu durante 18 annos que Q
exerceu o seu magisterio.
Aluga se
o armazem n. 22 da ra do Imperador: a tratai
na ra do Crespo o. 17.
Precisa aaber-ae se nesta cidade existem os
Srs. Manoel de Oliveira Noia e Rento Jos Gui-
maraes, quellefoi guarda da aKandega, e este
militar; ou algum prente delles queira annun-
ciar a sua morada, ou dirija-sp ra do Crespo,
loja n. 8, esquina da ra do Imperador.
Obra primorosa.
Uro santuario representando o calvario estnto
sepulchro, contendo o Senbor Cruxiflcado, bom
e mo ladro, Nossa Senhora, Magdalena, S. Joao,
Cinturiao e dous guardas do sepulchro, ludo de
madeira e com perfeico ; quero o pretender, dl-
nja-se a ra do Crespo o. 8, loja da esquina da
ra do Imperador.
Perdeu-se na roanha do dia 27 de dezem-
bro desde a Capunga Nova al os quatro cantos
na Roa-Vista, urna loalba toda de labyriotho sem
estar ainda tocida ; a pessoa que achou-a e le-
va-la ra da Gloria n. 96, ser generosamente
recompensada.
ooooooooo -oooooooooooo
Gabinete mrjdieoewiiEgico^
a* Ra das Flores n. 37. *
8erao dadasconshltas medicaa-cirurgi- A
cas pelo Dr. Estevo Gavalcanti de Albu- 9
querque das 6 as 10 horas da manhaa, ac- aj
1 cudiodo* aos chamados com a maior bre- "
l vidade possivel.
I Partos.
I 2.* Molestias de pello.
I 3.a dem do olbos.
^ 4.* dem dos orgios enitaes.
\ Praticaratoda equalquer operado em
I seu gabinete ou em casa dos doantes con-
I forme Ihes fdr maii conveniente.
Consultorio medicocirurgico
Consulta por ambos os systemas,
Em consequencia da mudanca para a sua nova residencia, o proprietario desle estabeleci-
mento acaba de fazer urna reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimeoto nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precauco de ioscrever o seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellos que forem apreseotados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo a em pa-
pel marcado com o sea nome.
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porco de tincturs de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades sao tao conhecidas que os meamos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tincturas cuslarao a lf o vidro.
O proprietario deste estabelecimeoto aonuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
mfficientes para receber alguns escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alguma
operacao, afliangando que sero tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aquelles que i tem tldo escravos na casa do annunciante.
A situado magnifica da casa, a commodidadedos banbos salgados sao outras tantas vanla-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manhaa at 11 horas
e de tarde das 5 em diaote, e fora destas horas acharo em casa pessoa com quem se poderao en-
nder : ra da Gloria n. 3 casa do Pundo. -y
Dr. Lobo Moscoso.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
gosto
gosto
gosto
gosto
mvenco
invencSo
ioveogo
invengo
invengo
Presos baixado para pouco
tempo.
Pregos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
3#00G 55000 10^000 205000
3|000 53000 109000 209000
35000 5*000 10000 20*000
3*000 59OOO 10/000 20*004
3*000 5*000 10*000 20*000
Explendido alfmetes de ouro
Esplendido alfinetes de ouro
Explendido alfinetes de ouro
Explendido alfinetes de ouro
Explendido alfinetes de ouro
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Pars retratos
Explendido quadros dourados
Esplendido quadros donrados
Explendido qfladros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Veride-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para
machinas para
de lindos
em abano das plalas fegettea sto-
purativas panlUsaaas.
Tumor cancroso.
Desde 1852 conservo orna viva grata Umbcsa-
Qa de um curativo que obtiva cosa a aeplic
daa ditaa pilulas em urna pessoa da miaba >
que sotliia um tumor cancroso no peito ea*ja
do. Tendo j muito consultado coa profeesores,
resoUeram eases ser preciso fazer-se operacia,
porm a doenle niose chava coas aaimode sof-
fre-la. Lembrei-me coosollarSajo autor daatas ,
pilulas, e este me asseverou qua os seos re
dios teriam sufRciente for$a para resolver
solver o tal tumor sem ser preciso recor
operago. Esta promessa era para mim aa .
ca esperance, porm nao tardei a ver a verdala,
pois que em 12 dias de trattmento deaapparecea
o tumor, Qcaodo o peito perfeito.
Portanto, naacendo hoja a necesaidade da fa-
zer coobecer a vlrtude deate ramedio, julgaai ser
dever meu publicar o presente em beneficia do
autor, e das pessoas que se acharen ao casa qua
veoho de mencionar.
Santos 31 de Janeiro de 1858.Francisco Cor-
ris da Silva.
DEPOSITO GERAL.
119 Kua do Parto119.
RIO DE JAM1RO.
E EM PERNAMBUCO
NA
Pharmacia do Sr. Jos Alexandre Ri-
beiro, ra do Queimadon. 15.
Eterna gratido
PELA GURAOBTIDA
de una grande inflammicfta de
fiffado
Eu abaixo assigoad certifico que tendo pa
cido urna grande ioflamtnacao do figado, a qi
me lomava a respirado e me causava muito 1
saco, por espaeo de muito tempo, e tendo
todo o possivel para obter melboras, e nio acl
do alivio algum. por ultimo recurso recorr 1
Sr. Ricardo Kiik, escriptorio ra do Parto o. {
eeslesenhor applicando-ne as suaa chapaa
dicinaea, fiquei perfeitamente bom no curio
paco de 30 dias. Pelo que Ibe serei eternas
grato.Carlos Couaaudier.
iniwto
Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldes|||
mais prximos da cidade dj Recife 9
DIRECTORO BACHaREL EM MATHEMATICAS
R/ltBO PiSIltA 16) ftlO).
E;te estabelecimeuto de educagao e inslrucgo principiar a funeciooar e rece-
ber alumnos do dia 10 de Janeiro prximo futuro em dianle.
Os commodos, o asseio. as boas coadices hygienicds dos edificios destinados
is funecoes do estabelecinento. a ordem e leguUrilale do servigo no iolerosto, a
dedicago e zelo que empregaro o director e os professores a bem do aprovei-
mento e progresso dos alumnos, sao circunstancias qua devem animar e garantir aoj
paes de familias que desejam dar a seus filhos urna edu:ac.o regular.
Gadeirus de cnsino.
Primeiras lettrasdividida em duas c'asses. tendo cada ama o seu professor
porluguer. latim, francez, ioglez, ariihmetica, algebra e gometria, geographia e
historia, philosophia, rhelorica, desenlio, msica, daosa e gymnaslica,
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Gaixas
Caixas
Gaixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
retratos
retratos
retratoa
retratos
gostos
gostos
gostos
gostos
gostos
ver
ver
ver
ver
ver
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
veoham
venhsm
venham
veoham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Ru do Imperador
Ra do Imperador.
5 3Ra estreiia d Rosario
9 Francisco Pinto Ozorio continua a toh-
H locar denles artificiaos tanto por meio de
^ molas como pela preaaao do ar, nao re-
i ceba paga alguma aem que aa obras naa
9 flquem a vontade de seus donos, tea pos
aj outras preparares as mais acreditadas
^para conservado da bocea.
< C
Acha-se justa e contratada a compra da lo-
ja de calcado da ra do Li*ramento n. 13: aa
algnem tiver alguma reclamagao a fazer, dirija-
s-e a mesma rus n. 7, loja, nestea tres dias.
Dentista de Pars.
15 Ra Nova 15
v'rtdricGaater,eirtirgiaodentiata,faxi
todas as operaces da sua arta a col loes j
dentesartificiaes, tadocom a superior-
dadaaparferc.ioquea pessoalant"4
das Ihereeonhaeem.
rea agua a psdentifrieios
Nos estatutos do intrnalo que estao a disposi(ao de quem os quue; er se
acham consignadas as coodiegoes de entrada. *
E JU
APPR0V4(!a0E AUTORiSACiO
y DA
H
Alo|
nha, engt
travesa
a-se urna preta de todo ser figo, cozi-
m, etc : quem precisar dirija-ae a
is Cruzes n. 4, loja de calcado.
Preisa-se alugar urna e9crava para o ser-
vido inteino e externo de urna rasa de familia ;
na ra dh Cadia du Recife n 53, terceiro andar.
Dejapuareceu no dia 24 do correte, de
Santo Amaro das Salinas, um cavallo alasio fo-
veiro, cajo conducido por ter as maos cambe-
ladas par di-ntru, e nellas urnas ovas ; portanto
roga sel a todas as pessoas que o achar qoeiri
lvalo pad'ria da ra da Matriz da Boa-Vista
n. 26, o/u no lugar do desspparecimento a Domin-
gos da/Silva Perreirs, que aera bem recompensado
recias-se alugar um preto, daodo-se o
e paga-se mensal ou semanal, para o
desta typographia : na livraria ns. 6 e 8
da pt'sca da Independencia.
Sr. Geraldo Correia Lima queira appire-
ala typographia. que ae lhe precisa fallar.
Aloga-ae um excedente sobrado ha pouco
do, muito arejado, com bellissiraa vista,
nato de um andar com ptimos commodos,
mplo tota o e vasto armazem, por prego as
aznavel; aa roa da Brura n. 34, entenda-se
Jos Amanas Cuimaries,
suste
servi
lo.
O
Perdeu-se no dia 59 do corrente em Oiinda
desde a praia de S. Francisco, ra do mesmo, at
abaixo da ladeira da bicca de S. Pedro, um re-
logio patente suisso de ouro ; roga-se a pessoa
que oarhou, dirija-se a ra da Seozala Nova o.
28 : d-se certamente todos os signaes e recom-
pensar-se-na bem.
Attenco
Previne-se as pessoas de bom gosto, que, d'a-
manhaem dianle encootraro o hotel Trovador na
rus larga do Rosario n. 41 aberto toda a noite,
aasim como excellenie sorveie, boaa fructas e do-
ces, refreacoa fnilos machio*, e muitasoulraa
iguariaa vontade dos concurrentes, como sejsm
pudins, bolos, etc. ; emflro, o proprietario espe-
ra que todas aa pessoas que o quizerem hunrar
com suas presentas, nao deixarao de sahirem sa-
tiafeilas.
Perguola-se a commissio que por meio de
urna subs ripci-i tirou esmolas pela ra do Rosa-
rio, para um Te-Deum, e como se nao eftVctuas-
s dito Te Deum, para que nao tem restituido os
dinbeiroa a seus dono?
Precisa se saber se reside nesta prs$a ou
fora Jos Joaquiro de Araorim BicelMr; a tratar
com Marques Barros di C., largo do Corpo Santo
n. 16 aegundo andar.
"reciss-se alugar urna escrava para o ser-
vico iateroo de urna familia pequea, agradando
oaga-se bem: quem tiver dirija-se a roa da
Cruz n. 46, ou na ra do Atalho, perlo dacaixa
d'agoa na Boa-Vista.
Aluga se o solio aasobradtdo da cssa da
ra da Roda o. 23, o qual tem os seguinUs com-
modos: duas entradas, urna por esla ra e ou-
tra pela dos Patos, duas salas, um terrsco, dous
quaitos, eosioba, cacimba, sumidouro para agoaa
servidas, etc., a tratar na praga da Independen-
cia o. ti.
Aranaga, Hijo & C. lacam sobre
o Rio de Janeiro.
r
m iipebem si mmum
k CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
AS EBiCtUtES
ELECTRO-MAGIJETICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elkctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
fjllivel em todos os casos da inflammagao ( cansaqo ou falta de respiracao ), sejam internas ou
externas,como do figado, bofes, estomago, baco, rins, tero, peito, palpitaco de coraco, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumasmo, paralysia e todas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual fr o seu
tamanho e n/ofundeza por meio da suppurngao sero radicalmente extirpados.
O uso dallas aconselhado e reeditadas por habis e distinclos facultativos, sna efficaia in-
eontestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a conOanga do publico
que j tero a honra de merecer, depoisde 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicscoes, se as chapas sao para hornera, senhora ou crianga, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescogo, brajo coxa, perna, p, ou (ronco
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo inchag5es. feridas ou ulceras, o molde do seu
famanho em um pedaco de papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas sejao, da
lorma da parte afectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se maniar vir d qualquer pooio do imperio do Brasil
As chapas serao acompanhadas das competentes explicaces e lamber de todos os acces-
orios para a collocagao dellas. I
Consulta as pessoae que o dignarem honrar com a sua confianza, em seu esariptorio, que
se achar aberto lodos os dias, sem excepgao, das 9 horas da manhaa is 2 da larde.
||9 Rut do Parto ||'.|
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Para as encommendas ou informs^oes dirijam-se a pharmacia de JosAlexandrtf Ribeiro,
ra doQbeiraadon. 15.
COIsSTORIOESPBCULHOl 3
\ DO BOUTOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias atis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestiaa :
moittai da mulheres, molestia das crian-
tas, molestias da pells, molestias dos olhos, no-
lestias sypKilitieas, todas as especies de febret,
febree intermitientes e suas consequencias,
FKARMACU ESPECIAL HOMEO P ATH1C A .
Verdadeiros medicamentos homeopatnicos pre-
parados som todas as cautela a necessaras, in-
fallireisem seus effeitos, tanto em tintura,como
am glbulos, pelos precos mais commodos pos-
ivais.
N. B. Os medicamentos do Dr. Salino sao
anicamante rendidos en? sua pharmacia; todoa
que o forem (ora della sao falsas.
Todaaaacarteiraa sao acompanhadas da um
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintea palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
Igualmente na liata dos medicamentos qua se pe-
da, As carteira* que nao levaremesseimpreaso
sssim marcado, emboratenham na lampa o no-
na do Dr. Sabino sao* falsos
Antonio Pires Ferreira filho a Eleno de
Souza Martina, tendo de mandar celebrar
urna missa pelo eterno repooao do finado
Jos Rodrigues Coelbo de Maeedo, convi
dam a todos os seus patricios e amigos a
igutlmente aos amigos do mesmo finado
4 assistirem este acto que lera lugar1 pela*
9 horas da manhaa do da 4 de Janeiro aa
igreja matriz da Boa-Vista.
(atrllete porlognez de
Leilora.
De ordem do Illm. Sr. presidente do conaelbr
deliberativo, sao convidadoa os aeohorea coo.-
Iheiros a reunirem-ae em sessao extraordioari
sabbado 4 do corrente, as 6 horas da tarde, i
aala daa sessdes do mesmo gabinete. *
Secretaria do Gabinete Portogaez de Laif
em Pernambuco 1.a de neiro 4 4,S-.
li. S. Piobeiro *
1." secretario.
9
bacharel Wimuvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa d Carmo.
1

i
s :
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOIRO IIOJIEOI'ATHirO
OU
VADE-MECIM DO HOMFOPATHA.
(Segunda ediccao consi-
dfravelmente augmen-
tada.)
Diecionario popular de medicina ho-
meopalhico
PELO tu.
SABINO 0- L. PINHO.
CoBtinuam as assigoataras para eslaa obras a
2S000 em brochura at dezembro. Desae lempo
em diante aa assignatoras sero elevadas a ra.
35*000.
Rus de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 0.
Na ra do Imperador, botica n.
44, precisa-ie de urna peuoa com prati-
ca de pharmacia.
Consultas medicas.
Serao dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde 4a 6 at a 10 horas
da manhaa menos aos domingos aobra:
1.* Molestias de olhos.
1.* Molestiaa de coraco e da peito.
3.* Molestiaa dos orgos da geraco 1
do anus.
O exame dos doentes ser falto na or
dem de suas entradas, comec,ando-se po
rm por aquelles que soffrerem do.
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e o>
ticos sero empreados em suaa consu
tardes e proceder com todo rigor a pr>
deocia para obter certeza, oa ao osan
probabilidade sobre a sede, naturasa
causa da molestia, e dahi deduzir o pa.
de tratamento que dave destrui-la
curar.
Varios medicamentos aer oaml
empregadoa gratuitamente, 6 pela
taza qne tem de auaverdadeiraqualid
promptido em seus effeitos, a a nec
dade do aeuemprego urgente que ae
dalles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa]
doentes toda e qualquer operacao
julgar conveniente para o restabel]
ment dos meamos, para cojo fim ae '
irovido de urna completa collecgc
aatrumentoa indispensavel ao me!
operador.
Aviso.
na <
A directora do collegio Santa Ursuh
assigoada, a*isa aos pas de suss alu
quem mais convier, que em vitiude do
dos estatutos, principian os trsbalhae d
collegio no dia 7 do correla mez. A
envidar todos os exforcos a sea aleanc
desmerecer do conceito adquerio o<
auno de seus trabalhos, e aflm da que
suasalumoas flquem completamente
com a educaco da suas filhas. O colh I
na na rea Foraaosa, sobrado o. 15, a
rectora ser encontrada a qualqeer ar
Ursala AUxandrina 4o B
Precisa-ae de ama ui Oa leite ra 4*
Hospicio o. 52, casa de Taomas do-A 10 Fea-
seca. ~
= D. P. Wild i. C. avisan ao reas /val eer-
po do commercio que de boje em diaw a aaa
firma social aer substituida pela da Id & Iast
e que autorisam o Sr. H. Niemeyer ja assig-
nar por procurarlo. Recife 1" da
1802.
ineiro
MH&<
.
Precisa se para urna casa e neeir
de familia, urna ama para o 1
terco que saiba cozinbar e en/
agradando paga-te bem: a
ra de Apollo n. 31, defino
tro.

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO I
MUTILAril


I
DIARIO DE PERNAMBUCO SEiTA FEIBA 3 DE JANEIRO DE 1862
Ama.
ma imi forra, prefere-se de
o servico de compras, Da ra
tten^o.
lleur el le plus salubre de toas
:hissant, et legr i l'eslomac.
utes les manieres et tales
vaat a l'armaze.m da.Progres-
place do Car ru o. 9, et ru
igar ama escrava que aeja de
o servido de coiiohar e pa-
isa de familia : oa ra do Vi-
.i'ecisa-se
escrava para o ser?co de casa,
imme e eosaboe bem : a tratar em
ra dos Guararapes d. 30.
dade^jancaria.
ragoso.Stntos A G.sacsm e tomam
a praca de Lisboa.
