Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09887


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Full Text
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fM.t*lJl*f lf o t
TERCA FEII1 10 II DEZEMBRO
Por # adnMt i 9| 006
ftrle fraict pan snbscripttr.
-i
E^HREGJd>0SDA SUBaXBJPCAO DO NORTE
-
Parahyba, o 8r. Antooio Alexaodrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Ante-oto Marque da Silva ;
Aracaty, oSr. A. de Leaos Braga; a#A. o Sr.
f. Jos de Olifeira; Maranhlo, o
Joe* Martina Bibeiro Guimaraes; Psr
J. Ramos; AMazooas, o Sr. JerDymo da Costa
Olinda todas oa Ha t iy{ hora di dia
iguaressu, Goianna, e Parahyba asi aguadas
sextas-feiras.
S. Antao.Bpzeros, Bonito, Caruar, Allioho
Oaranhuos nn tercas-feira.'
Pao d'Alho, N.zareth. Limoefro, Brujo. Pesr
l(rpdos os. correas par^m as 10 horas da manha)
1 La nova a> 11 horas 57 mi natos da larde.
8 Quarto .rscente 50 minutos*, manhia.
"iSf*? to,D" ?>< e 3 minuto
aje/tarde. *'i
31 Lira nota at 11 horas e'minntos da man:
PREAHAR DE HOJE.
.9 Segunda. S. Leocadia v. m.; S. Restitoto.
10 Terca. S. Melt hiedes p. m.; S. Gemelo b.
11 Qo.rta. S. Damazop.; S. Trazan m.
12 Quinta. S. patino m. ; S. Herencia oj.
3 Sexta. S. Luzia v. m.; S. thilia m.
DOS TRIBUNAES BA CPlf AL.
.
filiLOFFJCIt,
Primeiro as 11 horas e 4* minuto da manhia. Sabbedo, S. Agaeilo ab.; S. Matroniano.
Segando as 12 horas a 6 mina toa d. tara)*: 115 Domingo. S. Euzebio Te r.el ente o. m.
hora da Urde.
EWCARREGADOS DA
SUBSCRIPCAO DO SOL,
Alagoas, o Sr. Glaudino Paleta Dias; Bato*.
Sr. Jos Martina Alvos; Rio de Janeiro, o Sr.
Tribunal do commereio : segundas e quinta.
Rel.cio: lergas, quintas e sabbadosaslO hora,
Fezeoda : tercas, quintas e sabbadossslO horas!
Juizo do commereio : quariss ao aeio dia.
Dito de orphios: tercas e sexta as 1 horas.
Prlmeira vara do eifil: tersa, aextas ao meio
Segura vara do che.: qo.rl.s e s.bbadot 1 F.S.W*rDT.,[l^.,L1,"0; W^
Joo Peroira Martin.
EM PERKAtffeUCO.
denca*.!*0. "W PM?* l0d'Pe^
de
que a
ceeseo
meosaes.
fiOVERKO DA PR0VINCI4.
Expediente do nvemo do da 6 de
ixm WHMro de I8CI
m*!f.n"0 .>,!** 1 Parahiba.-
JJMeriodo a euppUc d6 capito do dcimo bala-
i!.,i J Aotooio E'ocico o'Avilla,
aolicito de V. Exc. a expadigao de suss ordena
para que a contar do primeiro deste mezem dl-
ante cesse o pagamento da coosignacio de 20*000
mensaes que o referido capillo deixou de seus
vencimeotos nessa provincia, devendo a respec-
tiva thesouraria remetter a oecessaria guia, .uro
de que esse official possa receber por iqteiro os
mesmo vencimeolo.Communicou-se tbe-
sonraria de (azeada.
"Dito o Exm. presidente do Cear Deferiodo
a sopplica do capito do dcimo bataiho de io-
tintara Antonio Francisco O'Avil, solicito
. Ext. a expedico de auas ordens para
contar da primeiro deste mex em duule
pagamento da coosignago.' de 10J000
qu o referido cspltao deUou de seus eocimeQ-
tosnesta prrlocia. derendo a respectiva ibesou-
rTia remetter a oecessana guia, adm de que es-
se official possa receber' por inteiro os mesmos
nio Francisco d Avila.
a^ '^I de policia.-Respondo ao seu o-
ticio n. 1088 de 30 de outubro ultimo, dizeodo-
Ihe que pode autorisar ao administrador da casa
de deteosao contratar com Aguiar Ramos & C.
a tavagem da roupa dos presos pobres e da en-
fermara relativa a estes bem como a coilocacao
ao cubos pelo sysfema Cambrobne para a casa
da guarda e quarto ao offlctal desta, como pro-
poe e remetta-me copia dos contratos para serem
approvado (cao 10 adiada a con*'trucco da casa
mortuaria para quando houter quota volada para
na despexa.Commuoicou-se ao chefe de po-
Dito thesouraria de fazenia.Auforiso i V.
. ao termos de sua informacao de hootem sob
f' k ?nilar Donar ao seguodo teoentedo
quarto bat.lhao de artilharia ap Alexaodre Ro-
dngoes de Souza a quanli de a3200, em que
importarn as forragens para nma beata de baga-
gem em 29 olas, qusntos sao neCessarios para .
sua v.agem de ida e rolla aGaraohuos como se
v dos .oclusosdocumeotos.-Cummunicou-se ao
commandante das armas.
Dito ao mesmo.Communico i V. S. para sea
coohrcimento e directo que o capiUo delegado
d *\!*?unlh' P'"clpou-me em offlcio
os de Mello, tenoo destacado naquella cidade
no mez de oovembro ultimo, apenas preslou dous
oas ae servico. oois aun rUmi, ,,.,. a^ *___.
no d
conaes constantes de ornamento que acootpa-
D ir0 8eo officiod.e 18 de novembro ultimo ob
n. 265, remeltendo-me urna copia deaae contrato
para ser traosmitlido a ibesouraris provincial..
Dito ao capnw Brasilio de Amerisn Rezerra^-
eciaro i Vmc. para, seu cenb^eiowoto' e direc-
cao, que segundo consta do aviso do ministerio
da guerra de lt de novembro ultimo, fra nomea-
do o lente du corpo de estado mai^r da Ia clas-
se Antonio Vilella.de Csstro Tavares para direc-
tor desa colonia, ficando Vmc. dispensado des-
se cargo. /
Dito a cmara municipal de imbres.Remel-
lo e cmara municipal de Cimbre para seu o-
nhecimento e devidos effeitos, copia do ofBcio
que nesta data me dirigi o juiz de paz do 2* dis-
pelo d> freguexia de AltgAa de Baixo os Ma-
no ho do Reg Jnior.
Bito jo juiz de direilo da Boa-Vista___Derolvo
vmc. os mappas estatisticos dos trabalhoa da
l secsao do jury do termo di Boa-Vista, que
acompanharam de 2 de novembro prximo Bn-
do aflm de que Ihe addicione as observace exi-
gidas por aviso circular de 8 de Janeiro de 1855,
de que remetti copia a ease juizo em dala de 27
dsquelle mez.
Dito ao Sr. Jos Harioho do Reg Jnior.
Em solugao ao que consulta Vmc. em seu officio
datado de 13 daaetembro ultimo, teoho a decla-
rar-lne para seu cooheetmento e direceo: Io,
queconitando de informacao da cmara munici
pal de Cimbres que a povoacao de Santa Verni-
ca acha -se comprehendida na nova circunscrip-
So dada ao termo de Florea pela le proriocial
de 25 de msio de 1848, nao esli os seus habi-
'd0'e0s ujiosajunsdtCsao civil do juiz de paz
l districto da parochia de Alsgda de Baixo
a meama decisao ecclesiastica dessa -
EVISTA 0U-RA.
Domingo oeleliroa.se afeslivid.de de Noe-
sa Seo hora da Coneeico em varios templos daa-
ta oidade, isto 6, no convento de S. Fraociseo,
oa ordem tereeira do mesmo. no arco da Loaeei-
cao do Recife, e na Conewcao doa Militare.
Nesta igreja-Ma fasta ferta com blhaptiaaao.
pregaodo nella o Sr. Fr. Joaquin doAEsdirito
Santo e no Te Dcun o. R?d. padre Gregaj.
A miaa foi compoicao nova do-Sr. Maooei Fe-
lippe. |
Em honra da excelsa pidroeira do imperio, ar
rumou e froou da igreja urna brigada compe-
la dos baulhoes da guarda oaciooai edeua par-
que de artilhria com oito boceas do fugo.
No arco a decoragao foi de um bello efeito.
em sua frente ooiaa-te um jardn com um re-
puxo d agua no cootro, a iliuminacau .inda mai
abriihantava eaU vista.
No decurso da nouto da vespera, bem como
tarde e noute do domingo tocavam duas beodas
de msica marcial oa ra bellas pecas.
A concurrencia foi numerosa.
M""Je? ll*i?i,MM,,u l."de*kodo a pat-
uca da Bella Sarmonia, a qual fui abrilhaolada
Pm r p1^e'ac de noventa e lautas sooboraa, que
all fulguraran corno brilnantes engastados em
uno ouro.
sala acha va-se bellamente decorada, o a me-
sei ro profesa o escolbida em extremd*Tiv.lisso-
o os socios no
rvijo, pois que dando parle de doeote
ia s nao so apresentou mais e nem foi subs-
tituido por ouiro.
Dito a o mesmo -Dealaro i V. S. pare o-
nheetmeoto e direegao que os dez serventes, que
MM despedir do arsenal de guerra em data
de 27 de novembro ultimo, devem ser pagos de
seus/encmenlos at o dia 30 por terem prestado
servicos no mesmo araenal at esse dia.
Diio ao mesmo.Recommendo i V. 8. que nos
termos de sua informagao de 3 do correte aob n.
IIOJ, expeca aa sua ordena para que pela collec-
tona do termo de Santo Aotao, sejam pagos os
vencimentos do destacamentu que all se acha
composto de seis pracas de piimeira linha com-
mandadas por um inferior, conforme requisitou
o coronel commandante das armas em officio de
S de novembro ulumo, sob n. $80.Commu-
mcou-se ao commandante das armas.
Dito i tbesoursria provincial. Mande V. S
entregar ao director do collegio dos orphios de
Santa Tbereza em Olinda a quanlia de 62*000 em
que importam aa diarias relativas ao crreme mex
doa ameno Uvre empregados no servico da-
qeolle collegio como se v ds inclusa folbs que
mei foi remettida pelo director geral dainslruccao
publica com officio de 28 de novembro ultimo aob
n. 356.Commuoicou-se ao director geral da
nsirtKcao publica.
Dito ao mesmo.Em vista da inclusa conta que
me foi remettida pelo chefe de polica em officio
de taontem sob n. 1231, msode V. S. p.gu a
Symplicio Jua de Mello a quanlia de 39J680 rs.
despendida com o sustento dof preso pobres d
cadeia do Brejo no mez de outabro ultimo.
Commvnicou-se so chefe de polica.
Dito ao mesmo.-Mande V. 8. dar preferencia
ao pagamento da quanti* de 1:100*000 de que
traa meu officio de 23 de novembro ultimo e
anda se esi a dever ao mejor Joo Francisco 'do
Reg Mata, proveniente da ultima presiacao da
obra do areiarnento da estrada do Laxang
Dito ao meamo.Communico i V. S. para seu
cooheciaeoto o direc$ao, que toado em vista o
que expdz o director geral da iostruccio publica
em olticio de 3 do correle, sob n. 362, acabo de
approvar a deliberarlo que tomou a directora do
colegio dos orphios de pedir so respectivo for-
neceaor 18galinhas para o janlar do dia 8 deste
aei, em que alguna educandos dsquelle collegio
lazeos saja pnmeira eommuohao, deminuindo se
porm no pedido desee da 40 libras de carne ver-
de, e bem aisia do incluir noia das despezss
diansa, mu dez mil rn para acra-que se faz
precisa n aquella solemniaade.Communicou-se
ao director geral da mslrureio publica.
Dito ao mesmo.Pode Y. S. conforme indica
em aua infurmaco de 4 do correte, sob n. 613
mandar pagar em vista de certificado qee devol-
vo a quanlia de 46 re. a que tem direilo Diniz
Ferreira da Crox, proveniente de 8 braca, corren-
tes de podras qee fornceo para a obra do empe-
drment da oatrada da Victoria entro oa marcos
de 6 a 8 mil bracas.
Dito i Francisco Elias do Reg Dantas. Cuns-
taMo de partteipaeflo da secretaria de estido dos
negocios ds judies de SO do novembro ultimo
que por decreto do 12 de oolabro deste sano S
M. imperador honro por bem nomear V. S.
para o cargo de chefe de polica do provincia do
Amazonas, sosias Ibo communico para sua in-
telligencu iando-rho o prazo de qoalro mezes
poca entrar ao exercicio daquelle cargo.
ito tnspooior do arsenal do marinha.
Mando V. S. por a du peste o do director do ar-
senal de guerra, amaobaa .a 10 horas do dia urna
lancha peaojos comaetentemenie equipad, aflm
do Uinseoetar para bordo do vapor Inarau 4
eaixooaaomsBjdtcementoooestlnedDsaenferm.-
na Millar do to Gr.ode oo Nono.Communi-
cou e ao directa* do arseool do guerra.
krito ao orreotur o ereeoei ariuorra.-Reeom-
Bsouo i Vac. que que so iba spreeettar por patio do coronel com
- fregaezia a
que anda pertence aquella povosgao por taso que
a divuo do lermo deve necessariameote alterar
a dos diatrictos de paz nao podeodo pu-tanto as
autoridades civis de Alagda de Baixo exercer ju-
nsdiccao em parte do territorio que Ihe foi des-
membrado para nutro municipio, decreto de 24
de outubro de 1816. aviso de 19 de maio de 1848 ;
a*, que se efectivamente foi Vmc. eloito juiz de
paz do 2o disiricto de Alagda de Baixo. quando
aquell. povoagao da Vernica, em que mora, j
pertencta ao territorio de Flores, nao pode sub-
sistir a sea eleigo por nao ter recebido em pea-
sos residente no districto em que tem ella lugar
nos termos preciaos do art. 99 da le de 19 de
agosto de 1816, peto que deve Vmc. cesaar do
exercer qu.lquer funego desse cargo.Remet-
teu-ae por copia a cmara municipal de Cimbres,
Dito a Joao Themoteo de Aodrade, juiz de paz
mais votado da freguezia de Quipep.Respon-
deodo ao officio do 2 de novembro ultimo, em
que Vmc. declarando ter sido easa freguezia crea-
da depms da ultima eleigo de eleitorea consul-
u-m sobre quem deve ser convocad par. a (or-
n agao da juols de qu.liflcagio dos votante, a
que all ae deve proceder em Janeiro prximo
viodoaro, se o eleilores de Altinho de que fazia
parte essa freguezia ou se os oito cidados que
ihe sao mmedialos em votos na lista doa juizea
de paz, tenho a dizer-lho que em vista d dia-
posto no art. 387 de 19 de agosto de 1846 e do
art. 2 do decreto n. 1812 de 23 de agosto de 1840
e do qu*. declarara os avisos o. 99 de 25 de agos-
to do 1848. 3 en 114 de 28 de abril de 1849. e
O enlreteoimeoto proioogou-se al as 4 horss
da manbae, o nelle aempre roisou a otelhor ro-
guiaridade possrvel. o as atteoces devidas as ro-
lagoes sociass oso tersa omlltidas.
Foigamoa do ler occaaiao de consignar mais
esta prora do interease que merece, e da repute-
cao que ha oooaiguido i sociedade recroiativa
utua Harmona oo cooceito das familias desta
cidade.
- Bst marcado o prazo de seis mezes para a
inscripcio dos pretendemos i cadeira de subsli-
tuigao, vaga oa (cuidado de direilo detta ci-
dade.
A companhia de segaros UUlidade Publica
Pgs o seu oit.ro divtdeodo, na raxo de 221000
aobr* cada aegao.
a.7. Hoolem l8T.e CWheso a 4 ie.no ordinaria
da cmara municipal desla cidade, aes te corren-
te anno.
~ ,ElB da semana paseada houve una
tentativa de roubo. com principio do execucio.
ITJ"^ Sf* A"D". Capaoga. J oo l-
rapiosiendo-se podido iotroduzir na habit.go
auara tambera removido para (ora differeateg
objectoa do cueto, como castig.es de prat, etc..
ale., quando a aenhoro felizmente acordando, di
S**ffj >loel1" *. o chamando por
alguem de aaus domeslioos para fecha-U, v um
vulto saltar por ello; o que desporUado-lbe
sujpeitas. (s-la acordar ao marido, a cujoa ri-
lo* pozera-ee os larapios em (uta, e com tat pre-
cipitagao que deixaram as proxmidadea o que
binara roubado nao s ao referido Sr. Arantes
2&BS5&TSttmttSSS2Ba2t
,
uno do quarto batathao de amib.na ap 8
l de logo, ds somera na brigada que
deve formar ao dia 8 Oeste anos, para solatentttr
a (asta oo Noosa Seahova da Cooeeieao dos Mili-
ures. Coaimoaicaa-si aa eomoraadante dkt
rsuai f
nsvap maomo.lUco acoadidonar em
dous eatxoeo igoaea, ata de s*rea besi eoodu-
hom Hsgajo qae leal do (ooar pr letra os
oajoctos. que vid remeUidos por e* sfseaal no
vspor Persinmnfa, com dootloo ao eorpodO gur-
atelo em Taauratu. Commumceu-se ao com-
maodoata doa stmas.
. Dtio oa director das obras pnMicao.Autoriso
vaso. aoatraUr coa o arreaataote doarepa-
* oaMatoa que (mcioaa o collegio dos
"** o* s
aevem aer cbamadoa os oito cidados que Ihe fl-
cam immediatos em votos, para a (ormago da
junt de quahlicagao deas, freguezia.
Dilo a cmara municipal do Cabo.Tendo sido
elevado a cathegoria de villa a povoago de Noa-
n Senhora do O' de Ipojuca, pela le provincial
n. 499 de 9 de maio deste anuo, recomtuendo a
cmara municipal da villa do Cabo, que oo caso
de nao ter (unccionado no crrente anno a junta de
quaiicago daquelta freguezia, convoque nos
termoa do avio de 5 de julno de 1848, 6 os ci-
dados quahficados em o anno passsdo, e de con-
formidaae com s le de 19 do sgosto de 1846. d
as providencia necesianas adra de que se pro-
ceda no dia 12 do Janeiro prozimo vindouro a
eleigo de vereadores do novo municipio da Ipo-
Dito ae juiz de paz mais volado do Io districto
da freguezia de Ipojaca. Remetiendo i Vmc.
copia do officio que oesla data dirijo a cmara
municipal da villa do Cabo, tenho a recommen-
dar-lbe que d cum urgencia e de cooformid.de
com a le de 19 de agosto de 1846 as providea-
cas que Ihe incumbe, affixando oseditaea do es-
tylo, aflea deque se proceda oo dia 12 de Janeiro
prximo vmdooro com toda a regulandade a elei-
go de vereadores nesse municipio no'amente
creado pela le provincial n. 499 de 29 de maio
deste anno.
Portara.O Sr. gerente da companhia pern.m-
bucana mande dar passsgem de estado para Ma-
celo no vapor Psrstnunf.a ao juiz municipal do
Atagoss bacharel Aotooio Joaquim Buaraue Na-
zan-th o a sua mulher. *
Dila.O Sr. gerente da companhia pernambu-
cana aga transportar para Macei oo vapor Per-
nnunga por conta do minitterio da gueira o al-
fares do corpo de guaroigao desta provincia Jos
Longuinho da Costa Leite o os soldados daquelle
corpo Gonealo Jos Martin. Joaquim Bubosa da
Silva Joio Evangelisis, Paulino Henrique Pin-
che, Manoel Apostlo do Anjos, Antonio ds Crox
e Ignacio Jos F'rreiu dos Santo*, e bea assim
tres caixoea conteni dons farrsgeos e ouirosob-
jeetos que se duslioam ao meimo corpo o ua me-
dicamentos para a respectiva enermaria.Com-
mumcou-se ao commandante daa armas.
do
Expediente do secretario
sTO*>rmo.
Officio ao chefe a. polUia.-S. Exc. o Sr. pro-
aidente da provincia manda accuaar recebida a
participagao qne lbo fez V. S. em 5 do correte
de ler por portara daquelta data concedido a Joa-
qun Custodio de Oliveira a demissao que pedio
do lugar de guara da casa dedetencao e Hornea-
do em sea lugar a Joaquim Galdioo Al.es da
silva.commuoicou se a thesouraria provincial.
uno thesouraria provincial.O Esa. Sr. pre-
sidente da provincia manda Iransmittir i V. S. -
inclusa ordem do thesouxo nacional de 23 dra
vemtrro ultimo.
_

os
do dio dedecembro
yl^t defHai.
Asoucrtinsatoi.
Apollnaris, Mara da Coaceicao. Concedo por
qu.tro alas. *
Dtoiz Ferreira da Cruz.Dirija-so a thesoura-
ria i ronoci.l. "
Eduardo Franciaco Pereirs Froiro.Informo o
Mo oao.-pe-so-rbo de pro*.
Jos Connives de^jledeiros. Informe o Sr.
iospectprJu the-ourana de fazeda.
M.rta a Annuoci.glo Cavlca(itl. Informe o
^J*"".<"' damstrocid pblica,
Oo Jos do Sacramento.Jubte as docu-
mentos de qae trata* os srts. 14, 45 e 17 da
re?!t?e.0.,r ". '*? de maio de 1K5.
l9i
MabOel B.ptuta Barbosa.Informe o Sr.'coro-
nei coma.ndante do presidio de Fernando.
Sociedade Aaor do Proximo.-Pesse provisto
i ppidTMdo vi eataiaioi e oocoaenao uIoim^
Info.mam-nos que ejao asa.lio 6 obra de um
ncleo de ladroes qoo se orgaosam para aquellas
paragens sob s direcete de um celebro Carteira,
o por sio impon que se trato do deafaze-lo
quanto antes, para doaassombrar a propriedade
alhela, que ato doro estar aere dosses ban-
didos.
Hootem levo lugar, oa nossa taculdade de
direito, a colltcao do gro de bacharel em di-
reilo aos estudsoles qae complelsram o seu es-
tadio.
As 11 e meia horas Ja maohai, reunidos no ssls
oobro de (aeuldade, os seohores lentes, bacha-
relandos o ua coocurso de pesaoss gradas pres-
taraa o juramento do esiylo a recobarsa o gro
de bacharel oa aoguiotes seohores :
N. 1 Candido Peroira Lemos. fllho do arcipres-
te Candido Peroira de Lemos: natural do
Piauhy.
N. 2 Ueurique do Reg Barros, fllho do visconde
do Boa-Vista; natural de Pernaabuco.
14. 3. Francisco Rodrigues Pessoa de Moli, Albo
de Apngio Carlos Pessoa de Mello Saboia: na-
tural do Pernaabueo.
N. 4 Igoacio Das de Lacerda, fllho de Vrancico
Ignacio Ferreira; natural de P-rnarabuco.
N. 5 Jeauoo Augusto Lopes de Mirsnds, fllho de
LaiMido Jos Lopes de Miranda ; natural de
P>raaabuco.
N. 6 Joio Fernandos Liaa, tilho do Francisco
Fernandos Lias ; nalurtl da Parahiba.
N. 7 Joaquim Cordeiro Coelho Cintra, fllho de
Joaquim Coelho Cintro ; natural de Pernaa-
buco. _
N. 8 Jos ds Bos-Ventlta Bastos, fllho de oatro :
natural do Cear
N*.9 PeSr* An"'n0 Forraira, fllho de Migael A-
fonso Ferreira; natural de Peroambuco.
W yirgllio de Guimao Coelho. tilho do bario
da Victoria; natural do Pernaabueo.
if. 11 Antonio Bernardino dos Sotos Jnior fl-
lho de outro; natural a Parahiba.
N. 12 Balbmo do Moraoa Pinhoiro, fllho do Vi-
cente de Araujo Finheiro ; oatnrai da fernam-
bueo. .
N. 13 B.rtholoaeu da Soasa a SU va, fllho de Jo-
s Pudro da Silva; natural do Pernaabueo.
il S? Nepoa,ttC600 Bezecra Cavalcaote. fi.
.IbodeChriatovto dp Uollaoda Cav.lcanti de
Albuquerque; natural da PernsmiMco.
n. 13 Jo* Amonio Corre da Silva. Qlho de Ao-
Ionio Eidio da Silva ; natural de Pernaabueo.
o A|cbiidea Dracon de Albuquerque Liaa
fllho do Herculaoo Julio de Albuquorjue ; oa-
toraldoCeari -iT
If. 17 Angelo Caet.no da Souza Coasssiro, fllho
t^ZSSS?8ou" **** T
^lutSA^9^.fi,h# **; -
N. 19 Antonio Pialo Nogueira. filho de Victorioo
u \IS o Nogueira; natural do Ce.ri.
* /t^FS"- p*aHo Feroaodos Bastos, fllho
de Aadr B.stos de Overa ; natural do Cap* '
N. 21 Manoel Antonio da Fonseca e Mello, filho
da Antonio Soare da Fonseca } naturii de Per-
oambuco.
N. 22 Antonio Jacinlbo aje Sampo. fllho da An-
^.'"^^^^iMtawldoCaaii;
N. 23 Pedro de Barreo C.v.lcaotl do AUuaaaa.
l&JSllhS" **Sm doBjrJS;
buco? Alb"*,,e^^; Prue.u-
H. 14 Frjnaisco Jaclotop de Sampaio, filho de
lejpboro Marques da Silva;, aalural do **.
na a nuco.
V\? P'5.tal C#"*S <* 4*<*rroyoa, fl-
lho do Fernando Franclieode Agotar Homar-
ai r2A; nJ^'*^9 PrMortooo.
N. Si G"cUieeo Heraiao BapUaU. fllho do Fran-
cisco de p,ul. Baptista ; saUtftl de Perpim.
i in,0D1 Coetottb Seve Navarro, filho de
Jos Joaquim Gemloiaoo de Morae Navarro ;
notoral de Pernarobuco.
ti? Fr"'co Cordeiro da Rocha Csrapello. fl-
lho de Jos Joaquim da Rocha Jnior; natural
0ovMfj>
*'!?-S",U*U,D0 BetTefrn de Horaes Reg, filho
de Pedro Paulo d Horaes Reg; natural doj
Maranhao.
N. 32 Padre Joto do Reg Moura, filho de Jos
^"cisoo de Mouri ; natural da Parahiba.
n. 38 Francisco de Carvalho Soares Brsndio, 11-
Irw de Francisco Pedro Soares Braod&o; nato-
ral de Peroambuco.
"'i?4 Fnuei9a> AmihtM de Carvalho Mours, fi-
lho de Joaquim Elias de Houra; natural de
Peroambuco.
N. 35. jU8 Eustaquio Ferreira Jacobina, filho de
Aotooio de Araujo Ferreira Jacobina; oatutal
de Peroambuco.
N. 36 Jos Hara de Albuquerque Lima, fllho ne
Silvestre Dantas Lima: natural de Pernaa-
bueo.
N. 37 Joio da Silva Reg Helio Filhfl, filho de
outro; natural de Alagoas.
N. 38 Joaquim Damasceno Nogueira, fllho de
Joao Daaaaceno Nogueira ; natural de Piauhy.
N. 39 Miguel Bernardo Vieirs de Aaorim filho de
Jos dos Anjos Vieira de Amorim ; natural de
Peroambuco.
N\.* V,UI Perreira do Horaes Sarment, fllho
de Jos Ferreira de Horaea Sarment ; natural
da Bhia.
N. 41 Francisco Brandio Cavalcanti de Albu-
querque, filho de Vital Braodao Cavalcanti de
Albuquerque; natural de Peroambuco.
K. 42 Jos do Patrocinio Pereira a Silva, filho
db Jote Pereirs da Silva ; natural de Peroam-
buco.
N. 43 Manoel Jet Fernandos Pimenta. fllho de
Cosme Damio Fernandes; natural do Rio de
Janeiro.
N. 44 Joaquim Gomes da Cu.nha Beltrio, filho de
Laureouoo Gomes ds Gunha Pereirs Bellro ;
natural de Pernambuco.
n45.V|ceB' e p,a,a ce Telles, filho de
P" Joaquim Telles ; natural de Alagoas.
it An,00' *"e Suuta Ribeiro Juoior, fi-
lho de outro; natural do Rio da Janeiro.
N. 47 Joaquim Rodrigues de Souzs Filho, fllho
do outro; natural do Para.
N. 48 Eulhiqole Carlos do Csrvalho Gsma, filho
de Azeties Carlos de Carvalho Gams ; natural
de Alag...
N. 49 Flix Aotooio Pereira Lima, filho de ou-
tro ; natural da Parahiba.
N. 50 Aotooio Brrelo Cotrim de Almeida, fllho
do Jos Brrelo Cotrim de Almeida ; nilural
do Rio de Janeiro.
N. 51 Joaquia Jos de Almeid Pires, filho de
Lino Justmiano de Almeida Pires; natural da
Buhta. 9
N. 52 Joio Vaseo Cabral Filho, Qlho de outro;
natural de Pernambuco.
N. 53 Jos Antonio de Araujo Fflgaeira, fllho de
outro; natural do Rio do Janeiro,
ii?* '** SefOI|,i0o Lopeo de Gomenioro, fl-
lho de Jos Secundno de Gomensdro; aatural
do Haraoho.
N. 55 J- Joaquim Tavares Belfort. fllho do Jo-
s Joaquim Teixeir Vieira Balfort; natural do
Maraubao.
N. 56 Domingos Carlos Gerson de Ssbois, fllho
de Domingos Carlos de Saboia ; natural do
Cear.
N. 57 Haooel Aotooio ds Silva Ros Jnior, fl-
lho de outro; natural de Pernambuco.
N. 58 Livmo Pinto Braodao, fllho de Hanoel
Pinto Braadio ; natural do Ceari.
N. 59 Hanoel Jos Eapinols Jnior, fllho de ou-
Domiogues Carneiro ; natural do
N. 60 Francisco Marques de Carvalho, filho da
Jlo Ignacio de CarvaUn ; natural do Piauhy.
N. 61 Antooio Serafioo de Araoio Ges, fllho de
Manoel Joaquim de Araujo Ge; natural da
Baha.
N. 61 Augusto Olympio Gomes de Castro, filho
de Januano Daniel Gomes de Castro ; natural
do Maranbo.
N. 63 Francisco Diss Carneiro, filho do outro ;
natural do Haraoho.
N. 64 Virginio Aotooio Carneiro de Albuquerque,
fllho de Haooel Carneiro daCanha o Albuquer-
que ; natural de Peroambuco.
II 65 Augusto Barboa* de Castro o Silva, filho de
Thuaax Loureoco do Castro a Silvs ; natural
do Cear.
N. 66. Abel Graga, filho de Jos Pereira da Gra-
ga ; natural do Cear.
Joaquim
Cear.
N.9L(L,'Di,,0 Am Cunh Figueiredo. fllho de
Jos Benlo da Cunha e Figueiredo ; natural de
Pernambuco.
N. 94- Jos de Araujo Bacellar Jnior, fllho de
outro ; natural da Baha-.
n.' 95 Manoel Joaquim Liberato de Mallos, fllho
de Francisco Liberato de Mallos ; natural da
Baha.
N. 96 fcmaro Xavier de Moraes. fllho da Fran-
cisco Xavier de Moraes ; asiural de Pernam-
buco.
N. 97 Luiz Manoel Meades Velloso, fllho de
Francisco Joaquim Mendes Velloso ; natural da
Babia.
N. 98 Francisco Barbosa Cordeiro, filho de Ha-
noel Barbosa Cordeiro ; natural do Ceari.
V? V6,rio Francisco Jorge de Souza, filho de
Flix Jorge Jorge de Souza ; natural do Rio
Grande do Norte.
"V0? Maooel da Cnnhi Figaviredo, filho de
Jos Beato da Cuaba o Figueiredo ; natural de
Peroambuco.
N. 101 Aotooio de Psdus HolUnda Cavalcanti,
filho de Chrielovea de Hollando Cavalcanti de
Albuquerque ; natural de Pernambuco.
N. IOS Jos Joaquim Bata Neves, Bino de Jos-
quim Lourengo Baia Nevea ; natural de Minas
! Geraes.
N. 103 Jos Aotonio de Paiva, filho de outro ,
natural do Rio de Janeiro.
N. 104 Fructuoso Viceote Viaona, filho do bsrao
! do Rio daa Cuntas ; natural da Baha.
N. 105 Francisco Vicente Vianna, filho do baro
i do Bio das Contas; natural da Baha.
N. 108 Jos Pacheco Pereira Jnior, filho de
ootro ; natural da Bahia
N. 107 Joaquim Borges Carneiro, filho de Jos
. Hanoel Carneiro ; natural do Haraoho.
U Sr. Joo Aotonio de Souza Ribeiro, subindo
a tribuna para agradecer, por ai e por aeua coilo-
gss, o grao que acabara de aer-lhes conferido,
eiprimio se as.im:
a Seohores douloresl Heus collegas IHon-
tem a quadra de esperanga; hoje um adeas e urna
saudade que amanbia o da da lula I Quando
eris arrebatados pela plra cloquete do mes-
tro que vos iniciara nos mysterios de vossa ais-
sao na sociedade, auitas vezes havieis de ter so-
nhado essa sociedade onde o trabalho rodo, on-
de a fronte deve auar o cobre suor da dedicagio,
emquanlo os hombros carregaa o peso sagrado
da lei do dever que a estrella da houra; o
quando as vigilias do esludo voa fizersm pender a
caneca abatida sobre a mesa do trabalho, muitas
vezea peosarieis sea dunda no futuro, nesse fu-
turo dos creles que iraz sempre comsigo urna
promessa de beocao.
< E para que essa promessa ato fosse para vs
como um honsoute sem exiremos, como urna jor-
nada sea norte, uaa esperanga sem fructifica-
Ci, trabalhasles al aqni guiados pela f no dia
do araanba.
Cbegaiooa, meus collegas l a vida descuidos a
que ae deslisava no circulo intimo do colleguis -
mo amigo, oade o coracto ae aleolava luz cs-
cente das crengss, onde a alma se expanda nos
prlioa daa letlras. naa condenci.a sinceras da
amisade pura o rideote, em vida acabon-ae :
agora o circulo parti -se; o collegoismo urna
recordsgo; a palavra do m asir vibra j a nossos
ouvidos com ama saudade dopassado e urna ani-
magao para o porvir; o quando a mi aportar a
mao, quando o coraco bter andado de encon-
tr ao coragao dos amigos que deixamos, quando
nos dissermos d'aqui ha pouco o ultimo adeus
oao esquecamos que esta despedids a primeir
provenga no grande certamen em que vamos om-
preohar-nos. Os graves cuidadoa da vida publi-
ca qoe nos cbsma e nos separa, vio contraatar
coa a existen .-ii (elis que deixamos; o para nao
desmentirnos o 6o soctoso das nossas queridas
sspiracos de outr'ora, doremos elevar-nos i sl-
turs ds missao que lomos a cumprir.
a Para ser bacharel em direilo, nao basta so-
mente ler se sentado oestes bancos durante cinco
annoselevor no fim delles um pergamioho com
o sello glorioso de Mioervs ; nio basta urna cabe-
5a com alguaas opioies e algaos clculos de
| urna grandeza egostica : preciso tambem que
o coragto saiba amar a luz ssgrsda da sciencia ;
preciso tambem que a mi que prestou o ju-
ramento de boorasa conserre sem macula at o
no,
muite
?io do trabalho, elle oio pode allumiar
lempo aos que forem renegados.
k.?!. J608 colle*M I no trabalho,uesse Ira-
oaioo que ao meamo lempo urna prece em ac-
tratt ,."n08M Ui e D0M* aidd. Esso
mt.Ji. de,re18er >"* P'ce em actos porque
myster que elle ,ej. .oimado pela ayapothia que
fnHg"*M "lreildo homem ao humea, que 6
amph.gao do seotfmento e do pensamento pal.
vida mulphce dos ontros.
um ,eo"me,,,0 onb" tem aempre nma palavra de candado e de per-
dao. que em para a virtude um culto de venera-
do, que tem para as crenc. lai ,tieDUi t
que tem pira as grandes coosas uma voz de ad-
"1;"" senlimeoto o que dita Justina
ao criminoso, o que consola os necesitados pela
t'hululT*' """"O" aedieago pelo ea-
e tandarle, pela fr.ternid.de que cada dia de aua
d i.nr?.,p"g',,d0 ?" ,roolef88. 'aneando mil
distancias, animando no eaoa(o a converaa das
naSoea. eograndeceodo a idea, derrocando a (or-
ea, proscrevendo do templo os bezerros de ouro.
i surgir emfim sem mais na veo. quando
'"" m. adiovocagio; a liberd.de um s
ni .a n Cldfd80s- un, 6 patria ; a humaoidade,
m s D.us I Se o trabalho fatigoso e pesado
6 ao meno mais nobre do que a quielagao ioglo-
na daquelles qoe deixsa extinguir ea sea san-
tuario o fogo sagrado dos (lamine* do dever.
de partir para essa longa jornada
jogar o oosso nome e do-
na
a Has sotes _
da vida, oode vamos
pois nossa memoria, paremos om
entrada do caminho o demos com mi de amigo
um legado de saudades sos nossos aestres e aos
nossos coropanheiros: ser coao ums lembrnoca
dos das que passmos em commum. Aquello que
comeca uma vida lio ebeia de responsabilidades
e onde se deve lulsr a todas as horas
rezs do pergamioho,
uma lagrima,
J c Esse juramento diz muito, meas collegas:
I O futuro .drogado acaba de jurar que ha
; gravar em seu escudo, o brszio dos paladino
do deseavolvimenio
innocencia e
N. 66 Firaino Barbosa Cordeiro. fllho de Simio
jWboss Cordeiro ; natural do Cear.
N. 69 Jos Antonio de Hagalhies Caatro, Blho de
Antonio Joaquia de M.galhae Castro; natu-
ral da Baha.
N. 70 Francisco Aotonio Cesario de Azevedo. fl-
lho ale Fraaeisco das Chagas Martina ; natural
de Pernambuco.
N. 71 Jos Julio de Albuquerque Berros, filho
do Joio Feroaodes Barros; natural do Cear.
N. 7z Joao Mara de Muraea Navarro, filho de
Joa Joaquim Goaiaiooo do Horaea Navarro ;
natural de Pernambuco.
N. 73 Joaquim Aatoais) Airea Cordeiro; filho
du Luiz Aotooio Cordeiro ; natural do Cear.
N. 74 Jernimo Baodeira de Mello, fllho de Joio
Capisirano Bandeira de Helio ; natural de Per-
naabueo.
N. 75. Aotooio Henrique de Almeida Jnior, fl-
lho de oatro ; natural da Parahiba.
H. 76 Lourengo Bezerra Cvlco de Albuqoer-
que Lacerda, filho de Hanoel Carneiro de Al-
BMquerqaa Lacerda ; natural de Pernambuco.
N. 77 Franciaco Liberato de Haltos Juoior, filho
de outro ; natural ds Babia.
N. 78 Joa Paulmo a Albuquerque Sarment,
fl'ho de uutro ; natural do alagoas.
N. 79 Antonio Aladim de Araujo, fllho de Joa-
quim de Araujo Pereira ; natural do Rio Gran-
de do Norte.
N. SO Pedro GaudUno de Ralis e Silva, filho de
uutro; natural de Peroambnco.
N. 61 Regioaldo Al vea de MeM; fllho de Jos
Joaquim de Mello ; natural du Babia.
N. 83 Vctor Diaix encalves, fllho do Aotooio
Diniz Goocalvee ; oatural da Bahia
N. 83 Ma..oet Gatoino d.Crai, trbo de Goilhor-
m Pmhevo flois ; naiaral de Pernaabueo.
N. 84 Daro Fortuara PaMoa, filho do Joaquia
Ignacio Pessoa ; aalural do Cear.
N. 85 Jos Fraoauao Jorga da Soasa, filho do
Flix Jorge de Sooxa ; aalural do Rio Grande
do Noria.
N. 86 Ja Gamos Fatuiudoe Viorra Leal, fllho de
Jwt Guate Leali;ioa4owl4o Cear. .i*.
N. 87 Antooio Salostiano do Abreu Reg, filho
oe Joa* Frederko do Aasoa Reg; ootarai de
Psoaamoorot' ,. vH
N^ Ht tttaiphaDio Joo da Roeha BittaoeooK, fl-
' 'hoae airo;,oaaawri da Babia.
K. 89 Manael Joaquia Fraaeiseo do Moara. flfJka
de Manoel Francisco do Honra; aaiaral ds Per-
! aaajtNsoo.
N. 90 Domingas Joa Aireada frlvs. Jnior, fllbo
1 de astro; aalural du Partasabueo.
N. 91 Fraaeisco Iidofonao RaOaro de Haooxes,
fliho de Lua Correa do Heoexes oaturol
Alafoao
, o a
voz desolada do pobre opprimido que pedejusti-
ga ha de ter msis vslii para elle do que o tioir
metallco da eaportula do rico ; porque aquello
que laz de aua banca um balcio oode ae vende a
argucia chicaoists e baixa que vai arrancar o ul-
tiao pi da vinva o do desvalido, esse nunca foi
advogado porque nunca aoube da oobreza de sus
pcofleaio. O futuro aagistrado jurou que ua re-
hgiio veneranda da justica. a sus creacs nunca
saris sombread, por uaa duvida; que a baba im-
pura da corrupgio nao bavia de aaochar a losa
augusta do sacerdote da lei. 8
O.futuro politico, o futuro legtslsdor, o (ato-
ro hornea pablico invocaraa tambem o leslemu-
oho de Deus e promettersm todos que o oome
bem dito de filhos do Brasil, nunca Ihas hara de
pesar sobre as frontes como um epitheto de msl-
dgao I
c Meus collegas I o oosso psiz precisa maito de
coracoes que comprehendam bes que o dedica-
gio do patriotismo oio se mede pela bitola do
interesse privsdo; que oio siosmenleayatemss
e pslavrss que regem asociedsde o qee elovsa
aeas destinos i altura a que os chama o aojo do
prvgresso que vela sobre elle.
Motta voz, aquello que encontrou o aal ea
aua passsgem sobre a oessa tem, descreu do sos
elevagio : elle vio os principios lutsrem. e desss
lula, nenhuma luz; osinleresses encontrados
eabsteraa se ns reas, o desse emb.ter, nenhum
Mneflcio ; elle vio es psixes agitadas trabalba-
rom om vio uma socied.de iodiflWente o sea
creng.s que gosrdsvs o silencio o descreu lampea
como efla:quem quizer caminhar de costas
para o roturo, aflm de poupar a seus olhos can-
sados o brtlno do clario oo nosso horisoote. oda
deixar-se flear Oo glido marco da da vida da-
ntad.de e como ae ha de talh
a mortalha
ra. >
qaM Opar deve deKer i
''Pis*?08 n0, *> lembremd-noj dad
o mal seotra osinslHuicet da sociedade7e2o-
SLL*J!S* f^Wton.on.Lpr0
rite
^^ii^S!? PMKaoiaido pela dlflnaa-
d*. eoirto4^rdo pela educaelo. seqtior e soss
^?m^J ^ ttibols. ir.dozindo-s Ifvr
pela pu-
aem ama hesilagio, sem
sem contsr o caminho que deiiou
oara saber quanto Ihe falla, um inifterente que .
nada prometi : dexemoa poia correr uma lagri-
ma triste sobre estas ssntss recordaces de am
passsdo de esperaocas que vimos de sagrar nesta
aliar onde jramos camiohar sem voltar a cabe-
ga : deixemo-la correr, cobo a voz mais cloque-
le aesaudade. Anda sqaelles qoe tiveram um
pal disvelado cuja voz os snimavs na senda o
cuja bengao de amor era como o orvalho do co
no peno do romeiro ; aquelles que tiveram uraj
mil, ums ssnla, am snjo de seus barcos que as
horas silentes da noile oravs por seu fllbo, o a
cujo hlito celeste crescis-nos n'simas flor do
enthusiasmo peles grandes cousas e pelas nobres
pauoes. esses ao aenos aioda tm hoja a quem
dedicar seu primeiro peossmtoto ; e ae contar
saudoaos os seus da idos, psrtiodo psra o mun-
do pira a vida, para a gloria, levam a creaca
anda para em ama alma que uao foi retemperada
no fel da orphaodade.
Maa quel ea que perderam aem eaporanca
a sua providencia sobre s trra, aquella que coa
o suor de seu rosto smassaram o pi que oa do-
na aleotar na lata porfo, de esds di, ea aua
se leva,, para o trabalho da sciencia a cebeca
escaldada pela febroda losoania dos prazerea.es-
aes iem mil vezes rasao de sentir por que o seo
primeiro voto de amor vai cahlr sobre dous t-
mulos desertos o mudos como o coraco do triste
cujo sonhar nao tem mais illuses. cuja Iva uo
tem mais co.'das; o se tem hoje orna saudade. 6
por essas longos horas de msrlyrio em quaespe-
raram o foram graodes or que souberam 1evan-v
tar a cab*ga contra o tufio de aeua deatlnos : la-
grimas nobres de eoraedes dedteadoa qu pro-
aetiem tudo, ys oio sois disperdigadas neste
ais por que seis como urna offreoda d'alma i
memoria daquelles que vos contam lt do tu I
a Temos anda os nossos pas espirituaes, os
oossos meslres que devem hoje psrtllhar larga-
mente nossas m us doces recordages.
t Seohores doalores I vos fustes so mesmo lem-
po nossos amigos e os nossos guias segaros no
terreno vastissimo da sciencia do direilo ; aceita!
pois os votos de reconhecimento o de jomada
que vimos hoje ssgrsr-vos : oio a lisonja que
(alls, porque nlo a dependencia que impoe o
que eu vos digo ea noae de nos todos vossos
discpulos, eu vo-lo digo de abundancia de co-
ragto.
t Oode quer qae nos guie a nossa eatrella oo
ocano inconstante des destinos humanos ah
seremos erapre os mtsmos; e ji que o verdsdeiro
mestre tambem aempre o mesmo, ensinsi-nos
pelo exemplo, easiosi-nos sioda pels palavra
como se camioha na jornada escabrosa da vida,
guiai de looge nossos psssos sioda iocertoa.
Voa terminar, meus collegas: pela ultima
v-z om loogo abraco : seguiodo depos cada um
p seu oorle, sejsaos valeotes oa graoda lula i
luz doi sol, sejamos filhos de Dos o do Braail:
essas filisgoes casam-se no oio por que Deoa
qaem protejo ss nages lirres.
Eu 11 aigurea que ua pai distribuindo aa suas
riquezas pelos flthos, quando soou para ellos a
hora do trabalho na sociedade, guardn o seu ul-
umo diamante para o que fone m.ls digno.
nos temos tambem um pai coaaam que
guarda o oeu diamante para os msis dignos. Es-
so oosso pai coanraam, moas amigo I 4 a tena
de nossos bercos, os ass dignos serio aquelles
que asa o houverem aaado. o diamanto seri
um noae iamortal abeocoado de corelo, em
pma pagina do historia, oa urna podra partida do
lar fe|,z ao pensador e do aaigo da ham.nid.de.
Oh I Btaarollegaal ..jamos todos no s fllho
para gaoha-lo oo ultiao Ota! .
t E baala de pala.ras por qoe pelas nossas
obra que nos hio do eoohocer.
Hoat-es. meas amigos, (oi a qaadra da espe-
ranga, hoje uma saudade o um longo adeos que
o du da lula vai alviMaaOaOajaiauW..Daaaa i
Em aeguids o Sr. conseibeiro Autx.n rocitou
por parte da (euldade, om discurso anlogo a
A pos ss demsis formalidades do costme, lato
, oo frateroaes abracos doa aostros a ios dioci-
dose algnmas das pessoaS presoates o convento
do Carao, oode asaistiraa ua Tt Dium da ac-
eto de grag.s, no qual officio o Ra. Pacharolan-
S Rego^oX "t9 *^E"t'aa Rt"' J*-
atindo eom sombra do paWo ^Vre"ouadi^ d-.tl..D,,?;,eVd.m^;&^
Manoel Anionio de Sobral; acensado por toe
! Wi ?^0 nu*i,<*maatopaio j.iz a^
ver funccionado no procoaso dp roo Ciquirj, %
oumrotr *WT9 "* W'WU K
o da lt veio i barra do tribunal o rao Ha-
ooel Antonio da Espiadol, ----------
U.dfJacraJ*,? liabsolvtdo.
qoe este rio ji oo primeiro iitiga-
se commoUeu a sendo absolvan (oi
Aiaaoaa. i .,.^_. t\;tu.rk; '.,~ ~ -"> w-h ua-; h wiuMuou a aeooo abaolrilo foi


.* h mmm a 01 am im
IUB10 M rlUlMMWO. > TEC> roRiiflM DIZEMIKO N 1861;
m ta utixi iiii
Francisco doa Saltes, accueado por crime dn
anorie perpetrad* na pe*e^S^aMa$d)raBjfciJajq*st>e'
ostros fot absolvido nor.nao figmatK 3o processo
pro*, de rrimioaddadW"
No dii 14 io 4 bar do tribunal Jacinlho
Maooal da Ora podes 6 MilS IM CUUajISMf1, ID* "eptriido desse cempromisso : (ha de que espero
esso* do Joio
s*Mr.cio
u tuse
Fie-
liada
Taes expressSes, qae lio o traosumpto da di-
esloo tara eom os dignos eleitores
Jeto, sirvam de um documento delta
pa coi iodos em geral, visto que nao (acil
dirigir-me pesseetmente a cada um de per si, no
!$
fo
i O mesmo juiz algomas
_ ro do proceeso, diou os
julgamentos dos reos para o dia 20.
No rjresnro. LiitJiarrj raJrttarjBtjj r*o+
Mseoel Alves Visona, secutado por (rmenlos
do absolvido, foi appellado pelo Dr. juiz de di-
beoeolo indulto pela especialidade de circums
Uaeiss, quesera. Com tudo.oata maniteeteqeo
dm me desonera de outra qnalqaer, de que ee-
jaja auac*e*iveiB su) miabas torcas, quer ae que
leoda ae isteresMS eetWativoa do distrieler***r
o que se retira ao M*s4oo individual de cMiw
dos dignos eleitores, a todos os fuaes rospeltosa-
okMAte tado por Me meie da iesprensa,.d}ee.
eaisondo a ftlho dedicado, nao posso arases ndir
- seate aaeesenio pas ma seleoaae da notaje vida
polHiea.
Recite. 7 de dezerrbro de 1801.
A. Witruvio Pinto Bamobira e Accin de V.
app
No dia 19 veio barra Ao tribunal o ro Joao
Mximo de Espiad ola ecussdo per crira do ten-
tativa de morle perpetrada no soldado Bernardo
e seodo absoldo ui *p pella do pelo Dr. juiz de
direito interino.
No dia 2d*eio abarra do tribunal os reos
Gregario Fraitiaco ds Torree e Vasoooeeilos, e
Joaquim Basilio de Barros, acensados por crime
de teolatira de ni orle perpetrada na pessoa do.
1K gh noel Cerraja Lima oTerass b*om~o*.
No dia 22 foi condesan ido pelo Sr. Dr. juiz
de direilo interino da comarca n reo Maooel Au-
lonio de Lima, acensado por crime de furto a
4 annos e 8 mezes de priso simples, sendo p-
pella-io pelo reo.
No dia 23 foi condemnado o reo Jos Fran-
cisco de Mello, por crime de furtos pena de 2
anuos e 4 mezes de prisio simples, sendo con-
demnado pelo Sr. Dr. juiz de direito interino da
comarca.
No dia 27 foi condemnado o reo Francisco
As da Costi, por crime de furto, a pena de 4
annos e 8 mezes de priiao simples pelo .Sr. Dr.
jeja de direito interino da comarca. Reccorreu o
reo para o tribunal da relami.
c No dia 28 foi condemnado o reo Joao Pran-
i da i$ilva, preso na cadeia desta cidade. Vi-
ole Ferreira da Sila e Msooel Soares, ambos
ausentes .a pena de 4 annos e 8 mezes de prisao
imples, e o primeiro a peus de 2 aonos e me-
zes de prisio simales, sendo d.itos reos condena-
ad,o8elo Sr. Pr. juiz de direito interino da co-
marca?
Pjzeram acto na ficuldade de direito no da
7 de deiembre de 1861 :
Primeiro anoo,
fompilio Nenia. Pe*.-
oa..................Approvado simpleamepta.
Maooel de. Andrade
Marlins Vallasques.. Reprovedn.
Candida Joseph de
Mello* Silra........ Approvado plenamente.
Nos das 7 e8 do crrente foramrecolbidos
casa de deteago 6 homens e 5 mulheres, sen-
do 3 livres, e 6 escravos a aben a ordem do sub
delegado do RecifeS, iuclusiveos Africanos Affou-
eo e Feliz,esuraos,o piimeiro de Joo Manuel de
Sant'Anna e o segundo do bario do Livramento; a
ordem Oo de Santo Antonio 2,inclusive O criuulo
Salvador, escrsro de Joaquim Hooteiio da Cruz;
a onle.m do de S. Jos 1, que a crioula Justipa,
eserava de Ignacio Pereira Rocha ; a ordem do
da Boa-vista t, que sao : a perda Gregoria, escra-
ya de Faagliuo Jos dos Sanios, e o tripulo Ber-
nardo, escra u fljnuratu & Irmaos ; ea ordem
do da Magdalena 1.
Passs.geiros dp rapor nacional Persinunga
sabido pTa os portos do sul : -- Drs. Vicente Je
Paula Cascses TeHes 1 ciisdo, Francisco Ilde-
fonso Ribeiro de Menes, Ignacio Dias de La-
reth e sua senhora, atieres Jos Longuinbo da
Costa Leita e 7 prscas, Sebasiiao Jos da Silra,
Ur. Speridio Zamiro de Souza Lopes, Jat Pedro
Carneiro da Cunba e 1 criado, Jeaquim Francisco
dos Sanios Hiia, Joao Gomes Ribeiro. Joao de
Almeida Monleiro, Manoel Simplicio Niconiedes,
Jos Goncalves de Medeiros.
-- Passageiros do vapor Jaguaribe sabido para
O* portos do norte : Drs. Antonio Piolo No-
eeeira e 1 criado, Jos Gomes Fernandes Vieira
Leal e I criado, Gonzalo de Lsgos Fernandes
Bastos 1 esetafo, Jos da Boa-Ventura Bastos
e 1'escra vo, Daiio Gomes da SiWeira, Jesuioo
Comes da SiUeira, vigrjo Francisca Jorge de
SoMza. Dr. Jos Francisco Jorge de Sousa, Ma-
noel Rufino Jurge de Souza e 1 criado, Anionio
Carneiro de Mesquila Barateiro. Adonias Carneiro
da Costa e sua senhora, Joaquim Barroso Braga,
Joo Thom da Silva Jnior, Luiz Francisco de
Mello Civilcanti, Francisco Barbosa Gordelro e 1
criado. Raphael Archanjo Soares e 1 criado, l).
Anos Bazerra de Araujo, e 1 criada, Joaquim
C'bral de Mello, 1 criada, Dumas llumiranda de
Soua Coulo, Joo Pereira de Veras, Manoel
Baptista Barbssa, Severiano Muoiz Pacheco. Au-
gusto Cmigdio da Fonseca Galvo, padre Pedro
da S'l-a Brandao, Jos GoocaUes Villa-Verde e
1 criado, Marcelino Jos de Moraes, Dr. Joaquim
Antonio Alves Coreiro. Francisco oucalves
Oordeiro. Rota Mria da Conceico o 1 filho, Au-
jjosto Barbosa de Castro e Silva e 1 criado. Joa-
quim Vicente de Almeida, Francisco da Costa,
-Marcelino de Souza Travassos, Antonio Aiberlo
de Souza Aguiar. Maooel Varella do Nascimento,
Jos Nuoes de Paula, Emilio Didier, Francisco
Gomes Angelim.
Ptssageiros do hi-te nacional Sxhalafao,
sahido para o Aracaiy por Mossor :Jos de
15. Camioba Riposo da Cmara. Viceot- Prxedes
fienevides Pimei.ta Jos Prxedes Beoevides
Pimenla, Manoel Prxedes B. Pimenta.Theophl-
lo fernandes Carneiro, Manoel Pelronillo Fer-
nandes Carneiro e 2 criados, Antonio Maooel Fer-
nandes 'Maia, Laureotino Ferreira Maja, Jos
Caelaoo Freir, Maooel Vicente Collares e 1 cria-
do, Joao Hollanda da Cunha, Raimundo Otvmpio
G jncalvea de Freilas, Antonio Finheiro da Palma,
Joo Rodrigues Par.
Movimi-nio da enfermaris da casa dedeleo-
v.lo do dia 9 de dezembro de 1861 :
TiTsjam alta da enfermarla:
Manoel Joaquim de Santa Aunoa.
Jaouario Pessoa da Silva.
Foram removidos para 0 hospital do Dr.
Ramos:
Manoel Ferreira Lobo; bexigss.
JosBarttbsa do Nascimento ; idem:
Manoel Francisco de Albuquarque ; dem.
Smoel Vicente Ferreira ; dero.
audino Eufcazio da Franca Lima idem.
Josewba, escrava da Francisco Ferreira de Mel-
lo ; idem.
Loureuca, dita dita ; idem,
MoRTAltLM>K po su 9.
>opoldino i Pinajnliucp, 10 dias, S. Jos ; es-
pasmo.
Joaquina; rernambuco, 9 dias, S. Jos ; espas-
mo.
Manuela Franciscano Jess; Pernambueo,90 ao-
nos, S6ulo Antonio ; diarrhea.
Luiz do AujOf Mpsflbuo, 30) annos, Santo
Antonio ; tubrculos pulaonares. ,
fubliGA^e a peaido.
contestarse signas, julgo impr
donada exce?go,e visto nao ter
outra materia em sua defeza,
lejana vidamente approTaesp
ral os estatutos, porque se regulam
mando que sobroesteja-se com sua elftrti,lf jn naje acita coTUra
que sejarn devidsmente spproTsdos, regulan- basta allegar-se
do-se tales que aBterioreweae asjMasflJIHi *ial
cios ds erdeas, segundo
S
ordem em sua maior pureza,
plini, bem como selar para
mpre o mximo incremento e
isodoej P8>iteraK che
os aelawes-mesarsea. de
Te
des-a aUtbeira aacuaUs
7 de mstebru deds)H.
.) tmi im+' mi b
Mesa riyli int>rae agravo 4a
eeoteoeatupra, aaixou de off-raear a qneaU de
mes osa aggn vo oe prae legal, e ainda mosoae
depois de 11 das. No tira desles osterceiros, con-
11 Ira Piiiini inlerasias fni proferida e mencionada
Com m un itabos.


sfafaTMift i PsK8BheCiaDU MS SfS.
eleitores 4 4.' disirrcto eleitoni.
Efeito memero da assembla provincial pelo
4.* tfstrrcto eleiloral desta miuha provincia, por
preseotacSo de um amigo dedicado, e aceitaban
benevolente dos dignos eleitores do mesmo da-'
twcie, o me reconhecimento nao me permita
ficar pb cala l brtvmea. de urna prova lio sig-
irrneatifa de distlncr;ao, sem duTida ojo mere-
dOBm I U
guyaV|yt'en]B ranbara sido ss, ab9Q-c9.es fel-
; fli?qu*rlam-
Ordem terceira do Carme da cidade do
jHecifc.
Gsldioo Temistoclea Cabral da Vasconcellos, es-
crivo de capillas, residuos e ausentas neala
cidade do Recite e seu termo, por S. M. I. o C,
qua Dos guarde, etc.
Certilico em preseoca dos dates de autoemento
de urna peticao de Theodoro de Almeida Cesta,
que oelles me foi acontado para extrahir porcer-
lido a aenlenj* proferida em dita autos, tea-
posta minuta do aggravo interposto pelo pro-
vincial to Carmo, acrordo do tribunal da rea-
gao. a despacho do Dr. provedor de eapellas que
mandou curapri-lo, o theor deases autos o se-
guinto:
Sentcnca.
Vistos estes sulos etc. Uellea consta que Theo-
doro de Almeida Costa e outros, irmaos da ordem
lerceira do Carmo desta cidade, requereram a es-
te juizo em 2a de julho de 1859, que houvesse de
sujpeader a mesa, que eulao regia a mesase or-
dem, nomear irmaos idneos, que a substituis-
se, porquanto a metma mesa nao s fra.eleita,
ese eslava regeode seguodo novoa estatutos nao
sppfovados pele poder temporal, seoao tambem
alguns de seus membtos achavam-se exercendo
careas, para que lioham sido eleilos,. sem que.
houesseai primitivamente pago a respectiva jote,
na forme dos. roesmos estatutos peta mesa novs-
mente adoptados.
Ordenando este juizo que a.mess respendesse
sobre o objecio dtsse requerimento, oppoz ella a
excepcao de incompetencia do juizo que ae l a
fls. 133, allegando que as ordeos lerceira, cu
pele menos a ordem lerceira, de que te trata.
per privilegio especial, e segundo a oatureza de
sua uslUuico nao urna simples contraria su-
jeila, como as outrasem geral o sao, jurijdicao
desie juno; mae urna corporeceo, que paruci
pa da oatureza das corporages regularse, filial
do convenio do Carreo, sujeiis como os rulijiosos
deste a jurisdico do. respectivo prelado e a do
Eira, hispo diocesana, na qualidade de delegado
da santa s, unios superiores legtimos que es-
tabelece a regra dada a ordem lerceira pela san-
ta s, e Analmente qoe goza dos meamos, ou de
quasi lodosos privilegios da corpora;ao regular,
a que est ligada; quee exclusiva competencia
des prelados eclesisticos acerca doa negocios .e
questes iniernas da ordem lerceira 4o Carao,
quer relativas, quer nao a objeelos meramente
espirjluaea, alm da apoiar-ae na citada regra e
as bullaa pontificias de Inoocencio IV de 17 do
agosto de 1289, de Xislo IV de 8 de dezembro de
1471. de urbano VIH de o de outubro de 1636, e
de Clemente XI de 19 de julho de 1711, e ees
varias pairas dispusieres legiaialivas lem sido
sempre recoohecida, nu ha vendo at o presente
eiempo de ter o juizo de provedoria coulraviadu
a ella oom bom xito.
Ailegou mais a mesa, para corroborar dita ex-
cepcao, que, oo anno de 1817 preiendeado o juiz
provedor, que eotao era o Dr. Jos Tbomas a-
buce de Araujo, lomar conhecimento de queato
senselbanie a de que se trata, a islo it oppoz o
Exm. hispo diocesano, como delegado da aant*
s, e informado ogoveraoda provincia desse con-
flicto, o umeiteu apreciaco e decisao do go-
verno imperial, que anda nao o resolveu; e que
em 1851, havendoo juiz da provedoria, que eu-
lo era o. Dr. Jos Raymondo da Costa Meoetea
se abstidode tomar conhecimento da queetio de
natureza semelhanle, fundaode-se oaquelle con-
flicto, e em achar-se elle affeclo ao go*ernim-
perial, foi e seu proceimenio saocciooado eelo
superior tribunal da relacao, par quem delle se
Hnha aggravado.
A excepcao foi impugnada paisa razea de fls.
35 v. e fls. 93, a que acompaoharam os docu-
mentos de fls. 95 a fls. 125, e austvntada pelas de
fls. 44, leudo se spresenlado em seu apoio os do-
cumentos de fls. 46, o que ludo devidameote exa-
minado : stlenitendo que nos termos de ait. 179
17 da consiiiuico do imperio, o art. 3ii do c.
oo processo, a jurisdico das autoridades ecle-
sisticas nao pode comprehender seno negocios
puramente espirituaes; alienJeodo que a le de
22 de setembro de 1828. art. 2* Io eatabelece
de um modo claro e terminante a competencia do
juizo da pr vedoria para tomar conhecimento es*
pecialmente do modo, porque se latem aa elei-
coes dos administradores das irmandades, anoul-
laodoas que tiverem sido fetas contia os com-
promissos, e mandando proceder a novas ; alien-
dendo que a expresso geoericairmandades
comprebende todas aa coufranaa, e quaudu duvi-
da exislisse outt'ora nao pode subsistir hojea
vista do regulamento n. 834 de 2 do outubro de
1851, arl. 46 g 4o e 5, os quees rmam a com-
petencia do juuo.da provedoria para tomar cunta
s irmandaaea e contrarias, eapecialmeztte quaelo
ao modo, porque se azemss eleijes de seusad
ministradores ; atienden Jo que os excepieotes
nao mostraram que aa bullas, a qoe se reerem
em sua excepcao, tenham obtido o beneplcito
imperial, e tenham sido mandadas execuiar oeste
imperio, quaodoalias das ieis, que ncam citadas
locluindo s lei fundamenial do pai, resulla-que
aa auloridadea ecclesiasticas nao ppdem exercer
aua jurisdeigao senao n'aquillo, que purameute
espiritual; altendeodo que o juo.da prove loria,
para o lim de lomar conheuimemo* ae queste
de semelharite oatureza, nao foi recoohetido co-
mo incompetente pelo Dr. Jos, Tnomaz Ji*buco
de Araujo, quaodo oto o ezercia, sem peto Ur.
Jes Raymundo da Costa Menezes, e ainda mo-
nos pelo superior e egregio tribunal da relacau,
pois o goveroo da provincia, e nao aauelle juizo,
entendeu quedevia consultar o goveroo imperial,
segundo ae deprebende do documento de fls. 46,
e segundo mostra-ae deste mesmo documento u
Dr. Jos Raymuodo absteve-se de coobecer de
qaeitao idntica, que I ha fot sujeita, pee enten-
der que o nao devia azer. por nao estar, respon-
dida aquella consulta eolio anda recenieiceute
feita, procedimeuio este, nao envolve o reconhe-
cimento de incompetencia, o que alias est ex-
presssmente dito na tespata, que deu o raesmo
Dr. ae aggravo interposto de sen despacho, cuja
coofirmaco por aquelle venerando tribunal lam-
bm nio envolve o reconhecimento da incompe-
tencia do juizo, para o Um da que se trata ; at-
teudendo ave ainda quando houvesse o conflicio
de junsdicao, a que se refere a mesa regedora
excepiente, nao era o governo, que devia deci-
dir, e sim a relaco do districto com recurs pa-
ra o supremo tribunal de jusliga, na orma da le-
Klslarjao em vigor, do que remita que a consulla
teila ao governb nao pode inhibir o juizo de to-
mar conhecimento da presente queslo, lano
mal quanlo sendo o poder judiciano udepeu-
dente do poder executivo, um nao pode estar su-
bordinado j decisoes do outro, e sim Aere re-
solvj5r-se segundo os dicta mea de sua coescien-
cia ; aliendendo que eases principios foram reco-
ohecidos pelos avisos de 7 e 8 de fevereiro de
1856, quaodo determjnaram que cumpetujJo ao
' '(cjorio a applicaCao ao.caspa wcviim
" WMftfcvV VmmeiUas,e!aof rea-J
'J:WW<:.,..> WM.%
extremamente (rlrole, por-
as lela da lgica. De falto, nio
ue o aggra,
gitimo
que raeeggeavaiite, mas
r-se que pela maesas qualida-
le suporior da eHJMp taseetra,
enrmente espaflUart, eenao lem-
jertence a parte go*roativ<, e aos
Ja da mesnrfWsM^ W es
aconclusao do sgOBjaetila tai-
ir procurar.ejalrealuods.raealoa
para a preteafio do aggraSatta ; e estes s ae
encontram oa excepcao de fls. 33, onde a queslo
- fflci
sem o previo, inditptnsuvel, e exp
do gavemo imperial. Cumpre, pois,
ves ou rescriptos, de que traa
de V. P. Revm.", sejam quanto ante
ao imperial beneplcito, depois de satilfeitoa oa
direitoa do sello ; suspensos entretanto quaes-
feitos, que
na tnf
s wwjc^
dp. jVondo K jI-
s nao ur iietle fGSSTat
eiot
en lele
le demonstr
aa por falta
I Assim.fi
suspensos
am da
de Ihe
Melquer especie que
u- eeumtJko teavpo-
', f, Revaa'. para aea
pelo reu amigo
tea
bem que aeia o cooceito lisongeir
eetrtemente seja eo O centro para r
eomositwnte : nio rde nen%t
im a benr vj aa MtJtfvi;
lee senao S7mpaUiice.raeizi de
rsertwraspowerlert.pors:
S
"pJrlaMB
WI0V .tlMWi P"*
sentengs, procuraran o p. previtrctardo coirven-'
to do Larmo, e o moveram a pedir vala doa au-
tos para renovar a qoesto, que havia aido termi-
nada pela mesma sentenfa ; o p. p. de felo pe-
dio vista dos autos pan embargar a metma sen
tenca, allegando que Ihe-caba, como superior ds
ordem Carmelilaua oesla cidade, beneficio de res-
tituirlo, para oque irjvocou o asseato de 30 da
agoato de 1779, e as erdi. liv. tfl, 4! S 1* W
84 9. i:'' -:
Seodo.lbe denegada a vista padida. aggcavoa<.
ae o p. provmcUl o despacho, que Ihe daoegau a
dita vista.
Fui contra ajnlnuta do aggravo, que foi
a respoata, que abaixo se l^.
Seohor. O aggravo de fls. Wl confesa duas
partes distinctas; oa primeira trata o aggravaote
de mostrar que o roeamo aggravo lem aeu funda-
mento oo arl. 15 5 1. e 3. do rogulameoto n. 143
de 15 de margo o 1812, no assento de 30 de
agonto de 1779. e as urdeoages tfpli'vre.3*1 til.
41 e lit. 84 g 9 ; na segunda traU-se de re-
futar ( e este o escopo principal e exclusivo dn
aggravo ) oa fundamentos da seuleo^a de fls 148,
pela qual me declarei competente paca tomar co-
nhecimento j das eleicoee da ordem 3*do Car-
mo, j da suaa cunlas de reeeita e eWpeza, ju-
nsdiegao, que a mess regedora da meanaa.ordem
me cooleatava, como ae ve pe.U excepcao de fls.
33, pelas allega toes de s. 44, o pelu mais que
dos autos consta, e que ora me contesta o p. pro-
vincial do couvenio do Camo desta cidade, co-
mo se ve ua minuta do citado aggravo.
Tratarei, por Unto, de ambas aa partea, aa bem
que pire melbor exposujao de minbae ideas, seja
obngado a apartar- ma do mqtbodo seguida pelo
aggravaote. E como este faca os maiores esfor-
cos para demonstrar que o aeu. aggra vo funda-se
tambem no g Ia do arl. 15 Jo citado eguUmeoto,
assim oeoio ao assento de 30 de agesto de 1779,
o que iba couitatei pelo despacho, de que se ag-
grava, (ratarei antes de ludo desse ponto, com
quanlo me parece um pauto infantil a pretengao
de dar-me lijao de direito e pratica do processo
s parte do aggravo, em que do mesmo ponte se
trata, o que nao escapar a sabia peneira^ao de
V. M. Imperial.
Islo puato, passarei a domooslrar o que aoabo
de expender.
Pelo que consta des autos a fls 151 a seotenea
de 11*. lis pela qual ute declarei competente pa
ra lomar cenhecimeoto dos oegoeiea gvernti-
v os, e temporaes da ordem 3a do Carmo, leae a
sua competente pablicscao no dia -9 do nez an-
tecdeme, u nico recurso, que cabia da refe-
rida semen, era o de aggravo, e este foiinier-
poeto np dia 14 do mesmo ruez. como consta dos
auloa as fls. 152 v. Nesse mesmo dis oa ajilas
frara felos com vista ao advogado da parte ag-
gravanle, come se v. doamesmos autos as fls.
156. No praso de 24-horas improrogaveis o ag-
grarantei fue eolio era a actual mesa regedora,
devia presentar a peticao ou minuta do aggravo
ao escrivao, segundo expressu me arl. 20 o re-
gulameoto ji mencionado,; mas nao s nao o fez
no dito prazo, seuao como s dia 26 do citado
mez, ooze das depois daqueUas 24 horas faiam
os autos recolbidos ao carlorio sem a minuta do
'{gravo, e anda assim depets das re iletradas di-
ligencias praticadas para esae lim pelo eecviviu
do felo, j por oica dos deveres proprios do seu
cargo, j a requerimento de parle, ludo como
melhor ae v dos anios as fls. 157 vj.
Estando as cousas ueese estaao, no dia 24 do
referido mez de outubro foi-me apiesentsda a
peticao de lis. 157, nyiual o p. provincial Jo con-
venio do Carmo, pre^xiando caber-lhe restitui-
cao, como representante da ordem jeligiuaa, de
que memoro, pcjdia-mo vista doa. amos pera
embargar a miuha diua aenienga da fls. 148. ,f
A essa peiiyae dei o despache conslaule eos
autos aa fls 158, no qual Qz ver o aagaiule : 1"
quedaquella senieoca nio caba embargar, e sim
someuie aggravar, como crrente em direilo ;
2 que o aggravo ji nao poda caber no estado da
causa, visto ler a parle competeoie renunciado a
elle, nao o apresenlanrio uo prase legal, oem
mullos dias depuis ; como consta pelo histrico,
que no principio desta resposts ; 3" tinalwente
que eu nao reconhecia.no aggra vaque legilimida-
do para tomar parle oa presente cau>.
Dsquelle meu despache imerpoz o aggravaote
0 presente aggravo, fundado as lea j citadas, e
eu pela nlerlocutoria de fls. 158 v. maudei to-
mar por termo, declaraodo logo >iue assim o f-
zia, nao pur viziude daa duaa leu. mae sisa e
principalmente para quej. M. Imperial podeaae
tomar conhecimento de nieus acioa, e eu mar-
char apelado na autoridade de V. M. em ludo
qusoto por ventura seja para diante obrigadoa
fazer por turca du meu cargo, uo intuito de tra-
zar a ordem 8* de Carmo a prosperidade e es-
plendor, a que lem jos e pole chegar mais de que
a preten Jem privar alguna de seus membroe toca
conliouadas rizas, e pleitos, em que viven, e
mullos delles sem o menor fomento de juslici.
Demoustrarei que o meu despsebe era cea-
forme a direito, entendido em boa f, a segundo
os principio* de jurisprudencia corsete.
O aggravaote aggravuu-se de nao Iba haver eu
concedido vista para embargar a sentenca da fls.
1 8 por nao ser elle paite ua tuealao, a que poz
termo por aquella sentenca. O meu despacho fui
profer lo a 25 da outubro, o nesse mesmo da
Seu Jo lnlerpoato o aggraio, ordeoel que lie fesse
tomado por termo pelo despacho de fls. 158 v.
Examinemos os fundamentos desee deapacho :
au se iratarjdo ans de minbs compel^ncio,
vialo que e aggravo era inierposte da negacao
da vista pedida para embargar a micha sentenca,
era evidente que nao tintia applicecao algaua
para o caso o i" de art 15 do regulansenlu de
15 de marco j citado. TeOdo o aggravo sida ia-
turposto no wesoao dia.am qaefei denegada aquel-
la vate, lambem e*idola que, aluda quaodo o
aggravaute goaaase do baneciu de reatituicio,
a qoa ae apQun#cK nao Ihe cahera usar de tal
beneficio, porquanto estando elledeero dos cin-
co das depois d*qu*lle de|,oacho,e leudo por isso
remed ordiuario, nao podia usar de tancar mi
de remedio extraordinario, qul o diio beneficio*
come expresso ea ord. v 3 MU 41 g 2a
Nio cabendo embargos a aupra citada sentenca
que apenas decidi sobre materia.de competencia,
era igualuiente evidente, que o astete da 30 de
agoate de 779, j citado, que a f.lla era amoar-
gar uaa weuia Ur aphe*cao para a hyuotheao,
porquanto ooocadena-ae ao aggra ve ate reatitei-
cae Seria aemeoia tara inierpar o racuro legal,
lora do lempo tambem lega), a nunca para iavar-
por utro recurso epeusto ea lew da peeeasao, o
que nio devia ler escapado e-Hlpatraceo do ag-
grtwBnie. Loge<*aieia citadas: porasie olo o
podiac favorecer ; logo o cace daapacho foi ei-
pressao do direito.
Beata ojja. do art. 15 do citado regelauento
He 15 de marco '|
Nesse paragtaphe poda o aggravaate fui dar o
aeu aggravo, sement, porque u e nao admet-
li como lerceiro na aaaaa e smente por isso, no-
te-se bem. r t
I Por asea raafcef sceeilei e aav aggravo, alar
das estima ratee* qua exaeodi eo aeapacho de
B*V#*i qeeee.aggrava, eque alada aaoaa euttento, Dei-
inaa. xei de meucieaw a tphasiMa asMiJ rasBe, U
n beta bredaoa rD.auaasaL do>daay*oTio, ato dio
fcarapoitava largos deaenraiviattealos, j porque
nio ae podendo admiilir sania os recurso* tanda
cumprir diploma
StjM. anonado de
r*)J OS espiritual,
ptmeito imperial,
estado. O que pa
cefltar-ciment e i
ettanto, ainda que existiesen: a cegra a bel
lee* que menciona e agajeseote, deae daa quaes
ama, a de Ionocencio IV de 17daagoatede
1289. e a Xiato IV de 8 de dezembro de 1471.
nao podiam ter concedido privilegio especial qj f/elo Qoverna. a
da aiulia compfUnrl p-ga gampfllentaa do ag-1 oxdam lerceira do Carmo deUa cidade, porqu*a-
ravaole foi aslabelecida Corp. precisao e lucidez.
Ora, (^tM excepcao se diz que a ordem terceira
do Carmo por privilegio especial, aeguado a na*
turez'a da nstituicio oso el.uma simples contra-
es ou irmandada sujeila, como as oqtraa em ge-
r*l p sio, i jurjadiegao^deae juizo, e sim urna
corporago, que participa da natureza daa cor-
porales regulares, filial do copsaoto dp Careo,
sujeita como os religiosos deste jurisdiego do
respectivo prelado, e a do Exm. blspo diocesano
ea qualidade de delegado da santa s, nicos sa-
peiioree legirimoa, que eslabeleoe a reara dada s
ordem lerceira pela sania s; qoe a exclu*iva
enct dos prelados eccteiisstTcos acerca
no* negocios e qttestoe* i alternas da dita ordem,
quer relativas, quer nio, a objeelos meramente
espirituaes.spoism-se oa citada regra e naa bul-
laa pontificias, de Innocencio* IV da 17 de agos-
to de 1289. de Xi*to IV de 8 de dexerobro de
14T1. de Urbano Vfji de 5 d outubro de 1636. de
Clemente XI de 19 de julhode 1711. Antes de ludo
cumpre noi*r-se qoe as citadas bulles as duas
primeiras, sio ds data anteiior ao descobrimen-
to de Brasil, nio podendo portalo aerean appll-
cadae a ordem lerceira do Carmo desta cidade,
conaliUaam direito estraogeira, pelo que, como'
tal, deven) aereo asi dar da* questes de laclo, e
por isso aujeilas e dependente* de provas se-
gunda a melhor opioio dos jurisconsultos.
O Ur. Augusto Teixeira .de Frailas, no ea es-
boco de cedigo civil, fallando deata materia, diz o
egtdote no art. 6:
e A apphcagao das leis eslrsngeiras nos casos,
em que este cdigo a sutoria, nunca tari tugar,
seoo a requer rae ato das partea interesssdas ;
incumb olo a esime, como prona de um faeto al-
legado, a da exittenoia de UM lei*. e
Na sota ao mesmo artiga jeito ae exprime :
Rxelue-e mais (orla objeceo contra a ap-
plicaca daa leis atrangeiraa, fundad eea que os
juizes nao tem obngacao de eonhecer as leis de
todo manto. A dilersoca e*t oslo. A le
nacional o direto, que simplesmente se allega
sem dependes de prova. Orne lei estrangetra
am fado e que deveser peevado.
Nae se diga que as letras citadas, como eni a-
nadas, da curia romana,a queestao ligadas espi-
ritualmente todas ae oacds eaiholicaa, nao de-
ven ser reputadas lea estrangeirae, porquanto
pela legislico patria, tanto que ful adoptada en-
ire nos pela^ei de de oaiubro de 1823, como
peas que fdf^ublleeda no Brasil, sempre as le-
tras apostlicas carecerm de benplicito regio
pars vigorar entre nos.
A necessi lade desse beneplcito derivada da
Batarasa do poder bageetatico, ou antes lem o
seu fundamento no principio Militar de concor-
dancia do sacerdocio do imperio, oa independen-
cia e soberana do estado, zelador de todas as
liberdades publicas. Este principio de aoliquis-
sima data, firmado nos estilos e costumes do Rei-
no de Portugal, como atistaos todos os eaeripto-
res patrio, que escreversm sobre a materia, a-
cha-se tambem esprdssamente eslabelecido na
lei de3 de ouiubro de 1578, citada por Borges
Carneiro tomo t. lit. 6. 60 n. 9, as csrtas.re-
gias de 17 de maio de 1612 e 30 de aeosto de
I6l6, oa provuao de 10 de marc de 1764, no3
al*ars de 6 de maio de 1765, 28de agostado
1767, 2 de abril de 1768, na lei de 30 de abr Ao
meaaao anno. no decreto de 29 de noventbro de
1791, na reaolucae de 29 de dezemOro de 1809,
na cooslituicio do imperio arl. 102 14, oo c-
digo criailo! art.DI e no aviso de II de feve-
reiro de 18.)7.
As ordenaQea do liv. 2. lit. 13 e 15 cnnssgram
a mesma douifiaa.
Nao lasaos a lei de 8 de outubro de 1578 cita-
da por Bocgea Carneiro; ms deaeanesmosna
&JtW^SB.^^
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ossamp.* joo
aCsVai.
Jje/cia, reOdaa, etc., loaos ute
proprios do governo 4o estado *
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industria ; tees sau as cosaaaarcMa : miau Inri
por flm o intereste publico c devem ser prova-
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risdicc
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tliam muitaa autoridades j
o de. dcidu os casos occBrjtnJaa,,,a> spj-
os a pretexto de duvidae .decuso do
, p4qAl 4e^l| sinos qua Urnia se-
'Baiagflp o demefaodo a,*mwM Oee asb lea, tuve au*veavierido que Baeeetle oecesaario o beneetecifo trnp
Ca.una cabe e aua WtoMfiImhWp*!* bsragrapho easeva o maa djto deapacho lee-
-^flgel ,o**H dmoA eb ooiioKd oi*j\
Crsagaeea rstj> 4>**eAleajaeadev* aostrar
ar^*rtW*^nsjsja*j*j|
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fln^a^aadav^
i MMepda 4>er*lip, que este
inrtivHMflrVM1"*" wiw%f4idiir ,qoe ora sele coatesl,Unto a raapeito
itt>'*m4Ki\ do
U ooai v-ae qua os tribuaaea
T3T,WWld0 CBB|atsj|B*B,d>,
pete com a propria orden lerceira do Crmp^co!
ausaridade desea nulavel escriplor; nio lemas
tambem a provisio de 17 de maio de 1616, mas
dellaa temos noticia pele aviso de 2 de selerabro
ultimo, firmado pelo ministro da jualica de Por-
tugal Aberlo Antonio de Mora** Carvalho, aviso
citado textualmente em urna correspondencia de
Lisboa, publicada oeste Dmrio de 30 do mesmo
maz.
Lemos a provisio de 10 de marco de 1764, que
determiooa Cuas* declarada simulada, capelos,
uulla, irrita a vaa a inhibitoria declaratoria do co-
negodaadda Guarda contra o corregedor da co-
marca de Piohel, qae .execulara urna sentenca
da casada saplicacao, e confirmada em grao de
revista contra o abbade de Santa Marta de Tran-
cos, em a<$8o de (orea nova proposta ao dito
abbade por Pedro Mauro Hangel. Oeonege amea-
fiave o corregodor oore a pena de excommunhio,
se desse execucao aentene*, e el-rei fulminou
0 preceito audacioso do conego, sem se importar
com a indepencia do braco ecclesiastico.
S*ndo v*lioaoa os fu lamentos da citada pro-
visio qai os copiamos:
e B tendo ouvide sobre esta grave materia,
nao s a mesa do desembargo do paco, mas lam-
ben tnuitos ministros, theologos e canooistas do
meu conselho e desembargo, e eutraa pessoas
mnlto doutas, muito temenles a Deus, e muito
zeloaas da respeilo ds igreja ; por me perteneer
como priocipe a aeohor soberano, que nao reco-
nhece, oem deve reconhecer superior algum no
temporal ; proteger es meus vssssllos de qual-
quer estado e conJigao que sejam ; repellindo o
abuso da espada da mesma igrej*, de que sea de-
fensor, qasndo por eslranho modo se intenta de-
sen) bai uar, oio para defender a hranea o vioha
do Seohor, mea sim contrariamente para invadir
a autoridade regia ; para fazer temerario despre-
zo do supremo poder dea principe* soberanos ;
para usurpar a Iramiuillidade publica dos povos
a para opprirair os vissallos as presenQa dos
meemos soberanos, que lm la* med ata mea te de
Deus o poder e a obrigaejp indispensavel de os
proteger. > w
O airar de 6 de marco de 1765 prohibi que
correase ao reino o breve-aposfoiijo pascendi.
O de 28 de agiste de I707negou o beneplcito
regio ao bre*e=inima>rotiisaieli.
O de 2 de abril de 1768fulminou a bulla deno-
minada da Oa.
A lei de 30 de abril eo mesmo anno mandou
que era Portugal se eapprimiasens as letras apos-
tlica*, que em forma de breve se haviam publi-
cado na curia romaoa, tendo por titulo : Sanc-
fissim Domini Noetri, Clemente Papft XIII, Li-
tera in furma Brevis, quibus abrogantar et cas-
santur, acnulla, et irrita declamnlur nonuulla-
Edicto, in ducalu Pamenii, et Placentino edita
/i6ria(i.4miiMmtati'1 ef Jurisdictionis Ecclasias-
ticatprejudicaUa.
Todas eaias leis mtiilas outras, que aqu nio
tranacrevemos por amor da brevidade, fundara-se
0* soberana e independencia do imperio, assim
como nos costumes e.ostylos do reino, que nesse
ponto sao costme* e esiylos tambem do Brasil.
B para qee nio se pooha em dunda o qae
acabamos de dtzer, squi copiamos textualmente
o aviso de 11 de fevereiro de 1857, dirigido ao
provincial dos religiosos carmelitanos da corte,
pelo conselheiro Jos Thomaz Nabuco d'Araojo,
ministro de estado de eolio :
ol presente a S. M. o Imperador o oficio
de 29 de outubro findo, em qae V. P. Revai."
Interesa que pelo internuncio apostlico cesta'
corte foi oaeedilo en* retigloses carmelitas, Fre
Beroardino de Santa Cerilla Ribeiro. o titulo de
mesire douior, e a Fre alente Alvea do Rosario
o asede solideo e aooel, e qoe para eisaj gra-
tal nao precede* lieence, nem itrhoa V. P. Rrm.
arle o bneelCTto imperial, nio s por se-
rete conce*)id*d pWsibtpfe* escripto, tomo por-
que a (firma V. P. Rvm., que este foi sempre o
Cstamedaerdem era su* provincia. E o mesmo
o parecer
(o o descobrimento do Brasil, qoe anterior
existencia da cidade do Recite e ae respectiv
convento do Carreo, e 4 de ordem lerceira do
iesmo oome, por ser o Brasjl deseoberto em
500, ainda assim. resta va so aggra va ute mostrar
que taes bullas hartam merecido o previo.indis-
pensavel e expresad beneplcito real. Sem isso a
tea pretencao frivola, irrita e temeraria, por-
que tende i visir el uiurpac;a.o de dtreiios estra-
oho.
B* verdsde que o aggravsnte diz com'bastante
desemberaeo qoe taes bullas tlzeram parle das
concrdala* bavidaa entre es re de Perlugal e
Os summos pontiflcei), sobre immuniddes eccle-
siasticas, asilos, privilegios, etc., come ( sio ex-
preeseeS de aggravote )ea^fico Pereira de Afantt
Regia. Tom. 1 art. 85, Cttaiido loda eesae con-
cordias, e que heuve em Portugal desde o lempo
ffoosioo.
Alea da continuar oes desenvolvimentos da
presente qnessao, permitla-me V. M. que abra
aqu um parenthesis E' o seguinte : Nio tendo
en o prsxiaia, qae fot citado pelo aggravanle, e
nem o encontrando ett todas as livrariis, quer
publicas, quer particulares deela cidade, epezar
de empregar nisso todo d cuidado e diligencia
necessana, dirigi-me ao dvogado do aggravaote
o qual, com a franqueza propria d seu carcter,
e em obsequio i verdade, declsroa-me haver ci-
tado o mesmo praxista peta referencia, qoe delle
faz o Exm. brapo, conde de Irarj, em seus ele-
mentos de direito ecclesiastico.
Agora vejamoa o que diz ste escriplor, quan-
do trata ies concordatas porluguexas :
Ha varias, diz o sabio e uouto bispo, sendo
a mais amiga, de que se tem memoria, a que
celebreu D. Affonsb II eom os prelados do reino,
antes de 1223. Celebraram-se ao depois outros
son diversos res, D. Sancho II, D. Alfonso III,
D. Dioiz, etc., e sinda com os prelados do reino.
Nestas concordatas ou concordias, como entio
ae chamavam em lioguagem enliga, nio havia
ootra forma, mais quepreeedendo as queixat dos
prelados, nat cousns em que contenaiam dar a
el-rei respoata, de/fazendo os aqgraeos e pondo
emenda no futuro para que sendo conttuuusem.
(Pereira de Manu Regia], Estas concordatas fo-
ram sppro'adas pelus papas, e rolam sobre as-
sumplos particulares da igreja lusitana, especial-
mente tobre immunidade ecclesiastico, asylos,
privilegio 4o foro dot clrigos, sobre deverem as
Justinas do rei guardar as excommunkes, etc. ;
anas trataram do beneplcito regio.
Houve tambem ao depoia coucordatas feita?
immediatemente entre os R. R. e os summos
pontfices ('que o que propriamnte se chama
concordata. Vide 688), sendo urna das mais mo-
dernas a qae ceiebrou-se entre Pi VII e D. Ma-
ra I, em Lisboa, aos 20 de julho de 1788, e foi
approvada pela raioha em 11 de agosto do mes-
mo anno ; versos sobre a alieroaliva dos mores
entre a santa s e a corda porlugueza, para pro-
vi ment dos beneficios eedesisticos do reino.
N scholio diz o mesmo escriplor o seguiote,
para o qae imploro a altencio de V. 11., como
para assumpfo que poe bem patente a falta de
boa f da parte do aggravaote.
a Do beneplcito regio traloa a concordia de
D. Pedro com os prelados, feita em 1300 em El-
vas as cortes, onde os prelados representaran
seus aggravo e el-rei Ihes respondeu, em quanto
ao cap. 32 deste modo : que el rei tinha manda-
do, que ninguem pufr/icasse 'etras do papa sem
seu mandado, pela qual razio o papa eslava
aggravado dos prelados, tendo que pelo axo se
eiubarbavam e embargam as letras que se nao
pubtiquem, como devem, o que se fazia em
todos os outros reinos; e pedamos por merci
que fizessemos revogar a dita ordenato. Res-
ponde que nos motlrem estas letras, e vi-Use-lie-
mos e mandaremos que se publiquen pela guisa
que devem. E' preciso nolar que accresceolou s
este cap. o citado Pereira de Manu Regia,di-
zendo : hoc jue relimendi bullas ne exequemur,
priusquam regi prcsientarentur, obseroaoatur fu
llegno ex-prevxlegio concesso Regio Castellat,
cujusparticeps hoc Regnum ratione sua antiguo}
unioais. Hoc jus retinendi bullas constat ri-
misswn fuiste a Joanes lecundo. Resende in
sua crnica. C*P- 65 (Ve. o que nos disemos
oo 1*7 scholio. ^Do mesmo objeclo treta outea
concordia, a saber*, a de D. Joio I e dos prelados,
No 7diz o seguinte
. Tudos os eslebelecimeolos, ou fundacoes
permanente*, que tenham as pubtjco, religioso,
de piedade, beneficencia, ou iD8lruce.au, sio
pessoas moraes. e por cuuseguiule, su*cepti*ip
de direitos e obrigac/jes, desda que foram ipili-
mamele autorisaaa*. Desles una siu socio
iades o* somenunidades, aa irmandades, etc.
ate.
llorgea Carneiro, tratando daa corporaejeea, diz
o teguipte oo tom. 3o lit, 35 j 297 a. 4 ;
Nenhum* corpersca se pode formar sem ser
approvada, e os estatutos conlirmsoos pels auio-
ridda legitima (el-ie); a abitado. a asm iasa
bavja por sociedade aecreta, e lUicia. Alv. 20
dejunho de 1823 6. Behemer* ie jos publ
unir. 11 cap. 4" liv. 3o 1" i;oUejt.auy 4-S
lext. prox. cit. o. 1.
De ludo Use resulta sem eaasa que duvida
faga, a necessidade da iniervengo do podar lejxi-
poral na approvago do* compromi.sos; resulta
lanibem que nao sendo approvado*-taea compro-
misses, sa sociedades, sejam ellas contrarias,
irmandades, cotiegiadas, ordens terceiras ou
quaeaquer outras de qualquer denomiuago, que
sajara, que por elle* ae regulam, nio teem exis-
tencia legal. Sien esa eondicao, taes socieda-
des, ou corperaees sio reputadas secretas, oa
licitas, segundo a phrase de Borges Carnei-
ro. Ora au tendo aa estatuios da ordem S* do
Carmo sido a p pro vados pelo poder regio, como
acabo de verificar por occasiao desta queslio.
que me obiigeu s llas em todas assuss parles
com o maiur cuidado, manifest que ainda
queoio elles dessem so aggravsnte a faculdade,
que elle se quer arrogar, ease direito nio poderia
mais subsistir, por ser um perfeito esbulho, ou
usurpscae de alheiaa altnboices.
Entre tanto, Senbor, oio e Uto smenle o quo
torna insubsistente, irrita, ourla, e vaa a preleo-
C'io do aggravsnte. Os proprios estatuios de
ordem 3a do Carmo sio os ptimeiros a bradar
contra a mesma preleucio.
Vejamos :
Os ditos estatutos tratando no seu cap. 2* dos
requisitos, lugar, e obrigaQes do irmao prior,
dispe no art. 3* pela seguinte maneira :
Teri oirmio prior toda a jurisdico tobre o
temporal, sem mais dependencia, (oote-se bem
esta phrase) sem mais OepeuJencia, que a de se
conformar com os votos dos mais irmaos da mesa
a elle tocar sempre a presidencia as ditas
cousas como nao sao aquellas, que tocan ao
espiritual porque nestas se guardar e o que ss
exprime ese manda no cap. 3; mas em ludo o
mais poder mandar, propr e defirir quanlo
convier ao bem da ordem 3* e seu governo poltico
e temporal, b
Nola-se da leitura de-te artigo que por elle
mesmo se recoohece o principio da concordancia
de Imperio e da igreja, assim como a competen-
cia do primeiro para mandar, propor, e deferir,
quanto convier ao bem da ordem, e seu governo
poltico e temporal, sem dependeocis alguma do
poder espiritual, que nada tem qee ver essas
cousas.
Assim, estando estibe ecido, demonstrando ; Ia
que a regra, e as bullas invocados pelo aggravao-
to, caso existam (quesiao de quo pouco precisa-
mos saber) oio tiversm beneplecita regio ; 2a que
oa estatuios ou compmmisso da ordem lerceira
nio tiveram aporovagio regia, como iocumkia
que tivessem ; 3* finalmente que segando os pro-
prios estatutos da ordem; o atlo, para cejo co-
nhecimento me julguel aulonsado pela sentenca
de fl. 148, puramente leigo, por perteocer s
partes governativas da ordem, sendo pur isso de
pura e exclusiva competencia do poder lempo-
ral, evidente que a pretencao do aggravaota nao
encontr apoio, nem mesmo us estatutos, qae
regem a ordem lerceira.
Antes, de termiuar este tpico permit* V. M.
que aqu traoscrevamos um trecho da obra cita-
da do Exm. bispo do Rio de Janeiro : ease trecho
vira di-sipar todas as duvidas, destruiodo radi-
calmente o caslello armado pelu sagravanle.
Pallando doa terceiros diz elle :
Em qusoto aos terceiros, que sio urna iosti-
tuiegao de S. Noberto. e alopiada as ordeos
mendicaoles. tambem os hs coro proQssoou sem
ella. Os queprofetsam sio verdaderos regulares
e equivalen aos donatos da 1* especie, de que
acabo de fallar ; e esta ciaste do* nio a temos
que tornaram a representar o aggravo do plcito entre pos
r.gio ; disendo ser contra direito eonhecer do*, 0s tefCBroi nao profeso, ta de da ,
autos da igreja e sobre sentenas e foros do papa;, cies ; porque uus vivem us cl.ustros com os re-
legioos a cuja ordem perteneer, e ao sujeitos
eo rei respondeu, que esta causa, elle nao fez de
nono, antes assim se costumou sempre em lempo
dos outros rer, que ante elle foram amigamen-
te, (art. 83) Ve. Pereira de Manu Regia. Tom.
t concordias, e qae neste reino, ele, onde vem
todas as concordias, que houve em Portugal
desde Alfonso II at D. Sebaauio em 1578.
Onde, portaoto, o aggravaote descubri em
Pereira e principalmente no lugar citado pelo
douto bispo, conde de Iraji, que as bullas com
que elle pceteude audaciosameole invadir as
atribuices magestaticas, e tivessem foilo parte
das concordatas portuguezas ?
Demais, seohor as concordatas fazem parte da
legislado patria, e nio havendo eu encontrado
na legtslagao, que compulsei, quanlo decid a
queslio profenodo a sentenca de fl. 148, nem
agora, que estudet s materia do presente aggravo
cousa alguma, qae se psrecesse com o que alle-
ga o aggravaote, persuado-me poder afflrmar que
a ssseveracio do mesmo aggravante sobre a
mesma antena otsce ds nao ler elle lido com
bastsnie calma, e serenidsde de espirito o que
escrevea o dito Pereirs, citado textualmente pelo
sabio prelado do Rio de Janeiro.
Entretanto V. M. Imperial, cujas lazes sio
immensas, melhor apreciar, e decidir sobre
este ponto da historia. M como se acabou de demonstrar, nio est funda-
do, na reara e as bullas, que citou muito me-
aos o est nos estatuios, por onde al boje se
tem reg lo a ordem 3a. Mostrsrel isso, e procu-
rando antes por em evidencia, que os ditos es-
tatuios nie pudoriam nuno dar autoridade ao
aggravante, por nio terem sido approvadus pelo
p ler competente.
Primeiro qae ludo preciso notar que a regra,
de que se tem fallado al este ponto, nio pode
ser os estatutos da ordem 3a, porque oeste nada
se depara, que possa favorecer, ji nio digo a
pretencao, mas simplesmente as allegarles de
previlegio especial, a que se soccorre o aggra-
vaote.
Para que este ponto fique bem ptente bssls
dizer-ae, que a cegra, disae a mesa regedora em
duas ailegacoes de fl. 330 havia aido dada a or-
dem 3* pela santa S, entra tanto que os cita-
dos estatutos sio obra de fr. M^uoel Ferreira da
NaiiviJade, vigario e provincial, commissacio, e
visitador geral, esiylos feilo* paca os terceiros
da Baha em selempro de 1696, e adoptados para
o* terceiros desta cidade aos 12 da fevereiro de
Agora a demonstracao.
Segundo as provises de 17 de novembro de
1776. e 12 de selembro Se 1767, as quaes alias
nio iolroduziram direito novo na materia, mas
toe neuhura aggr.vo flx ao aegraveat*. eeaao augusto seelrer, canfotmando-se com I
bV(Tmk*****'^t^h*dvW^elrtl^d^*anaelbee pVceerador d. coro*, manda de-
.'^^^.!^?-!-: ihg ^^J^.rretCeffe^e^
en a coetunnes ceatra res exprestameme prohiMirra,
tanto antigee eeo medsrim, ad^leaYir|d'.Bl-
i: jk.j*n; biujM -t u ihimIhmiM wt
Sendo inconlrov'erso que o aggravarjae, aa
tdBeealiiilBl at'sadajSMeatasetat* ea^lrrtroa peta matle a
Helor, tesa***- Partaulo, taesem
provino, e>elM teghiao (sevior, l*a
tioguem aa grc*s outorg*ds por poderes ti..
rnWyJasv/to|,e%"5IV^la)rtC"
**J*.*0<1*.8 *"?**? ea^noade, tkvmsMa did.s em complemento de ooiri anteriores, tos-
pode esiar a aseajor dvtea q Jhe incast- sem eu aio etcrlpiaa em form de bulls, breves,
be por forja dss respectivas sttnbaicoea casar e dedrrd.se, reacriptee, ea de meros despachos, nio
proBveeer todoe es saeio* poseiveie par*amano- deviam ser acceitaa, nem produzir effeito algum,
ao repectivos prelados regulares, veatem o habi-
to da ordem e equivalen) aos donato* da segun-
da especie ; e desiesderceiros tambero oa nao te-
mos aqui.
Os outras (e sj os que se conbecem entre
n-) sio inteiramenle seculares ; aio habitara oe
conventos, mas cada um a propria casa ; aio s-
jenos aos parochos obispos, sem eutra relaco
ou dependencia dos prelados regularea, ou doa
commissarios, que os representara seoao quanto
aos actos proprios da ordem, e somente as sues
igrejas ou eapellas ; veslem o habito da ordem,
mas diverso dos profesaos. Elementos de Dir.
Eccl. lom 1 S 569. a
Ora se oio temos lerceiroa profseos regelarea ;
se nio lemos terceiros nao profesase hsbiiaedo o
convenio do Carmo ; ae apeoaa temos terceiros,
qua habitam cada um em a propria caaa, com
I obediencia aos psrochos, e ana bispos, e aea ou-
Ira dependencia dos prelados regulares mais do
que nos actos proprios da ordem, amia asaim so-
mente as suas igrejas ou capell,em qua se fun-
da o aggravante para querer usurpar osdireitos do
imperio ?
Senhor, por ultimo cabe-roe aerescentar aqu,
que lano o aggravaote e lodos a terceiros do
Carmo desta cidade esUo convencidos, de que
nenhum privilegio lem, qua oa pooha** fon da
algada das jualiuas de imperio, que lie* mesmo,
urganisando novo* estatuios para per elle* se re-
gularen), depois de oa havarem unasetiido i ao-
tondaJo do Exm. bispo desta diocaa*. as aebmet-
teram depoia approracae da asemele* provta-
cial. ludo como conste doa eutoa de fl". a fia. o
principalmente do documento de l-. 175. otfere-
cido pelo proprio sggravaole, o qual portante,
islo approva-lo como de direiio.
De lodo o expostu resulla, senhor, que eu de-
deguei vala des autos ae aggraaaat*, por ua* ve-
cuubecer a sua legitimidad* para figurar aeete
processo, ao que o Rvm. provincial *jaro*erraa-
lado por eatranhaa inUaenciae, aira na. maia do
obedecer aa ioapirecoea da direilo, pelo, que ne-
ahum aggravo Ua ao aggnvaoie.
Paisarei agora a tratar de miaba compelene,
refutaado os argeroeuios, cees que a aggra rae lo
se propoz a conteste-la.
Neste iauulq diz o mesmo aggravaate pela. *-
guinie maoau ae 5 lll de sea aaseei* :
a Cunsagreu aquetl* seoieoca a A*. 148 que
aos lermus ao rt. 17 II ao.-deesa* secio ato
imperiu a arl. gx4 do ot~t. do prec eriaioat, *
juxidicc*o das autoid*d**ateauiiio*a au pedo
cotaprenende* *waen eaijasias pataaaeB*a oaaera*
iua* ; m*s esu mus fundatmUo da leo Ma-
lo ji>Jegi)*^d:va)epiiBaaeiioisBpe*jpi assala l
tuepai* as drd as
irmandade e orde
mente instituida se nio tem estatuios ou
promissos approvados pelo poder '
tente.
A* provlsoe aeima cltadse Ta*
com-
conjlrmawpi os. estitulos, e columes^^iWw'ap-,
como atteitim ss praxistu. qeohuma confran, rlnifrmrt rf*|Bajig at^*eelsrrwwaejaroTtBalirBa
m 3* se ple considerar legal- Uvo de
no arl.
decreto
Oa est*
em geral tres pl
governo os3,)M
WSBS-
asteaba
vnaierte jHsremmU sepwttmi, ele fe
trata taes d*spotioiest eeo de u eeelle *
roo arl. do pacu (ut*meul aaaetMieua sua re-
gra de abeiic*e da iota **ida***4o. e de ceas-
missoe* eapeciaes ase eaoaaa is*i, oo criare*.
iWu0* bHWi *^ 'i^WIrCeo dg| ayaeMs 1^t^6iiajaM*ro***><
^Hi^.'^Vvij*iA> .1- !^fifJ1-dJ,M?.Ht*BassroeBas*Mi4aoeideB
romisaos,. *qW dujs |a,; .Opoga^Uetl aecceeetuif-ae ajera laso i
^e qr^aesa^^f^fdB* terer aoa acteade pura juriMicceo civil oa
tftpaodades, eocerrata iz^n^l,,#*<,,ai<)dJaeia6iilMia .saareima^
a corflpreoeddeA lodo o twto sastetque eea viatade deM*et, W4da*
das trm.ndtJas, contra- ced. de prer, criminal fia-, a rei.ee* Mtraraeei-
Mtp i*n^.,!liW' taita,i>ta4a.da,li.s*teqo iit. -jpc
. baria dn coojp.tomialo, A.i*o d^.'ftd*,aeete de 18*e onae
- deva tu mn'Ul-im.Vl- O gdfsvene ,aras*aesloe ^ae,. irasii t
loniado acclesiaatysa competenie, por quanlo combaier o primeiro funda-a
netta parte .nada ae deve deferir ou eataluir, que que lie ciioav, je* se torawa i
nao esteja em perfeito acord com a f catboliea, |ou --t iraiissaallH eeetr
coro os costumes chrlsllos, e cora a disciplina perquaote coafeeaaade qu asax._______________
geral da igreja, e mssmo a particular do lugar I raimante que oa oa astoa aleiuraaa da unta et-



