Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09895


This item is only available as the following downloads:


Full Text
illl IIITJJ IPMMO 293
Por tres sexe* diai&<*? 3$O>d
Psr tres Mes ritUt* $000, .
.*HW
H
QOIITA FE1I1 19 II DE2E1BB0 II Itll
PtrtMt*dUnid19|000
Pirte fruet >m stbscriiUr.
PARIIDAS Uva CUHK1US.
E.VCARREGADQS DA SUBSCRIPgiO D(JNORTE 01Ind {oi *" 9* horas do dia.
I Iguarass, Goianne, e Parahyba naa aegundas
a sextaa-feiras.
S. Anlio, Bezerroi, Bonito, Caruar, Altinho
a bafan,huns naa tergas-feira.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
1 Lna no, as 11 hora.* 57 mimtoada Urde-
9 Qoarto ercenL aos 50 inwtosdamanhia.
-,-----------...,- _-----,-----------:. ..V.-,D.. ,' La chala as 5 horas e 3 minute* da tarde.
Aracaiy, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr. Pao d'Aiho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pea-115 Qortominguant as 7 horas a 32 minutos
f. Jos dr Oliveira; M,r,nh.o, o Sr. Manoel cfe^n^^
Eara.hyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Li-
Natal, o Sr. Aotonio Marques da Silva -
Jos Martina Ribeiro Gu
tmaraes; Para, Justino
Ouricury e Ex as qua>ts-feirai.
-. Cabo, Serinhaam, Rio Formse. Una, Barreiros
*. namoe, Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa. JAgua Preta, Pim
-entelraa e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manhaj
31 La Dora as 11 horas e 35 minutos da mas:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e-34 minutos da nanhia.
Segando as 7 horas a 18 mlnatoa la Urda.
PMIIOFFICIAL
.DAS da semana. .
16 Segunda. Ss. Ananias. Azarias eMizael mm.
17 Terrea. S. Banholotneo de S. Geminiano:
18 Quarts. N. Senhora do O'; S.-spitidUo c.
19 Quinta. S. Fausta; S. Dario m.; S. Paurlllo.
%) Sexta. S.Liberato os. ; S. Folignio b.
21 Sabbado. S. Thomep. ; S. Temistocles u.
H Domingo. S. Honorato m. : S. Ploro
m.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas
Relacao: torgas, quintas e sabbados as 10 horas.
Fazenda : tersas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do-eommercio : qaartas ao meio dia
Dito de orphior: tercas e aexlas aa 10 horas.
rrnneira Tara do civil: tergas sextas ao meio
Segunda rara do civel: quartas e sabbados 1
ora da tarde.
CTCVEMO DI PROVECA.
Expediente do governo do dia 16 de
de1M61
Offlcio s6 brigideiro commandante das armas
Transmuto V. Ew, os procesaos daconselho
de guerra dos soldados Francisco Simese Cirios
tfereira da Silva este da compaohia fixa da ca-
vallana e aquelle do 10" batalho deiofanlaria
oiim deaerem confpridea as sentoogas nellos
profendss pelo supremo militar de justici.
Dito ao mesmo.Envo V. Exc. parajj m
conteniente; o processo do conselho de direcco.
para a qualifleago dj l9 cadete do soldado aui-
do ao 10 batalho de infantera Tristao Franklim
ce Aleucar. .
Dito a o mesmo.Sira V. Exc." de informar
sobre a materia do incluso offlcio do director do
arsenal de guerra de 14 do correuta sob n. 354.
Dito so mesmo.Constando-me dos oflkios
lUQios Por copia o proceilimento irregular do al.
feres do 9 batalho de infantera Jlaobel de Fe-
ria Leraos-, por occasiao das occurreocias que
tiveram lagar na cidade de Caruar, no a 1
do correte, e que sao relatadas nos citados offl-
cjos acabo dr determinir que, depois de con-
cluida a ormagio da culpa no summario que so
vai instaurar naquelle termo, contra o mesmo
ai eres seja este couJuzdo preso para esta espi-
ral ; o que communlco V. Exc. para sau conbe-
cimente. Commuuicou-se ao chele de polica.
Dito ao director da aculdade de medicina do
Rio de Janeiro.Depois de competentemente
assignada foi entregue ao Dr. Luciano Xavier de
Moraes Sarment o diploma que para ter um des-
uno V. Exc. me remelteu con o seu offlcio de 18
de novembro ultimo.
Dito ao commandaote superior da guarda na-
cional de Santo AntaoPor aviso do Exm. Sr.
ministro da juatica de 25 de norembro prximo
nodo me foi declarado que o forneumeulo de
talabartes e espadas solicitada em offlcio n. 46
de 6 de agosto ultimo para urna banda de msi-
ca do batalho n. 23 da guarda nacional sob seu
commando superior, nao pode ter lugar por
uever essa despeza aer feita por conta dos offl-
ciaes e guardas que quizerem para ella concorrer,
a '?" d0 4rl- 76 de decreto de 25 de ouiubro
de 1850: o que commuaico V. S. pira seu
conhecimeoto e direcco.
Dito a thesouraria de fazenda.Ao oagociaote
Joaquim Soares Barbosa mande V. S. pagar a
importancia dos veocimentos relativos ao mez de
novembro ultimo dos guardas nacionaes destaca-
dos no dislricto de Duas Barras, termo de Se-
rihem.uma rez que ealejam nos termos legaes
os ihcIusos documentos que me foram remettidos
pelo commaodante superior da comarca do Rio
Formoao com offlcio de 7 do correte.Commu-
nicou-se ao commaodante superior do Rtf Fur-
moso. i
Dito so mesmo.Estando nos termos, legaes
os inclusos documentos mande V. S. pagar a
Manoel Antonio de Carvalho, conforme requisi-
tou o commaodante superior da comarca do Rio
rormoso, em offlcio de 7 do correte os renci-
mentos relativos ao mez de julho e novembro
Jaste anno do uffioial commandaote do destaca-
mento da villa de Barreiros alteres Bernardino
de Seom YanderUy, bem assim dos guardas
aacionaes que compuzeram o mesmo destaca-
mento durante o citado mez de novembro.
Dito ao mesmo.Derolvo V. S. para o m
conveniente o documento que vieram annexos a
sua informaco de 8 de novembro ultimo sob n.
547, relativos as despezas feitas pelo vigario da
freguezia de S. Pedro Martyr de Olioda com as
obras da respectiva matriz, recommendo-lhe que
mande entregar ao mosmo vigario a importancia
do beneficio que se acha recolhido a essa thesou-
raria da seguuda parte da quinta lotera conce-
dida a favor daquellas obras que devero ser
d'ora em diante executadas de conformidade com
o orcameolo junto por copia que nao ser exce-
dido segundo o plano dado pela repartido das
obras publicas o qal consta do predito orna-
mento. Fizeram-se as devidas commuaica-
c5es.
Dito so inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. pagar o que se estiver a dever a
Henrique Augusto Milet, cumprindoque este pa-
gamento se effectue hoje mesmo.
Dito ao mesffi9.-a-M.iude V. S. pagar a quaotia
de 8:000f000 rs. que se est a dever ao empre-
sario da compaahia lyrica do theatro de Saota
Isabel G. Marioaogeli resto da respectiva sub-
veocao.
Dito so mesmo.Recommendo V. S. que
mande pagar a Guimares & Ollvalra a quanlia
de 27J5O0 rs. em que importam varios objectos
que foroeceram para, o curso commercial per-
oambucano como se v da inclusa conta que me
foi remettida pelo director geral da iustruccao
publica com offlcio de 9 do correnle sob o. 366
Communicou-se ao director geral da ioatrucgo
publica-
Dito ao mesmo.Attendendo ao que allegou
Joo Francisco Belem como admioistradorde sua
mulher D. Mara Jos Colbo, sobriaha e her-
deira do finado Dr. Antonio Jos Colho, no re-
querimento sobre que versa a sua informadlo de
23 de oulubro Codo, pediodo que ae lhe, mande
receber o sello da respectiva heraoca na razo de
10 e nao de 15 por cento como estatu a nova
lei do ornamento vigente, de 18 da junho desle
inno, e considerandu que conforme os principios
geraes de justiga a a doutrina do aviso n. 26 de
fevereiro de 18i8, que preceitua claramente que
o direito de hiver a taxa da heran^a deve-se re-
gular, nao com referencia ao lempo da entrega
da preslacao e bena aos herdeiros, maa ao do (al-
lecimeoto dos testados e intestados, anda que
em pocas posteriores realize-se a entrega ou
quitjQo, lransmitliodo-se a heraoga aos herdei-
ros e legatarioa pelo (acto da morte do testador,
da data della, que provm, e em que ae firma o
direito de percepcao da taxa e nao dos actos su-
pervenientes da entrega e quitaQo pelo que nao
pode a mulher do supplicaole estar aujeita a pa-
gar o accrescimo dease impdvlo ordenado pela
nova lei, para o que o nico fundamento aeria o
faci da demora tal*ez iodevida na concluso do
respectivo inventario e parliiba, que nao ae lhe
pode levar em culpa, determino V. S. que oea-
te eem oulrw casos idnticos proceda neala con-
formidade.
Dito ao capito do Porto. Fec,o apresentar a
V. S. para aer inspeccionado o recruta de man-
cha Sabino Candido do Nascimento.
Dito ao provedor da Sauta Casa da Misericor-
dia.Pelo seu offlcio da 13 do crtenle, fiquei in-
teirado de que tendo V. S. de relirar-se para (ora
da cidade aei subitiluiuo durante a sus ausen-
cia pelo vtee-arovedor barao do Limmeuiu.
Dito ao commandaote da estscao naval.Em
..mprimeoto do aviso do ministerio da marinJii,
de 7 de novembro ultimo, mande V. S. nova-
mente inapeccionar o atado de aaude do 1 te-
Dante da armada Jos Rodrigues da Souza, apre-
aentando-me o reaaliadq da nspecco afim da
aer tranaasitiido aquella secreUria da alado.
Fizer*m-s Bt^evl,aa>oMno!cajfoa.
Dito ao director do arsenal de guerrarCoo
ato eso que s^j1|p.)#laaa4oa> na cempaohU de
apraodiiea deaae *csnsl os otto mnores que
oraae aaajaoi ella,*4di4fs, censtiaHea da rela-
mi anam <*>> officia de it dt correte,
estojan as condignas
sob n. 351, ma vez que
legaes.
Dito so director das obras militares.Approvo
o ajuste, que segundo o seu offlcio de 13 do oor-
reoie, sob n. 143, fez Vmc. com Joao dos Santos
rerretra Barros, para a execncoda obra da no-
va oseada e coberta da mesma no quintal do 9o
batalho de inintaria, tudo pela quanlia de 450$.
Cansmonicou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao director das obras publicas.Declaro S
vmc. para seu cbohecimeoto e direccio que oes-
ta data approvei o contrato que por copia aCompa-
uhouo seu offlcio de 12 do correte, sob n. 280 ce-
lebrado cora o empreileiro dos repsros do eollegio
dos orphos de Saota Thereza de Olioda, para
exeuio "Jos reparos addiciooaes de que precisa
o edificio em que funeciona aquelle estabeleci-
mento.
Dito ao vlce-consul da Italis.Ficando intei-
rado do officio que me dirigi o Sr. Jos Teixei-
ra Bastos, vice-coosul da Italia nesU provincia,
com data de 13 do eorrenle, cabe-ma dizer om
resposta que delxo de dingir-nle aos agentes con-
sulares da Toicana, Modeni e Parma. para o flm
solicitado pelo mosmo Sr. vice cnsul, em razao
de nao constar que aquelles consulados foram re-
conhecidos pelo goveroo imperial e nao terem
os respectivos agentes apresentado a esta presi-
tadoa aqui residentes, reclamaram tambero alliar-
se elle, concorrendo com os seus donativos;
Mas a directora, decidiu que, sendo o seto s
privativo da sociedade, de qum o Sr. D. Pedro-
v era prolector, nao podia admiltir quem nao
fosse socio. Reaolveram logo setenta dos ditos
preteodentes inscrever-secomo taes, e assim po-
deram saliifazer o seu intento.
Muita gente nesaa prorfndfa conhece o vasto
e bello templo de N. S. da Piedade. sem Irua
no Brasil pela sua rica architectura e gusto, e
pode, portanto melhor avaiiar s sacciota descrip-
cao que vou fazer.
Elle eslava todo forrado de panno preto novoa
e ao tinha descoberio metale do elegante zimbF,
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL,
Alegoes.oSr. Claudino Falcio Dias; Baha.'
o Sr. Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Paraira Martn*.
EM PERNAMBUCO.
Oa proprietarioa do pumo Manoel Figoeirde da
Fana & Filho, na sua livraria praca da Indepen-
dencia na. 6 e 8. "a-ou
tantas esperancas depostas por um povo ioteiro
H i!*.? raoco rej: o ver como desapparece
da terrs, oole se tornara urna
sua naci,
dos seu i
lJSlISW9^ e oe,. no aaoto
Legado da divina liberdade.
> Na anm.pi!. le.___
pnmeros actos mostreu
grande coragao, a *
nao era um descendente do I Nos horrore. da pesie, e o moribundo
Fozia reaoimar-se ao seu contacto :
casa de Brag*n;a
meatre de Avia ; Dio se origioava
(3)
Nasctdo
fra*M
rio, do qual se espalhava alguma
prio ehio desde a entrada, at o
na do mesmo modo forrado de
de flores naturaes.
No maio exguia-se um seo
sobre columoas, rematado por. urna cora
locava na abobada da igreja, tptrQddo com
dos os emblemas da realeza, de graad riquaza
pon alguna objoctos eram de DriraMaJt, -orn

o bicolor, e outtos jttributos adequ3J^H_
as columnas do cenotaphto liam-e-golwe es-
cudos os nomes de todas as provincias dnnri n. .... i. r------------7 "* uumo ue tonas as provincias- de Por-
andoVu. r/ ?'A *22Jrl!!**2l A. 80bre d '"!. tue.tambem estaVam
sendo que por aviso do ministerio dos negocios
eslrangeiros de 23 de maio do anno passado, ru-
lo por copia, maoJou-se cassar a nomear.o do
agente consular do pnmeiro daqueiles estados.
Reitero ao Sr. vice-consul da Italia os protea-
los de minha perfeita estima e consideracao.
Dito ao delegado do termo de Barreiros.Re-
meta Vmc. quinto antes ao juiz de direilo da
comarca a listi dos cidadaos aptos para seren ju-
rados, como lhe incumbe o art. 225 do regla-
melo n. 120 de 21 de Janeiro de 1812.Com-
municou-se ao juiz de direito interino do Rio
rormoso.
Dito a cmara municipal do Rio Formoso.Re-
mella-me a cmara municipal do Rio Formozo
com toda a nrgencia a informaco que Iho (o exi-
gida por despacho desta presidencia de 31 de ou-
lubro ultimo, Iangado em nma represenlacao de
Henrique Augusto Milet, acerca da eleico de
juiiesde paz e vereadores desse municipio.
Dito a cam ira de Serinhem.Constando-me
tao lazendo casas sem reguiaridade alguma. nao
so em relaso coostruccio. seno tambera ao
aliuhameolo que deve ter, recommendo a cma-
ra municipal de Seriohem que lomando em con-
siderarlo o grande desenvolvimento que vai tea-
oo a ediQcacao naquelle lugar, d quanto antes
as suas providencias para que nenhum edificio
all se faga sera a conveniente cordeago a regu-
que atest
lo- fia.
as
remd
Mil; favo
coovulsoes polticas,
m-se s lagrimas do
es da vida apreodeu
sua naci. Com a
experiencia em tio
to abalam os thro-
. dos partidos ; vio
a por mesquiohas
nao desdiziam de
J2^".^!!.P^ ^-^^S^m^oualp^araa
da
laridade.
Expediente do secretario d
-_ governo.
OUicio ao inspector da thesouraria de fazenda.
U Lxm. Sr. presidente da provincia manda
temetter a V. S. a inclusa ordem do thesouro
naclooal, sob n. 280. e bem assim um offlcio da
secretaria de estado dos negocios da (azeoda, da-
l.,(loJle 3 ao correte, commnnicando a remessa
de 20:000j000 em moeda de prata.
Dito ao inspector do arsenal de nminha.O
Exm. Sr. presidente da provincia concedendo por
portara de 14 do correte dous mezas de licenca
com metade dos veocimentos ao porleiro desse
arsenal Jernimo M*laJiiades Ferreira da Silva,
determname que assim o communique a V. S.
para seu conhecimento.
encllente, e nrui appro-
Despachos do dfa 16 de dezembro
de 1861.
fleouerimento.
CaodiJaSenhorinha de Jess.Informe o Sr.
director geral da inslrucco publica.
uimaraes & Oliveira.Dirija-se a thesouraria qualquer outra, por maissobarba que seja, en-
provincial. contrara novos dias de (ortuna, despertado os
Henrique Soares de Andrade Brederodes.In-
das psssoas mais caracterisa-
das da Bahia, notando-se nos lugares que Ihes
oram destnalos S. Exc. Rvma., S. Exc o Sr.
presidente, chefe da estadio naval, commandao-
te das armas, marechal bario de Cajahyba, ma-
rechal Luiz da Frao?a, marechal visconde de
Camam, bario de S. Lourengo, corpo consular,
oraciaea da armada edo exercito, deputados ge-
raes provinciaes, ommunidades religiosas,
commiises, etc.
A msica esteva
priada.
Orou o reverendissimo Sr. padre meitre Pr.
Raymuado, expoodo um discurso conciso : mas
digno do asaumpto.
as absolvigoes ofllclou o Rrm.'Sr. arcebispo.
Fizeram as honras militares urna brigada da
guarda nacional, e a companhia de ertiflees. Aa
embarcagoes de guerra oaeioosea conservara-se
durante lodo o da com as bsndeiras e insignias
a meio pu, e as mercantes estiveram de vergas
desamanlilhadas.
A ciJade baixa pareca deserta ; por que qua-
zi todas as casas do commercio.nio sbrium.
Os porluguezes team razio de sobra para cho-
rar. D. Pedro V era um monarcha modelo, ca-
paz por sua prudencia, por sua habilidade, pela
hooestidade de sua vida, de elevar Portugal do
abatimento em que jaz.
Os exemplos virtuosos do throno haviim de
pouco pouco calar na multldao, corrigi-ls da
corrupcio e -esta pequea, mas heroica najio,
que em sua historia encerra mais gloria do que
envoltas em crep, com os espitis de prata, es-
lavam escriptos igualmente, em escudos, de que
pendiam capailas de flores naturaes roxai, os
nomes de todas as chlades notaveis do reioo.
No centro do primeiro corpo se elevava urna ri-
qui'sima urna coberta por um panno mortuario
de excessivo valor.
O catafalco estsva Iluminado por mais de 500
uzes, m casticaes de prata, e lodosos altares ;
assim como o altar mor estavam igualmente 11-
luminados.
Eita rma;io era magnifica, fazia um prodi-
gioso effeito, e d honra aos artistas que a ex-
ecularam. Releva notar que oo dia 6 houve o
grande offlcio pelo lho do Sr. bario de Cajahy-,
ba, que no dia 7 desmaochou-se tuto TtVei fa, ouvem su. mo ? nih
tava armado, para se f.zer esta oovs* aQo, cTtos dc'Sdeccfr.caS
de sorte que apenas houve tres dias para isso-
Todas as fazeodas eram novas, e serviram pela
pnmeira vez oeste acto.
As 10 horas da raanhaa eslava o interior
i Moc.0 eiia, a)ToHtoha a Ilustrarlo dos pro-
vectos,- a aqauHa triste experiencia.
Ratera a flota. -Subindo ao throno, empu-
nhando^aceptro. desenrolou a carta constitucio-
nal e ffcdella o seu programma de governo.
ChWaT-o, Porluguezes I
< Na# porque Qnou um homem ; mas por que
oesse homem os mais bellos germens se desen-
volvan; mas porque nesse hornero, nesserei
ae tao (laucos annos tinha Portugal a flanea de
ua grandeza futura.
< Chorai-o Porluguezes 1
Foi elle o primeiro rei que nasceu
constitutcio de vossa patria ; foi elle o
re que quizgovernar o povo
o primeiro e talvez que por
nico rei liberal da Europa.
Chorai-o, Pffrtuguezes I
Seus olhoa j
para o sceptro,
Lomo nenhuma o (Ora,
La jaz paralysada para sempre
No gj.|0 do septHehro, exposta aos vermes 1
u qu s tu, se a virtude te allece.
Se ti ne cerca e ampara o amor dos povos?
estatua, deouro vil gatvanisada.
Que.carneo da razio e mal dos hmeos
u ceg acaso amorlalhou na purpura.
Cercado de amor dos porluguezes
PEDRO QUINTO VIVEU; e sem que nunca
; vio desapparece- Esse amor filial desmerecesse
desmornamenos Deseen campa, como poucos descera.
Embalsamado de saudoso pranto.
Rico de bencios, rico de saudades.
Foi para elle capitolio o throno;
Para o povo um triumpuo o seu reinado
E, morto, recebeu das mioa do povo,
Pelo real diadema quedeixava.
Do civismo a corda
Perenne e santa, que ninguem devolve.
V
com a
Meus irmaos de alm-mar I nestes momentos
t urna so familia a humanidade ;
Chorae comigo o vosso rei; eu hoje
Sou lambem portuguez para chora-lo.
Que o vulgo assim nio penseque me importa ?
Que tem que ver com o vulgo
; toi elle o primeiro Mioh'zma de chrisio e de poeta f
o pe o povo : foi elle Nada fsou livre, como livre a brisa,
multo lempo seja o Qu'em torno do cpreste. a horas mollas,
Parece, murmurar, saudoaa e triste,
Ums prece ao SENHOR peloa finados.
i nio vem eoj-ouyldo. j Oremes nos Uniben"p"1.7eT "morto".'
poda Ucmar os de- Cuja vida mais ampia
Chorai-o, Porluguezes !
Co'asnveos que o perfumara, se remootem
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda,
Irmandade de S. Francisco de Paula, erecta
na capella do Caxang.Nao tem lugar ern vista
da le.
Irmandade de Nossa Senhora do Livramento
da cidade da Victoria.Nao tem lugar o que
requer. '
Manoel Valentino" dos Santos e outros.A vis-
ta da ioformar^o requeiram os supplicaules a au-
toridade a quem competir.
Frei Thomaz de Saota Mariana de Jess Maga-
bros de jeus fllhos, por este joven rei.
E' urna grandeza prxima, urna regeoeracio
completa que Portugal perdeu, perdeodo seu
Pedro V, e Deus sabe quando se realisario agora
as esperancas que seu reinado fazia concebe/.
D. Luiz I, chamado imprevistamente ao thro-
no por este fatal e triste acontecimeuto, que todo
o mundo deplora, pelas sympathias que o man-
cebo rei bavia provocado, obteve ama haranca
pesada; mas mu gloriosa.
Pedro V abriu o caminho, basta seguir-lhe os
psssos, imitar o modelo que elle deixou, e sua
---------------------- .u- uaua Moga- r~------1 ....-. v ujvuoiv IfMO CMO U.UUH, o sua
inaes.Lomo requer, devendo este despacho ser nra ficar complets, e o novo rei adquirir tam-
apresenlado ao Sr. director do collegio dos or- De,n affecto dos povos, governaodo pelo amor.
pelo evangelho, pela constituido, e assim far
, a felicidade de sua patria.
: O legado nao pode ser mais tremendo ; mas na
i escolha nio deve haver heaitaco.
1 Ou a gloria imitando Pedro V, ou a deshonra,
o desprezo, equem sabe o futuro ? desfrutado a
sua immortal obra, apenas agora encelada.
O dia 11 de novembro de 1860 tronxe um luto
profundo nos Brasileiros, alumiando o infausto
nauragioda corveta D. Isabel. Eatio os Porlu-
guezes se associaram solemnemente aoa nossos
praotos.
O dia 11 de novembro de 1861 mergulhou na
phaos.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel-general do commando das
armas de Pernambuco ua cidade
lo Hecife em 18 de dezembro de
1861.
ORDEM DO DIA N 5.
O brigadeiro commaodante das avmss faz pu-
blico que tem nesta data nomeado para servir
de ajudante de ordena encarregado do detalhe
inf.nl.r. r.A.iM/. i ..id. i V-------- "i r. "" """ tuiuRuoie, arreuaianao-ines o seu
dioenaado auSi J *"' ",1 Pr IM01 "0,' ieu V"* monarcha. e ns Brasileiros
JrelfL^S.if'SS: I"8, >'?"oamente choramos tambera |araarg.mente a prematura
exerLia o Sr. lente do mesmo batalho Josquim
Jos Pereira_ Vianna, dependeodo esta nomeajao
u
de approva(io do goverco.
Outro siro, declara, que para boa reguiaridade
e marcha do servico, tiqueen os Srs. commandan-
tes dos corpos, companhias isoladas. e Fortale-
zas ua inteligencia de que toda a conrespooden-
cia delles com este quartel general deve ser re-
mettida diariamente at ao meio dia, sem que
comtulofiquem inhibidos de ofazerem em oulra
qualquer hora nos casos em que se der urgencia.
Finalmente declara, que em data de hontem
selheapresenlou, vindo da corte, com o Qm de
aervir oesis provincia o Sr. 2 lente do corpo
de engenheiros Jos Tiburcio Pereira de Maga-
lhaes,.quo Qca a disposicao da presidencia.
Assigoado. Sotidonio Joti Antonio Pereira
Lago. w
Conforme. Joaquim Joti Pereira Vianna,
lente ajudante de ordena depessoa.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PfiR-
NAMCUCO.
Bahii, 13 de dezembro de 1861.
Aiada impreasieoado pela magnificencia do of-
flcio fuoebre que por alma de S. M. F. o Senhor
D. Podro V, rei de Portugal, mandn a socieda-
de portugueza de Beaeflceocii celebrar solem-
nemente oo hospicio de N. S. da Piedade, no dia
11 do correte, trigeasimo do fallecimento do
Orean o* Augusto Senhor, lango nrio da peona para
(azer aos seus laitores nm rpido esooco desta
piadosa demenaVr^io da aSecto, que tanto il-
lustra o monarcha,- que della se fez digno, como
onr*Mi uKdHotf qtft a levarsm a effeito. para
dar urna axpaststo ao profundo etftitlasnto de
drque oa dominara.
' Lago que oa membros desta philantropica a-
ooiaci* snifestaram a Idea desle triumpbo de
morte do principe idolatrado.
Assim oossas dores em duas circumstancias
tao solemnes, ligadas fatalmente as mesmas da-
tas, teem sido communs como sao communs a
lingua que (aliamos, a religio que seguimos, os
coslumes de nossa vida.
Quando se terminou esta ceremonia magestosa
s 4 horas da tarde, o Sr. Amanl Tavares, como
orgao da sociedade Vinte e Quaro de Setembro,
recitou o sentido discurso que ae aegue, e o Sr!
Muoiz srrebatou os ouvintes com a bellissima
poesa, que recommendo aos seus leitores.
O templo esteve aberto at a ooite, e hontem
tambera, e (oi visitado por muitaa pessoas de am-
bos os sexos ; toda a decoracao (oi tomada por
urna machina photographica em duas partea dis-
telas, para ser estampada na Illuttraco Portu-
gueza. .
Eis o discurso do Sr. Ainaral Tavares :
Seohores.E* um Blho de outro hemispherio,
um individuo de outro povo, um membro de
oulra associacio que vem lambem ajoelhar junto
ao tu mulo em que se reclina o monarcha por-
tugus. '
Ha certas occasidea em que parece que um
lente de razio domioa ludo; em que, como que
voliando-se aoa lempos primitivos quando nma
uolca familia povoava a terr, todos peosam do
mesmo modo, todos os sabios articulan) as mes-
ma palavraa, todos os coracoes pulsara impellidos
pelo mesmo aeetimeoto.
B assim, que, Brasileiros Portuguezes
neste momento lamentam unsonos o infausto
acoolecimento que enluta a corea lusitana ; e
assim, que delegado por om* asaoeieeio igual-
mente oobre, venhe raanir-me i sociedade Dte
teis de Setembro neale culto s cinzas do seu real
protector.
c.Sonhores, costo honrens, como philosophes,
vejamos nesta trate successo a marcha invariavel
e uniforme da natureta ; lamentemos essa exis-
tencia cortada em (16r
Chorai esse filho da liberdade, esse propug-
oador eslremo dos adiaotamentos do seu povo :
choraio-o pelo que (oi e pelo que havia de ser.
Sede cortezioa de nova especie; corlczios
da morte, muito embora !
E quando lhe (echardea o sepuichro, nao es-
crevais em cimaPedro V, o muito amado : nao
escrevaisPedro V, o infeliz ; porque essas pa-
lavras nada diro dalle posteridade, oSo escls-
recerao sua memoria; escrevePedro V. o cons-
titucional.
o prematuro e deplorabilitimo pastamento do
minio illuttrado e virtuoso rei ios Porluguezes
o Senhor D. PEDRO V.
POESA,
recitada na igreja da Nossa Senhora da Piedade
por occasiao das exequias, que pelo eterno re-
podo de aua alma (es celebrar no dia 11 do
correte mez, trigsimo do mesmo passamento,
a sociedade portugueza de beneficencia Deze-
seu de Setembro, offerecida e consagrada
sua saudosissima e gloriosa memoria, por seu
sincero e ervoroso enlhusiasta Francisco Mu-
niz Brrelo, natural deata proviocia da Babia.
Morreu I.... e nao se i como, trespassado
Ue anguilij, Portugal enante anda I
Nenj como essa myriada de estrellas,
Que l orna gentil o co das leitras,
j Anda vive e sciniilla,
Vend apagado o seu rormoso astro,
Que lhe deu tanta luz, tanto incremento ;
Baixaodo at ao carcere do crirae,
Sem o receio eatupido de nelle
Polluir a moral do regio cargo.
Para elevar o genio do romance, <
Pela humana fraqueza ali recluso I (I)
De que (erro armara o'braco a morte
Para una vida anniquilar tao grande? I
E mysterio. A sciencia apeoas julga
Que dos paes nocivos do Alemlejo
Contra essa vida em flor surgir o anjo
Do exterminio commum para exlingui-la.
Eu nio; na crtica do meus pas fundado,
Vejo outra origem nesse golpe infausto,
Outra origem mais alta : d'Eslephania
No eterno amor descubro a causa delle.
Esse anjo do co, mais nio podendo
Ver penar c na trra
De aaudade sem ella, e por seu povo
A querida melada de au'alma ;
Mediado bem o sacrificio enorme,
Que faria o seu PEDRO
Em passar, como re, aoa bracos de outra.
Elle que, como homem, s a araava ;
Quiz salva-lo, e uni-lo a si mais cedo,
E pedio.... e implorou.... e o co ouvio-a.
III
Morrea!.... E quem pensara, quando, ha pouco.
No meu pobre alade alcei louvores
Ao seu dia natal, que tao depressa
as dolorosaa notas da elega
Viesse prantear sua memoria?!
Has.... que venho eu tazer?.. Onde a palavra,
Que descrva o que era PEDRO QUINTO
E diga do seu povo a perla e a magoa ?
Rei, como elle, s a mente o alcauQa ;
Dr, como essa, s lagrimas traduzem ;
Perda, como essa, immensa
S a demonstra a algebra do tempo
Na pe Ir da exp'riencia e dos successos.
Embora: prantear o hroe perfeito
Dos meus hymoos (estivos de setembro
E' s aqui meu filo ;
E, para praolea-io,
De phrases nio csreco e de harmonas;
Basta-me um coragio como o que tenho.
Canto na morta a quem caotei ni vida ;
Abyssinio nao sou : o enthutiasmo,
Que sinto e mostr pelo sol que na3ce,
Quando elle pe-se, acaba por saudade.
IV
A mi, que prescreveu o aoacbronismo
Do seu seculo, o sculo forjado
Na regia dextra, enlamiada s vezes,
A's reres tinta do fraterno singue ; (i)
(1) Alludo visita bizarrissima, que por urna
ou duas vezes se digoou o excelso monarcha de
azer ao Sr. Camillo d Castello Branco na sua
priso ; exereendo assim urna das obras de mise-
ricordia, recommeodadas pelo Evangelho, e pres-
tando mais om favor e incentivo s ledras que
por essa e outras gentilezas do illustradissimo
soberano, tanto em Portugal floredeeram o seu
corte reinado.
(9) A historia tem apreseotado algumas que
esli Mate caso, e deigrac.adam'ente, ainda po-
nera apparecer outras.
O beija-mao deve ser, pois, cojno bem o anten-
don o SR. D. PEDRO **, ama homeoagem da
vontade, e nao urna tfamttt,. abrigada de corte.
Quem nio beijaria de mullo bom grado, indepen-
I danta dessa obrigafiq anachroniaa, a ralo ao SR.
elle a gratidabvVDEOS o voto
Da triste patria fervorosos sejam,
Como foi fervoroso
O zelo, que nutri sempre por ella.
Dos soberanos seas ao muito amado
A muito amada grei honre na morte,
Quanto elle, em vida soube sempre honra-la.
Maldiao I maldicjio ao lho ingrato.
Que deshonrar seu pai 1 Nio porluguezes l
Mil vezes nio! Lembrai-vos do que (osles.
Do que seris, se a obra
Que tao adiantada e tao segura
Voa deixou PEDRO QUINTO, consentirdes
Que mao esiranba, ou natural dealrua.
Ah I isso ira perturbar-lhe o aomno
Eterno que IA, dorme ; isso faria
Erguer-se do sepuichro
Seu av, sua mi, a praguejar-vos....
E pragas de uarlo sao tremendas !
Msisuniao que lagrimas!
Mais civismo que odicios piadosos I
E' vosso rei, qu'escuto, quem vos'falla :
Elle vos recommenda, elle vos pede
Mais lealdade a seu irmao, mais cultos
A liberdade e patria que a aeus manes,
Que j da gloria eterna esli gosando.
Viode, viode comigo, aioelhados
Anteo seu mausoleo, jurar concordes
Ser sempre dignos de lal rei, quam digno
Foi elle, sobre o sollo,
Do seu povo, lio seu, que tanto amava.
L se levanta do funreo leito
Asombrado reipai, agradecida,
A receber a jura de seus Qlhos___
Espera, PEDRO QUINTO Espera 1 0 sculo.
Que oa glida dextra, que, animada.
Por servil rejeitou-o, houveste em Lysia,
O'sculo filial em mi paterna,
Aqui tambera recolheris___Silencio 1
Meus irmos em espirito Curvemo-nos
Ante o milagro e o morto I.. E" tempovamos 1
Est concluido o processo dos empregadoa do
sello. O Sr. Dr. Francisco Goo$alves Martins,
juiz neite processo, acaba de dar sua sentenc,s,
condemnando os Srs. Machado 6 mezes de pri-
so, Carneiro Reg 9 mezes, e Brim 2 mezes
de prisao cora perda de empreg e inderanissgao
com 5 % do valor que deixou de receber: os de-
mais oram absolvidos. Os Srs. Machado e Car-
neiro ji foram demittidos pelo governo impe-
O brigue nacional Seis Irmos, est aonuncia-
do para partir para essa provincia no dia 20 do
crrante.
A alfandega rendeu at hoje 2O7:971J090.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
O Sr. Dr. Epiphanio de flillencourt acaba de
dar publicidado um volume de poesas, seus
primeiros cantos, a que deoominou Luz e Mys-
terios, (azendo-oos esperar urna coalinuacio de
frucios de sua fecuoda imaginario, de seu enge-
nho frtil, traduzido oa linguagem inspirada das
musas.
E' um novo astro que se aggrega pleiade lu-
minosa de poetas, que o Brasil j conta entre seus
fllhos, (ulgurando no firmamento das latiros pa-
trias; e, o que mais promette elle urna ex-
pansibilidade porventora rara entre nos, e que
ir por diante, despeito do falseameoto ordina-
rio ou do desvio de vocsqo, occaaionado neati
trra pelas exigencias do positivismo da vida or-
tica.
Fadado como a esse viver do sentimentalis-
mo, Deus Ih'o faga correr suave em suas transi-
eres, sem experimentar jamis esses tropeos
que emmurobecem a seiva das disposices, oem
passar por essas peripecias, que tudo trans-
formara.
Para eacrever-se sobre poeaia preciso aer
poeta ; preciso compartir desaaa iospiraces que
arroubara alma, que dio fervor i iotelligencia,
que activaos o coracio, elevando o homem que
objecto de sua accao estimulante i esphera da-
quilto sobre que se escreve. Seo pintor, disse-o
alguem, estuda a forma e a cor; se o msico as-
tada o som, e o mecbanico o equilibrio daa tor-
cas, cabe Critica em partilha o difficil encargo
de examinar a forma e o aom, a cor e as torgas, e
librando-ae as axaa a oootemplacio philoso-
phica, pairar sobre essa vida idntica e ml-
tipla.
fltho rei, e nio a baijari ao SR. D. PEDRO H.
todoa verdadeiros amigos e pais de seos povos ?
A espontaneidad^ desse aeto que podo honrar
a quem o Taoelre, e bem exprimir o sincero amor
e respeito de quem o pr tica.
(3) No hospiuea, onde se apreetava t qual-
quer hora do da ou da notte, com urna coxaaem
e abaegacio de poneos tempioi, a ver oa d.oMtoa
urna lagrima as palpebm
. mas resignemo-nos per
A critica, ou alias a apreciacio analytica
pois, um papel de saa oatureza mu delicado- e
ns, sem os dados uecessaroa para deaenvofve-
o, nao sem apprehenses mui vivas que ora
tragamos estas llffhas, que esli sem duvida abai-
xo do mrito e do apreciado. Maa forca, em
noso tantlico labor de por o publico par das
occurreocias do dia, dar-lhoesU noticia biblio-
graphica, inleiraodo o do que seja a obra sahida
lsio o fazemos apenas, tea prelenco critica,
para a qual oessa especislidade, repetimo-Io, ma
preparados estamos. *
O Sr. Dr. Epiphanio de Bittentoort nao inan-
gura urna nova escola, nio imprime osas novas
fecoes no versejar. em seus primeiros cantos-
isto urna verdade. Mas sio elle, impregnados'
nn^.erHtortn'nen<. que se experimenta sem
S .Mefl0,r Pf ,B,.P,,,i*|. Pe'" aereo em
que se elle eovolve; fallara elles tio directa-
mente s fibras intimas do coragio. e desperUm
ah. sensagoes tao vivas, que offerecem P.ssim
ama cor protro. e lhe cooquistam urna origina-
udade innegavel.
A seoaibilidade esquisit, que delles transpira,
o amor uno na essencia, mas distiucto na mani-
mfanan# mulner mi,e 3 """or amante,
que nelles traosparece, placido como a luz do
sanctuano, vivo como a chamma da pyra as ex-
pansoes d'alma pelos campos ds ideas elevadas
patriticas e generosas, que elles abrigara : os
arroubos. emfim, de urna magioago ervida e
viril, que sao comidos n'um rbythmo docee bem
meoido, sao paginas que se succedem umaa s
nKaH"V My'Urio*' cn>o urna emissio
odorfera da alma do poeta; e como uma melo-
da dessa harpa que a todos commove e abala
proiundamente em seus harpejos multplices de
amor patrio, de um vago melanclico, que lhe
accentua o carcter, e de uma tristeza sentimen-
tal que den'alma.
Quem nao ter
lendo
Daquellas gottasuma
Cabio na crianga linda,
< Que disse, despertando,
a Ohl lagrima bemvindal
Orvalho abengoado,
a Quem foi que te enriou?
E uma voz querida
Ao ouvido lhe soou....
Fui eu.... Ohl minhafilha
Do ci pude deseer ;
o Vim dar-te a minha beneo
t A deus te vim dizer!
Eos olhos da creaoga
Choraram como os seus,
E disse: Mami, quero
Tambtm viver com Deus !
Mas ella, merencoria,
c Sorrio-se tristemente:
B' cedo, i cedo ainda 1
Que pedes, innocente ? I
o|oQJHll,,.f0ra, no "e e"i os acceotos
t wKr'1 Mu.n<1o o dia a de dezembro
m^ador? Pr0r,aC,* em preWD' de S" M-
c A monarchia exulta, e um povo inteiro.
T as ultimas raas do Cruzeiro,
Estremece de ulano,
Vendo um pndulo bergo no passado,
D onde vibra-se a luz d'um sol doirado
Q'brilha d'anno em anno.
O dia grande esperanzosa filh,
A aultana do nortea maravilha
- Das mios do Creador,
Pernambuco, sadao sol fecundo,
Quede um solio slumia o Novo-Mundo-
Festeja-te, Senhor I
margem do Atlntico aeotada
Era urnaindiatalvez petreficada
Por ti a suspirar....
Para-as plagas austraea olhando acaso,
Desde aa rosas da aurora t o ocsaso,'
Maa sem vr-lecnegar.
E vieste por Qm arfim os mares,
E a indis acoida i sombra dos palmares
Mas bella de perfil !
Vai ao encontr d pai qu'em Guanabara
Erguera o sceptro, o throno seu plantara
Luzeiro do Brasil I '
E elle vemnobre vulto soberano-
Mirando as costas onde bate o ocano,
A seus ps se curvando___
Na esmeralda do mar vendo engastada
A per'la de Ceylo tio decantada.
De looge lhe acenando !
Coblgou-a d'entio, quiz poesni-Ia,
E chegando, encontrou a oobre filha
Os bragos Ibe estndendo.... >
Em pedra ella nio era convertida,
J tioha coragio, j tinha vida
Os osc'los recebendo I
Abragaate-a, senhor, mui commovido !
De umanjo tutelar eras seguido,
D'uma estrella de luz,
A imperatriz, que deixa aps seus psssos
Longos, eternos, virtuosos tragos
Pelo imperio da Cruz 1
Quizeramos dispor de espago mais ampio para
aquiestampar.toda esta poesa, bella na forma
rhylbmies, magestosa no pensamento que a do-
mina.. Ella a bastara para dar nome ao
autor, e p-lo 6 par de outros poetas
merecida dislincgio.
Nao lhe so meos a phantasis Salan e o Anjo
onde a par de peosamentos elevados, eobre-saha
a natureza toncada pela arte.
Sublime oa ooncepcao, crete na prodncco
desta phantasia o poeta, que o mesmo fundo re-
ligioso aprsenla em outras composigoes suas.
por certo artsticamente bella esta descrip-
gio da tempestado, na qual as palavras como
que daguerreotypam a esta.
D'um polo outro a trovase revela,
Nuocia da confuaao da procella,
A >luz meridi apaga.
Em frvidos caches o mar espuma
Ao rgido tnfio que ae desala,
E ao voraz turbilhio leva, arrebata
Um batel aobre a vaga ..
Se desenrola cada vez mais (orto, ,
No satnico impulso leva a morte. 2
Horror, destnicao 1
Iodomsvel e bravo arrostra aa nveos, *~<
Que se acastellam na amplidio do eapace, '-
Athteta gigantesco, brego braft
Lata co'n creagio I
c Brama o trovao i voz da tompestidt,
Fnzila oraio, ptnonoliOTeja eva,:.
Iilmina. a ttnrn... ingt 4I (
A bares polo mar,
Ora otadMi* M ibyirse, ora em pinada *t
Ao spida nttrar < -ondw terivl,
Qorao quam desafa o osbaativol -a a
Do coriaoo a crusar I
^naaaaaaas
.......
eu
oossos do
. a.



