Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09828


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Full Text
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*.
XIXfiMMttM
AHITA BOA 21 II 00T6BM II (||f


ENCARIEGAOflg DA SUBSCRIPCAC- DO NORTE
Parabyba, gr. Antqoip Alexandrino de Li-
ras ; Natal, o Sr. Aotosi Marques 4a Silva;
Ar*CTlrr5'- A% de Leo* Braga; Ceari o Sr.
J. Jos de Hveira j MaranMo, o Sr. Ifaooel
Jos Martioi RiBeiro Gaimarai; Par, Justino
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronymo de. Coste.


MkTiDAii oJcWrtiElo.
Ohnda todoa os dias as 9;{ horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e sexts-lelra.
S. Ailo, Bezerros, Bonito, Catuar, Xltinho
e Garanhuns as tercas -feirai.
Peo d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
qoeira, Iogazeira, Flores. Villa-Bella, Boa-Viste,
Ouricurye Ex Das querm-feiras.
Cabo, Serinbaem, Rio Formoeo. Uoa.Barreiros
Agua Preta, Pimentelras Natal quintas feiras.
|(Todos os correios partern as 10 horas da manhia]
EPHBMERIDES DO MEZ DE OTUBRO.
4 Lata nove as 4 horas 37 niatos de mea.
10 Quarto eres cent o as 7 hora e 47 mira tos da
larde.
18 Lu cheia as 4 horas e 85 aninatos da tarde.
M Quarto mingantaaa7 horas 35 mnete di
Urde:
PREAMAR DE HOJE.
Primero as 2 horas e 30 minutos da maeha.
Segando aa 2 horas e 6 mina toa da tarde.
iqobj
.r
DAS DA SEMANA.
28 Segando. 8s. imao e Jodas Thadeo tpp.
29 Tes, v. Policiano m.; S. Zenobio m.
30 Quieto. 8. S*rapao b. c. ; S. Lacano m.
|31 Qaisto. S. Qointino ra.; S. Lu cilla ?. m.
1 Sexto. tg> Peste de todo os Santos.
9 Sabbtdo. CommemoraciodB todos os defuntoa.
3 Domingo. 6. Matoa/stos b. primes da Irhnda.
PARTE OFFICIAL.
'.i. ii
II II) I i *
COVEltaO DA PROVINCIA.
Expediente do da 8 de outnbro
de 1861.
Officio ao Eim. vtoconde de Suasauna, presi-
deote da commissao de exposijo agrcola. Em
solocao ao officio de 26 de setembro ultimo, em
que V. Exc, de cooformidade com a deciso da
ajcomniisso de exposiclo agrcola solicilou que
i* V""'0 Dmo Para respectiva exposico
at o flm de dezembro prximo viodouro. passo
s mios de V. Exc, para conhacimelo da mea-
nte commiasao copia do aviso da reparlico da
agricultura, commercio e obras publicas de 9 do
corrate.
Nesse ariso se declara que o governo imperial
nao descoohece a estreileza do prazo mareado
para aquello um, e as difficuldades que eram de
mister vencer para realisar-se to importante so-
lemnidade, mas cooQando no zelo e patriotismo
da commiasao, que tem de coadjurar eata presi-
dencia nesse empenho, procurou evitar o desar
de ee nao apresentar na exposigao de Londres g-
neros e artigo do Brasil, aioda que nio possam
figurar sella todos os productos do imperio.
A' vista, pois, de semelhante deciso, espera
este presidencia que V. Exc. e a commiasao a
qaem com satisfacao dou coehecimeoto do apre-
so em que o gorerno tem os seus servteos, con-
tinen) a empregar os seus esforgos para realisa-
jao do importante fim a que se propde.
Dito ao Exm. presidente da Parahiba. Dei o
coaveniente destino ao desertor da armada Anto-
nio das Neves Lima, que V. Exc. remetteu para
este provincia no vapor Paran, como se servio
communicar-me aro officio de 26 do correte, a
que respondo.Officiou-se ao agente da compa-
nbia brasileira de paquetes vapor para por o
desertor disposicao do commandante da esta-
co naval, e a estopara manda-lo receber.
Ditoao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte. A* vista do offlcio de V. Exc. de 25 do
correte autoritei o director do arsenal de guerra
a entregar ao recruta Jos Rodrigue os artigos
de iardamento, que lhe competirom, os quaes se-
o deduzidos do numero que tem de ser enviado
fiara essa provincia na conformidade das ordens
mperiaes. Officiou-se ao mencionado director
para eftectuar a entrega do fardamento. de aue
se trata. *
Dito ao Exm. presidente do Piauhy.Acensan-
do recebido o officio de V. Exc. de do correte,
cabe-me dizer-lhe em respoata que o capello
teaenle Pr. David da Natividade de Nossa Seoho-
rs nao existe nesta provincia por ler seguido com
guia para o Cear no vapor lguarast em dias de
agosto ultimo, a fim de reanir-se ao corpo de
fuaroiao dessa provincia, para o qual foi traos-
Brtdo por ordem do governo imperial.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Avista do que requisitou o coronel commandante
das armas em officio de 14 do corrente, recom-
mendoi V. S. que mande entregar ao comman-
SaDrtJnlerB0 da companhla fiza de cavallara
2:250f000 rs., para eflectuar a compra de 17 ca-
vallos, que sao necessarios para remonta da res-
pectiva cavalhada.
Dito ao mesmo. Tendo em vista a sua intor-
mseao de26 do corrente, sob n. 1033, o autoriao
a mandar pagar aos negociantes Maia, Mendes &
C. conforme requisitou o commandante supe-
rior da comarca e Garanhuns em officio de 9 de
setembro ultimo, n. 7, que vai cobriodo os inclu-
sos documentos a quantia de 4088520 rs., em que
imporlam os vencimentos relativos ao mez de
agosto deste anno, dos guardas naclonaes desta-
cados naquella villa, e na povoacao de Correntes,
como se v dos citados documentos.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Aoalmoxarife do hospital militar mande V. s.
adianter, arista do incluso pedido, nao haveodo
inconveniente, a quantia de 1:000000 para oc-
eorrer s despezasque se tem de fazer com aquel-
lo estabelecimenio na priraeira quinzena do mez
de aoveaabro prximo viodouro. Commuoicou-
ee ao commandante das armas.
Dito ao mesmo Autoriso & V. S. nos termos
de sua ioformaco de 25 do corrente, sob n.lOzJ,
dada com referencia da cootadoria dessa the-
ao arara a mandar pagar a quantii de 312*300 rs.
en que, segando as contas, quedevolvo em du-
plcala, importa o gaz consumido no mez de agos-
to ultimo com a illominacodos quarteis do 9.a e
10 batathdes de infantaria, 4 de artilharia a p e
da compaohia de cavallara.
Dito ao mesmo. Devolveado i V. S. coberto
com officio do coronel commandante daa armas,
de 19 do corrente, sob n. 1741, o requerimenlo
em que o capitio do 10. batalhio de infantaria
Manoel Pereira de Souza Burity pede pagamento
da quantia de 16*000 rs. por elle despendida com
o aluguel de urna canda, que o transportou de
Piranhas para Penado, no regresso da villa de Ca-
brero, onde se achava destacado, o autoriso a
mandar eflectuar este pagamento em vista de sua
infouaacio de 21 do corrate, sob o. 1034.
Dito ao juiz municipal de Villa Bella.De do-
cumentos juntos aos requerimentos em que Jos
Balcabino Goncalvea Luna, e Antonio Borges de
Araajo, pedem, este a serventa vitalicia dos of-
ficios de partidor distribuidor, e aquello o de
partidor e contador desse termo, consta que Vmo.
os nomeou para exercerem interinamente aquel-
es oficios, mas nao competi do Vine; fazer se-
melhantes nomeacoes, e sim a esto presidencia,
como foi declarado por aviso de 14 de maio de
1860, determino-lhe que as considere de oenaum
effeito, vigorando as que acabe da feer por por-
tara deata data em favor doa meamos individes,
que devem solicito! pela secretoria de governo es
respectivo ltelos. >v
te os offlcios de partidor e distribuidor do termo
de Villa-Bella, creados pela le provincial, n.
504, de 29 de maio deste anno, em quauto nao
forera definitivamente prvidos na forma do de-
creto n. 817 de 30 de agosto de 1851.
Nomeou-se tambem a Jos Balcamioo Gou-
cMves Luna para o offlcio de partidor e contador
d aquello termo.
Expediente do secretario do go-
werno.
Officio ao Exm. conSelheiro director geral da
secretaria da justica.S. Exc, o Sr. presidente
da provincia manda aecusar receidas ss com-
municacoes que em 3 de setembro prximo An-
do, lhe fez V. Exc. de que S. H. o Imperador,
por decreto de 31 de agosto ultimo honre por
bem exonerar o juiz de direito Dr. TristodeA-
lenear Araripe do cargo de chele de polica des-
ta provincia, designando-lhe a vara especial do
commercio desta capital para nella servir, e no-
mear para o referido cargo de chefe de polica o
juiz de direito Jos Antooio Vz de Carvalhaes.
Fizeram-se sa eommuoicaces do estylo.
Dito ao provedor da santa casa da misericor-
dia.S. Exc, o Sr. presidente ds provincia,
monda declarar V. S. que pelo seu officio de
25 do corrente, ficou ioteirado de haver a junta
administrativa dessa santa casa encarregado o
thesoureiro esmoler de mandar proceder aos or-
ea mentos de que trata o citado offlcio, ficando
este de os apresentar na sesse de 31 do cor-
renle.
Dito ao inspector ds thesouraria de fazeoda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda tras-
mitlir V. S. o incluso offlcio da secretaria de
estado dos negocios da fazenda, de 29 do cor-
rente, commuuicaodo a remessa de 20:0005) em
prataj
Dito ao promotor publico de Santo Anto ba-
charel Manoel Ianoceocio Pires de Figueiredo
Gamargo.S Exc, o Sr. presidente da provin-
cia, manda aecusar recebido o officio de 18 do
correte, em que V. S. communica ter entrado
n'aquella data no goso da lieeoca, que lhe foi
concedida por portara de 12 deste mez.
Despachos do da 28 de outubro
de I8i.
Requerimentos.
Antonio Bernardo Vieira.Passe.
Dezembargador Custodio Maooai da Silva Gui-
maraes.Nao ha que deferir lista da informa-
ojee.
Jos Cezario de Albuquerqne, e outros. Sa-
tisfganla exigencia do parecer fiscal escripto no
verso.
Jos Augusto de Araujo.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Joo Manoel Mendes da Cuoba Azevedo, In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda,
ouvindo o da alfandega.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel do commando das armas
de I'eruambuco, ata cldade do
Heelfe em 28 de outubro de
1861
ORDEM DO DA N. 145.
O coronel commandante daa armas faz publi-
co para o devido effeito, que no dia 26 do correa-
te foi pela respectiva commisso examinado p-
ticamente na arma de infantaria o Sr. lente do
2. batalhao da mesma arma Antonio Cardozo Pe-
reira de Mello, as seguintes especialidades:
manejo de arma e exercicio de fogo, manobras de
batalhao, evolufftes de companhis, detalhe, es-
criptura$o e economa interna ; sendo plena-
mente approvado em todas ellas.
Assignado. Jos Antonio da Fonseca Galvo.
Conforme. Antonio Eneas Gustavo Galvo.
Alteres ajudante de ordens interino do com-
mando.
AUDIENCIAS DM TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio; segundas e quintas.
Relalo: tercas, quintas e sabbados as 10 horee,
Fazenda: tercas, quintas e sabbadosar 10 hora*.
Juizo do commercio : qnartas so meio dia.
Bita de refala: tercer e sextos es 10 hvrst.
PMtnelra vara do civil: tersa* jeitos a* mel
Segunda ,vara do eivel:
a larde.
^ i...
eoseta* e sabbados a i
ENCARREGADOS DA SBSCBIPCAO 00 fOL.
*'*.' Claodtn*f*l**nto*; Bafato.
t&ss^r' ,6*- *
EM PERWAMBCO.
Os proerletsrie* do Manso seeneel Fitveset* ato
Farta fPiibe. na ser vrarto praca ato:
deaeia no. 6 e 8. ^
c Senhor general;Em nomo da humeoidade,
vou francamente convidar-tos parafazer a guerra
como militar e como homem civilisado. Pot con-
sequencia pego vos:
c 1. Que concedis guartel a todos aquellos
que combatein ou que nourerem de combater
pela independencia e autonoma do aeu paiz, e
pelos justos direitos de S. M. el-rei das Dua-
Sicillas Francisco II, aeu legitimo soberano ;
< 2*. Indicai-me umi cidade, ou aldeia, onde
A rere-lucio peeaegne ne aeu file exigindn con-
cessees do papado, e bem aestm a aliiaoca dr
groja com o espirite do socalo ; ieto nada me-
nos do que a scena da tentacao que vemos cooti-
DU4B>**t* reproduzir-e aos nosso* oihos desde
1830 para c.
Ella di* ao Papa : Favorece a erntisacio eo
progreo d preferencia ludo o mai, e manda
que ss peoras se vlrem em pies E o Papa res-
ponde i c Est escripto
-i--------- -- wmw t rwuMV ,. un, twiiiiw que o homem nio vive
naja edificios propTios para servirem de bospitaee sement do pao, toas tambem da palavra que
aos meus landos e aos vossos. Neate caso, deve vem da bocea de Deus.
considerar este asylo, nicamente destinado ao* Ella diz mais : Confia dos leigosos teus esto-
que soffrem, como um lugar sagrado e faze-lo dos ; concede liberdade tribuna e imprensa,
respailar por todos, e empre ;
3o. Iodicai-me tambem um ponto convenien-
te e seguro para guardar os prisioneiros que a
sorte da guerra deixe cahir em meu poder ;
4o. Entrai comigo em accordo para levara
effeito a troca dos nossos prisioneiros e dos vos-
as as vezes que assim se julgar necea-
sario ;
5". Teode todos os respeitoj possiveis pelos
parlamentarias, no caso em que circunstancias
imperiosas me obriguem a manda-lo. Da mioba
parte, Sr. general, farei escrupulosamente para
comvosco o que reclamo para mim ; e, finalmen-
te, para que esta disposicao seja, do que me diz
respeito, rigorosamente observada, darei a este
respeito ss ordens mais formaos, e vigiarsi porque
sejam fielmente executadas;
c 6o. Fazei com que a vossa gente nio moleste
ss pessoas pacificas, nem altete contra as suas
propiedades,' porque no cbsj contraro, me col-
locareis na dura oecessidade de deferir para os
tribunaes, aQm de os fazer julgar, segundo todo
o rigor das leis, quando a minha acjo se poder
estender aos vossos subordinados, que tiverem
| emfim todas as suavidades parlamentares. Preci-
pitando-te do alto do templo sobre a Ierra, nao
podes receiar as hostilidades, porque o papado
immortal Deus encarregou a seus aojos a toa
guarda em todas as veredas porque passares.
E o Papa responde : c Est escripia que vs nao
tentareis ao Senhor voseo Deus.
A revolnco ousa anda mais : mostra ao Papa
todos os reinos da trra < S dos noasos, lhe
diz ella, e dar-te-hei o imperio universal ; por-
que estes reinos me loram,confiados, e eu os dou
a quem quero. Se collocares os direitos do ho-
mem cima do direito divino, se te corares peran-
le mim, ludo islo ser teo. Eo Pspa responde :
a Vae-te, Salanaz ; est escripto que tu adorars
o Deus teu Senhor, e s a elle servirs.
| Quando houver paseado a hora da tentacao a
igroja rollar ao curso dos seus trabalhos ; bsp-
tisar e eoaiaar s nagoes obedientes sua voz,
at que ebeguem esses lempos malditos que Sue,
Quioet, e Proudboo preparam o melhor que
podem, mas que nos nao veremos, grecas a
Deus I
Procurando seduzir a igreja, aioda assim, a re-
-----------------__ i w.w--w w ... m i>kiiti| niuue aociui| a ic~
xSC? ii!erS8 <,*e "leW d* *uetra lm- 'Oluclo faz o seu officio ; comprehende-se, pois,
| o ardor com que marcha nesse filo : maa qn ha-
jam catholicos que se daixem illudir por seus ar-
tificios ei o que iocomprehensitel. E infe-
lizmente os ha, que cahindo nis suss rede* com
ella professam este erro que o bem e a verda-
dado sao partilha commum de todas as religiea,
erro que a completa negagao de toda a ver-
aade e de lodo o bem.
Deste modo o calholsmo vem a ser simples-
mente urna seita, um partido mais numeroso e
respeitarel, que possue em maior numero verda-
des e bens preciosos, deixando para as outrassei-
tas, para os outros partidos os bens e verdades que
despreza.
i D'ahi orgina-se um eclectismo que s se pode-
ro explicar em Guizot ou Cousio, por exemplo,
mas que entre catholicos nao leria signicago ;
d'ahi essas tentativas de fuso que tanta allucina-
Cao tem causado, e que a poderosa voz do Pon-
I tifice faz abortar, condemnando de novo o libera-
lismo.
pee s nacoes ciriliadas.
E' isto, Sr. general, o que eu vos peco ca-
tegricamente, e oque me julgo com direito de
alcaogar.
Attendendo srossasoccopacea.jnlgodever
dar-vos seis dias, a contar de hoje, para respon-
der a estas francas propostas ; mas urna vez pas-
sado este prazo, quer eu tenha ou nao o vosso
assentimento, regularei tanto n'um como n'outro
caso, a minha conducta pela vossa; por conse-
quencia, se fuzilardss os defensores da indepen-
dencia nacional e do rei, eu fuzilarei os vossos
prisioneiros, fazendo recahir em vs a responsa-
bilidade do sangue que, a meu pesar, me forcar-
des a derramar.
Recebi, Sr. general, a seguranga da minha
distiocta consideraco.
O general commandante em chefe pelo rei
Francisco II, das tres provincias da Calabria.
Borges.
EXTERIOR.
Italia.
O general Borges, qualifleando-se de comman-
dante era chafe, em nomo do rei Francisco II, das
tres provincias da Calabria, acaba de publicar os
seguintes documentos:
iProclamac&o aos Calabrezes.
Quartel general do exercito da independencia,
17 de setembro de 1861.
c Calabrezes.A vossa patria est opprimids
pelo estraogeiro; o vosso brsvo e magnnimo
rei, es filhos da santa aua heroica e joven compa-
nheira, os intrpidos principes d Gaeto, final-
mente lodosos augustos descendentes de Carlos
III, desse rei que vos arrancn ao jugo estrao-
geiro, chamando a vida a velha monarchia das
DuasSieiltos, gemem no exilio, e lamentara a
calaundade que vos afflige.
Promplos a derramar o seu proprio sangue,
e a aaeriflear-ae pela vossa independencia e pela
vossa honra, espersm com conflanca do vosso pa-
triotismo, da vossa flielidade e da vossa coragem,
que, dignos das nobres tradiccoas de vossos paes,
que em Indas as pocas regeitaram a invaaio es-
trangeira, vos levantareis como elles, para baoir
os vossos barbaros, invasores. Activos e genero-
sos filos dos calabrezes, lerantai-vos 1 A vossa
coragem pede tudo contra aquellas que, com o
auxilio da astucia e da traicao, arruioaram a pa-
tria, calcaram aos ps a religiio, violarais as vos-
sas mulheres e as vossas filhas, saquearam as vos-
sae-propriedades, destruiram aa vossas cidades, I
e que, pelo ferro e pelo fogo, pretndeos fundar
o seu detestavel dominio.
c As armas, calabrezes I soltai o vosso grito de
guerra, que ser o grito da liberdade.
. moetrai
Dito L. J. Brunet.Acensando recebido o of- Elopa, que tem os olboa em vs, o que pede
o vosso patriotismo a vossa fidelidade e a vossa
coragem.
Com o aexilio de Deas, tenho a esperanza de
que het de conduzir a victoria, insplrando-me da
vosss mutua t na justica da nossa causa.
Viva a religiio, viva el-rei, viva a Indepen-
dencia das Dnas-Sicllias I
c O general commandante em chefe porS.
M. el-rei Francisco II, nai tres provincias da Ca-
labria.
c Boratt. s
ficio de Vme. de 30 de setembro ultimo, tenho a
dizer-lhe que, nesta dato officio ao Exm. presi-
dente dessa provincia aim de mandar dar trans-
porte no vapor que para aqai seguir Vms. e
sea eenhora em logares destinados pa*asjeiree
de estado; quanto s de mais despezas de baga-
gens, deve Vmc. apresentar, logo que chage a
esta capital, a conti para eer satisfeita ; ficando
cette de que em 10 daquelle mei autoritei i the-
souraria provincial, conforme lhecommuoiquei
ernofflcio d mesma dala, a mandar entregar ao
aeq procurador a quantia de 4O0#000 para as
de*"t,B,m,e" eo aolicitoo Vme, em sen
officio de 21 de Juana deste ano.Fez-se o offi-
cio de. que se trata..
Portoria.^O presidenta da provincia, resolve
exonerar do cargo de delegado, de polica do ter
mo de Sennhiem a Igpaclo de Barros Wander-
ley, e de subdelegado do l districte da tregee-
zia do msmo.nome a Manoel Pare Campello Ja-
comeda Gama, por assim coorir ao aerrico pu-
bUqo.
Hesoanha.
O principe D. Joo de Bourbon, dirigi lti-
mamente ao rimes a aegainte caria:
c Londres, 16 de setembro.
< Ha algum lempo, o Time, n'um artigo em
que se oceupava da queato do Mxico, e da
proravel intervencio das dus grandes potencias
europeas, para pdr termo i confesio, e a aoar-
cbia que deaolam qoelle infeliz paiz, dlgoou-se
indicar-me como canlidalo conveniente ao taro-
no mexicano. Eu nao poda naturalmente dei-
xar de me lisongear desta idea, mas como foi
mal interpretada, espero que me permillireis
combater a opinio que d'aquiae produzir.
A idea apresentoda, encontrou ecco nos jor-
naes do contioente, e os meus nimigos, sempre
alientos a approveitar todas a* aecusaces e de
me prejudicar na estima publica, exploraram es-
sa idea para me representar como um homem
ambicioso que s trata da sua propria elevacao,
e que absolutamente indifierente a qualquer
oulra considerado, comtanto qae consiga aquel-
lo fim.
c Permitli-me, urna vez que me est vedado
o paiz onde se espalhou esse boato, que eu re-
geito publicamente as vossas columnas todo o
desejo de obter a honra que se me aprsenla.
O liberalismo se esquece de que o catholicismo,
como indica o proprio nome, universal e con-
centra em ai todaa aa verdades, todoa os bem,
que os bomeos podem possuir. Nioguem duvida
que os calbollcos nio sao perfeitos, porque tam-
bem elles sao borneas ; porm o calholsmo, isto
. doutrioa do Christo eusinada e praticada pela
igreja, atonte de tolas as verdades, do mesmo
modo que a vida do Christo irenemittida igual-
mente pela igreja a foote de todos os baos.
* Os revolucionarios de qualquer que seja a cr
nio possuem urna s verdade, um bem uulco que
nio tenha dessa fonte : intil, pois, ir bsca-
los na revoluclo, que delles se apodera para os
alterar e destruir, na revoluto, que 6 o mal pu-
ramente basta ter por proposito, como confes-
sam os seus chefes < snniquilar o catholicismo
desacreditaodo-o, Eis porque os rerdadeiros
revolucionarios sao ioimigos de Deus e do gene-
ro humano.
Verdade que sao raros os homeos dessa tem-
pera ; cootam-se apenas dous que dizem : a Deus
o mal 1 -^ Esmagemos o infame I A proprie-
dade o roubo I A revoluclo a justica 1 Pareca
antes o universo do am um principio, e do que
os direitos do horneas > Porm sao muitos os tra-
eos, os crdulos, os^strudenle e moderado*; o
Herdeiro do throno de Heapanha peloa meua di- bem poucos conservadores, bem poucos chrisUros
aitoa de nascimento espero tambem fazer-me e catholicos teriam hoje o direito de alirar a re-
rei pela eleicio do poro; Mu para mim a trra
do Mxico nao attractivoa. Nio aou partidario
do plano de iguala que decidi o que um prin-
cipe heapanhol succederia no poder que eatava
perdido para a mi patria.
c Sou desconhecido no Mxico, e nao tenho
adhereotes ; all apenas existem alguna amigos,
particulares man, entre os partidos que dividem
aquello infeliz paiz; de maneira que eu nao po-
derla aspirar a oceupar o throno, senio com o
appoio des bayonetas estrangeiras. Urna aeme-
lhante posicao repugnava absolutamente aa u-
onas, e nada ha que me obrguenonca a procu-
rar o poder a custs da violscio dessa liberdade
a escolha que eu mesmo invoque!, e sobre a
qual estimo poder appoiar os meus direitos a co-
rea de Hespsnha.
< Parece-me qae a nica e verdadeira base da
grandeza de um principe existe na affeico do
seu povo. Como eletto pelos eatrangeiros no
Mxico, seria eu sempre considerado como um
oppressor.
c Nio aou pretendente ao throno de Heapa-
nha por ambicio peaaoal, mas porque minha
profunda convicio que pelos meus exlorcoa, e
pelos do partido liberal, o meu paiz podara aio-
da aer elevado a posicio quedevia oeenpar entre
aa oagoes livrea da Europa.
< Se mioha prima Isabel tivesse governsdo a
Heapanha conforme as ideas liberaos da poca, e
as vistas dss duss grandes potencia* que prole-
geram o aeu berso; se a grandeza moral e ma-
volugao a primeira pedra.
De Luthero para c os partidos e aa naces, os
res e os sabios, os leigos e o clero, dissidentes
russos e anglicanos.lulheranoa e calvinistas, gran-
de multidao de catholicos, gallicanos, lamenien-
sss, absolutistas, liberaes, demcratas, em urna
palavra todoa aquello* que nao ouviram a
igreja romana, ou que ouviodo-a nio a poderam
ou nio a quizeram comprehender todoa elles
hio concorrido mala ou menos para a rovo-
lucio.
Afim de combale-la nio baata que os conser-
vadores de todas as cores digam : Abracemo-nos,
unamo-nos, e esqueca-se talo 1 Ji muilo abra-
arem-se, e anda mais unirem-se: mas cumpre
imbem que busquem o termo medio, isto que
oucam a egreja catholica romana; pois que es-
te o verdadeiro terreno da fusio dos partidos,
qner religiosos, quer polticos. S ella pode le-
var-nos origem da verdade e da vida ; s ella
pede conservar purificando-os todos os bens
particulares que allucinam os partidos,dando-lhes
alm disto outro que elles nao possuem.
A igreja catholica romana, com excluso do
mal, em nada pode prejudicar os partidos hones-
tos; pois que nenhum obstculo poe aos seus ^.i^^^""^'^.^^^!- ? fi
. legitimo, e re.li.avei,; e .Inda mai o. direi- S^^ii^^^SS^Sl A
O Christo no momento da aua Patzio nio disse
Intrpido campeio da liberdade e da rer-
^lle nao receia dizer: St> rei ; estou no
ato p^a dar nm testemuniro verdade.
uando i, turbas aeduzidaa recusam ouvi-lo, e
lamim clamotes, porque Deus lhe dea urna fron-
te mais rija do que a fronte delles todos. >
A escota liberal comee* ji a sentir essa myste-
rosa attraecao que os papas exereem sobre o
mando, quando aofJrem pela jastic : e honra
lbe cabe por ter fornecido oestes ltimos tompos
ao papado core jocos e habis defensores, s
O partido de enligo rgimen do seu lado nio
e llude defendendo o direito divino y, e com-
batendo enrgicamente aa doutrinaa da revolu-
to : mas iiludia-se procurando o direito divino
tOra da igreja, que delle a nica guarda e o
nico deposito. A igreja instrue os res e aa na-
Coea, assim como os individuos ; uns e outros
deuam de ser ebristaos, quando nio a ouvem,
quando nio reeebem delle a verdade e a vida.
Loojagrando a autoridade dos reis e a liberdade
dos povos, ella nio oa despoja ; pelo contraro
so interven) na ordem temporal para conserva-la
e aperfeicoa-la. A igreja d e nunca tira ; e ao
direito humano, que em nada prejudica em seu
proveito, accrescenla o verdadeiro direito divino,
de que o Christo origem.
O aotigo rgimen perdeu-se pnr se haver es-
quecido de que o Christo o principe dos reis
da ierra Da negaeio desta verdade sahio logi-
camate a revoiueio com todos os seus princi-
pios e excessos.
O reino de Christo nao deste mundo >. Com
effeito, quando o Christo nio reina, quando o
mundo que foi por elle vencido contra elle se re-
bella aquella a quem a Escrptura chama o pae
da mentira e o homicidio, toma o seu lugar, e
a arvore da liberdade a produz somonte tractos
mortferos.
D'ahi vem o carcter aalaoico da revoluclo as-
sigoalado por de Maistre, e tambem pela autori-
dade mais elevada da torra Po IX.
O odio da divindade, accreacenta da Maistre,
nao necessario para nullificar os maiores ios-
tioctos coostiluinles. O olvido somente do Gran-
de Ser, j nao digo o desprezo, um anathema
irrevogavel contra as obras humsnao. Todaa as
instituices imaginaveis repousam sobre urna ba-
se religiosa, ou sio passsgeirss. (Constdertipde
sobre a Franga.)
Era justamente um olvido da divindade qoe o
enligo rgimen preparava por aua conta, e sem
disto se aperceber. A famosa msxima, que o
principio do absolutismo, sbria o camioho aos
ioimigos de Deus, e aquella rgimen que tioha a
pretencao de apoiar-se sobre o direito divino, o
amanillara loucamente, deixando os legistas re-
pellirem a igreja e o Christo da ordem temporal.
Anda maia do que o liberalismo o setigo r-
gimen sentio a attraecao do papado Defendendo
a realeza pontifical com a peona e com a espada
os filbos ospiaram os erros dos paes; erros
que, seja dito em abono da verdade, muitas cir-
cunstancias explicara e desculpam, porque o co-
racao da velha Franca nunca cessou de estar
com Roma.
A escola democrtica tem multa recio em que-
rer que sejam altendldos os interesaes do povo,
e que este possa tambem alear a ana vox : maa
nao vae bem recorreooo revolujao para o tri-
umpho da democracia ; pois que, chegando a sua
hora, eala nio poder reinar sem o catholicismo,
que, submettendo assim as repblicas, como as
monarchias, ao Dominador das naces, s
quem lhes inspira o espirito de carida'de, frater-
mdade e igualdade, emm, todaa as virtudes ne-
cessanas mesma democracia.
E, pois, a escola democrtica sentir tambem,
e j sentio a attraecao do papado. Da todoa oa
governo* da Europa a repblica foi a primeira
que marchou em soccorro do pspa, e lhe offere-
ceu um asylo na Franca. At mesmo auccede
que, no dia em qee a revoluclo ataca o rei-pon-
tiflce, comeca o movimento que approxima delle
oa inslinetos populares.
_ Finalmente, a escola sincera tem mnita ra-
zao em pugnar prol do respeilo aos governos
estabelecidoa, prol da paciflcacio dos partidos,
e da legitima intervencio das naces na escolha
das dynastiasnacionaea ; porque os povos chris-
lios se devem auxiliar mutuamente : mas nio
vae bem procaraodo encontrar fra do catholi-
cismo a satisfacao desses seus votos. Deus so-
mente quem transiere as coroas de raes em
raga, e o unieo meio de fortificar os governos
dedica-tos defesa da igreja.
Nao preciso remootar a Clovis, a Panino, e
a Hugo Capoto : ahi est a concordata que, s
ella, tez muito mais a favor do primeiro imperio
de que eem victorias. Em somma esse meio
a gloria mais perduravel, gloria que a revolu-
clo procura contostar, fazendo dalla urna falta,
maa qee paaaar inclume em quanto existir a
Franca, conducida f de seus psis, e por con-
siguite vida. Nio s a religiio como tambem
a ala poltica aconselham a todos os partidos que
busquem < sotes de tudo o reino de Deus e a sus
justica lato o reino de Christo que ha tres
seculos inteniam repellir e o resto vira por si
mesmo.
Ninguem pode prever o futuro ; mes o que
certo que elle pertoncer ao partido que fr o
primeiro a abdicar aa chimercaa preteocoea da
date
tos que elles pretendem proteger exclusivamente
nio podem ter um defensor mais constante e mais
enrgico do aje ella.
A igreja tem protegido tonto os direitos da ra-
_ zio quanto os ds f, tanto os poderes novos quan-
at o paiz tivesse sido desenvolvido por sa- j lo os sntigos, tanto a liberdade quanto a autori-
nadcvAtore WSMalro de astado ;*>alayajoqdo **tifr
Marceliflo N^Bne*atolfort, offieial externo,. d*ev ./ P.r
' d'*queU*I,Bfe4a/eia.
Dito^4*e*a*oto. 4*. pm.Usm. aitoidendo
ao que ftprmou o respectivo i*u aowipal em
dato d*8do corrente, com referencia a Antonio.
Borgea de A^aojo. roapUe nanear a este, de coa-
14 de maio d 1890, para eiercer wJ4^ajeM
Ao syncUco da commnoa de...
a Senhor.Logo depois da recepgao desta car-
ta, ordenareis, em nome do representante de S.
M. el-rei Francisco II, a todoa ossoldsdos, cojo
lempo de servico Mo tiver expirado, e que se
encontraren na vossa communa, que se dirijam
sem demora ao meu quarll general; e se con-
tra a minha expectativa o exemplo que todos
tem dado, alguna desses militares recusaren
obedecer a esta ordem, tereis o cuidado e sera
perda de um ioslanle de me prevenir; afim de
queu posta adoptar a seu respeito medidas taes
que eu julgu necesarias em semerunte oceur-
A.o
areaeral
tropas|
ti l-Vds
si eomnaaadsnte
as oteawoaateas.
tai da exercito 4 iafli
bias leis honestamente executadas; se a liberda-
de civil e religiosa tiveaae all sido estsbelecida '
de facto, e que a aecio saletsr de nma imprensa
livre fosse permitiida; se os tratados internado-1
naes tivessem sido respeilados, e se mea paiz
Qzesse ouvir a aua vos no conaelao das naces;
se, finalmente, a Heapanha oocapaase a posicio
devida ao valor e a lealdade de seus filhos indi-
vidualmente, e em reiacio com os seus recursos
naturaes, nio ae teria nunca ouvido fallar de
mim come pretendente ao throno; e alada que
en sempre deveaae considerar a rainha Isabel
como usurpadora dos meus direitos, acquiescaria
voluntariamente aura estado de couaas que ga-
ranta o bem estar do meu pato.
c Durante oa 38 anuos que tenho vivido, nun-
ca, antea do anno paasado, toraei parte alguna
nos negocios polticos do meu paiz ; e ae hoje
para aquelles que me ais conhecem, oa qae de-
vidam dos motivos qee ate fazam obrar, eu pos-
eo parecer um intrigante pernicioso, um dia ae
demonstrar que o nico fia que teoho a pollo
o bem estar do mea pato natal.
x Possoea nio ser rei de .Hespanha; poseo
morrer no exilio, estimulado palo aoolraste, sem
pre presento aa mea espirito, atoe.* liberdade e
felicidade do vosso paiz, e a oppressio e mi
governo que deaolam o mea; mae fioae certo de
urna causa :4 que e minha vida se
obra, para que me julgo deauoadoy. ,
Em preeeoca desta considerace* cem-
preheodarei* que nao eoiao t candidato 4 co-
rda do Mxico, que deixo aoa outros o coseno
Une. ..
. Jlgi-a. com a mator ealima, vosso de-
dlc*d Joo ato Jfettrso,
da ludepaadso-1 /omgi g, .commaNio de Uaboe)
dade. e tanto aa artea e as letras, quanto a set-
nelas divinas. Defende o rico e o pobre, o mos-
tr e o discpulo, e o esposo e a esposa, o pae e o
filbo, o principe e o subdito ; ao mesmo lempo
qae a todoa impe os seus deveses, protege tam-
bem oa direitos de todo ; mas com especialida-
de, protege os direitos de Deus e do Christo, ori-
gem dos outros direitos. Em summa a igreja
romana catholica.
A escola parlamentar tem malta razia em
querer a luz e a flberdade, porrraanto nada
ato caro ao corceo do homem do que aquillo
qae o distingue do bruto : porm nio vae bem
procurando-as no liberalismo. Sem o Christo,
que a luz do mundo, sem e Igreja que a voz
do Christo, nio pode haver luz verdadeira, e por
eeoseguiote nio pode haver liberdade, porquanto
ella c a verdade que nos esclarece, a
A liberdade I Por ventura nio ella tambem a
vocagao do Christo? E' aimporque foi para dar
um lestemunho verdade libertadora que o
Christo desceu do co, viven, e morreo entre nos:
por isso que elle reina < e reinar at qoe te-
nha calcado aos pos lodos oa seus ioimigos a, is-
to os inimigoa a verdade e liberdade foi
pera veoc-loa que elle oseolheu oa seu* minis-
tre. Combater essa* iaimigo a miale mais
sublime nao s dos eiapa das almas, como tam-
dedica i bem dos cupos do exterior ; e o vgario de Je-
aq Christo, qner n prosperidad*, eer oa ad-
verstdede, nene* ae asqueas des** mlasao real,
{* "Ugo reglasen olvidara, mas que Luiz
VI preenche nocadafaleo, seitond* com osen
o aeu teatomeote immortol.
]E espsoiatoaento aobre eral que o papa
W Pm V aU e aea tbrono, pois que d'sU
tJJe attrshe ai todo o maodo. <
rR|lW x d Sibyt Mrt
comente: Ornea reino nio deste mundo
tambam accrescentou para explicar o sen peusa-
mento : c Se o meu reino fosse deeto meado, os
meus ministros teriam combatido para impedir
que os judeos de mim se apoderassem : mas por
ora e mea reino no- aqu.
Com effeito era preciso que o Pilbo de homem
soffresae antea de aeceber todo o poder no co e
na trra: era preciso o aeu sangue para expellir
o priocipe do mundo, e tenar o Jiomem digno
de ser seu subdito, ou antes de reinar com
elle.
K ainda maia ere preciso qoe os eens apostlos
e suocessorea fosasm associadoe ana conqalsta
por meio do soffrimento. Propriamento fallan-
do o reinado de Christo sobre o mando e sobre
ss naceos comecou no lempo de Clovis ; mes
d ahi para c elle tem reinado e reina ; e bem
que o aeu poder poasa aer por nm momento eclip-
sado, como susceder no lempo do aote-ehrjsie
o seu reinado nio tar fim aa ae eresera alguna
annoa depois da usurpacao sobre a trra.
No co o Christo, qae ali oceupa em carne a
oaao o aeu throno eterno, nle reina somente so-
bre as almas, mas tambem aobre oa harneas; por
Jue o Christo c noseo legislador e nosso teto, nio
um espirito em homem, Filhe de homem
nao menoa qee Filbo de Daus. Nos catholica*
eremos anda maiaque ello est com a igrato
e por conseguinte com o papa, e estar at4
coosamacio doa seculoa.
Europa. ade Clovis o Christo reta*oefarc
> a.
tros teriam combatido por mim.
o Christo com effeito- coste asa seto
nos reis christianiaaimee amar* te
los officiaea que combatas para
seja entregue aos jadee* no i
\ rio. Desde Clovto a Franca
aaylo dos papaa afligido* e e
gunavel da chrtotondade i
to III.
nnrtfn"l^0.pp ,,i*,- S a a*je**<
onde Deas tira va as saas satos pare i
conserrsr ns obediencia aa ontraa st_.
xandre III declirouqae a etovaeio ctoto
dos Franco ioseparavel da eleveoio ala-
romana. Innoeencio IV, Celeatiao V
IV concideram dez, vinte, e casa dia* ato i
gencias a aquelles qae pediscess
pelo rei e pelo reino da Franca. Finesa
Francos foram appellidadoa peta-saeta s c .
cidadios dos apostlos. *
Deus.
O pensamento de que a igreja deve
seu gremio todos os povos no tetaeo
lhoso, em qae o universo nle conuc*
um s pastor e um s rebanho, eavolve .
ssmento de convenio nao s doa laavidoee i
das naces. Neste poeto i Fracasa eat-i
ds a gloria de ser o instruaaeatoi
segundo a tradicio mais aatiga a _
te. Do sea seio sahira un outro Cariee-M* #
o Qlho primogeoito da igreja, qae j
contra o ariaoismo, a proteger toaal
0 inimigo mai terrtvel aioda qae hoja ai
monarchia qoe primeira recaben o
ser a mais gloriosa, se digna se <
se dom : Prius indomis majorin
Assim pois Roma sa aprax em erar
Ca, a uacio maia amada de Caris**, por asa A
tambem a naci que mato tesa
mii das nc.e christia: e e ana
tambem a nossaei-la :
a Eteroo e poderoso Deus,.que
imparto dos Francos para servir de :
1 vossa divina ventado no mondo, e a
za e triompho da vossa santo igreja
sempre e por toda a psrto cem a ves**
luz os filhos desses Francos, qae vos *-rrilrasi
afim de que elle coobecam o qoe deveea aanar
para firmar o vosso reino no mando, perseve-
rantes na cardade e na forca realtoar e ano tive-
rem conhecido. por Nosso Seafcev TiseaChiists.
Assim aej.Omnipotens, stmmilmms Dnu. os
ad tnstrtmenlum divinissimas tuot
per orbem ; et ad gladium et pro
Ecclestos tua sneles Francorum tatsan
Kutjtt, ealesti lumine, e;uce mam, lfise J*i
corum supplieantts, semper tt nato a*
m ea quw agenda sunt ad rtgnum Istia
mundo efficiendum, vidtant, si idimrlsndm ._
viderint caritate et fortit%aint ptrunranUscsm-
valetcant. Per Dominum, ele
V. ato Maumigny.
[Monds-Stmra.)
CORRESPONDENCUS DO DIARIO DE
PERNAMBBCO.
Porto 11 de oaif atora alca 18d
Cerraram-se as porta* do patoaa ato I "
industrial Portoense. como o leitor j (em
ment, no dia 16 de aetembro. Dna* data* na-
ta veis marcaram o comeco e o toreaiao atoes* ton-
ta nacional. A abertura eetove datoimiaad ser*
o dia 24 de agosto, mas s lev* legar aa Ato lan-
mediato em cansequeneia da madaaca r**e*ss*aa
do itenerario da viagem do Sr. D. Pedro V eme
veio por terr, por eer muilo ctoviatooe, BecJa
occasiSo, o accesao na barra da Deata a eavtoe da
certa lotaclo ; porm o dtoenrao inaegeral sai re-
ferido ao dia 24.
Foi em igual dia, no anno da 1810. ana ae le-
vanto* e grito de nma das mais jeetoi dasseato
gloriosa revelac&ea qae o Parte toe* faito. Par-
(ugl nio era eolio mais do qee nma catame ia-
gleza I A corte permaneca no Rio de Ja
a regencia que oor-entev* o reino ea
Sr. D. Joio VI era completamente dominad*
lord Beresford, qoe cosamaai
exercito portuguez, no qual ea r__.
continuavam, aem razio jutlificada, a sea.
dos por officiaes inglese*. Combe aea I
levar e cabo, com feliz xito, o plano
que tree anno antes (1817] cutir a vida ae aje-
neral Gomea Freir de Andrade,
seus complicas. O primeiro tai ianJlado
ds torre de S. Juliio da Barra, o ea
morreram ignominiosamente na cadalak
O sangue daa victima espargide pato____
patria, como a sement toncada esa ton ene 1
caito, que tenso produz A* primeira*
expermenlaea, vem mei* tarea, pela
ranea e vontade forte do homem. a toiaar-as
fructiOcativa.
A revoluclo do Porto foi aegnia* par
provinc, d a propria capital,
dias proclamou a monarchia e*L
0 dia 14 de agosto tambem ausacravel pala
conquista da pra^a de Arda, em frica, par. D.
Affonso V. em 1471.
A coincidencia notavel. Meetra e eUOereac*
dos lempos e casa ella a* necesaieedea relativae
daa duaa poca*.
O eapiriio religioso, a cenventosc
o commercio de Gui, e aa daee
tentativas contra Tnger, arroiaxam em*
narcha portuguez s plagas alricaaa*.
tomado. Depoto da victoria, qae es
aaague, D. Affonso Varma cavaMatre, *
D. Jle, sen filbo, ene o acoaspaabdra,
leona com que combaiera ao ardor 4 sato]a, i
xendo-lhe neato occasiie, quenas a ponto va
o cadver de em do* nobrea da ralas asa l_
perecido ne combata. Dama te faca tea las ca-
vallsiro como aquslls en* mlijmx.
Hoje as neceaaidadee petitsene e
alo mai bem diflrenesa. 8a
soletomeato trocar oa inttraaa
iottramentoa da tovoura e dea i
baatopol, Maganto, Solferia* <
ao da medaihae da* pesasen
anee naa capitoee atoa nea
da Europa, eqae, pele
r o outro lado da anodalha
uaiverealde Londres, eata'_
nao tora* prectoe eator a etaaato Jaejta
* a espingarda ao p de tesar. Oa nai
eoicameote guecreiro. i
no maio de Itear ineeai
ea manutoctoca, e de locomotiva.
SeD.AfbnoVMeta**ansUaial*
o encerr no famoae iistam- J fa-
Anmeia
jflfcCffljK-
aeihado para tesaar 4n^^P
wdaatrto da hemem, slnnnnnL
timsntos, nio dirigiria na sUbs, rae *
D. Joio II, e crahoctaaaa Masarla seie
d-f meato gnerreiro qnedtoaaes.
. (^aaae toca i
pooarasees|BA*e*a*,i
controversias. r>.
aaarasma aa
pois que d ali aem os meu* Francos t 6 csameatorie lea-
A hlatcria do paseado lere-aes a erar sa* aasa-
toj coates aqaitotaqu do pratwto saaata pais


