Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09879


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Full Text
encele 184'
7.
Quarta-fcira 51
O bl/""vj 0 refo d a roem < Bu"r,rlt| paso* aHiantados. Os an-
""f "^ .&" *So in'e,:iHM rM3 dc
nuncioi aoi fl ^ eM ty|H, 1jfl>renw> ,,
jo ts. por """^.rfe. O que nli forem assig-
repelces p por Buha, e 16') era lypo
PASESBALDANOMZDEM.RgO.
r|inj^- ...
... j o 8 minutos di manliua.
I.n.chfia. ti |iorM # ,, min> dg m|n,
Mingoanie, -<5 6 |-#( f mjn d> Mrde
);UicW, *"' 6 0 ','i', d' Wrde;
fe.
PARTIDA DOS CORREIOS,
Golannae Parahvba, s segundus e sextas feirs,
HB-(jrnde-dn-Sorl quintas feirasomeio-da.
Cabo, Serinlmem, llio-Formoso, Poilo-Calvo e
Macelo. no I.', a 11 e 11 de cada mez.
(>.ir.inliunse Bonito, a 10 e 21.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 1.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, todoa os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira, s l.otas a 30 minutos da menina.
Segunda, s 4 lloras e 64 minutos da tarde.
tle Margo.
Ann XXIII.
N. 75.
us n\ SEMANA.
z Segunda. 8. Pastor. Aud. do 1. dos or-
phSos, doJ.doc. dav.edo J.M. da J t
10 Terca. S. Demnino. Aud. do J. doclv.da I
v. e do J. depezdoldist.de t.
I Quarla. S. Henjainim. Aud do >. do ov.
da J v e do i. de paz do S dist. de l.
1 Quinta. 1%% do mcio dia at o lucio dia se-
guale) S Macurio.
2 ? 3 S.bbedo. S Ricaido.
V Domingo. S. lzidoio.
CAMBIOS NO DIA 30 DF. M\lftJ\
Cambio sobre Londres a 10 d. p. If rs. a
P.ris itl> r$. por franco.
a a Lisboa 96 de premio.
Desc. de ettras de boas lirnus I '/ P-/
(JuroOncas I espinhole.... S8JS00 a
Moedas de 6f 100 relli !?? a
de 81400 nOT .
.' de 4*000.....
/'rula Patace..........
i Pesos columnare...
Ditos mexicanos ...
Miuda......
IflfoOO a
llOOO a
f'iOO a
2/010 a
ifaoo a
IJ00
oo disi.
no mez.
jgfnhn
IBJtO*-
10|l00
lOO
SIMO
SM40
tltin
IfHO
Acces da comp. do Heberbe de 50JWO r. ao par.
mu
nambu
P/tfVTE CFF.CUL
B1SPADO DIS PERNAMMJGO.
CIRCULAR PARAOS REVERENDOS PAROCHOS
DESTA CAPITAL.
Coust.ndo-nos^iue na* ProUaOes proximaa fuluraa
da Resurrelcao pretenden) os festeiros introduiir um
acompanhainenlo de cavallo mancha dos que cura-
ndera o esiado de S. Jorge, o queso lie prrmiltido na
solemne procisso do Sacralissimo Corpo de Jess-
Chrislo, na qual por antlguissimo coatuine se admitte o
mencionado Sanio com o aeu estado; probiblmos inlel-
ramente este designio como albeio dos actos religiosos ,
deyondo estanossa prohibicao estar cm vigor cm qual-
quer proclsso, que .nao seja a por nos ja indicada.
Certificados prximamente, de que as festividades ce-
lebradas ein alguns domingos da Quaresma, ou Adven-
to ^ apelar de ser prohibido o hyinno (loria in txctltii,
tei este Sido cantado pela msica posto que nao en-
toado pelo reverendo celebrante reprovado, determinamos que nao seja litis repetido,
coifro repugnante ao rito proprio daquelles dias. Pa-
lacio da Soledade ein 27 de marco de 1847.
Joio, hispo de Pernanibuco.
'po
PORTUGAL.
Carta que S. JM. It. o principe O. Pedro
de .Ih untara dirigi ao coronel Fer-
nando da Fonseca tWetquita s Snlhu
ao receber a noticia da victoria de Tor-
res-Vedra.
Meu querWo coronel.Milito* parabens pela sua
boa conduela e a dos nossns bravos granadelios na
accao de Torrcs-Vedras. PCco-lhe de estar conven-
cidn quanlo eu estou contente de ser coronel de un
o to valiente corpo, e de dlzer isto aos olliciaes e sol-
dados do mesino regiment. Encarrego-o de fazer
os nieus cun.primen tos ao nosso bom inarrelial, c
acredite-ine seu alfcicoado.I) Pedro, coronel do re-
ginieuto de granadeiro] da rainha. >
Itr*posta do coronel Sola a S. .-i. it.
a Senhor.Se alguina circunstancia ha, que poisa
llsoogear a meu pequeo amor proprio. foi a distinc-
la honra que me coube, dignando-.Sc V. A. R. diri-
gir-me ein una carta cxrwesses de satisfaco, ap-
pi ovando a conducta do seu bravo regiment e a mi-
li ulia, na accio d 22 do corren te Inez.
Na verdade, Senhor, os olliclaes esoldados torna-
rain-se merecedores da grande dislinccao que vossa
Alteza Real Ibes fez : o seu brioso coiuporlainento ga-
" nhou mala uin titulo no dia 22.
,Cabendo-ine a fortuna de ser orgSo dos senlinien-
tos de vossa Alteza Real para com o regiment de gra-
nadeiros da rainha, e tendo cumplido esta determi-
nacao, devo coinmunicar a vossa Alteza Real que o di-
o to regiment manifestou o seu reconhecliiieulo sau-
dando ao principe seu coronel.
Pela iiilnha parte, Senhor, contemplo-me feliz.
guardaudo'um penhor, com o qual |ue honrou o meu
coronel; esta felicidade'augnienta-se sendo transinit-
lido pelo marcchal Saldaulia, cuja pericia me tem
couduzido victoria. Todas as minhas cxprcssea
de agradecimento, sao inferiores ao sincero despjo
que me acompanha, patenteando a, mala alta consi-
deracao coui (|iie me glorio ein ser, Senhor, de vossa
a Alteza Real, subdito mu iespeiloso=^/"'rrnonrfo da Fon-
Maquila t Sola, coronel dos granadeiros da rai-
. iiha.=Acanlonamento cm Torrea-Vedi as, 25 de de-
/.embro de 1846.
NOTICIAS DIVERSAS.
DA CAl.VAKO-Pl)NCTURA NOS AKXUBISM4S. A CIUrgia
lie dos dous ramos da arte de ourar o que mals obras
faz e menos palavras diz, elabora neste momeuto, ou,
para luellioi dizer. consolida um grande progresso rHi-
tivamente ao remedio de urna terrivel molestia que,
uuando o tem, no hcseni grandesdlfllculdades. A cura
dos aneurisma he mullas vezes possivel por nielo da
liaaduradn arteria; mas a operacao, nao poucas vezes
arriscada, he, e.n todo o caso, mu dolorosa: trala-se de
umnovomrlhodo que, por ora, tem dado pouco, mas
que promette milito c muito, por cujo luio a cura poue
ter lucar sem haver necessldade da operacao.
Haver setepara oiioannos ( cm 1838; que, rellectln-
do o doutor Prava na propriedade que una coi reme c-
lei trica que se faz passar atravea do sangue ou da alb-
mina, tein de coagular estes dous lquidos, disse que tai-
vez esta propriedade podesse ser aproveitada para uin
tratameiilo mais fcil dos aneurismas. Ningucm cnlao
deu importancia alguina lciiibrai.9a do experimenta-
dor ; pirem, lias scirnclas naluraes, quando as le.as
o boas, nunca se prrdein. 0 germen creado pelo cn-
irenho dc um he fecundado mais tarde pelo talento de
outro, echega finalii.culeao seu completo dcsenvolvi-
niciifo. Asslm acontecen no caso prsenle.
O doutor Petrequim, primeiro cirurgiao do hoipiiai
de Leaode Franca, aciba de Ian9ar mo da sement lan-
cada no campo da scien'cia pelo doutor Prava, e dc la-
ze-la frucliflcar. O novo ptocediinenio que elle coineca
a einliiegar liara o trataniento dos .aneurismas he o e-
L'Uiute Pegacindiiasaenlhas daquell.as, omque se
costuma praticar a acupunciura. e pde-as e.n coin.nu-
nicacao coi" os dous polos de urna pilha galvnica. Isto
feto Iniroduz as dua agulhas dentro do tumor aneu-
risuil, e no ponto do contado de ambas ellas obtem
una correnle galvnica. O sangue coineca Imined.ata-
inentc a coagdlar-se; e, para que a coagulacao ganl.e
,o, muda-se dc quando em quando a poaicao da
aKu.as n.nvcndo-asem diversos sentidos, allm de que
a correnle galvnica obre no-|iialor numero que poder
ser de nonfos diile.entes do tumor. En. a coagulacao
excedo aceito poni, coineca,,,, ..jpuU.,-*.do.
tumor a faer-se menos pereepl.vei, e a nol "^
todo. E.n este resultado se obtendo, esta a>mMu' g
rada. O lempo necesssrlo para ^ lmpUciima ope-
racao dc acupuncturahe de .0 a(e 14 minutos. Antes de
\on'ec.r a operar, Uenecessario comprimir nuanlo *'}*
rjculM, a arteria cutre o tumor e o OT*
que a eswgnajao do sangue seja mais fcil. He necessa
rio tamb,-m cobrir as duas agulhas, com que se opera,
de tuna cantada dc verniz solante, por dous motivos ;
primeiro, porque com isso se- diminue inulto a dor oc-
casionada pelaperfcracao das paredea do aacco aucuris-
inal; segundo, porque se conecutra por tal maneira a
correnle gaWanlca no ponto do contacto das duas agu-
lhas dentro do sacco, que abrevia mullo a opera-
cSo.
O dotnr Petrequim executou ja tres vezes a operacao
pela maneira por que acaba de ser descripla. A pri-
meira tentativa Hcou intejramente sem resultado, o que
o aulor attribue i incerteza e vaeiUayao de quera exe-
cutapela primeira vez urna operaciio, cujo.rcsiillado
anda nao fui confirmado pela experiencia: a segunda
licou igualmente sem resultado por causa da Indocil.da-
ledodoente; porm a tcrcelra oi utciraniente feliz.
Tratava-se de uin aneurisma da arteria temporal. 0 tu-
mor era da-groasura de urna aniendoa, indolente c for-
teinenie pulsativo: o lempo en,pregado na operacao foi
de l2 minuto. ..,, ,
(Diario do Govtrno.)
ni mb ea mi pH*aaaiTmaiTTrTrTTrrr"-*^^
PERNAMBCO.
SESSAO KM 29 DE MARCO DE 18W.
ratsiDENcu do sa. soozi tiixeisa.
(Coatinuarfo do n. anleedral).
O Sr. Nsllo: A eommisssao ptle convir nellc.
0 Sr. Villela Tavan$ : Est velho!.....
OSr. Laurentino: Estar pateta ou decrepito? (Hua-
sVm{. O parecer et dado; portauto voto contra o reque-
rimento. ,,,
Outro slm, Senhor presidente, nao leudo podido con-
forinar-ineco.n as occasifles que o nobre depulado tem
aprove'ilado para fallar tao repetidas vezes ein e.nbaca-
delat: parece-me que o nobre deputado por esle lado
nao trata a casa com demasiado decoro.
OSr. Stllo: Mais esta I
O Sr. laurentino: Embacadclas aqu, era consequen-
ciade dreises?!.....
O Sr. Nunes Machado : Ha multas.
OSr. Laurentino: Classificar-se declsocs ,deta as-
semblea como embatadelas. me parece que nao lie mul-
to lisongeiro ; porque nao tem o nobre depulado a ge-
uerosidade de declarar qucui sao esses embacanies.
O Sr. /Vedo: Isto nao he generosldade.
OSr. Laurentino: .Gcnerosldade he cajar a uoca,
eslbem! calo-me Umbem. ....
Encerrada a discussao, he approvado o requerlraento
doSr. Nello. ___.
Entra cm discussao o parecer dacommlssao ae orya
ment acerca da prctencao de Jos Bemardjno d.e Sena,
adiado na seiso passada: .
OSr. Nello pronuncia-se contra este parecer : l por
nao no Jer conceder ao peticionario o direilo que, para
perceber a gratilicacSo que requer, Ihc (fCoiihcceu a
coinmisso, sob o fundamento de nao ser o mermo peti-
cionarlo obrlgado a reger una cadena que na a sua,
como a" delinca nacional, c.fi que ha leclonado c con-
tina a lecionar ; porquanto esse fundamento desappa-
rece avista do regulamento que a2 de mar5o de lM
ra dado ao lycco pela presidencia da provincia, e que
autorisa o director desse estabelecimento Literario a Ta-
zer substituir qualquer dos respectivos piolessores, que
se adiar impedido, por aqucllc dos nao impedidos que
mals habilitado Ihe parecer para ler uas >er'"' =''J0
ensino eslava encarregado esae e.nquemoiniped men-
t se manifestou: 2.porque, anda mes.no jue esta cir-
cumstancia se nao ddsse, nao era da quola das desp. zas
eventuaes ..lie se devla tirar o quantitativo necessar o
para o pagamento de semelhante grallflcacao, pois que
sendo essa queta reservada para aquellas despezas que
na confcccao da le do orcamenlo nao poderam sei cal-
. ..______^..^n.i\.....m. a nue ella
OSr. Villela Tavtrn (pelo ordem): Senhor presiden-
te, ha muitoi dias que nao corrijo ,os mcus discursos,
e costnmo pedir aos Sis. lachygraphos que resumam.
Teem sabido nestes ltimos resumo algunias cousas que
nao tenho dilo, e tenhu delxado passar, porque sao cou-
sas de pouca monta, inas.oo de boje nao posto dcixar
de fazer algumas rectincacoes.
Primclramente eu disse, tratando dos objectos dc chi-
mica e physlca. que estes objectos estiveraui sob a guar-
da deManoelGoncalves da Silva, caixriro do Sr. doutor.
