Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09854


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Full Text
fm
Anuo de, 184
-
Segunda-feira 1
O MARIO piil!c-se todos ot diat, que iilo
" ,( guarda i o preoo d asignatura he de
"fono rs. v> quartel, patos adiantaAo*. .Os m-
ros dos assignanle un inseridos rasiio de
"Z, porlinha, Ion. emtjpo diiTereote, e as
lices pe' metade. Ot que nuo forem ass'g-
"'',.< imBsrSo 0 n. porlinha, 100 em lypo
i
PBASES D* LA NO MEZ. DE MAR0.
i,,. clieia, '*1MM *8 nuoulos '' m,nh5i.
M,.oDle, a I0,,ae horas e IR rain, da in.nl..
i oov., l. i hM 7 min. d. Urde.
VMcenW, a J, I" '> ">'" d Urde.
PARTIDA DOS CORREI03.
Goiannse Panlirba, ssegundas escitas feir.a.
Rie-Grande-dn-Norte quintas feiras nomeio-din.
Cabo, Serinliem, Rio-Kormoso, Poito-Calvo e
Macelo, no I.*, a II e Jl dcada mei.
Garanhuns e Bonito, a 10 e II. "
Boa-Vista e Flores, alie 18.
Victoria, as quintas feiras.
Ulinda, todos o* dios.
PREAMAR DE IIOJK.
Primeira, s 3 lioias t 41 minutos da larde.
Segunda, s 4 lioraa e 8 rainutoi da manha.
Anno XXIII.
N.4ft.
das da semana.
I Segunda. S. Ailrio. Aud. do J. do] or-
phios, do J. doe. da v. e do J. M. da 1 V
! Terca. S.Siinplicio.Aud.doJ.doeiv.dat
t. e do J. de pal do 2 dist. de t.
: Quina. S Hemeterio. Aud. do .'. dociv.
da J t a do J. de paz do 1 diit. de I.
4 Quinta. S. Casimiio. Aud do J.de orphoi,
doJ. municipal da I ara.
i Setla. i>. Theopbilo. Aud. do J. do civ. da 1.
v e do J. de un. do I. dial, de I.
Sabbado. S.OIIegario. Aud. do J. do civ. da
I. t. e do J da pai do I dist. de I.
7 Domingo. S, Tliomai de Aquino.
CAMBIOS NO DA >7 DE PEYEREIRO.
(.'arabio obre T/iudre de 1* a I '/jd P 'I1*
a Pans II ri. por Tranco.
Lisboa de proiuio.
Deac. de lallras de boas Gratas I '/ P- /a
OuroOnea bespsnhole-----MOnO a
a Moedas de f 100 velh I8|000 n
a de 8|400 noy.. 16*000
de sfOOO..... 9/000
deifOOO..... 9#000 a
Prala Patacoes.......... J#ood a
Pesos colun nares... 1/080 a
Di toa mellemos ... I #00 a
a Miuda........... I#7
Acea da corap. do llcberibe de 0|000 rt.
aamez.
18*700
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9| 100
I0JO
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IJ80
aopar.
DIARIO DE PERN AMBUCO
~irr-
PERNAMBCO.
SESSAO PREPARATORIA
EM 27 DE FEVEREIRO DE 1847.
Ao mel da, reunem-se na sala daisessdes 8 Srs. de-
A cadeira da presidencia lie oceupada pelo Sr. Manoel
de Souza Tcixeira ; a de prhnciro secretario pelo Sr. Du-
arte Pereiro, eade segundo pelo Sr. Farla.
O Sr. Preiidenle convida os Sr. prsenles a se rcunirem
amanha, para verlflcar-se se existe o numero legal, e
fazer-M ao presidente da provincia a participacao rc-
commendada pelo artigo 8.* do regiment.
SESSO PREPARATORIA
EM 28 DE FEVEREIRO DE 1847.
s f l horas da inanhaa, reuneni-se na sala das sessSes
10 Srs. drpuiados.
Occupa a cadeira da presidencia o Sr. Soasa Teixcira;
a de primeiro secretario o Sr. Luiz Duarte, e a de se-
gundo o Sr. Farla.
ii Sr. Pretidente declara que, constando-llie haver na
cidade numero legal de Srs. depuladus, para verificar-te
a abertura da sessao ordinaria do corrente anno, vai-se
iniciar ao Sr. presidente da provincia para designar a
hora em que a mesma deve eliectuar-se.
TRIBUNAL DA. RELAA.
JULGAMENTO NO DA 27 DE FEVEREIRO DE 1847.
Detembargador de amana o Sr. Pone.
Na appellaco crimeentre partes, o juizo e o reo pre-
so Francisco Alves das Chayas, julgaram procedente o
recurso.
Na dita clvel entre partes, Catharina Francisca do Es-
pirito .Mulo e os herdeiros de Manoel Antonio da Silva,
iiiandaraui dar vista ao curador.
Ka dila dita entre par.tcs, Manoel de Souza Rapozo c
Nuno Maria de Mixas, mandaran! dar vista s partes.
Vi dita dita entre partes, Manoel Elias de Moura e
Joo Pinto de Lemns, desprezarain os embargos.
Na dita dila entre partes, o juizo e Jos Gomes Colin-
bra eoutros, inaudaraui dar vista s parles.
.Na dita dita entre partes, Jos Felicianno Cavalcanti
de Albuquerque eo padre Paulo Bento de Zilande, maii-
I.naiii dar vista s partes.
Na dita dita entre partea, Rernardo Lasserre &Com-
pauhia c outros e a fazeuda nacional, inandaram dar vis-
ta ao procurador da fazenda.
Ka dila dita.entre partes, Luis Pires Ferreira eoutros
e Manoel Pires Ferreira e outros, inandaram averbar a
dizima.
Na dita dita entre parles, Caetajio Perelra Goncalves
da i lunlia por si e sois filhos, e Cristovo Dionizio de
barros como administrador de sua inulher, inandaram
lar vista ao curador geral.
Na dita dita entre partes, Manoel Francisco Lame
nlia l.ins c Manoel Zeferiuo dos Santos, recberam osar-
tigos de habilitacao.
Na dita dita entre partes, Jus Marinangelt e Francis-
co Antonio de Oliveira St Filhos, coui marain a sen-
ien9a.
Na dita dita entre partes, D. Maria Felismina do Reg
<>'>iiics e Manoel Jos da Costa como administrador de
ni mu her eoutros, maudarain dar vista ao curador
geral,
Nao se tomn ennhecimento do aggravo clvel de Joa-
nulin Jos Pcreira de Santa Anua.
Nao se deu provlmento ao aggravo clvel de Joao Ucr-
nartaVio de Sena.
significante prova que de sua religiosidade pode dar
|^im cliristo, apenas s/ manifestacomo deve na capital da
provincia, cmn'uin* ou u'oulra das parochiasdo centro,
porque as demais ou nao ha templos, ou estiio arrui-
nados e baldos de alfaias e ornamentos os que existein ;
e para cumulo de desgraca, para prova deque ha
uin genio que soccullase malignamente procura iuu-
tilisar os inais assignalados esfoi{os dos inlinlgos do sys-
tema estacionario, o edificio que devia servir paja casa
de prisao com trabadlos, e em cuja construceo j se
teni despendido a nao pequea somma de 300:000,000 de
ris, est situado em lugar insalubre, acha-se tao mal
repartido no interior, que as respectivas cdulas nao
Eodem comer a porcao de ar que, segundo as regras de
ygiene, deve cada preso respirar, c afiui de que poasa
corresponder ao llm para que fui creado, aiuda exige
avultadissima desprza. *
Feliimente, porein, o Exm. Sr. Atevedo lembra em
seu relatorio medidas a nosso ver inui capazos de es-
paucar todos os males que acabamos de memorar, e
que, estamos persuadidos, sero adotadas pelo corpo
legislalivo de cuja codanoracao precisam para oblerem
o carcter de leis, de que necessitam para poderrm pro-
ducir todos os beneficios, que suppomos deverem deilas
provir
Tendo nos, em o artigo que a este precede, inteirado
os nossos assignantes do que de mais curioso vimos no
relatorio do Exm. Sr. presidente da Baha, julgamos
drver tambrm dizer-lhes alguuia cousa a resprito do
que roiiiin o que no dia 30 de Janeiro Tura iido i as-
sembla geral dos accionistas du banco dessa provin-
cia.
Foi de rs. 67:400/000 a Importancia do dividendo dos
interesses por esse estabcleclmento obtidos em o 2." se-
mestre do aauo prximo Rudo ; e a cada accAo de rs.
100/000 coubc o lucro de 6/740 ou 6 74/100 por cenlo, lu-
cro que subir a 7/496 ou a 7 49/100 por cenlo, ae contar-
se com a quantia ders. 7:56.'i/326' que, deduzldas todas
as despezas do mesuro estabelecimento, licou intacta c
em reserva.
Como, nessa poca, o capital do banco era de rs.
1,500:000/000, c segundo os respectivos estatutos-deve
ser elevado a2,000:000/000 a dirreco, oni o relatorio a
que uos referimos, convidou os accionistas a concorre-
rem por novas prestaces para que ebegasse elle a ul-
tima das mencionadas quantias.
As avultadas vantageia que em anno e meio lem es-
ta empresa trazido aos que nella tomaran' parte he um
incentivo de mais para que, sem o menor recelo de sof-
frcrein prejuizos, os capitalistas desta provincia alistem-
se no banco que nesta praca se acha organiaando, e cajos
instituidores j leudo conseguido reunir o numero de
accionistas uecessario para sua inslallaco, ora se oc-
cupam da confeejao dos scua estatutos.
presos de justica e alguns soldados de primeira llnha (*).
os depuiraentos dos interrogados, e mesino a noticia
que tivc, mandada pelo proprio Mina Rocha, me faiem
crer que a vida do Exm. presidente, autoridades e pes-
soas particulares, correram ilumnenleperlgo: essa com-
inunicacao que me fez o chefe da l'accao, eu recebi como
um favor da Divina Providencia, visto que ella me pro-
porcionava os mcios de salvar tinta', victimas, como do
oicio sob n. 1.* melhor se deprehende. Do ollicio do
Exm. presidente a uiim dirigido do n. 2, da resposta
dellc sob n. 3, conliecer o respeitavel publico a ina-
neira por que me portel nesse negocio, e que o escrevi-
nliador do Diario, coberto de vergonha (se he que a lem)
he apanhado em flagrantes falsidades e calumnias. En-
tendern! mena incorrlgiveis inimigos que essa quadra
era propria para desmentir mlnha tiel dedlcacao ao go-
verno imperial, eos principios de ordem que semprc
me dominaran), querendo manchar a gloria que sempre
partilhri, de combalrr os sediciosos de todos os lempos
como fie, arrancando-lhes das sanguinarias maos o ex
presidente Dr. Agostinho da Silva Ncves, em 1839, e
ajiidaiiili' a salvar a prOvinciaem 1844, quandoessesdes-
cr.uailos calumniadores, se nao pejarnm de, capitanea-
dos pelo salteador Vicente Ferreira de Paula, c acompa-
nhados de criminoso de loda especie, asaltaren) a capi-
tal, onde foram vigorosamente repellido; porm reu-
nidos novamente, vieram atacar a columna que se a-
cbava acantonada neslc engenho de Santo-Antonio-
Grande, eacbando-se na portada capella do mesmo enge-
nho arvoradao pavilhaoImperial, aqu foram novamen-
te rechazados, salvando-se dessa forma o delegado do I m-
ieradnr, oex-presldentenernardode SouiaFranco: ludo
tso esquecem esees vndalos, e aeinnre que se Ibes pro-
porciona occasiao, nao deixam de se laucar no iinmun-
docharco das calumnias, em que a baixeia continua-
mente se rspoja. ...
Miseraveis! conveucam-se que seus factos sao tao co-
nhecldos, quantolie a luz meridional, e que a vergo-
nha de sua rrcordacao dcstroe qualquer calumnia, por
mais Ih ni urdida que srja, contra a ininha inabalavel
reputaco poltica e civil. Seapresentaram ooRicioque
me dirigi o Exm. Sr. presidente, como prelendendo
rebaixar o bom concedo que do mesmo Exm. Sr.
Correspondencia.
I1HKI0 l)E l'KH\AU1UiO.
nzcirs, as ds riTEitimo de 19*1.
AmanhSa, 1." de marco, ter lugar a sessao da aber-
tura da assembla legislativa provincial.
Acabamos de ler o relatorio que o Exm. Sr. Antonio
Ignacio de Aievedo, presidente da Babia, apresentou a
respectiva assembla na sessao de abertura dcste an-
no, aosdousdo corrente, c de que niio fallamos em o
2." dos arligos do nosso numero 41.", por uo termos re-
cbalo pelo vapor Imperador as gazetas em que esse re-
latorio vem transcripto, e que oradnos trouxe o brlgue
pnrtuguez Plor-da-ilaya, entrado Boje.
Dcconformidadecom o contexto dessa ^icca omcial,
que mullo crdito nos merece, por ter sido organisada
proferida por un liomem, cuja sinecridade nos pare-
ce iiicoiilestavel, coiniiiiinlcaiiios aos nossos subscripto-
res que he smente quanlo ao citado nancclro, que
essa provincia tem alguns motivos para lisongear-se d a
sua siluafSo ; pols que, nao obstante nao se acliar a
tlicsouraria em dia com os seu devedores, paga a lem-
po todos oa empregados cujo vencimentos corrempor
contados reapeetivoscofres, satisfaz com promplidao as
snas dividas passivas, e ha mui bem fundadas esperan-
cas de que, no anno prximo futuro, chegue a receila
.. 722:946/70" rs. "
Em ludo o mais resente-se ella dessa lenlldao de que
i|Uotidiauauiente nos queiamiis, de parceria com todos
aquelle que, anciosos pela prosperidade do nosso bel-
lipaiz, lamentaiii epraguejam o braco poderoso e in-
vislvel que, sahid" das Irevas, sus|iendc c faz parar n
carro do progresso. no momento em que mais veloica-
niiiihae mais prximo parece estar do alvo a queodiri-
gein as almas generosas, os espirilos fortes que por mais
ir teein encarregado de sua eonducco,A
de una rey
iiistrucco publica esl em atraso;
H l> !.<.. tLl.jt.. r> B > I r (I ll >('* '111
; oroubo e o furto de
escravo's, o,'fabrico e a introduccao da nioeda falsa vul-
Bariam-sc de nin incido espantoso, eos que cdin esse
rime se polluem, bem longe de sereiu desprezados e o-
lliadoseom indignacan, sao acatados cdistinguidos pe-
la corrompida sociedade em que vivem ;os assassmos,
osqueem nada avaliam a vida de seus semelhanles,
como que sao animados pela escandalosa impnnidaae
quelnos tribuuaes enconlrain, a augmentar o catalago
6 ivel do seu* delicio ; o cullo publico, essa man
NEGOCIOS TENDENTES A PREMEDITADA SEDICAO
DAS ALAGOAS.
Sri. Redactorei.Fui calumniado grossciamentc por
um eserevlnhador do Diario-Novo, que em sen delirio leve
a delicadeza de me considerar nao s* ciimplice, enino
at um do chefe da revolta premeditada as Alagas,
que linlia por liin principiar pelo assassinato do Exm.
presidente da provincia, autoridades subalternas e al-
guns particulares, c acabar pelo saque e pilhagem, c
que cu como vlcc-prcsidcnlc j me achava na capital,
para tomar as redeas do governo, e dirigir sem duvida
essa chusma de sceleratos; o que claramente se depre-
hende da parte nao ollicial, exarada no mencionado Dia-
rio n. 31, de 9 de fevereiro crreme. Tanta perverslda-
de e calumnia nao podiam deixar de niovcr-me a pe-
tHr-lbcs os mcios de defeza que silo lcitos c necessarios,
eljuc as pessoas honestas apresentam ao respeilavel pu-
blico, que, apezar de judicioso, nao deixa as vezesa ma-
ledicencia de die causar sensaces bem desagradaveis
!iara aquflles que prrzain como eu sua reputaco, e que
liimeule a tccein podido conservar illibada; e atreveu
se a dizero misrravel eserevlnhador, com a Imnavidei
e ilesvcrgoiiha que o deve caracterisar, em um dos pe-
riodos de sua lamnia, que eu so depois de descoberta a
existencia do trana, he que me lembrei de o denunciar
ao presidente, porem por una forma tal que so os mio-
pes deixarao de ver na propria denuncia o meu crime te
porque se nao deu elle ao trabalho de mostrar ao publi-
co onde se acha esse crime na parlicipafo? Eu o expli-
co; porque nao die conrinlia cunfrssar que ella foi obra
de momento, que nao bavia tempo a perder, e que um
escrito semelhante d claramente, a conhecer o abalo
que me causn a noticia de um atlcntado tao horroroso:
usando, pois, do mesmo termo do calumniador, cu direl
que s,, o miope nao enchergarao, noaeu modo de pro-
nunciarle a meu resprito, a fertilidadc de maldades,
o extraordinario desejo de atasaalhar a reputaco al hela,
ealiual a producao de uina pena venal e assalariada,
para llnsbcm couhecldos, cujo interesse o fez divorciar
com os principios de urbanidade e corlezia que todos os
homens devem guardar para com seus semelhanles.
Principia o cncapoUdo escriptor dizendo ter guardado
silencio arespeilo dos ltimos acontecimentos das Ala-
gas, al que tivesse participaedes olficiaes que para
iss.i o babiliiasaem; mas como supponho que as panicipa-
9eique esperava, mo salisdseramfu perversa inlencao
mesmo mepdraiippor seu inimigo, quaudo o auno pas-
sado em um requerimento assiguado por duzenlos e
qualro propietarios, c gente melhor desta freguczia de
Camaragibe, em que se lhe pedia que nao desamparas-
se a provincia, porque era o garante de sua tranquilli-
dade, eu eslou assignado em primeira lugar, como bem
se veri da lisongelra resposta do mesmo Eajn.br. pre-
sidente sob n. f. Nem poderla escapar ao publico que o
tal publicador da parte nao ollicial, podeudo obter todas
as pecas com que arranjou esse libello (prestando-mc
o carcter de correo de um crime, em que semprc tenho
sido luiz) ao obllvesse ininha resposta, para que se po-
desse lulgardos fado : mas issonao convelo imprimir,
para que o publico vacilasse no concedo que o Exm.
sidente fez do meu comporlamento a resprito, e por-
',ue de cerlo a tai tura de um c oulro tirara a mascaia do
rngendrador. HajtO eatlmarcl que esse l.ypocrita poli-
provlncia ile manchar-se com o sanguc do seu presi-
dente ; o que cerlamcnlc serla tanto mais lamentare!
quanto esse sanguc correrla de mistura com o sangue
de militas e muitas victimas innocentes c sem que
para laso tivesse eu dado a mais pequea causa, porque
Exc. confessar que at o Instante em que ete esere-
vo, nao s- sabe que haja contra o meu governo nem a
mais leve queixai uem a opposico de nlnguem absolu-
tamente. Porque,poh.iaulos horrores? Equando mes-
mo os levassein a elle i lo, por que lempo gozariam do
trluinpho do crime ? Onde estarla o governo imperial
com todas as grande* frcas de que dispAe ? De que.pois,
servirla a inortc de uina simples individnalldade ? Que
leuivel alliieinacao de homens: nao sel de que acruo
mais dignos, se de desprrzo, ou se de commiseraco.
Reeebi e tratei como me climprla os doiis portadores
do ollicio de V. Exc., os Srs.. Jos \pollinarlo de Farla
e Francisco Jos Correia, genio de V. Exc., o quacs
alem do mais me rellriramquc o portador que o reo
Joaquim Jos de Araujo Lima Rocha enviara rom carta
a V. Exc. hara ficado em casa de V. Exc. Cunipre-ine,
pois, exigir dcV. Exc. nao s a entrega desse emlssarlo
do crime, alim de ser divdanteme interrogado c pro-
eessado, como tambem a reinessa da caria que I.ima
Rocha dirigi a V. Exc, cuja prespicacia ter-llie-ba fei-
lo conhecer que erado seu inulto rigoroso dever captu-
rar o primeiro, e enviar-ine a referida carta, como urna
prora mais das intrigas c maldades desse honiem que,
emquanto viver, nao cansar de banhar-sc no sanguc
de si iis seiuelhaiiles. Por decoro mesmo de V. Exc,
nao me deve V. Exc. fallar a esta miulia bao justa, como
legal exigencia. Sabe V Exc. como os partidos sao fer-
iis em calumnias : saber.pois, V. Exc. quegeralmenle
se peusa que V. Exc, estando oceulto nesta capital,
para lomar coma da vice-presidencla, logo aps do al-
ternado, nao envin o seu ollicio senao depois que ludo
vio descobrrto e transtornado : diz-se que esse dcsconhe-
cido emissario de I.ima Rocha nao he senao um moco
a quem V. Exc bem conhecc: dix-se igualmente que V.
Exc. com elle velo, c c o dcixra em seu regresso,
sendo j visto depois disto, &c, ate Declaro a V. Exc.
que nada dislo aeleditarei, porque nao devo nem posso
fazer da prssoa e carcter de \ Exc outra ideia, quo
)io seja condigna de um cidadSo que na qualldade de
a i'iniliaiiea do governo
subdito qne sou multo
. c particularmente para
pi.inin for possivcl todas essa infernaes in-
crepacoes, que V. Kxc. sem a mnima cxltacao deve
sem demora rcmetler preso o primeiro, e cuvlar-me
a referida carta. He de eu rigoroso dever, he da hon-
ra de V. Exc., assim o proceder, porque para um cri-
minla dessa ordem, tanto mais suspelto quanto fura
desronhccldo como V. Exc. o declara, ningufm obrarla
de outro modo, ninguem o protegerla, niiiguem o sol-
tarla, estando na poaico de V Exc. que por esta forma
me dar o prazer de fazer ehegar ao alto eonheclmento
do governo de S. M. o Imperador mais esa prova de
seu icio e lidelidade para com o mesmo governo c seu
legitimo delegado nesta provincia: nao devendo con-
cluir rste sem lembrar a V. Exc. que coinmunlcaco
condcncial de plano tao horroroso, cuja fatac consc-
iiueni i.is mui bem podiam abalar duas importantes pro-
". _.../____i; ...I. .__ufa.*. ........ Jn...
tico se aprsente dcscaberto, para que possamos, peilo a
peito, descortinar uossos precedentes. ____
P Escuso finalmente tratar das refleides que Ciz esses
erca da conveniencia, emque elle luppoc o
cujo chefe he Vicente Ferreira de Paula, a quem esses
drsgracados cmicos polticos fa/.cm corte, e por quem
sao levados aos combales.
Basta, Srs. Redactores: eu nao pretendo cansar a pa-
ciencia dos dignos leitores, enjoados sem duvida de oii-
timanhas dessa boa gente,
rindas, nunca ser confiada a qualquer pessoa dcsco-
nhecida. Rogo por ultimo a V. Exc. me queira respon-
resolvcu elle dar pasto a seu depravado coraco, e a-
prescutou as mesquinhas falsidades c va recriinina-
coes que e obse vain no libello famoso do iario-JVoeo
j apontado. Persuadia-me, Sr. Redactores, que nieus
gratuitos inimigos estaram cansados de mentir c calum
iiiar-me sem fructo.saboreandoos despojos que Ins con-
slgnou a vergonhosa sedicaode 1844, depois de inipmie-
meutedevastarcn immensasproprledades.c de perpelra-
rem iiiaisdeselenUassassiiatos, comohepublico.ateque
tantos, horrores inovcndoo paternal coraco do augusto
inoharcha, houve por bem enviar o Exm. sr. Antonio
Manoel de Campos Mello para presidir essa desd.losa
provincia, e foi elle sem duvida o paradrlro ao rio de
sangue que alagava os municipio da Palmclra e At-
jala! quetudolsso, digo, os fliesse esquecer de miin,
mas resta esa victima que tem escapado a repet das ri-
ladas, e be i.npossivel seresquecida, em e Icmbiarein
estes Srs. que sempre que c oceupam de calumniar-inc,
eu me nao neg a resposla que merecem. patenteando o
catalogo de crime de que se acham cobertos, e des-
truiudo complcta.uenie quanto se me lem argido, e
desta ve/., nao ter.io por certo melhor sorte Como cabal-
mente moitrarri. ,
Sem duvida que o mais horrirel projeclo de sangue
pretendeu por em execuco Joaquim Jos de Araujo
Urna Rocha, preso na cadeia, de combinacao com o
milito obrlgarao ao seu constante leitor
Joi Paulino de Albuquerque Sarment.
DOCUMENTO QCE ErEI CORKESPONDENCIA.
N. 1. til" F-xm- Sr- = A noticia que tenho, por
um desconhecido, dequescenas de horror se preparam
para por essa capital em conllagiaco, me deiermiuoii
a faier a V. Exc essa confidencial participacao, para
que V. Exc. empregue j os meios de salvar a provin-
cia: o portadores desta sao o ex-capilao Francisco Jos
Correia e Jos Apollinarlo de Farias, que melhor expnrao
a V. Exc.oquehaarespelto.
Dos guarde a V. Exc Santo-Anlonio-Grande, 27 de
Janeiro de l847, as 10 horas da noite. lili, e Exm.
Sr. Anlnnio Manoel de Campo Mello, preldente da pro-
vincia. = Jote Paulino de Albuquerque Sarment, vice-pre-
sidente da provincia.
N. 2.--//m. t fin. Sr -Entre as 10 e H horas da inanhaa
do dia 28 do corrente, recebi o ollicio de V. Exc, em
ue leve a bondade de communicar-me que por noti-
cias que V. Exc. leve por um desconhecido. sabia que
scenasde horror se preparavao para por esta capital em
conflagracao, e que por Isso V. Exc. se aprestara em fa-
zer-me confidencial participando, para que eu empre-
aste j os meio de salvar a provincia. En) resposta
tenho a honra de diicr a V. Exc, que comquaiito esse
seu offlclo me viesse as inos, ao depois de descoberto
o plano da desorden!, c j quando estavain dadas e em
parte executadas as medidas que a euorniidade do ot-
tenlado reclamava, para, como V. Exc. bem o dii, salvar
a provincia de tamanhos horrores, e com ella a vida, a
honra e a proprledade do cidaddo, todava agr.nlecoa
V. Exc. o passoque deu pela duplicada c forticiosa ra-
sao de salvar-te a si da iiumcnsa e grare responsabillda-
de que sobre V. Exc. ia pesar, como pela iiiconlestavcl
certeza da realidade do attentado que V. Exc. com esse
omcio acaba de comprovar. Felizmente a Providencia
Divina, eselarecendo-me os meios de rastrear o plano
dos malvados, c dando -me a precisa calma para acom-
panha-los coma mais profunda c absoluta reserva, ale
justamente vespera do dia assignalado para terem lu-
gar essa scenat de horror, pudc.grac.it a Dos,prevenir
tudo a tempo, de nodo que salva poresia vez ficou a
(*) Nao esi-apou ao malvado calumniador dizer que
esse trama era ha multo discutido em clubs de pessoas
preeminentes da provincia, porein nada mostrou a es-
pello, nenhuma llaco te tira dat pe^as que apresen-
tou, porque s consta deltas ter tido principio na cadeia,
e i acabado. Forte inieravel!
der com a possivel brevldadc, c pelo mesmo soldado,
lendo-lhe o prazer de declarar que a provincia flea ciri
pal. Dos guarde a V. Exc. Palacio do governo das
Alagdas, 30 de Janeiro de 1847. palomo Afonol de
Campoi Mello.lilil, e Exm. Sr. Jos Paulino de Albu-
querque Sarment, Tice-presidente da provincia.
N. 3.Illm. e Exm. ir.TIve a honra de receber o of-
ficiode V. Exc, com dala de 30 de Janeiro pastado, cm
resposta ao que dirig a V. Exc, de 37 do mesmo mez,
expedido no mesmo dia as 10 horas da nolte, que V.
Exc. ai i us i seu rccebiiiienlo n dia seguintc 28, entre
as 10 il horas do dia; cuiuprc-me responder assegu-
raudo a V. Exc. quanlo me satisfaz a grata noticia de fl-
i.ii salva a provincia da sanguinaria catastrophc que
ainraeoii sua segurauca, c com ella a preciosa vida de
V. Exc, e de huilientas victimas dignas de melhor sor-
te. Agora. Exm. Sr., que meu espirito esl desassom-
brado dasapprehentdes que assaliam o coracao de um
homein do meu carcter e cousclencia, ao receber a at-
trrradora noticia da hori ivel secna de sangue que se
preparava, cuinprc expender a V. Exc. ludo que occor-
reu sem a menor reserva, como me determina o citado
ollicio de V. Exc, meu decoro c dignidade.
No dia 27 do passado mes de Janeiro, pelas 3 horas da
larde, appareceu nctle engenho a ininha procura Ma-
noel Rodrigues Monteiro, que da parte do reo Lima
Rocha me entregou a carta de que Ja fiz remessa a V.
Exc. antes do receber o ollicio, o que a pressa e o atro-
pello do momento me nao deu lugar de faier antes :
depois de ler dila carta perguntei ao portador que pre-
tenda de mim, visto que da Icilura da mesma nada po-
da concluir ; respondeu-me que ojio I.ima Rocha me
pedia que lhe remetesse 3 ou 4 barcacas para conduzlr
armamento, e uiensis de guerra, que elle pretenda fa-
zer um roinplmento na capital com a tropa e ot pre-
sos, e que liiiliam de ser victimas todas as autorida-
des, e que depois eu fosse occupar a presidencia ; di-
zendo mais que no seguinte da ou no outro rompera
infallivclniente. Ora, faca V. Exc. Ideia do quanto me
havla sorprender una noticia semelhante. contando
quasi com a impossibilidadede ininha participacao a V.
Exc, atlentaja brevidade da perpetracao do crime;
mandel {inmediatamente chamar meu amigos e genro
portadores do oluclo, que chegaram a noite, por mo-
rarem duas iegoas e mela dcste engenho, e logo que
Ibes coiniiiunlquei taes noticias, c o embarao cm que
eslava de commuulcara V. Exc. oflereceram-se para se-
guirrm inmediatamente, o que liieram sabindo enlrc
as 9 e 10 horas da noite. r leriam chegado a capital an-
tes de amanhecer, a mi eiicontrarem a inar chela que
os obriguu a descansarem em Parlpocira, em casa de
urna vilha viuva. de nomc Luiza: combine V. Exc,
a dan da ca la do reo Lima Rocha com a do ollicio.
atteiidcudo a viagem du emissario, c conbecer que
poucas horas iiirdiou a expedinao de uiiulia participa-
cao a-V. Exc, tendo at os meamos portadores encon-
trado pelas 7 horas do dia 28 no lugar Ploca, 5 legnas
distante da capital, com osdoutores Francisco de llorja
lluarque c Jos Angrlo Mareio da Mlva, c mais adiante
com o alferes de guarda nacional lidio do Moeda ; estes
diro a V Exc. que os portadores iam acompanbadofi
de um mualo cscravo, encontrando na volta com o re-
ferido alferes que regressava para a capital no da 30
do referido mez de Janeiro: a vista disto provado est
que meus inimigos gratuitamente me querem irrogar
nao so o crime, como a injuria de pactuar com um lac-
I lo, proprio do que esuo na cadeia, expiando ot
MUTILADO
i
^ I


crimes que J perpetraran], ou a espera de una en-
tencade pena ultima. Bem convencido estou.Exm. Sr.,
da justa exigencia que V. Eic. fas do emissario conduc-
tor da carta fatal, assegurando que a importancia da
misino requer que ella fosse frita por una pessoa de
concito ; porem perinitta-ine dizer a T, Exc. coin a
franqurza do ineu costumr, que a pessoa encarregada,
porsua intelligenea e capacidade, d logo a conhecer
que nao ten a precisa coragem para ar oslar perigos
qnc s iiiiu pude irniri ,,uiiii esta familiarisado coin o
crime;eeste Infeliz eu comprehendi que nao tcm capaci-
dade de os encarar, avista da confissn que fez ein W-
nlia presen;a. arrependido de ter dado esse passo (que
todava foi a minha salracao, porque, Ignorante como
outros, seriamos victimas dar calumnias e do rigor da
ustlca estando innocentes) o Juluo, digo, que iiz desse
lometn, e o sobresalto do momento me reduziram a
uina perfeita confuso, e o deixci retirar-se para a ca-
Sit.-il na madrugada do mesmo dia 28, como elle m
isse e naturalmente confessar, c posso declarar a V.
Exc. que me nao poda sugerir a idela de o prender,
ao lembrar-ine que esse Infelli estara em minha casa,
que a loiiiianca o gulou sem escrpulo, considerando
que nao poda adiar em inini o instrumento deau per-
dlco, sem reflectir ua triste stuacao a que ae iaexpdr:
essa circumstancia me fez nao lembrar o nu-u dever, c
porque mesmo Exm. Sr. estremeco quando me lembra
a idela de atraicoar a boa f, de calcar aos ps a confi-
anza em mini depositada, mormente de um infeliz lou-
co, que nao duvidou carregar coin a responsabilldade
de tao enorme alternado por amor de servir a um amigo,
como me confessou. Nao me he esrranho, Exm. Sr.,
quanto os partidos sao feriis em calumniar c deprimir
seus adversarios; cu por inultas vetes tenho sido victima
dessas calumnias, porem fcliimenle minha consclencia
se tranquillisa ao lembrar-ine que meus factos teem de
ser julgados por V. Exc., que importa dlzcr, pela
Justica, pela iinparcialidode : meus precedentes me
(mu un. e as calumnias urdidas por meus inimigos
sempre tero o llm que leve a denuncia que V. Exc.
receben o auno passado.de que en pretenda por cin cam-
po una revpluco em Camaraglbe, dia de heb, quan-
do nesse mesmo dia me achava na capital, e tendo a
honra de visitara V. Exc. A argirn de crimes so me
fazein aquelle, a quem minha fidelidade ao governo
e os principios de ordein que senipreprofessei, teem
entorpecido tentativas seiiielhanles, aecudindo de
proinpto ao governo aggrcdldo na capital; do que V.
Exc est ao facto.
Eu multo agradeco o bom concelto que faz V. Exc. de
mim, inda mrsmo calumniado como tenho sido, e por
born ns jue ge nfio recordam que taes denuncias sao
a expressao verdadeira de seus perversos eoraces, e que
a reprodueco dolas fax crcr que com o crimes se
teem familiarisado, e mesmo pela facilidade coin que
me suppeni esquecido da poslco social que felizmente
occupo.para me apresen tai Tin reo de 11111 trian- quclhes
he exclusivo.
Eis-aqui, Exm. Sr tudo o que ha occorrido: a carta
ja estara sem duvida as inaos de V. Exc, como me cum-
pria: o conductor acha-se na capital, onde he residente
coin ramilla pobrissima; supponho nao ser difflcil a-
eha-lo, mesmo pela pouca importancia que elle d a
gravdade da commissao; assegurando a V. Exc que
meus erros.nesse caso, foram nicamente li I luis da des-
orden! de iiimlias iileias, e do conflicto de to honrosa
e inesperada nolicla, e nunca de vontadecomo meque-
rciu emprestar iuimigos sem generosidade, c que, fasci-
nados de vinganca, naoduvidam avaacar denuncias que
jamis poderaoprovar, nao obstante a correccao que
tcm tido de serem apanhados cm flagrantes faisdades
a cada intante, mesmo por V. Exc.
A Providencia, Exm. Sr vela sobre a innocencia, e
ella nao pei'inittio que tal fera levasse a efl'eito o que
Ihe sugera o sanguinario coracao.quc, abusando da pro-
teccaoque Ihe ministravam seus amigos amigos, ousou
tentar derramar o terror e a morte no seio das innocen-
tes familias, prezas infellies de suasinfernaes machina-
ces ; nein ha de permiltir que meus adversario pos-
sam.C01lu[embustes e calumnias usurpar-me a gloria de
verdadeiro cidadiio prestante e de empregado srm man-
DEICSISEGAM hoib 1.* m Milco.
Barca- />!car va o.
Brigue- -Jamts-Raymachinismo ecarvao
Parca Pamicarvn.
Barca Ranjer mercadoria*.
RENDIMENTO DO MEZ DE FEVEREIRO PRXIMO
I'ASSADO,
Dir!'"? or consums a.-^ --------
neexpor Mcao por %. \ \ \ \ \ ; \ \ [ \ \ \ \ \ WAa*>
Expcdieoite dos gneros do paix 7, por % wfiit
Dito do gneros com carta de guia 5 por -'. ia>4<*
Armazeu agem de mercadorias. ... wAkbb
Dita da plvora.
Dita aa plvora.......... MfKP'
Mua's. *1?S a"iga"i08 V Pr' % i -'.' 2:651/367
Emolumeintos
de cerude,..;;;;.;;;; jggjg
209:709/795
Oescrivao daal'Andega,
Jocome Qerardo i/aria LuiaavM de Mello.
0 Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 27 DO PASSADO.
Ge'ral ........................... 9-83748'ts
Provincial........................ 1-IsKS
Diversas provincia-................... 20/268
o7^37
RENDIMENTO TOTAL NO MEZ DE FEVEREIRO DE 1847.
Consulado de 7 por cento.........58-007f3i5
Dito de 2 por cento.......... agiiAa
Dito de '/,por cento..........\ SJKg
Ancoragein para forado Imperio.....' l\-\iKinA\
188*381
Dita para dentro do dito
Sello flxo .......
Conhecimentos.....
Ttulos .........
Emolumentos de certdo
Siza de por cento .
578(r240
7*T)60
7/300
!MH
525/500
Restituirles felfas
cha, honra essa adquirida porservicos reara prestados a
patria e ao governo, e a que minha conducta civil, mo-
ral e poltica me d inquestonavel dreito, medante
as boas intences. Imparcialidade c justica de V Exc
Dos guarde a V. Exc. Engenho Sauo-Aiitonio-Gran-
de, de fevereiro de 1847 III1.1. e Exm. Sr. Dr. Anto-
nio Manoel de Campas Mello, presidente da provincia.
Jos Paulino de Albuquerque Sarment, vicepresidente.
W. 4 Illm. e Exm. Sr. -Recebi e li com a inajor at-
tencao a peticAo ilrmada por V. Exc. e mais 204 cid 1-
daosdo passo de t.amaragibe, em que altamente sup-
pncam que, se nutro sentimentos de liuiiiaiiidade.se me
cominoyem os gritos da innocencia, e realmente amo o
ineu pan, se nao quero que se repitam os escandalosos
rouoos, os assassiuatos os mais cruel, c toda a orle
de oppressao que por tamo lempo pescu sobre os sup-
plicantes e seus amigos polticos, que. se finalmente me
commovem os dia luctuosos das lufelizes familias das
01 victimas sacrificadas pelo furor sanguinario dos Mo-
racs e < onipanhia, baja de resolver nao deixar esta pro-
vincia como aos auppllcante consta que val succeder,
ou pelo menos que me nao retire emquanto nao llier
eliegar aos ps do throno Imperial esses trasportes de
dor, supplicando a S. M. baja de enviar um novo admi-
nistrador que, iiuliilerente s exigencias de partidos, a
todos faja juslca, justica recta c piompta, justica impar-
cial e a todo o custo. Em resposta, teiiho a honra de de-
C-irj'-aV' Ellc'Pa,a cidadaos nella assignados.quc cm vistada rcconheclda e
parlernal soiicitude que o governo imperial mostra pa-
ra com lodos os seus subditos muito especialmente
para as de urna provincia que como esta tanto ha sof-
Irdo, nada pdenlo os supplicanlc temer, qur me re-
tire, a tomar assento as cmaras, qur nao, estando
como est o governo imperial assaz esclarecido sobre
os verdaderos ntcrcses da provincia, c os "principios
administrativos que, encerrados nos justos limites da
mais rigorosa justica e imparcialidade, teem podido.sem
sublevar nenhum odio, nein paixo, nem mesmo ne-
nliiiiaeensura, lazer coin que os Alagdanos, comocon-
fessamossupplicanles, possam ter saboreado a paz de
suas familias, a seguranca de vida e propriedade.o termo
cm lnn a toda a son de tormentos,a sombra de una ad-
1111 nistravn que em 5 inrzesarrancou esta infeliz pro-
vincia dos vrtices ..fogueados da hedionda anarchia.
Assiin, pois, qualquer que eja a resoluyo que cm
cumpriinento de meus do veres liaja de tomar, estando
como esta a provincia em pax, os partidos mais mode-
rados, nao tendo havido, ha dous mezes, mais nenhum
assassinam, ninguem transitando armado, devein por-
tanto os supplicantes afoutameote descansar c confiar
no esclarecido patriotismo do governo de S. M. o Impe-
rador, que incensantemente vela sobre a sorle de seus
subditos, e far com que todo os supplicantes conti-
nen, a vivar ciu paz, livres da opresso e do furor do
bacamartc, deque desgracadameiilc, comoallegam, fo-
ram victimas por algum lempo; esperando de miuha
parte que, amostrados por urna triste e dolorosa experi-
encia, saiuam todos obouAlagOanos,qualquei que ai-ja
sua opinl.o polilica, desprezar palxdes ridiculas c m-
seiaves, acalmando e extinguindo pouco a pouco lan-
os odios para su cuidaren, nos grandes e verdaderos n-
lerestes da provincia.se qucreiu v-laprogredir na rstra-
aa da nquea da civilisacao, e nao eternamente mer-
guirjaoa em ruina, banhada em sangue, e cubera de as-
sasstuos e cadveres.
Deosguarde o V. Exc. Palacio do governo da Ala-
Sweim XI *%**-: ">> t deCampo.
w.- ehx"1- *' Jos Paulino de Albuiiucruuc
Sarment, vlce-presldentda provincia. ou'ucr,Iue
Divinas provincial.
Dirimo doassucarda p-iovincia das Alagas
Dito de dito da provincia da Parahiba .
Dito doalgudioda dita..........
Dito do assuoar da provincia do Rio-lirande-
do-Norte................
.
Depsitos existentes..........
Rendimenlo provincial.
Ditimo do algodao......3:702/000
Dito do assucar.......-20:809/403
Dito do caf......... 17/367
Ditodo fumo ........ (i/997
65:539/059
227/317
5:311/74*
!:3i/889
13/577
692/296
83/662
877463/166
1:997/365
Trieste por Parahiba j galera ingleza ryrr, capltao I
Ellls, carga assucar. Passageiro, Francisco Eollenann,
Austraco. '
Gihrallar; escuna luglcia Pandru, capitao Fillppe Ks-
nouf, carga assucar.
Baltlmore; patacho americano Hanover, caplto S. A.
Demlndon, carga assucar. PaisageUos, Duvn Barns,
Bartlett Hansfield, Americanos.
Zafos entrsdcs nc dia O0
Babia 10 dias, brigue portugueVWor^a-Maya, de 317
toneladas, oapilao Jos de Azevedo Canario, equipa-'
geni15, carga lastro a'Manoel Joaqulm Ramos e Sil-
va. Passageiro, Manoel Maa Lopes Ferreira. Portu-
guex.
Terra-Nova fem S.-Joao; ; 33 dias, brigue inglez Viola.
de iJ9 toneladas, capltao AlanGoodridee, carga 1903
barricas de baclho ; ao capitao.
"no ^ dlas' briBue portuguez 5.-*fano/-Prmeiro, de
ib toneladas, capitao Joaqulm Francisco Carneiro, e-
(juipagcm 22, carga vinho, ferragens e mais gneros
do palz ; a Manoel Joaqulm Ramos e Silva. Passagei-
ro, Jos Joaqulm Lope Moreira, sua senliora e uina
criada, Hara Candida e um filho menor, Joaqulm An-
tonio Carneiro, Jos Joaqulm de Abreu Cardlo, An-
tonio Joaqulm Carneiro, Joo Manoel da Silva, Joao
Manoel, Joaqulm de Azevedo Mala, Pedro (Jlaudlno
l.ourclro, Francisco Xavier de Oliveira, Domingos de
Mesquita, Manoel Cardoio de Fgueiredo, Manoel Men
des do Val, Gaspar Pereira da Silva.
Liverpool; 25 dias, barca ingleza llaphael. de 350 tonela-
das, capitao Geo: H. Rronen, equlpagem 18, carga fa-
sendas; a Me Calmont & Coinpauhia.
Baha; 7 dias, brigue-escuna brasileiro f,ara, de 163 to-
neladas, capitao Antonio Ferreira da .Silva Santos, e-
quipagem 13, carga varios genero ; a Novars I (Jom-
panhia. Passageiro, Antonio Joaquim Rodrigues, Jo-
s Antonio de Mello, Brasllelros.
ftavioe sahidoi no mermo dia.
ahla ; hlate brasileiro Flor-do-Recifi, capillo Jos Ma-
chado Malhelros Braga, carga vario gneros. Passa-
geiio, Fr. Anlero de Santa-Roa (preso).
Ro-Grande-do-Sul; brigue brasileiro Paquele-de-Per-
nambuco, capitao Joo Goncalves Res, carga assucar.
Ignora-se quaes os passagelros que levou, por te-
rem sabido em er registrados.
Eclites.
Taxa de 40 rs. por sacca de al-
godao ...........
Dita de 16O rs. por calxa de as-
sucar ...........
Dita de40 rs. por fecho de di-
to .............
Dita de 20 rs. por barrica e sac-
co..... ........
327/360
13/240
1:180/000
COMMEHCIO.
Al-andega.
RENDIMENTO DO DIA 27 DO PAS8ADO .. 0:243O02
Pernambuco, 28 de fevereiro de 1847.
O administrador,
Joao Xavier Carneiro da Cunha.
PRACA DO RECIFE, 27 DE FEVEREIRO DE 1847.
AS 3 HORAS DA TARDE. / .
REVISTA SF.MN w..
CambioNo principio da semina regularam as trans-
actes a 30d. por 1/ rs., e 110 finia 30 '/i so-
bre a prafa de Londres.
AlgodoEntiaiaiii.665 saccas, c os precos decllnarain
depois da uossa ultima revista, teudo-sc ven-
dido a 6/300 rs a (a]de primela sorte, e a5/800
rs. e de segunda.
AssucarEntraram 467 caix, c mais poderla ter en-
trado se os ventos contraros n*> relardassem
as eiiibarcacfles de cabotagem; c foi mais pro-
curado esta semana, tenao-se vendido a l/rs.
por @ sobre o ferro docncaixado; de 1/900rs.
a2/i50 rs. do branco embarricado e cnsac-
cado c de 1/550 a 1/800 rl o macavado dito
dito.
CourosEm apathia.
Arroz Vendeu-se a 9/000 rls o quintal do pilado a
vapor.
Arcos de ferrodem a 9/000 rs. o dito.
BaclhoO consumo tein sido considcravel, c o de pr-
meira qualidade teiu-se vendido a retalhode
13/a 13/500 rs. e o mais ordinario de 11/ a
12/r. abarrica.exisllndo boje-no mercado
4,300 barricas.
Barricas vasiasVenderam-se a 1/000 rs. as levantadas
(.af-ldemde3/200a3,^800a@
Carne seccaAs vendas teem regulado de 2/600 a 3/000
r. a @, tendo sido pequeo o consumo.
Enxofre-Vendeu-se de 1/600 a 1/700 rs. a @ do de ca-
nudos.
Ervadocc-Idem de 6/400 a 7/000 rs. a >.
Farinha d trigoO deposito lica reduido a 3,000 barri-
cas, por se irein exportar 600; e as vendas re-
gularam de i7/a 2i/rs. a americana, ede 20/
a 22/ rs. a de Trieste.
Folha de ferro Vendeu-ic de 10/a 10/500 r, o quintal
riodem a 5(50 rs. a libra do de vela, e de 10/500 a 11/
rs. n @ do de porrete.
Ferrodem de 7#500 a 8/000 rs. o quintal do inglez, e a
9/000 r. o de Suecla, em barra.
Genebra-Idem de 3/600 a 3/800 rs. a duiia de botijas.
Manteiga-Idem de 440 a 520 rs. a libra da ingleza, e de
420 a 460 rs. da franceza.
Milho dem a 4/000 rs. a sacca.
Plmenta da ludadem a 140 rs. a libra.
Prrgos- dem a 4/500 a @ do calbral, a 2/500 rs. a dita
do caixar e a l/iOO rs. a dita do ripar.
Queijosdem a 1/300 cada um.
Retroz-Idem a 12/000 rs. a libra.
Sabao-Idem a 100 rs. a libra do nacional, e a 120 rs. do
estrangeiro amarcllo.
Toucinho-Idem de 3/500 a 4/000 rs. a @ do de Sanios,
c a 5/700r. a dita do de Lisboa
Vinhos-Idcm de 4/ a 4/200 13. a duzia de garrafa do
Muscalel.
Velas de esparmacete Idejn a 690 r. a llbrl.
Enirarain depoi da ultima revista 7 eiribarcacdcs e
saliirain 14, exislindo hoje no porto 46, sendo 1 a-
nericana,, 23 brasileiras 1 franceza, 1 hespanmia, U
ingleas, 4 portuguezas, 4 suecas e 1 sarda.
Rodrigo Theodoro de Freilat, oficial da imperial ordem
da llosa, cavalleiro da di 8. Benio d'Aviz, condecora-
do com a mctlalha da llrstauracdo da fahia, capildo de
fragata d'armada nacional e imperial, inspector inte-
rino do arsenal de marinha, e capildo do porto dcsla
provincia de Pernambuco, por S. M. o Imperador,
que Dos guarde, etc. etc.
Faz constar a todas as pessoas que se emnregam
no til-amonto de podras nos arrecifes deste porto,
que, em virlude das disposicAes do regulamenlo das
capitanas, e ordem do Exm. Sr. presidente desta
provincia, est prohibido serem ellas tiradas nesse
24:535/866 'M8ar desde pilla at a Boa-Viagem, pelo mal que
causa ao mesmo porto; sob pena, pela coMravcncno,
de solfrcrem aquellas a que pt?lo dito regulamenlo e
posturas da cmara municipal desta cidade estao
subjeitos.
Capitana do Porto de Pernambuco, 17 de fovereiro
uc 1847
Rodrigo Theodoro d Fre tas,
Capitiio do porto.
Joao Xavier Carneiro da Cunha, fidalgo cavalleiro da casa
imperial, cavalleiro dar.orden di Chriito e administrador
da mesa doeonsulado desta provamia, por S. Si. o Impe-
rador, que Dos guarde, ele.
Faz saber que, no dia 4 do futuro luez de marco, a 1
hora da tarde, se ha de arrematar em praca, na porta
desta reparlicao, 1 caixa com assucar mascavado de n.
10, fabricado no eugcuho ^.-Miguel, da provincladas A-
lagoas, pesando lquido 62 arrobas e 20 libras, a 1,400
rs. a arroba, consignada a Lourenco Jos das Neves, e
apprchendida no trapiche do Ramos, por falsificaco da
tara, pelo guarda Joao Baptsta de Araujo : a arreinala-
cao be livre de despezas ao arrematante.
Mesa do consulado de Pernambuco, 27 de fevereiro
UC lo'/.
l:i
95:625/197
E para que chegue a noticia a todo," manda nn
bliearo presento edital pela imprensa. "
Secretaria do Ivco de Pormambuco, 9 de revem;
rodo 18*7. Cl'
O secretario,
Jodo Pedro Pessoa de Mello
O proessor de geometra do collegln das artes fa,'
pnhlien ma a rfnfAlTya i,,'iri.,%l nrhrt .Imm___
de Mathis Ferreira, terceiro sobrado do lado do"Norte1
O primelro batalhao de catadores de linha preo
de cen jaqueMC de brim branco ; quem Ihe con
vler fazer esse fornecluiento coinpareca na secretara ,i
meaino batalho ua ra de Agoas-Verdr n 68 im
da 4 do eorrentc pelas 9 hora da inanhSa .levando
a amostra do brim deque devein ser ella fellas.
Alexandre Josi da Rocha,
Tenente agente.
Thentro publico.
O director, reunindo a antiga companhia de acto-
res, vai porem cena as seguintes pocas :
S. Bartholomeu na Armenia ou a Propagaco daF
e os Martyres da Liberdade, que tanto-a'pplaso mo-
receu neste thealro, no auno de 1831; a assaz conhe-
cida peca sacra S.-Gicilia ; a grande Meropo, do Sr
J. B. Carret; o EspiSo de Veneza ; c a Portugueza na
Turqua, do Sr. Joaquim Silverlo, bem condecido
nesta capital : porm, para segurar as despezas dos-
tes cinco espetaculos, convida ao respeitavel publico
para a formacSo de urna assignatura da forma se-
guintc :
signaturas polas cinco titiles.
Plala...............-............4000
Camarotesda l.' ordem de lado..........is'ooo
Ditos da frente.....................ao'ooo
Ordem nobro de lado..........:..... 20 000
Ditos da frente..................... so'ooo
Ditos da terceira ordem de lado...... 10,000
Ditos da frente.....................13000
N.B. Nos dias 1* c25, por serem de gala, serio
admittidasdancas exocutadas pelas principaes pas-
toras do presepio. Assigna-se no thealro sraento
at ao dia 4 de marco : sendo a primeira noito de es-
pelaculo, com o drama S. Bartholomeu oosMarlvros,
no dia 7 do mesmo mez.
I*ul>lic/iofio litterarla.
A VOZ DA REUGIAO, VOL. 1..
Conlm urna demonsiraco da verdade da'religio
catbolica; artigos a respeito das principaes solemni-
dades da igrejajvidasdossantos mais Ilustres; histo-
rias edificantes; passagensescolhidas dos mais cele-
bres escriptores antigos o modernos, relativas s ver-
dades da religiilo ; diversos artigos e noticias a ella
concernentes, etc.
Os nmeros deste peridico religioso publicam-sc
regularmente todos os domingos. Quanto a sua lei-
tur seja til s pessoas do todos os estados ,- e par-
ticularmente aos ecclesiaslicos he bem manifest
vista da resumida e simples cxposicSo dos importan-
tissimos ohjectos de que trata; e a ceitaefo que tein
merecido, em diversas provincias do imperio assaz
o comprova.
Vende-se na livraria da ra da Cruz, no Recife, n.
56, onde tambem continuam-se a recebor assigna-
turas para o presente anuo.
Avisos martimos.
O administrador,
J0S0 Xavier Carneiro da Cunha.
Declaradlo
iUoviijjt'iiio no roriu
A'ano entrados no dia 27.
rau'fL 1 ""' o."0' M,da Ftli"- e m 'oneladas,
capltao Antonio Risso, carga viuho, azcte-doce, papel
e mais genero ; a Adourfc Compaubia.
Ncw-Zealaud ; 86 dlas, barca ingleza Hardee, de 335 to-
cobrt"' aCaP^LJ0"" iU,'r9"a"' cobre, aocaj.itao. begue para Londres. .
<>.. > "avu>' "hidos no meimo dia.
K^ros Bobera ^ n""' C"ga la*"'' Pa8Sa"
ttta BerUWd0 Ban4eira' 5Ua ">"<" e 2
O lllm. o Exm. Sr. brigadeiro commandante
das armas da provincia, em cumprimento do dispos-
to no art. 22 do regulamenlo de 17 do fevereiro de
1832, manda fazer publico, que, no dia 5 do mar-
co corrente as 10 horas da manbaa ter lugar,
no quai-tel-generaJ a arremalacflo do medicamen-
tos precisos ao hospital rcgimental no corrento au-
no, em vista do formulario para esse lim organisa-
do: os Srs. pharmaceuticos estabelecidos nesta capi*
tal, silo pela presente convidados a tomar parlo em
dita arrcmatacio.
Secretaria do commando das armas na cidado do
Recite, 25 de fevereiro de 18*7.
Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
GapitOo secretario do commando das armas
w ar8!"al,de?-uerraco"'Pra ap"e de carrapato, de
cuco, lio de algodao e pavlos : quem taes gneros quzer
roriiecer, mandara sua proposla em caria fechada a di-
rom^ 'UeS'"""""" a, dla3d0 Prximo futu-
Arsenal de guerra, 27 de fevereiro de 1847.
Joo Ricardo da Silva,
_ Amanuense.
~ O arsenal de guerra tera de mandar caiar a ca-
sa da guarda do palacio da presidencia : quem deste
irabaihosoquizer encarregar comparcc,a no mes-
ano arsenal ale o dia primeiro do corrente mez, para
se Tazerem os conveniente* ajustes. Arsenal do
guerra, 25 de fevereiro de 18*7. Jodo Ricardo da
otlva, amanuense.
--0 arsenal de guerra tem de mandar manufactu-
rar dous hvros de papel de Hollanda, com 00 folhas
cada um: a pessea, aquem ditos livros convier fazer.
comparecer no mesmo arsenal, at odia primei-
ro do corrente mez, para ver os tamaos dos li-
vros, e fazer os convenientes ajustes. Arsenal
de guerra 25 de fevereiro do 18*7. Joo Ricardo
aa iiva, amanuense.
A administraefio geral dos estabelecimentos de
candado manda fazer publico quo a casa dos expos-
los foi transferida (hoje) para a casa n. 16 da 1 ua da
Aurora, onde fara a mesma ailminislrac.no as suas
sessOes nos das segundas-reiras, que nflerforem san-
tos uu feriados, pelas horas la tarde
Administradlo goral dos estabelecimentos do cari-
dade, 23 de revereiro de 18*7.
O cscripturario,
.,., ., F-A-Cavakahti Cousseiro.
- O Illm.Sr. director do lyco, em cumprimen-
to a ordem do Exm. Sr. presidente, de 25 de Janeiro
prximo lindo, manda fazer publico, que, da dala
deste a 60 das, vai a concurso u cadeira deprimei-
ras lellras do sexo reminino da villa do Bonilo, ins-
taurada pela lei provincial n. 181, de 5 de dezem-
Dro do auno prximo passado : qualquer pessoa quo
se quizerppra mencionada cadeira dever com-
parecer nesta secretaria com as liabiliUcocs do es-
tyfo, para poder ser incluida na lista das opposito-
~J se acha a carga para o Cear e Acarac o hia-
to Uaria-Firmina, quo pretende sahir em poucos
dias com a carga que liver : quem quizer carregar,
ou ir d passagem, dirija-se a ra da Gaileia do lle-
cife, n. 3*.
Para Lisboa sal i ni com a maior brevidado pos-
sivel o brigue portuguez Vestal: quem no mesmo
Suizer carregar ou ir de passagem, dirija-se a ra da
ruz, n. *5, em casa de Nascimento & Amorim.
~ Vende-se urna barcada de lote de 26 caixas,
bem construida o veleira : na ra das Trincheiras .
n 19.
Vende-se sumaca S.-Balbina, do 5* tonela-
das e de muil.-i boa marcha promptaa seguir via-
gom a dinheiro ou a prazo: a tratar a bordo da
mesma.
Para o Rio-Grandc-do-Sul o l'orto-Alegrc segui-
r, na prxima somana, o brigue //Vor-do-Sui.capitao
Jos Ignacio l'imenta; o qual recebe cscravos a fele:
3uem no mesmo os quizer embarcar, pode enten-
er-se com Amorim limaos, na ra da Gadeia, n.
?5.
I I
Avisos diversos
ras.
Precisa-se do urna ama para o servico intor* e
externo de uina casa : na ra das Larangeiras, 11.
18.
Josif Soarrs de Azevcilo, professor
de lingoa franceza no lyco, tein aberto
em sua easa, ra do Kangcl, n 5p, se-
gundo andar, um curso de philosophia e
outro de mngoa francez\. As pessoas que
desejarcm estudar urna ou otitra destas
disciplinas, podem dirigii-se indicada
residencia, a qualquer hora.
O abaixo asslgnado declara quo tcm comprad o
ao Sr. Joflo Luiz Pinto as lazendas earma^So exis-
tentes nalojan. 37, da praca da Independencia,
como consta e um papel de venda assignado pelo
mesmo Sr. Pinto esou sogro como (ador, 110 qual
o dosonera do todos os negocios tendentes a mes-
ma luja por elle formados- e para que a lodo o lem-
po nao haja alguma duvida Taz o presento ann unci.
Fortunato Correia de IHenezes.
= Quem tiver um sitio a margem do Capibaribe ,
ou prximo a ello ou mesmo na estrada de Ponte-
de-L'cha com casa de vivenda dita para pretos ,
arvoredos de huelo, etc. o quizer trocar por casas
nesta praca e um sitio na estrada dos AltTictos an-
nuncie por esta Tollia. O dllo sitio ha de ser do lu-
gar do S.-Anna para baixo; agradando nao se du-
vida voltar.
Odoutorcm medicina, Manoel Adria-
no da Silva Pontos, mudou sua residen-
cia para a ra larga do Itozatio n. 30
segundo andar.
Precisa-se de uina ama para urna casa de'..
milia, que saiba cozmhar lavar e engommar a
traUr na praca da Boa-Vista, n. 6, das 9 horas da
mauhfia ao meio-dia.



LOTERA
DA JUTIUZ
DACIDADEDA VFTOR1A.
Por se ter pouco ou nada adiantado a venda do
resto do hilhetes tiesta lotera, e existir anda um
iiio pequeo numero, como se pode ver as loja9 em
de ter andamento no (lia 26 do passado, ollmamcn-
to marcado ; porque nao lie possivel electuar se-
n'lliante andamento, existindo, como existe, quasi
mu torco dos bilhetes por seextrahir. Est eviden-
temente conhecido que a nica causa que entorna-
re a completa venda dos bilhetes he produzida pola
falta bem experimentada denotas de pequeos va-
lores que faciliten! os trocos, pois quo com urna no-
li de 10, 20, 50 e 100,000 rs. se nao pode comprar um
bilheteou mcio dito, iil8 havendo troco para voltar
i comprador. Ncslo estado, so v o thesoureiro da
latera na imperiosa necessidado de espagar o an-
da ment das ditas rodas para o dia 16 do corra-
le protestando envidar todos os seus esforgos pa-
ra'queesseacto se realise infallivelmente no refe-
rido da.
Qualquer Sr que livor sido despachado pro-
motor da nova villa d'Agoa-Prota, queira annunciar
a sua morada para ser procurado a negocio do seu
interesse. .
Precsa-se do urna ama para casa de pouca fa-
milia: na ruado Rangel, n. 42. ;
lia um rapaz que pretendo sahir de urna leja
aonde ha tres annos serve decaixeiro ; mas como
esentemenlo nio csteja satisfeito se ofTerece para
11 mi Iquer arrumarlo capaz, para o que abonar sua
'ondocU : quem o pretender annuiicie.
Francisco Pinto da Cos i
lima, mestrcalfaiato, avisa ao publico eaos sous fre-
guezes, que contina com o estabelcciment do sed
oflieio/na mesma casa da ra larga do Rozaro, n.
io; nssim como tambem precisa de ofilciaos e recebe
iprendizes para ensinar.
Precisa-se saber se existe nesta pra-
ca, ou mesmo fra della, oSr, Jos Ma-
noel Kerreira, que moroii em Santo-A li-
lao em 1840, negocio de seu interesse:
na ra da Cadeia to Recife, n. 3o.
Aluga-se urna boa casa 11a cidade de Olinda : a
tratar na ra do Trapiche n. 16.
Pcrdeu-se, hontem,ao vir doMondego para o
r.ecife, urna latinha redonda, contendo urna chave
de piano, e outros pequeos utensilio para afinar.
Hoga-seaquom adiar a dita latinha de a. levar a
ruada Cruz n. 10, que receber5000rs. de grat-
licacSo.
Grosddier, professor de msica e afinador de
pianos, tem a honra de participar ao respcitavel pu-
blico que se mudou da ra Nova para a ra da Cruz,
no Recifo, n. 10 aondo as pessoas que se quizerem
utilisar de seu presumo 0 pdenlo encontrar. Anda
contina a afinar panos tanto no Recife como nos
sitios.
Desappareceram, no dia 24 do passado, do so-
lio do sobrado n. 7, da ra Nova, as segundes obras
de ouro e prata: urna pulseira do ouro circulada do
pedras azues ; urna tita com urna saudade; urna dita
de cabellos c guarnecida, de ouro ; urna dita com um
coracHo dourado; dous aderegos de ouro para
pcscoQo de sen hora com ses enfeites ; um dito
com diins ci u/es sendo urnas das ditas cruzes es-
maltada d pedras azuese a outra lisa; dous pares
debotesde abertura, fingindo urna cobra; urna
calxa de costura com urna lesoura do prata dourada ;
um dedal de prata tambem dourada ; um Curador;
urna pega de prata com a firma T. C.; urna correte
para relogo, sem annel e clchete ; urna dita lisa ;
una dita com pedras ; um correntfio proprio para
senhora; um clchete com annel, proprio para
relogo ; um par de brincos pequeos do ouro ;-um
dito grande dourado ; um alfincte para senhora, com
um retrato de familia; umacaixadc tartaruga, re-
donda guarnecida de Ouro, com um retrato ja an-
tigo; um annel grande com bastantes pedras. lio-
na-se encarecidamente a quem estas obras forem of-
ferecjdas.tanto em lojas proprias de vendercm o com-
praren) estes objectoscomo em casas particulnres.de
apprehendc-las cannuiiciarsua morada ou dirigir-
se a ra Nova, n. 7, quo ser recompensado genero-
samente alemdc se ficar assaz agradecido.
Os abaixo assignados fazem scente ao publico,
que, no dial." do pascado mez, dtesolveram ami-
gavclmenteodeconimum accordo a'iociedade que
tullan, na loja do miudezas, sita na ra da Cadeia-
Arrenda-se, ou afora-so, um sitio na estrada de
Joao-do-Barros, com 412 palmos do frente e 800 de
fundo, com arvores de fructo, cercado de limflo, p-
timo para so morar todo o anuo, por ser.-prto da
praga. Aforam-se tambem naCasa-Forto.no centro da
povoacao, 212 palmos de trra proprios para edificar?
ou fazer um pequeo sitio: as pessoas a quem con-
vior drjam-se a ra da Cruz, n. 5. eacrintorio de Jo-
s ioaquimdoUliveira. ... "
~- t'Sr. capitao Soverno Caudencio Furtado.dc
Mondonga, morador que era no Riicho-de-Sangufi,
queira declarar em que parte existe, quo muito s
Ihe deseja fallar, ou dirija-so a ra Uiueita, sobrado
n. 29.
Quem quizer se encarregar de urnas cobrancas,
anda mesmo judiciaes na villa de Pianc, dando
pessoa quo abone sua conducta, poder dirigir-so
a ra Direita, n. 29.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra lar-
ga do Rozaro, n. 33, com a sala e alcova forradas de
lindo papel e o resto pintado, tudo com bastaril>
piantazia,a modado Rio-de-Janeiro, proprio para
qualquer advogado, ou escriptorio : a tratar na lo-
ja do mesmo sobrado.
A viuva do fallecido Antonio Ferrei-
ra de Vasconccllos vende, para pagamen-
to de seus credores, urna casa de sobrado
de um andar com sotao, tendo 35 palmos
de frente e 85 de fundo, acabada por lora,
cora vidracas, e dentro assoalhada e forra-
daf com portase encbams, faltandotipe-
nas alguns tapamentos: outra |>pgada, de
iguaes dimensdes, acabada por fra, e en-
vidracai!a, smente travejada por dentro;
um caixao de alicerce para duas mo-
radas de casas, de 61 palmos de frente e
72 de fundo; todas com quintal em aberto
do terreno de sua frente, e 29a palmos de
fundo com camboa por dentro do quintal,
sendo os daos foreiros : finalmente, um
terreno no mesmo alinhamento, com 3i3
palmos de frente e o competente fundo, e
camboa que fica no centro : tudo situado
na frente da estrada que vai para a Magda-
lena, e faz esquina com a que vai para o
Remedio. Os pretendentes podem-se en-
tender com B. Lasserre &C, na ruada
Senzalla-Velba, n.i38.
Terca-fera, 23 do passado, enlregou-se a um
preto um caixao com urna arroba de espermacete
para levar no pateo do Carmo, venda n. l:e como
nRo so rcebesse, roga-se a qualquer pessoa a quem
o dito preto, por engao, ou malicia, o entregou, faca
o favor de annunciar por esta folha, que so pagaro
todas as despezas.
Pretende-sccomprar a venda sita na travessa
doPocinho, n 31, do bairro de S.-Antonio; qual-
quer pessoa que da mesma for credora comparega
na mesma venda hoje as 4 horas da tarde, com as
suas contas, para a vista dellas melhor podor tratar
o comprador.
\ ofllcina de oncadernagao que o padre K C. de
Lemose Silva dirige em a ra do S.-Francisco, an-
ligamente Mundo-Novo, n. 66, acha-se prvida de
todo o necessaro para c bom desempenho de qual-
quer obra de encadernagilo por mais rica que seja ;
assim como lera e aprompU qualquer emblema ap-
propriado as mesmas obras.
Aluga-se urna casa terrea na ra Bella nova ,
pintada,com 5 quartos, duas salas, corredor indo-
pendente coznha, quintal e cacimba a tratar na
ra de S.-Francisco palacete novo, das 8 horas da
manhaa as duas da tarde.
Precisa-se alugar um moleque, ou pardo de 10
Compra-sc um molcquodc 14 a 20 annos, de
boa conducta : na praga da Independencia n. 19.
Compra-so um diccionario portuguez por Cons-
tancio ; um Tilo i.ivio c um Horacio sendo lodos ou
cada um do per si: na ra Nova n. 52 terecro
andar. ,
Vsiuh.
1
senil
tinliarr. na loja do miudezas, sita na ra aa t.auea-
Velha, 11. 14, que gyrava debaxo da firma do Au-
gusto Pereira Pinto & C; ficando o socio Pinto obn-
gado por todo o activo e passivo da extincta firma.
Jodo l'ereira Moutinho.-Avgutlo lerrttra tinto.
lio je primeiro de margo pelas 4 horas da tar-
do a poitadoSr.doulorjuizde orphios so hade
arrematara casa terrea, sita na ra Nova penho-
rada por execugno de Malheus Austin & (.. contra o
testamentero e herdeiros do finado Bento Antonio
Domingues, por ser a ultima praga.
__Precisa-se do urna ama que lenna bom lene ,
forra ou captiva : na ra Imperial, n. 25.
__Precisa-se de um feitor, preferindo-se das libas,
para tratar do um sitio distante desta praga; sera
1,0.11 tratado e dar-sc-lhc-ha bom ordenado: iij venda
da esquina da Comboa-do-Carmo, n. 46.
precisase alugar urna prela que cntenda al-
gumacouaa do coznha: na ra do Caldeireiro,
"'--Urna pessoa capaz que tem pratica de, cnsino ,
sepropOe a dar liettes, em casas P/t.cularcs, de
primeras lettras, gramma ica portugue.bons
principios de msica e desenlio : na ra larga do Ro-
zado, 11. 48, so dir quem he. .
Jc-.se da Silva Oliveiru mudou a sua residencia
da ra da Prala.n. 66, para a ra Direita n. 2, segun-
do andar, onde pode ser procurado.
__ Aluga-so urna casa terrea na ra nova que vai
1 Tiempo, com muilos commodos pira urna
numerosa familia : a tratar com a sua proprctaria ,
no puteo da S.-Cruz, n. 70, primeiro andar.
Arrenda -ssiim sitio 110 Caxang, a margem do
rio com casadclaipa, estribarla, arvores de fructo1
loa' lena para plantar c muito proprio para passar o
verQ. por ser muito fresco e ter bom banho : a pes-
soa a quem convier dii ija-se a ra da Cruz, n. 5, es-
rriptorio de Jos Joaquim de Olivcira.
|)a-se dinheiro a premio sobre penhores:
ra Nova n. 63.
2 annos, para servir em urna fabrica do charutos:
...ido fiel, d-se o sustento o 4000 rs. mensaes:
quemo tiverannuncie.
'__Recebcm-se escravos para so vonderem tanto
para fra da provincia como para engenho oile-
recendo-se toda seguranga para os escravos :
Nova, n. 40. .
___Aluga-sc o terceiro andar da casa n. 7, a ra da
Cruz: a iratar no segundo andar da mesma casa.
A serrara do Montelro pcrlenceiitc a Antonio
Domingos Piulo acba-sc litigiosa o que se laz publico
para constar a quem a qnicr comprar.
Na ra do Pires, n. 30, lava-sc c cngomina se com
perfeicSo e por preco commodo.
-- Un
ma parda que d fiador a sua conducta se of-
fevcc para criada de algmna casa estiangeia, ou bra-
tileira, para todo o servicode porlas a deutro ; a tratar
na Passageui-da-Magdalena alen) da ponte sobrado,
n. 7.
Urna pessoa, com as habllilacocs necessarlas se
oB'erece para faicr algumas escriptuiacocs com asscio e
presteza : quem de seu presumo se quizer utilisa r.uiri-
la-se a ra Uiirila. defronte do Livramento n. I se-
gundo andar, das 8 horas da inanlia em diante.
Ollercce-se um Portuguez de inea idade. sem fa-
milia para feitor de um silio o qual enteudc de par-
reiral borla, pomar e de todo o mal servico qne se
precise em um sitio : quem de seu presumo se quizer
Militar, dlrija-se a ruada Somalia-Velha. n. 90.
__Jos Antonio de Araujo embarca para o Hio-bran-
de-do-Sul o seu escravo Joaquim de naci Cosa.
Aluga-sc a casa terrea da ra da Horenlma, n. IJ:
a tratar na ra do Trapiche armazem n. 19 com Do-
mingos Sorlauuo Conjalveis Ferrcira
Compras.
na
Aluga-se una casa terrea mei agoa,
na ra da
Uegri, 11. 3: a tratar com o major Mayer.
-- Marino Augusto Supardoretira-se para o Kio-
-rande-do-Su!.
dados de
II.
Compra-sc um jogo de damas copos e dai
arflin nara aainao: na praca do torpo-Santo, u.
i- Conmram-se dous cavallo. que tenbau, andares e
de bonitas figuras : na ra de S.-Gon5alo. sobrado n. 29.
--Compra-se urna canoa de carreirs, nova, ou an-
da em bom estado, que possa com cinco Dessoas, e
dahi para cima: na ra Nova, segundo andar da ca-
sa, n! 39. Na mesma casa vende-se um porta-licor
qU?f- Compra-so um casal de cachorros anda1 que
seja do casta pequea : na venda da esquina da Cam-
boa-do-Carmo, n. 46. .
- Comnra-se um papagaio grande, bonito e mui-
to bom rallador : n3o se ol a prego poi-serpara
uma encommenda : na ra da Cadea do Recife, lo-
ja Sso^nnua a comprar cobras de vi.do
vivas para remedio : na praga da Boa^ista, n. 32,
secundo andar. .. ,.
Compra-se um cavallo que custe cem mil ris
para menos, prefere-se espado, o que tenna pssso,
ou andar baixo; na ra Direita, n. 5S.
- Vende-se um mulatinho de 14 annos, de bonita
figura ; anda bem a cavallo sadio sem vicios nem
achaques : na ra da Aurora casa do coronel Joaquim
Jos l.uiz de Souza.
Vende-se um flandres novo de vender azeite de
carrapato com os seus pertences c mais outra com-
modidadeque a vista do comprador se dir :. na traves-
sa do Oueimado n. I, primeiro andar.
Vende-se uma morada de casa terrea na ra dos
Copiares n. II : a tratar na ra da Florentina, n. 3.
Na mesma casa precisa-se de duas prctas para vende-
^111 de tarde, de vendatrem ficando seus senhorefi re.
ponsavels pelas mesmas pretas.
Trem de eozinha.
Vcndem-se panellas, chaleiras, cacarolas e fregidei-
ras de ferro forradas de louea. O asselo c duracao deste
trem de eozinha vale a pena de ser procurado na ra
Nova loja de ferragens n. 18.
Vende-se muito em ronta um bom escravo de
25 anuos, multo possanlc proprio para trabalhar em
algum sitio ou engenho por estar acostumado ao
servicode campo : nasCineo-Poutas, n. 38.
Vendem-se alguns casaesde pombos muibons
batedores : na ra de S.-Francisco, amigamente
Mundo-Novo, n. 66, segundo andar.
Na ra Nova, n. 58, vendein-se os seguntes 1-
vros : Hisloro de la revolution francaise par
Mgnot, 6,000 rs.; Sormons do la abbe Poule, 240 rs.;
Raptistcrium, 9C0rs.; NogOcs oratorias extrahdas
dos melliores autores, 280 rs.; Biblia Sacra em 5 vo-
lumes, 4,800 rs.; Sermesde la Tourdepin, 320 rs.;
Ilcineci fundamenta styl, 320 rs.; Lgica de Con-
dilac, 400 rs; Institutioies Theologiccc a Gaspazc Joa-
nin om 7 volumes, que so trocam pela obra do Culi-
nat vertida em portuguez, ou so vende por 7,000
rs.; Insiitniiones Philosophiccc a Francisco Jacquier,
6,000 rs.; Optimismo, novella de Voltaire, 640 rs.;
Novo Methodo de Antonio Peroira, 240 rs.; ORleios
dos Conegos Regulares o dos Santos Novos, 1,200 rs.;
Corncl Nepotis, 1,000 rs.
Vende-segraxa ingleza de patente,
para limpare conservar arreios de carro ;
assim como nm pequeo ortimento de
chicotes para carros : no armazem de
Bremlera Brandis, ra da Cruz, n. G3.
No mesmo ha alguns bracos para bataneas
grandes, proprios para armazem de as-
sucar.
Vende-so um alambique do cobre, grande, e
uma serpentina de estanto tudo em bom estado ;
tambem se vender qualquer uma das cousas em se-
parado : na ra da Cadeia, n. 11.
Vende-so uma machina do bestasTiara moer
canna : no engenho novo da Muribeca.
r Vende-se um sitio denominado Berlengas, en-
tro os engenhos Jaguaribe e lnhaman com uma
grande casa de vvenda de pedra o col, capella para
miaSI, senzalla para pretos, casa do fazer farnha ,
estribara o mas 3 casas de taipa porto, tudo em
muito bom estado; com bastantes arvoredos de fruc-
to constando estes de larangeiras, mangueiras, ja-
queiras, coquerose outras muitas que o comprador
melhormento ver; com bastante terreno para qual-
3ucr plantagao quasi todo coherto e de muito pro-
uccilo lodo demarcado c com cercado feito : a tra-
tar no mesmo sitio (4 legoas e meia distanto desta
praga ), ou na ra dos Quarteis, n. 18, primeiro
andar.
Lotera do Rio-ile-Janeiro.
Aos 20:000^000 de rs.
Na ra da Cadeia-Velha loja de cambio do Sr.
Vieira vcndem-se bilhetes mcios, quartos e oila-
vos da lotera a beneficio das salinas do Cabo-Frio e
tambem os das caldas de S.-Catharina : prego dos
bilhetes 24,000 rs. meios 12,000 rs., quartos 6000
rs. oilavos 3000 rs. A 'lies, antes que cheguo o va-
por com a lista as cautelas da lotera a beneficio
da matriz do Cear sahiran os 20000,000 de rs. em
3 vigsimos e em um quarto c mas premios de al-
guma circumslancia.
Vende-se um forte piano, de pa-
tente London, do autores Collard&Col-
lard ; na t na do Vigario, 11. q noarma-
icm de Bothe Se fiidoulac.
Veude-se o superior vinbo branco
da Madeira, engarrafado ; na na do Vi-
gario, n. 4> armazem de Bothe & Bidoulac.
Na ra Imperial, n. 167, vende-se
fumo em folha para charutos, de boa
qualidade, e por preco barato, cni fardos
le 3 arrobas.
= Vendem-se inoemlas de ferro para engenhos de as
mear, para vapor, agua c bostas, de diversos lmannos,
por proco cuuiuiodo ; c igualmente taixas de forro coado
e batido, de todos os tamauhos : 11.111r.ua do Corpo-San-
to, n. 11, em casa de Me. Calmoui i Coinpanhia, ou na
ra de Apollo, aruiazeiu, n. D.
Vendem-se chapeos do palha fina; longos com
franja, 20em pega: em casa do I.. G, Ferrcira &
Companhia.
Itua (lo (Mie.i.i.ido, n. II.
Na loja nova de Baymunilo Carlos Lei-
te echa-se um completo sortimento de
fazendas linas, por menos de seu valor ;
briin trancado de linbo, com lislras, para
calcas ; chapeos de sol de seda ; plalilha
de linlio ; bretanba de dito ; e tambem
o algoilo dobrado, proprio para saceos
ou roupa de escravos.
Vende-se cal vrgem, em caxas o barricas : no
escriptorio de Francisco Severianno Rabello & Fi-
lho.
CARNAUBA.
No armazem de farnha do ra do Collegio, n. 1,
contina-so a vender cera de carnauba por prego
commodo tanto em porgOes como a retalho o he
chegada agora uma poreo da melhor qualidade que
tem apparecido.
Va ra do Crespo,
lojan. 9, de Do-
mingos Guima-
raes,
vendem-se los pretos do lnho muilo superiores;
sarja vordadeiramenle hespanhola ; cortes do seda
preta lavrada; ditos de cores, muito modernosio
baratos; luvaa para homem e senhora, tanto de
pellica como do soda prela; meias de seda preta;
chapeos de massa, francezes, para honrun, do ulti-
mo gosto ; pannosecasimiras pretas, nuito supe-
riores; colletosdo muito ricos gostos, de gorgurao
p Mim bordados ; ditos de setini preto, bordados
velludo; cassasechitasfraneczas ora cortes, de ri-
cos padrOc* e o mas superiores que leem vindo a
Pernamhiico ; ssim 0011:0 um completo sortimento
de fazendas finas de linbo, lila e soda, do qusnto se
procura eque se vende multo comniodameute.
Vende-so um carro de duas rodas com seus ar-
reios, por prego muilo commodo; ve-so na cochera
da Boa-Vista, do Miguel, e trata-se na ra Direita,
sobrado 11. 29.
Vendem-se superiores charutos re-
gala, finos c ordinarios, chegados ultK
mmente da Babia, por preco mais com-
modo do que em outra qualquer parle,
por haver grande porrao .- na ra do Viga-
rio, n. 4i armazem de Kotbe &c Bidoulac.
Vende-se panno de algodBo grosso, proprio pa-
ra saceos; dito azul o ontrangido (estopa1; pregos
americanos 11. 4; fio da India para coser sarcos 11a
ra-do Trapiche, n. 8.
Deposito de bons ch;i tilos.
lina larga do Rozara, n. 32.
Neste deposito acharSo sempre os bons
fumantes nm sorlimcnlo dos melhorcs
charutos, viudos da Babia, como sejaut:
superiores S.-Flix, com estampas devi-
dro, esem ellas; ditos de regala, ditos
non plus ultra; os acreditados cigarros dla
Iavana e de la fama : todos este charutos
sao fabricados, com muito bom fumo, e
teem servido bem aos freguezes.
Vende-se um sobrado novo do um andar e
grande sotfio em chflos proprios, o qual rende por
mez 34,000 mil res; e agora mesmo quo os mate-
riaes o m3o d'obra estao baratos, se offereco a venda,
por traspasso, 200 palmos do terreno firme, todo por
junto, ou a retalho, no alinhamento do uma ra,
segundo o novo plano, junto n igreja de S. Ama-
ro, com os fundos do200ou mais palmos conforme
agradar ao comprador, proprio para nelle so edifi-
car meia duza de boas casas, as quoes sem duvula
se alugaraopor bons pregos pelo lempo de festas,
e mesmo annual monte, em rasflo do ptimo fresco
quo all gozam os habitantes da nova cidade: vnde-
se no mesmo lugar uma casa terrea collocada no ali-
nhamento da ra da Aurora, em um terreno de 140
palmos de largura o 1400 do fundo, ate junto a
igreja, com algumas plantas, como sejamparreiras,
larangeiras, coqueros &c., contendo em si um
;rando viveiro com 660 palmos de comprido e 100 do
arga, com a sua competente porta d'ago, e bas-
tante pcixo, proprio para o actual tempo quares-
mal : assim como tambem 2 canoas novas, sendo
uma de conduzr familia, e outra deconduzirentu-
Iho: o quo tudo so vender pelo mas commodo pre-
go possivol, na ra estrota do Rozaro, botica n. 10.
Vendem se tres lindos molequos de 15 a lan-
nos; um ditodo 7annos; tres cabrinhas de 10 a 12
anuos, proprios para apren.lerem olllcio; u 111 pardo
do 18 anuos proprio para qualquer servigo; urna
preta de 20 anuos, com habilidades; uma de idade,
por 200,000 rs.: na ra do Collegio, n. 3, segundo
andar, se dir quem os vende.
Vero*, por 150^000 rs,
tuna casa terrea,, com a frente e
retaguarda de ti jlo, e o mais de tai-
pa, sita na ra de Motocolomb,
nos A togados, pelo mui diminu-
to preco cima dito, e tambem
prazo: trata-se na ra Direita,
sobrado n. 29.
BOA PITADA.
Viuva Pereira da Cunha faz scicnte que, tendo che-
gado do lto-de-Janeiro prximamente um sorti-
mento do bom e acreditado rap da fabrica do Cassc,
das qualdadesno, grosso e meio-grosso, convida
aos IroguSeS deste deposito, para que so possam
sortir com tempo de tilo boa qualidade de rape fres-
co.quc tem rivalisado com o maissupcror que temap-
parecido neste mercado, continuando-se a vender,
alm dcsto deposito que so acha transferido, como
j se annunciou, para a ra da Cadea no Recite, n.
37, as seguntes lojas: do mesmo bairro, dos Srs.
Augusto Kerroira Pinto & C., l.uiz Carduzo Monte-
negro, Cunha & Amorini, Joao Jos n fiar vi ho Mo-
racs, Thomaz Fernandos da Cunha, Jos Carlos 1er-
rmr Soares Jnior. Jos Das da Silva* Domingos
dos Santos, Francisco Joaquim Uuarte, Jos Joaquim
da Costa, Antonio Ferreira Luis, Domingos da Silva
Jos Joaquim Lopes Moreira, Manoel Flix da Rosa;
bairro da Boa-Vista, os Srs. Leal & IrmSo, Fran-
cisco Martins Rapozo & C., Antonio Aytes de Cas-
Vende-se um moleque do nag3o, de 18 annos
pouco mais ou menos : na ra da Cadeia do Recite ,
loja de fazendas, n. 55.
Vendem-se bacas, jarros e bulesde dterentea
tamanhos, tudo de metal e chegado prximamen-
te ; na ra Nova, loja de ferragens, n. 41.
MUTILADO

W


M
Pannos pretos finos
e no vos na loja; setim maco sem mistura; cha-
peos de sol, com hastes de ac; chales e mantas de
seda e-de 18a eseda ; casimira preta elstica ; cha-
peos finos francozes ; ludo por menos de seu valor :
na ra doQueimado, n. 11, loja nova de Raymundo
Carlos Leite.
VELAS DE CEltA DO RIO-RE-JaNEIRO,
\ende-se completo sortimento de urna a 16 e Lo-
gias de 4,5 e6 : no armazem de Alves Vianna, na
ra da Senzalla-Velha, n. 110.
Vende-so, ou pcrmuta-se por um sitio perto da
praca urna oxcollonte casa terrea com Lastantes
commodos para urna grande familia, sita nosta pra-
ca : na ra Imperial, n. 9.
W Vende-se na rua Ja Cruz, n. a3, W
lm cera em velas, de urna das melho- c
[fi res fabricas do Rio-de-Janeiro Hj
J*\ sortimento vontade do compra- '(
fjl dor, em caixas pequeas, e por i|
j precio mais barato do que em oti- 7
Wi Ira qualquer paite. Jj-!
3
m
]\a rua do Crespo,
loja n. 12, de Jos Joaqun?
da Silva Maya,
vende-se superior sarja preta liespanhola ; noLreza
rxa muito superior emuilo propria para capas
doSr. dosl'assose outras irmandades; ricos cortes
de seda para vestido de senhora ; meias de seda pre-
tas e Lrancas, asmis superiores que teem appare-
cido, tanto para homem como para senhora; uvas
de seda ; chales de seda muito modernos e de lin-
dos gostos;camhraia de linho, muito Pina; lencos de
camhraia de linho bordados, para senhora, dos mais
linos que ha por muito barato preco; esguiSo de
puro linho emuilo fino; platilha de linho ; e outras
muitas fazendas que sero patentes aos comprado-
res e por barato preco.
Vende-so azeite (ino de gerselim, para comer e
para luz : no deposito de azeite de carra pato na rua
da Senzalla-Velha, n. 110,
>ovo panno de linho, a 600
rs. a vara.
As pecas sSo de 15 varas e he melhor que o pri-
meiro; alpaca fina preta, a 800 rs. o covado ; los
pretos muito baratos : chitas em cortes ; riscados
francezes; sarja hespanhola superior; e grande sor-
timento de fazendas de todas as qualidadcs e bara-
tsimas : na ruado Queimado n. 11, loja nova de
, Itaymundo Carlos Leite.
AISO
aos Srs.de engenlio
Ka rua do Crespo, loja u. 1*2,
tic Jos' Jonqnm da Silva
Haya, vendem-se
cobertores de algodilo, muito encorpados, proprios
para cscravos ; bem como urna fazenda de linho a
mitacfto de estopa, forte e propria para roupa de
escravos e saceos para assucar; tudo por preco mui-
to barato.
Vende-se mercurio em eaixinhas : no eseripto-
rio de Franicsco Severianno Rabello & Fillio.
3\To Aterr-da-Boa-
Vista, n, 84,
vendem-se sapa tos do meninos, de 60 a 100 rs.;
chanclas para senhora, a 600 rs ; sapatos de setim
preloe decores, a 1000e 1500 rs.; pellos de mar-
roquim, a 1000 rs. ; holins mcios ditos francezes,
a 3000 rs., e de Lisboa a 1600 e 2000 rs.; de mar-
roquim para bomcm, a 900 rs. de cabra a 560 rs ;
couro de lustro avariado, a 320 rs.; sapatos de
borracha, inglezes, de ourello de cordovio ede
outras qualidades, muito baratos.
-- ISa loja de Guimares, Se-
rafm & C. vendem-se pannos
finos, de cores, pelo barnio pc-
eo de 2^400 rs. o covado; e de
outras muitas qualidades, de va*
rios precos.
Vendem-se bichas grandes e tambem se ala-
gam, por prego commodo : no Atcrro-da-lioa-Vista,
na primeira venda ao peda ponte, n. 2.
AVISO
Assnhorasdo bom
gosto.
Na rua do Crespo, loja n. 12,
de Jos Joaquiui da Hlva
Maya,
ba uro novo sortimento das ricas mantas do lanzi-
nha e seda, para senhora as mais modernas quo se
usa m na Europa e por isso se torna ni recommen-
daveis as senhoras de bom gosto, bem como aquellas
que usam de economa tanto pela boa qualbiade e
ricos gostos, como peto baralissimo preco de 5000 rs.
cada urna ; ha igualmente um rico sortimento de
cortes da vestidos da rica fazenda denominada ba-
zullina. Esta fazenda he de cores escuras, bordada
delistrasequadros os mais claros, de lindosdese-
nhos, cores fixas e bonitos tecidos e por isso muito
proprios para o tempo de quaresma e de invern.
l\a rua do Crespo,
loja n. 12. de Jos Joaquim
da Silva Maya,
vende-se alpaca preta a 800 rs. o covado; dita muito
fina, preta e de cores, por barato preco ; merino
preto muito superior; panno fino preto e de c-
es; casimiras elsticas de duas larguras para
calcas a 6000 rs. o corte; velludo; gorgurSo de se-
da ; setim para collete; tudo por preco commodo ;
fustes para colletes; e outras muitas fazendas,
tanto para calcas como para vestidos de senhora;
tudo pelo barato.
Vende-se urna preta de muito bonita figura,
que lava roupa vendo na rua e serve muito bem a
urna casa : no pateo do Carmo, loja do sobrado
0. 7.
Vende-se um pret perfeito official de pedrei-
ro de toda obra para fra da provincia : na rua do
Crespo, n. 10, primeiro andar.
]\a rua Nova, n.Q,
confronte a Cam-
boa-do-Car mo, lo-
ja do Amaral,
vende-sc urna grande porcao de sapatos francezes,
de marroquim e cordovao, a 880 rs. o par. A elles,
freguezes, que he pechincha, que em outra qual-
quer parte nflo se enconlram por tal preco.
LOTERA DO RIO-DF.-JANFIRO.
Venilnm-so bilhetes emeios ditos da lotera con-
cedida ao hospital de Caldas da provincia de S.-Ca-
tharina : na rua da Cadeia, loja de cambio n. 38 ,
de Manuel Gomes.
Vende-sc muito superior sarja larga
hespanhola, legitima; merino preto,
muito fino, a 3800 rs. o covado ; supe-
rior panno preto o de cores; alpaca
preta, muito fina ; chamelote de seda
pura; corles de vestidos de setim pre-
to lavrado, o mais rico que tem appa-
rocido; setim de Macan ; superiores
los de linho preto ; damasco de seda;
dito de lila ; assim como un completo
sortimento de fazendas proprias para
a Quaresma : tudo por preco mais em
F' conta do que en outra qualquer par-
te : na nova loja de Jos Morena Lopes
& Coinpanhia na rua do Queimado ,
casa amarella, n. 29.
No largo do Forle-do-Mattos ,
n. 6, ou na rua dos Tanoei-
ros,n, 1 ,
vende-se um ptimo escravo de 22 annos crioulo
urna parda e urna cabra do23a 25 anuos, as quacs
sfl proprias para o servico de campo por a islo es-
tarci acostumadas, e mesmo quererom ir para o
mallo, ou para engenho.
Parocem de seda.
Vendcm-sc chitas asselinadas pretas, francezas ,
proprias para luto, a 260 rs. o covado ; pecas de
hamburgo fino, a 3000 rs..cacla uitt; los pretos .
muito em conta : na rua do Queimado, loja nova n.
11, de Itaymundo Carlos Leite.
Vendem-se palitos para denles, muito Lons ,
de 100 macos para cima a 100 rs., a dinbeiro de
contado: na ruada Cadeia do Recife, loja de miu-
dezas n. 51.
Vende-se, ou troca-so urna preta coznheira ,
lavadeira c engommadeira porum moleque ou no-
griuha que nao tenha mais de 10 annos : cm N. S. do
Terco, n. 16.
Vende-se superior potassa nova c cal virgem
de Lisboa ; ludo por preco muito commodo : na rua
de Apollo, armazem n. 18.
Vendem-se 2 pelas de 20 a 24 annos, sendo urna
boa lavadeira e que cose soflYivelmenlo e vende na
rua, e a outra proprias do servico do casa e campo:
na rua da Cadeia de S.-Antonio, n. 25.
Para pageos,
chapeos envernisados, de superior qualidade e ga-
lOes de ouro e prata para os mesmos; vendem-se na
rua Nova, n. 2, primeiro andar.
Vende-se urna preta e um preto de Angola para
fura da praca, ambos de 20 annos punco mais ou
menos; ao comprador se dir o motivo da venda :
na rua dos Quarteis, botica nova, n. 12.
Vende-se, para realisaeflo de partilhas, urna
negrinb crioula, recolhida de 15 a 16 annos.de
muito linda figura muito sadia e sem vicio algum :
na Boa-Vista, rua do Pires, n. 23.
MIMO E PRIMOR!
Na rua do C.retpo, loja
n. 11, dt Antonio Luis
dos Sanloi & C.
lie inconteslavel que
em manufactura de gos-
to o- MIMO E PRIMOR
de todas as sedas e sarjas pretas, brancas e de
cores, achamalotadas lavradas o lisas que se an-
nunciam silo merecedoras da benigna preferencia
dos amadores do quo he bom : assim se recommen-
dae conta-sequea vista da sua especialidade, nilo
restar nada a desejar pan imssuir-se, com a com-
pra o melhor gostoe qualidade em colletes riqus-
imos o vestidos para senhora que satisfagan ao
"ais custoso porcm honesto e primoroso de seus
lomos quaresmaes.
Vendcnwe aerees da extincta com-
panhia de Pernambuco e l'arahiba : na
rua da Cruz, n. 9, cscriptorio de Olivei-
ra lrmSos& Companhia.
Refrescos.
Xarope de grosello, feitodo verdadeir summo ,
vindo de Franca, a 1000 rs. agarrafa; dito de flores
de larangeiras a 1000 rs. a garrafa ; dito de mara-
cuj e tamarindos, a 640 rs. a garrafa ; dito feito da
verdadeira resina deangico que he moito conhe-
cido e approvado por as pessoas que padecen do pei-
to, por ja ter feito bons beneficios, a 1000 rs. a gar-
rafa : vendem-se no Aterro-da-Joa-Visla fabrica
de licores, n. 26.
seda i mantas de telim HiuUp finas ; lentos de cassa,
para gravata : todas estas fatendas se yendem pelo mais
barato preto que fot1 posslvcl. Na mesma loja tambem
se vendem chapeos pretos de castor pelo diminuto
pieco de 7/000 rs. cada um.
^VDOLIViU
DEG PORTAS H2
SNesla loja existe grande porcSo de bicos (
pretos de superior qualidade e de todas as lar- (
j. guras por baralissimo preco; meias pre- J
qP tas para meninas a 200 rs.; panno preto de J
*# superior qualidade, a 4500 e 9000 rs.; sar-
M ja hespanhola, a 2240 rs.; camisas de meia 1
3y a 1000 rs.; merino, a 2000 rs.; princeza su- i
Z perior, aSOOrs,; e outras muitas fazendas *
W proprias para a quaresma.
Aos amantes da boa pitada.
Acaba ile chegardo Rio-de-Janeiro, pelo ultimo
vapor, urna nova remessa do superior rap Principe
Imperial. He cscusado tecer elogios a este rap, pois
o seu autor he o mais perito fabricante que ha na-
c uel la corle. Vende-se as lojas dos Srs. Victorino de
Castro Moura na rua dos Quartois ; Joaquim Mon-
teiroda Cruz & Companhia, ruado Queimado ; An-
tonio DominguesFcrreira, rua do Crespo, e na de
Francisco Joaquim Carduzo.
Vendem-se oculos azues com 4 vidros, de pa-
tenta vindos ha pouco de Inglaterra por sern
encommendados, feitos pelo melhor autor que all
existe, e que serven para encobrir qualquer defei-
lo nos olhos por doencas, para viagens, ler de noi-
te, estudar, e etc.; pois os seus vidros serven) para
todas as vistas e teem a propriedade de nao cansa-
ren: na rua larga do Rozario, loja de miudezas,
doLody, n. 35.
Por ter o dono de relirar-sc para a
Europa, vende-se um piano de anuario,
de Jacaranda, um dos melhores e mais ri-
cos que actualmente aqu exislcm, do au-
tor Broadwood / assim como um carro d*
quatro rodas, de construco americana,
proprio para um ou dous cavallos, com os
devidos arreios : Irata-se em casa de KaL-
kmannck losenmund.
Na rua Nova, n. 18, loja de M. do A. Caj, ha
um sortimento de pannos finos, de tedas as cores e
qualidades; casimira preta, da mais superior que ha
no mercado; dilabranca; setim deMacu superior, pa-
ra colletes eyestidosde senhora; chamalote preto, mui-
to largo e superior; velludos pretos e de cores para col-
letes de lislras o quadros; alpaca preta, muito boa;
casimiras de differenles cores; riscados finos do qua-
dros, para vestidos e jaquetas; brins do differenles
cores e qualidades; orgurOcsde quadros, para col-
letes efustOes para os ditos;chapeos de sol, de seda;
ditos do massa pretos, francezes; suspensorios de
borracha, eum hah de tartaruga para guardar ou-
ro. Obras feilas: casacas do todas as cOrcs e qualida-
des; solirecasacas de panno de difiranlos cores; di-
las de merino preto, com gola do velludo o chama-
lote; ditas de brins de cores, o de diflercntes qualida-
des; jaquetas do panno, de varias cores e qualidades;
ditas de alpaca, merino, duraque e franklim; ditas
de brim de differenles qualidades; ditas de riscado
e bretanha; calcas do panno, de varias qualidades,
e de casi miras; brins de cores, superiores e ordinarios;
ditas do brim trancado branco; collotcs de chama-
loto, setim de Macu, sedas, e de gorgurOes de cArcs;
ditos de fustio branco ede cores. Na mesma loja ha
um resto de fazendas francezas, asquees vendem-se
por todo preco, sendo: fitas de seda para chapeo; flo-
res epennas, para ornar os mesmos; mangas do vi-
dro; varias redomas, com imagens de gesso; garrafas
finas, para vinho; copos para cliampanha; lintciros
de vidro; lioneras unas, para se vestirem de qualquer
forma, e outras muitas fazendas que se vendem por
preco commodo.
o Atcrro-da-lloa-Vista, n. 1, defronte do cha-
fariz casa de modas francezas de A. Millchau re-
cebeu-se pelo ultimo navio um bonito sortimento
de objectos de modas para a quaresma e para bailes,
como sejam : vestidos de garca de seda; cabeciles de
bico de retroz preto ; ditos de linho branco ; capo-
les do bico branco e preto; bicos pretos de retroz,
dos mais bonitos padrOes ; capotes de bico chama-
dos visitas cousa linda e da altima moda ; creps
os mais linos possiveis, para vestidos do baile ; tran-
ca larga e estrella de retroz para enfeites de ves-
tidos ; camhraia do linho de todas as qualidades;
lencos de dita bordados ; ditos de cambraia impri-
mida; ditos bordados; luvas, etc. Na mesma casa
acha-sc constantemente um sortimento de chapeos
que, para so renovar frequentemente, offerecc sem-
pre ao gosto das senboras urna esculla das mais
ultimas modas.
RAPE' PRINCEZA NOVO LISBOA.
Acaba do chegar pelo ultimo vapor urna nova re-
messa deste excedente rap, muito fresco e com de-
licioso aroma, e contina a vender-se no deposito da
rua da Senzalla-Velha, n. 110, e em todos os lugares
do costume, at hojeannunciados.
Xa loja de Francisco Jos Pe
reir Braga,
na rua do Crespo, 11. 3, ao p do arco de S.-Antonio, ha
para vendo casimira preta ,
milito lina .merino preto, do mais uno que tem appa-
recido ; alpaca milito lnsUosa; panno lino de varias
cores ; corles de collete de etim dos lucidores gostos
que ha no mercado ; riscados francezes para jaque-
tas ; chamalote de diversas corea; corte de chati de
Nesta loja acha-sc um completo sortimento de cata-
cas de panno sobre-casacas de dito merino c alpaca;
palito de laa do ultimo gosto ; robes de ehainbrc etc.
tambem se faxein casaca c sobre-casaca de alpaca ver-
dadeira eque se afianca nao desmerecer; sarja hespa-
nhola multo superior pannos fino* pretos e d cures.
" Vende-se urna parda moca prendada, com duas
Albas urna de G annos, e a outra de4 : na rn defron-
te do oitao do tlicatro novo, n. 11.
- Vende-se um formidavel pao de tapucaia, com 33
palmo* de comprlinento : na roa do Crespo,loja n. 16.
- Vende-se uina geometra, por Lacroix : noAtcrro-
da-Boa-VUta ,rn. 70.
Vende-se na rua Nova, n. 50 um alambique
c urna serpentina.
Cheguem ao antigo
baraleiio que elle tem fa-
zendas de muito ba ruino
c pouco dinbeiro !
O antigo barateiro est boje torrando, porque tem fal-
ta de dinbeiro na sua nova loja de miudezas da rua
do Colleglo n. 9 papel de peio ingle, de primeira sor-
te a cinco patacas a resma e a meia resma a 8*0 rs. ;
dito almaco 2/700 rs. a resma, e meia dita a 1/350
rs. : papel proprio para fogueteiroa ou embrullio de
laxendas a 1/600 r. a resma ; trinchantes de cabo
"branco, a 800 rs. o hinchante sendo garfo com mo-
la c faca grande ; pelies de marroquim a 1/280 rs. a
pille ; pelies de couro de lustro, a 1/280 rs. a pelle lim-
pa ; estojo de navalbas finas com toque de lVi-rugriu ,
a 500 rs. o estojo de duas navalhas para acabar ; len-
cos de gorgurao al/200 rs. cada um; pennas de bico
de jandaia a 200 r. a caixinlu de cem pennas ; botOes
de duraque lino a 200 rs. a du/.ia ; ditos de metal fu-
rado para calca a 320 rs. a groza ; dito de madre-de-
derola a 480 r. a groia ; carteiras para algibeira a
160 rs. cada urna ; torcida para candleiro a 100 rs. a
duzla de todas as larguras ; bicos cstreilos a 30 rs.,
para acabar com o resto ; luvaa de algdiio branca c de
cores para hornera e senhora a 320 r. o par ; meias
Anas para homem e meninos a 240 rs. o par"; carapu-
cas de algodao de cores a 16O rs. cada una ; bengalas
de caima da India a 1920 rs. cada urna ; cachos de llo-
res para ehaprode senhora a 240 rs para acabar ;
chapeos de cambraia para meninas-, a 2/000 rs. cada
um ( o invern est na porta ); tamancos para homem
e senhora a 280 rs. o par ; ditos para menino a 160
rs. cada um ; tudo isto para acabar porque o bara-
teiro gosta de vender por pouco dinheiro.
i
EscravOs Fgidos.
Fugio, nedia 18 do Janeiro, urna negrinha ,
de nome Marcianna, de 12 a 11 annos, com
urna queimadura na faoo esquerda, umaempi-
gem nadircita e una outra queimadura na perna
direita ; levou vestidordxo o panno da Costa; tem
cabello cortado : quema pegar leve ao l'asseio-Pu-
blico, fabrica de chapeos de sol, que ser genero-
samente recompensado.
Previnc-se quea preta annunciada nesle Dia-
rio de 19,20, 22 c 23 do passado fgida lia mais do
um mez de nome Thereza, de 30 annos, pouco mais
ou menos ,de naclo Angola alta, bem preta, den-
les abarlos, rosto redondo e alegre, bom fallante,
levou veslidu de chita azul rom barra enviezada ,
saia de lila pela e panno da Costa ; andando com
duas caixas de folha de II and res urna grande e ou-
tra mais pequea venciendo miudezas ; quandosa-
hio de casa fui para vender no mntto, dirigindo-so
para os engenhos Cachito Penanduba Mandioca ,
Bullifies, Suassor, Palma, Muribcca e S-Antflo;
para maior sigtll tem pelas costas urnas costuras
levantadas j ha agora noticias que a dita prela loi pe-
gada 110 eugenho Cachito, sendo entregue desde sffb--
bado 20 do crrante a urna preta escrava do mes-
mo abaixo declarado do nome Luiza que enr^com-
panhia de um preto forro, de nome Jolo e j idoso ,
andavam a procura della, e acontece n.lo lerem ainda
apparecido era casa e nem haver noticias dellcs ; mas
como ha desconfianza que a dita preta Thereza tenha
fgido novamonte das rnos dos portadores no per-
noitaremalguma parte,elalvez ande agorasen os
caixOes de, fazenda, faz-se a presente advertencia as
autoridades policiaca, capiteles de campoe a outra
Sualquer pessoa, para nllo seren illudidos.e roga-se-
lesqueiram diligencia! outra vez a apprehensflo da
dita escrava,e a sua entrega a seu senhor.JosSapori-
ti, na rua da Cruz, n. 18, segundo andar, que re-
compensar com genorosidade.
Fugio, no din 28 de Janeiro do corrento anno ,
o preto Jos, de nacflo Cacange, com lima pega no p
dircito; levou camisa e ccroulas de algodilo ; de al-
tura regular, nilo he moco ; tem falta de um denlo
ne frente, e be pcitcncenle aos menores lilhos
do fallecido lenlo Antonio Dumiugues : queni o pe-
gar leve ao Poco-da-1'anclla em casa do tutor dos
menores Jo6 Ignacio Percira da Rocha que re-
compensar.
Fugio, no da 18 do prximo pasando, do enge-
nho Gongacari, um escravo, de nome Antonio l'enira;
representa ter 30 e tantos anuos, aluna regular, cor-
pn reforcado bem fallante; levou calcase camisa d-
algodoziuho fi>i com piado (cuelo cheyado be
pouco do sertao ao Sr. Alexnnclic I.11 nardino do Bris
e Silva : qiielu o pegar leve aodilo engenho 011 na rua
Imperial obrado n. 39, que ser pago de todas as des-
pejas.
Uesappareceu, no da 20 do prximo pasiado a
imite um moleque de nome Alejandre de \i an-
uos ; levou camisac calcas de riscado niul e bronco e
jaqucla preta : quein o pegar leve ao Corredor-do-ln---
po, n. 2, ou na rua do Trapiche 11 16, qu > ti
licado.
Wnv, : KA TTP. DEM. F. DE FARIAi 1&47>*
-



Auno de 1847.
Segunda fe ira 1. de Vareo.
DE
N9.
pjunnAMBUCCK
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMERCIaL.)
SubscreVt-at na Praca da Independencia, loja de livros n. 6 e 8, por iasooo ris por anno. pagos adiantados.
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PRESOS CORRENTES DA PRAA (Corregido Sabbado as 3 horas da tarde.)

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Aeo.ir.lente Califa -
Algodo i. orle- -
2. -
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> em barricas ou lac-
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mascavado -
Couros seceos salgados, -
Meios do sola -
Cbifre da trra -
do llio Grande -
EXPORTS.
PRSfO Di PB-Afl
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Colln 1. qualily -
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Sugar in cases while
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Dry salted bids -
Taime bids -
Ox-borns -
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POR
Pipa.
Arroba.

I s. ferro
Libra-
Mu*.
denlo
CAMBIOS.
Londres...............
Lisboa.........................
Franca.........................
Rio de Janeiro...................
PRATA mluda..................
> Paiaces Braiileiros.......
Pesos Columnarios........
l>in Mexicanos..........
ODRO. Moedas de 6**00 velhai..
Ditas ditas novas..
Ditas de 4 000...........
> Onras liespanholas.......
Ditas Patriticas.........
Le ras........................
.de 30 a 30 /, d. por If n. a 0 dias.
. 81) por cenlo premio, por metal eecluado
.315 ris por franco.
. ao par
. 1*760 a l/flO.
. 24000 a 2*020.
. 1*S0 a 2|00.
. 1*600 a 1*650.
. lOfOOO a I6|200.
. isfoor, a 10*100.
. |000 a 9,1 ICO.
. 381000 a 26J500.
. 57*000 a 57J500.
V Por lo110 meI
FUETES.
ASSUCAR.
Saecos\
. Dito 1
1 Liverp'l
(.al, portos nc.lezes.
I Dllo, diioeutreilamb.e Havre. D.to
iGeuova...................Dito
Mlamburgo caias...............
Bltico........................
1 Trieste................Saceos
I oslados-Unidos......
f Portugal ..........
Franca.............
-""I Com'/,
Com 10 /,
300
Coi 5 /,
00 t son
70 e 10 %*' primagem
ALGDAO.
000 por @ sem primagemnominal
3tnt por iue 0 p /"-' ao canil, ilc 6 p ir
Val* *'* P' '/ ('e primagem,
"animal.
Portugal.. .. ....*
Franca.................
Inglaterra.........aV.....
Barcelona.................. 400 ris
COURO.H.
Inglaterra Seceos t 1 1 5 0 ... por tonelada e i porrenlo. nominal.
Franca...................... 70 bancos por toneladas, comlOp ccnln
Estados Unidos..................... KSn ha. ____
t
?B!ilW
*z**mztsBm

De dia II de Noveml.ro de !4 jn liante pagarj 0 p. e. o rap ou tebaeo
de pd, os cbarutosou cigarros, o fumo em rolo ou ein lollia.
Para50p. c. os saceos de canhame rasquiuo, OU
Paga
balanzas
ra jogar,
oulros licores, e os vinhos de qualquer qualidade e precedencia
rar 40 p. c. as alcatifas ou peles, o canhamaro ordinario ou grossaria, a*
de qualquer qualidade, e roupa feila, nao especificada na Unfa, asearlas pa-
, as escovas de cal de marlim, o fogo da Cliina em cartas, ou qualquer ou-
o vinagre, os carrinbos, carruagens ou caixas, Joros, rodas, arreios para urna e Oli-
sca cousa as esleirs para forrar casas, os carros para conduzir gen*, os sociaveis,
? silhes, os sreleiroi e tinteiros de porcelana, e qualquer ol.jecto delouca nao com-
nreliendido na Urifa ; os lustres, os clices para licor ou vinho de vidro liso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavradn ordinario da Alle-
iiiinha e semelhantes os de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo cortado ou liso,
com molde ou lavor ordinario o clices para Cliampanhe ou cervrja as canecas,
e copos direilos de 10 a I em quarlilho. as garrafas de vidro al I quartilhc ou mais,
cuelo todos estes objectos de ns. le as garrafas He vidro pretas ou escuras da
mesma capacidade, comprehendidas as que servem para licores ou Le-llov j os copos
pira tabernas al urna caada, os frascos de vidro ordinario com roldas do mesmo
al 3 libras ou mais ou sem rolda al J libras ou mais, os de Imca lanai com ralbas
do mesmo, al 4 libras ou mais, ou sem rollia para opodrldoc os vidros para a-
lampadas ou candeiros, as laboas ou folhas de mognoou oulra msdeira lua, e Iras-
tes de qualquer madeira.
fagaro 55 p. C. o ac, alcalro, lineo em barra ou em ralba, cliumlioem barra
tan lencol, estanho em barra ou em verguinlia, ferro ein bal ra verguinha, chapa o
le qualquer naro, qne sobreearregar os gesteros brasilciios de maior dirrilo, qae
iguaes de oulra narao.
pre-
da A
Os artiins nao especificados na pauta pago o direilo ad yalnrem sobre a factura
sentada pelo despachante: podendo poim ser impugnados por qualqorr oficia
ilfandega, que em tal caso paga o importe da factura ou valor, eos direitos.
Mo caso de duvida sobre a classificaco da mercadona, pode a parle requeres
arbitramento para designar a qualidad< e valor da pauta, que Ihe compete.
Soisenlas de dlieilos as macliinas. anda nao usadas no logar, em que Toreas
importadas
EXPOBTAgAO Os direitos pago-se sobre a avaliaco de nina pauta sema-
nal na rato seguinte : Assucar 10 p c, Aigodo, caf, e fumo 15 p c. Agoar-
dente, cornos, e lodos os mais generas T p. c. Alem destes direilos pagao se a
tatas de 160 rs em cada caifa, de 40 is em cada lecho, de 20 rs. em cada barne,
ou sa:cos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
Couros e todos os mais gneros solivres dedircilos para es portos do Imperio, a
e|co do algodo, assucar. caf, e fumo, que pagio 3 p. c. e ai laxas por voliime-
escapea
Os i
Os esclavos exportados pago afOOO por cada um.
Os melaes preciosos em barra pago de direilos 2 p c. sobre o valor do mer-
cado, e a prala e o ouro amoedado nacional ou eslrangeiro paga nicamente /, p. c.
DKSPEZA DO PORTO As embarcaces nacionaes, ou estrangeiras, que
naveuo para fora do Imperio, pago 00 rs de ancoragem por tonelada : eas
nacionaes, que navego enlre os diversos |>oiios do Brasil 9C rs. As que entraren!
em lastro e saliirem com carga e viceversa, pagaro meiade do imposto sunra e um
trro as que entraran, e sabirem em lastra; e mesmo as qucenlrai-em por franqua,
ou escala, quer entrem em lastro, qner com carga Desla mposico porm serao
isenlas as que imporlaremmais de 100 Colonosbrancos, e as queenlradrem poi arnliaila
forrada, com lano que eslas nao carreguem, ou descarreguem S mente os genero*
necessaros para pagamento dos reparos, que fierem.
VENDAS DE NAVIOS Al embarcaces estrangeiras, que passerem a ser
nacionaes, pago 15 p. e e as nacionaes, mudando de proprielano, ou de bandeira
pago & p, c. sobre o valor da venda.
ou correeiro, cobre e caparrosa
Pagari20 p. c. o trigo em grao, lurrilha. canolilho espigiiilha. Reirs, fios,
franjas, laiHijoulas, palheUS, passamanes, sendo de oiiroou prala entrelina, ordina-
ria ou falsa : gales da mesma nalureza, ou tecidos com relroz, liiiho. algodo ou
seda, reodas ou entremeto! de algodo nao bordados ; rendas de lil, as de algodo,
reros ou tracal ; lencos de cambra de liubo ou algodo, e bandas de reros de
snalha.
fagarS 16 p c. os livros, mappas e globos geograpbicos, instrumentos mathe-
maticos, de phvsica ou cbimica, corles de vestidos de velludos ou damascos, borda-
dos de prala ououro uno ; retroi ou Irocal, e cabello para cabelleireiro.
fagar6 p. e. ocanulilho, cordo de fio espiguilba, fieira, fios, franjas, ga-
llo defioou palheU, lantijoulas, palhela, rendas, cadarcoi e lodoso mais objec-
tos desta nalureza, sendo de ouro e prala lina.
Pagard i p. c. o carvo de pedia, ouro para dourar, ou quaesquerobras e
utensil de prala,
Pagaro 4 p. c. as jolas deouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagarn 2 p. c. os diamantes outrss pedral preciosas solas, sementes/plan-
a s e raras novas de annaes uteis.
Parar 30 p. c. lodos os mais objectos.
Os generas reexportados ou baldeados pago I p. c. de direitos alm da armaie-
sm; e o despachaute presta Banca at a approvaco desla medida pela Assem-
ba GeraU'
Coucedem-se livres de armazenagens, por 15 dias, as mercadorias de Estiva, e
dous mezes as outras e findos estes prazos, pagarij'/, p. c. ao mez do respec
vo valor.
Os rdireitosdas fazendas, que pago por rara, deve enteiuier-se vara quadrada.
Os direitos nao podem ser augmentados dentro do anno financeiro ; mas o Go-
verno poder mandar pagar em raoeda de ouro ou prata tima vigsima parte das que
forem maiores de 6 e menores de 50 p. c. dos procos das mercadorias, ou misma
diininuiSee, segundo ll-c parecer.
Ovovcrno est autorissdo a estabelecer um direito diffei-eticial sobrcol genero |
REVISTA SEMANAL.
CA'IBIO No principio da semana regulaio as trani"ccoes a 30 e as ulli-
timas loro a 30 '/, d por mil ris lol.re Londres.
ALGODO As entradas deste genero sao ao todo de 66 saccas, e os pre-
ros declinaran bum tosio rm arroba dos da ultima icvisla.
aSSIJCA II Pequrnas entradas dec>ias, em consequencia dos ventos con-
trarios, e norisso mais procurado aos precos quotados.
(OI IIOS SALGADOS Sen- serem procurados
BACAT.IIAO = O deposito recula arca de 300 barricas, e o consumo ten
sido consideravel (luante a semana; o de prmeira qualidade tem oblido de I3000 a
13*5(10 rs
FAIIIMI.A DE TRIGO Vo ser exportadas 600 barricas, fiesndo ssstsn
o deposito rrduzido a etica de 3,000 barricas.
CAII.M. DE CHARQUE Nao entrn carregsmento algum durante ale-
mana, e o consumo foi diminuto aos precos quotados.
Resumo das timbare nenes existentes neste parlo no dia 27 d Fevtreiro di l4T.
Americana. ..#*....**
Brasileiras ............................. ..........
Frailera...........................................
Ilespanliola........................................
Inglezas.. ,.............,.....*.......*
Porluguezas..........., # ....
Sarda................. ...*..*...
Suecas............................................
...:..
ToUl
I
2
I
I
U
4
I
(
4 t
A Provincia goza Iranquillidade.


(5)
LISTA das Embarcages existentes nesle porto at o (lia 27 de Fevereiro de 1847.
B___ ""7 - ------ _____ _____ ---------
ntiuda. DONDE VI. CISCO. NACAO. ROMES. TONS. 113 HKSTRB. CONSIGNATARIOS. DRSTINO.'
1147 Fevereiro i Tent-NoT tingue Amer. Broom. Thomas Me. Guire. Me. Calmonl tt C- Philadelpbia.
gettmbro Rabia sumaca lira til. Santa Anua ti Joio de Dos Pereira Novaes & C.
Ass sumaca S. Joio 44 Urbano lose dos Santos Jos Maria Barboza Rio Grande do Sul
Oulubro Ass blata Despique 71 J. A. de Magalhi.es Bastos
Novembro 18 Ass brigue Flor do ShI 176 Jos Ignacio Pimenta Porto-A legre.
|IT Janeiro !* M IB Ass br.-eic. Henriqneti. 114 Jos Joaquim Alees Franc. Joaq.m Pedro da Costa
Rio Grande co I. * Piallnim. 104 J. Martins da Silva Vianna Amorim Irruios.
, JO Ilahia. sumaca. S. Benedicto. 43 Joaquim Jos Silveira O Mestre.
* 13 Rio ele Janeiro. brigue. Fspirito Santo. ion Jetuino Jos de Souza. F. J Felitda Rosa.
77 Pe necio hiate. Iioa-Viagem 18 Manoel Ignacio da Cimba- O Mestre. Babia at 1 de Fav.
n Baha. brigue. Feliz Viajante. 1(0 H. A Alves Bacelar. a
ii Acareti Iiiile Mara Firmiua 119 Jos Bernardo Hoza Jos Antonio Bastos
Fevereiro 1 Rio Grande do S. hrigue Feliz 187 AlriandreJos Alves Firmino Jos Fr-lix da Rosa
* Ass patacho l'rgue ' Laurentina 180 Joto Martins dos Sintos C. IKirrnro Jos das Neves
9 A su Paquete de Pe nainl.ui r. IBS JuSoGonralves Reis. Leopoldo Josr da Costa Araujo
I Ass brigue Socertade. 195 Jernimo Jos Telles. Jos Francisco Collares.
3 Ar eety liiale Novo Olinda. (8 Antonio Jos Vianna. F Joaquim Pedro da Costa.
p Parahyha a Espadarle. 17 Nicolao Franc seo da Costa O mestre
_ '* Ac.irac sumaca. Kmulaco. 171 Antonio Gor.es Pereira. Manoel Gonealves da Silva.
a * Aracati. sumtci. Italbina. &-I4 Jos Joaquim Ouart. Antonio Francisco Pereira. M J. de Magalgies Bastos.
a " Rio Grande do i. brigue. Norma. 309 Amorim Irruios.
l Mar libio. br -esc. = Jnsenbina. 174 los Mauoel Haihoza. O Mestra.
* 30 Rio-Grande do S. brigue I.io 170 Antonio Rodrigues Garca. Amorim Irmos
JO Ass fiiale S. Joio 44 Jos,' Antonio da Silva. Jos Mara Barboza.
lH7Periro Havr'deG ice.j Franc. Osar 4 SI Dio inon d Avrial Se Irmios Havre
1847 Fetereiro 1 Torre* 'ja escuna Hesp Carlota. 10 R. A. Vijant, l.cnoii- Puget & C. Barcelona
Fevereiro & Archat. brigue Ingl. Caroline 186 Win. Nant Me. Calmont & C. Canal.
10 Jersey Liverpool CSC na Pandora; 106 Esnniif. a Gibraltar.
13 barca _ Ranger. 304 N. W. Pae. James Crabtree & C,
14 Terra-No*a _ Manchesler. ISI Jobn Bell. I.alham ,\- Ribbert. Canal.
Liverpool liiu de Janeiro brigue James Ray. 733 Wm. Ilamelord. Deaue Youle 8c C.
palacio tingue _, Conques!. 144 J Wilson. I.e llrelon Schramm t C.
16 _ Ilebe. 189 Tliomaa Anderson. Me. Calmont S C.
70 Liverpool. barca _ Iit. 3IS Topping 1.atrn ni Hibbert. Afretar.
. 34 Cork. escuna _ Roy al Soicrcign. Fame. 134 Wm Kerd. Jones Patn & C.
3 Liveipool. Londres.| baica = 103 John Pnele*. Deane Youle di C.
1 3 brigue Active. 700 Aleundre lloutchirson. Frederick Robilliard.
1847 Janeno 10 11 Lisb a brigue. Port. S. Domingos. 100 Manoel Rodrigues Vian:ia. Mendes & Tarrozo. Lisboa. Lisboa. Porto.
Porto baict, Bella Periiainliuncana. 187 Manoel Francisco Nogueia. Antonio Francisco de Moraes.
. 14 Lisboa. brigue. mm Vestal. _ 117 Joio da Cosa Neves. Nascimento 8t Amorim.
JO Lisboa = Conccico de Mara. 160 A. P. Borges Jnior. Thoraaz d'Aquino Fonceca.
1147 Fevereiro 17 Genova. barca Sarda. Felice. 196 Antonio Risso. AdourSiC.
1(47 Janeiro 13 Halda. brigue, ueco. Folide. 130 Hollmann. N. O. Hielier Se C. Stockholm.
76 Havre de Graev, Annetle. 166 A. Paterson. Le Bretn Scbramm & C.
. an 1 IPVI V www CliulKiur.'. Rio degJaneiio _ Swea. 176 George Gobbertsoa. James Crabree S C. Gothemburgo
Fevereiro 1 Nortlonf 300 . F. Wolf. Rollie 8t Bidoulac. Stockholm.

Pernambuco na Typographia de M. F. de Faria.II4T.
MUTLD)
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Full Text
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