^i3i u &mim m ? tim hwm
*1AM0 H MBSUSOCO. QUISTA TOSA II M DSZEMSM M iWl;
:&
.-.*
8I2BDI-U

- O aojo do Senhor msodra ao ocfaiW,"
E tola convalso do* elemento* ;
Kxteedeu su cjes.tr*, sobara
Cassatam furias, ay^itCB^nU
berdtdt, os qusl'faz o poeta UIUIII W 0Ng6iUI
dentado hornero, dtscrevendo alliloquente a
jnaatita Jaaus, rujo Moga* regando artera da
liaardada, den-Ihe ida e fe-li florecer :
a E por encanto mais sombra,
Mata liadas flores produz :
E que a arvor* *emdiu
Teas a* raizes na Cruz !
i astea sublime* de idea e de versiOcaelo na-
loaat e flaeole, nao sao interiora* outraa pecas
toque se compoem este* primeiros ceotos.
O amor e a loria, a folha do cor a cao. a Vir-
Templo, ao Chtro da tua, a Vida e o tmulo,
o poesas irmaa, que se abracare n'unra elini-
Wado de bellezas admira veis. O pens* mentes
o escolhidos, e o modo de ex^ressa-los fcil,
acoeasivel e sem iraosposicoes obscaras, que
tnaitas Tezes deturpam a poesa.
Nao menos feliz o talento do nosso poeta no
paro lyrismo, ao qual Ihe descobrimos pulsacoes
de una vida coas tofae aa funches ecouomlcaj,
ero todo o seu vigor orgnico.
E vejam-n'o:
Aquella dbalia,
To descorada.
"" Hoje distribuimos cosa o* cosaos assignan-
tea urna flhinha commercial para O anoo de
1eMafc '-aleles, 5 quem por ol 'ido, nlo for ella
riMthijdeverao manda-I* reclamar ao douo
piano.
^,l!0f.Tt!!,*?r,?'h''Cf?raS *-T ~ No di. 16 do crranla tor.m reco.hido,
A poasM^fvea* pdde a**tel-a ?
Sueaa ja pode aVter- Ihe carreta* f
lia A asa aojo, as a* tesrtem proatra-la
Abre a* aaas, aotti feitieeira I
fiordo ai a r ;
Que ao brando impulso
Da subtil vaga
Foge da plaga,
P*ra se abysmar...
l esperance
Be coraba ida,
00 val perdida
Qu'eu choro em vio :
E a ventura 1
, a saudade
Da moeided*
Do coracao 1...
Fecharemos esta* lionas com urna prora mal*
da nosa assergao, para aqui trasladando a pn-
jacirs part da Sozinha
A tiea deshoras
O que namoras ?
Parque flescorsa
Parante o mar ?
To pensativa,
To attractiva,
A' charo mi viva
D'eate Inar ?
Porque pesseias
Nestas a reas,
E assiro TaRueias
Silenciosa ?
Bate-te o sio...
Ser deenleio,
Ser4 de receio.
Fallida rosa ?
Foge d* margem,
Foge da aragem,
Divina imagem
Doaoabar mea I
Ao soilrirnento
D-roe nm alent,
O esquecimento
N'um beijo tea I
c A ventsoi*
Jredopia...
Foge ardenta
(Jue-treme ao mar.
I-yrio doa lyrios,
Da ooite os fros
Do-te arrepios...
Fazem gelar I
a A onda avance
Ai I j te alease*...
Corre, cria rica,
Mulher ou flor I
Vem ler comigo,
E' doce o abrigo
De um seio amigo.
Febril de amor 1
A' noite meia
Co'alma cheia.
Que nos prateia
Com sea luzir,
Vem, seductora,
Minha barpa agora
Sabe aonora
Trovar, sentir...
Um terco canto
Tira o quebranto:
E' o desencanto
De atroz doer...
Um doce barpejo
Val mais qae um beijo,
Finda um deaejo.
Cala um geroer I...
Curopre ao Sr. Dr. Bpiphanio de Bitlencourl,
que to primorosa estra aprsenla, oao desani-
mar : e portaoto novos tracto* produzir para ri-
queza ds liiteratura brasilica, que ludo tem a
esperar doa jovens de tlenlo, de quem depeode
o futuro delta sem duvida algama.
O Sr. espita de fragata Hermenegildo An-
tonio Bsrbosa d'Almeida acha-se definitivamente
aomeado iospector do arsenal de marinha atesta
provincia, que exercia interinamente, e de que
fui exonerado a sea pedido o Sr. Ia lente Ma-
noel Pereira de Figueiredo.
Foram aposentados o Sr. Io escriplurario da
lfaodega desta provincia Francisco de Paula Lo-
pes Res, e o Sr. ajudante do estereometra ds
Toesma repartidlo Joaquim Ignacio de Barroa
Lima.
De ordena do governo imperial, devem os
vapores da companhia pernambueana regular
suas partidas para o norte de mudo que, sendo
immediaias passagem dos vaporea inglezes e
iraoceze* das liohas da Southampton e Bordean*,
poisam para all cooduzr as notioias da Europa.
Para complemento desla provilencie, a compa-
nhia maranhense ha de couciliar a chegada dos
sena vapores ao-Ceari pelo tempo cm que ah lo-
quera os da pernambueana, aflm de a seu torno
prestarem idetico servico.
Regulada esta coincidencia, Acar sanado o mal
sobre que haremos reclamado com ioteira justi-
C, que com esta providencia reconbeeida ple-
namente.
Hoje vai praca, perante a junta da fazeo-
da provincial, a obra do calcaroento do Campo das
Prncezas e praca de Pedro II, avaliada em rii
212:9059, pelo aystema de paralleltpipedos.
Finalisa hoje o prazo aberto coocurrencia
par* a collocaco de carris de ferro, chsmados
tutanos, a partir desla cidsde at o povoado dos
Apipecos.
Os pretenderles ao contrato respectivo podem
florecer a suasTodicoes.
Reeolve* a presidencia, em respoata ao en-
geoheiro fiscal da via frrea, qae nao poda d si-
sar a ezercicio daaeu ajudante o engenheiro civil
Ficaaioo Rodrigue* Vieira ; por quanto o goverao
imperial nenhuma solucao deu acerca da decaa-
Aa impetrada peto mesmo Sr. .
loiormam-oos que* o* abobada da Penha
liste ama caioulioha doada, que maltratada
horrivetmeate, fogindo aa vezes para a roa tai su-
ri* aturaiiosu, quando solta-se priso em que
ti.
A' polica da respectiva freguezia pedimos que
-verifique essa ioformaco, dando algama provi-
dencia no sentido de ser removida aquella misera
par* o hospital, onde seja melhor tratada, e se
Ihe oao augmente a (Altelo.
Na apuracao dos votos para membros i as
sembl* provincial pelo 5o dlstriclo, que hontem
demos, foi omittido o come do primeiro votado ;
rectificando enaomissto, fie* a lista composta
do aeguiote modo;
1 Vigario Lopes de Barro*..................
St Dr. Araojo Barro*.........................
3 Padre H*rc*i.....,.,................
4 Dr. Antonio B. Giliran*..................
5 Vigario Francisco Pedro...................
Coaego Campo*.
casa de detenerlo sement 2 hwmeos, ambos 11-
vre*. seooo 1 a ordem. do suAtasydo do lUmie,
amamrdom do da S.Jos.
Ifo dia 17 do corren le fosaras reoolhido I asea-
mi 12 hornees e ama mulher, sendo 7 hvrta a 6
esersvos, a saber: a ordem do Dr. chef da po-
lica 1 ; a ordem do Dr. jois municipal da efun-
da vara; 1 a ordos do Dr. delegado da capital
Wk ordem do subdelegado do Becife 3, que sio
o pardo Alexaodre, escravo d* Lniz Aotoato do
Siqoeira, o crioulo Paulo, escravo de Mari* de
tal, e o africano GuiMerme, escravo do bario do
Livramento ; a ordem do de Santo Antonio 4, in-
clusive OS ffrlnuln rinmingna o Anlnnint ele e- L.ee *. OJ^Ort* do tecSDO m*i* ido*.-
cravo de Domipgoa Viliaca, e aquella tro majar
Antonio Bernardo Quinte ir o ; a ordem do da Boa
Vista fj'a ordem do' dos Afogalost e s ordem
do depositario geral 1, que 6 o crioulo Manoel,
escravo de Augusto Vieira da Cunba.
Movimento da enfermara da casa de de-
tengao, do dia 18 de dezembro de 1861.
Teve baila para a enfermara :
Severino Urbano, syphiles.
Tiveram alta da enfermarla :
Laurentino Pinheiro.
Manoel Jos do Nascimento.
Francisco Jos Lopes.
Joaona Marta da Concei;ao.
Joquim Jos Ribeiro.
Joaquim (africano Uvre).
Affonso (escravo de Joao Manoel).
MOHTALIDADE DO DU 18.
Brgida, frica, 38 annos, solteira, eicrava, San-
to Antonio, tubrculos pulmopares.
Emilia, Pernambnco, 2 annos, Boa-Vista, aoa-
zarca.
Jos Francisco Carneiro Hontoiro, Pernambuco,
46 annos, solteiro, Poco da Panella, omphisema
do polmio.
E o mundo escarnece o poeta,
E nao ouve do bardo o gemer,
Porque nescio, egosta agiota
S do olio conj/ace o pdjder.
Nem per isso adormece a poesis,
Linde arehanjo,deaeido do* cena. "
Como a brisa poema peraorre
Terrae mar, a se parla no especo,
Sustasjlsda as asaa dv>irad*a
Quem Um peda servir daasaaaraco?...
V Je Ootdio...ao* castigos severo*
De seu pal, naa ruorr*o...nao ealou 1
Gemeu lamo o'um cereert asauso.
Morreu lonco 1...E o poeta morrea ?
Pdie acaso o poder de m tyranna
Apagar-lhe asa* luz em qoe ardenT...
De Cmoes, suecumbindo miseria,
Aos embates da sorte, infeliz...
Qaen j pede murenar-rhe e eoro?
0-seu.nome quem pasmo nao diz?
Shakspeare morreo ? Morrea Afilian T
Goethe, Schiller, tambero morrero?
E quem Byron nao l T PMe acaso
Beranger se calar na priso ?
Communicados.
Sendo continuadas as faltas e as iofracedes
commettidfs pelo empresario do Iheatro de San-
ta Isabel o Sr. Germano Francisco de Oliveira, e
havendo repetidas denuncias a polica contra o
mesmo empresario pelo fado da venda de um
numero de bilhetes de platea superior ao dos B-
senlos que a mes'ms contem ; nao era possivel
qne um tal estado controuasse sem que a polica
dsse aa providencias conceroentes a cortar se-
melhantes abasos.
A tolerancia da parte da autoridsde publica por
mais terapo tofJar-se-hia connivencia nasinfrac-
edes flagrantes e diarias do regulamento dotnea-
tro, chegaodo o destacamento do Sr. Germano a
ponto de mandar no mesmo dia a participa-
cao da recita ; o que Ihe expresamente prohi-
bido.
Chamado 4 secretaria da polica no dia 4 do
correte para urna simples advertencia, que de-
leito deveria ser a ultima; o Sr. Germano pen-
sava encontrar um* autoridade que estivesse
prompta fazer o papel de cmico da sua com-
panhia, atorando a sus arrogancia e os seus fo-
gosos arrebatamentos de scena, porro encontrou-
se com o muito digno e enrgico o Sr. Dr. Ama-
ro delegado dests capital, que leve a necessaria
coragem de mostrsr-lhe que elle nao estar en-
tre os bastidores do t he airo, mas na secretaria de
polica de Peroambuco e perante urna autoridade
que sabe fazer-se respeilar, e muilo bem conter
sos insolentes.
Depois dos interrogatorios feitos varios em-
pegados do theatro sanio o Sr. Germano da se-
cretaria preso para o quartel do corpo de polica,
e all leve o gosto de pernoitar al o dia segra-
le 5, em qae fora sollo pelo Sr. Dr. chefe de po-
lica, cuja disposico o hara passado o Dr. de-
legado.
Acha-se o Sr. Germano respondndo ao res-
pectivo processo perante o Sr. Dr. Costa Ribeiro,
e breve lera de responder ao processo de estel-
ionato, alm de ji estar respondendo a outro por
crime de injurias contra o Sr. Vilella perante a
segunda vara do juizo municipal.
iso estado a que o orgulho doSr. Germano o
levou ; pensava que bavia de sahir-se bem de
suas facanhas, mas leve o desengao. L' prova-
vel que boje esteja arrepeodido, mas j tirde ;
agora soffra para lembrar-se que achou oesta tr-
ra a recompensa do seu fofo orgulho; sotTra pa-
ra sua emenda e correccao, e para Ihe nao acon-
tecer o mesmo em outra parte ; e finalmente sof-
fra para aprender d'ora em dianle respeilar a
lei e aos seur superiores.
* ,
Vctor Huo exilado mais brha
as Leseadas que o mundo admira I
Lmnariine infeliz nio se cala,
Cada vez mais descanta na ly ra...
Coma brisa a peeei* percorre
Terra e mar, e se perde no espnco.
Sustentada oasazas doiradaa
Nao se enloda no mundo devaaso.
Brota a flor, abr o calix. de aromas
boche o prado que a viu desbrochar.
Se do tronco arrancada, inda longo
Vai a flor seu perfume exalar I
O poeta s flor ..a poesa
O perfme que o pradembalsama,
Mas, se a flor muren* morro o poeta
Mais revive as azas da fama.
Foi ao careare escore, e no exilio,
Entre a dor e saudade pungente.
Que Dirceu da su'harpa atina Ja
Mais acordes vibrou docemente.
Na prisopromplo ser fusilado
Mais poesas Patria entoou
Esse fraae infeliz...Fre Caneca,
Que o seu come na historia deixou 1
Eia pois, adorada poesis,
Nio me deixes, mea aojo querido.
Amparado co'as tuas plumagens
Farei guerra 4 materiaatrevido 1
Sim, meu anjo, de ti eu carago,
Tenho sede de gloria e de smor ;
Amo Deus, amo patria e a virtude...
Quero um hymno tanger sem temor I
O poder do Supremo Architecto,
Ante o qual respeitoso me corvo.
Di me f, d me vida e me ampara
Nette mar da existenciato tuivo I
Minha patria to rica e to nobre,
Que inda hontem dosomoo acordou,
ecessita que conlem-lhe a historia,
Que dormindo algemada sonhou...
Deixa pois, aojo amigo, que eu possa
Repelir-lhe na lyra esss historia,
Quero em versos cadentes dizer-lhe
Tudo quanto Ihe enre* de gloria.
Quero patria dizer com transporte
Essa historia que infante aprend,
Essa historia lo maga, que um dia
De meus psis oas pslnvras eu li I
Sai que triste, bem triste o fsdario
Do poeta vagando na Ierra...
Ma, que importa o sorriao de escarneo
Q le a injuslica dos labios descerra?
Victorino Domiagues AUts Mala.
Mesarlos.
OsiHms. 8r*.
Isaioaqatm Barbosa da Silva.
|a*ao Manoel Ramos.
icios da. Caatro Mal*. -
Antelo Jos Barbosa Vianna.
Joaquina Binada Silva GuimfsUl.
Jos Astate da Costa e S.
Joaosas da Silva Castro:
Josnoel des Santos Villaje.
Fraeiseo Joa Regalo Braga.
Antonio Joaquim Vicha Maia.
Mordomos
Os Illms. Srs.
Jos Francisaa aro Reg.
Joo Jos Marques.
Chrislovao Gomea Pereira.
Juato Cezir de Almeida.
inlnniA UmiIiT *!"
wavasa>t*aF- Mal !* TIOioii aa*
Jos Pereira Simos.
ChrUtiano Jos Tavares.
Josquim Alvaro Gsrcis.
Severtano da Caoba Saraivi.
Joto Antonio de Mello.
Jos Baptista Braga.
Jos Mari* Aires Ctrdozo.
Joaquim Martios Moreira. ,, .
Antonio da Ponsecs e Silva.
Jos Antonio da Silva Marques.
Jos Antonio de Frailas.
Cssisairo Jos da Silva.
Bernardioo Jos Mootejro Jnior,
Jos Fiaocista de Aodrade Jnior.
Francisco da Silva Foeseca.
Manoal Ferreira Pinto Malaeiroi.
Manoel da Soaza Reg.
Joio Pereira Moutinho.
Manoel Jos da Silva Maia.
Bernardo Pereira do Vallo Porto.
Joo Ribeiro Lopes.
Alfredo Henrique Garda.
Mordomar.
As Exmas. Sras.
D. Rosa Candida Neves Rege.
D Guilhermina Vieira de Suuza.
D. Angela Francisca das Neves.
Consistorio da irmaodade de Nosss Senbora da
tlooceico da igreja da Congregaco 1 de dezem-
bro de 186. _-*-
COMMglICIO*
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca so-
bre o Banco do Brasil qualquer quantia
a vista, e ao par. Recife 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
Joo de Barros.
Airan riega.
Rendlmectodo dial a 17. .
dem do dia 18 ....
415:3491*091
30364I337
\
Como a brisa a poesa percorre
Terra e mar, e se perde no espago, >
Sustentada oas azas doiradas ^
Nao se enloda no mundo devasso.
Recifelezembro1891.
M. C. Paes de ndrade.
445713*428
f o y lu en lo da al f andera.
?olameaaotradoaaomfazend**.. 23
> com ganaros.. 187
Vola mea sabidos com fazendas.. 153
< > com generoa.. 254
210
407
Nio meu proposito vir hoje abrir discusso
com quem quer que seja sobre a materia da mi-
cha correspondencia publicada no Diario de Per-
nambuco de 13 do correte ; nem to pouco res-
pooder as observacoes feitas peloSr. Dr. Joaquim
de Aquioo Fonceca no Diario de 14.
Fui levado pnblicaco daquellas liabas pelo
ioleresseque sempre me movea causa.da verda-
de contra a iniquidade, que forgica planos, e cria
as trevas embaracos que a mesma verdade po-
da apparecer.
Nem a amisade, nem o parentesco st hoje fez-
me sahir do silencio, que habitualmente vivo
recolhido, psra vir em publico manifestar sobre
qualquer objecto om juizo difirante daquelle que
expoutaoeamente germinam nosanctuario|da mi-
nha coosciencia.
Devo sos homens a exposigao da verdade onda
coovicco, que eu por ventura tenha sobre os tac-
tos, que, por sua publicidade e importancia, pos-
ssm ioteressar sos coitumes, e a moralidade da
sociedade.
Levado por estes seotimeotos msnifestei a mi-
cha opioio sobre o valor moral do artigo ou cor-
respondencia da Rtgeneraro; e desdo logo es-
perei que essa manifestsgao valesae pelo concei-
to, que eu podesse merecer do publico.
Sem descochecer o motivo nobre que determi-
noo a defeza, que o Sr. Dr. Aquino fez aos seus
prenlos da Parahiba, devo todava declarar-lhe
que continuo a pensar do modo, porque me ex-
pressei ns minha supracitada correspondencia, e
que hoorando-me com a sua amisade, nam por
isso deixarai em todo o lempo de fazer justica aos
caracteres sem altengao coosiderages pes-
soses.
Recife, 18 de dezembro de 1861.
Silvino Cavalcanti d'Albuquerque.
........
203
W7
187
184
1%
13
Gralido ao incogoito.
Nunca suppaz qne o livro, que havl* publica-
do sem a maia leve prelenco, e nicamente pa-
ra oao deiur esqoecidas as flores singelas,
que brolaram de meu coragao, podesse despertar
a attenco de um talento solido, como o que aca-
ba de revelar-se naa paginas do Liberal do 7 do
correte mez.
Grande foi o meu prazer quando por acaso de-
pararan: meus olhos, atravez do mais bem fir-
mado juizo sobre o scalo XIX, com o meu nome
e o extracto de algumasdas minhas poesas; atra-
vez de tantas flores treacalaotes de perfumes, as
folhas despersas e murenas de minhasFlorea
singelas I
Deaejav...desejos e faria tudo o qae estivos**
meu alcance para apartar em meas bracos esa*
pessoa que tanto se interessa pelo bom xito de
meus esforgO. Como palentear-lhe o prazer a a
admirado de que me acho possuido?
Prazer: por ver e souhar o meu nome repeli-
do por milhares de bocas. Admiracao : pelo ta-
lento nimiamente bello, o que se patatela pri-
meiro vista nss paginas do j citado Liberal*
Quanta poeaia I Pois bem ; com orna poesa,
ainda que desmeraaid*, pretendo eu provar
mea raconhecimento. e o conceito elevado que
fago do profundo coahecimeato da litteralur* pa-
tria, que revate a inieltigeocia do incogoito au-
tor do artigo Iliterario intituladoUm Itere t-
nitoacerca da meas versas. Eil-a :
A' Po*3ssru
Vive a abelha do mol qaa AistiU*,
Liada flor qae embalsama o vergel,
Correspondencias.
Una vote de agradec memo ao III m. Sr.
Dr. Manoel Moreira Guerra.
Sr. redactor.Nunca tarde o agradecimeoto
publico, quando sincero e espontaneo; por isso
queira o film. Sr. Dr. Manoel Moreira Guerra re
ceber pela imprensa a mioba gratido eterna, e
de toda minha familia, pela brilhante deles* qu*
a meu favor produzie perante o tribunal dojjury
na sessao de 10 do correle mez, nao levado pelo
honorario que de mim receben, o qual atiento
as minhas circumstancias foi mnimo ; mas sim
pela sua proverbial generasidade e grandeza
d'alma.
* Nao sei florear elogios, bastara os applausos,
que no periodo da defeaa S. S. receben dos es-
pectadores.
Qualquer que seja a micha- posico S. S. pode
cootar sempre com um servo penhorado, que en-
tre quatro paredes de orna priso nao cessa de
com gralido repetir o nome de S. S.
De S. S. imploro o espero perdo se com esta
pablicago de algam modo oliendo o sen melin-
dre o modestia, pois o meu edrago agradecido
impelle-me a dar este passo, nico pelo qual
posso dar expane&o aos meus sedimentos, j qne
a fortuna, madrasta para comigo, nao consente
que de um outro modo proceda.
O Sr. Dr. Manoel Moreira Guerra mais orna
vez patnteos solemne e pobricamente, qoe para
elle a proQsso de advogado um sacerdocio, ao
qual antepe consideracoes que s podem ser at-
lendidas pelo horneas cerno simples particular'
Dos pagar a S. S. to relevante serrfgo feito
a este sea servo, e fmula, qae me acompanha
nos mesmos sedimentos.
Queira, Sr. redactor, publicar estas liabas tos-
cas, pelo que me coufemarei sempre muito agra-
decido. Sou sea cooslante leitor,
Joo C. Paeheco Soares.
Publicases a pedido.
m
E lei cao
da mesa regedora da irmandade de
Nossa Senhora da Conceicao da igre-
ja da Cotgpegaco, para o nter*
anuo de 1862.
131 O poeta s vive de amores.
-.............
Dr.Pereira do Unto....................,....
Dr. Pereira do Reg........................
Dr. Piguaicia...............,................ 120 Como a abelha de aroma e de mol.
. Const-no* ao o conde de Lemoot, coaaatl ,. ....vv.iv.. i
de Franc* oeatt proviacta, asean de afsncer da ^JM*"**.** ""I ** ,MW*
evo aos Rvd*. padree aenanainhoa do hospicio 'I"j*"i?J,!^\*Vw
da Pecha ama rifa tnaiaaia asna Islmilis. W P*^? ntandido
aaamaa importaat*. ecataae mltavast ajana* oawj orre triste por falta da amor I
asasjwsai ospa-aatavelmaniasis*. J m*^*n^- [m9vetmaaJjprajl
Jais por eleico
O Illm. Sr. Jos Azevedo de Andrade.
Juiz por devoco.
O lllm. Sr. Jos Jacomo Tasso.
Juiz* por eleigo.
A Exm. Srs. D. Josephiaa Francisca da Silva,
esposa do Illm. Sr. Jos de Paira Ferreira J-
nior.
Juiza por de vacio.
A Exma. Sr*. D. Joanna Man do Reg Nares,
esposa do Illm. Sr. Jos dos Santos Neres.
Cecrtvia por etstfto.
O Illm. Sr. Jos do Almeida Nunes Lima.
Escrivo por devoco.
O Illm. Sr. Manoel Goocalv** da Silva Jnior.
Escriva por eleico.
A Bime: Srs. D. Isabel Emilia Goncalvee For-
shsnSsSiii'Dr- *fs ,MqukB
Escrivs par devoco.
A Exma. Srs. D. Idalina da Soaza Moulinho,
naeoaa do illm. Sr. Jola Pereira UooUaae.
Thesooieiro.
.0 Illm. Sr. Josquim Lopes da CosU Maia.
0 til. Sr. loS^SSSSKiM.
Psocnraioras.
Oslllmi. Srs.
rnsrdlno Corsea aa Bewnde sVego,-
Doscarragam hoja 19 do dezembro.
Barca portuguezaGratidomercadohas.
Barca inglezaSarahferro e oarvo.
Galera inglezaRosamuodtaOoado.
Barca dinamarquezaOtloUbaado.
Barca inglezaPrescilamercadorioa.
Patacho nollandezEliaabalhferragens.
Brigue brasileiroBeberibecharque.
Brigue ioglezSawaonak La Marmercaduras.
Importaysio.
Barca portugueza Gratido, vinda de Lisboa,
consignada a Azevedo & Mendes, msoifestou o
seguinte:
100 barr* azeite d.e oliveira, 109 ditos toucinbo,
129 ancoreUs azeitooa, S73 caixas cebolaa, 40
ditas batatas, 57 barrieas sardtnhas, 12 ditss no-
zes. 9 alcofdes smendoas, 100 barris cal de pedra,
100 saocos farelo e 10 pipas vinagre ; a Francisco
Sevenaoo Rabello dr Filho.
1 pipa e 33 barris vinagre, 25 ditos vioho, 30
barricas sardiohas, 30 caixas cera em velas, 1 cii-
xote farinha de grao de bico ; a Thomaz d'Aquino
Ponsee*.
10 pipas, 8 me'us e 30 birria vinagre, 00 ditos
vinho. 40 ditos toucinbo, 100 ditos carnes ensa-
cada. 60 ditos pescara ; a Cunha Irmo & C.
300 varas de lagedo, 40 meiss barricas sardi-
ohas, 50 caixas ceblas, 3 caixotes figos ; a Aze-
vedo Si Mendes.
1 pipa vinagre, 14 dltss e 60 barris vinho, 8
caixas palos, 2 ditas linguicas e 100 barris cal vir-
gem ; a Manoel Ignacio de Oliveira & Filho.
100 caixas batatas, 50 ditas ceblas ; a Molla
Irmo.
44 barricas alpiste ; a Aranaga Hijo & C.
100 harria cal de pedra ; a David Ferreira
Billar.
3 pipas e 10 barris vinagre, 25 ditos vinbo. 15
saccoa feijo; a Manoel Joaquim Ramos e Siles.
55 barricas sardiohas, 7 caixas figos, 10 alcofes
amendoas, 6 caixas mermelada, 15 barris azeite
de oliveira, 20 ditos lioguigss: a Luiz Jos da C.
Amorim & C.
30 barris chouricas; a Jos Marcelino da Rosa.
20 ditos ditas, 50 caixas batatas, 2barricas sar-
diohas, 3 pipas e 10 barris vinagre ; a M. Jos
Goncalves da Ponte.
100 barris cal de pedra ; a Matheus & Rodri-
gues.
30 barricas alpiste ; a Amorim Irmos.
20 ancorlas chouric, 50 barricas sardiohas,
50 caixas ceblas ; ao capitao.
6 caixas passss ; a Guilberme Jos da Molla.
10 saceos erva-doce, 10 ditos cominos ; a Tas-
so Irmo.
20 caixas cera em velas, 2 caixotes mercurio ;
a Jos Anlonio Moreira Das & C.
50 barris azeite de oliveira, 1 barril carne, *
caixotes fruclas, 1 fardo retalbos de pellica; a
ordem.
50 saceos semes ; s H. Gibsoo.
300 ditos farelo ; a Francisco Luiz de Oliveira
Azevedo,
50 barris cal de pedra ; a Joa Pereira da Cu-
nba & Filho.
2 pipas e 10 barris vioagre; a Antonio Joaquim
de Campos.
50 ancoretas chouricas; aPalmeira& Beltro.
7 barricaa amendoas ; a Francisco Jos Aires
Guimares.
50 sscces feijo, 3 caixas igoora-se a Marquea
Barros i C.
13 barricas sardiohas ; a A. P. Borges Pes-
taa.
20 a acrelas azeitooas, 7 barricas sardinha*. 1
caixote forquetas de ferro; a Joo Lopes Malhias.
3 caixotes pedras de cantara para soleira ; a
Moreira & Duarte.
4 caixas massa de tomates, 1 dita mermelada ;
a Jos de Jess Moreira Sobrioho & C.
2 barrica* cera em grome, 38 caixotes velas de
dita ; a Fortnalo Cardse deGouva.
1 barril carnes ; a Manoel Goncalves da Silva.
1 ancoreta azeitooas; a Alfredo Pinto Barbosa.
1 caixote louce, 1 dito imagem, 1 dito retroz ;
a Gomes & C
1 barril vinho, 5 caixas vidros, 1 fardo rolhe*
de cnica, 7 dito*, 13 barricas e 3 calas droga*
medicinaes; a Joo da Cooceico Bravo & C.
1 fardo e 4 caixotes carbonato de amooisco,
capsulas de copshiba, dtogae medicneos, papis
impressos o pao campeche; a B.Francisco de
So usa.
a Jos Al ves da S.
a Jos de Psivs Ferreira Ju-
a Joaquim Pereira
2 caixas calcado de traoca ;
Guimares.
4 ditas dito dita
nior.
4 ditas cbioellas de orello
Arantes.
1 dita ditas dita ; a Satyro Serafina da Silva.
2 ditas ditas dita ; a Burle Jaoior di Martin*.
2 ditas ditas dita;,* Porto Irmo.
3 fsrdos 5 caixote, 1 caixa a % barricas er, *i-
droa, gavrafa*, placeta, fiar de barretea), dental.
vas, de sabugo e utua drogas medicinase ; a
Csors & Barbosa.
3 caixas oleo da travo, da iz, de vatgsmoU,
Plantas e raizes mediana*; a Jos de Piano
Js**/rg6#*
2 caixas e 1 barrica chlorato de polea**, acide
altrico, ragas medieinaas, gas**, er; a Jaaquim
da Almeida Pinto.
caixas e 1 barrica agua isglaia, Ursa* da
pharmacia, ditas de este, gruda, liabaca, alaaaten
7 caixotes e 1 barrica brochaa, gramma, the-
rebeotioa, mercurio e drogas medicinaes; a J*et,
da Silva Faria. I
1 caixa chapeos de frade ; a Vlceat Ferreira
da Costa.
Patacho nacional Capuam, vindo do Rio e Ja-
neiro, manifealou o sentante : .... .
50 barris vinho, 1 fiase touiajlio*, 450 Boa
hacha de porco, 700 molas barricas vasia, 1,416
saceos fsrinha de raaadioca, 66 ditea caf, 88 aai-
xea cha, 1 dito rap, 2 ditos drogas, 5 ditos cha-
peos, 2 caixss fecaaduras, f fardes brinzdes, 5
ditos locas, 81 latas 202 rolos lamo.
Brigue ioglez Savannah la Mar, viado de Li-
verpool, consignado a Saunders Brothers 4 C.,
manifealou o aegointe :
183 gigos e 2 cestos Iones, 60 fsrdos 42 eslas
fazendas de algodo, 66 saceos pimenta, 100 di-
tos arroz, 49 meias caixas cha, 197 toneladas car-
vo de pedra, lOdttas coke-,2 volomes amostras;
aos consignatarios.
- 1 caixa vestidos ; a John Black.
Brigue americano Brothers, vindo de Montevi-
deo, consignado a Henry Forsler ex C, maoifes-
tou o seguinte :
39 cavarlos, 7 bonos, 14 saceos cesada, 19 di-
tos milho, 54 ditos farelo, 59 fardo* feno, 75 pi-
pas vasias, 3 caixas fumo ; aos mesmos.
Vapor traocez Extremadura, procedente doa
portos da Europa, manifealou o seguinte :
130 caixas queijos ; a Brander a Brandis.
20 ditas ditos ; s Krabbe Thom.
20 ditas ditos ; a Kslkmann frere C.
20 ditas ditos ; a Tasso A Irmo.
25 ditas ditos; a N. O. Bieber & C.
59 ditas ditos ; a T. de Faria.
10 dita* ditos, 14 dita* modas ; a E. A. Burle
8 caixa* modas, perfumaras o marcearas ; a
Mello Lobo & C.
9 ditas calcado, luvas, roupa feits, manteletes
e fazeodas; a Linden Wild & C.
1 caixa roupa feila, 1 volume selios ; a L. A.
Siqueira.
i dita flores e obras de praia ; a Henrique &
Azevedo.
1 dita lavas, e 2 ditas sedas ; a Ferreira di
A rao jo.
1 dita papel e caixiobas; a Francisco Aires de
Picho. .
1 caixa sedas ; a C. J. Astley & C.
3ditasameixas, 1 dita cooservas, 1 dita por-
celana, 2 ditaa louca de barro 1 ditas objectos
psra rodas, 1 barril chumbo; a F. Dnbarry.
1 caixa vidios, a Fragozo Valle.
8 ditas ameixas, 6 ditaa doces, 1 dita vidros ;
a Joo da Silva Faria.
10 ditas roanteiga, 1 dita peixe, 1 dita requifea;
a F, Sou vago dr C.
6 caixas bichas, 1 dits fazendas de algodo ; a
Joo Keller & C
1 dits modas ; a Buessard Millochau.
4 ditas macleles; a Delouche.
1 dita ornamentos de igreja; ao V. ds Le-
ra ont.
1 dita chocolale ; a Manoel & C.
1 caixa veatidos e chapeos ; a B. J. F. B.
4 caixas e 1 volume chapeos, roupa etc. e a-
mostres ; a Montelro & Lopes.
1 caixa msica ; a J. Lammonier.
1 dita caximbos, 1 dita papel para cigarros ;
a Bourgard.
3 dita chapeo* ; a Tisset-freres &C.
1 dita mercesria.l volume amostras ; a Aires
di C
2 caixas calcado ; a Porto Irmo.
10 caixas fazeodas; a Dammayer & Carneiro.
5 ditas ditas e lavas ; a D. P. Wild & C
1 dita bichas ; a Sodr & C.
1 dita obras de ouro ; a S. Blum Lhemann &
Comp.
1 dita livros ; a Almeida, Gomes & C;
3 ditas fazendas de algodo, 1 dita roupa ; a
Schafheitlio.
1 dita livroa ; a E. Lecomte.
3 ditas vestidos da aeda, ditos da fil, perfu-
maras e mercearias ; a Ramos & Uuprat.
2 caixas luvas, toucas, colarinhos de linho
algodo, 1 volume amostras ; a Seve, Filhos
&C.
1 csixa bijouterias ; a Moreira & Duarte.
1 dita molas; a Augusto C. de Abreu.
1 diia modas ; a Alcoforado.
1 dita luvas ; a.Viz & Leal.
1 dita modas ; a L. M. G. Ferreira.
1 dita pelles de coelho, galio de ouro e prata ;
a Maia & irmo.
4 caixas castanhas e ruclas; a Marques &
Silva.
6 ditas meldes, 6 ditas figos, 20 ditas magaes.
20canastras castanhas ; a L. J. da Costa Amo-
rim.
Barca ingleza Rosamond, vlnda de Golem-
bourg, consignada a Roslron Rooker &C, ma-
nifestou o seguinte :
952 barras de ferro pesando 20 toneladas, 5041
taboas de tres pollegadas de grossura, nove de
largura e de doze viole e sote ps de compri-
icfoto, medindo 90,469 ps inglezes.
Barca dinamarqueza Otto, vinda de Golhem-
bourg, coosigada Rolhe 4 Bidoulsc, manifestou
o seguinte:
400 1|2 duzias de taboas de pinho, 54 ditss e
11 caJeiras Iripedes, e 100 barris alcatro ; ao*
mesmos.
Hite nacional Sergipano. vindo do Ass, con-
signado ao mestre do mesmo Henrique Jos Viei-
.a da Silva, manifestou o seguinte :
272 alqueires de sal. 200 molhos de palha de
carnauba, 23 dilos com 230 couriohos, 11 saceos
cera de carnauba ; ordem.
3 caixas fruclas. 2 ditas figos, 2 dilas azeite,
2 barris cevada, 2 barrieas semeotes e 1 fardo
cravo ; a Duarte & Souza
6 caixas rap ; Thomaz de Aquioo Fonceca.
25 canastras castanhas ; a Marques Barros
& C.
2 caixas rap ; a J. B. de Oliveira.
ljvolume livros : a Saunder* filho & C.
I dito objectos de imprensa ; a agencia.
1 caixa livros o 1 volume musselina ; a A. T.
de Oliveira.
1 volume amostras ; Jos de Vaiconcellos.
1 dito amostras ; a Dragn.
1 dito instrumento de physica e calgado : a
Leclere.
1 volme rap ; a B, do Reg Barros.
Exportayao.
Dia 10 de dezembro de 1861.
Brigue Sueco Salamander, para Gibraltar, car-
regara m :
N. O. Bieber & C, 500 saceos com 2,500 arro
bas de assucar.
Barca franceza Parmantier, para Marseille,
carregaram : .
Tisset frere, 1,300 saceos com 6,500 arrobas de
assucar.
Barca franceza Veloce, para Marseille, carre-
garam :
Tisset frsres, 500 saccoa com 2,500 arrobaa de
assucar.
Barca franceza Alaos, para Marseille, carre-
garam :
Jlo Keller & C, 2,500 saceos com 11,000 ar-
robas de assucar.
Polaca franceza Neptune, para Marseille, carre-
garam :
E. A. Borle & C. 100 saccoa com 500 arrobas
de aasacar.
Brigue ioglez Anne Marine, para New-York,
carregaram :
Rostroo Rooker & C, 3,000 saceos com 15,000
arrobas de aasucar.
Brigue iogles OaWn, para Liverpool, carre-
garam :
Patn Naab & C, 1,480 saceos com 7,400 arro -
bas de assucar.
Dia 17-ai
Brigue nacional Adelaide, para o Rio da Prata.
carregaram i.
Bastos & Lemos, 23 .pipas com 4,163 medidas de
cwae.
Barca franceza Pormaaisr, para Marseile, car-
regou:
Tiseel Freres, 1,800 saceos com 9.00Oarrobas
ds aasucar.
Barca ingleza Bonita, paca Livsrpool, carre-
garam :
C. J. AsOey & C, 1.600 saceos coa 8,000 ar-
robas de aaaaoar.
Brigue ioglaz Usrs,V, para New-Yark, carre-
garam :
D. P. TVild & C.,600 saceos cea 3,000 arro-
bas de asaucar.
Barca americana Rabtea, para o Rio a Prata,
carregaram;
Jonstoo. Pater & ... 600 barricas com 3,303
arrobas a 20 Ubraa.de asaoeer,
^sWasi lnteravM
glose frovHr, do
le, qartpsgem 10.
C*anul*xdo provincial.
dafcaBttjtetfUlam7*. ... 46:20M173
dem do di*,18. ; .9711199
5M7ia8a
M oyente tojyr*.
iVawae* entra ae di* J&.
Ass-12*ae, bi*i br.atveir* JMrs>ano, e 54
toneladas, e.ptio Ueoriqaw Jad* Vieira da Sil-
ce' ito,,NM" '* *"*" "* e *"* ;' *Ma>
New-Yofk9 diis, bar* tai
806 toneladas, capito *
eaega t9H barrio** com hriadu e trifo ;
Paalipp* Irothnra 4 O. v ^^
Marseille43 diis, patacho ioglez Zero, de 194
toneladas, c^llS1u Ntwl*, *qitprgw H, carga
vioho oyjros gneros; s ordem.
Trieste72 Sa*. brlga* austraco Cena/oro Ne-
colo, de 368 tooeladas. capitao Toureoio Tiao,
equipegera 12; carga 3121 barricas com farioha
de trigo; a Amorim Irmo. Seguro para o Rio
de Janeiro. .a
Liverpool40 da*, barca iagleza Sarah, de 373
tooeladas, capitao M. E. Duyer, quipagem 17,
carga carvo de pedra e fazeodaa: a Johnstoa
Pater 4 C.
Terra-Nova-31 diaa, brigu* icgUz BeurieUa, de
175 toneladas, capitao Charles Richardson, e-
quipagem 11, carga 2665 barre*s oom becalbo;
e Jobnston Pater & C.
Navio takio no mesmo din*
Marseillepolaca francesa Neptv.no, eapilo Roux
carg* assucar.
-
to
Horas.
3

3
m

M

-----
Athmosphera
Direccao.
I
O
I /nntalad.
J.
00 00 00 -I
CO ~J
I Farksnheit.
I
I O
Id
2 s
Centgrado.
S3
s a
so se
SI o
s I
00
-a ~a
ae
' g g
A noite clara
nheceu.


00
8
I gy croan tro.
j Cisterna hydre-

I
I
trien.
Francex.
Inglez.
rento E fresco e aesim ama
oscuacJ.0 ba auai.
Preamar as 5 h. 18' da larda, altura 7,2 p.
Baixs-mar as 11 b. 6' da meara*, altura 0,6 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 18 de de-
zembro de 1861.
ROMANO STSPPLE,
1* ente.
Mttaf.
Rendimento da dia l a 17.
da dia 16 .
WTftMBI
*V.*J5d79l
O Dr. Triato de Alencar Areripe juiz de direito
especial do commenio desta cidade do Recife
o seu termo capital da provincia de Pernam-
bnco por S. M. I. e C. o Sr. Dom Pedro II,
que Deus guarde etc.
Fsco saber pelo presente qae Moreira 4 Duar-
te por sao advogado me dirigiram a petico do
Iheor seguinte :
Illm. Sr. Dr. joiz de direilo especial do com-
mercio.Dizam Moreira dr Duarte commerclao-
tea establecidos e residentes nest* cidade que
sendo-lhe* Joaquim Salvador Pessos de Siqueira
Cavalcanti, Manoel Camello da Rocha Cavalcanti,.
Saltador dos Santos de Siqueira Cavalcanti, Ga-
briel Antonio de Castro QuinUe* devedores da
Suanliff de 2:000* alm doa jaros decorridos, tu-
o proveniente da lettra janta por elles sacada,
aceita, garantida, endossada j vencida e compe-
tentemeale protestada ; e porque aperar de rei-
teradas diligencias nao tem sido possivel aos
siipplcaote* obterem do* supplicsdos o paga-
mento da mencionado lettra, veem por isso re-
quererem V. S. se digne manda-Ios citar para
na|primeira audiencia deste juizo veram aisigoar-
se-lbes os 10 das da lei para no caso de nao al-
legaren defeza relevante aarem coodemnados ac-
pagameolo do principal, juroa estipulados e cas-
tas, ficaodo logo igualmente citados psra os ter-
mos ulteriores al final execoco, tudo sob pena
de revelia. Os supplicaoles tem a notar que
achaodo-se ausente em lugar incerto e nao sabi-
do o supplicado Manoel Camello da Rocha Caval-
caoli, requerem V. S. que admittindo a neces-
saria justtcaco se digne mandar para a citacBo
dellea passar carta de editos pelo lempo da lei
digoando se tarobem mandar passar mandada
para a eitaco de Salvador dos Santos de Siqueira
Cavalcanti visto ser morador fora desta cidsde em
S. Loureoco da Malta. Assim pois pedem a V.
S. deferimeolo.Esperara receber merc.__ O
advogado, Vieira de Amorim.
E mais se nao continha em dita petico aqu
transcripta a qual sendo-me presentad* profer
o meu despacho do theor seguinte:
Citem-se. Recife 8 de novembro de 1861.
Alencar Araripe.
E mais se sao conliuha no mea despacho aqui
copiado em virlude do qual foi a petico diatri-
buida ao escrivo deste juizo Manoel de Crvalho
Paes de Andrade, e os suppHcantes produziram
as suss teslemunhaa qae justificaran] a ausencia
do supplicado em lugar nao sabido e subindo os
autos a minha concluao profer nelles a minha
sen tenca do theor seguinte:
Hei por jesttica a ausencia de Msnoel Camello
da Rocha Cavalcaati segundo a prova dada pelos
jus ti fice o tes, prtenlo faca-se a citacao edital
com prazo de 30 das cerno requerido pubh-
cando-seaas gacetas e logares do cosame e pa-
gue o justificante as costas.
Recife 9 de dezembro de 1861.Trislo de
Alencar Araripe.
B mata nao contioha n minha sentaoca
aqui copiada em virtude da qal. o referido es-
crivo fez passar o presente edital com o prazo
de 30 dios pelo theor do'qu*4 chamo, eito e hei
por citado ao supplicado Maooel Camello da Ro-
cha Cavalcanti para qae dentro e referido prazo
comparece nesle juizo para allegar a sua defeza
por todo o conteudo na petico cima transcrip-
ta sob peos de proseguir a causa seas termos a
sua revelia, portaoto toda e qualquer pessoa p-
rente, amigo ou conbecido do referido aupplicado
poder faser eoienle de que cima fica dito.
E pera que chegne a noticia de todos mandei
passar edite es qae ser afiliados nea logares do
costuma e publicados pela imprensa.
Dado a passado nest* cidade do Recife de Per-
nambuco aos 18 dias do mes e dezembro da
1861, 14* da independencia o do imperio da
Brasil. Eu Msaoel de Carvalho Paes de Andra-
de, escrivo 0 subscrevi.
Trislo de Alencar Araripe.
O lllm. Sr. inspector da laasoarari* pro-
vincial, em cumplimento e ordena de Bxm. Sr.
presidente da prefroci* de fado correcle, manda
fazer publico, qae no di* 19 deste mes, pnate a
junta da fosando a mean taeaoataria ae ba de
arrematar a quem mal* der, a renda das casas
oa. 79 e 80 d* ra da Senzela Velha, pertencen-
les ao patriasoDto os orbaos, servira* de ansa
Sira essa arremalaco o offerecimento a quen-
de 650 pele aluguel da cada naa, falto por
Almeida, Gome*. Alvo* & C.
E para eonsaar se anaadoa adiar o presan t a
pobliear pelo Diaria.
ScreUri* a ibeseuraria pravianal de Per-
aambeco 11 de dezembro de 1861.O aecratario,
********* d^AaaranaUela.
Illm. Sr. iaapettor da theseuririi previe-
ctal, jomarimasHo daresetaeie a jeata da
fasaede manda faser Diblree que se *a 96 do
corrate, petante a mama jante, se he da arre-
matar a qoetn par mearos fleer, eoatefvda IMu-
miaatia fSlissa da afilada de Geianaa, avallada
cada aa Uased* a 290 re. diarias.
l arretnetaelroaert frita per tempe d* aa sa-
no, acontar da 1.' id jantire ti do enees bro
WtWie
" P*tWSsjtVsf 'Qof W'yvWP^ksrVffV I ViTVsbsM*
tocto easaaracam na evWd* sisales a rsjftaTt-
dajnata, no dia saas^saeacieaode, naro najo
itS*j V


ui /
E para coacta
ir
_ asando affliet o presente e
publicar pela Aserio. .
Secretaria X tlKaouraria provincial de Per-
aambaco ti de {afkatbro de 1861.-0 secretario,
Antonio Ferreira d'AoOanciacio.
O lllm. Sr. ioipector di thceeuraria pror
drfstenda, manda fter publico que a arremata-
cao da reala das citas do pttrimoaio dos or-
hios, (of transferida para o dia 26 do corrente
mes.
ISXiX"""",ai" ",ml"
S^eKUtiM da thesoar.rH provincial de Fer-
oambuco U de dezembro de 1861;O secretario,
A. F. d'Aununcisjao.
.- O Illas. Sr. inspector da thetoararia pro-
vincial, em cuarprimeoto da orden do Eim. Sr.
presidente da provincia, manda fszsr publico,
que dia 19 do cerrante tai nvaseme earpra-
5 a abra aaateamcate da roa do- Imperador,
Campo das Princesas e pracs de Pedro II, peto
aystema de paralelipipedoa, a?aliada em ris....
212:9059000.
A irremsiico serf feila na formada lei pro-
vtoetci n. 343 de 15 de mato de 1854, e sob as
deocalis eipeoiaes abaixo declaradas.
As peiioas que se propozerem a esta arrema-
tado, comparecam na sal dis sesaoes da junta
da faxenda da merma theeoorarta, no dia supra-
njsoeiooado,-pelo mero dia, e competentemente
habilitada!.
E para constar se mandn afiliar o presente e
publicar pelo Mario.
Secretaria da- thesouraria proriocial de Per-
nsmbuco, 6 dedeiembTO de 1861.O secretario,
Amonto Ferreira da Aonuneiacao.
Clausulas especiaes para a'arremataco.
t'.-*>A obra ser- principiada em doua mezs a
contar da data da arreaMlicSo coocluida no
prazo de 10 mesas
2*.O arrematante aera obrigido a attender as
reclamacdes concernentes a boa execuco da
obra, feilaa pelo engenbeiro encarregado da sua
fiscaliaacib.
3*.O pagamento ser dividido em 4 presta-
res igaaes, c'orresponden'do cada urna a umquar-
to da alor dr obra, constante do ornamento ef-
fectuado com as quaolias qae forem rotadas an-
imalmente para esse flm, com o imposto dos
propxietarios, e Com as sobras da receita nos ter-
mos do 2* do art. '41 da lei do orcamenlo vi-
gesne.
4*.Para se proceder ao pagamento ser a
obra araliada em bragas quadradaa, ficando o
arrematante sujeito, pelo preco do orcameoto, ao
augmento de mesma, se o goveroo assim o en-
tender.
5*.0 arrematante aera obrigado a seguir res-
trictamente as dispesicoes comidas no art. 36 da
lei n. 286, e nos mais artigor da mesma lei, que
regula as arreraatacoes.
6*.A pedra dere ser de gnnito ou outra'pe-
dra ne rautlo boa qaalidade igualmente dora.
7*.As]pedraa sero assenladas sobre urna ca-
rnada de argamassa de cal e areia, posta sobre o
terreno bem socado, e depois serio pisadas com
um maco pesado
8a.O arrematante ser obrigado a botar ama
carnada de argamassa liquida por cima das mes-
mas pedras, pars lhes eocher os intersticios.
9*.O preco aqui mencionado dever incluir
quaiquer aterro que seja preciso faxer para levan-
tar o nirel das ras.
10a.Nao ser atteodida reclamarlo alguma
por parte do arrematante, tendente a exigeacia
de iodemnisacao, seja qual or a causa que alle-
gue para tal Bal.
Coa forme. O secretario, Antonio Ferreira da
Annuociacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
riocial, em virtude da ordem do Exm. Sr. pre-
sidenta da provincia de 5 do correle, manda ta-
zar publico que at o dia 19 dosle mez estar
novamente aberta a concurrencia para a colloca-
ao de carris de ferro, denominados trilhos Ur-
anos, partir deata cidade at a povoago de
Apipucos. O contrato ser feito nos termos da
lei prorincisl n. 518 de 21 de junho do presente
anno. E para constarle mandeu afxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria prorincial de Per-
nambuco 6 de dezembro de 1861.O seeretsrio,
- d'Annunciafo.
I
Antonio Ferreira
U6ciara?;
4o 1* semestre da. destosa do anno financeiro cr-
rante 1861 a 188a, ae priacipiam a contar do dia
3 de dezembro vindeuro ; e qae tambera ao mes-
eta dia principia aobraaca 4 primeire oemas-
tra da imposto de 5 % sobre aa readae dos baa
de raiz pertencentes a oorporaciee de mi morta.
Meaa da coasuladopreriaeial 13 de orambro
de 1861.Taoodoro Machado Freir Pera-ira da
Silva,
ColecTofia-"pwtihcil de
, Olinda.
Pelo presente faz-se publico, para conhecimen-
todoa iatereasados, que do dia 3 de dezembro
prximo futuro principia acontar-seos 30 dias
uteis para a cobran;* do imposto da dcima ur-
bana do 1.* semestre do anuo financeiro de 1861
a 61, os ques nodos pagsrae os contribuintes que
nio compareceris em dito prazo a multa de tres
por cento conforme6 determinado no reglamen-
to respectivo : no mesmo prazo sero iguatmeo'-'
cobrados os impostos laucados seguintes : 4 OjO
sobie o aluguel da-casa da -negocios & 4ieraos
estabelecimentos ; 80(0 sobre o aluguel dos es-
criptorios dos sdrogados, tabellies, escrivies,
etc. ; 5 OrO sobre o aluguel das casas do patrimo-
nio das corporales de mao-morta ; 2QO|0 das
aguardantes Ao coosummq, e imposto sobre car-
ros de passeio, aluguel a carrocas.
Colloctoria provincial de Olinda 18 da novem-
bro de 1861.O escrivo,
Joio Gongalves Rodrigues Franca.
THEATRO
BE
Santa Isabel
Companhia dramtica.
Becita extraordinaria
EM BENEFICIO DA ACTRIZ
AHHTJl CHAYES,
E DO BIUIETEIRO
*Svn/bnto a a <2wnAa.
QUINTA-FEIRA, 19 DE DEZEMBRO DE 1861.
A orcbestra dirigida pelo Sr. Colas, executsr-
brilhante ouverlura
Marco Spada
que servir de introdcelo representado
excellente drama em tres actos,
R4PH4EL
do
OU
os mos conselhos.
No flm do drama o actor Teixeira, em obsequio
aos beneficiados, representar a scena cmica do
Sr. Faustino Xavier de Novaes, intitulada
A vida do actor.
Terminar o espectculo com a muito applau-
dida comedia env'um acto,
SI
DE
UM ALGAM&ftlO.
Comecar s 8 horas.
Os beneficiados esperara protecQo du;publico,
a quem desde j se contessam gratos.
A^sos martimos.
Pela subdelegada da freguezia de Santo
Antonio se faz publico que acha-se depositado
um cavallo que no dia 18 do corrente fora toma-
do a um almocreve que o conduzis aem que fos-
ee seu dono, segundo declarou o mesmo quando
fora encontrare com dito cavallo. Recife 19 de
dezembro de 1861.M. X de Jess Jnior.
Qaarta directora.Seccao Rio de Jaoeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura commer-
cio e obras publicas, 19 de jutho de 1861.
Numero 28.Cabe-me o prazer dedar-lhe co-
nhecimento, que o director geral do correiofrao-
cez em oficio de 22 do mez passado, me diz que
boje as operarles das admioistracao do Brasil,
em execuQo da convenci de 7 de julho do an-
no passado, nao sao menos regulares, que se fos-
sem (rucio de muito aonos de pratica. Este elo-
gio iasuspeito deve eocher de ufania os empre-
gados dessa admioiatracao, e ainda mais o admi-
nistrador, que os dirige.
Deus guarde i VmcO director Dr. Thomaz
Jos Pinto Serqueira.Sr. administrador do cr-
relo de Peroambuco.
Por esta subdelegada se fas publico que se
acham depositados ama goa ruga, a qual foi en-
tregue a este juizo por Miguel Gongalves da Luz,
morador no quarteirio do Biogi, por andar a tres
dias vagando dentro de seu sitio, e ser estranha
no lugar; assim como um cavallo caxito com
outros signaes, que boje foiapprebendido em po-
dar de Jos Francisco Barbosa, coohecido por
Primo, morador no qaarteiro do Bur, indigi-
tado como ladriode carelios, segando vox pu-
blica, cujo individuo foi preso e acha-se recolhi-
do a casa de deteoQo : quem se iulgar com di-
reito, comprela, que provando, lhe ser entre-
gue. Subdelegada dos Afogados 17 de dezem-
bro do 1861.O subdelegado supplente,
Jos Busrque Lisboa.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
ee faz publico que no corrate mez se linda o
prazo da cobrance no domicilio dos contribuintes
dos seguintes impostos pertencentes ao exercicio
de 1860 s 1861: rendas dos proprios nadonses,
foros de terrenos de marinha, decima addicional
de mi morta, imposto sobre lojas e casas de
descont, dito especial sobre casas de movis,
roupas, etc. fabricadas em paiz estraogeiro, im-
posto sobre barcos do interior e taza dos eacravos
depois do que seguir-se-ha a cobranca execu-
tiva.
Outro sim que no referido mez se fiada o prazo
do pagamento na repartido do primeiro semes-
tre, hvre de multa, dos impostos seguintes. per-
tencentes ao exercicio de 1861 a 1861, decima
addicioaal 4a mae morta, iapoalo sabr lojas,
casas de descont, etc., e imposto especial sobre
cesas de moris, roupas, etc., fabricados em paiz
estraogeiro.
Recobedorie de Pernarobuco, 4 de dezembro de
1861.O administrador, Manuel Carneire de Sou-
za Lacerda. .
A thesouraria provincial, em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da prorindade
29de oorembro ltimo, tem de comprar para os
edetandos da eollefiodos orphSosdeSaota The-
reza sm Olinda, 69 pareode sapatos de bexerre
da trra.
As pessou que quizerera vender taes sapatas
apTesenlem toas propostas em oaftas"fechadasoo
conato' data atoad, ae dia 19 do correte, pelo
meio dia.
8ecra|aria da thesonraxia provincial de Pas-
L8tl.0 societario,
Fara
Rio de Janeiro,
segu por estes dias o veleiro brigue Cruzeiro
do Sul : pira a punca carga que lbe falta, e es-
cravos, trata-se com os consignatarios Antunes,
Guimsraes & C, uo largo da Assembls n. 15.
Maranho.
Segu em poucos dias o palhabote nacional
Santo Amaro, capitio Manuel da Silva Santos,
para alguma carga que ainda pode receber trata-
se com o seu consignatario F. L. de O. Azevedo,
ras da Madre de Dos n. 12. -
Bio Grande do Sul
PELO
iio de Janeiro
segu brevemente o brigue nacional Adelaide,
de superior marcha, por ter alguma carga j en-
gajada : quem no mesmo quizer carregar ou ir
de passagem, dirija-ce a Baltar & Oliveira, ra
da Cadeia do Recife n. 12, ou com o capitio na
praco.
Baha.
Para a Babia segu em peoeoa dias a escuna
nacional Corlte, cepita Ladino Aires da Gon-
cei?So, psrs alguma carga cao inda recabe tra-
ta-se eom o seo consignatario Francisco L. de O.
Azevedo, raa da Madte dotada!. 12.
ao
C04NBI4 rimuiBicAiu
N
Navegado cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande 4o Norte,
Macau do Assu', Aracaty e Gear.
O vapor sahir paraos por tos do norte de ana ccala
at o Ceari no ola 21 de corrente mez 4a 5
horas fls tarde.
Receba carga al o dia 20 ao meio dia. Ea-
commendas, paaaageiros e dinheiro a frete at -
dia da sahida as 2 horas: gacriplorio no Fero
de Mattos o. 1.
OLAS.
BOJE.
Rio de Janeiro
pretende seguir com mufla Nrevidade o brigue
escuna cJoren Arthurt,tem parte de seu carrega-
mento prompto : para o resto que lhe falta, tra-
ta-se com o seu consignatario Azevedo 4 Man-
des," no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue BelissrioB, primeirs classe, capitio
Manoel Marianno Ferreira, segu com brevidade,
recebe carga c escravos a frete : trata-so com os
consignatarios Marques-, Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6.
Para Lisboa.
A veleira e bem conhecida barca portugueza
GralMao. capitio Antonio Pereira Borges Pes-
taa, pretende seguir com inteira brevidsde ;
tem parte do seu carregamento prompto, para o
resto que lhe falta e passageiros, para os quaes
tem excellentes commodos, trata-se com seos
coosignaiarios Azevedo & Mendes, no seu es-
criptorio di ra da Cruz n. 1, ou com o capitio
na praga. .
Tondo a companhia de vapores do Rio alte-
rado a sahida dos seus paquetes, a gerencia ds
Companhia Pernambucana tem de conformidade
resolvido que a sahida dos seus navios do 1." de
Janeiro do anno prximo futuro em diante, se
effectue da maneira seguate :
I'ortos do norte a 5 e 20, portos do sul oo 1."
e 15, de cada mez.
Quando, porm. o dia marcado fdr santifica-
do, a sahida ter lugar no dia anterior.
Antonio Pedro dos Santos, capitio do bri-
gue nasional Encantado, autorisado pelo juiz
especial do commercio, precisa da quantia de
1:000$ a premio sobre o casco e apparelho do
mesmo navio, para pagamento das soldadas de
sua ultima viagem do Rio de Janeiro para este
porto, comedorias e mais despezas correles :
quem quizer emprestar tal qaantia, pode apre-
sentar suas propostas al o dia 21 do corrente,
sll horas da manhia, em casi de Baltar & Oli-
veira, roa da Cadeia do Reeife n. 12.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiate Lindo Paque-
te por ter grande parte de seu carregamento
contratado ; para o resto trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alves & C, ra da
Cruz n. 27.
Para Aracaty e Assii.
Hiate Dous Irmos : para carga trata-se com
Marlins & Irmao, ou com o meslre Joaquim Jos
da Silveira
O agente Pestaa continuar 0 leilao|de cebo-
las, hoja 19 do correte pelas 10 horas da ma-
nhia.'na porta do armazem do Sr. Anne's defron-
la da alfandega.
LEILAO'
Ao correr do martello.
DE
Completas mobilias. pecas a valsas e Je
un cabritlet.
Sexta-feira 10 do corrente.
NA RA DO tMPERADOR N. 37.
O agente Guimaries no dia e lagar cima pe-
las 10 horas da msobia far leilio de ricas e so-
berbas mobilias, apparadorea, camas francecns
de varios gosloa, mesas elsticas e ama innida-
de de adornos para casa de familia e sem nonhu-
ma reserve da preco.
TAMBEM
ns mesma conformidade vender um cabriole!
de 9 rodas psrs quem qu'iier com pouco dinhei-
ro desfructar os nosios amenos arrabaldea.
Na ra Nova n.
PARA ACABAR.
Costa Carvallio continua boje com o
bem condecido leilo da leja franceza
de Jos Joaquim Mpreira, as 10 horas
em ponto: vender' ao meio dia a ar
macjr.0, com todos o pertenec.
Avisos diversos.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Podem mandar buscar a roupa lavada de ns
247.290, 152, 243, 140. 23, 158, 271, 283, 74, 87,
246,234,141,184.190,191,289.
Engommada.
Ns. 88, 231, M4, 46, 35.
Aluga-se
o armazem n. 22 da ra do Imperador: i tratar
na ra do Crespo n. 17.
LOTERA
TettaJfet*iv2* do ebrrete, (vfpra
de festaj) andarla i morete ri re mente as
rodas d trceir parte da primira lo-
tera do Gymnasio Peruambucano.
O abaixo assignad em attenco a ser
esse dia o da respera do nasci ment do
nosso Redemptor e para mais satisfazer
ao respeitavel publico pagara' as sortes
de 6:000, 3:000^. tzOOOjj, 500$, 200
e as de 100$ logo nesse mesmo di da
extraccSo apenas se ten ha ella concluido
cujos pagamentos inasaro nesse dia
as 6 horas da tarde, continuando nos
dias1 trteis. Os bilhetes e meios bilhetes
cham-se a venda nicamente ate' odia
23, na thesouraria das loteras na ra
do Crespn. 15 e as casas commissio-
nadas.
Othesoureiro,
A. J. Rodrigues de Souza.
Precisa-se alugar um preto, daodo-se o
sustento, e paga-se mental ou semanal, para o
servico desta typographia : oa livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
O abaixo assignado previne ao Sr. thesou-
reiro dss loteras que nlo pague o premio que
por sorte aahir no meio bilheto o. 2020 da tercei-
ra parte da primira lotera do Gymmaio, cujo
foi perdido oa ooile do dia 15 do corrente.
Joaquim Martios Pereira.
No escriptorio de Gutlherme Ca[Tlho i C.
existe urna carta viadk da Babia, para o Sr.Fir-
mino Rodrigues Vieira. ,
NOVAS JOIAS
Seram & Jrmao com loja de ourives na es-
quina da ra do C^bug n. 11, confronte ao pa-
teo da matriz de Sanio Aotonio, franqueiam ao
publico o escolherem as miis modernas edelica-
das obras de ouro muito em contae novamente
chegadas : garaotem a qualidade do ouro, pas-
sando conlas com as necesssrias deelaraedes nos
recibos; tambem trocam e recebem para fazer e
concertar toda e quaiquer joia : os meamos pr-
rnem que ninguem se deixe Iludir por indivi-
duos que andam vendendo joias por fura desta
pracj, dizeodo serem da casa dos mesmos, poia
nunca liveram, nem tra pessoa alguma eocarre-
gada de vender joias suas. *
Aviso.
Os administradores da massa de Hanoel Anto-
nio dos Passos Oliveira & C, convidara os ere-
dores da meama a vir receber o segundo dividen-
do, no escriptorio da ra da Cruz n. 50, no dia 24
do correte mez.
Aluga-se acass n. 102 da nia de Aguas-
Verdes: quera a pretender, dirija se a ru Di-
reita n. 106, taberna.
Ama de Iete
Precisa-se de ama ama de leile qu seja aadia i
na rus da Cruz n. 45, armazem. *
fferce-se atoa pesioa p^ra eogommar a
fazer mais lgum servido : na ra do Caldeireinr
numero 14.
Umi parda casada, moga e sem filhos.effe-
rece-se para ama de lite : quem a prelencr.
poder procura-la na Estrada Nova, sitio-do Sr-
Villasecca. .
0 Sr. Dr. Francisco LibsYsto d Mattos Jaw
oior tem urna eocommenda viuda do Bio da Ja-
neiro, ns rus do VJgirk n. 2, primeiro sntftr.
Sincera ratidao.
Forte infldmmacao do ligado.
Eu abaixo assignsdo certifico que minha se-
nhora tendo padecido ha muitos anno de urna
forte inflamma^o do Ogado, e tendo feito toda r>
possivel a men'alctnee para o seo restabeteci-
meoto, nunca Uve a felicidade de a rer ala. E
ltimamente procurando o Sr. Ricardo Kirk, ca-
cnptorio na na do Parto o. 119, este senbor t-
phcando-lhe al saes chapas medicinses. tire a
satisfaQao de a ver perfeitamente boa no peque-
o espajo de 38 dias. Do que lhe oou miaba-
sincera gtatidao.
Ladeira do Lirrsmento n. 7, Rio de JaaetrD.
Manoel Jos D jmioges.
Rostron Rooker & C. avisam a esta Braca
que, rctiraodo-ae o Sr. Frderieo C. Cox no) va-
por francas do dia 12 do corrente, os negocias da
sua firma daqnella data em diante Acarase de-
baixo da direccao do Sr. Tfftmaz Jefferiea, o qual
fornecido da todos os poderes necessaries. Re-
cife 9 de dezembro de 1861. --
Alugam-se duas casis novas na roa doa
Prazeres do bairro da Boa-Vista ; a tratar com
Joe Caroeiro da Cuaba.
Preciss-se de urna ama de dade para casa
de pouca familia : na ra do Arago n. 23.
m


9
bacharel WiTaimo po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es-
quina que rolla para a
camboa do Carmo.
I
I
i
i
s
J
Jk^mmeA
DA
tmmm Low-Moei
Roa daSenzalla Nova n.42.
Hasta estabelecimentoconlins chavaras
ompleto sortimento dmoendaei? moen-
is psraengenho.saschinss da vapor ctaas
ta farro batido o coado.-ie todos ostsmanhoa
pars dito.
MM & FU
Acarac
O vapor Iguarass, da companhia Pernambu-
cana, segu no dia 21 ateo Acarac, recebe car-
ga e passageiros : escriptorio no Forte do Mattos.
L*i!6es.
naWict>,l3 de dezembro lajJL.
Ao*** Ferreira- M A^ntfmAclo.
COMP
Segur
tSjceberem no
o 8* diridendo de
Honvidamos a*
serptorio desta compsnhia
Hembra de
s de Paria. .
Consulado profineia de Fecssamlauco.
Pela maca acaaamradoprWiB*** se fot
blico aos proprietarios doa PtVfwV' l*JM
'[slciislcaS lUadaO- c 4a doa'A-ftJgeaas qe ai
f ** i. **. pars caara.fi,, DWcVdd't jf^
Thomaz de
COMPANHA BRASILEIRA
DE
JDUUulS IL 7JPD1.
Al o dia 21 do corrente esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te Alcanforado, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros, a engaja-se
a carga qae o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcas na dia de sua ehegada, dinhei-
ro a frete e encommendas at o dia da sahida s
2 horas da tarde : agencia rus da Cruz n. i, es-
criptorio de Azevedo & Mendes.
$k
COmiHHA rCINAMBIiG4IU
O vapor tPersinunga, commandanta Maura,
sahir paraca porto dosel de sus oscila no dia
20 de dcaambro as 5 hora da larda. Recabe
carga at o dia 19 ao mcis> dia. Eacoasmeadis,
osaaegatroc dinheiro m frate at o dia da sabida
sa* hars: escriptorio do Forte do Mallos a. 1.
~ Para o Rio Grande de Sal segu con aButra
bruTidade a barca 3amme, capitoo Joaq*ioi A-
Ibcia DiM U Silva, recebe csrga frea rptfftf
tratar com Amorlm Ir mos, ra da Cra( a. 3
Rio'
ro do Sul rpbc tambem ga-
anasGilaia'rtsXAA,
LEILO
Sexta-feira 20 do corrente as
10 horas em ponto.
O agente Pinto far leilo por conla e risco de
quem pertencer e sem reserva de preco da ar-
maco, balco, seliodro, maeeira e todos mais
objectos existentes na padaria da ra de Domin-
gos Pires n. 50, no dia c hora cima mencionado.
ISILlO
Quiota-feira 19 do corrente,
AS 11 HORAS EM PONTO.
Antonio Carlos Francisco da Silva, far leilio,
por intervengo do agente Pinto, e com anlorisa-
cao da commissio de seus credores, e para paga-
mento dos mesmos, dos seguintes objectos, a
saber: metade de um sobrado de dous andares e
loja na ra da Senzala n. 13, um sitio no Salga-
dioho de Oliveira, com boa easa e grande pomar,
e cinco escravos pecas: no dia e hora cima
mencionada, na roa da Cadeia o. 9, primeiro
andar.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
Leilo
Quinta-feira 19 em contiuua-
co ao do dia 13 do corrente
O agente Pinto far leilo a requerimento dos
administradores da massa fallida de Siqueira &
Pereira e por Bandado do lllm. Sr. juiz especial
do commercio dos objectos abaixo declarados per-
tencentes a mearas massa a asber:
Um terreno no Montea legar denominado Ci-
boc, emque est edicada a casa perlencente
a viuva do Reg Rngel.
Um dito no mesmo lugac? jaula ao terreno per-
tencente ao Sr. Filippe Bit lis Maciel.
Um dito oa estrada do Monieiro junto da casa do
Sr. mejor Antunes.
Um eacravo pardo por nosne Leandro, de 18 an-
no* de idade.
O leilio ser effectuado s ti horas do dia ci-
ma mencionado oa ra da Cadeia do Recita o. 9)
primeiro andar, oode se poder obter do refe-
rido sgeate qaalqaer inorassco a respeite doa
mesmos objectos.
tai
A 20 do correnfe,
iclbor do mercado al 01
Patn Nsa*vS:C. (aca teilao por iatcrvanc&n Alpista 6 ttVitf^ BjA SSV^^^V^SsTC^B^^^S^TBBlC^C^S^^C^Sj ^l^^a^^^v^pl
do awBte-OltvtiHa 4c porebo de cbaaon,'
ldes^asicc ctvsmoc av arsaaear cbaawoa s>#
coi da ceda para hooies r para acabara, easatv
sac e ccpsruMhoa pata saosjaw, a vareteada #c
artigos delicados adevodaj lita acric aaitdvdas Aram
sem reserva Mro-fediir aoitfasi oeste sano :
- '
asdm na ra dfo ffcjsisbci Z % 14oTqur psiu.
DE
Jlanteiga lUgieza especialmente escollhida a 800 e 100O, eem porcio ter abatmento.
dem franceza a melhor do mercado a 640 rs. a libra e em barris a razo de 600 rs. a libra.
QueiJOS ti ame IlgOS chegsdos neste ultimo vapor a 3*000,
QueijOS lUUdriQOS o melhor que ha ueste genero por serem muito frescos a 19000 a libra.
QueijO pratO o melhor que se pode desejar a U200 a libra e 1100 o inteiro.
Cha hySSOU e pretO o melhor do mercado de 1?>700 a 2880 a libra.
FreSUntO fiambre nglez s hamburguez a 720 rs. a libra.
PreSUntOS portugUezeS viudos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra einleiro a 460 rs. l
Vnho engarrafados Duque do Porto, genuino. Porto fino, nctar, Carcavellos, Cam5e?, Meira secca, Feitoria velho, secco e chamisso
L r *300 "garrafa e 13W)00 duxa-
VinnO iSOTaeauX de superior qualidade diflrentes marcas a 800 a 19 a garrafa ede 8#500 a 10*000 a duzia,
VinhO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Marmelada imperial esaolfaer de todos os fabricantes de Lisboa premiada as exposices uuiversaes de Londres e Pars a
900 rs. a lata, de urna libra e a 19700 as de duas libras.
BOCetaS com doces secco das mais deccda frutas da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeitadas, a d
muito goslo a 39500 cada urna.
FigOS em CaxinhaS de libra muito frescos e gramdes a 2*000.
Peras SeCCa em camnha de 4 libras chegadas neste ultimo vapor a 39500 e 19200 a libra, afianea-se ser o melhor que pie have nesta
genero.
AnieixaS fraOCezaS em latas deS libras por 49000 e 19000 por libra.
PaSSaS em caixinhasdaoitolibras, as raelhores do mercado a 2*500 e a 500 rs. a libra, e em caixada urna arroba a 99500-
Latas COm fructas ,,a toas *8 qualidades que ha em Portugal de 700 a 19000 a lata.
Corffthias em frascos de 1 a 2 libras de 19600 a 29200.
FraSCOS de amen doa ooofeUadascom 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas a de superior qualidade a 29500
ada um.
Gaixas sor ti das com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes o que ha da mais proprio para mimos, de 49000 a 59000 rs.
por eaixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COm bolaxintia de SOda de diversas qualidades, e muit novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 29500 a 49500.
Conservas inglezaS francezss c pnnguezis de 600 a 800 ris o frasco.
ErvilhaS francesas portuguesas a 720 rs. a lata, afianea-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao marcado.
MaShSS Ulbarlm, macarro e aletria as mais aova que temos no mercada a 400 rs. a libra. ...
CastanhaS e nozes as melnores c mais novas por tercm ehegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra de nozes, e a 59 a arroba de
castanhas, e 160 rs. a libra.
Amendoas de asea molla a 400 ris alibra em porejio ter abat manto.
Azeitonas daLfebo* novas egraadosvindas pela primira vez ao ndsso mercado a 39500 a ancoreta.
Champanhe das ureas mais acreditadas de 159 a 209000 res o figo da 19500 a 29 a garrafa.
GervejaS das melhores marcas *B0 w. a garrafa e de 59 69W0 a duzia da brapea.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19009 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra 4 H)llanda > 690 rs. o frasco 69500 afrasqaaira cora 12 fraseos.
Chocolate o mais Superior que temos tldo no mercado portuguez. hespanhol e francu da 19a 19200 alibra.
VilM^T^rO de jiSboa 1W rs. a prr.fi 19850 .caada.
BatatlS esn gigescora un rroba, as meiborta que ha so mareado a 19 o gtgo, e en porcao de 10 para cima 800 rs.
Sbollas soltis novas e graades a -19-- c^toatiAaVaV aiveiro, afiaaca-sa qna. vista da qaatiJae ningnim ttti i
E?]pfnnj^1te^ti^]ci^ 740.^ m ^m i^.p, ..iiBr.... -f "
ArrOZ o melhor do mercado i_ifl*ts. lfBfa e 29700 a arroba do da Wlaajt^ ";, !* biMwnMts.
impo que ha a 160 rs. librado alista a2'fe, *libf4a painco.
Vinagre IsfolaMhaljuiWs tido no marcado 4fltt rs. a garr.f. c *ft56&,a cana*.*
a do a.is;s*radtada auier daLuboa ewinda.-pritoeita vas .nosso mercado, de 19 J.t*.
corapriT.
'
5
SJ
m

Massa de tojaajte.!*<, k
Araruta m^^sy****$* 2s>i.aHisfs<))l6easaJ. lihs.i*sAa^.
t0UCnk> (te tsbO saaiaacva do. awrcde1* 320" res Hot. e arrtft. a 19909
na ruado Trapichar r~. Vf
,%\ 0TR


&
W,
^tffjTMg* *s.mi/PWim
G AMARGO .$ SYLVA.
Precinm bter, ai rus 4o Crespo o. 1, 101
Srs. ibaixo daclmdoi a negocio! de uui iole-
ressts :
Bilbino Simei do Aminl Cimillo Pessoi.
Jos Mirla de Soma Anujo, morador do Carpi-
nho doto. Tregueiia da Eicada.
Francisco Goncalves Gaimaraei, morador nos
Remedios, Tregen dos Afogidos.
Marciano Accioli Un Barradas.
PraDtiico Antonio de Mello.
Virgilio dt> Oliveira.
Tcente Ferreira da Silva.
OSr.Joao Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparecer tretta typographia
que se lhe precisa fallar.
Sociedade Mancara.
Amorro, Fragoso, Svntoi & C.sacam tornero
nquei sobre a praija de Lisboa.
Aluga-sa o segando indar da casa n. 183 da
ra Imperial, e o segundo da ra da lmperatriz
d. 186 : a tratar na ra da Aurora n. 36.
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreita do Rosario n. 22, pri-
meiro andar.
planta entes pela presso do ar, por molas e li-
Sduras,eras todas as opences de sua arte.
* Attea^o $

m
Furtaram do abaixo assignado um re-
logio de ouro. patente inglez, coberto de
n. 7191, autor Iosh Peulingtoo e um
trancelim do ouro: qaem delle souber
oa der noticia dirija-se io largo do Corp
Santo loja de cabos de Antonio da Cos
e Silva Maduro, que ser generosamente
recompensado.
:i
Aranaga, Hijo
Rio de Janeiro.
& C. sacara sobre
Eu abaixu assignado declaro oeste jornal
que desta dala em diante nao me assigoo por
Gongalo Teixeira, mas sim por Goncalo Das Coe-
bo por me acbar livre e desempedido.
Aluga-se urna casa em Olioda na ladeira
do Varadouro : a tratar oa ra Imperial n. 260.
Na comarca de Nazareth
Veode-se o bgenho Dependencia com muito
boas trras de producco, muito bom cercado,
muito fresco, com proporc6s para moer corr
agua e boas matas para derruber-se, sito na co-
marca de Nazaretb : os pretndeme* podem di-
rigir-se ao mencionado eogenbo a tratar com o
st proprielario.
Joo Faraco e seu sobriubo Braz Fronsal,
Praural Braude seu fllho Nicolao Brande, Fran-
cisco Acheto, todos subditos italianos, retiram-se
para lora da provincia.
Jos Escunba Milho e Vicente Escuoba Mi-
Iho, subditos italianos, retiram-se para fora do
imperio.
Lxjf
3-Raa estreita de Rosario-3
a) Francisco Pinto Ozorio continua a col- 2
tjfj locar dentes artificiaes tanto por meio de g,
molas como pela presso do ar, nao re- Z
a) cebe paga alguma sem que as obras nao m
tm quem a vontade de seus donos, tem. pos a
sgf outras preparaces as mais acreditadas Z
tapara conservacao da bocea.
Boceo Pagano, subdito italiano, retira-se
para o-Cear.
Precisa-se de metade de urna casa indepen-
dente, tambemserr um soto queseja bem cla-
ro : n'a ra Bella d. 11, se dir.
Cosiuheire.
Precisa-se de um negro cosinheiro para servir
a alguns estrangeiros, prefere-se que seja escra-
vo : oa ra da Cruz n. 55, no Becife.
Aluga-se
o primeiro andar do sobrado da ra do Crespo n.
14, com commodospar familia ; a tratar oa mes-
roa loja.
Attencjo.
A intig cocheira d'ilu da ponte da povoacao
de Bsberibe contina reaaber carros e cirattos,
mseguado
andar.
Al iga-se o segundo indar da pnea 4a Boa-
iVuti ; tratar o loja de ciljido os rui di Im-
per iriz n. 46.
U Sr. Geraldo Crrela Lima queira appare-
cer cesta typographia, que se Ibe precia fallir.
Em prega publica do juizo doi feiVos da fa-
zenda desta provincia, se ha de arrematar quem
miii der o bens seguirTtes :
Um cirro de 4 rodas com todos os leui per-
teneos n. 41, e em bom estado, avaliado por 6009.
Cajo carro foi penhorido por eiecoeio da fWenda
prov.ncial contra Augusto Fjcber pelo Dr. Joo
Lins Cavalcanti de Albuquerque.
Uta sobrado de um andar e soto na ra das
Laraogeirai o. 21 com 2 silai, 9 quartoi peque-
os, eozinha no olio, leudo 85 palmos de frente
e 60 l| ditoi de fundo ; e no pavimento terreo
2 siln, S quartos, e quintil que serr de cozi-
ohi, avallado por 4:0009.
Um sitio na estrada do ajaoguioho mirgem
do rio Capibaribe, tendo 300 palmos de frente e
630 ditos de fundo, no qual asientim dais casas
ferris com eoto, tendp eadi orna dellas 2 salas,
4 qourlos, eozinha e urna estribara, em chaos
foreiros., avaliado em 9:6000 ; cojos beni fortrh
penharados por execucao di fazenda provincial
contra Claudio Dubeux e Joo Cirneiro Hachado
Ros.
Urna casa terrea na roa do Pilar n. 53, tendo
15 palmos de frente e 53 3|4 ditos d fundo cem
5 sales, 2 quartos, soto, quintil morado, sem
cacimba, em chaos foreiros. e em bom estado,
avaluda por 3:000}; cuja casa foi penborada por
execu;o da fazenda provincial contra o padre
Fortunato Jos de Souze.
Urna caa terrea de laipa na povoiQp do Ca-
chaog, tendo 32 palmos de frente e 40 iitos de
fundo, eozinha fori e 1 quarlo, copiar na pirte
do detraz, quintal cercado com carca de madei-
ras, tendo algumas fructeirai, em chaos foreiros,
iviliadi por 1:2009; cuj casi foi penhoradi por
execucao da fazenda proviocial contra Vicente
Ferreira da Costa Miranda.
Os pretendentes podero comparecer na sala
das audiencias as 10 horas do dia 19 do correte
mez de dezembro.
Precisa-se alagar urna negrioha de 10 a 12
annos ; ni ra do Imperador n. 69, sobrado.
Precisa-se de um faitor para um sitio de
pessoa egtrangeira, em Saol'AunaE: a tratar oa
ra do Trapiche-tovo o. 42.
ALuga-se o sobrado de um andar e arma -
zem na ra da Moeda o. 33, concertado e pintado
de novo : a tratar o ra da lmperatriz o. 53, se-
gundo andar.
aa Ni noite do die 7 do correte mez fur-
9 tirim dous sofs de ferro do terraco da 9
9 casa de campo do Dr. Pereira do Carmo : 9
a> quem delles der noticiss exactas ser re- 9
9 compensado. 9
(--
Carvalho, Nogueira & C. na ra
do Vigario n. 9 primeiro andar, sacam
sobre Lisboa e Porto.
Tritpiwi-ie o irrnfjimeatn com irmicAo d
ama loja de Uzendis mpjte befe ifreguezidi: os
pretendentes que qufzerem fizfr negocio, dirtji-
e mosma ra 4a lmperatriz o. 6.
eolleglo de Beiufica,
Eite estabilecimento precisi de umi peno,
que eiteja os crrcumatincias de oceupar o lugar
de prefeitp,
Achi-ie em poder de Andt Alves Gima,
inspector de quarteiro, e morador di encruzi-
Ibada de Bellem, um bahuzinho de flandre*. fe-
chado, no qual contm alguma couia, e o mesmo
foi dado guirdar por ama preta ; e como se
uppoe tenido furtado, o mesmo inspector dei-
xou de entregar a msma preta quinao Ihe foi
buscar, aSsa deque fazeodo publico, seu done o
pode haver, o qual diodo os ligoees e o abrindo
parante tettemuohas o reciDer.
Precisa-se de ama ama que cozinhe en-
gomme: oa ra da Hortas n. 9, legundo indar.
Precisa-ie de um menino porlaguez'de 10
a 12 iodos de idade, altimameote chegado, para
Caixeiro de deposito : a tratar na ra imperial
oomero 187.
Manoel Luiz dos Santos e Silva, vai ao Rio
Grande do Sul.
I Precisa-se de tresentos mil ris a premio
dando-ie por garanta ana casa na ra Bella
trati-ie na ra Augusta o. 95.
Alug"a-ie por preco commodo um sitio ni
Torre, com beixa de cipim, e com outeo moilos
commodoi, e boa casa com baobo parla:
assim lambem urna-casa os povoaco doMontei-
ro, a. tratar eom o Sr. Jas Azevedo Aadrade na
ra do Crespo, oa com o proprielario us Ma-
riiuo de Albuquerque na estrada nov do Ca-
tanga.
I. Wirz, subdito suisso, retira-se desta
provincia. J
Gustare Carn socio gerente da asa de
Letellier Ferard em liquidacao,vai Frasca, dei-
xaodo encarregado dos negocios da mesma com
procurado bailante o Sr. I. E Chrieliaoi.
Aluga-se a loja da caa d.65 da rui Nova: a
tratar no 2 indar di mesma casa.
Tendo o abaixo assignado, perdido urna
carteira com diversos papis e algum diobeiro,
ella lhe foi restituida faltando-lhe urna letra
acceita em branco pelo mesmo abaixo asiignado
em 7 de oulubro prximo passado, sellada no
dia 8 do. mesmo mez de Rs. 150ft000 e a vencer
em 7 de margo do anno prximo viodoaro ; pelo
que protesta nao pagar a referida letra.
Recite, 16 de dezembro de 1861.
Ignacio Antonio Borges.
Pede-se ao Sr.Dr Joa-
quini Elvirio de Moraes
Carvalho, que quando
vier ao Recife faca favor
dirigir-se a loja da ra
do Crespo n. 8.
Precisase alugar urna escrava que
seja de boa conducta, para o servico
interno de casa de familia, e que saiba
engommar e especalmenie cozinhar: e
agradando percebera' bom aluguel, e
tera' bom trata ment: : na ra da Au-
rora sobrado n. 58.
Joo Jos de Carvalho Morses Filho vai ao
Rio de Janeiro, e deixa por seu procurador em
soa ausencia seu paio Sr. Joo Jos de Carvalho
Moraes.
Precisase
de um caixeirepara padaria que tenha prstica e
d fiador a sua conducta, paga-se bom ordenado:
a tratar oa padaria da ra Direita o. 84.
Na roa da lmperatriz n 23, piimeiro. an-
dar, precisa-se de um bom official de marcineiro.
Jos Ferreira Rodrigues, subdito portuguez,
segu para o Rio de Janeiro.
Aviso.
J FERREIRA YILIELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA 1MPEMAL,
Ba do Cabug n. 19, f. andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por arobrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, eipeciaes para
pulceiras, alfioetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe ara completo e abundante sortimenlo
de artefactos irancezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha lambem para este mes-
mo fim cassoletas e delitados alfioetes de ouro
de lei; retratos em pholographia das principaei
personagens da Europa ; itereoacopoi e mtaa
etereosenpicas, iiiimcomo vidroi pira ambrotypo
chimicaa photographicas.
{Gabinete medico crurgico.*
Ra das Flores n. 37. S
-dj) Serio dadaiconsaltas medlcas-cirurgi- am
W ca peloDr. Estevao Cavalcanti de Albu- ffe
querqne das 0 ai 10 horas da maobia, ae- S
cudiodo sos chimidus eom a miior bre-
vidade possivel.
1* Partos.
^ 1.* Molestias de pella.
^ 3.* dem do olbos. ,
*) 4* Idemdoiorgaos genltals.
a^ Pratieartoda eqaalquer opera cao em Z
m seu gabinete ou em casados doentescon- Z
forme Ihes Mr mala.soikTtjoiea*, ; .X
A quem fallar dous cJtllos; proebr no
caes do Ramos, armazem o. 10, que tar ooticin
selle.
Joaqun Filippa da Cotts. risO vaf
Europa tratar de sua saode.
Alugam-ae os andares primeiro e segando
da casa da ra asttaiu da Rosario o. 81: oa ra
do Crespo o. 15. .
!,.i7^N d,? wVaiite, loo-i a lodeoeii do
jan de paz do I. dUtriet. de Santa atoaje, lean
de ser arrematada por r olttmi prisTfi
JosquiO MsFcelmp d SIIts. ^^ -
4
Antonio Flix Pereira aviaa ao respeitavel pu-
blico e as pessoa! que com elle tem negocio, que
Eduardo Arthur de Maredo deixou de ser seu
caixeiro desde o dia 15 do correle, portanto nao
se reiponsibilisi miis por tnnncco alguma
desta dala em diante, caao elle faca e'm mea no-
me, posto que incapaz de til praticir, e tim
por causa de alguma duvida que possa oppa-
recer. Hotel da estaceo da Escada 15 de dezem-
bro da 1861.
Precisa-ie de urna ama que saiba eczinhar,
engommar e comprar,, para casa du pouca fami-
lia : na ra do Llvramento o. 9, segundo andar
CONSULTORIO ESPECIAL BOIEOPATHICO
DO doctor
n SABINO O.L PINHO.
Rucvde Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desdi as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
molestias iat mulhtret, molestias das crian-
cal, molestias da pellt, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticas, todas as especies de febres
febrts intermitientes e suas consequencias,
, PHARMACIA ESPECIAL HOMIOPATH1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pra-
iarados som todas as cautelas oecessarias, in-
illiveis em seus effeitoa, tanto em tintura, como
m glbulos, pelos precos mais commodoi pos-
ivais.
N. B. Os medicimeotos do Dr. Sabino sao
nicammie rendidos en? sua pharmacia ; todos
que o forero fra della sao falsas.
Toda as carteifas sao acompanhadaa da ara
tmpresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavrai: Dr. Sabino O. t.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
Igualmente na lista dos medicamentos qu se pe-
da, As carteira* que nao levarem esseimpresso
aamm marcado, amboratenbam oatampa o no-
ma do Dr. Sabino aao falsos
A O piaaiata G. Heln>oi,d alteodeodo T^
oumerosos pedidos, resolveq estabele-
er-se oeata cidade para dar l!c$des de
9 piaoo para cujo fim pode ser procurado
emi eiaa do Sr. ft p. Vogeley a do
lv8es' Eosina tanl encola clusi-
mt eir moderna, bem como apart doci'n-
F oipplicado a piaoo pelo celebre Thil-
berg.
Dma'p
tratar de eseripluri^Io
lystema^offerece ieu- p
quemdj']|e se quizetti
pira
rciatil por quilquer
imo para^tal mUter ;
r innuocia/ B
NOVO GOSTO.
Retratos de
Retratoi de
Retratos de.
Retratos de
Hawleyotypo
Hswleyotypo
Hawleyotypo
Hiwleyolypo
Hawleyotypo
novo
doto
dvo
doto
nova
nova
nova
oova
nova
gosto
gosto
gosto
gosto
invenco
ioveocSo
invenco
iovencao
invengo
Ama oe leile 8
i
9
Presi-se de umi ama de leile, que aeja
aceiada e limpa : na ra das Crazes n. 20. #
-
Ama de leite
Precisa- de urna ama de leite, que teja
aceiada e llmpa, dando-se preferencia a #
preta: ni ra das Crozes n. 20 primeiro
-
Ama de leite.
Na ra do Imperador o. 35, armazem, precisa
se de urna ama para amameotar urna enanca, pa
ga-se bem.
Offerece-se urna senhora portugueza para
fazer companhia a qualquer familia que faca via-
gem para a Europa ou outra qualquer parte, sabe
tratar de criancis e senhorai : quem precisar di-
rija-se a ra do Queimado o. 39.
O abaixo assignado, com loja de tartaru
gueiro na ra das Trincheiras o. 1, avisa as
pessoss que tem obrss coocertadas de tartaruga
em la loja desde o aooo de 1858 a 60, lenham
a bondado de vir busca-las al o fim do correte
anno, e nao o fazendo ueste praio ficario sem
direito algum s meimis visto que ellas por
antigs, pouco ou nada valem. ,
Recite, 5 de dezembro de 1861. >
Manoel Jos Soares Guimaraes. '
Preclsa-se, oa ra estrella do Rosario d. 21,
primeiro andar, de urna ama para o servigo io-
lerno e externo de urna pessoa.
AenQo,
Aluga-se commodameote o seguodo aodar da
casa n. 52 da ra da Cadeia Velha, o qual tem
grandes commodos, est asseiado, e lodo cor-
rido de jsuellas pelo oito que fica ao nascente,
e bastante claro e fresco,
Abilio Feroaodes Trigo de Loureiro leva ao
conhecimento do respeitavel publico, e protesta
solemnemente peranteo mesmo, por si, e como
natural e legitimo administrador da orpha sua
Clha Maria da Gloria, pela insaoavel nallidade
de divisao da acgo de annulla;So do aforameolo
das ierras denominadas Pitangueiras, que o res-1
peclivo senhor directo, o Exm. Sr. viscoode de
Suaisuoa, pirece querer intentar, ou tilvez j le-
vou a juizo (separadamente) contra um dos co-
berdeiros, o Sr. Dr. Julio Barbosa de Vasconcel-
os e sua senhora, a quem fez citar para esse fim,
ha dez dias pouco mais ou meos, sem todava
ter ainda feito citar para o mesmo fim ao protes-
tante, por ai e como administrador de sua dita
BIha.
Recife 7 de dezembro de 1861.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella o. 38.
pwm mmmmmmmmmm
Dentista de Pars.
5 Ra Nova 15
#,MfJrcGautier,cirurguodnt8a,f
todas as oparaces da sua arla ecollocij
dentesartiiciaes, ludocom a supariori-j
did aparfaicao qu a s pessos tan tandi-i
dislhereconbicem.
remaguie pos den tif ricios te.
Explendido alfinetes de ouro
F.xpleodtdo alfioetes de ouro
Explendido alfinetes da ouro
Expleodido alfinetes de ouro
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendo quadros dourados
Explendido qfiadros dourados
* E^leudido quadros dourados
Expleodido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
mchicas para
macbioas pan
machioas para
Precofe baixado para pouco
tempo.
pouco
pouco
pouco
pouco
lempo
tempo
tempo
tempo
Precos baixado para
Precos baixado para
Precos baixado para
Precos baixado para
3#00G 5^000 10J00 20#000
3J.O00 5000 109000 20000
39000 59000 109000 209000
39000 59000 10/000 209001
39000 59000 IO9OOO 209000
Expleodido alfinetes de ouro
VeDde-ie
Veode-se
Veode-se
Veode-se
Gaixas
Caixai
Ciixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
retratos
retratos
retratos
retratos
gostos
gostos
gostos
gostos
gostos
ver
8
i
O abaixo assignado est em n,egpcio com
liberna da ra Imperial D'.iW, pettncente ao
St. PedTO Alexandrino dos Frizeres, ; quem se
julgar credor eotenda-se com o abaixo asiignado
isto ro praio de 3 dias, que depois de compradi
nao se reapoDiabilisa por debito algum que a mes-
ma casa esteja sujeita; a tratar na meama casa
cima, ou na meama ra Ubarna o. 139.Reci-
te 18 de npvembro de 1861. .
Lauriado Perefra Simas.
Sobren viagem a* Brasil em 1852,

; DE
Ui Mil! '"*
ros B. Mansfield.
POR
flti
_____, wmm
AJoga-ie um segundo andir na ra do A-
Bori8D baftro do Jterife : i trlU na atura, ria
armazem n. 46, -
- J.meiForde e Cyrfl de Shiir vt. para a
t?.g. tgst s-ss "-ns
da cusa d'aga e Aprpucw^qk'fbr
do fallecido Asttonl iLuit 'iQoprjlwt
FarW? a *tv no Recife, -ra da,
rus Palla, tsqaias d. 85.
A. D. DE PASCUAL. ,. .
Acha.-se novamente iberia a assiapatura ara
sata arceHeoteobr em dous volomef^rtidameD-
\^?.4i^rMn'Q aoripsoriV la rui.di Cm!
45,1 andar. Preco da obra completa 51600, toe
lefto 4>i|osi entregu sMtmsitk toWKT'
~ Simio Billfilro.dj.ul#,,B|,t8U,01,.,s|tai-i1 brdoi
Mirlai di menina
Sa'nsra ilora di pr
.^VH'afrff^
c i! aup .

r psrs egenho : ni
- "**, trt p. verSer-.e-.'t.)iern. iit.
asma Valaaa.di^ ti ascwfaods; >prtrJa
de liados
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venhara
venhsm ver
venbam ver
veohsm ver
venham ver
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Pra tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. rborne retratista americano
Rujt do Imperador
Raa do Imperador.
Ao publico.
O professor e compositor de msica Francisco
Libanio Colas, actual director e regente da or-
cheslra do tbeatro de Santa Isabel, tem a honra
de anonnciar s contrarias, irmandades e ao pu-
blico em geral, que tem preparado e montado um
excedente repertorio de msicas sacras para ac-
tos festivos e fnebres. Iocumbe-se tambem de
extrahir copias de msicas para piaoo e canto pa
ra oulro qualquer toatrumento; e compOr e ins-
trumentar para orchestra ou banda marcial. Pro-
poe-se por tanto a dirigir quaesquer dos actos a-
cima mencionados, e o mais que fica dito, pro-
metiendo s pessoas que se dignarem honra-lo
com sua confianza, tods a promptido e esmero,
para o que pode desde j ier procurado em cisa
de sua residencia ra de Santa Isabela. 11.
I Offerece-se um moco portugus para caixei-
ro de urna taberoa, ou oulro qualquer estabeleci-
mento, escreve mullo bem e faz alguma escrip-
tura;ao simples em qualquer estabelecimento,
e d bom conhecimento a sua cooducta ; a tratar
na roa dos Harlyriot n. 36.
Josquim Pedro Coelho di Silva, subdito
portuguez, vai Europa tratar de soa saude.
Velocidade.
Acham-se abertss diversas esta;des da com-
panhia geral para o transporte e desnacho dos
gneros que do Recife se destiosrem lilacao da
estrada de ferro Das Cioco-Pontas. Nessas esta-
cos recebem-se conhecimentos de aisacar, o
qual despicha-se e cooduz-secom toda a rapi-
dez; recebem-se tambem notas de gneros que
tenham de ir para o interior, sendo esees gene-
ros conducidos e despachados com igual rapidez.
Os concurrentes pagaro apenas um frele in-
ferior ao actual, seodo gratuito o demais Ira-
balito. Pdem dirigir-se :
Ao caes d'Apollo d. 7 ;
A' ra da lmperatriz o. 52;
Aos Srs. uperron ou Olivein, na eslaco da
Tia-ferre, as Cinco-Pontss.
Precisa-ie de um criado : no boceo de San-
to Amaro o. 38. .
Aluga-se ums boa casa no Cachaog, com
seis quartos, duat salas exozinha fra : a tratar
na ra da Paz o. 43.
Um homem eslrangeiro que falla o francez
e o allemao, offerece-se para cozinheiro ; quem
de seupresiimo se quiser utilisar, dirija-se ra
dos Gyirarapes o. 24.
Vctor Verreine Cornelius Claes, subdito
Belga, vai para o Rio de Janeiro.
Attenijo
Acha-se fgido desde principios de junbo de
1881'o preto Aotouio. de estatura regular, de a-
fio Angola, idade 60 annos pouco mais ou me-
nos, grosso do corpo, pouca barba, olbos pipudos
beicudo, peinas um tanta arqueadas, com urna
cicatriz de machado em um dos dedos grandes
do pea oatra em urna daa percas, parto do tor-
oozello. Consta que anda refugiado -peras mallas
de S. Coime o Vanea, ou imaediacei: quero
o pegar e leva-lo a seu senhor Joaqun da A-
sumpcio Queiroz, Da Virzei, ser gratificado ge-
netrosamante. it< i
No da 17 do correla mez pedio o abilio
iMigoado ao soldado do 4.* batalhlo de'srtilhe-
ria a p Joso Saraiva de Oliveira, qae pigindo
am giobidor, para o que deu-lhe o dinheiro, lhe
levuse caa um corte de veslidodesoda Iivri-
4a, cor acnzestada, icoudicionsde em um cir-
earte a> hieadioaa 'Km** com 20
um outro da. mesma fazenda, e pira
m 10 covidpi; 1 ditofde camaraia di
la
HsS
ws,m
I
feesr ......... ...... '
e Saris de snadsporto *d IbrrV e
loidtda nao entregaaaa Oida^-aurOa__
mais do cora* rogo a quien ttes abjactM fosaem
ataraetoo*, ou delka loabarem, aviaarem-ma oa
mandirem raa di Seniila Valha a .... ou na
otaca doSr. los Padio du Nevaa. no ano 4
Cooeaico, pota qua muito agrajlecer.
. Jone Rodrguea Sedrain.
Preeiia-it>de dousamiuadereada padaria,
que entenda perfeftameote do trineo : ni ru
Urg do Rosario ; 1(5,
ti
Precisa-se de umi ana Hite oa esenva pan
o larvico de umi casa de-familia, pigi-se bem ;
na raa di Cambea do Cirmoo. 4.
Aluga-s *> tercalro aodar da cass da na
do Imperador n. 75, com grtnde sotio : a trUir
oalojidimetroi cas.
orapras.
Compram-se acedes do novo binco te Per-
nambuco : no escriptorio de Minoel Ignacio de
Olivein & Filho, largo do Corpo Santo.
Compra-ie meia. duzia de cadeirai de imi-
rello : quem tiver dinja-se i rui do Lirrimento
n. 29, que se dir quem quer comprar.
Compra-se ama mesa de* jaotar que tenha 9
a 10 palmos : quem tiver dirija-ie a ra do Ll-
vramento n. 29.
Vendas,
Sodr & ., na ra estreita do
Rosario n 11.
Vendem as verdadeirn uvii di ilhi deltimi-
nc, cistaohss assadis e cozldas, e peonas de
ema, ludo mais em coota do que em outra qual-
quer parte.
BITO
Vendem-ie cintos douridos 2*500, ditos de
Ola com rices fivelis a 2$, bandos de clioa para
marrafa a 500 r. o par, pentes virados imitando
tartaruga a 1*280, ditos sem aer virados a 640
enfeites de relroz com vi irilbo a 1J500, manti-
oha de coral a 2$, volta de coral a 500 rs., enfei-
tes de diversos gostos, bandejas, bicos, reDd Otas, gilo de algodo, e muitas mais miudezas
que se vende barato : na ra da lmperatriz, loja
da boa f o. 74.
Cintos do
ultimo gosto.
Veodem-se cintos dourados, os mais bellos que
possivel encontrar, pelo baratsimo preco de
25. 2*500 e 3 cada um : na ra Direita. loja de
miudezas n.85, onde tem o lampio do gazna
porta.
Ra do Rangel n. 21, deposito
de charutos.
O proprielario deste estabelecimento leodo de
dar balancopara acabar, vende as fazeodas exis-
tentes o mais barato que possivel, como sejam :
bolsas de borracha a 640, 1, 1*500 e 2*000, bol-
sas de seda das melhores que tem viodo ao mer-
cado a 3*500, fumo aroericaoo a 2JO0O a lata,
fumo caporal fleur d'Harlebeke agarradeir para
charutos muito finas a 1*000, cachimbos de ma-
deira a 720, machinas para fizer cigarros obra
nunca vinda a esta cidade, charutos auspiros de
Simas e F. J. Cardoso a 2*500 e 2*800 meia cai-
" Praziveis a 3*000. entre-Onoi a ic.800. e
1*600 a caixa, ditos da Baha pechiocha a 1*280
1^dalerra a iSOO, carteiras e charuteiras
1*000, charuteiras a 640, e outros objectos que
seria enfadonho enumera-los. Tambem previ-
De-ie s pessoas que devem vir aslisfazer suas
obrigaces aleo fim do mez, e como igoora a mo-
rada de alguns, publicar seus Domes, e se at
Anda as ferias nao satisfizerem proceler com os
meios que a lei favorece : igualmente vende ci-
garros de palha de milho a 4*500 o milheiro.
Iujcccao Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheaa antfgaa e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco 3$-
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Veode-se em porgo e a retalho de urna sacca
para cima, e por commodo prego: oa ra da Ma-
dre de Dos coofronie a botica n. 30.
Atenco.
Em casa de Basto & Lemos, no Recife, ra do
Trapiche n. 15, vendem-se oa seguintes gneros
por commodo preco pin fechar contas, a saber :
Mobihas italianas de madera branca, conris-
tlodo em cadeirassingelas, de braco e sophs, de
um gosto o maia delicado possivel.
Chapeos de palba da Italia amarellos e de co-
res para bomens e meninos.
Vinho de Bordeaux.
Cognac verdadeiro.
Absinthio superior.
Kirstch dem.
Licores finos em garrafal de crystal branco.
Todas estas bebidas em caixas de urna duzia.
Jarras ou talbas de barro vidrado, grandes e
pequeas, para deposito de agua doce, mel, etc.
red ras msrmore para ladrilho, braceas e pre-
tas, de 7, 10 e 12 pollegada quidradas cada umi.
Geographia
Vende se dous globos em meto uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
estudantes que os pretenderem podem
dirigir-se a livraria universal de Guima-
raes & Oliveira, na ra do Imperador.
Tiras bordadas.
Vende-se fnissimai liras bordadas a2J e 25500
apega, babados francezes muito Gaos e com
bardados muito liodosa 2J, 2*500, 3j e 4g500 a
pega : na rus do Queimado loja de miudezas da
boa fama d. 35.
Agu has francezas
Vende-se igulbis fnocezis de fundo dourados
das melhores que tem viodo ao mercado a 160
ra. o papel, carteiras de marroquim com agnlhas
sortidas e todas de muito boa qualidade a 1*
cada urna, ditas de papel dourados e com muito
bom sortimenlo a 320 rs., caixinhas com 100
agulhas sortidas muito boas a 200 e 280 rs. ca-
da urna : ni ra lio" Queimado loja de miudezas
da boa fams o. 85.
Novidade sem
loja do
igual na
Acaba de ebegar i eite eitabelecirnenlo um va-
riado aattimento de orgindya, proprioa para ves-
tidos sendo os gastos ltimamente noros, se
vendem a 720 ris o corado por estar mateo pro-
xim! a testa, assim como vendem-se os mifs
naos a -moderos enfeites pira oibeQa d> eaorra-
raix: aa roa da lmperatriz o. 0 loja di Girai t
-*- Ni rui do Creape'o. 2 primeiro indar, se
dir qaem venda urna am *a aarareua da f
palmoa de comprlo e ato de Urgur. Jotrada
de p seno boi peci.
1 Veode-se umi casa tetre ,h*pouco edifi-
cada de novo, obici^ii Qoatri genios ; a tra-
tr itnz da rnarw
Attenco.
o
Vene-se 'poridiiioVeco per dakancii
jicarand, urna meia c
deln, e urna cidein de kilauco de oleo ; apro-,
BC SaSBrwStf ***; fl s ^i oSSii**wrm5> ]
45 Ra Direita45
Ougmt.. Ougatn!..
O trute indiipensivel io homem civilisado
sem contndicao o spalo I E' ella lio necessa-
rio como o pi ao elomigo. Tolera se um
chapeo jaca ; urna cauca de liualar tiboado ;
um vestido desbotado; mis o sapito icalcioba-
do e rodo, i botina tem lustre e j descosida
urna indecencia, um insulto ao orgao visual de
um ehrislao. E' por lo gravea coasideracoea
que o proprielario desta eatabelecimenio.
acabando de recebar um migoifico sortimenlo.
rog aos seus fregueses se iprenem em renovar
o calgado velho, visto estar prxima a testa :
vejam:
Homem.
M1LIES (chigre privilegiado) frescos co-
mo a agua da Prati......141000
BOKZEGL'INSJnteirigoi (Roclblld) 9*500
diversos fabricintei. 8*000
luitre pechincha. 5J500
Sapatoei de Ninles, vaquta de lustre
biterii.........., 6|000
Diloi Nintes biteria......, 5*500
5*000
. 4*600
. 3*500
5*200
3|0OO
. SfOOO
; 1*500
y
ingieres.........
Nantes meninos......
lustre (sola a viri. ....
(urna sol).....
de tranga portugueza. .
a trinceza. ;
Senhoras.
BOTI.NAS|gaspa alta e lago inglezes de
duraglo iocalculavel. .
fraocezas (lago)......
de menina (Joly).....
sem lago........
gaipa biixi.......
outros (32, 33 e 34). : .
Sapatos (Joly) com salto......
( ) sem sslto......
tapete. .
lastre (32, 33, 34).....
econmicos para casa. .
Alem diaso um variado e abundante sor
ment de tudo o qae necessario a aapateiro pa-
ra executar qualquer obra.
6*000
5S500
4*500
5800O
4*800
4J50O
3*200
28000
800
800
500
orn-
e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes mais perfeito, bem aca-
bado e barato no sea genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam como Jacaranda.
BANHEIROSde todoi o tamanhoi.
SEMICUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeico a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANBLLASidem idem.
COCOS. CANDIEIROS e fimdres para qual-
quer sortimenlo.
VIDROS em caixas e retilho de todos os ta-
miDdaodo-iemaohoi, botar dentro da cidade.
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado a
coDleoto.
Vende-se cal de Lisboa chegsda no ultimo
navio : na ruado Impender n. 28, taberna de D.
s. c.
REMEDIO INCOMPARAVEL
? ungento hollowat
Milhare* de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparaveJe provarem caso necessario, que
pelo uso que delle fizeram tem seuorpo#
merabrosi nteiramente saos depois de haYor em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascurasma-
ravilhosas pela leilura dos peridicos, queih'a*
relatam todos os dias ha muitos annos ; a t
maior parte dellas sao tao sor prendente's tiua
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pomas, depois dedar
permsnecido longo tempo nos hospitaes, o tea
deviam soffrer a amputado I Dellas ha mui-
rs quebavendo deixado esses, asylos depade-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
raco dolorosa foram curadas complelamente
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reeo
nhecimento declararam estes resaltados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticarem sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado desande se
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constan temen te seguindo algum tempo o
tratamento qne necesstssse a natureza do mal
cujo resultado seria provar incontestavelmente!
Que tudo cura.
O ungento he atil, mais particn-
irmente nos segulntescasos,
Inuarnmacao da|bexiga
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Anceres.
Cortadurss .
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anus.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou (alta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
I n chaces.
Inflammagao do figado.
da matriz
Lepra.
Males das per a as.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras i reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna."
Supura^Ses ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulacoes.
Veas torcidas ou na-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, a na leja
de lodos os boticarios droguista e eatras pes-
soas eoearregadas de sua venda em toda a
America do sul, Ha vana o Hespira.
Vende-se a 800 rs cada bcetipha cont
orna inslruocao em, portugus para explicar 0
modo de fazar jiso deste ungento.
O deposito gavir era can do Sr. Su,
pharmseiutico, na r^ 4a Cruz n. j,,
rernambuco.
Ha conlinuamen>e jteste eitibeleeUsaata as
aagaiMM f.iendn pira Veoer, aarSiS;rt-
90 qae em aira qnlqeer ptrte. F
IMide ^ ^M#^-' '? I*** Ub* W"1" <""
Cabe* Porto ampio a ralla.
gala[a* Courtoboa curtida*.
. rinaaa de aaaadiaca maita bovi, qaalidad


-
DA UD *B riiv AKftCCO qih^afhbi 10 i dezehro DI 116 j,
EtW.fl* prfyincUi&^.Jppiftiambuco, Parahiba, Rio
Grande do NHe, Cear Allagbas, a saber:
Folbinha d porta, contendp kalepdario, poca* geraet, mcionaei, dat
d gaBa, tabella do salva noticrn planetarias, eclipses, partidas
de correiot, audiencias, e resumo de chronologia, a rere .
Folhinha de algjbeira e variedade, a qual contd todas as materia das
de porta e maii tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma>
re's, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos chefes dos
, principaes estados do mundo, tabella da arrecadacSo do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos Impostes geraes, provinciaei. e municipaes, re-
gulamento de incendios, e entrudo, e algumas putturas raunici-
paes, artigossobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecSo de remedios, a ris. .
Dita religiosa, contendo toda* as materias das de porta, e mais tabellas do
naiciment, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes braiileiros e europeus, tabella dos impostes geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracoes de S. Fran-
cisco de Paula, collecco de oracSes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a res. ..... ... .
160
320
520
-j
\.-i

Acha-se no prelo o almanak civil, ecclesiastico, administrativo, agrco-
la, commercial e industrial, o qual sahira' no fim do mez de dezembro, nao po-
dendo ser antes pelas mudancas.
-
Superior rep de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rap princeza-BrasIl em
frascos, chegado no ulimo vapor francez Ettre-
madure. Da loja da boa-fe, ra do Queimado
n. 22.
50 A-*- Ra da Cadeia do Recite 50 A
rs. o covado.
Maooel Gongalves de Oliveira Santos vende
villurtiiho de ramageos de cores que sempre se
vendeu a lJJ o coVado a 400.
Grande liquidaco da
Arara.
Veude-se confronte o
Cinco Pontaa o seguate
porto da fortaleza das
carrocas para boi, di-
tas para cavados para agua, carrinho paratraba-
Ihar na alfaudega, ditos de mo, rodas para car-
rocas e curinos, eixos, torradores de caf cora
fogo, boceas de torno, baodeiras, ferros de Tol-
las de todas as qualidaJes, dobradigas de chum-
bar de todos os lamanbos, fechaduras de ferrolho,
ferrolho de chapas, ferro de embutir de todos os
tamaoho;, e portode ferro.
As verdadeiras tovas de
Jouvin.
Acabara de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
seado de todas as cores.
i 4 ra do Queimado \
numero 40.' ;
Loja de 4 portas
m E !
Frreo. < Maia
. E' cbegido um completo aortimeoto
y das ssguioies fazendas, o mais moderno '
^ que tem apparecido no mercado :
vjk Chapeos pretos para homem.
' Ditos de palha para senhora. '
@ Ditos de pellica para meoioos e meninas. !
&| Borzeguius para homem e senhora por .
, menos prego de que em outra qual-
8? quer parte. I
g| Riquissimas capinhas de grosdensples |
preto bordados para senhora.
;gf Ditaa de caxemira dita. '
%5 Casaveques brancos bordados.
fia Sintos dourados do ultimo gosto. ,
jq Enleiles de retroz e missanga.
sS* Baldea de duaa aaias o mala rico que
J tem apparecido.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna barcaca.
Vende-se ama barcaca do porte de 35 caixas,
PARA ACABAR encalhada no estaleiro do meslre carpinleiro Ja-
Vende-se pegas de madapoln flno enCestado a il? aofdi'nd/i^i^'S'iV m* 2 CD.C PD~
39. cortes de casemira preta a 3. ditos finos de u tea -P2d? J 11,^ Pu-' Pre"
ores a 4,500. cortes de (uslao 1*120 tpele | {^7^V."".'.^^ ES?.': Si"" "
piche n. 14.
SLoja das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita mutto barata.
Paletois de panno flno sobrecasacos,
&| ditos de casemira de cor de fusto, ditos
de brim de cores e brancos, ditos de
P ganga, calcas de casemira pretas e de
cores, de brim branco e de cores, de gan-
ga Rs. camisas com peito de linbo muito
unas, ditas de algodo, chapeos de sol
?B> de alpaca a 4j} cada um.
ta, ra
1|200
29500
280
900
S00

para forrar salas a 600 rs. o covado, tilo de lioho
branco e de cores a 260 rs. o covado, tarlatana
de cores e brancas a 800 rs. a vara, ricos cor-
tes de cambraia brancos e de cores de babados
a 298O) e 3, ditos de tarlatana de 3. 4 e 5 baba-
dos a 3J500, ditos entestados com entre-mcios a
69, cassas a turca para vestidos a 240, 280 e 320
rs. o cavado, ditas garibaldinas a 360 rs. o cova-
do, la de qusdriohos para vestidos a 280, dita
chineza entestada a 4U0 rs. o covado, saia balo
de nova inveoco de 14 e 30 arcos a 3,500 e 4$,
ditas de madapolo a 3$, saias de cordo que faz
vez de balo a 2J400 : na loja da ra da Imoe-
ratn>, da Arara, de4 portas n. 56, de Magalhes
& Mendos.
Fabrica do Monteiro.
Crystasaco e refina^o
de assucar.
Deposito na roa de Apollo n. 6, e praca
da Boa-Vista n. 26.
Este importante estabelecimento contina a
fornecer aos seut innmeros freguezes do alvo e
puro assucsr crystahsado, em p e em pes, 1.*
e 2.* qualilades, pelo prego de 160 e 200 rs. a
libra, e do refinado a 100, 120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador ter tm descont
favoravel. Nos meamos depsitos tambera se
vende mel de aasuear a 60(1 rs. a cabada, e car-
vao animal em p a prego comtnodo.
Tudo doce.
Na ra larga do Rosario n. 35 contina a ter
grande sortimento de doces de calda, como seja,
lataa com 5 libras de doce de abacacby, grozella
e Iaraoja a 25500, dita* de cidro com 4 libras a
2$, ditas de sapoty a 29200, ditas de birembi e
limo a 1*500, latas com 2 1\2 libras d coofeitos
de diversas qualidades, proprios parS mimos de
festa a 1:8600, lataa com 2 libras de ttarmelada
de Lisboa superior a 2$, cavacas de gosto Lisbo-
nense a lj> a libra, bohnhos de amores a ISOOO,
ameodoas coofeitadas a 800 rs., coofeitos novos a
649, assucar candi a 600 rs., latas com' doce sec-
co de sapoty eabacachy a 2*500, xaropes de gro-
zells, iaraoja, abacaeby e (amarino a 500 rs. a
garrafa, bolachinha de araruta a 320, cha bysson
a 29600, assucar refioalo Oeo a 49160 a arroba,
e libra a 140, dito baixo a 3*5*20, e 120 rs. a libra,
assucar braoco proprio para doce de caj a 120
rs. a libra, e 3*600 a arroba, dito someuos a 100
rs. a libra e 2*800 aflhba, dito mascavado a 80
rs. a libra e 2*4U0 alTroba, e oulroi muilos g-
neros que o freguez encootrari ; tambera tem
porcao de fumo em folha qrr ver/de ir Hbras
do Tra-
arrobar.
'
Liquidaco da Arara.
para a festa.
Vende-se cortes de chitas finas com 13 cova-
dos a 2*500, ditoa de riscado chinez a 2*500, ditos
de chitas ingltzas a 1*500, ditos de riscado a ga-
ribaldi a 2800, pegas de casaa adamascadas pa-
ra cortinados com 20 varas a 9$, ditas de 10 va.
ras a 4*500 e 3*, pegas de cambraia de salpicos
com 8 1|2 varas a 4* e 4*500, pegas de cambraia
brancas a 1*600, ditas fioaa a 3g e 3*500,' chales
del al*,diioa de le se la a 1a800 e2*500,dilos
de merino estampados a 2(500. ditos de ponta
redonda a 6*, ditos de croxe a 7$. chitas a 160 e
180 rs. o covado, ditas francezas a 220, 240 e
280 rs. : na ra da Imperalriz loja da Arara de
4 portas a. 56. de Magalhes & tiendes.
Esperanza.
Recebeu de sua encommenda pulce-i- V
9 r,( de cabello que vende por 10* o par, &*
h braceletes de mosaicos a 6* cada um' i
@agulhas victoria a 120 rs. o papel, pen- *
les de tartaruga a-fi, 10 e 12$. pregos 9
9 porque ninguem pode veoder (boa fa- &
| zepda) estes artigos nao se encontra em J
' loja uenhuma porissovoa ruadoQuei- w
9 "do d. 33 A, loja da Esperaoca. 9
Esperancafduz a exprs-
sao mais simples.
(A' D1NHEIRO.) <^
9 Todos oa artigos que eato na loja di
jgk muitD barato quem quizer v comprar e
[ ver : rus do Queimado n. 33 A, Guima- v
raes & Rocha. &
S Da taberna p pim
das cruj^^r
Molhos com cebolla a
Queijos do ultimo paquete a
Aletria, macarrao.Ulbarlm,
Manleig iogleza floral libra
Gaf primeira aorte a libra
Gsrrafei com 5 garrafas ds riasgre que
10 o garrafao d 640 por
sem segunda
Na ra do Queimado n. 55, loja de miadezas
de Jos de Azevedo Haia e Silva, est veodendo
tudo muito barato para apurar dinheiro, poit o
que presentemente mais precisa.
Groza de. peonas de ago de diversas mO-'
detlos a................................ 509
Caixas com agulhas francezas a.......... 120
Caixas com slfinetes a.................. 60
Caixas com apparelhos para meninos.... 240
Ditas com dito para grandes a.......... 500
Baralhos portuguezes a............120 e 200
Groza de botes de osso para caiga, pe-
quen os, a........................... 1..
Tesouras para unha muito unas a......
Ditas para costura a....................
Baralhos frsncezes muito finos a........
Agulheiros com agulbas a..............
Caivetes de 1 folba muito finos a 80 e
Pegas de tranca de la a com 10 varas a..
Pegas de franja de lia com 10 varas a..
Pares de sapatos de tranca a............
Carlas de alneles francezes a..........
Escovas para limpar denles a 200 e....
Masaos com gramnos muito fiaos a....
Cartdes com clcheles com algum de-
leito a...............................
Ditos de diios de auperior qualidade a
Didaes de ago parasepnora a............
Rialejos com duas vozes a..............
Ditos com 4 vozes a....................
Enfiadorea para vestidos, aeodo moilo
grandes a. i............................
Caixas com clchales (rancezesa........
Carlas de alfinetes para armagao i.tr...
Charuteiras muito finas a................
Tinteiros de vidro com tinta a..........
Ditos de barro com tinta superior a....
Ara preta muito fins, libr............
aoa
tem
SABAO.
Joaqaim Francisco dt Mello Santos avisa
aeusfreguezes destapraga e osdefra.que .
exposto i venda sabaode sua fabricadenonjinada
Recitenoirmazem dosSrs. Travassoa Jaoior
4 C, na roa do Amorim n .58; masaa amarella
caatanha, prata e outras qualidades por menor
prego qae de oatrasfabricas. No meamo arma-
bem tem (eilo oseu deposito de velas de carna-
la simple isam mistura alguma, como
composiglo.
Ra do Queimado n. 10,.fe||
de 4 portas.
uno verde, preto,
szul e cor de
superior qualidade... covado
para acabar a 10,15, 20.
1 de
Lindas flores.
d'aguia de ouro, ra doCab
de sua propria encommendi. .
" meto sortimento de flores, o mais fino que pos-
ivel euct)ntrar,proL,rBs para en fei lea decabegaou
vestido, cousa muito chique, qae se vende por
Na loja d'aguia de ouro, ra doCabug o
r-eceberam de sua propria encommenda um com-
bordadas <3i^ ambos os
lados.
1 prego que admira, feudo a 800 e lt> cacito.
, Vende-se eslembas bordadas para meninas a
1*. luvas de seda tanto^para senfiora como para
TOsjWW&ij:
dos os Udo#, JU<
lir ao meto, para aaias
a oatras muitti

a
cousas.
coste c*d Ir nHO: r rn o- QoetaKldd, loja
d'aguia branca *. 16.
RuadasCrmes n.i
fabrica de chsrolos
lilheiro. de loa
iende-se
charulos^Jo* o
s,JK,B^fcS:
meato; aftan.te a ba qoaUdsde.
o fazenda em perfeito estado a 500 rs.
;P, aintosde toda as qualidades para senhoras
a beainan e aaias. bordadas com mullo gosto:
na ra ds Imperatris B. 60, r Sijva.
Venla-se um dteeiooarl6*e Mories, novo
dsi e sexti edigao: na roa d LltWmeDto n. 19,
"7' CboIsB.
Gigos cjm carca de 70o ce bol s por 1*500,
economicus para casas particulares e muito maia
para qqem paisa a festa: n
a). 45,
120
400
400
320.
80
160
200
800
1*280
lOO
400
40
t-
20
40
100
100
00
"
80
40
80
1*000
160
120
120
800
500
160
200
500
1*000
240
600
240
500
900
400
600
100
20
60
20
2*400
3S00O
120
160
30
240
240
320
80
t. do Amorim
sem segundo.
Ra do Queimado n. 55, defroote do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por pregos que
a todos admirara, aasim como seja :
Frascoa com agua de Lavande multo su-
perior e grandes a....................
Duzia de aabonetes muito finos a......
Sabonetes muito finos a................
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com ebeiro muito fios a......
Garrafal com agua celeste superior a ..
Frascos com banha muito fina a........
Ditos com dita de urso a................
Frascos de oleo de babosa a............
Dilosdedito muito fios a 320 e......
Ditos com banha transparentes........
Ditos com superior agua de colonia a...
DitOs ditos frascos grandes s............
Ditos de macag e de oleo a............
Liona branca do gaz a 10 rs. tres por
dous e a..............................
Linha em carleo de Pedro V com 200
jsrdis a ..............................
Dita com 50 jardas a....................
Duzia de metas cruas muito encordadas a
Dita de ditas muito superiores a........ 4*500
Ditas de ditas brancas para senhora a....
Bicosda largura de 3 dedos, vara a .. ..
Groza de botes de louga a..............
Carriteis de linha com 100 jardas a.....
Duzia de phdsphoros do gaz a...........
Dita de ditos de vela muito superiores a
Peyas de Ola para eos de todas as larguras
Franjas de linho para toalhas (vara)___
Bicos das llhas por todo o prego, por pedido
que tenho do fabricante para acabar, e por isso
nao se olba o que cualou, e sim o que d.
Novidade no tor-
radorl
23 Largo do Terco 23.
Queijos flamengos muito frescaes. chegados
neste ultimo vapor a 3*. manteiga franceza a 720
e 640, manteiga ingleza flor a 900 e 800 rs., em
porgo se fir abatimanto, assim como se torrara
outros muilos gneros pertencentes a molhados,
assim como sejara, caf, primeira e segunda sor-
te, arroz, velas de esperncele e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e vjuhos, se vendem por me-
nos doquo em outra qjialquer parte a dinheiro
vista.
Vendem-se as Ierras chamadas Siricuc,
que ficam prximas ao sul da cidade da Victoria
(Santo Anto) entre os engenbos Pedreiras e Es-
pirito Santo, com boas proporgdes para planta-
ces de caf e algodo. Nao exige-se dinheiro
vista, bastando que pague o comprador um Juro
mdico pelo temi>oque convencionar-se o paga-
mento total : a tallar cora seu proprietario o Dr.
Reg Dantas, no eogenho Goiabeira, de Santo
Amaro de Jaboato.
Chapeos de palha.
O mais lindo sortimeolo de chapeos de palha
das formas asmis modernas de Paris," para se-
nhoras e meuioaa, ricos sintos ultima moda, di-
tos com lagos bordados : na ra do Crespo n. 4,
casa de J. Falqu*.
Liquidaco
de fazendas modernas para
senhora.
Vendem-se ricos enfeites a turca para cabega
a 2500 38. e 3j500, ditos muito fios a Garibaldi
a 5S e 5*500, rios cintos a 28500, ditos doura-
dos a 3|, golinhs a 500 rs. ditas com boisiohoa
a 640 rs.. manguitos a 720 rs., camislobas para
senhoras a 35, ditas bordadas a 4$, manguitos e
gilas de lioho a 2*500 e 3$.
Para homem.
Pilitols de casemira a 10* e 12, ditos de brim
de iodos os pregos, cal jas de casemira de corea e
pretas a 65 e 7, ditas de brim a 1*. 1*600,2$ e
2*500: na ra da Jmperatiiz loja da arara de 4
portas n. 56, de Magalhes & Mendes.
A)piata iogleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel epiata ingleza tio proveito-
aa e necessaria para oa deoies, isso porque a lo-
ja d aguia branca aciba de recebe-le de sua en-
commenda, e continua a vndela a-1*500 rs. a
caixa ; .quem quizer conservar aeua denles per-
fellos preveoir-se mandaado-a comprar em
dita loja d'aguia branca, roa do Queimado n. 16.
Charutos.
Vende-** patn
cat, eovsda 3*.
filaeraira preta
1H00 e 1*800.
Chales de touquim
30 40
Superiores cortes de seda o mais moderno que
tea rindo so mercado a 90, 100 e 120*.
Sedinhas de quadrinbas e flores, superior fa-
zenda e moderno gosto, covado. 800. 1 e 1*400.
Chely, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do co, fazenda para vestido de senhora,
ovado 500 rs.
Taimas e manteletes pretos 18, 20 e25|.
Superiores vestidos brancos bordados a 20, 25
e 30.
Cassas fraocezaa finas, covado, 240 rs.
Corlea d cassas de salpicos. um 3* e 3J500.
Corles da seda preta a 25|. 30, 35 e 40*.
Lengua de seda a 600 e 800 rs.
Lia de quadros para vestido de senhora a rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdeaaple preto, covado 1*280.
Chales de merino bordados a 4$.
Chitas francezas .escuras, covado 240 rs.
Meias de algodo cr para homem a 4.
Cortei de velluda para collele a 3*500 e 4*000
PaletoU de,brim a 3 e 4*.
Chapeos de sol do sede pira1 senhora e meni-
nas a 3e4f.
Leques para sanhora e meninas a 3 e 4*.
Espirlilhos pira sennori e meninas a 3 e 4*.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Cbapelioas de teda para senhora a 8 e 10$.
Camisas abertas de reoda para seuhora a 2* e
3g0O.
Grosdeaaple amarello com um paqueuo toque
de mofo, covado 600 700 rs.
Piletot, caiga e collete.de casemira, pelo bsra-
issimo prego de 25
Ciroulas esebcezas, urna 1*200.
Cenes de barege com duas saias a 8 e 10*.
Cirtes de seda escoceza, superior fazenda, com
13 e 15 covados cada um a 10.
Camisas iqglezas com peitos de linho e com um
quena mofo, duzia 25g.
Paletois de alpaca, um 9.
Corles de casemira um 3*500.
Chales de la e seda, superior fazenna, a 25O0
Lencos de cambraia de linho bordados com ti-
co, a 3, 5, 6 e 8.
Ditos de .lita para homem, duzia, 6, 8, 10,12
e 14.
Selim preto maco o melhor que tem eppare-
dojkfbvadn 3*.
Chapeos deso de seda para homem um 6*.
Ditos dito de dita ingleza para homem, um 9#,
10 e 12*.
Baldes para senhora, um, 3 e 4*.
Panno de lioho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para leogei, vara a 3*200 e 3)400.
Lengos de cambraia bordados com bico, duzia
a 2$500.
Gollinhas de cambraia bordadas, urna 320 rs.
Manguitos de dila ditas, um 1*.
Camisas para mecios, duzia 15*.
Fil de lioho bordado, vara 1*200.
Dito de dito liso, vara 1*800.
Cortes de brim de lioho, um 1*600.
ttQMaKa^MMIttyBSa^M&dalMI&]&t
Venae-se chapeos populares denomina- Ut
9 nados chapeos do povo a 3*. 5
Ditos de crina branca a 3J.
Ditos mescladosa 3*.
I Ditos cor de caf a 3*: na loja do bem 1
conhecido Nabuco C, na ra Nova*
**fcfl*tt MMMie.B9Wdid2
Vende-se manlinhas de raiz de coral m
proprios para as senhoras irem a missa 1
do galo : vende-se na loja de Nabuco &
a C. oa ra Nuva n. 2.
Asteas'de acopara
baldes de se-
nhora.
Vende-se a 160 e 200 rs. a vara : ns ra do
Queimado loja de miadezas Ja boa fama n. 35.
Luvas de pellica de
Jouvin.
Vende-se as verdadeiras luvas de pellica de
Jouvin para hornera e senhora a 2*500 o par: na
roa do Queimado loja de miudezas da boa fama
n. 35.
Cintas (Jo ultimo gosto.
Vende-se cintos dourados e de palha o mais
bello que possivel encootrar-se, pelo baritiasi-
mo prego de 3 cada um, ditos de fita de muito
lindos gostos a 2g ; tambera se vende fivellas
muito lindas e de omitas qualidades proprias ni-
camente para cintos a 2 ; na ra do Queimado
loja de miudezas da boa fama n. 35.
Enfeites para cabega
Vende-ae os mais modernos enfeitea que tem
vindo a este mercado, e de muitas qualidades a
7 e 8g000 cada um, ditoa pretos com vidrilho a
18500: oa ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 35.
La muito fina para
j bordar
Vende-se a 8 a libra : na roa do Queimado
loja de miudezis da boa fama n.35.
Cabellas e ramos para casa-
mentes e bailes.
Vende-se muirissimo finas e ricas cipellas
brancas para noivas, com o competente ramo para
o peito, pelo baratissimo prego de 10 e 12, ra-
mos de flores muito tinas e de muito lindas co-
res a 3*. ditos mais inferiores pouca cousa a 1,
1*500 e 2*: na ra do Queimado loja de miude-
zaa da boa fama n. 35.
Luvas de diversas quali-
dades .
Vende-se muito superiores luvaa de camurga
para homens a 2* o par. ditas de fio de escossia
brancas o de corea a 800 rs., ditas de seda eu-
feiladas para senhora a 2#, ditas de torsal pretas
al: na ra do Queimado loja de miudezas da
boa'fama n. 35.
Chicotes de gosto e muito
fortes.
Vende-se mnito bonitos chicotes de baleia com
candes de marfim e de metal para homens e se-
nhoras a 4 e 5* cada um, ditos de estallo tambera
muito bons a 3*, ditos de junco porm muito bem
acabadoa a 18: na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Gabazes para sennora e
metiinas.
.1
1
1

Verdadeiros charutos de Ha*
(I vana vende-se na ra do Apollo
n. 31. g
Gal de Lisboa
Veade-ie barra comea) no
gada hontem, no muito aoredi
ra do. Brafr o|s56, armazem de
c,
BSvid
-da
Fawra,
~ Vende-sa urna casa terrea com bons oob-"
modos, sita na ra de Sania Rita, e por prego ra-
Aviso aos fumantes.
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n.
2, vende-se fumo de differenles qualida-
8 des liara cachimbos e cigarros 1 saber:
Funjo caporal massos graodes a 2*.
If Dito dito pequeos a 1*.
Dito de flor de harlebeck a 240 rs.
K Dito americano a 240 rs.
g Cigarros bota fogo do Rio de Janeiro a 5
K a 200 rs.
S Ditos de Havana a 240 rs.
m Ditos turcos em caixas de 100 a 2. *
, Boleas de borracha para fumo a 1. *
m Bocaespira charutos e cigarros.
S Cachimbos da gesso.
Ditos demsssa. jt
Ditos de espuma do mar.
E outros muitos objectos proprios para 'Jf
fos fumantes. <#
gRMHfe eieMttfe eNMeMeefieg
Roupa feita. 9
3 Na loja de Nabuco & C.na ra Nova n. 9
2. veste-se um homem dos ps at a ca- 1
bega por diversos pregos.
aftcaeaicais oam sttx*
Hl|
dos S

Aviso aos amantes
presepes
E No loja de Nabuco & C. na ra Nova n.
| 2, vende-se excellentes pandeiros para
I presepes por prego commodo.
Vende-se na loja de Nabuco & C. na 9
ra Nova n. 2 o maia modernos chapeos aja
i de palha a Trivial! para senhoras, ditos 5
a Garibaldi, ditos a Cavour, ditos de seda
a turca para meninos, ditos de palha a Jf
Garibaldi, ditos a hespanhola e de outras ]
fnuitas qualidades tanto de seda como de ap
palha que se vendem maia barato do que ffi
em outra qualquer parte. E Nabuco &C. coro loja na raa Nova n.
2. receberam pelo ultimo navio um lindo
sortimento de eofeites de froco com vi-
drilho, ditos de retroz preto e de cores,
(ditos de fitas e flores, ricas grinaldas pa-
ra noivas, e outros muitos enfeites que
se vendem barato. n
asaMoea mmm mmmi
Bape francez.
Vende-se na loja de Nabuco C, na
ra Nova o. 2, rap francez a 3 a libra.
J^sav ^kT^Bvasaj ^pjfPJSasaT i^^SbT ^p^BrfSaT C^l^sj, IT^^
Nabuco A C com loj na ra Nova~r7.
2, acabam de receber pelo ultimo navio
francez um lindo sortimento de vestua-
rios para meninos de 2 s 6 annos, como
sejam vestuarios de velludo, ditos de se-
da, ditos demerior), ditos de fustao bor-
dados e de outras muitas qualidades que
se vendem mais barato do que em outra
qualquer parte.
Sintos para senhora.
Vende-se na loja de Nabuco 4 C. a-
ma-Novan. 2, ricos sintos dourados, di-
tos pralejdos, ditoa de fitas de seda e de
sellado, todo por prego commodo.
americana.
Vende-se ptassa americana repito nova e de
auparior qualidade :. do escriptorio de Maaoel
Ignacio de Oliveira ^ |iihotla*sjO!dsj4ioff>o San-
to n. 19.

' l>
AUeocao
6-iu.N#vise
Natf cssa anconirario sempre um gnoda sor-
raa m completo sortnjsn,tp.darelogio8 depara-
oV e da baneai; dea* aAlfore fsbncaniv poasl-
vel. fu tambera qn%faWr oacerto de refato,
seja taaltor a qo.lid,fl, t o wsrjo de tnlna, os
coneartpi sao iflaocados.
Vende-se pelo baratissimo e admiravel prego
de 3 e 4 cada um, e affianga-se que quem os vir
nao deixar de comprar, to bonitos e uteis s3o
elles : na ra do Queimado, na loja de miudezas
do boa fanu n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende,-se cada frasco a 500 rs e dos graodes
a 800 rs.; esta linfa azul na occasio em que
se escreve e por muito pouco lempo Dea preta e
bem preta, havendo a vanlagem de servir para
copiar cartas : na rus do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Gneros para a festa.
Manteiga franceza a 640 rs. a libra, dita ingle-
za a 800 rs., toucinho a 320 rs., arroz a 100 rs.,
cha a 2*560, batatas a 60 rs., sabao raassa a 200
rs., dito amarello a 160 rs., macarro, talharim
e aletria a 500 ra., ervilhaaa 120 ri., caf a 200,
240 e 280 rs., psingo a 160 rs., alpista a 180 e
200 rs., velas de carnauba a 400 rs., ditas de es-
permacete a 760 ra. vinho do Porto engarrafado
aSOOrs, azeite de carrapatoa 400 rs., dito de
coco a 440 rs., queijos a 2500, baoha a 480 rs.
a libra, arroz de casca a 33600 o sicco, espirito
de vinho a 1J700 a caada, agurdenle de cana
a 200 rs. j engarrafada : na travessa do paleo
doParaizo o. 16, freDte amarella taberna de 4
portas.
Banba fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos Krandee, e contina a vende-la mais barato
do qae em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Novos candieiros para gaz
Um grande sortimento de candieiros
para gaz, desde o mais barato at o
mais rico que tem vindo a este mercado:
na ra da Senzala Nova n. 42.
Macas
Na ra do Apollo n. 31 armazem do
gelo, chegou pelo navio Mersey urna
nova remessa de macaas muito frescas e
grandes, e vende-se barricas grandes
com cerca de 200 macaas a 16#000.
Presunto para
fiambre a 560 rs.
a libra.
Vende-se no armazem do
Progresso no largo da Penha
n 8.
Libras sterlinas.
Vende-se no escriptorio de Mannel Ignacio de
Oliveira e Filho largo do CorpoSanto.
Enfeites para senhora
dos mais finos que ha no mercado : na raa larga
do Rosario o. 38, loja da miudezas de Hanoel
Jos Lopes; na meama loja vende-se rap de
Lisboa, dito rolao francez, dito Meuron, dito prin-
oeza, dito gace fioo, dito do Rocha, dito grosso,
dito meio grosso, todo este rap vende-se tanto
era libras' como em oilavas ; vendem-se ciatos
dourados cora franja e sem ella, luvas de pellica
amarella e branca para senhora, brancas psra
homem, cspellaa. brancas proprias para noivas,
chapeos de sol para senhora de sedas bordadas, e
outros muitas miudezas em coala, que s vista
doa compradores se dir o prego de ludo.
Na ra das cruxes n. 12.
Vende-ae junco fioo de | 2.a 'e 8.* aorta,
ais barato do qae era ootra qailquer parta, Ten-
de-ie palha preparada, tambero empalham-se
obras com toda a perfeigio a presteza. Na mea-
a ven-is urna crioula moga cora algumas ha-
bilidades : quera pratenar, dirtl-se a fcwma;
ra a. 12.
Escreve-se com a
tinta azul, e ica
preta.
A loga da Xguia.Braca acaba de receber de sna
encommenda essa apreciavel tinta que o eacre-
ver-se azul e ao depois flea preta. Essa tinta
do afamado fabricante Adrlen Maurin, o mei-
mo que fabrica a segura tinta para marcar roupa,
e elle pichoso como oa conservado de gen ere-
dito tem feito com que sna tinta pela puriflesgao
e seguranga de cfjr, tenha merecido a primasa a
quantas outras apparegam. conservando de mais
a mais o vidrado escuro e mesclado de seus
boies para previnir a falsificagao. A loja de Aguia
Branca, porem em aitencao a sua boa fregue-
" lem modificado os pregos est veodendo a
500 e 800 tis os botes. grandes e immediatos,
fazeodo aioda alguma differeoga a quem comprar
maior porgao para tornar a vender. Tambera se
vende fraaquiohog com linta para marcar ronpa a
640 e 1:000 ris, tudo na ra do Qneimado loja
de Aguia-Branca, n. 16.
Attenco.
Por maia exforgos que faga
Nao me quer a musa valer
Todos emfim venham ver
Calcados, bons, e de graos.
Na ra Estreita do Rosario loja decalgado con-
fronte a igrejj, botins-para meninos de 25 a 32
2,500 a 3,000. sapales de diversos feitios para
meninos e homens a 2:700 3:000, 3:300. 3:500,
4000, 4:800, 5 000 5:500. sapates abertos.na
frente para raoazesa 2:600 sapatos rasos abertos
cordavao 2:500, bolinas de marroqnim para se-
nhora 2:000 ditas todas de pao de cores sem
salto 3:000, ditas ditas com salto 4 000, botinas
para s-nLora e meninas do ultimo gosto, ditas de
setim sem salto, sapatos de dito e outras muitas
qualidades por coramodos pregos.
Ra Nova
. 32, loja de Thom
Lopes de Sena,
recebeu era direilura de Pars diversos objectos
de moda de apurado gosto, como sejam : chapeos
de palha da Italia para senhora, ditos Amazonas,
ditos a Traviata, ditos a Garibaldi, chapeos de
seda para senhora, ditos de seda pretos, e tonca-
dos de diversas cores psra chapeos, grinaldas de
flores de diversas cores, ramos de flores e rosas
para enfeites, leques de madreperola do melhor
que tem vindo ao mercado, manguitos com gol-
linhas bordadas para senhora, ditos de fil com
bicos de guipure, sintos com fivelas, vestidos de
blonde para noivo, capellas com ramoa para as
ditas, luvas enteitadas para noiva, chapeos de
differeotes cores etamanhos para meninos se bap-
tisarem, touquinhas de merino e meiaav*ae seda
para os ditos, esparlilhos para senhora, ditos com
carriteis, filas de seda de diversas cores e larga-
ras. Na mesma casa recebem-se figurinos todos
os mezes, e fazem-se vestidos, capaa e mantele-
tes para senhora, e vestuarios para meninos.
Casta nhas,
Vendem-se canastras pequeas com castanhar
muito novas, chegadas no vapor, a 79 a arroba :
oa ra eslreita do Rosario n. 11.
Macaa.
Caixas com 100 magas escolbidas ; vende se
na raa de Apollo n. 31, armazem do gelo a 10$.
a caixa. .
Novidade.
Caixas com 150 macaas chegadas no vapora
129000.
Ditas com docesecco rainha Claudia.
Ditaa com doce secco de msrmello.
Ditas com doce secco de pecego.
Caixes com doce de goiaba superior.
Presuntos psra fiambre, libra a 500 rs.
Queijo londrino.
Dito pralo.
E outros muitos gneros que seria enfadonbn
mencionar, vende-se tudo muito em conta, no
armazem de Sodr 4 C, na ra estreita do Ro-
sario n. 11.
Pannos finos
a 2,000 rs
Vende-se panno preto e cor de caf a 2j} o co-
vado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
- Casemira a 3^500.
Vende-se casemira enfestada para cagase pa-
letotsa 3J500 o corte de caiga, ou a 2$ o covado:
na ra da Imperalriz n. 60, loja do pavao.
Agurdente de canna.
Venflem-se ancoras com superior agurdenle
de canna : na ra da Cadei do Recite n. 50, a
tratar com Cuoha e Silva.
Burras e cavflos.
. V><|"sB-s cene menj,e ch egadoa de Monta
video.a cavallos e 4 burros, cont tambara un
psrelha de burros para carro, bastante gordas
iraadas.a j eosinados. sendo q.a DMtaVeJvTt
ca Dio di )|*1: parata do Trapicha 0. 8.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a -i#.
Duzia de meiascruas psra homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2(500 a duzia, lengos de
cassa com barra decrese 120 rs. cada
um, ditos brancos a 160 rs., batees de
20 e 30 arcos a 3$, laazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 6|, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de lioho liso s 640 rs. a vara, pe-
ca de cambraia lisa fina a 39, cassas
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mus8ulina encarnada a 320 rs. o
covado, calcinhas para menina de escola
a tf o par, gravatinbas de tranga a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um dusia 29, pegas de cambraia de Sal-
pico muito fina a 39500, peQas de bre-
lanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberta das 6 horas da nianhaa as 9 da
noile.
rmii- s, S-1..H r?.8jju.icSHt^si n/a t.,, nv~
Vende-se a metade do terreno que existe
no beccodo Ferreiro, freguezia da Boa-Vista des-
ta cidade, o qual terreno lem apenas um telheiro,
e offerece bora|local para edifleagao. O terreno
aquelle, cuja parte existe um aberto e por edifi-
car, existindo na ootra parte um muro e duas ca-
sas que o Sr. Domingos Antonio da Silva Beiris
indevidamenle levantou ; na ra do Imperador
n. 54, priraeiro andar, para tratar. -
Attefl^o,
Chsgou na ra do Queimado n. 89, loja de *
portas melpomene imperial com 6 palmos de lar-
gura a 29600 o covado, o atis moderno e apura-
do gosto que se pode encontrar para vestidos de
senhoras e meninas.
Na loja da Tapar
BimIMot*-.
acha-se barato grande aortiawnto da calcado fran-
eez einglez, roupa hita e perfamanaa muito
sna.
Eafeitas pwa cabeca.
Vendem-se osmais moderos enfeites que
wea% o.' 85, ooit tea o lampeo do gaz nj
porta. 8 J


qeu&A-Hmjk t i membi di hi<
t -
Fazerula pjpdemi^ima para
vestidos, a loja dopavo.
Acaba de cbegar este eatabelecimeDlo pelo
vapor raacez um linde aottisueuto da gorgur&ei
de seda, fazenda ainda ola vista neite mercado,
que ae vende por prsco baratlaiimo, por star
muito prximo a tests, assira como Unas mar-
quezinhas pu chapeoziohoa de sol para senhora ;
Da ra da~ lmperatriz n. 80, laja d Gama 4
Silva.
Vende-se urna percao de atroz com caica,
muito barato, em porcoes grandes e pequeas,
chegado prximamente do -Penedo : na roa Di-
reta q. 69, padatia de Antonio Aires de Miran-
da Guimaraes.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a 29
cada urna : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal j bera conbecido como reme-
dio infallivel para sardas e pannos, vende-se a
Sf.rs. o frasco na roa do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
N. 0.Biabar & C. succassores.rna daCraz
o. 4, tem para vender relogioa paraalgibelra Va
ouro a prata.
Touquiuhas de setim, sa-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
para toa plisados.
Aloja d'aguia branca acabada despachar de
sua propina encommenda, um bailo aortimeauo
dos objectos cima, e de muito bons gostos, sen-
do as tooquiohas de setim mui besa enfeitadss
de fitas e flores a 9*000, rindo cada ama em sua
caixioha, sapatinhos de setim branco muito bem
bordados a 3$ rs e meias de superior qualidade
tanto brancas como cor de carnee pintadas a 25
rs. o par: qaem manido de dinheiro dirigir-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, nao
deixar de comprar.
Gassas garibaldi-
nas na loja do
PavOa
Vendem-se fioissimas cassas garibaldinas sen-
do estas catJsaa as mais modernas que tem che-
gado a 360 rs. o covado: na ra da lmperaliiz
n. 60, loja de Gama & Silva.
Peonas galvanisadas.
A loja d'aguia branca recebeu esssa pennas
galvanisadas, de novissima e mui bos qualidade,
e as est veodendo a 2*000 a caixinha com urna
groza. As primeiras dessas pennas foram offe-
recidas Garibaldi, e por isso trazem o seu re-
tracto, e as referidas caixas se encentra o dis-
ticopeonas Garibaldi.
S se encontram na ra do Queimado, loja
d'aguia branca o. 16.
Lequ
o
ra
ntremeles
bordados eui carafiraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acta um bello sorti-
mento de ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e como de seu costume est veo-,
dendo baratamente a 19900 apocada 3 raras,
lando qusutidade bisiante da cada padrio. para
vestidos ; e qaem tiver dtobeiro approviUr a
occasio, e manda-loa comprar oa ra'do Quei-
mado,' toja d'aguia branca n. 16.
S Esperanca.
Juna do Queimado n. 33 A.2
Recebeu directamente e a seo pedido Z
tinta ingleza azul preta da verdadeira, J
W esta tinta se faz notar pela grande diffe-
aja renca em tudo quer na duraclo quer na
Z limpidez do liquido e ainda mata recom-
w menda-se os potes que alm de serera
| de urna louca mais alva que a ordinaria
gas, tem na boca urna pequea cavidade que
' facilita a sahida da linta,\afnsnc.amos que
V ninguem tem por isso so se deve pro-
fijfc curar na loja Esperanza ra do Queima-
h do Gaimares & Rocha, pote de f>4' a
V 400 rs.,det|2 a8O0 rs. W
4]$ Agulhas Victoria pela aceitacao que A
ya tem tide estamos prevenidos de grande
e variado aortimento e se vende a 110
Na ra
das de
asa bar.
s d seda.
\TLtJ25..'
a ta-
para
IHMBBrW aWllIBM
Para snhoftas
ve.
4
Vende-se na loja de Nabuco
ra Nove n. t, o segurte:
Camisas de cambrata bordadas a 4f.
Cbapelinas de seda com bico de blond
a 10.
Chapeos da palha a Albertina a 129.
Lencos da cambraa de linho bordado*
a OJ.
Ditos ditoa com bien a 59.
Ditos aberlos com bico a roda proprios
para mimos de sinhasinhs a 3#.
GRANDE
DE
k
oas pfla>%aWlaair
Batoja da boa j.
rs. o papel: loja Esperanza.'.
Sintoa com uvelas de ac a 1J500,
nham de pressa qua nao chegam
quem quer, deurados e prateados
est-se acabando.
re-
para
a S,
ues.
Vendem-se lindos leques de madreperola,
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro,
do Gabug o. 1 B.
luengos braceos muito
IUos.
Vendem-se lencos brincos muito finos, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, graude po-
chincha : n# loja da boa f, ni ra do Queimado
numero 22.
Canivetes ixos paraabrir
latas;
Chegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de sardinha, doce,
bolachiohas etc., etc. Agora pela festa cmese
muito dessas cousas e por isso necessario ter
um desses caivetes cujo importe 19, compran-
do-se na ra do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Esceocia de ail
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos com escencia de ail
cousa excellente para engommado porque urna
gota della bastante para dar cor em urna hacia
de gomma tendo de mais a mais a preciosidade de
nao manchar a roopa como muitas vezes acon-
tece com o p de ail. Custa cada frasquinbo
500 rs : najua do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Mi^angas miudas de toda
as cores.
A loja d'aguia branca acaba de receber essas
procoradas micangas miudas que servem para
pulceiras e outras cousas, e por isso avisa as
pessoas que ellas esperavam e as que novamente
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
prarlo um messo muito maiordo qne os antigos,
Isso somente na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
se encontrar um completo aortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
precos baratissimos, como sejam i estreitinaas
pretas e de lindas cores a 1$, ditas com pontas
largas a 19500, ditas pretas bordadas a 19600, di-
tas pretas para duas Toltas a 1$ ; na mencionada
loja da boa f, oa ra do Queimado n. 22.
Vende-se o grande sitio denominado Gaia-
na, sito na freguesa da Varzea, de muito boas
trras, que todo quanto se planta d urna grande
quanlidade, com urna cesa de taipa j coberta,
urna dita da facer ftrinha, grande qoantidade da
ps de eafezeros, com diversos ps de frueteiras,
como seja larsogeiras, coquearos, etc., etc.; e
tambem vendem-ae duas vaccas que dio bastan-
te leite, urna dellas com a cria j grande, e
burro manso : a tratar oa roa do Sebo n. 20.
Agolhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas aempre
vender o bom, mandou vir, e acaban de chegar
aqui (pela primeira vez] as superiores agulhas
imperiaes, com o fuo tas, sendo para alfaiates e costureiras, e cusa
cada papel 160 rs. A agulha assim boa anima
e adianta a quelb cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que as outras: quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir-sempre bem dellas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosta, e proprios
para enfeites de vestidos de noivaa oa convida-
das, sendo bicos da blond da diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidn nos e sem ellos, cascarrilhaa brancas e mui-
tas oulres cores, finas e delicadas capel las bran-
cas, bonitos enfeites de flores e cachos soltos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boas fitas de chamelote, e emfim mui-
tos outros objectos que a pedido do comprador
serio patentes, e vista do diobeiro nao te dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Para meninos.
Vende-se na loja da Nabuco &.C. na
ra Nova n. 2, o teguinte:
Casaveques da fustao para meninos o \
2 a annos a 59. ^
Capas de futtao de cores para a mesna
tdade a 89.
Gravatinhas de fita a 200 rs.
Vestidos de fustio bordadas para ai-
nos de 2 a 9 annos a 59-
Meias de algodSo brancas a 39.
Ditas ditas de cores a 39909.
1 'Ditas ditas ordinarias a 1J2O0.
Fitas de chamelo-
te muito boas e
bonitas.
n
A loja (Tagala branca acaba de receber pelo va
por ioglez sus encommenda de bqss, bonitas e -
largas fitas de chamalote brancas a ontras cns,!
as quaes sao excedentes para cintos, lasos, etc.,
de vestidos para casamentas e bailes, assim cono
para lacos de bouquetes, cinteiros de enanca* e
muitas outras diversas cousat, e como de tea.
costume os pregos sao meoores do qae em outra
qaalquer parte; ataim quem munido de dinhei-
ro, dirigir-se a rus do Queimado loja d'agoia
branca n. 16, aera bem servido.
A FfMRIfft
DO
Barbalho (Cabo.)
41-RUA DO IMPERADORA.
Neste deposit exista grande qnautidade de louca e de todas aa qualidades, o que se pode
desejar de bem fabricado e de boa qualidade de berro, coma propriedade de conservar a agua
sempreria, como sejam jarras, resfriadores, muringues, quartinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras yidrads.
Ilattms deretroz.
tas da retro*, para grvalas a
Tem ricos vasos para flores, talhas, alguidares de todas os lmannos, assadeiras, boies
com lampos a sena ellas, panellaa para bater-se bolo, casarols, enfuzas, frigideiras e muitas ou-
tras pecas qua sena eniadonho mencionar.
^ O proprieUtio desta fabricas primeira desta genero entre nos espera obter do respeitavel
publico animacoe concurrencia e para conseguir esae fim vende a sua louca mais barata do que
at aqui se veedia nesU cidade.
. Aprompta qualfuerfactura para exportar, alm dos presos commodos porque rende .di 10
por oento da abata para quem comprar de 1009 para cima e dessa quantia para meos ero 5
po ceate....... 4
Qaalquer. encommenda poda ser entregue 00 deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
Vendem-se seperrte 'presuntos loglezea para
fiambre a 900 ra. a libra 1 no armaiaan de Tasso
Irmaos, ra do Amorim a. 35.
Matheus 4 Rodrigues, em.uo escriptorio
na rus do Viga no n. 16, tem psfa tender;
Ricos a elegantes pisaos.
Superior vjobo do Porto em caixas de ama dizia
Balances dedmaes.
Superiores charutos da Babia dea priaaeirea fa-
brica o tu. ,
Fumo em folha superior.
Pregos e eoxadas portuguezas ; cojos artigos aa
vendem por precos mdicos.
Para acabar.
Na ra do Queimado n. 101
loja de A portas. *y
Vende-se chapelinas de seds para se- S
nhora a 89.
Organdys padrOes os mais modernos a
600 rs. a rara.
Sedinhas de quadrinhos a 800 rs. o co-
vado.
Casacas de panno preto muito fino a
20*000.
Manteletes pretos a 159 e 209.
Riquissimos vestidos de aada de cores
e pretos o mais moderno que tem appa-
recido e por baratissimo preco
RA 3)0 QUEIMADO WM
SRMDEMTIMENTo
aa
Vendem-se libras sterlinas ; no escriptorio
de Amorim Irmos. ra da Cruz o. 3.
N. 20Ra da lmperatrizN. 20
O barateiro Duarte acaba de receber novo aortimento de fazeodas que retalh sendo a di-
nheiro aos seguintes precos como sejam : cassas bordadas proprias para cortinados, babados ou
mosqueteirbs a 18600 a pega, cambraia grossa com 8 varas cada peca ptima fazends psrs penetras,
moequeteiros. saias e forro de vestidos a 1JJSO0, musstlinas targas das seguintea cores verde, azul,
preta, rxa, encarnada e branca a 200 rs. o covado, cottes de riqoissimas lina escuras com babados
contendo cada um C3rta24covadosa 109 o corte, velludo da aeda das seguintes cores cinzento,
verde, szul e preto, excellente fazenda para vestidos de senhora e roupinha de enancas pelo baixo ,
prego de 29600 o covado, cortes de cambraia fina com salpicos miudinhos a 59, tiras bordadas e en- "., VnmUi u
tremeios a ig a peca, gollinhas bordadas muito finas a 19, chitas com algum toque de mofo a 160 Jobe, ealeolo chae
(a..o covado. peuos para esmisas brancos e de cores a 160 rs. mos urna grande f abr
= ~ \
fl^Guimares & Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Vendem baratissimo.
Sortimento completo de sobretaaacos de pinno a 259. 289 309 e 359. casacos muito bem
faltas a 258, 238. 30$ e 351, paletots acasacados de panno preto de 16 at 259, ditos de casemira
de cor a 159,188 e 208. paletots saceos da panno e casemira de 89 at 149, ditos saceos da alpaca
merino a la da 49 at69, sobre de alpaca e merino da 79 at 109, caigas pretas de casemira de
89 at 14$, ditos de cor de 79 at 10|, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam caigas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos ds
setim, casemira e velludo de 49 a 9$, ditos para casamento a 59 e 69, paletots brancos de bra-
mante a 49 a 5f, caigas brancas muito finas a 58.a um grande sortimento de fazendaa finas e mo-
mento de casemiras ioglezas para homem, menino a senhora, seroulas de
eos de sol de seda, luvas-de seda de Jouvin para homem e senhora. Te-
grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
leso est seodo administrada por um hbil meslre de semethante arte e um peasoal de mais da
cinaoenta obreiros eacolbtdos, portento execuiamosqualquer obra com promptido e mais barato
do que em outra qualquef casa.
estidos de casamente.!
Rico* vestidos de Monee coas manta,
capella e sata de setim. )
Superieres
vestidos de sede, de cambraia bordado,
de phantasia, chapeos de palha, enfeites
modernos para cabeca, capas e mantele-
tes compridos o mais moderno, sedas e
l de quadrioho, cambraiaa da corea, es-
partilhos, siotos, leques, ssias balo,
meias elsticas e camisa de linbe para
senhora, fil e tarlatana para vestidos,
chalea de ponti redonda e manguitos
modernos.
Roupa feita.
Caigas, colletes, paletotse sobrecasacos
de panno, casemira, chapeos de casto/,
botinaa de Meli.
P*ra acabar.
Colchas de l e seds propria para cama
oa coberta de piaao a 99, manguitos e
gollas bordadas de linho e de fmto a 19,
seda de quadrinhos a 1(200, l&azinha a
640 rs. o covado : na loja n. 23 raa da
Cadeis confronte ao becco largo de Gurgel
i Perdigo.
mbraias da China bordadas a 78 a pega, e o mais rico sortimento de fazen-
das fiaas para senhora e meninas, do-se amostras.
Manteletes e capas de gr09 prei0 bordados,
commodos.
Chapeos de seda para senhora de muit0 bom g08t0 a m cada un e de palha
Italia ricamente enfeitados a 289 para acabar.
Camisas inglezas para homem de ,nho fazenda muito boa pelos- pregos seguin-
- tes a 359 e 409 a duzia.
OUpaS jeitaS para homens e meninos, sobrecasacos, paletots, caigas, seroulas, meias etc.,
ete.,e outros muitos artigos.
RMAZM
DE
o que pode harer de mais gosto e pregos
de
ARMAZEM
?je:
ROUPA FEWA
um
se
ozeitede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzes e machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte; na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
t,
Macas, nozes, cas-
tenhas c figos.
Tudochegado no ultimo paquete, vende-se nos
armazans Progreasivo a Progresista ne largo do
99 arroba, affiancf-aai aarasa/ aMlaa aovas, fl-
rafa* oVtw^rrsflperiar- SlStitbt:& *&ttfii9
vale o dinheiro : s no Progreasivo e Progreseis-
ta do 1 argots-fiarbjoo. fflsTifa ataJQraia nu-
mero 36-.
s
loj
dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Cougregago letreiro verde.
Neste estabeleeimento ha aempre um sortimento completo de roupa faite de
todas as qualidades e tambem so manda executar por medida 4 vontada das fregue-
ses para o que tem um dos melhores professocas.
Catacaa ue panno preto a 40f,
851 e 309000
Sobrecasacos de dito dito a 359 e 309008
Paletots de panno preto e deco-
res a 359. 309. 25, 109,489 e 209000
Dret a 5j,
Ditos de casemira de coras a 229,
15|,129.79 e
Ditos de alpaea preta golla de
velludo francesas a
Ditos de meriu setim pretos e
de cores a 9J a
Ditos de alpaca de cores a 59 e
Dito de alpaca preta 99
Ditos de brim de co
49900, 49 o
Ditostte bramante de linho bran-
co a 9. 6|.
Ditos 4*b merino de ordio preto
a.iSM
; Caigas d. casemira pteta a de,co-
resa 129. 109, 8. 79 a a
.Dita da princesa e merino, de
,V cor#a^e*o.a.!9.99W
,D4Uadebno>braQ 59. 49500 e
Calcas da ganga da cores a
Ditos da casemira preta e da cp-
oado ;%;;
99000
109000
89000
89500
BfSDO
3|50Oj
49OOO
890001
Ditoada setim preto
Ditos de seda e setim brsnco a 6.a
Ditoa de gorguro de aada pretos
e de cores a 79, 89, 49 a
Ditos de brira e fustao branco a
38500. 29500e
Saroulas da brim de linho a 29 e
Ditas de algodia a 196OO e
Camisas de paito e\f ustio branco
ede cores a 29400 e
Ditas de palto deliaho a 69, 49
pitas d madapolao brancaa a de
corea a 89. 9500, 29 a
Chapaos preto de tusas, francaza
forma teitHma me*
88500 e
Ditosde feltroa 69,
Htf
59000
59000
59000
8980
29100
19*8*'
L). 31
292OO
m
Joaquim Francisco dos Santos.
40iu do Oueimado40
Defront do becco da-Congregaco, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGINTE:
Para casamentas.
Ricos cortes de vestido de fil ou blond de seda branca com ramo e capella, o
mais moderno e superiorque ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de sada branca bordados a branco e
cores.
Ditos de tariitna branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Ditos de barege de seda de cores com barras e listas, novos gostos americanos.
Saias bordadas.
Ricas saias de cambraia branca bordadas com o mais apurado goste a mais finas
qne ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com muita elegancia, o
mais moderno a mais supeyor qne ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites, bam
como arrendados, por pregos commodos.
Lencos.
Rico longos de cambraia de linho bordados a 39,49 e59 cada nm.
Chales,
Ricos chales de louquim brancos bordados de pontaredonda ede 4 pontas.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um grande sortimento de todas as
qualidades, que nao possivel mencionar-se pelo grande espago que tomara.
'
5 .seda rnglezss
francote* 44, t*9. Hf e ":-'7i00tVl
Galariohos de linho muito finas
novos feitios da ultima modi
.Ditos da algodia* *f\
lelogiesdeearop
contal 9 tfVf, 90, Mt a JOJQBOr
Ditos de v&Sl**H&*fUF*W?i
irefcot o malos
m&
m
ra mesa nasa 91
1 para mesa nasa
Grande expsito de fructas. doces e queijos.
Sodr &_ C, oa ra estreita do Rosario n. 11, tem um grande sortimento de tudo quanto
6 bem pera a festa :
BBBbVb(BBBb1 BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB^BBBaBBBBBBBBal
Doce de
clela.
MI
Feijo de corda.
No armazem de Tasan Irmos, ra do Amorim
numero 35. .
NOVA
exposico de can-
dieiros econo-
micos.
0 proprietario deste novo estabeleeimento avi-
sa ao publico e a todos os consumidores, qae tem
recebido um grande soitimento de candieiros de
novo modello, riquissimos para ornar salas, todos
esmaltados de diversidades de cores, desde o
mais rico al o mais ordinario, assim como um
graode sortimento de gaz de primeira qualidade,
pelo prego mais barato que ae pode encontrar ;
assim como tambem meias latas, e as gnalas :
najjuaNova n. 24, loia do Vianna.
Potassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber &
C., successores, ra da Cruz n. 4*
Meias pava su\i.Ta.
Vendem-se superiores meias para senhora pe-
lo baratissimo prego de 89840 a duiia; na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 2?.
Arado s americano le machina-
par a lavar roupa :em cas a deS.P. Jos
hston 4 C. ra daienzala n.42.
Grande pee hincha
45 Ra Direita 45
Borseguins de Sras. de pe pequeo
a 30500 e 4#000.
mmmmmmmmmmmm
4 loja da bandeira
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa prego favorito.
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Ifanoel Joa da Fonseea participa a
todos osaeus fregnezes tanto da praga
cmodo mato,ejuntamente aorespeita-
velpublieo.quetomou a delibaracaode
baizar o prego de todas as su aa obras,por
k cojo motivo tem para vender nm grande
m aortimento de bahs e bacas, tudo ds
r difiranles tamanhos a de diversa core
am pinturas, e juntametiteam grande
sortimento de diversas obras, aoatende
banheiros egamelascompridas,grandes
e pequeas, machi Das para caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, latas grandes para conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil a
camas de vento, Islas de arroba a 19,
bahs grandes o 49 a peque nos a 600
rs., bscia grandea a 59 e pequenaa
800 rs..cocos de aza a 19 a duzia re-
gadorea regularea muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ha pintado e em branco e tudo mais
se vende pelo meaos prego possivel: oa
' ir- "
ifa
loja da bandeira da n
cif n.
i7.
la Craz do Re-
Relogios.
lo- aar
sai ms*
i
mm
Fructas;
Peras graudas.
Pe)ro.
Macaes.
Uva.
Abacaxf*.
Melancias.
Mele.
Casimbas.
Hitas confeitadaj;
Nze
tfB4 -
s confeitadsi; -m

Doces secos
Colaba em catxdes e pos latas
mallo fino.
Figos chelos.
5feenrcee
Paisas de aliejqH.
Ameixa.
Sa^. '
tcasf
J
_______
Jbondsioo.
Chocolate
etedeeaS'qMiidadea.

Limao.
BWabi.
Laraoj*.
Cid rio.
ftroeelUs.
HaraMladi.
TJaid.
GeMa de asrmelo.
Bitancs. r .
Botoekinha
Venda-se acasa da Justos Psttr 4 C.,'
ros do Yigario a. S am bello lortimento da
raiogioeouro, aismados fabricantes da Liverpool; tambem
variedad de bonito*teTjBlfte? par 01
laioi. g
JL
Na roa do Trapiche n. 46, am casa de Rocker
Ubricanla de Inglaterra,aa iuuaji se vendem por
pre?os mui ratoaveis,*1'17''-
Luvas rteJon vin.


tff'SbSst* *
empre se encontrare aa vereMaua^' |ia> de
'Jwuvia Unto para borne too pata senhoca,
ruja do Queimado o. 8S.
Sorvete ao meio dia e a ttoit. "{#
pcs
. melhor que aa p**i aatlaalisl **** (Meto'
na praca da UdpeadfDCii 9, 94.
a


DU1I0 II f IXft&UMrW. OOIWA ttlRA 19 M SiMttBO !W1.


Francisco Feraandes Duarte
Largo da Penlia
TClttO
o que ha de bom neste genero a 480 ti. a libra e iuleiro

maii al va que ha do mercado a 480 ra. a libra
Continuarse a vender neste armazem de molhados os
melhorea gneros que vem ao mercado, e por muito menos prego do que em outn qualquer parte,
para o que recebe o propietario em todos os vapores da Europa, a mador parte de seus gneros,
escolhidoi por pessoas encarregadas, para este fim ; por isso novamenle participa aos seas (teguezea,
on s aos Srs. da praga como de engenhos 6 tavardores, que queiram seguir em progresso, que
dio deiiem ao menos de comprar a primeira vez sas encommendas, certo de que hao de gosiar,
para o que alo fe poupar&o os proprietarios, em prestar toda attengo, e meamo em servir os por-
tadores menos praticos, tao bem como ae viaasem os Srs. pessoalmente; e ahaixo mensionamos
os precos de alguna gneros, por onde se pode julgar que rendemos baratissimo.
WiatlVeiga nglexa a mall 8uperi0r qne na no mercado a 800 rs e 1*000 a libra em
barril se (ara abatimento,
!H.*litolg& if &HCCI.& muil0 n0Ta, 64(l rl> 8 libra e em barr1 a goo ri#
^fc"le\ liy*8*Il pTetrO 08 mai, aperiores do mercado 2*600, 2*600,
11400 rs a libra e afianga-ae a boa qualidade.
QUCIJO dO TelmO bogados nast. ltimo vapor s|2*400, ditos do vapor paseado
wY** as melhorea que ae pode desejar a 40 e 120 ra. cada urna.
Vreilll lllgleZ proprios para fiambre a 900 ra. a libra, em porcao se (ara abatl-
mento.
Prezuut do
440 ra.
BikAevtas novas em g,g08 de uinaarroba a ^ caa, Um.
Saiaiue 0 meu,or peUsco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
T oueinho do reino 360 a uDra e arroba a9W00
Cuoxmeas e ipaios muUo novo, a 560 rf.. Uora.
Bank a do porco refinada a
e em barril a 440 ra.
\ieVtOl\aS maiVO llOVaS 1S000 ra. a aocoret., e em garraa 320 ra.
Liatas con nolaxinna do soda em porcao ae (ara aba ti ment.
""Y* ** n*Oa mas no?a d0 merca0 em ata de uma iDra por 900 rs., ditaa
duaa ditaa por 118700.
WlaYmelada imperial d0 afamad0 AbMU deoutros muitos abricanlea de Lisboa
a lj> a libra, em latas de 2 libras por 1*800.
Ei?YlInaS irancezaS a, albores que se pode desejar em meiaa latas por 500 ra.,
tambera tem portugueza me latas esleirs a 640 rs.
Chocolate franeeZ e hespanhol chegado neste ultimo vapor a 15200 a libra.
IraSSaS pr0prtas para podim a 800 rs. a libra.
UOee de nipeTene em latas de 2 libres elegantemente en(etidas
dsoermasete auperor de 4 5 e 6 em libra a
LataS COBI peiX.0 em OOSta melhore8 qUalidades que ha em Portugal a
iVmendoas eonteitatlas a 18.
a480ra.
^ioies e eastamhas
KiSlreilinna para 8opa a gjrj r8- a iDra e em caxinha8 de 6 a 8 libras se far abalimeoto.
Metria, macarrao e U\n* *im a m rs., Hbra, em caxa a ^
SOVaainna franCeza muito nova a 140 rs. a libra:
Farnha do Mar anua o
Gtommo
de
mt
1 *9*
liilf

a lg200 cada uma.
760 rs. e em caixa a 740 rs.
libro, ditas em milo a 800 r., dita com casca
piladas muito novas a 160 rs. a libra.
Candieiros a gaz,
O proqrietario da nova exposigao das candlei-
roa a gaz avisa ao publico em geral, que ae acha
aempre sonido com grande e variavel sortimenlo
de candfeiroi deade o mais barato ale o mai* caro,
asaim como um grande deposita de gas idrogenio
verdaderamente ecooc-mico, reconhetido verda-
dairameote por todos os consumidores : na ra
Nava is. 80 e 24 Carneiro Vianna.
Nesta mesana expsito se encontrar m va-
riavel soriimeoioda riquiseimos qaadros da todas
aa utilidades que por Roete se pode apreciar os
leus deaenhoa, m riquiaaisao sortimenlo da
quinquilbariaa, conteodo entra ellas riqoissimos
vavatotios para quartes (gosto chioei), um varia-
lel sortimenlo de balaios eom todos os preparo
pora viagem.cootendo pratos, (acaa, copos e ou-
tros frascos para coadicionar, ferros de engom-
la r a vapor, machinas de bater ovos a vapor,
machinas de (azer cal s vapor, espingardas de
dous canos tronzadas e de alcance, mappas del
mundo, e oatros muitos objeetos que se vendem
jpo precos diminutos para acabar: ra Nova
omero 20.
Cambraia Usa.
Veode-se cambraia Visa transparente muito fi-
na, pelo barato preco de 4 e 5g a peca com 8 1|2
varas, dita lapada muito superior, peca de 10
varas 6| : na roa o Qaeimado o. 42, na aoja
da boa (.
Bramante e atoalnado de
Unno.
Vende-ae superior bramante de paro lintao com
doas varas Se largara a2fl400a vara, assim como
atoalhado adamascado tambera do paro linho,
eom 8 palmos de largura a ScjOO a vara: na bem
coohecida loja da boa f, na roa do Qaeimado nu-
mero 13.
Cortes de calca.
Vendem-aa cortes de calca de meia casamira
de cores escaras a 2$ cada corte ; do loja da boa
(4, na roa do Queimado a. 22.
Por1 bouqnels,
Dourados com cabos de ma-
dre pe rola.
Chegaram opportunasaente para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouqoets dourados e es-1
maltados, com cabos de madreporola, conforme
aua propria encocomeoda, fiosodo aaaim remedia-
da a (alta que havia desses port bouqoets de gos-
to, os quaes chegaram bem' a lempo para os di-
versos casameotos e bailes qae se contam uestes
diaa, por isso aa peesoaa qae por ellas esperavam
eas que de novo os quizerem comprar dirigi-
resa-se manidos do dinheiro loja d'aguia bran-
ca, roa do Queimado a. 16, que eoconlrarao obra
de bom gosto, barateza, agrado o aloceridada.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 2*2, na bsm conhecida loja da boa fe-
Tinta preta para escrever
Veode-se ezcellenle Unta preta para oscrever
a 600 rs. a garrafa ; na livreria ns. 6 e 8 da pre-
ga da Independencia:
o da
do Pavo,
Naroadalmperatrizn.60
DE
Gama Silva.
Acaba de chegar a este estabelecimento um
grande e variado sortimenlo de (azendas propriss
para a [esta, e seusdonos resolveram venderem-
oa por procos baretfssimos por estar do fim do
anno e quererem apurar dinheiro, como sejam :
cassas.
m lindo sortimenlo de cassas de varias cores
e qualidadas, qae vendem a 240 o 280 rs. o co-
vado.
Chitas a 240.
Vende-se fioissimss chitas francezas oscuras o
alegres, (azenda qne sempre se venden por uma
pataca o acaba-so a 240 ra. o covado : na ra da
Imporetriz o. 60, loja do Pavao.
Musselina a duzentos rs.
A300O.
Chapeos de palbloha fina entestados para mi
ninas ; na roa do Crespo o. 10.
Nava expsito.
Ra Nova n. 20.
Kiquissimo sortimento da culilerias em todo
o geoero, assim.como um riquiesimo sortimeula
de looca do porcelana para eozinba, riquisaimo
ortimento de metaea, riqoissimo sortimento de
miudetas, e oulros muitos artigos, que com a vis-
ta do comprador se podero apreciar : na ra
Nova a. 20, loja de Carneiro Viaona.
Bombas dejapy.
Roa Nova n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Canot de chumbo
Ra Nova o. 20, loja de Cirneiro Viaona.
OOOOOO OOO 0000009
Charutos de Havana S
i
NA
ojada ra do Crespo, de
Leandro A Miranda.
mais conbe
O
muito alv j echeiroga a 160 rs.
de engommar, o que se pe desejar por ser muito alva a 100 rs. a libra.
iVlylSia muito novo elimpo a 160rs. a libra e em porcao se (ara abatimento.
J v o respeitavel publico, que afiancando-se a boa qualidade dos gneros cima mencio-
nados, se vende muito barato, e pelos quaes se poderi julgar todos os demais que nao (oram an-
nanciados.
Paletots
brancos.
Vendem-ie superiores paletots de brim branco
de puro linho, pelo baratissimo preco de 5$ : na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa .
53 RIJA D1REITA S3
Grande armazem.
Ferragena e mindezas.
lolooo.
E' na ra do Queimado o. 39 loja de qualro
portas que se vende os malhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bom goslo.
50 ARa da Cadeia do Recife50 A
i Gon;alves de Oliveira Sanios vende para a pre-
| sent estadio desle mez, fiquem certo que o an-
I no v ndouro o sol muda, e por isso aproveite as
I seguintea pechincbas
Sem bandejas, sem colheres, sem garfos e (a-1 Pe5a de cambraia tapada com 10 varas a 5.
cas, impossivel passar a fesla I neste armazem,
pois, encontrario aa (a millas o melbor e mais ri-
co sortimenlo por precos inferiores aos de pri-
meira mo, o raparera.
Bandejas recortadas o finas a 1*600.
i Ditas ditas a 2$.
Ditas ditas a 30.
Outras (sultana valid) 6, 5 e 4#.
Faqueiros a 6$, 4, 3*600 e 3.
Colheres prioeipe (sopa) 6f e 4*500.
Ditas dita (cha) 3#e 2*500.
Salitre, ferro, treas de eozinba, e tudo quaoto
pertence a (errageas baratissimas.
Camas de vento de loura a 4*800, e de ama-
relio a 5*500.
Fogsreiros para todo prego.
Grande
ipirairerm
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo prego de
20* ; na ra do Qaeimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Delicadas escovas
cabos de mar fim e madre-
perola, para limpar
denles.
Na verdadeuma asco va para limpar pentes
sempre necessaria em qualquer toucador, e com
especialidade qa.da senhora que preza o asseio,
e para que elMnja perfeito mandar comprar
ana desasa eseova de cabo de marflm ou ma-
dreperola que custsm 2*e 3* rs., na loja d'aguia
branca, na ra ra do Queimado n. 16.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Veode-se na loja d'aguia branca mui finas na-
vaibaa d'aco aoflaado com cabo* de marflm, e
para aoaogaiar-se a boadaate dallas basta dizer-
aa qao ** doe afamados e aerodttadea fabrican-
te* Rodeara 4 6., esassa cada estojo da doas na-
Taiba* 00O: aa na do Quoiaalo, laja d'aguia
teanoa.a. M. M
Eiiii^mwshordados em
cambraia tpanOTarente.
Na loja da aguia brenca vende-se ntremelos
bordados em fina cambraia transparente a 1* a
peca da Svaras, prejo esta porque s se scha em
SM para Tsilidoi.
Dita dila dita muito Anas 10 varas a 5*500.
Villedilho de ramagens que se tem vendido a
1* a 400 rs.
Panno para mesa redonda a 3*.
Dito dita dita a 2*500.
Cambraia decores imitando organdys a vara a
a 480 rs.
Dita branca com 8 1|2 varas a 3g200.
Dita dita para (orro a 2*.
Camisas francezas finas a 2*.
Dilas de (uslo brancas a 2*.
Dita de linho a 2g500.
Nova
exposico
O proprieta no deste novo estabelecimento to-
ma a honra de aviaar ao publico qae tasa no aeu
estabelecimento exposta uma riquiaima galera
de quodtos do pbauasla e histricos, que por
gosto se pode possuir: na ra Nora a. 24, loja
do Vianna.
Agulhas imperiaes
tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca, tendo em vista sempre
vender o bom, maudoo vir de sua conta essas
superiores agulhas imperiaes, as quaes acabara
do chegar {pela primeira vez) tendo os fundos
dourados e ponas mui bem tiradas, e rusta cada
papel 160 rs. Cozer-se com uma agolha assim
boa, soima e adianta quem irabalha, por isso
dirigirem-se ra do Qaeimado loja d'aguia
brenca n. 16, que serao benf servidos.
Ruada 3fmal a Novan. 42
Vsnde-ss m citada S. P .Jonhston 4 C,
ellinse silh5esnglazes,eandeoirose casticaai
bromeados,lonas agieses, fio devela,chicla
paiacarrot, o>ioniaria,arriotpara carro da
asi sloui csvtlot relogio ids ouro psisnu
Vende-se salitre de primeira qualidade por me-
nos do que em outra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Cesarlo Moreira Dias, no
do Mallos, ra da Moeda n. 57.
o covado,
Vende-se musselina brenca com 4 e mel pal-
mos de largura a 200 reis o corado e ditas de
cores matizadas largura de chita a 200 reis o co-
vado na toa da Imperatriz n. 60 loja do Povao.
S o Pavo em li-
quidaco.
Ricos sinlos dourados lisos e com lislinhas a
2*500, calcnhas bordadas para meninos a 1*000,
gollinbas com manguitos a 1*600, gollinhas de
traspasso a lf, ditas sem ser de traspasso a 500
rs. luvas de seda em perfeito estado a 500 rs. o
par, chapeos de sol de seda com franja muito de-
licados para senhora a 3*500, Chales grandes de
merino a 2*900. ditos de rede bordados a 3* cada
um, manguitos de cambraia bordados muito finos
a 800 e 11. enteitea para cabeca a !*, pare me-
ninas a 640 rs.
Para homem.
Vende-se aa loja do Pavo um completo sor-
timento de roupas, como aejam : palitos da pao-
no o casamira de todaa sa cores, caigas de case-
mira preta de cores, ditaa de brim de todas aa
qualidades, camias (rancezas tasto para bomem
como para meniooa por presos mais commodos
do que em outra qualquer parte. Dao-ce amos-
tres de todas Uzeadas qne em nossos anoun-
cios.se vi, deixando ficar panhor : na ra da Im-
pautriz n. 60, onde tem um pavao pintado do
\M do (ora, e para nio havar engaos de noile
tem um dstico por meio de uma luz em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se lazinhas de quadros para vesti-
do, fazenda de apurado gosto a 280 o covado ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
La chineza a 400 rs.
Vande-se lazinhas entestadas a 400 rs. o co-
vado: na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cambraias de seda.
Vendem-se fioiaaimos cortes de cambraia de
seda com dous babados e de apurado gosto a
4*500 aada corte: na loja do Pavo.
Vestidos brancos.
Vendem-se finissimos cortes da cambraia la-
vrada com babados o duaa saias. (azoada que se
vende em qualquer parte a 8*000 rs o Pavo
est torrando por qualro mil ris, ditos com bar-
res bordados a 2|500, 3* e 3*500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Cambraias de sal-
picosa 4#000.
Veade-se cambraia branca com aalpicos miudi-
ohoa, lendo 8 yi varas cada corte, pelo barata-
sime prego de 4*000, sendo (aaeoda que sempre
se veodeu a 7*000: na rui da Imperatriz n. 60,
loja do Cama & Silva.
Vende-se na ra d Apollo
n. 31 defronte do theatro a A$
a arroba, meia arroba a 2#500
e a 160 rs, a libra.
Champagne
: Vendem-se os melhorea
eidot charutos de Havana.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
di C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
a leves para duas o 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim elles possuem map-
pas com varioa desenos, tambem vendem car-
rocas para condcelo de assoearetc.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da maia nova e
superior que ha no mercado o a proco mallo
commodo: no escriplorio de Hanoel Ignacio d.
Oliveira & Filho, largo do Gorp Sanio.
Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Dias & C, ra da Cruz n. 26 :
Safras e tornos para (erreiro.
Farro suecio em barra.
Liobaa de carrilel de 200 jardas.
Halas para viagem.
Espingardas (rancezas muito finas em calas de
per si.
Ferros de lateo para engommar.
Pregos (rancezes de todos os tmannos.
Ditas batel grande.
Ditos de coBstracco.
Bracos grandes psra balance.
Espingardas lazarioas. V
Clavinotes inglezes.
MMtrMMtSMS'MQMS'MvMRM&fiMK
CASSAS LAVRADAS.
Vende-se cassas lavradas (azenda do ultimo
goslo pelo baratissimo preco de 3$500: na ra da
Impcraliiz n. 60, loja do Pavo.
Sedas a covados.
Vende-se gradenaples preto muito acornado
a 1*600, 1*800 e 2*000. dito cor de rosa, azul e
amarello, sarja branca lavrada para vestidos de
noivas, e outras qaalidades de sedaa por precos
baratissimos : na rui da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
; Nova california i
DE
Fazendas baratas.
Na roa da Imperatriz n. 48, junto aj
padaria fraoceza.
Cortes de cambraia branca com babadi- i
I nhos 4* o 4*500 superior 5*. cambraia li- J
za com 8 112 vara 3f, 8*500, a 4*. ditas de 1
Escossia 5*. e 6*, ricos enfeites para se- f
nhora 6*e6S500, sintos os mais delieadoa 2
para senhora 2*500,3*, chapelina para cri-
anca gosto ioglez 39500,4*, para bapllaado
3*, corles de vestido de seda Escosseza de 9
w bonitos gosto 12* esto se acabando, ri-
eos lencos de labyrintho 1*. 18200. chapeo
9 de sol para senhora de bonitas cores, lisos 9
9 5*. cabo de marfim 5*500, corles de cam- #
braia brancos com flor de seda 5*. riaca-
do (ranees 260- ris o covado, completos #
sortimentos de bales de arcos .8*, sortt-
0 mentoa do meiaa para menino e menina 0
200 240 ris o par. chalea de tarlalano
de corea a 640 ris, lencos branco com bar-
ras 160 ris chitas inglezas a 180 o 200 rs.
dita franceza a 240 o 280 rs. o covado
pecas de cambraia da (erro com 9 varas
a 2*: junio a padaria ranceza n. 48.
Importante
Vende-se chapelinas modernas enfeitadas com
muito gosto para senhora a 6*000 cada uma: na
ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Lencos para mo.
Vendem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de liaho com labyrintho a 2*500, ditos de
muito goalo a imitaco de labyrintho a 800 e
1$000: na ra da Imperatriz o. 60, loja do
Pavo.
Phantasia asis mil ris
Vende-se muito ricos vestidos de (aotazia com
Forls I babados de muito bom gosto, (azendas de 12*000,
'por 6*000, na ra da Imperatriz n. 60 loja do
Pavo.
:
:
GELO
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
na ua do Queimado n. 65.
14 pares a
a 240
mao,
Cartes de clcheles (rancezes com
20 rs.
Boldes de cores psra casacos e paletots
a duzia.
Ditos para calcas muito fiaos a 160 a grosa
Trancas de la pare vealido, a poca a 40 ri.
La para bordar muito fina e lindaa cores, a li-
bra a 7*.
Massos com grampos a 40 rs.
Linbas para bordar, a miada a 46 rs.
Ditas de peso muito finas, miada grande a 246.
Franjas do liobo para vestidos, a vara a 120.
Apparelhos de porcolana para meninos, pinta-
dos e dourados a 1*600, fifi. 2*600 e 8*.
Cartas eom alfinetaa a 100 rs.
Papis eom alfinetaa caneca chata a 40 re.
Enfeites para senhora maito fiaos a 3, 4 o 7*.
Sintos muito fios para senhora a 2* o 2*500.
Meias de laia e pretas para padre que sempre
se venderam a 2* a 640 re.
Enfeites com florea para senhora a 1 %.
Colheres de metal maito finas para sopa a 10*
rs. a duzia.
Garfea do mesmo metal a 4*000 a duzia.
Assim como outras muitas miadena finas o ba-
ratas, qae deizamos de mencionar, para nao se
tornar tanta mancada.
Noves enfeites e cintos
dourados.
A loj dtyiria brenca acba-ie recentement
a
CHAPELINAS
6^000 cada uma.
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vndete gelo de boje em diante
arroba a 3f500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 reu x tambem recebe-te provid. de variadoYoMwTiin-
auignaturas das pessoas particulares lo feites de differentes quslidades e gostos, os mais
go que teja diariamente, at que te H* H est igualmente bem sortida de bonitos cincos
dourados e prateados. sendo lisos, de luir a a, a
"matizados, o bem assim os de ponas cabidas,
lando de tudo maito para salisbzsr o bom gosto
do cwpredor, que munido de dtahelro alo djil?
xarl da comprar : na rus do Qaeimado, loiaa*a-
I gata brenca a, 16, *^
cabe o gelo.
Attencao.
Filos.
Vende-se dl de linho bordado (azenda mnito
fina a 1*000 a vara, dito lizo a 800 rs., larlatana
branca e da todas as cores a 800 rs. a vara; aa
loja do Pavo.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos vestuarios de seda para meninos, (azenda
de 12* por 5*000 ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
(Jambraias lisas.
Vendem-se pecas de cambraias lisas, (azoada
muito fina, eom 10 e meia vara cada peca, pelo
preco de 5*000 a peca, ditas de 8 e meia varas a
2*500 8*. 3*500 e 42, ditos de 6 e meia vara a 2*
e 2*300 a peca, ditoa para (orro com 8 e meia va-
ras a lg600 e 25 : na ra da Imperatriz, loja do
Pavo.
Baldes sem ferro a
3$200.
Vendem-se muito superiores saias de cordo
que (asesa as vezes de balo, tornando-so mais
reeommeadaveia por aa poderem lavar e engom-
mar, a 3*200 cada ama: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavao.
Taixas.
Maior reducto nos precos para acabar.
Vendem-aa no armazem de Braga Son A C.
na ra da Moeda, taixas de (erro cusdo do mu
acreditado fabricante Edwia llaw a 160 rs. por
libra, as maamas que se vendiam per 120 rs.
Flores finas.
8
Vende-se ama mulalinha
na ra da Quanida a. 48,
de 14 15 unos
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceioo dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feita?, calcados o (azendas e todos
estes sa vendem por precos mnito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam aobrecasacos de superiores pannos
o casacos fe i tos pelos ltimos figurinos a
26*.28*. 30* a a 35*, paletots dos mesmos
pannos preto a 16f, 18J, 20* e a 24*.
ditos de case mira de cor msela do e de
novos padroes a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9, 10*. 12a e a 14*, ditos pretos pe-
lo diminuto preco de 8*. 10*. e 12g, ditos
! de sarja de aeda a sobrecasacadoa a 12*,
ditos de merino de cordo a 12*, ditos
de merino chines de apurado goslo s 15*,
ditos de alpaca preta a 7*. 8*, 9* e a 10*,
| ditos saceos pratos a 4*, ditos de palba de
i seda (azenda maito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de (usto a 3*500, 4*
e a 4*500, ditos de (usto branco a 4*,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7*. 8*, 9* e a 10, ditas
pardas a 3* e a 4*, ditas de brim de cores _*
Unas a zg500, 3j>, 3&500 e a 4g ditas de S
brim brancos finas a 4*500, 5g, 5*500 ei*
6*, ditas de brim lona a 5* e a 6g, colletes
de gorguro preto e de cores a 5J e a 65,
ditos de casemira de cor a pretos a 42500
e a 5*, ditos de (usto branco e dt brim
a 3*e a 3*500,ditos de brim lona a 42,
ditos de merino para luto a 4* e a 4*500',
calcas de merino pare luto a 4g500 e a 5g,
capas de borracha a 9*. Para meninos
de todos os tamanhos: calcas de casemira
prefaede cor a 5$, 6* o a 7*, ditaa ditas
do brim a 21, 3* e a 3*500, paletots sac-
eos ae casemira preta a 6 e a 7a, ditos
de cor a 6* e a 7$, ditos de alpaca a|3*,
aobrecasacos de panno preto al2*e a
14a, ditos de alpaca preta a 5*. bonet
para menino de todas as qualidade?, ca
misas para meninos de todos osta/nanbos,
meios ricos vestidos de cambraia (eitos
Eara meninaa de 5 a 8 a tinos com cinco
abados lisos a 8* e a 125, ditos de gorgu-
ro de cor e de la a 5* e a 6*, ditos da
brim a 3*, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptiaados.e muitaa outraa
(azendaa a roupas (eitas que deizam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de (azen-
das de gosto o urna grande offleina de al-
faiata dirigida por um hbil mestre que
pola suapromptid eperfeico nadadei-
xaa desejar.
zmmmtH m mmmmm*
Aenco
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiroi.funileiros etc. a 1280:
quem pretender diri ja-se a esta tipo-
graphia, que ah se dir' quem os tem
para vender.
Vndese
na ra do Qaeimado n. 19
o seguinte.
Pecas de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 81|2 varas, pelo barato prego de 5*000.
Toalhaa de liobo adamascado para mesa a 4*.
Cambraias de aalpicos graudos muito lindas a
5| a peca, ditas de ditoa miudiohos finas a 4*500.
Lencoea de bramante de linho a 3*000.
Cambraia ailada para (orro de vestido, com
8 1|2 vsrss a pees por 2*.
Grandea colchas de (usto lavradas a 6*.
Chapeos entallados muito lindos, proprios para
meninos a 7* aada um.
Cobertaa de chita, goato chinez, a 1*800.
Ricas capellaa para noiva, de fiordo laranja.
Algodao com 7 palmos de largo a 600 rs. a vare
Lencoes de panno de linho a 1*800.
.. Souhall ltellors & C, lando receido or-
do afamado autor Chaleau Laroozire a 14* o ai-
ro de uma duzia ; na praca da Independencia
numero 22.
Plvora.
Vende-se plvora de superior qualidade e
chumbo de munico por menos do que em outra
qualquer parle; tratar no escriplorio de Antonio
Cesarlo Moreira Dias, no Forte do Matto, ra da
Moeda n.27.
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos (rancezes a imi-
taco dos de liobo, muito proprios para os taba-
quistas por serem de cores escuras e fizas, pelo
baratissimo preco de 5 e 61 a dnzia : na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida lija da boa f.
Fil liso e tari a tana.
Vende-se superior fil liso e tarlstana branca
e de cores, pelo baratissimo prego de 800 ra.a
vara ; na bem coohecida loja da boa fe, na ra
do Queimado n. 22.
Toalhas para niaos.
Vendem-se muito boaa toalhas para mos pelo
barato preco de 5* a duzia ; oa ra do Queima-
do n. 22, na loja da boa f.
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos e superiores enfeites os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 6 e 6*500 : na loja da boa li,
na ra do Queimado o. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa (.
Cambraias francezas tlnissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muito bonitos padroes, pelo barato preco de 700
rs. a vara : na loja da boa na ra do Queima-
do n. 22.
Vendem-se os engeDhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e corren tes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras) porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes :
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Veode-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellana aos baratissimos precos
de 240, 360,500, 560. 640,720. 800 e IjOOO: uso
ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
i musselina do Pavao a
A' loja d'aguia branca acaba da despachar um
bello sortimento de flores finas o delicadas pro-
dam para vender o seu crescido deposito do rslo-
gios visto o bbrJcsuta ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, as pessoas que quizerem
pas para anCeltas da cabeca e vestidos para ca-1 possuir um bom relogio de oaro en puta do c-
semanioa e bailea i quem as vir sem davyta ae liebre fabricante Koraby, a aproveitar-sa da op-
alegrar de achaxflores tio peifeltas e delicadas: portunldsde sem peda de. lempa, paia vir eom-
toso na na da Queimado. loja d'aguia branca pea-loa por commodo preso no asa eatrlptao ] como (oro : quem o pegar leve aa engaas aci-
b 16. i rea do Trapiche a. 28. 1 aa, q ea Miaban recompensado.
200 rs- o covado.
Vende-se musselina branca com 4 1|2 palmos
de largura (azenda muilo fina pelo diminuto pre-
go de 200 rs. o covado, cortes de chita incleza
com 10 covados cores fizas a 1*500 rs., ditas de
musselina branca com 10 covados a 2* tudo
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumadas finas de suas proprias encommendas
bem se rod dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos raelbores e
mais acreditados fabricantes, como Lobin Piver
Coudray e Sociel Hygieniqne. etc., etc. ; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja o'aguia branca n. 16, que
achara sempre um lindo e completo sorlimenlo
teudo de mais a mais a elegancia dos irascos, e
barateza por que se vendem convida e anima ao
comprador.
Vende-se a cesa terrea com sotao, na ra
da matriz da Boa-Vista o. 42; na roa da Impe-
ratriz n. 46, acharo com quem tratar.
Escravos fugioos.
Aosentou-se de casa de aeu senhor no dia
3 do correle mez o escravo Antonio, de nacao
Cassange, idade 40 annos, poucomaisou menos,
estatura regular, com os signaos seguintea : em
uma das orelhastem um taco (irado, em um dos
quartos tem um defeito que pelo qnal puxa no
andar pelo p, tem debaixo do queixo esquerdo
tres buracos, signal de denles tirados : quem o
pegar queira leva-lo roa do Imperador n. 73,
terceiro andar, que ser recompensado. J foi
visto em Igaarass.
Fugiram do engenho Cocceigao, sito na fre-
guizia de Tracunhem da comarca de Nazaretb,
no dia 4 de novembro de 1860, dous escravos
mulatos com os nones e sigoaes seguintes: nm
de nome Psolo de 45 annos de idade pouco mais
ou menos, offlcul de pedrairo, sapateiro e pti-
mo bolieiro, de cor atarantada, cabellos carapi-
nhos, rosto descarnado, ofnos brancos, nariz a
bocea regulares, um pouco secco e de estatura
media, o qual tem dous dedos da mo direita
aleijados de um panarigo, e tem tambem o dedo
mnimo da mo esquerda com igual defeito, o
cima da sobrancelba de om dos olhos uma cica-
triz, proveniente de om taino, e ontra cicatriz
com um caroeinho cima da mesma, com om
dos denles da frente quebrado,quando se embria-
ga torna-se arrogante. Esse escravo j (oi ser-
rado e eonsta andar pelo Recita, tendo sido visto
para aa bandas da Soledade o Santo Amaro por
algumas pessoas, a quem tem dito haver-se liber-
tado. O outro, de nome Felippe, de cOr triguei-
ra, cabellos carapinhos, estatura baixa, ou regu-
lar, bem barbado, um pouco secco, bem (allanto
e cantador, com 89 annos de idade, anda ligeiro
o muito despachado no servigo de enxada e (oi-
ce, com (alta de denles na (rente, com olbos um
pouco apilombados e espiongos. Quem appre-
hende-los leve-os ao dito engenho ao aeu senhor
o- tenente-coronel Jlo Cavalcanli Mauricio
Wanderley, que generosamente recompensar.
Fogto do edgenho das alatlis, comarca do
Cabe, no dia 28 de setenabro de 1861, om escra-
vo por nome Joio, crenlo, vermelho, altura re-
galar, grosao do corno, espadando. Hade de trin-
ta e tantos anaco, mellas-so as malas do enge-
nho do Monta, at que lee tiraram uma psiga
que leva va. e logo que se vio sem elra dlzem que
furtou am quarlo mellado eom caberfoi pretos,
e com principio de canego, e tambem ez nm
pequeo roobo de roupa : desappareeea o caval-
io a 17 do oosubro. Este negroj* tem sido pre-
so no Recite dnss vezes, a primeira ves traba-
lhando com uma car roca, e a segunda res foi
preso transitando em um armazem de assuca


MA*I9 M MWUIBWO, ^- QWNTIL fBl 10 DI DEZIMflO E 11
Literatura.
[fiel
CAPITULO II.
a' bastei.
[Continuafo da n. 292.
Apk
P
aos doft
,,Jj[a. is.o niula deftgura.
i queras,'Sr. Nukel.quese-
jsm bellos e que deilem para.esiejado.....e ha-
mae-me mylurd untas vezes
Priocipio a semir pelos tapates docaem geral
e pelo da Bastei em par mesma syrupa-
tba que nieu amigo Mauricio.
. Nickel 8C9d.ceu a Jurga com ar. satisfeilo,
fez-me um signal decabeja particularmente ami-
gavtl, e Oeixuii-oos.
Eicar aqui nao seria, naa disse Jorge depois
de alguna iostaatei.de muda coolemplacao,'por-
que ver o sol apparecar oa Bastei, depon de te-
lo visto desapparecer esta tarde, era urna tem-
pestade, nao tem oda de desagradavel; porm
O que ru inquieta olo esUrmos oos sos qui,
se essa sociedade ero que nos fllou Nickel nao
se tiver affogado oesta nnuudacio.
Veris, Mauricio que todas essas pessaas rao
destruir-nos nossa tempestada desta tarde enos-
sa aurora de amanhia: seremos muito feliessa
nossa noite oao se resseolir disto 1
Ora disse eu a Jorge, a casa grande.
Sim, respondeu-me ello, porm ba someor
te tres leitos, e oio seria cousa de admirar-se,
em um paiz onde poltica offerecer-se para be-
ber no mesmo copo, algam Allemao eadefluxaao,
nos pedissosem eeremoaia para psrtilhar de oos-
sos quartos e talvez de oossos leitos I Nao esta-
mos em ama comarca palrialobal, Mauricio 1 -
Partilhar da nossos leitos,I exclamar cons-
ternado, de oossos leitos porm eu prefera mil
vezas cede-los inteiramente, e deitar-me sobre
esta mesa.
Nao .leudes mi gosto, dissa-me Jorge.
Essa toalha est alva e seria preferir! para co-
b:ir-nos esta noule, que os leos de algibeiraa
e os oogeotos cabellos que oos esto reservados.
Ah I Jorge diaie eu com tristeza, para que
Ca trouxostes aqu ?
lgralo 1 replicou Jorge ; observai esses
relmpagos I ouvi todo esse fracasso I admirae
esse cu alterado.
Levantei-me subtilmeote.
Ah I ento o que ros prende aqui ? disse
Jorge.
Julguei que havies apreciado essa tbmpestade.
O que me prende, exclamei, o que me pren-
de I.... Ab I e como pude eu esquece-lo ? Sa-
nio estiverem em Dresdeo hojea meia noite em
ponto, carei perdido, deshoorado, e o que an-
da peior, desesperado, Jorge.
Ora, disse Jorge com urna fleugma que
augemeotou-me a cholera, eis outrs historia 1
Socegac, Mauricio ; o sabio aqaelle que sabe
decidir-se as occasies mais eraberacosas. Ni-
ckel disse a verdad* ; rollar a Dresdeo to im-
possvel como subir a la. Nao podis chegar
esta noote, oem viro oem morlo, ao hotel de
Bellevuce. Portsnto, maldizei-me porm as-
senlae-vos 1
Asseotar-me 1 disse eu a Jorge ; nao pea-
saes no que dizeis. Estou impaciente, nao me
assenlare de modo nenhum.
Que arabo disse Jorge, nao imagino que
um homem possa ser deshoorado por faltar-lbe
trra sob os ps. Deveis estar a meia ooute
em Dresdeo; porm, por urna clrcumsiaocia
mais forte que todas as vonlades humanas, s
podis estar ahi amanhia pela manhia.
Eulao podereis dizer a toda aquella necessids-
de que ahi vos chamava essa noite, que visto
nao serdes urna ouvem ero um bati, e um b-
pede, Dio podesles fender os ares para ahi tos
achardes.
Vos o diris, e eu tambem o direi, e aquellos
que uo oos acreditaren), ento que sejam leva-
dos pelo maior dosdiabos da AUemaoha 1 Po-
rm dos acharemos, eu volo-juro, aigum meto de
leguis a p para 'reparar a, jnueurs da que ton a
causa involuntaria, a e aria. Irei amaohaa
procurar aquella que *os espera esta noite, lan-
ear-me-hei seus joeihei....
Nao-quero I exclsmei eu.

- .-*-
vivad!
. Nip me Interroguis mais, reipondi-lhe o
que eal fMto, esti fetto ; e IrYepararel. Ha
dois aonos, dous seculos l- que aspiro o que hoje
ia alcancar, e isto esta perdido p-ira sempre, para
sempre, com effetto. Vede, Joro, supoondeque
) quizerdes. | por um, felicidade inaudita, algome cousa impal
pavel corno uma sylphide, um pessara raro, um
ser arrebatador, perseguido ardeotameatoe por
muito lempo por vos, supponde que. esse nico
ser, esse phenix est era vossas mos... que vos
distrai. um momento, vosa mo se abre-, o pas-
saro vos e desapparece as nuveos.julgaes que eu
vo-lo podara tornar a dar, Unjando-ma a seus
agtaco de um lado
nos fazermos acreditar.
Eu passeiava com muita
para outro.
Pece-vos, em nome de todos os sanios do
parazo, dse-me Jorge, que me digaes, o que
vos atormenta, e o que liuheii a fazer em Dresde,
meia noite. Nao essa uma hora em que s
posia remediar cousa alguma. Nunca soube que
houvessem duellos a essa hora ; portanto oao se
trata de um negocio de honra, e anda que se
tratassodesemelhaote negocio, um duello o mais
merecido pode esperar. Fallae, meu bom Mauri-
cio, ou eolio toroar-me-hei tambem -impa-
ciente.
Eu asseotira-me sem responder.
Estaes mudo ?
Nao.
Estaes louco ? disse-me elle.
Mereca esta-lo pelo menos......
Aderinhei agora, replicou Jorge baleodo na
fronte. Ah meu pobre amigo, perdoae-me ; tra-
ta -se de amores, bem o vejo. S uma mulher, s
alguma loucura de amor, pode tornar umbomem
razoavel no estado em que estaei.
Bem I disse eu a Jorge, dando um gemilo
profundo, e quando fosse uma mulher a causa de
minha affiiccio.
Diabo I disse Jorge cocando a cabeca, dia-
bo I Porm, emm, Mauricio, um negocio de amo-
res, o mesmo que um duello, e tambem se pode
remediar, como o duello. Vamos, meu amigo,
tende confianca em mim.devesse eucaminhardez
FOLHJTIH
4 D4N4 MSPEROLAS
POR
A. DUMAS FILHO.
XXVII
[Continuago.)
O doui amantes tinharn ficado juntos dous ma-
zos em S. Pelersburgo sem que nioguem o sou-
besse. Durante esse tempo, Vladimir cooserra-
ra-ae occulto, para que nao descobrissem a tra-
pica do paaasporte. Era dedicarlo levada im-
prudencia, porque sendo descocerlo, podia ir para
i Siberia.
Era esse o trrico que fizera i duqueza, que
nao queria que eu fosse informado delle. Eis a
razio porque me havia intrigado com Vladimir.
Mas, agora que eu sabia por mim mesmo o pou-
co csio que devia fazer do seu amor, nio hlvia
razio para que en quizesse mal i um homem que
o nico crime que commeltera, fra preve-
nir-me.
Acrescenla laso a recordado de oulras aven-
turas succedidas i Aonelle, minha disposicao de
espirito para acreditar o mal, e compreheoders
que no fim desse baile eu quizesse atordosr-me
todo o custo, e que trouxesse comigo essa rapa-
riga que a pouco qffasi ealraogulei e que liabas
encontrado aqui uta homem quem ha dous me-
zes quizjmalar e que talvez amaohaa aioda|quizera
malar. Pobre e miaeravel cousa o homem 1 Mas
eu sou causa do uma infamia, cumpre-me repa-
ra-la.
E' necessario que eu saiba o que contioha essa
carta, de que oao|pde 1er uma s palavra, e cuja
reapoata Annette lalvez espera cootindo os mi-
nutos, carta que lalvez me aonunciasse ama ven-
tura ou me prevenase de um perigo, ou iovo-
casse o meu auxilio e que eu deixei que aquella
rapariga rompesse. Nao ba hesitar. Vou partir
para Carlabad. Li eoconlrarei a amiga da du-
queza. Ella sabe onde est Annette ; dir-m'o-ha ;
e eu poderei escrever-lhe.
_ Nerc ao menos procurei-dissuadir Jacquea des-
sa nova partida. Comprehendia que elle julgas-
se do aeu dever, depois do que acabara de pas-
sar-se esse novo sacrificio do seu amor e que de-
sejasse separar quanto era poasivel, a mi acci
que tinha commetUdo involuntariamente.
Deseemos para saber as horas da partida do ca-
mioho de ferro. Elle queria partir nesse mesmo
dia. A' alguna pasSbs da caaa vimos dirigir-se &
nos, uma mulher que, reconheceudo-nos, ergueu
o vu; era madama de Norcy. Vinha carrancu-
da, trate e tinha amagrecido depois da nossa ul-
tima entrevista.
- Oh 1 st ex Paria I disse-loe Jicques.
- 8,"J" T-'- hie que voltou. s me
fez ama kil; um ingrato. Eslava inquieto
seu respailo, ia lber noticias mas; mu ei-
JJJJJ^Y-V*- >mi*' P.fneipalaMvs> quando
- O que Ibe sceedau ?
-r Mo* meitq Jesgoslosa.
H Vle Diario p, 8.
joelhos ?...
Jorge currou a cabeca.
Sou um acelerado, disse-me elle, deveis ter
desejos de matar-me ; matae-mc..
Nao sai o que ia responder Ihe, quando uma
especie de phantasma, dirigindo-se de repente
para minha jaoella, a ella sabio seo cere-
monia.
CAPITULO V.
A jangada\da Medusa.
Quem soes vos ? disse Jorga tomando a
frente deste singular visitaste.
Sou um oaufrago da Ueduxa, respoadeu o
phaotasma ; sou a ooda agitada pela tempestade,
sou a agua e a lama, a fume e o fri- Vim na-
dando cono um fragmento de naufragio per en-
tre os arrecifes. Fioalraeote vim como urafora-
Kido, alagado como uma soupa, porm, satiafeilo
de chegar ao porto, tabo leve as montanhes I a
Allemanha I os Allemies os montes e vales I e
finalmente tudo que nao de Pars I Sou de
parecer de nao sei quem, que diza, que as flo-
restas e as campias, eram o mofo da trra. Da-
ra dous sidos para mo aquecer diaole de um
bom fogo, e quatro pera estar no boulevard dos
Italianos, qae s um miu genio pode fazer-me
abaodonar, ha oito dias, e ao qual juro nio me
atristar para o futuro nem um instante. Diabo le-
ve a mana que me fez vir at sq'ii, looge das ge
nerosas carruagens que por .trila sidos vos le-
vam i casa ; looge ds gaveta em qua est a rou-
pi branca ; do meu chambre bem alcochoado, de
minhas chinellas, da ohamio de maus paes, e
Analmente,de tudo que a felicidade deale
muodo 1
Que I Raymuodo, soes vos 1 exclaraou Jor-
ge, que reconheceu com admiracio nessa phao-
tasma um de seus amigol de Pars Porque mi-
lagro vos achaesjfiqui, vos o mais furioso pari-
siense, e nesse rSiaeravel estado ?
Porque milsgre I chamaes a Uto milagro ?
na verdade, Jorge; nio soes difcll. Quando eu
estiver sacudido, enchuto, restabelecldo, e aque-
cido, talvez responda i vossa pergunta. Agora,
tocae a siota para chamar alguem, despi-me,
aquecei-me ; o supplicae a todas as pessoasque
fqui existem, para soltar sem mais demora atravs
desses rochedos malditos, os caes de S. Bernardo.
Deixei alm dos rochedos, em um abyimo on-
de existe uma torrente, sete homena, sale infeli-
xes, ba pouco o orgulho de Pars, que morreram,
como quasi rae succede em menos de cinco mi-
nutos, se nao se tratar incontinente de sal-
va-Ios ..
Nos todos nos perdemos nos ignobeis barran-
cos desta infame serra 1
George tocoucomo se fosse para algum incen-
dio. Nosso amigo Nickel chegou muito assusta-
do, com um capota de encerado as cosas e uma
laoterna oa mi.
Eu bem o havia dito i mylor, disse elle
mostrando a Jorge com ar triumphaole, o infeliz
Raymuodo ; eis j um.
Rapaz, meu amigo, disse Raymuodo sacu-
diodo-lhe o braco, oo percaes uma s de mi-
nhas palavras I Se oo queris que eu morra
nesse estado em que estou, vamos, depressa, fo-
vosso amigo esti tiritando, quando seas denles
tar no theatrb. da Culi, miaeravel ?
en apoderel-me de raes peroas, e dentis de he-
Quinde elle fleou n, temamos a lembrar-nos
da toalha, e nella o embrultiamos sem ceremo-
nia como se olio fosse u menino de cueiro.
Jorge, disse Raimundo depois que o deila-
mos sobre.a mesa, esquecei o que disse, ha pou-
co, bem que fosse merecido. Eu juro, nao es-
Secer nunca o que acabaes de fazer, por mim.
O/ge, vos sois meu bemfeitor, meu na*/, que
digo, sois minha ami de leite I
vos, accrescentou Uo,,dirigindo-se as mim
com olhar teroo, vos compassivo deseoobecido,
quo seriflcastes nobremente un pir de luras,
pira arrancar-me as botas, sede bemdito, ou eo-
lio sede meu pae tambem. Sabei que obsequian-
do Raimundo de l.e___ aso ebsequtaaiM um in-
grato, e que se alguma vez vos-encontrar em
Pars, meas charutos preferidos; serio vossos.
CAPITULO \\.
Fim do desembarqu4.
Que vos direi; amigo leitqr? todas u pessoaa
da jangada de Mtduza chegaram a salla em me-
nos de uma hora. Cada um dos selle companhei-
ros de Raimundo fes successtvameote sua entra-
da en uma poaicie aaaloga a de seu chefe.
As ordeos multiplicadas de Jorge foram ejecu-
tadas puntualmente por Nickel, que em sua vida
nunca rera uma lio bella receila, assm como
nunca o havia merecido tanto. O fogio tinha
muito fogo. Tudo quanto hvia de disponivel
de. vestimentas de homens e mulheres, no pes-
soal de toda a casa de -pasto, esteva amonleada
sobre um caoto da grande meza, donde Raimun-
do, aemelhaote a um general ferido; porm que
nao quer atjaodooar o campo de batalha, com-
mandava a manobra.. Cada um dos, nufragos
vestio-se o melhor que poude, um de mogo de
charra, outro Ue.criada de hospedarla.
Quaodo termioou-se esta laboriosa tarefa, vio-
so que estavamos, com efftito dez homens bem
costados, dos quaes quatro eram mulheres de
uma nova especie, a roda de una enorme sou-
peira de viobo com ovos battidos, preliminar de
uma ceia profuza para qual Raimundo dra as
ordeos.
' pena qu M. Paulo de Hoch nio estivesse
essa noite em meu lugar na Bastei I Romero
que apprecia menos os thvertimenios parisienses,
este grande homem ter-'voi-bii, amigo lel^or,
descripto circumstanciadamenle todas essas me-
tamorphoses. Como eu nio tenho o seu creyn
em minha algibeira; escrevo como uma penna
delicada, e sou obrigado a deixar a vossa imagt-
nacio o cuidado de esbojaresse burlesco rfmdrS.
Limitar-me-hei pois a apresentar-vos oossos no*
vos amigos a proporcio que isto se fr tornando
necessario para a continuadlo desta historia.
Disse, a nossos noros amigos e nao me des-
digo.
jgH. dada, aa ioterrupcoes sao pro
Parisienses que te eneontram inesperadamnne Applausos, nao aio ioterrupcoes,
em psiz extranho tornam-ae for;ossmeote ahi presidente, disse o advogado
oossos amigos, e nada deve
mais romper, essa
amizade que acaba de ordinario, verdade, no
mesmo momento em que s di a despedida; po-
rm que importa I nio um teroo la;o ser Ulhos
de uma mesma mi? Raimundo e seus amigos
perleociam assim como eu e Jorge a vida parisi-
ense. Eu nao os conhecia. e alies nunca me tta-
viam valo; porm isto nio impedio que aca-
bassemos afloal por nos coohecermos todos. Eu
tinha o mesmo alfaiate que este, aquello tinha o
mesmo sapateiro que eu ; um affiancava ter sido
visa-via de Jorge no baile de Madama de C...
outro lembrava-se confusamente de me. ter pe-
dido fogo para accender o charuto uma noite ao
sahir da opera depois da prlmeira representecio
do Profeta a qual eu nao assislirs. Finalmente
liuhamos lido os mesmos livros, dado pateada
as mesmas pecas, applaudido as meamas damas,
Levou-ae meamo a exactidio daa aonvenieneias,
at cooitituir-afc uma linha d separacio entre as
mulheres e e#&emns. i Hav|am quatro mulhe-
res e seis hoMt. Este-offeraoeram galante-
mente ao baile sexo, cajos vestidos eraan mallo
C-" i '-Xtafifif0?0**' *1*m- disso'o mais
proximofll fetlrr. Porm quanto ao artigo som-
no, cahti o programis, aaeaao as conversas
espirituosas comecaram a edjit*rt?^
Bom depressa ouvio-se um comearlo d lamen-
tiCes.
Maldito ca|, dizia um, era fojte como uro
Turco, tkou-re. interramenta o" omno.
N>ioi o caf, foi esse malvado rinho do
Rheno-qin vos agravou os ervos, responda uma
os masculina viada do lado daa mulheres.
" Oh-I diabo I estou loffocado, exclamou de
repente meu vujnho da direila, meu vslido per-
la-me muito o corpo. Coronel, vos que sois tor-
io vtode desacolchetar-me, eu vo-lo rogo.
Nio posso mover-me, disse o coronel. Jor-
ge atou-me de tal modo que nao posso fazer ua
movmento.... O animal aeu uns pneos-de os.
Parece-me que o calcio queme coube por
sorte d6 crina dixia o bello. Gasiio de P.... ;
um verdadeiro rale; Sinto-me todo ferido.
Queris o meu Gastao ? pergnntou o advo-
gado B uma das gloriaa do tribunal de Pars,
elle ioteiramente novo.
Apre I eu me constipo, dizia com voz de
trovio o capillo Max Rigaulo, um velho marti-
mo que voltira recentemeote da China. Meu
saiote de faxenda muito fina. -
Rapaz, A Preue, A Opinio Nacional. O
Te-mpo, A Patria! diziam algum as vozes descon-
soladas.
_ Que fazer ? exclamavam de todos oa lados.
Anda nio sao nove horas 1 .
Finalmente todos de uma vez grltaram :
Raymuodo, vos que sois inventor, tirae-
nos desta posiQao. dae um parecer qualquer I
Raymuodo levaotou-se Sua grande estatura
realcava singularmente- a magsstade do sea ira-
ge. Embruthado em sua toalha, pareca um im-
perador romano descido do seo pedestal.
* Searforas e senhores, disse, nao deixaes de
ter ouvido dizer que, em uma siluac.io anloga,
um certo numero de damas e genlia homens
echando-se, como nos, fechados em um lugar cu-
jas chaves nao tinharn, decidio-ae entre elleaque
cada um procurara uma lembrso;a de ao* vida,
dlgaa de ser traasmittida aos viodooros, e acon-
tara eos etiiros para fazer-lhea p/iasar o tempo.
Nos somos, ou temos sido todos jovens e tolera-
veis. Temos tido pu divido ter algunas aven-
turas capazes de interessar um auditorio esco-
Ihido como o nosso, fscamos portanto uma esco-
Iha de oosaaa aveolasas.... e cometemos O dia-
bo ser se no numero dellaa nio se poder encon-
trar alguma que possa juntar a seus outroa m-
ritos o de fazer apparecer o aomno que se obsti-
na em fugit-oos.
Bravo I exclamou o coronel. Aprecio mui-
to as historias, principalmente as dosoulroe. Ou-
vi algumas interessantes na Crimea I
Pedro 1 exclamou Raymoodo com aeveri-
bibidas.
senhor
go, e vestidos 1 Nio importa o fogo, com tanto perlencido ao mesmo quadro. Seria precisa mais
e aqueja, nem tao pouco a qualidade dos vest-1 para explicar que no Um de umi hora a grande
que sejam quentes. Ide buscar- sala da caaa de pasto cootinba amigos ntimos.
Quanto a desgraca que nos reuni, depois de
dos, comanlo que sejam quentes. Ide buscar-
me lenha e roupa. Eis vinte francos, correi, voae,
oao percaes acbela, aern apageis vossa laoter-
a ler maldito muilo aob a influencia de uma ceia
na, pagar-vos hei dar-voa-nei accoea do norte,; fortificante, e de alguos copos do excellente vi-
ou mesmo dos Docks, se me Irouxerdes o que vos
peco !
Eos oulros U... disse o rapaz.
Os oulros esli morrer, responden Ray-
mundo ; porm, ellas vos firao feliz, se os sal-
vardes, e se trouxerdes para cada um dalles, o
que desejo agora para mim.
O rapaz electriaado por essa vehemente pro-
messa, e pela pec,a de viole francos de Raimun-
do, ia correndo....
Raimundo f-lo parar quando ia sahiado I
Anda uma palavra, disse elle. Se nao en-
contrardes bastantes calces em vosso bahel ou
oos de vosso amo, prourae as de vossa ama; e
trazei-nos, sem escolher, vestidos, saiotes, ea-
partilhos, crinolinas, mantas, almofadiohas, e tu-
do mais que eocootrardes ludo, para os ser
bom, que nos ajudar a nao deixarmos os ossos
nesta rocha inhospitaleira.
Essa palhetica prosopopa produzio sobre nos-
sos ervos um efeito. com o qual seu autor nao
contara.
Esquecendo tudo, al meu proprio desespero,
e tambem o respeito deudo a desgraca, Jorge e
eu nio podernos conter um lou;o rizo.
Vj rides, corajes de pedrs ? exclamou
Raimundo escandalisado; rides, Jorge, quando
nho doRheno, acabaram por abencoa-la.
Eu nao cheguei a este ponto, perem moslre
resolucio ; e na falta da mioha alegra, tive a dos
oulros.
Tratou-se da questao dos tres leitos sobre-
mesa.
Propozeram que jogsssemos ao ecarte esses mo-
vis preciosos ; porero, grscas a Raymuodo. que
linha, como Ji se disse, boas lembnncas, ahio
a proposta. Disse que pessoas que nunca se co-
nheceram, deviam ler multas cousas a dizer, e
qae alem disto, de lodos os modos inventados pa-
ra disirahir o somno, o jogo era o maia tolo.
Avista de seu parecer, encostaram a mesa ao
canto da casa ; trouxeram os colchdes dos tres
leitos que baviam disponiveis e mais alguns col-
chos pequeos pozeram-oos a roda do fogio, e
depois de ter pedido a Deas qae Qzesse promp-
lamente nossos vestidos enxugarem, e que adian-
tasse alguma cousa a volta da aurora, decidi-se
que se dormira se se podesse nesse dormitorio
improvisado.
Ficava entendido que se se nio podesse dor-
mir, procurar-se-hia matar o tempo por meiode
conversas espirituosas.
A principio ludo fol bem ; cada um tomo sua
parte no leito commam com moita decencia.
Anda?
Sim.
Eolio podemos apertar-nos as mios, por
que tambem nio estou muito alegre. Vou
partir.
Ainda ?
Em poucas palavras contou-lhe Jseques s tau-
*dessa pastida. Elisabeth nio era daquellaa|
a quem elle podia ter segredos.
Podemos tornar a subir i sua casa ? per-
guutou madama de Norry, depois de alguns se-
gredos de reflexio.
De certo.
Subamos eolio, porque tenho que fallar-lhe.
Subimos.
Vae a Carlsbad ? perguntou ella, depois de
se ter sentado no canap do sali.
Sim.
Para encontrar a amiga da duqueza ?
Nao, para oulra couaa.
E' para ler noticias ?
> Simplesmenle.
E voltar depois?
Inmediatamente.
Pois bem, d-me uma carli para esss se-
nhora.
A senhora I
A' mim, vou leva-la.
A' Carlsbad ?
Sim, Carlsbad e partirei esta noite. Nio
um favor que lhe faco, um favor que peco.
necessario que eu saii de Pars, que me ausente
por algum tempo para evitar uma molestia, uma
desgrana. Nao sabia onde ir ; agora lenho uma
razio de.partir, um fim de viagem e aposso-me
delle. E melhor que o senhor fique para o sea'
trabalho, para sua mi, para a propra duqueza,
que talvez lhe aonunciasse o seu regreiso nessa
carta que o senhor nio leo, que pode chegar aras-
nbia, que em lodo o cafo pode escrever-lhe de
um dia para outro, e qual aio podar respon-
der estando looge de Pars.
E' sris essa sua proposta ?
Muito seria.
Mas como encontrar easa senhora ?
D-me os seus signaes. Nio ha muito tem-
po que ella chegou i Carlsbad ; e vem de Vien-
na ; deixe estar que hei de encontr-la. Talvez
eu esteja destinada fazer o desfecho dessa his-
toria, porque nio pode ser o acaso que me tenha
trazido sua casa, as disposices em que ambos
estamos. Vamos, nada de perder tempo, escre-
va essa carta, en tomo-a, vou fazer a minha ma-
la, e parto esta noite. Se lhe perguotarem onde
estou, nio o diga i oingoem.
Eu, que desejava que Jacqo.es nio partase,
apoiei a proposia de madama de Norcy, e Jai-
ques scabou por acceitar. A'noite, s oito horas,
conduzimos Elisabeth ao camioho de ferro onde,
quando Jacques partir dous rnezei antes, ella lhe
viera diier adeus.
At logo I diue-nos ella.
E parta, sema appirencia de trm pelar, sem
um olhar-pan traz, quasi alegre.
Elisabeth Uvera razio. Jacques fizia-lhe ara
favor dndole occaiiio de sabir de Pars. Sua
nova Vida nio era mais oapportavel.
Levado pelos acooteetmentos possoaei ao nos-
so hroe, nio temos podido, I mrrito, dar una
noticia de madama de Norcy, e e leitor Ignora,
' 'Cv/m quanto algumas palavras lhe tenham podido
*faaer wppr, es resallado da visita que moja
devia receber no dia segnlnte I aqaelle em que
jantei em casa della, quando Jacques ainda es-
teva ansente. E' occasiio de faz-los conbecer,
esperando as noticias qae ella deve mandar de
Carlsbad.
O Sr. Jorge viera como tinha promettido. Ape-
nas apparecra, Elisabeth lanr;ra-se-lhe ao pes-
clo, chorando dizendo esta simples palavra :
Emfiml
Sem lhe faxer a menor censura; pelo contra-
ro, na alegra de tornar a ver o seu amante, na
felicidade de lhe perdoar, era ella quem se fazia
culpada e lhe pedia perdi.
Nio eats mal comigo ? disse-lhe ella. O
que que queres ? Eu eslava louca; mas agora tu-
do est esquecido. Podemos porventura viver un
sem o oulro? Voltaste, fagamos de conti que
nunca nos separamos. Amaa-me sempre, nio
assim ?
Jorge eslava commovido e abaixava a cabeca
sem responder.
Sabes que eu nio coma, que nao dorma
la morrer, continua va ella a rir, se nio me tives-
se vodo s idea, de nio auffocar maia meu cora-
cio, e de ser franca e verdadeira. Mas, o que
teos? Nio dizes nada. Nio s feliz por me torna-
res a ver?
Sim, bem o sabes.
Como dizes isso? Como se chima esse la-
gar de campo em que ests, cujo nome nio me
disseram? O que fazes l? Pensavas em mim?
Bem sabias qu mais dia, menos dia, en torna-
ra para ti. Seria postivel que fosse de outro
modo?
Sim, muitss vezes eu pensara.........
Passa-se alguma cousa; parece que ests
encommodado aqui. Ser muito tarde ? Por ven-
tura nio me amaa mais ? excla'mou Elisabeth
com terror.
Sim, amo-te sempre ; mas escuta.
Nio escuto nada, ae nio me amas....
Nao mioha culpa, Elisabeth 1
Vamos, falla, o que ha? Julgasle que nio
me veras mais : tiveate uma amante ; foi minha
a culpa, eu te perdo, nio fallemos mais nisso.
Jorge Dada respoodeu.
Nio ainda bastante? Sim, comprehendo,
eslavas desesperado, era-te necessario uma conso-
lacio, essa mulher vive comtigo, e nio podes
despedi-la immediatamente. Talve la ame.
Quem nio te amara? Pois bem, rompers pou-
co i pouco com ella, Os meus direitos existiam
antes dos delta. Cbnceder-te-hei lodo o tempo
que fr necessario para esse rompimento : posso
dizef melhor? Quinze dias, um mez, batante?
Queres dous meis? Qoe importa, cem tanto
que eu le veja, e te jure nunca mais tallar nisso,
oio te fazer perguotas, nio te fazer exprobra-
qM ; mas lo a deixars, promettes ?
Nao, Elisabeth ; oio noa podens
nar i ver, pelo dnos, como no
E tu ama-la?
Talvex menos do que te
posso deixa-la.
Por que ?
OuVe, Elisabeth ; fit tuda o que pide para
qwr tu me'perdortm.-eserrvl-te cartas robre
carta, a*rr%endi-me, Vnnxtlhai-'me; fli fado o
qae me aoonselhavam meu coracio a minha do-
Vos, senhor advogado, disse Raymundo, s
tendee agora o direito de callar-vos. Cumpri-o
poia at nova ordem.
he nio procedermos com melhodo nio chega-
remos nunca a livrar-nos dessa algazarra. Quan-
do eu acabar de expor minha idea, ella ser dis-
cutida, e se a opinio geral fr-lhe propicia, lu-
do seri dito por aquellea a quem a sorle nao ti-
ver dado a palavra.
Depois coolinuando, disse :
Tenho uma grave recommendacao a fazer.
Recommeodo que o orador eleito compenelre-se
bem da importancia que sua narracio pode ter
no diverlimento deste serio. A eonversagio per-
deu o valor em Fraoca desde o dia em que ae
julgou poder dizer o que nao ouzariam imprimir.
D-se pois cada um de nos por advertido que to-
da a narraco que possa offander oossos castos
ouvidos deve ser riscada de seus papis por ho-
je. Quem aabe se aqui por algum caoto nio ha
qm estenogcapho que possa ouvir-nos, e aa a
reuoiao de oossas pequeas historias oio deve
fazer um dia a edifica^io das geracoes futuras e
a fortuna da bibliotheca dos eamiohos de ferro, a
qual s admita circalacio, todoa o aabem, as
obras verificadas e rubricadas pela moral mais
pura ?
Procuremos divertir-nos, e nio aborrecer-nos,
convenho nisto, porem facamo-lo aem eaunda-
lo. Diz-se geralmenle entre nos que dez horneas
de espirito nunca poderam pesiar junios um
serio sem dizerem loucuraa e futilidades ; de-
mos um desmentido a esta opimaoque ao esiran-
geiro a maior injuria da Franca.
O imperio da virtude tal, que Raymundo foi
aplaudido com enthusiasmo. Sua proposicio foi
approvada unanimente.
Troa-se inmediatamente a sorte para ver quem
fallara primeiro. A sorle bem comiderada, desig-
nou o coronel Pedro de G...
Isto nio justo I disse o coronel. Que I
haveudo aqui um advogado, que nada desejaria
mais que fallar, sobre mim que cahe a sorte I
Emfim, respeitemos a seotenga do deslino, sois
ainda maia dignos de lastima que eu, meua cha-
ros amigos. Depois dirigindo-ie a Raymundo.:
Vosso programma excellente ; porm
penoso para um soldado. Eis-rae forgado de re-
pente a esquadrinhar minhas aventuras de guar-
nicio, e recordar-me de minha vida desde qussi
o bargo.
Vamoi, Peiro.-disso o advogado, nada de
prefacio. Ua soldado dorara pe. ventura quei-
tar-ae d ser o primeir marthit pira a
guiara J
Paca cinco mnelos pata reflear, disse a co-
ronel, s
Concedido, respondersm toos ; porm nem
um da mais.
Bem, j tenho oque contar; parear primei-
ramente desaperlera-me. Necessivs dos bragas
para fallar ; o gesto a metade do tfsetnso.
Fizeraro o que elle desejava, offereceram-lhe
uma cadeira diante de uma 'pequen* mesa, onde
poseram um grog, e kirski. %
Elle alisou duasoutres vezes seu pmorido bi-
gode, tossiu, e com voz firme ffcaetuada lo-
mou a palavra oestes termos.
Historia de ana ptica e de um
tsente de dragues,
CAPITULO I
t' urna aventura de mocidade que vou contar-
ros, da qual as damas nio devem receiar cousa
alguma ; ha nella tanta moralidade quanta se
er geralmeote no que se chama aventuras da
vida de rapaz. A providencia collocou sabia-
mente no Qm de todas as alegras deste mundo,
por mais legitimas qae sejam, um desgosto que
Ibes serve de contrapeso. Nio sei o que pense
do amor, muito Ilustre auditorio, porm o que
sei qua para mim, o dia qae acabamos de pas-
sar aobra Bastei a susimagem fiel. Elle prin-
cipia pelo sol e acaba pela chura : por tanto ou-
vi-me com benevolencia, que nio farei corar nin-
guem.
E' do tempo mais remoto que, me lembro. Ti-
nha vinte e dous aooos. Miohas dragonas de te-
uenteeram anda muita novas: meucoracio era
quasi tio novo como ellas, e at ouso dizer que
elle era nesse tempo tambem de ouro como ellas.
Meu regiment viera passardous aonos na pe-
quena cidade de S... mioha primeira guarnicio.
Nao obstante serums cabeca de comarca, S...
era nesse tempo e cootinuaria a ser uma das
mais inspidascidades do norte da Franca. Uni-
forme de dragos talvez fosse ahi admirado, po-
rm eslava bem looge de ser amado. A provin-
cia prudente ; ella lera uma especie de repul-
sio instintiva por tudo que brlha. Eramos por
tanto os javalis do paiz.
Os barguezes de S... scampiram o mais longe
que poderao nosso batalhio. Sua indifferenca sis-
temtica estabelecera entre suss mulherese nos
um cordio sanitario. Quando muito, duas ou
tres casas, menos temoratas que asoutras, ousa-
ram enlreabrir-se nos nessa pequea cidade, ao
mesmo tempo bypocrita e affectada. Se nao ne-
aessitassem de daosalores na prefeitura, seus
propriog sales ficariam fechados pira nos. En-
tretanto alies s se nos abriam duas ou tres ve-
zes no anno, no dia dasrecepces officiaes. Vol-
lavamos gelados dessas reunies, tal era o glacial
acolho que ahi se nos fatia.
Era fatalidade, um bello sangue corra sob o
gelo com que se cobriam em nossa presenca as
mulheres de S-... que lioham deste modoachado
o segredo de oo serem amarais, conservndo-
se sempre bellas. Ellas oio so feias dizis-
mos nos, e para que fim todos esses bens perdi-
dos 1
O regiment de infaolaria que estivera antes do
nosso em S... foi ahi tratado com menos durezs.
Porm da cavallaria oinguem queria ouvir fallar.
Sorrir para um dragao, considerava-se em S...
uma enormidade.
O que verdade que essa cidade austera, po-
rm que nio era ceg, nos achava bellos. As
mulheres abaixavam os vusquando nos passava-
mos ao lado d'ellas as ras, como se obedeces-
sem a uma ordem. As proprias mercadorss, en-
trincheiradas dentro do aeu balcio, votta.vam a
cabeca, com medo de olhar-oos, eocaixotando
nosso dinheiro. Era, preciso coovir nisto, pa-
gar bem caro as vantageos naluraes inherentes a
nossa arma.
Passamos uma triste vida durante esses dous
iotermioaveis anoos. O caf era nosso nico re-
curso. Veramos ahi encerrados como em uma
quarentena.
Durante esses dous annos oceupei-me em. jo-
gar o domin, o bilhsr, em fumar desde manha
at a noite, em obserrsr todos os dias as mesmas
casas, e lojss, sem ve-las, em dormir de da, e bo-
cear al oito horas da noite.
Quando nosso coronel disse-nos que obtive-
ra nossa madanca. e que iamos sahir deste pur-
gatorio, para ver abrir-se diaole de nos o psraizo
parisiense, foi uma grande alegra para todo o
regiment. Bem depressa nossas malas estaram
preparadas.
CAPITULO II
Julgo que teria esquecido 3... se o pequeo
ocidente que vou contar-vos, nao viesse lem-
brar-m'a um dia.
liara dous mezes que tinhamos deixado essa
aborrecida cidade, e que estavamos na morada
dos bemaventurados, em paiz; tinha encontrado
j nesse lugar de delicias, o que me faltara em
S... quero dizer, um lugar conveniente para meu
corscio. quando uma manhaa, ( em que eu es-
lava anda dellado J meu orJeoanga levou-me
uma caria, cuja visls, nio sei por que, embara-
Cou -me. Ella tinha o sello de S... Quem poderia
escrever-me deS... ? Quem teria, depois de dous
mezes, sentido s necessidade de correspooder-ie
commigo, em um paiz onde eu tinha certeza de
oao ter deixado dividas, oem amigos ? Voltei e
toroei a voltar o sobscripto, elle nao me lem-
brou ledra alguma conheclda.
Iicadeza. Sabes com que silencio desesperador
me respondeste ? Julguei jue, decididamente,
nio me araavaa maia e enlao......
Eolio?.......
Jorge passou a mi pela testa.
Eolio, replicou elle corajosamente, quiz
eiquecer-te Inteiramente e conirabi novoa lacos,
com a dfferenca, porm, de que estes sio indis-
soluveis. Estou casado.
Elisabeth soltou um grito de Iones.
Casado, casado 1 repeta ella I Ah I infeliz
que sou !
De repeote ergueu-se e disse :
Mentes! Queres expetimentar-me I queres
ucar certo de que te amo I queres punir-me I E's
homem de bem, e bem sabias que o teu casa-
mento com ess'outra mulher seria a mioha mor-
s ; ter-ine-has amea;ado com esse casamento
antes de.o coolrahires. Nao o fizesle, mentes ;
bem vs, adevinhei lado. Acabas de tszer-me
muito mal. Se te flz, estamos quftes. Dize-me
que tudo isso falso.
Perdi-me, mas verdade.
Assim desposaste oulra mulher 1 Assim dez
annos de sacrificios, de dedicacio, de amor ; mi-
nha vida deapedacada, minha honra perdida, mi-
nha familia abandonada, tudo isso era intil, lu-
do isso nada foi para ti ; e fallas da tus delica-
deza e fallas do leo amor : e julgas que, quando
nio tenho mais seoo i ti no mundo, quando oio
tenho mais outra razio de viver sanan por ti, hei
de renunciar ti, porque me dizes framente :
Son casado I Quando liveres partido, eu hei
de ser obligada i matar-me I
< Nio, continuon Elisabeth cuja paixio havia
chegado ao limite em que a loucura comeca ;
nio quero mais morrer agora ; tua vida me per-
tence, como te pertence a minha. Eu, porventu-
ra, ter-te-hia engaado? Ter-me-bia casado?
E se tivease feito, acreditaa que, para acompa-
nhar-te quando me chamasses, nio deixaria ma-
rido e filos, como deixei pae e mi? Tanto peior
para essa mulher; por que razio vem se iotro-
metter na minha vida? Amaras-me antes de co-
nhec-la ; deixa-la-has que morra, se quizer ;
mas eu quero virer e morrer comtigo I
Elisabeth I
Lembra-te destes dez aonos I Ha leis msis
sagradas que ss dos homens e da sociedade : sao
al da alma e da honra. Por ventura os Ucoa re-
centes que te uoem i essa mulher sio to fortes
como os que mim te prendem? Pois tu mesmo
oio me juraste que eu era tea esposa perante
Deus, primeira vez que cedi ao tea amor? Es-
queceste este juramento? Pois eu me lembro.
Nao elle tio serio para ti, como um juramento
feito perante um padre? To nao podes amar essa
mulber. Pensavas sempre em mim, como distes-
te ; fofo despeito que le fez si esposo. Ella te
ama? E de mais sabe amar-te como eu te amo?
Nio. Fica comigo, meu amalo Jorge, e veril
como seremos felices. Escreve essa mulher que
partes; de1ta-lhe la fortuna. Ella moca; con-
aolsr-se-hi. Ora vamoa.. Tu consntes ?
Elisabeth limpou as lagrimas, como se a couaa
m nov Ittpdtfivel que queria tiresse sido siustada.
fjuem acreditarla nunca que nessa morder lio
tranq-ailla, tio doce, fio fra na apnarencU, bATie
lemelhante foco de paixio ?
A hon idUntava-se. Era neceimip qae Jrjr-
gevoltiije. "EttaquerU cortar a sttaa'Q com
ama s 'patarra'1
lis tor-
teo!
Adeus disse.
Elisabeth correu para a porta e poz-se diante
della de bracos cruzados.
Ah I assim, exclamou ; pois bem, fere-
me, nata-me, se quizeres ; mas emquanlo eu
for viva, tu oio passesrs.
Ora vamos, Elisabeth, nada de aceas ridi-
culas I respoodeu Jorge ; necessario que eu
parla. *
Para Ir ter com esaa nyilher ?
Sim.
A' quem amas ?
Jorge nada respoodeu.
Dize-me que amas e deixo-te partir.
Elisabeth pronunciara estas ultimas palavras
com tom tal, que sea amante nao se atrever a dl-
zer-lhe o que ella lhe perguntava.
Bem vs que anda me amas !
Pois bem, sim, replicou Jorge, que queria
todo o casto, recobrar a sua liberdade ; pois
bem, sim, rao-te alada, bem o sabes, e bem o
vs, porque aqui vim. Mas porque razio nio me
acreditaste quando eu t'o disse ? Nada disto te-
ria acontecido. Estaramos reunidos. Cedi aos
pedidos de minha familia. Nunca amarei essa
mulher tanto como te amo i ti; mas minha
mulher; nada tenho que exprobar-lhe ; terei por
ventura o direito de lhe fazer mal ? Comtaoto
que eu te ame, que te importa que haja no muo-
do uma mulher que lem o meu nome ? Coman-
lo que oos vejamos ainda, qae te importa que eu
seja marido de outra, e quem impede qua nos
vejamos como antigamente.
Ora vamos, continan elle apertando-a nos
brabragos como noa mais bellos tempos do seu
amor, anda podemos ser felizes. Elisabeth, tu
bem sabes, quo nuoca ameijji ninguem, senio
a ti. Este casamento mesmo uma prora. Pois
oio vs nella a prora do deagosto, do desespero
que me causara o teu abandono ? Nio empre-
guei lodos os meios para que torneases i mim ?
Se tua lembraoca nio fosse omnipotente sobre
mim, qaando me escrevesle qae viesse c, tena
euvindo? Nio podia partir com minha mu-
lher e deixar que o acaso te contasae a verdade,
quaodo eu estivesse looge de ti, quando oio sou-
besses onde eu eslava I Vamos, raciocina um
pouco. Traoquillisa-te, tudo pode conciliar-s ao
prstate, sem cooiar qua o futuro tem de re-
parar tudo. Nada eti mudado; virei ver-te
multas vezes ; todos os din lalvez ; queres?
A colera de Elisabeth desfszia se sob essas duas
palavraa entre meia daa de beijos dados propo-
sito. Deixou-secahir, chorando, nos bracos de
Jorge e dissa-lh:
Minha vida tua, fazo de vim o que qui-
zeres.
Entilo elle levou-a para um canap, ijoelhou-
se-lhe aos ps e acrescenlou ainda ao que aca-
bara de prometter as prlmeiris proras que podli
tfir-lhe. O presente em um instante te reatau
ao paseado ; Elisabeth esqueoeu tudo oes bracos
desse homem, excepto que anda podia ser ama-
*% por elle, e meia hora depois, rtsonhi e tran-
quilla, acompanhava-o at .a eatrada, diaeo-
do-lhe :
Al amanhaa, nio assim ?
E pox-se i iaaeUp*ra ye*le ratirar-ae at que
um escarpiewai aV> camioho' th'o occullou aos
olboi. Elle, apenas apanhou-se louge das vistia
dallo, lirgou-se i earriiras.,dizeoija comjig : i
*brftn2*JtV1* *f*' "?ndices, o mesmo
irtm misfcrto., fados oa quatro la-
^IW' N** d* natura I
" r#uf1IJ,Jtte latiayma, una carta de malher
ulvaz I lato Uraava-se interesisnte. Deitei-me
sobre o travaaseiro, e comeoei a lr a misteriosa
epstola.
Vou dizer-vo olue ti r"'1
Senhor lenle,Talv>t seriis singular que
um desconrMtide tome a liberdeda (Je escrever-
vos, e que ab-teora-se de asavfjjoar sua carta...
Um descoahecido I e ni! uma desconhe-
oida I Nio escandalisarei a niiguem dizendo que
a arentura-perdeu qussi tolo o interesse para
mim. Mej despeito fi similhante ao qne ex-
'pedmeoia lodo aquello que, em um baile de
mascadas, descobre barba no queixo de um do-
min de bella figora, que liveste sorprendido
um instante sua jttencao a seu braco. Aficar
intrigado queria que fosse por uma mulher.
Deixei pois a carta, e conlinuei a leitura do
jornal, que Interrompera com a anegada do meu
ordenanza.
Todava, ou fosse por falta de noticias, pois
as que haviam eram simllhantea as da vespera,
ou fosse por urna involuntaria curiosidade, o qae
sei que meu jornal bem depresaa cahio-me das
mios. Tomet de novo a Carta e desta vex ll-a
at o fim.
Espero, {dizia meu correspondente, anony-
mo, que depois de ter lido o que vae seguir-se,
comprebendereis que eu deva guardar para com-
vosco o maior incgnito. Nio tenho a honra de
ser vosso amigo, senhor, porm lei.perfeitamen-
te, e isto me bast, que me dirijo a un gentilho-
mern. A extrema confianza que rou mostrar-
vos, oaodeveria ser engaaaila, eslop Certo disto.
Nio creio engaar me', senhor teoeote, di-
zendo que, durante vossa estada m S. devo-
ris ter notado urna das mulheres mais bem con-
ceituadas da cidade, a encantadora malama R...,
a mulher do ptico R.. ., cujoi rmazens eali
situados us ra A, ... e na prsca B.. .
Ah senhor, infelizmente, como vos tam-
bem reparei nella I Porm, almittido por al-
gunas relages da visinhaoga a ver frequente-
mente madama R. e a lcr.de alguma maneira
farailiaridade, oio pude v la, sem ama-la lou-
cameote. Ha tres annos que meu corajo per-
teoce inteiramente a essa adoravel e cruel crea-
tur i. Dero dizer-ros finalmente que o mais r-
dante amor oio- foi de modo algum correspondi-
do. Se tive a priacipio a esperanga insensata de
abranda-la, esperanga qae aio-era aulorisada, eu
o coofasso-o, seoio pela sinceridade de meus
sedimentos, essa esperance, est perdida para
sempre ...
Cooheceis o rigorismo de nossa cidade; em
parte alguma os cosiuraes sio tao severos. Ou-
zei altrbuir Jurante algum tempo os desdos de
madama R. .. ao legitimo receto que ella podia
ter de compromeiler-s. Porm ioleinraente
descubr maia tarde uma causa maia real para
saas obstinadas /acusas. Madama R. oo
ama, nem poderia amar seu marido.
Homem intelligente, distiocto mesmo em sua
especialidade, porm absorto exclusivamente por
seus negocios, e sempre a procura de descobir-
tas relativas a sua arte ; M. R. o peior dos
maridos para uma mulher como a sua. Nao obs-
tante ser casada ha oito annos, madama R. .
tem-se conservado nm thesouro ignorado para
aeu possuidor. Violento, brutal, ioflexivel, e
at mesmo, preciso dize-lo, de uma fisiono-
ma repugnante, M. R. nio lhe faz nem mes-
mo a honra de estimular-se pelas homenagens
que suas qualidades, spezar de sua rezerva, lhe
grangeam. Portanto nio podia sera ternura que
madama R. tivesse l seu marido qae a torna-
va insensivel a meu amor. O que era eolio ?
Resolv descobrir esse segredo. Sahi-me muito
bem, senhor, madama R. nio caaquilha.
Quereodo um dia por fim as minhas persegui-
edes, cedendo talvez a um mormenlo de pie la-
de barbara,' fez-me comprehender que seu cor-
ceo nio eslava, oem nunca estara li?re. Con-
fessou-rae qae amara um hornera que ella nao
podia aem quera nomeiar, e accrescentou que
aqaelle a quem amara ignorara e ignorara sem-
pre o seu amor.
Em vao procurei durante muilo conhecer a-
quelle, que aem o saber, podra fazer uma im>
pressio lio viva sobre aquella que eu amara.
Nuu* vi a seu lado pessoa alguma sobre quem
oodesse recahir razovelmente miohas suspeilas.
Porm do momento em que eu menos esperara
descobri-o por um acaso.
Lembrae-vos, sem durida, senhor, que os ves-
pera da partida do vosso regiment para Pars,
entraste* ao meio dia oo armazem de madama
R. ... Nio esqueci particularidade alguma desse
iocideote, ieis procurar faixas, e um estojo do
mathematicas que tiaheia dado a M. R.. para
coocertar. Na auzeocia de seu marido, foi ma-
dama tt.. quem vos recebeu. Disseste-lhe que
teodo departir nessa mesma noite linheis de le-
var esses dous objeelos.
A essa noticia, madama R. ficou lio palu-
da, que julguei quo ia deamaiar. Diatrahido pelo
singular sparelho de um barmetro de msica,
ultima invengo de M. R.. nio reparastes na
commocao de madama R. Porm infelizmen-
te, ella nao me escapou. Foi para mim ao mes-
mo tempo uma descoberta e urna punhalada I
Alguns momentos depois, parlistes, e mada-
ma R. oio podendo mais cooler-se, eomecou
a chorar.
(Continvar-$e-ha.)
Safa 1 custou-rae, mas sempre chego
tempo I
Que homem era esse Jorge ? Ora, meu Deus I
era um homem 1 Se outr'ora havia engaado
Elisabeth, porque esse amor ji nio lhe era
suficieute, teodo, como j dissemos, o grande
deleito de ter dez anuos de edade, niofler maia o
recurso do imprevisto, e oio viver mais seoio
pelo habito, que para o coracio o que a embsl-
samagio para a vidi. Quando Uvera lagar o
rompimento, Jorge comprehendera o pesar que
devia ter causado i Elisabeth, arrepeadera-se
sinceramente, e a>recordacio,. escoltada da suss
exprobagea interiores, Uvera por vm instante
em sua alma o poder do amor. Tinha feito tu-
do para ser perdoado. Vimos com que resolu-
cio Elisabeth responder i essas tentativas.
Ento o lempo comecara a sua obra : pouco
pouco o amante desviara os olhos do passado, ti- '
nha vodo a reflexo a nm dia achar-se sor-
rindo ao fuluro que lhe mosirava um amor novo,
uma aova joven, uma familia. Tivera ainda al-
guns remoraos, peosava na pobre abandonada ;
ae ella tivesse rollado oesse momento, elle pro-
vavelmenle lhe teria sacrificado suas ideas no-
vas ; maa linha parecido peraistir neasa separa-
cao, tinha sabido de Pars e elle oem ao menos
aabia onde ella eslava. Poz o peso falso dessa
ultima ausceptibilidade na balanza, que se incli-
nou desde eolio para o casamento e csaou-se, o
mais secretamente que pode. Agora ella escre-
ria-lhe que quena ve-lo sem lhe dizer para que,
O que devia faier ".' Nio responder (ora cruel;
escrever-lbe fra imprudente ; foi portanto. a ter
uma explicacio franca. Encootrou a exaltado
que os leitores virara 1 Como aahir da pisicao ?
Fazendo crer que caria, tirando uma ultima
prova do passado e dando-a i pobre mulher como
uma garanta do fuluro.
Sahindo da casa de Elisabeth, qual devia ser o
seu primeiro pensamehto ? Chegar depreass &
casa de sua mulber para qua esta da nada des-
coofiasse. No entaoto acabara de eogsna-le.
Ora vejsm como a beija ao chegar; pois beija-se
assim uma mulher quem ae eogaoou ? Nio
s nao a enganou, mas acaba ^kacertiticar-se de
que o psssado esti bem morle.^"
Os amores de Jorge e de Elisabeth estavam i
esse hora na posicio de um homem ferido do
raio; fica de p, tem as apparencias dtt vida, jal-
gamos que ao toca-lo elle acordar, man loca-
mo-lo e desfaz-se em p i
Teremoa nos necessidade de muitos detalhea
para explicar e fazer compveheader o qae ae-
guiu I essa recoocilucao cxa ? Nao;caminhou
tropezando, no meio oe reteios, de guaperas, da
lagrimas,- de esperes, de eiumes, da.huaiilhacoeo,
de ridieutoi, al esta Itima palavratexpasr-
vel. Tinha oaegado lase ponte, queode en-
contramos Etiaaaeth. V menos que nao quizesse
abjurar toda a digni&ada ou jxaUr.se, rnaaemoi-
aelly de Norcy devia tomarQpartide qae toma-
va; nao a. romper, maa quebrar; nao s deixar.
mas pss.ii.:) Como e die ato Jai apota em
umi das tasa cartas i Jacques :
< Mi i ha- vid* ac be a paira o amor; procuremos
que sirva i amtsade. a Chegou i Carlsbad.
(Conlinuar-M.na.l
PERH. f YP DE M. F. OE PABIA. .$ FtXHO. Wt.
II
l\
I


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYFT2F6H9_EVFCP6 INGEST_TIME 2013-04-30T21:30:13Z PACKAGE AA00011611_09895
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES