Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09903


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Full Text
illt IIIT1
-
SEGUIDA FEIIA 30 IE DEZEIBRO
Por tant adiaaUd 19$00 O
Ptrte fpaiet ptrt snbserittr.
ENCARREGADOS DA SBSCBIPCAO f>0 NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrjlno de Li-
ma ; Natal, o Sr. Aoloaio Marques] da Sila ;
Aracaty, o Sr. A. da Leaos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maraohio, o st. Joaquim
Marque Rodrigue; Para, Justino J. Ramoe;
Amazona, o Sr. Jerooymo da Cosa. I
pArtdas mi CoRHElS.
Olioda todo* oa diaa as X horas dodia.
Igoarass, Goianna, Parahyba na secundas
e sextas-feiraf.
S. Antio, Bezerro, Bonito, Caruar, Altioho
e Garahhun* as tergaa-feirai.
Pod'Atbo, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flore, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex naa quaitts-feiras.
Cabo, Serinhiem, Rio Formoao, Una, Barreiro
Agua Prets, Pimentelra e Natal quintas (eiras.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da manhia)
EPHBMERIDES DO HEZ DE DEZEMBRO.
i La nova aa 11 hora a 57 minuto da tarde.
9 puerto c raicen ta aoa 50 minutos da manbaa
17 La abela as 5 horas a 3t minutos da tarde.
Quarto minguen te as 7 horas e 32 minuto
da tarde.
31 La ora aa 11 horas e 35 minlos da man:
PREAIfAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas a 6 minutos da manhia.
Segundo as 3 hora e 42 minuto da tardo.
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Sabino b. m.; S. Venustniano m*
31 Terca. S. Silvestre p. ; S. Nominando.
1 Quarta. ta Circumciso doSenhor; S. Odilo.
2 Quinfa. S. Izidoro b. a. ; S. Argeo m.
3 Sexta. S. Aprigio b.; S. Antero p. m.
4 Sabbado. S. Tito, discpulo de S. Paulo.
5 Domingo. S. Simeo Edellita; S. Teleaphoro.|
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacio: tergas, quinte e sabbadosaslO hora,
Fazenda : tergaa, quintas e aabbado as 10 horss.
Juizo do commercio : qoartas ao meio dia.
Dito de orphloa: terg e aextaa aa 10 horas.
Pnmeira rara do ct : tercas sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e aabbados a 1
horada tarde.
PARTEOFFICIU.
ENCARREGADOS DA SBSCBIPCAO DO SUL.
Aleadas, o Sr. Claudino Falcao Di; Baha,
o Sr. Jos Martn Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Persira Martina.
EH PERNAMBUCO.
D .* PwPrifUtie do pumo Manoel Figueiroa da
HtfJStS" -UmrUpr,sa da Inde^D-
Ministerio da agricultura, com-
cyTm*feloeo,>*publiaa.
N. 27.Directora central. Ministerio dos ne-
gocio da agricultura, commercio e obra publi-
ca, em 9 de dezembro de 1861. Illa, e Exm.
!>r.Picam approvadae pelo governo imperiil as
nstrucgoes para a exeeugio dos arts. 18,17 e 18
do regulamento de 9 de aetembro ultimo, orga-
nisadas pela commissio directora da eiuosico
nacional, a por V. Exe. remettidas com o seu of-
ucio de 26 do passado ; o que communico i V.
t.xc. para seu coohecimento.
^Ta We l' Exc- Kel|Fellzardode
Souza e Mello. Sr. marquez de brante, pre-
sdante da commisaio directora da elposgao na-
lnttruccao para a execuco dos arts. 16,17 e 18
do regulamento de 9 de stlembro^dc 1861.
aifuT ^ con,,nis*ao geral da expoaicao snb-
dmdir-se-ha em cinco commisses eipeciaes.
correspondentes aos grupo* de que trata o art. 5a
do regulamento de 9 de selembro.
Art. 2 Sob proposta das commisses espe-
ciaos a commisaao geral convidar pesaoas com-
petentes para aexilia-lae na apredacio e julga-
menio dos objectos que fsrem expottps, devendo
cada commisaao especiarficar compacta de nove
memoro, e o jury geral de quarenla e cinco.
ah. 3 Cada commissio conttituir um jury
especial de qualflcagio, que julgar e avaliari
o productos expostos, propor o premio e
mencoe honrosas para os productores e expoi-
tores que mals se dislinguirem. e oscolher os
objectos que devem ser remetlidos para a expo-
sigao universal em Londres.
Afrl*i* 0| Premio e neogoes honrosas serio
conferidos pelo jury geral, composlo pelos jurys
especiees. *
Art. 5 Cada jury especial teta um presidente
nomeado pela commisso geral da expoaicao. e
um secretario nomeado pelo respectivo jury para
servir de relatar. '
Art. 6a As decises sobre propostas e eonces-
soes do premios e da mengde honrosa serio
lomadas por maioria de votos.
Art. 7 No caso de empate, o presidente de
cada jury ter voto preponderante ou de quali-
dade.
Art. 8 Quando qualquer objecto de um grupo
tiver affinidade com o de oulro grupo, poder o
jury especial, que elle pertencer, convidar al-
gum ou algum do* membros de outro jury para
auxilia-lo na apreciado e julgameoto desse mes-
mo objecto; mas eale membros auxiliare t te-
rao em tal caso voto consultivo.
A/,,.9, Nenhum expositor ou asapciado seu
poder fazer parte do jury especial1 correspon-
dente ao grupo em que or expositor.
Art. 10. Durante a expoaicao, os membros do
jury terao nm bilhete de entrada livre no edificio
e salas da exposicao para o exame, ealudo e com-
parado dos objecto exposto.
Art. II. O premio coosislirio em medalbas
de ouro, de prata, de cobre ou liga metlica, e
em meocoea honrosas.
Art. 12. a aedalbas de ouro sero conferidas
aos invenlore e introductores de qualquer In-
dustria nova no paiz, o aoa produclorea de arligos
q?-?-^ recomme ulilidade, ou que pela ana perfeicao possam
competir com #- do*-paize mais adianlado*, e,
Analmente, aos que pelos procseos dmpregados
na produccio ou fauricaco possam influir para
a diminuicio dos prego conhecidoa no mercado.
Art. 13. Aa medaihaa de prata serio conferi-
das aoa produclorea, eujoa artigo forem quelifi-
caJos de muito perfeitos, sem todavarealisarem
completamente alguma das condige do artigo
Art. 14. As medalhas de cobre ou 'liga met-
lica serao conferidaa aoa productorea, icujoa arti-
go forem simplesmente qualicado i de perfei-
tos ou uteis.
Art. 15. As mengue honrosas sero conferi-
das aos productores de arligoa que, emboranio
aejam qualificados de perfeitos ou uteis, reve-
lem, todava, a aplidio industrial, boaa disposi-
goe* e esforgos da parte delles, que merecam ser
animados.
Art. 16. Os premios aero conferidos: ao* pro-
ductores quando forem conhecidoa, e no caso
contrario conferir-se-ha urna mecco honrosa
aos expositores.
Art. 17. as proposlas que flzerom para con-
cessoes de medalliss, e meoges honrosas deve-
rao os jury* especiaos indicar as qoalidades e
circunstancias que observaran) nos productos, e
que flzerem no seu conceito o productor oa ex-
positor digno da medalba ou menco honrosa.
Art. 18. Se o premio proposto pelo jury espe-
cial ulo fr approvado pelo jury geral, ser posto
votos o premio immediatamente inferior, e as-
sim suecessivamente al a ultima claake de pre-
mios.
Art. 19. Alm da proposla para alconcessio
dos premios, deverio os jurys especises, logo
que terminaren! seus trabalhos, apreaeotar aa
relatorio circumstaneiado do que tivemm obser-
vado as industrias que fazem parte da respecti-
vo grupo, indicando o que conviri fazpr-se para
dar-ae-lhei desenvolvimanto, a essesl relalorio
parciae aervirio de baaa para o relatorio da
commissio geral da exposigio. >
Art. 20. Se entre os productos expostos algum
apparecer que, no conceito do jury espacial,
cujo grupo pertencer, e no jury geral, torne o
productor digno de maior a mais elevada dislioc-
cio que a madalha de ouro, a commissio geral o
ar constar ao governo imperial, recoameodan
do o productor a sua munificencia, a
r particular mengio no relatorio da
geral.
Rio de Janeiro, 25 de novembro da 1
noel Pelizardo de Soasa e Mello.
1;-Ma
Ministerio da joMica.
4a seccao.Ministerio do negocios da juatica.
Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1861.Illm. e
Exa. Sr. Tenho a honra da commuoicer i V.
Exc, para aeu coohecimento, que S. M. o Impe-
rador, conformando-ie com o parecer da secgio
de jostiga do cooselbo de estadd, houve por bem
decidir, por sua imperial resolucao da; 4 do cor-
rente, que, em quanto nio Idr competentemente
alterada a tabella aonexa ao decreto nr 2,349, de
5 de fevereiro de 1859, deve-se contihusr & so-
brar os emolumento de 209000 pelos ttulos de
remogo dos juizes de direiio de ums para ou-
tras comarcas. Com esta communicago respon-
do o aviso de V. Exc. de 4 de marco ultimo,
coatemente i este sssumpto. Prevalego-me da
oecasio para renovar os meus protesto de eti-
ma e conaideragao sVV. Esc, a qaem Deue guar-
de. -Francisco de Paula de Negreiros Sayio Lo-
bato. A' 8. Exe. o 8r. Jota Mara da Silva Pa-
ranhos.
rente anno, para os corpo do estado-aaior de Ia
e 2a cltsse.os Srs. 2' teoentes abaixo menciona-
dos, os quaes deverao flcar addidos aoa meamos
corpos a que perteocem ou aonle servem actual-
mente at que pelo futuro preeochimeoto de
maior numero de vagas de 1" tenentes da arma
de artilheria se torne esta transferencia menos
seosivel ao servigo dos mesmos corpos.
Par o corpo do estado-maior de Ia clane :
O Srs 2" tenentes de artilherla.Miguel de Oli-
veira Salazar, Cornellio Carneiro de Barros Aze-
vedo, Eduardo Jos Barboza, JoaoSoarea Neiva,
Antonio Jos Raposo e Manuel Ignacio Carneiro
da Fontoura.
Para o corpo de esta-maior de 2a classe :
Os Srs. 2" tenentes de artelhsria, Joio Anto-
nio Pereira do Lago, Alexandre Augusto Ignacio
da Silveira Justioiano Candido da Cunha Bar-
bou, Antonio Nicolao Monteiro Baena, Leo-
poldo Prederico Duarte Nunes, Candido Joa-
quim da Silva. Clemente Francolino Tarares, Car-
los Agoslinho dos Santos, Francisco Jos Tbomaz
e Rogaciano Monteiro de Lima.
O mesmo Exm. Sr. mioistro mana publicar a
promogao do particular sargento ajudante do cor-
po de artilheria da Amazooas,Quirioo Jos Rodri-
gues, ao posto de 2 tenente da meama arma, por
decretode2docorrete oiez.teodu-ie omittido este
nome por engao na relaeao geral doa promovi-
do pelo citado decreto ; e bem asssim manda
publicar a relago abaixo transcripta, do Sr.
officiaes subalternos que devem ser transferidos
de uns para outro corpo do exercito e dos pro-
movidos pelo dito decreto, que sao distribuido
pelos diversos corpos.
Reljtfo do Srt. o/ficiacs subalternos transferi-
dos d uns para oulroe corpos, e dos promo-
vidos por decreto de 2 do corrente, aue sao dis-
tribuidos pelos ditos corpos.
ARMA DE ARTILHERIA.
Jn 1 regiment.
Io tenente Antonio Candido Salazar.
2" tenente, Ernesto Augusto da Cunha Mallos,
Jos Antonio Lessa e Manoel Jos Pereira J-
nior.
1 bitalho.
1 tenente, Bento Jos Fernandos Jnior.
2" lenles, Luiz Carloa Mariano da Silva,
Raymundo Ribeiro do Amaral, Francisco Anto-
nio de Moura, Joio Chrysostomo Gomes da Sil-
veira, Francisco Ramoa de Oliveira Guimaraes,
Joio Agoslinho Rosauro de Almeida, J. Teixeira
Peixoto de Abroa Lima. Quirino Jos Rodrigues
e Diogo Rodrigues de Vasconeellos Sobrinho.
2 batelhio.
T" tenentes, Antonio Carloa de Oliveira Mello,
Boaventura Pinto da Silva Valle, Jos Chriaosto-
tno Gomes da Silveira, Joaquim Maria do Espiri-
to-Santo, Joio Baptista Guimsre, Joio Isidoro
Chaves, Manoel Joaquim de Paiva, Manoel Heori-
que do Coutu e Piano, Jos Sabino Msciel Mon-
teiro, Joaquim Jos de Santa-Auna, e Paulo de
Araujo Llns.
3 batalhio.
2' tenentes, Floriaoo Vieira Peixoto, Alvaro
da Serra Carneiro, Bernardo Jos Vasquea Jnior,
Manoel Jacinlho Marquea de Oliveira, Venancio
de Gama Lobo, Felippe de Araujo Sampaio e
Guilherme de Barroa Vasconeellos.
4 batalhio.
2* lenles, Honorio Domingos de Menezes
. r!*, c,Bdi< Jorg Sonher Barboza, Zeferino
Jos Teueira Campos. Gabriel de Araujo e Silva
Francisco Gomes Lagoeiro
Corpo, % de artiQcea da corte.
Io" tenentaa do 1* aatahao, Veriato Lafayete Cardo ; do corpo de gua/
Munlz Valdelaro a da 1 regiment. Joao Th-n03***006' de Lim-
Mlnkrlario da jraerra.
ORDEMDODlArT296.
10 de dezembro de 1861.
Determina o Exm.Sr. lenenle-general marqaez
da CaxiM, presdante do cooselbo 4a ministro,
ministro a secretario da astado das negocios da
guerra, que aelaa transferida*, aa eeiaraidade
o art. 6* da le) q.1143 da 11 da seteabro do aor-
maz deCinluara.
*n*lenen,w Joio Nepomucono de Medeiros
Mallato Caaillo, Bernardo Galvio e Fortnalo
Jos Fazenda.
Companhia de artiQcea da fabrica da plvora.
1 tenente Felippe Hermea Fernando Trigo de
Loureiro.
2* tenente Gil Braz.
Corpo de Matto Grosso.
z tenente do corpo de articea da corte Joio
de Oliveira Mello.
ARMADECAVALLARIA.
1* regiment.
Tenente Jos Diaa da Costa.
Alfares Luiz Affonso dos Res, Joio Aulonio de
Avila e Domingos Francisco de Oliveira Jun-
queira.
2 regiment.
lenle, Joio Bonifacio de Camargo.
Alferes, Joio Carlos do Carmo e Joaquim Al-
ves de Macado.
3* regiment.
Tenentes, Antonio Nicolio Falcao da Frota a
Pedro Antonio Das.
Alferes. Vasco de Azambuja Cidade, Anacleto
Ventura Paraiao, Ananiat Pereira Cripim de Vas-
coneellos, Joio Carneiro da Fontoura Menoa
Brrelo, Boaventura Guilherme de Cerquelra e
Silva, Romualdo Antoolo de Mattos Telles de Me-
nezes e Jos Florencio de Toledo Ribas.
4* regiment.
Alferes : Antonio Julio de Medeiros Mallel a
do quinto regiment Pedro Flix de Medeiros
Mallet.
5 regiment.
Tenente: Joaquim Jos de Araujo de Oliveira
Lobo
Alferes : Joio Pereira da Silva, Francisco de
Assis Meneze, Joaquim Melchladea Ferreira Lo-
bo, Mettia Jos de Freitas.
ARMA DE 1NFANTARIA.
1* batalhio.
Tenente do batalhio de cagadorea da Baha,
Jos Leile Pacheco Jnior.
Tenente Carlos Frederieo da Rocha,
Alferes, Joio da Silva Torrea, Antonio Lopes
de Siqueira, Joao Manoel de Lima Mariz Sarmen-
t ; do dcimo batalhio, Francisco Antonio da
Veiga Cabral de Morae da Mosquita Pimental;
do quinto batalhio, Sebastiio Raymundo Ewer-
ton ; do corpo de guarnigao de Mina, Americo
Rodrigue Gamboa.
2a batalhio.
Teoentes, Eduardo Emiliano da Fonseca, Ha-
noel Josquim de Souza Jnior e Luiz Jos Fer-
reira Jnior.
Alferes, Thoaaz Jote Labra, Tbomaz Afionso
da Silva, a Jos Honorio Silveira da Hotta.
3a batalhio.
Tenantes. Hyppolito Mondes da Fonseca a Joio
da Guerra Pasaos, com exereicio de secretario.
Alfares; do corpo de guarnicio do Paran, Jos
Antonio de Lima, do batalhio de cegadores de
oyar, Joie Ernesto Domingue do Coulo, e do
5rp, e *? do Cear, Polycarpo Vieira
da Cunha Brasil.
4 batalhio.
Teoentes, Manoel Rodrigues Bragaoca e Fran-
klin Lula de Vasconcello Ferreir.
Alfares, Leopoldo Augusto Nevos Gonzaga e
Aniado Jos Pareara ; da batalbio da cecadores
de Goyaz, Liberato Augusto Pereira Loaba.
V batalhio.
Tenente, Joo Luis Tas-are.
Alaras, Antonio Rayaando da Rocha a Can-
dido Alfreda da Amorim Caldaa ; do batalbio de
deposito, Marianno Jos da Goes.
6a batalhio.
Tenante, Manoel Joaquim Coelho d* Almeida
Sobriaho.
Alteras. Antonio Sererilio Vl]pcrlo4 Thodo-
mlro da Mallo Brrelo,
7 batalhio.
Tenente, Jos Joio de Carvalho, Pedro Luiz
Manoel de Jess.
Alferes, Jesuino Diocleciaoo de Souza Bruno e
Florentino Jos Pereira, eo do batalhio de de-
posito, Feliotho Elyaio da Costa.
8 bitalhio.
Tenente, Nelson Janeen Muller, Henrique
Augusto de Sepulveda Everard, Joio Affonso de
Figueiredo.
Alferes, do corpo de guarnigao de S. Paulo,
Joao Augusto Pinto de Almeida.
9 batalhio.
Tenente, Anlonio Raymuodo Lins Caldas.
Altere, Joio de Souza Feiiota, Jorge Caetano
de Souza Cous*ero, Tbomaz Pompeu Theodoro
da Silva.
i 10 batalhio.
Alfere, Sebastiio Pereira Porto, Sabino Jos
Ferreira da Silva, Deocleciano Augusto Coelho
do Santo. Constantino Leandro dos Sanie,
Francisco Ignacio Manoel de Lima e Antonio Jos
Baptista.
11 batalhio.
Tenentes, Heleodoro Francisco de Menezes, e
do corpo de guarnigao do Amazona, Joaquim
Fraoeuco de Carvalho Menezes.
Alfere Jos Francisco de Castro, Joaquim
Joae Avelmo e Joaquim Raymundo Moscozo.
^ 12a batalhio.
Tenentes, Jos Lopes de Barros, e do segundo
batalhio Manoel Verissimo da Silva.
Alfere, Jos Jeronymo da Costa.
13a batalbio.
Alferea, Francisco de Paula Mayrink.
Batalbio de cegadores de Matto-Grosto.
Teoentes, Antoolo Alves Feitosa, Joio Manoel
da Costa, ;e do corpo de guarnigao de Pernambu-
co, Antonio doa Saotos Caria.
Alteres, Antonio Pinheiro de Oliveira, Manoel
Thoma Moreira, e Jos Antonio Moreira Lima.
Batalhio de cegadores de Goyaz.
Tenente, Antonio Nunea Ramos, Joaquim Ma-
noel de Oliveira, Antonio Dionizio do Souto Gon-
dim e Antonio Jos Ribeiro.
Alfere : Jorge Jos Artiaga, Jos Manoel dos
Santos, Antonio Ireneo Pereira do Valle, Domin-
gos Msnoel Ribeiro o Luiz dos Reis Falcao.
Batalhio de cagadorea da Babia.
Tenente do corpo de guarnicio do Espirito-
banto Joao Antonio loe Sintoa Vital.
Batalhio de deposito.
Alfere ; Joio Jos Cesarioo da Rosa rTetto, do
13" batalhio Frederieo Jos Wchnhagem. do 7a
dito Epiphanio Manoel de Carvalho, do 5a dilo
Delflno Jos de Goova, do Ia dito Manoel Mar-
tina de Csrvalho.
Corpo de guarnigao de Minas-Geraes.
Alferes Pedro de Alcntara Feu de Carralho.
Corpo de guaroigio da Parahyba.
Tenente Amalio Maia, com exereicio de auar-
tel-mestre.
Alferes Joaqaim de Catsnhede Pimenlel.
Carpo de guaroigio do Cear.
Tenente Luiz Taumaturgo da Guerra Machado,
com exereicio de ajudante.
Alferes do 5a balalhao Josino Franklim Bel-
lota.
Corpo de guaroigio de Piauby.
Tenente Malhiaa da Gama Cabral de Vascon-
eellos.
Alfere, Jos Vieira de Mattos e do corpo de
guaroigio do Maranbio Domingos da Costa Al-
varenga.
Corpo de guarnigao do Maranho.
Alfere, Jo. Verlsaimo ina'e'joio" Ignacio deZX^u nZce
Cardoso ; do corno de luaxoi^tt.---8 -^eiS^'ruo ans. -. mH :._._ .._ ... **
te do Rio Grande do Norte com destino ao presi-
dio de Fernando.Communicou-seao Exm. pre-
sidente do Rio Grande do Norte.
Dilo a thesouraria de fazenda.Respondendo
o leu offlcio de boje sob n. 1251, teobo a dizer
que pode V. S. proceder conforme indica no ci-
tado offlcio acerca do abono de dous mezea de
venciroenntos que por offlcio de 21 do corrente
mandei sdiantar ao destacamento que vai mar-
char para Ouricury, remetiendo ao collector da-
quella villa o dinheiro necessario para pagamen-
to de laes vencimenlos iodo as respectivas pra-
gas pagas al 15 de Janeiro prximo viodouro em
villa dos prets aislgoados, pelocommandante do
corpo a que perteocerem.
Dito ao mesmo.Reverto V. S. coberfbs com
offlcio do commandanle das armas interino de 27
de novembro ultimo sob o. 1976 os documentos
comprobatorio* da despeza feita pelo 2 cirurgiao
do corpo de sade do exercito Dr. Alcibiadea
Jos de Azevedo Pedra com o aeu transporte da
villa de Tacarat a |cidade do Peoedo, am de
que mande pagar a qoantia de 20(000 ria em
que importam laes despezas conforme V. S. In-
dica em sua informagio de 24 do correte sob o.
1248. Communicou-te ao commaodante das
armas.
Dito ao mesmo.Tendo em vista a informagio
ministrada por V. S. em 24 do corrate sob n.
1250 acerca dos rejauerimeotos que devolvo dos
lenlos Antonio*Dlooizio de Souto tioudim e
Jos Sabino Maciel Monteiro, o autoriso a man-
dar adiantar a cada um destes officiaes tres me-
zes de sold por terem sido ltimamente promo-
vidos sos posto em que se acham.Communi-
cou-se ao commandanle das armas.
Dito ao mesmo.Certo do conteudo de seu
offlcio de lioje sob n. 1252 tenho a dizer em res-
posta que pode V. S. remetter ao collector de
Flores a quaotia que fr necessaria para paga-
mento de tres mezes de vencimenlos dos desta-
camentos que seguem para aquello termo e o de
Villa Bella sendo o 1 com posto de 15 pragaa e
o 2 de 1 a 15 todas do corpo de guarnigao desti
provincia devendo esse dinheiro ser entregue
aflm de ter o conveniente destieo ao alferes Ma-
noel Joaquim de Oliveira Curchatuz comman-
danle do destacamento destinado a Villa de Flores.
Dito ao meamo.Mande V. S. adiantar ao te-
nente Nelson Jsnsen Muller os tres mezes de sol-
do que pede no incluso raquerimento, visto ter
sido promovido a este posto por decreto de 2 do
corrente mez.
Dilo ao meamo.Em vista da inclusa conta em
duplcala mande V. S. pagar aos empresarios da
illumioagao a gaz nesta capital, a quantia de rs.
783300, em que importa o gaz consumido com a
illumioagao do palacio da presidencia no mez de
novembro ultimo.
Dito ao inspector da thesourari provincial.
Restituindo V. S. os documentos que vieram
annexo ao seu offlcio de 14 de novembro ultimo,
sob o. 570, relativos ao foroecimento feilo aos
collegios de orphios eorphaano mez de aetem-
bro deate anno, na Importancia de 1:7299250, te-
nho a dizer que mande pagar integralmente ao
encarregado deate fornecimento, devendo porm
o director e superior de taes collegios indemni-
sar a fazenda do excesso de deapeza constante dos
respectivos pedidos, conforme demonstrou a aec-
gao espacial do patrimonio doa orphios no pare-
cer a que ae refere o se'- "* offlcio; Com-
municou-se ao directo
bliea.
Dito O residente d -Sirva-se V. S.
-consulta que faz
termo de Santo
Corpo de guarnigao do Amazonas.
Tenentes, Carlos Magno da Silva e Joio Cae-
tano Pereira.
Alferes, Luiz Jos de Morae, Raymundo Gre-
gorio Pinto e Felippe Antonio da Silva Marques.
Corpo de guarnigao de S. Paulo.
Alferes, Josquim Olilo de Cirvalh e Silva,
do corpo de guaroigio do Paran, Jos Marcolino
de Andrade e Vasconeellos.
Corpa de guaroigio do Paraoi.
Tenente, Miguel Augusto Barbalho Picaneo.
Alfere, Domingos Rodrigue da Fonseca Lessa.
Corpo de guaroigio do Espirito-Santo.
Tenente, Joio Gongalves Pimenta.
Corpo de gaaroigio de Pernambuco.
Tenenle, Jote do Reg Barros.
Alfere, Alvaro Coorado Ferreira de Aguiar.
Companhia de cegadores do Rio Grande do Norte.
Tenente, Pedro Cario Nogueira de Baumaou
Aolao no officio incluso que me devolver.
Dito so director daa obras militares. Mande
Vmc. fazer na fortaleza do Buraco a pintara a
vermelhio das cinco portas doa armazena e paioea
na praga d'arma, atsim como concertar as res-
pectivas dobradigas, conforme solieitou o briga-
dero commandanle das armas em offlcio n. 2,133
e data de 24 do correte.Fizeram-ae aa commu-
nicage uecesiarias.
Dito.Enviando ao Sr. cooiul de Portugal co-
pia do offlcio que me dirigi o chefe de polica em
24 deate mez, acompanhado de outro do delegado
de Oiinda, em que se relatam aa circumalancias
que provocaram o conflicto havido naquella ci-
dade entre dous cidadioa portuguezes e Joio Pin-
to de Lemea a oulros no dia 15 do correte, ca-
be-me dizer ao mesmo Sr. cnsul em resposta ao
aeu offlcio de 16 anda deste mez, que em face
da legitlagio do paiz (decreto n. 1,090 do Ia de
selembro de 1860) nio cabendo no caso a inler-
Determina tambem S. Exc. o Sr. ministro que selemDr0Je 1860) nao cabendo no caso a inler-
)s Srs. commandanle daquelles corpo aonde es- *6D?ao.ffll da jusliga, ser mdispensavel para
iverem vanos os tusare de andame. au que ss trata, que os offendidos intentem a aua
os
tiverem vagos os lugares "de ajudante, quartel-
mestre e secretario, propooham quanto aotea os
officiaes que tiverem a necessaria aplidio para o
exereicio desses cargos ; sendo oa proposto ea-
colliido dentre oa alferea dos aasmos corpos,
segundo o ditposto oa ordeni do dia n. 234.O
brigadeiro Polydoro da Fonseca Quinlanilha Jor-
dio, ajadante-general Interino.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Exaediente do governo do dia 6 de
dezembro ele 1861
Officio do Exm. presidenta do Rio Grande do
Norte.Instando o brigadeiro commandanle das
armas em officio de 24 do corrente aob n. 2137
junto por copia pela remessa de um documento
do qual conste o dia em que foi apprehendido
nessa provincia o desertor do 9a batalhio de in-
famara Manoel Domlogues Professor, conforme
j solicitei i V. Exe. em meu offlcio de 9 de se-
lembro ultimo, vou novamenle rogar 4 V. Exc.
a expedigio de suas ordena oeste sentido.Com-
muoicou-se ao commandanle daa armaa.
Dilo ao de Alagoas.Com officio de V. Exc. de
12 do corrente forsm -me entregues ooze guias dos
sentenciados dessa provincia exialeutea no presi-
dio de Fernando, aa quaes del o conveniente des-
tino.
Dito ao commandanle das armas.Transmiti
i V. Exe. para ter o deslino conveniente a in-
clusa guia do soldado Antonio Martins da Silva
que aa eogajou na capital do Rio Grande do Nor-
te para aerur na companhia fixa de cavallaria
deata provincia.Communicoa se ao presidente
do Ro Grsnde do Norte.
Dito ao meamo.Para que eu possa resolver
sobre o que pede o capilao do 10 batalbio da io-
antaria Joio Anlonio Leilio, no requerimeato
annexo ao.officio de V. Exc. de 22 do correte
sob o. 2118, sirva-se V. Exc. de informar-ae a
dala em que assentoa praga o ulhodosupplican-
te Manoel Ignacio de Oliveira Leilio
Dito ao mesmo.Sirva-ae V. Exc. da infor-
mar acerca do qae expe no incluso officio o
juiz municipal supplenle em exereicio do termo
de Tatarata Luiz Jos Correia de S sdaaeate oa
parle relativa ao ervigo militar naquelle lar aoa.
Dito ao masmo.Siiva-se V. Exc de ordenar
o alfares Manoel Josquim de Oliveira Curchatuz
coaaaodanle do deatacaaento que segu para
Floras, aue antea da partir para all -f r 1 basas
rarJt da fazenda recebar a quaulia que p.U ace-
ma inesouraria tea de aer reaetiida ae eaUeetev
daqueila comarca para pagamento doa veaeiaea-
Villa Bota.
V. S. su..
de vasar
aeaioipal
^se we^P^fasjejr
presiden-
los do predito daa.
Dito ao chefe d* ,.
orden para que aejam
Jag uanbe e posto
vara pa seate_^
jauta por copia, reme
dedo
queixa peraote a autoridade competente, para o
que o Sr. cnsul os poderi dirigir, se aasim o jul-
Sir conveniente, fleando na inteligencia de que
cam expedidas aa convenientes ordens oeste
. sentido, e bem assim para que evite-se a repro-
duegio de conflictos dessa natureza. Reitero ao
Sr. conaul de Portugal a aeguranga de minha es-
tima e subida coosideragao.
Dilo ao commandanle do presidio de Fernando.
Transmiti i Vac. aa inclusas onze golas dos
sentenciados perteneentea as Alagas, existentes
nesse presidio, e constantes ds relago junta, as
quaes me foram enviadas pelo Exm. presidente
daqueila provincia, em aatiafaejio ao queaolicilou
Vmc. em seu offlcio de 22de julho ultimo, sendo
que opportunamente aerio remettidas as que fal-
tam para o completo da requisigio contida no ci-
tado officio.
Dilo ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Transmiti por cpia i Vmc. para aea cooheci-
mento e eiecugao, o aviso de 7 do corrente, aob
n. 61, no qual o Exm. Sr. mioistro da agricultura,
commercio e obras publicas declara-me que se
deve proceder com regularidade e exactidao na
veriQcaco daa coutas emettrae da estrada de
ferro deata provincia, iodo para Londres as con-
ta de ua aez aqu verificada no paquete iuglez
que seguir no principio do seguate mez.Com-
municou-se ao superintendente da estrada de
ferro.
Dito ao Sr. Jos Antonio Lop. Conrea ao
servigo publico, que Vae. solicitando o compe-
tente titulo, entre quanto ante em exereicio do
cargo dejis coamiaario de medico de terraa
do tamo do Rio Formoio para o que foi nomea-
do por portara deata presidencia de 26 de dezem-
bro de 1860.
Dito ao gerente da companhia pernambucana.
-Peda Vae. faser seguir para os porto de seus
deilinos os vaporea Persinunga e Jaguaribe noa
das o horas indicados em seu offlcio de hoie
Dito ao mesmo. O Sr. gereole da companhia
pernambucana aaade dar pasaagem para as Ala-
goaa por conta do ministerio da guerra, ao 2* c-
rergiie do cerpo de aaade do exordio Joio Tbo-
mmi Carvalbal, que vai servir n.qeella provincia
aa forma daa ordena iaperiaas, e bem assim a ma
familia.
Prtale. O presidente da provincia, alten-
dende ao ejua requeren Antonio de S Leilio, do>
eo do hiato nacional Sergipano, da qae mestro
stawaejaa Jasa Vieira da Silva, resolve concader-
Ike licenee para rnaader orererldo hlate to ptdli-
die de Fanassae, Recode porm, obrigado a fazer
traslaparte acra a aseara presidio neesa eCea-
sttc.ee lc sweeieo, aediarte prgamento o* m-
aagedear asaoos, naloaeUdos e genero do a-
Ude.a^asaoBoaaioeosMeotirfacpara all se
transporte no dito hale ac peraiasio o gover-
no gneros e qaaesqaer outros objectos perlen-
cenles a particulares, e nio podendo effecluar o
desembarque do carregamento que levar o navio,
sem que por parte do commandanle do presidio
se proceda a exame para verificar se ha agur-
dente ou outra qualquer bebida espirituosa.
Expediente do secretario do
governo.
Officio ao brigadeiro commandanle das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
declarar que em data de 23 de novembro ultimo,
autorisou-se o director do arsenal de guerra a
fazer recolber quelle estabalecimento as 22 es-
pingarda e 18 vareta em mo estado, perlen-
cenles ao corpo de guarnicio desta provincia, a
que allude o offlcio de V. xc. de 24 do corren-
te sob n. 2,138, a que respondo de ordem do
mesmo Exm. Sr.
Dito ao Dr. Joaquim Ferreira Chaves, juiz mu-
nicipal do termo de Ingazeira.S, Exc. o Sr.
presidente da provincia manda aecusar recebido
o officio de 16 do corrente, em que V. S. parti-
cipou ter naquella data prestado juramento pe-
rante a cmara municipal e entrado no exereicio
do cargo de juiz municipal do termo de Ingazei-
ra para que fora nomeado por decreto de 16 de
selembro ultimo.Communieou-ae a ihesouraria
de fazenda.
Despachos dodia 26 de dezembro
de 1861.
Requerimentos.
Candida Sabina dos Prazerea. Sim. apresen-
lando a suppiicaute este despacho ao Sr. direc-
tor do collegio doa orphios.
Fielden Brothers. Dirijam-se a thesouraria
de fazenda.
Vicente Licinio da Cotia Campello.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Maria Joaquina Pimenlel.Como requer, de-
rendo apresenlar este despacho Sr. director do
collegio.
INTERIOR.
1
mi itiIi Anol
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Rio Grande do Norte, SS de dezem-
bro de 1861.
Pelas 8 horas ds noite do dia 17, recolheu-se
esla cidade o Exm. Sr. Dr. Leio Velloso, da
sua digressao comarca de S. Jos de Hipib,
completando aisim o grsnde trago de sua visita
provincia.
Tambem chegou de S. Goocallo, o juiz de di-
reito desta comarca, que para" all havia ido pre-
sidir 2a aeasio jndiciatia do corrente anno, dos
jurados daquelle termo.
Diz elle, que o jury de S. Gongallo, j distlcc-
lo por escandalosaa *- -*<*; acaba de proferir
urna, que fez trem do-corpo a toda
f3iipe!sca .am coa e-crime:
leo da abso. .iberio Joio de Reg
Barros.
Se a juatiga nio livesse achado anda um re-
curso na promoloria publica, que appilou noa
termos da pnmeira hypotheae do art. 30t do c-
digo do processo criminal, j hoje venamos pas-
seando impune, impvido e ioipertubavel pela
ras desta cidade o acin"- sorberlo. '
NesUacAua^eio o promotor Dr. Antonio Fer-
ide Trigo de Loureiro, demonstrou com a
maior evidencia, lendo aa provaa doa autos, e as
razoes de appellago da vara de direito, e dedu-
zindo outroa muitos argumentos, que fora o reo,
quera mandara praticar o attenlado executado na
noite de 15 de margo de 1856 na pessoa do capi-
tao Antonio de Ges Vasconeellos Borba, delega-
do de polica do termo do Cear-merim, que ex-
pirou de urna bala, que o varou de um a outro
lado. Has o que, meu senbor; todo foi innutil,
porque o reo, ou antes os seus protectores, sem-
pre trumpharam 1
Quando o cgo nio querver; quando o surdo
nao quer ouvir, toda luz escu.-ldio, toda voz
silencio. E assim mesmo ainda ha, quem se ex-
force poz crear, ou conservar os jurys de aldea,
ilo os tribumes de justiga criminal, por meio
dos quaes os potentados das mesmaa aldeas ab-
solvem, oucoodemoam quem querem. E nio
aproveitario esta ligdes nossos legisladores na
reforma, que projectam do cdigo do processo
criminal, da le de 3 de dezembro, e do famoso
regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842?
Se nio quizerem acabar com os jurados, a que
tambem acho, que nao convm, ao menos os mo-
difiquem, no sentido da opioiio do Sr. Nabuco,
para haver um s conselho nascabegas daa co-
ma.cas,..e nao em cada cant <>o vasto territorio
do Brasil.
Tambem precisa de reforma esta appellagio de
jurados para jurados; isto um verdadeiro cir-
culo vicioso ; e a experiencia tem mostrado que
e rara a vez que um jury deixa da confirmar oa
escndalos do outro, neste ponto sao elles sol-
danos. Cieio, que me farei melhor entender pe-
los que se nio applicam esla especie da juris-
prudencia, dizendo-lhes, que sppellar de nm ju-
rado para outro, tal e qual, como dizem os ca-
bocolosecajttitr do gancho, para cahir na for-
Felizmente a junta revaora, que se reuni logo
depois de Anda a sessio, acabou com a queatio
de jurados de S. Gongallo, apurando somonte 39
do 93, que o delegado apreaentou em aua lista,
rarrendo velhoa, meninos, cgos, analphabotos.
e at alguna proleclarios.
Acha-se neste porto, viods de Pernambuco com
um lastro de 1500 saceos de assucar. a barca fran-
ceza Adle, que veio receber mais 5000 saceos do
mesmo geoero, para enlo seguir a seu deslino o
Canal, onde vai largar a carga.
Entrou hontem tambem o Jaguaribe de volta
do norte, e l foi para Guarapes receber assucar,
algodo, e mais gneros do major Fabricio Go-
mes Pedross, para esta praga de Pernambuco.
Lucamos anda com os dficits de na e outro
cofre : o da provincial cada dia se torna mais in-
aolvavel, e s a reapectiva sembl, em sua pr-
xima reuolio poder remediar este mal, que j
nio cabe as attribuigdea do governo prover a
elle. As economas possiveis esli feita, e nem
urna outra ae poder decretar sem grave prejuizo
do servigo publico.
O cofre geral nio est neste ceso: mas nio
querendo nem essa thesouraria de Pernambuco,
(sem duvida falta de ordem), nem o theaouro
enviar a quantia necessaria para cobrlr o dficit,
o seos em pregados padecem, cobo os pro vio-
cues; e nio tardar auito, que sejam pagas com
jeremuos, como consta, que j o foram em oulro
lempo, em qae se realisou a meama hypolaeec
Esta situagie lio dolorosa para oa eapre-
gado, quaoto afflictiva para a preaideoetta rea-
pectlvo iuepector. Para os eapregados, porque
nao tem coa que eatisfaser i priaeira de todas as
necesidades ; e neceasldede de pansa noetrum
quottdtanum, que Jaua CbrMo am oa oragio
dominical eminsva o temple, que teces pedisai-
mos sen Eterno Pai; e sabe Vmc que rdi-
to s se compra, quando sio profundas e inaba-
laveia aa bases em que elle se firma.
Para a presidencia, e respectivo inpeclor, por
qae apene* etiega um vapor e consta qae trouxe
cea ou dtenlos ria para a theaewaria, vaca-
se esas autoridades esmagadaa debati do peso
de pedidos e empeos para pagamento de orde-
nados : todos pedem com igual jus, porque todos
o que prestara seus servigos, tem direito se-
ren pagos; algn perm, apresenlam-se com
mais razio, porque mais razio tem aquellos que
lendo maior familia, dispdem entretanto de me-
noa meios para obterem aiiunde oa soccorros, de
que necessitam. Nio acho que baja razo para
se verificar e continuar esta calamidade. Nos
aqu nada esperdicamos, nada deitamos fra, do
que diz respeito reodas geraes: peloconlrario
nesta especialidade estamoa reduzidos ao inde-
clinavelmenle necessario ; e se nao satiafazemos
elle, culpa nio nossa, senio da le geral do
orgamento, que calculou um lermo-mdlo para
renda, que desappareceram ; urnas pela forca
de causas naturae, e outra pelas proprias disp-
sigoes dos regulamentos do governo. Alm dis-
so o cofre nacional ainda nio esl em taes apu-
ros, que precise de faltar seus sagrados com-
promiso* ; e se oossas clrcumstancia financei-
ra estivessem no caso se desesperar aellas, a In-
glaterra, que o relogio, que d a hora para lo-
do o commercio, e para todaa as mangas do mun-
do civilisado, j leria proclamado a perda do oca-
so crdito : ella porm, que o sustenta; ella que
nao so anima nossas actuaos estradas da ferro,
como anda se propem abrir novas, ella que
sustenta o Brasil no p das nages mais acredi-
tadas na praga de Londres, d-nos bem a enten-
der, que visla dos rejursos immensos de nosso
slo, poderemos soffrer um abalo patsageiro em
nossas Qnancas, mas nunca um naufragio total e
Irremediavel dellas. Seria preciso desconhecer o
Brasil, para pensar o contrario.
Se nonas floangas fossem tio desanmadoras.
como se llguram, ou Qogem gurar-se alguns
espirito, que nada vem, senio ao travs da sua
melancols, ou m para desconceituar o gover-
no, seguramente o Sr. Sayo Lobalo nao leria
propoato este anno, de combinago com seus col-
legas, o augmento de urna deapeza fixa do 800
contos de res por bem da magistratura brasilei-
ra;aechio essa medida, todoa nos sabemos,
que foram outras as causas, que lhe derama
queda, e nio da falta de meios pecuniarios, em-
borana apparencia figurasse ella como nica.
Se nio eslou engsnsdo, creio que no discurso,
sem dnvida o mais nolavel, que se profeiio este
anno no parlamento brasileiro sobre fiuangas que
o Sr. conselheiro Paranhos desenvolveu na ses-
sio do dia 2 de selembro, se l, que embora nio
sejam, como era para deaejar, que o fossem, fa-
voraveis as nossas circunstancias flnaneeiras,
coro lado nio eram ellas ainda de tal ordem, que
exigissem a suppressao de despezas de evidente
utilidade publica ; esta proposigio nao a susten-
lou S. Exc. ex-auloriale s'ua, aeoio pela verdade
das cifra, e com a eloquencia de urna rigorosa
an.lyse.
Ora, sendo isto assim esl valo, que o Hio
Grande do Norle padece, nio por falta de recur-
sos dos cofres geraes, senio pelo mo fado que
aesepanha e preside todas aa provincias, sem
itportatie poltica, como ella.
Foi exonerado do ominando do corpo -po-
lica desta provincia c"-.'SC5le reformado do exer-
cilo Manoel Ferreira Nobre, e substituido pelo
tenente de guarda naciooal, segundo escriptura-
rio da thesouraria provincial Focio Joaquim Ma-
chado do Reg Barros.
Ha muito lempo que o servigo publico clamava
por esta medida ; nao por m gerencia do len-
le Manoel Ferreira Nobre, ou falta da necessaria
ntelligencia, mas sim pela deficiencia de forgaa
Phys'ca. que o tornava pesado, por ter j perto
de 70 anuos de idade, para encher as funeges de
un corpo, cujos soldados os romanos chamavam
Clere, voadores. O lente Focio preeoche
a todas as coodiges necessarias, e Deua o ajude
policiar esta cidade, como o deve ser, sobretudo
fazendo com que os seas soldados deixem de jo-
gar com os negros captivos, sociarem com elles,
e nao lhes permitterem, que paaseem impune-
mente a noite ioteira pelas roasdetta capital coa
grave detrimento da moral publica, e nolavel pre-
juizo de seus senhores.
Para aue nio icssse sem compenssgio, foi o
lente Nobre nomeado administrador do hospi-
tal de caridade.
Para o lugar de segundo escripturario, que
deixou vago o tenenle Focio foi nomeado o por-
teiro cartorario da mesma thesouraria, para este
foi removido porleiro da secretaria do governo,
e para a vaga deste o secretario do Alheneu, cajo
lugar flcou extiocto sem deixar saudades, porque
delle se nao precisara.
A nova comarca de Mossor, que o Sr. Sayao
Lobalo considerou de segunda entranca, dando-
lhe assim preferencia ia de Petropoles no Rio de
Janeiro e Feira de Sanl'Anna na Baha, acaba de
ser definitivamente organisada.
J tinba juiz de direito, que o Sr. Dr. Joio
Quirino Rodrigues e Suva, transferido do Peoedo
para all; agora tem promotor publico, qae o
Sr. bacharel Manoel Jote Feroandea, e substitu-
tos de juizes muoicipaea nos termos, em qae
elles cabem.
Quanto recrutameoto foi a provincia dividida
em tres districlos, compoedo-se o Ia das comar-
cas da capital e S. Joa; o 2 das do Ass e aloe-
(or; e o 3a daa de Serid e Maiondade. Ea
outro tempo haviam pessoas, que nio queriam
ser ctpite mores, s para ae eximirem obri-
gagao de recrutarem em seos distrietos. Desde a
promulgago do cdigo do processo criminal ea
1833 at a da le de dezembro de 1841, eram oa
juizes de direito os encarregadeS de recrutsmen-
to em aoa comarca ; a que os azia maldizereni
de sua vida ; dahi para c os delegado, aob
direegio do chefe de polica, eram os que o faziam
em suaa delegadas ; e sempre a acama queixa.
e todos a se arrepellarem de urna tal iucum-
bencia.
Devidem-se agora as provincias em arredn-
damelos (trromdissements) para se recruUr,
e eis que choreo os empeaos para se ebler una
commissio destas.
Parece-me ser este o caso de dizer-rclatet
anguis inkerba. Oa geniea aoabiios, qae sempre
olhaa pelos prismas de vidro asearos, querem
enxergar nisto urna espeeulace fieaeeeira ; ea,
porm, qae nunca goato do efftitir-me da regra
do direito natural, que no eosina i juagar sem-
pre bem de nossos semelhante, emquanto tactos
averiguados nio nos iaduzem i pensar o centra?
rio, aea de opioiio, que o patriotismo, o se-
ment o patriotismo quem arriata ee pretenden-
te olicilarem urna trela tio stpiohosa a re-
pulsiva.
O lempo, porm, ahi vea, e elle nos mostrar
a verdade daa causas; em iodo caso dir sem-
pre, que grande eitigo tea oa carelo; para ai-
trablrea dedicagoes.
Que nova potencia eleiloral nio rea aar am
recrutador de circule por exea centros III Nio
ba da, ea qae o aachiauoa das oleteen nio
receba aeres ayerieigoaacenee.
Foi dcajttido e a#eete Iseeldeita provincia no
Aracaty, per ulo dar tontas, dizem, da sua ges-
teo e aabatiiaMo pelo honrado cotlector do Cea-
r FrasKiace de Paula Martins.
.'aSf-SX? *m/"*> rP coaaodoa
aa barra ieesior, nomos sgricultures ao nor-
te da provincia torco- eo seas algesees, couroa
e aib geaeros pan o embspfoe aa cidade do
Aracaty.
Esta circunstancia sos obriga i ter mais un
/


(>
IARIO 01 tlBIAHBOOD. SEGLHD1 FR4 10 0E DKEMIRO ftl i8U
*-*
commisserio alli pata cobrar o mpectivos di-
reitos. Entendlt alie, porm. que era ser pileta
mandar dinheiro para a eidade 4o Natal tio lofl-
f;e, qaando poda er Ili ensarno gasto com me-
bor gotto. E' por Uso que! ea digo sempre, que
rendas temos us de aobra, o que dos faitam, sio
perceptores cooscieociosos.
Foi por isso que a Babia aesbou con os dizi-
mos; porque o tasas* que os exactores, o ar-
rematantes esmagavam o povo coas ama cahraa-
ga turca, a egypeiaca. os eoJree publicar o*t re-
colhiam a guara parte delta. Crio tambem.que
por este, a outros exemulot, que alguos eacrip-
tores dizea, que o gnoda sagrado da ecoaoaii
poltica nio eati oa impstelo, aeolo os percep-
go. No Brasil, como no Egyyto, vii-se inocu-
ado a idea, da qaa a hoora oio pagar o tributo
devido, a gloria nio rtcolher aos cofres pblicos
o arrecadado.
Saba boje para a eidade de 8. Jos o Sr. pre-
sidente Dr. Leo Velloso, acompanhado de sus
familia, pan passar slli o lempo da testa. S. Jos
urna odade pequea, mas regular, e de boas
casas. Suas aguas sao cryslalioss, sua tthmoi-
phera constantemente serena a clara, seos ares
tao frescos, e puros, como os de Bueoos-Ayres
no Rio da Prata ; seus arredores deliciosos, seos
babitaotes pacficos e tocegado.
Ea tambora saio para fra e por isso fecho com
oita s mioha correspondencia, despeco-me de
Vaic e peco-lhe desculpa palo mal que a desem-
penbei.
\
PERMIMBUCO.
LaduviDO, escrtvos da Antonio Marques ala Amo-
rta), ordem do subdelegado do Racife 1. que
A oprato Antonio, escraro de Aolonio C. Fran-
cisco daSiln, ordem do de S. Jos 4, inclusi-
ve os crioulosTrajafO e Joao, esersvos, este do
padre Joao Jos, e aquelle da Antonio Sampaio
da Ataieid, a i ordodo doa Affogados 3.
Tbuodora 1*003asta JlHiell, Pernambuco, 80
aouoa, fin, S. Jos, gajtro iaterite.
Potyearpo Pwira Vital, Uto Ja Janeiro, 50 anana,
jlHeira. .Jos, aatytico.
Meaoal, Peraambaco, i toaos, 8. Jos, ea,-
Manoel. Pernambuco, 1 aono, esertvo, BairVia*.
la, saraapb.
Cltudras, Pernambuco, 14 meses. Recita, con-
vulsjoee.
Joio, Pernambuco, 21 annos, soltelro, 8. Jos,
phtysUa.
Archaogela, Pernambuco, 18 annos, solteira, Boa
Vista, bcxigtt complicadas. a>
Athanazio Das, Para, 50 aonos, aolteiro, Boa-
Vista, caitrrho ebronico.
- 28-
Joao, Pernambuco, 3 das. Recife, iterite.
Isabel, Pernambuco, 2 annos, Recife, intcrile.
Delphins, Pernambuco, 80 sanos, solteira, escu-
ta, Ssnto Antonio, urna ingestfio.
Joao, Pernambuco, 7 dias. S. Jos, espasmo.
Therezt Mara de Jess, Pernambuco, 44 tonos,
casada, S. Jos, tubrculos pulmonares.
Fallecertm durante a semana 33 pessoas,
sendo 10 homens, 5 mulheres e 12 prvulos, 11-
vres ; 3 homens, 1 mulher e 2 prvulos, es-
eraros.
PC
REVISTA DIARIA.
Pelo ministerio da agricultura, commercio e
obrat publicas, foi recommendado a presidencia
desla provincia que propozesseo melhor lr;o de
estradas, que ligue e communique esta eidadeis
de Macei e da Parahiba, por modo que estas
porces de estrada venham a aer seccoes da gs-
ral, que prenda t capital do imperio 4 provincia
do Par pasteado pelas intermedias.
Efta medida do governo central de grande
alcance, por qualquer lado que seja encarad i;
visto que a ninguem desconbecida a conveni-
encia da que, por boas estradas de rodagem ou
por oulrtt vita de commuoicacio, ettejam (liga-
das com i corle as capittet das diversas provin-
cias.
E pois, laxemos votos para que t medida nao
fique somonte consignada em expediente, a pelo
contrario se realise com a brevidade necessaria,
e que previne a possibilidade de um disseolimeo-
to do pensar.
Hoja, pelas7 1/2 horas da manhit, cele-
bra-se a missa, mandada retar pela junta admi-
nistrativa tfo Hospital Portugus., por teocio da
sea primeiro protector o finado Sr. D. Pedro V
rei de Portugsl.
O acto tem lugar na capella do mesmo hospi-
tal com assisteacia dos respectivos socios.
A obra do pasiadigo entre este e o bairro do
Recife foi arrematada pelo Sr. bario do Livra-
mento, sob as condices estipuladas e mediante
a quantia da 27:0009.
Foi approvado pela presidencia o acto do
Sr. presidente da cmara municipal do Bonito
de juramentar aos novos vareadores e de dar
posse a cmara do qnadrieonio actual, visto ter
sido Uto denegado pela cmara transacta.
O referido presidenta julgou-se autoriaado pa-
ra esse acto, seolo pelo facto de ser o segundo
vereador da cmara do qualriennio lindo, ao
menos por aquello de sar o presideole da cmara
do actual quadrienoio.
A' seu pedido, fot exonerado do cargo de
delegado do termo de Buique o Sr. capitio Jos
Pedro Notssco Pereira da Cunha.
Por acto do ministerio da guerra de 14 do
correte, foi removido da provincia do Maranhao
para a guarnigio de-la, o Sr. Dr. Ernesto Feli-
ciano ds Silva Tavares, medico do corpo de sao-
de do ezercito.
Conhecendo de perto ao referido doutor, e
apreciando devida mente os ser vicos que ji pres-
tara nesta guarnic&o, nos poucos mezea em que
esteva engajado, e nos quaes deseovolveu zelo
e pericia admira veis, oo podemos deizar de fe-
licitar a nossa guarnico por esta acquisicao,
agradecendo ao mesmo passo ao Eim. ministro
o feliz acert oelta implcito.
Acha-se oomeado delegado do termo o Sr.
Dr, Amaro Joaquim da Fon seta Albuquerque,
Xjueexerciitte cargo coma auppleote.
:^Recebemotnoticias da eidade do Ic, ai
quaes sao satisfactorias sob os differentes ispee-
tos da vida publica e particular.
_ As eleices para membros 6 assembla pro-
vincial do terceiro e ultimo circulo dt provincia,
e de que fez parte a comarca do Ico, liaham-se
ultimado com o seguiote resoltado:
r. Benjamio Piolo Nogueira.
Dr. Praoklin.
Dr. Fructuoso Dias Ribeiro.
Dr. Gervazio d'Albuquerque a Helio.
Padre Daniel.
Padra Theodulpho Franco Pinto Btodeira.
Padre Pedro.
Quezado.
Dos eleitoi apenas tres perteocenm i tran-
sacta legislatura, sendo os demais novos; aasim
como era todos commuogam as ideas extreme-
mente conservadoras, nem ais liberaos puras.
Nada oais occorrera digoo de meacio, a nao
ser a quadra festiva, em que se acbavam os seus
habitantes.
Sagundo as noticias, qua temos em dad do
2 do correte, a eidade dt Imperatriz cava em
paz.
Em Pi dos Ferros a polica prendeu a um
fulano que conduzia para vender, segundte di-
zia, a um aeu cunhado, preto, e modo da nasci-
raeoto.
Com um formidavel chufo o obrigan a andar
com diligencia, quando foi tobrigado por um ins-
pector, que os amarroa e cooduzio 4 casa do de-
legado de policia. E utas nova especie de eape-
culaeo. r
No Apody recrudesceu a intriga com espantoso
calor, a a procesto manta vti tomando um ca-
rcter sario e assembroeo.
Foi julgsdi a aceto de liberdade de ama carta
Thereza e cioco fllhoa, proferindo o Dr. juiz mu-
nicipal seoteoca a favor dolas. Os pretendidoi
senborea nao etilo satisfeitos coa o julgado,
suppoodo-se que por isso appellario para a re-
taceo ; o que multo aspira, segando dizis-se, o
respectivo curador ptrt deseogana-los Anal-
mente.
A historia dessa escravidio a seguiote :
Ha quaraata annos o padre Jos Pereira de
Pontee, passou arta de liberdade 4 sua eserava
Loareoca, que foi rescatada do captiveiro por um
seu padriuho; o que teve logar oa proriocia da
mSwnSm
Muitos annos depois, o referido padre, taodo
all aommettido erimes, evadio-se para a provin-
cia do Rio-Gran le do Norte, e bomiaiou-se em
S. Seaaso, apella dt fregus dt Imperatriz,
trazaado em ana companhia a (reta Lourenga a
qualroou cioco nlhos, que ella dera 4 luz depois
de liberta. Aisoeioa-te alli 4 ama horda pooco
cooscieaciosa, e coosegoio apoderar-se da carta
de liberdade da pobre preti, lendo o cuidado de
queisaa-la lago. >
Depois da coaametter esse crime, lancou mi
da Aona, Qlba do Lours>oea, a a fes vendida a um
certoJos de Ges Nogueira. Ora, dessa Aona
ateen Thereza, e desla cinco iofelizet pretinhts,
cujo direito a liberdtde acha-se boje reconhe-
cido.
Peden-nos que lembremoa ao Sr. fiscal do
Recita d ana pastal 4 Fra da Portas, afim de
verificar t se cusapre a licenca da cmara muni-
cipal, e suas respectivas posturas, na reconslruc-
code urna casa telha, qaa alli se eit fazando,
oem 4 isa da todos, para qua nio fique mais
deiaUaota easa ras, que j o pelas odilcagoes
Pastigairoa do patacho ingles Jftrsttf, libi-
do para Nev-Yerk- f '
I^Barott, Agoatinho tsUert, V. Brooks o dous
filhot.
No dia 26 deate saez foram reeothidos i ca-
sa de deteoeio 0 hornea* g otaRtaras, seodo 6
livres e 2 aseravoa, eaher: 4 ernem do Dr. che-
fe de polica 4, 4 ordesa do aabtfelegido do Re-
cite 1, que t criaula Hari, eacnra de Guither-
me Auguaio, i ordem do da Boa-VUta 1, e 4 or-
dem do da Capooga *, iaturva o aaro Cus-
todio, escraro a Antonio Bastos tacara da
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Recebemos pelo vapor inglez Tyne cartas
jornaet com as segulntes dataa : Hamburgo 5,
Brnxellas 7, Londres 8, Hespanba 10, Porto 11 e
Lisboa 13 do correte.
O que ha de mais interesse sao os seguiotes des
pachos telegraphicos, recebidos, 4 hora de fechar
a mala, poroosso correapondenle em Lisboa :
Madrid 11.O Time falla de um tratado cele-
brado em New-York, autoriaiado a passagem de
tropss americanas pelo territorio do Mxico.
O mioistro inglez renovon st suas relajos com
Jurez.
A guarda ret iogleza vti reforjar o Canad.
Terrivel erupcao do Vetuvio por cinco bocas.
Madrid 12. Discurso de Olotaga mullo vio-
lento no parlamento hespaubol contri o minis-
terio.
Em Londres ha esperances de om aecordo com
i Amenca por mediscao de potencial amigas.
Em Washington o ministro da mtrinbt felicitou
o capitao do S. Jacintho.
Em Varsovia foram presos 162 ecclesiasticos pa
cidadella, e 8 reclusos em Oremburgo.
Madrid 13.5 n. e 5 m. da larda. A Ingla-
terra manda 15 mil soldados para o Canad.
O presidente Lincoln pedio 700 mil homens e
700 milhdesde dollars.
Em Constantioopla e em toda a Turqua a miae-
seria espantosa.
SUvj.
No dia *7 do corrate foram recvijrtdos
easa 4a dateaca 12 *meos,. tendo 6 rivrrs a 0
acravea. a saber: 4 Aedet d DT. abafa da po-
licia 1, 4 eceaa ala delegado do segundo Httrte-
Alm disto, eis o que colhemos msis dt leitu-
rt de umas e outros:
A quettao que actualmente mais preoecupa a
Europa a da prisa j dos commissarios dos esta-
dos do sul, a bordo do paquete Inglez Trenl, pelo
S. Jacintho.
O vai or Trent da mala real ioglsza, comman-
daote Williana, foi encontrado no canal de Bo-
hamafc pelo 5. Jacinlho da marinha de guerra doa
Estadot-Uoidos. O primeiro ao ver que o 8. Ja-
cinlho o msndava parar Ijou o pavilbio britan-
dcq ; entao o navio federa) disparou sobro o
Trent am tiro de plvora, e arvorando o pavilhao
americano immedlstameate disparou um tiro de
bala. O capitao do navio inglez pedio explica-
ges, e o commandante do 5 Jacintho por toda
a resposta maodou 4 bordo do Trent o seu se-
gundo, um offlcial e dez soldados de marinha para
pedir a lista dos passageiros. Este pedido foi re-
cusado, e o segundo commandante do S. Jacin-
tho declarou que o seu chefe sabia ao certo que
Mr*. Masoo, Siidell, estavam bordo do Trent, e
exiga que eates senhores fossem immediatamen-
le entregues.
O commandante. Williams e o agente naval dt
malt iogleza recu*-- bem acceder i ste
novo pedido ne esse direito par
se apoierar por e& _aoa qual-
qqc collocada aob. ,.aa do pavilbio
logras.
Os tummissaris do sal, cuja entrega se exiga
chavara -M presentes a estas contestagoes, o de-
ciararam que-Miando 4 bordo de um navio in-
glez reclamavam a proteccio do pavilbio britan-
nico. (,
Eolio o segundo cuw tandante do S. Jacinl'-"
declarou que ia lomar posse do Tizar, e'fcs
uigaal para o seu navio, que destwou tres lan-
chas eom triota soldados esessenta marinheiros.
O commandaofe Williams protesto enrgicamen-
te contra eita violencia, dizendo em voz alta :
Sou neate navio o representante de guverno
inglez, e em teu nome denuncio estt violencia
como itlegal, como urna violagio do direito das
genlea, e at como um telo de piratera, que nao
oosarieis intentar so livessemos meios pira nos
defendermos.
Os americanos abordaram o navio com as ar-
mas oa mao, tpoderartm-se dos commissarios
confederados, e obrigaram-os s passar psra ts
lanchas.
O S. Jacintho pedio em seguida provises para
os presos, e o capitao do Trent deu-lh'as com a
coodicio de que ellas seriam exclusivamente des-
tinadas para uso daqoelles.
O segundo commandante americano deixou o
navio inglez, e este contiouou a sua viagem. Os
despachos uio cahiram em poder dos fadertes a
chegsram a Inglaterra.
Este acoDtecimento prodpzio como era de es-
perar a maior impressio na Inglaterra. Tem ha-
vido mullos meeiings, em que se tem manifestado
o mait bellicoso entnusiasco, pedindo a destfrou-
la da baodeira insultada.
O govero inglez mandou sobre este faci ou-
vir os cooselheiros da corda, que se pronuncia-
rara sobre i illegalidade do acto commetlido pelo
reino federal.
Todoa os jornses discuten) estt queso mais oa
meos acaloradamente, segundo as posiges que
oceupam oa imprensa.
Os orgios do partido tory bastante enrgicos
as suas apreciages e na sua maoeira de expres-
sar corresponden) 4 irritago publica. Pedem lo-
dos o castige do insulto, o urna reparago imme-
diatt.
As folhas libertes que advogam as ideas do go-
verno sio mais reservadas. Acontelbam que ae
examine primeiro o alcance daquelle acto, a que
s pega urna reparago totes de se recorrer a me-
didas extremas, taes como a retirada de lord
Lyoos, representante da Inglaterra em Washing-
ton, e a entrega dos passaportes a Mr. Adames,
ministro dos Estados-Uoldos em Londres.
Entretanto o Morning Star, e Scotefnau dar
fendem o governo americano, apodando pan ot
precedeolet di leglslacjlo tdoptada pela Inglater-
ra. O Scotsman chega a assemelhr a um trans-
porte de eootrabando de guerra, o transporte de
despachos a emoaindores de urna potenciaini-
ntiga em pari neutro.
A imprensa fraoceza tambera se mostrou mui-
lo preoecupada por este tacto, e virios jornaet
excilam a Inglaterra a que nao soffra um seme-
lhante insulto, que declarara nao ser ji o pri-
meiro.
Em Washington a noticia do apreciooi-
mento dos commissarios do sul foi recebida
com grande eoihusitsmo. mioistro dt mari-
nha felicitou o capitio do S. Jacintho; o presi-
dente Linelo declarou que nio entregara ot
presos, tinda quaodo dabi retltaste urna guer-
ra eom a Inglaterra.
A imprenta dos Estadot-Uoidos estorcj-ae em
querer pronr, ciliado pan isso inlecedentas do
governo inglez ; qoe a pritio dot commitsariot
nio poda ter considerada como urna vjolteio da
lei iolerotciooai, a tstegura qua o Trent eaUva
expoito a ser tomado, peto fado de trazar aeu
bordo despachos dos insurgentes, propem at
que se d un posto de acceseo to capitao do S.
Jacinlho, pira recompensar i sua enrgica eso-
ducti.
O Momiug Pott salegara que se maaduaa ai
iostrvecoes necatsaxifs ao miujlro ingle* em
Wasbiogtoo, lord Lyoos, pira que exija a devo-
lugio loa enviados do sul, e urna saiisiacao ade-
qoada, a para qaa paca imasadiitameala ot teua
pisstporlet ap cago da aegaliva.
i nota dirigida pelo gabinete inglez i
asienta qua o commtodaote do Jecintk,, a
mtneirt porque procadeu, coramelle urna vio^
ticin flagrtnle do direito martimo, e ultrajou a
btadeirt inglezt ; que este offlcial i penas liona
o direito de obrigar o Trent ir par um porto
tmericano, onde fosae visitado pelot magistrados
legaes em preaenca do cnsul de Inglaterra. Que
se tiesta vitt te encontrassam notas das quaet
te deduzuse que os Srs. SUdell a Masn eilavtm
encartefladrji da urna miasio qqadirecta ou indi-
rectamente estiva tigads 44 operaedes miliUras,
ntlo harii o direito de retar n notas, e prendar
os commltiirios, ltvrando-se asa tuto, no qutt;
0 consol da Inglaterra nzeasa as observagesque
julgasse epportunat.
Como porm estas (ormalidtdea nio fortm cum-
pridas, os dous iodividuos presos nio podem ser
inculpados; a sua prisio deva ser ildt como
nulla e de nenhum effeilo ; e como o Trei foi
victima de am acto arbitrario a qua est em det-
trmonia com todos os principios t Inglaterra para
obler urna conciliagao amigavel, pede, por nica
reparago de um acto lio grave, que Mrs. SUdell
e Masn sejam postos em liberdade ; mas se nao
se teceder a ette pedido, lord Lyont reilrsr-te-
ht immediatamenle de Washington eom todos os
membros da legaco britaouict.
Este documento redigido con) grtnde mode-
racao ; sem ser offeostvo, inflexivel as suts
condigea.
A Inglaterra espera a resposta do goveroo ds
Unio para proceder, mas julga-te que ae tiver
urna reapottt negativa, recouhecer os estados do
sul, rompendo as tuat relac&et com oa do norte.
Eotretaoto segundo noticia o fio elctrico, ha
esperangas de que este negocio se resolva ami-
gavelmente, apesar das spparencias todas ioii-
carem que a America do norte nio est disposta
a confestar-ie culpada, e a dar titiihccet, ape-
rar dos embarazos que lbe traz a crite am que te
acba.
Diz-te que o governo do tal j4 indicoa detoito
officiaes federies deRicbmood pin lerem enar-
cados, te por acaso se tttentsr coolra a vida dos
seus commissarios. Sio represalias, que em to-
das as nages cultas deviam ser bannidas, e que
nio proprias deste seculo.
Em Inglaterra comega a manifestar-se grande
agitago a favor da reforma eleitoral e parlamen-
tar. Al associages operaras fazem repetidos
meetinyes.que parecem inquietar o goveroo. Mr.
Bright approveita estas eircamslaocias pan ex-
citar aa classes laboriosas. Aquelle cavalheiro
escreveu urna carta aot operarlos de Glascooe
em que revella bem a energa comque se entrega
aquella causa.
Nesta carta declara elle que o povo est oppri-
mido pela aristocracia, e por am governo incapaz
e sem conscieocia.
A imprensa conservadora motlrt-se inlignsdt
com semelhiote Iioguagem que qualidca em face
da aclualldade como um acto traicoeiro, excitar
contra o parlamento as classes opersriss qoe
estao abracos com a falla ,do trabalho, qaa
provem da crise americana. \
Corra nos circuios diplomticos qua Mr.
Thouvenel. ministro do imperador dos fraocezes,
em urna conferencia com lord Gowley represen-
tante da Inglaterra em Pars proposera um de-
sarmamento simultaneo das duas potencias.
O embaixador inglez declarou em nome do stu
governo, que este cora muito sedimento nio
poda, por motivos que julgava til nio explicar,
satisfazer por agora os desejos manifestados pelo
governo francez. Desta declaracio v-se que a
Inglaterra looge de diminuir as suas forcas mili-
tares e navaes, as conserva, se por ventura nao
proseguir no seu desehvolvimento.
A possibilidade do desarmamento da Frtnct
ponto mui dnvidoso. A Patrie julgt que a Fran-
ga dettrmaado-se abdicara a sua posigo por
isso que nao se mostrando prompla a desar-
mtr-se a Austria, i Russit, s Prussia, s Ingla-
terra a a Italia, agora que se 'rata de tantos
problemas de cuia soluco se encarregou o se-
;undo imperio ;S Franja, oa opinio d'aquell
Dlha, arriscorria os louros alcangados em Mogeota
e Solferino.
O mioistro de guerra francez declarou que oio
podia prestar-se a fazer diminuigo algumt no
orgtmento do ministerio a teu cargo em coose-
quencia dos trmameotot que j haviim eido
emprehendidot. As redueces devem pois limi-
tar-se no orcamento da guerra, reduziodo nio o
efTettivo, mas augmentando o numero dos licen-
ciados qoe como sibido podem ser chamados
s armas de am momento pan e outro.
A quetlio Italiana continua ainda a oceupar
am lugar muito importante oa attencio pu-
blica.
Ihtnta medida.
Stsas
gaiarap do
Rogier, mioistro dos nego-
raaentou a questio oos seus
declarando que depois das
as qne garaotem a indepen-
terem recoohecido a Italia, a
eopoldo nio podia de modo al-
gum espagar o recoohecimsnto dssaalla m
ehia.
0 *^t |f.Ia*ostorff mioistro dos ne,
estnotetros tit/Jue bineta do Copanbagne, qoe cooti "
tos q*e devem Yarvir de bise aa i
onir-
que continua oa pro.
negocia
recias pm aa ng.i.r idei.otelligaoctt sobre i
questio dooo-ajlamaa. Ptreceqoalwoss.lt
quer tratar d teatsumpto tem qut a Dina
Baha; da Liverpool Ariel (1) para o Pari ; e
Portsmoolh tVarsa Therexa (2) pin Babls.
O algodio de Pernambuco tem coajrf do pre-
gos firmas boa procura, ficaodo a 18 d. f(t e 14
d. por libra ; o do Marsoho tem regalado pouco
menos peta meama cotacio ; e o da Babia tan
tido vendido t 11 d. !|2 por librt.
80 s. par tonelada,
- 55 s"<~66s,por
librt.
convide a Austrit a entrar tambom em n
{oes.
As noticias de Vanovts to ctdt vez menos
sttisfatorias. As tropas preptram-se para passar
o invern acampadas as pragss; a polica se-
creta e os fribunaes militares funecionam sem
cessar. 0 rigor da lei nio ple ser levado mais
longe. Foi preso o administrador di diocese.
principal autor do eocerrameoto das igrejas. $
altribuido este fado por uns a urna carta menot
respeitosa que o prelado dirigi ao general Lu-
den, e por outros 4 sua persistente recasa em
consentir que se abrissem de novo as igrejas.
O goveroo russo lera mandado prender muitas
seuhoras porcanlaerm oas igrejas hymoos patri-
ticos. Muitas esto recolhidas em casas coosis-
tonaas, outras presas em quartot prepsrtdoi nos
conventos pin recebe-las, e outras at tem sido
deportadas para a Rusiii.
Parece que o governo rutso anda nio resolveu
qual possi vir ser a sorte dos infelizes esludtntet
presos em Cronttadl. O numero mslor do
que de principio se julgava, elevt-se t 241, se-
gundo certiflcam os documentos officiaes.
Em toda a Turqua grande a miseris. Nio se
julga possivel regular o estado floaoceiro do im-
perio ottomano, nem sahir da desordem o sysle-
ma administrativo actualmente em vigor.
A partida de tropas quotidiaoas para a Dalma-
cia considerada como urna interveocao da Aus-
trit .favor do goveroo ottomano, contra os insur-
gentes de Herzegowlnt e do Montenegro.
Tendo os insurgentes do Montenegro etttbele-
cido bateras oa ettrtdt militar que exilia entre
Klecke Ragusa a Austria iptimou-oa para evaca-
rem os pontos occuptdos, O governo austraco
pretende que aquella pairada esteja neutnliatdt
pelos miados, e que deve ter franca passtgem
dtt troptt austracas a turcas. As tropts austra-
cas atravessaram a fronteira o dettruirtm as
obras que encontrara).
O dia 22 de dezembro era o destinado pan a
inaugurago solemne do novo reinado do rei de
Portugal, o Sr. D. Luis I.
Ratificara S. M. Fidelissima em cortes o seo
juramento segundo o dispasto na carta constitu-
cional ds monsrehia, a seria em seguida sccla-
mado com todas as formalidades proscriptas.
S. A. o infante D. Augusto, irmio de el-rei,
entrara em convaleicenca.
No dia 9 fizeram-ie exequial na t palritrchal
pelo eterno descango do fallecido infaole D. Fer-
nando, e oo da 11 ai exequial por alma de el-
rei D. Pedro V.
O goveroo porluguez decretou importantes me-
didas para promover na frica a cultora do al-
godio em grande escala.
Estavam entaboladas negocitQet ptra se rea-
lisar o contrato da venda docamioho de ferro do
sul companhia inglea concessiooarit do esmi-
nhu de ferro do sueste.
As possessjs de Bisstu e Cacheu esttvim sen-
do muito encommodtdst pelo gento. O gover-
oo portuguez ia mandar de Lisboa torets a mu-
mges de guerra. Seria substituido o sctutl go-
veroador da provincia de Angola.
O partido regenerador fez junego com a velha
guarda do partido carlista.
O duque de Salianha, que est quni retltbe-
lecido, diz-se qoe entrara na. colligago. com o
cande de Thomar, e os cootelheiros Correa Cal
deira e Fon tes Pereira da Mello.
Fallava-se em recomposigo ministerial.
O pi brasil fiea
tina de direitot.
'I, pagotS d. i
|af |? qv.il
tH s.-4 s.;
.ssucar branco dt
ptjrejrt.S5s.6d.g SO s.
^rcwt--Ms..ji
rnambuco a dt ParaMrl
8 d.; mtscsvidl nar
r fftl? M,ri|q5Ja,,i1
de Agora o que so u ? Lascado tronco
t* De roJatobra o ch|p !
E se vivo .indi Boje porque tinto
BataMaa o car agio !
MUha-aaii 1 S quizara joelhtdo
A' teas pi te dizer
As tgonits qae boje tinto a'alma
N.)M|ra>.aaffrr
Ea lacho a'alaa om litro negro escripto
Pelf oaodo raeu fado,
Asiui
Mil diltjP'^ia^
Curos salgados 5 d. Inl7 d.; seceos 8 d. 8
d. 1|S ; e aeccos silgados 5 d. a 7 d.
,_, me
Mas leus ps, oh mai, lado tquecara
PgHiflbaacadol""
estiBP sepnlttdo
a a mihi larri.
r
gabinete inglez 4 jara
i Lyoas par ter commonicada ao presidente Lio-
No parlamento declina o ministro dt guerrt,
que is gusrrilhas que anda existiam as provin-
cias meridiooaes oao linham a importancia que
se lhes ligara poristo que es bandidos oio exce-
diam a uos 250 e que enm peraeguidot por
tropas regulares.
a aples ia marchar
-.---- 8 ..tbineiros. As grri-
mas opera m a oir.cao ^am.Baiicata
onde projectaL .nento importante parai
tentarem naturalmeate o ultimo esforco, por meio
de um golpe de miq.
Em Aviglano houve algumas prisdes figuran-
do entre ellas um chefe de guerrilhas que foi
em seguida fusilado I
Apeasr do movimento de eoocentracao das
forcas reaccionarias difflcil aponlar a marcha
das operages dos bandos realistas, por isso que
essas operages nio tem menor semelbanca com
ama guerra regular.
. Um destacamento francs, prendeu em Alstre
110 insurgentes napolitanos tomando-Ihei dout
csnhei. Como costumteile prisioneiros lio
entregues is sutoridadet pontificias e segundo
todas as probabilidades entrsm de novo so ser-
vico da Francisco JI.
O duque Proto, depotado napolitano, ap-
preseolou ao parlamento, ama menaagem que
consista em um projecto de le, para o restabe-
iecimeotodo anligo reino daa Duts-Sieilias, 4 fs-
vor de Franciaco II o da aua dymnistii. Este
facto produzio grande escndalo em Turin e na
cmara houve grande tumulto quaodo se leu
aquella exposigo. O duque nio retira o teu
projecto, mas pedio t sua dimiltio do cargo de
deputado.
Foi approrado o projecto de coolriboigaa para
o exercito.
Comecaram as iaterpellicet sobre s questio
romana.
Ot documentos relativos a esta quetlio, ap-
presentados pel presidente do conseibo i cma-
ra tio quatro: urna caris ao ctrdeal Anlooelli,
orna mentagem to tummo pontfice, um projec-
to de aecordo entre a igreja romana eo eetado
italiano, e am despacho dirigido ao cavalheiro
Ngra eocirregadodepediramediacao da Fringi.
por Uto qae entre a aaota a e o rei da Italia
nio existera relagoet diplomticas de especie il-
guma.
A imprensa eslrangeiru aeredits qae eat seri
a ultima tentativa conciliadora do gabinete de
Torio.
Na carta dirigida ao soberano pontifico redigi-
da em termos eloqueat.es e repassada de deferen-
cia, examina Ricatoli a necesaria4e que tem i
Italia de possuir Roma para capital, sendo abso-
lutamente impossivel que a Ptoinsula consiga o
seu flm a uoidade tem esta condicao.
Algumas correspondencias de Mama, referem
o eatade de desordem em que se acham as tro-
pas eommandadaa por Mr. Merod. Os soldados
desertis em grande numera para se irem juntar
ao exercito italiano. Todos os porlos de Roma
sao cuidadosamente guardados pele polica, pro-
hibindo-se que os soldados os traosponhtm.
Apezir deatas prohibiges raro o dia em que
algum guarda pontificio nio cooaegue alcancar o
territorio italiano.
Em Genova publicou-te orna ctrta da Garibal-
dl, em resposta a umt manifestago do Tyrol ita-
liano ; o general convida aquelles ppvoa a que
esp8,'>lra ? 8 1ue ** 4r|>afzn psra eonquittir a
sua liberdade.
A maior parte dos jornia italianos felicitam-
te pelt raconeiliici de Ciildini con o ministe-
rio que alguna correspoadeotes consideras* agora
slidamente coasiiluido. Ogaaen Cialdini ra-
ouocfa to discurso que lenciooava fazer para tra-
tar detidameote dat tstumpios --rjttiisnot, qaa
Qcaram ^reterida paU qaaaiae ieasaa#.
O bario Peco, repreaeotante da Italia em Ma-
drid pedio nsBaspatsajaj*as ftue Iba foram en-
tregues, afim da vollar n$, aa pas. EaU rom-
pimeolo devido la^to overea baspaahol oo
qutt iccade/ t propoaUt da ItaiU ae tocaoU A
questio dos acchivea aapolitaaet.
A ctmtrs des deautadoa aa Betgica oocupoa-
se do nconhtemeaio de reiao da hlia. Q *-
baUtM aaaieraaa; e partido aeaetatjsta a*aaae-
tau satteanaata a reeota^t^dagoveaao, prMratr-
do axtgertr os suppoitoa parigot a qua a oecio-
oakdade belga fice expaata dapaia de urna sema-
N0TICIA3 COMMERCIAES.
Hamburgo 5 de dezembro de 1861.
O mercado nio tem sodado tlteracio mi ul-
timas semanas, e ot precot se tusientira com
firmeza. Sement tem cesstdo t especulado em
geoeros norte-americanos, como algodio, resine
e oleo de terebenlina.
Cafi.h. transaecesno foram mullo Impor-
tantes durante todo o mez passtdo, e as vendas
psrs o interior foram muito inferiores as espe-
ranzas entretidas. O caf do Brasil de qualidade
ioferior se scha anda negligencia do, e oio mere-
cer silencio anles de ter havido lugar urna re-
durgi nol pregos.
No mez de norembro lindo rendertm-se cerct
de 75 mil ttccoi de caf do Bratil. O pretente
deposito de cat do Rio e de Sintot de cerca
de 16 milbes de libras.
Neste momento o mercado do caf est muito
frouxo.
Importtcio. de caf al fin de norembro.
:m.-------86.500JK librat
1860. 73,(O0fiW V
Em ser em fins de novembro.
1861. 13,000.000 libras
1860. 3,000.000
Colamoa caf do Rio regular ordinario : 5 7i,8
6 1(4 schillings.
Assucar. S se realisartm algumas vendas
pira o consumo. Do assucar Brasil em tolo o
mez de novembro s se venderam 300 caixas, 200
barricat e 800 saceos di Bahia acerca 16 1|2 mar-
co banco as 100 libras.
Importago de assucar at flnt de novembro.
1861. 59.CO0.O0O libras
1860. 44.000.000 a
Em ser em dos de novembro.
1861. 10,000,000 libras
1860. 8.000.000 >
Os pregos de toda* qualidadet de astucar
nao sofTreram nenhurca allertcio.
Algodo.O mercado do algodio scha-se sera
aclividade : At Oos de novembro se importa-
ran] 97,000 balas e o deposito de 6,000 balas.
Coutos.Sem mudanga algumt; venderam-se
em novembro 12,00 couros do Rio-Grtode acerca
6 1/4 tebillingt, 3,300 do Rio de Jineiro 5
schiltiogs, e 300 da Bahia 6 5/8 schillngs.
Em ter: 46,000 coaros dos quiet 7,000 do
Brasil.
Cacao.O do Psr se sustenta firme ; do da
Bahia oao ha depotito.
O tabaco do Brasil te conterrou frouxo. Nio
ha em ser sm primeirs mi, e ai rendas se II-
a 800 rollos ; em segunda mi s ha
500 rollos.
O prsenle deposito de jtcaoradi de 1,000.000
librat, mtt sustentando os poatuldoret ot pregos
com grande firmeza oio se tem realisado vendas
notareis.
Publicares a pedido.
Baklsu
Che fado ie policia.
Acht-se finalmente entre dos ejno exercicio
dat importantes fuocc&et, pira as quaes sabiamen-
te o oomera o goveroo imperial, o Sr. Dr. Joio
Antonio de Freitat Henriqueo.
E' ease am nome tio honrado, como coobecido
no paiz.
Entrando a carreira dt magistratura nesta pro-
vincia, preitou-lhetervicos importantes eom tt-
maoho discernimento, com ttnla ioteireza, que
logo hoora e modelo foi cbritmtdo dot teut col-
legas.
Deputtdo a assembla provincial, aua ros clo-
quete era teinpre ourida em pri do interesse
geni, das nossas oecessidades palpitantes, aio
sabendo-se o que mais sdmirir em tio curtos an-
nos se o fulgor da inteligencia, te t inflexi-
bilidade do carcter.
Tio bellos e nio axutet predlctdot merecera)
t devida e justa atleacio do gorerno imperiil,
que o etcolheu juis de direito, e logo chele de
polica dai Alago.
Na astisfigio desse novo, importante, miiien-
maranhado encargo, nio houve elle difificulda-
des, que todas veoceu-aa a madures com que pro-
carava o castigo para ot que delta enm credo-
res, elevando-se pela imparcialidade admiravel
com que eritavt o loqqe dot ptrlidos alli exis-
tentes, a todos communioaodo entretanto
com aquella attabilidade respeitosa, peculiar aos
horneas de educacio desvelada e de talento su-
perior, e a qual tao grata at aos meemos inl-
migos.
Applaudido e recommendado como, era razio,
pelo goveroo das Alagoas, foi posteriormente o
Sr. Dr. Frellts Heoriques removido em igusl
carcter ptrt s Ptrthiba. Sempre o mesmo ma-
gistrado, o metmo homem sempre todos os
gabos supernal.
B* lugar para advertirmos as melhorias e favo-
res, que tlliprettou, ctpturando muilos acelera-
dos, os quaet com manifest aggravo s lei e i
justiga talavam aquella provincia.
Ultima mente, cinco annos haver, foi nomeado
juiz de direito da importante comarca de Goianoa,
onde houre-setio bem que de lodos os presiden-
tes, com quem servlu, mereceu largos louvores.
Vi dito como pareolhesis que um jornal
de Pernambuco, dando a noticia da nomacio do
Sr. Freitas Heoriques para chefe de polica da
Baha, accresceota que S. S. deixava, por moti-
vos polticos, alguos desafeclos em Goianna.
E' urna falsidade.
Alli, como em qualquer lugar oo castro du
provinetts, querem, porque t isso esli infeliz-
mente tcottumadoi, lodos os partidos ter por ai
o juiz de direito ; e o primeiro, sob cujat ban-
deirai nio quiz o honrado e erudito magistrado
alistar-te, crendo-o parlilhar as ideas contnrlss,
liso affirmou com certo o que deu lugar i aquel-
le injusto reparo do reparo do jornal, i que al-
ludimot.
Eis ludo.
Em concluso est o Sr. Dr. Feilts Heoriques
oa Sua provincia natal, e em posigao de prster-
Irte immensos servigos. Seus precedentes illus-
tres induzpm-nos espera-Ios com llrmeza, e
bem os precita esta poore trra.
Mais de am obstculo teri a transpor, mais de
urna difficuldade a vencer ; transpooba e veega,
que para o trumpbo sobram-lhe a theoria, e ex-
periencia, e a coragem, que eria a religiio di
patri.
( Do Cruzeiro ).
TtojQ i Im maguidi que resos
Ji nos valles, na serrs I
Mes j que nem a la sombra vejo
Suspirar meu ledo
Abencot a teu Olho, e a negra estrella
Sorrirei animado.
Veja embora i meus ps iberio o abysao
E e morle l no fundo,
Que importa ? Abepci-me de looge
B zombirei do mando 1
Tiburcio Vallasaues.
Recife 20 de dezembro de 61.
A
POESA,
Amei-te e por te tmtr rend minha alma
Pois crime ette tmor tio unto ootr'ort.
X;
Londres 8 de dezembro de 1861.
At aeges dtt nossas estradas de ferro esli
pele seguale colegio: de Pernambuco com o
-lesconlo de 4 a SB 4 liS, e parece que a di-
rectora far brevemente am empretiimo de cem
mil libras ou urna nova chamada, o qoe por cer-
to contribuir ptra maior descrdito desses fun-
dos ; es di Btbia, com o de S 3(4 a S \\2 por
cada apolice; e aa de S. Paulo, com o de 3t fi8.
tendo S 6 de entrada.
Os consolidados ioglezes Acara a 89 7|8, tendo
ettt baixa devidt to paoico causado pela receole
complieacio entre os Estados-Uoldos e a Iogli-
lerra, de que adiaote tetlarei e d'onde podem re-
sultar serias consequencias entre os dous paires.
A rends fraoceza 3 0(0 tem tido colada a 69 fr.
35 e. Oa 5 0(0 bratilelrot a 98 e 99; os 4 Ii2 OO
a 85 ; ai % OO tu reos a 74 e 76 ; ot 3 0|0 portu
guezet i 461)2 e 47 ; o 5 0(0 ttrdot 76; e ot
Chilenos 4 \\i 0(0. O estado de desanimo em que
se aoha o mercado monetario de Londres pelo mo-
tivo cima indicado considerado ser a causa da
baixa em que fleam em geni os fundas colados
no Stack-Exchange.
H* uliima quizaoa chegarsm de viriot porlos
do Brasil a loglalerra os tegaites oavios: da
Babia Orion {U de novembro] Filmoulh ; da
Rio Grande Juno (24) a Exmoutb ; do Rio Uns-
de Waterhlu (14) a tena (97)t Liverpool; do Rto Gnode $arnh El-
le* (95) a Holyhead ; do Rio Grande tele (Wl a
Falmoath; da Parahiba Undine (29) t Otfeebt-
owe ; da Peroambueo Colina ti do correte) a
Liverpaat; e Babia CMor') Llrarpoo: de
Peraambaco Prineete Royal 19) a Queostoa-o;
t Parahiba B. Aun *5) a Ll*etpaa: de /er-
tfaJtWe* Mrnnj (5) a Liverpool e fe Ciar Slel-
te (51 a Liverpool.
Partirate" de Iearlsierra para Hvaraos potlot da
raati ai taa^slntear drfcfmpaal 1)we*n of the
Durttib) para t Bahia ; de Llverpoat Suatai ff
Sita a Babia; de Graveaend CaroHiso 798) par
erotmbaco; de Sooderiind Diana [} pira i
? '
Ha-de a musv1" nlm affugPtar-se,
Ho-de arruD> mil em fim pintar-se
Netta fronte e a dr,
Hei-de o calix libar de agro martyrio,
Mas oio ha-de Oodtr-se o meu delirio
N'este peito o amor.
Bem longe, 14 bem looge do bolicio
Eu farei solitario o sacrificio
De em segredo chorar,
Studoto lembrarei psssadas magosi.
Que com rito not lsbiot hoje trago-as
Buscando-as occulisr.
E longe eu busetrei arrepeoder-me,
Nao de amar, mas farei por esquecer-me
De urna idea fatal,
Th que os olhos tremolen) ji tem lame
Ao p d'srvore triste cujo carne
Mosln t tde Gail.
II
Bemditt i nuvem branca qae vtgtve
Li nie campias do mee co de ouir'ort,
Bemdito o amor tem vida que eu tonhara,
Maldito o que a miuh'alma hoje devora.
Bemdita a liberdade que ea goztvt
Em um mundo innocente em qae vivit,
Bemdita i doce chsmt qae me arda,
Bemditos os grilhes que entio beijirt.
Bemditis as etp'raneas que ea nutria
Quando etl'tlma rotra alm scismaodo,
Bemdita a iospiragio que eolio aentia,
S teodo um ideal s elle amando....
Hoje a escala do lempo perpassando
A quem daa illuses do meu pastado
Tem me dado a cumprir amargo fado
Com que eu hei de rirer sempre penando.
Fugio meu ideal, hoje padco,
Amou meu cortcjlo quem oio devit
Meu engao fatal hoje conhego.
J quiz ver te de Mtrcii me esquecia
Hit nio pude, nao potso e reconhego
Ser s ella o ideal que me turrfa.
III
Ht-de a mus de mim afTugeoitr-sa,
Ho-de as rugas mil aru fim pinltr-te
N esta f roo te e a dr,
Hei-de o ctlix libar de agro martyrio
Mas nio ht-de tindar-ie o meu delirio
N'este pello o tmor
Recife, 13 de outubro da 1861.
Jf. Doria.
CANTO DA MISMA ALMA.
A minha stiiii.
Minbi mii o ptsstdo qoe me encanta:
Minha mil o presente qua me mima ;
Minha mli o futuro que me tetna.
Dr'.Franklin Doria.
Minha mii 1 Estas eaotas inaeeenles
bio cantos da miDha alrat,
De miaba pobre lyra.aaot perdidos
lea ooila asul e caima.
Sioaaudsles do cea da mtnhi Ierra,
Qae eatr'er sm rtstaUrae n'sgut
Quil bella oitataat*.
COMMERCIO.
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca so-
bre o Banco do Brasil qualquer quantia
a Tita, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
JoSo de Barros.
Allandega.
Readlssento do dia 1 a 27. .
dem do dit *8.....,
582861J140
7:160#180
590 0211420
Movimento da alfandega,
Volamos entrados eom tazendaa.. __
tora gneros..
Volames sabidos
f
eom fazendas..
com gneros..
44
75
119
Descarragam boje 30 de dezembro,
Brigue bratileiroBeberibechtrque.
Brigue portuguezS. Mtnoel sil.
Galera inglesaRottmuadferro e ctrvio.
Patacho americaooAjd Thanlertaboado.
Barca inglezaSarahferro e carvio.
Patacho InglezZeromercadoriat.
Btrct dioamirquezaOttotaboado.
* Importago
Brigue nacionil Damo, viodo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Azevedo & Meadet, mtni-
festou o seguate:
1 caixote xarope de bosque ; t Joio dt C. Bra-
vo & C.
1 caixa chapeos; a Millo Lobo & C
300 tsccot fariaha de mandioca, 923 ditot e 4
barricas caf, 114 rollos rumos, 100 ciitnhas cbi,
50 itccot pimeola da ludia, 10 pipis vinagre, 50
ditaa riziti, e 30 volumet mobu e objectos do
ctsa, utados; a ordem de diversos.
Vapor nacional Tocantini, procedente dos por-
los do tul, mtnifestou o seguiote :
5 litis a Palmeira & Beltrio.
2 btrnliohot; t Stundert Brothers & C
1 ctixio ; i Jos Leopoldo Bourgird.'
1 dito ; i Pinto de Souzt Biirio.
1 ctixt; a Carlos Juliano Rodrigues.
30 rollos e 1 picote ; a Azevedo t Hendes.
1 etlxio e 1 vlume; ao Exm. Sr. presidente
da provincia.
60 latas ; a Almeida, Gomes, Alves & C.
1 volunte; a Maooelde A. Alcoforado.
1 dito ; a Antonio Joaquim Peasco.
1 dito; a Prxedes Gomes de Sonta.
1 dito; a Antonio Epamioondtt de Mello.
1 dito ; a Jos Gomes Mtlveirs.
1 dito; a Jos Martiotda Silva.
1 dito ; i Manoel Teixein Battot.
1 dito; a Antonio A. Perreirt Jacobina.
1 dito ; to commeodador M. F. de Farit.
1 rolume; a Guedea & Gooctlvet.
1 embrulho; a Rostron Rooker & C.
1 ciixote; t Joo Btptista de Olireira.
10 volames; i ordem.
1 lata ; a Silvioo Guilherme de Barros.
1 volme; a Lima Jnior & C.
1 pacote ; a Joio Baptista Ramos.
^

i
Ca
1 encapado-;.a W. Pbaughao.
1 pacote; a Antaaesiiuimaraes^
Exporta cao.
c.
Dit 26 de dezembro.
Brigue inglez Oden, pin Liverpool, carrega-
Ptton Nsth V C. 253 saccas com algadio.
Barca iogleza Eliza Baas, para /tverpool,
carregarsm:
1-cI'lA,ll,Jr4 c> ^i*00 "o assuetreom
12.000 trrobtt.
Barct portoguezt Gratidao, para Lisboa, car-
regaram:
Manoel Ignacio de liveira & Flho, 461 sac-
eos com 2,305 arrobas de dito.
Patacho portuguez Marcial, para Litbot, car-
regaram:
Amorm Irmios, 250 saceos com 1,250 arrobas
de assucar.
(Dia 27.
Brigue Inglez Kate Me, Lea, para Liverpool,
earregsram :
Sanadora Brothers & c., 1,600 saceos com 8,000
trrobat de assucar.
Feliciano Jote Gomet, 400 saceos com 2,000
arrobas de assucar.
Btrct portugueza Gratidao, para Litbot, ctr-
rogaram :
Feliciano Jote Gomet, 180 saceos eom 900 ar-
robas de assucar.
Amorim Irmios, 80 ssccos com 400 arrobas de
sssucar.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filbo, 58 ssccos
com 890 arrobas de attuetr.
/ dSil, Lyo Jnior, 700 saceos com
AfiOto trrobtt de assucar.
Barca iogleza Usliora, para o Ctnal, ctrregt-
rtm :
Patn Nash & C, 1,800 saceos com 9,000arro-
bas de atsucar.
Btrct iogleza Constance, ptra Saady Heok,
carregaram.
Johnstoo Ptler & C. 1,500 saceos com 7,000
arrobas de assucar.
Bsrea americana Raheca, pira o Rio da Frate,
ctrregaram :
Johoiton Pater k C, 600 taccot eom 3,009 tr-
robtt de asaucir.
Brigue brasileiro Adelaiie, para o Rio da Prt-
lt, csrregtrtm :
Bittoi& Lemos, 150 saceos com 730 trrobtt de
estucar.
ecebedoria ala resadma ioterntss
ala Pernambuco.
tendintento do dia 1
Mea de tNa 28
a 27.
37:5539225
^366|p71
409I9S896
Caaajoladlo aro vi acial
Ranaimeato da d|> 1
dem do dU
e27.
W
-T"*i.,^rfa^J!!?",*,
i^^ri
\
94:5201804
6.89ff276
16l4g080
DO RECIFE
CT^Sls""Se.**1 '
Revista Seauul.
CtaJMoa m, m 8s.caaa.-et aabra (Loadras a 20
l/7is| i/1 aVoar IfOOO rs..
sebea Tara a 983 rt. eor L, ao-
bre Haosaurge a 090 is. aas
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JMar -
eadeu-A
e bruto do laTOQ a
a-jno.
atn-
U-M do
tija?;
Agurdente -.%
Coaroi-----------Of ecrog salgados
m 180 rs. a abra.
Arrox------------0 Nado da' s ven
e I *o'n*raoia
ttOO rs.
Azoite doce-------O de Lisboa veodeu-se ik 3*500
a 33UO n. ra. por gallo, o
do Estrell a 3#200 ra. ]
Bacalho--------Em atacado ven Jeu se 111500
., e retalh6K0O]fa., fl-
ando era deposito dez mil
barricas.
Bolaxinha Vendeo-sa a 4*000 ti.! i bir-
^. riquioha. j
C-------:--------Veodeu-se d V*000 a 7*500 ra.
por arroba.
CM-- -f Tandeo-i* 2*400 ra.
GarTio de pedra-Veodeu-s da 158 al"
a tonelada.
Cerveja- Vendeu-ee de 1*500 a 5$8U<
a duzia de garrafas.
Carne secca- A do Rio Graoie do Sol Veo-
deu-se de 3at00 a 4*000 rk. por
^ arr()b, 9 do Rio da Preta de
2j500 a 3*200 rs.. cand > ero
ler. 20.000 arrobas da pr mei-
ra, e 9.000 da segund.
Panuha de trigo-R4lhou-se de 144 2 "
Furtos do iirjrtVafof
maadaoto ptiaieifo lente Pedio Hyapollto
Duarte
aviot entrado* no fe 99.
mptoa e portoa intermedios 90 dias,
s- J" Tvnt. com mananle lelttroe.
Montevideo 35 dias, bares iogleza JaTarjy Jfel-
ler, de 171 (obeladas, capillo James Barrout-
soa, equipagem 12, m teatro; a erdem.
itatitoi eahidot no metmo dia.
Lisboa 6 Porto Patacho portugus Marcial,
capitao, Franeiato Ignacio da-Nora, carga dif-
, fereutes genaroa.
Mameilie Barca franceza Jawana Cotli, capi-
tao, j, Bolrne. carga atdar.
Rio da Prata Brinde brasileiro delaide, capi-
llo Mi noel Aolonto Marqus, carga assucar.
Pertos de sul vapor taglez Tyne, conmaadaa-
dante Jellocoe.
..... .:-
(I)
11
as
B
por barrica de Phlladel uhia.
O rs. de New-Tork, 18| ra. a
Iwflpinhoia e franceza, i 24*
ra. a de Trieste, flcaodo ei i aer
17,900 barricas da pnra>irs,
2,380 da abunda, 8,401 da
terceira, 3,700 da qoart, e
5,100 da quinta, ao .lodo ti iota
e um mil 0 noecentas birr ;as.
Genebra- Venden-se de 5* a 5*500 da. a
fraauueira.
Louca--------------- A ingleza ordinaria vendeii-se
de 300 a 310 por cento de dre-
mio sobre factura.
Manleiga A franceza veadeu-se a 560Jrs.
or libre, e a iogleza de 660 a
>0 rs.. flcaodo em deposito
cerca de S.iOO barris.
Veoderm-se i 9000 rs.
a 1*600 rs. por
- > a
Msssas-
Oleo de liohaQa- Vendeu-se
galio.
?s.....dem a 75000 rs a caita.
Queijos Os fismengos venderam-ae
1600 rs.
Taboado.-----------Vendeu-ee a 70 rs. o p. lie
urna polegada, e a 28JJ00C a
duzia. '
Toucinho- O de Lisboa rndeu-SB
rt. par arroba.
Vinagre------------O de Portugal vendeu-se
1I0S 130* rs. a pipa.
Vinhos- O de Lisboa veodeu-se de 2-2 *
a 2309 rs. a pipa, e de outr s
paizea de 18o a 2209 ra.
As de com pstelo vender ra
a 680 rs. a libra.
De 10 a 18 por cento ao ann ,
descontando a caixa cerca de 2( 0
contos de res.
Para o Canal inglez a 70, e pai a
Liverpool 576.
Velas-------
Descont- -
Freles ------
I
Hora.
Athmotphera
m Direeeao.
S I Intintidaii.
S I___
OS
8 3 S
-------
| Far^infcai.
I
os
o
u
o
O
8
I Cmtigrado.
3

S
| Hffromtro.
I CitUrna hydru-
mitrtco.
.So i
00
8
8
-4
s
I
Inghx.
8 8 8 8 8 |
A noite clara, rento E fresco e sssim ama-
nheceu.
OSCILACXO DA MAR.
Preamar as S h. 18' da manhia, altora 6, p.
Baix-mar as 8 b. 6' da tarda, altura 1,4 p.
Observatorio do arsenal de marioha, 28 de de-
aembro de 1861.
ROMANO STirPLI,
1* lenle.
Editaes.
e
ALFANEGA DE PERAMBUCO.
Pauta dot prteot do* eros tujtitos a [direit o
de exportando. Semana de 30 de dexembro >
4 do mex de Janeiro de 1861.
Merendonas. Unidades. Valorea.
Abanos.....te. cento 1*00)
Agurdenle de cana. caada 940)
dem restirada u do reino. 5% >
dem caxara...... > f3)
dem genebra...... > 38)
dem alcool ou espirito de
agurdente...... 640
Algodao em caroro .... arrobk 3S0O)
llgOO)
Djotn
3800 1
2J00)
3910)
2900)
1928)
38)
28
dem em rama on em 11. >
Arroz com casca..... t
dem descascado ou pilado:' .
Assucar mascavado .'
dem branco ...... >
dem refinado......
Azeite de amndoim ou mon-
dobim........
dem d cuco......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias ....
Bolacha ordinaria proptia para
embarque. ......
dem fina........
Caf bom ".....; .i
dem escolba oa rpstolho .
dem terrado......
Caibros...... .
Gal. ...
dem branca ......
Carne secca charque. .
Carvio vegetal......
Cera de carnauba em broto. .
dem idem em velas. .
Charutos. ......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados. .
dem verdes......
dem d cabra cortidos .
dem de oc......
Doces seceos......
dem emgeleia'ou massa .
dem em calda. .
Espanadores grandes. -. .
dem pequeos .....
Esleirs para forro ou estiva de
navio......: cento
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem d arara ta.....arroba
Feijao de qoalquer qualidade. >
Frechaes........um
Fumo em folia*, bom.
dem ordinario ou restolho. i
dem em role bom *
dem ordtnaro restolho.
Gomma........arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas.....cento
Toros.......1
Lentias e esteios.....m
Mel ou melaro. ..... caada
Milho ........ arroba.
Pao brasil ...... quintal
Pedras de amolar urna
dem de filtrar..... >
dem rebolo......
Pissava........moihos
Pontis ou chifres de vaceas e
novilhos.......cesto 8&00(
Pranch6S de amarello *>
dous castados......um* lfifleor.
dem louro. ...... 85OOQ
Sabio.........libra 1(0
Salsa prrilha......arroba S5M0U
Sebo em rama...... 5J080
Sola ou raqueta.....u ma SJ600
Taboas de amarello .... duzias 1049500
dem diversas......" > 70jtOOO
Tapioca........*rroba 39200
Travos. .,...>.. si 890OO
Unhas de boi......eento #320
Vinascre ....... caada 92801
Alfandega de Pernambuco 28 de dexembro de
1861.
O primerre eotfsrrjnre.MoaMH Carlos Barrete
O segundo confereote, artos Aogasto Lias de
Sonta.
Afrprovb. Alfandega da Pernambuco 18 de
iJatfW de 1861. Barro. eonferae 3- es-
crepturario Jlo Jos Pereira de Faria.
Secretaria do coveroo de Pernamboeo, 86 df
dezembro de 1861. Pela secretaria do governo
se faz publico que teodo a lei provincial n. 804
de 29 de maie oeste aoao, creado dous officios
de partidores em cada um dos termos da provio-
dia, aceumulando um as funeces de distribuidor
nos termos em que ha disiribuigo, e 01 tro as de
contador, aeham-se em concurso as do termo do
Cabo, afim de que os preteodeotes se habilitem e
apreseotem seos requerimer.tos instruidos na for-
ma do decreto o. 817 de 30 de agosto de 1851, e
aviso oe 30 de dezembro de 1854, no praso de
60 dias contados desta data. Jlo Ridrigues
Chaves.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em vlrtude da retoluclo da junta da fazenda
manda fazer publico, que a arrematacio da obra
do calca meo 10 da ra do Imperador e Campo das
Priooezas, ficou transferida para 9 de Janeiro pr-
ximo vindouro.
para constar se mandn affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de dexemoro de 1861.O secreta-
rle, A. Ferreira da Aonunciacio.
O lllm.Sr.inspector da thesouraria provincial,
em cuaprimeulo da ordem do Exa. Sr. presi-
dente da provincia de 18 do correte, manda fa-
zer publico, que a arremaiacao da obra da eolio-
cacao de carns de ferro desta ciJade al Apipucos
ficou transferida para SO de Janeiro prximo fu-
turo.
E para conatar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de dezembro de 1861.O secreta-
rio, A. Ferreira da Aonuncia^ao.
AA,
CWAIUUA PERIUIBC41U
Navegado costeinii vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ha-
ca* do Amu', Aracaty, Geara',
Acaracu' e Granja.
O vapor tJaguaribe, commandanle Lobato,
aahirl para os portos do norte de sua escala at
a Granja no dia 4 de Janeiro as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o da 3 ao meio dia. Encorn-
endas, passageirose dinheiro a frete at o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Para Lisboa.
A veleira o bem coohecida barca portugueza
Gratidlo. capillo Antooio Pereira Borges Pes-
taa, pretende seguir com inteira brevidade ;
tem parle do seu carreRameoto prompto, para o
reato que Ihe falla e passageiros, para os quaes
tem excellentes commodos, trata-se com seos
coDsigoaiarios Atevedo A HeOdes, no seu ea-
criptorio da roa da Cruz n. 1, ou com o capillo
na praca.
Para a ilha de S. Miguel deve seguir com
muita brevidade o brigue escuna portuguez Clio,
capitao Domingos dos Santos. Recebe um reato
de carga a freie e passageiros : a tratar com A-
morim Irmlos, ra da Cruz n. 3, ou com o mes-
rao eapitlo.
Para Aracaty eissii
Hite Dous Irmlos : peta carga trata-se com
Marlins & Irmlo, 00 com o mestre Joaquim Jos
da Silveira.
Para
Furto de caVallo.
Na noikr da atedo 11 do cerrante para do-
miogo furttram dous qoartoa espado* grandes,
um meo pedrez e o outro preto com dous ps
calcados, ambo* trabatham oa carrosa, e tem Sig-
na! no* peitos : quem soubef dltes participe ao
sin dono oa roa Imperial t. 235, que serl gra-
tificado.
-Aluga.se o primetro andar da casa
n. 12, da ra do Encantamento muito
fresca, e com poucos commodos: tra-
tar na ra da Cadeia n. 33, com Jo5o
Ribeiro Lopes, ou no armazem da mei
ma cata.
Ds casa do abaixo assignado desapparereu
no dia 20 do correte um caorioha de nome Be-
nedicto, de idadede 10 a 12 asnos, levou camisa
de riscadinhode cor, tem ums marca de ferida
ero urna perna : quem o pegar leve-o i ra daz
Triocheiraa o. 48, ou pateo Ido Carmo a. 15, que
se recompensar.
Joaquim Elviro Alves Silva.
C. R. Fioke vai para Macei.
* Precisa-ae de dous amssaadores de padaria,
que entendam de fazer po e bolacha ; oa que
eativerem neataa circo aisla ocias, dirija-se a pa-
daria da roa larga do Hosario o. 16, porto do
quartel de policia, que achara com quem tratar.
Traspassa-ae a chave do aegundo indar da
casa da ra de Apollo, a qoal tem coosmodidadea
para grande familia, pintada e esteirada ; a tra-
tar na mesma.
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48001
28001
5jC(M)
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eciara^Oejs.
Pela aubdelegaci da freguezia de Santo
Antonio do Racife se faz publico, que fora reco-
Ihido 1 casa de detens&o heje 27 do correte o
preto Alexandre com oa sigoaes seguloles al-
tura regular, secco do corpo, cor preta, que dix
ser escravo de D. Leonor^ senhora do eogeoho
Cachoeira do termo da Escada, e que dahiaahira
para procurar senhor de ordem de sua senhora,
aem que irouxease aulorisaclo alguma para dito
flm : quem ao meamo liver direilo, dirija-se a
mesma aubdelegaci, que provando o seu domi-
nio lhe ser! entregue. Racife 27 de dezembro de
1861 O subdelegado suppleole,
Maooel Antooio de Jess Jnior.
Por esta subdelegada se faz publico, que
se acha depositado um cavallo ruco pedrez, grao-
de, com outros aigoaes, que foi entregue a esta
aubdelegaci por Antonio da Rocha Braga, Por-
tuguez, morador no Bomgi, por o ler pegado em
sea sitio, e ser estranho ao logar, dando oa indi-
cios de ser furtsdo, pela eompaohia df s indus-
triosos deste officio : quem te julgar com direilo
compareci, que provando lhe ser entregue.
Subdelegada dos Afosados 26 de dezemb
1861.O subdelegado supplente,
Lisboa.
Rio de Janeiro,
segu por estes dias o veleiro brigue Cruzeiro
do Sul : pira a pouea carga que lhe falta, e es-
cravos, trata-ae com oa consignatarios Antunes,
Guimsraea & C no largo da Ataembls a. 15.
Para o Rio de Ja-
neiro,
preteode segufr com muita brevidade o brigue
nacional Veloz, tem parte de aeu carregamen-
to a bordo ; para o resto que lhe ftlta, trata-se
com osseus consignatarios Azevedo & Mendes,
em seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Da ilha de S Miguel
espera-se al o dia 30 do correte o patacho por-
tuguez Lima, por abthonomasla o FapaMilhas,
de primeira marcha ; para o reato da carga e
passageiros, para os quaes tem excellentes com-
modos, ^rata-ae com os consignatarios Jlo do
Reg Lima &,Irmao, na ra de Apollo n. 8.
Tendo a companhia de vapores do Rio alte-
rado a sahida dos seus paquetes, a gerencia da
Compaohta Pernambucana tem de cooforroidade
resolvido que a sahida dos seus navios do 1.a de
Janeiro do aono protimo futuro em diante, se
effectue da maneira segninte :
Portos do norte a 5 e 20, portos do iul no 1.a
e 15, de cada mez.
Quaodo, porem. o dia marcado fdr santifica-
do, a sahida ter lugar no dia anterior.
Para o Rio Graode doJSul segu com muita
brevidade a barca Saudade, espillo Joaquim Ao-
t0Dio Dias da Silva, recebe carga a freie e para
lraiar cota Amorim Irmlos, ;rua da Crui a. 3.
Para o Kio de Ja
neiro*
O veleiro patacho nacional Capuan, pretende
seguir com muita brevidade, tem parte de seu
carregamento prompto, para o reato que lhe falta,
passageiros e esrravos a freles trata-ae com oa
seus consignatarios Azevedo & Mendes, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
J FERREIRA MUELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, 1.a andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambroiypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
pulceiras, alOnetes ou cassoletas. Na mesma
caaa exiate uro completo e abundante sortimento
de artefactos fraocezes e americanos para a col-
locago dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo flm cassoletas e delicados alfioetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persooagens da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopiras, asairo como vidros para ambrolypo
e chimicaa photograpbicas.
O Sr. Joo Ily ppolito de Meira Li-
ma, queira amparecc nesta typographia,
que se lhe precisa fallar.
Guiraares k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Venden, baratsimo.
Cambraias da China bordadas, 7e a Dec, a 0 _ita rieo _,im., .
da. finas par. senhora e meninas, dlo-se amostriT' rieoswio.eoto de fazen-
^aWeiS0.f C(1VaS ^ gr0- '*' htt9t- qW P0de h"ar de mai8 08l VW
Chapeos de seda para senhora aa BIIll0 ,. g0It0. ttf M4. um e de palhi de
Italia nraioeote nfeilados a 28 para acabar. v
Camisas inglezas para homem de
tes a 35 e 40 a duzia.
linho fazenda muito boa pelos procos seguin-
mpas fetOS mn*mm meninos, sobracasaeos, paletots, calcas, eronlas, meias ek.,
te., e outros muitos artigos.
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Navio entrado no dia J8.
Montevideo -jfcdiaft, brigae tnapa
Uarleio, da M aM*d|% epfta
queda, eysiadsMMj^ aJfeaa^WM)
New-YorJt-Paaaeboiajfcfcaa Mtnty, capillo Phi-
lipp. **hU, carga aswcir.
larseillaB-rea r-Bce*a Athoi, capitao Aigaea-
tivas, csaga asanwr
Graajotk--aaTlia)4 lo>M teafif., capilo latn
RirMMmh dfctta isaflill
kriso* martimos.
(CIltPHMJl
DAS
Nessageries imperiales.
Agencia ra do Trapiche a. 9.
No dia 31 do corrate espera-se dos portos do
sul o vapor francs cExtreraadure, comman-
daote Anber, o qual depois da demora do eos
turne seguir para Bordeanx tocando em S. Vi-
cente (onde ha um vapor em correspondencia
coa Gore) e Lisboa.
A companhia eoearrega-se de seguraras eser-
cadotiaa embarcadas a bordo dos vapores e rece-
be timbem dinheiro e objeclos de valor coro
destino a Londres em transito por Bordean a
Boulogne.
Para as condiceoee frete e passagens a tratar
oa agencia.
Ka-
COMPANHfAgBRASILIRA
MlttttS't, f-HWl.
Dos portos do norte esperado al o dia 31
do correte o vapor Oyapock, commandaate ca-
pitao de mar e guerra Gervasio Hancebo, o qual
depois da.demora do costme seguir paraos
portoa do sul.
carga aeu o vapor pastar fif! dever
ser embarcada oe dia de toa che%aa, encom-
meadas a dlnbaJttn a Irete m tr*f Mlhida s
Horas: ageeti, ra da Iroi n. f, escriptorio
de Azevedo & Mendes.
Acarac
O vapor IguarMia, da compaohra Pernarobu-
, *"<, \
GOMPimU PERIUiBUatU
DI
Navegaca eosteira avapor
O vapor Persinunga comrrandante Moura, aa-
hlr para oa portos do sul de sua escala no dia 31
de dezembro aa 5 horas da tarde.
Recebe earga at o dia 30 ao meio-dia, encom-
meadas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
da sahida as 1 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
lEMOBIAS 1)A VI1GEH
DE
SI. II. II>fKCES
AS PROVINCIAS DA
BAHA, pernambuco, parahyba, ALA60AS,
SERGIPE E ESPIRITO-SANTO.
SETB VOLUMES
com os retrates de SS. M.H. e das ser-
nissimas princezas as Sras. D.
Isabel e l). Leopoldina.
Com quaoto esta publicado exceda muitissi-
simas patiioas ia que se haviam calculado, o que
derido ao augmento de rouitaa pegas que pos-
teriormente nos foram remettidas, subsiste o
primitivo pre^o annunclado de 12 em brochora
e 15 encaOernadoa pelos 7 volumes para oa Srs.
aasignantes que tero satisfeito as rondiqes do
programma publicado pagando previamente, e
aio'is para aquelles que psgarem ao recebimeo-
lo do Ia volume. Coc _a impresso, cus-
taro os exempltres qoe restarem, 20 em bro-
chura e^S encrterndos.
CONTINUA A SUBSCREVERSE EM CASA DOS
SINHORES :
Rio de Janeiro.Major Bernardo Xavier Pin-
to d Souza.
Btilia.Joaquim Lopes de Carvalho & C.
Rio Graode do Sul.Antooio Esteao de Bit-
leocourt e Silva. (Typographia do Diario do
Rio Grande.)
Porto-Alegre.Joaqnim Alves Leit?. (Livra-
ria.)
Pernambuco.Gommendador M-rnoel Figuei-
rfja de Paria. (Typographia do Diario de Per-
nambuco.)
Par.Bario de Arary.
Em todas as casas cima mencionadas acha-se
a parte ji Impreasa da obra disposicSo dos Srs.
assignaoles.
o
a 15 o'
i < ** S
3 2L**3
8 g a.?-
9 ? 21
=52
j Q o v.
Para a Bahis segu o palhabote S*nlo Amsro,
para alguma pouca carga que lhe falta trata-ae
com aeu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na rea da Madre de Deus n. 12.
Leudes.
cena, segu no da 21 al o Acarac., recabe car- m toa** al*sae pratlea de taaros : oa ma d
ga pMgeira-. eterip\4th flb trt id Malte*. Santa Rita o. 83.
tOtf LANCHE.
No Brimeirt andar de sobrado aa roa
Nbvb b. 46.
[kO SIGNAL DA IBANDEIRA]
Pelas 44 horas do dia
TERCA. FdRA. 31 DO COKRENTE.
O agente Guimaraes honrado com a confianza
do lllm. Sr. Dr. Aalonio'Vilieta de Cuatro lava-
res que se retira psra o centro da provincia far
leilao no dia, hora e lugar cima de seus ricos
movis como aeja mobitia completa de eeregeira
COTO lampos de raarmore, guarja roopas, coa-
modas, urna rara cama a franceza com todos
seus acceasorios, apparadores, um elegante lor-
ien de jacarana. com pillos apparlhos, cal',
copos, garrafas e outraa muitas pegas de gosto o
que sea reserva de preco se vender.
BEM ASSIM
muitas obra! d direilo, eogenharia, histricas
etc., etc. O referido agente tem com este leilirj
encerrado seus trabathos oo presente amo, agrfr-
decende a franca coadjutacao de seus amigos
freguezes pajto aw se confessa grsto.
Avisos itnrso^
iiiiii. T
AoSr. fiscal do gaz.
Hontem is 4 horas e meta da manhia, justa-
mente 8 hora em que a populadlo desta cidade
concorria roissa, schava-se a cidade em perfelta
escuridao, porqanto os tampees eslavam apa-
gados ; tendo urna familia encontrado um dos
empregadoa do gaz, e reclamado, este reseoo-
deu, que tioba rdea para apagar depois daa 4
horaa.
Est para alugar a loja do sobrado da ra
da Aurora o. 80 : a tratar oa mesaa eaaa, ae-
fundo andar.
** Preciaa-se de aa anio de IB a 4* ann os,
s
Aviso aos pas
de familias
a
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V.
-*~
l
Manoel Jos de Furia Slmoes
professor particular de primei- 9
ras lettras, na cidade do Rio For-
moto, e hoje morador nesta ci-
dade, competentemente licen- m
ciado pelo Exm. Sr. director
getal da irutruccao publica, V
pretende abrir sua aula pelo me- O
thodo Castilho no dia 7 de ja*
neiro vindouro, no primeiro #
andar do sobrado n. 25 da ra 9
da Penha. $
O dito professor promette, aos .$
Srs. pae de familias, envidar
todos os es (orcos a seu alcance ft
afim de dar real approveitamen- Q
to a 8us discpulos e nao per- $fe
der o bom conceito que tempre 0
mereceu durante 18 annos que g|
exerceu o seu magisterio. J
Attencfto
Acha-se nesta cidade de Pernambuco um ar-
tista pintor, o qual est habilitado para tomar con-
ta de qoalquer obra de sua arte, assira como ta-
boletaS de qualqutr estabelecimeoto, flogldos de
marmores, e madeiras etc. : quem ete i retender
dirija se a ra de Aguas-Verdes, junto a sacris-
ta de S. Pedro.
Aluga-se um grande armazem no caea do
Ramos: a tratir com Jos Hygino de Miranda.
= Charles Aron retira-se psra Europa e dei-
xa por seu procurador Bernardo Raymuodo Las
serr.
Precisa se alugar urna escrava que
teja de boa conducta para o ser rico
interno de casa de familia, e que saib
engorara a r 'especialmente cozinhar
e agradando percebet bom aloguel. e
teta bom tratamento: na ra da Auro-
ra (obrado n. 58.
Precisa-ae de um forneiro na padaria da
roa larga do Rotarlo n. 16, junio ao quartel de
pollera. N* mesaa preetss-se de um coxioheiro
rrio precisa aer auiu boa.
' Precise-se le um caixeiro que teaha bas-
tante praateb de taberna e aeja taUlligenle : a tra-
tar na rea do Rouiio da Boa- Y .ata o. W>.

Ra das Cruzes .. i
fabrica de charutos, rende-ae charuto, a 159 o
milheirn, de fumo da Babia, velas de composi-
go a lia a arroba, e em porco faz-se abali-
menlo ;-afianca-se a boa qualidade.
Quem precisar de urna ama para coziohar
e engoromar, dirija se s ra do Imperador n.14.
D. R. Martioy e Guiller, natural de Madrid,
retira-se para a Europa.
A tintureira que morou nos Harlyrios mu-
dou-se para a ra Augusta o. 16. po-tao para a
do Alecrim, aonde tero tapoleta, e contio.a a Un-
gir de todas as cores a preco commodo.
Os credores da massa fallida de Jos Luiz
Pereira Jnior sao convidados para receberem e
primeiro di vi :en 'a na c*ss dos administradores
na ra da Cadeia do Recife n. 4.
Aluga-se um mulato com 18 annos, pro-
prlo para criado : a tratar oa roa da Imperatriz
numero 97.
Precisa-se alugar urna preta que saiba co-
zinhar : na ra da Concordia n. 1, serrara.
SYSTE HA MEDICO UODELLOWAT
Pl LULAS HOLLWOYA.
Este inestimaval especifico, composto inteira-
merite de hervas medicinaes, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao raais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleicao mais robusta;
enteramente innocente em suas opersedese ef-
feilos; iiois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e teoazes
que sejaro.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam s portas dj
morte, preservando em seu uso eonsegoirata
recobrar a saude e toreas, depois de haver tenta-
do inultimente todos os outros remedios.
As mais sftTiclas nao devemeniregar-sea des-
esperado; fseam um competeote ensato dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperado o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermi lades:
. O deposito gaal em casa do Sr. Soum
[ pharmaceulico, na ruada Cruz n. 22 em Per-
nambuco

/
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convubes.
DebiliJade ou extena-
cao.
Debitidade ou falta de
forcas para qualquer
eoasa.
Desinteria.
Dor de garganta.
--de barriga.
nos rins.
Dureza no ven tre.
Knfarinidade ao veatre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encliaii ueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febreto da especie.
Gotia.
Hemorrhoidas.
Hytropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacdes.
Irregularidades de
menstruacio.
Lombrigas de toda es-
peci.
Mal de pedra.
Manetas na cutis,
Absirurfjo do venlre.
Phtysica on consamp-
co pulmonar.
Retengo de ourina.
Rbeumattsmo.
Symptenas secundarroa.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Febre intermitente.
Vendem sa estas pilulas no esubelecifneoto
geral de Londres a. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
enea negadas de sua venda em toda a America
do Sul,. Ha-ana e HeepBBha.
Vendam-sa as beoetinkas a 806 rs, cada
ana delhn tmma arte fWnMpe em rjartu-
gu fm aapttea* o toado se usar dess ai-
lulas.
3~Raa e>lreita to Rosario3
0 Francisco Pinto Uxorio continua a col- aj
aa locar denles artificiaos tanto por meio de f)
m molaa como pela preaso do ar, nao re- ^
a cebe paga alguma semque as obras nao a
m fiquem a vontade de seus donos, tea pos ak
m outras preparaces as raais acreditadas 0
para conservacao da bocea. a^
*$ as a
Madama viuva Lecomte.
Tem a honra de participar ao publico, e par-
ticularmente aoa amigos e freguezes do seu fina-
do marido, que ella contina por sua coola e de
aeu* filhoa menores com o negocio do aeu bem
conheciiio e afamado eatabelecimento, situado
ra da Imperatriz o. 7, que acha-se completa-
mente surtido de perfumarlas de qusiidades su-
periores, e especiaes, viadas directamente de
Pars, assiro como muitas e Taados objeclos de
antaaia, de goalo, e da ultima moda, proprioa
para preseotear neita occaaiao de prozimidade
das testas.
Os consumidores de luvas da Jouvio, acbarao
sempre surtimentos frescos, regularmente che-
gados, petos Tapares Ingle-zea e Franceaea.
Ella coiitiLi a recetier encommendas de quaes-
quer obras de cabeilereiro para ambos os esos,
as quaes sero vxerutadas com toda perfeir;o e
proruplidao, e sobre ludo per presos rssoaveis.
A sala 4e cortar os esbeltos atar abana, aos
seohores freguezes, das 7 horaa da manhaa as 9
da uoite ; o precn do corle de cabello setn frisa
memo Qxado S 500 ria, corte de cabello e fri-
samento 1000 rr.
Madaaa viu*e Lecoate, teodo concluid o to-
venUrio das faztBdaa e mais beca do seu casal,
esta resolvida, para dar prompta exttacco a
muitos artiiios, de eu'!-los a dinheiro, mais
barato do que de costme.
Ella oetrt. coro a contiouaco do concurso dos
oumerosos frecoezea de seu estabelecimeoto, e
desde j declara, que ella (ar todos seus exfor-
;ns, para tornar-se cada vez mais merecedora da
conlanca de todo.
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THES61R HOHEOPATIllfO
00
YAOT-tCl DO IWIiroPATfIA.
(Segunda ediccao consi-
deravel mente augmen-
tada.)
Diccionario popular t medicina lio-
meooalWco
PELO CR.
SABINO 0- L PINHI
CorHiDuam es assignaturas para eaias
lOfOOO eabrochura al eaeabro. De si
em diaate aa asignaturas serio etevadaa
191000.
Ra de Santa Aa {aMfafe Mora) a
6.
/
/


(4)
ELIXIR W SAUDE
mu m
DliMio M HftHAtMtJCO^fe- SfiSMDA flBA 30 Di fcBMIMO DE
181.
Cifrla
(Juico deposito
ato de ferro
tica de .Joaquina MarUabo
dt Ctux Cotreia., ra do Cabug u. U,
m Pern&muuco.
O Dr. H. Thermes ido Chlete) antigo pharmaceot1cof.apresenta boje ana ora preparado
de errocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro. _FfpwvBB
v.rZ\rfZTL hftPmol(!? "JS1UI? emPre-" nm meamo medicamento debaixo de formulas to
dedo >ome da eiencia comprehende a necessidade e importancia de ama tal varie-
B. iPorUacl em therapeutica; um progreaso immenso,
?d.. E5. a.e"eocia d<> medicamento, o tora, agradare!, fcil e possirel para toda. ai
Idades, para todoa os paladares e para todoa os temperamento..
a.. D"nnm?ro"s prepu.Qes de ierro at hoje conhecidas nenhum. rena lio bella, nulida-
des como o elixir de citro-l.ctacto de ferro. A seu sabor agradar el, rene o tomar-se em ama pe-
'SLii a' e tr de 1m" Pron,P,a e acil dlssolueso no estomago, de modo que completamente
uamlledo; e o nao produzr por causa da lactina, que conlem em aoa compoaico, a conatipaco de
veotre frequentemeote provocada pelas outraa preparacoea terroginoias. V
Estasi novas qualidades em nada alteram a acieneia medicamentosas do ferro, que sendo orna
substancia da qual o medico ae nao pode dispeusaa em soa elinica, de loeomparavel atilidade
qualquer formula que lhe d6 propnedades taes, que o pratico possa prescrerer sem receio. E' o
que conseguio o pharraaceutico Thermes com a preparado do citro-lactacto de ferro. Aasim este
mdicamente. oceupa hoja o primeiro lugar entre as numerosas preparagoe. erroginosaa, com o
atiesta a pratica de mullo mdicos distioctoa que o tem ensatado. Tem Ido empregado como im-
menso proyeito as molestias de languidez (cblorose paludas core. ) na debilidade sobsequente as
bemotAasMa. naa hydropesias que spparecem depoiadaa intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as parolas brancas, na escrophula, no rachitismo, na purpura hemorrhssrica. na
convalescencia das molestias graves, na chloro-aoemia das malheres grvidas, em todos os caso
em que o aaogue ae acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affecedes chronicas, cachis tuber-
culosas, cancrosa, syphllillca, excesso. venreos, onanismo e oso prolongado das precaucoes mer-
n,wE.8iLS/D6rmdad-S ,end0 'nui ["lenles a sendo o ferro a principal substancia de que o
Si!^?*.?.1^ ma tf' "* de^el"; aulor d0 ro-lactato de ferro merece louvorei e o
do fe ro humanidade, por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem receio
Consultorio medicocirurgico
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Consulta por ambos os systemas, .
nanhnm !,8.tlOq-Vemde5Ue^-fm!d,OSd08eUeStabeleCm^^ COffl OS de
?2r?.* ^'i "t0 gMnde Cred,t0 de que ,empre Kozaram e gozam ;o proprietario tem tomado
ScSiS-nS 8Crevefro 8eu nome todos os 'llos. devendo ser considerados como fatelfica-
S?.r 2?qi m.i5ue ,rem Ptentawd0 esU marca, e quando a pesso. que os mandar com-
pe"mrc.rSo8/oro0Jeuerntoeme?C0,DPanhara Um" Cnt' "S'08da Dr" Moasoao em pa-
m.Mn.^1^ ?m : acabade repeber de Franca grande porcio de tinctura de acnito e belladona, re-
!^e8.u!de,KUmma,mp0l^nc'aecuja8proPriedade8a0la0 conhecidas que os meamos Srs
medico, allopatbas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avalaos qur em inbos qur em linduras cuslario 1M0 vidro.
. bw .L'T "".!)este1e9,abelecimenlonauncia a seus dintese amigos que tem commodoa
sufflcieotea para receber alguna escravoa de um e outro sexo doentes ou que precisem de aum,
operacao, afflancando que serio tratados com todo o disvelo e promptido, como aabem todo,
aquellas que i tem tido escravos na casa do annunciante. .a uaea ioqoi
A situagao magnifica da casa, a commodidadedos banhos salgados sao outras tantas vant.
gens para o prompto resUbelecimento dos doentes.
-1 i.t.PST Ua-Dl*ere ll com o annunciante devem procur-lo de manha at Jl horai
Dr. 060 Motcozo.
internato
^Estabelecido 110 lugar da Capuiv ., um dos arrabaldes|l|
1 ^ mais prximos da cidao^e do Recife.
DIRECfOR-0 BACHAREL EM MA.THEMATICAS
Precisa-se de um eriado forro part todo aervi-
0 da casa de homem solteiro, e que sirva para
earregar agua no chafariz : a tratar na raa da
Cruz, armazem n. 25.
Aloga-se o primeiro andar d. sobrado da rea
da Imperatriz n. 40 : a tratar no meamo.

ESTRADA DE FERRO
DO
a Sao Fraacisco
(limitada.)
Pelo presente se faz publico que do Io de Ja-
neiro de 1882 em diaote todas as mercaduras
remetlidas para a eidade do Recite pela sesma
via frrea serio enviadas, se assim exigirem, da
estacio das Cinco Pontas, pelo mar para o depo-
sito dos Srs. Velloso & Dantas no cies do Apollo.
E. H. Bramad,
Superintendente.
Sociedade bancaria.
^%:i^;"um"mm daviagemde SS. MX.II.
s provincias do norte.
Aloga-s. o segundo anda; da ca.a n. 183 da
ra Imperial, e o segundo da ra da Imperatriz
n. 188 : a tratar na ra da Aurora n. 36;
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratoa de
Retrato. de
Reir toa de
Retratos de
Hawleyotypo
Hswleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
novo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
a funecionar e rece-
Este estabelecimeato de educacao e instroccio principiar
beta alumnos do dia 10 de Janeiro prximo futuro em dianle.
s funecoea do esUbelecimento. a ordeof e regularidade do servico no intrnalo a
i?.?'5.'"10 qUe erre"a ilor e os professores a bem do .provei*.
^lae,ra, ds lumooi.rto circmst.oci.s que devem animar a garantir os
paes de familias que desejam dar a seus lhos urna educagao regular. *"aa,,r **
Gadeiras de entino.
Prime!r" lettrasdividida em duas classes, tendo cada urna o seu nrofessor
EP,?.Uenhlat,,n^anC^,i,!g,8I "'"htica, algebra e gaometria. geoKhi" e
historia, philosophia, rhetorica, deseuho, msica, daosa e gymnaslica. *m'"9an "
Nos estatutos do intrnalo que est
acham consignadaa as eoodiccoes de en
quem os quizer
gosto
gosto
gosto
gosto
inven$o
invencSo
invengio
invengao
invengo
Precos baixado para pouco
tempo.
Pregos baixado para ponco tempo
Pregos baixado para ponco tempo
Precoa baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
3*000 5*000 10*000 20*000
3|000 5|000 IOjOOO 20000
39000 5000. 10*000 20000
3000 59000 10#000 2O004
s 39000 5ooo io#ooo aoooo
S Expleodido alfinetes de ouro
Explendido alfinetes de
Explendldo alfinetes de
Expleadido alfinetes da
Expleodido Ifinnie. de
Para retratos
Para retratoa
Para retratos
Para retratos
Pars retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido qfiadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machina. p.ra
machinas pars
machinas para
de lindos
ooro
ouro
ouro
ouro
4PPK0VAC0 E AUT0RISAC10
da
L UU I R tiC I
CMAPA8
ELECTRO-MAGNJ
De Rica
Para
iCOieiNAES
STlGAS EPISPASTICAS
do Kirk
serem applicadas s partes affectada&
sem resguardo nem incommodo
Com estas CHAPAS-ELBCTio-lUGirEncAS-EPisPASTiCAS obtem-se urna cura radical e n-
.l.vel em todos os casos de inflammaco ( cansado ou falta it respira&o ), sejam internas ou
externas.eomo do Bgado, bofes, estomago, baco, rins, tero, pello, palpitaco de corceo, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as afeesdes nervosas, etc., ele Igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual fdro sen
tamanho e profundeza por meo da suppura^o serio radicalmente extirpados.
O uso dallas aconselhado e receiladas por habis e diitinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obiidas o fazem merecer e conservar a confianca do publico
que j tem a honra de merecer, depois de 24 aunos de existencia e de pratica.
As encoramenda das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as neeessanas explica55es, se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parle do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco com, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seu
famanho em um pedazo de papel e a declarado ende existem, atim de qae as chapas sejo da
torma da parte affectada e para seren bem applicadas uo seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das competentes explicaces e tambera de todos os acces-
orios para a collocac,ao deltas.
Consulta as pessoae que o dignaron hotrar com a sua confianca, em seu esariptorio, que
se aehara aberlo lodosos dias, sem excepcao, das 9 horas da roanhaa as da larde.
119 Ra do Parto ||!l
PERTO DOLA^GO DA CARIOCA
___" Wi SSM.____
i m mmmwo
m do^maaVB?lf m*^ *r^l"* de JmAiwandre Bibeiro,
retrato.
gostos
gostos
gostos
gostos
go.to.
ver
ver
ver
ver
ver
Vende-.e
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Caixas
Caixas de lindos
Caixas de lindo.
Caixas de lindos
Caixas de lindos
Todos venham
Todos venham
Todoa venham
Todos venham
Todos venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprio.
Para tirar retratos
P*ra llrar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orboroe retratista americano
Ra do Imperador
R o Imperador.
O abaixo asaigoado faz sciente aos herdei-
ros da finada D. Brites Sebastiana de Horaes
proprietari. do engenho Iohaman, que a dita se-
nhora acha va-se a dever-me 2:240 constante de
urna letra vencida em abril de 1860, correndo
juros, proveniente da. renda, de cinco anuos da
parte que tenbo no referido engenho, sendo a
renda aonual de 400, e de mais 1:200 de tres
anno. que tem de veocer-.e o terceiro dito em
malo futuro de 1862, resultando toda a quan-
o oiJ,0l5 do correnl" derembro, em
diBtr5g460 ; e para nao haver davida fago esta
advertencia afim de flearem certificado., e no
tempo competente de aua. partilhas app.recerei
com os documento, para aerem separados os
Lbens preciso, para esse pagamento.
Joao Marques Bacalbo.
Quem precisar de urna casa com bons com-
modoa para familia na aprazivel povoacio do.
Arrombados, multo fre.ca e baobo perto, par. o
lempo do verlo ou por anno, dirij.-se em Olind.
a tratar com o Sr. subdelegado Francisco das
Cbagaa Salgueiro, ou a ra da Prala desta eidade
segundo andar por cima da typographia, que a-
char sua dona p.ra ajastar.
Criado.
Precis.-se de um criado para todo servico de
urna cas. de pouca familia ; a tratar na ra da
Cadea do Recife n. 59, primeiro andar.
Aluga-ae ume.cr.vo bom earrocairo, Um-
bem aerve para criado de casa estrangeira, do
que ] tem pratica, oa para outro qualquer aervi-
co : na raa do Livramento n. 22, terceiro andar.
= Alega-.e o rm.zem e primeiro andar da
casa da roa da Cruz n. 11, para eacriptorio : a
tratar no segundo andar.
AttenQo.
Qoern qaizer comprar uma mobilia de amarel-
lo e mal. afgana traite*, aasim como tres eacra-
vos, .eudo dona do genero masculino e um do
temenlno, ou mesmo aluga-ls, diriia-se i cata
4a raa da Concibo da Boa-Tista n. 1, qae echa-
r com qeem tratar.
O dentista Numa Pompilio.
Ra eitret*do Rosario n. 22, pri-
meiro andar,
planta dente, pela preasao do ar, por mola, e 11-
gaauras, e faz todaa aa operaedea de sua arte
..IT. .l8,""e lagar utn Dre,<. d.ndo-M o
lastento e paga-ae menaal oa semanal, p.ra o
da prsja da Independencia.
.73v' u" DreiUl 0^',,' de um andar o. 33,
defroote da padaria de Jos Lulz, faz-ae pastis
de carne, feftio de Pariz ; quem quizer mande
eocommeodaroa ve.pera de festa : tambero se
fazem bandeja, de bolioho.de difiranles model-
ios.com multa pereigao ; veodem-.e doces sec-
eos de caj, limao, mangaba, abobor.. jileas
doces de ovos, e mais arranjos precisos para me-
ta, jalea de substancia.
-Carvalho, Nogueira & C. na ra
do Vigario ri. 9 primeiro andar, team
sobre Lisboa e Porto.
Memorias
Os senhores que subicremam para a es-
sao das Memoria, da Vi.gem de SS. UM. II.
provincia, do norte, queiram mandar receber o
primeiro volume na livrarla ni. 6 e 8 da praca
da Independencia, mandando levar o importe os
que anda nao o tiverem pago.
Aluga-ae a cssa terrea n. 54 da ra do
Brum, propria p.ra grande familia : a tratar na
ra do. Guar.rape. n. 46.
Na roa do Vigario o. 33, primeiro andar.
precisa-se alugar um preto para fazer o Borrico
de urna ca.a de familia, preferlodo-.e que saiba
tocar canoa de carreira.
a\fBlGlj[\
UNDICiO LOW-MOOR
RnadaSeBMllaNva'i.42.
Reste astabalecimentoeonnua a haver um
ompleto sortimento demendasemeiesmoen-
d aferr batido e coado,da todos ostamanhos
para dito,
Aluga-se
armazem u. 2 da ra do Imperador : a tratar
na ra do Crespo n. 17.
O Sr. Geraldo Correia Lima queiraappare-
cer nesta typographia, que se lhe precisa fallar.
Guimares Luz
em consequencia de estarem na liquidado do
Qado, outra vez rogara a todos os saos devedorea
em geral qae tenham a bondade de vir ou man-
daren] pagar seus debito, at o flm do mez de
Janeiro prximo futuro; aquelle. que assim o nao
Dzerem tenham paciencia, que suas contas serio
entregues no principio de fevereiro ao procura-
dor para aerem cobrada, judicialmente. Recife
13 de dezembro de 1861.
Urna criada,
Precisa-se de ama roolher forra oa captiva para
criada de urna casa de pouca familia, que saiba
conchar e engoramar: quem estiver nestas cir-
cumstancias poder dirijir-se ao armazem n. 45
da ra da Cruz, que achara com quem tratar.
Quem tiver achado urna pulseira formada
de coracoes de ouro com um ramo de flor no
centro de cada um delles, esmaltado de aiul es-
curo e verde, a qual perdeu-se na noite de Natal
na igreja do convento do Csrmo, a aahir pela por-
ta lateral e poriaria, eqoizer reatiluir ao sen do-
no, mediante o achado, pode dlrigir-se ao pateo
doCarmo n. 18, segundo andar; assim como ro-
ga-ae aos senhores ourive a appreheoso e to-
mada de dita pulseira, caso lhes seja offerecida
por venda.
Padaria-
Vlnde-se a padaria da ra de Domin-
gos Pires n. 50, com todos os seus uten-
cilios em bom estado, garantindo-se a
casa da padaria, e tambem a que fica
junto, propria para morada : o dono
deste estabelecimento estando embra-
atrataa ^do com muto* outros negocios, esta'
retratoa disposto a fazer todo e qualquer negocio
tendente a venda da mesma padaria, e
por isso convida a todos os senhores que
quizerem se propot a tal im, a se dirigi-
rem a ra da Imperatriz n. 45.
- Precisa-se de urna ama, que saiba
cozinliar e engommar : quem quizer
dirija se a ra do Imperador n. 73, pri-
meiro andar.
Uabioete medico cirurgico.
t Ra das Flores n. 37. 2
? Serio dadaaconsiltaa medicas-cirursi- Z
ca pelo Dr. Eitevio Cavalc.nti de Albo- m
\ querque daa6 sito horasdamanWa.ac- m
i cudindo ao. chamados com a maior bre- i
i vidade possivel.
t Partos.
i Molestias de pello.
| 3.* dem do olhoa.
? 1" .deni0' or*Soa tnllaei.
? Praticaritoda e qualquer operacio em 2
) ieu gabinete ou em casa dos doentes con- *
i forme Ibes fdr maii conveniente.
:
forro para trabalha
a tratar na raa da
Precisa-se de um menino
em urna fabrica de vela.
Cruz n. 26, armazem.
Antonio Joa Pereir. alaga ou vende o.eu
sitio em Santo Amaro, paliando a casa di Illm.
Sr. Aotooio Jos Comea do Correio ; os prelen-
denles dirljam-ae a ra Nov. 26, |0a<
NOVAS JOIAS
Seraflm & Irmio com loja ale eurr*. oa es-
quina da ra do Ctbugi n. II, confronte ao pa-
teo da matriz de Santo Antonio, fraiqaelam ao
publico o escolhercm as mili modernas e delica-
das obra, de ouro nitrito em costa e notamente
chegadaa ; garantem a quaUdade do ooro, pas-
eando contas com as neeeuariaa deelaraedea no.
recibo. ; tamben iroeam e receba para fazer e
concertar toda ejjualqoer jola : o. meamos pre-
rinem que nioguern ae deixe Iludir por indivi-
duo, que and.m vendendo jotaa por fra deata
prac, dizeodo aerem da ca.a do. meamoa, pota
nunca tiveram, nem lem pesaoa alguma encarre-
gada de vender joia. su...
bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es-
quina que volta para a
camboad (armo.
"" Vun cnoo ama pufseira de ouro. perdi-
da da ra da Seozala ao Corpo Sanio, ou meamo
nesta igreja, na mina do Natal, e a queira entre-
gar, poda-o fazer na ra do Vigario o. 8, qae se
recompen.ar.
Antonio de Araujo Goaa retira-ae de.la
provincia aem dever cousa alguma, naa ae al-
guemjulga-ie com dlreito a reclamacao. pode
faze-la na casa o. 4 da roa da Uuiao at o alti-
mo deste.
M&
Pmna-aa d ama ana forra oa captiva (pre-
fere-ee eapUva) para o aervieo laten* exierae
de urna casa de urna aeohor. em Cachaaa, mas
que saiaa cosiahar a engommar bem, paga-ae
bem ; tratar aa ra da Cadete do Rteife, loja
somero 11. -i-
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
r"r.dericGautier,crurgaodentista,faa-
todas as operacoes da sua arte acollocaj
dentesartif ciaes, ludocom a superiori-j
dadeeperfei(o[uea pessoasentendi-j
das lhereconh.cem.
Test agua psdentifricios te.
Puoileiro e vidraceiro.
Grande e ora ofllcina.
Tres aortas.
31RuaDireiU31.
Neste rico e bem montado eatabelecimento ao-
contrario oa fregueses o m.i. perfeito, bem aca-
bado e barato ao sea genero.
URNAS de todaa aa qualidadea.
SA5I^R!?s 10 riralisnm comojacarand.
BANHHRUSde todos o. tamaito..
SEMICUPlASidenidem.
BALDES dem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLBA em calza, de toda, aa gronurai.
PRATOS imitando em p.rfei;io a boa portel-
IAD8.
CHALEIRAS de toda aa qualld.des.
PANELLAS idem idem.
COCOS CANDIEIROS e fl.ndrea p.ra q.al-
qoer aortimento. H
VIDROS em caixas a a retalho de todo. o. U-
mindando-ae maohoa, botar dentro dacid.de
em toda a parte. ue,
Recebem-M encommenda de qualquer oatu-
reza concert*, que tudo ser de.empenb.do a
contento.
VeSSr,e 0IB escrT0 foni idade de 52* an-
uos por 300 por ter um. fistola em ama perna
a pesaoa que quizer. dirija-.e a ru Direita a. 14.
-- Vende-se um csrro em bom estado com 4
rodas : quem o pretender v a ra do Padre Flo-
riano, casa n. 31, que acbari com quem tratar
eate negocio, e se ai por pre?o commodo.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO flOLLOWA* CL
Milhares da individuos de todas as naees
pode testemnnhar as virtudes desta remedio
ncomparaveleprovaremeaso necessario.que,
pelo uso que dalle fizaran tem seuorpoa
membrostnteiramentesaosdepoisdehaver em-
pregado intilmente outrostraumentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
ravilhosas pela le tura dos peridicos, quelh'as
relatam todos os disshamuitos annosz .
maior parte dolas sao tao sor prndenles que
admiram os medios mais eelebros. Quintas
pessoasreeobraramcom este soberano remedio
o uso de seus bracos o pernas, depob dedur
permanecido longo tempo nos bospiues.oum
deviam soffrer a ampulacao Dallas ba mu-
easquehavendodeixadoeoses, asylos dep.de-
Verdad;ir7.~m%3c-m^\oVher.ihto. pre- ^Ta\ P"' lto "bn'te"- V
paradossom todas as cautela a necoasariaa, in- 5?. dolprosa foram euradas compleUmento.
falliris em seus effeitoa.tantoem tintura,como ^iu o uso dessepreeioao remedio. Al-
^tobuloa. polos procos mais commodoa por- gamas das taes pessoa na enfusio de seo reeo-
nhecimento declararas estes resultados benafi-
Fogo do ar
Continua-se a receber ancommendas de ludo
quanto for relativo a eala arte, ba muito conhe-
cida fabrica de fogo de artificio do fallecido Ru-
fino : no bizar peroambucano da ra do Impe-
rador n. 6.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
CONSULTORIO ESPECIAL HOIEOPATHICO
DO DOUTOH
n SABINO O.L.PINHO.
Ruado Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desde as 10 horaa
at meio dia, acerca das seguiutes molestias
molestia da mulheru, molestias das crian-
cas, molestias da psllt, molestias dos olhos. mo-
lestias syphiliticas,todas as especies de febru
febree intermitientes e suas conssqueneias,
PHARaUCIA ESPECIAL H0ME0FATHICA
SIV.IS.
N. B.
Os medicamentos do Dr. Sabino alo
qae o forem fra delta sao falsas.
Todaa as carteiras sio acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
a, Asearteiraiquenaolevaremesseimpreseo
assim marcado,emboratenbam natampa o no-
me do Dr. Sabino lio falsos
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefere-ae de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella n. 38.
Altenijao.
Lentilles Le meilleur el le plus salubre de tous
les legumes, rafraichiisant, et leger i l'eatomac.
Se preparen! de toutea les manieres et i toles
les aausses. Se trov.nt a l'armazem do Progrea-
aivo e Progressista place do Carmo o. 9, et ru
das Cruzea n, 36.
Roga-.e so Illm. Sr. Jo.quim Jos d'Aguiar
o obsequio de comparecer n. ra Nova e. 43, ou
anounciar sua morada para ser procurado.
Precisa-se alugar urna escrava que .eja de
boa conducta, para o servido de cozinliar e en-
gommar em urna casa de familia: na ra do Vi-
gario n. 1.
. vi meoicimenio. ao Dr. Sabino sao ,.j;.. T i----- cenen-
anicamante vendidos em sua pharmacia; todoa co,,t,1*n o Io*d corregedor o outros mais-
que o forem fra deltaaio falsa.. Irados, afimda mi< mum;..........<,_*
sis autenticaren sua a firma-
irados, afimde
tifa.
redor a. ~seguinleY7aaVraY7 Dr." SaVino"o. Ninae" Mpwria do estado dessude so
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto uvesse,)3stanie confianza para encinar este ra-
tgaalmente na lista dos medicamentos que se pe- medio constantementeseeuindo aleum tpmnr, a
mMM.tMMM. trsumenio que necesstasse a naturezaTmal
cujo resultado seria provarincontestavelmna.
Que tudo cura.
O ungento he ntil, mala particu-
larmente nos seguinteseasoa.
Precisa-se
de alugar urna escrava para o servico) de casa,
sendo que engomme e ensaboe bem : a tratar em
Fra de Portas ra dos Guararapes n. 30.
im&a
Preciaa-se de ama ama para comprar e eoii-
nhar em casa de pouca familia : na ra do Ca-
bugi u. 3, segundo andar.
Festa da Senhora do Mon-
ta tu\ OUnda.
O Illm. Sr. D. Abbade de S. Bento, da accordo
com o abaixo aiiignado, traoaferio a mesma fes-
ta do dia 31 do correte mez para 12 de Janeiro
de 1862.Manoel LuizViries-
Precita-se de urna ama que saiba cozinbar
e engommar ; atraz da matriz de Santo Antonio
o. 28, primeiro andar.
Aluga-seo primeiro indar da caa da ra
da Senzala Velha n. 36 : a tratar na ra do Cres-
po n. 19.
Precisa-se de urna preta que aaiba engom-
mar, lavar e cozinhar, para urna casa de pouca
ramilla, pag-se bem e se promette muito bom
tratameoto ; oa ra das Cruzes n. 20, segundo
andar.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores de eabeea.'
das costas.
dos raembros.
Eofermidades da culis
em geral.
Dilas do anus.
Erupses escorbticas.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Infiammapk) do ligado,
Inuammaeao da|beiiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Qneimadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do figado.
das articulaces.
Veias torcidas ou no-
dss as pernas.
tompras
Coinpram-se acedes do novo banco de Per-
nambuco : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
_ Compra-se urna escrava com ai habilidades
precisa, p.ra orna casa de familia, e que tenh.
bom comportsmeulo.
Vendas.
Atten Vende-se um eabriolet de duas rodas por pre-
go commodo : aa ra da matriz da Boa-Mista,
sobrado n. 33.
Veoem-ae 400 ou 500 patatdes braiileiros
e colunanos : na ra da. Cruzea n. 22 ae dir.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ba no mercado e a preco muito
cammodo : no escriptorio <*e Ifsnoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
No Manguind casan. 43, vende-se
dous bois mansos para carraca e por
barato preco
: Vende-.e urna escrava sem o menor de-
leito e achaques, de 18 annos de idade pouco
mais ou menos, por motivos que oio desagrada-
r ao comprador; na ra do Vigario n. 8, segun-
do andar.
Na padaria de Aotooio Peroandes da Silva
Beinz, ra dos Pires n. 42, vende-se a muito
acreditada bolachinha igual a ioglesa, dita de
araruta, todo o Irabalho neata ca. bem como o
pi e bolacha feito das nelbore. farioba. e
trabalhado com o maicr aueio poaalvel, farinha
a melbor do mercado 180 n. libra.
Vende-.e por comnodo preco, urna carro-
R"..1 L."".rU60-?0?1" MCBe'ir *** con-
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral do Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanba.
Vende-se a 800 rs cada boestinba contm
urna nstamelo em portugus para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambueo.
Feijo em saceos. *
Na ra do Vigario n. 10, escriptorio
de Matheus & Rodrigues, tem para ven.
der muito superior feijo em laceo.
Para homem.
Palitota de casemira a 10 e 12, ditos de brim
de iodos o. precoa, cal;., de casemira de cores e
PT{" I 8 7. ditas de brim a 1, 1J600,2 e
2|500: na ra da Imperatriz loja da arara de 4
portas n. 56, de Magalbies & Mendos.
Opiata iogleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que so len-
tia dessa aprociavel opiata ioglesa lio proveito-
aa e aeeeaaaria para os dentes, isso porque a to-
ja d'aguia branca acaba de recebe-le de eaa ea-
commenda, continua a vende-la a l|SO0 ra. a
caita; quem quizer conservar seos denla, per-
fectos 6 preven ir-1 e mandando-a comprar .m
dita loja d'aguia branca, ra do Quaim.do n. 16.
Vendem-se a. Ierras chamadas Sircuc,
qae ficam prxima ao mi da eidade da Victoiia
(Santo Aolao) entre oa engenhoa Pedreiraa e Es-
pirito Santo, com boas proporces para planta-
cea de caf e algodio. Nao exige-e dinheiro
viu, bastando que pague o comprador um Juro
mdico pelo lampo qae coovencionar-se o paga-
mento total: a fallar com seu proprietario o Dr.
Reg Dantas, no engenho Goiabeira, de Sanio
Amaro de Jaaoatio.
fronte a estacio da vi. ferr.
Vende-se na roa da Pa coxeira n.
44, urna parelha de cavallos para car-
ro, por preco commodo.
Bom roe de Garanhuns.
Veode-se o verdadelro fumo das capoeiras da
paxanbuns; aa tabana ao progreaslvo da estrel-
la da roa do Ara gao n. 86.
Veode-M na carleire do orna ttete, e um
eipadm de Uinh. a cabo doar.de: oa raa do
atndete o. 67. ?*-:
Maa.eflitR.al
^bbbbbbbbbbbI
POTES PARA RAP.
Retfa?l5teao,D*gniae",*tMp,"r',>*CO,a rrsoln r na ra da Cdate do



/
DAIW M M&JUIJOCO SEGUNDA FEU 3 ti DEZKMBRO DI la
=

mm m
Para as provincias de Prnambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Atagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendaVto, pocas geraet, nacionaes, das
de galla tabella de aira, noticiis planetarias, eclipiei, partidas
de correioi, audiencias, e resumo de chronologia, a res 160
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contem. todas as materias das
de porta emais tabellas do nsciment, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial! nomes e ttulos dos chefes dos
principaes estados do mundo] tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasueiros e euro-
peus, tabella dos impostas geiaes, provinciaes, e municipaes, re-
galamentos de incendios, e entrudo, e algumas putturas munici-
paes, artigossobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collec3o de remedios, a res. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos chefes dot principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, lita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileirot e europe s, tabella dos impostes geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regular aentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracSes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a ris. .......520
Acha-se no prelo o almanak c ril, ecclesiastico, administrativo, agrco-
la, commercial e industrial, oqual sahna' no fim do mez de dezembro, nSo po-
dendo ser a Ates pelas mudancas.
Superior rep de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rap princesa-Brasil en
frascos, chegado no utimo vapor (rancez Etirt-
madure, na loja da boa-f, ra do Queimado
n. 22.
s
4 ra do Oueimado
Dumero 10. ;
Loja de 4 portas
DE
Frreo & Maia.]
E' chegado um completo sortimento
das saguintes fazendas, o mais moderno '
que tem apparecido no mercado : |
Chapeos pretos para horneo.. .
Ditos de palha para senhora.
Ditoa de pellica para meninos e meninas. I
Borzeguius para homem e senhora por j
menos preco de que em outra qutl-
quer parte. <
Riquiasimas espiabas de grosdenaples i
preto bordados para senhora.
Ditas de caxemira dita.
Caaaveques brancoa bordados.
Sintos lloarados do ultimo gosto.
Eoleites de retrox e missanga.
Baldea de duaa saiaa o mala rico que
tem apparecido.
s
s
Grande liquidacao da
Arara. -
PARA ACABAR.
Vende-se peces de madapolao fino entestado a
3a, cortes de caaemira preta a 39, ditos fiaos de
cores a 4|500, cortes de fuslao a 18120, tapete
para forrar salaa s 600 rs. o coaado. fil de linbo
branco e de corea a 200 rs. o covado, tarlatana
de corea brancas a 800 rs. a rara, ricos cor-
tes de cambraia braceos e de cores de babados
a 29800 e 3}. ditos de tarlatana de 3. 4 e 5 baba-
dos a 35500, ditos enfestados com entre-meios a
69, cassas a turea para vestidos a 240, 280 e 820
rs. o corado, ditas garibaldinas a 360 ra. o cora-
do, lia de quadriohoa para vestidos a 280, dita
chineza entestada a 400 rs. o corado, saia bailo
de nova invencio de 14 e 30 arcos a 3*500 e 4g,
dilaa de madapolao a 3$, saiaa de cordio que faz
vez de balao a 28400 : na loja da ra da Impe-
ra triz, da Arara, de 4 portea n. 55, de Hagalhee
& Mandes.
Fabrica do Nonteiro.
Crystalisaco e refinaco
de'
assucar.
Deposito na roa de Apollo n. 6, e pi ac
da Boa-Vista n. 26.
Este importante estabelecimento contina a
fornecer aoa teas inoumeroa freguezes do alvo e
puro assucsr cryslalisado, em po e em pies, 1.a
e 2.a qualidades, pelo preco de 160 e 200 ra. a
libra, e do retinado a 100, 120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador teri um descont
favoravel. Noa mesmos depoaitoa tambem se
vende mel de assucar a 600 ra. a caada, e car-
rio aoimal em p a preco commodo.
Tiras
bordadas em ambos os
lados,
Vendem-se liras de cambraia bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem ae pode par-
tir a meio, pin aaias e outns muitas cousas,
costa cada lira 19200: na ra do Queimado, loja
osguia branca n. 16.
Potassa americana.
Vende-ae potaasa americana muito nova t de
superior qualldade: no escriptorio de Manoel
Ignacio deOliveira & Filho, largo do Corpo San-
CHAPEOS A (AIIIALM.
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Gunha & Suya.
Os mais moderos chapeos a G a riba Id i e chi-
ques, de paliaba e fellro, mui lindos, e ae ven-
dem pelo barato preco de. 10 e lzf.
PaletoU a Garbaldi.
Palelota de seda a moda Garibaldl, imitando o
Bflsia finissimo brim trancado de corea, muito pro-
prios para os bailes, festsse passeios campestres,
pelo diminuto pre?o de lOf.
Chfeos baratos.
Chapalinas de seda para senhora, pelo baralis-
aimo proco de 89, chapeos de teda e de merino,
bem enfaitados, para meninos e biptisado i{<
79, ditos de palba e aeda para seohora a 10J, di-
toa de seda do coras, copa beixa, para homem a
6J, ditos de eaaomif* de cores, polo diminuto
prego de 19600, chapeos de castor baanco aem
pello, bonitas formas a 12$, boneta trnceles de
panno para meninos a t|5Q0e3#.
Guardanapos e toalhas.
Doxia de gusrdatapos para mota a tf e 99400,
toalhas para mesa de 1[4, li2 el varaa a 19000,
l|60O e f.
Vestuarios pan enanos,
de fusto, eofeitadoa, a 39, balds para soahora
a 39500, bonita* voettdot de pflae.tosa pelo bata-
to preco de 12>, toalhido de linho adamascado
cosa palases a ItrejOM o 2fi0 Tara, manttt
de fil braaoo, manteletes, lequea de diversas
quaridadet, gotliahat. mtOMitos, todas de oa-
drinhos, outrat asaltas Uzeadas ate ae ven-
dem por barato proco aa referida loja cima.
Attencao.
Veude-se confronte o porlo da fortaleza das
Cioco Pontea oseguinte : earrocaa para boi, di-
tas para cavalloa para agua, carrinho para traba-
Ihar na alfandega, ditoa de mao, rodas para ear-
rocaa e carriohot, eixot, torradorea de caf com
fogao, boceas de torno, bandeiras, ferros de rol-
las de todas aa qualidades, dobradicas de chum-
bar de todos os lmannos, fechaduraa de ferrolho,
ferrolho de chapas, ferro de embutir de todos ot
tamanhos, e porlaode ferro.
As verdadeiras lavas de
Joovin.
Acabara de chegar polo ultimo vapor para
loja d'agula branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as edree.
Loja das 6 por-S
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletota de panno fino sobrecasacos,
ditos da caaemira de cor de fusto, ditos g
de brim de corea e brancoa, ditos de 2
ganga, caigas de casemira pretaa e de w
corea, de brim branco e de corea, de gsn- A
a, eamiaaa eom peito de linho muito *%
as, ditas de algodao, chapeos do sol 2
de alpaca a 49 cada um. B
Ra.da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende le; ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idera
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna barcada.
Vende-se urna barcaca do porte de 35 caixaa,
leDcalhada no eataleiro do mestre carpinteiro Ja-
ciotho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aonde pode ser vitta e examinada pelos pre-
tendemos ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Uanoel Airea Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Liquidacao da Arara.
para a festa.
Vende-ae cortea de chitaa unas com 13 cova-
doa a 29500, ditoa de riscado cbinez a 29500, ditoa
de chitas ioglazaa a 19500, ditoa de riscado a ga-
rbaldi a 29800, pecaa de eassa adamascadas pa-
ra cortinados com 20 varaa a 9g. ditas de 10 va-
raa a 49500 e 39, pegas de cambraia de aalpicos
com 8 1|2 varas a 49 e 49500, pecas do cambraia
brancas a 19600, ditas finas a 3$ e 39500, chales
de l a 19,ditoa de li e seda a 1*800 e2|500,ditos
de merino estampados a 2|500. ditoa de ponta
redonda a 69, ditoa de eroxe a 7S. chitaa a 160 e
180 rs. o covado, ditaa trncelas a 220, 240 e
280 rs.: na ra da Imperatriz loja da Arara de
4 portas n. 56. de Magalbaes & Uendea.
Esperanza.
Receben de aua encommenda pulcai- V
raa de cabello que vende por 109 o par, Q
braceletes de mosaicos a 69 cada um, s*
agulhaa victoria a 120 rs. o papel, pon-
tea de tartaruga a 8, 10 e 12. precos W
porque nioguem pode vender (boa la- A
renda) estes artigos nao se encontra em Z
loja nenhuma por isso vio a ruadoQuei- "**
V mado n. 33 A, loja da Esperanca.
Esperanca reduz a exprs-
sao mais simples.
(A* DINHEIRO.)
gjp Todos oa artigoa que estao na loja SJ|
i maito barato quem quizer vi comprar e a
veri : rus do Queimado n. 33 A, Guima- '
raes & Rocha. Q
iHTAIL
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de rniudaja*
de Josd de Azovedo Maia o Silva, est vendando
todo madto barato para apurar dinheiro, poia o
ue presentemente maia precisa.
roa de ponnas de ac de diversos mo-
delloa a................................
Caixiscom agulhaa franeexas a..........
Caixaa com alflnetea a..................
Caixaa com apparelhoa para meninos....
Ditas com dito para grandes a..........
Baralbos portuguezesa............120 e
Groza de botw de osso para caiga, pe-
queos, a..............................
Tesoursa para unha muito Anas a......
Ditas para costura a....................
Barathoa francezes muito finos a........
Agalheiroa com sgulbaa a..............
Caivetes de 1 folha muito finos a 80 e
Pegas de tranca de lia com 10 varaa a..
Pegas de franja de lia com 10 varas a..
Pares de sapatos de tranga a............
Carlea de alfloetes francezes a..........
Escoras para limpar denles a 200 e___
Massos com grampos muito finos a....
Carles com clcheles com algum de-
feito a...............................
Ditos de ditoa de superior qualidada a
Didaeade ac para seohora a............
Riarejoa com duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
EnQadorea para vestidos, sendo muito
grandeaa..............................
Caitas com clchales frabcezes a........
Cartas do al teles para armacfto a......
Charutelras muito floaa a................
Tinteiros de vidro eom tinta a..........
Ditoa de barro com tinta superior a....
Ara preta muito fina, libr*............
sem segundo.
Ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, esti disposto a vender tudo por precos que
a todos admirara, assim comoseja :
Frascos com agua de Lavando muito su-
perior e grandes a....................
Duzia de aabonetes muito finos a......
Sabooetes muito finos a................
Ditos ditos muito grandea a............
Frascos com cheiro muito finos a......
Garrafaa com agua celeste superior a ..
Frascos com bao ha muito fina a........
Ditos com dita de urso a................
Frascos da oleo de babosa a............
Ditos de dito muito finos a 320 0......
Citos com banha tranaparento a........
Ditos com auperior agua de colonia a...
Ditos ditos frascos grandes a............
Ditos de macaca e de oleo a............
Lioba branca do gaz a 10 ra. traa por
dous e a..............................
Linha em cartao de Pedro V com 200
jardas a ..............................
Dita com 50 jardea a....................
Duzia de meias cruat muito encorpadaa a
-.y,"';
5
500
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
160
200
800
19280
100
400
40
20
40
100
100
200
80
40
80
19000
160
110
120
800
500
160
200
500
19000
240
600
240
500
900
400
600
100
20
60
20
29400
Ra do Queimado n. 10, loja
de 4 portas.
Venda-se panno verde, preto, azul o sor da
caf, ovado 39.
Casemira preta superior qualidade corado
19600 e 19800.
Chales de touquim para acabar a 10,15,20,
su e 41*9
Superiores cortes de aeda o mais moderno que
tem vindo ao mercado a 90, 100 e 1209.
Sediobaa de qoadrinhaa e flores, superior fa-
zenda e moderno gosto, covado, 800, 18 e 19400.
Chaly, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do co, fazenda para vestido de senhora,
ovado 500 ra.
Taimas e manteletes pretos a 18, 20 e 239.
Superiorea vestidos brancoa bordadoa a 20, 25
e 309.
Caasaa (rancezaa floaa, covado, 240 ra.
Cortea de cassat de sal picoa, um 39 e 3J5O0.
Corles de aeda preta a 251, 30, 35 e 409.
Lencos de aeda i 600 e 800 re.
Lia de quadros para vestido de senhora rou-
pa de meninos, covado 240 ti.
Grosdenaple preto, covado 19280.
Chales de merino bordadoa a 4f.
Chitas francezas escuras, covado 240 rs.
Meias de algodao cr para homem a 49.
Cortea de velludo para collete a 39500 e 49000
Palelota de brim a 3 e 49.
Chapeoa de sol do seda para senhora e meni-
nas a 3 e 4f.
Leques para senhora e meninas a 3 e 49.
Espartilbos para aennora e meninas a 3 e 49.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelinas de seda para senhora a 8 e 105.
Camisas abertas de renda para senhora a le
35000.
Grosdenaple amarello com um pequeo toque
de mofo, covado 600 e 700 ra.
Paletot, caiga e collete de casemira, pelo bara-
iaaimo prego de 259
Ceroulas escocezas, urna 19200.
Cortes de barege com duas aaias a 8 e 109.
Cortea de seda eacoceza, auperior fazenda, com
13 e 15 covadoa cada um a 109.
Camisaa inglezsa com peilos de linho e com um i
qaeno mofo, duzia 25$.
Paletots de alpaca, um 99.
Cortea de caaemira um 39500.'
Chalea de lia e aeda, auperior fazeona, a 29500
Lencos de cambraia de linho bordados com bi-
co, a 39, 5, 6 e 89.
Ditoa de dita para homem, duzia, 69, 8, 10,12
o 149.
Setim preto maco o melhor que tem appare-
cido. covado 39.
Cbapeoa de sofcle seda para homem um 69.
Ditoa dito de dita inglesa para homem, um 99.
10 e 129.
Baldes para senhora, um, 3 e 49.
Panno de linho do Porto com 12 palmos da lar-
gura para leoges, vara a 39200 e 3|40P.
Lencos de cambraia bordadoa com bico, duzia
a 2$500.

Gollinhaa de cambraia bordados, urna 890 rt.
Camisas psra medAs/dazia 169.
Fil de linbo bordado, vara 19200.
Dito de dito leo, vara 19880.
Cortea do brim de linho, um 19600._______
Lojia das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4|.
Duna de meias crasa para homem a
I92OO e o par a 120 ra., ditat brancaa
muito finas a 2J500 a duzia, lencoa de
csea com barra de corea a 120 ra. cada
um, ditoabrancosa 160 ra., baldea do
20 e 30 arcos a 31, liazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chalea de merino
estampados finos a 59 o 69, tarlatana
branca e de corea muito fina com vara
a meia de largura a 480 ra. o covado,
fil de linho liaoa 640 ra. a vara, pe-
caa de eambraia liaa fina a 39, caaaaa
de corea para vestidos a 200 ra. o co-
vado, muaaulina encarnada a 320 ra. o
covado, ealcinbas para menina de escola
a 1 o par, gravatinhaa de tranga a 160
ra., petoapara camisa a 200 rs. eada
um duaia 29. pegas de cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29. chitaa francezas a
220 e 240 ra. o corado, a loja eati
aberta das6 horas da machia aa 9 da
noile.
KCl
Largo da 4ssembla
numero 15.
Ha continuamente neste estabelecimento as
segointes fazendas para vender, por menos pre-
go que em outra qualquer parte.
Cera de carnauba da nova safra e primeira oua-
lidade.
Cebo do Porto em pao e velas.
Sola ou vaquetas de differentes qualidades.
Courlnhos curtidos.
Farinha de mandioca muito nova, qualidade
igual a de Muribeca, milho noro, aaccos muito
grandes.
Vende-se um carro novo de volla inteira
para servigo da alfandega : quem o pretender, di-
rija-se a ruada lmperatriz n. 26, E' pechincha.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-ae em porgSo e a retalho de urna sacca
para cima e por commodo prego : na ra da Ma-
dre de Dos confronte a botica n. 30.
_ Vendem-se libras esterlinas; no escripto-
rio de Amorim Irmios, ra da Cruz n. 3.
Calcado
45
>


>



- Ra Direite 45
OugamL Oucam!..
JL il* ?,a*PM"e} o homem civiliud*
STJS"-1^? "P*^1 R' 0 "si-
no como o pi o estomago. Tolera ae um
chapeo jaca ; urna casaca do ajnatar taboado :
um vestido desbotado; maa o aapato acalcaoha-
urna indecencia, um insulto ao orgio visual de
um chrUtao. E* por lio gravea coDaidetagoes
I" Proprietario deste eatabeleeimento.
acabando de receber um magnifico sortimento.
!iaJ ,eu'"Bueaea ae apreaaem em renovar
o calcado relbo, visto estar prxima a fettt;
v ej&m i
Homem.
MmoE.^K^f.eglad0mC0'M-
BRZEGUINSiinteiric. (Rocthild) "
diveraoe fabricantea. ." '.
luatre pechincha
Sapatoe.deN.n..,T.qut,.b'aou,;re-
Ditoa Nantea batera*. *......
.....i
ingieres. ,
Nsntet meninoa. !
lustre (tola e viri. .
(urna tola). ..'.',
de tranca portuguesa. ', '.
franceza. [
Senhoras.
BOTINAS-gaspa alta o laco inglezes de
duragio loealculavel. .
francezas (lago).....; "E
de menina (Joly) ijsoo
eco........5*o
45800
4|50O
39200
21000
800
800
500
A dinheiro.
Potassa da Russia.
A 200 rs. a libra.
O bem conhecido deposito da ra de Apollo n.
24 recebeu directamente peloiullimo navio a bem
conhecida e acreditada potassa da Russia, e est
vendendo a 200 ra. a libra, dinheiro vista.
Canarios
de Portugal muito cantadores
proprios para presentes e por prego commodo;
no armazem da estrella, largo do Paraizo n. 14.
149000
99500
89000
51500
690OO
59500
59000
49500
39500
59200
3J0OO
21000
19500
610OO
gsspa baixa.
a
>
outroa (32, 33 e 34)"
Sapatos (Joly) com lio! '. '
( ) aem ealtb. '
tapeto. .
lustre (32. 33, 34). '.'.''.
econmicos para caaa.
Alem diaao um variado a abundante
Dita de ditas muito superiores a........ 49500
Ditaa de ditas brancaa para senhora a.... 3(000
Bicosda largura de 3 dedos, vara a..... 120
Groza de botea de louga a.............. 160
Carriteia de linha com 100 jardas a..... ?
Duzia de phosphoros do gaz a........... 240
Dita de ditoa de vela muito superiores a 240
Pe^as de fita para coa de todas aa larguras 320
Franjas de linho para toalhas (vara).... 80
Bicos dat linas por todo o prego, por pedido
que tenho do fabricante para acabar, o por isso
nao ao olha o que custou, o sira o que d.
Novidade no tor-
rador!
23 Largo do Terco 23.
Queijoa flsmengoa muito freacaes, chegados
neste ultimo vapor a 39, manleiga franceza a 720
e 640, manteiga ingleza flor a 900 e 800 rs., em
porgio se fsr abatimanto, assim como se torram
outros muitos gneros pertencentes a molhadoa,
assim como aejam, al, primeira e aegunda sor-
te, arroz, velas de eapermacete e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendem por me-
nos do que em outra qualquer parte a dinheiro
vista.
Chapeos de palha.
O mais lindo sortimento de chapeos de palha
das formas aa maia modernas de Paria, para se-
nhoras e meninai, ricoa aintoa ultima moda, di'
tos com lagos bordados : na ra do Crespo n. i,
ctsa de J. Falque.
Liquidacao
de fazendas modernas para
senhora.
Vendem-se ricos enfeites a torca psrs cabeca
a 29500 38, e 39500, ditoa muito finos a GtribaUJ
a 5j[ e 59500, ricos cintos a 29500, ditoa doura-
dos a 3J, golinhis a 500 rs. ditas com botsiohos
a 640 rs.. manguitos a 720 rs., esmislnhas para
senhoras a 3g, ditas bordadas a 49, manguitos e
goliat de linho a 29500 e 3g.
PAM A R
S
p
SABAO.
Joaqaim Francisco da Hallo Santos trisa aoa
aeusfraguezeadeata praoa e os de fra, que taso
ixposlo i venda sabio da aiafabrlcadanomioada
Recitanoarmazom dosSrs. Travassoa Jnior
k C, na roa do Amorim n .58; maaaa amarella,
lastanha,preta a outraa qualidades por menor
prego qae de oalratfabricat. No meimo arma-
)em tem (alto oseo depoaito davala de carnal-
taiimpleaiem mistura alguna, corno aa da
composigo.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do CabuRf o. 1 B,
racebersm de aua propria encommenda um com-
pleto sortimento de flores, o mala fino que pos-
sivel eucontrar.propriaa para enfeites decebegaou
vestido, cousa muito chique, que se rende por
prego que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
0 Pavo.
Vende-se eelernhas bordadas para meninas s
19, toras do tedt Unto para senhort como psrs
homem fazenda om parfeito estado a 500 rs. o
par, aintoa de todas aa qualidades para senhoras
e meninas e taiaa bordadas eom muito gosto:
aa ra da lmperatriz o. 60, loja de Gama l
Silva. -
B^rocam-se
charutos por dinheiro.
Na loja d'aguia branca troca-te orna eaixinha
de bou charutos suspiros por 29500 : os apre-
ciadorea da boa fumiea dirijam-te s dita loja da
agu branca, mi do Queimado n. 10.
36, ma das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
/
Importante
Aviso
Na loja de*4 portea da ra do Queimado n. 89,
acha-te um grande armazem eom todo o aorti-
mento de roupat feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna officins de altaiate, estando encarrega-
do delta um perfeito mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempennar toda e qualquer obra que te lh-
eneommende; por isso que faz um convite espe-
cial a todaa at pessoaa com especialidade aoa
Illms, Srs. officiaes Unto da armada como do
eierclto.
Faz-te fardas, fardes com auperioreapreparoa
o multo bem feitas, tambem trata-ae fazer o far-
damento todo completo conforme so osa no Rio
de Jineiro, tanto que tem os flgurinos que de
li vieram ; alm diaao faz-se sosia casaquinhas
psra montara, fardeles ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantea de sala-
do maior e de cavallaria, quer seja sngalos oa
bordadoa a espequilba de ouro ou prats, todo ao
5oslo da Europ, timbero prepara-te becas para
esembargadores e de qualquer juis segando o
estro de Coimbra aonde so fazem u melhores
eonbecidn at hojo, assim como tem maito ricos
dsennos a matiz de todaa oa corea proprios para
fardimento do pageos oa criados do libr que ae
fari pelo gosto i franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninoa jaquetat a
francesa bordadas so mesmo gosto. Afluncando
Ks por tudo se flea respontavet como soja boss
endis, bem feito bom corta; alo so (alta no
da qae ae promeltor, aegundo 4 systema d'onde
too e mostr. poU sopara a honroaa riaUa atoa
dignes soasaras fisto na nada pordem om ea-
peri mentar.
Na loja d'agula da ouro, rus do Cabogi MI,
recebeu usa completo sorUmesto do goliiabes do
missaoga, sendo de todaa escores
Manteiga ingleza especialmenteescollhida a 800 e IJWOO, eem porco ter abatimanto.
laeill franceza a melhor do mercado a 700 rs. a libra e em barris a razio de600 rs. s\ibra.
QueijOS flamengOS chegsdos neste ulmorapor a 3*000.
QueijOS lundrinOS o melhor que ha neste genero por serem muito frescos a 1&20O a libra.
QueijO pratO o melhor qus se pode desejar a 1200 a libra e 1*100 o inteiro.
Cha hysSOIl e preto o melhor do mercado do 1*700 a 29880 a libra.
Presunto fiambre DgiM ahamburguez a rao rs.. l&.
Presuntos portuguezes rindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra inteiro a 460 rs.
im.! Da<*U9d9Por,. genuino. Porto fino, nctar, Carcarellos, Camoos, Midein sacca, Feilorii remo, MStf e ehamisso
v /' agarMa'e 13f00 dulia-
Vinno BordeauX de superior qualidade difirentes marcas a 800 1 a garrafa oda 8500 a 109000 i duzia,
VinnO em pipa proprios para pasto da 500 a 600 rs. a garrafa o de 39800 a 4800 a cansda.
Vlarmelada imperial a escolher de todos os fabricantes de Lisboa premiada as expsitos universaes do Londres a Pars a
000 rs. a lata, de urna libra e a 1*700 as de duas libras.
Bocel a S com doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por sorem ricamente entalladas, o do
muito gosto a 39500 cada urna.
FigOS em CaXnhaS de 4 libra muito frescos e gramdes a 2000.
Peras SeCCa em eaixinha d 4 libras chegidas nesie ultimo vapor a 39500 e 1*200 a libra, sftanea-se ser o melhor que poda bares neste
genero.
AmeixaS francezas em latas de5 libras por 4*000 e 19000 por libra.
PaSSaS em caixinhas da oito libras, as melhores do mercado a 3 e a 640 rs. a libra, a em caixade nma arroba a 0*500.
Latas COm fnietas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 1900U a lata.
CorinthaS em frascos de 1 1|1 a 2 libras de 19600 a 2*200.
FraSCOS de amendoa confeHadaseom2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas o de superior qualidade a 2*500
eada um.
Gaxas SOrtdaS com ameixas, amendoss, passas figos, peras e nozes o que ha de mais proprio para mimos, de 4*000 a 5*000 rs.
por eaixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COm bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muito norss a 1*460. e grandes de 4 a 8 libras de 2*500 a 4*500.
Conservas inglezaS francezas s portnguezss de 600 a 800 ris o frasco.
ErvilhaS francezas e portuguesas a 720 rs. a lat, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem rindo ao mercado.
MaSSaS talbarim, macarrio e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Castanhas e nozes as melhores e mais oras por terera chegado neste ultimo rapar a 200 rs, a libra de nozas, e a 5* a arroba da
eastsnhas, e 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em poreao ter abatimanto.
AzetOUaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira rez ao nosso meresdo a 3*500 a ancoris.
Ghampanhe das marcas mais acreditadas de 15* a 20*000 res o gigo de 1*500 a 2* a garrafa.
Cervejas das melhores maroaS a 560 rs. a garrafa e de 59 e O*000 a duzia da branea.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e a 10*000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fraseo a 6*500 a frasquera com 12 fraseos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol efrancez de 1* a 1*200 alibra. /
Vinagre puro de lisboa a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
BatatlS em gigos com urna arroba, as memores que ha no mercado a 1* e gigo, e em poreao de 10 para cima a 800 rs.
SebollaS SOltas norss e grandes a 1* o cnw e a 8* o milheiro, afianca-se que i vista da qnalidade ninguenyoeixar de comprar.
Espermacete Superior sem arara a 74 a cala e a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do mercado a 100 rs. a libra e 29700 a srroba do da India e 120 rs. a Ura do Marinhao,
Alpista 6 painco o mais limpo que ha a 100 rs. a libra do alpista a 240 re. a libra do paineo.
Vinagre branco o melhor que tamos tido no mercado a 400 rs. a garrafa o 2*500 a caada.
Hassa de tomate em latas de nma libra do mais acreditado autor de Lisbos o viada a primeira ras a/nosse marcado, de 1* a lata.
Aramta a melhor que se pode desejar a 320 ra. a libra, e 160 rs. a libra da gamma.
T0UCnh0 de Lisboa o mais noro do mercado a 320 ras a libra e airona a 10*000.
A lm dos gaeras annnnciados encontrar o publico tudo que procurar tendente i (nmades, e/par menos dsz por canto do que em ontrt
qualquer parte.



O Di liMiltJCO SmWfa gjOBA |^-1 PElEMB&u t Ugi. _
Fazenda modernissima para
vestid-t a do pavo
Acaba de ai*, ento pelo
vapor fraocei amTrvfto eorllmeaicia gorgoread
da seis, hiena anda bIj rala oeste mercaaorj
qu se rende par ar*fo. barattesimo, por etar
moito prximo fests, assim cmo lindas mir-
qoeziobas ou ehspeottnhos de sol par* aenhora :
na, ra da Imperatriz n. 60, I ai* da Gama &
SfTva.
Vende-se uma porfo da arroz coni case,
aiuito barato, ero porrea grandes peqoeoae,
chegado prozlmamente do Penedo : ta rd* 01-
reita n. 0. padaria de Aatoolo Altas de Miran-
da Guimaraes.
Esponjas fiaas
pera o rosto.
Vende-se mui ilaas esponju para rosto, a t|
cada urna : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Leite virginal
infaliivel remedio para
sardas e panos.
U leite virginal beca cuntiendo como reme-
dio infaliivel para aarda panno, vende-se a
2J rs. o (rasco na roa do Queimado, toja d'aguia
branca o. 16.
N. .Biebar & C. sacceasores, ra da Cruz
n. 4, teco para vender relogtos para algibeira da
ou.ro a prata.
Touquinbas de setim, sa-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
Entremeios
bordaao effi cambraia
transparente.
iii- i
-I*3. H'- *!fi.Jfa ae acha um bello lorti-
ment de ntremelos bordada* em a esmbrala
tranaparhtj e coso de aeu costura! esii ven-
dodo baratamente a 10200 a peca da 3 Tara,
leudo qiiamid.dfl bastante de cada padro. para
vestidos ; e que tirer dlnheiro approveilar a
occaaiio, e mandadlos comprar na rea do Quei-
mado, loja a-agiiia branca n. 16.
Esperaoca. S
I
>Rua do Queimado n 33 A.
Recebeu directamente e s sen pedido
tinta inglez. siut preta da verdadeira,
I esta Uaia ae fax notar pela grande diffe-
I ren$a em tudo qoer aa do rele quer na
limpidez do liquido e aiuda tois recom-
meods-se os potes que slm de serem
I de urna louca msis aira qae a ordinaria
, tem oa boca ama pequea cavidade que
facilita a sabida da tinta, sfflidcamOs que
> ninguem teto por isso s se deve pfo-
I corar na loja Esperaoca ra do Quetma-
do Guimaraes <$ Rocha, pote de 1|4 a
1 400 rs.,del|S a 800 rs.
Agulhas Villora pela aeeitacio que
tem tido estamos prevenidos de grande
e variado aortimento e ae vende a 120
rs. o papel: lija Esperanza.
Sintos coro relas de ac a 10500, re-
nbam de pressa que nao chegam para
quera quer, dourados e praleados a 30,
est-se acabando
i


8
para uaptisadoi.
Aloja d'aguia branca acaba de despachar de
ana propria encommeode? jo bello aortimento
dos objectos cima, e de muito boos goatos. sen-
do as touquiohas de setim mui bem enfeiladaa
de fitas e flores a fipOOO, viado cada urna em sua
caiiioba, sapatinhos da aetim braoco muito bem
bordados a 3j rs-, e meias de superior quslidade
tanto brancas como c6r de carne e piotadas a Sf
rs. o par: quem munido de dinheiro dirigir-se
ra do Queimado, loja d'agui branca o. 16, nao
dallar de comprar.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
pavo.
Vendem-se fioisalmas cassas garibaldioaa sen-
do estss cassas as mais modernas que tem che-
gado a 360 rs. o rovado : na ra da Impera ,riz
n. 60, loja de Gama & Silva.
Peonas galvanisadas.
A loja d'aguia branca receben essas per as
galvanizadas, de novisaima e mni boa qualidade,
e as est vendendo a 29000 a csixinh coro urna
groza. As primeirss desaas pennaa foram cjffe-
recidas Garibaldi, e por isso irazem o seo [re-
tracto, e as referidas caizas se encentra o lis-
tico penoas Garibaldi.
S se encootram na roa do Queimado, loja
d'aguia branca n. 16.
Leques.
Vendem-se lindos leques de madreperola, o
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro, roa
do Cabug o. 1 B.
Lencos braceos muito
\lB9Ag
Veodem-ae leos braneo muito finos, pelo
diminuto prego de 39400 i duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimadc
numero 22. ^---
n" Sf etesxof .p&fabMr
latasl
Chegou nova remessa dess.es preciosoa jcani-
vetes fizos para abrir latas de sardinha, noca.
bolacbiohas etc., etc. Agora pela feata come se
muito debs^s cousas e por i sao necessario ter
um desses caoivetea cojo importe lj>, comjpran-
do-se na rus do Queimado loja da aguia tranca
n. 16, nica parte oode os ha.
Esceocia de ail.
Para ngommado. i
Vendem-se frasqumhos cora escencia de ail
consa excellente para eogommado porque urna
gota delta bastante para dar cor em uoii bacia
da gomraa tendode mais a mais a pteclosid.de de
nio manchar a roupa como omitas vezes acon-
tece com o p de ail Guata cada frasquiobo
500 rs : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Mit^angas miudas de todas
as cor^s.
A loja d'agaia branca acaba de recebes essas
procuradas micauga miudas qoe aervem para
pulceiraa e outras cousas, e por iast avisa as
pessoas que ellas esperavara e as que novamenle
quimera comprar que munidos de 300 ris com-
prarn um masao muito maiordo quf os amigos,
Isso somenle na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16. ,
Gravatasdamoda.
f"Uloja da boa f, na roa do Queimado n. 22,
se encontrar um completo aortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vndem por
precos baratissimos, como sejam: estreilinhas
Tetase de lindas cores s 10, ditas com ponas
irgaa s 10000, ditospretaa borladas a 1*600. di-
tas pretas paia doas voltss a t$ ; na mencionada
loja da boa f, oa roa do Queimado n. 29.
Vende-se o grande sitio denominado Cala-
a, sito na freguezla da Vanea, de muito boas
trras, que tudo quinto se planta di ama grande
quaotidsde, com orna casa de teipa j coberta,
urna dita defazer ftrinha, grSnde qaantidade da
ps de cafezeiros, com diversos pos de ructeiras,
como seja larangeiras, coque tambera vendem-se duas vaccas que dao bastan-
te leite, uma dellaa cora cria js grande, e am
burro manso : a tratar na ra do Sebo n. 90.
Vende-se
azeite de dend oo palma, dito d# amenddim que
serve para luzes e machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte ; oa ra do Vigario n.
19b^r.WTrd*>|dar.
' A.radonimertcanoie machina-
paratava rouj:em casa deS.P Joi
httoa 4 G. ra i*'"zala n.42.
Feijao dldbfda.
No armazam de Tiso lra\aos, rea do Amorim
numero 85. \
"Luvas de loVvVn,
Vendem-sa aa verdadeiras luvi de louvin, cha-
t;adas por este ultimo paquete ira Europa : oa
oja d'aguia de ouro, ra do Cabog o. 1 B.
Farioha de man-
dioca.
VMdea-se em taceas prefrai para ti
moito em conta; no becco Largo o. 6.
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca teodo em vistss serapre
veoder o bom, mandn vir, e acabara de chegar
aqu (pela primeira vez) as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem f-i-
taa, sendo para alfaiates e costureiMi. e custa
cada papel 160 rs A agulha assim boa anima
e adiada a quem coae com ella, e em regra sao
maia baratas do que ss outras: quem aa com-
l-rar o roa do Queimado, loja d'agaia branca n
16, dir sempre bem dellas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas trancas.
A loja d'agaia branca acaba de receb >r de sua
encnmmeoda diversos artigos de gosto, e proprios
para eofeites de Vfstidos de noivss ou convida-
las, sendo bicos de blond de diversas larguras,
mujas brancas e de cores, iranias brancas com
vidnihos e sem elles, cascarriihas brancas e mul-
tas nutras cores, finas e delicadas cabellas bren-,
cas, bonitos enfeites de flores e cachos sollos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boas titas de chamelote, eroBm mol-
tos oulros objectos que a pedido do comprador
serio patentes, e vista do dinheiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, roa
do Queimado o. 16.
Vende se doiis^lbot era meto uso,
um celeste p outro terrestr-e, proprios
para bem se aprender/ gogrphia. %
etudaatei. qu* os pretenderen! podem
dirigr-sc a livraria universal de Guima-
rSes & Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Veode-se flolssima* tiraa bordadas a Sf e SfSOO
a peca, babados fraocezes moito Anos e rom
bordados muito Undosa tf, 2*500. 3| e 4f500 s
peca : na roa do Queimado leja de mlndezas da
boa fama n. 39.
Agulhas francez*aS
Veade-se agulhas fraoeezas de fondo douridos
dss melhores qoe tem vindo ao mercado a 160
rs. o papel, carleiraa de marroqulm com agulhas
sortidas e todas ae muito boa qualidade a 1J
cada uma, ditas de pspel dourados e com muito
bom sottimento a 340 rs., catzinhaa com 100
agulhas sortidas muito boas a 2ti0 e 280 rs. ca-
da uma : oa ra do Queimado loja de mlndezas
da boa fama n. 35
Vende-se
Espirito d vinho d 38 graos a ttfOO a ca-
ada ; na ra das Cruzes o. 24, esquina da Ira-
veaaa do Ouvidor.
Vendem-ae beatas mansas da roda, bols
mansos para carro, quarl^s, carros: quem pre-
cisar de slgom destes objectos, pode dirigir-ie so
eogenho S. Jos, freguezia da Luz, distante des-
la cidade 5 legoas.
Fitas de chmalo-
te muito boas e
bonitas.
k, RA 1)0 QUEIMADO N?46
PflhhhGRANDEoOmMEKT
^MDASEROUPKSP
Sortimenlo completo de sobrecaaacos de pin no a 259, 28f, 309 e 359, caaacos mnito bem
: taitas a 95t, 2Sg. 30ge35f, paletots acasacdosde panno pretode 16 at 259, ditos de caaemira
I de cor a 159,18| e 20J. paialots saceos da panno e casemira de 89 at 149, ditos ssccos de alpaca
m eiio ala da 49 at 69, aobre de alpaca e merino da 79 at 109, calcas pretas de casemira de
K Para acabar
|Na ra do Queimado n. 10
loja de 4 portas.
Vende-se chapelinas de seds para se-
nhora a 89.
Organdye padrSea os mais modernos a
600 rs. a vara.
Sediohas de quadrinhos a 800 rs. oco-
vado.
Casacas de panno preto muito uno a
20JHI00.
Manteletes pretos a 159 e 209.
Riquissimos vestidos de seda de cores
e pretos o mais moderno que tem appa-
J recido e por barlissimo prego. a
GRANDE DEPOSITO
DE
DO
LO
41-RIJA DO IMPERADOR 41.
de.BU,^hr^PfPkr,,l0/XWl6 **" V,BlW,a ae loucae de todas sa qualidades. o qoe se pode
?.I.1. "I'^'^oeoe boa qu.UJ.o,d barro, coma propriedade de conservar a agua
sempre fra, como sejam jarras, resonadores, moringas, qu.rtiohas. garrafas, copos para agua ele
De obras vidradas. i
,..I^/l^ uS P"a fl.,res ta,h9, '"V" d.6 ,0'10 "* m'Dhos, assadeiras, boiSes
f"" "i'"-eUeV Tkk11" "a 0,ler-89Dolo. agarolas. enfuzas, frlgideiras e muitas ou- I
tras peraa qne serta enfadobho mencionar.
n..hHe.P?I'taa!0fe,t'"b.ifi"'"" d6ft6*enwo ent 6s espera obter do respitavel
^TE^^y"^***'"** ^ ml barata Vquj
*^?L* .lUJf^"ei.5"ll"rAA^" ePr!I: lm dos Pre?o commodos porque vende .da 10
LOJ E ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos
40Itt do Oueimado40
Defronte do becco da Congregagdo, letreiro verde,
VBNDE-SE O SEGU1NT1:
Para casamentos.
Ricos cortes de vestido de fil oo blond de seda branca com ramo e capelli, o
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a braoco e
cores.
Ditos de tarlstana branca bordados a brancoe cores.
Ditos decambraia branca bordados a branco com muit elegancia.
Ditos de barege de seda de cores eom barras e listas, apto,*,gas/,'a'mericanosr
Saias beirdadas
Ricas saias de cambraiabrsnat-'D'rdadas com o mais apurado gosto e mais finas
que na oo niorcado.
Ditas de dita recortadas mala baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com malta elegancia, o
mais moderno e mais superior qoe ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites. bam
como arrendados, por presos commodos.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de linho bordados a 39,49 e59 cada nm
Chales,
Ricos chales da tooquim brsncos bordados de ponta redonda e de 4 ponas
Alea das fazendas cima mencionadas tem nm grande sortimeoto de todas as
qnaitdadea. que oio possivel mencionar-se pelo grande espago que tomara
N. 20Ra da ImperatrizN.
I! hinlolrn riii.il. ./.).. J.....I________SO..-____.. ... ...
Jor centode *'** P'" ^^ C0IBpr" -6 10* ''" ^'J^^Kpf m'os" Co"
Qualquer encommenda pode ser entregue 00 deposito da fabrica rna do Imperador n. 41.
'"- ..... -11
ARMAZEM
Joaquim F. dos Santos
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neate eslabelecimeoto ha sempre nm aortimento completo de roupa falta de
todas as qualldadea e lambem se manda executar por medida I vobtada dos freaue-
zes psra o que tem um dos melhores professores.
0 baratelro Coarte acaba de receber novo "rtimento de fazendas qoe retalha sendo
nheiro aos seguinles preCoscomo sejam : cassas "ordalaa propriss para cortioados, babados on
mosque e.ros a IMOO s pe5a cambraia groas, com 8 v.ras cada peea ptima fazenda par. poneir!
I """qoetelroa. saias e forro de vestidos a 1900, mussalinas targs>as aexuiotea cores verde, azul
, presa, roza, encarnada e branca a 100 rs. o covado, cortes de riquissimas lios escuras com babados
contando cada 001 corte 21 corados a 109 o corte, velludo d sed. das segoiotes cores cinzento
!Ie^"S!.ennret0, excel,eDle end Pe" veatidos de seohora e roupinha de enancas pelo baiz
pre$o de 29800 o corado cortes de cambraia fina com salpicos miudiohos a 59, tiras bordadas e n-
tremelos ai J a peca, golltohas bordadas muito finas a 19, chitas eom algum toque de mofo a 16n
rs. o covadu. peitos par, camisas brancos e de cores a 160 rs.
* *
Casacas ue panno preto a 405,
351 e 309000
Soarecesacosde dito dito a-359 30*000
Paletots de psnno preto e de co-
res a 3S9, 80, 9. 109.189 e 109000
Ditos de casemira de cores a 29,
itos _
i5|. 129,79 e
de
Ditos de alpaca preta golla
velludo fraoeezas a
Ditos dd merino selim pretos
de cors a 9f
Ditod de alpaca de cores 59 s
Ditos de alpaca preta a9|, 7*. 59 e
Ditos de brim de cores a 51,
49500. 49 e
Ditos d bramante d linho bran-
co a 69. 5|e
Ditos ie merino de cordSo preto
issemira preta e de co-
99OOO
IO960O
8>000
89300
31500
at5e
I Calcaa de,casemira preta
I res i 11*. 109, 9<, 79 *
Ditas de princeza e meri
rdlo prato a 59,
cordlo prato a 59, 69500
Dita de brim branca ede corei a
Cal3li*aBgid4 cores*
500
89000
res usse bordados. 1x9,99 89OOO
Ditos da casemira pret. e dk co-
es liaos e bordados a 89,
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos d gorgurao de sedi pretos
e da crese 79, 69, 49 e
Ditas d Brim e fdstlo branco
81500. 29500 e
Stroulae da brim de linho a 29 e
Ditas de algodio a 19080 e
Camisas de peito defustao branco
ede cores. CS4O0 fe
59000
59OOO
59OOO
39000
29*>0
1280
29500
Ditas de peito de linho a 59, 49 e 39000
Ditaa d madapolao brancas e de
cores s 89. 21500, 20 a
Chapaos pretos de massa franeeza
fotma da ultima moda a lOf,
8$500
Ditos de feltro a 09. 59, 49 fe
Ditos de aol de seda ingleses e
franceses 114f, 129. IIj fe
Colsrinhs de linho muito fines
ootbt fettios da ultima mofla
lfSQO
79000
20000
7f000
8*00
0500
7OMB0 I
Dito* de prata gBlr."niaao'os ni-
tfehte fe horizontaes a 4M fe 80*000
Obras de ooro, adereces e Tneios
aderegos, pulceiraa, rottts
Toalhas de'linho duzia 10|, 69 e
1 Ditas grandes para aaa ama 30
Sitos de algooo
elogios d ouro patent e hori-
zontal a 1008.900 80f e
Vendem-se canoas de
aimrello e bordoainho,
de diversos comprimentos, muito proprias para
, carreira e otarlas, para conducQSo de barro, seu
preco com modo ; a escolher a gosto, no estalei-
, ro dd 8r, Joaquim Antonio RoJrigues, roa do
Brom dfronte da fabrica dos Srs. Vllllcs, Irmlo
S Aodrade : a tratar na roa da Gadfeia do Rcife,
loja de ferragens a. 44.
4 musselina do Pava a
200 rs- ocovado.
V4njle-se musselina branca com 4 1|S palmos
de largura fazenda muito fina pelo diminuto pre
co d 200 rs. o corado, cortea de chita inglez.
com 10 covados cores fizas a 10500 rs., ditas de
musselina branca com 10 covados a 20, tudo
bara apur.r dinheiro : aa nada Imperalrlz d.
60, loia'de Gama & Silva.
Chapeos do Chite.
Na ra Direita o.76 vende-se chapeos do Chi-
le muito floos de copa alia e aba laigp, (a Gari-
baldi), ditos de copa baixa aba larga [4 barraca),
essiea como de outras qualidades, de gosto mo-
derno, por precos razoareis.
Potassa da Rusta e cal de
Lisboa.
Veode-se na ros de Apollo a. 20, armasen) de
Amorim Affonso & C.
Oleado pintado.
Na ra Nova n. 4, loja fabrica de
chapeos acaba de receber um bello sor-
timento de oleado com ricos desearlos e
gosto moderno, propiio para cima de
mesas ebancas, e vndese por preco
commodo
Attenco.
Chegoo na ra dbfjuimdo n. 39, loja del
?#! **2"eoe imperial eom 8 palmos de lar-
ira a 28088 o corado, 6 mala moderno e apura-
Gollinhas
de traspasFo bordadas em
cambraia fina
Yendem-se a 20 cada uma : na rus do Quei-
mado, loja o'aguia branes o. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se ac bem. *
Vende-se um eacravo bom cotioheiro e ma-
rmbeiro : a tratar na rna do Passeio, loja de fa-
zendas o. 3.
Lentilhas.
As melhores e mais aaborosaa de todos os'le-
gumes, muito frescas e leves para o estomago.se
irepararn de todas as maoeiras e proprias para
jamar : acham-se a renda nos armazens Pro-
gressivo e Progressista do largo do Csrmo n. 9 e
ra das Crazes n. 86.
Novidades, o que a festa.
Yeode se gorgurao d. seda e linho, fazenda
ora para vestidos s 820 o covado, fustao de li-
nho par rAletots e roupa de meninos a 320 o
corado, eofeites para senhor, e cintos do ulti-
mo gosto : na ra da Imperatris, loja da arara
de 4 portas a. 5, de Hagalhes & Mandes.
Gal de Lisboa.
Vende-se bsrris corneal nova de Lisboa che-
gada hontem, ao moito acreditado deposito da
ra do Brom n. 00, armatem 0* David Perreira
eqBtar.
Iojeccao Brow
Remedio infalTel contra as gnor-
rheai hll^s recentes. nico dep-
sito na botica francesa ra da Cruz n.
22. PretioSj
Nt-lj ?HVaVT^r
Buaovan.
acha se lana gr nde softttaante 04 iicadb fran-1
ees a inglez, roupa (alta e perfumara, muito
nasa
tH, eocheirfc a. 44. h pan vea-
^SSS^^^'X'^'lrSaWaa^^
d gvjsid qoe t pdd encontrar par TestlddVdt
ttthors e meninas
Casemira a 3J500.
vd-Biira entestada para catea pa-
Mattas deretro.
J^adem-4 mantas de retro pan gravatas a
00 rs. : na roa do Queimado n. 22, aa loja da
loaft.
Veadase-M superiores presuntos inglesea para
fiambre a 600 rs. a Hbrfe : no armazem de Tasso
Irmios. roa do Amorim n. 35.
M.lheus \ Rodiisroes, em seu escriptorio
na ras do Vigario B. 10, tem para vender;
Ricos e elegantes pianos.
Superior rlnho do Porto em caizas de orna dazla
Balances decimaes.
Superiores charutos da Bahia dos primeiros fa-
bricantes.
Fumo m folha superior?
Pregoa e enxadaa portuguesas ; cojos artigos se
veodem por preco mdicos.
[Veslidos de casamento.!
Ricos vestidos de blondo com manta,
Capelta e sala de selim.
Superiores
H vestidos de seda, de cambraia bordado,
g de phantasia,chapeos de palha, eofeites
i modernos para cabeca, capas e mantele-
* tes con pridos o mais moderno, sedas e
l de qu.drinho, cambraiaa de corea, es-
partilhos, tintos, leques, ssias balo,
melst elsticas e camisa de linho para
aenhora. fil e tarlatana para veatidos,
chales de pon* redonda e manguitos
modernos.
Roupa feita.
Calcaa, col leles, paletots e sobrecasacos
de panno, casemira, chapeos de castor,
botinas de Heli.
Para acabar.
Colchas de l e seda propria para cama
00 coberta de piano a 50, maognitos e
gollas bordadas de linho e de fu-to a 20
seda de quadrinhos a IglOO, laazinha a'
640 rs. o covado : na loja o. 23 ra da
Cadeia confronte ao becco largo de Gurgel
I Si Perdigo.
MHNflaM9lV e*? ***
NOVA
exposic de can^
dieiros econ-
micos.
O proprietario deste novo eslabelecimeoto avi-
as ao publico e a todos os consumidores, qoe tem
recebido um grande sortimeoto de candieiros de
novo odello, riquissimos para ornar salas, todos
esmaltados de diversidades de cores, desde o
mais rico at o msis ordinario, assim como um
grande aortimento de gaz de primeira qualidade,
pelo prego mais barato que se pode encontrar;
assim como tambem meias latas, e as garrafal :
na raa Nava n. 24, loia do Vanos.
Potassa dajtussia,
Venden& cafa aeN. O Bieber &
~C77 Successores, ra da Cruz n. 4-
Meias pava Sftn\\*ra.
Vendem-se superiores meisspara aenhora pe-
lo baratissimo preco de 30840 a duzia ; na loja
da boa f, n. ra aa Oueimado n. 2t.
jSKMaaeeatatMSicKaNCMSMSj
4 loja da bandeira
g
Lisboa.
Ha bam conheeidoe acreditada dopoattfeda rae
da Cadeia do Rfetire n. 12, ha para vendar a W-
dadetra potaasa da Rusaia, adra fe de aapetiet
qualidade, a.sim como t.mbem e.l virgen am
f
i
v

m tem para vender de boa
i qualidade folha, estanho-
e bacas de
S senecupa prego favorito.
?Nova loja e fumieiro da]
* ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos di Ponseca participa a
. todoa oa aeus fregueses tanto da praca
cmodo mato,ejuntamente aoreapeita-
vel publico, que tomou a deliberscao de
balzaro prego de todas assuasobras,por
; cajo motivo tem para vender nm grande
1 sortimeoto de bsbs e baciaa, tudo de
differenteslmannose dedireraaa corea
, em pinturas, e juntamente am grande
1 sortimenlo dedivers.s obrsa.contendo
banheiroa e gamelas compridas, grandes
e pequeas, machinas para caf e cane-
cas para conduztr agua grandes e peque-
as, latas grandes psra conservar fari-
oha e regadores ao oso da Europa, ditos
grandes e pequeos so uso do Brasil
camas de rento, latas de arroba a 10,
bahsgrandet a 40 e peque nos a 600
re., bacia grandes a 50 e pequeas a
800 rs.,cocos de aza a 19 a duzia re-
gadores regulares moito barato, ditos
pequeoos a 400 rs., de todos esles objec-
tos ba pint.doa e em braoco e tudo maia
se vende pelo menos preco possivel; na I
loja da baodeira da raa da Cruz do Re- S
cife n. 37.
x mmimm m m^w
Relogios.
Venda-se am casa de Johnston PaUr & C.
raa do Vigario n. 3 nm bailo aortimento da
relogiosdeouTo,patente ingles, denm dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambera
aaaa variedade da bonitos irancelins para 01
masaos.
Plvora.
Vende-se plvora de superior qualidade e
chumbo de munieo por menoa de que em outra
qualquer parle; tratar ao escriptorio de Abtonio
Cesara Moreira Dias, no Forte do Mallo, raa da
Moeda n. 27.
LuvHSdeJouvin.
Na loja da Boa F na/ua do Queimado n. 22,
sempre ae eoeootrario as verdadeirat luvas de
Jourin laoto para homem como para aenhora,
adrertiodo-ae que para aquelles ha de muito
lindas cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado o. 22.
eauha fina
em copos grandes.
k' loja d'aguia branca arlas a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciare! banha Boa em co-
pos grandes, e contina a rende-la mais barato
do qae em outra qualquer parte: na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca o. 16.
Potassa da Kiissia e cal de
r-S
l;
>.'
!
*

3
0\ all


-1--------
DIAUIO ai m*AMBC* SEGRA FEttA 80 01 DEZEMBRO ftl i|61.

\
i
BOM E BARATO S NO
PB06RBSSQ
Francisco Fernandes Duarte
La moda IViilia
Gontinua-so a vender neste armazem de molbados ps
melhores gneros que rem so mercado,'e por multo menos preco do que em oulra qualquer parte,
D,r" ,3ue receDe proprielario em todos os repores da Europa, a maior parte de seus gneros,
eacolhidoi por pessoas encarregadas, para este flm ; por isso novameote participa sos seas freguezes,
oaa s aos Srs. da prac,a como de engenhos e lararJore, que queiram seguir em progresso, que
nio deixem ao menos de comprar a prijmeira Tes suas eocommendas.certo de que ho degostar,
para o que nao se pouparo os proprietsrios. em prestsr toda ettengo, e mesmo em serviros por-
tadores menos praticos, lio bem como ie rianem os Srs. pessoalmente; e abaixo mensionamos
Mprec,os de algans gneros, por onde s> pode julgsr que rendemos barstissirao.
lianVeiga mglea a mJl8 Iup9rior qne h, no mercado a 800 rs e 19000 a libra em
barril se far abatimento.
Nlintoiga f ranecza m lll0 noT,, 640 rt, ,lbrt 9m bitril a m h
^\a< fcy?** P^eto 0$ ., lapariortl d0 Bercid0 umi 1|600
e 19600 rs a libra e afiai ca-ae a boa qualidade.
MttClJOai ao relaO ehegaos oeste ultimo Tapor a 29800, ditos do rapor passado
ZJ600. .
^ iS meinoref que Ie poie lUgle proprio! para fiambre a 900 rs. a libra, em perco te lari abati-
mento.
,. WlUO 0 jue hi d bom nesle genero a 480 rs. a libra e ioteiro
4*0 rs.
Batatas novas em g5gog ^ UB1rrob8 a cadl onu
* O o melhor peliico que pjSde harer por estar prompto a toda a bora a 1| a libra.
X oacmho do reino L Ubr,, ,rroba ,O|500
Gnonti5as e naios ail. DOTOi, 720 rs Hbr,
Banna do porco refinada nal, ,lTa que h. D0 mer0.do. 480 ri llbra
e em barril a 440 rs.
\leU0naS initO nO^ks 3|000 ra. a .ncoret., em garrafa 640 ra.
Latas coa bolaxinh do soda eonlend0 difJflrenlei qualldades 1|M0 e
am porcao se fsr abatimento.
* **MaiOa ma, J0Ta do mercad0em iati de ama libra por 900 rs.. ditas de
duas ditas por 11700. !
NtaYinelada mnOYial d0 afamid0 Abreu e de ontros muitos fabricantes de Lisboa
a 19 a libra, em lstaa de S libras por 1*800.
EirVllUas iraneezaS a ntatoxm qne se pode desejar em meiaa latas por 500 re.,
tambem tem portugueza me latas enleiras a 640 rs.
Chocolata francoz B h( ipanhol cbegJd0 neile nUlmo Tapor a l200 a 1br8<
iraSSaS proptj para podini a 8 H) rs. a libra.
MOCO aO aipereue en) lalal de 2 ,lbra, elegantemente entenadas a 1J200 cada urna.
KiSpOTmaSetO iUperor de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em caixa a 740 rs.
^ ^Jf f eUe ^ PSU d" "Bo~ <"Ud'de' Itf b. em Portugal a
\mondoas cdnteita^as. lf. libr8| dilas em mlolo m ^ ilu tom CMCa
a 480 rs.
Nozos o castadas pada, moilo D0Tal a m a libra>
vreiiiuna para gopa a tiQ r a libr# e em cailiDhas de 6 a 8 ,brai ie fari abatlmenl0#
Ittotria, maeawao o ta\n*nm. 400 rs ubr,. em ixa a 9.
aevaavnua francMa muit0 n0Ta a j^ rs a 1(bra.
Farinha do Marannao moitoalTa echeroiaal60r,
de engommar, o que se p Je desejar por ser muito aira a 100 rs. a libra.
pi ia mult0 novo e ,mpo a 160n a librs e em porsSo sf far abatimeDl0
JS re o respeitarel publico, que aQao^ando-se a boa qualidade dos gneros cima mencio-
nados, se rende multo barato, e pelos quaes se pode'r julgar todos os demtii que nao oram an-
nunciados.
A 3IQQQ.
Chpeos de palkloha Boa entestados para me-
nioaa ; na ra de Crespo i. 10.
Aoi tabaquista.
Ventfem-se superiores U050S frsncezes a laai-
ta;io doa de liobo, muilo proprios pira es tabs-
quiataa por serea de cores escuras e fizas, pelo
bsratlssimo prego de 5 e 61 a dozia : na ra do
Queimado n. J2, na bem conheeida laja da boa f.
Fil liso e tarlataqa.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
de corea, pele bsTatiasimo prejo de 800 rs. a
?ara ; na bem conheeida loia da boa t, na ra
do Queimado n. 22.
Toallas nata maos.
Vendem-se muito boas toalhas para mos pelo
barato prego de 5* a duzia ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Ricos eneites.
Vendem-se rlcoa e superiores enfeites os msls
modernos que ba, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 6*500 : na loia da boa 14,
na rea do Queimado n. 93.
Cambraias de cores.
Vendem-ae cambraiaa fraocezas de lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o corado : na
ra do Queimado n. 22, na bem conheeida loja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezaa muilo finas, de
muito bonitos padroes, pelo barato prego de 700
rs. a tara : na loja da boa t, na ra do Queima-
do n. 22.
Cambala Usa.
Vende-ae cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 51 a pega com 8 112
raras, dita tapada muito superior, pega de 10
raras a 61 : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoalnado do
Unno.
Tende-ae superior bramante depuro liobo com
dua raras de largura a 24400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de puro liobo,
com 8 palmoa de largura a 29500 a rara : na bem
conheeida loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero 22.
Cortes do ealct.
Vendem-ae eortes de caiga de meia casemira
de cores escaras a 2J cada corte ; na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunaroeote para a loja d'sguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aua propria encommenda, Qcando assim remedia-
da a falta que hara desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamento e bailes que se contara nesses
dias, por isso as pessoaa qne por ellea esperaran)
e as que de noro os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro i loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que eocontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e ainceridade.
jdll
de cambrai eta.
Vendem-se superiores salas de csmbrsieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sio muito barataa: na ra do
Queimado n. 22, na bam conheeida loja da boa f*
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
de puro linho, pelo baratissimo prego de 55 : na
ra do Queimado n. 22, na bem conheeida loja
da boa f.
Delicadas escovas
cabos de marim e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na rerdade urna escora para limpar penlea
sempre necesssria em qualquer toucador, e com
especialidade no da senhora que preza o astelo,
e para que elle aeja perfeito mandar comprar
una dessas escoras de cabo de marfim o ma-
dreperola que eustsm 2fe 3$ rs., na loja d'aguia
branca, na rea rea do Queimado n. 16. "^
Navalhas d'a com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui Opas na-
ralbas d'ago refinado com cabos de mVrfim, e
para assegurar-se a boadade deltas basta dizer-
se que s&o dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C, custa cada-estojo de duas na-
ralhas 89OOO: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Entre-meios bordados ei
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca rende-ae ntremelos
bordados em fina cambraia transparente a f|t
pega de 3 raras, prego este porque s se scha em
dita loja da aguia branca ra do Queimado a. 16.
Adveiie-se que de cada padro tem bastsntes
pegas para rostidos.
Vendem-se os engenhos
S. Pedro e Espirito Santo,am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Beuto comarca le Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes;
quem pretende-los dirfja-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia* perna de
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meia peroa de porcallana aos baratissiroos precos
de 240,360,500.560. 610,720 800 e IftOOQ: isso
ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Novidade sem igual na
loja do Javo
Acaba de ebegar a este estabelecimeoto um va-
riado aortimenlo de organdys, proprios para ves-
tidos sendo os gostos ltimamente noros, e se
renden) a 720 ris o corado por estar muito pro-
lima a feala, {assim como vendem-se os mais
ricos e modernos enfeites para cabega de aenho-
ras: na ra da Imperatriz o. 60 loja de Gama &
Silra. ,
Grande
Superiorea paletota de panno preto muilo fino,
obra muilo bem feita, pelo baratissimo prego de
209 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
eida loja da boa f.
P
9 Nova california i
DE
S Fazendas baratas.
Rarua da Imperatriz u.48, junto a*
Champarse
do afamado autor Chateau Laronzre a 1*| o ji-
go de urna duzia; na praja ds Independencia
numero 22.
I /
paaria fraiceza.
Cortes de cambraia branca com babadi-
nhos 4$ e 4&500 superior 5$, cambraia li-
za com 8 1|2 rara 3$. 8500, e 4|, ditas de
Escossia 59, e 60, ricos enfeites para se-
V nhora 6} e 65500, sintos os mais delicados
9 para seahora 2S500,3$, chapelina para cri-
an^a gosto ioglez S500,49, para bsptlsado
3#, corles de rostido de seda Eacosseza de
bonitos gosto 129 esto se acabando, ri-
eos lengos delabyriotho \}, ljtOO. chapeo
9 de sol para senhora de bonitas cores, lisos
8GV, cabo de marfim 5*600, cortes de cam-
braia brancos com ffdr de seda 5*. riaca-,|
do francez 200 ris o corado, completos'
sortimeotos de baldea de arcoa 9%, aortt-
menioi de meias psra menino e menina
200 e 240 ris o par. chalea de tarlatana
de cores a 640 ris, leoces branco com bar-
ras 160 ris chitss ioglezas a 180 e 209 rs.
9J dita (raoceza a 2(0-e 280 r. o Corado
9) pegas de cambraia da forro com 9 raraa
fa 29 : junto a eadsria frsnceza o. 48.
<
:
lolooo.
E' na ra do Queimado n. 89 loja de quatro
portas que se rende os malhores cbapeoa de se-
da de formas msia modernaa e bom goato.
N.43 Ruado Amorim K. 43.
Ameias oras o melhor quo se pode encontrar,
pelo barato prego de 12f calzas com 1 arroba e
16 libras : esto se acabando,
Gal de Lisboa e potassa da
Russia.
Na ra de Apollo n. 20, armazem de Amorim
Affonso & C. .
Agulhas imperiaes
tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca, tendo em vista aempre
render o bom, mandou rir de sus coota eaaaa
superiores agulhas Imperiaes, as quaes aesbara
de ebegar (pela primeira rez) tendo os fundos
dourados e ponas mui bem tiradaa, e custa cada
papel 160 rs. Cozer-se com urna agulha assim
boa, anima e adiants i quem trabalha, por isso
drigiremse ra do Queimado loja d'aguia
brenca n. 16, que serao bem servidos.
ftuadaenzaiaNovan.42
Vende-se em casada S. P .onhston A C,
ellinse silhesaglezes.candsairoa castigsat
bromeados,lonas nglexas, fio devela,chicote
paraearros, emontana,arreiofpara arroda
um eloai earaloi relogioada ouro patente
nglez.
4 grande liquidacao da
loja do Pavo,
Na ra da Imperatriz n. 60
DE
Gama Silva.
Acaba de ebegar a eate estabelecimento am
grande e rariado aortimenlo de fasendas proprias
para a testa, e seusdoooa resolretsm reoderem-
na por precoa baratiasimos per estar no flm do
anno o quererem apurar dinheiro, como aejam
cassas.
Um lindo sortimento de cassas de varias corea
e qualldades, qne rendem a 240 e 280 ra. o co-
Chitas a 240.
Vende-se finissimas chitas frsncezss escuras e
alegres, fazenda que sempre se renden por urna
rataca e acaba-se a 240 rs. o corado : na ra da
mperstriz n. 60, loja dp Pari.
Musselina a duzentos rs.
o covado.
Vende-se musselina branca com 4 e meio pal-
mos de largura a 200 reis o corado e ditas de
cores matizadaa largara de chita a 200 reis o co-
rado na ra da Imperatriz n. 60 loja do Porio.
S o Pavo em li-
quidaco.
Reos aintos dourados lisos o com Ustiones a
29500, esleinbas bordsdss psra meninos a 1#000,
gollinhas com manguitos a 19600, gollinhaa de
traspasso a lf. ditas sem ser de traapasso a 500
rs. laraa de seda em perfeito estado a 500 ra. o
par, chapeos deso de seda com franja muito de-
licados para senhora a 39500, chalea grandes de
merino a 29500. ditos de rede bordados a 39 cada
um, manguitos de cambraia bordados muito Qoos
a 800 e lf. enfeites psra cabega a 29, para me-
ninas a 640 rs-
Para hornera.
Vende-sena loja do Paro um completo aor-
timenlo de roupas, como aejam : palitos de pan-
no o casemira de todaa aa corea, caigas de case-
mira preta e de cores, ditaa de brim de todas as
qualidade*, eamisss francesas tanto para bomem
como para meninoa por pregos mais commodos
do que em outra qualquer parte. Do-se amos-
tras de todas astateodas que em nossos annun-
cios se r, deizaodo ficar penhor : na ra da Im-
peratriz n. 60,*onde tem um paro piolado do
lado de tora, e para nao harer engaos de noite
tem um dislico por meio de urna luz em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covad.
Vendem-se lazinhas de quadros para resu-
do, fazenda de apurado gosto a 280 o corado ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Paro.
La chmeza a.-400 rs.
Vende-se lazinhas enfestadas a 400 rs. o co-
rado: na ra da Imperatriz u. 60, loja do ParSo.
Cambraias de seda.
Vendem-ae Qnissimoa cortes de cambraia de
seda com dous babados e de aperado goato a
49500 cada corte : na loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vendem-se flnissimos cortes de cambraia la-
vrada com babados e duas salas, fazenda que se
rende em qualquer parle a 89OOO rs o Paro
eal torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
rea bordados a 2f500, 39 e 39500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Cambraias de sal-
picos a 4#000.
Vende-ae cambraia bracea com aalpicos miudi-
nhos, tendo 8 }i raraa cada corle, pelo barata
simo prego de 49000, sendo fazeoda que sempre
se rendeu a 79000: na rui da Imperatriz n. 60,
loja de Gara & Silra.
CASSAS LAVRADAS.
Vende-se cassas larradas fazenda do ultimo
gosto pelo baratissimo prego de 39500 : na ra da
ImperaUiz n. 60, loja do Paro.
Sedas a covados.
Vende-se gradenaples prelo muito iocorpado
a 19600, 19800 e 29000, dito tdr de roa, azul
amarello, sarja branca tarrada para rrslidos de
noiras, eoulras qualidades de sedas por pregos
baratissimos : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Paro.
:
No depotito do geto ra do Apollo
n. 31, veade-ie gelo de boje era diante
arpoba a 5f5Q0, e meta arroba 2|0Q0,
e a libra a 160 ris: tambem recbese
asignaturas, das peuoat particulares, lo-
go que leja diariamente, at qne s
acabe o gelo.
Vende-se salitre de primeira qualidade por me-
nos do que em outra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Cesaro Horeira Dias, no Forte
do Mallos, tua da Moeda n. 27.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Cartea de clcheles francezes com 14 pares a
Un.
Botes de cores para casacos e paletots a 240
a duzia.
Ditos para caigas muito Anos a 160 a groaa
Trancas de la para eslido, a pega a 40 ra.
Lie pan bordar maito fina e lindas cores, a li-
bra a 79.
Ilaesoscom grampos a 40 rs.
Liohas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditaa de peso muito finas, miada grande a 240.
Franjas de linho para rostidos, a rara a 120.
Apparelhosde porcelana para meninos, pinta-
dos e dourados a 19600, 2g. 29500 e 89.
Cartas com alflnetes a 100 rs.
Papis com alflnetes cabeca chata a 40 rs.
Enfeites para senhora mullo unos a 3, 4 e 79.
Siotoa muito finos para senhora a 29 e 29500.
Meiii de laia e pretaa para padre que aempre
se reoderam a 29 a 640 rs.
Enfeites com flores para senhora a lf.
Colberea de metal muito flnaa para apa a IO9
ra. duzia.
Gartoa do mesmo metal a 49OOO a duzia.
Assim como outras muitas miudeaas flnaa e ba-
ratas, que deixamos de mencionar, para nlo se
tornar tanta manada.
Noyos enfeites e cintos
dourados.
J# fl>gfi bunce acba-ae racaolemante
pr/>rjda de um bello e rariado orUmoo da aj*
folies de diffareo^s qualidades goslos, os mais
liodosque i pessirel encontr*-* ; aaaim como
est igualmente bem aotlida d bonitos eintoe
dourados e praUados, sendo lisos, de liatras, 0
matizados, a bem assim os de pontas Jtidas,
tendo de ludo muito para aatlafmr o bom ajusto
do cofaprador. que aaaoido de dhaheiro alo *>
juprl df comprar: oa ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16,
a
CHAPELINAS
6$000 cada urna.
Vende-se chapelinas modernas eofeitsdas com
muito gosto para senhora a 69OOO cada urna: na
rus da Imperatriz n. 60, loja do Paro.
Leudos para mo.
Vendem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de lioho com labyrinlho a 29500, ditos de
muilo gosto a imitaco de labvrintho a 800 e
IgOOO: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Paro.
Phantasia a seis mil ris
Vende-se muito ricos resiidos de fantazia com
babados de muilo bom gosto, fszeodas de 12JS000,
por 69000, na ra da Imperatriz n. 60 loia do
Paro.
Filos.
Vende-se fil de lioho bordado fazenda mnito
ina a 19000 a rara, dito lizo a 800 rs., tarlatana
branca e de toda* as cores a 800 rs. a rara na
loja do P*ro.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios de seda para meninos, fazeoda
de 129 por 59OOO ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Paro.
Qambraias lisas.
Vendem-se pecas de cambraias lisas, fazenda
muito Una, com 10 e meia'rara cada peca, pelo
prego de 59000 a pega, ditaa de 8 e meia raras a
29300, 39. 39500 e 4, ditos de 6 e meia rara a 29
e 290OO a pega, ditoa para forro coro 8 e meia ra-
raa a I56OO e 29 : na ra da Imperatriz, loja do
Paro.
Baldes sem ferro a
3$200.
Vendem-ae muito superiores saiaa de cordo
que fazem aa rezes de balao, tornando-ae maia
recommeodaveis por se poderem tarar eengom-
mar, a 39200 cada ama: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Paro.
Taixas,
Maior reducqao nos precos para acabar.
Vendem-se no armaaem de Braga Son & C.
na ra da Moeda, taixas de ferro cuado do mui
acreditado fabricante Edwin Maw a 100 rs. por
lib:i, u meamst quo aa rendiam por 120 ra.
Flores finas*
A' loja d'aguia branca acaba de deipichar om
bello sortimento de flores fins e delicadas pro-
prias para enfeites de cabega e restidOs psra ca-
semiotos e bailes; quem as rir sem durida se:
alegrara; de ochar florea lio perfeitaa 9 deltea^a
ru do Queimado loja d agola branca
Vende-se na ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a 4$
a arroba, meia arroba a 2J500
e a 160 rs, a libra.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas..
Bata loja por estar constantemente a receber
Eerfumarias finas de snas proprias encommendas,
em se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-aa aempre doa melhores e
maia acreditados fabricantes, come Lubio, Pirer,
Coudray e Societ Hygieique, etc., etc. ; por
isso, quem quizer prorer-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qne
achara aempre um lindo e completo aortimenlo,
tendo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que ae rendem conrida e anima ao
oomprador.
Carros e carrosas,
Em casa de N. O. Bieber
A G. successores rui da Cruz
numero 4.
Vendem-se earros americanos mui elegantes
a lares para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo flm ellea possuem map-
pas com rarioa desanos, tambem rendem car-
rosas para condueco de aasucaretc.
Attenco.
N. 43-Rua do Amorim-N. 43
Vendem-se qusrtos com 6 libras de passas a
3J000, meios com 3 libras de ditas a 1JS500, as
mais oras que se encontram ueste mercado: a
ellas que a testa bate porta.
Cal virgem de Lis-
boa em pedra,
Vende-se a mais ora e superior que ba no
mercado por prego baratissimo, uoicamento no
largo do Corpo Santo n. 19, trapiche da Compa-
nhia.
18 9M NS 985 5' M9 Wtt M3 WKJ 94it H
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BASTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e rariado aortimenlo do
roupas (eitas, calcados a fazendas e todos
estes se rendem por pregos muito modi-
fleados como de seu cost'ume,assim como
sejam sobrecasaecs de auperiores pannos
a casacos feitoa pelos ltimos flgurinos a
269,535, 309 a a 353, paletots dos mesmos
pannos preto a 165,185* s9 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
noros padroes a 149.169. 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
rea a 99.109,129 e a 149. ditoa pretos pe-
lo dimiouto prego de89, 109, e 12$, ditos
de sarja de aeda a sobrecasacados a 129,
dito3 de merino de cordo a 129, ditos
de merino chioez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89. 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49. ditos de palba de
aeda fazenda muilo superior a 49500, di-i
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditoa de fusto branco a 49,
grande quantidade de caigas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49. ditas de brim de cores
fioasa2|500, 39. 39500 e a 4f, ditaa de
- brim brancos finas a 49500, 5g, 59500 e a
69, ditaa de brim lona a 59 e a 65, colletes
de gorguro preto e de coras a 55 e a 6 J,
ditos de casemira de cor e pretos a 45500
o a 59, diloa de fusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4|,
ditoa de merino para luto a 49 e a 49500,
calgaa de merinp" para luto a 45500 e a 55,
capas de borracha a 99- Para meninoa
de todos os tamaohos: caigas de casemira
preta e de cor a 55. 69 e a 79. ditas ditaa
do brim a 25, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 65 e a 79, ditoa
de cor a 69 e a 75, ditos de alpaca a|39,
aobrecasacos de panno preto a 129 o a
14, ditoa de alpaca preta a 59, bonete
pata menino de todas aa qualidades, ca-
misas para meninos de todos ostamanbos,
meios ricos resiidos de cambraia feitoa
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 89 e a 125, ditos de gorgu-
ro de cor e de la a 59 e a 69, ditoa do
brim a 3j>, ditos de cambraiaricamente
bordadoa para baptisados.e muitas outras
fazendaa e roupas feita a que deixsm de
ser mencionadas pela aua grande quanti-
dade; assim como recebe-ae toda e qual-
quer encommenda de roupas para ao
mandar manufacturar e quo para este flm
temos um completo sortimento defazen-
das de gosto e urna grande officina da al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela sua proraptida e perfeigao na.dedei-j
ka a deaeiar.
Batata ingleza.
ar22f ? ,l,t 'I*1"" em S1*0' rnenle no
SBiS.VJ'r,0T*S,,T'' ,r'TMM da *'"
Novos candieros para gaz
Um grande sortimento de candieiros
para gaz, desde o mais barato at o
mais rico que tem vindo a este mercado:
na ra da Senzala Nova n. 42.
Libras sterlinas.
Vende-se no escriptorio de Hanoel Ignacio de
Olireira e Filho largo do Corpo Santo.
Pannos finos
a 2,000 rs
Vende-ae panno preto e cor de caf a 29 o co-
rado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do paro.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porgo e a retalho de urna sscca
psra cima, e por commodo preco: oa ra da Ma-
dre da Dos confronte abotica n. 30.
Asteas de ac para
baldes de se-
nhora.
Vende-se a 160 e 200 rs. a rara : na ra do
Queimado loja de miadezas da boa fama n. 35.
Luyas de pellica de
Jouvin.
Vende-se aa rerdedeiras loras de pellica de
Jourin para bomem e senhora a 29500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
o. 35.
Cintos do ultimo gosto.
Veode-se cintos dourados e de palba o mais
bello que possirel eocootrar-se, pelo baratissi-
mo prego de 39 cada am, ditos de fila de muilo
lindos gostos a i$ ; tambem ae rende flvellas
muito lindas e de muitas qualidades propriss ni-
camente para cintos a 23 na roa do Queimado
loja de miudezas da boa fama n. 35.
Enfeites para cabeca
Vende-se os mais modernos enfeites que tem
rindo a este mercado, e de mnitas qualidades a
7 e 81OOO cada um, ditos pretes com ridrilho a
15500: oa ra do Queimado loia de miudezas da
boa fama n. 35.
La muito fina para
bordar
Vende-se a 89 a libra : na rus do Queimado
loja de miudezas da boa fama n. 35.
Capellas e ramos para casa-
mentes e bailes.
Vende-ae muitissimo finas e ricas cspellss
brancas para noiras, com o competente ramo para
o peito, pelo baratissimo prego de 10 e 129, ra-
mos de floreatmuito fioes e de muito lindas co-
res a 39, o mais inferiores pouca cousa a 19,
I9500 e 29: na ra de Queimado loja de miude-
zas da boa fama n. 35
Luvas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luras de camurca
para homens a 29 o par, dilas de o de escossia
brancaa e de corea a 800 ra., dilas de seda eu-
fetadas para senhora a 2$, ditas de torsal pretaa
a 19: na ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 35.
Chicotes de gosto e multo
fortes.
Vende-se muito bonitos chicotes debaleiacom
castoes de marfim e de metal para homens e se-
nhora a 4 e 59 ea la um, diloa de estallo tambem
muilo bons a 39, ditos de junco porm muilo bem
acabados a 1 $: na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 36.
Gabazts p&ra senhora* e
meninas.
Vende-se pelo baratissimo e admirarel preco
de 3 e 49 cada um, e affianca-se que quem os rir
nao deixar de comprar, to bonitos e uteis sao
elles : na ruado Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem conheeida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occasio em qne
ae escrere e por muito pouco lempo Cea preta e
bem preta, bareodo a ranlagem de serrlr para
copiar cartas : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Gneros para a festa.
lianteiga franeeza a 640 rs. a libra, dita ingle-
za a 800 ra., toucinho a 320 rs., arroz a 100 rs..
cha a 89560, btalas a 60 rs., sabo msssa a 200
rs., dito amarello a 160 rs., macarro, talharim
e aletfia a 500 rs., errilhasa 120 rs., caf a 200,
240 e 260 rs.. paiDCO a 160 rs., alpiata a 180 e
200 rs., reas de caroauba a 400 rs., ditas de es-
permacele a 760 rs. rioho do Porto engarrafado
a8O0rs, azeite de carrapato a 400 rs., dito de
eoco a 440 rs., qoeijos a 29500. baoha a 480 ra.
a libra, arroz de casca a 396OO o sacco, espirito
de vinho a I97OO a caada, agurdente de cana
a 200 rs. j engarrafada : na travessa do pateo
do Paraico o. 16, trente amarella taberna do 4
portas.
,tM&Sie265ll6-d-te4SMSie^tt
** ^w ew vaajw ararv wmm viat mvfmnipi
JMlencio
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a i #280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem os tem
para vender.
Vndese
na ra do Queimado n. 19
o seguinte.
Pe^as de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 81 \i raras, pelo barato prego de 59C00.
Toalhas de lioho adamascado psra meas a49-
Cambraiaa de aalpicos graudos muito lindas a
59 a pe^a, ditas de ditoa miudinhos flnaa a 49500.
Lencoes de bramante de lioho a 39000.
Cambraia ailada para forro de resudo, com
8 1|2 varaa a peca por 39.
Grandes colchas de fusto lavradaa a 69.
Chapeos enfeitados mnito lindos, proprios para
meninos a 79 cada um.
Coberlaa de cbita, gosto chioez, a 19800.
Ricas capellas para noira, de flor de tranja.
Algodo com 7 palmos de largo a 600 rs. a rara
Leoc.oes de panno de linho 19900.
Escravos fugioos.
Ansentoa-se de casa de seu senhor no da
Jdo correte mezo escraro Antonio, de saco
Cassange, idade 40 annos, pouco mais on menos,
estatura regular, com os signaea seguiotes : em
urna das orelhaatem um taco lirado, em um dos
qusrtos tem um defeito que pelo qual puza no
andar pelo p, tem debaixo do queixo esquerdo
tres buracoa, aignal de dentes lirados : quem o
pegar queira leva- lo roa do Imperador n. 73,
terceiro andar, que aera recompensado. 41 fo
risto em Iguarass.
Attenco e muita attenco.
Acha-se fgida a mulata Maria muito
conheeida por Maria Joaquina, sendo
bastante alta, cabellos caxiados e falta
de dentes na frente, ainda hontem foi
vista em urna casa no Forte do Mattos, e
por isso roga-se a todas as autoridades
policiaes a captura e aos commandan-
tes de vapores e ca pitar de embarca-
coes que tenbam a bondade de exami-
nar os escravo que a seu bordo forem
para outra provincia, ou corno passa-
geiros ou como captivos de passsgeiros,
e mandarem entregar na ra da Impe-
ratriz n. '21. que se Ihe ficar obrigado
e toda e qualquer petsoa que a pegar
leve-a a mesma casa que generosamente
se gratificar.
Deaappareceu qs aexta-feirs 20 do correle
o escraro cabra Olegario, baixo, magro, repre-
Souhali ilellors & G., tendo recebido or-Jaeota 20 fonos da idade, tem falta de desloe na
Uso oa
0. 16.
dem para render o seu crescldo deposito de rslo-
gios rjato o fa*rj cio ; conrida, portento, s pessoas que quizerem
possuir um boro retogio de ouro ou prata do e-
\ lebra fabricante Kpty, a aproreitsr-ae da op-
( pprlentdde aem pvda de temao, para *ir aom-
I prs-los por commodo pfec,o o teo escriptorio
Irna do Trapiche n.lo.
lenle) est com principio de frlaldade, e por iaso
um pouco inchado, sahiosem chapeo, e est com
calca de casemira escura e camisa de algodo,
mnito ladino, e as rezes se inculca forro, foi risto
no Uangoinbo, e pro.rarel que ande por perto :
quem o pegar elera-lo i rus da Cadeia do Reci-
fe o. 59, primeiro andar, ser generosamente
recompensado.
rife
\ >


DIARIO l rHUUMBUCO: SEGUNDA FEIRA SO DI DEZBMBRO IE 1811.
Litteratura.
=
A Polonia perante as conseqaenciasdos
tratados de \ieoaa.
[Concluto.)
Uma idi lgicaa idea da deslruigio da Po-
lonia, pirliodo de un priQcipw (alio, ido^, o
direito abaoluto do vencedor, napirou a poltica
do imperador Nicolao, era relabio aoa atas povoa
slavo*. Era o thema da Pono! di Borgo em 1815
adoptado e desenvolvido. Esta poltica marca
um segundo periodo no ensaio da uniao doa Po-
laco com oa Huaos. Conseguira ella um re-
sultado mais feliz ou pelo menos maia conforme
a iotencoe do goveroo ruaso 1 Consolidara
maia o fiaculo que oa tratados de Vienna forma-
ran), segundo diam, muito frgil e quebradizo ?
Os Polacos, perdeodo o direito de suanacionsli-
dade, tornar-ae-hiam Rasaos r Se taes illusoea
poderam entrar no cerebro de alguem do occi-
dente, e ah tomar consistencia, oa acootecimen-
tos recentes dever o te-Iaa j desvanecido.
Aps trila anooa de intil compressao. apa
esforcos inauditos empregados com o fim de oa-
pesinhar-se e anniquillar-se a naci polaca, eis
que de repente ao aopro da brisa suave de inde-
pendencia que dispertamos na Italia, aquella na-
gio, que todoa alga?am aubjugada, ergue-ae da
trra, qual eataa bellaa vegetacea.da primavera
largo tempo opprimidaa no seu germen aob oa
gelos do invern, e que ao primeiro aopro do aul
renascem cbeiaa de seiva. Em to o p do ho-
mem piaa e calca easa verdura nasceote, ella ad-
quire na pressio novaa torcas, e quanto maia a
comprimem mais aolidez apparece as suas ral-
zes, maia vigor as suaa hastes pira florescer e
dar fructos.
Feriamos urna idea desavoravel do movimen-
to da Varaovia, se aomente viseemos nesse povo
que corre para o sacrificio, um actoisolado de su-
blime loucura. Desde o maia pequeo ao maia
elevado, toda a Polonia se acha reunida ao mes-
mo penaamento, e aa suas provinciaa distantes
nao se moatram menos ardentes na expreslo
desse eotbusiasmo nacional. Debalde se far ap-
pello s armas : aa armas ca hiri das maos dos
soldados ante easa torga moral que avanza para
elles, envolve-os e penetra-os.
Debalde se buscar illudir o povo, como ac-
conteceu ha pouco oa Galicia, excitando-se o la-
vrsdor contra o proprietario : o lavrador polaco
sabe muito bem o que os propietarios reunidos
em Varsovia bao feito em seu beneficio apesar
do que diz Huchanow para desharmonisa-los;
elle sabe que da reaialencia e coragem dos pro-
pietarios deve receber um dia o penbor supremo
lhe tem sido negado pelo governo.
Tornera as medidas que quizerema oagio po-
laca vive, a sua uniao completa. O edificio de
Alexandre foi abalado em 1830. o abysmo de Ni-
colao abre-se assuslador em 1861. Se esse esta-
do de cousaa se oo modificar, tanbam medo
que o colosso rusao,abalado nos aeus fundamen-
tos, nao venha a tremer: para segurar-se econ-
servar o equilibrio, preciso que arranque do
seu pedestal a nago polaca, essa planta vvidou-
ra que se entrelaga e arruina os seus alicorees.
Depois de um meio secuto de esforcos diver-
sos, e ao mesmo lempo contradictorios*, est sa-
perabundantemente provado que nada capaz de
aniquilar a creuca nacional daquelle povo, que
nada capaz de dobra-lo ao jugo do eatraogeiro.
A prova tem sido looga : deve-se acaso contina-
la ? A' nosso ver j ella tem sido por demaia su-
icienle, o no intereaae da Europa e tambera da
Jtussia, pela honra de todas as potencial e gloria
de todoa os soberanos, eremos que chegada a
hora de dar verdadeira soluge ao problema es-
tabelecido em 1815, e que nao priero resolver
nem o meio termo adoptado- nu ogresso de
Vleona, nem o procedimento lgico do impera-
dor Nicolao e de Pozzo di Borg i.
Ao successor do nome e das sjenerosss ideas de
Alexandre I cabe agora aproveltar-ae da otcasiao
para vir a ser um grande principe como j um
monarcha poderoso.
III
A sabedoria das nagoes, que ntre muitas ver-
dades deixa s vezes transpira i algumas asnei-
raa, pretende quenos deven os accommodar
com aquillo que oo podemos mpedir. E' este
um preceito bastante commolo em politica, e
admiramo-nos de que nao aeja opado maia miu-
do ; pouparia aaaim muitas faltas aos governos,
muitos desacertos aos diplmalas, e aos povos
muitos infortunios. Delle eahirm duas tbeorias
assaz appiaudidaa e praticadas em nossos dias
theoria do (acto consumado, e a da nao inter-
venco: porem ambas sao filhaaTbastardas, am-
bas trazem duas faces, de modo] que nos appa-
recem brancas ou pretas, segundo o lado porque
aa encaramos.
O principio da nao ioiervengb apreaentou .
sua face preta.em quanto duroa j inaurreigo na
Polonia; e o fado consumado tambem fez ver a
sua do dia em que < a ordem reinou em Varso-
via. Pode riamos citar exemplqs mais recentes
e nao menos notaveis.
Como que de um lo bello preceito tem-se
feito brotar fructos to perversos? Seria antes
melhor que se Gzesse urna alteragio na sua for- P.sra provar-se como era vulaeravet essa polen-
sabemos tambem querer a. guerra, porque esta
satisfaz urna necesaidade inextinguivel de juatl-
ca que sentimos dentro em .Dos; porque sem
Justina nao poda haver pas para es horneas, nem
para oa estados. Violada em outra parte, o po-
de ser egualmente entre nos; e pois i nosso pri-
meiro dever favorece-la em qualquer ponto, se
quizermos tambem gosar dos seus beneficios.
Se a paz aio tivesse um chefe que a conduzii-
se a nebros emprezaa, a Frange nao marchara
boje aosinha em soccorro do opprmido, como a
vaga do Ocano, que mo alga ma 6 capas de
suspender, mas a quem o dedo do Creador im-
primi um movimenlo de que ella se oo pode
desviar. Porem o quea Franca so I Nio : to-
dos oa povos, todos os governos, fagamoa-lhea
justiga, achar-se-bam dominados de um senti-
ento unnime para pouparem Ruseia urna
viagaoga estril. Na Polonia existem christos
como ua Syria. > Estas palavraa de um eampo-
nez polaco asaigoalam admiraveimeole a differen-
ga que separa os annos de 1830 e 1848 do anoo
de 1861.
Mas estabelecemos urna bypothese intil, por
Uso que ella Impoasivel; por quanto se l se
foi o tempo de ver-se a sangue fre decapar e
aniquilar-se um povo, tambem l so foi o tempo
para a Russia de commetter um crime lo atroz.
Nao na poca presente, um que ella mostra do
mundo o bello eapectaculo de um soberano ani-
quilando com suas propriaa maos as ultima ca-
daa da eseravido ua Europa, que a havemos de
ver voltar eras passadas para reerguer urna ar-
ma impotento, e chamar sobre si o odioso de urna
nova e vio perseguido. Nao ha duvida que exis-
tem na Russia como em toda a parte homeos
aferrados a Ideas de um outro secuto, que oo
reconhecem outro oireito seoo o da torga, ou-
tra lei seno a de sua vootade : porem a par del-
les tem crescido nova gerago, inlelligente, for-
mada em escola melhor, mais justa e mais mo-
derada, impregnada de idaa modernas, tendo
coosciencia da verdadeira civilisagio, e nao a
buscando na superficie como seus paes.
Essa nova geraco forte, cheia de nobresa e
digoidade, oppor-se-hia a quem quizeaso desper-
tar o antigo systema de compreises. Ella aabe
perfeitamenle que o interesse e futuro da Russia
nao esto ahi, assim como a honra e as institu-
ges do imperio s tem a gaohar com a emanci-
pacao doa povos viiinhos: estamos cerlos de que
a Polonia acharia nos humeas dessa gerago mais
auxiliares do que inimigos.
A'visla da experiencia que se tem feito, e que
den os resultados que ja conhecemos, pode-se
crer que a escola anliga e a moderna eatejam de
accordoa eaae respeilo. Um orgulho malenten-
dido podena levar a nagio russa a revioicar em
sus visioha direitos chimericos e perigoaos; mas
ahi est a sua verdadeira gloria que manda abdi-
ca-ios. Urna idea errnea sobre o poder daa
oacoes poderia lera-la a inclinar-se para o lado
do Occidente, que nuoca recusria em sua pre-
senta ; maa ah est a sua verdadeira misso que
manda eatender no Oriente a sua autoridade so-
bre povoa barbaros, e commnnicar-lhes peta con-
quista os beneficios da civilisacao. O seu inte-
resse por conseguinte nao crear subditos hos-
tis, mas sim graogear alliados fiis; nao des-
truir as ostituiges livres dos oulros povos, maa
sim adoptar para si a pratica dessas insiiluicoe.
Pode-se fazer uma idea do descrdito que lhe
resultara de ter emprehendido uma obra contra
a natureza ; pode-se contar os males que lhe pro-
veriam de nao ter dado ouvidos aoa conselhos da
humanidade. E' fcil dizer-se o que ella per-
deu em triumphos esteris, e o que teria ganho
em conquistas fecundas; e nao e lo fcil de-
monstrar o augmento de forcaa que lhe deu a Po-
lonia agarrada aoa seus flancos, e o beneficio que
dahi eolheu definitivamente.
Sempre alerta e atienta aos ruidos do Occiden-
te, ioquiela sempre por sua presa, e recriando
ve-la eacapar-se, a Russia impe-se sacrificios
Infructferos, armamentos onerosos, leis milita-
resintoleraveis. Em lugar do desenvolver no in-
terior as riquezas admiraveia de um solo ferlilis-
simo, em lugar de reformsr os abusos da cor-
rupgo, e firmar o seu goveroo na probiJade e
jusiiga, vS-se obrgada a arrancar o lavrador
Ierra, o operario industria; vS-se obrgada a
corromper ella propria os seus empregados, exi-
gindo delles servidos que a honra reprova, fazen-
do do arbitrario uma lei, e um habito dos abusos
do poder.
Pela sujeigo em que traz a Polonia nao pode
cuidar de uma reforma seria para si, do desen-
volvimento da civiliiagio, e progresso no modo
de governo. Se pode cuidar da emancipagio dos
servos, foi porque na Polonia nao exista mais
servido: e se osla tivesse conservado as suas
liberdades, mais liberdades tambem teria ella
dado aos saus subditos: Com a Polonia odepen-
dente junta a si para favorece-la oas suas gran-
des emprezas a Russia estara j no primeiro lu-
gar das niges civilisadas; nao teria perdido o
mar Negro, reinara quasi de lodo as suas duas
margeos, e o que vale mala que ludooSo sen-
teria pesar sobre si a animadversao que lbe vo-
ta m todos os povos.
Foi mister a elevacao de umnovo soberano para
ae affrouxar um pouco oa lagos daquella oppres-
so detestada; foi mister uma guerra infausta
mua essencial, e se dissesse : dvemos accom-
modar-noa com aquillo que nao queremos impe-
dir.
A Europa estar hoje disposta a querer outra
cousa que nio aquella que em 1815 e 1831 nio
quiz obstar? A Ruaaia estar finalmente conven-
cida de que nio pode impedir aquillo que nao
soube querer? Duplice questio que procurare-
mos salisfazer, nao em nome da Russia ou da
Europa, que nos nio encommendaram tal cousa,
porem em nome de uma potencia mais forte que
todos os imperios e partes do mundoem nome
da razio.
Os fictos h3o provado exuberantemente que a
nacao polaca nio podia ser aubjugada pelos meios
ordinarios, e muito menos pelos meios extraor-
dinarios de que a Russia se lem servido at o
presente. Depois de um seculo de parlilhss, de
diflerentes dominios, e oscraviddes multiplicadas
a Polonia vive, ae fortifica, e ergue a fronte
como oo seu comego. Pretendern) roubar-lhe
os seus lares, ella os aperta anda nos bracos com
amor: pretenderam extinguir a sua iingua, ella
continua a guarda-la e enriquece-la com uma
brilhaote litteratura: pretenderam arrebatar-lhe
a sua relgiio, ella se dobra sempre aos preceitos
desta e morro orando Deus t Nunca se vio na
historia dos povos um exemplo de existencia mais
palpitante I
0 que pode, pois, a Russia contra semelhaote
obstioacao? Se fossemos inimigo do seu gover-
oo, dar-lhe-biamos um terrivel conseibo ; pois
dir-lhe-hiamos como o imperador Nicolao :
Apressae-vos e eri.Sim, feri ; porque um
longo estremecimeoto de indignagio circular
por todoa oa membros da Europa, e o vosso bra-
co levantado nao se abaixar pela segunda vez
suspender-se-ha pararysado.
Nio estamos mais em lempos de nacoe* sub-
yugadas, e de povos decimados. Queremos a
paz; mas quaodo um iutereise superior o exige
0
FOLflETIII
ORIGINAL 00 DIARIO DE PERMIBUCO-
mwm mmftm
XCIII
suimario.Um drama do mari
Quaodo a aurora surge no diaseguint. e pou-
co pouco expelle as densas trevas da noli te, ani-
mando com sus presenta toda a naturezk ador-
mecida, que parece despertar aos seus afiagos, e
toda ella um hymno de numerosas harmonas,
ao creador de lodo eate espectculo bellote gran-
dioso, que, nos Americanos contemplamos sem-
pre com prazer, embora a elle estejamos habitua-
dos, e que oa povos de alen-mar admiran com
pasmo, j toda a guaroico do Pandour s acha-
va nos seus posto de manobra, e observa-ve em
todo o navio este movimenlo confuso e desordena-
do para o profano, metbodico e regular para o
olhar do martimo ; esta agltacio febril e anima-
da do momento da partida.
E' uma formoaa manhaade invern destal afor-
tunada regiio, que sera considerada como a mais
bella madrugada do esli oa Europa. Deusl ve-
dando por tantos aeculos humanidade o cahe-
cimento da abencoada America, em que habita-
mos, parece ter tido evidentemente um intento.
Assim como a expellio do paraizo em ove a
principio collocra os nossos primogenitores!; as-
sim como depois mandoa tea propro filhoi re-
cia que se suppunha invencivel. Desde nlo a
Russia dirigida por um principe generoso seguio
uma vereda melhor e mais segura; denunciou
corajosamente as suas proprias faltaa e vicios,
volveu as suas vistas para os trabalhos da paz,
creou caminhos de ferro, emancipou oa servos,
modicou por toda a parte o seu regime, e em-
pregn todas as torgas em extirpar do seu seio as
enfermidades sociaes que a corroiam. Uma cha-
ga lhe ficou anda : a Polonia. Acreditamos
que ae prepara para curar-ae delta.
Os interesses da Europa tanto ou mais anda do
que os da Russia exigem a emancipagio do reioo
da Polonia aob bases liberaos. Se a ambigo rus-
sa, auscitada pelo dominio que exerce sobre po-
yos occideutaes que neuhuma communidade de
iostiactos teem com os Moscovitas, hafortemen-
te pesado desde 1815 sobre os destinos da Euro-
pa, se ha dado motivos a esta para receiar suc-
cesaivaa iovaaes, e, como se disse muitas ve-
zes, uma nova iovasao dos barbaros; deve-se
secusar os auloreados tratados de Vieooa, os
quaes nio tiveram a coragem de consagrar a in-
dependencia completa da Polonia, depois de ha-
verem reconbecido easa necessidade. Se a Prus-
sis ficou sendo por muito tempo uma especie de
vassalla da Russia; se a Austria at o momento
da sua iogralidio oio gyrou em torno de outro
planeta; a rasio que a primeira possuia o
grao ducado de Poseo, e a segunda a Galicia.
Esse vinculo decumplieidide torna va-as sus-
peitas por mais de um titulo, e para ambas crea-
va uma situagio bumilbaote, e ameagadora para
o resto da Europa, que enxergava um motivo de
diviaao ali onde se quisera plantar o equilibrio.
Deaejaramoa que nos dissessem as vanlagens,
que a Austria eolheu por se ter unido de inten-
go de facto a todos os actos da Russia ; deso-
jaramos saber se ella eoconlrou ali a torga ne-
cestaria pan completar a unidade que tinha em
vistas. Quaoto mais elementos heterogneos ac-
cumulava ao imperio tasto mala difficil tornava
a obra de fusio entre as diversas ragas submetti*
das so seu dominio.
A Prussiado seu lado, te bem que sej de to-
do alinala e nio deva receiar os mesmes perl-
gos que a Austria, com ludo oo tem encontrado
no grao ducado de Posen nem augmento de po-
der, nem orgem de popularidade. Para manter
ali a sua autoridade tem-se visto obrigada, eomo
a Russia e a Austria, a despodagar o pacto de
1815, o qual .urna vez despedazado nio fra de
proposito perguntarmos se deste lado do Roa-
no a devem subsistir ao clausulas que nos sao
onerosas. E' multo sabido o axioma de direito
que diz : O contrato que oio obriga uma daa
partea contractantea aullo. Deade o dia em
Jue a Prusaia se iseutou das obrigigoea do trata-
o de Vieona nospoderiamos tambem fazer outro
tanto; e S6 oo foase ums longa moderagio, e as
brechas feitas oestes ltimos lempos em nossa
torga de expaosio. a guerra teria j rebentado
desse lado. Assim pois a Prussia adquiri um
principio de guerra, e um germen de discordias
e insurreigdes, tomsndo sobre si o grao-ducado
de Poseo, o isto continuar em quanto ella nio
restituir aa cousas ao.seu estado natural.
Um perigo maior e mais evidente ainda existe
para a Prussia ; esta naci alimenta a pretengio
de ser oa Atlemanha a representante das ideas
liberaos e tendencias unitarias; proclama alto e
bom som o direito daa nacionalidadaa, e envia os
seus cumpnmento unidade italiana. Nio a
censuramos por isto; mas querellamos que olla
toase consequeote comsigo mesmo. Uma vez que
raviadioa o direito nacional dos Allemies subdi-
tos de res estraugeiros, a faz votos pela Italia,
que nunca tormou um corpo de nagio, com mala
forte razio deveria reapeitar a independencia do
povo polaco, que durante seculos viveu a vida
dos grandes Estados, e que ainda hoje apreaenta
apezar das duras provengas por qua lem passado
uma homogeneidade notavel, uma torga nacio-
nal que nio se pode oscurecer.
Nio recis ella por ventura que essa duplice
maneira de encarar as cousas seja tomada muito
ao serio, e a desacredite perante aa causas que
ambiciona servir? Nao v que essas contradic-
gdes dio logar a duvidar-ee de sua boa (, e com-
prometiera os partidos que com ellas se compra-
zem ? Couaa estranha, e muito para inspirar du-
ndas sobre a rectkdio de espirito daquelles que
no-la dio em espectculo 1 Existe na Allemanha
um partido que se intitula nacional, e que prose-
gue com mais obslioagio do que lgica oa unida-
de germnica ; pois no seu seio que se encon-
trara talvez os homeos os mala hostis unidade
e independencia da Polonia.
Elles se julgam liberaea, eso cuidam de privar
os outros de suas liberdades tradiccionaes ; in-
vocara para si o principio das nacionalidades, e
negam ease direito aos outros. Vimo-los em
campo em 1848 uo parlamento unitario de Franc-
fort ; e d'ahi deduzimoa fcilmente que as pata-
rras liberdade e independencia Ibes serviam
de passiporte para as idaa aa mais oppressivas,
o menos propicias ao libertmer/to doa povos.
Fique a Allemanha bem persuadida de que os
seus interesses e liberdades, as suas aspirages
e deverea ae acham maia eatreitamente unidas do
que penaa queato que aqu desenvolvemos : a
unidade com que sonha, se tiver de reilisar-se,
nunca o ser em quaoto a Polonia nao for intei-
ramente restabelecida : esta uma dascondiges
primarias da sua exisloncia, a que maia pode fa-
vorece-la ; e s por essa razo que nos a ad-
mittimos: porque o nosso dever imperioso, e ri-
goroso direito seria impedi-la com todas as tor-
cas, se nio estivessemos seguros de acnar um
alliado forte naa margena do Vstula para contra-
balangar o peao immenso de um estado de cin-
coenta milbes d'almas no centro da Europa, e
obstar as velleidades conquistadoras que talvez
se apoderaasem um dia da valeole nagio germ-
nica aob um goveroo ambicioso. Nio ha muito
lempo que passou esse seu humor guerreiro, e
assim mesmo depois de 1815 mais de uma vez
tem estado a ponto de arrojar sobre nos as suas
phalanges, onde nunca faltam hroes, oem cele-
bres capities.
Se temos escapado a semelhante perigo, deve-
se attribulr a causa ao carador todo defensivo da
confederado germnica. Ora, auppooha-ae que
ella formasse um a imperio sob a meama corda
desde os Alpes al o Oder, oeste caso ter-nos-
hamos batido em 1841, e em 1859, bater-nos-
hiamos ainda hoje, amaoha, d'aqui a sete, a
trinta annos emflm al que uma das oages im-
pozesse a paz outra. se essa paz nos pode
ser imposta pela prudencia vista de um impe-
rio guerreiro mais extenso que o nono, preciso
que tambem de nossa parte lhe inspiremos a mes-
ma reserva lendo um alliado seguro na aua fron-
leira oriental.
Aoreaentaado s Allemanha restituida ios seus
deslinos nacionaea por meio da reconstituido da
Polonia, apresenlamos ao mesmo tempo a ne-
cessidade absoluta que tem a Franga dessa re -
coosliluigio. E' pois uma causa que ioteressa a
tod as nagoes civilisadas ; e a Inglaterra que a
reclamava em 1815, e qu a abandonou a por
condescender com alliados que vinham preslar-
lhe um grande servico, ligar-ae-hia seguramente
i Franga para faze-la admillir pelas outras po-
tencias.
Deste modo seria anniquillado no seu germen
esse motivo eterno de perturbages, ease elemen-
to constante de revouges e guerras impas :
deste modo finalmente restabelecer-se-hia o equi-
librio perduravel at agora pesquisado infruct-
feramente : a Russia conlida pela Polonia, a
Franga pela Allemanha, a loglaterra conlraba-
langando com a Italia as torgas da Franga, como
um dia assim deve ser ; a pooderago doa esta-
dos como em alguna paizes se v a reapeito dos
poderea ; a guerra difficullada, as revouges in-
teriores quasi impossiveis ; a solidariedade res-
tabetecendo-se entro os povos petos lagos do
commercio, artes e industria, pelas liberdadea
communa e sentimentos parlilhados ; os exord-
ios menos numerosos, as-riquezas mais fecundes
e mais bem reparlidaa ; cada povo correndo aos
seus affazeres, cada governo obrigado a ser justo ;
em summa uma especie de nacionalidade esta-
belecendo-se em toda a familia europea : eis lu-
do. E nio se pense que uma vis utopia, oo;
o edificio que sabe das maos do homem estar
sempre sujeito a abater-se, nunca a guerra hade
ser abolida, nem anniquillado o espirito de re-
volla : porm ao menos pode-se esperar que a
Europa percorra em paz uma nova pbase, se as
cousaa tomarem os seus logares.
O interesse geral da Europa, que a oomma
dos ioteresses particulares des estados coolidos
nos seus limites necessarios, exige que a quesiao
polaca debatida ha quaai um seculo receba sfioal
a aua aolugio.
Essa questio est em primeiro lugar que as da
Italia e da Grecia, e pode at muito coocorrer
para reaolver-se a do Oriente; uma questio
urgente, e se nio querem que se complique maia
devem trabalhar fraocamenle para dar-se-lhe um
fim pralico e immediato.
O meio termo de 1815 nio produziu bons fruc-
tos ; o systema de assimilagio s fez cresr peri-
gos. A Polonia nio quer extinguir-so a sua
mi-la Com seu sangue, auxilia-la com os exem-
pos de sua vida santa ; assim mais Urde paten-
teou-lhe a maravilha deste continente, prtico,
por sem duvida, deste paraizo perdido, do qual,
por taoto, nos vamos spproximtndo, gragassua
infinita bondade, que por modos lo brilhantes
manifest.
O sol levanta-se do seu leito hmido e fri,
com lentldlo, como que com preguiga ; seus re-
flexos espargem pelas torres e mirantes da cida-
de uma luz que Ilumina fracamente a scena.que
parece estar toda sob um diaphano vude azula-
do crep, ou nadar por sobre um mar vaporoso.
O verde das arvores, rociado pela neblina que
so vae rareftzendo, destaca-se do meio da casa-
ra, e di mais belleza ao quadro, ommoldurado
por um mar quieto, e unido que a limitado pe-
lo horlsoole, e aqu e acola balanga um navio
que pelo effeito seductor da miragtm nelle se
retrata.
Para que nada falte, os passaros que de Horvan
tem oa cmara, com seus trinados, com seus gor-
geios, com uma msica inimilavel e encantado-
ra, enehem o espaco, formam um concert digno
do cu, e mais predispem ao prazer da contem-
plagio desta natureza ralnha.
De Morrn est tambem no seu posto, sobre o
cata vento, mandando a faina de suspender, im-
paciente por desfrsldar as velas do seu brigue ao
fraeo terral que sopra.
Jamis fra to feliz, jamis notara com lauta
emegio esta scena ; tinha o coragao cheio de te-
licdade, toda a alma se lhe espaodla oa perspec-
tiva fagueira do futuro, e seu penssmenlo vaga-
va por sobre regiSes msis elevadas, e s por um
estorgo sobrehumano de sua enrgica voDla.de po-
oxisteoela pode aer til, mesmo justa e neces-
aaria : o que eaperamos pois? Que o sangue corra
a jorros, e que a guerra rbente de todos os la-
dos? Nio temos ums f supersticiosa nos con-
gressos, mas se tiver de reuair-se algam para
regular os negocios da llalla estimaramos que
os da Polonia fossem tsmbem ahi regulados hon-
rosamente.
A Franga e a Inglaterra devem a todos os di-
reitos tomar sobre al essa nobre causa, e as tres
outras potencias devem ter o malor interesse em
terminar o mais depressa possirel esse perigoso
processo.
Alphonsb dk Calos ng.
(Revista Contempornea.Silveira.)
A civilisacao moderna,
i
Desde a era christis nenhuma poca talvez te-
nha aido mais solemne do que esta nossa. A
questio para a Europa de vida ou de morle:
entre estas duas cousas doremos escolher.
A vidsse os reis e os povos, iQoal desenga-
ados pelas ruinas que sem cessar se aecumu-
lau ha um seculo, ebegarem-ae egreja roma-
na, que s os pode salvar, porque s ella inven-
civel.
A morlese elles continuaren! a servir re-
volugio aceitando principios, que pela primeira
vez depois de seis mil anoo nao sido proclama-
dos legalmente na Declaragio dos Direitos do
Homem o com especialidade por aquellos que
se encarregatn de commenta-los, e tambem de
applica-los.
Tem-se vista muitas idolatras, impiedades e
lyrannias : mas antea da revolugio nunca ae viu
o legislador dizer: A lei alucala e deve s-lo.
O poder vem exclusivamente dos homens, e um
dever sagrado a iosurreigo contra a autoridade
legitima, contra oa miaislros de Deus. Quasi nin-
guom tem a necessidade de uma razio que vali-
de os seus setos.
Nuucs, porque lodos os povos do universo pos-
tuem uma religiio nacional, um culto publico :
todoa reconhecem a diviadsde, ainda mesmo
aquellos que a ultrajara com vergoohoaas supers-
ligues: todos vem na soberana uma emanagio
do poder divino; e dado o caso de qua o gover-
oo seja arbitrario eiojuste, ainda assim admit-
iera o principio do direilo e da jualiga.
Tem-se visto muitos erros e crimes; mas nun-
ca se viu um povo descoohecer cerno principio o
poder da verdade o da jusiiga, do direito e da
tradiegio. A influencia da oploiio, da qual, se-
gundo dizem, emana a cviliaagio moderoa,
com effeito moderniasimaporque nunca houve
nagio que dissesie : c Os caprichos da mullidio
formam a lei suprema, nunca houve nagio
que estabelecease como principio o desprezo dos
antepasaados, ainda meamo aquellas entre s
quaes eram elles degolados.
Tem-se visto muitas violeocias e usurpagoes,
muitas atrocidades e despotismos: mas nunca se
viu proclamar-se o direito c s annexagoes >
nunca houve quem admiltisae como o principio
maia forte a soberana justgi do facto consu-
mado, a
Nunca, porque at o Husulmano, etla figura
encarnada da revolugio, como muito bem o ap-
pellidou um Ilustre general, nio chega a tanlo.
O seu estupido fatalismo v nos tactos consuma-
dos a expreasio da vonlade divina, c Eslava ei-
criplo diz elle ; mas nunca nega radicalmen~
te a justiga divina, nunca a nega como principio.
Tem-se visto oeste mundo espantosas devasti-
does; e o diluvio se deu, porque a carne desco-
nhecCra o seu mister : mas nunca ae viu estabe-
lecer-ae copio dogma a rehabilitagio da car-
ne. Nunca, porque al o propro Husulmano
recoobece um freio ao seu sensualismo; nio ad-
milte os amorea libertinos, nem marca premioa
para as mulheres livres que teoham Albos, como
se viu nio ha ainda um seculo.
A rssio de tudo lato que jamis houve na-
gio, que ealabelecesse como principio a negago
radical do direilo divino, islo a apoetasa, e a
influencia dos direitos do homem ou o orgu-
lho, principio de todo o mal, e que arruina mo-
narchias e imperios.
A razio do que ae v que pela primeira vez
em lugar de obedecer s leit da naturezaos le-
gisladores deste ultimo scalo se baaeam malicio-
sa e systematicamente no naturalismo, isto oa
natureza decahida, e radicalmente separada de
Deus. Em outros tormospela primeira vez lo-
maram por 6 a se o peccado original e todas as
suss concupiscencias; proclsmaodo no nome
querido e sagrado da liberdade a independencia
radical do homem, a independencia da intelli-
gencia, da alma, da torca vital e do coragio so-
bre tudo.
Ora, a independencia do coragio ou o egosmo
conduz morle; porque o amor na ordem mo-
ral o que a atlracgio na ordem physica: pon-
an, amor, diz Santo Agostioho.
As tres potencias, que os Gregos, Scholaaticot,
e a Etcriptura deslinguem na alma, se acham
unidas e subordinadas entre si na ordem da ver-
dadeira oaturezs. Quaodo o espirito ( ment ) se
submetle Deus, e subordina a razio f, a car-
ne aubmette-se tambem por sua vez ao espirito ;
e antes de julgar e de obrar esclarece-se com as
luzes da razo : neate caso domina as torgas vi-
taos, e guia os seus cegos iostinctos. Edsa torgas
do seu lado domioam o mundo sensivel. Em uma
palavra o homem, submetlendo-se Deus, reina
na trra, seu dominio.
. A revolta dos nossos prmeiros paes aaniquil-
lou essa bierarchia. Cada uma das potencias quiz
para ai a independencia, e a inferior acabou por
dominar.
O homem, sendo separado de Deus, domina-
do pelo mundo dos sentidos, e nio tem por guia
maia do que os seu iostinctos brutaes. E' que o
espirito se subordina carne.
O mesmo acontece na socledsde. Na ordem
oriunda de Deus a torga popular deve deixar-se
guiar pelo poder temporal, o poder temporal pe-
lo espiritual, e este por Deus. Has quaodo o sa-
cerdocio se rebella contra o meamo Deus, e rea-
leza reclama tambem a independencia, o povo
quer dominar o ae rebella contra es reis.
Quer no homem, quer na sociedade o poder
cede s psixes brutaes, quaodo se nega o direi-
to divino. E' esta duplice revolugio, coosequencia
do peccado original e da triplica indapendenda
que a egreja appellida de concupiscencia, a base
da civilisagio chamada moderna. Em aome da
liberdade proclama-ae as maximao do mundo,
mximas que o chriatio renuncia recebendo o
baptsmo, que aa nagdes egualmente renun-
cia m lo mando-se chriataas.
Em ome da liberdade poltica e religiosa a
revolugio proclama a independencia absoluta do
cada individuo, e o seu direito nativo ao poder.
Por ella doutrioado, e arrastado pela sua natu-
reza decahida o homem oioguem obedece e
quer dominar o universo. A independencia do es-
pirito, ouo orgulho daoldatorna-se deste mo-
do o primeiro dos seus direito.
Em nome da razio, do penssmenlo livre, e da
libardade de opinies, proclama a a independen-
cia absoluta da alma humana.
Nega-se toda a luz cuja orgem nio est
dera Daquelle instante cooceotrar-te de alguna
aorle no servigoque seu dever lhe orden a vs exe-
cular. lio material a prosaico, em compareci
das ideas poticas e deslumbrantes que o domi-
navam.
D'ahi pouco o Pandour so esguelrava, sen-
tiodo-se livre da prisio que o retioha, a incli-
nando-se de bomberdo estibordo levemente,
com magestade egraga, coma que enviou um ul-
timo adeus trra, uma derradeiro aaudagio ao
paiz que lhe confiara o precioso tbesouro que le-
vava.
O vento, finalmente, firmou-se am S. E. regu-
lar, depois de ter rondado de quarta em qoarta,
e por conseguinte obrigou de Horvan bordejar,
sob a direegio do pralico, com aa maioro camel-
la para evitar alguna varadella nos innmeros
banios que se encontrara na derrota at Monte-
video.
Esta contrariedade, prvida ; porque oaquella
quadra os ventea reinantes sao sempre ponteiros
oests navegagio, obrigou oPaniour a gastar tres
dias de viagem, Isto mesmo gragea s suas admi-
rareis qualidades nuticas, e a pericia do prali-
co, que nio duvidava navegar ooite, guindo-
se aftoutamente pelas iodicagea infalliveie da
sondagem, operagio que elle propro e de Mor-
van inspcccieoavam, e que so fasta de momelo
momelo, por bsrtaveulo e sotavento, cantando
os marinbeiro as bragas achadas em um tom
lento e tristonho, que repassava de melancola do
navegante, e o obrtgava a scismar neo perigos que
o cercavam.
Sempre que de Horran poda estar junto de
sus bella aoiva, sem fallar aoe seus devores, neo
perda occasiio, e oeitu rpidas entrevistas, or-
excluslvameute em as; nega-se a revelagio, os
principios, a lgica e a tradiegio. A probabilida-
de usurpa o imperio da verdade eterna. Os sen-
tidos desihronisam a iotolligencU, como esta a
Deus recusaodo-lhe a f.. Eolio a verdade Oca ao
arbitrio de cada qual; porque a opiniio julga se-
gundo as suas impresses, e subsltue a conicien-
cia seiencia, iato : a concupiscencia dos olhos
torna-se o segundo direito do homem.
Em nome da civilisagio e do progresso, em
nome da liberdade, das Ultras e das artes, do
commercio e da industria, e s vezes com mais
franquezaem nome da rehabilitagio da car-
ne a revolugio proclama a liberdade daa pa-
lavraa e dos fados, a liceoga daa lettras e das ar-
tes, os amores libertinos a anoexages livre, a
corrupgao sys terna tica do coragio, a destruigao da
familia e da propriedade.
Ao espirito de Deus oppe ella os brutaee at-
traciivos dessa natureza animal, que a Escrptu-
ra chamaconcupiscencia da carnee que tor-
na-so o terceiro direito do homem.
Assim, pois, os tres vicios da natureza decabi-
da aio proclamados pela revolugio como o tres
principios da civilisagio moderna, cuja base o
peccado original, Isto a violagio radical das
leis da natureza.
A admisso legal dos principios da revolugio
cousa nova, como ella mesma disto se jacta. Ate
aqu os povos sdmitlirsm as leis da natureza, leis
que dimanara dos prmeiros principios mais ci-
ma estabelecido, anda mesmo quaodo de facto
os violavam audaciosameole. Os bomens pratica-
vam o mal; mas oio o preclamavam como prin-
cipio do bem, oem proclamavam a Deus como
principio do mal.
As cartas de Nubiua, ss obras de Sue e Proud-
aon, que nada mais fazem do que desenvolver as
consequencias dos principios edabelecidos, nio
tem precedente. E' que a revolugio. solta de to-
da a phraseologia, o mal puramente ; a vio-
lagio radical, voluntaria, e absoluta de todas aa
Je i da natureza ; a reincidencia do peccado
origioal, mais criminosa do que o primeiro pec-
cado, porqae se Eva foi soduzida, e Adi foi fra-
eoao menos nio estabeleceram a revolla como
um direito do homem.
A redempgio arrancou o mundo s garras do
seu seductor; mas a reincidencia do peccado ori-
ginal nio tem remedio nem desculpa boje que
possuimos, gragas egreja e experiencia, o co-
nhecimento distincto do bem e do mal. A pri-
meira falta foi humana foi a desobediencia: a
segunda satnica a revolta, insurreicao
coolra Deus e contra a verdade condecida.
Essa separsgio entre o homem e Deus, calcu-
lada e voluntaria ao peccado contra o Espirito
Santo que nao tem remissio oeste mundo oem
oo outro* quer para os individuos, quer para as
oages.
Aquellos que se horrorisam dos excessos da
revolugio teem para isto muita razio ; porque
os seus priodpios, que se acariciam, sao maia
culpados do que seus actos mais odiosos.
Porque a revolugio a negagio do direito
de Deus, Pae todo poderoso, Creador do cu e da
Ierra; e por cooaeguinte a negagio impliciti do
meamo Deus ;
Porque a negago doa direitos de Quisto, e
por tsnto do mesmo Christo ;
Porque a negagio do impulso do Espirito
Santo, e pois do meamo Espirito Santo.
A revolugio uma religiio. Ao culto do
Creador substilue o culto da natureza ;
As luzes do Verbo do Eterno substilue o verbo
humano, echo da natureza ;
Aoa impulsos do Espirito Santo, que tudo
contm e ludo vivifica, substilue o espirito hu-
mano, o espirito da natureza, a alma do
mundo.
Eolio o homem, usurpando os direitos de Deus,
toroa-se o principio e o fim de tudo. -
Sua razio dispe de todas as cousas.
Sua vonlade tudo move.
Ora, esss negagio e usurpagio sao extraordi-
nariamente mais execraveis do que os msiores
crimes.
Um crime qualquer a violagio parcial da lei:
mas o principio revolucionario a negagio da
meama lei; e como todo o principio universal
por aua naturezasegue-se que aquello encerr
em ai uma multiplicidade de crimes que delle aio
a coosequencia e applicagio.
O crime maior de nosso seculo, pelo menos
aquelle que mais o seduz, o desprezo do chris-
tianismo, a iosurreigo contra o Libertador o
Salvador do mundo; porque delle vem tudo e
que se faz de bem.
O homem s foi completamente regenerado
depois da incarnagio: foi entio smente que o
Espirito Santo baixando do cu renovou a face
da trra. Porm logo depois do peccado origi-
nal a reparago comegou a exercer a sua influ-
encia antecipada sobre a natureza humana.
Sem isto o homem seria iocapaz nao s da f
sobrenatural, fructo do baptsmo e da revelagio,
como tambem dessa f natural aem a qusl nio
possivel o bem. Omne quod non est ex id*
peccatum est. (Rom. XIV 23.)
Tirae essa fe natural que Christo d a lodos os
homcuse estes smente em si hio de crer, a si
smente adorario, como o diz Feoerbach. Deua
ser para elles uma idea, uma palavra, uma
creacio do espirito. As provas maia evidentes
nada serio; porque a certeza da evidoncia pre-
suppe a existencia de Deus, como Descarte o
edabeleceu oo seu melhodo.
Isto quer dizer em termos mais clarosque a
razio presuppe uma certa f infusa; pelo que
o impo sempre 'pptico, e o louco diz no seu
coragio : Nio ha Deus.
Tirae essa f naturale o homem negar o
fundamento de todaa as leis divinas e humanas :
e quando nao bouver mais f sobre a Ierra o
mundo ser destruido.
Eta porque repellir sciiemalicamene, e por
principio, Chriato, salvador do mundo tor-
nar-se o homem escravo do mal e iocapaz do
bem. Se com effeito todos os homens possuem
uma liberdade sufflciente, se bem, que completa
smente na egreja, Christo o devem. cNo
estado da natureza integra, diz S. Thomaz, quan-
do o homem oio era anda escravo do peccado,
poda ou nio peecar; mas agora so quer o bem
pelo soccorro da graga.
E objectando-seMhe que, segundo S. Paulo, oa
Gentios praticaram o bem naturalmente, elle
respondeu: a porque o espirito da graga repa-
rara a imagem de Deus em nos natural.
E realmente aem essa reparagio conservan-
do-so o peccado original com toda a sua torga,
o mal reinaria na trra como soberano ; porque
diz S. Joio : tudo o que pertence ao murado
concupiscencia.
Nem se diga que os Gregos e os Romano
passaram muito bem sem o ebrstiaoismo; porque
de um lado ninguem deaconhece os abusos da
antiguldade, do outro a orgem do pouco bem
que se fazia.
Christo, que preservou a familia palriarchal, o
povo hebreu, e a egreja catholica romana, nio
abandonou sem soccorro o resto do mun-
do. Assim era ello o desejado das nagoes
quando mesmo esse desojo nio paasava de um
desejo confuso e combatido o maia possivel.
dinariamente passadas oa presenga de todOs.e de-
baixo da abobada celeste, gosavam de um eslavo
que desejatiam toue de duragio infinita.
Outro qualquer menos cuidadoso, menos escru-
puloso, se confiara oo bom pralico que diriga a
oavegagio, para dedicar alguna momentos da en-
trada da noite i uma conversacio galante, cheia
de atlracliftos irresstiveis ; as de Morran ae
recordara sempre que bordo do brigue Pandour
sea gorerao o hara collocado para commandar
e nao para requestar; que o amante ali derla ce-
der o lugar ao commandante, coja respousabli-
dade sem limite, eomo difflcllima a sua po-
aigio.
Por tanlo, um simples aperto de mi, e uma
aaudagio usual logo que anoitecia soparava oa
dous amantes, um para velar na seguranga de
todos, outro para sonhar uma ventura que to
depressa goaimos, como tio depressa ae eavae.-
Elvira fazia'os mais phantaaticos castalios no
ar; piolara com tragos divinos, com cores smen-
te riaenbas, a vida que pretenda passsr ; nio se
lembrava do reverso da medalba ; que a adversl-
dade ainda podia uma vez accommelt-la ; cria ;
porque amava ; a quem ama oio v senio o cu,
nesla trra que tambem contm o inferno.
A's vezes a idea de que ia abandonar em breve
sua mi, que extremosamente adorava, eeu
pae, que reapeitava, e suaa innoeenlea irmiaa.
trazia-lhe ama fugitiva nuvem de tristeza, que
bem rpidamente se diasipava, para dar lugar 6
alegra de que toda se senta dominada,
Tinha vergonha disto ; lbe pareca uma pro-
fanagio, uma iogratidio sem nota, Uo pouco in-
commoda-la agora o pensamento de uma separa-
gao que eutt'ora encarara com horror ; ms Al-
Per conseguinte o despreao systematico, cal-
calado, e por principio, de Chriato, Senhor
nosso, priva o homem e a sociedade dos effeitos
da redempgio, e faz-nos descer abaixo doa pa-
gaoa. Ora, a doutrlna da separaco dos poderes
conduz-nos a e*ae despreso.
Pira o chriatio separagio do temporal e do
espiritual, do natural e do sobrenatural, princi-
pio do liberalismo impoasirel; porque Deus
quer a uniao deasas cousa, e o homem oo
pode separar aqoillo que Deus anio.
Para o simples racioeinadora independencia
radical da humanidade, principio do democra-
tismo de uma impossibilidade absoluta, que
p propro Deua nio procurara vencer; porque
implica contradiegao nos aeus termos. Sendo a
independencia e a divindado uma e a mesma
cous, e secdo a diviudade increada, impoasi-
rel que Deus d independencia s creaturas ;
porque sendo elle necesaario, eterno, infinito a
meo, nao pode crear outros Deuses. Os lgi-
cos da rerolugio lo bem e compreheoderam que
o athelsmo eadeificaco da humaniade o aeu
ultimo recurso.
Entre o naturalismo e o catholicismo deremot
nos escolher. O seculo desenora eomo todos os
outros tem suas lulas a sustentar, mas tambem
poisue o seu livre arbitrio. A vida e a morle ae
apreaentam perante nos; pois devemos escolher
ou o catholicismo puro, ou a pura revolugio.
Seria bom aem ouvida conseguir-se uma espe-
cie de edectismo, gusrdaodo-se os principios da
rerolugio e despresaodo-se os seus excessos,
como disto se lisongeia o liberalismo; ou con-
ervando-ae os beneficios do christimismo a
dispensando-se os seus deveres, eomo lentava o
antigo regimem : porm tal nie permilte a lgi-
ca, raloba do mundo. Quem quer o principio
deve resignarle s eonsequoncise: quem quer
ss coosequencia deve adoptar o principio.
A revolugio nio smente um facto brutal,
uma simples rebellio accidental, ou a efferves-
cencia das paixes populares : mais que tudo
isto um principio. Ora, esse principio cujo
tnumpho se busca conseguir, a eusta mesmo da
destruigao do universo, a substituido in tolo
do direito humano ao direito divioo, e finalmente
e o triumpho do homem sobre Deas.
Hoje nao passa de uma theoria philosophica e
politica; amanha aera uma theologia, e um
culto. Ouvimoa j ss vozes daquelle que pro-
felisam a religio do futuro. O povo fascinado
por esses falsos propbetaso povo que nao
ainda senio soberano procura visivelmeale
exceder a Deus.
Sendo a rovolugo mais que tudo uma doutri-
oao poder dos canbes rayados nao sufflci-
ente coolra ella; porque nada se far em quanto
subsislirem os seus principios.
Para combat-Ios com bom xito cumpre bem
conhec-los: a todss ss vezes que s se levar
em conta a azafama de seus oradores e escripto-
res, nada mais se far do que atacar moinbos do
recto. y
Ora, nio difficil ad catholico o conhecer a
revolugio; porque sendo ella a pura negagaor,-*'
destruigao pura da ordem oriunda de Deus.i,
aquelle que conhecer a ordem, conbecer fcil-
mente a desordem. Tudo o que deslrue a ordem
estabelecida por Deus ou o catholicismo re-
volucionario ; por quanto s a revolugio quem
a nega radicalmente. Eis aqu porque o calhe-
cismo o melhor dos livros poltico. A' men-
tiras sobrehumanas convm oppr verdades
tambem sobrehumanas.
A revolugio entra boje em nova phaae. O
liberalismo, que se spoiava na independencia
individual, cede o lugar ao democratiamo socia-
usts, em quanto nio chega o spiritismo.
Neste systema os poderes mandatarios do povo
seberaoo, e responsaveis perante a maiorla ou
minora triumphanle, substituem os poderes
viudos de Deus a perante este responsaveis : em
quanto aquelles poderes teem por si a opiniio
fazem tudo o que querem.
O socialismo substilue a sociedahe : o commu*
niimo a communidade.
A razio geral em vez de ser a razio de todos
esclarecida pela luz divina, em vez de ser a razio
commum expressa pela autoridade legitima
uma collecgio de razes individua eindepen-
demos, uma collecgio de opinies, que se gru-
pam em torno do idividuo que tem a habilidade
de attrahir a maiorla sua opinio.
A vonlade geral em vez de aer a vootade com-
mum, a vonlade de todoa guiada pelo querer de
Deus e dos seus enviados a vonlade arbitra-
ra do numero maior. E pois, o direito e a jus-
iiga, a familia e a propriedade, a religio e o es-
tadotudo periga, porque eat tudo dispo-
sigio da maioria e do aeu representante.
Como dissa Hr. de Booald, a revolugio come-
gou pela declaragio dos direitos do homem, a
acabar pela declaragio dos direitos de Deus, e
por conseguintede Christo e da egreja ro-
mana.
Ser enlo que, trazeodo-nos a egreja catho-
lica a verdade libertadora,gosaremos dessas liber-
dadea que a rovolugo nos d s conhecer smen-
te pelo nome, nome que serve para encobar to-
dos os seus atleotados.
Ser eoto quejos gosaremos dessa verdadei-
ra liberdade religiosa, quehoje aspira a Europa
aborrecida nio s doa papas leigos e bitpos in-
trusos, como tambem dos bispos que pregam a
submisiio i egreja rebellaodo-se contra o aeu
chefe, se nao impoasivel que baja um s
desles.
Ser eolio que gosaremos da verdadeira li-
berdade poltica, pela qual aspiram aa nagoes
caagadas nos do antigo rgimen, como tam-
bera do liberalismo e democratismos cangadas
n'uma palavra e aupporlar o jugo domomem.
Gosaremos mais da liberdade da familia, fati-
gada j por nao ter um ponto cerlo, um lar do-
mestico, e um chefe.
Goaaremoa maia da liberdade dos cidadios fa-
tigados de soffrer mil obstculos que ha uns tres
seculos pesam aobre a livre pratica do bem ; fa-
tigados dos monopolios e isolameoto, dos parti-
dos e centralissgio.
Finalmente gosaremos da liberdade das oages
calholicaa aborrecidas hoje do jugo odioso dos
aanexioaistas e sophystis. De uns setenta an-
nos para c a Franga e a Uespanha se ho con-
servado por milagro ; a Austria pode ainda es-
capar aos terrvei embates que a agitara, se o
Imperador persistir no camiobo tragado pela con-
cordata. EmOm temos a firme esperanga de qua
Irlanda, a Polonia, aples, Parma Florenga, e
talvez Veoeza, se disto se mostrar digna, lados
as nacionalidades opprimidaa pelos discpulos da
reforma, do josephismo e carbonarsmo, ressus-
citaro um dia ; porque o principo doa reis da
Ierra reinar de novo sobre a Europa, e ahi far
reioar o direito e a justiga, a liberdade e a ca-
ndado.
A' esta mazima : O reino 'de Chrioto oo
deste mundosucceder a divisa triumphal de
nossos paes: c Christo manda, vencen e reina.
E as nagoes christas de novo vivificadas pelo
seu espirito, sarao verdaderamente livres por-
que onde est o espirito de ChristoEst a li-
berdade I a
(Continuar-te-/ia.)
==
fredo se apoderara de todas aa sua faculdadee,
era o esposO escelhido por aeu coragio, aben-
Sado por aeus paes o por elle devia abaodona-
i, coorarme o preceito do Evaogelho que orna
moca christi oio deve ignorar.
E eomo ella procurara desculpar aa do desa-
pego de que se aecusara. E depois, nao ae r es-
te facto constantemente na sociedade ? Por maia
extrampso que seja o amor filial, por mais forte e
dediesdo, nunca elle se compara ao amor mater-
nal. Urna filha deixa aua mi por seu esposo,
com o coragio lio cheio de amor por este, Uo
rico de alegra, que este afoga o pozar que por
ventura posas sentir, oio assim a mi, que en-
trega a parle mais querida de sua alma um ho-
mem sempre estraobo, embora o baja estedado
com lodo o cuidado; porque o homem um pro-
blema insoluvel: ella sente-se sempre preoecu-
pada, apprebeodva neate momento aolemne, e
eatremece pela felicidade de ana filba, que com
toda a coufiaoca nao duvida dalla ; porque nio
pode duvidar do dolo que ergueu no altar de suas
affeigea.
Quintas mies levam a sua ternura ao ponto de
deixar tudo quanto at entio ealimavatn, para
acompanhar suas tllhaa ; para aa proteger 'anda
ao lado do esposo, para partilhar aaua pretores,
seus desgodot ; consola-laa agora, distrahi-las
logo, forlalee-las mala tarde com sua presenga
nos trabalhos da maternidado, esqueceodo-sede
si com uma aboegagio sublime, vivendo i por
ella, oeculiando cautelosamente seus pesares,
tendo sempre um tc-rriao nos labios para nio lhes
perturbar a leraokade d'alma ?
E j te viu acaso alguma eborrecer-se de sue
filha, mostrar-te iacommodada por causa della
Entretanto quantas Albas teem pago tamanha
dedicagio com iodifferenga mal disfargada ; com
to pouca.delicadeza que podem convencer a sua
mi de que ella um pest, um incommodo na
sua vida ?
E' cruel contestar esta verdade; mas poasa ella
fazer corar algumas filhis, e aconselhar-lhes o
arrependimenlo.
Uma lagrima de mi oio tem prego que a pa-
gua, a uma boa filha a deve recolher em seu
seio.
Porm voltemos Elvira.
Fra to infeliz que saboreava longos tragos
o hydromel desta existencia que finalmente po-
da aspirar, o absorvida completamente pela or-
dem de ideas que ficam expostas, nem se quer
a accommellera o eajo, mal terrivel quq se apo-
dera sempre da creatura naa prlmeiraa viagens
que faz por mar, cujoa effeito* quaai todos os aeua
parantes estavam soffrendo.
Dede modo pasaaram oa dous amaotts os grao*
dea das desta viagem aborrecida e contrariada,
vivendo, um concentrado em seus deveres, o ou-
tro emballado em seos soobos ; ambos protegi-
dos pela espersnga, confiados no futuro, que en-
cerrava um premio para elles, que nenhuma fa-
diga, nenhum obstculo os devia impedir do
procurar alcaogar.
Finalmente chegaram ao porto de Montevideo,
e de novo a ancora fixeu o nosso brigue qua ia
descangar por pouco lempo, para recomegar ama
maia longa a penosa oavegagio.
Continua.
I
1
A
a
*
ti
/

B. A.
PERN. TYP DE H. F. DE FARU & FILHO. 1861.


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