MH&
\ urna ana forra o a captiva (pre-
para o servico interno a externo
urna senhora em Cachang, mas
har e engommar bem, paga-se
a ra da Cadeia do IUcife, loja
o primeiro andar da casa
io Encantamento muito
oucos commodos : tra-
Cadeia n. 33, cora Joao
, ou no armazetn da mes
abaiio assigaado desappareceu
ente um cabrinha de nome Be-
de 10 a 12 annos, levou camisa
;or, tem ama marca de ferida
quemo pegar leve-o ra daz
, ou pateo do Carroo n. 15, que
j.
Joaquim Elviro Alves Silva.
se alugar urna escrava que
conducta para o ser vico
tsa de familia, e que saiba
; especialmente cozinhar
perceber bom aluguel, e
iment: na ra da Auro-
AS JOIAS
cora loja de ourives na es-
bug n. 11, confronte ao pa-
iaoio Antonio, franqueiam ao
rom as mais modernas e delica-
i muito em coota e notamente
tem a qualidade do ouro, pas-
as necessarias declaracdes ooa
trocam e recebem para fazer e
ualquer joia : os mesmos pre-
q se deixe Iludir por indivi-
tendendo jotas por fra desta
em da casa dos mesmos, pola
i lm pessoa alguma encarre-
Sr. JoSo Hyppotito de Meira Li-
ma, queira apparecer nesta typographia
que se Ihe precisa fallar.
Compras.
Compraia-4# garrafas aslas
espiritos da rae Direita d 17.
na fabrica de
Escravo
Escrava.
Compra-se urna escrava aa ra d S. Francia
co defroute do n 30, esquina do pateo lo Parai-
io, para satisfazer ama ncommenda, cora tanto
que saiba engommar e lavar, e se garanta aua
conducta e saude.
ven4ass.
Precisa-se comprar um escravo que leona de
idade 18 a SO aooos, sabendo oflkio da allMate,
tio duvida s pagar bem pago, sendo habilidoso
no mesmo offlcio ; na tai Nova o. 47.
Coaipram-se acedes do novo banco de Per-
nambuco : no eicriptorio de Hanoel Igoacio de
Oliveira & Filho, largo do Corno Santo.
Compra-se urna escrava com as habilidades
precisas para urna casa de familia, e que tenha
bom comportamento no largo da Assembla n. 1
Urna barcada.
Vende-se ama bsrcaca do porte de 35 caixaa,
eocalbada no estsleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tea, aonde pode ser vista o examinada pelos pre-
tenderes ; vende-se a prazo oa a dioheiro ; a
tratar com Hanoel Alves Guerrs, ns roa do Tra-
piche n. 14.
s suas.
es Luz
em na liquidac&o do
^odos os seos devedores
bodade de vir ou man-
s at o fim do mez de
quellea que aniro nao
, que suas conlas serio
e fevereirp ao procura -
i judicialmente. Recife
m
oo forro para trabalhar
&*, Iratar na ma da
ado.
o forro para todo servi-
eiro, e que sirva para
iz : a tratar na ra da
t
K.RABOQUEIMADO RM
p/|t7hGEANDE^01TIMEllTo|ftiL;
%ASeR0PK8P^
Sortimento completo de sobrecaaacos de panno a 259, 289, 309 e 359, caaacos muito bem
fitas a 258, 28$, 30J e 35$, paletols acasacados de panno preto de 16 at 259, ditos de casen ira
de cor a 159,188 e 20$. paletols saceos de panno e casemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
merino a la da 49 at69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pretas de casemira de
89 at 145, ditoa de coroeTj) at 10$, roupas para menino de todos os lmannos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam caigas, paletols e colletes, sortimento de colletes pretos de
selim, casemira e velludo de 49 a 9J, ditos para casamento a 59 e 69, paletols brancos de bra-
mante a 49 e 5/, calcas brancas muito finas a 58, e um grande sortimento de fazendas fina s e mo-
dernas, completo sortimento de easemiras inglezas para homem, menino senhora, seroalaa de
linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvio para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos eocommeodas de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais de
cincoenta obreiros eicolhidos, portento execulamos qualquer obra com promplido e mais barato
do que em outra qualquer casa.
Liquidaeo.
Ra do Queimado n. 10, loja
de 4 portas.
Ven le-se panno verde, preto, azul e cor de
caf, covado 3*.
C'semir* treta superior qualidade covado
1*600 e19800.
Chales de touquim para acabar s 10,15, 20,
30 e 409
Superiores cortes de fia. o mais moderno que
lem vindo ao mercado a 90, 100 e 1209.
Sediohas de quadrinhas e flores, superior fa-
zenda e moderno gosto, covado, 800, \ e 19400.
Chaly, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do co, fazenda para vestido de senhora,
ovado 500 rs.
Taimas e manteletes pretos a 18, 20 e 259.
Superiores vestidos braneos bordados a 20, 25
e 309.
Cassas francezaa finas, covado, 240 rs.
Corles de cassas de salpicos, um 39 e 3(500.
Cortes de seda preta a 258. 30, 35 e 409.
Lencos de seda a 600 e 800 rs.
La de quadros para vestido de senhora e rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covado 19280.
Chales de merino bordados a 48-
Chitas francezas escuras, covado 240 rs.
Meias de algodo cr para homem a 49
Cortes de velludo para collele a 39500 e 49000
Paletols de brim a 3 e tf.
Chapeos de sol do seda para senhora e meni-
nas a 3e 48.
Leques para aenhora e meninas a 3 e 49.
Espsrlilhos para sennora e meninas a 3 e 4J.
Chapeos de .pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelioas de teda pera senhora a 8 e IOS.
Camisas abertas de renda para senhora a 29 e
38000.
Grosdenaple amarello com um paqueoo toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paletol, cale e cllete de casemira, pelo bara-
iasimo prego de 259
Ceroulas escocezas, urna 19200.
Cortes de barege com duassaias a 8 e 109.
Corles de seda escoceza, superior fazenda, com
13 e 15 covados cada um a 109-
Camisas inglezas com peilosde linho e com um
queno mofo, duzia 258.
Paletols de alpaca, um 99.
Cortes de casemira um 39500.
Chales de la e seda, superior fazenoa, a 29500
Lencos de cambraia de linho bordados com bi-
co, a 39. 5, 6 e 89.
Ditoa de dita para homem, duzia, 69, 8, 10,12
e 149.
Setim preto maco o melhor que tem appare-
cido. covado 39.
Chapeos deso de seda para homem um 69.
Ditos dito de dita iugleza para homem, um 99,
Baldes para senhora, um, 3 e 49.
'Panno de linho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para lenc.es, vara 4 39200 e 3J400.
Lencos de cambraia bordados com bico. duzia
a 2g500.
Gollinhas de cambraia bordadas, ama 330 rs.
Manguitos de dita ditas, um 19.
Camisas psra roeoioos, duzia 159.
Fil de linho bordado, vara 19200.
Dito de dito liso, vara I98OO.
Cortea d brim de linho, um 19600.
san.
Loja das 6 por-
tas em trente do
Livram< ritt.
Chapeo de sul de tlpacu a '#.
Duzia de meiascrusa para hoEoem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito unas a 28500 a duzia, lencos de
cassa com barra de cores a 120 rs. cada
um, ditos brancos a 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 38, laazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlataoa
branca e de cores muito fina com vara
emeia de largura a 480 rs. o covado.
fil de linho liso a 640 rs. a vara, pe-
gas de cambraia lisa fina a 39, cassas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, muaaolina encarnada 320 ra o
covado, calcinhas para menina de escola
a 1J o par, gravatiohes de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um dusia 29, pegas de cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberta das6 horaa da manhaa as 9 da
ooite.
CaTECEE
s
I
Largo da Assembla
numerlo-
Ha continuamente nesle eslabelecimenlo as
segointes fazendas para vender, por menos pre-
50 que em outra qualquer parte.
Cera de carnauba da nova safra e primeira qua-
lidade.
Cebo do Porto em pao e velas.
Sola ou vaquetas de differentes qualidades.
Courlnhos curtidos.
Farinha de mandioca muito nova, qualidade
igual a de Muribeca, milho novo, saceos muito
grandes.
A dinheiro.
Potassa da Russia.
A 200 rs. a libra.
O bem contiendo deposito da ra de Apollo n.
24recebeu directamente peloiullimo navio a bem
conhecida e acreditada potasas da Russia, e est
veodendo a 200 rs. a libra, ainheiro viste.
Vendem-se libras esterlinas; no escripto-
rio de Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3.
Attenco.
Vende-se confronte o porlio da fortaleza das
Cinco Ponas o seguale : carrocae para bol, di-
tas para cavalloa para agua, carrinho para traba-
lhar na alfaudega, ditos d. mo, rodas para ear-
rocaa e carrinhos, eixoa, torradores de caf com
'"ao, boceas de forno, baodeiras, ferros de vol-
ts de todas as qualidaJes, dobradigas de chum-
bar de todos os tamaiiho, fechedures de ferrolbo,
errolho de chapas, ferro de embutir de lodos os
taroainos, e porteo de ferro.
Novidade do tor-
rador!
23 Largo do Terco 23.
Queijos flameogus muito Irescaee, chetados
nesle ulumo vapor a 3. manleisa frsnreza a 720
e 640, manteiga inglesa flora 900 e 800 rs., em
porgo se fv abatimanlo, assim romo se to'rrsm
oulros muitos gneros pertenceotes a molhados
assim como sejam, al, primeira e segunda sor-
te, arroz, vt-laa de espermscele e carnauba, aiei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendern por me-
nos do que em oulrs quslquer parte a dinheiro
villa.
| 4 ra do Queimado !
| numero (0.
| Loja de 4 portas '
gFerro < Maia.
F.'chegado um completo sortimento
W das sagoioies fazendas, o mais moderno !
tj que tem apparecido oo mercado : |
Chapeos prets para homem.
Ditos de palha para senhora.
Sg Ditos de pellica para meninos e meninas.
ja Borzeguius para homem e aenhora por
menos preco de que em outra qual-
t" quer parte.
@ Riquissimas espinhas de grosdenaple*
gu prelo bordado* para senhora.
g Ditas de caxemira dita.
Casaveques brancos bordados,
fig Slnios oourados do ultimo gosto.
g^ Enlejes de retroz e missanga.
^S1 Baldes de duaa aaias o mala rico que
q$ tem apparecido.
Chapeos de palha.
O mais lindo sortimento de chapeos de palha
das formas as mais modernas de Paris, para se-
nhoras e meuioaa, ricos sintos ultima moda, di-
tos com lagos bordados : na ra do Crespo o. 4,
casa de J. Falque.
1
aifis
GRANDE DEPOSITO
DE
DO
E FERRO
Francisco
A.)
que do Io de ja-
s as mercadorias
icife pela meama
sim xigirem, da
lar para o depo-
ces do Apollo.
Bramah,
eriotendente.
ERREA
C1SCO.
).
ulro aviso as
smo da, das
reg das sin-
coslume, de
e 30 minu-
Bramah,
idente.
doMon-
i. de accordo
mesma fes-
de Janeiro
te
tipres-
II. s
ber o
raga
e os
Barbaliio (Cab .)
41-RUA DO IMPERADORA.
Nesle deposito existe grande qaautidade de louga e de todas as qualidades, o que se pode
desejarde bem fabricado e de boa qualidade de barro, com a propriedade de conservar a agua
semprefria, como sejam jarras, resfriadores, muriogues, qusrtinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para flores, talhas, alguidares de todos os lmannos, assadeiras, boioes
com lampos esem elles, panellas para bater-se bolo?, escarolas, enfuzas, frlgideiras e muitas ou-
tras pegat que seria enfadooho mencionar. '
O proprietario desta fabrica a primeira deste genero enlre us espera obler do respeitavel
publico animagao e concurrencia e para conseguir esae fim vende a sua louca mais barata do que
al aqu se venda nesta cidade.
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos precos commodos porque vende d 10
por cento de abale para quem comprar de 1009 Pa cima e dessa quantla para menos lerao 5
por cento.
Qualquer ncommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
ARMAZEM
ROUPA FBITA
Joaquim F. dos Santos.
40 Ra do OtieimadMO
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste eslabelecimenlo ha sempre um sortimento completo de roopa faila de
todas as qualidades e tambem ae manda executar por medida vontade dos fregue-
ses para o que tem um dos melhores professorss.
Catacas ae panno preto a 40S,
35f e 309000
Sobrecasacosde dito dito a 359 e 30&000
Paletols de panno preto e de co-
res a 359. 309, 259.109.189 e 209000
Ditos de casemira de corta a 229,
i5|,129.79 e 99000
Dito* de alpaca preta golla de
velludo francezas a 109000
Ditos de merino selim pretos e
de corts a 9f 8&000
Ditos de alpaca de corea a 59 e 39500
Ditoa de alpaca preta a99,79. 59 e 3|500
Ditos de brim de cores a 5$,
49500, 49 e 39500
Ditos d bramante de linho bran-
co a 9. 58 e 49000
Ditos de merino de cordSo preto
a 159 e 89000
Caigas de casemira preta de co-
res a llf. IO9, 9|, 79 e 69OOO
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 59, 69500 e 49500
Dita de brim branco ede coras a
59. 49500 e lf 500
Calcas de ganga da corea a 89OOO
Gollete de. i-fc.'udo preto e de co-
resAisose bordados a 189,99 e 89000
DjAu* de casemi:a preta e d. co-
'' res lisos bordados a 69,
59500,59 3|500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorguro de teda pretos
ede cores a 79, 89, 49 a
Ditos de brim e fuslao branco a
3$500, 89500 e
Stroulas da brim de linho a 29 e
Ditas de algodo a I96OO e
Camisas de peito defusto branco
ede cores a 29400 e
Ditas de paito de Moho a 59, 49 e 39000
Ditas d* madapoln brancas e de
cores a 89. 2*500, 89
Chapaos pretos de massa fraoceza
forma da ultima moda a 10J,
88500 e
Ditos de feltro a 09. 59, 49 e
Ditoa de aol de seda inglezea e
francezeaa 14f, 129, 11$
Colarinboa de iinno muito finos
novoifeitios da ultima moda a
Ditos de algodo
Relogios de ouro plente e hori-
zontal a 1008, 909 808
Ditos da prata galvaniaadoa pa
tente e horizontaea a 409 SOfOOo
Obras de ouro. aderegos e meios
aderemos, pulceiras, roalas e
sneis a
Toalhaa de linho duzia 108, 69 e
Ditas grandes para mesa ama 39 e
59OOO
59000
59000
39000
29200
19280
292OO
18600
79000
29O0O
79OOO
9800
9500
708000
9
91000
49O00
NAM1
Manteiga lgleza especialmenteescollhida a 800 e 1000, eem porcio ter abatimento.
ldeui fraoceza a melhor do mercado 700 rs. a libra e em barris a razo de600 rs. a libra.
QueiJOS flamengOS chegados neste ultimo vapor a 39000.
QueJOS lundrinoS omelhor que ha oeste genero por serem muito frescos a 19200 a libra.
QueijO pratO o melhor que se pode desejar a 1&200 a libra e 19100 o inieiro.
Cha hySSOn e pretO o melhor do mercado de 19700 a 2|880 a libra.
Presunto fiambre nglez hamburgus a 720 rs. a libra.
Presuntos portllguezes viudos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra einteiro a 460 rs.
Vnh?JnfrrafadS ^""^Po"0. genuino. Porto fino, nctar, Carcavellos, Carnees, Madeira secca, Feitoria velho, seceo e ehamisso
L y? ,*30 a8arrafa e 3000 a duria.
VinbO BordeaUX de superior qualidade diQrentes marcas a-800 a 19 a garrafa e de 8500 a 109000 a duzia,
VinnO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Marmelada imperial a escolher de todos or fabricantes de Lisboa premiada as expsitas universaes de Londres Paria a
900 rs. a lata, de urna libra *a 19700 as de dtias libras.
DOCetaS com doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeitadas, a da
muito gosto a 39500 cada urna.
FigOS em CaXnhaS de 4 libra muito frescos e grarades a 29000. ) *.. -m. i -
Peras SeCCa em caixlnha de 4 libras chegsdas neste ultimo vapor a 39500 e 19200 a libra, afianca-se ser o melhor q\u pi'i hayer neste
genero.
AmeixaS francezas em latas de5 libras por 49000 e 19000 por libra.
PaSSaS em caixinhas da oito libras, as melhores do mercado a 3 e a 640 rs. a libra, e em caixa de urna arroba a 99500.
Latas COm f metas dfl todas as qualidades que ha em Portugal da 700 a lfOOU a lata.
Corinthias em frascos de 1 1(3 a 2 libras de 19600 a 29200.
FraSCOS de amendoa confeitadascom 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas a de superior qualidade a 29500
cada um.
Gaixas SOrtid&S com ameixas, amendoas, passas figos, parase nozes oque ha de mais proprio para mimos, de 49000 a 59000 rs.
por caixa de^Q a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos. >
Lata COn? bolaxn,ha de SOda de diversas qualidades, e muito novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 29500 a 4*500.
CoilServaS inglezas francezas a portnguezis de 600 a 800 ris o frasco.
ErVllnaS francezas e portuguezas a 720 ra. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Mascas talharim, macarro e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Lastanhas e nozes as melhores e mais novas por terem chegado neste ultimo rapar a 200 rs, a libra de nozes, e a 59 a arrobt da
castanhas, e 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em porcao ter abatimento.
AzeitonaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 39500 a ancoreta.
Champanhe das marcas mais acreditadas de 159 a 209000 reis o gigo de 19500 a 29 a garrafa.
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa e de 59 69000 a duzia da branea.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco e 69500 a frasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol efrancez de 19 a 19200 alibra. -e
Vinagre puro de lsboa a 249 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Batatas em gigos com urna arroba, as melhores que ha no mercado a 19 o gigo, e em porc,ao de 10 para cima a 800 rs.
