Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09899


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Full Text
4
)'*

Y


P\'CARRRGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Sr. Antonio Alexaodrloo de Li-
Sr. Antonio Marques da Silva
f. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
de Oliveira; Msraoho, o Sr. Joaquim
irqae Rodrigue; Psr, Justino 1. Ramo9;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PAKTIDAS DOS CUKKKlUS.
Olioda todos os das as 9 4 horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba naa segundas
e sextas-feira*.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caraira, Altinho
e Garantios na* tercas-feira.
Po d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex oas quatas-feiras.
Cabo, Sennhem, Rio Formoso, Uoa.Barreiros
Agua Preta, Plmeotetras e Natal quintas feiras.
(Todos os crrelos partera as 10 horas da manha)
rEIfllAIflB
i
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
1 Laa nova ss 11 horas 57 rain atoa da tarde.
9 Quarto cr aseen ta aos 60 minutos da manhsa.
17 La eheta aa 5 horas e 8* niatos na tarde,
85 Quarto minguants) as 7 horas e 38 minutos
da tarde.
31 La ora as 11 horas e 35 minutos da man:
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da manha.
Segando as 11 horas e 18 minutos da Urde.
DAS DA SEMANA.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
23 Segunda. S. Serrlo adv. contra a paralysia.
24 Terca, s. Gregorio m.; S. Hermina m.
25 Quarta. %, NMcimeoto N. Sr. Jasas Coristo.
26 Quinta. S. Estevo proto-martyr.
27 Sexta. S. Joo apostlo e evangelista.
28 Sabbado. Os Santos Innocentes mm.
29 Domingo. S. Tbom.z are. de cantara m. I r. da "rde! '' q",lM wV*"M '
Tribunal do commercio : segundas e quintas
Relaco: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Fatenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas'
reo do commercio : quartas ao meio dia
Dito de orphlos : tercas e sextas aa 10 horas.
Pnmeira tara do civil: tercas sextas ao meto
AVISO
As pessoas desta cidade que
tem tomado assigoaluras^a-
ra o interior desta e para ou-
tras provincias,queiram man-
dar renova-las at o fina do
corrate mez, para evitarem
suspenso da remessa do
Diario do primeiro do vindou-
ro em diente.
PINTE UFiCIAL.
60VBKN0 DA PROVINCIA.
Expediente do governo do dia SOde
dezembro de lt.
Officio ao Exm. Sr. preaidende das Alsgoas.
Accusando o recebimeoto do officio quo V. Exc.
dirigi-me em data de 11 deste mes, enriando
copia do aviso do ministerio da fazeoda de S8 de
novembro flodo do qual consta que fora revoga-
da a ordem do thesouro de 10 de juobo de 1858'
que dealgoou o trapiche compaohianeata cida-
de, para recebiraento e deposito de todos os as-
fcares exportados dessa proviocia cabe dizer
V. Exc. que, aguardo ioforroages da thesoura-
ria de fazeoda, que agora mesmo tenho exigido,
para poder adoptar medidas que garaotam de um
modo proficuo os direitos que deve perceberessa
provincia pela predila exporlago como me taz
recommendado por oulro aviso da mesma data,
de que don coohecimento V. Exc. com a copia
inclusa. r
Dito ao chefe de polica.Consindo que o com-
mando das armas teoha conhecimenlo dos luga-
res em que se acha dessemioada a torga dos cor-
pos em guarofgo nesta provincia sirva-se V. S.
de expedir suas ordeos as autoridades policises
am de que teoha immediato coohecimento aquel-
lo commando do movimemo que tirerem os des-
tacamentos dos diversos pontos da proviucia.
Coromuoicou-se ao commandante das armas.
Dito a thesouraria de fazenda.Communico
V. s. para seu coohecimento e direcgo que o
brigadeirocommaodame das armas panicipou-me
em officio de honiem, sob n. 2096. harer no-
meado no dia 12 do correute o tenante do 10 ba-
talhao de ioranUria Joaquim Jos Pereira Vianna
para seu ajudaole de ordena de pessoa, e bera
assim o capiiao do mesmo balalho Candido Leal
rerreira para sjudanle eocarregado do detalhe
fleaodo exooerado doate sarvico o major do cor-
po de estado maior de 2* classe Sebastian Anto-
nio do Reg B ir ros.
Dito ao mesmo.O brigadeiro commandante,
das armaa acaba de commuoicar-me por officiio
de hontem aob n. 2097, que u^-ia 17 \do cor-
rete fez sua apresentacao no quartel geWral a
2o tenente do corpo de eogeoheiros Jos T\Durcio
Pereira de Hagalhes, qae reio para esta\ pro-
vincia a disposigo desta presidencia. O \goe
commuoico V. S. para sea conhecimento^*>
direcgo.
Dito ao mesmo.Estando nos^armos legaes os
inclusos documentos que me foram remettidos
pelo gerente da Compaohia Pernambucaoa de
navegsgo costeira com officio de 18 do correte,
mande V. S. pagar a quamia de 2o3000 ris em
que importsm o frete de ctixes e vanas pessa-
gens dadas por conta do ministerio da guerra nos
vapores da mesma compaohia como se v dos
preditos documentos.Communicou-se ao ge-
rente,
Dito ao mesmo.Sirvs-se V. S. e em vista do
que determina o Exm. Sr. mioistro da fazeoda,
no aviso incluso por copia datado de 21 de no-
vembro flodo indicar aa meditas, quejulgar pro-
ficuas para garantir os direitos que percebe a
provincia das Alagoas do essocar que manda
para o mercado desta.
Dito a thesouraria provincial.Autoriso V. S.
am vista de sua informago de hontem sob n.
641, a mandar pagar a quantia de 1099540 ris
despendida com o expediente da bibliutheca pro-
vincial nos raezes de abril a selembro Oeste auno,
e encadernaco de livros pertenceutes a mesma
bibliotbeca como se i da cunta e documentos
que devolvo e que vieram annexos ao officio do
director geral da instruccao publica em 29 de
novembro ultimo sob o. 358.Communicou-se
ao direetor geral oa oslrucgo publica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar a Fran-
cisco Xavier Cavalcante de Almeida conforme re-
quesitou o chefe de polica em nfTicio de hontem
sob n. $96, s qusotia de 56^000 ris em que
segucsl r conta junta, importsm as despezss
feitts com o sustento dos presos pobres da esdeia
de Santo Anio no mezde outubro ultimo.Com-
muoicou se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo llanda V. S. entregar a su-
periora do cotlegio das orphaas a quantia de
800000 ris por conta do pedido feito para as
deapezas miu las do mesmo cotlegio no crreme
mez at que se resolva acerca de aeorjelhaoRr-pe-
dldo que fot a Informar a easa repattigo por des-
pacho de 6 d*ste mez
Dito ao mesmo.Cerlo do contedo de sua
informaco de hontem, aob n. 645, dada acerca
do requerimento de Domingas Mara da Concei-
cio, tenho a* dizer que mande V. s. por nova-
mente em hasta puolica a renda da casa n. 18
da rus da Cacimba, pertencente ao patrimonio
dos orphaos, admiitindo a aupplicante a laoear
sobre flanea do Dr. Jos Raymundo da Costa
aatiderar para isio habilitado
las para afflangar a arremata-
gao dos pedagios da estrada do Mmguioho e Qa-
pBBgS.
mnncipal do Ex.Em resoos-
ta ao officio ho a cmara municipal
Dito a Felisbino de Mendonca Vasconcellos
juiz municipal de Barreiros.S. Exc. o Sr. pre-
sioente da provincia manda aecusar recebido o
officio de 10 do correte, em que V. S. participou
ter assumido o exercicio da vara de direito da
comarca, por ter entrado no goao de urna liceoca
o seu primeiro substituto o juiz municipsl do
Rio-Formoso.Communicou-se thesouraria de
fazenda.
Despachos do dia SO de dezembro
de 1861.
Requerimtntos.
Antonio Augusto Novaes.D-se-lhe passagem
de prda.
Antonio Ludgero da Silva Costs.Requera a
assembla provincial.
Domingas Marta da Concego.Fcam expedi-
das as convenientes ordens thesouraria provin-
cial, oo sentido que requer a suplicante.
Feliciano Marques Vianna.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Irmandade do Santissimo Sacramento da ma-
triz da Boa-Vista.Sellado, volte.
Manoel Augusto Balbino Ramos.Informe o
Sr. iospector da thesouraria de fazenda.
Bacharel Padre Pedro Jos Nuoes.Passe por-
tara concedendo a licenca pedida.
Frei Pedro da Puriflca?o Paz e Paiva.Passe
poilaria concedendo 2 mezes de licenca com or-
denado, aendo o supplicante obrigado a mandar
celebrar a missa de que trata o art. 79 do regula-
mento de 28 de Janeiro ultimo.
con-elhos ou manifestando-me desejos, e todos
podem cootar com seguraoca que serio receidos
de boa vonlade, e que qualquer conselho justo
sera apreciado.
< Sabereisflue em mim nao encontrareis s
um chefe justo, mas um amigo sincero e ben-
volo. Por urna vontade firme, inleocoea sinceras
e esforcos communs, conseguiremos com o apoto
da maioria razoavel dos nossos compatriotas, as-
segursr de novo a confiaoga de S. M. oeste psiz
assim como consolidar a ordem publica abalada
de urna maneira deploravel no decurso de um an
no, coa prejuizo de numerosos interesses parti-1
culnres.
Espero que, sob a inspirado das ideas de
razao, poderemos preparar o terreno em que os
inteiessesde nosso patz ho de poder ser regu-
ladosdeuma maneira duradoura, com a coo-
perario da dieta, e que eu terei tambera a occa-
so de entrar na mioha carretra militar queamo,
e de qae fui obrigado a aiTaslar-me em conse-
quencia do meu respeito pelo meu amo, e do meu
ENCARREGADOS DA SBSC1UPCA0 DO SOL
Alagoas, o Sr. audino Fattio Diaa Bak!
EM PERNAMBDCO.
P.S'.PIfifUri0i tf0 PU11 Um, 'fi^* 4
I__gfjproJectM nao meoostoteressantes serio
yossa d.liberago.
dr?Ml*f.r?'?0 0fliial p,,recei1? "u0 attenua- submettidoa a
os. di acrinin irniii in[lumAu -__t* As nossaa 1 -
ctos, descriptos pelas informacoea queja
temos publicado.
_A autoridade procura sempre destruir o mo
efieito "
" Se x0..qdULTd.Uie,D M- n,e,di" ""'.A mioiMra'tiVo: os S, o sy7ema
C0.HMAXD0 DAS ARMAS.
Qwartel-jpeneral do commando das
'arma* de Pernainbuco na cidade
Mm Beeiie em S.t le dezembro de
liei.
V ORDEM DO DIA N 7.
O brigadeiro cummaodante das armas, declara
pafa sciencia da guarnigo.e devido effeito, que
em data ao 20 do corren^^Sr. coronel gradua-
do commandante do 4e 1 pho de artilharia a
p, ,de conformidade com^^egulamento aonexo
ao (decreto n.2171 do Io de mato de 1858. enga-
jou para servirem por mais 6 annos no mesmo
bat|lho, o cabo de esquadrada primeira compa-
nhia|Joio Francisco, soldados da segunda Adria-
no Francisco da Silva, e da quinta Constantino
Jos Fernandes, os quses perceberio, alm dos
veocameotos que por lei Ihes competirem, o pre-
mio /estipulado no citado regolamento.
Asignado. Solidonio Joti Antonio Pereira
do l,ago.
Couforme. Candido leal Ferreira, capitao
ajumante do ordens encarregado do detalhe.
T-
TE
pouca importancia.
Esta narrago offleial, s serve para se ver a
maoeira porque as autoridades dizem os factos
porque notoria a existencia dos disturbios,
nao menos notoria a sc;o repressiva do poder.
PBUSSIA.
O ifomteur Prutsiano publica o seguinte do-
cumento :
" O acto solemne, que eu consume! no dia 18
amor pelanatna. O bem da patria foi e ser sem- I deste mez, deu minha misso terrestre a consa-
pre em proporgao da fidelidede e da conQanca dos grago divioa. Este acto foi um acto verdadeira-
povos para com o rei. mente patritico, mas deu ao velho e iodissolu-
Liguemos, pois, os nossos esforcos para al- vel lago que uoe a familia real e a naci urna
cancar o um que acabo de indicar, e procuremos nova garanlia de forga.
iazer reviver em todas as classes da n.ga o anti- Os senlimentos cavalheirosos e dedicados que
que, com ra-! 8e tem mostrado de urna maoeira to evidente
da parte de todo o paiz e em todas as classes de
povo, tem-oos profundamente commovido, tanto
a mira como raioha, eochendo-nos ao mesmo
tempo de reconhecimento. Semelnantes provas
eograndecem o coragao I Mas mais do que todo,
s maneira explendida porque esses seotimeoios
se manifesUram por occauao do acto da coroa-
?ao. assim como na nossa estrada em Kcenigsberg
e em Berln, sero para nos e para toos os que
Turara testemuohas, de viva recordagio.
a A confianza do meu povo quaoto aos seoti-
mentos o dedicacao com que eu sempre conlei,
inspiram-me o mais profundo amor pela patria
cuja prosperidade e forja sao oobjecto dos meus
esforcos. Fiel mioha misso, trabalbarel sem
cessar pelo deseovolvimento legal das iostituicoes
favoraveis ao meu povo, com o apoio da Provi-
dencia.
No momento em que termnam as festss da
coroaco, eacarrego pala presente carta, o meu
ministro de estado de fazer coobecer a todos a
expressao do meu reconhecimento e o da raioha,
minha esposa.
a Berln, 31 da outubro de 1861.
Guilherme.
sobre a milicia exiiem de h
}? '"".. Um Projecto vo.er .!
do. que corrigiodo, no ponto de vista ad-
actoal, lenha
compenssgo
sua moeldade
servido do es-
das armss em
o duvido, as mais feu-
do
gp espirito, e o carcter reflectido H
zao, lisoogeava os nossos aotepassados, porque
so com estas condicoes que se podem realisar as
otengoes pateroaes de S. M. relativamente ao
rgimen constitucional.
da vlltaj
oho a'
nbo d^
27 de oo*embro ultimo, te-
vista da genrica dispo-
i lei o. 516 de 18 de ju-
lo do pigamsoto do
uno dos parti-
. ovinca alteo-
actor do collo-
ro da
^^minuti-a-
i'CPCC.l
' ;sia.
Reatado actual da Russia chama toda a at-
jencao. Quaodo se puz em pratica o ukase re-
lativo emancipacao dos servos, comecou a de-
senvolver-se um movimento liberal que tem in-
fluido no progresso do imperio. Ao paaso que
teera occorrido manifestares democrticas as
umversioades de differentes pontos, a nobreza da
capital moscovita dingiu ao imperador a seguin-
te peligo :
^)utubro de 1861.
Svenhor.Tendo a nobreza russa acceitado
com pr^nfuoda gratidao os benvolos senlimentos
qu^ : A ,e dl8nou dirigir-lhe no seu manifes-
t de 19 de fevereiro d 1861, julga do seu de-
ver sseguraif que est sempre disposta a fazer
sacrificios quie juigue uteis patria.
o Ni medida da emaocipaco des servos sabia
a nobreza ruslsa que o golpe dado nos direitos de
propnedade vdespojam em proveilo do povo de
urna grande darte da aua fortuna, e que o acto
quecooslituia'os servos em propnetarios de urna
porcio do seuf territorio abolira as suss altribui-
goes seculares de alta justiga e de poder absoluto
sobre as classe rurarea do imperio. Mas a nobre-
za cumprio o seu dever com a idea consoladora
de que essses sacrificios maleriaes e polticos po-
diam facilitarla V. M. obra to gloriosa de asse-
gurar os direuosa o bem estar desses irmos se-
gundos de nossa familia.
a A nobreza nao pe em duvida que a prospe-
ridade e a civiiago sejsm os prximos resulta-
dosflosnovos ireilos adquiridos pelos seus an-
Uros vassallos. e espera que Vossa Magestade
gosando dos fructos dessa grande obra achara jus-
to conceder ao mesmo lempo nobreza que o
poz na disposigao de alcangar esse glorioso Om,
direiios positivos que devem oo futuro assegurar
a ntegridade da propriedade, e po-la a salvo con-
tra as arbitraneda tes dos poderes que nos separa
do throno, nica fd?nte o'onde dimana a lenali-
dade. \
Na phse actual do desenvolvimeoto poltico
da sociedade, nao privilegios qae pede a no-
breza russa, mas espera que o imperador, rece-
bendo urna sabedoria suprema da fonle divina do
seu poder, ou iospirando-se na Ineffavel bondade
da sua alma, considerar opportuoo outorgar urna
justigaiudependente das autoridades goveroameo.
taes, e em troca da adheso provada oa nsgo
russa ao throno e patria, se dignar confiar aos
municipios e s corporaces urbsnas urna parte
livre us negocios da adraioislrago local com o
direito de levar directamente ao conhecimeoto
do imperador as necessidades e os interesses de
cada provincia.
A nobreza russa deposita as suas esperances
aos pea do throno, com a conviego de que o mo-
narcha que conceden liberdadea polticas aos seus
subditos iosubordioadoa da Pulonia e do gra-du-
cado da Finlandia, que lhe nao perteoce to de
peno como a Russia, se dignar receber com be-
nevolencia a humilde mensagem dos seus tieis
subditos russos.
HUXGBLV.
0 lugar-tenente da Hungra, o general Parffy,
proferto o seguinte discurso, qusndo tomou A di*
recejo do cooselho da lugar-tenencia :
a Senhoresmembros do cooselho da lugar-te-
nencia.Temo-roe S. M. o imperador nomeado
lugar-tenente da Hungra, tomo por consequen-
cia a ditergao deste dicasterio, e considero-me
feliz de me encontrar entre homens cuja fidelida-
depelo imperador, e boas ioleogoes aomenle di-
rigidas para o verdadeiro bem do nosso paiz nao
me inspirara a menor duvida.
Tem-se abusado muitoda palavra uestes ul-
timas lempos. A candanga de S. M. c o inters-
pau, obrigam-me _a obrar. Digo-o, pois,
iQumi palavra : Conheceis pelos meus se-
no eu vos julgarei petos vossos.
Jdsa qua at agora toen>
a& yero que ma-
lote, aa al-
3f M
POLONIA.
ola era que o administrador das dioceses de
Varsovia ioformou o lugar-tenente general Lam-
ben, goveroador da Polonia, da resolugo em
que estava de fechar tudas as egreias da sua iu-
nsdiegio :
o Os actos de profanagio commetldos no dia
de hnntem na nossa calhedral, na egreja dos pa-
dres Bernar-iinos, e na dos missionarios, por par-
te dos soldado moscovitas, eneberam de indigna-
cao e de horror o habitantea desta cidade e de
todo o paiz, sem dislincgo de religio.
Era presenga de semelnantes factos, nao po-
derei eu maoler o silencio. Collocado frente
do clero desta diocese, do meu dever indicar a
V. Exc. toda a gravidade do allantado commetti-
do naa igrejas, emquaoto, veriUcaodo-se o santo
sacrificio, ali se enloavam cnticos religiosos ap-
provados pela igrejs
A casa do Seobor, cercada pelas tropas, amas
duas mil prssoas presas no interior durante um
da inteiroe urna noite, sem alimento e sem at-
teogao mesmo pelas necessidades que poderiam
ter, a porta do templo arrombada, a casa de Deus
invadida duranie a noite por soldados srmados e
de birretinas na cabega, que accommetliam com
as coronhas aquetles que se recusavam a sahir
com receto de seren fra preaos, sao ludo factoa
inqualificavtis ; sao urna vergonha para os sol-
dados de um governo catholico, que faria acredi-
tar oo regresso dos lempos de Aills.
Em presenga de factos semethantes, e quao-
do os soldadoa ameagam com as baionelas um
povo desarmado, devo, conformando-me com as
iotenges da igreja, tomar medidas que, abastan-
do da terrvel tentago do desespero este povo in-
dignado e tao jnstameoie exasperado, lhe fagam
com ludo profundamente sentir a barbaridade
dos actos commeilidos. Julguei, pois, dever or-
execugo das
para as revi-
denaroencerramento de todas ss egrejasde Var- de ne'nhu
L-ge na Gazila de Vienna a seguinte decla-
rago :
Os nossos jornaes reproduziram extrahido de
urna fulba da Silecia, boalos de conselhos dados
pelos governos esirangeiros ao nosso gabinete so-
bre os negocios da Hungra. Sabe-se geralmen-
le, e sobre ludo sabera as poteoctas amigas da
/-' "siria, que ella ae determina sempre por si mes-
m* noj seus negocios talemos, que o governo
mpecul, depois de um exame tranquillo e pro-
fuodo de todas as circumstancias, de todos os di-
reitoa a de lodos os interesses, loma segundo s
a sua coovgao, as suas resoluges nos negocios
do paiz.
A Austria, respeitaodo o direito que teem as
outras poteocias de decidir livremente as suas
queatoes internas, e abstendo-se de qualquer opi-
niao a este respeilo, quaodo nao convidada a
da-la, esi convencida de que nao oc.orre a idea
sovta, e prohibir que em qualquer deltas se cele-
brem officios.
Quaes sao as consequencias que podem pro-
duzr-se nos espiritos.j to prolundameote ir-
ritados, de serem assim privados de toda a con-
solaco e de todos os soccorros religiosos? Nao
posso prevS-lo, maso que sei que nada ha j
que possa renovar os lagos de condaoga entre os
governaotes e os goveroados, legos lanas vezes
e to cruelmente quebrados.
Espero do governo garantas reaes e serias,
que, segundo pens, nao de dar garantas aos
fiis as oossaa igrejas contra os atteolados da
torga militar.
Assigoado, o administrador da diocese de
Varsovia,
aBialobrzeski
Narrago officialdosaconlecimentos de 15 e 16
de outubro, communicado a todos os ordae de
Varsovia :
Pelas dez horas e meia, reeebeu-se aviso na
Polonia de que as difieren es igrejas se comeca-
va a emboar cnticos provocadores.
c Fez-se immedialamente marchar dous desta-
camentos de tropa que nao poderam cercar effl-
cazmenle seno duas igrejas, a dos Bernardinos
e a de S. Joo, attendendo a que naa ojlras o
povo, v*ndo chegar as tropas deixou de cantar e
tratou de fugir.
Na igreja de Santa Cruz quasi todos os sssis-
tentes, logo que acabaram os cnticos, sahiram
por urna parte ignorada da tropa...
c Terminados os esolicos, os que se achavam
as duas igrejas, tendo coonecido que estavim
cercados, resolveram nao sabir: as proprias mu-
lheres e crcaagas recusaran) fazer uso da licenga
que se lhes deu para sahirein livremente, e ape-
zar de lodas as exhortarles, as igrejas foram fe-
chadas por dentro. Ao mesmo tempo, foram re-
forgadas aspatrulhas deiufanlaria e cavallaria, e
os ajuntamenlos que se formaram em volta das
igrejas cercadas foram dispersos. Desta maneira
poderam evitar-se desgrgs que necessariamen-
te tenam acontecido se mais tarde fosse aecessa-
rio dispersar as masas por meio da forg.
Subreveio a noite e o estado das cousas naa
igrejas nao se mudou. Os soldados que se acha-
vam em frente das igrejas foram rendidos por
o otros. -
_ Em presenga da resistencia opposla at entSo,
oao se poda esperar a sahida voluntaria dos que
se achavam as igrejas.
Por oulro lado, a prolongago de urna seme-
ntante aituago at pela manha era muito peri-
gosa... porque tioha-ae sabido quo urna grande
demooalraco devia ler lugar de manha, e que
urna proctsso com o clero frente, devia dirigir-
se s ig-ejas cercadas.
Nao Jia duvida da qua d'squi se produziria a
efluao de aangue, e dando pretexto a novas quei-
xaa contra a autoridade. Depois de se haverem
esgolado todos os meios de persuasao, s restava
fazer sahir das igrejas os recalcitrantes por meio
da torga. A* meia noite. comegou-se pela igreja
dos Barbadiuhos. Um official teniou anda, mas
em vio, fazer sahir lodos da igreja, com a amea-
ga de mandar entrar all soldados para procede-
rem pristo dos recalcitrantes ; nos recusaram
pelo recele, oulros por custumaira.
m governo estrangeiro fazer propostas
ou dar conseihus nos negocios internos do impe-
rio. Finalmente, eatamos convencidos de que
todas as potencias alliadas ou amigas recoohecem
o apreciara convenientemente aintengio, franca-
mente manif-stada peto governo austraco, depflr
em harmooia os direitoa reconhecidos e as institu-
coas ds Hungra com a
peno, oo interesse do paiz hngaro, a
do paiz nao huogaro.
Quanlo s negociarles pretendidamente en-
taboladas, segundo urna folha belga, a respeito
das provincias italianas do imperio, as declara-
goes concordes da Patrie e do Pays, langam esses
boalos para oode deve ser impellido, isio para
o dominio daa fbulas imaginadas pelos jor-
naes.
ao oobre mister
lado.
Esta reforma ter, nao
zes consequencias para a boa orga
exercito. tao digno da nossa solliiitude.
A gairda national rivalisa com elle em zeloe
patriotismo, e o grande xito que tem obtido as
suas fluirs a iostituigao da escola de Uro na-
cional, atiesta o seu ardeote desejo de se aper-
felgor cada vez mais na aua instruego.
O enstno publico de lodos os grus, as ledras
as sciencias e as bellas artes, concorrem para o
progresso geral do paiz, e encontrara, lano no
meu goveroo como as cmaras, o msis sympa-
thico e perseverante apoto.
-Au,ilLi,naex,,osi5o JeAotuerpia dauum no-
vo brilho a escolha belga, e os artistas de todos
os paizes, reunidos no seto do emporio do nosso
corumercio, all receberam o hospitaleiro acco-
Inimento que lhe devia a patria de Rabeos e de
van-tiych.
Apezardas crises de diversa nalurezs ou* es-
tamos atravessando. a sito.ac.ao financeira sa-
tistactoria.
Prossegua-ae com aclividade na
providencias prescrlplas pela lei,
oes das operagoes cadastraes.
A coniribuigo pessoai tem dado csusa a fun-
dadas reclamagoes : ser revista a lei que a es-
tabeleceu. *
Os acusos que se tem revelado no exercicio
dos direitos elettoraes, e que nao podem gene-
.!."".? '-m Pfeul><:arem a honra das nos-
sas tostituigoes representativas, exigem provi-
rQnCi.*.VepreS9.iV4 quo io'P0'hn igualmente
respeito ao interesse e dignidade de todas as
opinioes.
Cooheceu-se igualmente a necessidade de
preencher as lacunas que aprsenla a tegislago
existeote, tanto pira as insutuigdes escolares e
aomioistraco dos bens destinados a maoler os
esiudos, como para a flscalisago dos que sao
consagrados ao eolio.
Finalmenle, senhores tendo chegado aoseu
lrmo o exame das questoes relativas a organi-
sjgao judicial, ser-vos-ha apresenUda urna lei
para regulir este importante odjecto.
Os numerosos Irabalhos que se offerecem acli-
vidade da* cmaras permutem esperar fecundos
resultados da prseme sessao.
Represenlanles da nacao, continu o espirito
de moderacao e prudeocia, que distingue esca-
maras belgas, presidir as vossas delioeracoes ;
nspire-vos o mesmo patriotismo: e ragas ao
activo e benvolo coocurso que eu reclsmo da
vossa cooflaoja, ser dado ao meu governo cen-
so idar eaperfelgoar cada vez mais a obra nscio
nal empreheodida em commum, e em commum
confiada rossa guarda.
O Echo o Parlamento, jojnal de Broxellas.
n ura arugo intitulado c reconhecimento do reio
de Italia, a di aa seguintes explicagoes sobre o
S! B..i!!Ue n0TW-a Mr' SalTy" "presentante
da Blgica em Turim:
if-S!c,irt0 TV1' que "P^feeeu hontem no
JHontfeur, um dos actos mais
poltica belga,
Sh k hi Ir1in,i8-S" M- a r,,oh de
..^Jf- Vnp^a?or <,sf',cez9s,obrigam-
' *1fur niedntameote depois da assigoa-
,.r. 1 prfMDl "eogo os ajustes necessarios
se
t
irrr.,Hn.- PaM C0St" d0'<' iwi"
iwmi. combinadas, cuja forg teri de-
lerminada por urna troca ulterior de communic.
goes entre os seus governos, mas cuja Hr
sufficiente para tomarem e
mportaotes da
porque acreditando um ministro
reconhecidos e as institu. Plenipotenciario junto a S. M. Vctor Em mano el
conslituigu geral do im- rei da Halla, o guveroo belga eograode" peran -
le a Europa o principio de suas instituigoes li-
beraea, e faz cahir os falsos boatos, que o aecu-
savam de nutrir sympalhias pela reaego.
Aosolhos da Blgica a constituigo do reino
da Halla exprime duas grandes ioas ou du.s
grandes conquistas: e independencia nacional
e a lioerdade poltica.
A Blgica lembra-se que n'uma poca em
que as doulnnas hberaes nao estavam em voga.
quaodo urna especie de noalisao do absolutis-
mo pareca ter-se formado contra os goveroos
constiiucionaes, levantava-se no Piemoote. glo-
O^COmm.2dPOV07 BrnHire" e0iU e-M-
?ud? Z"?** d'.forc" HIadaa-ert.ri. com
,L. onnot a "" Mec"?8oas outras m.
racoe, que possam parecer ali mlhor apropriadaa
par. a re.l.sago dos flos especifiesdos\c. JS
ambulo na presente coovengo, e especialmente
geiros. rodas as medidas a que se refera o ore-
a n..lMPVle C0.n,?ln,. em te atlender
n.n,r excdugd9oP"l,CU,flr d" fa^ -"^-"
,pA.r';2 A* a"*' p,VlM wntralanlea obrlgam-
se a nao procurar para si no emprego das me-
S h d'-qB? ,ra,s a pre!M?D,e con'e-
ur.ima ac1u,s,.c d terrilorio. nem van-
tagera alguma especial, e a nlo exercer nos ne-
gocios interno, do Mxico neohuma influencie
ncan?,teamPrtreJUdCfKr aUel *"> 5o""
xicana tem de esrolher e de constituir livremen-
te a forma do aeu governo.
nnAir.,'rta.Es,sbelece.r"8e".ha om8 commisso com-
Pirtfj J'e' commlss,'rlo, con" Pen nteira
autorisagao para resolver todas as qaest5-s que
possam surgir relativamente a applicaco e des-
tnbuigap das sommas qne possam ser cobradas
oo Mxico, em relago ao* direitos respectivos
das parles contratantes.
n.,r.l;m^f,,,i9nd0 alt" Ptos contratsotea
que as medidas qud entender dever adoptar na
touham ora carcter exclusivo, e estando certa
de que o governo dos Rstados-fJnidos, pala ana
en'b,1L7aC0M P"aS I0e["*W* aprealii.r a
repblica do Mxico, consentem de commum ac-
5-2uev??a-cfl,.,,a spJa communiesda ao o-
veroodos Estados-Unidos, immediameutedepoi
a assigoatura da presente conveugo. Ettofeo.
verno ser convidado para acceder a ella, pre-
bendo esta accesso. sero os seus respee&os
ministros em Washington Investidos de plenos po-
deres para concluir e assigoar separadamente ou
col ectivamente, com os plenipotenciarios desig-
nados peto presidente dos Estados- oldoa, ama
convengao idntica a que boje fot aniada, tu-
primlndo o presente artigo. Mas como demor.a-
sem a erecug5o dos arta. 1" e da presente
conveDgao ss atlas partes contratantes correrism
risco de alcangar o Um que desejam ler, concor-
rara em nao diferir, com o fim de alcangar a
accesiao do governo dos Estados-Unidos, o co-
mego das operagoes cima mencionsdss, alm do
lempo em que as torgas combinadas podero es-
lar reunidas oas immediagea de Vera-Cruz.
Art. 5o A presente conveogio deveri ser ra-
tiitcada, e as ralifleaedes sero trocadas em Lon-
dres oo praso de qoioze diaa.
Em f do qoe os pieolpoteociarios respectivo
oas parles contratantes sssigaaram a presente
convengao, pondo-lhe os seus sellos esa ana
armas.
Feito em Londres, em triplicado, sos Irkita a
1861 m" B ou,nbro d0 anno de N tf
( Assignados ) flue/Z, Xavier de htntt
Habaut ,
sea armas, com a cabega descoberta, e (izendo o
Signa) da cruz, eolraram na igreja. EUcoatraram
iei
di parle do offi-
exercide da ptimaBl
L-ae na Gazetade Cologne, a proposito da po-
ltica interna do governo austraco :
Estamos bem longo de imputar um crime ao
governo austraco por querer fundar um estado
unitario ; o meio de assegurar a sua propria
existencia. Juigamos soraeote que confundir
as ideas, fallar de constituigo oode nao est des-
envulndo o seoiimeoto ds uoidade do estado. E'
necessario que o estado exista para que se pense
em distribuir os poderes. O ministerio pensa
como ni; procurar garantir a unidade do im-
perio seiia necessario sacrificar o simulacro da
constituigo de fevereiro e restabelecer o absolu-
tismo apoiando-se oo exercito, geralmeote Bel.
Se se nao pode encontrar forma
que satisfaga a maioria, o ministerio
far o que existe no poder da Austria
decisivo est dado, e o absolutismo restabelecido
oa msior parte das provincias. A spparencia de
instituigoes constituciones subsistir sinda por
alguro tempo as outras partes do imperto. Mas
o maia do que urna appareocia, e sempre,
rioso bergo da oacionalidade italiana regeene-
rada, urna tribuna parlamentar, do alto da qual
os libanes de alem dos Alpes correspondiera as
aspiracoes e as esperaogas dos liberaos belgas as-
sociavara-se aos seus esforgos, partilhavam suas
luas pelo priocipto da liberdade. Huie que so-
bre as ruinas do despotismo e da theocracia se
estabeleceu um reino da Italia constituciooal e
liberal, a Blgica constitucional e liberal sauda
com sslisfarao o recem-chegado na gloriosa fa-
milia dos povos emancipados.
de constiiuico Os jornaes de New-Yo.k publicara os seguintes
jo nao hesitar; det.lhes acercada expedigio naval qoe o gover-
trla. Has o pago no da oiao Americaoa organisou contra os es-
orgamsou contra os es
lados doaul :
Esta expedigo verdaderamente respeilavel.
le Annapolis na segunda-felra nllima, pas-
o da era Harapton Roads, detida em
sou tolo
:5.'&u7K^
rem da sorte da Austria.

Magestade e rei
ateerlara da ses-
Discurso de sua
da Blgica, na
sao legislativa.
c Senhores.E'cora a maior satisfagio que me
encontr no meio dos represenisutes desta ns-
gao fiel, a quo me uoem ha irinia annoa os la-
gos de sflfigao e de conaoca que o tempo tem
estrellado cada vez mais.
As relagoes da Blgica com as nages estran-
geiras manie-m-se era coodigdes favoravea aos
seus ioteresses, e conforme com os seus deveres
de neutralidade.
Coocluio-se dursnte o correte anno, enlre a
Blgica eaFranga, um tratado de commercio
da maisa lis imporancia.
O seu reamado dave estreitar esda vez mais
os lagos de amisade entre as duas nages. Os
mesmos principios sero applicados s nossas re-
lagoes com a Grao-Breiauba, e serviro de base
s negociarles qoe lirermos de eucetar anida
com outros estados.
Continuaremos alem disto a favorecer o nosso
commercio, assim como a nossa produego agr-
cola e industrial, augmentando as viasdecom-
municgo s j lio numerosas e variadas de
que esii corlado o nosso territorio.
Om eoovengao
ltimamente concluida com a
Hollanda poz fim Ss diffieoldades que tinrmm so-
fcyfJ["aIf .fc?f.*iT trt?U ,old*dos ars a maqutencio

Etta eombinago contribuir
OM relagoes de boa vistor
amlaa.eujo chefe eu Uve
gumas tropa, antes de eraprehender a viagera
para o ponto ainda desconhecido, e a que estava
destinada.
A expedigo consta de uns oitenta navios, a
saber : tres fragatas a vapor, seis navios de guer-
ra de vells, 26 canhoneirs, 30transportes de va-
por, seis de vella e 12 botes para desembarcar
tropas.
* Os ferry boat$, ou escsleres para desembarcar
tropas, podem eonter 500 600 homens cada um,
e em geral moma seis pegas de artilheria.
Sobre aa forga* de deaembarque nada da po-
sitivo podamos dizer, por isso que ainda gerl-
STJL aw leBha "B0?a(, I constam de 16 a
4I.UUU homens, asseguram signos jornaes que
excedem a 30,000 chegaodo a spootr-se o nu-
mero de40,0. Proia vel mente os primeiroa cl-
culos sao us mais aproximados. O chefe dsti
torgas e o general Thomaz W. Shermao, de Rho-
de Island, official que goaa de boa reputagao, e
ae dislinguiu bstame na inqualificavel guerra do
Mxico, onde fcilmente adquinram repalaco
tamos americanos.
As foress vio dividida em tres brigadas, as
ordens respectivas dos brigadelros geoeraea E.
L. Viele, Isaac I. Stevens e H. C. Wrighi.officisea
scienficos, e quajajulgar pelo que dalles se disse
iaepiram grandeWhliaoga.
O chea das torgas navaes e o commodoro J
F. Dapoot, natural de Nova Jersey, e qae ha 46
aooos perteoce a marioha federal. Parece que lo-
Hespanha.
O tratado celebrado ultuqamonte com o Impe-
rio de Marrocos, e de que o governo hespanhoi
deu j conta s cmaras, cmpoe-.ie dos olio ar-
tigos seguintes :
Art. 1. as tropas hespanholas evacuaro Te-
tuao, apenas o governo msrroquino entregar tres
mu duros.
Art. 2. Os dez mil duros resuntas para se coa-
pielir a indemnisago estipulada no tratado de
paz serao pagos com melada nos productos daa
airandegas de lodos os porlos {do imperio, que o
sultao pe disposiglo da raioha de Hespanha
para que os faga receber por meio de empreados
hespanhea.
Art. 3. Os commissarios hespanhea entrarlo
no exercicio daa suas fuocges ora mez antes que
as tropas hespaoholaa evacuem Trtuo.
u .u" *; A dearca5ao de limites da prsca de
Melilto far-s-hs conforme o tratado de 1859, e
a entrega dos mesmos limite ar-se-ho por
Marrocos, antes de ser evacuada a praca de Ta-
tuao. ^
Art. 5. O tratado de commercio de que falla o
tratado de paz ser egualmeote feito antea da
evacuco de Tetuio.
Art. 6. Sua Magestade a raioha de Hespanba
poier mandar estabelecer em Tetuio am
de misiooarios como a que existe em Tnger :
os missiooarios podero dedicar-se ao aeu sagra-
do mister em qualquer ponto do imperio marro-
quioo, e suas pessoas, casas e hospicios ficam e-
baixo da proteegio espectal do sultSo.
Art. 7. As coodigei estipuladas aos artigo an-
teriores aerio curapndaa oo praso de cinco me-
zes, a contar do dia em que o califa Muley-el-
Abbas parla para Tnger; porm, se aeeumpr-
rem antes, realisar-se hi desde logo a evacuacio
das tropas hespanholas.
Ait. 8 Ficam am aua torga e ,
do Ufltiiio de paz de M deakril P
do quaoto nao se oppoohem aaproaeau
que ser ratificado com a maior prendada poi
si vel.
ITALIA.
Escrevem de Florenga ao Ternpi:
t Juigo de ulilidade raenctooar-vo
de madama Foljambe, sentiora inglesa
cstholica, e em cuja casa habitava o a
saglia no palacioSpada. Estasenhora,
fuga do seu commensal, escrevau
urna pessoa da sua amizade e i
eata carta, "datada de >9 de outubro,
tiene de Floreoga publico, e que v
pressa. Observareis que madama
d'um cardeal que lhe fez uro:
tsr-se.
e Roma, palacio d Spada, 29 d
c Muito estimado Sr. lerrami!
Receo vossa estimada carta na
e o professor (isto o padre Pa
encarregado de vas responder ri
nessa manha mesmo
improviso olio gendarrr
com a duplicada ioteng j
de condoztr preao o|B|
kM 1
a r\/^ I


**
ceros agrsde rimen-
r-------------npaihia que rae ha-
! do meu cata melo, e
sr desta sudans na
leixaret da euDtinuar
lio, os deverea da mi-
nando da raesma manei-
i o soldado do pe*o e da li-
i por ella ludo quaoio as dr-
a erBiitiirem.
laque nio devemos, nem po-
Beir; velo cootrario agora o
ir todos os dossos esforqos e
BB prumptameme para a lula, de
ivolvtmento dependa a aorta de tantos
poca dessa lata parece prxima ; todava
laajeaTa que apenase algum lempo.
pois, a cada instante estar promptos
a armas ; mas per outro laoo deve-
ocurar tirar o matar partido do lempo que
aoa rete. i
luaco alguna a que nao eslejam
Ifgados deere. O dojsos, meua irraaos, sao da
mportancia. E' a ds que compele de-
positar bseos concordia fraternal as raaos ro-
tees esfumando-tos para esclarecer
idi-tos, para reotiQoar aa ideas erro-
5 para tflastar assim os manejos austriseos
Ddentes a semear a discordia entre vos.
lico no* principados danubianos
uito til patria e liberna le
i taso, bem entendido, de quererdes
para vossa vocablo especial a propagaco
lmenlos de (rataroidade entre aa diversas
Jre-
a homens
a idea
-a-Bn o i
o ge* ese. os nosioa duas po-
vos, appoiados peiaa ryoipathias das Oalras a-
teas libera es, nada leem a recelar dt reate do
asando.
Que toa a hora, e a Franea ver come a Ita-
lia cumpreheode a aua divida e recooheeimenta,
ot teus deveres da solidariedade. >
Ti.
ii lojuietar-vos, ou exceder-vos se os
torcos forera de alnuma roaoeira eale-
ntiiuenio das nacionalidades nalural-
i rolo 10, mas nio menos justo nem menos
obra entre todos os povos. Devemoa por con-
a moatrar-ooa indulgentes se porveotura
a semt ment der lugar a prejuizos e a suspei-
tss mal fuodooat.
Dizei aos nossos irmios das Roumanias que
todoa oa homens que podem ser chamados a ejer-
cer una influencia qualquer aobre a naco e so-
bre o rgimen hngaro, quando o jugo sustriaco
for saeu Jido, estao profundamente compenetra-
dos da conviocao de que a questo das nacionali-
dades devem ser resolvidas na mais ampia base
da gualdate.
Dizei-Ihe qua em quanlo exislir a monarchia
austraca, seria inulil esperar urna solucao da
questo das nacionalidades. Acontecer ao con-
trario que urna se levantar boje, e que amanhaa
utrs se embregar no ioleresse. oa tyrannia vien-
; tornar ae-hs quanto possivel mais bri-
sa cadeias dos mais crdulos, para me-
Ider opprimir depnts os mais sensatos ;
final todos sern escravos, e como taes se
> nns aos outros ; e de queni aer eoto
* inda do nosso commum inimigo, a
Austria.
jdamos, pola, prlmeiro que tudo o jugo
unta, e depon reuoamo-nus todoa em con-
otra homens livres, a concordia nio aer
dimcii.
Empregai se roesmo lempo todos os vossos
idadoa para fazer compreheoder oa nossos ir-
de Roumanias, que ee a ultima dieta (tun-
ara nso resolveu a queatio das oacionalida-ies.
li por falta de boa vontade, mas porque oas
u mala netas em que se achava, nao poda affas-
r-se da aua misaao especial sera enfrsquecera
sua proi-ria posicS ; e ests missao era lutar no
campo da legalizada contra a violencia, e defen-
der o direito contra a usurpaban. Para isto se
conseguir era oecessano estar ligado a (odas as
'"m vigor; a maia favoravel excepto leria
abalado a solida base em que sabiamente se acha-
va assenie.
as no dis da victoria, esas base tornar-se-
ia ampia, e os povos libertados deporao as
sua* armas iriumphanifs, e reu'-indo-se fraler-
aalmenta em conselho, reuaraiio oa males do
passado, e lanosrao es fundamentos dos estados
confederados de Dnubio, oo le aa sapirsces de
todas as nacionalidades sarao igualmente satis-
feitaa.
Sea com sincera dedicarlo.
V>" irmio.
< Estcelo Tour.
Urna correspondencia de aples, publicada
pelo Tuntas, comm a aeguinte declaracao do
il DourBoiiico Achtlle Caracciolo, a teapeito
pedidlo de Borges. E' datada de 15 de ou-
tnbro :.
lando-me, ha.cous de no mez, em Ro-
cebt do general Ctary, orJem pamente para Malta, e de me por nispo-
0 general heapanho! Borges. Chegado a
ilta, encontrei o geoeral a queni era dirigido,
rx uuiros offi-iaea esirangeiros. Poucoj uias
is fomos para bordo de um oavio erranjado
>s cuidados do chaoceller do consolado de Na-
es, e partimos em numero de vinte. Desea)-
camos na Ciiabria, e quando chegamos a Pre-
iione, reuniram-se a nos alguna al leaos ; mas
a'ido nos iiroximamos da ctdade vizinha de
ant'Anna, fomos recebidos com urna descarga de
mosquetera.
Como o coitio Merenda, ajudante de campo
o general Clary, nos tinha asegurado em Roma
general Burgas tinha orna expedico recu-
lar a eommandar, logo que coohect a u>ysliflca-
Qio, e que, Unge de fazer parte de um corpo do
ejercito, ttnhamos multa diffculdade de resistir
aos povos calabrezes, emqiianto que outros mer-
los cemm-tttam actos de pilhagero, piioci-
ante am S*le, resolv aban lunar Borges sem
arruljo, consid-rando com-i indigno do meu pos-
ar-me salteador. Apezar da opposicao de
, Sep.rei-me delle, e jantei-me um cha-
ado los Corbea.
essei os montes e cheguei a Catunzaro,
aguin-io a estrada real, e marchando
sempra, procurei gaohar aples.
Jite dorn-ia oo campo, longe dasbabits-
coes, aflm de affastar toda a auspeita, por is.o
que nao imita papis oem certificados. Quando
fui apprehendido tinha passado Rogliaoo e Co-
sta, onde Comprei prnvisdes. Mis a urna mi-
rfm oVxw9nta fui preso pela guarda nacio-
e, como nao tinha os papis que elles me
pediram, conduziram-me prtsao
a narrxc&o fiel da mysliflcajSo em
da qsial fui condiizioo as Calabrias,
Squprovfiu a minha prtao. Nada maiate-
nho a accrescentar.
iteniers Caracciolo.
Ir. Batazzi profenu o seguiote discurso em
taM*e ,he fdi oflereci-io em Paria pelos
le alguns jomars liberaos :
|radeco-vos do fundo do ocra-
iceras e amigavis palavras, as
1 que acaDses de fazer pela
agradeceodo-vos, o meu pri-
melo eleva-se ao impajraoor dos
i ch-fe da vossa generosa nagao.
a agora que vos diga a que potito
me reputo felw pelo acnlhi-
qun "recebi de todoa o'este
puio-me feliz sbrelo-
, este afn se dirigem
ar em um dos aeus
oerecimeuio lo-
sles a franca
es que
i e aue eu traus-
_
Proclamagao do general La Marmora, dirigida
aos napolitinos :
* Ctiia ilos di provincia de aples".
( S. M., confiando-me o commando #0 6* de-
parlamento militar, qulz que eu assumtsse ao
mesmo lempo, como perfeito, o goveruo civil da
proviocta de aples. Anda que estas novas al-
tnbui(6es aejam iempor culdaae, msior talvet para mim, que nio teojei
parte Slguma directa uos maraf Hhusos aconteci-
meolos que se vertficsram n'eita provincia ha
pouco mais de um aono, e que succede av{Ilus-
tre general Cialuini, que to bem soube merecer
as voasas synipatbiss. Mas como aiolo nio me-
nos vivamente o dever de obedecer, cont muito
mais era a cooperacao d'uutrem do que cora a
mitiha aptidio.
< Dirijo-me pois s autoridades, e rogo-lhes
que me preslem, como preitaram aos meus an-
tecessores, o seu leal e leloso concurso.
Diriju-me guarda nacional, cuja generosa
conducta em lodaa aa occasies, fui, com justa ra-
zio, applaudida de peno e admirada de longe.
Finalmente, appelto para todos aquellea que
aentam o amur da patria curoo o prlmeiro de tu-
dos us devarea, e com o auxilio de tudua, uulro a
cuollanca de que pudeiei responder is nleuces
do soberano, e as rdeos do sea goveroo.
Cidadaos da provincia de Napolea :
c O pieduso e solidario deseju de todos os
graodes italianos, deseju cuja reaiiaacio patecia
um sontiu ha puucos aunos, a muila Kente, eali
em grande parte satiafeito. O s-u cumprimenio
cunite nos asentimos que aioda deveremos fa-
zer, principalmente na nuasa le e aa nossa con-
cordia.
Apresenlo-me perante vos, com poneos ttu-
los i vossa benevolencia, maa decidido a fazer
tudo quanto sei, e ludo que possa, afirn de con-
correr para a grande obra da Italia, independen-
te, Itvre e proapera.
aples, 1 de novembro de 1861.
O perfetto da provincia de Nauules, general
do exercito.
Alphonso La Marmora. >
A Monarchia Nazionale, publica a seguiote
carta que lite fui omitida pelo general Tour:
Torio, 7 de uuvembro.
Senhor director.Vejo no vosso joroal de
boje, 3 de novembro, urna noticia que me diz
respeilo. Para evitarqual-juermierpretacio equi-
voca, julgu nec-ssariu proferir as palavras prufo-
rnas pelu general Garibatdi, e que eu repet aos
meas collegss e aoa meus amigos.
Nao toiendo que se deva levar, nem a Vene-
za nem a Roma a iosurreicu armada, masjul-
c go neceasario que em lugar d'isto se armera
por todos os nietos, e que se prepsrem para
obrar, em occaaio oppunuoa, com firmeza e
unlio, aflm de conquistar todo o direito da na-
cu ; a minha ditisa e aempre a Italia com Vic
lor Emmanuel; quera peusar de ouira manei-
ra relire-se da commisso de preveocio,e obre
como entender, mas nio se prevsleca. do meu
nome.
< Son etc.
tr S. Tour.
[/orna! do Commercio de Lisboa.}
PERN1MBUC0.
REVISTA DIARIA.
Amanhaa celebra a nossa igreja o anniversario
I?V*c,meo10 de No60 Sen,,ur 8u Chrislo.
E a testa por excedencia, para o povo chrlsto;
e uio ha rico nem pubrfvque neste di a nio tenba
urna alegra a desenvolv-, um prazer a sentir
por urna irapalso portentosa.
Sm o jubilo eirebenta de tudo, e a tudo se
communica neste da de redempcio.
Deseei, edros anglicos,
Vinde, supremo Adonai ;
Alegiai-vus, 6 prophetas,
Pairtarchas, exullai l
SSo completas as semanas
Predilas por Daniel,
NaSldu fO> O MesiHS,
O grande Deus de Israel 1
E dos anjos rompe s turba,
Hyn-nos mil os ares feodem ;
Mil aromas preiiosus
J se queimam, j rescendem.
Gloria Deus, l as alluras,
Decautam os Seraphms,
Dominacoes e potestdes,
Archaojo* e cherubins.
Celebrara teu nascimento,
Oj coras ceips-iae-i ;
Santificara-le na Ierra
Os misrrimos mortaes.
Narram tua excelsa gloria
Os seres da nature/a ;
Os asiros, a ierra, o mar
Prrgoam tua grandeza.
E vos, Maria dito*a,
Quem vos pode discrever?
Vossas grabas sobre-humanas,
Quem pode compreheuder?
L ri-se a flor, ri-se a foote ;
L salta e*bnnca o cordoiro ;
J se apiessam os pastures :
Tudo paz no mundo inleiro,
Paz que em do eterno assento.
Surue o novo testaniHoto ;
A promesas d'um Deus justo
Marca o aeculo de Augusto.
Ji entre os homens e Deus,
Nio seda inimizade;
Que o lbo de Deus hotnom,
Sera perder a divmaade.
Segundo a lei de Hoyss,
Em sua rircumciso ;
Aiinunctou o mariyiio
Pan nossa redempjio.
E da estrella a luz fulgura,
Vera os Mases do Oriente!
Adorar ao Re doa res,
Senhor Deus, Omnipotente:
As grasas do'Espirito Santo
Cho'erara aem mais reserva
Sobre Maria e seu fructo ;
Tirgem e Mi, as conserva.
Antes do parto e do parto,
Sem oenhum mal de pureza,
Ftcou seropre intacta epura
Com divina natureza.
O sagrado evangelista
O myateno rescrevea ;
Exullai, nlhos de Ado, *
De Maria Jesas oaseeu I
Hoja reonem-se aa differeotsi cassarsa
municipaes, a quera eometteA lei a apmraco
geral doa cutlegius eleitureea M cinco dialnctea,
em que ae acha dividida esta provincia, para a
ooservancia desU oispuilo com rla(io sos Mm-
lia provincial.
sado oes* assinleateia 4os elei-
>rs>.
appB* afll* r aja *a*a viogem uropa,
Mo ha muito. Ahi, em Paria, sendo examisada
pelo celebre clrurgiio da caridad-
Velpesu reconhecidu que proiioh.m o* seua
malee de nm calculo vesical, acooselhaodo-s
que ae sdgeltaase a operacio, alo da talos, mas
a do asm.gimento.
Por oto estar presente seu marido, deixoa a
senhora de submelier-se a ella.e regressou a esta
eidasi aa inleocio de voltar a Pars em princi-
pios ale futuro aono para eaae Ara. Todava,
Crescendo os aeus aoffnraentos deoois de sos
chegada aqu, recorreu so referido Dr., que em
qualro eisses eonseguie o compieiu eamaga-
meoi do clculo, aua extraccio, e a cura
radical
O calculo tinha o tamanho de urna pitomba, e
era composto de phosptsto de cal.
A operada suppportoo com toda a animaclo o
trabalho da operario, e deste nio proveio rflae-
eo febril, nem a besiga fot compromettida por
ella.
Remeltem o seguiote :
Sr. redactor da fevisia Diaria.--Mora nos
Remedios, urna familia eumposla de marido,
mulher, qualro filhos menores, e urna escrafa,
nica forluna que t-m.
. A' ,U,D d" providencias da polica, deve esta
mfeiiz familia a miaeria que est aoffreodo. Pre-
sa a prea, e recolhida a casa de detencio por
ter atdo encontrada na ra depois da nove horas
da noite; quando voltou pata casa.depois dedous
dias, levou comaigo a peate daa baxigas, que alt
assula.
* Fol ella a primeira victima, e logo deoois a
aeonura, que eniaudo no nono mez de grvida,
psrira com tanta infelicidade, que fdra mister a
presenga do Sr. Dr. Pereira do Cirmo para tirar
as aecundtnas. Seguio-se o marido e apz elle
os quatro lhinhoa I
A preta, quando ji melhor das bextgss e em
estado de prestar atgum servico aoa doeoles,
abortou.
Se nio fossem os cuidados, zelo iocoosidera-
ve| do nossu presiimoso amigo o Sr.Jos Bernar-
dno Pereira de Brtto, que. devoto da homeopa-
thia nio ae lera pouyadO tem apreaeotado
verdadeira caridade; e oa servicos de duas fa-
milias, talvezesla infeliz familia, houveaae pere-
cido na maior miaeria porque todos fogosa de l
ir al os proprios parenlea. I
Recejando porm o nosso amigo pela vida da
mulher e marido, ienoo apparecido hjotem um
irmo deate, que nos dizera ser empregado no
arseoal de guerra, pedto-se-lhe que fuase ver
um medico, e alguem se lembrou de um, que
mora a pouca distancia.
; Com eiTilo fui chamado por muitas vezes, e
sempre prometiendo, faliuu ; e a tarde ae eapa-
ihara a n .ticia de que elle j tem declarado nao
curar a gente dos Remedios,
Duvidamos desse boato, pois somos apre-
ciadores da aboegagio e caridade desse medico :
mas triste que nao se prestasse a tal cha-
mado
No estado pois de miseria em que est esta
infeliz familia, nao ha outro recurso seoao
appellar para o governo.
Em 23 de dezembro de 1861.
* v *
Hontem foi sepultida no cemilerio publico
a Eima. Sra. D. Carolina Ferreira Borges, irmaa
e.lia dus nossos amigos os Srs. Francisco Ferrei-
ra Borges e Martmhj de Oliveira Borges, victima
de urna apoplexia fluminaote. Da-nos s verdi-
detros sentimentos i esses nossos amigos, pelo
golpe que acabam desuffrer.
Passageiros do bngue porluguez S. Ma-
noel I, viudo do Porto :
Jos Joaquim Ramos e Silva e sua senhora e
um Albo menor, D. Luzia Valeton, Jos Coelho
Estima, padre Thoraaz Coelho Eitiroa. A'varo
Juaqmm Pereira de Mello, Augusto de Souza Ft-
gueiredo. Joo de Souza Leal, Joaquim Uuarte
Coelho, Joo Antonio de Oliveira. Ju Joaquim,
AUOinu Joaquim Rodrigues, Antonio Marques,
Domingos Amonio da Silva, Manoel Lupes Fer-
reirs, Justino de Suuza Campos, Eduardo Jos
Gongalves. Antonio Martins, Domingos Pereira da
Cruz. Joaquim Domtogos Nees. Autom da Su-
va Santos, Manoel oa Costa, Jas Antonio dos
Santos Lupe, Jos Joaquim Ales, Manol Go-
mes dos Sanios, Jos Guinea B-rbosa. A
Passageiros do bngue escuna brasilero Jo-
ven Arihur, tbido para o Rio de Janeiro :
Manoel di Souza Pereira, Venceslao Lourenco
da Silva e 13 escravos a entregar.
MORTiXIDAOE DO DA 23 DO CORREltTK :
Manoel da 0i Carunuhu, Pernambucu, 52 annos
casaio, Afogado, phiyslco.
Carolina Fereir Borges, Cear, 16 annos, sol-
leira, Sanio, Antonio, apopiexia fulminante.
Banco do Brasil
A directora da cai'xa filial, taca so-
bre o Banco do Brasil qualquer quantia ,J'0"r, 'SJfEl "ri',l.ia e*!l coo *it0 '" ^ < Oiieira*.
a villa, e ao nar. R2fe 17 de dezem- ^^^STL:ST^V\IV^':: ^-Luz Cario, d.M.g.lUaaB
a vitta, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
Joao de Barros.
AI tandeara
tendlmentododial a 21. .
dem do dia 13.....
. 525 951*806
. 25.87#l0
55"3976
113
Movlmento da alfandeaxa.
volamei entrados com fazendas..
* com gneros..
Volsmss libidos rom fazendas..
* cosa gneros..
------363
pesearragam hoje 14 de dezembro.
Patacho IngleiZerosal.
Barca inglezaSarahferro e carvao.
Barca ioglezaPrescilaferragem.
Barca dtoamarqueza Oliotaboado.
Galera ioglezaRosamuoataboado.
Patacho americanoAobi Thaniertaboado.
Barca inglezaTravellerfazendas, velas, bsoba
rHarca InglezaEltia Handsdem.
Barca inglezaHarrietbacalbo.
Patacho porluguezClio sal.
Brigue brasileroBebenbecharque.
Bngue inglezKate M. Leabacalho.
Hecebedorla de rendas internas
feraes de Pernamboeo
Rendimento do dia 1 a 21. 29 735*157
dem do da S3......2:460s412
321958569
Consolado provincial.
Rendimento do dial a SI. 68:4618578
dem do dia 23......: 6.48j577
74!945>155
Correspondencias.
Sr. redactoret. do Diario.Quando pensava
que a Proid-ncia Divina, me havfa para grande
mer- livrado das garras desse que se intitula
Cabrion dos cmicosei-lo que revestido do mata
miseravel furor hydrophobico. pretende ainda per-
seguir e caluratiiar o detgracado bichinho, que
mansa e pactUcamente, q.ial rio de Uo-proleilo,
dorn e o aomoo dos innoceiitiuhos I
Mal pensare, {pobre louco) que olvidado pelo
pxgneu que ji urna vez me hncou ao detprezo,
livesse huje de figurar oa arena Jornalistiea, como'
piptlet do mais encaruigado cabrion. Despiodo
os atavos oo vulgixo que Ihe marca a esphera
asiume a importancia de autoridaje, para con-
demrrar, e ameacar os que ihe negara a preferen-
cia imposta pelo seu dermarcado amor proprio.
Pobre miniatura 11
Senio fosse, seohores redactores, o V. que me
arsoisse, com quanto nunca tivesse pretencoes'a
escnplor publico, dsna urna juatiHca^ao piausl-
vel, epro*aria que sou o menos habilitado a es-
crever em beneOcio doSr Germano, porisso que
aqu mesmo tem elle muito quem satiifaca essa
obngacio ;_ porm em cumpnmento do que me
dita a ra-ao, evito qualquer palestra com esse
rico bicho sen cauda, que se orgulha em ser
alropet-idor, at que chegue a apoca em que por
sua vez tambera aeja atropelado.
Son etc. .
Vicente Ponte* de Oliveira.
14 de dezembro de 1861.
Publicares a pedido.
Os abaixo assignados, contraladores da eotiduc
gaopor agua dos gneros viudos pela via frrea, da
estacao das Cinco Puntas para o araazem do cae
do Apollo, teem a honra de commooicar ao res-
peitavel publico, e raui parlicularmeote ao hlps
trifimos sennores recebedores dos mesmos g-
neros neetai pra?a, e agricultores,que tem mar-
cado o da Io de Janeiro de 1862 para darem prio-
apio esse transporte, de conformidade Com o
respectivo contrato celebrado com a compaohia
da estrada de ferro.
O arraazem situado no centro do mesmo caes
com bistante agua era lodas aa marea, com 80
palmos de largo e 130 de fundo, com proporces
ecapacidedepara receber 16.000 sjccos.
c Em virtude daquelle contrato tem o trans-
pnrte e condoeQaude ser feitoi em alvarengas.
ou candas (conforme a maior ou menor quan-
tidade oo genero, ou mercadona transportar)
c de madeira bem cobertsa e salivadas com toda
a Itmpeza.e bnm acondiooameolo.
Responsabil-sam-se por todo o damno e per-
rt, que poasa ha ver do momento em que rece-
t nerem os gneros as alvarengas, ou candas oa
c aus empregados dacompanhia o o arraazem io-
c dicadodo momento em quereceberem no io-
c dicado armaxera os geoeros at qua delles fa-
e cem a devida entrega sos empregadosda oom-
peohia na estacio das Cinco Ponas.
t Pela coodticcse dos generes e mercad
< que da estacio das Cinco ~
be
Ho^Piftnto 4o vo 'Hi.
Navio entrado no dia 22.
Porto27 dias, brigue porluguez S. Manoel I,
de 122 toneladas, capito Carlos Perretra Sos-
res, equipagem 18, carga mobidas, sal e outros
gneros ; a Manuel Joaquim Ramos e Silva.
Navio taluda no mesmo dia.
Rio de Janeiro Bngue-esem-a nacional Joven
Arihur. ctpito Joaquim Antonio Gon^alves
Sanio*, carga assurar e outros gneros.
Rio Grande do Sul Brigue brasilero Firma,
csplo Joflo Augusto Pinto Victoria, carga as-
sucar.
Navios entrados no dia 23.
Aracaj8 oias, hiate brasilero Garibaldi, de
108 tooeladas, capito Custodio Jos Viaona,
equipagem 8, carga assucar ; a Tasso & Ir-
mo.
Nao houveram sahidas.
es
o.
j m
a.
Horas.

n
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Athmosphera
Direce&o.
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| Intensidad*.
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S 2 2 y | Parhsnht.
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" I Cintijraafo.
_S__S^ | fygromstro.
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| Cutama hydre
| mtrica.
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Francex.
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2 *S 'S 2 2 I
A noiie-clara com alguns nevoeiros,
Inglez.
c
m

-i
E
.- imMMin. wiu -i^uns iicvueirus. Vento "*
regular que fol sbonancar e ron-lou para o tetra1,
. OSCILADO DA BAR.
Preamar as 9 h. 32' da manha, altura 5. p.
Baixs-mar as 3 b. 44' da tarda, altura 2. p.
Observatorio do arsenal de marinha, 23 de de-
zembro de 1861.
0AH0 STKPPtB,
_^__________1* tenentp.
fac
^aasaal
maciodo
da lei. E
ila-Cim
prtueslo por via de ed'itos na!
pague o protestante as astas.
cite qu*tored*dez*mftro de aail oilo teatif
sessenla o um Triso de 4lascar Araripe.
mus se nao coa li oh i m dtts senten^s, era
vtrtale da qual o aacrivau qua esta subsereveu
faz pasear a presante carta de edites com o *lto
i----- ~ uiu v a-va *> iiinuia*
doao ditosnpplleado sesete cima declarado de
lodo conteudo na petico e terma de protesto
cima transcripto. Por tanto qualquer pesso o
poder scientiQcar do expedido.
O presente ser afflxado nos lugares do eottd-
S'&zszig&. rcw^r.-.^
iaaiiacs.
O Illm. Sr. inspector da ihesoursria provincial,
em virtude da resolucao da junta da fazenda'
manda fazer publico, que a arrematado da obra
do calamento da ra do Imperador e Campo das
Prioc-zas. flcou transferida para 9 de Janeiro pr-
ximo vindonro.
K para constar se mandeu afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria provincial de Per-
nambuco, 23 de dezembro de 1861.O secreta-
rlo, k. Ferreira da Anooociacio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 18 do correte, manda fa-
zer pnblico, que a arrematarlo da obra da eolio-
caQao de carris de ferro dests ci lade at Apipueoa
flcou transferida para 20 de Janeiro prximo fu-
turo.
E para constar se mandou afSxir o presente e
publicar pelo Diarlo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de dezembro de 1861.O secreta-
rio, A. Ferreira da Annonciaco.
O doutor Bernardo Machado da Costa Doria, iaiz
de direito da 1 vara criminal e joiz esoecial
do commercio, interino desta cidade do Recife
por S. M. I. '
Fa^o saber aos que a presente oira de edites
vtrem que por parle de Maooel Ayn me foi feila
a aeguinte peiicfto. Illm. Sr. Dr. juiz do ora
mercio. Dar Manuel Ayn. que sendo-lhe seu
deveoor Antonio de Arruda Cmara, da quaotia
de doua contos e oilo ceios ris, importe da tres
lettras merctotis j vencidas e que pelo lempo du
veocidas, decorrido esto a prefazer cinco anoos.
quer o suplicante protestar contra o suppticado
para iolerromper a proscripto ; pelo que vera
requerer V. S. digne-se mandar tomar por ter-
mo o seu protesto abra de ser intimado ao sup-
plicado de por carta edital ato achar-seem lu-
gar ignorado ; admitlindo-o V. S. a justificar a
ausencia, adra de que vendo quanto baste e jul-
gada por seotenja ae pissem os edita es por tri-
la das na forma da lei. Pede V. S. defemen-
lo. Espera receber aeree.Joaquim de Albu-
querque Mello.
E mais se nio conliuha em dita pelicao. aa
qual dei o despacho do theor seguiote :
J. Tome-ae. Recife doze o dezembro de mil
e olio centoa e sessenta e un.Atencar Araripe.
E mais se nao conlinha em tal despacho por
torca do qaal fora a petico destribuida o escri-
vao Manoel Mara que lavrou o termo (te protes-
to do theor seguiote :
il oilo cen
cafa, ara
de dezembro do 1861.u Maooel Mara Rodri-
gues 3o Naseimento, eacrivftu a sobscrevi.
i r Bernardo Machado da Costa Doria.
Jos Pedro as Neves, juiz de paz do priraeiro
dtsirlctoda freguesa de S. Fre Pedro Goncal-
ves da cidade do Recife, etc.
Fajo saber aos senhores eleilores e snpplentea
desta freguezia, qua em virtude da tai regola-
mentar das eleices, qua deverio comparecer no
da 1 de Janeiro de 1861, terceira dominga, na
gk!jS m",rl de,u r^u,, 9 horas da ma-
nha, afim da orgaoisar-sa a junta de qaalifica-
?*o que tem de rever a qualificaco deate iono
dosctdidaosque tem direito de votar naa eleicoes
de Jtnzes le paz, vereadorea da cmara muoici-
pal e eleitores, ficaodo os mesmos seohores elei-
lores e suppleoles abaixo designados, acientes
que sero multados como determina a mesmi lei.
se n8o comparecer!.
Eleitores.
Antonio Gomes Miraoda Leal.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira.
Joa Pedro das Nevea.
Maooel do Nasctmeoto Araujo.
Jos Marques da Cusa Soarss.
Jos Francisco Maques.
Manoel Francisco Marques.
Domingos HennquesMafra.
Anastacio Jo- da Costa.
Antonio Henrique Mafra.
Bstevao Jorge Baplisis.
Luiz Antonio Gon;alves Peona.
Jos Francisro de S Leilao,
Manoel JosBaptista.
Herculaoo Jua Rodrigues Pioheiro.
Joo Fraocisco Aotuoei.
Joo da Silva Parias.
Dr. Joa da Cunha Teixeira.
Or. Manoel Francisco Teixeira.
Maooel Estanislao da Costa.
Antonio Jos Silva do Brasil.
Dr. Amonio Agripino Xavier de Brllo;
lunocencio Xavier Vianna.
_. Suppientes.
Iheodoro Joaquim Alves.
Maooel Antonio Viegas Jnior.
Manoel Amaocio ds Sania Cruz.
Manoel da Silva Neves.
Maooel Bastos de Abreu e Lima
Josquim Alves da Silva.
Alexandre Augusto Frias Villar.
Antonio Tneoioro dos Santos Lima.
Constancio da Silva Neves.
Jorge Rodrigues Sedreira.
Benedicto Jos Duarie Sedrim.
Juaqutm Joa de Sania Anna Barros.
Cosme Joa dos Santos Callado.
Antonio Filippe de S^la Anna Barroi.
Manoel da Silva MeS^H^a Vanos.
Joa Isidoro Pereira^rW Reis.
Joo Baptiata da Silva.
Diniz Antonio Ferreira Marques.
Pedro Alejan trino Ferreira Flores.
Lauriano Jos da Costa.
Manoel Joaquim dos Prazeres. !
Ignacio Antonio Borges.
Joaquim Fraocisco de Mello Santos. s
E "ara constar mande! paasar o presante edital,
ealfixa-lonos lugares mais pblicos desta lre-
guezia, o qual tambera ser publicado pelos
j urna es.
Prlmeiro districto da freguezia da fregoaziaj de
S. tre Pedro Gonqalves da cidade do RseifJ 17
'
1
;
Goianna, etcrivllo o
oaz
ti.lo
da
de dezembro de lti^Sj
Eu IoDocencioda Caaha
escrevi.
_ JoseTSfdf
O cidado Porfirio a Ct
de paz do prlmeiro anoo do primeire dtalt
da freguezia da Bowita em virtude
le etc.
Fago saber, que de vendo-se proceder na ter-
ceira dominga do mez de Janeiro prximo futuro
a remao art. 25 da le de 19 de agosto de 184i: se faz
miaier que os eleilores e supplentea abaixo de-
clarados coroparegam, afim de proceder-se a
formacao da juma de qualiQccgo pelo que, em
executao do art- 4 da referida lei, coo'o.'0-os
para se achsrem na igreja matriz pelaa 9 horas
oa manhaa da mencionada terceira dooaioga de
Janeiro fuiuro sob pena de incorrerem na multa
comroinada pela meama lei, ficando outro sim
entendidos de que a junta ser orgaaisada de
conformidide com o decreto n. 85(2 de 19 da
"iSSfa0. iJ.8* e decre, 2-*! de 2 di
Eleitores.
O senhores :
Manoel Coelho Cintra. \
Antonio Carlos de Pinhn Borges. \
Antonio Cartietro Michado Ros.
Dr. Luiz de Carvalho Paes de AndrSde.
Jos Joaquim Aoiuoes.
Amaro de Barros Correa.
Deaerobargador Laurelo Jos da Silva Santiago
Manoel Luiz Vires.
Desembargador Caetaoo Jos da Silva Santiago.
u-tavo Jua do Reg.
Tneodoro Machado Freir Pereira da Silve.
Manoel Carnetro de Souza Lacerda.
flyoolito Cassiano
Maraohao.
Joaquim de Gusmlo Coelho.
Pedro Alexandrino de Barros Cavalcante.
Padre Francisco Alves Ce branles.
Antonio CarJoso de Q itiroz FonsecsJ
Jos Cecilio Caraeiro Mooleiro. 1
Fraocisco de Lemos Duarta.
Jos Antonio dos Sanios e Silva.
Thum Culos Piretti.
E'aristo Meodea da Cunha Azevedo.
Porfirio ds Cunha Moreira Alves.
Fraocisco Ignacio de Alhahyde.
Nicolao Tolentmo de Carvalho.
Francisco Moreira Raposo.
Fraocisco Juaquim oa Mello Tarares.
Simplicio Jua de Mello.
Joaquim Jos Ferreira da Penha.
Dr. Nabor Carneiro Bezerra Cavalcante.
Augusto Rufino de Almeida.
Francisco Jos Alves de Albuqueraue
Fraocisco de Barros Correa.
Chnstovo Santiago do Nascimento.
Joo Fraocisco de Oliveira Silva.'
Beato dos Sanios Ramos.
Alexandre dos Santos Barros.
Jos Affonso dos Santos Bastos.
Manoel Antonio Teixeira de Aibuquerque.
Francisco Joaquim da Costa Fialbe Jnior.
t- -ancuco de Miranda Leal Seve.
Mauoel do Nascimento Viauna.
Dr. Beato Jos da Cosas.
Justtoiano Cavalcante d Albuaueraua Bello
Manoel Itodriguea do O'. u,iue^1,, ,ww-
Joaquim Mileiu Manz.
Fraocelioo Augusto de OUaada Chacn.
Benjaniim Vires Dutra.
Antonio da Costa Bozal.
Jos Maria Freir Gameiro.
Joo da Silveira Borges Tavora.
Franciaco Amonio Cavalcante Cunassiro.
Maooel Marques de Abren Porte.
Alexandre da Sileira Lima Veneno.
Joa Caraeiro da Cuaba.
Su palales.
Os senhores:
1 leAqumo i
Manoel do N*ci
Lo.z jo. d. s.i.a Gmmsti
Maaoel Josfai^ 9eroao|
oao Ha ritilo t
Joaquim Francisco Fran
Deseabargador llaooel
Antonio Prea Ferraira.
'os NuaeS de 01ieira.

Juaquim Elias da Moura G->udtm.
Simphronio Oiyoipio de ueiroga
Fraocisco Rulloo Correa Hallo.
Ignacio Jos Fimo.
Joaquim Jorge de Mello.
u> da Costa Brndo Cordetro.
Pedro d'Alcanlara e Silva.
Antonio Jorge Guerra.
Maooel Antonio Saotiago Lesss.
Luiz de Franca Los de Albuquerqoe.
Jos Rodopiano doa Sanios.
Francisco Accioli de Goveia Lias.
FranciscojMend-s Mitlins.
Jos Joaquim Ramos e Silva.
Leopoldo] Ferreira Martins Ribairo.
Manoel Francisco Booorato.
Frauciscj Amonio de Menezes.
Dr. AntonioVanconcelios Menezes da Drummond.
E para constar mandet lavrar o preaeate que
aera abxado aoa lugares pblicos desta fregueua
e publicado pela iwvrenta.
Pnnieiro districto da Bi-vista, 19 de dezem-
bro d. 186!.Eu Frauctsco de Barros Corroa,
escrivi^o que o eacrari.
Porfirio da Cunha Moreira Alves.
^-0 Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincia em virtude de resoluQoda jama ds fa-
zenda, manda farer publico que ae contrata por
terdpo de 3 mezea, a contar do i* de Janeiro aa
ultime de marc/> prximo futuro, o forneeimanto
d'aflimentsc.o dos presos pobres da casa ds d-
(eoco a aaber:
/ Alimsntaeao.
I Domingo. Aimojo.
Um pao de tresongas.
i Uma onga de caf.
i Duas ditas d'assucar.
Jantar.
Uma libra de carne verde.
Uma onra de toucinho.
Um dcimo de fannha.
Lenba e sal.
Segunda [eir. Almoco.
O mesmo que oo domingo.
Jantar.
O meamo que oo domingo.
Tere. feira. Almoco.
O mesmo qne no domiogo.
Jantar.
O mesmo que no domingo.
Qaarta feira. Almoco.
O mesmo que no domiogo.
Jantar.
Meia libra de carne aecca.
Umn oaca de toucinho.
Meto dcimo de fejo.
Um dcimo de fannha.
Lenha e sal.
Quinta feira.- Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo que no domingo.
Sexta-feira. Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
Meia libra de bacalho.
Meio dcimo de eijao.
Um dcimo de farioha.
Duas oilavas de azeile.
Uma ooca de vinagre.
Lanha e sal.
Sabbado. Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo qua na sexta-feirs.
Diila para os doentes.
ti. 1.
Almoco.
Um quarto de gallinas para tres caldos no dia.
Lenba e sal.
N.2.
Almoco.
Um pi de tres oness na sopa de calda ds gal-
ainha.
Lenha e sal.
Jaotar.
arto de gallioha casida.
DoQ-is de arroz para caoja.
t, sal e vinagre.
N. 3.
Almoco.
i mesmo quena dieta n. t.
f Jaotar.
dem dem eTaii.
Um qusno de gallioha assada.
Um pao de tres oness.
Lenha e sal.
N. 4.
Almoco.
Dnas oitavas do cha da India.
Um pao de tres oocas.
Duaa orneas de assucar.
Lenhs.
Jantar.
Uma libra de carne verde.
Um dcimo de farinha.
Lenha e sal.
N. 5.
Almoco.
O mesmo da dieta o. 4.
Jantar.
Uma libra de carne verde.
Quatro oncas de arroz.
Um p3o de trei oiiQsa.
Lenba e aal.
As pessoas que quizerem contratar dito forne-
Vascoocellos Albuquerqoe cimento apresenlem anas propostas eme
chadas no dia 26 do correte mez, oa mesesa the-
souraria, ao meio dia, onde encontrarlo as eoh-
dices com que deve ser effectuado o mesan con-
trato. .
B para constar se mandn afiliar o presente a
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
boeo, 19 de dezembro de 1881.
O secretario,
infonto Ferretro "Raneta
O Illm. Sr- inspector Ha thetoorartt fra-
vincial.em cumprimenlo da ordem doExm.Sr.
presidente rta provincia, de 5 do crrante, man-
da fazer publico qne at o dia 19 deate mes, es-
tar novamente aberta a concurrencia pai i
collotacio de carris de ferro, deaoarraados tri-
jlhoa urbanos, a partir desta cidade at a povoa-
\io de Apipucos.
O contrato ser feito nos termos da rsi provin-
clal o. 518, de 21 de junbo do presente snoo.
E para constar se mandou afiliar o presente a
publicar pelo Otario.
Secretaria da thesonraria prr B^H**
nambuco 6 de dezembro de 1861.
*%
r
*
Antonio Ffi
De ordem dollllm.
dega ae faz publico qae i
lados desta data se hao
publica I porta desta repi;
ca diamante M ns. 307J
1515.1S1, 1316. 13U,
da perfumaras
cada uaa, 14*
libras i 1]
nadas i>
dos'
rtlssai
I


-

I & I.rmo, que1
villau de urna letra
^pi* od iS de Janeiro de
8 Janeiro do 1857. que
otpaga; querem os supph-
itra o supplioado para nter-
; asma ven requerer V.
larrar o termo d protesto
I ser intimado so supplicado, o qual achaudo-
ausente era lugar nao sabido, requeren a V.
digoe-se I seodo quanto baste, o julgue por aentanca, man-
dando passar carta ean.t por 30 diaa. adra de
aer por ella intimado o snpplicado. Fedem a V.
S. dferimQto.E. R. M.Joaquiro de Albu-
querejue Mello.
mais se nao continha e nem alguma outra
t se declarara em tal petigo aqu inserta,
qual o meu antecessor deu o seguinte des-
pacho :
se, justificando como requer. Recite 12
de ooembra de 88I Alencar Araripe.
Nada mata ae continha em dito despacho, que
fiel mete tran*cru distribuir; ao escrUso Manoel de Carvslho Paes
de Andrade, lavrou este termo de protesto do
theor seguinte :
Protesto.
Aos 13 de dezembro de 1861, nesta cidade do
Recite de Pernambuco em meu cartnrio veio o
aolicitador Joaquim de Alboquerque Mello, pro-
carador dos supplicaotes Mmoal i C., e perante
mim e as lestemuahas nfra assiguadas dase,
que nos termos da *ua petigo retro, que Qca
seodo parle do presente, prote-tara por iodo seu
coaleado; e de como assim o disse e protestou
z o preseate. no qual ae flrmou do solicitador
com aa mesmas leslemunhss.Eu Joao Vicente
de Torres Banleira, escrerente juramentado o
escren.Eu Manoel de Cirralho Paes de Anrfra-
drade, escriao o subscrevj.Joa juiui de Albu-
quer Mello.Joao Baptista RoJriguea.Caelano
Guilhermioo Alberto Cmatho.
E mais se nao contiaha em dito protesto, que
aqu Oca fielmente copiado; e proluzodo os
protestantes aa precisas prov.s acerca da ausen-
cia do justificado, toram comoeteolemeole sella-
dos os autos, e subindo a concluso, fui por meu
antecessor proferida a sentenga do theor e ma-
neira seguinte :
Hei por justificada a ausencia de An Ir Villan ;
pelo que mando seja intimado o protesto a fls.
2 f erso, por editos na forma da le
cutas pelo protestante.
Recife 17 de dezembro de 1861.Tristio de
Alencar Araripe.
t E maia se oo continha em dita sentenca aqu
tnui bem e fielmente transcripta e copiada, ero
virtude da qual o escrlrio, que este subscrereu,
fez passar o preseote editai com o prazo de 30
das, pelo qual e seu theor chamo, intimo e hei
por Intimado ao supra mencionado justificado
ausente Aodr Villan de todo o conieudo na pe-
tigo e termo de protesto cima transcriptos.
Petanque toda equalquer pessoa prente ou ami-
go do mesmo jus>iQcado poder-lite-ha fazer scien-
te de todo o exposto ; e o presente ser afiliado
dos lugares do costme e publicado pela im-
prensa.
Dado passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos il dias do mez de dezembro de
1861, 40* da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de
crivo o aubtcre>i.
Bernardo Machado da Costa Doria.
y
pagas as
impoitoi
:ia de 1861 a
i.il de mo aorta, imposto sobre ioj*s,
casas de descomo, etc., e imposto especial sobre
calas, de aoris, roupas, etc., fabricados em paiz
eatraogeiro.
Recebedotia de Paroambuco, 4 de dezembro de
1861.O administrador, Manoel Carnairode Sou-
za Lacerda. '
Por esta subdelegada ss faz publico que aa
acha depoaitado uro carallo mellado que hoja foi
tomado por s-r in ligitado furtado, estando na
posae tiell Jjao Eaog-lista de Mallo, ha ponco
iodo de Fernando, onde diz ler cumprido sen-
tenga, cujo individuo foi preso com dito carallo,
e so acha recolhido casa de deteoco : quem a*
julgarcomdireitn, comprela. Subdelegada dos
Afogados 20 de dezembro de 1861.O subdelega-
do, Jos Buarque Lisboa.
Saldes do caes de Apollo.
Grande e extraordinario baile
na vespera de Natal
( 24 de dezembro ).
A' meia noite, qoaodo ludo (Or estroodo
prazer festiro entre lodaa asclasses do bom poro
pernambucano, comecsr o baile com todo o es-
plendor e apparato. Todoa quautoa depois da
ratssa do Rallo quizerem fazer horas para s sa-
hida do campo, derero ir ao baile, que come-
ando hora indicada, acabar s 5 horas da
manha, em a fresca serena do maior dia da
christandade.
Entrada para homens 2#000 e para senho-
ra > gratis.
perac
o mastre "
Acarac
ysos martimos.
O vapor Iguarass. da compaohla Pernambu-
cana, aegue oo oia 81 at o Acarar, recabe car-
ga a passageiros: escripiorio no Porto do Mattos.
Para
Rio de Janeiro,
segu por estes dias o velelro brigue aCruzeiro
do Sul : pira a pouea carga que lhe falta, o ei-
raros, trata-se com os consignatarios Aotunes,
Guimirlea & C, no largo da Assembla o. II.
Maranho.
Segu em poucos das 'o palhabote nacional
Santo A maro, capitao Manoel da Silva Santos,
para alguma carga que anda podereeeber trata-
se com o seu consignatario F. L. de O. Aievedo,
ra da Madre de D*os n. 12.
Andrade, es-
COMPANHIA PEMAMBUCANA
iNavegacao costeira a vapoi
Paralaba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor cJaguanbe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte de sua escala at
a Graoja no dia 4 de jsoeiro as 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 3 ao meio dia. Encom-
raendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
.da sabida as 2 horas: escripiorio no Forte do
Mallos o. I.
Para o Rio de Janeiro, na presen-
te semana saheo br^te nacional Maria
Isabel, recebe escflWs e passageiros:
tratase com D. F. Maia, na ra do
Apollo n. 37,
oeciaraiptis.
Conselho de compras navaes.
Teodo-se de contratar, aob ascondiges do es-
tylo, o fornecimeoto dos objeetns abano decla-
rados; coutida o conselho aos preteo lentes
apresentarero auas propoatas. em cartas fechadas,
no da 28 do crrante mez ai as 11 horas da ma-
nilas, em que isso ter lugar.
Para os oavios.
20 arrobas de cairo reino.
236 corados de baeiiiha, para cartuxo.
60 paos de lacre.
2 resmas papel hollanda.
26 arrobas e 5 libras de polrora groiss.
Para os narios e araeoal.
40 pies de ferro.
500 agulhas, surtidas, de brim e lona.
100 arrobas d oleo de liohaga.
3.000 ps da pinuo de riga, fjjrtido, de 1 3
polegadas.
Para o arsenal.
3 m6i de 3 pea de dimetro e 9 pclegsdas de
groasura.
36 taboas de piobo ou cedro de 3i4 de pole-
gada.
24 ditaa de amarello de 1 polegada.
24 dilas de piobo de 1 li2 dita.
12 ditas d< 2 ditas.
6 ditas de 3 ditas.
50 llames, para escalares.
20 loros de gempapo.
Secretaria da inapeccao do arsenal de roarinha
de Pernambuco 22 de dezembro de 1861.
O secretario,
Alezandre Rodrigues dos Aojos.
Pela admiuislrago do crrelo desta cidade
se fas publico, que eru rirtude da conreoco pos-
tal, celebrada pelos guveruos braaileiro e fraocez,
sero expedidas malas para a Europa no dia 31
do correte de cooformidade com o aoouncio
deste correio pub icalo oo Diario de 19 de Janei-
ro protimo passado. As carias sero reeebidas
al duaa horas antes da que for marcada para a
sahila do rapor, e osjoroses at 4 horas antea.
Correio oo Pernambuco 24 de dezembro de
1861.O administrador,
Djmtngos dos Passos Miranda.
Pala almiuistracao do correio desla cidade
safas publico a quem mteressar, que em virlude
do disposlo no arl. 138 do regula ment geral dos
correto de 21 de lezembro de 1814 e art. 9 do
decrete) a. 785 de 15 demaio de 1851, so proce-
der a consumirlo das cartas existentes nesta ad-
ministrado pertenoeoles ao mez do dezembro de
1860, oo din 4 de Janeiro prximo, as 11 horas da
maohaa, na porta" do mesmo correio, o a respec-
tiva lista ae acha deade j exposia aoa inierea-
sados.
Correio da Pernambuco ** de dezembro de
1861. O administrador,
Domingos doa Paaaus Miranda.
- Dr. procurador fiscal da thesou-
incial manda fazer publico aos deredo-
mpostos de carros, rehiculos e mnibus
relativos moo de 1860 a 1861, que Qca mar-
eado o prazo tfe 30.dis, a conlar da dala deale,
recoiherem ao consulado pro-
irtancia de aaus debitoa com guia
ds^^^^Bpocuradoria.
imbro de 1861.O solicitador,
J. F. o.
^^H. Iba act 6 geo IV cap.
itish residents wilt be held at
dajr iba 97 th ioalanl al 12
'eroambueo December 10 Ib
Gnllan.
i. M.' Actioq Cnsul.
jIico que ae
, a qual loian-
ales da Lus,
MMi, por aodar a tres
i ser estianha
xiio com
po-
^^^^H> por
wmo. murM u4lji-
sesuxjdK e voz pu-
'"? M-aji recoliu-
kr
Rio de Janeiro
pretenle seguir com muita breridade o brigue
escuna ejorea Arlhur,tem parte de aeu carrega-
ment prompto : para o .resto que lhe falta, ira-
la-seeom o seu consignatario Azeredo & Men-
des, no seu escripiorio roa da Cruz n. 1.
Babia.
Rio de Janeiro
O brigue Cruzeiro do Sul recebe tambem g-
neros estrangeiros a frete : a tratar com os con-
signatarios Aotunes Guimaraes & C.
Para o Rio de Ja
neiro,
O veleiro patacho nacional cCapuan, pretende
seguir com muita brevidsde, tem parte de aeu
cairegamento prompto, para o resto que lhe falta,
passageiros e earraros .a fretes tratase cornos
seus consignatarios Azeredo & Mondes, no seu
escripiorio ra da Cruz n. 1.
1
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
nmtm nm.
E espera lo dos portos do sul ate o dia 28 do
correte um dos rapores da compaohia, o qual
depois la demora do costume seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o rspor poder conduzir, a qual de-
rer aer embarcada oo dia de sua chegada, en-
commendas, dinheiro a frete at o dia da saluda
as 2 horas : agencia na roa da Cruz a. 1, escrip-
iorio de Azevedo & Hendes.
Hoje se extrahira' impreterivelmente
pelas 8 horas da manha a terceira par-;
te da primeira lotera do Gymnasio
Pernambucano, e logo quesetenbaoon*
cluido a extraccSo se abrir' o paga-
mento das sortes de 10D|000 ate a de
6:000$ continuando de todos os premios
nos dias uteis.
O thesoureiro,
A. J. Rodi igues de Souza.
Urna criada.
Precisa-se de urna mulher forra oa captiva para
criada de urna casa de pouca familia, que aaiba
coziohar e engommar: quem estier nestas cir-
cumstancias poder dirijir-se ao armatem a. 45
da rea da Cruz, que achara com quem tratar.
Criada.
A pessoa que aonuncioa no Diario de 23 do
correle querer urna cnstureira com as qualtda-
des Indicadas, oirija-se ra larga do Rosario n.
35, que se dir onde tem.
Aitencao.
Nio tendo minha mulher, a Sra. Mara Joaqui-
na dos Saotus Abreo, dado at hoje principio a
easa ac;ao de divorcio que prometuu intentar; e
continuando, nao obstante, a estar fura de minha
compaohia, nao sob a guarda e deposito de pes-
soa idnea por determinacio judicial, porm s
e apenas por sua caprichosa rontade, parece-me
que, em face do trecho da eacriptura antenupcial
que rai abaixo transcripto, me devo suppdr o le-
gitimo administrador do casal, e por conaequen-
cia o exclusivamente competente para gerir os
respectivos negocios.
Assim, pois, pelo presente deade j prerino aos
que morain em casss pertencentes a meu casal, e
igualmente aoa que lhe sao deve lores de letlras
j vencidas ou por rencer, que nada paguem a
referida senhora, e nem pessoa por ella autor -
sada, afim de eviiarem tocommodos equestojs
futuras.
Recife 23 de dezembro de 1861.
Manoel Feliz de Olireira e Silva.
Que o futuro coojuge lera a admioistraco do
casal, quo lhe competa por*le, e pelo presente
contrato.
a Que no caso, que Deus nio permuta, de oc-
correrem desiotelligencias que deem causa a in-
tentar algum dos tuiuros conjuges ac^o de di-
vorcio, os bens do futuro coojuge, e nos quaes
oio ha commiiiihao, fit-ar por esse mesmo fado
na possee administraQo desta, etc. ele. E oque
da acgo do divorcio, para poder eotrar na esti-
pulada administrar/So? Apreseme-o quaodo qui-
zer, que lhe novollarei as costas.
Lriloes.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retrstoa da
Retratos de
Keiraiot de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotjpo
Hawleyolypo
Hawleyoiypo
Hawleyolypo
noro
novo
novo
novo
lio va
"va
nova
nova
nova
gosto
goato
gosto
gosto
invenga'
inrencSo
iovengo
inventeo
ineoco
Para a Bahia segu era poucos dias a eaeuna
nacional Carlota, capillo Luciano Alves da Con-
cento, para alguma carga que ainda recebe tra-
ta-aa com o seu consignatario Francisco L. de O.
Azevedo, ra da Madre de Daos n. 12.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue aBelisario, primeira classe, capillo
Manoel Marianno Ferreira, segu com breridade,
recebe carga e escraros a frete : trata-so com os
consignatarios Marques, Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6.
Para Lisboa.
A velejra e bem conhecida barca porlugueza
Gratido. capilao Antonio Perelra Borges Pea-
lana, pretende seguir com inteira brevidsde ;
tem parte do seu carregameoto prompto, para o
resto que lhe falta e passageiros, para os quaes
lera expelientes enmmodos, trata-se com seus
coosignaiarioa Azevedo 4 Meodes, no seu ea-
criptorio di ra da Cruz n. 1, ou com o capillo
oa praga.
Tendo a compaohia de vapores do Rio alte-
rado a sabida dos seus paquetes, a gerencia da
Compaohia Pernambucaoa lem de conformidade
resolvido que a sabida dos seus navios do 1. da
Janeiro do anno prximo futuro em dianle, ae
elTeciue da maneira seguinte :
Portos do norte a 5 e 20, portos do sul no 1.*
e 15, de cada mez.
Quando. porenx. o dia marcado fdr santifica-
do, a aahida ter lugar no dia anterior.
Para o Rio Grande do[Sul aegue com muita
breridade a barca Saudade, capito Joaquim An-
tonio Dias da Silva, recebe carga a freie e para
tratar com Amorim'Irmos, ra da Cruz o. 3.
Da ilha de S Miguel
espera-se al o dia 30 do correle o patacho por-
tuguez aLima, poranthonomasia o Papa Milhas,
da primeira marcha ; para o resto da carga e
passageiros, para os quaes tem exeelleotes com-
modos. trata-se com os consignatarios Joao do
Reg Lima & Irmio, oa ra de Apollo o. 8.

GOHPiNHU PENUIBUCAIU
oa
Navegaca costeira avapor
O vapor Prt'nuzoo commandante Moure, sa-
hir para os portos do sul de sua escala no dia 31
de dezembro aa 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 30 ao meio-dia, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frelo al o dia
as 2 horas : escripiorio no Forte do
da sahida
Mallo* n.
1.
REAL MVAXin
DE
Paquetes i oglezes a vapor
Al O da 28 do correte espera-ss da Europa
te o qual depois da demora de costa-
me, Maur pe
LEILAO
DE
Urna victoria e
urna carroca.
Sexta- feira 27 do corren te,
O agente Pinto far leilo por conta e risco
de quem perteocer de um carro americano novo
com 4 rodas para um e dous carados, muito bem
Jeito e bem acabado pelo melhor fabricmte era
New Yoik e do ultimo posto o qual acaba dn
sahirda alfandega, nesta mesma occaaido ven-
der urna earrora americana feila de encommen-
da propria para carregar generoa de algum eu-
genbo, a qual torna-se recommeodada pela sua
construeco ; as 11 horas em ponto do dia cima
mencionado, na praca do rommercio em frente
a casa doa Sra. Ssunders Brothers. & C.
&&R3pJ.Q
Com lanche.
No primelro andar do sobrado ala
ra do Imperador n. 39,
(40 SIGNAL da banueira )
Pelas 10 horas do Jia
TERA Fr.IRA24 DO COrtRENTE.
Vespera do natal.
DE
Completas mobilias, pecas avulsas,
crystaesejoias deouro.
O agente Guiinar'-s honrado com a coofianca
do Illm. Sr. Dr. Pedro Alfonso Ferreira que se
retira para fora da cidade, do dls, hora e lugar
scima far leilo dn seus ricos e importantes
moris, consistilo em mobilia de mogno, cama
a franceza de mogno, dita dila de amarello, ap-
paradores, mesa elstica, guarda lirro e outras
mu i tas pegas que esta rao patentes e que sem
ne'nhuma reserva de nreco se render.
BEM ASSIM
importanteaobzas de direito, engenharia e outras
que nesta provincia nio aera fcil eorontrar-se.
Ainda desta vez o rsferido agente confia na alta
protecrao de seus amigos e freguezes pelo que
desde j confessa sua perenne grclidao.
imhn
DE
11 SOBRADO
PELO AGENTE
PESTAA.
Tcrca-feira 24 do corrente.
O referido agente cima vender por conta de
quem pertencer, um aobrado de um andar com
loja sita na ra do Padre Plorlano o. 69, em chaos
proprios. tem sala oa frente e outra na parte de
detraz, 2 quartos, cosinha no solio etc., e a loia
lem cacimba oo quiotal, qual murado : terca
feira 23 do correle pelas 10 horas da manha na
ra do Vigaro n. ll.armazem de mobilia.
Oa pretendentea que precisaren* ioormaces
aspoderao baver de mesmo agente.
LEILO
Precisa-se de urna ama deleite, paga-se bem :
a pessoa quo estiver nestas circunstancias e qui-
zer, dirija-se ra do Lirrameulo n. 19.
O abaixo assignado, na qualidade de pro-
curador oeata provincia do Exm. Sr. cooselheiro
eseoador do imperio, Joa Thomaz Nabuco de
Araujo, pelo presente pede ao Sr. Antonio Ma-
noel do Reg Barros, rpndeiro do eogeoho Ser-
rara da treguezia do Cabo, e nelle morador, que
teuha a bondade de cumprir o quanto se obrigou
pela eacriptura publica de 27 de maio do anno de
1858, e promeltea por soas cartas de 15 de agos-
to, 20 de aetembro e 6 de novembro, ludo do
corrente anno, relativo a renda vencida em maio
do referido engeoho, visto nao ter lido S. S. a
bondade de responder-me a carta que lhe tsnho
dirigido datada de 5 do corrente, e deade j, pelo
presente, o prerioo que passo a requerer o direi-
to que aemte ao Erro. Sr. conselh6iro.
Recite 23 de dezembro de 1861.
i / Caelano Pinio de Versa.
Anda (ugido um n*gro por uome Heorique
com o eigeaes aeauinica: um pouco baixo, a
pootajdo nariz amassada e cgo do olho esquer-
do ; qXiemo pegar lere-o a ra Direita, casa n.
6. que l receber a paga do seu trabalho.
Arreoda-se urna expeliente baitade capim
na estrada de Joio Feruandes Vieire, sitio em
que mora o Sr. Mximo : a tratar no caea de
Apollo n. 17, segundo andar.
Alfonso Joaquim Marques, subdito pdrtu-
guez, retira -si' para fora do imperio, lerendo em
sua compaohia sua filha de nomo Maria da Gloria.
Deaencaminhou-se hoje 23 de dezembro
urna cadella, raga de galgos, de cor prels, e
quelavou coleira de metal amarello com o come
de Gomes do Correio : pede-se a quem a reco-
Iheu, nu encontrar, de a levar na ra larga do
Rosarlo n. 34. botica.
Atfred Halliday, subdito ioglez, retira-se
para Lisboa.
Antonio Jos Pereira aluga ou vende seu
sitio em Santo Amaro, passando a casa do Iilm.
Sr. Aotonio Jos Gomes do Correio. os preteo-
denles dirijam-se a ra Nova n. 26, loja.
Aluga-se um primeiro andar com muitos
commodos para familia, na ra da Matriz da Boa
Vista n. 26; a tratar na loja do mesmo.
Precisa-se de um amassador; na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 26.
O abaixo asaigoano comprou para o seu
mano Manoel Moreira R ranho, 1 bilhele n. 2798 da terceira parte da lo-
teria a favor do GymnaMo Provincial, que corre
no dia 24 do correte. Recite 23 de dezembro
de 1861.Jos Moreira Rtmos.
Guimaraes Luz
era consequancia de estarem na liquidaco do
fiado, outra rez rogam a todos os seos devedores
em geral que tenham a boodade de vir ou man-
daren) pagar seua dbitos at o fim da mez de
Janeiro prximo futuro; aquelles que assim o oo
dzerem tenham paciencia, que suas coutas sero
entregues no principio de ferereiro ao procura-
dor para serem cbralas judicialmente. Recife
13 d dezembro de 1861.
Monte Pi popular Per-
nambucano.
De ordam do Illm. Sr. director acienliGco aos
aenhorea socios que os astalutoa ltimamente
approvados pelo gororoo da provincia, e que fu-
ra m aposentados em sesso geral oe 15 do cor-
rete, Qcarim desde essa data em execuco, mau-
dando-se que fossem tmpressos quanio antes pa-
ra setena distribuidos pelos mesmos senhores so-
cios, e resolrendo-se que a admioistra^o que
tem de susbstituir a actual seja ele,ti em sesso
geral que ae marcou para o segundo domingo do
Janeiro prximo ; derendo aquelles que se achem
em maior atraso ir se pondo em dia, como exi-
gen) os preditos estatutos, e conrem eos interes-
aos do Monte Pi.
Secretaria do Monto Pi Popular Pernambuca-
no 17 de deiemlrode 1861.
Bemjamio do Carmo LopnS.
1. secretario.
Aluga-se a casa terrea na freguezia da Boa-
Vista, ra do Tambi o. 25 ao lado do Chafariz da
praga, com muitos commodos para familia : a
tratar no Recite, traresta da ra da Madre de
Dos n. 18, segundo and ir, das 6 aa 9 do da, e
dai 4 as6 da tarde, prego commodo.
Furto de cavallo.
Na notle de sabbado 21 do crreme para do-
mingo furtaram dous quarios Capados, grandes,
um rugo pedrez e o outro preto com dous ps
calcados, ambos trabtlaam oa carrosa e lem sig-
nal nos peilos ; quera aouber deiles. participe ao
sejj dono na ra Impel! ^. 235. que ser gra*
Presos baixado para pouco
tempo.
Precos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
Presos baixado para pouco tempo
Pregos bixado para pouco tempo
3SO00 5^000 10^000 W$Qi)0
30)0 58000 10s0''0 20000
3jiO()0 5JXKK) 10a 3MK)0 59000 10/000 20o 30IIOO 5c 000 109000 20*000
Explendido alfmetes de ouro
Esplendido alfioetea de ouro
Kxplendido allioete8 da ouro
Explendido aifinetes de ouro
Explendido aifinelas de ouro
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Fxpleniido quadros dnorados
Explendido qfiadros dourados
Explendido qualros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas pars
machinas para
Precisa-se de um ti
(o de easa de tfl^^^^^^^H
carregar agua no ^^^H
Cruz, arm zoes n.
Alaga-se o primeiro andar 1 1
da Imparatriz n. 40 : a tratara
Precisa-se para criado
um rapaz do 12 a 14 aonos. ore
ra da Cadela'do Recife 58, fT\i
t, TI Theo E< B,*roU Un ftW
Unidos.
O abaixo 1 asigna lo faz publico polo 01
te, que se echa contratada com o Sr. Amonio Ja-
cinino de Mello Jnnior a compra da taberna a,
27 ita na ra Velha : quem tirer lreito a ella
ou for prejudicado em dita compra, an>.uat^H|
se o oo bzer 00 prazo de tres tas o anoui
te nao se responsabtliaar por qnalqer duri
que possa apparecer depola de Ur effrciU'do i
la compra. Recife 21 de dezembro do 1861.
Joaquim Euzebio de Barros Parreiri.

ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
(limitada.)
Pelo prpsente se faz publico que do 1* de-ja-
neiro de 1862 em diaole to es as mercadorias
remetii-las pr,a a cidade do Recife pela mesma
ra terrea serio enriadas, se assim eiigirem, da
estagSo das Cwro Puntas, pelo mar para o depo-
sito dos Srs. Velloso & Dantas no caes do Apollo.
E. H. Braman,
Superintendente.
Ama de leitet
Precisa-se de urna ama de le te que ;
aejs limpa e nao leoha Albo, dando-aa v
preferencia a pieta : na ra das Guies gBj
n. 20, primeiro andar.
Veode-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todoa
Todos
Todoa
retratos
retratos
'retratos
retratos
gostos
gastos
gostv
gosto
gosios
\er
ter
Ter
Ter
Ter
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venham
Tenham
venham
venham
Tenham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. \V. Orborne retratista americano
Rut do Imperador
Ra do Imperador.
a
ot
3Roa estreita da Rosario3
0 Francisco Pinto Uzorio continua a col- ajj
^ locar denles artificises tanto por meio de g
j molas como pela presso do ar, nao re- j
4i ceba paga alguma sem que as obraa nao ajt
a fiquem a rontade de seus dorios, tem pos m
aj| outras preparaces as maia acreditadas aj
para conservarlo da bocea. ojj

J. FEUI.EIKA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug u. iw, 1.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por auibroiypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre laico, especiaes para
pulceiras, alfinetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
da artefactos francezea e americanos para a col-
locagao dos retratos. Ha tambem para sale mes-
rao lira cassoletas e delicados alfioetea de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persooagens da Europa ; atereoscopos e vi*taa
stereosenpicas, assim como vidros para ambroiypo
e chimtcas phutograpbicas.
-
Gabinete medico cirurgico.J
Ruadas Flores n. 37. *
9 Sero dadasconsbltaa medicas-cirurpi-aj
cas pelo Dr. Estero Caralcantl de Albu- aj
# querque das 6 aa 10 horas da manha, ac- aj
sj) cudindo aos chamados com a maior bre- aa
dj ridade possivel. aa
m {> Partos. aa
^ 2.* Molestias de pella. aa
am 8.* dem do olhoa.
0 4.* dem dosorgaos ttenitaes. aja
sj) Praticartoda equalquer operago em ai
aj aeu gabinete ou em casa doa doanies con-
eja, forme Ibea r maii conveniente.
Afterico
a
Pre isa-se de urna criada para cozinhar e
gommar para urna casa de pequea familia :
ra infermseoas, oa ra da Cruz n. 45.
I
en-
pa-
Aluga-aeum aobrado de dous anda- IB
f$ res com bastantes commodos, o qual ~(fi
^ pertence aos herdeiros do finado Rocha a
Bastos, tendo coxeira, cacimba etc. : na T
ra da Aurora junto a pontezinha : a 5
gj tratar na mesma. k
mmm*m
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Smtos & C.sacam e tomam
saques aobre a praga de Lisboa.
Alujra se o segundo andar da casa o. 183 da
rus Imperial, e o aegundo da ra da Imparatriz
o. 188 : a tratar na ra da Aurora o.. 36.
Aluga-se por prego commodo um sitio na.
Torre, com baixa de capim, e com outros mollea
enmmodos, e bda casa com baoho porta:
assim tambem urna casa na poroagio do Montei-
ro, a tr'tar eom o Sr. Jos Azeredo Aodrada oa
ra do Creapo, ou com o proprietario Joa Ma-
riano de Albuquerque na estrada nova 4o Ca-
tanga
Aluga-se o primeiro andar do sobrado I*
ra do Crespo n. 14, proprio para familia : a Har-
tar na mesma loja.
Charles Aruo, subdito frencez, ralira-so
para Europa.
bssm tmnm
Sobre a viagem ao Brasil en 1852,
o*
Carlos B. Mdrufield.
roa.
A. D. DE PASCUAL.
Aeba-se noramenie aberta a asignatura para
eela ezcellenle obra em dous voluiuea. nuilamen-
te impressos, dos quaes o primero est j*.ubli-
cado. As pessoas que desejarem poasui-la po-
dero dirigir-seao escripiorio da ra da Gra o.
45, 1 andar. Preco da obra completa 5JO, que
sero pagos entrega oo primeiro rolume.
Perdeu-se urna letra sacada no aia g do
dezembro corrrent. da quantia de 334*000, a
veuce'r-se no oia 30 do rorrete mez, sacada por
Ida A-nada e aceita por Joaquim Frreira da Cos-
ta e endogada em branro no dia 11 do Crreme.
J est prerenldo o aceitante e pede-se o favor
a quem o achar de entregar no deposito de louga
da roa do Imperador o. 41, a Francisco Maia Cor-
lea, que gratificar;
_ Quem quizer comprar n armazam do car-
va, sito na travessa do Tambi, estando eate
bem fgueza 5, das 6 horas da manha s 8, ou das 4 da tardo
s 6, que achara rom quem tratar, e dir o mo-
tivo porque se vende.
Precisa-se de urna ama para andar com
um menino e tratar da sua roupa. para casa es-
irangeira : na ra da Cadeia n. 87.
J. Falque
scientiGca a seus numerosos fregueses,
que acaba de receber um lindo torti
ment de chapeos de palha para Sras.
e meninas das formas mois modernas em
Paris, como seja Beatriz. Tudor, E
nie, etc., etc., ricos cintos le 1
tas e com lacos bordados e lizos, assim
como roupas lei tas para homens e me-
ninos e meninas, chapeos de caster
branco e preto. ditos de pello e de le-
tro, lindos vestuarios completos pars
batipsados, lencos de cambraia borda
dos, camisinhas, golas e m?\
aqjetas, zouaTo para Sras.,
fusiao e casia bordados,
diversas qualidades, taimas de
naples preto, o mais completo sortm
to de es pattfl bosque se pode encontrar,
saias balao de 3, 4 e 5<>00, colarinho
inglezes ltimos modela, finas pr
marias, bonecas de todos o 1
chapeos de sol de seda e de pa
todas as qualidades, arligos f
gem e urna infinidade de c
tos, quQ tudo se Tende
muito mdicos, aa ra do
Orna mulher forra alug- '^
menino e cozer, pata roldar d
zer dirija-se a rna dn Quefaatio I
O* abaixo-aaasignados .
tarel publico que pessoa atpu
quer negocio com Franrlaco b
Peixoto com a rr-ulatinha Mar'
visto o mesmo Peixoto t
aoa aonunriantea eos 18
rindo; como da eacriptura
oo carlorin do oteri
Recife 93 de
Eoaeolo Bj^^^^^^^^^^^^^^^^H
Rio de JlssaaaaaaB

fe"


o* 'eme fot fu |L GeaMlvesfoVCrft. erre-
so^ Jb, e da
fila data em diante sshirj neste jornal urna
jue nio
rem pago. R-cife 18 le dezetnbro de 1861.
Precisa-se elugar urna escrava paraservico
w-. uaiaem uisme onua ueste jornal urna lavar e cozanar, eogomma alguna cooes e faz
nata cornos nomes por extenso doa que nio Uve- lodo servido de urna casa, oo ti-ado nenhum de-
qu*m pretender, dirja-e ao pateo do Pa- Chspelinas de aada para aenhora, pelo barata-
sta Numa Pompio.
reita do Rosario n. 22, pr.
meiro andar,
denles pela pressao do ar, por molas e li-
ai a. o tai looes aa operaces de soa arle.
i
*
i
Attenco
rtaram do abaiio assignado um re-
logio de ooro patente ingles, coberlo de
O. 7191, autor Iosh Piuliagton e um
tranceiim do ouro : qam defle souber
ou der noticia dirija-se ao largo do Corpo
Santo loja de cebos de Antonio da Costa
e Silva Maduro, que ser generosamente
recompensado.
. 16, eotrada pela ra de S. Francisco,
interno a externo de urna cus* de familia : na ra defronle do o. 30, que achara cora quem iralsr*
da Cadeia do Recite n. 53 3* andar.
A Vende-se ricas booecas de maesa ves- i
fi tidaa proprias para se dar de lalas: na '
W loja de Nabuco <& G. na roa Nora o. 2. W
***** m **##
^ Vende-se chapeos de aol de seda lo- L
* glezes a 109 ditoa francezes a 7J>, ditos V
a|| americanos a 8$, ditos de seds de cores A
*r Pr meninos a 59. ditos para senboras -
* a 6$: na loja de Nabacu & C, na ra **
a Nova n. t.
Aranaga, Htjo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Poso do ar
Continua-se a Feceber ancommendas de ludo
quanto for relativo a esta arte, ha muito conhe-
clda fabrica de fogo de artificio do fallecido Ru-
: no bizar pernambucano da ra do Impe-
rador n. 6.
Aluga-se o primniro andar da casa da ra
da Cadeia do Recife n 8 : a tratar no armazem
do mesmo.
'. Antonio Mlhor e Domingos Brando, Italia-
nos, vio para Macei,
Precisase de ama pessoa para meosalmen-
te levar um almoco e jaotar fora : quem quizer
appareca na ru da Palma n. 19,
Precisa-se alagar um prelo, dando-se o
sustento, e paga-se mensal ou semanal, para o
servtco deata ypograi.hia ; na livraria ns. 6 e 8
da pnca da ludependencia.
Francisca Loros, Suisso, vai a Europa.
Aluga-se a loja do sobrado da ra do Li-
vrsmenlo n. 27, proprio para qualquer estabele-
cimentn: a tratar na ra de Hortas o. 10.
Aluga-se um segundo andar na ra do A-
mqrim, bairro do Recife : a tratar na mesma ra
armazem n. 46.
Proteste
Ulrr. Sr. Dr. juiz municipal da 2* vara.Joseph
Fachiaein, por si, e como procurador bastante de
seos irmaos Henrtque Guilherme, Joo Baplista
Antonio, Anna Meiral-ii, Antonia Baptialinha,
viuva, Marta Francisca Antonia, e deseu cunha-
do Luis Abaia, coostaodo-lbe por documentos
autbenlicos ler fallecido em Philadelphia seu lio
Estreo Grard, aem ascendentes, nem deseen leu
es, deixaudo urna fortuna de setenta e cinco mi-
lh&es de francos, dispondo porm somente de
seteceotos e cineoenta mil francos em favor de
seus sobriohos, alguna dos quaes j levantaran:
seusqainbdes, faltando unicameute o aupplicao-
le e seus constituimos, que ainda nio rebeceram
querendo resalvar o seu direito, prevenindo qual
qoer prescripcio, quer protestar, como effeliva-
nete protesta por ai e pelos seus referidos ir-
naos, e cunhado, hiver de quem de direito for
oquioho, que justamente lhes perlencer, nio
podando pessoa alguma prevalecer-te de sua de-
mora, que procede j da grande distancia em que
se achara, ej por oio lerera ha mais temqo ti-
lo noticia deata heranca ; sendo seu menciona-
do protesto extensivo tambera a nullidadedo tes-
tamento, se para isso houver direito. Kequer
pois V. S. se digne de mandar tomar por ter-
mo seu protesto, sendo intimado ao cnsul dos
Estados.Unidos pelo escrivio, a quem for destri-
uido, e juUado por sentenga.
O supplicante e seus irmos sao lhos legti-
mos de Julia Oorotbea Girard, irmia germana do
meocibnau EtlHvo Grard, por surero ambos fl-
Ibos legtimos de Pedro J. Girard e sua mulher
Anna Beque Lagarta Grard.
D. Como requer, sendo a intimadlo ao cnsul
elta oor carta.
Recife 10 de dexembro de 1861.Araujo Barros
Gertttlco que intimei o protesto retro ao cn-
sul Americano em sua proprii pessoa e Qcou en-
tendido. Du f.
Recife 13 de dexembro de 1861.O escrivio in-
terino, Guilherme Augusto de Attayde.'
Julgo porsenleoga o protesto lavrado ppr ter-
mos fl. 12para que produza lodosos elMtosque
foreo de oiretto, Qcando tambera julgado por
senteijca para o mesmo tira todo o deduzido na
peticao de fl 2 pague o protestante as cusas.
Recife 17 de ozembro de 1861.
Francisco de Araujo Bsrrost
O abaixo assignado previne aos devedores
ds mssta de Joio Paulo de Souza, que elle o
smlco habilitado cobrar as dividas, por isso que
fot quera as arrematou em leilio publico, e pr-
tesis nio levar em coota qualquer quanlia paga
a outra pessoa, por isso que nio autorisou mo-
-guem para tobra-Ws. Recife 20 de dezembro
le 1861.Vicente Ferreira da Silva.
Arrenda-se o terceiro andar da casa n. 22
da roa do Vigario, com bastantes commodos : a
tratar no porto das canoas da ra Nova, armazem
de madeiras de Evaristo Mendes ds Cuaba Aze-
vado Jnior.
Na ra Direita, sobrado de um andar n. 33,
defronle da padaria de Jos Luiz, faz-se pastis
de carne, fetio de Psriz ; quem quizer mande
eocommendar na vespera de fesla : tambera se
fazem bandejas de bolinhos de diderentes raodel-
los.com muila periiro ; vendem-se doces sec-
eos de caj., iimo, mangaba, abobora, jileas,
doces de ovub. e mais arranjos precisos pars me-
ss, jalea de substancia.
Aluga-se urna casa para pequea familia
por feata ou por anno, os traveasa da Capaoga
para a Baixa-Verde, efronte do sitio do Aran-
tes : trata-se na ra da Cadeia do Recife n. 25,
segundo andar.
niNDIClO LOW-IOOB
Ra da&nzalla Nova n.42.
Ueste estabeleeimento contina a havsr uaj
aompleto sortiasan to damoenda seneias moen-
dss para engenho,machinas de vapor etaixat
farro batid* eoado.de todos ostamanhoi
para dito,
Aluga-se
o armazem n. SI da ra do Imperador: a tratar
na ra a Crespo n. 17.
O Sr. Geraldo Corris Lima queira appare-
cer nesta lypographia. que se lhe precisa fallir.
400^000.
A pessoa qne precisar por quslro mexes de
4009 sobre hypotecs de escravos, dirija -se a
rea da Imperatriz, loja n. 6, que dir quem di.
Ageetinho Moreira. subdito portuguez, reti-
ri-ae para o Rio de Jaoeiro.
Attenco.
A antiga coebeira d'alem da ponte da povoseSo
, de Beberlbe contina a receber carros e cavarlos.
Precisarse lugar urna escrara que
seja de bonMoaductt, para o serTico
interno de/isa de familia, e que saiba
*ngomaia/e especialmehie cozinar: e
agradan* percebera' bom aluguel, f
boii trata ment:: na
ropaanafr 58.
pro-
oca que sabe
coues e faz
feto
raizo d.
Precisa-se de urna mulher que sejs mo;a e sol-
teira, para cuidar em costaras e algum servido
(menos coxinha) interno de ums casa de familiar
quem esliver neslaa circumstancias e afflmca:
bom comportamento, anouncte para aer pro-
curada.
OTerece-se um moco aos senhores de eo-
genho para eosioar primeiras lettras, preparato-
rios e msica, tendo habilitacdea para isso: quem
pois quizer, ditija-se a esta typographia em car-
ta fechada, com aa loiciaea. B.
Manoel Gomes da Cui-ha, aenhor do enge-
nbo Macaco, sito aa freguexia de Nazareth, de-
clara ao respeilavel publico que nunca mudou o
sobre oome de Cunba para o de Uorses, com que
muitos o tralam at na correspondencia parlicu-
Ijr, e para que cesse isla e ihegue ao conheci-
meoto de lodos, fiz este aviso pela impreoss.
NOVAS JOIAS
SeraQm & Irmio com loja de ourives na es-
quina da ra do C teo da matriz de Santo Antonio, franqueiam ao
publico o escollierera as mais modernas edelica-
das obras de ouro muito em conta e novamente
chegadas ; gsrantem a qualidade do ouro, pes-
iando contas com as necessarias leclaragoes nos
tecibos; tambera trocam e recebem para fazer e
concertar (oda e qualquer joia : os mesmos pre-
vinem que ninguem se deize illudir por iodivi-
duos que aodam vendendo jotas por fra desta
praca, duendo seren da casa dos mesmos, pois
nunca tiveram, nem tm pessoa alguma encarre-
gada de vender joias suas.
Ao publico.
O professor e compositor de msica Francisco
Libanio Colas, actual director e regente da or-
chestra do theatro de Santa Isabel, tem a honra
de annunciar s contrarias, irmandades eao pu-
blico em geral, que tem preparado e montado um
ezcellente repertorio de msicas sacras para ac-
tos festivos e fuoebres. Incumbe-se lambem de
extrabir copias de msicas para piano e canto pa
ra oulro qualquer instrumento; e compdr e ins-
trumentar para orchestra ou banda marcial. Pro-
pe-so por tanto a dirigir quaesquer dos actos a-
cima mencionados, e o mais que fies dito, pro-
meilendo is pessoas que se dignaren) honra-lo
com sua confianga, toda a promptiuio e esmero,
para o que pode desde j ser procurado em casa
de sua residencia i ra de Santa Isabel n. 11.
Velocidade.
Acham-se bertas diversas estages da com-
panl.ia geral para o transporte e despacho dos
gneros que do Recife se destinaren: estadio d
estrada de ferro as Cinco-Ponas. Nesgas esta
edes recebem-se conhecimentos de assucar, o
qual despacha-se e cooduz-secom toda a rapi-
dez; recebem-se tambera notas do gneros que
teoham de ir para o interior, sendo esses gene-
ros conduzidos e despachados com igual tapidez.
Os concurrentes p3gario apenas um frete in-
ferior ao actual, sendo gratuito o demais trs-
balho. Pdem dirigir-se :
Ao caes d'Apollo n. 7 ;
A' ra da Imperatriz d. 52 ;
Aoa Srs. Duperron ou Oliveira, na eslaclo da
fia-ferrea, as Cioco-Pontss.
umm s mmmm^mmmm
Dentista de Pars.
15Ra Nova15 8
( PradericGautier.cirnrgiiodentista.faz
H todas as operacoes da sua arte ecolloea
dentesartificiaes, tudocom a saperiort-
dade ep*rfei$o que a s pessoasentendi- _
das lhereconhecem. ||
rea igua e posdentifricos te.
9M!roM3MSaHieeiMKeMM63
CONSULTORIO ESPECIALH0HE0PATH1C0
DO DOL'TOR
SABINO 0. L. PINHO.
Ruado Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias atis desda aa 10 horas
at meio dia, acerca daa seguiutes molestias :
molutias dat mulheres, molestias das crian-
cas, molestia! da ptlle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticas, todas as especies di ftbres
febres intermitientes e suas consecuencias,
PHARIUCU KSPBCUL HOMBOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopatnicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias. in-
falliveisem seus erTeitos,tanto em tintura,como
am glbulos, pelos presos mais commodos pos-
aivsis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
jue o forem fra della sao falsaa.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impressocom um emblema em relevo, tendo ao
redor aa seguales palavras : Dr. Sabino O. L.
Piobo, medico braaileiro. Este emblema posto
Igualmente ns lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras qae nao le varmosse i mpresso
tssim marcado,emborateabam natampa o o-
ras do Dr. Sabino sao falaoa
Ama.
- Precisa-se de urna ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella o. 38. *
mais!
pri os i.
pelo'dimiouto preg de 10|T~
Chapeos baratos.

HPtopro'
i campestres,
- Vende ae em corita um excelente
boi de ra^ tourino, e um carro de car-
regar frete em muito bom estado : no
Corredor do Bispo n. 15.
Attenco.
Vende-se no antico aterro da Boa-Vista os me-
lhores pastis que tem apparectJo nesta cldade,
aa esca linha junto a coberta.
Pastis cheios de picados e coberlo de fiordes a
chineza a 240 rs.
Ditos de recheio de galinha cobertos de mel de
abelha a 220 rs.
Ditos cheios de massa de pombos com beira e
subeira a 160 rs.
Ditos cheios de presunto de Lamego com cor-
nija a salto r a 120 rs.
Ditos cheios de oeixe com coberta proa, for-
rado de alfalce a 320 rs.
Ditos de forma de nao abarrotado de azeitouaa
a 180 rs.
Ditos cheios de passas, cobertos de massa de
ameixas a 160 rs.
Ditos cheios de saadades cobertos de raiva a
320 rs.
Charutos escaros bom conhecidos pelo estallo
a 120 rs.
Ditos claros abaioneta a 90 rs.
Ditos a vareta a 60 rs.
Ditos a clarineta a 40 rs.
Ditos a flautados a.30 rs.
Ditos de coberta a 20 rs.
Ditos feitos em viola a 60 rs.
Ditos afogueiados a 15 rs.
Doces de guiaba do serian era caixao de po-
ferro pregado a soco a 2aS0O.
Espirito de vinho de 38 graos a 1^600 a ca-
ada ; oa ra das Cruzes o. 24, esquina da tra-
vessa do Ouvidor.
Veodem-se beatas mansas de roda, bois
mansas para carro, queraos, carros: quem pre-
cisar de algum desles objectos, pode dirigir-se ao
engenho S. Jos, freguezia da Luz, distante des-
ta cidade 5 legoat.
perman
ago terapo
nos hosnitaes, o un
simo prego de 8, chapeos de seda e de merino,
bem enfeitados, para meninos e baptlsado a 6 e
7$, ditos de palha e seda para senhora a 1$, di-
tos de seda de cores, copa baixa, para hornera a
6$. ditoa de casemira de cores, pelo diminuto
prego de 1*600, chapeos de castor baanco sem
pello, booitas formas a 12$, bonets francezes de
panno para meninos a 28500e3{<.
Guardanapos e toalhas.
Duzia de guardanapos para mesa a 2g e 2*400,
l,n" PJa me" de Jl<. >l2 e S varas a lOOO,
Vestuarios para meninos,
^oi^!0' ereit*dos, a 8*. baldes para seohors
a dJMX), bonitos vestidos de phautesia pelo bara-
to prego de 12f, atoalhado de lioho adamascado
cora 8 palmos oe largurs a 2J240 a vara, mantas!
de h 16 branco, manteletes, leques de diversas
quahdades, Rullinhas, maoguitos, sedas de qua-
drtnhos, e outras muitas fazeodas que se ven-
der por barato preco na referida loja cima.
Vendem-se canoas ds
annrello e bordozinho,
de diversos comprimeotos, muito proprias para
carreira e otarias, para cooduegao de barro, seu
prego commodo ; a escolher a gosto, no estalei-
ro do Sr. Joaquim Antonio Rodrigues, ra do
Brum defronte da fabrica dos Srs. Villaga, Irmio
& Andrade: a tratar na rus da Gadeia do Recife
loja de ferrageos n. 44.
Poiassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecidos acreditado dapositoda ras
la Cadeia do Recife a. ti, ha para vendar a ver-
ladeua potassa da Russia, nova o de superior
lualidade, aasim como tamben: cal virgem em
pedra ; tudo por pregos mais baratos doquaem
outriqualquerparte.
REMEDIO INCDMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Milhare de individuos de todas as nacSes
podem tstemunhar as virtudes des te remedio
incomparaveleprova rem caso necessario.que,
pelo uso que delle fizeram tem seu cornos
membrosinteirameatesosdepoisdehavor em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
ravilbosas pela leitura dos peridicos, que Ih'as
relatam todos os dias ha muitos annos; a a
maior parte deltas sao to sor prndenles que
r..IU.U<7~iuu l.ugv 1BU>|W UVS uvfi.,v gu g gwJ jf^ g BaSSSS t i
deviazn seffrer a ampnugao I Dallu ba aaui- saelhoresdo mereado.
cas quehavendo deixado esses. asylos de pede f\ nSAfrraflcA
timemos, para se nao submeterem a esfi ope V^ ^n Vg | Co5>U
raco dolorosa foram euradas compleamenu
mediante o uso desseprecioso remedio. AW
gumas das taes pessoa na enfusao de sea reco-
nhecimento declararan estes resaltados benfi-
cos diente do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticarem sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado desande st
tivesse bastante confianza para eneinar este re-
medio eonstantementeseguindo slgnm tempo t
tratamenio qne neeesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontesuvelmente.
Que tudo cura.
O anquento he a til, mais partlcu
arente nos segnlntes casos*
Alporcas
Gaimbras
Gallos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Eotermidades da cut
era geral.
Ditas de anus.
Rrupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
I n chaces.
Inflammacjio do figado.
Inflamaacao da|bexi|*
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquei
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Yeias torcidas oa no
i as pernas.
Vende-se este ungento no estabeleeimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loj
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., eada bocetinha conten
urna insirucc,ao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral i em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Vende-se cal de Lisboa chegada no ultimo
navio : na ruado Imperador o. 28, tsberoa de D.
s. c.
MIM A WM
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESIVO
lmetVQa 1UgleZa mein iraDCeza a melhor do mercado a 64o rs. a libra e em barra a razao de600 rs. a libra.
QueiJOS flamepgOS chegados neste uliimo vapor a 3*000.
QuhJOS lUdi qos o melhor que ha neste genero por serem acuito frescos a 1&000 a libra.
rUThprat0 raelhor qu8 Sfl pode des<'jar a 18>2a ,ibra e i,o inter-
C h ySSOQ e pretO o melhor do mercado de 18700 a 2880 a libra
Presunto fian, breglezehamburgueZ. 720 rs. libra.
presuntos portugliezes vindos do Porto de cas. particular a 560 rs. por libra einteiro a 460 rs.
a l^TJ^nr! DU,,U9,d0 POr,0, WnUn0' Por0 fino* nec,ar' *** Carnees, Madeira s.cca, Feitoria velho, secco a chamisso
y. V wf l*300 a Sarrafa e *3000 a duzia.
Vinhn ftUX dsuPer'<>f qualidade diflrentes marcas a 800 e 1 a garrafa ede 8500 a 10|000 a duzia,
IllflO em pipa proatiM para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Jr^ imperial a escolher de todos os fabricantes de Lisboa premiada as exposices universaes de Londres e Paris a
900 rs. a lata, de urna libra e a l70O as de duas libras.
BOCetas com doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para miraos, por serem ricamente enfeitada?, ede
muito gosto a 39500 cada urna,
rlgOS eni caxinbas de libra muito frescos e gramdes a 29000.
Peras SeCCa em caixinha de 4 libras chegadas neste ultimo vapor a 3500 e 19200 a libra, afianca-se ser o melhor que ple have nesta
genero.
AmeixaS fraOCezaS em latas de5 libras por 40600 e 1*000 por libra.
PaSSaS em eaixinhat da oito libras^ raelhor es do mercado a 2500 e a 500 rs. a libra, e em caixade urna arroba a 90500.
Latas COm fmctaS de lodas a qualidades que ha em Portugal de 700 a 100U a lata.
Coriuthias em frascos de 1 1(3 a 2 libras de l60O a 20200.
FraSCOS de amen doa coofeitadascom 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem afeitadas e de superior qualidade a 20500
eada um.
LaiXas Surtidas cora ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes o que ha de mais proprio para mimos, de 40000 a 50000 rs.
por eaixa de 10 a 12 libras, a-320 rs. a libra dos figos.
Lata COn? bolaXUha de Soda de diversas qualidades, e muito novas a 10450. e grandes de 4 a 8 libras de 30500 a 4f 500.
Conservas inglezas franeexas eportnguezis de 600 a 800 ris o frasco.
Ervilhas (facetas e portugoezas a 20 rf. a lata. afiaoja*se serem as mais bem preparadas que tem findo ao mercado.
Mas* as Ulharim, macarro e aletria as me> novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
= Comprase urna escrava moca com habili- faQtflnhc ft '
de 8 annos: na taberna19 >ui"uub e nozes as melbores e mais novas por terem chogado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra de nozes, e a 50 a arroba de
castanhas. e 160 ra. lihm.
gos a 500 rs.. e passas a 640 r
-se 0-
^Sa-se ser
la S.
Cruz.
is-
leto

pe.o
ptra m-
Manoel Jos de Brlto Batreir faz
oe.taveLpublico que tem em ,{.'
o, bo largo da K.nta Crui 18, um
soritmento de gneros, como Bf\?n
Manteiga ingiera flor a 880 e 960 rs.
Oufijo flamengos muito novos vindos
ultimo vapor a 3* e 8S200.
Harnrelada de Caslelar g C. al
moCsr48Mm8,bra8de,1,?OS^ri"
Ditas de 4 libras de ditas a 2|200.
Ditas de 2 libras de ditos^a la2O0'
c^?o,sC.O800drse.e,le8iDi, P.*- *-
Massas para sopa, sendo macarrio e tsihanm
a 4oU ra.
Aletria a 560 rs.
19280?0 Pr, ef,*arr8fado au^0 olho, a
Dile Duque do Porto a 1)300.
Latas com peixe de diversas especies a 1*3!0.
Massa de tomates a 900 rs.
Cha preto mjjito superior a 2400.
Dito perola a 3.
Caf a 240, 28 e 320.
Carvpja branca e preta a 640 e 720.
Passas novas, libra. 640 rs.
Conservas em frascos a 800 rs.
Vinho tinto de Lisboa, rrafa, 640 rs.
Dito dito dito, garrafa 560 rs.
Molhos de ceblas muito novas a 1400.
Charutos de diversas marcas e presos, e ontros
muitos, que a vista da qualidade, ninguem del-
xar de trocar por elles o seu dinheiro.
Alexandre da Motta
Canto
vende um magnifico sitio de nome Atalain, em
trras foreiras. aldeia da Escada, em cuja posse
tem um bom cercado que pode conservar 40 a 50
cab-Qas de gado de invern a verao, margem
do rio lpojuca, sobre bous valados, tero urna fon-
te de agua ao p das casas muito cryatalins, em
cujo sitio tem 8 casas, inclusive 3 de lijlo com
4 de freole envidiadas, muito boas, muito
perto da estaco, ao p do armazem de receber
essvcar, contiguo a estrada de ferro, tem mais
urna boa taberna, tem mais urna boa horta com
.WO ps de bananeiras, 350 ps de caf, 4 pea de
coqaeiros, tem mais urna pequea coebeira co-
berta de capim, porm pode levar ttlba : a pes-
soa que pretender, dirija-se ao mesmo sitio Ata-
lain
Gollinhas
de traspasa o bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 2& cada urna : na rus do %ie -
mado, loja o'aguia branca o. 16 A obra boa a
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem. *
Padaria.
Vende-se a padaria da ra de Domingos Pires
n. 50, com todos os seus uteocilios em bom es-
tado, garautindo-se a casa da padaria, e tambera
a que tica junto, propria para morada: o dono
deste estabeleeimento estando embarazado com
muitos outros negocios, est disposto a fazer to-
do e qualquer negocio tendente a venda da mes-
ma padaria, e por isso convida a lodos es senho-
res que quizerem se propora tal flm, ase drigi-
rem a roa Imperial o. 45.
CHAPEOS A GARIBALDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunha A Silva. '
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e feliro, mu lindos, e se ven-
dem pelo barato prejo de 10 e tf.
a^ veoae-se chapeos populares denomina- al
i nados chapeos do povo a 8}. 8
! Ditos de crina branca a 3J.
Ditos mescladosa 3>.
i Ditos cor de caf a 3: na loja do bem 3f
coonecido Nabuco & C, na roa Nova*
i n, 2. 31
Vende-sfcantinhas de raiz "de coral
proprios para as senhoras Irem a roiisa
do galo : vende-se na loja de Nabuco &
C. ua ra Nova n. 2.
Aviso aos fumantes.
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n.
. vende-se fumo de diferentes qualida-
des para cachimbos e cigarros a saber:
Fumo caporal massos grandes a 2.
Dito dito pequeos a i$.
Dito de flor de harlebeck a 240 rs.
Dito americaco a 240 rs.
Cigarros bota fogo do Rio de Janeiro a
a 200 rs.
Ditos de Havaoa a 240 rs.
Ditos turcos em caixas de 100 a 2f.
Boinas de borracha para fumo a lj>.
Bocaes para charutos e cigarros.
Cachimbos de gesso.
Ditos de massa. gaCTg |
Ditos de espume-do mar.
E outros muitos objectos proprios para
os fumantes.
I
1
i
j ompras.
Compram-se acedes do novo banco de Per-
nambuco : no escriptono de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Compram-se moedas de ouro de 20J: na
ra Nova u. 23, loja.
Compra-se urna ou duas casas trras, nio
se olhando ao estado deltas : a tratar na ra das
Cruzes o. 22.
Compra-se ama escrava moca;com habili-
dadea e urna negrioha de 8 anoos : na taberna da
ra das Cruzes o. 22.
dades e urna negrioha .
da ra das Cruzes o. 22.
Vendas.
Na coebeira do Sr. Quinteiro, na ra Nova,
vende-se um cabriolo! de 4 rodas, em bom esta-
do e muito leve.
Manteiga ingleza flor a 00 rs.
a libra,
franceza a 640, toucioho a 320, ervilhas a 100
ra., figos em cestiohas pequ-nas proprias para
dar de mimo a meninos a 9J0 rs. : na ra das
Cruzes o. 24. esquina da travesea do Ouvidor.
Vende-se urna casa na eotrada da estrada
aova do Cachang, de madeira e barro, aendo
a frente de tijolu, com commodo sufScieote para
familia, raja tem urna porta e duaa anellas ae
frente, com grande recreio : quem pretender di-
r'j?.ito lugar a qualquer hora, que acbs-
r com queo tratar.
chamadas S(ricuc,[
I prximas ao sul da ddad da Victo le
*ao) entre os eogeonos Ped
^p aljodao. N&o exige
^^Bando que pague o comprad<
"^ale Hm*o que eeovencio
"*j :' fallar coa seo prflr
al OoMtei

Roupa feita.
Na loja de Nabuco & Cas roa Nova n.
2. veste-se om horneen dos ps at a ea-
bega por diversos precoa.
eastanhas, e 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em porgan ter abatimanto.
Azeitonas de Lisboa novas e guanes vindas pela primeira vez ao noss mercado a 3|500 a ancoreta
ChampaIlhe das marcas mais acreditadas de 15 a 20*000 res o gigo de 1 500 a 2| a garrafa.
CervejdS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa e de 5 e 69000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a dur.ia.
Genebra de Hollanda a 600 n. o frasco a 69500 a frasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior qne temos tido no morcado portuguez. hespanhol efrineez de 19 a If200 alibra.
Vinagre puro de Sboa a 24 rs. a garrafa e 19850 a caada.
B ata tas em gigos cora urna arroba, as melhores que ha no mercado a 1 o gigo, e em porcao de 10 para cima a 800 rs.
SebollaS SOltas novas e grandes! 1 o canto e a 89 o milheiro, aanca-se que vista da qaalidads ninguna deixar da comprar.
kSpermacete Superior um ,v.r. 740 rs. am eaixa a a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melbor do marcado a 100 rs. a Hbra 27O0 a arroba do da India e 110 ra. j libra do Maranho,
Alpista 6 painCO o mais limpo qu* ha a 160 rs. a Hbra do alpista e 240 re. a libra do painco.
lihor que Uraos tido no marcado a 400 rs. a garrafa e 2560 a cafada. | j
ruta a a SI
Aviso aos amantes dos
presepes.
Na loja de N.bocoC. na roa Nova n.
2, vende-se excellenies pndeiros para
presepes por prego com modo.
"~?*eeiea oKMeoH mmm]
Vende-se na loja de Nabuco 4 ~C" na i
roa Novan. 2. os mais moderaos chapeos
dei pslha a Travials para aeoboras, ditos I
a Garibaldi, ditoa a Cavour, ditos de seda
a turca para meninos, ditos de palha a
Garibaldi, ditos a hespaohola e.de outraa
muitas qualidades lano de seda como de
palha que se venden oais barato do que
em outra qualquer parte.
Nabuco & C. com loja na ra Nova n.
2, receberao pelo ultimo navio um lindo
aortimento de enfeiles de froco rom vl-
drhoi, ditos de retro S?eU de coree,
ditos de fitas e flore, rieafl
ra noivas, e outros muig|
e veodem barato.
Rap francez.
Vende-se na loja^de Nal
ra Nova o. t, ra;
apl
NsbocuAC
2, aobam de reei berpl 1
francs um linno sortimei
rios para meninos de 2
ffate.
do que am outra [ I roxtlnos, jl

V
v
II *r\r\\


r
h
rab*oa,
^p^awira e ATagoas, a saber?
contendo o Calendario,' pocas geraes, nacionaes, das
bella de salvas, noticns planetarias, eclipses, partidas
ii4 audiencias, e resumo de chronologia, a ris .160
[gibeira e variedade, a quai contem todas as materias das
e porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
cu e familia imperial, nomes e titulos dos chefes dos
)nncipaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro*
psus, tabella dos mpostos geraes, proTinciaes. e mumcipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigossobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecSo de remedios, a ris. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e titulos dos chefes dos principa es estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e mumcipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al*
guanas posturas municipaes, trezenario e mais oracOesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a ris........520
Acha-se no prelo o almanak civil, ecclesiastico, administrativo, agrco-
la, commercial e industrial, oqual sahira' no fim do mez de dezembro, nSo po-
dendo ser antes pelas mudancas.
Superior Tepe de Lisboa em
frascos.
Yende-se superior rap prioceza-Brasil em
frascos, chegado no olimn vapor franrez F.ilrt-
madure, na loja da boaf, ra do Qaeimado
d. 22.
i 4 ra do Queimado I
g numero 10.
Loja de 4 portas
DE 8
Ferro < Maia
m
E* chegado um completo sorlimento
das saguiotes fazendas, o mais moderno
que tam apparecido oo mercado :
Chapeos pretos para hornea).
Ditos de patha para senhora.
Ditos de pellica para menioos e meninas. 9
Borsegaius para homem e senhora por gft
menos prego de que em oulra qual- .
quer parle. W
Riquissimaa capinhas de grosdenaples &ft
preto bordados para senhora. u
Ditas de caxemira dita.
Casaveques brancos bordados. t$
.Slntos Conrados do ultimo gosto. t
Enleites de retroz e missanga.
Baldes de duas saias o mais rico que Ss*
tem apparecido. %j?
Grande liquidacao da
Arara.
PARA ACABAR
Vende-se pegas de madapoln fino entestado a
39, cortps de casemira preta a 3j, ditos linos de
cores a 4*500. cortos de fusto a lgl'20, tapete
para forrar salas a 600 rs. o cpvado. tilo de iinho
branco e de cores a 200 rs. OvCoado, tarlaiaoa
de cores e brancas a 800 rs. a vara, ricos cor-
tes de cambraia brancos e de coles de babados
a 2*800 e 3. ditos de tarjado? de 3. 4 e 5 baba- ticalhada
dos a 3J500. ditos entestados com entre -rocos a I "">.:
Attenco.
Veude-se confronte o porteo da fortaleza das
Cinco Pontas o seguate : carrocas para bol, di-
tas para cavados para agua, car'iinho para traba.
Ihar oa alfandega, ditos de mao, rodas para car-
rosas e cirriohos, eiios, torradores de caf com
fogao, boceas de forno, bandeiras, ferros de vol-
tas de todas as qualidades. dobradigas'de chura-
bir de todos 01 tamauhos, tachaduras de ferrolho,
ferrolho de chapas, ferro de embutir de todos os
lmannos, e portode ferro
As verdadeiras tovas de
Jouvin.
Acaham de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'agula branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
1:
--,- cassas a turca para vestidos a 240, 280 e 320'
rs. o covado. ditas gnbaldinas a 360 rs. o cova-
do, lia de quadrinhas para vestidos a 280, dita
chinela entestada a 4u0 rs. o covado, saia balo
de nova invenco de 14 e 30 arcos a 39500 e 4g,
ditas de madapolio a 3$, saias de eordo que faz
vez de balo a2400 : na toja da ra da Imue-
ratriz, da Arara, de 4 podas n.-56, de Magalnes
& Mendos.
fabrica do Moiiteiro.
Crystalisaco e refina de assucar.
Deposito na roa de apollo n. 6, e praca
da Boa-Vi>la n. 26.
Este importante esUbeleciraenlo .contina a
fornecer aos seua innmeros frenuezes du alvo e
puro assucsr crystalisado, em p e em pea, 1.a
e 2.a qualidades, pelo prego de 160 e 200 rs. a
libra, e do retiido a 100, 120 e 140 a libra, sen-
do que em grosso o comprador ter um descont
favoravel. Nos mesraos depsitos tambera se
vende mel de assucar a 601) rs. a caada, e car-
vio animal em p a prego commodo.
Tudo doce.
Na roa larga do Rosario n. 35 contina a ter
grande sorlimento de doces de calda, como seja,
latas com 5 libras de doce de abacachy, grosella
e lar; nja a 2|500, ditas de cidrao com 4 libras a
29, ditas de sapoty s SgtOO, ditas de birembi e
limo a 19)00, latas com 2 1[2 libras de sonfeilos
do diversa* qualidades, proprios para mimos de
testa a 1*600. latas com 2 libras de marmelida
de Lisboa superior a 29, cavacas de gosto Lisbo-
nense a 19 a libra, bolinhos de amores a 1)000,
amendoas coofeitadas a 800 rs., coofeitos novos a
640, auucar candi a 600 rs., latas com doce sec-
co desapoty ea&acachy a t|500, xaropes de gro-
sella, laranja, abacachy a (amarino a 500 rs. a
garrafa, bolachinh* de aramia a 320, cha hysson
a 29800, assucar refina lo fino a 4 160 a arroba,
e libra a 140, dito baizo a 3)520, e 120 rs. a libra,
assucar branco proprio para doce de caj a 120
rs. a libra, e 3*600-a arroba, dito somenos a 100
rs. a libra e 2*800 a arroba, dito masesvado a 80
rs. libra e 29440 a arroba, outros muilos ge-
. fieros que o freguez encontrar ; tambero tem
e fumo eaa folha que vonde s libras a
arrobas.
Tiras
las em ambos os
lados,
< bordadas eas am-
bara se pode par-
i outras multas cousas,
|200: na roa do Queimado, foja
Pflta *ricaui
VeanSj^^^^^^^^^^^^^^^^H1 nova o de
UniciJ 4ko,lsra9d3 Goroo San-
fLoja das 6 por-|
tas em frente do Li- 1
vrameoto.
Roupa feita jaauto barata. 5
Paletots de panlvnlno sobrecasacos,
'g ditos de casemira de cor de fustao, ditos A
de brim de cores e brancos, ditos de
9 ganga,caigas de casemira pretas e de 9
cores, de brim branco e decores, degan- 0
&fc ga, camisas com peito de Iinho muito a
finas, ditas de algodao, chapeos de aol J
^lP de alpaca a 49 cada um. 9
Ra da Seazalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se* ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna barcaca.
i
Vende-se ama barcada do porte de 35 calas,
no eslaleiro do mestre carpinteir'o Ja-
-o, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tea, sonde pode ser vista o examinada peloa pre-
tenderles ; vende-se a prazo ou a dioheiro ; a
tratar com Hanoel Alvos Guerra, na rna do Tra-
piche n. 14.
Liquidacao da Arara.
para a festa.
Vende-se corles de chitas Anas com 13 cova-
dos a 29500, ditoa de riscado chinez a 29500, ditos
de chitas inelzas a 19500, ditos de riscado a ga-
ribaldi a 2;800, pegas de cassa adamascadas pa-
ra cortinados com 20 varas a 9j. ditas de 10 va-
ras a 49500 e 39, pegas de cambraia de salpicos
Com 8 112 varas a 49 e 49500, pegas de cambraia
brancas a I96OO, ditas finas a 8$ e 3*500, chales
de la a l9.ditos de la e se la a 1a800 e29500,dilos
de merino estampados a 2(500. ditos oe pona
redondf a 69. ditos de croxe a 7$. chitas a 160 e
180 rs. o covado, ditas francezas a 220, 240 e
280 rs. : na rus da Imperatriz loja da Arara de
4 portas n. 56, de Magalbaes & Hendes. '
SIII SX>gUIIllfJ
. Queimado n. 55, lojt de miudezaa
de Jo* de Axevedo liis Silva, est vendendo
todo muito barato para aparar dinheiro, poia o
ue preseoteaseaite mais precisa,
roa de pMnaa de ago de diversos mo-
dellos a.. .......................... 500
Caixiscom agulhasfrancezas a.......... 12u
C Calas com appaMhoa para meninos.... 240
Ditas eom oilo para grandes a.......... 500
Baralhos portugueses a............120 e 200
Grota de botdes deosso para caiga, pe-
queos, a.............................. 120
Tegouras para uoha muito finaa a...... 400
Ditas para costura a.................... 400
Baralhoa franceses muito finos a........ 3x0
Agulheiros com agulbas s.............. 80
Caivetes de 1 folha muito fios a 80 e 160
Pegas de tranga de lia com 10 varas a.. 200
Pegas de franja de lia com 10 varas a.. 800
Pares de sapatos de tranga a............ I928O
Carlas de alneles francezes a.......... 100
Bscovas para limpar denles a 200 .... 400
Masaos com grampos muito fiaos a.... 40
Candes com clcheles com algum de-
feito a............................... 20
Ditos de ditos de superior qualidado a 40
Didaes de ago para senhora a............ 100
Rialejos com duas vozes a.............. 100
Ditos com 4 vozes a.................... 200
Eotiadores para vestidos, sendo muito
grsodes a.............................. 80
Caitas com clchales francezes a........ 40
Cartas de alfioetes para armagio a...... 80
Charuielras muito finas a................ I9OOO
Tinteiros de vidro. com tinta a.......... 160
Ditos de barro com lints superior s.... 120
rea prets omito fios, libr*............ 120
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, defrqnte do sobrado
novo, esti disposto a vender tudo por precos que
a todos admiram, aasim como seja :
Frascos com agua de Lavando multo su-
perior e grandes a....................
Duzia de aabonetes muito finos a......
Sabonetes muito finos a.....-...........
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com ebeiro muito finos a......
Garrafas com agua celeste superior a ..
Frascos com bar lia muito fina a........
Ditos com dita de urso a................
Frascos de oleo de babosa a............
Ditos de dito muito tinosa 320 e......
Ditos com banha transparente a........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditos ditos frascos grandes a............
Ditos de macag e ue oleo a............
Lioha branca do gaz a 10 rs. tres por
dous e a..............................
Linha em canio de Pedro V com 200
jardas a ..............................
Dita com 50 jardas a....................
Duzia de meias cruas muilo encordadas a
rv.i- -t~ ..:..___:.- __________ _
800
Soo
160
900
500
19000
140
600
240
500
900
400
60O
100
20
60
20
29400
Dita de ditas muito superiores a........ 4*500
Ditas de ditas brancas para senhora a.... 3gUOO
Bicosda largura de 3 dedos, vara a..... 120
Groza de boies de louga a.............. 160
Carrileis de lioha com 100 jardas a..... 30
Duzia de phosphoroa do gaz a........... 240
Dita de ditos de vela muito superiores a 240
Peas de fita para cs de todas aa larguras 320
Franjas de Iinho para toalhas (vara).... 80
Bicos das llhas por todo o prego, por pedido
que techo do fabricante para acabar, e por laso
nao se olha o que custou, e sin o que d.
Novidade no tor-
m radortM
23 Largo do Terco 23.
Queijos flamengos muito Irescaes, chegados
neste ultimo vapor a 39, mauteiga franceza a 720
e 640. menleiga ingleza flor a 900 e 800 rs., em
porgio se fim-abatimento, assim como se lorram
outros muilos gneros pertencentes a rn.olbad.oa,
assim como8jm,ear, primeira e segunda sor-
te, arroz, velas de espermscele e carnauba, afei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendem por me-
nos do que em outra qualquer parte a dinheiro
visla.
Chapeos de palha.
O mais lindo sorlimento de chapeos de palha
das formas as mais modernaa de Pars, para se-
nhoras e menina*, ricos allos ultima moda, di-
tos com lagos bordados : na roa do Crespo o. 4,
casa de J. Falque.
tjiuu
Ra do Queimado n. 10, loja
de 4 portas.
Vende-se panno verde, preto, aznl o cor de
caf, covado 3*.
Casemira prets superior qualidade covado
l6O0 e 19800.
Chale* de touquim para acabar a 10.15. 20.
30 e 409
Superiores cortes de seda o mais moderno que
tem viodo ao mercado a 90, 100 e 120*.
Sedinhas de quadrinhas e florea, superior fa-
zenda e moderno gosto, covado. 800. 1* e 19400.
Chslv, superior tazenda, covado, 500 re.
(limo do co, fazenda para vestido de senhora,
ovado 500 rs.
- Taimase manteletes pretos a 18, 20 e 259.
Soperiores vestidos brancos bordados a 20, 25
e309.
Cassas fraocezaa finas, covado, 240 re.
Corles de cassas de salpicos. um 39 e 3$5O0.
Cortes de seda preta a 25f. 30, 35 e 409.
Lengos de seda a 600 e 800 rs.
Lia de quadros para veatido de senhora rou-
pa oe meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple prelo, covado 19280.
Chales do merino bordados a 4J.
Chilaa francezas escaras, covado 240 rs.
Meias de algodao er. para homem a 4*.
Cortes de velludo para collete a 39500 e 49000
Paletots de brim a 3 e4f
Chapeos de sol do seda para senhora e meni-
nas a 3 e 4f.
Leques para senhora e meninas a 3 e 49.
Esparlilhos para senoora e menioas a 3 e49.
Chapeos de pellica para menioos e meninos.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelinas de teda para senhora a 8 e lOg.
Camisas abertas de reoda para senhora a 29 e
38000.
Grosdenaple amarello com um psqoeno toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paletot, caiga e collete de casemira, pelo bara-
iasimo prego de 259
Ceroulas escocezas, urna 1*200.
Corles de barege com duas saias a 8 e 109.
Cortea de seda escocezs, superior fazenda, com
13 e 15 covados cada um a 109.
Camisas inglesas com peilos de Iinho e com um
queno mofo, duzia 25g.
Paletots de alpaca, um 99.
Cortea de casemira um 39500:
Chales de lia e seda, superior fazeooa, a 29500
Lengos de cambraia de lioho bordados com bi-
co, a 39. 5, 6 e 89.
Ditos de dita para homem, duzia, 69, 8, 10,12
e 149. .
Setim preto maco o melhor que tem appare-
cido. covado 39. *
Chapeos deso de seda para homem um 69.
Ditos dito de dita ingleza para homem, um 9?,
10 e 129
Baldes para senhora, um, 3 e 49.
Panno de Iinho do Porto rom 12 palmos de lar-
gura para leoges, vara a 39200 e 3*400.
Lengos de cambraia bordados com bico, duzia
a 28500.
Goilinhas de cambraia bordadas, urna 320 rs.
Manguitos e dita ditas, um 1*.
Camisas para meninos, duzia 15*.
Fil de Iinho bordado, vara I92OO.
Dito de dito liso, vara I98UO.
Cortea de brim de lioho, um 19600.
e 200 rs. a vara : na ra do
Udezaa da boa fama n. 35.
Largo da Assembla
numero 15.
de
Liquidacao
fazendas '
Esperanza.
a
Recebeu de sus encommenda pulcei- '
raa de cabello qua vende por 109 o par, I
i* braceletes de mosaicos a 69 cada um,
,? agulhas victoria a 120 rs. o papel, pen-
P les de tartarutta a 8. 10 e 125. precos
fj| porque ninguem pode vender (boa fa-
*ft zeoda) estes artigos nio se encontr em
^ loja uenhuma porissovioa ruadoQuei-
3P mado n. 33 A, loja da Esperanca.
Esprancareduz aexpres-
J sao mais simples.
(A* DINHEIRO.)
fjl Todos os artigos que estao oa loja
g muito barato quem quizer vi comprar e
j ver : rus do Queimado o. 33 A, Guima-
fB raes & Rocha.

modernas para
senhora.
Vendem-se ricos enfeites a turca psrs esbega
a'2*500 38. e 3&500, ditos muito finos a G.ribaldi
a 58 e 5*500, ricos cintos a 29500, oitoa doura-
dos a 38, golinh'S a 500 rs. ditas com boisiohes
a 640 rs.. manguitos a 720 rs., camislobaa para
senhoras a 3g, ditas bordadas a 49, manguitos e
gilas de Iinho a 29500 e 3|.
Para homem.
Palitots de casemira a 109 e 12, ditos de brim
de todos os i>r*>gos, cal jas de casemira de cores e
pretas a 6$ e 79, ditas de brim a 19, I96OO, 28 e
2$500: na ra a Imperatriz loja da arara de 4
portas n. 56, de Magalbaes & Hendes.
Opiata ingleza
para dentes.
Esti finalmente remediada a falta que se sen-
lia dessa apreciavel opiata ingleza lio proveito-
sa e necessana (rara oa deoles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
coia; quem quizer conservar aeus denlas per-
fectos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca,ra do Queimado n. 16.
aoa
tem
SABAO.
Joaqiin Francisco de Mello Santoa aviaa
seustraguezesdesta praga e osde fra, que
axposto i venda aabaod sua fabrica denominada
Recitenoarmazem dosSrs. Travassos Janior
& C, na ra do Amorlm n .58; maasa amarella,
castanha, preta a outraa qualidades por menor
prego qae de ODtrasfabricas. No meamo arma-
bemtem teito oseu deposito de velas de carnea*
sasimplesem mistura algum, como a* de
tomposigao.
Lindas flores.
Ka loja d'aguia de ouro, ra doCabugi o. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
pleto sorlimento de flores, o mais Gao que pos-
sivel eucootrar.proprias para enfeites decabecaou
vestido, cousa muito chique, que se vende por
prego que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
0 Pavao.
Vende-se eslembas be/dadas para meninas a
19, luves de seda tanto para senhora como para
hosMos faieoda em parfeiio estado a 600 rs. o
par, sintos de todas as qualidades para aenhoras
e meninas e saias bordadas com multo gosto :
na roa da Imperatriz n. 00, loja de Gama i
iva.
Calcado
Charutos, i
Ha contioosmente neste estabelecimento as
seguintes fazendas para vender, por menos pre-
go que em outra qualquer parle.
Cera de carnauba da nova safra e primeira qua-
lidade.
Cebo do Porto em pao e velas.
Sola ou vaquetas de differeotes qualidades.
Courinhos curtidos.
F.mnha de mandioca muito nova, qualidade
igual a de Muribeca, milho novo, saceos muito
^rajes.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeilo, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades. .
SANTUARIOS que rivatisam com o Jacaranda.
BANHEIRuSde lodosos tamauhos.
SRM1CUP1AS dem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todaa aa groasuras.
PRATOS imitando em perfeigio a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todaa as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandrea para qual-
quer aortimento.
V1DROS em caixas e a retalho de todos oa ta-
mandando-ae manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommeodaa de qualquer natu-
reza, coocertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
Attenco
Chapeos para senhoras
garibaldl e amazonas.
Na roa do Queimado n. 29. armazem de fazen-
das de J. J. oe Gouveia, existe um rico e elegan-
te sorlimento de chapeos para aenhoras e meni-
nas, inios ltimamente polo paquete francez, o
mala moderno gosto parisiense ; os quaes ae es-
tao veodendo por diminuto prego. F.' dos maia
rico e melhor gosto que ha no mercado.
Vende-sa a 1
Queimado loja de
Luvas de pellica de
Jouvin.
Vende-se aa verdadeiras lovaa de pellica de
Jouvin para homem e aenhora a 29500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
o. 35.
Cintos do ultimo gosto,
Vende-se cilos dourados e de palha o mais
bello que possivel encontrar-ae, plo baratiasi-
mo prego de 39 cada um, ditoa de Ota de muito
lindoa goslos a 2$ ; tambera se vende Avallas
muito lindas e de mullas qualidadea propriaa ni-
camente para cintoa a 29 : na ra do Queimado
loja de miudezaa da boa fama n. 35.
Enfeites para cabera
Vende-se os maia modernos enfeites que tem
viodo a pste mercado, e de omitas qualidadea a
7 e 81000 cada um, ditoa pretos com vidrilho 1
18500: oa ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama o. 35.
Laa muito fina para
bordar
Vende-aa a 89 a libra : na ra do Queimado
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Cabellas e ramos para casa-
mentes e bailes.
Vende-se muitissimo finas e ricas cspellas
brancas para noivas, cura o competente ramo para
o peito, pelo baratlasimo prego de 10 e 129, ra-
mos de flores muito finaa e de muito lindaa co-
res a 39, oitoa mais inferiores pouca cousa a 19.
19500 e 29: na ra do Queimado loja de miude-
zaa da boa fama n. 35
Luvas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvas de camurga
para hmeos a 29 o par, ditas de fio de escossia
brancas e de corea a SOO rs., ditas de seda en-
tenadas para senhora a 28, ditas de toraal pretas
a 19 : na ra do Queimaoo loja de miudezaa da
boa fama n. 35.
Chicotes de gosto e multo
fortes.
Vende-se muito bonitos chicotes de baleiacom
castdes de marfim e de metal para homens e se-
nhoras a 4 e 59 ca la um, ditua de estallo tambera
muito bons a 39, ditos de junco porm muito bem
acabados a 18: na ra do Queimado loja oe miu-
dezas da boa fama n. 35.
Gabazes para sen\\oras e
meninas.
Vende-so pelo baratissimo e admiravel prego
de 3 e 49 cada um, e effianga-se qne qnem osvtr
nio deixari de comprar, tio bonitos e alis sSo
elles : na ra do Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada (rasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul oa occasiio em que
se escreve e por muito pouco lempo fies preta e
bem preta, havendo a vanlagem de servir para
copiar cartas : na rus do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
ma Direita
Oucaml.. OH^
O traste indiapensavel ao i
sem contradicio o sapalo I E' ell<
rio como o pi ae estomago,
chapeo jaca ; orna casaca de aju
um vestido desbotado; maa o aapat
do e rodo, 1 botina sem lustre e ji deseos
urna indecencia, um insudo ao orgii
um christio. E' por tio gravea t
que o proprietario deste estabeler
acabando de receber um magnifico sortime
roga aon aeus freguezea se apresseaa em renovar
o celgado velho, visto tatar prxima a fasta;
vejam:
Homem.
MILIES (chagre privilegiado) frescos co-
mo a agua do Prats.' ..... 149000
BOBZEGUINSJnietrigoa (Roctolld) m
diveakos fabricantes. 8|H0
lustre pechiccha. 5|00
Sapatoea d NanteS, vaqu balera........... 69OOO
Ditos Nantes batera. ...... 59500
> 59000
ingieres........ 49600
> Nenies meninos. \ . 39500
lustre (sola e viri..... 59200
(urna sola)..... 3a000
de tranga poriugueza. , 280U0
> s franceza. . l5O0
Senhor&s.
BOTINAS.'gaspa alta e lago ioglezes de
duragio iocalculavcl. francezas (lago). t . eiooo 5|5O0

gaapa b*ixa....... 4f800
outros (32, 33 e 34). ; Sapatos (Joly) com sallo...... 49500 3900
2f(J00
tapete. ... ... 800
lustre (3, 33, 34)..... 800
econmicos para casa. . 500
Alero diaso um variado e abuodaoK or-
ment de tudo o que necessarlo a sapateiro pe-
ra executar qualquer obra.
Na loja doVpet
Ra Nova n. 1.
acha-se barato grande sorlimento de eslgado fran-
cez e ioglez, roupa feia e perfumaras multo
finas.
Trocam-se
charutos por dinheiro.
Na luja d'aguia branca troca-se urna caixinha
de bons charutos suspiros por 29500 : os apre-
ciadores da boa fumaca dirijam-se a oila loja da
aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Attenco.

Chegou na ra do Queimado n. 39, loja de 4
portas melpomene imperial coa 6 pelmoa de lar-
gura a 39600 o co'edo, o maia moderno e apura-
do gosto que se pode encontrsr para vestidos da
senhoras e meninas.
Casemira a 3$500.
Vende-se casemira entestada para calcase pa-
letotaa-39500 o corte de raiga, ou a 290 covado:
oa ra da Imperatriz n. 60, loja do pavio.
Verdadeiros charutos de Ha-
vana vende-se na ra do Apollo
n. 31. '*-
ES7Ci33353a.3ar3g3a a^reesn;
s

Attenco.
9
Em casa de Basto & Lemos, no Recite, ra do
Trapiche n. 15, vendem-se os seguintea gneros
por eommodo prego para fechar tontas, a saber :
Mobilias italianas de madeira braoca, conais-
tlodo em eadeiraa siogelas, de brago e sophs, da
um goato o maia delicado possivel.
Chapeos de palha da llalla amarelloa e de co-
rea para homens e meninos.
Vinho de Bord'eaux.
Cognac verdadeiro.
Abaiolhio superior.
Rusten idem.
Licores fios em garrafas de crystal branco.
Todas est'S bebidas em caixas da orna duzia.
Jarras ou talhas de barro vidrado, graodes e
pequeoas, para deposito de agua doce, mel, ele.
Pedras marruore para ladrilho, brancas o pre-
tas, de 7,10 12 pollegdss quadradas Cada urna.
dale sem igual
I Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4#.
Duzia de melascruas para hosnem a
I9200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finaa a 2J500 a dozia, lengos de
cassa coaa barra de corea a 120 ra. cada
um, ditos brancos a 160 rs., bales de
20 e 30 arcos a 3$. laazinha para vea-
tidoa a 240 o covado, cheles de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
e meia de largura a 480 rs. o covado,
Ul de Iinho liso a 640 rs. avara, pe-
gas de cambraia lisa flna a 39, cseas
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, muaaulina encarnada a 320 ra o
covado, calcinhas para menina de eacola
a lf o par, gravalinbas de tranga a 160
rs., petospsra camisa a 200 rs. cada
am duxia 29, pegas decambraia desul-
pico muito boa a 39500, pegai de bre-
taoba de rolo a 29. chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberla das6 horas da nieohsa aa 9 d
noite.
Gneros para a festa.
Mapteiga francesa a 640 rs. a libra, dita ingle-
za a 800 ra., louc' -ho a 320 rs., arroz a 100 rs..
cha a 29560, btalas a 60 rs., sabo massa a 200
rs., dito amarello ; 160 rs., macarrao, lalharin*
e aletria a 500 rs., ervilhasa 120 ra., caf a 200
240 e 260 rs., paiogo a 160 rs., alpista a 180 e
200 rs., velas de carnauba a 400 rs., ditas de es-
permacele a 760 ra. vinho do Porto engarrafado
a 800 rs azeite de carrapalo a 400 ra., dito de
coco a 440 rs., queijos a 29500. banha a 480 rs
a libra, arroz de rasca a 396OO o sacco, eapiritn
de vinho a lj>700 a caada, agurdente de cana
a 200 rs. j engarrafada : na travessa do pateo
do Paraizo n. 16, frente amarella taberna de 4
portas.
Novos candieiros para gaz
- Um grande sortimento de candieiros
para gaz, desde o mais barato ate' o
mais rico que tem vindo a este mercado:
na ra da Senzala Nova n. 42.
Presunto para
fiambre a 560 rs.
a libra,
Vende-se no armazem do
Progresso no largo da Penha
n 8.
Libras sterlioas.
Vende-se no escrlptorio de Hanoel Ignacio da
Oliveira e Filho largo do CorpoSanto.
Pannos finos
a 2,000 rs
Vende-ae panno preto e cor de caf a 29 o co-
vado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Borros e cavllos.
Vendem-se recenfomente chegadoa de Monte-
video 20 cavados e 4 burros, como tambero urna
pareiha de burros para carro, bastante gordos e
grandes, e ji ensinadoa, sendo que nesta provin-
cia nio ha igual: na rna do Trapiche n. 8.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porgao e a retalho de orna saces
psra cima, e por commodo prego : na ra da Ma-
dre da Dos confronte abotica n. 30.
Iojecc&o Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
2. Preco^fl-
Manual de contas
feitas
pata compra e venda de assucar e ontroa objeclos
muito ntil a todea os negociao
ce> dar
Importante v
Aviso
Na loja da-'4 portas da ra do Queimado o. 82,
acha-se um grande armazem com todn o aorti-
mnto de roupas feitas, para cojo fim tem mon-
tado nma officina de alfaiate, estando enearreaw
do delia um perfeito mesire vindo da Liaboa, pa-
ra deaempennar toda e qualquer obre que aa ih-
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoaa com especialidede aoa
Illms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, farddes com soperioreapreparoa
e muito bem feitas, tambem trata-ee fazer o ler-
damente todo completo conforma se usa ao Bio
de Janeiro, tanto que tem oa figorinoa que da
li vieram ; alm disso faz-se mais casaqutabas
para montarla, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudaotes de asta-
do maiore de cavallaria, quer seja sngalos ou
bordadoa a espequitha de ouro ou praia, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becaa para
desembarsadores e de qualquer juiz segundo o
estylodo Coimbra aonde se fasem aa melhorea
toDhecicas at hoje, assim como tem mullo ricos *
d asen nos a matiz de todas as corea proprios para
fardamento de paseos on criados de libr que aa '-.- x
fari pelo gosto i fraoceta. Na meama caaa en-
carrega-se de fazer para meninos aquetas a
franceza bordadas ao meamo gosto. Affiangando
que por tudo se flea responsavel cosao seja boaa
fazendas, bem teito e bom eorte, nio a* lilla no
dia qne se prometter, segundo o systeasa d'ooda
veio o mestre, pois espvra a honrosa visita Caja
dignos senhores visto qae nada pardea en es-
peri mentar.
Na loja d'aguia da oura. roa do Cabugi o; 1 B.
recebeu um completo sortinjento de goilinhas da
missanga, s*ndo de todaa ascores
rV 180 o covado.
Ra do Queimado n. 19-
Vendtim-se chitas francezas finase miudinhaa
com um pequeo toque de averia, palo barato
prego de 180 o covado.
Ra do Rtngel n. 2, deposito
de charutos.
O proprietario deste stabelecimento tend
dar balango para acabar, vende as lerendas exis-
tentes o mais barato que possivel, como aeleaa:
bolsas de borracha a 640. 19. 1l500 e 2i00<
saa de seda das melhoraa qu tem-viuda ao mer-
cado a 35500, fumo americano a SfOOO a lata,
fumo caporal fieur d'Hirletoek e agarraos
charutos muito fiussa IjOOO, cachimba
deira a 790. macbioaa <
nunca vtnda a eaia cidade, rh. uloa
Simas e F. J. Catfosn a S
is, a r asi veis a 3*000.
19600 a caixa.dit.iMf B
ditos da trra a ^^t^B_
19800, chsMiafraa .jeeiue qua
Laaria euUdc o previ-
W&. r-
dfBM

Uadra de Deas,
[ tidTenio de calcad^
dapnsito da nins, assim c
d Ferreira cinha de Llsr"
' se veadea pi
a.ass

! de 4 portas n. 56, da Isfalhes
10 p
i, pelo barato
o R velas na rna i
KA I


-___________ ._______________

% m


a de Gama 4
Cao de arroz com catea,
j grandei e pequenat,
Pnelo : na ra Di-
Antonio Altes de Miran-
jas fiaas
ara o rosto.
ns esponja! para rosto, a
do Queimado, loja d'aguia
branca o. 16.
Leite virginal
ifallvel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal )i beta cuuheclJo como reme-
d* tiifallirel para tardas e panno, veode-se a
S| ra. o (rasco na tna do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
N. O.Biabar & C.soccessorei.rua daCrez
n. 4. tem jtacavander relogios para algibeira da
OUfO pral-
Touquinbasde setim, sa-
patinhos de dito bor-
dados, emeias de seda
para baptisadoi.
Aloja d'aguia branca acaba de despachar de
?oi prouria encoannenda, um bello ao'timento
doa objectoa cima, e de muito bons goatoi, aen-
do te touquiohas de setim mu be ni eofeitadas
de filas e florea a 600j0. vtndo cada urna em aua
caixmha, saoaiiohos d letim branco muito bem
bordados a 3f rs e meiaa de superior qualidsde
tanto brancas como cor de carne e pioladas a 2f
rs. o par: quem munido de dinheiro dirigir-ae
ra do 0aaiaaado, loja d'aguia branca o. 16, nao
deixar de comprar.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
pavo.
Vendem-se flnissimas cassas garibaldioas sen-
do uta ateas ai mais modernas que tena che-
gado a 340 rs. o roadn : na ra da lmperaliiz
n. 60, loja da Gama & 911ra.
l'ennas galvanisadas.
A lata d'aguia branca recebeu etsis pennas
galvanizada*, de oo*is*ima e mu boa qualidade,
e aa aal endeudo a 2000 a caixinh coib urna
groza. A* pnmeiras dessas peonas foram offe-
recidas Garbaldt, e pnr issn tratem o teu re-
tracto, a as referidas caitas se enecotra o dis-
ticopeanas 4 Garlbsldi.
36 ae ancoatr*m na ra do Queimado, loja
d'agata branca n. 16.
Leques.
Venan-te lindoa laques de madreperola, o
mata fino postivel: na luja d'aguia de ouro, ra
do Cabug o.ll.
lientos braceos muito
ftmoa.
Ves*est-M lencos brncos muito finos, pelo
diatlnuta prego de XfrtOO a duzia, graude ue-
chincba : na loja da toa f, na ra do (mimado
numero 22. y''
Caiiivetes flxQ$-para abrir
.:> Tatas.
neu nota remeta destes
(ra
- jell
tmelos bordados ata fina cambraia
ntparenib. e como de aeu tbatume esta ven-
den* baratamente a 1&200 a peca da 3 rtrat
leodo qoantidide bastante de cada padreo, para'
vettidoi e quem tiver dtnheiro approveitar a
occasio, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Esperaba.
t
m
>Rua do Queimado n 33 A.
I Recebeu diiectan ante e a seu pedido
' tinta ingleza azul prela da verdadeira,
t esta Untase faz notar pela grande diffe-
| renca em tudo quer da doragao quer na
> limpidez do liquido e anda mais recom-
meoda-se os potes que alero de terem
| de urna louca mala aira que a ordinaria
. tem na boca ama pequea cavidade que
' facilita a tbida da tinta, afflmcamos que
I ninguem tem por isso se dee pro*
curar na loja Esperanza ra do Queima-
dOuimarie 4 Ricba, pote de Ii4 a
1 400 r.,dei|S a 800 rs.
t|$ Aulhat Vu tuna pela aceitacao que
att tem tioo estamos prevenirlos de grande
* e faado aortimento e se vende i 120
9 rt. o papel: l>ja Esperanca.
Siotot com Uielat de ar;o a 13500, ve-
nham de pressa qua nao chegam para
quem quer, douradoa e prateados a 8,
JP esl-se acabando
Agolbas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
proprio
ptra bem se aprender geograptiia. O
'exudantes qua os pretenderem podem
dingir-se a linaria universal de Guima-
rae& Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Veode-se floiasimat tiras bordadas aj| e2|500
a peca, babados francezes mullo fios e om
bordados mu lo undosa t, $9500, 3| e 41500 a
peca: na rus do Queituaflo 'luja de miudeas da
boa fama n. 35.
Agulhas francezns'
VeBde-se agulhas francezas de fondo douridos
das melhores que tem tindo ao mercado a 160
ra. o papel, carteirai da marroquirii com agulhas
torlidat e todaa oe muito boa qushdade a 19
cada urna, diut da papel doarados e com multo
bum tortimento a 8z0 ra., camnhas com 100
agulhaa aortidta muito boas a 2u0 e 280 rt. ca-
Oa uma : na ra do Queimado loja de miudeas
da boa fama n. 85.
Fitas de seda.
Na ra Nora n. 22 tem para tender fltat de se-
das de cores muito booitas, e barslistimas para
acabar. r
Fitas de chamelo-
te muito boas e
bonitas.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez aua encommenda de bots, bonitas e
largaa fitas de chamalote brancas e outras cores,
A loja d'aguia branca tendo em vistis smpre | 4S *'u8''.9 aao.excellentes para cintos, lajoa, etc.,
indar n hnm miniin.. >*. ..i *1__. .I de vesiidus psra casaraentos e bailes, atsim como
para lagos de bouquetes, cinteiros de crianzas e
muitaa outras diversas cousas, e como de su
cnsiume os precos sao menores oo qae em outra
qualquer parte; aasim quem munido de dinhei-
ro, oirigir-se a rus do Queimado loja d'aguia
branca o. 16. ser bem servido.

c5?So>
Te yiwlachkhas etc., etc.
/ muito rtenui censas e
ospra abrir latas de
tender o bom, mandou ir, e acabam de chegar
aqu (pela primeira vez) aa superiores agulhjs
imperiaes, com o funio dourado e mui bem fri-
tas, sendo para alfaiates e costureim*. e custa
cada papel 160 rs A ulna assim boa soima
e adunia a quem cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que as outras : quem as com-
prar ni ra do Queimado, loja, d'aguia branca n
16, dir sempre bem deflas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de soa
encommenda diversos artigos de goito, e proprios
para enfeiles de vestidos rje noivis ou convida
das, sendo bicot de blond de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trincas brancas com
tidnlhose sera elles, ciscarriihaa brancas e mu-
tas outras Cores, finas e deliradas caoellas bran-
cas, bonitos endites de florns e cachos sollos, lu-
ras de pellica enfeitsdas primorosamente, n-ui
bonitss e boas fitas de chamalote, e emflm mul-
los outrns objectos que a pedido do. comprador
sero patentes, e vista do dinheirono se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado o. 16.
v, WI.IU ui. II# .-""C IUU.
Para acabar *
[Na ra do Queimado n. 10|
loja de k portas.
Veode-se chspelinas de seda para se- 5
nhora a 89. H
gt. Orgsndys padrOes os mais modernos a ?
m 600 rt. a vara. tt
X Sediohas de quadrinhos a 800 rs. o co- *
m vado.
Casacas de panno preto muito fino a
20a S Manteletes pretos a 15 e OiS.
Kiquissimos vestidos de seda de cores
e pretos o mais moderno que tem appa- ti
recido e por OaraAisaimo preco.
vendem-se libras sterlioas no escriptorio
de Amorim Irmaos. ra da Cruz o. 3.
N. 20Ra da Imperatriz-N. 20
mosque Piros a T|600 i peca, cambraia grnsaa coro 8 varas cada pera ptima fwnda para neneiras
mosquearos, sa.as e forro de vestidos a 1100. muss-linas largas dasi seguales"core."de" az?*
nreco'de Sl rnV.,n *Z>* *'?*** K? ^l,doS de s,>nhor8 p nPloha de crian?a, pP|o bail
preco de anoo o covaao. cortes de cambraia fina com salpico* roiudinhos a 5a liras hnrdait.* n
seTco0tVd Sn.na' 0,,i"h-. '''" A-as a l chilTs com .Ig?toque de mto to
rs. o corado, pellos para camisas brancos e de cores a 160 ra. \
preciosos cani-
sardinha, dore.
Agora pela feata come se
- por isso e necesssrio ter
um destes caivetes cuja importe !, cumprtn-
do-s i rus do Queimado lujada aguia blanca
o. 16, nica arle onde oa ha.
Esceocia de ail.
Para engommado.
Veniem-se frasquinhos com etcencia de ail
cousa exoelleote para engommado porque uma
gola delia bastante para dar r6r em uma baria
de gomma tendo de mais a mais a prectosidade de
nao manchar a roupa como n>aitas vezes acon-
tece com o p de ail Cutta cada fraaquinho
500 rs : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca B. 16.
Migan-gas miudas de todas
as cor^s.
A loja d'agoff branca acaba' de receber essas
procuradas mirrangas miudas que servem para
pulcetrat e outras cousas, e por Isso avisa as
posteas que ellas esperaara e at que novamenle
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
prarlo ata mastu muito maiordo qne os amigos,
Uso tmente na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado a. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da tea f, na ra do Queimado o. 22,
se encontrar um complete aortimento de grava-
taa de teda pretat e de cores, que se vendem por
precot karattaaimoi, como tejara : estreiliohss
iretaae de Imdas cores a 1JI. ditas com pon tai
argas a 1 }500. ditas pretaa bur ladas a I96OO. di-
ta pretaa frara uas voU a tf ; na mtVieiunada
loja da boa f, na rus o Queianardo n. 22.
Veode-ae o grande sitio denominado Cala-
a. Site na frearoeaia da Varzea, de multo boat
Ierras, que todo .aanto te planta a ama ando
quantidade, coro uma cata de tatpa j coberla,
urna dfta de tazar ttrinha, grande quanndade da
pe de Oafezeirot, com diveitns pt de frurteiras,
Como teja larangeiraa, coque-ros, etc., ele.; e
tambe-n aodm-se duat vaccat que dao Distan -
telena, urna dellat com a cria j grande, e a
burro mano : a tratar na roa do Sebo o. 90.
Veode-se
Guimaraes & Villar.
Ra da Crespo numero 17.
Fendem baratissimo.
Cambraias da China bordadas. ?*, na.
das finas para senhor, e meninas, cTsf.lll^' "^ riC """"'"O hi-
l^t6 CaP(lS de gr9 pre, bordados' ,ue Pde h" -W6 lo-to e preso.
Camisas inglezas para homem nnhft ..
tea a 35 40 a duz. XJ"*C""' de Unho fazeoda multo boa pelos pre?os seguin-
fi0U?u.^tfo?muuros^^\e m90ia0^ 80brecaca*. P,etot. "'5. eroul... meia, ele.
kKA DO QUEIMADO M?A6
r i. ^Sr1]01^0 ompL''10 d obr8co8 de panno a 25#, 28, 30 e 35. caaacot muito bem
fitas a 256, Slg. 303 355, paletols acasacadoa de panno preto de 16 at 15, ditos de etsemira
de cor a lo, 18| e ti)g. paieots saceos de panno e casemira de 8 at Uj, ditos saceos de alpaca
meiino a la da 4 at 6, sobre de. alpaca e merino de 7 at 10, caigas pretat de caiemira de
o al llf, ditot jo cor da 7a at 10J. ruupas para menino de todos os tamaohos. Brande aorti-
mento de rouoasde brins como tejara taigas, paletots e collates, sortimento de colletas pretos dt
letim. asemlra e velludo de 4 a 9|. ditos para calamento a 5 e 6, paletots brincos de bra-
mante a 4 e 5f, caigas brancas mullo Qnat a 5J, e um gran te lortimenio de (azendaa fina s e mo-
dernas, comoleto sortimento de casemirad ingieras para homem, menino o aenhora, seroulas de
linho eaigolo, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Juuvio para homem e senhora. Te-
mos uma grande faortra de alfaiale onde recebemos encomiendas de grandes obras, que para
isso est sendo almiaistrada por um hbil mestre de samelhante arte e um petsoal de mais da
etncoenta obreiros eseolhidos, portento executamos qualquer obra coro promptidio e mais barato
do que em outra qualquer caaa.
E ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos
40la do Queimado46
Defronte do becco da Congregago, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE: A
Para casamentos.
Ricos cortes de vestido de fll ou blond de seda branca com ramo e capelli o
mais moderno e superior que ba no mercado. '
Para bailes.
Lindos cortes do vestidos de fil on blond de seda branca bordados t branco e
cores.
Ditos de tarlttana branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Ditos de barege de seda de cores eom barras e listas, noros goatos americanos.
Saias bordadas
Ricas saias de cambraia branca bordadas com o mais apurado oslo a mais finas
que na no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas. /
Pnra baptisados. /
Ricos cortes de vestido de cambraia Branca bordados tJom muita elegancia o
mais moderno e mais superior qne ha no mercado. ~ ..
Manteletes .
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites btm
como arrendados, por pregos commodos.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de linho bordados a 3,4e5 cada um
Chata,.
Ricos chales da toquim brancos bordados de poeta redonda ede 4 pontas.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um grande sortimento de todaa at
qnaiidadee. que nao possivel mencionar-se pelo grande espaco que tomara
r.
azeite d id ou palma, dito de amendoim que
barato do que
do Vigario n.
e machinas, mais barato do que
otra parta; na ra
19

as, nozes, cas-
is e
armawnal
fierran n.1
ARMAZEM
ROUPA FEITA
Joaquim F. dos Santos.
40-Bai k Qnejmado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabeleclmento ha sempre nm sortimento completo de roupa falta de
teda, as qualid.dese t.mbem se manda eiecut.r por medida tont.de do ?reKue!
zea para o que tem um dos m tibores proUsaofta. regoe-
Catacas ae panno preto a 40$,
35| e
Ro*recasaeoedadito dito a 35 e
Palfitotsde panno preto e deco-
res a 35. 30, 25j>. 10, 18 J0JJ00O
Ditos de casemira de corea a 22.
15J. 12. 7 e
Ditoa de alpaca preta golla de
relindo francesas a
Ditos de merina atim pretos e
de cor Ditos de alpaca de cores s S e
Ditos de alpaca preta a 9, 7j> 5e
Ditos de brim de corea a 51
4*500. 4 e.
Ditot da bramante de linho Man-
co a 6. 5fe '
Ditos ie merino de cordio preto
I5e
i de casemira preta a de co-
ll,7#e
i
30O00
3UJ0W
^000
105000
81000
35(i0
3J50O
350O
4000
89000
6|000
Ditoa de setim preto
Ditot de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorgurn de leda pretos
e da cores a 7, 6, 4 e
Ditos de brim e fustso tranco a
31500. 3500e
Srroulaada brim d linho a 2 e
Ditas de algodao a l600 e
Camisas de peito def.isto branco
ede cores a 1400 e
Ditas de paito de linho a 5, 4 e 8*000
Ditas de madapoln brancas e de
cores a 8. 5li0, 8 a
Chapaua pretos de mana franeeza
frma da ultima moda a 10.
8JS00 a ^'
Ditot de feltro a 6. 5, 4 a
Ditos de tol de teda ingleses
francezes a lt|, 1. 1tf e
Coltriobot de linho mullo finas
nevotfeitiot da ultima moda a
Ditos da algooao
53000
5|OO
5#000
3noo
2i00
1*280
21100
I5&OO
7000
S000
7#00
1800
APPROVACIO E AlTORISAGlO
DA
mh?M MEG1C1NAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elrctro-magneticas-epispasticas obtem-rse uma cura radical e in-
j fallivel a todos os casos de inflammago ( cansa exteruas.como do 6gado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, peito, palpitado de coraco, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecc,5es nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual ffir o seu
taraanho e profundeza por meio da suppurafio serte radicalmente extirpados.
O uio deltas aconselhado e receitadas por habis e distinetns facultativos, sna efScaia in-
eontestavel, eas innmeras curas oblidas o fazem merecer conservar a confianza do publico
qoe j tem a honra de merecer, desos de 24 annos de existencia e de praltca.
As encomraendas das ^provincias detero ser dirigidas por escripto, tendo to4.o o cuidado
de fazer as necessarias etpticacoes, se as chapas sao para homem, senhora a criarla, decla-
rando a em que parte do roipo existe, se na cabeca, pescoco, orejo eoxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo inchagoes. feridas eu ubatas, o molde do seo
famanho em um pedaop de papel e a declararlo onde existera, afim de qae as chapas sejao da
torma da parte affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir d qualquer pouto do imperio do Brasil
As chapas serio aeompanhadas das complanles explicaces e tambem de lodos os acces-
orios para a collocacao deltas.
Consulta as pessoae que o dignaren) honrar coro a sua confianza, em seu esariptorio, qoe
se achara aberlo todos os das, sem excepeo, das 9 horas da manhia s i da larde.
||9 Ruado Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Mantas
Vendem-se mantat de r
00 ra. : na ra do Queisae
boa f.
Bz.
a a
Venden-se taperJAres presuntoa inglezea para
fiambre tOO rs. a fibra : no armazem de Tasto
Iraaos. ra do Amorim n. 35.
Matheut Rodrigues, em seu eicriptorio
na rus do Vigano o. 10, tem para tender;
Ricos e elegiles pianos.
Superior inhodo Poito em caitas de orna duzia
Balincas dertmses.
Superiores charutos da Baha dos primelios fa-
bricantes.
Fumo em fulha superior.
Pregos e eoxadaa portuguezas ; cojos artigos se
vendem por presos mdicos.
Vestidos de ca^ameDta.ff
ti Ricos v psiidos de blonde com manta,
I capella e saia de setim.
Superiores
restidos de seda, de cambraia bordado,
de pliantaaia.chspeos de palha, enfeites
modernos para cabeca, capas e mantele-
tes con pridoi o mais moderno, sedas e
la de quadhnho, cambraia de coree, ei-
pani h-js, ainlos, le.jues, sslae balo,
mein elasticaa e camisa de liobo para
tenhira, fil e tirlatana para teatidos,
chales de pona redonda e manguitos
modernos.
Roupa feita.
Caifas, rolletes, paletotie sobreessteos
de panno, casemira, chapeos de caator.
bolinas de Meli.
Petra acabar.
Colchas de li e leda proprla para emt
ou coberta de piano a 5, mangoitoi e
gollas bordadas de linho e de fu-lio a A,
8- seda de quadnohus a 1J00, laazinha
640 rs. o covado : na loja n. 33 ra oa
^ Larteis confronte ao becco largo de Gurgal
g & Perdigao.
NOVA
exposico de can-
dieiros econo- %
micos.
O propietario dsie novo estabeleclmento avi-
sa ao publico e a todos 01 consumidores, que tem
rerebido um grande sottimeoto de candieiros de
novo modello. riquissimoi para ornar salas, lodos
esmaltados de oiversidadei de corea, desde o
maii rico at o maia ordinario, assim como um
grande aortimento de gas de pnmeira qualidade,
pelo prego mtis barato que se'pode encontrar ;
assim como tambem meias latas, eas garrafas :
na ra Nova n. 24, Iota do Vanos.
Polassa da Russia.
Vende se em casa de N. O Bieber &
C, successoies, ra da Crus n. 4-
Meias para senil va.
Vendero-se superiores meias para tenhora pe-
lo btratitiimo prego d ^S|840 a duzia ; na loja
da boe f, na ra do Queimaoo~B 21..______^ ^
Grande pechincha
45 Ra Direita 45
Borieguins para Sra. fabrica ameri-
cana Lincoln 2500 e 3#500.
A loja da bandeira i
tem para vender de boa
qualidade folha, estanto-
e bacas de
$ senecupa prego favorito.
?Nova luja e funileiro dal
S ra da Cruz do Recife
numero 37.
g Manoel Josdt Fonseca participa a
todos oaaeus fregueses tanto oa pra;a
| cmodo mato.ejuotamente aoreipeita-
velpublico, que tomou a delibertfao de
baixaro pre^o de todas aasuas obras,por
I cujo motivo tem para tender um grande
Ptoriimento debaht e bacitt, lodo de
differentes lmannose dediversta corea
am pinturai, e juntamenteam grande
sortimento deluenn obras,contando
baoheiroi egamelaacompridts.grtndea
eoequenai, machinas para cal ecane-
cas para conduzr agua grandes e pe
naa, lataa grandes para conservar i.,
nha e regadores ao uso da Europa, dit
grandes e pequeos ao uto do Brasil
camas de tent, latas de arroba a 1,
bahsgrandea 4 e peque dos a 600
ra., bacia grandes a 5 e pequeas a
800 rs.,cocos de ata a 1 a duzia re-
_ gadurea regulares muito barato, ditos
H pequeos a 400 rs., de todot estes ebjec-
I tos hs pintados e em brinco e ludo maia 2
ffi se vende pelo menos prego poitivel: na i
loja ta bandeira da ra da Cruz do Re- j
cife n. 37.
KMOONWtKNa KMflKMOtftS
Releaos
Vanda-sa em casa dt JohnstoD Psier A C
ra do Vigario n. 3 nm bello lorti
relogiosdeouro,patente inglat^M
afamados fabricabtes de ]
asta rarisdada dt) bonitos
mesaos.
AttcDcaOi
Nt ras do Tnpi
Rooker & C. rxiit>
has de cores a brari
f< bricabta^^^^^H_______I
presos mu
LlN
a as encommenda
tua de Qbeiwd
fEtWt\mMp
maoos difijarr '\lJ8BdI
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ancisco Fernandes Duarte
LargodaPenlia
itiuuase a vender oeste armazem de molhados os
;s ganaros que vem ao mercado, e por multo menos preco do que em outra qualquer parte,
que recebe o propietario em lodos os vapores da Europa, a maior parle de aeus gneros,
>r peasoas encarregadas, para este Ora ; por laso novameote participa aos seas freguezes.
Srs. da praca como de engenhos e lavarJores, que queiram seguir em progresao, que
o meaos de comprar a primeira Tez suaa eocomroendas, cerlo de que bao de gostar,
lo ae poupqrao oa proprietarios, em prestar toda attencao, e mesmo em serviros por-
tadores aneos praticos, tao bem como se viassem os Srs. pessoalmeole; e abaixo mensiooimos
os presos dealguns geoeros, por onde se podo jojgsr que rendemos barstissimo.
L\eiga ingieza a mals 8upet|0r qne ha no mercado s 800 rs e 1*000 a libra em
barril se (ara a batimento.
Lantoiga ir *tteei.a mujl0 noTr, fl40 rs# 8 librt e em barril a m rt#
i pero.a, iiyason c preto 0, maii aperor d0 mtIct0 2aoo, *6oo.
e 1J6G0 rs libra e aflanja-je a boa qualidade.
flO rCV*0 chegado/n*ata ultimo Tapo? a 29800, ditos do Tapor pastado
lla^aeS as meu^e,- qae 8e V0A desejar
Prexaaln iaglez pr0ptiip,r.
meato. I
exunta ao teao 0. qae ha d# DOtn neile ro a A90 rj libra lQteiro
440 rs.
Batatas novas em gigos de umaarroba a # cada unj
nian|tj 0 Bei|,or pet,Co que Bode haver por estar prompt .oda a hora a 1# a libra.
Xoneino do reino ,360 r., 1Ibra e arroba a9>500
Chouricas e paios u, noTOi J720 libra
Banha do porco refinada .
e em barril a 440 rs. ,
\zeitonas mnito novas, 3SfJoo ri.,
Latas com bolaxinha do sqda
em porcao ae far abatimento.
a 40 e 120 rs. cada uma.
fiambre a 900 rs. a libra, em porfi se tari abat-
lais alta que ha uo mercado a 480 rs. a libra
conendo dffarentes qualtdades a 15440 e
ircado em latas de uma libra por 900 rs., ditas de
lado Abren e de outros muitos fabricantes de Lisboa
>or 1&800.
es que se .pode detejar
enleiras a 640 rs.
em meias latss por 500 rs.
Maca do lmate, noTa d0
duas ditas por 19700.
IMLanaeAada imperial d0 afai
a 19 libra, em Utas de 2 libras
I&wiUutO f raneezaa melh,
tambem tem portugueza me lat
CilOeOiate iraneeZ e heipanhol^hegado neite ultimo vapora$200 a libra
"SSaS proprias para podlm a 800 rs. a libra.
dO aVperene em latal de 2 UbrB| elegantemente enfeitadas a 1$200 cada uma.
masete ,operor de 4> 5 e 6 ein llbrt, 760 rs# e eni calxa, 74i M,
Latas eom peixe eni posta das melhor(l qualId.des que ha em Portugal
\n\endoas cern eludas, ,, a Ufcrii ditas e- Bl0l0, m ., diti com CMC,
a 480 rs.
Noxes e eastannaspladiBl^TM,160li..libra.
EiSireiliniia pJira ,opa a 540 ra. a libraba eaixinhas de 6 a 8libras se far abatimento.
Metria, macarra* o ta\Wim a
Sevadinna tr,BC, ^ o*a~a sro f. a mz
Farinna do Maranao
fJKOmuia de engonimar, o que se pie desejar por ser muito alva a 100 rs. a libra.
A.tpiBa multo r,0v0 e iimp0 160 rs a libra e em porfi se far abatimento.
J v o respeitsvel publico, que afjaocando-se a boa qualidade dos geoeros cima mencio-
nados, se vende muito barato, e peloa quaes se poder julgar todos os demais que nao foram ao-
Gandieiros a gaz,
O proqrietario da nova exposicao dos caodiei-
ros a gaz avisa ao publico em geral, que se achs
tempre sonido com grande e variavel sortimeoto
de caodleiroa desde o maia barato at o mais caro,
aasim como um ran*ie deposito de gaz idrogenio
verdaderamente econmico, reconhecido verde-
deiramente pvjrtodos os consumidores : na rna
Nova ns. SO e 24, Caroeiro Vianoa.
Nesla mesma expoeicJo se encontrar um va-
riavel sortimentode riquissimos qusdros de todas
as quilidaes que por gosto se pode aprecttr oa
teus des->nhos, um riquissimo sortimeoto de
quinquilharias, contendo entre ellas riquissimos
vavatorios para quartos (gosto chioez), um varia-
le sortimentode batatos com todos os preparo a
para viagem, contendo pratos, facas, copos e ou-
tros frascos para condicionar, ferros de engom-
mar a vapor, machinas de bater ovos a vapor,
machinas de fazer caf a vapor, espingardas de
dous canos tronxadas e de slcance, mappas del
mundo, e outros aaaitos objectos que se vendem
jpo precue diminutos para acabar: ra Nova
numerlo.
CamViraia Usa.
Vende-se cambraia lisa (ranaparente muito fi-
na, pelo barato preco de 4 e 5f a pega com 8 i \2
varas, dita tapada muito superior, pefa de 10
varas a 6j : na ra do Qaeimado n. 22, oa loja
da boa f.
Bramante e atoaihado de
V\ ano. *
Vende-ie superior bramante de piro linho com
dms varas de largura a 29400 a vara, astim como
atoalhado adamascado tabem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : oa bem
coohecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ea\ea.
Vendem-se cortes de calca de meia casemlra
de cores escaras a 2$ cada corte ; na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Port buquels,
Dourados com cabos de ma-
dreperota.
Chegaram opportunameote para a loja d'sguia
branca os bonitos port bouquets douradoa e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, flcando aasim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casameotoa e bailes qee se contam nessea
diaa, por isso as pessoas que por ellos esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que eocontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e aioceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mul-
lo fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
5}; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bem coohecida loja da boa f*
400 rs. a libra e em caixa a 9).
muito alva echeirosa al60rs.
nunciados.
PaletotS Bonecaibonitas
brancos.
Yendam-s*) superiores paletots de brim branco
de puro Itnho, pelo baratisaimo preco de 5|: na
ra do Queimado o. 22, na bem coohecida loja
'""lis BllA DIBEITA 53
Grande armazem.
F erra gen e mindezas.
Sem bandejas, sem colheres, sera garlos e fa-
ca*, i-opoisi'el paastr a testa I n*ste armazem,
pois, ncontrarto ae familias o melhor e mera ri-
co aorUaseoto por precos inferiores aos de pri-
meira mo, e reparem.
Baodejas recortadas e finas a 1}500.
Ditaa ditas a 2.
Ditas diUa a 3C.
OutMS (sultana valid^. 5 e 40.
'aqueiros a 6J. 4}. 36*> e 38.
Qolhres principe (sopa) BJ e 4>500.
Mas dita (eh) 8e 20500.
re, farro, trena de cozinha, e tudo quanto
perlas ra ferragena baratissimas.
14* venta de louro a 4*800, e de ama-
ralloo5i500.
Fogsreiros para tedo preco.
Grande
Superlorea paletois de patino preto muito fino,
obrs muito bem teita, pelo barntissimo prego de
20f ; na ra do Queimado n. 22, oa bem conhe-
cida foja da boa f.
Delicadas escovas
te marfim e madre-
[>erola, para I impar
a ctcova psra limpar pentea
ier toucador, e eom
rea o aaaeio,
.dar comprar
-i oa ma-
d'aguia
LbbbbbbUsjC fl r*n
iofooo.
E' na ra do Queimado o. 89 loja de quatro
porta que se vende os mvlhores chapeos de se-
da de formas maia modernas e bom gosto.
loja do
Naruadalmpcratrizn.60
_ DE
Gama Silva.
Acaba de ehegar a esta estabelecimanto um
granas e variado aortimeoto de fazendas proprua
para a festa, e seusdonos resolveram veoderem-
nai por precoa baratiasimos por eatar no fim do
ann* e quererem aparar dinheiro, como sejam:
i. a'ssas.
Um lindo sortimeoto de cassas de varias cores
a qualdades, qae veodem a 240 a 280 rs. o co-
vado.
Chitas a 240.
Veode-se fioiasimaa chitaa francezas eKores a
alegres, fazenda que sempre se vendeo por ama
fataca e acaba-se a 240 ra. o corado : na roa da
mperatriz o. 60, loja do Pavio.
Musselina a duzentos rs.
o covado.
Veode-se musselins bracea com 4 a meio pal-
moa de largura a 200 res o covado a ditas de
cores matizadas largara de chita a 200 reis o co-
vado na roa da Imperatriz o. 60 loja, do Povio.
S o Pavo em li-
quidadlo.
Ricos sintos dourados lisos a com listinhas a
20500, esleinhas bordadas para meoinoa a IgOOO,
gollinhas com maoguitoa a I56OO, golhobaa de
traspaaso a If, oitas sem ser de traspasso a 500
ra. Iuas de seda em perfetto estado a 500 rs. o
par, chapoa deso de seda com franja muito de-
licados para snhora a39500, chales grandes de
merino a 20500, ditos de rede bordados a 3g cada
um, manguitos de cambraia bordados muito fios
a 800 e lg. nfeites para cabera a 2$, para me-
ninas a 640 rs.
Para homem.
_ Vende-sena loja do Pavio um completo sor-
timeoto de roupas, como sjam : palitos de pao-
no a casemira de todas as tdres, calcas de case-
mira preta e de cores, ditas de brim de todas as
qualdades, camiass francezas tanto para bomem
como para meninos por pre;os mais commodos
do que em outra qaalquer parle. Do-se amos-
iras de todas as fazendas que em noasos anoun-
cios e v, deixando ficar peohor : oa ra da Im-
peratriz n. 60, oode tem um pavo pintado do
lado defora, e para nao haver engaos denoite
tem um disiico por meio de uma luz em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Veodem-se lazinhas de quadros para vesti-
do, fazenda de apurado gusto a 280 o covado ;
na ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Laa chineza a 400 rs.
Vaode-se liaziohas enfestadss a 400 rs. o co-
vado: na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cambraias de seda.
Vendem-se finissimos cortes de cambraia de
seda com dous babados e de apurado gosto a
49500 cada corte: na loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vendem-se finissimos cortes da cambraia la-
vrada com babados e duas salas, fazenda que se
vende em qualquer parte a &)000 rs o Pavo
eat torrando por quatro mil rw, ditos com bar-
ras bordados a $500, 3 e3#500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
HUOL PfOVd *1. 2.
Riqulaalmo aortimeoto de cutileriaa em lodo
o genero, aasim costo um riquissimo sortimento
de loucs de porcelana para cozinba, riquissimo
aortimeoto de metaea, riquisaimo sortimentode
miudezaa, e ouiros muitos artigos, que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar : na ra
Nova n. 20. loja de Caroeiro Viaona.
Bombas dejapy.
Ra Nova n. 20, loja de Caroeiro Viaona.
Canos de chumbo
Ra Nova 0. 20, loja de Carneiro Viaona.
#
3 Charutos de Havana.
NA
Loja da ra do Crespo, de
3 Leandro A Miranda.
aj Veodem-se os melhorea a maia coche- m
Odos charutos de Havana.
#
Carros e carrocas

Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Veodem-se carroa americanos mui elegantea
a leves pdra duas e 4 pessoas e recebem-ae en-
commendas para cujo fim ellea possuem map-
pas com varios desenos, tambem vendem car-
rocaapara condueco de aaaucaretc.
Attenco.
N. 43-Rua do Amorim-N. 43
Vendem-se quartos com 6 libras de pas*as a
38000. meioa com 3 librea de ditas a 19600, as
mais novas que sn eocontram ueste mercado: a
ellas que a festa bate porta.
Cal virgem de Lis-
boa em pedra,
Vende-se a mais nova e superior que ba no
mercado por preco baratisaimo, uoicameolo no
largo do Corpo Santo o. 19, trapiche da Compa-
nhia.
n a v*i
vena______
n. 31 defr
a arroba, meia
e 160 r, a libra.
ai r
ttfUJVi
Champape
Mlencaf)
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Veode-se mui bonilaa bonecas com rosto, e
meia perna de porr.llana ana baraiiaaimot precos
de 240,360,500,560. 640,720. 800 e 1J0O0: isso
na ra do Qaeimado, loja d'aguia branca n. 16.
A's Pernambucanas.
A.' loja do leo de ouro.
Na loja do leo de ouro, de Jos Gongalves da
Silva Raposo, raa do Cabug u. 2 C, acaba de re-
ceberde sua propria eororomenda, pelo vapor da
Europa, oa mais ricos eofeites com borlla ao la-
do que seo os mais modernos que tem *odo, os
quaes est veudendo mais barato do que em ou-
tra qualquer parle ; a elles, antes que ae aca-
ben), que o bom gosto euate s na loja do leo
de ouro.
Vende-se o verdadeiro cha mate em p em
folhs a 240 rs., caf moido aimplea a 360 rs. ver-
dadera banha purificada propria para b*nha de
cabello por ser mullo alva a 500 ra.; s Santos &
C, rus do Cordoniz n. 1.
Oleado pintado,
Na ra Nova n. 44, lojs a fabrica da chapeos,
acaba de receber um bello sortimenta de oleado
com ricos desenhos a de gosto moderno, proprio
para cima de mesas, pianos e baocas ; vende-ae
por preco commodos.
\.43 iiu.%doAorim X. 43.
Ametxaa novas o melhnr quo ae pode encontrar,
pelo barato preco de 12f calzas com 1 arroba a
16 libras : esto se acabando.
Cal de Lisboa e potassa da
Russia.
Na ra de Apollo n. 20, armazem de Amorim
Afinao & C.
Aguthas imperiaes
tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca, leudo em vista sempre
vender o bom, maodou vir de sua eonta essaa
superiores agulbas Imperiaes. as quaes actbam
-I de ehegar (pela primeira vez) tendo os fundos
dourados e pontas mui bem liradas, e rala cada
oapell60rs. Cozer-ae com uma anuira asaim
boa, anima a adianta quem trabalha, por isso
dirigirem-se rus do Queimado loja d'aguia
brenca n. 16, que sero bem servidos.
ftuadadenza.a Novan,42
Vsnds-sa sm casadaS. P.Ionhston 4C,
allinst lilbSasQglazes.candsairof a eastieaat
bromeados,lonas nglazas, fio davala,chicla
par carros, a momaria.arreo para carro da
ubi tiont cvalos relogio ida ouro palete
aglaz.
c-'J
f Nova california 5
BE
Fazendas baratas.
JN roa 4a Imperatriz a. 48, jauto a
padarialrtriceza.
S Cortes de cambraiToraoca com babadl- 1
nhoa A$ e 49500 superior 50, cambraia li- i
za com 8 112 vara 3|. 3500, 49. ditas de
J Escossia 5, e 69, ricos eofeites para e- *
9 nhora 6Je6J500 aintos os mais delicadoa &
t para aeohora 2*500.3*. chapelioa para cri- *
anja gosto iogtez 3o500,49, para baptisado i
J 39. corles de vealido de aeda Escosseza de w
bonitos gosto 129 otto se acabando, ri-
eos lencos delabyrinlbo 19.1J200. chapeo 9
de sol vara senhora de bonitas cores, lisos 9
S|, cabo de marfim 59500, corles de cam- #
Sraia brancos com flor de seda 59. Haca-
0 francez 200 ris o covado, completos #
sortiineotos de bales de arcos 39, sorli- #
mentos de melas para menino e menina A
D0 a 240 ria o par. abalee de tarlatana
e cores a 640 ris, lencos branco com bar-
ras 160 ris efytes ingtezat a 180 e 200 ra.
dita fraoeeza a 240 e 280 rs. o covado
Vende-se salitre de primeira qualidade por me-
os do que em outra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Osario Moreira Das, no Porta
do Mattos, ra da Moeda n. 27.
Importante

Annuncio
i
U2i
m
i
Na loja da diligencia, de Guimarae Ir-
m5o, na ra do Queimado a. 65.
Gartoaa de clcheles fraocezes com 14 pares a
10 rs.
Botes le corea para easacos a paletots a 240
a doria.
Ditos para calcas muito finos a 160 a grosa
Trancas de la para vestido, a peca a40 ra. I
Lita tiara bordar muito fina a lindas cores, a li-
bra a 79. '
Masaos com grampos a 40 rs.
Liohas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditas de peso muito finas, miada grande a 240.
Franjas de linho para vestidos, a vara a 120.
Apparelhos de porcelana para meninos, piola-
dos e dourados a 19000, 25, 29500 a 89.
Oitas com alfiaetea a 100 rs.
Payis com alfioeles cabeca chata a 40 rs.
Eofeites para senhora muito finoa a 3, 4 e 79.
Sintos muito fiaos para seahora a 29 a 29500.
Metas de laia e pretae para padre que aempre
se venderam a 29 a 640 ra.
Eofeites eom flores para senhora a 1J.
Colheres de metal muito flnaa para sopa a 10*
rs. a duria.
Garfos do mesmo me'al a 49O0O duiia.
Aaaioi como outraa multas miudeaaa flnaa a ba-
rataa, que deizamoa.de mencionar, para ota se
tornar tanta mateada. --
Cambraias de sal-
picosa 4^000.
Veoxl-se cambraia brinca com asi picos miurfi-
nhos, tendo 8 }i varaa cada corte, "pelo" barata
simo preco de 4*000. sendo fzeoda que sempre
se vendeu a 79000: na ra da Imperatriz n. 60
loja de Gama & Silva. '
CASSAS LAVRADAS
Vende-su cassas lavradas fazenda do ultimo
gosto pelo baratisaimo prego de 3*500: na ra da
ImptraUiz n. 60, loja do Pavo.
Sedas a covados.
Vende-se grideoaoles prelo muito iocorpado
a 19600, I980U e 2*000, dito cor de roaa, azul e
aroarello, sarja branca lavra ia para vestidoa de
ooivas, e outras qualidadea de aedaa por precos
baratissimos : na rus da Imperatriz n. 60. loia
do Pavo.
CHAPELINAS
a 6^000 cada uma.
Vende-se chapelinaa modernas enfeitadas com
muito gosto para senhora a 6*000 cada uma: na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Leu eos para mo.
Veodem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de linho com labyriotho a 2*500, ditos de
muito goslo a imitacao de labyrintho a 800 e
1$000: oa ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavo.
Phantasia a seis mil ris
Vende-sa muito ricos vestidos de fantazia com
babados de muito bom gosto, fazendaa de 129000,
por 6*000, na ra da Imperatriz n. 60 lojs do
Pavio.
Filos.
Vende-** H' de linho bordado fazenda muito
Boa a 19000 a vara, dito lizo a 800 ra., tarlatana
branca e da todas as cores a 800 rs. a rara na
loja do Paro.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios de seda pars meninos, fazenda\
de I per 5*000 ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja o Pavo.
Cambraias lisas.
yeodem-sa pecas de cambraias Haas, fazenda
muito tina, din 10 e meia vara cada peca, pelo
preco de 59000 a peca, ditas de 8 a roela varas a
29o00, 89. 3*500 e 48, dHos de 6 e meia vara a 29
e 29OO a peca, ditos para forHMm 8 e meta va-
ras a IJrJOO e29 : na ra da Imperatriz, loja do
Pavao.
Baldes sem ferro a
3#200.
Vendem-se muito superiores aaiaa da cordo
que fazem as vezes de balo, tornndole maia.
recoromendaveia por ae poderem lavar e engom-
mar. a 390O cada urna: na ra da Imperatriz a.
60, loja do faro.
Acaba de
ehegar
ao novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con- i
ceico dos Milita- S
1
s
res n. 47.
Uffl grande a variado sortimento d
roupas fe las, calcados a fazendas e torios
estes se vendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume.assim como
sejam *obr*casacos de superiores pannoa
a easacos feitos pelos ltimos figurinos a
269. *89, 30* e a 35*. paletots dos rutamos
pannoa pr-lo a 161, 181. 20 e a 24,
ditos de casemira de cOr mesclado a da
noyos pao roes a 149. 16, 189.2o* e 249,
ditos sacos das mesmas caaemiraa de co-
res a 99. 109,129 a 14, ditos pretoa pe-
lo dimiouto preco de 8*. 10*. e \t$, diloa
de aarja de aeda a sobrecasacadoa a 129,
ditoa de merino de cordo a 129, ditos
de merino chioez de apurado goato a 159,
ditoa de alpaca preta a 79, 89. 99 e a 10*.
ditos saceos pralos a 49. diloa de palha de
aeda fazenda muito auperior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
e a 4950O, ditoa de fusto brsnco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta a de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditaa
pardas a 89 e a 49, ditas de brim de corea
finas a2$b00, 3*. 3*500 e a 4$ Trinas de
brim brancos tinas a 9500, 5$, 5*500 e a
69, ditas de brim lona a 5* e a 68, colleiea
de gorguro prelo e de cores a 51 e a 61,
ditos de casemira de cor a prelos a 41500
a a 59, ditoa de fusto branco e da brim
a 8* a a 3*500, ditoa de brim lona a 41,
diloa de merino para luto a 4* a 450o',
calcas de merm para luto a 41500 e a 51,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os taannos : calcas de casemira
preta e da cor a 5$, 69 e a 79, ditaa ditaa
de brim a 21. 39 e a 3*500, pa\etota sac-
eos ae casemira preta a 62 e a 7, ditos
de cor a 69 a a 7f, ditos de alpaca al39,
sobrecasacos de panno preto a12*e a
149, ditos de alpaca preta a 59, boneta
para menino de todas as qualdades, ca-
misas para meninos de todos ostamaohos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meoinaa de 5 a 8 annos com cinco
babados lisors 89 e a i 21, ditos de gorgu-
ro de cor e de la a 5* e a 69, ditoa do
brim a 39, ditos de cambraiarieamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendaa e roupaa feitas que deiiam de
ser mencionadas pela sua grande qaantl-
dade; assira como recebe-se toda e qual-
quer encommenda da roupas para ae
mandar manufacturara que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
daa do gosto e uma grande offleina deal-
faiata dirigida porum hbil mestre que
pela sua praptid eperfeicao nadadel-
laa desojar. y ri
8
do afamado autor Chateau Laronztlra;
go de uma duzla; aa praca da 1
numero 22.
Plvora.
Veode-se plvora da Superior qualidade
chumbo de muoigo por meaos de que em outra
qualquer parle ; tratar no escnptorio da Aak
Cesarto Moreira Dias, no Forte do Halla. 1
Moeda u. 27.
Aoi tabaqm
Vendem-se soperiores neos francesas a imi-
Ufio dos de liobo, muito proprtos paca os ti
qu'staa por serem de cores escaras a f isa. |
baratiasimo preco de 5 e 61 a dusia : na rus da
Queimado o. 22. oa bem conhectda I*ja da boa fe.
Fil Uio e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
a de cores, pelo barstissimo prec do 800 rs.a
vara ; na bem coohecida loja da boa f, na loa
do Queimado o. 22.
Ta\has pafa maos.
Vende tase muito boaa toalhaa para nas pelo
barato preco de 5* duzla ; na ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f. .
Ricos en le tes.
Vendem-se ricos a superiores eofeites os atis
moderos que ha. pretos e de cores, pelo bsra-
tissimo pr*?o de 6 e 69500 : na loja da boa f.
na roa do Queimado n. 22.
Cambraia* de cores.
Vendem-se cambraias francezas da lindas co-
res, pelo bsratissimo preco de 280 o aovado ; aa
ra do Queimado n. 22, na bem coohecida loja
da boa f.
Cambraias francezas finitimas.
Superiores cambraias francezas muito final, de
muito bonitos padres, pelo -barato preco de 700
rs. s vara : na loja da boa f, na ra do Qaeima-
do o. 22.
Vendem-se os engenhos
S Pedro e Espirito Santo,am-
bos moentes e corren tes e
(Tagua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recite
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
4 musselina do Pavao
200 rs. o covado.
Vende-se musselina branca com A 1)2 palmos
de largura fazeoda muito fina pelo diminuto pre-
co de 200 rs. o covado. cortes to cbUs ingieza
com 10 covados cores fizas a 19500 ra., ditas de
musselina branca com 10 covadoa a 2>, tudo
<*ra-ftpuA.j.dinheiro : na raa da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silga.
A loja d'&giiia
branca um deposito de
perfumaras finas.
E'ta loja pnr estar constantemente a reraber
perfumaras tinas desasa i>ri>prias eocoBJBntndes
bt-m ae tode duer que est constituida uma^^B
sito de ditas, tenrto-as sempre das saelborea e
mais acreditndos fetrjraolea, come Labio, Piver
Coudray e Snciet Hygif ique, etc., etc. ; por
nao, quem quuer provrr-ee'do bom, diriglr-se
a ra do Queimado, loja a'tgui branca o. W, qae
achat s<-mpre um lindo e tompietc orttmeoto,
leudo de o.an a mais a elegancia dos frasco, a a
barateza por que te vendan convida a anima ao
comprador.
Vinho de Lisboa a 480 e 400
rs. a garrofa, queijos fr<
caes a 3$.
Hanteiga insleza a 800 e 729 rs., (raneta k 640
rs cha a 2700, banha para pastis a 400 rs., fa-
rinha de Hfino a 140 rs., loacloho a 3*0 ra., v|-
n.gre de Lisboa a 240 r.. cbouricae *
massas a 480 rs., arroz a 100 rs.. mar melada a rs.
900 a libra, esparmacel a 760 rs., coroposieio a*
400 rs. : no armazem da estrella, largo do Parsko
n. 14.
raixas.
vs eufeites
douri
Maior rwlucqao noi pregot par acabar.
-te no armazem de Braga Son 4 C.'
Moeda, lanas de Cerro cuado do mui
^HMo fabricante Edwin Maw a 100 rs. por
s que sa vendam por 120 rs.
Atleocao
Vendem-se caixSes Tastos proprio
para bahuleiros.funileiros etc. a 1^280:
queta pretender dirija-|e a esta tipo-
graphia, que ahi ge dir' quem oftem
para-render.
Vndese
na ra do Queimado n. 19
osiguinte.
Peca9 de cambraia Bna adamascada para corti-
nada cora 811? varas, pelo barato prego de 59(00.
Toathai.de linho adamascado para meta a 49.
Cambraias de aalpiros graudos rr uito lindas a
59 s per;, ditas de ditos miudinhos finas a 496OO.
Lencoes de bramante de linho a 39000.
Cambraia ailada para forro d<
8 112 raras a peca por 2J.
Grandes colchas
Escravos fugio^
Attenco
Acha-se fgido desde principios de jabo de
'861 o prelo Antonio, de estatura regular, de a-
cSo Angola, idade 50 anaos pouce roaiaou me-
nos, grosao do corpo, pouca herba, olbos papudot
beicudo, pernas um tanto arqueadas, ce*
cicatriz de machaoo em um dos sedee Rea
do p e outra em uma das cerosa, parlo -fl
nozello. CoLSta que anda refugiar
de S. Csate na Vare, M^aMMSa^BB^al
ope,areie>.-lo a afasManl
sumpcao Queiroz.aa V^isaeap ser gratificado g-
neros Bien te.
Aasenton-te da ras* de sea se.
3 do correte me* o eecravo Antonio
Cassange, idade 40 annos, poucomaison mi
estatura regular, com os signaea aegun.tf
uma das ore 1 has tea* uaa taita tirado,
quarloa>tem um deleito que pelo quel p
andar pelo p. tem deban o do quena esquerdo
tres buracos, aignal de ocoles tirados : qi
pegar queira ieva-lo ra da lo
andar, que aer r^^^^H
visto em Iguerassn.
Fugiramdo eogenbc
guilla de Trarunhcrn
00 dia 4 de novembro
mulatos com os non
de come Paulo de 4
on menos, offlcnl
SSO bolieiro. de tur alaranj
nhoa, rosto descarnado, olh!
bocea regulare, ,nni poaco secca
meoia, o
____
mioi
aiaaaaa^BBSl



V
cau-
Branseedencis,
idoade|cir-
aat, q gen-
iiliJj d'b r de
I asjjpgir o mi reo de
s i sua mesma fragili-'
i sua peoetrago ; que o
ia ser descerrado para
I a philosophia em toda a
coniegue explicar, a o lu-1
alacio nao vier acclarar os
cemtunos de ; ; leatigaces.
nado a rbita que lho for
da Etreo, lia pretende
idos de suss ioducces presera-
estea. (setos exeepctonaes na or-
i do universo, perde-se em viascanjecturss e
cbega a descrer d'aquillo mesmo que pretende
>ns(rsr: os desagotas divinos, os tactos so-
brenaturaes, nio se provam pelos calclos posi-
tivos ds razao humana ; elles teem suas explica-
Ces reservadas, e meios especiass para sea co-
nbecimeoto.
E nisso mesmo que esl sua importancia
intrnseca : elles passanam para a cathegoria dos
facios oaturaes, s, por ventura, podessem ser
compreheodidos com a mesma factlidade que es-
tes ; e, por consecuencia, a razio do hornero
nada tana de frgil, nada leria de imperfeila: o
racionalismo o casero que mis corroe a huma-
nidada,; porque, comprehenda-ae bem, o racio-
nalismo oio um eviterna, mesma revolta
do homem contra Dafis, da razio contra a f.
Sntre estas faetos esti o de que agora se oc-
cupa nossa penoa: a ncarnscio o roysterio
mais ineomprehensivel ; entregue seus pro-
prios recursos a razio nunca o explicara. Como
Deus poda revestir-se da natureza homaoa seo
deixar de ser Deus? Como pode operar-se esta
aravilhosa umio que a egreja chama hyposta-
tica? Seram estes os escotaos onde a razio ne-
cessariamente naufragara. Entretanto, que Deus,
tendo e vir ao mundo fallar ao homem, lomara a
forma do homem o que ha de mais real na exis-
tencia Jo mundo. E o que a razio nos aprsen-
la como inconcebivel, a t nos ensina a conceber
a a erer: assim que do coosorcio da razio com
*n fe resulta a comprehensio dos mysterios chris-
tios.
Adi, fazendo um mu uso de sua liberdade e
levado.peaa sugetles de sua infeliz companhei-
ra, havia dado ingrsso no mundo ao peccado:
a obra primado Creador, tinbadeste modo deca-
nido de sua primitiva grandeza. A humaoidade
ria-se incompleta e incapaz de attiogir o fim pa-
ra que fra destinada : porque as. portas do cu
lhe haviam sido fechadas desde a fatal trans-
gresso do Edeo: e a crealura racional nao havia
le formada para viver nesta eterna proscri, nao.
Cottviaha portanlo e era mesmo necesssrio urna
repancio: mas eale desaRgravo da mageslade
taina ultrajada devia ser correspondente gra-
idade do rual: estando o genero humano de-
'cabido o'aquelle altissimo grti de dignidade, diz
oCathecismo Tridentino,de nenhum modo po-
da levamar-se e ser restituido ao seu amigo es-
>r forgas algumas, nem humanas, oem an-
glicas. V-se, pois, que a a dlvindade era
capaz de reparar a culpa do homem e desaffron-
r a mesma dlvindade: a culpa infinita devia
tsr m remedio infinito.
como a f auxilia a razio para a compre*
faenaio do mystano da incaruacio.
II
Complexo "maravilhoso de duas substancias he-
terogneas, o homem vive do presente, do pas-
sado e do futuro: a reminiscencia do que ji foi
ama segranos do que e un garante do que
ha de ser; sao o. dous los mysteriosoa desta
misteriosa cadcia, quecompe a vida do homem
em toda a sus plenituoc.
Formada destes elementos, a vida do homem
em si, e por si mesma nm ruysterlo; a tradicio
a sua alma, o ensino o aeu alimento: riscae del-
ta a tradicio ve-la-heis desvanecer-se, tirae-lhe
o ensino e ella adormecer o somno da moite.
Era esta grande verdade que. regonherif ^idS'
quando dula qe-o igfofa n'"como o ani-
mal uma parte ques refira ao lodo, sem que o
todo se re/ira a t#__
E, na erdaj^"0 qoe serja a Taa do homem
a/V-6 "-0M P8satl0 nao vieasem miti-
...'as peripecias e as vicissitudes do presen-
Sujeito le do irabalbo como vivira elle
Tmente do presente ? E como turoar-se esta vi-
da iodependente do futuro? O futuro a conse-
cuencia racional da spiritualidade d'-lma. Co
betrahir do futuro sem negar a liberdade, e,
insequencis, sem acabar com a responsabi
dtidedos actos humanos, sem cabir no syslema
dos fatalistas ? E' por esta conoexao do passado
oca* presente e Oeste com o futuro que a fami-
lia humana significa, usando da expresso de
Taparelii o homem repetido duas vezes.
O enioo e a peora oe tuque da civiltsacio : a
coodtcao indiapensavel para a existencia da hu-
maoidade ; por elle se apurara os costumes e se
aperfelgoara as regras da moral. Quaei eram aa
condicoes deste ensino na anliguiuade ? A sen-
ulidade havia penetrado em todas as cousas ;
^^^niando pela familia, ella havia-se apodera-
do de todas as molas sociaes; de maoeira que
todo o entinoanligo.se reduzia i um syslema de
cortezias fetas ao espirito sensual do mundo.
Ora attendida i organisaco da natureza huma-
na nao era possivel que o genero humano conti
nuasse nesta marcha degradante : turnava-se ne-
cessaria urna reforma evidente e effuazno anda-
mento do universo : do contrario perder-se-hia
al a mesma dignidade do homem, por ssu que
a sua peraoaalidade ji se chava ioteiramente
aniquilada. Era tio necessaris esta reforma, que
a mesma philosophia a reconhecia. Plalio ji em
seu lempo dtzia : esperemos pacientemente que
alguetn VBttsu no ck'u nos instruir sobre a ma-
ira por que nos devemos comportar para com
os deuset e para com os homens. Mas quem
que nos ensinar ? guando apparecer f
venha este dtvxno legislador, estamos promp-
tos para escuta lo. Assim pela bocea de Platau
recouhecia a phllusophia a sua iocapacidade para
a grande obra da regeoeracio, invocava um en-
sino novo. ao. qaal ella liona da ser completa-
mente extranha, porque aua raiz aeria no cu.
E, na verdade, no estado do muodo antigo,
o politheism
e todos os males aotifo-.
juem poderia operar a rehabilitacao do mun-
do esa uro tempo, segundo a phrase do vis-
conde de Bonald, em que Deua era deshonrado
em todo o universo por crenevs absurdas ou in-
fames, contrarias natureza da di-indade, e o
homem por toda parte opprimido. em guerra
com sigo e seus semelbantes, por effeito de fal-
sas legisUcoes contrarias i sua natureza ? Era,
por cooaequencis, preciao que a victima de ex-
oiacao tiene do alto para que a Justina divina
Qcasse completamente satisteita e a culpado ho-
rnero perfeitamente reparada ; convioha que vies-
ee Aquello que s6 podia offerecergloria Deus
pas aos homens de boa ventad*.
Para reconheeer-se a degradacio que tinha
chegado o mundo, basta lanjar um olhar inves-
tigador sobe Roma: Roma a cidade destinada para
as grandes cousas, o espelho onde vio reflec-
nr tudas as phases da eivilissfio oes tmpos an-
tigos como nos lempos modernos: o ihermo-
metro do progresso do mundo. Ors, qual era o
espectculo que offerecia Roma, na appruximacao
dos lempos da|ihegsda do Messias ? Espectculo
desolador para o hiatoriador sincero. Ji nao
era Roma primitiva dominada pelo rigor da pu-
reza de seus costumes, e pela severa sstisf ac o
de suss leis ; era Roma de Augusto, depravada,
enebriada noos luxuriosos devaoeios de seu vu-
lupluoso sensualismo, conquistadora de povos,
mas conquistada dos vicios destes meamos povo*.
que ella havia habatido pela forca de aeu gladio.
Centraste deaaoimadorl Roma vencedora na
materia, era vencida no moral; sua fronte or-
gulhosa jazia entretanto abatida pela eoormida-
de de seus vicios.
Era este o aspecto de Roma e do mundo ; e
quando os povos se deixara tanto abater, suas
oiesmag forcas sao iusafQcientes pera reer-
gue-los.
III
O que era urna esperanca ia passar a ser urna
realidade : o compriroenio dos lempos se avisi-
nhavs. Passado o tempo da provaco convinha
que soasse a hora da expiscio. K esta hora
soou.
Era tempo de se cumprirem as prophecias ;
a o imperio impio havia plantado suas aguias
ateas extremidades do globo; os romanos ha-
viam apenhado o mundo oriental como em urna
rede; o Sarmala trema diante delles no fundo
de seus desertas, eos povos os mais distan-
tea da Azia, os pacficos Chioezes, enviavam
Cesar urna embaixada solemne para alcanzar sua
poderosa amisade. Ji o Egypto e a Syna eram
provincias romanas; a mesma Juda era tributa-
ria, e o re dos judeus, comprando prego de
ouro urna proteccao caprichosa, era apenas um
simples escra-o coroado ; (ursini) quando na
maogedora de Bethlem repercutiu estrondoso o
grito da regeoera eelsis Deo, et in trrapax homnibus bonm volun-
tan*. Nao em dourados palacios e delicadas
roupagens que acabava de apparecer o verdadei-
ro rei de Israel; oo seio da hurailh elle vem mesmo psra abater as alUvas frontes
dos poderosos da ierra. Entretente, cousa
extraordinaria 1 esto menino que se reveste da
uiaior pobrezadas mesmas faxas Infaotis rece-
be homenagens e adoraedes dos reis da trra I
Elles depem seus ps as coras de su*s frontes,
e abatidos oiTerecem os presentes orientaes, que
para elle trazem. Altos segredos da Provi-
dencia I...
Quando toda a trra trema sob o jugo da orgu-
lbosa Roma, o paganismo trema tambero a aeu
turno com a apparicao desta augusto e divino
personagem, que viha operar a grande revolu-
cao do futuro... Supremo re do universo, elle
afTroola com o riso de seus labios a magestade
romana engolphada nos triumphos do seu orgu-
Iho ; verdadeiro mestre elle olba com com des-
preso para a sciencia ,da trra, porque sabia que
em breve a odesela do seu ensino transformara
a ordem do seu curso ; Pastar dos pastores, elle
comprazia-se em que fussem os pastores os pri-
meiros que se eurvasaem em frente de seu bra-
co'; porque *o; pastores que os anjos le-am a
alegre noticia de sua vioda, segundo o vaticinio
deIsaiss. O que se passana n'alma destes pas-
tores no momelo solemne de sua prostacao ?
E'oque nio dado ninguem penetrar.
Mara Saotissima acbava se vacillinto sobre a
maoeira porque devia tratar o divino fruclo de
suas entrachas ; dava-ee oelta um combate en-
tre o amor e o respeito, que lhe devia. < Como
devo eu tos chamar ? diz ella dirigiodo-se i seu
divino filbo; como devo chamar-vos ?.... um
mortal ? mas eu vos conceb por operaeio divi-
na... Um Ueus ?... mas teodes um corpo humano.
Devo vir vos com o incens, ou vos offerecer
meu leiie? Devo vos prodigalisar todos os cui-
dados de fJm-i terna mi tu vos servir com a
fronte no p? Oh I maravilhoso contraste I o
ceu vossa morada e eu vos embalo em meus
joelhos I Estaes sobre a trra e nio eslaea se-
parado dos habitantes das regiees celestes : os
cug estio comvosco I (S. Basilio) E o mes-
mo cu se alegrava com o que se passava na trra,
oeste augusto momento.
Se a virgem mi se via nesle estado de du-
briedade. como bellamente a figura S. Basilio, o
que nio se passaria n'alma'destes pastores e des-
tes magos, que com a froote no p reconheciam
o regenerador da humaoidade ? E mal sabiam
elles que este i quem offerecism suas oblaces
dentro em pouco lioha de expirar ignominiosa-
mente na cumidade do Calvario... Altos segre-
dos da Providencia I
IV
Comple.iram-se os lempos; o mando esl
aalvo.
O christisnismo, diffundindo pelo orbe a sus
doutrioa, esteodeu o vu regenerador sobre os
campos de perdicao i que estava reduzdo o mun-
do: a velha sociedade traquejada em sus mesma
base, em saa moral, baqueou no peso da resolu-
cio comecada no presepe e Ooalisada na cruz.
Era a realiaacio da palavra do Eleo : inimicitas
ponatn inter te et mulxerem, inler semen tuum
et semen illius; ipsa tonteret capul tuum.
A doutrioa da candado ia ter seu iugresso no
mundo, era ella que vioha encarregada de des-
thronar e abater o reinado do erro e do egosmo :
a caridade, eata virio.de descida do cu nos br*cos
do homem-Deus, ia ter seu imperio aobrea tor-
io diz qoe
desda al i
InttBao, a f5, a rontade, aspsixoei, esls synthe-
se contradictoria, esta moralidade finita que col-
Inca o h>mem iodividual face i face com o seo
Creader, mas que nao lhe ensina a viver Uvre,
progresivamente com a crealura, com seu teme-
Manta. Nio ; se segregar o homem da socie-
dade orna chimra, urna phaotasia extrava-
gante, se nio possivel separar no homem duas
oaturezaf, uqaa individual e .outra social, e se o
chrisilsnismo^eio rehabilitar o homem decanido
logo no principio de sua existencia, injusto efal9>
dizer que a egreja, guarda o interprete da verda-
de regeneradora, mantem o homem no limitadls-
simo circulo de sua personal! lade; asseverar
isto, aiem de desconhecera solidariedade e indi -
visibilidade dajissoos deveres, oio onmpreheo-
der o espirito da egreja, e o papel que ella tem
a representar ao mageetoso trabalho da clrlli-
saeso.
Um lanc* de olhos sobre o edificio da egreja
basta para fazer retirar toda a procedencia, que
podesse ter a sssercio de Mazzial: o seu proce-
dimento na abolicao da escravidio s por si falla
bem alto contra eila. Nio precisamos commen-
la-lo; oem eotra sso em nosso qusdro.
A egreja lem maravillosamente acompaohado
a marcha da livisacio dos povos. E de la-
mentar qoe em nossos das anda ae levantara
vozes contra a mais perfeila lostiluicio que exis-
te sobre a trra.
Recie 23 Dezembro de 1861.
J. GVENN-ES DA SlLVA M.
Yariaces do syslema de equilibrio na
irtroia.
Do meado para o fim do seculo deseseis as
principses nacoes eurooas comecarsm a ter en-
tre si relaedes mais estrellas, frequentes e com-
plicadas ; e dsquella era em diante a Europa pdde
ser considerada como um syslema de estados,
coja historia merece tomar-ae objecto de um
estudo geral. A unidade de aeco e de ioteresse
que linhs. sido dada ao muodo antigo, pela in-
fluencia dos Gregos e poder dos Romanos, o qu
fura suspensa por eapaco de dez secutas pela m-
vasio dos barbaros, restabeleceu-se de novo, e
dahi continuou semprs a fortalecer-ae.
Diversas sao as causas que approximaram e
uoiram entre si as naedea modernas. Urnas
se ligam ao movimento geral da civilisacao ;
estas nio poderiamos enumerar nem apre-
ciar, sem remontar por entre os secutas i histo-
ria politica do mundo, e mesmo do peosamenlo
humaoo ; seria preciso repetir, segundo o ponto
de vist* em que nos quizessemos collocar, as
deducedes de Bossuet, de Vico, e de Iierder .
com ludo aponuremos entre essas causas pro-
fundas e internas, o deseovolvimento e a pura
coocepcio das ideas de liberdade politica e reli-
giosa, de nactonalidade e independencia, de go-
veroo e ordem social.
Ai outras cauaaa particulares essa poca de
transformarlo politica correspoodem is primea-
ras, porissoque deltas emanam, e propriameote
follando nada mais sao do que a sua forma ;en-
sivel. Assim a reforma, a lata dos christios
contra os turcos, a creacio do systema colonial,
a invencao da imorema, da bussola, plvora,
e vias de commaoicacao, a restaurarlo das letras
e das artas, em aumma, tolos estas acontec-
mentos, que podem ser considerados pouco mis
ou menos simultneos, contribuiram para fazer
da Europa urna sociedade unida por vnculos tao
fortes como nunca o foi a sociedade aoliga.
Roma, apesar da universalidade daa suas leis
e da aua liugua ; nunca chegou a formar mais
do que urna uoidade material, resaltante da com-
binado
rarchia
Quando
da Europa, vem logo ao ffl
qua elle se compunha de a^H
chas preponderantes e em geral Motas. Dh!
resoltava que as naces pouca ou neTlhum par-
te-tomavam nos negocios pebiicos ; que aa fac-
ise, qoe as aotigas republicsi pugnavaoi pelo
poder, ni* linatam razio de existencia; que nao
havia partido aristocrtico, nem democratice ; e
com mais razio inda deixara de existir um ter-
ceiro partido conciliador. As repblicas italia-
nas, exemplos em gran le escala dos vethoi mu-
nicipios, conservaran:, verdade-. ou reproJu-
zlram as faeces da Alhenas ou da loma. Guel-
fos e Gibelioos, pretos e braoeol^utararn ar-
dentemeote pelo poder, e pela liberdade. T-
tem as cousas que deram origem i essas laceos
eram mui particulares e locaes para que o exent-
lo fosse contagioso. Di mesms fbrma os Ar-
magnaes e Borguinhes, a Rosa branca e a ver-
melha, foram antes partidos dynastlcos do que
facedes polticas.
Ao contrario, as queslei suscitadas pela re-
forma ttaeram por effeito formar divises de urna
outra natureza, n'uma palavra crear partidos no
Estado; e s medida que os interesses polticos
se misturavam com os interesses religiososa
divisao passava do dominio da religiio para o da
politica. Foi de Genebrs qua parti o signal
dessa revolucio. Os Mamelucos e os Libertinos
eram ji representantes de urna opposigaode ca-
rcter todo novo. Era j a aotithesd1 da inde-
pendencia naeional e do dominio estrangeiro, da
autoridade e da liberdade. Outro tanto se podia
dizer dos Gomanstas e Armenios, e mais tarde
dos Orsngistas e dos Republicanos da He-llanda.
_ Bem depressa porm os dous principios, que
dividem o mundo, e cuja lata faz o assumpto e
o interesse da historie* moderoa, encostram-se e
combatem n'um campo mais vasto, e sob bao-
deiras mais imponentes: a Inglaterra v formar-
se e c.rescer gvj seu sio os partidos immortaes
dos Whigs e dos lories. O dualismo poltico
apossi-se da sociedade inglezs, revestindo-sede
urna forma apropriada ao genio e s instituirles
daquelle paiz. Estava reservado re'olocio fran-
ceza despertar em toda a Europa a opposicio dos
dous principios, e provocar urna Iota que nao
cessar senio com a creacao de um syslema fun-
dado no direito e na razio.
Outro effeito da concentrado dos negocios p-
blicos as mi.os dos priocipes e dos seus minis-
tros foi a chamada politica de gabineteque lera
at ltimamente caracterisado os go*ernus euro-
peus. Em coosequencia della, a diplomacia ad-
quiri grande importancia nos negocios polticos ;
diriga as retacees existentes entre os povos; mo-
difleava-as, e creava novas. Sobretudo tem ella
impresso historia dos estados um carcter de
dtscrigao, segredo e mysterio que pareca muilas
vetes um carcter de dissimulacio, e astucia
Com effeito tanto cuidado havia da parta da cada
governo em oceultar o seu oensameato e designios
is potencias estrangeiras, que pouco se importa va
de dar a conhecer aos povos que governava os
motivos de sua conducta.
Anda por esse lado tem a politica soffrido urna
modificaban curiosa, e mais completa do que se
penss: e nio seri este um dosassumptos menos
importaotes para o estulo geral dos principios do
novo systema de equilibrio.
Sem querer patetear coincidencias notaveis,
observaremos todava que foi i proposito da Italia
a das guerras, de que foi ella theatro, queappa-
receu o antigo syslema de equilibrio, assim co-
mo o novo que comees a formar-se encontrari
na Italia regenerada, e entregue i si propria, um
dos seus principaes elementos, e a garanta da
sua estabilidade.
Quando rebentaram as grandes guerras do se-
culo deseseis respeito de aples e do M'Ihanez,
ainda os diferentes estados da Europa
da Europa nao se
dos mil expedientes de urna sabia hie-1 achavam ligados por um systema de movimento
creou um magnifico quadro, em que ] e de aeco ; formavam mais grupos isolados do
fez entrar todas as naces conquistadas pelo rio- que um todo. A poslc.ao geographica, a sympa-
der das suas armas, e p-tas em movimento por; thia ou anlipalhia das ragas, e aa lradicc,oes his-
meio de um machinismo admiravel. Mas a uniio toricas formavam e mantinham aquellos diversos
das ideas, o accordo dasinl-llgencas, e a com- | grupos. A Inglaterra, dominadora da Irlanda
binaco das oecessidades e interesses, em urna quem opprimia, e rival da Escossia cujas pos-
sesses ambiciooava, nao eslava ainda ligada ao
continente senio pelas suas relaces com i Fran-
palavra a harmona social,
nunca coaseguio eatabelecer.
to nao era ainda chegado ?
esta nio, que ella
E como, se o tem-
:.,. I
Tres secutas de espantosas aspirCMVdluJ--laJos pan a Afrira e para o Novo Mundo, como
ca. Portugal e a Hespanha tinhsm os olhos vol-
FOaLHETIM
AD4MA#DASPER0LiS
POR
A. OLMAS FILHO.
xxviu
(Contiouaeio.)
Dorante.esse iaasp? a duquesa cobre de beijos
e da I-grimas o filbo que acata de ter, eqoe nun-
ca mais vari; porque o duque vse leva-lo com-
sigo. Para onde? Para onde bem lhe parecer.
Mas esaa Blho nio aeu, elle o sabe, e leva-o
coBssigo t O quequer fazer? Quereduca-lo como
aa pae educa aeu fllho; e tratar delta, eu o af-
o : se o menino cahir doeote, velar* i ca-
:eira da sea taito, se morrer, quem sabe? elle
1 Os taitores comprehendem ?
io sabara .tuda. Pota, oa-
I J03IS. -.
eprecedeu emPa-
^Kan u da duqueza, esta
dlaaa aV e o duque lhe
bre-a^disao.
? P^bsbbbbbbb^bsbbbbbbbbbbbbbb^bsbbBL^bsbbbb!
qM_____________ _____________
perfeila meu
nottvsva pJ
L Espere
Nio
Teoham paciencia !
Quando Annette escrevra ao seu amante:
a Partimos d'aqui ha tres dias a estava convenc le
de que ia partir. Porm, quando o duque dissera
i aua mulher: a A senhora ainda nio Uvre
aabia rnelhor do que ninguem o que dtzia ; por
que s elle sabia a palavra do enigma ; e nem
o pae, nem Annette, nem o propno Jacques po-
diam fazer nada sem aua vontade.
Qual era esse enigmi?
Ei-lo:
O duque tinha um tio, como os leitor
Esse tio dez vezes mitliooario, nao
herdeiros naturaes senio o duque a a
Nio gostava do primeiro, amava a segunda ; po
rm nio quera qua o sea nome se extioguisse,
e tinha, para conciliar os interesses do seu cora-
ci e de sua familia, estabelecido esta clausula
em sea testamento:
Se quando eu morrer, mea sobriaho nio li-
vor hihos, toda a mioha fortuna pasear para mi-
nhs sobriaha.
Era um meio de fazer com que o duque casas-
se Immedtalamenle, e fatS-lo ceasar a vida de
desordena e deboches que levava. FAra eolio
que o duque te castra, mas sem dar parle sua
mulher deesa clausula importante. Infelizmente
o casamento atare um pouco tasdo, a por si mes-
mo o duque eatave.incapaz de ter um herdeiro.
E porisso deiira leda a liberdade duqueza ;
aaegifB ao panta^ae aaaadaHa a cata do mar-
>mbram-se os leiteresem que
vol lar, porque o
grjp.'es r?r!-Jvs, ai faligtsa,' a itutr^ pol-
tica e econmica, no comeco e no Uro desses
tres scalos, apenas coaluziram a Europa
fronteiras da trra, promettida, ou antes espera-
da, oode os povos se contundiram sob o imperio
da paz e da liberdade. Essi era bemavenlursda,
son hada e eutrevisla pelos philosophos, o ter-
mo i que deve dirigir-se tamoero todo o politico,
que nao considera os accontecimentos huma-
nos como accideoles isolados, incoherentes, e
fortuitos, mas er quo sao elles produzidos por
leis certas e invariaveis, no limite e sob a influ-
encia das quaes a nossa libertada e razio exer-
cern o seu poler inconteslarel.
Se nao iosse sssim, se aquelles que se meltem
a dirigir e a julgar os negocios deste mondo, nao
estivessem egaalmente convencidos de que as-
sim a politica nio passaria de um theatro de
embustes, e a imprensa servira somonte para
os parvos. E' porque acreditamos qoe o homem
pode alguma cousa nos negocios pblicos, que
eslendemos vistas curiosas e vigilantes sobreto-
dos os movimeotos daquelles que exercem o po-
der, e prestamos ouvido aliento s palavrasdos
que aconselbam e dos que crilicam a conducta
dos governos.
Ora, vio-se jamis urna poea em que os mo-
vimeotos da humaaiJade fussem mais rpidos,
incertos, e complicados, do que esta sm que vi-
vemos ? Nao; e por isso lambem que nenhuma
ainda houve que apresentasse mais interesse e
necessidade de esludar-se os meios secretos dos
seus movimeotos, e consequencias provaveis.
O systema de equilibrio estabelecido pela paz
de Weslphalia foi preiudicado pela revolucio
franceza. Novos principios substituirn) os an-
tigos, e ainda boje lutam para chegar ao seu
triumpho. Deixaremos a cada qual a cuidado de
decidir de qoe lado flear a victoria. Quanto a
nos, convencido de que se deve olhar mais para
diante do que para traz, convencido tamqem de
que a revolucio franceza o verdadeiro marco
que separa o antigo do novo muodo, e que a
humaoidade nio 6 o ludibrio de urna triste illu-
sio quaodo considera aquella poca como o
luminoso pharol que deve allumiar es seus pas-
aos ; quanto a nos, repetimos, indagaremos a
influencia que ji comecou a exercer na Europa
ga, a propoz-lhe a saa proleccio para fazer vir
ao muodo sem que ninguem soubesie, esse desas-
trado lilho, cajo naacimenlo lhe ia fazer perder
dez milhea? Comprehendem tanbem porque o
duque levara comsigo aua malher, que, esposa,
s lhe renda dozentas mil libras por anno; po-
rm que, mi, ia-lhe constituir so ranlimento
de quinbenlas mil?
Mas era urna infamia isso que o duque fasia I
Nio digo o contrario.
Era ento decididamente um miserartl esse ho-
rnera 1
-' Era.
E o pae fez-aa cmplice desse mido ?
'Assim era necessario.
O pae igoorava o amor de Annette por Jacques
o o resultado dease amor. O dnque conloo-lhe
ludo e disse-lhe:
Se a separacio tiver lugar agora, eu direi
toda a verdade, iste quer dizer que deshonrare!
saa fllha; ae so tiver logar depota do nascimenlo
do meomo, se m'o deiaarem, eu lhe perdoarei,
ella aer livre, e o mundo de nada saberi.
O pae uvera vontade de matar o homem qoe
assim lhe fallava ; porm era necessario eviiero
escndalo, a vergonha, e Annette, oo memento
em que menos o esperara, via seu pae facer cau-
sa commum com o duque1. Poda por ventara o-
formar i Jacques do que ao passava ? -Era todo
tio infame, que nio te atreven. Aiaa dtaso, Jac-
ques nio otaria acreditado. Prefera mander-lne
dizer qua eslava doeote, ganoar tempo, a quaodo
Elisabeth viera ter com ella, io amor do
kaasa dferd.tom
para Nap'olsw a Sicilia. A Afnanha e a Ita-
lia formavam com a Franga um lerceiro grupo,
o mais compacto e animado, que do estrello de
Hessioa is embocaduras do Rheno, e de Bidassoa
ao Vstula, locava por estas extremidades i In-
glaterra, Bespaabs, frica, e ao muodo slavo e
scandioavo.
E' evidente que ah devia ser o foco da accio,
0 centro em torno do qual gravitarais forzosa-
mente os estados excntricos, logo que ums cau-
sa geral e poderosa pozesse em movimento todas
as uartes da massa, de que se compe a Europa.
A Franca e a Austria seriam as tarcas, cuja bcqo
aitrahirta os ontros corpos, e da Italia tinha de
partir o primeiro impulso ; e como os principes
da Europa, urna vez envolvidos oesse torbilbio,
deviam habitoar-se a medir as suaa ideas de Ira-,
porlaocia relativa, aegundo o griu de influencia
que obtivessem na Italia, claro que neste paiz
ae desenvolveriam as novas forjas com progres-
si va continuidade: e li se formara esse systema
de equilibrio que deveu substituir o canos tumul-
tuoso da edade-ffdia, e a frouxa unidad do or-
be romano.
Na extremidade septentrional da Europa,os
panes scandinavos formavam outro grupo dis-
liocto, no qual dominava a Dinamarca. A pos-
seasio dos psizes de Sleswig e do Holstein, e nu-
merosas retacos de guerra e de commeicio com
a liga hansealica, punham aquelles estados em
contseto com a Allemanba ; mas nem por isso
partecipsvam do movimento poltico do imperio.
A Polonia era o centro do novo grupo que com-
prehenMa o reino deste nome, as possesses da
ordem Teutnica, o grio ducado da Lilturania, e
os estados moscovitas ; este grupo de naces ele-
vas communicava com o imperio da Allemanha
pela Bohemia e Silesia.
Eintlro, o ultimo grupo dos estados europeos
representara unidos pelos vnculos da guerra a
Hungra, as populaces slavase romaniasda ba-
ca do Danubio, e os Turcos, novos hospedes de
Conatantinopla.
As possesses da Croacia e da Illyria approxi-
mava dos paizes venecianos e da Italia i essea
temiveis conquistadores ; e se continuasse a po-
ltica inaugurada peta tratado de Lodi, a Europa
occidental ter-ae-bia reunido contra oiuimigo
---------------------,-----^------------------
para o campo a comegira a tribalhar. O traba-
lho, que urna necessidade para o artists em seu
estado normal, toroa-ae urna coosulacio depois
de emocea do geoero d'aquellas que Jacques
experimentara. S o aeu talento podia fazer com
que aeu amor tivesse paciencia, tanto mais quan-
to, ha muito que ajuolira impreaaea i que oio
dra expanaio, e que agora tal vez podesse for-
mular na lioguagem d'arte. Ha egoismo em to-
dos os artistas verdadeiro, a ha bem poucos que
nao utiliaem as alegras ou tristezas de sua alma
em proveito de sua gloria. Por quintas dores
necessario muilas vezes que o artista teoba pas-
sado antes de chegar a prodozir um sentimeoto,
que todos reconhecem verdadeiro, e o publico
que o l ou que o ouve, nao sabe que o infeliz
deixou em aua obra ums porco do aeu coragao,
a mais feliz algumas veces, a mais pura sempre.
O publico chama i isso iuspirago, e que ae re-
nova palo habito sem se esgotar. Feliz o publico ;
mas, que o siiba, o genio nio 4 muitaa vezes se-
nio o ultimo grito de urna dr multo grande, a,
por ooasa parte, nio podemos admittir que um
homem sempre feliz toroe-se sinceramente um
grande homem.
Infeliz ou felizmente tem a arte aaaa exigen-
cias, seas ciumes, sus donjinaco tyrannica. Uajar
consolar, porm cena, a eoadicao aa aaaaave
alguma cousa da eteroidade netla, porque i-
volta. E* todo ou nad
d'oodo, v olan do, ae poiatm r
outr'ofB-no pooto
loaa^pedo
'ira*'!'
ropa Qcou.po todo io4i
^H*> tal agglomerar,
aeis grupoa principae* era Ji um passo dad
ra a uoidade. Os poutoe do contacto nao tarda-
ram emutiplicar se o esteoder-se, a vamos ver
como essa politica gdral pouco pouco abraca to-
das as naguas, moda suas torgas, e oalmente :s
rene n'um syslema de equilibrio.
Com effeito, squillo quo n5o poderam fster o
temor dos Turcos e o pengo da f ehrisla o fez
a eanbigo de algumas potencias, assim como urna
querella do succeasio suscitada na Italia. A'
principio tralou-se de conquistar o reino de a-
ples, depois deste o ducado de Milio : mas pou-
co i pouco se perde e ae confunde o primeiro rito
das hostilidades. Passaram-se viole e cinco an-
uos ( 1494-1519), durante os quaes a luta creaeeu
mudando de objecto. O Um principal das expe-
digdes oa ltalia.de Lulz XII e de Carlos VIII, foi
Ciar um ponto de mira i politica e i diplomacia;
e vollanlo para quelle paiz todos os objectos de
conquista e engraalectmento, imprimir am r-
pido vo ao es, rito de negociaga ; especial-
mente despertar as rivalidades e odios nacionaes
cora o ardor dos successos, e resentimento das
derrotas. A Europa viu-se logo ioternada em
umi vereda, da qual oio sanio ainda ds todo, e
oem acabar de aahir.senio mediante um grande
exforgo de boro senso e abngagao.
Nao nos repugna dizer que foram a ambigao
da Frange, e o desenvol'imenlo rpido da sua
influencis exlerna as causas neeessarias dease
esbogo de colligago queso formoa no introito
das guerras da Italia. A' principio a aclividade
politica yoliou i coofusio. As numerosas e r-
pidas vicisitudes de urna diplomacia inconhe-
rente e varillme nao permiitiam a formacio de
urna politica consequente e fundada no verdadei-
ro interesse ou forgas reaes dos estados : esda
qual mudava loclinando-ae para a direita ou pa-
ra a esquerda, contarme os movimento impre-
vistos e irreflectidos da poteocia dominante.
Tanto Luiz XII como Julio II faziam variar ao
acaso o acord das nages empeohadas na luta.
No meio dessa geral perlurbagao. dessa crea-
go desordenada do systema de equilibrio oio se
Jeslloguia nem combinacao, nem plano, nem tra-
dicges. Todava as retacees dos principaes es-
tados se foram pouco pouco estabelecendo com
alguma clareza e Oxldade. A politica seguiu urna
marcha mais regular, e em vez de mil rodeios
diversos, encaminhou-se para um fim principal.
Um grande acootecimento a etavagio de Car-
los V ao imperio foi a causa dessa considera-
vel mudanga. Senhor de parle da Allemanha, e
soberano do mais, herdeiro da Hespaaha e dos
Palies Baixos, suzeraoo da Italia, toca quasi em
tolos os paizes da Europa : a Allemenha veio a
ser verdaderamente o estado central e regulador.
Entio os Turcos pela primeira vez entraram na
politica geral dos estados christios : a Dinamar-
ca e a Suecia ah tambem entraram por suas al-
liangas com a Fraoga ; e a Inglaterra comegou a
exercer a sua ciosa* vigilancia, e o seu papel da
juta as questes do continente. O systems po-
licoestabeleceu-se com a oppoaigao de duas das
priocipses potencias do continente, a Franca e a
Austria, em torno das quaes se gruparam diver-
samente os outros estados.
Entretanto nao haviam al entio interesses a
dlsculir-se, nem forgas materiaes em opposcao :
a reforma religiosa, porm, veio envolver oos de-
bales puramente politizas a lula ardente das ideas,
dos seolimentos e intenigencis. Por causa della
os povos, al aquella poca indiftareotes, se io-
teressaram o apaixonaram por questes que soles
pbreciam somenle interessar os reis e os princi-
pes : o mundo moral se agitou; a divisio nelle
se inlroduzio. Na arena tas contendas religiosa
formaram-se dous camposde um lado a lber
dade, do outro a autorilade. Depois, por um
reacgfio sbila e iodiapensavel o antagonismo mu
da de theatro, ou antes a luta se empnha sob '
um duplico objecto. Os proprios homens, que a
julgavam com o direito de corrigir os abusos e
imperfeigoes da religiio, com a mesma liberdade
emprebenderam a reforma dos abusos polticos:
e pela primeira vez,depois de tantos secutas, visir
se renovadas as luas fecundas e dolorosas do
direito e do prlvilogio, dos governos e dos povos,
da autoridade e da liberdade.
Foi assim que a reforma exerceu urna influen-
cia- iaxootestavej sobre a politica exterior, e '
sobro a vida Interior dos estados. Ah que de-
vemos ir buscar a relagio estreita daquella revo-
lucio, com a que tinha de regenerar a Franca no
fim do seculo XVIII.
Os advera trios da reforma habituafam-ae a
considerar os partidistas della como inimigos
dos thronos e dos estados, e nio tardou muito
que as patarras de herticos e tebeldes nio fus-
sem consideradas como synonimos. Os da re-
forma do stu lado appellidavam aquellesde-
fensores da tyrannia de sorte que ae veio a crer
bem depressa que a antiga religiio era o instru-
mento mais poderoso da autoridade absoluta dos
principes, e que a doutrioa nova offerecia segu-
ras garaotias liberdade.
A revolugSo politica que se produzio eniqajma
Inglaterra coofirmou eaaa opioiao. Na Hullanaa
da mesma sorle a causa da liberdade e da inde-
pendencia se confundi com a causa da reforma.
Tudo se ioclinava para a formacio do syslema de
equilibrio, e tanto verdade que foi elle depois
do seculo XVI a razio secreta e o vinculo de to-
dos os acontecimentos da historia.
____________________(Confinuor ne-^a.)_____
Variedades.
A LUZ.
Phantatia de invern.
A trra esqueceu o mando de Deus : Faca-te a
lu: I Fra todo est sombro, ioaoimdo ; a
mae natureza parece curvada com o proprio pe-
so ; tudo respira o abalimeoto, tudo parece im-
pregnado de tristeza, e as grandes acscias, mili-
tarmente altanadas dianta da entrada da cijade,
elevara para o cu ciozeoto seas cimas desnuda-
dos, sualidos por troncos seceos.
Na extremidade da ra, ernbora esleja o da
pouco adiantado, v-se algumas chammas que se
accendem para alterar o aol fatigado. O homem
fallou creagio e disse-lhe : Faca-e nIiclEi
luz se fez.
Faca se a luz 1 Seeulos tem se passado depois
qoe Deas pronunciou estas patarras, alm de dis-
aipar as trovas que eovolviam sua obra, e toda-
va o sol aquece sempre o muodo. 'Seos raioa
pariera algumas vezes saa forga, aa nuveos en-
i
tanto li|
Carreiraj
Universo J
dores, o
abjeccao del
abaixo d
historia da
duvWa, de urna
mas jrna parle aori
viste mata e mais tange1
tem escripto os feilos e p'roi
Ella i*rc eoxergsdoValroa huma ra'_______
s lu;as secretas j conhec vos nio reco-
nhecidos e omoipntentes que deciale-n aa grandes
e pequeas aeces ; sabe que tat ser honrado me-
rece o desprezo, que tal outra crealura condena-
nada insigne e para ; alumia n'uma oalavra, nio
somente os actos exteriores do homem, mas ateo
mais recndito de aeu coragao, e illamioa-oa se-
gundo a vontade de Deus, que l nelle toda
hora.
Porque vem esses pensamentos melanclicos
visitar este quaitozinbo alegre e commodo
que faz pois que a alma torne-ge sombra e com
urna parte ioteiramente occutla, easa parta que
bao, calma ou resignada, eroquanlo que o pen-
samentos amargos, o reseoimooto dos males in-
justamente infligidos, acodero pelo contrario pun-
gentes e vivos ? E' que o fogio est apagado e a
lampada nio esti acesa; que a luz e seu doce
lilho o calor oio foram aqu chamados. A luz,
que escrava de Deus, serva do homem ; vae
obedecer ao mando deste, vae accender-se no fo-
gio, sua ehamma ha de arrojar-se ero tangos re-
fulgentes ; e como o fogo ludo punflea. assim
que o quarto eativer alumiado hio de oa pensa-
mentos tristes e amargos desvanecer-so dianta
da luz.
Ergamos esta cortina: cruzam-se os ca aonan-
tes, apreesados, azafamados, como sempre o sao
as grandes cidades. Nao obstante, param; airo,
fazero altoNuccessivamenle diaole deste merca-
dorphotographo que poz em evidencia um gran-
de quadro ooteodo cariezinhos ; os camiaban-
tes param bara examinarem esses retratos, que
representarl pesso'as perteocenles i todas as clas-
ses da sociedade. Singular ejuntamento I Ah se
notam os imperadores e as imperatrizes, os reis a
as rurinas, os principes1 e os marecbaes, os com-
positores e os actores, asdonzellaae as daoaarinas,
os marechaes o s zuavos, os philos"opbos e os
clowu?, as senheras de destioegio eas ramalhe-
leiras; percorre-se, n'um momento, todos os
graos da escala social ; tuca-se em todos os pon-
tos mais extremos ; v-se lado lado, seoao re-
conciliados, pelo menos reunidos, os represen-
tantes das opioies mais oppostas, e a mgica
'que operou o milagre de transportar essas ptiy-
nonomiaa Uta diversas para pedaciabos de cariao,
eata mgica, a luz. Aht se ootam generaes de to-
das as nages, reis vencedores e res vencidos; o
cada um, mediante alguns francos, pode grupar
em torno de si a historia antiga, moderna, con-
tempornea, desenliada pela luz.
Depois que a ioveogo'de Niepce e de Daguer-
,re descobnu aos horneas que se podia, com o au-
xilio da luz, fizar urna imagem sobre urna chapa
de metal, depois que essa iovengao, aperfeigoada,
prmitliu transportar essa imagem para o papel,
tdfoou-se a photographia uma das partea Inte-
grantes da existeocia moderna.
/Outi'ora raramente podia-se possoir o re-
traio de um parete, de um amigo ; hoja oa re-
ir}us daquelles quem se estima podem oroar
todas as habilages. porquanto ao a arte trabalha
somenle para alguna privilegiados que podem
ietribui-la largamente, a luz trabalha para todo o
muodo.
Passou-se o tempo do dolcefar asienta, mesmo
para a luz. O seculo XIX, que juogiu o vapor
para transporla-lo de uma outra extremidade
do globo, nao podia soffrer que a luz ficasse inac-
tiva, e ae limitasse a alumiar esta trra onde so
aperta uma multidio azafamadu : a luz, submissa,
""hediente, preatou-se ao mando do homem ; cir-
la debaixo de cosaos ps, junto de nos, comida
alguns tubos iovisiveis ; apparece por cima
tos, parlo de nos, apenas queremos que tt
fajb a luz.
u dizia, ha alguna momelos : Se a luz pa-
eas* tallar I Que | pois ella nio falla ? Ella re-
jero pelas imagens que produc. O homem, i
quem nao baslavara mais tolos os servigos da
luz, pediu-lbe mais ainda o azul do cea, a ver-
dura das florestas, o calor, a cor ; prendeu-a &
uma machina, e ella deve trabalhar. Nao quer
que fique ocioaa em seu tbrono de azul que pas-
se silenciosa atravz dos seeulos e das gerages
que se succedem. Quer que iba dvaenbe ludo
quanio lem existido, todo quanto existe : oa adi-
ticios qoe levaola, os que tem destruido, as ruinas
do mysterioso Egypto, os monumentos orgulbo-
aos com que atarmos* suas cidadea capitaes, aa
pessoas Ilustres, as pessoas celebres, esse agra-
davel e grave roalo amigo, esse valdoao retrato
que quer ter retratadas suaa, jotas, seu chala de
cachemira, snas plumas,e que, felizmente, nio
acreacenta a isto aua raraagem,todo desfila al-
terniivamente dianta desta machina, tudo re-
ferido, reproduzido, fizado peta luz.
Assim toroou-se a luz a serva do homem ; ella
trabalha para o progreaso da sciencia, para satis-
fazer o aftacto, a curiosidade, a vaidade, e sem-
pre tica sendo, apezar de suacomplaceote servi-
dlo, esse agente elevado qoe prora Deua ao ho-
mem a traz-lhe a conaolacio e a esperanca.
Faca-se a luz I Ella e sempre ha de ser maia
viva, sempre mais poderosa ; ha de fazer-se palo
trabalho, peta intelligeocia, e, gracaa sua accio
sempre crescente, o mal ha do ser combatido
diminuido. A lus a alliada de todas as boas
causas, a ioimiga de todas as causas ms. Evita-a
tudo quanto vergonhoso, procara-a tudo quan-
to puro. Ensina nio somente a evitar o mal,
mas ainda a perdoar-lhe ; porquaoto aa $ pe-
netrar no intimo d'alma, mesmo a msia perversa,
ba de se encontrar ahi ainda alguns motivos pa-
ra delta aa eondoer e desculpa-la. Ver par-
doar I
Trabalbemos pois; no trabalho qua aa acba a
luz ; a ocioaidade, pelo contrario, vive as trevas,
e, quando mesmo oio se devesae crear sanio uma
falsea, cumpre nio parar a entregar-sarao abali-
meoto : muitas faiscas raunidaa prodasaav a luz.
Cumpre que oa limites do podare da aeienota no-
mina sejam levados mais looge; o, para que a
verdade triumphe, preciao que se faga a luz.
S. BE PAROT.
(Journal de la famille.H. Chaves)
ca, de solido, de immensidale. Abalarla se lhe
fra necessario tornar rara uma s das paixes
estreilas que lhe eram sufflcienles outr'ora. E
pur isso as decepges de artista nio produzem
dr, mas sim o desanimo, essa cousa sem conso-
lo possivel, esas mora graduada do homem.
At o da 'esa quejajAlajeea conhecera a duque-
sa, fra um homem dmaslento, mas como ha mui-
los, como haveri sempre, como tolos o podem
ser, com um pouco de esludo, de mocidade, de
natureza e de sentlmento. Vemos, no principio
de sua carreira agradavel, feliz, dislincta, qoe
importancia havia lomado de repente esse amor
em sua vida, e como bruscamente atirra para o
segqodo plano um talento tio pouco seguro de
ai, que por um momanlo Jacquea so envergo-
ohra. uepois esse amor o invadir cada vez
mais. As alegrias, os receioa, as preocupagos,
os perigos, tioham at que ae tiveaae desvanecido
a ultima esperaoga, enchido, agitado, abalado es-
sa alma como faz o vento 'do invern i arvora
que despoja; depois lioha aobrevindo ama espe-
cie de abalimeoto ; depois uma nova carta da
duqueza tinha dadoum pouco da eoragea tola*
feliz... Procurara em torno de si um auxilio qaal-
quer para ajuda-lo a passar os sata mezea que
ainda o separa vam da Aaoelte, e pos m encon-
trara, como no apoio possivel, o Irabalbo des-
presado ha tanto lampo. Enlregsndo-se elle, a
tallar a verdaae, oio via nisso senio i
* maebioiil.se-"
-seoic
groe abaixo de zro. Se os leitores se lembram,
a repellgip dessa opera tinha j4 representado ara
papel na vida de Jacques, porque fra na ooHa
deesa repntigio, depois do ter assistido a alia com
madama de Wioe a de ier vista a duqueza, qua
Uvera tacar a cana d'onde o sea amor datera
verdaderamente. Alero de sua meloda intrn-
seca, cada nota tenha per laaio pera o oeoeo es-
pectador um encanto qoe para os outros nio ti-
nha, o encanto harmowioso e melanclico da orna
alegra perdida. Ao sabir do theatro i
para a aua easa no eaaapo, Isto_, camiohj
to de duas teguas, lea ti
gar-se a da espalhar ao ar fr
noite, as recordaces e
chiara a alma.. Foi o coa
gio. Nunca tinha coatassa^
le su lnferioridade, iua i
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