Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09891


This item is only available as the following downloads:


Full Text
- '^-y
t
mi zxzfi i o ieio m
Por tres aeMs.adiutodts 510*0
Ptr tres mies Teteidei 6J000
.iwiji gug
JAi>i 21 tu.3
SABBADO 14 II DEZElBRO II lili
Ptr un adiaiUd* 19$000
Parto fraiet tara sabscritUr.
EMGAIREODQSoDA SUBSCBIPCAO DO NORTE
Parahyba, o SnAntaaio Atwswdrirjo de Li-
an; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracity, o Sr. A. de Lemos Braga; CearS o Sr
f. Jos de Oliceita; Meraohio, o Sr. Haooel
Jos Martina Ribeiro Guiroaraes; Psr, Justino
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
___
PAtU'iUAS OUS^LUKllhlUS.
Olinda todos os das as 9X horas d. dia. .
Iguarasa, Goianna, e Parahyba as aeguadas
e sextae-eires.
S.' Antio, Bezerrps, Bonito, Caruar, Altioho
e Garanhuns aaa tergss-feirat.
Pi d'Altao, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, logazeira, Flores, Vlla-BelU, Boa-Visle,
Ouricury e Ex as qua'tas-fjsiras. d
Cabo, Serinhiero, Rio Frmese. Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas reirs.
(Todos 0$ correios partea as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO
11 Lia bo*i as 11 horas e 57 minutos da tarde.
9 Quarto ratenlo .o 50 minutos da manbaa.
7 Lna chata 5 horas e 3t niatos da tarde.
25 Quarto minguaqte as 7 oras 32 minutos
4" d tar'd. '
71 La era as 11 horas e 35 minutos tfa man:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 3 horas 18 minutos da manha.
Segando as 2 horas e 54 miaatoe da tarda.

das da semana.
-----
9 Segunda. S. Leocadia T.m.J S. Restltuto.
10 TerQa. S. Melthiades p. m.; S.Gemelo b.
11 Quarta. S. Da mazo p.; S.Trazon m.
13 Quinta. S. Justino m. ; S. Merencia m.
13 Sexta. S. Luaia ?. m. ; S. Olhilia m.
14 Sabbado. S. Agnello ab,; S. Hatrooiano.
15 Domingo. S. Euzebio Verselense b. m.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL.
Tribunal de commereio : aegnndas e quintas.
Relacio: tergas, quintas e aabbadosaatO horas,
Pazenda : tercas, quintas e sabbadosaalO horas.
Juixo do commereio : qnarlss ao meio dia.
Dito de orphios : tercas e sextas aa 10 horas.
Primeira Tara do civil: lercaa sextaa ao meio
dia.
Segunda vara do civel : quarlas e sabbados a 1
hora da Urde.
BNCARREGADOS DA SBSCKIPCAO DO SUl,
Aleadas, 8r. C'audino Faleao Diaa; Baha.
Sr. Jos Martins Altes ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joio Peraira Martins. *
EM PERNAMBUCO.
Os proprietarios do piario Manoel Pigueiroa da
Feria & Piiho, na sus livraria praca da Indepen-
dencia na. 6 e 8. *
PIRTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVIXC1 4.
Expediente) do soverno do di 11 de
desembro de f 861. .
Officio ao Eira, presidente do CesriPelo
primeiro vapor da Companhia ttraaileira que se-
guir pata essa capital, aero remeltidos a V. Exc
u niele e cabo de linho constante da ooia que
veio anoexa ao seu oQicio de 29 da outubro sob
n. 36
Rogo, pois, V. Exc, que se digne de mandar
inlemnisar a thesouraria de rendas desla pro-
vincia da quaotia de 1365, '1". segundo as coo-
tas juntas em duplcala, importaran! esses ob-
jectos. Fizeram-se as devidaacommuoicages.
Dito ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norle.Teva o conveniente destino o afiso.de le-
tra oa importancia de 3770720 rs. que para esse
lira acompanhou o offlcio de V. Exc. de 4 do cr-
reme que flea assim respondido.Commpnicou-
se thesouraria de fazenda.
Dito ao commaodante das armas.Sirva-se
V. S. de informar acerca do que peda nos in-
clusos requerimentos Antonio Joaquina e Jos
Mara Pereira.
Dito ao mesmo. Devolvo Y. S. ca-
berlos com a informac.au da thesouraria de
fazeude, datada de, hontem e sob n. 1191 os
papis que ella se refere relativos ao pedido de
las mesas para 6 hospital militar adra de que
informe sobre o que pondera a contadoria da
mesma thesouraria no parecer escripto no Terso
do officio de V. S. de 29 de novembro ultimo
sob n. 1986.
Dito ao mesmo. Deferiodo o requerimeoto
sobre que veAa a sua informagio de 23 de no-
vembro ultimo sob o. 1965, autoriso V. S.
mandar sentar do semeo do exercito ao solla-
do do 9.* batalhio de iofantaria Jos Le&pnldioo
dos Santos Lios, urna Tez que seu pa,i Ignacio
dos Santos da Ponseca aprsente documento com-
probatorio de haver recolhido i thesouraria de
fazenda a quaotia de seisceotos mil ris. tsIo
como s lei de tlxagio de forjas para o anno de
1862 a 1863, s pode ler vigor de julho do aano
prximo Tiodouro em dame.Commumcou-s*
i thesouraria de fazenda.
Dito ao Sr. Jos Teixeira Bsstos.Tendo o go-
verno imperial por uota de 8 de novembro lido
recoohecido o novo reino da Italia, e nao poden-
do por coosequencia os agentes das Duas Sicilias
cujas ttulos licam sem effeito exercer maia nesta
provincia funeges consulares, que deverao ser
devolvidas aos agentes sardos da Italia, ou a
outros do mesmo reino ooraeados em substitui-
do dos Sicilianos, como ordeoon o Exm. Sr. mi-
nistro de eslraogejros em offlcio de 20 do predito
mez, assim o communlco ao Sr. Jos Teixeira
Bistos vice-consul da Sardenha, afirn de que
quanto antes passe exercer aquellas funegoes,
como legitimo representante da uova nagao, de-
vendo para islo receber do Sr. Luiz de Moraes
Gomes Perreira ex-agente consular de aples os
respectivos archivos, armas, sellos a panlliao
eleAsseguro so Sr. Jos Teixeira Bastos a mi-
nha eslima e aubida considerarlo.Fizeram-se
as necesasrias communicages.
Dito ao chele de polica.Tendo maodado em
data de 7 do correte reduzir 16 o numero das
pragas da guarda nacional destacadas nos termos
da Villa-Bella, Flores e Iogazeira, a 15 o das des-
tscadas em Garaohons e a 12 o das destacadas
nos termos de Birreiros, Escada, Nazareih e Duas
Barras em Serinbaem : (assim o declaro V. S.
para seu conhecimento.Communicou-se the-
souraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Para cumpriraento do aviso
expedido pelo ministerio da justicia em 23 de
marco de 1858 sirva-se V. S. de remetter-me
com a mxima brerlade um mappa, relativo ao
semestre linde de Janeiro a jnnbo ultimo dos de-
legados de polica desta provincia, que forem ha-
chareis formados, e recommeudo-lhe que, ode-
pendente de requisigio, haja V. S de foroecer
semeetralmeote e com puntualidad* aquelle map-
pa na forma do offlcio desta presidencia de 19 de
de aDril daquelle anno.
Dito ao mesojo.Respondo ao officio de V. S.
ii. 1229 de 5 do correte, dizeoJo-ihe para que
faga constar ao delegado de polica do termo de
Pao o'Alho, que por deficiencia de forrea nao ae
tem completado o destacamento daquella villa :
coovindo que em casos de urgencia requisito do
respectivo 'commandanle superior auxilio da
guarda nacional.
Dito ao mesmo Para poder dar cumprimento
ao disposlo no aviso do ministerio da guerra da
8 de novembro ultimo, constante da copia junta,
faz-se preciso que V. S. com a mxima brevida-
de indique o numero de recrutadores, que deve
ter esta proffbcia, a roe remella urna tabella dos
districtos em que derem elles recentar, com de-
clararlo do prazo razoavel, em que possam apre-
eentar os recruta?, que lhe forem designados.
Dito & thesouraria de fazenda.Estando nos
termos legaea o pret junto em duplcala, mande
V. S. pagar ao ttente Luiz Jorooymo Ignacio
dos Santos, conforme requisitou o commaodante
superior da comarca do Bio Pormoso em officio
de 7 do cerrente a importancia dos vencimentos
-relativos ao mez de novembro ollimo dos guar-
das naciooaes deatacados naquella cidade.Com-
muaicou-se ao commandaote superior
Dito mesma.Transmiti V. S. para seu
conhecimento e donaos effeilo* copia do decreto
da 14 de aelerabro ultimo qu me fot remeltido
com aviso do ministerio da fazenda de 19 de no-
vembro prximo fiodo, e pelo qualS. M o Im-
perador houve por bem aposeolsr Jos Henriques
Machado no em prego de chela de aeceo dessa
thesouraria.
Dito mesms.Remallo V. S. eoberta com
offleiu do director da faculdade de direito de 27
de novembro ultima a conta da despeza feita com
tres estrados # taboatichas numerados para as
aulas .da mesma faculdade oa importancia de
769820 rs.,aQm de que seja ella paga a Manoel
da Silva Simbas, vista nfio haver inconveniente
deste pagamento, segundo consta de sua infor-
maba* ae do corrate e sobn. 1189.Commu-
oicou-se ao director da faculdade de dreito.
Dita a theioueria provincial.Reverto 4 V. S.
coberto com a sua taformecfto de 8 do crreme,
sob o. 609, o requerimeoto de Jeronymo Jos Per-
reir, arrematante da renda do sitio o. 3 da es-
trada do Rosarinho perteneeote ao patrimonio dos
orpbos, aura de que proeure obter pelos meios
competentes a sostenga de que trata o paecer da
contadoria desea thesuurina e mais detrimentos
que aa flzeram a bem da mddir^ao do terreno per-
teneeote ao mesma sitio, podando maridar logo
proceder a1 esas med?eo no caso re entender que
se di lesa* eonlra o patrimonio dos orphoa.
Dito ao ireetor das obras publicas.Cario do
eonteodo de sena offleioa da II da novembro a,
linio e' W do correte, sob es.457 a 477, concedo
autorraacie que Vme. pwJfo ^rra mandar fazer
por aditrUtra?Io as obras do tao de encost da
ponte de ferro na ras d j Aurora, as qntea acham-
se descriptas na ar panharam o primw dos citados offleioa a foram
neata appravados.
Bita ea> mesmo.Queira Vme. remeller-me se
xiate nesaa rsoarcao un carta desla pravvn-
cii. que deve aar enriada a secretaria da astado
4as.hagnaliss da egri*ultura, commereio a abras
pubtaaaa sm cucprimaale 4o vmi da S no-
vembro ultimo. No caso negativo Vmc. informa-
r ae este objecto poder ser encontrado venda
nesta capital, e porque preco.
Dito ao director do arseoat de guerra. Mande
Vmc. receber neaae arsenal, para ser concertado,
um dos cofrea da alfaodega deata capital, o qoal
lhe sar maodado apreseotar para esse fim pelo
inspector da mesma repartico.Comaaunicou-ae
4 thesouraria de fazenda.
Diloao juiz de direilo do commereio.Para os
asppas semeatraes exigidos por asiao do minis-
terio da justiga de 23 de margo de 1858, convm
que Vmc. ministre al o Io de Janeiro vindouro
m seguintes informa(es-: Io quando oi nomea-
do, presten juramento e eotrou no exercicio do
seu cargo, 2o quantas audiencias deu, 3 quaotas
causas decidi delioitivamenle, 4* que licencaa
obteve, por quem concedidas, e ae dellas gozou
integralmente, 5o se tere oulras ioterrupges de
exercicio, porque lempo e motivo, ludo durante
o semestre de julho adezembro correte, cando
naiutelligeecia de que iguaea informaees derem
ser prestadas no fim de cada semestre e indepen-
den temen te de nova exigencia.Igual ao juiz dos
feilos da fazenda.
Dilo ao inspector da saude publica.Para que
eu possa resolver acerca da medida proposta em mando,
seu officio de bonlem relativamente a desiufeccio
dos domicilios e eslabelecimeotos pblicos desla
capital em que se derem casos de vsriola, faz se
preciso que Vmc. declare a despeas provavela fa-
zer-se com esse servido.
Circular a todos os promotores pblicos!Para
os mappas semeslraes exigidos por aviso do mi-,
nislerio da jusliga de 23 de marcu de 1858, baja
Vmc. de ministrar al o dia Io de Janeiro prxi-
mo vindouro as informacesseguintes : 1* em que
data foi nomeado e quando prestou juramento e
eutrou no exercicio do seu cargo.
desta provincia so Exm. Sr. brigadeiro Solidoniol plaoo complicado da Saxonia, e certo que nlo
Jos Antonio Pereira do. Lago, para elle nomeado i poder elle contar com a approvacao da Prussia.
por decreto de 30 de ontubro Ando,- assim o fac,ol Do nutro lado, o plaoo badense, a o qual ao fa-
publico para conhecimento da guarnigo, a quem voraveis a Prussia a a maioria do povo, nao dei-
felicito por ter de snrvir sob as ordens de lio xar de encontrar decidida resistencia", em pri-
distinctogeneral. jj(: airo lugar de parte da maioria dos goTernos
Prevaleco-me da epporlunidade para loovar aHemaes, a especialmente de psrle da Austria,
aos Srs. commandantes dos corpos. compaabias Por iaso nao ter to breve questo de qualquer
soladas, e mais Srs. offlciaes desla guarnicio ; prxima resoltado. Em todo o caso senapre um
bem como aos Srs. cheles dss diversas estaces I resultado bastante importante da agitarlo nacio-
mililares sujeilas a este commsnda, pela eficaz nal o povo allamo, que j de novo existe desde
coadjuva;o que me prestaram no curto espago dous innos, echarse a reforma (edersl de novo
do meu interino com man do. na ordem do dia das negociares dos goveroos
Ao Sr. major ajudante de ordens interino deste altomae.
commaodo Sebastio Antonio da Reg Barros, | Na Baviera se eocerroa a dieta dopols de urna
agradegoo fiel cumprimento dos deveres iohe- (sessao da 8 mezes. Asessao deste anno foi im-
reutes ao seu emprego. portante por causa di solugao final da reforma
Comparticularidade dirijo ao Sr. capillo secre i da jusliga, pendente desde dez annos.
tario do mesmo, Laiz Francisco Henriques, os { Em Bsde lveram lugar novas eleigdes para a
meuslouvore* e agradecimeotos pelo bem com dieta, ss quaes resullaram em sentido liberal
que se hoave no exercicio em que est, por isso : nacional, a em favor do ministerio Roggenbach,
que por sua indiligencia, zelo e fidelidade se tor- actualmente no goveroo. O presidente de minis-
na digiTo de especial meoso. i tros, bario de Roggenbach, autor do plano da re-
Assigoado.Luix Jote Ferrtira. j forma federal, foi eleito em tresdifferentescircu-
Cooforme.Seiastioo Antonio do Reg Bar-1 ios; o psrlido ultramontano neohum das esn-
rot, major ajudante da ordens interino do com- di latos foi eleito.
r De ioleresse sao nesie momento as discusses
mmm^ammm^mmmm "> segunda cmara de Wurtemberg respeito do
regulameolo das relagas da igreja calholica.
Como se sabe o goveroo tinha concluido esse re-
| gulamanto por meio de urna concordata celebra-
da com a curia romana. Recusando a dieta, po-
I r m, a ratificago da mesma concordata, o gover-
| no se tinha achado obrigado retira-la apezar
i dos protestos da santa s, e a regular a futura po-
1 sigo ds igreja calholica na via legislativa. As
i respectivas proposlas legislativas tem agradado
I no patz, pirque nellas se acha devidameole re-
servado o direilo de superintendencia do goveroo,
e da esperar que as negociagdea pendentes na
dieta as foram aceitar, spezar do protesto do par-
tido ultramontano.
Quando expedimos a nossa ultima, em princi-
pio do correte, as conferencias diarias do minis-
terio austraco reapeito das quealoes hngara,
croata e transjlvaoa nao se acbavam anda con-
cluidas. Tambera hoja ainda cootiouam essas
EXURIOH.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Hamburgo, 5O de novembro.
Hontem devia ter lugar na Prussia o primeiro
acto das eleigoes para a cmara dos deputados,
a eleigio dos eleitores. os quaes em 6 de dezem-
. 2 a que ses- bro tero de fazer a eleigo dos deputados. So-
soes do jury e de que lermo assislio. 3o que li- mele nos ltimos dias. o mioisterio se decidi
cencas, ooieve. por quem foram coacedidas, e se de entrar tambem no movimeoto eleitoral com
deltas gozou integralmeote, 4o se leve oulras o- um programma eleitoral. Teve isso lugsr por
lerrapgoes de exercicio e porque motivo, tudo meio de urna circular do miuisterio do interior de
durauto o semestre correle : liesodo na iolelli- 5 de novembro dirigida s autoridades suberdi-
gencia deque dever prealar guaea informeges nadas, para lhes precisar a acgo que o governo
independentemenie de nova exgeocia e imprete- emenda exercer sobre as eleigdes, expondo o mi-
riveimente no fim de cada semestre. nislerio ao mesmo lempo as bases da sua politi-
_ .amara miinirin.il ri villa Aa Cama* __
Transmit
C
gad
Wit
los
ced
gao que acsbi de ter lugar para membros da
ass6mbla legislativa provincial pelo 4a dislricto
eleitoral da provincia, recommeodo a mesma c-
mara que tenha muito em vista as seguintes re-
gris que devem ser pootualmente observadas:
1. Qne no aclo da apursgo deve limitar-so
a sommar o uumero de votos, que tiverem sido
cootados pelos collegios eleitoraes, sem lhes fa-
zer a menor slterago e sem proferir mesmo jui-
.?.e u ldsde ou nulhdade dos refe- leve lugar desde 1818, especialmente as grandes goveroo, o/am demittidos dos sena postos, e subs-
idos collegios. como expresso ooa aviaos de 9 '
Issu irritou nao smeote o partido do progreaso,
como tambem urna grande parte do partido cons-
titucional moderado, sobre lulo as provin-
soverno. Ao mesmo tempo se prohibirm todis
as reuoioes doseomitates e das municipalidades,
sendo a jusliga civil para todo o paz, substituida
cas occidentaes, e deu lugar a urna polmica na por tribuuaej militares, os quaes tm de julgar
mprensa contra o mioisterio, que constara a
quasi completa solacio do mesmo.
Smente n'um ponto o effeito doodital eleito-
ral do mioisterio'se mostrou agradavel, dando ao
movimeoto eleitoral urna actividade como nao
de decretar castigos por lodos os crimes polticos,
islo por todaa as sccoes que nao denolam a
mais estrella obediencia das ordens do goveroo.
Todos os palatinos (Obergespanne) de comita-
les, que nao quizeram tornar-se instrumentos do
de fevereiro, 1* de margo de 1848 e outraa deci-
soes dd goveroo.
2." Que se tiver havido duplcala do eleigdes
em um eollegio. e forem remeilidas duas acias
desse eollegio, apurar a que mais legitima lhe
parecer, deixando de apurar a outra. Nesta hy-
cidadea. tituidos por administradores encarregados dosoe-
".oulro act0 d. ministerio, segundo todas as gocioados comitales. Ao mesmo lempo com os
palatinas, se reliraram oa outros ftmpregsdosle-
gies dos comitales, assim como as cidadea os
empreados muoicipses
apparenciaa calculado para gauha'r eapital pol-
tico am sed favor, tambem nao conseguio o aeu
intento. Era urna reforma do regulamento sobre
a representarlo-da velha propriedaoe territorial,
na cmara dos seobores. Segundo a lei de 1853
Tambem aa tioba previsto esta eventualidad?,
resolvendo de instruir empregados oomeados pelo
.^.?.a.i?..a especificada declaragio das sobre a cmara dos senhores, competa corta, governo, em lugar dos empregados eleitos que se
actas que deixou de apurar loglobadamenle.men- alem da aulonsagao acercada sua composigao.l reliraram. Infelizmente o eoveroo nao pode at
S'.0!!"*. HP-?ir.! .e-' QS I V'!;,-bn",08.eiS,C;" S. .drel0J-de reguUr es" "P"elSo-! gora achar o numero sufflcieote de pessoas ha-
us w I ?a *q ,6,,U6i Vf?'0* lrt-Wd" So base desse direilo se linha promulgado em ; bilitadas para oceupr os lugares vagoi ; tambem
le o. 387 de 19 de agosto de 1846. 1854 o regulamento at agora em vigor, conceden- j acooteceu que difieren
_<. Uue como coosequencia de taes disposi- do velha propredade territorial 90 represeo-
goes, se os votos dos eleitores novamenle eleiios tantea vitalicios na cmara dos seohores. O ulli-
e ainda nao reconhecidos pela cmara dos Srs. mo regulamento reduz eaae numero 41, com a
deputados tiverem sido tmalos promiscuamente tendencia de conferir n direilo de represeolaco
com os dos demais eleitores dos respectivos colle* proprietarios nao nobres de beus equeslres.
gios, embora contra a expressa prohibigo dos Isso sem dunda teria sido applaudido em grande
avisos ns. 419 e 422 de 23 de novembro de 1857, jubilo, se nao fosse a determinacao que o novo
que declarara inabeis para todos os actos eleito- regulamento nao emende urna reforma immedia-
ta da cmara dos seohores, a qual s ter lugsr
pela va da morte successiva do numero de re-
presentantes da propredade territorial, exceden-
do o regulamento.
Tudo que se tinha por ora obtido, era, pois, s
raes, sem mesmo poderem votar separadamente,
deve isto nao obstante a cmara respeitar as de-
cises dos collegios, deixando ao poder compe-
tente resolver como julgar de juatiga. No caso
porm em que os votos desses eleitores tenham
sido tomados, nao inglobadamente, e sim em se-' a esperanga de urna dimiouigio successiva da re-
parado como de suppr se tenha feito separa- presenlago feudal na cmara dos senhores, de
demente, tambem devem elles ser apurados nao que nao de esperar neohum reaultado notavel
sendo levados em conta na suman totsl. I para os tres prximos periodos legislativos Em
4. Que quando em um mesmo povoado se lugsr de tornar popular o ministerio, essa medida
*ggL P*y fW? "ttf! comporto augmeotou o descontenta ment contra o mesmo.; rescripto'que' ordea a dissolugio da dieta, em
utfo, da^fr/ir.*1.""! J* C0DhAC,<,"'. e,o tambem os seus amigos nao eslao contentes termos excesivamente conciliadores e benvolos.
le eleitores novameute eleitos, so os votos com esse semi-passo contra o feudalismo.
tea dos novos emprega-
dosabandonaran oa asus lugares, e assim a pri-
meira consequeocia da nova admioistrago urna
pauaa temporaria do quasi toda a adminstrsgao.
Quanto Croatia, se vivia durante algum tem-
po nos cercos do governo, na esperanga que lal-
vez ainda se conseguira da dieta deAgram, que
ella, apezar da sua primeira recusa, se decidisse s
mandar urna delegago para o conselho do impe-
rio em Vianna. Porm, examioando bem o ne-
gocio se flcou convencido da vaidade deasas es-
pera ocas. Assim nada restou do qne tambem man-
dar rollar para casa essa dits, do mesmo modo
como se tinha feito com a Huogria.
Para, contado, separar a Croatia da Hungra,
nao se foi msis adiante, e nao ae estendeu sobre
a Croatia o estado de cerco decretado sobre a
Hungra. Pelo contrario alli continuara legal men-
te as autoridades dos comitales e municipaes, e o
constantes da acta do primeiro devem ser apura-
dos, e nao assim os do segundo, os quaes com
ludo compre que sejam menciooados especifica-
dameole na acta da aparagio geral.
5.* Finalmente, qne dada a existencia dosdons
collegios cima figurada, em que hajam fnnecio-
nado conjuntamente eleitores reconhecidos e nio
reconhecidos a cmara exercer enio o arbitrio
que Iha contera o citado art. 87 da lei de 19 de
agosto de 1846, preferindo psra a apurago a ac-
ta daquelles qne mais legitimo lhe parecer como
j fica dito.
Portara. O presideote da provincia, atten-
deodo ao que requereu o vigario da freguezia de
Nosss Seohora das Hoolaohas de Cimbres padre
Jos Mathias Ribeiro, e tendo em vista a iofor-
mago dn Exm. prelado diocesano de6 do cor-
rete, resolve cooceder-lhe tres mezes de licenga
com a respectiva congrua para tratar deaua sau-
de.Communicou-se ao Exm. hispo diocesano.
Dita. O preaidente da provincia, allendendo
ao que requereu u promotor publico da comarca
do Brejo, bacharel Francisco Jos Fernaodes Gi-
Uraaa, resolte conceder-lbe doos mezas de li-
cenga com vencimonias para tratar da sua ssude
nesta capital.
Expediente do secretario do
governo.
Offleioa o inspector do arsenal de msrinha.De
ordem de S. Exc o Sr. presidente da provincia
declaro V. S. que, por portara de 9 do corre-
le concedeu-se um mez de licenga com raetade
dos vencimentos, ao director das conStruegdes
navaes desse arsenal Trajano Augusto de Carva-
Iho para Ir a corte.
Despachos do dia lt de dezembro
de 1861.
fieouertmento*.
AdministragSo do patrimonio do recolhiment
de Nossa Senhora da Conceigo da cidade de Olin-
da. Volte ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
Francelino Carneiro de Lacerds. Informe
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
JoSo Hypolito de Iteira Lima.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial. u'\
' Tenente Jlo de Si o Sr. director das Obrss militares.
Joaquim Francisco Noes.Informe o Sr. Dr.
chefe de noticia.
Mi'ria Poneiana da Coneelgao.Informe o Sr.
director geral da irrsirocio piMiea.
Thovaat Antanio de Gouvfta. Informo o Sr.
Or. efe de polvera.
L comandadas"iras.
ftsaartel do oosmtauuido das armas de
fu-rasa salmeo na eidado de
em 13 ato deMsstbro de IM6I
' OttetM DO da n. t0.
Plisando oasU data o cetaaaade das armas
No dia 11 do correte el-rei e a rsioha partiram
para Breslau. A respeito da solemne recepgio
que alli aocootraram, nos abateremos de toda
descripco, porque depois das festaa em Koeoigs-
berg o em Berlim, nao apresentou ella nada de
novo.
No dia 12 para festejar a presenga de suas ma-
gestadea, teve lugar o descobiimento do monu-
mento de el-rei Frederico Gailherme III, levan- cedo que possivel.
vautado em Breslau por coolribuices expona-'
neas dos habitantes da Silesia, ao pai do rei ac-
tual. Na dia 16 os reaea coosortes partiram ea
primeiro lugar para Sagm, onde foram fazer vi-
sita 4 priuceza de Sagan, que alli reside, e no dia
17 suas msgestades se acharam de volts em Ber-
lim. Comoaeqner sabersetencionsem breva urna
viagem solemne de el-rei para Hagdeburgo e a
provincia da Ssxooia.
J referimos respeito da abertura dss sesses
da dieta germnica depois de terminadas as fe
ras, o dia 31 de outubro e tambero acerca da
declaragio nessa occasiio leito goveroo de Saxe-
Coburgo sobre a necessidade da ama reforma da
coaaiiiuicao federal. Temos agora de eaperar no-
vos paasos nesse negocio de dous difieren tes la-
dos, de parle de Bade a de parte do reino da Sa-
xonia. Era urna ola circular que val ser expe-
dida nesles dias, o governo de Bade emende apra-
aentar aos goveroos da Allemanha um plano para
a reforma federal, o de propr livrea conferen-
cias para a aua dissusso em lugar lora do ter-
ritorio federal, para evitar as pesadas formalida-
des da dieta. .
O plaoo de Bade, assim como a declaraco de
Coburgo-Golha reclamam um poder central uni-
tario para a executiva, e ao lado do mesmo um
parlamento formado por commisses das dietas
dos diferenles estados. Os planos de reforma do
ministro da, Saxonia, baro de Beust, sobre os
qoaes por ora s eslo pendentes negocaces of:
eiaes, nao se acham sobre o mesmo terreno.
verdade jjue tambem requer urna representa-
cao nacional comporta de commisses das dif-
terentas.dietas, mas os seus planos acerca da
executiva ao mui divergentes. Segando a sua
idea a execugo deve ser exercida per todos os
governos eooj unca mente, e da modo que em la-
gar doa envisdoa junios dieta, o ministros de
astado dirigentes dos di Serenes estados so deve-
rao reunir ennualmenta am certa poca e am car-
io tugar juniemeole coa a repreaeotago nacio-
nal, efixar aa.davidas iostruece para a exeei-
Uva, fleaudo a Austria, a Prussia e um memore
doa ouiros estados designado palos meamos, eo-
carregados de lavar a effeito easaa resoluge.
Ao meamo tempo a Austria a a Prassia terso al-
ternativamente a aooualmente a presidencia ho-
noraria as conferencia* minlrteriaes. c tio mes-
mo modo a conferencia dos ministros e a repre-
entacio nacional aa reunir todos os son, ora!
u'uosa cidade do tul, ora n'ums cidade do enre
da Allemanha.
A' grande maioria 4o poro nao agrada M
Tambem se salisfazem differeut'S preteoges
requeridas pela dieta, a mais importsnte, porm,
a plena unio tanto da fronteira militar como da
Dalmalia com a Croatia a Ealavonia, para formar
um reino unido, foi recusada. O paregrapho do
rescripto que se refere nova chamada da dieta,
tambem em nada conteotou os Crostas, porque
nio se fiza nenhum termo para a nova convoca-
gao, reservando-se a corda de determina-la lio
bliear na fevut de Oeux Monde, e em oulras re-
vistas acreditadas para faier conhecerbem e apre-
ciar por todo o mundo o Brasil, seo imperador, sua
constituirlo, e a organisagao do seu goveroo. O
artigo que elle publicoo sobre o Brasil os flecue
des Deux Monde ha doos annos, tem produzido o
melhor effeUo. Foi afflrmadopor estadistas muito
importantes, que s Se leudo esse arligo tio bem
redigido quanto i forma, quinto ao fundo, se po-
dia fazer urna da exacta da posicao do joven
imperio americano.
0 Sr, Torres Homem apreciado como um ho-
rnero de urna alta espacidade, e comoum econo-
mista perfeito. e se elle periencesse Europa elle
aeria urna autoridade entre os primeiros o mais
notareis floaoeeiroa da Inglaterra e da Franga.
O Sr. Csndido Bapliata de Oliveir, j conhe-
cido oa Europa como diplmala e como hornera
douto, tambero notavel como fio anceiro. O pou-
co lempo que tem de passar em Pars por elle
mui utilmente empregado para ealudare apro-
fundar as questes fioanceiras.
O Sr. Diogo de Macedo apezar de pouco ae in-
tromelter em poltica, grande patriota, e inte-
ressa-se muito pelo Brasil. D'um boro sonso
e de urna recudi apreciada por todos, elle
aproveila do que v e observa com o desejo
de fazer o seu paiz aproveilar da aua reaidencia
na Europa.
O Sr. Paes Brrelo, aotigo ministro da raari-'
nha, segu com urna atteogio seria tudo quaoto
diz respeito admioislragio da repartigio de que
foi chefe.
O Sr. Dr. Souza Leio muito estimado pela
sua inteligencia, pela sua inatrucglo e peta ame-
nidade das suas maneiras, que sabem captivar lo-
dos os que com elle tratam.
Citando brasileiros tio distioctos, nos pensa-
mos ter razio para sermos salisfeitos de. haver
feilo o seu coohecimento, porque elles fazem hon-
ra ao sen paiz, j tio bem representado na Fran-
ca pelo seu digno ministro plenipotenciario, o Sr.
conselheiro Marques Lisboa, o qual possue mui
ootavelmeote o conhecimento dos negocios e urna
grande experiencia dos homeos e dos negocios
polticos.
Antes de nos occupsrmos dos aconlecimeetos
polticos na Europa, nos chamaremos toda a at-
teogio dos Brasileiros sobre urna grave e impor-
tante oceurrencia, que acaba de ter lugar res-
peito dos negocios da America.
Um tratado leve lugar entre a Frange, s Hes-
panha e a Ioglaterra para inlervir no Mxico.
verdade que essa intervengao .era ioevitavel, por-
que, desde longos annos o Mxico se tioha torna-
do iodigno, pelo seu estado de anarebia ede
guerras sitia, de figurar na listadas nages |Elle
(orgou, pois, por assim dizer, as ditas tres poten-
cias a iotervir directa mente.
Entretanto, a intervengao da Europa nos nego-
cios da America tio perigosa, que todos os Ame-
ricanos devem procurar n'uma bos poltica inte-
rior e u'uma,liga defensiva, os meios para dizer
Europa que ella nao tem nada a fazer no conti-
nente americano.
lufeliamente muito difficil ser chegar ama
santa alliaoga americana, mas ella nio impos-
sivel, e de mister empregar todos os meios para
aer bem auccedido.
Quanto nos, lemos a firme esperanga que o
B.-aail o brevemente os Estados-Unidos, desem-
barazados de discordias intestinas deverao tomar
a direcgo de todos os negocios americanos. Nem
um tiro de caohio deve ser dado nesse vasto con-
tinente sem o coosenlimenao do Brasil e dos Esta-
dos-Unidos, os quaes oo novo mundo devem re-
presentar o papel que na Europa representara a
Franga e a Inglaterra.
Teriamos muito dizer i este respeito, mas o
espago nos falla, e estamos convencidos que os
estadistas do Brasil ae passario perfeitamente das
nossas observarles. Entretanto nos nos fazemos
urna honra de despertar o negocio, e de chamar
toda a sua altengio sobre urna questao vital para
a America.
P. S.O paquete partido do Rio de Janeiro em
25 de outubro, e ebegado em Bordeaux no dia 17
do correte, nos trouxe a triste e fatal noticia,
que o visconde de Itaborahy tioha quebrado a
cxa e se achava perigosamente doenle. Espe-
ramos que essa preciosa vida fique conservada ao
Braail, porque aemelhantea homens niosio fcil-
mente substituidos. Quslquer que seja a opi-
niio publica que se professa, nio se poder dei-
xr de deaconhecer que o visconde de llaboraby
um homem extraordinario, por sua inteligen-
cia, pelo seu patriotismo, pela ana imparciatida-
de, e sobreludo pela sua probidade tanto politica
como particular, porque nioguem tem mais da
que elle urna repulagio bella e geral. Deus o
conserve ao Brasil, que multo precisa anda dos
satis servigos lo intelligeotes como desinters*
sados.
Os fondos mexicanos 3 /, eaUm a 28 1/fl; os
portugueses a 4S ; os 4 1/2 |, peraanos a
I |. hespauboes a 52 f |2; e os rasaos a
Acerca da Transylvsnis como dissemos, estio
ainda peodenUSJua negocaces. Ao principio a
dieta da TreuaJPaoia tioha sido convocada para o
dia 4 de novembro, mas como o governo traosyl-
vaoo tioha demonstrado contra a legatiJade da
coovocago, a reunio da dieta foi maia larde
adiada al o dia 25 de novembro. Entretanto tam-
bem foi preeiso abandonar esse termo, e at esle
momento nio se publicoo de novo na Transyl-
vania a convocarlo da dieta.
Parece qne nos cercos do governo em". Vien-
ns j se principia a duvidar da realissgio de
urna dieta daTrapeylvanis, e quer-se saber que
a governo ae prepara para effectuar as eleigdes
para o parlamento de Vienna, directamente por
via das corporages e municipalidades do paiz.
Nada, porm, se acha at agora definitivamente
resolvido, e s os prximos dias nos da rao escla-
recisemos autnticos acerca das intengesdo go-
veroo. s
Entretanto o lugar de chancellar imperial da
Transylvania, vago em consequeocia da retirada
do antigo chancellar, bario de Kemoy, te acha da
novo oceupado pelo conde Nadeady, mioialro da
jusliga austraco,aro lempos do absolutismo, an-
tea de 20 de outubro do anno pateado. Sendo o
cbaoceller irpperiat ao mesmo tempo ocembro do
ministerio, o meamo receben um novo*membro
absolutista, o qne nio 4 uroa grande consolagio
para o desenvolv melo constitucional das par-
tes do imperio ainda nao goveroadas pelo estado
do certo.
O parlamento de Vienna, de novo reunido dea*
de 4 de novembro, s ss oceupou de questes de
ioleresse secundario.
21
De volts de uroa pequea viagem i Pars, nio
podemos pasaar em silencio o prazer que tiremos
de encontrar em Pars tantos Brasileiroa tio no-
taveis e tio diatinctos. Nos tiremos o prazer de
fazer o conhecimento, e de entrar em retacea
com os Srs. Pereira lia Silva, Torres Homem,
Canudo Bautista de Olieira, DrUgo de Macedo,
Paes Brrelo e Dr. Souza Leio, sem fallar de ou
tros1 que nlo Uve mes lempo de proenrar. Pde-
se diter afoutameote que o Brasil, nette momento,
se acha dignamente representado na Europa por
"grupo homens os roaia ootaveis.
O Sr. Fereira a Suvaji co'nhecldo na Euro-
pa pelos seos trabalhds Hilenrios como um pu-
blicista ertriwflfnarto. O su patriotismo (S ideal
sus tntelHgBvJela, porque em "
Londres, S3 de novembro.
A mala do Br.sil, viuda pelo paquete de Br-
deos chegado a esse oorto ao dia 18 lo correte,
foi entregue oeata capital na manhaa de 20, e
netae meamo dia os joruaes da tarde deram um
resumo daa noticias de msis importancia.
De Buenos-Ayres publicaram aquellas folhaa
que o geoeral Mure ae achava de posse do Rosa-
rio, d'onde haviam fgido ss autoridades da Con-
federarlo logo que aa torgas victoriosas se apro-
ximaram daquella ponto.
Narrando esse successo a imprensa iogleza aa*
signalou que gragas protaccio das forgsa de
desembarque iogleza, brasileira e francesa a or-
dem publica fora mentida no Rosario por occa-
siio de haverem aa autoridades da Confederagio
abaodooado seus postos e mesmo posteriormen-
te quando ali entraram aa torgas de Busoos-Ay-
rea que levaran) em vista saquear a cidade, dei-
xando porm de trazer a effeito essa brbaro pro-
jacto pela altilude decisiva que nesta occasiio lo-
mara m os destacamentos ealrangeiroa que oceu-
pavam o Rosario e que haviam desembarcado
para fim de bordo dos seas respectivos vasos de
guerra. Entre oa diversos navios de guerra sur-
tos no porto do Roaario menciooaram os jornaes
desta capital que se achava o oosso vapor da ma-
naba de guerra Arajuory. E* sempre Usongei-
ro para e nomo braaileiro ver mencionada a par-
te que o Brasil toma na manuteagao da ordem no
meio das successivas coovulees por que tero
passado as repblicas do Prata ; airva ato de
prora da boa fe com que o governo imperial aa
cooduz para aqelles qne cea* a Inglaterra lhe
aiinbuem projectos ambiciosos contra aquellas
meamos repblicas.
As noticias de. Bueoos-Ayrea eoottrbairaro
favoravelmeote para a alga dea fundos pblicos
daquella repblica colados oeste marcado; 4
assim que easaa fundos de 6 / Besa a 90
a 91.
Os oasolidados ingieres ten sido colados a
9 i 3/4. A rendaranceza 3 /. 70 franeoa 15
c, bavendo subido nesles ltimos dlaa de pota da
entrada para o mmiaterio da fazenda da Mr.
Achula Fuuld em aufcslituicio da Mr. Porcada;
esta mudenca, aceapeshede do nos* plano fi-
nanceiro que propox ao imperador o actual mi-
nistro da fazenda e em que alo agotradas impr-
tanles economas, aBa de equilibrar dficit de
um mrlhar de frarrtos com que eati a Fracga,
atriotismo & igual tem produxido caflaoca e por isso melhotsdo os
Tugar de desean- fundos 3*/..
4 transitar, pon- Os 5 /, ftaarelre:, ficta 99 1/1 1Q0; oa
car, elle pasta todo o su; tempo .
*j a ttlrtnf nio trittWhoa que :i flt-pja pv.J4 1/2 /,*! 7/S.
99
3oi.601|4':
As aeges das nossas estradas de ferro coeti-
nuam a serem coladas no Stoek-exchaoge sem
notavel diflerenga desde a minha ultima carta.
As da Baha lem por vezes obtido S 1/8 de
premio, Qcaodo porm a S 1/8 de descont ; as
de Pernambuco estio com o mesmo descont de
S 3 a S 3 1/2; e.aa de S. Paulo com o de j* 1/2
e S 1/8.
Os oossos gneros venda nos mercados desta
psiz licam pelos seguintes precos:
Cacao (3 d. de direilo por libra) 55 s66 a :
cafe 1 qualidade 66s-7bs; 2* 55 a63 a;
ordioano 47 s54 s por cwt. Po-Brasil 80 a
por tonelada, lvre de direto. Assucar branco de
Pernambuco e da Parahiba25 a30 6 d -
mascavado 18s25 s por cwt.; assucar branca
^ Baha23 s 6 d3U s 6 p ; e mascavado 18 9
o d53 s 6 d. Couros salgadoa 5 d }{ a 7 d
por gadoa 5 d a 7 d.
Fioalmeote o algodo de Pernambuco e do Ma-
ranhao tem sido vendido a 13 d 1/2 por i a o
da Babia a 12 d 1/2 por libra.
O pedido continua firme, sendo provavel que
nio decline emquaoto continuar a cauaa que im-
pede a importarn desse artigo em Inglaterra doa
portos do sul da Unio Americana:
Dorante a ultima quinzena entraram nos portos
de Inglaterrs, procedentes de varios portos do
Brasil, ns seguintes navios:
De Pernambuco Wanderer (9) a Liverpool
do Rio-Grande Juno (13) a Falmouth ; e do Rio-
Grande Sea Nytnpha (19) a Liverpool.
De Inglaterra aeguiram para o Brasil oo mes-
mo perodo os seguintes:
De Liverpool Ann Baldwin (11) para a Baha-
de Liverpool Bdith Ann (11) para o Maranho;
deCrdiffPafme/fo (19) para o Rio-Grande; de
Liverpool Nautiut (16) para Pernambuco; e de
Car di ir Bahianna (16) para a Babia.
Nestes ltimos diaa tem feito aqui graode sen-
sagio a entrada no porto de Southamptoa do va-
por Nahville, da marinha de guerra da confede-
ragio americana dos estados do sul, trazendo a
seu borJo o coronel Peylon enviado pela Carolina
do Norte em missao a Londres.
Este vapor o meamo que em 26 de outubro
ultimo conseguio escapar-se ao bloqueio do porto
de Charleatoo, e a cujo bordo ae dizia vinham os
commissarios Mrs. Masoo e Sliddel por parte do
presidente Davies. O vapor Nathville, teodo en-
contrado na Mancha oo dia 19 do correle a ga-
lera mercante federal Harvey BircK (do Havre
para Nova York) abordou-a, fez dalla aahir o ca-
pitao Nelsoa e a tripolagio, e logo depois laocou-
Ihe fogo que em poucas horas metieu-a a pique.
Chegado a Soulhamploo, o commandanle Va-
grsm do mesmo vspor Nathville, pz em hber-
dade aquella tripolagio e o seu commaodante,
que aem demora relatou ao cnsul americano to-
do o occorrido, aflos de que esle dssa as provi-
dencias necessariar.
Aa autoridades inglezas nio proeedersm por
emquaoto contra o commandanle Pegram ; mas
claro que nio podesse deixar. aem qoebra das boas
relages com o goveroo de Washington, de obri-
gar aquelle official a sahir sem demora com o sea
vapor das aguas ter rito ri a es inglezas: ss autori-
dades muoicipses de Soutbamptoo, bem como o
agente do almiraotado alli residente, apreeseram-
se logo a communicar ao governo da rainha
aquelle successo ; e esperaram semduvida ins-
trueges daqui para procederem ulteriormente. O
vapor Nathville traz igada a bandeira da confe-
deragio doaul.
Havia diaa qne tinha chegado a Soutbampton o
navio de guerra federal John Adgtr, teodo viudo
em busca do Nathville, que se suppunha e com
razio destinado a esae porto; mas, nao o tendo
enconlrado all, aabio novamente para o largo
pardeado assim urna boa occaaiio para captra-
lo. Entretanto esperado, boje ou amaobia. na-
quella mesmo porto, o vapor federal Arago, ar-
mado em guerra, e que aem duvida perseguir
iquelle corsario se ainda poder encontra- lo.
A familia real iogleza continua a residir em
Windaor, A axcepgio do principe de Gallea que es-
t em Cambridge, do principe Alfrddo que esti
serviodo na esqusdra estacionada na America do
Norte, e do principe Leopoldo que acaba de ae-
guir para Cannes no sul da Franga, para onde foi
passar o invern afim de evitar o clima da Iogla-
terra que lhe eslava aendo nocivo nesta eataco
rigorosa. A rainha dever brevemente partir para
Osborne, onde leociona ir paaaar alguna dias antes
das testas do Natal.
Sua magestade tencionava igualmente fazer
urna excursio a Cambridge para visitar seu filho
o principa de Gallea; mas, bavendo recebido l-
timamente a noticia do fallecimento d'ei-rei D.
Pedro V, sea augusto prente, deixou psra mais
tsrde essa viagem,querendo por aquelle modosig-
nificar o profundo seolimento que lhe causara
tio triste e inesperado successo. A rainha, e a
sua corte, tomou lulo de Ires semanas por occa-
siio do fslleeimeoto d*6l-rei de Portugal; e essa
mesma augusta senhora acaba de mandar em
miasao especial a Lisboa lord Metbuen e o coro-
nel Seymour, para epressntarem i familia real
portuguesa os senlimentos que psrtilha a rainha
e o priocipe Alberto pela perda do joven rei o Sr.
0. Pedro V.
A imprenta iogleza tem aineeramente lamen-
tado a perda daquelle illustre prncipe, que era
um modelo de virtudes e de hbitos conslitucio-
naea. O seu reinado foi de curta duragao, dista a
mesma impreosa, maanea por isso deixou de ser
Ilustrado pelaa quelidades distinctas o raras que
adornavam tio eaparangoao mooarcha.
O Sr. infante D. Luis, (actualmente rei de Por-
tugal) e seu sugusto irmio a duque de Bja, dai-
xsram esta capital no dia 8 de correte cem des-
tino a Lisboa, iodo embarcar a Soutbampton a
bordo.do vapor do Braail.
No dia anteceden te suas altezas resea linham
ido a Windaor, onde a raiuru os recabara ea au-
diencia de peaamee por occaaiio do fallecimento
do principa D. Fernando, irmio de tusa altezas.
Mal peotavam estes que ainda na outra gola*
Ihet eslava preparado I Quando deixaram Soa-
ihampion iam na ereoca de qae a-rai D. Pedro
ae achara quasi resubetecide; de moda fsae para
uaa altezas foi ume bem trala aorpreza a nova
que reoeberam ao chegarem i (o 4o Tejo de fal-
lewmento-. d'ei-rei, een irmio. .
O imparador Mapolea, com quem oa principen
haviam ealado oo principio dea le mes em Coa-
pigue. lem tealemunAado rende aeotimeolo por
motivo da mora 4>l-*ai D. Ptdro, ordenando aa
luto de corla da tret temanaa a maodando aua-
peoder por elgaee diaa a faslejoa que ealio tea-
do lugar em Compigne.
A gazeta official da Londres publieou no san
numero de 15 do corrale, q tratado de alliaoga
ofentiva e detanaiva que a oglilerra acaba de
celebrar coa a Hespaqua e cdn a Frange, afim
da ezigiffm 4o attxico o cumprimento das obri-
gsgesem que esta rap,ipllc< estampara com aa
fpotencias agora tilladas. E" sabido que as inou-
ara, viole,ociaa p^aRcada pele; gterao do Ma-
co cotftra subditos da togtaterra, franca, a da
espanha levaram os representantes deuas ni-
caa a recltmarem contra am staei'tttota estado
da veame bem Como pedir.* indemoitseea
Ifor i panaa laiaaU. TaelfwUmac.Sal.pinrifli,


Hit? H dlfMHft H iinfiMM
MARIO M FIIIMCCU. SAPADO^j^K OTIEMMO M IMi.
lem conttantemente cido sem (avara vel solacio.
pelo que aquellas P"**Wh|iHrf*4tTB AtMf
bao de meios eoergico^^H Justa
reparaglio, e coa 'fttwSftHi^t(^'tt*\' jnaslfl
asada allianga bascada aobie as seguales clao-
aalas.
O prembulo
"i.rr.
m orau
ilTTTT
Mea re.
estarara habituados a e-lo paisar, a fallar Tas
NM *ji s .Nao* acidad se revesliu de tao pesido lulo,
nunca um poro a despediu com mais saudade
E* que a desgrana a pedrs onde se
tlBMCMkto Sr. O.Pedro Y nunca
subditos as horas |U des-
gao daqueil* reparaa** tantas jreze-
conce laade es alia* pactes cooWacs
liego de utas rsp*c-
t toacas de rase, larra. Pela segunda clau-
sula estabelecem as aftas partes cootractantes o
imanliifw daa turnaa aAiMau^ j n j l
potencias concrrer para o" flm que levm todas'*
* Tj?t*iA#..,*lW* luaar.aadelermlaa oe a
Ata-aoja das rutas que houer de ter fugar no3
,#>*rM4M>H>fi9 ->W***o.isei Mu *els
a,!ds sita partes cporracUales. de-
eaflo ter lugar peeteriormeBlerara* proporcional
repertico deesa receita conforme o montante das
reclamages de cade urna daqpellas potencia.
As altas partes coritraclantea ae obrigam, pela
quarta clauauje. a pao. importa, ,qulquer forma
de goveroo ap HeiIc.o, nenf a Qccu#a,r*m perma-
nentemeole qulqer porgao do .lerrilario ds-
ijuella repablica. Finalmente declara a mencio-
oavidaram o goveroo de Washington a toma/
parle anata *jnag, visto como esse governo tem
iguaianaot pendeatse muitas reclamacoes coaln
Menee: olretaatu a -Inglaterra,, a Franca, e i
Hespanha, se propoem a coraegar era de-mora
**oper*cees da gerra contra a republiea"d'-Me-
aico.adeaaiidorlao!gorerao de Washington a II-
berede de om todo tewpo tomar parle na alli-
A expedico aHiida tem j seguido de Ingla-
terra da Franca, e da Hespanha, com destioo e
Vees-Criu, que ser primeiro panto oecypadb;
alm dete lejo igualmente occupado. Tem-
V***t Tabasoo, Hazalagau, e mesmo a capital
da repblica se a isso forem levados os allados
petas eiroumsiancraa da guerra. Supppe-se que
*.M*ap*iiha coltibcrir cora seis mil homeris de
trra cmimandados pelo general Prim, alm de
deze oavio* de gueria ; a Pranga ebm tres mil
fc.anens de ierra e urna poderosa forca naval;
a Inglaterra ora forjas uavaes qdasi etcluiiva-
anenle, a excepgo de urna pequea torga de'ma-
nnheirns militares par desembarque.
'atiribuido infidencia do gabinete britnico
o srtigo do tratado que determina o prdpoiito
dos alliados de nao ioterrirem no rgimen do-
mestico da cpabhe* mexicana j porquaoto se
diz que a Inglaterra buscou por esse modoilludir
a ambicio da itespaohs, que quera enthrooisar
no Menee um dos seus principes. A impreosa
europea atarme, entretanto, que o goveroo de
Madrid eotriga para que o partido clerical rae-
wcaao se- decida pela forma mooarchiCa, aUm de
vrcoin Uto possiret epresenlar a candidatura
do infiote Sebastio ou do inaote D. Joao
tara rei do Mxico.
Mao provvel pur n que a H?spsnha reoha
a conseguir to fcilmente o flm que se Ihe attri-
*)o. Ja porque o mencinalo artigo da cooren-
cao se oppor a isso, ji porque o proprio gorer-
no da Washington nao tolerarii impaoemeote
asa quebra da doulciua de Monroe. agora mes-
ano que s Uniio Americana do norte se acha em
ideamernbraQo. Hi todava om partido no M-
xico, que muilo deseja dotar a-patria de solidas
instituigaes e que seguolo afflrmara rarias cor-
reapoodeociss dalli tem lancado os olbos para
as iustiluices braailelras como um farorarel no-
lelo. Ora poda ser que seja sombra desse
partido que a Hespaoha queira especular, Gada
talrei na guerra cirtl dos Estados-Uuidos que
nao permitiir ao gorerne da Washioston urna'
resistencia seria e esperanzosa de conseguir pela
iiplomaea e asseoso da Franca e da Inglaterra,
aso o aeu plano bourer de viogar.
No dia 30 do correte tere lugar a abertura do
parlamento italiano, e lago na primeira sesso o
baro Ricasoli apresentou is cmaras documen-
tos relativos queslao romana, dando en/po ex-
plicacoes acerca do poltica do gabinete francez
obre aquella mesan questao. O prioielro mi-
mstro italiano declarou queogoverno do rei Vic-
tor EramaHUfl estara prompto a conceder ao
pontfice romana tola a iiberdade religiosa pos-
airel, des,inlo-se mesmo o Soberano da Italia
lo direito de apresenla^' prs os benellcios e
do de eleicSo de bispoi. Alem dessas vantsgens
concedidas smta s pelo compromisso offre-
ciJo, o re da Italia seobrigara a reconhecer a
inviolabilidade do summo pontfice e do sacro
coilegio, a quena seria garantida urna avallada
penso Finalmente o santo padre conservara o
Jreito de enviar nuncios junto das potencias ca-
tholicas, de quem receberia embaixadores como
al agora snccedia- Pela aua parte Pi IX re-
t unca ria a soberana dos seus estados* em favor
do rei da Italia.
or onda jaajsoa o prestito
as aiaa (ta Wopa, tnlrelasaaascom aa
em i4a uella imM coatJawenM9tS|i
um *.c^PMf-.do#oleS!a: fiaCrX
mum portaif bar que assislimos.
a uf 1 ~nor>i9~at fotnust~
nebre do pago das Neceasidades. Era precedido
4e a, esquadro dar laaeeiros, ,e da seis porleiios
da canoa, a cavallo, e vestidos de capa e volta.
SeguUai-s asis de cania a voUa carsuagens
de titulares ais peasoaa que formavam a
corle. 1 '::- a" I
Desos* pe aa diversas corporardes da Liaba.
Commtasofs. e-aa/les, do eentro proaaoUr, dos
ompre^adoa Paiblicoa.. do* hmeos de latirs, dos
actores e actrizes, do corpo commercial, aatlu-
guez e estrau*3rfli es aspirantes -o tOIbiaes de
marinha, a companhi dos bomjxmei, roseopre-j
gados do arsenal, o conservatorio dramtico, os
r.iinqflihAv e ^f'imnffs ajas aselas polvlaoTruioa
e,xerto, medico-cjrtargLca e do collagie raililai ;
urna numerosa commisso das iripulages dos na-
vios mercantes, i freofe da quaJ iam os conde-
corados com a mealtu de salvacio da socieda-
,de humanitaria ; a offlcylidade das armas sciaa-
tiQcas ; os alumnos do arsenal do ejercito; e os
alumnos da casa pia ; muitus collegios da capi-
tal com os seus directores e mestres, etc.
As tres cmaras municipaes de Lisia, Olivaos,
e Belm, e iguilmante a p os Sr. ministro de
estado, viscoode de S da Baodaira, com os aaus
ajudsotes, a p Sr. Tliisgo Uorla.
ma euhca levara uaia corda .de perpetuas
eolreiagada com saudades, ds forma dajiorda
real, para a depositar no jaigg d'el rei.
Seguiam os coches da casa real couluzindo o
porteiro da cmara, e mocos da guarda roupa, oa
offlciaes m6r.es 4a cusa.real, um los auaes con-
duzla aofjai'area;,.pa ucclesia#cos que acuoi-
paohavam o augusto cada'er. .
Depois o coche de respaile armado em cama-
rn), e logo o cocha com o atade do ral ca-
dver.
O panno de velado que cobria o atade levava
pregadas de cada um dos lados as raedalhas, que
S. H. tinha recebido a da sociedade humanitaria,
e a da febre amarella. De cada lado do atade
camlnhavam dous condecorados com a ultima
medalha.
Aos.lados do ultimo coche iam os piogos da
rf al cmara com lochas accezas entre alas dos
mogos de estribeira, e archeiros da casa real,
camiohando todos descobertos. Atraz ia a guar-
da real, com o respectivo estado matar ledos a
cavallo.
Fecha vara o prestito dous esqu sdres de lan-
ceiros.com as bandeiras das langas coberlas de
pr.eto. e a cayallaria da guarda municipal. De-
pois toda a forca da iafaolaria^e cegadores debai-
xo do commando do general Bravu comman Jan-
te da guarda minicipal.
Os cuches da casa real ebegaram a S. Vicente
s tres horas da larde. O atade fui eollocado
pelos competentes dignatarios sobre larimba ao
adro da igreja, e d'ahi levado em um esquife pela
trmandade da santa casa da misericordia de Lis-
boa at a primeira ega collocada no meio do tem-
plo ; as duas medalbas forsm despregadas do
psono do atade e collocadas nos dous lados do
esquife : all a collegisda da mesma santa casa
conloo, os dividos respoosorio. Depois o atade
fyi levado pelos meamos dignatarios i. segunda
ga. levantada. 00 centro da quadratura patriar-
cbal.
Suas magestades imperiaes,
noticia da morta tito laraentavel
tugM, tomaram luto immadiata
darem i familia real portugaeza
sua sympalhia. A celebragoda .
do oome da imperalriz asslm como
ulos forsm sddiad
rraapoodento
qtte a {alta
5ida *>t*ticoti Motos e

w-
I.U

r lento comprehensivo, e nos
dos nosics compatriotas.
e a simultaneilade dos trab-
is sao a eondigio indispenasvel
o das indicadas medidas de sa-
fe*"
ist
_ mi
ram-00 *o desapego
quandooaacuUaJivoso
rigift-^ajiaiie paaa Sr.
e-llya^^egulaile
Mau marqjsea.fe-me V. ado taaaUs psa
vas de amigo, que me anima a pedir-lhe um fa-
ver, trlateaw ms de ^ue ea de^utaieiei
lo breve. Miona
mii e a mha Eltephaa qu-
-nvf
A vista porm das explicagdes dadas pelo baro
de Ricasoli, a caria romana recusou peremplo-
riamente entrar em negociacoes quelle respeito
apezar das diligancias empregadas para aquelle
flm pelo imperador Napoleo, que como mediador
apresentou ao pontiflee romano aquello projecto
de accordo que devia servir para resolver ques-
tao romana.
O governp italiano dando coota dessi negocia*
510 ao parlamento, mauifestou a pouca confian-
ca que lbe merece a pul tica franceza em relagp
aquella dilQculdad.e, dizendo que o gabinete das
Tuiberias se limitara a aprusenlar o mencionado
compromisso, sem que todava esteja d'tapQs.to a
vacusr Rorpa, agora que o papa se nao presta a
conciliagao alguma. De faci as tropas rauce-
zss continan! a oceupar a cidade eterna, e o
general Goyon, conjmandaote em chefe daquellas
orcas, dever em breve regreasar a Roma depois
defiavergozado de urna liceoga de dous mezes.
Esperase brevemente una calorosa discusso
uo parlamento Italiano respeito- da oceupago
de Moma, da situaglo de aples, e da provavel
e prxima libertagao|de Veneza ; ifumptos lo-
dos, que se achara na oidem do dia.
O partido italiano de acgo parece preparar-se
para entrar brevemente em campaobs coolra ,
Auttrii; mas dUBcilmente crejo^oo o ri Vklor
Emmanuel seja arrastrado pelas vistas daqiielie
partido, porquaolo a Fraus tem sempre declara-
do que uio apoiar apoltica aggressiva da ilali
contra a Austria. Entretanto os armamentos con-
tinuara ao novo reino da Jlalu, psreceQdo (ue p
governo de Turfo quer star preparado para as
eventualidades.
O morimfisto.jevoluciooaiio.s aMBgxia cha-
se de accordo com os patrilas italianos, e o Co
de ambo o partidos levar i effeilo e copjnnc-
lamente a libertago da Qungria o de Veoz.
aSaribsIdi, porm, de opinio que a fula nao
aere coataaar antes d*estar a Italia cceapleta-
anenle armada ; a para esse fias esta de veras cora
o goterno iialiaoo. Neste empooho elle coad-
j ovado paloa-arA Bictsolt, que reconhece a o-
ceasiHade daqatella medida.
A Aaatrta pela aua paste arma-ae par resistir
na Hungra e em Veoeaa revolacao ; a tem re-
conido ao rgimen aaiKar para suaUaular 00 tei-
nahuviaaro a mu auiondadf.
Doa Estados unidos tamos aqu noticia* al 8
alo corrale por aia drflUv* ark. A squadra
federal, que seguir emana de outubro ultimo,
a achara dafrMte de Port Royal que aomveara
bsaaoartear. Esaarava-aa que an*zar dar re-
istetKia qae aoda ffaraai* esse pooto viesse elle
* catiir Rf s ipes do* fedaraaa, 1 pas era Taz cor-
rate acaar-saq*aeile forte em criticas oireums-
uaeiaa o* dalez.
4>ria partaiaHvajrapbica do Cairo annuoeia que
aaaM -aaajadvio-aVderal de Irea mil a qatnhentos
ioasees appfele* ao Missssipi, onde terrdoen
coaitrado a e*ofarado* emfargada seta mil h-
meos repellio-os,toaeodo-l*jee artltharia.kagagems
0 al*-Je*^^iaaa>*ii*a. EatraUato a forca
itaaartgoa^'s^laayii|jti
atraveaaar o lia aa*' o*a> exaw a ama derra-
ba. Corri*ea*dva'**;ue -aV earaario gumter
MM pre*adptvr badoes. "'
!* ^.~. bf>.
>a
Seguiu-se a missa pontifical.
Fiodos os actos religiosos foi o augusto cada-
ver depositado no jazigo real.
Todos os corpo* formados em roda do templo
deram depois as descargas do eslylo ; o castalio
e os navios de guerra surtos no Tejo sal vara m
com 21 tiros.
Durante o dia cooservaram-se fechadas todas
aa lojas da capital.
Esliveram no* diaa lie 15 do eorrenle, publi-
cas as salas do palacio das Neceasidades, at
da recepgao, onde eslava depositado o corpo do
mfelu Padre V.
A concurrencia foi oumerosissims ; e gente de
todas as classes da sociedade forara espontnea-
mente visitar o fallecido raonarcha.
Causava a maior taapreesao o ver a maneira
como se apreseutavam os visitantes; o senil-
mente e respeito, era o signal caracterstico do
bom povo portuguez para com as restos mortses
do re popular ; mu tas com a maior reverencia
b joelhados, oravam por seu eterno deicanco.
As salas estavam decoradas como de eatyio
em taes actos, e no panno que cobria o real a-
tade, eslavara pendentes da lado direito a me-
dalha da febre amarella, edoesquerdo* ds so-
ciedad* humanitaria do Porto, condecoragoes
que el-rei muilo apreciava, e constantemente
letJrSj
No dia 16 de larde entraramtio Tejo duas cor-
vetas, que o goveroo hespanhol raandou fon-
dear em frente de Lisboa, pera proteger a."ae-
guranga dos subditos hespaohes.que podese pe-
rigar, em censequeocia ds revolta que urna oor-
respoodeucia de Lisboa com dita de 11, Cor-
rttpondencia de tpana, dissera ter rebeetado,
por causa do fsllecimeoio de S. M., cuja mora
era altribulda a um enveoenameoto couimetlido
pela empresa Salamanca I
O autor ou autores desla correspondencia, que
tao Uaigoeiramente faltaran verdade, sao por
ventura os meamos que mandaram para o Na-
cional da Porto, o inconveniente bolelim que
elle publicou de eatar a popolago aglomerada
em vplta de pago das Necesidades clamando:
morram 0$ Iraidorts 1
Na correspondencia al se diz que as casas dos
ea, pregados hespauheg das liohas frreas 11-
oham silo marcadas com ums cruz rou.xa I
O goveroo hespanlu procedeu bem, mandan-
do para aqui as duss corvetas, visto que boatos
tao aiiairadates rhe erare anviadoa da isboa ;
mas o ue oo possirek deixar de censurar a-
margaraeote a leriandade, taconsequeneia e
mesmo traicio, de quem ousa calumniar por tal
forma ama cidada iuteira, a iliadir o juroaiismo
a o govexno de urna naco amiga.
As corvetee heepaanolas sairaai poneos dias
depois do Tejo por coabeeer o goveroo hespa-
nhol a talstdade de taes noticias.
Pelaav participares telegraphicas recebidaa
coosla que a infausta noticia do faJlecimeoto de
sita magostado el-rei o Sr. O. Pedro V, de mui-
U saadosa memoria, tem prodmido a mais do-
larosa impreszae aas diversa* cortes a que tem
chegado.
Em Madrid o Sr. Caldern Galantes, ministro
dos negocios eslraogeires, apresenlou-se logo na
1 fisgad de sua magestade para pedir ao aoeso
ministro, que hoavasae de fazer chegar pre-
zea da sea* mageatades calholieas, a exprsale da
sua iK* guagua pala depioiavel parda que o mea*
aso auxuelo aanaor e o reino acaba ni de saffrer. O
saraotseo Se infanta D. Sebastio ncarregou aa
daaaaasoamariataa de ir procurar o mioiatr* da
Poragal para Ihe exprimir iguaes seotimeotos.
Sua magestade o imperador dos franeeze* mr>-
doa immediatamente um ajudaote de campo ma-
aiisstarhta viaceada de Paira a maeto viva par-
U que sua magesSade aiaparalrit tomaram Da
justa aatr da {amina real pottagseza.
Sam'raaiasiade oaniperador da todss se Hus-
ataraeMamafeakae el-rpi doe Belgas enear-
regasBto wsiawssos eaaittros aaaspas respectivas
carta* de aKarimir a sua msgastadeel-rai regare
le o aeu extremo pezar pelo triste acoatesimento
guaseo* da aariirir a oagao pevtueaata. /
fisrepraaeoianlaede suss magesladea, e*B-
pecaatore* Austria e ror da Sascia nesta erte
retabeeam ordem aee seas soberano* para n-
primirem a sua magestade el-rei regente a!ki
eioceroirder pelo^eTrnel ^lrja^qa^Pctatu-gal's-
ciba a aoflreP. A corte da Seacia tamoa lutp
immediotaaaala;^ '> s*Je-i ti.dei -1.1
Abim dista, todos asta* aeeeraas a *u* ma-
gaa*de^a faiaha Vraloria dirlgiraai-s* a el-rei
para lh eapnmoa aeaaaM seatime-aios.
%"ji$-Mmp *iitowji."ij
rom-me para jjpntp del^aa. preeinte no corago
o seu chamameolo, e eu devo ir para onde esto,
Quand.9, m*u aro,nviWppzf ,ep estiyer em peri-
go de vida e deva r'eceber p sacramentos, di-
ga-m'b: nao rceie aasastsr-me, por que a mor-
te nao me custa. E'.esta o iavos queihe pego.
O rnejj msrquea-.^auito wa ..migo, mallo
chnstao paja se pegac aistp.,
O veterano mardde^ nad rspondu. Abracou
o seu' sngiisto amfrd 'daitvaAe no hrsgo'psra
que el.-rei Ihe nio viste rebsalac as lagrimas que
M0j)6de__co_nter. O veJhitsj>ldjOj}_das campa-
do -ahaeeVfr. Pedro tinha visto metter tmiHa geeie
' cora valor, mas nunca vire talo valor para saor-
. i)i|,a do Povo, que o Sr. Dr. Simas, quando foi chama-
do ao pago, examinando coaa a maior atteogio
real doente, disse que se S. M. pedeaae conciliar
o aoeaao, pao seria aiada desesperada a ailuagao
do infi-li mouarclia.
S. M. fez urna luna dissertacao 4* na infeliz
sortean illostre doulor pela uuiversidade de Pa-
r'V JS,e-|l,e qu lastioado para faier a (eli-
cJdade dos oulros, pareca s caber-Ihe *m orle
coocorrer para sua iofelicidade.
f Lembrou a prematura morteda virtuosa rai-
nha a Sra. O. Eitepheoia ; reiario-se A marte do
sr. D. Ciclas Mascanaotasa, e fe sent aas cons
deracoes, a respeito da perde de aeu augasto ir-
roao o sereoisjimo principe D. Fernando.
*Q tan lo eu procureea, diz o real infern, dis-
lrabir meus irroos, pela separagao de ama ir-
ataa, do todos querida, ut afcrir-lhes a sepal-
tura I
Quiauffucar ama ssudede, e abr um t-
mulo I
.... Devo morrer; por que nao posso corres-
ponder ao (ira do meu destino Quicial.
- Sau obrigado a concorrer para a felicidsdd1!
de todos, e levo comigo iofelicidade para todos
os que mesan prximos.... a
Uouve do dia 11 urna reioiio de joroalistas ne
eicriptorio do Jttrnal do Conmercio, a cearite
da redaege do mesmo jornal.
Comparecern] 19 joroalistas, representando o
Sr. Antonio Rodrigues Sanipaio, a Revolnco de
Sttttnbro, os Srs. Joo de Lemose Pedros* a Na-
cuo, o Sr. Joao Flix Rodiigues o Perlujues, os
Sreefcgiz Felippe Uite e Luiz de Vascoocellos,
a (Mniiio, os Srs. t'. Lisboa, Ghtca, Souza Bra-
dbea.-Gilt.eilj Rolla, arcta, Bolheese Brito Ara-
nha a Poltica Liberal e estando representado o
Jornal do Commercio pelos Srs. Lui de Almei-
da e Albu iner.iue, Meodes Leal,dr. Rtbeiro Gui-
maraes e 11 beiro de S.
A noticia da morte de el-rei chegou do pago
bora ara que se comegava a conferencia.
Era triste o aspecto daqueila reuoio de ho-
meris. representantes de opioioea diversa* e que
separados, 00 arder tre alguna alea distanciado olleosai, ludoesque-
ciam ante a magua profunda que todos semiaai.
Fallou primeiro o Sr. Meodes Leal, expoodo o
motivo da conferencia, que era oeste momelo
solemne de urna dor geral, que levara alea exal-
tacoo affecio popular para com el-rei, acordar
a impreosa em desfazer oa boatos infundados que
se ievaolavam cerca do pretendido enveoeoa-
menlo de S. 1!. el-rei e seas irmaos Da ultima
viagem ao Alraiejo, porque de se deixarem
correr sem refutago supposigdes absurdas e at
criminosas, podiam resaltar coosequencia* que
chegassem a alterar a ordem publica em leo af-
flictiva e critica situsgo.
O Sr. Rodrigues Sampaio fallou muilo indicio-
samente, no mesmo sentido, diste o theor do
artigo que antes-de ir para reuaia** o de saber
qual era o aeu objeclo tioha, escupi, e o pri-
meiro da Reoolacdo de boje, que era o- masme do
Sor.

^mT^'^r^r^^^gs^&s^m^
accordo.
O Sr. Joao de Lemos declarou por parte da Na-
(o, que o jornal faria causa cora mura com os
seus collegas da impreosa para rebaler tira boato
sem causa, e que poda ser de funestas coose-
quencias.
O Sr. Pedroso fallou 00 mesmo sentido e al
citou varita faclos e incidentes prevsndo romo a
iosatubridade dos sitios visitados pela real fami-
lia est produriodo acon(ecmen4os semelhantes
sos que lodos lamentamos.
O Sr. Leite por parle da Opinio, foi do mes-
mo accordo, bem como o Sr. Or. Lisboa e Garra
repeseulantes da Poltica liberal.
O Sr. Dr. Guimaraes lembrou alguna alvitres
no sootido de plenamente socegar o publico cer-
ea da inqeiotagao que mamfesta pelo boato que
*odo os presentes ilaham como um dever des-
truir, por ser injuslificavel.
Houve a mais completa harmona a reciproca
ooosidersgo durante a conferencie que durou
cerca de urna hora.
rometteu netaOnintao, que
cial. apaflBeo parlag
le do tfMaVa ia se mare-
os em grande etosla para me-
icoea de salubridama do naiz.
.lleiins do eiUoo da aaude de S.
^ac.j|a4|M|U D. Augasto o o saguat en-
termo ttm akans allivios. Eetraiaota anda
inspira sesjojp^uidados, pois se aconar* em
grande abiUataato.
No dia 18 do correte rea*taM-M a disaccao,
conselho Qsoal commis.=3o MMUlladora da ao-
cieJade do palacio de crystal portuense.discutio-
de-ea e aunTorerrdg-jip na rennrtnra praynua da
dtreciap, para que esta fosse autorisada a pro-
mover ir cldade do Porto urna subscrtpglo pu-
W.ic, cojo pxodust dere ser desunido a um
mpaomeolo de S. M. el-.tei o Sr. D. Pedrp. V, de
boa e saudosa memoria, que se levantar aa
local onde o mesmo augusto senhor,e inaugurou
em 3 desetembro do eorrenle aono, os trabalhos
a (EtyiaUucc^ip. dpjialacio. Ae^yyst! pcar
D. Mara II e a exsltagio do Sr. O. Pedro V. ao
throno. Foi o aojo do bem qua Dada faz.aisaa-
lar sobre esse throno como para asaamrara cpn-
aifflsVfflsit "
pa,ra
tuense.
O monumento ser urna estata de marmore,
d^aqoelle illustrado nrdoafeha, dbra om pedes-
tal em qaa se lea a ineonoga* : Os portuenus &
memoria Jo sea charada mnn^rrh^ />. pf.
4rrr-.
Para esta tribalj de ecoohesimeeto porlueaae,
aederao coocorrer todos, aiada os mais desfavo-
recidos da fortuna, porque mesmo as mais insig-
eificaates quantias seraa bem acceitas ; podando
assim ser de todos sem excepgo a homenagem
e tributo de gralido, que ae aeseja prestar ao
que foi grande amigj dos portuenses. e o aais
desvelado protector da industria portuguesa.
A directa* da sociedade do palacio de crystal
resolveu pedir a coadjavacao dos eommaodaote*
militares, autoridades locaea, cheles e directores
de estabelecimentos industriaos ele, psra que ae
encarreguem de listas de subscripgo ; e bem
assim decidi convidar a imprensa a auxiliar o
sea louvavel ensbre empeoho, abrimdo aaubs-
oripgo aas radaeges de todos os joroaes.
Os ioroaes dos Agores noticiava a inaugurago
da dfka de Pona-Delgada, obra ha tantos auno*
reclamada por lodos que se iutereasam aa ros-
peridade da iiha de S. Miguel, e pelos beneficios
que della resullam navegacio. Este tuccesso
importante encheu de vardadeiro jnbilo os mi-
chaelenses.
A ceremonia da inaugurago das obras dadoka
eiTectuoe-so em SO de setembro ultimo.
Eis a copia do conteudo 00 pergamioho que
com algumas moedas de prata foi meltido na
pedra daioauajurajo ; ,..,,,,,
Esta primeira pedra do novo porto de Pon-
ta-Delgada foi deilada uo reinalo de sua mages-
tade q Sr. D. Pedro V, po#S. Exc. o Sr. Flix
Borges Hedeiros, governadpr ?ivil deste distrteto
e presidente da janta creada pela carta de le de
9 de agosto de 1860 para administrar os fundos
destmede eonatrttegao do dito porto, aeate dia
30 de setembro de 1881.
< Ests junta com posta dos seguales mem-
oros: Clemente Joaquim da Costa, Ernesto do
Canto, Francisco Machado da Faria e Maia, Jns
Jacome Correa, Jos alaria Raposo d'Amaral,
Nicolao Antonia Borges Bilteocourt.
< Sir Joha Rennie, membrn da real sociedade
de Landres e ltimamente presidente da institugo
de ongenheiroscivis da Gra-Brelanhi, eo eoge-
nheiro chefe a Mr. John Plews, tambera mem-
bro da dita iostituigao, o actual engenheiro,
debaixo da dirego de sir Jobo Reonle.
Obliveram-se mais promenores do naufragio do
brigue Conde :
Por ofBcio do eacsrregado do consulado de
Portugal em Liverpool, dado de 25 de outubro
ultimo, consta lerera chegado quelle porto dous
marinheiros perlencentes ao brigue portuguez
Conde.
Para conheclmsnto de qasm convier ae faz
publicar a payte do referido ofBcio, em que se
encontrara alguna pormenores sobre o abaodooo
daquelle navio :
No dia 21 do corrate rto* apresentou-se oeste
consulado o capitao J. O. Johannesen do brigue
norueguez R. Wold & Huilefeldt, rindo de Lagos
(costa occidental da frica), e o eoosigoalario do
mesmo osvio, Mr. Poyo, oegoeiante norueaaez
nesta praga, dando o capitao parte de ter encon-
no dia 4 de outubro, em lalitude 3G* e
longitud 19*. o brigue portugus Conde, sem
leme, etc., lento a borlo dous homeus, es
quaes elle tomara, assim como os papis do na-
vio, tres bas com roupa, etc., perteaceotes ao
capitao e piloto, um chronotnetfo e mais alguns
objectos.
Tambera salvou duas velas, nao podendo tripu-
lar o navio por achar-se quasi toda a sua gente
com febre.
Man le logo tomar conta dos dous marinheiros
e informaodo-me dees do acontecido,soube que
do brigue portuguez Conde, proprietario Manoel
los de Conde, residente na Bahis [Brasil), donde
saira no dia t7 de agosto passado eom destino
eo Porto e escala por Lisboa, trazendo a seguiote
carga segundo o manifest:201 oaixis com
assucar;432 saceos com dito;6 barricas com
dito;2,979 couros seceos e salgados: 11
passoss de tripulago.
Achando-se os dous marinheiros na cmara do
navio, para objeclo do servico, ouviram gritare
correram logo ao con vs, poru, infelizmente,
j nao encontraram pessoa alguma.
Um grande golpe de mar tioha varrilo tudo do
10; e1 assim fallecern: nove pessoas, iuclu-
linuago da paz dos dous ultim
nado da aua virtuosa mae, como de feito tal asea
gurada oa regencia doa rite edooa mezef~q1Te
> sympathico monareba- pai, o Sr D Fernando,
xerceu.com appvaracio unnime, at a maior
idade de seu filho primognito, qaa oi a cela ata-
do e jurado rei ate Portugal sos Mate setaaabro
de 1855.
O povo cha moa-Ihe entao o meaarcha aspi-
t&Hcoio,porque reconbecia no Sr. D. PeeVo V.
tas dotes naturae, que mais taade patelaen,
para a boa gonrnagao do estado ; *ia aetie o
fberdeiro das vinlaaaa aavraiaha atu.mai.daon-
A*r* que o aeu ratoada, iaeolo doa erros fea al-
guaas vezes fuer.1 m pasear por crueia preaacoes
os seus augustos progenitores, fosse um doa rei-
nados mais fellze i.
Appellidou depoisinfeliz,porque passado
um anda, (1858) fulo reino devastado pelo chole-
ra-morbos ; no seguiote, f,1857) ve a Tetare a-
uurella fazer milhares de victimas os capital, le-
vando o terror a ^oasteroagdo so seio das fami-
lias e tornando a populosa sede da mooar-
ehis um qoasi ermo \ apos desla epidemia hou-
ve um ormdavel tremor de ierra, (1858) que
teve por alguna dias em sobresalto os hattan-
tM de Lfsbba e oatrasjtrras do reioo, reoceiosos
da repetigo 'de temorosoe trra mulos qoe per
maia de ums vea teem destruido aquella crtlade ;
seguio-je a oiorle da raioha, Sr*. I>. Estepha-
irla,-fl8&) rendo assim o"Sr."D. PedroTTo bre-
ve trocadas pelo cypreate as rosas da coma nup-
cial I....
Appellidou-o tambem o povo de reipopular
peta dedicaco e desvelsda solicitado com que
o Sr. D. Pedro V., ose suas viagenss arovid-'
cas, proenrava informar
seus subditos. As suas
montos pos, a eso olas de ensino primario ese
cuodario e s cadeias eram
Nao foi intil para a placidez dis polmicas
jornalistica uestes dias de tristeza 0 de luto a reu-
nan desies 19 joroalistas.
O primeiro acto poltico de S. M. el-rei o Sr.
D. Luiz I, o juramento prestado na seguiule
tttSSkl?Sf M*rali8c,r pe"te cC"~ i ^,eir oos- "*,
c Portuguczeal Pelos decretos improscutivei
sive o capitao.
Os seus Domes sao os segaiotes, lirados da
matricula :
Capitao, Jos Riquero, S. Marlioho, 32 annos,
casado, (litio de Antonio Riquero. piloto, Manoel
da Providencia Divina, epaeonfermidada das ios-
lituigoes polticas do reiue, foi chamado a pre-
sidir aos destinos da naca*.
mensa, que todos acabamos de experioieuiir,
consleroa o meu coracao. O piz chora a morte
do mais juste e illustrado soberano, e eu derra-
mo lagrimas sobre a sepultis do mais caro dos
traaos.
No desempeoho da diflkil jajjsao que me
conada,procurare i seguir ps ponajWeieiEplos que
rae legou viriuuso moaarcha lio prematura-
meate roabado afleigao do seu povo. Obser-
var; simen te as wistuigespolilicas do meupaia
to conforme prescnpgao dos meus deveres,
como ao ditanie dos meu* senlimenios.
. Emtcnmprimonlo da caria constitucional da
mdnarchia Juro manier a religiu catholiea
apottliea romana, a iotegridade do reino, ob-
servar e fazer observar a constiluico poltica da
naco portugueza e mais lea do reioo, e prover
so bem geral da nago, quaoto em mira eouber.
d Este duramente aera por mim ratificado em
breve n prxima reuniao das corte geraesd*
nagio portuguez*.
Teaho resalvido que os Mtqaaa ministros e se-
cretarios do estado coatiuuarenj uo exercicio daa
auas respectivas funegoes. ^ ,
Pago de Belm, em 14 de novarabro de 18*31-
Bei Mrquez d Loul Alberto Anteaio da
Moraes de GarvalrwAntonio Jote d'AvtUVis-
conde de S da BoadeiraCarloa Bast da Silra
Tbiago Auguito Valioso da Harta.
As cortes foiam cearoesdaa para o dia ti de
dezembro prximo.
Logo qaa .ae abrir aa cmaras val-ae-lhe
entregar am requeriineolo astgoado pelo publi-
co, cuja conoluso ,a segwate :
Os pantanos naturaes devem ser destruidos
peles sau*. POP/^ayaft_D)ediani^,,a.u;xilio do
jlf'Wfl.,n1lHMDIK eWtyiPttrno, depoja
da competente expropriagao.
Oa pantanoa ar|jJQciMs_'e nbmeadamehte os
tfP1.8*i 4T*n|t Vt Vi***mpieame.qtft sup-
raaiabejqQot os t|raoos jjaa coadagoes G,lu-
? V^aaajt.-.da liae4a ,* ragimeaa
?%**
cjW1deroJ|r^t,aB
pela icadeflm^saacvi
^a^^*^WWjj
lu t'ik'i
"'^ftWAf/W*!
;^aWi^T*ooac
M*ea>:acmHlAdo|
asv^fWcJrapJi
a ^adacaa, os
efecio oa meninos or-
, B*Mf0I meninos e meninas
Slancta desvalida, as recolhidas no
is abaodooadas, e o* pobre do
asylo de mendicidide.
^lTmraeSflK'^
AcamaaaaiaataAsipal deaU ciaade oottMaa de
nlre leas atembros oes* oraasHaaao da men-
aagem da Beimea temie real. Parta boje
ara Lisboa pela mala-peat*. Caaae meaato flm
deaet aaaaatba ir aa roed*.po***.*> a cemmis-
M^StSs!$m!k\Za '*""* ^^A-tes[
cryelal, e club portaeea* tamba aaaadsr
a Lisboa mensagens de pezame*.
*. ^ *^* J^-aaJiia dos pagna da municipalidade
portoaoea- o bando, a annnnciar cora pregan a
morte de el-rei o Senhor D. Pedro V. Na fren-
te iam dous bstedores, segoidbs de oito tambo-
res rufando em*taixas destemperadas e coberlas
de crep. a*o*taAes liatn a oarallo pragoeiro
e doua continiius em trajes de ceremonial e rigo-
roso luto, com Tumos sollos cabidos dos chapeua
de abas largas.
Una piquete d* cavallerta.d* municipal fecbav*
tute prestito, fuoeraiia-
A ceremonia da quebra doa escudo, aua j
em nossos das vimos nesta cidade pela morte da
rainha a Seohora D. Maria JI lera lagar ap Porto
0O da 9 da dazomlu unai
Para as exequias solemnes deanou a cmara
municiptl a di 16 do ekVndo iiiez. O progrm-
ala nao-fot sldTla publicarlo. TJmjnroal desla ci-
; ffade conclue da seguibTtamaneia um artigo qaa
I dedicou. eate atsuapto :
-se das necesidades dea i J*l$vr tof"nil'.f1 noITlPoi,r Wmo em lodo a
vigilas aos estabeleci- 1 *"* ? toorle do Senbor D. Pedro V, e urna in-
uiteae^ D0V/el Qa qi,ebM d05 e'sc,,,l0, 4rU "' *
fados que todos alo- JlS"^!'l.q""d0, "" inof'sSo ,ow *'?"
pnaaa aos lempos de hoje e Uvesse comparago
a ceremonia oos lempos antigos.
Antigamente, como dissemos, acompanha-
i> o prestito os cidadios. Com" o rgimen 11-
giavam.
Agora, que o monareba ta querido se oou. COm J_c.?m??i8 oos lea>P? antigos.
o povo cognomisi-o derei muato amado.
E amado ficou n Sr. D. Pedro V., e lio amado
que urde se desvanecer* aa pungentes records- 5!"'.DihA dJ,"nc,T0 dftcidsdao por que ci-
goes do seu pista ment.
E cazo sobra para isso.
fllho de Jos Pereira Setieiro, maroheiro, Joa-
quim Pereira, Venda dos Frades, 33 annos, casa-
do, filho de Aolonio Pereira, maroheiro, Jos
Rocha, Alfeizeifo. 23 annos, casado, filho de
Antonio Bocha, mogo, Jeae da Silva Alfeizeifo,
20 annos, solteiro, fllho de Joaquim ds Silva,
mogo, Jo9 Daniel. Ericeira, 20 anoos, solteiro)
filho de Franciso Vicente, mogo Victorino Perei-
rs, Alfeizeifo, 21annos, solteiro, fllho de Pauli-
no Pereira, mogo Joaquim Rlqoero, Famaligio,
20 anees, solteiro, fllho de Joaquim Riquero.
mogo, Constantino Nones, Salir do Porto, SO
aoaos, solteiro, fllho de Antonio Nunes, sendo
os que se salvaram : o cosiuheiro, Anseleto
Franeisco de Sales. C'icaes. 26 auuos, solteiro;
e o despenseiro, Manoel Riquero, S. Martiflho,
30 annos, easado.
Esta ultimo irmo do capitao.
__^______ J"
Porto, Gde novembro.
Mais um Dome a registrar 00 ebtuarto dos rei*
de Portugal I Mais um reinado perteocente his-
toria. Corto foi elle, a se exeepluarmos o go-
remo do cardeal rei D. Heorique, o reihado de
monarcha que acaba da liuar-se, na serie doa
res portugueses o segundo de .meaos duragio,
mas a sua historia, efancam-no es sucoeaaoa
cootemporaneo, ser muilo maia importante do
que* de algn do seus antecessores, a oceupa-
rA, pela lado cmliaidor a hnmanitario, a* mais
brilhaote.|JBgifl8a ao lado das maia brilhantas
que esss fiel depositara dos successes dos tem-
pas paseados nos Iraosmiitio.
Ierdeiro de um throno que representara a re-
volugo liberal, o Sr. D. Pedia V., eubindo a ella,
ni o fnltpu aos principios em que asseotaram a
t|a bises.
Fiel aos cooselhos de sua ettresoaa mai,
camaeeu o havia sida aos do aeu nudoso pai,
quando na hora extrema Ihe disse :S el S
carta, sgateota-a de lodaa a loas torgas 5
ama aos porloguezesque ellas o merecem !___
> Sr, D. Pedro V, foi um modelle de monarcha
conslilueioBill
1 A grandes revolugoes nao se opperam em pou-
cos. dias. Como nao nascem de meras causa
aecidaniaes. mais s de neceasidadea mui positi-
'ft.ua,q lempo epcarrega d irapoolando, a
ceosolidacAaobjecie de taatitoa annoa.
lo^f*,,l*T'",M1^^'' 'u* W%Jaa*a,tannoa-^B*
lK'*0 \-P*Mra -Mveluga itetaJ,.at
*adA*ftue at reooido o partido raabsta-t
houve aaa eoAtiddada e nunca Iatcraarpida lu-
lacaire oa aaotarios das eelkae e t* movas
ilsteKia,. pi^sjeeo, fMiavda da grinde revo-
liMeaa 11834 A<*%> Je.aslidaa|0|,rapn*pa,-
Itdo reoattVor a .totano per*** oas thutw
** coi|tlid#tlo do ayslema jtpnaaoiettra,
que a revoluco viera Implantar.
-Sucaedeu em 19 a lin^etif mtr#aj|r.
Nos bospilaee em occasiio de trrivel epide-
mia, virao-io impvido despresar a:morte, apro-
xiraaudo-se ao leita do enfermo a dar-llie con-
forto, a, quem sabe, talvez a vida, chegando a
sua pbilaotrapia o caridade christa ao ponto
de levar pelas auas propriaa mos o remedio aos
labios des iafeliies I....
Nos instlalos -superiores da letras, nos colle-
gios de ensino secuodsrio, e as aulas dos pri-
aaeiros redimeatoa gioriavA-se He deslribuir as
recompensas dos que pela sua spplicago ao es-
ludo se loroavam dignos deste duplicado ga-
lardo.
as cadeiis observarao-lo rei piedoso, e ciia-
do humanitario. Traospanha os hombrees des-
tas casas para indagar, e mesmo inquirir com
miaueiosidade o seu rgimen interno, e reconhe-
ceuqueas prisdea em Portugal precisara, urna
cmprela reforma.
as estas civilizadoras do trabalho e da indus-
tria apparexia orgulhoso dse ver rodeado dos
que coosomem a vida as lides honrosas do
campo, da fabrica o da officioa.
O 6r. D. Pedro V. foi, finilmeale, perfeito rei
constitucional, um hornera estudioso e contem-
plativo, um protector da humanidade a ftela
um bom amigo dos seus subditos. >
Para eommemorage de to ptimas qualida-
des, raras vetea reunidas n'um s hornera, eslSo
abenas cesta cidade subscripges publicas para
levantar monumentos memoria do chorado so-
berano. Dizemos monumentos porque mais de
um que est em projecto, e Deus queira que tan-
to excessode dedictigio oo d resultados nega-
tivos. Duvidamos muito dos esforcos assitn di-
vididos. Estriados os prinaeiros eethosiaamos, e
depois de sarj tarde para acabar com realida-
des, cede-se fcilmente a qualquer embarago fi-
aaoeeiro, porque impossivel reunir as sommaa
precisas para levantar dous, tres ou qastro mo-
numentos, digoos da segunda capital de reino,
que porani aadam em projecto. E mesma que e
nao fura, seria este fsclo urna vergooha para o
Porto, quando elle est ainda em divida de urna
memoria ao immortal duque.de Braganga.o Sr. D.
Pedro IV. Pague-se primeiro a divida Be grali-
do nacional ao dador da caria coostitucional, ao
libertador da patria. Erga-se um monumento 10
Sr. D. Pedro V., que bem o merece, mas, ao. par
ueste, o que iam tem se Sem isto parece-nos t urna aiToota memoria
dnelo o lerau .sr-se-lhe mais de um-monu-
mento.
A iniciativa para este mooumeuto parlio da di-
reegao da sociedade do palacio de crystal por-
lueuse. A idea ioi logo abragada pela imprensa
jorualistica, como ella costuma abrigar todas as
grandes ideas, e hoje j urna divida contrahida
pela cidade invicta o levaotar-se urna estatua,
cujo pedestal tenha inscripcao.
Os Portuenses memoria
a D0
Sen chorado monareba
Uboi D. PEDRO V.
um outro monumento projectado dos artis-
tas portuenses. Nomearam pa ra esse flm una
commisso.
O promotor foi o Sr. Jote de Azevedo David,
corneiro, grande enthusiasta e admirador daa
elevadas qualidadea do finado monarcha. E tem
sobejas razos para o aer.
O Sr. David recitou uos versos na preseaca do
bondoso Sr. D. Pedro V. por acgo da inaugurago
da exposigao industrial. S.M. dignou-se no lira ds
ceremonia fallar ao Sr. David com afabilidade
com que fallava aiada ao mais humilde dos seus
subditos.
O Sr. David est hoje coadjuvado pelos princi-
paes artistas seos conterrneos, e eom esperan-
gas de que o seu patritico intent ser levado
execugao.
Os sffragios pela alma do soberano muito a-
roadocao mcessantes. Desde o operario at ao
cidado de mais elevada elaase sociil, lodos pa-
recem porfiar oa demomtrago mais solemne de
seolimento pela perdo do desdiloso rei.
As confrarias, as directores de collegios, os
neis dos escriptorios dos escrives, os caixeiras
de commercio, ele, teem mandado suSragar a
alma do bondoso monarcha.
O Sr. viscoode da Ttindade, a quem a ordem
lerceira da Santissias Trindade deva o estabele-
eimeato do seu hospital, e o lyceu para-eosioo
gratuita dos ilhos doa iraos da mesma rdeas-,
em demomtrago publica dos seolimentos pela
prematura morte do Senhor D. Pedro Y, raandou
celebrar 00 dia.23 na igreja d'aquella orden urna
misaa solemne e responso a grande orehestra ;
diitnbuio vestidos de luto a fithoa dos irmos
trinitanoa maia pobres, flxaolo este numero em
retordago dos annos que o chorado monarcha
lieha completado. Duou ao hospital pira sus-
teatagao de maia ama entrevada que nelle en-
trou neste da a quaotia de 2:0009000 rea em
oscrjaco*,*.. coa a OOtMUga aaaual*a.uajsa ^ds-
sa resada ao da do inairerjario do allcimento
do chorado monarcha.
m alurcpo de 12 anuos leu um discurso alu-
sivo a este tacto, ra occasiio em que o Sr. vis-
conde conduzio a entrevada ao seu domicilio no
hospital.
A igreja eslava adornada com a pompa iuoe-
raria proprla de taes aetos. Na capelU-mr le-
vantava-seuma ga com aa insignias da' tealeza
.obartae de lulo, aos ladea da qual estavam tt
meninas e 12 menino*. feaJidos com as roupas
novas j mencionada.
Era resultado de urna subicripgao dos logistas
de um dos.lados. da calcad dos Clrigo* hotiae
00 da 2*pa i*j(ej* da collegiada que iam aq.ueJ>
le oome, urna missa aolemne cantada com res-
ponso. .0 iftmpt. forrado de crep, *.c*4efan-
tada na cap,elU-nur CA-t9daa as insania*.ma-
gestl|ca*.e*cudps.rqaea e da casa de Jrigaoca.
cobert tudo 4,,luto e cpm o diat mlajIM
awt!,fc*' HPffMIrat. M. ellew,&lir
1 l tmsM**?*tSPt>fi'm9 <,fc4**^*,-wi,l,T
narcha bemquisto, e caja dor a graneado Mist,
fft 4 ^^TWFIT*IfA All^sriPiaa^aari-
mos cabh de .o^ba,s[^oMa,tfl^te arar.
AsspUraiapamiWtPAPiifjbaee. o da^ampara-
doa, oa meninos e menioaa da,a*ajt,a>i^|Baesa.
infancia, oa pobraa.iid-UjlO-de mendicidade ; e
.m>rm^^^,^D^^*W r6Cebe-
^aUvvM* <*ma amla Mi afc**3e*maMii ri^dajaif aMla
19 na %jaaatinaij,iiaavaaiiaaia eaaekaadaera-
rio eapJiuUnMmlaua^attaa aVflMk1o.
dado tolo o portuguez.
Maa ha bi s assodsg5es que tsoto brilho
adqortram 00 reinado do' Senhor D. Pedro V.
Nao podiam ellas ser representadas no prestito
pelas suas direeges? Nao podia o jornaliamo
que tanto incremento tomou no reinado do libr-
rimo rei defunto fazer parte do aeompanhamen-
< A idea ihi fie*.
Em Ooimar&es, em seguida aos sffragios re-
Iigioios por alma do Senhor 1>. Pedro V, que a
cmara municipal mandou celebrar 00 dia 18 oa
antiquissima collegisda de Nsss Senhora da Oli-
relra, sahio da igreja a difa cmara incorporad*
a annuncar aos habitantes do municipio a in-
fausta morte do rei, convidando-os a que trajea
de luto, e a fizer publico que no dia 27 tr lu-
gar a ceremonia fnebre 4* quebr dos escudos.
A ordem terceira de S. Francisco da mesms ci-
dede, no stimo dia do enterro do finado sobe-
rano celebrou no seu raagestoso templo um ofB-
cio solemne, havendo missa geraes, e sendo
cantado com acompanhamento de msica instru-
mental todo o oficio, a misas de reouiem e a
absologes.
Eft Vlzeu est destinado o dia 11 do prximo
dezembro para as exequias Solemnes, com ves-
peras, que o prelado diocesano manda celebrar
na cathedral O'aquelta cidade.
Na larde deste mesmo dia, e por determioago
cmara municipal, dever verifiaar-se a ce-
da
remonia da quebra dos escudos.
Em Braga teve lugar no dia 20 a cerenjonta da
quebra dos escudos. Eis que a tal respeito diz
o Bracareme do da 21 :
A cidade de Braga, augusta e nobretem
cumprido augusta e oobremeote o seu doloroso
dever. Coberta de msgoa e de luto, nao tem ces-
sido de correr so templo para orar pelo eterno
descanso do Senhor D. Pedro V, de boa memo-
ria, e acaba de dar aa lgubre solemnidade da
< quebra dos escudos um publico lestemunho
da sua dor.
< Como eslava aanunciado, sahio honlem do
pago do concelho s cmara municipal coberta
com ai suas lutuosas vestes e seguida de todas as
autoridades e grande numero -de cavalheiros o
povo, que correram a prestar saudosa memo-
ria do sen rei fallecido quelle tributo de respei-
to e amor.
Era precedido o cortejo por um piquete da
infantaria 0, que abria camioho por entre a mul-
tido de povo que estava agglomerado nos luga-
res onde s tioham erigido os pontaletes para se-
rena quebrados os escudos. Seguiam os veres-
dores municipaes cobertos de crep e chapeos de
aba looga, levando cada um o escudo que ceva.
quebrar. Em seguida e a cavallo. arraalaodo a
baodeira funeraria, ia o presidente da cmara,
que no abatimeoto das cahidaa feiges deixav*
transparecer a profunda magoa que Ihe enlutava
o peito de portuguez e liberal.
O goveroador civil con todos os seus empre-
gados, o coronel do 6 com a oflkialidade dispo-
nive' do servigo, o conselho do lyceu, os empre-
gados de fazeoda, o director de obras publicas e
todos os seus empregados de secretaria, es or-
phaos de S. Caetaoo, muitos nobres, cooselbei-
ros, commendsdores, cvelheiroe e multido de
povo seguiam a cmara em respeitee cortejo,
que era fechado por tm balalho do regimeoto
a Os sinos dobraram em todos os campana-
rios ; as ras do transito estavam cerradas to-
das as portas das lojasajle commercio ; a cidade
ioteira manifestara a sua ddr do modo mais pu-
blico e sent jo.,
To acto de quebrar oa escudos, quando o
tambores da guarda davam os tres funreos ru-
fos, repetta o digno presidente, inclinando a
bandeira para trra : Chorai robres, chora!
povo, a morte. do votso Soberano, o Seohor D.
Pedro V, rei de Portogal e des Algarres. Eram
aquellas as suas armas.
< Vimos eoto correr lagrimas abundantes de
muitos olhos. Por |cima de cicatrizes honrosas
ganhss no campo da balalha e com imparidez na*
frente da morte que vomilava o canbo ou |ra-
zam ao Oleiras adversas Da pona das bayonetas
vimos desusar o praoto de mullos saldados de Ii-
berdade. Muitas damas das que adornavam de
luto pesada as galeras do transito, e. que era a
poltica era as ambiges ligsvara ao bondosa rei
choravam amargamente as virtudes doSr. D. Pe-
dro V.
O prestito, depois de percorwr a ra dos Bis-
cainhos, a ra Nova, 4 do Souto, lado occidental
dotampode Saoi'Aoaa, Feote da Carcova. cam-
po da Vioba e ra de Sauto Antonio, parou de-
fronte de palacio municipal d'oode liaba sabido.
Eoto, apeaodo-se o digno presidente da cantara,
subiu i galera do palacio, e, agitando a baaaeira
negra, disse, profundamente conmovido :-*Cho-
rai nobres, chora), povo, a anorte do mui apare *
poderoso Sr. D. Pedro V. rei de Portegtl e dos
Algarves. ,
a Nobres e povo chorara eindi e eborario por
por longo lempo as altas virtudes do que foi re
do que soube ser rei, mas que passou velos a'ea-
te valle de lagrimas como o relmpago aas ares.
Nao se demora os terr quem nao d* tara*. S
c acarara as ciniaa, pra koorarem oulris da-
zas, que lamben pertenceaem a rei, meos io-
felizes perm, meijo* chorad**, -Deacaocam asa
S, YiCaote de Fra e a paa do limlo seja. para
z /,' '. :,:'.r &*&:
A eleicao dcamara municipal par* o sieaoio
de 1862-1863 que stava detrmiaad* para o dia
17 do correte 64eve Logar ele- haaaea U, em
coosequeocia do aacasao.iutu**Oiaor quepeaseu
a nago, a quaLteioeakiar mailj a puco* iaito-
ral que. anda asaim, lavou> buUnt gaat
iuaa.
Oseletore estavam dividido em UaopBee
leudo cada um detts o aeu ootro- elatoraf. m
Irabalhoe Pr a reeleigo da actual cmara. o*
oulroa.dout pretndiam qua a adraioiatragao asu-
WfiP*mff ^flaej* *>0oa reraaaorea. .
.,Fot realoita a atioalasaai*. Qtjtaraadouqua
Waciiiida-da^MeiuJlachado........I5a ret*
*li"a!^l>W0S,,MWi:a'.a.'. Sr'
49*fi... 4.
Al9d%';?*r# i#r4 W*. tj
\pW9wflOi m*.s4*.|
'ViAM(a;d*H
6i MaWO'lfMW( 9e,"i^^^^.vri^iraivvei <
; -taaio d>i9 dsjatea***e niasiiiaa>
#aHaaatreateafsje* d*la*0 icaram addiadjos'aai
+ w+mt.ws_%A)spmi'\s*1omu<%dmmA. o
loMt dtasctyru ratathaedltsaar mena.da ai- -Parta, aOeukKM Mtepattttttcva'

c
#u*w m MNuwmai mmm. u Q*mmm m m
a
W'
aj*,
----------..Jal
.eleiccfc* |MMBt lie U-
MS', Tui
ca aerase a
zenits, pei>j
principe,
4 oo rel-
uir, ataim
predcea-
S* II >je, comprehende-se geralmenle que p>r
saiisfac.o das jiecsesidade municipaes se deven
esculhdr bJ^irttoVque maior probabilidade of-
ferecaa detbee adaioiairego municipal sem im-
portar o partidoy que perlencem.
A escoiha assim^^atfiade ptimos resul-
tados, por que cerWtB/ras aredfes polticas cou-
taea cldado benemritos e eteataates, iimuii-
Ctpelidadee deiaaeetn 4 rauresaniat 10 did
coeneoiicute eojatiso, p.tasaran a ser a genoi-
m NNHata(9 da aaueteipio.
O govemador civil absieve-se de influenciar
neste l1i|ija> Sfcp.ediu rala eeetiso eiecuta-
rea naa-MomiearUes aoa admiaislMderes doa
bairroa, e estes aos regedorea ds parochia, que,
* asee 4j verdad*, observaran a ais com-
PUI* euUa**4e. Retan duas entidades admi-
nistrativas se as quaem taea actos coiluraavaoj
Raeetar aalMsa auxilio a* chafe epenor 4o dis-
pele quaneo ellea bem da cauta publicaao-
tendia qa a un influencia de-cia ceocoraer pac*
Q rejultado da urna.
Nas cidade e villas era cata iauaacia coulra-
balaogada pula independencia da nuiloa eleito-
ra, sordo* nae aldeas u aioda hoja os taea re>-
gederee, tama car satura data elige* capiaes-mo-
fes. apa-se.Mo team o seu mando desptico sa-
ben caoalud* valer-a de ouite oseaos pacaoon-
seguirem os ana fina.
Aa cteias do rio Doura teem mostrado que
nejceeeiilo oa aproximego do invern adopta-
rem-ae setas precaacoes para turnar nenos
damnosa a furia dos elementos quaodu embrave-
eidee,iComo aqu se lifim o auno passado.
Pata tivrar de reapeeiabilidade, o director da
altaadaga oa Porlo, previrwo. por avisa da 18 do
crrante, os posauidores de fazenlas e geeero
ensilados na aetaco Oseal da Masaarealos que
ae.; obstante se adaptaren por parle desu casa
fisoal lodaa as medidas de eravengo aoseu alcan-
ce, cao ae loroaett, oom Udo, reapousavel por
quaaqur erejaizu cansado por torca maior e-a
que nae oa obstar; loonvidando fiar tanta os
inleressades a daaaaohar a algamas fazeodas en
tempa oaeorluoo, afim dse deaavolumarem os
armazces, que se acham excesivamente cheios.
Anteriormente, por ediial de 19 do mez ultimo
o intendente da marinha do Porto tamljem pre-
valo os praprielarios a capitaes de nario surtos
na rio Bouro para tomarem com lempo as preci-
sas preveoees para a bou e segura amarracao dos
mesruo osuos, muninJo-se das amarras oecessa-
ria, e conservando a Dordo as suas tripulares
aiim de acudir de prorapto a qua|qur ereotuali-
dade, e para qde nao succedesse comooa prxi-
ma passads cheia, em que urna grande parle dos
navios se achavam sem guaruiQoes, e tornndo-
se respoosereis, na falta de cumprimento destas
reeommeodacoes pelos prejuizos de que forem
causa.
Comecou a fuiceionar no da 20 a nova repdr-
tigo do Vilo, que a requeriraento jla Associgo
totnmercial o goveroom andou estabelecar, com
coosenlimento da mesma associacSo, na casa da
bolsa,
O regulamento, lo necessario, e mesmo indis-
peosavel, para a execugao da lei do sello parece
que ser brevemente publicado.
A falal viagem do Sr. 0. Pedro V", ao Alemte-
jo, e as suas deplorareis coniequencias, demora-
ram nao s esie, como muitos outros negocios de-
peodeates da assign slura rea).
Sao frecuentes as tenliiivas de fuga dos presos
as cadeias da relacao do Porlo.
Ha poucos mezes lueram elles um rombo
n'uma das parede< eiieriores pelo qual um dos
criminosos cn^gou a eadir-e, mas foi logo a
pouca distancia agarrado.
A semana passada tere o carcereiro denuncia
de que alguna,presos dos que eslavam no quar-
tos de malta leuciunaram serrar as grades das ja-
nellas e pisaar por aieio de um cabo, para urna
casa que linhaa alogado em um dos predios froo-
teiros caJeta.
Na busca que o carcereiro passou as ditas pri-
ses eaconirou ecoolidosjdous serrotes proprios
para serrar ferro, e outros instrumentos que evi-
deociaram o proposito que havia sido denun-
ciado.
Foi transferido para a comarca de Guimaraes
o jurz do tribunal do commorcio desta cidade,
o Sr. Joaquim Jos Alvares de Faria, que ha 14
anuos proaUa com iuielOgncii e honradez a es-
te tnbuual. Vem substitui-lo o Sr. Anstides Ri-
beiro Abranchej, que era ejuiz de diretto na co-
marca de Lamego.
Falleceu a'esla cidade o Sr. francisco de Souza
Machado, juiz, aposentado, do .tribunal da rea-
gao do Porlo ; em Lisboa, onde eslava a ares, o
capitalista do Porto o Sr. Bernardo Gougalves
Miuiede ; e em Pars Qfbem condecido livreire o
Sr. Nicolau Mor, fraaeei, porm com esttbele-
meotosde livrana na praja de fedro, no Porlo,
e em Goimbra.
Veio a Portugal, cojao lente, de um dos ba-
talhoes estraugeiros Pphalange liberal do Sr. D.
Pedro IV.
Acabada a guerra dedlcou-se ao commercio de
livros eslraogeicas,
Cambio.: Sobre Londres 53 5|8 a 537i8
90 dias OeU.
Abrifam termo de carga ;em 19 de norem-
bro o brigue Amalia 1, para Pernambuco ;em
83 a galera Castro U, para o Rio de Janeiro.
Kntroj oo Uju.-o em 21 de noembro a
-arca Sania Clara, de Pernambuco por Lisboa,
em 57 dias
Sahiram :em 16 de novembro a barca ilon-
eiro 11, para o Rio de Janeiro :em 17 a barca
Cru? rucara o mesmo pjrto ;em 18 a barca
Flor +.Vtz, para o Har ;em"20 a barca Fer-
ajide* Zapara o Rio Grande do Sul :em 25 o
brigua Manoel I, para Pernambuco.
O brigue 3,-Uaaoel I, carregou segundo o re-
gisto da alfandega do Porto o seguinte :
Arbustos 1 cauo, arros 2 saceos, bacalhao 6
costaes, batanas f caoastra, castanhis 1 barrica,
dece 1 csitot", *of de sibogieiro' 3 caixocs, frpe-
ta ecca,! barrica,Tonca 3 caUdes, mra3s l'ca-
nastra, prata em obra 2 caixees, presuntos e sal
pi^ea 1 barril, railes de flores 1 caixao, sardi-
pliasaJg*da Jl BwricJs,iSlpic6ei 1 cajio, viahp
i otav. dito eogarrafaao 1 celxao, 1 lata com
rijes, 6 caixes cocu lioha e peotes, 1 capoeira
com galinhas, 7 volumes diversos, e 1 volume
com imagens e fazeodas.
________.
HISPA MI A
Madrid, St> de novembro de ISCl.
No da 19 do crranle is tres horas da larde
Iiouve beija-mono eao pelo aooi'ersario de S.
M. a rajaba eahoJwa ; ao qual coueorreu immea-
so numero de pessoas ijisiinrtis e ile ludas as
opininsttOvflfta^jl's'Se'mqia)S..;a1. liutia rece-
bjdo a commissSo da carpara dos deputados, e.o
presidente desle coogrcMO dirigi rainha o se-
guinte discurao :
a^Senhora, o congresso dos deputados cumpre
um ralo davaroffraceirto V, y. ,u# respei-
tpsa hoiDeoium em dia tao solemne. ,
o J foi detiom auspicio lee receido na., pja
baptiamal o nome de Isabel, Ilustrado por urna
anKima-rai'nha, coja memoria ^ive aeftprnas
nase^u em meio das discordias ci'is, que tere a
dila de alagar xom geral cootentf meflo : f. U.,
a *WB/dKao HihUAfrU TmmJ%Tw#j
lempo ; ssirp. Couip. .po.pres^QteiSe.flzeram leis
importantes, refprm,s.utejsew varias ramos da
admioi*lrffe^pu,bIfc3^ au^menlo pro'p'orctpnal-
mente a nquea4 e a pfogpmd|i)e do estado.
Jia. A* sua-pmbra er
objacto de tniaa per
nado ds V.ll anda
como V. ||K#plnn o da a
ora.
S. M- sa mostrou mui oauplaceole onvindo es-
graca a amabililade qua Ihesap habituaes. ,,
IfalMulo da eongW**) hepaabol'de-t 3p*'
idete, Sr. Martnez:*,^ Rosa, lomando a pa-
la vra para agradecer cmara asna eleicao, pro-
nuaeiou o Mgufote breve, km belM dlseurao-
Saohqrea depimddi. t-S^o. l*e repelida m
demonlrac,oe de benevpleacia qne dea teqho
recebfdi'que nlo S-de est/nhr me falten ex'-'
prtMes para mauileatar-vos tneu profundo rewo-
nbecimeolo. Seguindo,, todava, o apM^o ccuitu,-
me, permiitireis que vos dirija, poucas plav/as.
A' Hespaoha coube a sorle de apresentar-se
., qui
a 10 por c*nto produum
libras efterli
as, e oagam a razio le 25 per cepto, que d
dreitoa das mpOrtafttl na trigos e se*Ml
as produzem 100000 libras osterlinas, De a*
eir que metade de todas estas nartidas
l452i e aleda quefc dedu
carra lelettAe^A ItisUfo__
bra de 146:000 libras esterliras.
&HH dadpf .pwUin, tambera, aviir.dA noct ao
tbaauuro hesaiphol para os aeus ca|cIps, na a^r-
ra-|f"l^Mfl da me|edn;dnjeedimaoloa deitiaadoa
a pegar a iodemnlsac,o da guerra.
A parle ioglexa ser arrecadada pelos vice-
cnsules brilaotqM |e|Meta|ae focos, os quaerrraflsmtirro a urna commisso

rodead de umaJaurenla da gtoria, porquee*r Jiqmaaila.pafaease ffcito pe|a.gov,afpo ioglftz.
E*U commisso remol tari, em lera oo competente
e periodos regulases os. (nnj4e..qu. Uver receido
para pagamento das dividendos os preslamis-
{" 'm1> j
K importante o stegofnte ler|ramma recebido
> (i4i-pio-ew*ioo di* 9 fmmofi wro4 hes-
panbjoU
de aeus infortuoios, pelo carcter de seu| lhoi
sempre se mestra com dignidade e' oobrezs.
< E se o temos viste conlirmado no meio das
discordia civis, porque lem passado a nossa pa-
tria, muiio mais de esperar agora qu.e racpoci-J
liados todos cono irmos devenios en carril Ma r
oossos conmuns eslorQo ao rettabalej^meoto de kt*-
nosso antiga poderi*. ,J] l> I ) 0; paquete Xa'0 Ira de. Raala 7V psageicos.
c Nao poucoae temadiaotado j em tao difflcit Netla chegou o commandanta, o Se Llar aeras,
senda. Nao ha muito lempo que eramos contem- \<&ffk prtgo urgentes para e govawo. e sae iome-
utamenja Br kladr^
Aa carta* Q> Uaaana, dizem que no dU 26 de
oulubro abiain para VerarCrut a, nois asqua-
dra e os transportes de vapor com 6.000 horneo
'^JWaWW^'W
i p sil A Uespanf
ppa ;.4 mesmd mk
ros os soldados n'ei
ram.ftbwdenr
?e.nAJlWfertr
9tT
(isqvetU pec
creaceu, -
4a Epr'ppa
tes loaros
frica, e ae prepararan;.
desfraldar no Mexfco o di
bro fiolombo, ^ ,
c Apraza Oeus co-"
aua visivel protecfi^raiaj
por largos ancos estTocJai
augusto esposo, a cercada ~
i*l'
VM ceger
piados com certa lastima, perqu oio poda che-
gar alean meaospteco; mas agora veem-sepal-
pavetoMnle eaaUasantos de vigor e de riqueza
que esta nacao eoeetra.
Vos,senhores, deputadps, podis contribuir
g/*ndoeBte par* tao louvavel um. dedicad*-
vosfiom atierro a completar a VgaoisaQa do es-
tado, cada dia mais necasaria e urgente. Podis
faze-loceaaa Uberdade mais ampia, vito que to-
das as opinles que comprehendem dentro do cir-
culo constitucional leru oeste recinto um campo
neutral em que, podem latir com aruaas iguaes a
de boa fl J que devo i vossa llvre vontade
oecapar este elevado posto, e erjutz do campo
(para assira diier) eu vo promello a imparciali-
dada mais severa ; assim como espero que tereis
presenta que a moderadlo reunida firmeza, d
que graogeia aos corpas deliberantes o respeilo
do mundo.
Parece que a discussao do projecto de rosposta
ao discurso da cxirfta nao poderte comegar antes
de 20 do correte.
Na essao do senado hespauhol do dia H la-
ram-se o tratado do commercio com a repblica
de Venezuela, o tratado celebrado com Marroeog,
os documentos relativos s oeeocia^es e qoes-
tes com o Mexipe e Veeezaela7e>a caeia do tra-
tado eotrea Heayitiln, a Prartea e a Inglaterra
para exigiiem' aatisftgo dos aggfaroa praticados
coolra os subditos das tres oacoes no Mxico.
Trataran)-se objectos da expediente.
O tratado entre a liespanua, a Igalalerra ea
Franca para obterem conectivamente saliafeao
dos aggcavoa inferidoa a cada una das tres po-
lenoiaf, a qae mi apresentado na essao da 15 ao
congresso hespanhol, consta de ais artigos.
Pelo 1 concordara as palles contratantes em
queimmedlaUmenle depois de asasignada a con-
veogao, ae tomem disposi^oes para mandar a
coalas do Mxico urna forja combinada naval e
militar, sulUcientepara tomar e conservar em aeu
poder as difireme fortalezas e posifoes militar
res na aobreditas costas, e para eatabelecer ubi
rigoroso bloqueio doa poitos e cidadea das mas-
mas, deveade fazer-ae esta oceupajao em nome
das tres poteucias conectivamente, sera ter em
cosiideracao a nacionadade das torgas que ef-
fectuarem a oceupaco.
Pelo 2 se estipula que urna ra-Cruz e os outros porto, dirifiro es tres po-
teocias urna nota collecliva s autoridades eaia-
belecidas.no Mxico, declarando os intentos com
que aa potencias alliadas recorrern a medidas
coercitivas, e convidando aquella a entrar em
negociacoes com garantas su B cien les para a ex,e
cugao dos convenientes desaggraros das lujurias
e prejuizos irrogados aoa aubdiios das altas par-
tes contratantes.
Pelo 3 se coovenciona que as forjas de que se
compa a expedico nio podero ser empregadas
em nenhum oulro objecto.
Pelo 4 accorda-se que os governo dos Esta-
tados-Unidoa ser convidado a firmar um conve-
nio igual ao estipulado entre a Hespanha. a Fran-
ca e a Inglaterra ; porm nao ae esperar que o
assigne, para nao expor a malograren]-se oa al-
tos Qos a quo sa propoem as parles contra-
tantes.
O art. 6 (rata s das rafiucac.5es, e nao lem in-
teresas para o publico.
No dia 15 corrern em Madrid boatos, de que
a esuuadra hespanhola ao Mxico, leudo sihido
de Cuba antes dsa ultimas orden do governo da
melropole, tora batida pelas ioriiiicac.de de Ve-
ra Cruz, que se diz acharem-se muito ,bem arli-
Ih.idas, e difflceis de expugnar.
A's cinco horas da tarde de 12, tinha partido de
Malaga para Cuba o 4 baiallio de narinha
acompanhado pelos clamores euthusiaslas de to-
da a povoago.
O duque de Tetuao, presidente do cuntelho, 11-
oha-se retirado do congresso levemente incom-
modado ; ao crtegar a casa seotio-ae accommet-
tido do achaque que n'outra occasies o lem
prostrado na cama ; mas os sympioinas nao ios
piravam cuidado, e j p le tratar, passado pou-
cos dias dos negocios, e leruma larga conferen-
cia cera o marquez de las Castillejos, nomeado
Reneral em chefe da expedico hespanhola ao
Mxico.
O tratado celebrado ltimamente com Harrocos
que j se apreseotou no congresso, conim aa ae-
guiotes clausulas:
Art. 1.a As tropas hespanhola evacuarlo
Tetuao logo que o governo marroquino entregar 8
milhes de duro.
Art. 2. Os dez milhes de'duros restantes
para completar a odemnisagao de guerra estipu-
lada no tratado de paz, ser pagos com metde
dos reodimenios das olfandegas de todos os por-
tos do imperio, os quaes o sulto poe a disposi-
Qo da rainha de Hespanha para fazer arrecada-
los por ean prega dos hespanhees.
Art. 3.f Os interventores e recebedorea-hes-
panhoe come^aro a funccionar um mez aules
de ser evacuada Teluo pelas tropas hespanho-
la.
< Art, 4.* A demarcaco de liaitea da pra;a
de Nelilla ee far conforme o tratado de 1859, e
a entrega dos mesmos limites ser feita por Mar-
rocos antes di evacueeo da praga de Teluo.
( Arl. 5. O tratado do commercio a que se
refere o tratado de paz, se organisar igualmente
antes da evacuaeo do Tetuao.
< Art. 6:* Sua agstate rainha de Uespa-
panh poder mandar eslabelecer em Teluo urna
casa de missioaarios como a que existe em Tn-
ger ; e estes podero dedicar-sa ao seu sagrado
ministerio em qualquer silio do imperio marro-
quino, e suas pessoas, casis e hospicios ficam de-
baixo da protecfo do sulto.
a Arl. 7. As condicoea estipuladas noa arli-r
gas anteriores, se eunpnro no preso de cinco
mezes, a contar do dia em que o ealipba Muley-
el-Abbas reculher a Taoger; mas su antes forem
cumpridas pelo governo marroquiuo se verificar
depois e immediatameote a evacuaeo de Te-
tuao,
Art. 8." Refere-se ao tratado de paz.de 26
do abril de 1860, que fica vigente na parle nao
derogada dlo prefente. i>
Urna correspondencia particular de Londres di-
rigida Chronica de Madrid diz-lhe :
O govuriio marraquieodiapq-ae levantar um
emprestirao em loglaierra para poder fazer fren-
te as lias obrigajes immediatas pa'ra com a Hes-
oaoba ; a somma ser de dous milhes de duros,
eMr. Lewis Forde, interessdo no commercio
dp Marrocos, foi nomeado agente do imperador
para negociar o eraprestimo em Landres. ,
Induzdo por estas circumstaeciaa peculiares
do caso e, as relacea amigavela que medeiam en-
tre efetepaiz e Marrtas,- o govtrao ifglee.Mka,
se em termo de Cet-brar urna convngo com b
marroquino para assegurar eal negocio.
O governo de MWeos *|Vo'hecar a restante
metade dos reodimentos das aliaodegas (porque
Aootci metade oi desainada, como e abide, ao
pagameblo da inflemnaca.j beapanbor) par
pagamento de juro e fundo de amoriiaacio-dj aom
ma que haja de ^^Wr^uA
de desembarque, comujauadua pelo general Ca-
nal.
. Njal* forja acham-ae comprebeoUdaa duas
btigaila da atlhan*. um equaJrJ de catatLa-
ria e u Irem de bater compolo de 12 poja.
N Havana preparavam-ae barraca de campa-
uha para 10:000 mil homeui. e 60.000 saceos de
areia.
jtia-e qua e general mexicano Marquea ti-
nna prometlido auxiliar o nosso exetcilo, e que
se esperava depois do desembarque um pronuo-
ciamento favocavel aa pretect4do da Hespa-
oha.
Em S. Domingos reine completa tranquillida-
de; Bueta e Pelaes eete doeules. O general
Sanl'Anna contiouavaTora da capital restabele-
ceodo-se.
As noticias d Mxico annuncian que reos
graude desacord entre Jurez e Ortega.
As esqudras de Hespaoha, Fraoca e loglaierra
reunir-ae-bonaHavana, o'meiado dedezembro.
Provavelmente ir tambem aquelle ponto Mr. de
Salioy, ministro e coremissario da Franca, para
assistir ao coDselho de guerra em que se ha de
discutir o plano de campanha sobre o Mxico.
Saiiiram pira Martinica os navios stri,
Marlhohlh e Mareaux, e hoje sahiram os uliimoa
vasos aetinado a expedigao.
0 Journal des Qtbtts publicou um artigo rela-
tivo questo com o Mxico, no qual se consig-
ua que a eipedico^combinada que vai aahir dqs
porto da Franja, Inglaterra e Hespanha, apr-
seme o grave carcter de especie de tomada de
posse, pelo menos moral, ds America pela Euro-
pa ; que eesa eipediso, aioda que nicamente
se limitatse a cobraros reodimentos daa alfande-
gas da Vera Cruz, alguna cousa mais do que
as excursoes martimas que se tem felo aquellas
costas desle o tratado de Paris de 1783. que cu-
sagrou a independencia dos Estados-Unidos, ou
desde 10 de dezembro de 1824, que assegurou de-
fioiiivanente a emancpajao das colonias hespa-
nhola ; que essa expedico nm verdadeiro gol-
pe descarregado na celebre doutrioa de Monroe,
que pretenda vedar para sempre Europa exer-
cer influencia alguma sobre os deslios da Ame-
rica.
Expediram-ae as ordena nomeaodo o general
Primo, marquez de las Castillejo, para o rom-
mando militar e pellico da expedicno que a Hes-
panha envia ao Mxico.
No dia 15, urna hora da tarde, reunio-se em
Madrid o consellio de ministros. Siuppoe se que
seria para assenlar na resposta que ha de dar-se
ao Ultimtum do ministro sardo naqaella corle
so ore a questo dos archivos nspolitanos; mas
parece que oo dito consellij nao se tomn urna
resolQo definitiva.
De modo que ae pode dizer, que a questo dos
archivos napelitsnos, apezar dos.esforc empre-
gados por parte do ageote diplomtico da Fringa
em Madrid, aioda est no mesmo estado.
L Nao era certo que o bario Tecco pe liste os
passaporles para se ioterromperem j as relagoes
entre a Hespanha e o Piemonte, por quaoto
aquella resolugo dave preceder a resposta que
o governo hespanhol lia da dar ultima ola do
ministro sardo.
O Sr. Pastor Dion, ministro plenipotenciario de
Hespanha na corte de Lisboa, deu a aua demis-
so desle cargo.
D-se como tacto positivo e official a nomeegao
do general Prim para commandante geral e em
chafe daa torgas expedicionarias que rao ao M-
xico. Al tropea combinadas da Franga e da In-
glaterra serao commaudadas tambem por este
general, cujo estado-major se acra j nomeado.
As foUias hespaohqjas de 13 dizem que, lo
aflectuoSo e cordial caauo foi o peame dirigido
seta familia real de llecpanha da Portugal tanto
foi exprassiva a resposta.dada por el -rei D. Far-
nande ao ris de Hespanha e infante D. Se-
basiio.
A reuoio que devia vorificar-se na embaixada
de Franga nao leve lugar por. causa da sentida
morta de el -rei de Portugal.
Desmentidas todos os infundados boatos que
correram sobre desordena em Lisboa e perigos
que corriam os hespahhoes residentes-em Portu-
gal, deu-se ordem para que a Villa de liilbon pas-
se a Cadixe o vapor Iiabel II para Algeciras,
onde esperar Muley-el-Abbaa.
A Gazela de Madrid de 22, publica dous de-
cretos, aceitando a demisso do ministro do fo-
mento, marquez de Corvara, e nomeando para
substitui-lo interinamente o miuiatro do reino D.
Jos de Pesado Herrera. Oiz-ae que a raao da
ahidado marquez foi urna queslo com seus
collegas sobre orgamentoa.
L.
""DiiRionoT pernambuco/
Pelo vapor francez Extremadura, chegado dos
portas da Europa, recebemos cariase jornaes ; de
Hamburgo at 21, de Bruxeilas al 22, de Paris e
Londres al 24, de Hespaoha e Porto at 26 e de
Lisboa al 29 do passado.
De urnas e outras extraclamps o seguinte :
A infausta nova do fallecimeoto do joven rei
la- Pedro V de Portugal, oi sentida por todo o
soberanos da Europa. Toda as cortes lomaram
luto rigoroso, addlando-se bailes e testas. A's ca-
sas dos ministros portuguezes residentes na di-
versas capilaes occorreu grande numero de dig-
nitarios e funecionarios pblicos apreseotando os
seus pezames.
O Sr. infante D. Augusto alada vicia quando de
Lisboa largou o paquete, mas em tal estado que
nao se fi.Qdia.ter eaperaeca -alguina; da o aaivar.
O p'rrvo pdrtugiiez contina inconsolavel. Os
suffragi., por alma do fallecido anonareba tem
sido unnimes.
.As cmara acham-?e convocadas para 22 de
dezembro para a ractiflcago do iurameoA de S'
- el-rei D. Luiz J.
As suspeiUs de envenenamnlo acham-se mais
desvanecidas, raaSainda nao dsarreigadas do
animo do poso. A perfla- couaeculiva de dou
memhros de faxiUa real, em edade de laotas es-
perangas, ojo raceio beca fundado pela vida do
mais novo dos principes daqu.-rla familia, que lo
estimada era; tatito no paficomo era toda a parle,
sp motivos sufficieote para haver os maia ab-
-''--i"YrttfHMr AitoKanto tem rei-
nado ocego eBlede oiz. "
Oa dou vaaes jls". gula hespanhoes
nham ebega^oejatfaap pan proteger o
daquella que salulgavam ameacados, j largara
aquellas aguas, do,ua, memorada Mr. Fould ohxe eata qnes-
aWr cre.fJ.ilpa aujipJerMqtafe e ex-
. urejuo^ ilui no,,ufimo dez an-
iWiW.WrMf* W arme *
pelo goveroo afm da tommi m
|ue impe/tavam pa^fca.m.entps Ofdl^irUa.
* Q iW.VAd"ox cftvjdo logo Mr. Fould, Rara fa-
zer parte do gabipele. encarregandoyie da pasta
da Uzead, elvou Mr. Fourca'ae, que eslava en-
carregade daquella pasta senador.
O imperador escreveu as duas cartas que em
seguida publicamos, .nnlou inserir a excellente
memoria de Mr. FouiJ no Uonxler, e convocou
para o dia 2 de dexepaiiip, q,|eriad wrg.'She com-
(uunicar a aiia determinado, e ijisemireju a of-
gamento.
Eis oa dous documa,otoa ajludidos :
Sr.miQislr,o.A.opinio_ emiilida eate. ma-
nhaa por Mf. rnuljd na reuoiaa do coqselbo pri-
vado. e aa de con.e,lh.,f)a, myilsl/pa, sobre a, qi-
'Wfift0. eeonomica. merece a m^\a,pprQi,efip,,
Jasaban .que ha1.multo,d^e^ncerraje at-
gamaoto em.liilte inveriaveis..daejo que mUli.
tas veaea^enho manifestado preaidindo ao couse-
Ibo de estado.
, InCeJimente lesm^-me impedido de chegar.
este reauUid,. aa dreern^tancias ttupre,vita*.e. A
nacessidadea aerppre eresfeatev:
c O nico mel efncaz de o alcancar couai^t
em abandonar decididamente a (acnliude que le-
nto o> abrir cr.edlo exl.raordinaria na ausencia
das cmaras. Este systema funeciunir em pre-
juizo ae, depois de allanto ex.aaj,e. das "eco-
nomas possivei, ae infundir no sejo do corpo le
&*** 'V8P de Ca,vpur, se declarai; queJ
toma a capital da Halla.
Sipersm-se grandes reformas as sesses do
amento italiano. Diz-e que todos os minis-
tros, tem preparado importantes projeclos, j re-
lativos impotts, ] obre a admiilfracao e
maaaaa ama laaa --ip^fca 'e. abra pu
Todo i'
nmiamrai
_Mrdii fiiinllaaj
estes assumpTose os que e rel re nt se
ministerio da guerra e anatema moa otarlo cha-
Ocemilrtwn) vhnf Anas dela provincia, o da
Bahit, o lugar de deputado do ajudaote general
do exercito. e oltimimente o cargo de iospetior
da. arma ee rtilhari do Rio Grande do Sol,
)e de diversa* oulraa comrniM&s, qae meit>
honram S. Esc-, bem deeaonsiram qde geral-
mente apreciado ereconh*cideo carcter hotaes-
10 do militar, qua sabe reunir ae valor, a ptefti-
dade^ipaeliipiyUi,
Da, .peA. pa aessoa omtwras k ga rnica o
mam a atteocJo do parlamenta, quesegarasaenle
sttender muiio so estado do paiz, e i oeceasi- h
dade de'votar meies qoe airvam pira teal*t^!^n^ef?* P **"* ** *Mm ,he*
cer slidamente os princpioa preclamado.
A sflde de utof.dde offerece srioe cuida-
dos, assim o afflrma a Gmtetada Cru, e ee .
espalhado em vafios circuios polticos, apezal***
falla rife concordancia des lelegrammas.
Aasegura-se que Francisco II vi abandonar
liorna, instancias do governo francez, e que se
dirigir Venesa.
Iteomegaram as sessdea na cmara auslrisea ;
apezar es complicages em que se acha oge-
veroo de VlCnea, e que tornan critica a aua ei-
tuaco, altrabe muito a atlengo abertura da-
qelle corpo. 'Mullos suppem e snstentam que
o parlamento alo pode estar em exercicio sem
por em pralica actos do poder legal, por qae all
se nao acham representadas todas as provincia
do imperio. Eli mesma opiniao sustentara al-
gn membros presentes e um semelhanle estado
cffmpTca~ de eerle a silaee.-
O ivo lugar-teneote da Hungra tem publica-
do oa leus pandos, convidando as pessoas rtota-
veis a influir nos nimos dos habitante, para se
poder restabelecer a ordem ea conancj, ei-
tando-se assim o rigor da lei marcial.
A imprensa Ingleza tica viuteutemente a reso>
lugio tomada por Francisco Jos, restabelecendo
o estado d sitio- na-Hangris," resatago que se
pode chamar um verdadeiro golpe de estado; ne
gislalivo por meiu de explacacoes _lees das ver- deixando tambem de reprovar as medidas revezas*
"fc^KAieaJ,.'.'
RaioHado da retacee dps.coUegioa de: aVeje.
Cimbre, Caprpb, Villa Bella, florea, Teearal
Bua-VUta, perlencente*o quinto diaUioio. eiei-
^tor.al : .
1." Dr. Antonio Baptitta Gitirana Coala.... t&eV
2.* Munsenhor Joaquim Pialo-da Campo.. 1SS
Padre Margal Lupe da Sjqneira....... 149-
Dr..FranJHgco.de Araujo Barros........ 13J.
Vigario M. Lopes Rodriguea de Barros. 11!*
Dr. Caetaoo Xavier, arera de Bnte... 108
Vigario Francisco l'edre d Silva...... i
Dr. Manoet de Figuaixea Faria........ JOS
An^&VdteM^::::::?: Jg
Dr. M. Geotil da Cosia'Ahe......1..... 63
Dr. Agnellb Jos Gonzaga..'...........^ 6g
Mnoel de Stqueira Cirtlcanti..........
Segundo aa eataiisiicas
direitoa das altaodegas
MarroMi
aono.^3
nos auccessiros a 20D:QI
de toe
6l,daiaifv|e 4os
i oa portbs de
as por
ax
Tise^ajraqsfjpos an-
pel exportaQio doa ce
"maav'i ,slnoTio,>o aiial-. ,mT
Ai mportajoei da Harrocos eicadem a916:Y6
largaram
ihfocmad
1 TTo^elrax
ue nao
lie e
ge.lem
q*jpj5* /?''' Liue
lm tre fojRirarpjtoiKj ggcaljr (WH a arlua-
5l>JafJMrVifX*i04 .81 l-lllll^'Jf*.
AOljo ^xemjo, q.HAifrWf^Wf V*4>s*llWa
ulWSm* ^effl^abna.ufra, WfitWir'm-,
lFranSa. 0 1^^^^'^!^^
dadairaa atengoes coaj que ella ao feilas, a ne
cessidade d datas convenientemente, os difieren
tes ramosLftm^Jfftlfrl- u .
% Previnu-vos portanlo da rajona inteogao de
reunir o seuado em i dedeiembro, para lhe dar
conhecimento da minha determinagao, de renun-
ciar ao direito de abrir crditos upt-.Iementares
ou extraordinarios no interv|lu das legislaturas.
Esta resolugo formar parte do' t-nalu-conguito
que, cem relago minha promess, discutir m
grande sessoes o or'gameiilo do dilTereules mi-
nisterios.
c Reounciaodo ao meo direito, que egual-
meole o dos soberanos raeus preflecessQres.jal-
;o (azer urna cousa til boa gerencia da nossa
azedda. Fiel minba rigera, nao posao olhar as
prerogallvas da cro'a4 oem como um deposito
sagrado em que nao dev tocar se, nem como a
heraoga de mous paes. que preciso transmiltir
iolacla meu fiiho. Elito do povo, e represen-
tante dos seus direitos, abandonare! aempre, sern
pena, qualquer prerpgativa intil ao bem publi-
co, pelo mesmo molo que mar.terei invulneravel
em rainhas naios qualquer poder fodispensavel
tranquillidade e prosperidade.
c Nao tenho mais a dizer-vos, Sr. ministro.
Bogo Deua que vos tenha em aua santa guarda.
c Compiegne, 12 da novembro de 1861.
A'apo/do.
Mr. Fould. Notaste com tal luc
ranle o eooselbo privado e o conselho d
tros, um perigo do raeu governo, e su
a vossa opinio com argumentos tao con
tes, que me sinlo decidido a adoptar completa-
mente a voseas ideas, ea mandar inserir no Mo-
nitenr a vossa memoria. Acceito o vosso systema
com tanto maior prazer, quaoto ha muito"tempo
procurava, como sabis, o meio de assenlar sobre
bases solidas o crdito do eatado, aujettaodo os
ministros um ercamepiq deieamadn. Esta no-
vo systema, petan, vio tupeeieaer ventajosa-
mente, sequen soube apreciar todas as suas dif-
culdedes mo quizer coasagrat-se sua inaugu-
ragao. Cooftei-vo, portanto, 4 pista da fazenda,
e agradecer-vos-hei, se vo coessgraraes inteira -
mente um assumpto que dar ns mais favqra-
veis resultados aos inieresses gerae. Estou per-
suadido de que no exercicio das novas fpneces
de que fustes encarregadu nao essareia de me
dar, como at aqu, prova de adheso e de pa-
triotismo.
a Recobei, Sr. Fould, os protestos de minha
sincera amizade.
NapoleSo.'
A imprensa fraoceza e eatrangeira tem louva-
do muito a deltberacao do imperador e nao ces-
sam de elogiar a memoria de Fould Todos es-
peran importantes projecto* econmicos que
concorram para que a Franga posssa sabir da
cf lioaoceir em que ae acha.
Dti-se que a memoria citada coatinba ama
parte poltica em que ae ira la va especialmente
da questo romaaa, mas que foi aupprimida, de
accordo com o seu autor.
Os fundo subirn com a nova none-go.
A questo suscitada entre a Franga e a Soissa
parece entraren um p ti a se inicuamente amiga-
vel, se dernios crdito urna nota publicada pe-
lo Monileur ; entrelauto o ministro da guerra
francez mandn ltimamente para o valle de
Dappes dous ofliciaes du estado-roaior, am de
fazerem os estudos necesarios para couslruirem
um camioho estratgico. A ser verdadeira esta
ultima noticia, nao e de certo muito tranquiliza-
dora
Antes da morte do conde doCivour tiuham-se
8Uiciiado difflculdades entre o governo italiano e
suisso, em consequencia do sequesteo manda-
do fazer por ordem do governo federal nos bens
perteoceotes ao anligo bispo de Como. O conde
de Cavour, titulo o represalia, fez tan bem ser
questro no collegio Borromeu, onde es cautes
suissos calholicoslioham os seus filhos, pm vir-
lude de um enligo decreto. Desles tactos recela-
ra-se que se seguisse o resfriamenlo das rela-
ges diplomticas entre a Suissa e a Italia. Coas-
la, poim, que os dous goveroos esio deaccor-
do nesla queslo e que foram j levantados os
sequeslros dos bens do anligo bispo de Como, e
de collegio Borromeu.
Urna correspondencia particular de Paris so
Daily-Newi asaegura que o imperador nao aban-
donara a idea de dividir a Italia'em Ires estado
federados : o do norte sob a soberabla d Vctor
EmmaRuel, ceraprehendendo Vneta ; o esta-
do ponulical, cvmprehendeodo as Marcas e a
Umbra ;-eo reiao de aples sob a sobera-
na de Francisco II.
Pode ser que esta comblnago nao passe de de-
spejos do correspuodeuie, mas verdide que se
l em divaeAa joroae, de pontos mui distantes,
diferentes^Poioes poltica.
O reino italiano anda nao goza de treaquillida-
de. A guerrtlhas commaodadas pelo general
Borges parece que formara um corpo de um tas-
pecio respeitavel e que ae encooiram em posi-
ge8 bastante vanlajosas para puderem ser auni-
quilados. %
O governo italiano trabalha com actividade na-
tural uo armameoto do paiz. No arsenaes e de-
psitos existe um avultado numero de espingar-
das, que alguns calculara em quiabentas mil.
Diz-se que o general Lajdarmora pedir ao go-
verno de Turim que as tropas das provincias na-
politanas fusera refiHOadaa,' O general La Mar-
mora; aua ehegade Tfspoles*,e tomando o com-
mando que lhe foi conado, dirigiu aos habitantes
e ao exercito urna proclamago em sentido muito
conciliador. Ae providencias por elle tomadas
ao lomar o commando, foi por era liberdade mui-
tas pessoas que estavaoi tresas era consequencia
doa ltimos successos. Estas actos produziram
bom etfeito, e esperava-ae que lhe ganhariam as
syujpaihias do paiz.
No dia 20 abno-ae o parlamento italiano, leudo
o preside-ule -do conaelho apresentado a cama-
ral tedpa os documentos relativos s negociacoes
pendentes. Dando coula dos que ae refere
questo romaoa, disse o baro de Bicasoll aos
representantes da nacee, que o goveroo fez ludo
quaoto lhe era possivei para a resolver no sen-
tido que deixra c.outtlbado o conde de Cavour,
que nao deveodo eejprefar-ae a vfjolencij se li-
iiharn empregadflqjpa o aaeio, por mediagio
do repreaenlanteTraqcez, at agora [efructiferas,
e que o g\rhp, osfa qua qWreuacia com-
pleta constituigo do reine italiano, ba de pro-
ceder cautelosa e prudentemente na questo ro
urna tajyranca mipisteriaj, em vrtuqe da qual
Rataill fa eodrregue dos negocios e'iafertor.
Kcctm9fiQ-**nmto*iflu*tiikr*3i*soU
mu%^Ber\^p^f%w%flvm
. fy&WPVa* t&W ViVm> u aja
le que Garbaldrpromefiera^eeu.gpioclj
WfWllr*HWIMfar^41le
?43 ?|p^ *jSxlKf r^fi
depois" da abermraao parame oto *l""^MMfirri
ama orden do dia, em que 4 exemplo rio que se
3..
4-
5.a
6.'
------ -*-.# leiuacil.cuJOlllD U
amgwmwK
a opprejsoras que ltimamente se lem levado
eueHo. ,1 .
Os Hngaros nao podem ter conftanga naa pro
mesaaa que se- lhe fazem, porque dizem ser tllu-
sqes acoberladas com pretextos apparealea de li-
berdade. -
No dia 1 de*te mez celebrou-ae em Vienna um
conaelho de ministros presidido pelo imperador,
djscutodo-se alti es priucipaes pontos da ques-
to hngara. Diz-se que o governo tencioa se-
guir o caminan, da prudencia ; ma em quaoto se
R esta deca ragao noajoraacs al lema es, diz a Pa
(pie, que o governo austriacp est resollido a
proceder com a maioj energa.
Curituiuam a re?rodu7ir-se os boato de modi-
llcagao ministerial em Vienna.
As desordena conticuam na Hungra, anda
mais exircebsdas em consequencia da repcesso
em qqe.se acham,
CarJslou pelos lelegrammas ltimamente rece-
idos, que haviam sido descoberlas na Rftssia,
15,000 espiegardaso'um convento polaco, que fica
situado uss trras do' eo\ide Andr Zamoyski.
Basta va ter em vista teda a vida 'poltica oeste
illustre patrila, para se dio dar crdito una
tal sserco. Foi o conde Andr' Zamoyski' que
pronunciou estas palavras heroicas :
Tendo-lhe o lugar lente do imperador da
Russia dito : < Batamo-no, mandar-vos-hei dar
armas. t>
-Nao* nos bsteremos, principe; respoodeu
Zamoyski; podis melar-nos como j o Cuestes...
Porm sahi do paiz, vos que nao sois polaco, en-
to tereis a paz, eaquecesemos as nossas injurias
e o imperador podei como rei recebar as nossas
homenagens.
Nao ara, pois, de crer que o meamo hornera
coaseolisse que os seus dominios se transformas-
sem em depsitos de armas.
O general Luders substiiue provisoriamente e
conde de Lamben uo governo da Polonia.
Correu a noticia de una tentativa de assaisi-
nato contra o rei da Grecia ; mes pelo processo
instaurado contra oa ofliciaes que liobam sido pre-
sea, sabe-se que estes nao queriam altentar con-
tra a vida do soberano, mas de fazer parar a cr-
ruagem, am de exporem ao soberano o estado
em que se acha a nago, e aa reformas de queella
carece, e que de veras aeseja. Debaixo do panto
de visla poltico esta iotervengao do exercito
um symptoma muito grave.
Na insurreigo contra a Turqua o principe de
Montenegro conserva a neulralidade. limitndo-
se a defender as fronteiras dos seus estado, onde
j ten couceotrado un grande numero de mon-
ten egri nos.
As cinco grandes potencias esli de accordo
oas prioejpaes bises que devem regular a qaes-
lo moldo-valachia, ha tanto lempo pendente.
As communicagoes entre llagosa e Tramo es-
to iulercepladas pelos insurgentes.
A tropas turcas foram reforgadas com dez mil
horneo, e os insurgentes tambem receberam re-
torco.
Dous mil monteoegrinos iovadiram o .povo de
Kolaaeios, o depois oe e incendiarem, apodera-
rau-se dos gados ; quando reliravam foram ata-
cados pelo inimigo, em poder do qual deixaram
varios prisiooeiron.
A alfandega da Zarint foi oceupada pelos insur-
gentes, e a guarmgo oi obrigada.a refugiar-se
u cidde.
O chefe Oukah witch poz a cabege de Omer-Pa-
ch a pregn; segundo a avaliaeo daquelle chefe
a cobega do pacha vale mil sequos.
E' tal o estado de agiUgo que frente dos in-
surgente anda um ecclesiastico, levando as
maoa a cruz.
A expedigo do Mxico oceupa quasi exclusiva-
mente a atlengo das ires potencias occidenlaes:
Inglaterra Franga e Hespanha.
O general hespaehol Prim, marquez deCnstille-
jos est nomeado commandante geraljem chefe das
torgas expedicionarias, tanto hespanhola? coniu
francezaa e ioglezas. O general j parti para
Cuba cora lodo o seu estado maior. Deve encon-
trar em Havana o corpo expedicionario, organi-
sado e perfeitamente acampado.
O jeroaes ingieres publicam a correspon-
dencia havida eulre -o embaixador de Inglaterra
em Washington e o ministro dos negocios esiran-
geiros da repblica do norte. O representante da
Graa -Bretinha reclamou contra a prisq de alguna
subditos inglezes, mas o ministro americano de-
ciaron que o presidente tem direito de suspender
o habeat corpus, e quando urna nago esl envol-
vida oa guerra civil em primeiro lugar necessa-
rio tratar da salvaco publica do estado.
Este incidenle causn maior alarma por que
urna communicago nesle sentido foi igualmente
dirigida aos estados liis da Unio, recommen-
dando-lhe ao mesmo temDO que forliflquem as
costas contra as possiveis sggressoes da Ingla-
terra.
A imprensa iogleza comega a queixar-se do
bloqueio do porto do sul, considerando-o como
urna exagerago das faculdades de um beligeran-
te. Parece que a Inglaterra mandar olguns oa-
vios para as aguas da America do Norte, acober-
tando esta resolugo com a necessidade de oceor-
rer cerlss eventualidades da expedigo do M-
xico.
A "xpedigao naval dos estados americanos effec-
luou o aeu desembarque era Bull's-bay. Parece
que tem por lira impedir a exportaceo de algodo
e as importagej das mercadorias estrsegeiras
nos estados do sal. .
Falla-se de uma nova batalha prxima de Lia-
burgo entre as columnas avangagas daa tropas
federaes commandadas pelo general Stone e os
confederados s ordena do general Evauz. Os
confederados foram derrotados e obligados a re-
passar e Palomar, perdenlo uus seiscentos ho-
mens, entre os quaes o general Baker.
Dizia-se que a esquadra federal tinha bombar-
deado Porto-Real. Uns dizem que os separatis-
tas oflereciam grande resistencia, e outros que
Porto-Real estara prximo perder-se.
Gioco mil e qulnheoto federaes, procedentes
de Cairo, desembarcaran -em Belmont, e ataca-
ra oa separatista, temaodo-lh.es artilhaiias, ea-
vallos e barracas de campanos. Os separatistas
por awo de um roerimeote estratgico Iretaram
de cortar a retirada ao inimigo, flcaado mullos
murise teridoade aabaa aa partea.
Um vapor inglez forgou o bloqueio conluzindo
para Liverpool a,000 fardos de algodo.
PERBWttCQ.
Dr. Manoel Buarque de Micedo.'.___ 53
Vigario Joe Modesto 'P*. da Brtlo...... 29
Dito A. F. GongalvesGuimaraes........ 28
Dr. Joo de Souza Res................ |s
Livjno Lories de Barros....;........... Ir5
Amanha manda celebrar a sociedade re-
creativa Nova Unio uma miss resada pelo re-
pouso eterno de Sua Magestade Fidelssima-o Sr.
D. Pedro V.
O acto lem lugar no hospicio de Itosrfi Senho-
ra da Penha, irla 7 horas da maohaa.
Tendo o ttTm. Fr. AatoDio -3*"g*tita Ros
coocluido o lempo de seu cootTAto cea capetaio
do hopital mitiiiir, foi rhe cerheedid" a exonera-
gao que pedio desseserrlgo.
Fui ordenado pela presidencia, ue perma-
nece na cata de saude do Sr. Dr. Ramos una
guarda, em quanto all se trataren presus da ca-
sa de delenco accommettidos de tlexigas ou con-
tagiosas, aR'n de rigiar acadlelar a possibllida-
de de alguna evatio. '
No dia 10 do futuro mez de Janeiro tem la-
gar a abertura do collegio de inatrucclo primaria
e secundaria, denominado S. Bernardo, soba d-
reccao do Sr Dr. Bernarda Pereir de'Carmo.
A sede deste collegio na Caunga, sitio do Sr.
Peres.
O eonceito e reputarlo elevada de que sempre
gozon em Macei oSr: Dr. Bernardo na talefa'
espinhosa de educar a mocidide ; o fruclos que
alli produziram a sua solicitud e'prbfl'cie'ncia no
magisterio, sao garantes irrecasaveis da conti-
nuado deMes nesse nuvd etabelecimeplo, que
vem abrir entre os, procurando assim como qu
um horisonte mal ampio ao desenvolvimento d
suas vistas em proveito da instrueco da nossa
juveutude, que alm de tudo ir nelle acbarcen-
digoes de aalubridade iaestimavels, proveniente
da respectiva aituagio ; o que por certo nao
das ultimas cousas a desejar-ee em um collegio.
Hoje encerra-se o jory detle lermo que por
nm caso virgem ou quasi excepcional fdra prolo-
gado at hoje.
Acba-se prohibido por, S. Exc. R'raa. o uso
de toda e qualquer solmnidade religiosa em ca-
sas particulares, ben cono o costune de procis-
sdes nocturnas cora as bandeiras das imagen que
se festejan as igrejes.
A primeira parte dessa prohibido assenta na
impropriedade do lugar e indecencias que se com-
mettem em taes occasides; e a segunda funda-
se na deslituigo de verdadeira devogo e na of-
fensa da piedade christia que d3o-se as referidas
procisses.
-Falleceu hontem na enfermara da casa de
detenco, de um. pleuriz agudo, o prelo Lucio,
solteiro. natural de Garanhuosi de 30 nnos de
idade, probsso vaqueiro, altte ee pan incgnito,
estatura 5 ps, cabelfos carapiohos, olbos pretos,
rosto comprido, corpo, narix e boca regulares,
pouea barba, escraro di Luiz UrbanrrCabrat, re-
colhido em 26 do passado por andar fgido.
Proceeu-ae a examede verificaco de idenli-
dade de pessoa peta subdelegacia de Santo An-
tonio.
Foram recolhidos casa de detengo no dia
12 do crreme, 3 homeoa todos livres, tendo 1
a ordem do Dr. juiz mercio, 1 a ordem do subdelegado de Santo An-
tonio 6 1 a ordem do da Magdalena?.
Movimento da eofermana da casa de de-
tengo, do dia 13 de dezemoro de 1861.
Tiveram baixa para a enfermara .
Joaquim Jos Rib'eiro, chagas.
Marcelino Estero de Lima, ferimenlo leve.
Joo Francisco dos Santos, chagas.
Laurentioo Pioheiro, febre.
Joaquim Fomes Perraes, febre.
Affunso (escravo de Joo ManoeJCaroeiro de La-
cerda), fnaldade.
Tiveram alta da enfermarla :
Joo Feancisco da Silva.
Francisco (africano livre).
Mlhias {escravo sentenciado].
Passaaviros do paquet* cQyapock, sahida
paraos porlosdo norte : Dr. Firniao Barbse
Cordeiroe un escraro, Abel Uraga, Joe Matoso,
ioaquin Alvaro Garda, Jos Annes Vieira da
Sooza, Francisco DiasCarneiro. Augusto Olimpio
Gomes G.e um escravudoSr. Carneiro, Ur. Fran-
cisco Marque de Carvaiho a -un ecravo, Salua-
liano l'erreira de Moraes Reg, e um escravo, Dr.
Candido Pereira l.erno, Henrique de Si Roque e
sua enhora, Antonio Joaqun Gongalves Fraga,
TheqUoro Christianser, Germano Francisco de
Oliveira, D. Manuela Lucci, orna Glha o uma so-
bnnha e dous escravo, Jos Aires Monteiro e
Francisco das Chagas, um escravo do Dr. Eran-
cisco de Mello'Ceuiirtho, Jjqiiim MirquesCana-
eho, Lenidas Ferreire Barbosa, Jaciniho Jos de
Medeiros Cotreia; Pedro Pereira ne Sooza.
Passageiros do vapor francez Estremadure.
viodo da Europa: Francisco Acilo, Lehmaon
Meyer, Gioraoni Foraeo' e'sen filho, Pasqnale
Brando e sen filho, Rco.k C. L. S. Nieoneyer,
M-aooel da Silva Sanios, I. F. da Silra Azeredo,
Bernardino da Sil*1 Cosa, Joaquim Luiz Vieira
sua mulher e del* nihos, Mm. do -Resgate Sou-
za, De la Roqueesua mulber, Joaquim Francis-
co da Silva A re vedo.
Seguen para o sul : Secundino de Gomen-
soroeuro Criado, Pedro de Barros, Adolpho
Sobaheillio, Firmino Budrigoes Vieira, Joo An-
tonio Aires de Cvrralho. Jernimo Bandeira de
Mello. Jos Pacheco Pereira Jnior e douscria-
dos, Jos Antonio Magalhes Jnior e um Cria-
do, Fredertco Carlos Cx, Manuel Jos Empinla
Jnior, coronel Rodolpho Joo Baraia de Almei-
da e um criado* Francisco Vicente Viaana edous
criados. Fructuoso Vicenl Vlanna, D. Luiza
Prancisc da SMverra, Francisco Liberato de Mal-
los e criado, Manoel Joaquim Liberato de Mal-
los, Regioaldo Aires de Mello, Luiz Manoel
Mendes Vlloio e um criado, Dr. F. Jaciniho da
Silra Coelho, Carlos Luiz Camaronne, Jos de
Araojo Bacellar, Ernesto de Paira Leite, Joas
Fernaodes Chayes Jnior, Jos Alfredo de Oli-
veira, Jos Pereira Franca Jnolor, America
Pinlo Brrelo, Eduardo Augusto RylT, Fran-
cisco Baptista Marques Das, Luiz Cornelio do
Santos.
Pvssageiros da barca portugoezaGrt4o,
vinda de Lisboa : Joaquim Jos Pereira, Manoel
Jos da Silva, Joo Theoddro, Manoel Agpstinhu-
Peres.Pearo Justino defarra-Leal, MaVheusJos
da Silva.
Matadouro publico. '
M-tuaram-se no dia 10 de dewmbre para o
consuno deata cidade 91 reres.
No eaalig.
No dia ls60.

00 ayuna
rr-^rr
nV'
qa^e,
..ttmw.-wiiiiri.
lPitem* AaiVtnhorHTda iMPtlMk 4oeae peaaa
do cargo de commanlante daa armaa dB(t*eauv
viBci.atWgaga quei^tea aemeau^atdaccaMide
30,de pelMMe iKaMcBW,paeaaeV>, a**. Ba bam
Bfrdaiw AilidMbc JbifA Anipaiv ttmmaU%u
Muito hunra ao gorerM^r^BjggeMlbasaliitMM
OMNH **Mai'Vo 4k fia- twdmfl Mm. por
diversas limwUM* iq'^fdW9bala^gQ^tlIurtlj QiHiilpjieAiqae sem-
pre ten nelle dapoiltado, ^
tiemmuo|tg[itt>t.
~~ i i n rT~~r~
Se foi a amiaade a parentesco, qua levaran o
Sr. Dr, Sjiaina Ca,valcanti ae Albuquer^ue a re-
correr imprensa, e lomar a defeza do Sr. Dr.
JooCavalceuti de Atbuauecque, e, sem. aabet
cono se passou um UtU que am> referdo na
/{airvrafdo. peiiodiaq que 4 auolieade na capi-
tal da Parabiba da nerse, eeano^Ue eoofaesa,
wigaobre eiaieeeiaeieajmaiaMMlas pele Sr. Joan
Cvalceeti*taa.lBwe,iieru,ae croare a pessoa no Sr.
l>/. AeBliBo*aaaid) d* Cunea, declarar qu
eati habilitado para.asete re* qua ase Jaclonao
ae paaaou.eme.'**.aofaj neielide, rnrannaataaadr
que entre os redaciorea aigu.aa sal maiioai aureexpoiMMaM/aUr.irer-
dade, ha de perminir qae ni. muja u prale.d
relJerfcd uffejaeenove, diga ea aaaa itafw
que tenho razo para crer que etlea.aj* digaea de
*e^a,4.Mme Conetaa^aupto, e-as*,nMMcem
injuria qae ibes irrogeu *-J>ij Di.;araJljuGefH-
canti de Albaquerqui; pareceauo-ae qut a ptu.-


kj
i
*m
o que eUedlise de injii'^ !*!* ******* **
ro e Mmes auawvJ *lra OT ww -
telUnESesa* -^"^oto -maloquan-
DO CaxitanM de Albaquerque ignora cera* s
pateo afa, aoUiramrtripca ***-*. *!
crever tu coumutiicado, publicado oo'tXaHo d"
Pernambuco de ftoj,. pod},, quaodo quirease dar
>-<* de omt.ad.ea atu P**iOtrtU.r se a
ped, edmeei Meoslo do julio puKlieo
at que fosae esclarecido, sem ioiuriar a meui
amigos aprimo.
Nao Teja qoerque era loba palavra olleosa I sua p*s-
soa ; mas tmente us impeli a corado eeme-
Ibaote ao ieu. semqee euinjurie pesaoa aleuma
''o a **?' Joow Pwceea.
13 de dezembro de 1801

'ti
H *ffi*.WXWMt Manqnes.
tendo de residir, por. a (gura lempo na comarca
do Ro-Formo, offcrgo os meus snicas de
advoJMo os ae,m* qusrem boorar coai a ua
conUanga, eucarregandu-me de negocio* jdi-
ciaes ooa termos d Serinhaom. Rio-Foxmoso e
Barreiros.
Prometi telar com honradez e probidade. e
eatorgr-aue pelos ntresset de meus copatitui'n-
let O* qoe, cois, se quizerem olivar de meus
prestimos, podem eacrerer-me, ou procurar-me
no,lugar de joha residencia, eogeatio Telo.,
no termo de Senohiem.
Recito 13 de deiembro de 1861.
Olympio Marques da Silva.
Pabticasfies a pedido.
Nao podendo como desejra e me cumpria
despeiir-mep*olir.nte de todasaa pessoas que
tomaram o m.is vito iotereise not soflmenlo,
que. experimente], e especialmente dos meu
artigoa, em conaequencia da precipitagao com
que segu .tegem para a prorDCi do Maraoho,
me soccorro do presente meio para sioilic.r
miaba eletna grado i repelidas alteles que-
ma foram disnerdigadas, asegurando ao* meus
amigos e as pessoas que, me sao affetcoadae. de
juera cont com as descalpaa a esta mioha (alta
involuntaria, que naquella provincia, ou em qual-
quer lugar a que o destino me levar, contaro
com meu profundo reconhecimeoto, peohorado
s auas extremas boodadea que Ihes aulorieara a
dispor com eguranga de meu limitado prestimo.
iseja-me dado inserir aqui ura (iroteslo de ad-
miragao as excellentee qualidedea que diatio-
guem o Illm. Sr. Dr. Joto da Costa Ribeiro Ma-
chado, que com illuttucio e iotegridade soube
conciliar os deveres do cargo de juize dos de c-
vililade, peoborando me com maneiraa demasia-
do urbanas e cavalbeiras. quindo como meu iul-
gador, leve de tralar-me oaa audiencias que se
dignou dr-me.
Oaaudo ae encontra urna autoridade que se re-
commenda por sua delicadeza e illustragao, e
jamis por irnposigoes fofas e porventura pueria
e justo que aeu oomeseia recoromendado esli-
ma e coosiderago publica, aasim como aujeita-
ca a aua justa .censura a vida ofcial daquellas
que se descarreiam do cumprimento do seus de-
teres, para se insipuarem por banaes e irreflec-
tidas decisoes.
Dispense o Illm. Sr. Dr. Costa Ribeiro Hacha-
do o que neslas palavras, que pouco dizem meu
reconnecimenlo, for de offensa sua delicada
suscept.bi.dade. e coosiola que, apesar do pou-
co valer, Ihe offere'ca meu prestimo em qual juer
condicao em que me acbar.
Recife, 13 de dezembro de 1861'.
Germano Francisco de Olireira.
da
dencia pede oestes caso que se espere pela- ~
Ta para se formar um juizo seguro. *"*
Butreteodo remedes de amieade #aueiro, em 30 da,
SilvioCalc*aadeAlbtiq,r _.S***-.- Id* .-Rrca portugueu PaUmr, do Par
cado a tecorrer ao. {* rj^i*******- m 31 di-
DULt m nAUmtW m MMM i4-M MUMLC M imi.
Idaaa flp.Barca porlugaesajji^ctiea, do te
hot\n. em M da.
JggS=g*gBBgT 1 .....
Motajio Xavi&entrtdoi no di* 13.
Bordaaux a porto ioteraaedios rapor francez
Extrtmodurt, 4elt79 toneladaa, com mandan-
te U. Auber, aquipagem ltO, carga differentea
aaercadona,
Lif*J 38 dias, barca portuguea Gratido, de
357 toneladaa. capillo Antonio Pereita Borges
Pestaa, eqnipagem 15.carga cebla, batata,
tinho e outro genero; a Aze*e4o & alende.
Aatn'o Btihidoi no intimo dio.
Rio de Janeiro patacho braaileiro Bom Juut,
ajiilo J0S0 Goucalies Res, carga asaucar.
"orlobngue porluguez .Afafcurio, capilao Joae
Francisco da Cu una, oarga asaucar.
Porto do nortevapor brasileiro Oyapock. com-
mandante o capio de mar e guerra G, Man-
ceoo. f ,
Ob$trvago.
Fundeou no lamaro uma barca ingleza^ maf,JD^Q
leve cooaanuoicacao cora ierra.
B- 9
O
! ni
2,
2 =
B
s.
B
I
Hora$.
r.
. mu i' '
i
1 ,,. ,,
P3
n
"bs."
o
AsAmotjjfcfra

-----.' !' "
Dirtcfo.
B
o
a
I Inttntidad*.
'I
06
M
OD
I ---------
2 I Farhtnhilt.
ui
o
01

ce
s'
I Ctntigrad,
a tle
l:
_ 5 o "t ffyyromatro.
-a
o
I CtMttrna hydrt-
mttrica.
.8
lo
u
8 8
5
09
8
8
a
I
-Z i
8 !
I
/"roneo.
o
Ingltz.
h
o O
A uoite clara a principio e depoia de agoacei*
ro. vento variavel de direccio e inteoaidade fir
moando-se no terral ai amanbecer.
OSCILADO DA aR.
Preamar aOh." da tarde, altura 56 p.
Bam-mar as 6 h. 30' da maohaa. altura 1,7 p.
Obaervalorw do arsenal de marioha, 13 dede-
xembro de 1861.
R0IIAH0 STKPfLB,
1* teoeole.
OltTm. Sr. Inspsttor da tfceeourarll pro-"
tindal. em TittaAa di etderd Wtun. Sr. prd-
dente da pmrnaa de ft do correou, manda la-
zar publico que al o^dfa 19 dcte mn whr
noament aberta a concurrencia para a colleca-
cao de Carrl de Trro, denominado tfflioa ur-
bano, partir desta cidad at a poroaeio de
AptpUCO. O contrato ferl feito dos termos da
lei pro1bcial n. 518, de 2t de jbuhd do preiente
anno. E para Constar ae manden iBur 0 pr-
aenlee publicar pelo Diario. i
Secretaria da Iheaouraria protincial de Per-
nambuco O de dezembro d 1861.O secretario,
Antonio Fecreira d'AuoodriacS.

t^^iaravo*^.
i'' i-

fcditaes.
COMMKKfiO.
Airandf9Ka.
Rendimentodo dial a 12.
dem do dia 13
309:224*442
21:16654^4
330.39O936
Movtmeutu da alfandeaxa.
clames entrados eom larenda.. 174
com gneros.. 217
Volamea aahidoa

591
com (azendaa.. 187
com getieroa.. 367
Deacarragam hoje 14 de dezembro.
Bngue inglezLavannah La Mar mercadoria.
Galera inglezaRosamundtaboado.
Barca IrancezaJuanoe Cutecarvo.
Barca inglezaBni laidem.
Brigue brasileiroBeberibecharque.
Patacho hollaodez Eliaabeth divenoi ce-
neros.
Hecebedoria de rendas Internas
Seraes de PernaanPaueo.
Rendimenlo do dia 1 a 12. 12 431*456
dem do dia 13......2:724538
15.1555994
Oansalado provincial
Rendimeato do da 1
Jdem do dia 13. .
a 12.
33:750*210
2K139J765
_ 35l789975
NOTICIAS COMMERCIAES.
__ Hamburgo, O de noveuibro.
Bolttim commtrcial.
Omercado lem estado bastante tranquillo oaa
duaa semana paaaadas. e as transaccoes nao fo-
ram de importancia notavel.
Caf.Apeaar da trouxidao que reina, o mer-
cado te cooserou flrme e os pre?oi nao offre-
ram mudenca ; a qualidadea inferiores do Rio
fle Janeiro parecem merecer mais ettencao.
Colamos: caf regular ordinario do Rio 5 7/8
b 1/7 chilliogs. '
O assucar foi muito procurado; os preco com-
tudo se suslentam.
O algodao coolio em aobida e as ullimaa
hilhn m fel1" DreS m*'8 lo de 1/4
?1^6/0^""6'^161"0 se Tendeu um Patuda de
17 bala de tabaco patente do Braali a 9 5/8
S 7U& 6 ?1.,?,,,,df,,ab,co '*ileiro a.ria-
00 a 7 5/8schillioga a libra.*
Couros.Sem alteragao nos ultrmoe preco.
Cacao.Firme, maa frooxo.
Entrarais ltimamente oeste porto do Rio de
Janeiro :
Os navio Aid, com 3.420 sacco de caf ; Ma-
llalit. com 2.300 saccoa ; Unda, com 6.205 sac-
eos; e Bathilde, com 1,666 saceos
Da Uahia : o navio Moming-Slar, com 4 100
saccas de caf. '
Partiram dead.e oaosso ultimo bollelim :
O navio Alona, para Peroambuco ; e o novios
tmcA. A/arta, Zeevaart Johann^ Auguit, Hein-
ricliCourier para o Rio Grande do Sul ; para o
Rio de Janeiro o navio Brilliante para a Baha o
navio Buenut-Ayres.
LUboa, 6 de novembro.
Navio sahido do porto de LUboa pira os
diferentes porto do Brasil :
Novembro 14.Barca hamburgueza A. E. Vidtl
para o Rio de Janeiro. 4 '
dem idem.Vapor paquete ingles Ontido, pa-
ra Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro.
Jdem 28. Thereza I, barca porlugueza pra o
Rio-Grande do Sul.
dem idem.Carolina, palhabole portusuei. pa-
ra o Rio-Grande do Sol.
Jdam Hem.Jotephina, patacho porluauei, pa-
ra a Babia.
dem idem.ligeiro, brigue porluguez para o
dem 29.Vapor fr.ncez Exlnmadure, para oa
porto do Bcaail de sua escala.
Navios entrado no porto de Liaboa indo
do difireme portoa do Brasil:
Novembro 14.Vapor paquete fraocez Barn,
do Rio de Janeiro, Babia e Pernambuco.
dem 16.Barca portuguea flor de S. Simo,
de Pernambuco, em 46 dia
dem MemBarca francesa Etptranct, 60 Rio
da Janeiro, em 63 di.
,dSbe"loBdiS.frn,m ** ^^ "
IdoUcV.":ir,s6di,.o.r,0,,ei f*"*^4e Per-
O Illm. 8r. ioapector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento de resolufato da juntada
fazeoda manda fazer publico que no dia 26 do
correte, peraote a mesma junta, se ha de arre-
matar a quem por menos flzer. o costeio da illu-
minacao publica da cidade detioianoa, avaliado
cada um lampio de 295 r. diario.
A arremalacao ser feta por lempo de um n-
D0,..nc-nlar d0 1- de eiro a 31 de dezembro
de 1862.
A pessoas que se propoierem a esta airea.
tasao comparecam na salla da e5e da referi-
da junta, no dia aupramencionodo, pelo meio
da. e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Iheaouraria provincial de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1861.-0 secretario,
Anlonio Ferre'" d'Annunciacio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resolucio da junta
da fazenla, manda fazer publico que a arremata-
gao da renda das casas do patrimonio dos or-
phaos, (oi transferida para o dia 26 do corrente
ez. m
E para constar ae mandou affixar o presente e
dublicir pelo Diario.
Secretaria da Iheaonraris provincial de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1861.O secretario,
A. F. d'Aonunciaeio.
O Illm. Sr. inspector da thetouraria pro-
vincial, em.cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda (azer publico
que no dia 19 do corrente vai nova mente em pra-
ca a obra do calcameolo da ra do Imperador
Campo das Princezaa e praca de Pedro II, pelo
syetema de paralelipipedos, avaliada em ris....
212:9051^000.
A arrematado aera feita oa forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de malo de 1854, e sob aa
clausulas especiaes abaixo declaradas.
A peaaoas que se propoierem a esta arrema-
lacao, comparecen) na sal dis eestea da junta
da fazanda da meama thesouraria, no dia sopra-
mencionado, pelo meio dia, e competentemente
habilitada*
E para conttar se mandou aunar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 6 de dezembro de 1861.-0 ecreUrio,
Antonio Ferreira da Aonunciago.
Clausulas especiaes para a'arremataco.
!*A obra ser principiada em doua mezes a
contar da dala da arrematado e concluida no
prazo de 10 mezes.
2*.0 arrematante ser obrigado a attender as
reelamaedes concerneoles a boa ezecuco da
obra, feita pelo eogenheiro eocarregado da sua
uscalisagio.
3a.O pagamento ser dividido em 4 presta-
ces iguaes, corregpondeodo cada uma a um quar-
to do valor dr obra, constante do ornamento ef-
fectuado com a quaotiae que forera voladas ao-
nualmente para^sse flm, com o imposto dos
propietarios, e com as sobras da receita no ter-
mo do 2o do art. 41 da lei do orcamento vi-
gente.
.4'.Para se proceder ao pagamento aera a
obra avahada em braga qoadrada, ficando o
arrematante ujeito, pelo prego do orgamento, ao
augmeuto de meima, se o governo aasim o 'en-
tender.
5\O arrematante eri obrigado a aeguir rei-
trictamente a diaposigoe coolid no rt. 36 da
le> n. 286, e no maia artigor da meama lei aue
regula a arreraalagoe. '
6'.A pedra deve ser de gr dra ne muito boa qualidade igualmente dora.
7a-Aa pedraa serio aasentadae aobre urna ca-
rnada de argamissa de cal e areia, posta sobre o
terreno bem socado, e depois serao pisadas com
um mago pesado
8a.O arrematante ser obrigado a botar uma
carnada de argamassa liquida por cima daa mes-
mas pedra, para lhes encher oajntersllcjo.
9a.O prego, aqui mencionado dever incluir
qualquer aterro que leja preciso (azer para levan-
tar o nivel das ras.
10a.Nao aera altendida reclmagao olgoma
por parte do arrematante, tendente a exigencia
de indemnisaco, seja quai or a cauaa que alle-
gue para tal flm.
Conforme. -O aecretario, Antonio Ferreira da
Aununciacao.
O Dr. Agostioho Ermelioo de Leo Jnior ea-
valleiro da ordem^de Chritto e jaiz munici-
pal, d orphos e ausentes do termo de|Olio-
da, por S. M. I. e cooatiluciooal, que Deus
guarde, ele.
Fago saber, aoa que este edital viiem que por
esle juizo de ausentes, se hade arrematar em
prega publica por venda no dia 18 do corrente
mez as 12 horas do da porta da casa da resi-
dencia do mesmo juizo, o eacravo de nona Ma-
noel, que representa ter 40 annoa, pouco mais
ou meno, de nagio, com ama rotura, a quem
maiorlane^ offerecer, aobre a avaliacao de
alHIfJOO, Cujo escravo 4 pertencentea heraocado
finado Pedro de tal.
E para que chegue .ao cooheciment de lodo
mandei patear eU que teri afiliado, ao losar
do coatame, e publicado pela impreosa. oa for-
ma da lei.
Dado apaisado nesta cidade de linda, sob
met selle deste ju aa, ae traze dUa do mea de dezembro de mil oi.
lcenlos e sessenta e 6m.
Ea FraodaM da Coi gas Cavaiaaeti Pesaos,
eacrlvsede orpbJose s usen tes oesarevl.
^fetliBboEmeUnodaLfaoJnier.
CBBseiho admuistralivo.
O cooselho administrativo, para (ornecimento
do arsenal de guerra, lem de contratar osgeneroa
alimenticios,' para a companbia dos menores do
arsenal da guerra, durante os merca de jaoeiro e
iereiro do anno prximo viodouro.
Pb^de 4 oegas, trolachks, assncar refinado de
aegutjda sorle, caf em grao, manteiga fraoceza,
cha hysson carne verde, carne sedea, arroz do
a-ranhao bacalho, vinagre de LUboa, azeite
doce de Lisboa, fannha da ierra, loucinho de
Lisboa, teijao mulaliobo ou prelo.
Ouem quizer contratar taea gneros, aprsente
suaa propeatas em carta fechada, na secretaria
I3,tf*lh0 M 16hor*a da manbaa do dia 2Wo
avffvmte mes.
8ala das sesses do conielho administrativo
para foreeimento do arsenal de guerra 12 de
dazenVbrt de 1861. *
Bento Jotl Lamenha Lint,
Coronel presidente.
lexndrt Augusto de Frias Villar,
Vogal e secretario interino.1
Conselho adminislrativo.
0 conselho administrativo, para foreeimento
geg["e*,.de uerr. le de comprar os objeclos
ao !*" reDl de nerra..
vata. e erro 'hapargca-
6 libras de gomma arbica.
12 duzia de olhas de Hie.
10 milheiro de prego caixa.
3U0 v.ssouras de palha.
100 dita de junco.
Quem quizer vender taes objeclos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manbaa do dia 18 do
corrente mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
d'zemb^rdeTs'o. d ""^ de Uerra'12 de
Bento Jote Lamenha Lint,
. Coronel presidente.
Mexandre Augusto de Frias \iltar,
Vogal e secretario interino.
Pela administragSo do crrelo desta cidade
se faz publico, que em virtude da conveogao pos-
lal celebrada entre oa goveroos braaileiro e fr.n-
cez, serio expedidas malas para a Europa no dia
15 docorreute, de conformldade com o anhuncio
deste crrelo publicado no Diario de 9 de feve-
reiro deste anoo As caitas aeiSo recebidaaduaa
ora ante da que or marcada para a sabida do
vapor, e os joroaea al 4 hora antes.
*orrei? de Pero'nuco 10 de dezembro de
iBOI.O administrador,
Domingos dos Psssos Miranda;
COMPAHIA
DE
Seguros Ulilidade Publica
Convidmoa oa Sr. accionistas a receberem no
oll^or, deV' con>Ph o 8 dividendo de
228000 por acglo.
Recife 6 de dezembro de 1861.
Os directoree,
Jos P. da Canha.
_ Thomai de Faria.
Consulado provincial de Pernambuco.
Pela meaa do consulado provincial te faz pu-
blico ao proprietarios dos predio urbaoos daa
fregueziaa desta cidade e da doa Afogado que 01
trinta das atis para cobraoga. a bocea do cofre.
l?.e8lrer,d* d,cima do anno floanceirocor-
rele 1861 a 1862. ae principiara a cootar do dia
d de dezembro vmdouro ; e que tambem no fnee-
mo da principia acobranga do primeiro semes-
tre do impoato de 5 % sobre aa rendaa doa neos
de raz perlencentes a corporagea de mao morta.
. ,oB.o consulado provincial 23 de novembro
de 1861.Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva,
Oollectoria proviucial de
Olinda.
Pelo presente fai-se publico, para conhecimen-
10 dos inleressados, que do da 3 de dezembro
prximo futuro principia a conlar.se os 30 dias
uteis para a cobraoga do imposto da decima ur-
bana do 1." semestre do anno flnaneeiro de 1861
a 62, os quaes nodos pagarao os contribuales que
nao comparecerem em dito prazo a multa de trea
por cento conforme determinado no regulamen-
to respectivo : no mesmo prazo serio iguslmeo''
cobrados os imposto laogados (eguinle: 4 UiO
obre o aluguel de caaa de negocios e diversos
stabelecimentos ; 80|0sobre o aluguel dos es-
critorios dos sdvogados, labelliaes, escrivea
etc. ; 5 0|0 sobre o aluguel das caaas do patrimo-
nio das corporages de mao-morla ; 20 0,0 das
eguardentes do coosummo, eimposto sobre car-
ros de pasaeio, aluguel e carrogas.
Collectora proviocial de Olioda 28 de novem-
bro de 1861.O escrivio,
Joao Gongalves Rodrigues Fraoga.
^0 hiate cNoaes> segu com brevidade, reeebe
argoma carga e escravoa a (rete : trata-se com os
consignatzno Marque, Barros i C,
Corpo Santo.o. 6.
l-rcoj
Acarac
Hiate Doua Irmaos : para carga trata-se com
da SU el lo'0" u"a m**tr* 'fl1 *"f
Burros e cavaltos
Sabbado 1 de dezembro,
AS li BORAS.
O capitao Dmeles do brigue ame-
ricano Brothers, fara' leilao por nter-
venqao do agente Camargo no armazem
do Sr. Andr de Abreu Porto, defronte
do arsenal de marinha, de 6 burro
e 28 cavallos de Montevideo, do* me-
canVseg^ lhore, cue tem vindoa esta provinei.:
ga e passsgeiros : escriptorio no Porte do Maltos
Para Lisboa.
A eleira e bem cooheeide barca por tugueza
uratidao. capjtao Anjpnio Pereira Borgea Pes-
taa, pretende seguir com inteira5 btevjdide ;
tem parl do eu carregemenlo prompto. para o
reslo qu Ihe falta e parasgeiro, para oa quaes
lem excelleotes commodos, irata-se crjm seos
consrgoaiarioa Aaevedo & Mende, no eu e-
cnptono ds rus da Cruz n. 1, ou om 6 capitao
na praga. r
Tendo a comoaohia d vapores do Rio alte-
rado a aahida dos seus paquetes, a gerencia da
companhia Pernasabueana tem de conormidde
reaelvtdo que a sahida do seus navios do i.-de
janeiro do anno prximo futnro em diante se
enectue da maneira seguate :
Portos do norte s 5 e 20, porto do ul no 1.a
e 15, de cada mez.
Quando. porm. o dia marcad,
do, a aahida (eri logar do dia anterior
a elle Sr. de engenho que pelo preco
do correr do martello, nao deixaro de
comprar: as 11 hora do dia no men
sionado armaaem.
Grande leilao
1.. *

Com lanche.
Sabbado 14. do corrente.
NA
Ra das Cruzes n. 35.
Costa Carvalho honrado com a con-
o fr santifica- fiaV5* de urQa fanaimprtante qne se
interior. retira para fora da provincia fara' lei-
lao no dia e hora cima dito, de uma
rica mbbiUa de mogno com pedra,
guarda louca e vestido, secretarias appa-
H i-adores diversas obras de ouro e prata,
: loucas e crlstaes, e outros muitos obiec
tos que seria enadonho mencionar :
pretenle aeguir com muiu brevidade o brigue tambem vender' uma ecrava moca
eacuna Joven Aithpr,tem parte de aeu ca4- COm habilidades
ment prompto : para o reato que Ihe falta. Ira-
seu consignatario Azevedo 4 Meo-
O abaixo *signado em attencao a tt
essediao.davttpra do nasetmento do
nosso Kedemptor e para mais satisfazer
ao spiuvl public pagara' ai ortes
de 6:(fo0$, 5:000$.'1:0001, 500|, %tm
easde IOOJ 4ogo nesse mesmo di da
eXtraccSo apellas te tenha ella concluido
cujo pagamentos nalisario nesse dia
as ft horas da tarde, cdntinrjandb nos
da utei. Os bilhete e meio bilhete*
cham-se a venda nicamente ate o dia
23, na thesouraria das loteras na ra
do Crepo n. 5 e as catas commissio-
nadas.
, O thesoureiro,
A. J. Rodrigues de Souta.
AttenfSo"

H
Ro de Janeiro
ta-secom o T
des, no seu escriptorio tas da Cruz n
1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue aBelisarioi), primeira classe, capitao
Manoel Hanaooo Ferreira, segu com brevidade I
recebe carga e eacravos a frete : trata-se com os '
consignatario Marques, Barros & C, largo do'.
Corpo Santo n. 6.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiate Lindo Paque-
te por ter grande parte d aeu carregamento
contratado ; para o resto trata-se com oa con-
signatarios Almeida Gomea, Alvea & C, ra da
wm n. 27.
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes inglezes a vapor
No da 15 do corrente eapera-ae do aul o va-
por Ooeida. commandante Bevis, o qual depois
da demora do costume segui para Soulhamp-
ton tocando nos portos de S. Vicente e Lisboa,
para passagena etc., trata-se com os agentes
Adamson, Howie & C, na ra do Trapiche No-
vo n. 41.
N. B. Os embrnlhos s se recebem at duas
horas antes de se (echarem as malas ou uma
hora antas pagando um patacao alm do rea^
peclivo frete.
Maranho.
Segu em poucoa diaa o palhabole nacional
Sonoimoro, capillo Manoel da Silva Santo,
para alguma carga que ainda pode receber trata-
ae com o aeu consignatario F. L. de O. Asevedo,
ra da Madre de Daos n. 12.
A 17 do corrente
O Dr. Charles Cordn tendo de retirarse tem-
I porariameote para loglaterra (ara leilao porin-
tervengo do agente Oliveira, de toda a bem
acabada e excelleote mobilia e mais adoros da
casa de sua residencia, conaiatindo em lindo sof
f, consolo e mesa de sala com lampos d
marmore, mesas de sofs, poltrona, cadeiras de
bataneo, de bragos, de encoato e diveraas outra
i sea, bancas para jogo, um ptimo pianq_.de
I bellae voses, espelhos magnifico com moldWa
douradas, quadros importante, vaaos para flo-
| res, candieiras de globo, lanternas e muitos en-
lejes para salas de visitas, eatantes para livros.
1 obras tmpressas lilteraries, histricas cientfi-
cas dos melhores autores, liadas secretarias, com-
modas, toucadore, guarda-vestidos, marquesas,
magnifico toucadore, lavatorioa com espelhos,
e oatros singlos, leilo para casado com corti-
nado e os mais preparos, lindas alcatifas para
sala e saleta, grande mesa elstica para iantar e
outraa para differentes misteres, louceiros, arma-
rio, apparadore, porcelana pira almogo, jan-
tar echa, cryslse, galheteiros, bandeja, faca
e garfus ecolheres, avultado trem de coeinha
banco e innumer* outro artigos apreciavei e
inliapensareis a qualquer casa bem montada,
Terija feira 17
do correle, as 10 horas da manhia em ponto,
na indicada residencia ra da Imperalriz n. 30
onde espera inteira concurrencia, mormeote d
seus dedicados amigos a quem especialmente
convida para lomaren uma refeieo e um copo
de vlnho saude da aua saudosa despedida.
Rio Grande do Sul
PELO
Rio de Janeiro
Carrosas, bois, encerados e
madeira.
Sabbado 14 do corrente
as 10 /toras.
No da e hora cima mencionado haver leilao
de doua carros novos de conduzir gneros
Aluga-se commodamenle o segundo andar d
caa u. 54 da ra da Cntela VoNsa.'o qual tem
grandes com modo, est isseiado, e todo cor-
rido de jsnellas pelo oitao que fica ao aascente
e bastante claro e fresco.
Na ra de 8. Gongalo n. U, procisa-se de
ma mulher para ama doaervico lotero e exter-
no d casa, forra ou escrava.
* Fogio no dia 18 de novembro sroxiaso pss-
ado, do engenho Junqueira, do podar do abaixo
aasignado, o eacravo Kloy, com e signaos eeguin-
les: mulato claro, cabello praloa e enroscados,
sem baroa, apena um bigodioho, boa estatura,
magro, peroaa finas, uma perna quebrada viiival-
meote condecida, um dedo cortado em uma mo
calcula.se ter 16 annoa de tdade, carapina,
otitula-sa fotro, fei escravo do Sr. Dr. Jos de
Mendoaca Reg Barros, sappde-se ter ido para
Porto Calvo, onde moren e tem sagra', fngfo com
a mulher. foi visto tomar o trem em Olinda. e
saltar em Timboass : recompensa-se com lOOt
a quem otrooier ao mesmo engenho.
Manoel Pranciaco de Sonta LeJe.
.T Proc,a-s de um caixeiro portugus, do 1*
a 16 annoa, com alguma pralica do taberna : ne
ra do Fogo n.20.
Aluga-se umaescravo de quarenta e Unto
anno, proprio para o aervico de botica, padaria
ele.: na ra da Imperatris, segundo andar do
aobrado n. 4.
O abaixo araigoado. tendo em seu poder urna
letra aceita pelo Sr. Or. Augnato Lemeoha Los
da quaotia de 402, vencida a 30 de abril do cor-
rente anno, achando-se eata seahor ausente, ro-
ga-ae porisso ao procurador do mesmo Sr. Dr. o
favor de apparecer na ra da Praia, primeiro an-
dar n. 47. Kecife 3 de uezembro de 1861.
o .. Claadisio do Reg Lima.
K. Nicolle, subdito francs, vai a Europa.
Alugam-se
duia casas am Beberibe, paasaado a ponte, para
a feata do Natal, uma com todos os commodos
para grande familia, e a outra pequea para pou-
ca gente ou rapaz aolteiro, com o iocomparaiel
no Beberibe por traz de ambas as cssas : s tra-
tar na mesma povoago com o professor publico.
O bacharel Joao Vicente da Silva Costa tem
o seu escriptorio de advogacia na ra do Raogel
n. 7d, defronte da botica, ao aahir no largo da
Peoba, onde aerl encontrado a qualquer hora do
dispara todoa os negocios tendentes a sua pro-
iissao. r
OTerece-se uma seuhora portugaeza para
faier companhia a qualquer familia qoe faca vja-
gero para a Europa ou outra qualquer parte, sabe
iratar de cruogaa e aenhoraa : quem precisar di-
rija-se a ra do Queimado n. 39.
. Boga-se so Illm. Sr. Dr. Jos Paulioo de
Alouquerque Sarmeoto o obaequio de mandar
pessoadesua confianga i ra Nova n. 43, aua
de tratar de negocio que diz reepeilo a S. S.
a "7- P88e*-8e 8,b s'eaoda exiate oa comarca
do Labo o Sr. Jos de Souza Paulo, onde consta
ha lempo morara : qualquer pesioa que i este
pedidosaiba responder, por favor queira dirigir-
se ro da Cadeia do Recie n. 7, loiade miude-
zas d* Guedes Si Gongalves.
Aviso..
Arisos martimos.
Para o Aracatv
segu al o fim desta semana e prieipio de ou-
tra o hiate Sant'Anna : para carga e pissagei-
ros. trata-se com Gorgel Irmios, na ma da Ca-
deia do Recife n. 28, primeiro andar.
Maranha e Psft.
O patacho Paulino aegue com brevidade, o
pode receber alguma carga : trata-se com o con-
ignataos Marques, Barro.* C, largo do Corpo
santo ?. 6. r
------- -- ^ wuuucii gcnciua a imi-
..,. -- v I 5ao 1 d* alfat'dega. (eitos systema allemo.
segu brevemente o brigue nacional Adelaide, | o quaercarregam mais de 200 arrobas e podem
de superior marcha, por ter alguma carga j en- er puchados por um e mais bois.
gajada : quem no mesmo quizer carregar ou ir 6 bois mansos e acostumados '
de passsgem, dinja-se a Bailar & Oliveira, ra de carrogas.
Cadeia do Recife n. 12, ou com o capitao na
praga.
COMPANHIA BRASILEIIU
DE
Rio de Janeiro
?J? g? Cr.oieiro/, 8l recebe tambem ge-
nero etrogeiro a frete : tratar com os con-
signatarios Aoiunes Guimaraes & C
Baha.
MlfSirSS & 1JUPHD1.
Al o dia 21 do corrente esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te Alcanforado, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se pssssgeiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ae embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro a frete e eocommnndas al o dia da sabida s
2 horas ds tarde : agencia ra da Cruz n. 1. es-
criptorio de Azevedo & Meodes.
com o trabalho
e oiticlca, madeira
12 praochoes de aicupira
secca e em bom estado.
2 grandes e bons encerados que podem servir
para os rbesmos carros ou para canoas, os praga
do commercio em frente a igreja do Corpo Santo.
Leilao
Manoel Anlonio de Olireira, que foi caixeiro de
Bernardino Jos da Silva Braga, oa ra da Sen-
zala Nova n. 22, pede aoa seus devedorea que
deixe de pagar deata data em diaote o Sr. Anto-
nio Oomes Carvalho por nao ter prestado conta,
tambem peda ao Sr. Aotooio Gomea de Carralbo.
que venha fazer entrega das coalas do qae lem
recebido amigavelmenle.
Precisa-se de uma ama para casa de ho-
ShrS.'fe ir'Ur "" d H0SPC0'
~~AkVMea> fa,Ur 00U8 'Hos, procure no
iell mo8' rm**eoi n. 10, que lera noticias
Urgencia 8
Quera tiver um meihodo de caligraphia af
e quizer vende-lo dirija-se a ru da UoiSo #
n. 15, ou nnuocie por cate Ditrio.
alguns
Leiloe*.
LEILAO
Tertja feira 17 do corrente as
10 horas em ponto.
O agente Piolo far leilao por conta e risco de
quem pertencer e sem reserva de prego, da ar-
mago, baldo, aelindro, maceira e todos maia
objeclos existentes na padaria da ra de Domio-
gos Pires o. 50, no dia e hora cima mencionado.
Para a Baha segu em pouco dia eKBn
nacional Carlota, capitao Luciano Airea da Con-
ceicao, para alguma carga que aiod* recebe Ira-
ta-se com o seu consignatario Pranciaco L. de O
Azevedo, roa da Madre de Daos n. 12.
COMPANBIA PERIUIBICAIU
M
Navegado costeira a vapor
Parahibe. B0 Glande do Norte,
Macau do Assu', Araoaly e Cear.
O vsper Iguaram, commandante Vianna,
sshu para os portoa do certa de na eic.ls
Jt o Cetri ne rdiarJI do corrente mez s 5
hora U Urde.
Retobe carga at o dia 20 ae molo da. Ea-
W'Sft i"*1?*'" nheiro a frete at -
r-i?"**. M lh! fswiptoTlo io Foro
de suttoe n. I,
MOTIS
PELO AGENTE
5egunda-feira 16 do corrente.
O referido agente cima, competentemente ta-
tortsado por uma familia que se retirou pera fors
da provincia far leilao de toda a sus mobilia
cooafstindo em uma mobilia completa de aera-
jeira tampos de pedra, diU de amarello. cadeiras
avulsss, marquen, cramenos, cama de ferro
para casal, lavaUrl, louca do mesa e almogo, vi-
dros, candelabro e muitos outros objeclos avuiaoa
que seria irapoaaivel enumera-loa e que ludo a
Tender tem reserva de preco: seganda-feira 16
de dezembro pelas 10 horas da manhia na ros
do Amorta n. W, primeiro andsr.
Quinta-feira 19 em continua-
co a o do dia 13 do corren ttf
O agente Pinto far leilao a requerimento dos
admioistradoreada massa fallida de*Siqueir 4
Pereira e por mandado do Illm. Sr. juiz especial
do commercio dos objectos abaixo declarados per-
tencentes a mesma massa a aaber:
U,n Urreoo no Mooteiro lugar denominado Ca-
boc, em qne est edificada a casa perlcncente
a viuva do Reg Baogel.
Um ditono mesmo lugar,junto ao terreno per-
tencente ao Sr. Filippe Billis Maciel.
Um dito na estrada do Montairo junto da cata do
Sr. major Antunes.
Um escravo pardo por oome Leandro, de 18 an-
noa de idade.
O leilao ser effectuado s 11 horas do dia ci-
ma mencionado na ra da Cadeia do Recife n. 9
primeiro andar, oode ae poder obter do refe-
rido agente qualquer informacao a respeito dos
mesmos objectos.
Precisa-se de um rapaz forro' para
servigos de uma esas : na. ra Nova n. 7.
Atten^o.
Aluga-se urnacasa norrio ds Madeira de Be-
beribe para passara fesla, eu mesmo snnual: a
Iratar na ra do Quejando n. 48,
Aluga-se a luja do sobrado da ra do Ll-
vramento n. 27 proprio para qualquer eatabele-
cimeoto ; a Iratar na ra de Hortaa n. 10.
Aluga-se o terceiro andsr da asa n. 37
na ra larga do Rorario: a tratar na' ra da Ca-
deia do Recie n. 4. .
Preciaa-so de um hornera que saiba relinar
assucar para uma leQnagio na Parabyba paga-se
um bom ordenado, a tratar na ra larga do Rod-
earlo o. 48.
Avisos dTersos.
4Imanak da provincia
Estando a confeccionar se o a I mana k
desta provincia, roga-se ai pessoas que
costumam ser contempladas de manda-
ren seus nomes, e qualidades de oceu.
pacSo a' livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia ate' o dia 15 do corrente
em que se deve (echar.
Grande laboratorio de la-
yagem.
Podem maodar buscar a roupa lavada de ns.
6. ** **. 40, 283, 18, 74, 171. 137, 183.
l: iSi: iS:a86, ^i58, ,w*176, m:s'
Engommada.
Ns. 975,40,281.
LOTEIM4
Ter^a.feira 24 do corrente, (vespera
de esta) andarlo impreterivelmente as
rodas da terceira parte da primeira lo-
tera do Gymnasio Pernambuoano.
Dentes artificiaes:
A viuva Roaa Jane, dentista, continua a por
denles artificies em sua residencia na ra de
Santa Rila n. 61, afora della em casas de fami-
lias, dando-se-lhe condueco.
O Sr. capitao Jo5o da Silveira Bor-
ges Tavora, rogado a comparecer na
loja n. 20 B da ra do Crespo.
i
Charutos de Ha vana
A
Loja da rua do Crespo, de#
Leandro A Miranda.
Vendem-e o melhores e atis con he- j
cido charolo de Harina. mn
*
> A Ba da Cadeia do Rectie 50 A
"Manoel Gon-
galves de Oliveira Santo, vende para a pretente
esUgo deste mez, Bquem certo que o anno vio-
dauro o sol muda, e por iso sproveitem as se-
guimos pechinchss:
Peca de esmbraia Upada con 10 vsres a 5.
DiU dita diU multo floas 10 varst a5|500.
Villalho de ramsgeos que se tem rendido
a 49400.
Panno para mesas redonda1 a 31.
Dito dita dita a 2*500.
Cambria de cores Imitsndo organdys vara a 480.
Dita branca com 8 1)2 varas 300.
Dita d)la para forro a Sf.
Camisas franceus finas Sf.
Ditas de fustde breneat t,
DiU d. liafco o rf!p.


i-i/ui0o i* m^mmmvt *wi.*
PaVfl as proveas de Pe^nambuco, Parahib, Jlio-
Grande d^orte, Gear e Alagoas, a sabes
FolblnW^.|)^tttelS^tP>^*lario, pocas geraes, naciofes, Wat
*U tAi^rV bfciM>eexasW, fioticiis planetarias, eclipses, partidas
de correaos, audiencias, e resumo de chronologiif} Jf ris^Jf'(.^ ff(J
Folhinba de altiWrt^rfvariedade, a qual conttn todas as materias das
de pora e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, Casa e familia imperial, nomes e ttulos do fchefejrV principaes estados Jo mundo, tabella .da arrecadacSo do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro
peus, tabella dos impostos geraes, pftnJKs, elbunicipaes, re-
i e-,- gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
Dita
paes, artigossobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecao de remedios, a re'is.
^tgWljpon^eodp toda% m raterial das de porta, e mais febellas do
^F>Aa*etoettfc\fe4easb( do bl, das mares, casa e familia imperial,
nomes e Ututos dos cbefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadac3odo sello, dita do porte das cartas, partida dos
.*J* paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, eentrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trecenario e mais oracoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracCes para todos os estados da vida,
320
520
e novena da Sepbora Sant'Anna, a re'is. .
, .., .
Acba-se no prelo o almanak civil, ecclesiastico, administrativo, agrco-
la, commercial e industrial, o qual sahira' no fim do mez de dezembro, nao po-
dendo ser antes pelas mudancas.
701
u--------
.

i
-se de um aenmo para caiieiro de
becco do Campello o. 4.
Ale*-se urna ama de leite : na travessa
da ra das Ciases D. 4, loja de calgado.
Da casa do abaizo assignado deaapparecea
no dia 10 do correble, um cabrinha de nomo
Benedicto, de idade de 10 aonoa pouco mais ou
renos, levou camisa de rlacadiabo escuro e urna
correte de laio no p presa em um pequeo
cepo, tem oma|marca de ferida em orna perna,;
em o pegar|lere-o ra dai Trincheiras d.
qtfe se recompensar.
Joaquim Elvino lves da Sitva.
parec meato loja n. 90 B da roa do
.
Sociedade recreativa
Nova Uniao,
A directo actual deata sociedade, achan-
do-se assaz peoaliaada corn a infausta no-
l ticia da prematura e seodissma mnrte de
Sua Magestade Pideliaaima o Sr. D. Pedro
V, e querendo dar urna pequea enaoifeata-
kpo de to jyslos aeniimeotos, tem delibe-
rado mandar celebrar urna misas reseda ua
\ igteja do hospicio de Nosaa Seohora da Pe-
nda, domingo 15 do correle, pelaa 7 ho-
ras da manba, palo repouso eterno da al-
ma de la joven rei, para cojo acto lio po
e religioso a mes mi direcgao roga encare-
cidamente a todos os senhores aocios, quer
nacionaes quer porluguezes, para que se
{ese comparecer ao referido acto, adro
de trna-lo mais aolemoe e honroso.
Sak daasesadas da sociedade recreatirs
Neva Uaiao 9 de dezembro de 1861.
O secretario,
Motla.
ci de 0H*4m Silva.
a Fonaeca Coitiuho
s de Olivjjfea e Silva,
hroeiro Leal,
ooimo da Albeqoerque.
aaoel Pereira de Lyra.
Augusto da C. Rifceiro.
Soasa (lypogrspbo).
Moraea Carvalho, que quando vier ao Re- *)
cife faca favor de dirigir-se i ra do Gres-
*;..... !
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita ata rila do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia.ia.42.
Precisa-so alogar urna neprinha de 10 a 1S
aonoa; tu raa do Imperador n. 62; acorado.
Roga-se a os sen h otea abaizo mencionados o
rator de virem a ra d Crespo n. 8 A a negocio
da aeua ioteresses, visto ole se saber de suas
moradas.
Dr. Pedro Gaudiano Ratis e Silva.
Padre Francisco Alaes Abraotea. /y ey*
Fr. Joo de Santa Cecilia. J '
Capitao Aatonio Faenando Raiouro.
Acurcio Jos de Medeiros.
Franoiaeo Jos do Amaral.
Franeiaco de Paule Cavalcenti Wanderley LA.
Feliz de Araujo Albuquerque.
Jos GuVlherme dos Rei.
Joaquim Pedro do Reg Brrelo.
Msuoel Duarla Ribeiro Jnior.
Manee! Aoloolo Barbosa.
Vlguel da Purificado Gomes.
Jos Gorgonio Paea Brrelo.
Alexandre da Silva Tavora Veneno.
Joao Baptista Moreira.
Francisco Jos AWee Gama.
Joaquim Ignacio de Camino Mendonga.
Precisa-sede um faitor para ua sitia de
pessoa estraDgeira, em Sant'Aniia|: a tratar, na
ra do Trapiche-Novo o. 42.
Joav> Igncic
BsMrfeel
Atenco
i Roma, fllho do fallecido
Roma, tendo completado a
toatde41 nnos, i querendo por isso emanci-
par-ie tara entrar no gozo dos bena que por mor-
a do asa pal Ihe tetlenceraro. e estando oa mes-
aos bees em poder do Sr. Pedro de Alcaolara
nsta de Abrau e Lima, previne a todas as pes-
aoaa que tiverem de contratar com omeamo ae-
nhor que nao o fagam sena que elle faga entrega
doa saeajnaos bss, sob pees de augeitarem-se aa
conaequenciaa que poasam sobrevlr.
Aluga-se um primeiro sudar na ra da Im-
peralru : a trtar na ra do Imperador n. 67.
Jos Jurfce Pinte vai s Europa pera tratar
da sua aaude, a pede aa peasoas que Ihe esio
devendo, que Ihe raaadem pagar na roa da Ci-
dria do Reciten. 1. *

;

olaea c
Pi'ietli-Y de am criado forro ou capljvo, de
idade de 14 a 18 aonoa, que airva para todo o
servigo de urna caaa de homem solleiro : a tratar
na ra da Cruz n. 26, armazem.

Ama.


- Aluga-se duas casaa para aa paasar a testa
na freguezia da Vanea, junto povoago da
mesma : a tratar na rea de Horlaa n. 2, primei-
ro andar.
Rogo ao Sr. padre Beato Pereira do Reg,
em qaalquer parta que se ache, que venha satis-
fazer o mais breve poasivel o que me devedor
mais de 6 meaja, pois que tendo de rerer-me
des la provincia, nio desejoincommodar aos meus
amigos para cobrar de V. Rvma. o que ae acba
coolrahido para comigo em auas differeolea car-
tas, que se acham selladas e reconhecidas.
Joaquim Jos de Almeida Pires.
Constando nos que muitaspes
9 loas Pe em duvida o termo ap- f
f$ proximado da nossa sabida de- %
fjp claramos de novo que irrevoga- ^
^ velmente do dia g
31 de dezembro correte,8
*^ em diante nao aceitremos mais @
^1 encommenda nenbuma passan- 9
g do o estabelecimento ao nosso ^
A successor
i.
Sil i C.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratoi de novo gosto
Retratos de novo goato
Reiratos de novo gosto
Rejralos de novo gosto
Hawleyotypo nova iuvencao
Hswleyotypo nova invencio
Hawleyotypo nova invengo
Hawleyotypo nova invencao
Hawleyotypo nova invengo
Precos baixado para pouco
tempo.
Precos
Presos
Precos
Presos
baizado
baizado
baizado
baizado
para pouco
para pouco
para pouco
para pouco
tempo
lempo
tempo
tempo
3^600 5;S000 IO^jOOO 20/jOOO
3JO0O 5000 103000
39000 59000 109060
39000 59000 10/000
39OOO 53000 IO9OOO
Expleodido alfiueies
de
209000
209000
209004
209000
o uro
hotographos de S. H. o Imperador
Ra da Imperatriz nu-
m^o 14! i
Ezplendido alfinetes de ouro
Ezplcndido alQneles de ouro
Ezplendido alOnetea da ouro
Ezplendido alQoetes de ouro
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Expleudido quadros dourados
Ezplendido quadros dourados
Ezplendido quadros doursdos
Ezplendido quadros dourados
Ezplendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para'
machinas para
Precisa se de un
caixeiro
Dase sociedade a ums pessoa que tenha pra-
tica de loja de miudesu, comanlo qae o seu
comportamentoaaaim o exija ; quem pretender
dinja-se a raa da Imperatriz n. 46, loja.
O abaizo aasigoado, com' loja de trtara -
gueiro na ra das Trincheiras n. 1, avisa as
pessoas que tem obras concertadas de tartaruga
em |ua loja desde o anuo de 1858 a 60, teoham
a bondado de vir bscalas al o fim do correte
anno, e nao o fazeodo ueste praso (icario sem
direito algum mesmas visto que ellas por
antigs, pouco ou nada valem.
Recite, 5 de dezembro de 1861.
M a noel Jos Soares Gui maraes.
Una casa em O inda.
Aluga-se ama excelleote casa em Olinda, sita
na ladeira do Varadouro, peloa tres mezes da (es-
ta, leudo grandes com modos para (milla : a tra-
tar no Recite, roa No*a n. 50, primeiro andar.
. O Dr. Joaquim Jos de Campos, secretario
da repartidlo da polica, contina a advogar oes-
te praga, e deve aer procurado em sua casa n. 33
da ra da Imperatriz, antes dss 9 horas e meia
da manbaa, e depoisdas 3 e meia da tarde dos
dias uteis.
Aluga-se o sobrado de um andar arma-
zem na ra da Hoeda n. 33, concertado e piolado
de novo : a tratar na raa da Imperatriz n. 53, se-
gundo andar.
Sociedade bancada.
Amorim, Fragoso, Santos & C.sacam e tomam
ssques sobres praga de Lisboa.
Alugam-se o primeiro e segundo andares
do sobrado na ra do Amorim n. 39 ; a tratar na
travesea da Madre de Dos n. 15.
Aluga-se o segundo andar da cass n. 183 da
roa Imperial, e o aegundo da ra da Imperatriz
n. 188 : a tratar na ra da Aurora o. 36.
Saque sobre Lisboa.
Maooel Ignacio de OUvelra A FHho aacam so-
bre Lisboa ; no largo do Corpo Santo n. 19.
Frecisa-se de urna ama de leite que queira le-
var tima crianga I Baha, paga-ae-Uie bem, alera
de dar-selhe panaa/rarde idee tolla : a tratar
na ruada UoiSo n. 42. >. ,
Preciaa-se alagarnm preto: na raa da Ma-
triz da Boa-Vista n. 26, padaria.
Atega-ie o primeiro andar de um sobrado
com muitos com modos, na ra da Matriz da Boa-
Vista n. 26: a tratar na loja do mesmo.
' Jos Gomes Leal tendo racebido do Sr.
Hanoel Gomes da Cuoha seohordo eogeoho Ma-
caco da contares de Nazaretb, o seu escravo Je-
ronymo, prelo, crioulo, de idade de 13. annos
pouco mala ou menos, Cora sigoaes um pouco
salientes nae nadegas e costas, para vende-la d
sua conta, e auccedendo ter o mesmo escravo
desspparecido no dia segunda-leira 9 do corren
te, sem que athoje toruasae para casa, pelo qae
sappoeo annunciante achar-Se fgido, pelo pre-
sente o (ai publico nao s para que chegue ao
conhecimento de seu aeoho'r, nao obstante Ihe
ter j avisado particulirmente, como pira qae
sendo encontrado o mesmo escravo por algum
agente policial oa por quem o coohecer, o leve
a sea senhor no referido eogeoho tu o traga a
esta praca e o entregue ao annuDciante na ra
da Cadeia Velha n. 56, cerlo de que er devi-
damente recompensado.
SOCIEDADE
Ama.
Preciaa-se de urna ama (orra, prefere-se de
zeeia idade, para o servico de compras, oa ra
Bella o. 38. -
Na noite do dia 7 do correte mez (ur-
0 tsram dous aois de (erro do terrado da
fjj) caaa de campo do Dr. Pereira do Carmo:
8 quera deiles der noticias exactas aei re-
compensado.
Car val lio, Nogueira & C. na ra
do Vi gario n. 9 primeiro andar, sacam
obre Lisboa c Porto.
AbilioFernandes Trigo de Loureiro leva ao
conhecimeeto do respeitavet publico, e protesta
solemnemente peraute o meaxna, por al, e corno
natural e legitimo administrador da orpha ua
filha Mara da Gloria, pela insaoavel nnllidade
de diviso da ac5a0.de aanullaeio do alora ment
das trras denominadas Psagueiras, que o res-
pectivo senher directo, o Ezm. Sr. visconde de
Suaeeona, parece quererentenlar, ou talvez ja le-
vos a juizo (separadamente) contra um dos co-
herdeiros, o Sr. Dr. Julio Barbosa de Vaaconcei-
los aaa enhera, a quem (ez citar para eaae Om,
lia dez diaa pouco mais ou menos, sem lodavia
ter aiada felo citar para o mesmo fim ao protes-
tante, por si e cerno administrador de sua dits
fllha.
Recite 7 de dezembro de 1861.
Atten A aatiga eoeheire d'alem da ponte da povoacao
de Beberibe contina a receber carros e cavallos.
Um segundo
andar.
Alogs-se o segando andar da praca da Boa-
Vista : a tratar na loja de calcado na raa da Im-
apertriz n. 46.
Precisa-ie alagar ama eacrtva qae seja Sel
e lenba as habilidades preeiaas para servir em
unte casa de pequea familia : a tratar atea da
Croa do Recife armazem n 63.
Precisa-se alugar um escravo para compras
e mandados, paga-se generosamente : a tratar na
xua da Aurora n. 80, 00 na rna da Cadeia do Re-
Criada.
Preciaa-se de ama crisda para o servieo inter-
no de asa cesa de poe familia, qae engomme
e seje acetada ; a tratar na ra das Crezes n. 30,
primeiro andar.
Preeisa-ae de ama ame que oziahe, en-
gomte e comer: ns ra do Livramento o. 9,
segundo andar.
08r. Henoel do Silva News Coutinho ten
ama darte riada da farabiba, na fW do Trapiche
novena
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Caixas
Caixaa
Caixas
Caizas
Caixaa
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
de
de
de
de
de
retrstos
retratos
retratos
Tetratos
gostos
gostos
gostos
goi los
gustos
ver
ver
ver
ver
ver
Rui
Ra
W.
liados
lindos
lindos
lindos
lindos
venham
venham
venham
venham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprioa
Para tirar retratos
Para tirar retraloa
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
Orborne retratista americano
do Imperador
do Imperador.
Desappareceu da raa de Apollo, ae 3 horas
da tarde do dia 12 do correte, um cavailo rugo
pedrez talhado com cangalha, ainda novo, clinaa
cahidss para e lado direito, e (errado com aa le-
tras A S P : quem o pegsr (eve-o ra da Sen-
zala Nova n. 38, que ser bem recompensado.
Preciaa-se de urna ama capaz para lodo tr-
rico de pollas i dentro, e de pouca familia ; na
ra daa Cruzea n. 22.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Amorim n. 50, tem commodoa para fami-
lia e eacriptorio : quem pretender diiija-ae a roa
da Madre de Dos o. 20, que ahi achar com
quem tratar.
O Dr. Manoel Moreira Guerra traosferio o
seu eacriptorio de advocada para a ra Nova n.
50, primeiro andar, onde reaide, e onde poder
ser encontrado a qoalqaer hora do dia para o
exercicio de ana profiaso.
Acba-ae para alugar dous sodarea do so-
brado da ra da Imperatriz n. 30: quem preten-
der dirija-ae a mesma casa.
O Sr. J0S0 Hyppolito de Meira Li-
ma, qtaeira apparece- nesta typographia
que ce Ihe precisa fallar.
O dentista Numa Pompio.
Ra estreita do Rosario n. 22, pri-
meiro andar,
planta denles pela preaao do ar, por molas e li-
gaduras, e (az todas aa operaedes de sua arte.
Aluga-se um sitio na entrada da Gasa orte
tendo commodoa suficientes para qualquer (amilia
o ir o maia aaudavel e tendo o banho perto de
casa a tratar : no pateo.de S. Pedro, n. 6 primei-
ro andar.
$K9MflMg
Attenco i
Purtaram do abaixo assignado um re- 1
logio de ouro patente inglez, coberto de 1
n. 71831, autor losh Peulington e um I
trancelim do ouro: quem delle soober *
ou der noticia dirija-ae ao largo do Corpo O
Santo loja de cabos de Antonio da Costa S
e Silva Maduro, que ser generosamente ja
recompensado. *
Precisa-se
De urna ama de boa conducta paia
casa de pouca familia, na ra Augusta
n. 5 primeiro andar.
Aluga-se a loja do sobrado n. 11
no aterro da Boa-Vista, propria para
estabelecimento : a tratar no mesmo
sobrado.
Achando-se approvado palo goveroo da provin-
cia os estatutos, peloa quaea nos devenios reger
de conformidade com o decreto n. 1711 de 19 de
novembrode 1860, ao pelo presenta convidados
todos os membros da mesma para reuniao geral
nu dia 15 do correle, pelas 11 horas do dia, am
de proceder-se a nova elejcao dos membros da
admiuialraco como determina o aupraeilado de-
creto : ceno de que, aquellea que nao compare-
cern a fallada reuniao aero considerados como
ole querendo (azer parle da sociedade, e conae-
guintemente sem direito a reclamacao alguma.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo 11
de dezembro de 1861.
Theodoro Oresles do Patrocinio,
primeiro secretario.
William Salmn, aubdilo iogler, retira-se
para Inglaterra.
Em prc publica dd juizo doa (ellos da (a-
zeuda desla provincia, se ha de arrematara quem
mais der os bens seguales :
Um csrro de 4 rodas com todos os seus per-
tences n. 41, e em bom estado, avaliado por 6O0#.
Cujo carro (oi penhorado por ezecu;o da (azenda
provincial contra Augusto Picber pelo Dr. Joo
Lina Cavalcantide Albuquerque.
Um sobrado de um andar e soto na ra das
Larangeiras n. 21 com 2 salas, 3 quartos peque-
nos, ronoha no soto, leodo 85 palmos da frente
e 601(2 ditos de (uodo ; e no pavimento terreo
2 salas, 2 quartos. e quintal que serve de cozi-
nha, avaliado por 4:000.
Um sitio na estrada do Manguioho margem
do rio Cepibaribe, tendo 300 palmos de (rente e
650>ditos de fundo, no qual aasantem duas eaaas
terreas com solo, leudo cada urna deltas 2 salaa,
4 quartos, cozinba e ama eatribaria, em chaos
(orelroa, avaliado em 9:6009 ; cujoa bena (oram
penhorados por esecuco da fazenda provincial
contra Claudio Dubeuz e Joao Garneiro Machado
Ros.
Urna cass terrea oa ra do Pilar n. 53, tendo
15 palmos de frente e 53 3|4 ditos de fundo com
2 salas, 2 quartos, solio, quintal morado, sem
cacimba, em cbos (oreiros, e em bom estado,
avahada por 3.OUO9 ; cuja casa (oi penborada por
ezecuc,ao da (azenda provincial costra o padre
Fortunato Jos de Souza.
Urna casa terrea de taina na povoacao do Ca-
chang, tendo 32 palmos de (rente e 40 ditos de
(undo, cozinba (ora e 1 qaarto, copiar na parte
do detraz, quintal cercado com carca de madei-
raa, tendo algumas (ructeirai, em chaos (oreiros,
avaliada por 1:200$; cuja caaa (oi peoborada por
execuco da (azenda provincial contra Vicente
Ferreira da Cosa Miranda.
Os pretendentes poderao comparecer na sala
daa audiencias as 10 horas do dia 19 do correte
mez de dezembro.
Pica transferida a eleicao da nova mesa re-
gadora da irmandade de N. S. da Conceicao dos
Militares pars o dia 22 do correle pelaa 10 bo-
raa da manba, para o que, de ordem da meaa
regedora actual, aviso lodos os irmos, que se
digoem comparecer 00 cooaiatorio neste dia.
Consistorio da irmandade 13 de dezembro de
1861.
O aecrelario da irmandade,
Francisco Bernardo Quinleiro.
Quem precisar ae um caixeiro, aproprudo
para embarque, e que d fiador a sua conducta,
deixe carta (echada nesta typographu com as
ioiciaea J. A. para ser procurado.
Desappareceu um cavailo pedrez, castrado,
msgro, com sigoaea de (eridas as costas, ardido
e aioda novojoo sitie do Sr. Dr. Jacobina, na Ca-
punga n^h julga-se ter sido furtado das 10
para 11 nwns do dia 12 do correte quem o le-
var oa der noticia no mesmo aitio, aera gratifi-
cado por Manoel Gomes de S, dono do mesmo
animal.
Precisa-ae de urna mulher para (arer com-
panhia a urna (amilia dando-ae sustento e roupa
quem ealiver nesta circuaaataocias dirija-so a
ra da Cadeia do Recife, n. 48 segundo sodar.
Asteas de acopara
baloes de se-
nhora.
Vende-se a 180 e 200 rs. a vara : ns roa do
Qoeimado loja de miudezas da boa fama n. 35.'
Luvas da peJIioa de
M 6* f
Jouvmi
Vende-se as verdaderas luvas de pellica de
Jouvio para homem e senh'ora a 29500 o par: na
ra do Queimado loja de miudezas da boa (ama
0. 35.
Cintos do ultimo gosto.
Vende-se cintas dourados e de palha o mais
bello que possivel eocoolrsr-se, pelo bsratissi-
mo proco de 39 cada um, ditos de fita de muito
lindoa gostos a 2g ; tambero ae vende Ote Has
muito lindase de muilas qualidades proprias ni-
camente para cintos a 2 : na ra do Queimado
loja de miudezas da boa (ama n. 35.
-Enfeites para cabega.".
Vende-ee os mais modernos enfeites que tem
vindo s este mercado, e de muilas qualidades a
7 e 8v000 cada um, ditos pretos com vidrilho 1
18500: oa ra do Qoeimado loja de miudezas da
boa (ama n. 35.
Laa muito fina para
bordar
Vende-se a 88 a libra : na ra do Queimado
loja de miudezta da boa (ama o. 35.
Gapellas e ramos para casa-
mentas e bailes.
Vende-se muilissiaio finas e ricas capellas
brancas para noivaa, com o competente ramo para
o peilo, pelo baraliasimo prego de 10 e 129, ra-
mos de flores muito iinss e de muito lindas co-
res afea, ditos mais inferiores pouca cousa a 1$,
i$5t>0 a 2>: na ra do Qoeimado loja de miude-
zas da boa fama a. 35.
Luvas de diversas quali-
dades
Vende-se muito superiores luvas de esmurca
para hoaeens a 2$ o par. ditas de fio de escossia
brancas o de corea a 800 rs., ditas de seda eu-
feiladaa para seohora a 2S, dita* de torsal pretas
a 19 : na ra do Queimado loja de miudezas da
boa fama n. 35.
Perfumaras flnissimas
Veode-ae a bem condecida e acreditada opiata
iofileza para alvejar e conservar oa deoles pelo
baraliasimo prego de 19500 cada caizioha, dita
franceza em tuboafde metal, agua de colonia ver-
dadeira do Pitar, banha muito fina em vasos de
muilas qualidades e bonitos gostos, ezlractos de
muilas qualidades e todos os mais linos que
possivel eocontrar-se, aabonetea de diversos l-
mannos e qualidades, e outras muilas qualidades
de perfumaras doa melhorea fabricantes de Pars
e Londres, que ludo se vender por to barato
prego qae causar admiraco aos compradores:
na ra do Queimado na bem coohecida loja de
miudezas da boa (ama a. 35.
Veuie-'ae coofruote e.eorlio da fortaleza das
Cinco Ponlaa oaegunte : carrocha para boi, di-
tas para cavallos para agua, earriobo pars traba-
Ihar oa elfandega, ditos da mo, rodas para car*
rocae e carriohee, eixos, lorradores de cafe com
fogfb; boceas de forno, baodeiras, ferros de vol-
tas de todas aa qualidades, deoradiea* de chum-
bar de lodosos lmannos, techadoras de frrolbo,
ferrolho de cnapas, ferro de eorbetir de todos os
tamanhos, e porlao de ferro
f --> e>
a.
S
gRua do Queimado n. 33 A.2
j~ Receben directamente e a aeu pedidodjZ
w tinta ingleza azul prela da verdadeira,^!
esta Iluta ae (az notar pela grande difTa- Jp*
gb renga em ludo quer na duraco quer na pj
i? limpidez do liquide e anda maia recoma 2?
9 meoda-se os potes que alm da aeiero <9
& de urna looga mala aira qae a ordinaria jj^
k tem na boca urna pequea cavidade que
w facilita a sabida da tjrue, efflaogamos que
^P ninguem tem por isso s se deve pro-
tk curar aa loja Esperance ra do Qoeima-
f doGuimares & Rocha, pote de 1[4 a
9 400 rs..deli2a 800 rs.
A Agulhss victoria pela aceitagSo que
tem tido estamos prevenidos de grande
e variado sortimento e se vende a 150
a
rs. o papel: loja Esperance.
Sintos coro flvelss de sipo a 19500, Te-
oham de presea que- nao ehegsm para
quem quer, dourados e prateados a 89,
est-se acabando.
m
Fitas de chmalo-
te muito boas e
bonitas.
A leja d'agoia branca acaba de receber pelo va*
por inglez sua encommenda de boas, bonitas a
largas filas de chamalote brancas e outras cores,
as quaes ao excellentea para cintos, lagos, etc.,
de vestidos para cssamentos e bailes, aasim como
para lagos debouquetes, cinteiros de mangas e
maitaa outras diversas cousas, e como de sea
costume os pregos sao menores do que em outra
qaalquer parte; aasim quem munido de diohei-
ro, dihgir-se a ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, ser bem servido.
Cachimbos de gesso.
Cbegou novo sortimento dos superiores ca-
chimbos de gesso a prego econmico ; na ra da
Cadeia do Recife n. 15, loja do
.41uga-se
o armazem n. 22 ds roa do Imperador: a tratar
oa roa do Creapo n. 17.
Ama de leite.
Na ra do Imperadora. 35. armazem, precisa
ae de ama ama para amsmentar ama crianga.'pa
ga-se bem.
offerece-ae um criado portoguez para co-
peiro e comprar na ra : quem precisar, dirja-
se a raa da Guia, cochoiran. 1, qae achara com
qaem tratar.
- A padaria de Befo do Norte da roa do Coto-
vello, precisa de um boro (orneiro.
Precisa-se (aliar ao Sr. Julio Cesar Pereira
da Rocha, que leve bolequim ou cousa que va-
ina, na ra estreita do Rosarlo : nesta typogra-
phia.
O Sr. Geraldo Correia Lima queira appare-
etf tVeeta, lypographia, fqus ae 1 be precisa (ajlsr.
Aviso.
Cuoha Irmos Si Companhia (azem scienle ao
reapeitavel publico, e com especislidade ao cor-
po do commercio, que desde o dia 18 de novem-
bro prximo passado, delxou de ser seu caixeiro
o Sr. Antonio Joaquim de Figueiredo.
Sitio para alugar.
Alaga-ae urna excelleote caaa com cochelra e
ssozsla no lugar doa Remedioa : a tratar com A.
V. da Silva Barroca, em Bemflca, ou na ra da
Cadeia do Recife n. 4.
Preclea-se, na ra estreita do Rosario n. 21,
primeiro andar, da urna ama para o servigo in-
terno e externo de urna pessoa.
No dis 13 deste mez, fiada a audiencia do
Dr. juiz de orpboa deata cidade, tem de ser ar-
rematadas tres casas terreas na ra Imperial ns.
212, 214 e 216. pertenceotea a he ranga do finado
Slmo da Rocha Gulerres, cajo eacripto de praca
se acba em poder do porteiro do mesmo juizo.
Precisa-se de um caixeiro para padaria, que
tenha pratlca e d fiador a sus conducta, caca-
se bom ordenado ; a tratar na
Di rei la n. 84.
conducta, paga
padaria da ra
W. A.Rown, subdito inglez, relira-separa
a Eoropa.
Precisa-se de urna ama para comprar, coziohar,
lavar e engoman ar pardduaa pessoas : na ra da
Lingoets 0. 6, safando andar.
C ompras.
Compra-ae urna aritbmetica de Ottoni em
segunda mo : nesta typographia.
-Compram-ae acedes do novo banco de Per-
nambaco : no eacriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Compra-ae urna eacrava moca esadia, em-
bora sem habilidades, mas que estejs acostuma-
da lo somente ao servigo interno de ama casa:
quem tiver dirija-ae 4 raa do Imperador n. 57.
Compra-ae urna eacrava para servir de ama
de leite : na ra da Uoio n. 38. -
Milita attenco
Compra-ae ama porcao de prata de lei em
obras velhas : dirijsm-se a ra da Madre de Daos
numero 6.
Compra-se modas de ojito do 20JOOO bra-
sileira e pega de 16|000 portuguezas: no ea-
criptorio de Manoel Ignacio da Oliveira e Filbo,
largo do Corpo Santo.
Cinco tes de gosto e muito
fortes.
Vende-se muito bonitos chicotes de baleia com
caatoea de marfim e de metal para homens e se-
nhoras a 4 e 5> caJa um, ditos de estallo tambem
muito boosa 39, ditos de junco porm muito bem
acabados a 1 g : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa (ama n. 35.
Caba* 8 para senuora
meninas.
Vende-se pelo baraliasimo e admiravcl prego
de 3 e 49 cada um, e a(fianga-ae que quem os vir
nao deixar de comprar, to bonitos e uteis sao
ellea : na ra do Queimado, na loja de miudezaa
do boa asma n. 35.
Tinta bem conhecida e acre-
ditada para escrever.
Vende-se cada (rasco a 500 rs e dos grandes
a 800 rs,; esta tinta azul oa occasio em que
ae escreve e por muito pouco lempo flea prela e
bem prela, havendo a vaolagem de servir para
copiar cartas : na rus do Queimado loja de miu-
dezaa da boa (ama o. 35.
Flores finas,
A' loja d'aguia branca acaba de despachar um
bello sortimento de flores finas e delicadas pro-
prias para enfeites de cabega e veatidos para ca-
ssroeotos e bailes ; quem as vir sem duvida se
alegrar de achar florea lo perfeilas e delicadas:
isso na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Gneros para a festa.
Manteiga franceza a 640 rs. a libra, dita ingle-
za a 800 rs., toacinho a 320 rs., arroz a 100 rs.,
cha a 29560, batatas a 60 rs., sabo messa a 200
rs., dito amarelloa 160 rs., macarro, lalnarim
e aletria a 500 ra., ervilhasa 120 rs., caf a 200,
240e280rs.. psingo a 160 rs., slpista a 180 e
200 rs., velas de carnauba a 400 rs., ditas de es-
permacele a 760ra. vinho do Porto engarrafado
a 800 rs szeile de carrapatoa 400 ra., dito de
coco a 440 rs., queijos s 2500, banha a 480 ra.
a libra, arroz de caaca a 3600 o sacco, espirito
de vinho s 1$700 a caada, agurdente de cana
a 200 rs. j engarrafada : na travesea do pateo
do Paraizo n. 16, frente amarella liberna do 4
portas. |
Banlia fina
em copos grandes. -
A* loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos Rraodes, e contina a vende-la mais barato
do qae em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'agoia branca n. 16.
Terreno.
Vende-se am terreno com 90 palmos de (rente
e 200 de (uodo, ua eatrada de Joo de Barros com
a frente para a estrada, estsndo murado ecom
alicerces quasi completos para tres casas : quem
pretender dirija-se rua de Santa Rila n. 89.
Novos candieiros para gz
Un grande sortimento de candieiros
para gaz, desde o mais barato at o
mais rico que tem vindo a este mercado:
na ra da Scnzala Nova n. 42.
Charutos
Verdadeiros charutos de Ha-
vana vende-se na ra do Apollo
n. 31.
GELO

Vendfc
s.
Venderse a casa terrea n. 23 na roa da Es-
peranga, no Cattlbno Novo, pertensenle ao Sr.
Joo Jos doa Sanios que se acba em Portugal :
a tratar oa prega da Boa-Vista n. 4.
Vende-se ama esersva criula que cose,
cozinha e engomma : a tratar na ra do Hospi-
cio n. 6.
Attenco.
Vende-se ama raalalioha de 14 a 15 annos :
ua ra do Quaimede o. 48.
Vende-ee um plano de aaeaa em bom catado,
preprio para aprender, por comaodo preco : na
ras Augasts n. 90.
Macas
Na ra do Apollo n. 31 armazem do
gelo, cbegou pelo navio Mersey urna
nova remessa de macSas muito frescas e
grandes, e vende-se barricas grandes
com cerca de 200 macas a 16#000.
Presunto para
a#60rs!
a-----
Vende-se no armazem Progresso no largo da Penha
n.8.
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a 5?500, e meia arroba 2000,
e a libra a 160 res : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo-
go que seja diariamente, ate' que se
acabe o gelo
Pechincha
Vende-se 1 carro de 4 rodea e dous cabriolis
quem os pretender, dirija-se a ra dos Jasmim n.
24, officioa de ferreiro, qae achara com quem-
tratar.
Escreve-se com a
tinta azul, e fca
preta.
A loga de Aguia-Braca acaba de receber de sua
encommenda essa apreciavel tinta que ao escre-
ver-se azul e ao depoia fica prela. Essa tinta
do afamado fabricante Adrien Haurin, o mea-
mo que (abrica a aegura tinta para marcar roupt,
e elle pichoso como na conservado de seu ere-
dito tem (eito com que sua tinta pela puriQcagao
e seguranga de cor, tenha merecido a primasia a
qaanlss outras apparegam. conservando de mais
a mais o vidrado eacuro e mesclado de seus
boides para previnir a (alsiflcagao. A loja de Aguia
Branca, porem em altengao a sua boa fregue-
zia tem modificado os pregos est vendendo a
500 e 800 ris os boies, grandes e immedistos,
fazendo ainda alguma dillerenga a quem comprar
maior porgo para tornar a Tender. Tambem se
vende frasqoiohos com tinta para marcar roupa a
640 6*1:000 rei?, ludo na ra do Qoeimado loja
de Aguia-Branca, n. 16.
Attenco.
a
Por maia extorco que faga
Nao me qner a musa valer
Todos emfim venham ver
Calcados, bpns, e de grace.
Na roa Estreita do Rosario luja decalcado con-
fronte a i(?rejs, botina para meninos de 25 a 32
2,500 a 3,000. sapaloes de diversos feilios para
menioos e homens a 2:700 3:060, 3:300, 3500,
4:000, 4:800, 5 000 5 500, aapates abarloa na
frente para rapazeaa 2:600 sapatos rasos abertos
cordavao 2:500, botinas de marroqnim para se-
ohora 2:000 ditas todas de pao de cores sem
aalto 3:000, ditaa ditas com salto 4 000, bolinas
para sahora e menioaa do ultimo gosto, ditas de
setim sem salto, sapatos de dito e outras muilas
qualidades por commodoa pregos.
Ra Nova
n. 32, loja de Thom
Lopes de Sena,
recebeu em direitura de Paria diversos objectos '
de moda de apurado gosto, como sejam : chapeos
de palha da Italia para senhora, ditos Amazonas,
ditos a Traviata, ditos a Garibaldi, chapeos de
seda para senhora, ditos de aeda pretos, o tonca-
dos de diversas cores para chapeos, grioaldas de
flores de diversas cores, ramos de flores e rosas
para enfeites, leqoes de madreperola do melhor
que lem vindo ao mercado, manguitos com gol-
linbas bordadas para seohora, ditoe de fil com
bicoa de guipure, sintos com flvelas, veatidos de
bloode para ooi, capellas com ramoa para as
ditas, luvas enfeiladas para noiva, chapeos de
dilTerentes cores e Ismsnhos para meninos ae bap-
tissrem, toaquiohss de merino e meias de seda
para oa ditos, espsrlilhos para senhora, ditos com -
carriteis, filas de seda de divarsaa corea a largo-
rae. Na mesma caaa recabem-se figurioos todos
os meses, e fazem-se veatidos, capas e mantele-
tas para senhora, e veatuarioa para meninos.
Vode-se um carro grande palete inglez,
com todos os seus uteneflios : aasim como urna
parelha de cavallos pretos do dito carro : para
ver, oa Cinco Ponas, coebeira confronte a esta-
gao da eatrada de ferro, e para tratar, os loia da
rus Nova a. 99.
Veode-ae ama porgao de arroz com casca,
muito barato, em porgues grandes e pequeas,
chegedo prximamente do Paoedo ; oa raa Di-
reita o. 19, padaria de Antonio Al vas de Miran-
da Guiarles.
II
l\


11*116 4*
bordados em cartibraia
transparente
N* loj a d'aguia. traeca M seo* w bolle sorti-
mento de enlremeioo bosdados em fio* camiwaia
transparente, e coa 4 en cmUibm mU ven-
dendo baratamente a UaOO peca de 3 viras,
tendo quantidade baetante, daeada .padreo, para
vettidoa ; e quem iwer duaneiro pproveitar
eccasiio, e mandarlo eoaprar na ra. 4a Quei-
mado, loja o'agtiia braasa a. 16.
Agoftas mperiaes.
A loja d guia ornea tendo em vistas sempre
vender o jtom, oadwu.vu. acata*, de chafar
aqui/pela primara vesj as superiores agulhjs
mpeTlaes, como fundo dourado e mu befe fei-
ta, seado parir 'alfaiates eoslureira. e cusa
cada papef 160 Ho A aguiha aaaim boa Brisa
e adiaola a quw eae cem ella, e em regra sao
maiabVatst do q as eutras: quera as eom-
prar ns rna do Que1teao>>,4oj d'aguia branca a.
16, dir sempre boa dalias.
Mut bonitas
e boa ftfoal^atfas de chama-
lote, fraujas e trancas.
Aloja d'aguia braa.aacab de recebar de sua
encommsoda diversos artigas de goato, e proprios
para eofeiles de vestidas de noivas ou convida-
das, sendo bicos de Mena da diversas larguras,
franjas brancas e da cores, trincas brancas com
?idnlboae aem elles, cascarrilhat brancas e mul-
tas outras cores, finas e delicadas caparlas bran-
cas, bonitos eufeites dadores e cachos sollos, lu-
vae de polilla enhiladas prieserostmente, mui
booftas e boas fitas de eharaalote, e emfim mni-
!os outres otf jetos qae a roedHhr do comprador
serio patentes, a vista do dtobeiro nao se dei-
zar de negociar : na bja d'aguia branca, ra
do Quetmede d. fb\ ^^____
^B wvpai OTV wBW'^Wv^^W^UW Vatnra^nM
I Para sen horas
Vende-se na foj* de Naboco A C. na
ra Nova n. 1, o seguinle :
Camisas de cambrala bordadas a 4|.
Chapelinas aesdV cota bico de Wond
a 10?.
Chapeos de peina' Albertina a 12.
Lencos de catebraia de linho bordados
a 10.
Ditos ditos com Bico a 5J.
Ditos ebertos com bico a roda proprlos
para mimos de sinhasinhi a 3$.
vestidos, na loja dopavo
mmxs:
Acaba de, anegar a aate
vapor fratwex'um meo sor__________
de toda, (isada anda nao vate oeste marcado,
que se veode por ar^o bafallasimo, por ealar
multo prximo a MU, aSsloVcomo lindaa mar-
quezionas eu chapeozinlMa da aai para aaobar*:
na ra da Iaaperairii u. 60, loja de Gama A
aura. -^H
'ti UJ
para carros de passeio
Na Ipja da ra do Crespo n. t4", vende-se um
completo sortimento de objectos para carro, por
pregos razoaveis, a sabor : vaquetas envernjlt-
das, aola.gploes. vitola, puxadbres, linterbaa.
Chicotes para um e dous cavallos, ditos para
montarle, velas, lavoutes, fazena de sed para
forro, dita de casemira, oleado prCto, dito de ps>
Ihinhs, boloes de metal braceo e amarello, ar-
reaos para eabriolet.
- Vende-se no caes do Hamo sr. 4, atfOt eOtt
caaca, o alqueire medid vlha o saceos, o miris
Barato que em qualquer outra pirte.
Touquinbas d setm, s*-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
para naptisado.
Aloja d'aguta branca acaba de despachar de
ana propria encommpnda, uro bello sortimento
dos objectos cima, o de maito bons gastos, sea-
do ss touquinhas de setim mui bem eofeiladss
de fitas e flores a 0)000, vindo cada urna em sus
canina, sapninhas da aatior braneo sirtta bem
bordados a 35 rs e meias de superior quandade
tanto brancas como cor de earne e pintadas a i$
rs. o par: quem munido da dinaaire diaigrnae/
r,utdolQ*eia>aao' loJ-4'*fuia braisav> 16, nao
Para meninos.
Vende-se na loja de Nabuco & G. na
ra Nova o. 2, o aegainte:
Casaveques de (asto para meninos de
2 a 6 snoos a 3$.
Cipas de (usao de cores para a mesma
idade a 3.
Gravalinhas de fita a 290 rs.
Vestidos de tustao bordados para meni-
nos de 2 a 6 ancos a 59.
Meias de algodo brancas 3f.
Ditas ditas de cores a 35200.
Ditas ditas ordinarias a 1$200.
-1 'l
de Santo Antonio, 36,


Ma^lVl4**MlBto NDllhld. a 800 rs. a lib, .
1A* T* ,0 t*600* periniMitr. serlos de nada- porderom poiir'p.Pt isso nifira
laem rranceza a malnor do nwrcdo a 640 rs. a libra e' em barr* razio da
i
Loja do
i)
Por 300g vende-So um cabriolet moderno,
comcavallo e arrotos, taado em bom estado ; a
ver, na coebeira da ra a Imperatria, e tratar na
ra do Hospicio n. 35. i
Tt'f'M'irrir im'ii"~BH wiei un
r* '* wBTmeWBWWmKTKm MMG1
Para acaban j
[Na ra do Queimado n. 10|
loja d k portas.
55 Vende-se chapelinas de seda para se- 5
K nhora a 8$.
Orgmdys padrOes os mais modernos a \
600 rs. a vara.
Sedinhas de quadriohos a 800 fs. o co- 3
Casacas de panno preti maito Uno a
m 20.3000. m
Manteletes pretos a 15j> e 0JI. S
9C Hiquissimos vestidos de seda de cores fj
i e pretos o mais moderno que tem appa- aja
5 retido e por baratissimo preco.
M^.9imfl|6M4-fiW9M9ft^atB
\eade-sf urna escraa roce com habilida-
des : a tratar na ra da UoiSo o. 38.
ioglez para hornera e senhora.
Botinas de pellica pveta ioteri^os para senhora.
Ditas de cores propriss para casamento ou
asiles:
Ditas de lastre para senhora.
Ditas de bezerro e pellica para hornero.
Este calcado para senhora obra primarosa
yie ainda nao veio igual: na loja de Burle Jo-
Qior i Martins, ra deCabug n. 16.
Novo armazem
em progresso
DE
Jos de Jess Noreira &
Compauliia.
Ra estreita do Rosario, es-
quina da ra das Larangei-
rasn. 18
Os propietarios desta eslabelecimento avisara
i seus numerosos roguezes e mais senhores des
la pi jga e senhores de- engenho que se acharo
cora uro completo sortimento de molhados, e es-
tn resoltidot a tender por mecos do que em
oulra qualquer parte, como abaim ser :mun-
teiga ingleza perfeilaateole flor a 880, 800 e 720
rs. a libra, dita (ranceza da melhor que ha a
640 rs. a libra e em Uaus se far mais jun, ba-
te, cha do melhor qu ha a 2J80 e j$0^t qo-'i-
o- nmeogo9hegide* no ulliiijn paqpetf|aHr0O
ii..iss*f. macatrlo, talhaxioVe mais raatsaa finas
a 400 rs. a libra, arroz do melhor que ha a 100
rs. a libra, bolaebinha ingjeja a 3J rs., nassas
moilo aovas proprias para mimos eso eaixas dou-
radas a 2JJ000, raarmelada milo nova dos melho-
res fsbricanlesj de Elsboa. 9Wr iljlra, massa
de tmatela 900 rs. a libra o enr pprco se f^r
sbalimenlo ; espermcele a 7ff0 rs. aTibra con-
servas francezs e porlugueras 720 e'TtJO ri. a
frasco, vinho Borde3ux a800 rs agarrafa, vicho'
de Lisboa e Figupjra a 5C0 e 600 rs. a garrafa
e em caada a 35700 e 4#7U0, vinagre de Lisboa'
a 24D 3 garrafa, azeite doce a 720 rs*. a garrafa,
velas de carnauba embrulhadas a 400 rs. a libra,
3ilho a'Iyhta a 180 r?. fibra e m-arr'bas far-
se-ha aballmento. Alem distes generes exitem
oulros muitos que se venderlo por menos do que
era outra-qualquer parl por vireol parte elles
por coca propria.
Vende-se aloja decalcado da ra do Li-
vramentd ri. 13, a al tem poucos fundo3 e o
lempo bom queV a prelender com'piire^a;|!
sea.
Na rv*mH ti'.4frfiWWM ret*
das de cores maifo "bimi&i? e brK
acabar.
-'****'&*$*( m tda-: u'Mraa
nv1*r qo.m n
guero-n; .-
deiiar de camprar.
Cassas
as na
Pav.
veadem-ae floissimas caaaaa gaciaaidaaM sen-
do estas cassaa ai mais modernas quesean che-
gado a 300 re. o cavado : na ra da lmpaaotca
n. 60, loja do Gamo & Silva.
Peonas galvanisadas.
A loja d'aguia branca recebeO essas petinas
galvanisadas, de novissima e moi boa qaaltd-ade
e as est reodendo a 2000 a cai&ioba com urna
8ro,f- *8 primetraa deseas peanas foram ofe-
reci las Garibaldi, e por isso tratera o1 seo re-
tracto, e nao referidas cairas se encentra o ds-
tico peonas Gsribsldi.
86 ae encontrara na, na flo QttefmotfO1, Ola
d aguia branca o. 16.
.
Leques.
Venlem-se lindos leques de madreperols, o
mais fino possivel: na toja d'aguia de ouro,
dp Cabug b.IB.
Lencos taNMft multo
finos.
Veodem-se lencos braceos moito fleos, pelo
diminuto prego de 2^400 a duzia. graade pe-
chincha : na loja da boa (, os ra do Queimado
numero 22.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos ani-
veles fixos para abrir latas da sardiaha, doce
bolachiohas etc., etc. Agora pela fasta cmese
muito dessas cousas e por isso neceseario ter
um desses caivetes cujoiraporle I#. comprao-
do-se na ra do Queimado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onde os ba.
ra


- .
'
ero ponrio a 750, recommenda-so os ipreciadores dastele geooro que
'- confirmamos o que levamos dito
-------------.--,. ,., .-.-,.w DU, wwi,j| do 600 rs, a libra
SrTojL* ,*eB8 eAOlias SOltaS novas e grandes a 800 rs. o cento e a 69 o mhefro-, aflim^-so qtra < vista da qualidads rngaem deixar de comprar
fllat'? g0pe4n.uan rrpL, as mehom qus ha no mercado a i o tjigo, oea poroao dolO para cima a 800 rs.
LaStanhas verdes as mattpeTfeittsqoer temos tido no mercado chgadas no wpor Oneid a 240 rs, a libra e em por$o ter abatimenlo.
Wazes o, majS n^^,, qw-xiateM TOtaefeado a 200 rs. a libra e de 8fr para eima 160 rs.,; aGanca-se a boa qualidada.
MaSsas ulham,, acawao o aJairia a* maja novas do ataread a 486 is. o liara o 89a caix.
Ltrampanhe d,a orare mS acrediuds do 15 a 201 o gjgo e i500 a 2f a garrafa.
Bolachllha iltgle^a a 326 rs, a libra e f a ba/ricay afianca-si ser a malhoc do marcada,
ArrOZ o melhor do marcado a 1O rs. a libra e 2J700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do do Mardnbio,
La ySSOU e pretO o melhor do mercado da 19700 a 91980 a poraao ter abatimento, eafianca-ce a boa qualidada.
PreSIltO fiaifl br inglethamburgaet a 900 rs. a libra a em porco a 800 rs.
PreSUDtOS portugueses viudos doPortode casa particular a 566 rs. pot libra einteiro a 460 rs.
Mar melad a dos nalaooas autoras da Lisboa premiada oaa sxposieas universaes do Londres'a Paris a 19800 a lata.
Caixas COQ1 estrelnha pevide e rodinha a79OOO a caixa e 800 rs. a libra eem porco ter abatimento.
Latas de ameixas francezas com cinco Ufaras a 49060 a 19000 a libra.
PaSSaS em caixinbaoVorto libras, as melbores do mercado a 21500 e a 500 rs. a libra e caixa de urna arroba a 89560.
Espermaoete Sllpflrior ?40 ri. em caixa a a 766 rs. a libra. -
Conservas francezas inglezas e portuguezas a 666 e soo rs. o irasco.
Er V linas portuguesas a francesas a 800 rs. a frasco aflance-se ser en as mais bem preparadas qua tm fiado ae mercado.
Lata COTE. bolaXinha de SOda de diversas quiliades, a muitonovaa 19450.a grandes de4 a 8 libras de 21500 a 41506.
VinnO em garrafas Dutrue da Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos,, Madeira seecak iFajtaria e Camones a 19300)a |
a garrafa e a 131 a duzia.
Vinho em pipa proprld pm pasto da 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 41800 a caaada.
Latas COm fructas de todas as qualidades qjie ha m Portugal de 700 a ^1000 a lata.
"era em Calas da 4 a 8 libras a melhor que so poda dosejar o lom vindo so mercado de 49 a 61 a oasxa e 11280 a libra.
Corinthas em frascos de


wl"0?**". 4eL 0iW'Pl Wo vapor para a
Ia*- Vo .^anc* vj" rua d0 Quiado n. 16.
sendo de todas as cores.
! f VeittJaJ-seaau.csal larra a%Lpedra a cal
em chaos proprios, ha pouto reparada de novo*,
com 2 salas, qoartos, coznha Core, o um grande
laWntalcercado rquem pr#rfloV%oMs*a-Ta tra-
vessa do Cal*bou^)penoatm,da3ssrova, casa
numero 8.
pata o rosto.
Vende-se mui fiaa eaponiaa para roata. a t$
: na roa do Quemado loia d'aguta
braoca n. 16.
Queimado, leja

Leite wgiaal
infaUivel remedio para
sardas e panos.
...,ej,eTr6,"l 4 beo conhacido como rama
dio infallivel para sardas e pannos, vendo-so a
*1 rs. o Irasco na rna do Queimado, loja d'aauia
branca n. 16. ^ -b"
I
n
de ail
Para engommado.
Vendem-se frasquiobos cora escencia de ail
cousa excelleote para engommado porajue urna
gola de)la bastante para dar c6r em usrta bacia
de gorama tendo domis a mais a precloeade de
nao manchar a roopa como maitas vezas acon-
tece eom o p de ail Casta cada fresquinho
500 rs : na rua do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Mitjangas miudas de todas
as cores.
A loja d'agca branca acaba de receber essas
procuradas micangas miudas que serven pora
pulceiras e outras cousas, e por isso avisa as
peasoas qae ellas esperavam e. as que aovamente
quizeram comprar que munidos de 600 ria com-
prarlo um masso muilo maiordo qae os antigos,
isso somente na loja d'aguia branca, rua do Quei-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na rua do Queimado n. 22,
se encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que ae vender por
presos baratissmoj, como sejam : ostreilinhas
prease de lindas cores s IJf. ditas com ponas
largas a 18500, ditas pretas borJadas a 1#600. di-
tas pretas para duas voltas a 1$ ; na mencionada
loja da boa ti, aa rua do Queimado n. 22.
f Veodewsanm engenbo moeute e crrante.
sendo as obras de tijob e cal, distante desta pre-
ga novo leguas, com embarque na porta do mes-
mo eogenho, tendo a commodidade de flear dis-
tante urna leguae raeia 'unaa dos eaiacoes da
via frrea, ser de vanea e de grandes lucros pela
sua producto, leudo.terreno para mais da dous
mil e quinbenlos pes para se efreisr todos os
annossom precisar plniar-se na palha, e para
maisexplicagoas eotenoam-se ua rua Nova.loja
de.marmore n. 43.
Vende-se barato que admira, na rua
Nova n- 18, as seguintes fazeada*,.
Vestido de,grosdenaple bordados a velludo, de
muilo gosto, ditos de seda de corea o de orgac-
siohas, ditas eom manguito, vestidos de seda da
multo bom gosto para meninas de 6 a 8 annor,
chpeosle diversas qualidades para senhora,'di-
tos para homem, chales de merino dos .mais su-
periores que ha no mercado, de todas as coces.
Vende-se
aieite de dend ou palma, dito de amendoim que
serve para Ibzese raachioas, majs barato do que
em qualquer oOira parte ; na roa do Vigario n.
19, priroeiro andar.
1 1 [2 a 2 libras da 46600 a 29200.
Latas COm peixe Sa?el pescada a outras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado da 11400 a 11600
Aramta a melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra, a 120 rs. a libra de gomma.
rraSCOS de amendOa com2 libras, proprias para mimos, por serem muitobem enfoitadas e desuperier qualidada a 39 cada um.
Vinagre branco o melbor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 21560 a caada.
CominhO e ervadoce os mais notos que ha-no morcado a 860 a libra do eominho e a 40Ors. a eeva doce.
Vinho BordeauX eboa qualidada a 800 a 19 a garrafa e de 81500 a 101000 a duzia,
Massa de tomate em latas de unta libra do mais acreditado autor de Lisboa e viuda a pr iaaeira vez a nosso mercado, de 11 a 11280.
Laixas sor lid as com ameixas, amendoas, passas e figos, o que ha de mais proprio para mimos, de 19000 a 59000 rs. aor caixa da 2 a
12 libras, e 406 rs. a libra dos igos.
-CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa a 5 e 69000 a duzia da branca.
Vinagre purcf de lisboa up _rs., g,rrafa a tm*o caada.
Doce da gOaba da casca eaaafaa a 1 e em pdteo a 900 rs.
Azeite doce purificado a S00 rs. a garrafa e 99000 a caixa om 12 garrafas.
GognaC a melhor qualidada que temos ao mercado a 19000 a garrafa a 109000 a duzia;
QUIJOS SUSSOS chegados ltimamente a 500j. e em porco ter abaliroento, afiaaaa-se a boa qualidada.
Genebra de Hoanda a 600 rs. o fusco a 69500 a frasqueira com 12 frascos.
ralltOS li xados para dente* a 206> e 160 rs. o maco com 20 macinhos, e floM 260 rs.
dem do gaz a 31000 a groza e 280 a duzia de eaixas.
Chocolate 0 mais superior que temosdo no mercadoportuguez. hespanhol e frarjeez de 19 a 11200 alibra.
Azeitonas as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 31000 a ancoreta.
Amendoas ebegadas no ultimo navio a 460 rs. a libra e em porco ter a batimento.
Al pista o mas lmpo que tem vindo ao mercado a 160. rs. a libra o 59000 por arroba.
A !m dos ganaros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
Espetaba.
Recebeu de sua encommenda pulcei- W
0 ras de cabello que vende pr 101 o par,
* braceletes de mosaicos a 61 cada um, aSjt.
^ sgulhas victoria a 120 rs. o papel, pen- J
9 tes de tartaruga a 8, 10 e 125. precos 9
fl porque ninguem pode vender (boa ta- gfe
& zenda) estes artigos nao se eocontra em T
*? loja uenhuma por isso vso rua do Quei- w
mado n. 33 A, loja da Esperanca.
Esperancareduz a exprs-
sao mais simples.
k' D1NHEIR0.)
$ Todos oa artigos qoe esto na loja ti
gsa muito barato quem quizar vi comprar e
ver : rus do Queimado n. 33 A.sflbima-
*!i raes & Rocha.
^attma
,nozes,cas-
thas e figos.
jijj
Tudo cbegiuto no ojlisai
Mal
ajpMa.Prftaneasj
fma, castanhss a
nca-se serem moito
Peoaa. l"'^eH,a
rafA rfeVinagre sufror i
vale o dioheiro : a
ta do largo do C
mero 36.
s" o garfafio
e Progressis-
s Cruzes nu-
iUWMWAJtfoVl4'^V
r )^^^'^^fe4a>vy8^*aaiJ^
igsdas por este ultimo' paquete da Europa,- na
loja d'aguia de ouro, rut do Cabug a. 1
krf A ipU
4musselioa do Pave a
200 p* e covado.
Vende-se mussolint branca com 4 li2 palmos
de largura fazanda muito fln^ pift glminnlo pre-
go de 200 rs. o corado, ooataa de cbitt ingleza
com 10 covadoa corea tixa*a 11500 re., ditas de
aassabettna branca om 10 co vados a tudo
para apur.r dinbeiro : na rua da Imperatriz n.
60, loja da Gama Si Silva.
Vendem-ae libras sternnas ; o escriptorio
do Arnorim Irmaos. rua da Cruz n. 3.
a
uidacao
de fazendas pajra senho-
ai i ras '
' Vendem-se gotlinhas floa's a 5O0 fs., dilas com
bolaozinho a 640. Hilas de traspasso a 12, .man-
guitos bordados a 720. manguitos e eolias coro
bloiinho multo finos de linho a 2f500 e 3|, r-,
los de fustSo a 3J, camisas bordadas pa
-------ff Tlajaj rtnnrrlni
25500 e 3J, ricos anHUe a Gari
tiras bordadas e ntremelos i 1,
meoinoTsJHOoada um.
Para hv>mMi8,
, Vo*dem-a% tfaltot /Hs^tiTtt
Ipretos a 10 e l&.ntoyt*erbT>mr r
procos.'edei de caoomlrav'de Jr<#a16rff, oftW'oW
as a 29 e 2J5O0l ditas de riscadlnhos _
sel s <; Ar^waaUUU ,,
Chapeos de palhinha4tca ilmtija ora ma-
n,iaaaryaawrija dataa0o a.'IO.- it.-.-,,
Voo4eesa aaajtra bib aeoh^<
litaOoB -a
Garibaldi, pegas de
corpiohos para
/
piche n.4, t andar.
M.9 lat, A! pichen. 14.
Attenco.
*
Chegou m rus do Queimado n. 39, loja de 4
portas melpomene imperial com 6 palmos de lar-
gura a 2#600 o colado, o mais moderno e apura-
do gosto que se pode encontrar para vestidos de
seoboras e meoinas. -
Na lia do Vapor
Ba Nova n ?.
acha-se barato grande sortimento de calcado fran-
cez e ioglez, roapa eila e perfumaras muito
Anas.
Chitas largas a 220 rs.
na loja do Pavo
Veude-se finissimas chitas francesas cem pe-
queo toque de mofo, affiancando-se soltar o
mofo logo que se Isvem, por serem de cor fizas
a 220 rs. o aovado : na.rua da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Opiata ingleza
Nova exposico.
Rita Nova n. 20.
Riquissimo sortimento de cutilerias em todo
o genero, asslm como um riquissimo sortimento
de louca de porcelana para cozinha, riquissimo
sortimento de metaea, riquissimo sortimento da
miudezas, e outros muitos artigos. que com a vis-
ta do comprador se aoderao apreciar : na rus
Nova n. 20, loja de Carneiro Viaona.
Bombas dejapy.
Roa Nova n. 20, loja de Carneiro Vianna.
Canos de chambo.
Rua Nova n. 20, loja de Carneiro ViaBna.
Arado s americano le mchna-
paralavarroupa:cmcasa deS.P. Jos
hlton & C. rua da>enzala n.42-
iVeslidos de casamenta.!
Ricos vestidos de blonde
capells o saia de setim.
com manta, .
Superiores
S
de lioho pasa
para vestidos,
roen gilos
vestidos de seda, do cambraia bordada
de phaotaaia,chapeos de pslha enfeitei
modernos para cabeca, capas e maotela-
tes coo.pridos Q swij moderno, sodas e
la de quadnnho, cambraias de cores es-
BarlUataa, tUtaa, tasjM-
meiai elsticas e camisa
seobora, fil e tarlatana
chales de paots redonda .
modernos.
Roupa feita.
Calcas, colle tea, pal tota e sobrecasacos
de panno, caaemira, chapeos de castor,
botiaaa de Me li.
Para acabar.
Colchas do }S e seda propria para caros
oo eoberla de plaao a 5fc maognitos e<
gollas bordadas de linho a de fustio a t
eda de quadriohos a *JW0, Haiinha
640 rs. o covado: na leja n. 23 rua da
Cadeis confronto ao beceo largo de Garael
4 Perdigo.
para dejites.
Est finalmente remediada a falla que se sen-
ta dessa apreciavel opiata ingleza to proveito-
sa e necessana para oa denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aesba de recebe-la de sua en- burromanso" a
commenda, e continua a vende-la a H500 rs. a
caita.- quem quizer conservar seus denles per-
feitos prevenir-ae mandando-a comprar em
Vende-se o grande sitio denominado Caa-'
.na, sito na (reguezia da Varzea, de muito boas
trras, que tudo qnantp se planta d urna grande
quantidsde, com urna casa de taifa -j oberta,
urna dita de faaer ftrioha, grande quantidade da
pos de cafezeiros, oom diversos ps de fructeiras,
como aoja larangeira, coquelros, etc., ete.; o
tambem vendem-se duas vaccas que dio bastan-
te leite, urna delta com a cria ji grande, e um
80.
dita loja d'aguia branca, rua do.Quaimado n. 16.
f Loja das o por^
g tas em imitado Li- |
vramento.
H Roupa feita muito barata. S
Palelois de panno fino sobrecasacos, 7
S ditos de casemira de cor de fustao, ditos A
do brho de cores e brancos, ditos de 3
gatfga, calcas de casemira pretas e de O
B cores.de brtm branco ede cores, de gsn- A
WtiAtti conl:i peto de linho moito*
ao%,' m ir alpaca a 4 cada um. A
Neste estabeleoimento vendo-se: ta-
chaste ferro coado libraQ.t*. tfenl
fde Low Moor libra a 120 rs. :
m
qut-i a
Libras sterlinas.
Vende-se no escriptorio de Manoel Ignatfb de
Ollveira e Filho, largo doCorpoSanto.
Vende-se o
encalhada no
elntho Eleaba
tas, acade
tMdentes
rtvcdW Maf/oW^ftes^
na barcada.
mak
de 35 eaixas,
arpinteiro Ja-
das Cinco Pon-
pode ser vista e examinada pelos pxe-
? virt-se?'a Joaqalm Francisco de Mello Santos avisa aos
tusfregueros desta praca e osdefra, que tem
exposto venda sabode saafabrieadenorainada
Re*i(ta-+rtiormazem dosSra. Travaasos Jenior
& q., na rua do ^morim n .58; massa amarella,
castanha, preta o outras qualidades por menor
preco que de ostras fabricas. No meamo arma-
bem tem teito oseu deposito devalas de carnai-
xatimpleasam mistara alsjama, como aa da
omposicao.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro.vda 'do Cabug o. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
O rival sem segundo, ni*
\ rua do Queimado n. 5$
defronte do ^brajio no*
vo, loja de miudezas de
Jos de Azvedo Maia e
Silva^ est disposto a
continuar a vender pe-
los precos abaixo de-
clarados, que na ver-
dade borne baratis-
simo.
Frascos com agua Alavande ambreada a 500
Dito superior. Irasco muito grandes 800
Du/ia de saboneles muito fino a 500
Sabooetes inglezes da melhor qualidade a 160
Ditos muito grandes a
Frascos de agua celeste muilo superior a 18500
Ditos com cheiro muito fino a 500
Ditos com banha de urce a 600
Ditos com oleo de babosa a
Ditos muito superior a 240 o 5QQ
Ditos com banha muilo fina a
Ditos com opiata de Lubin a uta
Ditos de dito de Piverjo ,
Ditos com banha transparente a 900
Ditos com oleo philocome a 949
Ditos com superior agua de Coloaia JOO
Ditos com macaca peroli MO
Ditos com ditos (oleo) a ^ Toa
Nvelos de linha do gaz dnares a 20
Ditos de dita encarada muito boa a 30
Dito d melhor qualidade a 60
Carriteis de lioba de cores oom lOOjardas 30
Nvelos de linha do'gaz rara marcar a 40
Parea de meiaa de cores para meninos a 160
Uitos ditos para meninas a 120
Ditos ditos cruas para meninos a 2u0
Duzias de meias cruas avilo eucorpadas a 246t
Ditas ditas brancas para senhora a 3a00t)
Caixas com phophoros de seguranca a 160
Ditas de folha cam phaphore a 110
Duzia de pliophores do gaz a 240
Dita de ditos de vela a sfj
Pessaa de tranca de la de todas as corea a 40
Fejjo de corda.
No armazem de Ta3so Irmios, rua do Arnorim
numero 35.
r* ajf,
exposice de can-
dieiros econo-
mims.
O proprietario deste nevo eatabeleaimen(a avi-
sa ao publico e a lod.os os consumidores, qae tem
recebido um grande arfcsBenJa; de candieiros de
novo modello, riouissIsMs pSi* *r salas, todos
esmaltados de diversidades de core, desde o
mais rico al o masa ordiaaria, ssstso orno um
grande sortimento do gas ala pretmirequalidade,
pelo prego ais barato que se podo esjeontrar;
assim como.tambean a>ras Aitaf. a as garrafas :
na rua Nova n. 24, Iota rio Vianna.
* a
pelo sortimento de flores, o mais Qnp que pos-
rveleucorrar.proprlas pranreites de cabeca ou
0 Pato.
'4
Polassa
Vende se em casa dN. O Bieber i
C, luqoesaoiw,.rua da Crux rj. 4-
S6 arara ?en liqttitefio
-cloO >0tT st'
i$$*~i .aW*ooraaJM 1
ira maainaja
para aanhamu
mm ^^^tn ^dav*aos*paT> Mascara 'ocohero a^-
lo bsralissimo preco de 89840 aaata> ?>oa i*
de bao m; m ai aoQoaatMdoai^tl;
' Vn-sa um^rta crio
nbsira do patee.
aMaiv
"Hrfc?
r '


m**m iwwwiw mmu hwhwm m
Francisco Fernandes Duarte
largo daPenlia
Contiuua^se a vender neste
ar---- os nai superiores do mercado 2800, S#600.
1J600 ra a libra e aQaoQa-se a boa qualidade.
'chegadosnst ultimo vapor a|2#400, ditoi do vapor paasado

a libra, en porcao ar abati-

maia alva que ha no
mercado a 480 re. a libra
armazem de molhados os
melhores gneros que rem m mercado, e por muito menos preco do que em oulri qualqaer parte,
pa,'its?" I,c*be o proprielano em lodos os vaporee da Europa, a maior parle de seus gneros,
eaooibiaoa por peasoas eocarregadas, para esle flm; por lsso novament participa aos seus freguezes,
ooa so eos Sr*. da pra?a como d engenhos e laardores, que queiram seguir em progresso, que
nao deiiem ao manos de comprar a primaifa vez saas eocomroendas, certo de que he de gostar
paran que aao se poupario os proprietarioa. em prestar toda attencao, e meamo em serviros por-
tadores menos orticos, tao bem como.se visssem os 8rs. pessoalmeote; e abaixo meniionamos
os presos de alguna geoe/oa, por onde se pode julgsr que vendemos baratissimo.
T. **?* mals superior qne ha no mercado a 800 rs e 1000 a libra em
barril ae tara abatimento.
Rantalga. ira\neez,a BuHo n(rTa, 640 rft a 1bra e em birril a m rt
Cm pfctota, Vxysson c preto
a ljtOGO rs a libra
Qneijoa Ao reino
2200.
***V*e* s melhores que se pode desejar a 40 e 120 rs. cada urna.
Prextmio ingieii propfiW v,n fltIDbre a ^ M-
manlo.
rrezunte do reino 0 quenao, bom nejle genero a 480 rl alttra e|nUiro
tatas no-vas ^g^, deMaartoU 4, ^ ,.
"'ne 0 meibor petiico que pode haver por estar prompto a toda a hora'a 1} a libra.
Toneinno do reino a8WTi tittfM aifotoa.9#500
Chonricas e palas mit0 IWWI560 a libr,f
Banna de porco refinada a
a em barril a 440 rs.
Apitonas muito novas. 1J0OO a aucorgla> e em grtf. 30,,.
L.atas eom bolaxinnadesoda conlendo aifferenle, qualidade9 t4|M0#
em por;ao se tara abatimento.
a l* ?J5SaI? n0Ta d0 ,aercd em lats de urna libra por 9*0 rs., ditas de
auaa ditas por iSjuUO. -
aarmeialn mOeriai d0 aamad0 Abnwie deoutros maito* f.bricautes deLisboa
a 19 a libra, en latas de 2 libras por 19800.
fcirVlinaS franeeZaS meihoras que se pode desejar em meias latas por 500 rs.,
lambem tem portugueza me latas enteiras a 640 rs.
1.0 *"fneeX e hespanhol chegado neate ultimo vapor a 1J200 a libia.
IraSSaS propri,fl para podm a soo rs. a libra.
le ainerene em atas de 2 1braa elegantemente enfeitadas a 1$200 cada urna.
ycruidaeie fBperior de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em caixa a 740 rs.
^ W PtUC em PSU me,hMe, qU3,dade8 qUe hS 6m Pr,Ug'1 *
xVmendoas contentadas. lf a libra, dila8 miolo. m dIU com cca
a 4oU rs.
Nozes $ eastanhas
ClllUlia pafa gopg a 64o ra. a libra e em caixinhas de 6 a 8 libras se far abatimento.
Metria, maearrao e ta\htrim. m rs... Iibra. em caixa
Se\admna francMa muil0 B0Ta aU0.t ibra;
Farinna do Marannao
WOiniua de eng0mniaTi 0 qqo Be pie degejar por Mr nmito alva a 100 rs. a libra.
V ** "** muito novo e limpo a 160 rs a libra e em porclo se farS abatimento.
J ve o respeitavel publico, que aflangando-sea boa qualidade dos gneros cima mencio-
nados, se vende muito barato, e pelos quaes se poder julgar todos os demais que nao foram an-
Candieiros a gaz,
O proqrietario da nova exposicao dos caodiei-
Ka gaz avisa ao publico em geral, qua ae acba
pre aortido com grande e variavel sortimenlo
de candieiros desde o man barato al o mais caro,
assim como um grande deposito de gaz idrogeoio
verdaderamente econmico, recoohecido verda-
deirameote por lodos os consumidores : na ra
Hora ns. 80 e 2*. Carneiro Vianna.
Keta mesrna expoaicSo se encontrar um
fa
riavel aorlimentode riquissimoa qusdros de todas
as qindades que por gato se pode aprecufa*
aeus desenboa, um riquissimo sortimenlo de
quioquilharias, conteodo entre ellas riquissimos
vavatorios para quartos {gosto chinez), um vatia-
lclsortimentOfde balaioq com todos os preparos
para viagem, conteodo pratos,'facas, copos e ou-
tros frascos para condicioaar, ferros de eogom-
nwr a vapor, maohinsa de bates ove* vapor,
machinas de fazer eaf vapor, espingardas d
aoua canos trooxadaa e de alcance, wappw dal
muado, e outro* msdtos objectoa flue se vesdem
io precos diminutos para acabad: ra Nova
QnflRro %/t
Cambmin Usa.
Vend-se caabraja lisa transsarenU muito fl-
pelo barato pref* de 4 e 5S a peca com 8 112
dita lapada muito auperior, poca de 10
6| : na ra do Qaeimade- n. *2, oa leja
Bramante e aloaWvado de
linVio.
Vende-se superior bramante de para Irado com
duas varas de largura a 2*400a vara, assim como
atoalhado adamascado tamben de puro Habo,
com 8 palmos de largura a 2$500 a vara : na bem
conhecida toja da aoa t,na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes d calct.
Vendem-aa cortes de caiga o> aera casemira
de core escaras a 2$ cada eerte ; oa loia da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
v
varaa,
raras a
ira boa ."
ac* da
Alfas*
loja do pavao,
Nari da Imperattz n. 60
DE
Gama Silva.
Acaba da chegar a cate eeUbelecimanto am
grande e variado sorlimeatoaa fazendas propriaa
para a festa, e seu* donos resolveram veoderaa-
ai por precos baratissima* por oslar no Qu do
asmo o oaererem apurar dinheiro, como apjajn :
i assas.
Dm Hado sortimento de ososas d> varias coras
a qualidades, qne venden a 440 e 180 rs. co-
vado. '
Brilhantina.
Vende-se brilhantina de quadrihos a 240 rs.'
0 corado : na ra da Imperalrlz B.' f, loja do
Pavao.
Chitas a 240.


.
piladas muito aovaa a 160 rs. a libra.
a 90.
muito alva echeirosa a!60rs.
andados.
Paletots
lotooo.
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim Dranco
de puro linho, pelo baratissimo pre;o de 55 : na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loia
da boa f. *
83
85
RmnREITA
Grande armazem.
Ferragena e lindezas.
gem bandejas, sem colheres, sera gerfoa e fa-
cas, impossivel passir a festa 1 neste armazem,
pois, enconlraro as familias o melhor e mais ri-
co sortimenlo por pre;os inferiores aos de prl-
neira mi,e reparem.
S.Bandejaa recortadas e finas a 1S600.
Ditasditas s 2$.
Ditas ditas a 3$.
Outraa (sultana valid) 6*. 5 e 4 '
Faqueiroa a 6|, 4s). 36O e 3{J.
Colheres principe (topa) M e 4500.
Ditas dita (cha) 3} e 2*500.
Salitre, ferro, trena de cozinha- e tudo quanto
pertence a ferragens baratissimas.
Caaa ao vooto de lauro 4*800 a da ama-
relio a 5J500. "-~r -? aaw
Fogsreiros pira todo preco:.
Grande
Supenoraa paletoU do panno prelo muito no,
obra muito bem Ma. pelo pVatisaisao proco de
Delicadas escovas
cabos de maritu e madre-
pwola, para
dentes.
Na *Md*de usas t/ttmi para limpar pontea 6
sempre necessaria om qoaiqaor toacador, ecom
especialidade no da senhora qua ptoca o asteio,
e para que elle aeja perfeito mandar comprar
ua deesas escovaa da abo de marQm o -ma-
dreperola que eustsm 2e3prsn sis loja d'aguia
branca, aa raa raa do Queimado n. lf. r.
' na ra do Queimado n. 39 loja de quatro
portas que se vende os melhores chspeos de se-
da do formas mais modernas e bom gosto.
Na ra de S.
Jos n. 2.
Veude-se muito bons gneros aonde aonuncia
os seguioles: vinho do Porto a garrafa 800 rs. a
caada a 6|000, Figueira a720 rs., Lisboa 600 rs.
ditos mais baixos a caada 3J600 rs., ditos em
garrafado do Porto 1J120 rs., ditos baixos 500 e
560 rs., vinagre de Lisboa 320 a caada 2S400
rs., marrasquinho 1*400. vinho Bordeaux a 1
marmellada de 2 libras a 1J900 ra., ditas de libra
e meia a 1S600 rs., fructas de calda a lfOOO, pe-
na, giojas, pecego e raioha Claudia latas de pei-
xe grandes a 1*800 rs., massa de tomate lfiOOO
a libra, manteiga iqgleza 800 rs., dita franceza
zura., banha refinada 560, queijos o reino
2*800 rs., fiambre ioglez a 720 rs., presunto do
reino a 480 a libra ; compram-se cobres volhos,
as pessoas que tiverem dirija-se a mesma que pa
gar-se-ha, comoestiver cha hysoo a 2*800ditodo
Rto-om UU a libra 2*300 a 2i00 rs., catt em
carolo a 320, 380 e 260/assim como todos mais
gneros, vende-se mais baratos do que em antra
qualquer parte, assim como hpguica do sertSo a
a 400 ra. libra. 'F-

comcabodemarfiu.
Vende-se na loja f*fgu branca mu finas ni-
vainas d ac refinado com cabos de mrffm c
pera assefirfaSse a tond.re delht baVla dlfar-
ae que sao dos afamados,o acreditad
tes Rodar.a z.Jm$mb\
lra*J .: taa .avarteaac alio dun cambraia transparente.
BDtremei
bordados em Jlna cambraia Irapapirdnto a 1*
Sea de 3 vi ras, pre^ esto porque s se acha ec i
. Muja i Sgulf BraUM rBl BP OMtl
: Nova california
DE
Fazendas baratas. S
{Na na da Imperatriz n.48, jaato a*
padaria franceza.
Corles de cambraia branca com babadt-
^ Dhos 4* e 4*500 superior 5*. cambraia li-
[u com 8 lia va/a M, 3*500, e 4*. ditas de
, Escossia 5J, e 6*. ricos enfeites para se-
nhora 6* e 64500 slntos os mais delicados
para seohora 2J500,3*. chapellna para ch-
anca gosto inglez 3*500,4, para baptlsado
5*. corts de vestido d seda Escosseza de
bonitos gosto 12* dio ge acabando, rt"'*
,coj lenco de labyrinlho 1. 1J200. chapeo
4flrjsol para seohora de bonitas cores, lisos
5f, calo de marflm 5*500, cortes de cam-
braia brancos com ffOrdeseda 5*. risca-
dnfrancez200 ris o corado, completos
aortimentos de balas de arcos 3*. aorll-
Ssolos de inaiaspara menjoo e mehin
O a 240 ris o par. chales de t'arlaUn,
de cores a 640 ria, lencnahDicocSm bar-
ras 160 rU chUas JnglMYtSO W?
4it. .bao**, a. f 280..W. ocSj.dp
pecas de cambraia de forro com 9 raras
*> a 2*j junto a padaria franc
__________..A
CassasGarjbaWtna
Vendem-so casaas tJB0^J40,a^80 o cenado,
Porl bouquets,
Dourados com cabos de ma-
. dreperola.
Chegaram opportuoameole para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouqucla dourados o es-
maltados, com cabos de madreperolo. conforme
sua propria enoommanda, Qcando assim remedia-
da a falla que havia desse porl bouquets de gos-
to, os quaes cpeg*rasn bem a temso paca os di-
versos cisamentos e bailes que se cootam nesses
das, por isso as pe*ssoas que por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-ao munidos de dtnbeiro aloja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que enconlraro obra
de bom gosio, barateza, agrado e sinceridade.
Ms
de cambraietL
Vendem-se superiores saias de esmbraiela mui-
to fina, com 4 parios, pelo diminuto prego de
5*; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, oa bem conhecida loja da ba f-
Tinta preta paraescrever
Vende-se exeelleole Unta preta para escrever
a 600 ra. a garrafa ; na Imana no. 6 e 8 da pra-
ca da Idepaodencia.
Nova
exposicao
O proprietario deste novo estabelecimenlo to-
ma a honra de avisar ao publico qne tem no seu
eslabelecimenle exposta urna riquisaima galera
de quadios de pbaolasia e historios, que por
goslo ae pode possuir: na ra Nova n. 24, loia
do Vianna. *
Vende-se
Azeite de dend.
Azeile de amendui.
Azeite de peixe.
Tudo no Forte do Mattos ou largo da assem-
bla o. 1.
Agulhas imperiaes
tem o fundo dourado.
A loja d'aguia braoca, teodo em vista sempre
vender o bom, mandn vir de sua coola essas
superiores agulhas imperiaes, as quaes acabam
de chegar (pela primeira vez) teodo.-os fundos
dourados e pontas mu bem liradas, e costa eada
papel 160rs. Cozer-se com urna agulha assim
boa, anima e adiaots a quem Irabalha, por isso
dirigirem-se ra do Queimado loja d'aguia
brenca o. 16, que sero bem servidos.
Ruada Senzala Nora n.42
Vsnds-ss sm cssads S. P Jonhston 4C3
lliass silhssQgl8zes,cndssiroa casticssi
bronzsados,!onas agieses, fio devela,chieote
paracarros, amoniaria,arraio .para carro da
a slous cvalos rslogioids ouro paitla
oglaz.
Veode-s* finissimas chitas fraacezas escupap a
alegras, lajeada que aempre se *endau vf ana.
pataca e acaba-se a 240 rs. o corado : na roa da
Imperad w, uja do Pari.
Musselma a duzentos rs:
ocovado,
?eode-se mussellas branca com 4 e meio pal-
mos dt largura a 200 reis o corado e ditas de-
cores matizadas largara de coila a MO reis o co-
rado na ra da Imperatriz n. 60 loja lio Poao.
i .
.-II I
S o Pavao em li-
o.

Fende-se salitre de primeira qualidade por me-
nos do que em owtra qualooar parte : no .arma-
zem do Antonio Cesarte Moreira Das, no Forte
do Mattos, rus da Moeda n. 17.

i

i-i
Ricos aintos dourados lisos e com lislinhas s
2*500, calcinhas bordadnpara meninos a 1*000,
golliohas com manguitos al*600, gollinhas de
traspasso a lf, ditas sem ser de traspasso a 500
rs. lavas de seda em perfeito estado a 800 rs. o
par, chapaos de sol de seda com franja muri dw
licadoi para enhora a 3*500, chales grandes de
meriad a 2*300. ditos de rede bordados a 3* cada
um. manguitos do cambraia bordados muito Onos
a 800 e lg. eofeites para eabeca a t*, para me-
ninas a 640 rs-
Para homem.
Vende-se na loja do Pavao um completo sor-
timento de roupas, como sejam : palitos de pan-
no o casemira de todas as cores, caigas de case-
mira preta a de corea, ditas de brim de todas as
qualidades, camisas fraocezas tanto para homem
como pata menioos por presos mais commodos
do que em oulra qualquer parte. Do-se amos-
tras de todaa as fazendas %ae em nossos annuo-
ciss se v, deixando ficar penhor : na ra da Im-
peratriz n. 60, onde tem um pavao pintado da
lado de fora, e para nao haver engaos de noite
tem um dstico por meio de urna luz em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se laaziobas de qoadros para vesti-
do, fazenda de apurado gosto a 260 o corado ;
na raa da Imperatriz n.60, loja do Pavao.
Lela chineza a 400 rs.
Vende-se laaziobas entestadas a 400 rs. o co-
vado: aa ra da Imperatriz n. 60, lojado Pavao.
Cambraias de seda.
Vendem-se oissimos corles de cambraia de
seda com dous babadoa a de apurado gosto a
4*500 nada corte : na loja do Pavao.
Vestidos brancos.
Vendem-se oissimos corles de cambraia la-
vrada com bebados e duas saias. fazeada que a
vende em qualquer parte a 8*000 rs o Pavao
eat torrando por quatro mil.rea, ditos com bar-
ras bordados a 23500, 3* e3*500: na ra da Im-
peratriz a. 60. .
Cambraias de sal-
picos a 4^000.
Vende-se cambraia branca com salpicos miudi-
ohos, teodo 8 % varas cada corte, pelo barata-
simo preso de 4*000, sendo fazenda que sempre
se vendeu a 7*000: na ra da Imperatriz n 60
loja de Gama & Silva. '
CASSflS LAVRADAS.
Vende-se cassas lavradas fazenda do ultimo
gosto pelo baratissimo preco de 3J500 : ua ra da
ImpcraUiz n. 60, loja do Pavao.
Sedas a covados.
Vende-se gradeoaples prelo muito incorpado
a 1*600, 1*800 e 2*000. dito cor de rosa, azul e
amarello, sarja branca tarrada para vestidos de
noivas, eoutra* qualidades da aedaa por precos
baratissimos : na rus da Imperairiz n. 60, loia
do Pavao.
CHAPELINAS
a 6$000 cada urna.
Vende-se chapelinas modernas enfeitadas com
muito gosto para senhora a 6*000 cada urna: na
ra da imperatriz o. 60, loja do Pavo.
Leucos para mao.
Vendem-se muilo delicados lencinhos de- cam-
braia de lioho com labyrinlho a 2*500, ditos de
muito gosto a imitacao de Ubyrintho a 800 e
1S000: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavao.
Madapolo enfiestado a
^^^^*^^^^^*aaaHPss^at^PWaW**** **sjssjBjnjaajj ]
Vende-s^Psas de raadapolao eofestsdo com
d Parto* P6C,: r" d* la*ers,rU D- M l0Ja
Phantasia asis mil ris
lhtes de fantazia com
r,
Annuncio
Na loja da diligencia, de Gmmaraes Ir-!
mao, na ra do Queimado n. 65.
Cartees de clcheles fraocezes com 14 pares a
20 rs.
BotSes de orespsra cosacos e paletots s S40
a dazi. f A T
Drtos-psra ca!$as moito floos a 160 a grosa
Trancas de lia para vellido, peca a40lre*.'1
Lia para bordar muito fina lindas cores, H- \
bra a 7*.
Masaos com grampos a 40 rs.
Lionas para bordar, a miada a 40 rt.
Dttai1 de peso muito finas, miada grande a^40.
PYanjas de Hnho para vestidos, a tara a MO.
Apparlhosde poreelaM para meninos, pinta-
dos edourados a 1*600, 2#. 2*500 e 8
Crhs cora alneles a 100 rs. a ss ,oj I
Papis com alQuetescabeca chata a 40 rs
fWetes para senhora1 raotto fios a 3, 4'e 7*.
Sirtes niuito finos para seabora a 2* e 2*500,
se ?enderam a S* a 640 r. H -mnopra
Eofeites com flores pata seriboit a f|'u''afed-j '
i 10*
^'Colberes de metal auHo fla.a par,
*!Va Unzie. -A-:'-
Garfds do meimo metal a 4*000 a
fftlia'.
1.

up QUaJImid'O B.lf.
"^W.****+fm** np^a^aT
p fariz,.,0J? d* "ari Prt" n. 56, de K
lalbiaa 4t Mandes; ****
n.7. f^'sm*umt**&
oaro
4*000i
nenSr;
,a.iu>i
4. tem pararenderrelotospar.^jS&eia daiia faaL
oro puta. F""***" V l*^^^ c*e 1H00 cyaajMoalawajntsanjaiop toVT^
S*0 ;<*sla de calate a (
mado n. 44,
-;ufcU"
Vende-se muito Ticos vest
babsdos de multo bom gosta.^lzendas d 12*000,
por 6*000, na ra da Imperatriz n. 60 loja do
Pavo.
Filos.
Vende-se fil de linho bordado fazenda muilo
fina a 1*000 a vara, dito lizo a 800 rs., tarlataoa
branca o de lodas as cores a 800 rs. a rara oa
loja do Pari.
uartos a aneo
res.
Ricos vestuarios de aeda parra meninos, fazenda
2?X Pr*K ; h raa da Imperatriz n, 60,
loja do Pavao.
Qambrams lisas.
Vendem-se pecas de cambraias lisas, fazenda
moito Boa, com 10 e meia rara cada peca, pelo
d^5*000 a peca, ditas de 8 meia raras a
Pt, 3*500 e i$, ditos de 6 e meia vara a 2*
s pe{a, ditos para fdrro'com 8 e meia ra-

na
ra da Imperatriz, lojado
*: ,Vi>.
-ob
a
ijani m;< iin
as a l|6O0 e 2*
Pari*
v> 'taees sem
I
. -'.11 \jf r -
pVaadsm^e sasitto suparioras saias o> con
iaaamas vanea de balao, larnaodo-ae maia
akaMjdastli por sepodvem lavar aeogom-
f^^P^"^' M**: **',IMl *H"Wi*a.
1 tXV,upja mParaav. h9(
________
Terreno na roa do Brom.
Vende-se nm excellente terreoo na roa do
Brnm, junto a fabrica e fundicio n. 84, 80 lado
do norte, com 60 palmos de largura em todo seu
coatprisMttte 300 palmos de fundo, atorrado
praeiafcaeate, coa caso de goto e caes moito
proprio para edifleaco de um grande armazem
de asacar : quem o pretender dirija-se i mes-
ma fabrica.
Canoa e espirito.
^V^ende-se agurdente de canoa engarrafada a
200 rs. a garrafa, espirito de vinho a 1*700 a ca-
ada ; sm travesea do pateo do Paraizo n. 18, ta-
berna de duaa portas.
Aos esludaDtes de geo-
graphia.
Vende-se dou globos em meio uso,
um celeste e outro terreste, para bem
M aprender geogrnphia : os estudantea
jue o preteaderem, dirija-se a livra-
ra univeiwl de Guimares & Oliveira,
roa do Imperador.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
4 G. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegaotes
Uves para duaa e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim elles possuem map-
pas com varioa desechos, tambem vendem car-
rosas para condcelo de assocaretc.
Potassa da Russia.
Ven4-sa potassa da Russia da maia ora a
superior qne ha no mercado e a preco mallo
commodo: no sscriptorio.de Manoel Ignacio d.
Oliveira 4 Ftlho, largo do Corp Santo.
Vende-se no armazem de Jos Antonio lo-
reir Dias & C, ra da Cruz o. 26 :
Safra* a tornos para ferreiro.
Porro suecio em barra.
Liabas de carritel de 200 jardas.
Malas pac* viagem.
Espiogardas fraocezas muito finas em caixaa de
per ai.
Petaos de lato para eogommar.
Progos francezeade todos os lmannos.
Ditos batel raode.
Ditos de coD8trac$o.
Bracos grandes para balance.
Espingardas lazarioas.
CJavioales inglezes.
1ftMR3133flfi3ll3~a^Ki^"W3M3affMM
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado sortimento do
roupas leilae, ealcados a fazendas e todos
estes seveodem por precos muilo modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurines a
26*. 28*, 30* e a 35*, paletots dos mesmos
pannos prelo a 16f, 18$, 20* e a 24*,
ditos de casemira de edr mesclado e de
no vos padrees a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*,
ditos saceos das mesmas carsemiras de co-
res a 9*. 108,12* e a 14*. ditos pretos pe-
le diminuto prece de 8*, 10*, e 12$, ditos
deearja de seda a sobrecasacados a 12*,
ditos de merino de cordo a 12*, ditos
de merino chinez de apurado goslo a 15*,
ditos de alpaca preta a 7*, 8*, 9* e a 10*,
ditos saceos pretos a 4*, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fusta o a 8*500, 4*
e a 4*500, ditas de fusto branco a 4*,
grande quantidade de calcas de casemira
preta ede corea a 7*, 8*, 9*e a 10, ditas
pardas a 3* e a 4*, ditas de brim de cores
Anas a 2S500, 3*. 3*500 e a 4J ditas de
brim brancos finas a 4*500, 5}, 5*500 e a
6*, ditas de brim lona a 5* e a 6g, colletea
de gorgura prelo e de cores a 5J e a 6|,
ditos de casemira de cor e pretos a 4g5O0
e a 5*. ditos de fusto branco e de brim
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 4g
E ditos de merio para luto a 4* e a 4*500*
calcas de merino para luto a 4J500 o a 5f*
! capas de borracha a 9*. Para meninos
' de todos os tamanhos : caigas de casemira
i prefaeacor a55, 6* e a 7, ditas ditas
> de brim a 23, 3* e a 3*500, paletots sac-
{ eos e casemira preta a 6$, e a 7, ditos
deeer a 6* a a 7$, ditos de alpaca a|8*.
sobrecasacos de panno prelo a 12$ e a
14, ditos de alpaca preta al, bonels
para menino de todas as qualidades, ca-
misas pera meninos de todos os tamanhos
meios ricos restidos de cambraia feilos'
Sara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abadolisose8*e a 12f,dtoade gorgo-
reo de cor e de la a 5* e a 6*, ditos da
brlns j8*, dito de cambraiaricamente
bordados para baptisados,e umitas outras
fazendas e roupas feitas qne deixam de
ser mencionsdaa pela aua grande quanti-
dade ; assim como recebe-se toda eqaal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
tetaos om completo sortimento de fazen-
das de gosto e ama grande officina d al-
istis dirigida por um hbil mestre que
ffi'sSaK*^"1- P^CaonadaJei-
ienco
Bb
Vendem-se
caixOeS vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1I280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
gcapnia; que ahi se dir' quem ostem
para vender.




:
naruadoQueimadon.19
oseguinte.
;,8
-
U
Pegas de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 81|2 varas, pelo barato prego de 5*000.
Toalhas de lioho adamascado psra mesa a 4*.
Cambraias de salpicos graudos muito Iludas a
5* a peca, ditas de ditos miudinhos Snas a 4*900.
Leocoes de bramante d linho a 3*000.
Cambraia ailada para forro de vestido, com
8 i2 vacas a peca por,2*. ,//"
Grandes colcha* de fusto lavradas a 6*.
Cbepnoa jnteiudos muito UadoaprORti
menteos a 7*cada um.
Cobnrtas de chita, goalo bine; a 11
leali capailas^paranoiv*. de flor de
Algodao com 7 palmos de largo a 600
Lencoes de panno de Hnho a 1*900.
*t Suajfan, NeUora 4 C-, tando recebiio or.
*WaW*a,6Me1c' 'eucreseldo deposito drslo-
Vende-se na ra do Apollo
o. SI* d^froBt^tpa-theatro a 4$
a arrobe, meia arroba a 2#500
e a 160 rs, a libra.
A 600 rs. avara.
Fil liso branca de linho, manteletes de seda
da ultima mods a 14* 18| e 20 : na roa de
Queimado n. 47.
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos francezes a im-
te$ao dos de linhoj-muito proprios para os taba-
quistas por serem de cores escuras e nas, pelo
baratissimo prwo de 5 e f a doria : Da ruado
yueimado n. 22, oa bem conhecida laja da bja f.
Filnsoe tarlatana.
Vende-*e auperior fil ligo e tarlataoa branca
e de cores, pelo baratissimo oxee de 800 rs-a
S"Quim.,rB?02eC^ %**? l6' rM-
Toalhas para maos.
Vendem-s muo boa* toalhas para mos pelo
barato preco de 5 a duzia ; M ru do Queima-
do d. 22. na loja da boa -
Ricos enieites.
Vendem-se ricos e superiores eofeites os mais
moderos qae ha, pretos e da cores, pelo bara-
**vr*f de 6 6*500 : aa loja da boa f,
aa raa do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias fraocezas de lindas co-
res, peto baratissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado 22. na bem conhecida loja
ua boa le. '
Cambraias *f rancezas finissimas.
Superiores cambraias (rancezas muito finas, de
maito bonitos padres, pelo barato preco de 760
do n M "' *" '0* d* "** na ru* ^ Vendem-se oseugeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moents e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provicia de Alagoas,
o primeiro tem casa de eoge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Bonecas bonitas
com rosta, e meia pernade
porcelana.
Vende-se mui bonitas banecaa com rosto, e
meia perna de porcellanajos baratissimos precos
de 240.360,300.560. 640,720, 800 e 18000: isse
na.rua do Qneimado. loja. d'aguia branca n. 16.
Escravos fugios.
Fugio no dia 23 de novembro de 1861, da
poroso de llapissnms, districto de Iguarassu.
urna eacrava de nome Antonia, com 28 ancos de
idade pouco mata ou sacaos, alta, gorda, com
bonita presenca, bracos e percas grossoa e bem,
feilos, rosto curto e redondo, cabe?a tambem re-
donda, olhos regulares, bocea a nariz a mesma
censa, um pouco arribitada, dere ter ebaixo dos
hombro urna pequea cicatriz, tem ao p da
fontei etquerda urna peladura que talvez custasie
encabellar; levou coberta de chita amarella e
vestidoa velhos e desbotados ; foi de Campia
Urande ; julga-se ter sahido com algaem : roga-
se a quem a pegar ou tiverem seu poder leva-la
a dita pevoacao, a Vicente Ferrar de Mello Jnior
ou em casa de Joaquim Jos de Lemos, na ra
da Cadeia do Recite n. 54,
aado.
qne ser recompen-
r i
6
m rdu&'h'pimfovt
**4Hb}*tjf no aranas re
na ra dllc-eda, taixasde ferro cuad do mu
fioa'.
o-;tw
4S!M
acreditado fabricante Edvrin Ma* ,a 100 rs".
libra, u aaeamu qae se Tendiam por 120 ra.
por
lo-; coavids, p
let,fe rstin
r bpappqM.'.
i de nqro ou pr
Kornby, a aptoylt
?5 mv&s
t xojhmodo
idoTrapichaTk
"- Tendo fgido ao abana asignado, do dia 7
do corrente, o seo escravo Luir, prelo, crioulo
de altara regular, sem barba, de idade de 30 an-
nos, pouco~mais ou meos, com urna cicatriz db
face direita logo abati do olho, lendo o roslo
cheio da cravos muilo salientes, o qua) foi escra-
vo de Feliz. Paea da Silva, pede-se aos agentes
policiaes que o encontraren) eu a qualquer pes-
soa que delle souber, o agarre e leve A casa do
annuncwaote na freguezia da Varzea, sitio da Iha
da Pedra do engesho 6. Cosme, ou o recolha
prisao as cidadea e villas, ande por ventora aeja
mais fcil entrega-lo a qualqner autoridade poli-
cial, certo de que aera devidamente reompea-
aado.Jos Correia Leal.
Escrava fgida.
No dia 2 do corrente ansentou-s a escrava ca-
bra de nomeFihppa. bem conhecida qae foi em
tempo do Sr. Antonio Jos Rodrigues de Souza,
julga-se estar acontada em alguma casa, o pro^
prietario desde j protesta de empregar todo8 os
meios que a lei loe faculta contra qualquer paa-
soa que a teahascculto, assim como raga a to-
das as autoridades policiaca a oapea de campe
s sua captura a lava-la i raa Nova n. 38 ; qual-
quer peasoa particular qae a pegar, ser bem re-
compensada.
Anseotoa-se da casa de seu senher no dia
3 do correte mezo escravo Aatsoio, de naci
Cassange, idade 40 aonaa, pouco mais ou menas,
estatura regular, cosa os signaos segwintes : am
urna das orelhaatem om taco tirado, em um dos
quartos tem nm defelto que peto cruat puxa no
aDdar pelo p, tem decano do qneizo. esquerdo
tres btftaeos, sigaal de denles lirados: quero o
pegar queira leva-lo ainado Imperador n. 78,
terceiro andar, que ser recompensado. J foi
visto esa Iguarasso.
ftffitonto enaecbo^Joncricle, aira na re-
gulzla de Tracnonaem da comarca de Nazareth,
no dia 4 de novembio, de 1860, dous escravos
mulatos conos nones, e lljtoaes seguioles: am
de nome PaHlW de 45 armes de rdade pouco mais
ou menos, offlcial-de pedtairo. sapalairo e pti-
mo bolieiro, de cdrMaraniada. cabellos carapi-
nhos. roslo descMD*avt'Tt?as brancos, nariz e
bocea regulares, ura penco secco e da estatura
asedia, o qaal tea dous dedos da ao direita
alsijados de um panarizo, a tem lambem o dedo
mnimo da mao esqnerda com igual defelto, e
cima da sobrancelaa dem dos oih* ama cica-
trit, proaenieota de en talbo, e nutra cicatriz
com om carooiaho cima da mesma, com um
dos denles da frente quebrado.qaanco seeaibria-
ga torna-se arrogante. Esae aaerava j oiaiir-
rado e ooosta andar paaa&ecife, tavda sido visto
para en bandeada Soiesaaae a Santo Amaro por
. 8"^ Peewss, a quera tem Me haver-se liber-
Uo. O outro, de nome Felippe, te cor triguei-
r, cabellos caraptebos, estatura naissa, ou regu-
lar, bem barbada, om poaca ooo, basn fallante
e caatedor, com 38 sanos da idade, and ligero
naito despachada no-aerviga de enxada a oi-
ce, com falta da denles na frente, com olhoa um
pouoo sptiombados capioogo. .Quem appre-
hende-los lave-os aar dita engeobo a ea aeahor
o teneDte-coronsl Joaa Cavalcaoli Mauricio
Wanderley, que gensroaamaaae recompensar.
ipbo dal Maltas, comarca de
^W1' um escrs-
crioulo. M#lho, altura re-
Weapa^daado. idade de trln-
i.;n>ltu-aa as matas do enge-
--T jrt!K
bem tea um
paval-
>ra-
neg- Lnewnn flfSra.de (W : d
d ap- tb>do con ubi carroca. a
com- preso Trahalhando m um a'
ptorio cuuju "una.
na, f eu asi
sssfflai: *#"*



,OQ
^-___-
D6 IV DI DEfflMR ftft 18CI
Literatura.
-----------"r"-------
Luiz lo fego e n posterid
Estado histrica solare a revolado fe?!
alguna detlis pr cabeca do raesmo caao ; o (ffi
ofereeo alta consideradlo e sabio diseornl-
menlu de V. Magestade para resolver o que hau-
Mr por bem.
. Rio da Janeiro 14 da abril da 4817.
/ote de Oliveira Pinta Dottlho Moteutir*.
(I5J. Hiat. da Re. Per, cap. XIX, p*. 355
Caque hatia oagunlla cepita
coM rftolucio, que o pataf
cohheceu o adero,1
peruambivana le 1817.
(Co^tinua.so,)
Neslas circuruslancias.ficn aenfki manifest,que
O emotla pregunte rebeliiio, a alia" traieio aconte-
cida infelizmente era Pefhambuco; exige a provi-
dencia de urna alijada extraordinaria,que pasae
tilla reos nelle comprehendidos, loto que esliverro
subjugados os insurgentes ; geniado Ue corpo
delicio os temerarios pasaportes dados por ellea
ao goveroador da referida capitaoia Celaoo Pin-
to de MiraodiMontenes.ro, e a embarcaco carre-
gada.de eicravos, que all aporto, e enlroude-
pois^esta cidade, e asaim mais quaeaquer outro
documento, quliouv'essem concementes a asta
negocio : procedendo-se neata aijada do' raesmo
modo, que te proceden as ootras em conormi-
dae das citadas cartas T*gt*S de 27 de ferereiro
de 1757 e 17 de julho de 1780 em tudo qusoto
for sppiieafeJ. Para ast Oo se dignar vosia
magestade comear para presidente da mesma al-
eada um miais'ro de grande coulangae {grada-
5ao, que dever ser um dos desembargadores do
pafo, ou dos roaselheiros da Cateada, como era
o das sobredilas aleadas, e assim tambera um
desembargador da casa da aupplicaco de igual
cooCanea, paraeacrivao da mesma a'igad, como
era o que fot comeado para escrito da aleada
do Porto; devendo elle exercitar todas as f une -
f oes e incumbencias que exercilaram os das so-
breditas alfadas al mesmo ua proposigojdos
procesaos para aju lar o relator, na forma deler-
mipada as referidas cartaa recias.
A estes ministros se dererao arbitrar compe-
tentes salarios, pagos i cusa d#a culpados ; ten-
do-se em vista a direraidade, que ha entre um e
outro paiz a respeilo desemelhaotea salarios, por
se ter alli arbitrado o de oito mil ris por dia
para o presidente, e o de quatro mil ris para o
scrivo.
E* de uotar que, teodo-se commetiiJo ao dito
presidente da alfada do Porto convocar e Hornear
para juizes sdjuolos e para impedimentos e em-
pates os mioislros daquella relagao, que neces-
sario fosse no numero determinado pelas leis, e
anda mesmo ooa casos de commissio especial
emanada immediaiamente da real pessOa de sua
magerlade ; o que foi tambera promeilide ao pre-
sidente da algada do Rio de Janeiro quaai do
mesmo modo ; acontece que em Perambuco
nao relacao ha donde possam seroomeados e con
vecadus estes ministros ; e por sso se dignar
vossa magestade nomear as minialros oecessarios
para adjuncios e pira oa impedimentos e empa-
tes, e um ruis para assistir como procurador da
cor fazendo os requerimeotos e oficios, que
oonvierom ; aendo uas e outros lirados tanto da
casa de suppliceco, como da relacao da Bahia,
para que nao experimente falta-o real servico,
aendo liradoa todoa de urna s relacao ; e toos
elles devero vencer igualmente os salarios, que
se.arbitraren).
Como pode acontecer que algus dos reos deste
execrando crime sejam cavalleiros dealgumas
daa tres ordens militares, aera necessario que
vossj magestade como soberano destes reinos, e
como grao mestre e perpetuo administrador de
todas, e cada urna daa ditas tres ordena milita-
res, aotoriae o ruferido presidente e ministros da
aleada para o sentenciar, coocedeodo-lhe toda a
cumprida jurisdiceo oecessaria, anda que ne-
nhum delles tenha o habito de alguma das ditas
ordeos ; revogando para este efleito tudo quinto
possa obstar a esta delerminacao para as reiaedes
da Bahia e do Rio de Janeiro pelo airar de 12
de agosto de 1801 antea de se ter creado nesta
corte o tribunal da mesa da eonscieocia e ordeos,
eque, nao obstante a sua creaco, oi ltima-
mente determinado para a relacao do Uaranhe
pelo alvari de 13 da mato de 1812. Seregual-
mente necessario que voasa magestade alem des-
ta faculdade, conceda especial commiato ao
mesmo presidente e minialros da alfada para de-
grada; e exautborar oa mencionados reos de qual-
quer das sobreditaa ordens para se execu-
tar contra elles a pena da morte natoral.no caso
de seren coodemoados nella segundo as provas
do processo ; lendo-se em consideraco a atroci-
dade do delicio ; ou alias ordenara mesa da coos-
ciencia e ordeaa que o fafa.
Quanlo aoa roa ecclesiastico, ou aejam secu-
lares ou regulare (preacindindo da opinio de
alguos dos nossos escriptores, que sustentam oo
ser necessaria a sus relaxafo justic, para se
xecutar conlrs ellea a pena capital nos crimes
de lesa magestade; pois que em taes casos nao
gosam de privilegio algum de isenco), est
commettida aos arcebispos e bispos do reino e
conquistas a faculdade de relaxar os reos destes
delictos justifa socular por breve do papa Gre-
gorio XIII oatado de 25 de outubro de 1583.
Asaim como por outro breve da mesma data
foi commettida eata faculdade meaa da coosci-
enca e ordens quanlo aos cavalleiros e freirs
das tres ordena militare, aioda que piesbyteros
aejam.
E' porm notoriamente certo, que oo est em
E rauca ha maitos annos esta relaxaco dos so-
redilos reos ecclesiaalicos Justina secular: de
maneira que na carta regia da aleada para o ca-
so da capitana de Minas Geraes ae ordeoou que,
haveodo uelle alguna reos, que fossem eccle-
siaalicos, se separasse do procesan a parte, que
lbea tocaste, para em auto apartado com a copia
das suas culpas aerean sentenciados pelos juizes
a da mesma alfada como fosse de justifa, por
lhea nao pertencer privilegio algum de isengc
nos casos exceptuados, dos quaes o de lesa ma-
gestade o primeiro e o maia horroroso ; com
declaraco porm que a seoleuf a condemoatoria
proferida contra ellea ae conservara em aegredo,
fazendo-se preseole a S. M. a Raioha Fidelissi-
ma, eolio regente, a Sra. D. Hara I de saudo-
aissima memoria, para resolver o que fosse ser-
vida ; conaervando-ae entretanto oa reos em ri-
gorosa e aegura custodia.
Nao permittir comludo a indefectivel justica
de Vossa Magestade que no caao preaeote to
horroroso, de Unto eseandalo e mu exemplo, fi-
quem impuoidoa oa rea eccleaiaalicos, que no-
toriamente ao nollea compra hendidos, e havido
VOL.HETIIH
___
A DAMA DAS PEROS
POR
A. DMAS FILHO.
(16). Briofraphia do general Luiz da Roa Br-
relo, vlscond do Geraz do Lima, inser.Vfo&aj Pia-
no do Governo b Lisboa, e transcripta no
ierpertador'io 'Rio "de Jsbeiro BV M de abril
de 1841.
Para tornar mais completo o retrato de Luiz da
Reg copironte as seguintes ioformeetes, -qne
por intermedio do Sr. Dr Mello Morae, trao-
mittiu-nos aro amigo servidor de estado, que mi-
litou snb seu co-nmandu :
i O general Luuuo Reno era oriundo de urna
familia nobre de Vianoa era Portugal, e ao tre-
pla de seus estudoa. primarios seotou pra;a de
cadete em um dos regimeotos de iofantara. Era
cadete porta-baodeira quando principiou a guer-
ra da pennsula, e bavendo-se distinguido em lo-
do os combates em que ae achoo., mostrando
urna bravura oo. vulgar, foi auccessivsmente
promovido aos poslds at ao de brigaleir'o, e con-
decorado com as medalhas da disliaoco que
concederam aos bravo. ,,,. :l .
Em 1817 achava-ae nesta corte, e tinha-se
coosorciado com D. Zepherios, fllha do enlo
viscoode do Rio-Secco. sendo condecorado com
as commeodas de S. Beoto d'Aviz, Conceico da
Villa Vijosa e Torre Espada.
El-rei o Sr. D. Joo Vio noraeou coraman-
dabte da expedijao destinada* a Pernambuco com
a patente ae marechal de campo, e a de gover-
oador e capitogderat da dita proviocia, logo
que fosie restaurada.
Nessa pocha teria o general quando muilo
50 annos.
a Era de estatura cima da mediana, corpo
bem fornido, peito largo, sem ser gordo, e os mus-,
culos desenvolvidos, antiunciando torga physica
e agilidade nos movimentos. Cdr morena, falto
de cabello, que eram grisalhos, testa larga e sa-
liente, ngulo facial quasi recto, olhos grandes e
vista penetrante, nariz aquilino bocea rasgad.
Era desombaracado, moolava bem a csvallo.
Traduzia e fallava bem as lioguas francezs. in-
gleza e hespanhola; e comquarito oo livesie
frequwiiado as escolas militares nao s se achara
bem iostrnido na lctica e evolnces militares,
mas era capaz de dirigir qualqoer foriificagao de
campanba.
Era accessivel ao trato, generoso e frsoco :
fcil em dar e emprestar dinheiro e jamis pedia
o seu embolso; mas lambem nio pagara as di-
vida que contrahia em quaesqoer compras, ae
lhe nao adverliara ou lembravam. Tioha cees-
sos de colera, e se nao hsvia quera o advertase,
obrara mal, do que logo ae arrependia. Ouvia
com docilidade os conselho, e ama vez formada
a sua resolugo nao presciodia della. Nem aera-
pre, porm, era bem acooseihado pelos que abu-
savam da sua coolieoQa, e que rauitas veses o
comprometteram.
Erara estas as principies qnalidades do ge-
neral Luiz do Reg Brrelo. >
(17). Informou-oos pessoa fidedigna que Hy-
polito Jos da Costa, redactor do Correio Brati-
lense, devia infinitos obsequios el-rei O. Joo
VI, que lhe mandava dar urna pensao, com que
viveodofolgadameote em paiz estrangeiro, gran-
de servico prestava a seu paiz pela liberdade
com que advogava sua causa.
[18) a O abano assignado (dizia o mioilro dos
negocios estrangeiro) roga ao Sr. conde de Pal-
mella, baja de certificar ao seu govorno de que
S. A. R. est convencido, que tudo o que o cn-
sul britanoico obrou naquelle caso foi mero ef-
feito de um zelo mal entendido, para proleger a
legitima propriedade e comraercio dos vaaaaloa
de Sua Magestade., e que por nenhuma forma
fdra em razo de ser afeigoado aos insurgentes,
ou de ter m voetade ao governo de S. M. Fi-
delissima, o que amplameote se prova, pela ua
correspondencia offlcial. (Vida Correio Brasil.
rol. XIX.)
(19). Preferimos a asserco do Sr. Varohagem
do Sr. Mooiz Tavares quanlo ao commaodante
dessa esquadrilha.
Diz o primeiro:
O coobecido piloto e hydrographo fluminen-
se Jos Feroandes Portugal, que eotao eslava em
Pernambuco, foi feilo intendente da marinha com
o posto de major. (Hist. er. do Br. tom. II
Sec. LIV.)
Affirma o segundo : a que havia em Pernam-
buco tanta caresta de o/Jiciaei de mariaha, que
nem ao menos se encontrara um experto marojo
ao qual se podesse confiar o commando........
..... Em tal coojunctura via-se obrigado o
governo a eleger commaodante da pequea frota
um homem que havia passado toda a sua vida
nos trabalho d'agncuiura ; era este o coronel
de milicias Luiz Francisco de Paula Cavalcanti,
que aceilou o emprego, mas oito leve occaaio
de realisar a con nanea manifestada. (Historia
da Rev. Pern. cap. X pag. 174).
(20). Cornmunicando ao marechal Cogomioho
sa coneestoe que ttzera aos Pernambucauot.
diz-lhe:
< Illm. SrTeoho de pdr na presenta de V.
S. bem do servigo de S. Magestade, ae assim
lhe parecer justo o que eu teoho respondido aoa
aovarnos do Recife, em data de 18 do correte,
eao goveroador das aimas em datado 19, o i
viata das suas propostas, V. S. determinar o que
lhe convier, devendo eu participar V. S. que
do meu parecer que V. S. ae approxime do Re-
cife, quando julgar estar em acluaes circumstan-
ciaa.
Deus guarde V. S. A' bordo da fragata
Thetis defroote de Pernambuco 19 de tnaio de
1817.
a Illm. Sr. Joaquim de Mello Leite Cogomi-
oho.Rodrigo Jos Ferreira Lobo, ebefo o com-
maodante.
(21). Devemos obsequiosidade do Sr. Dr. A.
J. de Mello Moraeaa coramunieacao deate valioso
documento de que bastante nos uliliaamoa para a
coofecgo deate trabalho.
(22) DOCUMENTO N. 4.
Illm e Exm. Sr.Foi V. Ese. servido determi-
nar que aobre a infame rebelli quizesie eu propor aa roiohas ideas acerca de ae
regular um alfada que dignamente se eocarre-
gaase de julgar os reos.
Estando eu as circunstancias de entender
bem as razdes porque oa che fe militares da for-
a
natural senhor e soberano, foram mandando os
reos, que aa t-rendiam para as.pristan di labia,
ataim eoian/oVtra tazde ^d oVnctM, Vcoad-
juvara para naqaella relacao so daver julaar ao
re asta titfpl?. Bw. 'ndtiipnl oa me
apartar daa regras orlin;rias da jurisprudencia
criminal que exigem que o castigo se imponha na
trra em qua fez re delicte-a oue alli mesmo
ae faca o ex-emdloV : TT"-'^
Est era sem dovida s marcha que este negocio
devia ter, e a alga4* alli devia tirar a dovassa,
qe naquella capitana erincipalmenle devo ago-
ra abrir, e que a nica qua pode marcar os
verdadeiros o priacipaes ictores dessa sibre to-
das a mais escandalosa rebellio ; investigar os
conselhos e conventculos era que ella se orgaoi-
*ou, oo particulares fina, que tinha por objecto,
e apodar todo os que para olla deram conselho,
ajuda, favor e tomaram partilo, e anda o qua
aonairam depois, ligando-se por juramentos aos
chamados patriotas, loaaado servico e emprego
com elles, abandooaodo a vassallagem e tldeli-
dade devida a el-rei nosso senhor, e por flm in-
dicar os grao de culpa e lraputaco que tocar a
cada individuo. .
Ha porera ( quanlo a mira ) rszoea atteodiveis
para que a alfada Oque na Bahia onde j eato
os reos condecidos por principies, o por isso o
meu voto que alli se va insta llar com todo o ap-
parato judicial a mesma alfada, chamando si
as devassas que -se abrirn nessa capital o na
Bh)e, o a .dtorasia que anda dava abrir-se, e que
ser a principal era Pernambuco, que basta qua
seja pelo novo ouvidor que para o Recife eat no-
meado, deveodo eue partr'j,' sem esperar por
cartas, o com carta de cmara para se lhe dar
posse, tomando para eacrivo della o juiz da fdra
lambem notamente nomeado, chamando a"si a
que coosta ae lera alli aberto depola da aua rax-
laorafio para se cassar. e ficar de nenhum effei-
to, oor iasu que coosta ser tirada pelo amigo ou-
vidor do Recife Francisco Alfonso, que nao sei
como o admitliram, teodo ello aervifo com o go-
verno revolucionario peio que as inlitulavs, e aen-
do nm magistrado que, com a cmara, nem sera
ella, se animou a iolerpor sua preponderancia a
favor da soberana ppr um protetto por qualquer
meio, aioda que depois pela forc.a servase e cedes-
e,_e que s por iaao devia ser logo que entrou o
legitimo goveroador, deposlo e preso para passar
por urna justiicaco. Esta devaasa pois, ae acha
tirada por elle, a que se de ve cassar, e outra de
novo se deve ali principiar, tirada pelo novo ou-
vidor que devevir para conhecimeoto da alfada.
A organissfio da alfada, regulndome pelas
que aprsenla a nossa historia, deva fazer-se com
um presidente muilo autorisado e pessoa gradu-
ada, noa ltimos lempos tirada, ou posta j nos
Iribuoaes.
Se nessa se quizer guardsr essa ordem, poia
nao vejo razi para que se oo guarde, aotes ella
no meu eotender a de objecto raais importan-
te, e cujo castigo deve marcar na lembranfi dos
viodouroa urna poca sempre lembrada, deve o
juiz presidente tirar-se da mesa do paco ou do
conselho da fazenda. Por meu voto aeria o de-
sembargador do pifo Bernardo Teixeira, e seut
adjuntos os desembargadores Pedro Alvos e Jos
Albano Fragoso, ministros habis, e multo intei-
ros, com os extravagantes Joo Osorio e Sebas-
tian L. Tinoco, e dos da Bahia devem entrar os
desembargadores Ueorique de Helio, Jos Mar-
ques da Costa e Manoel Jos Baplista Filguejra,
dos quaes um ser o escrivo, ou j ndmeada-
mente ou deixaodo-ae a escolha do preaideote, e
para os desempates se poderia na Bahia laofar
mi do desembargador Ozorio, que ahi ha, do
Petra, que sao os de que teoho mais avaolaja*'
das ideas, o que vejo alli sem relacoes, ertindo
de procurador.da coid, o que servir nesta em-
prego oa mesma relsfo.
Como na phrase dos revoltosos de Pernambu-
co, ellea fRrmavam ter alli homens, que ser-
vis ni nos seus seotimeolos, preciso fugir de
quaesquer anda que muito habis aejam, de
quem haja noticia que j fosse havido no concei-
lo do publico por entrada em Maconeria, d'oode
ialo quanto a mim naaceu. e que possam ter alli
na trra mais reiaedes com familias e pessoas a
quem desejem perdoar. Todos os que servem
se devem acreditar por muito tnleiros, mas oo
preciso todava crer de leve, nem esperar mila-
grea do corafo humano, sempre sujeito a incli-
otfes, que nunca vo bem com a livre admiois-
trafo da jnatifa A escolha desta alfada tem
muita delicadeza ; porque aioda que segundo os
aentimentos do mea oorafio eu procuro fugir de
tudo o que poaea lembrar o espirito de partido
por patria e ligacoes do juizes com o territorio ;
devo todava dizer, pelo amor que teoho a pes-
soa de el-rei que nao convera que o povo pene-
tre que se fugio de proposito de se lembrar nm
s que fosse natural deate reino, estando j uni-
do ao de Portugal a Algarvea ; desmeotiodo-se
pelo fado, a meama unio que existe de direto,
e dando assim exemplo a discursos nos peridi-
cos, que possam ionocular nos coraces principio
de desgoato e reaentimeoto : materia que pode
ter consecuencias no futuro, e de que te podem
tirar coocluses sopposto sejam pouco exactas,
sero de eterno desgoslo em individuos e fami-
lias ; o que lembro a V. Exc. para pensar nellas
com a sua coohecida penetrafo, e para guardar
aquella poltica que pode aer compatirelno caso,
e cora o eatado das coosas presentes.
Orgsoiaada que aeja esta alfada por carta re-
gia, que ae deve commnnicar ao goveroador da-
quella relaqo, onde olla se vae erigir, deve le-
var iaslrucfes particulares sobre os reos que
devem padecer a pona ultima, que indefectivei-
mente devem aer oo s os que apparece-
ram no governo chamado provisorio como che-
fes, e conselheiros delle, e os que retraram da-
ti o governo legitimo e arvoraram notoa estan-
dartes ; mas todos os que ainda a pnneipio nao
apparoceram o oceultamente machinaran], o que
appareceu e. o que nao appareceu ; os que se
empregaram interiormente nasedifio da tropa, e
aliohsmaaeu partido, ou sejam seculares ou
clrigos, oa cavalleiros. Devem mais ser degra-
dados do seu carcter o ordeos, e deve proceder-
so com toda a formalidade de direito, iodo para
isso autorisadoo os juizes; o como o escmalo
dado pelos ecclestasliooe aecularea o regulare,
baja de apparecer em toda a escala no processo,
assim como j tem spparecido as relafes, nao
se faca differeoca de reaervs para elles ou para
outroa: pasae tudo a'meama fieira, preparndo-
se do ant-Bao aa formulas o
dimito.
solemnidades de
Pora dos rjj, que se graduarem principaea,
iope-e a pena de sangu a todos os mais, de-
pois de passarem poP todos os susto do apparato
judicial, tauoida a irada de rJireitos oaj cartaa
regias oecojtaa queadevam apparecer em lem-
po proprlo-; como se fez aqu com a alfada que
juigou o caso da Minas, e por degredos perpe-
tuo, elles e outros temporariospara sunca vol-
larera a aquella desgrafada provincia, ae espa-
Ihom por esses territorio e deserto d'Africa e
Asia a chorarom o seu delicio, resplandecendo
assim ajuslifa e a piedade de el-rei, que certa-
mente ha de preferir esta medida, a de urna
carnagem alias bem merecida nesle horror
caso. ^
Os autos flndos]devem vir a guardar-se na se-
cretan de estado, ficando sendo juiz das ques-
toea que houverem sobre os beos confiscados o
da corda da cOrle. e executor em Pernambuco para
appreheosao delles, e sua venda o da ouvidoria
do Recife. Eis aqol tudo quanto me occorre
deuaodo isto mesmo sujeito correcfo de
<0BreU,.,?u'rd6 V- ElC- Rio 6 *e ju'ho de
1817.Illra. e Exm. Sr. Thomaz Antonio de Vil-
la-Nova Portugal.
Pauto Fernandet Vianna.
q.TJfti^d^
qu eu sapounha ; e at pdr isto afez*orroro-
o, que oT ecclesasticos ae mattaisea neaaas
cousas: mas l o espirito vertiginoso do secnlo I
Deixadas a qoestes ; paraca que o juiz secular
oo deve proceder o aeatenfa coatamoalotta de
effusio de sango, on capital, ao menos sos
*xecuo sem proceder s degradfcfap pelo'prela-
do ecclesiastico: o que je deteruiiqo al Com n
exemplo dos militare, que sendjn^lgedos por
juiz paisano, sao privados das honras e insignias
miMares, primeiro que'soffram pena civil.
Mas pareis-me que nio basta $6 auloridade
ordinaria do ministro seculaf, e que necessario
que o soberano, como rei e senhor o coslitua
era auloridade de conbecer, julgar e impr pnaa I """o0" Penculura inferatis.
capitaes e de effusao de saogue
oondum.at 4ajradao4am.- as vestes ds ordem, rsopareta-ae as naos: 4irr-ae-
Ihe t tonsura, etc.,"owido-fe de certas formulas ;
e depois diz o bispo : Pronuntiamus, ut huoc
lutuo omni ord^ ac privilegio ele.ical, euria
sce.ularisin suurTOrun rtcipttpt degradatum.
Segue-se arogatira eotregnoi-so o reo aojuiz
secular : Domine judex: roga os vos cum omni
afTectu, quo possumu utmoroi Dei, pietaii, el
misericordia intuito, el noajsbram iolerventu
precamiour, misetriBO huicBuilum mortis vel
(23) DOCUMENTO N. 5.
Senhor.Cumprindo a real ordem de V. Ma-
gestade ceres doa minialros que me parecem
mais adequados para a alfada qua V. Magestade
ae dignar mandar villa do Recife para devaasar
e aentenajratareos, que forem comprehendidos
oa infame insurreifo acontecida infelizmente
naquella capitana em 6 de marco prximo pas-
sado, segundo o plano que em Cumprtmenlo de
outra ordem de V. Magestade, live a honra de
apreaenlar a V. Mageatade em 14 do correle
mez de abril; vou lembrar a V. Mageatade os
mioistros seguintes:
Para presidente da alfada o desembargador do
pace Bernardo Teixeira Coutinho Altes do Cr-
valoo.
Para escrivo da mesma alfada, o desembar-
gador da casa da supplicaco Joo Osorio de
Castro Souza Falco.
Para juizea adjuntos, o desembsrgador dos ag- \ rra
gratos da casa da supplicaco, Pedro Alves
Dinit.
O desembargador dos aggravoa da mesma casa,
Jos Albano Fragoso.
O desembargador da mesma casa, Sebaslio
Luiz Tinoco da Silva.
O desembargador ouvidor geral do crime da
relafoda Bahia, Heorique de Mello de Vilheoa.
O desembargador da mesma relacao da Bahia,
Luiz Manoel de Monra Cabral.
Para impedimentos e empates, o desembarga- '
dor da casa dasupplicaeo, Antonio Garcez Pinto
Madureira. '
O desembargador da relacao da Bahia, Manoel
Jos Baplista Hlgueiras.
Para procurador da corda, o desembargador da
easa da supplicaco, Antonio Jos de Miranda e
Harto.
Voasa Mageatade, porm, arista de tudo deter-
minar o que for servido.
Rio de Janeiro 19 de abril de 1817.
Jote de Oliveira Pinto Boletho e Motqueira.
(24) DOCUMENTOS NS. 6. 7 E 8.
Illm. e Rvm. Sr.Eatimo que passasse bem
a noite. Eu nao dorm muilo, pelo cuidado quo
me mereceu o caao: li, e meditei aioda mais, e
o resultado foi o papel iocluao, que eu certa-
mente faria se fosse bispo de Pernambuco.
Queira mostra-lo, e sa nao prestar para nada,
que se queime. Deste seu amigo velho
O bitpo capellao mor.
quelles eccl<>si-
aslicos ainda que sejam prebysleros, que se acha-
rem reos de consplrsfo ou rebellio'; e de as fa-
zer execular nos reos, procedeodo a degradafo
cannica: etalvez fosse muito proprio dizer no
diploma, que ss circumstancias. a atrocidade do
faci, o exemplo necessario na punifo dos reo*
(de quem se deveria espersr o bom exemplo)
exige aexecufio sfn demora.
Lembra-me isto,,supponio que assim cohooe
lava mais a execufo, acautelando tanto a ju-
risdieco real circo aacra, que boje ae defande
em muita extenso, como a exigencia (segundo
muito boa nota) do ae recorrer a s apostlica
para aerem julgados os reos, com a pena com-
petente ; o que succedeu no lempo do senhor D.
Ja, nao se chegaodo a proceder contra os ec-
clesiasticosde que se trata va, e no lempo do se-
nhor O. Joo IV, que miodou que por aquella
vez se tratasse o negocio no juizo ecclesiastico,
salta s auloridade real: se bem me lembro dos
factos, e que oo pude verificar.
Haveodo de fazer-se a degradafo, deve de-
clarar-sepor ama sentenfa ou pelo proprio bispo
ou pelo seu vigarlo, e deve passar-se degra-
darlo actual: despiodo-se os eeclesiastici de
snat testes proprias das ordeos, os forma do pon-
tifical, oo qual vem a formula da sentenfa da de.
gradafo ; e as suas ceremonias todas. Deve po-
raudar-se ns sentenfa o que proprio do
facto, pois aquella formula suppde que o juiz ec- I conhecer daquelle crime, pira expulsaren) d
clesiastico que tem instruido o processo. A de
0< .autoras fazem meu;ao que em Franja nao
e pralica a degradafo : h um testo pelo qual
o reo de taes enormes crimes se suppde degrado:
porm o mesmo Van Espen, queefas menco dis-
to, e nao ruorreu cerlamaate de escrpulo, diz
que nunca vira sem a degradafo, impor-se sen-
tenga de sangos aos ecclesiaalicos, oque em Fran-
fa ae praticava no seculo 17. O senhor bispo ca-
pello-mr fleou muito satisfeito de se tratar, e
qaerer fazer nos termos legitimoa estos cousas, o
que em si sao to dolorosas : pediu isto mesmo ;
e para se evitar escndalo que havi dos factos
j praticados.com recelo que se contiaeaase assim.

(251 DOCUMENTO N,9..
Podeudo acontecer que algn reos, quo se
acharem iucuraos nao peoaa do horroroso atlen-
tado da rebellio de Pernambuco, aejam caval-
leiros professoa em alguma das ordeos militares
e nao deveodo estes pelos privilegios da orden
de qua se fizoram indignos, on por qualquer ou -
tro pretexto, evadlr-ae da seteridade com que
merecem ser punidos. Tenh,o autorizado, como
gorernador o perpetuo administrador das men-
cionadas ordena, aos juize, d, Ijada qU8 ho de
Dom Fulano de tal, etc., bispo de Pernambuco
etc.Ao Illm. e Rvm. cabido sede vacante da
cidade da Baha, saude e pazem Jess Christo.
gradafo actual deve ser feita pelo proprio bispo
on por outro bispo por delegacao do proprio:
do coocilio, e assim se explicara as coostitaifes
de Lisboa, do Porto etc. dizendo que nao se fa-
zendo assim o acto nuil o. Com tudo supposto
que obispo proprio nao est prosete no lugar
das sentenfa nem seu territorio, nem pode de-
lagar para esse, pois que agora o nao ha ; e por
que se pode dsr caso que o simples prelado pode
fazer a degradado validamente, e a oaturezl da
causa, e pelas circumstancias, nao havendo bispo
que a faga, exigem anlet que se comraetta ao sim-
ples presbtero, do que deixe de se execular : o
que lelvez deva fazer-se, poder ser, o recommen-
dar-se ou insiouar-se ao senhor bispo de Per-
nambuco, como propriosdos reos e ainda dos re-
galares : que como se deern. ou po ssam dar reos
de pena ultima on de eff uso de aangue, pelo atroz
crime da rebellio, e as ci rcumstancias exijam o
serem processado sem delongas, e em attenfo
ao decoro da ordem ejerarchia ecclesiastica elle
iapo declare degradado* das ordens 6 beneficios
etc. os que fsrem convencidos ou julgados reos,
e se lhes deva im^r a pena da le ; e comraetta
ao deo ou goveroador do bispado da Bahia que
com assistencia de dous ou mais ecclessiasticoa
dem
ros
a ojr-
Permittindo Deus Nosso Senhor, por seu jus-1 presbyteros constituidos em algumas dignidades
tos e lerriveis iuizos. oara eastiso de nosso nec- a,____ a .. ...
cados. que na conspirado de pfrnambuco contra \ J* mesma s' M "d/,r" d raa8'*lra|. <
os sagrados direitos e inviolavel aoberania de el- aolOMl' 1ue haJam de degradar aolemneraente,
rei Nosso Senhor, fossem comprehendidos al- segundo o rito ecclesiastico aos taes reos, fazer o8
guna desgrafado sacerdotes soculares e regu- autos competentes etc.
lares nossos subutos, e sendo este execrando al-
ternado j publico e notorio por toJa a parte
com escndalo de todos os fiis calholicos, n-
delevel macula do nosao clero, digoa de ser cho-
rada com muitas lagrimas, altentsdo inaudito
na historia portugueza, o que nao polo deixar de
forfar a clemeocia de Sua Magestade para que
faga os devi ios sacrificios de justifa que exigem
as leis divinas e humanas, para salvacio de seu
povo e soceg(*do estado; n qae oo preten-
demos, nem levemente nos lerubramos de con-
trastar o imperio e o direjto da espada, que Deus
mesmo poz as mos do mais justo dos sobera-
no, de quem nos gloriamos de ser o msis hu-
milde e fiel de seus assallos, ms desejaodo
cumprir com o dever de nosso ofOuio pastoral,
posto que oas mais lamentareis circumstancias,
que se podiam offerecer, para sustentar a immu-
nidade ecclesiastica, e salvar ao meaos o sagra-
do carcter daquelles individuos, que se flzeram
indignos delle, e concillando as diaposifea de
direito cannico e civil do melhor modo, que noa
poasivel as aperladas e extraordinarias cir-
cumstancias do lempo e do lugar ; havemos re-
solvido commeller, como peta presente nossa
caria commettemos nossas vezes, e delegamos
nossa auloridade ordinaria, e como delgalo da
s apostlica, as seis dignidades e conegos mais
amigos desse Illm. e Rvm. cabido metropolitano,
para que em nosso nome procedam ao acto da
solemne deposicao, real e actual degradafo de
todoa oa infelize aacerdotes, ou elerigoa de or-
dens sacras, que na mesma cidade da Baha forem
convencidos pelas competentes autoridades cons-
tituidas, de lerem entrado na dita coospirefo,
para aerem entregues ao braco secular; e aoffre-
rem as penaa que raerecerem.
Nao podemos deixar deixar de suppdr a todos
os meiibros do mesmo cabido aoimadoa do ver-
dadeiro espirito ecclesiastico ; mas taoobem nao
podemos deixar de lhes lembrar e rogar, como
bispo e interprete dos pos senlimentos da santa
egreja ; que, feita a ceremonia as portas d
cathedral, da maneira que prescreve o pontifical
romano, e omiltida a publicago da aeoteofa, que
nao tem logar no presente caso, oo omittam de
modo nenhum a deprecafo, e a humilde suppli-
ca ao magistrado seculardomine/udex que vem
no mesmo pontifical.
Dada e passada etc., esellada etc.
XXVI
(coninuaco.) '
Annelte pertencer i outro I A' esia idea, Jac-
-quea occaltata a cabega na mos para eamagar
em seu espirito aemelbante auppoaifo. Entre-
tanto isso podia acontecer; mas felitmeole, nao
iodia acontecer tmmediatamente. Em primeiro
ugar, oa pouco meze pastados com Jacques tt-
cham tornado durareis e aolides os seatimentos
da duqueza ; verdade que um momento de dea-
peito basto para abalar a solidez dos seotimeolos
Que mala fortes pareca m ; porm Annette la ter
me. A propria natoresa fazia-ae auxiliar de
Jacquea e propunba-lhe reparar tudo. Urna mu-
lher grvida nio tem amante 1 E esse telho
nio ia aer nm taco indiaaoluvel entre ello e
elle I Era urna cousa iodeatruetivel, o oinguem,
flaesse o que flzease, loria jamis na vida dessa
mulher a importancia que elle hatia tido. Nio
tinha portento razio em accoaa-la to depreasa.
Alera diaso, o que lhe pedia ella lio difflcil t que
esperasse aioda por algum lempo, quo titease
mais um pouco de paciencia. E como olla era
boa nesse ultimo pedido I Compreheodia qoe elle
precisara de affeifo. Dizia-lhe qae toltasse a
espers-la em Pars, no meio da aena labl'.Os, ao
lado de sua mi, oo meio de diatracedea de toda
a especie. Poder-se-hia ser melhor T E si elle
titease comprehenddo este bom serrtimoto, se
lhe tivetae obedecido, ji rttsria rectjn)pta>sa|lfa/
Que bella tida que pastara l Terlaldo ao Cam-
po durante essa bella eat.cio I Terr-se-bfa en-
tregue de novo ao seu trabalho. qssliivia algam
temoo era um poneo detptesado J taa, d tez
em quando, recebldo urna boa e eomprlda arta
, de Aanetu 5 ter-lha-Wa tambera, hito a narr-
fo quotidiana do asa tida, o podara esperar as-
sim dona mezas, quebr meses, tais aeres, um
snno, se fosse oecessario. Nao exiate distancia
para os amantes, quando podem escreter-se que
se amam. E elle que nao comprehendeu isso
logo I N&o admittica que ama mulher que lhe sa
crificava tudo, que se separava de seu marido,
que renaociava ao mundo, tivessa ueceasidade,
para operar essa mu langa, de algn das mais
alera do lempo que pedir I Qtteria que ella fosse
exacta no di marcado, como ae se tratasse da
cousa mais simples ; como se fosse s por um
cbaile ou um chapeo, tomar um carro para ir v
lo. Era om absurdo, era urna cobarda, era urna
injusliea, e elle mereca tudo o que lhe succedia
de mu. t
Entretanto a opinio do principa, que julga aa
couaaa pamente, que Annette nio vollari. Mas
o principe nao amado por Anoette; nio a co-
nhece como Jacques a conhece,-por mais desin-
te*resado que se faga na questo, fot rival de Jac-
qaas, Jacques lhe foi preferido, ha fortsnto pro-
babilidades para que estime o que aeontece. Poia
oo acoQseihou Jacques que ae diatrahisse, que
procuraaae eaquecer ? E' iaao. O principe tem al*
gum peosameulo reservado. Qae razo ha slm
disso, para que tenha amizade i Jacques t Ape-
nas o conhece. Todava pareca dizer o que pen-
sava. E' hopaem de bem ; otas enlo engaa -se
Julga desse amor no seu ponto de vista e segun-
do a sua orgaoisaciq, mas todas, as organlss^es
nao sao ss meimas
Taea erara as novas reflexes de Jacques ; de-
pois procurara os"meios de voltar aos aconteci-
raentos e de corrgi-los. Ms como haver-se ?
quem dirigir-se ? Talvez fosse melhor continuar
1 esperar. Se Annette o ama va realmente 1 e Como
duvidar? canamente echara meio de eserever-
Ibe ainda urna vez. Ento ella lhe respondera,
e as cou8 seguiriam seu curso. O que hara de
*srto porfolio era que Jacques aleda estiva fn-
- BkO osse pen-
tme enmpria
wm.st
cap* de f'zer outra cousa que
sr d' duqueza. Mas eiperar?
ir aO enconiratios Cantecime'ntc
cia conslernou Jacqttes. Essa primTora a nica
pessoa em coja essa tinha probabilidade de saber
noticias de Annette. Porm oo, nao era a ni-
ca.* Ainda havia -urna outra que, talvez, certa-
mente mesmo, devia saber maia do que ninguem ;
mas essa nada Ihediria, porque era urna inimi-
ga e era a haroneas- Todava elle podia experi-
mentar ; o que arriscava ? Ella nio o comera,
como se diz vulgarmente. Alm disso, nos lti-
mos lempos que a duquesa estivera em Pars, a
cuobada como que se humanisra ; offerecera-lhe
raesmo os seus serrinos. Aindi devia hater nella
alguma fibra sensitel. Em summa, era mulher.
Era isso ; ia acreter i baroneza urna carta sim-
ples, digna, e Ih pedira licenfa para tisita-la.
Ella o receberia, quando nio fosse por curiosida-
d.e, e em aua casa, elle acharia meio de chama-
la ao seu partido, pela franqueza oa pela destre-
za, e mesmo que fosse mal recebfdo, pouco lhe
importara, com tanto que soubesse alguma
cousa.
Jacquei voltou para casa para por immediata-
mente essa idea em execufo e para nio perrait-
llr ao tempo que lhe demonstraste aa dlfficutda-
des; escreveu baroneza urna carta de poucas
linhas, cuja plavras peso'u be. Era carta de
um homem de espirito, ao meamo tempo que de
um homem de corafo cobre. Releu dez vezea
antea de fecha-la, fechou-a, poz lhe o sobrescripto
e dirigiu-se ao palacio da baroneza que eslava
em Paria. Dea a cari* ao criado o dUsa-Ihe qua
esperara a reaooila. Algn minutos depois, r*
appareceu o criado.
A Sra. bosoneza nio reconhoce q ssaigoa*
tura da arta, dtua elle Jaiques. Oaanfcor tem
ahi algum bilhete d visita f
Jacquea entregou um bilhete. O criado toltoa
passado um iostsoto.
A Sra. baroaeca mando drter 00 saaher que
nio poda faser nada em fea favor sate atoron-
lo, pcrra.e todas as peasoos i qaam petJara snat-.
ao encontrados acontecime'ntos. "Aprima de, MBntaot-ltata ir av ULUUHUUU3 uuntonujoun/a, n cnufa ww(
Apaette esteva'.m Psrts ; esii prima era bon-
dosa, afleicoada i duqeeza, deviaiiberonde eita
le achata, que flm tinha levado; amata, devia
jar indltente para eomao smtrr dos WrW>il Por-
que kzo nio havi Jacquea de ir procura-la 1
lia o receben, teria pied>dddlr* s assim M-
baria alguma cousi. ;'M "
Jacdoli dlrigtu-se pois i Oats da tal prima, que
afajfrde Pars, harta trM tamaas, faftlh
o interno, fallar i asa rtapetto, e fat o que< Ihje
for postttel para Irranjar-his diacipuloa. O se-
nhor tenha a boadado-dto oatadar-lhe dizer o prd-
50 de suas lifw. i lu
.Ao outir essa raaposta, Jacquea aanliu-se exn-
pilltdecer e tremer.
Obrfado, disae elle RQaotrtpalfflBlQ ia
laaaio. .
E rbllrop-ee.
-
E natural que deva expedir-se insinuagao, ou
recommendago para que aa curapra a c ommis-
sao do bispo. Era tal caso elle ha de da-la na
forma que for insinuada, e ha de cumprir-se : e
parece que tudo aisira ficar sanado. E' preciso
advertir que nao bastar se ordenar que o bispo .
commelta a fazer-se a degradafo oa forma do
pontifical, ainda que nelle achn a sentenfa de-
claratoria que precede a accao ; para que o de-
legado assim o declare, porque nesta se faz men-
fao, como disse que o bispo ou juiz ecclesiastico
quem julga o reo ; e por consecuencia, o en-
trega ao juiz secular que assisle ao auto : e no
caso em que citamos o juiz secular quem jul-
ga: exprimindo-se declara lamente a insinuafo
como vae notado o bispo ha de passar assim a
commisso.
Eis aqui a formula do pontifical o ecclesi-
astico que deve ser degradado, ou exautorado,
vestido dessa vestiduras, e posto oa preseofa do
bispo diz este :
lo nomine Patria el Filii elSpirlus Sandi.
Amen. Quia nos N Dei el apostlico; aedis
gratia episcopss N. per viam aecusatioois, vel,
denuntialionis, aut.inquiaitionis cognoscentes de
crimine N. contra N. presbylerum, diaconum, vel
subdiaconum, seu, clericum propter ipsius con-
fessionem, vel legitimas probatiooes, evidenter
invenimus eum ipsum crimen commlsisse, quod
cum non soluro grande, sed etiam damoabile, et
damooaum sil, sdeo enorme, quod exinde non
tantum divina msjeatas offensa, sed et universa
Cirilas commotaeal, etob hoc indignas officio, el
beneficio ecclesiastico sil redditus, tdeirco nos
auctoritate Dei omnipotenlis, Patris, et Filii, et,
SpirituzSancli.etnostra, ipaarn omai hujusmodi
officio, et beneficio ecclesiastico sententialiter
perpetuo prtamus in na acriptis, ipsumque ab
lilis verbo depooimus,et pronuncianas realiter et
-.
Voltou i casa e chorou pela hnmiliafio que
acabava de aoffrer; maa em suas lagrimas nao
havia aem colera, nem odio.
Essa mulher tem razo, dizia elle comsigo.
Porque razio esqueci eu que a sociedade tem leis
immutaveis. contra as quaes eu rae despedsfa-
ria ? Glla ra'os lembra, tanto melhor I Aa poucas
plavras que me mandn dizer, me curarara mais
depreasa do que todas as reflexes do mundo.
Essa sociedade me admitte como um artista,
quem se paga, masuo como um hornera quem
se ama. Desde o momento em que eu quero par-
tecipar dos meus privilegios, repelle-me como
um accidente, despreza-me e expelte-me como
om laca o. Venho fallar do meu amor, lngara-
me face o meu officio. Pego ama conaolago
para o meu corsgo, pedem-me o prego das mi-
abas lifes. E dizer que Aooelte j corou talvez
de mim I A culpa minha I Para qua lenlei eu
urna cousa impoasivel I Eu nio devii sabir da mi-
nha eaphera. A duqueza desea amando-me.
Amaohia, se intiutasse, nio se atrevera a casar
coraigo.
E o rubor do orgolbo offendido suba i fronte
de Jacques.
Sim, cootiouata elle, sou d'aquelles de
quera se (azem amante, por acaso, s escondi-
das, mas nio d'aquelles que se confeasam publi-
camente e de quem ae fazem maridos. Eu, raes-
mo, se ella fosae li're e quize.se casar comigo,
oo consentira. Seolir-me-hia humilhado pela
sua fortuna, e o nome quo eu lhe dsae e que pa-
recera vender-lhe, nunca aubatituira o que boje
tem. Ella pi aeria roa lama de Feuil, eu sacia o
marido da duqueza Annette. Asaim, depois dos
obstculos que os ouros pe entr nos, anda ha-
tera os que echaramos em n meamos. Ora
tamos, decididamente preciso comprehender,
preciso curat-me, preciso eaquecer i todo o
cuel. O Brflcipa tioha razo quando rae dava e-
aacoaselho.Corsgem! tivarao como eu viva
antes, em urna sociedade qua julga honrar me
recebeodo-me l trabalh,emoi, a^ettemoa Tranca-
mante a noasMaiiaji^4B act^ta, gaohemos a nos-
sa tida, proMiMM aaH hotifcni de bem, adqui-
rir um nomo, tenhamoa talento sem ambicio ri-
Slcatt,manteo aem amor serlo ; o quando ao et
titer ctt-iadodassa tida, sa echar alguma fllha de
I burguesa quetre aef miaba muihot, easarei
oa ella, dirio : Aqtrell tez sua fottnno.
Depois Santas rs&sioes, todo o homsm m mo-
te dispoato toroar-se mysaathropo. Odia o ho-
mem e fecha-se em casa com a resolufo de nao
sahir. Assim fez Jacques. Durante dout diasoo
poz o pena ra, e nio ru ninguem. Trabalhou
durante esse tempo? Nao. A inspirseio, patarra
telba.j muito gasta, de que pego Uceofa para
me aertir anda urna taz, a iaspirgio nunca ti-
tila a alma em que aioda ae agita urna ddr; ca-
pera que essa ddr tenha passado i recordacio, o
a.de Jacques anda nio tinha chegido esse
pooto. Letou, pois, todo o lempo a pensar, quo-
rendo extioguir era si o pensamento, Pegou oas
cartas da duqueza para queims-las ; tornou a le-
las e perdoou-lhea; quiz, para acabar coo o paa-
aado, destruir o retrato de Annette; pareceu-lhe
que esse retrato dizia-lhe: Nio te z nada l
que os olhoa ae molhavam de lagrimas, que a
bocea sorria-the. E depoi de ter passado urna
hora a contempli-lo, beijou- o como teria be'jado
aquella de quem eUe era imagem. Ento vendo
que a solidio, em vez de destruir as recordagoes,
fortificara-as, testiu-se e sahia sem saber para
onde ia.
XXVII .
No dia seguate, como hatia tres diu que au
nao va Jacqees, fui casa delle ; nio tinha vol
lado desde a tespera. Oode poderia estar? Dahi
dous das tambem aioda nao havia vollado. Es-
se amigo, pelas emoces que causava, era rrs-
mem de gastar em oito dia as emofes de vate
Pylsdes. No dia seguiote o terceirp dia chegou-
me icaia: trajava comonm ladtao.
-* P'onde tena? diue-lhe eu.
Venho da ca de urna mulher.
.' "*- Da casa de urna mulher, deide Ires das!
Slot.
Ests doudol.
Qoal, historial

i
Equars^ fssuiba-t >j';
'1' urna mulher muito bonita.
Equa-tuaamaaU?
**- Grato ajtM'aim.
. .
Bu *Ja*rofVa es olhai, porque itlgava star
aotjhaado. Olhei para Joeqnet, que eata11 na os
olaoa tersaalbos eos ees tfoetmaia pala fe.
bte.
-- E onda achaste eia malhor ? peTguatei-
Ibe. 9
Em Atnirea.
Bes Asnlras?
< Sim ; Jta baila.
em que forera profeaaos. aquella eatallei-
que se acharem reos de to enorme delicio
h.veodo-os como taes expulses, exautorados,
pntadosde toda as hoora. privilegios, e ainda
aefoes que pela respectiva ordem lhes eompeiia-
sem ou podessera tir a ter, e relaxados juslics
secular para o competente castigo. E ordeno
mesa da conacisncia o ordeos que fafa rucar
aterbar todo e quaeaquer a,entqs que titereai
semelhan.es reos na ordem em que forem pro-
fesso. para que at ae extingue a memoria de
haterem sido aat.lleiroa della. A mesma mesa
aasim o tenha eoteodido e af a execular. Palacio
do Rio de Janeiro em 8 de agosto de 1817.
(26) DOCUMENTO N. 10.
BeroardoTeixeiraAlveadeCartalho, do meu
coaselho:-Amigo: En el-rei tos enro mallo
ssadar. Sendo-me preseole o horritel alternado
cootra a minha real soberana, auprema aulo-
ridade que uas maletolos, indignos do nome por-
tuguez. abitantes da provincia de Pernambuco
depois decorromperem com execravel maldade
outros perversos, se atreveram a commeller no
dta 6 de margo do correte aoo, fazendo uma
rebellio; e teodo atemorisado o povo com as-
sassinatos, e eooduzindo a tropa anda iocertos
dos seus projectos, sorpreoderam as autoridades
por mira estabelecidaa, o ae apoderaran da ad-
ministrafo publica, passaado a erigir um mooa-
truoso goveroo, procurando propagar a rebellio
por quasi toda aquella provincia e pelas confi-
nantes da l'arahyba, Rio-Graode e Alagoas ; le-
vantando tropa, e resistiodo corzuforfa armada
contra quelles que eu seu rei eTenhor nalural
ahi tinha para a aegoraofa interior dos mesmo
povos. e contra os que acuiiram a rebater a lio
celerado acootecimento. E deveodo eu fazer cas-
tigar com a severidade das leis a crimes lio
eoorme, e ouoca vistos entra os meus vstalos
Fui servido nomear-vos. e aos Dr. Antonio Jos
de Miranda, como adjaot... o Dr. Joo Ozorio
Castro Souza Falco. como escrivo. e o Dr. Jos
Caetano Paiva Pereira. como escrivo aiteote,
para que vos como juiz passeis i tilla do Recit
de Pernambuco, onde chamaodo a ts as devas-
sas que ahi se tiverern j tirado, e as outras
trras coartinhas at o Cear ; e os processos a
sentenjas qoe j houter, aioda que por elles j
se tenha procedido* execafio de penas : proca-
daes a tirar oova devasssa. sem necessidade de
certo tempo oa numero de testemuohas, e len-
do-a concluido, e presos os reos que se acharem
preaeotes, e citados por eJilos os menles e os
herdeiroa dos fallecidos ou exeeutadoa ; paasareis
cidade da Bahia, oode chamareia tambem a vos
as mais devassas e procesas que ahi houver; e
renovando ai diligencias e perguntas que forem ne
cessarias ao coohecimeoto d verdade, sentencia-
reis seminariamente em relafo os reos que nos
sobreditqs horrorosos delictos forem culpados. Ha-
tendo por aupprida qualquer hita de formalida-
de, e por sanadas qusesquer nullidsdes jurdicas,
positivas, pessoaes ou territoriaea, de direito ou
dos costumes da nagao que possa haver as ditas
devassas ou proeeaaoa; attendendo aomente s
provas conforme o direito natural, e impoado aa
penas em toda a extenso das leis, como se todos
os reos de qovq fossem julgados.
(Confinnor-ie-fta.)
E estiteste 00 baile d'Asnire ?
Que dunda I E por que nio ira ? Encon-
trei dous camaradaa que para li iam e fui com
elles. Havi em ama aliea uma mulher a pas-
seiar sozinhr. Convidamo-la a ceiar; aceilou.
Fiz-Ihe corte, levei-a para casa e ba dous das
que l eatou. Venho perguntar-ta ae queres al-
mfar comoosco. a> ,
Jacquea, t me faxes peoa seriamente. Va-
mos li, dize-toe o que ae passa, menos, rep-
to-le, qae oio estejas doudo.
E' tudo mito nalural. PeoaaaU acaso que.
eu nunca maia teria amante ? Como a ingenuo. 1
Pde-se por ventora vitar aem amor? O aract
ama cousa tito boa!
Eu oo poaao exprimir o tom con que ella da-
se eaia ultime phcoM, Pegoei-lha oa mi. Ei-
lata hmida e rdanle de febre.
Sitia doeote, tae deilar-to, dissa-lhs au.
veos almfar coauoscO ?
~ ?'.-' I 1*S
Eolao, adeut.
E eoctotiohou-aie pasa a poru. Cbaxaai-o.
Recabeate maia noticias r
De quem ?
Da duquesa.
Nio,; nio peas maia niaso.
Nao ptasasj tala ?
Naq.
E impaaaitel.
JiTJ0*-4 ,^d-do- tQ*fwal MT ut taoaacon-
aelhar gota qde ma lambre. depois de m teres
L
I vooa almo-
es sabe que o slaMoo em ai-
tirayTae cntaroldo.
le sujolflvArU iiq Jacquea occalUt-aa
nenie alguma cusa ; eu nio devia tkarirta
na-lo no estado emque elleaeaohata, eatado dez
l^te^aaaf5sta^ ^^^ ^ ^/-1 /> **-
.r3vtofi*r^q8n'i3
tConttrMar-f>Aa).T'

PERN, TYP. DEM. t. t>EPAj\la\ cTLHQ.lMl.
<
i I ^tsAll #r
1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHDHFG3C6_LLHXDT INGEST_TIME 2013-04-30T22:53:22Z PACKAGE AA00011611_09891
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES