Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09886


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Full Text
.11 IIIT1J lOIlIO 284
Por tres B6M6 veicideg 61000
m&nt&kiu ai>;;;.'!j-

9*
SEfiSIO FEUi 9 II DEZEIBRO II ilf|
Por aiit .diaotafc ilf 000
Pirte fraict tara abseripUr.
i .- i
r
UNA
,8*lj
E5
SCARRJOADQj, B* SPBSCRIfflfo*)*ORTE

3)9
Paraayba, Sr. Antonio AlaBdrino de Ll-
s; Natal, o 9f. Antonio Marques- 4a Sirva ;
Aeiely, dS A. de' LWos Brtga; Cear o Sr.
f. Jos ^a 01veira;,M,rap.hJo,o Sr. Manual
Jos Martina RiJkaifnCuiBwriB,; Par, Justino
J. Ramos; Aaiattoooa, Sr. Jeroeyao 4a Costa.
sana1 ii
r- 'ie.
. .i i
" nMlW'inj&a,KkltJ3.
OUnda todos os dial as 9 toras do da.
Igulralad:,'Odianoa, e'Paratryba oai segundas
e sexlae-feiras. >
S. Antio,' Bezerre*, Bonito, Caruar, Allinho
6 Garanhuns na* tercas-feiras.
Pod'AlHo, Nersreth. Limdeiro, Brej, Pes-:
qoeira, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viste.
Ouri'eurye Et as qua-tse-feras.
Cabo. Seriohiem, Bio Formoso. n*. Barreiros
Agua Preta Pimentelras e Natal quintas feiras.
Todos o correioa parteo) aa 10 horaa da njanhaa)
"*r-
PMTE OFFICUL
EPHatMERH)ES BO IIEZ DE DEZEMBRO.
1 Laaeova-n. 1| horas o 57 niatos aa tarde.
9 Qoarto creaeente aoa 50 ainatosda manhia.
17 La chala as 5 horaa 3* minatoa da tarde.
(.arto ming.a.t. as 7 horas e 3i orn tos
da Uiaa. a 0Vp
Jl Li noj aa 11 horas e 35 niatos da nao:
PREAMAR DE MOJE.
Primeiro as 16 horas M minutos da manhia.
Segando as 11 oras a 18 minutos da\i.rd
Ull
DAS da semana.
Seguida. S, Leocadia v.m.; S. Restituto.
Terca. S. Melchisdes p. m.; S. Gemelo 6.
11 Quarta. S. DiDizop..; S.Trszoo m.
12 Quista. S. Juatino ; S. Mareada m.
13 Seale. 8. Luiia v. so. ; S. Oihilia m.
14 llbado. S.A(r>ellqab.; S. Matroniano.
15 Domingo. S Euzebio Vetselense b. m.
Expedtentedojfftverno do da 5 de
desemkro de i HK1
Officio ao Eira, 'bts^f/'rjrbceon. Sirva-se V.
Exc. Rveaa. de informar notamente aeerca do
incluso rettrerimerito do padre Jos Mathias Rl-
beiro.
-Dito ao coronel conmaodante das armas
Transmiti i V. S. para seo conbeclmeolo e exe-
caQao, na parte que tbe tocat o aviso circular de
o de novembro ultimo, era que Exm. Sv. mi-
nistro da guerra, indicando a maneira porque de-
Te ser distribuido o fardamento dos rcrutas do
eierdio, ordena ao mesmo tempoque aa forneca
de 6 em 6 mezes um enzergio em substituido das
eateiras, que Acara suppriraidas, e baa assim o
uso das polaioaa.Communicou-se thesouraria
de faaenda.
Dito ^o mesmo.--Declaro i V. S., e aflm de
que o faca constar a quera competir, que, segan-
do consta do aviso do ministerio da guerra de 9
de novambro ultimo, fot approvada a nomeaco
que fez do Dr. Joaquina da Silva Gusmo, para
facultativo da colonia militar de Pimenteiras, em
substituicao do Francisco Marciano de Araujo Li-
ma, que pedio demissio daqaelle lugar.Com-
monicou-se 4 thesouraria de fazeoda.
Oilo ao mesmo.Transmiti por copia S V. S.
para seu conheeimento o arso de 15 de novem-
bro ultimo, em que oExm. Sr. ministro da guer-
ra reanlve a duvida por esse commando suscitada
em ofBcio de 10 de outubro Ando, sob n. 1660,
com referencia so primeiro sargento segando ca-
dete da compinhia Qxa de cavallaria Carlos de
Souto Gondim, que foi coademnado a um anno
de prisao.
Dito ao mesmo.Remello por copis V. S.
em solucao ao sea officio de '28 de outubro ulti-
mo, Mb o. 1794, o aviso de 18 de novembro pro-
simo Ando, em que o Exm. Sr. ministro da guer-
ra declara haver sido approvado o deferiroeoto
Jado por esta presidencia aupplica do soldado,
Isidoro Ferreira de Araujo, qua assenlou praca
em substituido do soldado do seguodo batalhao
de infotaria, Antonio Cesar Marinho FalcSo.
Dito ao meamo.Transmiti V. S. os inclu-
sos processoa do conselho de guerra do msico
Justino Jos Ferreira Lima e dos soldados Virgo-
liuo Jos Antonio de Souza, Maooel Jos da Ro-
cha, Manoel Flix Cyprianno e Maooel Gomes
Ventana, os dous pnmeiros do nono batalhao,
tres do dcimo e os dods ltimos do seguodo, lo-
dos de iofantaria, aflm de que sejam cumpriJas
aa senteogaa, proferidaa ooa meamos processoa
pelo conselho auprento militar de jaslics, coofor-
roe se determina em avisos do ministerio da guer-
ra -de 19 e 21 de novembro ultimo.
Dito ao meamo.Para rumprimento do dispos-
to no aviso do ministerio da guerra de 19 de oo-
vembro ultimo, faz-se preciso qae V. S. me re-
m*tta ama cerulo de asseotaoieotos du segundo
tenenle Miguel Taxeira Lopea Malheiros, qae sen-
do da compaahia de artfices desta provincia pas-
ou por decreto de S7 do fevereiro deste anuo a
agsregadoa arma deartilharia.
Dito ao commaodaote auperior do municipio
de Santo Anlo Haja V. S. de expedir suas or-
dena para que ao delegado do termo de Saoto
Anlo ae preste a forcea, que fr necesaaria para
escoltar os presos que team de vir para esta ca-
pital, bera como a qua fr diariamente precisa I
para auxiliar aaguaroi^ao da cadeia at segunda
ordem O nos termos do art. 85 da lei a. 602, de
19 de outubro de 1850. Communicou-se ao cha-
fe de polica. -
Dito ao chafe da polica Transmiti V. S.
para seu conheeimento e execucio, copia do avi-
so expedido pelo ministerio da juati^a em 31 de
outubro ultimo, ao Exm. preaidente da provincia,
do Amazonaa, em solucao i duvida : ae oaubde-
legtdo de polica, que (dr oomeado promotor pu-
blico deixa vago aquella lugar.
Dito ao meamo.Para qua poosa resolver sobre
a materia do seu officio n. 1219 de 4 do' correte,
faz-se raeoQo qua V. S informe ae j cesaaram
-os motivos pelos quaea foi'recolhido a pristo o
africano Joaquim Primeiro, de que traa o officio
do administrador da casa de deteoc,ao.
Dito ao meamo.Avista do parecer do faculta-
tivo>da casa de detenc,ao, junto ao seu officio, o.
1213 de 3 do correte, autoriso V. S. a contra-
tar com o Dr. Joo da Silva Ramos o curativo a
ana eaaa de aaude dos presos que forem accom-
metlidos da varila e outraa molestias contagio-
ass, estipulando a clausula de fazer elle a sus
custa as obras necesarias para seguraoca dos
piesos, remellendo-me copia ao contrato para ser
approvado, e prevenindo-me os das em que ti-
ver de aer transportados te doentes para provi-
denciar sobre a' guarda militar, que deve guarne-
cer a enfermarla.
Dito thesouraria de fazendt.Autoriso V.
S. a mandar pagar ao soldado do dcimo bata-
lhao de infantina Luiz Antonio de Jess, a qusn-
tia de 49000 rs., a que lera direiio por haver ap-
rehendido o deaertor do meamo batalhao, Maooel
Francisco dos Santos, como se ve do atleslado,
junto em duplcala, que me foi romeltido pelo
coronel commandaote das armas com officio de
hontem, aob a. 209. Communicou-se ao cum-
mandanle daa armas.
Dito mesma.Transmuto i V. S. para os
convenientes examea, as inclusas copias dasactaa
do conselho administrativo do arsenal de guerra,
datados de 20, 37 e 29 da novembro ultimo.
' Dito theaouraria provincial.Em viata do in-
cluso recibo am duplican, mande V. S. pagar a
Maooel Al ves Ferrira, conforme requisilou o che-
fe de polica em officio de 3 do correle, sob o.
1212. a qusntia de 15*000 ra., em que importa o
aluguel da ca*, que aer vio de quariel au desia-
cameqto do districto as Vanea, a contar de abril
a junho deste anno.Communicou-se ao chefe de
polica. *
Dito i mesma. Tendo em vista a sua iofor-
maeo de 30 de novembro ultimo, sob n. 606, da-
da acerca do pagamento, que pedem os empresa-
rios da itlumiotcaoi gaz, na Importancia de.....
7:996*460 rs., proveniente do encanamerlo o'a-
gu para casa de delencio, reparos e colloca-
cao do sesmo, autoriso a S. S. a mandar ellec-
4uar este pagamento logo que lor possirel.
Dito meama. ReaponJeodu o officio que V.
S, diriga-me am 29 de novembro Ultimo, aob o.
403', teoho a dizer que mande por otramente em
prac,a a obra do ealcamenlo da ra de Imperador
e Campo das Princezeg, bem como a da colloca-
cio dos carril de ierro desta cidade at Apipu-
bs, as quaes deixam de aer arrematadas por fal-
ta de licitantes, segundo centts do citado of-
ficio.
Dito ao capito do porto.Transmiti por co-
tfa V. S. para seo conheeimento e direcco, o
aviso de 8 de novembro ultimo, em que o Exm.
Sr. miuiatro da roannha, ordenando que a ins-
a)eecao do arsenal de marinha teuha aempre
prompto e em estado de prestar essa capitana
4pdo o material de que possam precisar para oa
aervicos de soccorros a seu Cargo, declara qud
-viste desta-providencia n&otem logar o forneci-
mento da lancha por S. S. pedida para este Qm.
Cbmtnuniceu-se ao inspector do arseoal de ma-
ana.
Dito ao mesmo.-Faco apsesentar V. S. para
servtrem na armada oa recrutas, Maooel Joaquim
fio Nasetmento, Miguel ArcHajo Ferreira e Jos
Laurentino de Mnezes.Communicou-se ao obe-
le de polica. (
Dito ao mesmoSirv-Se V. S. d remetter-
me cora toda a brevidade possivel as informa-
goes exigidas em meu officio de 4 de oulubro uUj
timo.
Dilo ao mesmo.Maode V. S. pdr em Hberda-
de o recruta Joto Martina da Silva, visl ler pro-
vado isenco legal.
Dito ao director daa obras militaros. Compre
que Vmc. examinando o telhado da casa da guar-
da do hospital militar, mande proceder nelle os
reparos precisos. Communicou-se ao comman-
daote das armas.
Ditoao director' do arsenal de guerra. Eti
cumprimeoto do disposto 00 aviso do ministerio
da guerra de 12 de novembro ultimo, recommeo
do Vmc. que mande fornecer por esse arsenal
ae corpo de guarnigao da Parahiba as pegas de
(ardaraeoto. constantes da nota juota por copia,
certo de que, segundo consta do final do citado
aviso e Exm. presidente da provincia representou
sobre a m qualidade das cobertas de chita, que
se maodaram fornecer respectiva enfermara
militar por aviso de 12 de junho deate anno.
Dilo ao difetor das obras publicas. Haja
Vmc. de remetter-me com toda a brevidade pos-
sivel, aa informacoes exigidas em meus officios de
4 de outubro ultimo.
Dito ao administrador do correio. Haja Vmc.
de remetter eom toda a brevidade possivel as in-
formacoes exigidas em meu officio de 4 de outu-
bro ultimo.
Portara O Sr. gerente da compauhia per-
nambucana de navega;o costeira mande dar
transporte para Macei no vapor Periinujiaa em
lugar destinado para passageiros do goveroo, ao
bacharel Ignacio Diaa de Lscerda, promotor pu-
blico nomeado para a comarca de Tatarata e a
seu criado.
suscita pela manlj/a e pela corrupeo toda a qua-
lidade de.obstculo ao seu cumprimeoto.
a Pedimos Irabalhoi, pao e amor natural.' E
n respondemos; eapiogerdas de praelo, oom-
bas e navios de ferro, como se a destruigo toase
o nico mel de nos compreheodermos.
Constancia, porm, meus bravos amigos,
e tacto que a Europa nunca apresantou um es-
pectculo to sublime da igacao humana como
actualmente. Um grito de sentimento n'alguna
dos autos desta aoliga .dominadora do mundo ba
de repefclir-se no cracao das maaass, e o poder
da sua voz de reprovacao far impalledecer o br-
baro autcrata. Os Haynaus do despotismo nao
aparecerio impunemente, diante doa operarios da
Europa, e o conjunto des aeus crimes mas pe-
rigoso do que os rattos dd ferro ardente.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaeao: tercas, quintas e sabbados as 10 hura,
Fazeoda tercas, quintas e sabbadosas 10 horaa.
Juizo do commercio : quartas ao meio dio.
Dito de orphioa: tercas e sextas aa 10 horas.
Primoira vara do ciril: tercos sextas oo oeio
oa.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadoa a 1
hora da tarde.
.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL,.
AhgOM.oSr, Claudino PaUio Diaa; Baha,
l V O f t f
.tu >:

EM PERNAMBCO.
OaproprieUriosdo puno Maowel Figueirda do
Faria & Flho, oa sua livraria praca da Ioopea-
dencia os. 6 e 8.
A rainha o eu conservaremos eternamente gra-
vados noa notaos cora^es os voseos nomes ; e
esta espada que me offertaes espero era breve
lempo fazo-la sair da bainba para a defezo dos
Dosaoa sagrados direitos.
s"n*ualidades da guerra nos forara um
da de^favoraveis. quaudo ensaiimos com os nos-
sos bravos soldados o repetir urna invaeo lio io-
concebivel como indigna, teoho plena con flanea,
de que Veremos desoonUr melborea das e que
appoiado pelo concurso do mea paiz e cercado
de vos tornarei a subir a tbrooo de meus ante-
passadoa, para dar pela segunda vez, como o im-
inortal Carlos III, a independencia ao meu que-
rido povo. Sede, entretanto, os interpretes dos
meus sentimentos dos da rainha jpoto de todos
aqnelles qoe ae associam comvosco nesla nova e
tvranno. n.d H *' e"w'"2 CB"P1!/0 nlhsnu\omeoagem de dedieaeio a Adeudada.
ora.r,nmP rede,RoB,.h*,d obrigado a Comma.icae. eu vp-lo rogo, expreasao do
duranu ..n^L' 8' '^ ^ ^wa 2teHi.d..mnT?-'-0T8uei^^ differeotes parles da Europ./cooper.m para a
Sino h! H.VSL ,CV?" *n** oaas.s- miaba rolla comiocessaote esfrcoss; e l.mbem
oerflri. hP. K8"'"'0 Pf ,od P?'t com a oUcadeza que vos distiogoe procujai am
globo, como s espada- vingadora de meio da exprimir a nossa gralidio queiaVqu.
ainda que submetlidos ao jugo feroz dos estrao-
geiros do invasor cruel,, nio hesilaramem es-
crever seus ames ao lado dos vossos.
Ficai cortos que nossos cora;5es nio esquece-
rio jamis este dis, e de que, se o favor divino
me lavar ainda ao meu tbrooo, todos oa meus
cuidados, e cada um dos meus pensamentos, ae-
ro dedicados k felicidade dos meus povos segun-
do os votoa e promessas que vos Az em Gaela na
mioha proclamado de 8 de dezembro.
Cherubim ; eos poos, livres do seu contacto in-
fecto poderio muito fcilmente, dando-ae as
maos, camiohar para o grande flm humanitario.
< Sou com racoohecimeolo pela vida,
c Vosso dedicado,
/. Garibaldi.
Expediente do secretario do
. aTowerao.
Officio ao commandaote superior do municipio
do Recife.S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, tendo concedido por porlaria de hootem
dous mezes de licenca -ao leoeote-coronel com-
mandaote do 2' batalhao ds guarda nacional dea-
te municipio, Rodolpho Joio Barata de.Almeida,
assim o manda commuoicar i V. S., para seu co-
nheeimento;
Diloaocefe de polica* S. Exc. o Sr. presi-
^Pn.MM[ provincia, manda declarar i V. S. que,
a visipaje sua ioformagao, datada de 4 do cor-
rele, e sob n. 1,218, concedeu 15 diis de licenca
ao delegado de polica do termo de Goisooa, mi -
jor Alexandre de Barros Albuquerque. para vir a
esta capital.
Dito thesouraria de fazenda.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda commuoicar V. S.,
que. por aviso do Exm. Sr. ministro da juati;a de
16 do mez passado, foi approvada a ajuaa de cus-
i de 80g, arbitrada so juiz de direito. Joo An-
tonio de Araujo Frenas lleuriques, chefe de po-
lica nomeado para a proviucia da Bihi, decla-
rando-ae que naquella data ae aolicitou do mi-
nisterio da fazenda a exoedicio de ordena, m
da ser posta oeasa raparli;ao aquella quanua.
Dito ao espitao do porto.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, declaro V. S ,
que, segundo commuoicoa o inspector do arsenal
de marinha em officio de 29 de novembro ultimo,
aob n. 33, achara-se feitos os pequeos reparos e
a caiaco, de que precisara o edittcio do pharol,
e consiam do officio de V. S. de 14daquelle mez,
aob n. 198.
Do ao director da instrueco publica. O
Exm. Sr. presideote da provincia manda commu-
oicar V. S., que o inspector da thesouraria pro-
vincial declarou em officio de 29 de novembro
ultimo, sob o. 603. que tendo ido a praca pela 4*
vez o plano do collegio doa orphos, deixou de
ser arrematado por falta de licitantes.
Despachos do da 5 de dezembro
de 18|.
Aeguertmentof.'
Antonio Francisco das Chagas.Informe c-
mara municipal do Rio Formoso.
Amaro Joio da Cruz.Nao tem lugar.
Major Bernardo Luiz Ferreira Cesar de Lourei-
ro.loorme o Sr. commaodante do coepo de po-
lica depois de proceder asmis minuciosasave-
riguagoes.
D. Carlota Emilia Caroeiro da Cuoha e outra.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de a-
zeoda.
Firmioo Rodrigues Vieira.Informe o Sr. ins-
pector da thesoursria de fazenda.
Fteldeo Brothers. A thesouraria provincial
tem ordem de pagar ao aupplicaot logo que for
possivel. *
Heorique Jos Vieire. Informo o Sr.Inspec-
tor da thesourerie de fazeoda.
Irmandade de Nossa Senhora do Livrsmeoto da
cidade da Victoria. Informe o Sr. thesoureiro
das loteras.
Padre Joio Bsptista Soares.Informe o Sr. ca-
pilio do porto.
Irmandade de Nossa Senhora da Conceiro doa
Militares. Expediram-ae aa convenientes or-
dena uo sentido que requeren a supplicaote a cus-
ta de quem devora ser feila as despezaa oecei-
saria.
Fr. Podro da Puriflcaco Paz o Paiva. Infor-
me o Sr. director da instruccao publica.
Francisco II continua em Roma a dar audien-
cias polticas. Ha pouco receben urna deputa-
cao da nobreza dos emigrados napolitanos, que
offerecem ao ex-rei urna espada de honra, e
rainha um diadema como demonstraeso de aua
fldelidade.
Eis o discurso que oessa occaailo se proferio:
Senhor Combatiendo heroicamente em Gae-
la cm um puohado de bravos, em defensa do
ultimo baluarte da nossa independencia, erra-
diastes de urna aurola de gloria o nome napoli-
tano. A historia, que paga com juatica o seu
tributo de louvorea immarcesiveis aos hroes, ba
de por certo ioacrever entre oa (eilos mas glorio-
sos dos Bourbons de aples, a vossa defensa' de
Gaela.
As geracoes por vir, nao de olhar com admira -
cao aa ruinaa d'aquella praca, que nao cahio no
poder do toimigo, desmedidamente auperior em
numero e sjaoioa destruidoras, seoao depois de
reduzida a um montio de ruinas retintas com o
sangue da mil'nares de valentea.
Era enlio qae podieis dizer, como Francisco I
de Franca: ludo ie pcrdtu excepto a honra.
Mas o que ae perde, aeohor, quaodo a hon-
ra tica inclume ? Sea fortuna aogndonou mo-
mentaneameute s boa causa, se sorrio sos voseos
adversarios, que sio tambero os nossos, trsnqui-
lisae-vos, seohor, que um triampho sdqirido
por meios de lio reconhecida vilesa, nao pode
aer aeoao ephemero; e uera o ouro liberaliaado a
naos largas, nem as promessas mentirosas, oem
os apresionamentos e aa execucea aaoguiooleo- os oppreasoces, querosn re, suas leis, aua
*, pod ro assegurar ao Piemonle a poaae do ligiio.|qoer sVr verdaderamente italiana, vot
O Pnanlo publica a seguate proclamado de
Chiavoni, aoa nipolitaoos :
Povos dss Duas Sicilia*
A's armas 1 is armaa I s armas I
A nossa patria presa do ealrangeiro ; o es-
trangeiro nos escravisa, nos insulta, nos fera e
noa fuzila sem piedade.: elle tem aaqaeado as
nossas caaaa, quaimado os nossos povos, assassi-
nado os nossos melhores cidadaos, enchido aa
prisos om a gente msis honrada, e encarcerado
os bispos e os cardeaes da aanta igreja, roubado
oa araeoaea o a esquadra, vilipendiado, deaper-
sado e deatruido ludo o que cooatttuia- a nossa
grandeza e a nossa riqueza.
Poos daa Duaa-Sicilias, a medida dos ultrajes
cheguu ao cumulo : levantemo-oos em massa.
Liberdade e independencia I Fra o ealran-
geiro I
Urna horda de sicarios chegou aqu de todas
ss parles da Ierra para aubar-nos, e um rei, ao
qual dio o nome de Galantuamo, veio despojar
seu aobrioho, trazeodo cideiaa para o povo na-
politano ; aa calumnias, a fraude e a traicio, der-
ribaram o throno do nosso rei para afogar a nos-
sa naciooalidade, e alm de tu do islo obnga na-
nos com o puohal na garganta a dar am sim fu-
nesto tues a naci ioteirs. unnimemente
indignada, s* levanta contra a~mentira e contra
re-
volando
voseo reino, que elle j deixou-escapar das mos, pela honra e dignid.de da Italia, e nao quer
!>0 vos sois seu legitimo soberaoo, e sobro aquel- ser escarnecida elevada i barbaridade pelos
le torrao nao palpita nenhum coracio. que vos grandes1 revolucionarios e protestantes, e por isso
nao anhele, nao sa abre nenhuma boca que nao lula.
seja para vos chamar. i A naci est mostrando ao mundo que nio
Kmquanto aperamos, chelos de eonAanca, o ceda, que pode morrer entre aa cbammas daa
01a teiii em que seris reintegrado no vosso thro- suaa cidades incendiadas, maa nio quer inclinar
no, reaigoae-vos. seohor. e tende f 00 futuro, a sua fronte ao jugo que Ihe querem impdr os
que nos, gloriosos do nome de vossos subditos, seus crueis perseguidores,
despresaodo as ameacaa do terrorismo que infes- Aos plebiscitos dss teiltf
i* a nossa desventurada patria, unidos pelos es-
treitos lancea de om desejo commum, aqu vos
ratificamos mais urna vez nossos protestos de in-
quebrantsvel fldelidade, depondo aos ps do V.
M. esta espada de honra I
Resignae-vos por emquanto, seohor, que nos,
erguendo os olhos para 1 heroica senhora, que
Deus vos deu por esposa, pagamos-Ihe o preito
da nossa admiracao oOereceado-lhe este diade-
ma.
EXTERIOR.
llalla.
Eotre as numerosas mensageas que tem che-
gado a Cap-era, encontra-se a dos operarios fran-
cezea, que fui mandada por occaaia j do aunivar-
sario de 7 de selembro. Esta pensamenlo dos
operarios francezea e o voto que fazem pela
prompta restituido de Roma, a de Veneza Ita-
lia, tocou muito o general, qae, ao correr da
peona, escreveu a aeguinte resuosta :
Aos operarlos da Franca
Obrigado, oobres tilboa do trabatbo e da
a nacao responde
com um nao que se faz ouvir em toda a Europa
admirada.
Ha mais de seis mezes qne arvorei a baodeira
da patria, fazendo-a fluctuar aote os olhos dos
nossos inimigos.
Deus, que soccorre os opprimidos e confun-
de todo o poder da iniquidade, me tem dado a
forca de resistir, com' algans vlenles, fome,
sos perigof e s fadigas, e em varioa combates
desiguaes tem feito com que eu tenba derro-
tado os orgulhosos hroes de Palestro e S. Mar-
linho.
Tudaa as torcas da Italia escravisada nio
tem bastado a arrojar-me daa nossas livres mon-
tanhas, porque a mi lo Seohor humilha os so-
be roos.
Maa boje ji nao estou s.
Oa Abruzoa, os Principados, as Pallas o ss
Calabrias, esses fortes paizes. onde comecaram
as nossaa desgracas. se levantam para ferir os
seus sanguinarios inimigos, a esses vis fuzilado-
bastioes de (neta I Nio dedig- res de gentes desarmadas, a esses herticos espo-
homeoagem que representa eate liadorea das igrejas.
Todo o reino chelo de indignacao se insurrec-
ciona e combate, e os restos de nossos vos es-
producc&o. ubrigado pelas vossas generosas pi-
tarras de sympalhia e de frateroidade. Oh sa-
bemos bem que os vossos votos pela Italia
sio sinceros e deaioteressadoa, como eram qaan-
do acclamaveis o vosso bravo exercito, na occa-
aiao em que marchava em nosso auxilio coaira o
oppreasor. <
Bem sabemos que o vosso corscp palpitou
de alegra pela victoria do povo contra o lyrao-
uo, o que ae aa noaaaa Hleiras nio foram mais
augmentadas com um grande numero das vossos
compatriotas, aiada por ossa fatalidade que pe-
as aobre a maior parte das nicaada Europa, e
que *$ deviae, as separa, emquanto que leodem,
pela estrada natural do progresso, para secon-
fundiremo reunirem em urna s familia.
c Todava, Delirle, Laroche, e um grande nu-
mero dos vossos aotepassados, sellsram com o
seu sangue, no campo da b.talha da liberdadeAo
immovial bem que se liga ao futuro doa doua
povoa. /
< Sim'I as nacoes queram coaprohender-se,
o querem fraternisar tudas ; mu os dspotas nio
o querem Lei sagrada o krevogsvel, emanacao
divina de Christo, eaii oa coosciehcis de todos;
o auge dos aapiracoes das races que soffrero,
e o egosmo bvpowita daa falsas grao leus mun-
dloM enrolve-to no. eu m|nto de chumbo,
. Senhora.
Na vossa edade, na flor dos annos, expondo-
vos temerariamente a toda a sorle de perigos
fostes om como aojo consolador do primeiro
mais glorioso dos napolitanos, Frsocisco II,
mostras-tes-vos, tal qual vosso vslente esposo;
zelosa da noasa honra calcada aos ps e envile-
cida pela traicio. De vosao generoso coracao
brotou sempre o sffecto do mii para os desgas-
eados, e oa feridos que vos cahiram aos ps so-
bre os gloriosos
oeis, senhora, a
diadema, que a nobreza napolitana veri com ju-
bilo resplandecer na vossa fronte, eapleodente
ji, como a de oosso amado soberano, deimmor-
redoura gloria I
Nesla espada e nesta corda esto eymbolica-
meale representadas as virtudes heroicas, das
quaes vos appreaeotastes so mundo ioteiro como
modelo ioimitavel I
'Que eata homooagem modesta, maa sincera e
espontanea, aeja para vos, rei e rainha, urna
prova solemne de que a aristocracia de vosso rei-
no se scha animada pelo seotimento da maia inha-
balavel fldelidade s vossas peisoas, fldelidade
que nem o lempo, nem as seducidos, nom os
perigos, sejam de que genero forem, poderio
nunca jamis entrar am noaaoa nimos; fldeli-
dade que researeis immaeulada no vosso por
lodos' desejado regresso a patria commum, lio
depresea o triumpho induvidoso da causa da jos- I
ti6 e do direito, com grande alegra da Europa
sensata, vos baja repoaio sobre o throno.
Resposla do rei.
Meas sochorea e senboras.
O meu coracao est cheio da maior alagria vea-
do em torno do mim urna to oolavel parte da
aristocracia dp meu reino a tribular-me urna ho-
menagem, que altela a ana fldelidade.
Arrostaodo riscos e perigos, preferisles lomar
parte em meu exilio a floardea expectadores das
iniquidades que deegrsc.adameote affligem o nos-
so desditoso paiz.
Ss aa de plora veis condiedes em que elle actu-
almente se arha abysmado olristecoram profun-
damente t minha alma, o respeitavol espectcu-
los que me oflerece o meu povo, qne resiste por
todos os meio lyrannia eatrangeira que o oppri-
me, nio urna ligeira consolaco para mim. Da
(erra hospitalera, que. me d gasaalhado, envo
urna vot do gratidio e de admiracio a esses .bra-
vos, que, desprovidos de ludo, menos de coragem
combatan! sobre nossas monianhas contra um ini-
migo desmesuradamente auperior em Qumero e
em forca, mas que, apesar disaaonio chegar ja-
mis a vence-los, porque nio se pode vencer o
amor da independencia.
Vejo igualmente cum particular satistacio essa
aristocracia, que vos Uo dignamente represen-
taos, protestar mu solemnemente, pelo seu coto-
portameoto, contra o pretendido auffragib uni-
versal, desmentido pelos fados, e que a Europa
jamis acreditou.
Ja boje conta um anno esse seto oullo, a que
presidirn) a amosca e o terror ; fe durante um
tl aaao o Pie monte nada gsnhou aobre essa tr-
ra usurpada. A anarchia, a guerra civiL a mise-
ria do povo, urna grande parte dan obreza emi-
grada, aquella que nio pdq dsrisr o sou oaiz
allpermanesse aiastada de lodosos
os restos de
tromecendo na sepultura, nos gritara: Fra o es-
trangeiro.
A's armas I s armaa I Povoa das Duis-Sici-
Itas, que esda cidade, cada aldeia, veja levan-
tar aeus lhos em defeza da patria, deixando a
om lado as desputas e rivalidades funestas.
Que aa estoico unnime, universal caa sobre
esaes vandaloa piemootezes ; contbatemoa pelo
solo-natal, peloa altarea, pela f por nossas mu-
lberes o por nossos filhos.
Vencemos ou morrsms, emprsgaem-se tolas
as armas, o SS mesmas podras dos Apeninos sao
boaa armas as mios de aa povo que relviodica
a sus liberdade.
As nacoes nos miram, e fazem votos pelo nos-
so triumpho.
Mostremo-nos dignos dos nossos antecessores,
e dgaos de Preucisco II, desse filho da sania s,
defensor dos nossos direitos: levantemos a patria
e o llirono e deslruamos os inimigos da sociedade
nesla Ierra de volcoea o de maravilbaa.
A's armas, povos daa Duas-Sicilias I -
Levant.i-vos em msaaa l Fra o eatrangeiro.
O porrir nosso^e Deus em nosso au-
xilio.
Quartel-general de Sor, 30 de selembro de
1861.
, O generalS. A. Chiavoni.
bUeos. o provam claramente i Europa loteira ;e|meulos benvolos que
.i enn,g"q' *IM nome da vossa elasse rindes leipio nutro a mj| respe;
ttoie onerecerr'Bt, ajada; mais o UeaU. ifidn, e i vsrt^lcoiite |
Escrevem da Na polea tmlia :
Nio tendo o general Cialdini dispendido era
tres mezes msis do que 14,900 duesdos, dus 120
mii que Ihe foram dados a titulo de repreeenla-
Cio "o lu?r-lente general do rei, acaba de em-
prear nobremente oa 107,100 ducados que pou-
pou. Deu 50,000 ducados psra se fundar urna
t>eii* da descomo para o pequeoo commercio,
30.000 para aa casas operaras. 6.000 para ae in-
iroduzirem escollas de esgrima nos balalboes da
guarda nacional, 2.00o ao ssylo do Carmioello,
500 ao do Paraso, 500 ao de S. Germ.no, 2,000
ao presidente da.comuiasio de emigracao roma-
na o veoeaima, e orna pequea somma para di-
versos actos de benacencia. .
Esta generoaidade do .general Cialdini, cau
sou em aples a maia viva impressio. Cialdini
daiza entre nos as mais charas recordces, como
homem de guerra, como hornea do estado, eco-
mo hornern. particular. A Italia deve lisongesr-se
de possuir aquello filho da virtudes aotigss, cuia
gloria se reflecta no nu,%e italiano, e cujo cobre
esemplo aproieitar aa gtracea fulorao.
Em seguida publicamos a carta-que o general
Cialdini dirigi ao aaaire de aples:
Huilo illustra syodico:
As palavrss cortezei que V. 8. se digoou di-
cargos pu- rigir-me,foraa-me muito agradareis. Os eoti-
OSte tespeilavel rauoi-
_ reapeito ji mo eram conha-
ja vefbalmenie Uoba su respondido asta
meoaagem. e manifestado de viva voz a V. S. o
meu reconbecimeclo.
No momento da mioha partida, a certeza de
que oa meus esforcos obliveram a approvacio dos
representantes desta nobre cidade, dlo-me a cons-
cieacia de que proced bem.
O meu reconbecimenio augmenta, porque
este corno municiiial mo oflerece a. occaaiao de
fazer algo oa colisa favor de urna elasse de povo
al agora despresada e aviltada, o que antes mere
sua severidade. A associsclo philantropica na-
politana tem um flm sagrado, que superior a
todo o louvor. Melhorar a habita-So do pobre,
construir para elle edificios ampios o salubres,*
habituarlos ao aceio. auxiliar a saude do corpo,
moralisar e ennoblecer o seu espirito.
Devem colher-se excellentes resultados, e po-
de dentro em pouco vr-se desepparecer os de-
feitos que deafeiam aa grandes bellezaa deate lio
bello paiz.
E! por isso que, secundando os desejos de V.
S., concorro para a obra da associaco philantro-
pica, pondo i disposicio do municipio a aomma
de311,000 ducados, e que existe mioba disposi-
cio na reparticio daa financ.aa.
Ao meamo lempo, traosmitti ordem mesma
reparticio, para por igualmente disposicio do
municipio, aa aegumtea sommas para o flm a que
eu aa desiinei.
15,000 ducados favor das caixas econmi-
cas que se devem instituir nesta cidade.
6,000 ducados para fundar urna escola de es-
grima em aples para a guarda nacional.
Levando o vosso conheeimento esta delibera,-
Cio. pego-vos, seohor syodico, que aceiteia e ma-
nifestis sos honradoa conselheiros os testemu-
nhos da minha nlta conaideracio.
c Napolea 24 de outubro de 1861.
O lugar-lenenle do rei,
Cialdini.
Os jornaea italianos publicam o seguiote docu-
mento :
Nio existe hoje pessoa alguma que deixe de
ver que a obstioacioda corte de Roma tem crea-
do um aciama fatal.
Profundamente penalisado por eate fsclo, de-
sejosos de combater um lio grande desastre o de
mostrar o seu grande amor pela religiio e pela
patria, alguoa piedosos e doutos eclesisticos jul-
garam do seu dever dirigir a Pi IX unrl snppuca
para o convencer a depr nrn aeptro que causa
da tantos males.
Fui desla maneira que ha ji dous mezes a
commissio da sociedade do clero italiano exis-
tente em aples, na qual cada um se pode fa-
zer iascrever por meio de assigostura, se foraoou
em centro provisorio emquanto Roma nao fosse a
capital da Italia, de quaeaquer outraa commis-
ses do mesmo governo da pennsula, resolvendo
de accordo com estes, tomar a iniciativa de urna
mensagem ao papa. Em consequencia da publi-
cidade que Ibe foi dada oas provincias napolita-
nas, esla monaagna contera o estas horaa eailha-
res de assfpUiuri das pessoas maia considera-
reis, tanto do clero como dos seculares. Esta
mensagem encontrn igual favor na Lombardia e
na Emilia.
Oa membroa do clero inferior, vivendo entre
o povo, e seotiodo maia do que ninguem os pe-
rigos de um semelhante estado de cousas, vem
cum a maior tristeza o progresso asaustador que
faz -o aciama, que, dentro m pouco ser um facto
consimmado, se sa nao tomarem medidas con-
venientes para garantir a Italia de semelhante
mal; os membros do clero inferior blo de sem
duvida dar-se pressa em juntar a sua adhesio ao
projecto de mensagem, porque amam como sendo
0 supremo bem doscreotes, a unidadeda igreja;
sabem bem que a naci Ihes pedir conlas de lu-
do quaoto Qzerem ou deixarem de fazer a favor
dellas, nos seus ioteresses polticos e religiosos ;
devem saber que a sua voze a dos secailares, de
cuja grande theologia se teem feito interpretes
podem influir efcazmenie para o reslabelecimen-
to do episcopado catholico; sabem que este, uoi- f
do a alies e aos seculares, o que qaer dizer qua-
ai toda a igreja, explica aa suas razos o supplics,
e deve obler de Deus s graca e a virtude de es-
clarecer o animo do pontfice, ou no caso contra-
rio, o levar pelo numero renuncia reclamada,
por isso que oeste caso, o proprio numero que
d a razio sabem tambera que o cumprimeoto
do prqprio dever nio pode depender daa consi-
derares do bom ou mu xito, nem de inleresses
pessoaes, finalmente, devem estar certos de que,
m mais triste bypothese, isto se o papa e os
bispos se obstioarem na sua recusa, os membros
do clero inferior nio correrlo o menor risco por
haverem pedido urna couss lio aanta; em todo o
caso nio poderio nunca receisr, porque serio em
grande numero.
O negocio de tal importancia que iulgaria-
mos offender a religiio, o patriotismo e a digni-
dade dos nossos concidadios, se lhes Uzesemos
outraa exhortares.
c O padre Pedro Dominico Gabrielle, delegado
da commissio central de aples.
Franca.
Do Moniteur de Paria traoscrevemos a circu-
lar do ministro do interior de Franca aos prefei-
tos,iotimaodo-osa que dissolvam o comicio su-
perior e os comicios prorinciaes da sociedade de
S. Vicente de Paula.
Eia-aqui osle documento :
Pars 16 de outubro de 1361.
a Senhor prefeito: ha muito lempo que cha-
ma a alinelo do governo a necessidade de fazer
entrar de novo as coudicoes da le, as socieda-
des de beneficencia, caja existencia e aceio nio
teem ai lo todava auloriaadas de urna maneira
regular. Por diversas circulares, e especialmen-
te pelas da 30 de outubro de 1850, ,19 de agosto
de 1852 e 15 de junho de 1854. se vos tem parti-
cipado para quefscaes recordar a essas socieda-
des as ubrigacoes que a lei lhes impe.
< Apesir destas adverteocias, s consideraco,
que inspirara oa assumpios do beneficencia, lena
prolongado ai agora~a tolerancia da auloridade,
porm faz-ae preciso e justo, regalarisar urna
situacio, da qual o lempo.nao tem feilo mais do
que aggravar ua inconvenientes.
c Apresso-me, cemtudo, a recooheeer qae a-
parta esses inconvenientes, es numerosas asso-
ciaces de beoeflceucia, autorizadas ou nio au-
loriaadas, e que formara ramos consideraveis da
caridade publica, merecer toda a sympalhia do
goveroo peloa beneficios qae derramara 00 paiz,
queraejam revestlae de um carcter religtoao,
como as sociedades de S. Vicente de Paula, de
S. Francisco de Reggio e de S. Francisco de Sal-1
lea, quer dejjrigem difirante, mas que tenham 1
organisacao puramente philantropica como a
franc-nu cosaria.
a Estabolecida eata ultima em Franco desde
1725, olo deixou ainda de conservar a sua repu-
tacio, de beoeficeocia, e ao passo que curapre
com zelo a sua missao de caridade, mostra-se
aoimada de .ara patriotismo, que nio tem ralba-
do osa grandes circunstancias. Os diversos gru-
pos de que so compe, em numero de uns qua-
trocemos eaetenU, conhecidos pelo nomegeoe-
rica de orientes o ss^denomioscrlis particulares
de lojss captulos o ollegos ooitiluldo, com
regulandade. funectooan, Uaoquilameo8 no pas
a de ha mullo lempo t. prl6 ^ ^0 jjf-
1 .?} ?T!!R I 8 espirito -a. rainal
sa associacSoque, pirte di sos orgaoisaco cen-
tral cujo methodo de eleicio tende a excitar ri-
valldadea entre aa diversas tojas e a pertorbsr o
sua boa lotelligencia, exigira algumas modifl-
COes nio pode se nio resallar vantagem de auto-
nsar e reconhecqr a aua existencia.
k a ,^a p,rt0 ociedadea religiosas de>
Deoelicencia, e especialmente s sociedide de 8"
Vicente de Paula, recommendam-se ao respeito-
publico pelas virtudes que praticam. As nume-
rosas confranas de S. Viceole de Pauls, fondadas
com o flm de distribuir soccorros sos indigentes,
de moralisar e instruir as claasas trabajadoras,
proseguem cora notavel telo ama obra merece-
dora de toloa os elogios. E' a beneficencia que
di a raao i religiio o se compenetra de aaas no-
ores aspiracoes para por am pratica os preceitoa
da candada christaa.
E nio s oeaaa sociedades contribuem po-
derosamente para o alliro e para a moraKaacio
das classes pobres, como tambera concorrem
para maoter as classes elevadas omt ordem
de sentimentos generosos, faieodo comprehender
aos homens que teem oceupago e iquelles quo
a nao teem, a missio do rico entre os que sof-
irem.
O espirito dessaa sociedades parece, por todo
e mais quo em si encerrara, eatranho is idaa po-
lticas, porque formadas aquellas de homens re-
ligiosos pertencenies indistmetamente a todas as
opinioes. contara no aeu gremio grande omero
de funcciooarios pblicos e de amigos zelosos do.
governo.
Porm, ss ss coofrarias locaes de 8. Vicente-
de Paula teem direito a toda a aympathia do
governo, sinto dizer que nio soccede o mesmo
com esses conselhos ou comicios provineiaes que^
a pretexto de alentar os esforcos particulares
das diversas contaras, rio-so apoderando cada
vez maia de aua directo, despojando-as do di-
reito de elegerem aeus presidentes e suas digni-
dades e impondo-se por essa forma a todaa as
sociedades de urna provincia, como para aa fazer
servir de inslrumeoto a urna idea estraoha be-
neficencia.
c Quaoto ao cooselho superior residente em
Parla, o goveroo nao pode approvar a existen-
1 eia desta especie de comicio director que, sem
ser eleito pelas aociedades loeses, e eacolheodo-
I se s si mesmo e por sus propris auloridade se
arroga o direito de goveroa-las, para fazer del-
las urna especie ce associaco oceulta, cujas rs-
mificaces ae estendem at ao outro lado das
rroDteiras de Franca, e que recebo das coofrarias
um impoalo, cujo emprego permanece desco-
nhecido.
a Similhante orgaoisacio nio pode explicar-se
pelo interesee s ds candado.
E' por ventura necessario, que as pessoas
dignas, qae exercem a caridade em Lyio, Marse-
Ibs e Brdeos, sejam aeonsalhadas o dirigidas
por um comicio de Paria f Nio esiio, pelo con-
traro, em melhor posico qu ninguem, para
aaber a quem diatribuir auaa esmolaa T Final-
mente : neceasita a caridade christaa para aer
exercida, coostitair-se debaixo da forma das so-
ciedades aecretas ?
Senhor perfeito, a lei que prohibe essa or-
dena de associaces, e que est sendo infringida
de ha multo lempo, irape-lhe obrigaces que
meu dever recordar-ib'as, concillando o respeifo
da le eom o grande interesse que anda anido ao
nobre exercicio da caridade. Se exiatem no vos-
so departamento sociedades de beneficencia, nio
autorisadas, qualquer que seja o titulo ou deno-
mioacao debaixo da qual se achara estabelesi-
daa, contrarias de S. Vicente de Peala, socieda-
de de S. Francisco de Reggio bu de S. Francis-
eo de Saltea, e lojas de frsnc-macooatia, convi-
do-o a que as autoriso sem demore, seguodo ao
formulas legaes a admittir igualmente, que par-
ticipen! dua favores do governo e da proteceo
do estado, aa sociedades ji recoohecidas.
< E mais ainda ; se es presidentes ou delega-
nomeados directamente petas sociedades af-
d03
to
1 Blplrtto is r8m.m ae*-
fastadas de urna povoacio, julgarem til obra-
ren de commum accordo e em Interesse ds sua.
missao, autorisa-los-ba para que se reunam o
formero um comicio.
a Finalmente, se essas diversas sociedades,
por meio de seus presdanles u delegados Ihe
expressarem o desejo de terem em Pars junto ao
governo urna representacao central, trabsmittir-
me-ha a expreslo de seos desejos com as ra-
soes que psra isso tenham, e recaberei as ordeos
do impetador para decidir sobre qoe bases e sob
que principios poder ser organUada essa. repre-
sentado ceotral. Al eolio prohibir as reu-
nioes de todo o cooselho superior central ou pro-
vincial, e ordenar soa dissolueo.
c Recebe, seohor prefeito, etc.
< O ministro do interior
c /. de Periigni.
L -se no Moniteur :
a O imperador entregue hoje a S. Em. Mgr.
Billiet, arcebispo de Chambery, o barrete de car-
dea I, em cuja qualidase foi proclamado por S. S.
no ultimo consistorio.
t S. Em. o cardes! Billiet; Moni. Heglia, able-
gado apostlico ; o conde Nicols Silvezi, gusrda
nobre de S. S. e a sua comitiva, tlnham-se dirigi-
do no sabbado a noute ao pace, onde Ibes eitavam
preparados aposentos.
c Esla msnhis, ssoose horas (27} foi o ablega-
do coodaztdo pelo grio-meelre de ceremonias ao
gabinete do imperador; S. M. estava cercado dos
grandes oflSciaes da coroa e diversos offlciaes de
servieo. Eslava 9 sua direita o ministro dos ne-
gocios estrsngeiros e o ministro <* instruccio pu-
bliea e dos cultos.
c Mona. Meglia dirigi ao Imperador o segua-
te discurso :
t Muito poderoso imperador.
Sinto a maia viva alegra que se pode imagi-
nar, por comparecer dlantede V. M. em preaeu-
ca d'eate numeroso e sugusto sequilo, psra cum-
prir as instruc-es do soberano pontfice Pi IX
Apeaardas amargas dores de que elle esti oppri-
mido pelas vicissitudes bem conhecidas, quiz com-
tudo conceder ao arcebispo de Chambery, Mgr.
Alexis Billiet, a elevada recompeoss qoe mere-
cen) os seus longos e importantes tcabalhps no
episcopado, e resolveu inclu-lo no numero d
SS. ESm**. os cardeaes da santa egreia romana.
Por esta reeotuclo S. S. nio quiz s honrar a pie-
dade, a pruiencia, a segarenca de doulrinSs que
lio dignameote distinguem o arcebispo ; silisfez-
se tambera era poder responder com promptidio
aos desejos de V. M. Sendo a entrega do barrete
de purpure, a coroeclo dadigoidadecardinalicia,
o soberano pontiflee quiz, seohor, que tomsssels
parta n'eata ceremonia, e qne, segundo o uso, o
illustre prelado fosse ornado com estas Insignias
I pelas augustas mios de V. M. o qoe seguramen-
te nio pod deixar de ser muito agradavel ao so-
berano, que se glorio do titulo do ttlbo mais ra-
lbe da egreja.
Qoerendo peis eumprir esto ponto honroso)
da mioha mislo, eotrago-ros, senhor, ooa rea-
paito quo voa devido, esaaa oobres iosigniaa do
cardinalato, para qae as colloqueis sa cabeca ve
neravel do prelado.
t Depois do ler cumprido esta missio, s me
resta pedir iusientamonte a Deas, bom e grande
qoe conceda abundantes beneficios' generosa
oaeao fraaceza qoe V. M. governa e dirige, pela
veuda da Divina Providencia, e que protegendo
aempre mais a religiio e o soberano pontifica. V


m u m&wn u t
h&x
m>
M. obteoha do auxilio dfvtoo^ r^* i para
augusta consorte, pra 9 pmSQm/W9m%m
MIMO M tlHIaMBDOO. &EGUND1 FE1R4 9 DE DEZEMBRO M 186L
'
r\ tr
1 ? w
33Z
- Mon. Heglia entrego 4ep
breve pontificio que Ib confer* .a
levara muilo a minha pessoa, a responsabilida-
'tHatHaims DspiracM. '
Ajaslapfjiuas questoes assim apreseutadas,
ooder sem o menor embarsco.
a Nio existe missao alguma que eu ache
rTSre e oais importante
man
que a do escriptor
dirige
I m
ohei
mi
a nao podia deixar de ser-lhe moito a__
co*toio~teerdaa)do staceridade doa acua de-
ivel
3 ofldses da
\i mirjitros,
. sejo* e. dos seas seutimentos polo veneravel che-
ftdugrOk. Ijt "" ..( :/.
. c Concluida estaju.dtmcia, o imperador, com
se ciWlrJ 'WifowmpinVii
wrt>, ded'olTOaeV^rf'sWvieo'B
deeceu I cepella do pago. '
A imperatriz, aeompaohada das auas damas)
de serrico. occupou aUirjttr oa sua tribuna.
< .SS. MU. ouTiran urna missa rosada, linda a
qual. fet MgrBfMt ftntodozido pelo grao-mes-
tw de ceremonias, d enllocado esqderda do im-
perador.
Depois da miase, o_ablegado, precedido de
am-westre de ceiemouias,-dirigJSpTra~s~cre~^
delicia onde a barate palay* depoeitado, tnmou-o
*j>regfltou.-0 a.o,imperador.
ajotes
"peos
dadfe de urna direccio, de urna reilac
-fer-eo-me-d-4fra-eltobeT*gao
ao em che-
iaT'fle*
prusst-
- S, Jtf. retebeu, o barrete, e collocou-a na ca-
foega do cardeal Biltiet, e o mes'tre de ceremonias
a c*P.e"a CoUocou o manto purpureo- nos hom-
ros de Sua Em.1.
*ftft tirado o Barrete, saudou 4 $,,11.
imperador e a imperatriz, com as pessoas
T8 su comitiva, dirigirom se para a sala da* re-
cepe*. ,
-.S: ^rn'* utAtVi tetido revestido os seus
Iv^nids Je purpura, fui coudutido aquella sala,
con' o ablegado' apostlico, o guarda nobra de
S. S e tudas as pessoas que.fonnavam o Seu
0 imperador levjntou-se, e o cardeal, (eitas
ai venias do estylo, proferto o seguate dis-
curso : > ...
Senbo'r : E' i apresentago de V. M. que eu
devoae ovada dignidade com que Sus Santidade
rae bonrou : o meu primeiro empeoho, desos
de me hiver revestido com estas insignias, titu-
ben! dirigir-vos a exprassie do meu sincero e
profundo reconnecimeoto. Jlaoifesto-vos este re-
epahecimento, senhor, nao s em meu nome,
mas tambem em nome de todo o clero, e mesmo
de todo o povo da Saboya, que se acha simult-
neamente honrado por sla elevada distincgo.
CoHocando-me desta maneira mais prximo do
cfcefe da igreja, esta diguidade torna-me anida
mais caros e, ruis sagrados os aeus inieresses.
Jbnto JJe m,it9 cordealroenie a minha voz
dp Tenravef Pi' IX para agradecer V. M. ludo
quato lem feiio pela igreja desde c comecodo
e^i reinado, naii a pru.tgendo o exercicio do
catholicismo em Franca, mas tambem abriodo-
Ihe as portas do Oneuie, ha tanto lempo e lo
ofitioadamepie fechada*, na Chjna, na Cochio-
cnina, na Corea e na Oceinia ; fueuJo cessar o
aassacre doa chrislaos na Syria, e torneado mo-
das eflicazes para os preservar no futuro, e; o
qae principalmente escita anda mais o reconhe-
cioiento. de todo* os calholicos, conservando a
aanta s, a cidad de Roma, e a parle dos seos es-
a los que anda tfee relam. Sem possuirdea un
imperio to extenso como o de Carlos Magno,
pndes a forca e o poder. Protegeodo o veneraTel
Jo IX, _como aquelle Ulustre imperador prole-
Ku Adriano I, merecis a approvacao e os ap-
plausos dos cai(i,ilieos de todo o mundo. A rossa
autoridad a coohecida e apreciada em toda a Eu-
ropa. Desde que a vossa *ax s Ui oavir, ella
rea peilada.
Tambem agradeco V. M., senbor, ludo
^uanlo hvefs/eito pela Saboya des le a sua an-
nexscfto Franca ; na relsc civil, em ludo
quanio diz respeKo aos edificios pnblicos, cami-
nbos de ftrr, estradas imperiaes, departamen-
tos e commuiiicaces, lem V..M. ieito, em pouco
tmpo, eousas prodigiosas ; deutro em pouco ha-
ver ama mudanga completa, e ser assumpto de
admjra;ao geral. Mas, para me conter nos limi-
tes do nieu ministerio, sgrade;o particularmente
V. M. ludo que lem feito pela dioceae da Sa-
boya desde a aoaesacau os Bocenos generosos
concedidos para as reparacea ou recooslruccoes
das igtejas ; para o reetabelecimento da* esco-
las comrounaea. para a educarlo dos lilhos do
saocluario, e para a sustentscao dos ^eclesisti-
cos Telhos e enfermo*. Sehhor, os coraedes sin-
cerameole chrislaos nao es'quecem estes benefi-
cio. Todos os diaa Coniinuaro elles a pedir as
beocos do co para V. I para S. l{. a Impera-
tn, para o principe imperial, e para toda a Fran-
ca, em reconhecimenlo do que lentea feito pela
afinca, e pelo seu veneravel chele, que neste
omento objecto dasjuas mais Tiras sollicitu-
des.
O imperador ^espondeu nos seguiotes termos :
Juigo-me feliz de haver o santo padre ac-
ceitaoo a minha proposla, nonieando-vos car-
deal, porque nao s urna doce salisfago para
todo o mundo er recompensar, pea elevada
dignidade conferida a um dos decanos do episco-
pado, urca carreira que lautas virtudes tmsem-
pre honrado, mas tambem porque a escolha tes-
lemnha mjoha estima, e a minha sympathia
pelo clero da Saboya, que tem dado proras da
sua dedicacio Franca minha pessoa.
Nao ouv sem erco;o as patarra* simples e
toeaoies com que tendes apreciado os meus es-
arcos pelo bem da religiao, assim como pels
prospendade das novas provincias anuexadas.
Espero que Deu* conceder anda rnuitos
antios a um prelado, cuja vida lio cara aos
seus concidadoa.
ba Em." apresentou depols s SS. M.M. as
pessoas do seu sequile, e o imperador apresen-
tou imperatriz o ablegado apostlico e o guar-
da nobre de su* santidade.
O cardeal dirigi em seguida um discurso im-
peratriz, lindando enio acereaaonia.
As carruagens da edrte conduziram sua emi-
nencia o cardeal Biltiet. Moas. Megli. o conde
Slveri ; assim coruo as pesaoas que essistiram
remonta, e estsco docaminho de fer do nor-
te, onde um trem especiados reconduzio a Paria.
No Conslilutioangl leem-se as seguate liabas:
(Abrochara do padre Passaglia appareceu
traduzida em fraocez; pao podemoa dispeosar-
nos de reproduzir o prefacio deste importante,
cousciencloso e decisiva trabalho.
, a A queato romana al agora mal apresenta-
da, est hoje reaTabelecida nos seus vrdadeirj>s
termos; doas equvocos notaTeis vo desappsre-
ce'r do nossu vocabulario poltico.
Em primeiro lugar, a expressao, poder tem
^poral, to infelizmente feita para oscurecer o de-
btc, e para mudar o* espirilos irreflectidos e
ignorantes ; o poder temporal nao um fl,
um meio ; urna das condi^Ses e das garantas
pssiveis da iodepeudencia do Papa ; o que im-
porta verdaderamente, manter e garantir essa
independencia ; parecendo que o poder temporal
preencheu o seu lempo, oque importa, des-
cubrir urna nova coodicao, ou qualquer outra
garanta dessa independencia.
O segundo equivoco oasea do termo tobtrano
ponti/ice, que tal que faz comprehender que o
"apa, por iosiiluicao divina, lano poalice
cont seberaqo nao espiritualmente, mas tem-
poralmente soberano. Applicando ao Papa o 11-
tuio ae pontfice supremo, o tnaduclor da obra do
padre Passaglia, parece-nos ter adoptado urna
frmula feliz, que se sao presta s qualquer ca-
pricho de intrepertacio.

A Opiniotu Natimle receben da Mr. da La
-GiMroonire a seguate carta:
Senhor.Um artigo publicado pela Opinione
Xationale, e reproduzido pelo CoMtitucionel,
com urna oolavel iotenco, trata de mim, a an-
da que eu alo gasto a taja contra os mew Jubi-
to* interter o pabiico com urna sitatcao aasaaal,
julgo cumortr um dever pohtieo daado-vas al-
guma explicaces muilo imples a muita fraoeaa.
-< Interpellaes me, par* se 4 verdade, eaato
atflrmam muitos Jotnae, qire a Patrie aleja de
latero sob a miuha dkeccao, a doaeia 4m havar-
4aa revistado esta noticia, perguotaes a vo* saaa-
am se o carcter qa a DpirHft* publica ttrMMa
a blgaaa do* meu* eicriptoa prioeipairnaaita a
miaba* brochar** tabre a jtjMMto attana, al*)
um jornal.
i TfrWomnVd' &4 Wi>fti ? + titoWd-
Qdes e os seotimenlos que me ligam ao meu ao-
iigoeoByg% e rbfgo. r. OslmaTre', rirdttfrtfrii
.Otrtf nos urna ttuaco dde s torndu- latl' pw
meio de urna communidade de ideas e de detiCa-
cio, e"que me a\itrtsa'a ler, no jornal *e' qtlb
prtJVndtfirj, a'mirfha parle d corlianhd' e de
inspiracSo, ese 0 julgar uecessario di tribalh
pessoal em certas circumstancias.
' % atrtWaaV^dVin-me rnteira*itfeDt rl*r#.
permitlindo-me de concorrer para a defeta das
minha* ideas Era ala a nica qua m* coqvi-
rrrrasrceitiT.
< Ko^anaes-vos completamente ruando con-
funds na minha personalidad* escriptores; sanos
por quem voto amizade. roas que sao livres, e
emqoerer rebaixaes assim homns diaiioctos,
que merecem lodos os resueltos que se Ins de-
vem sem contrac;ao. Se esses escrtptores' me
pedlrem os meus coaselhos, ea Ih'os darei. Mas
vos elevan* mullo' 1 dignidade1 de iornalista, para
nao ammir que hoje, Com o rgimen da assig-
nalura, a impreosa, que na j era outr'ora* mais
do que ora* ftfnja oeltecttva e anonym, prtence
urna grande parte vndYvifhslidade dp caracteV
e do' talento, e que a resporrsabilidade que sem
cessar perteoce aquello que inspira, en liga igual-
mente, e primeiro que tudo ao que esoref e
ssigna.
Nesies termo, senhor, que deveis ver as
itipiracoes ou nos trabslhos.que dirnimarem de
mim? Vou declara-lo com franquezade veis
ver uisso s as nvinhas proprias opimoes. Oses-
criptores a que vos referis, liraram, sem dtfvida,
a rores ao lacro, de que elles eram conformes ao
ptosameoto geral da poltica francea ; mas eu
eipuz e sustentei essa poltica, porque da minha
consciencia senta que era justa, rasdavel e grande.
c Julgo que na phase mais liberal em que o
governo do imperador acaba de entrar, felizmen-
te, importa que o paiz retome pouco a pouco as
praticas e as prerogativas da tiberdade. EslaVa-
se habituado a nao por nos jornaea dedicados se-
nso s ccos* dfcrjOls de ma difec^o offrtal. A
iniciativa esclarecida do conde de Persigny pos
terreo' a esle estadd de eousas". E' pois til, qoe,
alm do ministerio, o' hdmens que'no sao mi-
nisiros, que teem ama situacao no paiz o no Es-
tado, facam ouvir a s'a vp, e mesmo que ex-
prinTim', Com fespeitosa franqueza, o seos dis-
seolimentos, querido existen!. E' por meid desl*
leal manifestacab do pensaneolo publico qae a
CoDstituijp creou o senado e b-eor'po legrlaYlvb,
e no qu me diz respeito, desta "maneira que
compreheodo a minha missau na tribuna o na
poblicfdade.
Esta silucao muilo simples, muilo honrosa
para sKr fcilmente admiltida pela opiuio publi-
ca. Eleva polmica aeima das quesle pes-
soaes ; repelle principalmente essa allegaco ab-
surda, e que todava se produzio, d que um jor-
nal inspirado por mim pode servir de pretendi-
dos disjenlimentos entre hmeos considerareis do
governo, a>reciar de' um memb-o do gabinete
impulso* contrarios a um ministro, com quem
tive i honra de estar em relaces. Umastme-
Ihante supposicao effende de tal maneira a verda-
de a os meas propriossentimentos, que nao ene-
cessario coniraria-la, porque lao inverosmil
como falsa.
Parecis temer, senhor, que a Patrie, se fos-
se, inspirada por mim, nao olhava o grande roo-
detadora. Este receio sena fundado. Julgo flr-
memente que a moderado a regra mais seo-
ra da poltica, nos governos forte. Mas nao re-
celis que eu abandone nunca o que tenho def
tendido. Cmo tos, mas de orna maneira liver-
sa, deflefidi a Italia. Temos tido a rgasma con-
vic^ao ea mesma dedicacao ; nao crw> que te-
nhamos o mesmo fim. Pens cr>mo vos que a or-
ganlsaco definitiva da Pennsula' est ligada in-
dissoluvelmenle causa da civilisacao na Europa,
e a influencia da Franja. Lametflo como vos ss
descrengas as hesitages.e os cootraseosos com que
se tem querido Suspender o enthusiasmo do im-
perador, quaodo a questio se apresentou entro o
dominio da Austria e a independencia de um povo.
Pens tambem cerno vos que os gloriosos resal-
tados de Solferino nao devem ser comprometli-
dos por causa alguma, e que a noasa diplomacia
tem obrigaco^d proteger e de secundar at
sua completa conclusao a'.obra que comecou ; mas
o mea patriotismo e a minha consciencia protes-
tara n Ira a possiblidade da queda dessa grao-
de instituirj do papado, que urna parte vital
da Softiedade chrisla, e que cortamente promo-
Trieis,precipitando, pelo chsmamento immediato
das tropa, urna soluco que nio pode alcancir
se seno pela sabedona dos homens de estado,
e com o auxilio do lempo. Nao sou saspeilo, eu
que tenho prestado o meu nome para todos os
ataque para "a deflesa da Italia e do governo do
meu paiz, contra a resistencia da corte d Roma,
ou contra as censuras dos seus partidarios; mas
creio sempre que necessarlo fundar a tiberda-
de italiana, garaolindo da maneira mal incon-
lestavl, a independencia do papado : e sobre
esta questio, esta a differenca entre tos e eu.
Acceitae, etc.
. de h Gifonnire.
A. Patrie reproduzindo esta carta, fa-la prece-
der de orna outrs dirigida por Mr. de La Gu-
ronnire a Mr. Veron, director do Conitilution-
nel.
Eis o cpntheudo:
Mr. Veron, director poltico do Constituti
onnel.
Reproddzindo o artigo di Opinione Ntiona-
le, imoozeste-me o dever de vos pedir a inserco
uo Conttttiitonne/, da respaila que diriji a Mr.
Gueroult.
Esta carta responde arjtecipadamente ao vos-
so artigo de hoje. NIO *dl a que movel obede-
cis tornando a iniciativa ri'um a polmica gres
siva contra mim, qae nunca escrevi Contra vos.
Mas nio conseguiris fazer-me stnir da trahqut-
lidad que, na vida poltica, a dignidade do ca-
rcter; e nio desceTci ao ponto de vos seguir
tratado de 184*2. Segundo 01 o
denles, a argumentaclo de el-ret
multo o imperador por que este
ceu, at cerlo poto, a obslioacao
Copenhague. Em toijo 0 caso, Napol
bou da parte do sea interloucutor a
que uwtia. nwe|pci*c5
n a m afqCdo, WttMtl e
que
Euro
O
bem
muit
Sois
fficu-
proxinVe'im
de ur*l!c*rta
te de Compi,_
As objeccoes suscitadas pelo governo
[-ano, m re980 a **J** aoa- mthoi
renovadas por Gnilherme I a Napoleio III. O
monarcha allertio ntoWrou-se cirtveiicido de quel
as seda de Liio seriara bem depressa substitu-
idas, pjla de'Eiaerfed, de que ds viuhos fraoceaes
depraciariam fcilmente ot a Allemaoha. Nao sa-
bemos o que ha de verdade em urna elegante ex-
pressio qu se altr'lbie-ari1 fei V PrQss#. ffespd-
iiendo que o vloho de PwrtstinKo faiia obor vin-
ho de Champagne em .Franaa, diese 000 (tov
sorrisq :que, o propno vinho de ChampagBe,
unindo-se aos oulrs'vinhos franczes, acabara
bor subfn'ergif as provifleras' rhenant?, e que* o
eu f^oserao lioha obr-igaoo-de se eoeaervar fiel
hneno'^-Seja'oTquaes TorVpTaY nffTcordiif,
fdf-a de dtfVlVs'qu'a o errcontro dog-dots1 bbera-
bos du urna nova, e d'esta vez vigorosa ditec"-
iao s negociacoe d|ria tsnto lempo entabola-
das' em Perito para a amigoatufa de um tratado
de commercio com a AUemsnha.
*M respeito cr- halla, nao se trocou urna ubica
p-aiavra enire os dois soberanos E os nosso cot~
responderties nio se oceupam d'isso, Jotgam pe-
der alfl^mar que a P'roNir neste momento sent
urna influencia que a leva a retardar o reconhe-
clmbrffo'do- rTott italiano.
Ifornat1 d Commercio de Lisboa.)
fe
_Yer!Bcaqd
eftjpj
avess
Mlffl
rm *"gora que anda nio leve
o Sr. conaelheiro Jos Beato
da-lo ao eagenheiro; sendo..mena ob a* aua* verdadeire*
u ao julz de direito, para que
as personalidades que nio interessam sanio is
pequeas paixes indignas d vos e d mim.
f Acceilae, seohores, i segdranga dos meus
sontimeatos mais distinclos.
A. de La Gueronniire.
0 Coni'iiitionnel limitou-se a acensar a re
ceveao da communica^lo de Mr. d Le Gueroo-
niare; a Opinione Nationale responde n'esVeiJ
termos:
Lamentamos qu Mr. de La Gueronnire nao
tenha julgado a proposito dizer-nos como enten-
de que tfeve ser garantida a irideperjieBeia do pa-
pado, e como espera cbrrliro-la a cu* a oordade
da Itslia, aa o podef temporal e a c'dddlcab dess
Independencia. Esta 6 que Aqaealao entr elle
nos. i>
ra*
a
ondemt
axecutado pi
lando ultima
Cipal daquelf
auxilio de pessoa competente,
egocio, e informe do que achar.
ue coovlrlfttlar para que *A,,q#ia*c
res e actrMn. Do resaltado k S.,
a, h se nafodada r cea-
Imioidrador; leWelte safNwclo
cao da verdjdey
assassinado raj> abar, peto e-
vice-commffM do hetjpicio
eitabelecidd n|fwll* ofrade.
re, o assassind1eioultO% er
ter evadid|aWeada. ^aUpel-
0 2o sur^to*JlPdto juiz rduoi-
mo, Edufl'o JosdeMourr;
E.te importante opsculo um JuafDar aatiraa-, loaaV!d do,Espirito
vel para a biitoria, qae deve
im aauuar sumar-, #0| K9uui
feQoa; dffaco|f..TQMW-le(i|i
"d J*s*, pardos.
com Francisca
lr.feito. pela. p.ii6a.; a conloi em *r Unt^P^*^*,*,*,^>_a*i' c M" If-
pee**, que anda nio lioham (ido devastadas pala,
luz da imprensa, que uo podemoa o>ixar de ac-
endo aos deseig*' aaaaiifeatadpa o* carta da
trasladar auttt aH'ossas celuwnas o seu
d^Mciavel irabalHaV, no em trecho, os em ti*
teragtidade para Matd'-e'cabal arpraeiac*), de
09 credor, e a>fj||^ecdat1ievjlmatraeiovajtaej-
dra eximir aa ItRNaj/pagftoa, -neta furlar-se o
gtt.
Otrabalho do-Sr. coneja Dr. ferrnoiHJaiH-
dMfro a rehabrtafij oWfa cathrlca de ge-
dWl LuizdoReg* awrrese, cujo-flvajetei bavla
sido falseado em apciacdes incompletas ou apai-
madas ; e essa rehabrfctacao tantr/meis-valio-
cia de Paula Freir, braneos.
aahuila liuliaidiou Yate* com Lisia Anna, bran-
-cot.
Bugwiio Lf iia auto Horaaamra LufaV amaeoav
Adolpho Ti*j > Parias oaa*M*idP-Babrto. de
temos, MWnuat
Bfceoel RodMfBm Cesta Maajplliia ofin Garlla
OementT*r^iBurlBlaS*l.*
aaunoei Ribeire de Aguiar coa DbJVffMrTja Mptin-
drioa iaVto oa Jess, WaaNos
Mvaaawo^enffv*rr*d
9* do d^ W taja* intrjiatO0
fivra WrrWrpara a edkrm
Je*-Jorppi?tetra; ama*
dedbfeo-
Aajpatinho
i-.pa. .aquHiio wrrno. Murrrn xoseoeaiourr, xonaaas ; e essa renaunrmeao e tanwmai vano- : i.lluim ,fririlno livm con.tin.ctfSt-*.- t,.
que aquella escra.o Joaquim o prouxiflJlUii aelJJJluauto ftaieikJtai u^doVirrecusaveis. quinao. -aSSS-'" -
.
mTERlOR.
L e no CourrieY di* Dimanche:
*D*s quarenta e otto hra que o ti da Prussia
patsou em Complgne, houve tres ou qualro con-
sagrds aos negocio polticos. E temos o senil-
mente de dlzer Presse que, segdndo os nosibs
correspondente, os dois soberanos nio fallaram
do que o ndsso collega chama cania unida da
liberdade e das nacionaliades. Asduas questoes
a respeito di qnies Napoleio III e Guilherrae I,
trocaran] mutuamente ts suas opinies, foram o
cenfflcto dano-ailemio, a o prdjecto de tratado
comecado entre a Franca e o Zolivereio.
O imperador cbamou toda a atteocio do seu
augusto hospede sobre os perlgos de que-se acha
ameaesda Europa em eonsequen'cla da interml-
nava questio do Holstein a do Lanemburgo, e
mstou vivamente eom elle para qirt uzease da
sua peder* iniciativa e empregasa a tu* legiti-
ma influencia no eonselhos dos principes alle-
maes, afm de ceosegoir ma sbllUclo pacifica e
aatisaclori. 8l-rt ds Prussia: reipondeddo,
reoovou a.exr>ressie do Vivo desejo que teot de
vAr terminado o congieto dano-gerro'anlco pelos
aaelos tranquillos das chancellarlas Com vantagem
para toaos, com tanto qua a Dinamarca' eumpra
a oempromiso conirahidd pelo
Minas (eraes.
0 Militar, peridico dessa edrte, dea lume
em seu n. lOt de 9 do corrrA dm comroonicado
qae tem porpigrapliV Quattef do corpe de
gnarrtffc) d- BVoas.Crregou tanto s cores do
teu qoWro o corardUoicanie, que roe obriga s fa-
zer ceVts retoq'ue'a. Seguramente ha de querer
Vm. que o correspondente de urna folha lio im-
portante como JornkVdf) Cbmfrttfio tena por
um de seds" empenhos restabelecer a verdade
dos fscto, rectificando inexatrdoes, qne segura-
mentd por falta de informa'gies, anfes do que por
algurn rto^el menos desculpvel, se avoturam
em certa peridicos a respeito das cousas da
provine! \
Pondo de parte o tocante prWllo entre o sol-
dado do corpo de gu'aficjao e o escravo. assim
como' a reflexe pftilbsophid.tf-sentiiilrrwes qae
a conviccao da ideotidde da sorte desss dons
entes sugt-rio ao communicante, Wciirei nos pon-
tos principies que o leVam a crer que o corpo de
guaroicio o mais infeliz.
a Os soldados sahiado da guarda da cades, onde
nio prega1 olho, vo para o exercicio, fachina
patrulhis, fiadas a quaes, ao Srhanhecer enira'm
de novo para a guarda; e esta marchado servido
infallivel e immdtavT Como o destino.
Confirmando a noticia de que com effeito os
soldados nao pregam olho na guarda (e ai do ser-
vico se ella se puzesse a dormir, principalmente
tendo de vigiar a cades'1), posso afllrmar que o
servigo ser aqui meuos suave do que n'oulras
cidades Onde exista urna numerosa guarnicao.
Mas considere V. urna provincia com a superficie
de 18,000 leguas pouco mais ou meaos, tendo
apenas anualmente urna forc de 987 pracas de
primeira linha 479 do *orpo policiat, que se
acha espaitiad ett d?staa,nfntos indlspensaveis
nos differentes pontos da proviocia, contando a-
penas na capital 174 pracas, incluidos oeste nu-
mero 9 oflciaes, bem como 18 msicos, 13 solda-
dos doentes e 63 menores. eslas circumstancias
ser possivel que a tropa tenha grande (oiga,
apezar de estareine>quarteladoa 49 guardas na-
cionaes? Se d numero destes fur iugaientadu, se
gritar tame !-como este anuo aa Clamou na
camr dos depulados. ~
PoSso eniretanr atnrmar-lle que coftio. ds
guarnigu tem o descanso ompativel cora as
urgencias do servico nao me rdrtsta qua a este
respeito se leuham infringido as leis militare. A
con Jican de trabalhsr mais qu'ando as nece-sida-
des sao maiores, inherente a todas as classes,
mesmo aqullas d.ue estao rnais longe de ser pa-
rias.
Os pobres soldados policiaes nio estao completa-
metile ociosos,, como penss d commur-icaate Se-
guramente porque nao tem avista a escala do
servij.i ; elles sao antes os burros de carga, como
dizem na sua lingnagtn rudo e franco'; ei-los
ah constantemente rj'urca rola Viva d servigos
variados e penosos mais indispensivei.
A cifra das desergde nio vem do fro, pois
no ha remedio seno supporta-lo em paiz fri.
Em voz de imputar essa phenomeno tempera-
lar, o autor do communiCado faria a devidas
honras verdade se o atlnbuisse antes a oatra
casil conhecida. Os reefutas preferem natural-
mente as docuras do lar domestico aos rigores da
disciplina. E' por is'so que ltimamente te pedio
atroc delles por oulros viudos do ootte.
Se nao temos un qurtel magnifico, como pu-
dera deseoha-lo a fantasa do commuoicante; se
o edificio reseote-se de lgumedsvotagem io
hereote a tamas odtras edificag5es, por causa da
declivdade do terreno, ha nisso um pecedo an-
tigV que talvez nao toque gerago presente.
Diier-se por cxemplo, que as paredes do qur-
tel sio mufalhas que represare vastse profundos
lagos digno* de figuraron! nomappa da proviocia;
que os diversos reparttmftntos ornen diitros
tantos \&o>, onde o soldado vivem de mo-
Iho com agua pelojoelho at a hora da comida,
zombar da credulidade dos leilores que nao vie-
ra m anda a Ouro-Preto. Bem v V. que nem vale
a pena coiltrapdr i linguagem figurada e hiper-
blica do communlcante a descripgao prosaica e
technica dos eugeriheiros e o perecer dos mdicos
com relagSo satubridde.
Ouanln a enfermarla,o qUc de positivo 0 se-
guinle: cbaodo-s ella arruinada, o Sr. conse-
Iheiro Pires da Molla fez remover os enfermos
para Sinta Casa da Misericordia, e mandn pro-
ceder aos conferios urgentes do edificio. Ultima-
mente fez Ver o provedof da Santa Cata a impos-
sibilidade d receberjmai enfermo pobres, pois
qu ds militares oceupavam 08 logaras destina-
dos para aqulles, e o Sr. conselbeiro Jos Beolo
mandn dar toda a pressa posivel ios concert.
Ibsnsivelmente hia-meaastandodb program-
ma que me havia imposto, de ser O mais lacnico
Eiossivel as minhas cartas,e eitava quasi dispoS-
0 a pedir perdi por isse a V. quando me vieram
anuunciar que nflo sftcrra a vfia fantstica do com-
muoicante do tiHtr", e que sobro negocios da
militarice flzera ella dm nova descripgao que nada
tem que inveiar exactidao da primeira.
Mal estarUmos ett e T. se lomasemos a tare-
fa iogaata de restabelecee a verdade de todo
quinto por ahi se drz para, distraerlo as horas
vagas ou por motivos due nio quero prescrular.
Depois que se invduliram as correspondencias
nio ha presidente de provincia que nao seja h-
roe e sanlarrio, e dad Ha qum nio qalrli fazer
passar o'seu euro falsd bordo de bbm quilate.
Mas para qu a julgue do Valor que devem me-
recer as sserges do crjmmolcante, bastara os
pannos de amostra queji di. O peibr de ludo .
qae elle,segundo neste momento me ioformarp,
um 1lltr que teto d%sembacd de justificar
as dbsergos com o rrio'6 tf irabalho que sonrem
oi olJados. Qaem maii ViVe mais vft.
Na minha carta anterior, refrlaH-m a ufna
co*rreapondooia incerta na ictuh'dade, fallei-
lrie a respeito~das obras da cada do Prrlba,
actualaieote administradas por Jaclntho Caelino
de Faria. De ama eipotlgao pobllcada, que be
consta flzera o administrador di mesa das rendas,
se v* qae leudo atyjarecldTi- do Cdftto Frtdn-
til de 10 Se Oatubrb do'anoo passa 10 um artigo
relativo 8 tae obras, exigi aqaelie funcclonario
ioiormagoe do actual collector e do qu 9 proce-
Nesse Interim, por exigencia do pretidente Pire
da Molta, feita-ett conaequencia de uwa denuncia
do proprio signalatre do commanieado em quea-
to, informuu a mesa de renda qae a cont** do
[-actual TUmioisKarror ettavam legaes e acoma-
nhadas de ledo 4 documento exigivei. Anda
assim a presidencia, aeb iodicactb di mes, man-
dn areeeder a id enme ns obra per um
engeoheiro.
i-alttgade a*oompaetoa-regleta do Mono-Ve.
^WW Ic!he-l0 J#s PW aexiAlr a
dcntidade de petsoa. Ja foram inquindas algu-
mas taetemunbas, e as apostas de'aura dalla,
qoe merece toda al, toroaram mais vehemente
a suapeit. 1
S- Etc. o Sr. presidente^ iieado conheeiraenlO
offlciai do faci, ordenou que pela polica palo
juiz municipal na capital se pritassem os potsi-
veis esclaremento* para auxtliarem o juiz de Sa-
bara no descobrmento da verdade* remetleu-
db-rflb-feli autrjrlade o processodo criminoso
e a' crtidSo tfe^, um asiento existente na cada
ucsia ciuaae. -
Constando da iafrmaco official que um recru-
ta'ae'acnav reeo-ftil9o frddo Pombe'dede o
dia 25 dejulho ultimo occasiooando urna despeza
in-proflcua, mandou a presidencia pQ-lo em fl-
berdsde por estar imposibilitado de servir 00
ejercito, e recomrae'ndou a'o chefe de polica que
advertase as autoridades policiaes, para que se
aprdssem em communcar a existencia de qual-
quer recrats aH'm d"e resolrer-e logo a respeito
delleo que for conveniente, evitando-se, alem do
dispendio, ama deleaco innlll e Vexatoris prin-
cipalmente quando o recruta, reconhecidamen-
td nhabilitauopara o servigo das armas. Creio
que a providencia prod'uzirbom effeito, pois que
9 ficto cima mencionado' nao primeiro deste
genero.
Cirapanha da Priricz'a, 5 de novembro de 185l
Coucluio se hontem eleigo de dputados
assembla legislativa provincial, que deu o resul-
tado seguinte :
Dr. Braulfo............. 49 voto.
Candido Ignacio........
Vigario Peoido.........
Cassiano................
Dr. Barros Cobra........
Rabelto Campos........
Gabriel Po............-.
Dr.-PdreTr Lima.......
Dr. Nicolao.............
Dr..Celso Nogueira.....
Ha anda oulros candidatos que tiveram alguua
votos, e que nao menciono por me parecer que
nenhudl delles gozara das honras de um asslo
na assembla provincial.
A chapa* conservadora da corte souYeu alguna
furos,- como dizem os cabalistas de eleigoes, mas
*M^!"?3?ZL"\nA* tof "luz tfrlc,,,,^ peroa(nb-UCOi 5-mezeSi escrava.Boa-
publicioade, acabim com toda a djivida, e desfa-
zeru a crang anterior creada por eua* aprecia-
i:
3* s
34
27 i)
26
26
23
18
16
150*1.
Nos que priva va tu os com pessoas, que partilha-
va da amizade particular do Ilustre general, nao
desconbeciamos os seu* servigo* em pcoyeito
desta proviocia, e os seus bous ofBcius em prol
(fas victimas da revolugao de 1817; visto que
vasa pessoa oo-Ios commuoicava. Mas lodos esta-
-rao neste1 caao excepcional ? Nio estao, por cer-
'o ; e por iso duplica de importancia o traba-
lho de que tratamos, tanto mal* quanto temos
ouvido ir nrst informatfos, ou quigcstumnlado-
res, imputarem-lhe factos pralicadoa pelo gene-
ral Rodrigo Lobo.e escurerecem servidos seas, que
todava sao pateotea,
Em nossa especialidade, pois, lancemos mo
desta occasiio para rendar a nossa bomenagem
>r'emoria do Ilustre general Luiz do Reg Bar-
reto ; a como pernambucano agradecemos ao Sr.
conego Dr. Fernando Pinheiro o (er assim Tin-
gado a sua memoria, que deve ser acatada a uo
odiada por Pernambuco.
O jornalismo em sua constiluigo actual o re-
positorio mais completo; e assim, alm da ios-
tr'urcao e da sciencia dos factos contemporneos
que deve conter rn si, corre-lhe o dever aiuda
de preparar o material para a historia nacional,
qne oelle ir canamente beber ligdes para seu
aesenvolvmaoto.
Desla forma, transcrevendo o trabalho do Sr.
con*go Dr. Feroandes Pinheiro em oossas co-
lumbas, s mestiias oorecemos aos contempor-
neos das occurrenciasdel817 1821 para aa rec-
tificages de que carega por ventara essa Iraba-
lho, como pedido pelo seu Ilustrado autor, ou
para aa lembrangasem ampliago do mesmo que
a alguem occorrer, certosde que tudo registrare-
mos neste iario, sob o nome, ou dm elle, dos
respectivos autores, como oielbor eulenderem a
esse respeito.
Devemo-oos convencer de que com uto tare-
mos um servigo patria, e que digno de imi-
lagao o impulso generoso do Sr. cooego Dr. Fer-
nandes Pinheiro, a quem felicitamos pelo seu
trabalho, cuja importancia resalta da propria na-
tureza e do penoso da coofeegao.
A receita da estrada de ferro, no mez de
novembro prximo passado, produzio noa diffe-
Vtat*4 espasmo, s ^_ '
Francisco das Chagas de Souza Plato, Pernam-
buco, 24 annos, solteiro, S. Jos ; phihysica.
Adriana. Pernambuco, 6 mete, Santo Antonio;
oenruledest /
Theo loro Jas do Santos. Portugal, 64 annos,
viuvo, S. Jos ; poeumenir.
Joaquiffl Barbos* Camello*. Po-a'Alho, 30 a naos,
casada, danta Autanioj bxt-fr'.
Antonio, Pernaaabuco, 6 tunea, Boa-Vista ; diar-
rha.
Mara Joaquiua Mavi^niar, reroambueo, *4 an-
nos. sutrelr*, Boa-Vista ; molestia iolener.
Fallecern durante semavr 3 paaaoas ;
sendolivrestl npaens,9 m-jlhe*ee3prvulos.
flcrfo, vAvuncm 9 9 p'i' ulos*"
1*
CHRaitlCJk JDDICU
innegavel qne ainda assir teve bstanle acei- rentes rabios, que compom a sua arrecadago, a
lagao, e que no meio da coofusau que occasionou
a apresetaco de muitos candidatos, servio ella
d sYantfarte dar chamar e reunir ss'phalanges
conservadora, mal habituadas desd que appare-
ceu a poltica de conciliago is lutas e combates
desta ordem.
Espalhoa-se a votagio por alguna candidatos
que O eraA da chapa, mas que sio conserva-
dores puros, e tio puros como eu e outros. -Da
chapa liberal s vem dous nomos mencionados
na lista que cima aprsenlo, e s3o os dos Drs.
Pi e Lima. Os mais tiveram menos de 16-votos.
O vigarie Peoido oa"o quiz a principio Jpresen-
tar-se, o pens que se elle tivesse anteriormente
manifestado desejos de continuar a representar-
nos na assembla provincial, nao deixaria de ser
contemplado na chapa conservadora. E' elle um
sacerdote iteltigenie, e como dep'utado provin-
cial potou-se as duo9 ultimas legislaturas por
modo tal, qae nos fez remorar por vezes do feliz
lempo em que este lado da provincia leve no du-
ro Preto (res representantes seus, qu nao s
promovern! muitos melhoramentos de que pre-
cisavamos, como ainda cooquistaram na assem-
bla e governo da provincia certa influencia de
que nos rsoltaram rauilas vactagens e benefi-
cios.
Estou ancioso por saber do resultado da eleigio-
nos collegios visiohos ; e comquanto nio me sin-
t core geito para propbeta pens qoe lhe pode-
rei assegarar que s entrar um candidato liberal
o Dr. Po, e es3e mesmo nio fatia parte da de-
putagio provincial se um dos candidatos o capilo
Luiz Augusto Bibeiro nio tivesse deixado de acei-
tar a candidatura que lhe cffereciam os conserva-
dores, entrando era seu lugar um outro candidato
que nao foi bem aceito, por nao pertencer a este
oistriclo e nem ter nelle relagdes algumas.patse-
mos a outro assumpto.
Ioslallou-se a Villa de Alfenas, e coube ao pre-
sidente da cmara de Caldas a honrara de vir
dar posse nova cmara que s compe em geral
da pessoas mais notareis do municipio. Em S.
Joaquim, urna das parochia do mesmo munici-
pio, triumpharam o Avellares que ha muilo eram
vctimas do abuso dos seus adversario. Sem-
Ihante (riumpho nio pode deixar de agradar a
todos os homens honestos que apreciara rlr-
lude.
A presidencia da cmara coube a um liberal o
Dr. Roque, pessoa estimare! por sua maderag&o
e ptimas qualidadea.
Houve bonita festa por occasiio da instsllacio,
e um loroeio que nao se fez notavel seno pela
lembranga de um dos cvalleiros, que amarrou-se
baioha da espada, e esquecendo-se de que es-
lava preso a ella ao apeiar-se para representara
priso simulada do cavalleiro rnoro seu adversa-
rio, cahio Inexperadaraeule dando causa a urna
scena ridicula qiie provocou espantosa hilari-
dade.
Anda nao foram corneados o delegado de po-
lica, seus supplenles e os substitutos do juiz mu-
nicipal, e fazemos sincero* votos para que o Sr.
conselheiro Jos Beolo proceda a semelhaote res-
peito com lods prudencia e acert, por que da
escolha dos primeiros empregados e autorida-
des da nova Tilla depende incontestavelmente a
sua prosperidde e o bem estar dos seus habi-
tantes.
O Dr. Salom retirou-se para o norte da pro-
vincia, donde pretende conduzir a familia para
esta cidade.
Por essa- motivo erilrou de novo em exercicio
do cargo d juiz do direito o Dr. Leonel.
(frnat do CommUrcio do Rio.)
Jury doReeife.
5.a SESSO.DIA 7. D DBZBMBRO DE 1861.
Preatdanoia- do Sr. Dr.juix wutnicipeU da pri-
meira vara, e juiz de direito interino da se-
gunda, Hermogenm Scrates Tavares de Vat-
conctllo*.
Promotor publico, o Sr Dr. Francisco Leopoldio
de Guarni Lobo.
Escrivio privativo do jury, o Sr. Joaquim Fran-
cisco de Paula Esteves Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Domiogos Monteiro Pei-
xoio. ,
Havendo presentes 39 juizes de facto, o Sr. Dr.
juiz de direito abre a seeaao isapoodo multas i
aqnelies que nao comparecern!.
Entra em julgameoio o summario em que
reo Jos Igoacie dos Santos, absolvido en. pri-
meira sesso do correte anuo, sendo-acensado
de haver matado com um tiro em novembro ds
1852 ao preto Cypriano, esoravo de Mara Cesar
Lopes de Mello.
Depols das formalidades do estylo, e em vista
das resposlas dadas pelo jury aos quesitos, o Dr.
juiz de direito publica a aeaienc*, pala qual ab-
solve o reo em segundo jutgamento, condem-
nando a rounielpalidade naa cusas.
O Dr. promotor publico, adrado a palara ap-
pella para o superior tribunal da relacio.
Levaola-se a sessao.
quantia de 29:186*816.
Por portara do governo imperial de 14 do
prximo pass'ado mez, foi considerado effeclivo
Do logar de lente da cadeira de eloquencia sa-
grada ao seminario de Olioda, que exercia inte-
rinamente, o Rvd. Sr. fr. Joaquim do Espiito
Sanio.
Este acto do governo asseota na disposicao da
ultima parte do art. 4 do decreto de 21 de no-
vembro de 1853,[n. 1,275.
A presidencia mandou postar urna guarda a
porta do Exm. Sr. desembargador Francisco de
Assis Peretra Rocha, presidente nomeado para a
provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul.
Ordenou a presideacta thesorafa AaJa-
zenda que mandasse por em hasta publica fl^ra
do passadico, que deve-se construir para ligar
este ao bairro do Recite,segundo foi determinado
pelo governo imperial.
Em face disto, ve-se que foi attendida a rtpr-
sentagio do Extn.Sr. presidente da provincia, por
occasrao de ser declarada pelo governo imperial
a impossibilidade actual de consteuir-se a ponte
projectada por excessiva a despeza, para a qual
nio fra decretada coosigoacao alguma na le do
orgrfmento que vigora.
No dia 6 do correte foram recolhidos ca-
sa de detengao 3 homens, todos livres, sen^p : 1
a ordem do subdelegado de Santo Antonio e 2 a
ordem do de s. Jos.
Fallecen, sabbado, na enfermara da casa
de detengao, de bexigas confluentes Joaquim
Barbosa Camello, brauco, casado, idade 30 an-
nos, natural de Po-d'Aho. agricultor, estatura
5 ps e 3 polegadas, cabellos pretos e crespos,
olbos pardos, corpo nariz e bocea regulares, bar-
bado, recolhido em 14 de maio
Acta da 16* sessao da commissat de
exposico de producios agrcolas e
iudustriaes da arovMa de Pernam-
buco e dos qae lhe sio limitrophes
ea lhe ficam prximas.
Reunidos os membros da eommissao, exeep-
co dosSrs. bario de Moribeca, Dr. Barros Bar-
reto e commendadors Souza-Leo e Marques de
Amorim, na sala de suas sessoes pelas 7 horas
da noite de 26 do corrate, e acbando-so pre-
sente o Exm. Sr. presidente da provincia, o Sr.
presidente da commissio declaroa aberla a sessao.
Lrda e spprovada a acta da sessao antecedente
passou-seao expediente.
Foi lido um oflicio da commissio de exposfgio
da provincia do M aran bao, datado- de 4 do cor-
rete, em que d os motivos que leve- para nao
responder ante* ao eontite que bavi recebido
desta commissio pedindo-lbo que se digoasse de
remetter exposico, que linha de azer-se, os
producto* que poderse colligir, e pira deixar de
satisfazer ao pedido.
Nao havendo mais expediente patsou a com-
missio aos seus trabalho*.
Foi presentado e lido o relatorio do occorrido
durante a exposigao, que pelas iostrucgdes im-
periaes de 8 de agosto deste auno deve ser diri-
gido pela commissio central de exposico da
corte do imperio, e, depois de slgumas reflexoes
do Dr. Aquiao para que nelle se flzessem alga-
mas modicacoes, o qne dea lagar a disco9
ero que tomara parte o mesmo Dr. e o*Sr*.Drs.
do correle an-'Strmento, Portella e outroa membros, retolvu
no, por ordem do Dr. chefe de polica, pronun- j commissio que se fizessem as motioages pro-
ejado por crime de damnu na comarca de Naza- postas, e fosse o dito relatorio remettido para a
reih. Procedeu-te i exime de verificagao de j corte pelo vapor toglez qu *e espera da Euro-
PERNAMBUCO.
revista diaku.
Sobre o opsculo histrico Luiz do Reg i a
posleridade, que acaba d dar eslampa no
Rio de Janeiro o Rvd. Sr conego Dr. J. C. Fernao-
des Pinheiro, merecemos deste senhor o obsequio
da Seguate carta, qbe julgaraos dever consignar
aqu para maior maoifesiacao de soas vistas.
- lllm. Sr.Sem ler a fortuna de ser conheci -
do por V. S., que talvez nunca tenha onvido pro-
ferir o meu obscuro nome, vou rogar-lhe um ob-
sequio, contando com a so bondade.
a Acabo do publicar urea memoria obre a re-
volugio do 1817 nessa proviocia, composta ere
presebga de valiosos e rarissimos documentos,
que se achavam depositados no archivo di secre-
taria de estado dos negocios do Imperio. E' po-
rra natural que nio cbegaisem ao meu condec-
ment maites btltros documentos e tradige eon-
cernents essa poca, que devem existir nessa
provincia : recelo mesmo ter sido inexacto (e
quig lojusto) em algoos juizos e apreciaces ; e
como o meu nico lito seja o de descubrir a ver-
dade ere prol da historia patria, d que sou um
do mais obscusos eperattos, ospero merecer de
V. S. de transcrver no ou mu acreditado jornal
os tpicos de minha memoria que julgar mal
apropiiados eemiltir tal respeito a sua mulja-
diciosa opiniao. Prometi a V. S. que fflodiBea-
rei minhas ida logo que por' compoteotes
contrastes, for cooveriWdo de erro, e quo n'um
ulterior trabalho qoe tedho tn mente apoi'tWt-
me-hel das corregaes que V. 8. Odtraa pes-
soas de sua categora me houverem feito.
a Seria mu feliz ae em mim dscobrisee V. S.
alguma utuidde, podando mostrr-lne a sympa-
thia que me iapira, confo 6 talslagtllmo e aer- .
ditade orgio ffa imprensa diaria, ao norte do filho le
Brasil. Hiria
Pretalece-me d'ehaejd pira Irlbutr-lhe es
sentimenios com que me asigno1, de V. S. mullo
liento venerador e humilde servo.
JoaquimCaetno FeruandePinneiro
Rio da Janeiro, 2 de novetabro de tWi-.
identtdade d pessoa pela subdelegada de S.
Jos.
Araanha no lugar e hora do costume devo-
ra comegar a extragao da quinta parte da nona
lotera da matriz da Boa-Vista desta cidade. Os
respectivos burieles s estaro venda al hoje.
Lista dos b-piisados e casamentos havidos
orf ffguezi da Boa-Vista no mez de oovembro:
Anna, branca nascida a 28 de julho do correle
anoo, Qtha legitima do Dr. Francisco Augusto
da CosU e Marinna Gongalves'Costa.
llaooel, crioulo, core 3 mezes de nascido, filho
natural de Archangela escrava.
Uuibelino, crioulo, com 2 mezes do nascido, filho
nalnral de Sophia, escrava.
Maris, parda, com 8 mezes de nascida, (liba le-
gitima de Francisco da PazFerreira e Victoria
Maria da Conceigao.
Gullhermioa, parda, com 2 mezes de nascida, i-
lha legitima de Guilhermino Jos de Souza e
Maria Francisca do Nasciraento.
Daniel, branco, nascido a 15 de setembro do cor-
rete anno, filho legitimo de Joaquim Baeta
Nevss e Maria Thooaiia Baeta Neves.
Alfredo, branco, nascido no Io de abril do anno
passado, filho legitimo de Jos da Silva Fer-
reira Jnior e Antonia Felicia Branca.
Maria, parda, com 6 fneze* de nascida, fllha le-
geiima de Epiphadio Ferreira da Resurreigo e
Isabel Joaquina da Conceigao.
Segismundo, pardo, com 2 annos e 7 meies de
nascido, filho natural de Pedro Manoel da Con-
eeigao e RoSalina Gaudeocia da Silva.
Guilhermioa, parda, core 2 annos e meio de nas-
cida, fllHH natural de Simoa, essravs.
Manoel, pardo, com 2 mezes de nascido, filho
natural de Josepha Maria do Livramento.
Walfrido. branco. com 1 mez de nascido, filho na-
tural de Lurza Maria Ferreira.
Francisca, branca, com 1 mez e 8 dias de nascida,
fllha legitima- de Domingo do Souza Mello e
Antonia Ferreira Diolz e Mello.
Clemeniino, pardo, com 2 annos e meio de nas-
cido, filho natural de Maria Quiriua da Con-
ceigao.
Sabino, pardo,com 2 mezes el dias de nascido,
filho natural de Simoa, escrava.
Levino, pardo, nascido em 6 de outubro deste
anno, filho natural de Gercina, escrava.
Henrique, pardo, nascido a 28 de oatubro deste
aono, filho natural de Maria, escrava.
Eugenia, branca, nascida em 2 de fevereiro de
1856, fllha legitima de Alexaodre Americo de
Caldas Brabdao e Carlota Francolina de Caldas
BrandlOi
Maria, branca, nascida a 13 de setembro .do acno
passado, fllha legitima de Alexaodre Amlico
de Cadas Brandioe Carlota Francolina de Cal-
da Brandan.
Antonio, branco, core 5 mezes de nascido, filho
natural de Maria Joaquina de Soza.
Joio. branco, rtcido a 3 do Janeiro de 1859, fl-
lho legitimo do .alfares ajudante Antonio Ray-
titonao Uo Caldas e Francelna Brasilina de
Amorim Caid*.
Cerafdo, branco, nascldb ere 24 d setembro des-
te afino, fllho legitimo do aleres ajudante An-
tonio Rayreuodo Lias Caldas e Franceiin
Brasillob de Amorim Calda.
Marat parda, core 2 metes de nascida. fllha le-
gitima de Joaquim Barbosa de Oliveira e Flo-
rinda Bola Ferreira de Jestis.
Oliodina, branca, com 6 mezes de nascida, Blha
natural de Candida Joaquina de Souza.
Antonio, pelo, com 4 anoo de nsseido, filho
legitimo de fvo e Vicencia, esoravo.
Joio. branco, nascido em 30 da julho deste anno,
pa; sendo o Sr. Dr. Portella encarregado de fa-
zer-lhe essas modificages.
O Sr. Borges declarou que tioha em seu poder
alguns objeclo para lerem remettido aos seus
destinos, e que a Companhla Pernambucana de
vapores costeiros nio liaba recebido frete pelo
transpone dos productos remettido exposigao
e regresad de alguns desses producios.
Nao havendo msis nadado que se occapasse a
oommissio, o Sr. presidente levantou a sessao
pela* i| horas da noite, e ea, como uo do* se-
cretarios, escrevi esta acta.
Sala das sessoes da commissio no palacio do
governo, 26 de novembro de 1861.
Visconde de Suassuoa.
Dr. Joaquim d'Aqutoo Fonseca,
Secretario.
Joaquim Prea Machado Porletla,
Secretario.
COMH SUCIO
Alfandegn.
Rendlmentodo dial a 6 .
dem dd dia 7......
159 916*350
29 93-4526
189 848*876
Movlmento da alfandeara.
Volumesantradoscomfazendas.. 337
> eom ganaros..
Volnme*
a
ahrfoa
aom fazeadaa..
com genero*..
75%
511
iv,____
timo de 7oaqu1m ttiebdoro Alvaa e
------WidaTheodor.
Jtilia,'parda, com 2 mezes de nascida, fllha natu-
ral de Flrmina. escrava, (forran* pia.)
Casamento*: -
Francisco Antonio Cavleanti Cousieiro eom Anna
iKteta de Sena, farfcncof.
Descarregsm hoje 9 de dezembro.
Brigue francezNeptuoogneros para fra.
Sumaca hespanhola Maria Steberas vinho
azeite e alptsta.
Galera fra acezaAdeleai e rea dorias.
Barca ioglezaBonitaidem.
Barca rancezaJoanne Culecarvao.
Hiato americano L A. Jobnstooo redo.
Gala (racezaRaouifarioht e cemento.
Patacho hollandez Elitabetntrro para a
poote.
Brigue brasleiroBeberibecharque.
Patacho inglezMarygelo.
Importado.
Patacho hojIarJBez Elixtieth, vindo de Lon-
dres, consigoado a Rothe & Btdoulac, manifeslou
o senuiold:
65 barrica* cerveja-; a Krebbe Whalaly A C.
35 caixas folhas de flandre* ,-* Rolba & Bi-
doulac.
25 barricas graxa; a Souhall Mellor & C.
1 caxa urna pdra de tmulo ; a F. C. Cok.
1 dita fazeoda de lia e algodao ; a Jos Anto-
nio Morera Dias & C.
7 ditas chapeos, ditos de palba, moda*, ato- ;
a PafonNaen &&
4 caixA drogas; a Caors & Barbota.
1 dita chapeos ; a Vaz 4 Leal.
31 barris tinta e pos para Unto de escraver;
lzidoro Balliday A C. '
' 1 Cania chapeo* de sol de alpaca ; a L. A. Si-
queira.
1 dita azeile, 14 dita* drogas e perteoces de
escriptorio; a Francisco G. da Olielra.
20 narria Salitre, 50 cala cerveja, 22 ditas vi-
nho brinco, 40 ditas dito tinto, 6 barra dito aba-
res, 1 caixa estompas; a ordem.
t-cala perfumariaa; a P. X. da Si Leitio.
50 barra salitre, 20 ditos alvaiade ; a H. Gibaon:
210 feixe* de pa de torro.'^ b*rri tinta do ea-
craver, 1 dito pos para dito, 6 barrica* lati, 1
dita bales de eilaoho, 1 cali* faca, W barra ta-
litre, t volume amostras; a Parele Vianna 4C.
40 barri* salitre ; a S. P. Jobnaton & C
515 paca* a valale de ferro e mtense, pare
ponte de^ ferros!* Boa-Vala i a Horace Gxeen


?
aio
pSSBlf
*
'

5 **.. A,t....l--..--lM:-;-.-.ri-twtt|T||
mas aceite departi, 3 ditas, eacujs, redaa, |*o-
110 IhiMn de-gelo. tt+ostkM magias. 35
*t^Ml*Hlhi-m *" coa cornode porto e de
i'4'^"JS'IL-'1 b!ioa "" 4 c" etco-
If2^U'wtlvao d,,z," '*. 6
SSulSr ** '* Ub*" > *
afearles* 2S?t!,*eri-*#' *ipd0 e Penado, con-1
JJJJ|,*a "w*" oellerquerre, raanlfesW
ricino. 30 saceos farelo de arroz, 160 ditos arroz
pilado, 09 t*ts>ide perperi; a entero.
ao ecos oMip.,75odra#4 amollar; Fran-
cisco Luiz de .liveira Azevedo.
Exporta cao.
_ Dra 6 o deemb/o.
tni rt,W*.*rarao P o ? r-
awtn" 2. M"*no Fonteca Jinlor'550 saceos
com 760acae*iatai aosastw. ..
* & Cabral, 0 ceos com 186 arrobas W de
gomma. ** v
scuea lioltandezi Speeatonfe. par Rbltw-
dara, carrecarios :
lIbr*IUder *f,q.aU' MOO couroe xom 29,737
' Barca porlugueza Sympathia, para o Porto,
car*var\.Qi *
.^!"ll0 ^"oeir. & c, 200 sxeos com 1,000
arrobas de assucar.
M,*' I*n,co "e Oieira 4 FilhodOO saceos
com 2,000 arrobas de dito.
Bailar fe OUrea. J.400 ecos com 7,000 arro-
bas de assuear i H5 ouroe salgado* coa 3,6
Comsaiaada proaineiaj.
endimento ao dnt-1 a 14-487347
Idam 7......; raSn
*m HWQUpaVaKJU "mt OBMIiat 1X111.
obros de.boi salgados .. ,j, libra
dem seceos espichados.
Wem''rdres: .
* dem de abra coruoeb
dpm <***
gr de lenl^aubsiiltto desta faculdade, ago Dlo
?il5*l^fill!ld^a3aaR>u,^(>
Joao lapistridb Bandeira de Mello, que por de
erato 0*5 de oatobro db-eoreaate W fotjabi-
ledo ;pelo qua toaoaoi pretondeotei ao dito lu-
ITa! tr-oe aodewo apreeeatir deaej oeste eeere-
O
. un
>&
*90 tana peac ioecravar
aeua nemea no lierooome< publicar pelo Diario.
bocea seceos" [ ..' ? ." fibra
Wem emfifeieifou maSsa
dem era calda. ...... .,..,'
ttTSBBff^: : ; .--T
MBteas ^irra _ >........ fcento
Eaaupa naaonal .... rroba
f atUna de mandioca. Jqueire
dem de araruta..... rroba
Feijao de ^ualnuer qwlidade. >
Frechaes. ........ um
Pumo etn foTha bom. ...
ideai rdinario ou reetolhe.
dem em tola boa ,, >
dem ordinaro restolho. >
Gomm*........ arroba
IpocatttaalMi -(raft ....
509
1MW
agoo
4g000
bro de 1881.o solicitador da fiaoda botbcb]
cial, IMmptti^ffittotJi^^lZl
areoda, manda Uier publico que a arrematacio
os res. de as casas do petiiasoaio dos arabios,
toir-asteridapera o-dii.14. cosronte. '
asla aa maodoa afiliar o presente
16:224432
. i-. -^ -.

rl
amarello de
eento
um
caada
arroba.
quintal
urna
*
molhos
canto
OJOOO
4JO0CT
ista
lla>
3#000
1%A*?\ DO RKCIFE
9 DE DEZK tlllHO DK f 8G1.
lA'S 3 HORAS DA TARDE.
Refina Semanal. ni
Cambio Satcoa-se aobre"'Landre* .* K
1/4 d porl000 rs., sobre Pa-
i a 365 rs. por franco, e sobre
Lisboa de 108 a 110 par canto
d8 Pfemo, regulando por 3b
a-^- 80,000 os saques da semana.
Asegotao --eraoi-aa poacas vaalas do
deila provincia a U{>200 rs.
por arroba do ascolhido, e
119000 re, do regular, a a ul-
* ^ tima eenda do da Maceio pos-
to a bordo oi a ll#800rs., e
a 12600 rs. pelo di Parahib^I
a.ssncr-----------A entrada (oi avallada, ten-
delo-se o braoco de 2*800
a 396OO rs. oor arroba, soma-
nos a 28600 rs mascando
purgado de 29200 rs. a 29400
rs.. a bruto de 19350 a 18900
reis.
Agurdente Vendea-se a 60S000 rs. a pipa.
Couros-------------Os seccoi salgados venderam-
se i 170 rs. a libra.
Arroz-----------O pilado da India veadeu-ae a
JI600 rs. por arrobe, e o do
. Maranhlo a 3#000 ra.
Aceite doce Neo ha do Kstreito. e o de
Lisboa vendeu-ae a 31000 rs.
porgalo.
fie* atacado obteve IO9OOO rt..
e a retalrro de ltJOOO a 129OOO
rs. a barrica, Qcaodo em ser
6.000 quintaes.
Vendea-se a 39300 rs. a bsr-
riqulnhe.
Vendeu-se de 69500 a 7*500 rs.
par arroba.
Cha----------------Vendou-sea 29100 rs. por libra.
Latvao de pedra-Veodeu-se de 169000 a I89OOO
rs. a tonelada.
Veodeu'ae de 496OO a 6$000 ra.
a duzia de garrafas.
A do Rio Grande vendeu-se de
290J0 a 3f800 rs. por arroba,
e a do Rio da Prila de 29000 a
3J800 rs., Bcaodo em ser 41
mil arrobas da primetra, a 9
mil da segunda
de trigo -En trata m duas pequeas parti-
das, e seguiu urna para o Rio
de Janeiro um carregamento
de Baltimore. Os pregos fo-
* ram mais animados, venden-
do-se do 163 a 229000 rs. por
barrica de Philadelphia, 129000
ri. de Baltimore, I89OOO rs. de
Neir-York. hespanhola e fran-
ceza, a 21$ re. a de Trieste, B-
cendo em ser 23,400 bartuaa
da prmeira, 400 da teguoda,
9,300 da turceira, 2,950 da
qaarta, 3,703 da quinta, e7,000
da setta.
Folha de Flandres-Vendeu-se de 20* a22fri. a
caiza.
Genebra----------Vendeu-se a 320 rs. a botija,
e 59 rs. a fraiquetra.
LouQa- A ioglza ordioarja vendeu-se
com 300 por cento de premio
aobre a factura.
MaaWeiga A fraoceza vendeu-se a 580
rs. a libra, e a inglezi a 640 rs.,
flcaodo em 3er 2,500 barris.
Hissas- Venieram-se a 690 rs. a
caiza.
-Oleo de liohaga- Vendeu-se a 19500 rs. por
galSo.
Paisas------------Vendeu-se a 7 a caiza.
Queijos-----------Oj flamengos venderam-se de
29000 a 29200 rs.
Sabao o de Mediterrneo vendeu-se a
28u rs. per libra.
Taboado O de pinbo veodeu-se a 239000
reis.
Touciohe----------- O de Lisboa regulou por 89OOO
rs. a arroba.
Vinagre O de Portugal veodeu-ae a
- 1209 rs. a pipa. *l. -
Viohos- Oda Lisboa vendi
Leona em acaag
Toros.
Lenhas e estelo*. .'
Hel eu melaco......
lh0w -,
Po brasil '. .
Pedras de amolar ,
dem de filtrar .
dem reboto .
Piassava.....
Ponas ou cnifres tf vaccas e
nevjtlioa.....* ..
rinCfiOCS OG
do us custados.
dem loure. \
Sabo. .
Salsa perrBha .
Sebo em rama.
Sola ou raqueta \ '.
faboas de amarello ....
dem diversas......
I***** ......*
Tiinres. ........
Unhe* de Boi ; .
Vinagre........
Alfaodega de Fernambuco 7
1861.
O primeiro eonferente. Jearaiarttjos Tav-
* O segundo coaferente, los Thomaz 4e
Aguiar PireslaVsrreira.
Apurovo Altan Jega de Penumbuco 7 de de-
zembro de 1861. Barroi. Conforme. O 3.9
lascrepturario Joio Jos Pareira de Paria.
;
urna

libra
arroba
t
urna
dnzias
%
arroba
otoi
cento
caada
tente, o que. Ihes permitlido faeer p
309-rador, aa aaTifOfeto a neis le 20 WgaaadesUci-
111000 dadaou tiverem juste impedirse a lo. Sao, eo-
re. 'brigedoe e apreientar documentos qe
raoetrem eue qaeiidaaa de aidaao btawileiro, e
-qeie eatio no goae de leus direitos civia a po-
K4Coa, artKlao de baMierao, folha ooreida do
Hejer # aaerattomicieioe e diploma de doatorpor
*1n ,*,wl ae dtreiio do tepeno ou
ubUea forma .juehfloaodo a mpoasibilidada da
presentado do original a na aaeaesa occasiio
poderao entregar quaesquer deeueaealee qua
julgarem conraaieares aa como Mudo de habili-
'co.-iuoomo prov de aerricos prestados ao
eitadt), a bumanidade oa a aetencla, dos quaea,
4e Ibes pasair-aaV*li/'4udo de conformidade
com ps arts. 36 e37 do decreto n. 1386 defl8 de
VtisStiWi " t para que cliegue ao conhecimtnto da todos,
maodou o mesmo tzaa.. Sr. diiector affkar o
presente jpie ttrk pdWearo rJbtlfs-^lhas desta
Secretarte-aVM4llad% d dlreito do Recite 7
de dezembro de 186l.=0 aecretario interino,
Malioel Antonio dos Psso e Silva Too'lor.
ODr. TfrstOda Aiencr Araripe. omcial da im-
i?!.' tfr.a?m tfa "u0*'' e juueapeVsil do eom-
^JgWlo dsra ldie pot^. 1. etc.
Fago sibet"d;A.e loseOominguealblala me ri-
gi 4 petizo SBgulote':
IHm. Sr. Dr. jui* de dlreito esoecial do eam-
Sercio.Diz Jos Dominguesalaia, que sendo-
twioaaejfea Salvador Pmsi d*j-SireeiraCial-
canti, Manoel Camello da Rocha Cavelcanti, Sal-
vador dos Saetas da Siqaeire avalortti,
aconfpanhads daa.creaneas as menuliladei ven -
cidaa al*30 de etambro ultima.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 27 de nevembro de 1861.
F. A. CavaUttnti Couutko,
Eicrlvio.,
** Pela reebWer! de rendas internas genes
se faz publico que no correte mez s (indi
1 ~ k~~w m tuiromo mez a linda o
i prszo da cobraaga nn domicilio dos eontrlbuiotes
tanbrodafM^ beaourar..!provh.elri,.3de de-lfos seguintes impostos pertenceoles ao ezrcrio
1. .LfU x"~ ,ecrel,rl. Antonio Ferreira de 1880 s 1861: feolaa dos
aa Anauaciagao.

169000
88000
100
25S00U
5S500
2S600
1049500
70OO0
,200
-- O illas. 8r. inspector da thesourarialde fa-
zenda desta provincia manda fazer publica, em
conformidade da ordena do tribunal dothesouro
?ua!ro. da 16 novembra ultimo, que no
da 26 do cortelo mi barer concurso nesta
tneaourant para preeocbimenlo 4o lugar vago de
offlcial da secretaria da mesma, entre os empre-
gados do thesouro, das thesourariae. alfindesjss e
recebedoriaa da claiae immediatarnenle superior
a de praticautes.
O emo veraat sobra as seguintes materias:
PrinHM geraea de gcographia a historia do
Brasil, ir (id ucee o orrecta das lioguis franeeaa a
aglea, algebra at aa equicoes do aeguodo grao,
pratica d aervi?0 peculiar da repartaco am que
e empjegado esuver servindo.
Becietarie da thesouraria de fuenda dePer-
amlMCO, A de dezembro de 18i.*-SerTodo de
ofncial-maior,
Manoel joi Pialo.
0 ifm. Sr. inspector di thesoareria de (a*
zeud desta provincia,- de accordo com o oficio
da presidencia, de bnntem datado, minda fazer
puWco que no da H do'correte mez, telas I
horas da tarde, arremaUr^e-ha peraot a ines-
raa thesoursrte 1 sellim, 1 brida, 1 par de estri-
bos e ouiros objectos que f.rm apprehendidoi
da begtgem do alfares Joaquim Jos Luiz de Sou-
za, (juejleaertra com dinheiro da iirenda.
becretirn da thesouraria de fazenda de Per-
oambuco 5 de dezembfo de 1861.Manoel Jos
Pieto, serviodo de official-malo'r.
Pernambuco, por Sua Magesiaite' Imperial i
COnliroicmal o Senh'or Dom Pedro Segundo
que Deus guard etc.
Paco saber .palo presente que no dia 9 de de-
I I l U i I I t W
^OTacaU) do jiorto.
aealhae-
Bolaxinha'* -
Caf------------
Cerneja-
Carne secca- -
Parinha
Navio entrado no dia 7.
Rio Grande ao Sul 28 das, patacho brasilelro
Arapehy, de 150 lonelidas, capitn Francisco
Xivier Gomes, equipag<>m 9, csrg 9,000 arro-
bas de carne secci ; a Manoel Ignacio de Oli-
veira & Filhns.
Navio$ taidos no memo dia,
Lisbos Patacho brasileiro Julio, capitio Joa-
quim Antonio do Soccorro, carga assucar, gom-
ma e couros.
Bania Escuna hollanleza Speculanle, capito
G. Wylent, carga parte da que Irouze de Ro-
tnertam.
Liverpool pela ParahibaBarca ingleza Tmogeue,
cspitlo William Williams, carga aasucar e al-
godo.
Jorge Guaita^rtg^o^eTd^'Crtirea^iel Antos_^ ^^j.,,
"'"^ Castro Quintaes, deredores da quantia de flo.ot(,r rtso He Alencsr Araripe, Julz de di-
5:0009000, alea doe juros decorridos, ludo pro-1 ""? ePcial do comrorcio desti cidade to*
veoionte de urna leivaj decida e competente- .' Red'e 'e *eo termo capital da proviuciade
mente protestada, dp que. sao elles aaccadorea,
aceitantes e eudocals. para poder o suppli-
Cahte havr dos eupplicados o seu pagamento,
rem requerir a V. S. se digne manda-los citar,.
para na primeira audiencia destejuizo rifen) 'aa-! CTmbro do correnta anno se hade arremattar em
^" signar os dez dias da le referida letra, efim de '^"" Pbfita dete Joizn, a quem mais der, de-
wV?. "* ftm ru'tdo coodemnados ao pagameoto l S.0*9 a? udienda respectiva um eitravo de uome
de dezembro e de principal, jaros estipulados e cnstaa, caso nao F"nc,scd. ae nCo. de idad* fle erncortta an-
alleguem na deceodio de aecao at final aeaten- D0S poaco m,1s < ajenos, avaliado em quatro
?a e ezecuQo. pena de revellia. Entretanto como c.ento* m|l ris. Um boi da carroga avaMMo era
osuppiicado Salvador dosSmloide Siqueira Ca- ,C'coeota mil ris, umi carroca avaliada^l cin-
valcaoti morador fon"da prata, em S. Louren-^ cnenta. mil Tia tudo pertenceole a Norberto
So,, requer a V. S. se digne mandar pasaar man- ', Ha,DU ieira Guimaies. e a este fors* penho-
uado para a citu-io delle e para a de Manoel Ca- ?s por ecogoque Ihe encaminha Jos Peres
mello da Rocha Cavalcanti, carta de ediloscom o ;8 Crui. r'f ae licitante* serio arremata-
prazo da mi, procedendo-se as necesaarias justi- os,p.*'0 Pre5 a djudicagao com o abatimento
nca(oea. vlslo estar elle em lugar uo sabido. da lel-
Aisim pois pede a V. S. defermento.E R. M, E p.rs 1"* .cnegtie a noticia a quem convier
j mandei pasear editaes, que serio affizados nos
Horas.
B
o"
!
Lthmosphtra
H
Direcfo.
Z **=
Intentidai*.
00
-I
9)
| FarhtnKtit.
ea
Volas -V
v
- O de Lisboa vendlt-se de 220J
a 869J a,nipa, e o de outroj
paizea.de 16U9O0O a 2509COO.
.- As de compnsigao venderam-se
de70a72O ra. a libra.
Descont--------O rebate de lauras rgulou de
9 a 12 por cento ao anno, des-
cornando a caixa filial cerca de
- v 200 con tos da rete de 0 a 10
portento.
Fretes Para o Canal a 626, e para
. Liverpool a 50 pelo assucar
e 7/8 pelo algoao.
, ALFANDEGA DE PERAMBUCO.
Pauta dos pregos dot gneros sujeito a direitos
de exportacao. Semana de 9 a 14 de mez de
dtxembro de 1861.
Mercado ras.
Abanos .....:
Agua rdente de cana. .
dem restilada ou do reino.
dem eaxaca.....
dem genebra ....
dem alcool ou espirito
agurdente.....
Algodio coa caroco .
dem em rama ou em l. .
Arroz com casca \
dem descascado ou pilado.
Assucar mascavado .
Unidades. Valores.
. cento '19000
caada 948O
5280
S3-J0
380
de
640
. arroba 3J01W
V12JO00
S
1-
3
00

^
I Ctntitrado.
t
m

o
H
s
o i I ffyjfometro.
I Cisterna hydm-
metriea.
00
^4
lo
o
-4
3
-i
25
S
ca oj
5
2
S
t
I
l"
Franctt.

Inglez.
A noite clara, ventoNE regular qua aboniocon
ao amanhecer.
OSCIL*gX0 Di W.
asBh.g' da aanala, altura 5,8 p.
as 2 h. 1|' e-alarde, altura 1.4 p.
Observatorio do arsenal de marinha. 7 de de-
zembro de nn.
ROIIANO STEPPLE,
1* lente.
Preamar
Biin-mar
Editaes.
dem branco
tdem retinado......
Aceite de ameudoim ou mon,-
dobim........., .
dem de coco ......
dem de mamona.....
Batatas alimenticia! ....
Bolacha ordinaria proprta pata
embarque......"
dern Roe.
Caf bom...... ;
Idea estlala du t*s%oo .
Mem terrado .
Gwbros ., .
! ...
V -
>
>
>
caada


arroba
*.

>

libra
a:
O Dr. Tr8lo de Alencar Araripe, officlal da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do comraercio desta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, a seu termo por
Sua Mageslade Imperial e Constitucional o Sr.
D.Pedro II, quen Deus guarde, etc.
FaCo saber que Jos Dias da Silva dirigi ao
mcu jintecesior a aeguinte petico :
lllra. e Exm. Sr. Dr. juiz do commercio.Diz
Jos Das da Silva, que quer facer citar a Joao
Paulo Travesos de Arruda, pira oa primein au-
diencia destejuizo fallar aos termos de urna ac-
co ordinario, era a qual Ihe proteo le pedir a
quanlia de 3:114J502 rsr, importancia de tres le-
tras aceitas em favor da ezlincta lirn Viavade
Aoacleto Antonio de Moraes & Compachia, bem
como os respectivos juros, como tudo melh'or oz-
peuder em seus artigos, sendo eo mesmo tem-
po citado para todos 01 termos da causa al final
sentenga peoa de revolia. E porque o aupplica-
do se ache ausent" em lugar-ignorado, requer o
supplicante a V. Ezc. digne-ie admitli-lo a jes-
l'ficir a ausencia e sendo quanlo baste a julgua
por sentones mandando passir cirt edital por 30
das, atim de ser por elle citado o supplwado
pera a predlta acsaa,. nomaodose-lhe curador
in iitem. Teda-a V. Ezc. defarimeoto.E. R. M.
Advogado, Dourado.
Estiva O despach seguinte :Distribuido, jus-
tifique. Recife 15 de julho de 1861Assis.
E mais se naocontioha em dito despacho, por
torca de qual fora a petigo distribuida ao escri-
vao Manoel Mara Rodrigues do Naacimeoto. E
leudo o aupplicante produzido suss testemunhas
que justificaram a ausencia dosupplicado em lu-
garinoerto, subiram os autos minha conaluslo
e nelles dei a serteoca aeguinte :
Hei por justificada a ausencio de Joio Paolo
ftivassos de Arruda. atteoU a pega teslemunha!
cooslante dosautos, ornando queae faca a Cita
cao por editas de 30 dias, na forma reqoerida
noticiando-se not lugares mais publicoi e gaze-
as mais lidas. E pague o suslicaote as cusas
Recife 26 de norembro de 1861.Tnsio de Alen-
car Araripe.
E mais se nao cootinhi em tel aebtenca. e em
aeu eumpnmento o escrivao fez passar o presente
com o referido prazo para que dentro delle com-
parece o supplicado, sob pena de revelia, afim
de allegar sua defeza.
PoManto qualquer pesioi o poder scieoUflcar
do que tica expendido.
O presente ser publicado pela imprensa e affi-
zado nos lunares do coslume.
Recife 6 de dezembro de 1861.
Eu Manoel Mara Rodrigue* da Nisciaento
4|fjOO asenvao o subscrevi.
SfO Trielao de Alencar Araripe.
Facurdade de direito.
*S l i- De ofdem 0 Eim- ^ <'rctor, 'vlsconle de
J Camaragfbe, se Taz puttreo que flea marcado o
prizode 6 meee, eontedo da dala deet
1|000
-29*00
2J000
39206

29OOO
19280
O advogado, Vieila de Amorim.
Estar o despacho do ineor seguibte :
Citem-ae.-Recife 16 de oorembro' de 1861.
Alencar Araripe.
E mais se uo conlioba em Mjjo despacho. E
teodo o supplicante produzido suas teslemnnhas.
suoiram os autos a minha conclusao, e uelles del
o despacho do Iheor segninte ;
Hei por justificada a ausencia de Manoel Ca-
mello da Rocha Oaraleaoti : fcese portento
a citasao por editos de trila dias. na forma da
1 e pubiiq je-se as gazetas mais lidas o nos
!B**res docostume. Recife 27 de novembro de
1861.Tristo de Alencar AraVipe.
E mais se bao contioha em dita sentehti, b em
seu eumpnmento o scrivao mandou pasaar a
presente com o prazo da le. pela qual chamo.
Cito e hei por citado o referido supplicado, afim
de comparecer oeste joizo delira do dito prazo,
para ariegaPsoa defeca ; portanto todos pdero
scientificar ao dito supplicado do expendido nes-
ta calta.
O presente ser publicado pela imprem e affl-
xado nos lugares do costume.
Recife 7 de dezembro de 1861.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento,
escrirao o aubserevi.
n w Trtstao de Alencar Araripe.
u ur. Tnslao de Alencar Araripe, ofcial da im-
- perial ordem da Roas e juiz de direito espacial
do commercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco e seu termo, por S. M. I. e C. o Sr.
D. Pedro II, 1 quem Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o presente caria de editos
Jirem que por parte da caixa filial do banco do
Brasil neate cidade do Recife de Pernambuco oi
dirigida ao meu anteceeeor a petica do iheor
seguinte :
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz do commercio.0
presidente e directores da caixa filial do banco
do Brasil oesta cidade, tendo uropoatb a ac^ao de
letra por eite joizo Maoeel Meria contra Manoel
de Almeida Nogueira, Fortnalo Joi Fernaodes
Pereira. Justino Aolooio Pialo e Joaquim Pereifa
da Silva Saotos, ficava a mesma em vigrate
ser citado o ultimo reo e porque este se echa au-
sente em lugar incerto, e nao aabido, querem os
supplicantes justificar a sai ausencia para que
jnlgada por seoteoga seja elle citado por carta
edital com o prazo da le para todos 01 termos da
mesma acgSo e sua execuco al final arremata-
gao e integral embolso dos supplicantes sob
peni de revelia. Pedem a V. Exc. defermento.
t. R. M. Procura'dor, R. J. Barata de Almeida.
E meta se nao conlinha em dile petigio, na '
qual eslava o despacho do iheor seguate:
Justifique no dia 28 do correte, pelas 10 horas
da roanha. Recife 23 de outubro de 1861
Doria.
E miis se nao conlinha em dito despacho aqui
transcripto. E tendo os supplicantes produzido
suas testemunhas que jusliticaram a ausencia do
supplicado em lugar nao sabido, subiram os au-
tos a minhe conclusao e nelles dei a sentenca do
theor seguinte
j lagares do costume e publicados pela imprensa.
Dalo e pissado nesta cidade do Recife de Pnr-
nambucoaos 27 dias do mez denoVmbro de 1861
quadragesimo di independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Pies de Andfade,
crivao o stbescrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
0 br-rTMo ** Alencar Araripe, ocial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio deeta cidade do Recife capital da
provincia de Pernambuco n seu termo, por S.
M. I. e constitucional o Sr. D Pedro II, a quem
Deus guarde etc.
Fago saber aos que o prsenle edital virem e
delle noticia tiverem, qae no da 9 de dezem-
bro se ha de arrematar por renda I quem mais
der, em praga publica desta iuizo na sala dos au-
ditorios, os escravos seguiotes :
Pedro, de idede de 8 anuos pouco msis ou me-
nos, avaliado por 5009000.
Amafo, de idade de a> nnnos, avallado por ris
J jfonjb de 9 annos de idade, averiada por ris
5OO9OOO.
Os quaessao pertenceoles a Bernardino Jos da
Silva, e vo praga por exeeugo que Ihe move
Henry Foster 4 G.
E nao havendo" langador que cubra o prego ds
avahagao. a arremalagao ser'feita pelo valor da
adjudicagio com o ab^timenta da le.
E para que chegue ao conhecimenio de todos
rnandei passar editaes, que sero publicados pela
impresa. cifOxados nos lugares da costume.
Raclfe 21 de novembro de 1861. Eu, Manoel
Mine Rodrigues do Nascimento, escrrvo o sub-
tereri.
Tristo de Alencar Araripe.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
geoda desta provincis, de cooformidade com o
offlcio da presidencia datado de 4 do andante
mez, maode fazer pblico que po dia U do mes-
mo pels2horaa da tarde estar em hasta pu-
blica perante a mesma thesouraria pare ser arre-
matada a obra da ponte provisoria ou passadigo.
que tem de ser construido sobre o rie Cipibaribe
em quanlo ae oo leva a effeito a ponte de forro
projedada em subsliluigao a qua liga os bairros
do Recife e S. Antonio. O orgamento, claosults
eplanta qae teem de aerrir de bazo a arremata-
gao. ezistem nesta thesouraria, onde os preten-
derles podero comparecer para judo examinar.
Secretara da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 6 de dezembro de 1861.Serviodo de
omcial maior, Manoel Jos Pinto.
. propnos
foros de terreos de raarinha, dcima
de mo morta, imposto aobre lojaa e (
descbntb, dito especial aobre caas de movis,
coopie, ete. fabricadas em poic estraogeiro, im-
posto sobre barcos do interior e laxa dos escravos
depols do que seguir-se-ha a cobrang execu-
Uva. *
Outro sim qee no referido mez se finda o prazo
do pagamento na repartigao do primeiro semes-
tre, livre de multa, dos impoitos seguiotes, per-
Mtmet ao exr'cfcio de 1861 a iBflt, decim
addiciooal de,mo mora, imposto sobre lojas,
casas de deaeonto, etc., e imposto especial sobre
casis de movis, roupas, etc., fabricados empsiz
estraogeiro. -
Recebedoiia de Pernambuco, 4 de dezembro de
1861.O administrador, Manoel Carneiro de Sou-
za Licerde.
Consulado provincial de Pernambuco.
Pele mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprieterios dos predios urbanos des
treguezias desta cidade e da dos Afogedos que os
trite liastele pare cebreoei. a bocee do cofre,
do t aemesira da decima do anno linanceiro cor-
rete 1861 e 1862, ee principiara a contar do dia
8 de dezembro vjndouro ; e que tambem no mes-
mo da priacipia a cobrariga do primeiro semes-
tre do impoalo de 6 % sobre es rendas dos bens
de raz pertenceoles a eorporages demaao morta.
Mesado consulado provincial 23 de ooverabro
de 1861.Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva,
Companhiado
Beberibe.
O caixa delta companbia com-
rnendador Manoel Gon^alves da Silva,
aclia-se auf.orindo a pagar o 27- divi-
dendo na razao Cf oj)200 rs. por aceto,
o mesmo 'Sr. caixa adrarte aos Srs.
accionistas, que parte se :acha em Cobre
que tem reebido do$ arrematante!.
Escriptorio da Companbia do Bebe-
ribe 25 de novembro de 1861.
O secretario interino,
Justino Pereira de Faria.
Collectoria provincial de
Oliniia.
Pelo presente faz-se publico, pan conhecimeo-
to dos interessados, que do da 3 de dezembro
prozimo futuro principia a contarse os 30 dias
uteis para a cobrang do imposto da decima ur-
bana do 1. semestre do aono Inanceiro de 1861
a 62, os quses (indos psgaro os cootribuintes que
nSo eomparecerem era dito prazo a multa de tres
por cento conforme determinado 00 regulameto-
to respectivo : no mesoio prazo serao igualmente
cobrados os impostos langados seguiotes: 4 0(0
sobre o aldguet de casa fle negocios e diversos
tstebelecimectos ; 80|0 sobre o aluguel dos es-
criptorios dos sdvogados, tsbellies, escrivies,
etc. ; 5 0|0 sobre o aluguel descasas do patrimo-
nio das corporsgdes de mao-morta ; 20 O|0 das
agurdenles do coosummo, eimposto sobre car-
ros de patseio, aluguel e carrocas.
Collectoria provincial de Olioda 28ede novem-
bro de 1861.O escrivao,
Joio Gongalves Rodrigues Franga.
RE*OpfiMm
aTneaj Paquetes inelezes a vapor
*TT: ^^;d.i.orr*niFaa*r.iM.dtot|l*V.-
por tOoeida. com m endent Be ra, arque! apois
da demora do costume eegulii para Soulnimp-
toh tocando nos porto* de S. Vicente e Lisboa,
para pasiagens etc., trata-se com os agaaies
AdamsoB, Howie 4 C. oa raa do Traaiche No-
vo n. 4S.
N. B. Os embrnlhos s se recebem l daa*
horas antes d? se fecharem as malas ou una
hora adtd9 pagando um palacio alm do
pectivo frote.
rea
Rio Grande do IMorle e
A&si

Se%be com brevidade %'hftie SUnfAnna, par
carga b pissgeirtfrtfatii-ie c'ott'VBrP frSrlbs:
na ra da Ci*na do Becjfe n. 28. 1 andar.
|sj
Porto
Segu no dia 12 do correte a mui veleira bar-
ea portuguza S^mpaiMa per teta sea aga
prompta, soraente reeehe paisagfiros .- a tratar
com os constgnataftr/s Baltar 4 Olrerr. ms da
Cideia o. 18
Rio Grande to Sul.
Segu com KreVdae "o Brigo nacional firtta.
anda recebe algunos carga a Trefe : a tratar om
oa consignatarios Marades, Barros & C, largo do
Corpo Sabio o. 8.
C0MPAH' BUCAIU
DB
COMPAHIA
DE
Seguros lliliilade Publica
Convidamos os Srs. eccionislas e receberemuio
esaiptorio desta companhia o 8o dividendo ge
22C000 por aegio.
Recite 6ude dezembro de 1861.
Os directores,
' Jos P. da Cunha.
Thomaz de Faria.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
0 espectculo em beneficio do actot Raimun-
do, que devia tet lugar no dia 6 do corrente, fica
transferido para quando novamente -for annun-
ciado.
Navegaeao costeira a vapor
Parahiba, Ri Grrtde do Ncfrte, Ma-
can do Assu', Aracaty, Geara',
e Ac raen'.
O vapor eJagosribe, commandante Lobato-,
sahir para os portes do norte de sna escala at
o Acarac no dia 9 de dezembro as 5 hora da
tarde.
Recebe carga at o dia 7 ao meio dia. Eucora-
mendas, passageirose dinheiro a frete t odia
da sahida as 2 horas : escriptorio no -Fft" do
Mattos b.l.
Para
em direitura.
Segoe para o indicado porto o bem conbecido
brigue escuna Graciosa, cipitSo Joio-Jos de
Souzs, por ter parte desou carregamento adan-
tado; para o resto iratl-se com oa consignatarios
Almeida Gomes, Alves & Qr, rna da Cruz o. 27.
Rio Grande o Sul
PELO
i
teclara^oes.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
H*- -------------------------- (-- ei por iu5licada a ausencia de Joaquim Pe- fl0 anl de guerra, tem de comprar os obiectos
reir da Silva Santos em vista da prova dada pe- se8iinles :
fortaleza do Brum.
3O0
I,k. ia I r 1H"OT roaiaao o a sata oeste, pe ra a
* < t(W 1 ukMNBfM go# rjae pret^uieMB ocRcorroc m> lu-
os juatificentes; e mando que se faga a citaeie
edital com prazo de 30 dia, publicando-se nos le-
gares do esiylo. e as gacetas mais lidas. Recife
29 d novembro de 1851.Triitao de Alencar
Araripe.
E mais se nio conlinha em dita sentenga, em
seu cumprimeeto, o escrivao que esla subscreveu
lez passar a presente carta com o prazo de 30
das, pela qual, chamo cito e hei por citado o
referido suppIicaSo para que cemparega nesft '
juiz dentro do referido prazo e afim de allegar o
seu direito 30b peoa de revelia. Porlanto toda e
qualquer pessoa, prente, amigo oa conbecido!
referido supplicadT, o po dorio fazer icieote do
que cima fica dito.
E para que chegue ao conhecimento de todos"!
mandei passar a presente, que ser publicada
pela imprensa e afiliado nos lugares do cos-
tume.
Recife 4 de dezembro de 1861.Eu Manoel
Mara Rodrigues do Nascimento, escrivao o subs -
ere vi.
Tristio de Alencar Araripe.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
viocial, era virtude da ordem do Exm. Sr. pre-
eidente de provincia de 5 do corrente, maodi fa-
zer publico que at odia 19 dcste mez estafa
novimenteaberte a concurrencia para a colloca-
gao de carris de ferro, denominados trilhos ur-
banos, i partir desta cidade at a povoacao de
Apipucoa. O contrato ser felto nos termos da
le provincial n. 518 de 21 de junho do prseme
anoo. E para constar se mandeu aluzar o pre-
sente e publicar pelo .Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 6 de dezembro de 1861.O aeerettrio
Autopio Ferreira d'Anouociago. '
De ordem do lllm. Sr. inspector da alfan-
deg se faz publico que no prazo de 30 dias con-
tados desta data se bao de arrematar em hasta
publioa porta desta repartigao 12 ciixs da toar-
ea diamante M ns. 1307. 1313 1308. 1314.1309
1S15, 1316,1318,1311. -317,1312.1818. conS
do perfumaras nao classicadas de 12 garrafal
cads uma 144 garrafas rfqoidoori verificado 192
libras a lM33 por libra, total 255J936, abaado-
nadae ir. O. Bieber & Successores. nos termo
de* 3 V no srt. 301 4* reglemelo, sendo aur-
reaaaeacia'livte eW direitos ao arremetite.
Alfindega de Pernambuco de detembre ds
. O 2 osenpturero,
Msxi'mianrj f. f. Dusrte.
De rdem do tile. Sr Bt. procurador fi.
sal da eseurarla proroeiai, rviiarn-ae aos de-
eo^orai de deetabaa e oolrss tmpostos, qae es re-
UcWs respectiveiseacnarji pd juize, e asa anea-
mos e concede o prizo de 83 do, aontado de
hoje, para solicitarern ae cumirntenees gales no
escriptorio da roa do lerperaaor n. 41, as-S- li2
la toajaait as 8 da tarda. Rscife de norW-
Para a
-1 bandeira nacional de niele pequea.
1'adriga com 32 bragsa.
Para o almoxarifado do presidio de Fernando.
4 livrosem branco de papel pautedode 150 fo-
lhas e 300.
Pira o registro da guarda nacional de Sanio
Antao.
2 livros em branco um com 300 folhas e outro
com 200 ditas.
Quem quizar venler taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, a 10 horas da manha do dia 11 de
correle mez. ,
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra. 4 d
dezembro de 1861.
. isnto Joti Lamenka Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Friat filiar,
Mejor vogal secretario interino.
Inspeco do arsenal de ma-
rinha.
Fago publico que a commissio de peritos desta
arsenal examinando na forma determinad* no
regularaaoto aaoexo ao decreto n. 132i de 5 de
fevereiro de 1854, os. vaporee Jaguaribe a Persi-
nunga da companhia Pe/nambucana, e o vapor
Camaragibe da companhia vigiote, aehou-os em
estado de conlinuirem nos servigos em
empregar.
Inspecgio do arsenal de marinha de Pernam-
buco em-7 de dezembro de 186L O inspector
interino, Hermenegildo Antonio Barbos de Al-
meida.
Por ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica
da provincia se faz publico, que, na caaa de e-
teogao se echa recolhido um preto, de cerca de
30 annos de idade, que diz chamsr-ae Lucio Ci-
valcaote, e que se ci ser estravo fgido, por ter
ifdo encontrado com urna corrente ao pescogo,
ao passar a ponte dos Carvalhoi, no tormo do'
^labo.
dtisOs mantiiBO*.
o de Janeiro
O hiate Novaes segu com brevidade, recebe
alguma cerga e escravos a frete Irata-se com os
consignatarios Marques, Barros & C, largo de
Corpo Santo o.6.
JMaranhau e Para.
O patacho Paulino segu com brevidade, o
pode receber alguma carga : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Candi* a* C
segu brevemente o brigue nacional Adelaidei.
de superior marcha, por ter algnma carga j en-
gajada : quem no mesmo quizer carregsr ou ir
de passagem, dirija-se a Bailar & Ollveira, rtrt
da Cadeia do Recife n. 12, ou cora o capito na
praga.
Para Lisboa
O patacho brasilelro Julio pretende seguir
para Lisboa oestes oito dias, tem parte de seu
carregamento prompto : para o resto que Ihe
falta, Irata-se com os seas consignatarios Aze-
vedo& Meodee, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.
Maranho.
Segu em pouc'os dias o palhabole oactool
Santo Amaro, cepitio Maooel da Silva Santo?,
para alguma carga que anda pode receber trata-
se com o seu consignatario F. L. de O. Azevedo
rui da Madrede Odos n. 12.
Para o Rio de Janeiro salina' bre-
vemente o brigue nacional Maria Isabel,
de primeira classe, recebe carga e Irete
eescravos; trata-se com Domingos Fer-
reira Maia, ra do Apollo n. 8.
Rio de Janeiro
Para o Rio de Janeiro she cora brevidide o
brigue nacional Oiqueira, j tem parte de eu
carregamento prompto, para o restanio e escra-
vos a frete, trata-se com o capitio do mesmo, ou
com David Ferreira Bailar na ra do Brum n. 66.
r3
Santo n. 6.
Rio de Janeiro
O brigue Cruzeiro do Sul recebe tambem ge-
neros eeirangeiros e frote : a tratar com os con-
signatarios Antuo.es Guimaries & C.,
que ae
de-
Secretaria de polica de Pernambuco, 7 da
zembrode 1861.
O secretario.
Dr, Joaauim Jote de Canipos.
Santa casa de Misericor-
1
s

O IMm.-Sr. tnosoureiro esmter interino a San-
la nasa de Misericordia d aettfe. man istazar po-
Mico qo ao lia 10 do prximo futuro ajei de
dezembro palia M horas da manhii, aa casa des
expostos, psga-se4s respectivas amas que fewon
Baha.
Para a Bahia segoe em poucos disa a escuna
nacional Carlota, capito Luciano Aires da Con-
ceigio, rara alguma cerga que aindi recebe tra-
ta-se com o aeu consignatario Francisco L. de O.
Azevedo, raa da Madre de D<*os n. 12.
COIPANBIA PlIKUfBlJCAfU
M
Navegac costeira a vapor
Parahiba,- Rio Grande do Norte,
Macau do Assu', Aracaty e Cear.
0 vapor iguarasi, commaudiot Viinni,
sahir para os pontos do norte de sna escala'
at o Cear ae dia 21 do correato mez s S
hores ds tarde.
Recebe carga at o dia 20 ao meio. dia. En-
commendas, assageiros e dinheiro a arete at -
da da aahide ad 2 horas: escriptorio uo Faro
da Mattos a. L
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiate Lindo Paqae-
* amrOl* grande parte desea cirregamento
contrtalo i para o resto Uala- com as caa-
signauros Almeida Gomas, Aires 4 G., ruada
Cruzn. 27.
Rio de Janeiro
pretenie seguir com muila brerdade o briguu
escuna Joven Aithur,tem parte de seu carrega-
mento prompto : para o resto que Ihe falla, tra-
ta-se com o seu consignatario Azevedo & Mon-
des, oo seu escriptorio ra da Cruz o. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue nacional Almirantea pretenda seguir
com maita brevidade, tota partede aeu arrege-
meoto prompto, para o resto qae Ihe falta passa-
geiras escravos a frete, para o que tem ssseia-
dos commodos. tratase cora os seus consignata-
rios Azevedo 6: Mendos no sea escriptorio rna da
Cruz o. 1.
*>ii6e*.
Leilao
Sexta-feira 13 do corrente,
O agente Pinto fa'r leilo a requerimeolo des
administradores da ureas fallida de SMqueira A
Pereira e por mandado do Lira. Sr. juiz eepectii
do commercio dos objectos ebaito declarados per-
leni entes a mesma maesa a aaber :
Urna casa terrea o. alta na raa (lora, coa >o-
tia a bestaalta fundos.
Urna dita sita na ra do Pilar 26.
Um terreno no Monteiro lugir denominado Ca-
boc, m que est eaifleada-casi periencente
a viuva do Reg Riogel.
Um oUo no meamo lug*r, unto ao terreno vper-
teuceyteao 6r. Fllfppe BIIHa Mide!.
Um ditfl na eatrada do Mouteiro junto da caaado.
Sr mejor Antuusa.
Um escravo" pardo por nao Leandro, d 18ao-
dos de Idade.
O leilioaer effectuado s 11 horas do dia ci-
ma mencionado aa ra da Cideia lio Recife a.
9, primeiro andar, oade aa poder oblar do rete
rldo agente qoalqiiar informacao a rsspeilo do
sumos objecloi. r^


**
DUMO M mHOVOC. ^ttWW)A FEHU 9 DC DBttttRO DE 1841.
Farinha de trigo
feom.4varia.)- n t
Quavta-feira 11 do corrente.
Henry Forster & C. farao leilio per ioterren-
cao do agente Pinto e pnr.conta e ruco de quem
pertencer, de cerca de 200 barricas con farinha
de-trigo. reeentemeotedescarregadas. 11 ho-
ra do di i cima mencionado em teu armazem
no cee do Rano*.
'

LOTERA
Amanlia 10 de derembro corrente,
andaro impreterivelmente s rodal'
da quinta parte da nona lotera da ma-
triz da Boa-Vista desta cidadeoo conci
igrejadeN. S. do Rosario de
S. Antonio, pelas oito horas da ma-
ntea. Os bilhetes ,e meios acham se a
venda jmente at lioje 9. Os premios
serio pagos como de costume.
O thesoureiro,
A. J. Rodligues de Soura.
ra 10 do corren te.
O acento Pinto (ara leilio requerimento de
Arckwight & C. e por mandado do Illm. Sr. jutz
especial do commoMae,. das fazendaa, armacao
tnaia objectos arrestados a Braga & Lima, exis-
tentes na laja tita na ra Diral'a n. 68, as 11
horas em ponto do di cima mencionado.
Taberna confronte a igreja d
5. Jos do Mauguiuho
Quavta feira 11 do Hrrente.
Antones (ar leilao a requera)esto de Ablonio
de Maura Feroandesde Alaeida e despacho do'
Illm. Sr. Dr. jui especial do commercio. da ta-
berna aila em S.Jos do Maoguinho confronte a
igrej', pertenceote a Anlouio de Andrade Cor-
deiro, no dia cima reftrido aa 11 horas em
ponto.
Gabinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 3T. %
9 Serio dadiscoos<as medlcas-cirurgi- SJ
cas pelo Or. Estevio Cavaicanli de Albu- SJ
querque da a 6 aa 10 horas da manbla, ac- SJ
:codiodo aos chamados com maior bre- 9
vidade possivel. SJ
1- Partos. tj)
a M Molestias de palle. #
j) 8.* Idea do olboa. tj
aj 4.a dem dosorgos enitaes. tal
tj Praticartoda equalquer operaco em aj
aja. seu gabineteo am casados doantescon- *j)
forme Ibes (r roais conveniente. aj
Sr. Joo Hyppolito le Meira.Li-
ma, queira apparece- nesta ty pographia
que se Ihe precisa fallar.

MOV
NA" s
Ra di Imperatriz n. 9.
Quinta-feira 12 do crvente.
Anlunes honrado com a confianza do Illm.
Sr. Simio de Ssmpaio Leite que se relira para
o Rio de Janeiro com su a Exm.a familia, far lei-
lao no dia cima mencionado em casa de sus
residencia ra do Imperador n. 9, dos seguiotes
objectos :
Urna rica mobilia de icaranda com tampos de
pedra.
Guarda vestidos, toilete, lavatorio com pedra
marmore, barcos, cabides, commodas, camas de
casal com iodos os perteoces, bidets, cadeiras de
seregeira, marquesas,-guarda-louea, mesas elsti-
cas, loucas, trens de cosinha, guarda-comidas,
lavatorios de ferro com peclences, costureiros,
urna excelleote bomba de japy, algumas machi-
nas para costura, e mais objectos de casa, eufa-
donhode mencionar bem como
Um bom escravo de 24 aooos de idade, ex-
cellenle cosiaheiro, aa II horas em ponto.
LEILAO

DE
Presuntos americanos recen-
tementedese mbarcados.
O agente Pinto vender no dia terca feira 10
do correte, as 11 horas em ponto, do armazem
do Sr. Aones defronte da alfandega, 30 barricas
com presuntos ensacados, de boa qualidade, e
em lotes voniade dos compradores.
J FEI.I.EIKA VILLELA
RETRATISTA
AUGUSTA. CASA IMPERIAL,
Ba de Cabug n. 18, t.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambroiypo, por raelainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos para
polceiras, alfinetes ou cassoletas'. Na mesn
casa existe uus completo e abundante sortimento
de artefactos frsocezes e americanos para a col-
locacao dos retratos. Ha tambem para ste mes-
mo lim cassoletas e delicados alQoetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persooageos da Europa ; stereoscopos e vistai
stereoscopicas, assim como vidros para ambrotypo
e cbimicas pbotograpnicas.
Carrocas, bois, encerados e
madeira.
Sabbado 14 do crvente
as 10 horas.
No da e hora cima mencionado haver leilao
de dous carros novos de cortduzir gneros a imi-
ta ci dos da alfandega. fetos i systema allemo,
os quaes carregam mais de 200 arrobas e podem
ser puchados por um e mais bois.
6 bois mansos e acoslumados com o trabalho
de carrosas.
12 prsochoes de sicupira e oiticlca, madeirai
cecea e em bom estado.
2 grandes e bons encerados que podem servir
para os mesmos carros ou para canoas, ns praga
do commercio em frente a igreja'do Corpo Santo.
LEILAO
DE
Livros de direito.
Terc^a-feira 10 do cerrente.
O agente Piolo fari lailo por conta e risco de
quem pertencer, de urna grande porco de li-
vros de direito os quaes serio vendidos sem re-
serva de prego, a 1 bora da larde- do dia cima
mencionado, em seu escriptorio ra da Cadeia
LEILAO
Quarta-feira 11 do corrente.
PELO AGENTE
I
Jos Das Broud&o fari leilao por intervengio
4o referid) agente, no dia cima designado e pe-
las 10 horas da manhaa
DOS
Gneros existentes em sus taberna da ra da
Liogoets n. 5, em lotes vonlade dos com-
pradores.
- O leilao ter lugar na mesma taberna.
Avisos dnrersos.
Almanak da provincia
Estando a confeccionar-se o almanak
desta provincia, roga-se a* pessoas que
costumam ser contemplados de manda-
rem seus nornes, e qualidades de oceu-
pacao a' livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia at o dia 15 do corrente
em que se deve (echar.
brande laboratorio de la-
vagem.
As pessoas que nao qeirerem mandar lavar e
engommsr a roup,a promiscua pelo prego medio
de 160 rs., podem mandar lavar simplesmenie e
depois enviar ao laboratorio as pecas avulsas que
Jhes couvler, que serio engommadts ios precos
relativos a aua qualidade e dtaensio.
i STAHL & C.
f RETRATISTA DE S. M. 0 IMPfiRADORf
g Una da luiyerauix
nnmtro 14. 9
Tencionando retirar-se proxi- J
' mmente desta praca ptticipam J
a seus reguezes e amigos como
w em geral a todos que podem Jj
> precisar do seu cilicio, aim de '
g que aproveitem do pouco tempo >
' que os annunciantes podem ain $9
' da dispor para a execucao das
9 encommendas com as quaes
W queiiam honra-Ios. ^
9 Agradecen do nesta occasiao 9
$ ao ilustrado publico desta capi- 0
9& tal o bom acolhimento das suas &
38 obias, decidirm se a por estas @
^ ao alcance de todos introduzindo %ISi
$ urna consideravel baixa nfrmaior 4P
% parte dos seus precjs e esperam
@ que o desfalque que disso Ihes O
^ resultar sera* compensado por $
um augmento de concurrencia. g|
Troca-se
ama preta crenla, de idade 40 anuos, boa eea-
nheira t lavadaira d roupi, por um moleque de
14 a 20 annos, que sejs bastante ladino e bonita
figura : quem pretender fazer este negocio, diri-
ja se a ra Nova n. 20, que achira com quem
tratar. *
Roga-se instantemente aoa abaixo declara-
dos seu compsrecimenlo toja n. 20 B da ra do
Crespo:
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
Henrique da Fongeca Coitjuno
Lucio Alvea de Oliveira e Silva.
Joaquim Csrneiro Leal.
llaooel Jernimo de Albuqeerque.
Joaqnim Manoel Pereira de Lyra.
Carlos Augusto da C Ribeiro.
Souia (typogrspho).
Roga-ae ae individuo que quer Ihe decla-
ren expressamente a quem ae refere* aa allu-
soes do a enuncio do Diario de 2 do cerrente, que
eoleoda-se com o frango nuelo qne ludo Ihe ex-
plicar, bem como que oaquelle amuteia deve
ler amasia, em lugar de magia, e qae o yoyo de
que falla nao o do barracio, e sim que Ihe
Seu a cavalhnho em compensacao..... bem sabe
o frango de qu I
Carlos Luis Casabronne, subdito fraocez,
vai ao Rio do Janeiro a negocio de sus empreza.
Aluga-se po commodo prego ana casi em
Cachanga com bous eomraodos, bastante fresca, e
com banheiro no ro ; a tratar na ra do Collegia
n. 83, primeiro andar, ou na ra do Queimado,
loja n. 34, dos Sn. Lavra & Irmaos.
Manoel Pereira Prsncisco de Andrade, snb"
dito portuauez, retira-se para Portugal.
Jos* Mara ds Lapa avisa ao publico que
ninguem faga negocio a'gum com a cocheira da
ra da Paz n. 13, sem que o dono da mesma te-
nha ajustado suas contas com o mesmo Lapa.
Pede-se ad Sr. Jos Maria Pedroso Lima,
passageiro do patacho portugus oMaria da Glo-
ria ltimamente chegado de Lisboa, o favor de
chegar ao eseriplorio de F. S. Rabello & Filho,
visto ignorar-se sua rasidencia.
O Sr. Joaqaim Vicente Marques, tem urna
carta na ra do Qaeimado n. 37. .
Quem tem peoborea em poder de Narciso
Jos da Costa ou de seus caixeiros tenham a bon-
dade manda-los tirar noprazode 8 diss, e os que
nao forem resgatados sero vendidos pan paga-
meoto>dos mesmos para que depois nao haja re-
clamagao, visto que parte delles alo muito ao-
Attenco.
mvmm
^D abaixo assignsdo, em resposta ao annun-
cio do Sr. arrematante do subsidio da freguezia
do Puco da Panella, responde que al hoje se
acha com os seus pagamentos fetos em dia, co-
mo coosla dos seus recibos, e por sso ooee'en-
(ende com elle o referido anquncio. Pogo da Pa-
nella 7 de dezerebro de 1861.
Jos Gregorio Piolo.

O agesto comrnercial e partraolar entre a Es-
cada e o Recite mudou sua residencia pare a
mesma villa (ra do Commercio) e onde se pode
tratar qualquer negocio tendente a aua agencia,
e nesta praga defronte da estacao das Cinco Poo-
tss deposito do Illm. Sr. Joo Rapoao, ou na
estacao as sabidas dos trens.
Bernardo da Silva Cardoso.
O abaixo assignado, com loja de latiera
gueiro na ra daa Trincheiras n. 1, avisa aa
pessoas que tem obras concertadas de tartaruga
em aoa loja desde o auno de 1858 a 60, tenham
a bondad o de vir bscalas at o m do correle
anuo, e nao o fazeodo oeste praso ficarao sem
direito algum s mesmas visto que ellas por
antigs, pouco ou nada valem.
Recite, 5 de dezerubro de 1861.
Manoel Jos Soares Guimaraes:
Ama.
PreciiB-ae de ama mulher forra ou escrara,
preferindo-se esta, que enieda* bem de cosi-
nhar: se agradar paga-se bem, na ra do Quei-
md'o d:37 se dir quem quer.
u Attenco
8 Furtaram do abaixo assignado um re-
logio de ouro patente inglez, coberto de
m n. 7191, autor Iosh Peutington e um
trancelim do ouro : quem delta souber
ou der noticia dirija-se ao largo do Corpo
Santo loja de caborde Antonio da Cpsta
j e Silva Maduro, que ser generosamente
S recompensado.
Para as proyicias de Pernambuco, Parahiba,. Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a sal^r;
Folhinha de porta, contiendo o kaleodario, pocas:geraes, nadostaet, dias
de galla, tabella de salvas, noticns planetarias, eclipsas, partidas
de correios, audiencias, e resumo de clitonologia, a'res .
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos cheles dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadacSo do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquete, brasileiro e euro-
peus, tabella dos imposto. geraes, provinciaes, e mumeipaes, re-
gulamentos de incendios, e etitrudo, e algumas pusturss munici-
paes, artigosobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do Gm do mundo, collecao de remedios, a riff. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tebellas do
* nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos ebefes dos principaes estados do muDdo, ta-
bella da arrecadacSodo selb, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes braztleiros e europeus, tabella dos imposto geraes, pro-
vinciaes, emunicpaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracoes para, todo os estados da vida,
e novena da Senbora Sant'Anna, a ris........
160
320
Glub cominercial.
A reunio familiar do corrente mez le-
ra- lugar na noite do dia 14.
A directora espera para tornar mais
apraziveia os momenlosdedistrago ere-
creio que deve offerecer esse divertimeo-
to, que os Srs. socios e auaa Bxmas. fami-
liasDo deixem de comparecer, porque se
a simplicidade adoptada pela sociedade
no que diz respeito aoa toilets das aenho-
ras pode de alguma soVle tornar menos
faustosa a reunilo, licar sobre modo
aupprida easa falla pela maior concur-
rencia, verdadeiro brilbo e adorno dos
saldes de urna sociedade, que se dirige
aos los a que deslioado o club com-
rnercial.
Mestre para o
mato
Ofterece-se para ensinar meninos em algum
engenho, urna pesaos muito habilitada : a tratar
na rna ae Apollo n. 43,* com Henrique Sarsiva de
Arafjjo e Mello.
Jos Dias Braodio, acbando-se baoslante
encommodado de sua aaude, retira-se para fra
da provincia, e por isso vende o seu estabeleci-
ment de molbados, cito ra da Liogoela n. 5
Esta casa j pela sua boa localidade, por ser ao
peda estacao do desembarque, aonde concorrem
marioheiroa de todas aa nagoes, lorna-se de mui-
ta-vantagem para qualquer principiante, mesmo
por que tem poneos fundos.
Precisase de um
caixeiro
D- se "sociedade a urna pessoa que tenha pra-
lica de loja de miudezas, comanlo que o seu
comportamento assim o exija ; quem pretender
dirija-se a ra da Impentriz n. 46, loja.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra do
Apollo n. 47 : quem pretender dirija-se a Jos
Antunes Guimaraes; e as chaves se acham'no
deposito, ra da Sanzalla-Velrm n. 48 para ver.
Aclia-se para alugar o primeiro
andar do sobrado da ra da Aurora b.
44: quem pretender dirija-se
Nova loja de Bastos & Reg.
a ra
'i
-
320
Acha-seno prelo o almanak civil, ecclesiastico, administrativo, sgrico-
, comrnercial e industrial, o qual sahira' no im do mez de dezembro, nao po-
pendo ser antes pelas mudancas.
GRANDE DEPOSITO
DE
DO
i r
Barbaliio (Cabo.)
41-RlA DO INPERADOR-41.
Neste deposito existe grande qnanidade de louca e de todas as qualidades, o que se pode
desejar de bem fabricado e de boa qualidade de barro, coma propriedade de conservar a agua
sempre fria, como sejam jarras, resfriadores, muringues, quartinbas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para flores, talhas, iguidares de todos os tamanhos, assadeiras, boies
com tampos e sem elles, panellaapara baler-se bolos, cagarolas, enfuzas, frigideiras e muitas ou-
tras pecas que seria enfadonho mencionar.
O proprielario desta fabrica a primeira deste genero entre us espera obter do respeitavel
publico anmacoe concurrencia e para conseguir esse flm vende a sua louga mais barata do que
at aqui se vendia nesta cidade.
Aprompta qualquer Tactura para exportar, alm dos pregos commodos porque vende d 10
por ceoto-de abate para quem comprar de 100$ para cima e dessa quantia para menos lerao 5
por ceDto.
Qualquer encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
das leis\ decretos, avisos, e consultas do cooselho
de estado sobre as assemblss provinciaes, por
Ovioio da Gama Lobo, bacharel em scieocias ju-
rdicas e sociaes pela Faculdade do Recife, e se-
cretario do governo da provincia do Maranho.
Assigoa-se na livraria da praga da Independen-
cia ns. 6 e 8 a 2g o exemplar.
particular de rhetorica.
0 acadmico Manoel da Costa Honorato tem
aberto as aulas de eloquencia e potica nacional
para habilitagao dos estudaotes qee quizerem
prestar exame de ditaa materias no futuro mez de
margo, na ra Direita n. 88, primeiro andar.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Dentista de Pars. |
15Ra Nova 15
TredsricGauUer,cirargiaedentisla,fazl
todas as operaces da sua arte ecolocal
demesartificiaos, tndocom a superiori-aj
dadeepsrfeigoqueas pessoasaniendi-al
das Ihereconhecem. 8
Teai agua e psdentifricioseie.
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEOPATHICO
DO DOUTOR
n SABINO O.L. PINHO.
Ruftde Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa diaa ateta desde aa 10 horas
at meio dia, acerca daa seguiotes molestias :
molestias as mulkeres, molestias das crian-
fas, molestias da pellt, molestias dos olhos, me-
eslas syphiliticas, todas as especies de febres
febrts intermitientes e suas consequeneias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEO P ATHIC A .
Verdadeiros medicamentos homeopalbicos pre-
parados som todas as cautela a aecessaraa, in-
falliveis em seus efTeitos,tanto em tintura,como
em glbulos, pelos pregos maia eommodoa poa-
liveis.
N. B. Osmediesmeotos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos eor aua pharmacia; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteirss sao acompanbadaa de Han
Impresso com um emblema em relevo, teudo ao
redor as seguiotes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinbo, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos qae se pe-
de. As Carteirss que nao levarem esse imprestp
iseim marcad, emboratenham na tampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos
iDJeccap Brow
Remedio irtfallivel contra as gnor-
rheas antigs e retentes. nico depo-
sito na botica francesa ra da Cruz n.
2. Preco Zff'
O abaixo assignado testamenteiro
da finada Juliana Hara da Conceicao,
que residi na ra do Caldereiro n. 86,
faz publico que elle o nico compe-
tente para gerencia de todos os negocios,
tendende a' massa da .fallecida.
Antonio Maria O'Connell Jewey.
Arrenda-se o sitio oa Passagem, entre as
duas pontee, defrente do Cajueiro, de A, J. de
Mello.
Francisco Antonio do Reg Mello vai ao nor-
te do imperio com o fim de tomar rea: ae al-
guem liver de aeoppdr a esta viagem, queira de-
clarar por este mesmo Diario aflm de o mesmo
senhorse entender com elle.
Tem de ir praga por venda, na audiencia
do Dr. juiz de orpbaos no dia terca feira, 10 do
correte, a casa lerrea n. 63, na roa de S. Mi-
guel, na povoago dos Afogados, pelo prego de
7002, a requerimentu do ioveoriante do casal
do fallecido Manoel das Virgens Ramos.
Boa gralificaeo
Na noite de quinta feira, 5 do corren
te,- fugio ou furtaram da escada do so-
brado n. 30 da ra das Cruzes, um
porco, capado grande, tendo na espinha
dorsal urna esfoladura, e a orelha direi-
ta cortada, e levou urna corda no pe-
coco; quem o trouxer ou der noticias
certas na mesma casa, sera' generosa-
mente recompensado.
Concertam se canos e carrocas,
na ra Imperial, siti do viveiro do
Muniz.
Attenco.
A antiga cocheira d'alem da ponte da povoago
de Deberibe contina a receber carros e cavallos.
Um segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praga da Boa-
Vista : a tratar na loja de calcado na ra ds Im-
apertriz n. 46.
Aluga-se lima casa na povoago do Mon-
leiro para se passar a festa, e tamr>m um ptimo
sitio da Torre com o banho porta, e outras com-
modidades : a tratar com o Sr. Jos Azevedo An-
drade, oa roa do Crespo, ou com Jos Mariaooo
de Albuquerque.na eslrsds nova do Cschaog.
*- *
O Pede-se ao Sr. Dr. Joaquim Elvirio de sj|
sB Moraes Carvalho, que quaude ver ao Re- Sj)
td cife faca favor de dtrigir-se ra do Cres- sjs
S fu n. 8. m>
Alugam-seduas casas no sitio do Porto da Ma-
deira.em Beberlbe, para passar festa, ou mesmo
anuual : a tratar na ra do Queimado P. 48.
Aviaa-se ao respeitavel publico que na rus
eetreta do Rosario o..12 ha grande foroecimento
de comida barata e eita, cote muito asseioe lim-
pezs, e tambem cha e cafe, e lanche a toda a ho-
ra do dia e da noite, e sabbados mo de vanea das
2 horas at as 9 do dia.
Ainda se precisa de urna pessoa
para distribuidor destejarlo em Olin-
da: na livraria n. 6 e 8 da praca da In
pedencia.
Precisa-se de urna ama, ou escrava de bol
conduela, que satba bem ensaboar e eogqmmar
roupa ; na ra Auguata, casa terrea n. 81:
Preclsa-se de um feitor para um sitio de
pessoa pstrangelra, em Sant'Anna : a tratar na
ra do Trapiche Novo n. 4.
. Alagare terceiro andar da casa
n. 37, sitajad ra do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 02.
Pede-se a cerro bachsrel qjje recnbeu-cinco
mezea de aluguel de ama casa sita oa ra 4 Cruz
do bairro do Recife para levar ao proprielario, e
o nio les, queira mandar entregar esta importan-
cia psrs que as apparega este negocio ao pu-
blica.
Allciico
SJ) D. Maria Joaquina dos Santos Abreu,pelo
presente previne aos seus inqujlinos das
SJ casas terreas oa rus da Maogueira do ba-
Sj) irro da Boa-Vista n 5, na ra dos Pires n.
aj) 21, e no becco do Pocinho no bairro de S.
0 Antonio o. 21, qae nao paguem os alugueis
SJ ao marido da sunaociante, Manoel Flix de
} Oliveira e Silva, ou qualquer outra pessoa
ej que_ se aprsente a recebe los sem procu-
S) ragao especial da mesmj annunciaote com '
SJ) a data posterior ao presente annuncio ; por
isso que a annuncianle foi forgada pelos
t$ roaos tratamenlo que lem aoffridodo re-,
% fendo aeu marido a tralar de divorsiar-se
delle, e pela escriptura celebrada na nota
aj) do tabellao Almeida, do contrato ante-
SJ> nupcial com que casaram, sendo a annun-
Sj) ciante tmente qae entrou com beos para
aj) o consorcio, lica a mesma annunciaote na
H posse e admimstrsgo dos seus bens desde
% j independente de despacho, ou sentenga
Sj) judicial corno consta da mesma escriptura.
Outro sim, e pela razio dita previne a an-
SJ) nuociante que ninguem faga Iransacgao de
Sj> qualidade alguma com o dito seu marido
SJ ou alguma outra pessoa anda que seapre-
SJ sent com procurago da aoounciante, que
9 desde j declara, que falss s respeito nio
SJ so das ditas casas, sejade venda, bypothe-
aj ca ou permuta, ou mesmo qualquer outra,
aj) como a respeito de letras inclasive adoSr.
aj Jos AIonso de Azevedo Campos, e outras
^ que sejam relativas ao casal da annuncian-
j te, ainda sob o pretexto de reforma ; por-
SJ que toda a Iransacgao a aemelhanle res-
$jt peito perleoce a annunciante ainda mesmo
aj no caso de perda ds letra; e assim tam-
aj bem previne, que ninguem compre ao so-
aj bredlto seu marido qualquer bem movel
@ como mobilia, etc.: porque ludo quanlo
a} existe na casa em que moravam.e o que para
SJ em mi do seu marido, da annunciante
f$ com que entrou para o consorcio, visto co-
f)j mo evidente da escriptura referida : e
SJ desde j protesta promover os meios e ac-
roes judiciaes contra as pessoaa quo nio
obstante este annuncio, pagarera ou uze-
es rem qualquer trsnsaccao ou compre ao su-
aj) pradilo seu marido o qualquer outro por
S elle autorisado.
Maria Joaquina dos Santos Abreu.

9
i
m
%
i
9

i
9
t
Roga-se
a todas as pesioas que devem a massa fallida de
Antonio Joaquim Machado Brandio, de virem
pagar seus dbitos no prazo de. 30 dias, na ra
Direita n. 73 ; se no competente prazo nao satis-
Uzerem, serio cobrados judicialmente.
Roga-se aos senhores a4)aixo mencionados o
favor de virem a ra do Crespo n. 8 A a negocio
d6 seus interesses, visto nao se saber de suas
moradas.
Dr. Pedro Gaudiaoo Ratis o Silva.
Padre Francisco AUes branles.
Pr. Joio de Santa Cecilia.
Capilio Antonio Fernando Rasouro.
Acurcio Jos de Medeiros.
Francisco Jos do Amara!.
Francisco de Paula Cavaicanli Wanderley Lio?.
Pelix de Araujo Albuquerque.
Jos Guilherme dos Reis.
Joaqaim Pedro do Reg Brrelo.
Msuoel Duarte Ribeiro Jnior.
Manoel Antonio Barbosa.
Miguel da Purificagio Gomes.
Jos Gorgooio Paes Brrelo.
Alexaodre da Silva Tarora Veneno.
Juo Bsptisla Moreira.
Francisco Jos Altes Gama.
Joaquim Ignacio deCarvalho Mondonga.
Arrenda-se ou vende se urna propriedsde
que di um magnifico engenho par moer com
agua", o qual cortado pea via frrea' junto em
um doa pontos intermediarios da 3.a aeeaio : a
tralar no engenho Ribeir&o.
Arremataco de urna excel-
lnte propriedade em Santo
Amaro de Jaboato.
Quarta-felra.il do corrente mez, depois da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 2* va-
ra, sera arremattada a propriedade Duaa-Uuas,
cita na freguezia de Samo Amaro Jaboato, a
qual coosla de urna boa casa de morada com ier-
ras sufficienles para ae levantar um eoganho,
exislindo j plaetado diversos arvoredos e canas,
a qual tendo ae feto o ebatimeolo da 5a parle de
sua avaliageo ir praga por 8:80OJ0O0 eaja pro-
priedade foi penhorada a Joo Hippnlito de sJei-'
ra Lima e ana mulher, por execugio de Manoel
Joaquim Ferreira Este ves, a qual corre por aquel-
lo juizo.Escrivio Cudba.
Aluga-ae na ra daa Florea, urna loja do
sobrado a. 1 : a fallar na ra Direita, casa n. 6.
K,RA DO QUEIMADO M!A6
PAt)hlGEANDE20STIMEIiTo
^NDASEROUPKSF
Sortimento completo de sobrecasacos de pinno a 25Jt, "85, 30$e 35J). caaacos muito bem
feitas a 258, 28$, 30g e 35|, palelola acasacados de panno prelo de 16 at 25}, ditos de caaemira
de cor a 159, 18f e 208. paletots saceos de panno e casemira de 8$ at HJ, diloa saceos de apaca
m erin e li da 49 at6J, sobre de alpaca e merino da 79 at 10$, caigas pretas de casemira de
89 at 142, ditos de cor oe 79 at IOS. roupas para menino de todos os tamanhos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam caigas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos ds
selim, casemira e velludo de 49 a 9|, ditos para casamento a 59 e 69, paletots brancos ~e bra-
mante a 49e 5f, caigas brancas muito Unas a 6$, e um grande sorliaienlo de fazendaa flns a e mo-
dernas, completo sortimento de caaemiraa ingieras para hornero, menino o senhora, seroulas de
linho e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora. Te-
mos urna grande terica de alfaiale onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhanle arte e um pessoal de mais de
ciucoenta obreiros escolbidos, porlanlo executamos qualquer obra com promplidio e mais barato
do que m outra qualquer casa
Joaqun! Francisco dos Santos
40lu do Queimado40
Defvonte do becco da Cngvegaeo, letveivo vevde.
VENDE-SU O SEGINTE:
Para casamentos. x
Ricos cortes de vestido de nid ou blond de seda branca com ramo e capelli,
mais moderno e auperiorque ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond* de soda branca bordados a braceo e
cores.
Ditos de tarhtana branca bordados a brancoe cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branca rom multa elegancia.
Ditos de bsrege de seda de cores com barras e listas, aovos gostos americanos.
Saias bordadas
Ricassaias de cambraia branca bordadas com o mais aparado gosto o mais finas
qae ha no mercado.
Ditaa de dita recortadas maia bsratss.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia brauca bordados com maila elegancia, o
maia moderno e mais superior que ha no mercado. "*
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites, bem
como arrendados, por pregos commodos.
Leos.
Ricos longos de cambraia de linho bordados a 3|,49e5| eadaum.
Chai>$, ,
Ricos chelea touquim brancos bordedee de posta redonda e de 4 ponas.
Alem daa faaendaa cima mencionadas lem em grande sortimento de todas aa
.qualidades, que nio possivel meociooar-ae pelo grande espago que ternaria.
-.
*-j




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I
^

>
.. j
B.AIIO M tt^4IJUCO ^ SEWJflDiL lUfiA 9 M JaBXBMlRO DI 1161,
. ^(fcifrtlBp, ; Nogueira ,4 C. na rt?
do Vigano n. 9 primeifo andar, sacam
sobre Lisboa e Porto.,
0 .elitista, Numa Pompilio.
Ruaestreita do Rosario h. 32, gf,
meifo andar. ,
*...& .peia pre,t0 gaduras, e fax todas aa operacoea 4a aua arta.
1,1.A*-a o seguodu andar da cas* u. 183 da
^Imperial, eoaeguodo.de ru da Imperatriz
. IW i aHratar na ra da Aurora o. 36.
Saque sobre Lisboa.
Moel IgMdo de Oliveira 4 Pilho Sacam ao-
OteuaOoa ; alargo do Corno Sentn. 19.
Sobre a Yiaje ao Brasil en i852,
-ai' -:
Car loi B. Mawfield.
PO
A. D. DE PASCUAL.
t. Vo9iu-I)8T,Kmenle b8tU "g">ira para
esta excellente obra em dous roluro.es. mtidainen-
w impresaos, dos quaes o primeiro esl i publi-
5Lm *P*M0" 1ug e Oerao dirigir-se ao escrip torro da ra da Cruz r.
*o,l andar. Preco da obra completa SfiOOO, qoe
serao pagos entrega do primeiro rolme.
Sociedade baneari.
Amorim Fragoso, Snlos & C.sacam e tomara
aqoea sobre a praca de Lisboa.
..ZL& C0D1"C d Porto Calvo, termo de C-
maragbe. rende-se o eogenbo Doua Irmaos, sf-
tuaao roargem do rio tamaragibe, com safra
criada para 5,500 pies, e terna para safrajsr to-
gadamente 8 a *. o engenho tem duas casas de
ieada, amb* cobertaa de telhis e em bom es-
tado; a casa de engenho, que unida a de pur-
gar, de laipa coberta de lelhas : os pretenden-
tes diniam-se ao referido engenho.
rente apreientem em $ua toja si
ta na ruada Imperatriz n. 7, as
contas de que sao credores, afim
mRt^l4 i^ruadoQueirnado n:iO
A vluTa de E* eui?Le*u?e75 L 1<>,a de nrtaS"
roga aos seus devedores', q'i- A
ram ter a bondade da virem pa
Ama.
2l?5STI de 0D" ln, r". prefere-se de
meia idade : na rea do Crespo n. 10.
r> O Sr. Joao Duarte Maginarip nao pode ven-
der a sua. taberna sita na roa do Rangel o. 10
sem Jjustar contaa com Joaquim Pinto Aires.
. ~ Alugam-se o primeiro e 'segundo andares
do sobrada na ra do Amorim o. 39 ; a tratar na
travesa da Madre de Dos n. 15.
Tendo-se desencaminhado una lettrazd*
de Drogo & Fernandes, aceita em 21 de novem-
Jro prximo paasado, a vencer em 21 dejulho de
^; roga-aeaoaenhor aceitante, de nao pagar
tte. iellrs. o era fazer iransacco alguma se
ato com oa abane asaigoadoa.
_ Diogo 4 Fernandes.
Certificado de cura de infiam-
maco e grande dor de
peito.
Eu abaixo assignado certifico que um meu es-
cravo ,endo padecido de ioflamm.co e gr.ode
dr de peito, qual lhe reapoodi. D., cosas
tanto que nao podia Irabalhar pelo .eu ffldo de
pedre.ro, recorr ao Sr. Ricardo Kirk com eSCr!
Sen. U,4.d PVt0 119 e Mle 8eoh<" *
uzeram inuir '^t* medicio". as ques o
puzeram inteiramente bom.
tfWPH0r "i *erdad Jhe igoei o presente cer-
ificado. Ru. da Gloria n. 72.-Ulx los da
*Ihr' "enconeodas ou loformacoes diriia-se
2o O, Z^"-0 Sr J6s A,' Ribeiro ,ua
flo gueimado em Pernambuco n. 15.

Attenco.
Precws-se alugar om sobrado de um andar*
aolao que teoh. quintal com cacimba : qem ti-
d*90 ^..*e. ''-8* ,r"es" dM Acouguinhos
n. XO. que ae dir a pessoa que quer.
Na ra da Iaperatriz n. 43. primeiro an-
aar, preciaa-se de um bom offteial de marci-
Urna casa emOlinda
Aluga-se ama excellente casa em OMnda. sita
oa ladeirado Vartdouro, pelo, tres meaesda fes-
la, terto grsodes com modos para fanHMd : a tra-
tar no Recite, ra Nova n. 50, primeiro andar.
Aluga-ae urna casa com bom aitie todo mu-
rado, tendo urna immensidade dearvores frucii-
eras, na Capanga Velhe, conlendo a casa 2 salas
espacosas, 4 quartos, gabinete ao lado, com fcello
poco d agua de beber com urna bomba, lauque
para Dan nos, cocheira, estribara e quarto para
pretoa, e latnna : a tratar na ra da Palma n.
41,00. na ra Nora n.3.
O Dr. Joaquim Jos de Campos, secretan
7-'"0..5'? da Plici. contioa a advogar nes
flareparticSo da polica, contioa a advogar nes- ca ta praga, e deve ser procurado em sua casa n. 33 e diaota a quem cose com ella,
da ruada Imperatriz, antea das 9 liaras e meia oia baratas do que as oulras:
da Mam, e depoisdas 3 e meia da larde dos ',rar'" r"a do Qoeimado, Ioia d'i
a aempre bea deltas.
Mui bonitas
das uteie.
a,T.Z dia 9Jd? co""oe, depois da audiencia
aojis de paz do l. disiriclo da rreguezia do Re-
cite sera arrematados os objeclos seguintes 3
lZT.1 e boas fitas brancas de chama
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de su
encommendi diversos arligos de gorto, e propri
para eofeites de vestidos de noivas ou convid
das, sendo bicoi de blood de diversas largura
franjas trancas e de cores, trancas brancas com
vidrilboae aem ellea, ascarriihaa braocas e mui
tas ouVrascores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeiles de flores e cachos sollos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, n,
bonitas e bas lilas de chsmalote, e emflm mu
loa outros objeclos que a pedido do comprad,
serao patentes, e vista do diobeiro nao se dei
xar de negociar : na Jijs d'aguia branca,
do Queimado n. 16.
| Fara senhoras
cora gaveta. 1 marqueza de amarelo,'4 cadelra.
de aasento de parhioha, 1 mesa de meio de sala
cao de Marlins Lias contra Marianna Saocha.
- Francisco Baplista Marques Das, subdito
portuguez. relira-se para o Rio de Janeiro.
k.~I Alo5S"e e8UD,1o ndar e aotao do se-
Arado n. 33 %a ra larga do Rosario : trata-se na
leja do mesmo.
Aluga-se o sobrado ds um andar* arma-
zem na ros da Moeda n. 33, eancertadoe pintado
de aovo : a tratar na ra da Iroperatrizc 53, se-
gundo andar.
Um cavailo castanho.
Apparecea nos Coelhos um qusrio castairho
com cangalha e o cabresto raste, que i anoun-
ciei por este Diario; quem for aeu dooo, dando
oa sigoaea e pagando as despezas, ser entregue,
dirigiodo-se ao hospital de caridade dos Coelhos
avisa-se para que nao haja duvida qoe foi adia-
do a 18 de oovembro, e tem se aempre anaun-J
ciado, certo da que nao me responeabiliso por
ap are'cr U qu8l1uer incidente que possa
Madama Middendorp,
< Roa do Crespo n. 15.
precisa de costureiras habis para Irabalhar a
jornal.
Alugs-se o lerceiro andar do sobrado da
Cadea do Recifen. 13; a Iratar na mesma.
Thomaz Jos de Olivejra tem contralado
comprar a armaco que toi da loja de fazeodasda
ruado Livramenton^38; se algoem ae julgar-i
oxudireito a ella reclame no prazo de-tres di
Attenco.
**- -^^.. a,r* na psra Tender Urros da-direito _^- .-_ ww&Mwwa-twi*M, jp uflCC0 d0 Rew(e j preienderaPBsreca
roga as peisoas a quem o finado *w
de*ia que at o dia 20 do cor-
^- .** bviai uuviU |IPll|
nmmmmmmmmmm*
| rara acabar. J
l
gar seus dbitos, afim de melhor
poder satisfazer o annuncio
cima.
# $# s
AbilFernandes Trigo de LoureTroleva ao M
conhecimentodo respeiiavel publico, e protasta
solemnemente peraute o mesmo, por si, e'co'mo
natural e legitimo administrador da orph sua
filha Hara da Gloria, pela insanavel nollidade
ds divisao da aceao de anaullacSo do atoramemo
das Ierras denominadas Pitangueiras, que o res-
pectivo senhor directo, o Exm. Sr. viscooda de
Suassune, partee qweasr intentar, du taires j la-
roo a julzo (separadamente^ contra Om Sos co-
herdeiros, o Sr. Dr. Julio Barbosa de Vaaconcel-
los e-'soe senbora, s quem tez citar para esse fim,
ha dez dias pouco maia ou menos, sera todava
ter anda felo citar psra o mesmo Um ao protes-
tante, por si-6 como administrador de sua dita
filha.
Recife 7 de desemVo de 1861. '
Preciss-ae e um faifor para um sitio de
pesaoa estraogefra, era Sant'Annal: a tralar na
ra do Trapiche-Novo n. 42.
Sabbado 7 do cor,en le fartaram dna Cinco-
Pontas, deropte da loja do Sr. Guilhermino Luiz
de Almeida, um cavao alszao, com urna peque-
oa belide em um olbo e um pequeo caroco em
uro joelho, com cangalha uaada, e inquirideiras :
quem o achou leve mesma loja que ser re-
compensado.
O Dr. Manoel Moreira Guerra tranaferio o
aeu escnptorio de adrocacia para a ra Nora n.
50, primeiro andar, onde reside, e on4e poder
ser encontrado a qualquer hora do dia para o
exercicio de sua profissao.
. Sitio para alugar.
Aluga-se urna excellente caaa com cocbeira e
seozalla, no lugar dos Remedios ;,a tratar om
A. V. da S. Rarroca, em Bemfica, ou na ra da
Cadeia do Recife n. 4.
Precisa-ee de um homem, nao menino, e
que esteja habilitado, para eusioar meninos 1er,
escrever e contar, em urna casa particular aqu
perio da praca : a tralar na rna Direits, casa nu-
mero 6.
Compras.
Coanpra-ae urna molequioha de 6 a 8 aa-
rnos: qaem tiver anuuncie.
Compra-se o thesouro bomeopalbico pelo
Dr. Sabino ; quem quizer vender dirija-se a ra
da Praia n. 10.
. Compram-se acedes do novo banco de Per-
nambuco : no eacriptorio de Manoel Ignacio de
Olireira & Filbo, largo do Corpo Santo.
Compra-se urna negra moca que
saiba coser e engommar : a tratar com
Augusto C. de Abreu na ra da Cada
armazem n. 36.
Vendas.
Chegaram do matto
porcos bas muito gordos:
va de Santa Rita n. 65.
para vender-se dous
acham-se na ra do-
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Ns loja d'aguia araaca ae acha um bello sorli-
ment de enlreroeios bordados em fioa cambraii
transparente, e como de aeu costme est ven-
dendo baratameols a 1#200 a pega de 3 raras.
leudo quanlidadfl bastante de cada padreo, para
vestidos ; e quem tiver dtoheiro approveitar a
occasio, e manda-loa comprar na ra do Quei
mado, loja d'aguis branca n. Id.
Agulbas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A.loja d'aguia branca teodo em vistis serapre
vender o bom, mandou vir, e acabam de chegar
aqui^pela primeira vez) as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado o mui bem fei-
B las, sendo para aliantes e coslureirn*, e custa
_ cada papel 100 rs A agulha assim boa anim
e em regra s
quem as com
-aguia branca
lo, dir aempre betn deltas.
ra
N
Aos Srs acadeteicos.
a ds Cadeia do Jltfe h. 68 proftiro an
rsa ds Csus *'. 51. no aegucdd ^titfar, qb
achara com quem (ratar
I

loja de 4 portas.
Vende-se chapelina de seds parase-
nbora a 89.
Orgsndys padrCes os mais modernos a ?
600rs. arara. "- fl
Sedinhas de quadrinhos a 800 rs. p co- 3
ado.
Casacas de panno preto mallo fino a
989000.
1 Manteletes prsios a 15 e SOJ.
Riquissimos restidos de seds de corea
a pretoa o Sabia moderno que tem spps-
recido e-ptfr barslMiaso precw.
t- Vwde-ss urna escrava moca com habilida-
des: a Iratar na ra da Uoiao D.88.

ast stabalacimanto contina s naval aa
mplatosorlistantodamoenoasaaiaiasmoen-
da* Pra angsnho.aiachias ds vapor aiaixas
Potassa
Lisboa.


inglez para homem e senhora.
,Rotinas de pellica preta lotricos para Senhora.
Ditaa de cores proprias para casamento ou
bailes: *
Ditss de lsstre para senhora.
Ditas de bezerro e pellica'para bornem.
Este calcado para aenhora oDra primorosa
queaiuda nao veio igual: na loja de Burle J-
nior & Marlins, ra do Cabug n. 16.
DEI
No paleo da Soledade n. 2 vndese doces me-
cos e de calda por precos muito rstoareis, afim-
caodo-se ao comprador a boa qualidade e pres-
teza em ariar-se qualquer encomosenda mesoo
para fora do imperio.
No bem conhecidoa acreditado deposito d* raa
i,-Cade d(> Recite n. ha para vendar a tsr-
Sfa P01""8 d" Ruasla, ora a de auperiot
qaalldsde, sssim comotambem cal rlrgem em
padra ; tudo por precos mais barato* do qus a
ostra qaalqoerparte.
Fabrica do Monteiro.
Crystasaijao e refinado
1 de assucar.
Deposito oa roa-de Apollo n. 6, e praca
Este importante estabelecimento contina a
fornecer aos seus innmeros fregueies do airo e
puro asaucSr crfstalisado, em' p e em pes, 1.*
e 2.* quaKdades, pelo preco de 160 e 200 ra. a
libra, e do reosdo a 100,12G 140a libra, sen-
do que em grossn o comprador lera om descont
favoravel. Nos meamos depsitos lambem se
rende mel de aaaucar a 600 ra. a caada, e car-
rio animal em p a preco enmmodo.
Fumos de seda.
Vendem-se fumos de seda elstica para cha-
peo ; na ra doCreap n. 21.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja do pavo
Acaba de chegar a este eslabeleeimenio pelo
vapor francez um lindo aortimei^to de gorgurdes
de seds, fazenda anda nao vista oeste mercado,
que se rende por preco baratissimo, por estar
NOVA
exposi dieiros econ-
micos.
O proprielario deste novo estabelecimento avi-
sa ao publico e a todos os consumidores, que tea
recebido um grande soitimento de canieros do
novo modello, riquissimos para ornar salas, todos
esmaltados de diversidades de cores, desde o
maia rico at o mais ordinario, assim como um
grande aortimeolo de gaz de primeira qualidade,
pelo preco mais barato que ae pode encontrar;
assim como lambem meias ratas, e as gsrrafis :
oa ra Nora n. 24, loia do Vianoa.
Aviso aos fumantes. U
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n. "
1, rende-se fumo de differentes qualida-
des para cachimbos e cigarros a saber:
Pumo caporal massos grandes a 2J.
Dito dito pequeos a 1.
Dito de flor de harlebeck a 240 rs.
Dito americano a 240 rs.
Cigarroa bota fogo do Rio de laoelro a 2
200 rs. U
Ditos de Havana a 240 rs.
Ditoa turcos em caixaa de 100 a 2JJ.
Roigas de borracha para tamo a 1J.
Bocaes para charutos e cigarros.
Cachimbos de gesso. ~
Ditos de massa.
Ditos de espnms do mar.
E outros muitus objectos proprios para
os (ornantes.
Roupa feita.
Na loja de Nabuco &C. na ra Nova n.
2, veste-se um homem dos ps at a ca-
beca por diversos precos
muito prximo a testa, assim cafap lindas raar-
quexiobas ou chapeociohos de for^para senhora
na roa da Imperatriz n. 60, loja de Gaa
Silva.
$ Em casa de Kalkmann Irmaos
^ iC, na ra da Cruz n. 10, exis- Q
$fr te constantemente um completo &k
k sortitnento de t
Vinhos Bordeaux de todas as A
qualidades. a
Dito Xerez em barris.
Dito Madeira em barris e caixas. a
Dito Muscatel em caixas.
Dito champanhe em gigos. S
Cognac em barris.
Cerveja branca.
3fi Agua deSeltz. S
| Azeite doce muito fino em caixas. A
la Alvaiade em barris.
a Cevadinha em garrafoes.

Vendem-se superiores presuntos Dgtesee para
fiambre a 600 rs. a libra : no armasen de Tasso
Irmaos. roa do Amorim n.35.
Matheus (S Rodrigues, em seu eacriptorio
oa ras do VigSrio o. 10, lem para vender;
Ricos e elegante* pianos.
Superior viuhodb Toilo em cairas de urna duzia
Bataneas derimees.
Superiores charutos da Baha dos primeiros fa-
bricantes.
Fumo em folha superior.
Pregos e euxadas porloguezas ; cojos artigos ae
eodem por preces mdicos.
Meias baratissimas.
A S#Os>s duzia de pares de meiaa raneas fl,
naa para homem : na raa do Qoeimado o. 22
na loja da boa j.
Um rico carro.
Vende-ss um rico e elegante carro mu bella-
mente preparado : no escnptorio de Manoel Ig-
nacio de Ohrelra & Filho, largo do Corpo Santo.
Attemjao.
Veode-s a cocheira -da roa da Pasa. 1 A, li-
rre das coodieces que por escriptors fixera o
proprielario da casa com Sr. Jos Gorg'onio
Paes Brrelo : s tratar oa roa da Praia n. 19.
Plvora.
Vendase plvora de superior qoalldade e
chiiapo- de muoigio por meaos do.que em outra
qualquf parte; tratlr no escripiorio de Antonio
Cesarlo Moreira Das, no Forte do Mallo, ra da
Moeda n. 27.
LuvssdeJouvin.
5a loja da Boa F na ra do Queimado n, 2J
re se encontrarlo as verdadeiraa luvas d
Jomia tanto para homem como para aenhora
advertindo se que par squellcs ha de muit
lindarcOref. na mencionada Toja da Boa F na
roa do Queimado n. 22.
50 ARa da Cadeia do Recife50 \
rs. o covado
Hanoei Goncarrea de ^ireira Sanios rende
ritludilho de ramageas de cores que sempre se'
vendeu a t} o covado a 400 rs.
50 ARa da Cadeia do Recife50 A
Leilo para
Fotassa. acabar.
Na ra de Apollo d. 20, armazem de Amorim ^asV Z^ 8 *9 *\W M. *
Affooso & C. ba para Tender potassa da Russia Cortes de vestidoa brancos com 6 e 10 ordena
de superior qualidade. ____________ 'de babadosi 3.
N. 20Ra da ImperatrizN. 20
O barateiro Ouarte acaba de receber novo sortitnento de fazendas que retalha sendo a di-
obeiro aos seguiotes precos como sejam : cassas bordadas propnas para cortinados, babados oa
mosqueteros a 11600 a peca, cambraia grossa com 8 varas cada peca ptima fazeoda para penetras
mosqueleiros. saias e forro de vestidos a 1#600, mussalinas largas das seguintes cores verde azul'
pedas, ixa, encarnada e branca a 200 rs. o corado, cortes de riqaissimas laos escuras com bbados
contando cada um corte 24 corados a 10 o corte, velludo de seda das segaintea cores cinzenlo
verde, szul o preto, excedente fazenda para vealidos de senhora e roupinha de enancas pelo baix
preco de 2600o covado. cortea de cambraia fina com salpicos miudinhos a 5*. tiras bordadas e n-
tremelos a 1$ a peca, golltohas bordadas muito finas a 1, chitas com algum toque de moto a 160
rs. o covado. pellos para camisas brancos e de cores s 160
%
m
Grande esta na villa do Cbo.
No domingo 8 docorrenle lera de eelebrar-se
urna esplendida feata em honra e leovor 4 Nossa
Saohora da Cooceico. Durante tudo o dia urna
banda de musiea excutaf lindas pecas. A tar-
awajraa procssio percorrer as roas da villa de-
nota do que baver cavalftadas, es asile um
magnifico fogo de artificio.
E' do eaperar que a bella rapaziada do Recife
oao deixe de vir cojd aua preaeoca abrilbaotar es3
te actQ.
Preciaa-se de un. bom smassador e qu-
tambem entenda de fornear, assim como om es-
crarc>para o meamo costeio de prfaria s a tratar
na roa da caixa d'Agus d. 60.
" 0 Sr. Dominaos J.os d'Avii, qusirs dirigir-
se s esta lypflgfaoBis, i negocio qae lira diz res-
peito.
Vende-se oa loja de Nabuco & C. oa
ra Nova n, 2, o aeguinte;
Camisas de cambraia bordadas a 4#.
Chapelinaa de seda com bico de bload
a 109.
Chapeos de palha a Albertina a 12$.
Lencoa de cambraia de liofao bordados
a 10J. ^
. Ditos ditos com bico a 5JJ.
Ditos aberlos com bico a roda proprios
para meninos da liohasinbs a JJaV
msKtmmm mm *
Para menioos.
Vebde-ss na loja de Nabuco &C.
ra Nova n. 2, o seguate:
Casavequea de fusieo para meninos de
2 a 6 ann.oa a 3jl. N
Capas de (usio de cores para a mesma
idade a 3f.
Gravalinhas de fita a 200 rs.
Vestidos de fusilo bordados para meni-
nos de 2 a 6 arlos a 5$.
Meias de algodSo brancas a 3$.
Ditas ditas de cures s 320.
Ditas diiss ordinarias 3 1$200.
oa
Macaas,aozes, cas-
tanhas e flgcfs.
Aviso aos amantes dos
presepes,
Na leja de Nabuco &C. na ra Nova n. |
2, rende-se excedentes pandeiros para B
presepes por prego commodo. fl|
1]h aderezo.
Vende-e um lindo adereco por preco
muito commodo, no atierro da Roa-Vis-
ta n. 52,
{ A loja da bandeira
H tem para vender de boa
m g qualidade folha, estanho-
&j e bacas de
I senecupa prego favorito. 1
SJNova loja de unileiro daj
5 ra da Cruz do Recife
numero 37.
H Msnoel Jos da Fonsec* participa 9
lodosas seus freguezes tanto da praca Z
BE oomodo malo,ejumamente aorespeita- JR
re publico, que tomou a deliberaca de |
D baixaro prejo de todas assuas obras,por S
S cujo motivo tem para vender om grande S
9 sortimento de baha e baciaa, tudo da 9
diiTerenteatamantiose dediveraas cores ! em pinturss.e juntamente m jrande fk
sortimento dedtversaa obras,conlendo
banheiros egamelas compridas, grandes
e pequeas, machinaa para caf ecane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, lataa grandes pira conservar fari-
| nha n regadores so uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e
camas de vento, latas de arroba a 1*
bahs grandes a4# e peque nos a 600
ra.,bacia grandes s 59 e pequeas a
00 rs.,eecos de aza a 1$ a duzia re-
gadores regulares maito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ha pintados e em braheo e todo mais
se rende pelo menos preco nossivel : na 1
loja da bandeira da ra da Cruz do Be- S
cife n. 7.
S o Torrados
Liquida cao semli-
lites.
\* r
Na loja da arara da ra da Imperatriz n. 56,
vendem-se todas as fazendas por prego baratissi-
mo, a aer : ricos cortes de organdys com duas
saiaa e cora 24 corados por 10g, ditos a 8J, ricos
padroes de organdys a"l8t20 a rara, grosdenaples
de cores para vestidos a 1$800 o covado, crino
lina com palmae e matieada para veatidos, fazen-
da nova, a 19280 o covado. S arara vende cor-
tea de riscadoa para veatidos Garibaldi a 2(800,
dilea Macado chinez a 2J50O, cortes de chilsa
finas com 13 covados a 2g500 e 29400, "dilos de
chita iogleza a 19500, pegas de cambraia de (l-
picos com 8 1(2 varas a 49, ditas de carocinhoa
finas a 4(500, cassaa adamascadas para coi tina-
dos com 20 varas por 99. ditas com 10 varas a
49500, ditaa a 39, e outras mu i tas fazendas qoe
se vende sem reserva de preco : oa ra da Im-
peratriz, loja da arara de 4 portea n. 56, aonde
tem o retabillo com a arara pintada, e a noite
um relogio com letras que diz arara n. 56, de
Hagslhaes &Mendes.
Vende-se urna escrava moca sadia, de mui-
to boa figura, sabendo bem engommar e lavar ;
fi lambem cose soffrivelmenle : na ra da Cadeia
do Recife, escnptorio n. 41.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irmaos, ra do Amorim
numero 35.
Na ra da Cruz n. 10, casa de tt
Kalkmann Irmaos .&C, tem ex- '
posto um completo sortimento 3
]g de amostras de objectos de bor- 8
racha, proprio para machinas de enfrenhos. sendo c.orrftias nara I
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e grossura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en-
commendas.
Kan kqkmmk mmunm*
I
23 Largo do Terco 23,
' O proprielario deate estabelecimento est re-
SDlvido a vender mais barato do que ero outra
wiiiiia^ %j i qlquer parle a diohero, oa seguiotes gneros :
Tudo chegsda no a.t.mo p.quele. reode-se no. .^.'S.S.A ^"^0^^:
ZTnTX:LZTTma0latg(> 1J3a "Sf* mlh -U^. *2.ft 'elaVaecs!
aaU. a m, permacele e carnauba, rinhos e genebra, fioal-
menle tudo quaoto pertence a molhadoa, rende
Carmo n. 9 e ra das Cruzas n. 36, maclas'
ra. e 120 cada ama, caalanhas a 00 rs. s lrbra e
59 a arroba, affl'nga-ee serem muflo oras fi-
gos s 140 rs. a libra e 8 a arroba, nosea a'aOO
rs. a libra a 5*3500 a arroba,-cerrafoes'eom 5 gar-
ifas de vinagre superior a 192U0, s o carrao
-T Mu -tapara alugar dous andar* do so- i teYdioiil^Vad'no"ProgrwYiv ^roare'sss-
brso da raa da Imperaiiu n. 30: quem proteo, la do largo do Q#ro o, 9 e rus d,s Cruies nu-
rer dinjs-se s mesma casa, mero 30. .
boro e barato, queyoc riodoa neste ultim rapor
a 400: s no Torradar. largo do Terco o.-23.
Vende-se atoa barcada, de 14 oaixas. preco
muito commodo, acabada da obra oestes dias, ar-
reada de ludo : qaem quizer comprar, appareca
oo"caea_do Raii?os, serj-aria o, 3|. que se fsr ton
dfoejocip.
Thomaz Teixeirs Bastos em seu armazem de
fazendas, miudezas, perfumaras, cryalaes ele,
ele, na ra da Cruz do Recife n. 14, lem para
vender chegado receutemente de Pars, urna rica
e excellente cadeira de ferro (oda franjada e es-
tufada a seda, igual a que esteve aqui em pala-
cio no toiiele ae S M. a Imperatriz, obra do
mais apurado gostoe riquezs e bem assim cama-
ps e cadeira de ferro ae difTereotes feitios pro-
prios para Jardios, camas de ferro com eolebo
elstico de differentes tamanhos e qualidades, to-
dos estes objectos e todos os maia qus se ren-
dem no dito srmazem sao por precos mui ra-
zoareis afim de fechar contas.
Aos Srs. bahuleiros.
Vende-ae grande porcao de caixdea varios de
excellente madeira para fabricacao de bahs:
vende-se barato na ra da Cruz no Recife arma-
zem o. 14.
Aos Srs. fabricantes d'dgua de
colonia.
Vende-se ums porejo de garranhas razias
para agua de colonia, por prego muito barato:
na ra da Cruz no Recife armazem n. 14.
Luvas de Jouvin.
Vende-se turas de Jourin as duzlas e por mui-
to menos docusto para ae fechar conj : no ar-
mazem da Thomaz Teixeira Bastos na ra da
Cruz no Recife a. 14.
Pentes jpdra jffeode* cabello
de'senhora!;
Sao os mais modoros chegados e de gosto
muito elegantes, rende-se multo em coola por
se querer fechar coolas : no armazem de Tbo-
maxTe.ixeia Bastos na rus 4i Qrps no Recife.
n. 14.
.):/I. SABAO
Caes do Apollo armazem n. &7.I
Deposito do sabao fabricado na saboaria
DA
Os proprietarios deste estabelecimento, o pri-
meiro neste genero e o mais antigo da provincia,
acabam de estabelecer no armizem n. 67 do caes do
Apollo, um deposito de seus bem conhecidos pro-
ductos, consistindo em um variado sortimento de
sabo,desde amarello commum at o superior e ver-
dadeiro massa a preco de 100 a 200 rs~ a libra con-
forme a qualidade
E' intil dizer-se que o sabao fabricado neste es-
tabelecimento, temft. propriedade de lavar perfeita-
mete a roupa, sem causar-lhe o menor darano, o
que nao acontece com muitos outros, que detrioram
o panno diminuindo assim a dura'co, averdadedes
taasserco est comprovada pela preferencia que
lhe do os consumidores, melhoraraento este devido
ao processo ltimamente empregado na manipula-
cao pelo actual fabricante
Para conhecimento dos compradores declara se
que as caixas con tem o seguinte letreiro era forma
ovalFabrica de sabao nacional ra Imperial Per-
nambuco ese vende qualquer quantiddde de urna
caixa para cima.
ARMAZEM
RCtJP AFEITA
Joaquim F. dos Santos,
40-lni do OaewidiMO
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Neste estsbelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa falta de
todas .a qualid.dea e tambera ae manda execut.r per medida a rontade dos regue-
zes para o que tem um doa melborea professorss.
i
Casacas ue panno preto a 40g,
35| e 30|000
Sobrecasscoade dito dito a 359 e 308000
Pa lelo lB~de panno prelo e de co-
re. a 35. 30 25. 10. 18 e 20000, Ditos de brime fus'tSo' brVnco
Ditos de casemira 4e corea a 22,
155,12. 7 e '
Ditoa de alpaca prela rolla de
velludo fraacezas s
Ditos de merino selim pretos e
de cores a 9f e~
Ditos de alpaca de corea a 5 e
Ditos de alpaca prela a 9, 7. 5 e
Ditos de hrim de corea a 5f
4500, 4 e .
Ditos da bramante de linbo bran-
co a 6, &5 e
Ditos de merino de cor'do preto
a 19e -
Calcas de casemira prela ede co-
rea a lt. 10, 9|, 7 e
Ditas de princeza e merino de
corda preto a 5, 6600 e
Ditas de brim tranco ede cores a
5. 4*500 e
Calenda gaoga da coresa
Cohete de velludo prelo e de co-
res liaose bordadoa a 1*, 9 e
i Ditoa de casemira preta e d* co-
res lisos e bordados a (a,
5500,5
Ditos de-setim preto 5|000
Ditos de seda e setim branco a 6 e- 5}0WJ
Ditos de gorgurao de seds pretos
e decores a 7. 6. 4 e 5J00O
9000
10000
81000
8500
3|500
21500
30O0
8000
3|500
3j50, 2500e
Svroulas da brlm de linho a 2 e
Ditas de algodao t6O0 e
Camisas de peito defusio branco
ede corea a 240O e
Ditas de peilo de linho a 5. 4 e 300fj
Uitaa da madapoln brancas e de
cores s 3, 2*500, 2
Chapaos pretos de massa francesa
fu.rma da ultima moda a 10f,
Ditos de f el tro a 6. 5, 4 e
Ditos de aol de seda ioglezes e
francotes a 14J, lt, 115 e
Colarinhos de linbo muito finos
novtfs feitios da ultima moda a
Ditos de algoflio
Relogios de onro patente e hori-
zontal a lOOf. W M$%
Ditos de prata geltanisaOos ps-
lente e horizonlaea a 40 e 301000
Obras de ouro, aderemos e meios
aderecoe, pulcelras, rzalas e
sneis a
Toalhas de linho duzia 10|, 6 e
Ditas grandes para mesa urna 3e
3noo
2*i0
f280
2200
IgCOO
7PO0
20U0
7000
1800
*500
70|000

9JD00 ,
4*O00<


' I
mtUL DM'tBMHMlMOO IILUIM IIIIHeV J.sil MHMBAo O 1 X31
BOM E BARATO
EVaiwsco Fernandes Duarte
LurgodaPenha
Continuarse a v^mier ueste armazem de-molhados os
melhores generes qae rea* so saeroedo, e por muito menos_prego do qoe m outra qualqoer psrle,
para o que receba otasoprisUo ero todos os vapores da Europa, mjor parte di Museuere,
escoihido porpeasoas encarrtgadas, *" este fim ; po isso oovamente participa sos seas tregsezee,
ooa s aos Srs. da praga como de engenhos e larardorea, qoe queiram seguir Bm progresso, que
Dio deixera ao menos de comprar asraaasira rez suas encommendas, certo de que hio de gostar,
paran que dio ge pompara o os pro pgate ries. aro prestar toda Ueo^io, e mesmo^em ssrriros por
adores menos praIces, tio bera t9np.sestaesem oa Sra. pessoalraeota; a baiio bimuiiih
os pregositJe algn* gneros, por onda se pode juigir que rendemos baratissimo.
\Hafi\eiga sigleza, mall uperior qne ha no mercad0 M %$ t ^q t libra em
barril sa far a batimento.
r-r I ,oaiaS'
CanoieH-es a gaz,
O proqrielsrio di nova exposigio dos cand'
W ff*f?M hjieo ral, q
/jsmpasaartido oos atsao* e MriareY _
de caodleiroa desde o mais barato at o maiscan,
assim como um grande deposito de gaz idrtgeno
verdaderamente etonoasiee, teconhecido verda-
deramente por todos os eemumidorea : na ra
Nora n*.20 e24, Garoeiro Vianoa.
Nesta.mesma exposicio se enceolrerum va-
riavel sortimento de riquissimoa qiudcos de toda*
I qoslidades que por gosto se pode apreciar m
seos oeaenho, um rlquiotimo sortimento de
quinquilharias, contendo entre ellas riquissimsj
vavatoriqs para quaitos (gpsto chinez), um raru-
lel sortimento de aMaios.aem lodos-o presaros
para rispa, statoado ratos, eos*, opas e ou-
iros irascos psra condicionar, ferros da angn-
doos canos tronzadas a.de aleante, mappas dl
mundo, e oulrojvaaatas- ets>ctae que sa venden
ipo pregos., diminutos psra acabar: raa Nova
mimaroSO.
M'iitelgft truncha a

chegados naata ultimo vapor aiƐ, ditos do vapor passado
sa.
a libra, sa parti se ier ssali
J
1 a antis alva qae ba no mercado a 480 rs. a libra
muilo nova a 640 rs. a bra e em barril a-600 r
Cha pfeTOla, hyswra e preto os ^ aa9tduu ^ mauAo ^ ti60
a 10600 rs a libra a aflanca-se atoa qualdade.
Quet)s do raimo
29200.
nia^aCB annihoceaaiie se pode desajar a 40 e 120.
PrexuiUo ingle* Dr0twiM ^ itartw t Wnm
manto..
Preziimto Ao reino 0 ^ Bt d9 bom Mtle geB r# ^
4Mfi.
blatas novas em glgog de lnaaTroba a 1# CIda.BB>
melhor petisco que poda hare.r por estar prompto a toda a bors a l| a libra.
T oueinao do reino 360 libr. e arroba. 9|500
Cttoutis* polos BOilo D0TM.wo r8 libr,
Baaha de p oreo refinada
e em barril a 440 rs.
Apitonas mUitO llOVaS 1S000 rs. a .ncorat.. e am garata 320 rs.
L.ataco, bo\aiLha4e soda wnletiao differeoU8 quiM(WM ali440e
> am porcao se Cari abat ment.
* "' no" do-metcado em litis de ama libra por 900 rs., ditas de
duas ditas por 1&700.
Marmelada imperiai d0 (amad0 At)reu e de ontros BllUof {ibtcanlea de Utitott
a lp a libra, em latas de 2 libras fot 1&800. -
Eirvilnas irancezas M ^^0^, que8e pode desflj em meia8 lalas por ^ r8
tambera fem portugueza me lalas enteiras a 640 rs.
eilOCOlate iranceZ e hespanhol chegado neste ultimo vspor a 15200 a libra.
S*^ propriaspara podim a 800 rs. a libra.
WOCe QO aipercne em ,ai de 2 Ubra8 elegantemente anfeitadas a J20D cada urna.
KiSpermasete iUpetior de 4, 5e6 em libra a 760rs. e em caixa a 740-ts.
Latas com peixe em posta das melh0re8 qttalidades q, ha em Porlugal a
mendoas c^nfeVtdas a ls a
a 480 rs.
Nozes e casta anas
mutia para sopa a^<0 a I(bra eemCaixiohas de 6 a s libras se far abatmeato.
Metria, maearrao e ta Vi rim
Sevailinna
Farinna do Maranhao
dc eugommar.'o que se pJe desejar por ser mullo alva 100 rs. a libra.
P *l* muilo oovofi limpoa 160rs a lrbrae em porrio se far abatimeoto.
J vft o respeitavel publico, que aGaocaodo-se a boa qualidade dos gneros cima mencio-
nadns, se vende muito barato, e pelos quaes se portera julgar todos as demais que alo faram au-
libra, ditas em milo a 80U ra, dita com casca
piladas muilo novas a 160 rs. a libra.
a 400 rs.
(ranceza muilo nova a 240 rs. a libra.
a libra 4 em caixa a'ty.
muilo alva ecbeiroaa a ICO rs.
lUQuados'
AUettcao.
Vonde-se um sobrado de dous andares e um
sotan em urna das principies fuas da freguezia
ioSooo.
tes : quem preteoder dirija-se ao Forte do Mat-
toi, no largo da Assembla, sobrado n. 10,
guudo andar.
se-
Mantas de retroz
Vendem-ie mantas de retro* para grvalas a
500 r. : na ra do Queimado n. 22, na lola da
boa f.
Na ra de S
Jos ni
1OT&
af,,od:>#$
acabar: ra
Veude-se muito bons gneros aonde aonuncis
os seguinles: vioho do Porto a garrafa 800 rs. a
Mmmmmm -mtmtmmsmm! e?.nada a.6000- F,eueira a720:!^LlsWs.600 .
EVende-se na loja de Nabuco & C. na J
rus Nova n. 2. os mais moderos crspeos 9
, de palha a" Traviata para senhoras, ditos i
I a GuioaliJi, ditos a Cavoor, ditos de seda *
5 a turca para meninos, ditos de palha a J
' Ganbaldi, ditos a hespaphola, e de ou- *
I tris tnuits qualidaes tanto de seda co- \
. modo palha que se veodem mais barato
I oo queem outra qualquer parte.
.m*&mm mmm wsvmm]
i Nibuco & G. com loja na rus Nova n. j
, 2, rpceberam pelo-ultimo rjavio um lindo j
sonimento de enfeiles de froco com vi- a
Sdihos, ditos de retroz preto e de cores,
ditos de fitas e flores, ricas grioaldas pa- j
ra Boivs, e outros muilos enfeites que
se vendem barato. 1
[flwaiafiw s>iSa^asiSrisaMj
Rap fraacez,
fVende-se na loja de Nabuco & C. na
ra Nova n. 2, rap francez a 8$ a libra. \
mvmmm sa mmm
Nabuco & G. coro loja na rua'Nova o.
82, acbam de receber pelo ultimo nsvio
franrez um lindo aprtimento de vestua-
rio para meninos Be 2 a 6 annes, como
sajara vestuarios de velludo, ditos dese-
lla, ditos de merino, ditos de fusto bor-
dados e de oulras muilas qualidades que
se vendem mais barato do que em oalra
quilqupr parte.
S ntos -para senhora.
2f Vende-se na loja da Nabaco & C. na
.3*; ra alova o. 2, ricos siotos dourados, di-
8 tos prateados. ditos de Olas da seda e de
velludo, ludo por preco commodo.
mm*ammmm-mmmmB
Fitas de chamelo-
te muito boas e
bonitas
ditos mais baixos a cnada 33600 rs., titos em
garrafado do Porto lgl20 rs., ditos baixos 500 e
56 rs., vinagre de Lisboa 320 a caada 2$400
rs., marrasquinho IJiO, vinho Bordeaux a I,
marmellada de 2 libras a 1J900 rs., ditnde bra
e meia a 1600 ra., fruclas de calda a 1JOOO, pe-
ras, ginjas, peceso e rainha Claudia lalas de pei-
xe grandes a 1^800 rs., misa de lmale 1SO00
a libra, manleiga ingleza 800 rs., dita franceza
720 rs., b*nha refinada 560 queijos do reino
2&SG0 rs., fiambre ingles a 720 rs.. presunto jJo
-reino n 480 a libra ; compram-se cobres velhos,
as pessoas que liverem dirija-se a mesma que pa
Rsr-se-ha, comoestiver cha hysnn a 2#800ditodo
Rio ero lata a libra 2*300 e 29100 rs., caf era
aroQo a 320, 380 e 260, assim como todos mais
gneros, vende-se mais baratos do que em nutra
qualquer parte, assim como lingajct do serto a
a 400 rs. libra.
SO**
Nova califoroia
J DE
Fazendas baratas.
Ka ra da Imperatriz n. 48, junto a*
padaria frauceza.
Corles de uambraia branca com babadl- J
f> ohos 4 e 4*500 superior 59, cambraia l-
i za com 8 1(2 vara 35. 30500, *4*. ditas da <
Escossia 59, e 63, rico enfeiles psra se-
nbora 6J}e6500 sintos os mis delicados V
para senhora 29500.34, chapeliaa para cri-
anca gosto inglez3o500, 4, para bapttsado "
3, corles de vestido-de seda Eseoaseza do
O bonitos gosto 129 estao se acabaodo, ri-
eos lengos de Ubyriolho 19,1(200. chapeo
9 de sol para senhora de bonitas-Cores, iisoe"
59, cabo de martios 59500, corles de ca'm- #
braia braocos com Cfr de aada 59. ren- O
do francez 200 ris o corado, completos
a> aortimanlos.de balea de arcos 39, aarti- #
8 meatos de meiss para menino e menina #
200 a 240. cis o par. chales do tarlatana
de cores a 640 ris. lepos brasesoom bar- O
ras 160 ris chitas ingleza* a 180 s900 ra. #
dita franceza a 240 a 280 rs. o covsdo
pegas da cambraia da forro com 9 vana #
i ?*J 'ul PJdaria francesa n. 48. f>

CassasGarib^Idinas.
Vendem-se eaasaa a 100.0*0 a 0BO o corado,
. Uartaiha
o covarto, dilas ehoszas atnaa-
k ?rawle lipidacao da
loja 4 Pavo,
Narua da imperatr z o. 60
CamarSnva.
-^Acaba de cajaga^, iVe|eatpeteclmento oxn
jssnde e vsriado softimento de fazendas proprhja
M* fla, eiseus.dooos, resolvern! endo/ern-
sssporptecs'barktisimos'por estaf nn fim do
asno a queraaam aputat diriheUo, orno aeja^
iassa.
^HJm liado sortimento da caasaa de aria corsa
Aliaalldades, qae vendem a 140 e 280 rs. o co-
sd0r
Brilhantina.
"Vende-se brilhantina de qudrinhoa a -MO ra.
oxovado : n*ra da emperatriz n. 00, roja do
t" dlxitas a 140.
siids^Js*laaiaia cWUs fasseaus ascaraa e
alegres, fazenda que sempre se renden por urna
1*statas acaba-se a 240 rs. o covado : na 'ra da
Imperatriz o.'0, loj do Pavao. '
Musseliaa a duzentos rs.
ifivftvidsi.
Vende-se musselina branca caa 4 a meio pal
mos de largura a 200 res o covado e dttaa de
foetss mtizadatr laagora (e chita a 200 reis o co-
as ra do,Queimado n. ti, r,a loja vado na ra da Imperatriz o. 60 loja do Poo.
BnLiUi e atoa\Yvad* de S O PaVO GH 1-
quidaco.
Ricos sin toe doarados lisos e enm listn has a
2*300, esleinhas bordsdss para meninos a"19000,
sptlidnas com manguitas a I96OO, gollinbaa de
tiaspasso a lf, oitas sem ser ds Iratpafso a 500
n. lavas de seda am parfeito estado a 500 rs. o
pir, chapeos de sol de seda com'fraoja muito de>
lijados para senhora a 39500, 'chales rendes de
nerino a 29)00. ditos de rede bordados a 39 cada
om, manguitos do cambraia bordados milito Anos
a 800 e 1$. enfeites para aboca a 29, para me-
linas a 640 rs.
Pmi homem.
Vande-sena loja do Pavio am completo sor-
kmeoto de roupas, corso s*jam : (palitos de pan-
to o casemira de todas s cores, salgas de case-
oira preta e de cores, ditas d bnm de todas as
cualioades, camisas frascasaa tanto para homem
romo pare ra>>ninos pors>teges mais commodos
o que em outra qualquer parte. Do-se amos-
tras de todas as Uzendas que em nossos annun-
cios se v, derxanao ficar panhor : os roa da Im-
peralriz a. 60, onde lera um pavao pintado do
lado de fora, e pera nao haver engaos de noile
tem um distico por meio de urna luz em que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs, o
covado.
Vendem-se lazinhas de quadres para vesti-
do,.fazenda de apurado gosto a 280 o covado;
sa raa da las peralriz o. 60, loja do Pavao.
'La chinera a 400 rs.
Vaode-se lazinhas enfestadas a 400 rs. o co-
vido: na ra da Imperalriz n. 60, lojado Pavrio.
Cambralas de seda.
Vendem-se Qnissimos cortes de cambraia de
seda com dous babedos e da apurado gasto a
49*00 cada corte: na loja do Pavio.
Vestidos braneos.
Veodem-ss flnissimos cortes da cambraia la-
f rada com babados e duas saias. fazenda que se
vende era qualquer partea 89O8O rs o Pari
est lorraudo por quatro mil ris, ditos com bar-
las bordados a 2$500, 39 e39500: na ra da Im-
peratru n. 60.
Cambraias de sal-
picos a 4^000.
Vende-se cambraia branca com aalpicos miudi-
nhos, tendo 8 X varas cada corte, pelo barat-
simo prego de 4*000, senda fazenda que sempre
se vendeu s 79000: na rui da Imperatriz n. 60
loja de Gamafi Silva.
CASSAS LAVRaQAS.
Vende-se cseas lavradas f*zen4a do ultimo
gosto pelo baratsimo prego de 3J500 : na ra da
Imper-.Uiz n.'6l), loja do Pavao.
Sedas a covados.
Vende-se gradenaples preto muito incorpado
a 19600. 19800 e 29000, dito edr de roa, azul e
ama re lo, sarja branca lavrada para restidos de
noivas, e oulras qualidades de sedas por pregos
baratissimos : na rus da Imperatriz n. 60, loja
do Pavio.
CHAPELINAS
a 6#000 cada urna.
Vende-se chapelinas modernas enfeitsdas com
muito gosto para senhora a 69OOO cada urna: na
ra da Imoeratriz n. 60, loja du Pavio.
Lencos para mo.
Vendem-se muito delieadds lencinhos de cam-
braia-de lioho com labyriniho a 29500, ditos da
muitn gosto a imitagio de labyriatho a 800 e
18000: na ra da Imperatriz a. 60, loja do
Pavio.
Madapolao enfestudo a
tres mil ris.
Vende-se pegas de roadapolo eofeslado com
12 varas a pega: na ra d,i Imperatriz n. 60 loja
do Pavio.
Phantasia asis mil ris
Venderse muito ricos vestidos de fsotazia com
babados de muilo bom gosto, fazendas de 129000,
por 69000, na ra da Imperatriz o. 60 toja do
Pari.
Terreno na i^a ttoflim.
Teadcse
Brum,junto
Vende-se cambraia lisa transparente multo 0-
na, pelo barato prego de 4 e 5$ pega com 8 Ii2
varas, dita lapada muito superior, pega da 10
raras a 6J
Vende-se superior bramante de paro lindo com
duas raras de largura a 29400 a ara, assim como
atoalhado adamascado tambero da poro liaba,
caen 8 palmos' de-iorgara 250O a aia tasa-bsm
conhecida loja da boa t, na raa do Queimado nu-
mer 12. J
Cortes de ea\(;a.
Veodem-sa brtes de caiga de sosia casamira
de cores escaras a 25 cada corta ; na loja da boa
f, na roa dasAueimado n. 22.
1 ndaslria americana
Calcado barato*para homem.
Na roa estrella do Rosario, leja de cateado con-
fronte aigreja onde fot concitara, -vende a di-
uheiro aomole sapatos cordovo rasos abarlos na
frente a $400, sapatoes de lustro, fjrma mellrs
a 59500, isa patos de entrada baixa com salto, a
4S8U0. ditos ditos sem salto a a^OOO, borzeguins
de bezsrro a 69OOO. ditos de lu ira a 69000, sapa-
toes de bezerro a 33500, ditos de raqueta e be-,
sarro a 49500 e 59OOO. Para-meninos, botina de
bezerro a 2*500,.aitos de dito de batera a 39000
dilos de lustre a 39300. ditos de bezerro abotina-
dos sem sallo a 2J100, dilos de dito dito com asi-
lo a -2S700. Para senhora botinas de cores sem
alto a 390OO, dilas de ditas coro alto a 000,
ditas de setim branco sem salto a 6|000, sapatoes
de dito dito a3|000. botinas de marroqutm em
salto a 29000, ditas ditas de ola grotsa a 2J500,
sa patos de cordorio com alto a 19500.
Tinta preta para escrever
.Vende-se excellenle liosa preta para escrever
a 600 rs. a garrafa ; oa lirreria ns. 6 e 8 da pre-
ga da Independencia^
um exceilente terreno na' r'ua'do
a fabrica a (asdigo n. 84, ao Vado
esgofo
proprio sara solacelo de asa groase armasen
ds ssascar; quem o pretender dirija-ce i>mss-
M fabrica.
fauna e espirito.
Vende-se agurdenla de canna engarrafada a
200 rs. a garrafa, espirito de vioho a 19700 a ca-
ada ; oa travesea 00 pateo de Paraizo n. 18, ta-
berna ds duaa portea.
Grande pechincha na C-
lifornia.
Risesdo se qaadrinhos azul e braneos, propalo
para rousa de escra-vos a 160 rs. o orado : na
ra da Imperatriz n. 48, junto a padaria frtoceza.
Vende-se urna morada de casa terrea sita
so becco do Pociobo. freguezia da Santo Ao Io-
nio, cem bastantes commodos, e por mdico pre-
go : quera pretender dirija-se ao mesmo becco,
casa a. 20, qne achara com quem tratar.
pechiacha.
Pegas de cambraia lisa da 8 1[2 raras > 29500:
oa raa do Quaimado 11. 44.
CatTos e carroijas
Em casa de N. O. Bieber
jft-.-C. successores ,rui da Cruz
numero -4.
Veodem-se canes americanos mu alegadas
e larea para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cojo fim elles possuem map-
pas com varios desenhos, tambero vendem car-
racas para coaducoio de assucarete.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Rosta da mais ora e
uperior qae ha no mercado' s a preco multo
commodo: no escriptorio de tftnoel Ignacio d.
Oliveira & Filho, largo do Corp Santo.
Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Dias & C, ra da Cruz o. 26 :
Safras a tornos para ferrelro.
Ferro suecio em barra.
Liohas d carritel de 200 jardas.
Malas para viagem.
Espingardas frencezas meitolnaaant eaixas de
per si.
Ferros de lati para engommar.
Pregos fraoeezesde todos os lmannos.
Ditos batel grande.
Dilos de construego. -
Bracos granosa para balanga.
Espingardas lazarinas.
Cla^rnotes inglezes.
Nova
exposico
O proprietano deste novo eslabelecimento to-
ma-a honra de avisar ao publico que tem no seu
esUbelacimento exposta urna riquissima alerta
de quadlos de phantasia e histricos, que por
gosto as pode possuir: na ra Nova u. 24. loja
do Vianoa.
Vende-se
Azeite de dend.
Azeite de amendui.
Azeite de peiie.
Tudo no Forte do Hattos ou largo da asiem-
bla n. 1.
Tricopherous. -
nico preservativo das caspas
e dacalvice.
Continua-se a encontrar : na ra do Queima-
do n. 6.
Agulhas imperiaes
tem. o fundo rlourado.
A loja d'aguia branca, tendo em vista sempre
vender o bom, mandou rir de sua conla essas
superiores agulhas imperiaes, as quaes acabara
de ehegar (pela primeira vez) tendo os fundos
dourados e pontas mui bera tiradas, e cusa,cada
papel 160 rs. Gozer-se om urna aguAha assim
boa, anima e adiahti i quem trabalha, por isso
drriairem-se ra do Queimado loja d'aguia
brenca n. 16, que serio bem servidos.
rVjada$enzalaNoYari.42
Vuds-s am cisada S. P Jonhsion dt C,
illiasa ulhesaglezes,candaiiroia caitiesas
bronzaados.loQas nglezes, fio devala,cbicoia
paraeatros, momaria.irraiopara carro da
ou a loas salos relogiosde ouro paisnis
nglti.
Vendc-se salitre de primeira qualtdade por me-
nos do que em outra qualquar parte : no arma-
zem de Antonio Cesario Moieira Dias, no Forte
do Hattos, ra da Moeda n. 17.
rtante
A loja d'aguia branca cba de receber pelo va-
por inulez sua encommenda de boss, bonas e
largas fitee de chamalete brancas a oulras Ares,
as quaae ao eicellentes par* cujUj^ lagos, etc.,
de vestidla para cas amellase bailei. aiuw como
para Urjos de bouqsetea. cisseiros de crtangas e ditas muito b.s 320 3*0 sovads.-Uazish
multas oulras diversas eeuass, e ,cerno de ea pira vestido a aon ~ '~ *"----'
costme a prego* a menores do que so* nutra
qualquer parte; assloj quem munido dadiosei-
ro, oingir-se .a ras do Qusimsdo loja d'iguia
, branca o. 16, ser bem seNido.
Annuncio
Na bja da diligencia, de Guimarae Ir-
mo, na ra do Queimado n. 65.
Cirtoei de colchetes francezes com 4 pares a
20 rs.
Pntes de massa dourados mullo finos imitando
tartaruga a640.
Enartilhospara senhora, que sempre se ran-
dera m a 69, por 20500. '
Trangaa de lia para resudo, a pega a 40 rs.
Lia para bordar muito fina e lindas cores, a li-
bra a 79-
Massos com grampos a 40 rs.
Liohas para bordar, a miada a 40 r*.
t. Ditas de paso muilo finas, miada grande a 240.
Franjas de tinao para vestidos, a vara a 420.
Apparelhosde porcelana para meninos, pinta-
dos e dourados a 19000, 2$. 29500 a 30.
Cartas com alfinetea a 100 rs.
Paoeis com alfinetes cbeos chata a 40 ra.
Enfeites para senhora niuttd tinos a 3, 4 e t%,
Sintos muito finos er saafaora a 29 e 29560.
Meisa de laia e pretas para padre que aempre
se venderam a 29 a 640 h.
BrtfMtes com flores para senhora a 1 j.
Colheres de metal marta finas para sopa a 109
rs. a duzia.
Garfos do mesmo metal a 40000 a duzia.
Vende-se fil de linho bordado fazenda muilo
fina a I9OOO a vara, dito lizo a 800 rs., tarlatana
branca e de todas as cores a 800 rs. a rara sa
leja do Parao.
L.u\s\ftde$euvin.
Vendem-se as verdaderas luvaa de Jan vio, che-
gadas por ste olttmo pasaste da sTsssM : os
sa loja agola de ouro, t da Ctbag a. 11.
Assim comooulrsa militas raiudezas finas e ba-
ratas, que deiamos de mencionar, para nao se
tornar tanta massa.

tadas a 400 rs. o corado, asiasda earsso nut ser-
re de balso a 29400, ditos de miaaolae a 3f,
chitas a 160,180>e 300 rs. o corado, ditas frsu-
cezas a2M, 940s 000 s casada : sa rea da Im- Cortes de barage de seda com 30 corados s
peralri, sala da arara dsd portas o., de Ha- "drlea de lia com S* corados a 5j, gsse daseda
rhies & Mendes. 8s>,ss-. taro nudas flores a matiz, covado a 800 r pe-
K. O.BieSsr & C.aucceaserea.rsa da Craz cinhas de entre meio com 3 li2 varas a 10200
n. 4, tem pata rarlser r elogios para Iglbsits ds.flno tustSo decollle a 192TJ0 : oa ra rJo OueT-
or satsta. maddn.4*.
Vestuarios a cinco mil
ris.
Bicos vestuarios de seda,para meninos, fazenda
de 12J por 501*00 ; na ra da Imperatriz n. 60.
loja do Pavao.
Cambraias lisas.
Vendem -se pegas de cambraias lisas, fazeada
muilo lina, cira 10 a rais rara cada pega, pelo
prego de 59OOO a pega, ditas de 8 s meia raras a
29Mft, 80. 80509 e 4J, ditos de 6 e meia vara a 2
e 29500 a pega, ditoa para forro cora 8 e meia ra-
ras a 1J6O0 e 29 : na ra da Imperatriz, loja do
.Pari..
Balees sem ferro a
Voodeaa-ae muite su peno rea aaisa ds coroso
qae aiera as vete* de bala o, torsaado-aossaia
recommendaveis por ae poderem latir eeogooa-
anar, a 39200 ada atoa: na ra da Imperatriz n.
60, toja do Pari.
TaiaSe
Fer^e-se nt rn* ^n Abollo
n. 3t4efronte do tneatro 4^
a amiba, HieiA arroba ji ^J500
ea

vara.
Acaba de
ehegar
ao novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Gon-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande s variado sortimento da
roupas feitas, cafgadea a fazendas e todos
estes sa Tendera por preco s muito modi-
ficados como de seu costume.assim come
sejam aobrecasacos de superiores pannoa
e ca sacos feitos pelos ltimos figurn os a
269,289, 300 e a 359, paletots dos mesroos
pannos prelo a 16$, 18f. 209 e a 240,
ditos de casemira de cor msela do e de
no vos padres a 149.169. 189.209 e 240,
ditos saceos das mesmas eaaemiras ds es-
rea a 99. 109,129 149, ditoa prelos pe-.J
lo diminuto prego de 89. 109, e 12g, ditos
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 120,
d'tos de merino de cordio a 120, ditoa
de merino chinez de aparado gosto a 150,
ditos de aloe-ea preta a 79, 89, 90 e a 109,
ditos saceos pretos a 40, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustio a 30500, 40
e a 49600, ditos de fusta o branco a 49,
grande quantidade de caigas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 89 e a 49, ditas de brtm de cores
flnss a2J500, 30, 39500 e a 4g, ditas de
brim braneos finas a 40500, 5$, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6g, colletea
de gorguro preto e de coras a 55 e a M
ditos de casemira le tor a pretos a 4 J500
a a 59, ditos de fustio branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4g,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500*
caigas de merino para luto a 45.500 e a 5g'
capas de borracha a 90. Para meninos
de todos os tamanhos : cablas de casemira
prefa e de cor a 5$, 69 e a 70, ditas ditas
de brim a 2 j, 39 e a 39500, paletots sac-
eos oe casemira preta a 6f e a 7s>, ditos
de cor a 69 s a 7$, ditos de alpaca a|39,
aobrecasacos de panno preto a 1 2p e a
14, ditoadealpaca preta a 59, boneta
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninaa de 5 a 8 innos com cinco
babados lisos a 89 e a 12J, ditos de gorgu-
ro de cor e de lia a 50 e a 69, ditos da
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados para bapliaadoa.e muitaa outraa
fazendas e roupas feitas que deiiam de
ser mencionadas pela aua grande quanti-
dade; assim como recebe-se toda equal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturare que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande oficina deal-
faiale dirigida por um hbil mestre
pela saapromplidi
xa a desojar.
Fil liso branco de linbo, manteletes al* seda
da ullirss.mods a 149 Sfif e<2D|:u ima lo
Queimado a. 47.
A01 tabaquistas.
Vendem-se superiores lengos francezes a imi-
taeio dos de Jmho, rourto proprios sera os taba-
qoiaiM par aereas Oe otes escuras efriss, peto
baratisaimo prego de 5 e 6| a duzia : sa roa do
Queimado n. 22, na bem eooheeidr laja-da boa f.
Fil liso e tarlatana.
Vende-saopeiior-fll 'ttsa e J cate, .asi baratissiae prses de JOOrs. a
rara ; a bem esohacida laja da boa 10, -os tos
do Queimado o. 22.
T mMmlb -vftra mitos.
nden.se barato prego de 59 dsaia : na ra do Queima-
do n. 22, na lojada-bse/f. -
Ricos eneites.
Vendem-se ricoaesupstioressnieiles os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bsra-
UMimo prego d> fr-e O9WO : na Ipia .da bol f.
na ro.do Qoeiorados!^ ?1 m
aT* ^^4_
Cambraias de cores.
'Vendem-se cambraias fraocezas de lindas co-
res, pelo bara tissimo preco de 260 o corada : aa
ra do Queimado n.^, na tem con nocid a loja
da boa f.
Cambraias iranottws finioimas.
Superiores cambraias franceza a ntuilo dnai. de
muito bonitos padroes, pelo batato pesco ds 700
rs. a rara : na loja 0a boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
Vendem se os eageuhos
S. Pedro e Espirito 'SaiUo, am-
-bos moentes e eorrentes e
d'agua, sitos 11a freguezia de
S. Bento comarca % de Porto
Calvo e proviircia de Ala^oas,
o primeiro tem casa de enge-
r no e poucas obras, porm
safreja quatro mil paes, o te-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil paes:
quem pretende-los dirija-s
aruada Cadeia do Recite n.
26, primeiro andar, qire acha-
ra'com quem tratar.
Attenco
36-l\ua No\Wts6
Nesla casa eecootrario sempre um grande sor-
timento de relogios de atgibefra, de ouro a de
prata, patentes e horlsontaes, suissos; assim co-
mo am ccmpleto sortimento de relogios de pare-
de e de bancas, dos melhores fabricantes possi-
el. Faz tambem qaalqirer concert de relogios,
eja qoal fer a qualidade, e oestado de misa, os
eoncertoe sao afiangados.
Maior redujrao nos preces para acabar.
Vendem-se oo armazem da Braga Son 4 C.
oa ra da Moeda, taisas de fatro caado do mal
acreditado fabricante -Edwin'MaW a 100 ra. po
libra, as mesmas qae 1% rendiam' por 190 rs. T
3ue
el-
^^^^5K-^^M5s>KeW9iS
4UeicM
Vendem-se caixoes Tastos proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1#280:
quem pretender clirijs-se a esta''tipo-
graphia, que ah se dir' quem ostem
para vender.
Vende-se
na raa do Queimado n. 19
oseguinte.
Pegas de cambraia fina adamascada para corti-
nado com 8112_ raras, pelo barato prego de59CO0.
Toalhas de lioho adamascado psra mes* a 40.
Cambraias de salpiros graudos muito lindan a
00 a pega, ditas de ditos aludinos finas a (0500.
Lengoes de bramante de Hn'ho a 39000.
Cambraia ailada para forro ds restido, com
8 1|2 varas a pega por 29.
-Gisadas colchas de fustio Wrrradas a 9.
Chapeos eofeitados muitoiindos, proprios para
meninos a 7*.cada unv,
Cobertaa db ebfla, gdstotfcrbbT, s?.
Ricas asselias pera ostra, de flor > laranja.
Aiawdas cea 7 palmos de largo a 000 rs. a rara
Leecoeede nannodslr&hsa 19000.
SouhaM Metiera & C, tesso reeebido or-
ea pasa rendar o scsssaido0eooUs dsrslo-
sAua '(ato <6 akiwaat* ter-*e retirado nego-
cie ; coaries. porisrrta, ssssasssa queasnaerem
powuir um bom reloitidasatro ou.pasta ds e
Ubre fabricante KorsSf, a asrerotiar-aa da ap-
portanldade aem pprda de tseopo, para rlr coaa-
pra-los por- commodo prego no sea esotlptorio
ras do Trapiche n.28.
Veude-se confronte o portio da fortaleza das
Cinco Pontas oseguinte : carrogas para boi, di-
tas para cavados pera agua, carrinho para traba-
Ihar na alfaudega, dilos de rulo, rodas para car-
rogas e carrinho, ios, torradores de caf com
fogao, boceas de torno, bandeiras, ferros de rol-
tas de todas as qualidades. dobradigas de chum-
ba r de todos es tamanhos, {echaduras de ferrolho
ferrelho de chapas, ferro de embutir de todos os
tamanhos, e portio de ferro
50(M00.
O riral sem segundo na roa do Queimado nu-
mero 55. est queimsndo as seguinles roiudezas
por pregos que a todos dereni admirar tanto pe-
las suas qualidades, como tambem pelos pregos.
A ellas antes que se acabem.
Grozas de pennas da ago a 400 rs.
Ditas de miozinha, multo finas a 500 rs.
Caixas com agulhas francezaa a 120 rs
c*'"s C(n Prelhos para divertir meninos a
Ditas muito finas e grandes a 500 ra.
Grozas de botes de osso pequeos a 120 rs.
Ditas de ditos de louga a 120 rs.
Duiias de baralhos portuguezesa 10400.
Tesouras muito finas para urinas a 400 rs.
Ditas para costuraa muito Coas a 400 rs.
Baralhos muito finos para roltarete a 240 rs.
Agulbeiros com agulhas a 80 rs.
Ganirete de aparar pennas a 80 rs.
Ditos com duas folbas a 160 e 240.
Pegas de tranga de lia de todas as cores a
200 rs.
Pegas de franja de lia de todas aa cores a 800 rs.
Sapatos de tranga de lia finos a 10280. N
Cartas de alfinetes francezes a 100 rs.
Caixas de ditos ditos a 60 rs.
Escoras para limpar denles auito finos a 2O0 rs.
Massos de grampos superiores a 40 rs.
Cartas com colxetes com^lefeito a 20 rs.
Ditas ditas superiores a 40 rs.
Didaes de ago para seohoraa a 100-rs.
A latos de chambo para meninos a 20 es.
Erfiadores para restidos com 4 raras a 80 rs.
Caixas com clcheles francezes a 40 re.
Cartas de alfinetes para armador a 100 rs.
Fios de coral de raz a 640 rs.
Charuleiras muito finas a 19000.
ui- je.
se- 3C
ai- m
le- S
ira. ^
1
50 A Ra da C adela do Recie-50
5W, 1& 2500,]
4#500 e 5f.
Manoel Gongalres de Olireira Sarjaos,
acaba de arrematar urna porcao ds fa-
zendas muito barato e par isto rende ba-
rato para vender muito, rende muite pa-
ra render barato grvalas de seda a 500 a
ra., enfeite de ridrilho qae se tem rendi- 8
do por 40 a 19, chapeo de sol para se- "
nhora a 29500. ditos de cabega a garibal-
di a 40500 e 5J, renham a este sslabele-
cimeolo ver estas chinchas que admira.
aas- aaUassKMs\JBBBsmsBsra> a
*%wiw aiB^aaiB^n4Bs^saawiaavsspa>
Relogios.
Vaada-sa am casa de Johaston Patar d C,
ra do Vigario n. 8 um bella sortimento as
relogios da ouro,paisnte inglez, de um dos mam
afamados fabricantes da Liraroool; tambara
<>* rariadade da bonitos lrBcliEtpara os
mssmoi. t %
Attenco.
Nvruado Trapich a. 40, m easa de llosker
Rookor t C. eslte n bem sortim-sate da lia-
bas de cores s brancas e am carreteis ds easlbsr
f'bricsnte de Inglaterra as quaes as randas ss
I precoa oral raxoa*eia.
i
tteiijao vantag^m.
Csan abete ds 00 sor cenlo aa tas tess s ae
gooie coas ana sarros da.seasslo slcaaa bosss, outros em bom aso : na raa Uo Ira*araist n. tt,
primeiro andar.
ae-



*
>*
[''

K
DeM^adas ovan
catas de iH^JtS^jtWJrire-
per-ola, para liiTsfter
cfen tes.
Na rerdade otea escora pan Hmpir pede. o.
sempre Becessaria ea quauqnar 1au*ador, a com
eapeeialidade no da aenhora que preza o aeaeio,
*ifli" ?U"*per/et.o mandar comprar
uaeossaaesrjorasdecabodaaarlia o* ma-
dreperola qae euititn 2 e 3* re., d> loja d'agaia
oxanca, Da roa ra do Queimado d. |6.
Navalhas d'aco
MBA IWIiaiKKItHlllU
r
Vn

wmmbeMimt&m.
Veada-se na leja d'aguia braoo mui finas na-
ralas eao.raiiaado coa caboI aar Uro, e
para aaaegurar-ae a boodade dellaa baata dizer-
sa ia ai* doa*faajadae acredita* faOcioan-
^^^4C'eg,t*0,, eatoj.da.*a*-
^laaa 000: ne.nia do QaeimaJo, loja .'aguia
nranca, et. ls%
PerMas galvanisadas.
A leja d'egwta brenca recebeu mu peonas
galrsnrsadaa, de ooTissima e mui boa quatfade,
e as esta re*jJen'do a 29000 a csixinhi com urna
grosS. As priroeirae deesas pe mi ai foram offe-
rec,J" *lSf5iw*ldii PoiMasorrasa o sea re-
tracto, e as- referidas caitas se encentra o dia-
c0peanas Caribaldl.
^l."ebrcanalrt^B4 "' Ouen"d0' 'ia
Tuquinfeas de setim, sa-
palnhos de dito bor-
dados, e meias de seda
parsr baptisado.
A. loj "aguia branca acabada despachar de-
sea propria encommenda, um bello sortimento
dos objectoe cima, o de muito boda gostos, sen-
do aa loaaoinhaa tfe- setiar mui be eneitadas
de fitas a lares a flSOOO, indo cada urna em sua
caiiinba, saa(inhos de selim branco muito bem
Bordados a- 3} rs., e metas de superior qualhrade
tanto brancas orno cor de carne e pintadas a 2fl
rs. apar: qaem munido de dioheiro duigir-se
ras do Qaeiroado, loja d'agaia braoca n. 1, nao
dauar de comprar;
Cassas garibaldi-
, as na leja do
Pavao.
Vendem-se finissimas cassas garibaldioas seo-
do estas cassas as mais modernas que ten che-
gado a 360 rs. e corado: na ra da lmperatiiz
n. 60, loja de Gama & Silva.
de 4 portas.
Vende-se panno rerde, jirato; azul e cor de
cal, eoado 39.
*2K,B1niir'U UDerlot Hdade corado
19600 e 19000.
Chales de touquim para acabar a 10.15. SO.
3a 40
Superiores cortes de seda o mais moderno que
tem rindo ao mercado a 90, 100 e 120.
Sediobas de quadrinha e Dores, superior fa-
zeada e moderno gosto. corado, 800,1s e 19100.
Ghaljr,,8upetior azenda, corado, 500 r.
Mimo do co. [tienda para reslido desanhora,
arado 500 rs.
Taimas. manteletes pretos 1 18, 20 e 259.
Suparioras reatidos brancp bordados, a 2, 25
e 30.
Cseas, frsncezaa unas, corado,240,rs.,'
Cortea de casas* da selpieos. um 3 e

7-
As verdadeiras loras de

36, ruadas Cruzes de Santo Antonio, 36,
-------------' ^^a^^a^BSBBBBBF aaBneBeas^aBaaBUaaSaVanBlaVaBBaBl1
Laja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4#.
Duzia de raeiaseruaa para hornera a
19200 o 9 par a 1*0 rs., ditas brancas
muito finas a 28500 a duzia, lenros de
csss com barrt de cores a 110 rs. cada
um, ditos braocosfa 160 rs., baldes de
W e 30 arcos w 3fl, liszlnha para res-
tidos a 240 o corado, chales tfe merino
estampados finos a 5$ e 6|, tarlataoa
branca e de cores multo fina com rats
eraeiade largura a 480 rs. o corado,
alude lloho liso 640 rs. a rara, pe-
cas de cambraia lisa fina a 3, cassas
de cores para reatidos a 200 r. o co-
rado, mussulioa encarnada a 320 rs o
corado, calein has para menina de escola
a If o par, graratinhas de trenca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um dusia 29. pegas decambrais de sal-
pica muito fina a 39500, pecas de bre-
tanhaderolo a 2, chitas- francesas a
9S0 e 240 rs. o orado, a foja est
aberta das 6 horas da man ha a as 9 da
ooite.
Legues.
Vender-ee lindos leques do madreperola, <
mais fino poasirel: na loja d'aguia de ouro, ra
do Cabog o. 1 B.
luengos bT&Beos muito
Vendem-se lencos braocos muito finos, pelo
diminuto preco de 2400 a dusia, graude pe-
chincha : na loja da boa fe, na ra do Queimado
namero 22.
Entre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da aguia branca vende-ie ntremelos
bordados em fina cambraia transpirante a 1 a
peca de 3 raras, preso este porque s se acba em
dita loja da aguia branca ra do Queimado n. 16.
Adrerte se que de cada padro tem bastantes
pe;as para rostidos.
Caivetes ixos para abrir
latas.
Chegou ora remesas desses. preciosos cani-
retes flxos para abrir latas de ssrdlnha, doce,
bolacbiohas etc., etc. Agora pela festa cmese
muito meas cousas e per tea neesssaiie Sor
um desses caivetes cojo importe 19, comprsn-
do-se na rus do Queimado loja da aguia brinca
n. 18, nniea parte onde as ha.
Escencia de ail.
Para engommado.
Vsidem-se frasqolnnos com escenci* de ail
coasa exceilente para engommado porque urna
gota della bastante para dar cor em urna bacia
de gomma tendode maisa maias preciosidade de
nao manchar a roupa como maltas rezee acon-
tece com o p de ail Cusa cada fraequiobo
500 rs : na ra 4o Quaimado loja da guia brao-
ca o. If.
* X verdad*!.* liquida- g
f^&o de todas aa a-S
ZAftdas, raapas fti- i
tas miadezas da S
na da Caaug m.S
^ 8
Cortes da seda preta. 25J, 30,35 e
Laucos de aeda a 600 e 800 rs.
Lia de qusdros para restido ie senbpra a jou-
pa de meoinoa, corado 240 rs.
Grasdeaaple preto, corado 19280-
GhU de merino bordados a 4J.
Chitas francesas escuras, corado 240 rs.
Meias de algado cr para homem a 4.
Cortea doreUudo para collele s 3*500 e 4JOO0
PalUU de brim a 3 e 4
Chapeos de sol do seda para senhors e meci-
nsa a3e 4|. ,
Laques, para senhora e meninas a 3 e 4.
EspwtiLaoa pira sennor e neoioas a 3 e 4.
Chapeos de pellica para meninos e meninas/
Chapeos de paJha para senhora.
Chapelinaa da eda, pera senhora a 8 e.lOf,
Camisas bertas de renda para, senbera a 2 e
3$O0O.
Grosdenaple amarello-com um paqueno toque
de. mofo, corado 600 e 700 ra.
Paletoi, calca e.colletede casemira, pelo bara-
issime preco de 25
Ceroiilaa escocezaa, urna 1#200.
Cortes- de barege com.duas saiss a 8 109
Cortea de seda escoceza, superior fazenda, com
13e 15 corados cada um a 10.
Camisas ioglezas com peilos de linho e com um
quena mofo, duzia 25$.
Paletots de alpaca, um 99.
Cortes de casemira um 39500:
Chales de lia e seda, superior fazenna, a 29500
Lencos de cambraia de liaho bordados com bi-
co, a 39, 5, 6 e 8.
Dilosdedita para homem, duzia, 6, 8, 10,12
e 14$.
Selim preto maco o melhor que tem appare-
cido. corado 39.
Chapeos deso de seda para homem um 6.
Ditos dito de dita ipgleza para homem, um 9,
10-elf.
Baldes para senhora, um, 3 e 4.
Panno de linho do Porta com 12 palmos da lar-
gura para leoces, rara a 39200 e 3400. ,.
Lencos de cambraia bordados com bico, duzia
alffiOO.
Oo41a4nas Manguitas de dita ditas, usa 19.
Camisas para menino, dosis 15.
Pil do linbo bordado, rara lp2O0.
Dito-de dito liso, rara 19800.
Cortes de brim de linho, um 19600.
Pota americana.
Vende-se potassa americana muito ora a de
superior qualdade: no escriptorio de Manoel
Igoacio de Olirelra & Pilho, largo do Corpo San-
to n. 19.
50 A.Ra da Cadeiado Recife 50 A.
*V H e 5J500.
Manoel Goncslrcs de Olirelra Ssntos rende
esta pachincha:
Pecis de cambraia branca tapada com 10 Taras
e urna de largara a 59000, dita de dita de apura-
da finura, a 59500 a pera.
Por! boiiquels,
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'agaia
branca os bonitos port bouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, Picando assim remedia-
da a falla que haria desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casamento e bailes que se contam nesses
das, por isso as pessoas qae por elles esperaran)
e as que de noro os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dioheiro i loja d'aguia bran-
ca, roa do Queimado n. 16, que eocontrario obra
de bqm gosto, barateza, agrado e sinceridade.jg;
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fiba, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
5; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na b*m conheeida loja da ba fe*
Paletots
braneos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
de puro linho, pelo baratissimo preso de 5$ : na
fu do Queimado o. 22, na bem eonhecida loia
da boa f. *
33 REA D1REIT4 3
- Grande armazem.
VeiwgfMts e miudf as.
Sem bandeja, sem col heces, sem garios e fa-
cas, impossirelpassar a festa I nesla armazem,
oois, eocontrario as familias o melhor e mais ri-
co sor lira en lo por precos inferiores aos de pri-
meira mo, e reparem.
Bandejas recortadas e finas a I9OOO.
Ditas qltas s 2.
Ditas ditas a 3j.
Outras (sultana valid) 69,5-e 4
Faqueiros a 6J. 49. 39600 e 39- .
Colheres principe (npa) 6f e 4S500. '
Ditas dita (cbi) 39 e 29500.
Salitre, ferro, treos de cozinba, a ludo quanto
perlence a (erragena baralissimas.
Camas de rento de louro a 498OO, e de ama-
relio a 5500.
Fogsreiros para todo- preco.
Grande

IMS >-n.:i!>

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InaJ

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'aMdfnfi'6Z M.PflCl*nU.idt a *0'tt, 'i mm*nmn pr adores
Tiii^mr5STJr <******* nsda^dewm ppis sra isw cooJrmsmos o que lev.mos ho. iMmo ,M
ucuiiraireeZaa.iiieIbi.roV) mercado a.840>nu a libra mbwrtr razio 4a 600 r, a libra
KfltattS8 SOlta**ov"'* "d*' *Wer rs. o canto e a 63 o mUbeuvo, sflsncvw que i vists ds qnslidade ninguem deixar Je comprar
P jij,g0s ***" *rfoha, as melhores que ha no mercado a 1 bsfto, e em poreJo de 1 para eima a 800 rs.
tantlas verdes as mais perfeius que temos tido no meroado obfgsdaa no vapor OMa.a %iQ rs, a Jibfa e em porco ter aba tmenlo.
Zea, as mais novas que ertsura no mercado a 200 rs. a libra e de 8 para cima a 160 rs- afiaocs-se a Boa qualdade.
fflaSas ulhsrim, macarrao e alettia asmis novas do aereado & 480 rs. ajinra eWa cti!t.
Cilampanhe dunurcas mais acreditadas de 15>a 20 o gjgo e 19500 a 9# a garrafa.
BolachiHha llgieza a 3S0 n, a libra e i abanica, aianea-s. sar a mellior do mareado,
Arroz o metbor do mercado a-.lOO' ssv a libra e 270f> a arroba db da India e 120 ra a libra da do Mardnhao,
Cha hySSOU e pretO 0 melhar do aereado de 1W0 a 2880 em porceo lera abatimento, eafiaoca-ce a boa qualdade.
Presunto fiambre infera hamburguez a 900 rs. a Hbra e em perco a 800 rs.
PreSUatOS portUgUezeS ',nd6s do Portode casa particular a 560 rsk par Ubra ainlairo a 460 rs.
Alarmelaua dos melhores autores de Lisboa premiada, as axposigoes universaes de Eiondfes a Pars a 19800 a lata.
Caixa COI estrelinha pevide e rodillha a70fXracaie8Wrf. a Hbra rea poreo teri abatimento.
Latas de ameiXAS franoazas com cinco libras a 4*000 e 19000 a Ubra.
PassaS em caixinhas da oito libras, as melhores do marcado a 29500 e a 500 rs. a libra e caixade urna arroba a 89500.
Espermacete Superior 740 rs. em ceiiao.a.74J0ma libra-,
Conservas fr a acezas iuglezas e portuguezas a eoo e soo rs. o frasco.
rvilnas portuguesas e fraoeesas a 800 rs. o frasco aftanea-se serem as mais bem preparadas qae tea rindo ao mercado.
Uta COm bolaxinha de^SOda de diversas qoaWades, a muito novaa 19450. o^andos, dod a 8 libras deS500 a 4500.
YinhO em garrafas Duque de Porto, Porlo fino, genuino, nctar, Carcavallos, MadoUa seeea, Feitoria e Camones a 19200 a 19300
a garrafa e a 13 a duzia.
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. agarrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Latas COm frUCtas d todas as qnairdades que ha em Portugal da 700 a 1000 a lata.
rera em caixas da 4 a 8 libras a melhor que sa pode desojar e tem rindo ao mercado de 49 a 6 a eaixa e 1280 a libra.
Lormthias em fraseos de 1 l \2 a 2 libras do 600 a 29200.
atas COm peixe Savel pescada a outras muius qualidadeso mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado da 19400 a 1600
Araruta a melhor que se pode desejr a 320 rs. a libra, e 120 rs. a libra de gomma.
raSCOS de amendOa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e desuperier qualdade a 39 cada um.
V magre branco o metbor que temes tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560-a caada. '
Cdminho e erva dCe os mais novps que ha no mareado a 880 a libra do eomiaho e a 400 rs. a eeva doce.
VinilO BordeaUX de boa qualdade a 800 a 19 a garrafa e de 8500 a 10000 a duzia,
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado olor-de Lisboa e rinda a pr imeira ves a nosso mercado, de 19 a 1280.
-Gaixas SOrtdas com amoins, amendeas, passas e figos, oque hade mais proprio para mimos, de 19000 a 59000 rs. por caixade 2a
lz libras, e 400 rs. a libra dos figos. r *
Cervejas das melhores marcas iae rfc mttmh 5 e 09000 a du. da branca.
Vinagre puro de shoa 94o atraa a 19S0 a eanada.
Doce da guiaba da CaSCa emcaxo a t9 evem porcao a 900 rs.
Azeite doce purificado a 800 rs. a garrafa a 99000 a caiza com 12 garrafas.
(rOgnaC a melhor qualdade que temos no mercado a 19000 a garrafa a 10900O a dusia.
QUIJOS SUSSOS chogados ltimamente a 00 rs. a em porcao teri abatimento, afianea.se a boa qualidade
Geuebra. de Hollauda a 600 rs. o fiasco I 69500 afrasqueira com 12 frascos.
rail LOS llXadOS para dentes a 200 e 160 rs. o maco com 90 macnhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3000 a groza a 280 a duzia de caixas.
LnoCOlate ornis superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol efrancez de 19
AzeilOUaS as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 19200 aseneoreta
Amen (loas ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra am porcao ter a batimento.
AlpiSta o maiB mp,, qUa tem vBj0 a0 mercado a 160 rs: a libra e 59000 por arroba.
A Iftm dos ganaros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
a 19200 a libra.
Porto, e a 29000 as da Lisboa.
Esperanza.
Receben de sua encommenda pulcai-
W raa de cabello qu rende por 10 o par,
am bracelete de mosaicos a 6 cada um,
agotbas rictoria a 180-rs, o papel, pen-
tes de tartaruga a 8; 10 e 12|. precos
qp porque niogoem pode vender (nos fa-
dfe senda) estes artlgos nao se encontra em
* toja uenhama por isso rio a rus do Quei-
9 mado n. 38 A, loj* da Esperanca.
OEsperaucareduz aexpres-
so mais simples.
(A* DINHEIRO.)
9 Todos os artigos que eslao na loja
em muito barato quesa quizer r comprar e
2 veri : rus do Queimado n. 33 A, Guima-
W raes & Rocha.
s
s
8
8
SJsV* Burgos Ponce de Len, Hquidatario
a eitincta firma de Almeida i Burgos,
tendo de satisfster a sgnnda prestacao
aos credorea da mesas firma, d'srt em
disate pasas a espdr a renda siaSa po
menos do que tem aonnociado, coa mtiot
bfHmeato do dstd, a>Mai par*.,
apurar dioheiro, grande sor ti meato de
fazendaa para senhoras, boaaens a
cr sancas.
E' sprorailarem-se para a festa.
.< m
fMbf o.,-Mear.
laa'n ra ao tra-

Saperiore paletots de paaao preto minio fino,
<*ra osaiio bem ferie, peto barstissima pwco-de
*>; na raa do Qoeimao a. 22, na bsm conhe-
eida leja da boa f.
Cal rirgem de Lisboa em
pedra.
VndO-sa a mais a ora qae ha no mercado por
preco aeito eommao ; nnicamenU ao largo do
Corpo Santo n. 1, trapiche da companta.
Potassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Biel>er &
C, luccetsore, ra da Cruzn. 4'
S arara em liquidado
Va-dea-sa pecas de ra.da polio fina enbslado
Z5*' !, Tiha enfeatada de Cores a 49*00, cortes de fustio
i2B0 e 1|W0: na loja arara n. 56.
A musselina do Pavo
200 rs. ocovado.
Vende-se musselina branca com 4 1]2 palmoa
de largura fasenda .muito fina pelo diminuto pre-
co de 200 rs. o corado, cortea de chita inglesa
cam 10 corados cores flus a 19500 rs., ditas de
musselina branca com 10 corados a .29, tudo
ra,,.fH,r'r diheiro: na raa da Imperatrii n.
60, loja de Gama & Silra. ~
-- Vendera-ae libras atorlioas ; no escriptorio
de Amorina Irmos. ra da Cruz n. 3.
Liquidaco
de fazendas para senho-
ras.
Vendem-se ollinhas finas a 500 re., ditas com
bolaozioho a 640, ditas da traspaaso 1J. ansa-
Etilos bordadoa a 720, manga i toe e caltas cam
olaoiinho multo finos de liaba a 21500 e 8f di-
tea de fostao a 8. camisas bordadas asra seoho-
ras a 4. rices tiotos dourados a matizados a
29500e 9, rico afeites a GaribaWi. pegas da
liras bordadas e eolremeios a 1, eorpiaboa asi
mecios a 040 cada um. ;
Para homens.
Veodem-ae paletots de casemira da coras a
pretos a 10 a 12, ditos da "brim para todos os
precos. colletes de dif ersas qualidadee, alea de
casemiras da oresa 6 o 7f, ditas de brim gan-
gas a 2 e 21500, dita da riscadiabos a 1100 e
1600 .' aa raa da Imperatriz. loja da arara 4*
4 portas n. 56, de Magalbies & alendes.
Vendem-se dous parea oradasararas para
carroca : na ra Augasts a. 59.
A3|OO0.
Chapaos da palhinba fia* enfastaos parama-
mas ; na roa do Crespo a. 10.
Attenco.
*
Chegou na rus do Queimado n. 99, loja de 4
portas melpemeoe imperial com 6 palmoa de lar-
gura a 29800 o corado, o mais moderno e apura-
do gosto que se pode encontrar para reatidos de
isenborsse meninas.
Na\oja do Vapor
Boa Nova a. 7.
acha-se bsrato grande sortimento de calcado fran-
cez e inglez, roupa feita e perfumaras muito
finas.
Chitas largas a 220 rs.
aa loja do Pavo.
Vende-se finissimas chitas francesas com pe-
queo toque de mofo, afflancando^se soltar o
mofo logo qoe se iarem, por serem de er fizas
a 9X0 rs. o corado : na ra da Imperatriz o. 60
loja de Gama & Silra. '
Opiata ingleza
' paramentes.
Est finaba ente remediada a falta que s sen-
ta desea apreciarel opiata inglesa rao proreito-
a e neceslaria para os deoles, isso porque a fo-
ja d'aguia branca aesba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a rende-la a i500 rs. a
caiza : qaem quizer conserrar seus dentes per-
feitos prerenir-se mandando-a comprar am
dita loja d'agaia branca, ra do Qnoimado n. 10.
* **# $#&
SLoja das 6 por-g
tas em frente do Li-
w vramento.
Roupa feita muito barata. 2
Paletois de panno fino sobrecaaacos, "
m Ortos da casemira d cor da fustio, ditos
A de brim de cores e brancas, ditos
' anga, calcas de casemira pretas o
9 cares, de brim braaco decoras, degan
m ara, camisas coa peito da liaho muito 2
[ fiaaa, ditas e elgedao, ebspooa da so 5
W do slpaca a 4 esds am. #
Rna da Senzalia Nova n. 42.
Peste estabelecUnento vende-se: ta-
chas de ferro oado libra 110 rs. idem
de Low Moor Hbra a 120 n.
Urna barcada.
Vende-se aaaa bsreaca do porte do 35 caizaa,
eacalhada no eataleiro do mestre carpitero i*-
ciaUwBlesba, ao p da forUVeu daa-Ginco Pon-
Ua, aaada i podo sor ^ista osamioada pelos pro-
tsudentea ; reode-se a praao aa a diuacira ; a
iraur oaa Manoel Airea Guerra, na taa do Tra-
piche n. 14.
de
de
Nova exposico.
Ra Nova n. 20.
Riquissima sortimento de cutilrias em todo
o genero, assim como um riqoissimo sortimento
de louca de porcelana para cozinba, riquiaaimo
sortimento o> metses, riquissimo sortimento de
miudezss, e ouiros muitos artigos, que com a *
ta do comprador se poderlo apreciar : na ra
Nora a. 20-, loja de Garneiro Viaona.
- Bombas de japy.
Roa Nora n. loja de Carneiro Vianna.
Canos de chumbo.
Roa Nova o 20. loja de Carneiro Vfanna.
i "", Vende-se breu em barris : na ra da Ma-
drede Deoan. 2.
Arado a americano se machina-
para(avarroupa:emcasadeS.P.Jos
hston 4 C. raa da-i erzala n.4-2.
Vende-sa o grande sitio denominado Cala-
a, sito na freguezia da Varzeaa de muito boaa
tetras, qne todo qnanto se planta d orna grande
quantidade, eom urna cass da taipa ji coberta,
UB>a diU de fazer trinha. grande quaniidade da
pes de cafezeiros. comdirersos ps do fructeiras,
como seja laraogeiras, coqoairos, etc., etc.; e
tambern rendem-se duaa raccas que dio bastan-
te leite, urna della com a cria j grande, a am
burro manso : a tratar na ros. do Sebo n. 20.
libras sterlinas.
Vende-se no escriptorio de Hanoel Ignacio de
Olireira a Filho, largo do CorpaSaato.
loUCd"?.u3l.dV,h'eg H'^ "^r par/ a
ledo ff li^eorS. "' d ^^ D" *
Esponjas fl-oas
para o rosto.
e7fi.",,,ni0i flD8 MP" Para rosto, a 2
Sica': 16." rU> d Ueaiad0' ,0 *'*
Leite virgiflal
lfllivel remedio para
sardas ^ panos.
ltP'e'1f.."';IDl i haiacoobecida cobo reme-
dio oalhrel,fiar. sardaa. e, nann^^d.*;,
b?aaca n! 16? "" Iai ^ Q^^", soja d'^uU
Atten$ao-.
43 Raa doAmorim43
Grvalas da moda.
Tfa loja da boa f. na ra do Quoimado d 9_
,"".'"' completo sorUmtStoSe garT
treco. b..S" 8 de COfea' ?Ue 8e Te-d"'D P^
precos baratisslmos, como sejam: estreiuha*
tffi! %JmiE" ,',?- *lM -- o-ui
!?"' ,*5W- d"" Pl bordadas a 19C00.-"di-
as pretas para duas rollas a 21 na mencion^^
loja da boa f. na roa do QoSaoa?V ao,u4*'
Mein pava senhora.
Vendem-se superiores meiap4ra senhora p-
lo baratissimo preSo de 89840 a-duzia : na loia
da boa f, aa ruado Queimadon. 21 .
Vende-se urna prela crionla de20 a 25 an-
nos. mu'to boa cozmbeira elaradelxa. sem .icio
de qualdade alguma, muito sadia e robnsu na
rus ds Praia o. 25. casa, terrea. Jogo passaodo a
nbeira do pene.
Mi^angas mitidas de todas
as cores.
Aleja'agaia branca acaba de receber eaaas
para
procoradas
pulceiraa e
micaDgae miadas que serrero
ontraa censas, por isso ar pessoas que ellas esperaren e aa qoe novmr.ntF
quizerem comprar ue munidos de SOO ris com-
prarao um masso muito maiordo que os aullaos
Isso someole na loja d'agBla-aranca.rua doQuei'-
mado n. lo.
SVcslidos de casamento.
Ricos restidos de blonde
capella e saia de selim.
com manta,
Superiores
reatidos de sads, de cambraia bordado,
de phantasia,chapeos de palha, eoMtes
moderooa para cabeca, capas e mantele-
tes con pridos o maie moderno, sedas e
la de qaadrinbo, cambraias de corea ea-
partilbos, sintos, leones, saias balso
meias elasticsa e camisa de lioho para
senhora, fil. e tarlatana para resiid.s,
obales de ponti redonda e
modernos.
manguitos
Roupa feita.
Calcas, colletes, paletotse sobreessecos
de panno, casemira, chapeos de castor.
botinas de Meli.
Psra acabar.
Colchas de la e seda propria para cama
u coberta de piano a 59, mangoius e
gollas bordadas de Juiho e de fu>to a 8
seda de quadhnhpa a 1J200, Matinha a
840 rs. o corado : na loja n. 23 ra o a
Cedis confronte ao beceo largo de Gurgel
i Perdigao. B
Fiauo,
Vende-se um piano de armario com pouco usa
e bem construido : na ra do Lirramento o 3L
segundo andar. *
Escrayos fugioos.
i%j
Joaqalm Fraaciace da Mallo Santos aria aos
sanafragnosas dosta praca nado fra, que tem
axposto i renda sabia de sua fabricadanominada
Recifanaaraazem doaSra. Trarassos Janiar
i C, na rna do Amorim n .58; massa smarella
caataaha.prota a outras qualidadaa par menor
prego qae de oatraa fabricas. o meemo arma-
bem taa fao osea deposito da ralaa do camas-
laaimplassam mistara algaaa, coa ata 4o
oapaaicio,
Lindas flore*.
Na loja d'aaas do onro. raa oCabugi n. 1 B,
raaaboraa a oaa propria eaeosnaeada o eam-
pletosortiOMatode floras, asi* Uno que peo-
sisal eucontrar.proprias paraaafaites de cabeca on
restido, coasa ailo chique, qae o rendo por
procb o/w ataa, seado a800 o lf o cacha.
0 fam.
10.
Yoooo-sa cakinbas bordadas
para asoainasa
Fogio no dia 20 de oorembro o escraro Ca-
nuto, crioulo. de idade 50 anuos, pouco mais oa
menos, de estatura regular, tem o andar compas-
eado, inclina o corpo um pouco psra s oireita
qnabdo anda, tem ama cicatriz no lado direilo
do rosto proreniente de um talho, e outra ua
peito proreniente do. ua cautico, tem poura
barba e poucae reres a faz, toma tabaco e Ira*
caixa de chumbo, tem o costume de se embreagw
e andar da caiga e camisa, e lerou chej'o de pe-
ina ordinaria com abas grandes : roga se, por-
tento, a qualquer pessoa qne o apprehpnder. o
laror de o lerar i casa deseuseDhor Miguel J. s
de Almeida Pernambuco, no pateo do Carmo, so-
brado n. 28 ao p da ordea terceira, que ser
recompensado. ,
Escravo fgido.
No dia 2 do correte fugio o escraro criou
por nome Paulino, que foi do sogenho Canabrr
ra tus Alagoas, do Sr. Dr. Antonio Joaquim Buar.-
que Nazaretb, de meia idade, barbado, poim
quando fugio foi de barba feita, lerou camisa de
algodio com tinta azul, caiga de cmisa cor de
caf,_recommenda-se es suloridades policiaca a
capitaes de campo a capturado mesmo. lnando
a rus do Crespo n. 14, qoe ser generosamente
recompensado.
Fugio do edgenho das Maltas, comarca do
Ubo, no dia J8 de aelembro da 1861, un, escra-
ro por nome Joo, crjogjo, rermelho, altura re- _
guiar groase o eorpo easodudo, idade e> tri-
la a tantos anoos, metteo-se as matea do enae-
nhofloMoate, at qu Ihe tiraraa n.a poga
quo arara. eJoflaonos riaPsaaildizem qae
furtou om quarto mesado com cabellos pretos
e com principio de carrege. e tambern fez um
peqaeno roabo de roupa : deaeppareceu o carat-
lo a 17 de ootubro. Este negro j6 tem sido pro-
so no Recife duas rezes. prirueira res iraba-
lbando com umacarroc, e a aegunda res foi
preso trabalhando em am armazem de aasocar
como, forro : quem o pegar leve ao engenka ci-
ma, que ser bem recompensado.
~ Fuejraa do angeufao Coocaigio, sito, na fr*.
guisa d Traeonben da soosarca da Nazareth,
no da 4 de norembx da 1860, dona ef.rate
mulatos com os nomes f I'jtitt S'guicii. asi
d nome Paulo de 45 aneo da idade pouco mais
cu meaos, oficial da pedrtiro, ajMtaii e pti-
mo bolieiro, de cor alaxanjada. cabellos caraai-
nhos. rosto descamado, olhoa braocos, nariz
bocea raauatea. am penco secco e a estatura
media, o qoal tem dous dedos ds mao diraia
alagados de um panarico, e tem lambeix o edo
BiBirna da mao esquerda com igaal def.ia, e
cima da sobrancelha de um dos olbos nn.a cica-
teas, proranwnU.de ua Uiho, e .outra cicatriz
com na erooina cima da aeaaa, com usa
dos dsates 4 (reate qaaarada^naado se embria-
ga torna-ae arroawata. Basa eaoraro j fpi as-
rado o consta andar paloBacile, Uado aido ia4o
para aa bandas a Soledaa e Santo Airare por
alguaaa pessoas, qua taa dito baver-se libei-
tado. J) entra, de a orna Felipes, da Or iri^ues)-
ra, cabellas cara piohoa, esta tara saia, cu regu-
Ur, bea barbado, aa pouco asoee, bem faiU.,a
cantador, coa 30 anos da idade, anda
19, luraj da red, anta para saohera coa para awta despachado, oa etvidb. do asad a fot-
baaea faaanda sa pariaite astada a 500 rs. o coa faUa de dentes na frete, com olbos um
par. sJntoa de todas aa {validades para sanhoras' Pno apitombsdas e capiongoa. Quem appr-
meniaaa e saiss bosdsdas esa aail fasta 1 banda-lo* Use-aa a do engenho so san ser.bar
os ra oa Iailrii a. 10, loja de Gama a J, tenat-cornel Jola Caralcanti Mauricio
wandrley, que 'ge eros a mete recoapeuac.


-
A.
DIARIO BR tRMUIIBUttfe. *, IKiflP IWU r RCSEERimO RB IM1.
*
Liiteratura.
-----:u---------
--
Luiz do Rege e a poaterid
Estada histrico otare m revolucao
pernambucana de 18a"5
Razio" tioham os anligoa quan,to' stabelcerstn |
ol juuoi dos morios ; porque necessaito^que
desapparecj o horaem di suuercia di Ierra pa-
ra que a fie faca justij^(i|f qu^cXm inlpsr-
ciati.la.Jn sejulgue dos seuf actos. Pairara aie-
da poralguiu lerapu nd>re*or; Iba tmulos o
espectro das pautos, e releva que se haja elle
ausentado para quVsua final seotenga proflra a
ht&lOTia; Neste caso julgamos us ac.har-se o il-
lustre varoque tmanos por assurapto de oosso
humilde trabalho.
Preudeu-raoB a Msncao desda a puericia o sao-
guinolmto dtomaVpreseotarTo Im'Pernambuco.
eu 1817 ; condemnavamoa essa maflrugadoura
tentativa de independencia e a ioadequada forma
de que ae revestir ; lamentramos o aupplicio
e os lurmenloiijflue (ar) ooRoJamuados muitos
disiinctos cidadao's, que faziam o orgultio da pa-
tria, e e alegra de suas familias, e enrolrlam'oa
oo oaiheroe 4a noea jodignajo os agentes da
autoridade, aaelamorpboseados em algozes. fa-
luitivo 6 pois qu o general Luiz do Reg Brre-
lo inclua-se oeste numero ; eseu oorae ideoliti-
caia se no nosso animo coro os de Rodrigo Lc-
bo, conde dus Arcos Dernardo Teixeira. Des-
te eno reio porem lirar-nqs o nos** prestante
migo a collega o Sr. J. Norberto de Souza e Sil-
va, que habilraeale manuseando os imponentes
douumentos da secretaria do imperio ah depara-
ra cora a mais completa jusiiticaco de Luiz do
Ri'go,-e havendo-os ilcaogaao de qaem poder
para isso liaba a permitsao de servirrao-nos del-
les, eroprazou-nos para que tomasiemos a sua
defeza ciando-aos estas celebres patarras que
Iho foram dirigidas oeste mesmo recinto ao dar
corita de lio importante descoberta : O homens
nao sao lio mdos como parecem. a potleri-'
ade quem melhor os julga; e felizes aquella
que deixam documentos que dtsfacam a calum-
nia do contemporneos, e os representen taes
quaes foram Ningu-ro pode-lo-hia malhor fa-
zer oo que o.oosso Ilustrado contorno; multi-
plicados porem sao os seus onus, e em mais gi-
gantesca rehabilitado histrica emprega actual-
mente sua aclmdade e brilhante intelligencia.
Forga-foi portanlo obedecer, e esqueudo da nos-
se fraqueza para s lembrarmo nos da beoigni-
da-ie du Instituto pegamos da penna para eserever
esta memoria.
Segurado d* perto o chronista da revoluco
pernambucana rectificaremos os equvocos qoe as
reminiscencias de oulra era, ou a carencia de do-
cumento?, lhe flzeram commttter; Dio sendo o
nosso estudo mais do que rido commeatario ao
luminoso escripto do oouto ecclesiastico. Incli-
naran] nos muitas razes tornar por texto a obra
do Illa.. MousenhorMonis lavares, que lesle-
mnnha ocular, e lao activa parte tomando nos
acontecimeotos que historia aera considerado
pelos viodouros como puro manantial da ver-
da. le.
Sera apartar-nos do proposito de libertar a me-
moria u'um honrado servidor do estsdo das gra-
ves accusacdes quatainda sobre elle pesam occu-
par-nos-hemos com os pontos cooDexos sempre
que tivermos proras para restabelecer os factoa
em toda a iui genuidade. Curta seri a irradia-
do do oosso centro, para o qual nao cessaremos
de converger.
Nao desejando sermos'acreditados sob palavra
documentaremos todas as proposicoes que erait-
tirmos ; o eremos qoe ser este o nico merec-
ment do novo escripto que submeltemos cor-
recto do Instituto.
I
Iavestiguemos as causas da revoluco, e veja-
mos oesde quaodo exista no animo dos peroam-
bucanos tal pensamento.
Commemoramos neste mesmo lugar o denodo
com que os Vidaes, Vieiraa, Camardes e Dias ha-
viam expulsado os batavos, e mostramos que o
solemne protesto dos Guararapes havia impedido
as ronvencoes entaboladaa com os eatados-geraes
da Hollaod*. Profundo soleo deixira no pais a
desleal conducs do governo porlagaeze em suas
intimas praticsa lamentavam os homens mais
coBceituados que para a independencia cao ae
tivesse aproveitado de to azada oecaaiao. c Se
os peroambucanos, diz um erudito biographo.
a tivessem afrouxado oo amor da liberdade, na
ufana do orgulNo nacional, e no senlimento
t dos seus propnos direilos e honra e largassem
c as armas, que por tantos anuos e com tantos
< e to maravilhosos sacrificios sustenlavam,
c Portugal lena ficado desde eotio sem o Brasil,
c Nos que isto escrevemos, anda ou vimos aquel-
I

a
o


C
4 descontentamenfo geral nio por machina-
?6es do alguna individuos ; porqu* qia ha no
< Brasil individuos de influencia bastaie>{)art
9 regularen* a opiniao publica. O dcsOMWnta-
ment, que, pohs noticias que aos chega de
a nossos correspondentes em todas M partes do
a Brasil, e mui gerai, ten por cauta a fortda
administracao militar, e por conMqueocia!|fcs-
polica, que menea poe em ezaja^ca as oHns
do governo^ sem causar dpprllo*aos daaWats,
priocipalmente oo recrulameuto das tropas e
na cobraoca dos direitosf ." 4 J
a Qualquer governad.oi/por roi) InSift&ilrftd-)
te que seja a suapgradujcao?l9ni no'BanlV
direito de msodar prender s quem lhe parecer
e pelo Urrtpc que^wiizea, t^M^et-taiAo de so
feuo.'ajSjua^dJ manda soltar o noivjlui, as-
a sim ^reso, este obligado ir lercemio gover-,,
cr nador e dir-lrr* os aEradecirr.entospeU soltu-
ra, e arrir a rtprehantao que ao Ul gostrba-
dor lite agraz dar-Ib* e nos lermos que lhe
f vero caber;*1.
< itoguem nos negar que isto a forma de
< governo e a)* autaioitlraciar prqfl avjagat-
f mente a rege o Braal. itt* uta fac* 1*0
notorio como lamentavel. Agora perguolamos
ao leitor candido : se nio isto causa mais
que sufficiente para fazer com que todos os ha-
bitantes do Brasil sensatos a espirituosos abor-
recam o seu governo ? (2J
Por felis cssualidade era a capitana de Per-
oambuoo exceptuada do rgimen da espada, e
goveroava-a um maginrado inlegerrimo, d4<>>-
neiras affavise conciliadoras, cuja honestida-
de rendem homeoagem seus proprios adversa-
rios. Lameotaveis abusos haviam porem ahi ae
enraizado, e apezar do potico quadro que traga
o $r. Monis Tavares felizes nio eram oa povos
dessa capitana, como no-lo lestic urna teste-
muoha oceular escrevendo para o Correio Bra-
tiliente : ,
c A capitana de Pernambuco, & principslmep-
le o Recife aatavam ha muitos tnnos no mais
c deploravel estado de polica, tendo certo que
a quasi lodoa os diaa ae- faziam morles, r jubos e
toda a sorte de maldades, e tendo dista a cul-
pa o governador. Caelano Piolo de Miranda
a Montenegro.
< A falta de execuco das leis ; pois os mlnis-
c tros e empregados pblicos imitando o seu ge-
oeral na laxidao [ porem nao aa limpezi de-
o mao ) deixavam correr tudo a revelia ; fazia
camiohar tuo coa prstela tima catastro-
c phe como a que acooteceu a 6 de margo de
< 1817. Era impossivel existir ofdem aoode a
justicia se punhs em leilo, e aquella que mais
a offerecU e dar, colhia o ramo da perfidia,
c Alera das rapias que ae faziam ao poto trata-
a va-se tambem de roubar os Ihesouros do im-
perante.com um descaramsoto aem limite, e
pelas maneiras mais infame?." (3)
11. !''
-I. ill JJ
o do Sr. D. Jlo VI tencionava-se provocar
ovimeoto sedicioso,
ando o capit-g*nerat que compareces-
sa presenca o referido Mtdeitos
aRlque informara ao dsembargaaor Cruz
esjiando que tambem coostare-lne que Jo-
la da Bourboa pretenda fazer compre a'al-
afmas ao ne/iciants Elms Calho futra,
uspeito de fazer parle dos aj unta eventos
rque efaztam ni casadeDumibg**v*>-
s Martina. ~ '
Proseguindo eor^uas indagaces chegou o go-
vernador ao cotrte'fmefttp qe 1 reaJdade epn -.
?eniiculos se cetebTavja era cAr ro'referido
Martins, nos quaes se achavarn de quarenla a
inte, e o lntejdj|te Ja mariohi, dispersos os
Ptrti-se para salvar a vida em
waajeeza, de sorte que maodando-lhe
" etrtfto para que me remettesse
iaa. carne, e a*a, nao foi achado o dito in-
Wnfnte, oeffl ofrsiai -ue Qzeue as suas ve-
tes.
K O*esmos
Se I asar.
cincoBjjla ossosi,-.ocluindo-s^ uesse numero duendo qortinhs gente.'* artbarie dorteu ser-
i Lp8uim railUres: e contog-lh-i enlj que varBsJ
Paitos mais o* menas iojerudeoJH, feo ha m siflo
sanos e at
VTttaWiS
bjrador fta Osorio de C|stro Sfaze alN>et}i ,
1>lrWo dallWde 171e"niatr> ^^wg.^eKtre^ -'
^ofejiaoS pdr.vyiob o
ordem do dia em que admittia offlcialmenle
existencia^l'ur* siispelta que nao havia anda a
ido em facto. "ti*^.
roeajeslWsegotnae-aprial _
mais ardentes macont que sendo immediatamen-
te advertidos eoogregaramrise nessa mesma noite
em casa d'am certo Sabya', e oa manhda do dia
6 n* de Martins, onda resolvern} esperarem ul-
foroyces, iue_, cao _ernta_o desera
goraw depoimento to brigadeiro
dres, e que na carenis ebsoiaU de coapoetlores .
Qzerarn as sua] rezes dous frades, um iogiez l
um mariobeiro franoez I1M3) E' tetar multe lon-
ga o amor do maravtlhoto 11
A exposiao do advogado Jos lufz de steddon-
ca (datada de 10 de marco sob o tituUo espurio de
Precif, oi p primeiro (rucio do prlu.peraa
uetjti, oridamenta devorado peta p\
'alimento mais marido*/.
~
. Couio judiciosamente
e depois d estar dentro (da for- observa o Sr. Mooiit Tarares.
Nao mais do que ama aro'pharrea narrativa dos
'.
taleza) chegou logo o intendente da marinha com
'yi^*!?10* raaruJ03- "fferec*nlo-se ao serv- ltimos acontecimeotos. acompauhaaS de pom-
cq *dS. M.8 o general lrps dijse que se podiara ; posas promessaspor sua nirtureza lr^eali^avet,:
recornr qurnao eram precisos, e depois chegou
RomBo Jos pedindo licenca para corlara ponte,
vico, o qu'd lhe foi concedido, :e alguos negocian-
la*, de cujos noraes e nao Iernbra foram tam-
Oam oHerecer armas, que o
toa per lar as
11 isa re',
verqadejro peccavi de urna consciencia lirudrtpi
que na rJriraeira sesso du eonseyao revluciori^-
rio lembrou se de propor jjue se arrepiass sesr-
reira < de novo nuoraodo a b'andeira real, e qon
remetindose para o Rio de Janeiro o govefna-
^^^r^' ^1,^,^rr"^aaBBBBBBB^eUBBBBBf"
mu
graphoA eita
dei8!7, que paira
or
sobre o
fuatnaso
idopabMco nem lem, era
ae govero* braodieo,
"uido nos 'destlrfoe do
risonte 1
"*!W{
as, que o g-n-ral nao accel-dor Ca cisee para a gente qu tinha, e rei um submiaso memorial elpondo ot justos na-
qtw navia (e aer potico mam, ou menna-duien- tios que haviam fornido os Peroambneanoa a
ros homens, dos quaes slgans entravam e sa- ullrapasvarera os limites da obediencia, o rogao-
jj!l*m_iUue ho,"e parMBaeraer e qea^avia. 1 afflrgiam a provincia, e malbores leis que reprl-
S^aesU m preferencia ao testeenonho missem aa arbitrariedades do poder dos ceptlea-
generaes.
de SHaeer,'e cremoa que a necessidade de juati-
flear-ae levoa Caetano Piolo i obscurecer um pou
co a verdade attribuiodo-se urna energa e reso-
luco, que por certo nao furmavam a base do seu
carcter. *
l-s seotimentos e ideas, de independencia
pessuas mui idosas, desde a nossa mui teora
mocidade ; e algumas, ou por tradicc&o funda-
mentada, ou por urna lluso divioatoria, parto
do intimo senso e voolade, avao;avam que aos
nossos libertadores avs nio escapara a idea,
e iniefjcoes da independencia, mas que os
clculos falharam.... (I)
Pira tomar mais vivo esse anhelo contribuir
ainda a antipathia qoe nao tardn em manifes-
tar-se entre os nateidos aquem e alem do alian-
tico, f. que nao lardou em descer arena das ba-
talhas uessa curta, msa significativa revolta co-
nhecida pela guerra dos Mscales. Ferreoha po-
ltica afastava os brasileiros dos maiores empre-
gos e at a patente de capitio nos era vedada
por necessitar da regia assignatura. To duro
ostracisao procurou Andar a finura administra-
tiva .10 marquez de Pombal, que nivelando o*
portuguezes d'um e d'outro hemispherio quera
soldar a mooarchia pelos elos da fraternidade e
da gratidio.Bem depressa esquecidaa as tradi-
Ces uo grande marquez couiinuou a situajo
por um momento interrompida.
Nova era marcou em nossos annsea a mudanza
da corte para o Rio de Janeiro, e a franqua dos
portos ao commercio estrsngeiro. Sensivel foi o
progresso que em todos os ramos da publica ad-
ministracao notou-se : difficil porem parar no
plano inclinado dos melborameotos, evidamen-
te pedia o povo que te remediasaem seus males,
qu-> ae stteodesse s suas mais vilaes netesalds-
des, n'uma palavra que fosse d'uma vez revogado
esse embrionario syatems colonial. Para que nio
ae julgue que declamamos entrando no terreno
dos lugarea commuos escudemo-nos com a opi-
niao do nosso |>rimeiro publicista, que notician-
do no seu mui conceuado jornal a revoluco
pernambucana atsim se exprima :
< A commoQio do Brasil motivada por um
Abalendo-se o que ha de exagerado nests te-
trica pintura ainda Oca bastante para corroborar
a proposicio qne cima em i tumos.
Curando nos meios de melhorar seraelhante es-
tado de cousas reuoiam-se os horneo* exaltadoa
em palestras, que em breve se converteram em
lajas magonicas, e as" quaes se professtvam os
principios queem 1789 triumpharam em Franca.
Assevera o Sr. Honiz Tavares que desde 1809
erigiram-se essas associacoes. cujo centro, de-
nominado Grande Orientetalaya na Baha (4);
ao passo que d'uma carta escripia pelo desembar-
gador Joao Osorio de Castro Souza Fa cao, ao
ministro Thomaz Aotooio de Villa-Nova Portu-
gal collige-se que j em 1801 exisliam essas as-
sociacoes das quaes eram accintosamente exclui-
dos oseuropeus. Recrudesceu o espirito revolu-
cionario com a chegada de Domingos Jos Mar-
tius em 1814, que havendo feito seus estulos oa
Inglaterra moslrava-se summamenle apaixonado
das instituicesMivres (5). Bsperavsm-se lodosos
recursos empregados em eguaes circunstancias;
e com prespicacia alimeotava-se o fogo subter-
rneo do descootentameoto publico.
Provocaran! mais d'nmi vez os queixumes da
populacao os excessivos impottos lanzados pelo
governo, e cuja aoplicacao nem sempre justifica-
da lhe pareca. Temos presente um aviso reser-
vado do marquez a'Aguiar para Caetano Pinto de
Miranda Montenegro em data de 13 de Janeiro de
1816 em que exiranhava speramente a lingua-
gem de que se servir a cmara d'Iguarass que
representara contra os impostos, attnbuindo a
libordade com que se exprimir aos dscolos
declamadores, desgrogadamente no nosso secuto
too frequenles, e que por capricho e sem princi-
pios censuravam com soltura e ousadia qualquer
medida do governo. (6)
Do temor que inspirava ao gabinete portuguez
a existencia e ramificaco das lojas maconicas
acharaos exuberante prova na prisao dos teoentes
d'artilharia de Pernambuco Jos Paulino d'Al-
meida e Aibuqnerque e Antonio Vieira Cavalcan-
ti, poslos em liberdade sob condumio de jamis
perlencerem s sociedades secretas, como se de-
prehende d'outro aviso tambera reservado do re-
ferido marquez de Aguiar ao intendente geral da
polica Paulo Fernandes Viaona datado de 14 de
fevereiro de 1816. (7)
Tairavam porem as ideas liberaessobre apere-
pheria da populacao jazendo as carnadas infe-
riores os sentimenlos, diriamos quasi, os iostinc-
tos ordeiros, e o mais puro e acrysolado monar-
chismo. Conhecia perfeitamenie Csetaoo Pinto
os principios que professava a malora da pro-
vincia, e recusava seu benigno corceo tomar
medidas preventivas contra um mal que de ne-
nhuma gravidade se lhe aniolhava, e desprezan-
do as repelidas denuncias que lhe davam attri-
buia a incontinencia da linguagem que lhe refe-
riam leviandade e exaltacao d'alguns mance-
bos.
O* acontecimeotos da feata de N. S. da Estan-
cia e a formal denuocia do ouvldor Jos da Cruz
Ferreira acordaram o capitSo-general do aeu le-
tbargo, como se acontecer com os caracteres t-
midos e irresolutos, levaram-no a tomar medi-
das d'ama precipitado e iaconvenfeocias mani-
fest s.
II
De posse dos mais valiosos e aulheoticos do-
cumentos historiemos resumidamente os succes-
sos que inauguraran! a revoluco pernambu-
cana.
No dia 1* de marco de 4817 recebeu o gover-
nador a denuncia em que fallamos dada pelo de-
sembargsdor Jos da Cruz Ferreira, ouvidor no-
meado para a nova comarca do sertio, na qual
participava-lhe que soubera do negociante Ma-
noel Carvalho de Meleiros (a quem o Sr. Mooiz
Tavsres chama d'obscuro ilho) que pela prxima
featividade da Paschoa, para a qual se haviam
reservado as solemnidades em honra da accla-
CPd* lo ministro dos oegooiot do raieo-unido
Thoraaz Antonio de Villa-Npva Portugal, es'pe-
ravam que lhe fossem fraectads'pelo brigidefro
Campelio, ajudaole d'ordens dq capilo-gooeral.
e por Jos Carlos Mayriolr., secretario do gover-
no. (8) s -
Nesse mesmo dia 6 das oilo para as nove horas
da msnha coovocou o capito general um con-
selko a que assitliram o mareen*! inspector-ge-
ra' dos- orpos milicianos Jos Roberto Pereira
da Silva, o brigsdeiro inapectorgerat dos regi-
mentos de linha, fortalezas fortiQcaces Gon-
gato Mi rio ho de Castro, o brigadeiro etiefe do
regiment u'iofaataria de llnha do Beci( Luiz
Aolonio Salasar Moscoso, o brigadeiro chfe dos
regimentos d'artilharia Minoel Joaquina Barbo-
ta de Ctstro, o brigadeiro-ajudtnte d'ordens e
coramandante da fortaleza do Brum Jos Pires
Carapello [9) a o teuenle-coronel ajudaole d'or-
dens Alexaodre Thomaz d'Aquioo de Squeira. '
acomraunicaco ofcial fela por Caetsno Pla-
to ao coode da' Barca e dirigida da fortaleza da
ilha das Cobras, collge-se que Uvera elle a idea
de convocar os regimentos milicianos, reforcar
com elles aa guardas e guarnices das fortalezas,
fazer na da Brum um deposito de munio de
guerra e boca para iervit d ponto d'apoxo em cu-
to de necessidade, at para te recokkqtem nelta
ot reaes cofres, se a sua segufanca vsse a ser
duoidosa (10). Assevera que ao princtvio parti-
bara a aua opioiio o brigadeko Gonzalo Miri-
oho, incliaando-se depoia ao veto da maiona do
cooselhu que entenda nao dever receiar-ae a
reaccio da tropa pela priaio de seis officiaes,
obrigando-se os ebefes a prendereis oaque per-
tenciam aos seas ragimeotos, observaodo todos
que tomadas aquellas medilaa de cautela fugi-
riam os crimiooaos assentou-se portaoto que as
prises deveriam aer feitas n'aquelle dia d'uma
para as duas horas da tarde.
Aaseotou-se nesse conselho que o marechal Ja-
s Roberto se encarregaria de prender o padre
Joao Ribeiro, Domingos Jos Martins e a Anto-
nio Goncalves da Craz (por alcunha Cabugd) e o
cirurgio Vicente Ferreira dos Guimaries Peixo-
10; o brigadeiro Sal.sarao ajudant de milicias
Maooel de Souza Teixeira ; o commandaote d'ar-
tilharia aos capiles desse regiment Domingos
rheotonio Jerge, Jos de Barros Lima e Pedro
da Silva Pedroso ; o lente Aolonio Heorique
Rebello.e o secretario Jos Mariaono d'Albu-
querque.
P..citicamente se teria-n effectuado todas as
prises sem a imprudencia do brigadeiro Barbo-
za que chamando tala do estado-maior aos offi-
ciaes iodigitados para a prisao repreheudeu-os
asperameote, dirigalo lfies expresses grossei-
ras e iosultuosas. Julgando-te olloodido o capi-
to Jos de Barroa Lima (conhecido por Leao Co-
roado) desemoainhou a espada e traspassou com
ella o dito brigadeiro. Quaodo o tenenle Luiz
Adeodato Pinto de Souza, ia defenJer o seu che-
fe escapou de ler a mesma aorte que lhe destina-
ra o capitio Pedro datSilva Pedroao ae pelos seus
collegas nio fosse .obstado.
Dtvulgando-ae a noticia daa ocurrencias do
quarlel o'artilharia expedio Caetano Pinto o seu
judanle d'urdena teneote-coronet siqueira pera
informar-sa d'ella, ordenando ao meamo lempo
ao marechal Jos Roberto que oceupaase com as
forgas dispooiveis a praga do erario, posto im-
porlanliuimo por se sebarem nella situados o
thesouro, e oa depsitos a'armamentos e parle
do parque d'artilharia. Ferido morlalmenle por
urna bala expirou o ejudanle d'ordens, e unni-
mes sio as testemuolas em considerar o capito
Pedroso como mandante dease assassinato.
Consternado pelo fuoebre aspecto que lomavam
os negocios, tumou Caetano Pinto a detibersgio
d'encerrar-se com alguos officiaes e vinte solda-
dos da aua guarda na fortaleza do Brum, aoa
quaes se reuoiram ainda ot que estaram destaca-
dos 00 sitio chamadoForja.
Diz o capito-gentrel Monte-negro no docu-
mento que not serve de gata que o perseguir o
teaente Antonio Heorique Rebollo eom aesseota
e tantos homens, mas que tabeado que navia el-
le j iraosposto a ponte do Recife, correr a li-
bertar a Domingos Jos Martins, bem como a
varios outros pretot da cada e da fortaleza das
Cinco Ponas. Em seu depoimento diz o briga-
deiro Salasar que em todo o trajelo do governa -
dor ourira elle que todos gntavamviva el-
rei; nao fazendo porm. meigao desta nutavei
circumstaoeia a participagio do Cietano Pj>to,
eremos que foi essa urna das illutoes de que nes-
se dia fui victima o referido brigadeiro (II).
De maior gravidade outra discordancia que
sobresane da confrontarlo desses dous documen-
tos. Eis como se exprime o governador tratando
das primt-iras providencias que lomara ao reco-
ther-se i fortaleza do Brum.
Eu assim que entrei oa fortaleza mandei cor-
tar a ponte do Recife. para que elles (os revolto-
sos) nio oceupassem aquello bairro e se podesse
orgaoisar ali urna torga ; e ao intendente da ma-
rinha, que ehegou logo apt de rnim que reu-
nate e armease um corpo de marinbriros doa
muitoa navios que ettavam no porto : mas urna e
outra providencia ficaram fruatradaa por que ot
insurgentes, tomo esttvam'promptos, recnaaaa-
rara com urna pega d'artilharia e com um ataque
de baionetas aos que priocipiavam derrubar a
FOLHGTIllf
ORIGINAL DO DIBRIO DE PERNAMBUCO.
XC
suuhario.Um drama do mar.
VII
Esta conversagio foi inierrompida pelo appa-
recimi-nlo do offlcial de quarto, que vioha parti-
ciosr ao commandaote, que o paquete inglez es-
ta*" vista.
N<*se lempo ainda as communicag5es entre a
Europa e a America eram realisadas pelor ps-
quHt-s ingleses vela, que bem long* estavam
de 'er a ponlualidade que hoje apreseotam os
Diagnifl'os vapores da Real Companhia e das
Meisageriet Imperiales.
Eram pequeos brigues e brigues escunas,
veli-iros na verdade; mae movidos por ora im-
pulso variavel e inconstante, qual o vento, que
uso permiltia previameote marcar-se dis e hora
da chegsda, ebmo agora te pode fazer com
aqueiiea.
Aoenas sio passados treze annos, e quaotos
acontecimeotos uolaveis temos presenciado No
aeeulo XIX o progresso reaiisa em um dia o que
em ouiras eraa coosumis annoae anoos: o mun-
do marcha para um grande flm, as distancias se
encurtan, os povos confraternisayn, toroam-se
Cosmopolitas, unem-se em um continente, onde
por longos scalos viveram em antagonismo e
seravisados ; ss nacionalidades procurara ra-
fuodir-se, eograndecer-se, lem brando-se do ver-
deiro principioA anteo fas a torga.
Nessa pocha percursnra das seenas de hero-
smo que recen teniente temos sssittido, elles
eram esperados anciosaraente; porque a revolu
gio Imprevista de fevereiro. qoe substituir ao
reinado pseifleo de Luiz Filippe as barricadas, e
nuoia a repabliea, e aa reformas liberaes de Pi
;LT,r,",a".L,0!.?t *0rpr?0,1idM' .a,n?a nao M" 13 de margo, assignsdo
iiham dito sua uluma palavra, a traziam lodo o
MfltFuo.em sgitasio.
Combinara inteiramente as declaragoes do go-
vernidor com as do marechal Jos Roberto icr-
ea da defeca do campo do Erario, e deltas ae de-
preheo de que to indolente er* um como ou ir o,
porquanto se o segundo em vez de proteder.com
a presteza que imparavam as circumstancias, en-
viava fortaleza do Bum enlistarlos, delxava-0
o primeiro arbitrio do seu proceier, recusando
a.bertaraente assumir a respoosabilidade da resis-
tencia, ou da capitulagSo, e contentndo-seem
recommeodar ao seu delegado que tmpregatee
lodos os etforcos para que ficatse salva a sobe-
rana de S. Ja*..
Quaado j triumphante a revolugio dictava seu
ultimtum por intermedio dojuiz de fra interi-
no Jos Luiz de Mendonca recorren ainda Caeta-
no Pioto ao seu usual expediente de coavocar um
conselho militar, composto dos tres brigadeiros
Marlnho, Salasar a Cimpello, e noqoal precipi-
tadamente deliberaram d aceitar OS artigos da io-
titulada capitulando, recalando, como aiz o men-
cionado capitao-genvral, que os pretos de Jos
Alaundre Ferreira|oassasseni com'seus machados
a arrombarem as portas da fortaleza 111
Reconhecendo-oos incompetente para avaliar
dos planos estratgicos demos a palavra um il-
luslre veterano do oosso exercito (o marechal
Andrea, depois bario de Cassapava) que sendo
interrogado pelo presidente d'algada sobre os re-
cnr3o$ com que poda alada contar a fortaleza do
Brum, dase :
.......-... Nestts circumstancias a fortaleza
c referida poda resistir um sitio; e nao seria
er precfso grande habilidade para elevar d'um gol-
* pe da mao, escalando-a pelo la 10 do mar, e-do
a Beberibe, sem que lhe valesse o obstculo do
fogo da tenalha, que olha para o arsenal, que
a falta de maolimentos era remediavel nos pri-
c nelros momelos, entrando por todos os ar-
< mazeos do.Recife e tirando-lhes os gneros
qu fossem necessarios por alguro lempo, em-
bora isto viesse a cabir em descrdito para os
Europeus ; o caso nico era foroecer a forta-
leza......
Apezar disso, ecrescentava o referido mare-
chai enlio tenenle-coronel d'engeoheiros, a
umo dos recursos do Brum e do Buraco, com
< o que se podism lirar do mar produziria gran-
dea vanlageos, e por um sysiema bem cornbi-
1 nado, queimando a ponte, poderiam subtrahir
a desordem geral todo o bairro do Recife, aa
< embarcagoes que estavam no porto, e tola a
or restinga a'Olinda. Para isto era necesaario que
um qualquer militar tiveaae eaergia baataate
: para se fazer responsavel por tudo, principian-
a do por nio recouhecer aaquelle momento se-
c nio 1 sua autoridade, e compelliodo lodosos
outros obedecer lhe. Isto, porm, nao se faz
< sera ter popularidade para ter partido, e Me
a parece que nem um dos militares de maior pa-
lenie liham adquirido a affeigao dos aub-
ditos.
E' pois nos profissiooses que deve a historia pe-
dir coolas dessa famosa cspitulsgio e ounes a um
magistrado que nada eniendendo da milicia coo-
suliou sempre aos que julgava enteodido na ma-
teria, e s ceden quando eotenderam elles toda
a resistencia impossivel.
Obrigaodo-se embarcar para o Rio de Janei-
ro oeixara Gaciauu Piolo a r.apltama entregue a
anarchia, porque um momento domioou como
aoberana at que reunidos os homens maia sen-
satos constituirn! um governo provisorio.
Nao discutiremos com o historiographo da re-
volugio acerca da illegalidade da eleico desse
governo ; porquanto illegal era tudo o que te ha-
via praticado e continuara a praticar ; e aem um
governo revolucionario coohecemos que tumul-
tuosa e incompetentemente nao fosse consti-
tuido.
Absortos pela sua lio fcil victoria eutregaram-
se os patriotat aos mais vivos transportes deju-
%ylo, mandaram celebrar Te-Ueum ; proclamaram
a repblica; adoptarais nova bandeira, e para
que mais fiel fosse a pia baoiram os trata mon-
tos subsliiuindo-os pelo nivelador vos. Nio imi-
taran), porm seus mestres no rgimen do ter-
ror, e seja dito em honra sua a maior geuero-
sidade aeilou todos os seus actos, e as palavras
perdi e esqecimento do passado foram as
primeiras pronunciadas. Leia-se a proclamagio
inicial de governo provisorio, verdadeiro manifes-
t da .revolugio e nem um insulto ae deacobrir
cootra a transacta adminislrago, nem urna dia-
triba contra a realeza. Respira-se nella n'uma
atmosphera de paz e de concordia, e solemne-
mente proclama-ae a fraternidede entre todas as
classesda populagio.
Parece-nos o programraa da repblica de Pa -
lio, que alguos utopistas pretendtam transplan-
lar para as msrgem do Beberibe ; nio julgamg-
la, porm, incongruente, desconchara e ridicula
como a ensiderou o nusso douto e respeitavet
eoUegt o Sr. Varnhagem. a quem pedimos venia
para discordar da aua opiaiio (12).
Conhecendo o goveroo provisorio a ulilidade
da imprenta para propalar at novas ideas e fazer
de certo modo a educagio do povo 00 sentido
republicano, laucoj mi de urna typographta ji
existente no Recife, guardada no fundo de um ar-
mazem, e que poucos mezas antes mandara vir
um negociante inglez. Guando-se pelas Notas
Dominicaes do improvisador Tolleoare nio duvi-
dou o Sr. Ferdioaad Daia alarmar que fra essa
typographia compradas toda a presssemLon-
Passada a la de mel volveu o governo provl-
sorH'seus vista para a defeza da repblica,
: que nao tardara em ser atacada, e comegaram
entao a pungir-iheos espinhot administrativos.
Importara satisfazer a tropa, que havia feito a re-
volugio, e da que era breve ter-se-hia necessi-
dade para ausieqta-la, e frequenles eram as an-
gustias que lhe causivam as insaciaveis preten-
(aa dos officiaes e soldados.
A impolitica prmogo de alguna coryphens da
revolta e o perdulario decreto elevando excesst-
vamente os sidos, espopularsaram a revolugio
em seu comegu, e desde logo auguraran)-lhe os
homens praticos prximo e desastrado flm.
Comegou ento a entibiar-se o zelo e o arden-
te patriotismo de alguos republicanos do dia te
guinte, de cujo numero releva exceptuaro erudi-
to fluminense Dr. Antonio de Moraes e Silva, que
00 auge do enthuatasmo, qusndo ainda o rosicler
da aurora allumiava o Derco da revolugio, ousou,
como que outr'ora Soln aus alhenienses, fallar-
Ihe a linguagem da verdade, e abroquelado pelo
trplice prestigio da scincia, da virtud* e da ve-
Ihice, coademnar a estulticia dos que haviam-na
proclamado.
Ao ruido do v ni cao pernambucana haviam-se
erguido a Parahyba e o Rio Grande do Norte, e
deslumhrado com semelhsntephenomeoo penseu
o governo provisorio que a elctrica scentelha da
lioerdade iria percorrer com a velocidadedo pen-
samento esse immenso permetro circumscripto
petos gigantes fluviaet do novo mando. Em s*a
doce illusio nada de mais acertado pafeceu-lhe
do qu espalhar missionarios' da revolta por todo
o Brasil, comecatido petas provincias limitrophes.
Niuguem ignora qual foi o xito de temelhanl*
propaganda, e ainda est impresso na memoria
dos habanos os unimos justantes do padre Roma,
cuja heroica morte remio os erroso as fraquezas
do hornera.
Assim, pois, todos se ergueram por um mo-
vfmento qnasi timoltaneo, eautrirara para o tom-
badilho, como era n'atural, com manifest in-
teresse, atira de ver chegar aquello paquete que
era o Spy.
Urna hora depois elle fondeara mui prximo
ao brigue Pandour, do qual largan im rae lala-
mente um escaler que de Morvan mandou api-
lar, indo nelle o lente Bastiat, afirn de saber
noticias.
Mil coojeeluns j se havam feito 4 bordo, o
bem longe estavam ellas da realidade.
, O carro da revolugio. que ama vez posto am
raovimento nada p Je sopear, prosegua na sua
marcha triumpha!: a republiet fra tambem pro-
clamada em Roma, e Pi IX, o pontifica liberal.
que ha pouco fra endeosido pelas turbas exal-
tadas, vira 9 seu mioislro predilecto esbir quasi,
4 seu Isdo apuohalado, e agora mesmo estar
exilado em Gaeta ; porque a faegio mazioitta,"que
tio fatal lem sido Italia, dominara a si-
tuarlo. y
Toda a christ'ndade se affligira com este des-
fecho da revolugao italiana, e a Franga ae prepa-
rara para correr em auxilio do pae coinmum dos
fiis ; para reiotrega-lo na cdade eterna, e exer-
cer all urna influencia, que contrabalancease 1
que com mi-de ferro j exercia a Austria so-
bre toda eala rica e infeliz pennsula, 'theatro das
maiqres glorias e dos maja infames criraes.
Ella tema mais os effeitos di reaegio, que nao
podiam tardar, do que os da revolugio, que te
devia coosidersr epheoaers.
Eram atea os eventos politices d que trazia
conrmagao o paquete; matas noticias da Fran-
ca, e especialmente relativas marinba e a de
M'rvam eram agradares, e com sua impressao.
desvaneceram a Importancia daqueilat.
Este reconheceu pelos offkios qua recebou,
que o tlairante lhe trantmittia ordem para fazer-
se veta quaato ante para Montevideo, adm de
regressar para a Frange.; assim como lhe com-
rnuaicava o decreto do governo da repblica- de
pelo tblo o tllustrado
astrnomo Francisto Arago, cuja perda ainda de-
ploramos, eolio ministro da a trinos, abollado
ni esquadra franceza. os culigoa corporaes, o
da bolina, brbaro legado de outros lempos, e
substituodo-os por penas menos degradantes e
affictivas; mas nem por isso menos efficizes.
Incontestavelmeole era urna generosa e ou-
sad. tentativa que a repblica empreheadia, urna'
completa transformsgio que operara de Chofre,
sem haver preparado o terreno,. que poda ter
urna influencia deaaslrosa na disciplina da ma-
rinha, priocipalmente naquelles tempos vertigi-
nosos.
Ella que proclamara em 89 os direilos do ho-
rnera, e constituir* sobre tio sublimes principios
a nova aociedade, completara agora sua obra,
proclamando tambem os direitos dos marinheiros
da esquadra, desles cidalioa que, por se dedica-
rem defeza do seu psit, eram postos tora da lei
comraum, e viviam sujeitos caatigos infamantes
e dolorosos, que tanto repugnaran} com a ctviii-
sago e progresso da Franca, e com a educacie.
ji allantada do seu povo.
Esta reforma magestosa e eminentemente hu-
manitaria, que at hoje lera produzido os mais
admirareis fiuctos; assim como tinha partida-
rios eolhusiasticos que a promovefaoj e a def'n-
dism ; porque delta esperaarn a regenerago da
mariohi; assim tambem aha detractores apal-
xooados, que, quaes novas Cassindras prophe-
lisavam todos ot miles como coosequaacis
della.
Neohuma oulra potencia roaritiraa, utm a pro-
pria Inglatarra, ae atlrevera 4 dar este_extraordi-
nari passo ; e pois muitos culpavam o grande
ministro qua aanceionou esta lei, e para ridicu-
larlss-lo, diam qua elle vivia sempre absorto
na comtemplacio dos astros, e nio labia o que
se pastara na terca.
Ms smfgos e nimigos fallavam porconviccao
sincera, persuadidos cadj um qua sua opioiio
ara a mais conveniente para a prtsperidade do
estado. : i '
Al bordo do Pandour a officialldade ae di-
vida em dons p rudos distinctos este raspeito,
e os qua nio ssbiam eommaadar sem a chbala
capaeltaram-sj) vardadeiramnta que tioha che-
gado a hora da diisologie di marioh ; que as
Ettanciemna aqui ; e, deixaodo e governo re-
volucionario arcar com mil insuperaveis bices,
visitemos os arraiaes da reaegio.
Iil
Pasmosa aclividada desenvolvea o coode dos
Arcos apenas ioformado dos aconlecimenlos do
da 6 de. margo, e havendo colhido aa proras da
cumpllcilade de creteido numero de cidadosno-
tareis da Babia fez do tea silencio umt arma
para obter que o coadjuvasaem no projeclo que
formara de auffocar a revolugio em aeu nasced-
ro. Feito appello fortunados mais compromet-
tidos regorgitou o dinheiro nos cofres pblicos, e
cora adinirivel presteza esquipou e arlilhoudons
navios mercantes, o Jfsreurio e o Carrasco, para
que fossem bloquear o Recife. eroquaolo fazia
partir o marechal Joaquim de Mello Cogominho
de Lacerda frente de oiloceotoa homens de to-
das as armas, afira de que, aasegurando-se da fi-
delidad e de Sergipe, transpozesse o rio S. Fran-
cisco, talando o territorio inimigo.
Era o marechal Cogominho de Lacerda um ho-
rnera hooestoe moderado, o pretende o Sr. Mo-
nit Tavares que fazia elle parte da loja mtgonica
chamada Grande Oriente, nio seoao por isso
isento de ayropalisar com a causa pernambuca-
na. Fallecen)-nos os dadoa para contrariar a tio
formal affirmagao do Mlustre historiador ; duvida-
mos, porm, que o conde dos Arcos houvesse im-
cumbido da raissao de combater a'revolta ao
mesmo hornera que com ella podara fraternisar ;
nem no nosso humilde entender precisa-se recor-
rer aoa vinculo moconicot para explicar a con-
ducta humana e digna do marechal.
O que nos pareca sempre ioexplicavel era o
agodamento com que o c proceder nesla emergencia tomando, aem con-
sultar a corte as mais graves deliberarles, e nio
trepidando em convocar urna commisso militar
que n'um processo suramarissimo julgoa e'con-
demnou o padre Abreu Lima, man lando-o fuci-
lar 00 Campo da Plvora II
Temos presente um documento que levanta
urna pona do mysleriosn vu em que ficou en-
volvido esle oegoeio.E' urna carta do referido
conde uro amigo seu oesta cidade, em que
amargamente se queixs que podessem as intrigas
de seus inimigos prejudici-lo noconceito do mi-
nisterio e quiga^no animo do proprio re.... cSou
" coberto'de afjrontas, diz elle, e snu at amea-
gado de castigos no tremendo nome de el-rei,
rtosso senhor I.... Oh I rneu Deus 1 e porque
< hei de ser eu o nico Portuguez excluido da
jusliga que tem sido a caracteriatica do mais
querido dos soberanos?
Sei de certo que o nosso augusto amo
a nem sooha que eu tenho ado sffrootado em
seu adorado nome, e por isso ji ped licenca
para queixar-rae contra o ministro e estado, e
mostrar minha innocencia: ainda nio recebi
resposta, o que talrez priocipia a persuadir-rae
que nio foi presente el-rei nosso aeohor a
< minha supplica. Se o governador da Bahia de-
er dafalsos para o punir ; nio me consta que te-
c nha antorisado nennnm secretario de estado
para insultar um criado aeu. graude do aeu
< reino, e que ae o no tem aervido bem, ao ma-
nos tem feito os sacrificios mais cuitosos para
o servir.
O crime que se me impata o de tar en ten-
dido o tratado de Vienna mais favoravelmente
aos vassalloa povtugueres do que aoa vassalloa
a de S. M. B. Crime que alo existe; porque a
intelligencia que dei aquello tratado o qua S.
< M. el-rei nosso senhor me ordenou que Ibe des-
c si, e aquello que o direito daa gentes lem pree-
c cripto em suas regrsa de ioterprettgdea; mas
crime que se exislisse era bem digno de per-
a leituu ate p.ra-
atensss nuveos
reosle
ni poderoscfTJrrWalivo que rrffrecQO^re feliz op-
poVlunidade de tegierountiar* a sda edicago e
(illdsde, permitiido-llie dest'arte 0 ena/ar
ser temor o esplrjnjpt'do'tbron". "
CoiAan'do-lhe os seniimintos laia'dVslo m-
narchica, qrs por essa^oclaRloi'eYldencroa' nfo
podernos deixar 4e censurar^lae pel*s- eXeessos
corameitidos em prol dease priotspv*. qu* aen-
hum Braslleiro delxa de venerar como penhor
da prosperidtde nacioml. Comavenaatle muitas
rezes ai mrhores ciusas o o trop^k tletau-
toridades subalieraas, como teremov rartaa oeca-
sides d rerificar oa atrie doa eveotot que ata.
estudaroos. 1
Serom aaprdelamag5esao governador da Ba-
ha de corpo de delirio do seo carcter atrabila'rie;
despejando miau chelas t calumnia'> a injuria
sobre 01 teut contrarios torna-ae ridiculo pelos
teut furor*. Citemos anui por ser mais b/are,
a r---'------- iiij^jiii 1 i, rt.....iiiiijhiji'Tliiii
do suppunha qu a tropa1 epedirtonarfi j bou-
veete penetrado no territorio das Alagoaa :
< Habittes de Pernambuco 1 Marchara para
a comarca das Alagas bsndeiras portuguezas
e soldados bahlanoa para igar em teda a exten-
tensio dessa capitana. Todo o.habitante de
Pernambuco, que o\ nao seguir rpidamente t
marchar jundo dellat ser fuzilado.
As (oreas 01 vaes. ora | vista e em blnqueio
< do porto fea*, ordem para arrasar a cidade, t
pastar ludo d espada, te immediatamente nao
forem instauradas at lei de el rei nona *>
f n*er. '
Nenhums negociaco seri alteadlas, tem
que preced como prelimiotr pbbrega dos
chefes da revolta, ou a certeza da aua mort; fi-
cando na intelligencia de que todos licito
stlrar-fhes a espingarda como lobos.
* Baha 29 de margo de; 1817. Conde do
Arcot.
Abstemo-nos de coamentar lia insanos docu-
mentos deixaodo que era nosso lugar o faga o es-
clarecido redactor do Correio Braailiente, que oo
numero 109 do seu peridico assim se expresssva:
a ..............E na verdade s* os insurgen-
tes de Pernambuco moatravaaa (alta de coohe-
ci raen tos poiiticoa querenJo ali estsbelecer de
repente urna repblica, o governador da Babia
excedeu-oa na ineonaideragao da suas procla-
raagoes, pois ha muito lempo que nao iem*s
< tres documentos pblicos to misera veis. Basta
repetir que aquello governador attevera por
a sua palavra de honra, que o inaurgeni Mar-
lins despresado por todis as nagdef da Euro-
pa e da America, o que io pode deixar de pro-
voear o riso ; pois aquello governador asseve-
ra par aua palavra de honra que n-oemem
que nao en conhecido daa naces era por ellas
c deaprezado I ,
A outra parte deataa proclamagdaa em que o
c conde dos Arcos declara qua oto attend^r a
'i negociaco algorra, sem assegurar a morte dos
< cabegas da inaurreigio, tem noasa mais de-
cidida desapprovagio, porque tildeclaraglo s
a tende 4 induzir os Perhambucanos a mais obs-
a tinada resistencia; mui bem disso o poeta
Una safui asofia nullam spert talutim.
A temeridsde dos jovens Peroambucanos que
em urna frgil sumaca entraran) pelo porto do
Rio de Jaoeiro haateando a provisoria bandeira
da repblica e conduzindo a seu bordo o capitio-
general Caetano Pioto, veio cooQrmar ao governo
de el-rei a noticia que poucos dias antes lhe trou-
xera um barco mercante de Haceio.
A prompta eppreheoso da audaz sumaca e a
rigorosa reclusio aos carceres da ilha das Cobras
dos S6us commandantes e equipagem foi seguida
da ordem para que o ex-governador pariilbssse
a sua serle nio se lhe perraitiiudo sequer o fallar
rom um dos mioistros como requera.
Silenciosa estere s gazeta offlcial at que por
insinuagio de Thomaz Antonio, a quil tivemos
em nossas mios, fez 14.de miio a narrativa dos
successos de Pernambuco e ao mesmo lempo a
da providencias dadas para abalar a inaurreigio.
Referia o orgo governista que a maior activida-
de ae desenvolver em todos os eslabelecimeoloa
pblicos digoaodb-ae o proprio mouarcha de Ir
por varias vezes dar maior impulso aos preparati-
vos bellicos i deveodo-se a esass circumstaocia o
rpido equipameoto de urna esqusdrilba compos-
ta de urna fragata, duaa corvetas e urna escuna,
que sob o commando do chele de divisio Rodri-
gues Jos Ferreira Lobo, sarpra do nosso porto
e 00 dia 2 de abril.
Acresceotava a ful ha offlcial que no dia 4 de
mso sahira do mesmo porto um poderoso com-
boi composto da nao Vasco da'Gama e dez na-
vios de transporte conduzindo tres mil homent
de todas as armas, commandados pelo marechal
de campo Luiz do Reg Barreto, atsaz conhecido
pelos teut relevantes tervicot no exercito de Por-
tugal.
Tratando do novo eipitio-general de Pernam-
buco nio podemos deixar de protestar contra a.
iojustiga com que o trata e Sr. Muniz Tavarea.
que_ fallando da partida da segunda expedigio
enviada deala capital, diz o seguinte acerca do seu
-chefa :
............ Na chusma dos pretendentes
a que vioham continuamente de Portugal socili-
citar empregos naquella corle, figurara um mi-
c litsr por, nome Luiz do Reg Brrelo, que na
c ultima guerra da peninsula contra a Franca ha-
tropel das promoges tinha sido elevado ao
posto de brigadeiro. A sua ambicio nao eata-
va sasfeite. Este official tmha-se casado com
a til ha de um valido oo Sr. D. Joio VI; com
a tal proteegao tudo en fcil; a ocessiio nao po-
a dia ser-lhe mais propicia, a fama de bravo, o
apoolava adoptado para exterminar Pernam-
c bucanot: o rei portuguez o acolbeu como' sea
brago direito e legeu-o governador e capilo-
a geoeral de Pernambuco, autorsando o na qua-
a lidsde de alter ego 4 pdr-se 4 testa da expedi-
a gao, j prompta, ecom ellacommetter trapuoo
< todos os alternados. (15)
Queris saber quem era esse official tio despre-
sivelmente tratado pelo chronista da revolugio
de 1817 ? Lele o conceito que delle forma va um
dislincto Iliterato contemporneo escrevendo -lhe
a biographla no Osario do Governo de Lisboa :
[Continuarte-ha).
tripolagea se revollariara constantemente contra
seus superiores, faltando-lhes aquello elemento
physico do lerr ir salutar.
Ouanto de Morvan, para quem a lei j exista
de fado; porque em seu navio cornmandava s
pelo esumu.o, appellaudo sempre para o bro,
deaperlaodo oa aenlimenlos nobres do hornera,
e quaodo precisara correg-Lo privando-o mo-
mentneamente do goso daquillo que lhe dar
maior salisfagao, e que nunca Uvera occasio da
recorrer ao extremo de fazer um castigo corpo-
ral; nio obstante ser muitas vezes impollido pa-
ra isso, aenliu um intimo prazer eom a promul-
gagio deste decreto, e maudou incontinente api-
lar 4 moslra para lelo 4 sua marinhagem, depois
de ter delicadamente referido aos seus hospedes,
e aos officiaes brasileiros, que o foram vizi'.ar,
este grande aconteciraeoto.
Logo qu3 a vio fnrmada na tolas, 4 B B. e a
E. B. elle com movido, e com verdadeira emogiu
proferiu estas nobres palavras :
a Marioheiroi. a repblica acaba de elevar-
vos i dignidade de homent 1
Esiio abolido os castigos corporaes na glo-
riosa marinha franceza.
Francisco Arago, o sabio astrnomo por ex-
celencia, nosso mioislro hoje, assignou este de?
creto, que considere um monumento imperecivel
de sua gloria.
a Abengoae sempre o nome do grande miois-
lro que vos acaba de conferir este btnecio.
a Agora- nocessario que emoostreis cada
vaz melhor que aois digno delle, e que a Franga
o nosso goveroo nio depositaran er vos urna
vis confl mga.
< Pela minha parte respondo por vos, por esta
valente guarnilo, qae tantas vezes team comba
tido com valor 4 meu lado, e de cuja disciplina
tenho orgulho, embora nao a sajeltesse jamis
aos castigos abolidos.
c Viva a repblica I
c Viva o ministro da marinha I
Vivas prolongados echoaram no espago, em
reapotta, prorompend do paito desles bravos
hoaens, que cborarita enteracldoJ por ei-
ta prora de solliciiude, a ram-se so mesmo
lempo.
E' escu'sado dizer que naquelle dia os traba-
ihos extraordinarios forsnwauspensos, e qua a
guarnigao teve lice.rga para festejar am fado que
lao de perto lhe inleressava, no qual ella descor-
tinar* a influencia do anjo que tinha 4 bordo.
Os officiaes de proa foram immediatameote
buscar os instrumentos dos supplicios, e ot en-
tregaran) aoa marinheiros, que os langsram ao
mar, depoit de urna grotesca ceremonia, que
muito fez rir a r.
E queris quo voa descreas, lailores, este casr
ligo da bolina, abolido pela repblica de 481
Supponde duas alas com postas de trila mari-
nheiros ou mais, armados caaa um eom um chi-
cote de gaxia, qua urna tranca feita de fio* al-
catroados, chamados de carreta: o pacienta
obrigado 4 pastar por meio deltas, e como cura-
primeoto recebe nss costas urna forte pancada de
cada um doa exeeulores; isto .-logo de urna
rez, e rpidamente leva oOchicotadas ou mais, de
sorte qua com tres passagens ou corridas, como
lhe denominara, o infeliz cake extenuado, por
mais robusto que seja I
V le, pois, ae harta ou nao razio para a ale-
gra que os marinheiros do Pandour manifeala-
vam, dancando ao som de alaumas rtbecis, que
de Morvan sem ore gostava de ter 4 bordo, reco-
nhecendo a vantagam qua resultara para a dis-
ciplina de oflerecer algumas dialcsccea 4 seus
subordinados, que por este modoman.se fixsvsm
4 bordo.
Gragas 4 Deus, nessa legislagia, qua tanta
cousa m lem copiado do eatrangeire, nunca
transplaniou para a marinha imperial aquella
barbara pena, e fago votos para que, em um fu-
turo nio mu remoto poasamoa tambera seguir o
exemplo roaxnanjmo da Franga, tempre pa ran-
ga arla do progresso, abollado os castigo corpo<
raes, qoe anda, desgragadamente, precisamos
maoter. porque nossa manobagem calleolicia, re-
crutada as fesea da aociedade brattleira, nao
tem a educagio neceaaaria, o ferio, o pundonor
ira ser levada somente peta pijirrae pela emu_-,
lar8o.

No dia am qoe ae reeoohecer preptrada para
gosar este favor, oh 1 nesse da o enlhusiasmo
me dominar, e enlio algsrei minha iraca voz
tambem em prol dests porgio de nossos compa-
triotas, para quem nao hi constituigio.
No momento em que a lei fallou, at opinioea
cillaram-ae, e a vencida so associou com geue-
rosidade ao triumpho da adversa. Portanlo, to-
dos oa officiaes s tioham 'um penaameolo ago-
ra : dar ama demooslragio inequvoca de satis-
faegio. ,
De Morvan, como commandaote, e vivendo
cam elles na melhor harmona, applandiu a idea
que tiverara, que tambera lhe tora suscitada,
e concordaran) em que 4 nejte dariam 4 bordo
um cha, para o que convidaran) nio a .os offi-
ciaes brasileiros presentes, que 1 incumbirn
de obter em trra, que para aquelles eslava in-
terdicta, algutaa cousa neoessari* ; com mais
outroa dos que se acharara no porto.
Largaran), portaoto. para tena os nolsos com-
patriotas para cumprira missao deque se eocar-
regaram, e i borda ficaram ot) Prauceiea prepa-
rando com bandeira e galhardeles um elegante
parilhio na tolda, qaa> Beta redo decorado com
gosto, tmente com attributoa militares, aeodo
a illomifiagap preparada com curiosos lustres
d* bayonetas e espadas combinadas entre si.
Os aconteciraenlos se precipitavam : o brigue
cortamente aeguint para a Fraega dentro de ama
aemana, a de Morvo que .via naquella mesma
noite que poderla tornar-se para Ue o comeco
de urna era venturosa, decidir de sua sorte, nio
so provocando urna declaracao positiva da doo-
zella, fazendo-a contestar asas senlimeotos, co-
mo destruindo todos oa escrpulos ioa paes psra
consentir em urna unilo que deveris ulisfate-los
muito; porque oella reiiuii a (eticidado de El-
vira.
Continua*
s. i. .
"..... >
PEHN.TYP DE H. F. D8 FAMA & PU.HO IMt.
* a.


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