Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09896


This item is only available as the following downloads:


Full Text

lili lilil IDII10 294
PrtrMaezestfiMltdes 5|000
Por tres es ytci4** 6JQ00

mil
EMCARREGADO&DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parhyba, o Sr. Aatonio Alexandrlno de Li-
ma; HUI,.o Sr. Antoaio Marques da Silva;
Araeety, o Sr. A. do Leaos Braga; Cear o 8r.
J. Jos da Olireira j Maraohlo, b Sr. Joaqaim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Hamos ;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
SEXTA fEItl 20 II DEZE1BE8 II lili
"f"
^FMMtdiuUd*19|000
Hrtc fraitt para sibscritttr.
AKTllMit UOS.HKKIO. -
Olinda todos os das as 9^ horas do dia.
Iguarassu, Goiaona, e Parhyba oa segundas
e sextss-feiras.
S. Antio, Bezerros, Booit, Caruar, Altiobo
e Garanhuns as tercas-oirs.
Pao d'Alno, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Floros, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as qua> Us-feiras.
Cabo, Serinhetn, Rio Formoso, Una.Barreiros
Agua Preta, Pimeatelras Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manhaa)
EPHEMERlDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
1 La ora as II horas 57 minutos da tarde-
9 Quar.to crascente sos 50 minutosda manhaa.
17-Lua chala aD horas e S niatos da tarde.
15 Quartdmlnguante as 7 horas etrtmxiutoi
da tarde.
31 Loa ora sil horas e 35 minutos da man:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro" as 7 bocas e 42minutos da manhaa.
Segando as 8 horas a 6 rainator da Urda.
unda.
das da semana.
16 Segunda. Ss. Ananias. Azarias eMizael mm.
17 Terca. S. Bartholomeo de S. Gemioisno.
18 Qoarta. N. *enhora do O"; S. Espiridio f.
19 Quinta. S. Fausta; S. Dario m.; S.Parlllo.
20 Sexta. S. Liberato m. ; S. Foligonio b.
21 Sabbae. S. Tbom ap. ; S. Temialoeles m.
| Domingo. S. Honorato m. ; S. Ploro m.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : aegundas e quintas.
Relacio: tercas, quintas e sabbidos as-10 horas
Fazenda : lergaa, quintas sabbadosae 10 horas!
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphios : tergas e sexlaa aa tO horas.'
Primeira rara do civil : tergas sextas ao meio
da. J
Segunda vara do eivel: quartas e sabbados a 1
hora da tarde.
ENCARREGADOS DA SUBSCMIPCAO DO SDt.
Alagoas, o Sr. Oaudino Paleo Dias*; Baha.
o Sr. Jos Martina Alves; R6 de Janeiro, o Srl
Joaro Peraira Martina. '
PWTE 0FF1C1AL.
Ministerio al Imperio.
Decreto n. 2.853, de T ie dezembro de 1861.
Regula a ooncaaiao de coodeoorace-a das ordena
honoriflcas do isa serio.
Para melhor execacao dos deoretos do 1* de
dezembro nle 1822. 16 de abril de 1826, da ootu-
bro de 1829.19 de outubro do 1812 e 9 de se-
tembro de 1843, hei por bem que s obwve o
seguinte :
Art. 1. Ninguem poder sar admiltido as or-
dena honorficas do imperio sem requerimento
ero que prove Tinte annos pelo menos de servidos
distioctos anda nao remunerados.
Nesta diaposigao nio sao oomprehendidos os
parochos coladas que se distioguirem por soas
virtudes e zelo no dessmpenhode sen ministerio,
os quaes podero ser admiitiio* na ordem de
Christo depoia da dez annos de servigo.
Art. 2. O requerimento de que trata o artigo
antecedente aer datada e assigaado pelo peticio-
nario ou por seu procurador especialmente auto-
rilado, e ser instruido ;
1. Com documentos authenticos que provem
os servicos allegados e de que se pedir remuue-
racio.
2o. Comdolha corrida o prova de qoe o peti-
cionario nao se ocha envolvido como reo em pro-
cesso criminal.
3. Com attestido das autoridades superiores
com quem houver servido, que prova o seu bom
procedimeoto.
4. Com quaesquer outros documentos que sir-
va m para fuud montar a p retenga o.
Art. 3. O procurador da eoros, fazenda o so-
berana nacional sera sempre ouvido sobre taes
requerimento*, que devero ser remettidos ao go-
verno por intermedio dos presidentes oas pro-
vincias, ouvido previamente o respectivo dioce-
sano qnando forera clrigos os peticionarios.
Tanto oa preaidentes como os bispos darao
sempre explcitamente o seu juizo sobre o mere-
cimento dos preteodeotas.
.^rt- 4. A pesaos que pedir recompensa deser-
vios deveri dedazir em sus petigio todos os que
houver prestado at essa dais, os quaes urna vez
recompensados nao podero mais ser allegados
para fundamentar nova prelencio.
Art. 5. A admissio em qulquer das ordens
honorficas ser no primeiro grao, e nioguem
poder ser promovido sem que tenhs pelo menos
quatro annos de servicos distioctos prestados de-
pois da r.oncesso do grao immediatamente infe-
rior.
ArL 6. Os mambros honorarios de qulquer
dos graos oso podero pssssr ao grao auperior
antes deserem effectivos nos antecedentes.
Art. 7. Cada aono de servico prestado em caoa-
panhs ser cootado pelo dobro para o effeilo dos
arls. 1. a 5.
Art. 8. Nao sao comprehendidas as disposi-
goes dos artigos antecedentes:
1% As conJecoragoei conferidas s pessoss da
familia imperial e a estrangeiroa em considera -
cao sua alta jerarchia e merecimeotos.
2. As concedidas aos servidores do Estado que
se recommendsrem por disttnclos merecimeotos
e constantes pravas de sua dedicagao causa pu-
blica e ao Imperador.
3o. As que forem dadas como remuneragio de
servicos extraordinarios e relevantes.
Nos casos dos 2 e 3 os despachos serio
resolvaos vista de prbposta e relatorio do mi-
nistro e secretario de estado dos negocios do im-
perio, que ser publicado com os mencionados
despachos.
Art. 9. Serio considerados extraordinarios e
relevantes os servicos distioctos prestados:
1. Em susteotsgio da ordem publica e da in-
dependencia, integridade e digoidade da naci.
2. Em occasiio da perigo ou cslamidade pu-
blica.
3. Em beneficio das igrejas matrizes, estra-
das, canses ou de ostras obras ou eslabelecimen-
tos que o goveroo para este elTeito declarar que
aio de utilidade publiea.
Em geral todos os servigos de que resultar no-
tavel e assigoalada utilidade religiio, huma-
nidade e ao Estado, quersejam prestados no exer-
cicio de funccoes publicas civis, ecclesiasticas ou
militares, quer naa scieocias, naa lettras, as ar-
tes ou ns industria.
Art. 10. Nos decretos concedendo condecora-
goes serio exactamente mencionados os servigos
dos agraciados.
Art. 11. Os ttulos das condecoracoes conce-
didas serio solicitados, aob pena de ficarem sem
effeito os despachos, dentro de seis mezes' se o
agraciado residir ns corte e provincia do Rio de
Janeiro, e dentro de um anno se residir em qul-
quer das outras provincias do imperio.
Art. 12. Na folba em que se imprmirem os
actos offlciaes serio publicados os despachos, co-
Secando a correr da dala desta publicarlo os
zos ettabelecidos no artigo antecedente.
Art. 13. Ser excluido da ordem a que per-
tencer. e perder todos os foros, privilegios e
isencea. ficando para sempre inhibido* do uso
das respectivas insignias:
1. O mimbro de qulquer deltas que, pelos
motivos declarados nos SS 0 e 3 do art. 7.da
constituido, incorrer na perda do direito de ci-
dado brasileiro.
2. O-que for condemnalo, oo foro a que asti
ver sujeito, por senfenca da a tonda de compe-
tente paseada em julgado, por qulquer doa Cri-
mea que, em virtud* do disposto no art. 66 Io
da lai n. 602 de 19 de aetombro de 1850, sujeitam
os offlciaes da guarda nacional a ter baixa do
posto.
Art. 14. A suspeosio dos direilos polticos, nos
casos do art. 8. Io da constituigao e nos de pro-
nuncia competentemente sustentada em qulquer
dos erimes a que se refere o 2 do artiga ante-
cedente, importa para os membros das sobredilas
ordens a privago pelo mesmo tempo do uso das
respectivas insignias.
Art. 15. Ha a exeeucio do disposto do 2o do
art. 12 as autoridades a quem competir 0 julga-
meoto diffioitivo dos erimes a que elle se refere,
enviario ao governo, por intermedio dos pre-
sidentes das proviajhs, Copias authenlica das
senfengas qae foretzr^roferidas contra os mem-
bros de qaalquer das ordens honorficas do Im-
perio.
Art. 16. A' vista das senteogai, depois de pre-
via audiencia do procarador da corda, fazenda e
aobarania nacional, e consultada a siccio dos
negocios do Imperio do conselho da estado, ser
resolvida a exaoloracio por mel do decrato, ao
qual ae dar a necesssria policidada, eliminan-
do-se o nome do exautorado da respectiva ma-
tricula, na qual sa lancerio as notas convenien-
tes. Perdendo porm a. pena pelo poder mode-
rador poder o agraciado aer rehabilitado por c-
to especial do poder exeeutlvo ni ordem a que
pertencer,
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Jos Il-
defonso de Souza Ramos.
EM PERNAatTOCO.'"'.....-
, 0.,pWlt"Ho, d0 "aaeDils1fiielroa de
rana & Filho, na sus Imana praca.da Indepen-
dencia ns. 6 e 8. "
3." saegao. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 5 de dezembro de
1861.Illm. e Exm. Sr.Teodo sido presente
ao gobern imperial o officio de 4 do mez passa-
do da mesa do collegio eleitoral da ciJada de
Pougo-Alegre, remettendo a authentica das actas
da elaicio dos membros da assembla legislativa
provincial pelo 5 dUtricto dessa" provincia, a
que aa procedeu na da 3 do correte mez, man-
da S. M. o Imperador declarar V. Exc, para
as commuoicagdes convenientes, que, conforme
a expressa disposigo do art. 84 da le n. 3S7 de
19 de agosto de 1846, as alheoticas das acta
ministerio do imperio os eleicoes de depntados
assembla geral devem ser enviadas s assem-
blas proviociaes, oas eleigoes dos seos mem-
bros, por intermedio dos secretarios das mesmas
assemblss.
Deus guarde V. Exc. Jos Ildefonso de
Souza Ramos.Sr. presidente da provincia de
Minas-Geraes.
6.* secgo.Rio. de Janeiro. Ministerio dos
negocios do Imperio, em 9 de dezembro de
1861.Illm. e Exm. Sr.Poi ouvida a secgo dos
negocios do imperio do conselho de estado sobre
o recurso que o procarador fiscal da tbesouraria
de fazenda dessa provincia interpdz da ordem
qae V. Exc. expedio mesma tbesouraria em 10
de Janeiro deate anno (e sobre o que V. Exc. io-
formou em officio o. 25 de 27 do mesmo mez),
para que ao Dr. Joio Pedro Das Vieira, lente de
rhetorica e geographia do seminario episcopal, se
pagasse o respectivo ordenado vencido do dia 13
de setembro do anno passado, om que (oi en-
cerrada a assembla geral legislativa, d que elle
era memoro como deputado, at o dia 27 do
mesmo mez e anno, em que chegou a esss pro-
vincia de seu regresso da corte, nio obstante a
opposico que tal pagamento Qzera s thesoura-
ria de accordo com o parecer da junta de fazenda
de 27 de novembro, sob os seguintes fundamen-
tos exsrados nos pareceres da 3a secgo da con-
ladoria de fazenda e do procurador fiscal:
porque, segundo a ordem do thesouro
25 de novembro de 1836, o empregado publico
que, depois de finda a sesso legislativa, nao
volta ao exercicio do seu emprego, s cabe ser
abonado do seu ordenado se obtirer licenca, nio
estando aquella lente neste caso, por isso' que a
licenca que elle obteve, em virtude da qual dei-
xou de reassumir as funccoes do magisterio
depois de sua chegada provincia lhe foi conce-
dida por autoridade incompetente, qual o Rvm.
bispo diocesano, que s pode dar licenca aos pa-
rochos, e nao aos lentes do seminario, que na
qualidade de empregados pblicos, que sao, s a
podem alcangar da autoridade civil na forma da
le de 3 de outubro de 1834, e mais legislagio em
vjgor; 2", porque, quando semelhante licenga
pudesse vigorar, nao aproveitava ella ao lente em
questo, visto como desde a data de sas chegada
provioda at a em que obtevera a aeama li-
cenga (6 de outubro], e o visto da presidencia
langado oella a 13 de outuhrn. decorreram das
em que devia estar no exercicio de aua cadeira ;
e urna semelhante falla de frequencia, anterior
licenga, nao pode ser sanada, verificado, como
est, que o empregado publico nio voltou ao
exercicio do seu emprego. E S. M. o Imperador,
de conformidade com a saa immediata rosolugo
de 28 do mez passado, tomada sobre parecer da
referida secgo, exarado em consulta de 28 de
setembro antecedente, manda declarar V.
Exc. que nio procedem as razdes de*recurso: 1*.
porque podem os bispos coneeder licenga ao-
lentes dos seminarios, ficando ella porm depens
dente do asseotimento da autoridade civil para
produzir todos os seus efleitos, do mesmo modo
porque se pratiea a respeito dos parochos; '2a,
porque no caso de que se trata, o presidente da
provincia prestou o seu asseotimento licenca
concedida pelo bispo; e nio estando flxado e'm
lei o prazo dentro do qual o empregado, que
membro do poder legislativo, deve-se apresentar
para exercer o emprego, nio se pode cooslderar
excessivo o tempo que mediou entre a chegada
daquelle empregado provincia e a data da li-
cenga.
Deus guarde V. Exc. Jos Ildefonso de
Souza Ramos.Sr. presidente da provincia de
Maranho. ass>
GOVERNO DI PROVINCIA. I
Expediente do governo do dia 17 de
dezembro de 1861.
Officio ao director da faculdade de direito.
Constando de partielpagio da secretaria de estado
dos negocios do Imperio datada de 3 do cerrante
que foram comeados o continuo dessa
Manoel Bruno Aires do Couto, para o
bedel
correte mande V. Exc. dar baixa do servico
] militar ao soldado do 9* balalho de infantera
i Florencio de Paula acceitaado-se o substituto "por
, elle oferecido para concluir o lempo que lhe fal-
i ts, urna vez que seja soldado prompto para en-
trar logo na leirs.
Dilo ao maemo.Sirva-se V. Exc. de iofor-
mar-me sobro-o que pede no requerimento jun-
to, Joaquim Severiaao Nogoelra.
Dito ao mesmo.De conformidade com o aviso
da repartieio da guerra de 5 do crreme aulo-
risei nesta data o director do arsenal de guerra a
mandar foroecer ao 10 batalho de infantera os
artigos de fardameoto constantes da nota junta
por copla.Communicou-se ao director do arse-
nal de guerra.
Dito ao mesmo.Envi i V. Exc. psra o flm
conveniente, a guia do soccorrimealo do cabj
de esquadra Sabino Ferreira de Aquino, e solda-
dos Joio Neponoceno e Plippe Lomba, os quaes
vieram para esta provincia em companhia de V.
Exc.
Dito ao meamo. -Transmiti V. Exc para o
um conveniente, e em solucio a duvida propos-
ta pelo commandante do 2* batalhio de infanti-
na no officio que veio coberto peto desee com-
mando de 7 da aetombro ultimo, sob n. 1474, a
inclusa certido de ssentamealos do soldado Jos
Francisco de Miranda, a qual me foi enviada pelo
ministerio da guerra com aviso de 29 de novem-
bro ultimo.
Dilo ao meamo.Sirva-ss'v. Etc. de expedir
as suas ordena para que hoje noite seja posta-
da em frente do edificio do theatrode Saota Isa-
bel antes de comecar o espectculo e disposigo
do delegado da policia desta cidade urna gusrda
de 12 pragas de linha sob o commando de um su-
balterno.
Dito ao chefe de polica.Declaro V. S. para
os fias convenientes, que por deficiencia de forga
acabo da autoriaar ao commandante do corpa
de policia mandar fazer hoje por urna guarda
da seceo urbana as honras fnebres do esiylo ao
cadver do capitio do mesmo corpo Jos Fran-
cisco Carneiro Monteiro.Fizeram-se as devidas
communiesgoes.
, Ditto ao commandante do corpo de policia.
n 98 d Mwde v- s- augmentar o destacamento da cida-
nnbiicn j8 de Goinna com 7 pragas e 1 cabo tiradas do
I da villa do Cabo, que ficar reduzida ao numero
de 18 pragas 6 augmentar o do Pao d'Alho com
mais tres pragas tiradas do da cidade de Caruar,
cujo numero de pragas ficar'reduzido 16.
i Dito ao mesmo.Pode V. S. autorisar ao res-
1 poclivo administrador comprar para a casa
de delengo a ferramenta e mais objectos cons-
tantes das quatro relagoes que annexou ao officio
junio ao de V. S. n. 1157 de 16 de novembro ul-
timo, na importancia de 460#900 rs. aposentan-
do depois aconta para ser paga.Communicou-
se thesouraria provincial.
Dito ao commandante superior de Flores.
Logo que este receber, mande V. S. dissolver o
destacamento da guarda nacional existente no
municipio de Ingazeira, que em 7 do correte
hava mandado reduzir ao numero de 16 pragas.
Communicou-se thesouraria de fazenda.
Circular todos os commandantes superiores.
Transmiti V. S. para seu cuuhctnuaoatu o
exocu^au copla do aviso expodido pelo ministerio
da justiga ao Exm. presidente da provincia da
Parahiba em 15 de novembro prximo fiado em
solugo duvida se o prazo marcado do art. 2
do decreto o. 1354, de 6 de abril de 1854, deve
ser contado aos offlciaes da guarda nacional que
deixarom o respectivo exersicio durante o impe-
dimento de outro qulquer emprego civel.
Dilo ao iospector da thesouraris de fazenda.
Transmiti por copia V. S. para aeu conheci-
mento e devida execugio o aviso de 7 do corren-
te, em que o Exm. Sr. ministro da guerra ordena
que nesta capital seja paga Francisco Piolo da
Costa Lima, procuradora do alteres ajudante
do corpo de guarnlgio da provincia do Espirito
Santo Jos Theotooio de Haedo, a prestagio
mensal de 265t)0 rs. contar de 1. de Janeiro
proiimo futuro em diante at 31 de maio se-
guinte.
Dite ao mesmo.Constando de aviso da repar-
ticao da marioba de 5 do crrante, que S. M. o
Imperador houve por bem, por decreto do dia an-
terior nomear o capito de fragata Hermene-
gildo Antonio Barbosa de Almeida para o lugar
de inspector do arsenal de mariohi desta pro-
vincia, que ora exerce interinamente, assim o
commuoico V. S. para seu coohecimeoto e di-
reegao. Commuoicou-sa ao nomeado.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes
os ioclusos documentos, mande V. S. pagar ao
sargento Marliniano de Barros Branco, a impor-
tancia nio s dos vencimentos do destacamento
de guardas nacionaes da Villa da Escada, mas
tambem das despezas feitaa com o fornecimento
faculdade de luz para o qoarlel do mesmo desticameoto,
lugar de tuda relativamente aos mezes da outubro e no-
e Joaquim Jos Ferreirs de Almeida, para vembro, como se v dos mesmos documentos que
o de cootiouo, assim o -commumeo a V. Exc.' me fram remettidos pelo respectivo comman-
para seu coohecimeoto, e aflm de que ordene ] daote superior com officio de 12 do crranle sob
aos nomeados qne tratem de pagar na recebedo-
ria de rendas internes a importancia do sello di-
reito e emolumentos que se acham a dever como
se v das notas juntas por copia.Communicou-
se a thesouraria de fazenda.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Communico V. Exc. para seu conhecimento,
que segundo consta de aviso do ministerio da
guerra de 30 de novembro ultimo S. M. o Impe-
rador houve por bem conceder ao lente coro-
nel reformado coqselheiro Sebastio do Reg
Barros licenga para ir a Europa tratar da sua
aaude.Fizeram-se as necessirias commuoiva-
ges.
Dito ao mesmo.Para cumprimento do sviso
do ministerio da guerra de 7 do correte sirva-se
V. Exc. de mandar inspeccionar pela junta de
saude ss pragas constantes da relagSo junta por
copia eoviando-me os respectivos pareceres e as
certidoes do assentamentoi das mesmas pragas,
afim de aerees tranjmettidas aquella aecrelnia de
estado.
Dito ao mesmo.Transmuto por copia a V.
Exc. para aeu conhecimento e devida observan-
cia, o aviso de 27 de novembro ultimo em que o
Exm. Sr. ministro da guerra, mandando cessar
a prlica de conceder-se bsixas do servico do
exercito mediante a entrada para os cofres pbli-
cos da quantia de 600&000 ris determina que
taes baixas sdevam ter lugar por aubsltuigio
individual.Communicou-se a thesouraria de
fazenda.
Pito ao mesmo.Declaro 4 V. Exc. para seu
conhecimento que o capito commandante do des-
tacamento da vftla do Bonito communicou-me em
officio de JS do correte haver capturado e feto
seguir naquella data para esta capital Moldado
desertor a p Joto .Vslerieae da Silva ou Valecto
Jos da Silva.
irieocer. Dilo ao mesmo.Sirva-se V, Exc. de infor-
tm.ll; -ii-"i!7^? 1.- '*?0,e dMM! B,r "o"* 00 1e Pe,le D<> i<*clt)o reqaehmeolo
documentado Joaquina Patricia doSaeraaaento
Dilcsap eaesmoxTransmiti A V. Ec. p,
nio flem alteradas as que se ectmm especialr,
meflte eeUeelaeldas 181 legislagio am vigor rea-
tivamente ordam imperial do Cruzeiro e fe qae lhe d o 'conveniente destine a, ioeliBa ci-
J**??.*. *j ,i<,i0 de *tentaneutea do tenante de 2o batalho
Jos Ildefonso de Souza iame do map.eon-, ,d, InfanUrU Joio Adolfo de SfVTStJTeUo* o
Palacio do Rio de Janeiro, em 7 i* dezembro ;^5{i ,0 m^a^e.^I^c^niQrmWaii com edj-
d18l,?0 da iottepeadiDCit o uoieerio.
n. 56.Communicou-se ao commandante supe-
rior com officio de 12 do correte sob n, 56.
Communicou-se ao commandante superior res-
pectivo.
Dito ao iospector da thesouraria provincial.
Respoodeodo o officio que V. S. me dirigi
boje sob n. 638, feoho a dizer qoe por coota da
quantia qae em 16 do corrente mandei pagar
Augusto Henrique Milet, mande entregsr-lhe
2:000$, ficando o resto para ser salisfeito no dis
23 deste mez, como V. S. indica no citado
officio.
Dito ao meamo.Mande V. S. por novamente
em praga os reparos de que preciaa a casa n. 27
da ra do Vigario pertencente ao patrimonio dos
orphios, serviodo de base e&sa arrematagio o
orgamento junto por copla que me foi remettido
pelo director das obras publicas com officio de 12
de novembro ultimo sob n. 258, que se refere a
sua io for maga o de 12 do corrente aob. n. 630.
Csmmunicou'se ao director das obras publicas.
Dito ao eogenheiro fiscal da estrada de ferro.
Tendo-me declarado o Exm. ministro da agri-
cultura, commercio e obraa publicas, em aviso
de 29 de novembro prximo Ando, sob n. 50
que por ora nao convinha tomar deliberagio al-
guma acarea da cenvenieocia de dar-se comego
aos ostudos preparatorios do prolongamiento da
via frrea das Cinco Ponas psra o centro da ci-
dade, e qne s depoia da verificad ss por meto
da commlssle nomeed per aviso de 10 de ata-
lo deste anno, aa contas da estrada de ferro,
que o governo poderAresolver sobre estes e os-
tros objectos, relativos f referida estrada, que
ainda ae acham pendentes, e assim o eeesuMioico
Vmc. em reaposta ao seu officio de 13 de ou-
tubro ultimo.
[ Portara.Os Srs. agentes da companhia bri-
silelra de aqueles k vapor manden! dar trans-
porte pire os seas destinos por coats do minis-
terio da guerra, ao oficial e praca mencionadas
na retaceo junta.
(leiaco de offMaltprmftu.de qu trata a porta-
ra do Sr. prttiente da provincia da-
te) dala.
Para Alagues.
Soldad Vicente Alio Regulo.
Para a Baha.
Tenante JUie Adolpho da Seexerlarrato.
Soldede Jeaquim Ferreira doa Seotoe.
o de guerra d 4o DaaerVor Joo Beptirta 4a SUvs. '.)
Para a firte.
sargento Jos Sergio Ferreira Ju-
Io cadete
nlor.
2o cadete 2o sargento Germsno Antonio Hachado.
Dous soldados qae foram indultados.
Dez recrutas.
Communicou-se ao commanJante das armas.
Dita.O Srs. sgentes da companhia brasileira
de paquetes i vapor mandem dar pasagem de
proa Jos. Mara Pereira, e Antonio Joaquim,
ambos ef-pracM do exercito, sendo este paca a
corte e aqu elle para a Baha.
Entretanto grande o erro d.aquelles quevem
no principe de Hessj ou de Bado, nos-amigos
eleitores de Brandebourg e da Saxonia, obstcu-
los reaes i unidade allemaa, porque o pevo alle-
map tena tanta facilidade em desembarscar-se
aeiies, como a Fraoga em outro tempo A respeito
dos seus condes de Toulouse, Blois, Chsmpaane.
e dos seus duques de Bourgogoe e de Breiagne :
rnenle em presenga dos exercitos de Francis-
co I, Henrique U. e de seus successores ficou el-
la importante. Foram as phalanges estraogeiras
da Franga, do rei christao da Dinamarca, e de
e defenderam e
lidade allema.
Van [fes,
osexemplos
^a asserco; nao taremos, oorm
que vat freqpenlar a escola do tiro, e semelhante injuria aos leitores: nio preciso
Se? flihaa lfm.u' cump08,a de ""Ih" is qe abrir as paginas da bisloria p.ra'vr i.
dM .^-Communieou-ae ao commandante confirmada a nossa these-da historia nao s an
ni._!rin.rf.- a "ga, como moderna ; porque osda tem mudado
Dita.-O presidente da proviocia, attendendo a este respeito. Mas nio : a situacao da Allema-
ao que expozo chefe de polica em officio de 11 i nh. hoje menos favorav'el a sua uniQcago do
que o ers ha dous seculos passados. A Franga
do corrente, sob numero 1258, resolve corrigir o
engao que se deu no titulo do primeiro supplen-
le do delegido de policia do primeiro districto
da freguezia de Santo Antio, Geraldo de Barros
Coelho, por ser este o seu verdadeiro nome, o
manda que Bestesentido se passe novo titulo.
Expediente do secretario do
. goeerno. E demais os rei'nosinhos cresdospor Napoleio I
Officio ao commandante superior da guarda na Allemanha seriam no caso de urna lula allia-
^3am do Rl FortBso. S. Exc. o Sr. presi- a" mais uteis ao estrangeiro do que foram ou-
aenlWa prsvincia manda aecusar recebido o of-!,r ora o senhores feudaes.
Ocio de 21 de novembro prximo fiodo, emqual: Compare se finalmente as forgas de que pode-
participou ter naquella dala assumil.i as ria dispor o partido da unidade allema contra
imperial de Napoleio III mais mmivel do q
Franga de Lutz XIV ; a Russia mais poderosa
do que nunca ; e a Inglaterra nada tem perdido
de sua forga. Os proprios pequeos estados ar-
remessam os seus dardos impunemente : o que
Dinamarca na questo S;rlesswg-Holstemoise ?
V. S.
funccoes da commandante
nacional dessa comarca.
Dito a Jos Joaquim Bezerra
superior da guarda
de Mallo, juiz
seus adversarlos, e nio baver mais duvida sobre
o xito da lula. Ao passo que a unidade conta-
ra por si o povo e aPrussia, urna das priocipaes
municipal supplente do Bonito. S. Exc. o Sr. potencias allemies, veris marchar contra si, co-
presdente do provincia, ficando inteirado pelo mo urna s massa. a Austria, os outros principes
seu officio de 12 do corrente, de haver V. S. na allemies, e demais a Franga, a Inglaterra, a Di-
mesma data passado as funeges do cargo de juiz amares, a Russia, a Italia e a Hollanda.
municipal do tormo do Bonito, que exercia inte- Nio sio meras supposiges. Hoje como anti-
rinamente, ao proprietario Dr. Loureogo Jos ament a poltica dos outros governos europeus
ue Figueiredo, assim Ih'o manda commuicar em era e dever ser hostil unificagao allema. Por
resposta ao citado officio. ventura nao vimos em 1848 a Russia fazer abortar
Dito a direcgo do theatro de Santa Iiabel., vergonhosamente com suas ameagas a guerra
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, conceden- I contra a Dinamarca, ao passo que a Fraoga pres-
do licenga a siguas actores da companhia que 'a'a-lhe seus bons offlclos ? A mesma Russia
acaba de fuoccionar no theatro de Sania Isabel, nao se oppoz com todas as forgas contra a uoi.io
para darem os ltimos espectculos destioados i 4ue Frederico Guilherme IV qiz estabelecer em
a beneficios dos mesmos, assim o manda commu-! 1850 ?
nicar a direcgo do mesmo theatro
nhecimenlo.
para seu co-
Despachos do dia 19 de dezembro
de 1861.
leguertmcntos.
Antonio Lucas dos Santos.Sellado, volte.
Padre Calmon.Informe o Sr. ex-ihesoureiro
da extincta admiuislragio do patrimonio dos or-
phios.
Eulalia Francisca Ferreira.Informe o Sr. di-
rector geral da instruegao publica.
Francisco Amonio Correia Cardoso.Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Jos Mauricio Teixeira de Albuquerque.In-
forme o/Sr. director geral da iostruccio publica. I V.^\2
Joto Uyupoli.o Metra Lima. Iaforme p 8r.
engenheiro director da repartieio das obras pu-
blicas. -
Thereza Joaquim de Jess.Informe o Sr. di-
rector geral da iostrugao publica.
Venaocia Mara do Valle. Informe o Sr. ins-
pector da,thesouraria de fizenda.
Entretanto nio devemos criminar a poltica
daquellas potencias ; porque se a [Allemanha
se uniflcasse hoje. amanha se bavia de dirigir
Europa aroeagtodo-a por aua vez com exigencias
e reivindicagdes a ttulos lalvez mais reaes do
qu9 aquelles que a Franga faz valer de lempos
em lempos contra ella. A Allemanha unificada
recobrara a Alsacia, Lorraine, Schlesswy-Hols-
teio, e as provincias martimas de leste da Rus-
sia, e nio parara all.
Eis-aqoi porque devemos coocluir que o mo-
vimento unitario allemao nio pode ter effeito em
quanto existir na Europa osystema mooarchtco e
a sua poltica de ioteresses. Em summa a uni-
dade com o triumpho e sob o reinado da demo-
COMANDO DAS ARMAS.
Qaartel-sjreneral do coniiuandu das
arman de Pernambuco ,na eidade
do Heclfe em 19 de dezembro de
1861.
ruvellas *.
Anda que n'um paiz, que nos vsinho, se
estejam consumnado grandes acontecimentos.que.
remos fallar da tendencia apparente do imperio
bonapartista para um rgimen, que nunca cessou
de vilipendiare ridicularisar na sua imprenaa vil
e inleresseira, todava reservaremos a apreciagio
desses faclos, e em geral da siluagio europea pa-
ra a seguinte carta ; oceupando-nos boje apenas
coca as mudangss nio ba muito eftectuadas os
Blgica, mudangas cuja urgente necessidade li-
bamos indicado ha longo lempo.
Alguns das depois da entrevista em Siege do
re Leopoldo com o rei dos Paizes-Baixos, a qua
ORDEM DO DIA N. 6.
O brigadeiro commandante desarmas publica teve por flm firmsr com um~econtrop7ssoal',dos
para sciencia da guarnigio, e Qns convenientes,
o aviso do ministerio da guerra abaixo transcrip-
to, o qual por copia lhe foi transmitido pela
presidencia com officio dstado de 17 do cor-
rente.
Copia.Segunda directora geral.1. secgo.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da
guerra em 27 de novembro de 1861.Illm. e
Bxm. Sr.Vendo-se pelas participagoes offl-
ciaes.
dous soberanos a reconciliagio feita ha muitos
annos entre a Hollanda e a Blgica, duaa nagoes
irmaas. o ministerio Rogier ae reconslituio de to-
do. Frere Orban, anligo ministro das finangas,
que deixraa pasti no flm da sesso paseada pof
causa da derrota que soffreu na questo do ouro,
conseotio em voltar ao seu posto, depois de sub-
melUr aos seus collegas um progrsmma novo,
, versando ao mesmo lempo sobre urna ordem de
que V. Exc enviou a esta secretaria de ideas polticas e econmicas aue cumoria fazer
estado com seu officio o. 908 de 18 de outubro j triumphar na sesso
prximo passado, que obtivera baixa do servigo
militar, por ordem dessa presidencia, um solda-
do do 10. batalhio de infantaria, mediante a
entrada para os cofres pblicos da quaotia de
6009000, declaro a V. Exc. que somente por subs-
tituirlo individual dever conceder taes baixas,
nio continuando a concede-las pelo modo cima
referido.
Dos guarde a V. ExcMrquez de Caziat.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Assigoado. Solidonio Jote Antonio Pereira
do] Lago.
Conforme. Candido Leal Ferreira, capito
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
(Correspondente de Bruxellai.)
Berilo, 84 de novembro.
Nao ha quem nao falle hoje da ufldade ale-
mela, nio ha quem nio tenbi escripto sobre el-
la : urna paavra que est na moda, e muita
gente a repele sem saber o que quer dizer ssa
questo, que nao to simples como pretender.
Vou tambem dizer alguma cousa a seu respeito.
Antes de iodagarmos se a unidade allemaa
tealisavel na poca actual, vejamos primeiro
quaes foram os motivos da desuniio e desmem-
bramento da Allemanha. Para julgar o effeito
procuremos sabr a causa. Ora, essa causa est
patente ; basta abrir a historia, ahi a encontrare-
mos em cada pagina,
A unidade entre todos os povos de Occidente
nasceu da luta da realeza coma feudalidad.Ali,
onde.o estrangeiro nio podia fcilmente intervir
no combate, a realea auxiliada pelas cidades e
communas ficou victoriosa e senhora do terreno.
Opprimidas e'amesgadas na sua independencia e
Interseos a todos os instantes, e em todo o tem-
po, aquellas cidades e communss tinham tanta
pressa em constituir um poder ctntrel forte que
sjerrlbasse a feudalidade, quants os estados cir-
camvisinhos em favorecer a revolucio que fazia
desapparecer urna causa incessante de fraqueza e
perturDacoes para um paiz vtsinho e rival.
O bem xito dependa, pois, com especialidade
da situago geographka dos estados. Se aa fron-
teirareram suficientemente protegidas, a unida-
de se encetava, fiesenvolvia-se e fortiflcava,-se.
Foi Maim que as comas se pasearan i respeito
da Trance, .1 (hierra e Hespanhs.
A Allemanfca, porem, olo foi tiro feliz; situada
no centro da Europa, e cercada de poderoaaa mo-
nsrehiastusa ii|migas aaturaes, fot sempre em-
barazada na idiebra de uuifleagio. A feudali-
dade sllema triumphoo dos eeforcos doa Impe-
radores, e inda hoje lia partate, se bem eu
transformada. As pequeas soberanas sllamias,
taes qeeee ae acham esUbalecidaa actualmente,
Ldeseenoem a olbos vistos da feudalidade di ia<
de-mdia.
prxima.
Como o primeiro aclo do gabinete reconstruido
devia ser a seu pedido formal o reconhecimenlo
do oovo reino da Italia, o baro de Vrtere nio
quiz adherir a essa medida que taxou de inoppor-
tuna, e por isso retirou-se : Mr. Charles Rogier,
passando a pasta do interior para Mr. Venden
Peereboom, liberal decidido e deputado pela ci-
dade delpres, lomou coota da dos negocios es-
trangeiroa. Quanto aos outros ministrosdas
obras publicas, da justiga- e da guerra, adopta-
ran! o progrsmma, do qual Mr. Frere Orban linha
fallo a condigao sine qua non da sua reentrada.
Vejam quanto pode a influencia mgica de um
nome 1 Apenas o Moniteur publicou as mudan-
gas minisleriaes effectuadaso psiz e a opioiio
liberal mostraram-se logo saliafeitos ; e foi pos-
suido de urna justa impaciencia que cada qual se
apresentou a 2 deste mez na cmara dos repre-
sentantes para ouvir o discurso do throno pro-
nunciado pelo rei, que veio acompanhado de seus
dous filhos o duque de Bramante e o conde de
Flandres, assim como da duqueza de Brabante
que aasistio ceremonia n'um elegante estrado
para esse flm collocado aa ssla das sesses.
Porm antes de citar os tpicos mais importan-
tea do discurso real que serviro psra dar urna
idea exacta do programis ministerial, devemos
dizer que alguns das antes da reconslituigo do
gabinete o Moniteur belga annunciou que Mr. de
Solvyus, nosso anligo mioistro plenipotenciario
e enviado extraordinario na corte de Lisboa,
axabiva de ser acrediladoeaa mesma qualidade
junto a corle de Turim. A Blgica que depois da
morte do conde de Laonoy, nosso embaixador no
reino do Piemoote, nio linha sido mais repre-
sentado junto ao re Vctor Emmanuel, com
aquello seu acto reconbeceu afioal o novo reino
do Italia instancias da Inglaterra, Franga, Hol-
landa, etc., etc.
O partido catholico possuio-se de ralva ; sena
orgos folmioaram os arligoa mais violentos nio
so contra o rei, como tambem contra o minis-
terio que compararam ao antigo ministerio hol-.
landez vao-maanen, cuja poltica ante-nacio-
nal impellirs a Blgica revolucio em 1830. Es-
ss raivs do clero mudou-se em furor aps a lei -
tura da falla do.throno, de que paseamos a citar
os tpicos essenciaes, como prometamos.
' Ets-iqui de que modo se exprimi o rei depois
de ser cooduzido sala das sesies no meto de
enthusasticaa scclamajas :
t E' com a mais viva satisfacio que me vejo
entre os representantes desta necio fiel,. A qual
me acho ligado ha uns trate annos por vinculoa
de afleigio e cootlatga que o lempo ceda ve mam
fortifica.
c Aa reUgoes da Blgica cem oa paisas esiran-
geiros ae maotem em condicea (avoravala aoe
seuii interesees, e conforme* sos seus devores de
neutrelldede...
c No decurso deate auno conclulo-ae um tratado.
de commercio oom a Franga da mait alta idiper-
tsneit.
c Os mesmos principios aereo- applicadoa em
qoims relagdei com a Grte-Bratanlu, e rtTlrio
de base s negocisgSes que por ventura houver-
mos anda de fazer com outros poizes.
Concluio-se igualmente ema convenci com
os Paizes-Baixos. a qual poz termo s d'lfflculda-
des que haviam surgido em relsgio ao rgimen
das aguas do Mese.
Essa conveogao contribuir, outrosim, para
manter nossas boas relagos com aquella naco
amiga, em companhia de cojo chefe tie a satis-
go de estar ultlmameote na patritica cidade de
aiege (applausos prolongados ) >
Dapnis de ter mostrado que os resultados da
colheita nao eram tio desfavoraveis como se sup-
pozera a principio, e que o dficit seria fcilmen-
te coberto. gragas ao rgimen de commercio lvre
adoptado na Blgica, o rei passou a expor a se-
ne dos novos projectos de lei que convinha se-
rem submettidos presente sesso: a conti-
nuou:
As nosias leis de milicia ha muito que pedem
ums reforma : oeste intuito ser-vos-ho apresen-
lado um projecto que, corrigindo no ponto de vis-
la administrativo os vicios do systema actusl, te-
ra por flm assegurar urna compeosagio aquel-
es que gaslam parte da sua mocidade no nobre
oaicio das armas em servigo do estado.
t Contamos que essa reforma trar as mais fe-
lizes consequencias favor da boa constituico do
exercito, que muito merece a nossa olicilude.
c A cootriboifao pessosl d lugar a reclama-
aloes bem fundadas : chamo a vosia attengio pa-
ra a lei que a estsbeleceu.
t Os abusos (attendam bem os leitores para es-
te paragrapho) que se hio introduzido no exer-
cicio dos direilos eleitorae, e que se nio podem
reproduzir sem ferir a honra das nossas ioslilui-
ges representativas, exigem medidas repressivas
que determiuem ao mesmo tempo o luteresse e a
dignidade de todas as opinies.
c Temos igualmente recoohecido a necessidade
de preencher astacunss, que aprsenla a legisla-
gao existente, quer em relagio fundagao e ad-
ministragao dos beos destinados aos esludos, quer
em relago gesto e exame daqaelles que sao
consagrados aos cultos.
A reforma das leis da milicia, a spplicagio dos
principios de livre permuta n'um tratado com a
Inglaterra e outros paizes, orna lei contra as
fraudes eleitoraes, outra repartirme entre as dif-
ferentes universidades do estado os bens desti-
0"in9 80S elai,os de CU0S fundos equivalentes
a 400,000 francos por aono se acha de posse so-
mente a universidade calholica de Louvaoi de
1830 para c, finalmente outra concedendo s au-
toridades commuoaes o direito de exsme as fa-
bricas das igrejas em que o estado auxilia as des-
pezas do cullo ; taes sao em resumo as medidas
propostas palo gabinete liberal, que a reentrada
de Mr. Frere Orban velo de alguraa forma reani-
mar : pois ji ia elle perdendo muito na optnio
liberal.
Diversas polmicas suscitadas entre os aotigos
e novos liberaos, juntas impopularidade do mi-
nisterio que ia lomando vulto, pareciam justifi-
car as esperanzas secretas que linha o partido ca-
tholico de entrar bem depressa para o poder por
meio da formsgio de um gabinete mixto : os li-
beraes porm de mu desunidos que estavam tor-
naram-se compactos.
O senado anda quecomposlodegraode maioria
calholica nio ousa entrar na liga ; cootenla-se-
apenas em parapbrasear o discurso real.
Nio assim a cmara dos deputados. Desde
terga-feira passada que se empenhou a proposito
da discussio da resposta falla do throno um de-
bate poltico, no qual os membros do partido cle-
rical teem manifestado todo o seu odio e furia
impotentes contra o rei, e contra o gabinete. Mr.
Rogier, instigado pela direita, e por urna mogio
do conde Vilaio XIV a apresentar os documentos
diplomticos relativos ao reconhecimenlo do rei-
no da Italia, fez er esses documentos; delles re-
sulta que o governo belga reconheceu aquello
reino, e o titulo de rei da Italia conferido a Vc-
tor Emmanuel pelo voto unnime do respectivo
parlamento em sesso de 17 de margo deate an-
uo, sem todava coostituir-se juiz dos aconteci-
mentos que estabaleceram o novo reino, e reser-
vando para Si a apreciaco das eventualidades que
podessem modificar esse estado de cousas.
Lidos os differeotes despachos a direita pedio
sddiamenlo da sesso para o dia seguinte. Foi bo-
je que Mr. Alphonse Nathomb e Mr. de Decker
fhriram o fogo contra o ministerio, que respon-
iavu satisfactoriamente.
Mr. Nathomb com a verbostdade e eloquencia
de um procurador do rei evocou os direitoa da
neutralidade e das gentes que disse elle terem
sido violados de ums maneira perigosa para o
paiz : nao podia admittirquea abstengan prolon-
gada da Blgica para com a Italia tlvesse sido
antes um aclo de hostilidade do queum testeniu-
oho de neutralidade.
O orador fa* prophecias as mais sombras e at-
terraddras; e enearecendo ainda a violencia de.
Bartholemy Dumartierexclama com todo o em-
phase: c que o reconhecimenlo da Helia talvez
seja causa da decadencia da Blgica 1
Fallando finalmente di poltica de annexagdea,
mostrou que era muito arriscado para a Blgica o
adherif a urna poltica deque cedo talvez seser-
vissem contra ella mesma.
Mr. Ortz da eequerda, redaeter da resposta i
falla do throno, em urna curta e decisiva replica,
coovidoo os membros da direita a nie se esque
cereal puosa de que as annexagoes effectuadas:
na Italia foram promovidas pelos ultramontanos;
e cora effeito, quem sanio o eleve francs pro
moveu a anoexagao de Nisa e da Saboya Franga i
Mr. De Decker, ex-miniatro d3 interior, tomn,
eolio a palavra; as suae expresses vibrante
mais de urna vez impressiooaram a assembla.
Infelizmente psra elle e para a these que defen-
da, hivia estudado mal o aeu asesumplo. Pas-
sando em revista os governos europeus, que dei-
xsram de reconhecer o reino da Italia, exemplo-
que a aeu ver a Blgica devra ter aeguido, citou
como primeiro dequelles governos o da Suisae,
sem lembrar-se de que foi este justamente e pri-
meiro a reconhecer a nova ordem de cousea ef-
fectuada na Pennsula.
O honrado membro, como as v, nio foi feliz,
na cilagio qua tez. Na aua opioiio o goveroo lo-
ria ailo melbor esperando, pois que a questo do>
reconhecimenlo da Italia era um ueetao de tem-
po como ala as questese legitituidade.
Mr. Rogiai-, actual ministro dos aegocioi es-
trangeiroa, aparou a bala no ar.
c O qua terieis faite em meu legar?perguo-
lou elle, a Mr. De Decker. Terieis reconJeecido o
reino da Italia 1 >
Nio per ora, porm nvais tarde; foi esta a ree>
posta.Poia bem, queris urna prova de que m
voseas reexoaa neo se, baseUm i n'um principio
solido Ei-la; se u, aclo.de receuhecim en to de
Italia nio bom no cnsete qual a razio poc
que o rAaoieturett E se oe futuro sena justi-
fica valporque nio o hade ser lamben agora qo
os intareesea mata serios da orden morl e ma-
terial exigem o seaeamprtmento
Quererieis por veuture. que esperaesemoa ata
que fpsse consuamada a conquista desloma pare