Sarment; raa. supprim.r.n. a palavra jM SfiSTSVo"SoV^T"""fl^eelrQ."'."qW t
ram smeme = sob a guarda de Manoel Goncahciida c^lafi". ^qu0^.?,d3,pr,as conveniencias do servlco
Silva -= e Manoel Goncalves da Silva he um negoc-aBlc, he17.lall*a>.*,'"^''",* Snnlilvamente volada seme-
ej. repuue.0 nio tenho .UeiicSo deferir. Depois se pub,co; no e ach.rdo dej. ';"'/^ trular da
dizJnesse reumo que eu fallara em 85 volume. de chi- 'a"'';^"^ s"do considerada pela
aqu vem Bergellus, e nfio sel mais o que. Nao falle! W lecei :^e ao re e I d|2 ooradorque. mes.no
eon,pedos, e enlretanto vem no resumo. uc cu di.se- f, o, ma anu a^do c contra refe,.|do
ra que esses compendios d"aPP:,,Pcera'"nll^n a'.,0 "' *^.cconhecessc a justica do pagamento, nois
curios nao sa'o compendio,; he precia*. J**"**? ^"C e. a i^i oavel mandar salisfazerdivida, inoder-
ter conhecimento algn, para chamar compendios a que nao; sena ta ent0 acWa|. c remelter para o
obras, tao grandes......e dlllusas..... v as s-o ^ anllga4 como a
2fC^~&^"^ir ^^d S?. Jos Ramos "de Ol.veira. e a. de outro.
objecto]; pode ser que elle vendesse masen nao dlsse mu'tos credores. pr0,ldfnlc, a commlssao
fazend.eorcan.enlo deu este parecer sem recorrer
Pgislaco da provincia, porque suppoz que fe hila
h v.. ._ ..i.... ..... rnni'pnrida me o ncticio-
. Emenda addltlva ao artigo 10. Aceresceote-se =
inclaiiee um cont de riii para a matrir de Sirinhiem = ; o
mais como no artigo. -- Hfjo Monleiro. Peixoto de Un-
to. -- Jos Pedro.
a Emenda para ser collocadi no titulo 4.', como me-
Ihbr convler. O presidente da provincia mandara le-
vantar a planta e orcamenlo de factura de um edificio
que sirva dc cadela, casa da cmara e jurados na villa do
Rio-Forinoso; e tranjmltlir assembla. Reg asToa-
leiro. Peixoto de tirito. .
. Emenda ao art. 10. Sendo elevado o "fu*"*0';?,
substituto das tres cadelras de lalim desta cirtade a nwn
rs., 4:500/000 rs. Peixoto de tirito Reg Monteiro.
. 5 additlvo para a recelta. 500 rs. sobre arroba de
sabo de consumo, excepto o do fabrico da provincia
VVllgo addltivo. 0 art. 1. da le provincial u. 82,
de A de malo de 1840, que estabrlrce 25 anuos de servi-
co para aposentdoriadosempregadosprovinciaes, com-
Prebei.de tambe, os servicus prestados no corpo de po-
lica. Reg Unnteiro. n ,, a.
. Para ser enllocado aonde convier. O presidente aa
provincia dea autorisado a contratar com qualquer par-
ticular, ou companhi nacional, ou estrangelra, a cons-
truccn de um caminho de ferro que communlque esta
cidade cora a de Olinda, concedendo o privilegio at 25
annos. Love Ketto. .. '. ._
. additlvo ao art. 3* do tit. 2.' Com a cadela da
villa do llonito, Picando o presidente da provincia auto-
risado a mandar construir, no caso de Julgar mala con-
vcnienle, 2:000* rs. S. R. IoeAa.
. Emenda para o titulo8.'.aonde ser.enllocado como
convier. -- Com a conlinuacao do cae, denominado a-
mo, na ra da Praia, a terminar ein liaba recta com o
primeiro oit3 <" casa de Antonio Vieira, e duas rampa,
a quantia de 4:000/ de rl. S. R. '9a*'0"'": "
Aoart. 16,-Depois das palavras = Pdo-do-Alho =>
accresccnte-se=eum cont de rt'is para o reparo da.
matriz dearanhuns Faria.
Aoart. 19 -Cora o seminario de Olinda, elevndo-
se o ordenado dos professores a um cont '''?*
substitutos a seisceuios mil res, altrese o quantitatr-
vo. Perrira de Carvalho.
. Emenda aoart. 11, nico. -Accrescente-e= dan
do-$e ao profiiorez de fra da cidade a arattiieacio de XI
,.. rara o mamo fim. S. R. -/''''' *" ., n,
/ao tiiulo 2, art. 3. No 4. Eu. lugar da. pa-
lavroa = com a ponte = diga-se = para dar principio a o-
bra da ponle rfo Joiwmim =; o mals como se acna no para-
grapho. S. R.-Cunha Machado.-
tal. foi o Sr deputado Joaqnim Villela.
O Sr. Joauuim filela: Eu disse que oflereceu.
OSr. -Villela lavara : Vem como meu outro aparte
ao discurso do Sr. Nello = Elle ten. JDUito 0J9J"
na ierra =, tambera nao he obra rainha, lo i o Sr. Nunes
Machado que disse isto: portento peco BoSr. *******
pho que mande esta reetifica3o para o Uiano, poique
este resumo nao est fiel. (Apotadot.) ._..
OSr Nunet Machada observa quernaodisse que oar.
doutor Aquino sabia onde estavnmos o'J.'cto>fdcl';l','1|,1,
ea e phvsicaque desappareceran, mas sraente que elle
hav dito que os objectos liiiliam sido fuados.
Entra ein discussao o seguiite parecer :
' A commisso de Instruccao publirn, leudo con, a de
yida attencao o requerimrnto do professor de priweirai
letlras da reguezia da Vanea, Angelo Custodio da Sih *
rraoozo, que pede a gratilicacao marcada nalcigcial
dc 15 de olubro de 1827, artigo 10, assenlou ein que o
mesmo professor. i vista do documentos que apiesen-
tou, ten, iiiquestionavel direilo a mencionada gratilica-
cao, vi.to que o artigo da Ici citada nao e acha revoga-
do, ma sustentado pelo artigo I .capitulo 2. da le pro-
vincial de 10 de junho dc 1837. He, portanto, de parecer
a inesma commiisao que. o peticionario deve cncaini-
nhar a sua supplica ao Exm. presidente da provincia, a
que.n pela mesma le ge ral cumpre determinar a grati-
licacao que o spplicante pede.
. Sala das sessOes das coinn.lsses da assembla legis-
lativa provincial de Pernambuco, 19 de abril de 18. -
Dr. Figuetredo. Paa de Andrade. ....
t ir Aetto, depois de diversas reflexocs, manda a me-
sa o seguinte requeriuieulo que, apolado, entra cm dis-
CU'lleaueiro que o parecer cm dlscuso e todos os do-
eume.Uo.em que elle se basea, seja.u remel.ido.acom-
,iMao dc iuslruccio publica para Inlerpr acerca del-
*$%E22-. >' P-'^n.e,como o obre
depulado o Sr. ..' Secretario, oUereccndo a ds.doss, o u
paoiecto que se dikcule, dissesse que o fazia ap
meu, levantei-me para declarar casa queo.pe..clona-
rlo sobre cujo- negocio Toi dado o parecer. V**
iudagasse do eslado desse seu negocio, adiailo de.de
1842, c lizesse por Ihe dar ndamelo: na qual.dadc u< ^
cimente dc deputado nao tenho outro letercaie. e lauto
quenen, li seu requerimenlo, e nada sei dc sua pie
afeun vez que me levantei para fallar sobre a ma-
lcra, nao delxarci de responder ao nobre deputado, que
oioachoraoauBlclento para q-e o ^J'PU^
decline, se dcclin.cSo se pode chamar, o parecer da
rniunilsalo de iiistiuccao publica de 1842 para a com-
^ ao de' in?,ructao puWiL Cu./. A co.nn.issao que dar rr .M*H*"'" ^a^^Tu^H^qu o ex-
deu este parecer e.tava to revestida de poderes legisla- quola pa.a as deapwa. e .u do Sr Jo,e Ra.
,ivo, eono a actual cou.mla.So porque era composu,i de ,, ira.do .^.asa '. u,4 u. ^^ o,o
liomens escolbido. pela provincia como a actual : sen ...os de.0''" ",a. "" 'causa do peticionario, escusa-
It,i mu dado se o nobre depulado nao o acha admis- pretendo mal adtogar a cau i
J.Iv", ctiibu-o. inoure a lela en, vigor d o voto que do he entrar nC.ta questao.
Ihe parecer; mas nao quelra que se nullifique um pare- ORDEM DO DIA.
commisio.
OSr. Netto: Ninguera nullifica.
O Sr. Laurentino: -Log^o que quer que va a outrii eon,
missSo, dando esta futra ocu parecer, o que vem a
ser ete r
d
leifist.icao ua iuu.mv., |.->^ _..,.,.-.
desnecessa.io. visto achar-sc convencida que o peliclo-
nario nao poda ter contra si le alguina que o obf igas e
ao se. vico que presto.., e est prestando Eu certamenle
tenorava que exislia este regulamenln, e nao era pos-
ivelsuppor a sua existencia con. a. (I sposices quo i.ri-
le(Veoneiii. quando eslou convencido que esasdi,-
noicoe..3oon.rrias boa raso e s conveniencias
pukaai ponamoniohavia procurar urna lei que me
persuada niio dever existir. j.ir H>
Com elleito, Senhor presidente, nao pude de xai de
,orprende.-n.e ao ouvir ler pelo nobre (deputado que
mpugnou o parecer o regulan.ei.lo que contrara a
rtencao do peticionario. Nunca ...c persuad d ex.s-
rencia de urna lal lei. porque certamenle repugna a boa
raao me'.o nosso p.'Iz os professoae. do Uceo seja,..
ob gado, a se aubatluir muluaraenle na.cade.ras por
So que inconte.uvelmenle elle, .c acharao inhabilita-
do, ,'i'a o fazrrem com ulilidade do, discpulos, e tan-
to miis deve.no. estar dislo convencido, quanlo sabe-
no que e.les professnres nenhmna. p.ova deram de ,e
"harem apios para desrmpenbarem toda ascadeiras
ean.es pelo contrario sabemos que as .na, uomeaces
nar" profesores tiverara lugar por-eren, elle, conl.e-
cidoscouio prollssionaes smenle nas materias das ca-
delras aue boje occupa.n. ,
He muito sabidaa rasaode senomear para cada cadena
de ensino publico um professor que nao lenha ou.ra
cousaafaze. senao o desempenho da cadeira que ihe
cnipete.O proressorque asslm se emprega nao pode dei-
aTJe i.er".sar-sc pelo desempenho dos seus deveres, e
adquirir a aptidiio precisa |wra se tornar bom mestre ,
Por islo que concentra todo o seucsforco era u... ensino
,Ppor*estas rasOes, po>. commlssao nao se podia per-
.uadirque una lei exislisse, que obrigasse a todos os
profrssore. do lycco a se substituir!.! muluainenle
menos que concdesse a paga do serv.fo da .ub.t.tu.cao
quando se nao dsse com esta paga a duplcala do or-
denado, Meando assim o servlco ora p.go. ora nao., Por-
tanto, j v aasseu.bca a rasao po,-que nao recorre, a
commiitao t leglslacao da provincia. He verdade que
o
'fllRO~DTPEIl.yilB[fCO._
aXCn, 30 B MA&OQ U7.
Recebemos jornaes liiglezes at 19 de feverelro pro-
,,A ran'n'v'c'torla, a real familia e a corte achavaime
no palacio dc Bucklngham. .,_. .
A rainha deu bcljaino no dia 12 a tarde no palacio de
'aUeccu o duque de Northumberland, uin dos 20 du-
ques do pariato da Inglaterra, representante da antira
casa de Percy, e immcdiato era precedencia ao duque de
^["Infon'ilonarchigue ,'jornal france,; ,nnunclou a re-
oepeaode cartas de Londres, duendo que lord Pal.i ers-
lon havia dirigido una nota a cada urna das potencia*
do Norte, para pedir-lhes asua opinlao, no caso que o
caaainen o da rainha D. Isabel (de "Pnn")(.fi*,.,e.e,ie;
, I. e o do duque de Montpensier pro Ifleo. Cria* em
Londres que resposla dos tres gabinetes chega, a.m
Londres a 20 de fevereiro. Lordl'almerston in inuou
na sua nota que o gabinete inglez se dlanorla em la ca-
so a recouheceros direilo* do conde de KMM
que seria para desejar que as quatro potencias tlvesseitt
nina opini.io unnime a respeilo. .,i.
Um despacho telegrapl.ico de Dalonna ann .nciou que
o infante D. Henrlque tinha .Ido ban|ilo da Hespa .ha, e
ronduaido a Barcelona..onde deyia embarcar .jara^a
Franca. M. Mi.ley. agente.polltlco ingle.. bMhvP-
so ein Madrid, e levado por urna escolta militar para a
fronl-ira da Franca. r.-.irn
Corra geralmente e.n Londres, no da 15 de feverelro.
qne D. Miguel, o qual constava, havia inultos das, que
se evadir de Roma, tinha ebegado aquella capiul. Ti a o
temo,, di/, o rimrz, oulra auloridade para o aeredlur
senao un, boato mullo predominante e naapparencia bem
authcnlicado, e a nossa correspondencia lndu.-no a
cor que elle aegiiir de viU-VecChia en. d.rriiura a
Portugal. Todava, confiamos que, se o real fugitivo e.ta
realmente entre n, a vigilancia que ...pedio a .hida
da expedicao de Flores, cuma tentativa ma *
para introdualr armas e muniede em Portugal por con-
trabando, ser bastante para pr"varaquclle Pa>*
que tanto ten. ii .otlrldo com a w/^1"--'C.0,iS
tentativa revolucionaria pelo mais falto de principio*
dos prelendentes. ... M *tmmi i
T i-i-se tambem osceulnte na Untan Monarchiye.
inda contimiam negociaffles rel.llva. ao casainento do
conde de Monteniolin M tE^SSeS^k Jrice
l u, i |-.-------------
Ico Guilherme, re da Prus-
_ feverelro, foi convocada u-
!a ,",oJvTdie.a"uV;i'da pru.siaua. ou eslados ger.es.
cuia rcuuiao deve de ter lugar naquella cidade a
abril prximo futuro; e o m abrir eu. ]
bla.
"Podia'dar a. r..oe. que leve a >0Pr\ J
dar fazer e.le H**^~1!Z^~E2'I ''ex-
ipessoa aaaem-
Temos visu as gasetas que pos trouxe o vapor latps-
ratrix, chegap hoje dos portos do Norte.
As do loar atcancam a 24 do correnle, as do Mar-
nhao a20 e as do Para a 13. .
Na ultima deslas tres provincia verlficoo-se a 8 oo
predilo me a abertura da assembla, que fra extra-
i ae ioi o itno. j ordinariamente convocada pelo presideule, o Exm. Sr.
Sao apoiada, para entrar em discussao a. seguinles e- Jufc .^B^^^ W??
"Tflcam isento. do imposto do. cocos, capim de plan- policial, que S. ^a-^^"J^J^ai^f^
uemlunca*. os predios que pagan, declina urbana. -- nio achara promulgadas, e cuja palpitante neceMtoa-
Pe'xoodeUrUo. Jet P4,o.-%9 Monleiro. \ de nlnguem decohecer.

4
. Ao'titulo 1. art. 16 Accretccnte-se = eom ojre-
,.; ehaveno sido considerada pela 'Xmtiri, da freguexia da cidai de Goiann; MMOJ
ue a formulou, a despezj de que | %J?l R. CuSaa faenado. .
(CoiUiniiar-M-na.)
\\'


Computadnos o rclatorio que na sesso da abertura f-
ra||doporS. Exc. e, doixando de occupar-nos das me-
didas que ahi sao propostas, e que na sua totalidad? iimi
ajustadas dos parecern), nao podemos eximir-nos de
extrahir dessa peca offici.il, para regislrarmos tiesta
pagina do nosso jornal, um faci que nos leva a formar
mili (o boa ideia da actual moralidade dos Paraenscsique
demonstra achar-se o canibalismo banido dentre ellos ;
que concorre para concebermos a grata esperanca de -
mais ua vrrmos figurar fin scenjs tao sanguinarias eluc-
tuosas, comoas que se representa! am na vinagrarla; que
nos convence de terem abandonado'oreprovado syslema
de se viugarrm por si mesmos dat ofTensas que stippu-
nhamhaver recebldodns seus iguaes, Oatt das proprias
autoridades, a cuja superintendencia estavam subjeitos;
que inulto os honra em flm : e este facto he o de nao ter
li iv ido naquella provincia maisdo que um assasslnato no
espaco de quatro mezes e alguns dina.
as nutras duas provincial nada tinha occorrido de
extraordinario.
O Cear continuava a ter fortes raspes para arrecciar-
se da secca c cnhtava um peridico de mal, o Iris
Cearente, publicado pelos equilibristas que, aguilhoa-
dosquasiquotiianamente pelos ("rentistas C opposlcr
nistas viram-sc na necessidade de crearem esse peri-
dico para vulgarisarem suas ideias.'e defenderem-se das
bem ou mal cabidas accusacSes que nao cessamdefazer-
llies os eolios dos outros partidos,
OMaranhao a receber mais dous beneficios do seu
digno adminissrador : ~ a reforma do methodo de en-
sillo, ejecutada de manelraa torna-lo tao regular e pro-
veitoso quanto convem que o seja ; ea reurganisaco
do thesouro provincial, operada de forma a p-lo as
circtimstancias de corresponder cabalmente aos fins da
sua crcacao.
Firmes no proposito de transmittir aos nossos subs-
criptores as inToi niacOcs que pdennos obter acerca do
nio-Grande-de-Mortc vamos extractar aqu algumas
das noticias cometidas em una carta que d'alli nos
mandaran!, com data de ante-hontem, 28 do crreme.
No da 22, arrombaram os presos a cadeia da capital.
O arrombaineiito leve por consequencia a fuga de tres
dos criminosos que alli se achavam enclrcerados ; mas
j tinha sido capturado aquello dos fugitivos que mais
cuidado dava polica, por se adiar condemiiado
murta
A fonic aluda flagelava os Rlo-Crandenses : apenas
npparrcia algiim poixe, e este mo eem multo pequea
poreno ; e a farinha que liavla no mercado, mu es-
cassamentc o poderla abastecer ate t do prximo futuro
me*.
Variedade.
NAVFGACAO FLUVIAL.
Em fins do anuo passado fol publicado em Hruxellas
pelo encarregado de negocios de Bolivia junto do go-
veruo belga, D. Vicente Patos, urna memoria com o ti-
tulo de Vurijaion tur le fleuve des .smiuonf ou mouen de
la vapeur.
Julgando ter feito um estudo aprofundado sobre este
importante assumpto conceheu logo o autor do Impres-
sna possibilldade de se ellectuar una comniunicacao
lluvial enlre a Europa e os palzes banhads pelos ros
lluallaga, Ucayali, l'iitumayn, Madeira e Rio-Negro,
que vao desaguar no grande rio que com diversos no-
mes forma o curso do Amazonas.
Refere que em fhiladelphia vira pela primelra vez
navegar-so o Dolawara por nielo de vapor ; e enlcvado
de emliusiasmo por este motor deixou-se de prompto
arrastar a todos os molos de accim para emprehendor-se
igual navegacao por essa parte do continente america-
no, que par falla de communicacrs interiores para
vnegarao Atlntico trm de atravossar o cabo de Horn.
Bill snas cartas publicadas em 1819 em Nova-York,
quando toda a America hcspanhola eslava e:n lula com
a metropole, e proclamava a sua etnancipacio, leve D.
Vicente de Pazos a Ideia de que Portugal devla ser onns-
trangido a franquear a navegado de seus grandes rins
no Brasil, como vas naturaos, por onde aquellos povos
podem mais fcilmente pr-sc em contacto com as na-
ces coiiimcrciantesda Europa, mas avancadas na civi-
ii- i ni moderna,
Constituidas as colonias hespanholas em estados li-
vres c independemos parlio aquello cldadao boliviano
para a Europa, e com incumbencia de son govornn, co-
mo assevera, dirigio-se a varias cortes para a realisacao
dessa emproza.
A Franca fol a primeia roqnestada ; mas os dous mi-
nistros do gabinete em 1840 e 1842. Mr. Tillis e Mr.
Ouizot, nao se doixaram soduzir por suas descripers
romnticas do porvir c gloria reservada aquello pala, so
fosse por elle encelado o grande iiiovimenio na navega-
cao lluvial da America meridional, seduccao alias ln-
possivei com estos dous estadistas do omnente patrio-
tismo, mas de profundo saber, e que bem couhcciaiu os
piiucipios c interesses da Franca na manulencao dos di-
reitos dos oslados, com quem nutre a mais perfeita har-
n.(mi i e .un/ ule.
Foi, pois, dado de mito pelo governo francez um plano
que s de conquista podia ter o nomo, c que a nciihu-
ina potencia devia deslumhrar por mais roaos que fos-
som as vanlagens provenientes de sua execucao.
0 porto de (ajeiina na Cuyanna franceza'era o ponto
culmiiaiite sobre que se procurava altrahir a Franca,
como devendo servir pela sua posico goographica do
emporio a todo o commcrcio, entre a Europa e Ameri-
ca meridional, pelo Amazonas.
0 islhmo de Panam era posto de parte pela difl'ereii-
ca de clovacao de 125 metros entre os dous maros, cujas
agoas seria fmpossivel reunir por um canal, scui uina
infinidade de represas e trabalhos hydraulicos, como o
demonstrou o resultado de nina exploraco promovida
por Mr. Guizot.
Tachando de demasiadamente escrupuloso o governo
francez, quando ge tratava de um benolicio para o uni-
verso, desanimado, lancou-se D. Vicente de Pazos nos
bracos de outros governos. A' Blgica, Ilollanda eZoll-
verein, representado pela Prussla, fez elle iguaes pro-
postas, as quaes forana por estes estados semelhaiitc-
ini ule 11 jeitadas.
As suas es peraucas dirigiram-sc cntao para a Ingla-
terra, onde j em oulra poca liavia sido rrpollido, c
ainda desea vez foram ellas fruslradas; e por ultimo
para o Eslados-Unidos, como o paiz onde oper.im io-
do os diaa prodigios as descobenas de Papin e Watts,
agualdando d'ahi melhor xito pela exploraco que diz
ja ter (ido feita por navios ameiicanos, sob a diroeco
do capilao Klause, pelo rio lluallaga ate Fingo, pouco
distante de Lima ; c pelo rio Gastosa ate Amloca, limito
do Per com a repblica do Equador. Doixemos de
parte cata empreza, tantas vezes solicitada polo encar-
regado de negocios de Holivla, e tantas vezes laucada
;i iiiargoiu ; oceupemo-nos por um pouco dos princi-
pios que devem regular n navegado lluvial.
Esta navegacao reconheeeiuos ser de un grande al-
cance poltico e commcrcial, e foi pela sua transcen-
dencia que se sanccionaraiii no congresso de Vienna
regras flxa, apoiadas na natureza das cousas, confor-
nies a raso, hoje j consignadas por trtalos e convn-
ceos que coiistiiuem o dircito das gentes moderno das
nacoes.
Segundo estes principios, sao proprietarios dos ros
os do suas margos, e s podem ser el les navegados li-
bremente por outras potencias, por concessao especial
dos governos que as possuom.
i m.'.',le "'" di""" '8Ual ao 1uete' "'> esudb de ha-
bilitar os seus portos. coiisrqueute com o que todos se
reservam a navegado cusleira ou de cabolagein para
seus proprlos subditos que no caso de que tratamos
ttein poderla ser donomiuada de pequea caSotagrin '
Como pois pretend r a navegacao dos ros sem previo
consenttmenlo do estado que he banhado por suas a-
goa* \
Anda mais : esta navegacio tras de necessidade aps
si o uso das margena; ha a pagar, como nos portos ha-
bilitados, dlreltos propiamente luviaes, dreilos de al-
fandega, e outras contribulc8es c no pode deixar de
serpollcada. Estes direilossao Inherentes soberana
do estado, em que os ros estao encravados ; e tema-la
pois sem previo accordo que a regule, tanto na parte
fiscal, como policial, serla una offensa flta mesina
soberana.
Nao "negamos que muitas vantagens viriam aos esta-
dos vizinhos de atravessarem o coraeo do imperio pelas
suas agoas ; mas s a este cumple allender aos seus in-
teresses e habilitara navegado de seus rios por conve-
nio, ou por outro qualquer meio, como, e quando Ihc
convier, o .com o inesmo dreito com que abre os seus
portos, e franqueia suas bahas, coscadas e surgidouros
ao accessn e coinmercio estrangeiro.
Aqu cabe, porm. notar que, posto seja navegavel o
rio Amazonas por 600 legoas no territorio brasilelro, e
ainda alm dos seus limites, cointudn nao succede o
mesmo quanto ao Madeira, de um curso no imperio de
mais de 100 legoas, inacccssivel navegacao em raio
de suas 17 cachoeiras.
Mas urna garanta acabam de offerecer a Franca e In-
glaterra de que se nao deslizam dos principios eonsa-
rao* no memorndum do barao de Hiiinboldt. plenipo-
rnclniiu Ja i-russia no congresso de Vierina, e neste a-
doptados como j foi dito, e esta garanta se depara oin
iina ilas bases proposlas para a pacificaco das duas re-
pblicas do Ro-da-Prata, Alli se reconheccu a navega-
cao interior siihjeita nicamente aos regulamentos e
leis da Repblica Argentina, emquanto esta oceupar a
suas duas margens, e este principio nopde deixar de
ser estendidn a todos os outros estados, ribeirinhos no
uso de seus rios.
as nstrueces dadas ao baro Deflaudisj havla si-
do este plenipotenciario incumbido de reclamar ni-
camente a i'ieuiil.nie de navegar o Paran, nao como
Din dreito que a Franca se arrogava, mas como una
recompensa de seus srrvcos as agoas do Rio-da-Prata,
e quanto Inglaterra ainda mais explcito liavia sido
lord Aberdeen, quando doclarou que o governo de S.
M. Hrtannca nao pretenda excrcer dreito algum de
navegar naqulle rio.
_________ fCon(iFiuar--fia).
RENDIMF.NTO
COMMEBCIO.
Alandega.
DO DA 30.............5;259/J00
DESClSnEGAM HOJE 31.
Ha roa (tobe merradorias.
Ilrigue-escuna Josefina dem.
IMPORTA COA'.
Globe, barca americana, vnda de Phladelphia, entra-
da no crreme inez, consignada a L. C. Ferrelra i Coin-
panha, manifestnu o soguinte :
1,729 barricas farinha, 100 ditas breu,300 Iiar*rlszInhos
bolacha, 30 caixas cha, 10 meias ditas dilo^ 31 caixas fa-
zendas de algodao, 3 harriscom aveia, 2 altos cevada, I
caxinha papel; ao consignatario.
Geral
Provincial
Consulado.
RF.NDIMEiVTO DO DA 30.
. 1:884,^081
, 809/229
8:493/310
llovimeiilo do l'orlo.
.Vai'i'ot mirados no da 30.
Para. Maranho, t.'ear, Rio-Grande-do-Norte e Parahl-
ba ; 12 das, e do ultimo porto 13 horas, vapor brasl-
lern Imperatrz, de 467 toneladas, cotiiiiiandanle o ca-
pitao-teiicnte Jezuino Lamego tlosta. Passageiros, do
Para para Pernambuco, Henrique de S Roque ; do
mesmo para o Kio-de-Jaueirn, Jos Foloiaiio Hueno
M ii ii ie Juuor ; do 'oar para Pernambuco, Joaquim
Jos llarboza Jnior e um esclavo, Domingos Theo-
philo Alvos lliboro e um escravo, padre Jos Antu-
nosde Olivoira, Francisco Fidelis Barroso, capitao An-
tonio Jos Litis de Olveira, 10 recrutas remelllos ao
governo, o oito escravos a entregar diversos.
Liverpool ; 36 das, barca ngleza Etlher-Ann, de 264 to-
neladas, capilao James Humor, equipagein 16, carga
fazendas; a J. Crabtree & Companhia. Passageiro,
Camode, trnhalhadorpara a fundiv-iude C. Star
Pliiladelphia ; 35 dias, brigue americano Pulriam, de 186
toneladas, capitao Jamos Farrell, equipagein 10, carga
farinha a II. Foster Companliia.
Haliia ; 4 dias, hrigue-osciina-brasileiro Josefina, de 174
toneladas, capitfO Jos Manoel Harboia. equipagein
10, caiga caf emais gneros; ao capitao. Passagei-
ro, Antonio Luz da Silva, Itrasileiro.
Navios sahidos no mesmo (lia.
Londres ; barca ngleza lltnjamin-Baok-Oreen, capilao
John W. Lao, carga a mosnia que trouxe.
Canal; brigue inglez Isabella, capitao WJIliam Tilley,
carga assucar.
leclar.K ni s
1 dito dito dito ao dito, de Anna Thomazla Mara da
Concoicao.'
I dito dito dito ao dito, da justica, de Pi Rodrigues
dos Santos.
i dito dito dito ao dito, do preso sentenciado Pedro Al-
vs das Chagas.
l dito dito dito ao dito, de Miguel Archanjo Torres
I dito dito dito ao dito, de Jos Vicira da Silva.
1 dito dito dito ao dito, de Francisco Lopes Castei-
Brancn, de Florencio de Souia e de Po Rodrigues.
1 dito dito dito ao dito, de Francisco Caetino Perelra
Gulmaraes. ^^T
1 dito dito dito ao dito, dos sentenciados Elias Gomes
Ferreira e Francisco Antonio Lima.
l dito dito dito ao dito, do sentenciado Daniel Rodri-
gues de Santa Anua.
1 dito dito dito ao dito, da fazenda de Manorl Ferreira
Mondes Gnimares.
1 dito dito dito ao dito, de Jos da Silva Braga.
1 dito dito dito ao dito, de Jos Marta Fernandes
Silva.
1 dito dito dito ao dllo.de Filippe de S. Tiago Fer-
reira.
1 dito dito dito ao dito, de Angelo Francisco Car-
neiro.
2 ditos ditos ditos ao dito da marinha, de Manoel Am-
brozio da Conceic^o Padilha.
l dito dito dito ao dito, de Antonio Manoel Estoves.
O arsenal de guerra compra azelte de carrapato,
dito de coco, fio de algodao e -pavios, e centn e olenta
varas de brirn : quem ditos genores quizer fornecer,
mandar sua proposta em carta fechada, e a amostra do
brim, directora do mesmo arsenal,at o da I.* do pr-
ximo futuro mez.
Arsenal de guerra, 20 de marco de 1847.
Joo llicardo da Silva,
Amanuense.
Os nbaixo assignados convocain os accionistas do
theatro publico para se reunirein na ra doQueimado,
II. 17, no da 7 de abril prximo,alim de iusti uirein aos
mesmos Senhores do que se tem passado sobre os ne-
gocios pendentes do inesmo theatro, deque osencarre-
gar.mi ; e ao inesmo tempo tratarein da maneira, pela
quat se derc proceder ao ratelo da somina recebida do
governo da provincia.--.Vanorf Castao Soares Carneiro
Monieiro.Jiu Pires Ferreira.
Avisos martimos.
Furtaram urna colher de prata, de sopa, de mar-
ea grande : a pessoa que a comprou, queira leva-la a
ra do Llvramento, n. 20, prlineiro andar, que te Ihe
dar o duplo do valor da inesma colher. comanlo que
diga quem a vendeu,' qup se promette guardar segredo
Segunda vez se avisa a Sra. I). Francisca Mara
do Sacramento, moradora na Serra-G randa, freguezia
do Grato, termo do Bonito, que na freguezta do Pn^..
da-Panella, junto a eldade do Itecife, se acha em dep-
sito, na subdelegacia. um seu. cavallo que Ihe foi r tr-
iado em das de otitubro do anno p. p., cuja cavalp, foi
apprehendido pelo Inspector do Arraial a um cabra por
ncinie l,uij Jos de Medelros, sobrinho dos crlonlos Jo-
s Antonio Simos e Jos Vicente de Sant'Anna, culo
cabra foi preso com o inesmo cavallo, c foi o proprlo
ladrfio que o furtnu, como consta de um atentado do
lllm. Sr. subdelegado de Grvala.
-----Arrendi-se, ou vende-sc o sillo da otaria grande
ao p de Olinda com casa de sobrado e o'laria : a ira-
lar com Manoel Joo de Miranda no Forno-da-Cal.
Precisa-sede um boin amassador ; paga-sebem t
tambein precisa-se de dous pr'los que entendam do
"-,,u .1 rtlCU
O vapor Imperalrii fecha as malas para
os portos do Sul no da 2 de abril prxi-
mo futuro, s 8 horas da manlia.
Exislem no correo os oflicios abano que, para segui-
rem o son destino, di \ em primeiro pagar o respeclivo
porto, por serem de inleressc particular.
1 omeio do Exin. presidente a Sua Magestade Imperi-
al, pelo tribunal do concedi supremo miliau, inleressc
de Joan de Alinela. *
1 dito dito dito ao l xn,. ministro da guerra,,do solda-
do Vericmo Custodio da Silva.
I dito dito dito ao dilo, de Torquato Alexandrino dos
Santos.
1 dilo dito dilo ao dito, do soldado Scverino Jos de
Lima.
1 dito dito dito ao dilo, de Rosa Mara do Carino.
l dito dito dilo ao dilo, do cadete Pedro Luiz de Bar-
ros.
1 dilo dito dilo ao dito, de Manoel Joaquim Omena.
1 dito dilo dito ao dito, do soldado Manoel Gomes Ca -
neiso.
1 dito dito dito ao dilo, de Manoel Ferreira de Alinei-
da.
i dito dito dilo ao dito, de Manoel Cavalcante da Sil-
vi ira i i/oiia.
I dilo dito dito ao dito, do anspecada Marcellino dos
Santos Pereira."
Para o Rio-de-Janeiro segu com brevidade o pa-
tacho S.-Jos-Americana de boa marcha e ltimamente
forrado de cobre : quem no mesmo quier carregar, ou
ir de passagem diriji-se a Gaudino Agostinho de Barros,
na pracinha doCorpo-Santo n. 68.
Para Lisboa,com escala pela ilha Tercelra e S-
Miguel, seguir com mulla brevidade o patacho pbr-
tiigurz I ai taruga, forrado e encavilhado de cobre e
de multo boa marcha : quem nelle quizer carregar, ou
ir de passagem dirija-se a Francisco Bento de Medeiros,
ou a Joo Tavares Cordeiro na ra do Vigario, n. 8.
Segu em poucos dias para a fahia a sumaca S.-
Balbina : quem quizer carregar dirija-se a ra do Viga-
rio armazem de Luiz Borges de Siqueira.
----Para o Rio-Grande-do-Sul partir,com a maior
brevidade possivel, o brigue Feliz : quem quizer carre-
gar ou ir de passagem, para o que tem excellentes coin-
modos ou remetler escravos a frete, trate com Fir-
mino J. F. da Rosa, na ra do Trapiche, n. 44. .
Para o Cear seguir cun brevidade o brigue-es-
cuna Henriquela: quem nelle pretender carregar, ou ir
de passaRem, falle com o mostr,- Jos Joaquim Alvos da
Silva no trapiche Novo, ou na ra da Cadeia-Velha, n.
17, segundo andar.
- Para o Rio-dc-Janeiro o hiate Nereide segu via-
gem com umita brevidade, por ter o seu carrrgamento
quasl prompto : quem quizer carregar. ou mandar es-
cravos a froto, para o que tem excellentes coinniodos,
dirija-so a ra do Vigario, armazem n. 5.
Para a Baha segu com brevidade o hiate S.-frne-
dieto, de superior marcha : quem nelle quizer carregar
ou ir de passagem, trate com .Silva & Grillo na na da
Mocda, u. II.
Para o Maranhiio sahir.em poucos dias, o brlguc-
escuna Veloz, capitao e pralco Francisco Bernardo de
Matios. tem a maior parle de seu carregamento promp-
to : quem o restante quizer carregar ou Ir de passa-
gem para o que tem excellentes commndos dirija-se
ao mesmo capilao ou ao consignatario, Manoel Hilar-
te Rodrigues na ra do Trapiche n. 26.
Obligue-escuna Jotephina.j bem condecido nesta
praca pela sua construeco e marcha, parllr com a maior
brevidade possivel para o Maranho, por ler 2/, de seu
carrrgamento promplos: para o restante ou pas.iageiros,
para os quaes tein excellentes commodos, Irata-se com
o capilao Jos Manoel Harboza, ou comFirmino J. F. da
Rosa, na ra do Trapiche, n. 44.
% visos diversos
LOIERA
DA
Matriz da Ciade da Victoria.
O thesoureiro de novo certifica que as
rodas des'alolcria andam mpreterivel-
menlenodia i5 de abril prximo fuluro,
como tem annunciado ; e declara que os
respectivos billietes vender-se-ho s-
menle at o dia 8 do dito mez, por isso
que os que ainda restarem passarao desle
da ero dianle a ser vendidos por conta de
urna sociedade que se acha organisada.
A' vista do que, pensa o mesmo thesou-
reiro que nao haver mais quem duvide
da realisiicao do andamento das rodas no
referido dia
Thomaz Purcell tem uina excellen-
le armacao de loja de fazendas paia ven-
der, ea d por preco commodo : a tratar
na casa n. ai, prxima cadeia*
nu |,nuu un J.-K.I i. II. u.
Quem precisar de passar dinheiro para a praca do
Rio-de-Janeiro e o queira fazer por nielo de saque se-
guro, dlrlJa-seS ra da das Cruzes, n. 37,segundo andar
Oft>rece-se urna mulher vuva muito capaz, para
ama de uina casa de homem solleiro, ou viuvo que niTo
tenha familia a qual cose engomma, coxinha, e da
fiadora sua conducta : quem de seu presiono te qui-
zer uUlisar, dirija-se a Fra-de-Porlas, ruados Guara-
rapes, casa da esquina, n. 1.
Um rapaz branco, de lannos, vindo do sertiio, se
ofierece para criado, oupagem de qualquer pessoa par-
ticular, ou mesmo para andar em companhia de qual-
quer pessoa em vlagem para o sertSo, ou outra qual-
quer parle, mesmo para tratar de animaos do que tem
piatioa. Ellese suhjrila atrabalharde ludo, o mesmo a ir
para algum engenho. Quem o pretender dirija-se a ra
do Crespo, esquina de Santo-Antonio, na volla paraa ca-
deia, que sediraonde existe.
O NAZARENO N. 1.-
est a venda nos lugares do costnme, e tambein na loja
n. 12, da praca da Independencia.casa de encadernacao,
as'IO horas infallivelmente. Recominenda-se a leltura,
nao s porque traz cousas dignas de ver, como pela cor-
respondencia particular, e o artigo sobre os negocios de
Portugal, que esl bom.
Furtou-se, do sillo da Piranga que fol do defunto
Villaca, um cavallo ruco-pedrez em grao; tem urna fe-
rida no molo do esplnhaco, e urna costura no beico, an-
cas de porco; carrega um tanto nbrigadoe pesado, e est
lignina cousa magro: quem delle tlver noticia poder
le va-lo no dito sitio que ser recompensado.
Perdeu-si', sabbado, 27 do crreme, quatro chaf i-
nhas em uina argola, sendo a maior das ditas chavinhas
torta, c a mais pequea de cadeiado: quem as adiar
queira levar pra^a da Independencia, linaria ns. 6 c
8, que se gratificar.
Precisa-se de um feilor que enlenda de_ noria,
pomar o enxerto: no Aterro-da-Boa-Vista n. 43, ou
na Magdalena estrada da Torre n. 78.
Aluga-se una escrava que sirva para casa, e ven-
da na ra : na ra das Cruzes n. 96, primeiro andar.
Na mesma casa se dir quem d400/ rs. a juros sobre
penhores.
D-se dinheiro apremio com penhores de ouro ,
inesmo em pequeas quantlas : na ruado Rangel, n. 11
Compra-se ouro ainda mesmo em obras' quebra-
das : na ra do Rangel, n. 11.
Precisa-se dciim caixeiro de 14 a 1.8 annos, para
venda que lenha conhecimenlo do mesmo negocio e
d fiador a sua conducta sendo dos ebegados ha pou-
co tem po : na ra daSenzalla-Velha, n. 50.
O Se. Joaquim Pereira Bastos queira ter ahon-
dado dedirigir-se a ra estrella do Rozarlo, loja de bar-
beiro n. 19, que se Ihe desoja fallar, para Ihe dar noticia
de sua familia do Porto.
Centuries,
((i diio dito dito ao dito, do dito Luiz de Franca Cas- -- Aluga-se urna casa de quatro anda-
1 dilo dilo dilo ao dito, do soldado Jos Antonio de re,qiie tem Rui i.'xccllcnll' mirante, Sita
llo.dodito, Jos Antonio Rodri- "a I-Ua, d !** eCfe> "a esqi>
.- becro das Crioulas, com um bom
no, de Joao Luiz da Sorra. __ j i ,
do anspecada Joo de Var-
1 dito dito dito ao dit
gurs.
dito dito dilo ao d
1 dilo dilo dito ao dilo
gas.
I dito dilo dito ao dito, de Joao Flix do Carino.
1 dilo dito dito ao dito, do soldado Joo Damascena.
l dilo dito dito ao dito, do dito, Jaciutho Jos de Mon-
donga Silva.
I dito dito dito ao dito, do dito, Francisco Jos da Cos-
ta.
1 dilo dito dito ao dito, do dito, Estcvao Jos de Sama
Anna.
I dito dilo dito ao dito, do anspecada Elias Francisco
Vianna.
1 dito dilo dilo ao dilo, do cabo Custodio Jos da
Silva .
I dito dito dito ao dilo, de Antonio Francisco de Souza
il.ig.illiai s.
Ma1radnUdU0dU0a0 d"' dC Anlonio de.Aibuquerque
arma-
mi toda a casa est em bom estado : os
pretendentes dirijma-seo escriptorio de
Manoel Goncalves da Silva, para tratar
do ajuste do aluguei.
ATTENgO.
O ahaixo assignado faz sciente que fica d'ora em dian-
te de nenhuin elleito a piocuracao qbe tem o Sr. Poli-
ciano Lourenco da Silva, como procurador do annun-
clantc, c passa a ter vigor a procuraco apreseolada pe-
lo Seuhor Joaquim ,Vanoel de Barros.
Manoel Domingos Barboza.
Adverte-se ao Sr. Domingos de tal, que, no prazo
de tres dias, v tirar o seu reloglo que eiupenhou na
ra da Souzalla-Velha, venda, n. 4 : do contrario, ser
vendido' para pagamento, e ficar o annunciante sem
responsabilidade alguma.
e mais figuras para a procissao de Enterro promptas
de ps c calieca rom ricos vestuarios a primor a A/f
rs. cada una pagos a vista, no theatro publico se alu-
gain.
Precisa-se de um Irabalhador de masseira : na
ra Dircita, padarla n. 40.
Empenha-se um Jaom moleque multo esperto e
ladino : no palco da S.-Crui, loja de funileiro se dir
qual o negocio.
Aluga-se una preta novae robusta que sabe co-
zinhar, engoiiimar, lavar, coser, e he apta para lodo o
servico domestico de qualquer casa de familia: na ra
da Soledade n. 32, defranlc da igrja.
Precisa-se de um ofliciai de charuteiro : na ra
nova de S.-Amaro n. 20.
Meso a-so fallara um Sr. ex-empregado do arse-
nal de marinha que se achaempregadoem oulra repar-
ti;o a negocio que nao ignora: em Fra-de-Portas,
n. 108, todos os dias at as 9 horasda [insulina.
A pessoa que oTereceu a'J. Dubois
nSSooo rs. por um cavallo pedrez, ou
88|ooo rs. com os seus pertenceg, pode
vir buscar, ou oulra qualquer peesoa, ao
p dosQuarteis.
O abaixo assignado partici-
pa ao repeiiave. publico, que de
xa de ser caixeiro do Sr. Rartholo-
meu Francisco de Soza, por nao
querer continuar com a oceupa-
go que exercia.
Jos Cotrim de Souza.
flecife, 28 de marco de 1846
Preclsa-sc alugariiin preto para servico d casa e
ra: na ra do Trapiche-Novo, casa n. 8.
Perda.
Ponleii-se urna frona de lava into cheio, com quasi
um palmo de largo, e com blcco de um palmo, desde a
ra do Queimado at a Iravessa de S.-Jos : quem a a-
chou, querendo restituir, dirija-se a ra do Qurimado,
loja n 13, que ser generosamente recompensado.
Perdruse, no dia 20 do crreme, na ra do Aterro-
da-boa-Vista, um cao perdiguoiro amarellado, leudo o
nariz rachado a meio, pequen e curio : quem o adiar
queira vir entrega-lo na ra da Crui do Recife, n. 9, ou
dizer aondo existe para se ir buscar: gratificando-so ge-
nerosamente pessoa que delle der noticia.
Jos Estaque Vicira ruga ao Sr. thesoureiro da lo-
tera da Victoria, que nao pagu o meio bilhetc n. 297>,
se sahlr premiado', por o ter perdido ; o qual tema sua
assignalura no verso.
Precisa-se do um caixeiro para venda, que lenha
pratica da mesma : no Manguinho, n. 53.
Marcellino Harona de Mello retira-se para o
Porto.
Aluga-se urna mei'agoa na Iravessa
da Lenha, por 5sooo rs. mensaes : na tua
do Crespo, n. i5.
Aluga-se, por preco commodo,
orna casa terrea na ra de Agoas-Verdes
com grande sotao para familia e loja com
Hiniacu para venda : na ra do Crespo,
n. i5. i
D-se dinheiro a juros sobre penhores: na ri*
Nova' a. 63.


"

Fabrica ce machinas e fund*
cao fie ferro na ra do
Brum, no Recife.
Me Callum & Companhia, engenheiros machinis-
"!._ JiJjroa n tnrri\p mili rMnatQQami>nti 90"
nlinciam' aosSrs. proprictarios de engenhos fazen-
eiros negociantes, fabricantes e ao respeitavol
nublico, que o seu estabelecimento de ferro, mo-
vido por machina devapor.se acha em eTeetivo
ejercicio, ecompletamente montado com appare-
llios de primeira qualidade para a perfeita confec-
codas ii'aiores pegas de machinismo.
Habilitados para emprehender qoaesquer obras da
su re Me Callum & Compnnhia desejam mais
particularmente chamar a attenefio publica para as
afuinlea por serem ellas da maior extracQiio nesla
provincia as quacs construidas na sua fabrica po-
dem compercum .s fabricadasen paz estraiigni-
ro, tanto em prceo como na qualidade das materias
primas e mlo d'obra, a saber:
Machinas de vapor.
Moendas de caimas para engenhos movidas a va-
por, por agn, ou animaes.
Rodas d'agoa e serraras.
Manejos independentes par cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzese cliumaeeiras
OavilhOes e parafusos da lodos os tamanho.
Taixa, crivos e boceas d fornalha.
Moinhos de mandioca movidos a mfojou por ani-
maos e prensas para a dita.
Fogoes e Tornos para cozinha.
Canos de ferro, torneiras de ferro e bronze.
Dnmbas para cacimbas e de repuxo.
Guindastes guinchos e balancas romanas.
Prensas hydraulicas o de parafuso.
Ferragens para navios, carros, obras publicas, etc.
Columnas, vajatidase grades.
Prensas de copiar cartas e de sellar.
Camas do ferio, etc.
Alm d:i perfeicflo das snas obras, Me Callum V
Companhia garantem a mais exacta conformidade
com os moldes e desenhos rcincltidos pelos Srs. que
ge dignaren! de fazer-lh.es encommendas ; aprovei-
tanlio a occasiilo para agradecer aos seus benvolos
amigos e freguezes a- preferencia, com que teem si-
do por elles honrados, e assegurar-lhes que n.lo
pouparSo esforcos nem diligencias para continua-
ren! a merecer a sua confianca.
Tresse, fabricante de orgos e
realejos, no Aterro*da-BoaVis-
ta, n. 21,
avisa no publico que rile contina a fabricar igaos
para groja de todos os tomanhos, com trombeta; reale-
jos com tambor, campanilla, contendo qiiadrilhas para
(tanca; as prssoas que o hnnrarriii rni visita lu acharan
(entre outras obras j promptas) tres orgos para igre-
ja, ou outro qualquec lugar que sem duvlda nao tem
apparecido aqu; -a duas finas, a.clavei, e a chave de
realejo por falta de organista, ou por falta de saber tca-
lo: enlio se toca com a chave, como se fosse un realejo,
obtendo a inesma voz, contrndo no, cylindros a missa,
ou qualquer msica de igreja, tudo reunido na inesma
obra; dito orgo-forlc-piano : tainbem concerta os ditos
iiisiriiini'iiiiis, pde marcha), novas, concerta pianos e
quaesquer itis trunientos de 'msica, e compra realejos
j servidas.
Do sobrado n. 63, da ra do Pilar em Fra-de-Portat,
viiou do mas tro da bandcii a que se ada posta ni fren-
te do mrsmo, un papagaio blanco, com urna crista de
prunas amarrllas cOr de ouro. Itoga-se a pessoa que o
tiver adiado, ou comprado, de o mandar levar na sobre-
dita casa, aonde ser bem recompensada.
- Alnga-se urna ptima casa terrea, sita na ra nova
que val paraTrempe, edificada moderna, com iniiilos
coniiiioilos para nina numerosa familia, milito fresca,
quintal grnale, cacimba com boa agoa para beber-se,
etc.: quem a quizer alugar dirija-se ao pateo da Santa-
Crtli, sobrado n. 7, segundo andar.
-- Quem tiver achado un gallo de campia que des-
apparrccu da ruado l.iviaincnto n. 28, baja de leva-lo
mesiiia casa, que ser generosamente recompensado:
(lesQonlia-se onde elle est, e enlao proceder-se-ha pelos
Hielos legaes.
-- Drsappareceu.do piimeiro andar da casa do Aterro-
da-Boa-Vlsta, n. 37, em o dia 25 do correle, um caozi-
nlio ratelro", de pello preto, e coip as nios eofocinho a-
marrllus: (|iieiu o acbar e levara dita casa ser generosa-
mente recompensado pelo dopo do inesiuo caoiinho,
que o tem em grande calima, e por isto nao ser limita-
do coi sua generosidade.
linio: I) Kalkiiiaiin, leudo (Ir fazi i Ulna vlagem
para a Kuropa, entrega, durante a sua ausencia, todos
os ponos na sua casa Kalkmann Si Roscnniuud ao seu
irinao Henrlquez Kalkmann, que como d'antes assigna-
r por procuraeo-da mesina casa.
Fuitaram, na noitc de 23 do corrente, do sillo da
senhora Anna Rrra do Sacramento, na estrada do Ro-
zarinho, um cavallo alazo, grande, capado, com a
frenle aberta ; tem urna Onda no eupinhaco ; carrega-
dor baixo julga-se ler 10 a 12 annos de idade : roga-
se as pessoas que o vlrem.de apprehende-to, e de leva-
reiii-no an iiieni ion.ido sitio, ou ra da Penha, n. 1,
3 andar ; ou annunciarem para serem procuradas ;pois,
alm de se gratificar, llcar-se-ha obrigado.
Aluganl-se as seguiutes casas: 3 grandes casas
terreas com 2 salas, gabinete e 6 quartos, grande quin-
tal, carimba e todos os commodos para grande familia,
na ra Fortnnsa, por 200/000 ris animaos; 1 dita com
\lguaes commodos, na ra do Seve, n 4, por 14/000 re_is
niensaes,- um sohradlnlio de dous andares, no pateo da
SantaTCru, ti. 14, por 20/COO res niensaes; urna casa
terrea com quintal, cacimba e mais commodos, para
grande familia, na Trompe, ra da Soledade, n. 29,
por 12/000 ris niensaes; urna dita pequea na ruado
Sebo, ii. 52, por 8/000 niensaes ; una mei'agoa na ra
da Soledade, n. 37, por 5/000 ris niensaes ; quem as
prrtnider, dirija-se ao escriptorlo de F. A. de Oliveira
3c l'illio, ra da Aurora n. 26.
Lima aiaialo,
na ra do Lirramrirto sobrado n. 1 precisa de boos
omciaes de seu olVu-io c recebe aprendizes.
Itoga-se aos Sis. Manoel Joaquim dos Santos, An
tonio Oiiillierine de Araujo c Diouizio Elario Lopes,
quriram por este Mario annunciar assuas moradas, para
se tratar de negocios que Ibes dizein respelto.
... Precisa-se alugar urna escrava para o servico in-
terno (Je nina casa depone familia, e quesaiba bem
ensaboar,, comprar na ra e cozinhar, danJo-se-lhe o
sustento e lOfOOll rs. niensaes : atrs da matriz n. 11, se
dir quem a quer.
___lYidcii-se um fica Uo300/rs. assignado pelo Sr.
Diiit Antonio de Morara e Silva em 7 de norrmbro de
1840 pgavrl a ordem de Manoel da Silva Sales e com
o pague-se deslo a F.lias llaptista da Silva ; Isto. desde a
a ponte da Boa-Vist at a casa dos expostos na ra da
Aurora e d'alli at a ra do Hospicio passando pela
Purmosa. Quem o achar o podrr levar a casa de Ange-
l) francisco Carneiio na mesma ra do Hospicio, que
sera recompensado.
Jos Fernandos Eiras participa ao respeitavol pu-
blico que o seu caixeiio que se oceupava no seu arma-
zrin da trvessa da ra da Madre-de-l)eos de nome
Daniel Pereira Rraga odospedio no dia 27 do corrente.
Jacintlio Alves de Sampaio subdito portuguez,
reira-se para a ilba de S.-Miguel.
,,#por preco conl-
oo Crespo, n. i5>
t.,~f'u&a'seum.b0"Ma terrea, com grande quln"
m?.,V 5"re,ras ngueiras, pinheiras e limito
mais arvores dejfructo boa cacimba d'agoa de beber,
no principio da estrada dos Afllictos, ao p do Mangue
nno ; outra casa terrea na ra do Padre-Florlanno. com
bons commodos: trato-sena ra da Cadeia do Recite,
anij8 asugr.ads peiiieu uo lia 25 do Brren-
le .as ii horas da inanlia una cdula de 50/WO rs. ,
desde da sua loja da ra do Quoimado n. 18, at ao
principio da ra do Collegio: quem a achou e quizer
restituir dirija-se a dita loja que ser generosamente
recompensado.
Joie Joaquim de Maquila.
Quem precisar de urna niulher ja de meia idade
para ama de um honiem soltelio ou de pouca familia,
dirija-se a ra da Guia as lojas do sobriw*. 42.
.Precisa-se de urna ama que renha bou Teite para
criar .sendo parda ou crioula, e niesmo captiva: na ra
dzsQuartris, n. 2i,segundo andar.
"". Tclsa",c de um cozinbelro forro ou captivo: na
ruado rrapiclie-Noro. casan. 8.
Da-se dinhriro a juros sobre penbores de ouro e
prata ein pequeas quantias : na ra da Cadeia de
o.-Antonio, loja de marcenelro n. 18, a tratar com
Manoel da Costa.
Tomam-se aprendlies para marcenlro
da Cadeia de S.-Ahtonio n. 18.
Manoel Rodrigues Pinto da Rocha retira-se para
Portugal.
--- Casimiro Rodrigues Tinto da Rocha e Figueiredo
retira-se para o Porto e declara que nada deve.
A casa de sorvrtcsda ra do Rangrl pela muita
freguezia que tem tldo apparelhou a sala para aquellas
prssoas deceutei que quizerem estar a seu gosto e ines-
iuo pode Ir cada mu com sua familia. A entrada lie
pela venda o preco lie de 160 rs. em cobre e joman-
do o valor da cdula o mrsmo piejo das 6 horas as 8
da noite.
^ Precisa-se de um preto bom trabalhador de mas-
selra : na ra Dlreita n 24.
Precisa-se de um caixelro para venda e que d
fiador a sua conducto: na ra da S.-Crils, venda n. 3, se
dir quem precisa.
Quem tiver botn vinlio de ananas para vender, (luci-
r annunciar sua inoradia por rste mesino Diaria, do
contrario, dirija-se a ra do Vigario, casa n. 5.
Algu-se urna casa (erre na'ra
Augusta, com milito bons commodos pa-
ra urna grande familia,
modo : a tratar na ra
-O engenlieiro Milet pretende abrir um curso
completo de arithmetica, desde a explicacao dos diver-
sos systemas de nuineraco at as diversas applicacdes
dos theoieiiias sobre as proporedrs, progressdes e loga-
ritbmos; as quesloes scirnlilicas, linaneeiras e com-
mrrciaes; como tainbeni um curso completo de geome-
tra com as snas applicafes mais usuaas, e morineiite
as que se referem a arle do engenlieirp.
Quem quizer utilisar-se de una ou outra destas duas
disciplinas dirija-se a ra to Aterro-da-Roa-Vista, casa
n. 3, piimeiro andar, das 10 horas do tila as 4 da tarde.
- Na ra do Sebo n. 3 J-e dinheiro a premio
com peuliores de todas as qualidade* e em pequeas
quantias. i
Manoel da Silva San los,'contina a
vender farinha de trigo da- verdadeira
marca de SSSF.
Precisa-se alugar um ou tres pretos que saibam
traballiar em padaria; paga-se bem : no pateo da Santa-
Cruz, n. 6.
- Desencaininhou-sc ha bastante lempo una ca-
noa de carreira de nome Handurru, perteucenlc a quar-
ta seccao do porto das canoas .la freguezia de S.-Frei-
Pcdro-Gonfalvrs; tem por marca no costado n. 45 1) :
quem della.der noticia no armazrm da ra da Cruz, no
Recife n. 45, ser recompensado,
Deseja-se, sabor noticias do Sr. Rruno Jos Perei-
ra que at 1825 exeslia no engenlio Frecheira,|e quandu
nao exista mais, e teuha familia o mrsmo pedido se faz a
esta : na ra da Morda, n. 7 Advcrte-se que estas infor-
inaeors sao exigidas por sens prenles de Portugal.
O Sr. Francisco Ignacio daRCriiz senhor do en-
genho Caite junto a estrada da Maricola que vai para
lguarass queira declarar a sua residencia ou por
favor dirigir-se a pra{a da Independencia ns. e 8, a
negocio de seu iiUeresse.
O Sr. Jos do Canto de Vasconcollos que inora em
tenas do engenho Sorra-Verde baja de vir ou mandara
ra Dlreita sobrado n. 29, para receber una carta
que Ihe lie importante.
Fabrica de chapeos de sol, ^
ra do Fasseio, n. 5.
Joo Loubet tem a honra de participar de novamente
ao rcspeitavel publico que receben um rico e completo
sorlluientode chapeos de sol,tanto de seda como de pan
ninlio furta-cres, e de todas as mais cores conheci-
das. O fabricante afanca seguranca em arniacoes c co-
res; assim como tem chapeos de sol para seuhoras, do
ultimo gosto de Paris. Na mesma fabrica ha com abun-
dancia chapeos de sol, de seda e panniuho, da marca
maior, pois teem 32pollogadas,bein construidos sin suas
rfrmacoes e boas fazendas: sendo rstes os rtrdadriroi
gunrdu-rhurai : -(ainliriii ha urna poi'(ao de chicotes da
ultima moda de Paris, bengalas dr junco, castdrs ricos
e ponteiras, borllas para o bomarranjo das niesmas; e
tainbrm se fazem lodosos concertos em'chapeos de sol,
pois para Isso haun boinsorlimentodosobjectos mais ri-
cos e bonitos quepndem haver. Na mesma fabrica co-
brom-se c coDcertom-se unihellas de igrrja. Tudo com
perfeieo e brevidade. Na mesma casa ha ricas sedase
panninhos do gosto dos freguezes que quizerem apro-
vi itar as arinacocs de chapeos de sol velhos.
Iiilhar no Passeio.
Faz-se scicnte aos amantes dos bons sorvetes fa-
bricados naquclla casa, que os teem procurado e j
os nilo teem encontrado por se tcrem acabado, que
vfo mais cedinho, para gozarem da boa medida que
o sorveteiro cosluma vender a seus freguezes. O
mesmo promette de boje emdiante augmentar o fa-
brico com mais urna sorveteira, com tanto que nilo
haja esquecimento em levar os competentes200 ris,
porque se est resolvido a n3o liar, para nilo se per-
der dinheiro e freguezes, como j lhe tem aconte-
cido por muitas vezes.
Urna pessoa de muito boa conducta e serie pro-
pOe-se a fazerqualquerescripturac3o, tanto por par-
tidas dobradas como singellas, das duas horas da
tarde em vante: quem precisar, dirija-sc rita das
Larangeiras, n. 1*, segundo andar, que se dir
quem he.
Vendas.
Ao publico.
Kicardofc Companhia com loja de fa-
cizcndasao p do arco de S.-An-
tonio
Os proprictarios desle novo estabelecimento leeni a
auuima satisfaeo de annunciaY com preferencia as
senhoras e senhores amantes da decencia e do sublime
gosto que teem successlvaniente sortido o seu estabe-
'ecimento com fazendas linas tanto apropriadas ao
santo trinpo quaresmal como qurlles que, sendo de
gala requerein maif brilho, galhardezae loucainha, que
levando subida van(agem no sublime gosto e superio-
ridade na quqlidadc em quaesquer outras que encon-
trar se possam esto alm disso em preferencia a
quaesquer outras por mais balxo e modicoque srja seu
preco : e para que os concorrrntea tenhaui disso urna
aflirniativ.i e nao contradictoriasprovas, abaixo s decla-
ramos procos de, alguinasdellas, por nao se |ioder fa-
aer de todas 'pelo limitado espaco de um aunando:
sarjas pretas largas de boa seda nrspanliola a 2/ rs.
o envado ; ililaestroita delimito superior qualidade ,
* 1/500 rs. ; dita estrella lavrada de muito superior
seda a 1/800 rs. ; vestidos de seda do meihor gosto ,
blancos e de cores lavrados e achamalotodos a 1i
rs.o covado ; alpaca de lustro, da mais superior quali-
dade a 1/440 rs.; rolles de eolio te de velludo dr qua-
dros e de listras, superior fazenda a 5/000 rs. ; ditos
d> gorguro de seda lavrada a 5/rs. ; ditos de gorgu-
raodelae seda, a l/UOO rs. ; riquissimos curtes de
vestidos grnovrzes, com listras de seda o que seus avi-
vados lavroces excedem no gosto, apparencia ebrillian-
tismoa prnpria soda ; ditos de cambraia de cores de
lindos estampados a 4/ e 5/O00 rs. ; ditos de lanzinha,
do inellinr gosto existente no mercado e com primo-
roso lvenlo,a (i/4011 es.; cortes de velludo brancolavra-
do.proprios para calamento (rollete),a 10/000 rs cortes
de rollete de seiini de cures lavrada a 5/t)i 0 rs. : luvas
de pellica ent'eitadas ; ditas sem dedos.de boa seda;
nielas de seda para homem e senhora ; pannos linos de
cures preto cor de azrilonas azul verde-escuro e
cor de rap : ha lambrm um sortiinemo completo de
casimiras prrtas, cor de azeitona, rxa amarolla, azul-
escuro e claro, e encarnado, que se tornam recominen-
daveis aos Srs. alfaiates para golas, libres assim como
as encarnadas para as capas de matrizes. Tamboni acha-
ran os Srs. armadores um sortimriito completo de objec-
tos que Ibes competen!, como sejam : volantes, esplgui-
llias gales rendas etc. Do-se amostras sob o
competente penlior.
RAPE1 ANDARAIIY.
Acaba dechegardo Rio-de-Janeiro o excedente
rap nacional Andarahy inteirameute novo no nos-
so mercadoej acreditado na corte, pela sua ex-
cedente qualidade, digno do ser apreciado pelos
amantes da boa pitada. Vende-so no deposito na
ra do Trapiche n, 34, terceir"andar de cinco
libras para cima, o a rctallin, na ra da Cadeia do
Recife, lojas de miudezas dos Srs J. J. de Carvalho
Moraes, A. F. Pinto & Irmflo A. B.'Vaz do Carva-
lho; de ferragens, Pontea & Sampaio; de fazen-
das, Cunta & Amorim Antonio Duarte de Oliveira
Reg, na ra da Madre-de-Deos; ra do Queima-
do loja de ferragens da Campos & Almeida ; praei
loja de miudezas de 0. G. llreckemfeld ; Cabugn, T.
de A. Fonse.ca,e Umbclino Maximianno de Carvalho
Aterro-da-Boa-Vista loja do ferragens de Caeta-
no L. Ferreira e de miudezas deT. P. de M. Ksti-
ma,o Antonio Ayrcs de Castro & Companhia. Adver-
le-seque no deposito vendem-so 11 libras por 10^000
ris.
Vendem-se, a bordo do patacho portuguez
Tartaruga, vindo da ilba de S.-Miguel, 60 toneladas
de pedia, muiloboa pura calcaiuenio de ras: a
tratar na ra do VlgarO,n. 8.Na mesma casa tambem
vende-seum poreo de pecas do 6/400 rs., oncas e
soberanos.
= Vende-se um alfinete com um brilliante que pesa
Ices quilates poucO mais ou menos : na ra das Laran-
geiras, n. 18.
- Vendein-se 5 lindos moloques de l(i a 20 anuos ,
sendo alguns dr 11a9.no; dous pretos do 24 a 30 anuos,
sendo um ddelles ptimo canoeiro ; 5 pretas de 20 |a
24 anuos com habilidades leudo urna dolas bom
leile o com urna cela de um auno, ptima paca se
deMiiini.il una pceta de Idade por 200/rs. : na rua
do Collegio, 11. 3, segundo andar, se dir quem vende.
. Fritol espirito d direilo vende-sc 11a pracada
Independencia, livraiia, US. 6e8.
Vendenr-se
Compras.
Compram-sc escravos de U a 20 unos sendo de
bonitas figuras pagam-sr beui ; lambrm se compram
alguns ofticiars de sapaleiro : na rua da Concordia, pas-
sando a pontrzinha, a direita segunda casa terrea.
Conipra-se um papagaio inulto bom fallador; paga-
se bem : Jia rua da Cruz, n. 54.
Coiiipram-sr escravos de ambos os sexos para
urna encommonda : na venda da esquina da rua larga
do Rosario n. 39.
-----Compram-se, paramna cncoinmenda, 2 escravas
que uo excodam a 18 annos anda nirs.no sem habi-
lidades ; urna negrlnba de 4 a 6 annos; um pardo de
20 annos. para pagem que nao srja viciosp ." paga-se
bem :' na rua de Agoas-Verdes n. 46.
Compra-se uiii par de mangas1 de vidro, em segun-
da uio ; na rua Uireila, n. 9.
AVISO
aos Srs, de enffenho
Ka rua do Crespo, loja n.12,
de Jos Joaquina da Silva
Haya, vendcni-se
cobertores de algodilo, muito encorpados, proprios
para escravos; bem como urna fazenda de linho a
imitac.no de estopa, forte e propria para roupa de
escravos e saceos para assucar; tudo por preqo mili-
to barato,
Na botica da rua do Rangel, vendem-se os reme-
dios seguimos, dos quacs a experiencia tem conllrinado
os melliores cffeitos : dentifko, que tem a propriedade
de limpar os denles cariados, c restituir-lhes a cor es-
maltada, em muito poucos dias ; o uso do dito reme-
dio fortifica as genglvaj e tira o ino 1 -lu-i 1 o da bocea,
proveniente nao s'da carie, como do trtaro que se
une ao pescoco destes orgos; o remedio he designado
pelos nmeros l.'ei': urdala purgativa, mal til as
criancas o as pessoas de loda o qualquer idade ; he cent-
posta de substancias vegelaes, nao conten mercurio,
nem droga alguiiia que possa prejiidicar: remedio para
curar calos, em poucos dias ; dito para curar dores ve-
nreas antigs e que teem resistido ao ti -aumento ge-
ralmime applicado ; dito para provocar a mensti uacao,
ej.-u-ei leiar a aeco do tero nos partos naturaes em
que nao se precisa das manobras scientieas da arte ;
dito para resolver tumores lymphaticos, vulgo glndu-
las ; dito para curar boubas e cravos seceos, o mais elli-
cat que seconhocc at aqui ; dito oximel de ferro, mul-
lo til nai c lilnio/es. vulgarmente chamadas frialdades;
pos ami-biliosos de Manorl I.oprs ; capsulas de gelati-
na, contrndo balsamo dr cupaliiba ; altas de oleo de
rocinos purificado ; ditas dr cubebas em jk Ano ; ditas
de assafrtida; ditas com pos purgantes; ditas de ruibardo
da China; ditas de sulphatodequinino dci e 2 graos cada
capsola ; algaleas, velinhas elsticas; pillas do sal deca-
baciulio; agoa das Caldas, chegada prximamente; reme-
dios que curain a frialdade dentro de 40 das,mesmo estan-
do luchado; oleo mu lo bom para conservar o cabello,que,
,ileni de nao deixar cable o cabello, limpa a caspa, c
cu jo uso continuado fat reapparecer o cabello perdido t
pillas espeeilicas para curar as gonoirheas chronlcas;
quando a ieso no passa da-ureta ; igualmonlc um \.i-
rope aiiti-liomorraglco, applicado nos casos coi que se
delta sangue pola bocea : o proco de todos estes reme-
dios he inin 1 a-.uavel, e os bons resultados da sua appli-
c.n.-.io be que devcni faier sua apologia.
\a rua do Crespo,
loja n. r,dc Jos loaqiiiin
da Silva Haya,
vende-se superior tarja preta hcspanhola ; nobreza
rxa muito superior e muito propria para capas
doSr. dos Passose outras irmandades; ricos cortes
do seda para vestido de senhora ; moiasdeseda pre-
tas e brancas, asmis superiores que teem appare-
cido, tanto para bomein como para senhora; luvas
de seda; chales de seda muito modernos e de lin
dos gostos; cambraia de linho, muito lina; lencos de
cambraia de linho bordados, para senhora, dos mais
finos que ha por muito barato preco; esguiSo de
puro linho e muito fino ; platilha de linho ; c outras
muitas fazendas que sero patentes aos comprado-
res e por barato preco.
INTERESSE GKRAL.
Acaba de chegar a esta cidade a iiiiportantissima obra
intitulad.1Obscrvacdessobre o conimerciodo assucar
a (|iiil trata da culturada caima c fabrico dos seus pro-
ductos, emnposta pelo insigne Dr. Ceorge Eduardo Fair-
banks. Esta obra lie de utilidade sumnia para os Srs.
de engenlio, fazondeiros o todas as mais pessoas inte
icssadas ueste impiirtaiile ramo de industria, r para
tornar mais conyincrntr rsla vrrdadr basta considerar-
se que o seu autor foi ltimamente commissiouado pela
assembla provincial dal'ahiaa viajar pelas Indias Oc-
cidentaes, afini de indagar, observar e colher todos 01
uielliui auientos que teem havido na cultura da caima c
fabrico do assucar, e de conseguir-so (oda a utilidade
em um dosprincipars ramos de riqueza que mais pido
assegurar a pcosprcidade deste imperio.
Vende-se na loja de J. <'. Ayrcs, rua da Cadeia-do-
Recife c na livraria da esquina do Collegio.
AVISO
As senhoras do bom
redes do Maranho brancas e de cores : na rua da Ca-
deia-Velha loja n. 30.
-- Vendem-so ices bonitos moloques de nacao de 14
a 10 annos ptimos para todo o servico ; um bom es-
pravo para engenho porque enlende bastante do cili-
cio de pedreiro ; um inolcquo de 18 anuos; um casal
de escravos por 500/ rs. ptimos para sitio ou enge-
nho ; um bonito mulatinlio de 13 anuos, ptimo pa-
gem ; urna escrava de 22 annos sem o nienpr vicio ,
com habilidades ; una bonita parda de 24 anuos ; una
escrava para lodo o servico, por 250/ rs. : na rua de
Agoas-V'ordes, n. 48.
Vendeui-sc7 escravos, sendo : 5 pretas mocas e
de bonitas figuras, proprias para todo o servico de casa,
o entre ellas una com urna criado 9 mrzes ; una par-
da de J8 annos, de muito linda figura e que cose o
ongoimna soflrivelmente ; um pardo da niOsina idade,
pi opno para pagem : lodos sem vicios nem achaques :
na rua da Cadeia de S.-Antonio n. 25.
Vende-se una linda escrava crioula de 18 annos ,
sem deleito-. oque sabe engominar, cozinhar, coser e
he de boa conducta : na rua estrella doRoiario 11. 31,
primeico andac.
Coiilimia-se a vender chocolate npvo por preco
commodo ; cafe muido a 180 rs. ; dito ein grao, a 140
r. ; cevada a 100 rs ; passas a 240 rs. ; bolachinha
ingleza a 200 rs. ; velas de carnauba de 6 7 c 9 a
320 rs. a libra ; rsperuiaceto a 750 rs. de 6 em libra;
maiitciga inglesa a 400, 500 e 720 rs ; cha hysson ,
bom a 2/uOO c2/560 rs. ; alelria a 240 rs. ; banliade
porco a 320 rs. ; louciuho dcSantos a 200 rs ; ini-
llio alpisla a 640 rs a cuia ; arroz de casca a 3/000 r.
oalquoiro, pola medida velha : no palco do Carino,
esquina da rua de Hurta-: lado direito n. 2.
Vende-se nina preta de nai/o de 35 annos pou-
co mais ou menos que cozinha o diario de una casa,
lava e engoninia : poi detrs de S.-Francisco trvessa
da rua Helia n 6.
__ Vende-se nina garrafa* de rob-anti-siphililico de
Laileteur com a sua competente instrueco pratlca
para uso do mesmo remedio : na rua do Cabuga lo-
ja n. ll.
__Vendem-se duas venrzianaa em bom uso : na rua
larga do Roiario, n. 35, loja de iniuderas.
~ Vendem-se cinco acedes dacoinpanhia do Beberibe,
cumrelogio patente, ingles, sabonetc de prata, muito
bom regulador 1 na rua da Concordia, n. 25, primeiro
andar.
__Vande-se urna mulata de bonita figura, que sabe la-
var, coiinhare cozer, por preco commodo: na ruados
nii.ii tris, n. 22, segundo andar.
Vende-se Ulna commoda de condurii ; urna cama
de Jacaranda paracasal.com seus competentes en- Rbanos, rabanetos, nabo, couve-nablca, couve-flor,
xergdes e colchos em muito bom estado, por proco broco, trinchuda, salea, coentro de toceira, cebolla, ea-
coinmodo : na rua da Cruz, no Recife loja de trastes,! pinafre, repolho, aliare repolhuda, dita alleinaa, dita
do Sr. Antonio Jos Coellio. I ir.assaroca, selgas, seuoulas, almeirao, aipo, tomates
Vendem-se trancelins ; aoneloes; uiedalhas; brln-1 grandes, chicoria* chicarola, segurelha, pimpiuella, fei-
cos ; botos ; e outras mais obras de ouro ; colheres de 1 jo carrapato, ervilha torta, esvilha direita, fava, clie-
pi.ata para sopa; una colcha; superiores sardinbas : gadas de Lisboa no briguc Rotiim : vendcin-sc na rua,
na rua do .ngel, n. 11. |da Gnu, a. W.
gosto.
Na ruado Crespo, loja n. 12,
de Jos Joaquini da silva
Haya,
ha um novo sorti ment das ricas mantas do lanzi-
nha eseda para senhora as mais modernas que se
usam na Europa e por isso se tornam recommen-
daveis as senhoras de bom gosto, bem como aquellas
que usam de economa tanto pela boa qualidade e
ricos gostos, como pelo baralissimo preco de 5000 rs.
cada urna ; ha igualmente um rico sorti ment de
cortes de vestidos da rica fazenda denominada ba-
zullna. Esta fazenda he de coros escuras bordada
delstrasequadrosos mais claros, de lindos dese-
nhos, cores lixas e bonitostecidos.c por isso muito
proprios para o lempo de quaresma e de invern.
Aos a manes da boa pitada.
Acaba tle chegar do llio-de-Janeiro pelo ultimo
vapor, urna nova remessa do superior rap Principe
Imperial. He oscusado tecer elogios a este rap, pois
o seu autor he o mais perito fabricante que ha na-
quclla corte. Vende-se as lojas dos Srs. Victorino de
Castro Mniiia na rua dosQuarteis ; Joaquim Mon-
teiro da Cruz & Companhia, rua do Queimado ; An-
tonio Domingucs Ferreira, rua do Crespo, e na de
Francisco Joaquim Cardozo.
Sement de horlallce.
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A bordo do patacho nacional S.-Joi-^inrieono,
cliegado prximamente do Ass, e Tundeado defronte da
Lingoeta, ha superior tal para vender: quem convier
dirija-se a bordo do mesmo, ou a ra da Crui, no Recite,
casan. B6.
Vendem-se2 cevados criados era um sitio perto
da praca com o sustento de milho e farinha comi-
das boa, que por isso deve ser a carne saborosissima ,
c a! v.,. c'.'iZ ;.r.~. ;r.a::: i" ; arrc>u *- da Cadeia do Recite n. 25, se dir onde estao.
j\a loja n. I (J da rua do Crespo ,
na esquina que vira para a rua
, das Cruzes, de Jos Manoel
Monteiro Braga,
vendem-se ricos cortes de vestidos de seda para se-
nhora proprios para bailes pela sua delicadeza e
bom gosto assitn como brincos, o mais rico possi-
vel, pura noivas ; cortes de caisbrsia de seds, corn
flores adamascadas, de muito ricos padrdes; los
pretos, muito'superiores ; e outras nuitas fazendas
de gesto que polo poucb espaco torna-se impessi-
vel menciona-las.
Vende-se urna venda com 700/a 800/ rs. de fundo
escm alcaides tita no Forte-do-Mattos, em multo boui
lugar e bem afreguezada para a trra o que o compra-
dor poder observar : a tratar na rua da Madre-de-Deos,
B.9.
- Vende-se um fitelro, proprio para qualqner es-
tabelccimento ; urna mesa redonda de Jacaranda para
meio de sala usada : na ru da Cadeia de S.-Antonio,
ii. 18.
Vendem-se duas commodasde oleo c 1 canap de
Jacaranda por preco muito commodu : na rua da Ma-
dre-dc-Dcos armazem n. 28.
Vendc-se urna barretina ; um bonete; urna
grvala para guarda nacional, em meio uso ; um
relogio saboneta de prata ; um melhodode piano,
porAdo; ludo isto muito barato : na rua da Sen-
zalla-Vulliu n. 50, primoiro andar.
O BARATEIRO. t
Loja ora ti. 4, ii Ricardo U Compnnhia ao p do arco
ilrS -Antonio, na ruado Crespo.
Este estabelecimrnto abrio-se hontem c como esteja
sonido de fazendas todas novas em gosto, qualidade^?
proprias desta praca offerecem-se a consideracSo
dosfreguezes os precos de algumasdrllas mais conhe-
cidas. Adverte-se que os precos de todas as mais que
existent maravilliosaiiiente sortidas neste eslabelcci-
niciito sao porque devem ser mais coinmodos do que em
outra qualquer parte em rasiio de screm-compradas a
dinbeiro, novas e fresquinhas com sejain : leueos de
seda superiores a 1/440 rs. ; ditos muito liaos da In-
dia, a 2/240 rs.; brins 'de puro lindo e de ricos padrdes,
a 1/000 rs. a vara ; corles de collete de fuslao de ricos
lavrores a 1/000 rs ; briiu branco de linho a 800 rs.
avara; dito francez estampado, tal e qual a casimira
francesa e do mais superior linho a 2/000 rs. a vara ;
cortes de colletes de sem lavrado de ricos padrdes ,
a a/000 rs. ; ditos (Te la e seda a 1/000 rs. ; madano-
liio, 4e 160 at 280 rs. a vara, boa faienda, o em peca de
J/560 at 5/500 rs. superior fazenda ; cortes de cassa
flngindo chal que em gosto levara vantagem a todas as
sedas poisso uma inaravllha de estampado e superior
caiubraia a 5/(100 rs. ; pannos linos de todas as cores ,
franceses e Ingleses, e de todos os precos novos e em
folha ; sortimeuto de chitas novas e finas ; de chales de
la e seda, e de seda ludo novo em gosto e padrdes ;
sarjas e setins lisos de cores blancos e pretos de Ma-
cau superiores e de varias qualidades ; casimiras pre-
tas e elsticas superiores, dc3a4/rs. ocovado; brins;
bramantes; bretanhasde linho; esguifles ; mantas de
seda ; irlanda, sortimento novo em preco gosto e
qualidade ; luras de algodo e de seda ; ineias de algo-
dao e de seda tanto pretas como brancas para ho-
rnera e senhora ; e outras multas fazendas que seria
longo enumera-las.
Vcnde-seuma pretinha crioula, de idade 20 annos,
bonita figura; sabe engommar liso, ensaboar bem,
cozinhar o diario de urna casa e vender na rua : quera
a pretender dirija-se na rua Dirrita, n. 97.
-.No Aterro-daBoa-Vla, n.84,
Tendem-se sapatos para meninos a iOO rs. ; ditos para
senbora de selini e de panno, a 1/000 rs. ; ditos de lus-
tro, a 1/440 rs.; ditos para hornera de inarroquini,
a 8C0 rs. ; ditos de panno e de lustro a 1/000 rs. ; ditos
de cabra a 560 rs. ; ditos de cordovo a 600 rs. ;
borzrgnins pretos e de cores a 2/800 rs. ; botns c
incios ditos ; sapatoes iuglezcs a 3/000 rs. ; pilles de
marroquii), a 1/0U0 rs.
- -. Vende*se chumbo de mu-
nico bem sortido : na rua da Ca-
deia do Recife, n. 48, casa de Ja-
mes Ryaer.
Vende-se, ou troca-se por ura rscravo ou escrava
cora boas habilidades, una casa terrea sita no arelal das
Cinco-Pontas, n. 35, coraos seguintrs coinmodos : sala
diantce atrs, dous qurtos, cozinha tota, cacimba in-
dependente, quintal murada, a qual faz esquina com o
becco da misma rua cima : na rua de Hurlas, n. 142,
segundo andar.
Chcgucm a pechiiicha!
Na rua da Alfandega-Velha, n, 38, vende-se arroz pi-
lado a vapor, de primen a qualidade, chegado ltima-
mente do Marauho, viudo pelobrigue-rscuna Velot, era
pequeas e grandes porefles a vontade do comprador, era
saceos de 4 (i, ao preco de 2/500 rs. a armba: as pessoas
que quiserem comp.ar maior porcao, levarao ao preco de
2/450 rs. a arroba.
Vendetn-se dudas de calzas cora eolchetes de n.
1 a 6, por preco coininodo: na piara da Independencia,
n. 4.
Vendem-se sementes de lioi telicas, de todas as qua-
lidades, inulto novas, chegadas prximamente do Porto,
por preco muito commodo : na rua estreita do Rozario,
venda n. 8.
Vende-se superior sal do Ass, e muito grosso; a
bordo do brigue-cscuna .Henriqucta, tendeado ao p do
trapiche Novo.
Na rua estreita do Rozario, n. 22, 1." andar, casa do
enradernador Francisco Antonio Bastos, vendem-se as
seguintes obras por proco inulto commodo:Vida de D.
Fr. llarlbolomru; linagem da vida christaa; Macarrone;
elemento, de Fouseca; Epstolas do evangelho ; Kscola de
poltica; Fonte de .-anla-Calliai ina ; Meitiioiadosritos ;
Exerclciosquotidianos; Meditaran da paixao: Fratica ex-
hortatoria ou novo ministro; Retrato da inorle; Historia
Sagrada; Miserere; Hlzope, poema; poesas de Souza ;
Horas da Semana-Santa; ditas poi tuguezas; Resumo da
historia sagrada; ditas grega e romana; dita gcographica;
e tambera tem boa tinta preta deeserever, encader-
na, todas as qualldades de obras cora promptdao e
useio, e apara papel tudo por preco muito com-
modo.
= Vende-se uma parda de 12 16 annos punco mais
ou menos sem vicio algum c que cozinha, lava, cose
c lein principios de engommar : na rua do Cabug lo-
ja de iiiiudcias n. 1 1).
tS rua da Cadeia doIWcifc,
loja dt miudezas, n. 9,
flcha-se venda um grande sor-tmenlo de
Bichos de massa, de todo e qualquer la-
manho, proprios para ornamento desala.,
muzo e presepios, os quaes vendem-se
muito baratos, dinheiro avista
Pecbinch igual ainda nao vi!
Ns quisa do Livratucuu, loja do nicho, vendem-se
chales de la i, de ricos paAks, a 2/240.
= Vendeirl-se paneiros ae sal multo .claro tanto
em porcao como a retamo por preco commodo : na
rua Nova venda n.65.
Vendem-se meias para meninas e que tambera ser-
vem'para meninos de 5 a 6 annos, a 160 rs. o par: na rua
larga do Rozario, n. 35.
Vendem-se los de linho pretos bordados
de seda, muito superiores ; sarja de seda
hespanbola legitima ; alpaca preta muito
lustrosa e lina : ricos corte de rollete de
setim pretoadamascado; merino prelo mui-
to fino ; casimira francesa elstica e sem
pello ; dita ingleza muito superior; cortes
de calca de ineia casimira a 3/500; panno
preto e de cores,de todas asqualidades, as-
si ni como um completo sortimento de fa-
zendas tudo por preco mais em conta do
que era outra qualquer parte: na nova lo-
ja de Jos More ira Lopes 8c G na rua do
Queiniado, na casa amarella, n. 29.
Oh que pechinchas tem o amigo
barateiro para as senhoras
do bom tom !
Oh que riqusimas e mimosas fitas tem o amigo ba-
rateiro na sua nova loja de miudezas da rua do Collegio,
n. 9, chegadas ltimamente da corte do Rio-de-Janeiro,
pelo ultimo vapor as quaes sao da ultima moda que
tem apparecido nos ltimos divertiinentos e bailes que
sao as seguintes: fitas de cintc para senhora com
franjas de todas as qualldades da largura de dedo e
meio c de dous dedos; filas de guarnicao4e todas as
cores e da largura de dous a tres dedos com franja s
de u.n lado proprias para enfeitcs eguarnices de ves-
tidos ; rquissimos ciuteiros para meninos de todas as
cores e com franja as ponas, de todas as larguras;
brincos atartarugados, proprios para a Quaresuia ; ricas
travessas de tartaruga a 960 rs, o par do ultimo gos-
to ; leques de seda de todas as cores ; bicos. pretos de
todas as larguras ; e outros inultos objectos, proprios da
moda.
a rua da Cadcia-Vclha, n.
<9, loja de I. O. Elsler,
vende-se vinho lo Porto de diversas
qualidades ; dito da Madeira ; dito de
Sherry ; dito de Bordeaux ; dito Cliateap
la Rose ; dito S.-Julicn, dito do Rhei-
no ; ditodo Rlieine-mousseux ; dito Tene-
rife ; dito de Bucellas ; dito de Carcavel-
los ;dito de Lisboa ; cliampanha sellery ;
dito marca cometa ; ago'ardente de Fran
ca ; cherry cordial ; marrasquino; gene-
bra de Hollanda ; ponebe fino da ^uis-
sa ; cha preto ; dito hysson e perola ; bis-
couto fino de flamburgo, em latas ; vidros
de conservas de verduras ; charutos rega-
la finissimos,da Babia ; velas de composi-
co ; latas de carnes e verduras em con-
servas. Adverle-se que tudo he da melhor
qualidade e por precos rasoaveis.
L\a loja nova II. 4, do ha
ro, ao p do arco de
Antonio, vende-se
Primor e bora gosto para vestido o covado a
Mantas de carabraia lavradas de seda, a
Riscados fiancezcs, o covado a.....
Ditos largos, a........ .
lanas pretas de seda, com dedos a .
Cortes de fusto de la e seda para collete, a
Ditos de seda e de setim lavrado a franceza
gosto asselado, a.......
i 'hales de Ia e seda gosto rico, a 6/400
Gambrides para calcas fingindo casimira li
tra'dn, o cortea........
Casimira preta superfina, o covado a .
Chatis de seda de ricos lavrores de-15/a .
Do-se amostras sobre penhores.
Medicina universal.
Filulas vegelaes de James Moiisn.
A medicina vegetal universal be o resultado de 20 an-
nos de invesligacocs do celebre James Morlson. Por
nielo drstas pillas conseguio seu autor innmeras c
admira veis curas', desde as affecedes que atacara as
criancas de pello at as molestias chronlcas do ancio.
A Europa saudou este remedio como remedio univer-
sal para todas as doencas e al hoje ainda uo foi des-
mentido tal titulo.
F.sta medicina vera acompanhada de uma recelta que
i-nsina facilita a sua applicacao. Consiste em tres pre-
paraces a saber ; duas qualidades d<: pilulas distinc-
tas por nmeros, e um p: cada qual goza de mudse
acedes diversas.
As pilulas n. 1 sao aperitivas; purgara sem abalo os
humores biliosos e vicosos, e os expulsara com ellicacla.
As do n. 2 expulsara cora esses humores, igualmen-
te cora grande fr^a, os humores serosos, acres e ptri-
dos, de que o sangue se acha a iniudn Infectado ; per-
eorreui todas as parles do corpo e s cessaiu de obrar
quando ierra rxpulsado todas as impurezas.
A terceira prrparacao consiste em uma limonada ve-
getal sedativa: he apelativa, temperante e|odofante : tor-
na-se em- eommuin com as pilulas c facilila-lhcs os me-
llioies efTeilos.
A pos9lc social do Sr. Morison, a sua fui tuna indr-
pentlente repeliera toda a ideia de charlatanismo ; e as
admiraveis curas operadas com o seu systeina no col-
legio de snde de Londres, sao mais que garantes qa
efilcacla do seu remedio.
Recommenda-sc esta medicina que nao pede neni
resguardo de lempo nein de posicao da parte do docn-
te a lodos osque atacados de molestias julgadas in-
curavris se quizerem desengaar da sua viitude.
Ozalque a hunianidade feche os ouvidos aos intc-
ressados em desacreditar estes rrmeuios tao simples,
to coinmodos e to verdadeiros. yKBi
Vendenv-se sjuente era casa do nico e verdadeiro
agente J.KIster O. na rua da C.adeia-Velha n.20.
Vendem-se cinco escravas de 18 25 anuos, todas
com ashabilidades que sao precisas para una casa de fa-
milia, uma das quaes he boa costurelra e cngominadei-
ra, e vende-se para fura da provincia ; um lindo mo-
lequede iO a Izannos; um mulato de' 18 a20 annos, de
ralei-
S.-
^320
5/1100
/240
/320
1/0(10
1/000
7/000
e 7/000
1/380
. 3/000
. 25/000
elegante figura; urh moleque de 18 a 20 annos, bem ro-
busto : no pateo, da matriz de Santo-Antonio, sobrado
n 4.
i^ Vende-se.na-rua da Cruz, n. 23, Jfcj
ti cera em velas, de uma das nielbo- 31
irji res fabricas do Bio-de-Janeiro rf
'"p! sortimento vontade do compra- 51
I dor, em caixas pequeas, e por
'(ir preco mais batato do que em ou-
I I ._*
r tra qualquer parte
R
Vendem-se aeeOes da exlincla corapanhia de Per-
nambuco e Parahyba: na m d C.rn* Hn Rerlfi.. n. fl:
escrlptorio de Olivelra lrtnos Si C.
Champanha.
Vendem-se gigos com 12 garrafas de vinho de chata
panlia, de qualidade multo superior, em casa de J. J
Tasso Jnior, rua do Amorim, u. 35.
A ;,9440rs.
. Na loja nova n. 4, de Ricardo na-rua Crespo aop
do arco deS.-Antonio vendem-se cortes de cassa da
afamada fazenda pelle-do-diabo padrdes novos taes
e quacs'os da casimira franceza.
A .720 rs. cada um.
Na loja n. 4, de Ricardo na rua do Crespo, ao p do
arco de S.-A ntonio vendem-se lencos de seda para me-
ninos e meninas pelo mdico preco de 720 rs. cada
um.
MIMO E PRIMOR!
NA RUA DOCRESPO.U)-
JAN.lt, DE ANTONIO
LUIZ DOS SANTOS
U COMPAlVHiA.
He incontestavel que
etn manufactura de gosto
o MIMO E PRIMOR de todas as sedas e sarjas pretas
brancas e de cores achamalotadas, lavradas e lisas
que se aiinunciam sao merecedores da benigna pre
lerenda dos alijadores do que he bom: assitn se re-
cominenda e conta-se que a vista da sua especialidade .
nao restar nada a desejar para possuir-se com a com-
pra o melhor gosto c qualiade em colletes rlqulssi-
uios e vestidos para senhora, que satisfacam o mais cus-
toso, porm honesto e primoroso de seus adornos
quarestnaes. *
Vende-se azeite fino de gerselim, para comer e
para luz : no depositodeazette de carrapato na rua
da Senzalla-Velna, n. 110.
VELAS DE tCF.R DO RIO-DE-JANEIRO E DE LISDOA.
. Ve nde-se sortimento completo de uma a 16 em libra ;
bogias de 4, 5 e 6 em libra e barandOes qur era caixas
grandes sortidas qur em caixinhas fle 50 libras de
cada qualidade ; tudo ao gosto do comprador : he a me-
lhor e mais alva cera que tem apparecido e pelo preco
mais barato possivel. Na rua da Senzalla-Velha, arma
zemdc Alves Vianna n. 110.
No Aterro-daBoaVsla, loja no-
va n 24, vende-se
superior sarja prrla hespanlmla a 2/500. 2/800 c 3/rs.
o covado ; superior casimira preta a 3/200 rs. o cova-
do ; pannos pretos; merinos ; alpacas por muito bara-
to preco ; casimia escarale para fazer capas do SS.
Sacramento; lencos de seda de cores para grvalas, a
2/ rs. ; ditos pretos, a 1/, 2/, 4/e6/rs. degorguro;
ditos brancos de carabraia com bico c sem elle para
tnao do senhora ; caiubraias lisas muito linas para fa-
zer lencos para cabeca de senhora, c outras fazendas
baratas, como sejara : chitas pretas com lislras azues ,
a llilirs. ; ditas pretas achamalotadas fingindo seda ln-
viada a 200 rs. o covado; ditas de cores escuras a 120,
60 200c240 rs. ; tiiursullnas de cores, a 240 rs. o co-
vado; (esta fazenda he muito bonita, pols Unge seda) as-
siin coino meias pretas'finas, para senhora c para pa-
dres a 240 rs. o par. -
Vende-sc cal virgem era ineias barricas chegada
ltimamente ; caixas vasias para aSsucar ; uma poreo
de pesos de ferro, de duas arrobas ; serras grandes para
serrar inadeira ; tudo por preco commodo : na rua da
Morda, armazem n. 17.
a Vendem-se moendas de ferro para engenhos de as
sucar, para vapor, agua e beatas, de diversos tamanbos,
por pre50 commodo ; e igualmente taixas de ferro coado
e batido, de lodos os tama olios : na praca do Corpo-San-
to, n. II, era casa de Me. Calraont & Corapanhia, ou nc
rua de Apollo, armazem, n. 6.
Na loja 4, de Ricardo ao p
do arco de S.~Anlonio,
na rua do Crespo vendetn-se lencos.de Rnlsslma cain-
qraia, arrendados c bardados, enm bico em volta,
proprios |iara mao de senhora de lindlsslino gosto, pe
lo mdico pirco de640 a 1/280 rs. cada um ; chitas de
rres ftxas _de ricos estampados a 160, i80, 200, 220 e
240 rs. o covado.
Vende-se, no primeiro andar do sobrado n. 3 da rua
do Aterro-da-Boa-VIsta, tima arroba de prussiato de po-
lassa (yano/erruro de pottusium).
Vendemsc dous sitios e una
casa terrea nesta praca ,
liidti etn chaos proprios :
os sitios sao perto desta praca : o pr'imelro cora duas
casas de pedia e ral uma das quaes tem sotao forno,
esti liara para dous ravnllos e outra para gado ambos
com bastantes coinmodos para grande frmilia com 5
viveirosde peixe pasto para 8 a. 10 vaccas de leile ,
muito boa baixa para melles, mrlancias e capul an-
imalmente com mullos ps do coquelros', larangelras
c outras l'riicleiras ^ este rende 400/000|rs.annualmerii. :
0 segundo ao p do dito, cora casa'de pedra c calj,
niiiitos ps de larangelras e outras frnctriras portao na
estrada ; ambos os sitios teera boas cacimbas d'agoa de
beber, e este rende 200/1)00 rs. : a casa terrea he sita no
bairro de S.-Antonio e rende 16/000 rs. niensalmriilc.
Kstes predios vendem-se juntos ou separados; e para
Islo trata-se no Aterro-da-Hon-VIsla n. 21.
Vendem-se 7 caixas-de vidros de relevo para v-
draca os quaes sito excellentes por no.delxarein de-
vacar de fra para dentro das casas : na rua do Trapi-
che casa de F. H. Lutlkens
Vendem-se bicos do Porto ol tremolas, largse
estretos muito proprios para babados por preco mui-
to commodo : na rua do Crespo, n. II loja de Jos
Joaquim da Silva Maya.
Vendeiri-se bracos de balanca grandes proprios
para armazem de assucar : na rua Nova, loja de ferra-
gens n. 41-
Vendem-se 7 escravos de "ambos os sexos saber:
1 preta que lava, cose, cozinha e engouuna, casada cotu
um cabra bom serrador j J pretos e 3 pretas bons para
o servlco de campo ; todos estes escravos s5o mocos e de
boas figuras : na rua do Quelmado cora frente para o
largo do Collegio, n. 33.
Maya Ramos & Compnhw, na
rua Novu, u. 0 ,
"vendem ricos veos pretos de varios tamaitos e pre-
cos; sarja preta hespanbola; setim preto de Macan.;
uvas de seda preta, curtas e compridas ; ditas de pel-
lica com guratelo ; borjegulns para senbora ; sa-
patos de duraque muito novos e bons a 1/000 rs. o
'par ; ricas fitas de seda lavrada : ditas com franja,
proprias para cinteiro ; multo finas ; e outras multas
fazendas de gosto.
' Vendem-se latas cora biscoutinhds de aramia e
herva-doce chegadas ltimamente do Rio-de-Janeii o ,
poc preco commodo: no armazem do raguez ao p
do arco da Concelcao.
Vendem-se charutos de regala, inulto bons por
prego commodo para fechar comas : em casa d No-
vaes fc Corapanhia, na rua do Trapiche n. 34.
Pannos pretos finos
e decores, e novos na loja; verdadeiro setltn e lencos
de Macan; chapeos de sol, de seda ; casimira preta els-
tica ; los pretos; sarja hespanhola; e todo o sortimento
de fazendas finas proprias para a Quaresma : na rua
do Quelmado, loja n. 11, de Rayraundo Carlos Lcite.
O novo barateiro da loja nova,
ao p do arco de S.An-
tonio, n. 4,
avisa aorespeilavel publico que tem ricos pannos para
mesa, de casimira fina cora vistas e passagens hist-
ricas a 25/000 rs. cada um ; ditos de 13a e algodo,
com ricos desenhos a 4/5000 rs.; pannos finos de to-
das as cores e preto inulto superior de 4/000 ate
lO/OOO rs., verde e cor de vinho, de" lindo panno, a
6/500 rt. dito azul para farda, de 4/a 6/000 ri. ; luvas.
tanto de pellica como de seda e de algodo com borra-
cha para hotnein e senhora. Dao-se amostras sobre
penhores.
Vende-se um escravo de 20 annos, bomeozi-
nheiro de um tudo ; um dito bom boliciro e que tra-
balha de alfaiatc ; um dito bom para todo o ti'aba-
Iho da pra^a e do campo; 3 pretas. mocas, urna del
lascngomma, cozinha e lava ; uma parda com duas
filhos, unta de 6 annos e a outra de 4, a qual cose,
engommae cozinha ; urna dita de 16 annos, opii-
ma para se educar r na rua do Crespo, n. 10, pri-
meiro andar.
Vende-so uma escrava que cose e engomma:
na rua da Matriz da Boa-Vista n. 33, segundo an-
dar.
Alircns, ordenaQues olas
Mello.
Vende m se estas obras, na livraria da esquina
do Collegio.
Vende-sc uma porcao de sapatos viudos do Ara-
caly i por preco commodo : rio largode S.-Pedro, n. 1.
lUia do Qin'im.ido, n. t.
Na loja nova de Raymundo Carlos leite aclia-se um
comideto sortimento de fazendas finas o mais em eon-
ta possivel; assim como chapeos do Cblli finos e or-
dinarios ; o famoso panno de linho, e as chitas asseti-
nadas pretas ; chales e mantas de seda; corles de cha-
l os mais modernos que ha ; merino e alpaca fina ; o
verdadeiro brim de linho de llstras, para calcas.
__Vendetn-se dous reloglos novos patentes Inglezes ;
sabonctes dos inelhores autores que teem apparecido
presenilmente; un rico palitelro; uma bandeija, para
cinco copos; doze colherrs para sopa, sendo a prala de
lei; um riqulssimo annrlao, com ura grande brilhante;
dous traricelins, um para senhora e ouiro para hoincui;
um relogio'de prala domada, sabonetc horizontal; diver-
sas, obras de ouro, as quaes obras se niosiamr.m ao com-
prador, e or preco commodo : na rita estreita do Ro-
zario, n. 30, segundo andar.
Vende-se una preta de" niela idade de nacao, por
preco commodo : na rua da Conceicao da Boa*Visia ,
n. 40.
Useravos Fgidos
No da 25 do correte, fuglo ou fui tarain urna pre-
ta crioula de nome Benedicta, balxa, bocea grande ebei-
eos grossos, coin vestido de rlscadn roxd, cabecao de
algodaor.lnho : quera apegar leve-a a rua do Collegio,
n. 6, que ser bem recompensado.
'Rs. 100/000'
Do abaxoasslgnado fugio, no dia 26 de dejembro de
1845 o seu escravo criouio de nome Antonio de 2o
airaos pouen mais ou menos com ua signaes seguintes-
esutura regular corpo chelo olhosamortrcdos fal-
la descansada ; foi compra Ja a Manoel Galdino Wauder-
lei Lins morador no engruho Brejo-Novo em Scrl-
nhAeiii ; dlsem que fra quera o seduiio par fngir c
que o tem tido seinpre e contina o ler era seu poder ,
ora no dito engenho Drejo-Novo ora no det.ominaUo
Po-Sanguc tambera em Serinhacni de proprledaoe
de um sen prenle. Roga, portamo, o mesiiio abaixo as-
signado as autoridades policiae.do referido lugar a ap-
prchenso do dilo seu escravo rogando-a tamDf m
qualquer parli ular a quein promelte a gratlficacao de
100/ rs. logo quclhc entregue o dito escravo, na rua
Direita desia cidade sobrado n. i21 ou no eugenlio
Pintos-, na frrguciia de S.-Aiuaro-Jaboato.
Jos Femando da tnil.
Digo eu abaxoasslgnado que entre os mais bens
que possuo, de mansa e pacifica posse livres e dcscin-
baracados de hypollirca ou penlioras, he bem assim o es-
cravo criouio de nome Amonio o qual o houve por
heranca de raen fallecido pai; cujo escravo vendo, r. ae
facto vendido irnhode Jieje para sempie ao.Sr. Josi
Fernando da Cruz, pelo pu coc quaniia de jflO/OUU i..
une recebi ao pastar (leste em mcela eoriente, pas
que cedo e tiaspasso toda a posse e dominio que nelic
tinha, ao robiidlto Mii.priuor, o qual o ] ossuna etn"
seu que lie e fiea sendude boje para srmpre .pagando
o inesmoeoinpiacToraeiza. K por ser ve.dade ped c
rogueia Joaquim da Fouseca Soares de rieu. urdo que
este por mira liiesse, no qual me assigno cora *-
temnnhas-nbaixo assigiadas. Engenho Pintos, *"
jiinho de 1844. Mlanoel aldino Wnnderley Lim Como
lestemubas padre Jeroiu/mo Ha.reiros Uangel Joa-
quim di Konseci Soares de Figueiredo. lagou a ci
la coran consta do recibo n. 18.
-- Fuglo, na noite de 7 para 8 do mez passado da ca-
_ de JosClaudino Leile na rua larga do Hoiatio ," '
pardo, de i.om e Jos, de 22 anno. o, um-poiico chelo do corpo u<-|lo,cornr'do;L*,a^ .
le, dalo ; le.n nina cicatriz r... "' I^' '?..
nueia denles limados poucos cabellos na narua ,
gageja Ju.mo ftlla ; te b.m fflcl'' ^"ClSJ
oostmia a tralar-te como Torro :.que. o pegar evd^
dlt. Jos Claudl.ro Leile na mes.i.a rua, P' uW
botica de Barllioloineii Francisco de bouia qu rece
bcr 50/ rs.de gratlficacao.
.------------5
PERN I NA TTP. DsTJB. r. DE FAR1A
. 1^7'


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