p
.
V
U10:M FIRIUUDCO- QUINTA FK1RA 11 DE DTUBRO DI 18613
'* ..ni .
> k A AH OBI
entraste da opiniio nelle *'t'-. vTfi *'
ii un futuro, mais ou menos remoto, perder te-
nao todo ao menos parle fWHMHI t-gflttnht
revestidas, rwpiww
Foi a dissemelhang* do* tempes, que levoa e
Sr. D. Fedro V ao centro de urna festa de indus-
tria como naqoella outra *pot- ImusR^aaajpi p.
Alfonso V coala dejasuritonla. x.
viras, para a| D, ledro'vivo par
gasd cmprehende beuLfl Hoe&tn que vite
proram-ne muios fado sea reinado. o
coftflexodo diJcajtjtanaeHK ftcHou ns !.
peral s um valioso teaterauDfio desta reinada.
Niagueni, a naoestr*becdo pela politka par-
tidaria destes nossos Tai; que em multas occa-
aioe^so-torna is draratoa* o,ue vai locar em
peesoare couirebde DUDca devera chegar, con-
*>ottaa^uftUfeci;a-v^Co que
S^?eT VH.# i^eeida honra que
receir do SrTT). edr0 V,d*t*OU 0 di, 16 de
setembro. seu vigsimo qaarlo natalicio, para en-
cerrar a feata da nda&tria que o mesmo augusto
senbor viera inaugurar.
Batas consldera/jaes a que eos levaran act09
too distioctps, succedidor na meama dala; mai
em poma tio separadas, levam-nos agora a di-
Z? *ue u,1,m" Poaigio induitrial Portuense
alas-de ter fido-irma verdadelra testo, nacional,
ioi, particularmente, maia um fsclo nemoravel a
registrar aaa pagina* j lio Ilustradas da histo-
ria 4a vida iotiraa da sociedade porlueose. Di-
zeaMa na hiatoria da vida intima, porque orna
verdade recoobecida por todo que leem eoohe-
cinwnlo do geaio esaeotialmeDte emprehendedor
e trabalhadordo habitantes- esta heroica cida-
e, que nao ba progresa ou melheramento social
que pao encontr nos Portuenses denodados e
acrrimos seguidorea. Dizer historia da vida in-
ma dos Potueoses, porlaoto dizerhistoria
oo pragraeao o daa melhorameolos aociaea.
Son* iosnapeiloa Best apreciacao Nio nas-
cemos no Porto. O irado de alguna annos
fez-nos formar a conviccio que ahi sinceramente
deiMBBOteiharada.
Na* tres carias anteriores dissemos sob a expo-
sigio industrial que acaba de ter lugar nesta ci-
dade o que eracompativel dizer eom relagio ao
lempo em que escreviaroos e natureza deste
irabalho de correspondencia -de jornal, que de-
vendo abrangera maior copia de noticias, nao
licito oceupar com um a assumpto o eapaco que
teraaer repartido com Outros. Hje, porm,
dareanos noticia raaia circunstanciada da festa
industrial a que nos referimos.
O magestoso edificio da praca do commercio
se nao tem as condiecoes que se requerem para
maior brilhaotismo, arrartjo e conveniente dlspo-
eigis dos objectos qaefazem parte de urna expo-
sico da productos variados, sem duvida a casa
que oo Porto se presta com maior vaotagem a es-
ta especiatidade. E a commissaio encarregada
tos arraojos d. exposigio soube aproveltsr con-
venientemente a parle do edificio que lhe fra
cedida para tal effefto.
Entrara-sopera a xposico pela porta princi-
pal do edificio em frente da qual esta a um tro-
pbo eom o dsticoExposigio Industrial Por-
tueuse.Tomando esquerda deparava-se no
patiBj da escada que levara ao pavimento do pri-
meiro andar, com os productos minerios. As tres
galeras a este paTmento, que eram-ocenpadas
por chitas, colina, lencos da cabega para mulher,
e de asacar, e outras multas fszendas, na sua ge-
neralidad?, proprias para uso da gente do campo,
daram entrada para as cinco salas em que se
ochavatn os objectos de mercenaria, pintura e
esauloiure, iDitromeotos msicos, producios chi-
mrcos e phaimaceniicos, perfumaras, facto fei-
to ele.
Agrando sala de honrada exposigo era n'es-
te-pavimento. N'ella se ostentavam as galas dos
mais primorosos artefaclos;que leem sahido das
tabncas de tecidos portuguezaa e espaoholas.
os velludos, as sedas as casimiras,-os pannos,
misturando as cores particulares, confuodindo os
seas lavores, offereciam aos curiosos, que lanca-
vamos olhos por todo o mbito d'esla sala, um
Tasto^immenso e variegado matit que encantava
a visto a alegrava ocorajao. Era como um cam-
po vestido fe toda as galas e lousanlas cm que
a nalureta, na estajao propricia s flores, cos-
tuma cobnr a trra.
No pavimento superior havia tambem tres ga-
lenas era qae.se acharara disposlos os produc-
tos agrcolas, linhos, cansamos cordov5es. sola
ele. ; e.nas quatro salas adjaceotos xhibiam-se
os productos cermicos. Instrumentos phiaicos,
obayeetos de ourivesaria, culilaria, armas de fa-
go, porcelanas, crysties, relogioa para torre,
ITestas galeras descia-se ao pateo, onde esto-
van abrigados do lempo por um toldd mullos
exemplares de objectos de ferro, como prlos ty-
pographicos, camas, banens, foges de tala e de
cosioha e algumas machinas de diversa applica-
Ci, estando doas d'ellas, nos primeiros dis de
exposicio, funecionando com motor de vapor.
E aqu lerminava o visitante o o seo giro, ss-
hindo do palacio da exposico pela porta lateral
da tbb de O. Fernando.
O numero de expositores foi de 746 (d'eates 63
eran Bespanhes) os quaes se acbam assim de-
vidldos no respectivo cathalogo os productoa :
PH1SE1RA B1V1S0
Producto da industria
Io grupo.
Classe IaArtes de minas e metalurgia, 19 ex-
positores.
Classe i*Arte florestal, 12 expositores.
Classe 3aAgricultura, 25 expositores.
2* grupo.
Claase 4aMechanica geral applicada indus-
tria, 3 expositores.
Classe 5aMechanica especial dos syslemas de
transporte, 7 expositores.
Classe 6aMechanica especial das offlcinaa io-
dujtnaes, 9 expositores.
Classe 7aMechanica de fabricas de tecldos, 6
expositores.
3" grupo.
Classe Artes de preclso, industrias rela-
"_ ?? .epcia e ao eosino, 7 expositores.
A grande maioria das facturas de mercadoras
mellidas a'esta cidade para as provincias sio os
_ Wsanvisiada colados e avahados pelo anligo iva-
As tnvIWaa [lineares de enmprimento pode-se
jjher que ;estlo geralmente recebidaa no Porto,
"postb que o comprador peca naa lojas por
a co^do^^oorcJo^kfcend^oueoreteDd
PoaiV c uIvjI Red r a m
partes. Outro tasto v iilnjnjiii \
das de vaiume pro Uta*, e co
tos, qt*e ia, mol se co
fase-loa araimatUe otilar.
, No dia 5 do carranta verifleouse com a ao-
lenaidado da estol* abastera da acola medico
Hwfiapjj.e da academia Poljrlechoica, t
lugar n'eata occaaiio a islribuicao dos premios
aos alumnos a qusn tinham sido votados pelo
seu aproveitamento no anno lectivo de 1861
1008. __-.-_. -- ^
Tambem se abriram no dia 6 as aulas deestu-
do eccleawacq no pseo episcopel. Oom a cidc>
ra de oireilo cannico, que no presento anno lec-
tivo Mi.ae esUbekeceu, ficaram completa as
disciplina que um decreto do corrento me exige
para se poder ser admitttdd orden da presby-
tero. i
A ultima, visita de el-rei ao Porte fe crar
mai um iscondado, e um commenador. Aquel-
la foi na pessos do digno capitalista o Sr. Gui-
parme Aeguato Machado Pereira, que agora
Visconde de Pereira Machado, e esta f^onferi-
da ao Sr. Antonio Pinto de Carvnlho, muUAsv do.
Asylode Infancia Desvalida de liveira dd Aze-
meis, qua ltimamente o Sr. Carvalba doto^ coa
beos de raiz e foros na importancia de dez cPu"
los de ris. O monarcba, em testeraujLtMdo
aprego em qua tem esto louvavel actt da geno-
rosa beneficencia fez a este pbilantropico cida-
do a mercS de o noinear commendaddr da or-
dem militar de Nosso Senhor Jess Cbrsto.
Segundo as averiguacoes a que a juslica proce-
den icrea de urnas letras de cambios falsas, de
quo em lempo demos noticia, verifiaou-.se que o
chocolatero Jos Benio apaa cuanplioe, e
que o principal fabricador una tai Manoel da
Trodadaj tido e havido por teilor de firmas e
moda falsa, por cujos ctimes este ve preso na ca-
deia de Lamego, da qual ha pouco havia sahido.
O prmeiro dos mencionados j por outra ve es-
tove preao por falsificacio de una recibos. V-se
pelas antecedencias que um era digno do oulro,
e que ambos lioham genio, competencia o habi-
litacao para semelbante negocio.
Acha-se Beata culada a princesa de Moollear,
irma do finado re do Piemonto Cavos Alberto
que, como sabido, depois da batalha de Novara
a interpretaso que di ao ma
honrada, derivando casa inte
dos tornos em que elle cojee
bem do pensamento que altrinVe ,
guez, na commemorac&o aolemne,
Lisboa como n'outras tana do rein
fazer no dia prineiro da dexembro
O
naci
IB
IS
ra
via
pasas
tos que a Historia accuaaul, de1
ambicae, por si ii. nao fogr
triumojboduradouro8.
Depoia qae a Heapanha pardeuj Portuaal
la im..l...l__________J:,r_____... '
iro
Jnior.
fUea Teixeira.
uimaraes.
I Marta
Chave.
) de Magalhes.
i Chave,
i Albuqu
lo.
pa
>ne|
, entre
a forja e -a
nominado
Goncalve Corrtfa),
is Leal Jnior. .
da Silva*.
_jarles.
. z Tells da-Msjto.
uJnnil ^,5f2*^,*0 de Ar*>a Silva.
I Manoel Coelho Iorez8o.
por,Manoel de JeanCoelho.
Foi solemne a feliz es* primeira experiencT."
Acha-se em Lisboa o Sr. O. Vicanto Bar-
rantes, diatincto escrlplor bespanhol e auter da
novella Juan dt Padilha, de vario lo
Ltndat a Bailadas, a que tem sido colla'
de varios jornats polticos e Iliterarios do taina
visioho.
illeceo no dlaJUajanrreoto**Jas D. I
a Coulmbo^pipi da Lamego : era asi
ro pastor a slaass principe daiajuja.
Independe*mi*Belimi-nosfea* ooUtia
n^BBBd0 nosi t^o'aa)aduqaa do Psrt*
D-*H?,M' q m* por Bruxsttas em sua
aaasajam :
Jle domingo
tarda corte que
vistoso.

A
essa le immutavel, que em differentes periodos, Pedro Wenceslao de Brit Araha
mw-rom o nresrjrrr riCrr.:ieTxrj)osto:in3r tena to-1 D.-SeDairtaii midonado
^?8.?^8enhor,0.1, "e'* oncia. I Creio qjia ja Uve oc.a.iao .da Iba zar, que a
os dous povos da peninaul, conaUtuidos em na-
ciooahdadea separadas, ten cerrido a mesma sor-
te, tanto naa cootand interna, como ara grao-
de ldta^europea, em que batalbaram pelo meamo
principio, alcanzando dos* seos triumphos, nao a
subjeielo de uso ao outro, mas a independencia
de a.mboa. t
A Franca, com inluir abnagaQao, depoz ns
*. etro voltrta^rsanTeTOTrtafie guerreTris, portoguezT h^>tM se julga eom direito ao domiaio que perdau',
nen tao pouco se mostea propensa a em pregar o
seus exercitos para I oa reconquistar face da
Europa.
A Hespinba, seguindo este exeroplo, nao se
humilha ; antes fra maia para lhe eatranhar a
ella o intento de avassallar Portugal, do que i
Franca o designio do remotor es estados que
oulr'ora formaram o seu ephemero revolto im-
perio.
A domioacao ettrangtira gera sempre raneo-
res que se transmittem de geracao a geracio, e
queso o deourso do lempo pode apagar; iobre-
ludo quaudo esse dominio pesou duramente so-
bre- urna,naca* altiva generosa.
Ha quasi tro sacates que nassos avs cairam
na servidao estraoba. A providencia punia lal-
vez com esse castigo urna poca de lastra osa de-
cadencia moral. Sessenla annos de oppressao rea
i, .o aauuu, uepois oa oatatna aeovara m quearou eolio o jogo; e combateo. Deus a-
escolbeu o Porto para seu exilio, onde fallecen, beocoou o sena sforcos. Suppunham aue Por-
& Anortara tia urna ainaonllai ^11. ..__-____ tunal t_ ji___a... r ?
A abertura de una siugella capella commemora-
liva deste acontecimento, que a dita princeza
mandn erigir no Alto da Torre da Marca a
causa da sua visita.
A amiga faira de S. Miguel d'esta cidade teve
este anno muilo mu. lempo. Os fetrantea quei-
xaram-se de fazerem pouco negocio.
A feira anoual da Vise -foi este anno pouco
concorrida, porem os feiranles nio tiveram ra-
zao da queixa, o ferro e maitoa outraa gneros,
jendeu-se todo. Outro tanto nao acooteceu oa
mea dolS. Miguel em Villa Nova do Famalcao.
Muila concorrencia e pouco quem compraise.
"TCf?ibi08 sobre Londres a 53112 a 54 : sobre
Pans 530.
Abriram termo de carga :em 12 de seten-
bro o patacho Boa Nova para o Par ;em-21 a
barca Carotina para o Rio de Janeiro ;em S3 a
barca Cruz 5o para o mesmo porto ;em 27 a
barca Ourcnse para o Rio Grande do Sul;em 3
de outubro a barca Flor da Maia e a barca For-
mo$a, para o Rio de Janeiro, a barca Flor do
Vez para o Pati, e a barca Fernandet 1 para o
Re Grande de Sul, pelo Rio de Janeiro;em 4
a galera Adamastor para o Rio de Janeiro;em
9 a barca Monleiro i* para o Rio de Janeiro.
-Moviment da barra do Douro, em relacSo
aos portos do Brasil:
Entraram:en 13 de seteubro a bsrea Adt-
laxde do Rio de Janeiro, por Lisboa, em 60 das;
o a barca Formosa de Pernambuco, por Lisboa,
em 50 das;em 14 a barca Flor da Maia do
Rio de Janeiro, por Vigo, em 62 das.
Sahiram :em 16 do setembro a galera Cam-
poaesa para o Rio de Janeiro ;en S de outu-
bro o brigue Helio \ para a Babia ;en 3 a bar-
ca Joven Ermelinda para o Rio de Janeiro, e a
barca brasileira Brxlhant para o Maraoho ;
em 5 a barca Tamega para o Rio de Janeiro.
Lisboa
13 de outubro.
De pouco iptoresae ir boje esta carta. No in>>
tervallo das seasoes legislativas costuras aconte-
cer assim. Urna parto da noasaimprensa oceu-
pa-se anda, quem tal o dira a discutir o cha-
mado partido novo, que a final de contas pro-
meti reconstruir a velha parcialidade progres-
8i8t, e faz votos pela prosperidade do paiz como
todos os grupos polticos velbos oo novoa se faz
se tem feito e se continuar a fazer.
A commissio eleila pelo povo de Lisboa para
commemorar o Io de dezembro, anoiveraario
glorioso da restauxacao da independencia nacio-
nal em 1640, apresentou j o seu manifest, que
a proprja impreqsa de Madrid, pelos seus orgaos
mais autorisados, qualifica dejudicioso, mode-
rado e circumspecto. Assim derla ser. A com-
missao elevou-se a toda a altura de voto de con.-
uanca que lhe fora conferido e commettendo a
cedacsao desse documento ao Sr. Alexandre Her-
culano, desempenba-se dignamente de sua me-
lindrosa misso. EU o manifest e a circular que
o precede :
Circular.
A commissao eleita en Lisboa para regular o
modo porquasohado celebrar nesta capital o an-
usirt"10-d0 men,orel dia 1 de dezembro de
lo40, decidi sem discrepancia, que as usuaes
demooslracoes de regosijo publico, os festejos
ruidosos que promovem ajuntamentos, eexcitam
manifeslflcoes s vezea imprudentes, nao condi-
ziam com a grividade e aisudeza que deve ter a
commemoraco deste anniversario nacional; tan-
to assim, que os proprios restauradores da nossa
independencia, se limitara a celebra-lo e perpe-
tua-lo con a solemoidade religiosa d'accao de
grecas ao supremo Arbitro do destino das na-
coes; voto este que nos, como seus descenden-
s?^ a s fe i ss^Kstas.tfsa-
das
positores.
Classe 11" Preparaco e conservsclo
substancias alimentteais, 53 expositores.
4o grupo.
Classe 12aHygtene e pbarmacia, 18 exposi-
(ore?*
Classe 13aMarlnha e arte militar, 17 exposi-
tores. r
Classe 14aConstruyes civis, 8 expositores.
5" grupo.
Classe 13aIndustriado ago em brnlo e en
obra, 8 expositores.
Classe 16aFabrica das obras de metal. 25
expositores. H
Classe 17aOurivsjraaria e bejoNarla, etc., 19
expositores,
Classe lrPMndualria de vidraria o cermica, j
12 expositores.
lores"6 ,9"~lD jo Classe 20a-lnduslris das lUs. 28 exposl-
torCes,B* 2l"-,Qdauia da. seda, 38 expoeir
iP^Hi?9"' Iadu'1^ ** 1Dflo qkamosi
18 expositores. *
mii!.M?!nS?<'""IadU^ra d exVosCes.PaaSan",lS* t*'***0* Itmm'
rupp.
relaras aokilia e or-
do vestuario,
Classe 24aIudustr
natos, 39 expositores.
Classe 25aActlgos
phantesia, 113 expositores.
indulte ?rSX^S^: *h*'
raetorea m taaakMdsw SSTi -1 eremnro, aaopnrr outros s vltres
sxBoastF 21 0r9" rePM,l commissio central, deci-
"inslanaBtosiJems-
ce, phntographiaVec,
Claise 27*Fabiif
sica, 8 expositores.
^S^- *****
GIsms 80*Architetora, 3 expoaiiosSHi*--r.u
Awdai outra ver nos tavaase* davaessser s ,
aigssa. .usa, j oes* ai
9 ovo .ysvooi, depaaa.
i/l ea.-:-
cha.
Alm deste dever religioso, todos os testmo-
snos perennes da nossa gratido prestados me-
moria dos libertadores do-reino, serio bem cabi-
dos nesse dia, excepto os ephemeros, que embo-
ra alegrem o animo, nao deixam na memoria do
povo a recordacao permanente deste grande feito
de patriotismo, o mais audacieso de que ha me-
moria na historia universal.
Pelo que, resolveu a commissao:
[ Qae o Te-Dtum instituido pelos restaura-
dores da independencia de Portugal em 1640 e
que anda annualmenle se cania na s de Lisboa
aeja este anno celebrado con a mxima solerni-
dade.
2 Que nesse dia, e na frente do palacio dos
condes deAImada, ondesareuniram e conspira-
ran) os autores da gloriosa revolueso da 1640 se
levanto um padreo em que so graven e perpe-
ten os seus oomes, com a seguintelDscripcio
i A0B ''?"doree de 1640.A cidade de Lis-
boa em 1861.
3. Que se publique, tambem nesse dia, um
compendio da historia de tio patritica e lesili-
KK&S! 8W distribuido gratoitanlnte
pelas escolas publicas do reino, e generalsado
palo povo, com o intuito de lhe ioflsmmar o a-
or eieto da independencia naeional, cuja res-
laurceo e manutengas taato cuslou a nossos
wV"0#s
^4.a Que estas delibersees se communlqu'en
s eommisBoes j inslitaldas, e s que selou-
!"! i-c?lTs *Q de que todas concorram
osesi o para a unidade desta mnolfeslaco nacional '
Ni MBesdono lempo qae decorre ate ao pro-
da 1 de dezembro, adoptar outros abures
tugal so te dissolvendo no tmulo ; e elle, como
Lzaro, ergueu-se voz do Senhor 1
Atete foi longa, e ainda heje, nesta trra da
patria, que santa para nos, como esperamos
quo o seja para nossos netos, ha vestigios do que
nos custou a independencia e a liberdade.
A geracio que osabateu, a geranio que lavrou
com Mogos o seu testamento poltico nos cam-
pos de batalha,-oa nos muros rotos das povoa-
ces incendiadas, legou aos fllhos urna heranca
e odio vmgativo. Aquellas tenpos nao enm
como estes nossos: e qae o tomen, se essa
ruim paixao pode ter desculpa, quando se en-
raiza no eoraco do que ou do que foi servo
contra os seus oppressores.
Os annos volveram, a ivilisacio eaminhon ; a
razia publica esclareceu-se : e desses rancorea
antigoa ns restava, entre o nosso povo," senio
urna desconfianza que liob a sua plena Justifl-
cacao da historia. O quefdra odio implacavel, e
depois repugnancia tenaz, cmecou a converler-
se, entre aa classes mais cultas, n'uma syrapa-
thia propria de bona visinhos, e digna de povos
civilissdos e christios.
Infelizmente houve quem tomasse esta trans-
formaco, que nio mais que indicio de pro-
gressoe de brandura nos eostunes, cono symp-
toma de odifrenga pela propria naciooslidade.
uouve quem peosasse, que seguindo oexemplo
do nosso velho alliado dos lempos heroicos, o
guerreiro Aragio, cojo elmo de bronze. doirado
pelo sol de cem batalbas, jaz caido ao lado do
leao de Cestella, nio nos repugnara ver enxe-
nr as quinas a un canto do escudo hespaohol I
era um d aquelles equvocos que fazem sorrir
mudamente ; mas neslo caso a mudez interprc-
lou-se como indifferenca, talvez como appro-
va^ao.
Parto da imprensa peridica de Madrid sop-
poz que havia em Portugal quem eslivesse eo-
tadaao de ser portugus, e ensinou, que se nos
uoissemos Hespanha, podamos reallsar altas
phantasias de poder e engrandecimento, de qu
urna nacao nio precisa para ser feliz, nem apro-
veitarmaia civilisacao commun, para a qual
todo8 os estados, pequeos e grandes, podem
ceocorrer. *
Porque deixamos passar sem contestajao esaes
devnelos, pouco faltn para que tudo quauto
constitue o ervo de urna na;o, que' os repre-
sentantes de todas as actividades desta torra, os
representantes da imprensa, da tribuna, da pro-
pnedade, do capital, do commercio. da milicia,
do sacerdocio, e da magistratura, fossem decla-
rados ibricos 1 Piotavam um verdadeiro 1580.
Estas dissertagoes da imprensa interessada, e
por taso incompetente, passaram as raias da Pe-
nnsula, e acharara ecco n'outra imprensa alm
dos Pynneos, que tem a seu fevor a presumpeo
de iraparcialidade. Nio affirmamos que o facto
fosse fortuito e gratuito; o que abemos s, que
a poesa tornou-se doutrina, a utopia systema,
e que depois disto nio pernettido o silencio.
Precisramos, portanto, expor claramente a
opiniio unnime do povo portoguez, e assegurar
aos homens e aos governos que se interessam no
melnor regiment da familia earopea, que ani-
mo e deliberacao nossa, defender a integridade
do terntorio que possuimos, nao aceitando agre-
gaces incongraentea com o carcter e tradiges
nacionaes, e que nos empenhamos quanto cabe
era nossas facudades, e no-lo permitlem os obs-
tculos da governacio que todos os povos teem
encontrado nos aperfeicoamentos sociaes, por
eraros dignos de fazer parcerla com as nacoes
civ]hsadas, tanto pelos nossos feitos passados,
como pela nossa vida contempornea.
Nenhuma razio politice, moral ou econmica,
em beneficio commura da Europa, exige que a
Hespanha e Portagal formem um s estado ; e o
direito publico europeo, reconhecendo nestes l-
timos tempo, para todas as annexacoes e tran-
saegoes politScas, como condicio indispensael, a
vontade manifesta doa povos, nao permltte que
se constranja urna nagio, por mais pequea qu
seis, a abdicar o sea nome, o seu passado, a sua
autonoma.
Portugal,-avivando e celebrando com mais so-
Iemnidade o anniversario da reconquista da sua
independencia em 1640, nem pretende ferlr o
pundonor da briosa nacao hespanhola, nossa ami-
gae allada, nem resuscltar os odios que oulr'ora
nimisaram os dous povos eonviziohos.
Nao quer repta-la. Nio leva a mao espada.
nicamente apona para o seu direitt. ,e diz
Europa que est decidido- a defcnde-lo.
Nenhua outro motivo inspirou aos Portugue-
zes a idea de manifestar o seu patriotismo, de-
terminando sem insinuacio nem concert previo,
na capital, as provincias, em cidades e aldeias,
reporna memoria nacional.com a devida solem-
nidade, o anniversario da restauracao da nossa
independencia em 1640.
O modo mais adequado de celebrar este anni-
versario, pareceu-noa ser aquelle mesmo que es-
tabeleceram os nossos libertadores, com o addi-
conamento que a nossa gratido Ibes dev
i^.Cr.CUl" (uel>Qt.>1Com esamanifest difi-
glnosscommisaes^iojUJlRg s que se u
d0o7an,^s.d9'rfiar ^BdlM*fc A que .^ntoio,'
O selimento publico, assim
pri opp<
tortuDa-
4i-seque fleassem reservados
nenie se Ihes der solujo.
j Ltabo, 80 de setembro de 186!.
1 iBreailsQt,' Antonio Esteves de Crralho,S-
jetarios. Joo Rkardo Cdnlefro Juntor, Fedro
Wrt#r,tfr,lofse
adopfio.
ti ., o.
Aeo*mrso e!
qsaoTetirilrsm n.
dpAtodfctWirpj
3 **f^at*SS*loT08
s cidadSos Iiibooenses
palScid dos condes
^m aa
-, anni-
luiu a,
lasue
tersr
cono se moveu,
la
de per si a este mnifestacao, ha de rsalisa-
com sizudeza, sem ostenUcoes va, e com a cir
cunspeegio que demanda tal solemnldade.
Lisboa, 25.de agosto de 1861.
Alexandre Herculano.
Aoielmo Jos Braancamp.
Antonio'Esteves de Carvalbo.
Dr. Antonio Joaqan Ribeiro Gomes de Abren
Antonio, Jos Marques Leal. *
Antouib Jos Pereira Serssdetle Jnior,
Abloaljbja.Sflva Tullio,
AyresdeS,NoBueira.
Conde de Aknii
"onde da
nstodio .
lersiogos Ferte i Piaijtestosv
iQDocencio Frsncleoo ii.SfUt,
WI^SL Aol dSjFMtej 04ieUa.
za Barroca,
libes.
connissld .1n.t.V. d ";7to que se ?S
deter^oosidarasdo-sepermaseoto, continuar
5nMCttf-***r ^daasniteBfc. ds aua tesso
Subdividindo-as em commiesoes parochiaes, co-
n^o ** M 'W'r*n*Uoa aeUvamento cono
fln de promover uma subseiipcie. valias, rola-
ctonando.se ao mesmo tempo com as cornos tetos
de provincia, osesio- nunarsss^s.em queTen-
m.?!l0T**' dapam (Mn J*ll noticia de que
mimo dos nossos compairotas residentes nesse
vaato o bem administrado imperio se associavam
exponianeamento ao pensaminto brioso que du
0n!%A f0Ta,B,> deste grande ncleo de naci-
naltoade, determinando a commissio creada no
Rro de Janeiro qaotisar-se e levantar donativos
para se offe-recer So vei Urna fragata, destinada a
augmealar a nossa marlnha de guerra. Acto de
tanta bizarra o devocio cvica, nio ha paterna
que a encarecam. E de eaperar. pois. que este
Drsoo sera acolhido com favor por todos os Por-
tagaezes.
...."'"flWsl (Diario de Lboa) foi pu-
blicada ha poneos das a seguiote portarte que
tem servido de ihema para os mais variados com-
mentanos:
Constando por um artigo do jornal O Poru-
ffuer, que em urna das ultimas sessoes da asso-
-aquebrou eoUoojogo-, e combatou. Deus a- tuir^o do estado, lancando-se mi dos meios que
se tinham empregado por occasiio da revoluco
tranceza de 1789, e constitaindo-se estes actos
crines puniris pelos arts. 169,170 e 171 do c-
digo penal; determina S. M. el-rei que o gover-
nador civil de Lisboa faga sem denora levantar
auto de nvesligacio acerca daquelles fados, e o
transmits logo com a sua informagio a este ni-
nisteno, para em vista dello se tomar a resolu-
cao que pareeer justa.
Pago en 8 de outubro de 1861.Mrquez de
Louie. > *
ErJectivamente o Portugus tioha contado que
nasociedade do Pogo do Borratem, por occasiao
fie se discutir a conveniencia de se convocar o
povo de Lisboa para um meeting, cujo obieclo,
depois da multidio reunida, se dira qual era, al-
guna dos socios tinham proclamado o regicidio,
ole*
O serlo que os acensados, em cartas que tem
dirigido aos peridicos de Lisboa, negam aos ps
juntos o que diz o Portuguex. O governo andou
mal publicando aquella portarla e foi por isso s-
peramente censurado por quaat toda a imprensa
poltica. Devis sim, tratar de inquirir daquellas
oceurrencias e verificadas a existencia dellas,
metter em processo os afirabeaus do Borratem,
mandando logo fechar o tal club, o que ba mais
tempo deveris ter feito, pois illegal a sua con-
servagao, por nio ter estatuios approvados e des-
viar-se do flm da sua lostiluigio. Foi todava
urna imprudencia dar publicidade a esta portarte,
que empresta um certo vulto ao que nio passa
d urna miseria, de alguna espiritos buligosos que
toda a gente condemna, pois o ebefe do estado
tem por si as mais sinceras sympathlas do povo
portoguez.
Creio que a tal associagio do becco do Rosen-
do, que ba lempos inquieta a polica com os seus
projeolados meeting ser Techada desta vez por-
que assim o pede a moralidade e a boa ordem,
Na minha ultima disse-lhe que a cmara
municipal de Lisboa liaba reeolvido em sessio,
sob proposta de umdos&ctuaea vereadores, offe-
Vrecer a igreja de Santo Antonio da S, que a mes-
ma cmara municipal administra, 4 commissao
italiana para ah celebrar exequias solemnes por
.alma do conde de Cavour.
1 A commissio, segundo se colhe de urna noticia
nue bontem publicara o Jornal do Commercio
de Lisboa reforgou-se ou recompez-se com al-
guna cavalleiros portuguezea, e Irabalha actual-
mente com a maior actividade para a solemnisa-
gao desse acto polilico-religioao. Os Italianos e
Portugnezes que formara a nova commissio, a
despeno da opposigio que tem feito realisacio
de tal solemoidade. O cardeal patriarchs de Lis-
boa e os parochos da capital, abriram urna nova
subscnpgo entre alguns I ibera es, e esperara que
oa seus esforgos nio serio desta vez frustrados,
como |o foram os da primeira connissao. A
Poikea Z.t6eraf secundando o convite publico do
/orno do Commercio pede tamben ao partido
liberal que cootribue para se verificar, con o
mximo esplendor o nobre empenbo da com-
missio.
Na noite do dia 6 do corrente houve em
Lisboa urna temerosa trovosda. Cerca das seis
horas da tarde as nuvens amontoram-se ao nas-
cente, e comegou a' fusilar com grande clarao.
Ao anoilecer formaram-se outras trovoadas ao
poente e ao sul, e perto das deshoras da noite o
relmpago era continuo, vendo-se as centelhas
elctricas correrem en todss as direeges. Eram
dez horas e dez minutos da noite, quando, de-
pois de um horrivel relmpago, comegou a cho-
ver cantaros at meia noite, em que a chava
abonangou alguma cousa, mas nio a trovosda
que se sentio al s cinco horas. Desde 8 de se-
tembro de 1844, nio ha memoria de um fusilar
tio espantoso e continuado : cahio urna faisca
elctrica no quartel da Graga. entrou no quarto
de um official e nio o offendeu. O ofScial, se-
gundo parece, esteva dormlndo. e a faisca con-
ten tou-se em livra-Io de algum dinheiro que es-.
lava sobre uma mesa prxima da cama, e qae
e lhe pertoncia.
No Campo-Grande houve um aguaceiro de po-
dra tomasho de azeitooas. Cahiran (reascen-
telhss elctricas ; uma em casa do prior da fre-
Kuezia, que derribou uma parte do estuque do
tocio do segundo andar do predio, e no prmeiro
andar, alm do estoque que deitou torra, que-
brou uma porta ; a segunda deitou Ierra o mi-
rante d'uma quinte Entre-Campos, derribando
igualmente cousa de vinto metros de muro con-
tiguo ao dito mirante ; a terceira cahio n'um pre-
dio onde est a pharmacia. Este comegou por
levantir as tenas, n'uma exteno de cioco me-
tros quadrados, e depois entrando na escada que-
brou uma porta em muitoa pedagos, tendo pr-
meiro fundido a echadura ; passou depeia i um
quarto do segundo andar do predio, onde eslava
deitada uma velha octogenaria ; abi deitou parte
da parede i trra distante da cabeceira da velha
cinco ou seis dimetros, e depois, voliaodo ea*
cada, sabio quebrando a porta da ra e as on-
breiras. A, velha sen ficou assombrada 11
Foi publicado na folha official de 11 do
correte o decreto de 88 de setembro, permittin-
do a introduegie de teressa estrsngeiros, trigo,
cenleio, cevada e aveia em grio, e pao cosido
peloa portoa seceos e molhados do continente do
reino at ao flm de abril de 186S, isto na confor
armadores de armas brancas de foco 91 sjst-
. ^miaras,
I, bolacha, etc., 13
col
^uaiquer ar- joao uantat ,e.tnee.
tQflO O l^VJSolttlx abJfoa^MttM
24>d setembro. asrsnds>in-
- ,--dsswise Leopoldev foram son-
viSSdo elles e todas s pesaos da sua corsJUva,
asan carao tambem o visconde de Seical. nosso
embaiador naquelle paiz. ^
_ A 's 10 J l Ja oras d a nanhia da dis M
rsm-psrs Colonia, afra ds eguir ao seu destino
en um comboy especial.
O duque e a duqueza de Brabante e conde de
f landres, e seu squito, acompanbam at es-
'5a dos norte o augusto personageoa ; uma
gaarda de honra do regiment de gcaoadeiroa
cm acusica.do resimeolo salara collocada na
estacao, tocando arias nacionae.
Foram com elles at i frontelra o conde de
Seical, o 4enente-general- Dupon, ajudanta de.
campo, e o capito Prine, official de erdenancas
do re. *^
L-se na Correspondencia de Hespanha :
C Da Lisboa nos duigem uma caria da maior
importancia, que nio publicamos na integra por
motivos facis de comprehender; porm sobre a
qual nao de vemos guardar silencio, porque, nos
jactamos de patriotas. Diz-nos, pois, o nosso cor-
respondente, posaos de alta poalcio e da melbo-
resinorraagoes.qae j cousa decidida o matri-
monio d'el-rel D. Pedro V com una princeza do
Piemonte ; que o ministro piemootez foi o ins-
pirador do artigo que publicou Jia dias o Jornal
do Commercio ; qae ha em Lisboa um grande
partido, o qual ostenta; falsamente sem duvida,
contar com albeio auxilio para o engrandecimen-
to da casa de Brsganca, a que inminente uma
crise poltica, qae ter! principio nos successos de
que nzemos mengio. n
A sarta nos falla de jornalistas que em Ma-
drid esto ligados i esta idear, masnsrejeitamos
con toda a digoidade de una alna independente
hespanhola, a idea de que baja un s compa-
triota nosso que auxilie os inimigo que lm
no estraogeiro a prosperidade e o engrandeci-
mento de Hespanha.
Algosa joroaes de Lisboa e Porto se lm oc-
cupado tambem dos projectos matrmooiaes
que alale o artigo que acabo de lhe transcrever
da Correspondencia de Hespanha:
Escusado dizer-lhe, amigo Redactor, que
nao paisa de um devaneio dos jornaes hespa-
nnoes asto recelo de que bsja um plano reserva-
do, em virlode do qual a casa de Braganga se
engrandega i custa do territorio bespanhol. To-
dava diversos boatos se tm espalhado neste
sentido, chegando mesmo a dizer-se que as al-
tes regiSes polticas se trato da anoezagio da
Galliza Portugal com um accordo com o gabi-
nete de Madrid. Parece-me precipitar um pouco
os fados, e obrigar o tempo a accelerar anda
mais a narcha doa successos.
.i ~" .De.n.oi* da chegada da princeza de Mon-
llear cidade do Porto, t&m continuado activa-
mente os irabalhos para a cooclusio das obras
interiores da capella de S. Carlos, que aquella
princesa mandou edificir na Torre da Marca, em
memoria de seu irmao o rei Carlos Alberto. A
grande estatua de S. Carlos, de marmore, que
ra felta pelo esculptor Oliva, de Paris, e que
no caes da alfandega daquella cidade do Porto,
tanto perigo correu por occasiio ds ultima cheia
do ro Douro, devia ao dia 11 do corrente ser de-
finitivamente collocada na altara da capella, que
foi preciso accomnodar grandeza da estatua,
que na opiniao doa entendedores, a melhor
obra d arte que o Porto actualmente possue.
Publicou-se o decreto, no qual se estatu
qae ninguem possa ser admittido ordem de
presbytero, sem se mostrar habituado com o our-
ao completo de estados tbeologtcos e econmi-
cos, estabelecido no seminario da diocese de sus
naturalidad, ou daquella, onde, nos termos do
direito cannico, se houver tornado subdito. Os
bachareis em Iheologia ou direito ezceptaam-se
desta regra, mas regular para elles o art. 18 do
decreto de 26 de agosto de 1859.
As vantagena-qua hio de resultar para a so-
ciedade das providencias tonadas neste decreto
sao bem patentes.
Era necessano que o clero possuisse pelo me-
nos a instrucgio, que nd nosso seclo indis-
peosavel para se merecer a qualificscao de me-
dianamente ilteslrado.
Em mais de metade daa dioeeaes do reino ha
ja os estados regalares para os mancebos que se
destmam ao estado ecclesiasiico, mas em al-
gumas das restantes tio limitado o numero de
disciplinas exigida, como suficiente habilitado
para o dito estado, que nio chegam a dar as ga-
rantas precisas de que os clrigos possuam as
neceasarias habilitacoes.
Com a execugio do decreto publicado fleario.
de certo, sanados em grande parte estes incon-
venientes ; e tanto maiores, quaolo a elevada
misso do clero no seio da sociedade nio se coa-
duna con a deficiencia de iostruegio, e se a falta
desta ioflue grandemente na moralidade dos indi-
viduoa gwal.abatendo.loee oa pirito, araor-
lecendo o sentimento que eleva o homem e o
desvia do vicio que o degrada, o que nio aconte-
cera notando su deficiencia nos Guras d'almaa ?
O decreto a que a Iludo estatu mais que, as
dioceses em que nao houver curso completo dos
estados theologicos e cannicos, s possa ser ad-
mittido ordem de presbytero o que se mostrar
habilitado em iostrueges cannicas, historia ec-
cleslastica, theologia dogmtica e Iheologia mo-
ral ; sendo tomados em conla aos ordenandos es
exames feitos na universidade de Coimbra, oa em
qualquer seminario diocesano das disciplinas a
que aao obrissdo.
Sua agestado el-rei o Sr. D. Pedro V, e
os Srs. infantes D. Augusto e D. Fernando en-
barearan no dia 29 em direegao ao Barriro, para
dalK partirem para Villa-Vigosa e abi chegaram
no dia 30 do mez flodo. Foram S. M. e AA.
acompanhadas nicamente pelos seos camaristas
de semana, ajudante de campo, e o Sr. marquez
de Souza Holstein. O Sr. coate de Bom-fim
commandaoto da 9 divis&o militar,oque se acba-
va em Lisboa, parti no dia 28 para o seu gover-
no para receber el-rei.
Um doa motivos por que S. M. foi a Villa -Vi-
cosa, por qae qaer assistlr a sagreco da igreja
dos Agoetrohos, que foi restaurada a expensa do
Sr. D. Pedro V, e que constilu um dos bellos
templo em Villa-Vigesa ; 6 Sr. arcebispo de
Evora, foi fazer a sagragio do templo, acompe-
nhado de parte do cabido da metropolitana S
de Evora. r ,
Os corpos estacionados na praga d'Elvas tive-
ram orden de esteren promptos para o primeira
toque, porque se presumi que S. M. Iris aquella
cidade; porm S. M. parti no dia 4 para Porta-
legre, tendo chegado no dia 6.
Demoroo-se S. M. em Portalegte alguns dias
percorreodo Varias povoafaa do Alemtejo e re-
gressoa a Lisboa no dia 12 do corrente.
! ..... -
oa mercadore
-de
teiros refi
roa* pastel
mssoadores deans curtidos O
29% marcadosas do tesJdoa te Ma,.