cepilel de Italia '>
Mr. Nalhemb encaro a queadQ tyUdodo
direito: eu tamaem aei alguna censa de direito;
a foi jusUmeoU em virtud dea direttes ts ata-
tes queieeeeiMteaea o nove reino da iteUt ee-
e um tacto consumado.
FilU-w do tratados: un quera (oi
qua
?
/ .
II r-a-*
-09
i\
#


aaaaal___I
I I

n
'un h
Jtffrfl
3^

al t^

_

X.
MUO M tIM4MCO. fr SEXU fklBA 2J> B DEUiUttO M 1861
*flf* ftt?F
__
illa
ameno despedacen eise tratadoselBIB1 Wipe* IU, porque lo tem cortean nem cabeee pira
mb 1830? Entre a Betglp *Mcto *y2?,ftA ftmrWVfW*** cirllleteio moderna, alistando-
Jteli de boj* tMM tJWitpii letal iWtif Wtt fea tlleir. para balalhir cea ella e por
per aai que 't'^l<| ahuciado ae nao recebetsemo do estraogeiro ea- Fai festejada por todos, oacioaaes e eairan-
e apoio, que lio -*----------- iitjjrjOj 4l|ir atoi, con grande pompa enihuiinmo o 38*
lia.
Sorrldc
eixi
a
i mi
i asad pera a ovt,
i1e neutralidad*,
o iutereiiei de
tas de Remo 4a queotaoi
attega, M toer-
tr.Oa
dUttieO I
de fcaiel-
re Muela ec
do teu aaate-
irto aoa intetaaoes
i f Arredai aaei-
lie. a na h*a>rndo Todu
Mr. Ue Be*er e
Uwar-H-i" oa aaatiet part-
I uoidade ttaliae.
Eit-equi em que p se acharo os desate: ci-
ttants aa natgraa de ai* ialareae*. Nao ha
den id de que toda a maioria tiber! unnime
alar o sen roto de confiaoca ao projecto da res-
poata.
Na seguate carta exporetno o resallado de
tace debales gue oete momento altraham a si-
lencio da Europa para o peques* reino da Bl-
gica.
UIARIO 0E PERNAMBUCO-
O Paran, entrado bontem de parto 4o nor-
te, trouxe-noa carlaa e jornaes coa as dalas e-
ulela* ; Aatatoaoa 4,-4o Pet 9, de Maranhao
12. doCear 15. do Hio-Graede do Norte 17 e da
"farhyb 19 do crrante.
Amazonmt : Nada de importante occorra
ap o ultimo vapor, i excepco da schenla do
to Amatoaa, que ja comec*va a a'uliar.
Par : Nosso correspondente diz-nos o se-
guiote. :
Bateu-nos porta o Paran, pelo meio dia
le 7 do correte.
t Al^uem, saben da da chegada de aemelhante
?apor, diaae em urna reumo : 0 Paran, no-
ticia mal
c -Seje o que fr, o cerlo que o Paran nao
o vapor da maia propicias navidades
E como para realisar o dito, logo que fuo-
eleeu, urna inesperada e triste nova se espalheu
com a rapidez da eleciricidade pela populacao : a
anorte do rei de Portugal ti. Pedro V, e de seu
rmao o iofante D. Femando.
Niuguem quera acreditar em semelhaote
acontecimeuto, mxime aeodo a noticia acoropa-
hdt de certos episodios mytleriosoa, pols que
inuitiis portuguezes scredilam que oreieeiu-
fante foram enveaenedcs, em consequeecia daa
tentativas ibricas.
Entretanto, o aeu Diario conlm as verde-
Jeiras e exactas noticias, e para quem tea um
pouco de senso reconJiecer, que o mal fui occa-
cionado pela triste jornada o Alemiejo. con et-
pecialidtde i Tugares paludoaoa e pestilentes.
t Nestes dous das esti por assim duer tudujj
parausado, porque o commercio, pala maior
parte portugus, tem os eslibelecimenton fe-
chado?.
Nao obstante isto, todas os do paiz lm sen-
tido uiis ou menos esse fatal socceseo, e (auto
assim que os navios surtos no porto, os cousuU-
jos esiraogeiros, e o palacio da presidencia lm
tido os pavilhes em fueersl.
i Filia -se n'um mageiloso funeral que o com-
roerci portugus pretende mandar celebrar na
s por tal motivo.
Anda'ba poucos 4ua tere lugar ua so-
lemne Te-Dtum pelo aaoiversario da realauracso
de Portugal em 1640, mandado celebrar por gran-
de numero dos mesmos subditos. Eis abi o que
Jise o Diario do Gram-Par noticiando o fes-
teje desse dia, aaalm como o aooireraario natali-
cio de S. H. o Impender, nosso augusto mo-
ia r cha.
O dia .1* de desembro de 1861 est ravado
nos fastos de Par como um dia solemne e gran-
dioso ; os Paraeoses. que por si sos constituem
um grande poro, sympaihiaam sempre com as
grandes ideas, esposaodo-aa do coraco, e atas
oojuocluras graves olgam em manifestar a sua
dedicacao i Portugal e aos portuguezes: quem
ama e quer a liberdade, ama-a e a quer como
da, como principio e como doulrina, e nao pe-
tas garsolias pessoaes que della Irte podem vir
ndividuslmeoie. Somos lirres? Pois bem : se-
ja-o tamben) o resto do mundo : se jamos livres
aire os livres, e principalmente entre aquelles
que lambem noaderam a liberdade, se nao pode
ojos empeohar armas nesaa conquista civilisado-
ra, pnlemus celeora-1* peVos caticos da religiao,
telas felicilacoes da nossa impreosa, pelas salvg
festivas da nossa flilli.ru ; e primeiro que lu-
do, e sobre tudu, pelo contenta ment e enthusias-
mo de oosso coraco Tudo isto se ez boje por
Portugal, pela nacao irmaa e amiga daa mil tra-
dicoes (gloriosas q verj>eram sobra nos ; ludo islo se far smanhia
pelos estados pontificios ese far depoie e depois
por todas as liberdades publicas, que a civilisaco
a religiao forem conquistando na sua marcha
de triumphos e de ovacoee.
Na noite de 30 de novesobro muilas casas se
illuonnaram por este motivo, e na madrugada do
Io de deiembro os moradores da ra de Santo
Antonio foran agradavelmente despertados pelos
soas harruooiosos d'uma sorprendente arvorada,
executada pela banda marcial do 3* balalhao de
jutilharia i p, porta do cnsul de S. M. P.
Deve-se esta sorpresa ao Sr. major Joto Francisco
Catete ; ao grupo quo acompanhava a msica
avultavsra algunaaa pessoss distinclas ; gyraodo-
las de foguetes subiram ao Sr em lo ios os pontos
da cidade, e no campo da Plvora houve urna
aalva de vinte e ua tiros.
a Os navios surtos no porto embaodeiraram-
ee ; uns em arco a outros rnenle coa a bin-
deira no topo graode ; entre aquelles apreseutv-
a unta vista muio piltoresea o hiale da alfande-
aja, que ae embaodeirou por orden do Sr. guarda*
mor, Jos Luis da Gama e Silva ; e entre eslW
os paquetes da companhia do Amazooas, sendo
lambem rarlssimo o contal que neo prestasse es-
te preilo e homeoagem 6 restaoracio de Per-
lagaL
Pelas 11 horas leve lugar o Te-Dtum so-
lemne grande instrumental, ao qul nao faltou
ainguern, porque eslivern presente: os Exnis.
Srs. biepo diocesano, presidente 4a provincia, mi-
swobal coansandante da araas, eommandante
superior da guarda nacional, Dr. chele de poli-
ca ; as Srs : presidente da cmara municipal,
inspectores de fazeoda, e do arsenal de marintn ;
a magistratura, a ofllcialidade da gaarda nacio-
nal, oe exarcite, 4a mariffha e de polica ; gran-
de numero de funeeionarios pblicos, muitos ne-
ajociaotea da praea, mita gente do pavo, e\ col-
legio das educandas sob a oireccao da velha e vr-
tnoia regeule, e de seu mu digno administrador,
Jaso Antonio da Cesta, que ompreheadeteda a
utilidade do ioeuMr 'quedas simas candidato
.aniwr da patria e da.independencia ; as educan-
das sao as noissa futuras aiVi de familia, a edu-
cadoras da fu tara geracao, podendo haver entre
lias muilas Feliepas de Vilhena, se a patria um
dia exigir deilas rgues sacrificios.
Funccionoo no Te- tum a primelra dignlda-
de da cosido, o Sr. cbamre HaYmnodo Seerino
ta Maltes. A ansies esteva bda ; j se tsenle
de influencia daa boas mestres qoe possuimo.
O solo cantado palo Sr. Jeaquim Pialo ae Fran-
ca, com a sua belrissima voz da aryteno, fo
masa que todoe earprandeo, a ea tedos deitou
agradavel impresas. O lacle do castello aalvou
ao coaeoar a fa-Saam a i porta da t tafa
postada ana guarda de honra.
A' noite houve tbeatro, (reseesdo Etm. presidente de provincia ; de-
pon <[ne o Sr. I rasque ttaoa ooMa da admiois-
Vacao da provincia, esta a segunda vez que te-
mos a hoara da -le asejaalla tribana ; e per-
ianto, mai baaroas m raareeedors a na ni-
ea*acoaa^hetaa caaaa sympathics ave te ce
lebrava.
a O Sr. Dr. Jaasjotm Ssatiata Moreira, ffgvjo
aooiversario do nona augatto eexlremecido nao-
coa a risco Os nonas saaa44rdoa as arco, aa Ti-
e, at tfaaal fuacctaaao o Exaa. pre-
lado; asta parada Mitjalai o app.r
ase aaafarme. aa atrtsdt aasjosia
ss. o Imperador: caaearrida orno
cira por Soasas aadiaaas desde o alto f1
at aa naaainlt kaaesto
rrsacii a tadoa eesis sol
o coneaade S. H. F.
caap*triacas aeus.qae fraterni
nosco para o meamo flm e com o mesmo enthu
cota. *
1 Tfnolte nouve lambem thealro,"loeauto-
o byaoa nacional ante imperial eBgie da S. M.
o Imperador, o Sr. D. Pedro II, e dando-ie os
viva do estylo.
c Deixndu, pois, de parte oa nogecios do Por-
tugal e dos portuguezes entrems nos do paiz,
por ser o que directa especialmente interesas
ris-an 13; ftsftd
a Parana-okh
ra nat preeiaat'
ierra canos em um curto raradoure.
iao.ee.
af
bita (|
<
a ssani adaaai
com
geos os) Miases Paaanana.
o a^asasv^aVaw^lma
Taati *ari-ioi.
cometftjtt fo mt- Aaaricanes 3
laclases 2
aMy Grata, pasteada -oo par; _
tiWx^ 19
JfsraaAo.Fr asssssioa
Arac grande e habitado
inamarl.---------------------
pelos indios An-
deGr
t para o
Podemos
ociaco.
dos nosso aitigoanle.
o Sr. i
ndo o
da barca
o de 182, d
veatre dos
licador
deca ina
or da portug
o aea di
exemplar
publieamoa
S
kw *
1
0
17
i em Maauna, orn-
aos seu leiloret.
Estamos entrado no invern ; vista disto
o calor tem diminuido e por conseguinte a salu-
bridade desla cidade tem melhuradu cansidera-
vlmente.
a A febre amarella que de 'agosto i oglubro
fez taantes victimas, tem sensirelmenta dassp-
parecido.
< Quanto ao que ae refere a IraoquiUidado mt
ultimas noticias viudas do rerlao oo fim de oo-
cembro, dko tanto esta provincia como a de Ama-
zonas em completa o profunda paz. De poltica
nada* ha de Importante, smenle ira tara os parti-
dos das cabalas para a eleicso de depulados pro-
ctoeiaes, que s vir a ter lugar em 1* de abril
do atino viodoore, aeguodo annuncira das o
Jornal do Amazonas.
a A presidencia camisha por emquanto sem
opposico dos partidos, enlrelaoto ba quem crea
que S. Exc. o presidente da provincia, propende
mais para um do que para outro lado.
Entretanto poso-lhe autocar que nao ha ac-
tos de S. Etc. que deouncie tendencia, a prooun
ciar-se por este en aquello partido.
S. Etc. convive com todos os horneas inlel-
ligenies o notareis de ambos os lados, sem que
se lhe possa notar quslquer proouociameoto ;
porque o Sr. Dr. Brusqne um pouco sobre ai e
reservado.
Tem coutinuado oesta provincia urna queslo
suscitada pela aunullaco e casaamenlo daa pa-
tentes dos ofciaes da guarda nacios! de Camota
por ordeni do governo imperial.
O Jornal do Amazonas iota publicado artlsoa
censurando a medida, sob a assigaalura doLe-
gisla,acreditando multa gente que laes artigos
sao do Dr. Ambrosio Leitao da Cuuha. o qual,
na sua administrago de vice-prestdeele, foi que
fez semelbantes nomeacoes ; asm romo se af-
Orma que osarligos de fundo do Otario do Grao-
Para defendendo o acto do governo central, sao do
neg Siqueira, deputado conservador, por causa
de quem houve a grande lula eleiloral do dito
disiriclo.
a Os rligos promettem continuar o assumpto,
e cada qual encara a queslo segundo o partido
que tem.
< A provincia eonlinua a olhar para os raelho-
ramentos das suas relacoes mercantis, e para a
exploradlo dos recursos nos nos do Amazooas
com seria alinelo.
< O Jornal do Amazonas fallando do rio Puras,
em que se eovolvem immensas conveniencias
entre esta parte do imperio e carias repblicas
americanas, assim se exprime, animando a ex-
plorado feita pelo pralico Maooel Urbano da Eo-
caruaea). Eis o arligo :
a Por mais de urna vez temos chamado a at-
iendo do governo imperial para a uecessidade
de ser explorado o rio Pui*, na qual ae eovolvem
mesmo serias conveniencias jpteruaciooaea pela
presumpcao que ha de ae estenderem suas cabe-
ceiras al a Bolivia, o que a ser exacto ser elle
o melflbr e maia natural canal para o com-
mercio exterior desse estado nao s comnos-
co. mas tambem por intermedio da sua e nos-
sa baodeira com ns Bslados-Uuidos da America
e varios paizes da Europa ; porquanto a Bolivia
nao poder deixar de reconhecer a conveniencia
de fomentar taes relages commerciaes; sendo
coosequentemente o recoohecimento pratico da
n a vegabi I ida Je du Puii 0 mais promplo e positivo
meio de realisarmos nm tratado sobre aa rsesmas
condi;5es liberaos, que serviram de base aoa lti-
mamente celebrados com o Per e Veuezuella.
a Felizmente a presidencia do Amazonas em
Janeiro deste aoao maudou o pralico Manoel Ur-
bano da Encaroacao fazer urna riagem de explo-
raco, afim de averiguarse de feito aquella va
fluvial para Bolivia o que se presume.
eontel da PorUaol eoata etea, dea viesa :-
restauras** de Portugal, i dfnaHio 4 Braga*-
fm, a a afies krasileirm a portmgimza, repre-
eenundo-saam saaaida comedia m 3 actos
D. Jilippa de Funda-' ; a i>e?reecjt*cao nio
arreu geraraaalt bea ; ao telan le nao- fez com
' imo-a-Sr*.1
terAor
idsTitwr-
i chelo, sa
f TrikarU fottil e gaeta a te taaeida
a De rolla de sea commissio no mez passado o
referido pratico informa :
Que aavegou sete mezes rio cima gallando
cerca de dous maloca Itnxi, ultimo ponto al
enlao recoohecido, e mais de cinco mezes Sa-
rayaco, ainda no territorio brasileiro, donde re-
gressou."
Que o rio navegavel at Sarayaco, parecen-
do.lhe porm que ser diffkiiera extraordinarias
vainles, como a deste auno, que embirdcdes
de calado de agua superior a (res ps all pos-
sa m chegar, sendo comtudo franca.a navegacaoda
foz dorio ao Iloxi.
a Que em seu ileoerario conlou 28 aldcamen-
tos de gentos, calculando o todo de sua popula-
cao em seis mil almas.
c Que as Ierras sao exeeltenfes para a cultura
do cacao, caf, algodo e tabaco, encontrndo-
se extraordinaria quantidade deste ultimo pelas
margeos do rio, tacto este ainda nao observado
em nenhom oulro affluente do Amazonas.
| 0 Sr. Eocarnago deixou de enlrar na Bolivia
'e de desempeohar o fim principal de sua com-
misso por absoluta falta de recursos, e receto de
sua seguranza individual n'aquelles ermo*.
Se bem que ainda desta.vez como j aconte-
ceu em oulra visgem feita ha annos pelo mesmo
Sr. Encaroacao, a explorarlo do Purs nao foi
completa, cumpre reconhecer-se a boa vootade
do actual presidente do Amazonas em procurar
leca-ta I efleito.
< Concluindo esto artigo tazamos cotos para que
S. Exc. persista no seu loevsvel proposito, em-
pregaudo o Piroja na exploraco do Purs, de
forma que connecida ella Qque-se sabendo se sao
ou nio exactas as presompces, que cogam a res-
peito desta importaste arteria do Amazooss.
Anda hoje o Jornal de Amazonas, voltmdo
*o mesmo assumpto, d mais largas ioforma20.es
acerca do referido rio e da viagem que nelle fez
o pratico de que tratamos: o artigo o se-
guinte:
Depois de termos ascriplo o artigo que pu-
blicamos no jornal de 4 do correte sobre esta
metma epigraphe, toubemosque se achava nesta
capital o pratico Maooel Urbano da Eqcaraaco,
a qocm Hnmdialameote procuramos, e com suas
informac5es verbaes passamos a ractlncar aquelle
artigo, escripto vista de urna carta que Imha-
mos recebido de Maoot.
Informa o pralico Encaroacao:
Que gastou 161 das de vjanem da foz do Pu
rus s suas cabeceirajL sendo 55 ao Iluxi e 106
bocea do Coria-ao, offlmo affluente a eaquerda
onda, chegou ; que de cerlo ponto em dianle o rio
inclina-se em directo so Ucayale, salvando as
catrceiras do Coary, Teff, Juru, Julahy e Ja-
vry, voltsndd depois para o Madeira ; que ava-
lia o total da distancia que percorreu em 620 le-
guas. :
< Que apezar de haver algumas padras no leilo
4a rio em todo o lempo toa navegaco franca
at o Ituii, bem como que durante a ebeia d
pastagem al Tara-uac embarcicdes que da-
mandemaete palmos de agua, isndo o movimeo-
to da enebeole e casante em sentido inverso ao
do Amazonas.
1 Que confirma a noticia dada dos 28 aldea-
mento de geolios, catcalando .0 todo de sua po-
Erluft0 9W *kU mil 8lm"; eflue de eito js ter-
rts-rtbxclternes para culturado cacao, caf.
eigoVfto o tabaco, eodo e^pfdjparia a auaoli-
dade de,te ultimo pelas melgeos & co, ., '
d'Qlie notou de ltux para' cima andarn. 01 in-
dio cethdos como o| da, i^tltJ, isto com
risosdo pdr'ellai lbricaOo,
neipal de sus commisso foi
erjgu
s e o Msdeira a talco dj caohoeira, sendo
ajado que pelo Acre ella poda ter lugar, mas
. e duvlda por causa n crranle desse rio vir de
outro afluente do Purs e nao do Mdeira, sendo
a oi aflluentospela margea dlreiu ludq'slce o
K'iio 17, .o os da 'pt4ot4i ltmite o OQ-
x^u^o1tTirj4n-inx*1a. ""
Apttiri e Tipit; habitados pelo indios Ca
amares. aja. .
Margem esqutrda. \
Taponcima o Jacar ; extenso, e p-
proiima-se taoito a um braaodo Juru. habi-
tado pele indios PanarisTacuqueraa tiama-
ris, f*\ea palo centro e cabeceiras.
Apilo-an e Mamuri-merim, este j cima
do lluxi; habitados pelos indios Aporimans.
. Mamuriua,Paoaeia,Ceini,loaiti,
habitados pelos indios Ymamatis
Aodemari,cima do Araca.
re Tara-o ac, extooso -o trveando sedou
nos descoohecidos qiatrnrtam paralleloa ao Ju-
ru commueica com aait: auaa margene e im-
mediaces sao oceupada pelos geolios Manii-
nins.
< Curioa-an, YritiVlaniti-an. Coriaan. \
a Na foz deste ultimo affluente encoatrou o
pralico Eocsroecio dous indios Cuoibus que ci-
obam de Sarayaco, povoaco peruana do Ucaya-
le muilo eonheclda.
Esta ioformafo mal entenlida pelo nosso
correspondeoto em Manos foi que ros lerou a
dar "como existeote no Puts um pocoado com
nome aemeibtole.
a Os referidos indios disseram que antes de em-
baresrem no Corj-aa linham feito parte do ca-
mioho por ierra, nao nos sendo pasuvel peles
confusas explicares do pratico Eocarnace po-
dermos calcular o itinerario que elles fizeraro,
oem lao pouco a posijo da foz do Con-an edj-
receo de seu curso.
c O pralico Encarneci apenas tem o mrito
do aerar ha Irinia annos no Purs, te-to viajado
o aeus aHueuies frequentcs veaes; inlerroga-
mo-lo mostrando-lhe a viaita das carlaa de Nte-
meyer, Spix e Marlins a posigo do Pirs, e fize-
mos-lhe cer a impossibilidade de cortar elle as
cabeceiras da todos os afflueoiee qu Ibe uam
paralleloa al o Jacary, eapproximar-te do Udya-
le al aa alturas de Sarayaco ; elle moslrou-ae
porm completamente destituido decaohecimen-
loa para compreheoder nossa obserricoes.
c Assim ainda desta cez Picamos ignorando a
extenao e ortgem doTuts.
< Oxil que semelhaote igoortncia te nao pro-
longue anda por annos, lustros o scalos.
Aotes de concluirmos este artigo, releve-se-
nos observar que a presump;n da coumunicac,o
do Puis com o Madeira, salvando as cochoeiras
nao possivel, visto como sabido que onde el-
le perde o nome pela btfurcaco do Hamor e
Goapor ainda ha cachoeiras, as quaes por este
se prolongam at o lorie do Principe da Beira.
Coosequentemente anda quando por viaa fluviaos
se passe do Fu's.ao Madeira ou ao Mamor l
esto as cachoeiras do Guapor iolerrompeodo o
tivre transito para Cuyab ; couviodo nolar-se
que os cuyabaoos ha muito lempo que preferam
deacer e subir pelo rio Tapajoz, apezar das ca-
choeiras que tambem obslruem seu leilo.
Emfim o que convm avenguar-se se de
feilo o Purs o desaguadouro do lago Roga-
guallo, ou qual a sua origen), m
Tem merecido ullimameoie seria altenco do
governo da provincia a civilisico e calhequese
dos indio.
a Est ha diat Basta ci4ade,jaa pequea ma-
loca composta de unas seis ou oito familia, em
numero de quarenta e lanos individuos, que pro-
lendem esiabelecer-ee porto daqui, eom o lim de
atirahir maior numero de indina perieucenlea
oulraa tribus.
Consla queS. Exc. presenteara a maloca oem
roupas, miasaogas, eapelbos e instrumentos de
agricultura.
Que os indios por sua parte o por intermedio
da liosui se mostrara sausfoiiisaliaos, prometien-
do iudtuir tuneo* a vir capital. 1
Deus queira que os esforcos do Exn preti-
deolfl gejam coioaJos de (elis rcaaltaUo, por qu
com actos semelharrtes faz-se, nao s graoda ser-
vido ao paiz, como em geral religiao e a huna-
nidade.
O que precisa S. Exc. ter ajudado pelos
emissariosde Evaogelbo, e paroste um nada ni
como os paires capuchlohos, qae tq relevantes
servidos tem feito no centro dessa provincia, pro-
pagando a civilisaco e aa verdades calholicas.
< Que o governo imperial noa mande deases
frades, po*a far usa ser vico real ao paiz, pela de-
dicado sabem concluir as tribus selvagens ao seio da
igreja 6 da sociedade civilisada.
< 0 Exm. bispo tem continuado tambem com
o seus esforcos e exemplos a ficor da pralica
fercorosa da religiao.
< S. Exc. revereudissima*, atrn de fazer todos
os domingos a tarde conferencias na S, explican-
do o catbecismo, igualmente procura ensioar
ruocidale a consciencia e a necessidade da reli-
giao ; e assim oestes ltimos dias o nosso prela-
do tem visitado as aulas primarlas para examinar
" meniuos e meninas nos principios religiosos.
chegam noticias, sao unnimes a este respeito.
Por toda a parte tem havido bastantes &huae,
de manelra que sopponho, que este snno nao te-
remoa a lamentar perda alguna M^MvOo qa*
sempre lom acontecido nos anteriores ; e de car-
qa
tuda, porque todos na dias aloe rendo
Cree** g.r.oeo em ldraa dlfe-
aconiectoo nos aoieriora ; e no car- toriw ihe (tKtm 0 i^t^ej,, pi(lpl0 -' a "
lo de fk muilo lempo nio lomos um invern tar Tml. P'vpno e quem
cedo. Dao peral ta -
em meio t
a de preau
os groi
o que val
tea 4w apresen
o do valor#i
do numere,
m A nosco prel
la da 8 do
lho o Rvd.
o Peixotode
lo concorrido.
* T.xc. 'tema.
' V^tt'aIVWrm poirli
eos dancaa
cen-
ca
ara
t Ji se sabe da reuliado das eleico. jjrima-
naa, para 01 HIIlls que ea. Je aatar aaa i-
teeJio queaaa *a com par o uta
aaiaeoado^aaeaaigueiMa te ana
meo. Casatjd*. Aajuirz, Wcaeal.
ebt
praanda esa; asm atenlusa a d
TTio ha por cerlo ninguem, qae nao tenha Exm. presidente da provincia, chafa de polica,
loe, e al-
oe
Passando agora as noticias commerciaes, s
lhe posso aflaocar que as cousas camioham no
mesmo estado, pois que a prac,a e aa traosa-
ces nao tem melhorado tanto quanto era para de-
sejar.
A falta de meios monetarios, como lhe tenho
dito as minhss anteriores correspondencias,
ainda sensicei ; o crdito para muita gente est
abalado ; e quem pois lem alguma cousa trata de
acooservar ou guardar com mais serio e receloso
cuidado.
No dia 6 do correle entregou-se ao juiz do
commercio, o commerciaute matriculado Guelfe
Freir, e dlz-se que depois disto este individuo
se homisira por nio se, mutto lisongeiro o es-
tado de sua casa. IIi muitu lempo que ae espe-
rara esta quebra, e nio fez sorpresa a sua apre-
senlacso ix-officio.
lia pouco lempo chegeu da Liverpool ao na-
vio Florist urna porco domefcedorias, que li-
nha de fr para o Per, por meio de transito pelo
rio Amazonas.
a Iufelizmeote a.essa importadora que d'dm
peruano que as foi buscar a Inglaterra, nio pode
conseguir o despacho por nao hacerem anda si-
dopublicadosos rsped tlvos cegu la ment flu vises
para as aiodas com esse destino.
< 0 Jornal do Amazonas publica o tegulnle
artigo sobre a materia chamando a alinelo do
governo imperial para um negocio de lano into-
resse e imporiancia para o paiz.
c Do navio ioglez cima indicado foram ara-
adas varias mercaduras no acto da descarga.
E' mais ua prejuizo que aoffre o commercio
e isto occasionado ainda pela [alia de urna ponte
d'alfandega, to necetsaria e to reclamada por
lodos 1
c Eotre a Dovidade* commerciaes consta qae
a villa de Oeira, lora em graode parle destruida
por um incendio, que reauzio a cinta carias
casis. .
Com ial.O tamb>m on*re xacemeole o com-
mercio, que para esse lugar tem inte restes e trae-
sagoes.
< A alteraces marilima do correte mez sao
as seguales :
Navios i descarga
Pdlriota.......... Hiaie nacional
Tamego,.,........ AsWO portuguaz
FtttfMveopi....... Hiate americano
Boo-iVoPfl,....... PaUcho poUuguai
Nayio* a ar-
Mana.......... Palaho portuguaz
laabaran.,,,.. Escuna aorkaaa
ba" PS|* *ffir tty"*1*' to**ty>*.
* f?# 4*:** # &. UH>* o poUeno
cincla ao mez Se aoumltp^prosim
BraiIIelroa i
PortugSiezes 3
' hl
sido teslemanh accarer daa miserias esoffri-
mentos, porque paasam muitos portuguezes, ar-
rancados saa patria por engaadoras promeaaas
de cantagens, conunodidades e bem-estar, quo
aqu se cwovertem nos mai duros e insalubres
trsbalhos em que sao empregadoa, e do mais
cruel abandono a que sao entregues, quando per-
didas as forcaa pela molestias que lhe consomem
se inhabilitas) para todo o trabalho.
a Prestar-ibes todos a soocortoi aan aaea no*
lestiat, levaedo-iUioe aa loitoda dor todas oei>e-
necos auxilio, que seu estado reclame, ou mes-
mo traoaporia los para ana patrio traando anear*'
las sejaua snouravei oeste paiz ; por cotia to-
cio de acrytoiada philatitropia o sublime carida-
de e como digna 4a proverbial boodade de cora-
coes portuguezes, quo nunca ouvem impaaiven
os bradotda dore aofriraeoto.
a Realisar este ptntameoto pnilentropico,con-
verter eala idea humanitaria, e caridoa am pe-
renne de caliosoa beoelicio, para tantos dos nos-
sos compatriotas, que actualmente pelo aeu dee-
valimento e infortunio oe tornara delles merece-
dores, o pare aquelles que de futuro as aa vicis-
situdeo de son colloquem am circuniancis
idnticas t de vs depeode generosos o eeneu-
oentes porluguere.
Concorreodo todos ou o maior numero dos por-
tuguezes, pira quem asorte nio lera ido adver-
sa, cem o teu bolo de oaridade, conseguir-se-ha
este justo fim.
lita pare que as beneficios, que t cossaca-
ridade faca receir sobte as portuguezes que se
possain acasr a bracos eom a miseria a infortu-
nio, nao sejam transitorios e epheraeros.seja per-
manente o constante o cosse auxilio.
Para que elles ae coi nao tornera oneroso,
para facilitar a todos a concorrencia para uan
obra lio po, lio justa e moral, aeja a quaotia de
quioheotoj res, nicamente aquella com que
cada um de veeeoeorra meosalmentr, para ali-
viar os soffrimeaios de notaos-descalidos compa-
triotas.
Denominemos Gremio Prolector dos porlu-
guezes desoahdos, a reuuiio Oe todos os portu-
guezes, que eebscfecom pera lao nobre fim.
A escolha de um tbeseureiro, cargo de
[quea fique e arrecadacio dos aubaidoeeda todos
oe subscriptores, ser feita por aquettta d'eatre
vos, quo forem mai competentes, para designar
a pessoa idnea para este flm.
a No fia decada nao se publicar pela im-
preusa, para conhecimenlo de loados os ruern-
iijos do Gremio Protector dos Portuguezes des-
palidos,aca rotatorio cenfeccionado palo res-
pectivo thesoureiro, 110 qual se mostr a appli-
cacao que tenhain lido os seus tunaos.
Generosos e beoeuceales porluguezesl concor-
reodo vos para s realisacao de lao elil e perillo-
trpica istituigo, coucorrereia tambem para
urna obra assa meritoria, de cuja gloria tod.os
participares ; coneolidaodo-se aaaimo juste ulu-
lo de magoaoimidade de que aempre gosou a
naciooalidade portuguesa.
Quando um paiz tem a felicidade de ser re-
gigido pelo governo monarchico aem duvida
para elle um dia de testa e de justo e sincero re-
gosijo aquelle em que se solemoisa o aniversa-
rio do oaacimenlo do seu imperador. Eotre nos
que O throno esli firmado no coraje e que
o imperadora o objecto de oossis esperanzas de
progresso e felicidade e a garanta do futuro do
Braail nao ha cidado que, amando sua patria,
nio se tome de enlhusiasmo e alegra por occa-
siao dessa fesla nacional. Entretanto apezar des
sa uniformidade de seolimentos pelo que diz res-
peito quer ao throno quer piopria psa>a do
imperador, ioegavel que as maoife.tagdes nio
traduzem es aeomeutos que pelo menos oaocor-
rspondem ao amor que suppomos existir em to-
do o coracio brasileiro pelo seu augusto mo-
nirrhn
Afora a parad* a O f|u fo* p.lo do prn-
prio governo, afora a fesla ofBcial, e a illumina-
qo de algus edificios pblicos, oola-se urna in-
differeoca geral da parte dos parliculirea por
estas ideas oacionaes e que resumem a nossa fe-
licidade.
a S. Exc. o Sr. presidente di provincia foi a-
compinhado calhedral pela oflicialidade dos
dous corpos de lioha e por grande numero de
funeciooarios publico.
a A parada commaodada pelo Sr. tenenle-co-
rouel Maia, estovo brilhante pelo numero e pela
orden e disciplina dos corpos que a compu-
nham. 0 Sr. teoeute-coronel Maia rene a de-
dicacao, que lem pelo servico publico muilo gos-
to e aptiiio.
Aos Srs. commaodantes dos tres batslhoas
dece-se em graode parle, o brilhanlismo da pa-
rada.
a O zelo e esforcos do.t.distinctos ofBciaes da
guarda nacional torna-os mgnos da estima publi-
ca e dos loucores do goceroo. >
So Tury-ass communicam-nos em data de
26 de novembro ultimo, que o commercio de oleo
nos sertes do Gurupy lem produzido funestas
consequencias.
Ha um mez aoube-se n'aquella cilla que os
iudios ae haviam sublevado, e assassioado cinco
pessoas, sendo do numero desta um negociante
de nome Francisco Raymundo Meades, e algu-
mas mulheres.
a ltimamente soube-se que os odios fizaran
mais ciuco victimas, das quaes algumaa mora-
cam em territorio desta provincia. Os negocian-
tes Polycarpo Jos Tacares e-Antonio Rodrigues
Campello aso appareciaaa e au(peilava-se lerom
sido, assauioados, visto quo es sublevados os pro-
curacam com graode empeuho.
O nusso commuoicanle diz-nos ainda, que
n'aquelles sertoes existe nao pequea soma* de
coutos de rpis de quasi todos oa uegociiole de
Vizea, e que sem duvida perderam suas fortu-
nas, porque os iudios tambem toempostoem pra-
lica a rapia.
S. Ekc. o Sr. presidente desta provincia,
cuja preseoca lerarajn taes occorreotias. Iraela
de dar a precisas providencia, em ordena ga-
rantir a seguranca individual e o ireito de pro-
priedade -dea habitantes doa lugares que esre-
rem sob sua idmiouiracio. >
Ilonleni (4) procadeu-se na casida pracaa
eleigo da respectiva commissio, que lem de
fueeciooar no prximo anno. Receidas 25 lis-
tas, deu o escrutinio u seguala resultado.
OaSre :
Antonio Lopes Ferreira................
. Manuel Gooclve Ferreira JNioa........
Lauriude Ju*Alve de lereira........
Joao Ferreira Balibir...................
CaodiJo Cesar da Salta Roa...........
Jos Antonio delittos Freas........
* Fro.ci M.noel Antonia doai3aolja^.i^b...
t Liiizda Serta PiatabVi.................
Suppiaole,
c 0* Sr. :
W#lker IGraagar........._............
Manuel Uereira Guiamaei Oalda......
iolo Hodriguea d Ouvetra Saotoa.....
Acna-a.) concluida a eaeacaoda pttaaeiro die-
., tricto eieitorai, aihiodo atotaae oa Sre. :
. Lua Vaaaeetode V. Vieira do Mello...
* Antonio A. B. VecenoaHoe............
Dr. Haaaai ItarWdo Aaaiai...........
Or. Augusto Olcmpio toewtttee.....
Dr. AJtxaBlre Jos da Vtctlrat........
Dr. Joio Raymundo Pereira da Silra..
e-Dea Caeleae Jao daaauae............
r.Jos M>ru4a Stlca Mato. .......
Padre HaUmma Noa4e Saraiaa.......
a Jo MariaoGata Raisu....^.........
a Ignacio Antonio alendet...............
* Jai* Meewei Ai vea Ttaaea... ... .
c ekroao Waa AratjaCorroer..........
Podre Januario Daniel Gomea de C.
* Diogo Antonio dueeai. <*.........
Ciar.A carta .atajeae eVa<
lente d quinto dignofdfc taeaco ha :
. Eocea>ajtaita-tanda 1 Iba imii^aipajia
0 inverna mmesjsumtaU adadst aatdte 4j Ir
corrente. De todos aapoaos a^ a^sriauta daarto
ipr
O
aataais
ocaMedes
21
a
so
10
18
1S
16
444
18
grande parte do-claro e alto fenec
urna* pessoa gradea.
a Por portara da pretidencia de 9 4ocorrete,
foi demittieo do legar de promotor publico 4a
comarca deta capital o Dr. Jeeqaia alende da
Gnu Geimtriea, por incomtaubilidade com o
'onpregode procurador flacal da tbetoorana da
fizenda provincial que exereia o mesmo doutor.
a O Psdro II a noticia de tenido romeado
para substituir o fie. Jos Liberato Birroio,
pessoa 4o merecimenle e illutlraco e perleeoea-
le eo partido liberal. Nao obstante esta e oulraa
noaoaeoe, o argn deste partido contina sem
pro a clamar que est tora da podar a que sao
Parias I
< O Cearente diz, que o Or. Jos Liberato nao
foi noraeado; que {ore consultado, mas que por
ore nao unh aceitado.
a Greio quo a Goal o Dr. lote libralo, o pro -
motor ; e que o motivo por que etle eeaaor ain-
da nio lomou poeta do lugar, a ter aida defen-
sor de ua rao, eccueado de homicidio, e que foi
julgado e bsolvido no dia 9 do correte; e nao
querer entrar eta eierekio, sea ter decorrido 9,
lempo quo a le marca para que a sen tenca paaee
eea julgado, ala de nao totoer ao promotor in-
leriao o diroilo de eppeliaco.
A oer asiim como peuso, este procedimeato
delicado digno de lodo o letrcor.
Foi aomeado prolessor. primario do eollegio
do educando o Sr. Joaquim Frederico Eape
da Coala Subim.
< A meta paroohial e eleitorea qae concorre-
ram i elei^ao de deputado proviociaes na fregue-
zia do Aquaraz, estio meltidos em camixas ale
onze oroi
< Depois da Boda a eleiclo e de ter ido publi-
cado o seu reaullado, um dos candidatos fnres,
vendo que lhe nio era agcadacel, correu aquella
localidade e torcou ao juiz de.paz e alguna mi's
a falsiQcarem a ocla, o que ftieram da maneira
raaisporea o visivel que imaginar-ae pede.
O digoo administrador da provincia toado
sido informado 4o acontecido, moodou buscar o
livro das aclaa e ordeoou ao chele de polica que
rltese proceder e um etarae no mesmo.
c Da velloria se evidencia que urna folhi lhe
foi atrancada equedahi (folha 67) at ao fim fs.
1S8 liveram de emendar 104a a numerario 111
* E de que maneira o fizeram.
a Penaaqoe procuraram tima que ae asseme-
Ibesse existente?
Qual I Nio se quirer&m dar ease trabalho.
Sobre a lela ;.miga, j muilo esbranquicada
arrumaran naa cataplasma de tinta mu preta ;
e isto someote no algarisrao que era preciso
emendar fioaado os dous com cor muito diversa I
O mesmo se v na emenda que fizeram no
termo de encerramenlo, deixando lem disao tol-
la a folhi correspondente que arrancaran) 11
c D se maior escndalo, e prora de eatupi-
dez?
E para que?
Para salitfazer o capricho de um pretencioso
que pera mostrar que lioha influencia, eodou fa-
zeodo traosaccoes de cotos com pessoas que dis-
punbara de collegiot liberaea I
c Nio ae admiro tanto que houtesse quem se
lembnsse de pralicar um acto lio reprovado,
como de echar quem a isto ae prestasse. Com-
a-me que o Exm. presidente pretende fazer o que
poder de sua parte para que ea criminosos sejam
punidos com lodo o rigor da le.
A eleicio de deputado provinciaes pelo pri-
meiro circulo j coohecida. Verificou-se o que
lhe hacia dito. O candidato sobre quem poda
hacer afgana supposicao de Iriumpbo era o Dr.
Augusto Birbosa de Castro Silva, que acaba de
chegar a esta captol, leodo ahi tomado o grao de
bachar! am scieocias juridieas e oces, eom
exclusao do padro Francisco Ribeiro Beata ; mas
para iaso era oreriso que o colegio de Quitert-
mobira do qual diipoe o conego Aotooio Pialo de
Mendonea, lhe detse ectacao uoaoime.
Muita gente chegou a persuaoir-se que laso se
reslizaria, ee porm nunca me illudi.
Nao obstante o Rvd. conego estar ligado aos
liberaes, e dar-lhes votscio cerrada, eoteodeu
nao dever fazer assim a respeito do Dr. Augusto,
porque sendo seu sobrinho lambem candidato,
receiaca que aquelle prejudioasse este.
O resultado foioem um nem oulro.
Asseveraram-ine que depois de conhecida a
votaco do eollegio ao qual compareceraram 41
elcitores, e onde o Dr. Augusto oblece 27 cotes,
lhe quieram na occaaiio de laocar-se a acta no
lictp eaooitr esses mesmos votos ; o que nio se
realisou por se ter opposto a isso um dos m-
sanos I
Estas e oulraa etpertexas (como Ibe chamara
os polticos) revoltam o animo daquelles, que
ainda suppen que a hooeslidado nio de ve ser
posta de parle quando ce trata da materia eleilo-
ral, o faz com que os poucos que anda se inleres-
sam pelo bem do paiz, augurem multo mal do
seu futuro.
Por mira, ) de h muito perdi a f aos h-
meos, e a cousas.
Quantaa traqfijccoes repugnantes se nao Azo-
rara, e a quantos conpromrstos se nio fallaran)
lambem ?
a Qoalquer individuo que dispunh, ou que sa
i acules va dopor de uto eollegio, fazia barganh
de votos com ostro, embora de opaiio muito
contraria, e comprometlia-ae dr votaco ao
bicho careta cujo nome lhe apreaenlavam, ea-
bora fusse o mais frentico adversario de poltica
que repreaentava o eollegio que lhe a dava 1 O
que quera era ter votaco igual oa maior no ou-
lro eollegio, e aQoal mostiar por este meio a sua
grande opiniao e influencia no circulo I
a Chegada, porm, a hora da realiacio, faz-
ae a poda naquelles que apresentam ais prebe-
bilidades da gaigarem, e depois mostra-se mono
pezar por nio terem os eleitorea se subaaellido
sua voolade; procuram-ee e atbam-te mil des-
culpas, e promette-se na seguinte eleirio haver
maia caulella para que nao tppsreca o meamo
reaullado 1
< E civa a poltica doEU.
r Sio, pols, depulados pelo primeiro circulo,
o Srs.:
Cimpa............... 8B7
Dr. Joaquim Hender. 335
Guitavo............. 817
Padre Lemos Braga.. 315
Dr. Victoriano........ 803 '"
Dr. Goocilo Baplitta. 302
Dr. Justo Araujo..... 800
Dr. Joa Feroandee.. 290
.Padre Sarment...... 988
Dr. Esmeoie.......... 962
arrozo ,,,.........,, 970
Padre Boas*.......... 258
< lelo ceolaskdo-se cora e eollegio de Aqoi-
raz ; oxeluindo-ae no a queiefallicelmente de-
ve ter lugar nada itrfloe ae eloicia mudando ape-
oss oterceire votado pan- ajaort, a este par
Ho
-dyMmea>-. eaerot; ata
ptrlilha de eleitorer, dando volac
- --
naa domis fregueziaa o corpo eleiloral pertenca
ao partido conservador
< Nao aera, poia, ptra admirar, que o Sr. Dr.
Pompeu veoba a figurar oa utia, porque apeaer
oa grande maioria dos leitores perleocer ao lado
conservador, parle desle, par cauta do leet
artanjot. ibe d rotaeao; a porque ba ama por-
co ue candidatos conaereedorea, 0 que iotolli-
celmenle faz datrahir a votaco ciado com issa
a lucrar o candidato de opposico que eaticer
mai forle, o qoal tem duvida eenhuma i o'Br.
Pompeu.
a Me persado ijee x$ candidatos conservado-
res (ye lem maia sysaaathiat, e que reunirao
maiui~numwo do voto ato os Drt. -Miguel Fer-
nande* Vieira, May mundo Ferreira d> Araujo Li-
ras e Domingos Jos Nogueir* Jaguaribe.
< Breve, oe vivetnoa, tetotoee tta ceriQcir ae
me eagano naa aiobat peevieoet.
a Hi poucot das tete lugar a apepaeataci
dos respoosaveis aaa ha vita feita publicacoes
centra o capataz da elbndeaja ot> oa aateadaajrao
Jet Bacalbo a VeritaaequaUe o Sr. Joio
Gaetaoo de Abreo, preprielano a seo or da al-
guna eacra*>os que trabalbam a jornal ; a ote o
Sr. Joio Caelaoo de Azevedo, iteres do 1* beta
lbao da guarda nacionaldetta oaptal que poseue
caraeca de condueco da gneros.
a Nunca retpontaveis daala tdam se apreaen-
taram aqui, pelo aenoa que eu ae record; a
isto urna prova de que elles ae ochara armados
para proverem o que escreveram.
a r-lhe-hei coala do apta se pasaar a este
respeito. m
a O cf e aJgedao tea subido da proco, hacen-
d graode soffreguido na compra dettee gene-
ros; informaea-rae que ji ae tea pago caf a
7^000 por arroba.
O Igodo aioda ae conserva e 12#0M opesar
do Jaguaribe ter Irazida noticia do ahi ter bai-
lado.
c Acham-te carregando o Capibaribe, brigue
hamburgus, de caf, e a barca Htgfeae Belem
aaaucar, courot a a Igedao; oteara ees todos ea
momentos a barca franceza Sphere, quo Tem
completar o seu oarragameato aem a caf.
Por hoje o que tenho e der-lbe. a
ito Grande do Norte.Nada ecceorrea.
PorahitaL-aa na Rtgenerero :
O Dr. Joio Cacalcaoli, patrocinado pelo ten
cuohado Joao de S, continua deaaferidtmente
era tua seudt chtnioota de detatinos, commeili-
lidos na infeliz fragaeiia 4a Taquera.
Depoit do foto criminoso que referimos, em
os naaerot aolriorea, eoaet informados por pes-
soas fidedignas que eotros ee so reprodnzindo.
a Ua poucos oas, ecomptuhedo de um eoera-
coe gearda-costa do aeu cuohado, ornado, se
dirigiu casa do Sr. Jos Freir, aa pecoaco de
Guagiru, cidado pacifico e septuagenario, eom
tamaitos insultos o ameacas, que deixou o pobre
celho, qae te vio pela primeira cez atacado ea
seu domicilio, prestrade em urna cama ea tor-
mos de morrerl Tal foi a rudeza da aggressao I
Dirigio-se tambem outros casas otra insul-
tar e maltratar aos teas dono, e entre estas o do
Sr. Cotta, que, nao o echando em cata, quiz ser
com um chicote em ama sua tibe I E' mnita
perceraldaee I
< Chegado em casa o Sr. Costa o sabendo do
occorrido foi se queixar ao subdelegado daquella
freguetia, qae pareceu zombetear da queix dada
contra o potentado da Taquara.
A impassiailidade, com que aquella autori-
dade policial recebeu essa queixa, que j a re-
prodcelo de iguaes allenlados, que impunemen-
te cai praticaoao aquelle Dr., acraneou do Sr.
Costa a declaracioque tinhe em casa um ela-
unnie bem rauniciado para responder ao Sr. Joao
Cavalcanli, se oueasse pela eguoda cez atraces-
aar os umbraes da sua esse.
ltimamente replou urna donzella, sobrinha
do coadjutor daquella fregoezis, que o tratara
era tua casa com teda os disvellos de orna ho-
nesta educarlo 1 O Sr. Joio Cavalcanli ana
ferocidade de carcter a lubricidade de costu-
met I
a Por toda parle, onde tem andado este Sr.,
tem sempre deixado ama horrorosa celebridade.
Agora escolheu infelizmente para tbeatro desusa
taenhas aquella localidade.
Chamamos a silencio do goceroo e das au-
toridades superiores da provincia para o estado
que se cha redozida a reguezia d Taquara,
presa dos desatines e perversidades do Sr. J0S0
Cavaleaeti, apoiado em tudo por sen cunhado
Joio da S.
< E' preciso fazer-to sentir esse reo de poli-
ca, que elle nao est fora do alcance das leis
repreasivase punitivas da-eociedade.
a O dever da administrarlo policial, quer pro-
vincial e quer local, nao tmente pucii o cri-
me, tambem, e.era grio anda mais moraliss-
dor, prevenir os dectos, dando todos segurl-
dade de vida, hoora e proprledade. o nio deixan-
do entregue a populacio ioleira de nma freguezia
ao estado Hobbesiano das lulas e doe vindictas
particulares I
PERNIMBUCO.
%
HU
18" torceire
< Da telando circulo anda falte a eollegio de
Grtpjt eeaiN tiooret, o ana pode influir, para
que e Dr. leen to, eodo a teda a retaceo, en-
tra ne aniaaradot 12, eteluiade um doa dout
ltimos.
O reeuUaoVde relela doe domis eotltgoe
O que te etejew :
Jote Nanea.............
Braga Jantor jj........
Maaoet Btlix..........i..
Dr. JtaMoo Bwariagae
Padre Nogueira...........
LUCoratoiv.;;,......
Jet Aloxaexfre...........
Dr. Pkraso................
atedia Na* a
at-^j^atrtrej nac VI
Wa'Wl f'eWkjjVa'a
4. a>ata da Srtceir*.
WlWllM 'JJattVMt* a a a e a
Dr. Leandro..............
a fie iwaatii tlradto nada te aaHe^ai dVt
lli iaquealloaactl a. irluapha aoa eo
res,-- atlet ceao if ada rtflrea-^aaa-. _--
Ha m f^aaaaaurcaa tagaa. >aoto aa
18
8
813
2*7(
298
219
916
214
Sil
911
144
910
281
204
REYISTA DIARIA-
Honlom fez o meretissimo tribunal do com-
mercio desta provincia a sua ultima sessio ja-
dicidiia-adainistralira do presente anno civil; e
entrou em ferias.
~-'0 Sr. supplenle do subdelegado da policr.
da freguezia de Saolo Anto, ltimamente no-
meado, o Sr. Geraldo de Barros Coelbo.
_ Reaasuraio o exercicio do combando aupe-
rior da guarda nacional do Rio Formoao o res-
pectivo eommandante superior, que acbara-ie
fora delle.
No dia 12 entrou eco exercicio das fuocedea
de juiz municipal do Bonito o Sr. Lourenco Jos
de Figueiredo, que era oceupado peto respecvo
3uppleote o teneote-coronel Jos Joaquim Be-
terre de Mello.
A idea apresentada pelo nosso correspon-
dente do Para em sua correspondencia, que hoje
publicamos, acerca da necessidade de misiona-
rios espuchinhos alli com o fim de ajudarem aoa
esforcos e boa vootade do Exm. diocesano, ca-
rece por certo de ser altendida pelos poderes au-
premoa do estado.
Ninguem desconhece eotre nos preientomenta
os servirlos que esses padres lem prestado ao
Brasil em na misso de paz; o esses fructoa se-
rio matores n'aquella provincia, oooe a cache-
se dos indios ou cabuclos eflorece ua horisonto
caito producQo delle.
Acoeopanhamos, pois, a o nosso corretean denle
em sna solicitarlo ; e cremO que o governo im-
perial, ligando-lhe a dCTidjtjampoftancia, dar-
Ihe-ha a oorrespondenlf) .anc*o; visto que
aprecia os servaos dut refalSdaa capuchinhos no
p em que sio etle prestado!, e reconhece o
merecido asceodeoie que o exercem lotxa a po-
purscio, que os reverencia e alteado de orefa-
rencVaouiroajiuaflaqoer.
"preciso rjua a* procidencia de modo que
nio continu essa cambo, prxima a fuodicau
Starr, a aer ponto de bachos para quem qaar
15
210
9f
289
199
MI
"tf'
4
lu.podo ser tolerada esto pralica, pol qua
ofrende a moralidade pubrica o eipaclaealo de
, qae afilia banham tem o menor recilo. Ka
protimdad elislem carlaa familias henalas
tv-Z TS"** I^SPtt woffo ccaniraa.d*ota ao-
Brrao a pra^a de Pedro II deiur un ini
JidVparaa ra.awmWortar a hora, em <
l\ frot 1 quera pita Ora. Isto u^oSir-
dtt postura munitpaes : eaorao nao ha
pulo na pttV*-mK ^.TBeer iem
aarftar em flagrante o eoatraveaWor. para im-
W" rreapaiita auiu, afim de ver ee caaaa
Mi*V l*exaol po eala fotaaa legal.



