Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09901


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Full Text
u
> *
I
I
SF.IT1 PyiIA
WMi
PraiBa<______________
Ptrt rue. para aiMeratar.
10 DE PERNAM
ENCARREGAD08 DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrioo da Ll-
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr A. de I.emos Braga; Cear o Sr.
i. Jos da Olivelra; Maranho, o Sr. Joaquim
Marqaos Rodrigue; Psr, Justino J. Ramos;
Afflazooai, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS UUS COKHKIUS.
Olioda todos os das as 9# horas do dia.
Iguarass, Goianoa, e Parahyba Das segundas
e sextaa-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuns as tercas-feirai.
EPHBMERIDES DO MEZ DE DEZEHBRO.
1 Laa nova as 11 horas 57 minatoada larde.)
DAS DA SEMANA.
i 17 I2 h.V.Vyh/0' "'""M-" Segunda. S. Servulo adv. contra apar
117 La cheia as 5 horas e 3 niato da tarde.1 24 Terra Wo d'Alho. Nazarelh. Limoeiro, Brejo. Pea- I "*? l"gu aa7horae e 32 minutos t A 1.1 ^T m' s_; termina m.
queira, Iogazeira, Flores. Vla-Bela, Boa-Vist, 1 .aa l"<|e- .. _.. ,
Ouncury e Ex as qua Us-feiras. 1 L,a* novs ** > horas o 35 minutos da man.
Cabo, Serinhem, Rio Formoao. Una, Barreiroa I PREAMAR DE HOJE.
^JZl','JfeaMt." 6 NM'J 1u^l"eiras. Primeiro a 1 bora e 49 minuto, damaohia.
(Todos os correos partem aslOhoraada manhia] ISegando a 1 bora e 18 minutos da tarda.
25 Ouarta.^nllascimentode N. Sr. Jess Cbristo.
26 Quinta. fnSstevo proto-martyr.
V Sexta. fi^ Joo apostlo e evangelista.
28 Sabbado. O Santos Innocentes mm.
Domingas. Thomaz are. de cantara m.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas
Relacao: tergas, quintas e sabbadosaslO bora
Fazenda : tergas. quintas e sabbadosaslO horaa.
juizo do commercio : qnartaa ao meio dia
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Pnmeir. Tara do ciil: tercas sextas ao meio
**i\:zzciTel: 1
As pessoas desta cidadeque
tem tomado assignaturas pa-
ra o interior desta e para ou-
tras provincias, qVMMMft man-
dar renova-las a$ #ta do
corrente mez, para evitarem
a suspenso da remessa do
Diario do primeiro do vindou-
ro em diente.
PMTE UFF1CIAL-
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do governo do dia 23 de
. de*nro de 1861.
Officio ao commandante do corpo de polica.__
1 ode S. mandar alistar no corpo sob se coro-
mando os paizaoos Joo Francisco o'Almeida
Hasioe, Manoel Googalves d'Oliveira e Joo Alves
Barbosa de que trata o seu officio n."562 desta
data.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda
Anuuindo ao que requereu o alaras addido ao
9 balalho de infaotana Joa Caelano de Souza
lousseiro. e teodo em vista o que a este respeito
nlorroou o bngadeiro commandante das armas
em officio de 21 do correte sob n. 2117, recotu-
rnelo V. S. que mande adiantar ao mesmo
al eres na forma daa ordeoa em tigor 3 mezes de
sido por ter sido promovido a este posto por de-
creto de 2 do correte mez.-Communicou-se ao
commandante das armas.
Dito ao mesmoDeferindo o requenmento a
TJ. 6 SSa" T lofr"So 21 do corrente
ao tenenle Manoel Joaquim deSooza Juoior, tres
mezes de sajdo, isto ter sido promovido a este
posto por oecreto de 2 do andante mez.-Com-
muoicou-se ao commandante das armas.
Dito ao mesmo-Toraaodo em coosideraco a
proposta sobre que V. S. ioformou favoravelmen-
te em officio. de hoje sob n. 123. e pala qual o
barao do Livrameolo se obrigs a (azer a obra do
passadigo para gente a p do bairro de Santo An-
tonio para o do Recife pela quaotia de 27:000X000
sob as condices eslabelecidas por esta presin-
ela, e attendendo mesmo que desta proposta re-
sulta alem da vanlagem de 2 2309000 res o'ara a
fazenda publica comparativamente aolanco offe-
rec.do por Vicente L-cloio da Costa Carapeilo,
melhores vantagens para se lera obra concluida
no menor prazo posairel e com a solidez e per-
eicao dezejavei, resolv que seja o contracto ce-
lebrado com o respectivo baro cando assim
prejudieada a offena de Licioio. O que declaro
V. i, para seu coohecimeoto e exeeuco.
Hito a thesouraria provincial.Mande V. S.
pagar do que se estiver a deer ao empreiteiro da
estrada do norte Jos Hamede Alves Ferreira a
quaotia de cinco cootos de reis.
Dito a* mesmo.Reverlo 4 Vmc. a precatoria
que se refere o seo officio de 23 de outubro ul-
timo, allm de que seja dirigida as justas do
Amazonas, onde existe o bacharel Gustavo Adol-
pho Ramos Ferreira, segundo coasta do oficio
juoto por copia do Exm. presidente do Pai.
Dito ao inspector do arsenal de marioha Pa-
ra poder cumprir o disposlo no aviso circular do
ministerio da marioha de "4 de outubro ultimo
faz-se preciso que V. S. me remeta com urgen-
cia urna relago dos proprios oacionaes que us-
la provincia estiverem sob a admioistracao
daquelle mioisterio com declaraco dos resoecli
votTalores, estado de conservado, servicos i
que esto aflVctos, se ouWico ou particular, e no
ultimo caso, se por locaqao ou concesso gra-
tuita.
Dito ao director das obras militares. Mande
Vmc. concertara porta da prisao dos recrulas em
deposito no 10. baialho de infautaria, visio as-
sim m'o haver requesitado o brigaaeiro comman-
dante daa armas em officio de 21 do corrente sob
n. 2114.Commuuicou-sa ao commaudanie das
armss.
Dito ao commaadante do presidio de Fernan-
do. Recommeodo Vmc. a expedigao de suas
ordeos, para que os sapatos que Uer6m de ser
maaufacturados nesse presidio coa destino aos
corposdo extreito em guarniio nesla provincia
sejam (eitos de conformidade com a exigencia do
tenenle coronel commandante do 9o balalbao de
ofaotaria, constante da copia juoia, que me re
metteu o bngadeirp commandante das armas com
officio de 21 do corrente sob n. 2113, e em con-
dices de poder*m supprir a falta das polainas
que forem suvprimidaa por a da guerra de 5 de novembro ultimo. Commu-
nicou-se ao commaadante das armas.
Dito ao presidente da cmara municipal do
Booito. Acenso o recebimfnto do officio que
Vmc. me dingiu em 22 de outubro prximo pas-
sado, communicando-me que, tendo requerido
ao presidente da cmara do quadrieoaiondo owe
deferisse juramento aos novoa vereao im
de poderem entrar no exercicio de su oes
e qoe havendo este reunido a cmara, ..ja sea-
sao com parecer m el les, foi-lhes isso designado ;
em cooseqaencla do que Vmc. juramealou-os e
deu posse nava cmara, julgaodo-ae competen-
te para isso, seoao pelo faci de aer 2o vereador
da cmara transada, ao menos eomo presidente
dado actual quadnenmo. Em resposta, cbeme
declajtar-lbe, que em vala do que expoe, approvo
a delibera;io que lomou de juramentar e dar
posse i nava cmara, que j se acba no exerciciu
de suas fuaece.
Dito ao thesoureiro das loteras. Attendendo
ao que Vmc. expe em seu officio da 21 do cor-
rele, leoboa dizer-lhe que pode fazer extrahir
a parte da lotera concedida em favor da matriz
do Limoeiro, cujos bllbelea esto ja impressu?,
deveodo Q'ora em oanle ser riuoroaameme ob-
servada a tabella approvada em 4 deste mez.
Dito ao juiz de direito do Pao d'Alho.Trans-
muto Vmc. para seu coohecimnoto e dirercao,
copia do aviso expedido pelo mioisterio da jus-
ti;a em 25 de novembro prximo Hado, appro-
?aado a deciso que deu esta preaideucis q.uado
em data de 28 de julho do auno passado, e em
resposta ao officio desse juito de 4 do mesmo
pez. declarou que o aviso de 30 da setembro de
1850, se refere nicamente a appeliajoe e re-
cursos nterpoatos para os juites de direito, e nao
sos aabmettisu julgamento persnte o jury, aos
da algada do juizes de direito, aos que estes
conhecem am correccio porque sao eacriptos pelo
escri'io c
Portarla:O iDCt sttendan-
do ao ojoe ioformoo .o respectivo commandante
superior em officio n. 57 de 18 do correte sobro
o requerimenlo de Caelano Jos Cabral, resolve
conceder a este a exooetacao que pedio do posto
de capitao da 6*companbia do balalhao o. 23 de
iofaauria da guarda nacional do mooicipie de
Santo Aoio.commuoicou-se ao commandante
npertorrepecti>
Dita O presidente da provincia conformando-
ae com a proposta do chefa de polica o. 1307 de
21 do crreme, resolve exonerar a Firmino Theo-
tooio da Conce^o Santiago do cargo de subde-
legado de polica do dislricto de Maneota na fre-
gnezia ae Iguarsss por assim coovir aoaervico
publico. Commuoicou-se ao chela de poli-
ca.
Dita.O presidente da provincia conformando- ^
e com a proposta do ebefe de polica n; 1306 de, brancas.
iNCARREGADOS da sdbscbipcao do sol,
AlagOsa, o Sr. Claudlno Falcio Diaa; Babia,
?!' M,^" Alvea; Rio da Janeiro, o Sr.
Joao Peraira Martin.
EM PERNAMBCO.
v S,pJ0^eUri0i d0 DUB1 M,00el goeiroa da
dnci.&n; 60e' 8." '" ""'"' P"58 ** lBdepen-
tojcorrenle resolve Bornear o primatro sop-
eante teriente-coronel Conolano Velloso Sa Sil
veira, par o cargo de delegado de polica do ter-
mo de Senahem e nomea para primeiro sup-
pleole do roesmo delegado Jos Cavalcantl de
Albuquerque.Gommunicou-se ao chefe de po-
lica.
Dita.0 presidente da provincia attendendo ao
que requereu o juiz de direito da comarca do Bo-
nito bacbarel Julio Barboaa de Vasconcellos, re-
solve conceder-lbe 30 diaa de liceoca com venci-
mentos para tratar desua sade.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
que requereram os professores pblicos de ios-
trueco elementar Liberato Tiburlino de Miranda
Maciel e Jos Francisco de Souza este da ca-ietra
da povoaso de Ponta de Pedraa e aquelle de
Timbaub, e bem assim ao que informou o direc-
tor geral da inslrucco publica em officio de SO do
correte sob n. 376 resolve conceder-lhes per-
missao para permutarem entre si as referidas ca-
deiras.Commuoicou-se ao director geral de ios-
iruccau publica.
Dita.Para o cooselho qne (em de julgar o
cabo de esquadra do corpo de polica Aolonio
Anoes da Costa pelo crime constante do incluso
processo, oomeio:
Presidente.
O Sr. capitao flseal do corpo da>policia Jos Fer-
reira Teixeira.
Auditor.
O Sr. promotor publico do termo do Recife ha-
chare! Francisco Leopoldlno de Guamo Lobo.
Vogaes.
Os Srs. :
1." Teoeoie-quartel-meste Manoel Fernandos de
Mello Albuquerque.
Agora, o que oecessario o}o esquecer,
que tudo isto ae passou s dez horas da uoile,
quando o luar descahia. Como que se havia
coohecer tal hora, n'um graode tumulto, a es-
tatura, o semblis, a barba, os latos de um in-
dividuo ?
c Ouviremoa agora as testemunhas :
1* testemuuha : O assassino era um joven
tura elada, magro e que uzava caigas
!" teslemunha .- O assassiao era um homem
de estatura mediana e gorda.
3a test-mu ti ha : Um homem de mediana es-
tatura, bastante gordo.
c Como se poderao conciliar todas estas decla-
rares ?
< Vejamos o que anda mais extraordinario
Lucatelli foi preso, cooduzido ao corpo da guar-
da visinho, apalpado, e encontraram-ihe na algi-
beira urna navalha fechada I
Vejamos o depoimeuto de um gendarme, que
parece ser extraordinario :
Teado a faca do essassino cahido no chao o
gendarme Z. apaohou-a.
O geodarme Z. trata de desculpar Lucatelli.
Vejamos o seu depoimento :
Nada posso duer no que toca luta que occor-
reu entre os gendarmes e o assassiao. Tendo s-
mente visto urna faca no cnao, agarrei-a. A
coalusao em que me achei era lo graude, que na
da mais posso dizer. Apenas posso afflrmar ter
visto Velluli cahir oocaminbo, e um homem oue
depois soube chamar-se Cezar Lucatelli eslava
quatro ou cinco pasaos eolrada da ra. Os
gendarme disstram que aquella facs tinha cabi-
dos das mos d'aquelle homenl na occasio da
pnso.
a Vejamos a declarado de Lucatelli :
Depois de haver entrado no corso, e de ter
apenas dado alguos pasaos na direcgo do mon-
te Cilario, deram-me um golpe de sabr na ca-
bega que me lengou por Ierra. Foi eoto
que vendo-me no chao em coosequencia das
pancadas que me davam os geodarmes pontifi-
cios, tive a fortuna de ver mullos gendarmes frao-
cezes ; lancei-me nos seus bracos para que me
soccorressem e conduzissem a>lgum|pooto,afim de
inferiores onde
s se eocontra oas fileiras
menos perigeso.
GaribalWparece resolvido a nao contrariar
a marcha dafloveroo. Cooserva com tudo a sua
commissao a Genova, as sub-comraissoes
correspondalrVa. Recentemeote nomeou elle
tres no vos ambros da commisso central. No
da 15 de d*embro deve ter lugar urna assem-
bla geral. .
O general 'Cialdidl
est em Turin. Diz-se
que yai passar um mez a Hespanha, onde, como
sabis, viveu multo lempo, e onde fez a sua
carreira militar al 1848. E' possivel
foe(oc,hn8A0acab0u-8eP'>*te-aie eretirae-voa
!.* D"!UB" nao repblica chnsta,
igreja mas sim ao povo soberano, ao povo que
vaM,n?DBeCeM"1",e de UQ,a ** para tornar
unca regra do verdadeiro, e a sua vontad* a
nica regra da jostica e do direito I
Mas opana nunca abdicar perante a revoluto,
peranteos iaimigos de Deus e do genero huma-
no, por uto mesmo que nao pode transigir com
i miquidade. Sim. nao pode : o ioteresse da re-
yiagem nao seja absolutamente estraoha po-
ltica. F
ha6 no" S lh' *hJbe' Pr qU8 '""" po.al
ba a po- necessaria independencia espiritual da igreja. e
garanta ; prohibe-lh'o o ioterresse da sociedade,
aa torga e da propriedade humana, em summa o
Ricasoli.
!: lrr"i%cs:^u^ioTs..J..,,?,iim de Sou"-1 ^l^ ^^
Alferes Antonio Muniz lavares.
4. Dito Amonio Muniz Liberato Pereira Caldas.
5. Dito Joaquim Herculano Pereira Caldea J-
nior.
Communicou-se ao commandante do corpo de
polica..
Dita.Psra o conselho que tem de Julgar os
soldados Jos Gomes da Silva e Pergentino Do-
mingues de Carvalho pelo crme constante do in-
cluso processp, uomeio
Presidente.
O Sr. capitao flseal do corpo de polica Jos Fer-
reira Teixeira.
Auditor.
O Dr. promotor publico do termo do Recife bacha-
rel Francisco Leopoldlno de GusmSo Lobo.
m Vogsea.
Oa Srs. :
Tenenle cirurgio Dr. Joaquim Jos de Souza.
Tenente Joao Vereira Lagos.
Alferes A o talo Muoiz Tavares.
Alteres Lodcfeerio Libralo Pereira Caldas.
Alferes JoaAuim Herculano Pereira Csldss J-
nior, f
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
ao que lhe requereu o 1* cadete da 5* companhia
do batalhSo o. 9>de inrantaria Joo Francisco
Paes Brrelo, e tendo em vista o parecer da jun-
ta militar de saude resolve conceder-lhe um mez
de liceoca de favor para tratar de sua saude.
Expediente do secretario do
overuo.
Officio so inspector da thesouraria de fazenda.
S. JSxc. o Sr. presidente da provincia manda
communicsr V. S. para seu coohecimento. que
o juiz de direito especial do commercio Dr. Tns-
tso de Aleocar Araripe entrou hootem no gozo
da liceoga de 30 das que lhe foi concedido por
portara de 12 do correte.Communicou-se ao
juiz do commercio.
Despachos do dia 23 de dezembro
de 1861.
Aeouertmentos.
Caelano Jos Cabral.Passe portara conceden-
do a demisso pedida.
sequencia, s o caso de exercer a clemencia
poderia livrar-noa de commeller urna grande
injuatiga. >
a Em resposta, o papa ordenou que fosse con-
duzido ao cadafalso.
Domingos Marques Vieira. Nao tem lugar em ter-ee engauado ou ter vslo mal; e por con-
vista da iotormagao.
Joo Ferreira de Souza.J se msndou fazer
os coocertos a que allude osupplicaote; equan-
to ao mais nao lera lugar.
Alferes Jorge Caelano de Souza Cousseiro.
Dirija-se thesouraria defazeoda.
Dr. Julio Barbosa de Vasconcellos.Passe por-
tara coocedondo 30 diaa de licenca.
Joaquim Ignacio de Barroa Lima.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda, ouvindo
o da alfandegs.
Tenente Manoel Joaquim de Souza Jnior.
Dirija-se thesouraria de fazenda.
Liberato Tiburtino de Miranda Maciel e Jos
Francisco de Souza.Passe portara concedeodo
a permuta requerida.
Veoaocta Mara do Valle e suas irmaas.Es-
pere por rdito
EXTERIOR.
A' Preue, de Pars escreveram de Turin o se-
guale :
N'um Estado onde tudo est para fater, e pa-
ra organisar, nao ba seguranga em cousa alou-
ma............................................."
Procurou ebter-ae copia do processo de Lo"
Ctelli. Sem enirar em detalheaque exeedam os
limites d esta carta, importa que se saiba suma-
riamente quaea foram osleetemuohosem que as-
aeotou a aecusago de um homem na cidade
eterna.
" As testemuohas foram : edez gendarmes pon-
tificios, a maior parle juizea oa sua propria cau-
sa, porque todos tiveram que deffeoder-se na
contenda que se tornou geral ; tres toldado frao-
cezeae um soldado pontificio, de origem auiss*.
O que primeiro chama a stteogo, qne o no-
me da testemunhas na parte oficial do occorrido
ludicado por ioiciaes, como se ser lestemunha
n um laclo fosse urna vergonha, como ae, diz um
jornal, os juizea tiveasem querido subtrahir as
testemuohas ]infamia.
O acto de aecusagao dizqueocrlme foi com-
meitido no furor de um tumulto popular, no
a meio de urna multido numerosa a compacta.
Oa geodarmes foram obrigados a reeuar dian-
a le de um grupo que oa cercava, vendo-seaper-
lado de maneira, qua correram o risco de ae-
rem esmagados. Segaiu-sa depois urna lata
seria, em que bouve feridoa de urna e outra
parte. Opoire Cesar Lucatelli ficou (rido. Oa
< gendarmes cootiouaram cercados pelos ioaor-
< gentes. A multidio nao permitii que nos fos-
se prestado socorro. A muitidSo cercava mui-
***itoe. Empregual nuito lempo para
[si o, que augmenta va eempre.
E[n untamento tor-
oa-e-me iinposstvl deicrever todas as cir-
coraslaocias.
Taea sao seis variante e lateralmente, oa de-
poi ment dos geodarmes pontificios ; o q,ue
suficiente para eslafc
cooierta'vel que o diste
to geral.
er de urna mane
do se voltava contra mim, um dos soldados rao-
cezes, veudo-me correr para elle, e cheio de sus-
to, deu-me urna bayonetada no ventre, seodo em
aeguida preso e conduado ao commandante da
praga.
* Es,,s palavras nao sao de maneira alguma
contradiras pelo depoimeuto dos soldados fran-
ceses. Nenhum d'elles declarou ter visto Luca-
telli ir para elles armado. Todoa pareciam to loa-
ge de o tomar por um assassino, que um dos sol-
dados depoz o seguinie :
< Quaudo o cooduzfam praga, Lucatelli deca-
rou soffrer muito ; ento nio pude deixar de
lhe dizer: que ae elle estivease em sua casa ou
tratando dos seus negocios, nada a'aquillo lhe
a acontecera. Ao que Lucatelli s respoodeu :
i que; oh 1 SenhorI
Um relatorio dos mais imporlaotes, do que
jamis se deu coala, o do officiSHraoces 'que
commandava o posto da guarda para vade fui coo-
duzido Lucatelli. Declarou que Lucatelli eslava
embriagado O estado de embriaguez nao foi
admittido, porgue ndo estaco provado por ne-
nhuma outra teslemunha, e nao era mesmo alle-
gado pelo rio,
Lucatelli nao foi condemnado como conven-
cido de um homicidio commeltido por espirito
departido e de caso pensado.
Resum com imparcialidade as testemuohas
mais importantes ; nao ha um homem sensato
que, lendo oa principaes depoimenlos das leste-
nwnhss, nao declare qne esta coodemnaco foi
monstruosa. Mas em Roma tudo se passa 'em fa-
milia : tem-se horror publicidade. Tudo se jul-
ga em segredo, as lesiemunnaa sao chamadaa em
particular, interrogadas aeparadameote, nao sao
confrontadas nem entre si, uem com o reo.
Quaodo Mgr. Sugreih, presidente do sacro-
consulto apresenlou a seulenga de morle a Pi
IX, dirigiu-lhe as seguales palavras :
Saniidade, eis a aentenga de morte contra
Lucatelli. Julgo cumprir umdever de conscien-
cia fazer-lhe observar que o crime foi commetii-
< do de uoile, no meio de urna grande multi-
a .i,io; que as teatemuobas podem muito bem
No Consttttttonnet l-se o seguinte sobre a
questo do valle de Dappea.
Fagamos justiga aos jornaes suissos, que,
mostraodo resolutameote toda a questo, nao
procuraram exaggerar o valor daquelle inciden-
te. No entretanto muito curioso conhecer o
pensamento do governo federal sobre o assuropto
em leligio; vejamos, pois, qual a exposigo que
se encontra no jornal o Bund.
Existe urna estrada que va do forte dos
Rousses para o forte de Ecluse ; esta estrada
atravessa o valle de Dappes, de maneira que os
dona fortea nao podem communicar-se 6utre si
snao atravez do territorio contestado; nao se
pode da mesma maneira ir do forte dos Rousses
ao paiz de Gex sem passar pelo valle isto que o torna mais oecessario Franga. Has
eata necessidade, puramente estratgica, por isso
T'lj? al|e oo compreheode maia de 2,500 ou
o.OOO hectrea, precisamente o que assusta a
em frente de Goebra : em cooaequeoc a da an- I Os aniiao* c.nm.m i
nexago da Saboya. v-se oue de sei erando m. ao.l,gos apenas um leve present-
estradas que vaodar GleZcZoV!m6ireZ Xn 2 "P"8^0 m" '<> >esmo foi bastan-
lamente de Fr.nga" a da Chablaia de Amo d novn ^if" Cnse"ar f-" P'ri.rch.l e o
S. Juliano, de Leo ed^FraS A sexta oo KIl.'tFS S0lD0. lan,bea' P tenuar um
deria fcilmente ser corUd. se !^ Fr-oJ. SU SBJT EratcTa^i "/"V"* a" !"
de posse do valle de Dappes e or conseauen- m.f *'i 5" sao at"ec'Pd da redempgo
discuiir. Quanto a seguranga da Suisss, nao est '." ""l,,".i,!?.0'._e?ce" ais aba.xo do que
i posse .leste ou daquelle pontu estratgico.
interesse de todos os dlreitos humeos; prohbe-
lo o analmente o ioteresse daactencia, da justica
e razao.humana. *
E pois o papa nao pode abdicar, porque se deve
nao sos almas, como tambera aos homeos ; se
aeve a ostnreza hnmana que o Christo rehabili-
tou. eque a revolugo traoalha por precipitar de
novo aos abysmos de que fdra por elle arraoca-
aa : deve au mundo exemplos assim como ligoes
porque o seu divioo mestre pregou mais por suas
aegoea do que com palavras. Ora, a realesa poo-
lica representa hoje em accao todo o direito hu-
mano.
O homem no sentido da pura naturez, isto
da natureza tal qual concebe a razo, um enie
ractonal, social e religioso, como o deiiuiram os
proprios Gregos. Mas a natureza decahida, triste
resultado da desooeoiencia de Ado. fez da hu-
mamdade um rebaoho de brutea que se despeda-
gam e devorara quando o chrislianismo nao lhea
Escrevem de Turio :
Posso dar-vos alguna detalhes que tenho
motivo para accreditar exactoa, sobre a inlrevis-
ta que leve lugar antes de boniem (13) entre Mr.
Ratazzi e o baro Ricasoli.
O presidente da cmara, depois de haver
feto conhecer ao presidente do conselho os re-
sultados da missao que desempernara em Paria,
declarou-The que eslava prompto a entrar no
gabinete sob a sua presidencia, com a nica con
digo de que a poltica que bouvesse de se seguir
serta de accordo com a da Franca, o que era s
opinio de toda gente.
a Mr. Ricasuli maoifeslou o receio de que urna
moditicago no gabinete podesse eofraquecer a
aitilu le. que tinha tomado na questo roma-
na. Declarou a Mr. Ratazzi que se o rei o no-
carregasse de formar um gabinete, poderia contar
com o seu maia leal e maia completo apoto. Mas
Mr. Ratazzi declarou de novo ao baro Ricasoli
que era nenhum caso ae eocarregaria s do fardo
do poder, desmentido desta maneira pela sua
conducta.
Ratazzi pensa, com razao, me parece que os
italianos devem mostrar a sua unio por mios
de actos, e principalmente ente seolimento que
lhe dietou o offerecimenlo que fez de aceitar a
presidencia de Mr. Ricasoli e que o il.ua do
pensameuto de formar um gabinete cemposto
exclusivamente dos seus amigos.
Parece poia provavel que Mr. Ricasoli se
spreseote peraute a cmara era o gabinete til
como ae acha. Neste caso, o seu primeiro clo
aer duer o que fea para resolver a questo
romana, eexpdro plano quecoocebeu para coa-
aeguir o retoahecmeoto da Italia pelo papa-
do. Este plano tinha ida sugeiio ao governo
trance na poca em que Mr. Benedetii fez a ua
viagem a Pana. A circular, julgada um pouco
viva de Mr. Ricasoli fez addiar o exama. porque
pareca um preliminar que podara prejudicar as
neg.icisgoea.
.x ?* porm on'ecer qae as coasas mudem
at aoenura do parlamento. Os amigos mais
exclusivos do gabinete recouhecem qua elle deve
aer reforgado. e quasi materlalmeute impossi-
vel que Mr. Ricasoli conserva por muito empo
aa dua partes maia imprtenles, aSastando a
diraegao dos debattes parlamentare. Nenhum
doe membro do ganiaeta poiaue autoridade
ufflcienta para deaempenkar essa importante
parte dos deveres da um ministro de estado
coostitucionl. As torgas dos homeos maia de-
dicados a mai enrgicos team limites qoe
difflcil ultrapassar
Rm.aamma, o que deve tranqnillissr os
amigos da Italia, 4 qua o amor do psiz daatna,
..,.eu .aiun, o i^uv u mor o P*IZ*aBBBBBJ
0 lava logar n amitumol- ao meno anua oa homeos mais emineoles, tod
o pensa melo de aabigo; o espirito de coteri*
mas no acto europeu que proclamou a sua inde-
pendencia e a sua neulralidade perpetua.
Se a Franga podesse nutrir algum mo de-
signio contra a Suissa ; se, porexempio, peosasse
em se apoderar de Genebra, julr-se-ha que,
resol vida a coosummar urna lo flagrante viola-
gao-dos tratados, suspendera oo valle de Dap-
P3f ^ue Ta"e lle "'P?*8 seja snisso ou fran-
c9t u se conserve decididamente neutro, o pe-
n para Genebra, ao perigo existe, ser sem-
preio mesmo. A este respeito
fortes dos Rousses e do
geos de Genebra, com
dominara a cidade de
lar aa cousas taes como sao,
os pagaos, por que eoto a redempgo nao Ibes
vem em soccorro.
Fra do christiaaismo nao pode haver religiio
nem divioa, nem natural, a Migio oatural nao
6 urna theodica, urna opinin reiioioso oupAi-
losophica: o vinculo de t, esperanga e caridade,
que une o homem ao seu Creador, e que figura
a religio sobrenatural e divina.
N* natureza propriamoote dita o homem poa-
aue a f natural e humana: er em Deus
nao v, pelo, testemunfto das creaturas
e nao depende ( ; ", Mtre: e8pera da Doo1e de Deus
pesso...RumSque.Fr.og.deixede.erPnmilro Znol7mTiV* l"1""" 9 cas,i08
phe da Suisss. 'p e": aa!a Deus 80Dfe 'odas aa cousas
temporaea: ama
a Fraog. tem serios interesses ,T prC,p e m da i>78. fn"o-
A religiio revelada mais sublime : o homem
do homem-Deus,
permitte-lheou escolher a vida uniodo a nsto-
reza & graga que a repara, o temporal ao espiri-
tual que o vivifica, e os direitos do homem aos
oireitos de Deus que os garaotem ; ou escolher a
morte.recusando o soccorro qoe Deus lhe offerece
para arranca-lo do abysmo em que o peccado o
na preciptalo.
du..rH?H>a p00li-flc,fl ymbolo da unio das
dua ordeos umao formada pelo proprto Deus.
porque quiz fazer do direito natural a prep.r.g
"l e't'rn""1"""'' *MU PreDaraSao P
O direito natural seria por si mesmo sofficen-
te. se Deus tivesse creado o homem em um esta-
do puramente natural: porque oeste caso o hu-
mano nao tena necessidade do divino, iato do
sobrenatural, o que nao succede, pois em caso
algum o homem pode passar sem Deus.
Eis aqu porque Deus, exigilo do homem de-
veres cima das torgas da natureza, deu-lhe for-
gas divinas para preenchimeoto desses deveres.
Ora. o hornera fallando ao cumprimeoto dos
seus devores sobrenaturaes, deobedecendo urna
ei positiva revelada e por conseguate sobrena-
tural volava ao mesmo lempo a lai natural
gravada no fuodo dos coragdes, a qual costa-
nos que devemos obedecer Deus, posto que el-
le a mande, e que o oosso direito se limite a sa-
ber soraeote se elle fallou.
O homem, perdendo a vida eapiritual^legradou
assim a sua natureza : dahi a necessidade da re-
paracao. Antes do peccado original a natureza
unha em si as forgas necessarias para attingir ao
seu m ; mas nao poda conservar essss torcas
seoo conservando a vida espiritual. Depois do
peccado a oaiureza decahida da graga nao tem
torgas sufficientes para attingir esse ttm : com-
pre que o Chnsio as restaure pelo baptismo d'a-
gua, de aaogue, ou do espirito, o que desen-
volva a vida,anda mesmo a natural,por interme-
dio da palavra de Deus, e por intermedio doa
sacramentos da igr-ja, que fortificara a razo e
robustecen! a voolade.
Nada na natureza, a do temporal pode ser pu-
ramente humano : porque o paramente humano
e a decdeocta estabelecida como base da civili-
aagao moderna a revolugo e todoa os seus
exeeisos o'uma palavra a morte.
Esses excessos I eis squi o que qneremcom
coosciencia ou naoaquellos que desejam urna
ordem puramente humana, isto :
Casamento puramente humano ;
Sociedade e poderes puramente humanos-
Philosophia puramente humana ;
Religiio puramente humana.
O casamento porameote humano conduzaa di-
vorcio, e aos amores libertinos : com que direito
imped lo ?
A sociedade puramente humana coodus ao so-
cialismo e ao commuoismo. tyranma de um ho-
mem ou do povo, de en volt, eom o direito da
rebellio, e finalmente abolico de toda a pro-
priedade. r
A philosophia puramente humana conduz ao
pensamento livre, i oegagao deluda a scieocia e
razao, faz que a scieocia nao seja mais do que
urna opioiao.
A religio puramente humana conduz religio
*fi40' ,0,. Pao,ne8">o, e depois adora
que um dia se
Repelimo lo,
a considerar segundo o punto de vista da deffesa
do seu territorio ; com a Suissa nao acontece o
mesmo, por isso que a sua iodependeocia e a
sua niegridade est sob a salvaguarda da Eu-
ropa.
Alm disso. lem-se conhecido pelo debate
que o valle oe Dappes nao foi oceupado por um
so instante. O jornal Le Temps, que em primeiro
lugar tinha tomado partido pela Suissa com al-
gum ioteresse, recoohece hoje qoe nao se trata-
va seuao de um servigo de palrulhaa ordenado
pelo commaodaote do forte dos Rousses. Eita in-
rmago confirmada por urna folha de Beroa,
o InUlltgem-Blatt, cuja oarrago reduz todo
este negocia s mais mnimas proporces de
tacto.
Quaodo o gendarme de Vaud veo a Cresso-
nieres para proceder priao do francez condem-
nado ero Nyon, eoconlrou
er em Deus pelo ieatemunho
da igreja, e do Espirito Sioto que com"elTa falla
adora-o como espirito e veroade, e serve-o co-
mo i um pae: delta espera os beos eternos a
ressurreigao e a gloria, o'uma palavra a vida
eterna, e teme os castigos eternos: ama Deua
sobreuaturalmeote e pelo impulso do espirito do
mesmo Deus ; 'finalmente possne a candada. A
religio assim transfigurada difiere em extremo
da religio natural por mais perfeita que esta
SPJ*.
Em virtude do peccado origioal o homem acha
se separado de Deus : cumpre que o Cbristo o re-
habilite e lhe lestitua nos a religio divina
roas tambera a religio oatural. Sem o Corisl
as opioioes religiosas o subatituem a f tanto
latural como divioa : e ae peccado em pecrado
uooo ero yon. eoconlrou a patrulha fraoceza. e c hm -TaVl .1 ""^"0. e,m Pcr
entre elle, est.beleceu-se um col.oqu.o. o satis! 0 Ch!" ^!*VHa "**> iol.ri.. S
factorio que, segundo diz o jornal suisso n
liuguagem, o convidiiu a beber, reliraudo-se de-
pois as partes beiligerantes traoquillameote cada
um para sen lado.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
0 Constifucionai publico ha poucos das um
artigo em que se lia o seguinte :
< Os poderes deste muodo s se conservara
traosformaodo-se. O governo temporal da saola
se nao pode escapar i esta lei, salvo se elle da
risto nao p.de haver sociedade humana ver-
dadera ; porque a sociedade humana eovolve a
autoridade e o amor natural dos homeos, e sem
religio urna e outra coma sao mpossiveis.
O amor de Deuse o amor do prximo ao iose-
paraveis, como eosioa o evaogelho, e diz a mes-
ma razo. Alem dUto por de mais claro que o
Domen que por principio recusa obedecer Deus
e oega systematicamente o direito divioo, in
capas de exercer urna autoridade legitima, se
soberaoo, pois que < todo o poder vem de Dus
i sem Deus oo ha poder incapaz de obe"
StSiVr.T "i dT" U "e f0 i"'i'Vor taleT. subdito? "po q"^ todo^eUe que"
ventura .poelllr" V^M??*. ^'l Pf ^".i"*-** rebeli. eoot?a Deus s'Vor Jor
I!2i I .PP 'if de .lntt,>1 qoelle que julga o ou ioteresse obedece seu ignal. Na oura nltu
man ae7u^n!!draa't'"K'tt,'f<0pUramente/,U- re" lee.h.da qu.ado o .b8S o ra.fs forte i
manare qual pode acabar asstra corao come- rebellio para elle ( tambera o mais saoto dos
Exittem no chrislianismo, da mesma forma qoe
no seu divino ebefe, dous lados um di rio e ou-
tro humano. E' pas evidente que o goveroo tem-
poral, como a una i hdica o propno nome, oo
do acaso, ao paolheismo, e depois adoraco do
homem, verbo de urna natureza que um dia se
lucarnar no aote-chnato.
A realeza temporal ao papa a
da civihsago puramente humana ;
deveres
porque a anarcAio, eomo o proclama
o graode lgico da revolugo, o estado natural
do geoero bumano decanido, e ento < a revo-
lugo a justiga.
da mai a aeja qualqaer governo catholico, cadencia
desde a pequea repblica de Saint Mario at a
gloriosa repblica dos Doges, desde o principado
de Lippe ou de Monaco at as poderosas manar-
chas cttholieas, apostlicas, e chrUtianissimas
da Hespaoh, da Auatria, e da Franca ? Nao
absolutamente ; por que a propria esseocia do
chrislianismo coosisle em que nada nelle pu-
ramente humaao. Os* christios professam a lei
de unir submetter o humano ao divino, e ho-
rnera e a sociedade ao homemDeus, de quem
o papa representante.
A igreja, e por conseguinte o papa, chefe da
igrega, tem por musas eoslnar 4 nagee assim
como aos individuos : e pois para ser-se infiel
basta someote nao ouvir-se a igreja. O que er
no Evaogelho, o orthodoxo, e at mesmo o ho-
mem sincero um infiel, aasim se elle rebet-
le. a Que aquelle que oo ouve a igreja, disse o
christo, seja aos vossos olhos um pago.
Per tanto para aer-se infiel basta crer-ae que
o goveroo temporal, e com mais razo ogo-
veroo temporal do papa urna iosiituigSoBe-
ramente humana. A differenca caracterstica en
tre o riel e o infiel consiste em que para o infiel
todo puramente humano, ao passe que pare o
fiel nadrba puramente humano ; porqaoto nos
fiis coafeasamos qu mda podemos sem o Christo
A quesio do poder temporal,do papa ga-se 4
queaUa do poder temporal tomado no seu sen-
tido genrico. B' de tola a eviden
les que perseguesa a realesa pontifica
detsegnem a realeaa chriUa, isto a realesa de
diroiti Se o papa connangldo peto Pie-
moole abdicse a saa legitima realesa, seria laso
o mesmo que dizer indirectamente aos reis chris-
os, e mesmo 4s repuWieas ehriitiai: c O po-
a razo nao pode
m dnvida o homem reduzido pela de-
< aos direitos humanos a s suas luzes
proprias, voolade, furga e amor propno. isto
ao egosmo, nao destituido de razo. Deua faz
luzir o sol dos espirilos c sobre os bons e sobre
os mos mas o homem decahido da graga e
que ae conforma com a sua decadencia < prefre
as trovas luz, porque suas obras sao ms. a
Inclinado ao mal.desde a infancia aoorrece o
principio e a lgica, em summaa luz da ra-
zao : e pois sub.ititue a ciencia pela coascieocia
a oatureta ievriolavet daa cousas pela Opioiao a
verdade pela vsroaiaeihanga. a a intelligencia
pelo aeoso
E depois vendo-sa importunado com oa ca roes
que l de vez am quaodo eaclareoem anda aa
trevas da alma, nao segu maia do que os ina-
tinetos bruiae doa midos ; o suicidtado-se
moralmeoto, asaemeloa-se ao bruto privado de
iotelligencia >asaim nao passa de um auimal,
a um aoimal degenerado, porque nem ao meos
possue o oslinclo. recto, que conserva e guia oa
aoimaes.
Eis aqu qual o resultado da puramente hu-
mano:
Direito ao atheismo e 4 insnrreigao.
Direito ao absurdo.
Direito 4 brutaiidade e 4s aaaexacoes qua lhe
spprouverem. ^^
Su eslea oa direitos do homem qua exi-
|em como principio a separacio da temporal do
eapiritual cum todas aa suas consecuencia.
Dir-me-ho uive qua io noderia anr^.^.
deootromodo Nu le. d^ua^S2S
em materia de tacto asse ouiro olio i
miaelval, por que assim o quer o humea daaaai.
hm!^r'5f \ 8 D6U8 rMP*'0dp It-^rtaiwea
homem, alada quando eUe faz mo ao della,
negagao viva
-- w....oov<.u puramente numana ; a personi-
ncagau da realeza chrislia, da realeza aubmeltida
f u,:ug e W'ia ; porque o papa como rei deve
lambem obediencia igreja, de que o chefe. v
o papa como rei nao mais do que irmo maia ^-v
velbo dos reis. o mais elevado detles pela dig-
nidade e aniiguidade do seu throno, e um dos
menorea pelo poder e riquezas : mas como papa
o pae de todos, o defensor da justiga, e vigario
Recebe (lhe dizem na occasio da sua coroa-
gao) a thira oroada de tres cordas.e sabe que a
o pae doa principe e dos reis, o pastor do globo,
e sobre a Ierra o vigario de Nosso Seohor Jess
amisto, quem cabe a honra e a gloria em to-
dos os scalos dos seclos.
Se queremos s realeza temporal do papa, aue-
remo-la sobretudo oo interese ds religiio, pois
reconhecemos que o paja to livre oas cata-
cumbas eomo oo sea pilado, lio respetado na
cruz como no throno. e at mesmo iroitaco do
seu divioo-mestre obre a crux e pela cruz que
elle reina. '
Nao pretendemos que a realas temporal do
papa, por mais til qu aeja religiio, aa lhe tor-
nelooispensavel, mas pretendemos que ella
mdispensavel i sociedade ; porque para nos a
personificagao do direito chrisio, da cmlisacae
chnsta, o do direito natural; e s depois que o
papa re, Um escapado o muodo doa Tiberios.
eros, e Caligulae.
A realeza pontifical o derradeiro obstaeelo
para a revolugo ; se por urna vat auecumbisse
aps i levara todos os direitos humanoa qoe re-
sume. A humaaidade decapitada serta entregue
de pes e mos ligada 4 revolugo, aos Robtspierre
e Dacin futuros, ou antea moostros mil vezea
mais crueis : porque no mai, assim como no bem
ba aempre progresso oeste mundo.
Os Italianos esto ao aeu 89. Os Pinelli e os
Ctaidioi, os Cavour e os Ricasoli, os Paoleleone
e os Gavazzi sio os Lafayette a os Lameih, os
Mirabeau e os Turgot, os Lieya e oa T.lleyrado
ao* (empos modernos. Se o uraito puramente
humano inumpbar no Italia, para depois eaieo-
der se pela Europa, 93 aer^excedido na mesa*
propergao : hver entre oa coocessionarios fu-
turos e os de 93 a mesma differenca que ha en-
tre o placido Lafayeite e o feroz Pinelli, e entre
os esmoleres garibaldino e os abbadea da cons-
liluiote.
Queremos o poder temporal do papa, porque
ette a represeoiigao de todo o poder temporal
qoer seja repblica, quer mooarchia; porque de-
fende o direito e a justica, a familia e a proprie-
dade, a scieocia a religio ; a porque nio que-
remos o paotheismo, o commuoismo, e o mor-
monismo.
Queremos o poder temporal, porque nao que-
remos um poder paramante hnmmo, um podar
que c ato o urna ras*- de mus actos ; porque
nao desej.mos que a lei saja urna lei de aiheui. m
Queremo o poder temooral, porque aerodiu-
SDo, e repeitaap todos os dias no Credo qne
Chriatooossiuolco Seohor, que desceu doe
oio tari flm. Bispo de Ruma e principe Um-
,2!!T0J!!M t "*aHo ** Cnn">. i
ammo lempo hispo aeeeaaaaalmaa e o prtactr
^.^e,,.,,* ,erra- chef iovUivel de toooio6i-
ot daa alms. e de todos es bupos do extarlhr.
Naeuaencu do pat de familis o mais velbo doe
filhos assume o sea lagar. \
Jetgaaeea o poder tempdrn
Be| mata do qu* aonca, que a^
deritbe aa otigs dyB a tedae a oyoaati moderna
qoe teedea a aproximar se di
Pare qne o poie
rio i igreja ae
obedeceem a meta i
namer
Oai Pteseaut eos
espaotaram e mundo,
da qnal sabio t concordata.
papa oecessario
vulugo mina a
' aa, a amea-
u protestante*
l
'* v '
I o exerap
alado IIvk
doracfoda densa Razo,
iram a,
A revolaf
m ayvacgio,
6o ento


'e de
Da guacia
xai
ierre-Ira a
ro o mais : e ella diz
em summa separacao
mx
B(p
de ti
revutucio a er|
ho aosethol
Nem os r>xr*ss 93, neta i intolerancia
slo i nossa poca; f-c-mog a paz. e J que nao
qoerei1< neiMr igreja com o eapinto dose-
ulo, transijamos. Pan vos o co e o sobrena-
tural ; para mim a ierra a natureza para vos,
tnosioo a nona vigkeia.o espiritual e o divi-
lusivaaienleo humano, o ci-
tada, a familia, o estado, o genero humano, a
pohlica, o ensin, beneficencia, as scieocias e
aa leltraa, artea e a industria, a tribuna e a
inmensa, a jastica < a propriedade. o direito e
a le; para 6aa preces, as beoc,aos. a prdica
do dogma, ero urna patarraa sachrialia : para
mimo imperio e s razio: para toaa (.
E assim cessarao as oropriedades e 9 escolas
ecclesiastieas, excepto a theologU : cesaar a rea-
lesa pontiilcal.a uVUo do divioo e do humano, do
espiritual e do temporal
completa I
Bis o que Mr. de Carour chamava Tre no esiado livre. > A igreja livre ao modo de
Gavazzi, Psotaieoiie, e Capolo.
Bera dep essa o papa tornsr-se-hia um simples
cidadao romano, e um bello dia viril em que oel-
le exigissem em irtude da igualdade que (oase
um depulado, que montaste guarda, como disto
esleve ameacado o clero em 1818.
O calculo fino; .porque o sobrenatuial pre-
suppoodo a natureza, nu dia em que a igreja
abandonarse a natureza que o Ghnsto rehsbililuu,
abandonara ludo: fallando o apoio ao sobrena-
tural, este se desvanecera.
O maior perigo do nosso seculo a separacao
do temporal e do espiritual; em outros termos
o liberalismo que s d possibiluade revu-
lucio.
O horneas que pedera e admitiera coocesse.s
e fusoes, sao actualmente os iuimigos mais Den-
gosos que lem, nao s i igreja Como tambara o
estado.
Tuda a aprensa aoti-papal irrita-se com estas
palavras do pipa: tNo acceito transaccao 1
Entretanto evidente que elle nao pode trans -
gir com principio! que se oppdero s suas dou-
trioas. 0 qae |he partera que subslitua pelo
direito rovo o diretto divino, isto o direiio chris
tio. Ora, c entra Jess Christo e Belial nao pus-
siv-i transaccao alguma.a
Quaudo ae trata de ser indulgente para com as
fraquezas e a ignorancia, qaando se trata de ac-
commodacoes sobre a forma, nao ha poder no
mundo que transija mais fcilmente o que os
papas, neohum ha que faga pela paz maiores sa-
crificios. Ellea tratara cmo pas s repblicas
e a monarcbiaa, is aetigaa e noyes dyoastias :
anda maisnelies os herticos, e al mesmo os
inflis achara maravithosa facilidade, o ponto
que testemunhem o mais pequeo desejo de res-
peilar a liberdade da igreja.
A igreja paciente porque tambera eterna.
Porm chegaia a quesiao ao terreno dos prin
cipios, os papas sao iiifletneis, pois que a sua f
nao pode eofrarjueeer. Essa inflezbnidade lon-
ge de ser para ellea urna causa de aumquilameo-
to, como suecedeu com os governos que queriam
resistir revolueo, depoia de se terem desarma-
do separando-se da igreja, 6 ao contrario o pe-
nbordesua imroortalidade.
Por sua intrpida f a igreja venceu e contina
a vencer seus immigos ; e se as portas do in-
feruo contra ella nao prevalecen porque apuia-
do na palarra de Dos, inspirado com o espirito,
o papado diz sempre : < Nao acceito iransacco-s
com a revoltn e com a ioiuidsde triumphante!
V. BB UaUMIGNT.
[Aionie. Silveira.)
DIARIO QE PERNAMBUCO-
Pelos vapores Jaguaribe e Persinunoo, entra-
do hnntera dos porios .do norte e S'l de sua es-
cala, recebemos cartas e jornaes do Oar al 20
do Rio Grande do Norte at 22, da Parahiba e Ala-
go* at 15 do crrante.
Cear.-S. Etc. R.ma parta 23 para Caaca-
vei, i ta/ersua visita episcopal.
J erara cnnbeci ios os resulta los dos col-
egios da I.-6. Pereira, Telha, Lavra, Milagrea e
Grato, que fazem parte do terceiro dislricio elei-
toral, formandoassim a listados mais votados:
Dr Benjamn.
Dr. Fructuoso .
Dr. Pranklin ;
Padre Daniel .
Dr. Theodulpho .
Dr. Gervasio .
Padre Pedro
los Quezado .
Dr. Arnaud. .
Dr. Goocalo Souto
Belarraioo .
Menslippo .
Dr. Medeiros .
S B'rrelo ; .
Dr. Hyooolito .
Rio Grande do Norte. J
204
188
187
181
181
178
145
125
82
55
33
27
25
22
20
se achara de volta
de sua viagero 4 comarca de Mipib, na capital,
o Exm. Sr. presidente da provincia.
_ ~~ .Haviam sido feitas as noroeaces necessa-
rias p-ra poder funccionar o foro da nova comar-
ca de M'i-sor.
Parahiba.Nada occorreu digno de menco.
Alagan* Deve ter lugar no da 31 do crrante
nniversario da chegada de Suas Magestades Im-
periaes, a inaugurarlo do monumento consagra-
do so mesmo augusio senbor.
PERNiMBUCO.
RESISTA 0IAi.li.
O ndice Alphabetieo das leis, decretos, avisos
e consultas do cooselbo de estado sobre as as-
sembiaa provioriaes, publicado na provincia do
Maraoho pelo nosso comprovinciano, o Sr Dr.
Ovidio da Gama Lobo, orna collecco desses
actos legislativose admiuialraiivoa, que se presta
unta fcil consulta de questes ou duvidis. que
se possam suscitar com reUro is aitribuicdes
das nossas assemnlas proviocuas.
Como tal, poseerlo umtrabalho importante,
que devera cuaUr nao poucoscuidados na respec-
tiva confeccao, e que se recomraend&acquisicjio
de todos os nossos homebs pub os.
"Merece o Sr. Dr. Ovidio, pela execuca do seu
pensamenlo as nossas feliciUces; e nao menos
o agradecimeoto publico; porqujoto, no embro-
glio da nossa legislaco em todos os sens varia-
dosramos, nioguem poder se-hia sabir fcil e
prom.'tamente a nao serem taes trabalbos, que
espirites laboriosor M lem dado coa paciencia
invejavei.
Na segooda-feira ultima falleceu o Sr. Jo3o
Framisco Carneiro, suppoo io-ae que fdra victima
de um afogameoto ou estupor por ir banhar se
estando suado. Deu-se eta faeto en) urna das
bombas que ficam na entrada do engenho Guara-
rapes.
Aoezar da prohibico que ba a respailo da
presepes. ioformam-oos que em a ,-s loca-
lidades ainda ellas lem v ga com escndalo dos
bons costuraes e profanago das cousas sagradas.
O nosso ioormanle, a quero nos referimos acres-
cenia que ia bavendo da qujiriapara quloia-foira
un b/ulho em um desses presepes feilos no Cv-
mLiho Novo ; Por jM0 chumamos a alienco
da auiondsde compeb>nte aQm da fazer cosaar
semelhanie abuso.
Informsm-nog que anle bontem, pelas II
a meia. horas da manhaa, na ra i0 Socego, um
aolaado do dcimo bUlb\o de .
me Vianna, flzera, com urna faca, Ue*
em urna mulner, que j recelosa do meso
dado procurara a casa de Alberto Jos BodeaH
Tve alta da enfermara Antonio Francisco dos
Santos.
Passageiroa do vapor nacional Joattarsa,
vjado dfl Acarac porlos intermedios :
Major F-bricio Gomes Petrosa, ura fllho e um
criado, J W. Stajart, J. s Barroso. Antonio Ma-
cana Farreira, Luis Sand, Jos Antonio S^lfert,
Germano Tgnaclo de Araujo, Antonio Joaquira
Bri'o de Ohveira, e 3 escravos, Dr. Joao Thomaz
Crvelhal. sua senhora. dona filhos e dous es-
cravos Jos Nunes de Paula, Joao Femaud-s da
Silva. Hermila Plora da Gusta, Fraocisco Xavier
da Paiva, quiro seoiemiados e cimo pravas,
Joao Vicente LeSo, soldado Amonio Martina da
Silva, Joau Manoel de Carvalho Jnior, Vicente
Perrera da Franca eaua aulher. Tertuliano da
Costa Pinheiro, Jos Antonio Vieira de Souza,
Jubo Jaciotbo de Sooza, Antonio Jos Duarte
Coimbra.
Psssageiros do vapor nacional Persinunga, viu-
do de Macei e porlos intermedios :
Csetano Jos de Abre, Jos de Lemos Ribeiro
Jnior. Antonio Jos Perelra Guimaraes, Antonio
Estanislao deCarvalbo, Sebastiio Jos da Silva,
Manuel Jos de Abreu P. Jnior, Joaqnim Perei-
ra da Cota Moreira, Roberto e Margarida, afri-
canos livres, Manoel Simplicio Nicodemos.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO ORDINARIA AOS 11 DE DE ZKHBRO
DE 1861
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Seve, Heonques da Silva,
Reg, e Mello, abre-se a sessao, e lida e ap-
provadaa acta da aolecedente.
Foi lido o segnintn
EXPEDIENTE.
Uti ofcio do juu de paz mais votado do 1*
distjicto da freguezia da Boa-Vista, dom ni orn-
eando ter entrado em exerricio.Inteirada.
nutro do procurador pariecipaooo que os fis-
caea das freguezias de S. Lourenco da Malta e
Munbeca, nao teea recolhilo quantia alguma
do imposto de 500 rs. por cabeca de gado morto
para consumo da aua freguezia, como Ihes foi
ordenado pela cmara.Que se offkiasse aos di-
tos fiscaes para deciararem com urgencia qual e
razao porque nao teem cumprido com essa
dever.
Outro do mesmo, ioformsodo nao ter lugar o
que pede em sua petico Francisco Aotooio Mar
tios, poriuanto o quario ou cosinha da ribeira da
Roa-Vista, onde lem o peticionario o seu esta-
belerifrenio, for arremtalo em prsQa publica
por Belumino AWes de Aroucba, que assignou
o termo de arremataban, a qual foi approvada
pelo Exm. Sr. presideote da previncia.Indefe-
rto-se a petico
Ouiro da directora da sociedade das arles me-
chanicas e liberaos convidando a cmara para
asistir aos exaraes de pratica dos officiaes de
oedreiro e carapina, que deviam ter lugar na sa-
l da mesm-i sociedade no dia 17 de novembro
ultimo.Inteirada.
Despacha rom-se as petices de Antonio Mo-
reira Rais, Aotooio Josquim de Vasooncellos,
Antonio Jnaquim Pereira de Ohveira, Francisco
Antonio Rodrigues, Joaquim Bautista de Arau-
jo, Genuino Jos lavares, Manuel Alves Guerra,
Quinteiro & A*ra, Rufino Jos Gon^alves, Tho-
maz Jos das Neves, e levaotou-se a sessao.
Eu Fraucisco Canuto da Boa-viagem, nfficial-
maior a escrevi uo impedimento do secretario
Henriques da Silva, pro-presidente.Reg, Re-
g lidia, Mello, Leal Seve.
3a SESSAO ORDINARIA AOS 12 DE DEZEMBRO
DE 1861.
Presidencia do Sr Henriques da Silva.
Presentes os Sr. Mala, Seve, Reg e Mello,
faltando os msis senhores, abro-se a sessao, e
foi lida e appro'ada a acta da antecedente.
Leu-se o aeguiote:
EXPEDIENTE.
Um officio do engenheiru cordeador, informan-
do o requerimeoto. no qual D. Anna Joaquina
Teixeira, pede que a cmara ihe declrese pre-
tende licar com os sesseuta palmos de terreno
que foi demarcado para servir de estrada real do
MaoRuioho para a Baixa Verde, diz o mesmo en-
tieuheiro que o terreno necessario para a ra
marcada naqueile lugar pela planta da cidade, e
lerabra que a abertura da ra em queslao dando
aos terrenos que fleam de um e outro lado duas
frentes, augmenta-ihe coosideravelraente o valor.
Posto em discuaso, maudou-se officisr ao en-
genheiro que declarasse de que tem^o a planta
que marca a ra e por quem foi pedida a aber-
tura della.
Outro do fiscal de Sinto Antonio, represen-
tando que a rampa do caes do Ramos junto a ri-
beira de S. Jus, acba-se arruinada.
R-solveu-se oficiar ao Exm. presidente da
provincia, pedindo provnienciasse que pela re-
partigo competente se zesaem ns reparos pre-
cisos ua dita rampa, bem como na da ra da
Aurora em frente da ra Pormosa.
Outro do mesmo, participando que os barca-
ceiros vendedores de cal lem ltimamente felo
a sua estada junto a ponte da Boa-Vista, deixan-
do o lugar slraz do thealro, onde ettiveram por.
deliberacao da cmara desde novembro de 1853,
declara o fiscal que nao ooovm que elles cunt
nuem em seu commercio no lugar em que se
acham; por quaolo, alm de se accumularem
grande numero de carrosas, que embaragam o
transito publico.apcresce que elles, estando reuni-
dos multas vezes, sem respeito as familias que
residem oas viziubancas, e as pessoas que trao-
sitarn pela poute, publicam palavras desoaestas
e offeosivas.
Posto em discussao, resolveu a cmara que se
ofBciasse ao fiscal, ordenando- Ihe que oongas
se aos barcaceiros que voltassem para o lugar oo-
de at pouco lempo estiveram, impondo aquelles
que se oegassem ao cumprimeuto de sua ordem
as penas determinadas as posturas.
Mandou-se espedir ordem ao eogenheiro cor
deador, paja examinar o paredo do cano de es-
goto do saogqe do matadouro no lugar por onde
entram aa aguas da mar, e orgar a despeza que
se tem de izer com os seus reparos.
Mandn so tambem ordem ao administrador do
matadouro para prohior que se fagam escavscde
junto ao cano do esgoto ae saague do mesmo
matadouro, e que maodasae tapar o que all exis-
te, que s servir par arruinar o dito cano.
Foi approvado um parecer de cummisso no
sentido de se dar umagratilicago ao admioistr-
dor do matadouro pelo accreacimo da trabalho.
9 reaponsabUidade que tem, na arrecadac.ao do
imposto de 500 ri por caneca de gado morto na-
quele estabMecimeolo pedindo-se para asa* ftm
autotasagao aO Exm. presdeme da provincia.
Despaebaram-ae as petices de Francisco de
Barros Corwia (2j, bacfaarel Prancisco Leopoldino
de Gusmao Lo.bu, Joao Antonio Carpinteiro da
Silva, Joao Martina Oiavo. Jos Joaquim da Ol-
yoira, Mari Joaquina d Pasrocmo UsUra, e 1-
vanton se a sessao.
Eu Francisco Canuto da Boa-viagem, oficial
o pedimento do secretario.
\f-~ ae> Re8 He*iu
Silva, Meti, Leal Seve.
Balaneeteda receila e despeza da c-
mara wuBiciDai 4 Kecife, 10 mes
dejuiho Ue 1861.
RECgITA.
lojposU
""
Afericaode pesse
500 rs. por cati
o.3..... 4:
14
Iesj
nisjap
Idemldem. da Boa-Vista.
doria da saue publica,
tJ-*O..........................
dem regoismento de 56 da agosto
deasf. n. 96 a 7..............
Aluguel da casa da ra a Florea-
. ". n. I.........................
Ribeira de S. Jos, o. 41 a 44......
dem da Boa-Vista, n. 13 a 15......
Talho daacougues, n. 88 a 40......
3 por cento sobre depsitos, o. i% e
13.................................
Gemiterio publico, n. 10...S......
Exercicio de 1859 a 1860.
Imposto de pstabelecimeoto da fre-
guezia de Santo Autonio, n. 598..
dem idem da Boa-Vista, n.241 e
242..........................!
Multa pelo regulameoto de 26 de
agosto de 1851, n 625 627. jsjfl
Exercicio fle 1858 a fl
Imposto de estabelecimento da i>|
guezia de Santo Antonio, n 23.
Multa pelo regulamenio de 26 de
agosto de 1851,0. 577............
Exercicio de 1857 a 185flP
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de Santo Antonio, n. 631.
Mulla pelo regulamento de 26 de
agosto de 1851, o. 443............
Exercicio de 1856 a 1857.
Imposto de estabecimeolu da fre-
goezia de Santo Antonio, n. 627.
Multa pelo regulamento de 26 de
agosto de 1851. o. 329............
Exercicio de 1855 a 1856.
Imposto de estabelecimento da fre-
guezia de Santo Antonio, n. J*.*
Multa pelo regulameoto de 26 de
agosto de 1851, n.407............
WF".
aiisdojjos examoa do c*
deprebende que nenhum esludo re-
!uL'r!fl00"("n^,,'o.de- Planos, aspes, sonda..
1458750
"J57ir9a8
797250
13H875
18J320
9i4|00
-4#000
\*U
49000
169000
28000
4S000
28000
45000
2*000
48000
29000
49000
DESPEZA.
Defflcit em 30 de junho de 1861.
Aluguel do paco da cmara, n.
Folha de ordenados do mez de
nho, o. 19e20................
Jurye eleices, o. 22 a 25.......
Cusa crimioaes, n. 8 a 12......
Limpeza de rnas, n. 99 a 118...
Matadouro. n. 26 a 63...........
Eventuaes e dividas uaasivas. o.
a 63...............;...........
Gemiterio da cidade, n. 10......
dem de S. Lourenco, n. 1......
Saldo em 31 dejuiho de 1861
ju-
60
15;558>993
2:5879213
4oU-j0U
2:33<8652
5909H
l:56SOti5
297I20
1:6479000
1:2509320
1:1748570
1:5I9;33U
13:3708540
2:188945 i
15:5588993
Cmara municipal do Recife, 3 do agosto de
1861.
O procurador,
Jorge Victor Ferrtira Lopes.
Directora geral da instrueco pu-
blica.
Relaco dos alumnos matriculados as escolas
publicas de instruuQo elementar de um e ou-
tro sexo da provincia, no terceiro trimestre de
julbo a setembro desleanoo, segundo os mappas
recebidos nesta repartirn.
Sexo mast-ulioo.
Fors de Portas.... 104 Pedras de Fogo.... 68
Recife............. 58 Pona de Pedras...
Saolo Antonio (1.a
cadeira).......... 155
dem (2.a cadeira). 98
S. Jos............ 97
Boa Vista (1.a ca-
deira)............ 170
llera (2.a cadeira). 72
Afogaoos,.......... 48
76
25
17
34
38
63
Peres
Varzea.............
Venda Grande.....
Munbeca..........
S. Lourenco.......
Jaboatao...........
Poco da Pauella
(vaga)............
S. Pedro Mrtyr...
Curato da S (vaga)
Bab-iibe...........
Paratibe...........
O' de Maraoguape.
Iguarassu..........
Itamarac.........
Pilar de dito.......
Itaplssuma........
Cabo...............
Nazareth do dito...
O* de Ipojuca......
Ipnjura (vaga).....
Rio Formozo.....
Abren de Una...... 32
Una (vaga).........
Seribheui.........
Barreiros..........
Agua Preta........
Goiaona (1.a cadei-
ra)......>.......
dem (2.a cadei-
ra)...............
O' de Ttquara.....
Cruaogy....^.....
32
39
26
47
23
40
121
16
31
48
35
57
39
44
21
88
51
52
63
27
100
72
42
43
i........... 44
no............ |r
llaa.......... fl
apa........... >
n.............y22
Fora de Portas....
Recife.............
Ssnio Antonio (l.
cadeira).........
dem (2.a cadeira
g*)............
S-Joa.............
Boa-Vista..........
Afogados.......... 61
Curato da S......
fguaraas (vtga)...
Pilar de Itamarac 26
O' de Ipojuca...... 34
Sexo feminino.
Timbaba..........
Nazar-ih da Malta.
Tracunhiem.......
Viceocia...........
S Vicente (vaga)..
Pao d'Alho........
Goit..............
Luz................
Limoeiro........... 43
Burn Jardim....... 68
Taquariting...... 32
Victoria............ 94
Escada.............
Bonito.............
Bezerros..........,
Cania
Altioho
Panell
Quipap...........
Grava
Brejo
Pesqueira.......... 21
Alagoa de baiio... 22
Garanhuns........
S. Beoto..........
Papacaca..........
AUJS-Bellas......
Correles..........
Buique(vaga)......
Flores............. 19
Baixa-verde....... 26
Villa-Bella........
Ingazeira..........
Tacaralu...........
Boa-Vista (vaga)..
Ouricury...........
Granito do Ex....
C Salgueiro..........
Colleglo ooa or-
phaos............
50
64
27
23
21
1*
31
70
28
19
83
147
85
Gano...............
Rio Formozo......
Serinhem (vaga)..
Goiann.............
Nazareth...........
Peo o'Alho........
Limoeiro..........
Victoria............
Bonito............
Caruar...........
Garaobuus (vaga)..
Collegtu da Papa-
caca............R
23
32
40
39
31
38
10
Observaces.
Existem vagas nove escotas do sexo masculino
e seis do sexo feminino,,das quaes Aguas-Bellas
e Ouricury do sexo masculino ; Recife e Caruar,
do sexo feminino, eslo sendo reginas interina-
mete. As que ainda nao mandatam seus map-
pas vo em branco.
Secretaria da instrueco pabiiea de Perosbu-
co, 20 de dezembro de 1861.
O secretario interino,
Salvador Benrique de Albuquerque.
e M.
Commiinicado*.
=
da Silva)
bata i ha o
A iofe
ssssino,
pelo Sr.
Joss^^nr
Rodr
aapaatMa do mesmo
sob o puohal do as-
oc soecorrida
ie ovando na ases-
10
dem oe esiLfaTgTgTgTgTgTgffl
z a. do a-
1M
loa-Vists
*as i a peix
O Correio mercantil e a estraala ale
ferro de PernanilMaeo.
Conscio como atamos de que as censaras hn
Qa'as ao gowrno imperial pela redaegao do Cor-
reio Mercantil da corle, em consquencta de al-
guos de aeua actos conreroenies A estrada de fer-
ro d* Pero m buco, sao motivadas pola falta Ue
exactas ioformaces de que se reaeotam os arti-
gos daquelle jornal, que se oceupam deas
presa, para nos ura dever explicar os facti
lo injustamente lem sido objecto de clam.
que se pede aon.l*, Neste caso se .cha a appa-
rente conlradiccao que se-nota entra o re
Londres tM avieos do
i aoaesiudoa do prolon-
|o da ja frrea at o centro desta cidade.
-
tno approcnu vm plano para continua
ajafl
piM necetsuti teja incluido no aug-
i prot*eUido-r%* outr o jtovetoo. que aa ao rocada actualmente
osetiudoti prtparalorios dense prolonga.
\tqu acommitso receniemente Horneada para
a as, can las, da eompanhia lenha apre-
^tajsaao sea rtlalorio. A uuviijas que se i
nam desies dous facipa, neceaaitam, 8* verdJBT
de urna explicaco, o nos para sol ve-las, v
rastaocias occorridaa acerca da-
- ^H
-acto, mandando proceder es-
"tpara .> deaigoou aomraa
iao podesse a com-
gem e orcamenlos, ha feito ; entretanto vejamos
qual a eiplicaeio nica que se deve prestar s
palavras da directora.
Quando declaramos que os estudos preparato-
rios indispensaveis ao orgamenlo a execucio
4a obra, nao ae acbam feilos, nao dizemoso mes-
mo quanto aos esiudoa de recoohecimento. Bates
liveram effeclivamente lugar e, serviodo-oos da
planta actual da cidade e do porto, trabamos so-
bre ella seis projectos ou antes seis direcces, dos
quses preferimoa a que esta designada pelo n. 3,
e que partindods estaco daa Cioco Ponas, vai
terminar na velha ponte do Rente, por um ater-
ro de cerca de 25 ps de largara, contados da
oorda do mar. Demos nosso asaeolimento este
projectn, modifleando-o ero alguns pontos e dea-
presando toda a exleuso entre a dita ponte eo
largo de P*dro II, para que toase constituida a
eslacao principal nesta praca ; alm desta sensi-
ve| rnodiflcscao, outrss adoptamos, como Im de
evitar as dnaproprxacoes de predios.
Kesia-pos agora accrescentar que nossas vistas
sobre tal aasucopio turara eommunicadas por urna
caita particular ao engenheiro em chefe da eom-
panhia, que se achava em Londres, carta esta,
que alm de familiar, nao acairela va reaponaa-
bilidade de natureza alguma para o governo S
podemos attriDuir esta circumstancia, o ter a
directora da estrada de ferro em Londrea decla-
rado sos seus accionistas que o engenheiro da
eompanhia apresentou e o do governo approvou
um plano para a cantinuaco da via frrea at
o centro da cidade.
Crenos que nossa explicarlo eoncilia a manei-
ra por que se enuociou a directora em Londres,
com os ai tos dp governo o Brasil; e que o pu
blico nao tere duvida em aceita-la como a mais
legitima.
Recife, 24 de detmbro de 1861.
Buaroue de Macedo.
Pede-se so Sr. r. j'ulz de cspellaa do termo
do Cabo, que se digne lomar as cuntas da capel-
la de S. Miguel de Ipojuca, e deN. S. dos Oi-
teiros.
Consta que nnsbens de urna destas capellas ha
extravos extraordinarios, e que o producto de al
guns dos respectivos beos, que foram vendidas,
anda por raaos de particulares, sem respoosabiti-
Jade alguma:
Ora, seodo esse um negocio de ioteresse pu-
blico, e contando nos, como sinceramente conta-
mos com o zelo e artivjdade do dito juiz, que
alias tem andado ltimamente no exercicio da
vara de direito, pedimos a quem boje faz as suas
vezes, ou ao meamo juiz, quando resssumir o
exercicio do seu cargo, que procure abrir urna
yndicancia sobre aquelles negocios, proveodo
sobre elles come de lei.
O Ipojucano.
Publicicoes a pedido.
4e Au-
raUau
E mais fbrmosa qu'os aojos
Enche o ora* do alegra ;
E' flor mimosa do co
A Cooceicla de Maris.
Antes dos tempes, formada
Na mente Eterna existia ;
Era esperada por todos
A Conceicao de Mara.
Fragrant como acuceos.
Do mundo a gloria (azis ;
Foi pura, virgem, sem mancha
A Conceiciu de Maria.
Suspirada entr'os prophetas,
Qual bella estrella luzia ;
J no mondo era bemdita
A Conceicilo de Hara.
Isrsel j decantava
A Vinera que oasceria ;
Livrando ao bomem da colpa
A Conceicao de Maria.
Anparece eolio, qual lirio
Que pura trra frua ;
Abrilo as portas do co
A Conceicao de Maria.
Como Filha de Dos Padre,
Ao Verbo Eterno se unia;
Foi fructo do Kspr'ito Santo
A Conceicao de Maria.
Sendo Mi, Esposa e Filha,
Tambem nossa valia ;
Na vida nosso refugio
A Conceicao de Maria.
/. /. Hay mundo de Mendoncu.
COMHKHCM.
^^tiiaavsMaMMHsaaamm
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca so-
bre o Banco do Brasil qunlquer quantia
a vita, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
Joao de Barros.
.IfaiKtega,
endlmentododial a 24. ,
dem do dia 26 .
562:584*444
4.743*913
567:3-289356
Hovtinento da alfaudesja.
Volames entrados com fazendas..
com gneros.. 293
Volames

sabidos
>
com fazendas..
com gneros..
= 293
2
4
A me amigo Manoel de Carvalhe Pae
de Andrade.
APOS A LE1TURA DE SEU LITRO DE VERSOS.
Podes.... erguer a fronte altiva I
Como Andr Cheoier no crneo augusto
Alguma cousa tens.
[Casimiro de Abreu.)
Por entre a turba immensa que tessla :
Mimoso trovador; eu tambem vonho
Abracar-te, oh irroao I
No meu livro offerego-te urna lauda ;
Oh 1 no [muco.... o raelhor que teoho,
Alm do corsco I
Sao d'ouro puro as coras do alaude
Com que Oeus te doou ; ba no leu crneo
Urna chamma do cu 1
Teu canto livre, ameno e espontaneo
Como essa voz ingenua da virtude
Que aterra Deus nao deu.
Ten livro um ramalhete perfumoso
Que da vida na rubra primavera
Podeste inda colher.
Poste feliz, oh meu irmo] quem dra
Que eu podesse tambera, ebrio de goso
Cntaro meu viver.
Segu 1 segu 1 na extrema do caminho
Teris de ores alcatifado leito,
Oasis da jornada.
Talvez que ALGUEM i porta do tea oinbo
Te otreca, cornudo, um roorno peilo
A' fronte laureada I
Eu tenho muila f no teu destino,
Tenho muita esperanza no teu genio;
Confio muito em ti I
Ergueste-te, poeta, em teu proscenio I
Vs no futuro um astro diamaotioo?
E' a gloria quesorril
E's moco; s forte 1 avante I e nao te esqueca
Do bardo ioglez aquella phrase altiva,
Traosbordaote do ardor 1
S livre e cania, qual a pataliva
Que so sol de esto aos ares se arremeca
Buscaodo luz e amor.
E' fresco o vento, placida a laga
Por onde ae desusa do teu fado
O candido baixel.
Ters da patria fulgida corda,
Oos leus um brado d'alma eolhusiasmado
Do estraogeiro um laurel!
Pifio podes ser inf'liz ; tu nao tiveste
Perdidas, bem como eu as esperaocas,
Os souhos do futuro.
Ob 1 nunca naufragaste as pujaocss
De um destino cruel, nem le perdeste
Das ou vidas no escuro I
Por entre a turba im mensa que te sada:
Mimoso trovador abri-te os bracos,
Abracei-te, oh irmao !
Sagrei-te do meu livro n'uma lauda
Com rouxos aantos, com indeleveis traeos
I Aqui.... no coraeao.
Victoriano Palhares.
20 de dezembro de 1861.
Torco
era
mao aBm de real
coota da receita
I^aTflBSI^aTK
Em memoria de ser boje o aani-
versario da murto
do Sr. Aulouio Hodriajues Lima.
Sim, foi no dia 26 de dezembro de 1860 a asas
lora e roeia da larde qoo o nosso boro o virtuo-
so amigo Lima, deixoa de existir sobre a trra.
Verdade certa para sempre nos deixou, ainda
jovem no verdor da idade, contando apenas 23
annos de idada, foi-Ihe o fio corlado da exis-
tencia.
Seolimentos taes que me comovem o coraeao
S em lembrir-rne que perdi um verdadeiro ami-
gte collega ; mais que fazorf chora-lo le car
sim, o dever de tode^^Hbtioe Ob l
mal digna de d- ou esposa digna de consolaco
lembrai-vos que vos pardeates um filbo obedien-
te o vos um esposo dcil e Qs^^Hrda jmala
se recobrsro, porc s Divina
Providencia, o( t-U agora
s vos resta chora 1
eos de misericordia
ois digno de com paixao
Fazei cov que em vosaa gloria
Eitrasse esse christac
, Porque sempre soube respailar vosias doulri-
nas e. compreheuder os vossos maodamantos,
aeropre observou com toda obedieocia, pois. vos o
emistes e vos o deveis salvar, as-
Vaz de Oiiosira,
le dezembro de 1861.
Descarregam boje 27 de dezembro.
Barca inglezaPrescitaferragem.
Barca inglezaSirahferro e carvao.
Barca inglezaTravellerfaoha.
Barca dinamarquezaOtlotaboado.
Galera inglezaRosamuodtaboado.
Patacho americanoAobi Thaotertaboado.
Brigue brasileiroBebenbeenarque.
Brigue nacional(Joiodiversos gneros.
Brigue portuguezS. Manoel isal.
Brigue pottuguetS. Manoelmercadorias.
Beeeheduria de rendas iuteraaa
geraes de Pernammaeo
Rendimento do dia 1 a 24. 34 374*007
dem do dia 26. ..... 952460
37326J467
Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 24. 79:787*407
dem do dia 26......; 4.19*4468
83:979*875
Navios sahidos no da -
BabiaEscuna brasileua Carlota, cVoito Lucia-
no Alves. carga uiffereotes eneros
MarseilleBarca franceza Veloz, capttao E. Le
Bourgeoia, carga sanear.
Nao houveram entradas.
Navios entrados no dia 26.
Rio de Janeiro18 das, brigue nacional: Damao,
de 231 toneladas, capito Jos Manoel Vieira,
equipagees 12, carga caf, fartnha de mandio-
ca e outros gneros; a Azevedo & Mondes.
Veio orna esersva a entregar.
Lisboa27 das, barca brasileira Therexat, de
287 toneladas, capilio Joo Hyppulito do Can-
to, equipagem 14, carga sal e vioho ; a Bailar
<& Oliveira. Velo receber ordena o seguio para
o Rio Graode do Sul.
Macei e ponos intermedios 48 horas, vapor
brasileiro Persinunga, de 422 toneladas, com-
mandante Mmoel Rodrigues dos Santos Moura.
Acarai e portos intermedios9 das, vapor bra-
sileiro Jaguaribe, de 500 toneladas, comman-
dante Manuel Joaquim Lobato.
Buenos-Ayres34 das, brigue dinamarquez Jo-
hanne, de 143 toneladas, capitao Breskoldl,
equipagem 9, em lastro ; a Amorim & Ir-
mo.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da Pr.itaSumaca hespanhola Ifaria Slobe-
ras, capitao Gerardo Harestany e Mora, carga
assucsr.
ParahibaBarca ingleza Bonita, capitao William
Uoonell, em la*tro de assncar.
New-YoikBrigue inglez Anne Marine, capitao
David Mao, carga assucar.
torrente
a*.
-raacollo-
0
==
a. *
Horas.
2
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| mssrt'eo.
I
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Francex.
nofe*.
11
O
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M *
qoe abo-
A noite clara, veoto ENE regular
nanceo e rondou par o terral.
08C1LAC0 DA AR.
Preamar as 11 h. S4* da manhia, altura 5 o.
Baixs-mar aa 6 b. 6' da tarda, altura 2." o.
Observatorio do arsenal de marinha, 26 de de-
zembro de 1861.
ROMANO STKfPLt,
1* lente.
Editaes.
O II!m. Sr. inspector da thesonraria provincial,
em vlrtad* da roaolacao da junta da blonda
man Ja fazer publico, que a arremata.o da obra
do carqiar ,, do Imperador po 4.a
PriDezas, flcou transferida para 9 de Janeiro pro-
ximo vindouro.
E para constar se mandou tStiu o .- -sent
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesou: acial de Pr-
oamouco, 23 de de; ., 1861.O secreu-
rio, A- Feneita da Aonuociacao.
0 Illm.Sr.mapector da thesouraria provincial,
im nmnrimantA ri. nrH.n. 4. c_
: om cmprimento da ordem do Exm. SrpcosiZiJolo
i^^Pt
_____-
r
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
thesourarla provincial lia Per-
nambnco..2.owilato.bro *18iiV-0 Mpnta-
rio. A. Ferreira da Aooanciacio.
Dr. Hermogenea Scrates Tavares de Vsseon-
cellos, juiz de direiio interino da I* ftm ri-
me da carnerea do Recite, ate.
Fago saber, em vame do artt. 286 d'cdigo
do procesao criminal, que, teodo stdo convocada
para o dia 18 do novembro ultimo a 5a sessao do
jury desla idade, installou-se no dia 23 do dito
mez, e encerrou-se no da 14 do crrante, sendo
ella julgados *9 processos contendo 23 reos
prosas.
Foram assiduos os Srs. jurados seguales :
Antonio Luiz do Amsral e Silva.
Antonio Moreira de Mendobca. *
Balduioo Jos Tavares daSiiva.
Benjamn Vires Dutra.
Faustino Jos da Ponceca.
Francisco Antonio de Briio.
Florencio Tertuliano do Reg Costa.
Firminio Herculano Baptista Ribeiro.
Flix Francisco da Paz.
Galdioo da Silva Martins.
Ignacio Nery Ferreira da Silva Lopes.
Jos Maria Pestaa.
Joio Vicente de Torrea Bandeira.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Jos Joaquim Ferreira de Carvalho.
Jos Caeisno de Medeiros.
Joaquim Antonio da Santiago Lessa.'
Joao Oiorio de Castro Maciel Monleiro.
Joao Alves Machado,
Jmio Pires Ferreira.
Joao Baptista Cesar.
Joao Pedro de Jess da Molla.
Joio Duarte Carneiro Monteiro.
Justioimo de Alborjqerque Bello.
Jo<4 Caodido de Soma Castro.
Joaquim Leocadio Viegas.
Joio Baptista Gomea Peona.
Jos Lopes oe Oliveira Jnior.
Joaquim da Costa Ribeiro.
Joaquim Vital Machado
Capitao Manoel Mi noel Lopes Rodrigues Guimaries.
Manoel da Silva Lopes.
Miguel Jos de Abreu.
Pedro Dba'rie Rodrigues Fraof;a.
Severiano Pinto.
Viriato de Preitas Tavares.
Foram meooa assiduos por motivos justica-
dos os senhores seguintes :
Antonio Botelho Pinto de Mesquita Jnior,
Antonio Valenlim da Silva Barroca.
Jos Francisco de S Leitio.
Joio Pereira Lopes.
Joio Ferreira Vilella. |
Manoel Antonio de Saotiago Lesna.
Pedro de Alcntara doa Goimaraea Peixoto.
Vicente de Paula Oliveira Villas Bas.
Foram multados na quantia de 480 rs. cada
um dos Srs. jurados seguales :
Manoel Tolentino de Oliveira.
Francisco de Paula Pereira de Andrade.
Manoel do .Souza Ferreira.
Foram multados em 460? rs. cada om dos se-
nhores seguintes :
Joaquim Luiz Viraes.
Candido Pereira Monteiro,
Irtdoro Pereira dos Res.
Antonio Ricardo do liego.
Foram multados em 440$ rs. cada om doa se-
nhores seguintes:
Joao Joaquim da Coala Leite.
Frederico Lopes Guimaries.
Joaquim Ferreira Fontes. |
Jos Goocalves Malveirs..
Foram multados em 4204 rs.cada um dos se-
nhores seguiotes :
Prancisco Ribeiro PavSo Jnior.
Francisco Jos Belem.
Candido Casimiro Gaedes Alcoforado.
Francisco Oeodalo Lios.
Foram multados m 400$ rs. cada om dos se-
nhores seguintes :
Antonio da Silva Guimaries.
Dr. Cosme de S Pereira.
Joao Agostioho de S Pereira.
Francisco Jos dos Smlos.
Foram multados em 380$ rs. cada um dos se-
nhores seguales :
Luiz Jos da Silva Guimaries.
Joaquim Luiz dos Santos.
Foram finalmente multados em 360| rs. cada
um dos seguintes senhores :
Domingos Francisco Tavares.
Dr Jos Sergio Ferreira.
E para que chegua ao conbecimenle de todos,
mandrti passar o presente que ser publicado pe-
la imprensa.
Recife 16 de dezembro de 1861. Eu Joaquim
Fraucisco de Paula Esteres Clemente, esenvao do
jury, o escrevi e subscrevi.
Hermogenes Scrates Tavares de Vascoacellos.
O capilio Eduardo Frederico Banks, cavalbeiro
da imperial ordem da Rosa, juiz de paz do se-
gundo auno, desta freguezia de S. Jos do Re-
cife, em exercicio no primeiro, em virtudo
da le.
Fbqo saber, que deveado proceder-se na ter-
Oeira dorainga de Janeiro prximo uturoa revi-
so da qualifieacio na conformidad* do art. 25 da
lei de 19 de agosto de 1846, se faz mister que os
eleitores e suplientes sbaixo designados compa-
recam, aflm de proceder-se formao da junta
de qualificaeo : pelo que na execugao do art. 4
da refer la lei convocos para que ae achem na
igreja da Senhora do Terco, pelas9 horas da ma-
nhaa da mencionada terceira dnminga de Janeiro
do anno prximo futura, sob pena do incorrerem
na multa comminadi pala mesmalei, fleando ou-
tro sim entendidos de que a junta ser organisa-
da de coufurraidade com o decreto n. 852 de 19
de setembro de 1855 e decreto n. 2621 de 22 de
agosto dq anuo paseado.
Eleitoros.
Os Srs.:
lonocencio Serfico de Assis Carvalho.
Egi-iio Henriques da Silva.
Francisco Antonio das Chagss.
Francisco Antonio Pereira de Brito.
Francisco de Paula e Silva Lios.
Antonio Fe/reira de Lima e Mello.
Custodio Manoel Theodoro.
Tibnrcio Valeriano Baptista.
Joio Joaquim de Figueredo.
Francisco Brum de Barros e Silva.
Caetano Moreira Fontes.
Cielo da Costa Campello.
Manoel Joaquim Baptista.
Norberlo Naoiz TixaaraiaTies.
Francisco Joaquim de Souza Viegas.
Emilio A-r-ericao do Reg Cazumb.
Jo; seo do Souza Lima.
Joo es da Cruz Fonseca.
Jos Fe. ^isco de Meoezes Amoria.
Modasto sfraocitco das Cbagaa qaaacirro.
Manoel Antonio de AtesaUra.
'co 9tMJs94 doaSaalos.
Joas^aa Vrgeni Mo0.
Joo Antonio o* M-
Maxiauno tic 3S Neves.
Jos Anselmo Goozaga de Oliveira.
Manoel Jt>s- de Jess Americo.
Beato Alves Rodrigues Tupinamb. *J^
Rufino Amonio de Mello.
Antonio > Camiho.
Sapplentes.
Os Srs.
Manoel Ferreira Aedatt.
Francisco Canuto da Boa-viagem.
Antonio Moreira da Mandnos. Intaafa-
Manoal late Teueira Bastos. a^^B
Jos Auiouio Pinto.
Eduardo Frederico Back.
Joaqaim Lucio Monteiro da Frat
Ur. Joao da Coala Bibeiro Machi
Joao Soarea da Fa/iwca
Joo Xavier da Fonsec
Bermenogiido
Piippa Santiago Ca.alcaaii de AboqiiaVque.
Joao Aolouto S
Manoel do Alarida Lima.
Jos Fm acuco Be
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Imperial
ezera-
Para
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roohecido hiate
.
ala cda
se la* publico, qde eiu virtuda da convenci poe-
tal. celebrada pV|os goveruoa brasileiro e frenen
ae.au espedidas majas p,ra a Europa do Ola 31
Jo eorrentn decdnrmid*de com o annuncio
ale correio pub ica Jo do Diario de 9 de j.rni-
ro prximo pawado. Aa crias sero recebidaa
ate uuaa horas ames da que for marcada para a
aahUa do rpor, a a* jora^es al 4 horas ames.
oc?" ie pr,'>'ueo 24 de dezembro de
1801.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Pela aimii.islr^gao do curreiu desta ciJade
se fez publico a quem interesar, que em virtu le
do dispusto oo art. 188 do regulaoiento geral dos
crrelos de 21 de esembro de 1844 e art. 9 do
decreto o. 785 de 15 de aaio de 1851, se proce-
der a cuiisummo das cartas existentes oeste ad
ministracao penenceniea ao mei de dez-moro de
l&b, oo da 4 de jaoeiro prximo, as II horaa da
mantisa, na porta do sesmo correio, e a respec-
tiva lista se acba desde j exuosi. aos interes-
as dos.
Correio de Pernambuco 24 de dezembro de
1861. o administrador,
Domingos dos Fastos Miranda.
0_"~ 1 accordi'ice wnh the act 6 geo IV cap.
87 a Me-tiag of Briiish residents will De held st
h!s offl.-e oo Friday the 27 th ioataot at 13
O'clo 5r"tsb Consulate Perosmbuco December 20 tb
1861.
AlexGollao.
A, t. M.' Actinq Cnsul.
Batalliao de ifanleria
numero 9
Consftlho ecoaoaiico,
O mesroocposelhoeontrata para o foraeeimeu-
to das pragas arranchadas durante o semestre a
decorrer a Janeiro a jooho do aooo viodouro
08 eneros abaixo meneiooados :
Assucar reOnado tuaueiro. eu braoco da ca-
toco.
Arroz.
Azeite doce.
, B'Oiho.
Carne secca.
Carne verde.
Cafe em enroco ou raoido.
Farinha de mandioca.
Feijao prto ou mulatiuho.
Luira ao cesto.
Manteiga franceza.
Toucinho de Lisbos oa de Santos.
Vinagre.
Paes de 6 e 4 ongas.
Porlauto os senhores negociantes que quize-
'rem fornecer. devero apresentar suas propostas
em cartas fechadas do di 28 do correte at as
10 horas da maohaa oa secretaria do mesmo ba-
talho ; certcis de qoe os gneros deverio ser de
boa qualidsde.
Quart-i na S.iladade 14 de desamoro de 1861.
Jos Francisco de Mer*as e Vascoaeellos,
Tenente-secretario.
lfice-coDsoUdo de Hespa-
'| nhaem Pernamhuco.
J La cancillera del vit-6 consulado de S. M. C. se
ha muda lo ura la calle de la C-ux n. 59.
Pdr esta subdelegad* se fas public, qu
se acha d^uosilado um cavado ruco pedrez, grao-
de, cora outros sigoaes, que foi entregue a esta
sub letogacia por Amonio da Racha Braga, Por-
tuguez, morador no Boragi, por o ter pega lo em
seu sitio, e ser ettranho ao lugtr, dando os indi-
cios de ser f.trtHo, pela coaluaQhia d-is inius-
tria.ua dente oficio : q^iem se juigar com direito
compare;*, que proaoto Ihe sr entregue.
Sio i-legacia dos Afja los 26 de dezainDro de
1861.O subdelegado supptente,
Lisboa.
Correio.
Pela adrainistracao do correio se fsz publico,
que as malas que deve conluer os vapores eos-
toiros PerKiouoga e Ja desuno provincia de Macelo e portos interme-
dios, e este a do Cear e portos ini-rmejios, se-
rao fechadas as diquelle no dia 31 do correte,
s 3 horas da lar le, e as deste no dta 4 de jaoei-
ro vtudouro s mesmas horas.
-"oo ro7ei. e pode receber roiauexas: a v-
tareoa os consignatarios Almeida Gemas, Aires
| G., roa da Cruz n. 27
&
CWANfltt PER\ABUGAIU
Alavegacao costera a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
9 vapor aJaguanbes, commandaote Lobato,
sahir para os portos do norle de aua escita at
a Granja ao ala 4 da jineiro as 5 hdras da
tarde.
Recebe carga at o dia 3 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageirose dinheiro a frete at odia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
Para Lisboa.
A veleira e bem conhecida barca partugueza
Gralidao. capillo Antooio Perera Borges Pes-
taa, pretende seguir com inteira brevidide ;
tem parte do seu carregameoto prompto, para o
resto qi Ihe falta e passageiros, para os quaea
tem expelientes commodos, trata-se cora aeus
consignatarios Azotado & Heodes, no seu es-
criptorio da ra da Cruz n. 1, ou com o eapitao
oa praca.
Para a ilha de S. Miguel deve seguir com
multa breidade o brigue escuna portuguez lio,
capito Domingos dos Santos. Recebe um reato
de carga a frete e passageiros : a tratar com A-
monm Irmos, ra da Cruz o. 3, ou com o mes-
mo capito.
me
LEIRjI
MlMia.
Doa parios do norte aperado at o da 3
do corrate a vapor Oyapoek, commaudsote ca-
pito de mar e guerra Gervasio Mancebo, o qaal
depols 4a demora do costme seguir! para os
portas da sul. Y
Desde j recebem-se passageiros enga-se a
carga qoe o vapor poder cooduzr. a oual deveri
ser embarcada no dia de aua chegada, entom-
mendas e dinheiro a frete at o da da sabida a
d- ar,?.Lia*a "al* ?' t Cr"" D* X' Mrtptorio
de Azevedo & Meodes.
l-a-lO*.
LEILAO
DE
REAL aPA\HIA
DE
Paquetes inglez^sa vapor
Al o dia 28 do correte espera-se da Europa
o tapor Tyne o qual depois da demora do costu
me. sguii para o Rio de Janeiro, tocando na
Bann : p>ra passsgens traa-se com os agentes
Adamson Howie & C na ra do Traqiche novo
n. 42.
Para Aracaty e Assii
Hiate Dous Irmaos : para carga trata-se com
Martina & Irmao, ou com o mestre Joaquim Jos
da Silveira.
Acarac
O vapor Iguarass, da corapanhia Pernambu-
cana, segu no oa 21 at o Acarara, recebe car-
ga e passageiros : escriptorio no Forte do Mattos.
Para
Uma victoria e
urna carroca.
Sexta- feira 27 do corren te,
O agente Pinto far leilo por eonta e risco
de quem perleocer de um carro americaoo novo
coro 4 rodas para um e doua cavallos, muito bem
feto e bem acabado pelo melbor fabricante era
New Toik e do ultimo gosto o qual acaba de
Sihtrda alfandega, nesta mesma occasio ven-
der uma carroca aroerlcioa feita de eocommen-
da propria para carregar gneros de slgura en-
genho, a qual loroa-se recommendada pela sua
construccao; as 11 horas era ponto do oia cima
mencionado, oa praca do r-ommercio em frente
a casa dos Srs. Saunders Brothers. & C.
LEILO
Sexta lfcra 27 do corrente
AS i 1 HORAS EM PONTO
Na porta do armazem do Sr.
Annes
Costa Carvalbo fara' leilao no dia e
hora cima mencionado de uma por-
cao de barriinhos contendo replhos,
feijao e bages em conservas ebegados
pelo ultimo vapor de Lisboa.
< VI**)* t'^^^^l.
(spital Portuguez de Be
neficecia
EM
A jonla administrativa do Hospital Por
logues da Beoetcenria oesta cidade, pene
l" d" ,*er" c"leroaco m que se
chara todos os seus compaiiiot,, resolveu
mandar celeorar uma a Ue por ter.c*o do
eu iinmairja protector o finado Sr. D Po-
to V da sHdoaissima e imerncitel me-
moria. E-la musa deveri ter lugar na ca -
pell. do mesas* h.uuai peas T 1.2 horas
la manlu do di 80 do crreme mea ; e a
tonta roga a todos os socios o obsequio de
assistir aquelle seto que nao raais do que
um friqossimo t-stemonho de saudade e
de amor por um mooarcha que tanto oese
jou felisilar a nscao portuguesa e coi per-
da foi uraa veri,leira calamidad para o
psu. Becife 26 da dezembro de 1861.
Joaquim r-erreira Mto.les Guimiraes.
Io secretario
AIR
M SAI!
o. 8.18 de 27
eslaheieciiuento ae
-. U Olti.rtr une..., u. 02l o. |U iJTT ...
de Janeiro, canee ida por decreto
de novembraa> 1811 para o
um cooaervatorio de msica na corle, ,
ao abaixo assigosdn. "",e,,ce
,, Maooel Vieira Perdigao,
h7. W"M Um ,,0'na c,Pan velha com
boa e espa;osa casa, teodo pfloo'agua de beber
bomb, tanque, quaito para pretos. cocheira es-
tribara e latnua ; a tratar na ra Not 0. 3, ou
na ra da Palma o. 43.
,n""aVr,de"S*-" "*" l"rea n- *7 d I"'" a
ra da Co^oeigao e ra do Rosario da Boa-Vista,
muito boa locahdade para morada. dirija se
ru do Cabug n. 9.
a T vf.nde e un> b r.f L p ?nnS de ?uil boa conduca : na
ra da Palma n. 41, aobrado.
i."~, Ve0,Jese aa> cirro d*4 rodas com 4 assen-
.eC;n,eroe0,eche"ai10' e 88n o Igum.
com lodos os arreos .ara um e dous cavallos-
oa rea da Apollo o. 30. pria.eiro andar '
t,.l tr'^L IaDC,C. 0tvMo Villar Tal Por-
tugal tratar de sua saude.
itrolactato de ferro
nleo defesito un botica d Joaquim MarnYio
d% Cruz Crrela., ra do Caaug u, U,
a Peruambuco.
a. ferr^ f^TJSl^^rX^Tt:T^,t,mXt ^ "" ^ *""*>
| Paraaar. publ ico ura luso erapre,r ae um me.mo medicamento debati t9 formal., lio
oecassidade a Importancia da ama tai vare-
rariad.s, maso hornera da .ciencia comi>rehenae a
dade.
A formula ora objcto de mulla importancia em therapeutica; um
2l m:ntond0* rMenc,a d0 roedicaraento. o toma agr.d.r.f'ail? I
'naaM-.0' paladareae od a temperamentos. '
Das numerosas prep>ragoes de ferro al hoja conhecidaananhu
quena dose, e ser de uma prompla
ira. rene to bellas qoalida-
, .eune o tomar se em una oa-
a.milado;'e o nao produYirYur~c.~us. l aciinl 2 l T ?*,0a,a- dP mo lo "ue omplaiapunte
-pire (reqMaDlProeDle ^Z!^^SZ*^***' '-W<*
waisr.sa^^
A pessoa que perdeu uma pulsei-
ra de ouro, as proximidades do Corpo
Santo, queira dirigirse ra das Cruzes
n' **. eguodo andar, que se lh'a en-
tregara', dando os signaes certos.
Grande laboratorio dla-
ns.
171.
THE TRO
, DE
Santa Isabel
SABB/iDO 23 DE DEZEMBRO.
Ultima vez qoe a companhi i do ex-era-
prezario (ei na no lera deapreseotar
seus trabadlos a este illostrado pu-
blico.
Recita extraordinaria
BENEFICIO DO ACTOR
TI fi\E lltt.
Depois que a or. h-ira, nnwia peloSr. Colas,
tiver exerut'do uma linda ouvortora, subir
scena o excelente drama em ires actos, divididos
era quatro quaros, do Sr. Jos Romano,
29
Rio de Janeiro,
egue por este* disa o veleiro brigae Cruzeiro
do Sub : pira pouea carga que Ihe falta, e e.-
cravos, trata-se com os consignnos Abtunes,
Guimare. 4C, no largo da Assemblj n 15.
Para o Rio de Ja-
neiro,
preieode segufr cora muita brevidade o brigae
nacioBel Veloz, tem parle de seu carregameo-
to a bordo ; para o resto que Ihe Ma Trata-se
coro os seus coasignatarios Azevedo 4 Meodes,
em seu escriptorio ra da Ou* n. 1.
Da ila de S Miguel
espera-se at o dia 30 do correle o patacho por-
tuguez Lima, por anthonomasia o Papa Milhas,
de pnmeira marcha ; para o resto da carga e
passageiros, para os ques tem excellentes com-
modos. Uala-aa^com os consignatarios Joo do
Reg Lima &,Irmo, oa ra de Apollo n. 8.
Tendo a comuanhia de vapores do Rio alte-
rada a sahida aos seus paquetes, a gerencia ds
Corapanhia Pernambucana tem de conformidade
resolva que a satina os seos navios do 1. do
Janeiro do ann<> prximo futuro em dianle se
efeelue da maneira seguinte : '
Portos do norte a 5 e JO, portos do sol no 1.
e 15, de cada mez.
Guando, porem. o dia marcado Mr santifica-
a, a sabida lera lugtr no dia anterior.
Para o Rio Grau.le dof,Sul segu com muila
bretidade a barca Soudorfe, capito Joaquim An-
tonio Da. da Silva, recebe ca.ga a frote e para
tratar com Amorim Irmos, ra da Cruz n. 3.
Para o hio de Ja
neiro.
O veleiro patacho nacional Capuan, pretende
seguir com muita brevidade, tem parte de aeu
carregamenlo prompto, para o resto que Ihe falta
passageiros e esrravps a frelea trata ae coraos
seus consignatarios Azevedo & Meodes, no seu
escriptorio ra da Cruz o. 1.
OU
HIWRV E GLORIA.
Actores os Srs. Nnnes, Ravmundo, Valle, Lei-
te, Camp .*, Sania Ro. Joo, Teixeira, a as
Sras. f). Isabel e D. Je-uina.
No fim do .irams a orchestra execorar a nov.
quvlnlha de rontradaocas, cbmposico do Sr.
Colas, intitulada
Os Estiiiiles do Becife.
Finalisir o espectculo com a linda comedia
em um acto,
. TRIBULACkQEventura
Prioe>piar 1*8 hor.s,
nte agradece a to-
"P1-se prestado gralui-
pectaruto ; tambera
espera merecer a prete;4o da publico a quem
.anticipa o seu vol de grati
O ador Teix
dos os seuj <
taraente i trbaR
Atsos martimos.
vagem.
Podem mandar buscar roupa lavada de
87, 35. 74. 374. 256, 239. 26 91. 122, 133 l..
176 248. t61, 292. 158. 168, 202. 219. 271,289!
293. 3,137,144.140,2z8. 212.289, 243, 295,169!
itagom ruada.
Ns. 411, 35 e 150.
Madume Buessard Millochau
lembra s suas freauezas que pelo ultimo vapor
francs receben ricos vestidos para ooiv. cora os
enfeue., chapeos da ultima mola de Paria para
senhoras e meninas, ricos manteletes, capas e
casaca, flores para saraos e casamentas, cinlu-
ro e fiveas eaculhida., sortimenio de lencos de
mo bordados, filas muilo larcas para calos ce-
roisinhaa com mangs, pelerinas, etc., luoo do
ultimo gosto de Paris, uro lindo escolhimento de
chapeos de senhora*. ptimos para passar festa
por ser muit bonitos e de preco baratissimo, ea-
partilhos para senhoras e meninas, luvas, etc. :
oa ras da Imperairiz n. 1.
Potassa da Rusta e cal de
Lisboa.
Vende-se na ra de Apollo n. 20, armazem de
Amorim Alfonso & C.
Batata ingleza.
Vende-se batata ingleza em gigos, someote no
armazem de Barros Silva, travessa da Madre
de Dos n. 57.
Vende-ae um escravo bom cozioheiro e ma-
rinheiro : a tratar na roa do Passeio, loja de fa-
zeodas n. 3.
t- Pede-se ao Sr. Dr. chefe de polica queira
dar as providencias que julgar conveniente para
o abuso que esto praticando alguos vendedorea
de sorveie, passando vales psra dar em troco do
dinheiro que recebero, em lugar de o fazer era
cobre, cora o fundameoto de nao terem a moeda,
mas com o loo*svel fim de Diarera com a quaa
lia, e obrigarem o portador a voltar para fazer
uraa deapeza, aera que jamis obtenhsm seu tro-
co. J se acha legislado que os vales represen-
tando moeda sao prohibidos, e este oovo aystema
importa o mesmo Ara. que ficar cora o diuhei-
ro alheio, por um carteo que nada vale.
O logrado.
Quera liver echado uma pulseira formada
de coracoes de ouro com um ramo da flor oo
ceotro de cada um detles, esmaltado de azul es-
curo e verde, a qual perdeu-se oa noite de Natal
na reja do convento do Crrao, asahir pela pur-
la lateral e portara, e quizer restituir ao sen do-
no, me liante o achado, podo dirig r-se ao pateo
doCarrao n. 18, segundo aodar ; assim como ro-
ga-ae sos senhores ourives a appreheoso a lo-
mada de dita pulseira, caso Ibes se i a offerecida
por venda-
Attenco.
reita o. 67, toja 00va, ten
tmenlo de miud-zas. raais
era oulra qualquer parte para adquerir fre-
na, nao se declara os precos. oois ana baala
Na ru. Direita o. 67, roja oov., tem um rico e
perfeito sorttmenlo de miudezas. raais baratas do
que e
guezib,
ver psra comprar.
Caetano L. Gama Duarte participa aos seus
freguezes que raudou o seu ealabelecimento para
a mesma ra n.67.
Os abaixo assignados, contraladores da conduc-
Caopor agua dus gneros viudos pela via frrea, da
estacao das Cinco Ponas para o armazem do caes
no Apollo, teem a honra de communicar ao res-
peiiatel publico, e mui particularmente ao Mus
tnsMinoa sennores recebedores oos mesmos ae-
neroa nesla praca, e agricultores, que tem mar-
cado o da 1" de j,neiro de 1862 para darero pno-
cipio esse transporte, de conformidade com o
respectivo contrato celebrado com a corapanhia
da estrada de ferro.
O armazem situado ao ceotro do mesmo caes
coro bistante agua em todas as marea, com 80
palmos de largo e 130 de fundo, cora proporces
e capacidade para receber 16.000 s>ccos.
Km viriude daquelle contrato lera o traos-
portee condurco de ser feilos em alvarengas,
ou can (conforma a maior ou roeoorquan-
uiade do geoero, ou roercadoria transportar)
de madera bem cobertas e estivadas com toda
a hmpeza, e bom acondiooaroenlo.
Responsabilisam se por todo o damno e per-
d'. que po.s. haver do momento era que rece-
oerem os gneros Das alvarengas, ou canoas na
" e,tacao das Cinco Ponas at que os entreguem
a<>8 embregados da companhi. no armazem in-
dicadodo momento era que receberem oo io-
dicado armazem os gneros al que delles fa-
(am a devid. entrega aos empregadosda com-
panhia oa estacao das Cinco Puntas.
Pela condueco dos gneros e mercadorias.
que da es.rt.^o das Cioco Ponas forera assim
transportados para o iudicado armazem, rece-
bgrai 4ris p.,r cala arroba, nao a como
;rRC dh0au*<"*. como de armazeoagem.
neceberfto no indicado armazem, e cooduzi-
rao gratis estacao das Cinco Poota. todos os
g-neros e mercadorias. qle tiverem de ser
iranaportados pela via ferros para o interior da
provincia.
Para gar.ntirem a execuco do mesmo contra-
to, ell-s prestaram fianc monea oa superioteu-
dencia da referida corapanhia.
Observara anda mais, que o genero poder-se-
tia demorar no armazem de deposito, se asaira
convier aos senhores recebedores, seis das sem
que por isso paguem raais cousa alguroa, alera
do que se acha estipulado no dito o0nirat0.
Jos Velloso Sitares.
Manoel Jos Dantas.
SYSTE HA MEDICO HKLLWAI
PILLAS HOI.LWOYA.
Esto inesiimavel especifico, coraposto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao conim mercu-
rio nem alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenr. infancia, e a compleicio mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleicio mais robusta;
en le-amen te innocente em suas o^erac^ese ef-
fetos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e gto por mais amigas e tenazes
quQ sejam.
Enlre milhares da pessoas curadas com este
remedio, rauitas que j estavam s portas da
morte. preservando em seu uso conseguirn)
ma^S;!^ cTo:,;;^;;
Afsira est
juente as
de urinas
hagica, nt
-m que o sangue .e acha empobrecWoo^toadVoeli.r.Vi eiB li' M80"
::mo;nagrn.,aV^r,oT"sde '--^MchJro.eTa.MdTcore. 7. deS, Z^ZA
poWb&d^ intermitentes na incontinencia:1
lo pelas fadiges, afTecees chronii
curiaes. -----"*" ol>nimo e uso prolongado daa precaacoea mer-
.toSi1;:!:^-r. r.;;^ra,"r,r::rrtoi,;.,K.;.,,.r,rl,'' nM,f '
;;Tr,... u a.u. "ixszrrtissr A^rsiTrsA:
Consultorio medicocirurdeo
3-R13 ABA GLORIA CASA O FX3ND AO-3
Consulta por ambos os syslemas,
anh,,m ?,?" q"e.tem V 08Jrfllneai08 a o estsbelecimento nao se cnfundam com o. da
.""i TT' "Sl "aD a precaucio de inscrevero seu nome em todos os rtulos dever.do aer fni.l!..T, \.~1 t ?L
dos toaos aquel.es que forera .presentados sem esta marca, qond! peso "que fnnTSZ'
raedio^^rara^=^u^PZrS
medico allopathas empregam-as constantemente. q n,ett0 s-
Os medicaraenio, svulsos u6r m tobos qur em linduras custaro a 1 o vidro
.nffl.i. "P"^",?"^, eatalM-lecimenlo annunci. a seus clientes e amigos que tem commodos
*ufficie..ies uara receber alguna escr.v.s de ura e outro sexo doenles ou que precisen? de X.w
oparacao. afflanCando quesera,, tratados cora todo o diavelo e promptido Z aabm S2S
aquelies qu- | lem tido escraro. oa casa do annunciante. 0*0"
a. *9UuaS" *'"i da casa, a comraodidada do. b.nhos salgados aio outras tantaa fanta-
geos par. o prompto restabelerimento dos doenles. ""ras tamas vanta-
a a- i.A^aM"V 1U;.au"erem fa"r cora o annunciante devem procura-iode manbia atll horaa
Dr. Lobo Moseoto.
Ama.
Precisa-se de uma aras de leite : a tratar na
rua Nova o. 5, loja.




Altenco.
Uma
recobrar a saudd e lorcas, depois de baver tanta- """""I"!8"4 0'?rta paM 8"r I""""0-
j ;....!.____.. .. Y ^ m lenla Precisase alucar uraa escrav que
COMPJaHHU MUSILEIRA
1)E
S eap^ra lu dos porto, do sul ate o dia 8 o
correte ura los vapores da compiohia, o qual
depois ia demora do costume seguir para as
portos do norte.
De.de j recebem-se passageiros e engaj.-w
a carga que o vapor poder coodazir,. qual de-
vera ser embarcada no dia de sua chegada, en-
coromendas, dinheiro a frete al o dia da sabida
f 8 hor.s : agencia na ru. da Cruz n. 1 aserio-
torio de Azevedo & Hendes. p
COlPiNBU PERlUMBCAfU
01
aio
:#J
a .i ijni
JuSuI
' Segao por tai
nacional Tigre poi
dezembro a m
ainda cerca de 20 I
vos a frete : ir
Jofiedea.
ParaoRuj
^cgacairjslelrai'apor
0 vapor Ptrsinunga commandanteMoura, sa-
hir para es portos do sul de su. escala oo dia 31
ae dezembro as 5 horas d urde.
cebe earcaal o dia 30ao rpeio-dla, eocoa-
e dinheiro frete at o dia
o no Forta do
Je semana u
-**
Par
f m.; i" eansiHoatario Pr
ue nacional Alaria! 0. rQ. da Madre da Deus n. 12.
.
Atteriijo e muita atteugo
Apha se fgida a mulata Alaria muito
conhecida por Mara Joaquina, sendo
bastante alia, cabellos caxiados e taita
de dentes na frente, ainda hontem foi
vista em urna casa no Forte do Mattos, e
por so roga-se a todas as autoridades
polrciaes a captura e aos commandan-
tes de vapores e capitaes de embarca-
cues que tenbam a bondade de exami-
nar os escravos que a seu bordo forem
para outra provincia, ou como passa-
geiros ou como captivos de pass geirog,'
e mand^rem entregar na rua da lrnpe-
ratrii n, 81, que se Ihe ficai obligado
e toda e qualquer pessoa que a pegar
leve-a a mesma casa que generosamente
se gratificar.
Padam
Vende se a padara da rua de Domin-
gos Pires n. 50, com todos os seus uien-
cilios eu bom estado, gw*ntd>-se a
casa da padara, e tambem a que fica
i unto, propria para morada : o dono
deste estabdeciment estando embara-i
cado
do iiiultimente lodos os outros remedios.
As ruis sSlictas nao devem entrega r-se a des-
esperajo; faram um competente ensato dos
effi.:azes effeitos desia assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o benefirio da sauda.
Nao se perca tempo em traar este remedio
para qualquer das seguales enfermilades :
Acrideptes epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
Areias ( mal de) .
Asihraa,
Clicas.
Convulsdes.
Oebilidada su extenua-
cJrt.
Debiiidade ou falla de
orcas para qualquer
cousa.
a1 DesinJeria.
Dor degarganu.
-^-d"a barriga.
aos rins.
Dureza no ventre.
rlnfermidada no ventre.
Diws no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
BerysipeU.
Febre biliosa.
r^Blo Amaro,
f\u i
v.do,
com mu tos outros negocios, est'
dipost a fazer todo e qualquer negocio
tendente a venda da mesma nadara e
ie"
lir
-va Preci
nhar e
Pebrelo da especie.
Gotia.
Hemorrhoidas.
Hy iropesia.
leiericia.
Iniligesles.
InOammacoes.
Irregularidades de
menMruacio.
Lombrigas de toda es-
pecie. -
Mal de pedra..
Manchas na culi,
Abstrurgo do ventre.
Pblysic. ou consu rap-
oso pulmonar.
Retenco da ourina.
Rbeuraaiismo.
Symptsma secundarios.
Tumores.
Ttco doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
3Roa eslreila d Hosario--3 *
Francisco Pinto ozono continua a col- a
at locar denles arliciaes tanto por malo de |
9 molas como pela presso do ar, nao re- m
* ceba paga alguma sem que a. obra, nao m
% quem voni.de de seu. donos, tem pos Z
4 outras preparares as mai. acreditadas S
iip.r. conserv.co d. bocea.
**#
O Sr. Joo Hyppohto de Meira Li
ma, queira apparecc nesta typographia
que se Ihe precisa fallar.
Chapeos do Chile.
Na rua Direita n. 76 vende-se chapeos do Chi-
le muito fino* de copa alia e aba larga, (a Gari-
baldi), ditos de copa baixa abi larga ( barraca),
assim como de outras qualidades, de gosto mo-
derno, por precos razoaveis.
Roga-se ao IHm. Sr. Joaquim Jos d'Aguiar
o obsequio de comparecer na rua Nova d. 43, ou
peaaoa que .. retira para o centro da
provincia, deseja vender lodosos trastes seusem
perfeito estado, sendo mobilia completa, serpen-
tinas, candelabro, jarros, etc. Igualmente arran-
jos da sala de jaatar : quera precisar, dirija se a
rua Moa n. 46. primeiro andar, que se satisfar
pelo prego commodo de lodo o. object....
Da casa do obaixu asignado oesappareceu
no da 211 do crreme ura cabrinha de nome Be-
nedicto, de idade de 10 a It annus, levou raesi-
sa de nscaoinho de cor, tem uma marca de fti-
da em urna perna : quem o regar lee-o ru.
da. Tnnrhelras n. 48, ou pateo do Barmo n. 15.
que so recompensar.
Joaquim Elvirlo Alves da Silva.
A'8*-8 Io "dar do sobrado na ru do
Imperador n. 37: a tratar-se na rua do
loja de Aodrade k Reg.
Crespo
Precisa-se
Pebra intermitente.
SVendem se estas pilulas no estabeleeimento
geral de Londres n. 224, aStrand, a o. loja
de todos os boticarios droguisu e outras pessoas
ncarregadas de sua venda era toda a A menea
P Soj||fia'ana e He*panha.
Vendem-ip-as bocaiinhas a 8no r., cada
uma deltas eontem uma instrue^o em porm-
se osar desi
lugar uraa escrava que seja de
boa coaducta, para o servico de cozohar e eo-
gommar em urna casa de familia : na rua do Vi-
gario n. I.
Desappareceu no domingo 22 do
corrente um cachorro preto, grande,
o qual tem urna pequea fertda na ca-
bera : quem o pegar leve o rua Nora
n. 67, que ser recompensado.
Oleado pintado.
Na rua Nova n. 4i, loja e fabrica de
chapeos acaba ,de repeber um btllo sor-
timento de oleado com ricos desenhos e
gosto moderno, prop io para cima de
mesas e bancas, e vende-se por pretjo
commodo.
Feijao em saceos.
Ka rua do Viga rio n. 10, escriptorio
de Matheus & Rodrigues, tem para ven-
der muito superior feijao em sacco.
Na travessa da rua das Cruzes n- 2
primeiro andar, tinge-se com perfeicao
para qualquer cor e o mais barato
possivel.
Attenco
de alugar urna escrav. par. o servipo de C.S..
ndo que ef.g-.mrae e ensaboe bera : a tratar em
Fra de Porta, ru. dos Guar.r.pe. o. 30.
Quem achou ama pufseira de ouro, perdi-
da da rua da Senzala ao Corpo Santo, ou mesmo
nesta igreja, ns misa, do Natal, a queira entre-
gar, ooda-o f.zer na rua do Vigario n. 6. que se
recompensar.
Antooio de Araujo Goee retira-se dest.
provincia sem dver cousa algura, mas .a .1-
uemjulg.-se com direito a reeianisco. pode
laze-i oa csb n. 48 da rua da Uaio ateo ulti-
mo deste.
Prensa-se de uma criada para cozinhar e en-
gommar para uma casa ate pequea familia : pa-
ra iaferm.cooat na rua da Cruz n. 45.
gpa ti tica cao. ._
Desappar^eu do *l> o i da esCad. da ^t^^^S^^S^S^
Fern i Vieirs (na Soledad), no s.bbado 21 J^S^^^STitS^Si^ A.
.la.Bm.c.brq(a.oha| oda pret.
Precisa-sede uma ama forra oa captiva (pre-
fere-ae captiva) para o ervico interna a externo
de uma ca.. de uma senhora em Carhang. mas
qoe saiba cozinhar e engomraar bem, paga-ae
bera ; a tratar oa rua da Cadeia do Rtcie. loja
numero 11.
Criado.
Precisa-se de un criado para todo aervico da
uma casa de pouca familia ; a tratar na rua da
Cadea do Recif n. 59, primeiro andar.
Aluga-se um escravo bom csrroceire, tm-
b-m serve para criado de casa estraageira, do
qe j lera pratica.oa para outro qualquer aervi-
co : na roa oo Lirament.i n. 22, terceiro andar.
Aluga-se o armazem e primeiro aodar da
c... d. rua da Cruz o. 11, para escriptorio : a
tratar no segundo andar.
Attenco.
Quem quizer comprar uma mobilia de amarel-
loe mais alguos trastes, assim como, tres escra-
vo, sendo dona do genero masculino a um do
femenina, ou mesmo alaga los. dirija-ae rasa
da ru. d. Gonceicoda Boa-Vula n. 1, que acha-
ra com quem tratar.
-- Aluga-se um segando andar com .alas, 2
quartos. e soto com 2 vario*, a. ra. larga Sb
Rosario : quem o pretenda, pode ir tratar aa
m 'smi rua, loja de miudezas n. 83, que achara
com quem tratar.
P'ecis-se de ns raeoioo da 10 a 14 pooof,
que tenha .Uuma pr.llc. de taberna : na ru. de
Sama Rita d. 93.
Precra-se de dous amsssadores de padara,
que emendam da fazer pao e bolacha ; o qoe
eativerem nemas circunstancias, dtrij.-M a pa-
dara da rua larg. do osario n 16, partero
quariel de polica, qoe rtiar eora quera tratar.
Pede-se a certa kiimiv oae' dftapparecau
no di. 24 d corrale, de i s 3 horas da tarde,
da casa onda. esuv. do morada a mais de um
aana, amada Esprenos,queira maoajr lre-
gar o ouro e mais objectos que levou oa ausen-
u do doao da casa, alia veri me'paMi-
oal lem o ubre
sendo
0 deposito gtaal em casa do Sr. Sot

a smimeu
de le
e*a da rua
para
ve
Bflom.aoid.de
ida 9 4.M4fentt.v i lia
6 andar.
do Imperador
.Ty.T*ro.n.,S' 'Qigffi;

meiro andi
afl&dll.
IweruMmenb %
r^^n


ro' pera todo serrl- j
, e que sirve par*
carrpgar mm a tratar na toa d
Crux. armaieru d. &.
&w
Alage-ae o primeiro andar d^sooredo da ra
da Imperatrix b. 40; a tratar do mesmo.
ESTRADA DE FERRO
DO
dentista Numa Porapilio.
Ra estreita do Rosario n. 22, pri-
meiro andar.
plaota denles pela presso do ar, por molas e li-
gaduras, e faz todas aa operacdee de sua arte.
agSM0aiisaattai&tf& ^mutm^tii
esaj^B> aasas^ar qprfa^Bf ff^BT^* WW aTU^
Attencao
Recite a Sao Francisco,
(limitada.)
Pelo presente se faz publico que do Io de Ja-
neiro de 1862 ero diaote io's as mercadorias
remtalas pra a cidade do Rcie pela mesma
Ta frrea aerad enviadas, se assim exigirem, da
est?an das Odi-o Ponas, pelo mar para o depo-
sito doa Sra. Velloso & Daotaa no caes do Apollo.
E. H. Braman,
Superintendente.
compa^hudTvia frrea
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Atlencao.
*
Nos domingos e das santos al ootro btso ss
paasagcns de ida e voiia, do mesmo da, das
Cinco Puntas s Escada serao pelo pteQo das sin-
celas, a saber:
Ia classe 6*500
2* 4l5"H)
3* 3yiO
A partida dos trens ser como de costme, de
manhaa da Cm-o Ponas as7 horas e 30 minu-
tos e de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadnE. H. Braman,
Superintendente.
Socedade ba .icaria.
Amorim. Fragoso,Santos & C.sacam e tomam
saquea sobre a praga de Lisboa
Atusa-aa o segundo andar da casa o. 183 da
ra Imperial, o segundo da ra da Imperalriz
n. 188 : tratar na ra da Aurora n. 38.
Aiu^a-ie por preco commodo um si lio na
Torre, com baixa dajcauim, e com oulrns muilos
commodoa, e oda casa com baaho 4 porta:
assirn tambem orna casi n po*ocao do llootei-
ro, a tr-Mr eom o Sr. Jos Azevedo Andrade na
ra do Crespo, ou com o proprietario Jos Ma-
risuo de Albuquerque na estrada nova do Ca-
Antonio Pereira da Costa Tai ao Rio brande
do Sul.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
de
de
de
de
Retratos
Retratos
Re ratos
Retratos
Htwleyotypo
Hiwtpyoiypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyoiypo
nova
noTa
nova
noTa
nova
novo gosto
novo gosto
novo guato
novo goslo
invenga
infstelo
inven cao
invencio
inveoco
Precos baixado para pouco
temp*).
Precos bailado para pouco lempo
Precos baixado para pouco lempo
Procos baixado para pouco tempo
Precos b-ix-do para pouco tempo
3S00 5^000 10#000 20J0O0
3*000 59000 lOsOnO 20900(1
3*100 5j*00 lOyHlO 20*00(1
3*100 59000 10/000 2091101
3#U00 aeOO lOoWJO 204O0O
Explendidualinetcs de ouru
Esplendido alunles de ouro
Expen ndo a 111 no tos de ouro
Espen Jido alfiletes de ouro
Expendido a'neids de ouro
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Expen 'ido quadros dourados
Esplendido quadros doursdns
Explendido qualros dourados
Expleodido quadros douradoa
Vende-se machinas para re-
tratas.
machinas para
machinas psra
machinas para
machioaa para
de lindos
Vende-se
Vende-se
Vonde-se
Ven le-se a>
Caxas
Caixas
Canas
Callas
Caixas
Todos
Todos
Tolos
ToJos
Tusos
retratos
retratos
retratos
retratos
gostos
gostos
gustos
gostos
gustos
VC
Ter
Ter
Ter
Ter
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venham
venham
venham
Tenham
veiiham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. ?. Orborne retratista americano
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
Orna mulher forra alogs-se para cuidar de
menino eaoxer, para ruidar de sala* ; quera qui-
ser dirijjFse s ras do Qoeinado taja o. 4.
o/abaiiB.aaaaignidos prevlnens ao respei-
tavel DuOliCO quVpe*as alRuma ciiotrata ajual-
nibego, Freeisco Blbieo Roseado
m a r. ulatioha Miria detdadeS aonog,
sbsbbbbI^em Peixolo tr mto venda da mesma
1 em 18 de ooverobro prximo
I escriptura de veoda que aa passou
so Al rugida.
Furtaram do abaixo assignado um re-
logio de ouro patente ingloz, eoberto de
o. 7191, autor losh Peuiington e um
trancelim do ouro: quem delle souber
Kou der noticia dirlja-se ao largo do Corpo
Santo luja de cabus de Antonio da Cosa
e Silva Maduro, que ser generosamente
recompensado.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
sustento, e paga-se mensal ou semanal, para o
servico desia lypographia : na livraria ns. 6 e 8
da pn; da Independencia.
Aluga-sn a leja do sobrado da roa do Li-
vrsroento n 27, proprio para qualqu-r ealabele-
cimento : a tratar oa ra de Hortaa n. 10.
Aluga-se um segundo andar oa ra do A-
monm, bairro do Recife : a tratar na mensa ra
armazm n 46.
Arrenda-se o terceiro andar da casa n. 22
da ra do Vigano, com bastantes commodoa : a
tratar no porto dis canoas da ra Nova, armazem
de madeiraa de Evaristo Mandes da Cunta Aze-
vedo Jnior.
Na ra Direita, sobrado de um andar n. 33,
defronte fia pa laria de Jo- Luiz, faz-se paslois
de carne, fetio de Panz ; quem quizer mande
encommeodarna Tespera de fesls : tambem se
fazem bandejas de buhnos de difTerontes model-
los, com muita perficao ; vond^m se doces sec-
eos de ca)u, limo, mangaba, abobora, jileas,
doces de ovos, e mais arranjos precisos para me-
sa, jalea de substancia
Garvalho, Nogueira & C. na ra
do Vigario n. 9 primeiro andar, sacam
sobre Lisboa e Porto.
Velocidade.
Acham-se abertas diversas estaces da com-
panhia geral para o Iraosporte e despacho dos
gneros que do Recif sedestinarem estacao da
estrada de ferro oas Cinco-Puntas. Nessas esta-
ces recebem-se cunbecimentos de assucar, o
qual despacha-se e couduz-se cora toda a rapi-
dez; recebem-se taoibem notas degenerosque
teoham de ir para o interior, aeodo esses gene-
ros cooduzi los e despachados com igual rapidez.
Os concurrentes pagarao apenas um frete in-
ferior so actual, sendo gratuito o demais tra-
badlo. Podem dlrigir-se :
Aoraesd'Apollo n. 7 ;
A ra da Iraperatriz n. 52 ;
Aoa Srs. Duperron ou Oliveira, na estarn da
na-ferrea, as Cioco-Pontss.
fUNDICO LOW-HOOR
Ra daSenzalla Nova o.42.
Hasta *stabelecimento contina a bsvsrua
ompleto sorti man to demoenda sameias moen-
dss oaraangenho,machinas da vapor etsixa
w farro batido coado.de todos ostamauhos
para dito
Aluga se
o armazem o. 22 da ra do Imperador: a tratar
na ra do Crospo n. 17.
O Sr. Geraldo Corroa Lima queira appare-
cer neata typograpbia. que se lbe precisa fallar.
Attencao.
Nao tendo minb* mulher, a Sra. Hara Joaqui-
na dus Santos Abren, dado ala boje principio a
essa He.qit de diTurcio que promottouintentar; e
continuando, i-ao obstinte, a estar fura de minha
companhia, nao sub a guarda e deposito de pes-
aos idnea por determinando judicial, porm s
e apenas por sua caprichosa vonlale, parece-me
quo, em face do trecho da escriplura antenupcial
que Tai abaixo transcripto, me devo suppor o le-
gitimo administrador do casal, e por cooaequen-
cia o exclusivamente competente para gerir os
respectivos negocios.
Assim, pois, pelo presente desde j previno sos
que morara em caass perteocentes a roeu casal, e
igualmente aoa que lbe sao deve lores de lettras
j vencidas ou por vencer, que nada paguem a
referida seohora, e nem pessua por ella autor -
sada, anm de evitarem incommodos e quest.'s
futuras.
Recife 23 d dezembro de 1861.
Mino"l Flix de Oliveira e Silva.
c Que o futuro roojuge ter a adminisirscao do
cssal, quo lhe competo por lei, e pelo presente
con ir-lo.
a Que no caso, que Deus nao permuta, de oc-
correrem desintelhgenrias que deem causa a in-
tentar algum dos futuros conjuges acgo de di-
vorcio, os bens do futuro conjugo, e nos quaes
nao ha communhao. Ovar por esse mesmo fado
na posse e admioistracio desta, etc. etr. E oque
da accao do divorcio, para poder eoirar na esti-
pulada adminisiracaof Apresente-o quando qui-
zer, que lhe nSoToltarei as costas.
O abaixu assignado, na qualidade de pro-
curador neata provincia do Exra. Sr. cooselhelro
e senador do Imperio, Jos Thomaz abuco de
Araujo, pelo presente pede ao Sr. Antonio Ha-
noel do Reg Barros, rendeiro do eogeuho Ser-
rara da freguozia do Cabo, e nelle morador, que
touba a boodade de cumprir o quanto se obrigou
p>la escriplura publica de 27 de mato do anoo de
1858. e prometlen por soas cartas de 15 de agos-
to, 20 de setombro e 6 de novembro, ludo do
corronte snno, relativo a renda venc la em maio
do referido engooho, risto o>o ter (ido S. S. a
bondade de responder-me a carta que lhe tenho
dirigido datada de 5 do correle, e desde j, pelo
presente, o previno que passo a requerer o direi-
lo que assiste ao Exm. Sr. conselheiro.
Recife 23 de dezembro de 1861.
Csetaoo Pinto de Veras.
Arreoda-se urna excelleoie balsa de capim
na estrada de Joto Feruandes Vieira, sitio em
que mors o Sr. Mximo : a tratar no caes ce
Apollo o. 17, aegundo andar.
eja de boa
interno de casa ce ^^H^^H
eogomm
agradando perc
tera' boa tratameoto:: a roa da Au~
rora sobrado n. 58.
*"*m----------------------2
Dentista de Pars.
15 -Ra Nova-- 15
r,cirurgiioHaniista,faz|
* da sua ra a col loca j
tudocom a superiori-j
ue pessoa sa ntand i-j
'ntifricios te.
r*radaricGau!
todas as o pan
dentesartifici)
dada aparfsirjii
das Ihereconhai
reas igoa e p
Precisa-se alugar urna escrava para servido
interno e externo de urna casa de familia : na ra
da Cadeta do Recife n. 53 3 andar.
Fogo do ar
Continua-se a reeeber encommendas de ludo
quaoto for relativo a ests arte, ha muilo conhe-
cids fabrica de fugo de artificio do fallecido Ru-
doo : no bizar pernambucano da ra do Impe-
rador n. 6.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro. (j
CONSULTOR. ESPECIAL HOIEOPATBICO
no DOUTOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consaltas todos os das uteia dead* aa 10 horas
t meio dia, acerca das seguiutes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da peilt, molestias dos olhns, m
esttas sypti\lit\cas, todas as especias de febris,
ftbrtt intermitientes t suas consequencias,
PaARMACU ESPECIAL HOMEOPaTHICA .
Verdadeiros medicameatos homeopalhieos pre-
parados som todas as cautelas necossarias, in-
ialliveis em seus effeilos,tanto em tintura,como
em lbulos, pelos precas mais commodoa poa-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. S&bino sao
anicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem (ora della sao falsas.
Todas as carteiras sao scompaohadas da um
Impresso com um emblema, em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema posto
Igualmente na liata dos medicamentos qua se pe-
do, As carteiras que nio I e varan, esse impresso
issim marcado, smboratenbam natampa o no-
me do Dr. Sabino ao falsos
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefere-ae de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella o. 38.
Publicaces do Instituto Ho-
meopnthico 1o Bmsil.
TIIESIIIRO UOIEOPATHirO
O
VADE-MECIM DO II01F0PATHA.
(Segunda ediccao consi-
dirav el mente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
rneo palhico
SO VAS JOIAS
IraasW t ie oarree aa e-
W"ins da ra do C'bog 1. oaironla ao pa-
alrizdaS rauquaUm ao
publico escolhprem as mais modernas e delica
das obras de ouro muito en conu oovameDle
chegadaa garanten a qualidade do ouro, pas-
sando fonlaa eom aa necessarias ieclara;oos nos
recibos; tambem trocara e recebem para fazer e
concertar toda e qualquer jola : oa meamos pre-
vinem que ntngoem se deixe tlludir por iodivi
dos que andam veodeodo joias por fra deata
prac, oizeodo serem da casa dos mesmos, pois
nunca tlveram, nem lm pessoa alguna encarre-
gada de Tender Jutas suas.
- RR-ao ans deTedores de Antonio Jos~d
Olivelrs Lobo, que leve luje de miulezss na rus
da Cadeia n. 11, de virem satisfazer sus dbitos,
na mearas ra n. 13, a GoncMves & Cruz, arre-
matantes da rnassa, isto at 31 do corr-nte, eds-
quella data em diante sahiri oeste joroal urna
lista com os nomes por extenso dos que nio Uve-
rem pago. Recife 18 de dezembro de 1861.
Precisa-se de urna mulher que aeja moga esol-
teira, para callar em costaras e algum servico
(menos cozioba) ioteroo de ums csss de familiar
quem estiver neslas circumstancias e afS>n;a:
bom comportamento, aonuncie para ser pro-
curada.
880 e 900
tu aoTo*r*indc
O Sr. Jos Fnncisco Pereira da Silva J-
nior, tenba a boodade de mandar a roa Nova o.
18, reeeber um relogio e urna carta, que ba dias
se acha em dita luja.
Le n til has.
As melhnres e mais saborosas de todos os le-
ume*. muito fresess e lee* para o eatomasn, se
nrpsrm d todas as maoeirss e proprlas oara
nlar : achara se a venda rms armazens Pro-
areasivo p ProeresaUta do largo do Carmo n. 9e
ra das Crozes n. 36.
C ompras.
Comprsm.se scqes do nnTo banco de Per-
naraburo : na escHptnrio de Manoel IgQaci0 de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Saita.
V^ndas.
O progresso da S.
Cruz.
BManoel iosdeBrito Barreiros faz Ter ao res-
peitael publico que lem em sea estabelecimen-
to. no largo da Santa Cruz n. 16. um completo
sorllmento de gneros, como sejam 9
" .
Ditas d 4 libras de ditos s 2S300.
Ditas de 2 libras de ditos a 1*200.
Lalascom doce da finja, peras, amoodoas epe-
cagns a 800 r.
Massas para sopa, sendo macarrao e tilharim
a 480 n.
Aletria a 560 rs.
Vnho do Porto agarrafado, muilo Tolho, a
nao.
Dila Duque do Porta a 1*300.
Latas com peixe de diversas especies a 1*300.
M>ssa de tomates a 900rs.
Cha preto muito superior a S#400.
Dito perola a 3.
Caf a 940, 280 e 320.
Carveja branca e preta a 640 e 720.
Paseas novas, libra, 640 rs.
Conservas em frascos a 800 rs.
Vinho tinto de Lisboa, garrafa, 640 rs.
Dito dito dito, garrafa 560 rs.
Mlhos de ceblas muito novas a lf400.
Charutos de diversas marcas e precos, ontros
muitos, que a vista da qualidade, nioguem dei-
xari de trocar por ellea o seu dioheiro.
Vende se em canta um excelente
boi de raca tourino, e um carro de car-
regar f retes em muito bom estado : no
Corredor do Bispo n. 15.
Gal de Lisboa
Vende-se barris com cal nova de Lisboa che-
gada hontem. no muito acreditado deposito da
ra do Brum n. 66, armazem de David Ferreira
sqBtar.
Poiassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da ras
da Cadeia do Recife n. 11, ha para Tender a r-
dadeira potasaa da Ruaaia, ora a da superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por pre^oa mais baratos do que em
oatra qualquer parte.
REMEDIO mCOMPIRIVEL
UNGENTO H0LL0WAT
Hilbares da individuos do todas as nscoas
poden testemunhar as virtudes desteremedio
mcompara ve le p rrjva r em caso n ecesssrio, que,
palo uso ijne delle 6zeram tem seu corpo*
membrosinteiramentesosdepoidahavar em-
pregadointilmente outrostratamentos. Cads
pessoa poder-se-ha convencer dessas car asma
ravilhosas pala leilura dos peridicos, qualh'as
relatam todos os dias hs muitos annos; a s
maior parte deltas sao to sor prndenles qu*
Wieos mais celebres. Quant**
aaasoasi ramee b^jo
rajos depois dedur
i^^PO nos hospiues.otaa
doriam soffrar a amfVueao 1 Della ba mui-
casquenave timent, para a* nao mea a essa opa-
racao doloross foraas eu radas completa manta,'
madianto o uso dessapne medio. Al-
gumas das taas pessoa na enfusio de sen raco-
nbacimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord eorregedor e outros msgis-
irados, afinada mais sute mica re m ana a firma-
tiva.
Ninguea desesperara doestsde dessude m
tiTesse bastante confiante para encinar ests re-'
medio constan temen te seguindo algum tempo o
tratamenio que nacesslessa a naturezs do mal,
eujo resuludo seria provsr incontesuvelmente.
Que tudo cura.
O ungento faentll, nata pnrtlea-
> nos >earuintes casos. .
lnflamma;ao dajbexiga
Al poreas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores de caberla.
das costaa.
dos meaabros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas da anu.
Erupcoes escorbticas.
Fistulss no abdomen.
Fiialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflsmmac^o do figado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Qneimadelas.
Sarna.
SupuraeSes ptridas.
Tinba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos. ,
Ulceras na bocea.
do figado.
das sniculaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.

Vende-se este ungento no estsbelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-,
soas ancarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Bespanha.
Vende-se a 800 rs., cads boeetinhs conten
urna instruooo em portuguez psra explicar o
modo de fszar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Sonm,
pharmaceutico, ne ra de Cruz n. 22, en
Pernambuco.
Na roa da Paz, coebeira n. 44, ba para ven-
derse orna linda parelha de cavallos castanhos
rozilhos, j onsinada, e all se dir quem a vende
'
MM ^ ire
PELO DR.

SABINO 0 L. PUlHu.
Coniiiiuam aa assignaturas paraiesias obras a
2J>000 em brochura al d-zembrC* Desse tempo
em diaote as aasignaturas serio elevadas a rs.
26000.
Ra de Santo Amaro (Mundo Noto) n. 6.
aiaifteiHeK reres*? reoeres
Consultas medicas*
Serio dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira oo seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manhaa menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
i* Molestias de coragao e de peito.
3.* Molestias dos orgaos da gerac&o e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na r-
deas de suss entradas, comecando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimieos,acsticos e op- B
ticos sero empregados em suas cnsul- *
ta;es e proceder com todo rigor e pru- m
deuda para obter certeza, oa ao menos 5
probabilidade sobre a sede, naturesa e w
causa da molestia, e dahi deduzir o plano 3
de trata ment que deve destrui-la ou if
curar.
Varios medicamentos ser aoambem
empreados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade,
promptidao em seus effeilos, e a necessi-
dade doseuempregourgenta que se usar
dalles.
Praticar ahi mesmo, oa em casa dos
doentes toda e qualquer operacao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo flm se acha
prvido de urna completa colleccao de
instrumentos indisfknsavel ao medico
operador.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGliESSIVO
1
"trf ^
Desencaminhoa-se hoje 23 de dezembro
ama cadella, raca de galgos, de ccr preta, e
que lvou coleira de metal amarello eom o nome
ie Gomes do Crrelo : pede-se a quem a reco-
Iheu, ou encontrar, de a lerar na ra larga do
Rosario n. 34. botica.
Aifre H.lilday, subdito iegtez, retira-ae
par Lisboa.
Antonio Jos Pereira alug oa vend* sea
sitio em Santo Amaro, paseando a caaa do Iilm
Sr Antonio Jos Gomes do Correio os preteo
deoi-8 njasn-se s ra Nova o. 86, luja.
Aluga-se um primeiro andar con muitos
enramo los paraffsmilia, na ra da Matriz da Boa
Vista o. 6; a tratar na loja do mesmo.
Precisa-se de um smassador; na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 96.
Guinares Luz
era cousequencta de estarem na UquidacSo do
dado, outra vez rogam a todos os saos deTedores
era geral que tenham a bondade de Tir oo man-
darem pagar aeus dbitos al o Bm do mez de
Janeiro prximo futuro; aquelles que assim o nio
zerem tenham paciencia, que seas Coalas serio
entregues no prioct 1o de fefreire ao procura-
dor para serem cobrabas judicialmente. Recife
XS de desee 1861.
os freguezia da Roa-
H^^^^^^^^^^^^B 'S'1" d0 chaariz
modos para familia: s
^^^HaBsaaBaBaBaBaB ^^^^^^^FMadre
3 as 9 do dia, a
n. 18, seg
s 4as
48.1
oda
tarde, precia commodo.
Madama viuva Lecomte.
Tem a honra de oarticipar ao publico, e par-
ticularmente aoa amigos e freguezes do seu Aa-
do marido, que ella contina por sua coota e de
aeus filhos menores com o negocio do seu bem
conhecido e afamado estabelecimento, situado
ra da Iraperatriz o. 1, que acha se completa-
meule aorlido de perfumaras de qualidades su-
periores, e especiaes, violas directamente de
Paria, assim como muitos e varalos objectosde
fantasa, de goslo, e da ultima moda, proprios
para preseotear nesta occaaiio de proximidade
das festas.
Os consumidores de luvss de Jouvio, aebarao
mi criada.
Preciss-se de urna mulher forra ou esptiva pan
criada de ama casa familia, que saiba
cozinhar e engomo er oesla cir-
curastancias poderi^^^^^B'araiasera o. 45
da u quem tratar.
subdito portu-
gus, relira ae para io, levando em
sos companhia sua Alna nene Varia de Gloria.'
^ ?
wl?n frl g sPe<=ulmenteescollhida a 800 e lVWOO. eem porcao ter abstimenlo.
lueiD. iraoceza a melhor do mercado a 64o rs. a libra a em barris a razo de 600 ri. a libra.
QueijOS flametlgOS cheg.doS neste ultimo vapor a 30000.
UUHjjOS lUndriQLS omelhor qua ba ueste genero por serem muito frescos a 1VW00 a libra.
QueiJO pratO o melbor que se pode desejar a 1*200 a labra, e 1*100 o inteiro.
I ha hySOQ e preto o melhor do mercado de 19700 a 2,880 a libra.
Presunto flambre ingIe2 flhamburguez a 720 rs<, 1bra>
presuntos portugueses viudos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra inteiro 460 rs.
, ia-3rr.'io Du 19200 e 1300 a garrafa, e 13000 a duzia.
1U O B#rdeaux de superior qualidade difirentes marcas a 800 a 1 a garrafa ede 8500 a 101000 a duzia,
1I1O em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Marmelada imp^rifll a escolher de iodos os fabricantes de Lisboa premiada as oxposleOes universses de Londres e Pars a
900 rs. a lata, de urna libra e a 19700 as de duas libras.
BocetriS eom doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfettadas, e da
muito goslo a 30500 cada urna.
FigOS em caxinhas de libra, muilo frescos e grsmdes a 2000.
Peras SeCCa em caixinha de 4 libras ehegidas nesie ultimo vapor a 3#500 e 19200 a libra, afianca-se ser o melbor que pode havef nesie
genero.
Amt-iXdS fra QCezas em latas de5 libras por 49600 e 1000 por libra.
PaSSaS em caixinhas dsoito libras, as melhores do mercado a 20500 e a 600 rs. a libra, e em caixa de urna arroba a 99500.
Latas COm fructaS de todas s qualidades que ha em Portugal de 700 a lfOOU a lata.
Corithias em frascos de 1 \\% a 2 libras de i|600 a 29200.
EraSCOS de ameuda confeitadascom 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeiudas o de superior qualidade a 2950O
cada um.
Caixas Surtidas eom ameixas, amendoas, passas figos, paras e nozes oque ha de mais proprio para mimos, de 49000 a 59000 rs.
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COQ? bolaxiliha (le SOda de di versas qualidades, e muito novase 19450. a grandes de 4 a 8 libras de 2|500 a 4|500.
Conservas inglezas francezas e pormguezas de 600 a 800 ris o frasco.
ErVI Illas francezas e portuguezas a 720 rs. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao Basteado.
Alas- as talharim, macarrao e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Lastanhns e nozes as melhores e mais novas por terem chegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra de nozes, e a 59 a arroba de
castanhas, e 160 rs. s libra.
^^*^lXZSZ Che" Amendoas de case, molle a 400 ris alibr. em porcao ter abam.nto.
Ella cobtmi a tec-ber encommendas de qsaes-
quer obres de cabellereiro para ambos os sexos,
as quaes sero executadas com toda peifei^ao e
projplidio, e sobre ludo por precia rsaoaveis.
A sala de cortar os caballos estsr aberta, aos
seohores freguezes, das 7 horas da manhaa as 9
da uoile ; o preco do corle de cabello sem frisa-
rat-nto diado 500 ris, corte de Cabello e fri-
samento 1000 ris.
Madama viova Lecomte, teodo concluido o In-
ventario das fazendss e mais beos do sea casal,
esta resolvida, para dar prompta extraccio a
muilos anios, de vend-los a dioheiro, mais
barato do que de eoatume.
Ella conti com a contiousQao do concurso dos
numerosos freguezes de seu estsbelecimento, e
desde J declara, que ella far todos seus exfor-
cos, para toroar-se cada vez mais merecedora da
confianza de todos.
Azeitonas de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 39500 a sncoreta.
Chimpanhe das marcas mais acreditadas de 15 a 20*000 res o gigo de 1500 a 2f a garrafa.
CervejdS das melhores marcas a 660 rs. a garrafa e de 5 e 69000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a ducia.
Geuebra de Hollanda a 600 rs. o frascoe 69500 afrasqueira eom 12 fraseos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol efrancez de 19a 10200 libra.
Vinagre puro de Sboa a 240 rs. a garrafa e 1*850 a caada.
Batatas em gigoscm urna arroba, as melhores que ha no mercado a 1 o gigo, eem porfi de 10 pan cima a 800
Sebollas SOltaS novas e grandes a l o cento e a 89 o roilheiro. aflanca-se que vista da qualidade niaguem deixar de comprar.
Espermacete 8Upernr sem avaria a 7*0 rs. am caixa e a 760 rs. a libra.
Arroz o melbor do marcado a 100 rs. a libra e2700 aaro)ba do da India o 120 rs. a libra do Manubio,
Alp&ta C painCO o mais iimpo que ha a 160 rs. a libra do alpiste e 240 re. a libra d painc.
Vinagre branco o melbor que toaos tido no mercado a 40' trrafa e 20560 a caada.
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa o vinda a primeira vez a nosso u
Ara ruta aelbor qua se pode desejar a 320 re. aliara, a I6t aa. a libra da gomma.
ToUCillhO de Lisboa o mais nova do 10 res a Kara e arroba a 19009.
ganaros snnunciados aneo | qualquer parte.
J
le lisala.
) do que aa outra


AEUU 27
I
}
Para as provincias de Pero a n Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, cooteado o kalendario, pocas g el, das
de gaita, tabella de salvas, noticm panetat^^^^Hfc, partida
de correio, audiencias, e resumo de chronologia, a rii .160
Folhinha de algibeira e vaedade, a qual contera todas as materias das
de por(a e mais tabellas do nasciraento, e ocaso do sol, das ma-
rea, casa e familia imperial, nones e titulos dos cbefes dos
pnncipaes estados do mundo, tabella da arrecadacSo do sello,
dita do porte da* cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos impostes geraes, provinciaes, e mumcipaes, re-
gulameutos de incendios, e entrudo, e algumas pinturas munici-
paes, artigossobre agricultura; economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecSo de remedios, a re'is. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento.e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e titulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadaco do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostes geraes, pro-
vincia es, e municipaes, regulamentosde incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oraches de S. Fran-
cisco de Paula, colleccSo de oracdes para todos os estados da vida,
e novena da Senbora Sant'Anna, a res.........520
Acha-seno prelo o almanak civil, ecclesiastico, administrativo, agrco-
la, commercial e industrial, o qual satura' no fien do mez de dezembro, nao po-
dendo ser antes pelas mudancas.
Superior rep de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rap priocezaBrasil em
fraseos, chegado do ulimo vapor francs Ettre-
madure, aa luja da boa-f, ra do Queimado
i 4 ra do Queimado g
numero 10.
2 Loja de 4 portas
I DE I
Ferro < Maia
E' cbegido ara completo sortimento \
das saguioies fazendas, o mais moderno 9
Sj) que lem app.recldo no mercado : 9
Chapeos preos para horneo. m
Dilos de palha para senhora.
9 Dos de pellica para meoioos e meninas. 9
menos preco de que em outra qual- :
V quer parle. 9
@ Riquissimas capinbas de grosdenaples *
prelo bordados para senhora.
Ditas de caxemira dita. w
9 Caeavequea braocos bordados. 9
Sj Sloios douradoa do ultimo gosto. tk
^g. Eoleites de retroz e missaage.
W Baloee de duas saias o mais rico que 9
9 tem apparecido. SjSk
#
Grande liquidaco da
Arara.
PARA ACABAR.
Vende-se pecas de madapoln uno entestado a
39, cortes d casemira preta a 39, ditos finos de
cores a 41500, corlo* de fusto a 15120, tapete
para forrar salas a 600 rs. ocoado. Ul de lioho
branco e de cores a 200 rs. o coalo, tsrlaiaoa
de corea e brancas a 800 rs. a vara, ricos cor-
tes d- cambraia braocos e de cores de babados
a 2$SOn p 3. ditos de larlaUoa de 3. 4 e 5 baba-
doa a 31500, ditos entestados com eotre-moios a
69, cassas a turca para vestido* a 240, 280 e 320
rs. o corado ditas garibaldinss a 360 rs. o cora-
do, lia de quidririhus vara vestiios a 960, dita
cbineza entestada a 4u0 rs. o covado, saia balao
de nova iovencao de 14 e 30 treoe a 9*500 e 41,
ditas de madapolo a 3$, saias de cordao que faz
Tez de balao a 2J400 : na loja da ra da lome-
ra triz, da Arara, da 4 portas n. 56, de Hagalnes
& Mendos.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisaijo e refinacao
de assucar.
Depasito do roa de Apollo o. 6, e praca
da Boa-Vi>ta a. 2*.
tste importante estabelecimento contina *
fornecer aos seui innmeros treguezea du airo e
puro assucar crystslisedo, em p e em paes, 1.a
e 2.a quali ladea, pelo prego de 160 e 200 rs. a
libra, a do retiido a 100, 120 e 140a libra, sen-
do que em grnsso o comprador tnri em descont
favoravel. Nos meamos depositoa tembem se
?ende niel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
rao animal em p6 a preco commodo.
Tiras
hordadas em ambos os
lados,
Vendw-se tiraa de cambraia bordadas em am-
os ooslados, que pela largura bem se pode par-
tir a meio p*r saias e outras multaa couaas,
costa cada tira 19200: na ra do Queimado, loja
osguia branca o 16.
Polassa americana.
Vende-se potassa americana muito nova de
superior qualidade: no esenptorie da Manuel
Ignacio deOliveira & Filho, largo do Cacao San-
CHAPEOS A CARIBALDI
Ra da 6'adeia do Keeife, loja
n. 50, de Cuuha & Silva.
Os mais moderaos chapeos a Garibaldi e chi-
quea, de palinha e feUro, mui lindos, e se Tn-
dem pelo barato prego de 10 e tt|.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de sis a moda Garibaldi, imitando o
saaia fioissimo brim trancado decores, muito pro-
pros para os bailes, testas e paseatas campestres,
palo diminuto preso de tOf.
Chfeos baratos.
Chapaleas d* aeda para senhora, pelo baratis-
simo preco de 89, chapeos de aeda e de merino,
bem entallados, para meninos e baptlaado
7#, ditos de palha e seda para senhora a t
toa de aeda decores, copa baixa, para h
6|, ditos de casemira lie cores, pelo d
preco de 19600, chapeos de castor baanc
pello, bonita* formas a 12$. bonete france
panno para meninos a t$500e3p.
Guardanapos e toalhas.
Duzia de gusrdaaapue para mesa a f% e 39400,
toalhas para masa de M, l\% a 1 raras a I91WO,
19500 e 29.
Vesi jara meninos,
de futao, eofeitados, a 89. ba(o>av para aeohora
a 3*500, bonitoe v, tidos de pnantesia pele bara
ti A"'
coat ___.
de fil branca. SSotelateg. leqees de divereea
Attenco.
Vende-se confronte o porlio da fortaleza das
Cinco Ponas oseguinte : carracas para boi, di-
tas para carallos para agua, carrioho para traba -
Ihar na alfaudega, ditos da mSo, rodas para car-
rocas e carriohos, iios, torra lores de caf com
fogao, boccaa de forno, bsndeiraa, ferros de mi-
tas de todas as qualidades, dobradicas de chum-
bar de todos o tamanhos, fecbaduras de ferrolho,
ferrolho de chapas, ferro de embutir de todos os
tamanhos, e porlio de ferro
As verdadeiras luas de
Jornia.
Acabara de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas aa cores.
$*** # fe*
fLoja das 6 por-g
tas em frente do Li-
vi-amento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino aobrecaaacos,
fP ditos de casemira de cor de fusto, ditos a
am de brim de corea e braocoe, ditos de
* *>anga, calcas de casemira pretaa e de 9
JP corea, de brim branco e de corra, degsn- A
a aa, camiaas com peito de lioho muito &
' finas, ditas de algodao, chapeoa de sol
W de alpaca a 49 cada um. &)
- mmwQmwm
Ra da Seozalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna barcaca.
e ami
Doafai
b i
pdfe
Vende-se imi barcaca do porte de 35 caitas,
encalbada notetareiro do mesire carpinleiro Ja-
cinthoElesbi* ao p da fortalea das Cinco Pon-
tas, sonde pdfe ser vista e examinada pelos pre-
teudenlea ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Uanoel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Liquidaco da Arara.
para a festa.
Vende-se corts de chitas unas com 13 cova-
dos s 29500, ditos de riscado chinez a 29500, ditos
de chitas inaUzaa a 1*500. ditos de riscado a ga-
ribaldi a 29800, pe$aa de cassa adamascadas pa-
ra cortinados com 20 varas a 9$, ditas de 10 va*
ras a 49500 e 39, p com 8 1|2 varas a 49 e 4*500, pecas do cambraia
brancas a 19600. dits finas a 3$ < 39500. chales
de la a 19.i-.ioe de l e se la a 1 j800 e 2$500,ditos
de merino estampados a 1|500. ditos oe pona
redonda a 69, ditos de croxe a 7$\ chitas a 160 e
1 0 rs. o covsdo, ditas francezas a 220, 240 e
280 rs.: na ra da Imperatriz loja da Arara de
portas n 56, de Magalbe; & Hiendes.
Esperanca. S
Recebeu de aua encommenda pulcai- W
V ras de caballo qua ende por 109 o par, tb
A braceletes de mosaicos a 69 cada um, m,
^ agulhas victoria a 120 ra. o papel, pen- 2
t lea de tartarusa a 8. 10 e 12|. pregos &
9 porque ninuem pode vender (boa fa- ft
a renda) estes artigos nio se encontr em g
loja uenhuma porissoioa ruadoQuei- w
9 mado n. 33 A, loja da Esperanca. Q
BEsperaucareduz aexpres-sB
sao mais simples. &
(A' DINHEIRO.) 9
Todos os artigoa que eslo na loja t
m mmto barato quera quizer v comprare g
^ ver : rus do Queimado n. 33 A, Guima-
raea & Rocha. m
S4BA.
Joaqaim Francisco d Mello Santoa avisa aas
saus fraguezes desta prara e oade fra, qaa tam
axposto venda aabioda sus fabrica lenomlnada
Recifanoarmazem doaSra. Transios Jnior
4 C, na ra do Amorim n .58; maesa amarada
caslanha.prata outras qualidadaa por menor
praco qaade oatrasfabncaa. No meamvarma-
bem tem feito oseu deposito da ralas da earnaa-
sa simples em mistara algama, orno aa de
tomposicao.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabog n. 1 u
receberam de sua propria encommenda um com
pelo sortimento de florea, o mala Uno qua poa
eivel eucootrar.proprtas paraenfeites decabeca
veatido, cousa muito cbiqn, qae ae vende
preco que admira, aendo a 800 e 19 o caeho.
B,
ou
por
0 Pavao.
Vende-se calonhas bordadaa para meninas a
19. luvas 4* aeda tanta para aeohora como para
harnean temada en prf>Uo estado a 500 rs. o
par, unios de todaa a realidades para aenhoras
e meninas e safas bordadas com muito gosto:
oa ra da Imperatriz n. 00, loja de Gama &
saa.
500
12
60
240
500
200
120
400
400
320
80
160
200
800
19280
100
400
40
20
40
100
100
200
lUTafl
sem segund
ido n. 55
de Jo de Azevedo sitia e Silva, tstf veodado
ludo mullo barato para apurar dinheiro, pois o
reaeotemente mais precisa.
Grdra de pennaa de ac de diversos mo-
fle los a.........................
Caitas com agulhas francezas a..........
Gixas com alfinetes a..................
Caltas com appardhoe para meninos....
Ditas com alto para grandes a..........
Baralhoa porluguezeaa............120 e
Grot de botoes de osso para caica, pe-
queos, a..............................
Tsouras para ur.ha muito Boas a......
Ditas para costura a....................
Baralhoa francezes muito fios a........
Agulheiroa com agulhas a..............
Caivetes de 1 folha muito fios a 80 e
Pecas de tranca de laa com 10 varaa a..
Pecas oe franja de lia com 10 varaa a..
Pares de sapatos de tranca a............
Carlas de alfinetes francezes a..........
Escoras psra limpar deolea a 200 e....
Msssoscom grampos muilo finos a....
Cart&aa com colchetea com algum de-
feilo a ...............................
Ditos de dilos de superior qua lid ada a
Didaeade ac para senbora a............
Rialejos com duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
Bufiadores para vestidos, aendo muito
grandesa.............................. 80
Caites com clcheles francezes a........ 40
Carlas de alfinetes para armaclo a...... 80
Charuteiras muilo finas a................ 19000
Tiatelros de vidro com lints a.......... 160
Ditos de barro com ti na superior a.... i 10
Are preta muito fina, libr............. 120
M9M*
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, defroote do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por precos que
a todos adroiram, asslm comoseja :
Frascos com agua de Lavando muito su-
perior e grandes a....................
Duzia de saooneles muito finos a......
Saboneles muito finos a................
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com ebeiro muito finos a......
Garrafas com agua celeste superior a ..
Frascos com baiiba muito fina a........
Ditos com dita de urso a................
Frascos de oleo de babosa a............
Ditos de dito mmto finos a 320 e......
Ditos com bsoha transparentes........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditos ditos frascos grandes a............
Dilos de macaca e ue oleo a............
Lioha branca do gaz a 10 ra. (rea por
dous e a..............................
Linha em cano de Pedro V com 200
i"*" .............................
Dita com 50 jardas a....................
Duzia de nietas cruas muilo encordadas a
Oita de oitaa muilo superiores a........
Ditas de ditas brancas para senbora a....
Bicoada largura de 3 dedos, vara a.....
Groza de boles de louca a..............
Carriteis de linha enm 100 jardas a.....
Duzia de phosphoros do gaz a...........
Dila de aitoa de vela muito superiorea a
Pyas de fita para cs de todas as larguras
Franjas de linho para toalhaa (vara)....
Bicoa daa llhas por todo o preco, por pedido
que leaho do fabricante para acabar, e por laso
nao se olba o que cuslou, e sim o que d.
Novidade no tor-
800
500
160
200
500
I9OOO
240
600
240
500
900
4uO
600
100
20
60
20
29400
49500
3U00
120
160
30
240
240
320
80
rador!
Uma boa escrva
preco > 2|, Stoalhado de lioho adamascado vineia, vende urna eacrava muito moca qae sabe
D 8 palmos de largura a 2|240 a vara, mantas lavar e coaiohar, engomas slgma codss e faz
ue fil braoce. aoteleteg, leqacs tfe diversas todo ervi-0 de uros casa, oio teade oenhora de-
qaalidade. gollinhss. manguitos, se las de qaa- fe dirija-te ao pateo do Pa-
triados, a outras swlfss fazendas que se vea* rslzo a. 10, eotrejav -pela rus ae 8. Prsoctseo.
**** por barato preco na referida laja cima. defroote do a. 3f- icaer com qaem tratar.
23 Largo do Terco 23.
Queijos flameogua muito trescaes, chegados
oesle ultimo vapor a 39. menteiea franceza a 720
e 640, menteiga ingleza flor a 900 e 800 rs., em
porcao se fara abalimanlo, assim romo se lorram
ouiros muitos gneros pertenceotea a molbadoa,
assim comosjm. ea, primeira e segunda sor-
te, arroz, velaa de espermacete e carnauba, azei-
le doce e vinagre, e viuhos, se vendem poT m~-
nos do que em outra qualquer parte a dinheiro
vista.
Chapeos de palha.
O mais lindo sortimento de chapeos de palha
daa formas aa mais modernas de Pars, para se-
nhoraa e meuinas, ricos sintos ultima moda, ai-
tos com Iscos bordados : na ra do Crespo o. 4,
casa de J. Falque.
Liquidaco
de fazendas modernas para
senhora.
Vendem-se ricos enfeites a turca psra cabeca
a 9500 38. e 3*500, ditos muilo finos a Garibaldi
a 55 e 5500, ruos cintos a 29500, oitos doura-
dos a 3J, gutioh'8 a 500 rs. ditas com botsiohos
a 640 rs.. manguitos a 720 rs., camislohss para
aenhoras a 3$, ditas bordadas a 49, manguitos e
gilas de liuho a 29500 e 3|.
Para homem.
Pslitots de casemira a IP9 e 12. ditos de brim
de iodos nt iregos, caigas oe casemira de cores e
82JJJ 68 e 79. ditas de brim a I9, I96OO, 28 e
29500: na ra o Imperatriz loja da arara de 4
portas n. 56, de Uagalhaes & Hiendes.
Opiata iugleza
para (lentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata inglesa lao proveito-
aa e necessana para os denles, isso porque a lo-
ja d atiuia branca acaba de recebe-la de sua en-
commenda, e cootinua a vende la a 19500 rs. a
caixa.- quem quizer conservar seus denlea per-
leitos prevenir-se mandando- a comprar em
diU loja d'aguia branca, ra do Queimado o. 10
I Charutos. I
Verdadeiros charutos de Ha* 0
9 vana vende-se na ra do Apollo 9
9 n. 31. ^ 2
Attencao.
_ a
Em casa de Basto & Lemos, ao lecife, roa do
Trapiche 15, vendem se os aeguiotes gneros
por commodo preco para fechar conUs. a aaber:
Mobilas italianas de madera branca, consis-
Undo em cadeira siogelas, de braco e aophis, da
um gosto o maia delicado possivel.
Chapeos de panada Italia amarellos e de co-
res para homens a meninos.
Vinho de Burdoaux.
Cognac verdadeiro.
Abaiuihio superior.
K.rslchidem.
Licores finos em garrafas da crystel branca.
Toda esi u-b.daa em caitas dt ama aesiv
Jarrea 1 has de barro vtdrado, grandes e
pequen as nato de agua doce, mal, etc.
" marmero para lsdnlho, brancas a pre-
Isa, de 7, 10 e 12 poilegadee quadradas cada urna.
Novidade sem igual na
loja
i'avo
luacao
Ra do Queimado n. 10, loja
de 4 portas.
Vende-se paono verde, prelo, szul e cor de
caf, covado 39.
Casemira preta superior qualidade covado
19600 e I98OO.
Chelea de touquim para acabar a 10,15, 20,
30 a,isjf
Superiores corteada seda o mais moderno que
tem vindo ao mercado a 90, 100 e 1209.
Sedinhas d quadrinhas e flores, superior fa-
zenda e moderno goato, covado 800. 1c e I94OO.
Chaly, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimado uto, fazenda para vealido de senhora,
ovado 100 ra.
Taima* e manteletes pretoa a 18, 20 e 259.
Superiores vestidos brincos bordados a 20. 25
e 309.
Cassss franceza a finas, covado, 240 rs.
Cortes de asmas de salpico?, um 39 e 31500.
Cortes delfta preta a 251. 30, 35 e 40.
Lencos de seda a 600 e 800 ra.
Laa de qnsdros para vestido de senhora a rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covadu 19280.
Chales de merm bordados a 4$
Chitas francezas escuras, covado 240 rs.
Meias de algodao cr para hornero a 49.
Cortea de velludo para collete s 35500 e 49000
Paletots de brim a 3 e49
Chapeos de aol do seda para senhora e meni-
nas a 3 e 45.
Loques para aenhora e meninaa a 3 e 49.
Espartilbos psra sennora e meninaa a 3 e 49.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para aenhora.
Chapelinaa de aeda para senhora a 8 e 10$.
Camisas abertaa de renda para aenhora a 29 e
35,000.
Grosdenaple amarello com um psqueoo toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paietot, caiga e collete de casemira, pelo bara-
iaaimo preco de 259
Ceroulas escocezas, urna 19200.
Corles de barege com duas saias s 8 e 109.
Cortes de seda escoceza, su tenor fazenda, com
13 e 15 covados cada um a 109.
Camisas ioglezaa rom peitos de linho e com um
queno mofo, duna 25$.
Paletots de alpaca, um 99.
Cortes de casemira um 39500;
Chales de lia e seda, superior fszenna, a 29500
Lencos de cambraia de linho bordadoacom Pi-
co, a 39. 5, 6 e 89.
Ditos de dila para homem, duzia, 69, 8, 10,12
e 149.
Seiim preto maco o melhor que tem appare-
cido, roado 39.
Chapeos deso de seda psra bomem um 69.
Ditos dito de dila iugleza para homem, um 99,
10 e129 .
Bales psra senhora, um, 3 e 49.
Panno de buho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para leoc.es, vara a 39200 e 39400.
Lencos de cambraia bordados com bico, duzia
a 28500.
Gollinhss de esmbraia bordadas, ums 320 rs.
Manguitos de dila ditas, um 19.
Camisas para meninos, duzia 159.
Pil de linho bordado, vara I92OO.
Dito de dito liso, vara I980O.
Cortes de brim de linho, um 19600.
Largo da Assembla
numero 15.
Ha continuamente neste estabelecimento aa
seguintes fazendas para vender, por menoa pre-
go que em outra qualquer parle.
Cera de carnauba da nova safra e primeira qua-
lidade.
Obo do Porto em pao e velas.
Sola ou v*qul3s de differeotes qualidades.
Courinhos curtidos.
Farinha d<> mandioca muito nova, qualidade
igual a de Muribeca, milho novo, saceos muilo
gtaples.
* unileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam como Jacaranda.
BANHElRuSde lodosos tamanhos.
SEMICUI'IAS dem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
Folha em caixas de todaa aa groaauras.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todaa aa qualidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandrea para qaal-
quer sortimento.
VIDHOS em caixas e a retetho de todos os ta-
mandando-se manhoa, botar deotro da cidade,
em toda a parle.
Recebem-se eocommendas de qualquer natu-
reza, coocertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
Attenco
Chapeos para senboras
garibaldi e amazonas.
Na ra do Queimado n. 29 armazem de fazen-
das de J. J. de Gouveia, existe um rico e elegan-
te sortimento de chapeos para aenhoras e meni-
naa, vnoos ultimameote pelo paquete francs, o
maia moderno gosto parisiense; os qoaea se es -
to veodendo por diminuto prego. E* dos maia
rico e melhor gosto que ha no mercado.
[Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4|.
Duzia de meiaarruaa para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancaa
muilo finas a 2f500 a dusta, longos de
cassa com barra decoros a 120 ra. cada
um, ditos brancoa a 160 ra., baldea de
20 e 30 arcos a 32. laezfnha para ves-
[ tidos a 240 o covado, chelea de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlatana
branca e de corea muitu fina com vara i
e meia de largura a 480 rs. o covado, '
fil de linho liso* 640 ra. a vara, pe-
easaea
de cores para vestidos s 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada a 310 ra o
covado,calcinita| ia ,
a 15 o par, ftravalinhas de tranga a 160
a
e sel-
pico muito tina s 39*00, 1 ecas de bre-
tanha de rolo a 29. chitas francesas a
220 e 240 ra. o covsdo, a loja estl
aberta das6 horas da manhaa as 9 da
aoile.
Asteas de acopara
bales de se-
nhora.
Vende-se a 160 a 200 rs. a vara : os ra do
Queimado loja de miedtzea da boa fama o. 35.
Luvas de pellica de
Joiivin.
Veode-se as verdadeiras luas de pellica de
Jouvin para homem e senhors a 29500 o par : na
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
n. 35.
Cintos do ultimo gosto,
Vende-se cintos douradoa e de palha o maia
bello que possivel encontrar-se, p*lo baratissi-
mo prego de 39 cada m, ditos de fila de muito
lindo* goatoa a i$ ; lamber ae vende flvellas
muilo lindas e de mullas qualidades propriaa ni-
camente para cintos a 2 na ra do Queimado
loja de miudezas da boa fama o. 35.
Enfeites para cabeca
Veode-ae os mais moderos enfeites que tem
vindo a este mercado, e de mmtas qoalidadea a
7 e 8000cada uro, dilos pretos com vidrilho a
1S5(K): oa ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama o. 35.
Laa muito fina para
bordar
Vende-se a 89 a libra : na ra do Queimado
loja de miudezvi da boa fama n.35
Capellas e ramos para casa-
mentes e bailes.
Vende-ae muiiiesimo finas e rir.g cspellas
brancas para noivas, cora o competente ramo para
o peno, pelo baretisMmo preco de 10 e 19. ra-
mo ,l.norM n,uUo loas e de muilo lindaa co-
Ti/?! 1,lo mai* ,n,,riufes pouca cousa a 19.
I95OO e 29: oa ra do Queimado loja de miude-
zas da boa fama o. 35
Luvas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvas de camurca
para homena a 29 o par. ditas de fio de eacossia
brancas e de corea s 800 rs., ditas de seda en-
tenadas psra senhora a 2$, ditaa de torsal pretaa
a 19 : na ra do Queimaoo loja de miudezas da
bos fama n. 35.
LViicotes de gosto e multo
fortes.
Vende-se mu'to bonitos chicotes debaleiacom
caaies de marfim e de metal para bomens e ae-
nhoras a 4 e 59 ra ia um, ditos de eatallo tambem
muito boos s 39, oitos de junco porm muito bem
acabados a 18: na ra do Queimado loja de miu-
dezaa da boa fama n. 35.
Gabazt* pura seniora* e
mi>iiitas.
Vende-se pelo baratissimo e sdmiravel preco
de 3 e 49 cada um, e affiaoQa-se que quem os vir
nao deixar de comprar, to bonitos e uteia sao
ellea : na ra do Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem coohecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 ra e dos grandes
s 800 ra.; esta tinta azul oa occasio em que
se escreve e por muito pouco lempo fica preta e
bem preta, haveooo a vaotagem de servir para
copiar cartaa : na 10.a do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Gneros para a festa.
Manteiga francesa a 640 rs. a libra, dita ingle
za a 800 ra., tourinho a 320 rs., arroz a 100 rs..
cha a 29560, batatas a 60 rs., sabao maaaa a 200
rs., dito amarello a 160 rs., macarrio, lalharii !
o alema a 500 ra.. ervilhaaa<120 ra., caf a 200 :
240 e 2c0ra., painco a 160 fe., alpiata a 180 e
200 rs., velas de carnauba a 40 rs., ditaa de es-
permacete a 760 rs. vioho do Porto engarrafad
a 800 rs azeilt) de carrapatoa 400 ra., dito -
coco 440 ra., queijos a 29500. banha a 480 ra
a libra, arroz de casca a 396OO u s*cco, eepmt-.
de vinho a I97OO a caada, aifuardeute de cana
a 200 rs. j engarrafada : na travesea do pateo
do Paraizo o. 16, frente amarella taberna da 4
portas.
No vos candieiros para gaz
Um grande sortimento de candieiros
para gaz, desde o mais barato at o
mais rico que tem vindo a este mercado:
na ra da Senzala Nova n. 42.
Presunto para
fiambre a 560 rs.
a libra,
Vende-se no armazem do
Pr.iRresso no largo da Penha
n 8.
Libras sterlioas.
Vende-se no escrfptorfo de llanoel Ignacio de
Oliveirae Filho largo do CorpoSanto.
Pannos finos
a 2,000 rs
Veode-se panno prelo e cor de caf a 29 o co-
vado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do paao
Vendem-*e aa trras chamadas Siriruc,
que ficam prximas ao aol da cidade da Victoia
(Santo Anto) entre os engeohos Pedreiras e Es-
pirito Santo, com boaa proporedee para planta-
9&es de caf e algodao. Nao ezigese dinheiro i
vista, bastando que pague o comprador um juro
mdico pelo lempo que conveneionar-ae o paga-
mento total : a fallar com seo propietario o Dr.
Rege Dantas, no eogenho Goiabeira, da Santo
Amaro de Jaboalio.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
45 Roa Direita 45
Ougam /.. Oucam t.
.*V!Xlf SX-*oeon*9t M h*"#t' civiliaado
sea contradi,;,, 0 aapato 1 g' etl- Uo oecesM-
rio como o pi ao estomago. Tolera ai* um
?, liC* 0W' CM*C" de "uf Uboaoo ;
2?. ?"f de,bolafli o aapato acalraoba-
do e rodo, s botina aem lustre e i aeacsda
SVh1??.,,DC"*u,B n8-uUo ,0 'M- 'Halde
um christio. F por Uo gravea conaideiaees
que o proprtetano desle eMsbt-UnD mo.
acabando de receber om magnifico eortimeoio.
roga aos seus freguezes ae apreaaera em renover
o caicido velho, visto estar prxima a testa ;
vejan) ;
Homem.
MILIES (chagre privilegiado) frescos co-
mo a anua do Preta.
BOKZEGUINS.inteincos (RocthlldJ .
diverso* fabricantes. .
o ,-* J I" pechinehe. .
Sapaloes de Nantea, vaqueta de lustre
batera. ........
Ditos Nantea batera.....
141000
99600
88000
51500





69000
59500
59000
49500
3a500
5a200
3,000
SCOuO
19500




nglezea........
Nantes meninos.....
lustre isola e vira.....
(urna sola).....
de tranca portuguesa. .
franceza.....
Senbor&s
BOTINA.s;gspa alta e laco inglezes de
ouracao inralrulavel. 61000
francezas (lavo)...... 5J50O
de menina (Joly)..... 49500
a^eo laco....... # 5s000
gaapa bixa....... 4*300
outras (32. 33 e 34). : 45O0
spalos (Joly) com salto...... 39100
{ ) sem salto...... moOO
tpele......... goo
lustre (32. 33, 34)..... 8O0
econmicos para caaa. 50O
Alem diaao uo, variado e abundante eorti-
mento de tudo o qae necessario a sapateiro pa-
ra ezecular qualquer obra.
Naloja dt Vapor
Ba Nova o 9.
aeha-se barato grande sorlimoto de calcado fran-
cez e inglez, roupa feita e perfumariaa muito
finas.
Trocam-se
charutos por dinheiro.
Na luja d'aguia .ranea troca-ae urna caixinha
de b<>ns charutos suspiros por 29500 : os spre-
ciadoreada boa fumaca dirijam-ae a uita loja da
aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Attenco.

Cbegou oa ra do Queimado o. 39, loja de 4
por lis melpomene imperial com 6 palmos de lar-
gura a 25600 o covado, o maia moderno e apura-
do goato que se pode encontrar para vestidos de
senboraa e meninas
Casimira a 3#500.
Vende-se casemira enfestada para cagase pa-
letota a 3)500 o corte de calca, 00 a 29 o covado:
na ra da Imperatriz o. 60, loja do pavao.
psra cima, e por commodo preco: na ras da Ma-
dre da Dos confronte sbotica n. 30.
lojeccao Brow
Remedio nfaUivel contra at gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n,
Man
Importante
Aviso
Na loja de'4 portes da ra do Queimado n. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mento de roupa* feitas, paracujo fim tem mon-
tado urna officina de al'aiate, estando ene arrega-
zo delta am perfeito mesire vindo de Lisboa, pa-
ra deaempenhar toda e qualquer obra que se Ih-
encommende; por isso que faz um convite espe-
cial a todaa as pessoaa com eapeciatidade aoa
Illms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-ae fardas, farades com superiorespreparos
e muilo bem feitas, tambem trata-se faxer o far-
damenlo todo completo conforme ae usa no Rio
de Janeiro, tanto que lem oa tgurinoa que da
l vieram ; alm diaao fax-ae maia easaquinbas
para montara, fardelaa ou jaquetaa, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudaotea de ata-
do maiore de cavallaria, qoer seja singlos oa
bordadoa a espequilha de ouro ou praia, tudo ao
goato da Europa, tambem prepara-se becas para
desembaraadores e de qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem aa melhorea
eonhecidas at hoje, assim como lem muito ricos
desenhos a matiz de todaa as cores propnos para
fardamento de paaens ou criados de libr que aa
far pelo goato franceza. Na mesms caaa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetaa a
franceza bordadas ao mesmo goato Afflancaodo
ue por tudo ae fica reaponaavel como aeja boas
azendaa, bem feito e bom corte, nlo ae falta no
dta que ae prometter, segando o systeme d'onde
veio o mestre. pois esprs s honrosa visitados
dignos senbores visto qae aada perdis em as-
perimenlar.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabug n. 1 B.
recebeu um completo sortimento de gollinhss da
missanga, sando de toda* escores
Ra do Rrtngel 2, deposito
de charutos.
O proprielario desta estabelecimento lendo da
dar bataneo para acabar, venda as fazendas exis-
tentes o maia barato que possivel, como s-jara :
bolsas de borracha a 640. 19. liSOO e 2*000, bol-
sas de sarta daa melhorea que tem vindo o mer-
Vende-se em porco'e a retalho de urna sacca ado a 39500. fumo americano a 2f000 a lata.
feita
e
s
lIU
Acaba de ebegaf a eate eatabalaclmente asa va-
riado sortimento da orgaodys, pfoprioa para ves-
tidos aeodo o goales ulmameota noves, e se
vaaaem a 720 res o covado por estar muilo pr-
xima a feata, asalta como vendem-se os mais
neos e moderos enfeites para cabeca de aenho-
ras : aa ra da Imperatriz a. 60 loja da Gama A
Suva.
Novidiiies, o que a IVsla.
Veode-se gorguro rl seda e Ilnbo, fazenda
nov par* veattdoa a 320 o covado, fusilo de li-
nho pars paletots a roupa de meninos s 920 o
covado, enfeites pars senhors, e cintos do ulti-
mo adato : oa ra da Imperatriz, loja i arara
I de 4 portas a. 56, do Uagalhaes & Mandes.
para compra e venda da asasete outros OtjssSSi
ra muito todoa os negociaolea e ao* *
ras de engeohos; pois com um lance de vis-
ta podem saber o importe da quaesquar qwaeti-
dade de anobaa e libras ; veode-ae Ba livran*
econmica ao p do arco de Saolo Antonio, 1 VO-
lume eocaderoadQ pelo precio do S|.
Na rorbeira do Sr. Quinleira, os ros Nova,
vende-ae um cabrioletde 4 rodas, m feSJSssHB
do e multo lave. -
fumo caporal fleur d'arletieke egerradeira para
sito fluasa UOOO. cachimbos de ms-
deira a 720, machinas para Nzer cigarros obra
nunca vinoa a e*ta cidade, charuto* auapiroa da
Simaa e P. 1. CaMie a 29600 e 29800 meia cai-
xs. apraxlveis a 39000. eolre-flnoa a 11800,
19600 a raixa. dit-s >u Baha pevhiocha a 1IS0,
diioa da tetra a 1J< 00. rarleiraa a charuieiraa a
19000. charuteiras a 640, e ontroa oUjeciua qua
sera enfadonho enumera-loa. Tambem previ-
nese a pessoaa que oevem vir aatiafater auaa
obrigac-s at o fia do D-es, e como Ignora a mo-
rada de algons, publicar seus comes, e se al
finds ss ferias nio satistzerem preee leri coa oa
meios que a li favorece: i*ulraeote vende ci-
garros de palha de milho a 4a500Oailheiro.
Manteigd iugie?a flor a 800 rs.
a libu.
fraoeexa a 640, toucioho a 300, ervilhaa a 100
rs., figos e cestiahaa peq as prupriss para
dar o mimo a meeinoaa 100 ra. : o* ra daa
Causean. 24, esquina aa traveaaa
Vende-ae urna cas-
^r^aaaaaafe^ ."SS
Umilta.ei. Jrta a duMlaa aa
frente, cm recreie : qoea^^H^S.
TTT.



--------r
-***.'.
por
de n< H Ylnia n^itp ''-i,-
ama se raerte poi multo reliara *1 tMrii*(MaSio, (K)r P4ir
quexir Da roa da aa*aa #" 60. loja de Gama 4
Sil.
- Veod* i o d* srror. com casca,
muiio barat. em V"** WN e peaaenes,
cheaeii do rubedo : a roa Oi-
reita n. 6W, nadara de Antonio Al ai fl Mirao-
da Gui rearis.
Esponjas fiaas
para o rosto.
Vende-se mui Boas esponjas para rosto, a 2J>
cada urna : ua roa do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal j bem couherlio como reme-
dio infallivel para ardas e pannos, vende-se a
S| rs. o frase ua ras do Queimado, loja d'aguia
branca o. 16.
N. O.Bieber & C. successores. rna da Cre
O. 4, leo para vender reloglot para algibeirs da
ooro e prata.
Touquinbasde setiui.sa-
patitihos de dito bor-
dados, e meias de seda
para oaptisudoi.
Aloja d'aguia branca acaba de despachar de
sea prooria encommenda, uro bello sortimento
dea objeclo* cima, e de muilo bons gustos, sen-
do as tooquiohas de setim mui ben enleita iss
do fitas e flores 69OOO. indo cada urna em sua
calimba, ssoetiohos d- s-Hro branco muilo bem
bordados a 3f rs e meiaa de superior qualidade
tanto brancas como cor de carne e piuladas s i$
rs. o par: juero munido de dkiheiro dirigir-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, nao
deixar de comprar.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Vendem-se flnisiroas cassas garibaldinas sen-
do estas rassaa as mais moderan que tem che-
gado a 360 rs. o rovado : na roa da lmperaliiz
n. 60, luja de Gama & Silva.
Peonas galvanisadas.
A loja d'aguia branca recebeu essss peonas
galvanizadas, de oovissima e mui boa qualidade,
e as est vendendn a 29000 a csixinha com urna
grozs. As pnmeiras dessas peones foram ofl>-
recilas I Garibaldi, e por isso tratem o seo re-
tracto, e as r*f*ndas caixaa se encentra o ds-
tico pennas Garibaldi.
S se encontrara na rna do Queimado, loja
d'agaia branca o. 16.
Legues.
Ven1em-s lindos leqoes de madreperola, o
maia fino possivel: na loja d'aguia de ooro, ra
do Cabug o. 1 B.
Ieii ttON.
Vendem-se lencos brncos muito finos, pelo
diminuto prego de 1I00 s duzis, grsude pe-
chinen : na loja da boa fe, na rna do Queimado
numero 22.
Caui vetes fixos paraabrii
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos esni -
vetes fitos para abrir latas de sardinha, doce,
bolachiohas etc.. etc. Agora pela fexta come se
muito d.sss Musas e por isa* necossario ter
um deasea caivetes rujo importe I9. compren-
do-** na rus do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Esceocia de ail.
Para enKommado.
Vealem-ce frasqumhos com escencia de ail
eousa excedente para engommsdo porque urna
gota delia bastante para dar cor em uo a baria
de gomraa tendo de mais a msis a pieciosidaoe de
nao manchar a roupa como n,uitas vezes acon-
tece com o p de ail Cuss cada frasquinho
500 rs : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Micangas miudas de todas
as corvs.
A loja d'aguia branca acaba de receber eaaaa
procuradas m'iQangai miudas que servem para
pulceira* e outraa cousas, e por isso avisa as
pessoas que ellas esperaam e as que novam**nte
quuerem enmurar que munidos de 500 ris cora-
praro um masso muilo maiordo qn>~ os nimos,
Isso somente na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado o. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na rus do Queimado d. 22,
se enrostrar um completo sortimenlo de grava,
tas de s-da pretas e de cores, que se voodero por
procos bsratissimos, como sejam : esireitinhas
pretal e de luidas cores s 19. ditas com pontaa
largas a 1*600. ditas pr<>tas bor tedas a 19600. ai-
las pretas para ouas voiia a Sf ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Vende-se o grande sitio denominado Cata-
na, alto na freguezia da Varzes, de muito bota
trras, que ludo quinto l> planta di urna grande
qusntidsde.com urna casa de laipa j coborta,
urna dita d hzer firinha, grande quanndade d
ps de cafezptros. eomUiversoa ps de frurteirss,
como sejt larsbgetrss, eoqee'ros, etc., etr.; e
tamben) veodem-se don vacces que de bastn
te leite, urna derlas com a cria j grajide. um
barro manso : a tratar na roa do Sobo n. SO.
Vende-se
azeitede dend au palma, dito de amendoim qae
serve pira luzose machinas, maia barato do que
en qualquer oatra parte ; na ra do Vigario a.
lt, pnmeiro andar.
Arados americano se machina*
paralara roupatemcaiadeS.P.Jos
hston 4 C. ra da^atata n.41.
Feijo de corda.
No armare da Tauo Irmaos, roa do Amorim
numero 85.
V.tttrastyt I ouv tu.
Vendem-se a*
tedas oor #s*J J
lo^a d'aguia
_ rente
l&d'sgoia branca, M aaha um belloiaofHi.'
nlreineiua tardados em loa cambraia
trBspar*ciie, como deneti costume en ven.
deudo baratamont a 120U a perja de 3 vsraa.
tendo quanndade bulante de cada pedrio. para
vestidos ; e qnem tiver dtnheiro approv'eitar
orcasiio, e roaod*-los comprar na ra do Quei-
mado, ioja d'aguia branca n. tt.
EsppraDeu.
^Rua do Queimado n 33 A.
Receoeu diierlan ente e a seo pedido
tinta insleza azul prela da verdadeira,
sjP esta lima se fas notar pela grande diffe-
j| renga em tudo quer na duraqo qoer na
limpidez do liaudo e ainda mais r<*com-
menda-se os potes que slm de serem
j^ de urna leura mais Iva que a ordinaria
tero na boca ama pquena ravida te qu
facilita a aahida da tinta, afflancamoe que
jp ningum tem por isso -- se eve pro-
| curar a loj* Eepfranea ra do Queima-
- doGuimarae* A R..rha, pote de 1(4 a
W 400 r..del|2a800ra.
I|P Aulhaa Vnt^ria pela aceitacio que
^ tem lioo estamos prevenidos oe grande
f o vanado auitimemo e se vende s 110
rs. o papel: lija Esperance.
Smios rom fi'elaa de ac a 15500,
*
nhm de presss que nao chexam
qnem qoer, dourados e prateadoi
est-se acabando
ve-
para
a 8,
Agulhas imperiaes.
Tt*m o fundo dourado.
VerfdM
um celeste e utr^^^Bi
para beib te spreod raptiia
e-tudantes qu o pretenderem podem
dihgir-a$ a livraria univenal de Guima-
rfiei& Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Vende-so'finisslmss titas bordadaa J| t |500
a pega, babados franceses muito finos e om
bordados uito lindosa t$, 2|500. 3| e 4|500 a
pega : na rus do Queimado luja de miudezes da
boa fama n. 35.
Agulhas francez'48
Vende-se agulhas franrezas de fundo dourados
das raelliores que tem vindo a* merrad* a 160
re. o papel, carleiraa de marroquim coor agulhs
sortijas e todas oe muilo boa quslidade a 1
cada urna, diua da papel dourados com muito
bom sortimento a 3z() rs., raixinhas com 100
agulhaa aortidas nuito boas a 2u0 280 rs. ca-
da uma : oa ra do Queimado loja de miudezas f
da boa fama o. 35
Vende-se
Espirito de vinhn de 38 graos a 1^600 a ca-
ada ; oa rus das Cruzes n. 24, esqui Oa tra-
vesea do Ouvidor.
Vendem-se bestas mansas de roda, bol
mansas para carro. quart'>s, carros : quem pre-
cisar de algum desle objeclos, pode dirigir-se so
engenho S. Jos. Ireguezia da Luz, diatante dea-
la cidade 5 legoaa.
Fitas de chamelo-
te muito boas e
bonitas.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
Va*
00 r, :
ftoa f.
-, tldas prqnrisa para se dar a 9
A ,01* e N8buco ^ 0. na rus ^^^^H
A Vende-ie ch.oeo?dl,!g W gleies 169 diios frartcetei a 7*/ di toa
j/t americanos a 8f. ditos de seda de rres) A
A para meninos a 5, ditos para senhoras 2
2 a 6|: na loja de Nbuco 4 C, na ra 'J
W Nova n. S. fg

h RA DO QUEIMADO M?A6
PAl}hlGMNDEMTIMEHT0
^DftSGROPKSf
Sortimento completo de lobrwisaeos de pinno a 259, 289, 30 e 35#. caaacoa muilo bem
. fritas a 25S, 24$. 30$e35j, ptletotaacasacadoide panno pretode 16 al 259, ditos de caaemira
. de cor a 15#, !8|efJU|. pairtuis saceos de panno e caaemira do 8f at lia, di toa saceos de alpaca
> merino la d 4 at 6|, sobre ie alpaca e merino de 79 at 109, raleas pretaa de casimira de
89 t lif, ditos ie corie7J at lOf. roupas para menino de todos os tamanhns. grande sorti-
A loja d'aguia branca tendo em vistsa sempre Por ioylez aun encommenda de boss, bootias e R",nt0 ^o rouoaa de bros como sejam caigas, paletots e cnil-i>s, sortimento do olletes pretos da
l --------a... setim, ssemtra e velludo de 49 a 9f. dltus para casamento a 69 e 69, paletots brincoi de bra-
maiiie a 49 5, caigas brancas muilo unas a 5$, e um gran te sortimen lo de fazeodaa Un a e mo-
dernas, comolelo sortimento de casemiras ingieras para hornera, menino a aenhora, aeroulaa de
linho e slgodio, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouin pra hornera e senhora. Te-
moa uma grande (aorlr.a de alfaiale onde recebemos encommendaa de grandes obras, que para
isso est sondo alminiatrada por um hbil mestre de samelhaute arte e urn pessoal de mais da
cincoenta obreiros eseolh'dos, portento eiecuiaazps qualquer obra com promptidio e maia barato
do queem nutra qualquer casa
vender o bom, mandou vir, e acabara de chpgar
aqoi (pela primeira vez) as Superiores agultus
imperiaes, com o fun-io dourado e mui bem f-i-
ts, sendo para alfiates e costureires, e custa
cada papel 160 rs A agulha assim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e em regra sao
maia barataa do que as outras: quem aa com-
prar os rus du Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Mui bonitas
e boas fitns brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca araba de receber de sua
eocnmmends diversos artigos de gusto, e proprios
para enfeitns de vestidos de noivaa ou convida
des, sendo biros do biond de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidnlhose sera ellos, Casrarriihas brancas e mui-
tas outras cores, fines e deliradas cabellas brao
eas, bonitospnfeiieg de flons e cachos sollos, lu-
vas de pellica onfoitadas primorosamente, n-ui
bonitas e boas litas de chamalute, e eroflra mul-
los outrns objectos que a pedido do comprador
serao patentes, e vista do dinheiro nao se dei-
xar de negociar : n loja d'aguia branca, ra
do Queimado o. 16.
argaa Olas de chamelote braocas e outras cores,
as quaes sao excedentes para cintos, lacos, etc.,
de vestidos psrs rasamntnae bailes, assim como
para lacos de bnuquetos, cinteiros de enancas e
muilas outras diversas cousaa, e como de seu
costume os presos sao meoores do qae em outra
qualquer parte; assim quom munida de dinhei-
ro, diniiir-se a roa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, aera bem servido.
ara acabar
Na ra do Queimado n. 10
Sloja de. 4 p >rtds.
Vende-se chapelinas de seda parase- *
nhora a 89.
SOrg^ndya padroes os mais modernos
6(10 rs. a rara.
Sediohas de quadrinhos a 800 rs. oco-
vado.
Casacas de panno preto muito fino
20ai'00.
Mauleletes prelOS a 159 e 209.
Kiquissimos vestidos de seda de cores
e pretos o mais moderno que tem appa-
recido e por baratissimo prego.
GRANDE DEPOSITO
DE
A
DO
Bt.RBALIIO (CAB
41-RUA DO IMPERAD0R-4I.1
Nest depu-ito existo grande quanndade de louga e de toda* aa qualidados, o que se pode '
desojar de bem fabricado e "e boa qualidade do barro, coma propriedade de conaervar a agua
aemprefria, como sejam jarrea, resfriadores, muringues, quartiohas, garrafas, copoa para agua etc.
l)e obras vidradas.
Tem ricos vasas para flore, tainas, alguidsrea de todos os tamanhos, assadeiras, boieg
com lampos esem ellea, paneiias para oater-se Dolus, escarolas,'enfuzas, fruideiras e muilas ou- '
tras pecas que seria enfadunho mencionar.
O proprietariu deata fabnra a primeira deste genero eotre us espera obler do respeitavel j
publico aoimacio e concurrencia e para conseguir esae Om vende a sua louca mais barata do que '
al aqui so venda nesta ridaie. I
Apron.pta qualquer factura para exportar, alm dos presos commodos porque rende d 10 i
por cento de abate para quem comprar de 1009 para cima e deaaa quantia para menos lero 5
por cenio.
Qualquer enommenda pode ser entregue'no deposito da fabrica ra do Imperador o. 41.
E ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos
40lu do Queimado40
Defronte do becco da Congregando, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGINTE:
Para casamentos.
Ricos cortes de vestido de fil oa blond de seda branca com ramo e capelli. o
mais moderno e superior que bs no mercado.
Para bailes.
Lindos cortee de vestidos de fil ou blond dea ada branca bordados a branco e
cores.
Ditos de tarlstana branca bordados a branene cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Ditoa de barege de seda de cores com barras e listas, oovo9 gustos americanos.
Saias bordadas
Ricassaias de cambraia branca
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia ortica bordados com
bordadaa com o mais apurado gosto e mais finas
muita elegancia, o
Dam
maia moderno e man auperior que ba oo mercado.
Manteletes.
Rtooa mantelelea de seda de cores' e pretos bordados e lisos com enfei
como arrendados, por presos commodos.
Lencos. ]
Ricos lencos de cambraia de linho bordados s 3j,49 e5j cada um
Chalis,
Rico chales de touquim braneos bordados de pontaredonda ede 4 pontaa.
Alm das faieodaa cima mencionadas tem um grande sortimento de todaa as
qualdadea. que nao possivel mencionar-se pelo grande espejo que tomara.
Vendem-se superiores presunloi inflecea para
fiambre a 600 ra. a libra : oo armaxem de Taaso
Irn.ios. ra do Amorim o. 35.
Matheua & Rodriaues. em seu escriptorio
na rus oo Vinario o. 10. tem para vender;
Ricos e elegantes pianos.
Superior viubodu Poilu em csixss de uma duzia
Balanzas dertmaes.
Superiores charutos da Bahia dos primeiros fa-
bricantes.
Fumo em folha superior.
Pregns e eoxdas portuguezas ; cojos artigos se
vendem por precoa mofliros.
"Vestidos de clmenlo.
Ricos vestidos de blonda com manta,
capaila e sais de setim.
Superiores
vestidos de seda, de cambraia bordado,
de phantasia,chapeos de palhi, enfi-ite|
modernos para cabeca, capas e mantele-
tes con pridos o mais moderno, sedas a
la 1e quadrioho, carr.braias da cores, es-
partilhos, sintos, loques, saias balio,
meta* elsticas e camisa de linbo para
senhora, fil e tsrlatana para vestidos,
chales de ponti redonda e manguitos
modernos.
Roupa frita.
Calcas, colletes. paletots eobrecasseos
i de panno, caaomira, chapeos de castor,
bolinas de Mell.
P^ ra acabar.
Colchas de la e seda propria para eam
ou coberta de piano a 59, maognitoa e
gollas bordadas de linho e de fu-tu a J9,
seda de quadrinhos a tfiOO, lazir.ha
i 640 rs. o covado: oa loja n. 23 ra oa
5? Cadois confronte ao becco largndeGurgel
g & Perdigio.
vmmwmmmo mm mmm*
NOVA
exposi?o de can-
dieiros econ-
micos.
O propietario dste novo estsbelecimento avi-
aa ao publico e a todos os cotifumidores, que tem
recebido um grande soitirrenlo de c-ndieiros de
novo aiodello, riquissimos para ornar salas, lodos
esmaltados de diversidades de cores, deade o
maia rico al o mais ordinario, assim como usa
grande ortimeoto de gsz de prmeira qualidade,
polo proco maia barato que se pode encontrar;
assim como tambom metae latas, e aa garrafas :
na ra Nova n. 24, loia d Vianea.
Polassa da Kussia.
Vende-se emeasa deN. O Bieber &
C, successoies, ra da Cruz, n 4-
dietas para s*uVi ra.
Vendem-se superiores meias para aenhora pe-
lo baratissimo proco de 99S40 a duzia ; Ba loja
da boa f, oa ra do Queimado n. lt.
APPOVACAO E AlTORISACiO
DA
mmm& mnmim nmmu
i JUNTA CENTRAL OE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MEDICIRAES
ARMAZEM
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo ttirk
WE3
ROUPA FSITA
Para
15
Joaquim F. dos Santos
40-Rua do Qoeimado40
Defronte do becco da Gongregayo letreirp verde.
Neste estsbelecimento ha sempre um sortimento completo da roupa falta de
todas a qoaHdadoa e tambera se manda execuUr por medida vontada dos fresue-
m psra o que tem un dos melborea arofelsera.
publico
Farioi
ras loa>a
sde JnuiD, che-j
da R o roe a
Casacas ue panno preto a 40f,
35| e 30)000
Soirecasacos da dito dito s 35$ e 30)000
Paletots de patino preto- e de co-
rea a 36, 80, 85*. 10, 18 a J#000
Ditoa da caaemira de corea a 22,.
15|.125 7 e 09000
Ditos de alpaca preta golla de
velluda frsBceeaa a lOftOOO
Ditoa de marino seiim pretos e
de eor*s 9|
Ditos de alpaca de core* a 5 e
Ditoa de alpaca preta a9. 7 5 a
Ditos de brim de cores a 51,
45O0. 4e
Dito* d bramante de linho bran-
co a 6, 5$ e
Ditos e merino da cordio prata
ala a
leas de essemira preta e de eo-
). 10, 9J, 7;
ie edres a
Ditos de setim preto 69000
Ditos do seda e setim branco a 6 e 5O0
Ditoa da gerguran de seda pretos
e d coros a 7, 69, 49 &9000
Ditos c. fustao branco a
3|5OO.95O0e S9OOO
Si-raulas d brim de linho a 29 e Bsoo
Ditas de slgodia a l600 e 1,80
Caasisaa de pello de fustao branco
es a 29400
Ditas de psito de linho a 59. 49 a 39OU0
DiUs de madapol > brancas e de
coros a 9 t5 Chapos pretos de masa francesa
ultima moda a 10|,
serem applicadas s partes afifectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas CHAPAS-ELBCTBO-itAGirBTiCAS-EMSPASTiCS obtem-se uma cura radical e in-
lalliTel em todos os casos de inflammaeo ( cansado ou falta de respiraco ), sejam internas ou
exiernas.como do 6j?arlo, bofes, estomago, bajo, rins, ulero, paito, palpitajao de corseo, gar-
ganu, olhos, ery^pela, rheuraatismo, paralysit e todas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differeoles especies de tumores, como lohinhos escrfulas etc., seja qual fftro seo
tamanho a profndela por raeio da suppurarjao sarao radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselbado o reeditadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fatem merecer e conservar a confianza do
que j tem a honra de merecer, depoisde 24 annos dexistencia e de pralica.
As eocommeodas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de faier as necessarias explieacoes, se as chapas sao para hornea, senhora ou crianea, decla-
rando a em que parla do roipo existe, se na cabeca, pescoco, braco eoxa, poma, p, ou tronco
do corno, declarando a cien inferencia: e sendo inchacoes. rendas ou ulcera, o molde do seo
tamanho em um pedaco de papel e a declaracao onde existem, aflm de que as chapas sejo da
torma da parte affectada e para saram bem applicadas no seu lugar.
Pude-se mHiniar vir d qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das conipeienies explieacoes e tambem de todos os acces-
orios para a colloea$ao dallas.
Consulta as paesoae que o digaarem honrar com a sua aanfianca, em seu eaarinloria
se achar aberio lodos os das, sem excepcao, das i horas da manha s da tarde.
que
Ditos de f el tro a 6?. 59. 4 e
Ditos de sol de seda ingleses a
nceaesa tt|, lt, tlf a
tinao muito Anos
i da ultima boda a
)^B|1^^|Bko patente hori-
10OI.V0 80f e
79000
29000
BU 1^ p).
. Jd
isas bordados all;
39009
86000
.riioritaes a 409
Obras oe baro. arteregos e meios
aderemos, puiceiras, rzalas a
eaa-is a
dUaalOJ.9a '
sa ama 39 e
||9 Rija do Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
____________________________ ^
4 loja da bodeira 8
tem para vender de boa M
qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa prego favorito.
Nova luja u iunueiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
afanoel los di Fonsecs participa a
todos os seos traguetea tanto da praca
cmodo mato,ejuntamente aorespeia-
rel publico, que tomou a leliberaco oe
baixaro prer^o de todas assaasobras,por
cujo motivo tem para vender aa> grande
sortimento de pahua e baciaa, tudo da
diiferentes tamanhose de diversas cores
em pinturas, e juntamenteam grande
i sortimento dediversas obras, codudo
banheiroa a gamelas compridss, grandes
euequenaa, roachiiiaa para cafe e cane-
cas para conduxir agua grandes e peque-
as, latas grandes psra conservar fari-'
nha e regadores ao uso da Europa, dito*
(grandes e pequeos ao uso do Brasil e
camas de vento, latea de arroba a 1},
bahuggrandea 49 e peque noaa 600
Era., bacia grandea a 5 e pequea a
800 rs.,cocos de asa a 1 i duzia re-
. gadurea regulares muito, Jarato, ditos
I pequeos a 400 rs., de>odos estes objec-
I loa ba pintados e em,afane e tudo mais
I se vende peto- menos prego iossiel: na
loia/'da baooeira da ra da Crua do Re
\ oife o. S7.
-a eaicasad* JohBston Pattr 4C.;
ra do.Vigario o. 3 om bello sonimeote da
ralogiostleouro,patente ingles, da um dos mais
afamados (aricantes de Liverpool: tamben
una variadlde da bonitos laaceliB para o
mesaos.
Par* as enem
ra do Qbeima
de JosAlexandre R'beiro,
N. 20-^Rua da Imperatriz-N. 20
Veode-
chumbo d
Plvora.
plvora de sueerinr qualidade e
chumbo djfe munido por monos da que em oatra
qualquer parte ; tratar na ^criptorw aSlfcjpnfo
Coa.rio ,oreira Das, 00 ForU a Valia, t
Moeda ojtl.
Lv9* s de Jou vin;
sempre/ ae encontrarao as
Jouvinf UOto para bos
adverndose-ampara
ndaf cflresj, -
rui Jo Qu
O barateara oaarte .ca da receber rtbo sortimanta da faieedaa cae
maaqaaaalros a ttOOO a pega, cambraia grussa com 8 vara* cada poca
moequetswas. safas e frrb de 1K, muss*liQ*raf/a* d
reas, encarnada earaaoa a 00 ra. a oov
ila sjai aalBiaasadnaa I fu aurta. val luda A
sendo
ss&\
. 9JB
li r-
i #i


IAIJO 3fH
KlTA
27 TOHMBRO II1W1.
TO
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
t
chegados oeste ultimo vapor a 29800, ditordo vapor passado
roptios para fiambre a 900 ra. a libra, em porgo se (ara abati-
ConDua-se a Vender oeste armazem de molhados os
melhotea gneros que veos ae mercad, e por muito menos prego do que em outra qualquer parte,
. para o que recebe o propietario em todos os vapores da Europa, a maior parte de seus geueros.
escoihido* por pessoas ocarregadas, para este flm ; por isso novameote participa sos sens freguezes.
ooa so eos Srs. da praei como de eugenhos e lavardores, que quelraro seguir em progresso, que
nao deuern ao meno-de comprar a primeira ver. suas eocommeodas, cerlo de que bao de gostar,
para o que oso se pouparo os proprietario, a prestar toda atiendo, e mesmo em serviros por-
ladores meaos pratiop,tao bem como se visssem os Srs. pessoslmenle; e ebaixo mensionamos
os presos de siguas gneros, por onde se pode julgar que vendemos baratissimo.
lia&\eiga ingleza maU 8uperior qne ha nodfcrcado 800 rs e 1*000 a libra em
barril se (ara abatimento.
NttnUigtvtrtneei.* muil0 noTa a 640 a lUw e em battl a m n
ttfcfc pfero\a, Yiysson c preto 08 mais 8aperiores d0 mercad0 ^ vm
e 19600 rs a iibra e aQan;a-se a boa qualidade.
Queijoa do reino
15600.
Va" s melhores que se pode desejar a 40 e 120 rs. cada urna.
* P reanlo iagYez, pr
meato.
I> W1EO 0 que ha d# bom Qeile genef0 fl 4g0 tt lUtf lolero
440 rs.
Batatas novas em gigos de uma arroba a 1;f cada um>
* a o melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
< T ouriaUo 4a reino 360 ri Ubr. e arroba. fl9500
Chonrlcas e palos Mitowo, a 75i0 ra a libra
Banha de porco retinada a
e em barril a 440 rs.
\zeUeiias mano novas. 3S000 ra.. aacorela e em garra. (40 ri.
Latas eoa boVax\nha de soda eonlenao diffflrente8 qualidaQes tl|HOi
m porgao se far abatimento.
l** a mais nova do mercado em latas de ama libra por 900 rs., ditas de
duas ditas por 19700.
"*l do afamado Abren e de ontros muitos fabricantes de Lisboa
a 1} a libra, em latas de 2 libras por 19800.
KiT\ linas iraneeZ.aS melhorea qne sa pode desejar em meias latas por 500 rs.,
tambero tem portugueza me latas enteiras a 640 rs.
LillOCOiate iraneeX e hespanhol chegsdo oeste ultimo vapor a 18200 a libra.
rassas propri para podlm a m rs a ,ibra>
Ce Oe aiperene em u,a8 d6 2 Ubra, elegantemente enfeitsdas a 1J200 cada uma.
EiSpermasete lupetior de 4i 5e 6 em llbra a 760 n e em caixa a 74i r|
19400.
\mend^s ednteVtcda8alSalibra>ditasemmloloa80Urs lu comcaaca
a 4B0 rs. ,.'
Nozes e castamnas
EiSVreVUnna
mala alva que ha no mercado a 480 ri. a libra
a 400 rs. a libra e em caixa a 99.
piladas multo novas a 180 rs. a libra.
1 para sopa a 640 rs. a libra eemcaixinhas de 6 a 8 libras se farl abatimento.
AAettia, macarra* e ta Sevaainna frauc, muUo n0Ta a o r9(. a uDra.
Farinna do Maranaao mUoalva echeirosaal60rs
af^ _. } f
de engomnlari 0 qoo ge p6e Aegtj,r por 8er malto alva alQQ r# a
ivipiSia wa\t0 noTO e ump a feo rs a (libra e em porga se far abatimento.
J v orespeitsvel publico, que aflaobado-se a boa qualidade dos geoeros cima mencio-
nados, se vende muito barato, e pelos quaes fe poder julgar todos os demais que oo foram an-
nunciados.
>
>
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
de puro lioho, pelo baratissimo preco de b$ : na
ra do Queimado o. 22, na bem conhecida loia
daboaf.
Delicadas escovas
cabos de marfm e madre-
perola, para limpar
dentes.
Na verdadeuma escora para limpar peotes
sempre necessaria em qualquer toucador, e com
especialidade no da senbora que preza o asseio,
e para que elle seja perfeito mandar comprar
una dessas escovas de rabo de marflm ou ma-
dreperot* que custam 29e 39 rs., usloja d'aguia
branca, na ra ra do Queimado n. 16.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Vende-se na toja d'aguia branca mui unas na-
valhas d'aco refinado com cabos de martm,
para asse^urar-se a bondade deltas basta dizer-
ae que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Roi*ers & C, casia cada estojo de doas na-
valhas 89000: ua ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Entre-meios bordados em
cambraia trausparente.
Na loja da aguia branca *vende-se entreineios
bordados ora Una cambraia tratispsrente a 19 a
pega de 3 varas, pre^o esta porque s se scba em
dit loja da sguia branca ra do Queimado n. 16.
Ad*eite se que de cada padro tem bastantes
pegas para vestidos.
. Vendem-seosengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
(Tagua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
opriiueiro tem casa de eoge-
nho e pou bras, porm
safreja quatro mil pues, o se-
gnd tem boas obras, porm
s safreja dous mil pe:
quem pretende-los* *fq-se
a ra da Gadeia do Recife n.
26, priiL
r com que
Cbspeosdi p
nioas ; aaraa
qu-sta
baratissimo preco de 5 e 6J a duzis : oa- roa do
Queimado n. K. na bem conhecida laja da boa f.
Fil liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
e de cores, pelo baratissimo preco de 800 rs. a
rara ; oa bem conhecida loja da boa f, oa ra
do Queimado 0. 22.
Toalhas para mos.
Vender-se muito boas toalhas para roaos pelo
bsrato preco de 59 1 duzia ; oa ra do Queima-
do a. 23, na loja da boa f.
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos e superiores eofeites os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelb bara-
tissimo preso Je 6 e 69500 : na loja da boa M,
na ra do Queimado n. 22.
Catnbraias de cores.
Vendem-se cambraiaa francazas de lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa (.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezas muito Anas, de
muito bonitos padroes, pelo barato preco de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do d. 22.
Cambraia Visa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5$ peca com 8 1|2
varas, dita tapada muito superior, pega de 10
varas a 6|: oa ra do Queimado o. 22, na loja
da boa f.
Bramante e aloaWiado de
Vinno.
Vende-se superior bramante de puro linbo com
duas varas de largura a 2a400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tar bem de puro lioho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ea\ca.

meia casemira
na loja da boa
Vendem-se cortes de caiga de
de cores escuras a 2$ cada corte :
f, na ra 4Qfueimado n. 22.
Porl booquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunameote para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommeoda, flcando assim remedia-
da a falla que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamentos e bailes que se contam oesses
dias, por isso as pessoas que por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que eocoolraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
lAKamJ
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, oa bem conhecida loja da boa f*
lofooo.
l ves a uu \a.fj|
E' na ra do Queimado o. 39 loja de quatro
portas que se vende os mlhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bom gosto.
.Ulencao
X. Ao Roa do Amorim N. 43.
Amenas novas o melhor quo se pode encontrar,
pelo barato^prego de 12 caixas com 1 arroba e
16 iibras : e#lo se acabando.
Cal de Lisboa e potassa da
Russia
armazem de Amorim
I da
/ao,
Imperatriz n. 60
^Hma PrlPt*IM*|
Acaba da cnegar a este esta beleciment um
grande e vanado sorttmeniode faseodas proprias
para a festa, e seos donos resolveram veoderem-
naa por pregos baratissimos por Otar no fim do
anno e qaererem apurar dinhalro, como sejam :
i assas.
m lindo sortimebto de casias de varias cores
e quatidades, que vendem a 2* e 280 rs. o co-
vado.
Chitas a 440.
Vende-se finissimas chita! francezas escuras e
alegres, (azenda que sempre se venden por urna
pataca e acaba-se a 240 rs. o covado : na ra da
Imperatriz o. 60, loja do Pavao.
Musselina a duzentos rs.
o covado.
Vende-se musselina branca com 4 e aaeio pal-
mos de largura a 200 res o covado e ditas de
cores matizadaa largura de chita a O reis o co-
vado na ra da Imperatriz n. 60 loja do Povo.
S o Pavao em li-
quidadlo.
Ricos sintos\ dourados lisos e com listinhas a
2#500, calcinhaa bordadas para meninos a lj}000,
gotliohas com msnguitos a1&6O0. golliohas de
traspasso a lf, oilas sem ser oe iraspasso a 500
rs. luvas de seds em perfeito estado a 500 rs. o
par, chapeos deso de seda com franja muito de-
licados para snhora a 3300, chales grandes de
merib a 2j> >00, ditos de rede bordados a 39 cada
um. manguitos de cambraia bordados muito unos
a ROO e 1g. enfeites para cabega a 2$, para me-
ninas a 640 rs
Para homem.
Vende-sena loja do Pavo um completo sor-
limentb de roupas, como s-jara : palitos de pao-
no e casemira de todas *s cores, caigas de case-
mira preta e de cores, ditas de brim de todas as
qualidades, camisas francesas tanto para homem
como para meninos por pregos mais commodos
do que em outra qualquer parte. Do-se amos-
tras de todas as fzendas que em nossos aonun-
cios se v, deiando ficar penhor : na ra da Im-
peratriz n. 60, onde tem um pavo pintado do
lado defora, e para nao haver engaos denoite
tem um distico por meio de uma luz em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se lazinhas de quadros para vesti-
do, fazenda de apurado goslo a 280 o covado ;
na ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
La chioeza a 400 rs.
Vaode-se lazinhas entestadas a 400 rs. o co-
vado: oa ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
Cambraias de seda.
Vendem-se floissimus corles de cambraia de
seda com dous babados e de apurado gosto a
49500 cada corte: oa loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vendem-se flnissimos cortes de cambraia la-
vrada com babados e duas saias. fazeoda que se
vende em qualquer partea 8$000 rs o Pavo
est torrando por quatro mil r-is, ditos com bar-
ras bordado* a 28500, 3$ e 3*500: na ra da Im-
peratriz o. 60.
Cambraias de sal-
picosa 4#000.
Veode-se^ambraia branca com salpicos miudi-
nhos, teodo("8 % varas cada corte, pelo barata
injtf """qle 42000, sendo fazenda que serop
se 7*000: na rus da Imperatriz
loja de u^,r
Vende-se na ra do Apollo
n. 31'defronte do theatro a 4$
a arroba, meia arroba a 2J500
e a 160 rs, a libra.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras Anas.
Esta loja por estar constan tmeme a receber
perfumaras finas de suas uroprias encommeodas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melbores e
mais acreoitsdoa fabricantes, como Lubio, Piver,
Coudraj e Societ Hygienique, etc., etc.; por
isso, quem quizer pruver-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca o. 16. que
achara S'-mpre um lindo e completo sortimeotu,
teudo de mais a mais a elegaocia dos frascos, e a
barateca por que se vendem convida e aoima ao
oamprador.
Carros e carrocas
O. Bieber
ra da Cruz
4.
Em casa de N.
A C. successores
m&l^?*" C8d* ro do vW.
mido, foja a'a*uiebrio.o. 16 A obra bea v
oiernpo proprjo; a ellas, fregnezaa, antes que
4 musselina do Pavo a
200 rs- o covado.
Vende-se musselina branca con 4 lr2 palmos
de largura fazeoda muito Ooa pelo diminuto pre-
co de 200 rs. o covado. cortes de chita logleza
com 10 covados corea flxas a 1&500 rs., ditas de
musselina branca com 10 covados a *f, tudo
raapur.r dinheiro: oa raa da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
a-
Veooe-se chspeos populares deoom
nados chapos do povo a 39.
Ditos de crina branca a 3$.
Ditos mescladosa 3*.
Ditos cor de cal a 3: na loja do bem
conhecidoNabuco & C, oa ra Nova
n. 2.
& Silva.
r
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Vende-se mu bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcelana aos baratissimos precos
de 240.360,300.560. 610,720, 800 e 1*000: isso
ni ra do Queimado. loja d'aguia branca n 16.
Vende-se o verdadeiro cha mate em p em
folhs a 240 rs., caf moido simples a 360 rs. ver-
dadeira batfha purificada propria para baoha de
cabello por ser muito alva a 500 rs.; s Sautos &
C. rus do Cordooiz n. 1.
Grande
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo preco de
20$ ; na ra do Queimado o. 22, oa bem coobe-
cida|loja da boa f.
Ra das Gruzes n. 4,
fabrica de charutos, vende-se charutos a 15$ o
niilheiro, de fumo da Babia, velas de composi-
cao a 118 a arroba, e em porgSo faz-se abati-
mento; afian;a-se a boa qualidade.
#
f Nova california |
de
S Pazendas baratas. 3
Na raa da imperatriz n. 48, junto a<
paiaria fraaeeza.
Corles de cambraia branca com babadi- J
J ohos 4} e 49&O0 superior 5a, cambraia li-
9 za com 8 1[2 vara 3J. 39500, e 4, ditas de
* Cscossia 5a, e 69, ricos eofeites para se-
V ohora 69 e 6}500. sintos os mais delicados
para aenhora 29500,39, chapelina para cri-
9 angj goslo ingle?. 3c500,49, para baplisado
I 39, corles de vestido de seda Escosseza de
I bonilos gosto 129 esto se acabaodo, ri-
eos lenc.es delabyriotho 19.1J200. chapeo
de sol itera senhura de bonitas cores, lisos
59, cabo de marfim 5#500, cortea de oam-
braia brancos com ffr de seda 59. risca- 41
do fraocez 200 res o covado, completos #
sortimeniof de baldes de arcos 39, sorli-
S meatos de meias para mepioo e menina #
100 a 240 ria o par. ehales de tarlatana #
9 de cores a 640 ris, lencos branco com bar- tt
ras 160 ris chita* inglesas a 180 e 200 ra.
f> dita fraaeeza a 240 280 rs. o covado
pecas de cambraia de forro com 9 varaa
Na ra de Apollo n. 20,
Alfonso dt C.
Agulhas imperiaes
tem o fondo doarado.
A loja d'aguia branca, lendo em vista sempre
vender o bom, mandou vir de sua conta essas
superiores agulhas imperiaes. as quaes acnbara
de chegar (pela primeira vez) lendo os fundos
dourados e ponas mui bem tiradas, e cusa eada
papel 160 rs. Cozer-se com uma agulha assim
boa, aoima e adianta quem irabalha, por isso
dirigiremse ra do Queimado loja d'aguia
brenca n. 16, que serao bem servidos.
ftua*laKnzaiaftovan.42
Vende-se em casada S. P .Jonhston 4C,
litase tilh5esaglezes,eandeeirot castic-ses
bromeados .lonas aglazas, fio devela, chicote
para carros, moniaria ,arrio par carro ds
ub siout cvalos ralogiosda oaro paienl
nglax.
CASSAS LAVRADAS
Vat-attpiXM} lavradas Jetnoda do ultimo
gosto pelo baratiS8rHe.-pj,ec?r-r 35500 : na ra da
Imperatjiz 0. 60, loja do Pavao.
idas a covados.
Veodese grsdenaples preto muito incorpado
a 19600./19800 e 2(i00, dito cor de roas, azul e
amarelli, sarja branca lavraia para vestidos de
as^ eoutras qualidades de sedas por pregos
simos : na rus da Imperatriz n. 60, loia
do Pa/vo.
mmi
Q
de por me-
no arma-
00 Porta
Vendc-se salitre de primeira qualid
nos do que em outra qualquar parte1
zem de Antonio Cesarlo Moreira Dias
do Mattos, ra da Moeda o. 27. \
Importante
A n nuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Carloes de clcheles fraocezes com 14 pares a
20 ra.
Botoes de
:
a 29 : juilo a padariafrsncexa o. 48
GE LO
cores para casacos e paletots a 240
\
do afamadj
oa 5
numero 22.
lia; m pra^a aut 1
H9ogi-
Indepaodencia
n. oi, vende-se gelo de noje em
arroba a 3|50, e meta arroi
libra a 100 ri ; tambem -ec
ea
asignatura, da pe*so;
g que seja diariamt
acabe o gelo.
fue se
a duzia.
Ditos para calcas muito fios a 160 a grosa,
Trancas de la para vestido, a pega a 40 rs.
La para bordar muito tina e lidas cores, a li-
bra a 79.
lassos com grampos a 40 rs.
Liohas para bordar, a miada a 40 ra.
Ditas de peso muito finas, miada graade a 240.
Franjas de linbo par .vestidos, a vara a 120.
Apparelhosde porcelana para meninos, pinta-
dos e dourados a I96OO, 2J. 29500 e 39.
Cartas com alfinelea a 100 rs.
Pacis com aloetes cabeca chata a 40 rs.
Eofeites para senbora muito linos a 3, 4 e 79.
Sintos muito finos para seabora a 29 e 29500.
Meias delaia epretas para padre que sempre
se venderam -a 29 a 640 rs.
Enfeites com Dores vara aenhora a 1J.
Colheres de metal muito finas para sopa a IO9
ra. a duzia.
Garios do mesmo metal a 49000 a duzia.
Assim como uutras multas miudezas tinas e ba-
ratas, que deixamos de mencionar, para oio se
tornar tanta massada.
iNovos enfeites e cielos
dourados.
A loja d'aguia branca acha-se recentem,ente
evite av usa *>*Ho e variado soitlqysnto .de en-
n m\is
oossivel lKv.r,r-! i assim omo
intos
Itdas,
goslo
l Bhmil m ^^^ nto dei-
CHAPELINAS
6#000 cada uma.
Veude-se chapelinas modernas enfeitsdas com
muito gosto para senhora a 69OOO cada uma: oa
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pao.
Leudos par mo.
Veodem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de linho com labyriotho a 29500, ditos de
muito gosto a imitaco oe labyriotho a 800 e
1S0O0: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavo.
Phanasia asis mil ris
Vende-se muito ricos vestidas de faotszia com
babados de muito bom gosto, fazeodas del290l>0,
por 69OOO, oa ra da Imperatriz o. 60 loja do
Pavo.
Filos.
Vende-se fil de linbo bordado fazeoda muito
fioa a I9OOO a vara, dito lizo a 800 rs., tarlatana
branca e de todas as cores a 800 rs. a vara oa
loja do Pavo.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios de seda para meninos, fazenda
de 129 por 59OOO ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Cambraias lisas.
Vendem-se pecas de cambraias lisas, fazenda
muito fina, com 10 e meia vara cada peca, pelo
prei;o de59000 a peca, ditas de 8 e meia veras a
29500, 89. 39500 e 4$. ditos de 6 e meia vara a 29
e 290 a pega, ditos para forro com 8 e meia va-
ras a 1(600 e 29 : oa ra da Imperatriz, loja do
Pavo.
Baldes sem ferro a
3$200.
Vendem-se muito superiores saias de eordo
que fazem as vezes de balo, tornando-se mais
recommendaveis por se poderem lavar e eogom-
mar, a SjSOO cada uma: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
Taixas.
Maior reduccao nos precos para acabar.
Vendem-se no armazem de Braga Son Y C.
na ra da Moeda, taixas de ferro cuado do mui
acreditado fabricante Edwin Maw a 100 re. por
V.frr, mesmas que seveodiam por 120 rs.
Flores finas,
pralt
aaavrtgsstS ba
.---.m
de comprar : na ra
braec 0.16,
*
. -A' 1
prias para 4
smenlos e &
alegrar de 10 perf
Isso na res o Queimado loii
0. 16
numero
Vendem-se carros americanos mui elegantes
a leves para dnas e 4 pessoas e recebem-se en-
commeodas para cujo flm elles poasoem map-
pas com varios desechos, tambem vendem car-
rosas para cooduccao de assucaretc.
Attenco.
N. 43-Rua do Amorim-N 43
Vendem-se qusrtos com 6 libras de pas*as a
38000, meios com 3 libras de ditas a 19500, as
mais novas que se eocootram ueste mercado: a
ellas que a festa bate i porta.
Cal virgem de Lis-
boa em pedra,
Vende-se a mais nova e superior que ha no
mercado por preco baratissimo, uoicameoto no
largo doCorpo Santo n. 19, trapiche da Compa-
nhia.
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BUSTOS k REG I
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado sortimeoto de
roupas feitas, calcados e fazeodas e todos
estes sa vendem por precos multo modi-
ficados como e. de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
269,289, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannos prelo a 16$, 18j, 209 e a 249,
dilos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 149.169. I89,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 a 149, ditos prejos pe-
foiouio prego de89, 109, e 12* ditos
rrmrn-^aiLa sobjecasacarfff,. ^2^,
ditos de merino de eordo a 129, ditos
de merm cbinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 9J> e a 10,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 4950O, ditos de fusto braoco a 49,
granda quaotidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89. 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditsa de brim de corea
fioasa2S500, 39, 39500 e a 4$. ditas de
brim brancos finas a 49500, 5$, 59500 e a
69, duas de brim lona a 59e a 6g, colletes
de gorguro preto e de coras a 5$ e a 6 J,
ditos de casemira de eor a pretos a 48500
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4|,
diloa de merino para luto a 49 a 49500,
calcas de merino para luto a 4$500 ea5J,
capas de borrac^i a 99. Para meninos
de todos os ti.. hos : caigas de casemira
prefa e d> cor a 5g, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2\ 39 e e 39500, paletots sac-
eos ae casemira preta a 6J e a 7, ditos
de cor a 69 e a 7J, ditos de alpaca a!3>,
sobrecasacos de panno preto a 129 e a
149, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 890 a 12$, ditos de gorgu-
ro de cor e de la a 59 e a 69, ditos de
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendaa e roupas feitas que deiiam de
ser mencionadas pela sua grande quaoti-
dade ; assim como rece be-se toda e qual-
quer eocommenda de roupas para ae
mandar manufacturar e que para este flm
temos um completo sortimeoto defazeo-
das do gosto e urna grsndeofficioa deal-
~m faiate dirigida por um hbil mestre que
pela suaproraptid e perfeieo nadadei-
lui desejar.
ilteuco
Vendem-se caixoes vastos proprios
para baitaleiros.funileiros etc. a 1$280:
quem pretender dina-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem o*tem
para vender.
Vndese
na raa do Queimado n. 19
o seguinte.
Pecas de cambraia tina adamascada para eorti-
oado com 81|2 varas, pelo barato preco de59C00.
Toalhas de linho adamascado para mesa a 49-
Cambraias de salpicos graurtos muito liadas a
59 a pega, ditas de ditos miudinhos finas a 49500.
Leoeos de bramante de linho a 39000.
Cambraia ailada para forro de vestido, com
8 1 (9 varas a pees por 29. *-
Grandes colchas de fusto lavradas a 69.
Chapeos eoleitadu muito lindas, propiios para
meninos a 7*cada um.
Cobertas de chita, gosto chinei, a 13800.
Ricas capellas para i aja
Algoflo con 3 vara
>hallM
dem para ven
Vende-se mantinhas de
proprios para as aenhoras
do galo : vende-se na loja
C. ua ra Nova n. 2.
raz de coral
irem a missa
de Nabuco A
Aviso aos fumantes.
Na loja de Nabuco & C. oa ra Nova o.
i, venoe-se fumo Oe a>nVrenies qualida-
|c des para cachimbos e cigarros a saber:
g Fumo caporal n asaos grandes a 29.
H Ono dito pequeos a 1#.
S Dito de flor de barlebeck a 240 rs.
Dito amencaco a 240 rs.
Cigarros bota fogo do Rio de Janeiro a
a 200 rs.
g. Ditos de Havaoa a 240 ra.
H Ditos turcos em caixas d 100 a 29.
8Bolgas de borracha para fumo a 1$.
Bocaes para charutos e cigarros.
f Cachimbos de gesso.
5 ilos de massa.
Ditos de espuma do mar.
E outros muitoa objectos proprios para
a os fumantes.
Roupa feita.
Na loja de Nobuco & C. os roa Nova n.
2. veste-se um homem dos ps at a ca-
bega por diversos pregos.
Aviso aos amantes dos 3
presept;s
Na loja de Nabuco 4 C. na ra Nova o. 9
2, vende-se excellenies paodeiros para '
presepes por prego commodo. i
Veode-se na loja de Nabuco C. na J
roa Novan. 2. os mais moderos chapeos
de pslha a Traviats para seoboraa, ohos ]
a Garibaldi, ditos a Cavour, ditos de seda i
a turca oara meninos, dilos de palha a )
Garibaldi, dilosa hespaohola e de outras j
muitas qualidades tanto de seda como de |
palha que ae vendem mais barato do que <
em outra qualquer parte.
8
Nabucu &C. com loja na raa Nova o. f
m 2, receberam pelo ultimo navio um liodo \m
sortirenlo de eofeites de froco com vi- |
5 drilhos, dilos de retroi preto e de cores, V
8 ditos de filas e flores, ricas groaldaa pa- S
ra noivas, e outroa muitos eofeites que II
i se veodem barato S>
BsistiMie *mm tmmmn
* Kap fraocez. i
H Vende-se na loja de Nabuco & C. na ||
trua Nova o. 2, rap francez a 39 a llbra. 3
U Nabucu & C. com loja na ra Nova u. i
6 2, aesbam de rect-ber pelo ultimo navio |
fraoce^yBi-lfrfjB^f>a.urtimento de veslua-
nos para meninos d"e^r8? -'Jtffi como %
sejam vestuarios ae velludo, ditodeae" M
da, ditos de merino, ditos de fusiao Dor' *
dados e de outras muitas qualidades* 1ue M
se vendem mais barato do que em o'^' 3,
qualquer parle. n lk
Sintos para senbora.
Vende-se na loja de Nobuco i. C. na I
ra Nova o. 2, ricos sintos dourados, di- 3
tos prateados, ditos de fitas de seda e de P
velludo, tudo por prego commodo.
&M8 vKttttKMSSKdiS-efemBS
Veiidem-se canoas de
amarelio e bordaosinho,
de diversos comprimentos, muito proprias para
carreira e olarias, para conouego de barro, seu
prego commodo; a escolher a gosto, no estalei-
ro do Sr. Joaquim Antonio Rodrigues, ra do
Brum defronte da fabrica dos Srs. Villaga, Irmo
& Andrade : a tratar na ra da Gadeia do Recife,
loja de ferrogens o. 44.
Escravog fu^iooh.
Fugiram do engeoho Conceigo, sito na fre-
suizia de Tracoohem da comarca de Nazareth,
no dia 4 de oovembro de 1860, doua escravoa
mulatos com os comes e sigoaes seguiotes: um
de nome Paulo de 45 annos de idade pooco mais
ou menos, officul de pedreiro, aapateiro e pti-
mo bolieiro, de cor alaranjada. cabellos carapi-
ohos. rosto descarnado, olbos brancos, nariz e
bocea reculares, um pouco- secco e de estatura
media, o qual tem doua dedoa da mo direita
aleijados de um pansrige, e tenf tambem o dedo
mimmo da mo esquerda com igoal deleite, e
cima da sobraocelha de um dos olhos uma cica-
triz, proveniente de um talho, e entra cicatriz
com um carocioho cima da mesma, com um
dos dentes ua (rente quebrado,quaodo seenVbria-
ga lorna-se arronante. Esse escravo j foi sur-
rado e consta andar pelo Recife, Undo sido visto
para as bsndaa da Soledaoe e Santo Amare por
alguoia. pessoas, a queso tem dito haver-se liber-
tado. O outro, de nosae FeBope, de edr trigoei-
ra, cabellos carapinhos, estatura bjixa, ou regu-
lar, bem barbado, um ) ouco secco, bem fallante
f cantador, coro 80 annos de idade, ande ligeiro
e- muito despachado no servigo de eniada e foi-
ce, com falta de dentes na frente, com olhos um
pouco apitombados e capioogos Quem appre-
hende-los leve-oa ao dito eogenho ao seu aetiher
e tenente-coronel Joio Cavalcaoli Matoricio
Wanderley, que generosaolebte recompensar.
Ausentou-se de casa de aeu seohor oo dia
3 do correle mez o escravo Antonio, de aago
Cassange, idade 40 anuos, pouco mais en menos,
estatura regular, com os aignaes seguales : em
uma das orelha-atem am laco tirado^ em om dos
quarlos tem um defeiio que pelo qual puse no
andar pelo p, tem debaixo do queizo squerdo
tres buracos, signal de denles tiradoe : quem o
pegar queira leva-lo na do Imperador o. 73,
lerceiro andar, que ser recompensado. J fo
visto em Iguarsnf.' '
Attenco
Achs-se fgido desde principios ata joofao de
'861 o preto Antonio, ale esiatora regola^ de na-
ci Angola, idjtfe 50
Cresta do corpo.i
roa* um
um
ranea
4BPrnas,
_ s ou me-
elbes papudos
com uma
Jtraodes
rto da tor-
i'ttaa otatlas
qoem
a r\^M
JlT
\/I-|


altime
lee nio Tardar a toar.
Ha substsiindo pelo equilibrio
que oppoem ama ouira.
sua da grandeza poltica dea-
era ser ali o foco da contra-
pnoVrmos para a ana historia,
1815 para d, con vencer-no-
herau detta tenada : que a Austria o repre-
sentante uaia fiel mais aclito daantiga ordena
daa cousss.
D>i*e eaiasofs se Ibe apreseotaram em 1810,
depois da. quarla derrota por que a Franca repu-
blicana ou imperial a flzera paasar : poda de uro
lado orgaoiMr a Altemanha liberal, e fundar no
centro da Europa um poder ioabalavel, unindo
por meio de instituiges livres os poos que go-
vernsv : de nutro lado poda toroar-se o centro
da reacco contra as ioaa de 1789. e contra os
principios de novo ayate m a de equilibrio. Dess
duas roisses adoptou a segunda, nao por necea-
idale, mas por lirre arbitrio; e tornou-se o
instrumento dos partidos ?encidos.
Os coateciroeetos dos doie ltimos annos
mostram bem que essa poltica da Austria nao foi
inspirada de accordo com a vontade doa seus po-
ros, os quaes nunca cessaram de teslemunhar as
suas aspiraces liberaos ; e nem to pouco Ibe fui
imposta pela necessidade da sua defess: por-
qnaoto, fazendo-se liberal, teria adquirido a
sympathia e a dedicago de suas populaces
slaras, magyares e italianas ; teria conservado
o primeiro lugar na Allemanha esa es de dei-
xar se supplantar pela Prussia ; finalmente,
acbar-se-hia n'uma' poico inexpugnarel para
com a Russia, gragas communidade de inte-
resses que a liga Europa constitucional. Deate
modo conserrar-se-hia lio prospera e tranquilla
no interior, como poderosa em auas relaces es-
trangeiras.
Por sua situaco central, senhora do Danubio
e do P6, possuiodo as fontes do Elba, Oder e Vs-
tula, poderia primar sobre as tres nages princi-
pies oo cominete, sobre a Prussia no regla-
mentnos negocios da Allemanha, sobre a Rus-
sia na questao do Urieule. e sobre a Franca em
todas as questes da poltica geral. Infelizmen-
te, porm, desprezou easa misso lio nobre como
mil, e huje nao mais do que urna dyoastia em
servico de um partido, partido que nao tem por
si um futuro Um ministro da Russia foi quem
bem soube apreciar, ha alguns annos, a posico
em que se collocou a Austria de seu motu pro-
priu, e as consequenclas que d'ahi devem re-
sultar :
A Austria, dizia elle perante a dieta germ-
nica, com os seus estados se isola da allianca ge-
ral da AHemanha, e s parece ser um membro
da confederarlo germnica pelo seu embaixador
na dieta, e pelo seS contingente militar. No pon-
to de vista de sua admimstraco interior parece
um estado separado; promove e nopulansa a
idea de que em seus lementos constituidos nao
urna potencia allema. Este syslema de isola-
meoto ple'accelerar a poca em que os partidos
alaros e lflfYos da mooarchia austraca (acara
prevalecer a'ua existencia nacional, a poca em
que lulo quaoto ha de germnico no imperio
austraco aeja realmente absomdo. lsto mais
que ama opioio e supposicao, como o mostram
os acontecimeotos occorrido n Hungra, Gali-
cia e Italia. Admitlindo que a Bohemia, Hora-
ria, Treosylvania, Illyris e Dalmicia se conser-
vero tranquillas, ainua asaim (acil de ver que a
influencia da Austria sobre a Allemanba diminue
medida que o aotigo espirito germnico se des-
pena nos estados ailemies. A Prussia, que em-
prega os seus esforcos oo intuito de reanimar es-
se espirito, apparece sozinha em campo como
potencia allema, e espera firmar a sua prepon-
derancia cnm a decadencia da Austria.
E' verdade que no periodo que se seguiu aos
tratados de 1815, aa coosequenciaa da poltica aus-
traca nao se fizeram sentir imuiediatiaiente.
Emquanto durou a edade de ouro da santa al-
liancao systema de estabilida.de adoptado pela
cdrle de Vienna subsiatiu em toda a aua torga.
Elle apoiava-se em dous principios, que carete-
risam a poltica austraca,a hostilidade contra a
liberdade dos povos, e a hoslj.'idade contra a e-
guranca e yidepeodencj* 001 priocioea dS IPgUSU. Ae Da9>'"!l poca o arbitro da paz e at sierra, o
Ua orfl>m-/ ------- inCfti?L-nn. ,<..v:uutau.> rfirtT i. ? --- i
da ordem,/
Os terfj,os e8l|0 noje Dem mudjdo,. a. Aus-
tria, te^do arrancado o sceptro da santa allianca
_*' ."/os da Russia. em vez de consrvalo, se
' reduzida a defender-se por todos os meios
asiris, ainda mesmo por aquelles que mais Ihe
pugnara, porquanto sao a negagu do princi-
pio em que se bas*, o seu governo, e a condem-
naco da polines anterior: faz-se liberal para
evitar a sua queda. Has essa mesma couverso
in extremit para ella urna especie de suicidio.
De qual j,uer modo que caa ou se eleve, qaalquer
que seja o grao da aua quaa, ou o nivel em que
se veja collocada por urna fortuna inesperada, a
profunda mudanza que huuver suffrido aa natu-
reza e eatadodo seu poder, ou as mximas da
sua poltica, se far sentir as relaces dos esta-
dos europeus, e oenhuma modificarlo mais gra-
ve poderia ser levada ao systema de equilibrio.
Risa razo porque insistimos oeste ponto.
Com pffetlo as questes que boje agitam a Eu-
ropa inteira se acharo resumidas na que poderla-
mos chamarquestao austraca serviodo nos da
expressio que est em voga. Independencia das
nacionalidades, libertamento e autonoma das ra-
gas, lutas da mooarchia absoluta e do principio
constitucional, relaces entre a egreja eo estado,
liberdade religiosa, poltica e civil, centralisago
administrativa e jmmaoidadea municipaea, refor-
mas de impo.los'e Unaocaslodos estes proble-
mas a Austria v agitar-ie em seu seio, proble-
mas dos quaes um s oasta para occupir toda
uma geracao nos oulros estados, sendo que al-
guns d-lies exigem o genio e dedicago de grao-
des ministros, ou o concurso sempre perigoso de
uros revoloco.
Nunca houve estado que ae visse em lio graves
conjuncturas.
Da aoloco que esses problemas dr a sabe-
doria dos homena, o ou curso desregrado dos
acontec roen ios, dependem ao mesmo tempo a
paz da Eeropa, e o firme estabelecimeoto da o-
ra ordem social, segundo as lea de equilibrio que
a revolugo de 1789 sobsliluiu s regraa locohe-
rentes, e pralica do amigo direito publico.
Ernest Dotiain.
(Revitta Contempornea.Silvetra.)
A Polonia pirante as coasequenciasdos
tratados de V-eona.
i
A Polonia foi o primeiro oome inscripto aos
actos do congresso de Vieona.
Ao aahir d*s lutos gi*o4e*css, deque trast-
ea foi o Brierep, e Alexandre I ae julgou o Jpi-
ter, a Europa representada pelas priocipaea po
teocias, asteo taedo a su jurisdieco temporaria
na cidade doa C-amae,. volrea aa primeiras a-
tas pan a PeflH *** primeiro cuidieo
foi certidear a ex*f Hh h poro que nao
pie ser destru ;ar dos estreos para csm
um, empegados, de um poro com quem fcil-
mente se resigna a vivac quaodo nao ha meios
de faz-lo desapparecer.
Soprava ento um venlo singular de nacioaaii-
dade, liberdade e patriotismotres cousas que
e reduzca umi s. de qe a franca foi mais
alia, e maiacompleu expresae; pot en por ama
curiosa revolucio da*cousas late muoato aquelle
paz, que iol dado exemplo, viu rebellarem-
se contra elle os albos wagooe que alimentara
no mundo, e contra elle voitar-se como um ter-
nvel furacaoes.esoprode Ut>*rdae fue o aju-
dra a derribar imperioa, poia fei 4b ooaae da
liberdade e da independencia das oaces e o
Cossaco aeampou ante os roen de Pars.
'i^'vi Ailemaupa. a Heep. ha, iulia.
'HflkanBnsnBnBnBnBnsnBBaPaiu'o-
eiles hartamos^^^^^^Br todos senliam Baanana l
--------------------------------fMdO.
r|u-seqoe|
a da carta
___jiec
fosee, ro (e atrevia a fallar'da suppres-
a Polonia. Todava um homem houve que
tanto ae arrojou, apoiandoseem bem boas ra-
loes: foi o conde Pouo de Burgo! Porm
nHp Rara ao apezar da autoridade
Ibe grangera o sea espirito eminente,
Todoa proelsmaram porfa que a Polonia el
urna corajosa e respeitavel nacidigna
inspirar interesse todo o mundo, e cuja part- do com
Iba fora o preludio das agitacas da Europa.
Curapra, pois, conserva-la para maior felicidade
da bemanidade, e restaurar as suas antigs li-
berdsdes, aOm de poder coneiliar-se o seu amor:
mas ninguem fallava em torna-la completamente
indepeodente, em fazer cosaar de um s golpe os
effeitos destruiqdo as causas; nao, ninguem mato
pensara, lo los concordaran em qu deveria ha-
rer uma Polooia nominal, jaque de uma rez nao
podiam extingu-la, ji que ella continuara a
*iver, a palpitar sob as garras que disputaram a
sua posse.
Os diplmalas, que sempre sao homeos de es-
pirito, sabiam mutlo bem que os povos fcilmen-
te se accommodam com palavras, e queasappa-
rencias, quando se sabe guarda-las, sao mallas
vezes acceitas como factos. Elles descobriram
ama formula admiravel para exprimir ao mesmo
tempo o braoco e o preto, e para declarar que
ezisiism Polacos sem todava attestar a existen-
cia de uma Polooia; para proclamar que esses
Polacos obteriam uma represeotacao e inslilui-
edes nscionaps, ao passo que mais cima escre-
viam: c Os Polacos sao subditos sespectivos da
Rossia, da Austria, e da Prussia >!
Pela terceira vez consumara-se o acto iniquo
da parlilha, e gracas ao engodo dessa nacionali-
dade preservada, oseo-participantes veram a ha-
bilidade de ioduzir a Inglaterra e a Franca a
prestaren) as suss asignaturas, apezar da repug-
nancia de ambas. Dah avante toda a Europa
loroou-se solidaria nu cmplice, como quizerem,
dessa ioiquidade. A Inglaterra resi3lio prin-
cipio; a Franga protesieu, e nao foi pequeoa
gloria para o governo da restauraco esse pro-
testo feito com uma certa energa oas circums-
tancias espinhosas, em que se achava ento col-
locado o paz.
Ero todo o tempo nos ha de caussr orgulho as
palavras que este respeito dirigi o Sr. de Tal-1
leyrand ao Sr. de Hetieroich:
a Entre todas as questes, escreveu elle, que
devem ser tratadas oo .coogresso, o re encara
Como a principal, maior e mai$ exclusivamen-
te europea, aquella com a qual neuhuma oulra
pode ser compara laa queslo que diz respeilo
_ Poloniase possivel esperar-se que um poro
lo digno de merecer o interesse dos oulros por
sus aotiguidade, bravura, e pelos servicos que
tem prestado Europa, em summa por saa des-
gracia, dera ser restituido ao goso da sua aotiga
e completa independencia. A partilba que o ar-
redou do numero das nages foi o primeiro mo-
tivo para as agilaces porque passou a Europa.
Quaodo a forca das circunstancias, preralecendo
sobre as mais nobres e generosas inlences dos
sbennos, aos quaes se submeiteram as antigs
provincias Polacas, reduzo a questao relativa
sorte da Polonia ao simples acto de parlilha e
frooteiraa a discutir-se entre as potencias inte-
reasadas, a Franca que nenhuma parte leve
vista dos seas antigos tratados, depoisde leroffe-
recido o seu apoio s mais justas preleoces, viu-
se reduzida a formar votos para que a Polonia se
mostrease satisfeia, como ella mesma se moa-
Irava nesse caso.
Devemos coofessar que a desgrsca maior para
a Polonia, aquella de que proviram todas aa
outras, foi o nao ler ella conservado, em quanio
livre e respeitada, ama dessaa dyoaslias pode-
rosas creada em outras naces pelo espirito de
ordem e unidade. Supponhamos que em 1815
existase uma dyoastia polaca, eolo o negocio
teria mudado de face : os direilos da naco re-
*umir-8d-hiani o'um s homem, que elevara a
aua voz, e pugnara pela aua reivindicaco at
nos cooselhos dos soberanos: esse homem seria
temido, porque com a n.o no puoho da espada
e cercado de um povo ioleiro recobrara a sua
cora, e restaurara o aeu reino: lodos fariam
a paz receiando novas guerras, e a Polonia nao
seria dividida.
Sem duvia nao foi o primeiro pensamento do
imperador Alexandre que a Polonia, ou a parte
que delta restava, fosse como foi dividida entre
elle e st is alliados : deve-se crer qae lornando-
ibar o gi>i
Iteft
MVQflaL,
i,
reaentante
seu governo
rector da ultima rerolla de
je sccor-
aren-
te.
roF._aT>or desej:WfreY-* pTrtffba do lea." A
Austria nao pareca muitosalisfeila com a Galicia,
onde presents grandes em bangos para si no fu-
turo; porm a Prussia, que firme nos seus h-
bitos e carcter, to perfeitameole se havia com a
Silesia que nao achou o rao-ducado de Poseo
um quiobo mu pesado para ella ; e com us seus
bellos denles sgarrou-o ponto de oada obrlga-la
a largar a preza. O proprio Jpiter rio-se obri-
gado a depor os sf us raios, e resigosr-se a rece-
ber no grao ducado de Varsovia justamente o que
Ihe faltava para formar um reino.
O apetite da Prussia servio maravilhosameole
nests circumstancia poltica da Russia. Nao
fra de proposito suppr-se que se aquelles tres
fragmentos do aotigo reino tivessem ento for-
mado sob o sceptro de Alexandre um s estado
munido de iostituicoes naciooaes, a Polonia
tena logo recobrado a sua completa independen-
cia, e libertado as suas antigs provincias. A
Austria e a Russia teriam talvez ganho em cohe-
so. e a Prussis em influencia liberal ; talvez
lambem a paz, que pela solidariedade da paitilha
nunca cessou de existir entre as tres potencias,
liresse sido perturbada por diversas vezes.
Neste terreno tudo sao coojeclaras : aquillo
que podemos a (firmar qae a disposico do tra-
tado de Vienna foi muito propria para anniquil-
lar a nacionaliJade polaca, a qual manifestavam
a pretendi de conservar, e para facilitar o do-
minio russo que finga impor limites a si mesmo.
E foi por isso qae o imperador Alexandre ad-
quiri uma grande populaiidade : na opioio da
Europa tinha elle querido a independencia ou
pelo menos a uoidaoe da Polonia, quem apre-
sentoa-se como here da liberdade : tomou o ti-
tulo de rei da Polonia que fazia palpitar de ale-
gra o corago do velho Kasciuslto; para si reaer-
vou o direito de reunir sub a mesma constituicao
as antigs provincias do seu dominio, e o seu
novo reino ; disperlou esperancaa bem vagas
sem duvida, porm suaves aos coracoes amargu-
rados daqueltes de quem seproclaroava liberta-
dor ; e muitos actos da sua vida rerellaram nelle
um espirito elerado e um leal coracao. Em to-
das a negociaces conserrou junto de si, como
penbor de sua sioceridade.um homem eminente,
amado e respeilado de lodos, em quem confiav
a naci, uma alma elevada que deixsva absor-
ver-se-lhe a importancia cora o fim nicamente
de engrandecer libertar o aeu paz : era o prin-
cipe Adam Ciartoryski, ao mesmo tempo sea con-
sol heiro iutiroo e amigoconselbeiro mu pouco
attendido, amigo mui pouco crido.
e a estada.
_on.295.)
0U
O que admira, dteWosn*, anda ha pouco, o
que admira que cortos esenptores tenbam pro-
curado justificara conducta doPiemonte na ques-
tao poonQcia. E, rom effeito, nao sabemos como
se possa negar o que ao mundo est bem patente :
o procedimento do rei Vctor Emmaouel tem ca-
bido no dominio da Europa e do mundo, e cao ae
pode attenuar a sua eeormidade aem deturpar a
verdade dos factos,aem mentir fiesta mesma Eu-
ropa e ao mundo.
Ha factos, que pela soa fealdade inspiram um
tal horror do qual nao dado ao mortal se des-
apossar : Vctor Emmaouel tem praticado um
destes factos. Considere se, na verdade, o rei do
Pemoote, tornando-se, por seus actos recentes, o
real martyrissdor do papado, o inimigo da egreja,
e a consciencia catbolica nao pode prescindir de
lancar um brado de iodignaco.
Vejamos este memorndum do conde deCa-
rour, mioisiro piemoolez no congtesso de 1856.
Dominado pelo seotimeoto de Palmerston para
quem a cidade aanla ha muitos annos nao vira
um governo melnor que o que tivera durante a
ausencia uomeotanea dos papas em 1848, levado
por este sentimeuto do lord ioglez, que antepu-
nha ao governo salutar e benfico do pontfice o
governo aoarchista, que assentra se na punta do
punhal, que ferirs o yeito de Rossi, e se celebra-
va pelos gritos de abengoada seja a mi queapu-
nhalou Hosti, o conde de Cavour susientava em
sua celebrrima peca que o governo pontifical
era uma causa permanente de desordem na Ita-
lia, um escndalo e um perigo para a Eurqpa.
Com eff"itn I quedigam ssoMazzini, Mamiaoi,
Farini, G*nbaldi, supporia se ; porque a revolu-
gaooseu norte, o interesse o seu fim. Coro-
prehende-se que Ganbaldi pretenda estirpar da
Italia o cancro do papado ; maa que Cavour, po-
ltico profundo, lusiuuasse a mesma idea, oque
nao se pode satisfactoriamente explicar. E estas
palavras tornam-se lauto mais grares, por isso
que foram partidas da bocea de um ministro no
recinto de um congresso.
Bjstam ellas para pateolear clara luz da evi-
dencia as boas inlences de que se achava possui-
do o Piemonte, e que Cavour nao deixou de ma-
nifestar.
a Se o estado das cousas conlinuasse assim,
dizia elle, o governo sardo se vera forca lo a es-
teuder a mo revolucao para salvar a Italia I
Nao possivel ama ameaca mais explcita. E
ao passo que isso dizia o coude de Cavour, o go-
verno piemonlez accolhia emseu seio os facciosos
e os agraciava. Farini era nomeado dictador de
MoJena, e Mamiani ministro da inslrucc.ao pu-
blica de Turim I...
Desta maneira recompensados os motores da
rerologo, ella nao poda deixar de avaocar em
seu caminho, afim de parecer justificavel o pas-
so que ia dar o Piemonte. E convm nao perder
de vista o que dizia o jornal t Risorgimenlo :
A revolucao nao se far nunca na Italia em-
quanto as populaces nao esliverem certas do
oocursj do Piemonte. Importa, pois, enlreter
nelias a viva persuadi e que atraz dos povos
sublevados se acha o exercilo piemonlez.
E este jornal era das inspiraces do conde de
Cavour.
Parece-nos que apoz todos estes factos, nao se
pode excusar o Pemoote da grande responsabi-
lidade que sobre elle pesa : um governo que se
tem por tal modo comportado nao pode ser lita-
do como innocente, no que se est representando
na Italia. *%
Fatigae, dizia Manin 23 de maio de 1856,
Erofim por um seotimealo de respeito qae an-
da no sea anoiquillamento impunha naco po-
tasao imperador Alexandre ealipulou que am
toda a exteoso do animo reino da Polonia, tal
qual exista antea de 1772, a navegacao e o
com merejo dos nos e canaes seriam livres aos
olaeos em geral, sem atieogo differenga daa
formas de seus goveroos respectivos. Era um
vinculo bem material, mas era um vinculo que
subsista legalmeute entre os fragmentos dessa
naco tantas vezes retalhada. No-^patriotismo
mmorlal desse povo corajoso restara um bem
mais solido ainda.
Assignado o acto do congresso. Alexandre de-
clamo que embregara lodosos seas esforcos para
reconstituir a Polonia, e se nopodera conseguir
que todos os Polacol fossem reuoi ios debaixo de
am mesmo scplro, ao menos contribuir quaoto
Ihe foi possirel, oara adocsr-lhes os rigores da
aeparaco e obler-lbes por toda a parte o goso pa-
cifico de sua nacionalidade. Era muila cousa ou
nada.
O acto de Vienna foi cortamente bastante eo*
geohoso, pois so passo que comprometa to-
das aa potencias constitaindo-as garantes daa ios-
tituices llberaes, com que os goreroos respecti-
vos deriam dotar as Suas provincias polacas, col-
locara-as oaiopossibilidsde de exercer esse di-
rete. Ouem, pois, ioterviria oo caso de qae al-
gamae das partes conlraMttea rolasse eass clau-
tedciaa
atiese
seria
justamente
mostraran
lo mesmo
tas de re-
s inten-
arlicular
e um
laxado
fatigae o niaiigo com miihares de pe - ib&*? aoie.s que elle cia Iraspassadi .an-
das feridas de espada.
E o Piemonte) aceitando o conselho, tratava de
animar s siirldioas a revolucao, para depois
apoia-la as poetas de suas bayonetas.
Josepb MazzinXi^ que nao estran.hu aos mane-
jos da revolucao. Otas beoiCiaramenite que verno piemonlez ora o iniroigo, o ka o maoipu
lario du elemento revolucionario,
tempo conspirador e pereguiior.
Este testemuoho de um dos cabecil
voluco Je um grande alcance cuuira
ces do Piemonte ; nao qualquer
quem aecusa a falsidade da poltica ear
elementar da revolucao, que nao poje se
de ignorante em suas mauobras.
Maa para que recrrannos lestemunhosl e pro
vas? Nao o mesmo Vctor Emmaouel \quem
afDrma o que dizemos? Fortes pela experien-
cia do passado, dizia elle na abertura das .afila-
ras, vamos resolutamente diante das eventuali
dades do futuro... A aiiuago nao Sem pengos\
pow que, respeando os tratado, nao somus m-\
sensiveis ao grito de dr que se eleva para ni
de todas as parles da Italia, o
Certamente este trecho official do Piemonte
eocerra puras verdades... Se acorogoar uma in-
surreico, invadir O territorio de um estado adia-
do e aepr o seu legitimo soberano ser fiel aos
tratados, nao sanem o que seja fidelidade em go-
verno, meos que ella se baae na bypocrisia
poltica, na astucia mais requintada ; se esta a
verdadeira poltica dos estados, desgranado papel
represeola a poltica ao muudo, o grande mal
da bamanidade e a diplomacia seu mfernal ins-
trumento.
Nao se diga que o governo piemontez foi leva-
do nso pela vontade do povo napolitano, por-
que a reacco que appareceu a favor de Fraocta-
co II protesta contra esla manifestaco da vonta-
de nacional; ocarbonarismo eapselle aa bayo-
netas piemontezas foram as nicas fontes de se-
melhanle poltica ailentaloria do mais sagrado
diieito de uma naco, do seu direito de sobe-
rama.
E de ootar a m f com que se tem portado
o governo sardo : ae o aeu acto tem por garante
e fundamento o formidavel esteio da vontade dos
povos qual a razo justificativa desta perseguirlo
inaudita f.-ita aos numerosos officiaes e empe-
gados que permanecern) fiis Francisco II ?
porque com aberraco de todas aa prumessas or-
deeou-se a sua deportaco na ilha de Ponza?
qual a justiga, peguntaremos coro esses mes-
mos deportados, em sea protesto dirigido ao jor-
nal Stampa meridionale, qual o direito,
qual a le que autorua uma laograude arbitra-
nedade, uma to lernvel tyranma ?
E com que direito Viclor Emmaouel combate
hoje a reacco de aples ? com o direito du
usurpador, baseado na forca material de suas
bayonetas, e nasctdo do rarbonarismo italiano.
Resueno aos tratados I... com efT-ito, es-
carnecer mudo do bom senso universal I... Como
poda o governo ssrdo respeiiar os tratados, quao-
do < os officiaes piemoolezesintroduzam milhs-
jes de fuza para armar os revollados e os volun-
tarios, caohes para augmentar a rerolla das pro-
vincias sublevadas, e tornar mais audaciosos os
perturbadores na ordem como afflrmava o sanio
padre em 1859 ?
O tratado de Zurirb, celebrado depois da bata-
Iba de Solferino, reconbecia o direito dos archi-
duques sobre os ducados e dispuoha que se tra-
tara de alesogar de sua sanlidade reformas sa-
lutares, s quaes [convm fazer justiga s boa*
ioteoges de Po IX), nunca elle se havia mostra-
do mfenso. Como cumpria o Piemonte official
este tratado ? Parma era violentamente arranca-
do i duqoeza qae o regia, e nomeido Farioi
dictador 4e lodena I...
quando esse grande conspirador assim prtltica- m
k. aira nlvmn.,1l> naL .... ___...______ _.
| moostruosss que dio solapi
----------.^-ido
JJ* Cfhnr t
)lo=
mximas de sena mestres, que velo ^imIbbbbbbbI
ligo e eses perversidade < eos
tambera a ruina da otW^^^T
throoos, a destruigo de todos
limos.
E o puntillee olose engaara
r, era nomeado pelo seu governo governador
de Floreoga e dos estados da Italia central I... u
E depois de baver feito lado isso, Victor|ginma- do
uel se aprsenla como respeitador doa tratados,
aenaibilisado pelo grito de-dor que de todas as a
eie^ta^Ct/nSi^"0"'0''--/^6" reja ; of a desmor.li.agio que ella
mo"e q ,mointeroece 00 *- Pfocurou para seu mais poderoso roeio de aegao ;
u. "r,..ai. ,. porque segundo affirma Vindicio escrevendo
Mr Coqu.lle csr.ctensou perfeit.roente a si- Nubius-o melhor punhal par. a Lreja, a cor-
--- ---- r-.-w..uEuav a o HUUIU3-
lua^ao a Italia quando ditse em seu artigo io- ruocao.
flridn n,\ Mr.*, A* ,tn 4C .._-_ s._^ __i.i _. r .
sendo no Monde de 16 de uovembro ultimo: o
povo reina na apparencia, porque na realidade
o carbonarismo quem govtrna.
Nao a primera vez que esta sociedade des-
truidora faz semir sua nefanda iufluencia sobre a
Italia : foi ella quem maebioou a revolucao de
aples em 1820 e a revolla do Piemoule em
1821. Irn Golovioe o diz em soa Europa
revolucionaria. O cardeal Hercules Gonsaivi u-
revolucionaria. O cardeal Hercales Gonsaivi ti- na0,.,uaI fesidencia recebido com o maior en-
nba razao quaodo escrevia em 1818 to principe 'nu8,,smo f uma entrada verdaderamente
de Meltermch: a Creio, e veris mais tarde se UlumPn',"le. triumpnantemente gloriosa.
eslou em erro, que a revulugo muduu de lctica. h ,P D0,r0 1ue ae '*' modo acolhe o seu so-
Eila nao atacar mais cum mo armada os ihro- Derauo l"re do rancor de um insano despumo.
---------- ( <|wvh au>wau^uv uiuuvu Uti IdlULdi
Ella nao atacar mais cum mo armada os ihro-
nns e os altares, se contentar minndoos por
ucessaolea calumnias ; semear a divis entre
os goverooa e os goveroados, tornar odiosos
uos, lamentando uniros.
E' esta justamente a marcha que a revolugo
tem seguido nos tenebrosos antros de sua myste-
nusa exialeocw.
Cooheceu que s surdinas iris preparando o
--------- fww h^ (JUIWSUWi* IIIJ 1/ICUfliaUUU U J
terreno para a eonsecugo de seus inferoaes cal- .'nao se apre
culos, escolheu aeu. .ihi.. a- .. n. kun..,_ nacionaes de u
culos, escolheu seus meius de acgo na bypocri-
sia, na minga e na dissimulago ; e assesiuu aa
suas bateras logo contra o passado, estabetecen-
do em Roma uma agencia com posta de quarenla
conspiradores. O programma da Alta Venda
bem explcito:
o O papado tem exercido em todos os lempos
v KaKauu icuj eierciuo em toaos os lempos com a roniaoe aos povos que quer-se ho-
llina acgo decisiva sobre os negocios da llalla, i* derrubar o poder temporal dos papas.... Mas
I elo braco, pela vuz. uel. uenna. uelu i-firai-iin iia nos repellimas a iniuri* faita >n n>n ,m.n
dos sentidos, eosina o homicidio contra os que
revelarem seu segredo, e a revolta contra os prin-
cipes, aos quaes d o oome injurioso de tyran-
oos.
Uma revolugo baseada em principios to sub-
versivos necessariameote despida de toda a ra-
zo, de toda a justiga e dominada inteiramente
VII
io qae hoje se levanta contra a egre-
fado extraordinario, uma conse-
tarcha universal das cousas, a con-
luta perpetua entre o homem e U- us,
i e o cu ; lula que nunca deixou de
se personificou primeiro em dous
A revol
ja nao u
quencia da
liouago d
entre a ter
existir, qu
homeos ; L.
a familia pairiarchal e' a familia infiel ; depoia
em duua povos : n povo judeu e a gentilidade,
depois em daas humanidades: o calholicismo e
a revolugo ; [Maumigny] na revolugo que nao
oulra cousa mais que o socialismo posto em
pratic
um s momfento de descaogo ; representa o prin
ci^io dis8ojveole de toda a ordem e de toda ase-
gnranga sociaes :|nelle est incarnado o germen
da escravido da Italia, porque a egreja quem
por aua influencia mam-m a sua liberdade e sal-
vaguarda a sua independencia.
As objeeges que boje se propalara contra a
adminiatrago temporal da santa s. e que acham
iflll ftflflorArt annin t%t\ Diumnnin Att..'.l .-
Os astados pontificios eram invadido, pelos ber-
ssglieri piemootezeseumi parto da brigada Nav
que occoparam Sorte, Urbano e Castelfraneo !...
A insnrreigo da* Romanhas era apoiada e sus
o boas tentad, palo gabinete piemonlez, que mandar*
Pr Ua. Ciprai eo qaalidade de- governador
Nao foi em easa do eabaixador aardu
reunir a m os reToluciooario da Tosean
o resallado de combioaces de mmenlo, aio ti
Ihas de infernses clculos e nascidas do ceotro
revolucionario ; conserrsndn perpetuamente a
santa s em folego, diz Cretioeau Joiyera suas
obrasA egreja calholica em face da revolucao
a revolugo preparara as nages para a idea de
que o governo pontifical nao era lo paterno e lo
popular como a historia se compras em dizer ; e
cerca va-o de desconfianzas diplomticas e de dif-
icultades racinate
Era assim que o carbonarismo dispuoha tudo
para que quaodo rebeplasae a explosio revolu-
clooana se podesse sppareota-la com vesgiiios
de justiga eda necessidade real do povo italiano.
Unidade Italiana I nao passou ella perspica-
cia da revolugo; ella leve o cuidado de chamar
as stteBge para eale ponto.
O revolucionario Felice escrerendo de Ancooa
sua caris de 11 de junho de 1829 assim se ex-
presea va :
c A independencia e unidade da Italia sao ehl-
nezas.... mas lato produz am effeiio sebre ai
meras e sobre a mocidade efferveoento ; sabe
mos qae aos atter, ms am meio de sgitacio.
r quando
devem
do carbonarismo. aoofesaa isso mesmo
it aa Ideas republicanas na Italia
ir consideradas como um tracto do tetu-
da aniiguidade e das sociedadea secretas.
A coirupcao foi a arma de que langaram mo
sociedades secretas para sustentar aua lula
Agitsndo-se assim as massas grita-se hoje com
a vontade dos povos psra faier descer o pontfice
<*o seu ihrooo, para faz-lo despir o manto da
realeza temporal.
O testemuoho da historis unnime em am
ponto :.que, quando expellido de Roma por uma
Jorga superior, o pontfice, passados os deseo-
freados excessosda anarchfa, volta para a sua
"abitual residencia recebido com o maior en-
usissmo, faz uma entrada verdadeiramente
ou dos furores de uma democracia demaggica,
certamente nao pode ler j idea de*flpellir o go-
rerno deate soberano.
E' pelo enihusissmo espontaneo das maesas
que se revela o amor de um povo ; porque po-
vo como o individuo, tem um corago cujos
sentimenios aeve dar expanso ; e esta maoifes-
lago s pode ser bem reconheci la e apreciada
uandose aprsenla como os echos daspulaages
um povo livrede suggestes eslran-
geiras, em momento de geral ammago. E' por
este modo que o poder e a nago se ligara no
mais estreno amplexo da mais sagrada confiaoga:
e assim que os dous elementos sociaes se cooci-
liam para unidos cuidarem da sua cooservago e
real felicidade.
E' com a vootade dos povos que quer-se ho
reio brago, pela voz, pela penna, pelo corago de
seus lunumeraveis Pispos, padres, monges, rell'-
giusos e fiis de ludas aa latitudes, elle crOa por
radas as parles dedicages sempre promplas o
martyrio e ao enlhusiaamo...
Aluda bem que o mesmo elemento revolucio-
nario o primeiro a conessar a iulueucia do
papado sobre a Italia. E se assim, revoluci-
nanos inconscieuciusus, porque vus leudes turna-
do seus inimigo, porque o guerreiaes? E v-se
que papel representa u Piemunie na tarca da po-
ca, obedecendo aos ferozes iustlnctos do carbo-
narismo.
Contiua o programma:
Nao convm escutar estes gabolaa francezes,
estes Druacus allemes, esles fleugmalicos, que
imaginara matar o caiboticmo com uma cango
chula, um mu syllogismo.m grsseiro sarcas-
mo. O catboltcismu lem a vida mais lorie qae
isso...
<< O plsno que propomos nao o negocio de
um ou elle pode durar um aeculo ; mas, em
uossas filenas, o soldado morre e o combale con-
tina.
Agora asnstrueges:
Esruagae o ioimigo, mas esmagae-o sobre-
todo no ovo. E' mocidade q.ecouvm dirigir-
se ; ella que coovm seduzr, que devemos ar-
rastrar, sem que ella o presiata, sob bandeira
das sociedades secretas... Convm preparar para
u papa uma geracao aigna do reinado que aooba-
mos. Deixte de lado a velhice e a edade ma ju
ra : dirig-vus mocidade, e, se fr possivel al
infancia. au tende nunca para ella uma pa-
lavra ae impiedade ou de impureza. Para vos
dar accesso, ueveis leveslir-vos de todas as appa-
reucias de homem grave e moral... Ha sempre
oo fuodo du corago du llaluau um pezar para a
repblica rumana. Excitoe, eslimulae estas na-
turezas to chelas de mcandesceucia e oe patri-
tico orgulho. Ofierecei-lhe casias poesas, mas
resplaudeceotes de emphase nacioual... ftasstw-
citae as patxoes mal exlinctas dos Gibelinos.
Era assim que os humen* das trevas puuham
em campo todos os meios para a destruicao da
egreja ; aem aelembrarem de que lodo* elle* le-
ara baldados, em lace das promessas.do eu fuo-
oador.
i
O pontfice alga enUo sua potente voz para de-
nunciar ao muudo os tramas urui ios nos secretos
concilibulos da revolugo. Elles liveram a
audacia de formar novas sociedades secretas,
entre s quaes assignalamos as carbonari. espo-
liados ao longeda Italia e em oulras regies....
Elies aflectam um singular respeito para a reli-
giao.... maseases bellos discursos, mais brandos
que o azeite, occuliam os Uros accelerados de
que se servem estes homeos perdidos para ferir
mais seguramente suaa vktimas aem descontian-
Ca.... Seus juramentos, seus livros, seus cathe-
cismos, seus estatuios, oulros documentos au-
thenlicos e os teslemunhosde seus adeptos con-
tactos, ludo prova e demonstra que elles tem pnr
fim propagar a indiflerenca em materia de reli-
gio, o mais peiigoso de lodos os systemas, dis-
famaros sacramentos da egreja e mesmo seus
n.yslerios. afim de destruir esU s apostlica,
ff.. par,,Cul" d6 8eU 0d,t> e de 8eu9 ne8ros Basta um alaque repentino para chegarao des-
Sua moral nao menos criminosa, apezar da
hilantropia e das virtuosas recommeodagesqu
nos repellimos a injuria feita ao povo romano
nao cerlo que este povo esleja cangado do seu
governo; nao cerlo que elle queir sacudir o ju-
go da Ihiara, como irrisoriamente se diz.... Elle
bm sabe que o papado a fonte de sua vida, e
que Roma expoliadora da soberaoia temporal
nao poderia offerecer seus pootitlces seno uma
priso (Toougi) E elles nao scceitariam easa
priso, teiiam de exclamar como outi'or* excla-
mara Gelasio IIfajamos, (ajamos desta trra
do ligypto, desta nova Babytonia.
liorna perdera a aua bolleza perdeodo o seu
pae : a aureola religiosa desappareceria da ci-
dadedas sete collinss. e a cidade eterna toroar-
se-hia a cidade do momento, sujeita aos emba-
tes dos lufes do lempo... Non tenebant orna-
mentum sum, civitas, dira Cicero se presen-
ciasse tal desoligo...
Roma sem o papa seria uma ruina em um
deserto, j alguemfo disse.ea historia ge encarre-
ga de provar a comparaco... O povo romano
tudo isto conhece ; e impossivel que elle
queira arrojar para longe de si o luminoso
aiinel que fecha a cada de sua gloria....
oo; elle oooquer; nao o pJe qnerer...
amigo de seus pontfices, o povo romano nao
os despresar para se entregar nos bragos de
Gariosldi, de Mazzini e do usurpador de aples;
porque o da dessa repulsa seria o da sua
morte...
Tudo isto que hoje se aprsenla na Italia com
visos de popularidade, de maneira alguma se as-
senia na vontade dn povo : o elemento popular
inteiramente eslranho i estes estes manejos io-
fernaes da revolugo; sao os concilibulos se-
cretos do carb marismo que devem responder pnr
tudo islo fage do mundo : nao se eoganem...
deixem que os patriotas volantes blasonem de sua
nacionalidade...
Apreciemos ainda os testemunhos revolucio-
narios que em 1846 nos offerecem os chefes ca-
ornarte que o abbade Vervorst nos aprsenla
em sua brochura sobrea origem da questao ro-
mana :
t Pelo anno de 1816. diz.elle a crtera borbu-
Ihava e a lava comegava a agar-ae impacieote.
Bepoe.crevia Nublos marchamos com grao-
des directores, fervet opus... a revolugo a-
vanga galope, trazendo de garupa revoltas
sem fim.
Gaetapo exprima temores : a desorganisa-
gao social reina por toda parle. Aspiravamos
corromper para goveroar : temos corrompido
a bastaote. Ha paixes ioaaciaveia que eu nao a-
deviohava, apetites descoohecidos, odios selva-
geos que fermeoiem tudo: isto pode clarameole
dos perder... O tempo urge ; na Suissa como
oa Austria, oa Russia como na Italia, nossos
a centros s aguardam um tunal para quebrara
mola do velho mundo... E' mister que a Fran-
ca imprima o seu zelo esta universal orgia ;
a ficae convencido deque ParU nao faltar tua
misso. Dado o impulso, onde ir esla pobre
Europa ? Eu me inquieto porque eslou eove-
n Ihecendo... A escoria que bavemos revolvido
< sobe superficie e eu tenho receios de ser as-
phixiado por ella.
Piccolo-Tigre escrevia tambero Nubins
oflrrajda exterminio, e prapara-I.de
i derrota aoja uma destruigo
nos, pois, poros e soldados... i
que nao deixe nenhuma denos-
eos po em poder do vencedor; que
a passo a morte.....' Na
, destrn-se...
vida do poro ser
(batamos, pois, e>
contra o pepad^^BH
Roma, segundo
saborn qae o P^H
ll*% e, como.querem
Shilantropia e das rirluosas recomraeodages que ITs" n,.a T ,. oUVMM" goro
e\les aflectam. Favorece abert.mente os pr.zeres T'Z'XIZ^ "" ""',!" f""5'' n" Su""
dda sentidos, eosina o homicidio coutr. os aue ?' "? AIlem",ha. o irbalho de nossas socie-
fechoda comedia: todos coofessam que o velbo
< mundo crepita e qae os res se abalam. 4
queda dos thronos nao soffre duvidas para
a mim, que acabo de estudar em Franca, na Suis-
a dades. O assalto que, daqui ha alguna annos,
ou alguos raezes,ser dado,aos principes da ter-
ra, ns subroergir nos destrogos de seus exer-
< citos impotentes e de suas mnnarchiascadu-
ca Has esta fcil victoria oo a que de-
c mandamos: ha ama mais preciosa, mais defi-
ou, ue 100a a jusuca e aominaaa nieiramenie c nilira, vussas cartas e as de nossos amigos dos
pelo espirito de opposigo egreja e ao seu chele alados romanos no-la fazem esperar. Para
sobre a trra. matar o velho mundo, temos julgado que con-
a vinha abafar o germen catholico. Nossas im-
prensas da Suissa fazem maravilhaa : prodo-
< zm livros como nos convm, mas sao am pou-
co csros. Tenho consagrado para esta impo-
tente propaganda uma grande somata dos sub-
sidios recolhidos; vou utilisar o reslo as
legacots. a
Mazzini encontrou em Inglaterra pessoas,
. 4i V ---------- # ttiui euconirou em logiaierra pessoas,
Ur!h i i' aeP0,8e.in.a"a8 11'?: Que noestavam longe de adantar dinheiro para
riarchal A a lamilla infu rtunm. .. ..__-:.i____t. i-
uma expedigo na Italia.
c Por sua vez Mazzini escrevia de Londres :
Publlquei naRevista de Westminsterum
a loogo artigo sobre os estados do papa. Tenho
promessas formaes de cooperaco. >
"n."'____1. i A hibico uestes dados oio infructfera :
t.?uutnfrr^ a. m.ch.o.V5e que tem sido coro firmeza, for-'
UJuA1IB.^Pa.l5,!e ?o tem deixado ao mundo jadas pelo carbonarismo contra a egreja de.Roma,
eque tem tanto influenciado para a conducta do
Piemonte, deixam revelar-se claramente o curso
daa cousas, para que se nao possa desmentir-nos
quando dizemos que o governo sardo, veocido
pelo espirito do coode de Cavour, tem consentido
em ser arrastrado pelos manejos das sociedades
secretas.
Nao ser agora intil levar ao coohecimento
...-.' -r--------. <,o kikui mu aera igora inuui levar o conhecimento
n .ill?"!. aP0,KDO ^T*0^"1' ai0 sao d0 ,e,lor >?.e primordial ero que se .wenu o
O resaltado de COmblnaCOeS dn mi muir, .i H_ mm*lm~ h.l. ..i--.-,. ."" "
Agit.e s tardl
Cnm estas
raaos
_______J
as idea
< As
quietae a opioio...
sistoiie secreto pea
o pelos coli
iegios, dizis Gregorio
qual o flm principal
cooigo destaa sociedades;
que ellas lem em risla.
O art. Io do seu cdigo penal concebido oes-
tes termos :
Art. 1. A sociedade instituida para a des-
truico indispetuavel de todos os goreroos da
pennsula, opera formar am s eaiado de lo-
c daa Italia sobo forma repuoiicaoa. Entretan-
to a unidade da Italia tinha sido declarada uma
cbimera pelo meeaso coaspirador Felice.
E, com e/Jeito, levar o elemento da destruigo
social a suas ultimas extremidades ; Ues ho-
mnes sao tangadoa sobre a trra para castigo
da bumaoidade: Deus os escolho Bita sea
cooselhos para instrumentos e sol rmgaoca.
Nao se pode explicar de toutro modo a soa Be-
ln ca.
B nao can vero perder de vista as segoiotes ex-
horiacea escripias no jornal revolaeienario
Italia del populodo SS de malo de 1849 :
O cantono que aegae o mundo sempre
tragado oro ruin*.; quem tem tu ruino
mmmnlmtek vid
da aua dolorosa pr
natural qoe
)m dirigidos
gue reina es
Mld>- EHes
Brida da Ita-
"r1,0- sproQcua I...
contra o necesarlT oo ha combate possirel....
E oao se pense que f*zem isto am beneficio
dos povos ; tOn. Para eoodurir o poro, nao *
se trata de uma assembla popular, .fuctuante.
inserta em deliberar, dtz um dos libertadores
da Italia; preciso ma m9o de ferro, capaz de
rafreiar um poro at ento aflecto s divergencias
deopinies, discordis, e, o que mais aioda,
um poyo corrompido, enervado, aviltrado pela
escravido...... O qoe elle. pn>tendern, o que
tem ero mira.extirpar da Italia o cancro do
papado.- *?
Miserareis tribunos 1 exclama Aloya Perrault
Maynand dominado' pela forca de urea justa in-
digoago ero sua obraA Italia contempornea
no tribunal da historia edo direitomisera veis
tribunos I cae emllm vuesa n.ascara; vossos
ferozes nstioctos por tanto tempo concentrados
manifeslam-se e ests patarra o eho de vossa
alma I Vos vos tendea lomado lyronno, se-
gundo ossa propria confisso, e mdo de ferro, '
contendo um povo avil'lado pela escravido I E
o que cbamaes reformar o geoero humano 1 Eu
vo.comprehendo: queris urna reforma; masa
nica que teodes peilo destroir os res e vos
collocar em seu lugar, coro vosso egosmo, vosso
orgulho. vossa ambigo e vosso despotismo : sao
estas vossas viriudea reaea, que vosimpellem
enthronisar sobre os povos para Ihes dar a liber-
dade da miseria: e a egaaldade da escravido! Ah
que oo tenhaes nascido no tempo dos hroes
Tiberio, Ca lgula!...... Terieis sido seus dignos
pro-consules I
Apz ludu o qoe levamos dito al aqui,v-se o
ridiculo papel que est representando Vctor
Emmaouel oas sceoas da revolugo italiana;
se elle guiasse o movimeoto revolucionario, bom
seria; mas elle simplesmente um instrumento
ageitado aos calculas do carbonarismo; nada faz
por si, porque seas pastos ettao tragados. Maz-
zini dizia bem claro em 1847: um graode senhor
se denar omar pela vaidade: deixae-lhe o p,
primeiro papel em quanto elle guizer marchar
comoajjo........ o esseneial que o termo da
gran^^voluco Ihe seja desconhecido, *
E .assim que o rei do Piemonte se tem con-
venido em um instrumento dos caprichos e das
paixes das sociedades secretas; vaidoso pela
oforia da corda da Italia ; elle nao v que cava
um abysmo seus ps; elle nao v que se acha *
aob a mo de Maznoi, qae permitte-lbe repre-
sentar o primeiro papel em quanto quizer mar-
char com os revolucionarios ; mas que nao Ihe
descobre o termo final da rtvolu;o. porqae esse
deseolace a sua ruioa, a sua queda___
E' de lastimar que os destinos da Sardenha se
teoham de tal maoeira transformado pela ceguei-
ra de um rei ambicioso : nos sentimos a desgra-
ga da Sardenha ; censurando a conducta do re,
sabemos fazer justiga ao carcter e aos sen tmen-
los religiosos de povo sardo, porque oo des- .
coohecemos que nem sempre os goveroos repre-
sentara legtimamente os.interesses e os sen-
timentos dos goveroados:' muias vezes suas
inlences sao trahidas, e suas vistas sao alu-
didas.
Nenhuma culpa, portanto.'deixamos recahir
sobre o Piemmie rea, toda ella pesa sobre o
Piemonte official, sobre a potinca de Cavour,
seguida hoje o lo bem representada pelo baro
de Ricasnh.
Infelizmente para os poros sempre se apreseo-
lam frente de seus negocios homeos malvolos, *
disposio* a aerem seus carrascos em ez de seas
defensore8,e preparados para ca varam a sua ruioa:
esses taes neohom caso fazem da historis, que
lhes reserva bem negras paginss ; em nenhuma
cont teem o juiso da posteridade, qoe ha de
descarregar sobre sua memoria o estigma do
flesprezo e da mala sincera reprovago: sao os
flagellos da bamanidade.
O que se passa nos campos da Italia, Hazzioi
havia prevenido eml847,tanto verdade que toda -
a revolugo o resultado dos manejos secretos
do carbonarismo; porque elle dizia ooprem-
bulo do seu cdigo civil:anoa grandes paizes
pelo povo que se marcha regenerarlo ; no
no*30 e pelos priocipes, convm absolutamente
cnotar com elles; fcil. O papa marchar oas
, reformas por principio e por necessidade ; o rei
i do Piemonte pela idea da cora da Italia; o
grao-duque da Toscaoa por iodinago e imila-
?p; o rei de aples pela forca; e os pequeos
principes tero a peosar em oulras cousas que
oo em reformas......a
E' justamente o qoe boje se v.
As maquioages se achsm to bem patentes
que todos os esforgos de Mr. Graodguillot serio
mutea para defender a causa dn Pemoote e re-
tirar de sobre elle a responsabilidade, que n o
deixa esiapr vindicta da eatigmago ; e isto
tanto mais impossivel se se atender que, quan-
do Cavour deseorolava a polii.ca da revolugo,
era em Turin o gro-mestre agrande Orien-
teAe framagonerta italiana ; e que hoje o pre-
tendido reino da Italia e representado em Pars
por Coostaniino igra, gro-mestre actual da
magooeria italiana. Com estes elementos
a poltica do Piemoote nio pode ser desculpada, '
nem mesmo alienuada.
Depois de apreciados todos esses manejos do
carbonarismo bello ouvlr o re do Piemonte
dizer a cmaras qae nio pode ser iosensivel aos
gritos de dor que de todas as partes se tltvam
para elle /....
Sufragio ds naci !........mas qoe vale elle,
expoliado em face das bayonetas piemontezas o
dos tramas das sociedades secretas? Alero de
que, muito fcil forjar ama lista ficticia o
depois apresnta-la como verdadeira expressio '
da nago..... Formam seus tramas, suppnmem
os joroaes e depois gritamo oninso publica
est comnosco I..........
A lctica bem manejada.
Porm nada tememos pelo pontifico.... temos
f e confiaos! as promessas.... Se a Frsoca foi
a repblica julgando ir reforma ; se depois
foi dictadura julgando ir ao phalansterio ; se
Crios Alberto foi 4 Turin julgando ir Milo ;
Radetzkt foi i Milo julgando ir aos Alpes, ser
admiravel que a democracia romana, julgando ir
ao Capitolio, vi i Rocha Tarpea ? (Mr. de
Valdegamaz.) Ser o desfecho do drama. O
futuro oo-lo mostrar.
Continu Ricaso a obra eocetadi por Cavour,
e espere pelos leuros da victoria.....ana espe-
ranca ser rae,... GariDal.i nao ver fluctuar
oo Guirioal a easangaeulada basvieira da revolo-
;.......desengae*-*, porque o papado nio
aer vencido.......aua independencia oo ser
quebrada.
Querem fortiori sustentar presentemente a
independencia pontifical, sem a sua realeza tem-
poral, e aislo que se basca o Piemooto-ay**''.
para continuar na marcha desregrada, que lem
seguido. Mas alero de qoe lado se revolU con-
tra este principio inteiramente opbbtiro, accres-
ca que o testemunbo da historia al o secuto
oilavo se aprsenla tambam contra elle: desde
as catacumbas at o lempo de Pepino, os papas,
considerados subditos, porque soberanos nao
eran, gemeram sub a presao doa imperadores;
Constancio, The Amalasaoiho regente
de Alhalanc peratrUTibflodoria,
Behsar e o imperador
Constante, c der aerrir-ae
delles para instrumentos de seus clculos e obri- '
3
i
i
i
1M
V

V
'<
------------------------ g
dos papas e dea imperadores; o que corram
tu
------------------------------------- a,
cidade diese oswcendio s*atalhas, pouco importa


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