SebollaS SOltaS novas e grandes a 19 o cento e a 89 o milheiro, afianca-se que vista da qualidade ninguem deixar de comprar.
Espermacete Superior sem avara a 740 ra. em caixa a a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do marcado a 100 rs. a libra e 29700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Maranho,
Alpista O panco o mais limpo que ha a 160 rs. a libra do alpista e 240 re. a libra do painco.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa t 29560 a caada.
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa a vinda a primeira vez a nosso mareado, da 19 a lata.
Ara ruta a melhor que se pode desejar a 320 rs. a libra, e 160 rs. a libra da gomma.
Toucnho de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a libra e arroba a 109000.
k lm dos ganaros anounciados encontrar o publico ludo que procurar tendente a molhados, e por monos -daz por canto do quo oa ontra
qualquer parte. .
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bURlQ DE PRNaMbCO -- SfcitA VElSi &fe VaHIto 08 Il6i
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x"
Escencia de aiil
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos con escencia de ail
eieelleote para eogommtdo porque urna
gola delta 4 aau.aata para dar eftr em una baca
de gomma tendo de maii a mait a precloiidade de
na manchar a roopa cobo martas vetes acon-
tece coa o p de ail Cuta esas trasqutoho
500 rs : oa ra doQutinado loja da agu brao-
MMftft 099
fLoja das 6 por-|
tas em frente do Li-
vra ment.
Roupa feita muito barata. 2
Paletote de panno Uno eobreeasacos,
diloa de easemira de cor de fusiao, ditos 4
de brim de cores e areos, ditos de 2
ganga, calcas de easemira prelas e di V
Jp coree, de bros branco e de coree, de gao-
tga, camisas eom peilo de linbo muito m
oas, ditas de algodao, Chapeos de sol 5
de alpaca a 4$ cada um. qp
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui floas esponjas para rosto, a t$
cada urna : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Noves enfeiles e cintos
dourados.
A loja d'aguia branca acha-se receotemente
prvida de om bello e variado sortimento de en-
fGts de differentes qualidades e gostos, os mais
lindos que oosstvei encontrar-se ; assim como
esl igualmente bem soittda de bonitos cintos
dourados e prsteados, sendo lisos, de listras, e
matizados, e bem assim os de ponas cabidas,
teodo de tudo muito para satisfazer o bom gosio
do comprador, que munido de dinheiro nao dei-
xari de comprar : na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beiriz, ra dos Pires n. 42, vende-se a muito
acreditada bolachioha igual a ioglezs, dita de
araruta, todo o trabalho nesta casa bem como o
pi e bolacha feilo das melhores farinhas e
trabxlhado com o maicr asseio possivel, farioha
a melhor do mercado a 180 rs. a libra.
Veode-se por commodo prego, urna carra-
ca e boi: oas Cinco Pontas cocheira n. 1 2, con-
fronte a estadio da via (errea.
Lentilhas.
As melhores e mais saborosas de todos os le-
gumes, muito frescas e leves para o estomago, se
preparara de todas as maoeiras e proprias para
janlar : acham-se a venda nos armazens Pro-
gresado e Progressiata do largo do Carmo n. 9 e
ra das Cruzes n. 36.
Gal de Lisboa
Vende-se barris corneal nova de Lisboa che-
gada hornera, no muito acreditado deposito.da
ra do Brum n.66, armazem de Dsvid Ferrelra
eqBtar.
Na ra da Paz, cocheira n. 44, ha para ven-
der-seuma linda parelha de cavallos castanhos
rozilhos, j onsinada, e all se dir quem a vende
Leques.
Vendeos-se lindos leques de madreperola, o
mais floo possivel: na loja d'aguia de onro, ra
do Cabug o. 1 B.
luiuvas de eJouv\n.
Vendem-seas verdadeiras luvas de Jouvio, che-
gadaa por este ultimo paquete da Europa : oa
loja d'aguia de ouro, ra do Cabugi n. 1
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 2j cada urna : na ra do Quei-
mado, loja o'aguia branca o. 16 A obra boa a
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antea que
se acabem.
Novos cinteiros de fitas com
pontas cahidas e franjas,
A. loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor ioglez os tao procurados e muito bonitos
cinteiros de Otas com pontas cahidss e franjas e
por isso podera agora ser satisfactoriamente ser-
vidas ss senhoras que a desejavam ; *lles achira-
se nicamente na dita loja o'aguia branca, ra do
Queimado o. 16.
lo Manguinh casa n. 43, vende-te
dous bois mani* para carroca e por
barato preco
Vende-se ama eserava sem o menor de-
leite e achaques, de 18 anuos de idaae pouco
mais ou menos, por motivos que nio desagrada-
r ao comprador; na roa do Vigario o. 8, segua-
do indar.
Eatremeios
bordados em cambraia
transparente.
Ns loja d'aguia branca se ach um bello sorti-
mento de ntremelos bordados em fina cmbrala
transparente, e como de seu costume est veo-
dendo baratamente a 18200 a pega de 3 raras,
tendo quantidade bastante de cada padrao, para
vestidos ; e quem tiver dinheiro approveitar a
occasio, manda-loa comprar na ra do Quei-
mado,' leja d'aguia branca ti. 16.
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca teodo em vistn sempre
vender o bom, mandn ir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira ves) se auperioree agulhas
imperiaes, com o fumlo dourado e mui bem fti-
taa, sendo para alfaiates e coslureiras, e cusa
cada papel 160 rs A agolba assim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e em regr slo
mais baratas do que as outras; quem aa com-
prar ns ra do Queimado, loja d'aguia branca a
16, dir tempre bem dellas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommends diversos arligos de gosto, e proprios
para enfeiles de vestidos de ooivss ou convida-
das, sendo bicos de blond de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trongas brancas com
vidrilhose sem elles, cascarrilhas brancas e mul-
tas outras cores, fins e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeiles de flores e cachos aoltos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boas filas de chamalote, e emfira mul-
los outros objectos que a pedido do comprador
serio pateles, e vista do dinheiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado o. 16.
Tiras
hordadas em ambos os
lados,
Vendem-se tiras decambrais bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
tira meio, uin satas e outras muilas cousas,
custa cada tira 1&200 : ni ra do Queimado, loja
oaguia branca n. 16.
Potassa americana,
Vende-ie potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio deOliveira & Pilho, largo do Corpo San-
"chapeos a garibaldi
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Gunha & Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palioha e feliro, mui liodos, e se vn-
dem pelo barato pre>;o de 10 e 123
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
mais Qoissimo brim trancado decores, muito pro-
prios para 03 bailes, testase pasteios campestres,
pelo diminuto preco de 10$.
Chapeos baratos.
Chapelioas de seda para senhora, pelo baralis-
simo preco de 8J, chapeos de seda e de merino,
bem enfeitados, para meninos e baptlsado a 6 e
7*. ditos de palha e seda para senhora a IOS, di-
tos de seda dcores, copa baixa, para horaem a
6f, ditos de easemira Je cores, pelo diminuto
pre$o de Iy600, chapeos de caslor bsanco sem
pello, booitas firmas a 128, bonels francezes de
panno para meninos a *J500e3j.
Guarda na pos e toalhas.
Duzia de guardaaapos para mesa a ij e 29400
toalhas para mesa de 1[4,1(2 e 2 varas a lSOOO,
1&5U0 e 23.

, Bourgogiie
Em casa de Rolhi Bidoulac vendem-se cai-
xas com 4 dunas de viudo Boutgogne primeira
quslidade a melhor que tem vindo para este
mercado.
Mi$angas miudas de todas
as cores.
A loja d'agaa branca acaba de receber esaas
procuradas micangas miudas que servem para
pulceiras e outras cousai, e por isio avisa n
pessoas que ellas esperaara e as que novamenle
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
prarlo um masso muito maiordo que os antigos,
lsso somenle na loja d'aguli brinca, ra do Quei-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, oa ra do Queimado a. 22,
le encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda prelas e de cores, que se vendem por
precos baralisslmos, como sejam: estreitinbas
pretas e de lindas cores 10, diai com pontas
largas a 1|0OO, ditas pretas bordadas a t#600. di-
las pretas pira duas valias a S|; na meocionada
loja da boa f, na ra do Queimado o. 22.
Vend se dti gKsbos em meio uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para beta se aprender geograpuia. 04
exudantes qua os pretenderen! podem
dingir-se a livraria universal de Guima-
r5e$&Oli?era, na ra do Imperador.
Tiras bordadas*
Vende-se floissimas tiras bordadas aS| ei|500
a pega, babados francezes muito finas e cam
bordados muito Modosa 9|, 2500, 3| a 4|500 a
peca: na ra do Queimado loja de miudetas di
boa fama o. 35.
Agulhas francezas
VeBde-ae sgulhas francezas de fundo dourados
das melhores que tem vindo ao mercado a 160
rs. o papel, carteiras de mirroquim cora agnlhas
sortidas e todas de muito boa qualidade a 18
cada urna, ditos de papel dourados e com muito
bom sortimento a 840 rs., csixinhss com 1001
agulhas sortidas muito boas a 2u0 e 280 rs. ca-
da urna : na ra do Queimado loja de miudezai,
da boa fama n. 35
Vende-se
Espirito de vioho de 38 graos a 19600 a ca-
ada ; oa ra das Cruzes o. 24, esquina da tra-
vessa do Ouvidor.
Vendem-se bestas mansas de roda, bois
mansos para carro, quarlos, carros : quem pre-
cisar de algum destes objectos, pode dirigirle so
eogenho S. Jos, freguezia da Lut, distinta del-
ta cidade 5 legoas.
Fitas de chmalo!"_______________w_
te muitO boaS e\ Cambrgu da China bordada. ,,, .,. c, J0o, ,..
das finas para senhora e meninas, do-se amostraa.
^^mmodos6^^ quepo'1" hmr de > *P*9"
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo vi- /-ii,_?,,,. j j ,
por ioglez sus eocommenda de boss, bonitas e ^H^peOS 06 Seda pCLVa SenflOVa de iilto bnm roto a 19* p.h. m o h n.m a
larga, fitas de chamelote brancas e outras cores. Italia ricamente enfiados a 289 para acabar g P"1,W d*
as qoaesso excellentes para cintos, lacoa, etc., dnmivn aW.ua ikJL___
carias de abe.
Vendem-se novas cstlas de sbc a 200 rs. cada
uma augmentadas por Mara Binholesl da Con-
ceigao, as quaes coolm 25 paragraphos de diph-
thoogoa, e as actuaos em uso so tem de 8 9 ; o
meninos com muita facilidade a comprehendem
e Ibes facilita quslquer leituri. Alem do aug-
mento contera uma serie d Home* de diversos
objectos de que elles eiiao multo a par, assim
como de nomes proprios. Esiss cartas poupam
aos seohores psia de familias grande parle do
que gtttavim, porque os meninos nio aprendiaes
lodos os diphthoogos, por isso ae embancaram
com qualquer leitara por mais fcil que fosse. O
raelhorameoto que ellas bio de produzir 6 io-
falivel segundo 1 experiencia. Auim que elles
a comprehenderem, sem obstculo algum podem
passar para o manuacripto (vulgo) impresso. O
papel o mais encorpado possivel. Ellas tem
aido applaudidas pelos seohores profesores, alem
de um grande humero dhomens illustrados co-
mo sejam : os Srs. Drs. Soarea de Azevedo, Fei-
losa, Drummond e Borges Csrneiro, e outros
inultos que agora me nio occorre seus nomes.
Ellas io rubricadas pela autora; as que se en-
eootrarem em ella serie consideradas cootra-
feitas : defronleda matrts da Boa-Vista 0. 84, e
na linaria ao pedo arco de Santo Antonio.
K^Guimares
Ra do Crespo numero 17.
Vendem liaralivsisiio.
bonitas
argai _.. v.....,ulo u,.uva o uuu uro,, i"in neomenia eoieiiaaos a $a para acabar,
lappa^S; Caiato neteo. pora homem u Uoho mm ullobpelo. pr.501 ^
para legos de bouquetes, cinteiros de cnangas e les a 35J e40j a duzia. r r v 6
muitas outras diversas cousas, e como de seu ROWDCLS I6ttU u ,
cosiume os presos sao menores do qae em outra C. J p'." h0ens e "finos, sobrecasacos, paletots, calcas, seroulas, meias ele.
qualquer parle; assim quem munido de dinhei-1 ele e oulro muil0 "* '
ro, dirigir-se a rus do Queimado loja d'aguia------------------___________._______________________________ ____
branca n. 16, ser bem servido. ~~ *""
*mmmm*mm-mmmaN. 20Rua da Imperatriz~N. 20
I rara acabar. Ij-jiasa^ -
aaM^ ^.. .1^ r\___:____l_ a /\a mosqueteiros a 11600 3 nena, camhram nni rnm a v.i-,0 .(....;_. ,_____'._ "*. ""
[No\ ra do Queimado n. 10
loja de A portas.
Vende-se chapelinss de seda para Se- 9
nhora a 89.
Organdys padroea os mais modernos a f
600 rs. a vara.
Sedinhaa de quidrinhos a 800 rs. oco- J
vado. m
Casacas de panno preto muito fino a
20*000.
Manteletes pretos a 159 e 20.
Riquissimoi vestidos de seda de cores
e pretos o mais moderno que tem appa-
recidoe por baralissimo prego.
rfre!? rl, n.r'./^0 2 "'?' 1*M0,muss"ins rgas das seguinle. cotes verde, azul,
contendocadaumcorte24covadosa 10 o corte, velludo de seda das seguiotes cores cinzento
nrId^,,0^oUi(tnnP^nel0 er"e!e f4eda uPar." Vne8lld0, oe seohora e rouPin d crian; pe o baio'
preco de 29600 o covado cortea -de cambraia fina com s.lpicos miudinhos a 59, tiras bordadas e en-
r.el!n0^l,^,n.^P.eS', ^^ ^l^" m"\{0 tt-0M chil" com oaue de mofo a ?6n
rs. o covado, pellos para camisas brancos e de cores a 160 rs.
Veituarios para meninos,
de fustao, enfeilados, a 89. baldes para senhora
a 39500, buoitos vestidos de phautesia pelo bara-
to preco de 12f, atoalhado de lioho adamascado
com 8 palmos de largura a 28240 a vara, mantas
de fil branco, manteletes, leques de diversas
qualidades, gollinhas, manguitos, sedas de qua-
drinhos, e outras muilas fazendas que se ven-
dem por barato pre$o na referida loja cima.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a preco muito
cammodo : no escriptorio fe Manoel Ignacio de
Ollveira & Pilho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras luvas de
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Jouvio.
Acaham de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
BUIM
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo ftfaia e Silva, est veodeodo
tudo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Groza de peonas de ago de diversos mo-
detlos '................................
Chus com agulhas francezas a..........
Oias com slBnetPs a..................
Gaixas ceas spparelhos para meninos....
Ditas eom dito para grandes a..........
Barathos portuguezeaa............120 e
Groza de botes de osso para ca'.ga, pa-
queos, a..............................
r-souras para uoha muito finas a......
Diteg para costura a....................
Baralhos francezes muito fios a........
Agulheiros oom agulhas a..............
Caivetes de 1 folha muito Anos a 80 e
Pecas de tranca de la com 10 varaa a..
Pecas de franja de la eom 10 varas a..
Pares de sapalos de tranca a............
Carlas de alfloetes francezes a..........
Escotas para li rayar drates a S00 e....
Masaos com grampos muito finos a....
Carles com clcheles com algum de-
feiio a ....;..........................
Ditos de ditos de superior qualidade a
Didies de ago oarasenhora a............
Rialejos com duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
Eofiadores para vestidos, sendo muito
graodeaa..............................
Canas com clchales francezes a........
Carlas de alnetes para armago a......
Charuleiras mallo floas a................
Tioteiros de vidro com tinta a..........
Ditos de barra com tinta superior a....
Ara preta muito fins, libr*............
fimileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neile rico e bem montado estibelecimeoto en-
contraro os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as dualidades.
SANTUARIOS que rlvalisim com o jacinndl.
BANHElBUSde lodos 01 timinhoi.
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA era clisas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
ana.
CHALEIBAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flandre para qail-
quer soriimento.
VIDKOS em caizas e a retalho de todoa os ta-
roandando-semanhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer nata-
reza, concertos, que ludo ser desempeohado a
contento.
500
120
60
240
500
900
120
400
400
320
80
160
200
800
U280
100
400
40
SABAO.
avisa
a\ VeDdcse a majtade c
existe nobecco doFerrei)
Bosi-Via/a dwta cidade,
tem apenas um telheiro
local para edificacBo: n;
redor n. ht, prlmeir>
tratar.
DI
Joaqalm Francisco dt Mello Santos avisa aos
sausfroguetea desta praga e oadefra.qne tesa
exposto renda aabiode ius fabrica denominada
Recitenoirmazein dosSrs. Travasaos Jnior
k C, na roa do Amorim n .58; maaaa amarella,
caatanha.prets e outras qualidades por menor
prego que do outras fabricas. No mesmo arma-
ban! tem feito oseo deposito de vtlas de carnal*
xa simples sem mistars slgama, como ai de
asa poeicio.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
receberam de sua propria eocommenda um com-
pleto sortimento de flores, o mais floo qua pos-
sivel eucontrar,propria pa ra enfeiles de cabecaou
1 restido, cousa muito chiqne, que se vende por
20 prego que admira, sendo a 800 e IB o cacho.
500 Veiidem-se canoas dta
wjamarello e bordozinho, ,.,_
90 de diversos comprimentos, muito proprias para Caimbns
t(\ CSrreira e nlaria*. nam niniliinrn /la k>n -.. n
40: carreira e otarias, para coodacco de barro, seu
80 prego cora modo; a escolher a gosto, no estalei-
1|000 ro Jo Sr. Joaquim Antonio Rodrigues, ruado
160 Brum defronte da fabrica- dos Srs. Villaga, Irmo
-------------------------- .** ov wi ^. w muya, IIUIBU
j jo Andrade : a tratar na ra da Gadeia do Recife,
120 loJ* de ferrsgena n. 44.