MKY* VSUU M nttttCMBlO II lili
cessio de qualquer grao das' ordeus honorficas
do Imperio.
Este acta do povtr imaereat Iveie imprimir
forma rege* rei es* ees* uoitormidade
assie* aemed^edosewesead4* da detem-
bfe de H,40 di-Mi d 10, 17 de tetro
do S*.19 de oeteftro deHUtldi Miembro
ti 18*}. q tratavea da meter.
No ultimo anor, iodo dos portos de mi,
hecou o oosee cemreiociaae o Sr. Dr. Jbs
Tibiarse Partir de Magnates, na acete de
completar o careo de escola oeetrat da eogeeha-
lie, ueftio de Janeiro. A auoeira eeaeave dis-
ttnese pceme M retado por teas sseslres, e os
loaros que alcaacoa dorante todo o cateo, alo
proras_ asis 'que suficientes de seu asiento e ap
i... i. .. .
m
Raaissento 44 ia I a ti.
Ida lev di. 18. .
4.08 IU40
Uq
aporta.
pli?,SN*' &** O"leDten'teeM'aproVeHaue
ieea j* eoprorhcio. era algara es-(Rj0 de Janeiro 34 das, brigue ingles Molitra
mi ... a-rn .i.... _^-;.i_ iT___,. .__________
11.......". "
A^oseeiVaaeaee alie 19.
P*r e porte iakerwediee-0 sea eOhows.e do
ulliaao porte l2horas. rapor bratilciro Pera*,
commandante Joaquim de Paule Guedes Alco-
fefdd*.
Rio 4e Jaoeire 11 eiae.-galera perlugaea Au-
rora, de 511 toneladas, capito Manoel Frao-
risco dos Santos, equipagem 26, carga assocar
e madeire ; ao meara* espitan, vea refrescar
e aaguio pata o Porto.
possa pdr en exe;urao as
tra* escola, j em seu ga-
ees togarea, eofceue
ideas que beten, jt
bnete,
Amanhss sobe a scena, no Sania Isabel,
m espefacotD m beneficio sempre pplau-
*4 aetimade actor Nu oes. Aqu el les qae le m
esa todas as oeeaeies ecolhido osse artista, ale
deven olvide-lo no da em qae vem apresentar-
se-lhes, implorando proleucao no nico ala em
que eolher. o lucre reside aaus esforcus
Recebemos noticias de nene, se qeaes sao
satisfactorias e rnuito principal ni en te as que di-,
zem respeito diocese de Merenhio, cajos nego-
cios marcham, sob o. governo do vigario'capilu-
lar o Rvm. conego Luiz IUymundo da Costa Lei-
te, na melher ordenpossivel. O Rvm. coago
Cos Leile. un sacerdote digno de- tolos os
louvores; e lem ssbide adquirir na sociedade
orna posicjto elevad, devida as sympathiis de
que gota e ao sea mrito pessoal.
Ao Itim. Rvn. cabido, que a alegan para go-
vernar essa diocese, cabe em grande parto a glo-
ria da justa e prudente administraeao qoe tem
feila S. Rvm.: por quaoto oom dlseerinaaeoio
soube depositar as redess do governo em tao ha-
bis maos; e S. Eac Rm. o Sr. D. Luis leo
podemos omillir de apreseolar os nossos since-
res parabens, por contar na sua dioceife eeclesias-
ticos de mrito e entre elles o Rvm. eenego Luiz
Raymuado da Costa Lene, pesaoa devidameate
nota v el pelos seus acta*.
No die IB da crranse foram recolhidos
casa de detengo 7 bomerrs e ttirnulher, sendo 6
livres e 1 escrsro, a siber: ordem do Dr. che-
fe de policii 1, i ordem do Dr. delegado da ca-
pital 1, qoe ero crioulo Luiz, escravo de Domin-
gos Ribeiro da Cooha Oliveira ; ordem do sub-
delegad* do Redife t.^ue e pardo Joo, escraro
ele Joaquina Mooteiro da Uuiz; ordem do da
Boa-Vista I ; ordem do da Capunga 1 ; ordem
do dos Afogados 2; e ordem do da Vanea f.
Paftegeiroa do rapar brasileiro Paran, en-
trado das porros do norte, para esta provincia os
Srs.:Antonio Ladear, Heoriq Necod. H^nriq
Casseb, Gonradine Gilreverger, Gooradino Grebe,
Christiaoe Frelericrt, Joao de Souzi Hagalhes,
Garlos Aroo, Marcelino de Souza Pinto, Alcides
Horas* de Albuqeerqtie Jvcobioa, Josquim
Francisco do Santos, Demingos Rodrigues, Do-
mingos Pinto Pereira, Jos Viente Fraga, Fran-
cisco Das, Minoeldos Pasaos Gomes, Francisco
Eneas, WtUUm Albery. William Marshall, John
Silva, Joseph Alien, Antonio rralhn Rtbeiro
Brags, Manee! Luiz Waoderley e 1 criado, tri-
neo aetter Caijo Waoderley, Jeronymo Cabral
Pereira Amsral, Antonio Joaquim Gonrales
Fraga, Maooel de Souza Carneiro, Dr. Antonio
Ma.ioel de Arago e 1 escravo, F. S. Fenerheerd,
Francisco Aires Coutioho, cadete Epaminonlas
Assencio de Avila, 1 desertor com 1 soldado de
polica que o aceeapaaha, 1 voluntario do exor-
dio, o criminoso Antonio Joaquim de 9ouza, 4-
urbanos desls prevnola e 2 eacravos a entregar.
Segoem psraosul os Srs.: Dr. Jos Antooio
de Frenas. D. Joaooa Umbeliaa dasNeves, 3 i-
Ihoa, 2 criadas e 3 eacravos. D. Alexaodriaa
Fausto, Marcelino Joa Rigueirs, Js Pacheco,
cipiiao teoeote Dr. Geacomo Raja Gabaglia a 1
escrato, Odonco Collas, Porilio Nuues Sarment,
Dr. Luiz Jos de Medeiros, Braz Ferreira de Fran-
ca Velares. I soldido do exercito, aua mulher e
3 Qlhos, 3 recrutas para o exercito. 2 soldados
navaes, 2 aprealizes marinheiros, 3 tecrutss pa-
ra mariaha, varios esorarosa entregar.
Passageiros do blate Invtncivtl, sabido pa-
ra o Aracaty os Srs.:Porfirio Antonio A. Ribei-
ro, Luit Tneotonio Bazerra, Vespiaoo Francisco
Sampaie.
Passageiros da laocha Flor do Rio Grande,
sahido para o Rio Gran le do Norte, os Srs :
Francisco Antonio das Mercfij, Miguel Joaquim
do R. C. Vasco..cellos.
Passageiros do brigae escuna portugus
Clio, vindo da lina le S. Miguel, os Srs..:Ja-
cintho Machado, Jos Bitelho Ponttohi, Manoel
Pimenta, Carlos Cordeiro.
MORTALIDADE 00 DU 19 DO COMIENTE :
Manoel, Peruamouco, 4 horas, S. Jos, espasmo.
Antonio Martiat, Pernamouco, 27 aooos, soltei-
ro, Boa-Vista, pnenmonis.
Mari, Pernambuco, 4 meses, S. Jos, gastfo
entente.
Joanna Mara dos Prazeres, Peroambaco, 60 an-
nos, viu?a,S. Jos, cancro uterino.
Sebastiana Mara da C mcego, Pernambuco, 62
anos, viuva, S. Jos, phtysica.
da 270 toneladas, capitao James Cooper, equi-
pagem 9, em lastra ; a Restron Rooker & C.
Rio de Janeiro 22 dsas, barca ingleta Consten-
ce, de 249 toneladas, capito I. N. E. Jarras,
equipagem ti, em lastro ; a Johosion Pater
& C.
Macenj | dis, Migue brea!leiro Sanie #va-
re. de 262 toneladas, eapttae Ansetme Telles,
equipagem 10, em lastro ; a Aniorim 4 Ir-
mos.
S. Miguel21 das, brlgue escuna portuguez Clio,
de 163 toneladas, capito D. dos Santos, equi-
pagem ll, carga sat e outros gneros ; a Amo-
rim & Irmaes.
Pfhviot tahidei no nesmo da.
AracatyBrete braaleiro /nvneivi', eapitae Jo-
s Joaquim Alves da Silva, carga dtfferentea
gneros. __
Rio Grande do NorteLancha brasleira Fior de
Rio Grande, cpit3o Miguel A. da Costa, car-
ga vanos geearos.
GibraltarBrigue. sueco Salaman4trnt capito
ti. I. Holme, carga sseucar.;
o. as
ei
a
B
3
0
5
Hora*.
Alhmotphtr*
M
o*
i
Dirtego.
[hUentidad:
I
tiommunicados.
Acaba de chegar o vapor Paran commandante
Alcoforado t a regularidad com que ltimamen-
te tem chegado este porto os vanores da Com-
panhiaBrasileira de Paquetes Vapor faz crer
que, nao obstante os erabaracos com que tem
a mesma companhia lutado, ella se mantera de
futuro, prestaodo assim ao psiz o servico lo im-
portante que at hoje lem prestado.
A regularidade ama das principses qualida-
des de urna empresa de transportas; ss transac-
coes commerciaes os interesses de todt ordem
luersm por tal forma, que seria para desejar de
parte do governu ea assdmbla geral legislativa
a concesso dos favores que a coupaonia tem
solicitado, e que sao neeessariss nao s para qoe
essa regularidade se mantenha, como mesmo pa-
ra que a companhia possa resistir s enormes
perdas e prejuuos qae ltimamente e lem acs-
brunhado.
Temos esperanza de ver vencidos esses em-
barazos sob a iotelligeote e enrgica administra-
cao do actual gerente.
* *
COMMgUCiOe
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca so-
bre o Banco do Brasil qialq ler quantia
a vitta, e ao par. Rectfe 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
Joo de Barros.
lfandega,
s\ae4imente do dial a 18. .
dem do da 19. j .
.445 7130428
. 299794921
475:693*349
-a en 2 s a j I Parhinheit. 1 4 H m M O
* 3 Ve 9 e e t\ Centgrado. a K O
-4 -j u O JL ttyqrometro.
Citttrna hydra-
mettiea.

-a
3
Si
O to SO t*
u
o
a
^5
g
I
_i
>8 5
Francez.
Inglex.
3
o
9
te
|
A noite clara, vento ESE fresco e assim ama-
nheceu.
OSClLAClO DA MARfi. '
Preamar as 6h.6' da tarde, altura 7, p.
Baixi-mar as 11 b. 54' da manhaa, altura 1, D.
Observatorio do arsenal de marinha, 19 de de-
zembro de 1861.
ROMANO 8TEPPL1,
1* tente.
Kaitaes.
Movlmento 4a stirsasidnaxa.
Volamos sniradoaomlaiendas.. 147
toa gneros.. 163
m
488
310
650
iB
Veta?mes safcldos om Tazeodas.,
COm gneros..
Destarrigam hola 20 da dezembro.
Bfea iglea,Travellerfarioha.
Bares iogletsrPrescili'mera4erias.
Bligue SrAsILei/PBbenicharque.
Bafea portugberraGratidiomercadocUa.
Barca iea>zaSsrshcarvao.
Galera ingentasamundpboado.
are kJfl DM>M*#
Patacho inglezZeroioho e batatas.
Barca dinamarquesa OtUttaboado.
m*x*>** 4frasa5si de Peraaaakaeo
Sandial en lo do ala 1 a IB. U 13gf I >2
Htm do 411 19........U
B74"
I psrs constarle mandou aEBiar o presenta e
publicar palo Diario.
Secretaria de tferararia provinrial de Per-
** "aatrttfflais?*
O Illa. S*v inspeeser da tlaeoouraria pro-
vtostal, esa caaarpaimafrte da reaetoaio da junta
da (azenda, manda fater publica que a arremata-
ci da randa das oseas de pedrfoeeio doa or-
Phioa.loi sranaserida parea diaBR do aerreate
e presente e
B psrs oeeetar a
dubticar pelo aHario.
Secrataria de tbesoatrart peeaioelal de Par
Marease IB de dessrabro de 1861 .O secretario,
A. F. d'Aeaunciaco.
Ueeiar&$e.
aasstsB-aaatasae --------a>J------ m m~
O Dr. Joao Carlos Augusto Cavalcante VeHez,
juiz municipal, de orphaog e de ausentes nesta
villa de Iguarassa e seu termo por Sus Mages-
lade Imperial e Coostitucioual o Sr. D. Pedro
II, que Deus guarde etc.
Fago saber que teodo-se adxado editaos a re-
quenmeoto docollectorgeral deste termo, cha-
mando-eeos hefiseiros succssores de Joo Farn-
cisco de Santiago, que se acha ausente, e todos
que dimito techam a Beranca, a virem habi-
litar-se para a curadora de que trata o artigo 47
1.2e3 doregulamento de 15 de junho de 1859,
apparecerem Joaquim Frgamra da Sttva, Jos de
Souza Barros, Joao Barbosa de Barrse Jaouesto
de Souza .Barros, por seu bastante procurador o
advogado Joo Francisco do Amaral, allegando
em sua petico ser aquello anseote seu sobrioho,
Qlho legitimo dos finados Vicente Ferreira do
S. Thiago e Luzia Mara da ConceiQio, irmas
germana delles sappheaotes. e que nao se saben-
do se vivo ou mono, queriam nos termos da
ordenago do livro Io ttulo 62. 38, habilitarem-
sea curadora e successo provisoria do referido
auseole, visto como seodo este solleiro ao lempo
em que se susentou, nao deixra descendente e
nem ascendentes vivos, que hoje lhe succedsm,
ficando sement ellessupplicants como seus her-
deiros collateraes mars prximos, para o que re-
quenam que de conformidade com o disposto no
artigo 47, 31, 2 eSdo supracitado regularaeoto
se maodasae passar carta de edilos com o prazo
de um anoo, citando o sobredilo ausente, e a
todos os interessados para fallarem sos arligoa
dehabiliti;o que elles leem de offerecer, citan-
do-se para o mesmo flm o cotlector das rendas
geraes, e o curador ad titem que por mim fosse
nomeado para representar os ausentes : o que
seodo por mim deferido se pasin a presente
com mais oulra de igual theor, pela qual se cita
e chama o supradito ausente e todos os interes-
sados, para qae no prazo deje son eompartcam
i fallarem aos art'gos da hflRitar;so requerida.
E para que chegue ao conhecimenio de todos
ser a presente afilala no logar do costume,
publicada pela 'mprensa da capital, a qual Vai
por mim assigoada e sellada com o sello deste
juizo, valendo sem sello ex-esusa ; aos 13 de no-
sembr de 1861, 40 da independencia e do im-
perio.
Eu Joo Baptisla Teixelra Cavalcanti, escrvo
de orphos o escren.
Joo Carlos Auousto Cavalcante Vellez.
Secretario de governo de Pernambuco, 17 de
derembro de 1861.
Tela secretaria do governo se faz publico para
cooheciment dos interessartos que os despachos
proferidos pelo Exm. Sr. ministro e secretario de
estado dos negocios da justiga nomez de oovera-
bro prximo Bndo, om requerimenlos de partes
oesta provincia, sao os seguimos :
Empregado publico.
11.Bacharel Haximiaoo Francisco Doarte.
Prejudicado.
Virgilio.d* GusmoCoelho.Mem,
Jos Xavi.-r Pauttioo Ramos.dem.
Cicero Odoi Peregrino da Silva.dem.
Antonio Annes Jacome Pires.-dem.
Amaro Joaquim Francisco de AlbUquerqoe.
dem.
Manoel da Cunha a Figueiredo.dem.
Offlcios de justica.
tB.tolo Domingues da Silva.*dem.
Francisco Delgado de Souza.dem.
Ilerano Delphtuo doNascimento Lima.dem.
Peidos de Graca.
2.Francisca Maria de Jess.Indeferide.
26 Francisca Mana da Conceijao.dem.
Joaquina Mara do Vasconcelloa.Nao ha que de-
ferir.
{Aasianado.)Joo Rodrigue! Chaves.
0 Illm. ir. inspector na thesourarta de fa-
zeoda d^sU proviucis mana fazer publico que
no da SI do correte maz, pelas 2 horas da tar-
de, estar oovameote em hasta publica parante
a mesma theaouraria, para ser erreesatatfo
quem mais der um aeltim, urna brida, um par da
esporas, e outros objectos qoe foram apprehen-
didns ds bagagem ao alfares Joattaim Jos Lets
de Souzs, que desertlra com diotWro* da fazen-
da. BacceUna da tbeacuratia-ale faxeada de Per*
nambuc era 18 de dezembro de 1861.Manoel
Jos Pinto, servindo de official-maior.
' O Illm'. Sr. ioapector da theaouraria provin-
cial, em eumprimento de resolucao da jonts d
azenda manda fazer publico que no dia 26 de
correte, perante a mesma junta, se ha de afre-
Imatar a quem por menos fizar, o costeio da illur
oiioacao publica da cidada deGoianna. avallado
{cada um Tanrpwe ee 21rs. eHartos. <> '
! A arremataco ser (rita por tempo de am sa-
ino a contar do 1.? de jsaeiro a SI de dezembro
de 186*.
As pessoas que se pro
- seea, m m
Correio.
Pela sdministraeio do corris se fas publica
que, as malas que davem eondusir os vaporea
costatros Persiounga a c Igearass aquello
com destino Macei e portos iatermedioa, e es-
te ao Cear e portos tambera intermedios, fecham-
se, a daquello hoje (ID) s 2 horaa da larde, e aa
deste amanhla (21) tambern s 2 horas da tarde
em poulo.
In accordaoce irfli the act 6 geo IV cap.
87 e Maeting o British residente elll be held al
the office oo Friday the 27 tfl idstant st 12
O'clock (nooo).
Brish Gonsuiate Pernambuco December 20 th
1861.
Alex GoIIm.
A, B. M.' Actioq Cnsul.
Pela subdelegada ds freguezia da Santo
Antonio se faz publico que acha-se depositado
om cavado que- no dia 18 do corrente fora toma-
do a um almvcreve qoe o conduzla sem que fos-
se saa dono, segundo declaren o mesmo quando
fora encontrado com dito cavallo. Recite 19 de
dezembro de 1861.M. A de Jess Jnior.
- Por esta subdelegaeia se faz publico que se
acham depositados urna ajea roca, a qual fui en-
tregue a este juuo por Miguel Gonc,alvea da Lez,
morador no quarteiro do Boagi, por andar a Irea
das vagando dentro de seu litio, e ser estranha
no lugar ; assim como um carado caxito com
outros signaos, qae boje 'oi spprehendido sn po-
der de Jos Fraociscu Barbosa, conhecido por
Primo, morador no quarteiro do Barro, iadigi-
tado como ladriode cavados, segundo voz pu-
blica, cojo individuo foi preso e acha-se reeolhi-
do casa de deteucio : qoem se hilgsr con di-
reito, comprese, qae prevaado, lhe ser atre-
ge. Sub lelegacia dos Afogados 17 de dezem-
bro de 1861.O subdelegado supplente,
Jos Busrque Lisboa.
Pela recebedoria de rendas internas zereBs
se faz publico que no correte mez se soda o
9tKh da cubran^ no domicilio dos contriauinles
dos seguntes impoatoa perleocentes ao extreicio
de 1860 a 1861: rendas dos proprios nacimaes,
foros de terrenos de marinha, decima addicioeal
de mo morta, imposto aobre lejas e casas de
descoato, dito especial sobre casas de movis,
reupas, ele. fabricadas em paiz eslrangeir, im-
posto aobre barcoa do interior e laxa eos esaravos
depois do que seguir-se-ha a cobranct eiecu-
liva. *
Outro sim que no referido mez se Anda oprazo
do pagamento na reparllgo do primeiro semes-
tre, livre de multa, dos impostos seguintes, per-
teaeentes ao exerclcie de 1861 a 186, decima
addiciooal de m3o morta, imposto sobre lojas,
casas de descont, etc., e imposto especial sobre'
easae de movis, reupas, etc., fabricados ea psiz
eatrangeiro.
Recebedoria de Pernambuco, 4 de dezembro de
1861.O administrador, Minoel Carneiro deSou-
za Lacerda.
cmm popular
KO
MAGEST0S0 SALO
o
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, 21 do correte.
(Ultimo deste anno.)
Haver nesle dia um snaiptaoso baile am (atror
de om particular, e nlo s pelo grande numero
de convites, come por ser este o ultima baile do
Cassino Popular, esperase grande concurrencia.
8erl maatida a boa ordem e harmona do cos-
tume e sarao observadas ss disposices do retu-
lamente1- v B
J&!?*" P"" <. grafa; psra cavslhetros
a*0"0
Aysos maritimos.
C0MPANHU nm.tlBV4IU
^lavegac coslera a vapor
O vapor Perainuoga. commandante Moura,
sahir para os partos do sul de sus escala no dia
20 de dezembro as 5 horas da ; tarde. Recebe
aarga al o da 19 ao moio dia. Eocommendas,
passageiros e dinheiro a frite at o dia da sabida
as 3 horas : eieriplorio no Forte do Mattos n. I.
~ Para o Rio Grande do Sul segu com muila
brevidade a barca Saudade, capito Joaquim An-
tonio Das da Silva, recebe carga a frete para
tratar com Amorim Irmos, ra da Cruz n. 3.
Babia.
Para a Rabia segu em poueos disa a escuna
naciooal Carlota, aapito Luciano Alvea da Con-
ceicao, para alguma carga que aiada recebe tra-
ta -se com o seu consignatario Francisco L. de O.
Azevedo, roa da Madro dsDaosa. 12.
Para o Rio de Ja
neiro.
O jlfro patacho nacfoall tCspusn, pretende
seguir com mnita brevidade, tem part da seu
catregamente prompto, para o resto que lhe falta,
passageiros e esrravos a fretes trata se com os
seos consignatarios Atevedo & Mondes, no seu
eseriptorlo rna da Cmt n. 1.
COMPANHIA BRASLEIRA
DE
mmt i & mfm.
E espralo dea portos do sul at o VMa 28 do
corrente um dorvapores da companhia, o qual
depois 1a demera do eostume seguir para os
partos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e eegaja-se
a carga eea o vapor poder condurir, a qual de-
ver ser erobsraads oo dia de sua ohegsda, en-
cor riendas, diohairo a frete al o dia da sabida
as 2 horas : agencia na ra da Cruz n. 1, escrip-
torlo de Azevedo A Meados. _______
Precisa $e alugar um escrw* que
teja de boa conducta, parra o cervico
interno t cas de familia, e que seiba
engogumasr e especialmente cozinliajt: e
agradando percebera' bom aluguf), e
tera' bom tratamento:: na ra da Au-
rora sobrado n. 58.
. N Impeeatris n. 23. piimeiro an-
dsr, precia-aaoa ees boas oOcM 4a areinenro.
imk
COMPAA
DE
Seguros Utilidade Publica
Convidamos os Srs. seciooistas a receberem no
ee-nptono desta companhia o ft dvidenrio de
22aOU por aejo.
Recife 6 de dezembro de 1861.
Os directores,
Jos P. da Cuaba.
Thomaz de Faria.
Consulado provincial de Pernambuco.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprietarios dos predios urbanos das
m COMPAMIA rEEUSBlJCANA
n
NavegacaiKOsleiraavanor
Parabiba. Rio Grande do Norte,
Macau do Asu', Aracaty e Cear.
O vapor Iguarass,^commandante Vianna,
sahir para os portos do norte de sua escala
al o Cear no dia 21 do corrente mez s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 20 ao meio dia. En-
com mondas, passageiros e dinheiro a frete at -
dia da sahida as 2 horas: escriptorio no Foro
do Maltoa n. 1.
Rio de Janeiro
prelenie seguir com muita brevidade o brigue
escuna Joven Aithur,lera parte de sea carrega-
ment prompto : para o resto que lhe falta, tra-
ta- se sosa o seu consignatario Azevedo & Men-
dos, no seu escriptorio rea da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
( neiro.
O a-rigtjo BslisarioD, primelra classe. capito
Manoel Mariaono Ferreira, segu com brevidade,
recebe carga e escravos a frete : traa-se com os
consignatarios Marques, Barros & C, largo do
Corpo Saoto n. 6.
Para Lisboa,
A veleira e bem conhecida barca porlogueza
Gralido. capito Antonio Pereira Borges Jes-
LKILAO'
Ao correr do martello.
DE
Completas raobilias. pecas avnlsas e de
um cabrioiet.
Sexta-feira 20 do corrente.
NA RA DO IMPERADOR N. 37.
O agente Gnimares no dia e lugar cima pe-
las 10 horas ds manhaa far leilao de ricas e se-
berbss mobilias, apparadores, camas francesas
de -arios goatos, mesas elsticas a ama infinida-
de de adornos para casa de familia a aem nenhu-
aa reserva de preco.
TAMBEH
ns mesma conformldade vender um cabrioiet
te 2 rodas para quem quizer com pouco dinhei-
ro desfructar os nossos amenos arrabaldei.
LEILO
Sexta-feira 20 do. corrente as
10 horas em ponto.
O agente Pinta far leilao por conta e risco de
quem pertencer e sem reserva de prego ds ar-
ma;o, balco, aelindro. maceira e todos mais
obyectos existentes na padaria da roa de Domin-
gos Pires n. 50, no dia e hors cima mencionado.
LEILO
A 20 do corrente.
Patn Nsah 4 C. nro leilao por intervengo
do sgente Oliveira, de porc.au de chales, mante-
letes, fatos diversos para crianc.as, chapeos de
sol de seda para horaem e para senhprs, cami-
sas e espartanos para aenhora, e variedade de
artigos delicados e de gosto, que sero vendidos
sem reserva para fechar contas neste anno :
Sexta-feira 20
do corrente, s 10 horas da manhaa em seu ar-
mazem na ruado Trapiche.
Attenco ao
Leilao
DE
11 cavaltos e 6 burros
verdade Srs.
que sem
preco visto o
fregueziasdosta cidade e da dos Afogados que os> lana, pretende seguir com inteira brevidade
trinta das uteis para eobraosa. a bocea de cofre, tea parle do seu carregamento prompto. para o
do f semestre^da decima do anno Qnaoceiro cor- resto qwe lhe falta e passageiros, para os quaes
rente 1861 a 1862, se principiam a contar ao dia '
3 de dezembro vindouro ; e que tambern no mes-
mo dia principia acobranja do primeiro semes-
tre do imposto de 5 % sobre as rendas dos beos
de raz pertencentes a corporaeor-s de mi morta.
Mesa do coosulado provincial 23 de uovembro
de 1861.Theodoro Hachado Freir Pereira da
Silva,
Batalho de artilharia a p
numero
O cooselho econmico deste batalho contrata
para o foroecimento das pregas arranchadas no
semestre prximo vindouro, os gneros seguin-
tes, sendo de pnmeira qualidale, arror, azeite
doce, assucar mascavado, reunido, bacalhio. ca-
f em carogo, caroe secca, dita verde, farioha de
mandioca, f-ijo mulatinho, leohi, maoteiga,
pes de 6 e 4 oucas, sal, toucioho o vinagre d
Lisboa : quem se propozer a farnecer taes gene-
ros, aprsente suas propostas em carta fechada
na secretaria do oito batalho at as l horas do
dia 2? do correte mez.
Quartel na Saledade 19 de derembro de 1861.
Jos Aalouio Ribeiro de Soua,
2." tenente agente.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel, director do ar-
senal de guerra, se faz publico, que nos termos
doav8o no minisierio da guerra de 7 de marco
ie 1860 se tem de maular manufacturar o se-
gu n te :
150 sobrecasacas de panno verde.
160 caigas de panno verde.
500 caigas de brim.
500 pares de polainas. *
500 camisas de algo laozinho.
Quem quizer arrematar o fabrico de ditos arli-
goa. ao prazo de 20 das, comparece na sala da
directora do mesmo arseoal, pelas 11 horas da
manhaa do dia 14 do carrate mez com sua pro-
posta em que declare o menor.prego, e qual seu
fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco 19 de de-
zembro de 1861.- amanuense,
Joo Ricardo da Silva.
Correio.
As malas do vapor Paran para os portos do
sel fecham-se boje as hars da larda : os se-
guros sero racebidos urna hora antes:
O conaelho econmico do batalho de in-
fantaria. n. 10, tendo de coniratar nara 0 rancho
de aoM praeas dnraote o primeiro semestre de
eneros alimenticios ab.uo .designados,
convida aoa seotteras negociantes desta prsoe
que s.qaizerem eocaaregat da taapscvcteM-a!
cimento, a apresetarem suas propoalas em carta
fPir? Wloriwda cwoaae fcuihae .
10.horas da manhaa de 26 do correnie mez a aa-
aer : arres astado, assucar, atette doce, bacalaos,
carne eecce carne verde, caf moido.artnha de
mandioca, etjo, leoh*, miotelga fr.oceza.au
ieatfta pee a 4 a otiga,, ioai*o e vliaav*
de Lisoos. ^^
Uno Augusto OOvCarvalho.
Atieres saerstario.

Consulado
A srremsIagkpemliasHa publica des^Slftea do
faWeaaeo seedate aostogetn oafeiaj Hano.i 6o..
jezerem a esta arrema- jl*ef. qo nao pode ter logar ao da 20 do mes
favJM.ajsMM A teferN "jr***/ eeaso lera seneoVWl. m&.VfZhr
a Junta, oo dia aoprameneianodo, pelo meio fio dia 23 do corrente, palas ti horas da manhaa
dte, a compateatomaata hsMHudas. aa chancellara deste coowlaflo. '
lem enflenles coromodos, trata-se com seus
cousigoaarios Azevedo & Mendes, ne seu es-
criptorio da ra da Cruz n. 1, ou com o capito
na praga.
Tendo a companhia de vapores do Rio alte-
rado a sahida dos seus paquetes, a gerencia ds
Compaohia Pernambacaoa tem de conformidade
resolvido que a sahida dos seus navios do 1." de
Janeiro do aoau prximo futuro em diante, se
efTectue da maneira seguale :
Portos do norte a 5 e 20, porlos do sul no 1.
e 15, de cada mez.
Quando, porm, o dia marcado fdr santifica-
do, a aahida lera lugar no dia anterior.
Antonio Pedro dos Sanios, capito do bri-
gue nasional Encantador, aotorisado pelo juiz
especial do commercio, precisa da quantia de
1:000$ a premio sobre o casco o apparelho o
meamo navio, para pagamento das soldadas de
sua ultima viagem do Rio de Janeiro para este
porto, comedorias e mais despezas correles :
quem quizer emprestar tal quantia, pode apo-
sentar suas propostas at o dia 21 do corrente,
s 11 horas da manhaa, em casa de Bailar & Uli-
veira, roa da Qadeia do Recife o. 12.
Maranhao e Para.
Segu com brevidade o hiate Lindo Paque-
te por ter grande parle de seu carregamento
contratado ; para o resto trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alves & C, ra da
Cruz n. 27.
Para Aracaty e 4ss.
Hiate Dous Irmos : para carga trata-se com
Martina & Irmo, ou com o mesare Joaquim Jos
da Silveira.
Acaraeii
O vapor Iguarass, da companhia Pernombn-
cana, segu no dia 21 ateo Acarar, recebe car*
ga e passageiros : escriptorio no Forte de Mattos.
Para
segu por estes das o veleiro bruna Cruzeiro
do Sul : para a pouea carga que lhe falta, e es-
cravos, trata-se com oa eenaigaatarios Afcluoes,
Guimarea & C, ao largo da Assembls n. 15.
Maranhao.
Segu em poueee dita o palh.bote naeieesi
Santo Amaro, capito-Manoel da Silva Santos,
peas aigama carga qee aiee* pede recebar trata-
se com o seu conagnatario P. L. do O. Azevedo,
re da Madre de ees n. 12.
Rio de Janeiro
E
acreditem a
pretendentes
reserva de
caito querer retirar-se.
Segunda feira 23 do
corrente.
O agente Camargo fara' leilao por
autorisacao do capito Brooks dos caral-
los e burros mencionados, as 11 horas
em ponto na coebeira do Sr. Andr de
Abr<>u Porto defronte do arsenal de
marinha: a elles Srs. de engenho e
cocheira, que pelo preco do correr do
martello, nao deixarao de compra-Ios
n'um so' lote, ou dividido, conforme
os pretendentes quizerem.
Aysos liiYersos. "m
Precisa-se de urna ama lirre a eKrava pera
o servico de urna casa de familia, paga-se bese s
na ra da Cambea do Carmo n. 4.
-- Alaga se o lercelro andar da casa da n
do Imperador n. 75. com grande sotio : a tratar
na loja da mesma casa.
Precisa-sede um faitor para nm sitie da)
pessoa eslrangeir*. em SanfAnnafc a tratar na
ra do Trapiche-lvovo n. 42.
Aluga-se o sobrado da um andar e arma-
zem na ra da Moede n. 33, caneertado e pintado
de nevo : aralas na ra da Imperatriz a. 53,se-
gando andar.
Carvalho, Nogueira 4 C. na ra
do Viga rio n. 9 primeiro andar, sacan
obre Lisboa e Porto.
Pede-seaoSr.Dr Joa- ^
1 quim Elvirio de Moraes #
! Carvalho, que quando J|
^ vier ao Recife faca favor
^ dirigir-sea loja da ra 2
O do Crespo n: 8.
@@^-d &&*>*
O Sr. Joo Hyppolito de Meira Li-
ma, qtieira apparece*' nesta typograpbia
que se Ibe precisa fallar.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos 4 C.sacsm o tomaos
saques sobre a pra?a de Lisboa.
Aluga-sso segundo andar da casa n. 18.1 d
raa Imperial, e o aegando da ra da Imperatris
n. 188 : n tratar ni ra da Aurora o. 36.
Loja com armaco
Traspassa-se o arrendamento com armario de
urna loja de fazeodas muito bem afreguezada : oa
pretendentes que quizerem fazer negocio, dirja-
se mesma ra da Imperatriz a. 6.
Acha-se em poder de Andr Alves Gama,
inspector de qoarleirao, e morador oa encruzi-
Ibada de Bellem, um bahuznbo de (landres, fe-
chado, no qoel cunlm alguma cooaa, e o mesmo
foi dado a guardar por urna preta ; e como so
suppoe ter sido furtado, o mesmo inspector Jei-
to n de entregar a mesma preta quando lhe foi
buscar, afim deque fazendo publico, seu dono o
pode haver, o qual dando os sigoaes e o abrindo>
perante lestemunhas o receber.
Precisa-se de tresenlos mil ris a premio
dando-se por garanta urna casa na ra Belta
trata-se ns ra Augusta n. 65.
Alaga-se por preco commodo um sitio ns
Torre, cora baiza de capim, e com outros muitoe
commodos, e boa cssa com baoho porta:
assim tambera urna casa ne povoacio do Montei-
ro, a tr|ar eom o Sr. Jos Azevedo Aodrade oa
ra do Crespo, oa com o proprietsrio Jos Ma-
riano de Albuqoerque oa estrada nova do Ca-
sanga.
Aloga-se a loja da casa n.65 da ra Nova: a
tratar no 2 andar da mesma casa.
Offerece-se urna sen hora portugueza para
fazer companhia a qualquer familia que faga via-
gem para a Europa eu outra qualquer parte, sabe
tratar de crianzas e senhoras : quem precisar di
rija-se a ra do Queimado n. 39.
O abaixo assignaio, com loja de trtaro-
goeiro na ra das Trincheiras n. 1, avisa *s
pessoas qae tem obras concertadas de tartaruga
em sua loja desde o anno de 1858 a 60, lenham
a bondade de vir busca-las at o Uro do corrente
anno, e nao o fazendo neste praso ficsro sem
direilo algura s mesmas risto que ellas por
antigs, pouco ou nada valem.
Recife, 5 de dezembro de 1861.
Manoel Jos Soares Guimares.
Precisa-se, na ra estrellado Rosario o.21.
primeiro andar, de urna ama para o servico in-
terno e externo de urna pessoa.
Attenco,
Grande laboratorio de la-
vagem.
Portera mandar buscar a roupa lavada de ns.
47,590.152.243,155.23, 158. 226,283, 231,
74, 87, 246, 234, lil, 291, 18i. 192, 3, 144. 203.
tngommada.
Kf. 88, 46, 35, 284, 156, 231.
I.OT
Tere,a-feir 24 do corrente, (vespera
de festa) andarao impreterivelmente as
rodas da terceira parte da primeira lo-
tera do Gymnasio Pernambucano. "" *
O abaixo assigaado em attenco a ser
esse dia o da vespera do nascimento do
nosso Redemptor e para mais satisfazer
ao respeitavel publico pagara' as sortea
de 6:000$, 3:000$. 1:000$, 500$. 200$
easde 100$ logo nesse mesmo di da
extraccao apenas se tenha ella concluido
cujos pagamentos Unalisarao nesse dia
as 6 horas da tarde, continuando nos
das uteis. Os bilhetea e meios bilhetes
cham-se a venda nicamente ate' o dia
23, na thesouraria das loteras na ra
do Crespn. 15 e as casas commsio-
nadas.
O thesoureiro,
A. J. Rodiigues de Souza.
aa
v erfgosj Cruzeiro *o SnlWtecnia lltutem ge-
oeros estraogeiros a frete : a tratar esta Meaa>
sigaatarios Antunes Guimarea 4 C,
f^DICiO LOW-MOIIR
Rna iSiiaIU Im n.42.
Hasta ataealaoimanto contina a haver iat
ompleto sortimanto demoeDdaroallnnMaB>
dasDaraaoganho.oiachinas da vapor a Jaira*
forre batido e coado.ds todas ostsmanhoi
para dte
Aluga se
e afeaaaem n. 22 da ra de Imperador: a talan
aa roe de Gt*spe> n. 17.
-* O Srt Geratrla Oerrata tima quefraapoaw
car nesta t/eg*aahU. asee se- rbe preoiea
anuos; na roa do Imperador n. 09, sobrado.
Aluga-se commodsmenid o segando andar da
casa o. 52 da ra da Cadeia Velha, o qual tem
grandes commodos, est asteiado, e lodo cor-
rido de j sueltas pelo oitao que c ao nascote.
e bastante claro e fresco.
Ama.
Precisa-se de orna ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella n. 38.
X939M tt-^WW9B6ft9KaiHK
Dentista de Paris. *
15 Rus Nova 15
frsdericGautior^irargioierilists.faiJ
todas ss oparaeoes da sua arte ecolloc!
dantesartificies, ludocom a superiori-j
dadaeDaraigoqueas pessoa san taiidi-1
das lhereconhecem.
ra igua a psdantifricios le.
O abaixo asaigoado est era negocio com a
taberna da ra Imperial n. 193, pertencente ao
Sr. Pedro Alexsndrino dos Traeres, quem se
julgar credor eotenfla-secom o sbalxo assignado.
isto ro prazo de 3 das, que depois de comprada
nao se responsabilisa por debito elgum que a mes-
ma casa esleja sujeita ; a tratar na mesma casa
aciraa, ou na mesma ra taberna n. 139.Reci-
fe 8 de novembro de 1861.
Laurindo Pereira Simas.
BH(IMTII(M
Sobre a viagem ao Brasil em 1852,
Carlos B.Maiisfield.
ron
A. D. DE PASCUAL.
Acha-se novamente aberla a assignetara para
esta etcellenteobra em oous volumes, nitiiamen-
t iropresios. dos quaea o primeiro est j publi-
cado. As pessoas que deyejarem pessui-la pe-
dern diriRir-se ao escriptorio da ra da Crui c.
45, 1* andar. Preco da obra completa 5g000, que
|ero pagse entrega de primeiro volme.
Simio Ribeiro de Paula, portugus, retira-
se para fora da proviooia, e sua criada Maria da
Silva, portuguesa.
Ama
Precise-se de urna ama para casa de pones fa-
milia : na camboa do Cirmo n. 0.
Alada est pare venderle a taberna te
na roa Velha n. 7, om poueos fundos, propria
para um principiante, bem efregoeada ; quem
''preceder, dirija-se pt*%a da Boa-Vista nu-
mero 12.
Attenco.
A anliga oocheira d'alesn 4a peola da pe vacie
4si lecerihe ceeliDa a recebr-r carrea e Um segundo
andar
loga-se o sagunee andan a pracertoBoa-
Pveatae-aavataiaa urna eearinha de 10 a II TiaU : a tratar na loja de calcado ea*eeOe lm-
apertrii n. 40.
I
:-.y------~~L


m
i*
tnmmw. -^Tiu^nmwwmoMmu
AMA
O dentista ama Pompio.
Rirt estreita do Roa rio n. 22, pr.
meiro andar.
planta dentes pela presso do ex, por malta li-
gaduras, e faz todas as operarles de toa arle. .
yecita-se de urna ana lWre ou r-tcrava que
saiba coziohar, paM caa de poaea familia : se
Reole, ra da Moeda n. 19 t* .andar, ou do ar-
mazem na roetma roa a. 9.
Roga-ae aos devedorea de Aotonio Jote da
Oliveira Lobo, qu tere loja de miulezaa ia ra
da Cadeia n. 11, de virem satisfacer seas dbitos.
Da mesraa ra n. 13/a GoacaVws & Cruz, arre-
matantes di rasssa, feto ate SI do correte, e da-
quella data etn diente sahir oeste jornal urna
'lista com os nomes por estenio dos que nio tive -
rem pago. Recie 18 de deiembro de 1861.
Brecisa-te lugar urna escrava para-eervico
interno e externo de u roa casa de familia : na ra
da Cadeia do Becife n. 53 3 andar.
Attencao
8 Furtaranxlo abaixo assigoado un re-
Io810 ** *t0 Patente inglez, coberto de m
W o. 7191, autor losh Peoliogton e un 1
do ouro: quem delle
e un
souber
8o der noticia dirija-se ao largo do Corpo
Santo loja de cabos de Antonio, da. Costa $
O e Silva Maduro, que ser
recompensado.
generosamente
-Arauaga, Hijo i C. sacam sobre
o Rio de Janeiro:
Eu abeixe asaitrnado declaro oeste jornal
que desla data em dianta nao me assigoo por
Goocalo Teixeira, roas-tim por Gonzalo Dias Coe-
ho por me achar livre e desempedido.
Na comarca de Nazareth
Vende-se o eogeobo Dependencia com multo
boas trras de prodcelo, muito bom cercado,
muito fresco, com proporcoes para moer com
agua e bois malas para derruber-se, sito na-co-
marca de Naxaretb :V>s pretndanles podem di-
rigir-ae ao mencionado eogenho a tratar com o
seu proprietario.
Esl por alugsr a loja do sobrado da ra da
Aurora n. 80: a tralar na mesma casa 2 andar,
Madama Tiuva Lecomte.
Tero a boora de participar ao publico, e par-
ticularmente aos amigse freguezes do seu fina-
do marido, que ella contina por sua coota e de
seus filhos menores com o negocio do seu bem
conbecido e afamado estabelecimento, situado
ra da Imperatriz p. 7, que acha-se completa-
mente sorlido de perfumaras de qualidades su-
periores, e especiaes, vindas directamente de
Pars, assim como muitos e variados objectos de
fantasa, de gosto. e da ultima moda, proprios
para presentear nesta occasiio de proximidade
das testa.
Os consumidores de Iuvas de Jouvin, acbarao
sempre surtimenlos frescos, regularmente che-
gados, pelos vapores Ioglezes e Francezas.
Ella contina a receber encoramendas de quaes-
quer obras de cabellereiro para ambos os exos,
as quaes serio execuladas com toda perfeico e
promptidio, e sobre tudo por precos rssoaveis.
A sala de cortar os-cabellos estar abena, aos
senhores freguezes, das 7 horas da manha as 9
da ooite ; o prego do corte de cabello sem frisa-
ment fixado i 500 ris, corte de cabello e fri-
samento 1000 ris.
Madama viuva Lecomte, leodo coocluiJo o in-
ventario das fazendas e mais beos do seu casal,
esta resolvida, para dar prompla extraeco a
muitos ariigos, de vend-los a dinheiro, mais
barato do que de costume.
Ella conta com a cootinujco do concurso dos
numerosos freguezes de seu estabelecimento, e
desde j declara, que ella far todos seus exfor-
Sos, para toroar-se cada vez mais merecedora da
confianca de lodos.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
sustento, e paga-se menaal ou semanal, para o
servigo desla typographia : na livraria os. 6 e 8
da praca da ludependeocia.
O abaixoasslgnado previne ao Sr. thesou-
reiro das loteras que nao pague o premio que
porsorte sahir no raeio bilheto n. 2020 da tercei-
ra parte da primeira loteria do Gymnasio, cujo
foi perdido na noite do dia 15 do correte.
Joaquim Martios Pereira.
No escriplorio de Guilherme Carvalho & C.
existe urna carta vinda da Babia, para o Sr. Fir-
mino Rodrigues Vieira.
Roslron Booker & C. avisam a esta praca
que, retirando-se o Sr. Fredericj C. Cox no va-
por francez do dia 12 do correle, os negocios da
sua firma daquella data em diante caram de-
baixo da direccao do Sr. Thomaz Jefferies, o qual
fornecido de todos os poderes necessarios. Re-
cife 9 de dezembro de 1861.
Por procurago de Roslron Roker & C.
Prederico C. Cox.
Alugam-se duas casas novas na ra dos
Praieres do bsirro da Boa-Vista ; a tralar om
Jos Carneiro da Gunha.
Precisa-se de urna ama de idade para casa
de poaca familia: oa ra do Arago o. 23.
Precisa-se de|dous amassadores de padaria,
que entenda perfeitamente do trafico : na ra
larga do Rosario n. 16. perto do quartel de po-
lica, acharaocom quem tratar.
Precifa-se de urna raulher que teja moca e ael-
teira, para cuidar em costuras e algum servico
(menos cozinba) interno de urna cass de familiar
quem esliver nesWs circumstancias e alioca:
bom.comprtamelo, aoouQcie para ser pro-
curada.
Maca.
Caixas com 100 magias escolhidas: vendem-se
na ra d'Apollo d. 31 armazem de elo, a 10* a
caixa.
A coofraria S. Benedicto do convenio de
Santo Antonio, faz seiele que ao dia 20 <9o cor-
rele, depois da audiencia do Sr. juis de paz da
treguezia de S. Jos, tem de ir om praca para sor
arrematada, urna jangada oova de pescara com
os seas perlences. todo em boro estado, excepto
a vella. que usada, por execucio que fez a mes-
ma a Jos Vicente de Sant'Aooa, por debito.
L. P. P. Braga, secretario interino.
Aluga-se a loja do sobrado da ra do Li-
vrameoto n. 27, proprio para qualquer estabele-
cimento : a tratar oa ra de Hortas n.10.
Os administradores da massa fallida de Jos
Antonio da Silva Araujo. convidara e todos os
seohores credores a apreseotarem-lhes os seos
tilulos, afim de poderem cumprir o que deter-
mina o art. 859 do cdigo do commercio; de-
veDdo dita apresentago ser feita no escriptorio
de Monteiro Lopes & C, no prazo de oilo dias.
OITerece-se qm mogo aos senhores de eo-
genho para eosinar primeira retiras, preparato-
rios e msica, tendo babilitacoes para isso : quem
poisquizer, dirja-se a esta typographia em car-
ta fechada, com as iniciaos D. B.
Aotonio Viceoe de Magalhles, oegociaDtl
estabelecido na jraga da Parabiba. aoouocia ao
respeilavel publico, e com espectalidade ao corpo
do commercio, que tem cootratado com seo ma-
oo Viceute Augusto de Magalaes associar se era
sua casa commercial com a firma do Antonio Vi-
cente de Hagalhes & C, pelo que as Iransacgoes
da casa do 1. de jaoeiro de 1862 em diaote sero
fetas debaixo da firmaAotonio Viceoto de Ma-
galhes & C. Parahiba 16 de dezembro de 1861.
O actual escrivo da irmaodsde do Senhor
Bom Jess das Portas, erecta na igreja da Madre
de Dos, convida a todos os seus irrnos a reuni-
rern-se oo consistorio da referida igreja, domio-
go 22 do correte, pelas 10 horas da manha^pa-
ra o flro de se eleger a nova mesa regedora que
tem de fuoccionar no aono de 1862.O escrivo,
Joaquim Francisco da Slta Jnior.
Pratjr
AftitiL
ie de urna C&fv^i I
->-
m
5 W
na
Moa Hita o. 5,
GasUve
para Europa.
A pessoa que aoounciou m este Diario
precisar de um escravo para servigo, e que aou-
beaie o offieio de maroiaeiro, pode dirigir-se a
CapijnBq no aitip da viuva de Joo EvaMeliit,
n Precisa s 'de 400 a premio peta ^.rfde
qualro mezas, dando
quem pretender snoun
rado.
A quem lbe faltar um quario, dirija-se a
Santo Amaro junto ao ceonieno sitio de Francis-
co Aotuoes Ferreira, que daodo oa sigoae Ihe
ser entregue.
Aluga-se urna caaa.grande oo campo Verde,
o. 26.
Quem precisar de um mogo portogqez para
comprar e coziohir, a tratar oa ra Nova n. 48.
-a* 43 Ra Dirdta 45
Ougam!., OugamI..
O traale iBdiapeosavel ao homam citilisado
em contradico o sapato I E' elle lo necessa-
no como o pao aa estomago. Tolera se um
chapeo jaca ; urna caaaca de ajusfar taboado :
pos *ypotheca escravos: uas vestida deaoelado; mas o da palo acalcaoba-
cte ooue deve ser orocu- do e rodo, t hniiM m+m i.i.. > i m__i^_ x
C ompras.
Compram-se acgea do oovo banco de Per-
nambuco : no escriptorio de Hanoel Igaacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
149000
9500
89000
5f500
69OOO
Vadas.
Attencao.
Aluga-se o segundo andar com solio do so-
brado n. 36, na ra da Imperatriz: quem a pre-
tender, falle na meema.
Francisca Logos, Suisso, vai-a Europa.
NOVAS JOIAS
Serallm i Irmao com loja de ourives oa es-
quina da ra do Cbug n. 11, confronte ao pa-
teo da matriz de Santo Aotonio, franqueiam ao
publico o escolherem as mais modernas e delica-
das obras de ouro muito em conta e oovamenle
chegadas : garaotem a qualidade do ouro, pas-
sando conlas com as necessarias declaragoes nos
recibos; lambem trocara e recebem para fazer e
concertar tods^e qualquer joia : os mesmos pre-
vioem que nioguem se deixe illudir por indivi-
duos que aodam veDdeodo jolas por fra desta
praca, dizeodo serem da casa dos mesmos, pola
ouoca liveram, nem tm pessoa alguma encerr-
gada de vender joias suas.
Na cocheira da Si\ Quinleiro, oa roa Nova
vndese um cabriole! de qaatro rda" em bom
estado e muito leve. m bom
Rua.do Rangel n. 21, deposito
de charutos.
rf-?Kr(Pret<,rl des* "'helecimeoto tendo de
dar balaogo para acabar, vende as fazeodae exis
rfu S T' bau"10 t PM'. como aejam
caao a 38500, fumo amencaoo a 2S00O a lata
fumo capera fieur d'HSrlebek e agTrradeis par,'
e rraUa08720ULflr *0 cachi.boTd. 'm"
nn! -a' machln" P (zer cigarros obra
Sima, IWc*1*1 Citi'^ch"alos "Piros de
*..?.,.{\.^rd*^!a*00 e.28* meia ca-
do e rodo, i boliaa som lustre e j descosida
urna ndaceocia. usa insulto ao orgo visual de
um chnstao. E' por lo graves coasiaeracoes
que o proprietario deste estab'eecittfnu..
acabando de receber um magoiflto" sorlimento,
roga aos seus freguezes aa apreaaem om renovar
o calgado velho, visto estar prxima a festa
vejam :
Horjieni. ,.
M1LIES (chagre privilegiado) frescos co-
mo a agua do Prata. ,
BORZEGUINS.intelrigos (Roctblld) .
diversos fabricantes. .
J lustre pichincha. .
bapatoes de Nantes, vaqueta de lustre
bileria...........
Ditos Nantes batera......\ 5J500
* *, 59000
ingieres........ 4^500
Nantes menino. 35O0
lustre (sola, e virs..... 520
(uma aola), .... l3j0O0
de Iranga portuguesa. 2J00O
franceza..... 19500
Senhoras.
BOTINAS|g9pa alta e lago inglezes de
durago incalculavel. 6J0OO
francezaa (lago)...... 5S500
de menina (Joly)..... 49500
sem lago........ 55000
gaspa baixa....... 4S800
> 0,ulro (32,33 e 34). ; 4J500
Sapaios (Joly) com salto...... 33200
a 1^800. e
i2na.Pr"iVe11 a 8*000- entre-finos .
lunV.""' d/J? B,hia Phincha al280
laWM t "1* ^^.carleiraa e charuleiraa a
T^' c^futt,r" 640, e outros objectos que
sena eofadonho enumera-los. Tambera preVi-
ne-se s pessoas que devem vir aatisfazer suas
obrigacoes at o tira do mez, e como ignora rao
rada de alguns. publicar seus noraef. e se *l
fioda as ferias nao aatisfizerem proceJer com os
rr0osrn.aihU,f"0rfwCe: iu'eDte veS^c!-
garros de palha de milho a 45500 o milheiro.
Vende-se
Attencao.
iidmiram oa sadtAM jnaitattWkua. Quanus
peacca recobraram co asle soberano remedio
rj usaj1 da ?eus brscos e pernal, depcis dadar
o longo tempo nos hospitaes, o tas
JSL iJ8l!fsft.l fl'Jm'-
eas quehavendo dallado estes, attyloi epada-
timentoi, para st nia subnreiara. a assaope-
raciu dulurosa forra curadas completamente,
mediana o oso desieprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfado d cea ree-
nhoDimento declararam estes resultados*benefi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticare, ina a firma-
tiya.
Ningaem desesperara do estado desande sa
tive8se bastante confianca para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
iratamento qne necessiass a naturera do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento be a til, mais particu-
larmente nos seguinte* casos.
salto.
.
a ( ) sem
tapete.
lustre (3*. 33, 84). '.
econmicos para casa.
Alem diiso um variado e abundante
melo de tudo o qe oecessario a
ra execular qualquer obra.
2S000
800
800
500
sorti-
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancerei.
Cortaduras .
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas da anua.
Erupgoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Infla.maco da|bexigi
da matriz
Lepra.
Malea das peroas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reps.
Picadura de mosquitos.
Palmees.
Queimadelas.
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
REMEDIO INGOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Mhares de individuos de todas as nacoei
poden tes tem un ha r as virtudes deste remedio
ineomparavele provar em Caso necessario.que,
pelo iso qne delle fixeram tem seu corpo
membrosinteiramentesosdepoisdehavor em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
Veude-se DOr Indo n f"! luuuiuiiaig uuirubirali
de Jacaranda, uma meia coraraodTdPaame80?anma, P^?,' Poder;8e-^convencer des na-
flf' Uma cad-eira de bal"5 "e oleo ; pro- ravilhas pela leilura dos peridicos, quelh'as
;?.oNoJ3 o d2SpechDcha- dirigiodo-se a relata, todos os dias ha muitos annos; ,
'maioi parte deltas sao iao sor prndenles qua
Inchacoes.
sapai'eiro p- Inflammagao do figado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e oulras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha contm
uma instruccao em portuguez para explicar o
modo de fazar uso deste ungento.
O deposito geral em caaa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, am
Pernambueo.
Vende-se cal de Lisboa chegada no ultimo
navio: na ruado Imperador d. 28, taberna de D.
S. C.
MA A W
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
Aviso.
9

!
bacharel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa d Carmo.
r
s
9

Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de leite que seja sadia
na rus da Cruz n. 45, armazem.
Oierece-se uma pessoa para eogommar e
lazer mais algum servico : na ra do Caldeireiro
numero 14.
Uma parda casada, moqa e sem filhos, offe-
rece-se para ama de leite : quem a preleoder,
poder procura-la na Estrada Nova, sitio do Sr.
Villasecca.
Sincera gratido.
Forte inflammacao do ligado.
Eu sbaixo assigoido certifico que minha se-
nhora tendo padecido ha muitos aonos de orna
forte inflammacao do figado, e tendo feilo todo o
possivel a meu alcance para o seu restabeleci-
meoto, nunca Uve a felicidade de a ver sa. E
ltimamente procurando o Sr. Ricardo Kirk, es-
criptorio na ra do Parto n. It9, este senhor ap-
plicaodo-lhe as suas chapas medicioses, tive a
atisfaco de a ver perfeitameote boa oo peque-
no espago de 38 dias. Do que lbe dou minha
sincera gratidlo.
Ladeira do Ltvramento n. 7, Rio de Jaoeiro.
Maooel Jos Domingos.
9
O piaoitta G. Helmold atteodend .
numerosos pedidos, resolveq estbale-
cer-se nesta cidade para dar Mcces de
piano para ojo fim pode aer procurado
em casa do Sr. J. P. Vogeley e oa do
I. Vigoes. Enstna tanta a escola classi-
ca e moderoa, bem c&mo a parla do can-
to applicado a piano pelo celebre Thil-
berg. _^
Aluga-se um segundo andar na ra do A-
a tratar na meara a ra
de Shaw vio para a
mor., bairro do Recite
armazem n. 46.
James Forde e Cyril
Baha.
D-ae dlabeiro a premio em pequeas
quantiaa sob peohoras de ouro : na ra nova de
SanU Rita 0. 34, ae dir qaa. i.
Aluga-ico gnne tto %* porto
da caix* d'^gu erja Api pacos, que foi
do fallecido Antonio Luiz Goncnlveil
Ferreira, a tratar no Becife, ra da
Cruz n. 43 primeiro andar.
Os administradores da massa de Hanoel Anto-
nio dos Pasaos Oliveira Si C, convidara os cre-
dores da mesma a vir receber o segundo dividen-
do, oo escriptorio da ra da Cruz o. 40, no dia 24
do correte mez.
Aluga-se a casa n. 102 da ra de Aguas-
Verdes: quera a pretender, dirija-se a ra Di-
reita n. 106, taberna.
A quem faltar dous cavallos, procure no
caes do Ramos, armazem n. 10, que lera noticias
delle.
Joaquim Filippe da Costa, brasileiro, vai
Europa tratar de sua saude.
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar,
eogommar e comprar, para casa du pouca fami-
lia : na ra do Livramento n. 9, segundo andar.
Ao publico.
Oprofessor e compositor de msica Francisco
Libanio Colas, actual director e regente da or-
chestra do thealro de Santa Isabel, lem a honra
de anounciar s contraria?, irmaDdades e ao pu-
jco em geral, que tem preparado e montado um
*Wcellente repertorio de msicas sacras para ac-
tos festivos e fnebres. Iocumbe-se tambem de
extrahir copias de msicas para piano e canto pa-
ra oulro qualquer instrumento; e compOr e ins-
trumentar para orchestra ou banda marcial. Pro-
poe-se por tanto a dirigir quaesqoer dos actos a-
cima mencionados, e o mais que fies dito, pro-
metiendo s oessoas que se dignaren) bonra-lo
com sua confianca, toda a promptido e esmero,
para o que pode desde j ser procurado em casa
de sua residencia roa de Santa Isabel n. 11.
Offerece-se um mogo portuguez para caixei-
ro de bma taberoa, ou outro qualquer estabeleci-
mento, escreve muito bem e faz alguma escrip-
luracao simples em qualquer estabelecimento,
e d bom conhecimento a sua conducta ; a tratar
na ra dos Mariyrios o. 36.
Joaquim Pedro Coelho da Silva, subdito
portuguez, vai Europa tralar de sua saude.
Velocidade.
Acham-se abertas divetsas estacoes da com-
panhia geral para o transporte e despacho dos
gneros que do Recife se destioarem estaco da
estrada de ferro as Cinco-Pontss. Nessas esta-
coes recebem-se conhecimentos de assuoar, o
qual despacha-se e cooduz-secom toda a rapi-
dez; recebem-ae tambem notas degeoerosque
teoham de ir para o ioterior, seodo esses gene-
ros cooduzidos e despachados com igual rapidez.
Os concurrentes pagsro apenas um frete in-
ferior ao actual, aendo gratuilo o demais tra-
badlo. Pdem dirigir-se :
Ao caes d'Apollo o. 7 ;
A' roa da Imperatriz o. 52;
Aos Srs. Ouperroo ou Oliveira, na estaco da
via-ferrea, nai Cinco-Pontss.
Prcisa-se de um criado : no baccode San-
to Amaro n. 38.
Aluga-se uma boa casa no Cachaog, com
seis quarlos, duas salaa ecozinha fra : a tratar
na ra da Paz o. 43.
Vctor Varreioe Cornelius Claei, subdito
Belga, vai para o Rio de Jaoeiro
No dia 17 do correte mez pedio o abaixo
assigosdo ao soldado do 4. batalbio de artiihe-
ria a pe Joo Saraiva de Oliveira, que pagando a
um ganhador para o qaa deu-lha o diohairo, lhe
levasae casa a. corte de vestido de sada lavra-
ds, cor acimentada, acondicionado em o. car-
tto ; outro carta de riscadioho de seda com 29
covados ; um oulro da mesma fazeoda, e para
.aman eom 10 corados ; 1 dito de esmbraia de
cor com f varas ; 1 peca de* cambrsia liga Ina.
e 8 varaa da madapolao de forro ; e cono dito
soldado nao eotregaaae nada, aaseotsndo-se de-
mais do corpo, rogo a que. Uas objootos base.
tm*!aBeiio,.en detrae eoobare, avisarem-aou
mandare, na da Senzala Velhs n ..., o aa
aaiwa do Sr. tote Pedro das Nave, na arca da
Canpaicip, poia qua tauito agradecer.
Jorga Rodrigues Sodraira.
DE
iIMfiS 4 S9
proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeitadas, ede
fd^m^ncr rhPe7lm6DterC0llhda' 80e m0o>eem ^ tf ab-
Que JOS flamengOS chegados ueste ultimo vapor a 3000.
ueiJOS lUQdriQOS o melhor que ha ueste genero por serem muito frescos a 13000 a libra.
gueijO pratO o melhor que se pode desejar a 13200 a libra e 13100 o inteiro.
t a ySSOIl e pretO o melhor do mercado de 13700 a 2880 a libra.
Vinho en atrios "i?116268 Vad0S d Portode MS,Par,icul" 560 P">' ^ro a 460 rs.
a l^lTJ'lVsoo TBTrl0^Z'SaaT' P0rt fiD0, neCt"' CarSvell8' Can)6es' Mde sa, Feitoria v
Vinhr R A arraia, e iPUO a duza.
Vinho PmnfnaUX SUPerir qUald'de mr0tea m"^ 800 e 1?> a arrafa e de 8500 a 1000 a duzia,
Mt.v 1 |P P Pr0P"iS PaM Pa8l de 50 60 garraa ede 39800 a 4800 "
OM?* i .inPen! ^ ^ ld0S 8 abrCaDt ou ra. a lata, de uma libra e a 13700 as de duas libras.
BOCetaS com doces aecco das mais deliceda frutas da Europa, e o mais
muito gosto a 38500 aada uma.
FigOS em CaXnhaS de libra muit frescos e gramdes a 5000.
Peras SeCCa em caixinha de 4 libras chegadas neste ultimo vapor a 3*500 e 13200 a libra, afianca-se ser o melhor que pode havet neste
genero.
AmeixaS fraacezaS em latas de5 libras por 43000 e 1000 por libra.
PaSSaS em caixinhas de oilo libras, as melhoresdo mercado a 2500 a a 500 rs. a libra, e em caixa de uma arroba a 93500.
Latas COm fmetas de t0 Corifithias em frascos de 1 1|2 a 2 libras de 1600 a 23200.
rraSCOS pe amendoa confeitadascom 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e*de superior qualidade a 23500
cada um.
LaiXas SOrtdaS com ameixas, amendeas, passas figos, peras e nozes oque ha de mais proprio para mimos, de 43000 a 53000 rs.
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COIB bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muito novas a 13450. e grandes de 4 a 8 libras de 2500 a 4500.
CODServaS OglezaS francezas a poringoezas de 600 a 800 ris o frasco.
ErVllaS francezas e portuguesas a 720 rs. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Mascas ulharlm, macarrao e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra. .
astatinas e nozes as melhores e mais novas por terem chegado neste ultimo vapor a 200 rs. a libra de nozas, e a 53 a arroba de
castanhas, e 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris libra em porreo ter abati.tnto.
AzeitOnaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 3*500 a ancoreta.
Champanhe dis marcas mais acreditadas de 15* a 20*000 reis o gigo de 1*500 a 2* a garrafa.
Cervejas das melhores marcas a 560 rs. a garrafa e de 5 a 63000 a azla da branea. d
Cognac a melhor qualidade qua temos Do mercado a 13000 a garrafa e a 103000 a duiW
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco e 63500 afrasquaira eom 12 frascos.
LnOCOlate o mais superior que temoarfda no mercado portuguez. hespanhol e francez de la 1*200 alibre.
Vinagre PUPO de lisboa a 240 n. a garrafa e 13850 a caada.
B a tatas em gigos com uma arroba, as melhores qua ha no mercado a 1* o gigo, eem porcio de 10 para cima a 800 rs.
bebOHaS SoltaS novaaafrandes a 1 o canto e a 83 o milheiro, aflanca-se que vista da qualidade ninguem deixar de comprar.
Kpermacete Superior sem av.rU a 74> rs'. em caixa a a 760 n. a libra.
ArrOZ o melhordo marcado a 100 rs. a libra e 2*700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Marnhao,
Al pista 6 punco o aula limpo qua ha a 160 n. a libra do alpiste e 240 ra. a libra do paiac.
Vinagre branco a melhor- que taraos tido no mercado a 400 rs. a garrafa a 2*560 a caada.
MaSSa de tomate am latas de uma libra do mais acreditado antor de Lisboa e vinda a primeira vez a nosso mercado, da 1* a lata.
Araruta a melhor qua se pode desejar a 320rs. a libra, e 160 rs. a libra da gomma.
TouCtlho de Lisboa o .ais aovo do mercado a 320 reis a libra e arroba a 13000.
i lasa, dos gneros annunciadoa sncaairar o publico todo que procurar tendente a molbadoi, e por senos das. por eesto do qua am outrs
qualquer pene.
Largo k AssenMa
numero {5.
Ha cootiouaoeate oeste estabelecimento as
aegaintes fazendas ara vender, por menos pro-
co que em ootra qaalqaer peale.
Cera de carnauba da nova safra e pri.eira qua-
ndade.
Cebado Porto empaoovelaa.
Sola ou vaquetas da differsatea qnalidadea.
Courlnhos curtidos.
Farioha de mandioca muito nova, qoalidade
igual a de Muribeca, milho aovo, saceos muito
grandes.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oHCina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
coDlrarao os freguezes o mais pereilo, be. aca-
bado e barato oo seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que r va lisa m com o Jacaranda.
BANHE1RUS de todoa oa tamanboi.
SEMICUPUS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
XLHA em "fr" todaa aa grossuras.
PRATOS imitaodo em pereicio a boa porcel-
laoa.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e (landres para qaal-
quer sorlimento.
YIDROS em caixas e a reUlho de todoa os ta-
maDdaodo-se manhos. botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-ae eocommeodas de qualquer oatu-
reza, coocertos, que tudo ser desempenhado a
contento. r
Attencao.
N. 43-Rua do Amorim-N. 43.
Vendem-se quartos com 6 libras de passas a
3J000, meioa com 3 libras de ditaa a 1*500, aa
mais novas que se encontrara oeste mercado': a
ellas que a festa bate porta.
9S00O a dinheiro, barris
com cal.
Vendem-se barris com cal: ooarmaze.de
Serodio na ra do Brun, e Cadeia escriptorio
n.U.
Attencao
Chapeos para senhoras
garibaldi e amazonas.
Na ra do Queimado n. 29, armazem de fazen-
das de J. J. de Gouveia, existe um rico e elegan-
te sorlimento de chapeos para senhoras e meni-
nas, viudos ltimamente pelo paquete francez, o
mais moderno gosto parisiense; os quaes se es-
tao vendPDdo por diminuto preco. E' dos mais
rico e melhor gosto que ha no mercado.
Farinha de man-
dioca.
Veodem-se em saccas proprias para animaes
muito em conta; no becco Largo n. 6.
Pe chine ha
para um principiante que
se quer estabelecer.
Vende-se uma boa taberoa, armacao moderna,
toda eovidracada, Iluminada a gaz, bastante afre-
guezada, ecom poucos fundos, casa para peque-
a familia, motivo do dono se retirar para for*,
e por isso nao pode eootinoar, em um dos melho-
res lugares oa povoacao dos Afogados: quem a
pretender dirija-se aos qualro cautos da Boa-
Vista, casa o. 114, refluacao do Vilella, que se
far todo negocio.
Novidades, o que a festa.
Vende-se gorguro da seda e Iddo, fazeoda
nova para vestidos a 320 o corado, fusto de li-
ndo para paletots e roupa de meninos a 320 o
covado, enfeites para seohors, e ciatos do ulti-
mo gosto : oa ra da Imperatriz, loja da arara
de 4 portas n. 56, de Magalhles & Menes.
E' barato.
Vende-se enfeitos de vidrilhos pretos a lg600,
pentes de tartaruga virados a 8*, ha bem pouco
tempo cuslavam 14*. bico de linho da largura de
tres dedos a 700, 600 e 500 ris a vara, rendas a
100 e 80 ris, trancas pretas com vidrilho mui-
to bonitas a 500 e 400 ris. ditas brancas com
vidrilho a 600 e 500 ris a vara, caivetes de uma
folba a 100 ris, tesouras a 120 ris, baralhos de
cartas frencezsa em estojo a 560 ris o baralho,
papel de peso pautado a 3*300 a resma, duzias
de carritls com liohs prelae parda a 300 ris,
13a sorlida a 7}7O0 a libra, boneca de massa com
dous palmos de altura a 3*000, que valem 5*000 -,
oa rui da Imperatriz, loja de miudezas, calgado
e funileiro o. 78 A,
Oleado pintado,
Na ra Nova d. 44, lojs e fabrica de chapeos,
acaba de receber om bello sortimento de oleado
com ricos desenbos e de gosto moderno, proprio
para cima de metas, pianos e baocaa ; vende-se
por prego commodos.
Na ra do Crespo n. 8, primeiro sodar, se
dir quem vende uma mesa de amarello, de 20
palmos de cumprido eolio de largura, forrada
de paooo, boa peca.
~ Vende-se urna escrava de meia idade, pro-
pria para todo servico de cozinha, com excepcao-
de eogommar por preco commodo: quem preten-
der dirija-se na ra Imperial o. 103, juoto a ma-
triz nova.
Attencao
Sodr & C.y na ra estreita do
Rosario n 11.
Vende, as verdadeiras uvas da tlha de llama-
rac, castaohss astadas e cozidaa, e penosa do
orna, tudo mais em coota do que em outra qual-
quer parte.
Vendem-te cintos dourados a 2*500, ditoe de
ta com ricas fivelts a Z*. bandos, de dina para
marrafa a 500 rs. o par, pentes virados imitando
tartaruga 11*980, ditos sem ser virados a 640.
enfeites de retroz com vidrilho a 11500, manti-
nha de coral a 2*, volta de coral a 800 rs., enfei-
tes de diversos costos, badjat; aicot, rendas,
fitas, galio de algodao, e muitat .ala miudezas
3ue ae venda barato : na ra da Impatriz, lofa
a boa f ir. 74.
Cintos do
a
osto.
Vendem-se cintos dourados, os maja bellos que
s Doeefvel encontrar, pelo bmttetaW preco He
i
porta
#500 3| cada uar: na rna-Wrella, loja de
latas "a. 85, ende ten a Itmptto da gaz na


.
DUJJO 11 tlfeNAB23fia r SEXTA FSU 20 *M
1161.
*
v?!i^ fovDcia de fifernambuco, Parahiba; Rio
fchii dofo^tar^Ah|o^,asa^r^
Forraba de porta, Coi^mo o karndario, poca rae*, nacnaei, dial
de galla, tabella de salva,' notichr planetaria!, eclipse, partida
i? iu- Sp"610* audiencai e resumo de cbronologia, a re .
FolhiBl^A^l|Mtt^^f|dade, a qual contem toda as materia das
f \ ^WMW'Wl'V*'8* ^ na*ciaiento, e ocaso do sol, da ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos chefes dos
priocipaes estadodo mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita Soporte das cartas, partida dos paquetes braeileiro eeuro-
pes, tabella dos impostos geraes, provinciaes, e municipaes, re-
galameutos de incendios, e entrudo, algumas pustura munici-
paes, artigos sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecSo de remedios, a re'is. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento.e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e. ttulos dos cbefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte dascartas, partida dos
paquetea brazikros e eurpeus, tabella dos impostos geraes, pro-
1 t)h riwc>*^>e municipaes, regulamentosde incendios, eentrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenaro e mais oracOesde S. Fran-
. cisco de Paula, colleccao de oracOes para todos os estados da vida,
e novena da Senbora Sant'Anna, a re'is....... .

mo
Na ra do Queimado n. 55, lojsr de miudezas
de Jos da Azevedo M'i Sil?, est Tendeado
todo allo barato ara pttmftsihelro, pois o
presentemente mais precita,
latee penoas de ago de diversos mo-
deiiosr.......W.K..jm....r.:......
Caixss com sgtilhaa francesa* a..........
Csixai com slQnetes a..................
320

520
Acha-ieno pelo o almanak civil, ecclesiastico, administrativo, agrco-
la, commercial e industrial, o qual sahira' no lim do mez de dezembro, nSo po-
dendo ser antes pelas mudancas.
Superior Tepe de Lisboa em
frascos.1
Vende-se superior rap princeza-Brasil em
frascos, chegado no utimo vapor francez Eitrc
tmdure, na loja da boa-fe, ra do Queimado
a. 22.
4 ra do Queimado S
numerlo.
Loja de 4 portas
DE
Ferro E" chegado nm completo sortimento 1
das aaguintes Uzeadas, o mais moderno $$
que tem apparecido no mercado : &
Chapeos pretoa para hornera.
Ditos de palha para aenhora. *s
Ditos de pellica para meninos e meninas. @
Borzegaios pira homem e senhora por g>
menos prego de que em outra qual- %
quer parte.
Riquissimas capinbas de grosdenaples g
preto bordados para senhora. 2
Ditas de caxemira dita. ??3
Casaveques braceos bordados. fjj
SdIos dourados do ultimo gosto.
Enleiles de retroz e missioga.
Baldes de duas saias o mais rico
tem apparecido.
que
Grande liquidacao da
Arara.
PARA ACABAR
Vende-se pegas de madapolo uno entestado a
39, cortes de casemira preta a 39, ditos fiaos de
cores a 4|500, cortes de fustao a Jgl20, tapete
para forrar salas a 600 rs. o covado, fil de linho
branoo e de cores a 200 rs. o covado, tarlatana
de cores e brancas a 800 re. a rara, ricos cor-
tes de eanrbraia brancos e de corea do babados I
a 29800 e 3$, ditos de tarlatana de 3. 4 e 5 baba-
dos a 33500, ditos entestados com entre-meios a !
#, cassas a turca para vestidos a 240, 280 e 320
rs. o corado, ditas garibaldtnas a 360 rs. o cova-
do, la de quadriohos para vestidos a 280, dita
chineza entestada a 400 rs. e covado, saia bslo
deoova iovengode 14 e 30 arcos a 33500 e 4$,
ditas de madapolo a 3$, saias de cordao que faz
vez de balad a 2J4O0 : na leja da ra da Impe-
ratriz, da Arara, de 4 portas n. 56, de Magalhes
& Mendos. *
Fabrica do Monteiro.
Crystalisaco e refinacao
de assucar.
Deposito na roa de Apollo o. G, e praca
da Boa-Vista n. 26.
Este importante estabelecimenlo contina a
fornecer aos seo* innmeros- freguezes do alvo e
poro assucsr crystalisado, em p e em pea, i.*
*2.' qualidades, pelo prego de 160 e 200 rs. a
libra, e do refinado a 100, 120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador lera em descont
favoravel. Nos mesmos depsitos tambe/n se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vio animal em p a preco commodo.
Tuda doce.
Na ra larga do Rosario o. 35 contina a ter
grande sortimento de doces de calda, como seja,
lata* com 5 libras de doce de abacacby, grozella
e laraoja a 2J500, ditas de cidro com 4 libras a
20, ditas de aapoty a 29100, ditas de birembi e
limo a 1*500, Utas com 2 t|2 libras de confeilos
de diversas qualidades, proprios para mimos de
(esta a 1*600, latas com 2 libras de marmelada
de Lisboa auperiora 23, cavacas de gosto Lisbo-
nense ilSi libra. Dolinos de amores a 130O0,
asaendoa confeitadas a 800 rs., cooeitos novos a
640, assucar candi a 000 rs., Islas com doce sec-
co de aapoty e abacachy a 23500, zaropes de gro-
zells, laraoja, abacacby e tamarioo a 500 rs. a
garrafa, bolaehiobe de aramia a 320, cha byssoo
a 20800, asaltear retnalo fino a 4*160 a arroba,
e libra a 140, dito baizo a 30520, e 120 rs. a libra,
assucar braoco proprio para doce de caj a 120
rs. a libra, e 33000 a arroba, dito someooa a 100
rs. a libra e 23800 a arroba, dito maacavado a 80
ra. a libra e 23400 a arroba, e outros muitos g-
neros que o freguez encontrar ; tambera tem
porco de fumo em folha que vende s*libra e
arrobas.
Veude-se confronte o porlo da fortaleza das
Cinco Ponas oseguinle : carrocas para boi, di-
tas para cavados para agua, carrinho para traba-
Ihar na alfaudega, ditos de mi, rodas para car-
racas e carrinhos, eixos, torradorea de caf com
fogao, boceas de forno, baodeiras, ierras de vol-
tas de todas a qualidades, dobrsdigaa de chum-
bar de lodosos tamanhos, fechaduras de ferrolho,
ferrolho de chapas, ferro de embutir de todos os
tamanhos, e porto de ferro.
4s verdaderos linas de
Joiiyq.
Acabara de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
Loja das 6 por-
tas em frente *do Li- I
vramento.
Roupa feita muito barata. ]
Paletots de panno fino sobrecasaco,
ditos de casemira de cor de fusilo, ditos t
de brira de cores e brancos, ditos de
ganga, calcas de casemira pretae e de "t
cores, de brlm branco e de cores, degsa- j
ga, camisas com peilo de linho muito
finas, ditas de algodo, chapeos de so!
de alpaca a 43 cada um.
Ra da Senzalla Nova n. 1%
Neste estabelecimento vende se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna barcaca.
Vende-se urna barcaga do porte de 35 caizas,
eocalbada do eslaleiro do mestre carpioteiro Ja-
ciotho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aonde pode ser vista o examinada peloa pre-
teudentes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Hanoel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Liquidacao da Arara.
para a festa.
Vende-se cortes de chitas unas com 13 cova-
dos a 23500, ditos de riscado chinez a 28500, ditos
de chitas ingltzas a 13500, ditos de riscado a ga-
ribaldi a 296OO, pecas de cassa adamascadas pa-
ra cortinados com 20 varas a 9g, ditas de 10 va
ras a 435OO e 38, pecas de cambraia de salpico
com 8 1|2 varas a 48 e 48500, pegas de cambraia
brancas a 18600, ditas fioas a 3g e 33500. chales
de l a 18,ditos de 15 e seia a I38OO e 2*500,ditos
de merino estampados a 25500. ditos de ponta
redonda a 68, ditos de croze a 7$. chitas a 160 e
180 rs. o covado, ditas francezas a 220, 240 e
280 rs. : na ra da Imperatriz loja da Arara de
4 portas n. 56. de Magalhes & alendes.
I Esperaica. !
Recebeu de sua encommeoda pulcei- '
9 ra* de cabello que vende por 108 o par,
o braceletes de mosaicos a 63 cada um, <
agulbas victoria a 120 rs. o papel, pen- '
lea de tartaruga a 8, 10 e 12JJ. precos 5
$9 porque nioguem pode vender (boa-fa- i
& zenda) estes artigos nSo se encontra em ,
loja nenhuma porissovoa ruadoQuei- '
9 mado n. 33 A, loja da Esperanca. 1
Esperanca reduz aexpres-
sao mais simples. <
(A DINHEIRO.)
^ Todos os artigos que esli na loja j
gg muito barato quem quizer va^comprar e ,
2 *er : rui do Queimado n. 33 A, Gaima- '
fes & Rocha. (
as
bordadas em ambos os

Vendem-se tiras de cambraia bordadas em am-
bos oslados, qaepela largura bem se pode par-
tir ao mel, para saias e outrss muitss cousas,
custa cada tira lf200: na ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 16.
Roa das Cruzes n. i
f abras de eharots. vende-se chara toa a 1S$ o
milheiro, de fumo da Bahia, velas d eompoit-
cio a 111>a ^tMbf. I ent aoxcao faz
ment j fiaaca*aiMMoa qualida ^
Cal de
Veod-elarris corneal
BaJUr,
nova de Lisboa che-
af^aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaW. .
rreln
SABA.
Joaqaim Francisco de Mello Santoa avisa
eus freguezesdesta praga e oade fra, que tem
exposto venda sabaode aaafabricadenominada
Recuanoirmazem dosSra. Travassos Janior
4 C., na roa do Amorim n .58; massa amaree
castanha, preta e outras qualidades pot menor
preQo que de oetrasfabricaa. No mesmo rma-
bem tem feito osea deposito develas de carnaa-
zaeimpleasam mistara algama, como as da
ompoeicSo.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabugi n. 1 B,
raceberam de aua propria encommeoda um com-
pleto sortimento de flores, o mala fino que poe-
sivel eucontrar.proprias paraenfehea decabecaoa
vestido, cousa muito Wqoe. qae Se vende por
preco que admira, sendo a 800 e 18 o cacho.
0 Pavo.
Vende-se calcinhss bordadas para meninas a
18, luvss de aeda tanto pavraeahora como para
homem fazenda em perfeMp estado a 500 rs. o
par, sintos de todas as qualidades para senhorae
meninas e saias bordadas com amito gosto -
na ra da Imperatriz o. 60, foja de Gama 4
Silva.
Ceblas.
Gigoi com cerca de 70o ceblas por 13500
econmicas para ea*e-particulares e muito mais
po* falca optase a eat#: na ra do Amoro
a. 4a.
ti Vended cisa terrea com solo,
b rbatrizd, boa-Vi,t, n. 42; na ra /(
retru o. 46, asnarSo tea queso tratar.
na ra
lUpe-
500
120
60
940
500
200
80
160
200
. 800
13280
100
400
40
a
20
40
100
100
200
80
40
80
18000
160
120
120
800
500
160
200
500
1*000
240
600
240
500
900
400
X
20
0
20
23400
43500
3J0OO
120
160
ajxas com apparelaet pera meninas...
brtaa com olio dore grandes a....,.....
Biralhos portugoezes a............MO e
Croza de botes de oeso para cates, pe-
queoos, a.............................. 120
Tesouras para uoha muito unas 1,.,.. 400
Ditas para costera a....................
Baralhoa francezes muito finos a........
Agalheiros com agulbas a..............
Canivetea de 1 folha muito fiaos a 80 e
Pecas de traeca de la com 10 varaa a..
Pegas de franja de lia com 10 varaa a..
Pares de sapatoa de traoga a............
Carlas de alDetes francezes a..........
Escovss para limpar den tes a 200 e___
Massos com grampos muito finos a....
Carloes com colchetes com algum de-
feito a................................
Ditos de ditos de superior qualiade a
Didaes de ago para senhora a............
Rialejos com duas vozea a"..............
Ditos com 4 vozes a...,.................
En fiadores para vestidos, 'sendo muito
grandes a..............................
Caizas com clchales francezesa........
Cartas de allinetes para armac&o a......
Cbarutelraa muito finas................
Tintelros de vidro com tinta a..........
Ditos de barro com liota superior a....
Ara preta mullo fios, hbr.............
mM*
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por precos que
a todos admiram, assim como seja :
Frascos com agua de Lavande muito su-
perior e grandes a....................
Duzia de sabonetes muito finos a......
Sabonetes muito finos a................
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com cheiro muito finos a......
Garrafaa com agua celeste superior a ..
Frascofcom baaha muito fina a........
Ditos com dita de urso a................
Frascos de oleo de babosa a............
Ditos de dito mnito finos a 320 a......
Ditos com baoha transparente a........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditos ditos irascos graodes a............
Ditos de macar e oe oleo a............
Linha branca do gaz a 10 rs. tres por
dous e a ..............................
Linha em cartao de Pedro V com 200
jardas a..............................
Dita com 50 jardas a....................
Duzia de meias cruss muito encorpadas a
Dita de ditas muito superiores a........
Ditas de ditaa brancas para senhora a....
Bicosda largura de 3 dedos, vara a.....
Groza de botes de louca a..............
Carriteie de linha com 100 jardas a.....
Duzia de phosptioros do gaz a........... 240
Dita de ditos de vela muito superiores a 240
Pecas de fila para coa de todas as larguras 320
Franjas de linbo para loalhaa (vara).... 80
Btcos daa Ilhas por todo o prego, por pedido
que teaho do fabricante para acabar, e por liso
nao se olha o que custou, e sim o que d.
Novidade no tor-
rador!
23 Largo do Terco 23.
Queijes flamengos muito irescaes, chegados
oeste ultimo vapor a 33. manleiga franoeza a 720
e 640, manleiga iogleza flor a 900 e 800 rs., em
porco se ir abatimanto, assim como se torram
outros mullos eoeros pertencenle* a molhadoa.
assim como aejam. caf, primeira e segunda sor-
le, arroz, velas de espermacete e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e vinhos, se lendeai por me-
nos do que em outra qualquer parle a dinheiro
visla.
Chapeos de palha.
O mais lindo sortimento de chapees de palha
daa formas as mais modernas de Pars, psra se-
nhoras e meninaa, ricos sintos ultima moda, di-
tos com lacos bordados : na ra do Crespo n. 4,
casa de J. Falque.
Liquidacao 4
de fezendas moderna para
senhora.
Vendem-se ricos eofeites a turca pera cabeca
a SjJaOO 3g, e 3^500, ditos muito fiaos a Garibaldi
a 5fl e 58500, ricos cintos a 28500. ditos doura-
dos a 3$, gohnhss a 500 rs. ditas com botsinhos
a 640 rs.. maoguitos a 720 rs., camisiobas para
seohoras a 3S, ditas*bordadas a 48, manguitos e
gollas de linho a 28500 e 3g.
Para bomem.
Pslitots de casemira a 108 e 12, ditos de brlm
de todos os prego?, caigas de casemira de cores e
S22? a 6* 7- dIil de m 1#. 1600,2S e
285UU: na ra da Imperatriz loja da arara de 4
portas n. 56, de Magalhes & Mendes.
Opiata iogleza
para (lentes. *
Est finalmente remediada a falta que se sen-
ta dess> apreciavel opiata ingleza to proveito-
sa e necessaria para os denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aciba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a vende-la a 18500 rs. a
caiza: quem quizer conservar seus deutes per-
fetos prevenir-se mandando-a comprar em
diU loja d'aguia branca, ra do Quaimado n. 16.
Ra doQtieimado n. 10, loja
de 4 portas.
Ven^e-se panno verde, preto, azul e cor de
cat, eOado8|.
Caaeniira nrjBia snperl*r qualidade covado
13600 e 13800.
Chales de touquim para acabar a 10, 15, 20,
30 e 408
Superiores cortes de seda o mais moderno que
tem viodo ao mercado a 90, 100 e 1208.
Sedinhas de quadrinhas e flores, superior fa-
zenda e moderno gosto, covado, 800, 13 e 18400.
Cbaly, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do ceo, fazenda para vestido de senhora,
ovado 500 rs.
Taimas e manteletes pretos i 18, 20 e 258.
Superiores vestidas brancos bordsdos a 20, 25
Cassas francezaa finas, covado, 240 rs.
Cortes de cassas de salpicos, um 38 e 3$500.
Cortes de seda preta a 25g, 30, 35 e 408.
Lengos de aeda a 600 e 800 rs.
La de qusdros para vestido de senhora e rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covado 18280.
Chales de merino bordados a 4f.
Chitas francezas escurn, covado 240 rs.
Meias de algodlo er. para homem a 43-
Cortes de velludo para collete s 38500 e 48000
Paletots de brim a 3 e4#
Chapeoa de aol do seda para senhora e meni-
naa a 3 e 4g.
Leques psra senhora e meninas a 3 e 48.
Espartilhoa para sennora e meninas a 3 e 48*
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Cbapelinas de seda para senhora a 8 e lOg.
Camisas abertas de renda para senbora a 23 e
3$000.
Grosdenaple amarello com um paqueno loque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Paletot, caiga e collete de casemira, pelo bara-
issimo prego de 253
Ceroulas escocezaa, urna 13200.
Corlea de barege com duas saias a 8 e 108.
Cortea de seda escoceza, superior fazenda, com
13 e 15 covadps cada um a 108.
Crnicas inglezas com peilos de linbo e com um
queno mofo, duzia 25$.
Paletots de alpaca, um 98'
Cortes de casemira um 38500:
Chales de lia e seda, superior fazenna, a 28500
Lengos de cambraia de linho bordados com bi-
co, a 38, 5, 6 e 83.
Ditos de dita para homem, duzia, 68, 8, 10,12
e 143.
Retiro preto maco o melhor que tem appare-
flk, covado 38.
^Thapeos deso de seda para homem um 68-
Ditos dito de dita ingleza para homem, um 93,
1 e 128.
Bales para senhora, um, 3 e 43.
Panno de linho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para lenges, vara a 38200 e 3340P.
Lengos de cambraia bordados com bico, duzia
8 25500.
Gollinhss de cambraia bordadas, ums 320 rs.
Manguitos de dita ditaa, um 18-
Camisas psra meninos, duzia 158.
Fil de linbo bordado, vara 18200.
Dito de dito liso, vara 18800.
Cortes de brim de linho, um 18600.
XCMfiteMS-fltS9l6M3&i^tl69l3Mi}]ti
Vende-se chapeos populares denomina- tt
mwmmmm^mi
Charutos.
Verdadeiros. charutos de Ha-
vana vende-se na ra do Apollo
31. K
n.
8
nados chapeos do povo a 38.
Ditos de crioa branca a 3$~.
Ditos meacladosa 33.
Ditos cor de cat a 33: na loja do bem 1
coohecido Nabuco & C., na ra Nova S
o. 2. S
Vende-se mantinhas de raiz de coral jj
I proprios para as senhorae irem a misaa
do galo: vende-se na loja de Nabuco & J
. na ra Nova n. 2.
Asteas de ac para
balotode se-
nhora.
Vebde-se a 100 e 200 ri. a vara : ns ra do
Queimado loja de miudezas da boa fama o. 35.
Luvas de pellica de
JouTn.
Vende-se aa verdadeiras luvas de pellica de
Juvio para bomem e senhora a 28500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezas da boa fama
o. 35.
Cintos do ultimo gesto,
Vende-se cintos domados e de palha o mais
bello que possivel encootrar-se, pelo baratsi-
mo prego de 33 cada um,* ditos de fita de muito
lindos gostos a 2 ; tambem se vende firellas
muito lindas e de muitas qualidades proprias ni-
camente para cintos a 28 ; na ra do Queimada
loja de miudezas da boa fama n. 35.
Enfeites para cabega
Vende-ae os mais modernos enfeites que tem
vindo a este mercado, e de muitas qualidades a
7 e 8*000 cada um, ditoa pretos coro vidrilho s
18500: na ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama o. 35.
La muito fina para
bordar
Vende-se a 83 a libra : na ra do Queimado
loja do miudezas da boa fama n.35.
Cabellas e ramos, para casa-
mentes e bailes.
Vende-se muitissimo Unas e ricas capellas
brancas para noivas, com o competente ramo para
o peito, pelo baratissimo prego de 10 e 128, ra-
mos de flores muilo linas e de muito lindas co-
res a 38, ditoa mais inferiores pouca cousa a 18,
13500 e 2J: na ra do Queimado loja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Luvas de diversas quali-
dades
Vend-se muito superiores luvas de camurga
para bomens a 28 o par, ditas de fio de escossia
brancas e de cores a 800 rs., ditas de seda eu-
feitadas para senhora a 2$, ditas de torsal pretaa
a 13 : na ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 35.
CMcotes de gosto e muito
fortes.
Vende-se muito bonitos chicotes debaleiacom
casles de marfim e de metal para homens e se-
nhoras a 4 e 5cada um, ditos, de estallo tambem
muito bona a 38, ditos de junco porm muito bem
acabados a 1J: na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Gabazos pata sen\ior&ft e
me inas.
Vende-se pelo baratissimo e admiravel prego
de 3 e 48 cada um, e affianga-se que quem os vir
nao deisar de comprar, lao bonitos e uteis sao
elles : na ruado Queimado, na loja de miudezas
do boa fama n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occasio em que
se escreve e por muito pouco lempo fica preta e
bem preta, havendo a vantagem de ervir para
copiar cartas : na ras do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
g
g
g
S
g
g
,
g
gj
g
dl&i43MCMStS MfiVtt
R Aviso aos fumantes.
Na loja de Nabuco & C. na ra Novan.
2. vende-ae fumo de differentea qualida-
g es pora cachimbos f ClKdrroa sabor :
diurno caporal massos grandes a 23.
Dito dito pequeos a 13.
Dito de flor de barlebeck a 240 rs. >
Dito smericaco a 240 rs.
Cigarroa bota fogo do Rio de Janeiro a
a 200 rs.
Ditos de Havana a 240 rs.
i Ditos turcos em caixaa de 100 a 23.
Bolgas de borracha para fumo a 13.
Bocaes para charutos e cigarros.
Cachimbos da gesso.
R Ditos de massa.
o Ditos de espumado mar.
E outros muitos objectos proprios para
Sos fumantes.
Roupa feita. g
Na loja de Nabuco & C. ns ra Nova n. SE
2, veste-se um homem dosps at a ca- 8
II bega por diversos pregos.
NMowaK mm mmmmi
Aviso aos amantes dos I
presepes
Na loja de Nabuco &C na ra Nova n.
2, vende-se excellenies pandeiros para
presepes por prego commodo.
Vende-se na loja de Nabuco & C. na
roa Novan. 2. os mais modernos chapeos !
de palha a Travista para senhoras, ditos
* a Garibaldi, ditoa a Cavour, ditos de seda
f a turca para meninos, ditos de palha a
5 Garibaldi, ditos a hespanhola e de outras
muitaa qualidades tanto de seda como de !
palha que se vendem mais barato do que '
em outrs qualquer parte.
5 Nabuco &C. com loja na ra Nova n.
2, receberam pelo ultimo navio um lindo
sortimento de eofeites de froco com vi-
drilhos, ditos de retro* preto e de cores
m ditos de filas e flores, ricas grioaldas pa-
ra noivas, e outros muilos eofeites
se vendem barato.
Gneros para a festa.
Manleiga franceza a 640 rs. a libra, dita ingle-
za a 800 rs., toucinho a 320 rs., arroz a 100 rs..
cha a 28560, batatas a 60 rs., sabo massa a 200
rs., dito amarello a 160 rs., macarro, talharim
e alelria a 500 ra., ervilhasa 120 rs., caf a 200,
JJ 2COrs., h1"50 a 100 is., lpiata 180 e
200 rs., velas de carnauba a 400 rs., ditas de es-
permacele a 760 rs. vinho do Porto engarrafado
a 800 rs azeite de carrapatoa 400 rs., dito de
coco a 440 ra., queijos a 23500, baoha a 480 rs.
a libra, arroz de casca a 33600 o sacco, espirito
de vinho a 18700 a caada, agurdente de cana
200 rs. j engarrafada : na travessa do paleo
do Paraizo o. 16, frente
portas.
amarella taberna de 4
que.
Rap francez.
Vende-se na loja de Nabuco & C. na
ra Nova n. 2, rap francez a 38 a Ubre.
Nabuco & C. com loja na ra Nova o.
2, acabara de recebar pelo ultimo navio
francez um lindo sortimento de vestua-
rios para meninos de 2 a 6 aonos, como
sejam vestuarios de velludo, ditos de se-
da, ditoa de merino, ditos de fustao bor-
dados e de outras muitas qualidades que
ae vendem mais barato do que em outra
qualquer parte.
Attenco.
_ a
Km casa de Basto & Lemos, no Recite, ra do
Trapiche n. 15, vendem-se os seguintes gneros
P"modo prego para fechar contas, a saber:
afobilias italianas de msdeira branca, consis-
uodo em cadeiras singelas, de brago e aophs, de
um gosto o mala delicado possivel.
Chapeoa do palhaula Italia amarellos e de co-
res para homens e meninos.
Vinho de Bordeaux.
Cognac verdadeiro.
Abainlhio superior.
Krstchidem.
Lcorea fino* em garrafas de crystal branco.
Todsa estas bebidas ero calas de urna dsi.
Jarras ou lalbas de barro vidrado, grandes e
tas, de 7, 10e 12pollegadaa quadradaa cada usaa.
Novidads sem igual na
loja 4o .Pavo
Acabada ebegar a este easaM#cim#AoBUD va-
riado sortimento de orgahdys, proprios para ves-
tidos sendo o gostoa ltimamente noaoa, e se
vandem a 720 ris o covado por estar muito pr-
xima-a feata, aaaim como vendm-ae os mais.
ricos e modernos afeites para cabeca de senbo-
rati fis m da InpmUb, W loW de Gama &
ailv.
Sintos para senhora.
v*-ae na loja de Nabuco & C. na
raaNovan. 2, ricos sintos doorados, di-
_ tos prataedos, ditoa de fitas de seda e de
| reliado, lado por preco commodo.
tus -mmmmiianm !eMSd?M
Potea americana.
Vende-se potaasa
auperior qualidade:
americana muito nova e de
po escriptorio de Manoel
Attenco
36-IWa Kova-36
Nesta. eosrecontrarto senipfe um grande sor-
tfaeoto de reloglos de alflbeira, de ourq 4t
plata, patentes e horlsonUss, auissos; sala co-
nt m completo sormento derclogioa de para-
da de bancas, dos melhorea'WfilAtM poasl-
vil. faz la abara craalquer concert d relogto.
safa qual fot a qaalid.de, a o estado da rotp, os
cooeertoi *io Jaogadoa. ^ m*
uauba fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos xrandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Novos candieiros para gaz
Um grande sortimento de candieiros
para gaz, desde o mais barato at o
mais rico que tem vindo a este mercado^
na ra da Senzala Nova n. 42.
Presunto para
fiambre a 560 rs.
a libra,
Vende-se no armazem do
Progresso no largo da Penha
n 8.
Libras sterlinas.
Vende-ae no escriptorio de Manoel Ignacio de
Olveira e Filho largo do CorpoSanto.
Enfeites para senhora
doa mais finos que ha no mercado : na roa larga
do Rosario o. 38, loja de miudezas de Macoel
Jos Lopes; na mesma loja vende-ae rap de
Lisboa, dito rolao francez, dito Meuron, dito prin-
ceza, dito gaze fino, dito do Rocha, dito grosso
dito meio grosso, todo ete rap vende-se tanto
em libras como em oitavas ; vendem-se cintos
douradoa com franja e sem ella, luvas de pellica
amarella e branca para senhora, brancas para
homem, capellas brsocas proprias psra noivas
chapos de sol para senhora de sedas bordadas, e
outros muitas miudezas em conta, que a vista
doa compradores se dir o prego de tudo.
Na ra das cruzes n. 12.
Vende-se junco fino de 1.a, 2.* e3.*sorte
mais barato do que em outra qualquer parte, ven-
de-se palha preparada, tambem empalnam-se
obras com toda a parfeicao e preatezi. Na mea-
roa vende-as urna crioula moga com algumas ha-
bilidades : quem pretender, dirija-ae a mesma
ra o. 12.
Burros e cavllos.
VedAm-se recenteraente chegados, de Monte-
video 20 cavllos e 4 burros, como tambem urna
perelha de burros para erro, bastante gordos e
grandes, e U cocinados, sendo que nestaprovin-
cia nao ha Igual: na ra do Trapiche 7*8.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-ie em prelo e a relalho de urna lacea
parajetau, e por Commodo prego: oa raa da Mt-
4rt-fe-atol confronto botica d. 80.
ve-se com a
tinta azul, e fica
preta.
A loga de Aguia-Bcaca acaba de recober de sua
encommeTda essa apreciavel tinta que ao escre-
ver-se azul e ao depois rica preta. Essa tinta
do afamado fabricante Adrien Maurio, o mea-
ra o que fabrica a segura tinta para marcar roup.
e elle pichoso como oa conservado de seu cr-
dito tem feito com que sua liota pela purificacSo
segurangs de cor, tenha merecido a primasia a
qnaotas outras spparegam. conservando de mais
a mais o vidrado escuro e mesclado de seus
boioes para previnir a falsiflca^o. A loja de Aguia
Branca, porem em etteegao a sua boa fregue-
" lem mollificado os pregos est vendendo a
590 e 800 lis os boioes. grandes e immediatos,
tazeodo anda algama differenga a quem comprart
maior porgSo para tornr a vender. Tambem se '
I5S frasquinliow-coiii tinta para marcar roupa a
640 e 1:000 ris, tudo oa ra do Queimado loia
de Aguia-Branca, n. 16.
Attenco*
Por mais exforgos que faga
Nao me qner a musa valer
Todos emflm venham ver
Calcados, bons, e de graga.
Na ra Ettreila do Bosarioloja dec.ilgado coc-
fro"Jo a igreja, bolins psra meninos de 25 a 82
2,500 a 3,000. sapates de diversos feilios para
meninos e homens a 2:700 3:000, 3:300. 3:500,
4:000, 4:800, 5 000 5:500, sapatoes aberlos oa
frente para rapazea a 2:600 sapatos rasos abertos
cordavao 2:500. botinas demarroquim para se-
nhora 2:000 ditas todas de pao de cores sem
salto 3:000, ditas ditas com salto 4 000, bolinas
parasintora e meninas do ultimo gosto, ditas de
setim sera salto, sapatos de dito e outras muitas
qualidades por commodos pregos.
Ra Nova
n. 32, loja de Thom
Lopes de Sena,
recebeu em direitura de Paris diversos objectos
de moda de apurado gosto, como sejam : chapeos
de palha da Italia para senhora, ditos Amazonas
ditos a Traviale, ditos a Garibaldi, chapeos d
seda para senhora, ditos de aeda pretos, e tonca-
dos de diversas cores para chapeos, grioaldas de
flores de diversas cores, rames de flores e rosas
para enfeites, leques de madreperola do melhor
que tem vindo ao mercado, manguitos com gol-
linhas bordadas para senhora, ditos de fil com
bicos de guipure, sintos com flvelas, vestidos de
bldnde para noiva, capellas com ramos para as
ditas, luvas enfeitsdss para noiva, chapeos de
differentes cores e tamanhos para meninos se bapy
tisarem, touquinbas de merino e meias de seda
para os ditos, espartilhos para senhora, ditos com
carriteis, fitas de seda de diversas cores e largu-
ras. Na mesma casa recebem-se figurinoi todos
os mezes, e fazem-se vestidos, capas e mantele-
tes para senhora, e vestuarios para meninos.
Casta iihas,
Vendem-se caoastras pequeas com castanhas
muito novas, chegadas no vapor. i7) i arroba :
oa ra estreita do Rosario n. 11.
Novidade.
Caixas com 150 magias chegadas no vapor a
t*&000.
Ditas com doce secco raioba Claudia.
Ditaa com doce secco de marmello.
Ditas com doce secco de pecego.
Caixes com doce de goiaba superior.
Presuntos para fiambre, libra a 500 rs.
Queijo londrino.
Dito pralo.
E outros muitos gneros que seria enfadonho
mencionar, vende-se tudo muito em coola, do
armazem de Sodr & C, na ra estreita do Ro-
sario o. 11.
Pannos finos
a 2,000 rs
Vende-se pauno preto e cor de caf a 2# o co-
vado : na ra da Imperatriz n. 60*. loja do paTao.
Casemira a 3#500.
Vende-se casemira entestada para caigas e pa-
lelotsa 3500 o corte de caiga, ou a 2} o covado:
na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Agurdente de canna.
Vendem-se ancoras com superior agurdenla
de canna : na ra da Cadeia do Recife n. 50. a
tratar.com Cunha e Silva.
Loja das 6 por^
tas em frente do
Livrarnento.
Chapeos de sol de alpaca a 4$.
Duzia de meiascruaa para homem a
19200 e o par a 180 rs., ditas brancas
muito finas a 2J500 a duzia, lengoa de
cassa com barra de corea a ISO ra. cada
um, ditos brancos a 160 ra., bales de
20 e 30 arcos a 3J, lazinba para ves-
tidos a 240 o covado, chelea de merino
eslampados finos a 5 e 6, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
e.meiade largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso a 640 ra. a vara, pe-
gaa de cambraia lisa fina a 39, cassas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 rs o
covado, calcinhas para menina de escola
a 1J o par, gravatinhas de tranga a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
gum dusia 29, pegas de cambraia de sal-
pico muito fina
tanha de rolo
220 e 240 rs.
aberta das6 horas da
noite.
a 39500, pegas de bre-
a 29. chitas francezas a
) covado, a loja est
manha as 9 da
_ ciaia anee
vende-se a metade do terreno que existe
no becco do Ferreiro, freguezia da Boa-Vista des-
ta cdsde, o qual terreno tem apenas um telheiro
e offerece bomllocal para edificagao. O terreno
aquelle, cuja parte existe unvaberto e por edifi-
car, exialindo na outra parle um moro e dua ca-
sas que o Sr. Domingos Antonio da Silva Beiris
indevidameole levantou ; na ra do Imperador
n. 54, primeiro andar, para tratar.
Attenco.
Chegou na ra do Queimado n. 89, loja de 4
portaa melpomeoe imperial com 6 palmos de lar-
gura a 29600 o covado, o mais moderno e apura-
do gosto que se pode encontrar para vestidos de
senhoras e meninaa.
Na loja do Vapor
Haa \ova n .
acha-se barato grande sortimento de calcado fran-
cez e inglez, roupa feita e perfumeriae muito
Bo* a.
psra cabera.
es mais moderooa enfeites que
tem Tindo a eate marcado, de muitaa qualidades
! %e" 7,lK2L?d, Blniu* *eu>* c -
drtlhosa 19600: na raa Direita loja de miu-
dezas o. 85, oode tem o lampea* do gas na
porta.
-. Na ra do Crespo n. 2 primeiro andar, ae
dlra quem vendo_jma mesa de amacollo de 20
palmos de comprWo e oo de largura, tetrada
de p anoo boa peca. v
Vende-ae, urna casa terrea ha paeo edifi-
cada de novo, oa bica doa Qoalro Cantos : j tra-
bar atraz da roa Nora b. 8.
Enfeites
Veadem-se
J~


rU-'-^'

ufio o mmamm: sht* 4 *o m dbembio o iw.
Fazcnda motiernisj^^HHp
vestidos,' ftr lJk 4 ffcfVcto.
Acb. de cbegar:eev eetabaaosiaMtf pelo
TIM( ***& ib liiltiHlUMM^i fj#ures
de seda, fazenda tinia DU vista nesle aereado,
que se rende por preco bsr&Usstmo.tpet* estar
uiuito prximo a fests, assim como unidas) mar-
quezinnas ou chapeoiinbe de sol para teimora :
na roa da Imperatriz n. 60, loja de Gana &
SOs.
Vende-te asta porfi de arroz con catea,
milito barato, em porc&ee granda e pequeas,
cbegado prximamente do Penedo : na roa Di-
reiu n. 89. padaria, de Antonio Airea de Miran-
da Guimaraes.
Esponjas finas
para o rosta
Vende-ae mu iiaas esponjas para rosia, a 2.
cada urna : oa ra do Queimado, loja d'aguu
bronca n. lt.
Lcife virgiaal
infallivel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal j bem coobecido como reme-
dio infallivel para aardaa e pannos, vende-se a
2 rs. o frasco na roa do Queimado, loja d'aguia
branca- n. 16.
N. O.Biebec & C.sueceaaores.rua da Gran
n. 4, tem para vender reiogios para algibeira de
ouro e prata.
Touquinhas de setim, sa-
. paiinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
para iraptisado.
Aloja d'aguia branca acaba de despachar de
sua propria encommenda, un bello eoittaaato
dos objectos cima, e de muito bons gostos, sen-
do as touquinhas de setim mu bem enfeitadas
de fitas e flores a 6j000, rindo cada urna en sua
caiiinhs, sapatiohos de setim branco muito bem
bordadas a 3| rs e meias de superior qualidade
tanto brancas como c6r de carne e-pioladas a 2J
rs. o par: quem munido de dinheiro dirigir-se I
ma do Queimado, Io]a d'aguia branca n. 16, nao
Ueiiar de comprar.
Eritremeios ^
bordados em
transparente.
Na loja d'aguia branca ae a aba em bello sorti-
aeolo de ntremelos bordados eaa una cambuta
Uanaparente, ocomo de seu coalume eSTren- ,
deudo baratamente a 1*300 a peca de Taras.
tondoquantidaeVbsetante decadTa*dtm.vra
vestidos ; e quem liver dlnbeiro approTeUar a
occasiio, e manda-loa;eotaprar aa ra do Quei-
do, loja d'aguia branca n. 16.
teaitetsaasen
Esperanca. *
Ra co Queimado ir. 33 A.S
ja. Receben directamente a a seo pedido !
J tinta ingleza azul preta da verdadelra, W*
W esta tinta se faz notar pela grande diffe- stt
aa renca eso ludo quer na durelo quer na g
I limpidez do liquido e ainda mais rrtoo-
F menda-se os potes que alm de aerem 9
Q de urna louqa mais aira que a ordinaria Mk
fu eos aa boca uva peqeos J facilita a sahida da tinta, a (B inca morque'9
9 ninguem tem por isso so se deve pro- 9
ijk curar aa loja Esperanca roa de Quelms- Z
do Guimaraes & Rocha, pote d 1|4 a T?
400 rs.,del|t a 800 rs. #
9 Agulhas Victoria pela aceitaran1 qae fc
tena ttde estamos prevenaos de- groado 3
vende a W
e variado sortimenlo e se
rs. o papel: loja Esperanza. A"
Siotoscom Gretas desloa 1500, ve- ja
nham de pressa que ni cbegsm- pora 1
quem quer, dourados e prateados i 3, i
eat-se acabando. aa
9&B89 ** #5
Agulhas imperiaes.
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Veodem-se oissimas cassas garibaldinas sen-
do estas cassas as mera modernas que tem che-
gado a 360 rs. o eovado : na ra da lmperatiii
n. 60, loja de Gama & Silva.
Peonas galvanisadas.
A loja d'aguia branca recebes essas pennas
galvanisadas, de novissima e mui bos qualidade,
o as est vendeodo a 2000 a csixioh com urna
groza. Aa primeiraa dessaa peanas foram offe-
reciias Garibaldi, e por isso trazem o seu re-
tracto, e as referidas caixas se encentra o ds-
tico peonas Garibaldi.
S ae encontrara na ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 16.
Leques.
Ven<1em-se lindos leques de madreperola, o
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro, roa
do Cabug o. 1 B.
I
Lientos broncos muito
tinos. I
Veodem-se lencos brancos muito finos, pelo
diminuto preco de 2*400 a duzia, grande pe-
ehincha : na loja da boaf, na ra do Queimado
numero 22.
C^aaivetesfixos paraabrir
latas, i
Chegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fnos para abrir latas de sardinha, doce,
bolachiohas etc., etc. Agora pelai testa come se
muito dessas cousas e por isso necessario ter
um desses caivetes cojo importe 19, eomprao-
do-se na ra do Queimado loja da aguia branca
D. 16, nica parte onde os ha.
Alej
vender
aqu (pela prmeira vez] as superiores agulh
imperiaes, como fundo douredo el mei bem f*i-
taa, sendo para alfaiatea e costureires, e custa
cada papel 160 re. A agulha- aasim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e em regra sao
maia baratas do que as oulras: quem as com-
prar ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n
lo, dir aempre bem dellas.
Mui bonitas
e boas l tas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'agoia branca acaba dereeeber de sua
encommenda diversos artigos de guato, e proprtoa
para estoles de vestidos de noivss- ou convida.
das, sendo bicos de blond da diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhose sem elles, cascarri'.haa brancas e roui-
tas outrascores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sefflrs, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, n-ui
bonitas e boas fitas de chamalote, e emfim aui-
tos outros objectos que a pedido do comprador
sero ptenles, e vista do dinheiro naoae dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.


Vcncf^tMIPysrjffilIWM* .
orxt ]Ute e oufaro terr8stra\ proprio
pa beti. e wpnmdet goo^ipta. Ot
ldanles qii% oa .pcettnd^rem podem
(lirigir-e a livraria unireraal de Guima-
res& OliTeira, na ra do faiperadosr.
Tiras bordadas.
Teadvi-se fiaiuima* tfras bordadas alf elJrjOO
a pega, babados francezea muito fios e cen'
bordados muito Modosa Sg, 29500, 3J e 4|500 a
i: na ron do Queimado loja de mludezas a
famz}. 35.
Agulhas francezas
Veade-se agulhas franeezas de fondo dourartos
das meHiores que tem viudo aa mercado a 10
ra o |>epef, carteraa d marroauim com agalbas
sortidas e todas de muito btf qualidade a 19
cada urna, ditas de papel dourados e com multo
bu m sefli meato a 30 se., eaixionas com 100
agulhas sorlide ta*ite Boas a a*) e 360 rs. ca-
da urna : na ra do Queimado loja de roiudezas
da boa fama n. 35.
Fitas de seda.
Na ra Nova o. 22- ten) para vender fltardiB ta-
ds da corea muilo bonitas, e barstisiimas para
acabar. f
Fitas de ehamalo-
te multo boas e
bonitas.
A loja d'aguia branca asaba de receber pelo va- .
por ioglez sua encommeoda de boss, bonitas e'
largas fita* de chamalote branca e ouiraa cores,.
aa quaes sao excalleo ter para cintos, lac.os. etc.,
D
$ft M fh
uOb
Ba rbalho (Cabo.) -
4BA DO IMPERADORA.
Am~^..a^^*^*0 "'^ *T'o* lomtidade de louca e de toda aa qu.lidades. o que se pode
myoe bem fabricado e de boa qwatldade de barro, coma propriedade da conservar a agua
etapre iria^ cerne s]am jarras, resfnadorea, muriogues. qusrrinbas, garrafas, copo para agua ete.
De obras vidradas.
..#.Iam rh50yT"f0PBf florea-, tathas. alguidarea de todos os tamanhos, aasadeiras, boioes
H ^P^Le se^. "" Panl!,,1" P"'? frer-se bolos, cacarolas, eofaias, frlgideiras e mullas ou-
tras pecas que sena enfadonho mencionar.
.**i, D'PT,t,rio < -fabrica pnmeira deste genero entre nos espera obter do reapeiuvel
pOTiicoammacioconcurrencia e para conseguir esse fim vende a sua louca mais barata do que
B aqu nr rendir neata cidade.
^^ Apronrpla-qnalquertactura para exportar, alm dos procos com modoa porque vendo, di to
>or*euio P*I"aem C0,Dpm d6 i009 P"r" Cim* deM* 1u,otU D,ra IM00, r*5
Qualquer encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador o. 41.
Tem o fundo dourado.
a d'aguia branca leudo em vistas semprci j* 1"aes sa0 ecalleoter para cintos, lajos, etc.j
o bom, mandou vr, acabam de cbeuar vetidos para caiamaotos e bailes, atsim como
ela primeira vez] as- superiores agulhas para cos de t,ouliueles, clnteiros de criancas e
muitas outras diversas' coasas, e como de seu
cosiume os precos sao menores do qae em'outra
qualquer parte; aasim quem munido de dinhei- '
ro, dirigir-se a roa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16. seri bem servido.
Para acabara
[Na ra do Queimado n. OJ
loja de 4 portas.
Vende-se chapelinas de seda para se-
uhora a 89.
Organdys padroes os mais moderaos
600 rs. a vara.
Sedinhaa de quadrinhoa a 800 ra\ o co-
rado.
Casacas de panno preto muito fino
.204000.
Manteletes pretos a 15| e 0J>.
Riquissimos vestidos de seda de cores
e pretos o mais moderno que tem appa-
recido e por baraliaairao prego.
Veodem-se libras aterlinas ; no escriptorio
de Amorim Irmos. ra da Cruz n. 3.
?vRUA DO QUEIMADO N?46
f^hp CKANDEMTIMENT0
N. 20Ra da Imperatriz--N. 20
O haratairn nirlu .n.K. ____C___^ ...
i aa Spr^enjo completo de sobreeasacos de panno a S&J, 28, 30J e 35. caaacos muito bem
leitas a Xg, 28g, 30g e 36j, paletots acasacados de panno preto de 16 at tj, ditos de casemira
de cor a la, 18$ e 20f. paletots saceos de panno e casemira de 8 at 14J, ditos saceos de alpaca
2*'r!2 s ? A* ** al6 *obre de 'paca e merino de 7 at 10, calgaa pretas de casemira de
J al ltS, ditos de cor ie7j) at 10$, roupaa para menino de todos os tamaoboa. grande aorti-
mento de rouoas de brlns como sejam caigas, palelois e colletas, sortimenlo de colletas pretoa da
setim, casemira e velludo de 4 a 9|,.ditos para caeamentoa 5 e 6, paletots brancos de bra-
,rp-. mante a r! TcovadoSneito?. A.Uih" bo'd,,,M n,oito noa chitas com slgum toque de mofo a 16n itZ'' ?*&* f'l""> <, "aemira. ingle, par. homem, menino e aenhora, aeralas de
rs. o corado, pellos para camisas brancos e de cores a 160 rs. hnho e ,g<"la. chapeoa de sol de seda, tovas de seda de Jouvio para hornero e senhora. Te-
--------_____________________________________ f^1 umt grajide anrlca de alfaiale oode recebemos encommendaa de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil meatre de aamelhante arte e um peasoal de mais de
O barateiro Ouarte acaba de receber novifsortiroento de fazendas que ret
^"Guimaraes
i
S'ncoenU nh.i.. .|M,|. pnrunino,o0i.o,u.lq,10r nhr.com
que em outra qualquer ca*.
pronaptldSo mais barato
de ail
Para engommado.
Vendem-sejrasquinhos com escencia de ail
cousa ezcellente para engommado porque urna
gota delta bastante para dar cor em urna bacia
de gamma tendo de mais a mais a pieciosidade de
Dio manchar a roupa como muitas vezes acon-
tece com o p de ail Cusa cada frasquinho
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.

Micangas miudas de todas
as cores.
A loja d'aguia branca acaba da receber e&aas
procuradas micangas miudas que servem para
puioiraa e oulras cousas, e por isso avisa as
pessoas que ellas esperavsm e ai que novamente
quierem comprar que munidos de 500 ris com-
prarlo um masso muito maiordo que os antigos,
Isso someole na loja d'agoia branca, ra do Quei-
mado n. 16..
Grvalas da mola.
Na loja da boa f, na roa do Queimado n. 22,
re encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se veodem por
procos baratissimos, como sejam: estreitinlns
pretas e de lindas cores a 1. ditas com pontas
largas a 1500, ditas pretas bordadas a 1600. di-
tas pretas para duas voltas 2g ; na mencionada
foja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Vende-se o grande sitio denominado Csia-
tia, sito na freguezi*j)a-Varzea, de muito boas
trras, que ludo quanto se planta di urna grande
quantidade, com urna casa de taipa j coberla,
urna dita de fazer ftrinha, grande quantidade de
ps de cafezeiros, com diversos pea de fructeiraa,
como seja larangeiras, coquearos, etc., etc.; e
tambem veodem-se does vaccas que dao bastan-
te Leite, urna dellas com a cria j grande, e um
burro manso : a tratar aa ra do Sebo a. 90.
Vende-se
azeite de dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzese machinas, mais btalo do que
em qualquer outra parte; na ra do Vicario n.
19, primeiro andar.
Macas,nozess cas-
taiihas e figos.
Todo chegado no ultimo paquete, vende-se nos
armazena Progressivo e Progresista no largo do
Carmo n.9 e ra das Grases o. 36, macias a 40
rs.e 120 SI a erwbs. affl*ne4f-ne>.aerem muito oovm fi-
gos a- MO i libra e 8 svre*. trozeay SOfll
rs. a libra e ad>jOa) a arroba, grrads com 5 gir-
raf. de vinagre a uve ro a"!S00. 6 O ta'ritlo
Tas o draheiro/ao-aa Prefrosaivo e Proaresart-
ta do largo do Carato o. 9 e ra das Cruies au-
ero 86.
Luvas de Jouvlm.
Veadem.** as verdadeiras luvaade Jaavio. cae
asdaa por -ate attime paquete 4* larap, : 0
loja dAiaiiirde ouro, rea do Canagl n,T.
Ra do Crespo numero 17.
Vendem liaratissimo.
Cambraias da China bordadas. t *
k "^. ***** a '8 pega, e o mais rico sortimento de fazen-
das boas para sonhora e meninas, dao-se amostras.
MantJwoLe CdP(lS de grS VTelootiaio>> Pe haver de ais gesto e precos
Gam:!^zrm /,oroem *- -*- w ......
ARIHAZEM
roupa'fsita
Joaquim F. dos Sautos.
40-Eui do Oueimado 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo da roupa (sita de
todas as quahd.des e tambem so manda executar por medida vontade os reaue-
zes para o que tem um doa melhores profassoras.
Casacas ue panno preto a 40,
. 35fe 30*000
So^recasacosda dito dito a 35 e 30#000
Paletots de panno preto e de co-
res a 35. 30, 25, 10, 18 e 20#000
Ditos de casemira de corea a 22. ,
15|,12. 7 e 99000
Ditoa de alpaca prela golls de
velludo fraacezas a t00O
Ditos de merlori setim pretos o
de corfs a 9f o 8>000
Ditos de alpaca da cores a 5 a 39500
Ditos de alpaca prela a9, 7. 5 e 8|960J
Ditos de brim de torea a 51,
450t>, 4j e *
Ditos d bramante de Unto bran-
co a 6. 5f e
Ditos de snerio de cordSo preto
Calc\StaWmfra prets ede co-
DUa*,.da pnpceza e merino de
cordio preto a 5, 65O0 a
i Ditead* brim braoco de.crea a
Cal' ;a dt cores a
[gollete de e,iJkdo pretoLe de
Dilps acasemfra preta
bordados a 6,
3J000
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco afta
Ditos de gorgurao de teda pistos
e da cores a 7, 6, 4$ e
Ditos de brim faatao branco a
3|5O0, 2*500e
Srreulaa do brim de liaba a 2 e
Ditas de algodio a l#600 o
Camisas de peito Iffnstao branca
ede cores a 2400 e
Ditas de paito Oelieho a 5, 4$ a 3*000
Ditas dt madapoln brancas e de
cores a 8. 2|500, 2 a 1
fren*
5000
5000
5}000
3*000
2100
128
2100
E ARMAZEM
DE
Joaquina Francisco dos Santos.
40fu do Oueimado40
Defronte do becco da Congregaco, letreiro verde.
VENDE-SE 0 SEGUINTE:
- Para casamentos.
Ricoscortesde vestido de fil ou blond de seda branca com ramo e caoelli o
mais moderno e superior que ha no mercado. '
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a branco e
COlCSa ^SBh
Ditos de tarlitana branca bordados a branco e corea.
Ditos de cambraia branca bordados s branco com muita elegancia.
Ditos de barege de seda de cores com barras e listas, novos-gostos americanos.
Saias bordadas
que hs'no'roercad6 Cambr*a b"nCa bord,d" com o mais apurado goato e mais finaa
Ditss de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos corles de vestido de cambraia branca bordados com muita elegancia
mais moderno e mais superior que ha no mercado. elegancia, o
Manteletes .
.ftmR.i.C.0.,m^Blelete de ,eda de cores prelos BO"ados Usos com eafeiles. bem
como arrendados, por precos commodos. .
Lencos.
Ricos len$os de cambraia de linho bordados a 3,4e5 cadaum.
Chalas,
Ricos chales de tonquim brancos bordados de ponta redonda ede 4 pontas.
,,,.,'! d,s '?en1as cima mencionadas lera um grande sortimento de todas aa
quaiidades, que nao possivel mencionar-se pelo grande espaco que lomara
SJf
i^
formadmaUJulaiai
8f500e
Ditoa de fe Uro a *-. 5, r*jrs
Ditosdeaot de s*"1a teglezos
frsnrerosal!,*!/,-$**
Colsriobos de lineo muito finos
novoifeitios dapltil
j Ditos da algotai
i|EM ^elogios de on-
sontal
Ditos da |_
tente e horiionUea a 40 e
Obras de (toro, aderecos
aderejos. pulcelras, roztU e
Toarhaade llono duzla lOf, 6 a
Ditas grandes para mesa ama 3 e
Wo
woo
TJ66
800
a FEuTTfL
Grande exp&sieao de frnclas doces e queijos.
boas p' fesa':na '"* ****** do.Rosario n. 11. tem um grande sortimento de tudo quanto
Fructas. Doces secos! Boce de
Hr calda.
?ondea-.
6r>r. :na
aaafd
i m
grvala*
oa I6ja da
Vdeai-s. saperiore* prea-mfos iaajlezta para
fiambre a 600 ra. a libra : do armaMm de Tasso
Irmaos. roa do Amorim n. 35.
****** ti lkaJrfwes, am aya escriptorio
w-raa da^tajarte n. 10, tea OaraVtader;
Ricos a elegantes punes.
Superior vinhodo Porto em caixas da urna daxla
Balancaa deeimevS.
Superioees charutos da Baha dos BraMtrtf -
bricantes.
Pumo em foffta superior.
Pregoa a cazadas portagvezas ; cojos artigos aa
jeodam por procos mdicos.
# N
Ricos vestido? da blondo
capetta e sala da setim.
manta,
{Vestidos de casamento.
estidos dar blondo o
sala, da setim.
Superiores
vestidos de seda, de cambraia bordado,
de phantaaia,chapeos d pedir-, eofeites
moderos para cabeca, capas e mantele-
tas corrpridos o mais moderno, sedas a
la de quadrinho, cambraias de cores, es-
pariilhos, siotos, leques, ssias balio,
mena elaaticaa e camisa do liabo para
senhora, fil e tsrtstaoa para vestidos',
chales de pont* sedeada e manguitos
modernos.
Roupa feita.
Calcaa, colletes, paletotte sobreeasacos
de panno, caaemira, chapeos de castor,
botinas de Melrl.
Para acabar.
Cohclws de la asada propria para-:ama
ou coberta de piaao a 5, manguitos e
gollas bordadas de liabo e de fmtao a 2
seda de quadrinhoa a ljioa, lfcziDh,
640 ra. o corado : na loja n. 23 ra oa
Cadeia confronte ao becco largo de Gargel
& Perdigao.
Feijo de corda.
No armazea de Tasso Irmos, ra do Amorim
numero 35.

exposico de can-
dieiros econ-
micos.
0 propietario deste novo estabelecimento avi-
sa ao publico e a todos.os consumidores, que tem
recebido um grande sortimento de aandieiros de
novo modello, riquiesimos- para ornar salsa, todes
esmaltados de diversidades de cores, desde o
mais rico at o mais ordinario, assim como ua
grande sortimento de gar d primeira qualidade,
pelo prego maia barato que se pode encontrar;
assim como tambem meias Tatas, e as garrafas : *
oa ra Nova n. 24, loia do Vianna.
Potassa da Ma.
Vende-se em casa de N. O Bieber &
C-, successores, ruada Cruz n. 4-
M.e\as para sn\iTa.
Veodem-se superiores meias para, senhora pe-
lo baratiaaimo prego de 3*840 a duzia ; oa loia
da boa f, na ra do Queimado n. 2J.
Arado s americano te machina-
par a lavar roupa :em casa de S.P. Jos
hston 4 C. ra daSenzala n.42.
Grande pechinena
45 Ra Direita 45
Borseguins de Sras. de pe pequeo
- 3^500 e 4O60V
*
A loja da bandera
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa prego favorito.
Nova loja de funileiro da!
fu da Cruz do Recite !
numero 37.
\ Manoel Jos da Fonsecs participa a
tadoa osseus freguezes tanto da praca
cmodo mato,ejumamente aoreapeita-
velpublico, quatomou a deliberacao de
balxar o pre?o de todas as suaa obres.por
feujo motivo tam pora-Tender um grande
sortimento da baos e baciaa, todo da
dilTerentes tamanhos e dediversas cores
m pinturas, e juntamente am grande
sortimenlo dedi versas obrae, con tendo
baoheiros egamelaseomprides, grandes
e pequeas, machinas pora caf e cane-
cas para conduzr a as, latas grandes para conservar art-
nha e regadores ao nao da Europa, ditoa
gran dea e pequeos ao oao do Brasil e
-camas de vento, latas de arroba a 1},
bahagrandes a 4 e peque nea a 600
aa> ta ****" grandes a 5 e pequeas a
a 800 rs.,cocos de aza a 1 a duzia re-
S gadores regulares -nrnito barxn itiina
' gedores regulares muito barato, ditoa
pequeos a 460 rs., de todos estes objee-
tos ha pintadoa e em branco e tudo mais
se vende pela meaas preco possivel \ oa
loja da bandeira da ra da Cruz do Ir-
cife o. 37.
!
Peras graudas.
Peros.
Ijllac4es.
ffras.
Abaceit.
eheataa.
'UfV%MDl
i doa
i:
'ffsH Quelos*
Goiaba em caizoei
moito Bao.
Figos chelo;..
Ditos estrellados.
Dito en- cetras.
Pmsm de aiieantl.
Anreitas."
SapoM.
Abacaiff. .
*imo;
PRWfvTVo
Catt.
Saput. :*
Abaeaif.
Birinb.
tm.
JlarnHUda. |-
Geleia de marmoto.
Vande-sa araeasa da/otadaja ftttr & C,
ra do Viga rio n. 3 na bello sor li ment ae
ralogios de ouro, pateleiof es, da oro dos mais
afamados fabrican tea de Liverpool; uaaam
uaa variedad* de bonitos traaealiwpsrs oa
Besaos.
Attencao.
Jrssdo'tfores-ebraBcdsieem carrttets da mrnor
f. brkoete de Inalaiarta aa quaes aa Tendn mi
precoa mu razoaveis.
laaaoMtv
iOe,
ndrino
Bolachinha
foiJX&iJ,
Cfioeolate
*a todas as qualrdades.
Sorvete ao meio dia e a aoRe.
de todas ss qaalidaded.
meo.,
do Queimado n. 91.
Espanstdores
K-
o melhor qae ae pode encentrar oeste' geuero :
ns praca da Iadapeadeaeia a. 84.
i.. ^^.-. ._


[OUtlt DI WMUIIM. MITA MR! SO M
*a-t3
Francisco Fernandes Duarte

ti timo vaper aJ2*400, ditot do vapor pastado
Conoua-se a Vender oeste armazera de molhados os
meihorea gneros que vem m mercado, e por mullo menos preco do qua em outri qualquer parta,
para o ue recebe o proprietario era todoa oa reporet da Europa, a maior parte da aeua gneros,
colindo por petsots enearregtdas, para ate fim ; per taso ooramente participa os teas fregaezes.
oei a aos Srs. da praga como de eogeohos e larardores, qua quairaoa seguir aro progreaao, que
nlo deixem ao meos de comprar a primeira vez suas eocommendas, cerlo de que nao da gostar,
parco que aio aa peuparlo oa proprietarios. ara prestar toda attencao, e mesmo em aertiros par-
ladores rneoos prstieos, tie torneme se visssem ot Srt. peaaoalmente; e ebaixo mensionamoa
os prejoa de alguna generoi, por onde se pode jslgar que rendemos baratissirao.
na^Vei^a ngleZA mili OTparj,r qne ha no mercado a 800 rs e 1*000 a libra em
barril ae (ara a batimento.
^*M*a\jgaVeV&C03ajl\ Bono B0Tt g4o ri- Hbni e ^o, b,^ t m .
QU pfcrolft,'liywii preto uuiMam9Mionto mtn$0 ^e00t um>
1*600 ra a libra afiance-te a boa qnalidade.
Quecos do TOUheg,doaoeata
2*200.
mv* as melhores que se pode desojar a 40.e ISO rs. cada urna.
PrCXUntO ingle!. prpnM pm fiambres 900 rs. a libra, en porclo se tar abati-
meito.
PTCXUUtO aO TCIHO 0 que h- 4- bom 0Mte geB8ro a 430 ., libra e inteiro
440 rs.
D\VeVVt\S OOVaS erf>gtgoe de ame arroba a 1 cada aa.
^aiaiUO 0 mehor petiico que pode havef por estar prompto a toda hora a l| a libra.
Tl oueinhe do toiio 360 Uor, e ntnhtt, 99bO0
Caonfi^as e paios muUo n0TM, 560 libr,#
Hanua de poreo retinada.
e em barril a 440 rs.
i\X,eitHMi.S lOVlO \\OVaS l000 n a incortlit e em garrafa 30 rs.
Latas com bolaxinha de soda tooUDo differente, qM(tades m e
am porgao se fari abatimento.
H&$& OO toa&te, aiM DOri.do mercadoem latas de ama libra por 00 rs., ditas de
duaa ditas por 1*700.
Wlarmelaaa imperial d0 ,famaoo Abwn de 0^f0f n9il09 hbrtaanlea de Lisboa
a ly a libra, id latas de 1 libras por 1*800.
S^rVllnaS Iancera.8 neihorea que se pode desojar em meiaa latas por 500 rs.,
tambem tem porlugueza me latas esleirs a 610 rs.
CnOCOiate tranceZ 0 hespanhol chegado neste ultimo vapor a i J200 a libra.
PaSSaS ,roprf para podim a 800 re. a libra.
UOCe Oe alperene em |aU da 2 ,lbraa elegantemente eafeitadas a 1|200 cada urna.
KiSpermsete ,Upetior de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em caia a 740 rs.
latas com peixe em posta melhote, qaslldade8 qM ba em Porloga,,
Amendo canteitadas alSaHbrat dilMemmlo,oa80 .i,, com ca8ca
a 480 rs.
^ioxes e eastanhas
lstre\\inna
mais alva que ha no mercado a 480 rs. a libra
piladas muito oras a 160 rs. a libra.
para sopa a 640 rs. a libra e em caixiohas de 6 a 8 libras se fari abatirento.
AAetria, macar rao e taWu rim a m r, 1bra e em caxa, ^
sevaainiia fnceM B0u, noTa a 240 rs. a ura:
Farinha do Maranh&o mnlloalTa echer(;,aal60r,.
UVUlull dQ Dgommar, o que ae pode desejar por ser muilo alva a 100 rs. a libra.
^ipiSim reuito nove e limpo a 160 rs. a libra e em porcao se far abatimento.
J v o raspeitavel publico, que afiaocaodo-ae a boaqualidade dos generes cima mencio-
nados, se vende moito barato, e pelos quaes se poder julgar todos os demais que nao foram an-
nuociadoa.
brancos.
Vendem-ae superiores palatots de brim bronco
de puro linho, pelo baratiaaimo preco de 5g : oa
roa do Queimado a. 22, na bem conbeeida loja
da boa .
S3 ftli4 DIMITA 53
Grnele armazem.
erra gen* e mindezas.
Sem baodejsa, sem eolheres, sem garfea e fa-
cas, imposeivel pasear a festa I neste armazera,
pois, enconlraro as familias o melhor e mais ri-
co soriirreolo per precos iofariorea aos de pri-
meira mao, e reparem.
fe Bandejas recortadas e finas a 1*600.
i Ditss ditas a 2*.
Di las ditas a 8g. *
Oufras (sultana valid) 6*. 5 e 4*.
Faqueiros a 6g. 4*. 3*600 e 3*.
Colheres principe (sopa) 6J e 4*500.
Ditas arta (cha) 8* e 2*500.
Salitre, ferro, treos de cozioba, tudoqaaoto
perteoce a ferragens baralissimss.
Camas de vento de louro a 4*800, e de ama-
relio a 5*500.
Fogareiros para todo prego.
Grande
PSGm
Superiores paletots de panno preto muilo fino,
obra muito bem feita, pelo baratiasiroo preco de
20* ; oa ra do Queimado o. 22, aa bem conbe-
eida loja da boa f.
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para limpar
deates.
Na verdade urna estova para limpar pen tea
aempre necessaria esa qealquar toucador, e com
eapecialidade no da senhora tMarauo asete,
para que etla jeja perfeito aaaadar comprar
una destas aacoeasee cabo e arOm o nu-
dreperois que eustam 2*e 3* rs., naloja d'eguia
bfaaca, aa rea ruado Qaeimado a. 1C.
Navalhas (Ta^o
com cabo de marfim.
Veade-se oa loja d'aguia braaca mai Boas na-
valhasd'sco refinado com cabos de marfim,
para assegurer-se a bondade deHas'haata dizer-
ae que sha dea afamado* e acreditados fabrican-
tea Roeaeve 4 C, eueta cada estojo da duas oa-
valbaa 8*000: oaraeeo Qoeimalo, leja famiia
braaca, u. 4 ^
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Vaode-se mu bonitas bonecas com rosto, e
meia prrna de porcellana ana baratlasiroos precos
de 240,360,500,560. 640,720. 800 e 1*000: issn
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
50 ARa da Cadeia do Recife50 A
mm
Entre-meios bordados em
cambraia t^nspareate.
i loja da aguia branca veade-se entren
Goncalves de Oli'eira Saolus vende para apr-
senle estacao desle mei, fiquem certo que o au-
no viodouro o sol muda, e >m isso aproverle as
seguintes pechinchas :
Peca de cambraia tapada com 10 varas a 5*.
Dita dita dita muito Qnas 10 varas a 5*500.
Villudilho de ramagens que se tem vendido a
1* a 400 rs.
Panno-para mesa redonda a 3*.
Dito dita dita a 2*500.
Cambraia decores imitando organdys a vara a
a 480 rs.
Dita branca com 8 1|2 varas a 3J200.
Dita dita par forro a 2*.
Camisas francetas finaa*2*.
Ditas de fusto brancas a 2*.
Dita de linho a 28500.
Candieiros a gz,.
O proqrietario da nova expoaiclo doa candiel-
ros a gaz a?isa ao publico em feral, que ae acba
aempre sonido com grande e variarel soriimeoto
de candleiro desde o mala barato al o mais caro,
assim como um grande deposito de gaz idrogenio
verdaderamente econmico, recoohectdo verda-
deiramente por todoa oa consumidores : na ras
Nova ne. 20 e 24, Carneiro Vlanaa.
Nesla mesma eipotico se encontrar am va-
rlavel sotiimento de riquissimos qusdros de todas
aa quilidadea qua por gasto ee pode apreciar os
teus dosenhos, um riquissimo sortimenlo de
quinquilharias, contendo entre ellas riqoistimos
ravatorioa para quartos (gosto chinez), om varia-
lel sortimento de balalos com todos os preparoa
pera viagem, contendo pratos, facas, copos e on-
tfos frescos para condicionar, trros deeogom-
mar a vapor, machinas de bater ovoa a vapor,
machinas de fazer caf a vapor, espingardas de
dous canos trontadas e de alcance, mappas del
mundo, e outros muiros objectos que se vendem
jpo precos diminuios para acabar: raa Hova
numero 20.
Cambraia Visa.
Veade-se cambraia lisa transparente muito li-
ria, pelo barato preco de 4 e 5f a pe(a com 8 1|2
varas, dita tapada moito superior, peca de 10
varaa a 6f : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoaWiado de
linho.
Vende-te superior bramante de paro linho com
duas varas de largura at*400a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de pare linho,
com 8 palmos de largura a 2*500* vara: aa bem
condecida loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero 22.
Cortea de ca\*},
Vendem-aa cortes de calca de meia casemira
de cores escaras a 25 cada corte ; na leja da boa
f, na ra do Queimado n. 29.
Porl booquets,
Dourados com cabos de ma-
dre pe rola.
Chegaram opportonameote para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de-madreperole, conforme
asa propria encorroeoda, fiesndo assim remedias
da a falla que haria desses port bouquets de ges-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamentos e bailes que s contam nesses
diaa, por isso as pessoas que por elles esperavam
e as que de novo es quiaerem comprar dirigi-
rem-ae munidos de dioheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que enconlraro obra
de bom gosto, bartete, agrado e sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-te superiores salas de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
5*; a ellas, que ao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bam conhecida loja da boa f*
lofooo.
E' na ra do Queimado o. 89 loja de quatro
port's que se vende os.malhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bom gosto.
-W
da
loja do Pa#Oe
Pa r* te taperatrz 60
DE
Gama Acaba de chegar a esta eettbeleoimeate m
grande a variado aortimeolode fazenass.pfopriaa
para a festa, e seus doooa retoverana veoderem-
nat por precoa baratiasimes ver aatar ae Bmdo
anno e qaerecam aparar dioheiro, camoeeaaa :
cassas.
Um lindo sortlmelo de caaes* e varias coree
e quttidades, que vendem a 240 e 280 rs. o to-
vado.
Chitas a 240.
Vende-se flnissimas chitas fraacezas escaras e
alegres, fszenda quejeempre ae vendeu por ama
pataca e acaba-te a 240 rs. o corado : na roa da
Impsratriz n. 60, loja do Pavio.
Musselina a duzentos rs.
o covado.
Vende-se mosselina braaca om 4 e meto pal-
mos de largura a 200 res o corado e ditas da
cores asMisadae largara de chita a 200 res e ca-
vado aa ruada Imperatriz n. 60 roto do Povio.
S o Pavao em li-
quidaco.
Ricos tintos dourados lisos e com lislinhare
2*500, calcinhaa bordadas para meninos a 1*080,
golliohaa com manguitos a 1*600, golliohaa de
traspasso a 1 f, altas sem ser ee traspaaao- a 800
rs. lavas de seda em permito estada a 500 rs. o
par, chapeos deso de seda com franja muito de-
licados para senhora a 3*500, chalet grandes de
marin o 2*500, ditos de reda bordados a 8* cada
um, manguitos de cambraia bordados muito finos
a 800 e lg. eoeites para oabeca a 2*, para me-
ninas a 640 rs.
Pura homem.
Vende-se na loja do Pav3o um completo sor-
iimeoto de roupas, como aejam : palitos de pan-
no e casemira de todas s cores, calcas de case-
mira preta e de cores, ditas de brtm de todas as
qualidades, camitaa francezas lauto pata bomem
como para meninos por presos mais commodos
do que em outra qualquer parte. Do-ae amos-
iras de todaa'as fizeodas que em nossos aonun-
clos se vi, deixando ficar peohor : na ras da Im-
peralriz a. 60, onde tem um paveo pintado do
ahnefora, e para nao haver engaos de noite
l"m distico
O PAVAO.

Chapease palMnba fioa anestadot para
atoa* ; na ras do Crespo o. 10.
NOY* Xp08t#0.
Ra Nova n. 20.
Riquissimo aortimento da cutilerias em todo
o genero, assim eorao um riquissimo sortimenlo
de louca de porcelana para cozinba, riquissimo
tortimeaio de metaes, riquissimo sortimenlo de
miudezaa, e outros muitos artigos, que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar : na ra
Nava a. 20, taja de Carneiro Viaona.
Bombas dejapy.
Ra Nava a. 20, leja de Carneiro Viaona.
Cano* de chumbo
Ra Nova n. 20, toja deCtraeiro Vianna.
GELO.
as*
5 Charutos de Havana i
5 M 3
tjLojada ra do Crespo, de
Leandro A Miranda.
mais conhe-
Vendem-ae os melhoret e
idos charutos de Havana.
i
Vende-ee na-ra do Apollo
n. 31 defronte do theatro a 1$
a arroba, meia arroba a 2#5O0
e a 160 rs, a libra.
Champagne
do afsmado autor Chateao Laronaire a 14* o si-
go da urna duzia; na praca da Independencia
numero 22.
:
:
Nova california
DE
Fazendas baratas.
Na roa da Imperatriz a. 48, jante aj
padaria francez*.
Cortes' de cambraia branca com babadi-
nhos 4* e 4*600 superior 5*. cambraia li-
sa com 8 1[2vara3g. 3*500, a4*. ditas de
Escotsia 5*. e 6*, rieoa enfeites para se-
nhora 6*e6j500, tintos os mais delicados
para aeuhora 2*500. 3*. ctupelioa para cri-
a< gosto ingles 3500,4*, para baptlaado
3*. cortea de vestido de seda Eecosaeza de 1
bonitos gosto 12* estao se acabando, ri-
cea leacoa e labynatho 1, 1*200. chapeo
de sol para senhora de bonitas cores, liaos %
5*, cabo de marfim 5*500, cortea da cam-
braia brincot com for de seda S*. ri
do francez 200 ris o corado, coa
sorli raen tos de balees da arces 8,
montos de meias pata menino e s
S tOO e 240 ris o par. chatos da serla*
de cores a 640 rets. lances braaca com bar-
8 mi 10 ris coitoa iogtoss a 180 00 rs.
dila fraaceza a 240 e 980 rr. o aovado
# pecas deceobraia da farro com 9 varaa
# a 2* :joato a padaria francesa n. 48. #
GELO
Nova
exposicao
O proprieta rio deete novo Ml*lx>tnptni ma a honra de avisar ao -publico que tem no aeu
eslabelecimeolo exposta urna riquisaima galera
de quadios de phaolatia e histricos, que por
goato se pode possuir: na ra Nova n. 24, loja
do Vianna.
Agulhas mperiaes
tem o fuodo dourado.
A loja d'aguia branca, teodo em vista aempre
vender o bom, maadou vir de aua eouta essas
superiores agulhas imperiaes. as quaes acibaro
de chegar (pela primeira vez) teodo- ps fundos
dourados e pon tas mu bem liradas, e rusta cada
oapel 160 rs. Cozer-se com urna aeulha assim
boa, anima e adiaots quem trabalha, por isso
diriniremse ra do Queimado loja o'aguia
brenca n. 16, que sero bem servidos.
toada vnzala Novan.42
Vende-se am casada S. P .JonhstOB 4C,
allinsa ttlh5esaglezes,candeerose eatticaes
bronzsados,lonas aginias, fio devala,chicla
para carros, o montara .arreiotpara carro da
am aiout cvalos rajogio ida ouro paiantt
Dglaz.
imaiiSu
Vende-so salitre de primeira qualidade por me-
nos do que em outra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Osario Horeira Dias, no Forle
.o Mallos, ra da Hoeda n. 27.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Cartoei de clcheles francezes com 14 pares a
Mrs.
Bol oes de corea para casacos e paletots a 240
a duzia.
Ditos para calcas muito fios a 160 a gvoaa
Tiaocaa de lia para eslido, a peca a 40 rs.
La para bordar muito fioa e liadas cores, a li-
bra a 7*.
Maaaoacom grampoa a O r.
Linhas para bordar, a miada a 40 rt.
Ditaa de peao muito finas, miada grande a 240.
Franjas de linho para vestidos, a varea 120.
Appareihosde porcelana pera meninos, pinta-
dos e dourados a 1*600,21. 2*500 e 3*.
Cartas cesa alfiaeiea a 100 rs.
Bacess com atfinetes caneca chala s 40 rs.
Enfeites para senhora multo fiaos a 3, 4 a 7*.
Siatoa mailo fiaos pare senhora a 2* e 2*900.
Mena delaia epretaapara padre que aemore
vamderam a 2* a 640 rs. ^^
Eofeites com flores oara seahors a if.
Cslaasoo de.matni muito flaaa para atoa a 10*
rs. a dutis.
Garfos do mesmo metala 4*000a dauda.
Aaatoa caaae o tras muitaa miadeaaa finas aba-
Vendem-se no armazem de Braga Son & C.
oa roa da Hoeda,'tallas de ferro cuado do mu
acreditado labricanle Edwin Hsir a 100 rs. por
Jibe, as mesmts qea ae vendiam por 120 ra.
por meio de urna luzem que diz
La azi nhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se liaziohas de quadros para vesti-
do, fazeoda de apurado goato a 280 o covado ;
na ra da Imperatriz n. 60, toja do Pavo.
La chioeza a 400 rs.
Vande-se laziohas enfestadas a 400 rt. o co-
vado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cambraias de seda.
Vendem-se fioissimos cortes de cambraia de
seda com dous babados e de apurado gosto a
4*500 esda corte: na loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vendem-te fioissimos cortes de cambraia ta-
rrada com babados a duas salas, fazenda que aa
venda em qualquer parte a 8*000 rs o Pavo
eala torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
rea bordados a 23500, 3* e 3*500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Cambraias de sal-
picos a 4$000.
Veade-se cambraia branca com salpicos miudi-
ohoa, leudo fl ) .r. nada eorto, pelo baralia-
siuiu. preco de 48000, sendo fazeoda que sempre
se vndeu a 7*000: na ros da Imperatriz n. do,
loja 'do Cama 4 Silva.
CASSAS LAVRADAS.
Vende-se cassas lavradas fazen Rosto pelo baratissimo prego de 35500 : na ra da
Impcratjiz n. 60, loja do Pavo.
Sedas a covados.
Vende-se gradenaDles preto muilo incorpado
a 1$600, 1*800 e 2*000, dito edr de rota, azul e
amarello, sarja braaca lavrada para vestidos de
noivas, e outraa qualidades de sedas por precos
baratsimos : na rus da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
CHAPELINAS
a 6*5000 cada urna.
Vende-se chapelinaa moderoas eofeitadas com
muito gotlo para aenhora a 6*000 cada urna: na
ra da imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Leucos para mao.
Vendem-se muito delicados leocinhos de cam-
braia de linho com labyriniho a 2*500, ditos de
muito gosto a imitaco de labyriniho a 800 e
IgOOO: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavo.
Phantasia asis mil ris
Vende-se muito ricos vestidos de faotazia com
babados de muito bom gosto, fasendas de 12*000,
por 6*000, na ra da Imperatriz n. 60 loja do
Pavo.
Carros e carrosas
Em casa de N. O. Bieber
A G. successores ru da Cruz
numero 4.
Vendem-ae carros americanos mal elegantes
e leves para dttas a 4 pessoas e recebem-se ea-
commeadas para cujo fira elles possaem map-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
rocas para condueco de assuearetc.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mait nova a
superior que hs no mercado a a preco muito
commodo : no escriptorio de Minoel Ignacio d.
Oliveira & Filho, largo do Corp Santo.
Veade-se no srmazem de Jote Antonio Ho-
reira Diaa & C, raa da Cruz n. 26 :
Safraa a tornos para ferreiro.
Ferro anecio em barra.
Linhas de carrilel de 200 jardas.
Malas para viagem.
Esptugardas francezas muito finas em caixas de
per ai.
Ferros da lato para engommar.
Pregos francezea de todoa os tamanhos.'
Ditos batel grande.
Ditaa de eonslrucco.
.Braceagrandes para batanea.
Espingardas lazarioat.
Clavioetea inglezet.
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
randa e variado aortimento da
eitas, calcados o fazendas e todoa
I
na *
Filos.
Vende-a fil de linho bordado fazenda mailo
fina a 1*000 a vara, dito lizo a 800 rs., tarlataoa
branca e de todas as cores a 800 rs. a vara ; na
loja do Pavio.
Vestuarios
a emeo
ris.
mil
Noves enfeites e dolos
dourados.
Ricoa vestuarios de seda para meniaos, fazenda
de 12* por 5*000 ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
(Jambraias lisas.
Vendem-se pecas de cambraias lisas, fsxenda
muito fina, com 10 e meia vara cada peca, pelo
preco de 5*000 a peca, ditaa de 8 e meia varas a
2*500, a*. 3*500 e 4g, ditos de 6 e meia vara a 2*
e 2*500 a peca, ditos para forro coro 8 a meia va-
raa a 1^600 e 2* : na ra da Imperatriz, loja do
Pavio.
Baldes sem ferro a
3$200.
Vendem-se muito superiores satas de cordao
que fazem as vezea de baleo, tornando-te mais
recommendaveia por ae poderem lavar e engom-
mar. a 3*200 cada urna: na ra da Imperalriz n.
60, toja do Pavo.

Taixas.

Naloja
bordadas 0. *Ua i a transparente a 1* a
peca fia 8 raras, prajp esta porque a
Hfiae para vailido*.
No deposito to gdo ra do Apollo
a. 31, eenoie-ae geto de Isoje em d'wate
A loja d'aguia branca cha-te receotementa
provida deum bello e variado sertimento de en-1
feites de differeofaa oealieodee a gestos, os raisl
lindos que ootsival eneontrar-se ; asatm como
ssl igualmente bem aorlUa de -emboe -atatoa
4euradea earataedde. aendo liaaa, de lastrea
eailhra a JfiiiWU t-mlM>m -Um aiiraaeei*wiaaaasiina IW.....laiiata eera
e,a\agara lOUrCU UmOem recette^e matizados, e bem aaaim os de poetas c.wat, peta* para enferma de aer
|nj assignaturas dat pessoas particulares io* teodo ae todo mate oaaa sattsfszer o fcxj
* Ifo que seia diaria mente, at aue se **ea*Baaaa,ana mmsU 14oiaaahatro
laar.lL *'WuL *c. ara de comprar : na ra do Qaeimado,
(acabe o gelo. 1 g9it bt$au i*(
bom gott
lapa'a-
Flores finaSa
A' tata atora %raoeo aia*ja da de*pabafm
aaVostai-i aJaaoer de
bailoa;e
1
aa
mamllMdwiraroHado*
e vaatiot
roupas
estes sa vendem por precos moito modi-
ficado! como de seu cotlume.assim como
sejam sobreeasseos de superiores panno
e casacos feitos pelos ltimos figurinos
26*,28*. SO* e a 35, paletots doa mesmoa
pannos preto a 16|, 188. SO* e a 24,
ditos de casemira de edr mesclado e de
| novos ptdroet a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*.
ditos saceos das mesmas easemiraa de co-
res a 9*. 10*. 12* a a 14*. ditoa pretoa pe-
lo imiouio prt;o do 83. 10. 02$. ditOS
de sarja de seda a aobrecasacados a 12*,
K ditos de merino de cordao a 12*, ditos
de merino cbiaez de apurado goato a 15*,
ditoa de alpaca preta a 7*. 8*. 9* e a 10*.
ditos saceos pratos a 4*, ditoa de palha dp
I seda fazeoda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
ea 4*500, ditos de fuslao branco a 4*.
x grande quantidade de calcas de casemira
| preta e de cores a 7*, 8, 9 e a 10, ditas i
pardas a 3* e a 4*. ditss de brim decores S
tinas a 28500, 3*. 3*500 e a 4|, ditaa de I
brim brancos fiuas a 4*500. 5f, 5*500 e a S
6*, ditas de brim lona a 5* e a 6J, colletes S
de gorguro preto e de cores a 5| e a 6 J,
ditoa de casemira de cor e pretos s 4 S500 1
e a 5*. ditos de fusto branco e de brim o
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 4J, %
ditoa de merino para luto a 4* e a 4*500, i
calcas de merino para luto a 48500 e a 58, S
capas de borracha a 9*. Para meninos |
de todos os tamanhos : calcas de casemira 8
preta e de cor a 5$, 6* e a 7*, ditas ditas fi
de brim a 2J. 3* e a 3*500, paletots sac- 1
coa ae casemira preta a 6| e a 7, ditos
de cor a 6* a a 78, ditoa de alpaca a!3*.
aobrecasacos de panno preto al2*e a
14, ditos de alpaca preta a 5*, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
mises para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitoa
para meoinaa de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos s 8* e a 128, ditos de gorgu-
ro da cor a de la a 5* e a 6*, ditos da
brim a 3*, ditos de cambraia ricamente
bordadoa para baptisadoa.e muitas outras
fazendas e roupas (eitas que deizam de
ser mencionadas peta sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda equal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e qua para este fim
temos um completo sortimenlo de fazen-
das de gosto a urna grande officina deal-
faiate dirigida porum hbil mestre que
peta suapromptid eperfeico nadadei-
xaa desojar.
Attencao
Vendem-se caixoes vatios proprios
para bahuleirot.funileiros etc. a 1$280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem o tem
para vender.
Vende-se
oa ra do Queimado n. 4 9
oseguinte.
Peces de cambraia floa adamascada para erti-
nado contalttvares, pelo barato prego de 5*00.
Toalhas de liobo sdamascado para masa s 4*.
Cambraias de salpiros iraudes multo lineas a
5* a peca, ditas de ditoa miumohoa finas a 4*500.
Lencoes de bramante de linho a 4*080.
Cambraia ailada para forre da vestido, com
8 112 varea a e*ca por 2*.
Grandes colchss de fusto lavradas a 6*.
Chapeoa eafeiUdoa muito liados, proprios para
meninos s 7* esda om.
CebetaMOe ebria, goato corees, a1800.
liosa eapellat para noiva, de flor de tara sao. '
AlaaMaeoot 7 palveealargo a 00 rs. avaro
Tjsaeeit oe peooo de vmhe a IfNO.
Souhall Mellors & C. tsodo recobido 01-
eo para vooew o eeo oreoeido dapoaho de rtlo-
giua visto o ovleoOsyoa> tw-sotliaalo oa naco
Plvora.
Veade-se polvera de superior qualidade e
chumbo de manicio por menos do que em ootra
qualquer parte; tratar no escriptorio de Antonio
Cosario Moreira Dias, oe Forte do Mstto, raa da
Meeda n. 27.
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos frsneezes a imi-
taco dos de linbo, muito proprios para os taba-
quistas por serero de cores escuras e fizas, pela
baratissimo preeo de 5 e 6| s duzia : na ra do
Queimado o. 22. na bem conhecida laja da boa f.
Fd liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlataoa branca
e de cores, pelo biraliasimo preco de 800 rs. a
vsra ; na bem conhecida loja da boa f, na ra
do Queimado n. 22.
Toalhas pata mitos.
Vendem se muito boas toalbas para mos pelo
barato preco de5* duzia ; na ru do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
K i eos enfeites.
Yeodem-ae ricoa e superiores eoeites os mais
modernos que ha, pretos a da cores, pelo bara- '
intimo preco de 6 a 6*500 : oa loja da boa f,
na roa do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraiaa francezas de lindas co-
res, pelo baratissimo preco de 280 o covado ; na
ra do Queimado o. 22, na bem conhecida leta
da boa f. ^
-Cambraias francezas flnissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muito bonitos padrees, pelo barato preco/de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
Vendem-se osengeDhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correte s e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de eDge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pesy o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ruada Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
4 musselina do Pavo a
200 rs. o covado.
Vende-se musselina branca com 4 1|2 palmos
de largura fazeoda muito fina pelo diminuto \ re-
g de 200 rs. o covado, cortea de chita ingleza
com 10 covados cores fizas a 1*500 ra., ditas de
musselina branca com 10 covados a 2*, tudo
para apur.r dioheiro : na ruada Imperatriz d.
60, loja de Gama & Silva.
Aloja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
E'ta loja por estar constantemente a rereber
perfumaras finaadesuas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-aa sempre dos melbores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Pictr
Coudray e Sociel Hygienique, etc., etc. ; por
uso, quem quizer prover-aedo bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca o. 16. que
achara sempre um lindo e completo sortimento,
teodo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que ae vendem convida e anima ao
comprador.
Escrayos fugioo.s.
o. 16.
rea do Ovalando loja
JRM .
T' emeamaae
ItaaeaVorieaawst
d'afata braaca
Attencao
poetante, s peaaoa* que raizaran
m r*taie ata ere e* prata do c
previos por commodo
mt Trapichen. 28.
Acha-se fgido desde principios de junho dt,
'861 o preto Amonio, de estatura regular, de os-
cSo Angola, idade 50 annos pouco mais ou me-
nos, grotso do corpo, pouca barba, olhos papudos
beicudo, pernas um tanto arqueadas, com urna
cicatriz de machado em um dos dedos grandes
do p e outra em urna das pernas, perlo do tor-
nozello. Consta que anda refugiado pt^as maltas
de S. Cosme na Varzea, ou immediacdes : quem
o pegar e le*a-lo a teu senbor Joaquim da Aa-
sumpeo Queiroz, na Virzee, ser gratificado ge-
nerosamente.
Ansentou-se de cata de teu senhor no dia
3 do Correte mez o escravo Antonio, de naci
Cassange, idade 40 annos, pouco mais ou menos,
estatura regalar, com oa signaes seguintes : em
urna das orelbat tem am taco lirado, em om dos
quartos tem um deleito que pelo qual puza no
andar pelo p. tem debaixo do queizo esquerdo
tres buraooa, signal de dentes liradoa : quem o
pegar queira leva-lo ra do Imperador n. 73,
lerceiro andar, que ser recompensado. Ja foi
visto em Iguarass.
Fugiram do engenbo Conceicio, sito na fre-
guizia de Tracunbaem da comarca de Nazarelb,
no dia 4 de novembro de 1860, doua esiravos
mulatos com os nomes e slgoses seguintes: um
de come Paulo de 45 annos de idade pouco mais
ou menos, offlcul de pedreiro, aapaieiro e pti-
mo bolletro, de cor alaraDJads. cabellos carapi-
nbos, rosto descarnado, ol^ns brancos, naris a
bocea regalares, am pooco secco a de estatura
media, o qual tem dous dedos ds mi direita
aleijados de um panarico, e tem tambem o dedo
minimo da mao eaqoerea com igual tfefeito, a
cima da sobrancelha de uta doa olbee urna cica-
triz, proveniente de om taino, e entra cicatriz
com um carocinbo cima da mesme, com um
dos dentes na frente quebrado,quaedo te embria-
ga torna-te arrecent. Esse escrao j foi Bar-
rado e cenata andar pelo Recife, toado sido riti
para aa bandas da Soledaoe e Santo Amare poc
algamas pessoas, a quem tem dito h*ver-ee liber-
tado. O outro, de nome Felippe, de edr triguel-
ra, cabellos carupinhos, estafara baixa, ou regu-
lar, bem barbado, um pouco tecco, bem fallante
e cantador, com SO anooe de Idade, anda ligeiro
e muilo despachaste no servleo de eeade e lai-
ca, com falta de dentet na fronte, cora olhos um
pouco apitombados e capiongos. Quem appre-
rrende-ld* leva-oa ao dito engeamo ae seu senhor
o tenente-coronel Joio Cavaleanti Ifeiiricie
Wanderley, que generosamente recompentar.
Pugno lo edgeoho dae Mstfaa, comarca do
Cabo.no dia 28 Oe aetembro de 1861, um estra-
ve por neme Soto, erioulo, vermelha, aHura ro-
gular, groase rio corpo, esaadauda.Waoe de ma-
ta a tantos annee, mettoo-aa ota matea do ege-
nbo do Meato, at qae Iba -rerem asme pga
que levava. rogo que so vtooott ella dem fue
furtou um qatrto mellado cota cabellas fretos,
a com principio de carroge, a tambem fes am
pequeo roneo de roopa : deas >receu e>tamal-
le a 17 a euUtbre. Bate neflroji tem aido pre-
to o-tecsteidue vetea, a primeira vea traba-
vez foi
preco no seu etciif
abre fabricante Kornby, a aproeitar-ta da op- rnatrdeeom ama carraca, as aeganda
ida lampa, para vir cor*-' aiisoatsellraaidu am ota rmetem de asaacaj
aa sari
> eeger taveeo OafleaaO Sal-,
tm recempeotaie, r
~7~l
o
t~~t


Gtt BU1 IfcBi *> 01 Mftmae t*f*fl.
Aventaos pa
ahorque toj esereven. ir t .fortuna algum dia
treuie-lo omi ereieoga; qhaimae immediata-
meoteeste ronanee e districto, o peto I mten-
te di la. t84ia.
Depplar
ada-
Estou doentej dteae-me II, a
guotei-lh por qtovcW>riVn,'fU
senho eaervoi em Ul estado,-que le,
cedido crforrfr nini mais de de;
ber i causa.
Fmgi acreditar verdadera a causa que maja
ma R.. allnbia &ua eoo}D)0aa. Porm nao
posso eogaoar-ui, aeqbor, madajtoa K. tos
ama.
,Ha does-mezes que ludo toe:ten cenfirmado
oeste-doiprosa caByimao. O estatld.de madama
II. .. causa pena. Suff melancola tal, que
temo por aua vida.^j^jute corajosamente con-
nota,
o
de
Ira seu mal, nao se
a} vea falla ; porm
evidente que se um milagre nao a
vida est gravemente oompromettida. Seu ma-
rido mesmo est inquieto por lm. Vendorte o-
rigadoair rateber urna heranga no.norte da
Franca, disse a sua mulher que ia leva-la a Pa-
rs, que ah a deixsria com suas irmaas que mo-
rara nessa cidade, o que n quanto elle conti-
uuava a viagem, ella consultara alguai medico
aobre o dessrranjo de sua saude, para rollar a
>.. restabelecida.
Madama de R..,fei o que sfitnpre costumava fa-
zer, obedecen sem replicar ; ella est portento em
Pars ness momento.
Comprehendereii, senhor, o sentimenlo ax-
tranho qae me leva a fazer a uro desconfiedlo
ta* graves conllssoes, a entregu-lhe um aeiredo
que eu desejava fosse respailado, e a trahir em-
Um a conQanca da pessoa que mais amo no mun-
do? Compreheodereis que eu quero a todo o pre-
go esgotar essas lagrimas qae nao correm por
mim, e que nada mais espetando a rau favor,
s tenho urna idea, ver feliz a mulher que m
tem despresado, ou a minha cusa, ou a de ou-
tro ?
Madama B...escreveu a urna de suas amigas que
partira de Pars quarta feira. Ella deve ir na
carruagem que parte as sele horas da ra Grenel-
le-Saiol-Uonbret.
Diz ella, que volta mais doente que qusndo
parti, e pede a sua amiga que prepare tudo em
sus casa para sua chegade que deve ser a noite.
Que vos direi mais, senhor? Devo aceresceo-
tsr que, depois de ter lido o ptecedente, por pou-
co que vosiotoressea sorte de madama R...deve-
reis tomar, quaita feira, um lugar na mesma
cairuagem qae ella___.....................
Se por acaso eu me tiver eoganado, ento,
senhor, advirlido como vos o estaet, o primeiro
Oiharde madami R...(oo estado em que ella se
cha, nao poderia coostranger-se) seu primeiro
olhar vo-lo dir ; e Acaris pa*o por terJes eedi-
do a um bom sentimenlo. Porem se 6 verdade o
que pens, como vo-lo pedirei, senhor ? Sede
generoso, tranquillUae a alma de minha pobre
miga.
Gpncluo, dizeodo-vos que o esforgo que fago
escrevendo-vos d'aqaelies que excedem todas
es torgas humanas. Sinto que as minhas esli
egotadas.
CAPITULO III.
Na verdade, disse eu commigo mesmo, de-
pois de ter lido esta carta singular que tinh, mais
do que eu o ousava coufessar coouadindo-me as
ideas ; nunca pensei que os burguezes de S...fos-
sem tao inventores.
Que idea teve aquello que me escreveu seme-
lnante embrulhada? Diverlir-se a cuata de um
cragSo de viole e dou3 annos? Porem porque
rasao? Ser algum amante? Algum ciuraonto?
Qual pode ser o tra desse senhor? Ser o mari-
do de madama R...(jue por alguma suspeta ab-
surda, queiil ter o prazer de me ver chegar em
sua cidade, para divertir so primeirameote um
pouco, e depois eocolrizar-se.
Nislo ha por cerlo alguma miatificaco, talvez
seja mesmo alguma atrocidade; porem contra
Saemct'!OISt0 '"gido? Ser contra madama
K... Ser contra mim ? Ser algum pretexto
procurado, por algum joven provinciano, para
comprometer ou confundir alguma mulher aue
c tenha desprezado?
Porque na verdade, eu nao conhecia madama
K..,nem ella tambera me conhecia. Se em dous
anuos que estire em S.. enirei tres vezes era seu
maldito arraazem, o diabo me leve I Ela mui-
to linda, concordo ; porem nunca foi para mim
mais melga que o resto de suas compatriotas
l)e mais algumas *ezes que live de fallar-lhe el-
la tratou-ine cora a polidez propria de uma mer-
cadora para um comprador de passagem. e a his-
toria de seu desmaio. uo dia da minha partida,
t um cont em que nao creio.
E todavii ha alguma cousa verdadeira nesta
fbula. Fui com effeito buscar minhas faxas e
meu estojo de mathemathicasem casa da amavel
cptica, da qual meu correspondente misterioso
fez-me um Lio bello retrato porem, a nao ser
que elle eslivesse occullo no tal barmetro, nao
eslava oes.*e dia em casa de madama R...nSo vi
ah ninguem, somente a herona da charada de
queacabam de fazer-me o here.
Sim, madama R... linda : olhos azues admi-
rareis, sobranceras negras, que davam a seu
rosto um carcter inteiraraente singular, cabellos
soberbos, uma figura encantadora; porem nao
obstante, tinha a fisionoma mais altiva que ter-
ca, se 080 me eDgano.
Diabo lveos enigmas 1...Pedro, meu ami-
go, eis uma bella occasio de mostrar que nao
ois fatuo, a Ficae em casa. Era Pars nada vos
falla. Que iris fazer em S...? Hoje segunda
feira, e por consecuencia depois- d'amanha o
dia designado para partirdes ; vejo d'aqui o autor
dessa missiva, quarta feira as Ires horas da ma-
nha, no cauto da praga B...em S...esperando
dissimuladamente a chegada da carruagem, na
esperanza de ver descer della um drago ridicu-
lo. Nao, Pedro, nao : ns habitantes de S...Qze-
ram-vos aborrecer muito ; para que lhe deis
agora motivo de rir, meu amigo. Lde vosso
jornal, estudae vossa questio d'Oriente, exasse-
rae-vos por nao poder declarar guerra a Europa,
em favor de vosso adiantameolo; porem nao
deixeis os parisienses, nem as parisienses, pelas
estatuas que oruam os balces de S...Contentae-
vds someote em jurar torceras orolhas desse se-
MMrei tres amigos. Decidi-* qu
iramos jantar a S. Germano, o1 paifflfl de'
Ifenrlque IV, com as senhoras mais da moda.
Foi dito e feflo. O jantar foi to alegre que se
prolongou at terca feira anoil. VottmrJg pa-
ra Pars no ultimo trem, e estiv^nrs em risco de
perde-lo. ofi r
CAPIlUO. IV.
ao entrar em casa, foi a carta do aenhor de S...
qe o eaiupido do meu soldado cottecou sobre o
oaeu travesseuo.
pera laucado
mase dia ni
apenas cham
acabo de dizer-vos.
Tornel-a a ler, e-obrei mal com islo.
Quajto sou estpido, disse u depois desaa
egunda leilura. Nao tenbo preciaao de ir a S...
para saber se madama R,.. amanhaa para S ,.e se com effeito ha alguma
cousa de verdadeiro nsse conlo. Porque nSo
irel amanhaa pela manha passeiar em torno das
caraaagens em LafflHe? Isto bem direftijo.
I a Dao,encot^,"' madama ...como auppo-
nho, ficarei ao menos ceriicado. Ficarei con-
vencido de que meu correspondente um mo
graeejador; porem se ella ah esliver...? Ento:
juro que elle nao chegar ao que deseja ; porem
s fare o meu derer, avisando essa pobre mu-
lher da m pe;* que querem pregar-lhe lemao-
ao-ma para cumplice. Ella dever.ealo acau-
lelar-se, ou contra seu marido, ou contra os in-
dividuos de sua cidade, que iotrometlem-rfe as-
stm. aem consuita-la, em aeus negocios.
Porem juro, que ahi ae acabar essa historia I
yuer encontr ahi madama R...quer n&o encon-
tr, e o diabo arriscar eu desoito horas de via-
gem para divertir um namorado de provincia, ou
consolar uma mulher a quem nunca affligi.
No da segointe, alguas minutos antes dassete
horas, eslava eu na ra Grenelle, examinando o
esenptono das diligencias de S...
Cuando eu Cheguei o postilhao impacientava-
e j. O conductor fechava as portinholaa, a car-
ruagem u partir, e nada de madama H...
Nao era por falta de lugar; poia a carruagem
eslava vasia.
na qual reoMtieci o|
. WNV'
zangado para,o meu lufar,
i?Vtt
nos M-

oda)
eg"
sse'e
haca
o ral]
Hara } oito horas jue viajramos. Tinhi-
mos mudado.'da-caval. Irea-wi^oSnlro vezes ;
tinhamoa aWtnb jantado erh ftlfiM, sem que
minha visiaha mudasse da poalcao, antea pelo
nada vea eu a achava mais reservada,
ansia linda,
offereei-lha agua. Ella disse'-me
o mais fresco que a agua pura em quo
?a seus labios.
Offerecera-lhe a mo decentemente calcada
para subir carruagem ; pora lia preeno a
mo callosa de seu amigo Francisco.
Perguotei-lhe ae lhe seria maia agradavel qae
trar. Quaodo
Mbre a iniasj
?tata, ia qaal
waqoalqtter
Eatou
camiage
larra de|
amanhS
gem improvisada'que flz ei
deixar em minha lembran^a
cumptido um. dever.
rfrdjn lido, 1I0 roa illudaas
amaste fez prosarar ama entre-
h*t eaperar a honra de evitar-
_ uto.
do a nao ir at S'..., daacerei da
la-Toa a pa-
tto jomo j
lar; a vla-
mpanhia s
tisfaego de ter
tli.tl'?lou,Tlu'me Principio como uma
p*se> sua phisionomia parecia dizer :
,^Z" D"eJ*ria cnpprehender-vos, porm nao vos
comprehendo.
Porm pouco a'pouco sua fronteesclareceu-se,
ella comegou a peosar que bem poderia haver al-
guma cousa de serio no que eu acabara de con-
tar-ine.
euafdaj
laoqou um olhar diatrahido *Jabre o horsonte.
Finalmente, nem uma palavra, um gesto, e um
olhar, que ella nao poferia recusar a qualquer
pessoa que por ac%sp fosse seu companheiro de
viagem.
Eu me" senta gelado al os ossos, e, creio, que
se livesse um capote feria subido para o lado do
conductor,|anles que continuar o embarace de lm
outil colloquio.
Eu estar em uma edade em que o silencio de
urna mulher parece sempre deadem, e aua iodtf-
fereoca uma injuria.
Que necessidade tinha eu, dizia mordendo es
oigodes, de exettsr-me por uma tal indifferenca.
roa que tinha eu em minha algibeira, aobre o
d^i0"5'0' "rt 1U9 e dar mais que o
aireiio, que me" impunha quasi o djever de rom-
rn'um^rnr^ra.^o^o.Tuet^erfo^ Zl^Zt lh" ^ -'-h7dirgTd
.0,ret,?l e"JuIei>elo silencio com que ac-
colheu ofim de mau dUcurio, que ia repellir a
carta que lhe oflerecia, prm, depoia de alguoa
momentos de ffeaitac.io, aceitou.
Senhor, dis9e-me ella, o uniforme que tra-
zis, nao inculca santidade em nossa provincia ;
porm sou fllha de um velho soldado, e repu*-
Qm 'm, D"tll,lte nao' erar na palavra de um
offlcial rancaz. Desejaea que-eu feia eata caria,
dizeis que ulil e conveniente que a leia, eu a
Madama R..., ioclinou-se para a portinhola.
mostrando-me que desle aodo aproreiUria me-
ihor os ltimos raioa do dia. Isso impedia-me
ae ver que impresso produziria sobre aeu roato
s leilura desta carta, que tanto me perturbara o
Ella conservon-ae immevel em quanto durou
a leitura. Quando acabou de ler, tornou a co-
onr o rosto com o vu, e voltando-se lentamente
para mim, conservou-se alguna instantes na po-
sigao de uma pessoa que reflecte antea de tomar
uma resoltacao. Porm logo, flxaodo-me com o
bar a porta ; por
uto. Uemaiseu
de teoerldade, e
qujelo bem a_.
u fetAou, abfl-laa.
Voltei-me prtenlo para o meu lagar aem di-
zer uma s palavra, com alma Ttoiiipattnila.l
dos aons que acabarla de fcduzl-lafsiCta oco-
raco mu lo comrnovftfo; porque dcidWamnte
madama R... a ptica, madVfca R.fca ajereado-
ra de lunetas era mui bella e dislincta. Ainda
que todos os horneo* lenham maia alalina coro
a luucura das mulheres do que corWr>aeu bom
afJio, eu nao podara ver era minha treaenca esta
molber tao '----------
M*P n* nlo durtdaivque
malo acordado procure!, nao ana alma, com quem
acabara de ea^ajj p>y^M(jlclicado corpo que
Quando esta parti, siudei interiormente a
madama R ..acoendi meu charuto para distrehir-
me at meu quartel do caes d'Orsay. e dirigi-me
philosophicaraente para o lado da ra S. Hooo-
re. Camiuhava dislrahidamenle, quando os gri-
tos de : Sentido, sentido! senhor offlcial I
partido da dez bocas ao mesmo lempo, tiraram-
me de minhas reflexoes. Tire apenas lempo de
oingir-me para um estrello camioho por onde
nao passavam carruagens. Appareceu ento uma
carruagem. cujos cavallos pareciam ter lomatoo
ireio nosdeotes, ecorriam a toda a brida. Sua
carreira era tsl que aa rodas esbarrarsm as da
diligencia j em movimento. Quanto eram hel-
os os conductores da di'igencia I Em que se
ornaram esses ageis colossos ? que tem feto el-
tes depois que o camioho de ferro supprimio sea
emprego? O conductor de S...era um dos mis
grosseiros espcimen* de sua especie. Com
trombeta em uma das mos, o chicote na mira
atirou-se sobre o infeliz coebeiro que detivera-
.Ihe sua msica. Toma-lo pela gola, e leva-lo
como uma pena, atira-lo todo magoado abaixo
de sua carruagem. foi obra de um momento. Em
um instante haviam cem pessoaa ao redor doa
combatentes. Os cavallos rinchavam, escava-
vamochao. escouceavam-se e mordiam-se os
viajantes gntavam e queriam deacer: era um es-
pectculo homrico.
FOLHETD1
n
A D4H4 m PEROLiS
POH>
A. DUMAS FILHO.
Na carruagem que causava todo >
estavara tres mulheres mais mortas que vivas
deslas Ires mulheres uma era madama R. .i
pessoa, eslava branca como uma cera;
este barulho
e
em
va to completamente desengaado "de sa pre-
seuga que vendo-a fiquei assustado. Fallar-lhe
no meto deste alvoroto, ao lado de duas mulhe-
ntfU?.-lrma"' *lm du'ida> era impossivel.
Dar a retirar-me. Fu o contrario. Corr ao es-
enptono. Um lugar na diligencia para S...! dis-
SO 6 VJ .
Paguei. entregaram-me o carto, e cinco mi-
nutos depois, a uiligencia conauna para s.;.ma-
dama R...e vosso criado.
capitulo v.
Quem flcou attonito por se ver na carruagem I
o teoente Pedro deG..., a quem madama
R...nem mesmo recoohecera.
Muite commovida anda pelas justas loquieta-
5oes que soffrera por causa do barulho que hou-
vera, conservava-se recostada no canto de saa
carruagem, rospirando um frasco com vinagre.
Fomos demorados oa barreira por ama formali-
dade. *
Foi
O conductor, jsocegado, aproveitou este lem-
po de demora, para desculpar-se com minha vi-
sinha.
Se eu tivesse sabido que eris vos quem
chegaveis, madama R..., disse elle, eu tea es-
paneado menos, a esse estupido cocheiro. Po-
rem esse animal expunha-vos a morrer. Se na
carruagem s estivesse elle, eu ter-lhe-hia pas-
sado a diligencia por cima do corpo.
Madama R...agradeceu a boa intenso do con-
ductor por um sorriso.
Se tiverdes fri esta noite, acrescentou o con-
ductor, nao vos efflijaes por isto, madama R...
tenho aqu um capote, e nelle enrolareis os ps.
Estaes muito paluda, queris alguma cousa?
Obrigada, Francisco, nao quero nada, meu
amigo.
Estpido cocheiro I disse aioda Francisco,
porem dessa vez observndome. Todo isto can-
zou-lhe medo, tudo islo...
E subi para seu lugar.
Julguei a occasio propria para dirigir al-
gumas palavras de condoimento a madama R...
Ella respondeu-me por uma inclinaco de ca-
XXVIII
de Elisabeth
continha o ae-
A primeira carta
guinte:
Eocoolrei a pessoa que procurava. Se onde
est a duqueza, e rou ler com ella. Nao depen-
der de mim que tajjo acabe com aaliefscao aua.
Se nao son feliz, quero ao meos procurar faier
felizes ai pesaoss quem amo.
a Parto d'aqui i duaa horas, com o passapor-
telda criada dessa aeohora. E' o nico meio
que ha para chegar onde est a aua amiga,
que, segundo parece, precisa muito de consola-
ces. Pouco imporlam os rreios, com tanto que
bom xito. Logo que eu poder v-la, lhe ea-
creverei. Tenha confianca, ame essa pobre mu-
lher, pense um pouco em mim. b
Boa Elisabeth. /
A segunda carta era datada de Abany a ai-
tuada na estrada de Ofen i Kermanatadt, e per-
4o da qual Jacques passra em sua carreira rpida
da primeira dessaa duas cidadea para a segunda,
aem desconfiar que nella eslava o que ia procu-
rar tao longe. Essa carta disse :
c Nao quero engana-lo, comquanlo nao lhe pos-
ta dar explicacet.
Com este introito Jacques empallideceu, mas
no emtanto conlinuou :
c Tenha coragem, meu amigo.
Ella morrea, dase Jacques sentindo-se cam-
balear.
E faUoa-lhe o animo para continuar na leitu-
ra. Corria-lbe em bagas o suor da fronte e
nav teolia mais as {uilsagoea do sen coragao.
S paaaadoa cinco minutos pode conlioaar :
A duqueza est bastante doente, dia mea-
ano moribunda; Se a minha enejada e aa noti-
cias que lhe trago alo a tivestem litteralmente
salvo. y
Jacques raVarou e agradecen i Daos, e depoia
lea com avidez aa ultimaa liabas deasa caria.
Ella Um soffrido bastante, s a esperance de
torna-loa rer nm dia, tema suatentado at aja.
H de Itorip n. 3V '
Acaba de me contar o que se passou depois da
aua partida de Vieona, e o qae anda se passsr.
E o Sr. que a acensara I Eu nao Ih'o disse.
Toda essa historia, que ella nao poda real-
mente escrerer-lhe, muito fatal, muito terrivel
mesmo; mas no entanto eu quizera ter taas
probabilidades de rentara no futuro quantas as
que rettam para ambos oa senhores, se o senhor
quizer ser corajoso e paciente, se quizer provar I
duqueza qae ama-a sempre. O Sr. nao pode rir
aqu, por mais que faga, e ella nu pode estar
seu lado aeno d'aqui seis mezes... O seu amor
ter a torga de eaperar at li? Seja franco. Diga
sim ou nao. Segundo a aua respoata, ella dia-
por de toda a aua vida futura. Em todo o caso,
oao a deixo maia e se a resposla frsimeu'
lhe prometi que a lerarei na poca marcada.
Escreva em mea nome para Ofen. Nao coorm
que rejan chegar aqu um s carta da Franga.
Acharei meio de mandar buscar as suas.
Embaixo dessa carta Aonette tinha escripto com
mo tremola estas palavras ;
S ti amo no mundo, ama-me ; nao quero
morrer, oao morrerel sem tornar a ver-te.
Eu estar* com Jacques quando esta carta che-
gou e elle passou-m'a.
O que raes fazer ? pergunlei-lhe en, depois
de te-la lido.
mente nm dtaafio armada franceza.
Eu estar extremamente mortificado.
Tire a idea de tirar ruidosamente a carta aoo-
oymada algibeira, e le-la com affectacao, de mo-
do que madama a... podesse rer a letra.
Se ella reconhecer a letlra, trahir taires, por
um gesto qualquer. um momento de admiraco.
lorm nada. Foi trabslbo perdido. Madama R...
cooserravs-se obstinadamente, muda, aurda, e
cega, meo lado.
Parecia haver entre nos uma grossa parede,
que eu nao va, por detrac da qual ella viva em
uma seguranga absoluta, e separava-nos comple-
tamente : ella conservava-se no oulro canto da
carruagem, e nao parecia suspeitar que tivesse
um visinho.
Entretanto os momentos eram preciaos. Nao
hara tempo a perder. O dia declinara. Quando
anoitecesse, que farla eu da minha carta, que era
preciso necessariamente que ella lesae, se eu em-
prehendesse fallar i
Pedro, meu amigo, dizia eu para crear
mo, esta mulher nao um rinoceronte. V6,
he desejaes o bem, e nada esperaes della, que
temis pois? Vamos, fallae-lhe francamente, e
esciarecei-me-depresss ease estupido negocio.
Nao deixeis escapar urna occasio, que nao se
apresentar mais.
O relhaco que vos escreveu, quiz zombar mais
della, quffde vos. Mostraesetn prembulo", eata
carta a esta archiduquesa... e para tranquilisa-
a depoia de a ler lido, relirar-vos.heis pela por-
imiiola. Quando ella ros vir segair a p para vol-
lar Paris, ser um rerdadeiro demonio aeno
comprehender que, pelo menos de rosso lado, a
historia verdadeira, e que em todo ocaso, nao
esperaes tirar proveito algum della.
Esses pensamentos eram boas ; porm faltiva-
me o animo.
Antes que me tivesse resolvido, chegamos a um
lugar do camioho onde ha urna ladeira celebre,
que era de tradigo, que os riajantea deriam su-
bi-la a p.
O conductor sempre amarel, pergantou-nos, se
desej aramos desentorpecer as pero as.
AceHei sua proporic.80. Madama R... flogiu oao
ouri-lo ; nio obatante Francisco ser um excel-
lente orgao I
CAPITULO VI
A temperatura moral e phisica da carruagem
nao era daquellaa que fazem ferver o zangue. O
andar fez-me bem ; o calor vottou-me ao cora-
gao, e quaodo roltei a carruagem, eslava j bem
resolvido, e disse sem demora minha vizinha :
Senhora, o silencio que tenho guardado em
vossi presenca aesue pela mannsa. deve prhv.r.
vos que nAn snn importuno, nem indiscreto ;
ecreditae, pois, que eu nio o rompera sead ti-
vesse alguma couia seria a dizer-ros, e que e de
importancia que ougaea. ,-.
Madama R... assim interpellada vollou-sequa-
si vivamente para meu lado. O modo porque ella
olhou-me nao era difilcil de traduzir-se:
Eis um cavalleiro, dizia ella evidentemente,
que at o presente nao se tornara telo, pois esti-
vera callado. Que falle, pois que nao posso im-
pedi-lo de faze-lo.
Se pensa que aou uma mulher que ouga o que
nio me convm, bem depreasa ticar desenga-
ado.
Porm eu principiara de modo que esse mudo
aviso nao poderia deler-me.
Senhora, continuei eu, nao foi o acaso quem
vos deu o companheiro de viagem que tem a
honra de estar a rosso lado. Se sub a esta car-
ruagem esta manha, foi por nio ter um outro
meio de obter de roa a entrevista necessaria para
a conQssao que uma circumstancia inexplicavel
obriga-me a fazer-vos.
Recebi de S..., ha dous das uma carta que nao
merecera attensao alguma, poia aoooyma, ae
se referase sement a mim. Porm, esta carta,
por um acato bem singular, pois nao sou vosso
conhecldo, refere-se mais a vos, que a mim. Se
ella nao obra de um louco, aem duvida de um
miseravel que pretende servir-sede mim e fazer-
me representar um papel odioso em uma intriga
de que seris a victima.
S a leilura desta carta, aanhora, pode aceute-
lar-vos, contra o lago qae ros armaram.
Foi vendo approximar-8e a noite que cobrei o
animo que me faltou eata manha de vo-lamos-
Vou reaponder-lhe que amo-a e que a ee-
perarei.
-Seis mezes ? *J .
Sim. V
Te ns certeza de, em seis mezes, pensares
como boje pansas ?
Estoa eerto. "
lha que seis mezes muito tempo.
Trabalharei.
Assim, etqueces tudo.
Nao tenho nada que esquena/* ,,,,
.0 que soffreste I
N|o soltro mais.
O que te diste Vladimir ?
Vladimir mentiu, e em todo o caso, penco
importa.
Eolio ramos li cem na sais mazas, tom-
ismo que moda 101 Mis mezet nio Lenhamos
que recomegar.
Jaoqnas nsda retpondeu. Reflecliu por am
instante e escreratt estas patarras :
a Vocfi me peda mais seis 1 metes em me
explicar o royaietio qne nos lepara. Eu te tno,
esperare!.
. E' islo? ditie Jseques mostrando, a
latta. > >
i
Sim.
E agora fagamos as cousas com lealdade.
No dia segwinte a carta tinha partido. Elle ti-
nha ido para o campo com sua mi e escrevia,
dia por da, a historia de aua vida Annelte. De-
cididamente elle amava essa mulher. E ella ama-
ra-o ? Os leitores vio rer.
E' o primeiro de desembro do aono em que ae
passaram os acontecimentoa que fizemos coohe-
cor. Querem os leitores acompaahar-me 1 Ve-
jan essa Inmensa planicie coberta de una ne-
v tao branca, tio intacta, tio brilhante, que a
trra que 1 Ilumina o cu dessa noite sem la e
sem estrellas. Estamos i pequea distancia da
aideia de Albany, na estrada de Ofen Her-
manstadt, estamos em plena Austria. Quem acre-
ditara jamis que existase de ama casa, um cas-
talio mesmo, no meio desasa tristes eateppes ?
Ezisle todava, verdade, esse caatelle com
aua architeclura quadrada, com suas muralhss
eapessaa, pasadas e negras, parece tanto uma pri-
so ou um tmulo como una casa de recreio. E'
este todava o neme que lhe do, no verio bem
entendido; por que no inveroo seria uma derisao
terrivel chama-la assim, no invern deve esse de-
serto ser iohabitavel.Eogano! e se os leitores qui-
zera olhar alternamente, verio trea on quatro
jaoellaa Iluminadas, e aproximando-ae, sombras
humanas passarem de vez em qusndo entre essas
janellaa e a luz interior, Tranquillisem-ae, nio
ha nada de phantaslico nesta historia, cora quan-
to o lugar aeja proprio para isso, e a mise en ce-
ne parega promelter.
Paaaemoa a grade dessa astello e entremos.
Aqai, onde paaaamoa, ha no verio, uma relva
verde e crescida ; essaa especies de esqueletos
qua estremecen A direita e i squerda, chorando
nev i cada,ralada de vento, jao arvores. Fe-
chemos bem a grade para qn os loboa nio en-
tre. Subamos ot degros gelados do poia!, en-
tremoa aob esto vestbulo inmenso e deserto
subamoa essa escada monacal e lAste, coba ra fe-
lizmente com um tapete, mas oao loqaemda neaS
msssBswm
que fallam parto de nos? Vsmos para onde fal-
lan, tempe de Termos tao ananos.
, Em oa qaerto f*qven cido, pnreuj erf>ia e luxo tio. avian os,
leltorea esparsr, ha das petaoai, duaa aautbarea.
orna daitrtae bccolts ittetranante poe najjuMii>
cortinas;0 leito, pira que a lut da lampsdapeij-
91
.u"~ enhor- dlle-me ella, com voz que nao era
alterada por commogo alguma, sois um homem
muito honrado. Agradego-voa muito nio terdes
acreditado uma s palavra do romance que con-
tera uma carta cujo autor nio poderia aasigoar-se;
Agradego-voa tambera a propoaigo que me fa-
zeis de nio continuar vossa viagem e de dormir-
dea em alguma hospedara da aideia, para evitar-
me o desgostq da coincidencia da vossa chegada
a S..., com a minha. Com effeito proravel que
tudo ocoulte um lago. Ha em todaa aa provincias
pessoai ociosas e mal intencionadas; porm eu
bou parisiense, e nao tenho costume de me im-
portar com o que podem pensar or on contra
aquellos que nao tem absolutamente direilo al-
gum aobre mim.
Meu marido etl ausente de S..., verdade
porm anda que elle devesse assislir a minha'
chegada. nao julgo dever temer cousa algama por
chegar com compaoheirosque nio escolhj. Nao
costumo reter toda a diligencia para min s,
quando acontece ir ea a Paris para ver niohas
irmaas, ou oceupar-me de nossos interesaos.
-Nada maia aimples pois, que ver voltar a nossa
crfade no meano dia que eu, alguem que nella
eateve dous annos, e que pode ter deixado ahi al-
gumaa relagoea.ae vosso correspondente ae nio
engaa
O que nio seria simples, que o conductor vos
visse interrorper de repente vossa viagem, de-
pois de terdes tomado lugar para ir alS ..
francisco um excelleote rapaz, que coatuma
fazer ordinariamente os mandados de madama
R..., nao quero que elle posta pensar alguma
cousa sobre a subila parada da vossa viagem.
Perm os outros habitantes da cidade. que aabem
quem eu aou aem duvida, e a quem tendea valo
na diligencia, poderiam admirar-se aioda mais
que o conductor, de vos ver ficar em uma mise-
ravel povoagao, onde seria evidente para elles
que nada terieis a fazer. Nio vejo, poia, incon-
veniente algum que vadea at S... Pelo contrario
haveriam muitosse nio conlinuasseis a vossa via-
gem, assim como eu e todos os maia companbei-
ros della.
Tomae essa carta, nio tenho direito de pe-
dir-vos para que a rompaea. porm desojo que
nem em S... nem em outro qualquer lugar tratis
da descobnr o aeu autor. Isto nio poderia fazer-
ae sem se fallar em mim. e o'ahi entio resultar-
ne-hia algn grande desgosto.
As pessoas que escreren carias anonyna tem
aempre razio para oceultar-se. A que vos escre-
veu essa carta ter bastante cuidado em se nio
tmhir.
Se m>Io pioutiM qe me la.;, h. ..
quecer esse mcidente, oso porque me pese fi-
car obrigada a un genlil-homem, porm porque
guarda daque,l*s 1ue nSo Yal Pen
Obrigada, portento senhor, e pego-voa dis-
culpa pelas afflicgea que involuntariamente voa
,.eb0 causado; e, boa noile. Eslou incommo-
uada, j noite, um pouco de descanso far-me-
na bem, assim o espero.
Acredita-lo-heis? Nao achei uma s pala-
vra para replicar a esse pequeo discurso.
O argumento de nioha vizioha dra lio sim-
plesnente o justo valor a esse lacio a que eu ha-
via dado tanta importancia ha ireadias, que essa
mesma simplicidade fez-me calar.
A peroragio que acabara do ouvir, mas sin-
plea anda que tudo o nais, oio poda passar por
um desejo de continuar a conversagao ; por tan-
to calei-ne.
Nao se v. sembr a razie e o bom seoso sahi-
rem dos labios de uma linda mulher, fiquei sor-
prendido. Que teria feito outro qualquer em meu
lugar J Nao sei. Porm eu que ahi esteva, jul-
guei que o qae tinha a fazer de melhor, era nada
fazer, e foi justamente o que fiz.
E' verdade, que uma porta da communicagio
abrira-se durante alguns instantes na parede, que
al eotao havis-me separado de minha vizinha
porm esta porta fechararse to sbitamente e
c der de mim impedir que se fechssso. Por um 1
instante Uve a idea de ir bater a esta porta fecha- '
tranquilla e lio bella aera pertur-
bar-me.
Como pude eu viver dous annos prximo a esse
thesouro sem que uma voz secreta me gritasse :
tua vida est/oi, ojio ras mais longe I
A carruagem rodara aem ruido algum por
uma estrada bastante plana, a noile nio eslava
anda nnito adiantada porem tinba j ease sznl
escuro que convida a* silencio. S ae ouviam
os montonos guizos dos cavallos, e de lempos a
eraP0S. 't*10 do chicote do postilhao adorme-
cido, desempernando- maquinalmeote no meio
do somno sua fooceio. Nenhum som humsno
sahia da diligencia onde todos dormiam : dir-se-
hia om comboy de phantasmas. Seotinde-me
apoderado de tristes ideas, aiToulei-me, para dia-
(rahir-me, a observar o que fazia minha vizinha.
Quanto ella esteva linda, em seu mesquinho
lugar I A principio, na sombra, parecia um pe-
queo fardo ; porem pouco a pouco cada fecio
tomara uma forma, e desenhava-se as mil mara-
vilhas.
Todos os movimentos de uma nulher elegan-
te aproveitan-lhe ; madama R.... veBcida sem
duvida pela fadiga, encolhera-ae no ngulo da
carruagem ; ella esteva assim encantadora :
um pintor teria admirado todas esaaa liohaa e
todaa essas pregas, dispostaa e ao mesmo tempo
amarrotadas pelo acaso ; o grande chale com
que se embrulhara, faza-lbe valer at armeno-
rea particularidades de aeu delicado e flexivel
corpo.
Sua linda cabeca descangava lnguidamente
sobre uma de suas mios, a trmula luz das lao-
lernas, esclareca vagamente aeu adoravel rosto,
suas compridaa pestaas sonbreavan a excessi-
va alvura de suas faces. Sua respirago era to
branda que apenaa erguia-lhe o aeio. Ella dor-
nia, obserrei-a por nuito tenpo, sim, por mui-
to tempo observei-a dormir nessa Unida coofu-
sao. Nada no mundo far-me-bia perturbar aeu
aomno.
Lembro-me aioda de un dos pequeos inci-
dentes detsa muda contemplagao, a delicada pon-
te de um dos ps-de madama R___ sabia, como
um pedago de carvao, debaixo de seu vestido
Maneo.
Depois de ter admirado esse pesioho, procurei
o outro, aesejoso por saber se ratera o primei-
ro, e se faziam un bello par, poren nio conse-
gu acha-lo- Estouvado, dizia eu, todas as mu-
lheres tem dous ps, o segando p de madama
R. deve estar em alguma parte ; procurae bem,
adeviohae. Una nulher, en neu lugar, teria
logo aderiohado. Deixei de procura-lo, para tor-
nar a observar essa suave visio.
Ah dizia en, porque razio essa carta mal-
dte soneole um romance ? Nada haveria me-
lhor, que ser amado assim por upia tal mulher,
sem nada ter feito para isto, sem o ter procura-
do, merecido ou mendigado I Seria esse o amor
em que se poderia crer, e que por consequencia
poderia centuplicar-se. Separar-noa-hiamoa mu-
tas vezes, verdade, porem de vez em quando,
quantas felicidades gozaramos, e nos intervallos,
que ternas- cartas l que bellas lembrangas reuni-
ramos durante nossaa aeparages I tV to agra-
davel amar-sa de longe I Infelizmente nao devo
peoaar nialo 1 ....
CAPITULO Vil.
.Levando a nao ao coragao para conprimir um
suspiro, seoli em una das casas da nioha farda,
um bello boto de rosa, que me tora offerecido
pela manha por uma ramalheteira. espreu-
*0W ar da no'te reovara-o. Boto anda
fechsTJo pela manha, abrir durante o dia, e era
agora uma bella rosa. Para quem I pobre flor ?
Para am ingrato que se esquecera mesmo, qae
ahi esta veis. Nao eslava mais s. Foi como um
amigo que eu encontrei o perfume de minha ro-
sa, e adormec respiraodo-o.
Que exemplo as flores dio as mulheres I dizia
eu sonhando; conheceia alguma que deixe de
florescer ?
Eis-oos partidos para o paiz dos aonhos, eu e
o perfume de nioha rosa. Ninguem sooharia ae
o annhrt a purocoaa < oou aooho i Eu uo tiafta daao VlBle passoa
anda quando fui deudo pela alma de moba vi-
zinha.
Como se aclrava ella ahi ? A prineipio Aca-
rnos como anvergonbadosv pelo nosso enconlro,
sobre lado ella, porem bem depressa offereceu-
me francamente a mi.
Emquanto dormieis, disse-me ella, vi que s
pensaveis em min, isso commoveu-me, eapres-
sei-ne em vir agradecer-vos e Iranquillitar-vos
lambem..
Nao sou tio cruel, quanto pareco ser, meu ani-
mo occuite mais medo do que pensaes, minha
ferida nao de hontem. ella
a correr com-
inos quasi coni-
sta cunosidade.
ia? O pobre
.e.
o, disse-lhe eh.
reno essa ma-
Que desgrana
Ha absodoatr
mign alem qp aurvens. A
Pletamente pera aaUafazer
[Grande Deus 1 o que lhe aL
1 corpo chorara traordinariL
Porque eherae*? meu a
Seris vos roes no tio altivo,
nhaa, que encontr tao afflt
succedeu-ros ?
*'--* Ah ah f disse elle chorendo.
Dizel-me o que'.teodes, de qne ros que-
xaes ; laltez^ossa oilqlar-rrje. H 4
Tereis bem cuidado en nio faze-lo, sois
muito feliz em rer-ne chorar.
Julgaes-me muito, mal. meu amigo disse eu
um tanto Hendido. #
Iofefiz de mim 1 disse elle. Adormec, so-
nhei, e delirei ; mea coragao a quen ea prohib
qae fatlatse ; falln, e o roseo sabe lado...
Se vosso coragao ral mais do que vos, disse
eu, devoras queixar-roe por isto i Vos nada tea-
des com o que elle praliea, alm disto, os pecca-
doa da alma, se verdade que ae alnaa posssm
peccar, s a ellas diae respeito.
Noaei nata o que lhe dase porm acabei por
enchugar-lhe aa lagrimas ; pola elle Uoha- bem
preciaao disto.
A alma inquieta de nioha visinha cooservara-
se prudentemente por (raz de mim em quanto
durou este dialogo : Quando ella vio esse de-
sespero acalmado, gragas a meua cuidados, agra-
aeceu-me, e eatrou em sua casa aem rumor.
CAPITULO YSni-ifT
v'vsm os sonbos I diste eu despertando in-
leiramente.
Madama R... tinha tambem zonhado, sem da-
vida ; ella cogava os olbos aioda.
Nao queris absolutamente, meu caste
madama R...? diese o conductor. Entretanto faz
um fno que incommoda, e ea nao quero levar-
ros defluxsda;a vosso marido. Senhora, madama
tt... nem sempre indulgente l....
Obrigda, date madama R..-
pouco, obrigada, Francisco
lulamente.
corando um
nao tenho fri abso-
Nossa viagem efltava s terminar ; j sperce-
Diam-ae ao longe algumas 'luzes as alturas de
Madama R... estendeu-me a m.
S....
pensaes
mais profunda
que a vossa. Promettei-me ser discreto e cle-
mente, e coosinto em dar comvosco um passeio,
nesse bello jardim, porem aera um s, pois nao
quero habituar-me a felicidade.
Hostraodo-me ento uma rosa que eslava pre-
sa ao aeu vestido :
Gonheceis-la ? disse-me ella ; eu vo-la to-
mei emquanto dornieia, e vou dar-vos em tro-
ca todas aa florea desle jardim. Assim, fagamos
o vosso bouquet.
Comecamos a andar vagarosamente por ama
alea fecilhanle onde ludo pareca, rubins e dia-
mantes.
Devo dizer-vos que nao obstante prannos a
cada matante, colhendo ora uma flor, ora outra
para augmentar no sal provisio ; isto ia bstanle
ligeiro. Um palacio
Ensinam as mulheres que deteonfiem dos
tolos, fatuos e mos, disse-me con ternura
nao contra esses vulgares mimigos qrwnes de-
veriara ensinar a defender-nos ; porn contra o
que bom o bello. Nao ba oada mais perigoso
meu amigo, que um homem honrado. Eu eslava
resolvida a fazer toda esta viagem a voaao lado,
sem trater-rae -T eslava quasi a oonaegui-lo 1 po-
rem tendes-vos portado com tanta nobreza, ioge-
ouidade econfiaoca, que a prora exceden as
minhaa forgaa. Em preaenga da outra qnalquer
poaigao eu nio teria traqueado.
pequeo e encantador ap-
da to cedo e dizer pelo humo" dTtehaTur*aTu'e I tt*Sr me? b08qUe' COa, D0S Coa"
no tinha dito tuda e que agora que o ruido
ia responder.
Tire mesmo o indiscreto pensamento de arrom-
ta sobre a cha min nio lhe d nos olbos; a ou-
tra, sentada junto i cama, pegando lhe as mos.
Reconhecem oa leitores a que est sentada ?
Sim. Elisabeth.
E a que est deitada?
Nao.
Pois olhem bem, abran) um pouco aa corti-
nas, dir-se-hia que era duqueza, nao assim ?
nao dirse-hiasomenie, porque essa mulher est
muito paluda, muito magra, e a ultima vez aue
os leitores viram Annelte, ella eatava triste ti-
e aproximavamo-nos delle quando.
sbito que fiz arrancando uma das cor-
uas da canuagen, veio perturbar on antes sus-
pender meu caro soBho.
Annelte nada responden.
Quer ver-te.
Nao o verei. Se eu morrer, foi elle quem
me matou 1 Vnjc. lhe dir que lbe perdo.
ludo quanto posso fazer, tudo quanto ae
pode pedir uma christia. Agora, meu pae
aorace-me se rjuer, e mande-me para c Elisa-
. O pae enclinoa-se sobre a teste da SI ha e bei.
joa-a chorando. Depoia sahiu do quarto, onde
us eivores virara Annelte. el a esteva triste ti- d'ahi i ., ~..Z ---- >iiiw, vuu
oh. chorado, aotlria, ma./emfim, ^dada era mo- Nofcy. P reapo"oceu "denoiselle de
ga, pareca viver, ao passo que esta que ahi est
deitada parece mais uma defuota do que una mu-
lher viva. E todava a duqueza.
Voc soffre agora ? disse Elisabeth.,
Muito reapoudeu-lhe ella, com vozfraca e
sem fazer um movimento.
Depois de uma pausa conlinuou, como te essas
palavras fatigaasen-s.
Meu pae est ahi ?
Est, com o medica.
V lhe pedir que veaha ei.
Elisabeth levauta-se, sshe por um instante e
em seu lugar appareco um homem de aeaseata
annos, pouco maia ou menos, alto, nobra, parti-
do, com a fronte cingida dessa cora de cabellos
braceos qite impoe respeito.
Aproxime-se com emogio, com timidez, do lei-
to.de aua lha.
Eolio o que ha, minha lha? disse-lhe el-
le pegando-He na mi. *
Mea pae, d'aqui i algumas horas estarei sal-
va ob morta.
O anciao estremeceu.
Has, antes qae chegue o momento fatal
quiz v-lo, mea pae. Tenho sido filha obe-
dieote ?
Sim.
Tenho feito ludo quanto me tem pedido para
honra do teu nome?
Sim.
A falta que commetti ser expiada pelo que
tenho soffrido p "
Creio que sim.
Amaofiaa, taires esta noile eu nio tenba
m*t* de objecer-lhe e Vmcj, deveri cunprir a sua
fromesi.
* :ta-a. ompri-la-hei.
-Bem, meu pae, era tudo o qae eu quera
O duaue chegeu pouco, replicou o aaciio
aaooia de algans Mando da silencio e de htti-
Uoao. *
Partiremos amanhaa, disie-lhe Annelte.
Amanhaa I nio pense nisso f
Quando, por conselhos seus, escrevi i Jac-
ques que me esparasse seis mezes. o quo foi aue
elle me responden:
Que esperara. Pois bem, esses seis nezes
nao expiran senio daqui i trite das, e ae voc
pediu aeis nezes am vez de ciaco foi justamente
para evitar o que qoer fazer amaches, para let
por sea um mez que lhe perroilta preparar-se
para o acoatecimento que se rae realisar. Dar
luz um filho este noile, a partir amanhaa com
eata nev, e com este fri, atravez deates deser-
toa sena matar-te. -
Quanto tempo ha qae nio temos reeebido
cartea de Jacques?
Quinze diss.
E sua ultima carta nio era muito curta ?
E verdade.
issa.se alguma cousa. Jacques oao me
ama mais.
-* Que loucra 1
Ana telvez outra nulher.
. ~. T '?**, nio *? ebieem roc, mas,
tem trabathado, como lhe mandn dizer Seu tuj!
balho tem sido o sea auxiliar a talvez, no neio
enea, nao tenba podidoesoisver-lhe tintas ve-
zes qaiolaa quizera. ,"-
Entio ea o aorprenderei; mas nos'parti-
remos ananhaW Aq e, ranarwia de inquiets-
s, i tSar ** "* p* "-*
-Esli.
.: pode ser que-eu luccumba ni provacao
detta noite, entio voc partirla s e dir S Jac-
qoee toda a verdade. Vo frometteu.n'o.
Aitjda lh'q pr.om.ajin, mHi..,.
bem o espero, DTa/ me deve isso. ViVo da,
tpxtT >
Como est? trsnqulo oa agitado?
Nao ha homem algum que em vosso lugar dei-
xasse de acreditar qne continha eata carta anony-
na ; vos nao tivesseia un s instante a idia qne
ella podesse deixar de ser an romance ; e toda-
va quasi tudo queolla,cor>tem verdadeiro. Ah !
neo anigo, s leria aido uma despresivel namo-
radeira se conseguase ocaltar-vos at o m o
neu sagrado. Abeogoada seja a mi que pri-
meramente vo-lo deacobrio. Sem ella fiaaria-
mos para aempre deaconhecidos um do oulro, en-
tretanto que hoje a pode haver entre nos ume.
distancia material. Ides ser tao amado, tenlo,
que quando esliverder em Paria, sentiris meu
coragao batter de tal maneira pelo rosso como se
f-ao eativessemos separados /
CAPITULO IX.
Eu poderia concluir aqui este historia, meus
amigos, e dirieis proravelmente qoe o coronel
Pedro de G.... eslimou aohsr ams occasio da
contar a sua historia ; porm suppooho que a so-
ciedade que formamos aqui- mais de instrucio
que admiragio, por tanto por otis doloroza qu 1
possaaer para mim, meano depoia de quinze an-
uos, s conQssao que me reste fazer-vos. ea irei
at oflm.
S- vos pego uma cousa, indulgencia para ma-
dama R... Nao porqnejulgue se qae davam des-
culpar as faltes de uma mulher sement porque
uU9 aorvam de proveilOi Porn pens que nara
ser justo para com esais organisager singulares
que dao em uma hora de delirio, e generosidade
louca lodos ot teus bent lentamente remados
sena pergunlar que paatado precedeu suas fra-
quezae, e o que poude produzi-las Talrez, quan-
10 liverdta apreciado madama IV... com a qual
temo que fagaes coanecimento oa contnuaco
oesta historia, talrez entio comprehendereis por-
que vos pego algama clemencia para madama
ti...
CAPITULO X.
Eram duas horas da noite quando cheganos a
S..... Assin cono tinha previsto ninha visinha
tudo passou-se o mais simplemente do mando.
O conductor, sempre stteoto, disse-lhoaue a
mandara accompanbar por algama pessoa se ella
receasse entrar s ? porm saa velha criada
spresentou-se-lhe com urna laoteraa urna oro-
viso de capaa. e
Madama achara om bom fogoem aeu-quarto
e sobre a mesa om ealdo qnenta, diste ella'
Lomo esta madama.
Bda, minha Prudencia, responden madama
H... s desejo dormir, podereia deitar-roi in-
mediatamente.
Nao-estou cang-ada, replicn Prudencia, dor-
m na poltrona de madama. A eenhora C..; ins-
tallara-te ahi e quera ficar atoa chegada da car-
ruagem ; porem o Sr. G.... que deseja va dormir,
levou-a para caaa.
A nio ser isto acharieia companbia.
Quando descl da carruagem saadei pondamen-
te a madama R._. e conservei-me em distancia.
[Continuar-se-ha.)

Paludo e sombro.
Eu o creio; nio ae pode conmeltec se-
melhanle crime impunemente. E' impossivai que
Deus nio puna um dia esse homem. Ah Lcomo
soffro 1
Aonette nio liana mais forga para faHar A
natureza comecava o sea trabalho inflexkvel. Eli-
sabeth aahiu do quarta e fez entrar o-medica.
Durante duaa horas ooviram-sagraades gritos.au
quarlo. Depois tudo sacalou de repentes
Elisabeth orasa no euarto visinho, ande o pae
mnovel cono uma estatua, chorara silenciosa-
mente, murmurando de vez em ouando estas
simples palavras : .
-r Meu Deus 1 perdoae-mel
O duque, aos primeiros gritos que ouaira, es-
tremecer ceno un homem que tn> neao. Este-
va s na salia. Pouco faltn que oio pedisse'
soccorao. Os remoraos desse homemgyravan em
torno della. ameacando-o comaos phaetassnaa d
um peaadello.. Depois pozera-sa a andar com
grande egiiago, eochugando constantemente a
suor Mo que lhe corra da fronte.
Quando ao reslabeleceu asunalo, elle parir
como se se tivesse tornado da marmore, con a
booca entr aberla, escutando can. ot ouvidos e
con os olhot. Bem deseara orar, mas su ora-
gao fra un sacrilegio.
A porta abrio-aa e elle lambeta solio* Ha i.
te. O medico appareceu. O deque qnia azer-
he perguotas, mas nao pOde articula?ama pa,
larra. O. medico advinhou pergunta. -
E' meoioo. disse,
E vlreri ?
Vive.
dn!sWBalrW?* P'U >tlB**t* y9t ieoi de
E a mi ? perguntou.
A me. talvez.
9 Eti bam.
Nessa momenlo o pan antrou no sali. Foi di-
rqito.ac1 medico a abrapu^dizaodOTlJie :
Obrigadp, dontor, abrigada I -..
epoupediu-lhe que fotee ler coa sua fliht-
^f!<,Q6 e0B? duW # we-lhe con voz*
'ia^iWranastnhor; palo
m
PERN,

w*Mrr tt ha.)
P DE M. r. i FARIaV t FILB'.'tWl.

rrz


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6FWPQ14I_3B4LDT INGEST_TIME 2013-04-30T20:47:38Z PACKAGE AA00011611_09896
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES