Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09881


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Full Text
1BII. XXITII IDIUO 279
J*Ui8ft
Por tfesaeM8idiiitedos 5JO0O
4*#r Irn IWIM.TMSMm 6f000
TERCA FEm 3 IE DEZEMBBO II Itl!
Por ana adiaiUdt 199004 ^
Ptrte frott ttn t sibteripttr.
r
ENCARREGAD06 DJWBSGRIPflAO DO NORTE
***** "-m,
-------------, Alexandrino de Li-
ras ; Natal, o Sr. flfflP^ftarques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Cear o Sr.
T. Jos de Ollveira; Maralo, o Sr. Maooel
Jos Martina Ribeiro Galmaree; Para, Justino
1. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PAKllUAS lHa,COKKKlU.
Olinda todos os das as 9tf doras do da.
Iguarass, Goiaana, e Parahyba as segundas
e sexlas-feiras.
S. Anlo, Beierros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuna nat tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
qoeira, Ingazeire, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Onricurye Ex as qua-taa-feirae.
Cabo, Serinhem, Rio Formse, Una.Barreiros
Agua Prela, Pimeolelras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10horaa da machia)

RNAMBUCO
EPHBMERIDES DO MEZ DE DEZEMBBO.
1 Lea non as lt horaa 57 mnalos da tarde.]
9 Quarto crescente sos 50 trinlos n"a asobee.
17 Lea hela as 5 horas e 31 sainaron a tarde.!
85 Quarto mioguaate aa 7 horaa e 32 minu
da tarde.
31 La ora as 11 horas e 35 minutos da man:
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 mnalos da manhia.
Segando as 6 horas e 30 minatoa da tarde.

DAS da semana.
i Ssgenda. S. Balbioa *. m.; S. Adria m.
Terca. S. Francisco Xavier ap. das Indias.
<4 Marta. S. Barbara V.tfi.. S. Pedro Chrysologo.
i'Quinta. S. Geraldo are. ; S. Sabaa ab.
feta. S. Nicolao b. da Mira ; S. .Leoniaaa m.
abbado. S. Arabrozio b. dout. da egreja.
femigo. Conceiclo de Noasa Senhora.
r
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tergas, quintas e sabbadosaslO hora?,
Fazenda : tercas, quintas e sabbadosaslO horas.
Juizo do commercio : qnarlas ao meio dia.
Dito de orpbios: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do ciril: tercas aextas ao aeio
dia.
Segunda rara do clrel
hora da Urde.
quartas e satinados a 1
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL,
Alegas.o Sr. C'audino Fslcio Diaa; Baha,
o Sr. Joa Martina Airea ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joio Pereira Martina.
EM PERNAM1IUC0.
Os proprietarios do piario ataooel Figueira de
Pena & Filho, na ana livraria praca da Indepen-
dencia na. 6 e 8.
PIRTE OFFICUL
Ministerio do imperio.
3* aeccao.R.o do Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios do imperio em W 4a aetembrode 1861.
Illm. e Exm. Sr. Tenho presea)! o officio n.
19 de I de outubro prximo passado, em que V.
Eic. submette a decisao do gorerno imperial as
seguintes duvidas sobre a inieroretacao do art.
118 da le de 19 de agosto de 1848 : -
1.a A' riata do que dispe o citado artigo, po-
den os presidentes das provincias aooullar as
leicoes de vereadores e juies de paz, ou soman-
te approva-las provisoriamente ?
1.a Dado o Cso de que o gorerno imperial re-
conhega nos ditos presidentes eitribuico Uoto
para urna como para outra cousa, dever ser exr-
cida eaaa faculdade aaenle quando a eleico
tiver lugar na poca legal, ou tambem quando,
por se ler anoulladu aquella, ou por outra quai-
quer razo, se tirer procedido eleigao (ora dessa
poca ?
Pondera V. Exc. que a annullaco provisoria
decretada pelos presidentes nao evita o inconve-
niente de nao entrarem oa eleilores no exercicio
dos seus cargos no dia desigoado pela lei, por
laso que ella nao produz seus efTeitos sem a de-
finitiva approvaco do acto pplo gorerno impe-
rial, antes da qual nio se pode mandar proceder
A nova elei;o, porque, na hypolhese de nao ser
approvada pelo mesmo governo a resoluco do
presdante, dac-ae-hia o caso de haver duas elei-
coej, urna que o presidente annullra provisoria-
mente, mas que o governo approvara, outra a que
mandara proceder para evitar o inconveniente ci-
ma apontado.
Em resposta declaro a V. Exc.deaecordo com
o modo por que at hoja tem aido executado o
citado artigo, que aoa presidentes daa provincias
compete a altribuicao nao a de approvar provi-
soriamente as eieices municipaea, como tambem
a de annulla-las : no primeiro caso elles poem
logo em execuco a sua resoluco, aubmeltendo
entretanto o acto appro*ac3o do governo ; e ae
por ventura este oso o approva, os notamente
eleitos nao eolram em exercicio, ou se isso j se
tiver verificado retiram-se,. e cedem o lugar aos
vereadores e juea de paz do quatriennio tiodo,
que conliouam em exercicio emquanto nao sao
sabstituidos pelos da nova eleico a que se pro-
ceder, por nao ler sido approvdo aquello acto,
segundo oque est decidido pelos avisos n. 18de
11 de jaaeuo de 1849 e 199 de 15 de junho de
1858.
No segundo caso, o da annullaco, oa presiden-
tes devem esperar pela decisao do governo, sem
que baja necessidade, como V. Exc. suppoe, de
mandar-se proceder a nova eleico antes de ser
dada a mesma decisao, pois que para o inconve-
niente resultante de quaiquer demora que por
ventura occorra ha o remedio proscripto pelos su-
praoiudoa a risos, continuando do exorcicio doa
seus cargos os vereadores e juizes de paz do qus-
trieonio fiado.
Outrosiae declaro a V. Exc. quanlo ao objeeto
da segunda duvida, que, aendo o fim da lei evitar
que entrera no exercicio dos seus cargos autori-
dades, cuja eleico conliver nullidades, a altri-
buicao conferida aos presidentes das provincias
pelo art. 1>18 da mencionada lei deve ser exerci-
do em quaiquer das hypotheses de que V. Exc.
trata.
Deus guarde a V. Etc. Jos Ildefonso de Sou-
xa famos. Sr. presidente do Rio Grande do
Norte.
4a seceo.Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios do imperio em 7 de novembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr. Em data de 26 do mez pas-
sado houve S. M. o Imperador por bem resolver
a consulta da secgo dos negocios do imperio do
cooselho de estado de 16 de meio deate anno, re-
lativa reulamac&o que Jos Pedro da Silra drii-
gio ao governo imperial contra o indeferimento de
sua petico em que requerra aer jubilado na ca-
deira de geometra do curso de preparatorios des-
sa faculdade, proferido de accordo com a resolu-
co de 24 de agosto de 1859, tomada sobre con-
sulta da referida seceo de 9 de juobo do mesmo
anno ; e de conformidade com aquella imperial
resoluco de 26 do mez passado, commuoico a
V. Exc, para que o faca constar ao reclamante,
que nao tem lugar o cootar-se para a sua jubla-
c'ao, com o ordenado por ioteiro, o tempo de ser-
vico que tem tido no emprego de inspector da the-
sourdria dessa provincia, como j foi declarado em
data de 7 de junho pasaado, nao a porque o art.
33 do regulamento annexo ao decreto o. 1.331 A
de 17 de fevereiro de 1854 determina que nao se
cont sos professores o tempo empregado tora do
magisterio, como tambem porque o servico que o
reclamante tem preatado naquelle emprego pro-
vincial nao gratuito e obrigatorio por lei para
poder-lhe aproveilar a dispoaico do art. 26 do re-
gula ment de 5 de maio de 1856.
Tambem nao pode o reclamante aer jubilado
com o ordenado correspondente ao tempo de ef-
fectiro exercicio no magisterio, viato que o art. 29
do citado decreto a. 1,831 A de 17 de fevereiro de
1854. combinado com os art?. 58 do decreto n.
1,386 de 28 de abril do dito anno e 37 do decreto
n. 1,556 de 17 de fevereiro de 1855. s Ibe apro-
veitaria no caso de se aehar o professor impossi-
bilitado de eontiouar no exercicio do magisterio,
o que nao se verifica tendo deixado o exercicio
de aua cadeira para oceupar o emprego que ac-
tualmente aerre de inspector da tnesouraria pro-
vincial.
Deua guarde a V. ExcJoti lldefonto de Sou-
xa Ramot. Sr. director da faculdade dedireito
do Bectfe.
3a seccae.Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios do imperio em 7 de novembio de 1861.
Illm. e Exm. Sr.S. M. o Imperador manila re-
commendar a V. Exc. a fiel execuco das circu-
lares de 5 de novembro de 1842 e 16 de dezembro
de 1845, de que eavio urna copia authentica, pe-
las quaes se determinou aos presidentes das pro-
vincias que flzesaem acompanhar aa leis provin-
caaes que sao enriadas a este ministerio da expo-
sicio dos motivos por que ellas forsm saneciooa-
da's oa deixaram de o ser; e que a respeito das
leis sanecienadas pelos antecessores, deriam o
que ficessem a remessa dar a sua opiniao acerca
do merecimeuto de taes leis, e enviar aa leis a que
se referirem aa da remeasa, aeompanhadas da co-
pia dos motivos de sua aanecao.
Deus guarde a V. ExcJoti lldefonto de Sou-
xa Ramot.--Sr. presidente da provincia de...
Circular.Illm. eExm. Sr. S. M. o Impera-
dor ha por bem que V. Exc, quando remetter a
ata secretaria de estado dos negocios do imperio
as leis da assembla dessa provincia, faca no offi-
cio que as acompanhar urna exposico dos moti-
vos porque sancciooou ou deKoa de sanecionar
cada deja dellva, afim de que com roaior e&uhe-
cimeoto de cansa ae possa resolver como (r con-
veniente
O que participo a V. Exe. para aoa intelligencia
execuco.
Deoe guarie a V. Exe. Palaeio do Rio da Ja-
neiro em 5 de novembro de 1842 Candido Joti
de Aroujo Vianna. Sr. presidente da provincia
do Pari.
Circular.Illm. e Exea, Sr.Tendo-se por vi-
to da fi de novembro dei842 determinado a eaaa
presidencia que, quando nnettesM i esta secre-
taria de estado dos negocios do imperio as leis da
respectiva assembla, fizesse no offleto que as
acorapanha urna expoaico dos motivos por que
sancciooou ou deixou de sanecionar cada urna
dellaa, para com maior coohecimento de causa sa
resolver como fr conveniente, ha por bem S. M.
o Imperador que V. Exe. d exacto cumprimento
ao citado aviso, ficando alm disto na intelligen-
cia nao s de que, quando algumas das ditas leis
teoha sido saneciooada por antecessor seu, dere
nao obstante V. Exc. dar a aoa opiniao sobre o
merecimeoto della, mas tambem de que quando
alguma das meamas leis se referir a outra, dere
remett-les juntas, sendo aquella a que ultima ae
referir acompanhada da copia dos motivos da sua
saoceo.
O que tudo commuoico a V. Exc. para seu co-
ohecimento e execuco.
Deus guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Ja-
neiro, em 16 de dezembro de 1845 Wanoel Al-
ve Branca.Sr. presidente da provincia de. .
4 scco.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 11 de novambro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Sendo oovida a seceo dos
negocios do imperio do conselho de estado sobre
o requerimento em que o bacharel Maooel Fer-
reira da Silva, professor de historia e geographia
do corso de estudos preparatorios annexo a essa
faculdade, pede a gratificaco da quarta parte do
seu ordenado, por ter completado 25 anuos de
servico eflecliro no magisterio, o governo impe-
rial, de cooformidade com o parecer da referida '
seceo, oxarado em consulta de 6 de setembro
prximo passado, resolreu attender a esta pre-!
tanco, urna ves que os professores e substitutos
das aulas preparatorias gozare, nos termos do
art. 58 dos estatutos das faculdades de direito,
das mesmas rantagens e obrigacoes que tirerem
os professores do collegio de Pedro II, e a estes
compete a gratiOcaco da quarta parta do orde-
nado quando continuara no exercicio do magiste-
rio depois de 25 aonoi de servicn. Dsre-se po-
rm contar o tempo de effectivo servico de peti-
cionario de 6 de fevereiro de 1836, em que en -
trou em exercicio, em virlude de nomea;o do
governo, e nao do da 5 de maio de 1835, em que
comecou a servir por nomeacao do presidente da
provincia.
E por esta occaaio manda S. M. o Imperador
declarar a V. Exc, para servir de regra em casos
aemeihantes, quesos professores desss faculdade
nao se deve contar f/Mfc percepcao da graliQca-
co_addicional, ou parra obtenco da juttilaco,
seno o tempo'de effoclivo servico no magisterio,
porque o decreto n. 1,331 A de 17 de fevereiro
de 1854, applicarel nesta parte assim aos profes-
sores do collegio de Pedro II. como aos dss fa-
culdades de direito (arts. 58 do decreto o 1.386
de 28 de abril de 1854, e 37 do decreto o. 1,556
de 17 de fevereiro de 1855) exige sempre esse
servico quaodo trata da iubilaco e graulicaco
addiiiooal a que teem direito os professores de
instrucco primaria e aecuodaru do municipio
da edrte. A uoica excepeo que a eata regra dure
fszer-se relativamente aos profeaaores dessafa-
cuMade a que reaulta do art. 26 do regulameolo
de 5 de maio de 1856, o qual determina que ae
Ibes ievem em conla as fallsa provenientes de
servico publico gratuito e obrigatorio por lei.
Deus guarde a V. Exc/ot Ildefonso de Sou
xa Ramos.Sr. director da faculdade de direito
do Recife.
4a secgo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios oo imperio, em 14 de novembro de 1861.
Itim. e Exm. ^r.Commuoico a V. Exc, para
aeu coohecimento e execuco, que fot iodeferido
o requerimento em que o bacharel formado em
direito pela universidade de Coimbra Jos da
Molla de Azevedo Corris pede se expecam aa ne-
cessarias ordena para que nao s Ihe seja confe-
rido o grao de bacharel por essa faculdade, mas
tambem passada a competente carta, por ter sido
ahi approvdo em tolos os exames do curso dessa
mesma faculdade.
A lei n. 1,112 de 27 de setembro de 1860, que
fez extensira ao suplicante a disposico do art.
Io do decreto n. 23 de 30 de agosto de 1831, in-
vocada por elle ero favor de aua preteocao, nao
trata de nova collaco de grao ; limita se a con-
siderar como habilitacio para se poderexercer oa
mesmos cargos pblicos a que a lei admiti os
hachareis formados nos cursos de setnelas jur-
dicas e sociaea do imperio, os oovos exames s
que manda sujeilar os hachareis formados as
universiJadea ou academias estraogeiraa ; aendo
poriaoto aufficieole, como bem emenden V. Exc,
de accordo com a coogregaco desea faculdade,
urna apostilla na carta pasaadi pel untverstdade
que Ihe cooferio o grao de bacharel, na qnal ae
declare a approvacioqueoaupplicaole obleve.
Deua guarde a V. Exc Jos Ildefonso de Sou-
za Hamos.St. director da faculdade de direito
do Recite.
bem mandar approvar
presidencia.
s decisao dada por essa
3Z5SZ
de Negreirot Sayao
provincia do Cear.
Lobato.Sr. presidente da
crime oa que requeran) passaporte,
ora em diauta a cargo da repartirlo
i guarde a V. Exe.Froncwco, de Paular laJMviduos qua liverem de retirar-se do Imperio,
"sJaitinaando a exigir-se, como prescreve o art.
72 o regulamento de 81 de Jaoeiro de 184, a
boas dos credores que pussam t*r,a publicacio da
salida do impetrante por tres dias nos jornaes,
oa f anca idnea, em casos urgentes, para poder
ser dispensada essa publicaco.
Qom a referida providencia nao s torna-se-ha
fcil a expedico dos passaporles e legitimaedes,
aa tambem cessarao as desperas qae acarralara
a exigencia da folha corrida, e a necessidade que
dtil provinha fi intervengo de ura agente que
soebfsee dirigir-ae aos eartorios para obter aquel-
lo documento, o que dar motivo a queixss reme-
tidas, e por ventura occasionara abusos que nao
podiam evitar-se.
Communicando ao Sr..... eata resoluco que
tanto Interessa aoa aeus naciooaea, renova-lhe os
protestos, ecteBenevenuto Augusto de Maga-
Ihes Taques.Ao Sr.....
3a secfo.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, 11 de novembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Ao alto coohecimento de S. M.
o Iraoerador levei o officio dessa presidencia, sob
n. 166 e dats de 20 de julho ultimo, participando
que, tendo o juiz de direito interino da comarca
de Nazareth, Joaquim Jos de Olireira Andrade,
suspendido por trinta das o escrivo de orplios
e capellas, Ignacio Vieira da Mello, nao s por
ter elle praticado algumas omisaes, como tam-
bem pelo dezar que procurara tancar sobre o mea-
mo juzo, envenenando alguna de seus actos de
modo tal que difficilseria deacobrir-Ihe ama res-
ponaabilidade directa claramente provada, essa
mesma presidencia reapondera-lhe qua s em
correicio podiam os juizes de direito impor as
penas disciplinares do art. 50 do decreto n. 834
de 2 de outubro de 1851 a quaiquer funeciooario
daa juriadicedes inferiores que se achasse em cul-
pa ou omisso, exceptuando nicamente osescri:
ves do jury, por isso que persnte taes juizes de
direito servem em virlude do art 21 do decreto
n. 707 de 9 de outubro de 1850: e qoe prtenlo,
seo Jo menos regular a suspenso de que se trata,
anda mais porque nao bavia para ella motivo
fundado, como declarou aquellejuiz, confessando
que seria uifficil deacobrir no procedimento do
referido fuoccionario ama respoosabilidade di-
recta e claramento provada, ordenra-lne que fi-
zesse o mencionado funeciooario entrar no exer-
cicio de aeu officio, procedendo contra elle con-
forme o direito, ae pira isso houvesse justo fun-
damento. E o meamo augusto seohor houve por
bem approvar a decisao dada por essa presiden-
cia. O que communico a V. Exc. para aua in-
telligencia e para o fazer constar ao sobredito
juiz.
Deus guarde a V. ExcFrancisco de Paula
de Negreiros Sayo Lobato.Se. presidente da
provincia de Peroambuce.
Ministerio da guerra.
Decreto n. 2.844 de 9 de noce-bro de 1861.
Deaigoa oa juizes que devem substituir o auditor
de guerra da corte em seas impedimentos.
Hei por hern decrvtsr o segaiote :
Al. Io. 0 auditor de guerra da corte ser sube
tiluido em seus impedimentos pelo auditor d
marinha, pelos juizes ae direito da Ia e Ia vara
criminal e peloa substitutos destes, ns ordem m
que vao deaignadoa. *
Art. 2o. Noa casos em que o servico publico o
exija, poder ser comeado um dos substitutos
para roadjuvar o auditor de guerra, com a grati-
ficacao annual de 6000.
O marqupz de Catias, do meu conselho, presi-
dente do conselho do mluiairos, ministro e se-
cretario de estado dos negocios da guerra, o tenh
aaaim entendido e expeca oa deapachos necea
aarios. tem corrido revelia da presidencia, que sempre
Palacio do Rio de Janeiro, em 9 de novembro'se terar'feifo sem cuidados e preoecupacoes, desla
de 1861, 40* da independencia e do imperio.'
Ministerio da Justica.
2* steco. Ministerio des negocios da justica.
Rio de Janeiro, em 14 de novembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr. Tendo o presi lente da cma-
ra municipal da Villa da Serra, nessa provincia,
entrado em duvida ae poda exercer as funecoes
de jqMde orphos supplente sendo o eacriv do
juiz sTf*j irmo ; e havendo V. Ex. respondido pe-
la negativa; porquanto, anda qae aa ord. 11/. 1
til. 69 in princ. ,tit 79 45 e til. 48 29. nao
fallera expressameate dos juizes e sim de pessnas
empregadas na justiga, comtudo, como bem de-
cidido foi por avisos de 28 de julho de 1843 e 3
de uezembro de 18j3 deve-se entender por
maioria de razij qua nao possa um juiz servir
com empregados seus psrentes dentro dos graos
prohibidos, estando o irmo no numero destes :
conforme foi ludo participado a este ministerio
por officio dessa presidencia de 2 de Outubro
ultimo: cabe-me commuoicar a V. Ex. que S. M.
o Imperador, ten lo ourido o parecer do coose-
Iheiro consultor doa negocios da justiga manda
declarar a V. Ex. que bem resolveu a questo
proposta, al por estar comprehendida n'uma das
hypotheses do avizo n. 263 de 30 de Setembro de
1859.
Deus guarde a V. Ex.Francisco de Paula de
Negreiros Sayo Lobato.Sr. presidente da pro-
vincia do Espirito-Saolo.
mTEBiOB.
taoyaz.
Coyas, 6 de outubro de 1861.
Nao sai por onde deva comecar. Ht muit couss
a dizer-lhe e o tempo pouco. Nao repare pois
pa tMoruem em que vo lancados o fados e as
idsa.
ha Quando eata Ihe chegar as mos, j estar feta
S- I a eleico provincial. Esla eleico, que sempre
Com a rubrica
de Caxias.
de S. M. o Imperador.Mrquez
Ministerio da marinha.
Decreto n. 2.843 de 9 de novembro de 1861.
Designa os juizes que devem substituir o auditor
geral da marinha em aeus impedimentos.
Hei por bem decretar o seguiote;
Art. 1. O auditor geral da marinha aera subs-
tituido em seus impedimentos pelo auditor de
guerra, pelos juizes da Ia e da 2a rara criminal,
e peloa substitutos destes, na ordem em que vo
designados.
Art. 2. Nos casos em que o servico pablieo o
vez lam fado importante qae tem ttrahido a
atteocao de tolos. Aioda bem.
A reforma eleitoraldo anno passido qae modi-
ficou a lei de 1855 ampliou o circulo das incom-
patibilidades ; mas esse principio salutar da lei,
por mal estudado ou por ignorado, passava to
desapercebido que muita gente auppuoha-se cora
direito a ama reeleico, ou a um assento entre os
escolhUos do povo. .
Coraefavam a apparecer chapea e mais chapas
cheias de individualidades incompalireis, grande
numero dellascom probabiiidadedesuccesso, por
serem verdsdeirss e legitimas influencias.
Desde que se dava um faci dessa ordem, a
presidencia julgou-se na rigorosa obrigaco de
exija, poder ser oomeado um dos substitutos intervir na eleico, para fazer reapeilar a tei e
Ministerio da justica.
Ministerio dos negocios da justica.Rio de Ja-
neiro, 31 de outubro de 18*1.llim. e Exm. Sr
Sendo presente a S. M. o Imperador o officio
de V. Exc. sob n. 10 de 14 de Janeiro deste snno
relativo a decisao que dera em consulta do chef
de polica dessa provincia sobre dever o cidado
Pedro Ferreira Meodea reaasumir o exercicio do
cargo de subdelegado da cidade de Teff que dei-
xara por ter aido nomeado para o lugar de pro-
motor da comarca de Solimes de que posterior-
mente fura exonerado; manda o mesmo augusto
senhor responder-Ihe psn aua intelligencia e de-
vida execuco, que daodo-ae por aua propria na-
iureza iucompatibilidade manifeata entre aquelles
dona empregos, e seguiodo-se da aceitaco de
um, forzosamente renuncia tacita de outro, nao
pode aer approvdo o acto de V. Exc. chamando
o mencionado individuo a exercer aa funecoes de
subdelegado, qus s assumir regularmente com
nova nomeacao, se assim convier ao servico pu-
blico.
Deua guarde a V. ExcFr-onoeo de Paula
de Negreiros Sayio Lobato.Sr. presidente da
provincia do Amazonas.
2* seccao.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Jaoeiro, 8 de novembro de 1861.Illm. e
Em(D.' 8r"~Foi PrB*oQt a S. M. o Imperador o
officio datado de 14 de novembro do aono pas-
sado. aro que eaaa presidencia expde que, tendo
o negociante da praca de Pernambuco Joaquim
Rodrigues Ta vares de Mello requerido pro'ideo-
ciaa sobre o fado de nio ter sido despachado no
termo do Sobral urna aua petico ao juiylo com-
mercio, requereado a abertura de faflsJBcia de
um seu devedor, tambem negociante naqaella ci-
dade do Sobral, e iato porque jararam mapeico
o juiz municipal, os seus suputantes nados os
vereadores da cmara, resolver V. Etc. effi\
ciar ao juiz municipal da Santa Quitea, como
o maia ztuho e perleocenie comarca do So-
bral, para funecionar na causa do peticiona-
rio, por parecer-lbe iato mala cooseoianeo com
oa principio* do direito para dar-a a subs-
tituido dos juizes impedidos, visto como oo
havendo dispoaico alguma da lei que previne a
especie em queato, acbou coartado apptieavels
as disposicoesdo decreto a. 1,012 da 4 do novem-
bcodo 18579 o aviso n. 121 de 19 de maio de
1864, embora iratem de hypothasea divereas. E u
meamo augusto seohor, toado oavido o consolbei-
ro consultor (loa negocios da juatiQa, houve por
para coadjuvar o auditor geral da marioba com
gratificarlo sonnal de 600$.
Joaquim Jos Ignacio, do meu conselho, minis-
tro e secretario de estado dos negocios da mari-
nha, o teoln assim entendido e faca execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 9 de novembro
de 1861, 40a da indepenlencia e do imperio
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Joaquim
Jos Ignacio.
Aviso de 6 de novembro de 1861.
Manda admittir deioito fiis de commisso para
aervirem a bordo dos navios da armada, na el-
ta de fieia de la e 2a clasae do corpo de offl-
ciaes de fazenda ; derogado para este effeito o
S 2 do art. 6* do aviso de 9 de fevereiro de
1860.
2a seccio.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios da marinha, em 6 de novembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Tendo pratica demonstrado*
que o numero de fiis daa duaa claeaea eslooele-
cidas pelo art. 1* do plsoo que beixou com o de-
creto n. 1,940 de 30 de junho de 1857 mantfes-
lamente inferior As neeessidades do servico da
recolhidos a cada da capital : porm a diligen- rnBBP5PnNrairrc n nv.B.nr.n
ca maia importante devida a acl.vidade do io- LOHRE5PONDENCAS DO DIARIO DE PER-
lelligeute delegado ds Santa Cruz, Paulo Soriaoo. -- ., NAMMOCO.
Teodo- conhectraento de que no dtstncto de Cal c psala X9 de novesmbro.
das Igoaeo Jos de Livrameoto, seus fllhos e ^ ,lfM,e advinhado que o Paran se de--
douseseravos assasainaram Joaquim Amaro Ro- ora" jeale porto dous dias.'sem necessidade
drigues, e arrestando o cadver por eapaco de um llgBau' "Pois de urna viagem ji to longa, a
quarto de legua, o aliraram o'uoa poco do rio Pi- eor"ePondeocia que Ihe mandei por eele nao iria
racamjobo com urna pedra atada ao pescogo, esse "rMrae,1le ,io "! allnhavada ; porque nio a
delegado de polica expedip ums forga de guarda i, ,irw c,rrelra* P* a por no crrelo um
nacional, que conaeguio effectuar a priao dos u*n .
criminosos, que se acham recolhidos esda. mo len0 a8ora Navarre, vou emendar
Urna escolla do presidio de Santa Leopoldina 3 ma^' eac'eendo-lhe mais delicadamente 1-
effectuou urna booita diligeocia, irazendo de ums [!".,. ,e,D vez dous criminoso de morte, um de tentativa e A- "? Iliterario cel-brado no domingo pelo
um desertor. Do norte acaba de trazar o alferes 8no d,rec,or Jo Cymnasio Bahianoo, como en-
Berc um grande numero de desertores e onze *e^r*men,i> e suas aulas, deixou todos oa
recrutss. p.8,s doa 'umnoa, e msis pessoaa que elle aasit-
Tem-se dado alguna fados crimonosos no Ca- "'i"' mui "wfe>os.
talo, em Morriohoo e em Heia-Ponle ; mas a B Ie que B*le coa polica nao dorme, e maia hoje mais amanha, "m-r- P'deote da provincia, e areebispo,
apesar das difficuldades e falla de recursos, oa !!e J"?. '5r8n,1{, numero de homens de atislincco
criminosos respoodero por seus crimes. 2 ae.letlras- a,ual oa,,a com manitestoa signaes
Como temos para o norte apenas um correio 8,nceros aPplusos s leitura de um minucioso
por mez, e iato mesmo para certos pontos, que L. e"'?U relai0" d? director, em que fes
outros oo tem absolutamente correio. e quasi aeenT0'r que nao se eorrespondem com a capital.pouco ou e v"0 *,01c"y< tre n.
nada Ihe posso dizer do que por all tero aucce- in e8,fla recitaram algumas allocuces os
dido. Supponbo porm que vai o norte em paz; ",,D.nO ERenio Marcolino Guimares a Joo
porquanto a gazeta oficial, que tudo hoje consig-1 V\VJ.i (jUla?aries (da P"neira c'.asse) Antonio
na em suas columnas, nada diz, e apenas refere t V. .,' An"'de Augosto Milln [da
a faga de um preso do poder de urna escolta que i "? ,a cl8!se' 6 Vet0 Carnelr <* Silva (da ter-
o conduzia ; bem sabido que nao se pode con- f ,*':,- ,
fiar diligencias importantes guarda nacional. ueste ultimo alumno respirara os melhores
Por fallar em correio, devo dizer-lhe que c e """''los religiosos, e talvez per islo, S. Exc.
l ma fadas ba. Por c tambera materia ve-1 K,m,< disinbaiu os premios com urna pala-
Iha as gentilezas do correio. De ha lempos a !ra ?? animacao cada um doa condecorados,
esta parle que a malla da corte oo chega no dia I aeS"!a uma ".DlJ rell1u>a l>"0 de sua cruz.
um boni-
magnifico
obviaras difficuldsdea. A maior parte deisascao-
didaturas ae reiiraram ao primeiro aviso : mas
ouiras oo quiierem reconbecer a sua incompa
tibilidade... Os comicios eleitoraes faro o sen
dever, toman Jo em separado os votos que reca-
hirem neaaea candidatos, e na apuracao geral
eases votos sero considerados nullos.
Fallo-lhe ne>te aaaumplo paca preoevir intri-
gase mexericadaa dealgum D. Basilio, que os ha
em toda a parte. lato teilo, vou tratar de outro
lado da questo.
Sabe V. que a cmara dos deputados, appro-
vando a eleigo de Goyaz, deixou em duvida mul-
los eleilores, e pedio esclarecimentos ao gover-
no. E' assim que a eleico do Catalo oo foi
anda approvada, e creio que nao poder aer em
vista das razes de nuilidade que mililam contra
ella.
Em vista disto, a preaidencia ordenou que os
eleilores duvidojoj oo tomassem parle na pr-
xima eleico ; e por cooaegaiote a fusaem con-
vocados os eleilores que pela cmara temporaria
tioham aido reconhecidos. Ha nada mais sim-
ples o astural ? Pois quer aeber ? Daqui ea-
creveram para o Citalo acoosslhando aquella
a
O Sr. Amaral Tavars proferto ento
to discurso, que termloou 'por ste
trecho:
a Srs. mancebos I Nio desanimis na carrei-
ra ; nao vos embarguen) o passo os tropecos quo
porveotura se leraolem em vosso caminbo.
< Se porventura eocontra/dea os vestigios da
passagem de urna geracao descrente e acepti-
ca ; se oschos aioda neboaram com ossons pro-
longados dos hyranos entoldos ao bezerro do
ouro ; se anda jazerem espargidas no chao as
maotas diaphauaa que envolveram as bacchaotes
que cahiram em meio da aarabaada iofernal; ae-
gui, nao amaldic-ieis os que vos precederam ;
porque commelterieis ara sacrilegio talvez. Se-
gu, segu avante.
Suspire-nos o amor da patria; paote se o
noaae proceder pelos diclamea da probidade e um
futuro risooho vos aguardar. Porem a baae
de tudo o estado, o trabilho. Nao os aban-
donis nunca, mancebos : as Ubuiacoes do es-
pirito encontrareis muilas vezes, se nao sempre,
um altivio 'h nossas dores, um balsamo para o
sangrento coraco. E-tudai, trabalhai, mance-
bos, aproveitai esses bellos annos da joventude.
que o ncTidamenle apreciareis o,ado 'irdes
alvejar os cabellos que emmoldarem a fronte j
enrugada. Estudai, trabalhai, mancebos, e mul-
to conseguiris, e muito taris por esta patria,
que tanto nos merece, que tanto de nos pre-
cisa.
Mas quando ahi chegardes. quando houver-
des colhido o fruelo da sement que ora lineis,
nao vos esquecais de mandar uma ab'encao, um
agradecimento ao mestre de nossa infancia, ao
director do Gymoasio Babianno.
So palavraa nobrea como estas, que se deve
acostumar a nossa mocidade ouvir, e a influen-
cia dellaa no espirito tenro dos meninos de tal
aorte recoohectda e apreciada pelo lllusirado Sr.
Dr. Abilio, que no seu collegio modelo entra co-
mo systema de educeco das opportunidades
aua maoieataco no meio deslas testas esco-
lsticas, que sempre recordamos depois com
prazer.
Depois a msica composta de alguoa alumnos
do collegio tocou com bastante gosto e edianla-
mento variaa penis.
Terminada a ceremonia, o Sr. areebispo, ni
sala da capaila, chrismou a muitoa discpulos.
A' noite houve um soir em qae s tomaram
parte oa collegiaea e seus mestres, recitando o
Sr. Muniz entusisticas e mui aplaudidas poe-
sas.
Nossa expoaico deve encerrar-ae amanha, o
tem aido cooataotemente vizitada por muita gen-
te ; aa senboraa tamben, nao teem (arlado, em-
bora a aemana chuvoaa e feia que lemoa tido.
Vou continuar a publicaco do cathalogo, j
comecado na minha anterior, deixaodo para o flm
como dase, a manifeslaco de meu juizo sobre
'near's'e VmTlT "?$?** ** ""fr i **'*< XXZi aera' dlpr^s iaVac
IrTu^SVS,^ Por.erqil.ega. qu ose.oitoresdo C.t.lo devi.
Imperador ha por bem derogado o 2 do art. 6
m
do avfao de 9 de fevereiro de 1860, e determinar
o seguiote:
Ia. Pica V. Exe. autorisado para admittir at
dezoilo fieia de commisso, que percebero, quan-
do embarcados, os vencimeaios e vantagens coa-
cedidos aoa fiis ds 2a classe do corpo de offictaea
de fazenda ; o qae V. Exc. poder despedir, quao-
do mal aervirem, participando-o immedialameo-
te a eata aecretara de estado.
2. Na falla absoluta de fieia da Ia classe, dis-
pontveis, V. Exc. nomear, para embarcaren) nos
pequeos osrios de que trsta o aviso de 17 do
supracitado mez de fevereiro, oa (lela da 2a clas-
se que mais aptido e zelo tenham mostrado no
cumprimento de aeua deveres, oa quaes percebe-
ro, oeste caao, alm dos respectivos vencimen-
tos, ama gratificaco de ls& meosaea.
3. Suscitando-ae duvida aobre os veacimentos
que cabera aos fiis da Ia classe embarcados ero
taes navios, e aendo de rigorosa justica que fonc-
Ces de mor respoosabilidade e importancia qoe
as que lhes sao propriss sejam melhor retribui-
das, (lea declarado que aoa meneiooadosfieis do-
ve-se abonar, alm do qae Ibes compete pela ta-
bella que baisou com o aviao de 11 de dezembro
de 1857, a gratificaco de 18|000, cima estibe-
lecida.
4*. Finalmente a gratificaco de 189000 cima
fizada ser r6lida como cauco da respoosabili-
dade dos mesmos fiis, para ihea aer paga, con
formo se pratica rom oa commisaarios, depois da
liqoidaco daa respectivas contas.
Deua guarde a V. Kxc.-/oaoutm Jos Igna-
cio.Sr. chefe de diviao iutendeate da ma-
Jtoba.
Ministerio dos nejsjoelos es tran-
co corpo diplomtico s cumular utrangiiro.
Circular.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios estrang-irof, em 14 de Novembro de
1861. Querenao facilitar a couessio de psssa-
portes para fra do Imperio, acaba o govetoo
imperial de expedir con a data de 4 do corrate
mez, pela aecretarla de' atado dos negocios da
jasiica, aa prociaaa ordena ao chefe da polista da
corte, dispensando a exhibico da folha corrida,
isto i, do oeaneoto pelo qnl se mosiraram
funecionar por ter sido a tleigo approvada, ele
Estoa convencido que os bomeosuo se meite-
rao aessa alhada, porque raspetlam a primeira
auloridade da provincia, e aabem que ella enr-
gica e aevera no cumprimento de aeua deverea, e
labe maaler o respeito devido a lei.
A eleico do Ciialo oo pode aer approrada ;
tem vicios insanaveia, e o meoor delles o haver
concorrido para a eleico primarla o povo de dis-
triclo de Clicos, qae nao perteacia ao Cala-
do, ele.
Paaaaodo da queato poltica, devo naturalmen-
te fsilar-lhe doa actos administrativos, porque
fra diato nada apparece qus merec importancia
e vale a pena conaignar-se em uma correspon-
dencia de Goyaz.
A forja do batalhiode inaataria crescede dia
para dia com os recrulas e voluntarios que t,o
viodo, gracae a actividade e geito com qus a ad-
minatracao tem levado aa couaaa. Da malo at
hoje lem-ae feto mais do que nos dous ltimos
annos. Pelo que, ha pouco oari dizer, maia de
80 rapagdes, bonitos, tem tido praca ; e o empe-
nho maior da preaideocia completar a forja do
batalho de intentara, como ji complelou o da
cavallaria. para dispensar a guarda nacional de
lodo o servico.
Se sa cousas continuaren! como vio, era breve
chegaremos a esse resultado. A presidencia, na
realiaaco de suas ideas a respeilo da torca publi
ca, eacontra um apoio e coadjuvacAo decididos
oo bravo e inlelligenle commandanle o leoente
coronel Mendea Guimares, que se esmera o es-
forc por iodos os modos em collocar o corpo do
aeu commaodo no melhor p de disciplina e de
regularidade. Depois que esse honrado militar
tomou coala, do batalho as cousas forana entran-
do em mulbor ordsm, os abusos dosapparecendo,
e com os abusos a paianagem de que se roseo*
tia o corpo.
Fallando ds forc publica, davo lembrar os
servicos que vai ella prestando em favor de aa-
guranca a vida e propriedade, na pristo doa
criminosos, que neata ultima qaiozena 6 o capi-
tulo maia abundante. O desertores e criminosos
tem se viste ea apuros. Quaole a desertores, o
(acto asa notavel (oi apnsode um, queexer-
cia e carga de subdelegado a Ca apianas I E
qua tal o aujeito I
Alguoa cr.mio.oios d repataelo fsiU tea sido
aprazado, e quando entregue no correio sem- '
pre truncada, e com datas atrasa lissimas. Onde
estar o vicio ? No correio da corte ? Creio que ,
all, e em toda a parte. O governo j devia ter-
se lembrado de melhorar esse estado de cousas :
nao possivel'que continuemos a ter datas da
corte de 40 e 50 das, quaodo podamos ter de 22
25, se a correspondencia nos viesse por S. P.u-
lo, que o camtnho mais curto para Goyaz.
Tambem para o norte da provincia coovinhs
que a presidencia empenhasse tudo para conse-
guir que ao manos seelevassem es visgens duss
vezes por mez, dotando-se algumas villas a po-
veacoesimportantes do oorlecom o beneficio dos
correios, pondo-as assim era communicsco com
a capital da provincia.
J l no expediente da presidencia pedidos de
informaco a este respeito, e Deus queira que
nao fiquem em inforraaepea. S. Exc, por amor
mesmo dos ioteresses administrativos, nao pule
deixar de querer que bajara duas lionas de cor-
telo para o norte duranlo um mez : do contrario
nao sei como possa haver governo possivel, e re-
gularidade na marcha dos negocios pblicos.
Tudo concorre para o alrazo desla poure ptu-
vincia, pnDre seui recuraus, >6 muito lautamen-
te v desenvolver seus recursos naluraes, quando
encontr uma adniinlstraco creadora que os sa-
be aproveilar.
Sabe que a provincia de Goyaz tem uma recei-
ta muito pequea, com a qual pouco ou nada ae
pode fazer ; que os direitos nao ae cobrara com a
precisa moralidade, e que grande parte dns exac-
tores e agentes fiscaes nao p'eatara coolas de suas
gestes, e quando o fazera ficam al.-ancados, e
.de modo que nao podem solver seus dbitos com
a fazenda. A divida activa cresce cada dia, e nao
se cobra. Os collectores negocism com os di-
nheiros da fazenda, e acham que isto muito ho-
nesto I Os exictores, contra os quaea tem-ae re-
conhecido alcances, nao pagana e zombam das
providencias tomadas pelo chefe da reparlico fis-
cal. Emfim, uma grande anarchia tem remado
nos negocios da fazeoda provincial, que cumpria
fazer desapparecer.
Em considersco s esse estado deploravel a
aasembla por vezea autorisou a preaidencia a re-
formar sa eata;oea fiscaes; O Sr. Aleacaatre aca-
ba de effectuar essa reforma, e tero tomado uma
serie de providencias para torna-la ama realida-
de. J na presidencia do Sr. Gama Cerqueira
alguma cousa se fez em favor das financaa da pro-
vincia ; mas sabe que quando os males e os vi-
cios sao inveterados, precisa-re de muito tem-
po. e de assiduos cuidados para desarreiga-los.
Gonheco slgumss das providencies ltimamen-
te dadas para tornar efiecliva a arrecadaco dos
dinheiros pblicos : acho as acertadas, mas so-
bretodo demandara quem aa execute com a
energa e peraeveran;a necessaria.
A providencia, porm, que me parece dever
produzir excellentcs resultados, ainda nao est os objectos que mais alleuco despertaran):
lomada, e ns miaba opiniao consiste ella na pri- 39. Fariaha de aipim preparada pelo
sao de um ou outro desses exactores que nunca Thomaz Pedieira Geremoabo e por elle
prestam. contas o se e'sto locupletando cora os di-' posta
nheiros da provincia, ou antes com os imposlos
que pagam os pobres contribuinles, e dos quaea
oo colhem beneficio algum os municipios.
Nunca vi tanta iramoralidade, nem tanto desem-
barace nessas questdes de dinheiros pblicos.
Nao ha quem oo se julgae com direito a aer con-
sidera lo um pensionista de provincia, nem maior
facilidade em empalmar oa rditos dss collecto-
rias, pondo-se logo ao fresco, .-em dar satisfaco
nem cavaco. E' assim que collectorias ficam va-
gas, e aflnil nao ae sabe oem do collector que
aervio, nem de dinheiro que ello arrecadou : e
depoia pegue no hornera da capa prela 1
Consta que se expedir ordem para a priso do
collector geral de Santa-Cruz, que empalmou a
importancia de uma revalidadlo e praticou outras
bellezas smelhsotes. A presidencia, que leve
conhecimento disto, officiou tbeaouraria, e des-
eo bro-ae a ladroeira....
Ha mais gente que est ao caso do collector
de Santa Cruz, e outros em peiores circumstan-
ciaa.
Mas de lado isto concluo o seguiote : falla-se
em execuco fiel daa leis, em moralidade e ou-
tras cousas semelhantes ; s falialorio. O ad-
ministrador, que vai camioho direito. que corri-
ga oa abusos, que pane os crimes, qae melle os
ladroes na cadeia, qualiBcado de imprudente,
de precipitado, comprometle-ae. porque deixou
de attender a uma cousa que se chama convenien-
cia, patarra mgica, de aigoificacfio elstica, e a
cuja aombra se vo acoutar toda a sorte de ados
vergonhosos. e at os proprios crimes, qusado
praticados por aquelles em favor de quem fallam
as conveniencias.
Quando aaaim digo, nio me retiro i presiden-
cia, de cujo espirito de jusii$a e rectido formo o
maia elevado conceilo, e cujo procedimento tem
aido geratmeote applaudido ; mas isto quer di-
zer qae a exececo fiel do programma da presi-
dencia Ihe ha de valer muito desgasto, esaitaa
amofiaaedes, muitos dissaeorea. O Sr. Aleacaa-
tre moco, tem estmelos generosos, v aa cou-
aaa como devlaa aer, e nao como realmente sao,
trbalas, dedica-ae ao servico, traca uma lia ha
real, e quer seguir por ella, sea lembrar sa da
maldita conveniencia, que como um espaatatho
se Ihe aprsenla pela (reate a cada pasee, e falla
maia alto do que a le, do queras ioteresses p-
blicos, do que a propria moratMade.
Mas deixemoa desees censid*racooa de oatro
teaspa e de oatro mundo. Prosiga o joven ad-
aaiaistrador, qae ha de ter as heneaos da provin-
cia a aa ae viajes iouvorea dos caracteres hoo.ee-
loa, que a anisa glotis e recompensa qua he de,
ter da sjaj ser vicos. a
[Jornal 4o Coanwrcto, do lia.)
Sr.
ex-
40. -Farlnha de ararula, preparada peldmesmo
senhor e por elle ex posta.
41.Parioha extrahila da plantasorgho sac-
charinacultivada ao eogenho Victoria expoata
pelo Sr. Egas Muniz Brrelo de Atago.
43Farinna de mandioca obtida por meio de
um forno mechaoico da iovenco do Sr. Egas
Muoiz Btrreto de Arago e expoata pelo mesmo
seohor.
43.Fumo em folba, producto da fazenda Cai-
tit (tiuntiba). propriedade do Leopoldioo Pasa
Cerdoso a -por elle exposto.
44.Fuao procedente da Muriliba (comarca de
Cachoeira), exposto pelo Sr. Antonio Ribeiro
Sampiio. *
45.Fumo ea folha cultivado pelo lavrador
proprielario do eogenho Naiivdade do Capivary
o Sr. mjor Umbelino da Silva 'Tala, exposto
pelo mesmo seohor.
46.Raz de mandioca amarells, cultivada em
Piraj em solio arenoso, escaro, oxposla pelo
Sr. Bento Ferreira de Araujo Lemoa.
47.aaizea de mandioca viudas do eogenho
Tanque (Santo Amaro), expoatas por Joo Bjp-
lisls Ramos e Silva.
48.Um feixe de cannaa cayannu de 18 pal-
mos de comprimento, da safra do eogenho Sa-
bah. exposto pelo Sr. Pedro Ferreira Vanos
Beadstre.
49.Um feits de caneas imperaes do mesmo .
comprmanlo e da mesma procedencia, exposto
pelo mesmo senhor.
50.Tras bambs ds 9 palmos ds circemfa-
jfencia. procedettes do eogenho Subab, expos-
ws pelo mesmo seohor.
51.(Ja feixe de canoas de 18 palmos de esas...
"primelo, rindas da maltas de S. Joo, exposlae
palo Sr. D. Msaoel Seldaoha da Gama.
52.Casca da buraabea-aslriageate empre-
gado ea decosco aos molestias das viaa ihora-
ciess e abdomiaaea, expoata pelo Sr. Dr. Antonia.
Josquia de Melle Rocha.
53 Casca de aicupiraastringente, emprega-
4a em decoacu contra a eypntl inveterada e aa
aovas, expoats pela meesao senhor.
54,Uma palmeira janeara ; o sueco serra de
antidota contra a mordedura das cebaos es bes-
te batida serve de cera*de arraetar madaira, or-
ejete pelo Sr. Thooux Peer eir Gsreaoee*.
65.Uma palmeira junura aeoaataahaaa te
baste batida o torcida sesvieeo da corda, ex-
posu pelo Sr. Dr. Aatomo Joaquim te Mallo
Recae.
54.teile de gamstsira eranea. appticada co-
awtvaaueo adsiringaata, expoata pala maaaa
t*tn*U
57.Retina di strora da ttucU pao, e qaal



mi^ ^vwi?* i a

MIMO M MfiiAMBUCO; *- TB^ *9A I DE DIZEMBRO MMUl;
te Joi Viein.
58.Unu vela tila da assii di tracta pie,
fabricada e expolia peta tama asuhor.
59.Lia retirada da ar-V-dre'Wrigda, proce-
dente da Muritiba, expotta peto Sr. Joio Jajnis-
U Pamponnet.
?jQ.-J.toho do ticu 4a Babia, exposta nelo
SM^dr^erreit Vinam Jtaedotas.
sM.Lhibo de bioineira di fehia, ecpoato
ato nsaao eetsfcor.
m-Pwdcta> vget.1 Jnsjo m ualideoo* da
Innnrsnca. vindo da MurrlVbe, aposto pelo Sr.
atastanio Ribeiro Sirapile..
-faina ou seda eissime pro Jutas* por aaa**s
ena Jtuco da forma doa anieles, ecomoanhadi
<* un daem fruuloa, expoeta pelo Sr. gaa Ka-
sro Brrelo de A regio.
6*.Palm eir dando pelln de que te fazem
os chapeos do Chili, cultivada ern selo verme-
too, acompinhidi de uro araoslra da mesmi
analha, exposta pelo Sr. Alexaodre Hyppolito
65 Rata de aipim procedente da malta de S.
Jtaio. expolia pelo Sr. D. Manoel Saldanba da
r velas, expoiU pelo-flrrSfamn-TtelereMes do throoo do altar, prestando- ae re-1 capital, enlreguei-lhe ata Carta oaj4Wmrr dtas
ciproco uxilioa para fuerera a felicidade do no- depoia soobe que a tal caria tinhacadoen
_____________
I
mam e dotidadao em aua ida material e moral,
oeste eeoulro mundo.
Em minha opiniio as (estaa da igreja calholica
sao muito mais populare, e por comequencia
muito maia uleis a sociedade do que nao as pro*
'"^**;i|Sjmiiy.| a* idea <
a***
pontaa i qoe ellas possem lebir, estaa oa aeua
\#m*mU*g?mm-*(m**m torco d. botaura
dos objesjue, q^ MrHNhin ; aqu s seobrem
84 porta* dea ies salos para o poder, a fidilguia
---------------; alile*eittidMaem distientan to-
M da de QMa oioguem obre, nem peao, -.espita -
liata ou proletario ; todos sio|creilura, filhos do
aresmopai.gosaodo doaenestuoe direitoa ; emflm
as profanas aperfelcoam-38 particularmente oa
coituroes dos. jifloj ; jjfls.teligiuaaajji-jiiaj-ae.
66. Fructa denominada vulgirmenle milhodo
analta, tendo o gosto entre o auaoaz e o grvala ;
silvestre, expolia pata Sr. viiconde de Fiaea.
67.Fubi de milho, fabricado n'um moinho de
yteme allemao, exposto pelo Sr. Egas Mutiii
Srtelo de Ara gao.
68.Madeiras expoitas pelo Sr. Dr. Antonio
Joaquim de Mello Rocha, procedenlea de ua fa-
zenda Olhos a'Agoa, margem esquerda do r'o
Joannee.
Araqui, aer-e par* tabeado, taooaria, ealeios.
Ademo, sesve para estaca* e na Uftlf aria.
Baoha de gallinha, especie de Jacaranda, gs-
leose marcmeria.
Oeriba. Ealeios, toaatros, estacas, farpoes, e aua
casca d estopa.
Carnac.ari. Taboado, trtese vigameutos. Re-
nien.
Carvalho. O tecido troncado serte para a ser-
aria, laooarla. etc.
orafo de negro. Trea e gamenlo.
caraodarana. Uarceoaria e esleiot: d cdr
muja.
Landirana. errada, tauoaria, travs e riga-
sneotos.
Louro eanell.1. Tanoaria, movis.
touro batata. Taboado.
Massaranduba. Estacas, ealeios.
Jtaipoca. Taboado e linosria.
Spucaia. Construcgoes navaes, ioilrumentos
agrarios, cavernas de barcos.
Angelim. Candas", gaoiellas, etc.; tem um
fucto vermfugo.
69.Ticum com a amostra de sua preperaco,
xposlo pelo Sr. Antonio .oaquipa de Itello Hu-
cha.
70.Sipo rerdadeiro.Beatss, empalhamento
e atilhos.
*!.Timboat, parsita. Corda* : pelo met-
ano seohor.
7t.Barba de macaco parasits. Eucbimeoto
le colohes, etc., pelo nicsmu senbor.
73 Herv do mato. Planta venenosa. Pelo
sneeroo seabor.
"*Chiiiue-Chique. dem.
75.Tingui. dem.
76.Fructa chamada vulgarmente banana do
mato, parsita dos lituliseiros. Serve pan o cu-
rativo doi lubiohos.
' 77.Amostras de madeiras expostas pelo ga-
biuete de hbturla natural: barauna, maasaran-
tuba, claraiba. louro, peroba, Jacaranda pitaoga,
Ijinba, s^bastiao de anuda, ademo, pao ae peso,
jacauna* ordinario, jftahypeba, vinhalico. jaca-
Tanda rosa, cedro, laraogeira, louro pimeota, es-
Hinheiro amarillo, quiri, sucupira, louro arraia,
o rouvo, roii de cedro, mussutsiba, vinhalico
4e espicho, po.parahyb*, murta, coracio de ne-
gro, piqui, buril, Jacaranda maiello, louro
auna re I lo, pao Brasil, pu fila, landirana.
78.Amostras de madeiras, expoataa pelo Sr.
Antonio de Lacerda.
Anglica, ademo, araga, arueira, alndi, beri-
b, batinga (v*rdadeiraj, braailelto comumba, ca-
iU***ri, camassari macho, cedro verdadeiro.
conduiu, quiri, guncalo airea, iog-as, iobai-
b.iio, j.Ubu, jiahi aruarello, jitahipeba, jaca-
randa, jaqueira, genipapo. larangeira de *io,
touro batata, louro canella, louro casca preta
louro giboia, louro talpoca, louro Upioxiho, lou-
ro sagafras, louro verdadeiro, morici, if. raun-
Xuralinga, masMi.uau.., mura, mucuiuiD., ma-
c*ro, mangue, oiti, potumuj, pinhao, pao de
veo preto, pi rouip, pi ae albo, pao de arco
amarello, pi teUm, peroba, piudahiba, pitan-
gueira, piqui, rocha branca, sicopira, sicopua-
*s. sapucaia.sebastiode orruda, tapian, lam-
xiihib* vinhalico
79. Pedra de resins achtdi oss escavanes
de um monle nos Fiaea, exhalando depoia de
fundida um cheiro de oleo de cupahiba, exposta
pelo Sr. Denlo Ferreira de Araujo Lomos.
80.Pedra de resina de jalobi remedio contra
as doengas do ptito, exposu pelo Sr. Pedro Fer-
reira Vianna Baadeira.
Al.Amostra de madeira da rait de Jacaranda,
precedente da comarca de Por Seguro, exposia
.pelo Sr. Erneilo K 2* $ec{a.
IHERAES.
?32. Treie amostras de Jumantes de deferen-
tes cores e urna faisca de ouro, procedentes das
itmrn dismanlinas da Chapada, collocadas era
tasa caixinha de taboca coberla com urna lampa
de pao parahyba, expostas pel Sr. Juvencio
Adolpho de ligueiredo Rocha.
83.Crsytel ae rochi do Morro do Chapeo, ex-
pasto pelo Sr. Anbal Jos Peroira Borges.
4.Sature procedente do Morro do Chspo,
erposto pnlo mesroo senbor.
85.Minerele (mineral) de ferro da mesma pro-
celciiei". expoeto pelo mesmo senbor.
86.Minerele de ferro extrahi ios de ifflt mi-
na existente no engenho Peo Secco, a urna logoa
e um quarlo de Maragosrpe, expostos pelo Sr.
Antonio Felippe de Mello.
87,Cal sulfata : d- ltapagibn (comarca da
Baha), exposl* pelo gabinete de Heioria natural.
88.Ferro encontrado i flor da trra, exposto
pelo Sr. bario Serginunm.
89.Amostras de marmrea liradas do Jilo Je-'
<2iimhonha pelo Sr. eoganheiro Andr Przewe-
Oowski-o lenente-coronel Bahiana.
90. Colleccao mineralgica e geolgica da
provincia oa Badiana, exposia pelo 8r. Antonio
OB Licerda.
presla-se.apena* um servjci) i sociedad?, netas
curopre-se um dever sagrado para com quem nos
deu o ser.
Concorrer entretanto, nao obslaulo esta dib*e-
ren;i, pin que se celebrem urnas e frequeotem
oulras, anima-las e abrilbuta-las, um servico
duplo em que simultneamente saliafazem-se as
exigencias ds rallgiio, e coosultara-te oa jjj|.o-
reses da patria, offerecendo-se i Deus o que
de Deus, e restiluindo-s* i Cesar o que de
Cesar.

Etismos por Mftt assim em tal eaterilidade de
noticias, que absolutamente nada tenho i dizer-
Ihe, seno repetir-1 he montona assercao de
ranza individual hio aoffrido ueste* poneos ais
que decorrem de minha ultima carta de 17 para
ci. a menor alteraeao ; ou tambam esta oulra
queja psreee ser a miohadetena Carlhago,
d* que continuara subir de prego os geoeros
alimenticios i proporcio, que a moeda cada vez
mals desapparece.
Neste ponto dir-lhe-hei que estamos na maia
completa miseria ; o clamor 6 geral, e nota-ae
mesmo ama como que inleira paralysacio no mp-
vimeoto commercial.
Esta provincia eati individadissims, como ae
abe, para com essa praca dePeroambuco, e nio
tendo com que suisfszer os seus empeuhos, nao
pode per isso proceder i novaa compras e contra-
hir mais dividas; d'aqui o esmorecimento do
comreercio; o fechamento de muitae lojas ; o dis-
snrtimentodas outras; a presenca de muitos ere-
dores ou seas procuradores, exigindo os seus pa-
gamentos ; emflm a desola;io e a morte. A pro-
vincia parece ter retrogradado ba muitos anuos
alraz; ou, por oulra, parece que agora que vai
dando os primeiroa p-assos na carreira da vida
social.
A excepgao do concert que se est fazendo na
casa da thesouraria geral nao ha msis urna s
obra publica, que eu saiba, geral ou provincial,
que se esteja fazendo, ou mesmo concertando ou
sperfeigoando nesta provincia ; cada dia os recur-
sos mingoao, e nao ha absolutamente de que tan-
car mao.
A visia desta exposigio que posso afDrmar-lhe
qe, nada tem de hyperpolica ou exagerada, fl
gure-se em seu maduro juizo, que triste nao e
vida que aqui psssamos: poderiaoios muito dizer
como a fllha de Jerusalem, desenrolando o nosso
painel.O vos todos que traositaes por estas
ras, vede, e dizei, se ha urna dflr como a poa-
sa dr.
oa impolMs da eonscieocia,ai Teiea tnto-
as maoifeata.
r esti to senbor de si, tem tsota
vida jornalistica, que por pre-
suas noticias msl recebidaa pelo
s sutoridsdes superiores.
topertaior foi mal informado o* noticia
,M ** <' f im sob peo. dJttjmiairpor
MMIduo que deu h wlicia, p.r
Ve''ve! : SS2S&S&'1 fSCl ^"* **>
da oa capital desta provincia para alli
consta -maque ella se ach ni poste
bom amigo, e comprado par* dar o
veniente, muito conflo no cuidado dt.
go, por isto aioda nutro esperancu
* a* idaa dos aastatettM ella n ,Bm II
queiej* detfii* snuitu ____
Cwmo<.4^ que***_,
trem qti* aio *u, verdad* i|h* iOU >nr
*>w*mtiiiio+m*imm0*m. Tu de
uodaji^aniim, v**m* coaka**,.
J h* maila gente Mieiada por ter veroM*
descabello sigua** couiinhas *jm Ibe tenho
comraanlcsdo, o peor ser quando ma* asnisw
eousa apparecer de patente.
fa miaba anterior
.............r- ^|ff pnmBlllBIIIfl
uoivefaihnente t> coracio^lo+omem j n'aqtieHar -rra -etdt convocadu -a-setrarnti reoTrftq d
neste -
mett
que ora fa
do mez Qndo aqui chegou o promo-
[Contina.)
A noss* aasembla provincial anda nio termi-
nen seustrabrtlhos, aio obstante ji durar a sctusl
**MseeS mezee e.meie! S o ere*mente eom
os seus eiocoenta e lanos artigos auditivos, cada
jual mais. extravagante, exige eom effertoum
anno para ae discutir.
O Sr. Dr. Freitas Henriques assumio d e*rgo
dechefe de polica no dia 35 do eorreni*. e tedos
eaperam que 8. 8. preste muitos trricos neste
ramo especial da administragao publica.
A alfaudeg* renden ate e da T qnatreceotes
neveconio* e talcula-se que tender no mez
906:000. *
Anle-hontem ao meio dia fndeos aqui o va-
por de guerra Paraense, que ihio dah na-ee-
gunda-ieira, e deve prusegoir para o Rtede ia-
xieiro creio que amanhaa ou depois.
filie rooduz parala os colonos sxonieot, que
nao quizersm usentir eo contrsie vunlajosseatejo
que Ihes propoz o Exm. Sr. bario oe 5. Lou-
renco.
i i ii
Bio-Grande do Norte 6 de H*>vean-
brodeiiOi. -.
O talen ci, qwecobra cena e manto de tm tris-
teza esta quast deserta cidade de N-lal, foi slte-
seetoeo'decorso-dos ultimo'dee da* f*t* estro-
po aos caniici>s de elegm, e fogoe o
das novenas e festa de ua pidreeirr, a
Apreaeetacio, piineipiMhm ceHebm-se i 15 do
ntrenle. "
O povo, vido, como'eaetiiva, de otMtedt-
anentos h loa para diatrabir o renexao meta neo-
in de seaponrexa e da bita de metos para *-
leniaa-li, apoderndose di onperlunidsde,
dando expanso aos seus desojo*, teneevreu ee>
snattMdio. e com fervorosa evacio esees exer-
eseios-asctico* ees qwi oa seoumentoe religioso*
coofuodem-se eom esiateresses roundeees, dis-
oodeaoo oes, gaghaoflO outros, e luereoVro -e-
o ji coro taereacto 4o seu sen
Acha-se de partida para a rila de S. Googalo o
juu de direilo desta comarca, que vai ali presidir
aos jurados que convocou para o dia 30 do tor-
rente.
Na forma do mea costume dir-lhei o que tou-
ber dos julgimeaios que l houverem, dado o
caao que me nio faltem com os aponlamentos
que pedi, a solemnemente me prometteram. Gua-
to sempre de fallar oestes cousss, porque eslou
convencido, que na lioguagem de um povo est
estampado o seu* espirito e a sua civilisagao,
tambera nao menos verdade que uoa seus map-
paa estticos criminaos esl escripia a historia de
sna moralidade.
*
Eslava terminando este ultimo trecho para fe-
char a presente, quaodo recebi os Otarios trazi-
dos pelo lguarau, que amanheceu boje era nos-
so porlo.
iras*?'0!0 a.s MP>d8mnale pelos olho*. enctun.-
ire no de 21. n. 060. ...- .pm.i io ef. Dr.
Antonio Aladim de Araujo i omina carta de 17,
impressa no da 20, o. 2G, na parte relativa i
eleigo dos dbputados eleitos desta provincia e i
sua classiQcscao de conformidade com a poltica
coobecida.
O Sr. Dr. Aladim em su* resposta protesta con-
tra essa elassifleagao, dizendo que i sea respeito
nio uiorisou ninguem i faz-l*. Ma* pergunto
en ; qual foi classteaeeo que se fe* ao senbor
d ou tur oa de alguaa de seus collegas ? A claasi-
llcacao foi feits assimdez amaruta* reconhe-
cidos; qualro gabrietisla* dem ; tres liberaes
idem ; e cinco que se nao **be que genero per-
tenece.
D'aqui se v que, nao tendo-se nomesdo ua s
noue, nem o classiBcado particularmente em al-
guna das cifras ipooladas, nem oSr. Dr. Aladim,
nem algn dos oulros eleiloe poda reclamar
contra a classiQcsgao ; e isto lao exacto que o
Sr. Dr. Fernandos, que no Diario de 23 publicou
os seus egradecimenles aoa eteitores que nelle
votaram, e aa pessoas oulras, que para isso coe-
correram, nao proteslou contra a classiflcacio,
porque prudentemente recouheceu que neo bavia
o que protestar contra ella, viatu que nao se men-
cioaou o nome de pessoa alguna em nenhumaa
das divisoes apreaeotsdaa.
En mesmo nao sabia, como ainda nao aei, quaes
sao os raembros eleiios, que perteooem esta ou
i aquella parcialidade ; e ae isto digo dos que
pessoalmente conbego, o que nao seri do Sr. r.
Aladim, que nio tenho a honra de eonhecer
Agora .porm, liquei sabeode que o senbor doa-
tor perteoce aos cinco que ticaram indeuoidoa,
na opiuio do meu mentor, pois que agradecendo
o seuhor duutor a sua eleigo aos Srs. Dr. Gabriel
e teupote-curonel Ferreira Soulo, que sao a-
bnelistas ; ao Sr. lenle-coronel. Villar, que
amiriata vermelbo ; e so Sr. vigacio Francisca
Justino, que liberal extremo, esti. visto, que ou
nao perience i nenhuma poltica, lalvet porque
anda nao lev* occasiao de manifestar os seus
seniimenios i este respailo, ou .eolio pertence
toda* ellas; o que me sutorias, uao a classica-
lo, por que para tanto nio rae julgo hibiliiado,
mas i pensar que S. S. doa cinco, cujo partido
politice s ao ba de conbecer depois que se abrir
a assemhles e houverem volagbes ; por quaoto
cestas oceasioes, e somonte nellos, que se contara
ss fava* preai e ia fivi* brancas, e se saoe po-
sitivamente quem deitou amas e quem deitou
outras. Quando o Sr. Dr. Aladim vier fazer a ap-
plicacao de sua* ibeoriaa i pratica, ah eolio &
que hade reconhecer que ala que verdade :
a* situagoes e as actualidades sao as que decidera
dos actos, e muitat ezes al daa opintes os
borneas.
Fago estas consideragdes smente por deferen-
cia ao Sr. Dj. Aladim, e nio como suateotago de
opinio minha ; por quanto nem eu fui quem fiz
a divij0 dos depolados eleilos, nem tambero foi
classificado algum nomo nesia ou oequetli par-
cialidade, ese o Sr, Dr. Aladim quiser dar-se ao
iocommodo de recoosiderar o que eu e elle escre-
vemot, hade coaftaitr que assim mesmo.
* *
26 de oovembro.
O Jaguaribe, que devia seguir hontem, deixou
de o fazer por estar tomando carga de gneros de
prodWgo desta provincia ; e por isso s boje
que se retira para esse porlo.
ariiflcloi. Esta carga foi receida nos Gtrapes, dua* le-
Sra. da guas* cima desla caiilal ; e desbeodo elle agora
, com mar vasia, prosa de qu o nosso tio pode
d*r ceminho l dentro i embarcagoes de.mediano
lamaubo;oque urna cao pequea vioUgero
par* ocommercio e i igriclluri; pois anea re-
cepgao do* geoeros l dentro em barca cas, e
condcelo tara aqui afim de erim arabarcadua
em maiores earxius, eaua* nio i demora como
despizat, e mesmo a veza* outros pr^jottoa.
Nio ba maUoovidado aenao a de ha ver cabido
ao osar e lear muito maliraUdo um maruto*iro
tto IgunTMi, que se actoav em cima da ponte
ale *M*cia da companb*,. quando eata ca-
nje debati do peso da ca rgs fue i obre *U* des.
carregou o me*mo Iguaratt
termo para o dia 28 do mez lido, e pro-
dar o resoluto do* irabalhos da sessio, o
faco.
96 (
tor publico trazando c*mmuoc*cio do juiz de di
raite da comarca de estar deeole, e paisaado o
exercicio ao juiz municipal desta termo, o .qual
achando-se no gozo de urna licenga nio pode en-
Uar noaierclcio, o seu suppliole levoo tudoao
coahecimeolo de Sr. presideet*, e*te deu a* pro-
videncie* precisas a flm de vir um dos suppjas-
tes da capitel legitimo substituto do juiz de lo na falta dos cois juizes muncipaes proplli-
rios que se achavim licenciados. Por esta tazio
fot ddiado o jury pin o dia 4 do correle, es-
se da nao houve casa, no dia 5 abrio-ae a
sessio foi submeltido s julgsmeolo Rr.zedo Piolo
de Carvalho por crlme de ofleasas phisicai.gta-
vee ; fqi absolvido.
i ^n ,'8u'n,e8 diss f<,raQ1 lgdos Jernimo
Jos Barboza por crlme de offentas phisica* gra-
ves ; foi absolvido.
Aolonio Ruviaoo de Azevedo Bitaacourt por
crime de falsidsde : foi absolvido.
Padre Graciano Gomes de S Leilio por crime
prev *to qo art 189 ; foi absolvido.
Agostloho Soarej Machado por crime de borai-
cido condeoinado a gales perpetua : appell'ou o
Dr. juiz de direilo.
Autopio da Conceice por crime de perjurio
condemnado a doia mezes de prizao imples, ep-
pellou : a requerimenlo seu.
Os dois primeiros foram appelladoa pelo pro-
motor um, empelo juiz de direilo oatro, n'este*
sene* de li* oontendo materia*h**tm**.
0 j*M4e tam dado na inspeesiod* Manasfgea-
penaaminl, guando o alged* muit* .I-
-tratado, que nio mereca nem 3a serte 4 cessida-
rado refugo, oe*Us circumstiocus atrege ao
productor pava delle tratar, e pereseniar depois
*o mercado, esti a pratica de tolas as iospec-
Coes de algodio, isto se d na iospeegao da ci-
Uald*aU-ptoinaia, aa da dedo -do-Beeife.
Os alteslados abano transcriptos do collector
de res* proviociaes, do* comprador** de al-
godio tio sufBcieotes pan desmentir o calum-
niador, e a tornar sem effeilo a mi vontsde da
gente do Despertador.
O gxm. Sr. preaidente, inspector do thesouro
syndiquem do (acto noticiado com atlencio. e
verio o molivo da guerra a ipsneccao do algodio
de Mtmaoguape.
Meus senhores sejam fraaces. edigam, cuque-
ro ser tasajgter. *u qaero ser purtsro, e par*
isto emprego tu jo, e lenbam o menos o dom de
fraoqueta.
Oeswiptor publeo-nio deve eaeapar es mes
Jeitos de. empregado publicas, i siu dever pro-
jliga-los com energis, maa quando estes sao ca-
lumniados a sua detea dse ser lio bem incon-
tinente. Vollarernos carga.
Eis os sttestsdos os quses em original achsm-se
no poder do senhor inspector do thesouro, o pu-
blico os aprecie.Joaquim B^plitla Espinla col-
lector das rendas geraes e proviociaes ele.
Atiesto que o Sr. eapilio Jo&Chnstioo Canl-
eanle de Albuquerque tem desempenhado satis-
factociameale o emprego de que so ach eocaire-
gado tendo e portado sempre com justiga, e im-
parcialidade, nio consta qoa toara cedido soca*
de algodio que depois de inspeccionadas foase
apprehendidas.
O que venho de dizer esUrei promplo a sellar
com o meu juramento.
oS4*11? de Mimingaipe, 9 de novembro de
1861.-rJoiquim Baplula Espinla.
2
lUnj. Sr. capilo Jos Christino Gavalcante de
res da obra, oa Sra. Horace Green 4 C.\ offereceu
i sociedad* presente um espleodio JnsjcA, ser-
vido com profasio e delicada goslo. para cerca de
cincoenla pessoas, pelo Sr. Bjandin sise.
S. Exc. o Sr. presdanle da provincia, nio po-
dendo asistir i essi Cesta pelo pexir de qa^sa
a penetrado pela prematura morte do Sr. D.
V, deu a cooa*M*JhMntanda*os eraprti-
sso Sr. MaauaMBU, director daa obra* pu-
lasote o ur^torees.ae os eajaiateceran-
4*tf *
Mi? Do Sr. Lairso, i S. he o r. presidente
H-previBCia ;
A* Do Sr.
Maris, Pernambuco, 9 mezes, Boa-vista ; den*
Varis4 Magtalen* de f esa*, Pernambuco, 45 o-
nos, solteira, Boa-vista ; phthysica.
Joaquina Hara da Cooceicio, Pernambuco, 39
aooos.8*ltjO.Boa-vi*AU-d**yoteiia.
iKua-da Cosis. i****, 29 **kn**, oatatre. Boa -ra
i* ; phtbysw*.
Wandro da Teiniada e Sin, Msdiialauniso, 38
'*^'.>iMiiilw^Jo^tiajajisiaa Mansa. PersMssbuoe, 7 nsjnns, aUcUs ; 1 tamor
rno.
Costa crime de tentativa de
seifito i* savwi-'
taunao hasstfnc-a n'alma t^i reenhoriOMn-
to limo e poblsco di uni* MrddeiexcTnjivi-,
*rrw^i*a4liernaaic*, que ae irba gritada eom
*ri6*BTtnui!ol*i no corico de todo o *ne
Mat*dk*>o a^SMtanawV m> Dtoi mtprtmo.
Ksias demonsiragoHS deentbusiaamo limnii im
^Man*c*nj,:eo**oe^** noa 'ife/sio
MSM*ae* "---T-^fi------- r-1-g-rnajn
brasileu e do quauto feliz a aombinaendM -"""." n", *
t oienz aoomojnassnifn|q(|e|1(lul aeg0C,T9#e
Cidde dellsmaBgiiipe.M denorembra de 1861.
Cafis amigo.
-lv*t 'riaftt ta*elM Wrre*Veriiicli nao*
r*gn*s4* tiage, cosfisdo era om amigo>n>d
9.ue Qjdo-fle pr* cata
missio.
A fora estes procesaos deeshiram em vista do
decreto 1,090 do aupo passado osseguioles pro-
cessos :
De Pedro Jos ds
ferimentos.
De Jaeuario do Nascimeolo crime de ferimen-
tos leves.
DeThomaz Das Villa Nova o mesmo crime de
de ferimentos leves.
De Joio Ribeiro Pessea de Vascpncellos, AOre-
Jiano Salles Peeoa de Mello, Candido Fumino
l essoa de Melo. crimes de amesgas.
Deixou de respouder o reo Luiz Antonio Cabu-
ga por nao baver jurados pira a foroaagao do
conselho, era a 4* vez que liaba de responder ao
jury ; a dez aonoa que te acha preio, indigi-
lado enminozode morte, ainda nao fu o mea jui-
zo a respeito, o faci que Ihe impulam horro-
roao.
Na minha anterior correspondencia Ihe com-
muniquei que se eslava insiauraodo um prqcesso
contra os indlgitados autores do assassinato fei-
lo na barra de Mamauguape em um infeliz me-
smo, assassinato horroroso por sea modo, e mo-
l'6o
Foi assassinado um menino com 14 tacadas, e
degolado. *
O motivo da morte era psra ests ser atribuida
a um inimigo dosasassiuo. O delegado proeun-
ciou a dois como autores, o juiz municipal sus-
leulou a pronuncia de um Agoslinho Soares
Hachado-- revogou a pronuncia do ou4o.
O despacho do juiz municipal fui bem acceito
por todos que esli senhor o laclo, como cons-
tv* do* auto*.
O proprio delegado approvou o despecho de
suateotago de pronuncia, que foi contrarilo
despacho de pronuncia, isio um pouco iocom-
prehensivel; o tai Agoilioho foi aubmetiido a
jnlsrneoto,e condemoadu a gatea. Gragas a Deas
rompeo-se o veo di misterio, esti punido um
dos crimes mas horrurozos que tenho conbeci-
menlo.
O jury de Mamanguape deu bom priocplo de
emenda.
No lugar denominado Marcos limites destajter-
mo com a provincia do Bio Grande do Norte fo-
ram morios doia individuos por um respeitavel
senhor, que se dizii embriagado ; sempre nos li-
mitas de termos, e principalmente de provincias
moram individuos de m conducs, presente-
mente o tal lugar Marcos esti neutro a vista de
duvidas batidas, esl um ptimo a silo para os
mslfeitores.
Seria conveniente, e de grandes utilidade
blica que a Parahyba, e Bio Grande ivesse
quella localidsde ama pequea fores de 4 prac
cada um sob a iospeegao doa delegados de po-
lica dos respectivos termos.
A poneos diaa deu-se bem perto d'esla cidade
no quaneirio de S. Jlo um fado que deve ser
syndicado pelas autoridades competeutes. a ellas
ou o refenre: Jos Miri da Silva offeodeu a urna
menor de 17 anuos flihs de Joio Jos, a principio
sogeitou-sea cazar, depdis oe estar preparada a
noiya com nao pequeo sacrificio do psi, o tal
Miri foge, e anda a (rescata fora do termo, con-
tando porm com a protecgo de um cerlu va-
queiro volla ao lugar do delicio, o inspector
communca este fscro ao delegado este, o man-
dou prender, o inspector reuni meia du'zia de
cipaogas cerca a casa de Joio Paulo onde se
achava bomisiado, este carrega um bacamarte
que tieha e entrega a Jos Miri, o qual depois,
de armado abre a porta, e evadiae. presenciaran!
este fado alm e oulroe, Autooio da Cosa, F-
lix de tal morador na Jatoea, "Joio Pedro.Ve-
jamos o resoltado de mo hio.
Ocommercio tem estado bastante animado a
las ji deu 11:200 ris, lem havrdo su as entradas
nao pequeos, oe compradores nio demorara em
revender.syrapathiso como commercio ds la.nio
dois juig.men.os P jury pao conpreheodeu a sus AlbuqueNue.-Respondendo VwuH'^^m
dsia de boje, sou a dizer-lhe que
a dizer-lhe que nao verda-
deiro o que- a respeito da iospeegao desla cidade
publica o /J**n*rtador jornal da capital, .solea o
acho calumniador, ou pelo meaos malvolamente
informado.
M*Jls*)eux i erospetUade deos.-
preza doa Srs. Horsen-Greeo &C, e ao seu roer-
estote oSr. Lawdoo ;
3.' Do Sr. Lawdoo ao islincto e illustre ou-
genheiroMartioeau ;
4." DoSr.-Dr. Figneira, ao E*m. Sr. Dr. Am-
brosio Leltio da Cunha. presideote que contra-
tos o fabrico da ponte ;
5." Do Sr. Dr. Araripi, ios illuitredos eoge-
nheiros ioglezes, pelos melhoramentos que lem
inlroduzi'to nesta provincia ;
6.* Do Sr. Martioeau, ios talentosas engenhei-
ro* b ras i tai ros.
7." Do 8r. desembirgtdor Coili Molla S. M.
a raiobi Victoria ;
8.' Da Sr. Ltwdon i S. M. o Imperador, fa-
milia imperial e i* protperidade* do Brasil.
Todos es brindes foram acolhidos eom enlhu-
aiatmo, tocando urna das bandas de msica, das
|que oetivsm prsenles, o hymoo nacional, por
occasiao do ultimo. *
O Sr. Carneiro Mooleiro. ogenharo fiscal da
ponte, relireu-se apenas loram oa convidados
para a mesa, em coosequencia de achar-ae ainda
fresco emaeu coracio o golpe por que piisou ul-
limaatenta.
No 1,'do corrente reaasumio o exercicio do
commaodo da compinbia deoavallarta de linha,
o Sr. capitao Maooel Porfirio de Castro Araujo.
Felicitamos ao nosso amigo por eu* tacto, que
urna prava exuberante do infundado daa ac-
cusagoes que Ihe taran taitas, e de que aahio-se
victoriosamente desde o primeiro conselho t o
ultimo. Quando a malevolencia despeita asaim
suspeitis contra o militar brioso, tal o meio de
apreseoiar-se extreme das imputsges. liradas
com parfidti ioclassiacavel i sua tepulacao.
Foi nomeado segundo cooferenle di alftn-
dega desta cidad* o Sr. Joaquim Aurelio Wao-
derley, por porttil do governo imperial de 19
do passado mez.
Foi aceito pela presidencia da provincia o
offerecimeota do Sr. Dr. Estivio Catalcanti d'AI-
buquorque, para servir gratuitamente no collegio
doa orphios, durante o impedimento do respecti-
j to medico, o Dr. Joio Jos Pinto.
Pubcd^des a mani.
Em oumprtmeoto do aviso de 18 de setem-
tasso a arurmar e at jurar uto, por qae sou l bro prximo paseado, baixado pelo mioistario da
nio
empre-
comprador de algodio peala cidade, e ainda
i V. S. praticar, nem mesmo os oulros
gados, o fado slli denunciado.
O que presencio amiudada* rezes V. S. Man-
dar entregar a seus dono*, saceos de algodo nao
qualiflcadas por nio estirara em circumsleocias
nem mesmo de merecerem 3* surte, allm de a
tralarem melhor, e ainda issim quando sitas
nio ceniem matara estucha.
Dafaote o lempo em que aqui sou comprador
(cerca de um anno) tenho visto ppceheoder e
nio eotregar todas as saccaa de algodio que con-
tera matara heterognea. Tenho notado que
V. S. obra sempre com independencia, e por isso
com jusliga igual a que se pratica as iospeeges
de Pernambuco de que tenho minucioso coohe-
cimenlo, da Parahyba aoade fui comprador no
eapago de doze aonos. Ple V. S. fazer o uzo
que Ihe con vier desta miaa resposta.
Sou de V. 8. aliento venerador e criado, Joio
Vieirs de Azevedo.
3*
llm. Sr.Em resposta de sua carta com data
de hoje lenho a responder Ihe que seu escriplo
que se acha impresse no jornal ds capital de.gue
. S. falla calumniosa,nuuca na iospeegao
deala cidade foi spprehendidt aaccaslguma de lia
conteodo materia diversa, e que fosse entregue
ao depois a seus donos; o que ae tem dado o
que se pratica hoje em todas as insueccoes de que
tenho conhecimento, que apparecendo lia que
nao merec pelo seu mo Iralu nem 3" orle,
ella considerada refugo, e entregue a. seu dono
para dir-lbe trato conveniente.
Tudo .Bruto por Bar verdide. visto presenciar
auriamente o que ae passsna ins^eccio, e eslou
promplo a jurar as preciso f>.
Pode fazer desta minha resposta o uzo que Ihe
convier, e sou de V. S. atinlo respeilador e
criado.Amonio de Oliveira Ramos Thiorgs.
Mamanguape, 14 de novembro de 1861.
4*'
Mamanguape, 13 de novembro de 1816.
Illm. Sr. Jos Chriiuo Gavalcanli ao Albu-
querque.Em resposta a sua carta datada de 13
do correte, temos a responder-Ihe que o es-
cnpto que se acha impresso no joroal da capital
de que V. S falla, calumnioso, e nunca na
inspecgio desta cidade foi apprehendida sacca
pu-, alguma de lia cootendo materia diversa e qae
- fosse entregue ao depois a seus respectivos donos,
o que se tem dado o que se pratica hoje em
todas as inspeegoes de que tamos conhecimento,
que apparecendo Ua que nio merega pelo seu
mo trato nem 3" sorte, ella considerada refu-
go, e entregue ao seu dono para dar-lhe o trato
conveniente.
Tudo alarmamos por ser verdade visto presen-
cio alheio, lucros assim adquerrdos nio servem
nem pira este inundo.
Ha um systetna de-se mostrar cartas de or-
dem,nvent.oes de assetaf S.botao.ou nio abor-
do, nio estamos ma ao lmpo dos escaras. Vi'
um individuo presentar cartas vioias pelo ulti-
mo vapor francez antas da chegada d'ette 3 dias
o essa cidade do Reoire, muilo descaramemo.
O nosso govemo directamente concurre para
asto especie de monopoliaacio nio facilitano as
vas de couimunigso.
Se tivrssemos pur exemplo um vapor que aqui
viesse, o agricultor 'elle oonduziria o seu assd-
car,.e COOll.
Ainda assim ha qoebrss, e depois anda-ae bi-
pelos peitos, pediudo misericordis. V*
nesta mundo tem principio e
mus adiaute, ludo
las.
Poi raptada Izsbel do tal pelo portuguer. Jlo
Vvelra nio podendo esto casar por ser casado,
sojeila-se a dota-la, o negocio esti, ffecio o
suadelegado, ou ao r. Andr que se acha em
exerelcio do cargo de delegado e jaiz municlpsj
de quem sapplesie.
Nao (endo-se soleranisado em tempo edmpe-"
lenle a festa dos noasos psdroeiros os tanosos
Apostlos Santos Pedro e Paulo, lendo sido ella
transferida para o=dia 23 do mez prximo passado
oulubro leve Jugar tal fetividaie. As ultimas
nones estiveraui bem concorridas a igreja bem
decorada, tiremos o prazer de ouvir da cadeira
le aos reverendissimo igarioda fregu-
k*7Ufl '
guetia, e padre Espinle, os qoas dsempeubr-
vam os seus popis como exegta a sublimldad
do atsumpio.
Trvemos no os de'todo* os Santos a fesla, e a1
lardos proeisio, tudo estere decente.
T?os um peridico que npsls pToviocla e pu-
blica, cujo notne -^DupertaMr no n. 191 Vem
toma areutaciu injusla aosempregados. ott'intJi1
so inspector rio algodio esta Madd.
Wz 9 Dt$ptrtadot consta-nos que en> Mamio-
guape senda apprenenoidaarc*sde Isa coniV-b-'
do material de oaturoiadiversa, So1 estas entre-'
gues s snis retpWflttos'dnos Confia o que mao-'
da o regltmeib -dsfselfs repsrlfcio.- aind
rasa diz, desei-rmos v deste fatto- a* por qae patllc do ptiptrttior. '
Nio ba Jorcas que possam fazer bo intimo re-
nspeceao do ataooao
S. chele, o quanlo
nunca iato acontecen na
desta cidade de quem V.
lenho a dizer a respeito.
Pode tazar o, ato que Ihe convier, pedendo
contar que sou de V. S. lenlo venerador e
eriado.Joio Victorino das jantes.
REVISTA DIARIA-
Hontem, annUertirio n*taliojo. deS. M.oian-
peMdar, bouv* ircumtmeiita a tropas, eom e
competente corteje i efugio do mesmo lugusto
Senhor, .tarde. .. .
A' nono no Iheslro do 8*uta Iiabel subi
sceoa a Catrina;, em solemaisaceodo mesmo mo-
tivo.
Atsiatiaios boolen coltecaao do paimei-
ro cylindro de Cerro que tem de sustentar a pon-
te que liga es daos bairres de Sanio Antonia e
Boa-Vuia, salen o largo das Priaceza* e i rus
da Aurora. A ceremonia tese lugar em presenca
da S. Ese. o Sr presidenta da provincia de um
numeroso concuo de pessoas grada desla sola-
do. Os irabalhes quedevtam inaugurar essa obra
de Umanh*nilinatnpuAlic,#xfleuie)rmTseoom
os mais satisfatorios resultados. Um cyiindc* ha-'
vlasidaespaaalmenie preparado para o festa,
tendo em ana base forma de um parafuso, oo-
mo de lados os oulros, que o distingue paiticu-
larraenia essa syitam* oe columnas, que e*io-
glezes chamara terne pile, de lodos os mam.
Suspenso o cylindro pelo apoarelho para este
fim. destinado, foi enterrado at a prutandidade dr.
cerca de 3 ps.
A ponte da ra d'Aurwa, que mais propria-
menta ,d#Biayj>sa.,s, Me, dj ,0. Jtayro
II, porque record* a OSMfka visita de nusso rae-
0*r^,. Sra. tem B*a'"|"-" j. .m.i-.^p.
si obr
em cada i
'zedpjio total 40 columbas, obre q.ue tem de
Ss iuglezea de :cdmp dmdifla em note jjioi. a con
se spotaro seu estraoo. .E" urna, pootei i.chapia
ou linhas rontinjjas, sobre cjlimlros de nirifuio
que allmgirio urna proundldidenTjjrod.
guerra, tai ordenado ao arsenal de guerra a re-
dugao dopesaoal de serventes alli empregados.
A'vista dosta resolucio, seri o numero delles
findo em trite lio sement, sendo o excedente
despedido dsquelle servico.
Tendo-se realisado a nomeagio, para pre-
sidente do Bio Grande do Sul, do Sr. deserabar-
gidor Francisco d'Asis Peceira Mocha, felicita-
mos i S. Esc. por esss distinecio com que o hon-
rou o govemo imperial, em recooneeimeolo de
sus* qualidades.
e domingo ultimo, pelas seis hora* da tar-
de, os ra des Msrtyrios, um trabalhador da al-
fandega de nome Miguel Archanjo Monteiro, deu
seis facadas em Leandro do tal, barbeiro de pro-
fistio, e que lendo sido praca do exercite, servir
de camarada dobrigadeiro Muniz ; do que resul-
tou-lhea morte logo depois, viste terem as idea-
das apaohido lugares mortaes.
A erigem deste atsassaato liga-se i disseogdes
por causa de raulheres d mi vita ; e felizmente
foi o erinuouso preso em flagrante, achando-se
recolhido i easa de deteugio.
Hontem pela man ha a apDareceu enforcado
em urna casa da ra do Padre Ftariano, um pre-
to, que dajzem-nosser escriro.
Suppe-se ter sido suicidio.
Movimenlo da enfermara da casa de de-
tangi do dia 28 de novembro de 1861.
Tiveram baixa para eofermarta :
Manoel Jos do Nasciraento, bexigss.
Jos (escravo do Sr. Francisco Ferreira de Mello),
tabre.
Ricardo [escravo do Sr. Caetano da Silva Azeve-
do], febre.
Lucio, (escraro do Sr. Luiz Urbano da Cunha) sa-
rampe.
Movimeoto da enfermara di casa de deten-
gan do dia 2 de dererabro de 1861.
Tiveram baixa para enfermara:
Antonio Gomes de Senna, rheumatismo.
Francisco Ferreira Lobo, bexigas.
Josu (escravo doSr. eapilio Franca), febre.
Joaquim Bsrboza Camello, entrado no dia 25 de
novembro, com febre. declarou-se bexigas.
Claudino Eufrazio de Franca Luna, entrado no
dia 29, cora febre, declarou-se bexigas.
Manoel Vicente Ferreira, entrado no dia 30, com
febre, declarou-se bexigas.
Jos (escravo}, entrado no dia 28 com febre, de-
clarou-se bexigas.
Lonrenga (escrava), entrada no dia 30, com febre,
declarou-se bexigas.
Passageiros .do vspor nacional Tocantint,
que leguiram para os portoa do sul:
Bachirel Firmioo Antonia S. Jnior, coronel
Jos Antonio da Fonseca Galvio e 1 escravo,
Recebi do Sr. -Jote Joaquina a Costa
Leite, a quanlia de7:093/J(250 em par-
celas constantes da corita que nesta data
me entregou, sendo proveniente por
parte do dote que a mesmo Sr. e sue
en hora concorda rara dar a sua ilha
Isabel Mara da Trindade Leite, com a
qual me lijjuei em matrimonio. Hecife
10 de marco de 1857. Manoel Fer-
nando Silva. Como testemunha, Fran-
cisco da Suva:Boa Vista, Manoel d'Aze-
vedo Pontea.N. 48160. Pg centoe
sessenta rs. Recife 26 de marco de 1857.
Carvalho.Callaqa. Reconhecp as tre
anjgnaturas supra : dou fe. Recife 12
de marco de 1861.Em testemnnhode
verdade.O tabelliao publico, Luiz da
Costa Portocarreiro.
O director da conpanhia dramtica. Germa-
no Francisco de Oliveira agradece cordiaimente
aoe aiiiitas. Nenes, Baymeode. Vsente, Teixei-
ra, Collis. Leite, D. ManoelU, D. Carraoila. e os
Srs. Maooel Gomes de Oliveira, o Cunha, o
haverem renunciado a peste que lhes perteneia
no producto liquido da recita destinada pelo dire-
ctor, em beneficio doa pobres de amo di* fregue-
sias de Lisboa: recebando a penis o importancia
que Ibes tocou no dividendo, es irtistsa=:Valle,
Lampos, e o Sr. Jos Aernardino, ponte de
compaobta.
Aos que tio generossmenle ae prestarais, ami-
zide a reconhecimeoio. /'
Recife 3 ds Dezembco de 1861.
Um oihts.
aV-
JJataw,a)Avt iaisse tet yux........
Baisn-Ut, ou je meurt.
LiJUtuis.
Eu vi une olhos lio bellos-!
Tio bellos msis nie ser,
A magia desses olhos
A razio me fes perder.
D'aieviche elles nie tinham,
A negra e6rdivinal.
Do acal nao poseism
Bellezacelestial.
Castanhas tambera nio raro.
Que cor multo vulgar ;
Os olhos pardos sao bellos
Maa nio sabem capilvar.
A cor qu'esses elhos tinham
Nem eu s sei decifrar,
S sei que i vista d'elles
U'amorme fez delirar !
Recife, 2 de oulubro de 1861.
*? P.
Rendimento da alfandega de Pernam-
buco uo mez de oevembro do cor-
rente anno.
rp.t.a^La.?/^.e0le0q,ie8ap"93Da i?8"60*0. Mjor Uta Xsviet Torres. Antonio Dias da Sil*
e estamos promptos a jurar se preciso fflr.
Pode fazer desla o uzo qae Ihe convier, e so-
mos de N. S. atientas respeitadores e criado.
Moreira & Primo.
5'
Mamsnguspe, 13 de novembro de 1561.
Illm. Sr. Jos Christino Cavalcaole de Albu-
qoerque.Respon lendo a V. S. cumpie-me di-
zer-lhe que no eapeco de Irea notaos que sou com-
prador de algodio oa inspeocie de Haraangnape,
nao me coeali ter-se entregado algoJao qae va-
nha falsificado a pessoa alguaja, podando uzar
da minha resposta onde Ihe convier.
Sou com estima de V S. atiento venerador e
criado.Joaquim da Silva Coelbo. -
8
'Mamanguape, 13 de norembre de 1361.
Illm. Sr. Jos Christino Cavaleaule de Albu-
Cardial, Jos Joaquim Ferreira de Meoetes, Jos
M. Beanrea da Silve Coste, Guilbermina Leopol-
dioadrt AndradeS, 1 Blho e 5esera*os, 1 escravo
de Joo Casimiro U. Silva Santos, Francisco Cris-
pir da SilvT, Dr. Cimillo Aolonio de Menezes e
t filhos, Bedro Bugeniode C. Lima, Antonio Joa-
quim Pires C. Albuquerque, 1 escravo de Ignacio
Pereira do Valle, Manoel Jos Menezes P., Cons-
tancio Josdos Santos, Jos Antonio Ribeiro, Ce-
lestino Gomes d'Oltvx>ira, Maooel Jos Monteiro
da Silva e 1 cria lo, Dr. Francisco Antonio Fer-
nanlea Piaheiro Filho. Jos Cardozo da Cunha,
Jos Ribeiro Pereira o t escravo, Joaquim Ca-
jueirod Campes, Augusto de Araujo Saetee e 1
criado, Joio Jos de Moura Magalhaes, Candido
T4xeira de Fieitas, Francisco Xaier da Silva,
Jeronymo. Simes, Bpiphsneo V. Domingos, da
Silva, 1 escravo de Ambrosio Jos Pereira Albu-
querque, Salustiano da -Suva C. de Campos 1
criado. Francisco Prisco de Souza Paraiso, Ci-
millo Xavier *>pmote e 1 criado. Antonio-Joaquim
do Souza Paraso el criado. 4 escravo* de Sal-
vador Rodrigues da Suva, 4 ditos de Jeronymo
Jos da Cosa Bastos, 1 dito de Antonio Carvalho
de Almeida. Dr. Demetrio Jos Teixeira. Gonoale
de Atiuiar Telles Menezes, Annobio Jos Perviva
de Albuquerque. Dr. Augusto Ernesto de CerqueM
ra, alteras Luiz Antonio Ueoezps, 1 escravo de
Autunio Jos 4e Castro. Maooel Januano Bezeera,
Joaquim J. Bezerra Monte-NRro, Dr. Americo
Jos dos Sanios, 1 escravo de Taeao & Irmio, Dr.
Belcbior da Gama Lobo, e 1 irmio, Virginio da
Gama Lobo e. t criado, 5 escravos de M.uoel Al-
ves Guerra, D. Aona liuilhermina Looo. Jos
Caetano da Sitas, Jauuario Monte-Negro Pireade
Almeida.
Paasageiroa do vapor Forano que segu rara
para os porlos do norte :
Dr. Pedro Jansen Ferreira e 1 escravo, Anlenio
Janseo de Mallos Pere'ta, Marcelino Jo Ribei-
ro, Franciaeo a'Assis Corren Lima, Joio Pereira
da Silva Leite, Jnsuino Jos Gomes e S cria-
don. Antonio de Soma fiama 1 escravo, D.
Dugo Uoorigoes Revate, Jos Fraoctaco de Vi-
veiros e 1 escravo. Eneas Araujo Torreio. Manee!
ds Silvi, Jnaqaim Ferreira dos Sanios, Jos Pe-
reira, Aolonio Raymuata Teoares ataiforta. Ma-
nuel-da Sirvo, D. Guilhermina Amazonas do S,
Alexaodre FerreiM. Sevenano Francisco Ramos
.Ferreira, Joaqom Marquei Cimacbo, Lauro Jos
'P. da Foosaoi o 1 criado, Dr. Leaandro Peretr
da Silva e 1 criado. Joao Cancio de B. Sampaio,
Jos Antonio Gonceliea, Setaeraundo A. Goo-
calvea a .loriados, Antonio Burgos L. CanteHo-
firanco. Jtene Jaseo Pereira e loriado, Joio
*,w,i**> ''"tre, Antonio Joaquim Tei-
Xfliri, PTimo Pactasen Morges, As tonto A. Lima o
!l menorde Mmao. Ot. Btymuodo S. Castre e
Stlv, Oc.FptasacdoToscano de rlm. Mano! L-
4a Cmara est tscravotAmeoio Lonrenco
" .Sno* T, Bornan. Fabrtaio Gomes
Uno. menor a 1 criado, Joaqun Mi-i
de SoMSafaat, A agosto iiabiita.
fn aiiWaaanisjai dn^^oniVanjista'aS^emrrt^ que
aenmiarg par. .Bordax s portossiitomentos
WiJitans Evann e ona sennoca, Canafda
Importaao.
Direltos de imporlacio para con-
sumo...........................
Diloa addioionaes de 5 7o.........
Ditos addicionaes de 1'/,.........
Ditos de baldeacio reexportaQio
Expediente dos gneros eatraogei-
ros navegaces per cabotagem.
Ditas dos gneros do piiz........
Ditos dos gneros livres...........
Armaxenagem....................
Premio dos aasinados............
Dtipacbo mat\mo.
A ncoragem........................
Exportaco.
Oireitos de 15 / exynrucao do
po-bmsil.......................
Ditas de 5 7. de xportacao____
Diloa de 2 7o addiciooaea........
Ditas eS 7, deexporlagao......
Expedienta da capstazia..........
InUrior.
Motea...... ..................
Sello.do panel xo................
Dito do papel proporciooul.......
Eraolumeotos....................
Imposto dos despachantes........
Exirao r diar xa.
Receila eventual..................
457.857S8U
52:751*169
753580
cyueo
567*55
93i545
75JJS08
2:4175318
456>O30
2:12I$300
Diiimos da provincia d'Ataaoas...
Ditos da provincia da Paraoiba....
Ditos de provincia do Jo Grande
do Norte........................
Lontributcae decaridade..........
Rendimento do mes de novembro
de 186i)il861 ..
Rendimento no mea de novembro
del85ai860..................
4509000
40:103*9*7
16.04J975S-
9j830
1 316W60
373*260
693*100
185M60
32*000
25AU60
1469750
576:64JI07
5<)ta)650
2:040*070
1:1309560
336>05
580:6511992
352:658*8 JO
410:253*975
Alfsndega de Peraai
1861.
ibeoo 30 de oovembro de
O 4o eserip I erario,
MJto B. Furlaio.
------- ----- ----- ---------- i da JLa-
tem em cada scelo iransveraal cinca columona,. na Inxw-o fiiia.es. Panta Casias. osoiissmios
MoRIaSJftaB BO M-.v..'1:
tafia alar talle Jess. Pmi manen, .asmes,
jao, o Sr. LjwdOD, repreaentaote dosea,priiiei-
^ 0M8,^ss^c^*\iiBJa ;isrJtamasasio,
uaportaa^tio.
Brigue sueco Salamander, *indo de Liver-
pool, consignado* Paln Nash 4 C, manifeoton
o segunle :
112fardos e 27 ciiin fazendaa lie algodio de
liobo e de uta, 18 ceixas (toba omnovellns, 891
cunea frenes de Flandre, 1 dita e 1 barrica en-
telerias,4 ditas trem de eozinha, 1 dita objeeto*
de seleiro, 8 barets pregos.~9 ditos osrafios. 2
barucas grethas, 200 tagaroiros, 317 panelUs de
ferro, 1 cana tangs, 1 dita objectos de esereto-
no, 2 roda pin enrite*,- 1 barrica trincal, 30
ditas alvatade, 2 cor re oteo de ferro, 80 barras e
139 feixes do fasto, 19 barricas estanho, S ditas
oaorws de chumbo, 30 diu banha de pereo, 20
tonelidn carvio de pedra; ios coosgeata-
rtoa.
10 fardos e 35 ciixis fazenda de algodio ; a C.
J. AiUey ci C.
11 tardoi e 22 calas ftzendas de algodio, de
liebe.e bastas, 59 a.oca pinreota, 35 toneladas
de cerrio ; a Sontbal Mellen & C.
2 raix.s fizeai de ilgooto; a Jonslon Pa-
lor fJ.C.
1 cana solios ; a K do Ottaeira.
1 dita iiaooda de algodio a lie e dito ; a Uen-
rique da Aaevedo.
10 caixa* fazeodes de algodio o toslhas :
JavO Kolier & C.
40 iaxisijOTro, 4 caixsnl borrica ferrsgens;
19 peen de f*rro ; a D. W. Bowman.
71tafdos fszeodss de algodio, 2caixas camisas
de dito, 1 barrica esiaoho; a ordem.
81 fardos e 40 eaixas fazeooa de algodio, 100
barricas fsrvaj, ,- a Adamson Howie & C.
4 8isrd haenataa do algodio ; N. 0, fttaber
28 caixss quijos ', if.G. de Oliveira.'
5 dilas chapeos de felrro, 1 ana mefis de algo-
dio, 1 diu chapeos de sol, do seda, 1 barrica. Un-
tapata eternvir; a .Q.tlrf Oliveira Lobo;
3 barricaa i a D. P.W.
uW&Z&*im *'""'4etwdl0; a
40baf-rias tasrilhi, 6 farios fazenda de 8,1*0-
dio ; Roatron Rooker 4 C.
9 caitas mtuneers, 6 ajiai a 42 fardos fizemiis
deilgoeilm.n* vwnodo.'a e algodio, grava las
desos,***.; AaWtright s>0. "'


.uutf ot mtHntfco. ttkfrmAk sofhthkA^tmt.
tabeada d altadlo; a Rene Schmet-
tanda*.
1 eacrjoaneto. t dito am eabralb ilNiui
posto; a diferios.
B~ "^"PrtotWJt>frfo, flnao do Porto
1 dito dito ; a Joaquimda SlMCutro. *
o, lciui pe toa; a Francia
a pies, 65 caoaalraatlho* ;
1 fardo
o Airea
10 csl_
ordem.
U*asrrics ores; a Aievedd 4 Mendos.
2 caixa loilhis; a Frsaciieo Luis de Olireira
Azeredo.
S^ridaaoaeara, miuiogu o roaados; a Al-
3 barra earoo y a Antonio LaU de 011 reir A-
xoveoo.
a J0 Antonio di SHra l'Mn.
liento |feijlo; a Marcolino Henriques Pe-
afcTS5*0,1m*S?*a71 atrai albo; a Carre-
fboNotuetra arC.
ltarxlotOBlhas,canrUaa ecotornoa; a Fnn-
cisco Aodrignes dos Santos.
50 emes inbe, 5 barricas farioha de trigp, i
atado csnastras; a Domingos Aires Matheus.
14 emane beta tas; a Franciwo Gome de A-
raajo.
Umasseajaoee; a Obriatteai fos Tarares.
H reaos* grade; a Jos Cerdoso da Silra
Porto.
i 3 """"J*** 1 caixo peolea. 2t caixotea ra-
tas de sebo, 3 barris preaautoa; a Frsuciaco Que-
des de Arsujo.
21 birria chombo, 4 caltae liaba.* cartilkaa,
2 ditos cebolaa; a Parete Vianoa VC.
Andrea "'* Preg' AD8elio ,M* (,0, Sanlos
1 eaixie done* t dito chapeoe toilhaa ; a
Franciaco Airea Valga.
t Orto daca dacalda ; a JoSo Cirio* Coalho da
Sil re.
1 dito barrataw bordados a vadea objectos; a
Jos R.beiro da Silra.
1 barril rabo ; a tota Jaaqua daCoata Miia.
1 lata uffl retrato ; a Joaquim Pinto de Mei-
retlea.
54 caizaa macaes ; a Pioto de nazi Bairao.
ano ; a Manoel Barbosa Ribeiro.
1 ciiiio lirraajanrawoa, tacates flor de sa-
fcugueira, lO^aco/etoe^diabii. 1 molho folh.
de louro, 8- canea de, gatlinhas da Cochiochioa ;
a Jos FranciMW da Cttjja.
1 caixiaha da folb* a. Jone da Coala Lobo.Ju-
nior.
t cajzote urna slaa#ada|de.raU, 30 toaeladaa
de arSa ; a Thomaz ala Aquic Fonaeca Jnior.
44 cuzoea riobo i. a Maooel Nuoes da Silra.
19 saceos rollas e rolboes, 1 ciizo coxonilhoi,
linha o toalh ; a Maooel Quarte Rodrigues.
1 cauot reutfaa ; Uflrt BaptUta da Fonaeca
Jnior.
9 catones ceblas, f lo batatas, 2 ditos doce ;
a Vaz & Leal.
1 Uta ; a Lilis. Antonio, da Silra.
405 reateaa cebolaa. t embrulho aozes, 1 ri-
reiro canarios, 4 cipoeiraa galliohasi a Bernar-
dino da Cruz.
2 eneaoadospreauntos, 1 caixao santos ; a Jos
Moreira Lopes.
_ 1 amarrado raaionra, 2 csixes rarioa ob-
J8ol0^J D*' Antonio JoaVFerreira Airea,
3,287 reateaa cebolaa ; a Jos Franciaco da
Caoba.
10 barra presunto, 8 caixoes linha ; a Cuoha
Irroos & C.
1 cazio filas e felos de ferro ; a Maooel Jos
Carnet ro.
51 canietras albos, 36 ciixes oebolaa, 18 ditoa
macaas. 14 laboas de pinbo ; a Antonio topes
Braga.
1 caizlo lirros : a Neaair doSnuza C.
3 ditos albos,56 dH batatas, 1 dito olhi de
louro. 3 barra presaalo; Joto Ferreira dos
sanios Jnior.
1 barril salpicoes ; a Maooel Joaquina Ramos
o Silra. n
3 caixoes pomada, J dito eecoras, 1 barril
presuntos. 1 caixi peotos ; a Ferreira & Araujo.
4 candes tonca-; a B. Francisco de Souza.
100 eaixotes velaa de sebo, 331 canastras albo*;
a Domingos Rodrigues do Aodrede.
6 emees linha; traaoia e peolea ; a Jos Al-
rea da Silra Guimaraea.
1 causo santuario imsgeoa a pertences ; a Al-
aefda Gomes AIeeA C.
1 caixote obras de palbeta : a Gaimarea h
Fonseca.
1 barril inho ; a Maooel Goacaires da Silra.
1 barril rioho ; a Miguel Joa Airea.
20 pacoles archoles ; a Jos Antonio da Cosa
siqueira>
80 saceos milho, 2 cilxas atchotes ; a Antonio
Jos Arantes.
2 caizei figuras, imagens e pertences, bandaa
de lia, galo, Utas, tbeaouras, ele.; a brie|
Antonio de Couto Quintes.
2 caixoes riobo : a Ferreira [ Loureiro.
1 barril riabo ; a Jos Joaqun de Pinbo Mea-
doea.
1 caixao imigens e pertences, lirroa, etc. ; a
Francisco Gomes de Mataos*
6 cairas sabugueiro e mutell, i caixo passa-
ros embalsamados ; a Maooel Antonio Torrea.
1 caixao doce ; a. Joiquia Aotaoio Pereira
1 caixa e 1 barril rioho ; a Joio Valenta Vil
lela.
20 barris pregos, 2 caixoes peotes. 2 caixote
fechiduraa, 4 ditos fechos pedrezes, 2 dito lioha,
pentes, etc.; TbooMzFeraaudee da Guaba.
Barca portugueza Simpathia, rindo do Porto
consignada a Billar & Olireir*.
6 barris riabo; a Marques Barros & C
1 dito dito; a Antonio Joaquim Va de Miran-
da.
1 dito dito : a Seeriano Sarairada Cuaba.
19 ditoa dito; albuaaz d'Aquioo Fonseca J-
nior.
2 ditos dito; a Maooel de Azeredo Andrade.
1 dito dito, 1 caixao carne, 1 dito ceblas, 1
ma nozea.ecaatanbas, 1 dita e 2eanaatraa ma-
cees ; a Jos de Paira Ferreira Juoior.
31 barr e 70 caixea rinho, 3 ditos palitos, 1
dito lioha e coxina de linho. 6 ditos flor deeabu-
gueiro. 50 dloi pomada, 8 saceos rolhas ; a Cu-
Dha rmeos & C-
3 caixea.riobo; a Jalo Joa de C. Maraes
Jnior.
5 barris rioho, 2 caixaa machinas de engarra
r ou arrolhar garrafas; a Marcellino Joa tion-
Qlei da Ponte.
12 caixea rioho; a B. Francisco de Souza. '
. 3 ditoi dito ; a Maaoel Nunes da Silra.
144 barricas farioha de trigo ; a Augusto C. de
Abreu.
67 aaccos feijio; a Joa Marcellioo 4a Rosa.
1 caixao obra oe prata j a Jos Joaquim de
rana Mando.
1 dito ditas dito ; a Moreira & Duarle.
95 caoaatraa alhoa a Maooel Duarle Rodri-
gjaaa.
30 cuohetes pomada. 20 ditos sebo em relai ;
a Hanoel Joiquim Ramos e Silva.
30 barris rioagre ; a Ferreira & Irmao.
500 resleas ceblas, 100 caitas batatas, 1 dita
toalhas de linho, e pecas de coaita ; a Fraociaco
Luiz de OlUeira Azeredo.
103 canaatraa albos, 100 caixas raadles, 8 bar-
rieis semeiles d liobo e persa, 4- caixotas bri-
des e ferrolhos; a Angelion Jos dos Sanios An-
drade.
2 caixea cbapeoaa Jos Baptisla da Fonseca
Juoior.
2 barril ocre ; a Almefda Gomes, Aires & C*
t pacota toarhai de liobo; a Mathea & Ro-
drigues.
2 caiidi palitos ; a Joaquim Vieira de Barros.
1 cllete oozes ; a ordem.
t omixio imagBs, 3 ditos linha. pontea de chi-
fre aisorios. cordas de rame, dedies de lalio,
lata de cores, marca de oaso, etc.; a Albino Jo-
s da Silra.
5 caixoes sebo em pes; a Jos Antonio M.
Das & C.
2 ditos pomada ; a Francisco Airee de Pinbo.
1 barrica nabos; a Franciaco Joa Gomea da
Silra.
2 caixaa doce ; a Franciaco Jos Goncaltes da
Silra.
I caixo peote de ch.fr*; a Jos Aires d Sil-
ra rjaimariea.
edito* moreii; s Luiz de Moraes Goaei Fer-
reira.
4 dito linfa*, 1 diip faifas ; a pr*a. Vian-
na 4 C. ,
5 cwxoef 6a*4ia;
F(acisc*de. HaUa A-b0Oii.
i ciixao baaca d* louaa pana cozioha ; a Gac-
Noguiira <$.
1 eaixlo iaageni; a Jos Mari de-$Ua.
1 ropaaogigaa demadeira; a J^aoJ*,ei de
Uoura.
6 harria peixa erigido ; a ftiUa & S***
. t can retroz, bordes de arama,raU44de ae-
da. Ira molas, galio de palhetia, eipeguilla, ri-
drilboe, renda, botes de osso ; a FrinciacatGue-
2cijaiifm. bordea de arampta do leda,
ridrilhod* piaban,, ate. | Thqmao-Pvraandes
da Cunea.
20 caahWasMaao- davaabo SO^datM pomada,
20 ditoa aebo em pao; a Ateredo & M<-n1es.
Barca inglesa Miranda, rinda de Terra No-
r,;oiajtHda a Saandti Broihen & Caanf-r
eirou o> segu ole :
3;fO0 barricas- baeaibao ; aas aasnioa.
Barca fra n ce i a Raoul *lnd de Maraelha, con-
,S2f*.' T*l--". ainiuila o*ajutote :
82. caixu rioho, 20 ditas iiiinloio, 5 ditas
kireh, 20 ditas cognac, 1 dita bilher, 10 drtaa li-
cores ; a Bastos & Lemei.
1,650 barricaafariaba.de trigo, 1.150 dilaa ce-
menta, 300 barra rinho. 300 canil maiia*, 35
caixas e 125 fardoa papel, 1 caua um baahtiro ;
aa consignatarios.
5 caixi8 chapeos ; a F. Sourage.
2 ditas ditoa ; a Joio Koller & C.
Brigue haaburgaez Emmm, rindo de Hambar-
go. coneigoado aSeredc Filboa. miaifestou o ae-
guinte :
19 ciizi c*aM do algadao, raoiao. lencoi e
fitas de Olla, rowpa ftia para hanaem lenhora,
1 cajia aofciteade cabec, l djla jaconela 2di-
tii hapeos de sol o>eda e ditos de ilgoao, 2
ditas, 1 fardo a 2 rolua.ee panno preto e casemira
preta, 16 caixaa briequedoe. O dita* qoarliohas,
4 ditas phosphros. 100 ditn reas atearinaa, 75
ditas queijos, 450 barricas e 800 fraaqueiraa ge-
nebra, 1,000-garrafses rinagre, 24 taaOea, 8 las-
tros de arrio de podra, 1 caixs amostras.
14 ciixia fazaades de algodao, maiaa e fitaida
dita, 4-ditaa lirroa aa bronco, 1 dita bates da
madreporola, 1 dita gulhaa, 1 embralhas amoa-
traa; a D. P. Wild & C.
150 caiaia relaa estearinas ; a Ribo Sehmet-
tau 4 C.
1 ciixi rinho do Rheno, 1 dita rniadezis ; a
Damayer & C^rneiro.
1 dita chapeos de seda ; a Chrisliani Irmo
6 caixaa papel, 1 dita lapis, 1 dita chapeos de
leda, Edita camas de ferro ; al. E. Chrii-
tiani.
1 caixa oleado, 1 dita metaei para arraioa, 1
dita Uocaa para certiRs, i etnbtulbo amostra
a J. G. Romer. ,
1 caixa tabaco, 3 dilii garrafa raiiaa ; a Joio
da Silra Paria.
200 cxai relia eiteitioai; a Matheus ci Ro-
drigues.
1 caixa miudezas ; a Monteiro & Lopes.
15 dita pap), 16 ditas miudezas ; a Henrique
& Azeredo.
208 birria alcalrio, 51 ditoa potissa, 2 cajia
couro de lustre ; a N- O. Bieber di C
39 caixaa vidre para ridracas, 5 ditas garrafas
varias, 1 dita etiquetas, 1 dita taboinbas ; a J. A.
Moreira Diis & C.
14 caixas quariiohis e reifriadeiras de barro, 1
dita espoletas, 11 dita couro de lustre. 8 ditas
rabias e Blas deelgodo, 1 caixioha amostras ; a
Parete Viaopa C.
1 eaiza charuioi, 1 dita roupa ; a F. L.
Lemke.
1 rolume brinqaedos ; a T. T. Basto.
1 dita roupa.; a I). Sophia Vagelsr.
1 caixa goman lace : a Barlholoaaeu Fraaciice
de Souza,
1 dito fazeoda de algoaio, 1 fardo panno; J.
Keller & C.
19 ditas aaludezia, 16 ditis fazendas de ilgo-
dio e meias de dito, ^cmbrulbos amostras; a
Liodea Wiid & C
Patacho nicional Guarany, rindo do Rio Grao-
de do Sul, consignado a Amorim Iroaios & C,
manifestou o seguate :
11,100 srrobaade carra de charque, 70 couros
racuos e 10 saceos colla : aosmesmos.
Vapor nacional Tocantin, procedente dos por-
tos do norte, maoifesiou o seguiote :
5 ciixai riscaaniho de algodao ; a Henrique
Gibapo,
4 ditas brim ; a Rimos Dupr.t 4 C
2 saceos farioha de mandioca, 2 ditae.arcas;; o
D. Franciico B.
72 barricas farioha de trigo; a Amorta r-
meos.
2 ditos rolumes com 1,308 chapeos do Chili; a
Aranage H>jo & C.
1 eanioha ; a D. Cartots E. C. d* Silra.
2 saceos ; a Joio VUona de Mello.
f encapado ; a Benedicto B. da Silra
1 rolme; a Jos Lustoza de Souza.
1 encepado i a J. da C. Braao.
Barca franceza Janna Coeli, rinda de Iwansea,
cooosignida a Scoil Wiiion di C. maoiaatou o se-
guinie:
404 toneladas decarrio de pedra aoa meamos.
Barca franceza Athot, rioda de Cariiff, coo-
signada a Scott Wilsoa />i C manifestou o se-
gaiinte :
400 (opeladaa de carreo de pedra ; aos mes
aos.
Brigue inglez Stogiham, rindo do Troon.
consignado a Southal Mellors & C, aaoifestou o
aoguinte:
375 tonelada da carreo do podro i aoa mei-
mos.
Brigue nacional Providencia, rindo do Rio
Grande doSul coaajajoado altar & C. mani-
festou o seguinte :
10,508 arrobas Oe carne de charque, 40 couros
vjccuqs, e 16 arrobas de aebo em rama; a or-
dem.
Polaca francesa- Aspean, rindo de Marseil-
le, consignada a Burle & C. manifestou o ao-
guinte;
200 baricas faria a de triga. 597 ditas cimento.
200 saceos trelo, 30 far tos e 20 caixas papel, 500
molho alhos, 100.713 kilograramas.de sal, 20
fardos comiohos, 10 ditos erra-doce, 10 ditos pi-
meota, 25 caixas enxofre, 50 ditas s*bo, 12 bar-
ris azeite doce, 10 ditos oleo de iiobaca, 15 ditos
alpita, 3 dito chumbo de muni^o, 1 caixiuha
amostras 50 barris rinho aos consignatarios.
1 caixa papel; a E. da Costa Medeiroa.
Brigue americano Chithauooga, rindo de
Ballmore, consignado a- &rabbe Wnatejy & C,
manifestou o seguiote :
1.832 barricas farioha de trigo : aos mesmos.
Vapor oicional alaguaribo, precedente dos
portos do norte, manifestou o seguiote :
335 saceos de algo)ao em pluma, 116"ditoa
caf, 1 300 ditos assucar bruto, 65 barricas sebo,
20 ciixes cera de carnauba, 1,489 mel de le-
la, 1 barril vinagre : a omem.
20 saceos gomma, 478 meioi sola ; a Joo Jo-
s de C Moraes.
4 siecus gomma, 13 ditos e 4 caixole cera de
carnaubi. I embrulho dita de aoelba, 191 meios
de aoU. 2 couros salgados ; a Maooel Goncalre
da silra. .
1.008 meios de sol; a J. Benaon 4 C.
12 laecos gomma. 4 ditos cera de carosnba, 1
dita redas de algodao ; a Antonio Lope doa Sao
tos Rolim.
164 meios de sola ; a Raymundo C. Lei te A
Irmao.
2 harria azeite de carrapato, 5 aaccos cera de
carnauba, 10J meios de sola ; a Silra Basto &
Compaohia.
25 aaccoi gomma ; a Jos Rodriguea Ferreira,
2 saceos farioha de mandioca, 1 dito gomma.
1 caizo reas de carnauba, 1 embrulho com
150o ; a Joo ftepsl de Catro e Silra.
260 metoa de sola. 2 couros aalgados ; a Ao-
tunes Guiaeri.es 4 C,
10 aaccos gomma ; a Domingos Jos Ferroira
Guimuo.
1 pipa e.2 barra aebo, 200cOunabos. 10 cou-
ro lgidos 16 meios de sola, 1 pacota penoi
de di, 100 chapeo de palpa de carnauba a
Cunba Irmoa <& C.
30 aaccoi algodao aa ptumi; a Sore Filhos
l c.
115 ditos fariBrha do nandioea ; a Manoel Joa-
quim Lobato.
2 dMpoonrado cirnauba, redaros sargado;
pCaapooA Lima.
4b saceos maoi, 4 ditos algodio, 13 coures
salgados : a CirraUo Noguoka 4 fl.
2 bahuaroupa; a Maooal Moreira Cimpoi.
^^la^mo^^rttr
. aain. ....... >! i un.
Navio fUfd no dial.
illo Grande do 80I--26 diaa, palbabotejuaariea,.
1tB*i. W.Searer a.'do 25f toneladaaTcainiio
1. Hkaeeea. aow>gaek 8, carga aawe, ao
capitaa, ri rtkaacir n.acfvapara
Bio da Jinatro n^Wa -L *, rapo trinca
Nararreas da l.lWI toooteda*. aoanandanle
F. fedel. qB*r*mAtt.
Vacio lahiiai no m$imo dia.
Gooora Polaca hespanholt Prompta*. Ctni-
tia Raiaunad Boa, carga a*ooar.
Batdeuas. a poito iatanoedioa Vapor franca*
enarene, corqmanlinta F. VmH
ffttitt inlrsdn na dia "
anera-40 dia. brigue. sardo amaino, da 17
tooelalai.capipo tboaa Qonnglii, eapipa-
g*m 12, carg rinho e maia geoeros ; a Baitoa
& Leaea.
Maaetlaod 7 104 di** galera icana F/ao,.,
cklm, de 1031 toneladas, capitao Froemar,
erg madein de}linir. aOsmoespltld. roto
retrescire segu para Hamburgo.
Nio houreram aikidas.
I
m,
w
Bfitai.
i
s. 2 s.
I
S *
ajhnoiphtra

Oiraefio.

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I /fUstMrdads.
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rarhinhtit.
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t3; na 8 I tfil.'f ro ni $ tro.
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2

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Citttrna kydra-
matriea.
Franca,
Ingle*.
al
8 o
ri

A. noite nbUda.raoUNE,rriaaldiU6ni-
dade.e asum iminheceu.
oscilaqo da naaA,
Preamar aa 2h.-18' da tarde, altura 6,2 p.
"il*"1"" daaaobaa. altura I, p.
usas Tw. ", RoaAKo TorrtK,
1* tente.
*~a D*0T*m d0 "IWf Sr^ D/, procuraior im>
II da thesonrana prorioa, aviaam-ia eos de-
redores de dcima e outros impoaioi, que aa re-
acoea reapectiruseacham emjuizo, a aoa met-
aos se concede o prazp de 30 dua, coudo de
boje, para aolicjtarem aa competentes guia no
eecnptorio da ra do Imperador n. 41, daa 9 ti2
" ""** 8 Ur*- R'f 28 de norem-
bro do 1861.O solicitador da fazenda prorincial
Joio Firmtpo Corie de Araujo.
-- Ea rirtuda de odeip da Exm. Sr, presiden-
te da proriaeia, datado de S* do correte, eslario
pela segunda rez em pregio, penle a cmara
muuicipal dnatacidad*. o legumtei imaoalos quo
fzem parta da raada do patrimonio da mesma
cmara, no.da 5, 12 e 19 do miz dodezembro
prximo futuro : o dizimo de capim de planta,
arahado por 60| aanuaas, a o iapootoMe gado
orelhum a sergas de fanob. 0 lgame, com/o
abate legal como determina o Exm. Sr. no refe-
rido offlcio.
PCP,do,aaara 29 de-npyembro de.186i.-:-0 secratario.
Caadlo da Siireira Bordea T.rror Ipdigepa.
1 ......
Coiselho administrativo.
O conselho administrattro, para fomecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar oa objec-
loa seguintes :
Para o 2* batarho de infamara.
213 bonete.
142 3|4 corados de panno preto.
71 3f8co*edoa de bollaoda de farro.
1240 raras de brim branco.
12421(2 raras de algodiozioho.
40 grosas, 3 duzias e 10 botoes pretos de osso.
Para aguarla naoiooal ae Saato Atitao.
- .. - 0SJ? hranco, sendo um de 300 folhas a res, com todo o seu ipparato de tropa
ontro de 200 ditas.
Quem quizer render taes objectos aprsente a*
suai proposia* em caria fechada na secretaria da
conselho, as 10 horas da mauha do dia 4 de
dezembro prximo riedouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fomecimento do irsenal de guerra, 90 do
norembro de 1861.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente,
Francitco Joaquim Pereira bobo.
Coronel rogal, secretario interina.
Conselho de compras navaes.
Teodo de coolraUr-sa sob a coudices do es-
lylo, por tres mez Qndos em aar<;o riadouro. o
furneciraeoto de i/eres e antro objectos de coa-
sumo, arroz do ldaranhao, aguardeute brauca de
20 graos, assucar branco grosao, azeite doce de
Lisboa, bolacha, bacalho, carne secca do Rio
Grande, caf en grio, carnauba am reas, carne
rerd6,cangica ou milho pilado, facinha de man-
dioca, fejao, maoteiga franceza, mate, po.aabao,
toucinho de Liaboa, ratas etearipis e rioagre de
Lisboa, assim como o fornecimento tambera de
dietes : ararats, alelria, assucar branca reinado,
Dolachinha, cevadinha. dez gallinhas, manteiga
logiza, tapioca e rioho de Lubaa ; para os na-
rioa da armada e estaelecimentoa de marinha, e
lodos os obieclos da melhr qualidide ; convide
o cooaeiho aos pretendaates a apreaentarem suas
propostas era carias fecbadaa, oo dia 5 de dezem-
bro prximo al as 11 horas da miohaa.
Sala do consMho de compras naraes em 30 de
norembro da 1861.
O secretario,
Alcxaodre Bodriguea dos Aojos.
Correio geral
Belaco das cartas seguras existente* na adrai-
ntragao do correio desta cidade para os senho-
ros abaixo declarados :
Andr Bastos de Olireira.
Antonio Bernardo de Araujo.
Padre Aptonio da Cuaba Figueireda.
Dr. Antonio Coelho de S Albuqoerque.
Antonio Diaa de Pina Jnior.
Or. Antonio E<>aminoo-las de Mello.
Antonio Francisco Pereira.
Bernardino Machado Coelho.
Braga & Aoluues.
Conrado Joi Uoes.
Candido >inea de Mello.
Carainha 4 Filhoi.
Casar Querino da Silra.
Domingos Francisco Diaa.
Eroslo Esteres da Siireira.
Dr. Filippe Mena Callado da Fonseca.
Prederieo Velloso Koop.
Franciaco Antonio de Albaquerqae Mello.
Francisco droeiro Maehido Rius Jnior.
Fraociaco Franco.
Fraaciaeo Prisco da Souza Parauo;
Franciaco Cleitino Ramos de Sant'Anni.
Goaseia A Araujo.
Guimares & Azarado.
GuLlherm da SU a Goiaati.es.
Joaquim Vieira da Costa,
Joto Oonsiogues Perreiri Rabelio.
ioo Faraaadea Chaves Jnior.
JoioFrancipcpBellea.
Joio Francisco de Souza.
Joio Jos d Carvalho Moraes Filbo.
Joo Jos d Moflo Jnoior.
JoddaStliavFora.
Joa Bento toIriMe.
Joa Jeroorm* Cirojd*
Joa Maria Vilella.
Joa Pioto Fiwire.
Or Joa*otarua*> da Coala. Msese.
los da Ssoraa raaootro*
L.aoad (fooea^io,
ttcioo atfeada da sil va.
Le-too bwpVd Barros a Silva'.
Luiz Aa tocia onealrea.Poua.
Mirii doonwiee Silra. .'
Maria Joaquina da Silra Manta.
Maria Josepha Nagaoila '
Mi noel Joaquio lapea Mande*
M*a*l Pire Ferreira.
Miaoal Pereira- de 80.
Maooal Soares Ptoheiro.
Seuriaata Xariar Galrim.
HoaaMldO A4rea deOnreira.
gabaalian Joa da Silra:
Saftaatrio do Rag.^proa,
Vaatara JosO de Freitaa Albefuerque.
Vaatarto Joto Ferreira.
O aerate da Cimpanbia Pernambocana, a
pedido, iranaferio a sahids do vapor Persiava-
gepa** da 9 a nio 5 como toa innuoeiiO.
Consulado de Portugal.
Jos Heoriquea Ferreira, cnsul da nsro por-
tuguezi nesta provincia, convida a todos os aub-
dilea da mesma oacao quem o conhecimeuto
destechegar a reuoir-se nos saloea do Gabinete
Porluguez de Leitura no dia % de dezembro pr-
ximo, palia 7 horas di tordo, para ae tratar de
ssiumpto que diz reipeito todos os portu-
gueses.
Consulado provincial de Peinambuco.
Pala aeaa da consulado provincial le fas: pu-
blico aoa preprietirio doi predioa urbanoi dn
ftegwziaadeala cidade e da doa Afegadoa que o
trila diatoii.par* cobrase, i, a bocea do cofre,
do.r aatr di deaiaa do annoflaanceirocor-
ren te 1861 a 1862, ie principiq a cantor do di,
3 de dezembro viadouro; a que timbem no mea-
mo dia principia acobranca. do primeiro semes-
tr do imppito de 5 % sobre ai rendas dos beos
de riiz pertoncentes a corporcde de mi mora.
Mesa do cposulado provincial 3 de norembro
de 1861.Theodpro Machado Freir Pereira da
Silra.
Santa casa de Misericor-
dia do Recife.
Qilla. Se Iheiourairo cimoler intoriao di.Sin-
la casa de Misericordia do Recite, manta fizer pu-
blico que no dia 10 do prximo futuro mez de
dezembro pelas 10 horas da manhi, a caaa do.
exposto, paga-seis respectivas amas que forem
corapinhadas das creangas asreensalidades ven-
cidas al 30 de setembrp ultimo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, '27 do oprerobro de 1861.
f". A. Cavaleanti Cousairo,
Eicrivao.
Coinpanhia do
Beberibe.
O caixa desta companhia com-
mendador Manoel Gon^aUes da Silra,
acha-se autor isa do a pagar o 27* divi-
dendo na razao de 3^(200 rs. por acedo,
o mesmo Sr. caixa adrerte aos Srs.
accionistas, que parte se acha em cobre
que tem recebido do arrematantes.
Escriptorio da Companhia do Bebe-
ribe 25 de novembro de 1861.
O secretario interino,
Justino Pereira de Paria.
THErYTRO
o Acirieu no dia O de dezeabro as 5 horas da
tarda.
Recebo carga at o da 7 ao mel di. Encor-
meada, paosageirose dipbeira a frete at o di
da sahida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Msttos o. i.
DE
Companhia dramtica sob adireceo do
i artista Germano.
QUARTA.FLIRA, 4 DE DEZEMBRO DE 1861.

BBJfKflCIO. 00 ACTOR
ubir
ATMLUDO,
Subir sceoa o muilo desejado drama em
tres aCtoa e qoatro quadros, de costomes milita-
sica,
e mu-
29
Rzrado JaStor.
OU
HONRA E GLORIA.
Terminar o espectculo com a muilo applau-
dida comedia original doSr. Besoni,
! NESTE C.\se EU11 CASO
01 08
Os Estudaiiles do Recife.
0 beneficiado conta com o auxilio e proteccao
do respeitsrel publico em geral.
O bilhates acham-se disposic&o do publico
em caa do beneficiado na ra Bella n. 28.
Comedir a 8 horaa.
i Misos LsafrtiuaA.
Porto
-Segu no dia 12 do correte a mui releira bar-
ca portuguesa, Sympathis por ter a sua asga
prompta, somento receba pasaaceiroa ; a tratar
com oa consignatarios Bailar & Olireira. ra da
Cadeiao.ia
Rio Grande do Sul.
Segu coa brevidade o briaue nacional Firmo,
ainda recebe alguma carga {rete.: & tratar com
oa cooaigoatarioi Marques, Barros & C, largo do
Corpo Sinto n. 6.
Sihe com toda a preitezi o velelro brigue por-
luguez cMercurio por let a maior parte do car-
regimeoto prompto ; pira o reato e psgeirei,
trala-aa cea o consignatario T. da Aqnino Fon-
leea Jnior, na travesa da Madre de Deoa n. 7,
primeiro andar,, ou com o catiteo oa pra;a.
Para o Rio de Janeiro sahira' bre-
?emente o brigue nacional Maria Isabel,
de pricneira classe, recebe carga e frete
eesersvos; tratase com Domingos Fer-
reira Maia, ra. do Apollo n. 8.
Rio de Janeiro
Para o Rio da Janeiro aahe com breridsde o
brigue nacional oiqueiri, j4 loa parte de seu
carregameato prompto, para o reatante e eacra-
vos a frete, trita-ie coa o caplSo da meimo, ou
com Divid Ferreira Bailar na. ra do Braa n. 66,
IzMJM
Rio de Janeiro
preteaie argir cem muita brevidade o brigue
eacuoa Jovea Arthura.lem parte de seu caregi-
ment prometo : para o resto que Ihe falta, Ira-
la-se com o aeu consignatario Azeredo & Mea-
das, ae aeu eicriptorio ra da Cruz o. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O brigue nacional Almirante pretenda seguir
com amito brevidade, tem parle da seu carregi-
menlo prompto, para o reato que Ihe falto paan-
geiros e escraros a frete, para o que tea aaseia-
dos commodoi, tratase com os seus consignata-
rios Azeredo 4 Mendos no sen escriptorio ra da
Cruz o. l.
segu ea poucoa diaa o brigue nacional Cruzei-
ro do Sol, deprimeira classe e bom releiro, por
ter parto de sea carregameoto prompto ; recebe
paaaageiroe a frete, para oa quaea tom commo-
doa, assim como para escraros : a tratar com
seus consigoatarios Antones Guimaraea & C, no
Forte do Mallos na. 15 17.
Maranlio e Para.
Segu com brevidade o kiste. Lindo Paque-
te por ter grande parle de seu csrregsmento
contratado ; para o resto trata-se com os con-
signatarios Almeida Gomes, Alvea A C, ra da
Cruz n. 87.
Para Lisboa
O patacho brasileiro Julio pretende seguir
pars Lisboa nestes oito dias, tem parte de seu
carregameoto prompto : para o resto que Ihe
falta, trata-se com os seus consignatarios Aze-
redo & Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.
Maranho.
Segu em poneos diaa o palhabote nacional
Santo Amaro, capitao Maooel da Silva Santo,
para alguma carga que ainda podereeeber trata-
se com o seu consignatario P. L. de O. Azeredo,
rus da Madre de Daos n. 12.
Babia.
Para a Babia segu ero poucos dias a escuna
nacional Carlota, capitao Luciano Airea da Con-
ceigao, para alguma carga que ainda receba tra-
ta-se com o seu consignatario, Francisco L. de O.
Azeredo, ma da Madre de D<*as n. 12.
Para
em direitura.
Segu para o indicado porto o bem conhecido
brigue eacuoa Graciosa, capitao Joo Jos de
Souza, por ter parte desou carregameoto adan-
lado; para o resto tratarse com os consignatarios
Almeida Gomes, Altes & C, ra da Cruz o. 87.
Rio Grande do Sul
PELO
Rio de Janeiro
segu brevemente o brigue naciooil Adelaida,
de superior marcha, por ter alguma carga j en-
gajada : quem no mesmo quizer carregar ou ir
de passagem, dirija-se a Bailar & Oliveira, ra
da Cadeia do Recife n. 12, ou com o capitao na
P"Ca. ___________________________
_______Laile*.
LEW
Imperador a. 73, dea predios que perienceram m
Joa Luiz Pereira Jnior, o qaaa aio ooso-
gulntes : **r
A 3' parto do obrada ato 3 andares a. testa
ni roa do Vigariu.
A 3* parte-do aerado do um andar e soteo. _
sito na ruada Livraatento
Atin tai rea a. 6i iia oa ruad a Agoa-lfer*
dea. As 11 horas ear ponto.
Qninta-eira 5 do correte.
O agento Casta Car-alho a raqaerimeato da
Antonio Rodrigues Pinheiro como lestamenteiro)
ojuvantanaoto da D. La iza Thoreza de Jes*,
por despacho do IUm. Sr. Dr. juiz municipal da
segunda rara, tara Lilao na casa tarrea sita na
rea Nora da Santo Ritoa. 35, coa SO palmo, d
frente e 141 ditoa de fuado a mala um grsoda
terreno no fuoHo e cea perteaceota a maanjo.
foreira a terreno de marinha, o dito leilao lerft
lugar qvJoto-feira 5 do corrento, a lt horas da
manhaa na dita caaa.
Quarta-feira
PELO
4 do correte.
AGENTE
_
No referido dia peln 10 horai da maab
igente Peilaoa (ara leilao no araazaai da* i
do Vigario n, II
DE
Mo*. laucas, crystaes. quadros o urna din
sdsde de objectos que se reoderap por muilo
barato prego.
Joias e mais algn objectos- pertencen-
tes amana fallida de Siquetra Pe.
reir, feito pelo agente Antunes en
seu armazem ra do Imperador nu-
mero 73.
Quarta-feira 4 do otrrente as
11 horas.
LEILAO'
Urna
BE
para
canoa nova
familia.
Quarta-feira 4 de dezembro as f 1 horast-
0 agenta Guimaraea far leilao am seu arma-
zem oa ra do Imperador o. 37 no da cima, de>
urna canoa que arcommoda 16 a 20 pessoas, sa*.
hda ha poueo do fabrico, toda pregada e encari-
Ihada de-cobre, forrada de atoro, sendo construid
da coro as msdeiras smarelto e sicuoira, coop
tolda para abrigo de passagelroi etc. : para exama
da mesma, os ereleodentes dararo fallar ao Sr.
Jos Carvalho da Fonceca, com eslaleiro na tu
da Concordia confronte ao sobrada n. 34 onda
jir'ora foi o armazem do sol, e para informa-
coes com o referido agente.
Avisos diverso.
DA

GoiPiraiA PiUiUBuaiii
i\avegaca9Costeiraavapr
-Orspor Persinunga, com mandan te Houra,
sabir pira os portos do sul de sus escala no dia
9 de dezembro as 5 hora da tarde. Recebe
sarga at o dia T ao meio da. Paaaagfiroa e
dinheiro a frete at o diada sahida ai 3 horas :
eieriptorto no Forte do Msttos o. t.
Para ai coodicedes, freles e passagena trata-se
na agencia.
JL
j PrirMt^aWpGM4e.do PfeKte, Ma,-
cau do Assu, Aoaeaty, Ceara,
eAcaracu'. r/
loaWrl'para o portos do norte de u esc! tl Aotuao (sr* lellio ea sea armazem ra do
Loja de fazendas da ma
da Cadeia n. 24.
Quarta-feira 4 de dezembro
as 11 horas em ponto.
Coate Carvalho por mandado do IUm. a Exm.
Sr. Dr. juiz de orphaoa far leilao no dia e hora
cima mencionado da armacio e fazendas exis-
tentes na loja da riora Silra Antones & Filhos.
O agento Pestaa far leilao por ordem do oa-
pito o brigue oriental Alfredo, naufragado
no arrecife das Csndeia.do casco e earregamoBSO
do referido navio, consistodo em 189 tonelada
de seos .23 dita da cmsa, ludo em um s to-
tee oo estado em que se acfoar. Assim como aa
divaraos totes, do saparelhe do referido navio a
maissalrados qoe se achara depositado; no er-
malean aanitogada do bario do Lirraaento, no
caes do Apollo, onde podaa ser previamente
en minado :
Ter^a-feira 3 de dezembro
POlaa 10 hazas da manhaa no referida arasasea,
aa affesaaoo do IUm. Sr. coasat do eitodo Ocien -
tai.
bl
Nao sendo possivel con ti-
auar o abuso, posto em prati-
ca por alguos de uossosassig-
nantes, de u"o pagarem o im-
porte da assignatura dentro
dos quioze dias do primeira
mez doquartel pelo prego de-
5#000, pretextando faze-lo nt>
fim 6#000, como se acha es-
tipulado; e, ao depois, quan-
do faltain apeuas alguus dias
para o completo do ultimo
mez, preUndem pagar 5&
sob o fundamento de que nao.
se acha lindo o quartel; preve-
nidos que todos os assiguali-
tes que nao quizer satisfazep o
importe de sua assigua tura
dentro dos primeiros 15 dias,
devero assignar o documen-
to que ihes ser apreseotado
pelo cobrador, obrigaado-se a
pagar 6^000 no fim do quartel,
afim de obviar contestaces
que se suscitam diariamente.
Aproveitamos a occasiao para
pedir, a nossos assignautes de
fra desta cidade, maadem pa-
gar o importe de suas assig-
uaturas, para evitarem a sus-
peitso da remessa.
Grande lahoraiorl^ de la-
vagem
Podoa ntondnr hincar a roupa laradt. os ns.
158.15.a4, ijK.88. 3>. S10. 129. 254* 163.
B, M8, 865,144, 132. 803. 24 i.
ngomuiada.
Ns. 46 a 245.
Ama.
, Preeua-sa da nasa aas forr, prefere-ie de
meiai eapo n. 10.
T, 'a areoiaar alugar m eiersro para o
o theica. dirija e arando
aixa d'agua ; o aluguel men-
aal dn 16 *
da audiencia do Sr. jais de p
deS. rematado 12 cadelras, 1 banca
do aain oo sal, todo da aadatoa da Jacaranda,
penhoradoao Vcanto Jet di Coat.
Rega-ae aoa cepilles de campo e a toda a
Splquor pesco ijppceheoaaa aa aaolequ de
ft Manoel, da ida a, 12 annns, cor preta, le-
ou calca de ilgodat axul, camisa de rucado tam-
bero aul, e tem Ha | \ aottumtea: nma ci-
catriz e um lalho poi ^Hi ama da aobnoco-
iboa. toa iim ladn do aaito disolto- aaia alto
Ooiaa* aataa oieUoa i>riaOa. aoaroo aoao,
ooogiutoi paMoa que o apprehonda, lesa A
ra da matrit da Boa Vial n. 5i, qua.aara baa
ranaaonooMdo.
Alaga-sa o saaaada enriar oa apta do
anaodo o. 33 o^aiao-da toja da toaa aatreltos.
O ra taiga do Rosarte: qaam a prateodar para
Wogar, entendi-oe.aa aoaa loja, que chora.
coa quem trator.



DIARIO PB flMUlMBCO. w TERO FBIBaV S Dfi DEZEMBRO DE lll.
particular tle rhetorica.
O acadmico Manoel da Cosa Honorato tm
aberlo a aulas de eloqueneia e potica nacional
pera habilitaoaSo, aloe eetudaoles qee quizerem
prestar cierna de ditaa materias no futuro mex de
marco, na rea Direita n. 88, primeiro aodar.
Fugiodo eneoho Mussurob, comarca de
Goianoa, no dia SI do tnez de outabro do corren-
te anao, o escravo los, e coohecido por Jos
Maleo, de idade 38 aoooi, pouco maia ou menos,
crioulo, tem pouca barba, muito ladino, cara
grande e carrancuda, de estatore regatar, eheio
do corpo, le?ou roupa de algodio da Baha :
quera o prender levara ao dito engenbo, ou ao
eacriptorio dos Srs. Leal & Irroao, e aera bem
recompensado do tea trabalho.
a podara do leao do norte, na do Coto-
vello, pteciaa-se de um bom trabalhador de mas-
sefra.
No dia 4 de doiembro corrente ee hao de
arrematar por venda um terreno e o dominto di-
recto de doua solo* na propriedade Passo do Gi-
qui, por execugaode Hanoel Joaquim Baptista
contra Joa Florencio de Oliveira e Silva, eom
hvpolheca na mesan propriedade, cuj p raga-te-
r lugar as i horas da tarde, na sala das audien-
cias, depois da do juizo municipal da 2." Tara,
escrivio Santos.
Na noite de 15 do corrente, f ugio
do engenho Jardim comarca de Goi-
anoa, um escravo cnoulo de nome Fer-
nando, estatura pouco mais de regular
corpulento, tem um ou dous dentes ce-
idos na trente, os beicos um pouco
grossos, barbado e quando sabio tinha
Feto a barba e deixando o bigode, ca-
bellos cortados e raspado o cogote ate
bem cima da nuca tem por signal
abaixo do peito esquerdo ou direito
urna sicatriz de urna estocada que se
acha bem vezivel. levou duas celouras
de algodao da Babia, duat camisas de
algo ctaozin lio branco, urna calca azul, e
chapeo de pal ha de arroz ja' usado ;
muito prosista, e muito bem pode
inculcar se forro: rogase por tanto a
todas as authoridades policiaes e capi
taet de campo a apprehencSo do dito
escravo, e o levarem ao engenho cima
meccionado, ou ao Sr. Joao Pereira
Moutinho no Recife, ra da Gadeia n.
22, que sera' generosamente recompen-
sados.
* i 7 <_.

Ama.
Precisa-se de urna ama de leite na
ra estreita do Rosario n. U, segundo
andar.
D Amalia Antonia de Moraes
Chaby pe3 presente, convida a
todos os amigos do seu fallecido
esposo, o coronel Joo Franciscu
de Chaby, para assistirem a missa
do stimo dia que tera' lugar na
matriz da Boa-Vista no dia quarta
eira 4 do corrente pelas 8 horas
da manhaa : desde ja' agradece
a todos os que se prestaren? a hon-
rar a assistencia deste acto.
No stimo dia do fallec ment
do coronel Joo Francisco de Cha-
by, depois da missa, que tera' lu-
gar quarta-feira pelas 8 horas, se
dar' a cada pobre a esmola de 1 )J
na matiz da Boa-Vista.
(lOirANBlA DA m FERIE A
DO
Recife a Sao Fraecisco
(limitada.)
Altenco

Nos domingos comegando do dia 8 do correle
al outro avino, os bilheles de ida e volta das
Cinco Ponas Espada sere vendidos pelo prego
dos de singela ; a saber :
Ia classe 6*500
2a classe 43500
3* classe 3*000
A partida dn trem ser como de costume de
maobia, das Cinco Ponas as 7 e 90 minutoa e de
tarde da Escaoa as 4 horas.
*
Attenco ;
D. Joaquina dos Santos Abreu, pelo pre- 9
9 seute previne aos seus inquilinos das ca- 9
9 saa terreas na ra da Mangueira do bairro SJ
Sda Boa-Vista o. 5, na ra das Pires o. 21,
e no berco do Pocinho no bairro de Santo Q
9 Antonio o. 11, que nao paguem os alugueis 9
9 ao marido da snnnnciante, Manoel Flix de
9 Oliveira e Silva, ou qualquer oatra pesaos
que se aprsente a recebe loa sem procu-
9 raga o especial da mesma annuociaote cora
9 a ata posterior ao prseme annuocio ; por
9 isso que a annunciante foi forcada pelos
9 m'is tratamenloa que tem sufTrido do re-
fe fendo seu marido a tratar de divorsiar-se
9 delle, e pela escriptura celebrada na nota
do labellio Almeida, do eootrato ante-
fe nupcial com que casaram, sendo a annun-
9 ciaote smente que entrou com beoa para
fe o consorcio, tica s mesma anouncieote na
fe posse e edmimatrsgio dos seus beos desde
4 j indepeodente de despacho, ou sentenca
fe judicial como coosta da mesma escriptura.
fe Outro sim, e pela razio dita previne a an-
fe nuocianle que ninguem faga transaegio de
fe qualidade alguma com o dito aeu marido
ou alguma outra pesaos aioda que ae apr-
sente com procurado da annunciante, que
desde j declara, que falsa a respeito nao
so das ditas casas, sejade venda, hvpolhe-
ca ou permuta, ou mesmo qualquer outra,
como a respeilode linos inclusives do Sr.
Jos ATunso de Azevedo Campos, e outros
*) 1ue sejam relativos ao casal da aonuncian-
9 le, anda son o pretexto de reforma ; nor-
ay que toda a transaegio a semelhaote res-
fe peito perlence a annunciante anda mesmo
fe no caso de perda ds letra; e sseim tam-
fe bem previne, que ninguem compre ao so-
fe bredlto seu marido qualquer bem movel
fe como niobilia, ele.: porque lulo quaoto
fe existe na casa em que moravam.e o que para
Sf em rolo do seu marido, da annuociaote
fe com que entrou para o consorcio, visto co- ff
fe mo evidente da escriptura referida: e fe
fe desde j protesta promover os meios e ac- fe
ges judiciaes contra as pessoas quo nao fe
fe obstante este annuocio, pagarem ou flze- fe
fe rem qualquer transar rao ou compre ao su- fe
fe pradilo seu marido o qualquer outro por fe
fe elle aotorisado. fe
9 Mariana Joaquina dos Santos Abreu. fe
-

MSA
Preciaa-ie de urna maque saiba coziohar e
engomaaar, preferndo-se escrava ; no pateo da
ribeira n. 5.
*- O abaixo aasignado tendo tido con tas coas
Manoel Alees Ferreira desde junho de 1857 a*
ultimo de novembro deale anno, acabar de aa sal-
dar com o mesmo Ferreira por s diier elle ha-
bilitado para proceder a liquidado da ana casa :
assim, pois, o abaixo assigoado deade j declina
de si toda a respoosabilidade que deste pagamen-
to poaaa provir psra a firma aocial Manoel Alvea
Ferreira & Lima. Recife 30 de uovesabro de 1861
Paulino Prea Falcau.
Preclsa-se de um feitur para um sitio de
pessoe estrangelra, em Saol'Aona: a tratar na
ra do Trapiche Noto n. 41.
Aviso.

Roga-se
s

Ama.
a todas as pesioas que devem masa fallida de
Antonio Joaquim Machado Brandan, de virem
pagar seus dbitos no prazo de 30 das, na ra
Direila n. 73 ; se no competente prazo nao satis-
fizerem, sero cobrados judicialmente.
Roga-se aos senhores abaixo mencionados o
favor de virem a ra do Crespo n. 8 A a negocio
de seos ioteresses, visto nao se saber de suas
moradas.
Dr. Pedro Gaudiano Ralis e Silva.
Padre Francisco Alves branles.
Fr. Joao de Santa Cecilia.
Capillo Antonio Fernando Rasouro.
Acurcio Jos de Medeiros.
Francisco Jos do Amaral. -.
Francisco de Paula Cavalcanli Wanderley Lias.
Flix de Aran jo Albuquerque.*
Jos Guilherme dos Reis.
Joaquim Pedro do Reg Brrelo.
Miuoel Duarle Ribeiro Jnior.
Hanoel Aotouio Barboaa.
Miguel da Purificacao Gomes.
Jos Gorgonio Paes Brrelo.
Alexandre da Silva Tavora Veneno.
Joo Baptista Moreira.
Francisco Jos Alves Gama.
Joaquim Ignacio de Carvatho Mendon;a.
Os abaixo-asssigoados participara ao respei-
tavel publico e ao corpo do commercio que dis-
solveram amigavelmente a aociodade que linham
na loja de funileiro e lampista oa ra do Raogel
d. 1, que gyrava sob a firma de Carmina & Perei-
ra ; ficando a cargo do socio Carmine todo o acti-
vo e passivo da exliocta (Irma. -
Jur Bnlo Gil Carmine.
Jos Joaquim Pimenlel Pereira.
Jos Dias Braodao. acbando-se baostante
eocommodado de sua saude, retira-se para fra
da provincia, e por isso vende o seu estabeleci-
mento de molhadoa, cito ra da Liogoela n. 5
Esla casa j pela sua boa localidade, por ser ao
peda estafodo desembarque, aonde concorrem
marinheiros de todas as oacoes, toroa-se de mui-
ta vantsgem para qualquer principiante, mesmo
por que tem poueos fundos.
Precisa se de um
eaixeiro
D-se sociedade a urna pessoa que tenha pra-
tica de loja de miudezas, comanlo que o seu
comportamento assim o exija ; quem pretender
dirija- se a ra da Imperalrii o. 46, loja.
Roga-se Illm. Sr. Manoel de Mello Monte-
negro, viodo do norte no Jagnarxbe o obsequio
de se dirigir a ra Nova o. 43, a negocio de seu
inleresse : nao se procura porigoorar-se sua mo-
rada.
Precisase de urna ama secca, captiva ou forra
para comprar e coziohar para casa de poucs fa-
milia : a tratar na ra do Imperador d. 54, loja
de livros.
-
9 Pede-se ao Sr. Dr. Joaquim El virio de 9
# Moraes Carvalho, que quando vier ao Re- %
$ cife faca favor de dirigir-se a ra do Gres- tf
pon. 8. 9
Ao Sr. lenle-corouel Jos Praocisco Pires,
comrnandaole do balalho da guarda nacional do
Poco da Panella, e ao Sr. fiscal da muoicipalida-
de daquelle lugar, faz siciente o abaixo assig-
oado, que domingo, primeiro do corrente mez,
achan lo-se as lavonras de meu sitio no Ar-
raial, 1 cavallos sollos, do sargento da guarda
nacional do respectivo balalho, Joo Ivo Corris
Wanderley, morador no meamo Arraial, e na for-
ma das posturas os remetiendo com parte ao di-
10 Gscal, pelo meu escravo Joie Jos Francisco
Haciel, crioulo, official de pedreiio, com o olho
direito perfeilameote ceg, e grande ferida em
urna perna, lilho do muito velho Jos Antonio,
crioulo, morador no fundo do meu referido sitio,
acooteceu que voltasse o meu escravo, dizeodo-
me que o sargento da mesma guarda e batalho,
Raimundo de Barros Wanderley, primo.* mora-
dor no mesmo Arraial, prendera a Jos Francisco
Maciel, conductor de um dos dous cavallos, por
oSo querer ir para a primeira revista ; notndo-
se que Jos Antonio, pai, modou-se de Afogsdos
para o meu sitio o anno psssado, e aquelle filho
ha mezes, por causa da referida goma, tendo vio*
do do Cabo, aoode trabalhava pelo officio.
Arraial 2 de dezembro de 1861.
Francisco Jorge de Souza.
O abaixo asaigoado avisa aos senhores es-
ldanles que Iransferio sua casa de ensioo par-
.icular para a rus da Sania Cruz n 66, assim co-
me que esto abenas ss aulas de latim e francez
para os que se quizerem preparar para marco.
Luiz Emigdio Rodrigues Viaona
Fugio no dia 20 de novembro o escravo Ca-
nuto, crioulo.de idade 50 annos, pouco mais ou
menos, de estatura regular, tem o andar compas-
eado, inclina o corpo um pouco para s direita
quinto anda, tem urna cicatriz no lado direito
do rosto proveniente de um taino, e outra no
peito proveniente do um caustico, tem pouca
barba e poucas veres a faz, toma tabaco e traz
caixa de chumbo, tem o costme de se embreagar
e andar da caiga e camisa,e levou chapeo de pa-
Iha ordinaria com abas grandes : rogase, por-
tento, a qualquer pessoa que o appreheoder, o
favor de o levar casa de seu seohor Miguel Jos
de Almeida Pernambuco, no pateo do Carmo, so-
brado n. 28 ao p da ordem lerceira, que ser
recompensado.
Pereir Braga faz scients a quem perder
um cadelo no dia sabbado 30 do p. p., pelas 8 e
1 [2 horas do dia, dirija-se a ra de 8. Jos n.
15, que ser entregue, din Jo os competentes sig-
naes.
Precisa se de 700$ a premio de 2 0(0 ao
mez, por lempo de 6 mezes, pagando-seo premio
lodos os mezes. sobre um ou dous escravos quo
caslaram 3:200*; na ra do Raogel n. 31 se dir
quem quer.
Os senhores estudiles do curso commercial
que preteodem frequenjar o curso de algebra,
queiram comparecer na casa o. 74 na ra Direi-
ta, para serem matriculados, e aaberem o lugar
onde lem de funectonara aula, assim como o dia
e hora em que tem de principiar o exercicio. -
Precisa-se de um rapaz de 15 annos, mais
ou meos, livre eu escravo^para tervico de casa
e ra : na ilha dos Ralos, rea do Seve oa Uoiio,
casa o. 98, com porteo ao lado, vismha a ponte
que se est fazendo da ra da Aurora para o
Campo das Princesas.
Collegio de Bemfica.
Este eslabelecimeoto nao d ferias, suas aulas
cootiouam como al agora, sem interrupcao para
todos os seus alumnos.
Alem disto, desde o principio de dezembro, ha-
ver um curso separado de philosophia, relhori-
ca> geographia e geometra para oa estudantes
que quizerem fazr exame dos ditos preparatorios
no comeco do prximo anno lectivo.
Aluga-se o sobrado de um andar e sollo,
oa ra Direila : a tratar na ra do Llvramento
n. 19.
Aluga-se o terceiro andar da casa
n. 37, sita na ra do Amorim : a tratar
na ra da Cadeia n. 62.
Quem quizer arrendar ou comprar o engenho
Itapirema do Meio oa comarca deGoianna ou ar-
rendar o engenho Souza oa freguezia da Taquera
ns provincia da Parahyba, ou mesmo comprar
mais de metade deste engenho, pertencente aos
herdeiros do finado coronel Eslevo Cavalcanli
d'Albuquerque, dirija-se a ra eatreita do Rosario
n. 10 3* andar ou ao engenho Tab na freguezia
da Taquara.
Na ra Nova n. 33, loja de ferragena, pre-
cisa-se de um eaixeiro para o mallo, daudo fiador
a aua conducta; quem estiver nestss circums-
tsncias, dirija-se a dita loja cima. -
Precisa-sede um eaixeiro que abone a sua
capacida 4e e bons costumes. com pratica ou sem
ella: oa nadara da ra do Rosario da Boa-Vista
numero 55.
Precisa-se de urna ama de leite : no caes do
Ramos armazem o. 10.
Arrenda-se um dos melliores si-
tios e casa na Capunga a margem do
rio Capibaribe e trente para a estrada
com dous portoes, a casa tem exceden-
tes cora modos, urna boa coxeira com
um sobradinho, boa eslnbaria, banhei-
ro bem acabado de pedra e cal, o sitio
tem muito boas fructeiras de diversas
qualidades e ainal muitos outros bons
commodos, o qual nca confronte o sio
da Sra. Laserre : a tratar na ra do
Apollo n. 24, armazem.
Arrendameoto.
Traspassa-se o arrendameoto do sobrado e ar-
mazeus da rol do Trapiche n. 40, escolente para
qualquer eitabelecimento commercial de fa-
zendas : trala-se na mesma caaa.
Aluga-se um armazem na ra do caes de
Apollo n. 7, com commodos sufflcieoles para
qualqner eslabelecimento : a tratar no paleo de
S. Pedro n. 6.
Frederco Chaves aluga sua casa de sobra-
do aito no Poco da Panella, com muitos bons
commodos para familia, jardim aoa lados, terra-
do, casa para criados, cocheira e estribara, perto
do banho, e mullo freaca : a tratar na ra da Im-
pera ir iz n. 19.
VS0. y
Quem aa julgar com direito por bypolheca oa
por foros,ou qualquer oulro titulo sobre oslo e
casa n. 25 da ra dos Martyrios na freguezia de
S. Jos desta cidade, a qual foi arrematada em
praga publica do juizo da 2.a vara do civel, pe-
nborada a D. Josepba Mara do Monte, em au-
diencia do dia 27 do correte, e presente anno,
apresentem seus ttulos uo prazo de tres dias pa-
ra serem altendldos antes que se recolha o im-
porte da arrematacao ao deposito geral; dirijam-
se a ra do Rosario da Boa-Vista.n. 55, ou an-
nuncie por este Diarlo. Recife 29 de novembro
de 1861 Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
Offerece-ae um rapaz para eaixeiro de co-
branza, dentro e fura da praca : quem pretender
dirija-se a pra?a da Independencia n. 10, em car-
ta, com as iniciaos A. S. D. G.
LOTlKIi
terca eira 1 (Lde dezembro corrente,
andarlo impreterivelmente as rodas
da quinta parte da nona lotera da ma-
triz da Boa -Vista desta cidade no concis
torio da igreja de N. S. do Rosario de
S. Antonio, pelas oito horas da ma-
nhSa.~ Os bilhetes e meios achara-se desde
ja' a venda rnente atsegunda-feira 9.
Os premios serfio pagos como de cos-
tume.
O thesoureiro,
A. J. Rodtiguesde Souza.
Aranaga, Hijo & C sacara sobre
o Rio de Janeiro.
CONSULTORIO ESPECIAL HdHEOPATHlCO
DO DOUTOR
n SABINO O.L. PINHO.
Ra, de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias atis deade as 10 horas
at meio dia, acerca daa aegniotea molestiaa :
moltstia$ datmulhtret, molettiat da erian-
Si, moUtliat da ptllt, molettiat dot olhos. mo-
(tas typhililicat, todat as espeotes t ftbrtt,
ftbrti inttrmitlentet s $ua$ contequtnciat,
PHARMACIA ESPECIAL HOMtOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopalbicoa pre-
parados som todaa as cautela s necoasaraa, in-
falliveis em seus effettos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos precos maia commodos poi-
nveis.
N. B. Oa medicamentos do Dr. Sabino aio
nicamante vendidos en? sua pharmacia; todos
iue o forem fra della aao falaaa.
Todaaaacarteiras sao scompanhadas da um
tmpresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor aa seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema posto
Igualmente na liata dos medicamentos que ae pe-
de. As carteiraa que nao levarem esseimpresso
assim marcado,emboratenham natampa o no-
na do Dr. Sabino aio (alaos
Compram-se acedes do novo banco do Per-
nambuco : no eacriptorio de Manoel Ignacio de
Olivetra & Filho, largo do Corpo Santo.
Vendas.
' 'r '..... '
O dentista Numa Pompilio.
Ra estreita do Rosario n. 32, pri-
meiro and_ar.
planta denles pela presso do ar, por molas e li-
gaduras, efaz todas as operaedes de sua arte.
Aluga-se o segundo andar da casa o. 183 da
rna Imperial, e o aegundo da ra da Imperatriz
n. 188 : a tratar na ra da Aurora n. 38.
O agente fiscal da provincia da Parahiba
oesta cidade, Bernardo Jos MartinsPereirs, mo-
ra na freguesia ds Boa-visla, ra da Unilo n. 50
onde pode ser procurado.
Saque sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira t Filbo sacam so-
bre Liaboa ; no largo do Corpo Santo n. 19.
(Gabinete medico cirurgico.j
Ra das Flores n. 37. <
Sero dadiscoosbltaa medlcas-cirurgi- I
cas pelo Dr. Eslevo Cavalcanli de Albu- l
querque das6 aslO horas da manhaa, ac- I
cudindo aos chamados com a maior bre- i
vjdade possivel. i
i 1** Partos. i
i 2.*"Molestias de pelle. i
i 3.* dem do olhos. 9
1 4.* dem dosorgaos genitaes. aa)
l Praticaritoda equalquer operacao em 1
1 seu gabinete oa em casa dos doentea con- 1
) forme Ihes fr mais conveniente. 1
J FERREIRA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba da Cabug n. 18, 1.a andar.
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
pulceiras, alfinetes ou cassoletss. Na mesma
casa existe nm completo e abundante sortimento
de artefactos frsncezes e americanos para a col-
locadio dos retratos. Ha tambem para ate mea-
mo fim cassoletas e delicados alfinetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persooegens da Europa ; atereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrolypo
e chimicas pholograpbicas.
K
Sobre a viagem ao Brasil em 1852,
DE
Carlos R. Mamfield.
POR
A. D. DE PASCUAL.
Acha-se novamente aberla a aasignalura para
esta eicelleoleobra em doua volumea, ntidamen-
te impressos, dos quaes o primeiro est j publi-
cado. As pessoas que desejarem possui-la po-
dero dirigir-se ao escripioro da ra da Cruz o.
45, 1 andar. Preco da obra completa 5(000, que
sero pagos i eotregs do primeiro volume.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacam e tomam
saques sobre a praca de Lisboa.
Aluga-se urna boa casa nova com bastantes
commodos, no melhor lugar da Opunga, e mui-
to fresca, na ra das Crionlas n. 19, a tratar na
taberna da ra dss Cruzea d. 22.
Companbia
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
FradaricGautiar^irargodentista.azi
todas as operaedes da sua arta a col local
dentes artificiaos, tudoeom a suparior-
dadee?rfeicoqueas pessoasaatandi-|
das lhereconhacem.
rea igaa e psdentifrieiosete.
DE
Seguros Utilidade Public*.
Nao leudo hoje comparecido nnmerosufficiente
de senhores accionistas desta companhia, para
haver sesso, foi deliberado pelos senhores pre
sentes que se fizesae novo coDvite para o da 6
de deiembro de 1861 ao meio dis.
Recife, 30 de novembro de 1861.
Os directores,
Jos P. da Cunta.
Thomaz de Faria. *
Adolpho Schafheillin Prussiano, vai a
Babia.
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THES01B0 BONEOPATHirO
OU
YADE-MECIM DO IIOMFOPATHA.
(Segunda edic^o consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
PELO CR.
SABINO 0- L. PINHO.
Continuam as assigoaturas par estas obras a
208000 em brechura at dezembro. Desse lempo
em diante, aa assigoaturas sero elevadas a rs.
25*000.
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Antonio Jos Rodrigues de Souza
aluga seu sitio do Monteiro, o qual
bastante fresco e tem bons commodos :
a tratar ns ra do Crespo n. 15.
9&<&9&999<&9999&999Q>99&9Qm
*
i
Perl bouquets,
Dourados com cabos de ma-
dre pe rol a.
Chegaram opportuoameole para a loja d'agnia
branca oa booitoe port bouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aua propria encommenda, flcando assim remedia-
da a falla que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para oa di-
versos casameoloa e bailes que se cootan) nesses
dias, por Uso as pessoas que por elles eaperavam
e aa que de novo oa quizerem comprar dirigi-
rern-se munidos de dioheiro i loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, qdfe encontrara o obra
de bom goslo, barateza, agrado e sinceridade.
- Vendem-se checbos, sabias, bicudos, pal-
iativas e oulroa muitos passaros ptimos; a tra-
tar na ra da Cruz, armazem o. 21.
Tinta preta para escrever
Vpnde-se excellente tinta preta para escrever
600 rs. a garrafa ; na hvraria ns. 6 e 8 da pra-
ga da Indepandencla
50 ARa da Cadeia do Recife50 A.
A400rs. ocovado.
Manoel Gonoalves de Oliveira Santos vende
velludioho de ramagens de cores, que aempre se
vendeu a 19 o covado, a 400 rs.
50 ARa da Cadeia do Recife50 A.
Leilo para acabar.
- A 3,000 rs.
Coites de vestidos brancas com 6 e 10 ordene
de babado a 3)000.
Gneros baratos para quem
passa a festa.
Manteista ingleza flor a 800 rs. e 720, franceza
a 6(0, chi perola a 59, hysson a 2&700, caf a
280 e 240, queijoa do vapor a 2#500, passas em
caizaseofeitadss a JJ500, latas-com bolachinha
de soda de 2800 e 18400. ervilhas a 800 rs. a
Isla, talharim e aleiria a 480, arroz a 100 rs. a
libra, touciuho a 320, batatas a 00 rt., esperma-
cete a 760, vinho do Porto a 800 rs., engarrafado
de Lisboa a 480 e 400 rs., vinagre a 240, azeite
doce a 720, carrapato a 440, cebolaa a lj) o cen-
to, e oulroa muitos generoa : quem quizer appa-
reca no armazem da estrella, no largo do Paraizo
numero 14.
Vende-se urna preta de IB annos, que cozi-
nha, lava e cose soflrivel : a tratar na ra do
Raogel n. C9.
Milita atteocao*
No armazem de fszeodaa de Jlo Jos de Gou-
vea, ra do Queimado n. 29, ouli'ora n. 27, lem
para vender fumo de borracha para lulo, pelo
baratissimo prego de 500 rs. cada um.
Attenco.
Na ra do Queimado loja de ferrsgens o. 4,
vende-se 3 vaccasde leite, 7 bois mangos e 5 no-
vilhotea e 7 animaec cavallaes, proprioa para en-
genho.
Altencao
amada Concordia n. 37 precisa se de dous
criados porluguezee, de 12 16 annos : paga-se
s)Mb
Ama de leite.
Precisa-se de orna una que tenha muito e bom
ieite ; Da roa da Cruz do Recife n. 57.
Mestre para o
mato
Otferece-se para enainar meninos em algum
engenho, urna peetoa moile habilitada : a tratar
4 ra ae Atollo o. 43, eom Haorique Sarsiva de
Araujo e Mello.
Precisa-se alugar urna escrava fiel para to-
do servieo de casa : na rna da Roda n, 54:
O 8r. Js? da Silva Ferreira ten urna carta
viada do Porto, no eacriptorio de Baltar AaOJi-
veir, ras da Cadeia n. 13.
Attenco
O cavalleiro de industria quer saldar as contas
da viuva a quem roubou com afortunado pal da
incauta a quem com aasigoalurss falsas logrn I
Dos queira que nao se engae, como se quiz en-
gaar com a lorpe mentira do casamenta em Pes-
qneira do filho do padre, quando a veidade que,
se nao houvessem seductores de filhas albeias, o
bebado dos sfDictns nao casera com urna moga
bonita 1 Com effeilo, o frango noel nao dos que
perdem lempo em mandar baptisar negrinhas,
porque quaodo as eocootra as vai furlsndo e re-
duzindoaa logo boa eapecie ; baja vista o que
fez o cu jo doa bigodeal ..
E de ceilo quem pode 14 adviohar que um cara
cheia de barba menor de21 annos, quando por
abi anda nm bicho da eara lisa maior desta ida-
de a torio ea direito caloteando, e dizeodo-se fi-
lho familia I ab deleocao do Recife, correcelo do
Rio, cadeia do Para, que tratante haa perdalo J O
cavalleiro da trate figura, na verdade, nio impe-
dio que mandassem um onanniala para o hospicio
Pedro II, mas zangou-se por Ihe tirarem a pen-
dencia a que, moolado no cavaliinho das tratl-
canciaa, lem direito como a magia do yoyo. Tem
razio, assim como os temos em nio dar mala
palba aoFrango noel. elja/f ^
Raiga se ao Sr. bacharel Reginal-
do Alves de Me lio, de vir receber ama
encommenda viuda da Babia ? na ra
do Imperador n. 83 terceiro andar.
Attenco.
A antiga cocheira d'alem da ponte da povoacao
de Beberibe contina a receber carroa e cavallos.
Aluga-se urna boa escrava cozioheira, e sa-
be eomprr na ra : a tratar no becco das Bar-
reiras da Boa-Vista n. 2.
Precisa-se de urna ama, que saiba conzi-
nhar e comprar: na ra Nova o. 33
Aluga-se o aeguodo aodar da casa n. 15 da
ra do Vigario, com bastante commodo e mdico
aluguel ; a tratar na mesma ra n. 13, taberna.
Um segundo
andar.
Aluga-se o segundo andar da praga da Boa*
Vista : a tratar na loja de calcado na ra da Im-
apertriz n. 46. -
O abaixo assigoado lem modado sua casa de
drogas homeopalhicas da caaa n. 13 do* pateo do
Paraizo para a casa n. 8 no mesmo paleo.
Auguito Xavier de Souza Fonteca.
NOVO METBODO PRATICO-THEOIUCO
PARA
aprender urna liogua em seis mezes.
APPL1CAD0 AO FRANCEZ,
segundo o fac limo systema allemao do
Dr. H. Ollendo,
POR
Cicero Peregrino.
Obra ioleiramente nova e nica, escripia em
portugus por aquelle aystems, approvada pelo
cooselho director de iostruegao publica desta pro-
vincia, em sessao de 10 de oulubro ultimo: S vo-
lumes de quasi 500 folhas em 8 francez 7JO0.
Recebem-ae assigoaturas ns ra do Queimado
n. 26, primeiro andar.
. Aluga-se urna cssa na povoacio do Mon-
teiro para se passar a festa, e tambem um ptimo
sitio oa Torre com o banho i porta, e outras com-
modidades : a tratar com o Sr. Jos Azevedo An-
drade, oa ra do Crespo, ou com Jos Marianoo
de Albuquerque.na estrada nova do Gachaog.
Aluga-se urna raeia-agua por detraz da ra
do Nogueira : a tratar na tua do Queimado nu-
mero 53;
Asssocia$o com-
mercial benefi-
cente.
A direccio da asaociacio commercial benefi-
cenle, a requerimeolo de numero| snfftcienie de
socios, convoca a reuniao extraordinaria da as-
seabla gersl para o dia 4 do corrate ao malo
dia, sendo o oajeto a tratar-se do melhoramento
da caaa da mesma asiociagJo.
Sala da assortago commercial benefieenle 3 de
dezembro da 1861.O secretario,
Manoel Alves Guerra.
Precisa-se de urna ama que saiba eoaipbar
t lavar: na xua do Bangel o. 7, segundo andar.
Na botica do Piolo ra dos Quarteis acaba
de receber a injecelo de Brow infallivel e preser-
vativo noa esquentamentos recentes ou chronicos,
e o xarope de Lobelooije contra moleatias do co-
rago, as bydropesias e as affecedes do peito.
! ST4HL & C. I
RETRATISTA DES. M. 0 IMPERADOR!
s Wua da Iinycrnltix
numero 14. 9
Tencionando retirar-se proxi- '
' mmente desta praca participan)
[ a seas reguezes e amigos como @
f em geral a todos que podem V
precisar do seu officio, aim de V
f que aproveitem do pouco tempo
' que os annunciante* podem ain w
9 da dispor para a execucao das v
I encommendas com as quaes 4H
I quetiam honra-Ios. 9
9 Agradecendo nesta occasio 9
P ao Ilustrado publico desta capi- <
W tal o bom acolhimento das suas @
p obias, decidiram se a por estas @
| ao alcance de todos introduzindo O
| urna considera vel baixa na maior |
| parte dos seus precos e esperam 9
i que o desfalque que disso lhes 0
^ resultar sera' compensado por H
| um augmento de concurrencia. m\

bach arel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
e
se

9
9
0
Macas,
lo ultimo paquete, i
ga do Rosario o. 35.
Annuocio.
Chegadas pelo ultimo paquete, vende-se a 120
rs., na ra larga do Rosario o. 35.
Precisa-se de urna boa criada queaaiba en-
gommar e tratar do semeo interno de urna casa
de pouca familia : na ra das Cruzes n. 20.
Attenco.
Preciss-se alugar um sobrado de um andar e
solio que tenha quintal com cacimba : quem li-
ver pode se dirigir traveaaa doa Acouguinhoe
n. 20, que se dir a pessoa que quer.
Alugam-se 2 escravos para traba-
lharem nesta typhographia, de 8 horas
da manhaa as 4 horas da tarde : na li-
vraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
cavallo.
Sumio-se hootem 27 de novembro m quartio
alazio carnudo, de 7 para 8 annos, marebador de
baixo a meio, calgadu de ambos oa pea, com o
ferro JP: quem o trouxer na ra larga do Rosa-
rio n. 14, aeri generosamente recompensado.
Aluga-se por anco ou por fasta ama daa
melhoraa casaa do Caxsng e do lado do rio-; a
tratar na ra Nova, loja aa Bastos & Reg.
CASI
DE
Saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publico que
tem reorganiaado a tua casa de saude, na grande
cssa, propriedade do*mesmo sitio em que existia
o seu antigo eslabelecimeoto dessa ordem, que
fica ao norte da estrada da Passagem da Magda-
lena, entre a ponte grande e a pequea do Chora
Menino, onde continua a receber ooenles de am-
bos os sexos e diversas calhegorias, sfiancanoo o
melhor tralamento, ludo pelo prego maia com-
modo.
O mesmo dootor para mais commodidade das
pessoas possuidoras de escravos, ou que se qui-
zerem tratar em seu eslabelecimento lem deter-
minado a diaria abaixo declarada.
As operagoes serio por previo ajuste, e nao
fario ^afle das diarias assim como as conferen-
cias, e sanguessugas. Podendo o doeote tratar-
se tambem homeopalhicameote, para o que ha
commodos separados.
O servico medico ser feto pelo dislincto cirur-
aio do grande hospital Peno II, o Illm. Sr. Jos
Francisco Pinto Guimares, e o doator proprie-
lario do eslabelecimento, pralicando-se ahi toda
e qualquer operacao por pregos muito razoaveis.
Esle eslabelecimeoto torna-se recommendavel,
j pela boa caaa ae que dispoe, como pelas con
diges hygieoicas em que se acha situada, pro-
vado isso pelo crescido numero de doeotes abi
curados.
O seu proprietario espera, .portanto, dos seus
amigos, anligns freguezes, e maia pessoas, a sua
cooperacao em bem do progresso de tio til co-
mo neceuano eslabelecimento, parausado por
nao poder elle achsr-te i sua testa, em virtude
de haver aido accommetltdo de urna grave enfer-
midade, porm hoje que ae acha completamente
realabelecido, promelte esforgar-se na boa ordem
de sua casa, e na direegio do tralamento dos
doeotes.
Diarias Escravos 1!J600
2.* ordem 5*000
1 ordem SftOOO
"Para a entrada dos doentes se deverio tratar
com o referido Dr. Ignacio Firmo Xavier, na ra
Nova de Sania Rita n. 7, sobrado de um aodar
com frente para a ribeira do peixe, ou no seu es-
tabelecimento a qualquer hora.
Sitio Da Capunga.
Aluga-se um sitio na Capunga- velha, do Sr.
Bartholameo Franciaco de Souza, perto do rio,
com cocheira, quaitoa para preloa, etc.; quem o
Sreteuder dirija-se rna larga do Rosario a.
4, botica.
Na travessa da ra das Crzet n. 2
primeiro andar, tinge se com perfeicdo
para qualquer cor e o mais barato
poMiyei.
Compras.
-
Comsra-ea urna asa terrea na fregaeata le
S. Joe j a tratar na roa da Pcnba o. 1, terceiro
andar.
Na ra da Cadeia do Recife o. 25, tem para ven-
der, pertencente a urna pessoa que se relira pera
a Europa difiVrentes obras de pratado Porto, como
sejaro jarroe bacia,salvasde d'ffereotes tamanhos
garfos, facas ecolheres de sopa e cb, e mais al-
gumas pegas de luxo, qne aos pretendemos se
mostrar, o que ludo se vende por commodo
prego.
Vende-se um cavallo gordo e novo, com
bons andares : na travessa do arsc naide guerra
n. 7.
Potassa americana.
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
to n. 19.
Liquidaco sem li-
mites.
Na loja da arara da ra da Imperatriz n. 56,
vendem-se todaa as fazendas por prego baralissi-
mo, a ser: ricos corles de organdye com duas
saiase com 24 covados por 10$, ditos a 8a, ricos
padies de orgaodyg a 1 j!20 a vara, grosdenaples
de cores para vestidos a lg8O0 o covado, crino
lina com palmas e matizada para vestidos, fazen-
da nova, a 19280 ocovado. S arara vende cor-
les de riscados para vestido* i Garibaldi a 2g80G,
ditos rlscado chinez a 2S500, corlea de chitas
Unas com 13 covados a 2J50O e 3S400, ditos da
chita ingleza a 19500, pegas de cambraia de l-
picos com 8 l|2 varas a 4$, ditas de carociobos
finas a 4(5110, cassas adamascadas para cortina-
dos coro 20 varas por 9$. ditas com 10 varas a
4^500, ditasa 39, e outras muitas fazeodas que
se vende sem reserva de prego : oa ra da Im-
peratriz, loja da arara de 4 portas n. 56, aonde
tem o retabulo com a arara pintada, e a noite
um relogio com letras que diz arara n. 56, de
Magalhaes & Mende*.
S arara em liquidaco
Ve-dem-se pecas de madapolio fino enfslado
a 39, corles de casemira preta para caiga a 39500,
dita enfestada de cores a 4S&00, cortes de fu-tao
par* calca a 19120, ditos de bro de cores a 19,
19280 e 19600: na leja arara n. 56.
Cassas Gribaldinas.
Vendem-se cassas a 200,240 e 280 o covado,
ditaa muilo fioas a 320 e 360 o covado, liaziaha
para vestido a 280 ocovado, ditaa chinezas entes-
tadas a 400 rs. o covado, saias de cordio que ser-
ve de balo a 29400, ditos de madapolio a 3JS,
chitas a 160,180 e 200 rs. o covado, ditas frau-
cezas a 220, 240 e 280 o covado : oa ra da Im-
peratriz, loja da arara de 4 portas n. 56, de Ma-
galbies & Meudes.
Liquidaco
de fazendas para senho-
ras.
Vendem-se eollinhas finas a 500 rs., ditas con
boliozinbo a 640, ditas de traspssso a 15. man-
guitos bordados a 720, maoguiloa e aullas com
boloiinho mullo finos de lmho a 2(500 3|, di-
tos de fustio a 39, camisas bordadas para sen ho-
ras a 49. ricos sinlos dourados e matizados a
29500 e 39, ricos enfeites a Garibaldi, pecas de
Ursa bordadas e ntremelos a 19, corpinhos par
meninos a 640 cada um.
Para homeiis.
Veudem-se paletola de casemira de coraa e
preloa a 10 e 129, ditos de brm psra todos os
prego!, collelea de diversas qualidades, caigas de
casemiras de tores a 6 a 7(, ditas de brim e gan-
gas a 29 e 2(500, ditaa de rscadinhos a 1(000 e
19000 .' na ra di Imperatriz. loja da arara do
4 ponas n. 56, de Magubies & lleudes.
Vendem-se dous pares de rodas novas para
carroea : a ra Augusta o. 50.
A3000.
Chapeos de palhinha Boa entestados para me-
oinss : na ra do Cresno n. 10.
Na travesea ala Madre de Dos o. 7, primei-
ro aodar, vende so superior Tinlio do Porto che-
gado pala Syaapathia, em barr* de 5., 8. a
10.*.


MAMO ft f fta^aUUOCO *. TERQA FBUU 3 M DZBIURO 01 1S61.
45 Rua Dirata 45
Ougam /.. Ougarn I,.
O tmte iodnpeosa val ao hornera ci'isado
sem eoolradicao o sspalo I E" li lio necessa-
rio como o pi io estomago. Tolera ae ura
chapa* jaca ; una casad ale jusiar taboado :
un vestido deebotido; mis o palo acalcaoha-
do ? raido, botina sea lustre e ja descosida
ama indecencia um maulle ao orgao visual de
Si. K *Lor lio *'"** coosideragoes
qttd o proprtiario desle etsbelecittenio.
acabando de recebar um msgoifico sortimenlo,
%!*! fre8u?" apressem en renovar
ve* T", *""' proxinu MU :
Homem.
H1LIES (chapa privilegiado) frescos co
m >*> a* o., a.
mo a agu do Prata.
BORZEGUINS inteirigos (Rocthild)
diversos fabricantes.
b lustre pechincha. .
Sapatoei fiantes batera. .




14*000
90500
8000
5f500
5500
59000
49500
3*5(K)
5*200
3*000
sfooo
19500

ingleses........
Nintes nenios.....
lustre (sola e mi.....
(ama sola}. '.
de transa portuguesa. .
* francesa. ....
Seohoras.
BOTINAS gaspa alta e ligo ioglezes de
dungao iocalculavel. 61000
francesas (lago). 51500
sera laco....... 50000
gaspa baiza....... 4*300
ootros (32, 33 e 34). : 41500
Sapatos (Joly) con salto...... 39200
( ) aem salto...... 2#000
'Pe'e......... 800
lustre (31. 33, 34)..... 800
econmicos para cisa. 500
Alem disso um variado e abundante sorli-
mento de tudo o qae oeceisario a aapiteiro pa-
ra executar qualquer obra.
FDileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Rua Direita31.
Nesle rico e bem montado eitabelecimeoto en-
contrarlo os freguezea o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de toles as qualidades.
SANTUARIO* e riralisam com o Jacaranda.
BANHRlRoSde todos 01 tamauhos.
SB1IC0P1AS idem dem.
BALDES dem idem.
BACAS dem dem.
BAIIUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas aa grossuras.
FRATOS imitando em perfeigo a boa portel-
CHALEIRAS "de todas as qualidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flandres para qaal-
quer sortimento. H
YIDROS em caixas e retalho de todos os ta-
maodando-se manhos. botar entro da cidade.
m toda a parte.
Recebem-se eocommendia de qualquer nata-
rea, concertos, que tudo ser desempenhado 1
contento.
PB\RMACU-BARTH0L0HE0
Raa larga do Rosario d. 36
Rob l'AtTecteur.
Plalas de Allezou.
Plalas americanas.
Vermfugo ioglez.
Pilulas Holloway
Ungento Holloway.
h.rHe?deai"'e-g,ob08 Dari "odielros, e bom-
bas de jipi, mus barato do que em outra qual-
quer pane: na ra larga do Roaario. d. 34.
Meias baratissimas.
A S9400 a duzia de pares de meias brancas fl.
na para homem : na ra do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Aviso.
Aos Srs. que fazem obras:
Existe grande deposito de travs e
enxames madeiras de qualidade de to-
dos os compri mentse grossuras que es
vendem por preco commodo : a tratar
na ra da Praia n. 49 ou 53."
BARATO
sem igual, s na ra do
Queimado n. 40.
Lavas de seda de corea para hmens, senhoras
e meninas, o par 4t0 rs.
Lencinhoa de seda com franja, Anos, para me-
ninas e senhoras botarem no pescoco, um 500 rs.
Chapeos de sol de seda para meninas de esco-
la, um 19600.
Grvalas de seda de ponta larga, outr'ora do
valor de 4- a 69. pelo diminuto preco de 1$ urna
Diversas fazendas de lia e seda para vestidos
desenbora, que outr'ora se vendiam por 11280
pelo diminuto prego de 500 o covado.
Sedas de ores superiores com pequeo toque
de mofo a 800 rs. o covado.
Superiores e afamadas peonas de ac denomi-
nadas linca, groza 600 rs.
Pegas de casa lisa com 10 varas de largura a 45
Ra das Cruzes n. 4,
fabrica de charutos, veode-se charutos a 159 o
milheiro, de fumo da Babia, velas de compoii-
Qao a 119 arroba, e em porco faz-se abali-
mento; afianca-se a boa quelidade.
Ultima moda
italiana,
vindo no ultime vapor francez
40 Roa do Queimado 40
Lindos cortes de vestido de seda de cores A ita-
liana.
Ricos manguitos com gollinhas de cambraia
branca bordados i blo.
Um grande sortimento de chales de merino de
todas ss qualidades.
Ricos veos de fil d seda branca bordados,
grandes, para casamentos.
T ra tana de corea bordada, 8 palmos de largu-
ra, covado 19.
Chimpinha superior, atacado ou a retalho:
veode-se ni casa de James Crabtres A C. d. 4,
rua da Cruz. '
Um rico carro.
Vende se um rico e elegante carro mui bella-
mente preparado : no escriptorio de Manoel Ig.
naci de Ohveira & Filho. largo do Corpo Santo.
, t irmm.
vnde-se a taberna sita na roa Velha o 27.i
coi poneos funds, e afreguexada : quera a ore'
leader dirija-se a raesma.
Taboas
Vende-te madera de pinho muito
bareta. para fecLar coalas, no armazem
do galo roa de Apollo n. 30.
NDIC10 LOW-MOCR
ReadaSemalla Nova b.42.
Reste istabeleeimento conlini a bavirun
ompleto sortia paraangenho,aacoBaide vapor elaixas
eferro batido e coado,de todos ostamanhos
para dito,
Novo destino do
torrador! !I!
23Largo do Terco23.
iuTen<,fll8* msn*eiga ingleza especialmente eeco-
Ihida a 800 e 900 rs., francesa a 640 a 600 rs.,
assim como se torrara outros mullos gneros, co-
mo seja, caf, arroz, szeite doce, veles de eiper-
miceie e caroauba, etc., etc.. e se acaso ilguem
duvMar venba ver : a dinheiro i vista.
Putea da Russia e cal de
No beraconhecldoe acreditado deposito da raa
da Cadea do Recite n. \t, ha para vender a ver-
dadeira pofusa da Russia, nova o de anperior
qaalidade, aasim como tambera cal virgen) es
pedra ; tudo por prejos maisbaratos do que em
oatriqualquerparte.
Fabrica do Honteiro.
Crystalisacao e refinaco
de assucar.
Deposito na raa de Apollo n. 6, e praca
da Boa-Vista o. 26.
Este importante eatabelecimeoto conlioi a
fornecer aos seus innmeros freguezes do alvo e
puro assucsr crystalisado, em p e em pies, 1.a
e 2." qualidades, pelo prego de 160 e 200 rs. a
libra, e doreflosdo a ICO, 120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador ter um descont
favoravel. Nos mesmos depsitos tsmbem se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vao animal em p a preco commodo.
Aos senhores segundo annistas.
Vende-se por 109 a obra de B. Consta o t.cours
de Polilique, edicto da Blgica : na rua do Co-
tovello o. 1.
Fumos de seda.
p.Vendem-se fteos de seda elstica para cha-
peo ; na rua do Crespo n. 21.
Fazenda modernissima para
vestidos, na loja do pavo
Acaba de ebegar a este estabelecimento pelo
vspor francez um lindo sorlimeulo de gorgutdes
de se la, fazenda ainda nao vista neste mercado,
que se vende por prego baratistimo, por estar
muito prximo a tests, assim como lindas mar-
qaezinbas ou chapeozinbos de sol para seuhora :
na rua da Imperalru d. 60, loja de Gama &
Silva.
Em casa de Kalkmann Irmaos
& C., na rua da Cruz n. 10, exis-
te constantemente um completo
sortimento de
Yinhos Bordeaux de todas as
. qualidades.
Dito Xerez em barris. *
Dito Madeira em barris e caixas.
Dito Muscatel em caixas.
Dito champanhe em gigos.
Cognac em barris.
Cerveja branca.
Agua de Seltz.
Azeite doce muito fino em caixas.
Alvaiade em barris.
Cevadinha em garra'foes.
Por 450^000 a dinheiro oua
prazo.
Vende-ae a quarta parte de um litio com
moderna casa de iveoda Oe Mdra.e a|, tendo
por cooimodos 7 quarlos. 2 sals, coziaha ora,
epeheira e estribara, cacimba d'ana doce. etc..
heido no ameno lugar d& Peres, coofWote
engenho do Sr. Manoel JosqairriidTteg Albu-
querque : a tratar na rua do Imperador n. 37,
armizem de lellao. ,
Esto se acabando, a 16$.
Paletots deanno fino forrado de seda : na roa
do Queimado o. 47.
A 600 rs. a vara.
Fil liso branco de lindo, manteletes
da ultima moda a 149 18fi e 209: na
Queimado o 47.
Na rua Direita o. 84 ha para vender boos
cyliodros americanos para padaria, novamente
cnegados, por preco commodo.
de seda
na do
Venda de engenho.
O abalxo assignado faz constar pelo presente,
que resolveu vender o sen engenho Psolista, sito
na freguezia de Maranguape, termo de Olinda,
diatante da praca do Recite tres legoas, corrente
e moenle com lio grande funja d'agua que mis-
ter na tomada deitar sempre fora melade, de ex-
cellente machina, com grande extenso de terre-
no mui frtil, com mattas.excelleotes varzeas mni
prximas, que dio so por si pira mais de 4.000
paes por safra, alem de algumaa ladeiraa e chaos
que lambam dae muito boas canas, todas as obras
de lijlos e cal muito bem construidas e em pon-
to grande, como bem casa do engenlio, de cal-
deiras com o respectivo assentsmento, de purgar,
de encaixamento, de distilagao com alambique de
cobre e seus accessorios e agua corrente no res-
friador, casa assobradada para hospital da fabrica,
dita terrea de fabricar firiohi, casa de viveoda,
(sobrado) e estribarla, eenzalas de taipe, sendo
parte levantada sobre iilare, unica-obra que fal-
ta a fazer-te, dous cercados grtndes de estacas
nativas, de cajazeira e csjueim, que com mais
dous aonos desuensam-se varas, urca horta e
um grande sitio junto com froxleim, boa estrada
real, que tramitam carros de loda a qualidade,
etc. Vende-se igualmente o engenho Cotueguba
das Maltas, hoje de fogo moito, com 4 legoas e
meia de Ierras em quadro, muito feriis para
qualquer lavoura, situado entre os termos de Li-
moeiro e Pao d'Alho, com duas legois de excel-
lentes varzeas pelo rio Colunguba cima, tanto
de urna como de outra msrgem. e maii urna le-
gos tambem de arzea pelo rio Capibanbe cima;
adrertindo-se que tambem retalha-se em bracas
dito terreoo, em razao da sua grande extenso.
As pessoas que pretenderen), dirljam-se ao mes-
rao engenho Paulista para corre-lo e tratar com o
seu proprietario.
Joaqun) Cavalcanli de Albuquerque.
GELO.
Vende-se na rua do Apollo
n. 31 defronte do theatro a k$
a arroba, meia arroba a 2$500
e a 160 rs, a libra.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Iitcao's, rua do Amorim
numero 35.
Souhall llellors & C, lando receido or-
dem pin vender o seu crescido deposito de rslo-
gius visto o fabricsnle ter-se relindo do nego-
cio ; coovida, portanto, s pessoas que quizerem
possnir um bom relogio de ouro. ou prata do e
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prejo no seu escriptorio
rua do Trapiche n. 28.
Na rua da Cruz n. 10, casa de j
Kalkmann IrmSos &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, propro para macinas de
engenhos, sendo correis para
transmittir moTimento, canudos,
de borracha de, qualquer com-
primento e grossura, pannos de
borracha, rodelas de dita, so-
bre ditos argos tomam-se en-
commendas.
O rival sem segundo, na
rua do Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
vo, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia
Silva, est disposto a
continuar a vender pe-
los precos abaixo de-
clarados, que na ver-
dade bomebaratis-
simo.
Frascos com agua Alavande mbreada a
Ditoi superior, frasco muito grandes
Dnzia de sabonetes muito fino a
Sabonetes inglezes da melhor qualidade a
Ditos muito grandes a
Frascos de agua celeste moito superior a
Ditos com cheiro muito tino a
Ditos com baoha de orgo a
Ditos com oleo de babosa
Ditos muito superior a 240 e
Ditos com banha moito fina a
Ditos com opiata de Lubio a
Ditos de dito de Pivera
Ditos com baBha transparente a
Ditos com oleo philocome a
Dtios com superior agua de Colonia
Ditos com macaca perola a
Ditos com ditos (o leo) a
Nvelos de linha do gaz de cores a
Ditos de dita encerada muito boa a
Ditoa da melbor qualidade a
fornteis de linha de cores com lOOjardaa
Nvelos de linha do gaz para marcar a
Pares de meias de cores para meninos a
Ditos ditos para meninas a
Ditos ditos cruss para meninos a
Duzias de meias erais muito encordadas a
Ditas ditas brancas para senhori a
Caixas com phophoros de seguranza a
Ditas de folha com phophoro a
Duzia de phophoros de gaz a
Dita de ditos de vela a
Pessas de trasca de la de todas as cores a
500
800
500
160
320
19500
500
600
320
900
900
40U
200
100
20
A dinheiro ou a praso.
Veode-ie ora escravo de idade 45 iodos, com
ao da forneiro, e que enlende perfeili-
'io de msaass, por ter sido sua occopaco pa
, tambem gaoha os rua e.dA 1# diarto, euj
escravo vende-se.por 400 pela taziro que se di-
r ao preteodeete : a tratar na rua do Impera-
dor n. 37. r
Vende-se un eicravo de 18 sanos de ida-
de: na rua dalmptratris n. 86, primeiro andar.
- No grande-armazem do largo da Assembla
n. io, de Antunes Guimaiftes 4 C, vendem-se
cansslrss com 250 raaQiaa, pelo commodo preco
de 09 i caixa.
SYSTE HA MEDICO HODEUOWAY
PILLAS HOLLWOYA.
Este ioestimavel especifico, cranoslo inleira-
menie de bervas madieioaes, nao contera mercu-
rio nern alguma outra substancia delecieria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desarieiger o mal na corapleQao mais robusta;
enleiramete innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois basca e remove ss dooncas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
qu* sejara.
Entre milhares de pessoas euradas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morie, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do inultimente lodos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregir-se a des-
esperagao; faijam um competente ensato dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da san de.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguales enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcss.
A m polas.
Areias ( mal de) .
Astbma.
Clicas.
ConvuUes.
3301 Debilidade ou extenua-
do cao.
|g Debilidade ou falla de
torgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
tncliaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
30
40
160
120
200
2$400
aaouo
160
110
240
320
40
Febreto da especie.
Gotta.
Hernorrhoidas.
Hytropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacoes.
Irregularidades de
mensiruacio.
Lombrigas de loda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrurcao do ventre.
Phtysica ou consump-
go pulmonar.
Retengo de ourina.
Bheumalismo.
Sympiomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
sote wseie mm vmmmmm
Aloja dabandeira |
Nova loja de funileiro da
rua da Cruz do Recite S
numero 37.
Manoel Jos da Fooseca participa a
todos os seus freguezes tanto da prega 1
cmodo malo, e juntamente eoreapeita-
velpublico.quetomou a deliberado de II
biliar o prego de todas as suas obras, por fi
cujo motivo tem para vender um grande w
-sortimento de bihs e bacas, tudo da
II differentes timanhose de divarsaa cores
*m m pintona, e juntamente um grande
sortimenlo dediverais obns, conleodo
baoheiros e gamelas compridas, grandes
bpequeas, machinas pira caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peqoe-
_ as, lalaagrandes pira conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e O
gt camas de vento, latas de arroba a 1, 35
m bahs grandes >lv i peque nos a 600 8
Srs., baca grandea i 5 e pequeas a *
800 rs.,cocos de aza i I) i duzia re- m
gadores regulares muito barato, ditos 3
pequeos a 400 rs., de todos estes objec- jf
p tos ha pintados e em braceo e todo mais S
jff se vende pelo menoa preco possivel: na 9
S loja da baodeira da roa da Cruz do Re- S
9 rife o. 37. jf
Febre intermitente.
Vendem se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, aSlrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregsdas de sua venda em loda a America
do Sul, Havana e Hepanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas contera urna insiruegao em porlu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
lulas.
O deposito graal em casa do Sr. Soura
pbarmaceutico, na rua da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
\ \ctdadtira\i(\uVda
i jao de todas aa fa- J$
zendas, roapas ft- %
tas e miudezas da S
' rua do Cabug n.#
8. g
tST JJurgos Ponce de Len, liquidatstio J
da exlincta Arma de Almeida & Burgos,
tendo de salisfazer a segunda prestagao &$
aos credores da meema firma, d'ora em
diante passa a expr a venda anda por
menos do que tem anounciado, coro maior
abatimento do cusi, romete para
apurar dinheiro, grande sortimento do S
fazendas para senhoras, homeos e w
creangas. d
E" aproveitsrem-se para a festa. X
N. 20Rua da Imperatriz -N. 20
. .pnb8rale,iroI0uarlebadereeeber novo sortimento de fazendas que relalha seodo a di-
mn.-f,^^^^ propnas para cortinados, babados oo
? **> f Peca, eambraia grossa com 8 varas cada pee. oplima fazenda para peneir.s.
mosquetero, saiase forro de vestidos a 1|00. muss.linas largas das seguintea cores verde, azul
un ?nCirMdi.e Si"" 20 ."w C0'd0-co,tes de 'IqiMimas lina escuras com babados
?. ? re cavados a 10f o corte, velludo da seda das seguintes cores emento*
r di um 1' C6Uen e f"eoda ?"? v**Mo I "hora e roupinh de crianga. pelo b.ii
trXit W/nir 0n-Ke8Kde?'mbra8-flna Com ",picos i-dinhos a 5#. tiras bordadas e n-
tremelos a 13 a pega, gollinhas bordadas muito finas a 1, chitas com algum toque de mofo a 160
rs. o covado. pellos para camisas brancos e de cores a 160 rs.
Is RUA DO QUEIMADO N?46
fiRANDE20mMENT,
30
r
----------------------------------jg
veode-se touenor sebo em pse para ve-
las e sabio, lats com salmio ; no c%ea do Apo-
polo armazem n. 67.
falta. 1 ISi Sim ^ .obrecisacoa de pin no a 25, 28, 50 e 35 casacos multo bem
!u r, ili ik .m 85|>l*,*tota csacadoade panno pretode 16 at 15, ditos de caaemira
m.^nA uT'a j .hS""1,8 i*",08 d9 P"1110 e caaemira d 8 at 14, ditos saceos de alpaca
m .1ttm fi -*.,le6. bre de alpaca e merino do 7 al 10, caigas pretaa de caacmiri de
4J, ditos de coroe7 al IOS, roupaa para menino de todos os lmannos, grande sorti-
ttm ttlJ\ZP!!t 0D?2 'I8-0 ",,a, P8le,0U e colle*8' 8ortlmeiUo de colletas pretos dt
-?: i i^TS Vfi^if ie ** ?* aSl* Pc"n>*n mante a 4 a 5|, caleaa oraaea moito finas a 5f. e um grande aorUmento de fazeotfaanm a e mo-
'luSI- t?m?l9{a M'raeoto de caaemiras inglezaa para boraem. menino o lanhora, aeroalaa de
ltnho e tRodlo, chapeoa de aol de sala, luvaa do seda de Jouio pira homem- e senhori. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiatn onde recebemos encommendas da grandes abroa, qae para
laso e.t SAndo admioiatrada por um hbil meilre de itunethinle irte o um peasoal do mais di
?-!?-e.. 0Dr'U0" ,f",-do, porlanto executamos qualquer obra com prooptidao e mais barato
do que em outra qualquer asa.
Jo&quim Francisco do$ Santos.
40fu do Queimado40
Defronte do becco da Congregando, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentos.
m.i. Rico,cor,e de 'tido d8,ll6 ou blond de seda branca com ramo e cepelli, o
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a branco e
Ditoa de tarliMna brinca bordados a brinco e cores.
ni fi CamDrsia D'oca bordados a branco com multa elegancia.
Ditos de barege do seda de cores com barras e listas, oovos goslos americanos.
Saias bordadas
Ricas salas de cambraia branca bordadas com o mais apurado gosto e mais finas
que na oo mercado.
Ditas de dita recortadas maia biratss.
Para: baptisados
Ricos cortes de vestido de cambraia brauca bordados com multa elegancia, o
m is moderno e mus superior que ha no mercado.
Manteletes.
mnR.'.C,8 maBlelete de seda d< cores e preloa bordados e lisos com enfeites, bam
como arrendados, por pregos commodos.
Lencos.
Ricos longos de cambraia de linho bordados a 3,4e5 cada um
Chalis,
Ricos chales de touquim brancos bordados de ponta redonda e de 4 ponas.
Rn.ii quauaaaes. que nao possivel mencionar-se pelo grande espago que tomara.
SABAO
;Ces do Apollo armazem n. 67. fe
Deposito do sabao fabricado na saboaria
v
DA
OTA IIll>lllrMMia
Os proprietarios deste estabelecimento, o pri-
meiro neste genero e o mais antigo da provincia,
acabam de estabelecer no armizem n. 67 do caes do
Apollo, um deposito de seus bem conheeidos pro-
ductos, con9stindo em um variado sortimento de
sabo,desde amarello commum at o superior e ver-
dadero massa a preco de 100 a 200 rs a libra con-
forme a qualidade
E' intil dizer-se que o sabo fabricado neste es-*
tabelecimento, tem a propriedade de lavar perfeita-
meote a roupa, sem causar-lhe o menor damno. o
que nao acontece com muitos outros, que detrioram
o panno diminuindo assim a duraco, averdadedes
ta asserco est comprovada p< la preferencia que
lhe do os consumidores, melhoramento este devido
aoprocesso ltimamente empregado na manipula-
cao pelo actual fabricante
. Para conhecimento dos compradores declara se
que as caixas conten o seguinte letreiro era forma
ovalFabrica de sabo nacional rua Imperial Per-
nambucoe se vende qualquer quantida.de de urna
caixa para cima.
ARMAZEM
ROUPA FESFPA

Joaquini F. dos Santos.
50-Rua h Queimado40 .
Defronte do becco d Congregaco letreiro verde.
Neite estabelecimento ha sempre um
todas as qualidades e tambem ae maoda ex
zea para o que tem um dos melhores proU
Casacas ue panno preto a 40$,
S5| e 30000
Sohrecasacos de dito dito a 35 e 30)000
Paletots de panno preto e de co-
rea a 35. 30, 25. 10, 18 e 20*000
Ditos de casemira de corea a 22,
15#. 12. 7 e 9000
Ditoa de alpaca preta gila de
velludo francesas a 1OJ000
Ditos de merino setim pretos e
de corra a 0f a 81OOO
Ditos de alpaca de cores a 5 e 35(tO
Ditoidealpacipretn9,7. 5e 81500
Ditos de brim de corea a Bf.
4500, 4 e 35C0
Ditos di bramante de linho bran-
co a 8. 55 e 4000
Ditos de merino da cordio preto
a 15 e 8000
Caigas de caiemira preta e de co-
res a 11, 10, 9f, 7 e 6000
Ditas da princesa e mpria de
cordio preto i-o, 6*600 e 4500
Ditaa de brim branco a de coiaa.a
5. 4|50O. e sisoo
Galga a da gatfga da corea a 8000
Gollete 4a velludo preto a de co-
reiliaose bordados a 12,9e 8000
Ditos di casemira preta e d* co-
^llsos e bordados a .
3J500
sortimento completo d roupa faite de
ecutar por medida i vontade dos fregue-
ssores.
Ditos de setim preto 5*000
Ditoa de seda e setim branco a 6 e 5*000
Dito:) de gorgurin de aedi pretos
i da cores a 7, 6, 4 e 5*000
Ditos de. brim e fuato branco a
3|5O0. 2*500 e 3f>00
Stroulaada brim de linho a 2 e 2*4('0
Ditai de algodio a 1*600 e l>280
Camisas de peito defuatao brinco
ede coree a 2*400 e 2y200
Ditas de pito de linho a 5, 4 e 3#O00
Ditas de madap<>la-> brancas e de
cores a 8. S*500, S iJ0o
Cbap'oapretoa de mana francesa
forma da ultima moda a 10*,
8f500 e 7*000
Ditos de fellro a 6. 5, 4 e 2*000
unos de aol de seda ioglezea e
fnneexesa 14J, 11, 11J e 7*000
Lolarinhoa de liono muito Anos
novoifaitioa diultima modi a *800
Ditos da algooao *500
Relogioi ae ooro ptenle e bori-
sonul a lOUf. 90 80f a 70|000
Ditos de prata galvuiaors ps-
_ tente e boricontae a 40 e 301000
Obras de ooro, aderegoa a meios
adfreges, pulceiras, rsttas a
anua a $
Toalhas de linho duiia 10|, 6 a 9|000
DHs griBdeajpira mesa urna 3 e 4*00oi
K*2


BiiMoiai
TB$eVFElft* lOsUMEGliMo 01 1941.
BOM E BARATO SO NO
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
lo* aula ultimo vapor a 3J2O0, ditos do vapor pastado
rauito (rescaes a lfOOO rs. a libra, e
Continua-so a vender neste armazem de molhados os
melhores gneros que vero ao mercado, e por multo menos prego do que ero outri qualquer parte,
para o que recebe o proprietario em todos os vapores da Europa, a maior parte do eus eneras,
escoihidoi por peisoas encarregadaspara este Qm; por isso oovameote participa aos seas (reguezea.
oni e sos Srs. da praca como de eogenho e lavardorea, que queiram seguir em progneao, que
Dio deixem ao menos de comprar a primeira vez suaa eocommeodas, certo de que nao de gostar,
para o que o Jo se poupsrio o proprieiarios, era prestar toda altengso, e mesmo em serviros por-
tadores meos praticos, tio bem como se viesaeut oa Srs. pessoatmente; e abaixo mensionamos
os pregos da aiguas gneros, por onde a pode julgar que. rendemos baratissirao.
liairteig* lgVeZa a maIg 8uperlor qBe ha no -erca4o SOO rs e 19000 a librs em
barril ae (ara a batimento.
MUnteiga nraBMUMIMm.6W., lthu barn. *>*
Cbk Parola, hyssoii e prelo 0, Malf ,nperiorM d0 merca0 ^
e fleCO rs a libra e afianja-ae a boa qqalidade.
Quecos do reiochefad
SfOOfc
Queijos Unamos de 8uperior quaUdade e
enteiro se fax abalimento.
Preiunto ing\ex propti#t ptf, flaBore l9l)QnH
mente.
Prtzunto do tho 0 quehad. borB netle geBero,mm tMn 6|ol9iro
*w rs.
Toaeaaa ingle l
aiame 0 ^,^0, perico que pode baver por estar prompto a teda a hora a 19 libra.
Toaeinao da reino .^ ri Hbra, arrooa ,fli500
Cnoan^as e paios Blllg n0T0 5W> a Iibra
Banua da porco refinada. mita alva hl no n9rea4o a 480 a libra
e em barril a 410 rt.
\ze\ tonas mnvio novas a 1S000 ra
L m porgao ae far abatimeoto.
' %sma\ea raai8 B0a d0 mtrcad0 em Ulia deima Ubra por 900*8., dila8 de
duas ditos por lj70U.
nl.armeladaimar.Tial d0 afamad0 Abrea e deoutros muilos lbric,ntes de Lisboa
a 19 a libra, em latas de 2 libras por I98OO.
ILrvilhas f raneezaa
enccacado e coatelletu proprias para fiambre a 800 rs. a libra.
a aocoreta, e em garrafa 350 rs.
contando diffarentes qualidades a 1&440 e
as melhores que se pode d6sejar
tambem tea portugueza me latas enleiras a 640 rs.
em meias latas por 500 rs..
ChOCOlatQ freVnCeZ e hespanhol chegado neste ultimo vapor a 1J200 a libra.
Passts pripriaa ptxa podlB1, goo rg a libM>
OOCe a ai perene em ,at de2iibras elegantemente enfeudas a 1S200 cada urna.
KiSpermaSete 8peror de 4, 5 e 6 em libra a 760 rs. e em cala a 740 rs.
Latas com peixe em posta da8 melhore8 quslidade8 que ha em p^^ a
19400'.
\m endona eonfeitadas
a 480 rs.
N02.es e eastannas
KiSYreiiinna para 8opa a 640 M a Iibra eem caUiol
Metria, macarra o e ta h* rim
Se\atVinha
a 15 a libra, ditas em milo a 800 r.dita com casca
piladas muito novas a 160 rs. a libra.
a 400 rs. a libra e em carta a 9j>.
muito alva e cheirosa a 160 rs.
frauceza multo nova a 240 rs. a libra.
Farinha do Maram ao
W^mma de eugommar, o que se ple desejar por ser muito alva a 100 rs. a libra.
V muito novo e limpo a 160 rs a libra e em porcao se far abatimeoto.
J v o respeitvel publico, que afiaogando-sea boa qualidade dos gneros cima mencio-
nados, se rende mullo barato, e peloaquaes se poder julgar lodos os demate que nao foram ao-
nuaciados.
k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Vendem baratsimo.
Cambraias braceas bordadas para vestidos desenhoras a 7$ a peca de 9 varas.
Organdys de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Casis decores fazenda fina a 240 ** 280 rs. o covado.
Manguitos e eoliiuhas pira aenhoras a 29 o par.
Gullinhas ultimo goslo a 1J>.
Manguitos a 39 0 par.
ntremelos riramenle bordados a 29
Tiras esireita e largas bordadas para eofitesde vestidos de 29 a 59 a peca.
Saias bordadas oe 4 pannos a 49.
Saias bordadla de 3 pannos a 29500.
Saias balao de musselina com babados a 69
Chap 's de palha de Inlia para senhora a 289.
Ditos de seda para senbora a 12$.
/ Manteletes de seda
o que ha de mais moderno de diversos precos.
Ditos de fil muito bonitos a 30$.
Vestidos brancos bordados a 209.
Ditos branens bordados a 79.
Caitas frnrezas de todas as qualidades a 280,800, 360 e 400 rs. o covado.
Maaapolo de todaa as qualidades a 49,49500. 59 e 79 a pega.
Outras muilas fazeodas de gosto e precos baratos.
10*000.
E' na ra do Qoeimado d. 39 toja de quatro
port's que se vende os mMhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e born gosto.
sat.
Vende-se (al muito a**o e grosso, a prego com-
modo ; a tratar na ra da Midre de Dos n.2.
Mantas de retroz.
Vpndem-se manta* de retrot para grvate* a
500 rs. : na ra do Queimado n. 22, na lola da
boa f.
1
Nova california
DE
Fazendas baratas.
Na roa da Imperatriz n.48, joato
Na ra de S.
Jos n 2.
Venda-se rauito bons Roneros aor4e annnocia
os-S"giuntP: vinho do Portri r garrafa 800 rs. a
caada a 6^000, Pigueira a720 r.. LtsWVa 660 es.,
ditos mais baixos a c (arrafalo do Porto 1JI0 rs., ditos baizos 500
560 rs., vinagre de Li rs., marrasquinho 19400. vinho Bordeaos a 19.
marmellala o> 2 libran a l|9U0 r., ditas #
e meia a tS600 rs., fnirtas de calla a lfOOO, pg-
T19, Rinjas. peceiro e rainha CUn ti vistas de pi-
** ranJes a I98OO rs., missa de tomate 1J000
libra, manteia ingle/a 800.rs., dita franceza
7f)r*.. bmh refinada 569 quijos do reino
29800 rs., fiambre ingles a 740 t% presunto do
refno 480a libra; compram-se cobres velhs,1
e8*pssoAs que tiverrm dirija-se a nesma que pa
gsr-ae-ha. comoestivpr cha hysona 2J880iltodo
Rfaem lau a libra 29300 e 29100 rs., caf em
padaria franceza.
Cortes de c*mbraia braoca com babadi-
nhos 49 e 49500 superior 59, carabraia li-
sa com 8 1|2 vara 3$. 39500, e 49, ditas de
Escossia 59, e 69, ricos enfeites para se-
nhora 69e6J50O. sinloa os miis delicados
para senhora 29500. 3, chapelina para cri-
anc* goslo ingles 3o500,49, para bsptisado
39. corles de vestido de seda Escosaeta de
bonitos oslo I89 estao se acabando, ri-
cos leocos de Ubyriotho 19.18200. chapeo
de sol vara senhora de bonitas cores, lisos
59, cabo de marlira 59500, cortes de eam-
braia braocos com ffdr de seda 59, risca-
do francez 200 ris o covado, completos
sorttmeotoa de baldes de arcos 39, sortt-
aentos de meias para menino menina
O a 240 ris o per. chales de tarlaifa
de eoms a 640 ris, lencos brsncocom bar-
raa 160 ris chitas inglezas a 180 e 200 rs.
dita francesa a 240 e 280 ra. o corado
_ pejaa decambraia de forro com 9 varas
|a 29 : junte a psdaris francesa o. 48.
ai
g<*eros. vende-se mais baratis do qlrV em entra
qualquer parte, assim como liagoica do Mrt&O a
4rs. lihca.
S
t
i
Candieiros a gaz,
O proqrlelarr da aova expoaicao dos candlei-
ros a gaz aviaa ao publico em geral, qu. ae acba
sempre sonido com grande e variavel sorlimento
de candieiros desda o mais barato at o maia caro,
assim como graade deposito de -gas idrogenio
verdaderamente ecooomico, recoohecido verda-
deramente por todos oa consumidores : na rea
Nova ns. 20 e 24, Carneiro Viaooa.
KHsta nenni exposrc2o se encontrar um va-
riavel sorUnanto de rlqoUstiBes qasdros de toda
*s seos desenos, um riquUamo sorlimento da
quinquilhariss, contendo entre ellas riquissimoa
vavatorios para quartos (gosto chinez), um varia-
lel sortrareatode baratos com:edoe os preparas
para tagem, cooteado pratoa, faoao, copo, o ou-
tros frascos psra condicionar, ferros de- engom-
msr a vapor, machinas d baler ovos a vapor,
maehioas de lser caf a vapor, espingardas de
dous canoa tronzadas o de alcance, masajee 1 del
mwado, e cutres mu i toa objeotos que se vendem
jpo presos diminutos para acabar: raa Nove
numero 20.
Para a parada de dous de
dez**mbro.
Luyas brancas a 160 rs.
Haveod grande quaolidade de 1 uvas brancas
propriss para os dislioctos gasrdas nacionaesse
apresenlarem com ellano dia -o festejo uoofo-
nal, se ha resolvide a veoder-f* a 160 rs. o par,
e a 200 rs. das mais isas: na ruado Cabug, lo-
ja de fazendas n. 8, do Burgos.
Chapeos de patria para os
cajs.
Na lojs da ra do Caoog n. 8, anda ha alguo
chapeos de palh. hassborguezes dos que se wm
annunciado a 19 cada um ; nada ha de mais ba-
rato, est se acabando.
Ganga amarella da India.
18G e |300a pectoJia..
Na ra do Cabuga. loja n. 8, veolem-ee peti-
nnas de ganga amarella da Indi, sendo de llslras
e de quadros a 19280 e a 19*00. Cpm to dimi-
nuta quantia tem-se boss e bonitas calcos.
A 2.300 a caixa
de charutos suspiros soperiores da Baha, sendo
Caixis de 50 charutos, v.n de m-se em porga o ou
a retalho por este barato preco, e sao frescos : no
aterro da Boa-Vista n. 12.
CambraVa Usa.
Vende-se cambraia liss transparente muito fl-
na, pelo barato prego de.4 e 5| a pega com 8 112
raras, dita tapada mullo superior, peca de 10
varas a 6J : na ra do Queimado n. 22, oa loja
da boa f.
Bramante e atoa\hada de
linno.
Vende-se superior bramante de pero linho com
duas varas de largura a 29400a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de paro lioho,
com 8 palmos de largara a 29300 a vara: na bem
conhecida loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero 22.
Cotes de eaiQft
Vendem-se cortea de calca de meia easemira
de cores escuras a 25 cada corte ; na loja da boa
(, na ra do Queimado o. 22.
Venda de loja.
A grande liquidaco da
loadoPavao,
WJraa itolmperatriz n. 60
DE
Gama Silva.
Aci*'** cbe6r a este estab.lecimeelo' um
grandd psra a fasta, a aeusdonos resolveram veoderem-
nai por precos baralissimos por estar no flm do
anoo e quererem apocar dinbeiso, como sejam :
i assas.
Uro litado sortimento de eassss de varias cores
e qualidades, que vendem a 240 e 280 rs. o co-
vado.
Brilhanna.
Vende-sa brilh.ntinj de quadriohos o 240 rs*
o covado : oa ra da Imperatris n. 6o, loja do
Pavio.
Chitas a 240.
Vende-se flnissimas chitas frsncezas escuras e
alegres, fasanda que sempre se veodeu por-ama
pataca'o aesba-sea 240 r. o covado : oa roa da
Imeeratris o. 60, loja do Pavio.
Musselina a duzentos rs
o covado,
Vrade-sa musselina branca com 4 e meio pal-
mos d largura a 200 reis o covado e ditas de
core matizada, largura de chita a 400 reis o co-
vado na ra da Imperatris n. 60 loja do Povo.
So o Pvo em li-
quidaco.
Ricos sintos dourados lisos e com listiohaa a
29500, calcinhas bordadaa para meo oos a I9OOO,
golliobaa com maoguilos a I96OO, goUinbas de
tcaspasso a 11, oilas sam ser de traspasso a 500
rs, lufas de seda em perfeito estado a 500 rs. o
par, chapeos deso de seda com franja muito de-
licados pata senhora a 39500, chales grandes de
jnerib a 29">00. ditos de rede bordados a 39 cada
um, manguitos do cambraia bordados muito fios
a 800 e lf. .afeites para cabera a 29, para me-
ninas a 640 rs.
Para hornera.
Voode-se na loja do Pavio um completo sor-
limento de roupas, como sejam : palitos de pan-
no o easemira de todas as cores, calcas de case
mira preta e de cores, ditaa de bnm de todaa aa
qualidades, camisas frsncezas taalo para homem
como para meniooa por presos mais commodos
do que em outrs quaIquer parte. Dao-se amos-
tres de todas as fazendas que em noseos anun-
cios se v, deiundo fioar peohor : na raa da Im-
peratriz n. 60, onde tero um pavio pintado do
lado defora, e para nao haver engaos denoite
tem um distico por meio de urna lusem que diz
O PAVAO.
Lazinhas a 280 rs. o
covado.
Vendem-se liazinhas de quadros para vesti-
do, fazenda de apurado goste a 280 o covado ;
na ra da Im peratriz n. 60, loja do Pavio.
La chineza a 400 rs.
Vende-se liazinhas entestadas a 400 rs. o co-
vado : na ra da Imperalriz o. 60, loja do Pavio.
Cambraias de seda.
Vendem-se flaisaimos cortes de cambraia de
seda com dous babados e de aparado gosto a
495OO cada corte: na loja do Pavio.
Vestidos brancos.
Vendem-se flnissimos cortes de cambraia la-
vrada com babados e duas saias, fazeoda que se
vende em qualquer parte a 89OO rs o Pavio
est torrando por quatro mil ris, ditos com bar-
ras bordados a 25500, 39 e39500: na ra da Im-
peratriz n. 60.
Vende-se a muito acreditada loja de cniodezas
sita na raa da Imperatriz n. 82, sendo esta em
urna das melhores localidades, muito propri. pa-
ra qualquer principiante; por vender-se com o
sortimento, de forma que o novo comprador nad
precisar comprar ; vende-se a prsso, conforme Jhhos, teodo 8 X 'r*s cada corle,
se coovenqpnst : a tratar na mesmr rui d. 46,
lojs.
pechineha.
Pegas de cambraia lisa de 8 1[2 varas a 29500:
na ra do Queimado n. 44.
l
N. O.Biebar 4 C. successores, ras da Croa
n. 4; tem psra vender relogios para alglbeira de
oo.ro e prats.
Ultima jmt.
40Raa o Qneimado40
Ricos manguitos decimbraia bordados a bati
Amarga? nao!
No eatabelecimenio sito ra larga do Rosario
n.35, ludo doce, vende-se ameodoas coafeita-
das a 19 a libra ; ditas confeitsdas a chocolate a
800 rs.; ditas dito a canella a 8'JO rs.; confeilos a
640 rs. ; assucar candi a 600 rs.; caslsnhas con-
teitadas a 800 rs.; bollinhos de limio a 19; ca-
racas de goste lisbonense a 15; latas com 5 libras
de doce de calda, de sbacasy. sapoty, laranja,
cidro, birimb e grozella a 29500; xsropes da aba-
casy, grozell*. laranja a,500 rs. agarrafa; assu-
car relia ido fino a 140 rs a libra e 49160 a arro-
ba ; dito baiio a 120 rs a libra e 3(520 a arroba ;
dito grosso de varias qualidades, caf, cha e ou-
tros gneros propros ao estabelecimenlo.
Ruada Sen sala Nova n.42
Vende-se em csssds S. P Jonhston 4 C,
allioss silhjsnglazas.csndeeiros castigas
bronzeados,lonas ngljzes, fio davala,ehicoU
para carros, s monins,irrsio tpira carro ds
vm aous cvalos rslogio sd. ouro paunts
Voode-se salitre de primeira qualidade por me-
nos do que em outra->qu*lquar parte : no arma-
zem de Antonio Osario Moreira Das, no Forte
do Ma tos, roa da Hoeda n. 27.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Gruimarae Ir-
mao, na ra do Queimado ti. 65.
Cirloe de clcheles francezes com 14 pares a
20 rs.
Peales de masss dourades moito finos imitando
tartaruga, a 640.
Essartilhoa para senhora, que sempre se ven-
der am a 69. por 29500.
Traneao de lia para vestido, a pega a 40 ra.
Lia para bordar muito fina e lindas cores, a-li-
bra a 79.
Massos com guampos a 40 rs.
Liarnos paso bordar, a miarla a 40 rs.
Ditas de peso muita aa, mioda graade a 240.
Franjas derliabo nara> astidos, vara a ISO.
Appareifaosdn porcelana para menkioa. pinta-
dos eourados a lfif, 25. 29500 e 3$.
Carti*coen affinstes a 100 rs.
Paoeis com oloeteocaboca chata 40 rs.
Enfeites para sesjlDra moito flaco a 3, 4 o 79.
Siotos moito finos para aeoiara a 2 96Q8.
Meias delaia epretas para sadre sjue sempre
se venderam a 29 a 640 rs.
Enfeites com flores para senhora' a lf.
Colheres de metal muito finas para sepa a 109
rs. s duzia.
Garfas do mesmo metis 49000* duzia.
Assim como outras_muitas miudesss finas e ba-
ratas, que deizamos de mencionar, para nao se
tornar tanta masaada.
Cambraias de sal-
94^ picosa 4#000.
a |l Vend-se cambraia branca com salpicos miudi-
ios, teodo 8 X cada corle, pelo barata-
simo prego de 49000, sendo fazenda que sempre
se veodeu a 79000: na ra da Imperatriz n. 60
loja de Gama & Silva.
CASSAS LAVRADAS.
Vende-se cassas lavradas trenla do ultimo
gosto pelo baratissirao prego de 33500 : ta ra da
Imperaljiz n. 60, loja do Pavio.
cira
Garleo do barege de seda com' 30 corados a 12fc
caroco a fr^^oJWO^aasm comojodo mis]'oi mais superior que ha oo^ercado'.ToisMlo "no sh coa lindas fl^ra a mol,- eov'adf 'a So'rs.* *m!
Tiete francs de 13 do corrate mei, graade. orAas de eotrem.ios com 3 lr2 varas a 1*200
sortimento de chiles da merino do todtaos qoe-, loe fostia de collste 19290 : oa raa do Qeol
wutm. lasdon. 44.
Sedas a covados.
Vende-se gradenaples preto muito iocorpado
a 19600, 19800 e 29OOO, dito cor de ro.a, azul e
amarello, sarja branca layrala para vestidos de
noivas, e outras qualidades de sedas por pregos
baratissimos : na rus da Imperatriz n. 60, faja-
do Pavio.
CHAPELINAS
a 6$00l) cada urna.
Vende-se chapelinas modernas enfeilsdas com
muito gosto para senhora a 69000 cada urna: aa
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavio.
Lencos para mo.
Vendem-se muilo delicados lencinhos de cam-
braia de linho com labyrinlho a 29500, ditos de
mnito gosto a imitagio de labyrintho a 800 e
18000: na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavio.
Madapolao enfestado a
tres mil ris.
Vende-se pegas de madapolao eofestado com
II varas a pega: oa ra da Imperalriz n. 60 faja
do Pavio. *
Phantasia asis mil ris
Vende-se muito ricos vestidos de fsntazia com
iLos de muil hom gosto, fazendas de12$000,
por 69OOO, na ra da Imperatriz n. 60 luja do
Pavio. '
Filos.
Vende-se fil de lioho bordado fazenda moito
una a I9OOO a vara, dito lizo a 800 rs., larlaUoa
branca e de todas aseares a 800 rs. a raro- na
loia do Pavio.
<
Vestuarios aeineo mil
ris.
Reos resnanos de seda para meninos, fazenda
f^1* por 590OO ; na rus da Impatatrit n. 60,
(lambrotos Usas.
Veadeai-ae pocas de cambraias lisae, fazenda
utto Ana. com 10 e meia era.eoda.peoa, pelo
proco de 59OOO a peca, ditas de a e m*iaTvaras
29500^9. 39500 e .Wde e'om^VA"
6 *?l J8Q!L*laP**rre coa 8 o meia ra-
ras a 15900 e 29 : na ra da lmpes-astiz, loja do
reaeov
Balde? sem ferro a
3$200.
Vendem-se muito superiores saias da oordio
que fazem as vezes de balio, tornando-se msis
recommeodavels por se poderem lavsr e engom-
mar, a 39200 cada urna: na ra da Imperalz o.
60, lojs do Pari.
Taixas.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero A.
Vendem-se carros americanos mal elegantes
a laves psra duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commeadss psra cajo fim ettoe possoem mep-
pas com varios descebes, tamben voadem car-
roeaspara conduccio de aaaaearetc.
Leandro < M -
ti
randa.
Ra d Crespo n.8 A.
Receberam pelo psquete francs diver-
sas fazendas de bom gesto, que se 1 ven-
dem por pregos baratissimos:
Borzeguios de Melis a
Luvas de pellica de Jouvin a
Cintos de novo gosto s
Fivolas psrs cilos a
I Golliobaa e puchos com bolao a
Ditas bordadas o 500 o
Sediohas de goslo o covado a
Babados bordados largos por
Eofeitea a imperatriz a
Ditos de retroz que n'oulra parte
' 89 69000
E da outras muita dualidades por bara-
tissimos pregos.
Saias o balio de crochet a 39600
Dlas dita de clin a 69OOO
Vestidos de cambraia branca bor-
dada de 65, 109 e 129000
Manteletes de grosdenaple a 209000
Organdys de goslo corado a 400
E outras mnitas fazendas por pregos com-
modos.
135000
2*500
25000
29000
2*000
11000
I92OO
39000
15500
Grande sortimento da perfumeras, rou-
pa feita, chapeos para homem, aenhora e
chanca e ludo se vende por precos ba-
ratissimos.
9KM3IK flttN6 MoWfiMSMeiftM
Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Dias Si C, rut da Cruz n. 26 :
Safras a toreos para ferreiro.
Ferro suecio em barra.
Liohas de carritel de 200 jardas.
Malas psrs viagem.
Espingardas francezas muito finas em caixas de
per ai.
Ferros de lati para eogommar.
Pregos francezes de todos os tamanhos.
Ditos batel graode.
Ditos de construegie.
Br.gos grandes para balanga.
Espingardas lazarinas.
Glavinotes inglezes.
caba de
chegar
ao novo armazem
DE
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Liquidado
de movis americanos.
Vende-se obm grande qnsntidode ds movis
americanos,, como sejam: ricos guarde-roupen
de mogoo, mo*aeroddd.s,drlse elastieaa. eos-
lureirss, esteoteo o.n iitroo, secretarias, eeaso-
los, cemmodss coas stmtrioe, apparodores, ban>
ca para jogo, porl.-to.llias. cart.tras. Unoslo
rea. eama. de r.aal, oornood.a, ate., etc., atado
estea objeclaa inteiraaBMte modernos, e por pro
gos muito esa oeoia, nos esas de Jos Cypriano
Anlunes, ra do Imperador a. 73.
Ns rus do Sebo, taberna n. 5, vende-ss se-
ment de salsa muito nova, viada do Porto oslo
urtimo navio.
Aos tabaquistas.
Vendem-se soperiores lengos francezes a fsnt-
lagio dos de linho, muito propros para os taba-
quistas por aereai do cores escoras e fitas, pelo
baratissimo prego de 5 e 6|. s dezis ns ruedo
Queimado n. 22. na bem coaheeidafaja da boaf.
Fil liso e tarlatana.
Vende-se superior filO lisa e IsrlaUos branca
o de eores.-perlo baratissimo prego de 800 rs. a
vsrs ; ns bem coohecids loja da boa f. oa roa
do Queimado n. 22. '
Toalhas pata aos.
Vtadem-se moito boas toalhas psrs mos pelo
barato prego de 59 a duzia; na ru. do Queima-
do n. 23, na loja da boa f.
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos o saperiores enfeites os msis
modernos que ba. proteo e de coreo, pelo bara-
lisoimo prego de 6 le SJOO : na leja da boa f
oa roa do Queimado o. 22.
Cambraias -de cores.
Vendem'se cambraias francezas ds lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado o. 22, na bem conhecida loia
da boa f.
Na taberna da praga da Boa-Vista n. 16
vendem-se batatas ltimamente desembarcadas
moito grandes, em tfgosde urna a/roba, pelo di-
minuto prego de 19280.
Cambraias trancezas linissimas.
Superiores cambraias francesas muito finas, de
muito bonitos padroeo, pelo barato prego de 700
rs. s vara : na loja da boa f, na roa do Queima-
do n. 22.
Veudemse osengeuhos
S. Pedro e Espirito-Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pe:
quem pretende-los dirijav-ae
a ra da Cadeia do Recife n.
%&, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
l
-I
ka V
fronda
ei ta?, calgados o fazeodaa e todos
estes se vendem por pregos moito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobr.easaeoa de superiores pannos
o casaeos feitos peles ltimos figurinos s
269,189, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a I65,185. 209 e a 249,
ditos de easemira de cor msela do e de
novos padroes a 149.169. I89,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
rea a 9, i9.1* 149. ditos preto. pe-
lo dimiouto prego de89, IO9, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 1J9,
ditos de merino de eordio a 129, ditos
de merino ehioez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pratos a 49, ditos de palba de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de briol pardo e de fustio a 39500, 49
e a 49500, ditos de fustio brsnco s 49,
grande quantidade de calcas de caaemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brlm de cores
finas a 25500, 39. 39500 e a 45, ditaa de
bnm brancos Anas a 49500, 55, 59500 e a
69, di tas de brim lons a 59 e a 65. colletea
de gorgurao preto e de cores a 55 e a 65,
ditos de easemira de cor a pretos a 4J5U0
e a 59, ditos de fustio braoeo e de brim
a 39 e e 895OO, ditos de brim lona a 45
ditos de merino para luto a 49 e a 49500
nalgas de merino para luto a 45500 ea55|
capaa de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhos: caigas de easemira
prefa e d. cor a 55, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2J. 39 e a 39500, paletotssac-
eos ae easemira preta a 65 e a 7, ditos
decor a 69 ea75, ditos dealpaca al39,
sobrecasacos de panno preto al29e a
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todaa as qualidades, ca-
misas para meninos de todos oa tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meoinaa de 5 a 8 annos com cinco
babados lisos a 89e a 125, dilosde gorgu-
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditos de 9
brlm a 39, ditos de cambraia ricamente S
bordados para baptisadoa.e muitaa outras 9
fazendas e roupas teitas qoe deixam de S
ser menciensdaa pela sua grande quanti- O
dade; assim como recebe-setoda equal- 9
quer encommenda de roupaa para ae M
mandar manufacturar e que para este fim i
temos um completo sortimento defazen- S
das do gosto e urna grande oficina da al- 5
raala dirigida por um hbil mestre que U
pela sua promptidi e perfeigao nadadei- X
xa a desejar.
, Aenca
Vendem-se caixoes vasioi proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1$280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
g^aphia, que ahi se dir' quem ottem
para vender.
Vndese
na ra do Queimado n. 19
o seguate.
Pegas de cambraia fina adamaaeada para corti-
nado cora 81 |S; varas, pero barato prego de 59t00.
Toalhas de liobo adamascado para meso a 49
Cambraias de salpieos raudos muito linda* a
59 P. diUs de ditos miudinhoedass a 9500
Leocoes do bramante de linho a 9#000
Cambraia ailada para forro de reslido. com
8 Ij2 varea a pega por 29. %
Graedea coWss.. da fustio lavradas a 6H.
Gobertaa de chita, goaio ctfnez, a 19800.
8
Vestidos.
Ra da Cadeia n 23.
Ricos vestidos de sede, do cambraia
bordados e de pbsntazia, laazinha de co-
res, sedas de quadrinhos e de listas, cas-
sas de cor modernas, cambraias com lleta
de cor e bem assim outras faseodas pro-
prias para vestidos.
Manteletes e chapeos.
_ Superiores capas compndas de gorgn-
rio, manteletes, taimas de eroz, de fil
eoe outras muilas qualidades, soperiores
chapees de palba enfeitados pata se-
nhora.
Vovidade.
Modernos enfeites de catee... luvas de
pellica de Jouvio, leques, espartilhos,
pentes de tartaiuga, saias baleo, camisas
para aenhoras e meninos, sialos, meias
inglezas para senbora, DMognitos e golas,
pulceiras de sandadalo, chapeos de palba.
Boupa feita.
Completo aoctionenle de caigas colle-
tes, paletots, sobreessseas de peono, case-
mira, aloaca etc.: na roa da Cadeia o. 23
lojs de Gurgel ot Perdiaao.
500e400.
*
O rival sem segundo na roa do Qneimado nu-
mero 55. esti qusimeiido ae seguintes.miudezas
por pregos que a lodoa deven admirar lano pe-
las suas qualidades, como tambem pelos preco?.
A ellas antes que se acabem.
Crozas de peonas da ago a 400 rs.
Ditas de miozinhs, muilo finas a 500 rs.
Caiiaa com agulhas fraecezas a O ra
^A*,8 com aPare'ho Prs divertir meninos a
240 rs.
Ditas muilo Moas e grandes a 500 rs.
Groz.s de boles de oseo pequeos a 120 re.
Dita.de dilosde louc.a a 120 rs.
Duiias de baralhos porluguezes a 19400.
Tesouras muito finas para unhasa 400 rs.
Dita, p.ra costuras moito Anea a 400 ra.
Baralhoa muilo finos para voltarete a 240 rs.
Agulheiros com agulhas a 80 ra.
Caivete de aparar pennas a 80 rs.
Ditos com duas folhns a 160 e 240.
PTJl de tra"5" de ,is de ,OOM M core" a
*UU rs.
Pegas de franja de lia de todas as cores a 800 rs.
Sapatoe de traoga de lia finos a 19280.
Citas de slfioetes freoeeses a 100 rs.
Caixas de Citos Orlos- a 60 rs.
Escoras para limpar dente, muilo finas a 200rs.
Massos de graropos superiores a 40 rs.
Cartas coro colietes com deleito a 20 rs.
Dit.a ditas superiores a 40 rs.
Didaes de eco para aenhoras a 100 rs.
Apitos de chumbo para meninos a 20 rs.
EnUadores pra vestidos com 4 veras a 80 rs.
Calas com clcheles francezes a 40 rs.
Cartas de alfioelee par* armador a 100 rs.
ros de coral de rait a 640 rs.
Ch.ruleiras muito finas a I9OOO. .
i-mmamm
[50 A-Ra da Cadeia do Recife-50 A.
50*3, t$, 2|500J
4#500 e5#.
Manoel Gongarves de Oliveira Santos,
acaba de arrematar urna porglo de fa-
zeodas moito barato e por lato vende ba-
rato para vender muilo, vende muito pa-
re reoder bvr.to gr.v.ua de seda a 500
rs., eofelte de vidrilho qoe se tem vendi-
do por 49 a 19, chapeo de sol para se-
nhora a 2950O. diu. de eabega a garibal-
di a 4960 e 65, venham a este estabele- ,
cimente ver oslas pechinehas que admira.
Ae
os.
Vande-se emesss de Johnston Patsr d C,
la dq Vigario n. 3 nm bello sortimento es
Maior reduccSo no* precos para acabar.
Vendem-se tro armazem de Braga Son 4 C.
na roa da Moeda, taisaa de ferro cuado do mal
acreditado fabricle Edwio Mavr a 100 rs. porl
Ubra, s mesmas q KIcm eaneHannaraei.. VUili ^ uH-vigarnj n. a nm bello sortimento de
Algodio com 7 f^i^tl&^Ul^^^^'f^^^1^ dtBB1 d0f
tensos de panno, de linho a 19900.
Areite de deod.
Atette de amendoim.
Azelle de peixe.
bles n
afamados fabricantes de Liverpool;
assa vari.dade-d bonitM irasMsitBspau so
Atoamos.
Wn^je.
.i**j*.U*fi*m*.lMytm ana da Meter
Reofeer u C. ezute nm bom sortimento 1
nm bom aorttmeote de. lin-
.h*s 00 corea e braneaa em oarreteie de. albor
o no rorte do Mattos do larga l" I precor mu ruoareU. ^^


DIAtiO ffM**KC. |^i IBA aWlim^lWi,
Delicadas escovas
cabos de marfim e madre-
perola, para limpar
denles.
Na verdade ubi esteva pira limpar pentes
sempre oeeessaria em qualquer toucador, e com
especialidad no da wtihore que preza o asaeio,
e para que elle teja perfeito mandar comprar
amaadwm eeeovss de cabo de marfim oa ma-
orsimltqte' engtim 29 e Jf rs., na Ioja d'aguia
branea, na na ra do Quinado n. 16.
Acopara baldes.
R3p de Lisboa.
Vende-se rap de Lisboa: na roa larga do Ro-
aario, paseando a botica a segunda loja de miu-
dezaa u. 38. Na meaaa loja vendem-ae muitas
mtardeae em conta, e I vista te dir o preco
de hado. r Y
M Veade-seuate negra moca de bonita figo-
de, com urna liada mulatioha de 80 diaa f na ra
ra Floreerine n. 20.
Cassas miudinhas,
A 280 rs. o covado
V*ndem minuto precede 580 rs. o corado, no armazem
de fatendas de J. J. de Goureia, ra do Queinsa-
do n. n, equina doeollegio.
Watvalhas d'aco
eom cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui fioaa na-
valbas d'ago refinada com caboa de noarQro, e
para auegurar-ae a boodade dellaa baaU dizer-
te qua ao dos afamadas e acreditados fabrican-
te.*0<,f*r c w" ^ojo *ana-
valhas 89000: na ra do Qumala, loja d'agaia
branca, o. II. ^
Peonas galvanisadas.
A loja' d'agaia branca receben essia peonas
galvanisadat, de novissima e mui boa qualidade,
e aa est vendeedo a 20000 a caixioh com urna
grata. As primetraa deseas peonas foram offe-
racJas Garibaldi, a por isso traiem o seu re-
tracto, e me referidas caitas se encentra o dis-
ticopeonas Garibaldi.
So ae eneontram na ra' 0a Queimado, loia
d'aguia branca n. 16.
Touquinbas de setim, sa-
patinhos de dito bor-
dados, e meias de seda
para baptisado.
Aloja d'aguia branca acabada despachar de
sua propria encommeoda, um bello sortimento
dos objectos cima, e de multo boos goatos, sen-
do as louquinhia de seliu mui beai enfeitadss
de fitas e flores a 60000, 'iodo cada urna em sua
caizinba, sapatinhos da setim branco muito bem
bordados a 3$ rs-, e meiaa de superior qualidade
tanto brancas como eflr de caroe e pintadas a 1$
rs. o par: qem munido de dinheiro dirigir-se
ra doi Queimado, lojvd'aguta branca n. 16, nao
deixari de comprar.
Cassas garibaldi-
nas na toja do
Pavo.
Tendem-se fioissimas cassas garibaldiass sen-
do estas cassas ai mala modernas que tem che-
gad 13.80". o corado: na ra da Imperatriz
n. 60, loja de Gama A Silfa.
Vende-se oleo de Itobaca em barris. por
preco com modo : na ra da Croa n. 61.
Ra da Imperatriz
numero 49.
Acaba de abtir-sa asta novo eaUbeleciment
de molhados, e Dalle os fr'eguezes encontrarlo
manteiga inglea de aupwior qualidade ao preco
de 800 rs. a libra, dita frauceza muitn boa a 640,
cha bysson do melhor que ba a 2&880 a libra, e
outrea mullos geoeros que se venderio por me-
nos que em outra qualquer parte.
Potassa da Russia.
Vends-ae potassa da Russia da mais nova e
superior que h no mercado e a preco muito
commodo: no escripiorio de lUooe Igoacio d.
Qliveira i Filho. largo de Coro Santo-.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a -i#.
Duzia de meiascruaa para hornero a
18200 e o par a ISO ti., ditas brancas
muito fioss a 2$5O0 a duzia, leocos de
cassa coa barra decorosa 110 ra. cada
uro, ditos brancosa 160 rs., bales de
80 e 30 arcas a 3$. laazioha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, larlalana
branca e de cores muito fina com vara
a oa da largura a 480 ra. o covado,
fil de lioho liso 640 rs. a vara, pe-
Cas de eambraia lis* fina a 39, cassas
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
vado, muasolina encarnada a 320 ra o
coado,ca!ciohas para menina de escola
a 1f e par, gravalinhas de tranca a 160
rs petos para camisa a 800 ra. cada
um dutia 29, pecas de eambraia daaal-
pico muito lina a 39500, tecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aborta das6 boras dsi manhaas 9 da
Doite.
Para bailes.
Ra do Queimado n. 10, loja
de 4 portas.
Veada-ae panno verde, preto, azul ser de
saf, c'do 39.
Caseuira oreta superior qualidade cavado
19600 e 1*800.
Chales de touquim para acabar a 10,15, 20,
BOe409
Superiores cortes de seda a mais moderno qua
tem rindo ao mercado a 90, 100 e 1209.
Sedinhas de quadrinhas e Dores, superior fa-
tanda e moderno gosto, covado, 800. la e 19400.
Chaly, superior (azenda, covado, 600 ra.
Mimado co, fazenda para vestido de sauhore,
vado 500 ra.
Taimas manteletes pretost 18, 20 e259.
Superiores vestidos brincos bordados a 20, 25
90*.
Gasaaa fraocezaa finas, covado, 240 ra.
Cortes de cassas de salpico, um 39 e 3J500.
Coates de soda arela a Saf, 30, 25 e 09.
Leacea de sed 00 e 800 rs.
Lia de qusdroa para vestido de senhora rou
pa de meninos, aovado 240 rs.
Grosdensple preto, covado 19280.
ChMes de merio bordados a 4$.
Chitas francezas escuras, covado 240 ri.
Meias de algodao cr para hornero a 49.
Cortes de velludo para collete 3*500 49000
Palelots de brisa a 3 e49
Chapeos de sol do seds para seabora e meni-
nas 3e 4|.
Laquea para aenhora e meninas a 3 e 49.
Espartilhos para sennera e meaioaa a 3 o49.
Chapeos de pellica para meninos e meninas.
Chapeos de pal ha para aenhora.
Cbapelinas de seda para aenhora a 8 o lOf.
-Camisas abertas de renda para aenhora a 29 e
3JO0O.
Grosdeoaple amarello com um pequeo taque
de mofo, covado 600 o 700 rs.
Paletot, calca e collete de easemira, pele bara-
tas lasa preco de 259
Ceroulas escocezaa, urna 19200.
Cortea da barege eom daaa saiaa a 8 e 109.
Cortea da seda escocer, superior (azenda, com
13 e 15 corados cada um a 109.
Caaneas iaglezas com pellos de lioho e com um
qaeno mofo, dnzia 25jj.
Palelots de alpaca, um 99.
Cortea de easemira om 39500:
Chales de las e seda, superior fazeona, a 29500
Lencos da eambraia de liaho bordadoa com bi-
coa39. 5, 6 e89. ^
Ditos de dita para bomem, dutia, 69,8, 19,12
14.
Seiim preto maco o melhor que tem appare-
cido, covado 89.
Chapeos deso de seda para harnero um 69.
Ditos dito de dita inglesa para homem, um *,
10 129.
Bales para senhora, um, 3 e 49.
Panno de lioho do Porto com 12 palmos de lar-
gura para leaces, vara a 39200 e 39400.
Lencos de carxbraia bordados com bico, duzia
a2|5Q0.
Golliohasde eambraia bordadas, ama 320 rs.
Manguitas de dita ditas, um 1.
Camisas para meninos, duzia 159.
Fil de lioho bordado, vara I92OO.
. Dito de dito liso, vara 19800.
Cortes de brim de lioho, um 19600.
Vende-se um avallo rouito gordo eom 7
palmse meio de altura, era dos melhorea para
cabnolet : na ra do Raogel n. 14, ou pateo da
rtbeire. n. 5.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
DE
As verdadeiras luvas de
Jouvd.
Acaham de chegar pelo ultimo vaper para a
loja d agnla branca, na rus do Queimado n. 16.
sendo de todas as cores.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rost, s 29
do Queimado, loja d'aguia
cada urna : oa
branca n. 16.
ra

Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco o$-
50 ARa da Cadeia do Recite50 A
480 rs. e 7#000 rs.,
o corte.
E* de admirar!!!
Cortes de vestidos de lias de cores larra das a
79 o corte, eambraia da eores a imitago de or-
gandysa 480 rs. a vara, venbam ver para saber
ontar.
de cambraieta.
Vendem-ae superiores saias de cambraieta mui-
to fina, eom 4 pannos, pelo diminuto preco de
59; a filas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado o. 22, oa bem conhecida luja da boa *
Paletots
brancos.
Vendem-ae superiores palelots de brim branco
de puro lioho, pelo baratiaaimo preco de 5$ : na
ra do Queimado o. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
3.) RA DIREITA 35
Grande armazem.
FeKgii# e kiwiczAs.
Sem bandeps, sem colheres. sem garlos e fa-
cas, impossivel paaatr a festa I oeste armazem,
pois, encontrarlo as familias o melhor e mala ri-
co soriimeolo por presos inferiores aoa de prl-
raeira robo, a raparen.
Bandejas recortadas e finas a 19600.
DiUs ditas a 29.
Ditas ditas a 8f.
Outras (sultana valide) 69.5 e 49.
Faqueiros a 65. 49 39600 e 39.
Colheres principe (sopa) 6$ e 49500.
Ditas dita (cha) 39 e 29500.
Salitre, ferro, trens de cozioba, tudo quaalo
pertence a ferragens baratsimas.
Camas n vento de louro a 48800, e de ama-
relio a 59500.
Manteiga ingleza flor,
a 800 es. a libra, em barril a 720, (ranceza a 610.
em barril a 600 rs., toucmho a 320 a 1 b-a, 99500
a arroba, gomma de ara rula a 100 rs. a libra, 3jg a
arroba,: na ra das Cruzes n. 24, esquina da tra-
vesee do OuTidor.
i ,eza especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em porrjao a 750, recomraenda-se aos apreciadores destete genero que
mndem ao meaos cxperimenlar. serlos de nada perderem pea para isso confirmamos o que levamos dito.
aem Irauceza a melhor do mercado a 640 rs. a libra e em barris a razio de 606 rs. a libra
5" hn S ^ameD8os Chegados no ultimo Tapor a 29600 e t800.
^ei Ollas SOltas novas e grande a 800 n. o cent e a 68 o mimefio, afhDea-se que vista da qualidade ninguam deixar de comprar
* 8'go com urna arroba, as melhoras qua ha no mercado a 19 o gigo, a emporio da 10 para cima a 800 rs.
^astaonas Ten,M mais perfeitas que temos tido no mercado ch'gsdas no vapor Oneida a 240 rs, a libra e era porjao lera abatiaanto.
m)Zes aama|s novas que existan do mercado a 20o rs. a libra e de 85 para cima a 160 rs., afianea-se a boa qualidade.
Al 6 Si as talhadm, macar rao e aletria as mais novas do mercado a 480 rs. a libra e 89 a caixa.
Cbampauhe dis marcas mais acreditadas de 15 a 20 o gjgo e 1*500 20 a ganafa.
Bolachillha ingleza a 320 t, a libra e 49 a barrica, afianea-si ser a melhor do marcado,
ArrOZ o melbor do marcado a 100 rs. a libra e 29700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do do Mardnbio,
L ha hySSOn e pretO o melliordo marcado de 19700 a 21880 eem porgao teri abatimento, eafiani;a-ce a boa qualidade.
Presumo fiambre ngiez < hamburguez a 900 rs. a libra e em porco a 800 rs. \
PreSUntOS portuguezes vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra einleiro a 460 rs.
Marmelada dosmelhores autores de Lisboa premiada as axposir6s universaes de Londres a Paris a 19800 a lata.
Gaixas COm ostrelinha pevide e rodinha a 79000 a caixa e 800 rs. a libra eem porcao teri abatimento.
Latas de amexas francezas com ci neo libras a 49000 e 19000 a libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 29500 e a 500 rs. a libra e caixa de urna arroba a 89500.
Espermacete superior 740 ra. em eaixa e a 760 rs. a libra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas a eoo e soora. o frasco.
CrVlinaS ponuguezaa e francezas a 800 rs. frasco afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mareado.
Lata COtt? bolaxiohade SOda de diversas qualidades, a muito nova a 19450. agrandes de'4 a 8 libras de 29500 a 4500.
VinllO ni garrafas Duque de Pono, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira seeca, Peitoria e Camines a 19200 a 1S0O
agarrafa ea 13 a duzia.
VillllO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa e de 39800 a 40O a caada.
Latas COm fmetas de todas as qnaUdades que ba em Portugal de 700 a 19000 a lata.
Pera em CaiXas de i a 8 libras a melbor que se de desojar, a tem vindo ao marcado de 49 a 6 a caixa e 1280 a libra.
Corifithias em frascos de 1 112 a 2 libras de 19600 a 29200. *
Latas COm peiXO SOVel pescada a outras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem viudo ao nosso mercado da 1400 a 1600
ArarUta a melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra, e 120 rs. a libra de gomma.
r raSCOS de amendOa com 2 libras, propms para mimos, por seremtnuuo bem eneiudas o de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre branco o melhor que tamos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560 a caada.
Lominno e erva doce os mais novos que ha no mercado a 800 a libra doeominho e a 400 rs. a eeva doee.
VinllO BordeaUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa e de 8600 a 10000 a dnii,
313SSa de tomate em lataa do urna libra do mais acreditado autor da Lisboa e viada a pr imeira vea a nosso mercado, de 1 a 19'2 80.
Laixas SOrtldas com ameixas, amendoas, passas e figos, o que ha de mais proprio para mimos, de 19000 a 59000 rs. por eaixade 2 a
12 libras, a 400 ra. a libra dos figos.
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa a 5 e 69000 a duzia da branca.
Vinagre puro de lisboa a 240 rs. agarrafa e 19850 a caada.
Doce da gOaba da Casca enaeaixo a 19 a em porcao a 900 ra;
Azeite doce purificado a 800 ra. a garrafa a 09000 a eaixa eom 12 garrafaa.
(rOgnac a melbor qualidade que tamos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUIJOS SUSSOS ebegados ltimamente a 500 rs. e em porcao teri abatimento, afianca.se a boa qualidade.
Geiiebra de Hollauda a eOO ra. o fiasco a 69500 a frasqaaira com 12 frascos.
Palitos HxadoS para denlas a 200 e 1G0 rs. o maco eom 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz 3000 a graza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez. hespanhol efraneez de 19 a 19200 a libra.
Azeitonas M melhores e mais novas que tem vindo a noaso mercado a l20O aaneoreta do Porto, e a 29000 aa da Lisboa.
AmendoaS ehegadas no ultimo navios 480 rs. a libra e em porcao teri a batimento.
AipiSla o maislimpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libre e 55000 por arroba.
A lem dos gneros annuneiados encontrar o publico um completo sortimento Je tudo tendente a molhados.
Leite virgioal "
infallivel remedio para
sardas e panos.
O ']*;.irginal \i bem eanhecido como reme-
dio infallivel para sardas e paoooa, vende-se a
21 ra. o frasco na ra do Queimado. loja d'eeaia
branca o. 16. '""
quasi de graca. '
Cbapelioas francezas de aeda, como de fil, ri-
camente eofnladaa, para as seohoras
rem laxar com pouro dinheiro
aabi>r : o a 3. 49,8,9 e 109lll'
.Luvaa de pellica de Jouvm para snhoras >
ninas, sendo brancas e cor da
na loja de fazeodas que est
do C.byg a. 8.
que qnie-
por todo preco a
roe-
cannaa lj>||| S6
em liquidacao, roa
Attemjo.
Cnejon na roa doQaermado n. 39, loja de 4
porta melpomene imperial com 6 palmos de lar-
gura a 2J0U0 o coado. o mais moderno e apura-
do gosto que se pode encontrar para vealidos de
aenboras e meninas.
A ntusselina do Pavo
200 rs. o covado.
Vende-se mnsselina branca com 4 li2 palmos
SM22 wnfl mui, "oa pelo diminuto pre-
C0 de 208 rs. o covado. cortes de chita iDglez
com 10 corados cores fixssa 1500 rs., dias de
muaselina branca com 10 corados a 29 tudo
para apur.r dinheiro: na ruada Imperatriz n
60, loja de Gama & Silva. perainz n.
Lindas flores.
Naloja d'aauia de ouro. roa do Cabosi n. 1 B.
receberam de sua propria encommeoda um com-
pleto sortimento de flores, o mala floo que pos-
sivel eucontrar.propnaa paraeofeites decabecaou
vestido, eonsa muito chique, que se vende por
preco que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
Esperanca.
Ricas grinaldaa napolitanas, proprias para bai-
les a caeamenlos, chegaram loja de Guimariea
di Lima, 00 ultimo vapor vindo 4a Europa, sao
aa de ansia goaio que se tem isto, e que ornam
com a maior elegancia o mais bello peuteado a,ue
qualquer aenhora posea imaginar : na ra do
Crespo o. 7, loja que faz quina para a ra do Im-
perador.
A rado samen cano se machina-
par a lava rroupa: em casa de S.f. Jos
hston & C. ra da>t;az,ala fl.48.
Legues.
Vandam-se lindo* leques de madretterela, a
mala too poasivel: aa loja d'aguia de oaro, na
do Cabugi o. 1 B.
Lemeos brancos mmito
taoft,
Vr*am-se lencas brneos moflo fiaos, peto
diaaiauto pre$o de 10400 a duzia, craode pe-
aM*Mh : na loja da boa f, Ba raa do Queimado
aamer o 12.
Farinba de mandioca.
i^baaceiMurapa.^ M
Veode-se a bordo do patacho nacional Pauli-
na ; a lraUr com Marques, Barros di C, largo
da QtMfo Baoto.
Grande v
Superiores palelots de panno preto rouito fino,
obra moli bem feita, pelo baratissimo prego de
209 ; oa ra do Queimado o. 22, na bem conhe-
cida luja da poa f.
Gt virgen de Lisboa em
pedra.
Vende-fe a maia aova qu ba no mercado por
prego muito commodo ; nicamente no largo do
Corpo Saolo n. 19. trapiche da companhia.
Vende-se ma negra lavadeira. coiinheira,
a etcellente quitandeira, queda I9OOO pordia de
genho : na roa nova de Santa Rita n. 65.
Potassa da Russia.
Vende-se e asa de N. O Bieber &
C, tuccesaoie, ra. da Cruz n. 4-
Recebeu de ana encammenda puleai- '
9 ras de cabello que vende per 169 o par, i
Ag) braceletes de mosaiens a 69 cada uro ,
? agulhas victoria a 120 rs. o papel, pen-
3 tes de tartaruga a 8, 10 e 12f. precos
|P porque aioguem pode vender (boa fa-
fgi senda) estes artigoa alo so encontra em
^ loja uenhuma parisaovaaa ra do Quei-
Sj^ roado n. 33 A, loja da Esperanca.
BEsperaoga reduz a expres-
so mais simples.
Jk'PlWBtf>.)
ajp Todos os artigos que estao na loja
gis muito barato quero quizer V eomprar e
2 er* ra do Queimado n. 33 A, Guhna-
fP res & Rocha.
s
I
Vestidos para ea-
samentos.
Riquisaimoe cortea deveslidoa de blonda brau-
co bordadoa a seds, sendo oa laores de rouito
gnsto, como grinalda da flores e ramos para a
peiio, os mais proprios at hoje tiara noivas : na
ra do Crespn. 7, loja de (juimaraea & Lima,
esquina que volta para a ra do Imperador.
Muila attencao.
Francisco Antonio Corrala Cardoso tem para
vender em seu estabelecimanto de (undiceo a
caMeiriria da roa do Bruo a. 84, os* objectos
abaixo declarados, que oa venda por pceco muito
commoda a safier :
Orna moeoda inteira grande, ebegada ha pouco
de Inglaterra, da melbor e maia forte cousUuc-
Co. propria para vapor, ou para ser movida por
agua.
ferro aueco em barras largas da aaelbar qua-
lilade, e por muito menor prego qua em outra
qualquer parle.
Tnlhos para estrada de ferro por preco bara-
tissimo.
Zinco em folhas, proprio para cobrir leJhadoa
e lerragos .,
Canoa de chambo para encanamento d'agua.
Ditos da ferro batido para o meaeao Qm.
Chumbo em barra multo ais barato que ata
outra quelauar parle.
Totaeiraa de brenze da lodos os Ucaobos, dito
diio.
A/ame de lalo da varias grosauraa, dito dito.
Cadlnhos para lualicao, dita dito.
No meamoieatabatecimeoto Ubricam-ae machi-
naa para Tapor. obras da ferro, broaze, su qual-
quer outra maial pnra navios, moendss para ea-
sjeohaa, a oulras muilas obras, lude a eonlanlo
Ha qae aa desejer.
Saldo Ass
Vende-se sal do Ass, a bordo do brigue bra-
sileiro Adelside, recentemente chegsdo : a tra-
tar 00 escritorio de Bailar & Oltveira, raa da
Cadeia o. 12.
Na loja do Vapor
Ba Nova n V.
acha-se barato grande surlimeoto de calcado fran-
cez e inglez, roupa feita e perfumaras muito
finas-
Chitas largas a 220 rs.
oa loja do Pavo.
Vende-se flnissimas chitas francesas com pe-
qaeno toqae -4* molo, aaeeando-ae soltar o
mofo logo que se Uvero, por serem de cOr fizas
a 220 r. o covado : na raa da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Opiata ingleza
para denies.
. Esl finalmente remediada a falta que se sen-
lia deasa apreciavel opiata ingleza tao proveilo-
sa e neceesana para os denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aciba de recebe-la de ana eo-
commenda, e continua a vende la a 19500 ra. a
caixa; quem quizer cooservsr seus deates per-
feitos preveoir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, ra do Quaimada n. 16.
Yendem-se libras sterlinaa ; no eacriplorio
de Amorim Irmos. ra da Cruz n. 3.
fLoja das 6 por-S
9 tas em freo te do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sobreoasacof,
ditos de easemira de cor defuslao,ritos
de brim de cores e brancos, ditos de
ganga, calcas de csenme prelas e da
corea, de Urina branco e de cor?, degan-
sra, camisas com peito de Itabo muito
fina, dras de algodao, Chapeos de sol
de alpaca a 49 ceda um.
f
'SJP de alpaca a 49 cada um. 9
Ra da Seazalla Nova n. 45.
Hette estabeleciment vende te: ta-
chas ele ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna barca ca.
Veade-ae ama barcaca da porta de 35 caixas.
encalbnda no eslaleiro do oieatre carpil*e Ja-
cinlho Blesbao, ao p 4a fortaleza o>Ckie Poa-
taa, asada poda aar iisU e ezaminaUa pelos ira-
leudentea ; ende-se a prazo ou a dmheiro ; a
iraiarcom Hanoe) Alvea Guerra, na ma do 1ro-
pichen.M. -
Vende se ama bsreaca de lotar,o de
25 caixas sendo esta oova com loo seu
apparelbo, cuja aioda esli no estaleirn,
construida coca aa madeiras n.elhorea
que ba os pretndeme podem dirigir-
se a rna da Praia n. 9, armazem
achara com quem tratar.
que
Attenco.
48 Ra do Amorim 43
Vendem-se batatas novas, aigoa com orna srv
roba, pelo barato preco de 800 ra.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na rna do Quoimado D. 2St
se encontrara um completo sortimento de grava-
tas de seda prelas e de cores, que ae vendem por
preces baratsimos, como sejam : estrellabas
prelas e de hndas cores a 19. ditas com ponas
largas a 19500. ditaspretas borladas a I96OO. di-
uVSil P?I" U" *2"" *f na B-eociooada
ioja oa boa f, oa roa do Queimado n. 22.
0 Pavo.
1 f: a." ?D?M bordad" P ""ninas a
19, luvas de seda tanto para senhora como para
homem fazenda em perfeito estado a 5U0 rs o
partimos de todas as qualidades para senhoras
e meninas e ssiss bordadas com muilo
na nu da Imperatriz n.-60, loja de
gosto:
Gama 4
Escravos fugicos.
Escravo fugi vez
aasucar
engenka acl-
EstevSn, cnoolo. de estatura hara, re-
gular, acha-se com a cabega raspada a na'alha
por ler sabido da casa de aetencio, do da 28 do
correte mez de novembro. cor fula musculosa
cara um pouco redonda, pescoco curto e grosao.'
por rugido esteve na casa de delenjo Irea mezesl
e tornou a fugir na m-sma occasiau em que saha
da ana casa, correnrjo da ponte da Ba Vista em
direccao a roa 10 Cano e paleo do Carmo, desa-
parecen viodo acompanhado com seu a^uhor mo-
co : quem o pegar, pode o entregar ao Sr. Luis
Antonio Anues Jacome. no seo armazem defron-
e da pona daelfandegi. ou no sobrado nos Coe-
Ihos junto ao hospital, ou napadaiia da ra do
Socego. 00 Campo-Verde n. 50, da freguezia da
nos-vista, que sera recompensado. -
Fugio no edgeoho das Maltas, comarca do
uabo, no da 28 de seiembro oe 1861, um escra-
o por nome Juo, crioulu, vermeiho, altura re-
gular, groaso do corpo, espadando, idade ae tnn-
tai tamos annoa, metieo-se oas malas do enge-
nrrodoMoote, al que Ihe Uraram urna p.iga
que leva.a. e logo que se vio sem ella dtzero que
luitou aa o,ar 1*0 mellado com cabellos pelos,
e com principio de carrean, e tambera fez um
pequeo roubo de roupa : dosapparereu o caval-
o a 17 de ouiubro. Bste .groja tem sido pre-
ao no Recife doss aeres, s primeira vez traba-
Ihando com roacarroca. e a segonda vez foi
preso trabalbando ero um armazem de
come forro: quem o payir leve ao
ma, one ser bem recompensado.
Fuaira do engento Concejero, sito na fre-
guizia de Trarnohaero da comarca de Nazarelh
no da* de novembro de ^>1860. deus earrave
mulatos com os nomes e Biguaes seguintes: nm
de uoma Paulo de 45 anDoa de idade pouco mais
ou menoa, otDcial de pedreiro. sapateiro e pti-
mo bolieiro, de .6r alaranj.da. cabellos carapi-
nhos. roato descamado, olhos branco, nariz e
bocea regularea. um penco secco e ae estatura
media, o qual tem dous dedos ds mao direita
eleijdos de na panarico, e tem lamben o dedo
mnimo da nao eMjuerda com igual debito, *%
cima da sobrsocelba de um dos olbos nma cica-
triz, proveniente de usa talho, e outra cicatriz
com om caroembo cima da mesma, com nm
dos denles eatrenle quebrado.qoaodo re embria-
ga torna-se arrogante.. Esae esrrao j foi ser-
rado e rnala andar pelo Recite, l-vo sido visto
para as b'ndas da Soledaoe e Santo An aro per
alaomas pessoas, a quero lem dito haver-se libav-
tado. O ouira, de nome tVlippe, de cr iriguet-
ra, eavaMios car.pinhos, estatura baixa, ou rega-
lar, bem barbaoo, atn pouco teco, bem fallante
e cantador, rom 30 annos de idade, anda liaetro
e OiUilo despachado no serico ae eniads e oi-
ce, cpm taita'de denles na fres te, ce olhos um
paveo apiun badoe e capioogos Quem appre-
hende-lus lee-oa ao dito eagenho ao aeu senhor
O tenente-arooel Jnao Cavaleanti Mauricio
Wanderley, que gaavrosamanle revoapeosar.
Escravo figido.
Pogli) do da 3 So correle, da fabrica da raa
Vi'0 n 84. o escravo Antonio, crloiHo, de
\a*a* 20 annoa, pouco mais oa menos, de eslau-
ra baixa e reforcada, com aignaea de hrcigas no
rorto e rfiao da peros taqueras, deseo urja a que
tnha elle se evadido para algum dos engeubas
so norte defta prace por ler j isso prartcedoal-
gumas vPzes ; rj-ga-ae, porUnto. a qualquer pet-
. I .tu?'?'?Wtieraa maiaa-pva aenhora p- oa que 0 apprtieoder, o favor de o mandara*-~'
zSSSa S:. tt; ^ '1^ -r -. ^ y -
Nova exposico.
Ra Nova n. 20.
Riquissimo sartimento de culilerias em todo
o genero, assim como nm riqnissimo sortimento
de louca de porcelana para cotinba, riquissimo
sortimento de metaes, riquissimo sortimento de
miudezss, e outros muitos srtigos. ane com s vis-
U do comprador se podero apreciar : na rna
Nava a. 20, loja de Carneiro Viaons.
Bombas dejapy.
Roa Nova n. 20. loja de Carneiro Viaona.
Canos de chumbo
Ra Nova n 20 loja de Carneiro Viaona.
Em differentes ras e bairros desla cidade
vendem-se slgumas casas terreas ; a entender-
se com Attonio Joaquina Pereira, ra da esmboa
do Carmo n. 7, nos fundos da casa do Dr. Dor-
nellas.
Vende-se n grande sitio denomioado Caia-
na. sito na freguezia da Varzea, de muito boas
trras, que todo qaanlo se planta da urna grande
qusntidade, eem nma casa de taipa j coberia,
ma dita defazer ftrinha, grande quandade de
pes de cafezeiros, com diveisos ps de fructeiras,
como seja larangeiras, coque-ros, ele, etc.;
tambero vendem-se duas vacias que do baalan-
te leite. urna dellaa com a cria j grande, e um
burro manso : a tratar na ra do Sebo n. 20.
Libras sterliuas.
Vende-se no escriptorio de Msnoel Ignacio de
Oliveira e Pllho, largo do Corpo Santo.
Queinia-tudo
Serve para ae deitar nos cssticsM e segurar a
ea da eaaarmacate, fasendo-a queimar at o
m, e presarvanda os mesmaede se ooebrarem
om e calor da luz: vende-te a 500 rs. cada
quelma-todo, na ra do Queimado, loja d'agoia
branca n. 16.
SABAO.
Joaqaim Francisco da Mello Santos avias aoa
saus fraguezes desta praca e os de fre, que teat
arpaato venda sabaode ana fabricadler*mtnada
-.Reeifanoarmazem dos8ra. Travasses Jamlor
4 C, na ra do Amorim n.58; masaa amarella
sUnba.pratae outras qualidades por me
casta i
por menor
pre5o qae a outras fabrica*. Wo mesmo arma-
bem tem feito oseu deposito de velas da carnaa-
zasimplessam mistura algaras, como aa da
compoaicao. w
Esteiras de Angolla.
Vendem-se sa laoa ateiraa de Angella : m
rasi estrella do Rosario n. ll.dopoeite da odre
Meias para s^n\iora.


V
DI4IK) l ARMIB60. *- TIBC fllRA t DI DEZ1MWO E lili.
Litteralura.
-*

i apresentou-sa ao espirito pu-lpaes, a etaas regii$
em qu oa municipio* e aspre-|aa, a Lombardia, a
OS CONTRABANDISTAS.
Ipitodio de viagemexlrthido da novilla
rus* dt Lrrmonloff.
UM HEBOE DOS HOSSOS TEMPOS.
(Conctavio.)
. .Sopra-varo vento da inri, Jaoko foi seolar-se
i [w-pa d batel, desfraldou urna pequen vela,
loma .aeraos do leme, e seguimos depois. era de
ver a1 io das vagas, como se'(Ara umi ganla. Ja
>nge ia ella, e Coletudo eu aioda via alve-
pna vela no fui negro e sombro das on-
e d espago. :
O ceg Ocora na praia assenlado sobre um pe-
rlago de rochedo : aflgurou-se-me que chorara.
Churava de (acto. Pobre creanca I Compungi.-.
se sua dor.
Para que me arrojara asorleao meio deste pa-
cifico circulo de contrabandistas? Qoal um seixo,
que arremegado s aguas Ihe turba a superficie,
assim eu fui levar a deaordem e a desolacno ao
seio destas pobres existencias ;mas como um sei-
10,tambero, pouco faltou para que (osse submer-
gido nssas mesmas aguas.
Voltei para a cabana. A vela colloc*d* em
aa castigal de madeira estar quasi a extioguir-
ae ; e, apesar ds miohaa ordeni o cossaco rega-
lara o carpo com aa delicias de um profundo e
imperturbado sonsjpo, conservando o arcabuz en-
tre as raaos.
Era de certo urna barbaridada de grande cali-
iva o acordal-o. Ueixei-o, pois, continuar soce-
gado o seu somno, e acceodeodo outra vela en-
trei para o quarto.
Ah I o meu estojo de caga; a mioha schathka
p) enterida em cabo de prala; o meu punhal de
liashestao, presente de um amigo, ludo me rlnha
sido roubado. Fcil rae (oi adviohar, entio o
que cooiinha o pequeo (ardo, que o coro lera-
va s costas, ao encontrar-se cora a rapariga e o
contrabandista.
Um alentado murro, primiro impulso da co-
lera, qne rae traostoroou a paciencia, operou no
meu camarada a rpida transigi do somno para
a vigilia. Reprehendi-o speramente pelo seu
eteleiin, e dei largas ao meu enfado. Todava, vi
intil era toda esss ira na presente orcasiio,
pois nao era ella que me (aria rebarer oa objec-
in roubados. E como dingtr-me i auctoridade?
Essa seria a primeira a rir-ae (e com rasio) da
minha queiit. Acaso nao para rirque um ho-
rneo), e militar, ae deixe roobar por um ceg, e
quasi affogar-se por urna rapariga? I
Gragas ao cu, achei no outro dia um bom en-
aejo para sahir deste maldictp covil. O que fei-
to da velha e do ceg, nao o sei eu. E oe mais,
que me importam os pesares ou os jbilos dos
oulros, a mim, que viajo para negocios do serri-
eo, cora o uniforme de official, e um pessaporle
a cora?
(Naco).
Recebemos um trabalho muito interessaote,
deudo penna de um dos mais dialinctos escrip-
tores polticos da Italia, Mr. Alberto White. O
seu objecto o exame, ou para tnelhor dixe-lo a
posigio das ideas que presidirm redacgao
dos projectos de le municipal e provincial, apr-
sentenos ao parlamento italiano durante aua ul-
tima seso por Mr. Mingtielt!, eolio ministro do
interior.
O numero e a importancia de negocios urgen-
tes determinaran) o parlamento a differir a dis-
eusso dessas projectos de lei para a prxima
sessao ; de aorte qu, pondo raesmo de parte o
talento do autor, o trabalho de Mr. Alberto Wnile
lorna-se recommeodavel pelo ioteresse e oppor-
tunidade da materia.
ISos consideramos (lites em poder submette-
ro consideraco dos leilores.
/ F. Camus.
< Na mesraa occtsiio em que Italia empre-
fcende a immensa obra de sua organissgo inte-
rior, as qeestes relativas descenlralisago, a
llberdsdes administrativas e s relaces de indi-
Tiduo cora o estado sao objecto de esludo em
quasi toda a Europa. Um mo'iroenio salutar de
esulnios neste senlido ae nota particularmente
em Franga, onde taires mais se tem eseripto ao-
re a descentralisago depois de Jez annos que
ae d-ixara de (aze-lo durante osciocoenti prece-
dentes
Nao seria pottinlo (ora de proposito (azer aqu
ama breve exposico de estado da questio adim-
nistratira na Italia', e mostrir como os grandes
probl-mas, que hoje obtem ss preferencias dos
publicistas, sao encarados nos planos de legisla-
rlo administrativa apresentados s cmaras ita-
lianas pelo ministro do interior.
Sendo (odas as liberdades solidarias, a pro-
lecgn em materia de commercio e industria, a
cenlralisagio e a suj-igo do estado egreja e
vice-versa sao iocompativeis com um rgimen de
trb-rdade sincero e duravel : tal a mxima que
o antlgo Piemoote tornara para regra decondmta
desde 1848, e cuja applicago progreasiva segue-
ee na Italia actual.
A liberdade econmica (oi o objecto das pri-
maras reformes operadas pelo Piemoote consti-
tuehnal; a fundsgao de llberdsdes administrati-
vas em toda a Pennsula presentemente urna
das mais considerareis tsrefas do gorerno italia-
no, esperando o dia em que se estabeleca a ques-
lo da liberdade religiosa, ligada a'olugao da
quesiao romana.
c Nao pretendemos fazer a analyse do syatema
administrativo proposto por Mr. Mioghetli. A
Italia, representada por seu parlamento, julga-
lo-ha na prxima sessao. Na que se tiodou o
parlamento, depois de ter Qxado a siluagio fioao-
eeira do reino, votado camtnhoi de ferro para
anuitos milbares do milhes, e prvido s mais
renles neressidades, julgou nao podr comegsr
longa e diffictl discusslo, a que deve dar lugar
reronstituigao dmioialraliva do paiz. Entre-
tanto f-ramos conbecer as ideas que deram or -
gem no .-ystema projectado e o complexo dasdis-
pvsicoes ormcipaes desse mesmo syslema.
U problema consiste ero saiisfozer duas ten-
dencias a que simultneamente obedece a Italia
anoerna, e que tem por duplo objecto a (und*co
a uni lade oacional e da liberdadj administrati-
(7] Greio ser urna adaga.
FOLHETIM
A DAM4 DASPER0L1S
POR
A. DLMAS FILHO.
., que se chamavam a Tosca- colham os membros della era seu proprio
Emilia etc.. urna certa axis- V-ae aqu a applicago do principio t
de toros-las ctrcumscripetes A regio
lelo.
ara coosortium permanente de
va. Este duplo fl
blico cesde o d
vietas eenheceram qiie jaman gezarfam d'uata edMa diatiucta, e
verdadeira lioerdade aob as neqoenas aoberaaUs Intermediarias entre a proincia o estado, "ijaer provincias
em que se divida a Italia. Ddide este dia a uni- era attengao a esses fragmentos ds nselo, que f A regio s liste para a provincia, tanto
dade (oi orna exigencia deases meemos intecesses fsrlm ducados e raines, e quer para saavisar pe- qaanto nata, eorae veremos, tem urna existencia
locaea, que durante alguna aecatoa e era Miraa las frsades cMadaa a perita a aw*a aotigaa car- iadependente por assim dizer da do municipio.
~ tes, o governo entendeu coavenienie installsr A eommiisse regional nao deve ser composla
meada urna desasa cidades um alto persona* de anats de viole membros; o goveroador convo-
cara, antes dignilario que funeciooario, onda re-.ca cada anno por urna sessao de vinte das ; abre,
presentara o poder, e sob coja presidencia seria encerr a sessao e pode proroga-la, avisando im-
coostjluido um corpo representando o territorio mediatamente o ministerio.
sub*capita
con<1igda polticas, trabilbarara para Imped la ;!
no que (uram bem succedidos. Considerando a-]
poder do espirito municipal na Italia, coaspre-
hender-so-ha que influencia'dereria ter tido so-
bre o progresso das .ideas esta proposigao.de-
monalrada pela experiencia : Aosgao uma^podo
s libertar o munielpid. >
Islo nos condoz a certificar um (acto impor-
tante, a saber que o e'pinto municipal nao (az
um sacrificio reunindo-s unidade nacional ;
pelo contrario entra no nico meio em que possa
virer d'aqoi por diante. Puder-se-hia com al-
guna razo desconfiar do carcter definitivo da
rerolugio italiana, se ella titease, comprimido um
elemento, que representou ns historia ds Italia
um papel to consideravel; porm looge disto
esse elemento entra em grande parte na trans-
(urmago preaeote, e a sua base esaeocial. Essas
(oreas locaea, esaas (orgas vivas que brolam do
solo, por assim dizer, em cada villa, como em
cada cidade da Pennsula, nao sio obstculos com
que o governo deva contar : sao elementoa de
organlsago com que eonta.
Os projectos de Mr. Mioghetli nio sio (actos
de privilegios concedidos a um espirito de muoi-
cipalismo oneroso ; ellas teodem a regolarisar e
otilisar a aceta desia vida local que coovra con-
servar e avivar onde es'. enfraqucida. E' o que
nio se dere perder de vista, considerando toda a
amplido e alcance da descentralisagio proposta
nos projectos de lei, de que quereriamos dar urna
idea.
d Esses projectos bssesra-se nesta idea oxees-
sitamente optimista talrez a respeilo do certos
paizes do sul da Italia, mas generosa e assigoa-
lada coro urna Qrrae coniimga no poder da expon
taneidade humana, que ha na nago bastante ac-
liridade preates a desepvolrer-se, para que o go-
verno se preoecupe, no que diz respeilo sos inte-
resses locaea, de deixar antes obrar do que obrar
por si mesmo.
Tambem admitiera em sus extensio mais
vasta as duas formas de descentralissgio que dis-
tingue a sciencia administrativa ; Uto que de
urna parte elles tendem s conerir aos (uneciooa-
rios urna certa liberdade d'acgao relativamente ao
poder, em virtude do axioma coohecido : < Go-
verna-se de longo, e s se administra de perto ;
d'oulra parte, asseguram a liberdade dos admi-
nistrados relativamente aos (uoccionarios, na
conformidade deste principio : c Cida um o
meihor ju>z de seus propriosinteresses, eo maia
fiel administrador de sua propria (orluoa.
c Nesse sysieme ludo o que diz respeilo aos
interesses particulares das diversas circumscrip-
got-8 territoriaes confiado a sua aclivi'ade par-
ticular. Os delegados do poder central sao obri-
gados principalmente a velar na execussioda le,
nos interesses do (uturo e interesses geraes.
a Para realisar essas vistas, o governo nio lera
a crear dessas pegas um ediQcio adminiatralivo
inteiramenle noro ; o estado da legislacio admi-
nistrativa na Italia (urnece urna base conveniente
para osla grande empreza, e a obra est come-
cada. Sabe-se que (oi no aotigt reino da Sar-
denba que pela primeira vez na Pennsula foram
inaugurados pela lei de 7 de setembro de 1848
os principios da representagio electiva eda liber-
dade em materia de admiuiatragio local. Em23
de oulubro sob o rgimen de plenos poderes con-
feridos pelas cmaras ao gorerno do rei urna nova
lei municipal e provincial que urna das mais
liberaes que existem na Europa, (oi posta era vi-
gor nos estados sardos ; pouco a pouco ella es-
tenJeu-se a todas as provincias reuoidas, excep-
tuando a Toscana. onde a orgsnisago existente,
relativamente asss larga, foi romete modificada
por decretos especiaos, e que s hoje flea (ora do
rgimen administrativo de que acabo de (aliar.
< As reformas, mo grado toda sua importan-
cia, derem ser anda menos radicaes relativa-
mente diviso lopographica do solo. Est ge-
ramente admittido na Italia que nio se traga-
rio divisos arbitrarias; qu limitarse-bao -
reconhecer e dotar d'uma orgsnisagio mais viva
as divisos naluraes creadas pela geographia a
historia, e a communho de interesses e costu-
ra es. As liberdades administrativas, com effei-
to, para serero reaes e seriamente pratteadaa,
,suppe antes a existencia de circumacripges na-
turaes, doladas de urna existencia propria a dia-
tincta. Formar grupos de populagio artitlcaea
e cuja iodirduahdade s reside n'uma tlcglo le-
gal, preparar inevitavelmente a cenlralisagio,
qualquer que aja a libnrdale que se queira dar
a estes grupos; esta liberdade ser para elles
tio precaria quanto sua propria existencia, nao
sendo arabas mais do que a obra d'uma le ou
decreto.
_ Trala-se pois na Italia de reconhecer quaes
sao os corpos rao raes e as divises territoriaes
que tem orna peeaonalidade propria e iodepen-
dente daa (antazias da poltica do passado e da do
presente. A respeilo do municipio e da provin-
cia neuhuma dunda poda suscitarse sobre sua
grande importancia. Era indubilavel por outro
lado que entre o municipio e a provincia a natu-
reza das cousas nao comi'orlava urna eircums-
cripgio dotada d'uma existencia particular; que
por consequen.-ia o districio s derla ser urna pu-
ra divisan goveroamental sera represeolagio par-
ticular, onde o aubprefeito, simples delegado do
prefeiio, tena por (uncgfio aproximar das popu-
Isgoes a vigilancia e prolecgio da propria prefoi-
tura. Mas entre a provincia eo estado nao deve
existir dirisio alguma intermediaria? Tal fui a
primeira queeiio que agitou-se desde o comego
da transformagao do pequeo reino da Ssrdeoha
em reino da Italia.
< Depois da ultima elevagio do conde de Ca-
vour ao poder, no comego do anno de 1860, o
reino ae achava compnsto d'ura modo muito
anormal. Era um estado em formagao, que nio
tioha nem a conaiaiencia que presentemente tem
a Italia, nem a qua outr'ora tioha o Piemoote.
Era ao mesmo lempo muilu grande o muito pe-
queo relativamente aos elementos que com-
puoham; Turim. Milo e Florenga erara de al-
guma aorte partes muito considerareis para um
lodo tio limitado.
O conde de Csvour e M. Parini cooceberam
pois a idea de aonservar a essas parles prnci-
dependeete deisa sub-capital. e munido de at-
tribuigoes mu Limitadas e d'uma competencia
restricta a certos objeclos especiare.
Esta idea emittida em termos geraes por M-
Farioi, (oi logo acolhida com benevolencia pela
opinilo ; mas medida.que o territorio do reino
se complelou, a conseteocia da unidade oacio-
nal loroou-se tio viva entre aa populages, esta
nnidade Ihes appareceu como um bem iao pie-
cioso' que ellas tonaram cora deseonBanca ludo
o que poda ter urna semelbanga mesmo engao-
sa cora o syslema fe lerativo. S porque algu-
nas d'entre as regidas deviara rearo latir quasi
exactamente as divises polticas anteriores, fo-
ram mal vistas. O que a Italia por va de for-
magao aceitara como um meio de cVgar mata
suavemente urna uoidade mais perfeita ; e orna
re reunida quasi toda o repellia por urna aorte
d'instiocto, aentindo-se muito (orle para d'uma
a vez entrar em poue'da plenitude de sua indi-
visibilidade.
c Esta mudanga d'opiniao se explica por esta
cireomstanela que o projactn das regioes (ors lo-
go apreeeatado como urna aorte de expediente
poltico ; ora, os elementos da poltica sSo vari-
sveis, em quanto os ds |administragao sio per-
manentes.
< Quando M. Menahetti, na qualidade de mi-
nistro do interior, leve de co oceupar por sos vez
desta grande obra da orgaoisagio administrativa
do reino, deveria te-la eatudado nao somonte
no ponto de vista geral e poltico em que se con-
servara o aeu predeceisor, rass principalmente
no ponto de vista especial da admioislragio. Era
consequencia do que elle tomn principalmente
por base dos seus trabalboa o muoiciplo e a pro-
vincia, elementos esseocises do problema ; quan-
to |ida da regiao, elle adoptou-s, mas incli-
nando-se a por era relevo antes o lado adminis-
trativo que o poltico. A annexacio de aples,
entre outras circumatanciaa novas, diminua
muito o que se oes permittiri denominar a razio
do ser poltico da regiao ; abi, com effeilo, em
um territorio quasi tio vasto quanto os pequeos
Estelos do norte, e onde havia elementos de
quairo ou cinco regioes, exists apenas urna
rande cidade, que leve urna importancia polti-
ca de primeira ordam. O ministro entregou pois
apreciacio do paiz a questio de saber se s ios-
tituigijdas regios, coosiierada cono meio de
tornir mais fcil a passagem unidade, era ne-
cessaria. Elle pela sua parle a julgava til a fu-
sao gradual de todos os elementos italianos. Que
seria com effeito a regio ? Nada menos que a
Sicilia, as Calabrias, a Appulia, os Abruzzos, aa
Marcas, a Toscana, etc. A opiniao de aeu lado
pnecia ver na regiio urna maquina perigosa e
propria a ser desfrnctada pelos inimigos da uni-
dade oacional.
questo. Abslrahindo daa motivos que podiam
aconselhar que se desse regiio urna importan-
na poltica anda menor que a que elle propu-
ciba, collocava-se de preferencia no terreno ad-
ministrativo.
Neste ponto de vists, depois de ter recooheci-
do a existencia e oa direitos do municipio e da
provincia, era levado a dsr um pssso de mais, e
a pergunlar se os Irabalhos pblicos, os eslabe-
lecimenlos, as insliluiges e os objectos espe-
ciaea que perteocem particularmente a um sysle-
ma territorial maior que a provincia e menor
que o Estado, nio deveriam ser confiados i ad-
ministracio d'um onsorlium obrigalorio e per-
manenie de provincial. Preparando ama le in-
teiramenle destinada a regular as livres associa-
ges dos municipios e provincias entre si para
objectos d'um interasse commum, projecto de
que filiaremos mais tsrde, M. Mioghetli pensou
que a aasociagio era vista de Irabalhos determi-
nados pela lei poda ser imposta e turnar-se de-
finitiva para as provincias eomorehndidaa as
extenses territoriaes chamadas regioes.
c De mais, em relac&o jerarchia dot faneoio-
narios, a creagio o'um gru intermediario eolre
a prefaitura e o mioislerio otTereoia duas vanta
gens principaes : completara o syslema imparcial
e liberal de recurso a auloridsdee superiores^
systema muito completo as lei* toscanss e muito
digno de ser reproduzido conforme essas leis ;
alm de que permitlia evitar ao mesmo lempo nao
s a muito graode diversidade como a uniformi-
dade muilo absoluta nos regulamentos relativos
applicago das leis, nio podendo deixar de ser
insuficientes as variages que t tem de inlrodu-
zir nesses regulamentos, se sao feitaa pelo minis-
terio, e excessivas, se chegam a depender dos pre-
fetos da provincias.
Era portauto opportuno, conforme o minis-
tro, crear urna diviso administrativa superior
provincia, e collocar sus trente um governador,
fuoccionario superior so preteilo. A descentrali-
sagio teria assim por complemento a regiio na
orden: representativa e o governador naordem da
delegagit) dos poderes.
< Se se desse regiio um rgimen representa-
tivo intiramente aemelhante ao que tem o mu-
nicipio, a provincia e q estado poderia aucceder
que em certas circunstancias a represeolagio re-
gional se lornasse o que em Franga chjmar aq-hia
urna sorte de parlamento provincial, ameagador
pelas prerogativas, ou pela autoridade moral das
cmaras e dos conselhos proviociaes e raunici-
paes.
c Tanto verdade que o individuo anoiqul-
lado por seu proprio isolamenlo quando nio se
pode unir a corpo algum constituido, sssocla-
go alguma que o estado, quanto ioconleatavel
por outro lado que multiplicar excesaivamente es-
ses corpos constituidos a representativos e tirar
aos mais importantes d'entre elles urna grande
parle da influencia e do poder qae Ibes deveria
perteocer.
Conforme estss coesiderages M. Mioghetli
prope que o conseibo, oa, como diz o projecto, a
commiasio regional nio sejl nomeada por elei-
cao directa, mas que os conselhos proviociaes es-
c Sem as liberdades municipaes o proviaciaes,
a liberdade poltica nio poderia lscrer fortes rai-
les no solo.
c Os ioteresse geraes nao poden ser seria-
mente garantidos, onde os espeeises o nio alo.
Sem ampias llberdsdes locaes, sera urna forte re-
preseatagao municipal provincial, o rgimen
constitucional s pode ter orna frgil apparencia,
que tara desapparecer a primeira borrasca pol-
tica.
pal pelo proprio conselho, e que eonstitua ecu
usada applit#cao do systema repreaentarivp.
Occepa o lugar por espaco de tres annos; e tem
o duplo caraeter de ehefe 'da administraefto com-
mtnal e fuoccionario do governo. Como chafe
da tdministragio communal, convoca e preside o
ooasalbo doa prioras, prepara aa msteriap de dis-
cussio para as sesses dos dousconselhos, exe-
cuta auss deliberagea.
Y
a A commlsso regional delibera sobro as ins-
liluiges publicas que sio da competencia natu-
ral da regiio, taes como os estabelecimeotos de
instruego superior, ss universidades, academias
de beilaa artes, ajehiros histricos, Irabalhos re-
lstiros aos rios e ribeiros, s ponte, diques e es-
tradas que oo perteocem nem provincia nem
ao municipio, (encarregaodo-se todava o estado
de foroecer aubsidiospaia algunas grandes estra-
das o'um tnleresse estratgico ou internacional.),
Ella tambem delibera sobra a nomeaco e demis-
aao doa ampregadoa da regio, ornamentos da re-
ceita e despera publica prorisorios e definitivos e
sobre a repartigo das deapezaa regionaes enire as
diversas provincias da circumscripgo. Suas de-
deliberages rao publicadas. Tranamittidaa ao mi-
tatro, podem ellas ser por este annulladas por
illegalidadeou falta de formalidade. Sao submel-
tidas approragio do soberano, com informagio
do conselho de estado, as deliberagea que da to-
nificara osexercicios slm de cioco annos, ou que
sao relativas s creag5es de dbitos, ftjjeaagdes
da capitaea, obras que dizem respeilo a muitas
regioes, ou que ioteressam a defensa do territo
rio, e anda aos regulameolos que a lei permute
commissso estabelecer relativamente aosesgo-
tamenloa e sorrbamentos de terrenos.
< As attribulgea da regio sio definidas nos ar-
tigo do projecto de (orma a prevenir as usurpa-
rles s que lodos os corpoi deliberantes tem por
si mesmo urna certa tendencia.
< Por urna outra cousa que a das ideas que
maia cima expendemos, o poder exeeulivo oa re-
gio nao pertenceria ao corpo representativo,
cono suceoderia na provincia tal qual os raesmos
projectos a conceber. Perleocerla, como oa pro-
vincia italiana actual e no departamento francez,
a um funeciooario de estado, que seria aqu o go-
vernador.
c A fallar a verdade esss persooagem seria de-
finitivamente a expressio a maia acentuada, a
mais poderosa da existeneis da regiio. Escolhldo
d'entre os homeos eminentes do reino, aeu paoel
consistira em representar com esplendor o go-
verno oa grande cidade qae Ihe fvsse dada para
residencia, a presidir aos trabslhos intiramente
especiaos devolutos pela le commlsso regio-
nal, e a execelar as resoluges dests. Na falla de
deliberages, ioscreveria offkialmenle no orna-
mento da receila e despezs publica regional as
desperas ordinarias, e dara ordem a todos os ou-
lros ramos do ser vico.
Tal considerada em seu complexo essa con-
cepgo da regiio que tanto ruido fe na Italia.
Dissemos que as circumatancias polticas aconse-
Iharam cmara o differimeolo da discussio das
leis administrativas para outra sessio : estas mes-
mas circumatancias, entretendo os espiritos em
urna serie de ideas em que a poltica domina to-
das aa causas, os toroam pouco disposlos a en-
trar em coosideracoos puramente administrativas
sobre que se funda o projecto da regio. Foi as-
sim que a commissio parlamentar eocarregada do
exame preliminar dos projectos de lei aprsenla-
dos por M. Minghelii mostrou-se contraria coos-
tituigo da regiio como corpo moral, possuindo
urna represeolagio qualquer, eae limitou ques-
tio de saber se a regiio devia ser almitiida cuno
simples circumscripgo goveraamental provida de
um fuoccionario especial, o governador. Qual-
quer que seja o juizo que dm as cmaras a este
respeilo en sua prxima sssio, um grande facto
resulta d proprio debate : que a nagSo liga me-
nos importancia anda que o ministerio ao que
subsiste da diversidade de insliluiges e cosiumes
locaes, que separavam as provincias italianas.
Emquanto no comego da revoiugo actual os que
conhecian mal a Italia ascusavam o goreroo de
langar autoridades no proprio molde dos elemen-
tos essencialmente difTeteotes, as populages ao
contrario provaram que o governo camiohava
com mais vagar e circumspecco que elles mes-
oos para a unidade desejada por lodos.
< M a regido, como mais cima se disse, que
se considera como o resto enfraquecido das aoti-
fas divises polticas, ou como ama creagio de
ps novas, nao o eleneoto essencial do systema
proposto por M. Mingnelli. Este systema funda-
se essencialmente sobre o municipio e a provin-
cia, dous seres raoraes, dolados de urna existencia
natural, real, imiependeote da poltica e quasi da
legialagio, por que sua vitali dade sobre vi veu na
Italia s peiores legislagese s mais funestas po
liticas. E' esta parte principal dos projectos de M.
Mioghetli que resta-nos exsminar.
c Nio se tem de crear na Peoiosula italiana o
municipio e a provincia ; a se tem d reconhecer
e certificar seus limites naluraes. Nem um era
outro derem ser divises facticias, laes como crea
ram em oulros paizea as reroluges que quizeram
quebrar a cadeia das tradieces locaes.
A provincia e o municipio na Italia sio en-
tidades que nada team de imaginario e artificial;
sao associsges naluraes, fundadas sob interesses,
hbitos e sentimeutus eommuns. Nao esta a
occasiio de lembrar como o anligo municipio e o
da edade media reaisliram na Italia s conquistas
como s invases, feudalidade como barbaria
o que importa certificar qae o municipio, essa
associagii) primitiva e fuodamental das familias
entre si, nio na Italia, como em oulros paizes,
a nica circumscripgo natural inherente ao pro-
prio solo, e constituindo entre os seus habitantes
um lago particular; existe ahi urna outra, a pro-
vincia, formada nio como em oulros paisas pelas
partilhas feodaes, mas ao contrario pela victoria
do elemento democrtico das cidadea sobre o ele-
mento feudal dos campos, qae foi vencido pela
persistencia do sentimento municipal e obrigado
a tributar sujeigo ao poder da cidade. Fui o ter-
ritorio protegido e dominado pela cidade quera
formou a provincia especie de grande municipio
cima do pequeo, teodo este geralmeote por
centro a poroagio e esta a cidado.
c Um e outro, lomados hoje como base da no-
va orgaoisagio administrativa, devem gozar da
maior liberdade.
. estipula os contratos por
elle decididos e iospecciooa os estaoelecimeatfos
A experiencia de certos psizes o tem prova- communEes e os escriptorios do termo, e poda
suspender o seus erapregado.
XXI
(ConliouagSo.)
Vinha esse individuo da Polonia, onde eslava
estabelecido havia* dez annoa e onde perder a
anolher. Ao lembrar-se desse (acto, enchlamse-
Mve o olhos de lagrimas, e dlzis ao Bino: < Come,
anea filho para que o pequeo dio o oavlsse
Aliar de sus m|e, e nio se pozesse a chorar. Es-
tera convencido de que sua muiher morrera por
falla do ar natal, e dava-se pressa em hvar o fi-
lho para a Franga, afim de restituir-lhe esse ar
4a.o necessario vida. E' impoasivel exprimir com
asis ingenuidsde, e mais poetfcameote so Ues-
roo lempo, que dr ha em deixar em ma trra
eslraoha o corpo de urna pessoa quem se ama,
como me va comprehender e partilhar seus tris-
tes pen*snentos, apressou-se era eotreter-rae das
reroMages que mais charas Iheersm. Pobre ho-
anern I Talrez, se aa tivesse de passar com elle
r*itos das, que a historis dessi dr, que era a
Biiiha, aeabasse por me ser iudiftVreote, e mes-
ano por tatigar-rae; taires que a minha eraogio se
deix*3ae sorprender pela disposigio de espirito
em que eu mesmo eslava ; oque Aparto que
tu estara commorida.e que aindaesta hora nio
-pens sem certa sympatbia nesse viajantes oes-
te menino, que sea duvida nanea maia tornare i
ver. Entretanto', elle deixou--me urna racor-
dtgao palparel do nosso aneootfo ; eis aqui
eemo. 4 seo turno, pergunloa-me par onde
eo ia, e indagou paternalmente como o autori vam os vinte e cinco annos mais que tem, do flm
ds minha vlagem. Sem Ihe cootsr intiramente a
minha historia, del-lbe a entender de que se tra-
tara.
Historis de muiher, disse-me elle. Ame,
mancebo, ame, e Deus qaeita que nio teohaou-
aroa: poxarra seniq-os do amor.
-- Todo relativo, respoodi-lhe eo, e ae de
tedas as deagragaa que me podem aucceder, por
aja nao rejonenhoaia maior do qoe estar aepa-
l^Vide o Diario a. 174. "
rado da pessos quem amo : essa desgraca tor-
na-ae egual i qualqaer outra que diaserrespeito
minha dr como inferior sua. A alma daquel-
le que soffre tem a verdadeira medida do aeu sof-
(nraenio. e nio pode pAr como limite aquello em
que urna orgsi.isagio differeote pretendesse parar,
um dia acreditarei. ae possivel, que naja dores
superiores minha dAr de hoje ; mas ser isso
obra do'lempo, que, afaatando-me della, e fazen-
do-m'a ver de mais looge, m'a far parecer me-
nor ; al entio tere! o direitode julgar-me omaia
Infeliz dos homens.
E' justo, resiiondeo-me o meu interlocutor,
ha ahi urna questio de ptica moral. Nio pode-
mos ver do mesmo molo, porque estamos collo-
cados em pontos de vista diflerenies.
c Vo tamos ao pnraeiro aaaurapte da noasa
conversa. e.u disse-Ihe que la esperar algaera na
ultima estago do'caminho de ferro, na fronleira
d'Austiia
Era Pleas ectio ? pergunlou-me elle.
Justamente.
Com effeilo, Pless a ultima estagao da lioha
prussiana, e como oso poda ir nata longo, eu
mandara diier a Aunelle que ali parara para catar
maia perto della.
E fica ahi ?
Pico quima dias.
Quinze diis ?
Sin.
Mis o seohor nio aabe o que Plesa ?
O que entio ?
I E' um burgo.
Tanto meihor.
Porque razio nio espera aqoi.em Brea-
lan ? Tena dialracea.
Nio, pretlro aaolidao.
Poia \i aeri oque quer. Pleas nio tem tri-
la casa*, e a mais alta de um andar.
Ha alguma esteUgem ?
Ha urna s; a Aguia Branca.
E' quanto basta.
Ah I o seohor est decididamente apaixo-
nado ; maa torno a dizer, inatfl que v, porque
nio fice.
Fico, e depois promelti.
En lio oalra couia.
E deseorolando urna carta de viegem qae tinha
na algibeira disse, poodo a pona (toaMo sobre
ama patarra qnaatiilegivel, tio Boa era a imprs-
ala ; o qae prova va a poaca Importancia do paiz,
cajo nomo dava.
Olhe, aqu tea o legar para onde o seohor
do exuberantemente.
Deroais, se esses corpos moraes, qoe na or-
dem politica sao o qae a familia oa social, nio
se cnslituem (orteraente, torna-se Impoasivel
conciliar oo estado a liberdade com a egoaldade ;
conrm sacrificar uma para salvar outra. as so-
ciedades nascidas do systema feudal soccede nos
lempos modernos de duas coasas ums : ou a aris-
tocracia est mora, e enio a provincia acha-ae
sem forga ante a capital, o indiviiuo v-se pri-
vado de toda garants em presengado alado, ea
liberdade torna-se impossivel; ou a aristocracia
sobrevive, e neste caso s liberdade le pode estabe-
lecer, mas a liberdade loroa-se deecoohecida.
Na Italia, onde ao contrario a feudalidade foi ab-
sorvida pelos elementos locaes, esses elementos
sao um auxilio para a liberdade politica e urna
garanta para a egualdade social; a carta dos di-
reitos-municipaes e proviociaes a base solida
de todo o systema representativo.
Disseram que os poros livres deviam ter orna
aristocracia: a Italia tem urna a meihor de todaa
una aristocracia de ricas aldeiaa e cidades opu-
lentas, que impedir a capital de absorver as pro
vinciaa, e submetler os ambiciosos s delicadas
proras da administradlo municipal como a urna
sorte de noviciado pratico aotea de lhes abrir a
carreira da politica geral.
a Assim ao governo s compete consagrar la-
grimete a existeneis daa individualidades terri-
toriaes de qoe se trata.
t E' verdade que o municipio tem urna exten-
sio muilo restricta em certas partea da Italia ;
assim frequeotemente se eocootram no aul da
Peoiosula municipios que nao cootam mil habi-
tantes.
Seria para desojar ver osses pequeos mu-
nicipios se diffundirem entre si; mas o ministro
oio enteode que essss fusAes sejam impostas pe-
la lei, o qae fereria a liberdade, nem raesmo que
ellas sejan favorecidas por una dimmuigio de
prerogativas com prejuizo dos pequeos munici-
pios, o que serla contrario aoa priocipioa de
egealdade.
a O projecto de lei de Mr. Mioghetli offerece
somonte os meios de favorecer a unio volunta-
ria dos pequeos municipios, e dimiouir as des-
vanlagens que com isto podessem experimentar
as localidades sbsorvidss.
Da mesmj (orma a provincia, tal como a his-
toria e geographia a flzeram, povoada de 200 a
500.000 habitantes, nio tem necessidade, em ma-
teria de determioagio de fronteiras, senio do al-
gunas raetificages sen importancia, recommen-
dadas pela natureza dos lugares, sobre os pontos
por exemplo, onde o Apentoo forma entre as di-
versas localidades o meihor dos limites.
Isto posto, vamos analysar o projecto de lei
municipal e provincial apresentado por Mr. Ming-
hetti sob ests dadoa.
No projecto de lei commuoal e provincial
apreaeolsdo por Mr. Mioghetli, odireito eleitoral
oio mais conferido, como na lei de 1859, aos
qae pagara um mnimum de 5-10, e at 15 fr.de
cuntribuiges directas, segundo a cifra da popu-
lagio do municipio, pertence a cada um que pa-
ga urna contribuigio qualquer.
< Cono o rgimen floanceiro do reino impe
tanlo, sobre s proprledade movel e o exercieio daa
profisses, como sobre a proprledade territorial,
os direitos eleitorses nio sio um privilegio das
classes proprietarias; elles ae esteodem a todos os
individuos por quem a administrado publica ae
intereasa de algum modo.
c O reodeiros e locadores que participam ga-
rsnente das propriedadea at das trras por
contratos de sociedade, muilo eommuns ua Italia,
participaram dos direitos eleitoraeaque confera-
se ao proprietario o imposto pago por elle.
c A municipalidade representla segundo o
seguiole projecto:
c 1. Por conselheiros eleltos em numero de
15, 20 al 60, segundo a cifra da populagio do
municipio. Todo eleilnr elegivel, a menos que
oio seja fuoccionario publico, erapregado da mu-
mcijaluade, ou o cura.
2." Por urna magistratura municipal com-
posla d'um. gonfalooeiro (mairej e de priores em
numero de 4, 6, e 8, segundo a cifra da popula-
gio.
a O conselho annicipal se rene duas vezes por
anno ; pode ser convocado pela simples deter-
mioagio da-magistratura, ou a pedido dos dous
tergos uos conselheiros municipaes, o qaeconsli-
tue una oolavel ionovagio.
c Elle delibera sobre o orgameoto do termo e
dos estabelecimentoa que del le depeodera ; exa-
mina e verifica o eatado da caixa commuoal; di-
rige as listas elei lo rae i; delibera aobre a nomea-
co, revogagio, e cifra dos ordenados dos pro-
lessores primarios, mdicos, preceptores e secre-
tarios da municipalidade; sobre aa acquisicese
aliensgea de qualquer sorte por coola do termo
e sobre os regulamentos de polica maoicipal;
etanina o organento das parochias que subven-
ciona (en caso de difBculdade decide o prefeito,
salvo o recurso autoridade superior.) As ses-
aes do conselho communal sio publicas quando
a maioria dos seus membros o permitiera. Em
todo o caso as cootaa apreseotadaa a elle aio pu-
blicadas urna vez que se toman executorias pelo
complemento das condiges que log veremos.
a 0 conselho dos priores representa o conse-
lho commum foca das sessoes. Nomeia e demilte
os empregados da municipalidade sob a propoata
do gootalooeiro ; couclue os contratos de addi-
doa celo conselho, prepara oa livroa daa deapezaa
commuoaes, os projectos de orgameotos, e aa lia-
tas eleitoraes. toma parte oaa operages do re-
crutamentu, flx as tarifas de emprezas de servi-
go publico, intenta aeges judiciariaa em pri-
meira instancia ; em caso de urgencia pode fazer
ludo quanto pode o proprio conselho communal,
derendo dar disto aviso immediato ao prefeito e
o referi-lo ao conselho oa seguinte sessao.
No termo o poder exeeulivo pertence sogoo-
faluelro ; este, escolhldo, sempre conforme o
projecto d'entre os membros do conselho muoici-
vae, quando li tiver passado quinte dia, poder
dizer que fes o que anda nio veio i idea de crea-
tura humana faxer, e o qae nioguem jamis far.
O senhor falla alleraio ?
Muito pooeo. ^
Poia vae aborrecer-se de veras. Ninguem
falla francez em Pless. Ah 1 aira, ha, crelo eu,
um guarda o'alfandega ou um commissario do ca*
mioho de ierro que falla ara pouco. Pless 1 con-
tinuara elle olhando pan a carta a tirando do
bolso ara lapis, por II leoho passado muitas ve-
zes, por causa doa meua negocios, em vida de mi-
aba muiher, porque ea tioha relages com mui-
tas casas grandes de Vienns. Aqu, disae-me elle
seguindo com a pona do lapis as sinuosidades
de ara riosinho, apenas visivel, aqui corre o Vs-
tula, muilo eatreito anda neate lugar, fia uroa
ponte de madeira, aobre a qual o senhor pode
paaaeiar para distrahir-se' e no flm da qual come-
ga a Auatria. D'ani veri urna planicie lamacenta
e estril, meninos meio ns a cotrerem na lama,
algumae pobres cazinholaaobertaa de ropas pr-
taa, piutteiroa em certos pontos do horisoote.
Emlira, quinze diaa nio toda a vida ; ae o se-
nhor tem lirros, se receber clrtaa, se a pessoa por
quem espera chegar, o mal nio aeri muito gran-
de. Maa o> mesmo, termtoou elle fazendo urna
cruz aobre o nerae de Pleaa, lome esta carta,
permita que Ih'a offereca, vera de Paria, de um
compatriota ; eu nao preciso maia della, porque
oio viajarei mais, e quando maia tarde o seohor
olhar para ella quando tiver rollado de Pless,
dir encontrando eata cruz : c Aquello que me
deu eata carta nio me tioha engaado ; aborre-
ci-me baataote em Pless.
c Aceitei eaaa carta, em troca da qual, dei ao
ntea companheiro um doa livros qae tinha coa-
prado em Dresde, e como ainda era dia fomoa al
opaaseio qae, costeado pelo cans, circula a ci-
dade No verlo, deve flear intiramente coberto
pelaa folhas qae agora apenaa comecam a abrir,
e entretanto os passerinhos j gorgeiavam, e de
dialaocia era distancia, grupos de deas apaixona -
doa, coa oa bracea eblrelagadea, procurando a
solideo e a sombra, murmuraran a primavera
era auaa conversages aysteriosas. Quanto nio
loria eu dado para ter Anneita pelo braco, e para
aspirsr com ella eseesprineiroa aromas tio'docei
e to penetrantes de au.a natureza joven e fecun-
de, que disperta I Infelizmente eu nio tinha ou-
Como official do gorerno, presta o juramento
dos fuoccionario. publica aa leis e decretos, tem
os registros do estado civil, cumpre as attrlbui-
ges que a le Ihe impe relativamente a aegu-
ranga, salubridade e ordem publica, etc. Se elle
oio cumpre suas altribuicoes de fuoccionario, o
prefeito pode fazer com que aeja substituido no
termo, mes como fuoccionsrio smente, por ara
commissario prefectoral.
a Ello pode ler delegados, mesa como fune-
ciooario, as fraeces de grandes termos, oas pa-
rochtaa por exemplo, que liverem interesses se-
parados do resto do termo.
< A lei define calbegorias de despezai obliga-
torias para os termos: sio as que concernem
maoolengio das estradaa, edificios, cemiterios e
quaes juer beos de raz do termo ; as que dizem.
respeito s escolas, guarda nacional, eleigea etc.
A ssnegio dessas obrigsges consiste em que, na
falta daa autoridades communaes, o prefeito da
provincia promove officialmente o cumplimento
della.
c Para fazer face a essss despezss, o termo
pode estabelecer direitos sobr o uso livra doa
pesos e medidaa publicas, direitos de concessio
limitados a certas cifras, e aobre objectos de con-
sumo que a lei permiltir expreasamenle qoe Ihe
sejam aubmellidos, sendo ioleirameule excluido
o direito de transito; laxes sobr pirases de
carga oa de trelli e caes de luxo ; cntimos ad-
dicionaes aos imposto do estado, etc. As con-
ceises dererlo desapparecer em um lempo da-
do, mas julgou-se nio se poder recusar por ora
este recurso aos termos. Nao admissivelexcep-
gio alguma de taxa.
c 0 termo pode fazer regulamentos espeeises
sobre a hygieae, polica urbana, edidade e po-
lica rural; mas, como todo regalamento um
limite imposto a liberdade individual, o termo s
poder faze-los sobre materias determinadas pela
lei, afim de que por exemplo, nio dependa de
um cooselho communal restabelecer ageorpora-
ges e ss jurandas. .
a Eata exposigio aummaria dar ama idea
approximativa do plano proposto, se procurar
apreciar o aentido das disposic.de que s mui
imperfetamente somos obrigsdos a dar a conbe-
cer. Sem emprehender discutir o projecto,
permitii lo sem duvida observar aqui era que pon-
to um tal plano suppe entre aa populages a qae
elle ae deve appllcar a coosciencia do dever, e o
que eu chamarei o saber vi ver liberal. O termo
tai qual o representam os projectos de lei pare-
ce-se muito mais com o que elle era, vigoroso e
poderoso na Italia da edsde media, que com o
que a cenlralisagio a (ez tornar-se em Franca por
exeaaplo.
a Mas a parte capitaHIos projectos de lei ad-
ministrativos de Mr. Minghetti diz respeito
constituicio da provincia. Sb o rgimen esta-
belecido em una parte.da Italia pela lei de 23 do
outubro de 1859, a representsgio provincial s
tem por objecto, como na Belgics, o exame das
operaces (eitaa pelos termes. Segundo as leis
propostas, a provincia tomar-se-ha um corpo mo-
ral dolado de altribuiges proprias e chamado a
mover-se em toda a eitenco do circulo de in-
teresses de sua algada. Ella seris emancipada
por duas maneiras: primelro pela extengio dos
limites de sua competencia, segundo pela cessi-
gao de toda ingerencia da prefeilara em aeas ne-
gocios ; gozara liuaimenle em toda a extensio da
palavra de sua autonoma adminiatraliva. 0 pre-
feito s teria qae exercer sobre Ha a neeessaria
vigilancia para fazer observar ss leis, e eeteoder
o exame do governo aos actos que empenhassem
os interesses ds nscio e do futuro. Essa vigi-
lancia traduzir-se-hia por actoa que annullariam
as deliberares tonadas, sem as substituir toda-
va, deixando loda a liberdade aa deliberagea ul-
teriores.
c A provincia representada:
a Ia. Por um conreino de 25 a 40 membros no-
meado pela totalidade dos eleilores commu-
naes ;
a 2*. Por urna depulacao de sele conselheiros
escolhidos pelos seus collegas, e leodo o titulo
de antigot deputscio dos antigos escolhe um
presidente d'entre seus proprios membros.
a 0 cooselho provincial faz no mez de setem-
bro de cada anno urna sessao que nio pode durar
mais de vinle diaa sera o asseoiimento do pre-
feito. Pode extraordinariamente ser convocada
pelo prefeito. Bsie pode aasistir s sessoes cora
direitos de observages, mas sem voto delibera-
tivo. O direito de dissolugu pertence ao gover-
no da regiio oaa circunstancias em que a ordem
publica inleresssda^ e em todos os casos a rei.
O conselho provincial delibera : sobres ad-
raioistragao do patrimonio provincial, sobre a ins-
truego s-cundaria e lechoica, oa estabelecimeo-
tos de beneficencia, hospicios, casas de alienados
e expostos, que nio depender nem do governo,
oem dos termos, nem de consortiura especiaes ;
sbreos estabelecimentostermaea, estradaa e rioa
de aua jurisdiegio, regulamentos florestaes oa
cosiumes ruraes, aubaidios que ae tem de conce-
der aos termos e eonsoffium, monumentos p-
blicos, etc. A lei torna obngatorias para as pro-
vincias as despezas relativas a certos objectos de-
terminados. Quasi todos os que acabara de ser
determinados taso deste numero. As delibera-
gea de conselho provincial sio publicadas quan-
do se toroam executorias, o que succede da mi-
neira por que diremos logo.
c A deputagio provincial represeola o conse-
lho fra das sessoes, execata auas delibera-
res, prepara seus trabMhos, e em case de
urgencia, o substiloe, excepto em fazer-lhe o sen
relatono ns primeira sessao. Ella coovocada
por sea presidente que na provincia pouco maia
ou menos o que o gonfalooeiro no municipio,
pelo que quasi que nao tem como este o carcter
de funecionario do governo.
(Continua r-re-ha.)
que (aria ella S essa hora ? onde estara? pensa-
ra em mim ?
Aproximou-se a noile. O)menloo eslava can-
sada o tinha vontsde de dormir. Feliz edade 1
Vol tamos para casa. O Sr. Deafossa, que assim se
chamara o meu compauheiro, deixou o filho no
seu quarto, e como este nio quera pAr na cabo-
ga o barrete de dormir, disse-lhe o pae abragan-
do-o :
Tua mi recommeodou-te que sempre o bo-
leases quando te deilasses; necessario obe-
decer.
c O menino deixou que Ihe deitassemo barre-
te. Des minutos depois dorma profundo somno.
Eu quizera passar a noite courer*ar com o Sr.
Desfosss, mss oercebi que elle eslava candado.
Parta no da seguinte, orna hora antes de mim.
Promelti-lhe acompanha-lo estagio, dei-lhe
um aperto de mi, peguei na minha vela e diri-
gi-rae para o meu quarto. Eu aeilia urna tristeza
mortal e cborel durante urna hora, eem saber
realmente porque. Quando amanhtceu, j eu es-
lava de p.
Tinha dormido pouco e mal. Nio poda entrar
no quarto do Sr. Desfosss que sem duvida ain-
da dorma. Elle devia partir s oito hora da
manhia. A agltagio do espirito precisa de mo-
vimento ; (ai (azer machinalmenle urna especie
de romana* matinal no hotel Slrelitz. Annelteji
l nio eslava, mas j estivera. Vi Prnssianuai
a (azerem exercieio: ouvi-lhea a msica que
muito boa ; alguna echoa d'arte aproveilaram pa-
ra vibrar um pouco em mim, maa extingui-am-ee
logo, e voltei ao hotel depois de ter atravessa-
do urna parte da cidade j ruidosa e animada,
vendo a animacio que, nao podendo diatrahir-
me, flzera-me anda maior vootade de estar em
Pleas e de pedir esas solido, qae eos oulros
assustava, a nica sociedade que oa meas pensa-
menlos presentes podem decididamente acceitar.
Tomei una chicara de cat com o 8r. Desfosss,
conduzi-o estagao, abracei seu filho, como pira
qoe levasse alguma Cousa de mim ao paiz qoeeo
scabava de deixar, dei um bom aparto de mi ao
pal, e seriamente alguma cooaa ae destaeou de
mira quando vi afastar-se o trem qae os levara
c Bu eslava de novos, e soffria por isso, ape-
sar de fugir da sociedade dos homens. E' qoe ha
difieren tes especie de sociedad?. Ha 9 de toda
urna cidade qae caminha, que grita, que dan-
as, qae psssa, qae se agita, e que nos eommunl-
tro consolo aeaio passar pelo hotel de Streliiz, I ca tanto o sea movimento e alegra qaanto nos
ondeubii qae ella tinha dormido usa otile I 01 Ihe damos de ooua apathia edt notsa trille,
mss ha tambem a de um companheiro que'nos
oave, que cooversa comoosco, que tica nosso a-
raigo por cauaa de ara pesar seoSo do mesmo
genero, pelo meos do mesmo sentimento qae o
nosso, eis a verdadeira sociedade de homens as
condiges em que me acho. Duaa tristezas,
postas por algum lempo em contacto, gaatam-ae
pouco i pouco neaae atiricio continuo, e os que
soflriam ficam dentro em pouco em estado de tor-
nar para oa indifferentes de quem queran fugir.
< Part tambera e atirei-me para um canto da
un wagn ; nio dase urna palavra, nio fis um
gesto e riagel como um bruto de Breslsu at aqui.
O Sr. Desfosss oio me lioha engaado. E*
lgubre o aspecto do lugar. Nio pude v-lo
direito quando cheguei, porque era ncite ; maa
no dia seguiole peta manhia, por ontra, hontam,
achei que a soltdio sabia arraojar as cousas em
regra. Em ara quarto de hora corr toda a parte
habitada desse deserto ; e nio vas crer que en-
coolrei, como nos nosso mais roiserareis burgos
francotes, quer ums vinba caprichosa correndo
por cima de ama porta, quer ama raadreailva or-
lando ama janella, quer um pilrileiro em flor
servlodo de separacio duaa cabanas, em cujo
limiar dorme um graode gato ao aol,qoer raesmo
jDella de ama rapariga um vaso cora reaed
junto gaiola de um canario cantodor. Nada
disso. S lama, miseria, nem una flor, nem um
pasearo, nbm una moc., nen un canponio. O
qae faria um camponex de loda essa esteriljda-
de Y De que, come.e porque.vire toda essa gente ?
Nao sei.
Ful entio passelar pela planicie que corta em
lioha recta o caminho de (erro, como ae tivesse
presas de fugir delle pasa perder-ae por entre oa
esptnhetros que cortara o norisonte, e airas dos
quaea eat a Austria. Faz fro como no raes de
margo no nosso paiz. Ao meio dia urna especie
de ralo de sol deslisoa-ae por entre duas grandes
ouvena psrdacenlas; dei-lhe aa coalas e sentei-
i me eobre ums podra, I margen de ora pantano
| onde coaxam raa invisiveia. Ali vi, devo dize-
i lo, algumas Dores azuea.myoaotis, a flor alleaia.
Colhl-as.ou meihor. deaenterrel-as.porque tlrei-aa
coa Ierra e rali, e pu-lss em ama chicara onde
parecen querer cootlnuar a viver. Aa criadas da
estalagem, aa quaes, entre paraniheaea, andana
sempre de p no chSo, o que poda dar-te una
idi do confortavel de Pleas, floran ramio ad-
miradas de que eu tivesse tanta trabalho por lio
pooca cousa. Nio tenho rulo para esUanhar-
Ihei iiio, porque era raiitas oocaiies, v meio
da minha vida feliz e superficial, tratei de crian-
ciee e asoeira, essas poticas disiracge daa al-
mas sonhadoras e enterras.
Voltando para o meu quarto, senlei-me ja
nella e oleipara o horisonte mostrando-ra'o
mira raesmo e duendo comlgo. Ella est ali I
Com effeito, atrae desse hoiisunte, ha oulro 8
mais outro. e quando se tem assim passado tai-
vea um meihor dalles, e que lodos parclam ser
o fim do mundo, chega-ae i Vteona, e ella est
em Vienaa. A distancia que raeu corpo nio po-
de veocer, desapparecia por tanto para o meu es-
pirito e por cima das planicies e das montanhas,
psrecia-me ver Annette, vivendo a vida que
Ihe conhego penaando em mim, conversando com
sea pae, eacrevendo-me, e o lempo desapparecia,
era pouco como o espago, e eu a va vir dirtgia>-
do-ae para mim, alegre, rlsooha, e estendia-lhe
a mi e Ihe fallara. Depoia como a minha aio
sA encontrara o varno, ea era (oreado a (echar ea
olhoa para nio ver fflaia esse espectculo deses-
persdor & forga de esperances.
Teoho-te escripto muito, e entretanto, ae
nio receiasse masaar-te, e se ea deixasee tras-
bordar neala cana todo o sentimentalismo que
encha mea coragio, aera duvida para tornar ana
desforra do meu scepticismo de outr'ora. eacre-
ver-te-hla ainda mnito mais. E quisera com-
prehender bem isto, poder occup&r e lempo al a
hora em qee a poata rae trouxer manhia umat
carta da duquesa. Se esss carta cooliver alguma.
cousa de certo, a,que te escrever aeri de ama
alegra louca como a que vos procurar escre-ter
i minha mier para tranquilla li icerca do aseo,
estado, porque ella dere estar mui assustada..
c Escreve-me todos os diss. Alo importa oque,
com taoto que raeeacreva para Pless, hotel o*A-
guia branca, (Pruisia). Ha um mes de corlo nio
descoottavss qoe me escreveriaa com este ende^
reg. At amanhia.
Se ea alo tinha cousas mnito alegres para
conta'r 1 Jarques, tioha pelo meoo noticias a
dar-lhe, noticias que, sera intereasa-lo pessoal-
mente, re feriara-se certa* persoaagens dea*
historia que, ao paseo que elle ia aoa coeflos da
Prussia procurar a coattMtcio do eea romeas*,
continuavam o sau em Pars, em ara eapaeeoM*
restricto, porm com emogoes fortes de averno
modo. Quero fallar de madamoiselle de* Norey.
iContinunr-K hm.\
PEM. TTP, DE M. t. DE FARIA t FILHOAWl.,
I

?
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