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torla pu-
que lies
ou tenpo-
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ter pretendo to sxlr.rsg.ote atiL
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ZT^r^SL **f*J* <> particular
imLmtiZ? "' P ZZSi ,,B r"l'*%ao da meza da ir.
remas leu geraes u#0, M pi. '* *'" si. toa i 1180.
de 6 dVmi^fUl" d conac.eoci- ordaoa
L.J.S^i<5 '**, 52 D- *19 fui decl.redoque
HiUamao
Tonben pela prori-
_ taieuo.t da 10 de dezembro de
""!? ^fri|r ser um acto leigo e *e-
respeitado oo exercicio
susleoto, nao podeodo _
do direito correte sobre
Assim te por toes documentos
deoo.r que os prelados i
oao tem estad na poase
Mire as cuuss da ordos toroeitAd.fuelTe^mT;
i claro que a citado da ord. lir. 1 UL 611 43
tora de proposito, como tuda quanlo expende o
g"teqle en sua minuta. Al de qoeTpoi.
se um. queetao_ de fasto, para o mque pre-
tende o aggraranto, e como tal dama ser pacta-
da, e nao allegado simples meo le, e lio tosa -
nenle commetteade-aa aoechroo
graetos que nao poJera deixar de caui
cootraned.de 00. esoirito Ilustrado de V. U.
Oul/o sin aiada qu.ndo o aggr.vaoie, a nao
esle julio, como .se prora cao aquello, toeu-
meoius, ealiresse a. posee de prorer m tudo
ore as eousas da ordem 3* do Carmo. aioda,.-
K**^^ *M "* Io* P4wi E Por
oao aerial qie por direiio basUsae par* oue
foise procedente a prelencao do aggraraole, or
qiuolo leodo a estatuto, da aokredia
sido dados a
aeew4 Sr.wnsa.baao afartZSaWa^illTa
tribunal, lem deis rVirerWeon

a si j
tual, c
coolas
alie a
ieeoto
conrelo.
tn ?
^^^Wi^.ffoa
epeolencia a
^fttlooi
ed
aqua]
3
como
do pbleresplri-IJos Rodrtsnes oelho.
* pr#endf lonaH
rdeofierceira m f Ae Exmas. raa.
pres nioesi Mana Carott. Bdeida fl,nha. ulherdo-
tosso jrmaa CMMde o lllm. Sr. Augwio Gesar
da Cuoha.
m
aa do seu
sua miouta a fl.
f^MPF^*^^VX^
o capricho om telo
fcpoa. doiparaimooio,
ajrittsn
exeoucao e sobrepciameote .
?S22!P#Z2* a,8a* VaaroaiT.
e temporal claro que o aggra.aole nao pode-
na ser maotuo em posse la ricieaa. E ama se
Slttt S ^ 171^' I & .aaaLl^ a?mo3^JX^
!a?rM_88.com8rc" Pod-m assis-1 samarte mluiasaa. *ln\3Zf2?****r_
Calar.
as
ord. Hr. | u,. 2 3 r ^~ consagra a lie toda s1 sea.dade. que lam um fim de ioie-
a E achaodo-se ue ajftuns officiaes Dio uw mo,*. iu* Di pda T"1"- nao ap-
mbem. os *J/V*%^^^ Bdo reputada.
digna da repaio a maoeira porque o egcri-
iTI ** "luH?|0, e que neobumi peasoa en-
ffidrdru^r^sTffijr^
c lorerleudo. porm. .^W"rqaxpoiltt
des.es prineipioa para sua melhor deduccL. de-
re-ae (acoabaa, qHA 5 Hff.^ipW|;, ,' da.
2,0.'* .*?*?!W**flip 4*>*>r?!rbiref fd
a nao Isa
pralie. da im*-v~,TEf>'*0 "'
mesmo oe etial.ote, eu MeatoeU
judiclariaw
D. Alexandcipa Rila do Amparo Coala.
oili'' *1"-8-ioAke.do
D. Mara Salom da Mottnr Mallos.
^jjeoto d* Car do *e*e, 8 da dex-ibrc-
I Fr. ManottdtSni'Aima,
I i>t
m
da renda das
foi transfer
Epsra
publicar pelo"D7arf(h
Secretaria da
;tor da Hresoow:
lleWft
patrimonio dos-oruhio
*o ajete.
* o preaeaie ar
Prior.

issdo, ou
I.lltnl^i^*i,* ?e^eiBDi tralaado das
no f do arL 2 o aeguinte :
r.' c.I,lir e,f*es tf9 irmandades, fellss con-
tra os compromissos e mandar reoora-las a
i* d,"n n-83* de 2 de outubro de 1851
ienar?^80,air P',rU rabalho di, om
li "raPe,,r "S jui,es de direo em
correfcao-anodllar e fater reoorar as eleico*.
! SSZ27*"' irman's('". coofrariis Ce ?
as contra os compromissos.
Ora estando prurado por toda as lis que sca-
*> aei citadas, e de accordo com a auiori-
dadetasu^-ao dooio bispo concede Ir.
UtuXr:vcto aP propri d ^
orernalira dos aomptamissos Oas Irmanades
confrar... oa ordea. lejceiras, estando sssenVacto
S;U!ffl50t' J^"- ecclesi^ticas
nao podem compreheoder seoao as cousas pura-
amtolespirftoses, fica fora de tola aduvlda ,"e '
!?f^ea^iol^ci* ,e lha Wu M" candido, a
arl 46 | 1 do regula melo de de ouiuro da
Vl sute, 4 inulto posterior 4 dala do ciudo a-
viso oissipa loda a durida a aemeibaQte r,-
peno,
Tralarei aiora de mostrar qe o fundamento da
aentenea a fls. 148. pelo oual se dase que o tac-
to acoDlocidp con o br. Jas Tbomaz Kabuto de
Araujo hoje aeoador do imperio, e cooaelheiro
da eeiao>, e com o Or, is Ravmuad da Costa
nkLtM,.nl ,ol < nado algum reco-
nnectojeoto da 1 acampe leu oto deeto /uizo para
tf!L.d* 'tfa$l4o> 1u ta. nao pode
ser abalado e menoi destruido peto ga Por Parte do agravante desde Os. 168 tuque
a i- C^m "** ootoaUel que o 2o-
der ludiciano, con um dos poderes do estado
e lirre e indepeudente em sua accao : a idea d
poder inrolre mesmo a idea de rootada lirre e
ndepeodeote, assim claro qua o poder iudi-
ciari na esphera de suaaompeisncia nao poda-
ra sem aoiquilar-ae estar dependente do poder
aicculio. nem a tltolo, ou aob o capcioso pre-
texto de consulla. Esses piiaeipios, que decor-
r^Irq'u^s^V^^^te^lVe1^ K/' '7 d" ^^ ***** "
i\l 3!f -liA-Cl-af?U,:me c>"Peteote para deci- |
do estado arta. 9 e 151.
allam em ordena toroeiras. < hI'"'.-'"'" uu t",uer ecuuro ; mais pondo-
Ese reatas aioda algnmi d.lda '22I?i a ""o nella sobre s ia-
oa urna
clara
propnepade, e em sua
io aot jntea proejares de capellaa.
somente
E' singular semelhaDta
OR fl,..,H. II '*"7,"u'0 -Bujriiiu, o Ole OOriS
em tunda a illusir.cao da agsrarante se delI.
114 se tiresse probas aliunde 88r"8D,e' Se delU
Antes de tudo compre ebserrar que o aggra-
mostrar que elle o nico
espiritual da ordem
coobecimento das
?ante se prope a
Competente, como superior
terceira para lomar cuntas
reuuiao
. ctrcuoscripcao
m. r4'' U fra"da ,0B,eDt P na com-
mun.dade de interesses, esperimeote uma.ne-
cessidade, que reclama o coocurso de um poder
superior, inreslido do direito de prescreer as
medida, necessanae, incumbido das leis, cuja
execucao reou.rile. in.erre. a adniioi.tVacao!
e taz desapparacer todos os obstculos.
P5,,.,dis!loSaojR0Pr da um dos dous
us poderes,
m.?2 r" "' .*"* auperior oa mes-
lfn1*^ q-aBd* i"'to duque os
J^S P^'P*0 naaobslaoci., porque
eu nao poda arregar-nw aattribuicoea, que elle
m^iiJ^ i." em *. "> "Par com-
metle aquella eronuricie de argumVntacao a
c,Upio0."""* A *- iWdfti.
nontr.qL d,e,S !"w^. Waranle aobre esto
?a! !rua,eo,0 *onWiam, qne nenhuma
V. s. i" P '" dianle da U,ulr*?ao ae
aid0.0^0.8.:86 qu? u "'"ntd qz hamilhar
anda mais a minha pessoa, fazendo-ae pivgao
i k im,8<,ao d0 s-- conselheiro Josa Tao-
maz Nabuco d'Araujo.
rldSadDe.u!fraC*to Vil Mas as auperia-
ridades legilimas, e porisso lodo o magistrado
como .qBt4to e^BiLbaalpi: me mereca*
^aHa!la /"""*0 5 maa JUithese ea-
r^^1 ranJ"'orid*de diPiesmocon.
TtKf0^1"". .Sue Pedera do mesmo modo qualquer
e doulos mamaros desse augus-
fosse ministro de estado, e com
respondido ao aggrarante sobre esaa
_ --.-., mma. onnro.
meniaV,unVelad > fo-
urna r?uS 0rd9* lercsir*. Porque em
oadaa!^2la,>B,MT 0TU* 'POi elle que
iednra m -Me 'S'" W ^ -". mes.
!21 S '^-J" queslao nao
fosee decidid, por V. ImperUI. H *
^int^V^1'^'' jU'g0 d0 meu deTer
Kr.ranta. V ; 2 consideracoas feitss pejo ag.
nLsUa...^"a,,0"a*", *" ositores
nesia queslao os cateadores
conwmiiio
torea
da OJMbarmouia da
o e as leis, que applics. Ella as toma em
seus termos resnelos e rigorosos, e as faz ore-
mente leiga. mu*ue essencial- raeao das pessoas. nennum obstculo a retm
Mas, que os juize. muoicipaes provedores de Sl"^.0" ,em0r i.pe"utl"' Seus del
capailas exercim lambem esla aculdato flm S. ,0,B,af", e todepeodentes, seus
doquejcou ponderado, quando dla S Je em o^Uh/^0* V"1 "m" pa,a?ra e,ls reia
' -^%^K't"5B5.'2 ta.r^^^^^eoad.b.m.isimpor
azendo reoorar as eleices das ordeos lerceiras
senas contra os comvromissos
refuta a
quaes al hoje ae
como se demons-
sim
?-Kq"-a22,inie a refenda ,ei de ^de *e:
temb-o de 18*8. comprehenem tojas as socie-
dades rel.giosas. e por isso lambem asrdeos ler-
ceiras se demonstra pela s-guinte maneira :
juiz de direito em correicio, como esla mes-
na patarra o esl indicando, nao f,z mais do
1**JS2L ferqoillo. que deri.m ter feito
as autoridades, cujos actos elle fiscalas, e corri-
**;"", ,** ? e?" utoridade oa hypoihese
12221 E k JU'Z de "P*11"' e Prtano a e
jocurube lambem a mesma facaldade, que ex-
pressa e claramente compete ao juiz de direito
tanto, que o poder judiciario; mas porisso me's-
mo nao poto elle estar subordinado ao poder
executiro. Na orgaoisaco judiciaria de todos os
panes cultos, inclusire o Brasil, ha diversos graos
de hierarchia, de modo que a sentones proferida
por cada um dos depositarios do poder judiciario
pode ser rengada por um poder superior na or-
dem. e atteodida aerapre a lei das aleadas, mas
TH.Ca.,^r ?m P?d" esranho, porgue entao
ria, um poder estar subordinado
do oulro, o qua seria um absurdo.
Ira. sendo isso assim.
e dependente
vo para applica-las s questoes pendentes,
sobre as q-iM.. o poder judiciario deria prof-rir
o seu roto ? Houre essa pratica contlo entre
a sua existencia somente para retelar
em correicao. ,eKund0 popria wufis'so do a" neraV'.-? !8S"a8s,m. 1u quera dizer es-
rarantea fl. 166 dos autos/ coun'3ao d0 a8" P <> magistrado pelas decises do poder exe-
No repertorio de f. se 16 o seguinle
a Junsdiccao dos proredores de comarcas exer-
cera e em que os juizes de direito em correico
- de ..j^usU. AV,-;; ao.e^^t^^0 Tm &
I S!.0-*e_u. um.d0 mais conspicuos membros'da
usndo ministro de estado,
.- execut'To, a propor-ee a-
c.bar com essa ordem de cousas lio coatrari. a
verdadeira missao, e a digoidade do poder judi-
marcode 18iz-
Ora
cem
aa en
de primeira
S9ESSSS5 =S5S
aunullar
que seme-
de caber lam-
buigoes destes, como juizes ciis
nasuda, que sao, segundo s legisla-
ao, ae comprehende a faculdade de
eleices e faze-las reoorar, claro
Ihaoie faculdade nSo^ode deixar de B(
bem aosju.zee municipaes proredores de capel-
las a quem passou o exercicio de junsdiccao ci-
I queexercam .0, juizes do eirel e o conheci-
dtul *1 ** C0U8a, d" comPe*eocia da pro-
doria dos residuos, tudo romo expressamen-
to 2n?In,d0 0ar.1- 2 2 e 5 do regu.amen-
10 de 15 de marco j citado
ton,0" dS3 n" ha *a) um* Pe*e. q"e
ignore que nos regulameowa para correico
acham-aeceflpodia. todaa as aUrifcuSto oC
provodores de capellas. >nuioe. dos
Demais, aeohor, os estatuios da propria ordem
tarceira ilequsj o aggrarante se arroga ser o uoi-
oeexclusiro superior, eerrem para apoiar a
douirma, que lenho aualeoUdo, porquaoio 00
cap. j dos me.moa estatuios, em que se trata do
que 6 materia pura meo la eepiritual, segundeo
declara niuito po.ilira e teraMn.otewenie o arl
d do cap. t dos ditos stttutos nao se trata de"
eleices, do que se dere concluir que ella re-
putada nos mencionados estatutos um acto leigo
e secular, e por isso da exclusiva competencia do
poder temporal.
Assenudo qua a eleicio um acto iotoira e
Maaocia.msato leigo, passemos a outro. pontos.
ti asaemacoso o qu diz o aggaraote fl. 1$7
do seu eggr.ro t 4m qaanoo asaim se ex-
prifnt* r
fc...D.a.d PLai. **" q aa-im naofr,
Bastir, o disyosto na ord. I. 1 ui, H & 43,.ara
occasioo.r serios escrpulos .0 nobr"j'.z aqu
?Jr?oi?^,1^n47ml*:U*r'a4, !" oe00 orden?
\ZT. ^ TLle tencia noiteei ato. aajgr.r.eto. e .ea delegados ,
desde wamemorsMl. taanpo, como se da pri-
meira SaqueUas otadas bullas peulicias de lt
* da.p/ttj.ru aegta da retena orden ^ i^
*a. em, 1288 nao ara suida descoserlo o Bra-
sil, que fo.eBl5O;Jogo.en7wW^.podaa
SSSS" **" -*- ^t-*
610 l^T %v1m 8la^>* *aea oa tor-
ciano.
rt.Rnde .llu3,ra?ao e abundante de experien-
cia, elle achara-se bstanla habilitado para ele-
Ll ma8'8tralur aquello grao de lodepen-
donis, a qua ella lem direito ioconle.tarel para
^deI deffeade' honra, a rida, e a pro"
prwd.de do c.d.dao. ry.hi a existencia dos .risos
do em termos multo terminantes que as ques-
to-8 submel.das a apreci.co e deciso do Joder
jud.ci.no sajan por elle resolridas, indepen-
;.n to J" CUnV'Uai a0 PJer eMaulro. f,cul-
"l"!e partM os recursos l-g,es para Inbo-
toeiir8,UPKer,re'' a0 'oocl"lr,!tt.
n?? d,S PT10C,P,. q cabam de ser ex-
penddn,. fac 0 que ?M de { < '0
do llloslre j inscoosuUo,
12 de tofM-wro del7u4.
eootraHo sao dous padroes* rS *&& ff
iof ?r!..rgr'nd*C,di P6l ''. e^bora
em occasiao em qUe eotendeu que pedia tirar
proreilo d seus elogios. P
As questoes que se suscitaran entre o Dr. Na-
oefla'.'iZ MXrU luaf de Pf0 "'" de oa-
pella, desta cidade e o reneratido Exm. bispo
SaEVA ,e,e *"< oluco. ceno
1.1 ,u de*u her-se dos principios, que 0-
cam relatados, nao ee deren lo aubneuer de-
c.sao do poder executiro uma questio peedeoto
da decisao do poder judiciario. "=ow
O presidente de eeto que assim prattcou. fez
l^rlTl\M ,*uin ofl,cl0 latase, o
queseneg, entre, autucidade secular ea-
-i.ridato ecctestsstica. deria elle islo estar
questae em juizo lar remeltido a dia qeeste
ranaca do diatricto para a deoidir, con recurso
pars o supprerao tribunal de jastic.
Assim, sen eafbsrgo do que se fez entlo. e fir-
mado no que boje se dere to*er, j em obser-
s prineipio* cima expandidos, j em
dere ter bastante conscien-
I ch,aiM P>* elizineate j
L d!? ..k ..lea,i>0em 1ue eIle deve "esprender-
r!rer groo. sob qui nso pode
conl?K\*}0ol abem d0 n,esmo mod. fe
5hr 8*He decl*e1ogorsT.a sao repellareis,
sobre ludo quande sobre ellas se oure o coase-
SSZt e8t,d0- f6co de 'aode ber. e vasta
nu i. ,Hma,- que B'B8"em Pede contestar
SiVb?"*" deci80e nao deren aer prorocadas
Pwn jurgameiilo das causas pendentes.
sbSf!" "8 d*cids d0 8aTert,e nereeem
rnn I* 8. a'te. elle mesmo ha de
conv.r que estou na sua regra, quando obedec
os risos de 6 e 7 de fevereiro de 1856.
iui .i* }\ W"'te contesta s esto
deSoV.d.0P.1",er.de .l0 contas da receit. e
oniP!S. 1 em lerce,ra : 1ue rerdade
que orta a mago. qUe,t0 da ordem, na qu.l
melteram o agKraraole. 4
neift?* n-i'*CSS0- Pr,D' contr.riada in conti-
sltoslana i !. d0cUn,enl<'a> os. 1 e 2, os quaes
allestam o tercelo pao intarrompido do direito
conla^V^? f i-iu deslomar s.au
an, ^;0p6"8f aa ,ela "rs a terminantes al
aos proprios estalulos, pelos
em regido aquella ordem,
trar. '
6i8S \'*W? Jf.1. P"qe a Ord. do L. 1. Ti..
nm..i- *,dao SOSCfedores o direito de
pror.deociarem sobre a arrfc.daco e aproreia-
nenlo dos bens, sobre as despezas doa ornamen-
tos e dos obyectos do coito ; sobre a cobranca das
m ^r8CMe8 d6rld" pel" m>*" regedoras o.
SSH del'Sea,t"" d" despezas llenes, e
damno que flzarem. Os mesmos prosadores po-
den, reformar os acordaos Usi.es e nuiles, ou pro-
sil. .iurd.ra aunullaCil Melles, caso oio
sea ella de sua competencia, e dependa de ac-
go^s regulare,. Ord. cit.. Til cit. J 5i. 63 e 64.
al.. ". e8taS aUrlbuc6es sao tamoem reconh-
cidas pelo regulamento de 2 de outubro de 1851
tambem j citado.
,dL .r,ePert.orio de Fero.ndes Thom.r, rarbo,
ordens lerceiras s6 enconlra o seguinle ;
rni S" lor-cel^a, ,?s Proredorea lhe lomara
cnntas.-Provisoes de 5 e 22 de marco de 1793.
iwl.?.r*U 1 "Prfi8a0. "otea qua encooirei ua
,11 .i5ia ,ue ba"Ol Pa decidir a ques-
lao, se le o seguinle :
l..!1D^Ma^,^ porgrCa de Dos, rainha de Por-
tugal e dos Algarres, etc. Faco saber ros, pro-
uTL?*? '^ao3 e cape,,desla cid"c qe
toi sernda declarar em solucSo da coasulta d.
mesa do meu desembargo do paco, que os proce-
deres das comarcas devem lomar cantas as or-
aeus lerceiras de sua receita e dtspeza. Pelo que
ros mando que assim observis, tomando as re-
trino s fS'V i8 ordena Urce,as d0 '" "da
dkf -: d0 re'r" esta ordem nos livros
das mesmas corporaoea e dess proredoria.
t certo que a ord. citada nao falla em ordeos
lerceiras e gim em hojeitaes. conr
etc.: mas j se demonUri
?"!' 8,tfa, dos ottaestosam teSHaunh.s o.
tnaMaW Aqt *"" Juluet-me competente
toTatfrl wPdir Prorimentos a ordem
toK,J,quatDec?ntwland0 .dea lugar a
Afr^u??,lLd0 'U,0 de fl' ns;
Agora oulro fado.
,,.tPr,iri," d* 176 '". nandada
curapnr pelo nol.ro. que se p.asa a' exoor
ta I"" con,e!;ado Proceoer 4 etoico d. fa-
. .T* *?" bou.econiend. ede.harmo-
nia enlre oa irmios da ordem. diridiJos em dous
cara pos eppoaioa, que austeolam candidatos diffe-
rentes para o priordo.
ft,ftfa?d,0 a8roMeo .fcosss physicas entre
os Im.o, dissiden.es, um membro d. ordem me
K qU* 6hU - eleico. como ga-
IfD,li^,'"eda orvleai Publifa- -Tanda eu de-
aigae4e4ie par. es. Um, soubequ. eangrar.".'
o!i2!!"n*.P22,r* 9^i0' reapeifando a
mmh. autorid.de. b aemTmporl.r-.e com a pen-
ataaeu d. presente questoo. Eolio l.rrei i ci-
rnSTS. r ?"0ba P"rl8 exPf,a,e ao conlrario o
110 profuodo respeite, que dero a V M de
cuja decisao fu depender o proeedimento futo!
qoer de m.oh. p.ru,, f(MJr da p,rle ,fgtaTaQ:
te sobre a mencionada queslao; w,,Ta
AUa^X k "8e*?r, oue BSO responda ao
AUquando bonus dormxtat komerus de que se
rene e aggraraole a fl. 166 Arredado 00 bu!
1>.a.? ? mb9DJ0 Kemareoluraoca
3a ,h!r emplal"'' POde '"t* deixsr
ae saber, sem reparo e admiraco. dos eslvlos
KnSn%dvrr.era iM,id- que ae da"
Sao estas, senhor, as rizoes que lenho para es-
tor persuadido que nao fl, .gr.ro ao aggr"an-
f.nJL'4 ^P8"*1 cot" 'ecoob^cida aabedoria
supprir as immensas lacunsa deste trabalh
onund.s j de mmh. nenhuma .Ilustrado Sp!a'-
iperiencis, ,4 da rapidez con que sefaliem
t^teVble.dlrdeo,d"^ para'ef ifflmed'a"
10 ooeerrado pur esta juizo.
*ifendeaja.
endlmento do dial a 7
Iden do dia 9 .
189 8481876
. 20 5644412
2104134288
da Aonueeiaclo.
Moelmento det alfande-ra.
VoJenM entrados com raseodaa..
om ganaros..
Volemos sahidos

Son f.z.ndaa..
con genero...
757
493
r.i.DfaearMgam bJe M de ezembro.
b.,/. aioceMr4de,e-mercade"-
Barca nglezaBonita dem.
.o."g,e.heros:iih0,a ~ ^ S,eber" ~ dTef*
Patacho hollandez Etisabelh ferro %i
ponte. r
Patacho inglezJlarrygelo.
Barca francezaJoanoe Cutoca/ro.
Bngue brasileiroBebertbecharque.
Hecebedoria de rendas Internas
4?erae* de Pernemboeo
par. a
a*ola Ferram.
O Uto. Sr, iBBp^et^., # theaoererto*Ai,*i
eonosmldadeds orden d-..i...^.'^-^'*f
numero ,82 de 16 d norembro &r
dra 2 do conente swz rr.f4 coWisZS
tbewur^ri. par. preenmi^4o Vo^ reSfc
0ffle1aiVsiasecratori.da-m.e1W; ent7eMeirrr
. deebpe^^..CU"e '* -A?
O exene rersar aobre as Maniles m.Ur. -
nr.sH, iradercko correcta das liwroig franr-
taglsza. rtcebr. al a. equ^oe. Z^^TSts'
oempregsdaestirer serriodn. I~r,,,a
^ 8eeswsrto stbesourarta de fnends de Per
nambuco, 4 4adezenbro de 1*At. J2L.f,l:
ofllcial-maior,
~H1n;
dezenbro de 1864.5errr.de
Manoel.Josi Finto.
Sr. (aspee tor da
Rendimento do dia 1 a 7
(daos do dis 9 .
6 5534308
2M63S678
8.7164986
Consulado provincial
Rendimento do dis 1
Jdem do dia 9 .
a7
16:224*432
2:935235
19:159#667
MoTiotentoilo porto.
fc>ehe 31 de oulubrode 8aV-0 juiz prore-
dar de capelU
Franeiteo de Araujo Barros.
Accordo.
Aeeordioem rela5o, f0to o s iif J' ffS- S" ,eod 8id" PrPe*la Pr
minar de nao se tomar eoobecineoto do presente
aggra.o, porquanto penda deciso do poder com-
pelen e em materia de conflicto sobre caao Igual
S'nn lZZJ!.lamii''el qU,#d0 Tia-'e quo atiesto
i mi ^Ct,n0.ae8?d jUI iuferi0r "tender"
eu, 1851, e porquanto sendo principio de nossa
egislacao que os conflictos sio decidido, ,ornen-
te pe os trbunaes judiciario,. ou pelo cooseiho
deoai.de nao preceda o argneote lirado
...so. de 1856. que a.m de%erm ei cacSs
mu uia, sen appl.c.co eepeci.1 nada podSe,
fazer em relacao a conflictos : decidiram pela "e
n^LX' cao'lder"re qe nao exute que.too
peadenie pois o que dos autos coosta que.
Presidencia da provincia consultara so a.ero
em nutro caso, o nao enojme a direito que
por urna lal consulta deixenTde ser decid jj..
quesioea occorreotos, cootorme coorm e deter-
ninsn os avisos citados. E eolxando no mereci-
memo do sggra.ro decidiram que o aggravado nao
oi ggr.r.nte no despacho, deque se aggrarra
ristos o. auto, reaposta do juiz .qui, e u.soof-'
oes do direito. com que se conforman f p.gXIo
mmo aggrarante as cusas. '
Kecife 19 de norembro de 1861
(Assigoados) A. E. Lio, presideute.A
Pereili.Silteirs, rencido
Aoeioi uhidas no dia 8.
Ar.caly por MossorHiato naciooal ExhalacSo
capnao Trajano Aolunes da Costa, carga difle-
renles gneros,
Rio Grande do SulBarca nacional JVbrroo ca-
DkWiFFd*r,.e.8 I,n PraUs- car,ta "^car.
PhiladelnhiaBarca americana Imperador, ca-
pilao John Pow^r, carga assucar.
Nao houreram entradas.
Navios sahidot no dia 9.
Porto Csbeilo-Polaca hespanhola Ermtsinda.
capitao Jos Torres, carga assucar.
Rio de JaneiroPatacho americano Ltjnaino
capilao W. B. Damets. carga sssucar.
Granja e portos intermediosVapor oacional7a-
ouanoe, commandante Manoel J. Lobato.
Macei e portos intermediosVapor useional Per -
ainunja, commandante Manael B. dos P.
M ,ura.
Nao hourejam entradas.
"ioei.l, ,ra sif^W7aTre"do E^Br,3?BBrT
..dente da proras de 5 de co,ree%.0d.PS:
zar poWiea que i o di. 19 doete mez lal
ciJd-e",e?brV c<""="encia par. cotTcS
baooa. partir deeis cidade .t pbrWL
Apipucos. O eonlrato ser erto nos leraW S!
nnP0rO?E?.8r "' ^ ** f J!".^^
n.fr-Ua da theria prortocial da Per
n.mbuco 6 de dezembro de 1861.-0^.eeet2a
nnr A(Pl0?10'"eire d'Aanuociacaor^*
zend. di Sr.la'ttor da tne.ourari. 6fl> &.
/. d. i?'4 Pr",DcU de accordo com o otta
da presidencia, de hoolen datada, manda K?
publico que no di. 14 do correle mez
qu.nto a
F.
deciso ao
merecimento; e votei pela preiiminar.-Ass. -
Compra-seoaureo occordo da fl. 206. Recifa
20 de norembro de 1861Araojo Barro,
t mais se nao continha em dita sentenc'a rea-
posla. accordo e despacho, que en r.riuda do
despacho tro ex.r.hi pur cerlidio do. proprto,
autos a que me reporto. Cenferi e concert, fl'
escrerar e ass.gnei nesta cidade do Recife em 10
d^vl^noelto;.80' ham> Toles Obra,
es ex * as 0. 0 Horas. e ce B n sr < ? > < 0 O c I M ae li 1 0 0 C" O C3 B 01
w V * n a B c fi Athmosphsra
PS P3 3 w 0 s D K C Oirtccdo. m "1 0
V 0 .' a | /n(fda. s 1
00 00 s 1 5 I farAsnfciif. 1 -1 n
- M OS ^* 0 0 C O M 1 _* | Cmligrado. *" 1 S 0
1 ffygrornairo.
0 m | Cisterna kydre-metrica.
*4 ^z 4 6n OS 2! CS 0 Si 1 a i 8 > 2 1 Francex. g se 0 0
0 Inglez.
pela. 2
_. -- -- "ujoiar-ao-ae peraote a n*s-
n>a thesour.na 1 ellim, 1 brida, l ,,r de VSIT
5.V.J,",r0SH0bi!fC,0, "*e r*"" PPrehLdS;
da bagagen do alfares Joaqun Jos Luiz de W
^V6,dTriaraLc,,,D ^ro a. saoa6 *"
"mbuco 5 de dezenbro d. 186l.-Soeol w
Pinto, sernodo de officiaUneioT. ,1,,0<*ie
,.Ta I,!m- Sr' iPetor d. lhe,ouraridi\ ._
znda desta prorioci, de coofo^adT W>T
offleo d. presMencis datada W 4 X ana?*?
mez. neade w publico que no di. 11 do rneal
mo Pelas 2 hora, da larde %slari en h^2Z
bl.ca peranle a mesma Ihesourari. par. seVSL
matada a oera da poete prori.^l, ou pneardcT
que l.m da .er construido sobre o rio C.^Ssriba
em quanlose 0S0 Iws'. pflfeito a pootodetorro
projectada en aubsUtoico. que |, Vhaerr^
da Recia e S. Antonio. O or^mofiV^Sto!
eplanta que leen, da semr de baze .rr^ta
?ao. exutom nesta thesouraria. .unde ospreto.-
dentej1 poierad compadecer par. tudo exioato
beerrtana da thesouraria de feeen
n.mbuco 6 de dezembro de 1861
offici.l maior. MsnaeL*>s.Poa.
examienr.
4te fue-
do de
Deelara^oe.
Con quanto seja eu baldo de
iliterarios, todavto occasies ba
o acanbamento o deixar
arias, etc.,
*7L 'eoe(nonsnou que asrdeos tercei-
nt f, com5eheodlpi as exi.ressao contrarias,
ou irmandades. Alm da que em ordeos tor-
ceira. falla o regulamento citdo. que doUi n.i.
doquerepelir doulrin. d. ord. que elle cito
tol .\ ." T" asdu'Ja- Em ortos, lerceiras
Wlam tamb-m o repertorio de Ferosndes Tho-
crilo* pr0nM0' CB lheer acB,a ocou ,-
rfBn.d,'S,nCCao q,e """"to fea sobre .a or-
fun.?.Ile.lr". d C8.m e S- *' "So tam
a d r^"!!**1' r*>*It ord-n tercei-
i n? di. ? a"" corpor.gao regular, como
re.po.to d 6m UUa parle da P"e
tirer. 'll?10' "' 2**? lOTCer do CaTnM> 0
ni..? B 2 aPro,'c* d P0l*r competente
n!,! fi 8 0,eros*' tomporal, tanto peior
Su.' *". Porquwto nao lm lei. pela
qua Ise regule oeua o.rle, e em ,lt. de le>r>
pecial, ouco-npromtsso seu, nao poda regular-.e
ae nao pela lei commum. em nrlude d
se pode eooteetar esta joao o poder ,
de tomar as Conto, do p.lrlmonio da dita ord
fanto ?CJ,l","d8 a"? Pr Uma sra,ica was-'
d.n' a,a*oraa i"1 *"'. coao e leram evi-
dencia os dous documentos juntos os. 1 e 2 dos
nth8 UUe. "^ pode ms,s er contrarertido
IIZ 'e Pnt r ler- a1d0 J* obec d m
m i T*** P***" ,n.Ju'e. eera este mes
me1 juizo. e a immeTaead. ordam tereetra.
A pretoneo do aggtavaote oppse-ae aos seus
propr.os eslaiutoe pe.u segu'nte moi.vo
O art. 3' do cap. 2" dos oitados estatutos j co-
piado no corpo desla resposta diz qae ao irnJao
la qual nao
e o direito
lem,
conhecinentos
quj ae fjz mistar
_--. ...uirmo o ornar o escruouln
Grate .0 mu.to to.,r,| co.pori.nanto'^b'-'
aenento profe.sor publico da cidade de Goisn-
na. o Sr. Joao Jos Barroso da Silva Jurenis m-
tw22?t22}9mm lh0 Saoclio Xinenio da
Oliveir. Maciel. durante o lempo en que cursou
.V8n? ,8 Pasaaa Pelolabo de ingrato
enaorac.rra.se aa columna, deste jornal (o
/>iurioae/arnon6uco)para public.meoto 01,
n.festir mioha Ingenua grat.do. O meu jorem
Uiho vem de ser approvado plenamente oas ma-
tenas tendentes instruCao primaria: a esse
profassor no-Jeto, digoo compndor de seus deve
res. dero o sea adiaotaneoto.
Relevantes serricos ha essa benemrito profas-
sor prestado a mocidade de Goianna, de uma tal
fonte ra emanando para essa mocidade o sagra-
do nctar que nao pode ser roubado, aiostruc-
tznmm d,queiia c,dade
Ainda p.r. a'.li coatinuarei a mandar o meu jo-
jem fliho Joao. qua aioda nao se ach habilitado
a exame, todava pelo seu adianlameoto se co-
ohece o grande etiii.ee. Coolinue o Sr. profes-
sor oa senda ioceada que os cos sabero pr-
digamente recompensar suas rinud.s.
Pilar de Itamarac 7 de dezmbro de 1861
Antonio Ximenio Maciel e Aragao.
Eleiijo dos juizes e mordomos
que hao de festejar almint-
culada Gonceiyo de Maria,
n > convento do Carmo desta
cidade, no futuro anuo de
1862.
^ ,.. Jerses.
Os Illms. Srs. :
O nomo innao confrad Froacisco Bapsls deAl-
meids.
O nosso irm&o coefrede M.noefFerreira da Silra
Terroso.
' Juizaav
A. Exm.s. Sr.s.
D. Luiza Armioia de Couto e Silr,, mulher do
nosso Irmio ronfrade o lllm. Sr. Antonio Laic
do Amaral e Silra.
do
A noile de aguaceiro, rento variarel
dranle do NE e assim amanbecer.
OSCU.ACXO DA MAR.
Preamar as 9 h. 30' da m.r.ha, altura S p.
nl,mar. "3 b- 40'dard. altura 1.8 p.
qua-
marinha, 9 de de-
Observatorio do arsenal de
zembro de 1861.
ROHArO STEPPI.E,
1* teen te.
Editaes.
O Illrn. Sr.
inspector da thetouraria pro-
vincial, em cumpnmento da ordem do Exm Sr
presidente da provincia, manda fazer publico*
que no da 19 do corrento vai novamente em pre-
ga a obra calcaraeolo da ra do Imperador,
tirapo das Prinrnzas e prags de Pedro II pelo
o4".'A-^vparaleIipipedS 'da em ris....
Jl 2 y O Oip 000.
A arrematarlo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de malo de 1854, e sob as
clausulas e.peciaes ab.ixo declaradas.
As pessoas que se propoxerem a esta arrema-
tacao, coraparecam na sala dis sessoes da junta
da fazenda da mesma thesouraria, no dia supra-
mencinnado, pelo meio dia, e competentomante
habilitadas.
E para constar se mandn afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 6 de dezembro de 1861.-0 secretario,
Antonio Farreira da Annunciacao.
Clausulas especiaos para a arremalaco.
*A obra ser principiada em dous mei
principiada em dous mezes a
cootar da data da arremalaclo e concluida no
prazo da 10 mezes.
2\O arrematante ser obrigtdo a attender as
r*c(amac5es concernentes a boa execucao da
obra feita. pelo engenhairo encarregado da sua
UcalisaQo.
3VO pagamento ser dividido em 4 presta-
coes iguaea, correspondeodo cada uma a nm'quar-
to do valor dr obra, eanetome do orcemeolo ef-
fecluarJo esn as quaolias que foren votadas an-
nualmenle par. esse fim. com o imposto dos
propnetands, e com ss sobras da receita nos ter-
mos do 2o do art. 41 da lei do orcameoto ri-
gente.
4'.Pare so proceder .0 p.gameoto ser a
obra avahad em br.cas qu.dr.das, fleando o
arremaUnte sujsite. peto prego do orcameoto, ao
augmeoto da memu, se o governo ataja aoo-
tender.
5VO srremaUnt's'r obrigado a seguir res-
D. CaroHoa Bilia da Costo Portella mulher do ufl? M^1*"" **',,i*,a. ihIm ao .r. 36 da
.,.. t,-.. .. ...r M n. 28o, e nos man artigor da mesna tei que
Conselho adminislralivo.
d0.r^Ilf adn,D8"*>. para ornecinento
egtotos : gerra' ,eB ""V** w 0bi*
Para a fortaleza do Brum.
1 bandeira nacional de filete pequen..
1 adrice com 32 bracas.
Para o almoxarifado do presidio de Fernando
ik.. i'2e,B DCa de ,aPe* P*'dode 150 fo-
Para o regi.lro da guarde nacional de Santo
o i- Anteo.
JL olfV?m "nC* gm com 80 f0,h lro
com zuu anas.
Quem quizer render taes objectos aprsente
.8 auas Pfoposta, em carta fechada na secretan
do conselmi, s 10 horas da manhaa do dia ti de
crrente mez.
Sala das sesses do conselho administreliro
SLST2.7Jf. *-" *-.**
Btnto Jos Lamenha Lini,
Coronel presidente.
Mexandre Augusto de Fras Viliar
o a M*]or,7Wl secretorio ieierioo. *
Por ordem do lllm. sr. Dr. cheto de polica
oa provincia se faz publico, que. na casa da^-
tongaoseach. recolhidonmTreto, de cebade
30 snnos de tdade, que dis ehanar-.e Lucio C.!
ralcaula. e que se er sere.er.vo fgido, por to
sido encontrado com uma correte ao
ao passar a ponte dos Carralho, no
TuSbOa
zeml7.eer6?.P1Cad,PerM,nl,,M0'7 de -
O secretario,
Dr. Joaquim Jos de Campos.
oaT P8la ,recebedori de Tend.. interne, geraes
se fax publico que no correle mez s fi*ndT*
pr.zo da c.branga no domicilio dos coniri.uietoa
d tMoTSl1"?0*1,0' ?""" -rcicto
fArn. 1I1 J dos PrP'>o* nacion.es
^ s-6 r00'- de ma""h. dcima addicional
de n ao mora, imposto aobre lojas e casas rt
descont, dito especial sobre ca.as de more
roup.s. etc. fabricadas em p.iz estrangeiro.J
S2nto,0d re b*rC0S nlerior e *"" d0 ws "
depois do que seguir-se-ha a cobranc, exec
Oulro sin qua no referido mez se linda o craza
do pagamento na repartigio do primeiro so.
tro. Iivre de mulla, dos impo.tos.eguintes
lenles ao exercicio de 1861
IV. a d6*con,. etc- Posto especial Je,e
e;tVandgeetrmo:m8' rUP"' ** ^SCSjE
tsrCendH,a de Pflrn"b"C0.4 de dezembro a
la Laro?da. adr' MaDel CafDeiro So^
Consulado provincial de PerrAmbucOv
Pela mesa do consulado proviocial se faz pu-
rbaoo. das
e da des Afogados que o
pescogo.
termo do
a.ISSz. decima
prior compele toda a jori.dicgso soere o lempo-
rln?.'?A*9a4i6aC*'' <^^,, de conforma
con os rolo, dos nais rmeos da mesa. No mes-
u,0aa^i!laCCreaCeQ^,9 1ua Mttil rma Prior
tocar* sonpr a pcesideaus.aas ditas cousas.comn
cuja dsuthua eu- nio Italia raza o para
reiro,
nao oboaeeer. decid a queslao qaofei subineuida
^ a?.m;'l JuUnto. facilitando es partes o,ecur-
eeirus da Bafeia. este, M^mMomr^\Vl2^ 22t^l ra"aBBa. come toginmoa ,u.
w ato nerns per*** toroearo desto ndede mbT T2S2L ?*?** **>**'' dactole so or. M
baerr.nuia aes cil.io. arieoa de 6 a 7 de fa-eT S.%e/aT^.i?irTeu.u'*oa8,Iuaicou",co',D
tu. a. ii^.l..^. 1 llH*,m M* q-+e tocan ao espiritual, por-
nanda no cap. 3*. mas en tudo o mais podar
vante nao poda eteroer a diretto que ae altribue I
fio^e aordem toco* ira daq-ie ^ utU. i
Mar, ueu a oditox-se que pa aMVoa-
Ben
no o
eu mesmo
1 que serla mi, commodo proceder ce- teneos.
pwMoaria sasin no tonprj a^ respeito ao oovirrwnoficos^miwra/u,
aM^S'J009''9 WW *ttaol conrier a0 bei
pora4 u,rMlra. e "u gtoituogolUico e Um-
tn??:"***1 MU ****** a.ne.nas estofa.
tos da orden. re*Toaheeem exjwoocU do noaer
I. e a auatompetoucU p.ra mandar^ pro-
e dizam
da orileo,
Juires nrotaeleres. a.. 1. .
*.S protectores.
Os lllm*. Srs. :
O nosso irnj.o confrorWDr. Atoxatrdre de Souza
Permra do Carmo.
Dr. Manoel do Nasdnreato Machado Portella.
'' "Ihisnrs protector.,.
As Exmas. SreS.
D"mu'.d#2"ul,..8i,l,6*'m",bw dno"> rf4
%.cto.;sntodeetoJririrhec do ium-s^
. Murdonaa.
Os Illms. Srs.:
Lourongo de Barros M.rmrro.
Carito FraoeUco das Aojos Martina Panto.
Joto Garlo. Lumachi da Mello.
as arrematagPS.
A nedra deve ser de frrsrto 00 aot re pe-
dr. no raoito boa qual.dade igualmente dura.
7".A, pedras serao neeotada. sobre um. ca-
rnada de .rgamisM terreno ere sdeaoo, a denoto aerea pmdee eom
blico aos proprietarios dos" predios urbaooa t
regueziasdesla cidade e da des Afogados que o"
tnnta das utois par. eobr.ng*. t2ca do c.Sre
rVnto ifir?!68'?^" eCmH d- anno o.nceirocor:
rento 1861 a 1862. se principien a contar do dia
3 de dezembro nndouros a que tamben nemaa-
t^d^T4 d Primeiro semea-
tro do imposto de 5 % sobre es rendas tos ocas
de raw pertenceotes a corporsgdes de mo morsa
a *.do consalada provinciaLia de novemOro-
de 18M.-Theodoro Hachado Freir Pereira a>
Gollectoria >rovinciai de
OUniia.
. aeI Pf^pn'e'- public, par. conheetmen-
todos nteressados, que do di. 3 de dezerjrtro
prximo futuro principia a contarse os 30 dia
otis p.ra a cebranq, doimpo.u, da decima ur-
bana do l. .enewre d. ajr,0 Ooooce-ro de 1881
a 62, os quaes lindos paRarao 03 cdniribuinto. que
nio comperecerem era dito prezo a multo de Ir*
por cento conforme determinado no roga*^
te respectivo^ eo mesmo pre serlo toualmente
cobrados os inuo^tos laogados sOtjutoes .^ 4 0,0
sobre j alegue! da ca de negaetos e oir^,
tst.belecimeeios ; 80|0 sobre o atogoel doaeo-
cripiories doaadwge.ios, tobellttes,. e>crias
. j 5 O sobro o elogie! dea eeto#d^ parS.
010 da, corporegdes de mao-noria ; 10 0,0 das
gurdenle, do coosumno, e imposto sobre car-
ros de pass-io. atoguel a Ordea*.
kr^l !^T* W^luctoHa Ollnd. 28 de aar-
ro de 1891.O escribi.
um mego psado
I-.b BYrdrwatstrto' ser ebrigado botar umi
carnada de argamasas liquida por cima d.s mes-
mM pedraa.^rar. lea *THSheaeintersMida. '
9*.-0 dr^ro aqu meocioo.do derer f riclair
qa.rqot etv/rroqu* seja precisofater em teren-
tar o dfroa dS.rna,.
10*.--Pf4o ser atteedids r*aaee*- elgans ei^ru
ge!V177i;i!i5,;,,,H" ***' *****^ aiUbT<
ipuforme. -o'soratorw, Antonio Fttreira d
Anauaera^ae. **nti stt
os Srsr
ptio desla compaohia
a receberem no
o 8* diridando da
Oa directora,
JasP. d.Cenha.
Txioniz o Porta. .


T-
M
I mjMo 9*19*9k9*C6*. TE.M-mi.
.4.
Sania casa ^e Misertcer-
dia do Recife.
O-iUm.Sr. tbe^ure*e>*eoler inlerioe da San
U caaa de Visrico****4o Artife, mas da faxerpa-
blieo que do dit O do prximo talara roer, de
deiaa.br pelas tOhoteade, saenha, aa casa dos
expoatos, pega-8ea-rts#e<*v.8s rfcaa que forem
acoiapanhsdua daseran^sas oaeosaluades ven-
cidas *i30 o setembr* ulumo.
SecreUiia da Sania Gasa d Misericordia do
Bacila, 27,enoveaubre de 1861.
F. A. CaaWoaati (htuteUv,
gsovio.
' Consulado provincial.
Quedar da consolado aban asignado cl-_
Dliflca aoa proprietarios dos prdioe urbanos do i
Municipio-deOlinSa que nao teta aido traba I ho
Mu. alteracoe dos lancamenios que se puoli-
caraaa ueste Diario, e que por ala circunstancia
deverao dhiRir-ae, no caao de reclamaren! seus
duvttes ees ens?regados da repartico cooapeHea-
4e. Recite 9 da fiambro de lot. '
Demetrio de Guasso Coelbo.
?J^j^

J Taberna confronte a igrejade
S. Jos do Manguioho
lessageries impeiiates. *~ "A
DAS
Agencia ra do Trapiche n. 9.
Ai^bT 14 d crrene espera-ae da Europa
o vapor arancel ExtotsAOR*, coramaodante Au-
ber^u.aaat.dfipais U demora do costme legui-
r para o Rio de Janeiro locando na Babia para
paasageaa etc., a ualar na agencia.
t taa*JaaJaxsaV
__
Quarta feira 11 do corrente.
Aaiuaes (ar leilo a requerir enlode Antonio
de Moura Fernandesde Alnaeida e descacho do
IUm. Sr, Dr. jui especial do commerciu, da ts-
beroa sita em S. Jos do tfaoguinbo confronte a
igreja, p.erieoceote a Antonio de Abdrade Coc-
deir, no dia scima refrido as 11 horas am
ponfo., ,,,
i apeo. '
COMPANUM BRaSILEIRA
DE
9 odia 21 .do crrante esperado dos partos
do norte o vapor nacional Paran, commaodao-
t Alcanforado, o qual depois da demora do eos*
tume s-guir para os portos do sul.
Desd j recebem-se passageiros. e engaja-se
a carga que o vapor poder coaduzir, a jual de-
vera se embarcar- no dia de aua chegada, diohei-
ro a Treta e encommendas at o dia da sabida i
2 hora da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Azevedo & Mendes.
DE
Presuntos americanos recen
temente desembarcados.
i
Madama MiJdendorp,
Ba do Crespa n. 15.
- precisa da coatureiras babeis para trabalhar a
jornal.
Alaga-se o teroeiro andar do sobrado da
Cedria do Recite 13; tratar na mesma.
-
Gabinete medico ctrurgico.
S Ra das Flores n. 37.
Serio dadaaconshltas medlcas-cirurgi-
eas peloDr. Esterad Gavalaoil da Alba-
querque das6 sslO horas da manha, ac- 9
cudindo sos chamados com a maior bre- o)
vidade possivel. *-" 9
** Partoa.
S.* Molestia de elle.
S.* dem do olhos.
' 4.* dem dos orgaos genitae. i
m Praticartod qualquer peracao em aj>
aa seo gabinete ou em caaa dos desale con-
a) forme Ibes fr maii conveniente.
Sr. Jao Hyppolito de Meira Li
ma, queira apparece- nestatypographia
que e Ihe precisa fallar.
-se
Pela adoiinisiracSo docorreio desta ci-iade
fas publico, que eos virtude da convenci pos-
tal celebrada entre oa goveros bresileiro a fr
caz, serao expedidas mal para a Europa na da
15 do curaeule, deOLqtucmidade com o annuocio
deale crrelo publicado, no Diario de 9 de feve-
reiro deale anoo A cartas serao recebidasduas
horas Balea da que or arcada para a sabida do
f aoot,. os joraae ot. horas antas.
.Correio de Paroanabuce W .de dezembro de
1861.O administrador,
Domingos dos Passos|Miraada.
Tela subdelegada de S. Jos do Recite se
faX publico que inda seacham presos na casa de
detenco os pretos Antonio, que declarou ser es-
CTsvo de D. Justina, senhora do engeorio. Ijrua,
eManoel que nao quiz declarar de quem escra-
to : quem se ju'gir com direito a elles compre-
la nsta soodflegara quo Ihes serao entregues.
-Subdeleeacis de S. Jos do Recito 7 de dezem-
bro oe 1861.Antonio Robre de Almeida, subde-,
leiridr. snoolente E esfera lo dos porto do sul al o da II do
icgiuu p|r correte um dos vapores da companhia, o qual
No dia 4 o correte foi apprehendido por | depois 1a demora do costume seguir paraos
esta aabj^gtcia um qosrtao ruco ac : quem portos do norte.
O agente Pinto vender no dia terca (ira 10
do correle, as 11 horas em ponto, no armizem
do Sr. Annedefronte da alfaodega, 30 barricas
com presuntos ensacados, de boa qualidsde^e
em lotes vonude dos compradores.
.
Iftb*p(j

COMPANHiA BRASILEIRA
DE

f43PI?IS -Vt:P().
C" .~... <- .... n.,,1.1. .1.. ...1 .l n rl. 14 dn

11
.-O*
10 comparec nesta subdelegada,
egacia deS. Jos do Becife 7 de dezem-
.Antonio Nobre de Almeida, subde-
de supplente. J

Atios marmotos.

Para Aracaly e 4ssii.
Histe Deus Irmios : para Carga trata-se com
Mirtina & Irroo, ou com o mestre Joaquim Jos
da BHveira.
1 9
6 hiate Novaes segu com brevidade, recebe
alguma carga e escravos a frete r trata-se com os
consgnetenos Marques, Barros- & ., largo de
Coipo Santo n. 6.
Maranhau c Para.
O patacho Paulino segu com brevidade, o
pode receber alguma carga : trata-se com os con.
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo o. 6.
Rio de Janeiro
O brigue Cruzeiro do Sul recebe tambem g-
neros esiraogeiros a frete : a tratar com os con-
signatarios Amunes Guimariea & C.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder coaduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada, en-
commendas, dinheiro a frete al o dia da sabida
aa 2 horas : agencia na ra da tirar, n. 1, escrlp-
torio de Azevedo 4 Mendos.
Rio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro aabe com brevidade o
brigue nacional oiqueira, j tem parte de aeu
carregamento prompto, 'para o restante e escra-
vos a frete,- trata-se com o capillo do mesmo, ou
com Darid Ferreira Bailar o ra do Brum ?. 66.
Carrocas, bois. encerados
nMwieira.
Sabbado 14 doeorrente
as 10 horas.
No dia e bora cima mencionado haver leilao
de doas earros novos de con luzir generas a imi-
ta cao dos da alfandegs, fetos systema alleaou,
os quaes carregam maia de 300 arrobas e poden
ser puchados por um e maia boia.
6 bois manaoa e acoslumadoa com o trabalho
de carrocas.
12 pra'nch's de aicupira e oitietca, madeira
eecca e em bora astado.
2 grandes e bous encerados que podem servir
para os meemos earros ou para eaooas, n praca
do commercio em frente a igreja do Corpo Saato.
Rio de Janeiro
pretenie seguir com muila brevidade o brigue
escuna Jevea Arthar,tem parte de seu carrega-
mento prompto : para o resto que Ihe falla, tra-
ta-se com o seu consignatario Azevedo & alen-
des, no seu escriptorio ras da Cruz n. 1.
Maranho.
Segu em poucos diaa o palbabote nacional
Santo Amaro, capitSo Manoel da Silva Santos,
para alguma carga que anda pode receber trata-
se com o seu consignatario P. L. de O. Azevedo,
rus da Madre de D Para o Rio de Janeiro sahira' bre-
vemente o brigue nacional Mara Isabel,
de primeira classe, recebe carga e frete
e escrvos; trata se com Domingos Fer-
reira Maia, ra do Apollo n. 8.
Babia.
Para a Bahia segu era poucos diaa a escuna
nacional Carlota, capito Luciano Al vea da Coo-
ceicao, para alguma carga que ainds receh" ts-se com o aeu consignatario Francisco L. :s 0.
Azevedo, ra da Madre de Daos n. 12.
Leilao
i
l FERREIIU MUELA
AjtpaA-txBr**
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba alo Cabasa n. 48,*. andar,
entrada pelo pateta da matriz.
Retratos por ambrotypoypor melalnutypo, d-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos psra
pulceiras, Blfin^tes ou caasoletas. Na mesma
casa- existe um completo e abundante sortiment
de artetactos'frincezes e americano para: a eol-
io caga o dos retratos. Ha tambera para este mes-
mo m caasoletas e delicados alfinetea de ouro
de lei; retratos em pholographia dad principSes
persooagens da Europa ; atereoscopos e vistas
stereoscopicaa, assim como vidros para ambrotypo
e chimicas pbotographica.
ndice alfabtico
das lei, decretos, avisos, e consultas do cooselho
de estado sobre assemblas provipciaes, por
Ovidio da Gama Lobo, bacharel em scienoias ju-
rdicas e sociaes pela Faculdade do Recite, e se-
cretario do govaroo da provincia do Maranho.
Aaaigna-se na livraiia da praca da Independen-
cia os. 6 e 8 a 2J o exemplar.
das preta crioula, de idade 40 anoo, boa cozi-
nhira e lavadelra de rop, por um moleque de
14 a20 annoa, que aeja bastante ladino e bonita
figura : quem pretender fazer esta negocio, diri-
la -ae a ra Nova n. 20, que achira com quem
tratar.
Boga-se instantemente aos abaixo declara-
dos sea sompsreeimeoio loja n. 90 B da roa do
Crespo :
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
leon que da Fonseca Coilinho
Lucio Alvea oe Oliveira e Silva.
Joaqun) Carnelro Leal.
Manoel Jernimo de Albuqaerqne. |
Joaqnim Manoel Pereira oe Lyra.
Carlos Augusto da C. Ribeiro.
Sooza (typographo).
Roga-ae ao individuo que quer lhe deca-
rem expressamenle a qoem ae referem as allu-
soes do aenuncio do Diario de 2 do crrante, que
entenda-ae com o frango nuelo que Indo lhe ex-
plicar, bem como que naquelle annuncia deve
ler amasia, m lugar de magia, e que o yoyo de
que falla nao o do oarrario, e sim o que lhe
deu e cavsllmho em compeosaco..... bem sabe
o frango de que I
Carlos Luit Cambroone, subdito francez,
vai ao Rio de Janeiro a negocio de sua empreza.
Aloga-se por commodo preco ama casi em
Cachaog com bous commodos, bastante fresca, e
com baohelro no rio ; a tratar na ra do Collegio
n. 83, primeiro andar, ou na ma do Qaeimado,
Ibja n. 34, dos Sn. Lavra & lrmaoa.
Manoel Pereira Francisco de Andrade, sub-
dito pofiuguez, reiira-separa Portugal.
Pede se ao Sr. Jos alaria Pedroso Lima,
passageiro do patacho portuguez aMaria da Glo-
rias ltimamente chegado de Lisboa, o favor de
chegar ao escriptorio de F. S. Rabello & Filho,
visto ignorar-se sua residencia.
Quem tem penhorea em poder de Narciso
Jos da Costa ou de seuscaixeiroa lenham a hon-
dada manda -los tirar do praze de 8 das, e os que
nao forem resgalados serao vendidos para paga-
mento dos mesmoa para que depois bao naja re-
cia maca o, visto que parte del les slo muito'dn
tigos
Sitio para alagar.
Aluga-se urna excellole easVeom cocheiri e
senzatT, no lugar dos HeaVeMo ; a trur com
A. V. da S Barroca, em Bemca, ou na ra da
Cadea do Recite n. 4.
Precisas de ao hornera, nio menino,
que esteja habilitado, para enaioar meninos a ler,
escrever e contar,ornaras casa particular aqi
perlo da praca : tratar na rria Direits, cas nu-
mere .
O abaixo ssiignado, com leja de trtaro
gaetro na toa daa Trincheiras 1. avisa as
petaoas que tem obras Concertadas de tartaruga
em sua loja desde o aaoo de 1858 a 60, leeham
a bondade de vir busca-las at o fin* do correte
anoo, e nao o fatendo nesta praio ficaro seta
direito alguna s meamae visto que ellas por
antigs, pouco ou nada alea.
Recite, 5 de dezembro de 1861.
Manoel Jos Soares Guimirias.
Ama.
Precisa-se de urna mulher forra oa escrava,
preferindo-se esta, que entenda bem de cosi-
nhar: ae agradar paga-se bem, oa ra do Qaei-
mado n. 37 ae dir quem quer.
Attencao
re-
i
1
a
I
Fartaram do abaixo asaignado am
logio de ouro patente inglez, coberta de
n. 7191, autor losh Pealinglon 4 um
trancelim do ouro: quem dalla aouber
ou der noticia dirijt-ae ao largo do Corpo tt
Santo loja de cabos de Aotooio da Costa o
e Silva Maduro, que ser generosamente ja
recompensado. K
Livros de direito.
Club cominercial.
COSTANHIi PERJUSBiaiU
DI
Havegaca costeira avapor
Parahiba. Rio Grande do Norte,
Macau do Assu', Aracaty e Gear.
0 vapor slguarsss, commaodante Vianna,
sahir para os portos do norte de sua escala
al o Cear no dia SI do correte mez s 5
horas ds larde.
Recebe carga at o dia SO ao meio dia. En-
commendas, passageiros e dinheiro a frete al -
diada sahid as S horas: escriptorio no Foro
do Mallos n. 1.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiate Lindo Paque-
te por ler grande parle de seu carregamento
contratado ; para o resto trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alves & C, ra da
Crux n. 27.
Sexta-feira 13 do corrente,
O agente Pinto far leilo a reqoerimento dos
administradores da massa fallida de Siqueira &
Pereirae por mandado do IUm. Sr. juiz especial
docommercio dos objectos abaixo declarados per-
tencentes a mesma mssa a saber: '
Urna casa terrea n. 6 sita na ra Nova, com so-
lio e bastantes fundos, a qual rende 1:000$ an-
nual.
Urna dita sita na ra de Pilar o. 26.
Um terreno no Monleiro lugar denominado Ga-
bor, em que est edificada a casa perteocente
a viuva do R"go Rangel.
Um dito oo mesmo lugar, iuoto ao terreno per-
teocente ao Sr. Filiope Ri 1 lis Maciel.
Um dito na estrada do Monteiro junto da cass do
Sr uiajor Antunes.
Um escravo pardo pornome Leandro, de 18 ara-
os de idade.
O leilo ser effectuado s 11 horas do dia ci-
ma mencionado na ra da Cadeia do Recife n.
9, primeiro andar, onde ae puder obler do refe-
rido agente qualquer informacao a respeito dos
mesmoa objectos.
O agente Pinto far leilo por coota e risco de
quem pertencer, de um grande porgan de li-
vros de direito os quaes aero vendidos seto re-
serva de preco, al hora da tarde de dia cima
mencionado, em seu escriptorio ra da Cadeia
LEILAO
Quarta-feira 11 do corrente.
PELO AGENTE
Jos Diaa Brau lio far leilo por interveneio
do referid) agente, no dia cima deaignado e pe-
las 10 horas da manbSa
DOS f
Gneros existentes em saa taberna da ra da
Lingoeta n. 5, em lotes vontade dos com-
pradores.
O leilo ter lugar na mesma taberna.
pariHilar de rhetonca.
O acadmico Manoel da Costa Honorato tem
aberto as aula de eluquncia e potica nacional
para habilitacao dos estudantea qee quizerem
prestar exame de ditas materias no futuro mez de
marco, na ra Direita n. 88, primeiro andar.
Aranaga, Hijo & C sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
8
LEILAO
DE
toncas.
Movis, crystaese
Quinta-(eir 12 do corrente.
PELO. AGENTE
? radar icGautier,cirurgiaodentistss)paz
todas as operaces da sua arta scolloc
deDtesartificiaos, todocom a superiori-
dad* eperfaic o que a s pessoa san tendi-
das lhereconhecem. gg
rea iguae pos den tif riciosatc.
REAL MMPAMHV
DB
Paquetesinglezesa vapor
Ne dia 15 do corrente espera-se do sul o va-
por aOneida,> eommendante Bevis, o qual deoois
da demora do costme seguit para Soutnsmp-
ton tocando or>f portos da S. Vicente e Lisboa,
para passagens etc., trata-se com os agentes
Adn son, Howie & C, na ra do Trapiche
vo n. 41
N. B. Os embrnlhos i se recebem al
horaa antea de se fecharem as malas ou
hora aritos pagando um pataco alm do
_pectivo frete.
DB
Farinha de trigo
(com avaria.)
Quarta-feira 11 do corrente.
Henry Forater j C. aro leilo por interven-
co do agente Pinto e por coota e risco de quem
pertencer, de cerca de 200 barricas com farinha
de trigo, recenlementedescarregadas. as 11 ho-
ras do dia cima mencionado em seu armazem
no caes do Ramos.
No-
duas
urna
res-
LEILO
Hoje s 10 horas em ponto.
O agente Pinto far leilo a requerimenlo de
Arckwighi C e por mandado do IUm. Sr.Juiz
especial do commercio, das fazendas, armaco e
maia objectos arrestados a Braga & Lim-, exis-
tentes na loja sita na ra Direita n. 68, as 10
horas em ponto do dia cima meo^oado.
LEILAO
DE
MOVIS.
Rio Grande do Sul. j ru a* imperatm n. 9.
Sogas com brevidade o brigue nacional Firma, Quinta- feira 12 do COITente.
inda recebe algo osa carga frete : a tratar com ___a___,, _
Antunes honrado com a cenQanca do lllm.
Porto
Segu ao dia 12 doeorrente a mu veleira bar-
ca portuguesa aSympaibiaj) por ter a sua caga
ar^ropta, aomenie recebe passageiros ; a tratar
caavoa consignatarios Bailar t Oliveira, ra d
CaaeU n. 12
ainda
os couaignelarioa Marques,
Corpo Saoto o. 6.
Barros di C, largo do
tt baabaiH
Rio de Janeiro
segu brevemente o brigoe nacional Adelaide,
de auperior marcha, por ter alguaa carga j en-
gajada : quem oo meamo quiser rr*ge'r on i1-
de passagsm, dirija-a* a Bailar & Otf'ri", rn
da Cadol 4o Becife o. 12, oo com o ctfit
iwsc*.
i
Sr. Simio de Ssmpaio Leite que se retira para
o Rio de Janeiro com sua Exm.a familia* far, lei-
lo oo dia cima mencionado em casa de' sos
residencia rus da Imperatriz n. 9. outr'ora aterro
ds Boa Vista, dos aeguintes objectos :
Urna rica mobilia t Jacaranda com lampos de
podra.
Guarda vestidos, toilete, lavatorio com pedra
marmore, bercoa, cabides, commodas, camas de
casal com todoe os perteaeee, bidets cadeiraa de
seregeira, marqnezas, gaarda-louca, masas elsti-
cas, louca, irens da eoanba, guarda-comidas,
lavatorios de ferr com perlences, costureiros,
urna encllenle buroba 4 japy algumaa machi-
nas para costura, e mais obiectos ds .cas, enfa-
duoode mencionar bem como #
Um bom escravo da <4 annoi do idade, es-
colente coiinheiro, u 11 horas em ponto.
PESTAA.
No referido dia pelas 11 horas da maohaa, no
armazem da ra do Vigario n. 11, haver leilo
DE
Movis de diversas madeiras. feilios e gostos,
taoto para mobiliaa completas, como para ob-
jectos avulsos, e asaim mais vidros, cryataes,
loucase apparelhos de porcelana e metal, que
ludo ser vendido a procos commodos para os
concorrsntes.
LEILO
A 12 do corrente.
Izidoro Halliday &C. faro leilo por inter-
venc.io do agente Oliveira, por conta e risco de
quem pertencer, de 100 barra de veruiz de alca-
tro, indos prximamente de Liverpool, pelo
brigue inglez cGlaucus :
Quinta-feira 12
do corrente, ao meio dia em ponto, no armazem
baro do Livramento, administrado pelo Sr. An-
tunes, no Forte do Mallos.
Avisos diyersos.
Os Srs. assignantes ueste Diario do
Cabo, Ipojuca-, e Escada, que estSo de-
vendo O importe de SuaS asignaturas,
hajam de sastifaze-las para que nao
seja suspensa a remessa.
4lmanak da provincia
Estando a confeccionar se o almanaa
desta provincia, roga-se as pessoas que
costumam ser contemplados de manda-
rem seus nomes, e qualidades de oceu-
pacao a' livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia at o dia 15 O corrente
em que se deve lechar.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os donos da roupa do nmeros abaixo decla-
rados, podem mandar buacar aa roupaa queesio
prometas: 90.158.2S3. 279. 216. 232. 272. 203.
132. 125. 243, 3.157.141. 42, 2?4. 128, 202,128,
271, 74. 9..- A
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATBICO
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SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das aeguintes molestias :
moltitiat datmulherts, moleiliat da$ erian-
cat, molestias da ptllt, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticat, todas as especies de feotes,
febrts intermitientes a sua* eonsequsneias,
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Verdadfiros medicamentos homeopathicos pra-
Saradosom todas as csutels S oecessariaa, in-
illiveisem seus effeitos, tanto em tintara, como
am glbulos, pelo preco maia commodoa poa-
aivais.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anicamente rendidos em aua pharmacia ; todoa
que o forem (6ra de lia sao falsas.
Todaaascarleirss sao acompanhadas do am
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor aa seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
;ual mente na Hala dos medicamentos que se pa-
, As carteiras que nao levarem esse impresso
isaim marcado, emboratenbam natampa o no-
no do Dr. Sabino sao talaos
Una casa fm 01 inda-
Aluga-se urna exrellente casa em Olinda, sita
na lateira do Varadouro, pelos tres mezes da tes-
ta, teodo grandes commodos para familia : a tra-
tar na R-cifo, roa Nova n. 50, primeiro andar.
0 Dr. Joaquim Joi de Campos, secretario
da reputico da polica, continua a advogar nes-
ta praca, e deve aer procurado em sua casa n. 33
da ra da Imperatz, antes das 9 horas e meia
da manha, e depois das 3 e meia da tarde dos
dias uteis. aa)
Francisco Baptista Marques Dias, subdito
portuguez. retira-se para o Rio de Janeiro.
Aloga-se o segundo andar e soto do so-
brado o. 33 na ra larga do Rosario : trata-se na
loja do raesmo.
Aluga-se o sobrado de um andar e arma-
zem na ra da Uoeda o. 33, concertado e pintado
de novo : a tratar na ra da Imperatriz n. 53, se-
gundo andar.
Sociedade bancada.
lo n; ir ii
manha,
Hoje pelas 8. horas da manha, se
extrbira' a quinta parte da nona lote-
ra da matriz da Boa Vista desta cids.de.
O thesoureiro,
A. J. fcodiigues de Souza.
Amorim, Fragoso,Santos & C.sacam e tomam
saques sobre a praca de Lisboa.
Alogam-se o primeiro e segundo aodarea
do sobraoo na ra do Amorim o. 39 ; a tratar na
travesa da Madre de Dos n. 15.
Na ra da Imperatriz n. 23, primeiro an-
dar, precisa-se de um bom ofcial ae marci-
nelro.
Aluga-sa o segundo andar da caaa n. 183 de
ra Imperial, e o segundo da ra da Imperatriz
n. 188 : a tratar na ra da Aurora o. 36.
Saque sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira a Filho sacam So-
bre Lisboa no largo do Corpo Santo n. 19.
BHM (CMITIIC
Sobre a liagem ao Brasil em 1852,
DB
Carlos 8. Mansiield.
POR
A. D. DE PASCUAL.
Acha-se noamente aberta a assigostura para
esta excellente obra em doua voluroea, ntidamen-
te impresaos, dos quies 0 prim*iro est j publi-
cado. A* pessoas que desejarem possai-la po-
dero dingir-seao escriptorio da ra da Cruz n.
45, 1 andar. Preco da obra completa 5f000, que
seto pagos entrega do orimeiro volme.
Jos Domiogues Goncalvea retira-se para
tora da provincia.
Manoel Pereira Freir de Andrade, subdito
porlaguez, retira-se psra Portugal.
Precisa-ae de um eotao bm claro, depen-
dente, e tambem servo metido de ama ; aa
ros Bella n. 11 se dir.
A reanio familiar do correte mez le- '
r legar na noite do dia 14.
A directora espera para tornar mais
apraziveis os momentos de distracao ere-
creio que deve o florecer esse di vert men-
t, que os Srs. socios e suas Exmas. fami-
liaso deizem d comparecer, porque se
a simplicidad^ adoptada pela sociedade
no que diz respeito aoa toletadas sen ho-
ras pode de alguma sorle tornar menos
faustosa s reuuio, tirar sobre' modo
supprida essa falta pela maior coocur-
rencia, verdadeiro brilbo e adorno dos
, saldes de ama sociedade, que se dirige 2
aos fins a que destinado o club com- '
1 mercial. @
# ^.^ ##
0 abaixo assignado testamenteiro
da finada Juliana Maria da Conceico,
que residi na ra do Caldereiro n. 86,
taz publico que elle e o nico compe-
tente para gerencia de todos os negocios,
tendentes a' massa da fallecida.
Antonio Maria O'Connell Jersey.
Arrenda-se o sitio oa Passagem, entre aa
duas ponles, defronte do Cajueiro, de A. J. de
Mello.
Francisco Antonio do Reg Mello vai ao nor-
te do imperio com o tira de tomar ares: se al-
guem Uver de seoppor a esta visgetn, qneira de-
clarar por este meamo Diario afim de o mesmo
senhor ae entender com elle.
Tem de ir praca por venda, na audiencia
do Dr juiz de orphos no dia terca feira, 10 do
correte, a casa terrea n. 62, na ra de S. Mi-
guel, na povoaco dos Afogarfos, pelo preco de
700J, a requerimentu do iuventarianle do casal
do tallecido Manoel das Yirgens Ramos.
Boa gratifica cao
Na noite de quinta feira, 5 do corren-
te, fugio ou fui tarara da escada do so-
brado n. 30 da ra das Crzes, um
porco, capado grande, tendo na espinha
dorsal urna esfoladura, e a orelha direi-
ta cortada, e levou um& corda no pes-
coco; quem o trouxer ou der noticias
certas na mesma casa, sera' generosa-
mente recompensado.
Concertam-se carros e carrocas,
na ra Imperial, sitio do Tveiro do
Muniz.
Attencao.
A antiga cocheira d'alem da ponte da povoaco
de Beberibe coolioa a receber carros e cavallos.
Um segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praca da Boa-
Vista .- a tratar na loja de calcado na ra da Im-
aperlriz n. 46.
Aluga-se ama casa na povoaeao do Mon-
leiro para se pascar a festa, e tambem um ptimo
aitio oa Torre com o banho porta, e outras com-
modidades : a tratar rom o Sr. Jos Azevedo An-
drade, na ra do Crespo, ou com Jos Marianno
de Albuquerque.na estrada oova do Cachaog.
-
Pede se ao Sr. Dr. Joaquim lvino de 01
Moraes Carvalbo, que quando vier so Re- f
0t> cite faca favor de dingir-se ra do Crea- fije
po o. 8. 9
^^-*
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
Pede-se s ceno bacharel que receben cinco
mezea dealuguel de ama casa sita na ra da Ciaz
do bairro do Recife para levar ao proprietario, e
o nao fez, queira mandar entregar esta importan-
cia para que ne appareca este negocio ao pu-
blico.
AbihoFernandes Trigo de Loureiro leva ao
coohecimeolo do respeilavel publico, e prot-sta
solemnemente perauteo mesmo, por al, e como
natural e legitimo administrador da orpha sua
flUta liara da Gloria, pela insaoavel nnllidade
de diviao da aeco de aonullacSo do aloramento
das Ierras df uominadaa Pitangueiraa, que o res-
pectivo senhor directo, o Czm. Sr. viscoode de
Suassuna, parece querer intentar, ou talvez j le-
vou a juizo (separadamente) contra um dos co-
herdeiros, o Sr. Dr. Julio Barbosa de Vasconce-
los e sua senhora, a quem (ex cilir para esse Um,
ha dez dias pouco mais ou menos, sera todava
ler ainda faito citar para o mesmo Qm ao protes-
tante, por ai o como administrador de sua dita
IMM;
Becife 7 de dezembro de 1861.
Precisa-sede um faitor para um sitio de
pessoa egtrangeira, em Sanl'Aona|: a tratar na
ra do Trapiche-Novo n. 42.
O Dr. Manoel Moreira Guerra transferio o
seu escriptorio de advocacia para a ra Nova n.
50, primeiro andar, onde reaide, e oode poder
ser encontrado a qualquer hora do di para o
exen icio de sua profiaso.
Thomaz Jote de Oliveira tem contratado
comprar a armaco que loi da loiade fazeodasda
roa do Livramento o. 38 : so alguem ae julgar
com direito a ella rec'ame no prazo de Irea dias.
O Sr. Domingo* Jos d'Avila, queira dirigir-
se a esta tyeographia, negocio que lhe diz res-
peito.
Acha-ae para alagar doas aodarea do so-
brado da roa da Jmpevatriz n. 39: quem preten-
der dirija.se a mesma caaa.
Carvalho, Nogueira & C. na ra
do Vigario n. 9 primeiro andar, sacam
sobre Lisboa e Porto.
Mestre para o
mato
,
Offerece-se para ensinar meninos em algara
engenho, urna pesaoa muilo habilitada : a tratar
na ra ae Apollo n. 43, coa Ileorique SaraUa de
Aravjo e Mello.
Jos Das Braodo, achando-se baoslante
encommodado de sua saude, retira-se para tora
da provincia, e por isso vende o seu ealabpleci-
meoto de molhados, cito ra da Lingoeta n, 5.
Esta casa j pela sua boa' localidade, por ser ao
peda estago do desembarque, aonde concorrem
mariobeiros de todas as Decdes, torna-sede mui-
ta vsntagem para qualquer ptiocipianle, mosmo
por que tem poucos fundos.
Precisa se de um
caixeiro
D-se sociedade a urna pesaos que techa pra-
tica de loja de miudezss, comanlo que o sea
com porta ment assim o exija quem pretender
dirija se a ra da Imperatriz n. 46, loja.
Aluga-se o armazem do sobrado da ruado
Apollo n. 47 : quem pretender dirija-ge a Jos
Antunea Guimares; e aa chaves se acham^no
deposito, ra da Sanzalla-Velba n. 48 para ver.
Acha-se para alugar o primeiro
andar do sobrado da ra da Aurora n.
44 :. quem pretender dirija-se a ra
Nova toja de Bastos & Reg.
Attencao
9
9
9
9
9
s
% D. Maria Joaquina dos Santos Abreu,pelo *j>
preseute previoe aos seus inquilioos daa 0
fe) casas terreas na ra da Mangueira do ba-
f) irro da Boa -Vista n 5, na ra dos Pires o. aj>
% 21, e oo beeco do Pociobo no bairro de S. @
fj> Antonio o. 21, que nao paguem os alugueis J>
ao marido da annauciante, Manoel Feliz de 0
sj) Oliveira e Silva, ou qualquer outra pesaoa tj)
aj que se aprsente a recebe los sem procu- *f)
Sa data posterior so presente annuocio; por aa.
laao que a annuncianle fot forjada pelos aj)
0 raaos trslamentoa que tem auffridodo re- Sfe
a) fendo seu marido a tratar de divorsiar-se 0
ajf delle, e pela escriptura celebrada na nota aa
tB do labellio Almeida, do contrato ante- Jj
9 nupcial com que caaarom, sendo a aunen- O ciante smente qoe entrou con. bens para e>
O o consurcio, ilca a mesma annuncianle na dfe
9 posse e administraco dos seus bens desde aj
% j iudepeodente de despacho, ou aenlenea
$5f judical como consta da mesma eacriplura. asj
Outrosira, e pela razo dita previne a an- %
nuociaDte que nioguem faca transaeco de a>
quadade alguma com o dito seu marido aj)
ou alguma outra pessoa anda que se apre- aa
sent com procuraco d* aoDunciante, que a)>
p desde j declara, que falaa a respeito nao oj>
a* s das ditas casas, seja de venda, hypothe- (aj

J) como a respeito de Ir Iras inclusive adoSr. oj>
9 Jos Affonso de Azevedo Campos, e outras #9
que sejam relativas ao casal da aonuncian- Jfe,
Sj le, ainda sob o prelezto de reforma ; por- tj
que toda a transaeco a semelhaota res- *J|
peilo perlence a annuncianle ainda mesmo no caso de perds da Utra ; e assim tam- j>
9 bem previoe, que oingoem compre ao so- oj)
aa bredllo seu marido qualquer bem movel como mobilia, etc.; porque ludo quanto tj)
9 existe na casa^em que moravam.e o que para >
aa em mo do seu marido, da annuncianle e)
a) com que entrou para o consorcio, visto co- 9
9 mo evidente da escriptura referida: e o)
, desde j protesta promover os meios e ac- 9
ft ces judiciaes cootra as pessoas quo nao 0
9 obstante este annuocio, pagarem ou flze- *J>
aj) rem qualquer transaeco ou compre ao su- sj)
sa pradilo seu mando ou qualquer outro por J>
a)) elle autorisado.
fa Maria Joaquina dos Santos Abreu.
88-
Koga-se
a todas as pestoas que devem massa fallida de
Antonio Joaquim Machado Brandan, de virem
pagar seus dbitos no prazo de 30 dias. na ra
Direita n. 73 ; ae no competente prazo nao satis-
Uzerem, seto cobrados judicialmente.
Roga-se aos senborea abaizo mencionados o
favor de virem a ra do Crespo o. 8 A a negocio
d6 seus ioteresses, visto nao se saber de suas
morados.
Dr. Pedro Gaudiaoo Ralis e Silva.
Padre Francisco Alves branles.
Pr. Joo de Santa Cecilia.
Capito Antonio Fernando Rasouro.
Acurcio Jos de Medeiros.
Francisco Jua do Amaral.
Francisco de Paula Cavalcaoii Waoderley Lios.
Flix de Araujo Albuquerque.
Ju> Guilberme dos Res.
Joaquim Pedro do Bego Brrelo.
M Manoel AmonioBarbnaa.
Miguel da Purificaco Gomes.
Jos Gorgooio Paea Brrelo.
Alexandre da Silva Tavora Veneno.
Juu Baptista Moreira.
Francisco Jos Ales Gama.
Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonca.
Arrenda-se oa vende se ums propnedide
qu d um magnifico engenho para moer com
agua, o qual cortado pela va frrea junto em
um dos pontos intermediarios da 3.' seaao : a
tratar no engenho Ribeiro.
Arre mata gao de urna excel-
lente propriedaeem Santo
Amaro de Jaboato.
Quarta-feira. 11 do correle mez. depois da an-
diencia do lllm. Sr. Dr.juiz munieipet da va-
ra, ser arremattada a propriedede Duae-Uuas,
cita na freguezia de Sanio Amaro Jaboala,
qual consta de ama boa cass de morada com ier-
ras sofflcieotes para se levantar um-engeabo,
ezistindo j plaotaoo diversos arvoiedoe e cenes,
* qual tendo ae feio o abalimanlo da 6a parte de
sua aratlaico ir praca por8-8M06J ' priedaae M penhorsda a Joo Hiop de Met-
ra Lim e sua mufher, por eiecuce de Manee!
Joaquim Ferreira Esleves, a ooel por aqaol-
le juizo.Eacrivlo Cunjia. .
' Aluga-ae aa *ua da Flores, ama loja do
soBfdo 1: a M\tt na w WwlU, mn b. 6:


ss
OiAlIO.At fJUNAWDCO IEfil> F1JBA 10aVLftUiWRO M 1161,
V

llotiir ?provBeidi Pernartibuco, Paraaiba, Rio
^ G^aiidetto^Notfte, Cear e Alagoas, a saber:
8ft|^ *> V^lfMh. & !* nticin plawt^w, eclipie, paradas
^*lAf'?^?lif,fnc,8, e resumo de chronolog.a, a rt .160
Polhinha W&M\Nattedade, a qual contm todai as materias das
deporta maii tabellas do natcimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos cliefes dos
prtBoipaes estados do mundo, tabella da arrec da c5f do sello. *
^^JJta do porte das cartas, partida dos paquete brasileros fe euro
: na pus
sa
ci j
-Bisd
prognostico do fim do mundo, coHecfio de remedios, a res.
_ osa, contendo todas as materias das de porta, e mais tebellas do
natcimento, e ocaso do sol, das mar*, caa efamilia imperial,
ta-
dos
,pro-
?inciaes, emuaicipaes, regulamentosde incendios, e entrudo, e al-
gunas posturas municipaes, trezenario e mais oracoesde S. F ran-
as, cisco de Paula, colleccSo d oraedes para todosbsestdos da Vida,
novena da Senhora Sant'Anna, a reis.
520
\w

520
.Asaba-seno prelo o almanak civil, ecclesiastico, administrativo, agrico-
la, commercale industrial, oqual satura' no im do mez de dezembro, nao po-
pemi.ifer anjs* pelas mudaneas.
TTT
0 abaixo. aasigoado (az publico que lendo
maridado um Komm forro vender urna carga de
batatas e algumas espigas de milho era um seu
borro, acontece qoe no lugar Salgadinho. perto
di ddade de Olindi, o referido homem cahira ou
oi accommettido de algum malfeitor, e o turro
deeappareceu com cangalha e cassuaes, e urna
medida de pao; cajo burro tero os sigoaes se-
gurse* : cor caatanho, leodo um cal na p 4i-
reiU muito manso, e nao grande, a cangalha
Com roicho e silhs de corda, e esleir quasi n
V coberta com conro : quem o mesmo tiver pe-
gado on tiver noiiria, dirija-se ao abaixo assig-
nado, morador no Ctehang, ou os roa doOuei-
mado, loja de ferragens o. 14, que ser geatrosa-
meote recompeosado.
Antonio Caroeiro Leo.
Precisa-se de um caizeiro de idade de 20
a 25 auno, que cateada de taberna : na ra da
Pilar n. 135.
E*t4 para alugar-se um pequeo sobrado
de dous andares na ra Direita : quera preten-
der, falle na ras das Cruzes, penltimo Sobrada
de dous andar* n 9, lado direito quem vai da
roa do Queimado para S. Francisco. Neste mes-
mo sobrado pede-ae encarecidamente ao senhor
que lerou e compendio de historia de todaa as ar-
les e sciencias, o obsequio de manda-lo entregar
se j o tirer lido.
Aluga-se

-
-se
alegar urna casa terrea para doas pessoas, nao
se duvida gratificar ao inqui'ino que ceder a cha-
re com 0 consenso do senhorio, sendo a casa
perto da roa estroita do Rosario ; a tratar na
mearas ra a. 4.
Funileiro e

pista

Precisa-se de offlciaes de funileiro e reeebem-
se apreadizes forros ou captivos : na ra do Ran-
gel a. 1, de los Bento Gil Cirneiro.
M. M. Cbambrisreiirou-se pera os Eslados-
Uoidos.
Offerece-se psra cozioheiro um rapaz bra-
sileiro de idade 20 annos, pode tambem servir
de criado para hotel ou casa particnlar; para tra-
tar do ajuste na olana de Manoel Peres nos Api-
pacos.
dadee prerisas, naca e bonita; ligara :
do Encantamento lateras n. 18.
Gneros pura dfc
Maolei fcneett\64Q a.;,s|llbjfc|l|gle. [
lotcfetio a 3/n.'. rtklj\m rs..
isa. 100
.... cal a 20<]
MO e 280 rs., painco a 160 rs., alpisla a 180 e
200 rs., reas de carnauba a 400 rs., litas de es-
permacelea 760 rs. rlnho do Porto engarrafado
e 800 rs azeile de earrapato a 400 rs., dito de
coco 440 rs., queijos e 1*500. bsoha a 480 rs.
a libra, arroz de cases a 9a600 o s*co, espirito
dt inho a 19700 a caada, agurdente de caoa
a 200 rs. J engarrotada : na travesa do pateo
do Paraizo o. 16, frenle amarella taberna de 4

cha a J8560. balitas a 60 rs., sabip mi
14.; dilJ amarlo a 160 r.. maca/**
* alelria a 500 rs., ervilhaae 1207i., c
Ama.
o armszem n. 22 da ra do Imperador: a tratar
na ra do Crespo n. 17.
Francisco Jos Leite avisa a todos os seus
devedores que de hoje em diante acha-se eocar-
regado da cobraeca de todos os dbitos, o Sr.
Antonio de Parias Brando Cordeiro, a quem o
nnnuni'iantfl Um concedido todos os poderes ne-
cesarios para preceder a essa cobran;*, araiga-
vel ou judicialmente, flcaado cassados todos os
poderes que para o mesmo fim hoovessem sido
concedidos pelo aoouociante a qualquer outra
pes0".____
Manoel Jos dos Santos cordialmente
agradece a todas as pessoas que le digna-
ram as seu charo pae Theodoro Jos dos Santos, e
de novo convida a todos os seus amigos o
obsequio de assisiirem a musa do stimo.)
lia, que pelo eterno repouio do mesmo se
tem de rezar no convento do Carmo, sez-
ta-feira 13 do correte.
O abaixoassigiid'lo sciea-
tific* a todos os Srs. credo-
res da massa falliia de Jos
Antoaio da Silva raujo, que
a reuiiio dos mesmos Srs.
deve ter lugar hoje urna
hora na sala das audiencias.
O escrivo, Mauoel Maria
Rodrigues do Nascimento.
l'recisa-se de urna ama seeca para casa de pou-
ca familia : na loja de linos ao p do arco de
Santo Antonio.
O abaixo assgnado vende a sus grande pro-
priudoda com um grande coqueiral de fructo, na
Passagera dailha ae 1 ti marac, com asseguioles
proporooes : um grande terreno para se plantar
at 4 000 ps de coqueiros, assim como tambem
para plantagao de rocas, fejo, milho e arroz,
um bom salgado para se abrir urna praca de sa-
linas de se (azer sal, dous ferros de se queimar
cal, com bastante mallas para dar leona com
abundancia para as queimas dos ditos tornos, um
excedente viveiro para quem quizer usar ddlle,
teito por oalureza, que s precisa-se fizer a por-
ta d'agua, com casas de vivenda, de taipa e te-
Ihas. O annuociante nao exagera as proporcoes
de s apresentir a qualquer pretndeme, pois que s
a vende por um dever que tera de pagar a seus
credores ; e tambem vender para mudar a sua
residencia da villa de Igaara$su, as casas de sua
residencia, propria para grande familia, degosto
moderno, que muito agradar ao comprador a
sua vista : qualquer peasoa que pretender, diri-
Ja-secasa do anouacianto,na villa da Iguaras-
s, ra do Acougue, para tratar de negocio com
o sea proprielaro.
Francisco Xavier Diss de Albuquerque.
' f loja d'agui. branca acaba de de.pachar um
bello sortimento de flores finas e delicadas pro-
prias para enfeites de cabeca e vsalidos para ca-
sa raen tos e bailes sqeem as rir iem duvida *e
alegrar de achar flores lio perfeiias e delicadas :
isso na roa do Quelmado loja d'aguia branca
Na ra da Cruz n. 10, ca$a de
^Kalltmanh IrmSos &C, tem ex-
posto um.completo) sortimento
de amostras de objectos de bor-,
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos,
de borracha de qualquer com-
primento e groisura, pannos de
borracha, roderas .de jrjala, so- T
bre ditos rtigos tomam-se en- \
commendas. *
fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a, sna boa fregue-
zia que chegada a apreriavel banha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do qu em outra qualquer parta: na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia peruade
porcelana.
Vende-se mu bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellana aos bsrstissimns precos
de 240.360,500.560. 640, """
ni ra do Queimado, loja

Ougalnl.. Ougkrn!..
O traste iodispenaavel o homem civilisado
chapeo jaca ; umi casaca de ajusiar taboadp ;
um resudo desbotsd; mas o sabino scslcanrfa-
do e roido, i butina sem lustre e j descosida
ums radeceoda. um insulto ao orgio vjsclal de
um christo. E' por 180 graves constlreraces
que o proprielaro deste etsbelecin ento.
acabando de receber om' magnifico sorlimento,
roga aos seus fregnezes SeSpressem em renovar
o caljado velho; risto estar prxima a festa ;
vejam :
Homem.
HllIES (chgre>r1vb.gtado) tttteot co-
rso a agua do Prale. ..... 148000
B0HZEGU1NS inleir.coa (Rocthlld) O^rJUD
diversos fabricantes. 8aO00
lustre pechiachs. ... SfSOu
Sapatoes, nintes balera. ; *i 'i. bySOO
i > 58800
ingtae*. s}|60o
Niales menino*.' 30mi
> lustre i sola e vtri..... 59800
i (orna sola)..... SaOOD
de tranca poriuguezs. Sjooo
f h-nceza. %'j ; i|500
. Senhoras.
BOTINAS gaspa alta e leco inglezes de
duracio incalculavel. 6(000
> rauoezas (laca)...... 58500
sem laco........ 5|ooo
Sotrb's (3*S3 'e 34).' ; .' .' jloo
Sapatos (Joly) com aallo. ,...... 3S0o'
() sem-salto. ". .... MOOO
pate......... ou
> lssaara (St, 33, 34). .... 80U
econmicos para casa. 500
Alem disso um variado abuodaole sorti-
mento de lado o ajee oecessario a sapaieiro pa-
ra executat qualquer obra.
1,1.a a l

emicos.
! Nfrua (Mdeia da R*dfe n. 6 primeiro sa-
pttfnZtA2dl i**
I Vende-se urna casa terrea pequea sita no
becco do Recite n.,1* quem,presatier apsaieca
na ra da Cruz sT^I, no aegucd* andar,
achira com quem traur. ,, (;
Para acabar.
ASWS5CIA
de 210, 360, 500, 560. 640, 720, 8O0d|5uD00 : liso
o'sguia ^^i
mea n. 16.
que
s
jNa ra do Queimado n. 10
loja de 4 portas.
Vende-se capelinas re seds para se-
nbors a 8|.
Orgsndys padroes os mais modernos a
600 rs. a vara.
Sedinbas de quadrinhos a 800 rs. oco-
'ado.
cJ^^"*fle Panno P"510 moHo "o a
20c000.
Maa tale tes pretos a 15# e 20.
. | Uiquusimos vestidos da sada de cores
ptetoio mU moderno que tem appa-
reud* e por baratsimo precu.
Vende-s urna escrata moca com habilida-
des: a tratar.ia ra da UuiSo. n.38.
I
inglez para homem e senhora.
Botinas de pellica preta interinos psra seobors.
Ditas de cores proprias para casameoto ou
bailes;. -
Ditas de lastre pars senhora.
Ditas de bezerro e pellica para homem.
Este calcado para senhora obra primorosa
que anda nao veio igual: na loja de Burle J-
nior & Martina, ra doCabug o. 16.
1 "
fWlWte LOWHIHMjR
Rna ditSeniaiJa Nova A'.
Neste a3tabelaciajentoconiin* a hsvsi um
ompleio sartimeoto dsmoenosfameis moen-
S^araarxg^Dh,^,^^ a, Y,pof #||XM
*a farro.b,ati4o a cosdo, astados oftsmanhos
para dita,
Polssa Mussa e cal de
Lisboa.
Grande e nova officina.
TrespoFtas.
31Rua Direita31.

-
Ama.
_ Precisa-se de urna ama moca solteira para co-
sinhar, lavar e engommtr: a tratar na ruada
Ltugoels u. 6, segundo aodir.
m&
m A viuva de Eugeuiu
| Lecomte, ropa as pessoas
H a quem o finado devia S
# rente apreseutemem sua
J 1 ja sita na ra da Im- J
^ peratriz n 7, as cont^s S
A de que sao credores, a fim #
0 de serem pagas at esta
@ data. #
A viuva de Eugenio j
9 Lecomte, roga aos seus
S devedores, queiram ter %$
t^s a boudade de virem pa- &
garseu jdbitos, atim de j|
: melhor poder sitisfazer 5
@ o annuocio cima. &
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreita do Rosario n. 32, pri
meiro andar,
tanta denles pela pressao do ar, por molas a ti- !
gaduras, efaz todas as operaces de sua arte.
Alugase urna casa com bomsiiio todo mu-
rado, teodo urna immensidad de ardores rucii-
ferss, na Capuoga-velba, coxileodo a casa duas
salas espacosas, 4 oaartos, gabinete ao lad). com
bello poco o'flgue de beber, tanque para banhos,
coimmra. estribara quinos para prelos e latri-
SoaV3Ur ** r8,<1* P*lB* "* 4l' B "'
Precisa-aa tomar 8009 a jures e 1 por cea-
^. hjpothecando-se para garanta a meia aeco
d'usna casa nesta cidade, que rende menaalmente
15f: quem pretender annuncie.
Oflerece-se um moco portugus pare ai-
xeiro de taberna, o qaal tem-bastante praiica e
di bons conbecimentQs a sua conducta : a tratar
DO paleo 4a Ribeira n. 15.
OflWece-se um moco porluguez psra cai-
xeiro da loja de faiaadaa ou da calcados: o qu*|
tem Malrote pratica tf boa latir, 44 uador a
sua conducta : a tratar na praja da Indepen-
dViidis ni, i e 3, com o Sr, AntoBio 'Csijmira
Wareii.
Precisa-se de urna ama que cozinhe e engom-
me; no pateo da ribetra o. 5.
Ausenlou-se de casa de seu senhor no dia
3 do correte mez o escravo Antonio, de nacao
Cassaoge, idade 40 annos, pouco mais ou menos,
estatura regular, com os sigoaes seguintes : em
urna das orelhastem um taco lindo, em um dos
qusrtos tem um defeiio que pelo qual puxa no
andar pelo p, tem dnbaixo do queixo esquerdo
tres buracos, signal de deoles lirados : quem o
pegar queira leva-lo ra do Imperador o. 73,
terceiro andar, que ser recompensado.
Aluga-se o segundo andar e solo da casa
ia ra da Senzala Velha n. 22.
Na botica da praca da Boa-Visla n. 24, pre-
cisa se de um preto para alugar-se.
Precisante alugar urna preta escrava que
saiba lavar, eogommar e cozinbar o diario de
urna casa de pouca familia : quem tiver dii:ja-se
a ra do Qneimado o, 69.
Precisa-se alugar urna nee'ioha de 10 a 12
annos; na ra do Imperador n. 69, sobrado.
Na maohi do dia 8 do correle appsreceu
um burro no sitio de Francisco Aotuoes Ferreira,
em Santo Amaro junto ao cemiterio : quem for
seu nono appareQa oo mesmo sitio, que dsodo os
sigoaes lhe ser entregue.
Ao publico
Perdeu-se no dia 8 do correle urna pulseira de
ouro e duas voltas de coral com clcheles de oo-
ro, sendo perdido do pateo da Ribeira, ra de S.
Jos, ra do Nogueira, becco dos Acouguinhos,
dito da L*nha, patee do Terco, e ra Augusta: a
pessoa que achou e quizer ter sua cooscieocie
tranquilla, faga o favor de restituir a sua dona,
no pateo da Ribeira n. 9. que aera gratificado.
Hoje 10de dezeoiDrose hade arrematar em
pragt publica do Sr. Ur. uiz de orphaos, onda a
suiencia, os eseravos menores Jos, Daniel e
. Joaquim, por execu;o contri a viuva inventa-
; rante D. Rita de Carvalho Paes de Aodrade.
, O abaixo assignado faz srienle ao respeita-
vel publico que o Sr. Vicente Ferreira Leal nnsla
data deixou de er seu caixeiro. Recife 9 de
dezembro de 18tt.Jos Goncalves Ualveira.
Vende-se urna tina de amarello propria pa-
ra deposito de agua para casa de familia ou al-
gum ettabelecimento, urna di la propria para ba-
jnao.
Nao se pode saber
sem 1er!
Na taberna do largo da Santa Cruz n. 16, de-
froote da ra Velha. ha sempre um completo sor-
timento de gneros alimenticios de superiores
qualidades, taes como :
Maoteig* iogleza verdadeira flor de 880 e 960.
Mem fraoceza a 720.
Cha hy*son e perola a 39 e 39200.
Vinno engarrafado do Porto muito velho a 1S280
e 18400.
dem de Lisboa a 040 e 720.
Ifjem branco Brilo & Filhos s 800.
Vimgre de Lisboa superior a 320 e 400.
Serveja braoca de diferentes marcas a 640.
Dita preta marca Tennoots e outras a 640 e 720.
Geoebra de Hollanda frascos grandes a l&zO0.
Latas com doce d Lisboa, sendo de gioja, peras
ameixas e pecegos, ludo o melhor que ha a 800.
Dilas com peixes de diversas especies a 1$300.
Ditas com quartos e meios quartos de sardiihas
a 500 a 800.
Frasco com conservas a 800.
Latas com soda I96OO.
Massaa para sApa sendo macarro e talbarim a
480.
Aletria fina a 560.
Rolathinha americana a 360.
Toucinho de Lisboa a 400.
Charutos finos de diversas qualidades e precos.
Massa de tomates muito nova a 1 $000.
Aieite doce de Lisboa a 800.
Sag a 400.
Araruta nova a 240 e 320.
Gomma propria para eogommar a 200.
Tapioca a 200.
Batatas novas a 80 a libra.
Gaf moido em casa a 480 a libra.
Dito em grao a 240 e 320.
Alm dos gneros cima mencionados ha
tos outros que sera enfadonho especificar,
que se afjiaa;a a boa qualidade dalles ; e os
nao agradaren) aos freguezes podero ser e
tados, pois sero recebidos asm o menor
trangiruento.
Neste rico e bem montado eslahelecimento en-
contnrioos freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato oo seu genero.
URNAS de tolas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam como Jacaranda.
BaNIIHBuS de todos ot tamaitos.
SBMICf PAS tdem dem.
BAI.DE> idem idem.
BACA* idem dem.
BAHUSidem idem.
FOLHAem caixas de todas as grosauras.
PRATCS imitando em perfeico a boa porcel-
lana.
CHAL11RAS de todas as qualidades.
PANEILAS idem idem.
COCOS. CANDIBiROS e (landres pira qual-
quer sorimeoto.
VIDRsS em caixas e a retalho de todos os la-
mandardo-se manhos, botar dentro da cidade,
em todi a parte.
Recetem-se encommendas de qualquer natu-
reza, cocerlos, que tudo ser desempenhado a
cootenb.
Ftimos de seda.
Vendm-se tumos de seda elstica para cha-
peo ; rs ra do Crespo n. 21.
Ctegaram do matto para veoder-se dous
porcosbas muito gordos: acbam-se na ra no-
va de anla Rita n. 65.
Eotremeios
m bordados em cambraia
transpafente.
N. loja d'aguia branca se acha um bello sorti-
meao de ntremelos bordados em fina cambraia
trasparente, e Como de seu costume est ven-
dado baratamente a I92OO a-pee,a de 3 vsras,
lelo quanlidade bastante de cada padro, para'
vendos ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
ocasiao, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mdo, loja d'aguia braoca n. 16.

Agulhas inperiaes.
Pe chine
Vende-se 1 carro de 4 rodas e douscabrfets
quem os pretender, dirija-se a ra dos Jasfm n.
24, ofBcina de ferreiro, que achara com'}uem
tratar.
Vende-se 46 raras de orello de
panoo fino e casemira, propria para emba
o Porto, para sapatos de tranca, ou
i
ra de
r pa-
a Au-
ra
golla ; na rus Nova n. 18.
Vende-se urna osa frrea de pe* e cal,
em chaos proprios, ha pouco repara com 2 salas, 2 quartot, cozinha fora, e-ulgraade
quintal cercado : quem pretender dirijan a tra-
vessa do Calabouco pordelraz da ra Na, usa
numero 8.
iiaratcwque admia.
Vendem-se chitas com toque de afo muito
finas a 160,180 e 200 rs. o covadojeambraias
entre-finas de 10 jardas a 39, calcasVcasemira
muilobem feilasa49, manas de blde muito
ricas para casamento, cada urna 10J leociohot
de bico e letreiro a 200 rs.: na ra almperatriz
n. 6, primelra loja ao p da ponte.
Vende-se urna casa tarrea mengua com 2
salas, 2 quarlos, quintal murado, olua da Goia-
beira por detraz do Caldeireiro p : quem a
pretender, dirija-se a ra estreita Rosario, lo-
ja do sobrado n. 8, que l se dir om o dono.
t Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia braoca teodo em vistas a
f vender o bom, mandoo vir. e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez) as superiores agulhis
impenaes, com o fundo dourado e mui bem f.-i-
taa, sendo psra alfaiates e costureiras, e custa
cada papel 160 rs A guia assim boa anima
e adiaota a quem cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que as oulras: quem as com
i-rar na ra do Queimado, loja d'aguia branca o
16, dir sempre bem dellas.
Mu bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de si
encommendi diversos artigos de gosto, e proprios
psra eofeiles de vestidos de noivis ou convida-
das, sendo bicos de blond de diversas larguras
franjas brancas e de cores, (rangas brancas com
vidnlhose sem elles, cascarriihas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeites de flores e cachos sollos, lu-
vas da pellica enfeiladas primorosamente, rtui
bootlas e boas filas de chamalote, e eraflm mui-
tos.outros objectos que a pedido do comprador
serao patentes, e vista do dioheiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Qdeimado o. 16.
mmmmm:mmfm au*
rara senhoras S
Compras.
Compra-se urna molaqnioha de 6 a 8 sa-
nos: qaem tiver aouuncie.
je- Compram-se accoes do novo banco de Per-
nambuco : no escriptono da Manoel Ignacio de
Oliveira ^ Pilho, largo do Corpo Santo.
Compra-se una negra moca que
aiba coser e eogommar : a tratar com
Augusto C. de Abreu na ra da Cada
armazem n. 56.
1
Vendas.
Na loja ao p do arco de Santo
Autonio,
vende-se toilhis proprias para hotaJa 192O0elJ.
?eode-s ama negrs com toda* aa bibilt-
Ghampavni
do afamado autor Chaleau La roare a 149 o gi-
go de urna duzia ; na praca dafudepandencia
numero 22.
Esperance
Ra do Oueimatlm 33 Ai
Recebeu directamente ssu pedido
tinta ingleza azul preta verdadeira,
esta Unase faz notar pelagrande diff*-
renga em tudo quer na dacio quer aa
limpidez do liquido e aiuf mais reora-
mends-se os potes que alm de saem
de urna louc,a mais alva ba a orditaria
tem na boca urna pequen cavidad* que
facilita a sahiAa da tinta, Hlincamo que
ninguem tem por isso se devepro-
curarna loja Bspvranca na do Qd "Jttimaraes & R >cna, pote de 'l4' a
400rs.jde1|Sa00rs./
Auihas Vi..iria peM aceitsci que
tem lido estamos prev*idos de 'ande
e variado ortimeot 9 ie venda 1*0
n. o pace): h Baparatnaa.
Siotos con fivelat de ato a I95), 8-
nbam de presss que nio \cheg para
qaem quer, dourados e praViaadc
asta-se acabando.
3
S
na
Vende-se os loja de Nabuco & C.
ra Nova n. 2, o seguinte:
Camisas de cambraia bordadas a 49.
Chapelinas de seda com bico de blond
1 a 109.
Chapeos de palha a Albertina a 129.
I Leocos de cambraia de lioho bordados
Ditos ditos com bico a 59.
Ditos- abertos com bico a roda proprios
para mimos mmemmmmm xsmmH
rara meuiuos.
Veode-se na loja de Nabuco
ra Nova o. 2, o seguinte:
Casaveques de fusto para meninos
Sao annos a 39.
Capas de fuaiao de cores para a mesma
idade a 39.
Gravatinhas de fita a 200 rs.
Vestidos d fusto bordados
; nos de 2 a 6 annos a 59.
1 Meiaade algodo braocas a 89.
Jilas ditas de cores a 39200.
Ditas dilas ordinarias s 15200.
& C. na
de
para meDi-
Ma(f as, uozes, cas-
tanhas e figos.
Tudochegado no ultimo paquete, vende-
O-ii
No bem conhecidoe acreditado deposito da ra
da Cadea do Raerle n. 12, na paca vendar a ver>
. uJ*?01***? d* *. <> da superior
qOaiidade,aaim como tambem cal virgem em
padra ; todo por precoe mais bnalos do que m
oalnqalqtierparte. H
fabrica doloiteiro.
Crystasaco e refinac9o
de assucar.
Deposito oa roa de apollo a. 6, e araea
4a Baa-VUia 26.
Este importante estabelecimeolo eoaluia a
ornecr aos seui innmeros freguezes du alvo e
puro asiucsrcryslalisado, em p e em pes, 1.
e 2.* qualidades, pelt>reco de 160 e 200 rs. a
libra, e do retinado a 160, 120 e 140a libra, tea-
do que ero grosso o comprador lera am descont
favoravel. Nos mesmos depsitos tambem se
vende mel de assucar a 60U ra: a-caoada, e car-
vio animal em p a prego commodo.
No pateo da Soledade n. 2 vende-se doces sec-
eos e de calda por precos muito razoaveis, aflan-
cando-se ao comprador a boa qualidade e prs-
tela em avisr-ee qualquer eocommenda mesmo
para fora do imperto.
NOVA
exposico de can-
dieiros econ-
micos.
O proprielaro dste novo estabelecimeolo avi-
sa ao publico e a todos os consumidores, qoe tem
recebido um grande soitimento de candieiros de
novo sodello, riquissimos para ornar salas, todos
esmaltadas de diversidades de cores, desde o
mais rico al o mais ordioario, assim como um
graode sortimento de gsz de pr pelo prego mais barato que se pode encontrar;
assim como tambem meias latas, e as garrafas:
oa ra Nova n. 24, loia do Vianna.
Z^ ~ m* "aas -mw CTTTO Hl "" sTOPSaT mafW l swTHw**
A\iso aos fumantes. J(
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n. 1
2, veode-se fumo de differeoles qualida- |
des para cachimbos e cigarros a saber:
Fumo caporal massos grandes a 2y.
Dito dito pequeos a 19.
Dito de flor de harlebei k a 240 rs.
Dito americano a 240 rs.
Cisarros bota fogo do Rio de laoelro a^
200 rs. 8
Ditos de Havana a 240 rs.
Ditos turcos em caixas de 100 a 29.
Belgas de borracha para fumo a 15.
Bocaes para charutos e cigarros.
Cachimbos de gesso.
Ditos de massa.
Ditos de espnma do mar.
E ontroa muilus objectos proprios para
os fumantes.
Koupa feita.
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n.
2, veste-se um homem dos ps al a ca-
beca por diversos precos.
Aviso aos amantes dos
presepes,
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n.
para
2, vende-se excellenles pandeiros
presepes por prego commodo.
Una aderezo.
Vndese um lindo adereco por preco
muito commodo, no atterro da Boa-Vis-
ta n. 52,
*mmmm mhh eteeieeietit m
I 4 loja da bandeira
8 tem para vender de boa
i qualidade folka, estanho-
e bacas de
senecupa prego favorito.
HiNova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
S* numero 37.
Manoel Jos di Fonsecs participa a
todos os seus freguezes tanto da praca
cmodo mato.ejuotamente aoreapeita-
8 velpublico, qu lomou a deliberaco de
baixaro prego de todas assuasobras.por
cujo motivo tem para vender um grande
sortimento de bahs e bacas, tudo de
di re rentes la manhos e de diversas cores
em pinturas, e juntamente um grande
sortimento deliversss obras.contendo
baoheiros e gamelas comprides, grandes
e oequenas, macbinaa para caf e cane-
cas para cooduzr agua grandes e peque-
tt as, latas grandes pira cooservar fari-
B nha e regadores ao uso da Europa, ditos
S graodes e pequeos ao uso do Brasil e
camas da vento, Islas de arroba a 1#,
bahus grandes a 49 a peque nos a 600
rs., hacia grandes a 59 e pequeas a
II 800 rs.,cocos de aza 1) t duzia re-
55 gadorea regulares muito barato, ditos
H pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
X tos ha pintados e em branco e ludo mais gk
I se vende pelo menos prego possivel: os 1
Sloj da bandeira da ra da Cruz do Re- S
cife o. 37.
*MMmmmmi mcksmmnwS
S o Torrador*
23 Largo do Terco 23/
O proprielaro deste eslabelecimento est re-
solvios vender maia barato do qoe em outra
qualqur parle a diahsiro, 01 seguintes gneros:
8St srrrA?rfrn7.w"".'^r"""",' "") Mantelg inglez e fraoceza 6 mais nova que
rs. a libra eSj(J0 a arruba, garrames com 5
sapos
armazans Progressivo e Progresla no largo do
Urmo n. 9 e ra daa Cruzes n. 36. magias a 40
.' e !^?t*aa .'a" cailanhas a 200rs. a libra e
gar-
---------------------r ~-~, .......Vu uu iuiiou a
Irosa, milho ala4sta. toucinho, velas de os-
* *)
a J
mwti
ul i iah?irof? ** ''awwa Progressis-
ta do largo do Carmo o. 9 a roa dis Cruaes nu-
mero o.
-~ Veada-ae propriedide da ra Augusla n.
> a tratar na mesma.
Vendase ama casa terrea na ru do Mon-
4ga : s tratar-os ra da Imperatrlx d, i.
final-
vende
vapor
n. 23.
permacete e carnauba, vinhos e genebra,
mete tudo quinto perlence a molhados,
jCf..8**'-logias nodos neste ultimo
a WOO: so noTorrador. largo do Terco
Tende-se ama barcaca de 14 eaix.a, p
muitocommodo, acabada da obra oestes dias, ar-
reada de ludo : qaem quisar comprar. apparecaJ
no 4tm ao Ramas, serrara n. 34, qoe le fara to-
do negocio.
as
Em casa de Kalkmnn fmaos
v &C, na ra da Cruz n. 10, exis-
^ te constantemente um completo'
5 sortimento de
Vinhos Bordeaux de todas
qualidades.
9 Dito Xerezem barril.
$ Dito Madeira em barris e caiwi. !
} Dito Muscatelem caixas. *
3$ Dito cbampanre em gigos.
g| Cognac em barris.
^ Cerveja branca.
Agua deSeltz. g
jjjl Azeite doce muito fino em caixas.
^ Alvaiade em barris. S
^ Cevadinha em garraoes.
Liquida cao sem li-
mites.
Na loja da arara da ra da Imperatriz a. 56. '
veodem-se todas as Uzeadas por preco baralis*-
mo, a ser : ricos cortes de organdys com duas
saiase com 24 covados por 109, ditos a 8, rico
padroes de orgaodys a I3120 a vara, grosdenanles
de cores para Tesiidos a 1J800 o covado, crino
lina com palmas e matisada para vestidos, fazen-
da nova, a I928O o covado. S6 arara vende cor-
teada riscados para vestidos Garibaldi a 2S800,
ditos rlscado chioez a 2*500, corles de chiles
unas com 13 covados a 2JJ50O e **400, ditos de
chita ingleza a I950O, pecas de cambraia de fal-
picos com 8 l|2 varas a 49, ditas de earocinbos
Uoas a 4J5IK), cassas adamascadas para coitiua-
SSSaSP?.. "o"' Pr 9*' dit" com 10 *"'
45000, ditas s 39, e outras umitas fazendis que
se vende sem reserva de prego : oa ra da Im-
peratriz, loja da arara de 4 portas a. 56, onde
lem o retabulo com a arara pintada, e a no'td
um relogio rom letras que diz arara n. 56, de
Magalhaes & Mendes.
REMEDIO INCOMPmVEL
UNGENTO H0LL0WA1
Milhares de individuos da todas as dsc&s
podem tesiemunbar as virtudes deste remedio
incotnparavaleprovaremcaso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seveorpoo
membrosinteiramentesaosdepoifdebasot em-
pregado intilmente outrostratamentos. Csda
pessoa poder-se-baconvencer dessascuras ma-
ravhosas pela leilura dospeiiodicos, quelh'as
relatam todos os dias ba muitos anuos; a a
maior parte dellas sao to sor prndente? qua
admirara os mdicos mais celebres. Quantaa
pessoas recobraran com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tea
deviam sofirer a amputar^o I Dellas ba mut-
casque'iavendodetxadoesses, asylos depade-
limentos, para se nao submeterem a essa op.
racp dolorosa foram curadas compleanienta,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu rece-
nhecimenlo declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticarem su afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado desande sa
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constan temen teseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a naturezs do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelmeme.
Que tudo eura.
O ungento he ntil, mais particu-
larmente nos seguinles casos,
Inflammacao da bexiga
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos macabros.
Enfermedades da culi*
em garal.
Ditas de anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
I n chaces..
Inflammacao do figado.
-da maitis
Lepra.
Hales das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquito?.
Pulmoes.
Queimadetar,
Sa^ia.
SupuracSes ptridas.
Tinba, em qualquer
parle que seje.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulscee.
Veiaa torcidas oa na-
das as pernas.
venda-sa este ungenta no estsbeleciraento
geral de Londres n. 44, Sirand, e na laja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas eocarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana a Haspanha.
Vende-se a 800 rs csda bocetinha conten
umi insiruccao em portuguez para explicar a
modo de (azar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do $r. Sonm,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 12, ai
Perna mbaco.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja do pavo
Aciba de chegar a este estabelecimeolo pelo
jspor frsncez tjindo sortimento de gorguroes
teaets, nuedda aleda oto vista neste mercado,
qoe se vende por pr*o baratlsrmo, por estar
muito pruaimg a feata, assim como liadas mar-
quezinnaa oa chapeozinhos de sol para senhora :
oa roa da ImpersUiz n. 60, loja de Gama &
S1'TT ,
r ^i-t
"."i_


^MkPvm^imm^^'mm iu mmm m mi.
BOM E BARATO

t
p
Francisco Feroandes Duarte


Continuase a vender neste
armazem de maulados 08
melhores gneros que ten 10 mercado, e por muito meos preco do que em ootre qnetqeef parte,
para o que reeebe proprielario eaMti os vapores da lurops,- roaior parto de aeus generas,
tcotUilti per peeeeaa ewarregedas, para este fim ; por Uso novaaeoto participa eos sean tregaeaa*.
oba a aos Se*, da praca como de epgeohog e larardores, que qaetram seguir ai progresan, jate
la deiiem ao netos de aomprar a primeira re saas encommeadas, certo de que bao 'de gostsr,
parto que nao se pouparao os propretaries, em prestar toda atteocio, e roeemo em servir es por-
tadores meos pralicos, tao bea como ae visaaea oa Sra. pessoataMOte; e abalx measioaamos
ejiregos de algas generes, por onde so pode julgir que rendemos baratisstaio.
ngleza a mal, ittperior qne ha no mercad* a 800 rs a 1*000 a libra em
a* (asi aestiaanto.
H.%UtlgH l)nMICfnit Ch* prola, hyesan e preto 08 m.if 80periortt 0 merc,i0 mO0t ^
lUflO r libra e afleaga-se i boa qualidade.
2*200.
kHB^lCB es B6ihores que aa poda dasejar a 40 e 120 rs. cada
PreiUMO BgYeZ, iroprk#pm fiambre a 900 ra.
melo-.
rrczuBtoi do Temo 0 que h(t di bom neile
440 ra.
H&t&tas novas
Salame n
ultimo vapor a|2*400, ditos do vapor

ai
i libra, em perca m lava abetl-

am gigos de urna arroba a 1 cada aa
...
jelh*r peliaco qae pode ha ver por atar prompto a toda a hora a 1 a libra.
ToaeVnho do reino .
Cnon ri$as e palos
Bao ha de poreo refinada a
e em barril a 440 rs.
300 r, a libra e arroba a 9*500
vito no vea a 560 ra. a libra. .
mais alva qne ha no aeread* 480 ra. a libra
Xzeltonas mallo novas m^ ri ancoftlt, WMto ,
Latas com bolaxinha de soda conlendo oiffarenles
m porjo se far abalimento.
qualdades a t440 e
" ae mate. Ma, B0Ta d0 mercad0em latia deuma li0M por 9W ri dUag d#
duas dras por 1*700. 7
n&armelaaa imperial d0 aamad0 Abreu e de onUoa muitoa aJ>eleanU, d4Luboa
a 1* a libra, em latas de t libras por 1*800.
i r VllnaS franeezaS meihores que se pode dasejar em meiaa lata* par 500 ra.,
tambera tem portugueza me latas enleiras a 640 rs.
CROCOlate f raiieeZ e hesPaohol ehegado neste ultimo vapor a ig20O a libia.
PaSSaS proprUs para podim a 800 rs. a libra.
OCe tte aiperelie em iata de 2 Ubrag elegantemente anfeitadas a pOO cada uma.
KiSpermsete aoperor de A> 5 e 6 ena Ubra a 760 e em caixa a 740 ra.
Laxas com peixe em posta
1*400.
amendoas c.afeita das. libra> dla8eB nl0,0. m mt C0B C-M
a 480 rs.
Noxes e castanliaspiIada8muUon0Ta81ll60r,aUbra.
LiSireillnlia para 80pa a wo a libra e em caixionas de 6 a g libras se far abatmento.
Metria, macarrao e ta n, rim a m rs.. libra, eB ctiM. ^
oevadinna fr.nCMa rauUo BOri a ^q rs a libra.
Farinha do ^larannao muiloalva echeiroiaal60r8.
U'-mull de eDg0mmari 0 qae je p5.je desejar por ser mai0 aiTa a 100 ra. a Ubra.
lm.ip a rouito novo e limpo a 160 rs a libra e em porcao se ar abalimento.
J ve o respeitavel publico, qne a (aneando-se a boa qualidade dos geaeroa cima mencio-
nados, ae vende muito barato, e pelos quaes ae poder julgar todos os demais que nao foram aa-
unciados.
das melhores quslidades qu9 ha ea Portugal a
Candinos a gaz,
O Draqrtetario da nova etpoaieio doa candiel-
roa a gaz avia* ao publico am eral, que aa acha
Mapcaaertido coa grande a variavel sorliaanlo
4* caaUaros daada aaa awat**U*aM)a)carQt
aaaim aoao.a grande oeposHo de g.z drogemo
vardadairameata ecoaomlco. reconnecido varda-
neata mesas elpoaicao ae encontrar na va-
riavel aorlimentode riqaissiraae qusdros de todas
aa qaalidadea que- por oete aa pode apreciar oa
seas deseaba*, ta riqawaia* *acttaaota* 4a
aatoamilkariaa, contendo *att* ellas riquisaimoa
(Pavaaorioa para queras (gasto chinei), a vaaa-
lel sartioaeoto de balaios cea tadoa oa preparo a
pava viagem, cooteooo, pratoa, facas, copea e ou-
iroa frascos para condicionar, frrea de aagom-
aar vapor, machinas de bater evos a vapor,
aawhioaa de azer cafs vapor, eapiogardas de
doua canoa trooiadas o de atcaoea, aappaa del
ia*ado, e outrps muitoa objectoe qae se vender.
i#ea>.grecos diminutos par acaba: raa Nove
aaaaero |0. .
Gambrala Usa.
Vende-se caararaia' lisa transparente asilo ti-
na, pelo barato ppeco da 4 o 5| paca coa g i\2
taipt. dita tapada muito auparier, pega da 10
varas a 6| : na ra do Qaeimado a. i, aa loia
ae-bea f......
Brarnaate e ataalnado de
UnUa.
Venderse superior bramaste da par* linho com
laaaa varas de largura a 2*400 a vara, assim como
asalhado adamascado a*b*" da> puro linho,
cota 8 palae de largarafls)500'a as*: *a bem
eoflecida loja 4a boa t, na raa do Qaeimade na-
aero Si. \
Crtes de eal^u
Vao>a-M aortes de caiga oV mea asemira
de cores escuras a 2f cada corte ; na loja da boa
f, na ra de Qoeimado a. 19.
Industria americana *
Caiga do barato para bjmem.
Ma ra eatreite do Rosario, loja de encado oou-
fronte a igreja onde fui cooitarU, .de a di-
nheiro aomnie apatas cordovao rasoaabartoa na
fronte a 2JJ400, sapaloes de lustro, f*raa melli
a 5*500, saiietae de entrada b*i
4g8o0, ditos ditos sea sallo a 3*000, boraeguios
de bezarro a 6*000. ditos ae lustre 6)000, sapa-.
toes de bezerro a 3f500, ditos d4 aqueta ebe-
zerro a 4*500- 5*000. Para menino:, botina da,
bezerro a 2*500, oitos de dito de bate-ia a 3*000
ditaa de lustre a 3*900. ditoa de bezero aaauna-
dos tem salto a 2*400, ditos de dita diU com sal-
to a 2*700. Para aeabore aeltoaa da sores sem
salto a 3*000, ditaa da ditas com aalb a40000,
ditaa de eolia braneo sem salto a 6*001, aapales
de dito dito a3|000. bolinas de marrquim aem
salto a 2*000, ditaa ditaa de sola grosat a Sf&OO,
espatos de cordovao coa salto a 1*500
itaruaa lnperati-iz n. 68
DE
Gama Silva.
Acaba de caegar a este stabeleoimeato am
greta* a variad* sortimeoto le fazeadis proprias
pare a fesla, a seas donos resolveram venderem-
aai po*> precos baratiasimos par eatar no fia do
anno a quererea apurar diolreiro, como sajam :
i assas.
la lindo sortiaanto de casaaa de vaiss cores
e qualdades, que vandea a JM0 a 280 re. co-
rado.
Brilhantina.
Vende-se brilhantina de quadriohea a 140 ra.
eeoVatro : aa ra da Iaporafriz n. 60, loja do
rlfi*.
Chitas a 240.
Vende-se fioissimas chitas francezas escuras a
alegres, fazeoda que sempre se venden por uma
pataca o acaba-se a 240 re. o corado : aa ra da
laperatrlt n. 60, loja do Pavo.
ina a duzeatos rs.

ocovado

Altencao.
Vnde-ss am sobrado de dous andares e um
soto em uma das principaes ras da fregnezia
de Santo Antonio, que d de rendinento 1 500*.
Veade se tambem na roesma freguezia alguns
terrenos proprios para edificar, tendo duas fren-
tes : qum pretender dirija-se ao Forte do Mt-
to*, no largo da Assembla, sobrado o. 10, se-
gundo andar.
Mantas de retroz.
Vendem-ae mantas de retroz para grvalas a
00 rs. : na ra do Queimado n. 22, na loia da
boa f.
Seeiftsie** -s*aie56?6?8s*
wna mw ^wrm mu v eww >9TriVPIBV MWiTViiV **
Vende-se na loja de Naboco & C. na Oj
ra NovaTi. 2. os mais modernos chapeos aa
de pslha a Travista cara senhoras, dilos &
aGaribaldi, ditos a Cavonr, ditos de seda 1
a turca para meninos, dilos de palha a fi
Cantialdi, ditos a bespanhola, e de eu- **
U*s muitas qualdades tanto de seda co- m
modo palha qae se eodem mais barato i
to que em oulrs qaalquer parte.
'ffrtf J*aV5tfr9lt ^^^'SfS^Ifttlg
Nibuco de C. com toja na rus Nova n. SL
2, reoeberam pelo ultimo navio om lindo i
suriimento de enfeiles de troco com vi- i
dtilhos, ditos de retroz preto e de cores, X
ditos de filas e flores, ricas grinaldas pa- IB
ra itoivas, e onlroa muitos eofeites que .
ae veeda/n barato.
lolooo.
Kap fraocez,
Vnde-se na loja de Naboco & G. na
ru Nova n. 2, rap francez a 3* a libra.
immwm qk3 vuemmyvs
nanaeo & t- coa loja oa ra Nova n.
2, cbam de receber pelo ultimo navio
franrez am lindo aorlimeoto de vestua-
rio para meninos de 2 a 6 aonos, como
spjam vestuarida de velludo, ditos dese-
lla, ditos de rnerio, dttos de f jsiao bor-
dados e de outraa muitas qualiisdes que
se vendem mais barato do que em outra
qaalquer parte.
E' Da ra do Queimado n. 39 loja de quatro
portas que se vende os m.lhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bum gosto.
Na ra de S.
Jos n. 2.
Vende-se muito boos gneros sonde aonuncia
os spguintes: vjoho do Porto a garrafa 800 rs. a
caada a 6$000, Figueira a720 rs.. LisbOa 600 rs.,
ditos mais baixos a caada 3(600 rs., ditos em
garrafado do Porto 18120 rs., ditos baixos 500 e
560 rs., vinagre de Lisboa 320 a caada 2*400
rs., marrasquinho 1*400, vinho Bordeaux a I*.
marmellada de 2 libras a lf,900 rs., ditas do libra
e meia a 1JJ60O rs., fructas de calda a 1JO0O, pe-
ras, ginjas, peceen e rainha Claudia latas de pei-
xe grandes a 1*800 rs., msssa de tomate 1S000
a libra, manteiga iagleza 800 rs., dila f/aoceza
720 rs., banha refinada 560, quefjos de reioo
2*800 rs., fiambre inglez a 720 rs presunto do
reioo a 480 a libra ; compram-se cobres velhos,
as pessoas que tiverem dirija-se a mema que pa
Rir-ae-ha, comoestiver cha hysnn a 2*800ditodo
Rio em lata a libra 2*300 e 2*100 rs., caf em
caroQo a 320, 380 e 260, assim como todos mais
gneros, vende-se mais baratos do qne em ontra
qaalquer parte, assim como linguici do aertao a
a 400 rs. libra.

S Vende-se na loja de Nabuco 4 C. na
roa Mora n. 2, ricos sintosdourados, di-
tos prateados. ditos de fitas de seda e de
velludo, ludo por prego commodo.
Fitas de chmalo-
te muito boas e
bonitas.
A. toja d-'igula branca acaba de reeabv peto, va-'
Sr LbkIhz sua eocqmmenda de boss, bonitas e
rgas fita* de chamalole brancas e outras cores,
as quaes sao excelleotes para cintos, 1a$os, etc.,
ale vMiidtta,pjrteAuimeote8 e bdiles,Assim como
pera lcos de bbuquetea,' cintir'os de crianzas e,
aiius ohIijs diversas cousat, _e cmo de aeu
cosime gj precos s3o menores q que em outra
qaalquer parte; aisim quem.^^^^^Bfl^H
ra. dingir-se a ru do Quiimado loja A
branca n. 16. jei bem er'ido.
Veodem-seas verdadeirasluva8d Jd'uvio, ebe-
gadas por este ultimo paquete da Europa : na
a luja sguia de puro, ru do Cibagi s.tB.
Nova california i
DE
S Fazendas baratas.
J Xa raa da Imperatriz n. 48, ja ato a*
padaria fraaceza.
Cortes de cambraia branca com babadi- J
a nhos 4* e 4*600 superior 5*. cambraia ti- *
xa com 8 1(2 vara 8$. 3*500, 4*. ditas de
Escossia 5*, e 6*. ricos eofeites para ae- V
i nbora 6*e6jS00, sin tos os mais delicados
para aenhora 2*500, 88, ehapelina paja cri- V
anc*' gosto inglez 39500,4*, para baptlsado 9
J 3*. corles de vestido de seda Escosseza de 9
bonitos gosto 12* eato se acabando, ri- 0
os lencos de Wbyriotrio t*. 15200. chapeo
de sol para soohora de bonitas cores, liaos 9
5*, cabo de marfim S*500, cortes de cam- #
braia brancos com ffr de aeda 5*. risca- #
do fraocez 200 ris o cevado, completos 4a>
sortimeotos de baldas de arcos 6*, aortl-
meatos de meiaa para menino a aeaiat #
200 e 240 ris o par. chales de tarlataaa #
de corea a 640 ris. leoijosbrancocom bar- #
ra* |00 ris chitas ioglezaa a 180 e 200 rs.
dita fraoceza a 240 e 280 ra. o eovsdo #
pecan de cambraia d* forra com 9 vara* 0
. a 2* : junto a padaria franczap. 48. #
CassasGanbildinas.
s
s
Veodem-se cassaa a 900.240 e 280 o coaed*.
ditas minio fioae a 320 360 o, covado, laaciaaaa
para vestido a 280 o covrto, ditas enoeza enfes-
tadas a 400 rs o eovsdo, astas de corda o que aer-
. _.ve de baio a 2*400, atoa de madapoln a 3*.
d uta; hitas a 160,180 e 200 rs. o corado, ditaa) trn-
celas a 220, 240.e 200 o covado : oa rae s)a Ira-
Tiata preta parae&cievcr
Vende-se excellente tinta preta para eacrever
a 600 rs. a garrafa ; na hvraria os. 6 e i da pra-
ra da Iadepsndencia.
Nova
exposicao
O proprietario deste novo estabelecimolo to-
ma a honra da avisar ao publico qae temi sea
pstibelfirimento exposta uma riquissima talapis
de quadtos de ebaatasia e historeos, q e pnr
gosto se pode possuir: na roa Nora n. %, loja
d* Vianna.
Yende-se
Azeite de dend.
Azeite de amendui.
Azeite de peixe.
Tudo no Forte do Mallos ou largo da
bla a. 1.
Tricopaeroos.
Uuico preservativo das casp
e da calvice.
Gontinaa-se a encontrar : na ra do Queim
do n. i.
,. Agulhas imperiaes
tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca, tendo em vista sempre
vender o bom, manlou vir de sus coala essas
superiores agulhas imperiaes. as quaes acabara
de chegar (pela primeira vez) tendo os fundos
dourados e poetas mu bem tiradas, e custa cada
papel 160 rs. Cozer-se com uma agulha assim
boa, anima e adiants quena trabalha, por isso
dirigirem se ra do Qoeimado loja d'aguia
brenca d. 16, que sero bea servidos.
ftuadaSenzalaNoYari.42
Venda-team casada S. P.Jonhston itlinsa silh5esDglezes,eandeeirose easticaa
bronaados,lonas agieses, fio davala,chicou
para carros, a moniaria.rrsiojptra arroda
aa toas cvalos relogio ida ouro patenta
agas.
Vende-se salitre de primeira qualidade por me-
aos do que em outra qualquar parte : oo arma-
zem de Antonio Osario Horeira Das, no Forte
do Mattos, ra da Moeda n. 27.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Cartei de clcheles (rancezes com 14 pares a
tura.
Peotea de maesa dourados muito Qnos imitando
tartaruga a640.
Essartilhos para senhora, qae sempre se ven-
dern: a 6*. por 8*500.
Trancaa de lia para vestido, a peca a40 rs.
La para bordar muito fina e liadas cores, a li-
bra a 7*.
Maasoscom gratnpos a 40 rs.
Linhas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditas de peso muito unas, miada grande a S40.
Franjas de linho para vestidos, a vara a 120.
Apparelhosde porcelana par meninos, tinta-
dos e dourados a 1*600, 3f. 2*500 e 3*.
Serta* cen alflneiea a 100 ra.\
Papis com alfinetes cabera chala a 40 rs.
EofeHas para aeobora muito finesa 3,4 a 7*.
Siotos meito finos para senhora 2* e 29500.
Metas de laia o preta* para asare que sempre
se venderam a t* 640 re.
Enfeiles com flores para ssOhora a 1|.
Colh*res de metal mullo finas para adna a 10*
rs. a duza.
Gartos do meimo metal a 4*000 a duza.
Assim como outras muitas miudezas 41 oas ba-
ratas, que deixamos de mencionar, pranlos*
tornar tanla msaada.
Vende-se musselina branca com 4 e meio pal-
mos de largara a 100 reta corado e ditas de
oree matizadas largara de cinta a 200 reis o eo-
vsdo na ra da Imperatriz o. 60 loja do Poro.
S o Pavo em li-
quidaco.
Ricos sintos dourados tlsos e com listiohss a
2*500, calciohas bordadas para meninos a 1*009,
g'otaiaba* ana manguitoa a 1*600, golliohas de
traspasso a 1J, altas sem ser de Iraspasso a 500
ra. Invaa df>aada em perfeilo atado a 500 rs. o
Cr, chapea de sol de seda com franja muite de-
ados para aenhnra a 3*500, cialea grandes de
merino a 2* >00, ditos de rede bordados a 3* cada
um. manguitos de cambraia bordados muito fiaos
a 800 o lg. eafeiies para catece* 2& pera me-
ninas a 640 rs.
Para homem.
_ Vende-se ne loja do Pavo am completo ser-
tintanto de roupas, como sejaa : pslits de pan-
no e casemira de toda as creo, calcas d case-
mira preta e de cores, dilaa de brim de todas aa
quarijades. earaiaas fraocezas lauto para homem
como para meninos por pre;os mais commodos
do que em ontra qualquer parta. Dao-se- am O-
Iras de. todas as f*zendas que em nossos aooun-
cioa se v, deixando ear paahor : na ra da Im-
peratriz a. 60, oade tem um pavo pintado do
lado de fora, e para nao kaver engaos de aoite
tem um dstico por meio de urna luz em que diz
O PAVAO
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se lazinhas de quadros para vesti-
do, fazeoda de apurado gosto a 280 o covado;
na raa da Imperatriz o. 60, loja do Pavlo.
La chiueza a 400 rs.
Vaode-se lazinhas entestadas a 400 rs. o co-
vado: na roa da imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Gambraias de seda.
Veodem-se fioissimos cortes de cambraia de
aeda com dous babados e de aparado gosto a
4*500 cada corte: oa loja da Pavo.
Vestidos brancos.
Veadera-ee flnissimos cortes de cambraia le-
trada com babados e duaesaias. fazeada que se
venda em qualquer parte a 8*000 rs o Pavo
esta torrando por quatro mil res, ditoa com bar-
rea bordados a 2g500, 3* e 3*500: na ra da Im-
peratriz a. 60.
Cambraias de sal-
picos a 4#000.
Vende-se cambraia branca com salpicos miudi-
nhos, tendo 8 }i varas cada corto, pelo barata-
simo preco de 4*000, sendo fazeoda que sempre
se vendeu a 7*000: na nn da Imperatriz n. 60
loja de Gama CASSAS LAVRADAS.
Ventle-ee cassas lavradas f.zenla do ultimo
gosto pelo barstissimo prego de 3&500 : na ra da
ImperaUiz n. 60, loja do Pavo.
Sofas a covados.
Vende-se gradenaples preto muito incorpado
1*800, 1*800 e 2*000, dito cr de roas, azul e
marello, sarjs branca lavraia para vestido* de
pivss, e outras qualdades de sedas por precos
ratissimos : na -ru da Imperatriz n. 60, loja
Pavo.
CHAPELINAS
a 61000 cada uma.
ende-ae chapelinas modernas enfeitadas com
to gosto para senhora a 6*000 cada uma: aa
da Imoeratriz n. 60, loja do Pavo.
Lencos para mo.
odem-ee muito delicados lencinhos de cam-
de linho com labyriotho a SqOO, dilos de
gosto a imilaco de labyriotho a 800 e
: oa ra da Imperatriz n. 60, loja do
ficha
Corles de barege de seda com 30 covados al**,
peratri*. o/*, de arate d**'prta n. 56, d* a-" aortas de ti coa S oavaaei a 4S*V a de-seda
gaihea & Mandes. com (indas flores e matiz, oova4 -*)*>ra., *-
N. U.Biebar & C. soccesaorea. raa OeCrai nbas de?otreaeiee ai 3 (I aras e1*t00.
a. 4, tem para vender relogtos para alglbeira de fleo fuatto de oeHee I4a0* oa na do
owo prats. *mdo a. 4t^
br
ai
1
Par
M\dapolao enfestado a
tres mil ris.
Vei,~,e peCas ae madapolo enfestado com
U varC a peca: oa ra da ienperatriz n. 60 loja
do Pab. ^ '
Phmtasia asis mil ris
Vndese muito ricos vestidos de faotazia com
babados <\ multo bom gosto, fazendas de 12*000,
por 6*000,na ra da Imperatriz n. 60 loja de
Pavo.
.. Filos.
Vende-s fil de linho bordado fazeada muito
(loa a 1*0 a vara, dito liso a 800 rs., tarlatana
branca e Modas as cores a 800 rs. a rara ; na
loja do Paio.
Vest
rios a cinco mil
ris.
rios de seda para meninos, fazeoda
na roa da Imperatriz n. 60,
Ricos ve
de 11* por
toja do Pava1
Ca ibraias Usas.
Vendem-seac9> de cambraias lisas, fazeada
muito una, cA lo e meia vara cada peca, pelo
>5*fl0(| peca, ditas de 8 e meia vara;- a
35*j e 4$, ditos de 6 e meia vara a 2*
Itos para forro com 8 e meia va-
na ra da Imperatriz, loja do
Z*00a
ras a \600 e"
Pavio.
Hal
Venda.se
ene faza M fl
4*commpdav(>|a p
mar, a 33 cade
M. *! d pTi0.
Maiot' reqc
Vendem-,
JtUdo i
bra, ai mesl
sem ferro a
|200.
to superiores saias de cordio
de balo. eraande-ae mais
r se poterem lavar e*gom*
me: na tna de Imperatriz n.
aixas.
fo noi presos para acebtr.
) armazem de Braga Son 4C.
qae se vendiam por 120 ri.
T^ireno na r
bte^tfff.,
do norte, coa 60 palmes de largura <>_ BOH
. no para edificarle: de um grande armacoa;
hlSS;qa,B prel,pder dl^ V-
Tanna e espirito.
VenrJe-se /gurdente de canoa engarrafada
200 rs. a garrafa, espirito de vinho a 1*700 a ea-
nada n traveasa de patee do Paraizo n. 18, ta-
fiPAl lia aiitaa nnrlai
(OH
- Vfcii?l9l7?aWirjfc do Abollo
proprio para edjf*cafld,e.m graaOe ermaioar ltw 81 tts^Oatoida Us3atro a hJL
fa arroba, m*3iaarrtm a \%zm
a 160 rs, a Rfcra.
beroa de duas portas.
Manual decontas
feitas



psra compra e venda de assncar e oulros ebjeclo
ara muite til a todos os negociaras e os ae-
obores de engenbos; pois com am lance de vis-
ta podem saber o importe de quaesquer quaoti-
dade de arrobas- e libras : vende-*o na lwario'
econmica ao p* do arco d* Santo Antonio, 1 v,
lume enesdernado pelo preco'de 5*.
pecmiApha.
Pe;as de cambraia lisa de 8 1i2 varas a 2*500:
na ra do Queimado A. 44.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
A G. successores rut da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mal elegantes
a leves pera duas a 4 pessoas e recebem-se en-
commendss para cujo fim elles possuem asp-
pas cora varios desenboa, tambera vendem ear-
rogaapara conduccao deassiMaraac.
Potassa da Russia.
Vende-ae potaasa da Roeeie.d* aaia aova *
superior que h ao mercado e a preco aullo
commodo: no escriptorio de atiooel Ignacio d.
Oliveira & Filho, largo do Corp Santo.
Vende-se oo armazem de Jos Antonio Ho-
reira Dias & C, rut da Craz o. 26 :
Safra atreos para ferreiro.
Ferro snecio em barra.
Linhas de carrilel de 200 jardas.
Malaa para viagam.
Espingardas francezas muito finas em caixas de
per si.
Ferros de lato para engommar.
Pregns francezes de todos os tamanhos.
Ditos batel grande.
Dilos de coostroccSo. jn
Bracos graodes para batanea.
Espingardas lazarioas.
Clavinotes inglezes.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res u. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcados a fazendas e todob
estea se vendem por precos muito modi-
ficados como de seu coatume.assim como
aejam aobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurioos a
26*. 28*. 30* e a35*. paletots dos meamos
pannos preto a 16g, 18$. 20* e a 24*,
ditoa de casemira de er mesclado e de
novos padroes a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*.
ditos_aaccos das mesmaa caaemiraa de co-
rea a 0*. 10*. 12* a 14*. ditoa prelos pe-
lo dimiouto proyo de 8*, 10*. elSf, dilos
de sarja de aeda a sobrecasacadoa a 12*,
dilos de rnerio de cordo a 12*, ditos
de rnerio cbiaez de apurado goalo a*15*,
ditos de alpaca preta a 7*. 8*, 9* e a 10*,
ditos saceos prelos a 4*, ditos de palha de
aeda fazeoda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
e a 4*500, ditoa de fusto bronco a 4*,
d* casemira
le a 10,ditaa
A 600 rs* a vara.
____^{^.-I':;:
QaeUMto n. 47.
p!. atea tabaqmto
Fil liso
da ultima
seda
roa do
Vandea-se seperiotaa leagas raocezes a imi-
laco dos de Daho, muito. proprio* para os taaa-
qaiatas pos serem de core escaras a fixsa, pelo
baratiseiao prvajo 5 6f a dea* : na raa do
Queimado o. 12, na bem conhectdalija da boa f.
Filo liso e tarlattna.
Vende-se superior fll liso e tarlatana branca
a da corea, peto bmiieara* preco de 90 re. a
ver*; aa bea conhecrd* k d bea f, ne roa
do Queimado n. 22.
Toaluas pam 5os.
Vendem-se muito bbos toelbas pera mios pelo
barato precio de5* i duzia ; na ras do Queiaa-
do n. 22, na loja a ae* f. '
Bacta sjb(li|w.
Vendem-ae ricos e aaperiora eafeiteav os mala
moderaos que ha. relos e de corea, pao bara-
tiisimo pteco de 03fj na rea do Queimado a. 22.
Cambraias de coces.
Veodem-se cambraias francezaa a* liadas ee-
res, pelo barstissimo preco de 280 o covado ; aa
ra do Queimado n. 22, na bea eoabecida loia
de boa fe. ^
Gambraias francezas finrssrmat.
Sapariorea cambraias francezas maito Boas, de
multo bootlos paores. pelo barato orec detOO
rs. a tara : na lejads boa f.na roa doQbataa-
oo n. ZZ.
Vendem-se os eugeubos
S. Pedro e Espirito Saato, am-
bos moentes e correntes
d agua, sitos na freguetia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes :
quem pretende-los dirija-^e
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Attenco
36-Kna N Nesta casa eacealrario sempre na gwaloaor-
timonto d* ralogioe de algibeka, 4a ouro a de
piala, patentes e horiaonta.s, eniasoa; aaaim co-
mo am completo sortimento de relogioa d pare-
de ede baocas, dos melhores fsrrhaanUa pasa
el. F z tambem qaalquer concert de islngs.


seje qnel for a ,.
coocertos sao afianzados.
e a 4*uu, anos ae iusiao 0
grande quaotidade de calcas
prela e de cores a 7*. 8*. 9* e
pardas a 3* e a 4*. ditas de brim de cores.
finas a 2(500, 3*. 3*500 e a 4g, ditas de
brim brancos finas a 4*500, 55, 5*500 e a
6*, ditas de brim loni a 5*e a 6g, colleles
de gorgurae preto ede cores a 5g e a 65,
dilos de casemira de cor o pretoa a 4f 500
a a 5*, ditos defueto bronco e de brim
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 45,
ditoa de rnerio para lulo a 4* e a 4*500|
8. caigas de merino para 1 uto a 4(500 e a 5|)
capas de borracha a 9*. Para meninos
de todos os tamanhos : calcas de casemira
prefa e da cor a 55, 6* e a 7*, ditas ditaa
de brim a 2J. 3* e a 3*500, paletots sac-
eos ae casemira preta a 6*, e a 79, ditos
a de cor a 6* a a 75, ditoa de alpaca a|3*.
I aobrecasacoa de panno preto a 12* o a
14, ditos de alpaca preta a 5*. bonets
para menino de todas as qualdades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
psra meninas de 5 s 8 annos com cinco
babados lisos a 8* e a 125, ditos de gorgn-
rao de cor e de la a 5* e a 6*. ditos da
brim a 8*, ditos de cambraiaricamente
bordados para baptisadoa.e muitaa outraa
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sus grandequanti-
dade; assim como recebe-se toda eqnal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturare que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e ama grande oficina deal-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela sua pronaptid e pereicao nadadei
xa a desejar.
e eetaoe da reama, os
Attestfo
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiro.funileiro etc. a 1 280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem
para vender.
Vende-se
na ra do Queimado n. 19
o seguinte.
Pegas de cambraia Una adamascada pare earti-
oado com 81|2 varas, pelo barato preco de5*C00.
Toaihas de liofco adamascado psra mesa a 4*.
Gambraiaa de aalpiros araados muito linda a
5* a pega, ditas de ditos miudinhos finas a 4*800.
Leocoes de bramante de linho a 3*000.
Cambraia ahilada para forro de vestido, com
8li2vefaaa pe Graodes colchas de fusilo lavradaa a 6*.
Chapeos enfeitados muito Jindos, proprios ova
meninos a 7* cada um.
Cobertas de chita, gosto cbiaez, a 1*800.
Ricas capellta para noiva, de flor de laranja.
Aicndao com 7 palmos de largo aOOOrs. s vara
Leocoes de panno de liabo a 1*90*).
Suuhall Mellors 4 C., (ando recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito de rslo-
gios v(ao o UbrUente Jer^e retirado, do nog*.
do : convida, portan to, s peasois quoquizerern
possuir um bom r*i lebre fabricante Xornby, a proveitar-ae de op->
portonldade sem perda de mpo, para vir com-
pra-Ios por commodo preco rio'aod'esc'rlptorio
rae do Trapiche 0.18.
Vende-se confronte porlao da fortaleza des
Coco Pontas o segunte : carroqas para bol, di-
tas para cavados para agua, can jobo para Irata-
*w **>asaaa*aeajMaaraaaaaaaanaaavair-
rocas e carnnhos. eixos. torraOorea de caf coa
foffoo, boccaa de taino, ttoodelraa, fewos de ol-
ta8 de todas as qualidade*. dobradicaa de chum-
bar de todos os tamanhos, lechaduras de ferrolho
ferrolho de chapas, (piro de embutir do toda* o
tamanhos, e por tao do ferro.
SOOeM
O rival sea segando na roa de Queimado nu-
mero 55. est queimaodo as seguales miudezae
por presos que a todos deven admirar Unto pe-
las suas qualdades, como tambem pelos precos.
A eilas antes que se acabem.
Grows de pennas da e?o a 400 rs.
Ditas de rnaozinha, muito finas a 500 rs.
Caitas com agulhas (raacesaa a ICO rs
Cauas com aparelhoa para divertir meninas a
z40 rs.
Ditas muilo finas a graodea a 500 ra.
Grnzs de boldes de osso pequeos a 110 rs
Ditas de ditusde louca a 120 rs.
Duiiaa de baralhos portuguezesa 1*400.
Teaouras muito ttoae para un has a 400 rs.
Dita para costuras muito finas a 400 ra.
Baralhos muito flnoe para voltarele a 240 rs
Agulbeires com agulhas a 80 rs.
Caivete de aparar pennas a 80 rs.
Ditos com duas folbsa a 160 240.
Peon de traS* e '*" d l0fl" *S WrM a
*vU rs.
Pegas de franja de lia de tedas aa reres a 800 re.
Sapatos de tranca da lia fiaos a 1*280.
Cartaa de alfioeies francpsea a 100 rs.
Caixas de ditos dilos a 60 rs.
Escoras para liapar dentea muito loas a SOf rs.
Massos de grampos superiores a 40 rs.
Cartas com colxelescom defeito s SO rs.
Ditaa ditas superiores a 40 rs.
Didaes de a$o para aeoheraa a 100 rs.
talos de chumbo para meninos a 20 ra.
Eofiadorea para vesiidoa com 4 varas a 80 rs.
Cairas com clcheles francezes a 40 rs.
Cartas de alfinetes para armador a 100 ra.
Fios de coral de raz a 640 ra.
Cbaruieira* muilo finas a 1*000.
50 A-Rua da Cadeia do Kefe4ty A^
^^ 4^500 6 5^.
Maooel Gooalves de Olivas* Santos,
acaba de arrematar um* porcia *e fa-
zeoda* muito barato e por late vcatfle ba-
rato para vendar muilo, venda amito pa-
ra vender bKatojreaWMs* de seda a 500
rs., eofeite de vidrilbo qne ae tem vendi-
do por 4* a 1*. chapeo da sol para se-
nhora a 2*500. dfus de cabeca a garital-
di a 4*500 e &J. veahaa e a4e eaasate-
cimeoto ver estas pecbiochas que admira.
Relogios.
Ven da-a aa essa da Jotmiton Paier & C.,
roa do Vigirio a. 3 ota Mo sortiaeata de
relogios deour^patanUiig4t, d* vados a*is
afamados fabricsates de Liverpool; tambes
uma variadade de boaiios traaceliipsrs o*
masaos
Attei NvroaioTrapfchBn.4d.em casa ^orkec
HodkeTaz Cutirte om bem sdrtfmvrtode V-
hae de corea e oraoraa o em csitHWs* do raetler
f'bricante de Inglaterra es qnaes se vendem ir
precos mal ratoaveis.
tl^ao vantognr
Cam ible de por ceniq se ^a* V*on*M
goeio com uns carros de pasaefo alguns 00,nk<
outros embom oso : na rea do Imperador
primeiro andar. *>
/
ft

I


*t^fw flffifflH9MWMflPjLflf8fl|0|HFHPfolMMiJ
TU Tfrd*d*OSM
sempre eacesssrls
especialidad* np da se
op.r. ,u. ol* peje p*
Ut 4BMM **C0V*4 d <
dreperola qe custsm S
branca, na ra ru. do Qoalm
aspa Upar ptatet i
qo*r Uucodor, e eom
AttSeio,
comprar
o ms-
..slojdUguia
0 O. 1*.
Navalhas d'aco
mmmmm
,ni
' TJ4'ft kd'agma braoc
iaado om cabos
Bf* mi OOM na-
-de asar na,
SflU
? *?.-
ValpO* 4/sCA
para assegofar-** s bondad* aellas basta dizer-
ae eio oWaa4(*, acreditados fabrican-
H.cMlacdi estojo de duas na-
na ru*. do Queimaio, loja a'aguia
i'.tl d oriaid n*'

7
: i'
A loja d guia braoca recebe* mu p
galvanisada, deoovissim e mu boa qualid.de,
e ai eatf tendeado a 2&000 a csixlnha eom urna
groze. A* pffmolra* dessa* peanas foram offe-
reciJas GaHWWI, e por fsso trsrem o ep re-
treel*', as referidas caitas se encentra o dis-
ticopenas* trlbaldi.
S ss> encontr.* Aa >a fio Queimado, loja
d'agaia ranea n. M. ~J>
'oawnaiK a: tt -..'ir.'
Touquitfias de setim, sa-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
\mm JWfeadoa.
Aloja d'oaptia feaetea acabado despachar de
3*iawoaannmaDdat um bello aotmenlo
dostcP)*ts*s terna, da muito besa gesto*, sen-
do as touqaiohas de selim mui bem en fot todas
de fitas e florea a ftaaOO, viada cada ama em su*
caixioaa, ssnslirthop da potia ruto moita bem
bordados a 80. r*., e meias de superior qualidade
tanto svsaosa eeaao cor da carne e pintadas s t$
rs. o par: aneas munido da dioheiro olivigir.se
rua do Qaaiaaada, taja d'aguia branca n. 16. nao
deiiar da eouiprar.
Cassas
as
,'i< (U "
pavo.
Vendem-*e flnissimas caitas garibaldinas sen-
do estas cassaa as mais modernas que tem che-
gado a 360 rs. o corado : na rua da ImperaUiz
n. 60, loja de Gama 4 Silva.
- l
loja do
iq
.

Herniado n. 10, loja
Se 4 portas.
Veod-ee Pen* verde, preto, azul t corda
caf, ovado 3*.
Casentir* oreta superior qualidade covado
11600 e 11800.
Chales de touquim para acabar a 10, 15,10,
30 e 40
Superiores cortes de seda o meis moderno que
tem viudo ao mercado a 90, 100 e 120j.
Sediohas de quadrinhas e flores, superior la-
teada e moderno gesto, covado. 800. 1 e 19400.
Chalr, superior fazenda, covado, 500 rs.
Mimo do co, lazenda para vestido de senhora,
ovWaOOr*.
Taimas e manteletes pretos a 18, SO e 35.
Superiores vealidos brancos bordados a SO, 25
Cassaa francezaa finas, cavado, 240 rs.
Cortes de cassss de salpieos. um 3$ e 91500.
Cortes de seda preta a 251. 30, 35 e 40.
Lencos de seda a 000 e 800 rs.
Lia de qusdroe para vestido d senhora a ron-
pa de meninos, covado 240 rs.
Grosdenaple preto, covado 18280.
Chales de merino bordados a 4J.
Chitas francesas escuras, covado 240 re.
Meias do algodio cr para homem a 4fl.
Curtes de velludo para colleVa a 3&500 e 4*000
Paletots de brim a 3 e 4j
Chapeos de sol.do seda para senbors e meni-
Bb sdMt.-iora l^.tatd
1-a.Tli-) eupinii ^^i-ll^^ din
o-' o jd
' r.-
0 t.t;u /?-"rrv.l '.t.l U-1|
36, rua das Cruzes de Santo Antonio, 36,
Loja das 6 por-]
tas tx& frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a H-
Duzia de meiascruaa para bomem a
19200 e 9 par a ISO rs., ditas brancaa
muitouaas a2|500.a duzia, leones de
caaaacosa-baria decorea.a 120 r. cada
um, ditos brancos 160 rs., bales de
20 e 30 arcos a 3|. lawioba para ves-
tiJosa 240 o coado, chalas de merino
estampados noa a 5$ e 6#, tarlataoa
branca e de cores, muito fina cen vara
emeiade largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso i 640 rs. a vara, ps-
Ci.de eaaaaraia U. a-. a, <
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, musauliaa escarnas a a 320 rs o
co'aio.calciBbaa par menina de escola
a 15 o par, srr*valiohas de tranca a 160
rs., petos psra camisa a 200 rs. cada
um dusia 29. pecas deoambraia ds sal-
pico mu to una a 39500, pecas de bre-
taohaderole a 2$, chitas francezaa a
220 a 240 te. aovado, a loja est
abrta d*s6 horas da manhaa as ida
noils.
Leques.
Vendem-se lindos leques de madreperola, 'o
mais fino possivel: na loja d'aguia de ouro, rua
do Cabug o. 1 B.
Lencos braceos muito
Vendem-se lencos brancos muito finos, pelo
diminuto preco de 29400 a dnzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na rua do Queimado
nnmero22.
Entre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca veode-se ntremelos
bordados em aa cambiis traMparante a 19 a
peca de 3 varas, preso esta porque s se soba em
dita loja ds aguia branca roa do Queimado n. 16.
Adeeite-se que de cada padrie tem bastantes
pecas para vsstidos.
1
Caivetes ixos para abrir
latas.
CbeRoo. nova remesss desses preciosos esni -
vetes Otos para- abrir Utas de sardinha, doce,
bolaebioAaoate, ata. Agesa petolasto samase
muito dessss cousas e por isso 6 necesssrio ter
um desees caivetes cojo imperte 19. cempran-
de-se na rua do Queimado loja da gela branca
n. 16, nica pene onde os b.
-
Escencia de ail.
Paraeagomniado.
Vendem-so frasqnlnrws com eseeneia de ail
coosa exceileote para engoromado porque una
gola delta bastante pera dar ro> em- Una baca
de gomma tendo tfe mais a mais a prseiosidade de
nao manchar a ttjtrpaeoroo maitas vetes acon-
tece eom o pd de anrt Casis cada frasqoinho
5dt rer : na rua do Queimado loja da agaia bran-
ca 10.
Mifangas miudas de todas
as or?s.
tASAt^aiasr te"":
pulceirta o outraa couaas. e por i&SO avisa as
pessoss f oe etrsa eapera*am e as qde> novmeele
quizare comprar go munidos de 500 ru eom-
^ branca, roa do Ondt-

Id f,f. ei
Na lato a* DN^wrmto foetsMdo n, 22,
smenesadsmmam ampate aorlsmeato de sjrajra-
sm do dada pasto-* aeim, qoe uvasMam per
pastos baretisatmos, como sejam): eawtMiabaa
retasa doMotoaoMea a 19, dtiaa eom
aargse a)MeVtasj presa* toraadaa e>1|60a\ **-
tas p*tMs>a*aama Mea 1 "
oja da iosv awrist deQsi
du a3e 4f.'
Leques para senhora e roeninaa a 3 e 49.
Espartilhoa psra sennora e meoioas a 3 e49.
Chapeos de pellica para meninos O meninas.
Chapeos de palba para senhora.
Cbapelinas de seda psra seohora a 8 e 10$.
Camisas abertas ds renda para senbora a 29 e
3JO00.
Grosdenaple marerlo eom ia pequeo toque
de mofo, corado 680 e 700 rs.
Psletot, caiga e colletede casemira, pelo bara-
issimo preco de 259 -
Ceroulaa escocesas, urna 1{)2G0.
Cortes de barege eom duas salas a 8 e 109.
Cortes de seda eseoceza, superior fazenda, eom
13 e 15 covados cada um a 10&V
Camisas inglesas eom peitosde linho e eom um
qaeoo mofo, duiia 25$.
Paletots de alpaca, um 99.
Cortes de casemira um 39500.'
Chales de las e seda, superior faseooa, a 2J500
Lencos de cambraia de linho bordados eom bi-
co, s 39, 5, 6 e 89.
Ditos de dita para bomem, duzia, 89, 8, 10,12
e 149. a
Setim preto maco o nWrnor que tem appare-
cido. covado 39. -
Chapeos deso de seda pira homem am 69.
Ditos dito de dita iugleza para homem, om 99,
10 e129.
Bales para senhora, um, 3 e 49:
Panno de Hnfro do Porto eom 12 palmos de lar-
gura para enc.es, vara a 39200 e 38400.
Lencos de cambraia bordados eom bico, duzia
a 2$500.
Golliphssde cambraia bordadas, urna 320 rs.
Manguitos de dita ditas,' um 19.
Camisas psra meninos, duzia 1$9.
Fil d linho bordado, vara 19280.
Dita de dito liso, vara I98OO.
Cortes de brim de lioho, um 19600.
Polassa americana.
Vende-ae. potassa americana muito nova de
superior qualidade: no escritorio de Manoel
Igoacio deOliveira & Filbo, largo do Corpo San-
to n. 19.
50 A.Rua da Cadeiado Recife 50 A.
(7 5# e 5J500.
Manoel Goni;alv*s de Oliveira Santos vende
esta pee hincha:
Pecns de cambraia branca tapada eom 10 varas
e urna de largara a 5*000, dita de dita do apura*
da finura, a 59500 a pega.
Port buuquels,
Dourados eom cabos de ma-
dreperola.
Chegsram opportunamenle para a loja d'Sgpia
brapca os bonitos port bouquets dourados, e es-
maltados, eom cabos de madreperola, conforme
sus propria encommenda, fleando asstm remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to. os quaes ebegaram bem a tempo para os di-
versos casamentos e bailes qee se contam nesses
dias, por isso as pessoss qoe por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dioheiro loja d'aguia bran-
ca, rua do Queimado o. 16, que encentrarlo obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.ag
de cambraieta.
.imiip

wmm & s.
--a 1r\.
th --}oJ;

'

a libra a asa porte* a 760, veeowaeada te os apreciadores desteta genero que
- Isso confirmamos o que levamos dito.
'
novas e grandes a 800 rs, o cento e a 69 o milbefro, afianca-se qoe 4 vista da quslidad* singuen deixar de comprar
uu vai-o gigog ^0, uma arToba, as melhores qus ha no mercado a 19 o gigo, e em porfi da M> para cima a J
l-astaonas,tenlsa s m!s perfeilas que temos tido no mercado elvgadas no vapor Oneida a 240 is, a liara
' as mais novas qus existen no mercad
lo vas de
'IreWattle1 tfiegrpelo ultimo vapor paraba'
leaVortod^TeorS:.8 *na>"> ""1
EspoDjas finas
para o rosto.
Vende-se mol Boas esponjas para roato, t
cada uma : na ros do Queimado, loja d'aRuia
branca n. 16. B


S

prsrlo nm m*
Isso sosente
mado n. 16.
Vendem-se superiores sai as de esmbraieta mui-
to Osa, eom 4 pannos, pelo diminuto preco de
59; a ellas, que aso maito baratas: na rua do
Queimado n. na bemoonhecida lojada boa f*
Paletots
brancos.
YrJdem-tesuperiores paletots de brim brsneo
de puro linho, pelo baratissimo preco de 5$ : na
rua do Queimado a. 12, na bem coohecida loja
da boa f.
53 ROA OMITA 3
Grande armazem.
Femla* c smiudezas.
Sem bandejss, aera colberes, som garfos e fa-
cas, impossivel passar a fasta I nesl* armazem,
pois, encoolraro aa familias o melhor e mais ri-
co sortimeoto por precos inferiores aos de pri-
nieir mao, s reparem.
Bandejas recortadas e finas a ]|600.
Dittsd1tasaS9.
Ditas* ditas a 3J.
Outras (saltana valid) 69, 5 e .
Faqueiros s 6f. 49. 3961)0 e 3#.
Colheres principe fsopa] B e 48500.
Ditas dita (cha) 39 e 23500.
Salitre, ferro, trens de cozloha, e tudo quinto
ertence a ferragens baratistimas.
Camas de-vento de louro a 498OO, e de ama-
rello a 59500.
Fogjjeirbs para todo prejo.
Grande

o II
Mante?a D8leza peoWmaiiieesealvbi
T/t ""t^- eaog experimentar, serios de liada perdrem pis para ht
lueUl ira DCeza a meshor do mateado a 6401. a libra a m barra a raio da 600 1
QueijOS flameDgOS Chegado. no ulUmo par a 21600 a 2800,
Cebollas solas
1 tatas .ovi. ... p^fc ^ q par, Cjmt, 800 rS
a em pore,ao lera abatimsnto.
. qus existem no mercado a 200 rs. a libra e de 89 para cima a 160 rs., afianea-sa a boa qualidade.
MaSSas talbarim, macarrio aletria as mais novas do mercado a 480 rs. a libra 89 a caixa.
Champauhe d m,rc ,CTeditod.s de 159 a 20 o gjgo a lfOO a24 a garrafa.
Bolachnha ing^za a 320 as, a libra a 4 a barrica, afiances, ser a melhor do marcado,
Arroz o nelhor do mercado 100 rs. a libra a 29700 a arroba do da India a 120 rs. a libra do do Mardabao,
Cha hyssou e pretO o merbordo mercado de 19700a 2984)0 e em porjo ter abatimento, aafiaaca-ea a boa qualidade.
PrOSUatO fiambre in^e* hamburgoet a 900 rs. a libra a em parejo a 800 rs.
PreSUQtOS portUgUezeS viudos doPorlode casiparticular a 560 rs. porH' .tutro 460 rt.
Marmelada dosmelhorMautgrwdelaaboaprawtada asexposies universaes de Londres a Pars 1*800 a lata.
Caxas Com estrcliulitt peVldt e rodiha a7000acaixae800rg. a libraeem poreso IwcitalirneDlc.
Latas de aaieixas (ranaezas cora cineo libras a 49000 a 19000 a libra.
PaSSaS em eaixinhssdaoitolibras, as molboresdo mercado a 29500 e a 500 rs. a libra e caixade ama arroba a 89500.
Espermacete superior 740 em w%*. a 760m, a libra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas a 600 aoo rs. o fraseo.-
Ttn, a 1
Jir VI lilas portuguesas a francesas a 800 rs. a frasco afianea-se serena aa mais bem preparadas qoa tem viuda ao mareado.
Lata COIC bolaxinha de SOda de diversas qualidade*, a muito nova a 19450. a grandes de A a 8 libras de 29500 a 49500.
Villho am garrafas Duque de ParlfJptPorto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira aecca, Faitoria e Camones a 19200 a 19
a garrafa e a 139 a. duzia.
Villho em pipa proprio* para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 49800 a caada;
Latas COm fmetas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 1900U a lata.
Pera em CaixaS H a 6 libras a melhor que s sede desejar e tero viodo ao mercado de 49 a 69 a eaixa e 19280 a libra.
CoriQthias em fvaaco. de 1 1,2 a 2 libras de 19600 a 29200.
Latas eOm peiXe Savel pescada a outras mui tas qualidades o mais bera arranjado que tem vindo ao nosso mercado da 19400 a 19600
Ara ruta a mehor queso pode desejar a 320 rs. a libra, e 120 rs. a libra de gomma.
r raSCOS de amendoa eom 2 libras, proprias para mimos, porsdrem muito bem enfeiladas a de superior qualidade a 39 cada am,
Vinagre bronco a melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa 29560 a caada.
Conunno e erva doce os mais novas que ha no mercado a 800 a libra do eominho e a 400 rs. a eava doce.
Vnflo BordeaUX de boa qualidade a 800 a 19 a garrafa e de 89500 a 109000 a duzia,
Massa de tomate em latas da urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vas a nosso mercado, da 19 a 19280.
CaixaS SOrtidaS eom ameixas, amendoas, passas e figos, o que ha de mais proprio para mimo, do 19000 a 59000 rs. por caixade 2a
12 libras, e 400 rs. a libra dos figos.
CervejaS das melhoreS marcas S60 rs. a garrafa a 5 e 69000 a duzia da braaea.
Vinagre puro de lsboa 240 rs. a garrafa e 19850 a caada. *
Doce da gOaba da Casca am eaixao a 19 eVun poroso a 900 rs.
Azete dOCe purificado a 800 rs. a garrafa a 99000 a caixa eom 12 garrafas;:
GognaC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 agarrafas 105000 a duzia. -
QuijOS SUSS08 chegados ltimamente 50O rt. e em porcao ter abatimento, afianja-se a boa qualidade.
Genebra de Hollauda a 600 rs. a fusco e 69500 a frasqueira eom 12 fraseos
PalitS lixadoS para denles a 200 a 160 rs. o maco eom SO macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a S9000 a greza e 280 a duzia da caixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol efraneez de 19 a 19200 a libra.
AzeitouaS J3 melhores e mais no*jp que tem vindo a nosso mercado a 19200 a ancoreta do Porto, e a 29000 as d* Lisboa,
Amendoas ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e am porcao tari a batimento.
Alpista o mais limpo qoe tem vindo ao mareado a 160 rs. a libra e 59000 por arroba.
\ lm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendentes molhados.
Leite virginal
infallivel remedio para
saldas e panos.
JJ),'f)t?.*ir.g,D8,1" beo conncMo'edmo rem*.
dfo Infallivel para sardas e psapos^ende-aa a,.
7f rs. o irasco na rua do Queimado, loia d'aauia
branca a. 16.
ttenco.
4J Rua do Amorm 43
Vendem-ie batatas novas, euros ceso
roba, pelo barato prego de 810 r*.
Ricos vestidos de Monde
capella e sala de setim.
eom manta.
Vestidos de casamento.!
estidos de Monde coi
sala de setim.
Superiores
vestidos de seda, de cambraia bordado,
de phsntasia,chapeos de palha, en-ii**
moderos para cabega, tapa*,*, mantele-
tes con pridos o oasis moderno, sedaa
l de quadriobe. caobria oe corea. -
Mtiiiboii, slotos, legues, asas bala,
meiat elsticas e camisa de liabo para,,
aeohora, fil e tarlataoa para vestidos.. \
chales de ponts redonda e manguito
moderaos.
Roupa feita.
Calcas, colleles, paletots e sobrecasacos
de panno, casemira, chapeos de castor,
boticas de Meli.
Para acabar.
Colchas de la e seda propria para cama
ou coberla de piano a 9, menpaiioe *,
gollas bordadas de lioho e de fu>i*o a 99
seda de quadrinbos a 150O, laasinha a
640 rs. o covado : na loja o. 83 rua na
a Cadeis confronte ao becco.largo de Gargel
% & Perdigao.
Piano.
i
i-

Veode-se om piano de armario eom ponco uso
e be construido : ns rua do Lirramento n. SV.'


Esperaba.
Atten^o,
Chegen na roa do Queimado n. 39, loja de 4
portas melpomene imperial eom 6 palmea de lar-
gura a 29600 o covado, o mais moderno a apura-
do gosto que se pode encontrar para vestidos de
senboras e meoinas,
Na loja doVapoT
Rua Nova n. V,
acha-se barato grande sortimento da eslesdo fran-
cez e ingles, roupa feita e perfumaras muito
finas.
EsperaQa reduz a exprs- Chitas largas a 220 rs.
sao mais simples.
(A' D1NHEIR0.)
Todos os artigos que estio na loja
Reeebeu de sua encommenda pulcai-
ras de cabello qu Vende por 109 o par,
braceletes de mosaicos a 69 cada um,
agulhas victoria a ISO rs. o papel, pon-
tee de tartaruga a 8, 10 e 125. precos
porque ningoem pode vender (boa fa-
zenda) estes artigos nao se eocontrs en
loja nenhuraa porssovsos ruadoQaei-
mado n. 33 A, loja da Esperanca.

muito barato quem quizer v comprar e
.vari i rus de Queimado n. 33 A, Guima-
raes Rocha.
4 mussolina do Pavo
200 rs. o
8
a


S**sior** paletots de panno preto muito fino,
obra maito bemtfBMa,- polo barattaatmo prec de
WaVp a* rea do Qaeimado d. W, na bem c*oh*-
ctaspUJ* doefeo^fa.
i
Potassa da Rassia.
-
Vndese em casa de N. O Bieber &
C, aucceworea, na da Cruzn. *
'lili M*'

-^aaie^eam*'
sersvs moca sadia, de mui-
to asa Asura, albendo bem epgommar e lavar; a*a^li**d* !(*. soMasadia*
Li%
i ii itii aiai-ftiuimiuai. iimli
d*l^,*s^ptorJ.a.41.
i *
e* ut>l
Vende-se musselina branca eom 4 1)2 palmos
de largura fazenda muito Bna palo diminuto pre-
co da 200 rs. o covado, cortes de chita ingleza
eom 10 covados cores fixas a 19500 rs., ditaa de
musselina brsncs eom 10 covados a 29, tuda
para apur.r dioheiro: na rea da Imperatrz o.
60, loja de Gama & Silva.
Vendem-se libras sterliosa; no escriptorio
de Amorim Irmos. rua da Cruz n. 3.


arara em
l.-atl Z- > mo i"
Ve-dem-se pecas de madaoola* ffnoatestado
a 39, cortes do casemira presa) par* caica a 89MO,
dUa enfaiUdc.de ooras a 4$SM, corte* d* hsaa**
""I ale I9lt0, dUos erars, d tora* a 19,
a 19M0: a* 1.). arara n. 36.
MUtaa para sfia\\ra.
"^yr^rTf sr;^~^ ww >^ii -v"v
V*s>m se soperior** saaia* para a*o**rs p-
lobacctieaimo s*eae^e 399O a duiia ; aa laja
da boa fe. a m* o OaMimado o. 8.
V*aute-*e rata *a*i *rt*ssva eflO ti sa-
no*, muito boa cosiobeira elasaeoir*. **m vicio
*'*a Tty8i: toan
Vendem-se olllnhas flnaa a 300 rs., ditas coas1
botaozinho a 610. litas de traspaaso a 18. cora-
roitos bordados a t, mangattoa tMlaa cor*
botaotToho molto finos de Unrh a 28580 e M, el-
los de fostfo a 39, camisas bordadas para aenho-
ras a 49. rfdsintos domados e merw.de a
2500 e 39. rfcos-eBlHle1 M*jMf, peajas a*
Stti tboads etremdma H-M. eorplobos para
zoeWnoViJItaa^fP^ nnTlian*- ,.
J?ara "ttoidUL*
Teaaam^a* paletoa d* easamaira 4*oros s
procos 10 tte, Sites d* avia para Mw o*
*r*c*s avtwes MIiih *^avMeata; alcM *
asemtvaad* /eres a t e W| ha d**swt*y ***- ,aq 1
gas 8 88M9, dHas a eVse^avsrho s tfOt
900 o* r* s Ia*p***ts4sA !** o* arara c
na loja do Pavo.
Vende-se flnissim.a chitaa fraacesa* .eom pe-
queo toqqe de mofo, afflancando-so soltar o
mofo logo que se Isvem, per serem de cor flus
a 220 re. o covado : na rua da Impeririz a. 00,
poja de Gama & Silva.
["Opiata inglezar
para dentes.
Est finalmente remediada falla qoe a sen-
ta desss apreciavel aplata ingleza lao proveito-
t e oecesssria par* o* denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aesba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua s venVe-la a 19500 ti. a
calza ; quem qoizer conservar seos deotea per-
feltos prevenir-se mandando-s comprar em
dita loja o'aguis branca, rua do Queimado n. 16.
fmm #
Loja das 6 por-]
tas em frente do Li
Nova exposico.
Rua Nova n. 20.
.
roa da Prai o, 29, i
libair* doaeii*.
fin*
tarca* *ag*> aasaasido a
fyramento. ^
'i Roupa-feiba naiuto barata. j
Paleto* de peana'Mo sebr*e*sacos,
m ditos > cssemlr* d* cer *erastio, dhos _)
de brim de cores e braoeas, ditos de 2
9 ganga, cals de easemira preta* o
orar, de brim br*aeo ed*ov*. ae/ga-1
*a, camisas eom pello de linho muito M
fina, dirs de algodio, chapeo* di a,.l '
o atpaO* 49 *** ''
99
Rua fia Seoxalla Noya n. 4t.
Ncate eatabelQiaento vnde-te: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
deLoWMoorltbra i SO ti.

Riquissimo sortimento da cutileriss em todo
o genero, asstm como um riquissimo sortimento
de louca de porcelana para cozioba, riquissimo
sorlUneato de metaes, riquissimo sortimento de
miudezss, e oulros muitos artigos. que eom a vis-
ta do comprador se poderlo apreciar : na rua
Nova n. 20, luja de Caroeiro Viaona.
Bombas de japy.
Raa Mar* n. 20, loa de Carneiro Viaona.
Canos de chumbo
Rua Nova n 20 loja de Carneiro Viaona.
i Vnde-*e breu em barris : na rna da Ma-
dre de Dtos 8.
Arados americano se mcbina-
pralaTarroupa:emcasadeS.P. Jos
hston 4 C. rua desrzala n.48-
Vende-se o grande sitio denominado Cala-
a, sito na freguezls ds Tarrea, de multo boas
trras, que ludo qoanlo se planta di orna grande
qusnlidade, eom uma casa de tsipa ji coberla.
uma dita d* fazer ftrinha, grande quantidade da
pea de cafezeiros. eom diversos ps de fructeirss,
como sejs larangeiras, coque'ros, etc., etc.; e
tambem vendem-se duas vaccas que dio bastan-
te leit*,urna dellas rom cria ji grande, e nm
burro manso : a tratar na rua do Sebo n. 30.
Libras sterlioas.
VerWe-se no escriptorio de Mantel Ignacio 4*
Oliveira e Filbo, largo do Corpo Santo.
^. -SSTV
segundo andar.
O rival sem segundo, na>
rua do Queimado n 55
defronte do sobrado no*-;
yo, loja de miudezasde
Jos de Azevedo M*ua e
Siha, est disposto a-
continuar a vender pe-
los precos abaixo de-
clarados, que na ver-
dade bomebaratis-

simo.
Fraseos eom agua Alavand* ambraada a
Ditoa superior, irasco muito grandes
Dmia de saboneles maito fino a
Sabonetes ioglezes da melhor qualidade a
Ditos mnilo grande*
Frasees de agua celeste muito superior a
Ditos eom ebeiro muito- fino a
Ditos eom banha de urco a
Ditos eom oleo de babosa a
Ditos muito superior a 240 e
Ditos eom beaba muito fina a
Dita* eom opiata de Lubin a
Ditos dedil* do Pnera
Ditos eom baaba transpareot* *
Ditas eom oleo phitocomo a
Dito* eom superior agua de Colooia
Ditos eom mecag perola a
Di toa eom ditos (o leo) a
Nvelos de linba do gsz de corea*
Dito* de dita encerada muito boa a
Ditoa da melhor qualidade a
Crnteis de linba de cores eom lOOjardaa
Novelea de lian* do gas par* marcar a
Pares de metas decore* para meninos s
Ditos ditos para meoioa* a
Dos ditos cruas para meninos a
Dusias de oieiaa cius* muito encorpadas a S$a0f9
Ditaa ditas brancas psrs senbora a 3j0wO
Caixaa eom phophoroa de seguranza a 160.
Duas de folha eom pbopboro a JfO
Duzia de pliophoros de gaz a 240
Dita de ditos de vela a 3lQ
Pessaa de tranca de lia de todas as cores a 40
Feijo de corda.
No armazem de Tasso lucios, rua do Amorim
numero 35.

8(10
50O
1(0
3*0
15500
son
6O
ato
50
20
500
30
90O
90O
409.
200
10
20
38
60
30
O
1Mb
120
auflt
Eseravos fugioos.

J*aq*lm Francisco da Helio Santos avisa toa
a*u* froga so* deaU pra$a e osdefra.qus tsm
xpoato i v*ad sabaod* s*a fabricadenominada
ae*itnoarmajtam dosSrs. Tra*a*aoa Janicr
* C, roa do A moran n. 58; masa amarella,
ca*tanba,pr*4a entras qualidadaa par menor
praeoqo* dooirasfabricas. No mesmo arma-
b*mUl*iU***u deposito d* velas de camas-
*a*l*jalsaa*m mistura alguma, como as ds
oaaaaattaai -
Lindas flores.

Pporvasa.H, Ss bl^r^^s ^ s*.oxn*v < V***-** ama bsr**e porte o* csim,
i'ftinlflL"''9 ^o.rl -co *M*lfea^*i*a>a*uUlroo mostr carpi***tfo-J*.
. '- '.frPtr* na*a*t(ara *t*OWsasOur m p d fa*a*so daaCWo |%o.
Ch*p*o*de paJbinl^iVaenfsavadoa paramo- *M/a*a4* poda aar-rta** a ***** polo* pva.
________ ____ i ili ii dtTaUiiT
DH;HCMt>osat,lO i i 1 Igiiiisjaasi
T '^'^aaAaicaa,aiaaa>lia-Tir.urcoi
pkban.4,1 andar.
*-
ifiab.**.
f*i*aa ** *
Hauosl Alvaa i
kMiit.aaraad*
VI
Fsgio do edgenho das Mstlrs, remares do
Cabo, do dia 88 o* setemaro t* 1661, un estra-
vo por nome Jilo, crioulo, vermelno, altura re-
gular, grutso do corpo, essdsudo, idade oe tria-
ta UDMiseenoe, metieu-a* ns malas do ergo-
nt*duj(*a>*, al que Ib* tirar.m un a pJaa
que levava. e logo que te vio sem ella oi2eni qu*
furtou um quaniu mellado eom cabellos pelo*,
e rom principio de cartegp,. .otajnbem fez um
pequeo roobo de roupa : desapparereu o cavar-
lo a 17 de oolubro.. ste negro ji tem tido pre-
so no Recife dua* veres, s primeira vez traba-
lbDdo eom uma carreo*, e a aegunda vez f*i
preto trabelhando em um armazem de atsaeat
como forro : quem o p*fer leve so engenks sot-
ms, que ser4 bem recompensado.
Fugirsm do engfnbo Geaae)tie, sito na i*-
guisia de Trarunbiem da comarca de Nszareib,
no di* 4 de novembr do 1860, dou ea.rav**
maltos Qom os nome* sigoaea atguinle*; um
e lom Paulo de i5 anns* de td*e peao* mais
*> meo**, oflUitl de pedrriro, oapoiair* o pti-
mo bolieiro, de cOr alaranjtda. cabellos caiapi-
nbo*. rosto descarnado, olho* brsncos, nriz e
bocea reculares, *m pose* tocto o* estatura
meaia, o qual lem dou* dedo* da mao direit*
lujado* de om paaarico, um mmbam o oedo
saiatas* da alo eaqnerda coate igual efjto,
pima da sebrancelba d* to dos otbo* un. ci*>-
Ifb laja rpala d* otrro.'roo doCab.pa *-1 B. f ^S^i^^iLS^r!!^
reeebOvTm do **ort* eneoasaie.d* om eom- ^lfJ^^^^ltLZ!Sl\^m^
pMo aovtiment* de florw, mam floo la peo- SaSaTaTTOpanla* s^
-!SsteM*1i*m^ r,d0 e C0MU bdarp.msuroiva.i.jid* .ido valo
oS^eTrTMn*7i^ pw* a. b.sWa*d^ 8oU4.de aS*ate Amar* p*
u V*atd*>*a oalcmaos brd*d* para msoiots a o ***aoor, wm 30an*oa do sdasb, *4* paira
tajas* par* **hofa *> par *to *a*p*ea( a* seetiaa 4* aoiad* fti-
ho'mem baond* em perfeito estado 800 *mo c9 falto da denUa m fraaU. eom *lh*s aat
pos, s*a*o* toda* o*lid*4** .p*s**ahora* ?0?****^kd *09**^ Qb"B ,W,I*"
a sa*>*M* m** Wt4*do* os* mosto goato: *#* to****p ao dito oogMho *ekoe
raa da ImpsratrU a. W, lo>* 4a Gama 4 a Uaaaln-coronnl JoicL. Csvalcanti liauricie
HHai.
i'
0 toMaVf-Mraati Jy'f Csvalcanti liaurici
Waada'rley, qaa gBaaasmtnte reMmpaouii.


8
?
oawo HmiiMm^fi^inaiWNMHp W4t.
-.
"****;
Lii
.
Luiz do Reg e j\ |jtcridade.
Balad o histrico sobre a revolucao
pernanattca,tel8l7,
o^S-idi l,.?e?'b, ?,w,raV!t< dnraDk freses; que "perSeKio"o."re7ub
UrfPau6Tn1^..V. U?Uetrt aPPD,nsu- oseocooiros. Debalde ordenou
que Luizdv neg se nao ach
Sfiffift
lucia cora que o padre Joo Ribei
fMeMde debaixo do pal lio, estim
eoHegas pare que o imllaasem.
Nio lardn e contra rerolucso i man Moa t
penas piaou o exercito real o te
das, e o combate do Porto das
(prcas com mandada pelo mtjor
iaaurgentes s ordena do capt ""
Victoriano fui o primeiro ann
---':-
-.iasse, Porque
nao iivW parte, raui 'flfiactst: ordai* da da
do* ele* nos pe^higu^i-rnglf/reptldas^ vezes
BneuciiiAr. N,bSUlb,io*3kr>p,leeglit\)brou pro-
jos comuiaqdandjij a brisada cranosla o>s
iPRimentus ie ioanlaria 13" e 5, e o batalho
B.'f, que fui do raais Tafeles do cbsso exercito.
N memorael assallo de S. Sebasliio de Biicaya, em
cuja brecha MfrenVdosMeuenoldadeae debaixo
de um fogo que poftres vezes (Itera recuar cor-
pos inleiroa do exercito adiado foi elle pregar a
ha odetra portuguesa a cuja defensa firera correr
oa soldados que lao extraordinaria ousadia torna-
ra in.encivess. D'alli penelrou na pracs antes de
seus ludo*, dep,ois da mais portada e destruidora
pl^a reodbja a poroacSp. e dentro em pouco a
asdela, reto a aer eaeolhido Jpara governador.
asas nao tevemuilot diss de descenso. Psrtio e
nao faltou asua presenta na memorare! batalha
He Nive, e em avilas outro combates at paz
ee 1814. .* y .}
d Feta esta paz rollou o exercito portuguez
pitria cheio de gloria Luiz do Rgq tioha adqui-
ri Jo a"Siima e o amor dos seus camaradas. Oa
oteados de lodos os corpds o conheciam : era
anda coronel (e os postos entao nao se venciara
deajtrousaatN, apeiar da moitalidde e das ba-
Ulhas) e nao obstante isso o nomo de general
lego Ihe era dado- por toda a parte. A offioiati-
danle e oa generaes do exercito alliado tinham
per elle a raais decidida estima e respeito 8. M.
. ]i o havia condecorado cora a cruz e as demais
iosiitnus das sete batalho.
sorio ao capilio-mr Franeiaco de
canli (feiienneoeral da divisa)
bre os lugares sublevados ao Su I da prorincia~
dua inexperiencia foi exposla no eogenho d'Utin-
ga i radea-trriaus, eaanis^nia^rea|BmiaajftBfl- dar.
moralisar os spfdndos'da reroluc". ro entinto.
prosegua em sua marcha aobre o Recite chai Cogomiiirio. 0(jindo por tuda a parle $ ac-
clamacatos deViva *f-.reil e nao'etieonlraedo
nenhuoi ambareco que rla-tolhesse dfassos.
Julgando com a aua presenca gsl'anisar o ca-
daer-da repblica offereceu-se Domingos Jos
Mallos aoa sus eollegas do governo provisorio
para tr em auxilio do geoe-alaus. Nao4af-
dou porm em reconhecer i impussibilidade de
reunirem as suas forjas; por isso que a sua au-
toridad superior de Paula far-lha-hla dar as
f^"^.* Bonras do commaudo, que pouco disposto se mos-
trara este i ceder-lhe. Aceordaram prtenlo em
separarem ae, camtohando Hartios em direc-
?ao rilia de Serinhaem foi surpreheodido n'a-
da rerolucio : reunirarn
aderJUKcadej'>0# id
_ftvA Ipm
o huso
) aliire de fugir em differentes
procurando desl'arte escapar pena que o iguar-
vejanos queuso fez Rodrigo Lobo do BrevtJoriOfc eiosoes. que, supposto seisn pouco exsctas,
pealar que Ihe ra coDs^ppa^ aaBasB^aa^ ^U aPleatp ale eterno desgosto nos indirlduos e fa-
loterroguemos urea tmtemunha, que com Luiz c mitin;' que lembro a Y. Exc. para pensar
Tal era o teme/ario O.. Qurcbote a,quem o rej da : e
portuguex cotutiluira $eu alier ego, e que no
tropti das promoes tmha sido elevado ao posto
4 brigtdeiro I
uereis aiods como se confunda esse ho-
an*M. nn chusma dos prettndentes que vinham
cene do ffio de Janexrol Oujamos o sen ilos-
tndo biograpbo:
c Luiz do Reg era dos horoeos mais polidos e
agradareia; seu porle e manoiras tinham a fran-
queza do militar e a urbanidade do fino cortezo.
Dna-se que oenhum cavallelro de proriocia o
exceda em ba creacao e delicadeza de tracto.
Reservando para mais larde o demonstrar a far-
aiade da propsigao d que Lutz do Rgo era
aimplado para exterminar os pernambucanos
estsu 1o autorAde para commeUer impune lo-
es* o aiientados citemos por agora o que tal
respeito diz o supra-mencionado biograpbo :
c Os aeus actosj assim que tomou posse do
gaterao, demonstraram ter o braro militar da
guerra europea um corceo generoso e cmpassi-
io. Erapregou todos os sforgos em minorar os
ncommodos dos infelizes que a fortuna abando-
nara no campo, e que hariam cabido as impla-
careis raaos da justi$a das aleadas e das corarais-
des militaros Regeo sempre com brandura e
espirito de conciliacao; e applicou-ae i armar
umi forca que mantiesse a ordem a obedien-
cia ao goreroo. (16)
Depois d'haver protestado contra a infiel pin-
tura que do novocapito-general faz o Sr Monu
Tarares relramos a Pernambuco e contemplemos
0 mereocorio espectculo doa paroxismos, e der-
-aadeiroj momentos da chimenea repblica.
IV
Conhecendo-se baldo de meios pare empeohar
lucia com a monarchia baaeou o gorerno pro-
visorio a cooperacD das naces que, por seus
principios liberaes podessem sympslhtsar com a
ua causa ; e para esse Qm eoviou os Estados-
llr-idus d'America S Aotooio Gonjalres da Cruz
[Cabog) e Flix Jos Tararea de Lima Bueoos-
Ayrea com instrueces d'entender-se com oa su-
blerados do Paraguay. Occorreu-lhe tambera o
pensament de constituir seu agente em Londres
1 um benemrito brasileiro, cujas opimoes te-
mos com respeito citado, que nao a porconric-
Sio, como priacipilmeote por gralido declinou
d semelnaoia encargo. (17)
Por um momento acreditaran] os insurgente.*
que a sua existencia poltica aria reconhecida
pelas potencias da Europa ao verem asolicude
com qae o cnsul iogiez John Lampire rioha
espontneamente pedir ileeoca para continuar no
flxercicio de seu em prego, que por forma algu-
na polia julgar-se interrompido em aeu carcter
puramente commercisl. Como de suppor pre-
?aleceu-ae o gorerno provisorio desse feliz ense-
jo e remetteu-lhe im medala mente o desej*do
xe-r/uaiur. Mais tarde (a 14 de julho) reclamoo
O go'eroo pottugaez pelo orgae do aeu ministro
fila Londres o conde de Palmelia centra o preci-
Ilitado proceder do cooaul britnico recebendo de
ord Castlereagb, ministro das relaces exterio-
res plena saliitaijao. (18)
Para despertar o enibusiaamo e o zelo que co-
mecaram k afrouxar recorreu o gorerno proriao-
rio ao expediente d'autonsar a incorporadlo da
companhiade voluntarios, concedendo os postos
de capilea aos que slislassem-aas, fsrdassesa-
oas e deridamente muoiciassem-nas. Comproa
por exorbitantes precoz as poueas pessiaas ar-
mas que existan 4 renda, equipou ora brigue
ff duas canbooeiras, qae ae acharam ancoradas
o porto, a que addtcionou-se depois um barco
mercinte adquirido pela fabulosa aomma de trin-
as e dous conloa da reia, confisnio o enramando
da esquadrilha republicana ao piloto Jos Fer-
nandas Portugal. (19)
Bando todas essaa madidaa InefBcazes para as-
segurar a defensa da revoluco recorreram os hi
aneas da goreroanca aoaderradeirosrecarsospro
(Samando a necessidade das guerrilhas tio profl-
tf's oa guerra contra os hollandeses, e assegu-
rando a liberdade aos escraros que corressem a
dmpunnar as armas. Exiguo foi o resaltado do
primeiro expediente, apezar do ardor bellicoao
oam que slguos eccleeiaticos trocaram o brevia-
rio pela espada ; felizmente improfiquo o ae-
gunjo cujas funestas consequencias facis sao de
Calcular.
Enumerando os erros do gorerno rerolaciona-
rio pede a justica que nao olvidemos o desinters-
ate com que renunciaran} seus membroa a menor
veiribuico pelos seus serrinos, a honradez com
que adraiotstravam a fazenda publica. Nem me-
nos digno d'eocomios foi a simples e tocante coa-
emboscada junto mo rio Merepe, e entregue
ao marechal Cogomioho que, tratsnda-o com
bondade, fe-lo recolher bordo d'uma das em -
bareaces que bloqueavam o Recife. Finalmen-
te avitaram-ie os dous exercitc* ioimigos ao
dia 13 de raaio no engeoho denominado trapiche
de Ipojuco, onde a maior epuJqsjae; e completa
aasencia de coohecimentos militares seliarama
derrota doa republicanos. -' r. ,
No entanto .rigoroso bloquefo soffra o porto.;
porquaoio os dous navios expedidos pelo conde
dos Arcos se hariam ji reunido aoa da esquadri-
' Iha de Rodrigo Lobo. Em Uocritica Conjnctura
importara que a autoridade nao estireaae diridi-
assim o eoteOderam os membros do go-
rerno prorisorio ablicando seus poderes as
mos de Domingos Theotoeio Jorge, proclamado
dictador com o titulo de governador civil e mili-
tar do partido da iniepenfkncia em Pernam-
buco. O primeiro acto do noro governo fui o de
escolher um meosageiro qu- obtiress* do com-
aaud.fitn da esquadra honroaa capitulsco : re-
cahindo a escotna ao dc.o=.k.ra.Hr r.ruz Fer-
reira, o mesmo que, como Timos, dra a deouu-
cia a Caetsno Pinto.
Eocontram-se, no lirro do Sr. Moolz Tarares,
as pecas offlciaes trocadas entre os palrtotas e o
chefe da esquadra bioqueador, .e nao sabemaa o-
que mais se deva ahi admirar se a incoherente
hnguagem d'uns, oa se a aultanica expresso do
Vista, e matar todos os europeas de nascimento.
Rem cooheceu Rodrig Los o qae hana de
quiebotesco nesU ultimtum ; receaodo, porm,
(erar ao extremo a sus reiutancia ero negociar
Com os revoltosos, consenliu em suspender as
hostilidades at que podesse o desembargador
Cruz Ferreira chegar ao liio de Janeiro, a/im
e rogar a S. M. o perdi dos rebeldes, podendo
o governador preparar um naci que transpor-
tarse o seu emissario, cujo navio detira sahir
em latim; pondo-Ihe elle (tlodrigo Lobo) um com-
mandante, parte da guamico e mamimenios
para a viagem ; ajamando que nio poda emba-
rogar gue o exercito de Ierra se aproximaste do
Rtcife, poxsque obrava debaixo d'outrat ordens.
e o mais que poderia fazerlhe seria de partid'
par-lhe a sua de'erminago, ore nao duvidava
que acceitasse. Oferecia por ultimo ao governa-
dor e a eua familia a faculdade de retirar-te
para o Rio de Janeiro, garanlindolhe ama vi
d., urna vez que nao se txecetse a menor vin-
ganga contra os desgragados presos, e assumin-
do Ihe ao governo da capiania.
Haven lo expirado o prazo marcado no seu ul-
timtum sera que nenhuma resposta Ihe bou-
resse chegado, receiou o dictador que nenhuma
modificago houresse feito o almirante as suas
primeiras contienes, tomando a desesperada re-
solucao de abandonar o Recif, marchou com to-
da a tropa para o engeoho Paulitta, risinho a
vidade d'Olioda, levando consigo os cofres e ar-
chivos pblicos.
Procedera nal Domingos Theolonio emdeixar
a capital? Deveria resistir a todo o transe, ou
acceitar as concessoes do commandante da es-
quadra 1
Anda urna vezcoofessamos a nossa ignorancia
n'arte da guerra ; pensamos porm que tao in-
sensata nao foi a poltica do dictador, como pare-
ceu a alguos historiadores; porquanto receiou
elle ver-se brevemente exposto s torturas da
fume, collocado entre os oavios de Rodrigo Lobo,
e os sida ios do msrechal Cogominho, que nao
tardaran] em sitiar a pra;a ; eaperando com a
aua sahida prolongar a guerra em qualquer ou-
tro ponto mais defeosarel da provincia. Quanto
as concessoes do almirante.poderia Domingos
Theolonio applicar-lbes o sentencioso pansa-
mente de Virgilio :
Timeo Danaot et dona ferentet.
p9r um documento, que temos presente, v-se
que nenhuma inteoco tioha elle de cumprir a
aua promessa de conceder o armisticio quando
recommendara ao general daa tropas babianas
que se approximasse do Recite, loso que julgas-
ae farorareis as circunstancias. (20)
Foi o signal da contra-revo ucao a retirada das
tropas republicanas ; e todos aquellos que de
mo grado hariam acceitado a revolucio, ou os
que desengaados contarara resgatar sea erro
pela mais prompta vsssalagem apressaram-se
em proclamar a autoridade real arvorando o pen-
di das quinas sobre todas es fortalezas Percor-
rea as roas do Recite a escorla da populago por-
tugueza, insultando com as suas rozeriis aquelles
meamos, a cuja generosidade deviso a conserva-
cao da vida e fazenda.
Para documotar o estado, d'exaUameeto a que
se enlregou a arraia miada, na pittorejea ex-
presso de Feroao Lopea, copiaremos aqu um
trecho d'offleio que eui data de 12 de jucho diri-
ga Rodrigo Lobd ao conde da Barca :
c Todas as vezes que tem entrado presos os
a prioeipses cabecae da revolta grita o pero em
altas-voces : Vinganca contra o iyrannotl
desojando qae eu In'os entregue pera os esi>e-
dagar, tal o crime de todos que um gersl
Perante lo desoladorqualro perdeu o sis.
padre Joo'Rtbeiro, buscando no suiciajld^refugio
eos male que^aulevia, depon da na ver, a exem-
plo do padre atona, destruido os mais cora pro-
metindures documentos qne em suaavnaos pa-
ravam.
De rolta dofooeral da republicatamroambucana
Irados, cuja diversidade de
pela maneira porque reca-
bando ao ooaso distioeto
de sustentar oa principios
ibretudo a de aconselhar
aleada nao fosse excluido o
aleada (dizla Paulo Fernan-
cadeza ; porque anda que,
*B^VJS sehttmeuiua de meu coracao eu
rcuro fugir de lulo o que nossa lembrar es-
t'j'Pyf P>(* por patH/,e hgaco-s dos jui-
iMt*00* 9. territorio, der.tedana dizer, pelo
amor que teoho pe^oe d'el-rei, que nao coo-
vm que o poro penftre que e fugiu de pro-
"T ptjsilo d letubrar um s oue fosse natural
deste reino, asanlo j unido so de Portugal
e Algsrves, deementioUu-ae pelo fado a ires-
m uaiao que existe de flireilo, dando ^ssim
a assumpto discursos nos peridicos que posss
suscitar sos Coracom principios de desgosto e
c reseotimeuto, materia que pode ter coosequen-
* cl*.n.? fcl"ro-* e dfl que ,e podem tirar coo
do Reg chegra proritl. quando anda Une- c nelles com a sus cooheciVa petracao, e para
lo de sangue se achara o solo e echoara oaemi- c guardar aquella politice, que pode aer compati-
dfctf" 'ictiSJM : CT L .. M >! vel oo caso, e com o eslado das cousas pre-
pm qusnle lato SsparfsWa ta Babia ( axe-a soies. (Sfi)
cwco-s de Martms Mendonca, padre # )k^ Por ordem a'el-rei iodicoo llosqueira os mi-
rnlros que deveriam compor a aleada, lenbran-
clffefe KodTigo Lbo tiTfs a cidade _
come em asawdia, com pecas carregadas pelas
embocaduras da* ras, procedendo-se a pri-
soes esequeslros e mandando acoi'lar ras gra-
de* da cada os homeos de cor que hariam to-
mado parte na rerolucao, se^n, altan^io a li-
vres e escravos, estabeleceodo e 'terror i a
coosternacoo por toda.a parte; coosentiudo que
seus officiaes se locupletssem, de aorie que,
< sendo comiscados os bens de rauitas pesspaa
a abastadas, que hariam sido presas quando che-
gou o general Luiz do Rege, existaos no de-
< psito moris o alguma louca.. (l) N'outxo
r lugar rtete esta mesma testemunha os seguin-
c tes tactos bem caractersticos
Para que nao parecam exagerados os casti-
gos inflingidos por ordem do chefe Rodrigo
Lobo, citarei algaos tactos.
t'Achara-se na cidade do Reclfe o habH pi*
tor retratista Antonio:Aires, pardo ojaroi inti-
mado nesta corle, e que baria viajado pela
Europa, onda aperfeigoou se na sus. arte.
< Acooteceu que os membros do governo pro-
c visorio se msndassem retratar per elle, e o en-
.-"ue,gJem ae pi]][ar ,, baodeiras e armas d*
' UaA
repblica ; u-*. ..j. M nreeiso para que Rtf-
e trigo Lobo o mandaste pTenfla. ^TO4 c acuites, dos quaea eacapbu apadrinhado com
em retrato de el-rei, o Sr. D. Joao VI, que por
C acaso conserrara.
O general Luiz do Reg
FOLHETiM
A DANi DAS PEROL 1S
POR
A.^DUMAS FILHO.
Outro pardo oficial de milicias que figurera
e na rerolucao foi tambem preso e condemnado
acoites, de que se lirroa conserrando-se dia
< e nfte veatido de farda, e caa a patente na
algibeira, porque sabia que esperavam que se
despitse as insignias de ufflcial.
c Anda outro pardo que hara nsseido lirre,
casado e com casa le lanoeiro, foi surrado e
< metlido na fortaleza da* Cinco-Pontee, de on-
a militar, para ali o mandar tratar, sendo depois
solt e recolhido a sua casa consta que auc-
ci cumbira dentro de poneos dias, ralado de des-
c gostos, pela affronta que aofifrara. a
, Se precisas fossem mais addicoes para flrmar-
mos o nosso cenceito sobre o desptico rgimen
do cspitao-genral ioterioo, ajuoiariamus os
juizos que delle forojavam dual peisoas que in-
susoellas nos parecen. *
Referimo-nos ao que a 27 de julho de 1817- es-
ere vi a oara o Correto Brasil iense um seu cor-
respondente, sen que por nieguen fosse con-
testado :
. O commandante da esquadra Rodrigo Lobo
achou bella oecasio de mostrar o seo carcter,
a e entrando en Pernambuco eomeQou a fe-
a zer prisoas i torio e direilo, exagerando
< os seus serricos, qua talves aluda receoam o
a premio que merecem ; porque o conde dos Ar-
a eos. segundo se diz, deu urna cunta delle para
a corte, que se fr attendida o sujeiUr i um
conselho de guerra ; e por isso nao diao um
nada delle. i
Confirma o que acabaea de ouvir o seRuiote
periodo de uma carta de Luiz do Reg ao sntais-
tro do reino Tbomaz Antonio en dala de 31 de
naio desse mesmo anoo :
. ................................ O condados
< Arcos queixa se amargamente docommandan-
to da esquadra Rodrigo Jos Ferreira Lobo, e
a pens que elle j escreveu S. H. sobre este
'.: mesmo assanpto.
Se prevalecessem entao os principios que fa-
zem a gloria do segundo imperalr, vina logo
0 balsamo d'amnistia cicatrizar as feridas da re
rolucao, e vencedores e vencidos renderian si-
multneamente preilo e homeoagem ao throno ;
nio tiuha, porm, alvorecido esta grandiosa idea,
e nos conselhos da corda dominou o aystema do
1 error.
A patarra vinganca fei proferida ; e esse sen-
llmento baixo e igaebil, achoo encomiastas at
entre alguna Brasileros qne pefa ana iilustracao
e serrinos honraran a patria.
V.
Foi o primeiro julgamento dos implicados na
rebellio entregue is coramisses militares, tri-
bunaes draconianos, cuja uoiea forma de pro-
cesao consisie na veriflosco da tdenttdade do in-
dividuo, aQm de ser-lhe applicada a pena im-
posta pela lei marcial. Pensou se mais tarde em
substitu-los por una aleada, conposta de relhos
magistrados, acerca de quem se nao podesse ra-
ailiar, quanto rigidez de principios.
Antes de subir ao ministerio fftra Thonaz An-
tonio de Villa-Nova Portugal, chncellermr do
reioo, e portamo en intimas relecoes con os de-
canos da judicatura portngoeza. Arantajado con-
ceito tornan 1o da inteireza e eoobecimentos
profes-ionaes dos desembargad ores Jo* de Oli-
reira Pinto Rotelho e Mosqueira, e Paulo Fernn-
dea Vianna, intendente eral da polica, desejoa
oavir a opioiao de ambos sobre oa intrincados
pontos de direilo, que suscitara a creacao d'al-
c*d*. e oa limites daa faculdade* que Ihe deve-
riam aer outorgadoa.
Enriquecemos as nossss notas eom os parece-
(ConUnuacio.)
XXIV
A certesa de tornar a ver Annetle, nesss mes-
ma hora, eachia-lhe tanto a alma, que abando-
nando-a, deixara-o razio cambaleando, quasi a
Cehir. Entretanto recomeeou michinala.eute o
fame dos riajante* e a inspeccao dos carros.
Por mala violentamente e por mais longo que se
tire agua de un copo, senpre tica algu na
Coosa no fundo quando o poen en p. Assim
acontece com a esperanza; por mais depressa
que nos abandone, sempre floa-lhe ahumidade
no corceo que a coolinha, e para qae seque in-
ieirameate, neceseario que a alma lenha-lhe
bsnrrido at a ultima gota.
Um vn cabtu de aovo entre Jacques e todo o
Jne o rodeara. Km un niato passava d con-
*ne mais lUinHsds i davida mais absoluU.
Catretseto se raciocinara um pouco, vera que
nada estara desesperado. Annettaih* tinha es-
enpto, portanto naohavia nodanca oenhanaen
aua sHoacia. Nao vinhs nease tren ; via sen
dar ida en outro, nio poderia ter perdido a hura
da partida do eaminbo de ferro f
< Nao, Jaranea nio peosou nada dsso. Cania
m corapleu prosiragao. Nio proaarou aenbu-
sna razio para esse acootecimento. Nio disee
coms'go : Taires tlvesse nurrldo I diese poli
e contrario disaoinedo : nanea mais a verei I era
ao menos tinha sorsgen de volur i estalagem.
Pedm ah nesmo una fot ha de panel o eserevetj
ali aa*eme: \
Voc nio vaio. Esperarel att amanha. Se
amaobaa nio eativer aqu, partirei para Parts.
do para seu presidente desembargadnr do pa$o
BeroardoJeeiraCpitinho Alvares de Carvelho,
6 Par> sfriv o desembargador da casa, da sup
plieacio Joao Osorio de Castro Souza Falcao. (23)
A complicidade^de muilos eccleslasiicos na r<-
bellio pernambucana trazia mais uma difHculda-
de para o gorerno d'el-rei, que desejaodb'proce-
der cannicamente quiz ouvtr o voto do Ilus-
trado e virtuoso bispo capeliao-mr, qai eo-
lio era D. ns Caetano da Silra Coilioho. >
A opnio de S. Etc. Rvma., exarada na minu-
ta da prorisao remettida a Frei Innocencia; Anto-
nio das Nuves' Portugal, e por* este transmittida
a seu irmao o ministro do reino unido Thomaz
Antonio acompanhada da eaposiga da conferen-
cia que com o prelada fluminense tiera, de-
monstra a maneira porque foi eutao solrida ca-
sa difneuldade (2v). Ct>orormando-se totalmente
cora e alritre proposto, eoriuu o ministro a mi-
nula supra-menciooada ao bfsprj de Pernambuco
D. Frei Antonio de S. Jos Bastos, que resida
o esta capital, aao harendo aioda entrado oa ad-
raioistraco da sua diaces, o qual apressoa-se
em subs rever a formula coovenciooada.
Superado o bice daaimmanidades ecclesiasti-
cas decepou o gorerno com assegure da lei os
a>niiBBio dos Cavalleiros profesaos das 'tres'or-
dena militares oeter.uu.-.. t ,,ia 4a conscien-
ca e ordene que Uzease ncar e averiar todas e
quaesquer ojfertat Que tivetsem os ros de tao
enorme delicio, os quses den-riam coosiderar-se
cono expulsse exautorados de todas as hon-
*<>' m .,
Ooiios a annuencia de Bernardo Teixeira.que
ao convite ministerial, responoera que estar
prompto para ir para toda a parte e para o que
loase da vonlade d'el-rei com quem desejava sem-
pre conformar-sefui-lhe dirigida uma carta re-
gia infealindo-ou'amplos poderes pratirar no-
va devqUAtem necessidade de certo lempo.ou nu-
mero o^tWtttemunhas podendo expedir ordens e
enviar delegados a qualquer das provincias que
haviam lomado parte na revolta, procedendopo
rim nrtses cato d'acord com os governadoret
dat referidas provincias {-f).
Pafa prestarera a aleada tolo o' apoio foran
tambem expedidas aos capilea generaos da Baha
e Pernambuco carias regias que em notas cita-
mos (26), e s cada om dos seus membros srbi-
trou-se-lhe a gratilicago de duzentoa mil res
mensaes, e mais cem ao presidente, como ndr-o
atiesta a minuta, que pelo proptlo puuho do mi-
nistro vrroos entre seos papis. '
Depois d'alguma demora na Bahia desenbar-
cou a alijada era Pernambuco tazando cessar as
fuzilamentosproeisorios (8)d*scommisies mi-
mares para substilui-los pea lenta agona iu-
quisitotial. Coacordes sao oo coniemp^ianoa
em tragar-nos o carcter da Bernardo TeTxeira
como obstinado, soberbo, e vfngavo aprazendo-
se em augmentar desmedidamente o numero dos
delioquentes.
Para aasistirmos a estrs d'alcada deizemos fal-
lar uma lslemdnha qualiQcada :
c Chegada a aleada a Pernambuco abru devas-
< sa ose apresentaram logo como testomunhaaos
(1 dou-^ciautea Jo patriotas, o o>.l'oO |iOituuo
es novatos, taberoeiros qae tinham eouMdu
insultos da escoria dos patriotas, como sempre
aeonleee quando exislem rivalidades e partidos;
< e estas testemuohas jursvam o que ssbiam, e
oque nio sabia ra, encorajados pele presidente
d'alcada, que Ihes promeltia o sigillo dos aeus
< dnpoimentos, e era publico que quando alguma
< tesiemuoba depunba a favor dos reos, o pre-
Bidente a tratara mal, e mandara-a retirar, e
este precedimento comprometteu muito as tes-
c temuohas ; porque quando chegou o lempo da
c defesa dos reos se viram obr meltidos t ().
A' este qusdro devido so pincel d'an pintor,
que, pouiodeslia, quiz licar iocognito, juotemos
ojuizo qil noaeio u amUadeemiitia Luiz du Re-
g, em sua carta de 33 de agosto de 1818 ende-
rezada a Tnonaz Antonio.
< Bu nio na eogaaarei muito en afumar i
c V. Ex. que a derassa lirada pela aleada talrez
a o processo o mais irregular que se ten feito, e
eu bem creio queS. M. quando tiver cooheci-
c ment a'elle mandar talrez qaeimar e proco-
c dera oova derassa. Bernardo Teixeira tem es-
c colhido para mais crdito Ihe dar a homens
aem representacao. nem crdito, e quando al-
gumas d'ealas cousas tem sio conbecidas pelo
c aeu carcter infame, ou pela sua conducta eri-
f miosa. Algunas das teslemuuhas loram m.l -
c tratadas e amearadaa por au deporem aquillo
que ojuizqueria ; e levoa aa imeacaa i tal pon-
c lo, que Joaquim dos Santos Humen, morador
c n'esta villa, tomoa-se de terror de sorte que
cahiu com um vagado. Isto um faci muito
c Contiendo, e quast ludo o que se pasas oo es-
c criptorio de Bernardo Teixeirs sabido fra.
c porque elle tem mi escolba naa pesaoas, a quem
a coalla seos segredos o.
Apenas pronunciado certo numero d'indivdaos
remetiia Bernardo Teixeira a relacio ao capitio
general aocitaodo a sua prisio, ao qae de meo
grado submettia-se este, coohecendo a tnjustic*.
ou o esairito de persegaicio que baria dictado
aemelbaotea pronuncias. Eram os presos encer-
?r
rados nos tareeras sub
era a sorte dos que v
las .provincias e das limitropfaes.
IbM tos aqoneiia. M
eriencTa a mor parta d'estae pres>
ais conficuas dasir.lelad'f,* cu}*!!
era :suspena 4fi raS.nert4, easn perpetuo pesa-
asilo do presidente d'alcada. .
Em uma,caita eooudeneial ao seu amigo tHor prem :
maz Antonio censurara Luiz do Reg taearprisoea i
'.ni'i.ntea.te/no.s:
SkWXFsi&Ti'Zgtoti
lazer, oueamoa como contraria elle o libelloaa-
**1
rimhY-t' sido impossive!
)v
eritar o SUppflcfb *
mnar
-
\4^^;v;imtm%z-.
\
{) VMe o Diario n. 89.
porque ser a prora de que nio ne ana, de que
nanea amou-me.
Essa carta nio tinha aenso commum, porm no
estado em qae Jacques se achara, era necessaro
escrerer alguma couaa. Evidentemente s o
acaso, depois da promesss formal qae elle rece-
bera, polis ser causa do que aconteca. Nio ha-
ra portanto razio nem para ae desesperar, nem
para amea;ar Annetle com aua partida. A du-
quesa vardade que nio viera, mea de certo que
nio por tea culpa. Deria desejar tanto alf estar
como Jacques desejar a v-la. E' rerdade, mas
elle eslava tio abaltdd, que romecou a compre-
hender que as torcas humanas tem um limite e
qae ao cabo do oito dias dessas emoedes, ou suc-
cambiria ou lomara o partido de (agir dellaa.
Dettou a carta no conoto, foi passeiar pelo
campo. Nio chorara como ao Haoovra, nio es
tsva triste como em Breslau, nao tioha olera
contra o duque, nio sabia mesmo se anara An-
netle, nao tioha emfln uma consciencia exacta
de aaaalna; eatava embrutecido como em ho-
rnera, que recebeu om grande golpe aa eebeca o
repeta comaigo :nio, flear aqai ser-me-hia m-
possivel. Tudu o qae hootem me distrahia e me
ajudave a eaperar,ser-me-tiia insapportavri ago-
ra que espero en vio. Nao, decididamente, se
ella nio chegar amanhaa, partirei para Pars. Es-
pers-ls-bei mai, tuoquillameole no nelo das
pessoaa qae me aman.
Jacques ni voltoa i esUlagen ende julgavam
que tioha partido. Nao quera ver nioMuem. A
adnlracao do ealalajadairo, rando-o voltar, serU
para ella ana fadiga. B dapnis. latvax doulor
Ihe fiiesse p-rgunus. Para n^e rasaendar i tu-
da esss note? Em que Ibe pediam. aer uteis?
Haa talves que o tren.quo nio trouxera Annetle
Ihe houresse Ifiajeae .MptmaJsrU ; talrez qu
nesaa caria lhenaJs|caese tudaj/e ao aio tornas
se estalagem, como tinos dito qae parta pan
Franca, expedir lae-hian nasa carta e antas d
ter tense a (aula velur, pansa r-se-ena
dias. .1 *
Apenas fas essa reiexie, voltou attax, e poa-M
oto a anear, naa sin a correr para a oajaisojeast
Gaegon alagado da aeor.
O estalajadeito quasi soltoa D grito to. vaj-to.
Kstou para me ver lirre da presenca detente;
< gome infeliz, mas nao justo, que pois miohas
suppcas lem sido ouvuas, que eu mo cale
ncte ujomnto .
Asprisoes da Baha j4 eato atulhadas de
c geni, agora Iba accreaoem perlo de cem pes-
c sosa de forma que muito. prora re exoederem
c os presos em grande numero i dureotos. Quasi
< todos ellas tem dezeseis mesea dqprisio rigorosa
< da modo que a excepeso daquellea que toraa-
< ram parte na subieraco, que de certo sio raui
poucos, lodosos outros tem sodado mutto'pe-
t lo tempo de prisio, e quiodu isla nada Ihes ra-
< lha para ama absolricio completa, deve sem-
t pre valer-Ibes para minorar-Ihpa pena, a que
< justamente derem aer condemnados.
Alm desta razio accresje que leudo paseado
muilo tempo j poueas pessoas deixsram de
c ver com magoa o castigo de tanta gente, ao
mesmo nano qae ao principio todos loavavam
c e todos acharara necessarjas as execu(i>es. Fi-
nalmente anda lempo de salvar a multas fa-
milas i ignominia, muito* bens s confisco, mui-
ts gente a ultima miseria, e portanto anda
a tempo de lirrar esta capitana d'iim abatimento
que se pode lalvez evitar, e que a ser possivel
< nao resultar diato o compromelter a sua se-
< guranca. Queira pois-V. Ex. tomar por mais
( este modo a capitana de Pernambuco debaixo
< da sna proteccio, e eu a seguro a V. Ex que
a se ha de coohecer bem depressa o quanto lbe
ai ser saudarel esse syslema .
Diaaemos ha pouco que o capilio general de
Pernambuco prestava-se de mi grado as prisoes
reclamadas pelo presideote d'alcada, cumpre-no*
demonstrar esta proposito, conforme b nosso
programma. j
uas gravee cootestacoes houveram pntre as
duas autoridades relativas a este objecto, e de
que nos Qcaram documentos, que pelo seu volu-
me seremos pbrigados compendiar.
Nao cabendo em suas atiribuices e minorar 0
soffrimeoto dos presos^ enWndeu-se Luiz do Re-
g com os mdicos do hospital militar, eslabele-
cido ao convento do Carmo, aura de que, a pre-
texto de molestia, achassem abrigo alguns des-
granados, tendo o Unitivo de ppderem commuoi-
c*'*e com eos prenles e arpiRos.
Nao escapou este ardUine suspeiloss vigilancia
de Bernardo Teixeira, QsWanhelara peU oppor-
tanidade de mostrar o seu receutimento. Apre-
sentou-se elle por occasiio do embarque do bri -
gadeiro Campello, do coronel Pessoade Lacrda,
e de mais duas pessoas de menor importancia.
Representara a junta medica contra o projaclade
embarque allegando a impbsstbilidade phyaica
dos reos ; o que sendo corpnunicsdo pelo gover-
nador ao primeiro magistrado da capitsnia, re-
cutou eate dar crdito a aitealac&o dos mdicos
do hospital, e exigiu uma vestoria presidida por
elle ou por um delegado seu : ao que prestou ae
o general depois de baver solemnemente proles-
lado contra semelhante abuso das circumstancias
em que ambos ae achavam collorados (30).
Graogeara Jos Carlos Jktsyrink da Silva Per-
rio as sympathias de Luiz do R-go, que restitua-
Ule o lugar de secretario do governo, que exer-
cilara as passadas administragoes ; posto que
cooasse os negocios de maior msgmtude ao te-
nente-coronel Soares de Andrea. Apexar da
c muita habilida le que sempre cooheci era Jos
Carlos, (dizia o capito-general so ministro dos
negocios do reino) e do muito regular compor-
mento e honradas disposi^es que me mostrou,
nunca Ihe coofiei as-cousas de maior segredo
e V. Exc. bade estar lembrado de Ihe te'r dito
que todos os negocios de msior importancia
eram dirigiJos pelo tenente-coronel Soares de
An.ira. m
esejoso de molestar a Lniz do Rago iodigitou
Bernardo Teixeira o secretario da governo como
uma das suas victimas ; e aterrando-se este com
ss imprudentes ameacas do noro Torquemsds
deu parte de doenle.conaeguindo depois sahir da
opilam*. A* circyuBlauuia* deala fua. eaeda-
das sor uma communicacae do aoamaodaaie da
polica, o major Merme, ongioarm vira discas-
sio entre o capitao-generate o presidente d'alca-
da. (31) v v
Regiatemoa antes de passar avante o aeguiote
orado 'indignacao de Luiz do Reg contra o ho-
mem raocoroso que prolongara o auppliuo daa
victimas aioda dopoia de perdoadas.
Nao posso dtspensar-me de fallar a V. Exc.
oo juiz d'alcada, aendo os presos d'estes uili-
c mos lempos muito prximos de cem, at boje
a nio aolluu aenio quarenta e um que tinha sido
t preso por engao. Nao possivel que todo o
resto sejam chefes de revolucio. e oo entaoto
est aquelle.homarn cavando o sea coraco em
ver a oppressao e a desgriea de tanta gente,
< quando S. M. acaba de levar a aoa bondade
c ponto de perdoar Ibes. Alen da humanidade
deve haver cautela con os resultados da que
c este juiz capaz ; porque om honen a quem
pesam lio pouco os males albeios, e que est
a tao oouco disposto fazer mesmo o bem, que
8. M. manda, nio pode entrar na classe dos
c juizes imparciaes. (32)
Reservando par o ultimo capitulo o estado
mais minucioso a'admioislracao de Luiz do R-go
em Perusmbuco, vejamoa de que modo qaaltca
o Sr. Moniz Tarares a nobre conducta do nosso
protogoniala, com prorada com irre fraga res do-
cumentos.
Em 29 de junho dette mesma anno de 1817
c (diz o chrootsta da revolucio) "desembarco
c Luis do Reg Brrelo oo Recite ; com a sua
a viada augmeotoa-se o terror, afleccio vil, que
c nais degrada o homem fazeouo pensar que
com repetidas bsizezas pode roelhorar a triste
c condicao. Foi recebido com jubilo erecom-
< peosou com o escarneo. Por sua ordem furam
c sequestrados todos os bens dos presos,sos quaes
c a*.innocentes esposas e os lhos \arara ex-
postos aos horrores da meodicidade. (43)
Mais fcil romaotisar e faire e tentiment,
como dizem os fraocezes, do que goveroar um
p*iz qae acaba de santr do vrtice revoluciona-
rio, e Deua lirre ao Sr. Monu Tarares de se
Veiu ama carta para mim? pergantoa-lhe
Jacques limpando a testa.
Nio, seohor.
Est certo disso ?
-7 Gertissimo. O carteiro passou por aqai. Has
eujojulgara muito langa.
Partirei ananhia.
Espera una os/la para partir ?
Nao, esperara por alguem, respoudeu Jac-
ques fallando antes i si mesmo do que ao estala-
Jadeiro.
Pelo tren de Vianna?
Sin.
Taires que sssa pessoa chegue ao tren da
tardo?
E' rerdade, exclamou Jacques que nio li-
aba pensada Bino ; ha dous trena por dia.
E todas aa suppo*ic.e rasosreis, e todas ss
probabilidades novas da ver chegar Aonette inva-
diram-lhe o espirito ; por un triz que abraca'o
eslalajodeiro, cojas palavrea Ib* Uziam tanto
bem. O aegnndo trem ebegoa s ota horas.
Jacques estara oa e*ta4o, ende jaotou, desde as
cinco horas e mala.
Se Aonette ebegasae naasa tren, seria anda
nelhor pan Jacques. porque, o esminho de ierro
nio partira aenio no da sag inte ella seria
foresds a passar a noite em Fleat. t pensar
que provavelneote ella viria, risU) qua nado Uta
lisiha escripto I Na enUnle, Jacquea reosda-
va-se de toda a sus historis com essa nolher,
***. o dipn qne o a pas *dnbjk mi en
caaa de Wladimir, e onde a aperara cono a es-
perara con ua emocie ene ara pata sqisino que
faaase motnralo seaUs o,f a wqsnfftsajnto.ia)
para a realidade. Quanta cosas hatik succqdid
depois desse dts I
a ver a duqoeta d'atri i ama horijts
nats a vina. Sena, wdeda isa. I Be iaee ssol
ata*ra.ae, pobre mttiarl cene aas 1
.transa, rlsdwiii daraale ajtvmpoque
hara pasaade deaU doaaa prinaua eetravia
tal Quen tarta data eatie qae ehepanan
ponto qae hariamofaegsde t
Gomo estsu Olla (vtiBON asquellidi, a
que graga se mostrara casquilba I E noite como
esluera encantadora I E a visita do principe I E
a boa convraacio de toda a noite I E a scena do
annel I E os passeios mysterloses I E todsa
essas recordases de nada servirisn I E todas
essas realidades s teriam en resultado uma
aeparaco I fra aemelhante nalher qae
escrevera neasa manhaa urna carta tsodura e
tio injusta. Carta que era muito injusta, parque
Annette (Itera tu do para provar o seu amor.
Assim elle mereca que o punissem ; as ella
ana-o; comprenender portanto e perdoar.
Una hora depois dessas reflezes entreva
Jacques na estalagem, tio triste como pela ma-
nhaa. O cantono de ferro s tioha trazido g-
neros e nen un viajante. E' intil dizer aos
leitores qua noite passeu elle. A' proporcio que
se ia aproximando a hora em qae jurara i si
mesmo partir, seotia enfraquecer a sua reeolu-
co. Achamo-nns presos por l*c/>s iousirei* apa
lugares onde coroecamos a esperar uma pessoa
qu 00a chara, e que nos parece que s pode-
mos torna-la a ver no, tugad em que a espera ra-
nos. Quando o toracio tam dado e recebido
una entrevista, ns hora mesmo em que exoira o
lempo mascado pera essa entreri*u, o homem
oso .ton atea para retirarse, ha probabtlida-
de<-oao, exageaa^aopar que se espere toda
vid*. Cada minuto, em ves de trazar uma pro
babilidada aeaaUrji, acrescenta un* aeceraiaca
ora i asaeteaba Iludida. Parece qu s pestes
esperada cnegari no momento en que nos acha-
raos longe. Nao nos pdenos cwnrencer qne
tenhamoa perdido tanto torneo em vio. Nio se
eaaara raais caan coaviocio ( spera-aa com
hstiaacao. oonoolers. Tudas as oulfas ooca-
aoooaM e>ip aartnas aegeir i eesas drsspparecen
cano iaiOanev Aespors paiMa eolio a tomar e
asse a polar de ncesele ade. Aeostun imu. ros is
z nunca causa* mais taeigoincaate* de que eslames e-
deadoa. aae machinal. Illas aqaban por ae tornarem quasi
iodispeosaveis. PfcVm'se -lighdos i lias o nao
ana podemos separar san ama verdadeita dr.j
Paasaianos entre atoas tintase tnsajtnenos.como
an sotnal feroa en sea gaiol. fsrnoa desta
pira aquel!, css, parimos n'sqaelte lagar, U-
u paiz,
mos superstiQes ridiculas e dizemos comoosco:
se s prineira pessoa que passsr na ra dr assim,
que a pessoa por quem capero viri; ae fr de
tal maneira qua nao vir, o eato r-me-hei
embora. Passa a pessoa,- e a acruditarmos en
nossa supersiiQao devanamos retirar-nos: nio
o fazemos e recomeesnos o nosso pssseo. As
percas comecam a fraquejar, o estomago a con-
trehir-ae, os pos a iocharem, a cabera a esva-
siar-se, sentimos qoe nos tornamos idiotas, te-
mos o sentimeoto ds complots initllidade da
nossa persistencia, mas assim mesmo ainda es-
peramos e paisanos desee atado ajelo dis o al-
gamas vezes um dis iateira. S a ooite ou o
ridiculo nos arranca do lugar en que estamos, e
anda assim, atoles de rollamos pesa tasa, sana-
mos am pretexto para panar por alie duas ou
tres vssesw*-.__L -^,7*
Jacques tinha chegado essa ponto, can a
diff-reoc*, porm, de que esperara an nn paiz
esirangeiro en vez de esperar npqaiaa de na
ra ; pare tornar i casa nio tino. sostente qua
daralganspassos; precisara percorrer quiaheo-
las leguas. AUsiar-ae do lugar da aatmviste,
fra. nao adiar a eaperaoca para odia seguate,
porm sm.romper con ella deflniliramente
ollar Pms (Ora confessar
Ao entrar p'aqueUe pilVSipVfV, n'lhea-
* ,r0 S 'fflr? '* P^etuara Ser nsa-
c tlnha-se dado principio incniejtarel que a
. destruico iot>l de todos Os cmplices e adhe-
rentes do partido republicano ara ama obra
meritoria perate Deus e o rU O syeiema do
c do terrorismo salara no sea aage. Os eoro-
pus qae talves 0*0 Uslo como pnMicar.ra ti-
nham sido maltratados pelos republicanos, em
a virtude de urna natural resd\o, ersm verda-
C gos dos desgranados s quem a fortuna abando-
na-s. Prognostieara-se uma espantosa revo-
< lucio, um luto geral anrecara i provincia ; o
qoe me cumuxia fater ero lie cireumstancis,
levando comigo ordena poatrivse para earregar
sobre os rebeldes com braco de ferro t" Digo a
< rerdade, nao s demoastrarel por muilos hc-
tus, mas ctiohecida per toda o poro da pvovin-
cia, Do fl meo derer < carregado decasligar ;-ui homeoo me coopc*-
la aindi boje ter, oeeta parte, faltado sos nens
crueis dorares. (34) g
80b o ni ais apixooado e inreridico prisma 00-
servou oSr. Iloniz Tarares o magnatnmo prece-
der de Luiz do Reg para com oa do** Ilustres
pernambucanos de quem j uzeares meocao ser-
viodo-se d'ealas crueis palarras .
c'O origadeiro Jos Peres Csmpello,- Jos
Carlos Msiriok, bem qae abertameole protegi-
dos. por Luiz a Reg,, focan
orgulho e amsibao a'essa 1 '
c A autoridade da Beroarr>o Teixnra tivalrsava
< con o sed podar ; a tyraonU estaa divttida
entre aquelles doua .rares, e cada um apete-
* tta S "'e^0. iansjasttt a exclusive : Vata
contiicto proveio ama aombr de bem. (35).
Impossirel seria excoglr,um morej oaus mes-
quinho do leal e generoso Seto do gorerno do
Hemambuco, o qual. como se previese qae lbe
poderiam seus desairelos deferir taoervada sel-
la, aasim ae defenda mahoa aaaaa dapois da
aecuseein : >
c Pasamos moitas veses patentes os defeitos
dos nonos semellia oles para ene ana notaos air-
vam de capa ; mas bem longe estou eu de pre-
tender representar o tiiatepapelde aecusadar nem
dedesdourar a conducta de nenhum fuoociona-
riopublco. Comtudo nao aei como pean pasear
em sileucio as lucias que ti ve con aqoetlassa-
giatrado (B-rnardo Teixeira] que entre as saaj
boas qualidades ais centava d certo a -com-
miseracio pelos infortunio* alhata*i-'rfe pro-
tendia reduzir a ciozas i villa do Recite, e cria
a ser este caanr.hu mais seguro pare daaireir do
~ uma vez o germen da diteordia, e apelo con-
trario tinha com razio, ou aem ella, julgado
que proras e'ideoies da ctomeocia do osonar-
cha seriara mais a proposito, e daran aosjhabi-
c tantea de, Pernambuco a intima coovircao de
paterna docura do gorerno d'el-rei. (38)
Cedenrto.sjreileradas instancias do capiuo-ge-
neral deliberou o governo retirar a aleada, cuja
presenta toroava-se cada ver mais iutotersvel,
harendo ao curto ponodo de poucos mais de
um anno organisade-'-um meDstraeeo ereeosaa de
18 velumes in-(otio, segundo informa Bernardo
Teixeira ae ministro Thoma Antonio. Pea-nem
esse passo Igerjimeole applandido oa remela
escapou .saiyra do Sr. MuBiz larAre, que i aeu
respeito erante o seguate juito ;
Luiz do Reg coohecia a (raquezs dos sgentea
com quem tratara, reputar.ss um ente ne-
cessario. A falta de deliberacao e de resposta
maitonsis o movea a instar, avaocando a di-
zer que se a aleada permaneca em Peroamba-
co elle nio respondera pela tranqailldade pu-
blica pretexto eommmm de que valem-te os fia*
a frtoanle* para a eonsecuco dos tem designios
a oceuttos.t (37)
A mais inslita animadrersio trantsuda dca-
da uma das palavrss de juizo que acabamos de ci-
tar, e que no nosso humilde entender, en si pro-
prio encerra a sus refutagao.
VI
Sob os msis fnebres auspicios estrera Luiz do
Rogo o eu guroroe, iacoBlliao de eimagar eom
o sea guante de ferr a hvdre rerolucieearia de-
vora mostrar-se aaepetto e cruel, abarando o ge-
mido daa victimas com a estrepido das arnas.
Foi, porm, este o seu proceder 1 Vejamos.
No dia 30 de junho (immediato ao oa aaa che-
gada) assegurava elle ao preaideala da cmara do
Recite. Caetano Francisco Lumachi de Mello qua
fra curopnmenta-lo, estar capacitado da fideli-
dade dos honrados pernambucanos, eom exc+pfo
de meia duna de cobeftJS esqueniadas; (38) a
poneos raezes depoisescrevendo a Thomas Anto-
nio julgara con a maior imparcialidede a com-
mocao polilics do dia 6 de marro.
< Bu teuho dito muitaa vetea, e nio deixsrei
c de repetir: a revolucio fot obra nicamente do
c una poucos da horneas. meUda sem moral de
quahdade alguma,e a outra metade de costumes
torrelos, exactos, elhustastas e susceptireis
de beberem as doutrinas falsas, que jainislrs-
< ram os outros ; a impuntdade formada en
muilos annos de relaxacio, dea-Ibes aso para
c q.sotos attantades Imagiosasrm, e a impolitioa,
a com que o brigadeiro Martoel Joaq'uim, chefe
aborrecido dos seus offlciaes, fes ss prisoes qua
< o governsdor Ihe mandara fazer, tei o stgntl da
revolta. Por tudo quanto se aeguiu i esta ca-
er tastrophe se coohece que nao haria plano ; ba-
< via s atrevimeotj. e liberdade de fallar, epela
conducta que tere o chamado governo proriso-
rio, tanto respeito do poro, cumo i respeito
dos corres aem se v que foram mais crimino-
a sos que perversos. E* alguma cousa nao ter
< sido mono am s homem por ordem do gover-
c no rebelde ; porque os unicot qae totsn fuzi-
< lados, foi arbitrio do Pedroao, e a deu parte
< ao governo depois ds execucie.
Tere en obediencia is ordens superiores un
presidir i commissio militar que condemoou
pena ultima alguna infelizes que aoaia compro-
mettidos se achirara, e coofrangido de dr ss-
sigoou as alaea sentencia. Como qualicou o Sr.
Moniz Tarares eita aflictiva ailuacio ? Prestan-
do ouvidos i malidicencia ; e repellado o que
nesss poca contra o general dissersm os seus.
maisimplacaveis inimigos :
(Cojiinuar-M-/ta).
* 1
ama denora, um impedimento. Nio fizeca pos
tanto aaal en esperar, Mae conceder deas, tres
u quatro dia* is probabilidades, era ludo o %e
easa adverbio poda exigir, e ji esperara he ana
semana.
Cada dis, enlre os dous treas, eecrevi ama
carta ora i retardataria : ora eses carta evesup-
pltcante, ora cheia de qaetxas; uma prevava sua
dr, outra deixara rer tai dutida. Nao. discuta
mais aa influencias de eepera.daixava se dominar
pelas pnmairas impreesoes. Um du duit : cm
aome do cu, diga-me o que aa passa I D'onde
proven o seu silencio 1 uma palsvra. en Iba aap-
plico I..No outra da : c Voc zoreboude aura.
Ha am sus conducta um myeldrio. impeaelrav!.
Fot roc qusm quiz ir i Vieaau saneodo que an
nao poda li ir. Portanto nio me tinham enga-
ado. Voss ojo se records dos seus juremee-
.TSVStm ^Tnt-t
toda a rerdade ; se hs alcam acoutecimento ao-
vo, confesse-m'o. Besa dt qa amo-a. Se fr
necessaro espera-la aioda, espera- la-hei
juro, maa quero ao menos saber o que deve
sar.
,tv>
que tizera nal en
sabir delle; fra dar en am raanlo um asneo-
lido ao que fazta i um mez aquella parle: fra
reconhecer que Annette o bata regaado, que
fizeia mal en acredita-la; qua etat aia o ama-
na ; tdrs peior da que tudo uso, fra sfssUr-ae
voluntariamente Celia.
Esperoa assin 01 lo dias Oito das 1 Compre
has^am oeirttoresaque devia InoaerI Oito
dta i ato f.zer entra cousa sea U i ama ei-
la;ao pela manhaa a i aoile, ethir pera os car-
"' -6 '2l*?IJ,,ta Tezco,n ^V"W'K*"e um
recelo ?1r nfAs amonttranao-ee Bd corelo, para
na>He formar o deseepero, orno ssauvens/se
anotoam no cea para femar a tempostade.
Vinte vezes relrs a uitins carta de Annetle
Partirnoa pintsMeelitott a'aqui I tras drn.t
Assim eamaqava sea carta.
JrrnaMtvsstnrata. Nie'era ana eertexs. Pitera
portanto nal em esperar lio depressa.
ProwttmmH rjeiiivi PPor e altalo1
Nada de resposta. Era da eolouquecar.
Jacques s sabia para ir i estacio. tasi ou
trea vetes mesmo. J
em essa as
lando oceupar
ser, experimealira
rsno^ dorante estes oito dtsj, cou
t0?? J^8 .^Wo Uem. aBc-
ar-ss t oulras coasas. 0uvK4 uj_
isntira mesmo, que o acato se di-
- era ae baldo: se o corpo de Jacquea nao ia i es-
tacio, li eatava o sm penaameno ; na soaga oa
do porto, esinrava sempre. a asman nlisian
aeqnaaiio.^ia) jo datura apanaen. Naa ata
atna aeobarn. aea^ aeus notos coanacies. Nao
ne eacratia nato tudas aa suss atntaeaea. Nie
qswrn en oataerrac^ a^ oeoaelssSt! anejan
etreunsuartea tajsjiea aeUfkaato^ n aaiatasiM
ra torci a Usar a a dar A sLnesnae.
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1
PERN. TYP. DEU. F. BE PARIA & PlLHO. WM,
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'^
J


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