Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09894


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Full Text
lili lilil ItlttO 292
IV tres aeies adan lados
Pr trs eses vencd
OABTA rEIll 1S II DEZEIBRO II IICI
Pr ubi adi0tdt 19100 O
E.NCARREGADOS DA SUBSCMPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lomos Braga; Cear o Sr.
f. Jos de Oliveira; Haraobio, o Sr. Haooel
Jos Martins Ribeiro Guimarea; Psr, Justino
J. Ramos; Amazonas, Sr. Jeronymo da Costa.
PA RUDAS uus CUKHfclua.
Olinda todos os das as 9j4 horss do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as Segundas
e settas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
6 Garanhuns as tercas-feiraa.
Peo d'Albo, Nazarelh. Limoeiro Brejo, Pes-
queira. Iogazeira, Flores, Villa-Belfa, Boa-Vista,
Ouncury e Ex as qua-tas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Uoa.Barreiros
Agua Preta, Pimentetras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da msoha)
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
1 La nova as II horas 57 minatoa da farde.
9 Quarto rscente sos 50 minutos da manhaa
17 La chala as 5 horas 3i mina toa da tarde.
2d Ouartomiogaanta as 7 horas 32 minuto
da tarde.
31 La dots u 11 horas e 35 minutos da man:
PREAMAR DE MOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da maohis.
Segando as 6 horas e 30 niatos 4a tarda.
DAS DA SEMANA.
16 Segunda. Ss.Ananias, Aurias a Miztli mm.
17 Terra. S. Banholomeo de S. Geroiniano.
18 Onarts. N. Senhora do O*; S. Espiridiao c.
19 Quinta. S. Fausta; S. Dario m.; S. Paurillo.
SO Sexta. S. Liberato m. ; S. Foligonio b.
21 Ssbbado. S. Thomap. ; S. Temistccles m.
n Domingo. S. Honorato m. ; S. Floro m.
AUSENCIAS DOS TRIBUNAE8 DA CAPITAL. ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO SUL,
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas, quintas e sabbadosaslO hora
Fazenda : lergas, quintas e sabbadoaas 10 horas.'
Juizo do commercio : qnsrtas ao meio dia.
Dito de orphios: tercas e sextaa aa 10 horas.
Primeira rara do civil: tercas sextas ao meio
da.
Segunda rara do civel: qonlas e sabbados i
hora da tarde.
PARTE OFHCIaL.


t
>

GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do governo do dia 14 de
dezembro de 1 Hll
Offlcio ao Eios. presioVnte de Santa Catharina.
Ficeodo inteirado de haver- V. Etc. tomado
posse e entrado no exercicio do cargo de presi-
dente dessa provincia, como me communicou em
seo offlcio de 19 de novembro ultimo, asseguro
V. Exc. que terei sempre o maior empenho em
cumprir suas orden*, quer sejam relativa ao ser-
rijo publico, quer ao particular de V. Exc.
Dito aoExra. Sr. presidente do Rio Grande do
Norte.Ouvindo o director do arsenal de guerra
obre a,materia do offlcio de 88 de novembro ul-
timo, em que V. Ezc. fez-me eeritir a falta de 4
mantas de la das que forarn remetlidas no vapor
lgttaras, com destino Companhia de cando-
res e ao deposito de artigo bellicos dessa provin-
cia, eebe-me dizer V. Exc. em resposta que,
segundo informa o mesmo director no offlcio cons-
tante da copia junta, a remessa desses artigo* foi
ellectuada com toda a exactido por parte dauuel-
le estabelecimeuto. Assim rogo V. Exc. se sir-
va de mandar proceder a novas iodagages acer-
ca do desapparecimeoto das referidas mantas,
commuoicaodo-me o resultado dellas.
Dito ao brigadeiro Solidonio Jos Antonio Pe-
reira do Lago.Pelo aeu offlcio de 13 do corren-
te fiouei inteirado de haver V. Exc. entrado
naquelladaia no exercicio do cargo de comman-
Uante das armas desta provincia para o qual foi
nomeado por decreto de 30 de novembro ultimo.
Communicou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar acer-
ca do que pede no incluso requenmento o teoen-
te refirmado do exercilo Joo de Sijueira Cam-
pello, a que ae refere a infurmaco do director
das obras militares.
Dito so mesmo.Passo s mos de V. Exc. os
procesaos de conselho de guerra das pracas men-
cionadas na relaeio junta, an de serem cum-
pridas as seolengas proferidas nos meamos prp-
cessos pelo conselho supremo militar de ius-
tiga.
Relaco a que se refere o o/ficio de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia desla dala.
2o batalbo de infamara.
SoldadoJoaquim Jos de Sanl'Aoaa.
Jos Felippe Ctmsra.
TamborAnacalo 'Jos Ferreirs.
c i4 ba,a,hao de iafanlaria.
soldadoJos Caetaoo da Silva do Nascimento.
Lino Jos de Paula.
Joo Aotonio de Oliveira.
Virgioio Ferreira da Sirva.
Ponciano Pereira da Silva.
Jos Joaqun Cardozo de Mello.
Dito ao mesmo Passo s mos de V. Exc. os
processos de cooselho de guerra do tambor Ms-
noel dos Santos, e dos soldados Joaquim Miguel
leix'irae Vicente Csrneiro Paes, todos do 4
bitalhao de artilnaria a p, aQm de serem cum-
pridasassentencas proferidas nos mesraos pro-
cessos pelo couselho supremo militar de ius-
tiga. '
Dito ao coronel Lata Jos Ferreira. Ficando
inteirado pelo seu offlcio dehontem, de haver V.
S. n mesma data passado o exercicio do cargo de
comraandante daa armas desta provincia ao bri-
gadeiro Solidonio Jos Aotonio Pereira do Lago,
louvo V.S. pelo seu zelo e servigos prestados
durante o tempo que eierceu interinamente
aquello cargo.
Dito ao chefe de polica. Transmiti V. S.
para aeu coohecimento e direrco, copia das io-
formacoes ministradas pelo Exm. presidente da
provincia das Alagoas em data de 4 do correte,
com referencia ao reo Manoel Joaquim de Santa
Anna Nicodemos, preso na casa de detenco des-
ta cidade.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmuto V. S. para os flns convenientes a
inclusa copia da acta do cooselho administrativo
uo arsenal de guerra datado de 11 do corrente.
Dito ao mesmo. \o major Carlus Felippe da
Silva Muoiz e Abren e capillo Tiburcio Hilario
da Silva Tavares mande V. S. abonar, de coofor-
midade cora a sua inforruago de hornero, sob n.
1207 as vaotagensiloseogenheirosem corami;<
de residencia, dos termos da observaco 10' da
tabella do i de maio de 1858, visto que foram
elles nomeados na forma das ordens imperiaes
para examinarem s estado das fortiQcscoes da
provincia.
Dito ao mesmoCommuoico V. S. para seu
conhecimento que, segundo consta de aviso do
ministerio da fazenda de 29 de novembro ultimo,
foi approvada a nomeaco que flz do hachare!
Pedro Affouso de Mello para exercer interinamen-
te o lugar de procurador fiscal dessa thesouraria
de fazeoda, durante o impedimento do respectivo
propuetario.
Dito ao mesmo.Em vists do incluso pedido
queme foi remettido pelo brigadeiro comman-
danle das armas, com offlcio de hornera sob n
2067. mande V. S. entregar ao almoxanfe do
hospital militara qoantia de l:00i>$ para occor-
reres despezas daquelle eslabelecimeoto na se-
gnoda quinzeoa do presente mez.
Dito ao mesmo.Oe cooformidade com o aviso
do ministerio da guerra de 15 de novembro ulti-
me, junto por copia, mande V. S. ajustarconta e
pag.r ao coronel Jos Mara Ildefonso Jacome da
Veiga Presos Mello, a gratiQcaco de exercicio
que deizou de recebar durante o lempo que este-
re em servico na provincia das Alagoas.
Dito ao mesmo.Recommeodo a V. S. que,
estando nos termos legaas os ioclasos pret que
me foram remettidos pelo commandanle supe-
rior interino da comarca de Flores, com offlcio
de 24 de novembro ultimo, mande pagar aoa ne-
gociantes Lavra & irioeo a importancia relativa
aoa mezes de setembre enutubro deste son do*
guardas nacionses destacados no municipio de
Villa-Bella.Communicou-se ao commandanle
superior respectivo.
Dito ao provedor da Santa Casa da Miseri-
cordia.Cora inclusa cofia do offlcio do iospec
tor da thesouraria de fazenda datado de hornera,
respondo o que,V. S. me dirigi em 4- do corre-
te solicitando as convenientes ordens aQm de que
aquella thesouraria pague ao thesoureiro esmo-
ler interino da Sauta Casa da Misericordia Justi-
no Pereira de Faria, o subidio. dos viohos de
agosto e novembro do correle anno.
Dito ao commandanle da presidio de Fernan-
do.Remella Vate, para esta capital oa pri-
roeira oppurlunidade e com as competentes guias
os sentenciados Belarmino Alves de-Carvalho
Cezar. Joao Paulo da Silva e Antonio Pereira
dos Santos, segundo que pelo juizo municipal da
pnmeira rara foram reguuitados em 12 do cor-
rele, por terem camprido as seotencas a que
foram coodemnados.
Dito ao director das obras militares.Hja
Vmc. de informar com brendade acerca do coa-
leudo oo termo de conferencia' joote, que me
ser devolvido, declarando a razio por que nao
poz banhos de choque, e o mars que se nota
oo mesmo termo, na casa de banhos do hospital
militar.
Dito ao director de arseaal d guerra. Faca
Vmc. entregar ao tenenie coronel commandanle
do5 batalho da guarda nacional deste muni-
cipio, romo solicitou o respectivo commandanle
superior en oficio o. 174 de 11 do correte, as
42 armas do adarme 17 do mesmo baUlhao que
para serem concertadas faram mndalas para
essa repartido. Communicou -se ao commao-
danle superior do Rcife.
Dito ao coramiisario vaccinador provincial.
Cooyem que Vmc. me remeta al ouiiimode
Janeiro vindouro ura mappa dos individuos vac-
cinados duraote o ano o correnie, expoodo ao
mesmo lempo o que lhe orcorrer a cerca de
propagaco de vaccina nos diferentes maoicipios
da proviocia.
Dilo ao eogenheiro fiscal da estrada de ferro.
Respondendo o seu offlcio da13do correuje.tenho
a dizer-lhe que nao havendo governo imperial
resolvido acerca da demUsao que soliciton o eo-
genheiro ciril Fiamioo Rodrigues Vieira, do lu-
gar de ajudaole do engenheiro fiscal da estrada
de ferro, nao pode elle deixar o exercicio do seu
cargo ; o que Vmc. lhe far constar, para que
volte quaoto antes so exercicio de suas fuoc-
ces.
Dito ao mesmo.Reroetla-me Vmc. at o ul-
timo da Janeiro vindouro, afim de ser levado ao
conhecimenlo da assembla legislativa provin-
cial urna expoiico circumstanciada do estado da
estrada de ferro desta proviocia.
Diio a cmara muoicipil do Recite. Para po-
der resolver acerca do que rettexiooa cmara
municipal do Recite em offliio de 6 com relaco
ao cuaiprimeoto da ordem -coolida em offlcio
desta presidencia, de 4. tudo do corrente mez,
coovemque a mesma cmara me Informe te j
se acha em execuco obra da estrada de ma-
ladouro publico desta cidade, contratada ltima-
mente com Jos Augusto da Araojo.
Diloao juiz municipal da I* vara.Transmit-
i Vmc. para seu conhacimeoto e direceo, co-
pia das informales ministradas pelo Exm. pre-
sidente das Alagoas, com referencia ao reo preso
na casa de deiengao desta cidade, Manoel Jos-
quim da Santa Anna Nicodemos.
Dito ao cooselho de compras. Pode o con-
selho de compras promover na cooformidade dos
artigo* 9 e II do seu regula memo a compra dos
anigose mais objectos mencionados no seu offl-
cio de 10 do correnie, visto serem necessarios ao
arsenal de marioha, e aos navios da armada como
declarou o mesma conselho.
Dilo ao juiz de direilo interino de Garaohuos.
Respondo ao seu offlcio n. 21 de S& do mez
passado com referencia ao processo instaurado
contra o ex secretario da cmara municipal do
Buique Joo Alves da Cunha, dizeodo-lbe que
seguudo os preceitos da legislaco vigente sobre
a materia nao pJe o respectivo processo ler o
destino que Vmc. diz ler-lnd dado, coovio lo que
prosiga nos termos ulteriores delle at a despro-
ouocia do sumariado, ae pars Uso hearer fun-
damento como lhe parece.
Dito ao Dr. Jos Quiniioo de Castro Leo juiz
de direito do Brejo.Coosta da panicipaco da
secretaria de estado dos negocios da justica de"
29 de oovembro prximo (indo que por decreto
de 26 do mesmo mez S. M. o Imperador houve
por bem remover Vmc por asaim o haver pe-
dido dessa comarca para a do Limoeiro, o que lhe
commuoico para seu ceohncimenlo declarando
que lhe tica marcado para entrar em exercicio o
praao de 3 mezes contidos desla dala.Commu-
nicou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao juiz de direilo de Limoeiro, Lourenco
Francisco de Almeida Catanho.Consta de par-
ncao da secretaria de estado dos negocios da
jusiica de89 que por decreto de 26 do mez pas-
sado, S. M. o Imperador houve por bem remover
Vmc desta comarca para a do Brejo por assim
o haver pedido: o que lhe communi-.-o para sen
coohecimento declarando que para entrar em
exercico (ka marcado o praso de 3 mezes conta-
dos desla data.Communicou-se a thesouraria
de fazeoda.
Alagoas.'o Sr. Claodino Palcio Das ; Bahfe,
o Sr. Jos Martins Alve; Rio deJaneiro, o Sr
Joo Pereira Martins. '
EM PERNAMBUCO.
I c 2* pJft?rAet*rio" d0 PUB1 MD>el Figneiroa de
wa fi Filho, na sua livraria praca da Indepen-
dencia na. 6 e 8. "
Expediente do secretario do
goveruo,
Qfflcio ao capilo do pono.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar A V.S. em
resposta ao seu offlcio de 11 do corrente sob
o. 805. que fica ioieirado de ler de seguir para
os porios do norte al Goiaona no oa 16 do
correnie o sjudantealessa capital aQm de visitar
as estages a ella pertencenles, assim como os
porios oo sul at Una, logo que se recolha da
visita do norte. ,
Dito ao Dr. Marcos Cousseiro da Cmara Ta-
marindo juiz municipal da Villa Bella.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda aecusar re-
ceido o offlcio de 22 do mez paseado em que V.
S. participou ter no da 21 do mesmo mez reas-
sumido o exercicio do seu cargo por ae ter pre-
sentado o juiz de direito da respectiva comarca
a quem V. S. aubstituio. Commnnicou-ae a
thesouraria de Cazenoa.
Dito ao Dr. Theodoro Machado Freir Pereira
da Silva.S. Exc. o Sr presidente da proviocia
manda aecusar recebido o offlcio desta dala em
que V. S. parncipou ter eotiado.hoje no gozo de
3 mezes de licenca que pelo governo Imperial
lhe fora concedido. Communicou-se a thesou-
raria de fazeoda.
Dito ao Dr. Joaquim Goocalves Lima juiz de
direilo de Flores.S Exc. o Sr. presidente da
provincia manda aecusar recebido o offlcio de 1
do mez passado em que V. S. participou ler nessa
data reassumido o exercicio do sen cargo que por
molestia havia deixado no dia 1* do mesmo
mez.Communicou se a thesouraria de fa-
zeoda.
Despachos do da 14 de dezembro
de iHt.
Rtquefimentos.
Bacharel Antonio Vuruvio Pinto Bandeira e
Aucioli de Vaseoocellos- Ficam expedidas aa
oecessarias ordens para que seja feta a apuracao
de accordo com qua prascrevem a lei e aa oe-
cisei do governo imperial.
Antonio Malaquias de Macelo Lima.Informe
o Sr. eogenheiro director da reparticao das obras
publicas.
Cosme Flix Correa de Mello. Informe o Sr.
director da ioatrucco publica.
Major Carlos Pelippe da Silva Muoiz Abreu.
Expedio-se ordem oo sentido que requer.
Feliciano Marques Viaona. loarme o Sr.
engenheiro director da repsrtico das obras
publicas.
Francisco Botelho de Andrade.Informe o Sr.
inspector, di thesouraria de fazenda.
Jeronymo Melchiadea Ferreira da Silva.Pas-
-e portara concedendo licenc requerida
com meiadedo ordenad j, na forma da lei.
Altere* Jos Ignacio da Silva Jnior.Informe
o Sr. comman Jante superior da guarda nacional
da comarca da Bda-visie.
CONMANDO DAS ARIAS.
Quartel-ffeneral do commando das
armas de Peraaubuco .aa eidade
do Reeife em llde dezciabro de
1861.
ORDEM DO DA N 4. '
Sendo a uoiforsnidade un dos primeiros carac-
terceos da disciplina militar, e deaesaodo o bri-
gaieiro commaaaante das armas, que a aeme-
lhsote respailo ae observen nesta guaroicio, com
toda a reatncco, aa ordena que prohibem qual
quer alteracao ao uao dos meamos uniformes,
chama por Uso 0 Uenee do* Srs. commandaQ-
tes doscorpos ecompaohiaa soladas, para as que
foram ltimamente publicadas na ordem do dia
do extincto quartei-general do exercilo n. 35 de
24 de oovembro de 1857, para que leona a mais
resUjcia e litleral execuco.
Asfignado. Solidonio Joti Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Joaquim Joti Pereira Vianna,
leoeote ajudante de ordens do commsodo.
EXTERIOR
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Pars, 24 de novembro.
As mudancas previstas e annunciadas as altas
espheras da poltica fraoceza ae vo realiaando :
o paiz acaba de assistir ao espectculo o mais
sorprendente. #
Um amigo ministro mostrou-se assaz espan-
tado da situicio ttoaoceira do estado, e dos pe-
rigos que a ameacam : nesle aentido redigio um
memorial, declarando que a seu ver o estado tem
despendido muito e abusado extraordinariamen-
te do crdito, pelo que se acha em vesperas de
urna trise immensa, a qual s promptas e deci-
sivas medidas poderiam conjurar.
Esie memorial mereceu pleoa e publica appro-
vacio da parle do soberano : e d'ahi vem'a sor-
preza que de lodos se apoderouao ver-se o go-
verno imperial proclamar tio alto as suas fallas,
resolveodo a ellas renunciar, e prevenir os pa-
ngos I
Digam o que quizerem aingoem pode negar
que ha tanto de oobreza oa coiflsso de urna
culpa, quanto de vileza na perseveraoga delta ; e
rollando ao caso da siluaco flnaoceira da Fran-
ca, essa conflsso publica, essa solemne resolu-
co de emenda mais que sufflciente psra tran-
quillisar os receios de toda a Europa : um pas-
so dado fra dessa vereda de prerogativas impe-
riaes, e por cooseguinte um passo para o go-
verno livre.
Urna cousa entretanto reservou o soberano pa-
ra si, a sabero poder indispenssvel tranquil-
lidade e prqisperidade do paiz. Fazemos mil vo-
tos aos cos para que a tranquillidade nao seja
aquella queeosiuma resultar da ioercia dos enfal-
daos ; para que a prosperidade nao se eoleoda
exclusivamente pelo lado dos interesses mate-
riees I
Porque a liberdade tio e tantas rezes appete-
cida o poder que deapert* as almas, apeifeicda
os caracterea, e engendra os bons/idados ; que,
roubando aos estados os esleios facticios em que
elles se apo digiosa forca da opinio ; que finalmente para
os goveruos a nica garanta de prosperidade e
duraco.
' Tornemos s particularidades do fado em ques-
|O.
Depois das indicaces mais ou menos errneas,
doa commeotarios devidos in liscricao Jos or-
naes semi-officiaea ou extra-officiosos, o Moni-
teur decidfo-se a fallar ; e a 14 desle mez aooun-
cou a nomeaco de Mr. Achules Fould para a
pasta das (naneas, e a radical suppressio dos cr-
ditos aupplementares e extraordinarios. Estes
do us fados considera veis chegaram ao conheci
ment do publico pela leitura de doas cartas im-
perises transcriptas as columnas daquelle jor-
oal, sendo urna dellas dirigida ao ministro de es-
os cuidados que as excitam ontra a Fran5a.
baila logo i compreheoso- de qualquer pessda
que as importantsimas publcar;es do Afoniteur
formara o pooto de partida para urna nova siiua-
cao, cujas consaquencias aero inevitaveis, entre
if'~ ? plenP restabelecimeolo da responsabi-
li lado ministerial. Um ministro que se apreaenta
com idea suas, e fa-lss aceitar, nao pode j aer
considerado simples instrumento da vontade im-
perial. Os decretos de 24 de novembro de 1860
emanaram da pura iniciativa do soberano; os no-
vos deeretos de 14 d,e oovembro de 1861 eraa-
:3"r!l^^ M e,.r aossnto padre
equivale a urna mudaoca de syslema. Mr. Fou*
sobe ao poder como outr'ora a elle subiam os
chefes dos gabioeles parlamentares.
Aexteoso dada aos poderes do corpo legisla-
tivo deve ter como consequencia necessaria igual
exienso para os direilos ds imprenss. Do memo-
rial citado daquelle estadista se collige a lilida-
de que resulta das criticas e comme'ntos, cuja
iniciativa a imprensa toma sobre si. As idis
spreseoiadss boje polo uovo ministro j o forsm
pelos joroaes mais de urna vez. Se os direitos
mais legtimos da imprensa nao fossem todos ns
das objecto de questao, ou expostns a cada mo-
mento censura do poder ducricionario que o
governo reservou para ai; se elts estivesse em
plena possesso desss autoridade que derifa-se
da liberdade aobreludo; os seus cooselhos teriara
merecido desde o coraego mais atieoco, e pro-
'*!?' 1et apoiados enrgicamente pela opioio
publica, tivessem sido logo ouvidos e adoptados
pelo mesmo governo.
Ainda nao temos noticia alguma offlcial de que
se delibarasse a reduccio dos armamentos e ne-
gociaco de um emprestimo ; mas presume-se
goralmente que uso vira a acontecer S vista das
novas concesses fetas por Napoleo III aos prio-
cipios constilucinoaes. Certos joroaes exislem
que, marchaodo dededuccao em deduego, che-
gam alea concluir que oesse estado de cousas
provirl tVevacuaco de Rima. Tal a iofluencia
da causaltatiioa quesempre vem acampo em to-
daa as questes da poltica actual I
UmacoBsa, porm, se apresenta ao espirito
sem grande exforco te raciocinio, urna cousa que
parece heje averiguada em face dos seoiimentos
toago poltica, o ontro por Mr. Bartoggi sobre a
silnagao financeira.
Logo na primeira sessao foi deposlo sobre a
mesa do presideote da cmara dos deputados o
projecto de composigao com a santa s, que a es-
la dever ser apreaentado por iolermelio do go-
verno fraocez. O projecto em queato compoe-
ae de onza arllgos, precedidos de urna suppiica
dirigida a Po IX. e seguidos de urna caria ao
cardeal Antonelli solicitando o aeu faroravel aco-
Ihimenlo e empeoho. Seguia-sa mais urna nota
enderegada do cavalleiro NiRra eocarregando-o
fe invocar os bons offlcios da Franca para que es-
.- os documentos
citados.
Como fcil de preverse as sesses spreseo-
tamam aspecto muito animado. Com effeito,
aa viclasitudes da questio romana, as ultimas*
onvulsoes da reaego napolitana, e as anciela-
promovidas pela temporisago da poltica
des
frsnceza explicara sobre modo aquelle ardor da
asamblea.
A proposito da questo romsoa nao podeoiosj
deixar detitar aqu as seguintes palavras bastan-
te enigmticas de raioha D. Isabel II por occaaio
da abertura das cortes :
Os governos collocados sob a dirsego do
papa reunem seos exforgos psra o fim de desco-
bnr os meiosdedar-lbe a paz nos seus estados e
a seguranga necessaria para exercer com inde-
pendencia o seu santo ministerio.o
Espers-se pela diacusso da resposta 'falla da
rainha para eaelarecer-se ease enigma.
Mr. de La Valetie que em Roma substitue o
duque de Grammont parece ter sido iocumbidn
de tranquilizar ao santo pa4re, e pouco a pouco
decid-lo a urna inteligencia mais livre. a urna
apreciagao mais rasoavel, sobre a situago. e o
msmo lempo empregar os meios de arranca-lo a
esse syslema em qoe obstinadamente se conserva
insiuuscoes de seus conselheiros com grande
pengo da unid a de da igreja catholica. Mis Pi
IX do seu lado parece tamoem disposlo mais que
nunca a nao fazer concesses, como se collige da
pastoral por elle dirigida as associagdes csiholi-
css da Allemanha do sentido de fortalece-las. em
a qual se l :
Os ioimigos de Deus e dos homens fazem a
no meio de numerosa escolla, e so som dos ap-
plansos gerses. e de manifestscoes de alegra.
Todava desembarcando em Pirea recebeu urna
mensagem telegrphic, e em tez de esperar
para fazer a sua entrada ooite com o pparato
annunciado no programma offlcial, parti imme-
oaWinente acompanhado de urna pequea escol-
la, cnegaodo Alhenas urna hora antes do cahir
aa noite ; pelo que nao n le hav^r a illuminacao
nem,oulras manifeatagea projeeladas. O rei e a
rainha entraran na capital quaef incogoilos."
>oube-se depois que a mensagem oirigida ao
re Olton o previola de urna conspirarlo Irsma-
aa por tres officiaes, que coosegoiram comprar
urna parte da sua escolta, e a imeiram nos seus
plaoos. Esses miseraveis prelendiam no meio da
conusao da noite e daa acclamages do povo ca-
nir sobre as reaes persooageos, que iam escoltan-
do e assassina-las.
Depis do atlentado do estudante Dassias temos
mais esta tentativa militar que regiilrar. Nao
queremoa dizer que a viita dessas dusg tentativas
criminosas o governo gregoestejs mais que oun-
cr na obrigagao de proseguir as reformas em-
prenendidas, e hrmar assim pela popularidade as
osiiiuigoea do reioo ; mas se cert > que os l-
timos criminosas teem eumplices no exercito,
ura indicio este de enraquecimento real, e im-
porta muito oeste caso que o governo procure
reagir com promptido a vigor.
Se de um lado os Turcos obteem alguns suc-
cessos sobre os iosurgenles da Herzegovina, do
outro MehemetAliPacha conaegue tnumphsr
em l.onstanlinopla sobre o ministro favorito da sol
tana Valid.e acha-se por ora soberano arbitro dos
destinos da Turqua ; receia-ae que veoha a ob-
ler do aulto, aubmetlido a sua perniciosa influ-
encia, a demissao do gro-visir Aali-Pachi, ho-
'Sttt*' cm*re?tt, em replica ;.pols funlamentaes da socio da" de civil.
Sacan 2l,qJ1.Vl!"h "? ,0d P"?0 e!U 8CCU- Ha p0,s rai5 d8 er-se que nao sejam bem
MaXfZ^rmZL'"'0 hZe"- uc1'lo as exforgos de Mr. de Lav.lete junto
Kuagaoaura os actos do ffleu governo.b Urna ca- ao papa
bTos'alY uuTeC.Z0,i^CluS'a.a!.enU:.?e mem'' de opinio que o melhor partido
nI?m?.ta.H..tm. "?. do aillansa as para sahir-se desse imbroglio sera o de opoor
seiuidM oes cZll^m^ fac,la,fnle coa- ao "0" Po^mu do soberano pontfice outro non
idni,! KJ t0' offlc,"s' est,r"1 em PO**um*t mais enrgico ainda, apoiado com a re-
im ar,,.e,reum : porque, mesma ori- lirada das tropas fraocezas.
F.lldX,LuBn. "?"""- ,. D,zem que ^"Odsco II se dispe a sahir de
!"!:!?- 25?oria.n!Sf .m.1d"Da aUa ad" RotD ; e qoro motivo de sua partida o desejo
,que tena de visitar a imperairiz da Austria, ir-
x-rainaa da Raples, que estabeleceu
miaiArago. *~de modifleag&ea,oaa attnbuiges
de muilo mioiaterios ; sobro iodo da Trgvaiaa
gao do .ministerio desatado. Acrr-se oesses
boatosrser concedido a Mr. Fould o privilegio de
relagoes directas com o imperador ; e Umbem
creada una direegao especial e independente pa-
ra as bellas arles. Deate modo reduzido o minis-
terio de estado poder ser aonexado de novo
ministerio da cass imperisl.
_Dizem mais que a erobaixada de Loodres ser
ao
m0.*," 00irV P0Prif r- Feuld. esaim co- I offerecida a Mr.'Wal.wAi/qu^Vd'avTa'ni"a acei"
mo tambera pela publuagao do memorial deste "-
ultimo.
Napoleo III na primeira das duss carias, isto
. ua que foi escripia ae ministro de estado, pro-
clama s necessidade de restringir-se o orcameolo
t era limites invariaveis e marca a convoca-
gao do senado para 2 de dezembro no intuito de
alterar-se a votagao do mesmo orgamonto, pas-'
sando-a de simples altribuigo dos ministros ps-
ra urna votago em pleoa aesso das cmaras.
A> o mesmo a seoatus-coosullus dever tam-
bera determinar a suppressio dos Crditos ex-
traordinarios e supplemeolares.
O imperador observa que, renunciando facul-
dade que linha de abrir crditos, renuncia a um
direito de que gozaram os soberanos, mesmo
coostiiucionaes; e accreacent*:
< Fiel ana meas principios nao posso encararas
prerogaliras da cora, nem como um deposito
sagrado em que se nao deve tocar, nem como
urna heranga qoe se deve traosmitlir inlscts de
paia a filhos. Eleito pelo povo, e representante
dos seus ioleresses, abandonara sempre sem pe-
zar todas as prerogaliras ioateis ao bem publi-
co.
A carta escripta de Mr. Fould urna inteira
approvago ao ayslema desse estadista fioan-
ceiro.
No importante memorial, a que Iludimos, pu-
blicado as columnas do orgo offlcial com assen-
tmenlo do imperador, Mr. Fould expoe que a
suppressio absoluta dos crditos extraordinarios
e supplemeotares o nico remedio sproprisdo
situago, cuja gravidade nao pode aer mais con-
testada : lembra que de 1852 para ci esses cr-
ditos ho absorvito perto da tres milmilhdes ;
que depois de 1858 s fazem eogroasar lodos os
anuos, e sobretudo oo prosele aooo se eleva a
sua cifra a quasi duzentos milhdes sem contar os
qua aero ainda precisos para prover crise ali-
menticia que se receta.
Observa mais que se tem recorrido so crdito
sob indas aa suaa formas, e seria um iiluso bas-
tante perigosi o coatar-se indefinidamente com o
deseovolvimento do crdito nacional.
< Os homens experimentados, continua elle,
todoa presagiam difflculdadea tanto maia gravea,
quaoto cerlo que as provincias, cidades, ecom-
panhias particulares se atiram a despezas multo
considerareis, a exemplo do estado, e para um
fim de melhuramonlo e progresso lalve crece-
pitados. r
O novo ministro das finsngas reconhece, ou-
iroaim, que o direilo de volar os imposios, re-
servado pela consliluigo'ao corpo legislativo,
jeni sido at o presente pouco mais ou menos um
burla ; pois que nem a este dada a facui Jade
de exercer urna de suas mais inconleslavais al-
tribuiges.
Ecom effeito, o que vale um exame verificado
am despezaa dezpito mezes depois de efectua-
das ; e sobre quem recatara a reaponaabilidade a
nao ser no chefe do ealadourna vez que os mi-
oislros sao respnosavvds somante per inte elle ?
nio hsveri razo para duvidar-ae_da utiltdade re-
sultante da discusso do orga melo, qusodo o go-
verno pJe, apezar das reduegoes consentidas ou
impostas, augmentar as despezas de toda a ualu-
reza, deuoia de encerrada a aessio ?
Estas verdades taols vezes combatidas reca-
bara finalmente urna saoccio offlcial: e nao para
aqoi."
O novo ministro deaeobre na suppressio dos
crditos extraordinarios nio so o nico meio da
conjurar a crise coosidsrsda comoimmineole por
lodosos nanceiros, mas tambera aquelle que de-
ve conducir sos resultados maia imporlaotes.
c Para o traogeiro, dizelremuijoUciosamenie,
o poder dos crditos extraordinarios urna tor-
ca, a por uso mesmo um perig. Os receios
que ese poder inspira aos vizinhos obrgam-oos
a armamentos de toda a especie ; e dahi descon-
flangas commuos podem cimentar alliang.s ex-
tra-natura : a suppressio delU meihorar aeme-
lhaola estado de cousas ; e as oaedes ealrang-l-
ra ao verlo mais aHgjqeoiar-H aanualmeote
para este invern a sua residencia era Ve-
neza.
Em Madrid, aps urna demora motivada pela
rrorle da infanta, a rainha abri as cd'tes. pro-
nunciando um discurso redigido por Mr. Posada
Herrera, ministro do interior. Nesse discurso
fallou de todas as questo-s importantes ; pedio
que ae tretisse de projectos de reforma constitu-
cional ; da questo doscaoaes, irrigago>3. e me-
Ihoramento do curso das aguas; da orgaoisago
dostribuoaes de commercio, e das aegoes das
socielades industriaes; do crdito territorial;
aiseverando que as rendas actuaes davam para
cobnr as despezas. Emfim testemuohou as sym-
paihias, de que j fallamos, a favor da causa pon-
tifical na Italia.
A sessao ser muito calorosa se nio lhe vier
por aln algum encerramenlo inexperado. Dizem
que urna s coocesso nao ser feita aos descon-
tentes.
Os progressistas seentendem com os conserva-
dores aote-ministeriaes, e uns e eutros reeebem
sigoaes de adheso ds parte dos demcratas.
Pelo mesmo ficto des trplice alliaoga, e pela
salvsgo di liberdade os conservadores tornam-
se progreesitas e estes demcratas.
Cuanto ao senado, basta oti dos os gabinetes foi o de O'Djnnel que mais se-
nadorea fez: 41 em 14 de julno de 1858. 8 em 9
de oovembro do mesmo anoo, 30 em 21 de se-
tembro de 1859so lodo 79 sem conlar ums du-
zia delles por direito de nascenca: a todos estes
-. o que leria lugar. seoadores o ministerio accresceotou mais urna
Huitas oulraa cousas se espera, se bem que as for"a,la <>e 33 Tal a situago.
probabilidsdes sejam por ora em faror das fefor- Da mD8 os ,a(l* e preparsm para a Iota :
mas annunciadas e formalidades parlamentares *0l,aTi se combate nao forioterrompido, e os
que dellas resultara. Parece decidido que o cor- PPu*'tores conservaren)-se uutdosIrumpbaro
pn legislativo ser convocado para a primeira '
quinzena de Janeiro. A sessao do senado tem de
,ar Ululo de primeiro ministro coocedido a
a Mr Fould ; o de thesoureiro-mr supprimido
era consequencia do desejo que tem o novo mi-
nistro daa Qnangaa de restaurar outro era prego
que existi no lempo do primeiro imperioo de
chanceller-mr, o qual fui ji recusado por Mr.
Morny ; que s presidencia do corpo legislativo
ser dala a Mr. Baroche, e a Mr. Rouher a do
conselho de eatado. Eslaa alierages acharam-
se purera adiadas al nova ordem.
A questo da presidencia do conselho de mi-
nistros, no caso de ausencia do imperador cabe-
rla ao mais idoso dos membros do gabinete, me-
dida esta que seria adoptada para acabar com as
pretenges rivaes do ministro de estado e do no-
vo ministro das finsogas. '
Na opinio de outros essa presidencia flesria
sendo da aliribuigio do ministro mais aotigo. Em-
fim ha quem diga que Mr. Fould, reservando para
si o direito de presidir ao conselho no caso dito
somenie as occasies era que houvessem de ser
ali discutidas questes flnanceiras, proposera a
nomeaco do principe Napoleo para presidente
em outros casos.
ser muito curta.
Os esrnplores do Siecle, Preite e Opinin Jva-
ctonale, junto aos redactores do Jornal de De-
ban, Charivari e ltlustration, quiteram dar um
publico teatemunho a Mr. Raliazzi, um dos re-
presentantes da revolugao italiana, nos seus lti-
mos dias de residencia em Pars : para este fim o
coovidaram um banquete que ello aceitou com
agradecimento. O general Della Rocca, que che-
gou dous dias depois do convite, acompaohou s : Pea.ro v mpressionsdo com a morte de seu
Mr. Raltszzi, e o cavalleiro Nigra, ministro pie- ,ra,ao infeote D. Fernn Jo foi por sua veztam-
nipolenciario da Italia junto ao governo francez bera atac,do da febre lyphoide, que desde o priq-
por achar-sa em Compiegoe deaignou ao aeu pn- C>P*. apreaentara um carcter assustador, suc-
certamente de um governo que para precipitar a
sua ruioa, tem ulumamemte aecumulado faltas
sobre faltas.
A morte do joven rei de Portugal D. Pedro V,
produzio na Europa a maia dolorosa seusago. A
nobreza de corsgo, o espirito verdaderamente
cavalleiroso daquelle mooarcha lhe havlam me-
recido justas e universaes sympatbias; e pois foi
unnime o pesar de ver-se extinguir assim oa
sua aurora unta existencia to bem comprehen-
dida I r
raeiro secretario o cavalleiro Dnalo para repre-
sentado naquelle banquete, que leve lugar no
hotel do Louvre.
Rattazzi acbou-se rodeado de cento e cincen-
ts convivas, tendo a seus lados os redactorea em
chefe da Preeie e da Opinin Nacionale, e na sua
frente o director do Siecle entre o general Della
Rocca e o cavalleiro Donato.
A'a ssudes feitss por Mrs. Gueroult Peyrat e
HavioMr. Ritiazti correapondeu com patarras
enthusisaticaa : -
a Permilti que vos manifest o quaoto me acho
commovido pelo acolhuneoto sympalhtco que te-
oho merecido de lodos deste grande e oobre
paiz.... Crede-o bem, os seutimeotos de affeigo
eapoio pela Franga manifestados em favor da
Italia encontrara da nossa parle a mais completa
deiicagio. Aquelles que tsxam com tanta le-
viandadede ingratos os Italianosnunca yram 4
Italia ; porque eotao sabertam que de nossa me-
moria nunca se varrem as dividas do corago ....
Sim; a Italia jamis esqueceri esses valentes
soldados que suecumbiram por sua causa, esse
exercito glorioso que a libertou, eases generosos
escriplores que Uto corajosamente i defendem,
era summs este povo francez cujos votos e sym-
psthia acompaoham a cada ums das peripecias
da grandiosa empresa do nosso libertamento....
Que a hora soee a Franga ver como a Italia
sabe pagar a sa divida de recouhecimento, como
sabocumprir os seus deveres de solid.nedadela
Vivos e.eoihusiasticos applausos demonsiraram
ao patriota italiano que a Franga nio pira em
meio camioho na obra concedida, e que recontre
ca como anha esta cama sagradaa indepen-
dencia di llallaapezar dos obstculos que ha
ainda a superar-se.
O parlamento de Turim linha sido convocado
para 20 deste mez: sendo esta sesiSo considera-
ba como contiouaeio d%s traoalhos comegados
em fevereiro, deixau-se haver o discurso de aber-
curabindo em meos de dous dias na segaoda-
feira (II) por volta de 7 horaa da larda. D. Fer-
nando, pai do rei, tomou rogo conta da regencia
que ji havia exercido por morte da rainha O. Ma-
ra II al a maiondade de aeu filho em 1855.
Desta vez, porra a exerceu por pouco tempo al
a chegada do novo suberano o duque do Porto, o
qual havi* partido poucos das antes de Compieg-
oe, e era esperado em Lisboa no dia 13. O nova
rei naaceu a 31 de oulubro de 1838 ; conta por
tooeeguinle 23 aonos de idade.
D. Pedro oaaeera a 16 de setembro de 1837,
succedera a sua mi em 15 de novembro de 1853,
sob a tutela paterna, e tomara asredeea do go-
verno a 16 de setembro de 1855. A' 18 de maio
de 185!) desposara a princeza Estephaaia, filha do
principe Antonio de Hohenzollern Sigmanogem,
princeza de urna belleza e virtudes admiraveis,
a qul_ passou pela dftr de perder em 17~de julho i'
de 1859, pouco maia de um anno depois de ca-
sado.
Tomando sobre si os deveres de um rei cons-
titucional, as occais em que poda exercer a
sua Iniciativao defunlo rei aabia sempre adop-
tar aabias e corajosas resolugoes. Bastante ins-
truido tomara a peito proteger as tettrss a ss
srtea.
Todos se lembram aioda de velo durante a
epidemia da febre amarella em Liaboa expor oo-
Drememe os seas diss visitando sem cesaar aa
hospitaes.
O novo seberano, que sobe ao throno com a.
norne de Luis I, prestou juramento a oooslilui-
go parante o cooselho de estado, e as mos o
regente
mem de mu boas intenges. mas sem energis,
e incapaz de lutar contra o cunhado de seu soba-
ra no. E' deste modo quo se procura provar at
aos mais incrdulos que nadamudou ali as mar-
gena do Bosphoro, aoao ser que o aulto ha bem
pouco tempo chamava-se Abdul-Medjid e hoje
chama-se Abdul-Azil.
Em Loodres leve lugar a 9 deste s grande fes-
iividade do Lord Myor'sshow. Os discursos pro-
nunciados em Guildhall foram de pouca impor-
tancia at megmo o de Lord.Palmerston. Toda-
va este ultimo nao disiumlou que o estado da
rooa era proprio para despertar algumas ap-
prehensoes; ms exprimi ao mesrao tempo aes-
peranca de ver todaa s questes pendentes resol-
vidas sem perturbago da paz geral ; sobre tudo
insisti na necessidade que tieba a Inglaterra de
lornar-se independente no seu commercio de al-
gndao.
O corpo diplomtico naquella featividade foi re-
preseoiado pelos ministros da Prussia, Suecia.
Estados-Unidos, e Honduras.
O movimeoto em favor da reforma parlamentar
toma novas forgas, ecom tal energa qua aasegu-
rar um celebre triumpho liga contra a le dos
cereaes.
A losuffleocia das colheilas oa Irlanda causa
a R"?"18 "na. Os paizbs maoufacturei-
ros da Inglaterra vo passando tambera por mui-
los soffrimeolos, e a reduegao de ir.balho sug-
menlou o numero dos hospedes de Work-houses
e das podres soccorridos pelas sociedades da be-
oiflcencis. Se a miseria da Irlanda nao f to
grande como em 1847 porque em,lugar de oito
milhoea listera apenaa hoje seis mhes de ha-
bitantes a alimentar ae em coosequencia das nu-
merosas emigrages para a Australia, e para a
America.
No dia 19 do corrente mez comegaram ns Prus-
sis as eleigoes. que sie de duss ordens : as pri-
marias parecem favoravea ao partido liberal.
G. Mi -
PERNAMBUC.
JI apresentoa a aua proclamscio'ea 14 de no-
vembro indicando a marcha qua tem de seguir
de accordo com o seu corago e loteresaea do seu
pan, tat a mesma marcha seguida por aeu ir-
mo D. Pedro. O paiz ach-se tranquillo.
Na Grecia vai apparacendo urna arta aallaco.
S?' ."f0" fr,ra erMenUlos doua relato-1 De volta a aua ultima viagem Banrailavia
tiosministerles,mporM^Riow^lebr.^-reiOlhoueo^rar em Alhenas, rindo 'pia,
REVISTA DIARIA-
De vem ter em lembraoga os oossos leilorea o
qu disseraos em setembro prximo passado acer-
ca da difiereoga de prisao da gualda nacional,
quaodo lhe forera impostas penas por seotenga de
autoridades civis; eo que eolio asseveramos,
manlidos no Ilustrado criterio do governo impe-
rial e no patriotismo do cooselho de estado, ve-
mo-lo de preseota realiaado com a-solugSo im-
perial comida no aviso de 30 de novembro ulti-
mo.
As reclamages da guarda nacional foram nea
attendidas ; e o governo que submeitera o nego-
cio i essa consulta, acha-se agora devidameota
alustrado oa materia sageita com a referida so-
lucao, de que careca ella.
E pois, temos a satisfacao de dar estampa o
supramenciooado aviso, que publica aquella ao-
lugo garaotidora do direito pristo disiincta,
que tem os Srs. officiaes da guarda jiacioafal:
< Ministerio dos negocios da juslica.Rio de
Janeiro, ora 80 de novembro de 1861.Sendo
presente a S. M. o Imperador o offlcio de V. S.
datado d 10 dejuoho ultimo, sob n^-779, relati-
vantanie s prioes oode os officiaes da guarda
nacional devera cumprir aa penas qua Ibes forera
iufpostas por senienga das autoridades civis ; o
mesmo augusto senhor tendo ouvido as secges
de justiga e guerra do conselho de estado houve
por bem decidir pela aua imperial ree 20 do corrente, qne, gozando os referidos offi-
ciaes das honras e privilegios cooferidos aos de
1* liaba, nio devem aer recomidos a prises ci-
vis seno nos casos especificado.? no arl. 66 da
lei de 19 de setembro de 1850, em que tenham
de perder os postos, conforme declarou o aviso,
de 27 de junho de 18>7 ; o que communico a V.
S. para seu conhecimento, e em resposta ao sen
citado offlcio.
a Deuaguarda a V. S*.Francisco de Paulada
Negrearos Snyo Lobato,Sr. brigadeiro Mmoet
Aoiunio da Fooseca Costa.
Convengam-se, por taot, os oossos concida-
daos de que nao sao os meios viotento os maia
spios consecagio de melhoras a qua tenhamaa
juz; coovengam-aeaiada de que sempre estare-
mos promptos a atUogar os seus direitos coa
boa vontade e a modersgo, qua os assistem, e
que sao condigea da infallivel xito, ao passo
que-eom este repugaam aa invectivas e os distur-
bios provocados pela irreflexo.
No dia 15 ordeoou am dicono S. Exc.
Revm aos seguintes aemioaristas : Jbsquim An-
tonio da Cusa Pinto, Joo Francisco da Si
CandiJo Jos da Fouseca Carvalho, naturaes des-
ta provincia; Alexaodre Ferreira Barrate, natu-
ral do Cear ; Pedro Soarea de Fmlaa a Amaro
Theol Castor Brasil, naturaes do Rio Grande do
Norte; Tranquilino de Araujo Ruaa e Francisco
Xavier da Rocha Jnior, naturaes da Parahioa.
ontora fez 0 auperior tribunal da relaco a
sua ultima aasao no presante anno civil, ficand
por tanto em ferias desde o referido dia al o ul-
timo da Janeiro do anno futuro, como de lei*
Aate hontem inauguraram ua Srs. Dealiasac
e Duperron um aer vico de transporte particular
entre a eatecao das Cinco Puntas a o tutrro des
Reeife, presunlo-se as^m s necessidadea do
commercio a aquellas doa que transportaos sea
gneros pela va terrea,
O local da ettagio no Recifa ao caes d'Apol-
lo, n 7. '
-rFalleeeu de urna emabyssms pulmonar o 8f.
capitto do carpo d polica, loae^Frwcnoc0i-


<*>
neire Monleiro, no povoagio do Monleiro para
s
iario ti riBimioa). ~ < quaita liba, ia rs dezembro m- ise;
tur
Forano motivo Sr. Fernsndea Pinheiio?
liaT,,8. alus iujusliga para comigo?
onde se retirara aflm de procure al*tMfe llirto vrdaa>. Mi mentira. Obsecado de paixo !
o seu pdecimeeSA,
O fallecido era subdelegado de Mwi d tr-
gaezia des Atfogados, ende prestara bous serv-
^o*. bem cono em outros differenleo sa^roga*
pblicos, que exercera durante-ana vida.
A sha fihal aaiisfllfbie o Beaco do Btaait,
no Km de Janeiro, qnalqner quaatia i viata ao
psr ; a continua a troca daa teas eelas de 20* mt
panel branca seos abate.
Em satisfaco ao coraproaisso, que nos Im-
pezeenos, damos a publiddarie a aeguiote carta
Oo eaensenhor Munix Tavares eoderecada so Sr,
Dr. eooeRo Fernaaees Pinheiro, sobre sua obrs
JLsri* ato Rayo e a awtteridsaV
Sat carta sos reetlRcac
na oio foi guiada por aiior ou odio : amor lenbo
co histories, digna
de ambos as esrripteraa, que procurar dar aos
facas a cor que lhes propria.
Peroarabuco, 15 de dezembro de 1861.
Itlm. e Rvm. Sr. conego J.C. Fernandes Ti-
sbeiro. Li cooi a devida atteocao a memoria
eja V. S. acaba de publicar sobra a revoloco de
Teroambuco eos 18(7, lendo por titulo, Luiz
do Reg e a Posteridad e.
Foi mais urn servico prestado aa lellras, a
quemis o engrandece aos olhos de seus admi*
radores, em cujo numero far-me ha merce con-
ternulaodo-me.
Estou cou vencido todavia que o Sr. Fernn-
dea Pinheiro aperar de to la a sus illuatracao nao
querer subirahir-se a condico humana ezigio-
do que o seo juizo pasae como orsrulo e nem
sofraa sais lev contradicho. Pego-lhe porten-
to lieenca para delle divergir un pouco, e ao
ajaeaaso lempo defeader-me das censuras (sliis
bem fortes) que V. S. em ana sabedorla digooa-
tm fazer a alguna pontos da historia, que sobre
esa mesma materia eacrevi.
Antea de tafo juigo a proposito declarar so
Sr. Fernandes Pinheiro, que o illustre Manoel de
Souza Teixeira. que Uve so depois o titulo de
birlo de Opibinbe, era naquells poca lente
ajodanle do regiment de intentara da primeira
Jioha, e nao da milicias, como aasevera pm sua
citada memoria, e que o infeliz pintor Aires nao
H'atou oa membros do governo irovi'orio du-
rante a rerolugao; naqaelle lempo muitotibbam
lies a pensar, e trsb'lhsr Pouco antea dessa
reroluco aqoelle pintor por sua conveniencia
bavia tirado o retrate de Domingos Jos Martina
do padre Joo Ribeiro, o qual nao p le concluir
por sobrevir-lhe a perturbarlo. Estes pontos sao
de pequea importancia, e eu s ossponto para
maior exactidio da fci.'toria.
Pausemos so qoemaisinteiessa.
O titulo da aus obra Sr. conego, indica mui cla-
rameote que V. S. Iev6 por fim principal eiami-
nar o general Luiz do Reg. E'louvavel ess
procediroente, e en seria priroeiro aapplaudi-
lo, leo exame conscienrioso dos factos a isso me
'iiduzisse. Infelizmente sinda nao sel se o pris-
laa de que V. S. servio-se 6 msis verdico do que
ornea. Vejamos.
Aa provas de que se rale para obter aqoelle
fim sao urna biographia escripia, segundo me in-
farsaaram, pelo conaelheiro Rodrigo da Pooseca
Rlsgalhes, que esposara urna das filhas do men-
cionado general, e algomas cartas ou offletos di-
rigidos por este so ministro de estado Thomaz
Antonio interceden)! pelos presos. Ma o que
refere essa biographia ? Servicos importaotes fei-
taa por elle na guerra ds Pennsula? Nao oscoa-
tealei. Coragem? Con ce di Ihe. Armado das tro-
pea, estimado dos officiaes ? Nem ntsto toquei ;
trelei s dos seus actos como goveroador de l'er-
namhueo sjoolando as observaces que no meu
entender mereciam. as cartasapresenla las pa-
rece-me que V. 8. cem o criterio de que dola-
do, deveria distinguir o lempo ero que foram es-
criptas, isto se soles ou depois que elle rom-
pera abertaroente coro o juiz da aleada Bernardo
Teixeira : por quanto se loi depois, como de fac-
a foi, o seu valor relativo diminue, j nao pare-
ce indicar espoolaoeidade de coraco, movimeo-
to geoerose.
Mas em que isto destroeos factos apontadosna
minha obra, e que esto ainda na lembranc de
tolos ? Pretende V. S, que en attribno a Luiz
da Reg o que toca a Rodrigo Lobo, como seis
o iguomioioso castigo de acodes ns grade da ca-
deia a homeosde cor ainda mesmo livres, e hon-
rados com patente regia : entretanto V- S mes>-
mo que em sua memoria commemora a barbari-
dade cora que foi tratado o alteres erioule Mello
pelo feroz Merme, braco direito de Luiz do Re-
ge, por ellecoeduzido na espedirlo e constituido
para instrumento de suas sevicias. N8o, Sr. co-
nego, eu nao confundo os factos, o que disse, e
digo que o que Rodrigo Lobo principiou, Luiz
da Regocontinuou. Ninguem no principio de
su governaDQa julgava-se seguro,lodos tremiam,
asprises nio cessavam, o confisco as acompa-
nhava. a-(ore* nao tinha descanso. Sr. Fernan-
des Pinheiro, se V. S. conhecesse-me de perto,
seria mais justo, nao clsssiflcar-me-hia romanis-
ta, Confesso a minha inhabilidade para este ge-
nero de litteralura. Os factos que patenteei em
mioha obra, nem V. S., nem pessoa alguma em
boa f os pode contestar.
Poder se-bis por ventura negar que foi Luiz do
Bego quena installou nesta cidade do Recife a
coirimissao militar, da qual era presidente, e que
esta commissio nao cessou de trabalhar senao
quando o Sr. B. Joao VI nomeando a aijada or-
denou que Qnalisasse um tal sorvedouro de vi-
das.? Ignora o Sr. conexo que sendo aquelle
generala alma da commissao snnuio a que um
sacerdote, perucho, cavajleiro da ordem de Chris-
lo, fosse enforcado quasi morlo, decapitado, e
arraatado i cauda da um cavallo pelas ras, re-
cebeadu insultos da cansina ? Nao sabe que en-
tra os rondemnades flguruu um jorec de nome
Peregrino, simante do batalho da Parahiba. e
que anda, como me afirmou o proprio pai, nao
conlava rinti e um aonos, e que todos com hor-
ror presenciaran] serconderonado a forca,quando
delta poda ser arrancado, se Luiz do Reg fosse
lat qual V. S. o considera ? Sim, nao poderla
elle recommenda-lo a clemencia real segundo o
ejemplo do conde de Arcos na condemnacao de
dous venerandos; anclaos o deao da S de Olioda
Ferreira Portugal, e o Dr. Caldas, queso depois
nao pequeos servicos prestaram so Brasil ? Isto
nio romance, Sr. conego, nao desvario, nao
ft/ire de ienlimtnt, urna rerdade tnslissi-
ma. Sofito vendme conetragido a abrir chagas
qne estavam j quasi cicatrissdas.
Cmfesse se um acto decoroso, e se denota
boodade de corar/So, ir um general encarregado
de trela assas penosa urna embarcaeao teste-
monhar eom a sos presenca otnisersodo quadro,
ci isla borrorisava : homens respeilaveis por
mantos ttulos, e alguna j batanle avanzados
em idade, estendidos em immnndo porto eom
urna correnle ao pescogo Qxa no taboado, giilhes
aos p, sem poderem ruover-se, eom as mesmas
roanas eom que embarearam, por nao se lhes
peTmiitir outras. Luiz do Reg leve aeoragem de
all penetrar. Hara dirigir alguraaa patarras de
cowsotacio ? Nenhuma. Este tacto leve lugar
na Baha. AhlSr.conego.se consultar a sua
conscienci, estou certa qne estigmatisar qnem
assim pratica.
Ora, combinanto os fsctaa apontadoe cesa o
proeedimeoto posterinr que ellrteve, depois da
iada da aijada, e sen exercicio. lato o de lo-
tereeder peloa dreaoa, e at empenhar as eos
servicos para terem elles perdoados, lodos natu-
ralmente trstaram de ioJagjr o motivo t tio su-
bida mudaoga. Bondnde de coracte nao poda
ser, porque nmo repente bonet, sabia-se que o
ioexoravel juiz da aijada coosiio do ten atto po-
der, nio se su broa tria, ao que delle Luiz do Reg
esigi. Este general protega ao brigadeiro Pe-
re Campclle, a Jos ^-Carlos Mairink, qneria
subtrahl-los I sorte.qae /guardara as deroais pea-
soba, Bernardo Teixeira, etrjaa entraobss pare-
ciain de ac, ofpaafia-ae fortemeote. A este
Botiro de amor proprio offendido foi que attri-
b*o-,ia a mudanc-a : en jrjlgut-o plsualrel e ad-
mitti-o.
Corroboro^ este juizo o qne algum teropo de-
po* sacceden. Lint do Bego em oms noile foi
eYido de um trro t te foi bastante pa-ra qne
iflaiantaneamenle mandaste agarrar os miseros
r'#* a<^r*bjm -ddade, e qoe solios da ori-
na Bahfe liirnarn rortado so san paiz natal,
se acharara reeOftridoi ao seio de suas fami-
lra pscifleameoto. Kio contente com este acto
soberanamente desptico, manda sem demora re-
cblhe-los ama embarcaeao mal prorida, o oa
feporu para Portugal, Entre estes foram o mor-
Edo Cabe a o depois trrarqnez do Recife, o ea-
Jos de tarros EslcSo de Lacerda, otros
is, cojos nomes agora filo me occorre. Quera
aWss procedo terf sentfroentos nobrea. eteracio
d% espirito? Nio jtrstiflcarl o juizo que em ge-
rbtsefez a respeita do seo enteroecimenlo Inte-
rVpe)oa presos? Bert tmbem isto te ro-
laainWrifM'0^-lt- Aiat ntif*a afSnfsjstadeti-
TomoaDena por leaumu'nha que quando asee-
^tatorli da rtrowct, U jr, b liflrt pft-
Rado-
Amda
mais 1 Irroga-me injuria 1 Bu de todo corceo Ih'a
envduu-o, tr basta. Sos eom a maior considera'
cao de V. S. admirador constante.
oBsesmorYMRtKeo afamfsr Trarai.
Cerno annuodasass em cosas ffettao, tere,
sempre lugar no dominio (151 a fesii'idade telt-
giosa-da Seohora da Cooce ao, erecm na toa
igreja da Coogregafio. Nad houve a desejar;
porquanto o ornato do tetop >, com eapeciali-
dadeo da ssehristia, otada ae di/aava pendentes
rices toalhas ; o apurado gosto da orchestra, eon-
torroraaa para o brHbntismo dcqoelle acto.
O 8>. conego Josqaim Ferreira dos Santos,ora-
dor do Evangetho. ostrn eom precisaos clare-
za as virtudes da Mi de Deua, e o orador do Te-
Oenmv* 8r> dicono Jos Esteres Vitono, jo-
*eo recifense, nio desmeulio o conceilo que delle
soiai. I
NaO deixe a irmandade da Congregado de fes-
tejar aannalaaenta a sua padroeira, que delta
mesmo receberi o premio de seus esforjos.
Nos coilegios de Ouricury e Ex, pertenceo-
les ao V aistmto eleiloral. oblirerara retos :
Ouricury.
Dr. Araujo Barros..........................
Vigario Barros..............................
Vigario Francisco Pedro...........au.(..
Dr. Pereira de Brillo ..................I......
Dr. Manoel Bdarque..........................
Dr. Agnelo Goesaga................*-........
Vigario Modesto..............................
Ex
Vigario Modesto ............................
Dr.Firmioo..................................
Dr. Joio de Souza Beia......................
Antonio Lopes de Barros....................
Da. Figuelroa................................
Dr. Agnelo ..................................
vigario Francisco Pedro ....................
Vigario Barros................................
Padre Marjal.......................v........
Manoel Buarque
Dr.
Com esses doua collegiosfica composto o 5* dis
trelo, sendo depuladoa oa Srs.:
Dr.Francisco.de Araujo Barros............ 197
Padre Marjal Lbpee de Stqucira ............ 187
Dr. Antonio B. Gilirana......................18*
Vigario Fraccisco Pedro...................... 180
i Cooego Campea.......................... 178
Dr. Pereira do Brito ........................ 163
M0RTAL1DADE DO OU 17.
Josepha, Peroambuco, 40 aonos, solloirs, escra-
ra, S. Jos ; gastro bepalite.
Baria, Peroambuco, S meses,escrars, Boa-Vista ;
espasmo.
Benedicto, Peroambuco, 21 apnos, aolteiro, es-
cravo, Afogados : tubrculos pulmonares.
Marcelino, Cear, 50 aonos, solleiro, Santo Anto-
nio, escravo ; anemia.
Manoel Jos Constantino de Araujo, PorluKal,60
annos, solleiro, Boa-Vista ; nazarea.
Anoa, Peroambuco, 1 anuo, Santo Antonio, es-
crava ; convu's'-s.
Mara da Costa, frica,56 annos, casada, S. Jos,
tubrculos pulmooarea.
Ao Sor. desambar \ssis, a
crime :
Appellante, o juizo ; appelladfl^^B
nio da Ollveira.
Appellante, o juizo ; appellada, DdlHH
drigaes da Cruz.
A'a 2 horaa da tarde eneerrou-se asessio.
los
*-
CHRONICA JUDICURIA.
Tribunal da Relaco.
SESSAO EM 17 DE DEZEMBRO DE1861.
Presidencia interina do Exm. Sr. desembargador
Caetano Santiago.
As 10 horas da manhaa, achando-sepresen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Si I reir, Gilirana, Lourenjo Saoliago, Molla, Pe-
retii. e Accioli, fallando os Srs. desembargadores
Assis, Uclida Caralcanti e Guerra, procurador
da corda, foi aberta a sessao.
Passados os feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguintes
JULGAHENTOS.
RECURSOS CR1HE3.
Recrreme, o juizo; recorrilo, Salvador de
Araujo Souza.
Relator o Sr.desembargador Perelli.
Sorteados os Srs. desembargadores Silreira,
e Ucha Caralcanti.
Improcedebte.
Recorreote, o juizo ; recorrido. Antonio Ja-
cintho Pereira.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados os Srs desembargadores Ucha Ca-
volcanii e Gilirana.
Improcedente.
Recrreme, o juizo; recorrido, Joaquim da
Costa Mais.
Relator o Sr. desembargador Assis.
Sorteados os Srs. desembargadores Cosa Motla,
Ucha Caralcanti.
Deu-se prorimento, julaando a quebra casual.
HABEAS-CORPIS.
Foi proposla a petijao.de Joo de Deus Eu-
frasio, pedindo ordem de babeas-corpas, que lhe
foi concedida para o dia 20 do correte, is 11
horas do dia.
Foi proposta a petijao de Manoel Joao da Costa
pedindo ordem de habeas-corpus, que foi con-
cedida para o dia SO do correnle, is 11 horas do
dia.
dem de Domingos da Silva Miranda Pinto, foi
.concedida para o dia20 do correte.
AGGRAV DE PET1J0.
Aggravanle, Joaquim de Almeida Pinto; ag-
gravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Assis.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, c Motta.
Negou'se provimenlo
APFBLLAJES CITIS.
Appellante, Eufrasio de Amida Cmara ; ap-
pellado, H Nao se tomou coobecimento.
Aopeilaoie, a viuva e herdeiros de Joo Vieira
da Cuuba; appellada, a fazeoda.
Reformada a sentenja.
Appellante, a fazeoda ; appellado, Jos Rebol-
lo Padilha e oulros.
Mandou-se descer os autos para decidir os em-
bargos.
Appellante, a irmandade do Livrameolo ;
peilados, Manoel Pirea Ferreira e oulros.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Joaquim Rodrigues de Araujo Sipo;
appellado, Tbomaz Jgoacio do Reg.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Maooel Jaciutbo Pereira e outros ;
appelladoa, Leopoldo do Reg Barios e oulros.
Receberam-se os embargos.
Appellaole, a cmara municipal; appellado,
Basilio AUares de Miranda Varejo.
A' proceder nova avaliajo.
Appellaole, Fraocisco de Paula Albuquerque
Maraoho; appellada, D. Mara de Jess Caetano
Lisboa.
Confirmada asenteoja.
APPELLACES CRINES.
Appellante, Francisco Paulino Gomes de Mel-
lo ; appellado, Joio Lopes Ferreira.
Improcedente.
DESIGNAJAO DB BU.
Assignou-se dia para julgamentodasseguintes
appellajdea crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Florencio An-
tonio Gomes Dioiz.
DISTRIBDigES.
Ao Sr. desembargador Silreira, o recurso
crime :
Recorren te, o juizo ; recorrido, Antonio Joa-
quim Machado Braodio.
As appellares crimes : '
Appeanie, Fraocisco Mendes dos Sanios; ap-
pellado. ojutzo.
Ao Sr. desembargador Gilirana, a appellajae
crime:
Appellaole, Manoel Pereira da Silva ; appel-
lado, Antonio Donato Pessoa.
Ao Sr. desembargador Lourenjo Santiago, a
appelloco crime :
Appellante. o juico; appellado, Aatooio Vi-
note de Lima.
Ao Sr desembargador Costa Motla, a appella-
jao crime :
Aopoilaote, Jos Bezerra Pereira da Silra ;
appellado, o juito.
Ao Sr. desembargador Peretti, a appollacio
cime :
Anpellante, o juizo ; appo'.'.ado, Giandiao Jos
dos Santos.
Ao Sr. desembargador Accioli, a appellacio
crime: ...
Appellaole, o juio ; appellado, Jeremas Leite
Ca-ralcaDli.
Ao Sr. desembargador Ucha Cavalcanti,
appcllajio crime :
Appellante, o juizo ; appeJlado, Maooel Dinlz
Maciel.
Appellante, o juizo; appellado, Jos da Silra
p-
A iortcapio que a misa las a Itlm. Sr Dr.
H. Pereira Ueaoa no son eoorsannieada Mbsor-
lo oo Diarlo de buje, obriga-rae a declarar qs
lembrw-me do au*.,qniodOM exerel inierioamea-
te o carao do citis de polieia lista prsrioda.
elle ma laara a consulta do que trato, e i val
respond do modo qoe refere. Recife 16 de de-
zembro de 1861. r
Tbaodro M. F. Pereira da Silva.
Puklcces a peaido.
0 abaiio ascignsdo encarregado da desinfectad
deata cidade por portara do Illm Sr. Dr. ebefe
de polica, e ordem da presidencia da provincia i
requlsicao do 6r. inspector da aaode publica,
cientica aos dono* das catas que tiren pres-
tado o aerrico da desinfeejo. que por despacho
do Illm. Sr. Dr. chefe de'policia esa data de 27
de margo do correle anoo foi declarado, que
osasse o mesmo abano assgnado dos meioa com-
petentes para receber a divida paga das peasoaa
que estivessem em circumstaoclas da o fazer e
que quanto aos pobres deveria aer o dito serrijo
gratis ; em consequeocis disso avisa elle que,
nesta dala passa a tratar do dito recebimeolo,
que aa pessoas que eatlrerem as cdodijoes de
pagar, atteodendo as detpezas e Irabalho que ti-
ma o mesmo, se dignem effectuar o respectivo
pagamento, aflin dd que olo se reja forjado ello
a recorrer aos meins judirises ; oque accarretari
despezas: abaixo rao transcriptos o relalorio e
mappa apresentado ao Illm. Sr. Dr. chefe de po-
lica relatiros adesiofecjo.Josi da Rocha Pa-
ranhot.
Illm. Sr. Dr. chefe de polica.Teodo sido en-
carregado por crciaUr de V. S. de 10 de maio do
correnle anno da desinfsejio desta cidade, dei eo-
mejo i esse Irabalho em o dia 11 do dito otez,
requisijio dos Srs. Dr. delegado e subdelegados
que verbal e officialmeote me reclamaran para
esse Clister durante a quadra epidmica.
Etse serrijo foi ceroado dos mais felizes re-
sultados, como V. S. ver dos documentos, que
aprsenlo i considera cao de V.S., tindo desl'ar-
le fazer cessar os soffriroentos da populajio,
como arooselharam os illustrea escripterea m-
dicosThenard, Dupuytren, Guyton de Morveau,
rincham e outros.
J na crise do cholera-morbus nio poucos ser-
vi jos prest-i populajio desta cidade, lio aomeo-
te pelo dever de fazer ao meu aemelhente todo o
bem meu alcance ; ajudei particularmente aos
que oaquella occasio se acharam ofcialmenle
encarregados da desinfecjo, sem que fossem os
roeus servijos Dotados pelas autoridades, paten-
leando-me apena alguna individuos agradecidos
o seu reconhecimeoto pela imaprensa.
Logo, pois, que a popula jad desta cidade tere
scieucia de me achar eu encarregado por V. S.
desta medida, cujos soluta res effeilos foram risl-
relmeoie pateDieados recorra a autoridades, e
e por si mesmo procurava-me.
Sendo porlaolo muitas e diversas freguezias,
edmo de Santo Antonio, S. Jos, Recifey Boa-
nsla, Cipunga, Afogados ele va chamados, nao
pude so poT mim pralicaro procesao da desinf-c
jao, e por isso conridei sos Srs. Dragones Fran-
cisco Pessoa, Joviniano Diamantino Airea de Li-
ma, Olimpio Augusto de Vasconcelos, Julio Al-
ves Ferreira, Joio Demetrio de Moraes Citares,
Antonio Jos Aires Vieira, para me ajudarem,
prometiendo Ibes queseriam aatisfeitos de -aeus
servijos ; ao que annuiran ; e alero de quatro
escravos de minha propriedade que continuamen-
te se acharam empregados nesaa servijo, fol-me
preciso alugar oulros.
Acresce mus que coosumi oa desiofeceo nao
s algumas drogas que possuia em minha phar-
macia.como tambem autraa que foi-me preciso
comprar por se tereai aquellas acabado, de eujo
importe ainda nao foram satisfeitos os pherma-
eeuiicos que m'as reodersm.
A viste, pois, do que acabo de expr a V. S., e
dos docuuieotos junios, qoe provam ter eu fr*l-
menie desempenhado aquelto serrijo de confor-
midad com a ordem de V. S e neohuma I paga
ter recebido daa pessoas, cujos nome vio ela-
rionados dos documentos aooexos, pego a V. S.,
aue, tomando em conslderajo a minha exoosi-
go baja por bem levar ao coohecimenlo do Exm.
Sr. preaidente da provincia o trabalbo per aim
exeroiado, aflm de que possa eu aer embolsado
devideraente, e como fr de justiga. e desl'arte po-
der satisfazer aquelies com que eslou, em divida
por semelbanle serrijo.
Com o que scabo de lerar ao conhecimento
de >. S. tenho dado cania do trabalbo de que fai
encarregado, oio meocionando outras muilaa ca-
sas em que foi elle posto em pratica, em rirtude
de me nao terem algunssenhores inspectores da-
do as suss relajes, comquaoio as tenha eu exi-
gido delles tanto rerbalnieole como pela im-
preosa.
Deus guarde a V. S. por muitos aonos Illm.
Sr. Dr. Trislo de Aleocar Araripe, digno chefe
de polica desla proviocia. Joii da Rocha Pa-
ranhos.
Recife 29 de dezembro de 1860.
Freguezia da Boa-risla.
Ra de S. Gonjalo, duss casas, assistiodo Mar-
tiniano Meodes Pereira, subdelegade,documen-
to n. 6, requisijio do subdelegado aob officio
n. 1.
RuadoJasmiro, doas casas, dem Mem, docu-
mento o. 6., requisijo do subdelegado sub of-
ficio n. 2.
Ruado Cotorello, urna casa, dem idem, docu-
mento n. 6, requisijo do subdelegado sob of-
ficio n. 3..do inspector do 3o quarleiro.
Ra dosCoelhos, dua casas, idem idem, docu-
mento n. 6, requisijio do subdelegado sob of-
ficio o. 6, do inspector do 1 quarleiro.
Ra da Gloria, tres cesas, idem idem, documento
o. 6, requisijio do subdelegado sob offlcio o. 5
do inspector do 18 qusiteiro.
Ra da Matriz, urna ca8a, idem idem, documento
n. 6, requisijo do subdelegado sob n. 6.
Ra do Pires, ciaco casas, assisliodo Antonio do
Carmo Lemos, inspector do 21 quarleiro, do-
cumento o. 7, 8,9 e 10.
Ra do Cotorello, dues casas, assistiodo Luiz Jos
Aotuoes, inspector do 18 quarleiro. docu-
mento n. II.
Ra Velha, quarenta e seis caaas. assistiodo Jos
Fernandes, inspector do 13 quarleiro, docu-
mento n. 12.
Ra da Gloria, sesseota e duss casas, assistiodo
Manoel Marques Dias, inspector do 14 quarlei-
ro, documento n. 13.
Praca da Santa Cruz, irinta e cinco casas, assis-
tiodo M.A. A. de Brito, inspector do 20 quar-
leiro, documento n. 14.
Ra do S o, rite casas, idem idem, inspector
do 20 quarteirgo, documento o. 14.
Roa. da Caixa d'Agua, treze casas, idem idem.
inspector do 20 quarteirio, documento, o. 14.
Ra da Conceijio, quarenta e seto casas, assistio-
do Gervasio Prutizio Simdes, inspector do 10
quarteirio, dosjumeoto o. 15.
Ra da Aurora. urna casa, assisliodo Fernaodo
AfTonso de Mello, documento o. 16.
Total 242.
Freguezia de Santo Antonio.
Ra da Roda, 36 casas, assistiodo o Sr. Joio Luiz
de Carralbo, lospeclor do 15 quarleiro. docu-
mento o. 1.
Ra de S. Francisco, SI ditas, assistindo o Sr.
Joio Bsptista Ferreira Costa, inspector do 16
quarteirio, documento o. 2.
Pateo do Paraizo, assistindo Br. Joio
Carralbo, inspector do 17o
meoto o. 3.
Roa do Imperador, 7 ditae. assistindo o Sr. Joio
Ribeiro Simea, Inspector do t* quarteirio. do-
cumento o. 4/
Roa da Floreotina, 19 ditas, assistindo o Sr. Tilo
Arefind de Barros, inspector do 18* quarteirio.
doce ment, o. 5.
Ra do Cullegio, 13 oHlas, assisliodo o Sr. Her-
mioo Ferreir&da Silra,inspector dol. qaar-
teirao, documento o. 6.
Ide-n, 1 dita, assistiodo o Sr. Antonio' Bernardo
Qulnteiro, subdelegado, documenta n. 7.
Roa do liramelo, I dita, asaistinda o Sr. An-
tonio Vital de Olireira, documento n. 8.
Roa larga do Rosario, 1 dits.assistindo o Sr. Joa-
quim Ignacio de Carraaho Mondones, docu-
mento n. 9.
Ra do Rangel, 1 dita, asaiatlndo o Sr, Dr. Pedro
Antonio Cttir, dcameoto D.a.
^^MdO O Sr. Dr. Ma-
lo n. 11.
^^^^^^^^Bte-coro-
, documen-
Bintsd'i, t .iiia, '' ->do o Sr. teoente
carooel Mno-l Florencio Aivja_de Moraea, do-
,1 dita. assialM Br. Dr. Jos
na
FilMAaM de Arroda Cmara, decomento n. 14.
Fraoezlsi de S. Frei Pedro Gascalves.
Total m.
Ba 8o Pbattat, 60 casas, assistindo Jos Patricio
de Camino Bilta, inspector do 11* quarteirio,
documento a). 5, de requisijio do subdelegado
aob officio n. 1. .
Roa do Pilar, 49 casas, assisliado Fraocisco Jos
Moraes, inspector do 20 quarteirio, documen-
to o. 6, de requisijio do subdelegado sob offi-
cio n. I.
Becco d< Molefs, 8 casas, Idem idem, inspector
do 20* quarleiro, documeoto'n. 6, requisijio
do subdelegado aob officio n. i.
Ruado Brum, 18caaas, asslstiado Aaaslacio Jos
da Costa, inspector do 16 quarleiro, docu-
mento n. 7, requisijio do subdelegado aob of-
ficio o.3.
Ra doa Guararapes. 17 caaas. assisliodo Miguel
Jos Rodrigues, inspector do 17* quarteirio,
documento n. 8, requisijio do subdelegado sob
0.4.
Ra des Burgo, 15 esese, assistindo Jos Mar-
ques da Costa Soare, inspector do 15* quartei-
rio, docirmento n. 9.
Ra Oo Vigarii, 31 casas, idem idem, itspector
do 16* quarteirio, documento o. 9.
Ra do a mor ra, 36 casas, idem idem, inspector
do 1 quarleiro, documento n. 10.
Ra da Moeda, 20 casas, idem idem, inspectogado
3* quarteirio, documenten. 10.
Ra daSeozalla Velha, 31 caaas, assistiodo Joa-
quim Aoaatecio da Coala, inspector do!2 quar-
leiro, documento n. 11.
Becco daa Miudiobaa, 19 caaas, idem idem. ins-
pector do 12* quarteirio, documento u. 11.
Becco dos Porto, 9 casas, ideo) idem, iospector
do 12* quarteirio, documento o. 11.
Becco Tapado, 11 casas, idem ideas, inspector do
12* quarleiro, documento n. 11.
Sua da Lapa, 14 casas, assistindo Andr Aires de
Oliveira, inspector do 1* quarteirio, documen-
to o. 12.
Ruada Boia, 11 casas, assisliodo Pedro Jos de
Siqaeira, inspector do 2* quarteirio. documen-
to n. 13.
Ra da Cada do Recife. 40 casas, assiatindo Ma-
noel da Silra Antunes, inspector do 8 quar-
teirio, documento o. 14.
Ra daSeozalla Velha, 48 casas, asaialiodo Fran-
cisco Antonio Durio. inspector do 11* quartei-
rio, documento o. 15.
Seozalla Nova, 35 casas, assisliodo Joo Ferreira
Loureiro. inspector do 13 quarteirio, docu-
mento n. 16.
Lsrgo da Assembla, 7 casas, assistiodo Jos Ma-
ra Reg e Albuquerque, inspector dv 4* quar-
teirio, documento n. 17.
Bdcco da Cacimba, 8 casas, idem idem, iuspector
do 4* quarteirio, documento o. 17.
Ra dn Codorniz, 14 casas, idem idem, iospector
do 4* dislriclo, documento o. 17.
Ra da Guia, 49 casae, sssistiudo Antonio Igoacio
Borgea, iospector dd 14* quarleiro, documen-
to o. 18.
Ra do Apollo. 27 casas, assistiodo Manoel Do-
miugos de Sani'Anna, iospector do 15* quarlei-
ro, documento n. 19.
Ra da Cruz 27 casas, assisliodo Leonel de La-
cerda Machado, inspector do 10 quarteirio, do-
cumento o. 20.
Largo do Arsenal, 3 casis, assistiodo Leo-
nel de Lacerda Machado, inspector do 10 quar-
to>ro, sob documento n 20.
Ra .do Trapiche, 12 caaaa, assistiodo Jos Felicia-
no Machado inspector do 7 quarteirio, docu-
mento o.2l.
Beco da Liogueta, 9 ditas, idem dem, documen-
to o. 21.
Largo doCorpo Santo, 3 casas assistiodo Antonio
de Soura Pereira Brito iospector do 6 quartei-
rio, documeoto n. 22.
Beco do Abreu, 7 ditas, idem idem, documento
n. 22. >
Ra oo Torres, 8 ditas, idem idem, documento
n. 22.
Ra do Pilar, 21 ditas, assistiodo Jos dos Santos
Vi lia ja inspector do 19* quarteirio documeoto
n. 23.
Total 673.
Freguezia de S. Jos.
Cabanga, 11 casas, assistindo Antonio Elis-
bo de Alcntara iospector do 3* quaiteirio, do-
cumento o. 3, de requisijio doSr. subdelegado
aob officio n. 1.
Ra das Aguas-Verdes, 43 ditas, assistindo Joio
Valemim Diaa Villela inspector do 19*quarler-
rio, documentoa ns. 5, 6, 7, 8, 9 e 10, de re-
quisijio do Sr. inspector do 3 qaarleiro. aob
officio n. 2.
Ra Imperial, 33 ditas, assisliodo Jos Maria do
Amaral inspector do 2o quarleiro, documen-
tos o. 11 e 12, de requisijio do Sr. iospector
do 19 quzrleiro, aob officio o. 4.
Ra do Ouro, 12 ditas, assisliodo Raymundo No-
nato da Rocha iospector do 27 quarteirio do-
cumeoto o. 13.
Ra do Alecrim, 20 datas, idem idem, documeoto
0.14.
Ra Imperial, 24 ditas. Pedro de Alcaotara Pe-
reira inspector do 4 quarteirio, documento
n. l.
Ra do Padre Floriano, 59 ditas, assistiodo Joio
Bsptista Furtado iospector do 17 quarleiro,
documeoto n. 16.
Pateo de S. Jos, 13 ditas, assistindo Francisco
Manol de Aimeida iospector do 11* quarteirio,
documento o. 17.
Ra de Sania Rila, 44 ditas, assistiodo Timoleo
Amancio Martina iospector do 8* quarleiro,
documeoto n. 18.
Ra Direita, 17 ditas, assistiodo Aatooio Aleo
Ramos Maia inspector do 23 quarleiro, do-
cumeoto o. 19.
Cinco Puntas, 1 dita, assistiodo Marcolino Au-
gusto da Silra Villar inspector do 25* quarlei-
ro, documeoto o. 20.
Ra Augusta, 28 ditae, assistindo Jos Patricio
Siqueira Varejao inspector do 22* quarleiro
documento n. 21.
Total 305
Fregnezia doa Afogados.
Ra Direita, 25 casas, asaialiodo Joaquim Eulalio
Ribeiro Ribas inspector do 1* quarleiro, do-
cumento d. I.
Ba de S. Miguel, 59 ditas, assistiodo Candido
Tbeotooio da Cmara Santiago inspector do 2*
quart-irao, documento n. 2.
Piranga, 23 ditas, assistindo Antonio Caetano Ta-
rarea inapecior do 3* quarteirio, documento
numero 3.
Total 107.
Ca ponga.
Ruada Eaperanja, 134 caaaa, assistindo Christo-
ro Santiago do Nascimenie iospector do 8*
quarteirio, docum-nio na. 4, 5 e 6, de requisi-
jio do Sr. subdelegado, aob officio o.l.
Ra daa Peruambucaoaa, li ditas, assisliodo
Francisco Antonio da Silva Cavalcanti inspector
do 3* diatriuo, documeoto o. 7, de requisijio
do iospector do 8 quarteirio, aob officio nu-
mero S
Ba ds Amizade, 13 ditas, idem idea, documen-
to o. 7, de requisijo do mesmo aob officio nu-
mero 3.
Ra doa Deuses, 4 ditas, idem idem, documen-
to n. 7.
Total 163.
^*aaa
cap ti
Pf'
gStomo
em rirtade da portara retro paaso a presente
cerliio exlrahida da'copia que em meu poder o
cartorio se; aeha aer fiado do documento a de-
nuncia que dea a premtoria contra o juit mu-
de Pao .dos Ferros, Joio
que me reporto rai s*c
*" nicipal aupplenla da 'illa de
" Veriato Fernandas, ao que
p. -o, couoo^ue duvida faca por mis eacripto
1 concertada e aeatooeda d las Dou ft.'
Luiz da
quarteirio, doce-
Freguezia da Boa-Vista..........
Dita de Santo Antonio..........
Dito de 8. Frei Pedro Gonealvee
Dita de S. Jos...................
Dita dos Afogados................
Capooga..........................
242 casas:
1*5 >
673
805
107
168
1615 >
Alm das cssas cima mencionadas, procedeo-
se maia a deiiofecjio do quariei de polica e
hospital de caridade, cojoa documentos existem
anexos, o o primeiro entro os da freguezia de
Santo Antonio, sob o. 11, o do sogoado entre os
da freguezia Oa Boa- VUta aob m.6. <
I
Eleie&o ale Mo dos Ferros.
Illm. Esc Sr. Recebi doua coodeieiaee de
T. Ezc um em que taha por copia o theor con-
fidencial por V. akc. dirigido aocpito Guaran
obro certas aecueacoea ana s lhe lata, entra aa
ae me declarar V. tic. reaellercopiaa aa que
ao vierauj da aeua dona oBoios de qne eu da-
ra fazer uso, a conhaaae que o maaaao oapitio
**1 H otria cono Matado ; ana ti sd roosbi
um eom onderejo ^ elle, e goardei para o man-
dar, segn to a recomen lijio
do vanflaar a cerlesa deseas impj
orna deilas a ter-falto grande i
pectores, tratot de saber
faci qoe infelizmente nio s |
cansado.j me havia^^H
cap ti o, que aqu ad^^H
o por que ae devta hsv
poda por molesti
molfcer quasi I mor
como ainda uliimaaente.^lpor
fiz sentir a V.Bxc.
Ko da 1* deste mez. porm ti ve a aBtJciade
harn, o capito Guaran sido demittdo, eom
ordem para se recolbef i capital, e ainda mata :
que o offlcio da demiaso ebegou dentro de in
outro para o juiz municipal d'ali, de quem V Exc
exiga a declarajo do dia e hora, em que fizesse
a entrega delle ; e allnal coobeci que lulo foiaa-
sim : eram pira mim sorpresas sobre sorpresas.
Naa miohaa commuotcajdes V. Etc. same fal-
lara doa dous, que se referiam ao Guaran, e
foi por isto que uio tire dunda em dar destino
os mais irazidos pelo soldado. Faja idea V. Exc.
ds posijo em que fiqaei collocado, aem puier
assislir a eleije, a forja entregue ao aargeoto,
a delegada as mos de um hooiem, que merece
conceilo, porm Inclinado a urna pareialidade,
contra quem oio poda ter acjo 11
Esse estado de cousas ae achara irremedia-
rel, era preeiao aceita-lo : assim dei ordem ao
sargento commaodaole da forja, que oespilio me
declsrou ficar a minha disposijo, segundo as de-
lerminajoes de V. Exc. para que garantase a
mesa, aflm de aerem reapeitadSs suas deciades,
e fia tambem as precisas reeoramendajoes ao de-
legado. No 1* dia ludo foi bem, porm, no ae-
gundo houre um conflicto eolre a mesa,o profea-
aor Tristo e oulros por causa de um roto, que
reeusou, e ae quera que elle acceitasse, e deu em
resallado preoder o juiz muoicipal ao mesa-
rio Maooel Pereira Leite ( que soltei por habeas
corpus ) daodo como motivo da priao o ser of-
fendido e desobedecido por elle na occasio do
tal conflicto, A mesa por esta razoauspeodeu a
eleijo, dirigio-me urna queixa contra o delega-
do, e oa que baviam perturbado, e pedio-me for-
ja. Recommeodei ao commandaote do destaca-
mento, que procurasse maote-la oo uso de suas
attribuijes nao coosentinoo que offendesse, e de
novo dirigi-'me ao delegado censuraodo o seu
proeedimeoto, depois soube que aos da pareiali-
dade aulisla durante a sua ausencia da mesa, qoe
por motivos justos havia ioterrompido seua tra-
balhos, se apreseoiarara na igreja, tomaram eoo-
ta da urna e com um juiz de paz, de Porto Ale-
gre estavam procedendo sua eleiju ; que o com-
maodaole da forja Iht hara dado 20 prajas ; e
que a mesa legislativa eslava funecionaodo oa
caaa da careara muoicipal. Eateodi que o par-
ticular nao tinha feito bem em satisfazer seme-
lhante requesijio, e por isto-me pareceu nao aer
conveniente continuar oo com mando do destaca-
mento ; Gz partir para Pao doa Ferros o cadete
Fraocisco Caroetro da Silra, i substituir o di-
to particular, e oas retobas inslrucjdes o auturisei
a retirar logos soldados, que o outro ioderida-
mente presin a mesa de juiz de paz do Porto
Alegre e a auxiliar com forja aflm de poder en-
trar pafa a matriz a primeira a proseguir oo serrijo
comejado, deixaodo fiuar para eritar disturbios
a ouira tambem 14, se nao quizesse sahir; e en-
to lhe recommendei que empregasse todos os
meios para nao haver desaguizado. e o mesmo
disse ao delegado, por queembora nao me pare-
cesse muito imparcial ( anda que julgara exa-
gerada aecusajo da mesa parochial a seu res-
peito, como tudo nao tinha remedio, seoo ha-
ver-me com elle. Porm Qoalmenle reflectindo
que nessa ida da mesa para a matriz com urna
forja podia harer grande desordem, porque, os
que l estavam sem duvids me opporiam a en-
trada [ disseram-me que estavam neste proposi-
to tanto que fecharam logo a igreja e que eu
a 8 legoas em dislaocia nao podia providen-
ciar, conforme a circunstancia, e mesmo nio con-
fiando do bom uso de urna forja ao mando do ca-
dete, mojo ioexperienle, e exposijo dos mem-
bros de um partido, que, nao tendo responsabi-
lidade pelas coosequencias e tristes resultado,
que podessam haver, e s mirando sua victoria,
nao trepidaran] ante obstculo algum, fiz partir
a toda pressa um officio ao cadete oo sentindo
de nada obrar.se nao de accordo com o delegado
e deixasse cala um fazer sua elelco onde quizes-
se, por que o poder complente ecidlria da va-
lidado dellaa; com effeito assim aconteceu : o
partido nortista, representada pelo juiz de paz
legitimo e mais membros da mesaacabou a elei-
jao na casa da cmara, segundo me consta, e o
sulisla com o seu juiz lo Porto-Alegre na matriz e
hoje aquelle termo esli na maior iranquilidade.
O meu ultimo proceder nao parecer muito
curial aos olhos dos inleressados; porm foi
urna medida extrema e salvadora visto como
sodo-me absolutamente impossivel ir Pao dos
Ferros, e nao havendo ali auturidade alguma,
que podesse dispor da forja convenientemente^
nao devia eu por em risco muilaa vidas para a
todo custo fazer entrar na matriz a mesa legal,
que sem duvida juslifica-se do fado de haver
funcionado Tora da mesma matriz obrigada por
forja maior; nao lendo meu ver desculpa o
proceder do outro partido, que se spoderou da
igreja, e sem elriiores e nem supplenles fez a
elei jao eom juiz de paz de um distrir.to extranho
harendo oo de Pao dos Ferros alm do primeiro,
que presidio a ouira eleijo, mais dous em dis-
ponibilidade, segundo creio, quando aquelle
esleve impedido.
Dero dizer ainda 4 V. Exc. que officiei ao alto-
res Joo Carlos epezar ae doenle, para que se-
gaisse, para Pao dos Ferros aonde agora eal, e
exig do 1* auppleole Antonio Feruandea de
Queirz e S, que assumisse o exercicio de dele-
gacia; porm finalmente receoi resposla do
mesmo teoeote-coronel declsraodo-me ser o 2
supplenla, eoganei-me.
Ju'go conveniente juotar a este por copia a
mioha correspondencia, expedida e recebida du-
rante oa acont*cimemos da eleijo.
Deua guarde V. Exc Imperatriz, 7 de Janei-
ro de 1861. Illm. Exra. Sr. Dr. Jos Benlu da
Cunha Figueirdo Jnior, presidente da provin-
cia O juiz de direito Delfioo Augusto Caralcanti
de Albuquerque.
O esarivio David decarou ao p desta o theor
da sentenja, eom que aaodei por em liberdade
a Maooel Pereira teite do Reg, a qual sentenja
esti por copia oo proceaso de respoosabilidade,
qoe por este juizo se inslaurou por denuncia do
promotor publico contra o juiz municipal sup-
plente do termo de Fio doa Farros, Joao ferate
Fernandes. Apody, 18 de outubro de 1861.
Dr. A.-Oavalcante de Albuquerque.
David Lauremo de Frailas Dantas, eacrio
primativo do jury no termo do Apedy da comar-
ca da Maioridade em virtude da leiect.
Certifico que a aeotenja que trata a portaiia
supra do iheor seguidle .- '
Da petico a folhss doas ioterrogatorio de
folbaa aeis e informaco de fulbaa qaalro, r-se
que o pacieote Maooel Pereira Leite do Reg,
membro da mesa parochial de Pi dos Ferros,
foi preso pel juiz muoicipal Joio Verialo Fer
oaodes a pretexto de comer um coufiicto entre s
meama mesa e Trislio AireaGeojalvea Cavaco-
te e outraa que queriam se acceitasse de um in-
dividuo o rolo que ao baria recusado; mas
atteodendo que o preaidente da mesa parochial
pela lei reglamentar das eleijes a quem
competo regular a polica da assembla paro-
chial, chamando a ordem oa espectadora, e at
preodeodo oa que ofTeniem os me moros da mesa
a volantes, claro qoe o juiz muoicipal a oio*
aer sua intervengan exigida nao podia envoler-ie
oeasa conflicto, e prendar de sua propria autori-
dade o pacieote, aioda pela razio que deu.
antes teodo desejos de satisfazer as recommeo-
dajoea do presidente da provincia acerca da liber-
dade do roto cumpria-lhe ser maia escrupuloao
em eeta be tocar um precdeme, que a ficar ade-
miilido seria eolio usa boa meio de coagir esa*
liberdade de reto qne o de proieg-la, o aseim aa
tirara toda garanta a independencia do que a
le rodeia aa mezaa parochiaaa; o poia i oigan-
do-se como julgo i Ilegal tal prieto, mando quese
paste lmmediatameole em fsror do pacieote Ma-
noel Pereila Leite do Reg aliar de soltu-
ra. Deixei de ourir e datenlor porque a infor-
majio combinada com o interrogatorio deu-me
o preciso ectarecimenlo para estabelecer minha
decirio, e tambem porque sendo o referido deo-
teMorocommtBaVnte da forja aslaeionada *m
Pao doa Ferros oito leguas a eala cidade nio
podia sem graro iaeoarooieote fn 4o lr a mi-
nha preeeoja aHanio o estado melindroso do*
negocios despejas termo. O aacririo reaaotu
sato ataa ao upanor tribunal da retaceo par
3uom recorre, e publique esta em sua mi CS-
ade da ia.poratriz 4 de jaaeiro de 1661.Deifi-
co Agual CaralcanU de Albuquerque.
Erna se alo eoatai>B em dita aontonca qoe
Vill.no
Apody,18 noresabra dei861.O eseririo dajory,
Darid Lauralo aeFreitas Daatos.
O Sv. Joaquim otaj Je Almeida
Pire, hacha re da Baha formado este
auno, apt-oveitandio te da ausencia do
padre Bento Pereira do Reg, e de urnas
cartas que diz ter em seu poder, crip-
tas tal vez em boa e su jeita a coates
tacSo e pro va contraria, assentou de dea*
concettua-lo ante a opniao publica
com os seus annuncios incertos nos ns.
28T, 288, 289 deste Diario, esperando
assim coagir alguem a pagar por elle
urna divida de que se faz cred,or, e cuja
veracidade duvidoja, e escapar a vin-
dicta legal pela sua prxima retirada.
Pede se pois a suspensao do juizo publi-
co ate a voita do dito padre para esta
cidade, qua sera' breve.
Hooiem as duss horaa da madrugada falle-
ceu oa poroajo dd Monleiro o Sr. Jos Francis-
co Ciroeiro Monleiro, capito do corpo de policia
deata proviocia e subdelegado de treguarte de
Alegados.
Seotiodo-se, ha quaai um mes potito maia oa
menos, bastante eocommodado em ana saude,
jio-ae forjado a iolerromper o exercicio de eua
fuocjoea e a retirar- para o campo, afina do
encontrar Hiri aoe aeua padecimentos, que d
dia em dia mais se aRgravaran.
Infelizmente poreoa aasim nao acontecen ; por-
que nao obstanl os assiduos cuidados de seus
prenles e os esforjos da medicioa, o mal era
mortal e elleTeio a auceumbir de urnaemphy-
sema pulmonardepois de harer recebido, eom
urna resignajo rerdadeirameole cbrisUa ; lodos
os coofortos da religiSo.
0 capito Jos Francisco Carneiro Monleiro era
um cidado prastimoso, amigo dedicado ; ecomo
empregado publico, fot sempre selozo oo cumpri-
mento de seus dererea, merecendo sempre acn-
lianja daa autoridades superiores, que o emere-
garam por vezes em diversas e importanlea com-
missoes.
A sua mor te pois nao ser um arootecimento
indifferente ; e seus amigos e parentea que o a-
precisram nao deixario de dep6r aob sen t-
mulo urna sentida lagrima de saudade.
A Ierra lhe aeja lere...
COMUEWtCMO
NOVO BANCO
DE
Peroambuco.
EM 17 DE DEZEMBRO DE 1861.
O Banco descorita na presente semana a 10*/
o aooe at o prazo de 4 mezes e e 12 */ at o
de 6 mezes, e toma dinheiro em cootaa cor rentes
simples oa com juros pelo premio e prazo que se
conrencionar.
Banco do Brasil
A directora da caixa filial, saca so-
bre o Banco do Brasil qualquer quantia
a vista, e'ao par. Recite 17 de dezem-
bro de 1861. O secretario, Francisco
Joao de Barros.
4llandega,
Kendimeotodo dial a 16. .
Ilam do dia 17. .
389:9155885
25:433*206
415349*091
Movlmento da alfandesca
17
533
Volumea entrados com fazeodaa..
a a com gneros.
550
Volamos sahidoa com fazeodaa.. 216
com (teneros.. 409
a ------ 625
Descarregam hoje 18 de dezembro.
Brigue ioglezSawaonak La liarmercaderas.
Barca portuguezaGraiidomercadorias.
Patacho hollandezElisabalhdem.
Rrigue brasileoBeberibecharque.
Duca dinamarqueza Oltotaboado.
Barca inglezaPrescitamachinismo.
Galera inglezaRosamuodtaboado.
Brigue porluguezBeluariosal.
Barca ioiUeza Eliza Haodsmercadorias.
Beeebedoria. ale rendas internas
geeraes de Peroambuco
Rendimeoto do dia 1 a 16. 18 508J823
Idem do dia 17.......*:2333578
207696401
Consolado
Rendimeoto do da 1 a
Idem do dia 17. .
provincial.
16.
43:589*044
4.6UI12
48:20O173
MoTi*<)fito lo t orto.
Dia 17.
Nao honreram entradas nem sabidas.
Obserraeo.
Fuodeon no lamaro orna barca ingleza mas
nao leve commuoicaco com a trra, appareco
ao norte um brigue.
o* es o. m . - Jo o. * * V r 1 Athmoiphtrm s
* W 2 i I Dirteco. M B H O
a oa I 1 O 1 Infneidadt. 1
-a -a 2 1 8 u Farhtnhtit. 1 - t m m o m m o h oa si TI
X a> p o Csnftgrdo.
2 -a e s e 2 SI A7yf rovnaro.
o o o Cisterna hydr mtrica. a- i
-a 00 lo 8 S ao * 18 S /Vaneas. r *> i o
p | IngUx. '
A noile clara a principio e depois de sgoacai-
ros, vento ENE fresco e assim amaaneceu
osciueto oa Buai.
Preamar as 4 h 80' da Urda, altara 7, p.
Baiza-mar as 10 b. 18' da manha, altura 0,8
Observatorio do arsenal de marioba, 17 de de-
zembro de 1861.
omio swmi,
1* teoente.
JtoiiiKtt.
A cmara municipal do RVerfe manda publicar
para coaheciment de seas mnntcipea o acto pe-
le qei Btm. presidente'tfa provincia approvo
temporariameote j)s oito artigue da postoras abac-
io iranscnptos. deterortnatroo a warna cmara
W- w Uvetaem elles eteoscao do 1* do meio !!-.
to esa dianta.
Paco di cmara municipal do Recite, ea eeeaeo
ortiasrtt do f do dwtiso de ISft.-Lnix toa?
s


X
cisco de Barro* Reg. presldenie.-Branciace Ca-
nuta da B.avisgem, QflleJa.-a.aMr servioJo de
aecretarlp.
/.1-T L*ck>2OTero0 d Feraembueo. 3
fe dezembro do 1861.O prr da provin-
cia atiendendo ao que rencoeaoiou a :amara mu-
o, resolve approvar temporariamente os erti-
*s ofra transcriptos do prejeclo de posturas,
confeccionadas pel me*ma cmara, deieodo-o*
BBOtttdos ao conheeimeato da aasembla legisla
ira provincial, por ario ser ana materia gW,
Je ooa termo* do art. Ido decreto de 15 d
tubro de 1881, )
tai$ilt *'**'*** d "".fOf
TSZZaSZ?'** co" t,HNr res-
_ ll,,.-" '"weads ditas casas deverao
jarre-las ama re por di, e os quintas ao me-
aos ama vos por semana. Os proprietarios de-
?erao manda-Ios caiar urna ve por aono, e pio
lar- de qustro em quatro aooos pelo menos, at-
lerrando tambem con aris grosss os quiotaes
m que acarear estegoadas as agusa piuviaes
vs contraventores pagario a multa de M, e o i
oro as reincidencias.
Art. 3. O rasos em que se depoailaral
Buleras feccaes, quer liquidas, quer aeidas, e
tambera as aguas putridaa, nao podem/er oa ba-
se mais de palm emeio de diamelrri; nem mais
dedoua palmos, e meio de altura/'eserao feito de
zasdeira com arcos da ferro, oi/todo de ierro de
modo apropriad a este seofico, teodo lampas
que os deverao fechar de anfte que oo exhaiem
man cheiro, Ucaodo pro/ibido desde j o uso dff
Barril de manleiga para/tal flra. Os coolraeo-
toies pagarao a multa/de 5o o dobro as rein-
cidencias.
Art. 4." Estes/'* jos serio, despejados e liva-
08 de oito aft oite dias pelo renos, sendo con-
Ouzdos aosf lugares para iato desigoados, a ooit
oepoisjlrg9 horas, ou.pela madrugad al as 6
ds^jaobaa. Os contraventores pagarao a multa
1UJ e o dobro b*s reincidencias.
Art. 5* O lso das casas ser condolido a qual-
quer hora do dia, ou da noile em coixes, assim
como as aguas servidas que nao exalarem mi
cheiro, em vasos semelhaoles ao do art. 3, seo-
do uns e ouirus cobertos de sorle que nao se ve-
ja o que elles comm. Os eontraventores paga-
r de multa 5j) e o dobro as reincidencias.
Art. 6. Os I ufares de despejo para as materias
feccaes, aguas pululas e lixo serio provisoria-
mente os segrales:
t.* No bairro do Recife, a prais do Brum,
tanto do lado do mar como da mu.
2. No brre de Santo Antonio, a praia
leste da fortaleza da Ctoco Pontas, o alagado
margen do Cspibsnbe defronte dos Coelhos.
3.* No bairro da Bis- Vista o alagado que va i
para o cemiteno publico, e o que Oca no logar
dos Cofilhos a margem do Capibaribe. Os que Q-
zerem despejos em outras partes pagario de mul-
ta lOg e o dobro oas reineidencias.
. Art. 7|* A cmara municipal mandar fincar
postas que indiquem o seu destino.
A't. 8. As aguas empregadas nos misterios
domsticos e que nao exalarem mo cheiro po-
dero ser lanzadas ao rio em qualquer parte.
Antonia Marcelino Nuaes Goorplves.-Conforme.
Francisco Lucio de Castro.
S mais se n*o t_
qusl chamo, cito a
era comparecer
pon* da le, afiaij
untoj
que
MIHlMtlIliaKCv ao. Ofi.iT**!IAA >S 0|JUO **T
i \ m> i'. iii*im _i .i. i un i i ~i.ii.
anolencs,
los os supplicados
efrioO prai
ua def-xi
referido praao.oob U.
n. Por- a
arada
erre
cada
prensa af-
Ml.Eu Harloel
lo, escrivao o auba-
besr Arartpe. ^
a da IIelle, official m
Drde.aM* utado i assembla
jjslaliVa peto primeiro oircuio desta
urna ea- (que servir de introdcelo representadlo do
si a sobre o excelltbie dtassa em tres icios.
ledas eom
O Dr.Trisio de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa, e juiz especial do com-
mercio desta cidade, por S. M. I., etc.
Faco saber que-por parte do presidente e direc-
tores da caixa filial do banco do Brasil me foi
feita a peli(ao seguiote :
Illm. Sr. Or. juiz do commercio.Dizem o pre-
sidente, e directores da caixa filial do baqj-o do
Brasil aesta cidade, que querem fazer citar a Eu-
genio Broussouge & C, e Eduardo A loor, para que
dentro em 10 das que Ihea sero assignados em
auiien^.ia paguen mesan caixa a quanlia de
1.7999830 e seus juros, importancia de urna letra
mercantil j vencida e competentemente protes-
tada e oo paga, ou alleguen) o que tiverem que
os relevem, sob peoa de serem conlemnados di-
reitameote no principal juros e cu-tas. caso nao
coufessem. Nesles termos oedem a V. S. que as-
sim Ihe delira.. R. M.O adrogado, Dr.
Reg.
E mais seno continha em dita peligo, na
qual dei o seguinte despacho :
Ciiem-se. llecie 26 de norembro de 1861.
Alencar Araripe.
E mais se oo continha em dito despacho, do-
pois do que se ia a replica do theor seguinte :
Illm. Sr Dr. juiz do commercio.Os suppli-
cantes requeren) a V. S. que nao sendo encon-
trados ua supplicados para serem citados; e sea-
do notorio que elles se a lum ausentes desta
provincia, se digne admiitir a justiflcajao dos
suplicantes para depois de julgada serem citados
por carta edital com o prazo da le, visto existt-
rem os supplicaios em lugar incerto e oo sabi-
do, sendo a i'itaco para tolos os termos da causa
e execuQu t Qnal arrematarlo e integral em-
bolso dos supplicantes. PeloqueE. R. M.O
procurador, R. J. Barata de Almeida.
E mais se oo continha em dita replica, na
qual dei o despacho do theor seguiote :
Para a justiticajo marco o dia 5 do roes pr-
ximo vindouro, pelas 12 horas da manha. Re-
cife 30 de oovembro de 1861.Aleocar Araripe.
E mais se oo continha em dito despacho, e
tendo os supplicantes produzido suas (estemuohas
que justificaram a ausencia dos supplicados, su
biram os autos mioha coocluso e neiles dei a
senienQa seguate ; *
Hei por justificada a ausencia de Eduardo
Adour, e Eugenio Broussouge & C, vista da
prova dada pelos justiQcaotes; e mando, que se
faga a cita;o por carta de editos de 30 das, pu-
blicsodo-se nos lugares e gazetas do costume.
Recite 7 de dezembro de 1861.Tristo de Alen-
car Araripe.
E mais se nao cootioha em dita sentones, e em
seu cumprmento oescrivo fez passar o presen-
te com o dito prazo, pelo qual cito aos ditos sup-
plicados, adm de coraparecerem oeste juizo, sob
peoa de revelia. Portanio qualquer pessoa os po-
der fazer scientes do que tica exposto.
presente ser affixado nos lugares do,cos-
tume.
Recife 10 de dezembro de 1861.Eu Hanoel
Harta Rodrigues do Nescimeoto, escrivo.o subs-
crevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa o juiz de direito especial
do c mmercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco, por S. M. I., etc.
Fajo saber que por parte do presidente e di-
rectores da caixa filial do banco do Brasil nesta
cidade me foi dirigida a seguinte petico:
Illm. Sr. Dr. juiz do commer_cio.Dizem o pre-
sidente e directores da caixa filial do banco do
Brasil nesta cidade que querem fazer citar Vir-
ginio Barbosi da Silva, Csrdoso & Sonza, Ah-
xsndre Jos da Rosa para que dentro em 10 das
que lhe serio assigoado3 em udieocia paguem
A mesma caixa a qoapiia de 1:9203 e seus juros,
importancia de urna letra mercantil ji vencida e
competentemente protestada e oo paga.ou alle-
guen) o que ti'erem que os releve sob pena de
serem condemoados direitameote no principal,
juros e custas, caso nao coufessem. Nestes ter-
mos pedem i V. S. que assim lhe delira.E. R.
U.0 advogado, Dr. Reg.
Estava o despacho do theor seguiote :
Citem-ae. Recite 26 de oovembro de 1861.
Alinear Araripe
Eslava a replica do lh_eor seguinte :
lltai. Sr. Dr. juiz do commercio. s suppli-
cantes requerem V. S que no sendo encon-
trados os supplicados para serem citados, e sendo
otorio que elles se acham ausentes desta' pro-
vincia, se digne admitur a justiQoaco dos sup-
plicantes para depois de julgada serem citados por
carta edital com o prazo da lei, visto existirem os
supplicados em logar lacerto e nao sabido, seodo
a citiQio para tolos os termos da causa e execu-
cao axe final arrenuitcio e integral embolso dos
uajplieaotes. Pelo queB. R. M.O procurador,
R. J. Barata de Almeida.
. Estava o despacho do theor seguiote :
Para a justificarlo marco o dia & do vindouro
tnez, pelas f 1 huras da maohaa Recife 30 de
oovembro de 1851.Alencar Araripe.
E mais se oso cootioha em dito despacho, i
curoprimeoto os supplicantes produzfram suas
tstemenos ; desta* do que vieram-me os autos
conclusos O neiles dei a senteo^a do theor. se-
guinte :
Hei por justi&esda s ausencia de Virginio Bar-
*>osa da SU*a, Cardoso &S^uza, eAle*n# 0", Rosa ; e aaairp mauuo que se taca a ilsco
odital com prazo de 90 das, os korma rsqusrida,
otttkiande-seoas gazeus maisiidas a nos rosa-
res mais pblicos, pagas oooeUs ei-caose. JLe*
oife 7 do dosembro ds 181 i,'Triilo de Aleucaf
Araripe,
O*.
irnpi
geral
provine/, juiz de paz do primslro anos do
prisavtgf distncto da freguezia do S. S. do bair-
ro de /aoto Antonio da cidade do Racife d*
pero^mbuco, em virlude da lei, etc.
Pac/saber, que em virlude da lei regulameo-
tar daaVeleiges, convoco os eleilores esupplen-
tes iiests parochia. que vo abano desigoados
por seus noxies. para que comparegam na tercei-
_ dominga dooiez de Janeiro prximo futuro
(dia 19J no corpo da igr.eja matriz desta fregue-
zia, pelas 9 horas da manhia, am de orgaoisar-
se a junta de qualifi;aco que tem d revera
qualillcacao do anoo antecedente, dos cidadios
que tem direito de votar as eleices de eleilo-
res, juize"s de paz e ereadores da cmara muni-
cipal, firando scientes os referidos eleitores e
suppleotes abaixo declarados, que soffrerao -a
multa de 4Qo a 609 se Da0 comparecerem, ou
tendo comparecido, deixarem do assigaar a acta
respectiva.
Eleitores.
Os Srs. :
Antonio Augusto da Fonsecs.
Joo da Cunha Sosres Guimsries.
Adriana Xavier Pereira de Bfito.
Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Joo Francisco Teixeira.
Aotooio Carlos Pereira de Burgos PoneedeLeid
CaUno Pinto ae Veras.
Francisco Antonio de Brito.
Luiz Cesario do Reg.
Augusto Carnetro Monleiro ds Silra Santos.
Jos Flix de Btito Macedo.
Antonio Jos Alves Ferreira.
kianoel Anteojo Viegas.
Jos Francisco Caroeiro.
Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira Cavalcanti.
Floriaoo Corris de Brito.
Caetano Silverio da Silva.
Flix Francisco deSouza Hagalhies.
Jos de Aquino Fonseca.
Deoloro Uipioiano Coelho Catanho.
Garolino Francisco de Lima Santos.
Luiz Jos Pereira Simes.
Pedro Aotouio Cesar.
Francisco de Souza Reg Monleiro.
Claudino do Reg Lima.
Severiano Jos de Moura.
Miguel Candido de Hedeiros Pinto.
Joaquim Milito Alves Lima.
Jos Antonio Pioto.
Ionocencio Rodrigues de Miranda. -
Francisco Jos Corris deQueirog).
Manoel Antonio Pereira.
Paulino Jos Tavares de Lyra.
Lauriaoo Jos de B Jos da Fonseca e Silva.
Suppleotes.
Os Srs. :
Domingos Affonso Nery Ferreira.
Ignacio Nery da Fonsecs.
Antonio Itangel deTorrOs Bindeics.
Claudino Beuicio Machado.
Joaquim Antonio Carneiro.
Fraocisco de Araujo Barros.
Juvino Cirneiro Hachado Ros.
Joaquim Fraocisco de Torres Galliodo.
SebastiAo Lopes Guimariea.
Antonio Eyaminondas de Mello.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Jesuioo Ferreira da Silva.
Ignacio Firmo Xivier.
Firmioojos de Oiiveira.
Antonio Bernardo Quinteiro.
Tristo de Alencar Araripe.
Ignacio B-oto de Loyols.
Angelo Uenriques da Silva.
Jos Candido us Soaza Castro.
Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Agostinho Jos de Oiiveira.
Aotooio Joaquim de Mello.
Luiz Gonijalves Agr Jnior.
Cimillo Augusto Ferreira da Silra.
Marcolioo dos Smtos Pinheiro.
Jos Firmo X'vier.
Manoel Jos Domingaes Codeceri,
Joaquim Jc de Abreu Jnior.
Manoel Jos de Oiiveira.
Joaquim da Silva RgO.
Joo Luiz de Carvalho. /
Joo Lin Cavalcanti de Albquerque.
ftagostoXivier de Souza Fonseca.
Bernardino de S-na Barros.
Fraocisco Jos do Sacramento e Silva.
E para constar mandei fazer este edital, afna-
lo nos lugares mais pblicos desta freguezia, e
public-Io imprenta.
Recife 14 de dezembro de 1861 .Eu Joaquim
da Silva Reg, escrivo que o escrevi.
Antonio Epamiooodas de Mello.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprmento de i-esolucao da junta da
fazeoda manda fazer publico que no dia 26 do
correte, peraote a mesma junta, se ha de arre-
matar a quem por menos Qzer, o costeio da lu-
minacHo publica da cidade de Goianna, avahado
cada um lampio do 295 rs. diarios.
A arrematarlo ser feita por lempo de um au-
no, a coatar do 1. de Janeiro a 31 de dezembro
de 1862.
As pessoas que se prnpozerem a esta arrema-
tar.o comparecam na salla das sessoes da referi-
da junta, oo dis supraraencionodo,. pelo meio
da, e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affltar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1861.0 secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincisl, em cumprir/ieoto da resolu;o da junta
da fazenla, manda fater publico que a arremata-
gao da renda das casas do patrimonio dos or-
phos, foi transferida para o dia 26*- do correte
tnez.
E para constar se mandou affixar o presente e
dublicsr pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1861.O secretario,
A. F. d'Aoaunciacio.
ar urna
Ti
jcluir
RTon-
I* reclamlo algoma
tendete s exigencia
qual (or a causa que alle-
m
CM
ao
9.-
qualqi
tar o-nivel das
lu*.-Wo
por parte
de indemo
gue para tal
Cooforme. O secretario, Antonio Ferreira da
ArjQunctagio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em Virlude da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 5 do cqrrente, manda fa-
zer publico que at o dia 19 deate mes estar
netamente aberta a concurrencia para a coHoca-
eio de* carris de ferro, denominados trunos ur-
banos, partir desta cidade at a poveaeSo de
Api pucos. O contrata ser feito nos termos ds
lei provincial n. 518 de SI de junho do presente
anno. E para constar ae maodeu soltar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 6 de dezembro de 1861.0 seeretsrio,
Antonio Ferreira d'Annunciacio.
OU
MtNsiara^e.
0 Illm. Sr. inspector ds thetouraria pro-
vincial, em cumprmento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 19 do crreme vai novameote em pra-
ca a obra do calcaraeoto di ra dd Imperador,
Campo das Princezas e praca de Pedro II, pelo
systema de paralelipipedos, avatiada em ris....
2129059000.
A arrematarlo ser feita oa forma da lei pro-
vincial n. 343 da 15 de mato de 1854, e sob as
clausulas eapeciaes abaixo declaradas.
As pessoas que se prupozerem a esta arrema-
tac.o, com pareja m oa sala dis sessoes da junta
da fazsnda da mesma thesouraria, no dia supra-
mencionado, pelo meio dia, e competentemente
habilitadas.
E pira constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 6 de dezembro de 1861.O secretario,
Antonio Ferreira da A'nnunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1*.A obra ser principiada eos dous metes i
cootar da data da arrematoslo e concluida oo
prazo de t mezes.
2*.O arrematante ser obligado atteoder as
reetama^des enneernentes s boa txecucao ds
obra, feitas pelo eogeoheiro encarrogedo da sua
fiscatisar^io.
3*. pagamento ser dividido era 4 prests-
e5es iguaes, correspondendo cada urna a om quar-
to do valor dr obra, eanstarue do orcamento ef-
fectoado eom as quanlias que forero votadas so-
nuelmrale para eteo* flm, eom o imposte dos
oroprietarios, e eom as sobras da roceita nos ter-
mos do 2 do srt. 41 da lei do oresmeoto ai-
gente.
4a.Para e proceder ao pagamente ser a
obra avadada em bragas quadradra, fleando o
arrematante sufeito, pel prerjo do orqamento, ao
augmento di mesma, se o governo asiim o en-
tender.
5*.0 rresnaUaia tWd osrigfldo a seguir res-
trictamente aa disposiqes coudas no ar 1^36 da
lar o. 386, e as mau artigar4a aiesoM lei, qoa
teoiila as arsemat&eoes.
fi*.A pedes deeeaor de grirto oaouts* po-
dra ne muUo bwqaiaiidada) aguataoooto dura.
A thesouraria provincial, em cumprmento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de
29 de norembro ultimo, tem de comprar para os
educandos de eollegio dea oTphiesde Soota Tbe-
reza em Oloda, 69 pares de sapatos de bezerro
da trra.
As pessoas que quiserem vender taes sspatos
apresentem suas propostas em cartas fechadas no
oorreio dla cidade, no dia 19 do correle, pelo
meio dia.
Secretria da thesouraria provincial de Per-
oambuco, 13 de dezembro de 1861.0 secretario,
Aatonio Ferreira da Annuneiacio.
Consulado de Franca em
jPernanibuco.
O capitio Riviere da barca franceza Jean Par-
mentiir em reparacio oeste porto, precisa topar
i risco, cerca ae quatro cootos de sois (4:0008),
para/pagar aa diflereatea despezas que tem sido
obrigado a fazer oeste porto.
0 oito emprestimo ser garantido pelo meimo
navio, Casco, aparelhos, marame e victualbss.
As pessoas que pretenderen) fazer este adiao-
tameoto sio convidadas s comparecerem quarta-
feira 18 do correte, s 11 horas em ponto, na
chancellara do consulado de Franca, onde lera
lugar a dita adjudicarlo em presenca do Sr. cn-
sul de Frang, a quem por menos fuer.
Pernamboco 14 de dezembro de 1861.
0 contul de Frangar
Consellio admiaistralivo.
O conselho adminrstralivo, para fornecimeoto
do arsenal de guerra, tem de contratar os gneros
alimenticios, para a compaahii dos menores do
arseual de guerra, durante os mezes de Janeiro e
fevereiro do anoo prximo vioduuro.
Pi de 4 ongas, bolachas, assncar refinado de
segunda sorle, caf em grao, maateiga franceza,
cha hysson, carne verde, carne secce, arroz do
Maranho, bacalho, vinagre de Lisboa, azeite
doce de Lisboa, farinha da trra, toucioho de
Lisboa, feijo mulatioho ou preto.
Quem quizer contratar taes gneros, aprsente
as suas propostas em carta fechada, na secretaria
do conselho, s 10horas da maohaa do dia 20do
torrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para ferneeimento do arsenal de guerra, 12 de
dezembro de 1861.
Denla Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias Filiar,
Vogal h svcr-tario oterioo.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para forneoimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguales :
Para o arsenal de guerra.
12 grosas fivelas de ferro esUnhalas para gr-
valas.
6 libras de gomma arbica.
12 duzias de folhas de liza.
10 milheiros de pregos caitas.
300 vassouras de palha.
100 ditas de junco.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 18 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho admiaistralivo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 12 de
dezembro de 1861.
Bento Jo$ Lamenha Lint,
- Coronel presidente.
alexandre Augusto de Frias Mllar,
V->gal e secretario interino.
COMPAA
DE
Seguros Ulili lade Publica
Convidamos os Srs. accionistas a receberem nn
es-notorio desta companhia o 8 dividendo de
22o000 por aejo.
~ Recife 6 de dezembro de 1861.
Os directores,
Jos P. da Cunha.
Thomaz de Paria.
Consulado provincial dS Pernambuco.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprietarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados que os
trinta dias uteis para cobranza, a bocea do cofre,
do ls semestre da decima do aono Qnanceiro cor-
rete 1861 a 1862, se principiara a cootar do dia
3 de dezembro vindouro ; e que tambem no mes-
mo dia principia a cobranca do primeiro semes-
tre do ,imposto de 5 % sobr as readas dos bens
de raiz pertencentes a corooraces de mo morta.
M"Sa do coosulado provincial 13 de novembro
de 1861.Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva,
Collectoria proviacial de
OliiKia.
Pelo presente faz-se publico, para conhecimen-
lo des ioteressados, que do da 3 de dezembro
prximo futuro principia a conlar-se os 30 dias
uteis para a cobranza do impasto da dcima ur-
bana do 1.* semestre do aono finaoceiro de 1861
a 62, os quaes fiodos pagario os cootribuintes que
nio comparecerem em dito prazo a multa de tres
por cento conforme determinado no regulameo-
to respective oo mesmo prazo sero igualmeo^
cobrados os impo-tos laoQados aeguiotes: 4 0:0
sobre o aluguel de casa de negocios e diversos
(stabelecimentos ; 80|0 sobre o aluguel dos es-
criptorios dos sdvogados, tabellies, escrives,
etc. ; 5 0|0 sobre o sluguel das casas do patrimo-
nio das corporaces 'de mi-morta ; 20 0)0 das
aguardeotes do coosummo, imposto sobre car-
ros de passwto, aluguel e carrosas.
Collectoria provincial.de Oloda 28 de novem-
bro de 1861.O escri'ao,
4bao Gon^alves Rodrigues Franca.
os mos conselhos.
No flm do drama o aetorTeMlri^ em obsequio
aos boaflefados, repteoentari a se*na cmica do
Sr. Fautino Xavier de Norae, intitulada
4 vida do ador.
Terminar o espectculo cora a multo applao-
dia comedia em.um acto,
P3DIE(Ei\irj..
DE
M Al X;\KlSUO.
Cometer s 8 horas.
Os beneficiados esper^m protecQio do|publico,
a quem desde j se confessam gratos

AYi^ofe martimos.
Maranho.
Segu em poucos dias o palhabote nacional
Sanio Amaro, capitio Manoel da Silva Santos,
psra alguma carga que aioda pode receber trata-
se com e seu consignatario F. L. de O. Azevedo,
ras da Madre de Djos n. 12.
Kio Grande do Su I
PELO
Rio de Janeiro
segu brevemente o brigue nacionil Adelaide,
de superior marcha, por ter alguma carga ji en-
gajada : quem no mesmo quizer carregar ou ir
de passagem, dirija-se a Bailar & Oiiveira, ra
da Cadeia do Recife n. 12, ou com o capitio na
praca.
Companhia Perormbucana tem da conformidade
resolrido que a saluda dos seus novios do 1.a de
janeira do aono prximo futuro em diente, ae
effeciue da maneta seguate :
orlos do norte a 5 e 20, portos do sol no 1."
5, de cada mez.
Quando, porm, o dia marcado fr santifica-
do, a 8MSo ter Idgsr no lia anterior.
Sahe impreterirelmeote no dia 19 do cor-
rate para o Aracaty o hiato Inveneivel, recebe
alguos passageiros, quevn qolier ir de passagem
dirija-se a roa da Sanzalla Xeiha o. 140 terceiro
andar, ou a borda do referido blata, junta ao
caes do bario do Lirrsmoto.
Antonio Pedro dos Santos, capitio do bri-
gue nasionat cBocantador, autorisado pelo juiz
especial do commercio, precisa da quantis de
1:0009 a premio sobre o casco t apparelho do
mesmo navio, para pagamento das soldadas de
sua ultima riagem do Rio de Janeiro para este
porto, comedorins e mais despezas correntes :
quem quizer emprestar tal quanlia, pode apre-
sentsr suss propostas at o di 21 do correte,
sll horas da manhia, em casi de Billar & Oii-
veira, roa da Ctdeia do Recife o. 12.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o biate Liado Paque-
te por ter grande parte -de seu carregameoto
contratado ; para o resto trata-ae com oa con-
signatarios Almeida Gomes, Alves & C, ra da
Cruz o. 27.
Para Aracaty e Ass
Hiate Dous Irmaoa : para carga trata-se coa
Martina & Irmio, ou com o meatre Joaquim Jos
da Silveira.
Rio de Janeiro
Grande laboratorio de la-
vagem.
Pdeos mandar buscar rouea lavada do oo
fu., 153.176, 140, 158,.*71, 8, 16, 74.
241,246, 141, 150, 184, 190. lftl, 204, 284, 38.
fcpeorornada.
Nmeros 88. 281, &4. 46, 38
Alogam-ae os andares primeiro e segonda
ds casa da rus eslrerta do Rosarlo n. 31: na roa
do Crespo o. 15. v
L0TIRI4
Ter^a-felra 2i do corrente, (vetpera
de festa) andarao impreterifeltnente as
rodas da terceira parte da primeira lo-
tera do Gytnnasio Pernambucano.
O abaixo assignado em attenco a ser
esse dia o da vespera do nascimento do
nosso Redemptor e para mais sataxxr
ao respeitavel publico pagara' as sortea;
de 6:0000, 3:000j". f :000/j|, 500f. 26$
e as de 100$ logo nessts mesmo dio da
extraccao apeaos se tenha ella concluido
cujos pagamentos inalisarao nesse da
as 6 horas da tarde, continuando nos
das uteis. Os bilhetes e meioi bretes
cliam-se a venda nicamente at o da
23, na thesouraria das loteras no ra
do Crespn. 15 e as casas com misio-
nadas.
O thesoureiro,
A. J. Rodligues de Souza.
COMPANHIA BRAS1LEIRA
DE
MfliTSS & VjUMNL
At o dia 21 do corrente esperado dos portos
do norte o rapor nacional Paran, commandan-
te Alcanforado, o qual depois da demora do cos-
tume seguiri para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
s carga que o vapor poder coodozir, a qual de-
veri se embarcar no dia de sua chegida, diohei-
ro a frete e epcommendas'at o dia da sabida is
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
critorio de Azevedo & Mendes.
O hiate Novaos segu com brevidade, recebe
alguma carga e escravos a frete r irata-se com os
coosignattnos Marques, Barros & C, largo de
Corpo Santo o. 6.
Acarac
O vapor Tguarass, da compaohia
cana, segu no oa 21 at o Acarac,
Pernambu-
recebe car-
ga e passageiros : escriptorio oo Porte do Mallos.
.iViei*.
LILAO
O pianista G. Helmotd atteodendo a
numerosos pedidos, resol ven eslabele-
cer-Se nesta cidade para dar lircoes de
piano para cojo fiai pode ser procurado
em casa do Sr. J. P. Vogeley e na do
I. Vigoes. Ensina tanto a escola classi-
ca e moderna, bem como a parte do ean-
10 applicado a piaoo pelo celebre Thal-
berg.
s
s
DE
iM.
*iA
Aluga-se um segundo andar na ra do A-
morim, bairro do Recife : 3 tratar na meama roa
armazem n. 46.
Simio Ribeiro de Paula, portuguez, retira-
se pafa fura da provincia, e sus criada Mara da
Silra, portuguesa.
Ama
*-ii
COMPAMA PER^IAMBllCAIU
Navegacao costeira a vapor
0 vapor Persiounga, commandante Moura,
sahir paraos portos do sul de sua escala no dia
20 de dezambro as 5 horas da larde. Recebe
sarga at o dia 19 ao meio dia. Encommeodas*.
passageiros e dinheiro a frete aleo diada sabida
as3 horas: escriptorio oo Porte do Mallos o. 1:
Para o Rio Graode do Sul segu com muita
brevidade a barra Saudade, capitn Joaquim Ao-
Ipnio Dias da Silva, recebo carga a frete e para
tratar com Amorim Irmus; ra da Cruz o. 3.
Maranhao e Para.
O patacho Paulino segu com brevidade, o
pode receber alguma carga : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6.
Rio de Janeiro
O brigue aCruzeiro do Sul recebe tambem g-
neros csiraogeiros a fuete : a tratar com os con-
signatarios Aolunes Guimaries & C.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente vender por coota de quem
pertencer 150 calzas com c bolas recentemeote
chegadas e desembarcadas de bordo da Grati-
dio, em om ou mais lotes, h"je 18 do corrente
pelas 10 horas da maohia na porta do armazem
do Sr. Aooes, defronte da alfandega.
LEILO
Sexta-feira 20 do corrente as
10 horas em ponto.
O agente Pinto far leilio por conta e risco de
quem pertencer e sem reserva de prego ds ar-
mario, balcao, selindro, maceira e todos mais
objectos existentes na padaria da ra de Domin-
gos Pires n. 50, no dia e hors cima mencionado.
LE1LA0
DE
Prezuntos, alhos e
licores.
Quarta-feira 18 do corrente
O agente Pinto tari Teilo, por cunta e risco
de quem pertencer, de 10 barricas com prezun-
tos ensacados, 50 canastros com alhos e 10 cal-
as com licores fraDcezes: s II horas do dia
cima mencionado, no armazem du Sr. Ano.es.
aaso
Babia.
Precisa-se de ams ama para casa de peuca fa-
milia : na camboa do Csmo n. 6.
No dia 20 do correte, linda a audiencia do
junde paz do 1. distncto de Santo Antonio, tem
de ser arrematado por ser a ultima praca, dous
relogios, sendo um de parede e outro de algibr-
ra, avallados ambos por 3509. peohorados a Ma-
noel Francisco de Jetus Veras por execu;io do
Joaquim Marrelioo da Silva.
James Purde e Cyril de Shaw vio para a
Bahia.
Precisa-se alagar um preto, dando-se o
sustento, e paga-se mensal ou semanal, para o
servigo deata typographia : na livraria ns. 6 e 8
da praga da Independencia.
Ainda est para veoder-se a taberna sita
na ra Velha o.-SI, com poucos fundos, propria
para um principiante, e bem afregnezada ; quem
a pretender, dirija-se i praca- da Boa-Vista nu-
mero 19.
O abaixo assignado previne aoJSr. thesou-
reiro das loteras que nlo pague o premio que
por sorle sahir no meio bilheto o. 2020 da tercei-
ra parte da primeira lotera do Gymnasio, cuja
foi perdido na noite do da 15 do crreme.
Joaquim Martins Pereira.
Aluga se'
o armazem o. 22 d. ra do Imperador: a tratar
na ra do Crespo n. 17.
No escriptorio de Guilherme Carvalho &C.
existe urna caria vinda da Baha, para O Sr. Fe-
mino Rodrigues Vieira.
Preciss-se de urna ama forra ou escrara
para o servigo de urna casa de pouca familia :
na ra da camboa do Cvmon. 4.
Na roa da Imperatriz n 23, primeiro an-
dar, precisa-se de um bom official da marcineiro.
Jos Ferreira Rodrigues, subdito portuguez,
segu para o Rio de Janeiro.
Para a Bahia segu era poucos dias a esenna
nacional Carlota, capillo Luciano Alves da Con-
cedi, para alguma carga que ainda recebe tra-
ta-s. com o seu consignatario Francisco L. de O.
Azevedo, roa da Madre de Djcs n. 12.
THEaTO
DE
Santa Isabel.
tamisabtra dramtica.
HeeM* extraordinaria
EM BENEFICIO A ACTRIZ
ANSA CllVESi
E DO BILHETEIRO
J^aAi /a
COMPANHIA PEUUJIBUCAIU
DE
Navegacao costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte,
Macau do Assu', Aracaty e Gear.
O vapor Iguarassu, commandante Vianna,
aahiri para os portos do norte de sua escala
at o Ceari no dia SI do corrente mez s 5
horas ds larde. \
Recebe carga at o dia SO ao meio dia. En-
commeodas, passageiros e dinheiro a frete at -
diada sahida as Shoras: escriptorio no Foro
do Mattos o. 1.
Quita-feira 19 do corrente,
AS 11 HURAS EM PONTO.
Antonio Carlos Francisco da Silva, far leilo,
por intervencao do agente Pinto, e com autorisa-
;io da commissio'de seus credores, e para paga-
mento dos mismos, dos seguiotes objectos, a
saber: metade de um sobrado de dous andares e
loja na ra da Senzala n. 13. um sitio no Salga-
dioho de Oiiveira, rom boa casa e graode pomar,
e cinco escravos pegas: no dia e hora cima
mencionada, na ra da Cadeia n. 9, primeiro
andar.
Aviso.
Antonio Feliz Pereira avisa ao respeitavel pu-
blico e as pessoas que com elle tem negocio, qse
Eduardo Arlhur de Macedo deizou de ser seu
caixeirodesde o dia'15 do corrente, portanto oo
se responsabilUa mais por transacc,io alguma
desta dala em dianto, caso elle faca em meu ri-
me, posto que inespaz de lal praticar, e sim.
por causa de alguma duvida que possa appa-
recer. Hotel da estacao da Escaria 15 de dtzem-
bro de 1861.
Pre>isa-se de urna ama qne saiba crzinhar,
engommar e comprar, para caa du pouca fami-
lia : na ra do Llvrameoto n. 9, segundo andar.
NOVAS JOIAS
SersQm & Irmio cora loja de ourives na es-
quina da ra do C teo da matriz de Sanio Antonio, franqueiam ao
publico o escolherem as mais modernas e delica-
das obras de ouro muilo era conta e oovameole
chegadas ; garanten) a qualidade do ouro, ras-
gando contas com as necesarias leclaracoes nos
recibos; tambem trocara e recebem para fazer e
concertar toda e qualquer joia : es meemos pre-
vinem que ninguem se deixe illudir por indivi-
duos que andam vendendo jotas por fra deata
prac, dizeodo serem da casa dos meamos, pois
nunca liveram, nem tem pessoa alguma encarre-
gada de vebder joias suas.
a.
QUINTAREA. loBBDiiZBMBaO O IW1.
A orrheetra dKMrfda pe|0 tic Cotes, ecocofw-
bfilbaotoouvottufa
Marco Spada
Rio de Janeiro,
pretenle seguir com muita brevidade o brigue
escuna Joven Arthur,tem parte de seu carrega-
menlo promplo : pora oosesto que lhe falla, tra-
ta-se com o sea consignatario Azevedo & Men-
des, no seu escriptorio rus da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue aBelisario, primeira classe, capitio
Manoel Mariaono Ferreira, segu com brevidade,
recebo carga escravos a frete : trata-se com oo
ooosigaatarioa Marques, Barros & C, largo do
Corpo Saoto o. 6.
Para Lisboa.
A veleira a bem eonheci la barca portugueza
cGralidio. capitio Aotooio Pereira Borges Pea-
laos, pretende seguir com inteira brevidade ;
tem parte,dq seu carregameoto promplo, para o
resto qu lhe falla e passageiros, para os quaes
tem expelientes commodos, trata-se com seus
coasignaiarios Azetode i .Mendes, oo seu es
criptorio da ra da Cruz n. 1, ou com o capitio
na praca.
Tendo a companhia de vaporea do Rio alte-
rado a sabida dos aaus paqueteo, a gerencia d
Quinta-feira 19 em continua-
co ao do dia 13 do corrente
O ageote Pinto fari leilio a rejuerimento da*
administradores da massa fallida de aiqueira
Pereira e por mandado do Illm. Sr. juiz especial
do commercio dos objectos abaixo declarados per-
lencenles a mesma massa a saber:
Um terreno no Monleiro logar deoominado C*-
boi, em que esti edificada a casa pertencente-j
a viuva do Reg Rangel.
Um dito no mesmo Insar, junto ao terreno per-
tencenie ao Sr. Filipp Billis Maciel.
Um dito ns estrada do Monleiro junto da casa do1
Sr. roajor Anlunes.
Um escravo pardo por nome Leaodro, de 18 an-
nos de idade.
O leilio seri enectuado is 11 horas do dia aci
ma mencionado na ra da Cadeia do Recife n. 9,
primeiro andar, oode se poderi obler do refe-
rido agente qualquer informarlo a respeito dop
mesmos objectos.
LEILO
O agente Pestaa far leilio a reqnerimeotn
do capillo do brigue oriental Alfredo, por oriem
do Illm. Sr. inspector da alfandega de un fardo
cora 18 arrobas e meia de li cardada.
Quarta-feira 18 do corrente,
na porte da alandeg, ao meio dia em ponto.
Aviso* diversos.
Dentista de faris. |
15 Ra Noy* 15
f redericGautiar.cirorgiacdonlista.faz
todas as operacoes da sua arta ecoljeca
denlesafviicfaes, tudooom a superitTri-i
dadee?arfsicioqoasa>easoasaniendi-<
das Ihereconheeem.
reas agua e psdenti/rietos te.
Almauak da provincia
O abaixo assignado esti em negocio com a
taberna dajrua Imperial n. 11)3, perteoceote ao
Sr. Pedro Alexandrino dos Prazeres, quem se
julgar credor entenda-se cora o abaixo assignado.
lato ro prazo de 3 dias, que depois de comprado
nao se respoosabiliss por debito algum que a mes-
ma caea cima, ou na mesma ra tab.rna n. 139.Reci-
te 18 de no.em.bro de 1881.
Laurindo Pereira Simas.
m *B-mmmm+ mm m
Constando zkm que muitaspe- 0
soea pde em duvida o termo ap-
proxioiado da rtessa sahida de-
0 claramos de novo que \rrevoga-
djp re mente do dia
(31 de dezembro correteJ
em diante- nao aceitaremos mait
g| encommenda nenhuma pastan
0 do t estabelecimento ao nosso
|p successor
r
s
Os Srs. encarregados de contrarias (
rotulosas sao rogados a mandare os J^^rapktadftS.I.flImperdrior
noenes das respectivas mezas reged/as,
a praqo da Independencia lioraria n.
6 e 8, am de serem incluidas no al*
manak.
StaiiUC/
Ruanda Imperatm mi- S
0 Hiero 14. m
ONft**
kA\l ITlIl AriafNl


QMHtao $ silva.
Sr. abaixo declarado* negocius de mu* inle-
BiIMno Simdes do Amaral Camillo Pessoa.
Jos Mara de Souza Araujo, Botador no Catti-
Bho novo, freguezia da Bscada.
Francisco Goocalves Guimsraee, morador no*
- Remedios, freaetia dea Afogados.
Marciano Accioli Lint Burrada!.
Francisco Antonio de Mello.
Virgilio de Oliveira..
"Vicente Ferrejra da Silva. *
Sr. Joto Hyppolito de Meira Li-
=
E

U M OEZUUftO m mu
que se Ihe precisa fallar.
Sociedade bancaria.
Amoro. Fragoso, Soios & C.aacam toaaam
saquea sobre a prega de Lisboa.
Aloga-as o segundo andar da case O. laida
rea Imperial, e-o segundo da ra da emperatriz
n. 188 : a- tratar na ra da Aurora n. 39.
Rge-se ao Illm. Sr. Dr. Jos Paulino de
Albuquerque Sarment o obsequio de mandar
pessoa desua confianza a ra Nova n. 43. aflm
de tratar de negocif que diz respeito a S. S.
Na ra de S. Gooralo-o. llf precisa-se de
urna mulher para ama do servico tatemo e exter-
no da casa, forra ou escrava.
Aiten$o.
****W**4t**''km Am >te da poro*cao
a recetfeerro* e cavalloa.
de Beberibe cooBS
q segundo
andar.
Aluga-ee o segundo andar da praja da Boa
Vista : tratar na Hoja de callado na rae da Im-
apertrizji. 46.
-" Precisa-se alugar um escravo Dan Comoras
ma, qveira apparece- metfa typographi* *m..d.dos. p.g.-.i geoero..menle : Su""
ru da Aurora n. 80, ou na rr* da Cadia do le-
cie n. 34.
O Sr. Ge raido Gor;eia Lima queira app'are-
cer nesta typographia. que le lbe precisa fallar.
Aluga-se duaa casas para te paasar a festa
na reguezia da Vanea, junio povoa$io da
mesma : a^ tratar na ra de Hortas n. 2, rimei-
ro andar. t
Em praca publica do juizo doa feitoa da fa-
zeoda desla pronocia, se ba de arrematar a quem
mais der oa bena aeguietea :
Um carro de 4 rodaa cora todos os seus per-
tences n. 44, e em bom estado, aTaliado por 600.
Cujo carro foi peohorado por execucae da fazenda
provincial contra Augusto Fichef pelo- Dr. Joio
Lins Cavalcanii de Albuquerque.
Um sobrado de um andar e solio na rua das
Laraogeiras u. Si com 2 salas, 3 quartos peque-
nos, conoha no solio, teodo 85 palmos de frente
p601|i ditos de fundo ; e 00 pavimento terreo
2 salas, S quartos, e quiotal que serr de cozi-
oha, araliado por 4:000*.
Um sitio na estrada do Manguisho margem
dorio CapibariM, teodo300 palmoa de frente e
6j0 ditos de fundo, 00 qual asseotsm duss casas
terreaa com solio, tendo,cada urna dellas 2 salas,
4 qusrlos, cozinba e urna estribaria, em chaos
foreiros, araliado em 9:600 ; cujos bens foram
pennoradoa por execugao da fazeoda provincial
contra Claudio Dubeux e Joio Carneiro alachado
Ros.
Urna casa terrea na ra do Pilar o. 53, tendo
Guarda livrji
Urna pessoa
tratar de escrlpturayto mercantil
svslema, offereee s< -roet>
quem dell
Loja coin arin^ao
Traspassa-se o srreodamento com armario det
um rola de fazeodas muito bem afreguenda : os
prejendentes que qeizeretn fazer negocio. Mia-
se mesma ra da Imperatriz n. '
Altencao.
O oba'xo assigoado faz seiente *so publico, e
com eapecialidade-ao respeitavel corpo de com-
mercioque desde esta dala em diante deixou de
ser caixeiro do Sr. Ao ionio Ramos, aprovelta a
occasiao para agradecer so mearoo Sr. e a toda
a aua excelleotissima familia o bom agaiarho e
tratamento que rae deram durante quatro annos
doua mezea e 18 di.at que. estire em sua casa.
Pedro d^PAIcaolara Gorueiro.
(olleglo de Benifica.
Eate eslabslecimento precise de urna pessoa
que eatpja as circumstanciaa de oceupar o lugar
de prefeito.
50 ArRua da CadL do Reqife50 A
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreita do Rosario n. 22^.pri
meiro andar,
planta denles'pele pressao do ar, por molas e li-
gaduras, efaztodas aa operaees de sua arte
s
Attenco
Purtaram do abaixo assigoado um re-
g'n ni ouro P,,eDle inglez. coberto 'de
n. 7191, autor Ioah Peulinglon e um
ancetim do ouro: quem delle souber
8


8
. ----._ v-iu. <|ueuj ueue souoer
.u der noticie drija-e ao largo do Corpo
P Santo loja de cabos de Antonio da Cosa
8e Silva Maduro, que sor generosamente
recompensado. if
wmm*a Mean mns wtmimt
Aranaga, Hijo & C. sacara obre
o Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna mulher para fazer com-
panhia a urna familia daodo-se sustento e roupa
quem esliver nesta circunstancias dirija-se a
ra da Cadeia do Recite, n. 48 segundo andar.
Lu abaixo assgnado declaro oeste jornal
que desla data em diante nao me assigoo por
Ooogalo Teixeira, mas sira por Goncalo Das Coe-
np por me achar livre e desempedido.
-- Aluga-se urna case em Olinda na ladeira
do Varadouro : a tratar oa ra Imperial n. 260.
Na comarca de Nazareth
Veode-.ae o eogenho Dependencia com muito
boas letras de producQio, muilo bom cercado
muito fresco, com proporcea para moer com
agua e bos matas para derruber-se, sito na co-
marca de Nazareth : os prelendentes podera di-
rigu-se ao meociooado eogenbo a tratar" com o
seu pioprietario.
ioao Faraco e seu sob,rinho Braz Fronsal.
Prauvel Brande seu filho Nicolao. Brande, Fran-
cisco Acheio, lodps subditos italianos, reliram-se
para lora da provincia.
Jos EscunBa Milho e Vicente Escuoha Mi-
Iho, subditos italianos, reliraqj-se para oia do
imperio.

15 palmos de frente e 53 3i4 ditos de. fundo com
i salas, 2 quartos, solio, quiotal
. morado, sem
cacimba, em chaos foreiros, e em bom estado,
avahada por 3000# ; cuja casa foi peoborada por
execucio da fazeoda provincial conlra o padre
Fortunato Jos de Souza.
Urna caso terrea de laipa na povoaco~ do Ca-
chang, tendo 32 palmoa de fente e 40 ditos de
fundo, cozioha fora e 1 quarto, copiar na parte
do^letraz, quintal cercado com carca de madei-
ras, tendo algumas frucleira, em chios foreiros,
avahada por 1:200$; cuja casa foi peoborada por
execucio da fazeoda provincial contra Vicenle
rerreira da Costa Miranda.
Os pretendentea poderio comparecer na sala
da audiencias as 10 horas do da 19 do correle
.mez de dezembro.
Precisa-so alugar urna negrinha de 10 a 12
annos : na ra do Imperador n. 69, sobrado.
Preciaa-ae de um faitor para um sitio de
pessoa estrangeira, em Sanl'AnnaS: a tratar na
ra do Trapiche-Novo o. 42.
Bernardo Jos da Costa, residente nests ci-
dade do Recite de Pernambuco, fax saber a quem
coovier, que neata data tem revogado a procura-
Cao bastete, pela qual constituir na villa de
otrreiros, comarca do Rio Formoso, seu procu-
rador a Jos Nicolao Pereira dos Santos, e pelo
presente exige do qito seohor a remessa da dita
precurago revogada. Recife 16 de dezembro de
oOl.
Aluga-se o sobrado de um andararma-
I xem na ra da Moeda n. 33, cenceitado e pintado
de novo : a tratar oa ra da Imperatriz n. 53, se-
gundo andar.
8 -
Na noiie do da 7 do crreme met fur- dj
9 taram do us so fas de,ferro do terraco da f)
casa de campo do Dr. Pereira do Carmo : fj>
aj quem delles der noticias exactas ser re- #)
fe compensado. ej
ej.f)djf)i
Garvalho, Nogueira & C. na ra
do Vigario n. 9 primeiro andar, sacam
sobre Lisboa e Porto.
/>
e


3-Rua estreita de Rosario-a *
Francisco Pinto Ozorio continua a col- !
locar dentes artificiaos tanto por meio de, 1
m molas como p^la pressao do ar, Dio re- Z
aaa cebe paga alguma sem que as obras nio Z
aj fiquem a ronUde de seus dorios, tem -pos S
^ outras preparagoes as mais acreditadas S
jpara eonservaco da bocea.
C
Koeco Pagano,'subdito italiano, retira-se
para o Oari.
Preciss-se demetade de omacasa indepen-
dente, lambem serve um solio queseja bem cla-
ro: na ra Bella o. 11, se dir.
Cosiiiheiro.
Precisa-se de um negro cosinheiro para servir
* alguns esirangeiros, orefere-se que seja escra-
' na ra da Cruz n 65, no Recife.
o
Alga-se
o primeiro andar do sobrado da rus do Crespo n.
14, com commodospara familia ; a tratar na mes-
ma loja.
-r-Precisa se alugar urna escrava que
seja de boa conducta, para o servico
interno de casa de familia, e que saiba
engommar e especialmente cozinhar: e
agradando percebera' bom aluguel, e
tera' bom tratamento:: na ruada Au-
rora sobrado n. 58.
Quem precisar de um sacerdote para dizer
as missas de festa, dirija-ae a ra estreita do Ro-
sario n. 18.
. Um sacerdote offerece-se para celebrar as
missas da festa do Natal, deotro ou fora da capi-
tal : a pessoa a quem conveoha, pode dirigir-ae
ra da Cadeia n. 51, cesa de Joio da Cunha
Magalhaea, 110 Recife.
Ioao Jos de tarvalho Moraes Filho vai ao
Rio de Janeiro, e deixa por seu procurador em
ua ausencia seu paio Sr. Joio Jos de Carvalho
Moraes.
Precisase
df cm CBxeiro Pfra Padaria que tenha pratica e
de flador a sua conduela, paga-se bom ordenado:
a iralar na padaria da ra Direita n. 81.
Ao publico.
O leroe qne guia a saude sao as urinas ; o sujo
dos intestinos com mu mea-se bexiga, que tor-
nam as urinas lurtas, formando na bexiga um de-
posito de malerises de varias cores, o que sem
duvida menos perigoso que a pedra. A pedra,
porm.impede a circulagao.porisso preciso con-
servar sempre aa urinas claras para nao soffre-
rem o que o Sr. Joio Viceote de Brltu aoffreu co-
mo se podet ver do atlesiado absixo. Tomar-
se-ha 4 magos de pilulas paulistaoaa seguidos,
J pilulas i noite e3de mantisa, aeguindo a guia
do hriinho deC. P. Etcbeein. Par informaces,
a meu correspondente e depositario no Rio de Ja-
neiro, iua do Paito n. 119. e em Pernambuco ns
Pharmacia do Sr. Jos Alexandre Ribeiro, ra do
Queimsdo n. 15.
Altestado de curativo da molestia da
bexigs.
Soffri 11 annos urna molestia na bexiga, qoe
nao poda verter agua sem soecorro de algalia:
gasiei muilo dinheiro aqui e no Rio de Janeiro,
sempre procurando os mdicos de graode rep-
lselo : o resollado foi sempre padfter, ataodis
em que tie a felicidsde de procurar o autjr d^s
LPaul* pauli8laa*'de c- v- Elchecoin de S.
As peesoas que soffrerem o que eu soffri jamis
consinlam operaedea, ou outro qualquer trata-
mento, podendo tratar-se com estas pilulas. que
tem a virtude do llmoar a bexiga com toda a
Drano>ra e fazer recuperar a same perdida. -
S. Paulo 17 de agosto de 1858. .
1 a n Jo8 ViceDl de Brito.
Jos Gomes Leal tendo recebido do Sr.
Manoei Gomes da Cuaba aeobordo eogenho Ma-
caco da comarca de Nazareth, o aeu eacravo Je-
ronymo, prelo, crioulo, de idade de 12 annos
pouco maia ou menos, com signaes um pouco
saheotes as nadesaaecoaUa, para ende-lo de
sua conU. e auccedendo ter o raeamo escravo
deaapparerido no dia aeguoda-feira 9 do crren-
te, sem que at hoje toroasse para casa, pelo que
J?vS ''> ehar-ae fagido, pelo pr-
senle d f pnbltfjo nio ,6 para que dieguS .0
oonhecimelo de aeu aenbor. olo" obstanie Ihe
urjf avisado particularmente, como para que
i'^A'T'T400 < eaerato por alguo
* J FERREIIU VILLELA
TBATXSTA
BA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabula n. 18, i. andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melainuiypo, so-
t>re panno encerado, aobr%Ulco, essasciaes para
pulceiras, alQnetes ou cassoletas. Na mesma
asa existe una completo e abundante sortimenio
de artefactos francezes.e americanos para a col-
iocegio dos retratos. Ha tambera para ste mes-
reo fim cassoletas e delicados alfloetea de ouro
fiersonagens da Europa ; sler'oacopoa e violas
tereuscopicaa, assim como ridros para ambrotypo
cbimicas pbolograpbicas.
Pede-senoSr.Dr oa-
V quim Elvirio de Moraes
Carvalho, que quando
2 vier ao Recife faca favor
2 dirigir-se a loja da ra
do Crespo n. 8.
ASSOCIAgiO
DOS
Artistas alfaiates.
Por orden do Sr. presidente convido os seiiho.
re socios effectivos para comparecerem no dia
18 doveorrente, pelaa 7 horas da Urde, na caaa
da residencia do dito Sr. presidente, ra da Sen-
"la Velha n. 7, para tratar-se de negocios ten-
dentes a mesma asseriacio.
Secretaria da Associncao dos Artistas Alfaiates
lo de dezembro de 1861.
Jos Rogerio Marcelino,
Io. secretario.
Aena-seiem poder de Andr Alves Gama,
inspector de quarteirio, o morador na encruzi-
inada de Bellem, um bahuxinho de landres, fe-
chado, no qual cuotm alguma couaa, e o mesmo
101 dado a guardar por urna preta ; e como se
suppoe ter sido furtado, o mesmo inspector dei-
xou de entregir-a sesma preta quando Ihe foi
buscar, aflm de qoe fazendo publico, seu dono o
pode naver. o qual daodo os signaes e o abrindo
peraote lestemuohaa o receoeri.
No escriplorto de Guilherme Carvalho &
t. existe urna carta vioda do Rio pelo paquete
Oneidao. para o Sr. Jos Diaa Correia da Silva.
Precisa-se de urna ama que coziohe e en-
gomme: na ra de Hortas n. 9, segundo andar.
- Precisa-se de um menino poituguez de 10
a 12 annos de idade, ltimamente chegado, para
caixeiro de deposito : a tratar ira ra Imperial
numero 187. ;
Quem precisar de urna passoa para cobran-
za no malo, dirlja-se Praciehs, loja de chapeos
dobr. Sanios, que Ihe dir quem a pessoa que
para isso se offereee, ou nouocie por este Dia-
rio, prometiendo dar conhecmento ou flador a
sua conducta.
Maaael Luiz dos Santos e Silva, vai ao Rio
Grande do Sul.
*- Precisa-se de tresentos mil ris a premio
aando-e por garanta ums casa na ra Bella
irata-se na ra Augusta n. 65.
Aluga-se por preco commodo um sitio na
torre, com baixa de capim, e com outroa mullos
commodos. e boa casa com baoho porta :
aasim lambem urna casa na povoacao doMoolei-
ro, a tr-tsr eom o Sr. Jos Azevedo Aodrade na
ra do Crespo, ou com o pcopnetario Jos Ma-
f'suo de Albuquerque na estrada nova do Ca-
xang.
I. Wirz, subdito suisso, rellra-se desla
provincia.
i TiPu8la,Te Caron 80ci0 rente da casa de
Letfiher Ferard em liquidacio.vai Franga, dei-
xando encarregado dos negocios da mesma com
procurarlo baslsnte o Sr. I, E Chrietiaoi.
Aluga-se a loja da casa n.6 da ra Nova: a
Iralar aro 2o andar da mestna casa.
Teodo o abaixo assigoado, perdido urna
carieira com diversos pspeis e algum dinheiro,
ella Ihe foi restituida faltaode-lhe urna letra
acceita em branco pelo mesmo abaixo asiigoado
em 7 de oulubro prximo passndo, sellada no
da 8 do mesmo mez de Rs. 150*000 ea vencer
em 7 de enarco do anno prximo indouro ; plu
que protesta nao pagar a ref-rida letra. >
Recife, 16 de dezembro .de 1861. N
Ignacio Antonio Borge.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos de
Retratos de
Reiratoa de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
novo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
goato
gosto
gosto
invenga
inven;ao
invencao
io venc o
invengao
rara
MdeOlivtq
-7guJnS.Up,c0h^.U'!*' J ****
Pe?a de cambraia Upadaou>, m
F .400rs.,"M8eM ,Ue ^dido.
Panno pan anass redeUda a 3*
Dito dilaT&k 21500. ,
""ViV* cores imitando organd
a 480 re.
Dita branca com 8 12 varas a 31200.
Dita dita para forro a 2*.
tamisas francezss finas* y.
Ditas de fualio brancas a 2f
Dita de linho a SJ500.
I Charutos.
Verdadeirot charutos de Ha-
ll vana vende-se na ra do Apollo
n. 31. ^
Precos baixado para pouco
teropo.
recos
rlrjoa
Precos
ouro
ouro
ouro
ouro
Ama ae leite g
Presi-se de urna ama de leite, que seja
- aceada e limpa : na ra das Crozes n. tO.
H
Gabinete medico cirurgico.-
Ra das Flores n. 37. J
Serio dadsacense.Ha medlcas-cirursi-
eaa pelo Dr. aaUevioCavjIeaoli de Al bu- m
querque das 6 sstO horasda manhsa, ac- S
cudindo sos chamadoacom a maior bre-a
fidade possivel.
i- Partos
S.* Molestias de palle.
3. Idaos do olhos.
4.* dem dosorgioa enitaes.
Praticaritoda e qualquer operacie em 2
aeu srabineteou ea esas dos doanleseon- S
forme Ihesfdr mais coeveniec
- A que f.Jfr dous caalloi, procur no
Ama de leite
@ Precisa- de urna ama deleite, que seja 5
aceada e Itmpa, daodo-se preferencia a #
preta: na ra das Cruzes n. 20 primeiro as
J audar.
Ama de leite.
Na ra do Imperador n. 35. armazem, precisa
se de urna ama para amamenlar urna criauca, na
ga-#e bem. r
' O bauharel Joio Viceote da Silva Costa tem
0 ^S eacriptoiio de advogacia na ra do Rangel
n. 73, dfronte da botica, ao sabir no largo da
Penha, onde seri encontrado a quslquer hora do
dij para todoa os negocios tendentes a sua oro-
Ossao. r
Offerece-se urna senhora portugueza para
azer compsnhia a qualquer familia que fija via-
gero pars a Europa ou outa qualquer parte, sabe
tratar de criancas e senhoraa : q\iem precisar di-
nja-se a ra do Queimado n. 39.
O abaixo assigoado. com loja de tartaru
gueuo na ra, das Trincheiras n. l.^avisa aa
pessoss que tem obras concertadas de tartaruga
em aua loja desde o anno de 1858 a 60, teoham
a bondade de vir busca-las al o Ora do correte
anno, e nSo o fazendo ueste praso ficario sem
nreito algum s mesmas visto que ellas por
antigs, pouco ou nada valem.
Recife, 5 de dezembro de 1861..
Manoei Jos Soa res Guimaries.
Precisa-se, na ra estreita do Rosario n.21,
primeiro andar, de urna ama para o servico in-
terno e externn de urna pessoa.
aT T__ _<____ X
baixado para pooco tempo
baixado para pouco lempo
baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
3SU0G 5^000 10^000 20^000
31000 5000 lOeOflO 203000
38000 5*000 10*100 0000
3O00 51*000 10/O0O 20>004
3*000 5{000 OOOO 20#OoO
Explendido alfiaetes de ouro
Esplendido alfioetes de
Kxplondido ^alflnetes de
Explendido alflnetes da
Explendido alfioetes de
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Par retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Etpleodido quadros dourados
Expleudido quadroa dourados
Explendido quadroa dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para
machinas para
de lindos
lindns
lindos
lindos
lindos
venham
ventisca
venham
venham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos prelos mais. proprios
Para tirar retratos
p,r"_ tirar reir ios
A. w. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Rna do Impere dor
Rua ~' .v do Imperador.
O Sr. Porfirio de Oliveira Machado queira
mandsr procurar na rus da Cadeia, escripiorio
o. 47, urna carta vinda do Rio de Janeiro.
Gal de Lisboa
Vende-se barriscomcal nova de Lisboa che-
gada hontem, no muito acreditado deposito da
rua do Brum n. 66, armazem de David Ferreira
Bailar.
Alojad'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todoa
Todos
Todos
de
de
de
de
. retratos,
retratos
retratos
retratos
gostos
Costos
gostos
, gostos
gostos
ver
ver
ver
ver
ver
Ela lojs por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de dilas, lendo-as sempre dos melbores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio Piver
Coudray e Societ Hygieniqoe, etc., etc. : por
sso, quem quizer prover-se do-bom, dirigir-se
a rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 16. que
achara sempre uro liodo e completo sortimeoto
teudo de mais amis a elegaocia dos frascos, e a
baraleza por que se vendem convida e anima
comprador.
ao
Novos enfeiles e cintos
dourados.
A loja d'aguia branca acha-se recentemente
prvida de un bello e variado aorlimento de en-
feles de differentes quslidades e gostos, os mais
iiodosque possivel encootrar-se ; assim como
esl igualmente bem sorlida de bonitos cilos
doursdos e praleados, sendo lisos, de listras, e
matizados, e bem assim os de ponas cahidas
lendo de tudo muito para satisfazer o bom gosi
do comprador, que munido de dinheiro nio dei-
xar-de comprar : oa rua do Queimado, loja d'a-
guia branca o. 16.
Tiras
hordadas em ambos os
lados,
Vendem-se liras decambraij bordas em am-
bos oslados, que pela largura bem se pode par-
tir ao meio. para salas e outras muitas cousas
cusa cada tira 1,200 : ns rua do Queimado, loja*
daguia branca n. 16. "J
Calcado
45 Roa Direita 45
OQam!.* Ougaml..
O traste iodispensavel ao "horneen civiliaado
sea coBtradir.ee o sapato B' ella lio oecessa-
rio como o pi ao estomago. Tolera ae um
chspo jaca ; urna caaaea de ajuatar taboado ;
e vestido desbotado; mas o spalo acslcanha-
aw^e ruido, t bolina sem lustre a j descosida
urna indecencia, nm insulto ao orgio visual de
um chrialio. E' por lid graves coosidersces
que o propietario desle estabelenn enio.
acabando de receber um magnifico sortimeoto,
roga aos seus freguezes ea apressem em renovar
o calgado velho, visto estar prxima a festa -
vejam :
Homem%
M1L1ES (chagre privilegiado) frescos co-
oaaxoado Prata. ,..,.. 14*000
ZEGUINSjnteirisos (Roctblld) 90500
diversos fabricantes. 8a000
lustre pecbincba. 5|500
ntes balera. ...... 5*500
*. 5000
inglese........ 49500
Nantes\meninos.'...., 3>500
lustre (s|ae vtrs..... 59200
> (urnai\pla). 3)000
de traoca p6\togueza. 2*000
frn^za^ .... I90OO
Senhi
BTINAS|gaspa alta e lagc/i*3riJes de
duracao incalculavel.^V 6|000
francezas (laco)/ X. &I500
sem laco. .^^ 5|000
gaspa baia. "......Vg800
oulros (32, 33 e 34). : 4|5C-
bapatos (Joly) com sallo......38*00
( ) sem salto. .. 21000
Japete......... _^00
lustre (3. 33, 34)..... 800
econmicos para casa. 500
Alea diaao nm variado e abuodante aorli-
mento de tudo o que necessario a sapateiro pa-
ra executar qualquer obra.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova ofiicina.
Tres portas.
31Rua Direita31. v
Neste rico e bem montado estabelecimenlo eo-
contrarao os freguezes o mais perfeito, bem a ca-
pado e barato no seu genero.
URNAS de todaa asqualidades.
RaSmm?!! ^|ri,'a,Mm o o Jecerand.
BANHEIRUS de todos oa tamanhos.
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHL'S idem idem.
FOLIfA em caixas de todas as grosurrae.
PRATOS imitando em perfeicao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualldades.
PANELLAS idem idem
COCOS. CANDIEIROS e flandrea para qaal-
quer aortimento. H
VIDROS em caixas e a retalho de todos os ta-
mandando-aemanhos. botar dentro da cidade
em toda a parte. '
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
reza, coocertos, que todo seri desempenhado a
contento. r
Vende-se cal de Lisboa chegada no ultimo
navio: na ruado Imoerador n. t.hrn. h n
S. C.
CHUTO
Ao publico.
Oprofessor e compositor de msica Francisco
Libanio Colas, actual director e regente da or-
cheslra do thealro de Santa Isabel, tem a honra
de anounciar s confrarias, irmandades eao pu-
blico em geral, que tem preparado e montado um
excelleote repertorio de musicaa sacras para ac-
tos festivos e fnebres. Incumbe-se tambem de
exlrahir copiaa de musicaa para piano exanto pa
ra oulro qualquer instrumento; e coropr e ins-
trumentar para orchestra ou banda marcial. Pro-
poe-se por tanto a dirigir quaeaquer dos ctos a-
cima mencionados, e o mais que fica dito, pro-
metiendo s Dessuas que se digoarem bonra-lo
convsua coniianga, toda a promptidio e esmero,
para o que pode deade j aer procurado em casa
de sua reaideocia rua de Sania Isabel n. 11.
Offerece-se um mogo porluguez para caixei-
ro de urna taberna, ou oulro qualquer esiabeleci-
meoro, escreve mullo bem e faz alguma escrip-
turocio simples em quslquer estabelecimenlo,
e d bom conhecmento a sua conducta : a tratar
na rua dos Martyiios o. 36.
Joaquina P*>iro Coelho da Silva, subdito
portuguez, vai Europa tratar de sua saude.
Vendem-se cinto dourados a 29500, ditoTd
fita com ricas fivelas a 29, bandos de ilioa para
marrafa a omO rs. o par. peotes viradas imitando
tartaruga a I928O. oitos sera ser virados a 640
enfaites de relroz com iirilho a 185O0. manti-
nha de coral a S9, volta de coral a 500 rs., eofet-
tes de diversos ostos. bandejas, bicos, reodas
Otas, galao deelgodao, e mullas mas miudezas
que se vende barato
da boa f n. 74.
do Imperador n. 28, taberna de D.
na rua da Imperatriz, loja
Tudo doce.
ter
C ompras.
Urgencia
Quem liver um methodo de caligraphia a
m e qu.zer vende-lo dirija ae a ru. da Uoiao S
n. 15, ou annncie por este Diario 2
Atten^ao.
P.1Ung8MV0mmo-da,Sen'e "nodo andar da
casa n. ot da rua da Cadeia Velba, o qual tem
?/r^S-C0T0d11 e, '""'O*, e todo cor"
fido de j.nellas pelo oiiio que flca ao naesnte
e bstame claro e freaco. "',
nZ *Jnl,oF"M Trigo de toureiro leva ao
conhecmento do respeil.vel publico, e prot-sta
solemnemente perante o mesmo, por .1 e como
'CSerlftl.0 amT1'^ S- orihaaTu
Ulhe Mar,, o, G|0rw ,,, ^ j
das te L dMn?- d* "n"-Co Mor.Ten.o
ss dfuomioadas Pitangueiree, que o res-
Comprara -se accoes do novo banco de Per-
nambuco : no escripiorio de Manoei Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Carpo Santo.
Compra-se meia duzia de eadiras de ama-
relio : quem liver dirija-se a rua do Livramento
n. i, que se dir' quem quer comprar.
Compra-se urna mesa de jaotar que tenha 9
vramento n! T"1 "'" d"Jae 'Ua d Li"
Na rua larga do Rosario n. 55 contina a
graode soriimento de doces de calda, como seja'
talas com 5 libras de doce de abacachy, Rrozella"
eJaranja a 25500, ditas de cidrao com 4 libras a
29. ditas de sapoty s"29S0O, ditas de birembi e
limao a 19MW, latas cora 2 lil libras de soofeitcs
de diversas quahdades, proprios para mimos de
fesla a 1J600, laias cora 2 libras de marmeNda
de Lisboa superior a 29, cavacas de gosto -Lisbo-
nenses 19 a libra, bolinhos de amores a IftOOO
amendoas confeitadas a 800rs., coofeitos novos
640, assucar candi a 600 rs., Islas com doce sec-
co de sapoty e abacachy a 29500. xaropes de gro-
zelln, iaraoja, abacachy e lamarino a 500 rs a
8 oISI boUchinhV,e ararala a 3i. ch "TMOD
a 29800. assucar refina lo fleo a 4ai60 a arroba
e libra a 140, dito baixo a 395*0, e 20 rs. a libra!
assucar branco praprio para doce de caj a 120
rs. a libra, e 3S600 a arroba, dito someoos a 100
rs. a libra e 2800 a arroba, dito mascavado a 80
rs. a libra e 24u0 a arroba, e outros muitos g-
neros que o freguez encontrar ; tambem tem
porcao de fumo em folha que vende s libras e
arroba?.
Vendas.
co-
4efle. o referido engenho ea
- Joaqun, Fllippe da Coat, in\$mL^\Ttc^VM.^TP9^ nciante '">
idamente recosteosado.
EtuoDfi tratar de iu asde.
Ca. h0r d'WCl0' *ta' Sr- '"condede
Suaaauoa. parece querer retentar, ou lalvez j le-
oua juizo (separadameme) contra um doi
S ?r Df' ,u" B"b0" 4*2*
los e sua aenhora, a qgem fez ciUr,
ha dez das pouco mais ou meooT
ter anda feto citar para o meamo
tante, por si e como-adminiatrador
Recife 7 de dezembro de i6l
forT-dtimS: ,bdil **mp"*i&
P'ecisa-se de nm caixeiro mea *...*. .
noa : a tratar na rua daLingoeta r>. 5.
Ama.
^ieti*A> 3e IDa aina orT<. P'afere-ae de
Bell a""/ Pm M"ii" U wa9m> D4 ru
Attenco
Sodr&Cnarua estreita do
Rosario n 11.
Vendem aa verdadeiraa uvas da ilha de llama-
rac, castaohas aassdas e coiidas, e peonas de
ema, ludo mais em couta do que em outra oual-
quer parte. H
Vende-se a cusa terrea com eolio, na rua
da matriz da Boa-Vista o. 42; na rua da impe-
ratriz n. 46, acnario com quem tratar.
Na rua das cruzes n. 12.
Vende-ae junco fino de 1a, 2.a e3.*aorte
mais barato do que em outra qualquer parte veo-
de so palba preparada, tambem eropalnm-se
obras com toda a pertocao e prestezi. Na roes-
ma vende-ssuma cfiouls moca com algumas ha-
quem pretender, dirija-se a mesma
Ceblas.
bildades
rua d. 1S.
Burros e cavllos.
Vendera-ae recentemente chgsdos de Monle-
o a cavaliog e 4 burros, como tambem urna
eiha de burroa para carro, baalanle gordos e
jrandes, a ji ensinados. sendo qne nesta provjn-
0a nao ba igual: na rua do Trapiche x. 8.
do
oliimo'ffosto.
4. ^f*1"-"8 io,6 radoa, os maia bellos que
M>(?I2,l.e?Sl,nlar' pt]o fc"ltaelBio preto de
3*.,rr^ $.cada am : Dtretta, loja fe
Ru? *^ ""'^'** u*fildo *
Gigos com cerca de 70o ceblas por 1*500
econmicas para casas particulares e muilo mais
para quem.parsa a festa: na rua do Amorim
n. 4j.
Rua do Rangel u. 21, deposito
de charutos.
O proprielario desle estabelecimenlo lendo de
dar balaocopara acabar, vende arfazendas exis-
tentes o maia barato que possivel, como sefam :
bolsas de borracha a 640. 19. l50O e 2j000 bol-
sas de soda da* melhores que tem vindo ao mer-
cado a 39500. fumo americano a 2J00O a lata*
fumo caporal fleur dHarlebek e agarradeira para
charutos muito linas a IflOOO. cachimbos de ma-
deira a 720, mchicas para fizar cigarros obra
nunca vinda a esta cidadp, rh.rulos lusuiro de
Simss e F. J. Cardoan a 29500 e 29800 rneia cai-
xs. apraziveia a 3000. entre.finoa a 18t)0 e
l60O a caixa, ditos da Babia* pechincha a 180
ditos da ierra a 1JC00. carteiraa e charuteiraa
19000. cbaruteires a 640, e outros objecios que
seria enfadonho enumera-los. Tambem previ-
nese s pessoas que devem vir satisfazer auas
obngacoes at o Um do mez, e como ignora a mo-
rada de alguns, publicar seus oomes, e ae al
fiada as ferias nao satisfleerem proce ie'r com os
meios que a tai favorece : igualmente vende ci-
garroa depaiha de milho a 49500 o milheiro.
Eafeites para cabeea.
Veadem-ee os maia moderooa enfeiles qoe
U """LrS?16 merc,d0' oe "J'1" qualtdades
a 69 e a 790OO eads urna, ditos prelos com vi-
dnlhosa. I06OO: na rua -Direila loja de miu-
dezaa.o. 85, onde temo lampeao do
porla.
REMEDIO INCOIYIPARAVEL
NGUEN0 HOLLOWT
Milhares de individuos de todas as oacei
podem testemunhar as virtudes desteremedio
mcompa ra va I e provar em caso necessario, que
pelo uso que delle fizeram ien, seu^rpo.
memfcrosinteiramentesosdepoisdehave em-
pregado intilmente outrostralamenios. Cad*
pessoa poder-se-haconvencer- dessascuras ma-
ravilhosas pela leiiura dos peridicos, quelb'aa
relatara todos os das ha muitos annos* >
maior parte delles sao lao sor prndenles qut
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram cora este soberano remedie
o uso de seus bracos e pernas, depois dedar
permanecido longo tempo nos hospitaes o Ka
deviam soffrer aamputacaa! Dallas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos depade-
timenios, para se nao submeterem a eiioPe-
rafio dolorosa foram curadas completamente
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusio de seu recc-
nhecimenio declararan) estes resuliados benfi-
cos disnie do lord correj-edor e outros magis-
trados, afimde maisatenticarem sua afirma-
tiva. ^ "
N.nguem desesperara do estado desande sa
tivesse bastante confiarla para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
traiamento que necesstasse a natureza do mal
cujo resuludo seria provar nconteatavelmentel
Que ludo cura.
O ungento lie til, mais particn-
> nos seguinies casos.
Inflammago da| bexiga
da matriz
cutis
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras .
Dores de caberla.
das costas.
dos raembros.
Enferrnidades da
era geral.
Ditas de anu.
Erupjoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
I n chaces.
Inflammac.ao do figado.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulroes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremo/ de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das artieulacoes.
Veias torcidas ou. no-
das as -pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimenlo
geral de Londres n. *44, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras' pes-
soas encarregads da sua venda em loda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocelinha contera
urna instrucejio em portuguez para explicar e
modo de fazer uso deste ungento.
,0 deposito geral e em casa do Sr. Sean,
pharmaceutico, na rua de Cruz n. 81, ea
Pernambuco.
gaz ni
Vende-se urna casa terrea com bpns coa-
modos, sita ni rua de Sania ftita, e por ^reco ra-
zoave : tratar na rea dae Trincheiras n. 5. a
qoalquer hora do da.
Rua das Cruzes 1.4,
fab,ri!ca de chareto, vande-ee charutos a 15 o
milheiro, de fumo da Babia, velas de compon-
cioa 11 a anoba. e em porelo faz-te abati-
awt; .baocwe a boa qeelidade.
italiana, .
vindo no ultime vapor francez
' 40 Ru Lindos corte* de vestido de aede de coree i 1U-
Rkoa mangeitoj com goUffahaa.de cambraia
braoea bordados i b.lio.
m grande aorlimento de chales de merii de
todas as qualldades.
Ricos veos de fll de aede branca bordedoe,
grandes, para easaraentos.
TaH'atana de coree bordada, 8 palmee de larga-
re aovado 1. ^* *
Tli


Para as pro viadas de Pernamti
Grande do Ncyte, Ceai
Foihinha de porta, o kaledark aoiW, dial
de galla, ta ai va, notct-*l^^B"< es, partidas
de correio, audiencia!, e retumo de dfrooologia, a reii .
Fothinha da algibeira e variedade, a qul cojo^m toda as material da
deporta emai tabella* do*nacime, a ocao do ol, (-
rea, cata e familia imperial, nome*' e ttulos dos'chefeT do
priocipaes ettado do mundo, tabella' d8 irrecadac3o do lello,
dita do porte das carta, partida do paquete bratileiro e euro-
peui,tabella do imposto geraes, provinciaes. e municipaes, re-
gulamento de incendios, af entrudo, e algumas puttura munici-
pae, artigo sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognosVtco do fim do mundo, collecao de remedio, a re'it. .
Dita religiosa, contendo todas a materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos ohefes dos priocipaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacSodo sello, dita do porte das cartas, partida dos
. paquetes brazjlu-os e europeus, tabella dos Impostes geraes, pro-
vinciaes, e numcipaes, regulamentosde incendios, e entrudo, e al-
gumas posjtras municipaes, trezenario e mais oracesde S. Fran-
cisco d" Paula, colleccSo de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a ri........
1J0
320
520
seno prelo o almanakcivil, ecclesiattico, administrativo, agrico-
mercial e industrial, oqual sahira' no fim do mez de dezembro, nao po-
antes pelas mudancas.
Superior rep de [Lisboa enr
frascos.
Veode-se superior rap prioceza-Brasil em
fmacos, chegado- no otimo vapor franeez Eitre-
madure, na Iota da boa-f, ra do Queimado
a. 22.
Attencao.
Vende-se abacachys
320 e 200 rt. cada um :
cife a. 24.
Grande sortimento.
. 58-Ra da Cruz doRecife-58
Veode-sa ealungag de differentes qualidadea
para briaquedoa de mancas e presepes.
50 A Ra da Gadeia do Recife 50 A

muito bons e grandes a
oa ra da Csdeia do Re-
rs. o covado.
Manoel Googalves de Oliveira Santos vende
villudiiho de ramageos de cores que sempre ae
vendeu a 1 o corado a 400.
Velocidade.
Acbs-se aberta a estaco particular da compa-
nhia geral la conduccao e despacho dos gneros
do Recite a Cinco Pontaae vice-versa ; para mais
esclarcimento dirijam-se ao caes d'Apollo n- 7,
ruada Imperatriz n. 52 e ni estacSo das Cinco
Pontaa ao Sr. Duperron.
Attencao.
Veude-se confronte o porlo da fortaleza das
Cinco Pontaa oaeguinte : carrocas para boi, di-
taa para cavados para agua, carrinho para traba-
Ihar na alfaudga, ditos da mi, rodas para car-
rocas e carriohoa, eixoa, torradorea de caf coro
fogao, boceas de (orno, baodeiraa, ferros de vol-
t*8 de todas as qualidades, dobradicas de chum-
bar de todos os lamanhos, (echaduras de ferrolho,
ferrolho de chapas, ferro de embutir de todos os
tamanhos, e porlo de ferro.
4s verdadeiras lavas de
Jouyb.
Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguta branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todas as cores.
Vende-se um carro grande palete ioglez,
com todos os seusutencilios ; assim como urna
parelha d cavados pelos do dito carro : para
ver, as Cioco Punjas, cocheira confronte a esta-
co da estrada de ferro, e para tratar, na loja da
ra Nova n. 32.
1J2U0
sooj
KM
m
19190
[daco
de fazendas para senho-
ras.
Vendem-se gollintiw finas a 500 rs., dilaa com
botozinho a 640, ditas de traspaseo a lj>, man-
guitos bordados a 720, manguitas e golas com bo-
toziobo, multo fiaos, de linho, a 2$500. e 38, di-
tos de futto a 39, camisas bordadas para sen tro -
ra a 4jJ, ricoa tintos dourados e matizados a 23500
e 3f, ricoa enfeites a Garibaldi, pecas de, itras
bordadas e entremetas a 1, corpinhos para me-
ntos s 640 cada um.
Para homens.
Vendem-se paletots de casemira de cores e
pretos a 10 e \i9, ditos de brim para todos os
precos, colleles de diversas qualidadea, calcas de
casemiraa de corea a 6e7. duaa de brim e gan-
ga a 28 e 23500, ditas de riscadioho a If e 1J600:
oarua da Imperatriz. loja da arara, de 4 porlaa
n. 56, de Magalhea & Mandes.
minrjsUL
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loji'de miudezaa
de Jos de Azevedo Haia e Silva, est veWleodo
ludo muito barato para apurar diobeiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Groia de peonas de ac de diversos no-
dellosa................................ 500
Caixas com agulhas francezas a.......... lio
Cixas cora alfineles a.................. 60
Caixas com apparelhos para meninos.... 240
Ditaa com aito para grandes a.......... 500
Baralboa portuguezesa............120 e 200
Grota de botdea de osso para catea, pe-
- quenos, a.............................. 120
T>souras para unha muito finas a...... 400
Dit3 psra costura a.................... 400
Baralhoa francezea muito finos a........ 320
Agulheiros com agulbas a.............. 8U
Caivetes de 1 folha muito fios a 80 e 160
Pecas de tranca de la com 10 varas a.. 200
Pegas de franja de la com 10 varas a.. 800
Pares de snalos de tranca a............ I$z80
Carlas de alfioetes francezea a........... 100
Escotas para ltmpar denles a 200 e.... 400
llassos com gr'ampoa muito finos a.... 40
Carldes com clcheles com algum de-
feilo a ..'............................. 20
Ditos de ditos de auperior qualidade a 40
Didaes de ac para senhora a............ 100
Riarejoa com duas vozes a.............. loo
Ditos com 4-zea a.................... 200
Cofiadores para vestidos, sendo muito
grandes a............,................. 80
Caixas com colchles francezesa........ 40
Carlas de alfioetes para armaefio a...... 80
Charuteiraa muito fioaa a................ 1JO0O
Tinteiros de vidro com tinta a.......... 160
Ditos de barro com tinta superior a.... 120
Ara preta muito fio-a, ltbr*............' 120
4 ra do Queimado !
numero 10.
Loja de 4 portas
S de \
fFerro < Maia.
M i
jS E' chegado um completo sortimento
VF das saguinies fazendas, o mais moderno '
{ que teco apparecido no mercado : \
Chapeos pretos para homem. ,
Ditos de palha para senhora.
A Ditos de pellica para meninos e meninas.
Borieguius para homem e aeohora por
menoa prego de que em oulra qual-
? quer parte.
& Riquissimaa capinhes de grosdenaples
preto bordados para senhora.
* Ditas de caxemira dita.
49 Casaveques braocos bordados.
gg Sintos dourados do ultimo gosto.
? Coleiles de retroz e missanga.
y? Baldes de duaa saias o mala -rico que
ag tem apparecido.

a das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sobrecasacos,
ditos de casemira de cor de fualao, ditos
de brim de cores e braocos, ditos de
ganga, calcas de casemira pretas e de
core-, de brim braceo e de cores, de gao-
ga, camisas com peile de linbo muito
fioas, ditas de algodo, chapeos de sol
de alpaca a 49 cada um.
Grande liquidaco da
Arara.
PARA ACABAR
Vende-se pecas de madapoln fino entestado a
39, cortes d casemira preta a 35, ditos fios de
cores a 49500, cortas de fusto a lgl-20, tpele
para forrar salas a 600 rs. o covado. ril de lioho
branco e de cores a 200 fs. o covado, tarlatana
de cores e brancas a 800 rs. a vara, ricos cor-
tes a 29800 e 3, ditos de larlataoa de 3, 4 e 5 baba-
dos a 3J500, ditos entestados com entra-moios a
69, cassas a turca para vestidos a 210, 280 e 324)
rs. o covado, ditas garibaldinas a 360 rs. o cova-
do, Isa de quadrinhiis para vestidos a 280, dita
cbineza enfestada a 4u0 rs. o covado, saia balo
de nova invengao de 14 e 30 arcos a 39500 4jJ,
ditaa de madapolo a 3$, saias d cordio~que faz
vez de balso a2J400 : oa loja da ra da Imoe-
ratriz, da Arara, de 4 portas o. 56, de Hagalnes
& Mendos.
Liquidaco sem li-
mites.
Na Jo ja da arara da ruada Imperatriz o. 56,
veodem-se Indas as fazendas por prego baratissi-
o, a eer : ricos corles de organdys com duas
saias e com 24 covadoa por t09. ditos a 8$, ricos
padros de organdys a la 120 a vara, grosdenaplea
de cores para vestidos a 1(800 o covado, crioo
liaa com palmas e m alisad a para vestidos, fazen-
danova,a 19280 o covado. S arara venda cor-
tes tte riscados para vestido* Garibaldi a 2(800,
ditos rlscado chinez a 2J5U0, corles de chitas
fina com 13 covados a 2(500 e 29*00, ditos de I#X-q
chita ipgleza a 1500, pegas de cambraia de aal-
picos com 8 1|2 varas a 49, dit^s de carociohoa
fina a.4(500. eaatas adamaacadas para cortina-
das com 20 varss por 99. ditas com 10 varas a
49500, dilas a 39, e.ouirae aauitas fazendas que
e vende sem reserva de prego : na ra da Im-
peratriz, loja da arara He 4 portas o. 55, aoode
tejoi o retabulo com a arara pintada, e a noite
us relogio com letras que diz arara d. 56, de
Mejalhaes & Mondes.
Ra da Seozalla Nova n. 42.
Nete estabeleciment vende se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna barcada.
Vende-se urna bsreaga do porte de 35 calas,
encalbada oo eataleiro do mestre carpioteiro Ja-
cinlho Elesbao, ao p da fortaleza das Cioco Poo-
taa, aoode pode ser vista e examinada pelos pre-
teudentes ; veode-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alvea Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Liquidaco da Arara.
paraafesta.
Vende-se cortes de chitaa fioas com 13 cora-
dos a 39500, ditos de fisgado chinez a 29500, ditos
de chitas inaUzas a 19500, ditos de riscado a ga-
ribaldi a 2;80O, pegas de casss adamascadas pa-
ra cortinados com 20 varas a 9(. ditas de 10 va-
ras a 49500 e 39, p<>cs do cambraia de salpicos
coro 8 1(2 varas a 49 e 49500, pecas do cambraia
brancas a I96OO, ditas fioas a 3( e 39500. chales
de l a ig, ditos de la e seta a 800 e 2s500, ditos
de merino estampados a 2(500. ditos de pona
redonda a 69, ditos de croxe a 7(, chitas a 160 e
180 rs. o covado, ditas francezas a 220, 240 e
280 rs. : oa rus da Imperatriz loja da Arara de
4 portas n. 56, de Magalhea & Mandes.
gaz a 10 rs. tres por'
de Pedro V com 200
800
500
160
200
500
19000
240
600
240
500
900
400
600
'1
60
20
29400
49500
3(000
120
160
30
240J
240
320
80
Esperaoca.
fabrica do Monteiro.
Crystalisafao e refinado
de assucar. -
Deposito a rea de Apelle n. 6, e praca
da Bo-Vita 1.2t.
Esta importante eaUbetecimeoio conlioa a
fornecer aos seui innmeros reguezes du alvo e
por* asiucsr cryslalisado, ero a e em pes, l.1
e 2. ualiladta, pelo prego de 160 e 200 r*. a
Mbra, do refluido a ICO, 120 e 140 a libra, aeo-
de qae im groaso comprador lera m descooto
tsvoraaal. Nos masmos depsitos tai?bea| se
vende mel de aaaucar a 600 ra. a caada, r-
rio aiiaal p6 P*co eommodo.
Recebeu de sua encommenda pulcai- '
9 ras de cabello qua vende por 109 o par, (
Sk braceletes de mosaicos a 69 cada um, 1
agulbas victoria a 120 ra. o papel,, pen-
W& les de tartaruga a 8, 10 e 12(, preces '
^ porque ninguem pode veoder (boa fa- j
a zenda) eates'artigos nao se eoconira em
loja uenhuma porissovoa ruadoQuei- '
5P mado n. 33 A, loja da Esperaoca. (
&Espe.ranga reduz a expres-
sao mais simples. '
(A* DINHEIRO.) '
^ Todos oa artigos que esfio na loja 1
gafe moito barato quem quizer vi comprar e .
F ver : rus do Queimado o. 33 A, Guima-
^? raes Rocha. I
SABAO.
Francisco de Mello Santos avisa
freguezeidesta praca e ojde fra qde .
ozposto i venda aabode sua fabrica denominada
Recitenoirmazem dosSrs. Travassos Jnior
A C, na ra do Amoriro n .58; massa amarella,
castsnba, preta a oulras qualidade por menor
preco qaa de oatraafabricaa. No meamo arma-
bem tea feito oaeu deposito develas de carnaa-
sasimples tem mistara algams, cono a de
compoaicao. '
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Gabogi -.ID,
receberam de sua propria encommenda um com-
pleto'sortimento de flores, o mala Ooo que pos-
sivel eucootrar.proprias paraeofeiles decauecaoo
vestido, cousa muito chique, que se vende por
preco que admira, sendo a 800 e 19 o cacbo.
aos
tem
0 Pavao.
Veade-se calembs bordadas para meninas a
19, lovs de seda tanto para senhora como para
homem fazeoda. em perleilo estado a 500 rs. o
par, sintos de todas as qualidader para a#nhoras
a meninas a ssias bordada com muito gosto:
oa ra da Imperatriz n. '60, loja de Gama &
Silva.
- Vende-se'um diccionario de Mones, novo
da a sexts edico: oa ra do LIvrameDlo p. 19,
ojs.
. WNM* .
sem segundo/
Ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposlo a vender ludo por precos que
a todos admiram, assim comoseja :
Frascoa com agua de Lavando muito su-
perior e grandes a....................
Duzia de sabooetes muito linos a......
Sabonetes muito fiaos a.............,.
Ditos ditos muito grandes a............
Frascos com ebeiro muito linos a......
Garrafa com agua celeste superior a ..
Frascos com batiha muito fioa a........
Ditos com dita de urso a................
Frascoa de oleo de babosa a............
Ditos de dito muito tinosa 320 e......
Ditos com baoha transparente a........
Ditos com superior agua de colooia a...
Ditos ditos frascos grandes a............
Ditos de macag e ae oleo a
Ltoha blanca do
dous e a ......
Lioha em cartao
jardas a..............................
Dita com 50 jardas a....................
Duzia de meias cruaa muito encordadas a
Dita de dilas muito superiores a........
Ditas de ditas brancas para senhora a....
Btcosda largura de 3 dedos, vara-a .. ..
Groza de botoes de louca a..............
Carrileis de linha enm 100 jardas a.....
Duzia de phosphoroa do gaz a...........
Dita de ditoa de vela muito superiores a
P^as de fita para cs de todas as larguras
Franjas de linbo para toalbaa (vara)....
Btcos das libas por todo o preco, por pedido
que tenho do fabricante para acabar, e por isso
nao se olha o que cuatou, e sim o que d.
Novidade no tor-
radorl!
23 tango do Terco 23.
Queijos flamencos muito irescaes, chegados
oeste ultimo vapor a 39. manleiga fraoceza a 720
e 640. manleigaingleza flor a 900 e 800 rs., ere
porcao se far.-i abaiimanto, asiin como se lorram
outros muito* gneros perlencenlea a molhadoa,
assim comosjam, eal, prlmeira e aegunda sor-
te, arroz, velas de espermacete e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendem por me-
nos do que em oulra qualquer parte a dinheiro i
visla.
-Vendem-se as Ierras chamadas Siricuc,
que ficsm prximas ao sul dacidada da Victo ia
(Santo Anlao) entre os engenhos Pedreiraa e Es-
pirito Sauto, com boas proporces para planla-
edea de caf e algodo. Nao exige-se dioheiro
vista, bastando que pague o comprador um Juro
mdico pelo temnoque coovencionar-se o paga-
mento total :' a fallar com seu proprielario o Dr.
Reg Dantas, no engenho Goiabeira, de Santo
Amaro de Jaboalao.
Chapeos de pal ha.
- O mais lindo sortimento de chapeos de palha
daa formas as mais modernas de Pars, para se-
nhoras e menina, ricos sintos ultima moda, di-
tos com Ipcos bordados : na ra do Crespo o. 4,
casa de J. Falque.
Veode-se o eogenho Oileirao, distaote da
cidade da Victoria duase meia leguas,! margena
do rio Tapicurema, limilaodo-se com o eogeuoo
Tapera : quero o preleoder, dl/ija-se nesta pra-
ca aos Srs. Correia & Irmao, bu a Francisco de
Paula Paes Brrelo.
Liquidaco de fazendas mo-
dernas para senhora.
Vendem-se ricos enfeites a turca psra cabeca
a S500 3(. e 3^500, ditos muito fios a Garibaldi
a 5( e 58500, ricos sinetes a 29500, oitoa doura-
dos a 3(, gulinhs a 500 rs. ditas-com boisiohos
a 640 rs.. manguitos a 720 rs., camisiobas para
senhoras a 3(, ditas bordadas a 49, manguitos e
gollas de liubo a 29500 e 3(.
Para homem. m
Palitola de casemira a 109 e 12, ditos de brim
fde lodos ot creeos, caljas de casemira de corea a
prelaa a 6( e 79, ditas de brim a 19, 1960O,2( a
2)500: na ra da Imperatriz loja da arara de 4
portase 56, delgsgalhaes & Hundes.
Opiata ioglez
para dentes. \
Est finalmente remediada a falta que se seo-
lia desaa apreciavel opiata inglea tao provaito-
sa e aecessna para oa dentes, laso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de sua eo-
commenda, continua a vende la a 19500 rs. a
caixa quem ojoizer conservar seus dentes per-
feitos preveoir-se mandando-a comprar em
dita loja d'agi hrapca.rfa do QuaimsdQ o, 19.
Ra do Queimado n. 10, loja
de .-'4 portas.
Veode-se panno* verde, preto, azul e cor de
t ovado 39.
Casasotr* preta superior qualidade, corado
19600 o 198OO.
Cbales de touquim para acabar 10,15,10,
30e409
Superiores corlea de seda o mala moderno que
lew viodo ao mercado a 90 100 e 1209.
Sediohas de quadrinbaa e flores, superior fa-
zenda e modernogoslo, corado. 800. 1 e 19400.
Chaly, superior (azenda, covado, 500 rs.
Mimo do c6o, (azenda para vestido de sanhora,
ovado 500 rs.
taima e manteletes pretos a 18, 20 e 255.
Superiores vellidos brincos bordados a 20, 25
e 309- 1 -
Cassss (rancezaa finas, covado, 240 rs.
Cortes de cassas de salpfcos, um 39e 3(500.
Cortes de seda preta a 25(. 30, 35 e 409-
Lencos de seda a 600 e 800 rs.
La de qbsdros para vestido de senhora e rou-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covado 19280.
Chales de merino bordados a 4(.
Chitas francesas escuras, covado 240 rs.
Meias de algodo cr para homem a 49.
Corles de velludo para eollele a 39500 e 49000
Paletots de brim a 3 e 4j
Chapeos de sul do seda pira senhora e meni-
nas a 3 e 4(.
Leques para senhora e meninas a 3 e 49.
Esprtilhos para senoora e meninas a 3 e49.
Chapeos de pellica psra meninos e meninas.
Chapeos de palha para senhora.
Chapelinaa de eda para senhora a 8 e 10(.
Camisas aberlas de renda par senhora a 29 e
3(000.
Grosdenaple amarello com um psqueno toque
de mofo, covado 600 e 700 rs.
Ptleloi, calca e collete de casemira, pelo- bara-
isaimo preco de 259
Ceroulas scocezas, orna 19200.
Cortes de barege com duaa saias a 8 e 109.
Cortes de seda escoceza, suuenorazenda, com
13e 15 covadoa cada um a 109.
Camisas ioglezas com peilosde lioho e com um
queno mofo, duzia 25(.
Paletots de alpaca, um 9*.
Cortes de casemira um 39500: -------
Chalea de lia e seda, superior fazeona, a J90OO
Lencos de cambraia de linho bordadoa com bi-
co.a39.5, 6e89.
Ditos de dita para homem, duzia, 09, 8, 10, i
e 149.
Setim preto maco o melhor que tem appare-
cido. coado 39.
Chapeos deso de seda para homem um 69.
Ditos dito de dita iugleta para homem, um 99,
10 e 1^29.
Bales para senhora, um, 3 e 49.
Panno de lioho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para leoces, vara a 39200 e 39400.
Lencos de cambraia bordadoa com bico, duzia
a 2(500.
Gollinhas de cambraia bordadas, urna 320 rs.
Manguitos de dita ditas, um 18-
Camisas para meniooa, duzia 159-
Fil de linbo bordado, vara 19200.
Dito de dito liso, vara 19800.
Cotes de brim de lioho, um I96OO.
Asteas de acopara
bales de se-
nhora.
Vende-se a 160 e 200 r. a vara : na ra do
Queimado loja de miedezas da boa fama n. 35.
Luvas de pellica de
Jouvia.
Veode-se as verdadeiras luas de pellica de
Jouvia *para homem e senhora a 29500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezs da boa fama
n.35.
Cintos do ultimo gosto,
Veode-se cintos dourados e de palha o mais
bella que possivel enconlrar-se, p*lo baralitsi-
mo preco de 39 cada um, ditos de fila de muito
lindoa gostos a 2( ; tambero se vende fivellas
muito lindas e de muitas qualidadea proprias oni
cemente para cintos a 2 na ra do Queimado
loja de miudezs da boa fama o. 35.
Enfeites para cabeca
Veode-se os mais modernos enfeites que tem
viodo a este mercado, e de ma'las qualida 7 e 84OOO cada um, ditos pretos. com vidrilho a
1(500: oa ra do Queimado loja de miudezs da
boa fama o. 35.
Laa muito fina para
bordar
Queimado
Vende-se chapeos populares denomina-
nados chapeos do pov'o a 39.
Ditoa de crio branca a 3(.
Ditos mescladosa 39- _.
Ditos cor de caf a 39: na loja do bem.l
S
X
X
X
X
X
conhecido Nabuco & C,
n. 2.
na ra Nova
Vende-se mantinhas de raz de coral
proprioa para as senhoras irem a missa
do galo: vende-se na loja de Nabuco & ]
C. ua ra Nova n. 2. |
X
X.
Aviso aos fumantes.
Na loja de Nabuco & C. oa ra Nova o. j
vende-se fumo de differentes qualida- i
des para cachimbos e cigarros a saber:
Fumo caporal B>assos grandes a 29.
Dito dito pequeos a 19- IB
Dito de flor de harlebeck a 240 rs.
Dito americaco a 240 rs. 1
Cigarros bota logo do Rio de Janeiro a
a 200 ra. A
Ditos de Ha va o a a 240 ra. f*
Ditos turcos em caixas de 100 a 29. v
Bol^as de borracha para fumo a 19. %
Bocaes para charutos e cigarros.
Cachimbos da gesso.
Ditos de massa. 9
Ditos de espuma do mar.
E outros muiios objectos proprios para 9
os fumantes. t
x
X
X
X
X
X
Vende-se a 89 a libra : na ra do
Ipja de miudezs da boa fama n.33.
Cpellas e ramos para casa-
mentes e bailes.
Vende-se muitissimo finas e ricas cpellas
brancas para noivaa, com o com ptenlo ramo para
o peilo, pelo baraliasirao preco de 10 e 129, ra-
mos de flores muito Unas e de muito lindas co-
res a 39, ditos mais inferiores pouca cousa a 19.
19500 e 29: oa ra do Queimado loja de miude-
zs da boa fama n. 35
Luvas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvaa de cHhiurca
para homens a 29 o par. ditas de fio de escossia
brancaa e de corea a 600 rs., ditas de seda eu-
feiladaa para senhora a 2(, ditas de torsal pretas
a 19 : na ra do Queimado loja de miudezs da
boa fama n. 35.
Perfumaras inissimas
Veode-se a bem conhecida e acreditada opiata
iogleza para alwjir conservar oa denles pelo
bsratissimo preco de 19500 cada csixinha, dita
francesa em tuboslde metal, agua de colonia ver-
dadeira do Piver, banha muito fioa em vasos de
muitas qualidades e bonitos gostos, extractos de
muitas qualidadea e todos os mais finos que
possivel enconlrar-se, sabooetes de diversos la-
manhos e qualidades, e ouiras muitas qualidades
de perfumaras dos melhorea fabricantes e Pars
e Londres, que ludo se vender por to baraio-
preco que causar admiracao aoa compradores :
na roa do Queimado na bem conhecida loja de
miudezs da-boa fama o. 35.
CAvicotes de gosto e muito
ortes.
Vende-se muito bonitos chicotes debaleiacom
cas loes de marfim e de metal para homens e se-
nhoras a 4 e 59cada um, ditos de estallo tambero
muito bons a 39, ditoa de junco porm muito bem
acabados a I(: na ra do Queimado loja de miu-
dezs da boa lima n..35.
Gabaz.es p*va senYiora c
mettmas.
Vende-se pelo bar.atissirro e admiravel prego
de 3 e 49 cada um, e afflinca-se que quem os vir
nao detxar de comprar, tao bonitos e uteis 3o
elles : na ra do Queimado, oa loja de miudezs
do boa fama o. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada frasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs.; esta tinta azul na occasio em que
se escreve e por muito pouco tempo Oca preta e
bem preta, havendo a vantagem de servir para
copiar cartas : na ra do Queimado loja de miu-
dezaa da boa fama o. 35.
ESfcfeve se com a
tinta azul, e tica
preta.
A loga de Aguia-Braca a calta de recebar de sua
encommenda essa aprecate!-tinta que ao escre-
ver-ae 6 azul e ao depoia tjca proia. Ess lila
do afamado fabricante Adrien Haurin, o mes-
mo que fabrica a segura tinta par* marcar roupa,
e elle pichoso como na conseevacae de seu cr-
dito tem feito cora que sua tinta pela purificacSo
e segura or;a de cor*, ten ha merecido a primasia a
quaotas oulras appaascam, conservando de mais
a-mais o vidrado escuro e mesclado de seos
boioes para previnir a falsiflraco. A loja de Aguia
Branca, porem em attencao a ana boa fregue-
zia tem modificado os precos est vendendo a
500 e 800 lis os boioes, grandes e immediatos,
fszendo ainda algum difieren? a quem comprar
maior porcao para lomar a vender. Tambem se
vende fraf quinhrt com tinta para marcar roupa a
640 e 1:000 reta, tudo na ra do Qaeimado loja
de Aguia-Branca, n. 16.
Attencao.
*
Por mais exforcos que faca
Nao me quer a musa valer
Todos emfim venham ver
_ Calcados, bons, e de gracia.
Na ra Etreila do Rosario loja decalcado con-
fronte a igreja, botina para meninos de 25 a 32
2,500 a 3,000. sapates de diversos feitios para
meninos e homons a 2:700 3:000, 3:300. 3 500,
4 000, 4.800, 5 000 5 500. sapates aberios na
frente para raDszesa 2:600 sapatos raso* abertos
cordavao 2:500, botins de marrnqaim psrs se-
nhora 2:000 ditas todas de pao de sores sem
salto 3:000. dilas dilaa con sallo 4 000, botinas
para,s}ahora e meninas do ultimo guato, ditas de
setim sem salto, sapatos de dito e oulras muitas
qualidadea por commodos presos.
Roupa feita.
Na loja de Nabuco & C. n ra Nova n,
2. vesle-se um homem dos ps at a ca-
beca por diversos precos.
Aviso aos amantes dos a
presepes
I Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n. I
I 2, vende-se excelleotes pndenos para '
l presepes por oreco eommodo. i
.a^aatt^iesta eneacaac axsiMb.
inv^vnm *"' ^^^ v.uv mmm c/x. ^w^ i
Vende-se na loja de Nabuco & C. na 3
ra Novan. 2 os mais moderno chapeos a
( de palha a Travista para seDboras, oilos j
a Garibaldi, dilos a Carour, dos de seda* 1
a turca uara meninos, dilos de palha a j
Garibaldi, ditos a hespaohola e de oulras j
muitas qualidades tanto de seda cmodo 3
palha que se vendem mais barato do que S
ero outr qualquer parte.
J Nabucu &C. com loja na raa Nova o.
I 2, receberam pelo ultimo navio um lindo
K sortimento de enfeites de froco com vi-
| drilho, dilos de retroz prelo e de cores,
S ditos de filas e flores, ricas grioaldas pa-
ra noivaa, e ouiros muiloa enfeilea que
1 le vendem barato. m
Kape franeez.
II Vende-se na loja de Nabuco & C. na
. ra Nova o. 2, rap franeez a 39 a libra.
EeiejMBMNis 9nmmmimm>
Nabucu a C. com loja na ra Nova n. 1
2, acabam de recaer pelo ultimo navio
franeez um lindo soriimento de veatua- '
ros para meninos de 2 a 6 annos, como 1
Ssejam vestuarios de velludo, ditos dse- {
da, ditoa de merino, ditos de fustao bor- '
m dados e de oulras muitas dualidades que
** se vtndem mais barato do que em oulra
qualquer parte."
MVWMI1M IBaaNvaH ftVVBVMV1
u Smtos para senhora.
Vende-se na loja de Nabuco & C. na I
ra Nova o. 2. ricos sintos dourados, di- S
tos prateados, ditos de fitas de seda e de 1
velludo, todo por prejo eommodo.
#nSS srewwsw ^wwiw *www 5^wWEv a^c Ja
Polassa americana.
Vende-se poussa americana muito nova de
mperior qualidade: no scriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corno San-
to o. 19.
Attencao
36-Rua Kova-36
Nesta casa eoeontraro sempre um grande sor-
timento de relogios de algibeira, de ouro e de
prata, patentes e horiaooUes, suisios ; assim co-
mo am completo sortimento de relogios de p.ire-
de e de bancas, dad melhorea fabricantes possi-
vel. faz tambem qualquer concert de relogios,
seja qual for a qualidade, e o estado de ruina, os
concerios lio afiabeados
Gneros para a festa.
Manleiga franceza a 640 rs. a libra, dita ingle-
za a 800 rs., toucinho a 320 rs., arroz a 100 rs..
chS a 29560, bitstas a 60 rs., sabo massa a 200
rs., dito amarello 160 rs., macarro, talharim
alelria a 500 rs., ervilhasa 120 rr, caf a 200,
240 e 260 rs., nainco a 160 rs., alpista a 180 e
200 rs., velas de carnauba a 400 rs., ditas de es-
permacete a 760 rs. vinho do Porto engarrafado
a 800 rs azeita de carrapato a 400 r.~, dito de
coco a 440 rs., queijos a 29500, baoha a 4&0 rs.
a libra, arroz de casca a 3)600 o sacco, espirito
de vinho a 19700 a caada, agurdenle d,e cana
a 200 rs. j engarrafada : na travesea do paleo
do Paraizo n. 16, frente amarella taberna de 4
portas.
Banha ma
efli copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
po grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em oulra qualquer parle : na ra do Quei-
mado loja d'aguia bracean. 16.
Novos candieiros para gaz
Um grande sortimento de candieiros
para gaz, desde o mais barato ate' o
mais rico que tem vindo a este mercado:
na ra da Senzala Nova n. 42.
Macas
Na ra do Apollo n. 31 armazem do
gelo, chegou pelo navio Mersey urna
nova remessa de macSas muito frescas e
grandes, e vende-se barricas grandes
com cerca de 200 macas a G.S'UOO.
Raa Nova
n 32, loja de Thom
Lopes de Sena,
recebeu em direitura de Paris diversos obje'ctoa
de moda de apurado gosto, como sejam : chapeos
de palha da Italia para enhora, ditos Amazonas,
ditos a Traviata, dilos a Garibaldi, chapeos de
seda para senhora, ditos de seda pelos, e tonca-
dos de diversas cores para chapeo, grioaldas de
flores de diversas cores, raenes de flores e rosas
para enfeites, leques de madreperola do melhor
que tem vindo ao mercado, manguitos cora gol-
linhas bordadas para senhora, ditos de fil com
bicos de guipure, siqtos com Arelas, vestidos db
blonde para noio, cpellas com ramos para as
dilas, luvas enlejiadas para noiva, chapeos de
difTereoteg cores e tamanhos para meninos se bap-
tisarem, tonquinhas de merino e meias de seda
para os ditos, espaitilhos para senhora, ditos com
carriteis. Otas de seda de diversas cores e largu-
ras. Na mesma casa recebem-se figurino* todos
os mezes, e fazem-se vestidos, capas e mantele-
tes pata senhora, e vestuarios para meninos.
C asan has.
Vendem-se canaslras pequeas com csstanhas
muito novas, chegadas 00 vapor, a 79 a arroba :
na ra estreita do Rosario n. 11.
Vende-se, porque quer ser vndida, por
1:6069, urna escrava crioula, de idade de 28 an-
nos, famosa lavadeira, tanto de varella como do
sabo. enRomma divinamente como nao hatera
melbor: na estrada de Joo Fernandes Vieira,
casa n. 2.
Novidade.
Oixas com 150 mafias chegadas 00 vapor a
12j>000.
Ditas com doce secoo rainhs Claudia.
Ditas com doce seccode marmello.
Ditas c Caixoes com doce de goiabaT superior.
Presuotos psra fiambre, libra a 500 rs.
Queijo londrino.
Dito prato.
E outros mitos gneros que sea enfadonhu
mencionar, veode-se tudo muilo era cunta, no
armazem de Sodt, 4 C, na ra estreita do Ro-
sario n. 11.
Pannos finos
a 2,000 rs
Vende-se panno preto e cor de caf a 29 o co-
vado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Casemira a 3#500.
Vendes casemira enfestada para calcas e pa-
letots a 3^500 o corte de calca, ou a 2f o corado:
oa ra da Imperatriz n. 60, loja do pa,vo.
Agurdente de canoa.
Vendem-se ancoras com superior agurdente
de canna : na ra da Gadeia do Recite o. 50, a
tratar com Cuoha e Silva.
Presunto para
fiambre a S60 rs.
a libra.
Vende-se no armazem do
Progresso n* largo da Penha
n 8.
Libras sterliuas.
Vende-se no scriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveirae Filho largo 4o CorpoSaoto.
Enfeites para senhora
dos maia finos que ha 110 mercado : na ra larga
do Rosario o. 38, loja de miudezs de Manoel
Jos Lopes; na roeema loja vende-se rap de
Lisboa, dito rolo francs, dito Meuroa, dito prirW
ceza, dito gaze fino, dito do Rneha, dito groaso,
dito meio grosso, iodo ette rap vende-se lano
em libras como em oitavas ; Tundenj-ia-tfiL
dourados com franja e sem ella, luvas de paillc
amarella branca para senhora, brancaa pn
homem, pellas brancas proptias prl ooivas,
chapvjoa de sol para senhora de se Ja bordada, e
ootroa muitas miudezaa em eonta, que a i vista
dos compradores se dir o preco de todo.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a \.
Duzia de meiascruaa para boauem a
19200 e o par a 120 1., ditas brancas
muilo finas a 2|500 a duzia, lencos de
cassa com barra de cores a 120 rs. cada
um, ditoa braocos a 160 ra., balo.es de
20e 30 arcos a 3J, laazinha para ves-
tidos a 40 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlatana
branca e-de cures muito fina com vara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fri de linbo liso a 640 ra. avara, pe-
cas de cambraia ln fina a 39, cascas
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 ra o
covado,calcinhas par menina de escola
a 1 $ o par, gravatinhs de tranca a 160
rs., pelos para camisa a 200 rs. cada
um dusia 29, pecas de'cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, peca de bre-
tanha de rolo a 2j>, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja esi
aberta das6 horas da manha as 9 da
noite.
;
'CEEiSaa
Veade-se a metade do terreno que existe
no bfecco do Ferreiro, freguezia da Boa-Vista des-
la cidsde, o qual terreno tem apenas um telheiro,-
e offerece bom|locl para edificado. O terreno
aquelle, cuja parle exiate um aberto e por edifi-
car, exisndo na oulra parte um muro e duas ca-
sas que o Sr. Domingos Antonio da Silva Beiris
indevidamenle levanlou ; na ra do Imperador
n. 54, primeiro andar, para tratar.
Attencao-
Chegou na raa do Queimado n. 39, loja de 4
porlaa melpomeoe imperial com 6 palmos de lar
gura a 29*300 o covado, o ojais moderno e apura-
do gosto que se pode encontrar para vestidos de
seborss e meninas.
Na Aoja de Vapor
Ra Nova a. V.
acha-s* barato granieaortimento de ealcado frjn-
cez e ingles, roapa feita e perfumaras muito
tinas.
Chitas largas a 220 rs.
na ldjft-do Pavo
ade-se finiasimas chitas fraaoesas com pe- '
ueno toarle de' mofo, affiaucsndo-se soltar o',
ao logo que se lavem, por aerem de cor Olas .
a 90 r. o ovado : na ra da Imperatriz o. 60, I
loa deSama & Silva.
*


Fazenda modernissima para
- vestidos; ra lujas do pavo.
Acaba da chfgar a este eaUbeletimente pelo
apar trances aa Mido aor limeoto de gorguree
de seda, fare oda anda ola lata oeste marcado,
que se vende por ^ireco baratissimo, por eatar
muito prximo a fesla, assim come lindes raar-
quezirrtias ou chapeozinbos de sol para senhora :
a roa da Imperara d. W. loja de Gama &
Silva.
Veude-ee orna porfi da arroz eos casca,
motte barato, era porches grandes e pequeas,
eheg.do prximamente -do Penado : na ra Di-
retta n. OH, padaria de Amonio Airas da Miran-
da Guiarles.
Esponjas finas
para o rosto.,
Vende-se mu finas esponja, para roete, a t|
cada urna : na roa do Queianado, leja d'aguia
branca n. 16.' t
Leite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal ja bem conhecida cama reme-
dio iufallivel para Bardas a pannos, vende-se a
2| rs. o (rasco aa ras do Queimado, loia d'aguia
branca o. 16..
Vende-se no caaado Ramos n.4, arroz com
caaes, o alqneire-soedid* velha a saceos, o mais
barato que em qualquer ootra parle.
Touquinbasde setim, sa-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
para japtisado.
Aloja d'aguia branca acaba de despechar de
na propria encommenda, ora bello aorthneoto
dos objectos cima, e de muito boos gostos, sen-
do ss touquiohas de setim mui bem enfeitadss
de fitas 6 Bores a 6J00O, vindo cada oma^em sua
caixioba, sapatiohoa de setim branco muito bem
bordados a 3f rs., a meias de superior qualidsde
tanto brancas como edr de carnee pintadas a 2g
rs. o per: quem munido de dinheiro dirigir-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, nao '
deixar de comprar.
Eotremeios
bordados em cambraia
transparente.
Siil?."1"1" br,ado' fio4 cswfci*
nena* f' e como oV, ?MUd B^** safcanie de cada padreo, para
eSau! 5-e q"em Vw d,nheiro Ppro'rttor a
i i m-
Fitas de seda.
**AW.'J*0** B MXxfyara vende* tWs de se-
Nyu* llov o. .*!!* IWe de .e-
.
Esperaba.
Ra do Queimado n. 33 A.
ei| Receben directamente a a seu pedid
2 "> ingiera azul preta da verdadeira, W
W esta tima se faz notar pela grande dfffe- ijp renga en ludo quer na durarlo quer aa
a limpidez do liquido e aiuda mais recom- J
s" meoda-an os polea que alm de serem W
0 de urna louqa mais aira que a ordinaria JQ
I )?m,na boca uma pequea cavidade fue 5
* facilita a sabida da tinta, afThncamoe que W
ningoem tem por, isso s se de*n pro- fl
|P curar aa loja Esperance roa do Queima- 2
do Guimaraes & Rocha, pote da lrf a ~
X>rs..del,2.800rs.
P Agulhas Victoria pela aceitado m A
Aja tem tido estamos prevenidos da grande 5
e aariado sortimeoio e ae rende a t O
rs. o papel: loja Esperanza. dP|
$g Siuto. com t*eiaa de ac a 1*500, re- J
gasa. DOm de pressa que nao chegam ara 5
* quem quer, dourados e prateados a 8. 9
fjp est-ae acabando a.
***&# } OO
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
I Para senhoras
buco & C; na
~ rc-a Nora n. t, o segvfate:'
I *m'ai* de umbrala bordadas a 4>.
[ CRapelinas de seda com bieo de bload
a"iOj|.'
Chapeos da patha a Albertina a 12|.
Lencos da cambraia de linho bordados
W|.v
DUos ditos com bico s 5f.
Ditos abertos com blco a roda proprlos
para mimos de slnhasinba a 8*.
NNNannean Mean tmmm%
1 rara meoiuos.
Venda-M na loja de Nebuco jC m
ra Nor n. % o aeguinte :
' Casaree>ea &m fustao para meninos de
z a 6 arraer a 3*
Capas de fusio de core para a mesma
idade a 8J.
Graratinhas de fita a 500 rs.
Vestidos de fustao bordados para meni-
no* de 2 a 6 annos a 5#.
Meias do algodio brancas a a>.
Ditas ditas de cores a 39900.
Bitas ditas ordinariaa a If900,
M FA
DO
I
Fitas de chamalo-
te muito boas e
bonitas.
4HAD0IMPERAD0R-4
deseiarde he3ffi/X8ie ,Kf"nde 11;nlid<1 looCae de todas as qualidades, o que se pod,
mirfra?amrt?^'V-'*"*iab"n- cota P'priedade de consertar a gu.
amproiria, como sejam jarraa, restnadores, muriogoea, qusrtinhas, garrafas, copoa para agna ele
De obras vidradas.
^a.7Te^^^ l01 oa *m.nl.o.. ...adairas, boies
ra. pags. "iF&S^S^-"' C5re1"'*nfu. "I-*- ta. on-
pablicJ^aoTmcao'e o^rra"riVnSr,"ei,a de-te gero eolre 6' "P6" obl6r dff "PeiUvat
U.qai*eeKrSirc?d^ ,OU5a mal8 "rala do que
porcdnlnrffiiewaTuiT^^^ por,'u- ? por cerno. P qMm comPrar ae 00 P" c.ma e deesa quantia para menos lerao 5
', Oaalquer encommonda pode ser entregue no deposito da fabrica roa do Imperador n. 41.
A loja d agola branca acaba de receber pelo va-
por ioglez sua encommenda de bossr bonias e
------------w. largas flta* de chamalote brancas e ouirss edres,
A loja d'aguia brancv.tendo em riatas somore i8 quae* s8 callentes P cinloa, Iseos,-etc..
i chegar v8l,do P casamentos e bailes, assinr come
para Tacos de.booquetes, cinteiros de crianzas e
multas outras diversas cousas, e como de seu
costume os presos sao menores do que em' outra
qualquer parte; assim quem munido de dinhei-
ro, dirigir-se a ros do Queimado loja d'aguia
Cassas garibaldi-
nas na loja do
Pavo.
Vendem-se flnissiraas cassas garibaldinas sen-
do estas cassas as mais modernas que tem che-
gado a 330 rs. o corado : na ra da lmperatriz
n. G0, loja de Gama & Silva.
Peonas galvanisadas.
A loja d'aguia branca recebeu essas peonas
gaivanisadas.de novissima e mui boa quslidade
e as est vendendoa 2000 a csixinh com uma
grozs. As primeiras dessas peonas foram oTe-
reciJas Garibaldi, e por isso trazem o seu re-
tracto, e as referidas caitas se encentra o dis-
tico pennas Garibaldi.
S se encontram na ra do Queimado, loia
6 agma branca n. 16.v -
Legues..
Vendem-se lindos leques de madreperola, o
mais lino possivel: na loja d'aguia de onro. ra
do Cabug o. 1 B.
L.en$ot brscos muito
finos.
Vendem-se lencos brancos muilo finos, pelo
diminuto prego de J400 a duzia, graute pe-
chincha : na loja da boa f, ni ra do Queimado
numero 22.
Caiiivetes fixos paraabrir
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de sardinha, doce
bolachiohas etc.', etc. Agora pela festa come s
muilo dessis cousas e por isso necessario ter
nm desses caivetes cujo importe 1$, comprn-
dole na ra do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Esceocia de ail
Para engommado.
Venlem-se frasquinhos com esceocia de ail
cousa excelleote para engommado porque uma
gota delta bastante para dar eflr em uma bacia
de gomrna tendo de mais a mais a preciosidade de
d5o manchar a roupa como omitas vezes acon-
e" com P de ail Cuata cada frasquinho
500 rs : na ra do Queimado loja da asuia bran-
ca d. 16.
Micangas miudas de todas
as cores.
A loja d'agoia branca acaba de receber essas
procuradas micangas miudas que serrem para
polceiras e oulraa cousas, e por isso avisaos
pessoas que ellas esperavam e as que novamente
quuerem comprar que munidos de 500 ris com-
prarao um masso multo maiordo que os aDtiRos
leso somente oa loja d'aguia branca, rus do Quei-
mado o. 16.
Grvalas damoda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 2S
se encontrar um completo sortimenlo de grava-
tas de sda pretas e de cores, que se vendem por
presos bartissimo, como sejam : esireitinhas
pretas e de lindas cores a 1, ditas com pontaa
largas a 1t500. ditas pretas borladas a 1J600. di-
tas pretas pa-a duas voltas a i$ ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Vende-se o grande sitio denominado Caia-
na.sito na fregoezia daVarzea, de muito boas
trras, que tudo qnanto se plaolo d orna graode'
qaaniidade, com uma casa de taipa J coberta,
ama dita de fazer ftrinha, grande quaotidade d
ps decafezeiros, com diversos ps de fructeiras
como seja larangeiras, coquetos, etc., etc. ;
tambera vendem-se duas vaccaa qoe dao baala'n -
te leite, uma dellaa cora a cria j grande, e um
burro manso : a tratar na ra do Sebo n. 20. >
Veode-se
aieilede dend ou palma, dito de amendoim quo
serve para luzese machioas, mais barato do que
em qualquer ouira parte; oa ra do Vigario n.
19. primeiro andar.
Macas,nozes,cas-
tanha e figos.
Tudo chaceado no ultimo paaueta mb Carmo n.9e ra das Cruzes n. 36, maclas a i
M. e 120 cada urna, ca.l.nha. a aSoTa? .libra .
av a arroba, affimea-se aerem muito novas fl-
joa-a O rs. a libra e 8 a arroba, oozaa 2
tt. a hbra e S300 a arroba, garrafescon, 5 g.r-i
i/ d*.v!Da*re wperior a l#20. s o garraao
jal o dioheiro : s oa PVogrosaifo kVfc5a?
Uro 368 Ctn 9 rM, d, CnSeTT
Lavas Ae Jouvli
Jendem-se as rerdadeiraalaaaa de jonvie cae-
loja d aguia de onro, ra do Csbug a. I f.
vender o bom, mandou vir, a acaban da ohegar
aqu (pela -pnmeira vez) aa.superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem ei-
tas sendo para alfaiatea e costureiras. e custa
cada papel 160 rs A agoto, assim boa anima
a adianta a quem cose com ella, e em regra sao
maisUaratas do que as outras ; quem as com-
prar ns ra do Queimado, loja d'aguia branca n
lo, dir aempre bem dellaa. r
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de na
encommenda diversos rtigos de gosto, e proprios
para eofeites de vestidos de noivss ou convida-
das, sendo bicos franja brancas e de cores, trancas brsocas com
vidnlhose sem ellas, cwcarri.haa brancas e mul-
las outras cores, finas e delicadas capellas bran
cas, bonitos eofeites de flores e cachos soltas, lu-
vas de pellica enfeitada primoroaamente, n.ui
bonitas e boas Blas de chamalote, e emfira mui-
to outros objectos que a pedido do comprador
serao patentes, e vista do dinheiro nao se dei-
lar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
branca n. 16. ser bem servido.
gMeemimi stress mbmbwbb
Para acabar, i
Na ra do Queimado n. 10|
loja de 4 portas.
Vende-ae chapelioas de seda parase- 1
nhora a 8.
r*1n,,y P 600 rs. a rara. tt
Sedinhas de quadrinhos a 800 rs. o co- 2
vado.
20*000" de panno pra/o muito fino a 1
Manteletes pretos-a 15 e 80. 5
Riquissimos vestidos da aeda de corea w
e pretuso mais moderno que tem appa- t
fredo e por baratissimo prego.
Vendem-se libras slertioaa ; no
de Amorim Irmos. ra da Cruz n. 3.
escripte
N. 20--Ra da lmperatrizN. 20
oheiroaos":gXe%"eco?c^odlr^^^ retalh. indo a di-
mosqueteirosga 1|fi00Pa p'ec. c"X ^0"'"ora 8 r^ ^7"" P",? ~/"|. "abado, oo
mosqueteiros. sais e forro de vestidos Kft Zl.i P"Ca ptima fazenda para peneiras,
preta. roa, encarnada e ff.ne.7ftr. S!o? eort. SI VJ" *" f.guiDte, COr" *erde' "I
cont.ndo cada um c ,rte 24 co *.dosV 1M o cort ValaSo 5J ?'?" "* ?'fUr" COm b,b'dos
verde, szul o preio, excellente fazenda nr.!7.H eds dM 8*',"nle ores einzeoto,
preco'd. a800o Mvado! flaaidSlC '^'^e eohora e roupinha de crianza pelo batan
tremeios a lS a peca, ^S^i^SlS^^,^^^'^^^^ bHrd8d?8 e e"-
:s. o corado, peilos para camisas brwcn." de cS". a 160 5s *"" i0aUe de mr ,60
K^(iuimaraes
P/l^ri ,?R ANDE30KTIMENT o |lfi |\
de cor al 5i lt 9I.1 ti ac"acado<> P"">? prelode 16 at z5#. ditos de caaemira
an\U\S'Mhrw^AnCT 9 P"nno ca8e?a 8> 14, ditos saceos de alpaca
5|fVJSStSZtK mer,D6 d* 7*M 10.-"'" Ptt le cernir, de
ment A^.! 22^22 HL r0U,pa8 p*Ta mwiino de lod08 os tm>h08. randa sorti-
mir ,,1 a vendn E ** VS^"' P"letl8 e Collet's' "Mo da enlleta. preto. da
m., i M k! 'elludo de 49 a 9|. ditos para casamento a 5a e 68, paletots brancos de bra-
darn.. cometoS.?mb;8,nC;8 auU ^ S* 6 Um *?* orliment. deXenda. fina a e mo-
ltha e'.in o80nie^ de. *Bnar in6le P. homem. menino a aenhora. aeralas de
mc t g V "P'0" de 0| de aeda, luvas da sed. de Jouvin para hornero e senhora T-
C,u .!^nd%(a?r Ca d 8,faiate onde cebemos ancoramendasP de grandaa obras q par.
?n 8 Kd- adm,ni91t"d'> P<>r um hbil me.tre de .emelhante arte e ura pessoal de mais di
5oarurmtrr.0quZ0u^0ca,s.POr,ant0 eXeC,am8 "^^ b" "* *P^*rt
Ra do Crespo numero 17.
Tendem liarativssno.
9 ^_ _
Cambraias da China bordadas t7,n
das finas par. seohor. e menina., d.u-.a amaras' ? m'18 r,C0 sorl,meDto d 'n-
ManloleLe ^^ de b"dd. o Chapeos de seda para senhora de naiioboa goslo
It;lia ncaaienie pnfeitalos a 28o para acabar.
o amisas inglezas para homem .io iinK f ,
tes a 35 e 40 a duzia. de hnho fazenda muil ba Pelos
^0T?e&muitro.h.^ger aenl00' MbreC8^' P***. -'cas. Mnwi.*.d.. etc.,
E 4BMAZEM
Ve,
haver .de mais gosto e pregos
a 1S| cada um e de palha de
pregos segua-
| Joaqaim Francisco dos Santos
40io do Oneimado40
Defronte do becco da Congregago, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentos.
ARMAZEM
ROUP AFEITA
Joaquini F, dos Santos.
40-Rua de Queimado40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
lods. M'S.?K!i,bC7e,,L0 h8 8empre nm '"ento completo de roana .ila de
com ramo e capelli, o
a branco e
Casacas ue panno preto a 40t
35f e ^'
Sonrecaaacosdudito dito a 35$ e
Palelots de panno preto e de co-
res 35. 80, 25. 10#, 18 a
Ditos de caaemira de coras a 22a
. 151.12. 7 e *'
Dito, de alpaca preta golla de
- velludo fra.ceza. a
Ditos de merino setim pretos e
de corrs a 9$ a
Ditos de alpaca de nares a 5 a
Ditos de alpaca preta a9o, 7} 5a
Ditos de brim.de cores a 5.
4500, 4 e *
Ditos d bramante de linho bran-
co a 6. 5 J a
Ditos te marin de cordio preto
a 15 e
Calcas de caaemira preta da co-
rea a lt. 10, Qg, 7j e
, Ditas da princeza a matin de
cordo preto a 5, 6500 e
Dit'aa de brra branco ede cora a
5. 4*500 e
j Calcua de ganga da- cores a
' Gollete de velludo preto a de co-
I Ditos da caaemira preta a d co-
llsos e- bordados a f
30000
30^000
20000
9000
108000
81000
1*580
8f500
SI500
Mooo
a000
5*000
5000
3O00
2H)
lfi80
Ditos de setim preto
Ditos de seda e eelim branco a 6 e
Diloada gorgurao de sed. praloa
e da cares a 7, 6, 4 a
Ditos de brirn a fuslao branco a
38500. 500e
Sf roulaa d* brim de Hnho a 2 e
Ditas de algodin a l600 e
Camisa, de peho de fustao branco
ede cores a tftaOO o
u!dSp*itV*,i?h? ** *
uuaa de madapoln brancas ede
cores s 8. 2500, 2 a
Chapeo, pretoa da maesa franeara
formo da ultima moda a 10,
Dito, da feltro a 6. 5, 4 e
Ditos de mI de seds inglezas e
fr.ncezasal<|, lt. uj .
Lol.nnhoa de linho omito finos
-novoa feitios da ultima moda a
Ditos de algoflin
Relogios de onra Dtente e hor-
a I Fructas.
lfMO
7noo
ooo
7oee
800
500
Ditoa da arrta, g.Vra'niaaoa ps-
tente e ko/iaontoas a 40 a
Obraadaoow, adareea. a.maUa
000 adayeita^ffiacataaav scaalas.
anaia a
9iJf^t" d*-H'*0 *"** >
Sfoeott Ditas graadea para mea. nm. 3e
70|000
sogtoe
Ricos cortes de vestido de fil ou blond de seda branca
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
cores.L,Dd0S "I'" d6 VeSUdS de Gl0 u blondde"d branca bordados
Ditos de tarlatana branca bordados a branco e cores
ESA'hV"".." bl?n? bordados 8 branco rom muila elegancia.
D.tos de barege de seda de cores com barras e listas, oovos gostos americanos.
Saias bordadas
qoe hi;S"rV.:.ei"brila-br,1M bordadco omais.pnr.dogosto a mal. fin..
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bnrdsdn ,..- ...i., .i
mais moderno e mais superior qoe ha no mercado 8 ""* ele8a.
Manteletes .
*m>*ffi^^ZSt e Pet08 b0rd-d09e li808" Wta.. bam
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de liobo bordados a S,4 e5| cada um
Chalis,
Ricos chales de touquim brancos bordados de pona redonda e de 4 nontas
Alem das fazendas cima mencionadas tem um Brande nriimP i
quahd.dea. que nao possivel mencionax-.e Pt^S^ltS^B^0*" "
firande expusMjao de fructas doces e queijos.
Sodr & C. na ra astreit Hn RnenFin ai .___________j. ...
4 bom p.r1 feau," "" etfel" d RgrK) n' "' lem am rand9 ortimento
de tudo quaoto
Peras graudaf.
Peros.
Maraes. i -
U'aa.
Abacaxs.
Mnlsncias.
Kelea.
Caatanhai.
Dilaa coofeitados.
Amendoas.
Noces.
Queijos.
Plameago
Parti.
>LadrBO.
Doces secos
Goiaba am caiioes e em latas
muito fino.
Figos chelos.
Ditos estrellados.
Ditos em cairas. *
Paseas de elicanU.
Amafias.
Sapot.
Abscaaf.
Lima o.
-faaaH.
Larania.
Caj.
Chocolate
de (das as qualidades.
Doce de
calda.
Sapotf.
Abacaif.
Limo.
Binnbi.
Laranja.
Cidr&o.
Grosellas.
Mermelada.
Caj.
Cflei. da mrmelo.
Pitante.
Bolachinha
dt todas as qnalidadea.
Meias leratissim*.
A 1*40 aria da para. *n> el as f
oaa para homaro : oa tua
na loja da boa j.
Um r4K> carro.
Vende-a. am rico e elegante arro mi pella-
da de Manoel Ig-
nacio da Oh va & Pi! h E Casan Santo.
Mantas deretroz.
Vendan! se menta a de atroz para grvalas a
oafe* :** "*4"Qltei,Jl*do**. 1J da
Presuntos,
a
Vendem-se eaperlores presuntos inglese, par.
fiambre a 600 rs. a libra : na armazem de Tasso
Hmios. rn. do Amorim n. 35.
.',,i.Malh? & Bdriue, em san ancripterio
n8-?8 d0, Vlar, n- '0. em para vender;
Ricos o elegantes piano*.
bupenorSdohodo Poile em cu.a de uma duzia
Balanzas deeimaea.
bSTn cK**,iv, d" Bhia Primeiro a-
Fumo em fulha superior.
Prego, e eondas portWuezas; cojos arligos le
eodem por preco mdicos.
m / i a \ i
Vestidos de ca^aaienlo.
estidot de blonda d
sata de setim.
Superiores
vertido, de seda, de cambraia bordado.
dej.hanta.ia, chapeos de palha, endites
modernos para caneca, capas e mantele-
tes con pridos o mais moderno, sedas e
la de quadrinho, cambraias de cores es-
partilhos, aintes, laques, ssias belo.
mates elaaticaa e e.miu de lo ha par
senhora fil e terlatana para veslldoo.
chales de ponti redonda e manguitos
modernos.
Roupa frita.
~al$88, eolletes. paletoUe sobrecaaacos
Je panno, casemira, chapeos de castor
botinas de Me li.
Para acabar.
S Colchas de la e seda propria para cama
2iibrt",d.ep,'". ** Raitos e
m gollas bordadas de linho a de fu-tao a U
g seda de quadrinhos a 1J0O, lawinha a'
8 | ^ad3",s cnnrnnte o becco largo de Gurgel
fff & Perdigao.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irmaos. ra do Amorim
numero 35.
NOVA
exposico de can-
dieiros econ-
micos-
O proprietario dste novo eatabelecimento avi-
sa ao publico e a todos os consumidores, que lem
recebido um graode sortimenlo de candieiros de
novo modello, riquissimos para ornar salas, todos
esmaltados de diversidadea de cores, desde o
mais rico al o mais ordioario, asaim como um
grande sorlimeoto de gaz de pnraeira qualidade.
peto prego mais bsrato que se pode encentrar'
rrzv^^oiTrvr.-. e,8-garraf";
Polassa da Hussia.
Vndese em casa de N. O Bieber &
C, succeuores, ra da Cruz n. 4-
" Meias para sen\\ ia.
Vendm-se superiores meias psra senhora pe-
lo baratissimo. prego de 3840 a duzia ; na loia
da bus f, na ra do Queimado o. 91.
Arados americano te machina-
par a lavar roupa :em cata de S.P.Joi
hston 4 C. ra daieazala n.4t.
firande pecbina
45 Ra Direita 45
Borseguins de Sra. de p pequeo
a 30500 e 4$000. r ^

4 loja da bandeira
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
2 senecupa prego favorito.
jNova loja Ue l'unileiro da!
8* ra da Cruz do Recife
numero 37.
Jj Manoel Jos da Ponsecs participa a
todoa os seus freguezes tanto da praca
cmodo mato.ejuntamente aorespeite-
5vel publico, que tomou a deliberarlo de
batiaro preco de todas assaaaobras.por
cujo motivo tem para vendar um grande
( sortimenlo da bahs e baciaa, tudo de
differenteslamanbose dediversaa cores
am pinturas, e juntamentenm grande
sortimenlo dediverss. obraa.conlendo
banheiros e gamelas compridas, grandes
epequeas, machinas para e. ecana-
cas para conduzr agua grandes peque-
as, latas grandes, p.ra conservar fari-
nha e regadores so uso ds Europa, ditos
grande, e pequeos ao oso do Brasil a
camas de vento, latas de arroba a 1*
bahs grandes a 4j> e peque nos a 600
S 8radea a 59 e-pequeas a
I SOO rs.,cocos de z. 1 I) 1 duzia re-
gadorea rgolares muito barato, ditoa
pequeos a 400 rs., de todo, estes objec-
tos ha pintados e em branco e tudo mais
se vende pelo menos prego possivel: os
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cite n. 37.
Sorvete ao meio da e a noite.
Reoslos.
Vanda-se orneas, da Jobnston Pater & 64
ra do Vigario n. 3 am bello sortimento .
relogios de ouro, patente ingles, din ota dos mais
nados fabricantes da Liverpool; Umbaa
variadada da bonitos traacelinspars os
os.
AUeu?o.
Narus do Trspiche n.. em cas. de Focket
acter^ .azwt^w **mmr*mmM**m-
has da corea a brancas a em eeereteis do melhor
pre^ruinosr8" ^:-* -
Luvas de Jtmvin.
Na loja 4 BOa tana raa do Qaaiaaada s. M,
aampra ^-'Tnrs'TrU.innariLai-. Z
Mvarttoaoae que para r garito, m na Mea
hada, edre., a meorbanadrloia da feAaM t
ra do Queimago a, ^* "^

s



pililo aijEiiiy^- ^u Miu1 WiMjftontwtu
BOffl E BARATO
Francisco Fernandas Duarte
Largo da Penha
foram an-
Continua-se a vender neste armazem de molhados os
melhorea genero* que rem 10 mercado, e por muito menos prego do que em outra qualquer parte,
para o que recebe o proprielario em lodos os vapores da Europa, a maior pacte de seos gneros,
escoihido por peisoat encarregadae, para este fim ; por laso noramente participa aos seas (reguezes.
oo* so sos Srs. da praca como de eogeahos e lavardores, que quelram seguir em progresa, que
nao deiiem ao meos de comprar a primeira vez auaa eocommendaa, cerlo de que ho de goslar,
para o qne nao se pouparao oa proprielarios, em prestar toda attenclo, e meamo em serviros por-
tadores meos praticos, tao besa como se viassem os Srs. pessoalmente; e abaizo menslonamos
os procos de alguna geoeroa, por oade se pode julgar que rendemos baratissimo.
TMLa^\Clg*X lllgleX* a mala wperior qne ba no mercado s 800 rs e lj>Q00 a libra em
barril se far abatimento.
.*Utft\ga ir\HCeZ\ mui0 n0Ta a 640 rs. a libra e em barril a 600 rs.
Gkk pferola, hysson preto os m8jt aperlore8 d0 meread0 eco, 2200o.
e 11000 rs a libra aflanga-se a boa qualidade.
QUQV}Ofl dO TeislO chegados nssta ultimo vapor a|2#400, ditos do vapor pasiado
1900.
waVft\^S ag melhores que se pode desejar a 40 e 120 rs. cada urna.
PrcmUlO lOgVCZ proprios para fiambre a 900 rs. a libra, em por?ao se lar abati-
meato. s
rst^ZHIIlO O O TOH 0 que ha da bom neate gene.ro .a 480 rs. a libra e inteiro
40 r.
Atalas HO\aS em gjg0i de nn,a arroba a 19 cada um.
SalaiTI 0 meihor petisco que pode ha ver por estar prompto a toda a hora a ti a libra.
T oueiuho do reino 360 rg Mtei e arrob, ,9150o
Caoati?as o paios muil0 DOT0, a 560 ri. a llbra.
WaUUA dO pOTCO retinada a ,., ,iTa que ha no mercado a 480 rs. a libra
em barril a 440 rs.
XzeOUaS mnitO llOVaS a 1J000 rs. a ancorala, e em garrafa 3*0 rs.
luataS eom bolaXnna d SOda COntendo diferentes qualidades a 1440 e
em porcSo se fari abatimento.
9a\&$a dO \iMW| raajs n0Ta d0 mercado em latta de orna libra por 900 rs., ditas de
duas ditas por 1&700.
MlarmeVada impOTial d0 afamaa-0 Abreo e deoatros mullos fabricantes de Lisboa
a 19 a libra, em latas de 2 libras por 19800.
Kj\*Vllna8 trncela aa melhores que se pode desejar em meias latas por 500 rs.,
tambero tem portuguesa me lataa enteiras a 640 rs.
CnOCOiate ranCOX e hespanhol chegado neate ultimo vapor a 1S200 a libra.
r dSSaS propriaa para podim a 800 rs. a libra.
OOCe dO ainerCne em j,tas de 2 libras elegantemente enfeitadas a 1J200 eada urna.
ILspermaSete auperi0r de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em caixa a 740 rs.
ViataS COTA nelte OBI pOSta dag melhores qualidades que ba em Portugal a
19400.
YmOndttft S eOUlOltadaS a *,g a ibra, ditas em milo a 800 r., dita com casca
a 480 rs.
FOXeS O CaStannaS piada8 muito oras a 160 rs. a libra.
^iStreilinna para 80pa a $40 ra, a libra e em caizinhas de 6 a 8 libras se far abatimento.
Me tria, macarra i o ta'lu rim a 4oo rs.uwa em este a 99.
SOVadintia fra0Ceza muito ora a 840 rs. a libra:
Farinna do Marannao muitoalva eCheirosaaioOrs.
vim.m.a de engommar, o que se ple desejar por ser muito aira a 100 rs. a llbra.
VipiSta muito noro e limpo a 160 rs a libra e em porcSo se far abatimento.
JS r o respeitarel publico, que afiaocando-se a boa qualidade dos geaeros cima mencio-
nados, se rende muito barato, e petos quaes se poder julgar todos os demaia que nao '
nunciados.
^----------------'------------ ------------------------------------- u
Paletots
brancos.
Vendem-se sapetlores paletots de brim branco
de puro linho, pelo baratiaaimo prego de 5$ : na
ra do Queimado o. 22, na bem coohecida loja
da boa f.
53 RUI D1RE1TA 53
Grande armazem.
Ferragen* o mindezas.
Sem bandeja, aem colheres, sem garfoa e fa-
cas, impossirel passr a festa I neate armazem,
pois, encootraro aa familias o melhor e mais ri-
co soriimeoto por pregos inferiores aos de pri-
meira mao, e reparem.
Bandejas recortadas e finas a 19600.
fc_ Ditas ditas 29.
Di las ditas a 3f.
Outraa (sultana valid) 69. 5 e 49.
Faqueiros a 6$. 49. 3*600 e 39-
Colheres principe (opa) fig e 49500.
Ditas dita (chi) 39 e 39500.
Salitre, ferro, treas de cozioba, e tudo quanto
pertence a ferragens baratiaairoee.
Gamas de rento de louro a 49800, e de ama-
relio a 59500.
Fogareiros para todo prego.
Grande
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra maiio bem feita, pelo baratiaaimo prego de
3B9 ; na ni do Queimado n. 12, na bem coohe-
cida loja da boa f.
Delicadas escovas
cabos de mar Orne madre-
perola, para limpar
dentes.
re rerdadeuma escora para limpar pentes
senapre neceuaria em qaLaJquer toucador, e com
especialidade no da senhora que preza asseio,
e para que elle seja perfeito mandar comprar
dbi deaaas escoras de cabo de marfim oa ma-
dreperoli que euatam 2f e 39 re., na loja d'aguia
branca, oa rea rea do Queimado n. 16.
Navalhas d'acd
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'sgaia branca BHri nae na-
ralhas d'aco refoado com cabos de marfim, r
para aaaegurar-se a bondade dallas basta dizer-
ee qao aio doa afaaaoaaa acreditados fabnoaa-
tea Rodra 4 C, casta cada eetoieda daaa na-
ralhaa 89000: ama4o Queisaaie, loia d'afafia
branca, a, 1*.
Entre-meios bordados em
cambra i a transpareote.
H lojadi egarta tranca rende-aa ntremelos
bera)ae>*a ees Me oasabrala triatiparente a 19 a
Peca da 8 rara*, bTej eetoperqae a aa acha em
dita loja da tole BVeve* re d Queimado n. 16.
Abatiese ajo do Cada aadiao lasa bulaetis
i?ao
DE
Candieiros a gaz,
O proqrtetario da ora ezposicio dos candiei-
ros a gaz arisa ao publico em geral, qua se aeraj
aempre aortidocom grande e rariarel sortimeoto
de candieiros desde o mais barato at o mais caro,
aasim como um grande deposito de gaz idrogeoio
rerdadeiramente econmico, reconhecido verda-
deramente por todoa oa cooaomioores : na ra
Nora os. 20 e 24, Carneiro Vianna.
. Nesta meama ezpoaigao se encontrar um va-
riarel aortimeotode riquissimos qasdros de todas
as qualidadea qoe por oslo se pode apreciar oa
aeua desenhos, um riquissimo sortimeoto de
quinquitharias, contendo entre ellas riquissimos
vejatorios para quarlos (gosto chinez), um varia-
lel sortimeoto de balaios com todos os preparo a
para riagem, cootendo pratoa, facas, copos e ou-
tros frascos para condicionar, ferros de engom-
mar arapor, machinas de baler oros a vapor,
machinas de fszer caf a vapor, eapiogardas de
dous canos troozadas e de alcance, mappas del
mundo, e o otros mullos objectos que se rendem
jpo pregos diminutos para acabar:' roa Nora
numeroso.
lolooo.
E' na ra do Queimado n. 89 loja de quatro
portas que se rende os malhores chapeos de so-
da-de formaa maia modernas e bom gosto.
Na ra de S
Jos q. 2,
Veude-se muito bons geoeros aonde annuncia
oa segaiotes: rioho do Porto a garrafa 800 rs. a
caada a 6|000, Figueira a720 rs.. Lisboa 600 rs.,
ditos mais baizoa a caada 3(600 rs., titos em
garrafado do Porto 1$120 rs., ditos baizos 500 e
560 rs., vinagre de Lisboa 320 a caada 23400
rs., marraaquinho 19400, vioho Bordeauz a 19.
marmellada de i libras a 1(900 rs., ditas de libra
e meia a 1$600 ra., fructas de calda a IgOOO, pe-
ras, ginjas. peceeo e rainha Glandia latas de pei-
xe grandes a I98OO rs., msssa de tomate SOOO
a libra, manteiga maleza 800 ra., dita f.anceza
780 ra., banha refinada 560. queijoa do reino
29800 ra., fiambre inglez a 7X0 rs presunto do
reino a 480 a libra ; compram-se cobres relhos,
as peaaoas que lirerrm dirija-se a mesma que pa
gsr-ae-ha, comoestirer cha hyson a S9800ditodo
Rio em Uta a libra 29300 e 29100 rs., caf em
carogo a 320. 380 e 260, assim como todos mais
geoeros, vende-se mais baratos do que em oulra
qualquer parte, assim como lioguica do serto a
a 400 rs. libra.
Nova california
DE
8 Fazendas baratas.
Jia roa 4a Imperatriz n.48, jonto a*
padaria fraoceza.
S Cortes de cambraia braoca com babadi- J
ohos 49 e 49500 superior 59, cambraia li- J
V J Escossia 59, e 69, ricos eofeites para ae- J
nbora 69 e 65500. sintos os mais delicados J
para aenhors 2*500. 3d, chapelioa para cri- J
anca' gosto iogtez 3500,49, para bapliaado J
39, corles de rostido de seda Eacosaeza de
bonitos gosto 1X9 esli se acabando, ri-
eos lencos de labyriotbo 19. lgSOO. chapeo
de sol para seobora de bonitas cores, lisos
S59, cabo de marfim 59500, cortea de cam-
braia brancos com ffor de seda 59. riaca-
do francez 200 ris ocorsdo, completos
aorUmenios de baldes de arcos 89, aorti-
saeetos de meias para menino e menina
800 e 240 ris o par. chales de ti ra lana
de coma a 640 ria, lencoa branco com bar-
rae 160 ria chitas ioglezas a 180 e 900 ra.
dita fraoceza a 240 e 280 rs. o corado
4 pegas de cambraia da forro com-9 raras
a 29 : junto a padaria francesa n. 48.

CambraU Usa.
Veode-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego d* 4 e 5f a peca com 8 112
varas, dita tapada muito superior, peca de 10
varas a 6| : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoaUvado de
linno.
Veode-se superior bramante de pero linho com
duas raras de largura a 2d400a rara, assim como
atoalhado adamascado lambem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a rara : na bem
coohecida loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de calca*
Vendem-se cortes de caiga de meia casemira
de cores escaras a 2g cada corle ; na loja da boa
f, na roa do Queimado n. 29.
Port bouquets,
Dourados com cabos de ma-
dre pe rol a.
Chegaram opportunamente para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, coniforme
soa propria encommenda, flcando assim remedia-
da a falta que havia desees porl bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para oa di-
versos cassmeotos e bailes que se cootam nesses
das, por isso as pessoaa qoe por elles esperaram
eaa que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-ae munidos de dinhefro i loja o'aguia bran-
ca, ra do Queimado o..16, que encontrarlo obra
de bom gosto, baraieza, agrado e aioceridade.
JtUai
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de esmbraieta mui-
to fina, com 4 pannos, palo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bam coohecida loja da boa f*
Tinta preta para escrever
Veode-se ezcellente Unta preta para escrever
a 600 rs. a garrafa ; na hrraria os. 6 e 8 da pra-
ca da Independencias
Nova
exposicao
O proprielario deste novo estabelecimento lo-
ma a honra de avisar ao publico que laso no aeu
ealabelecimento ezpoata urna riquissima galera
de quadtos de phaotaaia e histricos, que por
gosto se pode possuir: na ra Nora n. 24, loja
do Vianna.
Maca.
Caizaa com 100 magaas escolladas ; vndese
na roa de Apollo n. 31, armazem do gelo a lOf
a caiz.
Veode-ae a taberna e padaria da ra Direi-
ta doa Afogados n. 3 : na mesma casa.
Aguihas imperiaes
tem o fundo dourado.
A loja d'aguia braoca, tendo em rista sempre
render o bom, mandou rir de sua coola essas
superiores agulbas impertaeg. as quaes acabam
de ebegar (pela primeira vez) tendo os fundos
dourados e ponas mui bem tiradas, e cuata eada
papel 160 rs. Cozer-se com urna agulha assim
boa, anima e adiants quem trabalha, por isso
dirixiremse ra do Queimado loja d'aguia
brenca n. 16, que aero bem servidos.
duada vnzala Nora n.42
Vea da-s a em Basada S. P. Jonhs ton 4 C,
tllinse bromeados, I o as agieses, fio devela, chicote
paraearros, eaoniaria,arreiotpara arroda
ubi elooa ralos rslogio ida ouro patate
nglez.
i^iunriSn
Vende-se salitre de primeira qualidade por me-
nos do que em oulra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Cesario Moreira Das, no Forle
do Mallos, ra da Hoeda n. 27.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
4 grande liquidaco da
lojadoPavo,
Narua da Iiiperatrre n. 60
DE
Gama Silva.
Acaba de ebegar a este estabelecimenlo sisa
grande e variado aorliaMolode fazendas propriaa
para a feala, e aeua donoa resolver** readereas-
na por pregos baratissimo* por estar na flaa do
auno e qaererem apurar djnhetro, orno sejaa :
nassas.
Um lindo sortimento de cassM de rariis coree
e qualidades, qoe rendem a 240 o 180 Te. o co-
rado. s
Chitas a 240.
Vende-se finissimas chitas francezas escaras e
alegres, fazenda que sempre se rendeo por urna
pataca e acaba-se a 240 rs. o corado : na roa da
Imperatriz*. 60, loja do Parto-.
Musselina a duzentos rs.
o covado,
Vende-se musselina branca com 4 e meio pal-
moa de largura a 200 rea o corado e ditas de
coree matizadas largara de chita a 200 reis o co-
rado na ra da Imperatriz n. 60 loja do Potio.
S o Pavo em li-
quidaco.
Ricos sintos dourados lisos e com lisliohas s
29500, calcinhaa bordadas para meoinos a I9OOO,
gotlinhas com manguitos a 18600, golliohaa de
traspasso a lf, oitae sem ser de traspasan a 500
rs. lavas de seda em perfeito estado a 500 ra. o
par, chapeos deso de seda com franja muito de-
licados para aenhors s 89500,' chales rendes de
merino, a 29500, ditoa de rede bordados a 89 cada
um, manguito de cambraia bordados muito Onoa
a 800 e 1|. eofeites para eabeca a 29, para me-
nioae e 940 ra.
Para homem.
Vende-sena loja do Pavo um completo sor-
timeoto de roupas, como s-jam : palitos de pan-
no e casemira de todas *a idres, caigas de case-
mira preta, e de cores, ditaa de brim de tedas as
qualidades, eamiaes francezas tanto para homem
como para meninos por pregos mais commodos
do que em outra qualquer parte. Do-ae amos-
tras de todas as fazendas que em noasos annun-
cios se r, deizando flear peohor : na roa da Im-
peratriz n. 60, onde tem um pari pintado do
lado de fora, e para nao harer engaos de noile
tem um dstico por meio de urna luz em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se lazinhas de quadros para vesti-
do, fazenda de apurado goato a 280 o corado ;
na ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavo.
La chioeza a 400 rs.
Vende-se liazinhas entestada* a 400 rs. o co-
rado: na ra da Imperatriz n. 60, loja do Paro.
Cambraias de seda.
Vendem-ae inissimos cortes de cambraia de
aeda com dous babados e de apurado goato a
49500 cada corte : oa loja do Pari.
Vestidos brancos.
Vendem-se fioiaaimos cortes de cambraia ta-
rrada com babados e duaa salas, fazenda que se
rende em qualquer parte a 89OOO rs o Pari
oal torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
ra* bordados a 2J500, 39 e 39500: na ra da Im-
peratriz b. 60.
Cambraias de sal-
picos a* 4#000.
Vende-se cambraia braoca com aalpicos miudi-
nhoa, tendo 8 X vara* cada corle, pelo barata-
simb prego de 49000, aendo fazeoda que sempre
se rendeu a 7V000: na fui da Imperatriz o. 60,
loja de Gama & Silra.
CASSAS LaVRADAS.
Vende-se cassas tarradas fazen4a do ultimo
gosto pelo baratissimo prego de 3)500: na ra da
Imperatjiz n. 60, loja do Pari.
Sedas a covados.
Vende-se groadenaples preto muito iocorpado
a I960O, I98OO e 290OO, dito cor de roea, azul e
amarello, sarja braoca tarrada para vestidos de
noiras, e outras qualidades de sedas por pregos
baratissimoa : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pari.
4 3J000.
Chapeos de pelhtoha Opa infestados para me-
ninas ; na roa do Creapd o. 10.
Nova exposicao.
Ra Nova n. 20.
Riquissimo sertimento da cotilerias em todo
o genero, assim como um riquissimo sortimento
de louea de porcelana para coiinha, riquiasimo
sortimento de metaea, riquissimo sortimento de
miudezss, e ouiros muilos artigos, que com a vis-
ta do comprador ae podero apreciar : na ra
Nora n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Bombas de japy.
Rata Mora a. 90, loja de Carneiro Vianna.
Canos decMmbo
Roa Nora n. 20, toja de Cirneiro Vianna.
Charutos de Ilavana.
f na j
Loja da ra do Crespo, dea,
Leandro 2 Vendem-se os melhores e mais conhe- a
aa idos eherutos de Ha vana. ,
Veode-se narua do Apolle
n. 31 defronte do theatro a A$
a arroba, meia arroba a 2#500
e a 160 rs, a libra.
Champagne
do afamado autor Chaleau Laronziere a 149 o ga-
go de urna dusia; na praca da Independencia
numero 22.
Plvora.
Carros e carrosas
Em casa de O. Bieber
A G. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendea-secarros americanos mol elegantes
* leves para daaa o 4 pessoaa e recebem-ae en-
commendas para aojo fim elles possuem map-
pas com rarioa desenhos, tsmbem rendem car-
rosas para eonduecio de assuearetc.
Potassa da Russia.
Veode-se potassa da Russia da mais ora e
superior que ha no mercado e e preco multo
commodo: no escriptorio de Hanoel Ignacio d.
Oliveira Filho, largo do Corp Sanio.
Vende-se plvora de superior qualidade e
chumbo de manicio por menos do que em outra
qualquer parte; tratar no escriptorio de Airtonio
Cesario Moreira Diaa, no Forte do Malte ruada
Moeda n. 27.
Vende-se manleiga ioaleaa flor a 800 re. a
libra, e fraoceza a 720 r*., arroz ou Haranbao a
3g a arroba, a a 80 ra. a libra : na ra daa Cruzee
, numero 22. ,
Aos tabaquistas.
Vendem-ae superiores lencos rincezes a iml-
tacao doa de linbo, muito proprios para os taba-
quistas por seren de corea escuras e fizas, pelo
baraliasimo preco de 5 e 6f a dazra na ra do
Queimado o. 82. oa bem coobecida lija da boa f.
Fil liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
e de cores, pelo baratissimo preco de 800 rs.a
rara ; na bem coohecida toja da boa f, na ra
do Queimado o, 28.
Toallas paia m&os. .
Vendem-se muito boas toalhas psrs maos pelo
baralo prego de 59 duzia ; oa roa do Queima-
do n. 22, oa toja da boa f.
Ricos eneites.
Vendem-se ricos e superiores enfeltes os msis
modernos que ha, pretoa e de corea, pelo bara-
tissimo preco de 6 e 69500 : na loja da boa fe.
Veode-ae no armazem de Jos Antonio lio- iaa ru* do Queimaojo n. 22.
reir Das & C, ra da Cruz n. 26
Safraa o torooa para ferreiro.
Ferro suecio em barra.
Linhas de carritel de 200 jardas.
Mala para riagem.
Espingardas francezas muito finas em caizas de
per ai.
Ferros de lati para engommar.
Pregos fraocezes de todos os temanhos.
Ditos batel grande.
Ditos de construccio.
Bracos grandea para balanga.
Espingardas lazarbas.
Ca vinotes inglezes.

ao
8
a
CHAPELINAS
6jJ000 cada urna.
:
65.
pares a
a 240

!
GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
a. 31, vende-se gelo de boje em diante
arroba a 5jS00, e meia arroba 24000,
- mao, na ra do Queimado n.
Gartoes de clcheles francezes com 14
20 ra.
Bu oes de cores para cosacos e paletots
a dozia.
Ditoa para caigas muilo finos a 160 a grosa
Trancas de lia para realido, a peca a 40 rs.
Lia oara bordar muito fina e liadas sores, a li-
bra a 79.
Ilassos com grampos a 40 rs.
Linhas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditaa de peso muito finas, miada grande a 240.
Franjas de linho para rostidos, s rara a 120.
Apparelhosde porcelana para meninos, pinta-
do* e dourados a 19600, 2|. 29500 e 89.
Cartee eom alneles s 100 rs.
Paueia com Ifinete* eabeca chata a 40 rs.
Eofeites para seobora muito finos a S, 4 e 79.
Sintos muito finos para seobora a 29 e 29500.
Meias delsis epretas para padre que sempre
ae renderam a 29 a 040 rs.
Eofeite eom florea oara senhora a 1J.
Colheres de metal muito finas para adpa a 109
rs. a dozia.
Garfos do meamo metsl a 49000 a duzia.
Assim como outras moitas miudezaa fioaa a ba-
ratas, qoe deizamoa de mencionar, para nio se
tornsr tanta maasada.
N. O.Biebar & C. successores, rna daCraz
1.4, tan para render relogios para alglbeira da
ouro a prata. /
Veode-se chapelinas modernas enfeitadas com
muito gosto para senhora a 69OOO cada urna: na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pari.
Leucos para mao.
Vendem-se muito delicados lencinhos de cam-
braia de linbo com labyrioiho a 29500, ditos de
muito goato a imilacio de labyrioiho a 800~e
IgOOO: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pari.
Phantasia asis mil ris
Vende-se muito ricos realidoa de faotazia com
babados de muito bom goato, fazendaa de 129000,
por 69OOO, na ra da Imperatriz n. 60 loja do
Pari.
Filos.
Venie-se fil de linbo bordado fazeoda muilo
fioa a I9OOO a rara, diio tizo a 800 rs., tarlatana
branca e de todaa aa corea a 800 rs. a rara ; aa
toja do Pari. .
Vestuarios a cinco mil
ris.
Ricos resnanos de sede para meninos, fssenda
de ISA por 59000 ; na ra da Imperatriz n. 60,
toja do Pari.
.(ambraias lisas*
Veodem-se pecas de cambraias lisas, fazenda
muito fina, com 10 e meia rara eada peca, pelo
preco de 59OOO a peca, di las de 8 e meia'raras-a
29500, 39, 39500 e 48, ditos de 6 o meia rara a 29
e 29500 a peca, ditoa para forro eom 8 e meia ra-
ras a lg600 e 29 : na ra da Imperatriz, loja do
Pari.
Baldes sem ferro a -
3*1200.
Veodem-se muito superiores saias de cordio
que fazem aa vezea de bati, tornando-so mais
recommendaveia por se poderem lavar engom-
mar, a 39300 cada ama: na ra da Impsratriz n.
60, loja do Pari.
raixaSa
AtteDQo.
Veode-se ame ojolatinh_ de 1* a 15 senos i
4. libra* 100fcrtaibem r9aA^,^^^fff^S^lS
asaignaturas da pessoas particulares lo* P<" SOOf renda-se um eabriolet moderno,
*>a n.ta a^ia diariamente at eraa? aer com C"T8,1 e "eios. tudo em boa estado } a
jo que aesa atammente, ate ejue te .er.a.roeheira da rw d, Impersirt, tratar ni
cabe o gelo, nra do Roepicio .
Maior reducc3o aos precot para acabar.
Vandam-sa no armazem de Braga Son & C.
oa roa da Moeda, taitas de ferro cuado do mui
acreditado fabricante Bdwin Maw a 100 re. por
Jifcea, as masmaa que se rendiam por 120 re.
Flores Boas,
A* loja d'aguia branca acaba de despachar am
bello sortimeoto vde flores Soase delicadas pro-
priss pars enfeites de cabega e reslidos para ca-
samentos e bailes ; quem aa v(r aem duvida ae
alegrar de acbar fluan to perfettas deliciadas:
Isso na roa do Queflfcdo 1oja v'igais branca
n, 19.
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
MSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e rariado aorlimento'de
roupas feitas, calcadoe e fazendaa e todoa
I eatea aa rendem por pregos muito modi-
ticadoa como 4 de seu coatume,assim como
aejam aobrecasacoa de suoeriores pannos
o casacos feilos pelos ltimos figurinos a
209.289, 809 e s 359. paletots dos mesroo
pannos preto a 16?, t8|. 209 e a 24,
ditos de casemira de cor meaclado e de
noros padroes a 149.169. 189.20 e 249,
ditos saceos das mesmaa eaaemiras de co-
res a S, tu*. 12 a a 14, ditoa pretos pe-
lo dimioulo preco de89, 109, e 12$, ditos
1 de sarja de aeda'a aobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de cordao a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159,
ditoa de alpaca preta a 79. 89. 09 e a 10,
1 ditos saceos pratos a 49, dito* de palba de
aeda fazeoda muito auperior a 49500, di-
; tos de brim pardo e de fuatao a 39500, 49
1 e a 49500, ditoa de fuaiio branco a 49,
I grande quaotidade de caigas de casemira
preta e de corea a 79, 89, 99 e a 10, ditaa
pardas s 39 e a 49, ditaa de brim de corea
Unas a 45500, 39, 39500 e a 4|, ditaa de
brim brancos finas a 49500. 51, 59500 e a
69, ditaa de brim lona a 59 e a tf, col le tea
de gorgurao prelo e de corea a 5f e a 6 J,
ditos de casemira de cor a pretos a 42500
e a 59, ditos defustio branco e de brim
a 39 e a 39500, ditoa de brim looa a 41,
ditoa de merio para luto a 49 e a 49500,
calcas de merino paral uto a 4f 500 e a 51,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhos : caigas de casemira
preta ed* cor a 5$, 69 e a 79, ditas ditas
. de brim a 2$, 3 e a 39500, paletots sac-
eos ae casemira preta a 65 e a 7a, ditos
deaor e 69 ea 7f, ditos de alpaca a|89,
aobrecasacos de panno preto a 129 e a
149, ditos de alpaca preta a 59, booeta
para menino de todas aa qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meioa ricos vestidos de cambraia feitoa
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babadoa lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu-
rao de cor e de lia a 5* e a 69, ditoa de
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitaa outraa
fazendas e roupaa faitea que deizam de
aer mencionada* pela sua grande quaoti-
dade; assim como recebe-se toda equal-
quer encommenda de roupaa para se
mandar manufacturar e que para cate fim
temos am completo sortimento de fazen-
daa de goato e ama graodeofficina deal-
faiate dirigida por am hbil mestre qae
pala suapromptida eperfeigo nadadei-
za a desejar.
Aenco
Vendem-se caixdes vasios proprios
parabahuleiros.funileirosetc.a 1#280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' qnem ostem
para vender.
Vende-se
na ra do Queimado n. 19
osfguinte.
Pecas de cambraia fina adamascada pars corti-
nado com 8112 vara, pelo barato prego de 59(00.
Toalbas de liabo adamascado para mesa s 49.
Cambraias de aalpiros graudos mallo linda* a
59 a peca, ditas de ditoa miudihbos fina* a 49500.
Leoeoee de bramante de linho a 39000.
Ombraia ailada para forro de realido, com
8 112 raraa a peca por 29.
Grandaa colcha* de fuatio tarradas a 69.
Chapeos enfeftadoa muito lindos, proprios para
meoinos a 79eada um. *
Cobertaa de chita, goato efeinei, a 19800.
Jucas capelli* para noira, de flor de laranja.
Algodlo com 7 palmos de largo a 600 rs. s rara
Leneoes do panno de linho a 19900.
Soahall Mellors & C, tendo recebfdo or-
den para vender o seu crescido deposito derslo-
gius ruto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; eoOrlda, portento, s pessoas que quizare
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratiaaimo preco de 280 o corado ; na
ra do Queimado n. 22, aa bem conbecida leja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezas muilo finas, d
muito bonitos padres, pelo barato preco de 700
rs. a rara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
Vendem-se os engeuhos
S Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes :
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Venderse mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcelana aa baratissimog pircos
de 240,360,500.560. 640,720. 800 e IjOOO: iso
na ra do Queimado, loja O'aguia braoca n. 16.
A musselina do Pavo a
200 rs. o covado.
Vende-se musselins branca com 4 1|2 palmos
de largura fazenda muito fina pelo diminuto pre-
go de 200 rs. o corado, cortes de chita 'inglesa
com 10 coradoa cores fizas a 19500 rs., ditas de
musselina branca com 10 corados a 29. tudo
para apor.r dinheiro : na raa da Imperatriz
60, loja de Gama & Silra.
D.
Escravos fgido:
osauir um bom relogio de ouro oa prata do e
abre fabricante Koroby, a aproreilar-se da op-
portonidade sem perda de tempo, para rir eem-
pra-los por commodo preco no leu escriptorio
Iras do Trapiche n.28.
Pugio no dia 23 de norembro de 1861, da
poroccao de Itapissnma, districtode Iguaraaaai,
urna e&crara de nome Aolooia, com 28 annos de
Jade pouro maia ou menos, alta, gorda, com
bonita preseDca, bracos e pernas grossos e bem
feitos, roslo corto e redondo, cabera lambem re-
donda, olhoa regulares, becca e nariz a mesma
cousa, um pouco arribitada, dere ler abaizo doa
hombros urna pequea cicatriz, tem ao p da
fonie etquerda urna peladura que talrez cuslaste
encabellar; lerou coberla de chita aanarella e
realidoa velhos e desbolados ; foi de Campia
Grande ; julgar-ae ler sabido com algaem : roga-
se a qaem a pegar ou lirerem seu poder leva-U
a dita poroaco, a Vicente Perrer de Helio Jnior ~'
ou em casa de Joaquim Joa de Lemos, na roa
da Cadaia do Recite n. 54, que aera recompen-
sado.
Ausentou-se de esss de seu senhor no dia
3 do correte mez o escraro Antonio, de naco
Casaange, idade 40 annos, pouco mais ou menos,
estatura regolar, com os signaea aeguintes : am
urna das orelbaatem am taco tirado, em um doa
quarlos tem um deleito que pelo qual puza no
andar pelo p, tem debaixo do queizo esquerdo
tres buracoa, aignal de dentes tiradoa : quem o
pegar queira lera-lo ra do Imperador o. 78,
terreiro andar, que aer recompensado. Ja foi
visto em Iguarass.
Fusiram do engenho Conceicao. sito na fre-
guizia de Traronbaem da comarca de Nazarelb,
no dia 4 de novembro de 1860, doua earraroa
mulatoa coro oa noanea e sigoaes seguintes: usa
de nome Paulo de 45 annos de idade pouco maia
ou menos, offleial de pedreiro, aapaleiro e pti-
mo bolieiro, de edr alaran,^da. cabellos carapi-
nbos. roslo descarnado, oihoa brancos, nariz
bocea reculares, um pouco secco e de estatura
media, o qual tem duus dedos da mao direita
|.aleijados de um panarizo, e tem tamben o deda
mnimo da mao esquerda com igual deffito, e
cima da aobraocelha deum doa olhos urna cica-
triz, proreoieota de um talho, e oulra cicatria
com am carocinbo cima da mesma, com usa
doa dentes da (rente quebrado,quando te embria-
ga torna-ae arrosante. Esse escraro j foi ser-
rado e consta andar pelo Recite, tndo sido vista)
para as bandas da Soledade e Santo Amaro pos
algamas peaaoas, a quem tem dito hi ver-te liber-
tado. O ouiro, de nome Felippe, de cor iriguet
ra, cabellos earapiohoa, estatura baixa, ou rega-
lar, bem barbado, um pouco secco, bem fallante
e cantador, com 30 annos de idade, anda ligeira)
e Sfluito despachado no servido d.e eruada e foi-
ce, com falla da dentea oa frente, com olhoa usa
pouco epUoanbadoa e capiongoa Quem appre-
hende-loa lere-oa ao dito engenho ao aeu aenhot
o lenente-corooel Joto Caralcanti Mauricio
WanOertey, qua gan^roaaotenle recompeoaar.
Fugio do edgenho daa alattas, comarca da
Cabono dia 28 de aetembro da 1861, um eacra-
o por nota* Joao, crioolo, rermelho, altura re-
galar, a/oeeoato eorpo, espadaado, idade de trta-
lar* laoioa aoao*. mettau-ae naa matas do engo-
ebe da Mente, al que Iba tiraram urna pMga
que (arara, e logoque ae rio sem ella disemqoa
lurtou um qnari^u mellado com cabello* preto,
a eom principio de carrego, e tambern fes asa
pequeo roubo de roupa i desappareceu o caral-
lo a 17 de oulobro. Este negro ji tem sido pre-
so no Recife daaa rosea, a primeira rez traba-
Ibaodo eom orna carroja, e e segunde res fei
prese trabalbaodo eso um armazem de aataeat
como forro: qnem o pegar lere ao engenka s*tW
ma, q ca ser bem recompensado.


MARIO l WMAMCO. QAftTA RIBA 18 DI DEZWMIO W 1M.
Litterlura
-
Do melhoramento da lei criminal
Pelo Sr Bonntaitle de Mar san gy.
Uro requerimenio dirigido ae eeoano urna
publicagio recente de um disttncto *riminttta
acedara u>_r*aivar as sociedades judiciarias
um etto,/nligoj enere, as graves reforma,s
B*^^B() pebal.
As que*i6*e a este respailo" oferecem o mais
vivo inleresse; trata-ae ,de garantas oovaa ao
mais sagrado os nossos direitos, a liberdade io-
dividual..
Ningdem contesta socidade o direilo de res-
tringir a notas libenrade psra satisfater um io-
eresse. legitimo, como a represso dos crimes.
Porm nao basta reconhecer esse direilo so-
cial; curapre regalar com circumspecgo o aeu
difflcil ezerciclo.
E' mistar evitar com cuidado que pena teja
excessira. por soa oalureza, por aua duraco ou
pelas suas consequencias.
A arobigo do criminalista seria poder, em cada
especie, avaiiar o interesse social por um alga-
rismo, porque a represio sena representada por
um algansmo idntico. Di modo que,, se o in-
teresse social diminuir, a represso dee abrsn-
darse ; se aquello desapparocer, deve essa re-
preasao cessar difera ou indirectamente. Sem
duvida que impossivel obt*r essa exacta propor-
cio oa penalidade ; mas necessario teotar pelo
meaos aproximar nos del>a : tal o objeelo das
reformas que de novo sao propoaWe.
Un offlciej de masjaha veterano acaba de re-
querer aosenado que o estado iodemoise da de-
teocau preventiva os iodiciadoa de culpa que fo -
rem julga los innocentes.
O conselheiro Boooeville, no primelro volume
da obra deque tratamos, j tmba reclamado es-
ta reforma.
Ainda mal que a justica achacada das [ra-
quetas humanas, o lamben commette erros I
alunas retes se lem perguntado se o estado de-
veria in lemnisco aos incriminados que fossem
victimas de injusta delengo.
Em theoria a afflrmativa nao do: parece duvi-
dosa. r -
Todo o que causa prejuizo a oulro deve repa-
ra-lo; o principio inscripto no frotilespicio
de todos os cdigos.
Ninguem nesle mundo tem direilos sem ter
deveres, e a respoosabilid.de do erro a conse-
queocia do direilo de demandar jucialmenle. S
urna pura flrco pode eximir o estado dessa res-
ponsabilidadn.
O eriigo 358 do cdigo do processo criminal
d o direilo victima de urna injusta accusago
de reclamar do accusador perlas e damnos.
Unnime seria a opinio em conceder o mesmo
dir>ito cuntra muitos accussdores, contra um coo-
selho, e at coriira um districio administrativo.
Pois bem, formemos agoia*e momentneamen-
te a hypothese de que todos os districlos admi-
nistrativos [departamentos] em que sb divide a
Franga inteuiaasein coma um cidadio innocen-
te urna accusago injuaU; toda a gente reconhe-
co que nos termos do artigo 358 seriam respoo-
saveu pelo seu erro.
E porque razo s o estado te exime da lei
coromuai? O principio est formalmente escripto
na lei, traa-se nmcameute de applica-lo aem
excepgo arbitraria. Quando o estado nos ex-
propna, quaualo nos occupa como testemuoha
ou como jurado, iodemnisa-nos. (*) Porque mo-
tivo, quando nos prende sem razo, quando dam
nilka o operario e ana familia, quando nos faz
offrer urna verdadeira capili diminulio, porque
a deseonsiderego com o seu acompaohamenlo
de o liosas suspeilas succede sempre ptiso,
nao ser o estado respoosavel do maior dos pre-
juizos?
Muitas objecgoes se teem levanlade conlra esta
reforma.
0j-ci-se frequentemente que o erro da jus-
tiga iem sua coojpensago ha proleccao concedi-
da pela socidade a tolos os seus membrus, e
que a pesquiza do crtsae aprsenla tamanho io-
teresse que cumpre assegura-la cesta de lodos
OS sacrificios.
Em to 10 o lempo se reconheceu a importancia
e a otilidade da represso prompta e certa de
iodos os dimes.
Piato, no Gorgiat, chega al a ioteressar o
proprio criminoso no st-u castigo.
Ahi vemos Scrates 'demonstrar a Tolus que,
sendo a iojustica urna enfermidade da alma,
convm tratar a alma como o corpo e chamar o
asedico; e yistoque o medico que cura a iojus-
tica o.juiz, com-lue-se que o culpado dere
opresor-s a l'.vrar-se por si mesmo da jusliga.
Se esta coocluso boa provoca um sorriso in
crdulo, quando a examinamos praticameole, oo
node deixar de ser admirada considerando-a pelo
lado ph losophico.
E' evtente que toda a socidade tem interesse
moral e ulilidade pratica em reprimir prompta
seguramente todos os crimes.
Porm nao ser desviar do intuito proposto,
pretenden jo em nome da jusliga reprimir os cri-
nes, commelier na represso urna tojusliga con-
tra a liberdade individual? E de certo in justica
nianifesta encarcerar indevidamente um cidado
ionoceute; e a iojusliga nunca pode aer moral,
nem til.
Fallara em sacrificios legtimos; nao ha du-
vida que cada um cidado deve fazer sacrificios
ao estado ; mas, se abdicamos'parle da nossa li-
berdade, para gosar seguramente da oulra par-
te ; o quiuhio que nos Oca de iodepeudeocta
sagrado, anda mesmo contra a socidade.
E oo ser este o encargo da verdadeira jusiigj
(a, que, col locada entre o direilo social e o di-
reilo individual, sabe resucitar os mutuos e va-
riaveis limites de ambos? Demaia dis-o, e consi-
dere-se bem, s me requereis sacrificios a bem
da represso dos erimes ; mas esquece-vos que.
Coocedeuo vos o dirrito de me prender iodevi-
damenie, vos fago o maior dos sacrificios, o da
me recusis, portanlo.
minha liberdade; oo
quando o vosso erro e a vossa culpa se tiverem
demonstrado, conceder-me urna iadeornissco,
quHser sempre inferior ao mea sacrificio.
Onjecta-se ismbem que a ndemoisago seria
a prova publica da imperfeico da justica, e acar-
relaria a descoosider-co da magistratura.
A lgica de tal systema levara a fazer con-
demnar indistinctamente todos os indiciados de
crimes, porque a abtolvico produziria a mesma
desconsiderado que a iodemoidade.
- Punhamos tambem de parle a objecgo deduzi-
da da rnridade dos erros.
As eslaiislicas sao a este respeilo tristemente
6 loqueles.
Tomemos porexemplo o aono de 1851: o nu-
m-rn ne individuos presos de 79,590; desles a
26.766 nao se julgou procedente a accusagio,
depois de terem soffrido de um a seis mezes de
priso preventiva I
Pur tanto, em tbese, a reforma nao pode susci-
tir obj-cco seria : verdade que na pratica a
xecugu meliodrosa. Porm o conselheiro Boa-
rierilie propoz um sjsleoa judiriosu, queoospa-
*e e resolver todas as dilBculdades. Elle nao
participa do zelo exagerado dos amigos crimi-
nalista? que reclamavam indistinctamate odem-
nisaco para tolo o preso por detenco preven-
tiva e depois solt.
Ao contrari, estabelec sofficieate disliargo
entre os incriminados. Ha muitos modos de sa-
bir livre do processo. pode ser por falta de pro-
vea, e com todo nao estar innocente ; pode ser
elguem culpado, nao do crime aecusado, mas de
ftcios constantes das investigarles do processo;
e a soetedade oo pode eutSu ser censurada d
injusta uiiervengso. Nao aeris preso sem fun-
damento, se anda que innocente tivesseis figu-
rado por quatquer motivo na execuco do crime
E pode dizer-se, segundo a phrase imaglnosa de
um aotigo criminalista, que nao existe verdadei-
ra inoocencia quando ba reoi6o de eritninali-
ade.
Os aicos incriminados, diz o Sr. Bonnevlle,
que podem invocar a aua innocencia para recla-
mar iodemnisacao sao aqueljes que provarem es-
ta, innocencia nao s relativamente ao crime,
anas tambem quanto aos factos do processo Fi-
nalmente, compre fazer urna nova distincco, e
nio confundir a iodemnisago moral indem-
niseco pecuniaria.
A loiemt-iaacSo moral poder sempre ser con
cedid* 4 nooceueia abaoluia, importa que um
cfdaiio probo nunca posea flear auspeito de ter
sido salvo denma condemoafao pela insufficien-
cia das proras; que possa reclamar sempre un
documento authenuco e gratuita da decalo que
certifica a sua complata iunocencia; o que tenh
empre odireito de pedir a publicagao e impret-
wo do mesmo documento.
(*) Em Portugal, como se sabe; oservicode ja-
rado graiuito, e egualmente q o da lestemu-
nba dada pelo ministerio publico, e quasi sempre
ds tesUmunnas apteseauaas pelas partes
Qaanto i Indemnisscio pecunmrla, os trbonaes
poderiam ser a este respeito investidos de umpo-
der discrieaonario, tonced-'la ou deoega-1a se-
gundo a exlen>o do damnoofrldo ; oo serla
i um dever absoluto, mas ma facul lade; e o nri-
nisiero publico, guaros dos inlereeees soches,
de veris sempre ser ouvido. Parece que com es-
tasprudeoies restricedea, esta drovideocia equi-
tativa j oo off^reee penga; n.-m ha que re-
celar que o esUdo sej gravado com as iodemni-
sagoes, porque a moral nada cusa, e a pecuoii-
ria sosera concedida com as mais respeitsveis
garsnlias.
Alm de que, om materia penal, o -nelhor ar-
gumento sempre tirado da pratica e da expe-
riencia ; e esta reforma est longe.de sr urna in
oovagao., O principio da respoosabilida le data
da aoliguidade ; em Alhenas lodo o accusador
temerario soffria a lePte Talio. Alcibiades en-
(regava-ae ao desterro, pedindo s seus concida-
daos o ostracismo de Thueydides. Com effeilo
sabido que em Alhenas nao existia mioislerio pu-
blico, e que foi misier por freio s aecusages
temerarias, as quaes a mocilade nao procarava
as mais das vezes seno a puuticiJade e o brilho
de urna lula oratoria. Todava era a exagorago
de um principio, porque frequentemente os po-
ngos da aecusago resultava a impunidade do
crime. Em Roma a lei era mais jqdiciosa. Se
o calumniador era declarado infame em firtude
da lei rumia, o accusador lemera/io s era sub-
jeilo is perdas e damnos pelo adi injuriarum.
Finalmente, se o accusador era grave e nao suc-
cumbia seno pela iasufflcieocia das provas. o
pretor limitava-se a dizer: no probatli I E o
accusador nao incorria em responsabilidade al-
guma.
Depois doa excessos da justica feudal, o prin-
cipio da responsabilidade aonarece de novo' as
ordeneges de Francisco I (1539j e do duque Leo
poMo de Loren* (1707). Soulange. no seu Tra-
taao dos crimei, refere um aresto do parlamento
de Toloaa, qu9 coocedeu a um secutado, que foi
reconhecido innocenl, iodemnisacao de perdaa
e damnos a cargo do estado. Esla reforma por
pouco que nao recebeu em Frang* ssocco legis-
lativa, porque foi ofOcialmeole anounciada na
ordeoanga criminal de 8 de maio de 1783; a
maior parte das repre.ent-ges do-terceiro estado
a reclamaram em 1789, e vft^se especialmente
sua formal rectamago as de Vaones, de Pars,
deEiampes e de Provins. Em breve ot votos da
sciencia se formulirara. Em 1781 a socidade
das artes e bellas letiras de Chlons sur Hamo
havia proposto um premio ao melhor escripto
sobre os meios de todemoisar os aecusados que
se reconheressem inno:enles: Bristot de War-
Jiile e Phihppon de la Hadelaine receberam o
premio ex cequo. Posteriormente (em 1823) a so-
cidade tornou a propor a questao a concurso e
Lfc*"i? ,8a,Dem ^7o os Srt. Vivien e Bou-
chen-LferU Mas estas memorias requeriam
urna indemnisagfb indistinctamente para todos
os aecusados relevados dos processos: a exage-
rago do pedido baat'.va por si s para ser rejei-
tado ; e hoje a sciencia mode/na faz muitas mo-
diticagoes a esse principio absoluto. Oa Sra. Le-
gravereni e Faustio Helia j nao reclamam a io-
deoinisago seno para o aciujado indevidamenle
Prncessadn.
,___
i -
ieglei. as suai sedeadas paternaes, fazer aje-eatmado, acabava de deilar a lista sobre aeu
algup modo a edecaco peridica aj, povo. Acht- e dirigiodo-se a Luir. '
- ----------------------------------------------------------- -
qnasi toda e Alemanhaj na Hespanha e gas Dua|
SiclUas: dovs eminente** jurisconsultos, os
Rocha Pinto (1) Lety Mara Jordo aeabam de
fatel-a iotroduzir em Portugal (S), finalmente
. existe desde 1841 eo Piemonie, e o sabio profes-
| sor de Modena, o Sr. Kostelliai, nos coata os se-
us felizes effeios. .
Esperamos que' o gocerno franoez allender os
votos do Sr. Bonnevie. A nossa legistago penal
redama ainda outras reformas. O pnmeiro (/>-
sol tomou por gloria ligar oteb nome ao nossos
cdigo civil, qua os povos esiraogeiros nos inve-
jam ; porm, sempre recnsoo presta-lo gara o
cdigo penal. Era enlu. aos olhoa de todos um
ensaio provisorio.
Porque razo nos temos deixado ultrapassar
por lanas nacoes estraogairaa na senda liberal
das reformas? Comparas as legishgoes penses:
em toda a parte os votos da sciencia teem sido
mais ou menos satisfeitos; por toda a parte ex-
cepto'em Franga. Gabriel Bsnoil-CKampt/. dr.
em direito.
[Journal des Dbate.)
Por Um, e j o dissemos. parece estar definiti-
vamente resolvida a queslo Dlo Sr Bonnevlle,
mediante urna distinego juoiciosa. Nao olvide-
mos aue as oages estrangeiraa teem pela maior
parte effectuado esta reforma ; encootra-se Ala
oo coligo austraco (artigo 427), no cdigo das
Duas Sicilias (capitulo 6o artigo 5), no codito de
Bi*rie, e receoiemente no cdigo de Portugal. (*)
Aguantamos que urna deciso legislativa veoha
satiafazer os votos geralmeote expressados pela
sciencia.
Acaso cumprir computar esta reforma, fazen-
do com que os cooderonados solviveis supporlem
as despezas da expiago penal ? Por outros ter-
mos: ser miter exigir do preso o pagameoto
das despezas de priso, do sustento, em urna pa-
la vra, da manutengo d suapessoa durante lodo
o lempo da detenco? E' a opinio do Sr. Boo-
nerille.^
Tal com effeito, o assumplo de um dos ca-
ptulos que acaba de publicar e extrahir do ae-
gundo volunte anda indito do seu livro, Am-
lioration de la loi criminelle. Nao participamos
da opinio do sabio criminalista. O Sr. Bonne-
vlle prova com lgica inconlestavel que o esta-
do crador dot deudos; que de nenhum molo
obligado, por direito, a supoortsr aa despezas da
expiago; que, alm disso, fazendo-se o estado
reembolsar das despezas da justga, incoose-
'juencia nao reclamar tudo o que ibe devldo.
Porm nos jolgamos multo equitativa esta incon-
sequencia. Opporemns ao Sr. Bonnevlle *a aua
propna concluso. E' preciso (diz elle) que a leif
represiva seja generosa, mas que primeiro que
tudo seja jasta. A justica, disse o Justiniano,
coosiste em dar a cada um o que Ihe d6vido,
suum cutoue trikuere; a generosidade consiste
em qualqoer aDanionar urna parte dos seus di-
reitoa Aquelle que exige tudo quanto Ihe de-
vido nunca ser generoso, e precisamente por-
que queremos generosa ajei, que approvamos
essa inconsecuencia & no reclamar o estado o
seu crdito integralmente. Quanto ao meio, diz.
o Sr. Bonnevlle, pouco me Importa que seja ge-
neroso, se nada ti ver de injusto nem de deshu-
mano. Pela nossa parle, importa-nos muito que
a lei oo venha offender a mansuetude dos nos
sos costomes.modernos, e que os meios de re-
presso fiquem sendo sempre generosos. O Sr.
Bonnevlle lamenta a miulo, e com razo, aim-
pcpalaridade da nossa lei penal. E seria popu-
lar urna le nuva que viesse fazer pagar aos pre-
sos sua propria encarcerago t Seria humana a
lei que arruinasse muilaa vezes mais de urna fa-
milia ? No poderia loroar-se abusiva e arbitra-
ra na pratica, quando o estado, credor desapie-
dado, viesse decidir sem deban contradictorio ae
o preso ou oo insolvivel ? No recordara es-
ses ruins lempos da justiga do grande crimino-
so f Era mister, dzero os autores, que o con-
demnado pagasse as varas com -que o fustiga-
vam, o carcere onde o relinham, a corda com
que o enforcavaro, e at a lenha de que era for-
mada a f-igaeirs. Comtudo, esta justiga era de
urna perfeila lgica ; maa a coosciancia moderna
repudiou-a; no a rehabilitemos I E de mais pa-
ra que serve I Nio Tanto o que o estado perde.
Em I8^8, por exemplo. aniicipou por despezas
de justica perto de 5 000:000 francos ; maa rero-
brou com producto das multas perto de 8 000:000,
leve ponilo de beneficio quaai 3:000:000. Ps-
recer-ooa-hia cruel e ioutil enriquece-lo ainda
mais.
Se os escriplos do Sr. BoonevilU suscitara al-
gumas objeeg-s. rro que a critica lenha que
apuntar n'elles excesso de severidade. A huma-
nidade mais generosa inspira em geral todas as
suas obras. Por isso todas appliudiram a sua
recente propotla para egta*eUcer-se em Franca
a admonifo. A variabilidde das iofraegoes
inUnita^e indiapenaavel-abaixar qaanto poasi-
vel o ultimo grau da represso; de oatro modo
o mnimo da pena pode ser excessivo ainda para
punir um delicio insignificante. Pelo ooaso cdi-
go, mesmo as pen-s simpletmente policiaet sao
aeraore priso ou mulla.
Mujtas vezes o delicio to pouco importante
qud estas peott.so verdadeiramenle dracoola-
nas. O jou acha-se eolo n'uma alternativa do-
brosa: violar a lei aa abaolve ; violar a sua
consciencia se condemoa. Se aa piedoeaa menti-
ras nada custam ao jurado; no asslm quanto ao
juiz correccional. Cada dia ve desliar diaote de si
uro Inste cortejo de criminosos os mais endure-
cidos ; ladroes, ratooeiros de todas as edsdea, de
ambos oa sexoa, de toda a condigno, fatigam-no
aem cessar pela uniforme perveraidade; e adia-
se aniscado acreditar que o nomem de bem
nunca te astela nos bancos da polica correccio-
nal, e s pelo faci de eer Uso bastante raro."
Poittoto, o receto de ser muito severo no Ihe
extorque muitis vezes urna absolvigo. Alm de
que a indulgencia no autorisada pela lei lem se-
us pangos; afoula oa crimiuoiot, e como que ot
entina. Mat cae urna coodemnego tobre o iudi-
ciado, coudemoago leriivel por seus indeleveis
vestigios.
Quaotas vezes acontece epparecer {Testa barra
to tremenda um homem, cujos antecedentat to
os melhores, mat que n'um momento de frt-
queza commettee urna culpa leve I Quando tair
da priso, ucar sendo tampre o individuo con--
demnado pela justica, e edroo tal repudiado pela
socidade; noobtet trabalho, nem pao I Kad-
montco suoprime estes lerriveis effeHos; o juix
pode legatmente tettemonhar a sua clemencia e
limitar-se a dirigir ao indiciado urna admoeslt-
go. cujo effejjlo moral sempre' salutsr.
Assim vemos quotidiantmenta o aajliilrado
* Nao 6 no cdigo penal portugus, mas no
projecto de reforma do mesmo, apreaeotado pela
commiaso rerfioria. que este principio emjrj-
troduildo.
Aventaras parisienses.
CAPITULO II.
a' bastei. S ,
[Continuar.o do n. 283.)
A nossos ps corra o Elba em ondas de prata.
Diente de nos oatentava-se, senelhanle a um
grande jardim, a cidadella de Hoeoigsteim e sen
circuito de velhat rochas ; orna prega irconquis-
tsvel para qaem nio tem doas thslers em soa al-
gibelra, e o celebre rochado de Liensteim que Ihe
Oca pendente do lado Schaodau.
A' direita descobria-ae urna paisagem infinita,
e esquerda, se bem rae lembro, a montanha
Baerenstein com os flancos cavados e o Juogferns
prungl.
Que jantar Que bello espectculo orecolher
do sol de um bailo dit, visto de ama mesa bem
prvida e da bella anuo que fazem duas fumes
egusmente satsfeilas, a dos olhos e a de um es-
tomago franca mente aberto I
7 Dizei. Mauricio, disse Jorge sobremesa,
Isstimaes Vanchette, Bignoo eTorni? Laetimaes
o macadtme, o ruido dot carros, a' ae^raparigas
que fuman al rais noile 00 caf Biche ?
Palavra de honra, "que no loe respond
eu ; ainda se os boulevards estivessem sobre o
caes I porque o caes da Pars bello, meu ami-
go Jorge. Porm, vs^weu charo pintor no
lastimaes aqaie falta de Rsphsel, Rub.ense Rem-
brand, nem dos retratos de Ticiano? No vos
lembraea de vosso favorito Clau lio Lorraio ?
Nem mesmo de Claudio Lorraio, respoo-
deu-me Jorge. T-nho dianle de mim nm quadro
de viole e cinco leguas de exleaso; oem mes-
mo de Rbeos; esta bella nuvem matizada de
todas aa cores do cu. sua palhela ; nem de
Rembraodt; por que essa rocha que dominan aol
eo distancia e que parece cercar toda a Ierre;
o combata de Rembraodt com a luz, o proprio
Rembraodt; nem de Teclao, porque meio dou-
rado como estaes oesse momento, Mauricio, sois
um insigne Teciano ; finalmente nem mesmo de
Raphael, por que este fundo azulado do qual ae
perfilara eassa tres ou qualro arvores elegaotet,
que parecem aa ultimas da trra e aa pnmeiras
do cea ; o fundo que Rsphael prefera. De na-
da me lembro, de nada, e eis onde est o bello
do bello; pois que por toda a parle oodeae acha
ainda mesmo oa iraraensidade, corao,aa,u, ou em
algum quadro pendurado em um prego, elle
completo gragea a Deut, o bello no tem limites
Elle arha-se completamente em qualquer parti-
cularidade assim como no msis vasto coujuncto...
Interrompi Jorge: -
O que isso que me cahe na mo ? e como
queotel disse-Ihe eu.
Ouvis? disse Jorge, o que isso que ougo
rugir ao looge?
.R^ura leo, Jorge, ou urna tempestade.
' Um leo. disse Jorge, um leo deseocami-
ohado oa Saxonia ? No o creio.
Suppoohamos que seja urna tempestade,
e nio fallemos mais oslo. Ella tem que andar
ainda dez leguas, primeiro que chegue aqu.
No vos fleis oislo, diste Jorge; a tempes-
tade corre mais do que penases. B' certamente
urna grande (empastado queseapproxima.
Que aeja bem vinda, meu charo Jorge. O
aeu coocerto justificar voatas proposiges de ha
pouco. Noaso quadro vae fallar. Jorge liona
razo. A tempestade adiaotara-ae coa tanta ra
pides qua me cortou a palavra.
Seohores, diste e rapaz, chamando-nos,
serv vosso caf na aala commum, correi logo ae
no queris ter molhadot.'
Elle disaera a verdade. Apenat tinhtmotdado
vinte pasaos, quando comegou achover.
Nofarei ojuttiga a tempestade das planicies;
o trovo ribombaodo sobre, os campos de trigo da
Beauce, tem-me aterrorado maia da urna vez ;
porm, meu Deas, que differenga oo ha delle
para o trovo da montanha 1 e quanto eu prefiro
os trovos das montanhas, aos das planicies I
Jorge era sem du vida do meu parecer.
Pelo menos, disse elle, limpando-ae com a
toalha que Ihe offerecia o rapaz, pelo menos oas
mnritanhs qualquer borrasca urna tempestade.
Vede, Mauricio, nada falta a ossa feaia. Temos
a noile as da. E como sflo inleressantes essas
sbitas trevas I que bello efleHo tem I que arta I
Urna tempestado aem trevas, o mesmo que um
fogo de artificio ao meio dia.
O raoaz ia fechar aa janellas.
Nao fechis todas, disse Jorge, deixai-nos
duas; urna para cada um. No aera muito para
ver-se bem.
Yes, milord, disse o rapaz respondendo a
Jorge.
Como I yes ? Fallaea ingles quando troveja,
meu rapar?
Desrulpae-me, diste eate; porque vendo
a pouco que V. S. f azij alguma cousa que no
era razoav.el, disse comigo. Imbcil, esse senhur
tnglez, e obraste mal em Ihe fallares em
frsncez.
Obrigado por mim, e pelos* ioglezes, disse
Jorge rindo-se. Vossa expliesgo satitfaz-me,
meu amigo. No eaperava encontrar em Batlei
um rapaz lio aagaz.
CAPITULO III.
grj> -menta beefsTeckt,diste elle.
.omprehend/i! agora Jorge, a minha esti-
ba peles rapazas do caf?
_ CAPITULO IV.
Nao affirmo que Jorge livetse nuvido minha
nistona al o flm, porm tioba por tras de mim
flous ouvidos que no perdern! orna s palavra.
Krara o do rapaz da Bastei, que eu julgava bem
looge. A boaopioij que eu exprimir, a res-
puto das pessoas de sua prossao pareceu-me
eolerneee-lo.
Se voltardes a Bastai e ea anda estiver
aqu, disse me elle, Ocae certo que seris bem
servido por Nickel.
Obi disse Jorge, anda estaveis shi? po-
rm nao tiuhamos mais preciso de nada, meu
amigo podieis ler-vos retirado.
- E' porque, dase Nickel, dfrlgiodo-ae espe-
cialmente a mim. que lomara se"u partido contra
Jorge, porque eu querl pergunlar-vos se devia
preparar-vos um leito.
Um leito I disse eu, e para que? Noteu-
conamos dormir em Dresdeo, meu amigo.
Era uma noile dessas oo te pode aahir da
Batlei, respondeu-me Nickel, a tempestado en-
grossou os ribeirose isto seria impossivel mesmo
a milord.
Como, milord? diste Jorge.
..-"" Se el,le teima em querer que sejaesinglez,
disse eu a Jorge, consent oslo.
Certamente.... disse Jorge*.
S temos tres leitos replicou Nickel, sem
se perturbar.
Bem 1 dise Jorge, tres leitos para duaa pes-
soas, nao ha nada nisto de inquielago.
. ~ ^ira.du. ao. diste Nickel, porm para
ii.- mi'or ria8abido, que meia hora antes de sua chegada
imhamos aqTTi oilo pessoas. Estas pessoas fo-
ram dar um passeio pelos roebedos, e recolhe-
ram-se logo por causa da tempestada, ellas no
aahirao hoja da Batlei, e os leitos sero para
aquellas que primeiro os pedirem.
[Continuarse -ha )
Variedades.
Recerdaces d'ama Yiagem.
1
[Concluso.)
Os viajantes traterara pois de subir em seguida
ao pouto mais elevado da serra chamado a cruz
alta. Des de o coo vento at este sitio estende-se
om camioho em zigzag todo ceberto de musgo e
de1 ramagera de grandes arvores, passando aqu e
alm por pequeas capellas em que se acham re-
presentados varios passoa da paixo de Christo.
Esto era ruinas as capellas pela maior parte, e
as estatuas dos judus com a cabega partida ou
osbragos quebrados: parece que 01 visitantes
teem quando viogar nellas os insultos feitot ao
'Redemptor da humaoidsde.
A crtu alta uma grande cruz de pedra asen-
te sobrff roebedos, que dominara toda a florala
e que eocerram sem duvida o ponto mais eleva-
do da serra do Buasaco. Dahi ae desdobra o mais
liado panorama que pode imaginar-se ;ao nor-
te o Caramullo que ae osleata com aa suas mas-
sas granticas, a leste a serra da Estrella e
lodo ese terreno por onde correm o Moodego, o
Alva e o Do,a aul e a oeste o mesmo Moo-
dego, j livre das rochat qrie o avasssllavarn. ea-
preguigando-se sobre as areiaa que decangado
neo pod,e arrastar, o vasto campo de Coimera,
a grande baca da Bairrada, to os pinhaes de
Mira, filialmente o o:eaoo, que ao looge s
desdobra, cngindo extensas e arenosas praias
com a branca espuma de suas aguas.
O Busssco para os povos da Beiraomesmo
que Cintra para oa lisbonensea. Ahi vo pastar
os mezes de maior calor, e aproveitar-se das ex-
celleotes aguas thermaet que brotara oa prxi-
ma povoago de Luso, aonde existe um bello es-
labelecimeolo de bsohos.
Oepois de muito admirar e gosar a belleza
desles lugares, a freteura e abundancia de suas
fonies. o puro ar que all to respira, j vinham
os nosso vi ja'i tos iraospoodo a porta da crea
do lado do 8ul para ae dirigir a Coimbra, qaando
olharam altentameote para um veteraooque fazia
as vezes de quarda porlo. Era um velho curva-
do pelo peto dot anoot e dot trabalhos; a quera
o sol das batalhas tinhs crestado o semblante
mprimiode-lhe esses tragos e fegoea de guer-
reiro que s a mora pode apagar.
Vossa mere assialiu a grande batalha que;
ae deu oestes ailius ?
Parece-me que. sinda estou a ouvir o es-
Irondo della responden o veterano.All na-
quellealio eateve hird Wellington, alm a arti-
Iharia inglesa, acola a infanta ra portuguez),
mait adiaute eslavara os franceze3.
O pobre homem foi contando depois, oo sem
edthusissmo, os feitos daquelle dia glorioso, em
que Massena, o hroe de Zorich e de Genes,
frente dos granadeiros de Uarengo e Austerlitz
vu murchar-se os lourosque tinha-conqnittado
em cem batalhas, que o faziam appellidarfilho
querido da victoria:
D.ie esforgos heroicos pratica los naquelles si-
tios no apparecem hoje mais vestigios do que
atguroasbalss aqu e alm dispersas. Nem um
monumento, nem uma pedra, indica-alli s novas
gerages o jazigo de alguos milhares de valentes
que soaberam morrer no campo da honra, defen-
dendo a gloria de sus bandeira e liberdade da
aua patria.
[Poltica Liberal.)
ve e dita de eompreheoder minha* patarras,
ento vertea lagrimee per variaa *ek.
< No dia eeguiute, o sennor procurador geral
tendo fiado v-lo, renovou perante elle feoofHi
sao de sua calumnia, declarando formalmonle
qua a chamada Caroupaye de nenhum modo era
culpada, e que s elle era o autor do homici-
dio. ^
^sssJU-lhe ver depois a obrigago emque elle
Elogio dot rapazas do caf.
No digaes mal doa rapazes, disse eu a Jor>
ge ; tenho ntalo que nada desenvolve msis o
espirito da observacao que ter ama toalha sobre
o brago e um a venial a cintura, nos logares p-
blicos Cotiheci no esf Cardes! um rapaz que
se poderia expor ao Balzac para adevinhar, a pri-
meira vista, o carcter e o gosto daa pessoas a
quem tinh* de aervir. Jornara-se-me impossi-
vel almogar sem sus presenga.
Nio conhecia esta vossa- estima' por esses
senhores, respondou-me Jorge accendendo sea
charuto.
Estima justificada, disse eu. Lembrae-vos
de Luis, om piemontes, segando me prele, o
amigo inliTio de todos seus freguezes, que alias
eram pessoas distinctas. Uma tnanha em que
elle servia-me dout ovos'frescos, entra um ae-
obor muito azafamado:
Rapas, disse elle.
I.uiz deixnu-me.
Que qunrsanhor?
l)ai-me a lista.
Luia den-lh'a eelle folheou-ae tornou-a a f>-
Ihear, entregu, aetunda parela, a todas
agonas de uma deploravel incerteza.
Lulzolbou para mim com modo astuto, e,
abrndo a porta qu dava para a cnsinht:
Um beefstecks com bitalts psra nume-
ro 8-
Porm. disse-lhe ee, esse tenhor ainda nao
pediu nada I
Regra geral, disse-aa Luis com nm tom
onde apparecia o justo ten ti ment de sua nfalli-
bilidade, quando um freguez consulta a lista du-
rante muilo lernpo. impossivel que djo acabe
por pedir beefstecks.
Luis no se baria engaado.
as
al.
(1) Nao sabemos a que Rocha Plato .
o autor do artigo, oem nos consta que pessoa
fuma d'eate nome, ou meamo o Sr. Levy Mara
ordo, Izesse adoptar alguma coiaa.o'eaie gen
ro. Se ae falla da adopceo da admotslacU 00
projetlo de reforma do cedtgo panel, feita pela
respectiva commiaso. no ha n'etla nenhum Ro-
cha Pinto, oem aabemot que mesmo offlcieoe*
mente tenh'a collabortdo coa ella Individuo eos
amelhaot* nome.
(2) A aimoettacio ou riprenancio nio oovi-
daoe na tegialacao penal prtugueza. Encootra-ge
xpr'esaamanto CoosignadaBo artigo 30." o, S' (jo
00110 actual cojigo penal.
Conversao -d'am pagfio coademoado
uiortt em Pundiehry.
L-se no Monitor dos estabelecimentas frunce-
zes na ndia de 19 de julho ultimo :
t Terga-feira pastada, s dez horas e meia da
maoha. leve lugar no paleo do Gcnd-Bazar, a
decapitago do chamado R*ngassamy, convicto
de asaastinato seguido de roubo na pessoa d'um
menino de casta india
t Desdo 1825 no tioha sido a colonia contris-
tada por esse espectculo.
c Rangassaray, 00 momento da sea coademna-
go, era pago.
* No1 dia aeguinte ao da aenlenga o Rvd. pa-
dre Lehodey. auperiord'um gran le seminario, ia,
com a imagem do Divino auppliciado oas raaos,
baler porta do carcere e fazer ouvir ao crirai-
noao esas santas eaperangaa com que Jess Chrit-
i dotou o muodo, do alto do Calvario, dixao-
do-ae cravar, elle proprio, no madelro do aup-
plicio. *- -
t Abriu-se o carcere, depois a alma, depois o
COragao:-lzera-te a luz. Ragaasamy pedio o
bsptsmo e obteve-o, mas em cond'ges lo glo-
riosas para o espirito christoque menciona-las-
hemos: o pae-e a me de aua victima quizrara
ser padrinhot do neophyto, o homem que estran-
gulara aeu filho; e, com effaito. foi eate pae, foi
esla maa que serviram-lhe de padrinho e de ma-
drinha, prometiendo assim j no somenle per-
doar-lhe a lerrivel offenaa que commettra sea
respailo, rosa ainda responder por elle ante Deus.
Certamente, a uma palavra ha que poaaa carac-
teriaar u oa to alta e generla aboegaco: ti-
?ia. a
_ Em aegurmeoto deste artigo, publica o mesmo
jornal a carta aeguinte :
c Pundiehry, 16 de julho de 1861.
Seohor director.
c E' sob a impresso da mais profunda emogao
que Ihe eoderego estas liohaa, que, rogo-lhe, dig-
ne-se inserir no prximo numero de te j jornal.
A jutliga dos humeas acaba de ler teu curso na
execugo que leve lugar esta maoha ; porm
aquelle que delta foi o objeelo. realmente culpa-
do parante Deus e perante oa bomens, jitoda que
nio lenha. apangado perdi da parte deates ulti -
tnOt, oblve-o certamente perante Deus.
c A seguate narrsgo ser a prova disto.
c Eate pebre individuo, que, em mioha quali-
0 n. 8, des- d,de d* moler da pritio, tioha por muitaa ve-
zea visitado durante o an lamento de seu preces-
an, cons-ou-me que no dia aeguinte ao de sua
e eoodemnago levantara uma horrirel calumnia
contra a chamada Caroupaye, e que mu injusta-
mente aecusira-a de cumplicida le na execugo
do crime comraetlido por elle s 00 filho de Sa-
vcioadamodliar.
a Notou-ae que no momento de-aua condem-
aage, nio parecer abalado, quando mesmo aeus
juizet estaram coramovidos i ponto Je chorarem.
Porm, como fallaaaem uma lingos que elle nio
comprehandia, a impresso penivel que ellas sea-
temTian Ihe foi coramuaicade, e elle no ple
parttlha-la.
c Quando Oz-lhe vSr a gravdade de sea cri-
ne a jiiitiE do julgameuto q_ue culijtca-o, te-
0 perdi concedido por Notso-Seohor i Mag-
dalena penitente e ao bom ladrioeoeiricto to os
donsratgeeeaepareceram toca-lo mais, e, como
coovinham perfeitamente sua toaigio, eram os
que maia frequentemente Ihe recordara e mesmo
quaai cada vez que va-o. _^
< Hootem peta ataabia, qeando fui v-le, dia-
serara-me que elle oo tioha qaerido comer. Pa-
estav". d^p7r'.r7q7;"n, ^^...Tl^- IWJZ lllno! t^4 ST?^'?1- qU6 "7
'i. qu flzer. a essa mulher. e elle memo rogou- f. ,ulrV /I'^ ?"' 0u'u 'od"ta. mui-
me nu. ih ,... a-.. I___________ I 'ogio a instrucgio que th* fiz, e, meia hora
Cepolt de meio dia. deizei-o n'oiB estado de so-
cego e o uma disposigio de sumisso perfeila
vontade do bom Deut por ludo o que pode suece-
der-lhe.
- o O general Perrier tendo-me- feilo eonhecer
que, etta manha, seis horas em poni, elle de-
via ir fazer-lhe aaber sua senteoga de morte, dl-
ngi-me priso hora indicada. Achei ocon-
demoado em um estado de agitagio consideravel
e lavtdo era pronto.
Conheceu hontem I tarde, petas preparati-
vos do supplicio que ae fazia no paleo da priso,
que tut execugo eslava fizada para hoje. Ten-
lei faze-lo recobrar o animo por meio do palavras
de f; porm era um momento terrivel, e a na-
tureza reclamava seas direitot.
Ouviu com a maior eraocao e chorando a aen-
lenga de morte que foi-ihe significada em lamoul,
eque ditteram-lhe dever aer execulada hoje.
Comtudo. nenhuma queiza prdferiu, e ao offereci-
mento que ae Ihe fez de pedir o que quizease, di-
zendo-ae-lhe que aer-llte-hia coocedido. retpoa-
dea que nada deaejava, nao aer o ver aua me.
Lomo sua me oo ae acha presentemente no ter-
ritorio fraocez. disse-se-Ihe que impossivel era o
fazer ih'a ver ; porm chamou-se aua tia mater-
na e aua av, que vieram. S com lagrimas Ihes
fallou.
Fiada a entrevista, mandei que todos sabia-
em, excepto o christo que Ihe eosiora rezar,
e proeurei dispertar nelle as ideas chrislas em
relago com tua posigo. Desde este momento
al quando foi amarrado na brancha fatal, nio
se desmeotiu. Foi adrairavel por seus seatimeo-
tos de f, arrependimento e confianga noa mere-
cimentns iofioitos da paixo de Jetut Cbristo.
Como disse-lhe que hoje era um dia santo da
Santa Virgem, invocada sob o titulo de Nossa Se-
ohora do MonteCsrmello, testemuohou, segundo
at explicaces que Ihe dei do santo escapulario, o
desejo de entrar nesta contraria. Trouxera, nela
inlengo, um escapulario, e, em virtude dot po-
deres que para eate fim tenho, recebi-o na coa-
fraria. Elle quera conservar o escapulario de-
pendurado 00 pescogo indo morrer, porm teo-
do-lhe eu reflectido que isto era impossivel, con-
sentiu era que, no momento de partir, eu Ih'o
amarrasse no brago com o pequeo crucifixo que
trazia desde oito dias.
a Deixei-o s sete horas n'um estado de soca-
so e resigoago notavel. Depgis lembroa-ae de
pedir cinco rupias para, em seu nome, seram des-
tribuidas pelos pobres. Quando trouxeram-lh'as,
mioifestou o desejo que me fossem entregues: o
que se fez logo depois que voltei s oito horas e
meta.
c Desde este instante al o fim foi verdadera-
mente admiravel em seusaentimentot religiosos.
Fiz-lhe ver o camioho da cruz, mostrando-lhe
mui bellas gravuratque eu trouxera, astim como
um crucifixo indulgenciado para o exercicio do
via crucis.
Moslrava-lhe ascordascom queestsvsm ata-
das as mos de nosto divino Salvador, e dizia-lhe
que dentro em pouco ia ter alado do meamo mo-
do ; que Jetut Christo, que era innocente, no
oppozera resistencia alguma e que, por conae-
qencie, elle, que era culpado, devia deixar-se
alar sera dizer cousa alguma e tudo submetler-
se pelo amor do bom Deus e para expiago de
seus peccadoa.
a Entreva perfeitamente em minhas vistas, e
protstala que consenta em ser atado o em mor-
rer. Em cada uma das quatorze eatages man-
dava -Ihe fazer actos de amor, arrependimento e
soffrimenlo de sua morte, que repeta com aig-
naes evidentes d'uma airas verdadeirsmente to-
cada da graga. Beijou com f, mais de trinta ve-
zea o crucifixo, dorante este santo exercicio que
durou al que os ministros da justiga viessem
amarra-lo.
c Dirainuamos os momentos, que os separavanj
da morte. A cada quarto d'hors eu dizia-
lhe : Anda ama hora, e estars na cu I Ani-
mo, apprexima-ae a hora I.... Ainda tretquar-
tos atora I... Ainda meis hora, e tua peregri-
nago na trra estar acabala I .. Queres ir
para o cu ? Olha 1 Jetut Chritlo morreo para
abrir-l'a. E tu contentet em morrer para teas
peccadoa, em unio Jetut Christo, que por ti
raorreu ? ... E elle responda sempre d'uma
maneira aorprndedora da parte a'ura homem
que, em to pouco consagrado i aua ioalrucgo,
s pude eonhecer nossa sania religio d'uma ma-
neira imperfeila.
t Na uodecima estacio, onie Jess Christo
segurado Cruz, eu fazia-lhe ootar oa cravoa que
eoterravam pelas sacrosantas mos do Salvador,
c A ti no ba de causar-te tantas dores, dizii-
Ihe eu. Teu supplicio no ha de durar maia que
um instante. Eolo perguntou-me como elle
devia morrer ; ae deviso enforca-lo ou decapi-
ta-lo. Parece que elle nio eslava ainda bem certo
aobre eate ponto, embora leoba-lhe feito lomar o
nnrae de Paulo no baptismo, explicando-lhe pri-
meramente como linha eate aanto conaummado
*PU mariyrio. e dando-lbe esta razio para esco-
Ihe-lo por patrooo de prefereocia a um outre
aanto. Porm niocompreheodra todo meu pen-
sameoto, de surte que, comprebendendo que de-
via morrer como seu patrono, niocomprehen-
dra que seria pelo mesmo genero de supplicio.
Respoodi-lhe, pois, que haviam de cortar-lhe a
cabega.
De novo pergnotou-me se ta-lo-hlam sotTrer
muito. Diste-Ihe que no ; que sea divino Mes-
tre ticra tooo cbagado na flagellago e coroado
de eapinhos ; que tinham-lbe enterrado grandes
cravoa pelos pt e mos, e que por tres horas fi-
cira vivo oa cruz ; porm que este bom Salvador
no submelt lu-hia lu funga prova e que cor-
lar-lhe-hiam a cabega a'um s golpe. Itto pate-
ceu aatitfaz-lo, e continuamos esla eaUgo e, es
seguinles com a meama allengao e applicago, e
sempre diminuindo oa momentos qae o separa-
ra m da morte e do cu. Digo do cu, porque a f
eusina que a graga do baptismo concedida ent
reserva alguma, e que aquelle que morre com a
inoocencia baptiamal vae direito para o cea,
aem que meamo pasee pelo purgatorio. S fazia
prometier-me que, qaando 00 cu, rogara por
mim, assim como por aquelle que enainou-lhe
a rezar, pelos prenles do meoino que matn
e por aua mi, que recommendeu-me d'uma
maneira toda especial, desejaodo.-lbe que ella e
toda aua familia tenbam parte, am dia, na dila
que elle tem de aer cbralo.
< Disse-lhe depois que, teodo dado um grande
escndalo por aeu crime, cuopria fazer uma re-
paragao publica e mostrar a sioCTidade de aua
fprofessindo-a ante iodo o muodo ; que subi-
ra com elle ao cadafalso. teodo na mi o cruci-
fixo ; que elle devia eolo ajoelbar-ee, adorar
Nossu Senhor immotado oa cruz beijar reapei-
tosa mela aua imagem. Parece que teu corceo
teotia eata necetsidade de reparagio. Tambe
acolbeu com jubilo mioha propoaigio, promet-
iendo que coa ella htvii de conformtr-se poo-
lualmeute.
t E*fim ebegaram os ministros da justiga.) A
ellea apresentou-ae sera difflculdade e deitou-se
amarrar sem dizer coasa alguma. Nenhum re-
aeolimento nutria contra o Sr. governador, oem
contra aeuajutzea. Sabia que ettava culpado e
que mereca morrer. Foi o que date formal-
mente ao general Ferrieajqua aconaelhava-o pa-
ra que resigoatse-te com aua deaditosa sorte.
a Arrependo-me, diese elle. Sou reo e merego o
que me fszem soffrer. '
c Estando tudo prompto, sahiu cercado doa
carrascos. Eu tegurava-o pelo brago tubimot aa>
cadafalso. Elle ia meamo mais depresa* dona
eu. Chegado ao lagar da execugo, fez tudo co-
mo eu Ih'd indicara. Apreteutei Ihe o crucsRxc
, Poz-se de joelhos. e, adorando sen Salvados, oei-
. Jou com amor sua Imagem aacroaanta em pra-
aeoga d'ama m ulti dio jmmeaaa que atulhava a
praga do Crande-Batar e todas aa maa adieeoa-
tes. Dei-lha ama ultima bengo. e daitfta-se atar
praocha fatal. Momentos depois, cania asa ca-
rne que Ihe pedisse perdo em aeu nome
f Tenlo mandado vir essa mulher, que. como
elle, pagua, disse-lhe o que pude para della ob-
ter o perdi lo instantemente pedido>Porra el-
la leimou em recusa lo.
Ella dizia que, ae quzessem permiltir-lh'o,
cortar-Jha-hia, ella mesma, a cabega, far-lhe-hia
o corpo em picado e da-lo-hia comer s aves
carnvoras.
< Fon que I dizia ella, perdoar semelbanle
atrocidade, oio seria um peccado ? Sim, seria nm
verdadeiro peccado. Nuoca conenlirei em tal. >
Porm, siinal, depois d'uma luta de cerca de meia
hora, a depois de ter empregado lodos 01 racio-
cinios oaturaes e religiosos, aeabei -por vencer
sua resistencia e persuadi-ia perdoar. Proroet-
ti-lhe meamo mandar publicar no jornal a coa-
Qsso do culpado, que declarava-a innocente e a
supplica de perdo que elle me eocarregra de
fazer junto ella, assim como a geaeroaidadeque
tivesse tido perdoando, e deslc modo reparar aua
reputagao aoa olhos do muodo ioleiro.
Ella ce leu a estas razes, e para cumprir
minha promessa que eu vos eacrevo eslat linhaa.
Alm do que, leudo feito eonhecer ao culpado ea-
ta maneira ae reparar o mal que Qzera, acolheu-a
como mui conveniente, e rogou-me que fliea-
se-o em aeu nome.
Asaim, pela pablicidade de que frdes ser-
vido dar a estas liabas, que nesle momento vos
escrevo, ajudar-me-heia a cumprir um duplica-
do dever, um para com aquelle que m'o pediu
por descargo de aua consciencia, e o oulro para
com uma pessoa innocente injustamente calum-
niada, e que tem direilo a que aeja rehabilitada
aua reputagao.
c Este infeliz, que durante a inttrucgo de seu
procesto. Uvera diversas relagoes comigo e co-
raegara a eonhecer a religio chritla, notacdou
em reconhecer a necessidade d'uma oulra sup-
plica de perdo.
Elle comprehendia tolo o nrtl e toda a af-
flicgo que lo injustamente causara aos prenles
do menino que assatsiuara.
Se, por seu arrependimento, podesse resti-
tuir a vida a este menino querido, ello seria em
breve entregue cheio de vida a seus bemsala-
dos pareles. Porm elle confessava a impotencia
de seu arrependimento.
< Foi ento que elle rogou-me que me dignas-
se ir ter cora elles, dizer-lhes que arrependia-se
soberanamente de sua falta, a supplicava-lhea, em
nome do Deus de boodade qua adorara e que elle
meamo linha a dila de comegar a eonhecer,
qua sd dignattem perdoar-lbe.
a Sahindo da priso, dirigi-me directamente
casa de Savrinsdamodliar, e, tendo-a encoo-
Weto eni casa, ezpuz ihe o fira de mioha viata.
O Oeus 1 que differenga entre as disposiges des-
ta familia chnsla e a da mulher paga de que
fallei mais cima !
c Este humera geoeroso, assim como sua vir-
tuosa mulher, sabeodo da conrersago e das feli-
zes disposiges do astassioo de seu filho, rende-
ram por isso gragas Deus de todo seu corago
e concederam-lhe com uma generosidade admi
ravel o perdi pedido.
Dias depois disserara-me que se podessem
aalvar-lhe a vida, ta-lo-hisra de bom grado.
Aioda mais, qnando este pobre maocebj preparou-
se para o baptismo e que tratou-ae de desigiar-
Ihe um padrinho e uma madrrnhs, veio-me lem-
branga p propof-lhes, 1 eller meamos, este acto
heroico do virtude.
Commuoiquei meu peosamento a meu charo
catechumeno. Approvou-n cora uma alegra e
tira conteulamenio que se maoifeslaram em seus
labios por um doce sorriso, e rogou-me anda que
Ihes pedisse este ultimo favor. Fi-lo, e fui to
bera acolhido como na primeira vez. Consenti-
rn] de bom gradu em serem seus padrinho e ma-
dnnha. Perguntaram-me se para isao sera pre-
ciso ir priso. Por'H, quereolp eu poupar sua
seosibilidade, e no julgaado prudeote p-losem
ura contacto to directo com o assassino de seu
iho, respondi-lhes que no era .isto necessario,
que bastava que consentissem era aer padrinho e
madrinha, e que fa-los-hia substituir por uma
oulra pessoa durante a ceremonia do baptismo.
O que assim lev lugar.
Perguntaram-me ainda se alguma cousa havia
fazer por elles nesta circumtlaocia Ditse-lhes
que seu Tuturo afilhad j testemunhara-me o desejo
de dar de comer aos pobres no da de seu baptis-
mo o que eu prometiera-Ihe uma rupia para este
Ura ; porm que elles mesmos podiam d-la, sen-
do de sua vontade. O que flzeram de todo seu
coragao. Deus os abenge e os recompense para
sempre, por todos estes actos dVejoa perfeita ct-
ridadel Seu ditoso afilhado promelleu me que,
uma vez chozado no cu, onde linha confianga
de entrar em alguns quartos de hora, no os es-
queceria, antea rogara incessanlemebte por
ellos.
Se pergunta-se alguraas vezes, oa Europa, se
a f dos Iodios esclarecida e aohda, se sflo ca-
pazas de grandes senlimentos de virtude e do que
se chama uma verdadeira grandeza a'alma. Pa-
rece-me que 09 rasgos que acabo de cittr respn-
deos perfeitamente estas questoes.
: Agora, oermitli-me, senhor, para satisfagan
e edifi-ago de vossosleitores, queeolre oas par-
ticularidades ds conversan do suppliciado, e que
vos fags eonhecer os sentimentos verdadera-
mente chrittos, e posso mesmo dizer piot, que
cm seus derradeiros instante! mtoifottou.
a Eraquaoto se Ihe instrua o processo, eu ti-
oha testemunhado alguna magistrados o desejo
de empregar-me em soa conversao-. Respoode-
rara-me quejulgavam que para consegu-la pre-
ciso era um milagro de graga, porque era um ace-
lerado consumraado, e no pareca que aenlimen-
tos enrulaos podessem ter iogresso nesta alma
desesperada.
Nao obstante dei principio, e nio tardei em
conreber algaraas esperangas. Tioha elle si lo
empregado eomo fmulo em alguraas familias
chrislias, e, por ultimo, oa dos pareles do me-
nino que assasaiora. R ainda que malvolo,
como seu petar sem reparar, concebera algu-
mas ideas da religio santa que aeus amos pro-
fessavsm. De sorte que eslava em eatado de eom-
preheoder, in coniinenti, tudo qaanto en dizia-
lhe da existencia d'um s Deus, d'um castigo fu-
turo no inferno para os mus, e d'uma recom-
pensa eterna para oa bons no paraso. Estas trea
ideas por diversas vezes repetidas e inculcadas
em teu espirito, fcil me foi contiouar minha
intimlo. Chegou ento aua condemnagao
pena capital. O interesse que, netta circumataa-
cia testerr unhei- Ihe, fez com que elle se mo affei-
goasse. Uma vez ganho o corago, tudo foi de-
pois romo por ai mesmo.
c Um outro preso encarregou-se de ensinar-
lhe as rezas. O guarda-chavea da pritio dignou-
se, "i pedido meu, p la em um metmo quarto.
De sorte que aprendeu mui bem, em mui poucoa
dias, ss priocipses orai,-s que diriamente reci-
tara notaos ehrisios indgenas.
c Continuei todos os das anonas inslrucgdes,
dizendo-lhe que elle no devia contar con aea
recurso de perdo junto ao imperador, porque oio
cooheceodo-o o imperador, no coneeder-ihe -bia
graga senio por pedido e recommendago das au-
toridades de Pundiehry, e que eu sabia com cer-
teza que os chefes do governo e da justiga oio
estavam por modo algum disoostos apoiar aeu
oedido, nem fallar em seu favor. Tomei este
meio aflra de poder prepara-lo prximamente para
a morte, sem comtudo violar a prohibigao que
me lora f-its de fazer-lhe eonhecer, ames que a
propria justiga o fizesse, que seu recurso de per-
do tinha sido rerusado.
EmOm, sabendo d'ama maneira certa e dia
de sua execugo, determinei que baplita-.lo-hi
no domingo, 14 de julho. Como eu o achei auffi
cientemenle instruido e perleramente diaposlo
julguel dever mandar-lhe fazer aua primeira 1
ultima communho naqaelle da.
a Obtivede Mgr. Godelle a permitso de cele- J F"T""" "'V' '^"n opon, canta asa ca-
brar a santa mttsa na pnao, e depoit de t-lo bega debaixo do corle do algos, e aua alma voon
ia ou meaos na hora em que ,0 WJJnpaad da aorta do boa ladrao i
ou forgadot das gales.
ar de devogo que muito me ediucen, e recebeu
a aanla communho com todos oa signaos d'uma
verdadeira f. D-ixei-o petas onte horaa a meia,
depois de t-lo ajudado fazer aua aceto de ara
cas e teaterounnar seu reoooheclmeoto i Noaso
Senhor Jess Christo pelas bcas laanitos com
que o cunnilara.
Astistiu missa com um Ait .
t Acceitt, em.
c J. Lzaoaat.
Miaatoniro apotulico, emoiet
da pnsao geral.
[Monda.H.Cn*a*t.)
PEAN. T TP DE si. F. DS FARU F1L1D, !,
:.-..,


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