midade da carta de le de 11 do mez passado.
Os cereaes assim admittidos pagarao nicamente
os direito que pagan os nacime, quando fo-
rera despachados para consone, adverlindo que,
*.in?Lme"no depois de passado o dia 30 ds abril
de 1868, poden ser adaittidoa a despacho os eg-
reses a que ae refero o decreto^ provando os con-
sigo atarlos que os gaeras aabiran dlreelamenie
dos portoa -da su proesdasrcia para os do .rateo
con a anlecipagao BSeesaarte para ebegnem den-
tro do praza naroadot no oassde vissem re-
gular. ^
Ogovern, antes ds promulga* o decreto, ou-
vio s governadorss civte do cominelo do roteo,
9 conselho geral do commercio, iodasirla e
SS.
MavwwaB uv win a uw tiuuoutrj, visTACali* 9T6
AA. os Srs. infantes vieram de Villa-Vico- mi a enbalava I
H I.lalhAsi nr\ Aim A a.T a. .- .
sgTisaltura.
AssisUo s este acto mnda soarcurso da>or
m cpme os engeahsiros da seccio, e os diras-
lOHobjM paotisu dos disictos d'Avelro e
ss para Lisboa no dia 6.
Por partlcipagio tergraphlca di data de 19
do nez Ando, conste terem chegado a Anvers,
na melhor diposigiode saude, SS. AA. os Srs.
tetantes de Portugal e os principes de Hoheozol-
lein Sigmargen.
' Parece que juntamente com os Srs. infantes
que foram acompaohar os principes de Hoheo-
zollero, ven a Lisboa, por conseibo da medici-
na S. A. a Sra*. infanta D. Mara Anna, esposa do
principe Jorge de Sazola, ..
S. M. o Sr.' D.7pedTo V. entibo a el-rei
George V de Hanover, as bandas das tres ordens
rendidas de Christo, Aviz e Santiago.
O Sr. D. Filippe de Souza Holstein, filho do
fallecido duque de Palmella, foi agraciado com o
titulo' de marque de Monfalin em sua vida.
O conde de Vina Real, D, Jos Luiz de Sou-
za Botelho Mourno e Vasconcellbs, foi agraciado
con as honras de official-maiot da casa real.
O conde de Sabugal, Obtdos e Palma, D, Ma-
noel de Assis Mascarenbas de Souxs. CouttnSo,
lamben !oj agraciado crn as ditas bdntil.
Cssoo en Albandr, onde o Sr. nJarttoi
mposts Sobserra te
deste senhor con o tv.,
Reoidlirnie sin _
tijio entre si do imposto tndustriat ana por le*
No.
'S3 <*38SSBtgSSS&.
sarles de lytsgrasUas, 2| HvooT
Iliterarios, 21 : meresssreosa) labrk-
vas. 23 : fabricas de macarrio, aletria. el
e ildtai^tiJiS-41 uaiii
gravadorc, contralle,' etc.*1, 288 ; pot
tebrteaote de marflrs, 50; ne^adorsa sspstsl.
24 ; plcheleiros, i ; relojoeiros, 79; retroteire
28; salcicheiros e toacioheiro, 34 : erudorss
do seda por miado, 9; tonreiro, 109; trapsirso.
43 ; mercadore de vid ros cra tara por sotad'
9. Total dos individuo cajas verba de apatas
bulgao folam fizadas per estos 44 gremios. 3J7f.
Por diatrictos teem-se reunido os lecuiale
at o fia do rae/, ultimo: ^^'
Aveire, t Boj, 38; Braga, ti; Braganea, 1,
Caimbra, 116; vora, 63 ; Faro. 20; Lisboa, 78;
Kest, 13 ; Vrsetf,^9. Total por agora, en todo
o reoo, 496V-
No diatricto do Porto, reunirm-s soa kair-
ros da cidade 57 grasa um o 6*a, 14 t sos Assa-
rao te, 5 ; na Porva da Namaa, 9 ; a en Ha-
ln ga, 5..
Em todas as reneisea dos gremio* do sos at
boje ba noticia, tem bavido boa ordeaa e urbos-
dade, mesmo as classes bsizss, firado-sa po-
cificamenle a repartico, e a contento d todos,
como provam os poucos recursos que ten okssVs
para aa cmaras municipaes.
Pelas 3 horas da maohaa do dia 19 do se-
tembro dea fundo no porto de Poata-DcUzada
cidade, na ilha de S. Miguel o vapor A arraso*
aonunciando ama girndola de ogsetss, lea
depois, a toda a cidade a viuda de air L ftasksis
que pelas 7 horas desembsrcou no caes, qae n-
lo se achara apinhado de gente, Tidanas ss
era todos os rostos o jubilo e satisfaco de qssss)
acbavam poasaidos.
Por eata occasiio sobio ao ar immanso Boass-
ro de girndoles o ombandeiraran-se todas aa so-
sas prximas ao caes.
A' noite espontneamente so illumiosraas so
pagos do municipio, e mai tas casas parealaras,
curaparecendo a banda artista a tocar no adro da
matriz, onde se encontrava inmensa ga
Foi este um dia festivo para todo* es
lenses.
Acompanharam a sir I. Reonte, o sngrsasiro
ue fic em Ponto-Delgada para dirigir o uaao-
lhos da nova docka e sos familia, e o Sr. I. P.
bcbolz, natural da nosna ilha, quo srisno so
ba 8 annos en Londres, nanea eaason ds trans
Ihar para que se levasse a effaito este obra, di-
rigi do-se j a engenbeiroa, j ao osos gevacao.
. No dia 30 do mesmo mez foi para rapHa ei-
dade de grande gala o do teste Basteo*!. Pote
uma hora da tarde aentou-ae a paneles podra da
docka com toda a solemnidad*. 'A roa do Corso-
Sanio, Castalio, o porto do areal, Coros Sanio
toda a praia eslava apiobadaa do i montase bo-
to, e apresenlavam um panorama
Acamara, junte administrativa da docka,
ridades e mullos convidados occu parara a ou tri-
buna que se Ibes tinba preparado as ros ds Bat-
racio, junto casa do Peres.
Havia nm grande tablado para sensor* e ca-
valleiros que accoinmodaria 700 peaaoao, assis
tres tablados par os philarmonicoa das villas da
Ribeira- Grande, Alag, e a dos a ilutas, a roa
eslava toda armada de verduras ais
deiras, e o porto ebeio de barcos
e enfeilados con muita gente.
Subi ao ar um sem numero do sdraaN
houve salva, repique* d* sino, e no la da
a junta offerecea um lauto tentar a sir I.
na casa do Sr. Jos do Canto. Foi an dia iaotiva
e de multo eothusiasme para Poote-Deigada ras)
noite toda se illuninoo.
A podra para a docka ven toda da Saato Cteta
e Nordella, porm para a melhor roa Picio losa
de se langar um cantono por detrs das casas as)
Santo Clara con carri d torro para a casase
lentes carros de ,'cooduccio. Sir Reoate assdll-
cou o plano de Tucker, em ves de es eissaaria
rera as casas do campo ra 4* S. Fraeasea. d
mais exlensio ao parodio, fica a docka aaaior a
accommodando maior numero da oavio.
Parti para o Algarve o vapor sfiassiio as>
dia 30 do mes lindo bascar a wi'lbio ate
dores n. 2, que para all tai ssaastei
sequencia das desordena ds Loado,
arribado por causa do nao tenpa" a?aria asi
machina.
O sello por jaste da esUmpilaa conecar
em breva a usar-ae. Ha maia da an aaez se
nandaram fazer os cubos s Inglaterra a aao>
deve haver demora na aua chegada.
Chegaram ba poucos da a lisbsa as ,
les da compaohia doa planos iaslii
gem sul do Tejo que Uobsn ido a
fazer as enconmeadas neeossaria* pi
mente comegarem o* trabalho a asa as
ram. Nio deas pan tardar noite ano aa va
que a ioauguragio das obras, quadaaUo
annoa devem estar promptos.
A direegao da sociedade do Maesas i
tal da Porto, vai aoouncter no proxiaso _
oo anno de 1863 lera lugar Baste dificM a' pri-
meira exposi gao, agrcola, industrial a artstica.
Sera um da de grande teste para o Parta.
Diz uma correspondencia kte Uasa, osa r~
descobriram receatenento indicios do
as de cobre; uma aaa imnodisooos da
ra, e outra nos arredares o Marnelet.
Sao por consequencis quatro ninas na proxi-
midades daquella povoacao, sn Usa daa maes j
se fizeram algans Uabalbo* do nsegal isa a oa
outra vai dir-se principio a elles,
-- O governo conceden privilegio par 15 asnas
a Vasco de Almeida & Coaasanate, rasidaatt
lagar da Cruz da Pedra, conaaibo deOairas,
mo inventores de nm novo procoas* para o
de um molluseo uma tinta precioso, con a qaal
substituem as cores ricas que at hoja as asteas.
pela cocbooilba e pelo camisa te tisis
Acha-se as Lisboa o rtialaaiSs a su tolas
francez Lus Sauvag* qaa, seguado aa diz vai *s-
crever uma serie de artigo* na Pairas ds Parts.
oom o ttulos de Ctwtem sobre PartSMMsL
Prozimo da praia da Boa-Nova (Porto) a*~
pareceu un petxs que o mar teaeoa tena, a
que liona da comprtetaato qaatre metroo a ata
coeata cenlriaeUoa, t aa sua giiuaooia
e dose centmetros.
Segundo dizen este grande paira
mente desconbecido dos peacaora.
Ha na freguezia do Rabapal, sosslbe da
Tosco, ama fanila cujos asambraa saste agagaa-
tsdoa nao exceden a un sastra t amates a-
metros.
Ha pouco naaces ana raigo atea Vaste arvsra
gigantesca, qae nos doa prisseirao ssaao* da aaa
drncio tero por barga SMteMO, en qae soa

landr, onde o Sr. marquez da tei eite, nem cam
posto industrial qua por lei-sir/ d*hra^ cs*Mdl
- N da 16 da saos lodo, ssadrstassia
hete de el-rei o Sr. 1). Podro r, vatslcaa-as
abertur publica ds essa pia de Boje, da qu Sao
Magestadepratector.
Depois do Te-Dtwm^ eaotedo na I
vador, que sor ve de cathosral, >
Exm. Sr. biapO, e assisttran oa
auteridadea eivla e niUrco, i.m
ros a con vito do Exn. governadoi'eirH, diiigirsas
se todas ao edtelo da cara sis, fln a nssili
rea i iasqgorsfio da neaaaa esto, para a asi
entraram searneaioaa orphias, qae slH sao aajaw
tentada e*daeada*
, A' entrada do edificio, esteran as nombras da
commteslro, e as sois raanteas son aaa i
para recebereoj os Exns.otepo a g*v
vll.-s mais aatoridades f pe qaaee en i
qcaVaddo tate decooveeriaoto srraajaos.
A* duas borra- do Urdo tsoaalrscsoo so soso
-ninas um abundante e san prepara"
o fosoorrido pdSosEin. blopoV |
W, o nessars Soconasasaia; tesas
este, osa esa to soto ds laOrad, ai
iradosatlstas-^essor. varaaos
tef dlls.sartsll& MOlivoWBlaftaisteBlo Ibes testen -
.Ffcoo jaetot
nato eaTMnsoo sratsasaim o '
^rv



*r
t i .' '*-- m u =
2:
01
^fe*4w4 jwtar^tvi^ilMirt*^ da^^otrottffciito do mi- D.
pa, lera offereeido pelo Sr.Jgor**rnador civil, InrtugWrie.
nen,*J> ajabaniil>m*aA >*a-bem una boa f Dentro .* doa* diaaoo tres, aba
eamolapata oiaaUr dodMtaMdiato, e qM nt >nW>w<
>iMil., ahoIn*satiiilll-rei o Saohor J'0 mlstttroda HetMshs.reatdijriie*n
B. Fernando, ho d*r< ardmillidoe mais seis or- do renetteu a micUlro. do .negocias
lMWM4ken>Kbi .da lei en .que ae dnelsMlu
:~T) iijasa^japtttot CmnOrlno. lorista, tisaJtosdarpe-Ttodi n&vio-,)dqeaA<.afet kiaWn
t&jMI.Berip, 1 totaJusto tldlo chaado 0 PfedeXe.*s
nonatas, est fazendo rimas flores para a
_ para
atril /dos Irancexea, con ota hoto pro
lucto lirado do banbu conducido pelo uoede
ctaog.
Vil o Journal.aei Qtbals, que as folhas, pela
ni *eire a transparencia, exceden ludo qaan-
1 to ae ten felto at boje, pela imitsQo da natu-
reza.
Foi concedj8o ao dialioclo florista um privile-
.JPJ 1" iiUtnaanaao. -I
Na thsalro de S. Carlos "abrio-se a presente
ptjWytica cantando-se asFesparaa. A Ben-
~4*u-oio. dte imuito a formoaura, mai paaaua
boa roz e teclate metbdo de canto. Fraschi-
i meaoo tenor-estimado do nosso publico.
O Trotador e a Somnmbula tamben esto en
acea.
-HtJotHoMo^smmerefo de hojele-ae ora
artigo que se intitula Juico imparcial sobre o
MMfe MiiMltfferaf no Rio de Janeiro, e eonclue
_ rotando pela aposentado desse antlgo fuoccio-
1 nario,. afim de terminar ama discosso desairse
para o paiz.
OZHarto de Lisboa, -felha offlolel doajorerno
porluguez, comegava ha dias a ioaerir en'suas
aolumnas a loriga serie de documentos que ris-
' ton mi archivos do nioisterio doa negocios es-
araageiros a respeito do Sr. bare de Moreira.
Publiquen-so pois as acr-.usacoes ; facara-se pu-
blicas nao*-meaos asdefezas, habilitar-se-ha o
parlamento e a opinio do paia a julgar com toda
a imparcialidade un assompto, qae forea de
debates e controversia tem assumido ja um cerlo
vulto.
E' de esperar, que na prxima sesso das cortea
renasea aioda naia acaloradamente do quena
anterior esta'questio, cujo desenlace nao pode j
tardar muito.
Diz-se at que o Sr. Avila nao quiz resol1a-la
aen estar concluida a publicaco dos documen-
tos. Baila ella, dar ae aguardar o resultado de-
1
ciaivo.
.

L.
espanta.
. L'sboa.l3de outubro.
S.M. a rainha catholica e sua real familia,
ehegaram Madrid aa qurtro horas e'-neirda
-. tarje? do do correnta, aendo recebida depois
: da to tonga sosenna ^coffl* toitaa*TrsaeTnTjTrstTa*
-creada enthusiasmo apompa, de armares e
1 cutas domonstracoes de festejo.as ras do tran-
sito da regia comitiva. .
S. A. R-j****M|afe da Cooceicao -acha-se gra-
-<-remedie enferma da cotiTisoes, febre gstri-
ca, com symptomas desanimadores, a puntado
deapsf ataiVaa ai facultativa* doealva la agota-
dos tolos os recursos da sciencia. Por este mo-
tiva *uipendea-se por algqgs dias a-a presenta -
cao alScial dos enaaiaadores merroqmeos< Tm-
bem houve demora no baptismo do menino ftlho
do Sr. infante D. Sebasuo de ana augusta espo-
' a Di Chaiitiea, tiato-qee -eran padrrnhos SS.
'IIH',- rerWcoa -ae porra no dia 3 pondo-lhe no-
me de Francisco de Atis.
SS. aa. os duques da-Montpeosier entraran
en Cordova no dia do. correte e alojaram-se
ao pa;o episcopal, recebendo ahi as autoridades
e pessoas mata nota veis da cidade.
Divulgou-se en Madrid que os duques de Mont-
peosier tinhim exigido augmento de dotago,
mas assevera-se ser falsa a noticia, e que ne-
nh*n saetas eapseial den logar a ausentare tri-
se da corle, paswodo i Andaluzia onde habitual-
mente residen.
Dizia-ae que o duque de Rianzares, viria pas-
ear algum tempo en Madrid; as afSrmam
que existo carta deste personagem datada do Ha-
< re, na qual somente diz qae iria a Paris fazer os
preparativos para a suas viagen s Asturias.
Apeasentou-se ltimamente ao ministro da
guerra, cono seu chefe superior, o conde del Re-
- cuerdo, official do exercito hespanhol, e fllho de
S. M. a rainha D. Haria Ghristina.
' Chegou a Paris de regresio do Havre S. M. a
rainha Ghristina, que oeste anno renucia i sua
viagen a Roma. Parte, porm, para a capital do
orba calholico o general remandes de Cordova,
qae se diz ter passado algans das as provincias
Weacoogadaa juntamente eom os generaes Nar-
' vaez e Lersandi. O Sr. Ochou parte para a
'- Bussia.
Mr. Barrot, embjixarror da Franca em Madrid
tinha alli chegado no dia1 29do passado.
AGaxela de Madrid, do dia 29 do passado,
traz dous decretos, por um dos quaes se declara
terminada a sessao legislativa de 1860, e pelo se-
gundo se faz constar que as cortes se reunir ai
na capital da nonarchia no dia 30 do correte
outubro.
Ns mesma Gazeta se v, que usando a rainha
da prerogativa que lhe concede o art. 30 da coos-
' tituicSo nomeou, sob proposla do conselho de
minstros, para presidente do senado na prozima
aesso o capite general, marquez del Duero D.
Manoel Concha.
Publica tanben o decreto para a emisso e ne-
gociado por subscripco publica de 200 milhes
de-reales dos escriptos do thesouro creados pela
lei dol* de abril de 1859, dividiodo-se estes en
quatro series, seodo datados do Io do prozimo
novembro, veocendo desde esta-data o juro ao-
oual de cinco por cento ; eslabelecendo-lbe alem
disso todas as mais coodiges concernentes a
esta operacao; e devendo encerrar-se a subs-
cripgo en 31 do correte.
X Epocha, diz o aeguiote :
Sao 25 a SO os no vos senadores, cuja nomea-
3S0 se propor a S. .11.; contando-se ueste nu-
mero alguos magistrados do supremo tribunal,
alguQs deputados, opulentos banqueiro, pro-
prietarios tanto de Hespanha cono do ultramar,
,alguos grandes de Hespanha e generaes do exer-
cito e da armada. Podemos assegurar que mui
poucos dos nomes que sd ten indigilado sao
exactos.
Diz-se que coasta ter sido apresentado.a S. H.
a rainha o projecto de alienar todos os bens e
direitos que coosliluem na capital e uas pro vio-
cas da mooarchia o real patrimooio, exceptuados
os palacios e jardios dos reaes sitios, O produc-
to total da venda destas propiedades era hasta
publica seria convertido aem ioscripges nslie-
naveis da divida diferida ou consolidada, aug-
mentando-se assim conslderavelnente os rendi-
mentos da casa, aem prejuizo, porlauto, oom
menoscabo da cor6a.
O correspondente do Diario de Barcelona-,
confirma a existencia do projecto de alienar, de
accordo com S. M, os bens que constituem o seu
patrimonio. Essea beqs excedem a 300 mhoes
pouco naia ou menas, e com a sua actual cus-
tosissima adminitrajo renden muito pouco, ao
passo que convertidos con Ututos do estado-pro-
, duzirim dous resultados que sem.dutida nao se
occultaro a penetracao de S. U.; o de maoter o
rdito publico retirando daa fluctuares do mer-
cado urna grande massa de valores, e o de pro-
Jorcionar a coroa um rendimento aunual de 20 oa
milhoea de reales, fazendo com que estes peni
augmenten a riqueza publica entregues a activi-
dade do ateresse individual se dessem novos
dMumnajcck) nojiporjoa da repubaUa, ada fl-
aam Choajar teg.laienie. ....
A Correspondencia d* Jbspanha diz que o bre-
ve oltimameata recebido de Rana autoaiaa 01
bispos para acesaao de.bpns ao estado, a qual
una consequenciado art. 7. do coavaanaoocot-
dado com a s apostlica,
A meana fokha aocr.escenta maisadiaots :
c HoDlem celabtou urna conferaacia o nuncio
deaua santidade com o ministro da fazenda, a
respeito da deamortisatao doa bens do clero.
Em toda a conferencia houve comaJatjaaima har-
mona, ao maior desejo de resolver rpidamente
este negocio, lindo-se combinado que por parle
daautoridade ecclesiastica e da administrativa.
O principe uley-el-Abbas desenbarcou no
dia 29 do passado em Valencia, dando aua entra-
da publica i ama hora da tardo e aendo recebido
con todas as hooras da ordeaanca.
. A embair da marrodaiua passou de Valencia I
corte no Io .do correte, e duraote a tempo que
JIuley-el-Abbas esteve naquella, cidade visitou
oa seus monumentos.'
No dia^Ibi recabid'i eOiMaridpor S.'M. ca.
tholica a embixada marroquina. U discuuo
proouaclado,aaqalle solemnidade, por Muley-
el-Abbas em rabe, foi extenso e n'otavel. A em-
baixada eflereceu a S. M. diversos brindes de
valor.
LS-se na' Corvfpono'Bcia :
c A importante e espontanea declararlo falla
pelo principe Muley-el-bbas, n discurso pro-
ferido honlem no pajo por occasiJo da sua recep-
ijo offlciol a melhor resposta que podemos dar
os joroaea que de dias a dias nos tem fallada de
iatervencaes estrangeiraa em nossos negocios
com o imperio marroquino. Esta declararlo
que nao careca ser declarada pelo principe cali-
fa no seu discurso,, pro va es boas informacoes
con que por rezes temos desmentido a ingeren-
cia de influencias eatraohas aos assumptos rela-
tivo! a Marrocos. >
O principe,califa Muley-eUAbbas, recebeu am
Madrid no dia 8 oa nombres do corpo diploma-
tico, entre os quies se centava o nuncio de sua
santidade.
. Diz um jornal de Madrid que nao ha duvida
alguna deque existem negociarles entre a Fran-
ja, a Inglaterra, e a Hespanha, para intervi-
ram manconnunadanente no Mxico ; mas, a
Hespanha nao pode esperar que fructifiquen
estas negocia'cea en altenco s especiaes cir-
cumstancias em que se acha collocada para con
a repblica mexicana, e protec?ao que recla-
raam 18,000 hespanhoes residentes no M-
xico.
Iremos, pois, a Vera-Cruz desde j e entre-
tanto negociaremos, dispostos sentare a cooperar
cono os le vea propsitos da Franja e- da In-
glaterra.
Outro jornal, patenteia, n'um artigo, com
fundamentos que expoe, qae a xpedicao pro-
jectada contra o Mxico alo pana de arruido, e
que para ella nao ha tropas dtspotriveia oa Cuba,
principalmente depois da oceupacio da parte
aaaanhola da ilha do S. Domingos.
Perguntarenos, pois, ae papel representan
oeste negocio a Franca e a Inglaterra ?
A noticia da ama iaterveneO' ao Mxico, en
presenga do estado deploravel daquelle paiz,
causou muita aatsfaco aos possuidt>res britni-
cos do bonds mexicanos, e estes fundos subiram
logo depois dous por cont.
Diz o Levanl, qoe aaseadlcdo hespaohola que
ae prepara contra o Mxico segunda edico de
destruigo da repblica romana.
Sabamos, accrescenta.que o general O* Doooell
nao resisteria teotacao de semeltaante- conquis-
ta, o que eproveitsrii o menor pretexto, domo
fez em a guerra de Marrocos, para prolongar a
aua existencia no poder cada vez mais amea-
fadak
Alimpopularidde de qae o actual gabinete
gosai por suas faltas accumuladas e pela marcha
retrograda qae tem seguido, crearam-lhe qaasi
a nebeasidade de procurar oa, guerra urna diver-
sao ao descontentamenio geral; e podia-se sup-
pdr q*e nao recuaria diante desla medida salva-
dora, qnaeaquer que foaaem oa eacrifleles e eou-
sequencta8 da nova exposigo, quando ae vio
prodigalisar ouro e eangoe em Marrocos para am
resultado fcil de obter por meio de ama de-
moostraclo como a da esquaJra franceza s
ordeos do principe de Joioville.
Como que a imprensa eeropa pede ficar
silenciosa prante a abeminavel tentativa contra
um goveroo animado das ideas mais liberaes? Que
vai, con effeito, fazer ao Mxico, o exercito de
desembarque, conmandado pelo general Prim ?
Se em vez de ser nm hornera de progresso, o
presidente, Jurez fosse, como seus antecessores,
desde-Sanl'Aona at Miramoo, om instrumento
doeil do absolutismo- e da intolerancia prompto a
facilitar una reatauraco monarchica, a expedico
nao se empreheoderia.
Quero conhece os verdadeiros motivos da reso-
lugo extrema adoptada pelo general O* Donoell.
nio diremos na Europa mas na propria Hespanha?
Ter-ae-hao esqueridos de que aa cortes, foram
dissolviJas, no momento en que o ex-mioistro
Pacheco ia, sen duvida, apreseotar en pleno
senado as lastimosas intrigas -do gabinete hes-
panhol no Mxico, e de que a demisso do em-
baixador extraordinario da rainha Isabel junto de
Mrramon, foi anticipada condemnarjo do proce-
dimenlo do duque deTetuaonas actuaes circums-
tanoias? Nao nos inquietamos pelo resultado
desta injustificavel aggresso.
Esclarecido pelas lindes do passado, o goveroo
Pedro- como.naPtttiilo] as escavagoesa^eaaa^aedMraaiia^eo^
truccao do camfaUa-detfaaTd da M4irviaaJab,ideaaJoi
sj-lbriram-ae os ftasiUaMBtos da un adilajDidajaM
.1 ^il patineta--4 sMeri.loagco.. 1
lbixa'J*Bt%Moutran-aa varias noadaa de
prati .0 eakrav ejgveaat k**j arottmato, ajue ae
supp6e ser da alguna heroioa.i a-ao ravetao can
una cruz. Creem algaa-qao->o da tempo de
Fellipe I, chaado o Formo.
Dizen que sobe a 20Q o nuaaero de morios e
feridos pelo desmornamelo da praca da lootoa
em Logroo. .;
Tem sido fortes 01 lemporaes e trovoadis ao
reino isinho ; no dia 3 unta descarga elctrica
Jes astrjgos na torra da igraja a n'autraa partes
do convento das religioiaa da Santa Catharina.
Dous dias antes deaabou sobre Sevilha urna
launanta que converleu as ras em rios pela
quiolidade de agua, que arroiou en poucoa mi-
nutos. Apontam-se iguaes phenomeuos n'outras
loxatldadea.
' O celebr, bandarilheiro Carmona, couhecido
por El Gorio, foi preso em Valhadolid a 2,ao
mez passado, na praija doa lolros ; obxw?ando-0
auloridade local a pagar a multa de 4:500 (af-
lea ; a causa dasta justa a aerara, medida, foi que
o loureiro en queatao insultara da praga todos oa
eapeaadores, por astea leram dado mostras d
desagrado.
Niquella tarda parece que ae converteu a
praca de toaros d Valhadolid em urna Babel,
pois os gritos e a desordem que reinara durante
todo o espectculo foram induiveis.
Xaa
tMa*apfeaDUa.aneTailadslt .r.lDv4uU
laejsWit aamwauadPaaftteejaaaia^l .
Aoe-demais queWos o mpbndtu por'rTcarea
prajudicados com a resposta do 1.
a.iaa aaaaa^ostti pelup/etiMtit do totiselh o
cantata por orine; de t. c. juU da dtreito prilferi tua teaftlea ab -
solveodo o reo e condennando a muuicipalHade
i!.
PERHAM8UC0
REVISTA DIARIA
Hoie encerram-se 01 trabalnoa desta anno lec-
tivo do Curio Comtnercid Pernomiucano.
Com o prazo de aesaeoia diaa, acbam-sp
I concurso os dous offlcios de partidor do termo
de Iguarasi, um dos quaes accumular as tune-
ces de contador, a o outro aa de distribuidor.
Os reqnerimenlos doa pretendeotes devem ser
instruidos na forma do decreto d 30 de agosto de
1851, e do aviao de 30 de dezenbro de 1854.
Deixou hontem de ter lugar o acto d ha-
bililaco para o magisterio primario do sexo fe-
mlnino, em consequencia de incommodo de lau-
d do Sr. director geralda inatrueco publica.
Sobre aolicitacSo do Instituto Histrico,
promove a nossa cmara municipal una aaaigoa-
tura para ereccao do moaunauto, que deve per-
petuar a memoria do paiarcha da independencia
patria, o. conseiheiro Jos Bonifacio de Andxade
e Silva.
Segundo o plano trecado pielraammieso in-
cumbida da promogo deasa asaignalura, tem
ella o carcter de verdaderamente populas; vis-
to que consagrado o limite dalla entre 1*000 e
100000, de naneira quo assim sem grvame ca
ao alcance de todos oa braaiaetrea concorrer,para
esse monumento, que ha de attestar poaterida-
de una bella pagina da nossa historia.
O Sr. Dr. Jos Bandeira da Mello foi remo-
vido da comarca do Brejo d'Araia, na proviucia
da Parahiba, para a do Cabo, oesta.
O copista do abaixo aasigaado em lestemu-
nho de gratido ao Sr. Dr. Aleocar Araripe, dos
enpqegados da secretaria de polica, saltou o 00-
me doSr. Jos de Vasconcelloj, oScial anear re-
gado da visita do porto.
Recebemos urna nota circumstanciada acer-
ca do movimento do jury do Exu', cuja p.rimeira
sesso judiciaria peale anno leve lugar 00 dia 12
de agosto prximo passado.
Instaurado esse terna- ha pouco, aaa a pri-
meira vez que alli funeciena o tribunal do jury ;
e poriaa sao cortamente dignas de ser consigna-
das as suas oceurreocias, cono nos sao Iransmit-
tidat d'alii, afim de qae a opioiao publica aa for-
me em preseuca d'ellas.
Trabalhou o referido tribunal nove dial nao
interrompidos, fiados os quaes encerrou a sessao
o Sr. Dr. juiz de direito pre&tdente, com o dis-
curso que damos no Qm do historiado da mesma
seSso.
PR1MEIRA SESSAO DO DIA 12 DE AGOSTO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direito Antonio
Buarqae de Lima.
Promotor publico, o Sr. Dr. Agnello Jos Gon-
hespanhol ter adoptado certas prectaccoes afim
de impedir que os sentimeotos derivalidade en-
tre o govoraador geral de Cuba o* chefe da
exped'^ao nlo reoovem o fiasco de Baradas;.mas,
suas ambiciosas esperances nao se malograrlo
menos vergeohosamenle.
O general O' Dormeil enganou-se se julg^p'odjet
cootar eom as difficoldades em que luta'm os
Estados-Unidos, e a America do norte anda pao
est limitada ao ponto* de nao poder mandar au-
xilio eficaz- nova repblica, eom a qual, ae
estemos bem infernados, a liga recente con-
veoco.
Nao se illuda o gabinete de Madrid; todos os
que petcorrera a emerica hespaohola desde Te-
xas ateo cabo de Ornas estao convencidos de que
a Hespanha perdeu, nao s a probabilldade do
dominio mas a esperance de influencia as suas
antigs colonias, pelo systema de intolerancia
polMica e religiosa, de qoe nioqniz nunca sepa-
rar-se, como perder iofallivelmente as que lhe
restan se nao mudar de praedimento a respeito
della.
Se, medida qua as suas colonias ae desen-
volver e aspiram vida constitucional, o gover-
oo hespanhol astratasse como irmas e nao como
vassulos, deitando-as constituir a aua vontade,
aupprimlodo-rhes os eatorros das alfandegas,
coocedendo-lhes parte oa representajao nacio-
nal, proclemando a igialdade entre os cidadaos
Escrivo o Sr. Jos Pereira da Costa Miranda^1
A's 10 horaa da manhaa o eaorUio procede a
chamada, e verifica estarem presentes smente
23 Srs. juizeade facto, e aendo o numero in-
sufficieate, procedeu-ae ao sorteio na urna aup-
plementar, para completar o numero legal, adian-
do o Dr. juiz de dimito a aesso para o dia 13, e
expediram-se os necessarios mandados.
-13-
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direito Antonio
Buarque de Lima:
Proraetor publico', o Sr. Dr. Agnello Jos Gon-
: zaga.
Escriv&o, o Sr. Jos Pereira da Costa Miranda.
A's 10 horas da, manhaa o escrivo procede e
chamada, e verifica-se estarem presentes1 35 Srs.
juires de facto, e sendo ainda insuficiente o nu-
mero, aachaodo-se esgotada a urna supplemen-
tar, o Sr. Dr. juiz'de direito presidente do tribu-
nal, convidou aos* dous Clavicularlos, e procedeu
o sorteio por un menor na urna geral de jura-
dos, dos qae norassem na distancia de 5 leguas
conforme o art. 6 $ 1." do decreto n. 693 de 31
de agosto de 1850, afim de conpletar o numero
legal, adiando a sesso para o dia 14.
Expediram-se os necessarios mandados.
Presidencis do Sr. Dr. juiz de direito Aatonio
Buarque de Lima. '
Promotor publico, o Sr. Dr. Agnello Jos Gen-
zaga.
Escrivo, o Sr. Jos Pereira da Costa Miranda.
Advogado, o Sr. Dr. Manoel Cotho Bastos do
Nascimento.
A's 10 horas da manhaa, o escrivo procede a
chamada, e verifica-se estarem presentes 38 Srs.
jurados, e aeodo o numero legal, O Sr. Dr. juiz de
dtreito declarou aberta a sesso.
Compareceu depois o juiz municipal supplente
em exercicio o teaente-ceronet Coraelio Carlos
Peixoto de Alencar, e aptesentou deridamente
preparados sete processos.
Eotra em julgamedto o processo em que reo
Antonio Al ves Temn, aecusado por crime de ho-
micidio, sendo defensor o* Sr: Dr. Maooel Coelho
Bastos'do Nascineoto.
O conselho da sellenca compoz-ie dos Srs. ju-
rados ; Bilduino Bfezerta Baratista, Francisco
Bebirro da Silva,' Francisco Xavier L>pes, Joo
Jos da Casta Agr, Firmno Pereira da Costa,
Joo Pinto Alves Mariz, LuizPareirade Alencar,
Joaquim Pereira Luna, Jesuino d'Arapjo Albu-
querque, Manoel Cordeiro do Nascimento, Roldi-
no Jos Peixoto e Silva e Ccera Caetano de Alen-
car Rodovalho.
' Prestaram o juramento do estylo.
Foi o reo interrogado.' '
Lido o processo; foi dada a palavra so Sr. Dr.
promotor, que pedid a condemnago do reo no
grao mediado art.'193'do cdigo penal.
Eutram.jbaatMato a-aaoaessa eaa. qwe.ca
*** aemwidaifiilta.-aca-aaa portaiane de
homicidio, sendo defensor ^dm snaoma:raSr.
Jos Igoacio Baaro.ua Guabirabi.
Aeeoaakhodaaeataoca coeapoz-ae dos seguin-
tes Srs. juises da Cacto : Luciano Pereira Lima,
Jas Peiaolo a Srl**, Joio GeraidodoCarvalho.
Joaa Pinto Al vea Mariz, Ftaocisco- Xavier Lopes,
aban da SHva Paiioto, Joaqaim Pereira Liana,
Antonio Bibelro da Silva, Oesme da Costa Bezarra
Baratiata, Antonio Nery de Ollveira, Firmno Pe-
reira da Coala a Francisco Cordeiro do Nasci-
mento.
Prestaran o jara man te do estylo.
Achiado-se uconnodado o Dr. juiz de direito
Antonio Buarque de Lima deixou a> presidencia
da tribunal ao juiz municipal atplenle en exer-
cicio o teo6ule-ceronel Comello Carlos Peixoto
de Alencar, o qual passou logo a interrogar
o reo.
Lldo o processo, dea-se a palavra a Dr. pro-
motor, que pedio a coodenuaclo do reo 00 gre
medio do art. 193 do cdigo criminal.
O advogado do reo deduzlndo a defeza, pedio a
juaabsolvico.
Fiados os debates, oSr. juiz de direito interi-
na perguntu ao jary sa, eslava bem eaclazeqido
para julgar a causa, e leodo reapoita afirmativa
.resumi i materia'daaccuijo,e dadVeza, pro
ponda ao conselho os quesitos seguales :
t" O reo Jos Ja-cinthd da Silva no'dia 2 d
jnoho de 1851, s 8 horas do dia. no lugar d
Boa-vista, altercando com Deodato Pereira da
Silva, den no mesmo urna tacada, segundo ac-
ensad 00 libello a flr.?
2. Dessa facada resultou no mesmo dia a otar-
te de Deodato?
3.* Des debates resultou ter oreo Jos Jacin-
tho da Silva commettido o delicio em defeza de
aua propria peaae?
4. 0 ido tea certeza do mal que se propoz
evitar ?
5. ,0, reo leve falta absoluta de outro meio
menos prejudicial?
6.* Houve da parte do neo provocacio que oc-
eaeieBuae o delicio ?
7." Existem cfrcumslanciaaaltenuantes ("tavor
do reo f
Recolhido o jury de senlenja sala secreta das
conferencias, vbltu depois respoodendo aos
quesitos pela maneira seguinte :
Ao 1.*' alai, por ooz votos ; o reo Jos Jacio-
tho d Silva 00 dia 2 de junho de 1851 s 8 horas
do di o legar da Boa-vista, altercando com
Deodalo Pereira da Silva, deu no mesmo una
facada, segundo a'ccsado ao libello a fls.
Ao 2. aim] por unnimidade de votos ; dessa
facada resultou no mesmo dis a morte de Deo-
dato.
Ao 3/ sin, por unnimidade de votos ; dos
debales resultou ter o reo Jos Jacinlho da Silva
commettido o delicio, em defeza de sua propria
peasoa.
Ao 4. alm, por onze votos ; o reo leve certe-
za do mal que s propoz evitar.
Ao 5." sir por oilo votoa ; o reo te ve falta ab-
soluta de outro meio menos prejudicial.
Ao 6. nao, por, onze votoa; nao houve depar-
te do reo -provocaco que ccasionasse o de-
licio.
Ao 7." sin, por unnimidade de votos ; exis-
tem circurastancias attenuantes favor do reo
meoctonadaa nos g 2.*e 3.* do art. 18 do co li-
tro criminal.
Lillas as resposWs pelo presidente do coaselho,
o Sr. juiz de direito proterio sua sentenga, absol -
vendo o reo e condemnando a municipalidade
nas>ceatas.
Levantou a aesso. dind-a para o dia se-
guinte, as 10 horas, da manhaa.
- 16
Presidencia do Sr.' Dr. juiz de direito Antonio
Buarque da Lima.
Promotor publico, o Sr. Dr. Agnello' Jos Gon-
saga.
Escrivo, o Sr. Jos Pereira da Costa Miranda
Advogado, o Sr. Dr.. Hauoel C'>elbo Bastos do
Nascimento.
As 10 horas da machia, o escrivo procede a
chamada, e verifica-se estarem presentes 42 Srs.
juradus, em virtude do'que, o Sr, Dr. juiz de di-
reito declaro aberta a aesso.
Entra em julgameato o processo em que reo
Manoel Miguel da Silva, aecusado por crime de
homicidio, sdo defensor do mesmo o Sr. Dr.
Maaoel Coelho Bastos do Nascimento.
. O conselho de jutgamnto foi composto dos Srs.
jurados: Antonio Ullysses da Silva Peixoto, Luiz
Ferreira Dantas, Antonio Geraldo de Carvalho,
AntoBid Ribeiro da Silva, Francisco Cordeiro de
Nascimento, Luiz' Pereira de Aleocar, Joo Jos
da Costa Agre, Antonio Nry de Oliveira, Firm-
no Pereira da. Cdsta, Alexandre Carlos da Silva
Peiaoto, Joo de Araujo Chaves, e Sabino da Sil-
va Peixoto.
Prestaram o juramento do estylo.
Foi oreo interrogado.
Lido e processo, deu a palavra ao Sr. Dr. pro-
motor, que pedio a condemnago do reo no grao
medio,-do art. 193 do col. crim.
O advogado do reo deddzindo a defeza, pedio
sua absoWico.
Findo os debates, o Sr. Dr. juiz de direito per-
guntou ao jury se eslava sUfScientenente esclare-
cido para julgar a causa, etendo resposta afirma-
tiva, resumi a materia da aecusaco e da defeza,
propoado ao conselho os quesitos seguiotes :
1. O reo Maooel da Silva matou no lugar Ala-
goa -Grande deste termo a Cosme de Miranda,
conforme aecusado no libello fl. ?
2." Existem circunstancias a favor do reo ?
Recolhido o jury da sentenja sala secreta,
voltou depois de lgum'Jempo, respoodendo aos
o reo e
aaa astas.
E leveatau a aaaao adunde-a para o'dia 19 do
correle as 10 horaa aa manhaa.
19
Presidencia do Sr. Dr. juii de direito Antonio
^Buarque de Lina._________
Promotor publica,' o Sr. Dr. Agello Xbs 'Con-,
"g-
Escrivo, o Sr. Jos Pereira da Costa Miranda.
Adrogado, o Sr. Dr. Joo Clemente Pessoa de
Mello.
A's 10 horas da maoha o escrivo orecde a
chamada e verifica estarem presentes 41 Srs. ja-
reaos, em virtude do qee o Sr. Dr. juiz de direito
deelarou aberta a sesso.
Foram aobnettidos julgameotes os reos Jos
Jaciotho da Silva e Francisco Bezerra Leite, acen-
sados por orine de reduzirem a escravidao pes-
soa tivre, seodo defensor dos mesmos reos o Sr.
Dr. Joo Clemente Pessoa de* Mello.
O conselho de seoteoca foi composto dos Srs.
jurados: Teoeote-coronet loque Carlos d'Alen
car Peixoto, Antonio Geraldo de Carvalho, Amo-
nio Garlos da Silva Peixoto, Joie de Araojo Cha-
ves, Joo Jos- da Costa Agr, Moyses Pererra
Luna, Sutaro Rodrigues de Carvalho e Aleocar,
Francisca Pereira Luna, Maaoel Cordeiro do Nas-
cimeato, Firmno Pereira da Costa, Luiz Ferreira
Dantas e PeWppo Nery de Oliveira.
- E prestaram o juramento do estylo
Interrogados os reos, foi lido o processo, e de-
pois dada a palavra ao Sr. Dr. promotor, que pe-
dio a oondemnaco' dos reos no grao mximo do
art. 179 do cod. crim.
1.* Oreo Antonio Jee Martina
de ama escolta que a* o dia 12 ae arca
no prximo paseado foca par orden do 1
legado deita villa prendar a Antalo Ferratra Al
varenga 00 logar Aliada des Cava
* *> O rio comttea o crina latK era* t
3. O rea connettea e crine ceas apaj
dade en tarea* armas, de naaaira aa a 4
dido nao podesse defender-a* coi
de repellir a offenaa T
4. Bzistem etreamstaadaa atteaiaataa a favar
do reo T
1.* Oreo Antonio Jas de Aacsae,
parte de ana escolta, qae aa o ala 12 i
do anno proxino paseado tara par
subdelegado deata villa, prender a Anisada Pac-
reir Alrarenga. no legar AraaAa dea <
neaaa occawio lhe dera an Ura aa qaal
aultoa a norte, conforme consta e
libello a ta. f
2.a O reo commetteu o crina en lagar ara* f
3.* O reo commettea o errne
dade en forcea a an arnas, de 1
offeoaido ni podaste defender-te a
dade de repellir a ofensa f
4.* Existan ckoanetaneiae atteai
do rea ?
Recolhido o jury d* eeAteaca i
da eeafeoeantae-, deode deoais a* <
gun tenpo voltou respoadeada aea <
maneira aeguiote :
Bao Antete Joaa Martins
Ao 1* quaaito nao. par 9 rotea, e
Jas Martins, tascado parle da 1
1 dia 12 de marco do anea pin liase |
per ordeaa da bdateaadu
O advogado dedoziodo a defeza, pedio a absel-j Anlooio PerreiraTwenaja
cono consta do Itaett* a ta.
vico dos reos.
Fiado os debates o Sr. Dr. juiz de direito pro-
poz ao jury os quesitos seguiotes :
1.* O reo Jos Jacinlho da Silva, manJou a sen
cuchado Francisco Bezarra Leite, vender em o
anno de 1857 o meoor Joaquim, nsseido de ven-
tre livre conforme consta e aecusado no libello
afs. t
'2. Ore commetteu o delicio com premedita-
o, isto designio formado antes d'acco de of-
ender individuos certos, ou lacertos ?
3. O reo commetteu o delicto com fraude?
4.* u reo comnetteu o delicto com aboso da
confianza nelle posta ?
5." O to commetteu o crime tendo precedido
ajuste entre dous oa mais individuos ?
6." Existem circomstsacias attenuantes a favor
do reo?
1. O reo Francisco Bezerra Leite, vendeu o
meoor Joaquim, nascido de.ventre livre, por man-
dado de Jos Jacinlho da Silva, em o anno de
1857, cooforme acensado no libello a U. 1
2." O reo connetteu o delicto con premedita-
cao, isto designio formado antes d'acgo de of-
fender individuo certo ou iocerto ?
3." O reo commetteu o delicto eom fraude ?
4." O reo commetteu o delicto com abuso da
confisoca nelle posta ?
5 o O reo commetteu o crime teodo precedido
ajuste entre dous ou mais individuos ?
6. Existem circunstancias a fator de reo ?
Becolhido o conselho sala secreta com o pro-
cesso e quesitos, passado algum tempo d'alii vol-
tou, respoodeodo aos quesitos pela maneira ae-
guiote:
Reo Jos Jaciotho da SilVa.
Ao Io quesito nao por 11 votos, o reo Jos Ja-
ciotho da Silva nao mandou a seu cunhado Fran-
cisco Bezerra Leite vender em o anno de 1857 o
menor Joaquim, oascido de veotre livre, confor-
me acensado no libello a fs.
O advogado do reo; deduzindo a defeza, pedia
das colonias e os da pennsula, seria faCil crear'* 8a absolvico.
sob idntica bandeira urna faderaco hispano- -Fiados os debates, o'Sr. Dr. juiz de direito
america; hoje, porm, semelhaate projecto seria perguntou ao jury se eslava suficientemente ee-
irralisavel depois das inauditas perseguijoes clarecido.e tenao' resposta afirmativa, resumi
asios para activar a desamortisacao. Delles|com que os goreroos, qne se tem succedido em a materia'da accusco'e"da defez, propondo ao
pode esperar-se que a commutao dos bens se
laca com rapidez, o medida que forem envian-
do ps leus UvenjjriU.iArespecMjrMiiioceaes; a-
redltamoaajpda q^e, palas di/flquldades nate-
naei dos tranmiUea que bi .(Preoeder a des-
' amortiSao, sta nao comegar regularmeaie an-
tea do, fim do anno.
Eicteve A jjocAo fue Um ^uqdameaJ,oa para
cr^W-auealag dos,,acchjfpa,NapoliUoos est
m va de um ajnste conciliador o decoroso para
ambos os povos, que obste a um rompimento d
rtodnaa*o 'aaaoUvel, eque^en-juatificaria a
^Aaa^JnpoBtanoiadaqaaataoqaajeeBtHi. Ac*
teettee-jta que- o abnala dolurim nodnxar
de fazer justica-aes.aaalinMplanpdnnrapasa-dig-'
(nidadasqua oeste aaaumpto -anian a lies-
O embataasac axtraordsnaaie deei-ae da Itatia
^aJaiedaltisoaa. m dirsneto Maapaha. Os
^nsnawa e Madrid, dando aoatada chegada i-
tisasita flttoofr, asMnnisa en 4Mla { aegainte :
. Ja)dna1u*a.eMiacaa;*nMa*idd9voU d
, f.fTfr'' r da-snasegem para lUfcn anardss d
rJaenafinnat anana anf*adanatraardraarioe*rre
.UrJbasnnaeUini aa rtsahabatosaatilrr-a
nalaaMcAaiadeijVictor Bneanraol come-re d
ianet.
aOinaaqusa da Bella, qo* partence a una
AalMasinania ditneUa da penrasnla altea, *a
-ntala aasieiaido, de cortaal- acathimanto qu* en
i
Hespaha,^ho esraagado aquellas desgracadas
populaQes.
Urna administraco InteMigente e liberal.au.
xiliaodo os interesses moraes e materiaes das
coloTiisi.'favoreceodo suas aspiracoea de ltbetd-
de, assegurariam o engrandecimento e proaperi-
dade da pennsula ; .mas que podem esperar' dos
generaes dictadores, tornados presidentes do
conselho, que ao abrigo da realeza constitucional
drtdffPetnadtfq" TJI, team empregado todos os
esforces em conduzir a Hespanha para um des-
potismo censhravei?
" Oasamos pred-lo :J se, por ventura um re-
gimen verdadeiramente dpnocratico em breve
nao substituir o triste pjder qae baseia a ana
existencia nos ccoseihpi de guerra e noaonre.-
ievil, ser um facto para a Hespanha. apesar das
oracea, de aoror Patrocinio, qae.a aperla daa
Attrmt -anvjesar-wre t voluntariamente]
aos estados do nprtq reajneraflos ,' naia pode
roaos por efleUf) oa
sioeeros da ha m ltl1
Mrrejata dti
frfdjJBJJrre-;
*mi *&%
nwm,delnglat.,.
e latristace os amigos
_da democracia.
ireatripta, a un jornal de
ltimos, dias de setembroi
1 porto um vapor de guerra)
o encarregaio de;
aida parti para
conselho os.quesitos eguirrtes
1. 0 r^Autontd Airear Teolm, em o anno de
1843- oa S*4, no* tugar deuontiaado Sabont*,
prximo Alaga de Jos Martins, commetteu o
delicto de haver mbrtd um individuo deaco-
nhecldo qae alli foi encontrado, conforme cons-
ta, e accasjdo no libello A fls. ?
2. Existem circu'm'stsacias
ilfld o-yary* de setnga lalasacreti
po*, por a_te *slps.Tizando
icado.
iselbo.o
quesitos pela maneira segninie
Aol. nao por unnimidade de Votos, o reo
Manoel Miguel da' Silva, nao matou no lagar Ala-
ga-Grande deste termo a Cosme de Miranda,
conforme aecusado no libello a" fl.
Ao 2." nao responde por ficar prejudicado com
a respeeta do Io.
Lid as asresposfas pelo presidente do conselho
de seateaca o Sr. Dr. juiz de direito proferio aua
sentenca absolvendo o reo, e condemnando a mu
oicipatidade as cusas.
Levanteu a sesso, adiando para o dia seguinte
as 10 horas da maoha.
" 17 -
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direito Antonio
Buarque de Lima.
Promotor publico, o Sr. Dr. Agnello Jos Con
saga.
Escrivo, o Sr. Jos Pereira. da Costa Miranda.
Advogado o Sr. Dr.Joo Clemente Pessoa de
Mello.
Aa 10 horas da maoha, o escrivo procede a
chamada e verifica estarem presentes 42 Srs. ju-
rados, em virtude do que o Sr.Dr. juiz de direito
declare* aberta sesso.
Entra em jujgamenloo reo Saturnlao Jos Pei-
xoto Silva, aen lo o seu defensor o Sr. Dr. Joo
Clemente Pessoa de Mello.
O conselho de sentepca foi composto dos Srs.
jurados : Maooel Carlos Saldanha de Alencar,
Luiz de Msdeiros Raposo, Francisco Ribeiro da
Silva, Manoel Cordeiro do'Nascimento, Ignacio
Caetano de Alencar Rbdovatho', Jrfo Jos da Cos-
ta Ara, Joo de Araujo Chases', Salero Rodrigues
de Carvalho Alencar, Joo Moreira da Costa Aleo-
car, Moyses Pereira Lima, e Antonio Ribeiro da
Silva.
E
dds
attanuantes A\fa-
Dr.JuSfle1
sblvendo o- reo
bt/o,
f>fo'prrf
irefb pro
seate-M, ab-
unlcipalidade
ttesidertia do '* Br. yrM& buarque de Lima.
wjWl Pub. 4 Sr? "Dr. Agqellq Joi-
rtvakvo Sr/Joa ereira da Coila Mina Ja.
^ado, o najor Jos IgoacioBuAC
labi-
Dkte rae ert pdrtidor dA-Btici de estsr ji AVIO hoiu,4t muhU.'o eacrivlo procede a
E prestaranjwojuramenlo do estylo.
InterrogaaToT reo, fot lido processo, e depois
dada a palavra ao Sr. Dr.' promotor, que pedio a
condemaaclo do do coih.crin...
O advogado deduzindo a defeza, pedio a absol-
v9o do reo.
Fiado os debates o Sr. Dr. juiz de direito per-
guntou ao jury.Be eslava bem esclarecido, e tendo
a resposta afirnativa, resumi a materia da ac-
cusacAo a da defeza, propondo ao jury os quesi-
tos siguiles :
l.T
tou co
1850 na
beiro, conforme 4,aMusad,"o.00 libello a fl. ?
2." O reo commettea 6 crime emOugAr ermo
3. O roo mmntteue crimeijnpellido>r um
motivo repcevado ou frivolo ?
A-* O reo eammeiteu o c '
a ensosaada,,'por haver
amium-aw diverso! lugares
5.* BiMtata circumitaocin aj(1)alVantes a farbr
O roo Saturoloo Jos* da SUia'Mxpto ma-
on tirana maaha do diay 14 da abril de
na Jazaada Periquito, a' Fraocfacnrier Ri-
Em quanto ao 2. 3, 4, 5a e 6S quesito deixa
de responder por estarem prejudicados.
Reo Francisco Bezerra Leite.
Ao 1 quesito nao, por 11 votos, o reo Fran-
cisco Bezerra Leite nao vendeu o menor Joaquim,
nascido de veotre livre, por mandado de Jos Ja-
cinlho da Silva em o anno de 1857, conforme
aecusado no libello a fs.
Em quanto ao 2o, 3o, 4o. 5o e 6o deixa de res-
ponder por ficarem prejudicados.
Lidas as respostas pelo presidente do conselho
desetenga, oSr. Dr. juiz de direito proferio sua
sentenca absolvendo os reos e condemnando a
municipalidade as cusas.
E levantou a sesso adiando-a para o dia se-
guinte s 10 horas da maoha.
20
Presidencis do Sr. Dr. juiz de direito Antonio
Buarque de Lima.
Promotor publico, o Sr. Dr. Agnello Jos Gon-
zaga.
Escrivo, o Sr. Jos Peteira da Costa Miranda.
Advogado, o Sr. tenante-coronel Roque Carlos de
Aleocar Peixoto.
A's 10 horas da manhaa o escrivo procede a
chamada, e verifica acbar-se presentes 40 Srs. ja-
rados, em virtude do que o Sr. Dr. juiz de direito
declarou aberta a aesso.
Entra em julgameato o processo em que reo
Jos Alves Feilosa, aecusado por crime de homi-
cidio, aeodo defensor do mesmo reo o Sr. len-
te-coronel Roque Carlos d'Alencar Peixoto.
O conselho de sentenca foi composto doa Srs.
juiades : Roldioo Jos Peixoto e Silva, Luiz Pe-
reira d'Aleocar, Francisco Pereira Lina, Luciano
Pereira Lima, Antonio Pererra de Carvalho, Joo
Moreira da Costa. Aleocar, lexaodre Carlos da
Silva Peixoto, Francisco Ribeiro da Silva, Maaoel
Carlos Saldanha d'Aleocar, Coeme da Costa Be-
zerra Baratista, Cicero Caetaae d'Aleocar Rodo-
valho e Joo Geraldo de Carvalho.
I E preatamm o juramento do estylo.
Foi o reo interrogado.
Lido o processo deu-ae a pslarra ao Sr. Dr.
pronotor, que pedio a coodemoaQo do reo na
grao mnimo do art: '193 doeod. crim.
O advogado do reo deduzindo a defeza pedio a
sua absolvico.
Fiodos os debates o Sr. Dr. juiz de direito per-
guotou ao jury se eslava bem esclarecido, e teo-
do resposta afirmativa resumi a materia da ac-
cusaco e da dsfeza, propondo ao conselho 01
quesitos seguintes:
1." O reo Jos Alves Feltoza, na noite do dia
2 de agoste de 1860, mateu com um tiro de ca-
vinote a Jos Alves Sobreira, conforme aecusa-
do no libello a fs. ? *
2. O reo commetteu o delicto teodo pleno co-
nhecimnto do mal, e directa intenso de o pra-
ticar?
Recolhido o conselho de sentenca sala secre-
ta das conferencias, voltou depois respondendo
aol quesitos pela maneira seguinte:
Ao 1 quesito o jury responde ao, por unni-
midade de votos, o reo Jos Alves Peitoza ao
matou a Jos Alves Sobreira, conforme aecu-
sado no libello a fs.
O jury deixa de responder ao 2* quesito por fi-
car prejudicado pela resposta do Io.
Lidas aa respostas pelo presidente de conselho
de sentenca, o Sr. Dr. juiz de direito proferio saa
sentenca, absolvendo o reo e condemnando a mu-
nicipalidade aaa cusas.
E lavaolou a sesso adiando-a para o dia se-
guate s 10 horas da maoha.
21
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direito Aotoolo
Buarque de Lima.
Promotor publico, o Sr. Dr. Agnello Jos Gon-
zaga.
Escrivo, o Sr. Jos Pereira da Costa Miranda.
Advogados, os Srs. Drs. Maooel Coelho Bastos do
Nascimento e Joo CUmente Pessoa de Mello.
A'a 10 horaa da manhaa o escrivo procedo a
chamada, e verifica acharem-se, presentes 41 Srs.
jurados. Estando presante o numero legal, o Sr.
Or. juiz de direito declarou aberta a sesso.
Eotram em jolgamenlo os reos Aatonio Jos de
Andrade e-Antonio Jos Mar una, aecusadospor
crime de homicidio, aendo defensores os Srs.
Drs. Maooel Coelho Bastos do Nascimento e Tolo
Clemente Pessoa de Mello.
O conselho daaeoleoca campe-se dos Srs, ju-
rados : Jo|Geraldo1diCaivalho,J EeUtfpe Nery
Em quanto aoa atetaaadeton dalia da
der por estarem prejMlicasef pala
reo Antonio Jos de Andrada.
Ao 1* quesito responde ni*, pac t
Antonio Jos de Andrade ftunda
escolta que ae dia 12 de atarea da
passado, tora] por orden- dt safe
villa prender a Antonio Ferreira de II ra tas 1
Mariz ole nato coma cenata Ata liMla a la.
En, quanto aoa mais queaitai o jary 1
responder por altaran prajudcedoi peta
ta do Ia.
Lidas aa respostas pela praii-Uatt a
de sentenca, o Sr. Dr. jais daf
sentenca absolvendo oa reo e
cuitas ; e eucerrou
sesso,
Senhoret.Teodo de enterrar naje a
sesso judiciaria do jury danta tan
ren ultimado os julgameains dan
foram apresasrtados pata digne
nao posso oesta occasia delxar da tal
que baatante otaoeune. randa
cidadaos probos e iualrados,
preheodem os deveres a qae
guardando em tedea os da* da
nieociaa aocisee e polticas, a
ao tribunal.
Senhorea, en an tsrno
por cidadoa to cenaaicnaa a
pre ser ouvido a ros da raae a da jasases, a
principio da autoridade sanare ttitiiltdi.
Os processos que farsa aobantlidaa a jniay-
mento telt venaran sobra cria* da laeaaaoaaa.
e um de escravidao; oa rata qoe se anaaanat
nellea comprehendides taran atteWtaoe, a taru
cono eslava na jatteza de vastas cretona* ean-
formei-me com ella, ni* a* daga nanansa
indulgencia a condeaceadeaeia; ina,ttnit aa
motives, qae darn logas a parpa'rtcte da aa
melhaaiea delicio, uo torta alasita a
deutei da vontade doa dtlinqaealtt. a
se deran como ben proraran a* "
vogdos eocarregados das dafaas.
Senhorea, meu firme proaaaito danta ja* lai-
lhei a carreira da ntaglauaiara lei
rar e fazer de ninha parta can qae
o delinquente, e tbsolvido o >***, pan ene
nenies ae* (eettn
il-
ta.
cria^-^t^
SBffiSP*
coorereottis. "voltou algum tenp
dendonanannesiios, pela maheira 1
Ao l.^qttantp, ni o por,oito votoi^IJi
nio Joi dd Silva, FaisoAp, n'o natos com ui
I tiro de: ciaviaa, na machia do dia 14 de abril d*
i| prompta a aprama em diaheiro q.ue a Inglaterra ohAVada, e vejfica-ia estarem ptsaealil 39 6n. ISiO^piv.aj-ejld^'pariqiltos, a FrAiclscoXaUr
lCUiLfLc3*n aaTMLVQUS* jUraUOle, 'aAlV^LTOe
d'Aleocar, Joo Ji
reir da
"I
ariz a~Roldino'/osPeiioto.'o
rr \*t tySSF*4* "l,la*
procasatMiu-se a palavra ao Sr. Dr.
, que pedio a ondsmuac>o dVJS^rAaiop
imo de art; 193 do eod. crin.
iir^aTJdo*?^-
raudo para jntgar a caw-
mailva resumi a materia da aecusaco e das
JW.; propendo ao coaselho os quesitos ae-
nossas iastileices nos julganealas
desvirtuadas.
Seoheres, deveno-naa eangraiaUr 1
lustrado e honrado pronotor patiteo, 1
qos empregado a ben da Justina da qae 1
para qne oo ae d a inpoaidaaa qa*
neote ainda reina entre aoa, a qat 1
les tem causado em nossa paiz.
os nossos trablhos. iarcaaa d n
mandando noaso* domicilios, snsa 1
que encontris*Yosaa faaihas aa 1
Aceita! portanlo miaas despedida*, a 1
senpre com niaha frasa coaSjaracia. pata ja-
nais llcari no olvido ra
nairas.
Est encerrada a aesso.
A waai* Bnnrfsw i* i
Fizeran acto na acakeada a t
dias 25 e 26 do correte os seguala ala
Frimaira ana*.
Antonio Borgei da Fon-
oca Jonror......... Appraaaeat*
Lino Fraocaco da Sil-
va Bastas........... Approrado iaplaa*nlr.
Antonio MartiutaaoLa*
penberg............Appiawad plaanla.
Luiz di Silva Gusmio Approvado scnpltnmU.
Veoceilo Garca Cha-
ves .................Appravado pleoaaant*.
Antoaio de Mello Bor-
ges..................Idea.
Carlos Francisco Soa-
res de Brilo Jnior. Id*a.
Joo Zeferioo Pirea de
Lyra................ Iden.
Segundo anno.
Antonio Florentino
Mindelo............ Approvads plsaaaani*.
Antonio Pires Ferrei-
ra Filbo............ Idan.
Beato Ceciiisnu doa
Saotos Ramos....... dem.
Francisco de Paula Ce-
sar Jacobina........ Approvado si
Goocelo de Lagos Fer-
nandos Bastos...... Approvado
Igoacio Antonio Fer-
nandos.............. Iden.
Joaquim Gueanes da
Silva Mello......... dem.
Jos Henriques Cor-
deiro de Castro J-
nior................ Idaa.
Terceiru ana*.
Amancio Goncslves
doa Santos.......... Approvado sin
Bernardo Das de Cas-
tro Sobrinho........
Eduardo Legar Lobo.
Jos Mariano Ribeiro.
Joa Rodriga Perei-
ra Jnior...........
Manoel Jos Goncal-
ves Fraga..........
Quarto
Uenrique de Barra*
Carslcaati de La-
cerda ;..............
Heraclilo Vapasiano
Fisk Romano.......
Jos Paolioo da Ce-
rnir................
Alendo de Si Brralo
Sampaio............
Diogo Oiaiz Cordeiro.
Temiatoclea Belioo Pi-
AlnVa** *
traint anata.
CaadidaParerradaLa-
DOS ''int
Hearique do Reg
MstfOSa. .*.. Jfl#*B*
Fraoatte* Htartgua*
Paaoa da MaMo.... lana.
Igoioi* Biai d* La
oaerd*> ..at.4.^...
Jtawint Aagusta fc**x,.:i
paad*M'rr-ad*..... Um.
Anacarada
Iden.
Iden.
Uam.
Appravads ptaiiaaMa
Una.
dem.
j Vieata d*Ma-
cadalianniaaM *>
ansiar -
........ Rapavaio.
ttn^liaaaaW.
* -' -a
-..^^Rsprarade
Segando anno.
Jano Ji o Mente
Janear.^............... Approrada
'


Pereira da
Hale*-**
8n>.....
Agostinho Julio
Couto BelmoDt(
........ dem.
lente.
Joio Frncklin
veiraTavora........ Appro?
Minoet Leocadio de
MSl-iihidp : ^***"it
........... Aparovdo plenamente.
, r,, Qwl anno
Msnoal Ildefonso de
Soum Lima........ Apptovado planamente.
Pergentino da CoeU
Lobo..... ..........Idean
Jos Luiz Coelho e .
Campes............. dem.
Quinto DO.
Bartholomeu de Soma
3ooSteVo^;;>;,fc. AWiobl*eDto.
zem CavaVcaoU.... dem. '
Jota Antonio Confia
de Silva...,,.....,, dem.
v-T" p*fHito,(1o Pr ingtet Magdalena. -
iTi^saiJtiSaV*""-
*FonmrecaUdoa a ene de detengo 1 ho-
mem *a 2 mulheroa, todos Hwes ; sendo 1 a ordem
do Bf. iini, dos feuos da faiende. 1 a orden do
Delegado da capital i. ordem do subdele-
gado dos Afogados.
" MOaTiaiDADE toWa 30.
Luisa Theresa de Jess. Pernambiic, 80 an-
-nos. cesada. Vanea; ascite.
BUm, PmBAoo, 50 anoos, soltoiro, escravo,
Boa-VisU; anemia. '
Cetnarfne, frica, 35 aooos. solteira, escrava,
santo Aaiooio; hypetrophia.
Rito, Parnamnuco, 33 anuos, solleira, escrava,
Santo Aatonio-, hypetrophia.
Joae,Pernambuco, 4 meses, Santo Antonio:
tosse conTwlsa.
F1i, Alrica, 90 annos, soiteiro, eicravo, San-
to Afltowo; hernia.
Justina, Aiica, 24 anoos, solteira. etcrsTa.
Boa-Viata j gangrena.
CAIaRA MCNICpIl DO RECIFE.
Acamara municipal do Recite tendo recebido
o Instituto Histrico Brasileiro o offlcio que
abaxorai transcripto, convida a todos os seus
muoicipes para que ooncorrsm para a realisscao
desea obra de tanta honra, para o Brasil, eobscre-
?eoio na secretaria da mesma cmara as quan-
4ies de qee quiaerem dtspOr, nao podendo ser
menos de mil rii nem mais de des mil res.
Certa do patriotismo que caracterisa lodosos
Pernambucanos, a cmara municipal do Recife
pera que se prestarlo de boa vontade a realisa-
cao desle grandioso flv.
Paco da cmara municipal do Beeife em sessao
de 28 de ootubro de 1861.
Luiz Francisco de Barros Reg, presidente.
Francisco Canuto da Boa-Viagem. offlcial-
maior serviodo de secretario.
Illms. Srs.o Instituto Histrico Brasileiro,
- a que presta Sua Magestade o Imperador a sua
mmediata proteccao, reaolveu que se Ierantasse
nesta corte urna estatua a Jos Boniaeio de An-
drada e Silva e se erigiese um tmulo digno de
sena preciosos despojos; sao paginas da historia
escripias em aros a marmore pela gra lidio
orasileim,, e que devem transmittir posleridade
as trafltcoes gloriosas que se ligam i um dos
grf. w V*110* ooaee. e um dos primeiros
colaboradores da aossa independencia.
Os abano asaigaados, membros da commissao
a que o o instituto Histrico incumbi lio nobnj
musi, accordaram recorrer ao auxilio de todas
escamaras munielpaes do imperio para que pro-
moyam subscripcoea populares entre os seus mu-
iiicipee, visto coa* o monumento deve ser feito
- a expensas do poro.
A commissao desatando quetodosos Brasi-
leiros poseam coocorrer para lo patritico mo-
numento, quaeaqeer,fue|eejam .. mu fortunas,
nxou o mnimo e o mximo das quantias entre
mil e dez mil ris.
i^V"?^'Ul'" "* "" no dia 13 de
. junjo de 1863, centesimo anniversario natalicio
de Jos Bonifacio de Andrada e Silva, a commis-
sao espera que vossas seoborias se dignem de
coadjuve-la em to louvavel empenho, activando
e apresssndo a sunscripce, cujo resultado ser
publicado oas foihas diarias desla capital.
Deue nardo Vv. Ss.
Rio de Janeiro 18 de agosto de 1861.
Illms. Srs. presidente e vereadores da cmara
meoicipal da cidade do Recife 'da provincia de
Pernambuco.
Ensebio de Queiroz Continho Mattoso Cmara.
Joaquim Norberto de Sooza Silva.Joo Ma-
noel Pereira da Silva.Bario de Maui.Jos
Ribeiro de Souza Fonle.Henrique de Beaurre-
paire Roban.Dr. Claudio Luiz da Costa.Tho-
max Gomes dos Santos.F. S. Dias da Molla.
oal au, como um
acta.
Sala daa sessbes da com misal ^ %h L\~L
^^^^^
Yuconie de
dos lecntarioi. ete,, uu aol*J.a|IBdio;*la.mIde. dllMa
de algodio, 18 ditas e 2 taadM.ftieoda do dito, 1
dito data de lia; a lsidero sanilidsj 4 C.
*.* fw^^i^^.^>M^ltaliim,da da
fltlo ; a Fecreira & Anu*
3'nafana.
Afn/atnsa sriino Fttateca,
Secretorio.
Joaquim Pires Mmehado Portilla.
SecreUrio.
-1-----ri
lommunicados.
R ecordai>des da seena.
uiuL!,aM!,Md0 f'^1"* & 1B#I tocio
Ulteralo Mendes Leal chamara com espirito o ar-
Uto principa, ra recomecar urna cortiasims se-
~iMa eDfl"cul0. Para as quaes desUna urna es-
coMiida collecsio de dramas. Da tolla de sua
25W r,M0* imparto, onde Tai
reedificar e reinaugurar o theatro do Maranbao
com o auxilio e aubvenco doa recursos provin
claes, pretende o Sr. Germano de Oliveira ate
a sua pequea demora nesta cidade proporcione
w P"Wen algumas noites dedlversao.
rtosie lempo de abhorrimeoto, em que nenhu-
ma dutraogao captiva a curioaidade publica, mui
lo proveitosa ser esta iotenaio. ,
Abrir-ee ha hoja o theatro com a composicio
da Arago, que tem por oome: A argaiaada.
Maito coohecido como este drama, intil re-
commenda-lo. I? m daqualles m que o Sr.
germano da Oliveira prova os rscursos de seu
talento, e a felicidade de suss duposigoes natu-
. Esperemos, por Unto, esta noite com a an-
cosidade que deve inspirar a admiracao de um
*edro sentimental em que se pinta ao Tiro se
muito o natural a um dos estados mais excen-
cionaea.da natureza humana. P
PblicaQoes a pedido.
Na abaixos assignados, pssssgelros do vapor
nacional Apa penhorados pelas msneiras silen-
ciosas porque fomos tratados a bordo do mesmo
vapor, e gratos aos boos cuidados que nos foram
prestados pelo seu digno commandante e offi-
ciaes,em falta de outro mel.laocamoa mi
aa presente publicidsde que servir para prora
de nosso reconhecimento, e affeicio.
Pernambuco^ S7 de outubro de 1861.
0V?MD.UnoiRoria. ua mulher a filba.
Manoel Firmino de Helio.
Tbomaz Ferreira Lopes.
Xilderlco Cicero de Alencar Araripe.
J0S0 Cassiano de Castro Meoezei.
Eugenio Jos da Silvs Braga.
Dr. Belchior da Gama Lobo.
Miguel Vieira Ferreirs.
Francisco de Oliveira Cabra!.
Jos Melquades Bezerrs da Silva Cosa.
Or. Hanoel Jos ds Costs.
Augusto Eroeslo de Cerqueir.
Jos Velloso Soare.
M. Lopes da Cruz.
Conatancio Jos dos Ssntos.
Cicero Brasileiro de Mello.
Antera Pereira de Araujo.
Luiz Pereira de Araojo.
Bartholumeo Teixeira Pena.
Francisco Jorge Rebello.
Maria Antonieta Franca.
Fructuoso Pereira Freir.
-----------------------
1 caita miudeus ; a D> Pk WilJ & C.
89 caixas a 8 fardos rateada da algodio ; a
ordem.
' 4 fardas cregdallas, ditos a 18 caixas fazsn-
da de algodio ; a Adamsoo Ikwia A C.
fardos fazenda de algodio 1 cala miodezas ;
a James Crabtrea 4.
* barricas ferragens, 49 fardos fazenda de algo-
dio ; a Babe Schmuultau & c. 6
7 fardos fazenda de linho, S ditas 6 1 caita di-
ta de algodio ; a Arkewight & C.
HrattveA C **** b*"C" ferr,*M '* "
Brigue ingles Folsy, viudo de Tena Nova, coa-
agdado a Johnaton Patar & Companhia, mani-
2530 barricas bacalhao >, aoa meamos.
Bximrtisica\o.
Do a de outubro.
ram -Ue 10 Mar1> Pa Liverpool, carrega-
dePassunea,"h 300cco 6om .500 arrobas
lwrtm de rendas Internas
o i, *t&!mm 'asrnmmhBeo.
M.m IBSf.dfU a 29* 52:356*664
dem de da 30......; 967J081
leiJ 03I9745
D WaMtulsMio provincial
Readlmento do dii l a 9.
dem do dia 30. .
15,75 s 25.77 Ii9
fla*ad^na?f7n^2T3M2,la "*<'** >
45.2284346
899J320
46:127666
BOLETIM.
LIVERPOOL, 8 OE OTOBRO DE 1861.
T. Jmportaeio.
i-ivres de direitos pars o vendedor.
teneros. Prrcat
Algodio de Pernambuco por Hb.: P
Acta da oitava sesso da commissao
de BiBOsicao des prodacts agrco-
las e iBdustriacs desta provincia,
e das fie Ihe rao limitropes ou lbe
licam mimas.
Reunidos todos os membros ds commissao a
excepcio dos Srs. bario de Muribeca e Dr. Bar-
ros Barreto, na sala de soas aessoes pelas sete
horas da noite de 24 do correte," e achando-se
presente o Exm. Sr. presidente da provincia,
Sr. presidente da commissao declarou aberta
sessao.
Lida e approvada a acta da esso antece
dente, e nao havendo expediente, passou a com
misaao aos seus trabalhos.
O Exm. presidente da provincia eommnuicou
que tendo estado como Sr. baro de Muribeca,
lhe ra por este dito que tem deixado de compa-
recer as sessoea da commissao por nao lhe aer
possivel apartar-se i noite de seu engenho ; mas
que.quando por escala ihe couber comparecer pa-
ra estar preaente i vzila dos obiectos expostos.
i-nao deixar de apresentar-se.
O Sr. commendador Manoel Goncalvss da Sil-
va commuoicou que, teodo-se eocarregado em
urna das sessdes anteriores de fallar familia do
ir. Antonio Ramos que se occirpa do fabrico de
ores de peonas, e havendo-o feito, ltie fra pro-
mettido que alguna de sena producios flgurariam
na Exposicao, e dissa que sabia que essas pro-
nucios se estavam apromptsodo.
Os Srs. commendadores Souza Leo e Marques
de Amona apreseotarsas tres capsulas abortas
de algodao herbceo de grandes dimensoes e
pella qualidade, produecie desla provincia, e
julgou-se conveniente que essas capsulas, com
outras que se podessem reunir, flgurassem na
Exposicao.
Foi apreseatado i commissao o projeclo de
programma que deve aer observado durante a
Bxposicso, de cuja redaccio lioham sido encar-
regadoa oa Srs. Drs. Sarment e Campello, como
101 dito oa acia da sessao anteoedente, e e Sr.
presidente da commieeie jolgou conveniente q.ue
osse dado k leilurs, artigo por artigo, afim de
que cada um doa membros apresentasse suas re-
flexoes; e, feito isto pelo Sr. Dr. Sarment, e
depois de algumas reflexdea de diversos mem-
bros, e de Exm. presidente da provincia, versan-
do estas sobre os arligos r\ 10 e 15, foi appro-
vado e deu-se a imprimir e publicar.
.0 Sr. Dr. Sarment comaauotoau que de fabri-
ca de vinagre, situada aas Cinco-Pon tas, se ha-
vism de exporas tros especies de vinagre qee
nesse eslsbelecimento sao preparados, e que aos
membros da commissao que ealiveiem de dia du-
rante a vizita dos productos expostos, se entre-
gario todos os diat amottraa em vasos aproara-
mos s&m de serem provadas e examinadas as
ditas especies.
Commnnicou mais que recebara urna carta
do reverendo mieaionario Fre Seraim, em
que esta lbe aalMatava ter-lhe dirigido
por intermedio do Sr. Manoel -Pereira Le-
mosduas grandestefpiUngas, mas que, pro-
curaado a pesaos encarregada ao aja* aa trato,
aoubera que anda oa nao recebera, Ignorando o
lugar em que flearam, ytaWttouda por isto facer
as possiareto diligenciar para- escobri-las e Ib'as
utregar; acreaeoatosj ana a mesmo miinona-
^ Foi apraaeotodo. lmprew d ntSim
doa liaros dea reerbooejuotom de ser dado isjael-
pnedade do 8r. Ftoueirda aV Parto *, toadaTe
**t rubricado pefolrr. rfislIsBUaM iraimlaaia
passou a aaaa mioe. *******
% nio haveodo nada mato de que aa
O abalto aisigoado lente do corpo de
polica, tendo recebido do Exm. Sr. Dr. Tristio
de Alencar Araripe irrefragaveis testemunhos de
Denevolencia e distincta considersio, durante
doua annos e tantos dias que Uve a honra de
servir sob a zelosa direegio de S. Exc. na policia
de urna provincia lio Ilustre por seus bros e
amor a constituico jurada, prevalece-se ds im-
prensa para significara S. Exc. seu eterno reco-
nnecmenlo e dar-lhe osmsis sinceros psrabens
pela pureza de suss intenefies no proficuo de-
empenho das funeges do cargo de chefe de po-
lica sendo um dos mais deavelados propugna-
dores da boa ordem e felicidade publica. Db-
ne-se o Exm. Sr. Dr. Araripe de acolher benig-
namente este tenue testemunho da sincera gra-
tidao de seu atteneioso e venerador.
Franciaco Borgea Leal.
i
COMMRCIQ,
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o 7- dividendo de 12
por acqao, relativo ao semestre findo
em 3 i de agoato prximo passado.
A directora da caixafllial tem deliberado
marcar o prazo de30 dias para o recolhimeoo
das sedulas de 20000, findo os quaes estario
sujeilas ao descont mensal progressivo de 10 0/0
de conformidade com o decreto n. 2664 de 10
outubro de 1860. Recife 10 do outubro de 1861 _
O secretario Interino, Luiz deMoraes Gomes Fer-
MIMaj
Praca do Recife 30 de
outubro de 1861.
A.s ^natro lloras da tarde.
Cotaces da joBta de eorretores.
Cambios :
Sobre Londres -26 e 25 lt2 dinheiro por 1JOO0
90 das vista. "^^
Sobre Paris375 rs. por franco 90 d. vista.
Descont :
9 e 11 0[0 ao anuo.
Leal Sevepresidente,
rredenco Guimaressecretario.
N0V?BANC0
DE
Pernambuco.
EM 29 DE OUTUBRO DE 1861.
O Banco descont na presente semana a 9*/
so aneo al o prazo de 4mezes e a 11 / a(2
o de 6 mezes, e toma dinheiro em conts correte
simples ou com juros pelo premio e prazo que se
eoove ncionsr.
a\l tandeara,
endimento do dia 1 a 29. .
dem do dia 30. ....
553 653*176
17.985|723
mm ^-^ 571838S899
Hovlmento da alfandesra.
Volamesentradoscomfazendas.. 536
> com gneros.. 34
Volamos
c
lahidos
com tazendas..
com gneros..
128
3i
570
162
paeaaa mmiaaao,
feasao patos oo
0 8r. presidento toraatou
a asato bar aa di caite, da
Descarragam boje 31 de outubro.
Hiato brasileiroDuss Luizascharque.
Barca americanaAzeliafarinha.
Barca nglezaNorvalbacallao.
Barca ioglezaCearferro e carvio:
Barca inglezaWyathmercadorias.
Importa^o.
Barca ingleza BVeotA, vinda de Liverpool
consignada a Sanndera Brothers & C, maaifestou
0 siguite :
45 fardos tecidos de algodao, 115 gigos e 2
cextos louca.100 barris alcatrio, 111 toneledaa
carvio de pedra ; a Sanadora Brothers 4 C
50 barcia mantelga ; s Amorim Irma os.
25 fardos e 28 caixas fazendss de algodio 100
barris manteiga ; a James Ryder & C.
3 WrrTjcaa canos de chumbo; a ftodlron Roo-
STfixos de ferro em barra. 3 caixas fio da re-
la ; Jos Antonio M o reir toas & C.
H barricas cetteja ; a Scofl WUI00.& C.
8 caltas fazendas de algodio 8 fardos alcatifas,
1 caixa lencos de liobo ; a Kalkmann Irruios.
J eaixss fazenda da algodao; a H. Gibson.
480gbse 1 csixalouea. Kbarris manteiga,
4^fcdoa fazenda de Vnt< a Johnston PiSer
*. lntlada de ferro krtto; a D. W Bwmn
4 C.
^*J^ 48 eadiaa fazenda de algodio ; 23
ft iKeTeexto lott^ ^'fcnah Mellon
calas faina de flindrea, 2dil ch.poa da
Bom.
Mediana.. .
dem d. Baha, SU*''. \
Mediano '. .
tm_ a %m Ordinario .
dem do Maranhao, libra langa
Alcntara .
Itapieur .
.. Casias '. .
dem de machina bom .
Mediano .
Ordinario. .
Assucar porll2ftdo Rio, b. .
Lonro. .
, Masca vado .
dem de Pernambuco branea.
Louro : .
_. Mascavado .
dem da Baha e Macei b. .
Louro. .
Mascavado .
Balsamo de eupsibs por a, claro
Turvo. .
Borracha por fina. .
Medisna. .
Ordinaria .
Cabeca de Negro
Sernamby .
dem do Ceari, palles. .
Sernamby. .
Cacao, par 112libras:
Para.bom.....
Bahia, o.....
Cafe, par 112 % Ra 1.a serte.
Segunda .
Escalblda .
dem da Bahia primeira sorte.
Segunda a
Escolhido .
dem do Cear.......; .
Castanha por 112 9 do Psr n.
Cebo por 112 ft do Rio Grande
Bom e duro.. .
Mediano. .
Escura. .
Cera de carnauba, por 112
Chifres, par 123 s de vacca .
Da bol. .
Cinzas de oaos por tonelada:
Branca. .
Preta .
Clina por sdecavallo .
de vacca .
Cobre velho, per Ib.....
Couros por a da Rio,
Soeces de 30 a 35 a.
de 20 a 24 ft
de louroi, 35 a 40 >
dem da Rio Grande, par %:
Salgados,de65a 70 a.
1 de 45 a 50 a
> de vacca 40 a 48 a
Ca vallo, ecco, 10 a 13
. um .
dem salgadoi, 23 a
30 .....
dem dem, 16 a 20 a.
dem de Pernambuco, Bahia,
MaranhSo e Para por %
Seceos salg., 26 a 30 %
d espichados 16 a 20
Curtidos 7 a 9 % .
Molbados salgados, 40
a 46 Ib................
dem do Cear, Parabyba e
Macei por a.. .
Seceos salg. 30 a 32 a.
Molbados s,45 a 50 a
Cumar. por libra bom. .
Ordinario -
Estanho por 112 lbs.
11 d s 11 l|4d
10 dal01|4d
9 3,4 d
10 d
9 3i4d
91j2d
11 lild
11 d
10 3i4 d
10 1(2 d
9 3|4 d a 10
9 1i2d
25|0 a 30i
22i6 a 23[
20(0 a 2210
25|0 a 30|0
22|6 a 23i0
20(0 a 22(
22i6 a 2310
19)6 a 22i6
1|7 a li8
ll6 lt2
1l?
1,3
llO
0|9 1|2
0[9 li2
Gomma ou bueno de paisa por a
60|0 a 63j0
48i0 a 50i0
54| a56[
48| a 50i
58i a64|
52[ a 54|
46[ a 48i
54|a58|
54| a 62;6
20|
50|a 51i
45| a 48i
40[ a 44|
60j a 601
15|a20i
1I a 15(
4 15J e *4fT|
3 10| a S 45(
9 d a ljl
8dal[0
9d
9 d a 11 d
9 d a 10 d
7 d a 9d
61i4da61|2d
6 d a 61|4d
5 3)4 d a 6 d
6(0 a 7{0
7i6 a 11(0
5,0 a 6,0
61)2da7 d
8 d a 8 li2 d
9 d
4da5d
7 d 1 7 1V2 d
4da5d
1|*
98i0
. NAVOS i' OA*WA PA1A BililL?
#aci-Flerist^.20,de outubro.
Idees-Isa bella SeetU-Idem.
PernambucoImogeee12.
demBlisa Hanas15.
demNautllusII.
demBonita20.
Numerario.-Em 19 de Miembro o bsneo de
Inglaterra bsiiou a taxa do juro para 3 W 0/n.
tendo squelle estabelecimeoto as seus cofres
nessa data, cerca de 6 14.000,000 em sonante.
Algodio.--Este mez epresenta um total devan-
eas jamis visto oeste mercado. O furor para se
?i ,.orear!m delle ,em M extrsordinsrlo.
lano da parte de especuladorea como dos fabri-
cantes e exportadores. Emqosnto que ss entra-
das s montsram em 103,21? caceas, as reodas
HfSiA5'"1 con,uino >89,340, para especolscio,
WZXZT\ l p"/ *.erem *Pldas 87,310. dando
um total de 459.530 caceas durante as 5 semanas
unoas em 4 de outubro deste anno. O mercado
tem acalmado um pauce, mas as procos estio
Ti .? e ^"'luer aiteracao que potsa haver
sera ainda ma or subida de pfecos- Aa entradas
este anno at 4 do conente montam em 3,516.266
aaecas, inclulodo 75.611 da Brasil. As vedss
montam no mesma perlada em 3,201,750 sseess,
incluindo 75,880 do Brasil. Em ser fleam 712.300
saccaa, iocluindo 10,450 saceos de Pernambuco
ele. ; 8.300 da Babia, etc.. e 950 do M.ranhio
. t'Ii' aec<1o 'am experimentado urna
aubida de 9 d a lf desde s publicscao da nossa
ultima, e as tranaaesoes em grande escala. As
qan'i'.nii a moo.ta,a em 89.700 saceos, e
Iho de Bailara a 11,3 pelo de Raogoon e Nee-
rODSI6e
Assucar.0 mercado tem estado bastante ani-
mado, maa com quas nonhuma differenca as
presos da nossa ultima. As vendas do caes mon-
tam em 160 caixas, 130 barricas e 13.750 saceos,
aos precos de 2!i3 e 221 pelo de Pernambuco
5?.l6P^de P^rahia l,l9 Pel d0 C*"4 i 20l.
1[ o 22|6. e 27, pelo branco ordinario da Babia
Em viagem aa vendas montam 22,900 saceos e
UO caixas aos precos de 29t6 pelo branco de Per-
nambuco 2f|e (6 pelo mascavo; 20i6 a 2116
pelo da Babia, e 20[ a 20t9 pelo de Parihiba. O
mercado continua firme e com algumas apparen-
ciaa de subir. rr
Azelle doce.A pequea qosntidade em ser
tem produzdo grande subida no prego deste
genero. As vendas montam ean 460 toneladas
de medicao aas preces de *60 a *63 pela de
Gahpoli e af56 10| a #59 pelo de Malta.
Em ser em 4 de outubro, 1861 255 toneladas,
dem em 1860 1310 a
io .! d Paltn--As vendas mantam em
1840 toneladas aos precos de s* 41 a #42
si yfo9' e 145 ,0Delaa" em 'iagem de te
*1 a9? 4*e
Em ser em 4 de outubro de 1861 2215 toneladas,
dem em 1860 810 >
Borracha.Continua a encontrar compradores
aos precos actuaea. mas looge de subir a tendeo-
e pars balxar. As vendas montam em 75 to-
neladas aos precos de 1,71|2, Ii7 e 1$ pela Boa,
l|41i2 a 1(1 pela mediana, a Oill
cabeca de negro.
Garujuba, qualid
2 dita. .
3* dita. .
Psscadf. 1* qualidade
2* dita. .
3a dita. .
Piriibs, 1* dita
2* dita .
3a dita. .
Bagre, r qualidade .
2a dita .
Jacaranda por tonelada do Rio.
Idam da Bahia......
Gerzelim, por qnaiteirao. .
Piassava por 2240 Ib. do Para.
da Bahia.....
Pixurim, por 1121b. bom .
Salsa parrilha par libra boa. .
Inferior.....
Tapioca por 112aRio superior
Ordinaria ....
Croe por a do Para bom. .
Fuadot e Cambios.
Fondos inglezes.
Banco de Inglaterra (aceces) Por OO
Consoldffdos
3,7 a 3|9
3|0 a 3(2
2i4 a 2,6
3[8 a 3[10
3i0 a 35t
2|i
2;8 a 3i0
2i5 a 2i9
1|9 a 2,3
J0t7 a I16
#20a #27
# 14 a 20
30
117 15j
l
55| a 60|
40| a 45|
6 d
a 0,9 lpela
Balsamo de copahiba.Aa vendas tem sido
Pj^06"" precos de lr6 1,2 a lt7 li2 por
Caf.Venderam-se cerca de 350 saceos da
Babia.
Cinzas de ossos.-A procura tem sido activa, e
especialmente para cargas em viagem.
Cou'os---As entradas de couroa este mez mon-
tam em 2090 couros, e as vendas sao de 8181
aos precos de 71,2 a 7 5i8 pelos do Cear de pri-
meira classe de 31 li2 a 32 libras ; dem com
VraVn?!-^ A Vft por ,ibra: *****
1 l /"L"?"' de Pernambuco de primeira
clsase de 28 libras a 29 librea a 6 7i8 por libra. A
procura para estes couros tem sido limitada, to-
dava nao ha alteracio nos presos.
asnV,nhit..dd b,l8,,-A endas mantsm em
960 toneladas os precos de 18j por 112 libras
pela mediana, a 18,6 s 19i pela Superior e con-
tinua a subir.
II Gomma de peixe.Aa ultimas vendas tem sida
reflectuadas com alguma modificacao dos precos
I Oa noasa ultima. "^ rv
Matfim.as vendes em hasta publica, princi-
piadas em 2 do correte, s terminare amanbia
masasporcoesji vendidas mostrsm um abati-
mento de cerca de # 2 dos ltimos pre$os.
REVISTA COMMERCIAL.
LISBOA, 11 DB OUTUBRO DE 1861.
Precos correntes dos gneros de importacao do
., Brasil.
Algodao de Pernambuco. .
Dito do Maranhio e Para. .
Dito de Angola 4 .
Dita da India..................
Assucar de Pernambuco b.
Dilo mascavado .....
Dito do Rio de Janeiro m.
Dito da Bahia b.....
Dito dito mascavado ....
Dito do Par* broto ...
Dito de Cabo Verde.....
Dito da India..................
Agurdente de canna do Brasil
Alpiste............
Arroz da Indis. GOs .
Arree do Maranhao e Paraiup.
Dito dito bom .......
Dita dita ordinario.....
Dito dita miudo.......
Caf do Ro primeira sorte. .
Dito dito segunda dita. .
Dito dito terceira dita ....
Dito de boa escolha. .
Dito de Cabo Verde.....
Bito de S. T. e Principe. .
Dito de Angola........
Cacao do Para.......
Dito da Babia........
Dito de San Tbom .....
Cairo da India.................
Cera amarella de Angola .
Dta dita de Benguela.....
Grave do Marauhao. .....
MJibo,
Patos.
. .
. .
Sal.

H
A
i
... A 300 400
Du. 800 m
-------- @ 4>400
1400 1600
0 780
I7A. 7M
simo ajae
9*p00O 8|O00
1159000 lJKKfOOO
P. 401000 451000
45|000 50|090

Dito analto.
Toacinho. ...*..'.
Voho de Lisboa tinto .
Dito dito branco ....
Vinagre de Lisboa tiato
Dito dito branco.....
Cambios.
Londres 90 d|d......53 1 /a
Parts lOOdid.......598
Genova S mjd. .
Hamburgo 3 zn|d. .
Amaterdam 3 mid.
Madrid 8 d,T. ..
Porlo8div. .
. 5B9
... 48 1/4
... 49 3/4
e WaO
Mr*
Mataos.
89020
141900
Pesas de 8*000 .
Oneae hespanholas. .
Ditas mexicanas. .
Agolas de ouro dos Esto-
doi-Uoidos ....
Soberanos (s prata). .
Oaro cerceado (a ouro) .
Palacaa bespsnholss .
Ditas brasilelras ...
Ditas mexicanas ,
Cinco francos ....
Prata portugueza (marco).
Fundos e accSis.
3 por canlo da a sienta raen lo 48 1/4 a 48 1/2
Coopons ......
Divida differida .
Banco de Portugal. .
Dito commercial do Porto
Dito Mercantil do dito .
149100
189250
49490
19980
930
930
930
875
7995O
89040
159100
149200
189400
49500
29OIO
950
950
950
885
89020
47 3/4 a 48 1/4
41 a 42
5849000 a 5889000
2589000 a 2609000
8589000 a 2608000
a
a


D
9
B
'
s

a
P
A


a
a
170
170
145
060
19600
1$200
19100
19550
191O0
19200
29OOO
19800
180
180
155
080
29300
lfOO
I940O
19750
I94OO
19500
29IOO
29000
Reducidos.
Fondos novos.
Belgas. .
Brasilelros ....
. v
Dinamarqnezes .
Hespanhes.....
Differidos
Passivos.
Hollandezes....
* 0)
Mexicanos......
Porluguezes 1856 1857..
1859..
392 718 a 93
. 901i8a91
. 90 1i8a91
Estrangeros.

1883..
. 41,298a 100
589 a 100
. 4 li2 91 a 91 7i7
3^82 a 84
3-^W3i4 a501i4
342a 421(2
3 17 li2
. 2 1i264 a 65
499 a 99 1,2
3 26 1,4 a 26 1[2
346 314 8 47 1,2
5 99 a 100
4 1,291 1,2 a 9
fr. 2000
RQssoi. .
Banco de*Fraapi (aesesj.
Fondos franceses. 4 1,2 99,
> c 3 -8,25
Meta es preciosos.
Ouro era barra. .P. one.a 77r9
Cravo de Girofe
Chifres ..... .
Couros verdes do Para. ,
Ditos ditos da Bahia.....
Ditos ditos de Angola .
Ditos aalgados do MaranhSo.
Ditos ditos de Pernambuco .
Ditos ditos da Babia.....
Ditos ditos da Angola .
Ditos ditos de Cabo Verde. .
Ditos ditos das Ilhas .
Ditos ditos mouros......
Cominhos .........
Deutesde marOm lei......
Ditoa ditos meao........
Ditos ditos escravelho .
Erra doce ..........
Farinha de pi ....
Gomma copal amanilla
-uamaXa.....
Dita branca ....
Dila ordinaria.....,
Dita do Brasil .....
489000 529000
600 700
39600 39800
690O0 69300
59600 59800
5920O 59400
33800 49OOO
3*700 39900
39350 39500
39OOO 39300
29OOO 28200
48600 59000
49200 4400
39600 49OOO
39600 39700
298OO 39000
3310O 39200
79OOO 109000
300 305
305 310
500 700
090 120
H. 289000 808000
a


a


a
a


a
B
d
S

b
d

a
3

.
. a
. @
. alq.
e en-
. a
1 a
. a

a Pertogaes em meeda.
a Brasil.....
Onjas Isaspannolss. .
> americanas.
Prata em barra ....
Patacas brastteiras .
Pesos columnarios bespan.
Pesos daa repoblicas besp.
mexleanos .
Madasd5r. .
CniudM'Mvos .
Wspoa.
Perla.
a a 77,3
'77r6
> 75i
a 7i7a73,8
5t05v8a6t0 3rS
a 4,108,8
> a 4ilt 3\4
^ j 4U . *rtT 718
. a a *lll 118
CttblM.
90d.d53 1,4 a 51 818
6J Irl a 52 5,8
Linho da India..............
Melajo.............
Olao de copahiba......
Pimenta da India......
Salitre da India..............
Salsa parrilha sopeiior.....
Dito dita regalar......
Dita dita ordioaria.....,
Tapioca boa..........
Urnc.............r
Ursla de Angola e Bangos-
la superior......... aa
Dita de dito ordioaria
Dita de Gano Verd......>
Siqoetas do Maraoblo. .. orna
lia da Pernambuco ....
107
172
157
140
130
120
150
155
180
150
39600
11200
11500
I9IOO
39500
650
59500
29100
29400
93000
329000
549OOO
120 135
a 79000109000
@ 19J000 219000
a 129000 161000
a 109000 119000
(g I92OO 295OO
100 140
102
167
180
120
120
110
130
140
140
120
38400
19100
19000
600
39200
600
49800
19800
I9OOO
19400
6;
_ ,_ _, REVISTA COMMERCIAL.
De 12 de setembro a II de ootobro de 1861.
Durante o periodo dests revista o nosso mer-
cado cooservou-se eom a pouca animacio quo lhe
notamos no mez passado, como melhor se veri
osa observacoes que fazemos a cada um dos g-
neros em particular.
No mercado de fundos tambera nao temos a
fazer alteracio alguma.
Assacsr.Durante ests nossa revista, entraram
do Rio de Janeiro 66 caixas. 805 barricas e 30
saccas ; da Bahia 44 caixas e 31 barricas ; de Per-
nsmbuco 2 caixas, 122 barricas e 13,081 saccas ;
do Para 161 barricas ; de GOs 60 caixas e 923 sac-
cas ; de Cabo-Verde 219 barricas ; de Cdiz 50
caixas e 200 saccaa ; de Southampton 10 barri-
cas ; e de Demorara 325 ditas.
Os avultados supprimentos continosram a ag-
gravar a situacio deste genero. Os compradores
reduzram os seus offereeimentos, e a maior par-
te dos possuidores tiversm de aceita- los, e prin-
cipalmente nos mascavadoa ordinarios a baixa
foi senstvel: temos porem a observar que em
coneequencia desta flzeram transaeces avul-
tadaa.
Actualmente nio ha perspecva favoravel para
este genero.
AI8d?-Entraram de Gda 84 fardos, e de Li-
verpool 384. Ao que dissemos na nossa ultima
reviaU s tomos a acrescentar qne algumas com-
prae que ae realiaaram do algedio do Brasil fo-
ram com o exceaso dos precos agora colados.
Agurdente do Brasil.Poucas transaeces :
parte da importacao que tiremos, destina-se a
ser reexportada de con la propria. As entradas
* de W pipaa e 3 cseos de Pernambuco. De
ue felasgovr e Demerara entraram 80 pipas e 13
cascos. r *
a Aaeito.Este genero continua a ser importa-
do de Hespanbs, e os precos teem-se elevsdo
as lransac;oes sio regulares.
Arroz,,^.?OUCM Teo<1"- Entraram de Goa 2832
saccas e 7353 arrobas de Mocambique 2499 pan-
jas, e de Liverpool 100 saccas.
Alpista.Precos nominaos pela falto de tran-
saccoes. Nao temoa a notar entrada alguma.
Caf.Os supprimentos ebegados foram de 324
Sff*J o K? de.Jeiro. 742 de Cabo Verde, e
7UO de S. Tbom.
Depois ds nossa anterior revista os possuido-
res eleraram os precos. mas denoto algum lem-
po os compradores affastaram-se do mercado,
avista porem da firmeza dos possuidores, cede-
ram aquellea em parle e realisaram-se em tran-
saeces de qualid.des superiores precos mais su-
bidos, obtendo-se 50 i 100 ris cima das oos-
sas cotagoea pelas qualidadea eacolhidas, qae ra-
ras vezes apparecem no nosso marcado. Nio
acooteceu porem o mesmo com o daa possesses
que pela abundancia do depoaito e a pouca pro-
cura operou a baixa que ae oota as nossas co-
tagoes.
Cera.Poucaa traneaeces. A entrada foi de
7* gamellas de Loaoda, 66 de Beoguella. 31 de
Mossamedes, e 27 de Mogambique.
Cacao.EnUaram do Par 107 saccas. Todo o
quehaviade S. Tbom foi vendido, para reex-
portar. No do Para insignificantes vendas se
teem effectusdo, porque oa poaauidores teem pre-
tencoes superiores ao estado do mercado.
Couros.Transaeces regulares. As entradas
nV8., V1,5^0/"4' ** de Pernambuco.
i-d^?"M', 535 de Loda.274 de Beoguella,
246 de Mossamedes, 767 de Cabo-Verde, 66 da
Graciosa, e 398 da Madeira.
Gomma copal.Alguna embarques de conts
propria. Entraram de Loaoda 150 saccas.
Gomma do Brasil.Nao procurada, e a eata-
cao nao favoravel a este genero. Entraram de
Pernambuco 138 saccas.
Melaco Aa entradas foram de 60 barris da
Baha, 50 do Pari. 51 cascos, 224 barris de Per-
nambuco, 47 cascos de Londres, 150 de Liver-
pool, e 197 de Demerara.
Pelas razoes que aponamos na nossa ultima
reI o* os Pre^* continusram.a declinar.
Marflm.Deaprezado. Entraram de Benguel-
la 165 ponas e de Mossamedes 88 ditas.
Salsa parrilha.Aa entradas foram de 509 rol-
loa do Pari, 20 fardos de Cdiz e 100 rollos de
rernamouco. Deste genero nio consto vendas.
Urzella.No fim do mez passado effectuaram-
ce algumas transaeces de mais importancia, ele-
vando-se a exportado a 707 saccas, ltimamen-
te algumas vendas realisadaa foi as de Cabo
Entraram no decano desta revista 73 saccas
de Beoguella e 476 de Cabo Verde.
Vinho.Poocas transaeces. Os precos podem
r*puiar-se como oominaes.
Outabra 4
neo.
A3 .fl
BeJia Flfnoirenae ,
Meo.
mm sato, Fer-
- Amallas, Petaostosco.
Sabtoaa
Setembro 13 Tyne. vspor, Wooleoo' -.
23 TerceireaM. Otos '-2 ^^
23 Marta daGtor A.V *'
> *\i
_ 6MBARCAC0Bs"a' CARGA
Paro sm buco.Briga as Soberano e
barca Gralidio.
Maranhio.Barca Feliz Uniio.
Pari.Brigue Ugelro.
MoTimento do porto.
s-tojf.
JTofetotoiM,
Navio sabido no
Partos do sulvspor ioglez
mandante Weolward,
Navios entrados no dia 30.
Terra-Nova42 dias. barca ingleza NorvnL
de 243 toneladas, capillo David Cantor.
pagem 13, carga 2809 barriese MI
a Saunder Brothers & C.
Fsyal42 diaa, barca americana aTsrry, 40 287
toneladas, capitao Woodward, eqeipafeaa 28.
carga azeite de peixe ; ao mesmo caadla. Veas)
refrescar.
Aaaumpcio8dias,barca americana B. F. Moer,
de 298 toneladaa, capillo I. Mu Cana, oasn-
pagem 11, em lastro; s ordem. Veto oa> Ma-
cu de frete.
Navio sahido no mesmo dia.
Babiabarca iogleza Spirit of lhe Times, capi-
tao Jozeph Jeao, carga a mesma que tren 4to
Terra-Nova. Suspenden de lamarao:
a
_3
e
I jg i 3
ao 00 a> ; jp^
8
8 S
3 2
8
I
gf rexMlra.
Cisterna Af atra
mtrica.
franttt.
Infles.
I

A noite nublada eom pequeos
smsnhecer vento ESE fresco.
oscilaqJ.0 da aiai.
Preamar as 1 b. 30' da tarde, altara 5.8 a.
Baixa-mar as 7 h. 18' da manis, altara 1 f a
Observatorio do arsenal de martoaa! 4a -
tubrode!861. niaa, aa aa aa>
KOHANO
1
srxrrLi,
Editaes.
Agoardente ,
Azeite doce .
Ameodoa docetm
Batatos.......
Cata branea em gromo
Dito dita em vetos. .
Expertaeio.
Alm. 69300
r 109000
69000
69500 IO9OOO
19C00 19500
18900 29100

milo
Irna de vacca.
a da parco
Fsrtohadetrfge.
Ib.

a
M
A
A
<8
a
49100
39200
280
380
400
149
819
79OOO
49300
38400
20
400
490
160
440
830
121000
309000
EMBARCA CES DESPACHADAS.
Parnambuco.Maria da Gloria patacho por-
loguez J cora 62 pipaa. 6 meias ditas e 135 barris
de vinho, 8 pipas e 100 barris de vinagre, 5 cai-
xas e 75 barris de azeile, 101 barris de toucwbo.
SO barris de chouricos, 300 de cal em pedra, 18
barricas de cera em grumo; 30 de cevada, 16
caixaa de maceas, 151 de cera em vellas, 6 de do-
S?i.f,R^IXaS. de,b,lil". 120 caixas, 30 meias
. gos, 200 caixas e 600 molhoa de cebollas, 6 cai-
! 5 >?ncoes de m,m de on>"les, 20 far-
dos de alhos 335 pedras de legado, 64 volumes
de drogas e 24 volumes diversos.
Pa,r.Terceirense ( patacho porluguez 1 com
10 saccaa de alfazems, 5 de cominhos. 5 de erva-
doce, 2 caixaj de doce, de peixe, 20 socorelas
ftani?^ls?' b^rnc" de D0M. 160 caixas de
KSRsi5iSinco-flUa de "eoi. 30 barricas de
bacalhio 200 caixaa de btalas, Vo ciixas e 650
veais?6 ceb0,lu'e38 '* ^ MlK
.vMaria (patacho porluguez) com 2 eaixss e
!.^,nJhd.".T,5h0' jP- barrtadevi!
nagre, 101 barril de azeite, 30 de banha. 189 moios
las, 20 de queijos, 3 de doce, 250 de ba total. 260
de figos. 60 de bacalhio. 23 'valamaii de "ogM
10 saccas de grio. 10 barricas de cera 10 caS
40 meias ditas e l qu.rtoa dVatSaa *W 5
-,k' ello, 2 caix e 25 fardos *paB."8
molhosde ceblas. 100 sacoretas de weitoosi
BARRA DE LISBOA.
brasileiro, Loald,
Trellier .
i-7. ? Iln-.s'-taapactor da laaaoararto are-
vinctal, em virtode de reaolocio da i sata aa fa-
zenda manda fazer publico que a arrematocaa 4a
piano que existe no collegio daa ortsaasTscea
transferida para o dia 12 de novembroaraximo
viodouro. "^
E para constar se mandn afiliar a innata a
publicar pelo Diario. '
Secretaria da tbaaourarta provincial da Per-
nambuco, 30 de outubro da 1841. ^^
O secretoria.
ni n,ton> Ferreira Z 7 m' Sr'-.ioa*<*o* da Ibesourarto ara-
vincial.emcumpnmento de resolucie 4a iaato
da fazenda, manda fazer publico qae aarreaaeta-
Sr h* C0,nCe"08 d*. "J"6 PreeU *** to
do Cabo, ficou Iranatorida para o dta 14 ato ao-
vembro prximo fulera.
E para cooslar aa mandoo afflxar a iTrnaala a
pubcar pelo Diario. ^^ ,l"""
Secretaria da thesouraria provincial da Per-
nambuco, 30 de outubro de 1861.
O secretorio,
/v .. Antonio Ferreira Ti*nanriaria
O Dr. Tristio de Alencar Araripe ieu^Xreito
especial do commercio deaU cidade 4a leal
e seu termo capital da proviads a "-Miras
buco, por S. M. imperial e coosUtocioaal Sr
D. Pedro II. que dJo. guarte,^itor^
Fago saber que pelo preseoto ala aavaaatato
coovocadoi todos os credores d* camaserc
matriculado Joao Jos de Gouveis, eatabetocUa
eom loja de fazendas na ra do Quaisaade a 29
a comparecer 00 dia 4 do entrante aa 10 horas ato
manbia ca sala dos auditorios, como fon deeto-
nsdo por eate juizo, afim de que reaoMoe loaa
possa-se deliberar acerca da moratoria ae a
meretissimo tribunal da commercio issaelraa
aquello commerciante, de conformidade casa aa
arla. 899 e 900 do cdigo commerciil ; visto co-
mo nao pode ter logar semelbanto rtallseacls no
da115 deste mez, por justo impedimento.
E para que todos tenhsm noticia, msadei aaa-
sar editaos que serio afiliados nos lugsrea 4a
costume e publicados pela impreoss.
Dado e passado nesta cidade do Recito 4a Per-
nambuco, aos 30 de ootubro de 1861, qutdrsaws-
simo da independencia e do imperio do Brasil.
Ku Manoel de Carvslho Paes de Andrade, eecri-
vao o subicrevi.
n n > Tristio de Alencar Araripe.
O Dr. Bernardo Machado da Coala Darla, Jala 4a
direito da primeira vara criminal e subalitato
da do commercio desta cidade do Recito a sao
termo capitsl ds provincia de Peroambaco. aer
Sus Magestade imperial e conUtectoaal a Se-
nhor D. Pedro II, que Deas gaarde ate.
Fago saber pelo presente qoe 00 ala lt da ao-
vembro do correlo aooo se hio de arrematar
por venda a quem mais dr, em praca pablica
deste juizo. depois ds audiencia respectivs, os o la-
jee tos seguales: tres carrosas de calilo, de deas
rodal, a sessenta mil ris cada orna, eeate a oi-
tenta mil ris, aove ditas de austro rodea, aaade)
todas novaa, e em bom estada, avallada cada
urna em noventa mil ris, oito cantee e dez mil
res, prefazeodo todo a importaoda total aeaeva
centos mil ris ; sio pertoacealaa as
carrocas a Flix da Cunbs Teixeira, asa
penhoredas por eiecocie que contra a
Urbaoo Jos de Mello eooamiaaa Jos Veltoea
Soaraa : e na faltado licitantes serio anematodaa
pelo prego
da adj
com o abettaaeato 4a
loticis a queaa iatoraanr
qoe sarna anUadee
pobricadoa pala toa-
-W"
Setembro 13 Olinda,
. .f'W'Mnuca.
14 Estremadara vapor .
BrasiL 'J
*

Rodriguen,
tina-so para
aJ
T Oneyds, vadat; levis, BraalT.
. gaeis, Pernasabuco.
L
e vea ar-
Ml-
E pata que chegu.
possa mandei pascar
ooslugarea dd*c
prensa;
Dado e panado nesta cicada da Reeife,
de[Pernambuco, aos vtl bredM de *m
outubro de mil oito ceatora aessenta a usa. Qus-
drsgesimo da todaaaoaaaato a do imperto da ira-
&J&o*i&,F^ho P4M *i-^
Declaro que este val asaigaeda aela Dr. lato
de direflo do commercio Tristio da Alaacar Ara-
ripe. Eu dita escrivio o dectorei^laSatoa da
Alinear Araripe. 1
O I^a>neatoda Aqalna Foneaea, eavalleira 4a
ordem de Cbriito, rato da arphiea a malas
da ctoade do Raaato a sao tormo, par S. M.
Impender, qaa Daca guarde oto.
. VaMatobat.aM ^ stotojutoo a a
de Jos Tbomas de rapos Ouaraai
dao.aa 4 exsme de mmi4.de paeaaa de m
****{:.*&*** nastoaatto
autos i miohe ransaaaiay asa qi
a sentenca do theor segaiate:
----------"ndJi mtr
JmaBBBBBBar^
r
__
L______
----------- e incapaz
4
cao em aue mando ceatiaoa
nadoJoeTbomaxde Campea
41-
a.


--
m* mimnimmttmtmu
' r
si m qprviBO m Mfli.
de htttr smigoedo termo de aceitaebs da core*
tolla que lhe U abo con e|d, ^ | lfmMmf
gatM do ediM, *-mocio-
dado Qusresma, que pagari ai cuttn i coota do
4 ****! rttbjrj do 1861, Ernesto de
A quino Fooceca.
E como estofa ctmprida a ultima parte de tni-
nha mencionada sentones, e e ache por conse-
guinte o predito Jos Thomsz de Campoi Qua-
resma definitivamente encarregado da gerencia
dos beni de sua fllha, e administrsgao de sua
peaaoa, para que tfom previo coahecimento e 11-
ceaca deite jalao, se haja n'uma e n'outra mis-
sao como lhe compre, o, exigirem os legtimos in-
teresses de sua dita curatelada, mandei, afim de
que a todo o tempo conste, pasear o presente
MdoPB*^.^ jP^eeaflUadono.
Dado e passade sob mea sigoal e sello, ou Ta-
ina sem sello ex-caeaa.
Recite. 24deontubro de 1861. Eu Floriano
Correto de Bntto.escrWo, que o r eecrever, e
subscrevi.Ernesto de Aquino Fonceca.
Ao sello 300 tora, vaina sem sello ex-causa.
Aquino Fonceca.
Nada mais ae continha em dita copia do edital
aqui transcripto estreido do proprio original, ao
qual me reporto.
Rosne, 28 de outubro de 1861. Fi eacrerer o
asslg&o.
Em f de verdade, Floriano Correa de Brillo.
(Eslava sellado.)
O Dr. Bernardo Hachado da Costa Doria, juix de
direlto da prieoeira rara criminal e substituto
da do commercio desta cidade do Recite e sea
termo capital da provincia de Peraambuco por
S. M. I. e C, Sr. D. Pedro II, que Dos
guarde etc.
Faco sabor pelo, frsenle que no da 25 de no-
vembro do crtente aono se ha de arrematar por
venda a quem mais der em.. praca publica deste
juizo, depois da audiencia respectiva, a casa ter-
rea sita no lagar dos A rrombados, a qual de
pedre e cal, lem duas salas, qaalro quaitos e m
sotas, cosinha (ora, cora ua poilao ao lado e
urna janella, cocheira e duas sensalas, quintal
murado, cacimba e um portao que" deita para o
fundo, com terreno plantado de coqueiros,
perlencente a Flix da Cunha Teixelra e a este
fora penhorado por exetuco que Ibe encimi-
nha los Velloso Soares, avaliada em 3:0005 e
na falta de licitantes ser arrematada pelo preco
da adjudicado com o abatimento da lei.
E para que oaegue a noticia a quem
tnandei pastar edrtaea que sero affltados n
Comejati ki 8 horas.
THFATRO
DB
APOLLO.
Quarta-feira, 30 de outubro
de 1861.
O artista brasileiro de physica e gymnaatica
Isidoro Jos Bap lista faz saber ao respeilavel pu-
blico desta provincia que pretende lavar seu se-
gundo espectculo no dito tbestro com sua com-
panhia, por Uso roga toda proteccao dos Ilustres
concidadaos desta provincia.
r
Atsos martimos.
i
O vapor Jaguaribe da companhia
Pernambucana, na sua prxima futura
viagem a 7 de novembro a Granja com
escalas, tocara' no porto do Acaracu',
para largar alli qualquer porco de
carga e pamgeiros.
lugares do cosame e publicados pela imprensa.
Dado e paseado neata cidade do Recite de Ptr-
nambuco os 40 dias do mes de outubro de 1861,
40 da independencia e do imperio do Brasil.
Ea Manoel e Carvalho Paes de Andrade, escri-
vao o subseaevi. Declaro que este vai aer as-
signado pelo Dr. juiz de direlto especial do com-
mercio Trislao de Alepcar Araripe.Eu dito es-
crivao o declarei.
____________Trislao de Alencar Araripe.
Declaracoes.
GOMPARHU PERNAHBUGA1U
DS
Mavegaeo cosleira a vapoi
p O vapor Persinunga eommandante Moura sa-
- hir para os porlos do aul de sua escala no da
quem convier!5 de ?vmbro as 4 horas da tarde. Recebe car-
xfflradn* nn g 'e o dia 4 ao meio dia. Encommendas.pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sabida as
2 horas.

Para
em direitura.
Segas para o indicado porto o beni conheeido
hiale Lindo Paquete, capilio Jaciotho Nunes
_______________da Costa, por ter parte de aeu carregamento adi-
; Ueordem do Dr juiz especial do ^^^'J^ .?? gBa
commercio se faz publico que as au- numero 27.
diencias do metmo juizoteraolugar as] Segu para o Rio Grande do Sul
segundas-feiras de cada urna semana com escala pelo Rio de Janeiro o pata-
pelas 11 horas do dia.O escrivao, Ma-.choAnn, sabbado26do corrente, rece-
noel Maria Rodrigues do Nascimento. be escravos a frete que devem ficar ho-
Conselho admiaislrativo. je a bordo : a tratar com Tasso Irmaos.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
segrales :
Para o hospital militar de Peraambuco,
24 colheres de metal principe para sopa.
12 colheres de metal principe para cha.
'60 facas de mesa.
tiO garfos de mesa.
Objectos de louce.
12 bacas de rosto.
. 12 copos de vidro.
i 12 chicaras,
12 ourins.
12 pratos.
12 pires.
Objectos de roapa.
200 camisolas de brim com 5 palmos de com-
primento e 8 de largara.
80 colchos de lia de flecha, com 4 palmos de
largura e 9 de comprimento.
60 paree de chlnellas.
20 calcas de brim.
18 cobertas de chita.
60 fronhaa de brim com 4 palmes de compri-
mento e 3 de largura.
40 toalhas de brim cem vara e meia de com-
primento.
80 tmesseiros de Ua de flecha com 4 palmos
de comprimento e 3 de largura.
40 guardanapos de brim de meia vara.
300 leoces de brim de 10 palmos de compri-
mento.
Para proviniendo do arsenal de guerra.
20 duzias de tabeas de louro de assoalho.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
-as auas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, As 10 horas da mantraa do dia 8 de
novembro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 de
outubro de 1801,
Bento Jote Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela subdelegada de Santo Antonio do Recife,
se faz publico que se acha recolbido a cass de
detencao desde 27 do corrente o preto Alexan- ,
dr, que diz-ser escravo de Manoel Ignacio de Al- |*">e_lambem dinheiro e objectos de" valor com
buquerque Jfaraoho, e estar auzente a mais de I S,e_8_.li._Par' Londres em transito por Bordeaux e
Rio Grande do Sul
o patacho nacional Palma segu brevemente
por ter a maior parte de seucarregamento enga-
jado : para o restante, trata-ae com Bailar &
Oiireira, na ra da Cadeia do Becife o. 12.
Para Aracaty e Ass.
Hiate Santa Rila sane cora brevidade trata-se
com Martina & Irmaos.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o veleiro briguoa: terA
; Graciosa, capilao Joo Jos de Souea, e esc u|
grande parte do seu carregamento contrst por
para o resto trata-ae com os consignatarios ada
meida Gomes, Alvos & C., ra da Cruz o. 27.
JM^
DAS
Nessageries imperiales.
Agencia ra do Trapiche n. 9.
No dia 31 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor franc-ez Bearn, oommandante Aubry
de la NoS, o qual depois da demora do costume
seguir para Bordeaut tocando em S. Vicente
(onde ha um vapor em correspondencia com Go-
re) e Lisboa.
A companhia encarrega-se de -segurar as mer-
adorias embarcadas a bordo do vapores, e re-
ummezdacasa de seu respectivo senhor desde o
mez de outubro de 1861.
Becife 30 de outubro de 1861.
subdolegado supplenle em exercicio.
Manoel Antonio de Jess Jnior.
De ordem do lllm. Sr. juiz de paz do 1.*
disiricto da freguetia de Santo Antonio, faco sb-
ber.a quem convier, que sendo os dias marcados
para as audiencias deste juizo (tercas e sextas ae
2 horas) santos ou feriados, as mesmaa audien-
cias sero nos dias anteriores, afim ne que sem-
pre pessam haver duas audiencias por semana.
Oulro sim, que as pessoas que forem como pro-
curadores as respectivas audieociaa, devero com-
parecer munidos de procuracao bastante,. nao
jsendo aoeila anudadas. Becife 20 de outubro de
Sol.O escrivao. Silva Reg.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
ConfftiBit dramtica Mbadireceood
artista Gernait.
Boulogoe.
Para as condiCQes, frote e
na agencia.
passagens trata-se
esii
M-aMs
ra.
OlNTA-PEUA 31 DE OUTUBRO DB 1861.
Subir seena o excellente drama novameole
corrigido e emendado pelo Sr. Mendos Leal J-
nior, eos 3 a*tosy
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, eommandante Lobato.
sahir para os portos do norte de sua escala at
e Granja ne dia 7 de novembro as 4 horas da
taiUc*
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Eocom-
sseadas, passageires e dioheiro a frete at o dia
da aahida as 2 horas: escriptorio no Forte do
alias n. i.
Para
A GARG4LHADA.
PEBSONAGENS. ,
r4.Sff.',,:::::::.:::::::: te
Lecerk, medico-...............
Eslevlo, negocame............
Bernardo, ttards-Dvros........
A Seniora jt^|rarle/...........
Maria..........................
Magdalena.....................
J-ouren{o.......
.Nanas.
ejle.
Raimundo.
D. Isabel.
D. Hsnoola.
|r-
lopplaedjd* a'acio,
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o brigue
Dacional Veloz, tem paite de sea carregamen-
to prompto : para o resto que lhe falla, trata-se
aun o aeu consignatario Aaovedo. A Mondes, no
sea scriptorio, rus da Cruz n. 1.
Brigue nacional Veloz.
Boceto gneros estcangelros para o Rio de Ja-
UHoes
im&
Capunga Velha.
Quinta-feira 31 do corrente.
PELO AGENTE
no
No referido dis pelas 11 horas da manba
armazem n. 11 da ra do Vigario, vender-ae-ha
em leilao publico.
Urna casa terrea aila na Capunga Velha c. 37
A, cora 40 palmos de frente e 100 de fundo, tem
4 salas, 4 quartos, corredor separado e cosinha
Tora com nm quarto contiguo. Urna das salas
forrada e assoalhada e toda envidracada ; tem
excellente qaiolal com cacimba e alguna ps de
arvores : rende aonualmente de 400 a 450.
Os pretendentes podem enteoder-se com o re-
ferido agente que Ibes dar as loformacoes que
exigirem.
Atsos diversos.
LO TEM
Tendo chegado hontem e partido para
o Rio de Janeiro o paquete inglez Mag-
dalena, tera' lugar impreterivelmente a
extraccao da ultima parte da quarta e
quinta lotera do Gymnasio Pernambu-
cano HOJE pelas 8 horas da ma-
nha no consistorio da igreja de N. S.
do Rosario de Santo Antonio. Os bi-
Ihetes s estarao a renda at hoje as 10
horas da noite.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
No dia 21 do correte, fugio o mola lo
escravo, de nomo Luis, conheeido por Lniz Mon-
teiro, idade 22 annos pouco mais oa menos, bas-
tante alto, seco, bem parecido pernas eovpridas
cr clara, cabellos cacheados, e canhdto, e
official de pedreiro, e pintor, e bota caiador;
escrave do major Antonio da Silva Gusmo,
morador na ra Imperial; portento roga-ae as
autoridades policiaes, aseim como aos seohores
de eogeohos e proprietarlos sonde elle fdr Ira-
balhar intitulando-se (rro, tanto neata provin-
cia como fra della, que o faga prender e remet-
ter ae sobredilo senhor que pagari todas as
despezas, assim como a quem o conduzir.
Becife, 25 de outubro de 1861.
Aluga-se um sitio
oa Torre margem do rio, com bda casa de so-
brado, estribara, cocheira, cacimba com bda
agua de beber, com bomba de puxar agua,
muitas fructeiras, capim para tres ou quatro
eavallos, excellente banho do rio, etc., aendo
para familia capaz, o que queira morar nelle
todo o anco, alaga-se multo barato: quera
pretender, dirija-se a roa Nova n. 15, primeiro
andar.
Preciai-se de urna mulher de idade, para
morar com urna aenhora casada, pois s, e o
marido, paganr>o-se-lhe o que for possivel na
ra Larga do Rosario n. 5, defroote do quartel
de polica se dir.
Um ouoco habilitado offerece-se para leccio-
nar em casas particulares t pessoas de qualquer
sexo, liogua nacional e analyse da mesma, la-
tina, francez e arithmetica, msica vocal e ins-
trumental ; tambem offerece-se para copiar qual-
quer pega de msica com muita perfeicao e bre-
vidade e por preco muito rssoavel: para fazr
algumas escripturas, para o que tem urna leltra
bonita e escreve com a orthographia precisa ;
quem de seu prest mo se quizer u ti Usar, diri-
ja-se. ou ra do Fogo n. 13, ou i ra das
Larangeiras n. 14, loja do meemo sobrado.
EM OUNBA.
Aluga-se um sobrado reetiQcado a pouco e
prompto para qualquer familia morar sem des-
pezas de pintura, na ra do Amparo da cidade
de Olioda ; a trstar nos quatro cantos botica do
Sr. Raposo, ou na ra da Cadeia do Becife
o. 45.
Aviso ao publico.
Desencamiuharam-se no correio desta cidade
dusa cartas que lhe foram dirigidas pelo do Ara-
caty, subscriptadas ao abaixo assignado pelo Sr.
Baymundo Antunes de Oliveira d'aquella cidade,
datadas em 13 e 16 de julho do corrente anno ;
coutendo a primeira urna leltra da quantia de
2:2515910, sacada em 17 de junho p. p. a 12 me-
zes e a segunda urna dita da quantia de 121*280
rs. sacada em 3 de julho, ao mesmo prazo, aen-
do de ambas sacador o abaixo assignado e acei-
tante o dito Sr. Baymuado A. de Oliveira, e co-
mo possivel terem sido tiradaa do correio por
engao ou malicia, roga-se aos primeiros o fa-
vor de leva Us ra do Queimado n. 87, loja do
abaixo assignado, que se lhe Qcar muito otori-
gado pagaodo-ae todas as despezas, e aos segun-
dos se lhe pede o mesmo favor pagando-se-ihe
da mesma forma as despezas e protestsodo-se-
Ihe usar rigorosamente dosmeos judiciaes quaa-
do venha a descobrir-se e que se suppe, assegu-
raodo-se a dem servir taes leltras, visto que o aceitante j
se acha prevenido para aceitar outras e^no pa-
gar aquellas, recommendaada a sutoridsde pu-
blica quem quer que lhe as aprsente. Rscife,
30 de outubro de 1861.
Domingos Jos Perreira Guimares.
Qualquer negociante que tiver dividas para
qualquer parte dos centros e quizer fazer nego-
cio com um mogo com todas as habilitares para
-estas cobraocas pode anounciar que o mesmo
presta fiaoga sobre sua conducta e faz todo o ne-
gocio.
Pnejsi-Mtfjsalgh.i2i7.ria ot srm, pre-
tennde-ae esta, para amamantar urna crianca re-
T."B,fcM"' fue lenha multo bom leite sej
multo limpa, paga-se bem ; na ra do Queima-
do o; 87, loja.
Os Sra, Joao Vianna de Helio a Jlo Parti-
r da gilraUUnt tem e fe* urna carta e ua pe-
cte viudos do Maranho. e o 2. urna carta Um-
I bem do Maranho; aa roa da Saade o. 21.
Acna-ae dissolvida amigafelmente a socie-
i rt*71"' e,u Prac* ob fl"a de Mo-
*,* '"''a. fleando a cargo do socio Perrei-
ra a liquidaco do activo e passivo da maama, e
ff o! r0eU al completa realisacao. Be-
cife 81 de outubro de 1861. Joaquim Pedro da
Coate Moreir.Arsenio Augusto Ferreira.
Precisa-se de urna ama Hvre para casa de
hornero solleiro '. a tratar aa ra das Calcadas
numero 15.
Aluga-se urna mulata escrava. recolhlda,
pra engommsr ou para tratar de meninos em
casa de pouca familia : quem precisar, dirija-se
a roa do Baagel a. 10, que echar com quem
Guarda-Kvros.
Preeisa-se de um para o Para, que falle e es-
creya bem o francez, e eotenda algama cousa do
ingles: para tratar oa roa. do Trapiche n. 14,
primeiro andar.
300,000 rs.
A pessoa que annanciou pelo Diario pedindo a
quantia de 300$ sobre hypotheca de duas escra-
va, tenha a boadade de enlregar na typographia
urna carta com as iniciaos G. H. C, 3!, decla-
rando a morada afim de ser procurado.
Desappsreceu no dia 29 un cavallo com
os seguintei aignaes: pequeo, russo pedrez, com
um esparvlo qtteimado de ha pouco na perna es-
querda, suppoe-se ter entra Jo em algum sitio
com a corda a rasto : roga-se a qualquer pessoa
que o veja ou tenha visto que se dirija com elle,
a primeva taberna paseando ocemiterio dos in-
glezes que ser recompensado.
Precisa-sede urna ama para cosinhar o
diario de urna casa de pouca familia : no Becile
ra da Cruz n. 81.
Quem annunciou precisar de 300$ a jures
sobre duas escrava: dirija-se a ra Nova de
Santa Bita n. 55.
Hotel estrella do sul.
NA
Estacao da villa da Escada.
O propietario deste estabelecimento querendo
mostrar o quaoto grato aos seas amigos fre-
guezes, tem projectado para recreio de todos dar
no prximo mez de novembro urna corrida de ca-
valhadas e outros mais divertimeotoe, afim de
que assim seja elevada a prosperaco desta villa,
e certo de que nao poupar esforco algum para
que todo o publico se retire satisfeito, bem como
estar exposta urna excellente mesa de especiaes
iguarias gratuitamente para brindar os cavallei-
Irmandade das alma
trizdo SS. Sacranit
Boa-Vista. "'
O actual escrivao interino aa
dade das almas erecta na matriz do SS.
Sacramento da Boa-Vista, pelo presente
convida a todos os seus irm90s a com-
parecerem no consistorio da mesma
igreja, pelas 9 horas do dia 1- de no-
vembre prximo vindouro, afimdeele-
gerem a nova mesa que tem de reger a
dita irmandade no anno de 1861 a
1862.
Atten A pessoa que precisar de um perito official de
marcineiro e carapina, dirija-se ao sitio do falle-
cido Joo Bvaogelist, na Capunga velha : no
mesmo sitio vndese ama cadeirinha em bom
estado. i
|Krabb.Whalely 4 C fazem solete ao publico
queacabaramo seu contrato social, e que o Sr.
John Whately retirou-se da sociedade, entrando
em sobstituico, como socio, o Sr. John Aifred
Tnom, o qual continuar a dirigir a casa de baj-
o da firma de Krabb, Thom 4Cei cuja firma
compete a liquidacao da exlincta. Becife 29 de
outubro de 1861.
Para passar a festa
aluga-se ama casa na povoacio da Varzea '. a
tratar na ra do Bangel n. 69, 1 andar.
Precisa-se de duas amas, urna de leite e
oulra para todo o servico de casa de pooc fa-
milia : na ra das Cruzes n. 22.
Quem quizer dar 3003 apremio, pelo juro
que ae convencionar, hypothecando-se duas es-
cravas pegas que vslem 3:000$ : aoouocie.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
L.EITURA.
A directorio convida os Srs. socios accionistas,
a se reunirem em assembla geral, domingo 3 de
novembro prximo, s 10 horas da manba, afim
de sedarcumprimento ao que dispoe art. 34 dos
estatutos e seus paragraphos.
Sala das sesses em 28 de outubro de 1861.O
secretario, Antonio Baptista Noguelra.
Do abaixo assignado desappareceu seu es-
cravo de oome Libanio, com os aignaes seguid-
les : mulato claro, cabello corrido, esiatura re-
gular : quem o encontrar conduza ra Augusta
n. 96, que ser recompensado.
Antonio Ribeiro Pacheco de Avila.
SOCIEDADE RECREATIVA
C0RYBANT1NA.
Sao convidados os Srs. socios a com-
parecerem na casa da sociedade, pelas
9 horas do dia 3 de novembro prximo
futuro, afim de eleger-se a nova com-
missao directora;
Vendas.
Veoasn-M
por preco eomoado salas para
.T**?';. D0 f"- de AsHoaio Meretra
Das & C, rus da Cruz n. 26.
Vende-se gaz americano de primeira qua-
lidade, em latas de 25 garrafas, na raa a l&J,
assim como latas pequeas de 5 ajamase ; a
ceea do Ramos ns. 18 e 36, e na rsn O Trapiche
numero 8.
vialidade de todoa os seohores que a este dlverti-
mento coadjuvarem ; accrescendo mais em seus
entervallos urna excellente msica que execotar
varias pegas que mere$am attenco do publico.
A boa ordem e asseio com que se acha monta-
do o hotel estrella do sul deve realmente mere-
cer attencao s pessoas que quizerem honrar com
sua presenca este estabelecimento, j pelas gran-
des commodidades que offerece a qualquer urna
familia que alli se queira demorar, com o bara-
tsimo preco por que alli sao consumidos seus
effeitos relativo ao mesmo estabelecimento.
Emfim o proprietario deste estabelecimento,
tomando a seo cargo a commodidade de todos os
concurrentes, far com que ludo aoja bellamente
executado sem olhar a deapezas ; assim como
continuars sustentar em todos os domingos e
dias santos umi excellente msica ; e o que po-
de fazer progredir este recreio a continuado da
bellajtapazeida.
t *)? Oa fucc,io ser annunciado dias antes de
sua conclusa o por anauncios e carlazes.
Lembranca.
Amanhia 1.* de novembro fazem trea annos
?;ue evadio-se da fortaleza do Brum o moedeiro
lao Eustaquio Jos Velloso da Silvelra, deixao-
do como victima o eommandante da fortaleza,
perseguido em lugar deste homem, que al hoje
tem sabido illudir e zombar daa autoridades que
o devem capturar; lembra-se, pois, s mesmas
autoridades este facto, afim de que nao deixem
este homem gozar impune o fructo de seu crime.
A victime.
advertindo-se que os
coK^ socio, que ^achamem atrazo nao po-
dem votar.
O Ia secretario interino,
Manoel Gomes de Campos.
Attencjo,
Furtaram do abaixo assignado tres eavallos,
sendo um ruco pombo, outro rugo pedrez, e ou-
lro caetanho rozilho, os quses acbaram-se pas-
tando na freguezia do Altinho, onde contina o
abaixo assignado botar pelo invern os seus ani-
maos de roda ; alem de outras marcas tem os
ditos eavallos em cima ds anca do ladodireito a
marca seguinteSolidaoe j por vezes tem o
abaixo assignado publicado pela imprensa que
taes eavallos sao inoegociaveia : por isso roga s
autoridades ou qualquer pessoa que delles sou-
bere Uver noticia, faca apprehender e levar ao
abaixo assignado, que sero bem recompensados.
Eogenbo Solidio. na freguezia de Agua-Preta 19
de outubro de 1861.
Pedro Miliano da Silvelra Lessa.
Preciss-se alugar urna escrava fiel e dili-
gente para fazer todo servico ioterno e externo
de urna casa do pouca familia ; na ra da Man-
guelra do bairro da Boa-Vista n. 12.

Aviso.
Gonvida-se aos amigos do fal-
lecido padre Jos Leite Pita Orti-
gueira a assistirem a urna missa
retada que sera' celebrada na
igreja do Corpo Santo, segunda-
feira 4 de novembro as 8 horas da
mankaa, por alma daquelle fal-
lecido amigo.
*VJP^J WMfc?*]0 .^"fj
* ttaU
ROSITA
Apuros
ou os
-

neiro.
ex
Mt k Jaieiro
fallar tM
^ eaah
O veleiro e bem otfbdddo brigue nacional
f^stcesolo ptdlead aegaV sosa maita breviOa-
frete, trata-se eom os seus conaignatado Azeve-
oJtJNBslef, a* $tt sriptorio, rus da Cruz
I
- Aluga-se urna loja do sobrado da
ruta dos Coelhos n. 8, envidracada, com
quintal e cacimba independente: a
fallar no mesmo sobrado.
Cegi*$b$ComWw.
Preciaa-se de ama criad*, de em boa
cesiahairo e de aos copeiro. Pagase uai
dh to bem.
- OueesUver roapa pira lavar tofom^,
com aceio e promptidao dirija-se a ra de Hortas
Q> Wi
Hb estabelecimento de canos fu.
nebres do pateo do Paraiv n 10, ha|
auem se encarref ue de ornar no dia de
finados catacumbas no cetaiterio, e bem
aetm na igrejas.
Predae-ae de ama boa aaaa que compre
ozinhe; u roa das Cruzes n. 20, primeiro andar
~- iost bate d Barro Mlirs.se para 6 *rs-
oy psr* uatsr de ras uurff. ^
Cecilia, protege a causa, que
ella vossa!...
Theodoro Joaquim Lopes Benevides vem com
estescieotiflear ao digno juiz e mais mesarios ds
irmandade de Santa Cecilia,erecta na igreja de N.
S. do Livramento, que comprou o bilhete n. 3223
interessado com esta Senhora : se por sorle lhe
sahiro maior premio, elle, para brilhantar esta
coroa de frescas e risoohas rosas que tem de cin-
gir a fronte deata Senhora no dia do anniversa-
rio do seu feliz natalicio, entrar com a quota de
l:00(tS, e nada mais digo.
Na ru do Trapiche Novo n. 22, precisa-se
de dous copeiros.
Pede-se ao Sr. Antonio Goncalvea da Silva,
rendeiro ou proprietario que foi do engeoho Poe-
ta, e hoje se acha no engenho S. Francisco da
Varzea, tenha a bondade de responder quanto
antes as cartas que o abaixo assignado lhe tem
dirigido, e que o mesmo senhor neohum caso
tem feito deltas, na certeza de que a continuara
falta de resposta s ditas cartas se far patente a
exigencia do contheodo das mesmas.
Francisco Moreira da Costa.
Aluga-se por anno ou para se passar a fes-
ta, um sitie em Beberibe, ns estrada que vai do
Gaengue para o porto da Madeira, com casa de
vivends, tendo commodos para grande familia,
estribarla e cocheira, bastante terreno para plan-
taco, e mais urna especialidade que ter o rio
pelo fundo : a tratar na ra da Aurora n. 56.
O abaixo assignado faz seieote ao Sr. the-
soureiro que de seu estabelecimento, na ra Di-
reita, lhe subtrahiram dez metos bilhetes, sendo
seis premiados de loteras anteriores e quatro da
loteria que corre hoje 31 do carrele. porque
os de n.s 1388 e 1889 sao de loteria que se vai
extrahir, e posas acontecer que elles sejam aqui-
oheados com qualquer sorte, este annuocio tem
por fim acautelar o direito que o abaixo assignado
tem nos meamos bilhetes. Tambem se pretende
por esta forma anear pessoa que os subtrahio,
que anda pode mandar entrega-Ios, poupando-ae
ao dieeabor de ver justificar perante a respectiva
autoridade o tacto criminoso; cando certo que
na ausencia da entrega doa predites bilhetes, le-
ra no segundo annuncio de ver seu nome publica-
do por inteiro.Francisco Antonio das Chagas.
Aluguel.
O morador do segundo andar ida ra Direitan.
60, qaer aluajar urna escrava ou esersvo para o
se"'? interno de urna casa de pouca familia ;
d-se bom aluguel urna ves que agradem oa er-
V1C.OS.
Attencao.
O abaixo assignado declara por este jornal ao*
seos devedores, assim de fazendas como de bilha-
*ftfde loteras, qu autoriaou ao Sr. Francisco
Jos Coelho a cobrar as suas divida, quer aou-
gavel, qoer judicialmente.
Manoel Ferreira Pinto:
. Manoel Airea Guerra saca sobre o Bio de
Janeiro.
Jos Luiz de Barros raUra-ae para Lisboa a
tratar de aoalssude.
Attemjo.
Aluga-se um bonito mulato moco que tem 18
annos de tdade, para servir de psgem ou de cria-
do de alguma casa estraogeira, de muito boa
conducta, fiel, diligente e humilde : na oraca da
Boa-Vista n. 9. *
Irmandade das almas do
Recife.
Em nome pa mesa regedora da irmandade das
almas erecta na matriz do Corpo Sinto, convido
a todoa os irmaos para reunio de mesa geral no
dia 1 de novembro as 10 horas da manba, afim
de elegermos a nova mesa qae tem de reger a
mesma irmandade no presente anno de 1861 a
1862. Becife 29 de outubro de 1861.
Manoel Moreira Campos.
Escrivao interino.
Alugam-se duas boas casas no Caxang a
margem do rio, com excellentea commodos psra
passar-se a festa : a tratar na ra da Paz n. 42.
Em praca publica do juizo dos feitos da
fazenda provincial desta provincia se ha de arre-
matar a quem mais der os seguiotes bens:
Um sobrado de umfandar e eolio na ra das
Larangeiras n. 21, com duas salas, 3 quartos
pequeos e cosinha no solio, tendo 25 palmos de
frente e 60 1[2 ditos de fundo, tendo no pavi-
mento terreo duas salas, 2 quartos e quintal que
serve de cosinha, arruinado, avahado em 5.000$.
Cujo sobrado foi peohorado por execucao da
mesma fazenda a Claudio Dubux como fiador
de Francisco Gavalcanti de Albuquerque.
Um sitio na estrada do Manguinho a margem
do rio Capibaribe com 300 palmos de frente e
650 de fundo, no qual assentam duas casas Ir-
rese cim sotao, tendo cada urna dallas 4 quar-
tos. cosinha e urna estribara, em solo oroorio
avallado em 12 000#.
Cujo sitio foi peohorado por execucao da mes-
ma fazenda a Joo Caroeiro Machado Ros, como
fiador de Francisco Cavalcanti de Albuquerque.
Os pretendentes comparegam as 10 horaa do
dia 31 do correte mez de outubro, que a ulti-
ma praca.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, San toa A C.sacam e tomam
saques sobres praca de Lisboa.
Quem lirer um oroamento completo para
padre, querendo vender, dirija-se roa do Ca-
iug a tratar com Manoel Antonio Goncalves.
Compras.
Compra-se um escravo qae aeja permito
cozinneiro : no escriptorio de Pinto de Souza
Bario, na ra da Cruz n. 24.
Compra-se moedas
ra da Cruz n. 48,
de 20$:
pagase mais
que em outra qualquer parte.
na
do
Vicente Antonio Pialo retira-se para e Rio. *.Corpo-Saato.
de Janeiro.
Jobo Gedyae, subdito Ingles, retira-so para
Btt'Ops ao vapor fraatees.
Quom preote alegar em prto bot tni^
katro apto para oulroa servles, di rija-| '
sciiplbflo n. 42, rea da Cros do ttedre.
Precisa.se de 1:400 rs. a premio, sobre
hjrpothaM em Mas de rafs^para convencionar,
" traressa ds fl as-Croiis, b, 12, taberna d
Jote Barbado.
cabellos compridos.
Na ra do Queimado casa de cabelleireiro.
Com presa-se moedas de ooro de 20g brasi-
leiraa, e petjasi.de 16 pertuguezas: no escripto-
rio de Manoel Ignacio de Oliveira & Fho, largo
Compram-se escravos
rea, pagm-se beso : aa ra di
loja.
unho de Carlos III e lili, ni ra
Compra-se
lu
urna canos de W/reiri am bom estado, que
posas condoiir at PeMojS j ni traressa ds
Medre de Otos a, 21,
Vende-se urna escrava de oacio, 4
idade, a qual sabe coziahar, eogommar, e lava
maito bem, por prego commodo : aa ruadeQeai-
msdo o. 34, loja.
Na botica de Borges fe Soares,
na praca da Boa-Vista n.
24, esquina da ra do Tam-
bi, vende-se o seguinte:
Agua ingleza de Lisboa.
Xarope de Lanconreos.
Con fe i tos de lsctato de ferro.
Phosphsto de ferro soluvel de Leras.
Pilulas de Blancard.
Ditas de Wallet.
Pos para matar formigae.
Seringa de gomma sereba pera elyiter.
Hamadeiraa de vidros para eriaocas.
Xarope de citrato de ferro de Chabte.
Selenite para tingir esbeltos.
Xarope de Pbellandrino aquatico.
Elixir de Guilier.
Pilulas para sesoes.
Xarope depurativo dosangue.
Sparadarpo inglez.
Raube de f.affecteur.
Colla de superior qual idade.
Vende-se na rna da Cadeia do Recife a. 44, lo-
ja de ferragens de Thomsz Fernandos da Caoba,
por preco commodo. caceos e a retslho.
Vende-se um guarda-louoa esa boas asa.
assim como alguns trastes de casa : a tratar na
travessa do Veraa o. 13.
Sal do Ass.
Vende-se sel do Ass, a borde do brigns bra-
sileiro Adelaida, recentemente thagido a tes-
tar no escriptorio de Bsltar & Oliveira, ras da
Cadeia o. 12.
Novo destino do
torrador!!!!
23Largo do Terco53.
Vende-se manteiga ingleza espedalaeate eeeo-
lhida a 800 e 900 rs., franceza a 640 e a00 rsM
assim eomo se torram outros multo* genere*, co-
mo seja, caf, arroz, azeite doce, velaa de eoasr
mcele e carnauba, etc., etc.. e se sesee etgaess
duvidar venba ver : a dinheiro vista.
Leite liquido.
No pateo do Carmo, esquina de Sr. Narciso,
vendem-ae de 6 para 7 casas, de manba, leila
puro s 320 s garrafa.
Veode-se eme igreja e jallamente use am-
paros para a mesma: na roa de Cotovello a. 45.
Vendem-se umss folhas de asssrtllo psra
construir bsresQas ou outra qualquer obra a
tratar na ra do Raogel a. 10.
Um rico carro.
Vende-se um rico e elegante carro asi lili-
mente preparado : no escriptorio de Mease! Ig-
nacio de Oliveira & Filbo, largo do Corpo Saaie.
50 ARa da Cadeia do Recife50 A
3* A 1,5280 e 1480O.
Manoel Goocalves de Oliveira Santos esta vea-
dendo gollinhas de fusilo eom urna grs*ataba
de seda para aenhora a 1J280 rs., riquisnasaa
gollinhas e punhos e manguito de liaba pelo di-
minuto pre$o de 1#800.
Lady tyacdonald.
A loja de m^rmore
Sm vende para liquidacio, por matado do
seu valor, ricos bournus de velado
cores, gostoLady llacdonald. A

Vende-se um sitio a beira da es-
trada de Santo Anta o bem confronte
ao engenho Peres, distante desta cidade
2 leguas, com grande casa de vivenda e
com commodos su lucientes para qual-
quer estabelecimento ou ollicinj, por
preco commodo : a tratar no pateo do
Para izo n. 10.
s
I
O melhor calcado in-i
glez psra homens, que leas viada a es-
te mercado, vende-se ns loja sasrelle ds
rus do Queimado o. 81 de A. Meara Ro-
lim, pelo commodo preso de 12 o par
de borseguios de disTeraotoa feilios.
Chales de merino a
5$ bordados de seda em 2 ponas to leal:
loja amirella tfa roa o Qetosado a. SI.
Ricos tapetes
inteirigos de lindos desenhos psrs forrar
quartos grandes e salas pequeas s iS$ :
na loja amella da ra do Queimado nu-
mero 31.
Linhas de carretel a 30 rs. aa loto de besareis)
ra Direito a. 103, jarros moostros a 20*. tOf,
8*. 6e 4g, tesourss propriss para aperar echas
e costuras Ocas a 240rs., meias pretas pera se-
nhora s 240 rs. o psr, metos de cores aseste -
as s 240 rs. o psr em duaia a 2f400 rs., franjas
de seda a 500, 320 e 200 rs. proprias pera oofai-
tes de vestidos, botos de looca # meilas cares
psra caaaveqoe a 240 rs. a dente, o so fsUe a
400 rs., mangas coa flore* a 4*500 s por, ssbo-
netes grandes a 240 rs. em bom estado, liaba da
marear a 20 rs., carios de Golletes s 40 rs., Ii-
nhaa do gaz forte a 20 e 40 re., aapatiabos Se Ib
para meninoa a 240 o 400 rs. o ser, o Iras
muitaa cousinhas propriaa para rabiles ds
torio e mesa, trancelios doeraass a 4,
doaradasa Ig o par.
Loja de mariore
Novidades despachadas
para liquidacao.
Para o bello sexo.
Manida de cachemira gosto almirante
Bruat a 20.
Mantllhas de cachemira Rosto priace-
za Clotildes a 15*.
Ronda ds cachemira gosto Lady Mac-
donaldaO.
Ditos ds dito gosto cons^t de Joce-
JynaJOl.
Casacoa de dito gosto ratona Victoria
Ditos ds dito
ato 20.
gosto imperatrz
FipCiflfMte HlK
eazl.
Vende-se asa pecle de meto roseas s
pecte: aa rus do Qmsmoo, toiad'atsass___
ca n. 16, assim eosio caisisbas coas peatel se e>-
res a )| cada ums. V^


-
-
.
bfib- mu

.r
.)(>
i i ii...... m i '
Carro
flUMn,
ass superior que ha no mercado a 640 rs. a libra e em
Ff ancisco Fsrnandes Duarte, proprietario deste1
armazem da molhados. partecipa ao* seas freguezes, assim'como aos senhores da praga, de enge-
nho e lavradores que d'ora em ranle quizerem-se afregoezar ueste estabelecimeuto, que Be acb
com um complato sortimento de ganaros oa raaii oovos que ha no mercado e per serem a maior
parle dalles indos de.cop.ta proprja, esl.portanto resolvido a vende-loa por manos 10 por cento
da que em outra qualquer parte, aflangando a boa qualidade e acondiciouamento, assim como ser-
vir oa portadores meaos p/aiicos Uo hem,,cemo se os senhores vieasem peasoalmenie, para e que
nao se poupar o proprietario em prestar toda attengo, afim ds continuarem a mandar comprar
auss QQoomcaaadas, serlos de que, loda c qualquer encommenda comprada neste estabetocimeBlo
acompanhari urna coala impressacom o mesmo titulo de armazem Progreseo.
M amelga VngUz* \>frVtiUmenle ftotim9 rj., llbt.,wd
9 poreste pr-efo unicm6Qle pela.grande porgo quetem e sefor em barriese (ara abatimento
M.*nteiga franela a
barril a 600 rs.
GU l^rola hysson e preto 0,,
e 18600. ant.-sa a boa qualidade.
Qaeijoa d vetao *heg4ao, auU ttlK0 T>por, 2|600i e d0 ?apor p8ail0 a
rgOS dC OmmOTe oa mail novoa qu8 ha ,B0 Beread0 em irDhM peqaenas
a 80 rs ditas de 8 libras por 29500, e em libra a 320 ra.
Prestito de Hambre iBglM 1700 alU)rju
Pcozanu de\aiacg W 5\ ulUal a aaia Wa que ha B0 Jnerca)> a i5o rs. m,M> >m arraba fc4|5oo. ^
^pernioisele a 780 rj-1 libra> em caixa a 740 r8
Latas COm balaXilia de SOda d. aer.rentftquaii4ade. 1*400
LM-as com peixe em posta 4dmaiUi(IuaU4.4la.alW00
\zeUoaas multo novas a 1<000 0 b.mi, a rauao. 320 gr.f..
Doce de WpercUe emi.ti.ada2iibr..Porisoo.
^ 'MPwtas part podha, goo rs# ,libfa.
B anaa de otea etioada. 480 r8,. Ubll| barril, m
% A tomate t n*uno,Tt,do mercad a 800 rs., o em latas de 21ibra por 1&700
raiOS ac lOmDO,apfitwIrft TM qad yierama este mercado a 640ra. a libra.
C\\on tujas e palosmuito .ovo., seo r... um.'
Palito* de Lente UxadoseoBl0inacinllMpol200r,;
Chocolate tf aneen, lwoo rs.. libra> ditt0 pottognez 800 ri
Mav melada imjj erial d0 afamad0 Abreu, de oulroa Bttll0> fabrtMai68 d(
a 19000 rs. a libra.
Vill&OS em pipa de 500 560 UQtt. a gsrra[a, em caadas a
serveja d nMi9(,cre(iftadasa,arca
EstTelliaaa parasopa ama(s 00Ta
VI ano do Porto
Carca vellos, Huscatel e Borfix a IS garrafa, e em caira de urna duzia se lera abaltaeiio
o mals novo e Ilmpo que ha no mercado a
Vjfv'Ivas TranecLAs
dit..ioteir..a640rs m8lhore tte P0 , melbor pelisco qua pode haver por estar prompto a loda a hora 11 a libra.
Milo de ameadoa 800 ttt. libra. dU. C0B ea,.a; m "
icoles milUo n0T a 120 ra. a libtau
das t anuas
^*IC muilosaperiora 240rs
Arroz
Fumo aaerieaaoal|alibrafaeforempor-ose(arsbiUmento
SevadinuadeFr,>caa240ta4alibra
^*S* muito novo a 320 rs. a libra.
X oueinUo da Liaboa a 360 rg t librtt 110| moba
Fannua do WLaraaaao a mtia
Toueinuvinglaao0rilUbra
Pasaas em eai&innas
o respeitavel publico tudo quinto pro-
o^as.
-------iwoem. wiJieber
AHucc4S8oreft riu 4a Crui
' ""totimero 4.
VeodsB*M carros amerieanes asui elegantes
e leves para das e 4 pestess e recebea-ae ea-
aoananodaa para eujo fia Uee poeaeem map-
paa cora varios deseahos, lambem Tendea ear-
roaeparacondueeiodeaeeaoaretc.
j> VeadeBt-te6 escrarea de booila fignra, aeo-
do a negro carpaa de S4aooos, mrt tnolaqu*
e 1* annos, m dito cam 8 sano. aa negra
ea#oasBadeMi e eoriobeira wn B0!, un
mulato com *0 anno, e urna negra coa 35 sa-
nos para ledo o ewi{o : na a da Creada al
35, aeguBdo, andar.
Veade-se um bonito meleqae de 7 para t
annos, e um negro de 35 a 40, proprie para sitio:
na rea do Sebo n. 85.
gf *?* *****
S'Loja das 6 por
Relogies bm%lQ$.
, hajr
i
Na roa N
gios folla
sonta es,
didospel
ri um red
gulsmento
rande porfi de relo-
"eouro, patentes e ori-
B otusfaesirao ten-
ia reagio le va-
-rPa*bilepelore-
rante seis.tnezes.
Atlenca
lat
33500 4S000 4#500;
a 59 a duzia, e em garrafa a 500 rs.
mercado a 640 rs. a libra.
engarrafaio.^Porto Uno, Porto, Feiloria e duque do Porto a 1S200,
ii
160 ra. a libra e em arroba a 6$.
piladas a 240 rs. a lib
ra;
a libra, e a 7J a arroba:
lo M iraahao a 35 am arroba, e em libra a 100 rs.
aova a 160 rs. a libra.
de8 libras a 28500 cada urna:
ladependenle dos eneros mencionados encontrar
curar tendente a molhados.
N.
Fazeiidas bratisslmas^
20Ra da ImperatrizN. 20
fe r^'^i;^ SLv.rsft ss ;-,.-. &;
irancezas goslos ioleiraraenle novos a 200 e 400 rs o cov.dn orn^. Ll h .* CaM,s
de core, a 4* 5*. rtscadMHio de linho de algodao. gan".VStt?de eo e8 a VS"* 'Sf "
3201 rs. o covado, aortimenta de faaeodas de Igodo para rouV.Toe eaaav." H aL a0' 240J e
linho. bram ante de.Bnho com 10 oalrnos dla rff.ir* ., h. ^ ,0,avos' dlt0 d9 pannoa de
.dita, com ...picos, dilas H^lMb^iffi.rS.ffiC^^^ """1" li"
dinheiro na predila loja cima. igouao, iuao Darato para aparar
Mais urna novi-
dade.
Cassas para irro, 1*700 a oega.
Bnlbantioa carmezim a 200 ra. o vado.
Cambraia franceza de cores aas a 240 ra. o
c-ovado.
Dita branca moitafina t500 a pe$s.
Cassi proprta para cortinado a 2* a pega.
Coilas fraocezas de liudsimos padres a 240
ocovado.
Ditas escaria tes a 300 rs. o ce-vado.
Vestidos de cambraia brancos 4 imperatriz
bordados a flo de lia a8j>.
Eaguio de linho muito loo a 800 rs. a vara.
Sedinha de qaadros de liadissimos gostos a 720
tcovado.
GrosJenaples prelos muito boos a 1J800.
Dito saparior mullo largo a 89800.
Cortes de casemira a 49500.
Camisas de cambraia bordadas para senhoraa
^6J0.
f Riscados inglezes, chamas a Gribaldi, para v>
ttdo de senhoraa1200'rs. ocovado.
Panno de liobo muito fino a 480 a vara.
Heias para seohora a 2J100 a dazia.
I Enfeiles de vidrilho a 2J.
' Luas de pellica a 1$ o par.
Cortes de colletes de velludo a tJSOO.
. Chapeos de sol de panno t i$.
Len?os btancos de cambraia de llaho bordados
JiSOO.
iludo iato, e muitas outras fizendas finas e bd-
otas, vende-se n
t
>e
idatCruzn.'10,iaaa
Irmaos 4C., tero ex-"
^orto um completo sortimento'
de amostra
racha, proprio para machinas de
I "gach, \ aendo cor reas, para |
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
prime rjto ero^pira9ypaipioi -de
boria<*f, rodetes de dtta,-to-
bre ditos artgos tomara-^ en-
commenda.
tas em frente cto*Li- 9. *9*****]*&&J***mMimm
vramento. *\ v nri Atiendo.
Roup* feita barata. \\^^?jSSKAM^**taW'[
Libras sterlinas.
Vende-ae no escriptorio de Manoel Ignacio de
OUfeirt e Filho. largo do Gqrpo Santo.
A 280 rs. o covado
de cassas francezas de muito bonitos padroes coa
4 palmos de largura, pechincha. na ra do
Queimado n. 22 na loja da boa (.
Lencos de cam-
braia con> padroes de se-
da a 2^500 a per;a.
Na loja d'aguia branca tambera se tende mui
bonitos e Anos lencos.de cambraia imitando seda,
ifLP baraliSinio prego de J5O0 a pega de
10 leo{ps. E' esea urna das pecbinchaa que eusta
apperecer, e quaodo assim approveiUr-se da
^ccasiio, porque elles aervem tanto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vlr na loja
B aguia branca* na na do Queimado d. 16, ter
V?*?*? d.6 ,001"' i o ama pega, tal 4 a
boudade delles.

Vendem-se caixSs rasios pro
parabar4iae|f|^e3|4WI1a M
quem preteerei 4kijt- afeita ti
graphia, que ahi se dir' quem 0
para vender.
Arara.
Brilliantina da arara.
Vendem-se cortes de chitas finas com 13 cova^
dos por 29500, cortes de riscado cbinez a IS500,
cortes nevos de brilbaotioa de corea para veati-
dos a 3JO0O, corles de cassa com 7 barras a 23500,
saiss bdlao da 20 e 40 arcos a 3J '91900, dita
demadapolao,de lodos os tamanhos aS e3500,
saias de corno pira balo a 29400: na na da
Irqperatrlz, loja do arara, de 4 portas n. 50, aon-
**' pintada dapeHadtseiet <* aer-
te tem am relogio com letras de coree em que
dizAraran. 56, de Magalbles & alendes.
4
o gosto em galatarias para
ornatnaurtos de satas,
como aej, ricos iarroa i* nonati
de varios taraanhM a golee, rk
rav jarros dd fistrb para. en vas
deBcadas, (nacas malte Hados,
como em gosto, a oatraa asadlas
sa torna enfadonho
Paletots (Te panno fino sobrecasseos,
ditos de caseasira de acrdefeisUo, ditos
de bnm- de cores e braaoosv ditos da
aanga,caigas de casemira. praUs e da
res, de brlm branco e de corsa, de gsn-
camlsts com, peito. de linbo muito
as, ditas de algodo, chapeos de sol
. A* *i0,c ".*> <> "O. :_
***9*-m*m !
j
eobertos edescobertosr pequenes a grandes, da
ouro patente inglez, para homam a saihora da
am dos malhores fabricantesda Liverpool^vin-
dos pelo ultimo paquete inglez j en easad*
Sootaall Mellor dC.
i Nwa eibfwiia
DE
Fazendas baratas.
?ama da Imperatriz n.48,jaato
naariafrai

porm, que o ana ha Aa^aalhar
quem qnirer tsr aaas mesas besa a.,
jada Yietorta,na risa da Oaaimaaoa. 75, aT-
toa loja de cera. **^
Chapeos a 1^000 paraos
cajus.
Na loja da fazendas da loa
vendem-se chapeoa de palba 4a
branca, como de quadriahos 4a____
tes para com alisa psssa? aa a bata da
alies, antes qua M
A leja d'
^a.
01
12-Ruaomtttpe2uz--12
JVana-ae um misoroeapwi wlante, de am
alcance formidavel com 5 lentes para ver-a* os
atamos msisimperoeativets : aa rt hDifota t.
lo aa omcuu do Umsacos.
Chegou a apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
de u tes
A loja d'aguia branca acaba dereceber urna no-
va remessa da mui pnveitosa e procurada agua
balsa mica para a bocea e denles. O bom resul-
tado de tal agua j nao soffre duvida como sa-
bido pelas immeneas pessoasque a compraram
comprarem acharao que o uso della faz coneer-
var oa denles saoa, livrando-os da carie, fortale-
.'S,."a*,S *Fd'el aroma, pedelo-ae'
mesmo usar della nao a pela manhla como a
qualquer hora, e com acert depois do fumar pa-
aWr^.?. i rid0Ktt,B0'ou quaDd0 8e t,>nha de
smmt para ter-se a bocea aromtica : para laso
porm, bast.ro algumas gota, della em'agnaTp
ra O proveito d'agua balsmica ainda Siega a
mais, lia serve com acert e prottrpttdao para
w!' V" ,de dentes' oP-ndo^e nella um
Vi L'2?*M deitando-o no buraco do
m.r9ce e,em Puco "eaapparece
4or. Para se obter am frasco de lo provsitosa e
loPirdWm.aghtLb,,M,Bic:' *$*** com 81
tlf fwa branca, roa do Queimado a 16 sml-
onde erta se Tfli^"Tall7e-M{aJo..
frascos vao marcados com o rotulada dita loja.
aos
Vendem-se na pra$a da Independencia ns. 37
e.3, loja de Antonio Aagusto dos Santos Porto,
caballas deimmartal para 2 da. novambre se bo-
tar no cemiteno publico, com os nomes segio-
Ifinha esposa.
Mea esposo.
Miaba mi.
Meu pai.
Meu filho. !
Mioha tilha.
Urna lagrima;
Eterna amisada:
Saudades sempre vivas.
Vendem-seos engen hos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o prirneiro tem casa de eoge-
nh.0 e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem hoas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem preteude-los dirija-se
a ra da Cadeia do.Jfceci5<.n.
26, prirneiro andar, true aha-
r com quem tratar.
RuadaSenzalaNoyan.42
Vanda-sa aia casada S. P .JonhstOB &.
ellinsa ilhssngUzes,eandaairoia easti(aar
bromeados,lonas agieses, fio de vela,chico te
paraearros.1 a montara.arreiospars carro da
alous cvalos relogiosda ouro patenta
afta.
Vande-sa am casa de Johnston Pater & C.,
ra do Yigario n. 3 am bello sortimento de
relogiosdaouro.patantaingles, da um dos mais
sismados fabricantes de Liverpool; tambem
wriadsde de bonitos trsacelinspara os
meamos.
imnim mm mmmmi
A loja da baadeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonsecs participa a
todos os seus. freguezes. tanto da praca
cmodo mato, e juntamente aoreepeita-
^j velpublico.quetomona deliberacao de
oalxaro preco de todas as suas obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
fl sortimento dabah&s a badas, tudo da
f difforentes tamanhos e de diversas cores
am pinturas, e juntamente am grande
sortimento de diversas obras, contendo
banheirose gamelas compridas, grandes
e pequeas, machinas para caf a cane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as. Utas grandes pira conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao oso do Brasil a
camas de rento, Utas de arroba a ljf,
bahs grandes a 4$ a peqaa nos a 600
ra., bacia grandes a 55 e pequenaa a.
800 rs.,cocos de aza a 1$ a duzia re-
gadores cegulaies muito barato, ditoa
pequeos a 400 re., de ledos estes objec-
to* ha pintado e em branco e tudo mais
ae vende pelo meaos preco poasivel : na
loja da baadeira da ra da Crui do Ra-
-.fea, 87..
As melha-
res machinas
de coser dos
mais afama-
dos autores de
New-York:
vandam-se
nnlcam ente
ao armazem
de fazendas
de Rayusundo
Carlos Leile
& Irma o, nu-
mero 12, ra
da Imperatriz.
Arados americano se machina,
par a la va rroupa: em ca sa deS. P. Jos
hston & C. ra daSenzala n.42.
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios para alai-
beira, pelo baralissimo prego.de 2400 a duzia
na ros do Queimado n. 28, loja da boa f.
BARATO
sem igual, s na ruado
Queimado n. 40.
Loras de seda de cores para homens. senhoras
e meninas, o par 400 rs.
Lencinhos de seda com franja, finos, para me-i
ninas e senhoras botarem no pescogo, um 500 rs
Chapeos de aoldrseda para meninas de esto-
la, um ijfWX).
Grvala* de seda de ponta larga, outr'ora do
val o i de 4 a-6$, pelo diminuto prego de i$ urna
Divereae fazendas de lia a seda para vestidos
de senhora, que outr'ora ae vendam por 18280
pelo diminuto preg de 640 o covado.
Sedas decores superiores com pequeo toque
de mofo a 800 rs. o covado.
Superiores eafamadaa peonas de ago denomi-
nadas langa, groea 600 rs.
Pegas de cambraia lisa fina e larga, pega 3$.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se manas de retroz para grvalas
tanto pretas como de corea a 500 rs. : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Barato para acabar.
Ra da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reiros.
Sediohasde quadros encorpadas. covado a 640
rs., chitas de cores Qxas, covado 160 e 180, ditas
francezas, covado a 220. 240 e 260, saias de cri-
nolina para balo a2j400, bales de 18 a 35 as-
teas dos melhores, por prego commodo, cortes de
cambraia bordados a 83600, cortes de cassa de
bonitas cores com barra a M800, riscadinhos
francezes em cambraia, covado 280 rs., guardana-
pos adamascadoa, duzia 2J500, cobertta aveluda-
das com frocos para cama a 9#, manguitos para
seohora a 2*500, golinhas bordadas de pontss a
oUO rs.
Ricos cortes de tnedina
seda.
de
inrt\"" dt-.Praga osdTSra, qua taca
?olpBo.cy:-B,,lBr" I-a
Cha|eos ^*^Mora.
JSrsnssa i rV^^
rae do Queimado n, 88, lojrK Bbllf. "* "*
A loja da Boa-F na ra do Queimado nu-
mero 22, aaabs de receber reos cortes de
vestido de medioa de seda de lindos padres,
a fazenda maia fina, mais nova e mais bonita
que ha no mercado, cada corla tem 20 e 21 co-
ll^k e Tede>!W pelo baratsimo prego de
259000 o cort; as seohoras de bom gosto que
tiverem de sssistr a bailes e a casamentes, se
ovnerem levar um vestido da ultima moda
mandarem ver aa mencionada leja da Boa-F.
aa raa do Queimado n. 88.
SI
4ttenet
[Ra do Amortei n. 43,
VandaMa farinha 4% maaina a i,saccas de
3[4, arroz com casca a 3|200.
Filas d ek.
A. L. Deloucha acaba dereceber pelo llimo
rapor francs Bearn um ftoaUo: sotlUaeAhcde
oteada sed*; ,cBvvd.ae^oaakfkasjjae
^iwsmomarw.lgW.oafiu,a.appat< ras Nora a.3i, aua venda cjuUq eizv^rTr
Diario e corrente
. Na raa No va tu-22 em part van dar Uisoa am
braao,4>ara. Mripluraoio intJtulaoos^Diario e
crranteque vende por 36}o Jogo. anacbintka-
tdiaxi Umbem Utws peqaenoi, ******
Saias a S^SOO.
Vendem-sa saias que fazem as vezes de balo,
nao lando arcos de metal e sim do mesmo panno,
layam-se e engommam-se como qualquer onlra
saia, pelo que se tornam muito mais commodas
Mea patacas cada urna : na ra da Imperatriz n!
0, loja do Pavao.
Padaria.
Na padaria de Antonio-Fernandos da Silva Bot-
ris, ra dos Pires n. 41. vende-ae a muito acre-
flitada bolachinha quadrada igual a ingleza, dla
e araruta e de moldes, todo o trabalho nesla,
bem como o pao feilo das melhores fariohas, e
trabalhsdo com o maior asseio possivel. Na mas-
a preciss-se alugar duas pretas escravas mea-
almeote, que j estejam aeostumadag a Tender
pao na raa das i 1(2 horas da manhs is 11.

'yjS^mH>*** rardadakas penaa caligraphicas
a IJTOO a caixa, canas com brelas a 40 rs.,
masaos de gra rapas a 60 rs., Corda o imperial a
40 ra. a pega, carles com clcheles a 40 e 60
rs., agutha para enfiar a 20 rs., caixa com alne-
tes atOOrs.; betes de lougs para camisa 180 a
Broza, ditoa de caiga a 160, caivetes da 1 olha a
j eats eos phaspheros de aera a 29 rs.,
ralhw portagaetaa a 120 revoleos smtos com
velasaa, nWdot'deeHoa VflOO ts.. enfeias
raaabaas, de varaos gestos, e Mas mmd
laaaaas,- ato s se-Tnem- baritas a* ra aa
peratnz, loja da boa f n. 74.
Cal de Lisboa.
Vende-se da ultima chegada, e de superior
quadade ; no muito acreditado dapessto da ra
Hs t'sis-qnstrts para ratHr sem reserra dV
prego, entre elles ha boos a aoflrtteta ; tsata Baea4aif,d0'fi8a#n. 33, e kao*trsar-s ns
A*T,.T*'?!4#r,*7 SO ditos de sapotisvBwrtaa (aseare: a trabar
aa Soledade a. 84.
padnria franceza
Corles de cambraia branca com babadl- _
nhos 4 e 4*500 superior 5, cambwia li-
za com 8 li2 vara Sj, 3500, a 4, ditas de**
Escossia 05, e 6a, rieos enfeitespara ae-*5
nhora 69 e 65500, sintos os mais delicadoa
para aenhora 25O0, 39, chapelina para cri-
anga gosto inglez 3|60O,4a, para baptlsado
3$, cortes da vestido de eeda Escosseza de
bonitos gosto 1tz) esto.se acabando, ri-
cos lengos de labyrinlho la. JOO. chapeo
de sol para senhora de bonitos cores, lisos
58, cabo de msrflm 58500, corles de cam-
braia brancos com flor de seda 5*. risca-
do francez 200 ris o covado, completos
aortimenloa de baldea de arcos 39, sorti-
S 25.nlot ? mB,i aeaiao e menina
800 a 840 ris o par. chales de tarlatana
de cores a 640 ris, lengos branco com bar-
raa 160 ria chitas tnglezas a 180 e 200 ra.
dita franceza a 240 e .280 rs. o covado 9
pegas de cambraia da forro com 9 varas 0
j..s.i"l.;p.a.i'.",v..e:
Paraosbaleaettealros.
Riquissimos cintos donrados com lindas Creas
tambem douradas e esmaltadas, e com ricas pon-
tas para cahirem sobre as vestidos, muito pro-
prios para as senhoras que tiverem de ir aos bai-
les etheatros ; vendem-se pelo baralissimo pre-
gode4j>, 5f e 6: na ra do Qaeimadon. 22,
aaaem oenaeclda loja do boa f.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4j|.
Duzia de meiascruas para hornero a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2|500 a dazia, lengos de
cassa com barra decores a"120 ra. cada
um, ditos brancos a 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 95, laazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados fiaos s 59 e 68, tarlatana
branca e de corea muito fina com rara
emeiade largura a 480 rs. o corado,
fil de linho liso a 640 ra. a vara, pe-
cas de cambraia Usa fina a 89, cassas
ae cores para restados s 200 rs. o co-
vado, mussulina.encarnada a 320 rs. o
covado, calcinhas para menina de escola
a 1J o par, gravatinhas de tranga a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29, pegas de cambraia de sal-
pico muito lina a 39500, pecas.de bre-
tanha de rolo a 2*. chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja esti
abprta das6 horas da manha as Oda
noite.
SeiEiEssEEaeESBESES"!
Queima-tudo
Serve para ae deitar nos castigaes e segurar a
vela de espermacete, fazendo-a qeeimar al o
fim, e preservando os mesmos de se quebrarem
como calor da luz: vende-se a 500 rs. cada
queima-tndo, na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
5i63iGCI6SI6Clt -SS'SQ'SiG 511 QIC 1
Liijuidacao
NA
de marmore.
receben tamben.aovas lavss da 8aa assaBaa *
reliadas, para casameatos. assim coSBanZsi^'
pallas. A commodidade doe traeos i
-MravM^aSi'sSptr
nhecida por saos boas
aquellas pessoas qae de nava a ^
dita loja d'agnla branca, aa raa da
mero 16.
^
Loja
Na loja de marmore vende-se para li-
quidago por pregos muito barato, am
variado sortimento de artigos de fazendas j
de modas para seohoras, roupa feila pa-
ra homem e vestimentas para meninos, e
bem asssim quadros a oleo para decora-
cao de salsa e capellas,
Bom e barato
Na ra de Santa Rila n. 3, vendem-se os g-
neros seguiotes :
Vinho em caada a 3f500.
Dito em garrafa a 500 rs. -
Serveja branca a 400 rs.
Dita preta a 500 T.
Manteiga franceza a 840.
Dita ingleza a 800 rs.
Cha bysson a 2S600.
i Eazendas modernas.
jGurgel & Per di gao.
Vendem barato.
8JP Superiores capas compridas modernas;
a manteletes, taimas de ooxe, das de
T fl'6-_________________________ -
Vestidos de seda, de cambraia NHR
%j do e de phaotaaia._________^^^
tt Chapeosriovs de paita, lavas de
^ lica a 29500.___________________
fa Sedas de qaadrtalses furia cor,
* denagles e morianUgae. r
Casflbraiaa.flngindoieda, abitas
V modernas, laazinha de cor e meto
*f+
i
Ricos ainloa, gollinhaa e punhos, es-
partilbos, peotes da tartaruga, laques
superiores e aaia halap. ^
s
Fil, eamkraia bcancak tarlatana, sHasj
| para sinto, camisas para saahora me
, nios.______.
^ffptf 'feita barlrta.
"Gurgel Perdido.
sm Paletota de casemira. pratos, de cor,
5 calcaa. co^e.ioMiaiaddtlsbo inglo-
8 s o fraafcaMSt #to#dyalitMo: na lo-
9 j a. 23^alaTSri,dTor-se amos-
Stras. TT*
99MbMAAbbbsA'SbsbbAA
fvi~",WjaiM*>iWM"f, oiieiav O
C3 Q- -i
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9*

os
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Gumaraes Ir-
mo, na ra do Queimado n. 65.
Heias de cores pars homens malla flaas. a aar
a 140 rs.
Carloes de cokhetes francezes cam
20 rs.
Pentes de masss doarados asalto Boos i
tartaruga a 640.
Esoariilhos pars seobors, qae sempre sa ren-
deram a 69, por 25O0.
Traogas de lia para eilido. pga a 40 rs.
La a para bordar muito fina a liadas sana, a li-
bra a 7|.
Massos com grsmpos a 40 rs.
Lionas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditas de pesa muri flaas, miada grande a 840.
franjea de liobo para vestidos, a vana 888.
Apparelbosde porcelana para csrioas. ateta-
dos e douradoa a 18800, 2f, 88800 a88. "
Cartas com alunles a 888 rs.
Papis com alfinetee cabeea cbaU a 40 ra.
Eofeites para senhora mail* fiaos a J, 4a 7a.
Sintos muito fios pera senhora a 28 o 88900.
Ditas de laia e prelas para padre aaasaaaare*
se venderam a 28 a 640 rs.
Eofei tes com flores para ssamera a 1|.
Aaslm como outras muitaa saiadaaaa lama a ba-
ratos, que deixamos da meacaoar, para alo sa
tornar tanta masaads.
Anda est para se
Tender
a refinagio eatobelecida na casa da raa Iaaperia
n. 201, vendem-se lodos os portea eos qae aa
acham dentro muito em coola, assim como ama
carroga e boi bem gordo ; a testar na Urce do
Carmo com Narciso Jos da Costo Peraira.
Attenco.
Vende-se um ezeellente carro de 4 rodee ain-
da em branco, muito bem futo, tasasa cama da
cabriolis, sendo um tambem am braoeo o avaro
perleramente acabado: quem os preteadar diri-
ja-se a offleina de ferreiro, na raa 80 Jasmim a.
24, que echar com quem tratar.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irmios, raa 8a Amarim
na mero 35.
NA LOJA DO VAPOR,
ra ova n. 9( aeaa se FtnraiSa
grande sortimento da calcado francs a teater
roopa feita a perfumaras malla flaas.
Pechincha sen igual
a 160 rs.
Cintoroee de sads e lia para bisases a aten-
nos : na raa do Crespo a. 18.
Vende-se ama preta erioalo de 20 a 25 am-
os de idade, muito boa cozianeira s lsisdotoa.
sem vicio e sem dafeito alguas, sobretHe ataao* .
aadia e forcosa, vende-se por prectsaa r a tratar "
na ra do tapetadas n. 8.
Manteiga Ingina flora
800 rs. a libra,
franceza a 800 rs., toajtabo da Lisboa a 998 ra.,
aajadtoha de Franja a 180 : iimi das
' lor.
Vendasaamiaasa
kttti
loja.
^
i toja da m adosas
88. aaaa atoe.
a. 48,
lita ai raa da Iapaaslta
ama^amalaoTeaeaassd
xa qaajqaai a4snriplsao>, pejti
sortimento, de forma que o nov _
Novas lazendas j afn.
Vende^aa srtsaoiros de aorta, a laate. smate
rs. ocovado^raaUo da aeris pata ti
o covado, 816 de liaba ote mana a 1
&
B88taveem
aVvWWwbar rno-srmaaem <4to tro
dre da bMtD.W.
Vende-se ama tarraga aova s>mml8oixb
tratar ns ra da Cadeia 80 Reeife, loiat
oamero 54,
881 IT II
ras ds Impen _
58, de Magalhioa


*f f ^IWW^I^OTQBMffJ^^P>^fcllW<)Wxiii,
*

chegaram no *a
branca ra do
loeeq
;
im
vindo no ultime vapor francez
40 Raai^ehMdo 40
Lindos cortes de.vssuc Sidade corea & ite,-
naya.
Ricos mangaitos com gQiIinhjiB de cambraia
brama tordajJoart M%<.
U grirade ortinwnto de chale da eria de.
toila ^Hoeder.
Ricos Toa de fil de teda branca bordidoa,
grande*, para calamentos. '
TarlaUna da re*-bordada* pelmaade largu
ra, corado IJ.
Fil liso e tarlata
na branca a 800
ris a vara.
Vende-ae filo* liao muil fino e aaaim tambem
tsrlaUna branca muito fina. Unto urna coma co-
mo paira a o prppria para Jetudo*, nao s para
bailes como para aaslstir-se* asa monto, anden
antea que ae acabe na roa do Quelmado n. 22
na loia da Boa-F.
Anda o pavo.
Vendem-ee pecas de saabiaia de earectaboa,
(aienda muito Boa, eos 17 vara, pelo baratissi-
mo prego de 83 a pega, ditas com 8 Sil varas a
AJ, peca* de4iUa,adamaacadaa e com urna vara
de largura a jfaptya pesa na ma da lmperatriz
n. 60, loja le paro.
I
!
%' Em casa de Kalkmanrj Irmaos
^SlC, na ra da Cruz n. 10, exis-
tte constantemente um completo g
sortimento de m
Vinhoi Bordeaux de toda* as
qualidades. s,
Dito Xerez em barris.
Dito Madeira em barris e caixas.
{j} Dito Muscatel em caixas.
} Dito cbampanbe em gigos.
^Cognac em barris.
^.Cerveja branca.
as-Agua deSeltz. ja
ja Azeite doce muito fino em caixas.**.
| Al vaiade em barril. 5
a Cevadinha em garrafes. 2
Potassa da Rtissia.
Vende-se potasa da Rassia da maia nova e
superior que h no mercado e a prejo muUo
commodo: no escriptorio de Manoel Ignacio d
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Veade-seumaoacrava muito Iva, com, 18
annos de idade, que aabe fazer labyrintho, ruar- segunda loja rindo do Rosario.
car, coser e eogommar perfectamente : na aua' ..
de Apollo n. 16, segundo andar, ~ Vende-te na ra da Cruz 4o Recife.
vSi '
I ^npcriores tiras
fr1'1-' a 'a'
bordadas.
naruadj
-*r* os bonito arti-
ca F-iteamento bordadas
de cada padrlo, quem mala deproeea
i*rie era, aaraado Qnesaadn
laSes-F.
baratis&imas.
A 2*400 a dozia dar parea de aeia brancas fi,
homam : na rna do Qneimado n. 22
fhV9r
i- -nai ean.
; na leja Admirare! pechjncha, na loja do pari,
dP'BttTjDta?
ra
da ImpetaUii o.60, de Gama .Silva, readem-
ae finistimbs cortea de cambrsia de seda com 2
baado* a 40.4itoa da arenUl a 31500, diloa
de daaa aaiaa a 38500, ditoa de cambraia branca
a uito flna com baado* e daaa aaiaa a 48, ditos
brancos, cambraia de aeda, com babadoa a 6S..di-
y-da phaaUzia com babados de rarias corea a
ReducQo em presos para
acabar.
Vendem-st no armeteaa de Braga, So 4 C.j
na ra da Moeda, tallas de ferro caado. do mai
a^Hado .fabricante Bdevin Male, a 110 ra. por
aW 1 1
r "BrTT^Wt WWW*' ""
q a u'uie.-oft* ..'
Rfsjenna U MjM n^sg
Bonitas (mitios
36. ruadas Crozes de Santo Antonio, 36,
com visporas para entreteni-
. roato.
nlsa^.S!?1' P*7? ty *'** *** *>-
nnas catxinbis de mde ra iDreraisadas casa vis-
?& ff Sf e*rta,,s 9JSEEUSL%
emboa es lado*, o melhor qae poasivsl em til
trid'o.j "" "* "' qne rttoTts
A, F. Duarte AInl^'Soco que foi do armazem progreso, faz sciente aos seus fre-
faiezeg quetendo separado a sopiedtd que tinha oom sea mano, acha-se de novo estabele-
cido coMdous.^aday armazens de molhados, associado com o St, Joaquim Jos Gomes
de bW*, e oSr. PaulcErreira daSlVa;-.o primeirona razao de Darto* Souza, e oaeKundo
na de Uuarte Almeida A Silva: eates estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, naoi6 na lipeza e asseio com quose acham montados, como em commodidde de
preco, pws quedaradsso resolveram o preprietark manaremvir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, eomo tambem poderem offerecer
LVZ^^eZ^Sn.^ "T f CWU0-dO *r"?^ *rm ooqiP.r" em 0tttra V*V* Pa. Por tao deslindo os proprielarios acredi-
^SLS^SSSSi^ ddUH5rtd40 ****** ** **&" "I d i^roB tendidos em seus armazeis, e assim j podar t o
EfL?l*l2?a*L*m !m-. m<> Por nossoa ponen pratinaa, m qualquer um deateaesuMaeimentos, que serio tio Jen, ent-
aTystalisa^o e refinado
de assucar.
Deposito na roa de Apollo a. 6, e praca
da Boa-Vista n. 26.
, Eite importante esUbelecimento contina a
fornecer aos sens innmeros (reguezes do airo e
paro assucsrcrystalisado, em p e em pies, 1.a
fl." qualidades, pelo preco de '160 e 200 r. a
bra. e doreflndo a 100,120 o 140a libra, sen-
de que em grosso o comprador ter am descont
(arorarel. Nos mesmos depsitos tambem se
Vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
rio animal em p6 a preco commodo.
MMUJH
ao pedo arco de
S. Antonio
rendem-se ricas salas de fastao bordadas para
seohora, ceeiros bordados ji preparador proprios
para baptisado, toncas e chapeo* para o mesmo
tai, ricas (ronhas de labyrintho, toalfaas de es-
guio todas de labyrintho a roda, dita* para o
rosto com labyrintho, tarlatana de todas aa co-
ren ; tndo se rende por menos do qne em outra
qualquer loja;
Tarlatana branca a 2$
a peca cera 8 rana: na ra do Queimado n. 18,
loja de marmore.
! Ao bello sexo.
Recebeu-ie grande porfo de (alendas
qae se haviam encoramendado a. eonli-
nua a vender-se para liquidadlo por
preo maito barato, entre eiias as se-
gantes :
PARASEHHOBA.*
Bournus de cachemira de ultimo eos- ,
to a 10. B I
Ditos para menino* de idade* de a, 4
e 6 annoe, tambem de cachemira multo ,
modernos a 5g.
Veatidos de s
algum toque.
seda de corea a 305, com W
Remedio infallTel contra as gnor-
rheas anti^is e recentes. nico depo-
sito na botica francesa ruada Cruz n.
22. Preco 3^-
PHARMACIABARTHOLOMEO
Ra larga do Rosario a. 36
Rob TAffeclour.
Pilulaade Allexou.
Pilulas americana*.
Vermifugo inglez.
Pilulas HolloTay |. .
Ungento Holloway.
Vendem-ao globos para candieiros, e bom-
ba do japi, mai* barata do que em outra qual-
quer parte : na ra largado Rosario, n. 34.
O melhor gosto.
Chapeos dapalba muito fina enfeita- A
lados a trariata a 12g 14|. chales de *M
touquisj 12 15, 20.25,30, 35, 40, 45 T
50g, enleite* de retroz e outras muitas sjft
azendas do malhor gosto poasirel e por L
Daradssimos pregos: na roa do Queima-
nado lojaide4 portando-Perrio & Maia. O
# mmm
Urna barcada.
t. .E]e8ba<' ao p ''orlalM das Onco Pon-
\.'a* t e P0'16" "' taminada pelos pre-
Ra do Oueiraado n. 19,
Santos Coelno.vendem
o segu4nte: .
JVn\ $' CVW *",c*' aaisada^
ra forro, pelo birato preee de %$.
300.CM ltmul* dvMafctji
Colchas de fuatio de liados larrorea a 9.
Cober^Uadeckima#Waeaaa>l|0* ^
Le*Kdas,d*> panna de lisa* 1*90.
Chale de merio6 lioa, pr*to* e rom.
Rieoa nortea ae, pot. fcarattr0todo40.
Ditooom alguna motTa 151. rrr^*""*
2^0*40, do .cfcMa .rd*.com. radon a
- ehajeotpm e^hora irmito ri-
eos com veos de seda a 10 ; na loja^la
agida de oura ra do Cabuga'.
. arma-
zem n. 63, junto ao Corpo-Sanio, muito boas ba-
lancfls decimaes chegadas pelo ultimo nario fran-
cez, por piejo commodo, sendo de 300, 200 e 100
killoa.
Vende-se o engenho Santa Luxi*. sito na
freguezia de & Loureogo da Malta, com casa de
virenda, urna moanda toda de ferro, casa de pur-
gar e de esldeira, tachas, asaentamento, um par-
tido de canoa criada prompta para moer, tem
maito boas trras para plantacao, muito boas
matas, tem nm acude noro para moor.com agua,
ma* para acabar, lerada aborta, e maia outras
obras psra acabar ; todas estas obra* eato em
bom estado, e tem muito boas proporces para
moer com agua; este engenho offerece muitas
rantagens por ser muito paito denla praca e ser
a margem do rio Capibariae, esta liare e desem-
barazado de debito ou hypotheca, ou outro qual-
quer onu* : as pessoas que prelenderem com-
prar, dirijam-ae a refioa^ao da ra de Hortas n.
7, das 10 horas s 4 da Urde, a tratar com o dono
Panno coqueiro avariado a
2#000, 2#500 e 3#.O00.
Na esquina da ra do Crespo n. 8, rende-se
panno coqueiro araado a 2&, 2JB0O eSjf a peca,
cambraia lisa para forro d vestido a 400 rs. a
pega, mussulina de todss as corea a 200 rs. o co-
rado, com 4 palmos de largara.
Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba de recabar nm bel-
lo sortimento de mui bm tecidas aspas para ba-
lo. e aa est rendendo baratamente a 160,180
e 800 rs. a rara ; quem precisar dirigir-so com
diobeiro dita lojad'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16, que ser bem servido.
Cortes de vestidos
por metade de sea va-
lor, oa loja aap do ar-
co de Santo Antonio.
com babados
poroao a 750 recommenda-se aos
" iramos dito.
apreciadores destete genero que
pSm?^od?oi nW,TDU* **!***.*" b*e*coa4Mtio.donosBos onunnio., assim fondados as tantageneqne oBeree"mos,
mnTL^dlJ^l P"5'' ^^ i9m^n0 ** q mandeen ao menos sn.s encommaada, .' primeira ver, aflm de esperi-
mSS^^u^SS^^' P0'8 ^ L"* T,-5 PJnpiT0 ProPrtelri< <"5" P" bem serWrem aquellas pessoas que frequanUr.m nossos
$!^^!^^ D9UM *""" V*** 'artopablio. que rendemosSSulm. atindendo., boas
Manteiga ingleza ospeciUmaotoMeoMhid. soa .
maadem ao menos expenmenttr. sortos de nada perderem pois para isso eenfirmamos o quoier
rh-Tri 6Za mthT djn*ra,do* 64 "' ilih* e em**"U* ** *M %
PnJSItoJU* ffle,hr d BWCad da ltm 2,88 e em po,5a ,er la, e .fiancs-ce bo. o.u.Udtde.
rresiiniO amUre ir^eTshamburgaeza 900rs, aliKr.e em porcin 800 rs.
rreSlintOS pOrtUgUezeS VBao,doPotodeone.p^rigr.560rs..porlbraeinteiro a 460 rs."
Marmelada dos melbores autores de Lisboa premiada as exposicoes univtrsaes de Londres e Paris a 100 a lata.
J^TaIT 6?ttt3lmha PeVde e r0dQha >0 c e 800 rs. a libra a en, porco lera abjeme,
^aias ae ameiXHS franoesas com cinco libras a 49000 o l0OO*,libra.
R^!l?laXnba8dfl0,?,brM' "atores do marcado aa000o a 400-rs.a libra csixade urna arrobas 7*000.
Bspermacete superior 720 em niu. a 740 rs.. fibra.
E??SaS francezas l8l* e portuguezas ^ eco -. 800 m fraseo,
Lata com bX^rih "T**" T "' ftileo ,fi'DS,"se erwD^B,is ^ PreParads ?oe lem **> ***
Vinho mXinna de SOOa dedirerMiqttalidades, a muito nova a 1450. e grandes de 4 a 8 libras de 21500 a 4|500.
a gama^f a^S!" PrW' Pr< fiD* maao' nacUr' C^ Maiair* secca, Feitoria e Camones a 1*200 a 11300
rfn PPa rprO pa" pMl de 50 60 "' W* edo.3JH800 a 41800 a caada:
Pera e 8 de lodM M ****** ********"& i* l00 a lata.
rAftntrfaiXflS de 4 8 libra* a melhor que se pode desojar e tem do ao mercado de 49 a 6} a eaixae 1#280 a libra.
Lata em.,r,8C08 de 11 Ubraa de 100 a 25200.
Cafa lrt n;,?61*6 SaVel Pesctda e ouiM^muitaaquAlidadosomaisbem arranjado-quo.tem vindo ao nosso mercado de U400 a l600
Frascos oV ame^ *"*h" 2* "' *HbM e 28 lavado*
Vi nairrA v 6H ft Cm HbfM* ProP"as ?*" mkos POT serem mniio bem enfeitadas e de superior qualidade a 3 cada nm.
Cominho e ervadZque,9B,04,do* mt~* 400" ** W60i*t..
Vinho nArrl^anY 6 S maS *"*que ^ no m6rcado a 800 a ,ibra do wminhaoa400 rs. a eeva doce.
!Vf am a, de b0t 'ua,idadfl 800 a 1 a garrafa e de 8f 500 a 10000 a duzU,
Fi^rmvM emlato9d6Bmalbradomasac^tado<>'aeLsbo.evindaapri^^^^ de i| .l280.
Ce%ei^^MW^4rW6 68 libmProPriMPa^os,por serem maitobemenfeiudos de 1*500 a4e.400..libra.
vlZJZ T1, ^ m"CaS M0 fc' 5,WW>a d^ da b'-.
Vinagre puro de hsboa 240 rs. a garrafa. wso. ^,
OCe da gOiaba da Casca em caixio a em norcao a 900 rs;
Azeite doce parificado* 80^rs. a .* e^OOO. caraanom 12 garrafa*.
brOgnaC a melhor qualidade que temos ao mercado a 1000 a garrafa e 109000 a duzia.
GenebrHlXit^^ ***.
pS- de Hollanda oo0 o frasco 69SO a frasquera com 12 frasco,.
FalltOS llXadoS p,ra dooteaaaOO.lOOrs.
dem do gaz
A^Tt^ ma;SuSUperr *** teBMtda no ^doportuguea.hespmiol.e francez de i a iS00 .libra.
AmenTasr .reSerSn0V" qUe"" vInda nom mercado a 1W0a"" Pww ea2ooo.sd.L^
Amendoas *** ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcao ter a batimento.
Sta o mais lmpo que tem viodo ao mercado a 160 ra. a -ribrao SfOOO-por rroba.
ClOSOS
extractos para lencos.
Aloja d'igoi* branca aribe de despachar da
fLZY*8 come. nos e predeao. ei-
tr.co* de noro* e escelbidos ebeiroa como besa
atoas, fauperatrls, D. Jsonarw, D. Francteea, ZT-
S".1 -r2qoel RmI dt0 ,Trf. to dw Arpea.
dtodeTriaooo, etc.,etc., nio esqieeeodoporm
o ettimarel eitratto de stndeto. Ji so sabe M
rregoezes qoe munidos de diobeiro diriafras-M
rudo Qactmado, loj. dVgoia branca b. f5.
acbarao barateza, agrado e sioceridade.
sortimento de enfeites de flo-
res para casamentos
e bailes.
A loja d'afliia branca acaba de daanother *m
lindo soraaento de enfeitea que de so* aropria
eneommenda roiodou rir para casamwrtoa e bai-
les, a aem nudo de errar, seda-M dtoa* qoe sao
os mais parfeitoa e delicado* qoa ate acn tasa
vindo, e easa rerdade aeri conheeida por aoellaa
peaaoaa que abem apreciar o bom: apenar da
todo rendem-se baratos em proporeit a perfeico
delles. pndo a diobeiro vista 12. Ida i*k
meroD 16?' Qt*i"t*0'lote *'*** at
o maco com 90 macnhos> e flor a 280 ra.
a 3*000 a groza 280 a duzia de caixas.
A lm dos gneros annnncdos encontrar o publico nm completo sortimento Je ludo tendente a molhados.
Bicos de seda. Ferro para
preprto-
t-, grandes, a
f
Barate^i^ad-
mira.
Mai Ao o*fek*ee*de casabrata de-lian*
abortos e bordados para mioa a eabecas de ao.
*?&&g'm*2'Kt oa mandar ver nio
IZ^*^J*****\baraliaalmoa i riu da
bnadas, s ,,,as si pas i a, baja branca, ra iofymitnj.
Yeadem-ae cortes de phanthazia
por 100000.
Dito* da la e seda com babados a 12*.
Wtos de larra tana brancas bordado* a seda a
109000.
Dito de cambraia e seda a 108.
Manteletes de seda de cor com pequeo mofo
fl OjvUo
Camisinhas bordadas para
31000. v
Eofoite de flor a 1*.
Velludho com flores, corado 600 rs.
Potassa da Russia e cal de
seaboraal|,2e