<
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, fr>ote do sobnado
novo, est disposto a vHer todo por precos que
a todos admiram, assim comoseja :
Frascos com agua de Lavando muito su-
perior e grandes a....................
Duzia de aaboneies muito fios a......
Sabouetes saaito fleos a................
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos eaaa eheiro muito finos a."...!.
Garrafas com agaa celeste superior a ..
Frascos com banha muito fina a........
Oito com dita de arse a...............'.
Frascos de oleo de babosa a...........',
Ditos de dtto monto finos a 3*0 e....".".
Ditos com bsnha transparente a........
Ditos com superior agu de colonia a...
Diloa ditos fraseos grandes s............
Ditos de macag e ae oleo a.........."
Liona branca do gaz a 10 ra. tres por
dousea ........................
Linha em carto de Pedro Vcom'OO
jardas a..............................
Dita com 50 jardas a....................
Duzia de oeiaa eraas moito eocarpadls a
Oita de ditas muito superiores s........
Ditao dedilasbracea* para senhora a....
Bicos da largura de 3 dedos, vara a... .
Grosa a> fretoel de louga a...........
Carriteis de linha eom 100 jardea a....!
Oaza de phosphoroa do gaz a........'...
Dita a ditos da vela muito superiores a
Pe^as de Ota para cs de todas as larguras
Franjas ae liaba pata toalhas (varal....
Bicos das Ilhas por todo o prego, por 4 pedido
qare tew&o da fabricante para aeatrsr, e por isso
aae se alba e que cuatou, e sim a qua .
Ra da Senzalla Nova n. 42.
fltltfc estabelecimetito vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 r*. dem
de Low Moor libra a 120rs,

800
500
160
300
500
1$000
240
600
240
500
900
400
600
100
20
60
20
2*100
4*500
3J0O0
20
160
30
210
240
320
80
Chapeos do Chile.
Na rus Direita n.76 vende-se chapoa do Chi-
le muito finos de copa alta eaba larga, (a Gari-
baldi), ditos de copa baixa aba larga ( barraca),
assim como de outras qualidades, de gosto mo-
derno, por pregos razoaveis.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
Vende-se na ra de Apollo n. 20, armazem do
Amorim Alfonso & C.
Oleado pintado.
Na ra Nova n. 4i, loja e fabrica de
chapeos acaba de receber um bello sor*
ti ment de oleado com ricos desenhos e
gosto moderno, propiio para cima de
mesas e bancas, e vende-se por prec,o
commodo.
Lencos brameos multo
Unos,
Vendem-se leos brancos mullo finos, pele
diminuto preco de 2*400 a duiis, grande pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
Canivetes fixos paraabrir
latas.
Chegou nova ramease dessea preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de sirdiohs, doce,
bolacbiohas etc., etc. Agora pela feti come se
multo dessss cousas e por iiso necesssrlo ter
um dessea caivetes cujo importe f}, compran-
do-ae na rus do Queimado loja da agafa orines
o. 1$, antea parte onde o ha.
Arado* americano se machina-
paialava roupa: em casa de S.F. Jos
bston 4 G. ra dstteazala n.tt.
Feijo de corda.
numero 33.
fUNDIC&O LOW-MOCk
Ra daSemalla Nova n.42,
Reate estabaleeimento contina s naval um
completo sortimento demoendasemeiasmoen-
dssparaengenho,maehDas da vapor ataixai
ferro batido o coado,-ia todos oslamanhot
para dito,
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas aa nacoei
podem les tem un ha r as virtudes desle remedio
mcomparaveleprovaremcaso necessario, que,
pelo uso que dalle fizeram tem sou corpo i
membrosinteiramentesosdepoisdehaver em-
pregado intilmente outrostmmenlos. Cad
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leilura dos peridicos, que lh'ai
relium todos os das ha muitos annos; e i
Jaior parte dellas sao tao sor prndenles qm
dmirsm os mdicos mais celebres. Quema:
pessoasrecobraram com este soberano remedie
o uso de seus bragos o pernas, depois dedui
permanecido longo tempo nos hospities.o tes
deviim soffrer impuiagao 1 Dellas ha mui-
cas que'ia vendo deixado esses, asylos depade-
timentoi, parase nao submeterem aessaope-
rasao dolorosa foram curadas compleUmente,
mediante o uso dessepreeioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfosio de sea reco-
rAecimento declararan estes resoltados benfi-
cos diente do lord corregedor e outros magia-
irados, afim Je mais autenticaren) ma a firma-
Uva.
Ninguem desesperarla do estado desaude si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constan tem en te seguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse s natureza do mal,
eujo resultado seria provarincontestavelmente.
Que tudo eura.
O ungento he til, mais partleu
mente nos segulntescasoat.
Numero
Vende-ae a vardadeire gra:
cada barrica 15 dottes de pot
4 defroole da porta da aUendei
Vende-a6 travnjtmeDlo
de muito boa qualidade, na
Pontas ; a tratar na taberna d
nova n. 2.
Mantas de h
Vendem-se mantas de retros p
00 rs. : na ra do Queimado n. 2
boa f.
Vestidos de casan
Ricos vealidos de blonda co
capells e saia de letim. T
Superiorer
vestidos de seda, de cambra
de phlotasia,chapeos de ps
modernos para cabega, cap*'
tes con pridos o mais modi
la de quadrinho, cambriias
partilhos, siolos, leques,
meias elsticas e camiaa
senhora, fil e larlataoa v
chales de pools redonda
modernos.
Roupa feit
Caigas, colletes, paletots o
de panno, easemira, chapeo*
boticas de Heli.
Para acaba
Colchas de li e seda propri
ou coberta de piano a 5a. *
godas bordadas de linho a de i
seda de qoadrinhos a IftOO, 1
640 rs. o covado : na loja .n.
Cadeis confronte ao becco larg
& Perdigo.
ranaKBMMSMB mm
NOV
exposiejo/*
dieiros ec<
micos
O proprielario dsle novo es'
sa ao publico e a todos os couai
recebido um grande soitineol
novo modello, riquissimos par.
esmaltsdoi de diversidades i
maia rico alio mala ordlrui
grande sortimento de gs
pelo prego mais barato
assim como tambem a
na raa Nova n. 24, lela t
Potassa i)
Vende-se em casa
C, successoies, ra
Meias par
Vendem-se superiores
lo baralissimo preco de
da bot f, na ra do Que
Alporcas
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores decabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em gira I.
Ditas de anua.
Erupcpes escorbulicas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falts de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gangivas escaldadas.
Inchacoea.
Inflararaagao do flgado.
Infiammagao dajbeziga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelis.
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do flgado.
das arliculages.
Veas torcidas ou no-
das as pernss.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, aStrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas eoearregadas de Sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanba.
Vende-se a 800 rs., esda bocetinha contm
uma inslrucgao em portugus para explicar o
modo de fasar uso deste ungenta.
O deposito geral em easa do Sr. Soum,
pharmaceutico, aa ra de Crur. n. 32, em
Pernambuco.
Vende-se

azaitade dend oa pilma, dte de smendoim que
serve para laseae machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte; aa raa da Vigario a.
19, pnmeiro andar.
Superior rap de Lisboa em
frascos^ x
Vende-se superior rap orincea BrafH^fril
eos, chegada no ultimo vas/er ingles TyaeK,
loja da boa f, roa do Quefmado a. .
- Teade se a sobrMk de deas indares di raa
4 loja da
tem para Ve,
qualidade fol
e bac
senecupa pr
[Nova loja de
ra da Cr
nuiu
Manoel Joad
> todos os seus f re
cmodo mato.ejr
velpnbjjco.quet
baixasaTprego de
cujo motivo tem p
i sortimento de bal
differentes laman
em pintaras, e
sortimento dnd
banheiros egan
epequenas, ma
cae para condu
as, latas gran
nha e regador*
graodea e pee
eamasde ve
bahsgrand
rs., baeia g
800 rs.,eoeo
gadores reg
pequeos a
tos ha pinta
te vende pe
loja da bo
cife n. 37.
R
Vende-sa <
ra do Vigiri
relogiosdeourt
afamados fab-
uma variedad
meimoi.
Vende-se po
chumbo de uun
qullqoer parte;
Cesario Moreira
Moeda n. XI.
Luv
Na loja da
sempre ae e
Jouvin lant'
advertindo-
lindas core.'
rus do Ou
m
A'
7.1 a
po
d<
m
. v.jv uv wV _. raaaa ae sbrelo de dona andirea ia raa
" "V*** ** <>. ra de Ametim dea Lar seguras o. U ; a raa da Mingaaira bu-
imero 39. mnrn o
mero 8-
ds
podra
eatri
V f



DUftlfr Qg EBEttAMBCCQ SEiVfBlBA > bE JARHRQ DE iSOi
"" '""
ii
l-
V
BOM E BARATO S NO
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
Contiua-se a vender oeste armazem de molhados os
melhores gneros que vem ao mercado, e por muito menos prego do que em outra qualquer parte,
para o que recebe o proprietario em todos os vapores da Europa, a maior parte de seos gneros,
escolbidoi por peisoas encarregadaa, para este Qm ; per laso novameote participa aos seos fregueses,
ooi s aos Srs. da praga como de eugeohos e lavardores, que queiram seguir em progresso, que
nio deixem ao menos de comprar a primeira Tes auas eocommendas, certo de que hao de gostar,
para o que nao ae poupario oa propietarios, prestar toda attencio, e mesmo em serviros por-
tadores meaos pralieos, lio bem como ae viaaaem oa Srs. pessoalmenle; e abaixo menaioaamoa
os precos de alguna gneros, por onde se podo julgar que rendemos baratissirao.
Haiiteiga lllgiexa ma Iup,rior qne nt no mercado a 800 rs e 19000 a libra em
barril ae far abatimento.
NI.%i&taig& 1 raneexa muUo n0Ta, 640 rgi, llbra e em birrll t m rl.
Gfci pfoAa, \\ysson c preto os ,,, faperi0M8 d0 mercad0 UMi im)t
11600 ra a libra e aflanca-se a boa qualidade.
\|aei)OS O rei*0 CBega,j0, Mt# Mitimo Tapor 948OO, ditos do vapor passado
naaVnCS as meihores que se pode desejar a 40 e 120 rs. eada urna.
rreZUlllO ngleX proptios para Hambre a 900 rs. a libra, em por$ao se far abati-
mento.
PrezunAo lo Teluo
440 rs.
Batatas novas emgigosdetnaarroba
salame 0 meihor pelisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
Toueinho do remo
GYiouTicas e palos ou0 D0T08, 7Si0 rs libra
Banua d porco atinada. Dalral que ha D0 mercad0,480 libra
e em barril a 440 rs.
\zeitonas maito novas, 3SOoo .,.,,,,, eM g.rr.f. o r..
Latas co m. bolaxluaa d soda
m porcao se far abatimento.
na^a ae watie a raais n0Ta d0 merca(i0 em lalli de uma 1bra por 900 rg ditas de
duaa ditas por 19700.
viarmelw .da imperial d0 afamad0 AbrPU e de 0UlfOS muil0J fabrcanles de Litboa
a ijf a libra, em latas de 2 libras por 19800.
EiTvunas raneezas meih0Te que se pode desei em me lalas por 500 M#j
tambem tem portugueza me lataa enleiras a 610 rs.
^UOCOlate raneeZ e hespanhol chegado neste ultimo vapor a 1J200 a librs.
IraSSaS pr0prias para podim a 800 rs. a libra.
UOCe OO aipereue em lalag de a ,ibras elegantemente entalladas a 15200 cada uma.
Dasete luperor de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em cala a 740 rs.
o que ha de bom neste genero a 480 rs. a libra e Inteiro
a 19 cada um.
a 360 rs. a llbra e arroba a 99500
A H 000.
Chapeos de palhloha fioa enfeatidos para me-
ninas ; na roa do Graspo n. 10.
Aos tabaquistas.
Vendem-ae superiores lencos frsncezet a iml-
taco-dos de liobo. Bonito proprios para oa taba-
quiataa por serem de cores escoras e Das, pelo
baratissimo preeo de 5 e 6| a duzia : na ra do
Qoeimado n. 22, oa bem conhecida laja da boa f.
Fil USO e tarlatana.
Vende-aa superior fil liso e tarlatana branca
e da corea, pelo baratissimo preco de 800 rs. a
vara ; na bem conhecida loja da boa f, na roa
do Queimado n. 22.
Toalaas paia maos.
Vendem-ae muito boaa toalhaa para mitos pelo
barato prego de 59 duzia ; na ra do Queima-
do o. 22, na loja da boa f.
Ricos enfeites.
Yendem-se ricos e superiores enfeites os msis
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tsimo preco de 6 e 6|500 : na loja da boa f,
na ra do Queimado o. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas da lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o covado ; ns
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezaa muito flnaa, de
muito bonitos padrdea, pelo barato prego de 700
ra. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
Cambala Usa.
Vende-se cambraia lisa tranaparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5$ a pega eom 8 Ii2
varaa, dita tapada muito superior, pega de 10
varaa a 6f : na ra do Queimado n. 22, oa loja
da boa f.
Bramante e atoa\\\ado de
Vende-se superior bramante de paro lioho com
duas varas de largura a 2400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de puro lioho,
com 8 palmos de largura a 28500 a vara: na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de calca.
Calcado
45 Ra Direita 45
Ougaml.. Ougam!..
O traate inoiapensavel ao hornero Civiliaado
sena contradicho o spalo I E' ello tio aeeessa-
no como o pi ao estomago. Tolera aa um
chapeo jaca ; uma caaaca de ajuatar taboado ;
um veatido desbolado ; mas o aapato acalcaoba-
do e rodo, a botina sem lustre e j deaccaida
uma indecencia, um insulto ao orgio vianal de
um ebriatao. E' por to graves considerares
que o proprietario deste estabeleonenio.
acabando de receber um magnifico sortimemo,
roga aoaseus freguezea a apreaaem em renovar
o calgado velho, visto eatar prozima a testa ;
vejam:
Homem.
MIMES (onagre privilegiado) frescos co-
mo a agua do Prata.
BOHZEGUINSjnteiricos (Roclhlld) .
diversos fabricantes. .
lustre pechincha. .
Sapaloes de Nantes, vaqueta de lustre
batera...........
Ditos Nantes balera.......
meia casemira
na loja da boa
eontendo differentes qualidades a 19440 e
Latas com peixe em posta
1400.
Ymendcfis couteltadas a ,,,
a 480 rs.
das melhores qualidades que ha em Portugal a
librat ditas em milo a 80U r., dita com casca
Noxea e castadas pllada8 muUo D0Tal, 160ra., UbM.
EiSvreuittiin para l0pa 1640 ri a libri e em calxinhas de 6 a 8 libral 3e farS abatimenio.
Ale-trio, macar rao e ta\\u rlm
e\aaii\iia fraDCeza muii0 n0Ta a 240 rs a 1bra>
FariaYia do Maranhao mnll0 alva, cheiroaa, 160.
Omma de engommar, o que se pode desejar por ser muito alva a 100 rs. a libra.
I: muito novo e lim'po a 160 rs a libra e em porgao se far abatimento.
J v o respeitavel publico, que aliangando -ae a boa qualidade dos geaeros cima mencio-
dos, se vende muito barato, e pelos quaes sa poder julgar todos os demais que nao foram aa-
ciadoa.
400 rs. a libra e em caiza a 95.
Paletots
brancos.
Vendem-ae superiores paletota de Bmn branco
de puro linho, pelo baratissimo prego de 5J : na
roa do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na verdadeuma escova para limpar penles
aempre necessaria em qualquer toucador, e com
especialidade no da senhora que preza o asaeio,
e para que elle seja perfeito mandar comprar
una dessas escovas de cabo de marBm on ma-
dreperola que custam 2a e 33 rs., na loja d'aguia
branca, na ra ra do Queimado n. lo.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Vende-se oa loja d'aguia branca mol finas na-
valhaa d'aco redundo com cabos de marfim, a
para assegurar-se a bondade dellaa baata dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tea Rodgers & C, custa cada eatojo de duas na-
valhas 8|000: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca, o. 16.
Entre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca vaade-aa ntremelos
bordados era fioa cambraia transpirents a 19 a
paca de 3 varaa, prego esta porque a se scha em
dita loja da aguia branca ra do Queimado a. 16.
A re ae que de cada padro tem baatantea
para vestidos.
- Vendem-se os engeuhos
edro e Espirito Santo, am-
bos\ moentes e correntes e
(Tagua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Gadoia do Recite n.
26, primeiro andar, que acha-
r com quem tratar.
Vendem-se cortes de caiga de
de cores escaraa a 2$ cada corte ;
f, na ra do Queimado n. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aua propria encommeoda, (cando aasim remedia-
da a falla que havia desses port bouquets de goa-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casameotos e bailea que se coolsm nesses
dias, por isso as pessoaa que por ellea esperavam
e as que de novo os querem comprar dirigi-
rem-se munidos de dioheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontraro obra
de bom goslo, baraleza, agrado e sinceridsde.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fioa, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que ao muito baratea: na ra do
Queimado n. 22, oa bem conhecida loja da boa f*
l"8lea...... ,| .
Naotea meninos.....
lustre (sola e vira.....
(uma sola). ....
de t ranga portugueza. .a
t> franceza. .1 ;
Senhoras.
BOTINAS.'gaspa alta e lago inglezes de
duraclo incalculavel. .
francezaa (lago).....i
de menina (Joly). .1 .
sem lago.....; .
gaspa baiza......i .
outros (32, 33 e 34). :
Sapatos (Joly) com salto. .
ft ( ) sem salto......
tapete.........
lustre (32, 33, 34). .
econmicos para casa. .' .
Alem dtaso um variado e abundante
ment de tudo o que necessario a
ra execntar qualquer obra.
14000
94500
88000
5|500
6JJ100
5j>500
5|000
4500
3951K)
59-200
SjOUO
22000
lCDO
6|000
5$500
49500
5S000
42800
4(500
392O
21000
800
800
500
sorti-
apateiro pa-
""I 'JKH
loSooo.
E' na roa do Queimado n. 39 loja de quatro
portas que se vende os melhores chapeos de se-
Ja de formas mais modernas e bum goslo.
ttenca
/
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Veode-se mu bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcelana aos baraiissimos precos
de 240,360,500,560. 610,720, 800 e 1*000: isso
ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Grande
mammk
Superiores paletots de panno prelo muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo prego de
209 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.

Nova california
FazendaSv baratas.
Na rua da Iraperalriz n.48, junto *%
padaria franceza.
Corles de cambraia bracea com babadi-
nhos 4tf e 4*500 superior 5$, cambraia li-
za com 8 112 vara 3 j. 3*500, e 4*. ditas de
Escossia 5, e 6*, ricos enfeites para se-
nhora 6jje6g500, sinloa oa m para senhora 2*500,3*. chapeiina para eri-
al1
i
5
Jang goslo inglez 3*500,4*, para Uaptiaado
3*. corles de vestido de seda Escosseza de
9 bonitos goslo 12* estao se acabando, ri-
B coa lengoi delabyriatho 1*. 1J200. chapeo
V de sol para senhora de bonitas cores, lisos
5*, cabo de marfim 5*500, cortes da cam- 9
braia branens com ffr de aeda 5*. riaca- #
do francez 200 ris o covado, cosopletos 9
orlimeolos de baldes de arcos 3*, sorit- 0
meotos de meias para menino e menina #
200 a 240 ria o par. chales da tarlatana
2 de corea a 640 ris, leogos branco com bar- 9
ras 160 ria chitas ioglezas a 180 e 2O0 ra. #
N. 43 Roa do Amoriui N. 43.
Ameizaa novas o melhnr quo se pode encontrar,
pelo barato prego de 12$ calzas com 1 arroba e
16 iibras : esto se acabando.
RuadaSenzalaNoyan.42
Vende-se sm casada S. P Jonhston 4 C,
allinsa silhasaglazes.candasiro;* castigaai
bromeados,lonas aglerss, fio devsla,chicou
para carros, a moniaria,arraio5psr artede
oa a ioui eavaloi ralogio tdo ouro paianis
nflar. /
Em caaa de Rothe 4 Bidoulac esl
postos para venda uns apparelhos de p
zeada muito bonitos e por prego razo
rua do Trapiche n. 18.
8TSTE HA MEDICO HO DELLOWAY
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestiraavel especifico, cora posto inteira-
raente de hervas medicinaes, nao conim mercu-
rio nem alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno mais lenra infancia, e a compleigao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleigao mais robusta;
enleiramele innocente em suas operagese ef-
feitos; pois busca e remove as doengas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
qu sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn
recobrar a saude e lorgas, depois de haver tenta-
do inultimente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devera enlregar-sea des-
esperado; fagam um competente ensaio dos
efficazes effeitos de?la assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao sa perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das segu n tes enfermidades:
Importante
Aviso
Na loja de'4 portas da rua do Queimado n. 39,
acha-se am grande armazem com todo o aorti-
mentode roupas feitas, para cujo lim tem mon-
tado uma officini de alfaiate, estando encarroa-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar tnda e qualquer obra que se' Ih-
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
Illms. Srs. officiaes tanto da armada com
eiercilo.
Faz.se fardas, farddes com superior
e mu;to bem feitas, tambem trata-se
[dameoto toflo completo conformo se usa no Kio
de Janeiro, tanto que tem os figurines que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquiabaa
para montara, frdelas ou jaqueles, bem como
colletes a militar para ns Srs. ajudanlea de cata-
do maior e de cavallaria, quer seja singelos oa
bordados a espequilha de ouro ou prsts, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembaritadorea e do qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se azem as melhores
tonhecidas at hojo, assim como (em muilo ricos
desenhos a matiz de todas aa corea proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na roesma casa en-
earrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiangando
que por tudo se flea responsavel como seja boaa
fazendas, bem feilo e bom corle, nlo se falta do
dia que se prometter, segundo o systema d'onde
velo o mestre, pois espera a honrosa viaita doa
dignos senhore visto que nada perdem em
perimentar.
Na
es-
3

dita francesa a 240 e 280 re. o ovado
pegas de'cambraia do forro com 9 'raas
a 2* : junto a padaria francesa a. 48. >
GELO
Champagne
do afanado autor Chateau Laronzire a 14* o gi-
aOa aaa ata; aa ereta da ladeeiaadeacia
niero 22.
No deposito do gelo rua do Apollo
n. 31, vende-se gelo de boje em diante
arroba a o$500, e meia arroba 2$000,
e a libra a 160 ris : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo*
go que seja diariamente, at que se
acabe o gelo.
Vende-se o grande sitio denominado Cala-
a, aito na freguezia da Varzea, de multo boas
trras, qaetado quanto se planta di orna grande
quantidsde, con ama casa da taipa J coberta,
aa dtta de facer ftrinhs, grande quandade da
pea de cafezeiroa, com diversos ps de fructelraa,
come seja larangelrts, coquetrot, te., tife.; e
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areias ( mal de).
Asinina.
Clicas.
Cao valsos.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
toreas para qualquer
eousa.
[Desinteria.
Dor-je garganta,
de barriga,
nos rins.^**^.
Dureza no ventrera
Enfermidade no ventre.
Dilas no figado.
Ditas venreos.
Enchaqueca.
flerysipela.
Pebre biliosa.
Pebre intermitente.
Venden sa estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Sirand, e na loja
de todos os bottearros droguista e outras pessoas
enearregadas de sus venda en toda a America
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs., cada
, im daila* ea4ew uma iosiricc^o n partu-
tanbem vendem-se vuaa veecas que dio bastan- SW* para espliear o medo da se usar deslas pi-
te leile, urna dellaa eom a cria j i grande, e um'lulaS.
burro manso : a tratar na rua do Sebo o. 99. J O aaooailo aaaal n i. i* fi, ^.m
-.N.O.ttabar & C.sactMsotes.raa taCraz V sio gtaai era asa da Sr. 5oum
n. 4, tem para vender retaglm fa^rgrWta da, pbaraaaaautH, na raada Crea s. t% tm iV-
ouro prata. ^S
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
H y 1ro pesia.
Ictericia.
Indigesldes.
Infla mmacSes.
Irregularidades de
menstruagSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Absirurc,ao do venlre.
Phlysica ou consurnp-
fo pulmonar.
Retengao de ourina.
RheuiBaiismo.
Symptemas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (nal)
oja d'aguia de ouro, rua do Cabug n. 1 B,
recebeu um completo sortimento de gollinhaa de
missanga, sendo delodaa ascores
Injeccfto Brow
Remedio nfallivel contra as gnor-
rbeas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza rua da Cruz n.
22. Preco 3,J-
JNa loja ao p doj
8 arco de Santog
Antonio.
Chegou a mais supe-
rior estamenha para h-
bitos dos irmos da or-
deru terceira de S. Fran-
n
i
i
i
8
s
pUUBfW
1 nanbueo.
I
%
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porcao e a relalho de uma sacca
para cima, e por commodo preco: na rua da Ma-
dre da Dos confronte abotica n. 30.
Vende-se um escravo com Idade de 94 an-
nos por 3009 por ter uma flatula em uma perna :
a pessoa que quizer, dirija-se a rua Direita n. 14.
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
0 leite virginal j bem contiendo como reme-
dio infallivel para sardas e pannos, veode-se a
28 rs. o frasco na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 10.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras linas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas propriaa encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as aempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Coodray e Societ Hygieniqoe, etc., etc.; por
isso, quem quizer prover-ae do bom, dirigir-se
a rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara aempre um lindo e completo aortimento,
leudo de mata a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrosas
Em casa de N. O. Bieber
A G. successores rua da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantea
9 leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim ellea possuem map-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
roc.aapara conducQo de assucaretc.
Cal virgem de Lis-
boa em pedra,
Vende-se a mais nova e superior que ha no
mercado por preco baratissimo, uoicamento do
largo doCorpo Santo n. 19, trapiche da Compa-
nhia,
& seS tttt 3ttaas u as ass san &&i sm y
' fjr^a^sT^F^'V Wf FSI 9J9r9, WJW Vrjnsf arflarW *ls
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BUSTOS & REG i
Na rua Nova junto a Con- J
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de *>
roupas feitas, calgados a fazendas e todos jL
estes saveodem por precos muito modi- *
ficados como de seu costo me,assim como 1
j sejam sobrecaaacos de superiores pannos j*
e casacos feitos pelos ltimos figurinoa a tf
269,289. 309 359, paletots dos mesmos S
pannoa preto a 16f, 185, 209 e a 249, M
i ditos de casemira de cor mesclado e de S
| uvoi padrdea a 149.169. 189.209 e 249, S
i ditos saceos das mesmas casemiras de co-
i res a 99, 109,129 a 149, ditoa pretos pe- 9
I lo diminuto preco de 89, 109, e \t$, ditos g
i de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129, %
ditoa de merino de cordo a 129, ditoa \
i de merino chioez de apurado goslo a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109,
1 ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
; seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 39500, 49
e a 49500, ditos de fustao branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas M
pardas a 39 e a 49, ditas de brim decores 5
tinas a 23500, 39, 39500 e a 4 J, ditas de *f
brim brancos finas a 49500, 5g, 59500 e a S
69, ditas de brim lons a 59 e a 6$, colletes S
de gorguro preto e de cores a 5g e a 65, I
ditoa de casemira de cor o pretos a 4J500 1
a a 59, ditos de fustao branco e de brim ]
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4f, 9
ditos de merino para luto a 49 e a 49500, i
calcas de merino para luto a 4g50O ea5|, capas de borracha a 99. Para meninos U
de todos os tamanhos : calcas de casemira 2
preta eda cor a5|, 69 e a 79, ditasditaa
de brim a 2J, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
de cor a 69 a a 7f, ditos de alpaca a|39,
sobrecasaeos de panno preto alSje a
14, ditos de alpaca preta-a 59, bonets
para menino de todas aa qualidades, ca- 1
misas para meninos de todos os tamanhos, 2
meios ricos vestidos de cambraia feitoa
Eara meninas de 5 a 8 annos com cinco o
aba'dos liaos a 89 e a 12f, ditos de gorgu- 1
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditoa da aa
brim a 39, ditos de cambraia ricamente Jrj
bordadoa para baptisadoa.e muitas outras %
fazendas e roupas feitas que deizam de *
ser mencionadas pela sua grandequanti- |
dade; aasim como recebe-se toda equal-
quer eneommenda de roupas para se &
mandar manufacturar e que para este fim s
temos um completo sortimento defaren- S
das de gosto e uma grande officina da al- S
9 faiata dirigida por um hbil mestre que 1
I pela suapromptidi eperfeio nadadei-S
1 xa a deaejar. m
AweneHSH-M-ei9N6weKM6isi
Asteb.
baldes x.
nhora.
Vende-se a 180 e 200 rs. a vara : aa rua o.
Queimado loja de miadezaa da boa fama n. 35
Luvas de pellica de
Jouvin.
tZatlft. k" ,erdidei'" lns de pellica de
;. h- ^"^?mem ? hora a 29500 o par: na
loja de miudezaa da boa fama
rua do Queimado
o.35.
Cintos do ultimo eosto
Venrto-o dl.. m_____ ." ..
Vende-se cintos dourados e de p.||
bello que possi.el encontrar-ae. P"lo b'r.Haal-
mo preco de 39 c.d. m, o.to. de ola d """0
5Sft?.Jg? MlUmUm se vende fifeula
muito indas e de mullas qualidades propriaa na-
camente para cintos a 29 ; na rua do Queimado
loja de miudezaa da boa fama n. 35.
Enfeites para cabega
Veode-se 0s mais modernos enfeitea que tem
VI fi A!n8'e J"ercad0' e de DiaU" qnalldadea a
a*5t. c,l,a Ir' dil" Pre,os c<> idrilho a
boafam8n nf35 Qaeimado H" demiodezas da
Laa muito fina para
bordar
Vende-se a 89 a libra : na r08 do Qoeimsdo
loja de miudezas da boa fama n. 35. e,mau
Cabellas e ramos para casa-
mentos e bailes.
hrn?,d.Ve n,ui,iSini "" e ricas cspellas
brancas para noivas, com o competente ramo para
o peito pelo baraiiasimo prego de 10 e 129 ra-
". '.M n,u,.l Un" e de mui, ,iD<,"" co-
MmT'taa1!0! D""8 M*"ote* Puca cousa a 19,
TZ*&\&?9 Oaeinjado ,oJ'a de miud-
Luvas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvas de camurca
para horneas a 29 o pr. dilas de Oo de escosaia
brsncaa e de cores a 800 rs.. ditas de seda en-
feitadas para senhora a 2$, ditaa de toraal pretaa
a 19: na rua do Queimado loja de miudezaa da
boa fama n. 35.
CMcotes de gosto e multo
fortes.
Vende-se mnito bonitos chicotes debaleiacom
caaioes de marfim e de metal para homens e se-
nhoras a 4 e 59cala uro, ditos do estallo tambem
multo bons a 39, ditos de junco porm muito bem
acabados a 1 jj: na rua do Queimado loja de miu-
dezaa da boa fama n. 35.
Oabazes para senuoras
meninas.
Vende-se pelo baratissimo e admiravel preco
de 3 e 49 cada um, e affianca-se que quem os vir
nao deixar de comprar, to bonitos e atis s9o
ellea : na rua do Queimado, oa loja de miudezaa
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occasiao em que
se escreve e por muilo pouco lempo fica preta e
bem preta, havendo a vanlageni de servir para
copiar cartas : na rus do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Opiata iogleza
para dentes.
Eat finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata inglea lao proveito-
sa e necessaria para os dentes-, laso porque a lo-
ja d aguia branca acaba de recebe-la de sua en-
eommenda, e continua a vende-la a I950O ra. a
caiza ; quem quizer conaervar aeus dentes per-
fetos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, rua do Queimado n. 16.
Agulhas imperiaes
tem o fundo doorado.
A loja d'aguia branca, lendo em vista sempre
vender o bom, mandou vir de sus coota essas
superiores agulhas Imperiaes. as quaes acabara
chegar [pela primeira vez) tendo os fundos
douradoa e ponas mui bem tiradas, e rusta cada
papel 160 rs. Cozer-se com uma agulha assim
boa, anima e adianta i quem trabalha, por isso
dmmrem-se rua do Queimado loja d'aguia
brenca n. 16, que aerao bem servidos.
8
X
Escravos fugnu*.
cisco.
mmmmmvs** rotosas*
Batata ingleza.
Vende-se balita iogleza em gigos, somente no
armazem de Barroa & Silva, travessa da Madre
de Deoa n. 57.
Libras sterlioas.
Vende-se no escriptorio de lianoel Ignacio de
Oliveira e Filho largo do CorpoSaoto.
Taixas.
Maior reducto nos precos para acabar.
Vendem-se no armazem de Braga Son & C.
oa rua da Hoeda, taizas de ferro cuado do mui
acf-'dilado fabricante Edwin Maw a 100 rs. por
!ik:i, ai mesmas que se vendiam por 120 rs.
A' loja d'agola branca naba de despachar n
bello sortimento de flores finas e delicadas pro-
prlss para enfeites de cabera e vtrttidos para ca-
sameotos e bailes; qoem as vir sem duvide se:
alegrar de ahar flores lio perfeitas e delicadas
Isso na roa do Queimado loja d'aguia branca
0. 16. r-V
6:000 rs. para acabar.
'Manteletes de seda pretos : na rua do Qnei-
jiado n. 47, tamben Vende paletots da panno fino
forrado de seda, pelo mesmo prego.
Altencao
Vendem-se caixdes vasios proprios
para bahuleiros.fumleirosetc. a i {280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem o teto
para vender.
Vndese
na rua do Queimado n. 19
oseguinte.
Pecas de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 811? varas, pelo barato prego de59C00.
Toalhas de linho adamascado para mesa a 49.
Cambralaa de aalplros graudos muito lindas a
51 a pega, ditas de ditos miudinhos finas a 49500.
Lencoes de bramante de linho a 39000.
Cambraia ailada para forro de veatido, com
8 112 varas a pers por 29.
Grandes colchas de fusilo lavradas a 69.
Chapeos enfeitados muilo lindos, proprios para
meninos a 79cada um.
* -Gahej.Us.*mn*K-SP\o chlner, a 19800.
Ricas capellas para mrtta7>daJflor de taranta.
Algodio cora 7 palmos delargSviJOI) rs. airara
Lencoes de panno de linho a t9900. ^ s
Souhall Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito dersle-
gioS vpto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portanto, Ss pessoas que qofzerem
fossuir um bom ralogio de euro oa prata do e-
ebre fabricante Korbby, a aprovetar-se da op-
portunldade tem perda de tempe, para vir eom-1-*-
pra-los por commodo pre(o no seo escriptorio Ife r
rua do Trapiche n. 18. | rec
Attencao
FogiodoRiachao de Panellas, um mulato de
estatura baixa, corpo groaao, denles limados,
olhns pretoa e grandea, cabellos caziados, e pea
regulares, cujo mulato se ch.ma Faustino, de
idade de 15 a 18 annos, levou ceroula e camisa
de algodao asul. Foi visto nesta praga em dias
da semana atrasada.em um comboi vindo daquel-
le lugar. Roga-se a todas aa auloridadea e ca-
pitaes de campo a captura do dito mulato, o
qual poder ser entregue no referido lugar ao seu
senhor, Domingos Antonio das hevea, ou nesta
praga aoSr. Manoel Ignacio de Oliveira Lobo,
que recompensar com generoaidade. Oulro-
aim, protesla-se contra queme tiveracontado
A mulata Hermina, filha de Matbil-
de, cabra, escrava do Sr. Dr. Buarque e
que ltimamente foi vendida pelo Sr.
Dr. Jos dos Santos Nunes de Oliveira,
ausentou-se no dia 27 do corrente da
casa do seu senhor, levando comsigo
uma cria de 5 mezes pouco mais ou me-
nos: pede-se pois as autoridades poli-
ciaes a sua apprehencSo, e a qualquer
pessoa que a levar a rua da Cadeia Velba
n. 25, se gratificara'com generosidade.
Da caa do abaixo asaigoado foglo no dia 13
do corrente um preto escravo crioulo por nome
Raymundo, de iiade 30 annos, pouco mata ou
menos, com oa sipones aegmnlea : baixo, secco
do corpo, pouca barba, tem no dedo grande do
p esquer 10 uro deleito que forma um gancho,
levou caiga azol, camisa da algodio, ceroula, cha-
peo de bata preta, levando mais comsigo um
cavallo ruco gordo com NXytalhe, um paroe sac-
eos, uma rede, e consta q. vr
engenho Prejuky, aonde t
Goiannaaonae tem paren
ga que tem ido a mandr
tal nio ha : quem o pe
co, loja n. 11, de Pirn
Ansanlou-ae de
3 do corrente roez o e.<
Cassaoge, idade 40 a'
estatura regular, ei
uma daa orelhastem
qusrlos tem um de
aodar pelo p, tese
tres buracoi, aia-
pegarqueira >
terceiro an<*
vialo em I
De-
-$
senta
rfc'
U'
fftr

3 {Sara banda do
ulber a flihos. e
Ae escravo alle-
. senhor, oque
Passaio Publi-
I I I
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Jrir-^
TTT
-*~


'I
Ulw t PEWAItowu^. ~*Xin IfHM 3 fifi JaNEIAO DK 186*
moderna.
^ ni
..muoco don. 302.
oj o Qiho do homem substituto i
jechido por uou .i contra o direito divino. Ora, o Christo,
-.iho e auRcenor de Ado, tambem filho de
Deus : djqui naace a dignidade para a nova or-
dem humana. Os paes, os esposos, e o rea sao
oa ministros e enriados de Deus, como sao oa
poniiflces.
Christo o priooipe dos reis di trra : nosao
legislador o nosao rei, aaaim como hispo de nos
aas almas. Joio nio|entio a razio nem a ronla-
de humanas, porm sim, a razao e a ronlade do
bomem-Deus quem gorerua oa homens ; porque
a loi escripia e depois o evangelho sito a lei dos
imperios. Emfim, a caridade reatabelece, fortifl-
caudo-os, os lagos da natureza maquilados pela
queda.
Ma, sendo os homens livres.o Redemptoroio
se Ibes impde : oTerece apenas o seu auxilio, Q-
cando na roolade delles aceitar ou regeitar. Oa
homens, pois, aaaim como aa sociedades, posiuem
liberdade de adoptarem oa direitos do homem,
solTrendo eolo tudas aa consequencias do natu-
ralismo, isto da natureza aeparada de Deas, e
degradada pelo peccado original, ou de aceita-
rem o direito chnslo que s quem pode re-
parar e conservar a natureza humana, submel-
leodo-a de novo s leit que a devem reger, e
unindo-i ordem espiritual.
D'aqui ae originan dous partidos : un que
aceita implcita ou eiplicitamente a reparagio, e
renuncia por cooaeguiote aoa < direitos do
homem isto aos direitos que liaba o ho-
mem receb'do de goveroarelle s a ordem natu-
ral e temporal. E' este o partido catholico ou do
direito divino > o qual, para salvar a ordem hu-
mana, submette-a ao Christo toda inteira fa-
milia e estado, reis e povos, acienciaa e artes,
propriedade e industria. E' este o partido que r
om Christo o reparador da autoridade, liberda-
de, e fraternidade humanas, e na caridade o vio-
culo que une enlie ai os cidados da mesoia for-
ma que os fleis.
Outro, que renuncia todos os beneficios do
' chrisliaoismo para agarrar-se aos direitos do
homem E' este o partido que quer urna reli-
giao, autoridade, liberdade e frateroidade ha-
manaa e puramente naturaes. Ora.tendo decah-
oo a natureza, cujas ioclioagaselle segu olhos
fechados, acontece que a forga subslitue auto-
ridade, a licencia liberdade, as colligacoea
unio ; o naturalismo arrasta o homem morte,
e as sociedades que a elle se entregam repellem
o libertador.
Eis do que provm as ruinas e excessos da re-
rolugao ; eia a causa da sua constante opposico
ao paitido do direito divino.
IV
Sendo o homem composto de alma e corpo
em cada partido existe urna ordem espiritual, e
oulra temporal, as quaes se unem estreils-
menle.
As doutrinaa que dirigem as intelligencias, o
etpirito que determina asvootades, os ministros
que propagara aquellas doulrinas, os meios que
communicam esse espirito eis aqui o que forma
a ordem espiritual.
As sociedades que applicam essas doulrinas e
seguem o impulso daquelle espiritoeis a ordem
temporal.
De um lado a egreja catholicacom os seus dog-
mas, moral, disciplina, sacerdocio, culto, sacra-
mentos, e com o seu espirito : de outro o mundo
com as suas supersuces.o seu espirito, mximas
e imposturas, faltos propheUs e intrusos sacerdo-
tes^ deuses falsos, conjurados das tojas.
Entre os dous campos impossivel qualquer
fusao; porque impossivel conciliar-sea Jesus-
Chrislo e Belial a egreja e o carbonarismo, os
liis e os rebeldes. Assim. pois, os dous partidos
lutarao at sua definitiva separagao na outra
Tida.
A egreja e o mundo sao de alguma forma as
duas almas da humaoidade : de um lado o espi-
rito de viJa, do outro o espirito Oe morte, e am-
bos dirigem as oacea que os servem, e que sao o
corpo dessas duas sociedades espiriluaes.
O povo de Deus isto o povo que quer
obeceder antes Deus do que aos homem, e que
subordina o direito humano ao divino, serve
egreja.
Aa nacdes inflis (sob este titulo comprehendo
todos os povoa que preferem aervir antes aos ho-
mens ao que Deus) estas servem ao mundo.
Com ellas marcham os pagaos, judeus, musul-
maooa, schismaticos, hereges, e sobretudo oa es-
tados revolucionarios.
Na ao'.iguidade o povo de Deus era o povo be-
breu ; depois do evangelho a christandade,
ou a uniao uaa nages catholicas: essa repbli-
ca christa, da qual Roma o coraco, e a Fran-
ca o braco.
Por povos catholicos nao se deve entender
aquelles em que os catholicos esiao em maioria,
como a Blgica : mas sim aquelles que poaauem
chefes catholicos, e que dizem como a Franca de
Clovis, Carlos Magno, e S. Luiz :
IOIJILTIM
O PAIZ doIedo o
POR
A. DE GONDRECOJRT.
(Costurnes dos nmades.)
"
PREFACIO.
(Continuagio.)
Antes de expor os acontecimentoi militares e
os meios polticos, com o auxilio dos quaes con-
seguimos felizmente submelter os dissidentes do
Sahara, convm dar urna idea, anda que passa-
geira, do paiz que invadimos e conquistamos.
Oa oasis Lsgtiouat (El-Aghoual) acha-se 1000
leguas de Argel, e 65 leguas de Bugbar, nosso
posto a vengado no Tell. Etse celebre oasis, do
qual teremos occaalo de fallar muitasv6zes. oc-
cupa ama parte quaai central no Sahara argeliuo,
ao sul das montaohas, cuja cordilbeira comega de
Djebel Amour.
A' urnas viole leguas de Laghouat ( sudoeste )
existe urna porgio de monlanhas assa elevadas,
que vio gradualmente diminuindo do norte para
o sul. Os rabes em sua lioguagem sempre ima-
ginaria appellidam essss montanhas de chtbka
(rede), expressio mu bem cabida, porque o ioex-
trincavel ddalo de rochas, desfiladeiros, quebra-
das e barrancos que ali se cruzara em lodos os
sentidos, lhea d a verdadeira apparencia das mu-
llas de urna rede.
Nada purera mais triste de vr-se, nada mais
sombro e selvagem do que esse chebka, onde a
grande familia dos Beni-M'zabs formou nao obs-
tante o nexo de urna confederagio poderosa.
Os Beni-M'zabs ou U'zabites sao musulmanosf
mas nao admitiera que o koraa sejs de revelagao
divina, e por isto sao tidos como scbismaticos.
Collocados fura das quatro seitaa recoohecidas,
cbamam-os khouaredj (desviados) schsmalicos, e
algumas vezes tamoem quirlos, porque formam
realmente ama quinta >ffa no islamismo. Com-
tudo esta segunda / -nficaco os oiTeode, e nao
sena mullo
paiz.
Os a vos dos
gies do Dortr
que sobre y
tabelece^
Pr
dar-lh'a ao seu proprio
actaaes, fugiado das re-
escapar s perseguicej
seu schisma, vieram es-
o qual deram o seu no-
li nada diminuiu a sua
admirar a energa, a f
uelles intrpidos bani-
prosperaran! n'um
sos das parece existir
i imagem do cabos,
^oca da fuodagio da
" federaco, pola
Nlalmas, habi-
ou oasis de
''nieguen,
pe-
Christo manda ; vencen e nina I
Aqaelles que dizem ao Filho do Ho oem :
ar Sois nosso Legislador e nosso Rei ; sois o
Doutor da jusge, e o Rei dos nossos reis, e o
vosso Vigario nosso pae. Nao vivemos lmen-
te do pao, mas tambera da patarra que vera da
vossa bocea divina, cujo echo Infalllvel a fox ins-
pirada de Pedro.
V -
Os dous partidoa naacem de Adi : porque
elle cooaiderado o primeiro dos patrarebas, e
tambem o primeiro dos rebeldes i o pae de Chris-
to, e tambem do Ante-Chrislo.
Estes dous partidos foram representados prio
cipio por dous homens, a saber Caim e Abel *>
depois por duas familias a familia patriareba1
e a infiel ; uepois por dous povoa o povo ju-
deu e o gento ; e finalmente por duas humanida-
des o calholicismo e a revolugao.
Para combaler contra a egreja e a christaodade
a revoluco procura reunir todos os povos, e
aabemosque um da o conseguir.
cima da humanidade pairan) em ambos os
campos duas potencias inviaiveia : o cu de urna
parle, o inferno de outra. Quem nao coota com
essas torcas esquece o principal.
Assim, pois, o cu, a egreja e a christandade,
oua uoiio ds natureza, da graca e da gloria
eis o catholicismo.
O inferno, o mundo, e as nages inflis eis
a revolugao.
As tres sociedades que formam a ordsm catho
lica sao aemelhaotes, diversas, que subordinadas
o unidas.
Seraelhantes, porque a ordem eterna, e subsis-
te na natureza diviw, della o archelypo.
Diversas, porque differem no modo de existir.
Subordinadas, porque differem em perfeigo.
Unidas, porque ai goveroa um nico chefe, que
Deus Re immortal dos seculos cujo espiri-
to as anima e relaciona,
A caridade que une os santos, une tambem os
chrislos, nio s na egreja, como na christanda-
de. Ella torna-se o tioculo da familia e do es-
tado ; pois o casamento foi elevado dignidade
de sacramento.
Por tanto a ordem temporal, de que a familia
o principio e o elemento, foi de todo espiritua-
lisada.
Na repblica ebristia um lago mais lorie que o
dosaogue une o prncipe so seu povo; porque o
mesmo lago que une o principe egreja, e esta
Deus. A caridade de Chriato, mais poderosa do
que a natureza, d aos povos verdadeiros paes
nos Clovis, Carlos Maguo e S. Luiz; paes que, co-
mo Luiz XVI, deixam immola-es por seus povos;
pies de que aio modelos em nossos diaa Fran-
cisco II e Pi IX : da mesma forma Ihes d mies
como ClothildeeBathilde. e sera que seja pre-
ciso remontar-nos historia de outros lempos
maescomo a heroica rainha de aples. Porcon-
seguinte a christaodade partecipa dos dons que
Deus concede egreja.
Unida egreja, sem todava com ella confun-
dirse, a christandade tambem nica, santa, ca-
tbolica e apostlica.
nica, porque s tem um chefe, que Christo,
principe dos reis da trra, e dominador das na-
coea.
Santa, porque inspirada pelo espirito da-
quelle.
Calholica, porque reconhece Deus como prin-
cipio e um de todas as cousas, abrange todos os
povos, e em cada povo todoa os estados e con-
dicgoes, todos os sexos e edades, e nao a maioria
nicamente a dos cidadios activos .
Apostlica, e romana por conseguiole, porque
o principe na qualidade de bispo do exterior
recebe da egreja a sua jurisdiego, e pois a recebe
da sede apostlica. Aos direitos humanos dos
principes, aos de conquista, eleigao e successo,
a egreja accrescenta mais o direito divino.
VI-
Desde a sua origem o partido de Deus e o par-
tido do homem se acham em opposigio.
Antes da morte de Christo o mundo e as na-
ges inflis se ostentavsm victoriosos : da morte
de Abel ao Calvario nio havia seoio victimas
A' excepgao dos Hebreas todo o universo per-
lencia ao dominio do mundo ; s aquello povo
esculhido conservara a verdadeira religiio, sabe-
dona e sociedade; porque tambem s elle conser-
vava o direito divino tanto oa ordem tempo-
ral, como ua espiritual.
E pois os Hebreus, recebendo de Deus a au*r-
ridade, Deus someote adoravam, Deua some
te serviam : a razio humana entre elles cooser
vava toda a sua lucidez e ractidio, porque a f(
dominara : emflm a ellea erara livres, eguaes e
irruios, porque Deus era o aeu nico re e le-
gislador.
Era qualquer oulra parte, na falta da autori-
dade divina, reioava a idolatra, o erro e a es-
cravidao. Os deuses das nacdes erara demo-
nios Os sabios, com o auxilio nicamente de
auas luzes proprlas desvairavam os povos : as tra-
dicges corrompiam-se, por isso que nao erara
resguardadas pela autoridade divina ; e os reis
das nages domioavam sobre ellas.
Todava o povo de Deus nioseachava de todo
ao abrigo da influencia do mundo :cahia algu-
mas vezes na idolatra, matava oa prophetas, e
al no lempo de Samuel rebellou-ee contra o di-
reito divino. Mas a autoridade prevaleca fi-
nal, e chamara os juleos orlen; e quando esta
esteve ponto de perder-se sem remedio, Chris-
to desceu do cia afim de restabelece-la anda
com mais perfeieao, porque diz S. Paulo : a
graca superabunda onde abunda i iniquidade .
Era lempo I Pois se os judeos conservaran a
letra da eacripturas, tiohara porm perdido o es-
pirito della?. Nio recooheceram o Mesaias, tanto
eitava amortecida a sua f, tanto havia decreaci-
do a caridade : e ao paiao que naa margena da
Babilonia os velhos jadeos derramavam praolos
amargos, os seus fllhos degenersdos nio queran
oulro re senio o Cesar, e msrtyrisam o seu fB>
dadeiro rei I
E* que ludo o que deve perecer perecer.
O judaismo tinha completado o seu lempo ; o
povo hebreu eseapra sos seus poderosos inimi-
gos at o da em que o sceptro sahio de iud: de-
pois elle suecumbio.
Se o mundo osteotava-s victorioso antea da
incaroago depois da morte de Christo os pa-
pis mudaram. O partido de Deus, al entio
oppnmido, ergue a fronte. No duello sublime
em que a vida e a morte combatem no Calvario,
a norte vencida, e vencida por sua propria vic-
toria. r r
Christo norre ; as ressuscita immortal, e en-
va o seo espirito para renovar a face da trra.
Desde esse momelo o mundo vencido e o seu
principe expellido.
Tudo sujeita-se Christo, e elle fica para li-
rrar os seus subditos da trplice escravldio que os
oppnmia : a idolatra, os sophismas es tyran-
nia ; psra livra-los da triplico concupiscencia :
concupiscencia da carne, adiada dos tyrannos ;
concupiscencia dos olhos, alliada dos sophistas ;
e concupiscencia da vida, alliada dos impostores
e ambiciosos.
Depois do Evangelho a autoridade, que rem de
Deus, esleode-se por todo o universo.
Os apostlos substituem os intrusos.
Os doutores substiluam os sophistas.
Os reis, bispos do exterior, substituem os ty-
rannos.
Deus nos reslilue a verdadeira f, a boa razio,
e a autoridade legitima, trplice origem de todoa
osbens temporses e espiriluaes. Antes do Evan-
gelho os judeus eran opprimidos pelos gentos ;
depois delle o povo de Deus triumpha.
Antes de Luthero Christo triumphou cono
Deus.
Deus, que conduz a Franca como que pela mi,
fez oella reviver o espirito de vida, aps um mo-
mento de olvido sob o anligo regimeo que tinha
afrouxado os lagos que unem a egreja e a christan-
dade: os noisos bispos, e com elles todp o episco-
pado do universo, gruparam-se mais unnimes
do que nunca em torno da s de Pedro. Ora, es-
sa uoanimidade junta defeza de Roma pelas
nossas tropas, e ao obstculo que estss oppem
ai oda ao Piemonte, tem sido um novo reconhe-
cimento do poder espiritual de Christo e da
egrej.
Mas cumpre agora que Christo triumphe tam-
bera como homem : cumpre que se reconhega a
egreja j como mi extremosa dos povos e dos
reis. Cumpre que Christo nio seja reconbecido
smeote como Deus. e como homem-Deus, mas
tambem como rei dos res, senhor do lar domes-
tico, vivificador da familia e doeslado, cujos vn-
culos creou : que oelle se veja o nico restaura-
dor e cooservador da liberdade, egualdade, fra-
ternidade, propriedade, em urna palavrao Re-
demptor da natureza e o Salvador dos homens
nesle e no outro mundo.
Tal a verdadeira tendencia da civilisago mo-
derna, apezar dos esforgos e esperangie dos nos-
sos inimlgos.
A revolugao pode ler ainda os seus successos
parciaes, talvez que bem necesssrios, quer para
esclarecer os espiritos que jizem as treras por
trea seculos de erros e prejuizos, quer para lerar
as ruioaa que eutulban a Europa. Porm esses
mesmos successos mata la-bio, pondo a deseober-
lo as suas mentiras, violencias o importancia ra-
dical.
leilor nao se engae no valor e exteosio desta pa-
lavra. r
Pode serqae, como afSrma a tradigao, certos
nos importantes do Sahara tivessem, qualquer
que fossea eslagio, deapejado as suas aguas cor-
rentes das montanhas, onde tiohara aua nascen-
te, at as dunas do grande deserto, onde se elles
suniiam. Pode ser egualmente que o leito desses
ros se bouvesse entulbado de areia, pedriohaa,
ou algum oulro objecto conduzido pelas endien-
tes, ae surte a formar um slo bastante poroso
para conservar as aguas em sua superficie, e que
debaixo desse novo slo tenba hoje lugar o eacoa-
ment qne oulr'ora o tinha em pleno ar.
Com elfeito, abriodo-se um pogo em qualquer
dos pontos, onde se suppoe livessem existido
aquelles leitos, eaconlra-ae agua pouca distan-
cia de profuadidade : porm oceupando-nos so-
mente do que existe, podemos siseverar que os
ros do Sahara, torrales impetuosas durante as
f rundes ebuvas, apenas escoam as suas aguas nos
ligares, em que se acham as dunas, nio pasam
de longos e largos trilhos de areia e seixirbos.
Se os rebaohoa do Sabara argelino encontrara
durante o invern alguma vegetagio quem e al
juoto das duoas, porque as trrenles de que
fallamos, escapam-se daa monlanhas do norte
por fossos estreitos, e deixam ficar nos lugares
em que desapparecem, os objectos que arrancam
e arrastam comsigo no seu curso desordenado ;
os quaes conserrando-se depositados nos peque-
os bancos ou baixios ( daya ) servem para favo-
recer a seiva de algumas plantas, arbustos e te-
rebiothos, ( 1 ) verdes bosqueziohos em que se
abriga a corea perseguida ali em qualquer outra
parte pelos terriveis rsios do sol.
Deste modo os oued oa ros do Sahara nao le-
vara aos paizea que percorrem mais do que aguas
pluriaes, e paizes ha naregiao das dunas em que
a secca persiste durante muitos eonos consecu-
tivos.
O Paiz do medo, sitasdo ao sul de Ouargla en-
tre Djeribei e aa auaaa de Dzauouo, ha seto an-
nos que suilre urna dessas espanlosaa seecas, e
anda nio podemos asseverar que tenha ella ter-
minado no ultimo invern.
Algumas vezes formam-se nos lugares, por on-
de passam as torrentes, bacas naturaes que re-
lem as aguas, granas aos seus fundos de arga
ou de rocha ; essas pequeas bacas lio precio-
sas para os nmades, para as caravanas e cagado-
res, sio denominadasOfiedir. (2) A agua abi se
conserva mais ou menos depois das chuvas, se-
gundo a profundidade que lem as mesmaa ba-
cas.
Ghardaya, cdade edificada na margem direita
de Oued-M'zab, a capital da confederagio
m zabite: cunta 2,400 casaa e 15,000 habitantes,
e pode dar 2,000 homens para guerra. Essa ci-
dade data de 900 unos, e defendida por urna
muralha era circunferencia guarnecida de torres.
Vivem ali algumas familias israelitas em um mes-
mo quarteirio, aa quaes trabalham em joias.
Aquello oaais de urna espantosa fertilidade :
nao se tenha pois como exsgerada a descripgio
que livermoa de fazer dos seas jardins no deaen-
volvimenlo do noaso romance.
Aii as palmeiras aaicem 18o perto 'urnas das
outras que os tis ramoa se enlrelagam, forman-
Napoles j urna prova disto.
A' eate hora j a revolugio pesada, julgada e
condemnada ; e a christandade renascer mais
forte do que nunca pela uniao da Fraoga com Ro-
ma, e dos poros catholicos com a Franca.
Hespanha o comprehendeu ; a Italia tem
"us presedlimentos ; a Austria esque-
s prejuizos seculares, acabandb por
-lo tambem : e os proprios disiden-
tes comprebeoderao que a chrittandade a sua
nica salva-guarda.
Possam bao aab-lo egualmente sus cusa a
Inglaterra e a Ruasla tio visivamente abaladas
pela revolugao, ainda que esta apenas parega
ameaga-las I
Como quer que seja, a ordem nova que a Euro-
pa inteira antev est prxima a nascer. A egre-
ja produ a no meio de dores, bem verdade :
mas aps esse parto laborioso ella esquecer as
uaa lagrimas ; e a civilisago moderna vencer
a revolugio, afim de que a egreja possa preparar-
se para o seu derradeiro combate.
V. DE MAUHIGNT.
[le Monde.Silveira.)
do assim ama especie de abobada. Esses lugares
frescos e apraziveis, ebeios de verdurs, grecas ao
trabalho e adigas de obstinados cultivadores, que
de manhia noite tirara um pouco de agua das
mesquiohas enlranbas ds Ierra, (3) nao lem no
M no com que se comparem, nao ser com os
jardins de Guerrara, outra cidade da coofedera-
gao, edificada na margem esquerda de Oued-Ze-
grir 6. dezoilo leguas de Ghardaya.
Nio oos oceupamos agora dos costumes e or-
gamsagao poltica das principies tribus saha-
renses ; porque oo nosso romance fiel ludo o
qne ijr do dominio da historia, da paysagem, e
da familia, trataremos desses assumplosioteres-
santes. Limitamo-oos, pois, a dizer que os M'za-
biles, assim como as tribus do sal, vivemsomen-
te do commercio.
Nio ha duvida de que os seus oasis regados
pelas torrentes que se espraiam por junto das
dunas, e pelas aguas dos poros carados por mi
dos homens. foroecem-lhes fructos e legumes ;
nao ha du vi la de que aa tama rei ras, essa provi-
dencia do deserto, lhea prodigalisam aa suas ri-
quezas : todava a Ierra recusa prover aubsis-
tencia da sua numeross populagio, porque pro-
duz mu poucos cereaea ; e deve-ae ter como
por* fanfarrice a seguinle resposla que oa Beni-
Mzabsderam Abd-el Kader, quando em 1838
eate os intimou para recoohecerem a sua auto-
ridade :
Tu nos ameagas de privar-nos dos nossos
cereaes do Tell, pois fica sabeodo que temos para
viole annos proviaoes de tmaras e de plvora,
e colhemos puco mais ou menos o que nos
preciso para vi ver. Tambem noaamegas de ma-
lar todos os H'zabites que habitam as luascida-
des : mata-os, se quizeresisto pouco nos iar-
porta I Aquelles que abandonaran) o nosso paiz
nao sao j nossos irmios. Faze mais ainda
esfola-os ; ese nao tirares sal bastante para coa-
cervar as suas pellos, nos t'o enviaremos em
grande quaulidade.
Nada pode haver que seja mais phantasioso !
Sem o Tell os Bajii-M'zabes nio poderiam viver,
e aquelles de entre elles que habitam em nossas
cidades nio ficam sendo eslraogeiros para a con-
federarlo, como teremos aioda occasiio de ex-
plicar.
Ao sudoeste do paiz dos H'zabites, e seis le-
guas em linha recta, encontra-se agrande e po-
derosa tribu dos Chambas, que se divide em tres
numerosas fraudes, aa quaes se estendem ateo
terrilorio dos Tooareghs entre os oasis de Ouar-
gla, Metlili e Golea.
Oa Chambas, appellidados filhos do ar.por causa
dar apidez com que veocem enormes distanciaa
mootados em seus meharas (4), sao bravos, in-
dependemos e hospitaleros, e podem a'pre-
aeotar em linha 1,500 combtanles, dos ou**s
200 ao muilo de cavallaria. Sobp.vf' Texperi-
mealados as fadigas sip^ m.i, pr0priol
para as viageos alrwfcs das dunas: e sio a-
lem dalo dolados,de>l perspicacia, que eani-
nham de da ou de oitoNaee desertos sen nunca
perderen-se. V
Esses povos nenadea virtem em geral abriga-
Pars Medico.
(Cootinuicao.)
XVI *
. medicina posthuma.
uan emeo ou aeis mezes que eslava vegetan-
do favor das visitas de seis vatens. quando a
porteira rae enlregou a seguiote carta que acaba-
ra de Irazer um oreado vestido de libr :
r.o nuq,0,,Kdo ; 8!,pero que Por eala
casa, pois tenho a fazer-te urna propoita bstan-
le importante.
e Tibi.
... Jos Lagingeole.
Apressei-me a ir casa do feliz inventor da
ptaguifactura e logo nos encerramos no seu ga-
bioete. *
Chamei-te, me disse elle, para tratar d'u
assumpto grave.
Diz-me o que .
Joio Lanas morrea.
O homem mais conhecido da Franca e de
Navarra de Corsega, de Argelia e das Colonias,
o inventor das consultas gratuitas?
O mesmo.
Fiquei olhsodo para Lsgiogeole como quen
diz e que lenho eu con isso? ..
Nio podes imaginar o senlimonto que esta des-
grana me produz, pois que desde ha dez annos
Joao Lanas era meu aocio e amigo : juntos fun-
damos esta vasta emprezi de consultas gratuitas
peio correo.e no domicilio, systema que tanto se
leem querido imitar e falsificar. Ah 1 nio se en-
cootra todos os das um amigo e consocio como
o pobre Joao Lanas. Quero que a sua casa lhe
soorevira, que nio perega a aua obra ; fixei a at-
tengao em ti para conseguir esse piedoso derer e
cooserrar o capital bastante importante que lenho
comprometido oeste negocio.
E em que poderei servir-te para isso?
J t o vou fazer saber.
Soa todo oavidos.
Bem deves ter conhecido que isto de Joio
Lanas, um pseudooymo: ninguem ha que se
chame Joao Linas; o meu consocio chamava-ae
Ouracuire e tinha sido alumno do exercilo. Tam-
bem deves saber quio mesquiohs eoppressiva
anda a polica com relacio venda de medica-
mentos secretos; basta a denuncia de um com-
panheiro iavejoso para te veres meltido em um
mu negocio. Assim, pois, e sem mais objeelo
que o de subtrahir-ae ao perigo de laes denun-
cia, lomou Duracuire o pseudooymo de Joio La-
nas, de forma que, ainda quando o coodemnas-
sem debaixo deste nome, o aeu appellido de fa-
milia ficava puro e aem mancha que offuscava o
seu expleodor. O Joio Linas, perseguido pe-
ranle a polica correccional, e o Dr. Duracuire
ersm duas pessoas inteiramente dnmelas, ainda
que nio formavam mais do que urna a. Nio se
entenda por isso qae o meu estimavel associado
1a era po que receiar "igilancia da juatiga, po-
rm, emum ninguem sabe o que lhe pode succe-
der, e bom estar em harmona desde o princi-
pio, mxime quando se trata com adversarios ca
pazes de fazer tudo o que podem para perder a
gente. r
Nao se trata, pois, de oulra couss, querido
amigo, senio que te iosinues pura e simples-
mente na pelle do meu defunto amigo e conso-
cio, e sejas Joio Lanas ao mesmo lempo. Se a
fra parea corlasse o fio de leus das, eu procu-
rara en o oulro Joao Lanas entre os mdicos
incipientes e nio me ser difflcil encontra-lo.
Assim hei de perpetuara dyoaslia dos Joio La-
nas pelo mesmo processo empregado para os de
Vefour e Very. Aceitas ?
Necessiio tempo para peosir.
Repara bem que ters frsenlos frneos por
mez, e dez por ceoto nos lucros. Muilo mais
barato poderla eu proporcionar-me um Joao La-
cas de prmeira qualidade ; quero, porm. ira-
tar-te como amigo. Firmemos o cootralo ?
Nao me eocontrava no raso de poder recusar
esta ollera, ao tomar, porm. a peana occorreu-
me urna objeccio e disse-a Lagiogeole.
Advarte, que nao conheco a clientela de
Joao Lanas.
Nem preciso.
Como, que nio preciso I
Para maldita cousa.
Porm, suppoohamos que em urna manhaa
ao entrar no exercicio das minhas fuucgoes re-
cebo urna carta em que me dizen :
Sr. D, Joio Lanas. Paria.
Meu charo seohor. Fiz o que V. S. ne man-J
dou oa sua ultima carta, encontro-me, po-
rm, no mesmo estado ; devo parar ou con-
tiuuar ?
Srva-se V. S. responder-me no primeiro
correio com a mesma dirtegio : J. P. Quim-
per-Coreoten.
E que lbe respondo ?
E' boa easa difflouldade 1 Pegas na pea-
na e dizes-lhe : *
o Ao Sr. J. P. em Quimper-Corsnten.
Meu eslimado Sr. Urna re que V. S. nio
senliu mudanga alguma do. seu estado, a
prora de que a dse nao era bastante forte.
lome V. S., pois, urna pela manhia e outra
noite. Se podesse lmar oulra pelas quatro
horas da tarde, seria muito bom.
Sou de V. S. serr mui respeitador,
Joio Lanas.
as
inespe-
(I) O lerebintbo [pistacia atlntica) indica de
alguma forma o limite doa paizes habitados.
,iz (2J Ghedir quer dizertraidor. Os Arsoes dio
semelhante nome aquellas especies de reserva-
tonos, porque a agua cosluma conservar-so asi-
les pouco lampo, e nuiles vezes v-se comple-
1 lamente iiudido o viajante que espera ali miti-
gar a sede.
(3) Os poces rabe* lem d 15 50 metros de
profundis. Haremos de decrever o methodo
enpregedo para aeren cavados.^
(4J Meharas, no singular meH\ri, especie de
dromedarios que someotB^ eueonVada as re-
gidos saharenses. O mthanm eavalara-
dura dos rabes do sal ; mallo^iVleganle
na* aun formas do qae o mel comnpltm.
quesa egualmente superior en geireza e\ao-
bnedade ; finalmente lio diDferente delle co
o estallo de estribara do sendelro.
dos sob suss tendas, posto que possuam as cida-
des de Golea e Metlili, assim cono algunas ca-
sas em Ouargla. Possuidores de muitos reba-
ohoa enlregam-so com especialidade ao com-
mercio ; alugam os seus camelos s caravanas,
e. encarregam-ae do transporte de mercado-
rus, joj
p oasis de Metlili, celebre pela floresta de
palmeiras que faz a aua riqueza, tem apeoaa du-
zeotas casas, protegidas por um muro en circui-
to de pessina conslrucgao.
O oasis de Golea, viole e cinco leguas en li-
nha tecla ao sudoeste de Metlili, naisconsida-
ravel. As suas casas sio edificadas aobre urna
mootanha cnica, con pedrs de cantara, que
nao poden deixir de provir das ruinas de algu-
ma cidade romana, de que nio temos conheci-
mento.
A montan ha de Gola domina magoifkos jar-
dins sempre regados com agua de pocos pouco
fundo; e que nunca aeccam.
Oa Chambas viriam antes da nossa apparigio
no paiz, e ainda hoje virem n'um estado de
quasi permanente hostilidade com os H'zabites e
oa Tonaregha, seus visinhos. Sendo muito fra-
cos para atacarem de frente a aquellas duas tri-
bus, procurara prejudica-las em seu commercio
obstruindo as estradas, e execulaodo sobre
caravanas ataques lo rpidos qu
radoa.
O oaais de Ouargla, distante vinle e cinco le-
guas ao sul dos M'zabiles, passa por ser o mais
aotigo do deserto. Opulento e celebre oulr'ora
entre as grandae cidades da frica septentrional,
tem hoje perdido muilo de importancia. O alga-
rismo da sua populagio dimioaio em mais de
metade; actualmente coota 15,000 almas.
Eai situado 32 graos de latitude, e 2groa
e 50 minutos de loogelude oriental, n'um baixo,
cuja cscala subterrnea alimentada por ama
torrenteo Oued~mia [mia cem) que enche du-
rante as chuvas, como iodioa o sea aome, com
as aguas de cem afluentes, oa quaes descera como
ella dos cabegos rochosos do norueste.
Esses lios invernosos (seja-nos permittido as-
sim chamar oa rioa do Sahara) formam em torno
de Ouargla um cholt (pantano) coosideravel, cu-
jas exhalages miasmticas causan nales crueis
s populages dsquelles paizes, declnadas alen
disto pela guerra civil, que ali dura ha muito
tempo. _y-
Cinco casss fortes oa caatelloe {katourj,) habi-
tadoscada um por muilas famillasr, situados
peno de Ouargla, assim come- tees grindes tri-
bus nmades do mesmo circulo, formam urna
confederagio com o% babitaales do oasis princi-
pal. Essa contederacio elega amigamente um
cheje, que tomava o titulo de sullio : mas a op-
pressio exercida por aquelles pequeos tyrinnos
cancou as populages, que viven hoje e de ha
muilo em estado de repblica.
Assim, pois, Ouargla, os kiours, e as tribus
nmades do circulo, cooslitaem no meio das so-
l loes do deserto una naci iodepeodente, que
diaoe de 3,200 pedes, e 200 caralleiros.
a vemos de occasiio de descrever o paiz e i
cidade de uuargla, que un dos nercados nsis
considerareis do deserto. A atgio do drana que
ranos narrar nos conduzira muilas rezes
aquella oasis immenso, onde o menor sopto do
rento faz tremular os lindos panaenos de ses-
Trata-se de ama cara por carias, nio islo f
Pojaibeoj. cono sao unos nsis do qae aa
Ja!^mrmetl1; e" *' Plumale
demonstrado que nao pode causar damno e como
o que eos interesas 6 o reoder-se multo, d'eaui
resalta que a toa objeegio nio rssoarel.
Pois aioda ne occorre outra.
Qual ?
,~9uedirao liM qoanio en ves de
jobo Lana, em que depositaran] toda a aua
coniiauga, ae eneootrarem com un deacooheci-
do, que se Ihes aprsenla na sua Cadeira ?
Meu querido amigo, os nossos clientes sao
demasiado pobres para terem o luso de fazer duas
visitas ao medico. Vm urna vez, lavan urna
garrafa de arrobe, com urna instruegao para di-
rigiren o curatiro, e depois nio tornara. O nos
so publico renova-se todoa oa dias e podea fazer
o papel de Joao Lanas con toda a tranquillidade
de espirito. *
Assignel, pois, o contrato qae ne apresentoa
Lagiogeole, e metli-me reaotuUneote oa pelle
de Joao Lanas paia me servir da enrgica ex-
presso do meu amigo, t!*
XVII
A guerra dos arrobes.
Eslava marcado oo litro dos destinos que eu
dena esgolar st s ultimas fezes o calix dos
infortunios mdicos I
A oossa grande ampreza de consullas gratuitas
oaaeava-se inteiramente sobre um srrobe, de
maoeira que faltando o arrobe, adeua lucros. Em
certo da corr casa de Lagiogeole.
-Que ha de novo? Pergunlou-me ao ver-me
desorientado no seu gabinete.
Que estamos perdidos! lhe disse, atina-
do loe com um papel sellado que acaba va de
receber, onde o Sr. Garduoha, aguazados Ui-
bucaes de Paris, me emprazava a comparecer
ante a sexta aala do tribunal civil, para ouvir
condemoar-me a urna grande porgio de mil
francos por perdas e damnos e insergio da sen-
tenga em nio aei quaotoa peridiocos, como cul-
pado de ter falsificado^) arrobe Cabochard, cuja
verdadeira e ooica receila possuiam oa aeus
herdeiros, que prelendiam ler o exclusivo de
explora-la por sua conta e risco.
laso urna fargada dos nossos inimigos, me
disse Lagingeole, porm nao ha de ler duvida ;
estamos completamente em ordem, e pagalo-hio
bem pago. Para que da a cilicio ?
Para 15.
Pois l,'. iremos; ha de procurar-ae um advo-
gado que lhe cante bem a palioodia, e como os
peridicos bio de dar coota do processo, temos
excelleote occasiio de aonuncio.
O socego de Lagiogeole traoquillsou-me;
desta forma esperei com cooanga que ebegasse
o da da vista, e nio ser pelo lado desagrada-
rel qae o ter de se comparecer peasoalmeute
na audiencia, nem me lambraa de tat pleito.
J perante o tribunal os dous arrobes se en-
cheram de reciprocas injurias, tralando-ae mu-
tuamente de iadres, rilea, falsarios e ratooei-
ros, isto por meio dos seos respectivos advoga-
dos, at que retirando-ae os juizes pozeram m
lula. Passido um quarto de hora de delibe-
ragao, tornaram a sabir e o presidente leu urna
senlenga onde em tudo e por tudo se dava razio
aos nossos adversarios.
Em segunda instancia consegumos que se
reformasse a senteaga com relagao iodemnisa-
nwPlW perd" e <,ainno. a qul foi reduzids i
1:500 francos, porm depois de passar por lodos
os tramites legaes tiremos de renuociar venda
do arrobe de Cabochard.
Bem podamos ler fuodado um outro arrobe,
porem esta empreza era de xito duvidoso e re-
quera por todas as formas al^ans annos de tra-
balho e de paciencia, o quelez com que Lagio-
geole preferisse o retirar-se dos negocios, deixan-
do-me exposto no meio da ra.
XVIII
O tratado das doengas das fossas nazaes.
Felizmente encontre logo outro arrumamen-
lo. O Dr. Purgio ardia em desejos de entrar na
academia de medicina ; era rico, sem talento,
oem aparentado e bem quisto dos sizudos paea
da sciencia ofJQcial, quen dava opparos ban-
quetes e magnficos presentes, de maneira que a
sua candidatura tinha todaa aa condigdes ne-
cessarias para triumphar.
Com tudo. e como se isto izesse falla paja
alguma cousa, quiz escreter urna obra.
Porm como as suas muilas occapagdes nio
Ihei davam lugar a encarregar-se deste trabalho,
andava procurando algum mancebo instruido e
discreto, que ti esse a facilidade de eacrevar
toase capaz de confeccionar-lbe em Irea mezes 0
livro, que elle julgava necessario. Eu fui o
agraciado.
Mediante a somma de 500 francos, pagos ao
entregar o manuscripto, e oulrus 500 depois da
aua impressio, obriguei-me a entregar-lhe um
volumue compacto de 500 paginas sobre qual-
quer assumpto de palhologia que elle desi*-
nasse.
O Dr. Purgo deu-me o titulo da obra Das
doengas das fossas nazaes o trabalhando como
um negro, aos tres mezes eooclui-a.
Com tudo lembro-me do dia em que desci a
oseada de mioha casa com o meu manuscripto
debaixo do brago para ir receber os 500 francos
casa do Dr. Purgio. O sol resplandeca brilhan-
lemeate; paeeelcem certa lactancia por diante
o meo perteiro e encaminheime para o domi-
cilio do futuro acadmico*.
, ~ 9ad6 T,e V- 8,? mB bM -u porteiro.
detendo-ne na eacada. rvn"u,
Procurar o Dr. Purgio.
Nio pode ser.
Cono nio pode ser ?
t,.?0'* ni*?.wb,a 1*e *0"* honlen de um
alaque apopltico ?
r.An,n5>rn. h,t"am-n>e 1"ndo tal ouvi e eslite
do i aei. "hif '. Porm arra.tan-
looM ** rde* Chf.eguei tt,iuha c" 8 es"
cora'tlolento- UtoZ*"'0 *"' Ub" "al
ir x,x
n a m'dlC0 o hospital.
Quando torne! mira enconlrei-rae en ama
enfermara do Holel-Dieu, onde me leraran ;
r?oU8 em rette nio me Wll" J oulro
Escrevi Lagingeole, porn andava viajan-
do ; dingi-ne Upincheax, mis acabara de
sanir para as provincial onde ia coatrahir
un rico natrimonio. Permanec on mez no
hospital, e teria delle sabido sen un real no
ooiso, se nao fosse un eoferneiro, que eu hsva
nao as minhas ordeos, quaodo era alumno ioler-
no: eate bom homem cooheceu-me e erapree-
tou-me 25 francos daa suas economas, como pae
de familia.
Acabavi de aahir a porta da entrada do hospi-
tal e eslava perpiexo sem saber psra onde enca-
minhar-ne, quando senti que alguem ne pucha-
va pelo brago direito.
Senhor, ouvi diser, se leu alguna receila
que fazer aviar, eu o eooduzirei pharmacia
geral, ali ludo excelleote e barato, ali onde
uupuytreo fazia ir todos os seus deeotes.
Nesie mesmo Instante outro individuo rao
puchava pelo brago eequeido, dizendo :
Aoode V. S. deve ir a pharmaeim univer-
sal ; est dous passos u'aqui, e o seu director
lem o titulo de medico. O Dr. Roux honrara
cora a sua protecgo spharmaeia universal. Ali
servem-o promptamente e com 50 por cento de
abalimento.
Acredte-me.dizia aqaelle, e tenha geral.
Fie-se na rainha palatra, replica va o outro,
e siga-me universal.
E ambos me faziam andar para os lados como
os mogo3 das hospedaraa as estaces, onde se
apeiam os riejaotes.
lUcooheci o primeiro destes agentes ; un tinha
sido um estudante, que depois de ter felo os
exames aecessarios, tinha ido como cirurgio
em um navio baleeiro, e agora encontreo-o
reduzdo a ser eogajador de boticas, vivendo das
propinas que ellas lbe davam por cada cliente
qae letava. e para a qusl eacaminbava diaria-
mente as pessoas que ssbiam da consulla publi-
S?h.ii1 -. ma'' <,e,88raSad0 qe eu I exclamei
dingindo-me para o lado do Sena.
XX
O medico dos ladrdes.
U ma Wea de "'."M ,ZB| e Krr *"Jo ae-
?. ." ao Pr,BC,P'o eu dar f ; duas ou
tres vezes volv cara, e notei sempre que regu-
. 6"* .com 08 a,eus P"" olhata
mim. Era claro que este homem
porem que tinha elle comigo ?
Quaodo chegamos borda do rio aproximeu-ae
Iaedomd"sree8m.Ure,ile *'S2
raeSiaco'"leir0, T* n ****** "i flu
eJZ*!*? eom ai?eD5 elleclitsmente re-
cooheci-o ; era ura individuo
para
me segua,
SL2 h""r>'"^enTe" qure".VtU."na cima
SSTLSau?1!*1 ?" enferneiroSS
disse que devia desconfiar.
Que ne quer ? lhe perguotel con un ton
fe aqcoo3veer8.."' W,ifWa Crl" P'^P"-
Vou direito ao assunpto, me disse elle e
em seguida pode V. S. denunciar-me. se lhe"a!
prourer. Teobo um irmio que sahiu gr.ren.ul
le ferido en urna commissio. cujo obi'ctVlia
preciso ^leclar.r-lhe. Ajust.ga inda-o
e pois psra l sguarda-
(5) Oa Cahnbas, oa Touara
boyeiros do sul poaaaem urna tari
ou menos fixa para o trasporte das
tarifa que eegulada : 1" pela distan
peso das neveadorias; 3* pelos .
qualquer 4 n que posta offerecer o l
centas mil palmeiras;
no-nos.
A' ciuco leguas so noroeste de Oeargla encon-
tra-se o oasis de N'gouga todo chelo de duoasou
comoros de aris, que nio deixam ter-se de lon-
go mais do que os cimos das suas tamarerss.
Habitara o N'gouga 5.000 almas, que podem
loroecer 300 combateotea. os quaes aproreitan-
do-se daa dinses intestinas dos habitantes do
uuargla, tem muilas rezes obrigado aquella ci-
dade, depois tde barerem-a accommeliido, 4.
urna cootrbuigio bel'.ica. ,
Seguindo de Ouargla para o norte por urna
oliqua inclinada leste, depois de cermiohar-
mos cerca de rinte e cinco leguas, se/ possirel
","" *11 caininho praticarel a trates)- das dunas,
c/ieoka, vallas arenosos e rochedos calcinados pe-
lo sol, o que tudo separa aquela malditas re-
ames de qualquer paiz habitado, depararemos
S nm V5T d,8 Pe1uenos l"*o unidos enlre si
fru ^m-^ que os une ao gran-
ae Lhott-Melr ir, vasta bacj de viola kilmetros
na aua menor largura e mil na sua maior exten-
sin /
Aquella serie de lagos ostreitos. compridos e
lamaceotos, forma dtjaul oorte. e sobre urna
vertical de cerca de/tinte e cinco leguas, um bai-
xio em muitos lug/ares inferior so orel do msr.
o qual conhecidd pelo nome de Ouei-A'rtr.
Tnnta e cinco )e juenas cidades ou tillas, sera
contar numerosos oasis de pouca importancia, se
rL" na gem occidental do Oued-R'rir, si-
tuado 13 gr&oa e |40 minutos leste do meridia-
no de Pars, e entre o trigsimo terceiro e tri-
gsimo quarto grao pouco msis ou menos de la-
Ulude septentrional. Os habitantes e possuido-
res quelle paiz se sppellidam R'ouara, gentes
aoHrir. Temacun e Tougourt sio as duas cida-
des principies do seu districto, sendo capital a
ultime, pela importancia de quegosa, ao mesmo
tempo poltica e commercial.
O desebtolvimento do nosso romance Jetar-
nos-ha tambem Tougouit e Temacun, ntreos
R ouars, bem como outros paizes em que se
aguarean as personsgens do mesmo romance: e
por issc. juigamos conveniente continuar na nos-
sa expoeigio topographica e eitalistica. Os ro
manees (nio costamam levar comsjgo cartas ou
mapa** e este prefacio deve aervir aos noaaoa
Afilores de um itinerario ou diccionario, confor-
me o caso.
Ao redor de Tougourt se achan grupadas sete
villas, que fazen a soa forga, por isso que lbe
podem foroecer 2,300 combslentes. A cidade e
seus arrebaldes contara 1,400 casss: so sudoeste
se estendem immensos jardins, onde se desen-
volvis as mais variadas culteras, entre oulrss s
granza. Cavando ae o slo, enconlfa-se 40 Du
60 metros urna especie de regato subterrneo, de
onde se extrae pelos pogos grosseiramenle fol-
ios urna agua salobra, mas abundante, a qual se
derrama em todo o oaais por meio de retos abor-
tos adrede.
No esto os biixios de Oued R'rir ficam cober-
los de sal, com que os R'ouara fazem ura com-
mercio coasidaratel. O mercado de Tougourt
gosa de grande reputagao ; todas as tribus do sul
copcorrem elle, quer pelo averno, quer pelo
^'^.""L*' o outoao fogea
daquelli luares,afln (U eecaparem influencia
(perniciosas, bastante fataes aoseitno-
gettoe.
i, qeatro leguas distaoto de Tougourt
4 sodoeste, a Mguada cidajsVe ou osaia do Oued-
^r. sameadiiai se achan liluadae ao redor
ie prestam un coouogenie de 900 een-
sm MRkW neis oa meaos, afraos 3 de
pod* ella por si 6 dispor.
rando e He eirt.ipi,.,Vo7"a;e^WjPd:
re-lo" q"er PC minenl0 oa nao Voccor-
Em eral nio nos falla aonde ir chaar
quaodo algum de nos se t ueste eso. hoje, Po-
aJ'Y cl'dade de encootrar-ia',.
as cidade| o nosso medico
manhia,
pelo amo
Nio ad
drio de o
vibrara, p
fibra do a
3egui-lo a
onde curei
gue. jazis
corrido no
encontrar-se ra
- e nao regresas at a-
or isso dingl-me V. S. pediudo'lha
de Deus que salve meu irmio.
itlia dunda que este honem era la-
cio, se nio fosse oulra cousa peior
rom, oelle com tanta ainceridade a*
pr fraternal, que nao pude deixar de
a urna casa ordinaria das avenidas
m desgragado, que baobado em san-
m um enchergio, sem ter sido soc
ispaco de viole e quatro horas.
a He e^seifo e)e sahir, o homem que me co
duzo, qoii dealisar pelas minhas raaos urna m
da de ouro.lporm eu repelli-a com indignacW
c di* ClUel d quelIe ouro ^--hifc
IConinuar-se-Aa.)
Existe de lempos innenoriaes una rivi
commercial ntre os habitantes de Tougoj
de Temacs, kiosos de sua mutua poapri'da'de"
Assim poiT aquelles dous oasis, posto que situa-
dos no mesmoloe.il, formam com as suas aldeiaa
estados separados, muilas vezes em guerra viva.
Temacuu por Ser menos populosa que Tougourt
paga ttti.ii lerapre os gastos das querellas que
ella nesma faz nascer por qualquer cousa.
Quatro ou ctico tribus nmadas vivem em tor-
no do Oued-R'rir em casas ou tendas.
Essas tribus ricas e poderosas parlilham da allian-
ga dos dous grandes oasis, e muito concorrem
para faze-los respectados pelo eslraageiro.
O Oued-R'rir limita-se por ums de suas ex-
tensdes con as margens do Cholt-ilet'rir ao oes-
te, e costeado i ste paralelamente pelo Oued-
Souf, paiz formado de sele centros de popula-
ges contando cerca de 30,000 almas. A distan-
cia de vinle e cinco leguas aepara os Rouara dos
Souafa, habitantes do Souf. Oa dous oaais prn-
cipaes deste ultimo paiz contam: o primeiro
El Oued13,000 habitantes ; e o segandoEl-
Guemar8,000. V
Dunas de considerstel altura ofTerecem ao
Oued-Souf urna pbderosa muralha contra qual-
quer intasio ste, ao sal eso oeste. Os So-
nafa, gente afamada por sua hospitalidade, cos-
tumes aflatis e tambem dlssolulos, reconhecem
a suzersnia de Touiourt e de Temacuo no Oued-
Rrir. As suas aldeias goteroara-se separada-
mente ; reina aellas, a ordem mais perfeita, e di-
zem que nones se fcham as portaa das casas,
por isso qae ali nio saben o qae roubsr.
Cada aldeia.tem o Sea jardn, regado por pocoe
ordinarios: a agua \doce, as nio correte
para que ella chage ios lugares en que neces-
saria, faz-se misier aerir canses, regoa, etc. Aa
taaras e o tabico usa a principal riqujeaa de
Oued-Souf; o tabaco, \cu, a colhetla tea senpre
lugar pelo esto e outobo, muito forte para u-
mar-se. r
Os habitaotea do Sotf, trabalhadores infaUca-
veis e otelligentes, eenUuzen es suas can
todos os pontos, mui tspeciilmenle aoe
cados das regencias de Tuois e de Trpoli
de ordiosrio costunsn lemorar-se para
os seus bragoa cono narjolas, ganhadores
riairoa. Quaai todoa elles aio contrata,
por inalioeto, e dewnvolvm une rara eegat
no exercicio deesa industria productiva
Sio elle i que tio s regencias buscar en Sfax
e liuabea, nado os negociantes naltezea eaube-
eceran oe seus arnazeos, a plvora de faferica
oglezs que espilham por toda a frica, llarroces
e Ksbyhs, especulmente.
O Oued-Souf possue sssin com oTO sed-R'rir o
seu contingente de tribus nmada*, que viva*
en suas frooteirss, e por assim dixor sob o seu
patrocinio. Estes nomsdes poden fornecer-le
de 700 800 combalentes.
Em resumo observaremos que, percorrende o
Lsshoust para o ledo do sal. de oeste ste le-
lo desde as frooteirss de Marrocos at as da
regeocia de Tenis, abrangemoe en une Moa
pouco mais ou manos curva a diataneia de cerca
de i50-4j|aas ; visitamos oeste o oasis de F|-
M'et^Koade Metlili aOusrjrls, i lete eede
Tougonrl e Oued-Souf, todoa alies tiatnkee de
rinde deserto, desse vasto cahoa de 400 leoa
de largura (.alo nenos de 1,300 de eondrinn.
lo), o qual satura a nosea colonia arge&aa
Soudaa, dis nergens ainda nio exploradss de W-
ger, e por coaseguinle dos feriis nelsee da fri-
ca meridional.
[ConHnmesr-M-keu)
PERN. TTP DE M. P. DE FA1U FILHO. 18H,
,
J
/


Full Text
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