Robas

.-eonheeido a acreditado deposito da ra
* Crtfiide Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia',
qualidade, aasim como tambem
ora o de superior
cal vlrgem em
-* ----.v t-.>viu v*i 'iigCOJ CUl
n*
niNDIUO LOW-IMOOR
RiadJSeiiialUWivaiai;,
aatoealssjsjtaimaauaosiUna ahavaiom
to sortimento dsmoendasameias moeu-
MhaaMehina* da rapar aiaixa*
o batido a coado,de lados oatamanhos
pavaiditav

e ouiros qnandaaes.
JA loja d'aguia branca acaba de despicb
m
ruauar raasjfja/ eoBP
Bicos; rendas e labyrin-
thosdasllhas.
,lo*. fl'aanto branca acba-se recentlmente
prvida de um bello aortimento de finos, alros e
bontforbicos de seda, e das differentes larguras
d'i l dedo at mais de 112 palmos, e os baratos
preco* por que ae esto vendendo animam ao
comprador: assim como os fortes muito dura-
rais bicos, rendas e labyrlntbOS das linas, igual-
mente baratos como tonheeeri o comprador,que
munido de dinheiro, dirlgir-se a ra do Queima-
do, loja d'sguia branca n. 16.
A 2000 o corlB
de--calcas de meiacasemlra escuras de orna s
cor: na ra do Quelmado n. 22,' na loja da
Figas de coral.
A loja d'aguia branca receben urna peqaena
qnanUdade de bonitas e bem acabadas liga* de
coral, propnas para enfeites de criancas. de re-
logios, e mesmo para aa rollas de coral, e as est
vendendo a 19500 cada urna ; quem se demorar
nao as achara mais em dita loja d'aguia branca
na ra do Queimado nnmero 16. nica parta qoe
aa tem.
Fivelas para smtos.
Jif^"8*, "" fl,e,M d9 niadreperola,- de
mniio imdoalavroreso esmalte, de ac. Unto
pequeas como grandes, propalan para siatoa ou
pulseiras, por preco muito commodo j isto *6
na loja d aguia de ouro, ra do C*bog .l^,
Caixinhas para mimo.
E'thegada snova remesaa das lindas caiiinha*
de todos o* tamanhos, com os competente! per-
mces pataooetura, locando lindas pocaade'ma-
ca e ricamente ornadas, proptia para costara e
sm jotos, qae se-veodem pelos barlissimos pre-
sica a 6, 7, 8,10 e I. assim eomo calimbas s
com msica a 10 e a 16: tndo isto s* na loia
da agum- de ouro, ma de CabogS o.lB. V
Ra, d Queimado n. 10,
loja de i portas.
Veodem-se chitas Irancezaa muito flnaa de ce-
res fixas, covado a 240 rs.
Chitas inglezas, corado a 160 rs.
Cassas francezas muito finas, corado a 220 e
UO rs.
Brim braveo de puro linhe, vara a ly.
Panno verde, cor de caf, azul e prcto, covado
a 3S000.
ia &? lQU,uiin 15*000, SO, 25, 30,35,
ay e ooyjov;
Superiorea meias dealgodao cr para homaro,
a duzia 4#.
Visitaa bordadas a.mauc, urna, 8# a 108.
C&miaaa para aenbora, urna, 2f.
Cortes de casemira de cor, superior fazenda, a
Velludo de todas as cores, covado, 3$ e 40.
Superiores paletots de casemiras de cores a 14S,
Riquisaimas capinhas bordadas para aenhora a
45 e 50#.
^RtmiUslmos manteletespretoa bordados a 35 e
Riquissimos cortes de seda prela a 40,50 e 601.
Ditos ditos de cambraia branca bordados *SQ,
4D, JO, oO 6 4U9*
i Chiles de merino estampados, superior lasen-
.jJQ^tes' de velludo de cores para colla te a 4d e
GolUnhna de cambraia bordadas, ama 320 rs. M
Superiores casemiras de cores, corado a 2oW
6 38000. ^^
Pentea Tirados de tartaruga a 6 e S.
Lenco de linho, duzis a 5 e 6|L
Camisas de linho, duzia, a 35, 40 e 45$.
. CatomUaspretaa, superior fazenda, corado a
Corles decambraia bordados a lf&OO.
Ditos de diU de salpicos a 3S.
Leqaea a 3*.
Chapeos a Giribaldietraaietoa 10,12alUL.
Ceroulaa escocezas, urna 1*280. ^^
TarlaUna da todas aa corea a 800 rs.
Existe maia m esplendido aortimento de a-
xflndis que seria enfsdoaho meaciona-las, e que
se rendem por maito menos praco do que m
entra quilqaei puto.
Retroz em carreleis
para coser-se as machinas.
vendem-ss oasretotocom retroz de cores, pro-
prios para as machinas a 320 cada am ; na raa
dn Qaeimado, loja d'aguia branca n. 16.
N. O. Biebr& C.,*acce*iore*,rua da Crea
n. 4, tem para vender relogios para almbcira de
ouro o anta
S^wsi?y^^^tsii.
lebro' fabricante
Aos propriotarioaa^eteapros, DSJM0e>,
correlrps, ;.*
Penhuwlsjaunc^pviejau .-tilt
-j
8^
A ultima hora.
Acaba de *hegsr loja de Gama & Silva, na
ra da Imperalriz n. 60, aonde tem o parao pin-
tado do lado da tora, aa fazenda* segointe* :
Ricos cortes de tarlatana bordados a seda por
121060. v
Caaiisinhsa com gollinhas bordadas e tambem
manguita, fazeada de maito gosto, que sempre
se renden por 10, vende-se pelo barsssimo
praca de 6.
j Ditas, gollinhas e manguitos bordados multo
fios o 2$.
Ditas, ditas ditos ditos a lf500.
Gollinhas bordadaa com traspasso a 1}.
Ditas muito finaa sem ser de traspasso a 640.
i Ditas ditas dito a 500 rs.
Manguitos de cambraia bordados a 1S.
DitoS de dita ditos a 800 rs.
Ricos chapeos de sol para senbora a 4*.
Lencos de cambraia de linho bordados para se-
ahora a 8.
Ditos de dita dito muito finos a 9500.
Chales de merino preto franja de retroz a 5$.'
Mantas de fil preto para senbora a 4*.
fM M*ttft*M
* Recebeu-segrande porreo de manta- m
S.leles do seda d* noidade em varioa fei- 1
los, e bem aaaim vestidos da Cambraia w
branca bordadoa, que tudo ae bavia en- sjft
com mandado a ae despachou para ven- \
da de liquidaco por precos. muito ba- V
rato. f
Lojde marmore. m
aaaoo ooeooo
idd'Oroou
rvajarovaitar-aa
la teUrpoj-para
seo no-aa.
WM
mJoa sortimento ,
raaa braacasoauauetois i o meiho.
J real
chegaram
as interetsantes estampas, a morte do
justo, e a morte do peccador.
Da toja d'aguia branca aviaa-ao aoa aenhorea
rererendoae oulraa pesaos* que hariam eocom-
taiendado esaaa inMiesaautes eitampu, qoe ella
onQuaimado n. 16, pois que a quaolidade i
!uepaj;a par agora atada, ae renderao a 2&000
i ama.
EscraTos fgidos.
alt-era de Maerier ajajdkaadd,
rmsniWegpaas aaeaeaoeWejaa mtmi
*mto- a> trata* ao^ es^riptorto do
mrm sssaa^ aatmlZeltaUS
a "7 iPl58? hoj* entr* 7 o 8 hort* da rnaabia.
da Soledade, a negra Hilariaes, de idade da 18 a
lOanno*. estafara regalar, eco do eorao, o^L.
tem dous signaes no rosto, foi vestida de canana
da algodao e de ama saia de chito relba : asesa
a prendar, queira lera-la na Soledad*, becco do
rSa1^1"' V0*-*- 00 eacrtotorton*
Corpo Santo n. 13, pnmeiro andar, aonde ser
Keaerosaeaente gratificado.
Escravo fgido,
Fogio na manhia de 24 do correal*, da faadi-
Sao da ra do Brum n. 84, nm escravo do B*sa*
LOtonio, crioolo, idade 20 annos, poseo mato e
menos, estatura bafza e reforjad, sagaaaa dab*-
xigas no rosto, e cdxo da peros esquerda mgim
com algum a roupa de seu nao enlroasads! Ser
possrvel ter-se o mesmo esasvo acontado no -
genho do Sr. Eduardo de Souza Lalo, a qeesa
outr'ora perlenceu, e por isao rogi-se o messsa
senhor o favor de, no caso do succeder, mn-
dalo entregar na casa cima referida, roaativa
que igualmente ae fas s qualquer risas a Va*
apprehender, i qaal se gratificar.
50*000
DE
gratifica cao.
Na noite de 21 do corrate togio da casa *
abaixo assignado o escravo de nom* Candido cea
fula tolo muito), estatura bix, seeeo do c*m*
representa ter de idade 28 aonos, poaco mato os
menos, cabecs grande, pones* carnea ao reato.
pouc* barba na poota do queix*. tem aa r-traa
)guma cousa arqueadas, qnindo anda pouco aa
conhece, ps pequeos, qusudo falla coa algaesja
descansado, foi tomprdo a 16 de jaiba Mxi-
mo passado ao Sr. capitao Bento Aotoaio de Oti-
veira da fregoezia do Apody, provincia So lia
Grande do Norte, d'onde o dito escravo Dlo-
ra I, descoofia-ae qoe tenha tomado o casaiabo*
erlao, e que vi junto com algum combo* aera
o mesmo lagar d'onde veio para esto pr.ca jal-
Si-se que vai junto com um mulato osarav* aaa
igio na mesma occasiio e sao da sesma tona
portento roga-se ss autoridades palicaes, canal
iaes de campo e mais peasoas em gcral a canta-
ra do dito escravo, e entrega-lo na raa larga a* .
Rosario, fabrica de cig.rroa n. 21, qae r-grads
se todas as deapezss feitascom o mesmo, se dar
a gratificasao cima.Antonio Maia da Brilo.
Escravo
fgido.
No dia 21 do correte fagio o malalo escrava
de nome Luiz, conhecido por Luli Montoiro da
idade 23 annos, ponco mais oa atrae, bsto'at
alto, secco, bem parecido, pernea cometida*, coa
olars, cabellos cacheados e 4 cao bolo, efflciel
de pedreiro, pintor e calador, eeersv* do saa-
jor Antonio da Silva Guaasio, moraaor aa isa
Imperial : portoato roga-as aa anlotMa** poB-
ciaes, assim coso aoa seiihores de esgeaba* *
proprielarios aonde elle for trabaUur, iatitatoa-
do-se forro, tonto nesta previacia eomo for dol-
a, que o faca prender e remellar ao sobredi!*
senhor, que pagar todas as despasas, aaaim co-
mo a quem o condnzir.
AUeneao
Na noite do dia 21 do cerrarte regio d* poder
do abaixo asiigoado o aea escravo mulato de as-
me Jeau, estalara alto, or clara, da idade 25
anno*. represento ter asis toada, ala** graado*
e vivos, cabello* ccaspoa e boa aparada*, com
Srincipio de barba no queixo, pea aades, dada*
os ditos asertos, snda am poaco corcovado a
de bracos abertos, nstoral do aertio do Apodi'da
provincia do Rio Grande do Norte; foi comprad*
nesta praca ao Sr. ioao Chaleaotoma BVzarra Ca-
valcanti de Albuquerque, morador aa provincia
cima declarada ; o dito mulato levoa am sana*)
de coure de earneis*. osa rada e Vireraa* aecaa
de roupa detsea uo t raga-a* a todaa so aato-
dades policiaes e mais pessoas qoe o eneontrem
de apprehende-lo e lea-lo i ra da Matriz da
Boa-Vista, aobrado n. 33, qae aerio bem recom-
pensados.Joaquim Francisco Franco.
No dia 8 do correal* desappatecea o ma-
lalo de nome Maaoel, de idade 25 anno p*-
co maia ou menos, de cor plida, alio, macre,
com usa cica tria em um* pera a proveaiaatod*
usa gomsa que leve na measaa ; esto matas*
velo deMaaeaeemae, proviacia da Pasatoaa d*
Norte, pra-ie* vendido : qaeaa dalla riiabsi i_
livor noticia, pode dirigir-se a raa da Crea** a.
7, toja de fasandae de Gaimataaa 4 toaa.
aerd geoeroaameat* re*oatp*a*ad*.
Fugiodo oasjepbo** asaiao aasignad
dia 13 de dezembro de 1859, am solean* i
ir nome Joio Gregario, atad* d* 20 a 2d u_
m preto,-altara regutor, slaara* s*jriato, -
- qaal tai pr
remaUid*
em osa vapor, se estar na Babia ; roga-ss aa
ciaes e eapito**de taasoa qas
o rea>ettim para Pacaandanu eaawajs a* Sr
Joio Pinta tatSaiaalaatua, a qa* pasase aa*>
q*er despea v~ a* fii*i\
Umballaoa* tenia nema I ata
GraficacSo de 50,000.
coartada aadtt toataa tata*M H| sil ,u
ado o mulato do aos* Tovqaata, Mad*
I en mano*. aataraitfoFar;
Hitav paasaaiav d
^detarroTtttatoda
ta a stad*: easa a
olio n. 8, que i
egrav
J-


m
AW> t Htt*JttWC* -Qtimfr nUA si r OUTTJHU) t tuu
Litleratura.
--
Vifil, lecesses.
Quando o exercito contrario com bandeirae
estendidea, o lomduciiuu trombetat se rem
a vengando aos muros,nao sao necessarias liiai
mas duando (je > suro com tudoi o$ e
ioalruaeni< silicio, erWaa na- exercteioicoi
citarte ,_, Me(a, fc/m com os olho, inf.nTs m p
as proprlaa miei os na triara do
com o mi lelte, ftzendo do arr,
dedicagio a mu fllhos a Bator
*M ter. Sempre escolhiam a!
fdade uro pouco araogada, a
?reheaiiveit, a quem coafiara.
alar sobre oa meoiaoa, peno
a m ouiasse diter ou fazer
lade. dI
mutlO asertar, diifa o padre Antonio Vieira.
E diia bou), previa a guerra que os inimigos
da-ordem'a$cjai, e por isMiulmigoa da humani-
dade, friim nos goveroot aos povos; avisava
aquelles qu*pela sua posicao na sociedade eram
respoasarelsperante Deua e per'aote os homens
por todos oa males._p.ue a aua (alta de vigilancia
Sedease orlgioer, de que ae tramara contra oque
a de ais respeitarel, contra principio da iu-
toridada.
Lembrivi-Ihet o santo preceito vigila, nt oes-
tes ; azia-lhei comprehender a necessidade de o
observar, priaeipalmonte quande o demonio da
levolugio coi meta pavorosos antros combina-
ra e prepara* iodos os meios do, quebrindo os
leos sociaes, atteotar livreraente contra todos os
direitos da sociedade, contra todos os principios
de usliga.
Has os governos foram surdoa ou depresarsm
uro to ulular conselho, nao tiveram a dgilan-
cia pedida, e o resultado... nao diremos qual ,
mas olhe-se para Portugal olhe-se para a infeliz
Italia.
Hoje os inimigos da sociedade j nao marchara
de noite, nao avengam surda com todos os
instrumentos bellicos em silencio, seria por isso
mais fcil debetla-los, se a falla de vigilapcia,
que houve, os ola Uvera deiado apossar dos
pastos mais importantes.
Fui gravo a culpa dos que deviara vigiar e nao
vigiaran), mais grave porm a daquelles que
anda se conservan) na Indolencia.
Res e poros deviam de ba muilo ter conhsci-
doo que ihes cumpria fazer; estes pira defen-
derem a aua propriadade, para conservaren) os
seus direitos ; aquelles para cumprirem a obri-
gtcao, que contrahiram, oo momento em que
empunharam o sceptro, para salvarem a socieda-
de dos horrores, a que a revolucao a tem arres-
tado.
MasajualiQaiDviaa nao est aioda salisfeita I
Nem outra explicaco se pode dar indolenci
que prende os bracos a uos e outros. Humilbe-
mo-nosaue o Todo Poderoso, e pela sincera
conQsso de nossas culpas, pela verdadeiri con-
trico e firme proposito de emenda, arrendemos
a justige de Deus, fagamos que a sua Misericordia
venhasalsar-nosdo abysmo.
Mas lombrem -se os reis que um dos seos gran-
des peccados tem sido o pouco cuidado com que
tem defendido os povos, cujo goveroo Ibes foi
confiado; lembre-sa os reis e os povos que no
proposito de emenda vae envolvido o proposi-
to de fielmente observarem o vigila, ne cesset.
" J nao occulia a guerra que a revolucao faz
s nsgoes da prdem poltica : oa campos esto
bem estremados, de um lado vem-se os defen-
sores do direito, dp outro os que repellem a
idea do justo ; aqui acampam os defensores da
propriedade publica e particular, acola basleam
suas bandeiras os que depois de eibaojarem a
fortuna publica, esfaimados se arrojara sobre as
economas do pobre.
Nao ordem poltica j, Deui perdoe aos cul-
pados, se n3o exige essa vigilancia recommenda-
da as sagradas letras, e to scooselhada pelo
padre Antonio Vieira, por isso que o exercito
contrario desenrolou as suas bandeiras, e marcha
ao som dos hymnoi da morte e do roubo.
Nio acontece, porm, o mesmo oa ordem reli-
giosa. Os ioimigos do Cbristo nao deseengam na
guerra que- lbe fazem, e na irapossibilidade de
novamente o crucificarem, satisfariam a ambigo
do deicidio, immplando aquello que na ierra -o
representa.
Nao se atrevem, rerdade, a marchar com a
bandeira desenrolada, eao som de caixas etrom-
betas, mas nem por isso menos prejudicial a
guerra que fazem egreja.
Dizem-se cathocs, para serem menos sus-
peitos os ataques que fazem unidade da egreja.
Dizem-se christos, para que se nao repare em
que o seu mais decidido empenho destruir o
christianismo, e cegos pelo espirito das treva
oda nao perderam a esperanga de o conseguir.
Nao outro o Oro com qua guerream o poder
temporal do papa, porque bem sabem que o ex-
plendor da egreja, e a sua independencia neces-
sitem delle.
Nao outro o fim com que preteodem estabe-
iecer a doutrina de que o papa cao mais que
outro qualquer bispo, falsificando para isto as pa-
tarras dos santos padres e dos concilios, porque
nem sabem que se o conseguissom eslava des-
truida a unidade da egreja, e destruida esta nao
Ices seria difficil arrancar a cada um dos bisposo
poder que lbe compete, e que indispensarel
que tenna.
Has porque temem o espirito religioso do po-
ro, nlo ae atrevem ainda a arrojar a mascara e a
a presentar-se taes quaes sao ; pelo contrario,
ngem-se mais zelosos do christianismo do qne
os meemos representantes dos apostlos, presidi-
dos pelo vigario de Christo.
Temem que se saiba que atacan) a egreja, por
que Ihequerem roubar os bens ; que a atacam,
orqoe ella com aa suas doutrinas um obsUcu-
d perpetraco dos crimes que ellas premedi-
tara ; que a atacam porque a soberba, que lhes
fiz desconhecer superiores na trra, e ibes torna
insuportarel a superioridade do cu, Ibes aconse-
Iha guerra egreja, e lhes persuade a possibili-
dade do triumpho.
E' por isso que contra a egreja nao marchen:
com o estandarte desenrolado, mas vem surda,
o que dere por de aviso em geral a todos os ca-
thocs, mas em especial aquelles a quem Chris-
to disse posee oves oteas, patot agnos meo*,
e aquelles a quem confiou o supremo lugar na
admioistracao publica, para queestejam vigilan-
tes, e nao deixem os esfaimados lobos entrar no
redil do Senhor.
E o desprezo desta obrigacSo torna-se hoje mais
criminoso, por isso que a ligio dos ltimos sten-
la annos devia ter aproveitado mata aos povos,
aos reis, e aos successores dos apostlos.
[Nacto.)
A mocidade de hoje.
Da instruc^o publica.
III
Em primeiro lugar todoa oa meninos, ntsci-
dos de mios virtuosa, nao eram abandonados
aos cuidados mercenarios de urna ama de leile:
FOLHETIM
KUM DAS PEROIAS
que os sabia temperar
:ia.
giosa decencia
*^??,'*Li?"P-wneli*''n* i03 Grweoa
Aurel'a tae do-tesar, e Atia-me da Augostc
preiidiram 4 eduoecao dos seus lhoi, fafud
aeiiea os prineipaoe homens to scalo em qatf
viveram. Por effaito deaai sabia modida a Da-
tureza, mintendo-se na sua purezr'a integrida-
de, e alheia a qualquer impressio viciosa, apo-
derava-ao plenamente de todoa oa bou cooheci-
mentoi, e se abaorvia nicamente em qualquer
setnela para qne se voltassett fosie' jurtspra-
dencia, ou eloquencia, ou guacra l .
Boje porem, logo que o menino naice, 'etf-'
iregam-ao aoi cuidadoi de lima ama, da alguma
brega pornemplo (l),'a quem se associa fam
ou doua oacraros, muitas veaoa o maB'iia de
todo o bando e incapazes da menor funegao se-
ria. As suas tolicflj e erros lo i prinielr til-
la que se entranhi no tenro juizo dos meninos,
e nioguem ba na casi que observe o que paran-
te eates se faz ou se diz. Nao su isto: oa paes
em lugar de icostumar seus Olbos desde a mais
tenra idade aos bons costumes o & modestia, sao
os propnos qte autorisam as suas liberdades e
dtssipacdes, as quaes vio insamivelmonte che-
gaudo ao grao de insolencia, e afinal de dospreso
de si e dos outros.
Mais um deleito especial desta cldade, que
pireee accommetter os nosioi fllhos antea mes-
s nascerem Un tero matris concern tnihi
M
j> ii,bi*cooji
ma aod
vxientur) o amor pelos larcistas, e gladiado-
res, e a paixo por cavllos (AistrtonaTts favor
et gladiatorum equorum que sludia.) Ora que
lugar pode ficar para os conhecimeotos uteis n'um
espirito que ucea pido por semelhantes futili-
dades?
IV
Na antiguidade a solicitude dos chefes do im-
perio por seu povo, dos governantes pelos go-
vernados, nao se estendia ao ponto de tornar o
estudo accessivei todos. A inslrucco publica
era entao iocompativel com a esersvidio.
Foi o christianismo que, abolindo a eacravido,
mspirou a Garlos Magno n'um seculo de barbaria
e de trevas a nobre ambigo de espalhar a ins-
truegao e as luzes. Mais para adianto no meiado
do seculo quioze a imprepsa contributo com mais
torga anda para generalisar os estudos, e levar
ao longe o amor pelas sciencias.
Nos ltimos annos, isto no tempu de Luiz
Felippe, a M. Guizot coube a honra de regulari-
aar, espalbar, e fundar a instruego primaria em
todas aa communas da Franga.
Apreciemos finalmente a solicitude do governo
actual para com a mocidade de hoje, serrndo-
nos de base o seguiote quadro completo das es-
colas mais ou menos especiaes que se tem aborto
para essa mocidade.
Eosino secundario.
Collegio imperial de Franga.
Desesete academias em nossas provincias, sem
contar a de Pars, as quaes c0mpreh6ndem fa-
cilidades de lettras, sciencias, direito, medicina,
theologia, etc.
Escola normal secundaria de Paria.
Dita de Alhenas.
Dita de Cnartres.
Dita imperial das lioguas orientaes vivas.
Bellat artes.
Escola imperial e especial das bellas artes em
Pars.
Dita dita em Dijon. **
Academia Imperial da Fraogaem Roma.
Escola imperial e especial de desenho, e de
mathematicas applicadas as artes industriaea.
Escola especial de desenho para os jorens.
Conservatorio imperial de msica e de decla-
magao. r
Escola de msica de Lilla.
Dita de Toulouse.
Dita de Marselha.
Dita de Hetz.
Dita de Nantes,
Escola polytechnica, etc.
Escola polytechnica.
Dita de mioas.
Dita de pontea e calgadas.
Dita de artilharia e engeoharia.
Dita de applicago dos tabacos.
Marinha.
Escola da marinba de Brest.
Dita de engenharia martima.
Escolas militares.
Escola de Sao Cyro.
Dita de applicago do estado maior.
Dita de Saumur.
Dita normal ao tiro.
Dita dita de.gymnastica militar.
Ditas regimentares de leogeoharia,
Dita de medicina e de pbarmacia militares.
Aguas e florestascriagoesagricultura.
Escola dea aguas e florestas.
Dita de criagio.
Dita de agricultura de Grignon.
Dita dita do Grandjouan.
Dita dita de Saulaaie
.Cincoenta escolaa fizas.
Escola veterinaria de Alfort.
Dita dita de Lyon.
Dita dita de Toulouse.
Escolas industriis.
Conservatorio Imperial de artes e officios. -
Escola central de artes e manufacturas.
Dita imperial de artea e officios de Aix.
Dita dita de Angers.
Dita dita de ChalossorMame.
Dita de mlneiros de Santo Estevo.
Dita de meatres mineiros de Alais.
Dita secundaria do commercio.
Dita municipal Turgot.
Cumpre mais observar que.para se entrar em
quilquer dessas eicolas, e divenas carreiras, exi-
ge-se hoje, alm do certificado de vaccina para
por a mocidade ao abrigo do contagio terrivel
daa bexigasum diploma de bacharel em lettras,
e mesmo em 8cienci8s, qual outro certificado de
vaccina, para por a mocidade ao abrigo da ver-
gonha de urna craasa ignorancia.
Cumpre notar, outro aim, que para chegar-ae
as principies repartigde vio Estado ao lugar
mais que modesto de sopranumerario, e dahi aoa
de empregado, exige-ae tambem alm do diplo-
ma de bacharel um exame especial de capacidi-
(1] Ai escravas gregas eram em Roma o que
aa Franga aio hoje aa criadas inglezas, e na Rus-
lia as criadas francezas.
cc-llocana primera pagtm: Ilamemitwis litlera.
As lettras ap prxima aova homens entre si pan
o progresso da intelligencia humana, na meama
forma que a moral os.conroca par o nobro
prenduado da eusaj da Tida. A tajdadora
atgntdade do homem est oa cultura do teu es-
pirito. Que de gozoi t#o puros e ibundintea
fomece o exerefeio das nossai faculdidei
nos
da
... e
n*!,V PiMoaa intelloctuaoi 1 O homem da um
espirito cultivado camioha a par de todoa o po-
deres da torra.
O lempo actual bem propicio para a mocida-
de. Para que alguera so elivasse era miater ajoo
nzeaae soldado oo primeiro imperio, devoto pela
restaurago, e guarda nacional no reinado de
Luis Felippe: hoje pormproaegui na carreira
que qulzerdes, as escolaa esto ah abortas, en-
tran o sahi; para serdes bem auccedidn nio pre-
cisasalisfazer exigeociai, e condicgei, alm da-
quellaa que proveem das vossas aptidoes, traba-
Ihos e successo 1
Acaso a mocidade de hoje tao protegida, ani-
mada, e ajudida pelo governo de tflpoleio III,
prepara-nos um futuro melbor e mala sabio do
que o praaente r Afirmando aqui esta consola-
dora prophecia, eotendo que com lato nio poaao
offender aos crticos e piriidarios de todas as
cores.
A queatio tao complexa da perfectibllidade hu-
mana por meio da duusao do saber e du luzes
postoi ao alcance de todoi o ser o enigma per-
petuo deste muado. Todava guard-me de com-
parar o saber ai latea e & lingua de que falla
Esopo, duendo :iE'o que ha do melhor e 'ao
o ^nesmo lempo o que hi de mais funesto.
c Deixse fallar os toloso saber tem o sea
valor, a
L. Veros.
Deputado do corpo legislativo.
[Le PonstitutionnelSiloeira.)
Variedades.
MR
A. DUMAS FILHO.
HORTE DE UM HISTORIADOR.
Falteceo em Heidelberg, na edade de 90 annos
o grande historiador Schloasor, autor da Historia
dos seculos XVIU e XIX at a queda do imperio
francez, da Historia universal, da flistorta dos
imperadores iconoclastas, etc., etc.
MORTE D'DM PINTOR.
As artea francezas acabam de aoffrer urna gran-
de perda.
O artista celebre ao qual ae devem as bellas pin-
turas do musen imperial, da bibliotheca do Lou-
vra, de S. Sulpicio, e de S. Roque, e as magnificas
da bolsa, M. Abel de Pujol, morrea ssbbado 28
de selembrO ultimo, ai 6 horas da minba, ten-
do 78 annos de edade.
Nascido em Valeneiennes, e libido di obecuri-
dade, elle deven a si proprio e ao seu talento ai
distincgSes com qae foi honrado dorante a aua
longa e laboriosa carreira.
Era membro do instituto de Fringa e official da
Legiao d'Honra.
BOA NOVIDADE NOSL DA FRANCA.
As cartas de Carcsssone e suas vizinbangas, fal-
lam da abundancia de uvaa que so colhem este
aono naquello paiz, como d'uma cousa extraor-
dinaria.
Ha preciiio de vindimar duai vezes por falta
de toneis que recebam o vinho doto : e para ae
despejaren) alguna, ofterece-se por baixo prego o
vioho do anno pastado, mas quaai nioguem o
quer comprar.
EPISODIO TOCANTE.
Os joroaes inglezes conteem a oarracio do tris-
te e tocante episodio do naufragio do brigue Co>
lonlst. )
Havia bordo um negociante dloamarquez'Mr.
EzphaldJIald, o aua mulfanr. Parece que saeia
hora antea do navio sogobrar, Mr. Thomaz Leo-
nardo Jackson, piloto, desceu cmara e instou
com Mr. Mald para que subase ao con vez, onde
havia mais probabilidade le ao asir ir; todavii
Hr. Hald disse que nao deixava sua mulher, que
eitaya quasi moribunda por causa da terrivel com-
mogao que havia offrido. Foi preciso abandonar
estes infelizes esposos, dignos de boa sorte, qae
morreram as ondas.
BICHOS DE SEDA.
Mr. Guerin-Menneville, diz a Saude Publica
de Lyon, encarregado d'uma misaao, actualmen-
te por ordem do ministro da agricultura, enviou
i academia daa sciencias tres brocharas que Ihe
foram remeltidas dos departamentos onde ae ten-
tou a cultura do atlante, variedade de bichos de
seda que se sustenten) em pleno ar. Todas as di-
tas brocharse certifican) os excellentes resultados
qae se teem obtido de tana criagea.
O QUE FEZ UMA YESPA.
Um accidenta singular, diz o Echo hourguig-
non d'Auxonne, veio ha das langar a afflicgo em
urna familia de Villera-lea-Pota, comuna do nos-
so cantao.
Um tal Valanchot, obreiro empregado na fabri-
ca de louga de Mr. Ronx, comeu urna ameixi de-
pois de ceia, nao reparando qua no fructo eslava
introduzida urna reapa. Ao eogolir a ameixa, o
insecto sahin, porm tando-lhe picado, a garganta.
Appareceu logo inchicSo. Foi-ie chamar um
facultativo, que veio i toda a preeea, porem
quando ebegou j era tarde, pois que o enfermo
havia morrido auffocado. Foi a 6 horaa e meta
da tarde que tere lagar a picadella da veipa, e is
9 horas j Valanchot estiva morto. O infeliz dei-
xou seis fllhos na orphandade.
NOIVAS NUMERADAS.
Themoteo Prevoste, condecorado com a meda-
Iha de Santa Helena, cairo, bebado e maneta fez-
se pretndante 4 mo de todas as raparigas, viu-
ras, e geralmente de todas as mulheres mais ou
menos lirres para disporem da aua peaaoa. O re-
Iho condecorado tinha sempre urna lista de cerca
* pele pequeas reo-
Mas esta pomelo do noiva
lo eiticiooirio ; o qae qae-
nio era o eaaameoto; a to-
ai tiah asmare um pre-
geando-oo de enginar aa
promaoaai aedactoris. O
t uata loucgiiJi,
|n por ..L
piti fizer
Ris inscriptas ni lista mi-
a n. 4 souberao qatl era o
resolvern vingar-ae
de estatura, deci-
que foi regeitado
_ estatura, e riuva
vldracelrp ambulante, aubstituindo-o por
est* plano Nds vimos prevefcir todos o* nume-
ral que pdennos encontrar; eu Urei com que o
jelhomaconvide para aloaocar; vos ebegareu
*i a itn a/uarto d'hora; pesiado outro qoarto
y^norobagar! outro numero, e asiim pordlan-
ie.de quarloem qearlo d'hora. Vendo elle qae
eaMConiprometitdo, nao ousari queixar-ie. Qoin-'
;,?.^.eJln,eraK,, to4u' e *" ilmocado I
cuita do parro, propor-lhe-hemoi que ooi tire 4
,U,f"? ,ber <** de n6 ** pneirt- e eo-
mo elle bi de recusar, cada umi far o qua qui-
Mt quinto a mim, ontentar-me-hei com es-
carrsr-lbe na cara. >
Combinado o plano, e marcado o da par a sua
execugao, cinco mulheres bem e do vid ament
arUtdas. perfeitamente dispostas, de egual appe-
Ute ao almogo e pin a ringanga, eslavam promp-
tas para executar a sua obra. A pequea riur,
cumprindo a aua pilarra, abriu esmioho : s lff
bons entrou ni isla da caa em que devia ter lu-
gar o almogo, cheia de prazer e alegra.
Preroste eifregiva aa mos, e pateoleava i riu-
ra os esforcos que fazia para rencer oa derradei-
roi obstculos que se oppunham ao aeu casa-
mento.
Quando a pequeni riuvi luspinra de felicida-
de, pensando nesse da afortunado, entrn o n.
1. a grande padeira. PreVoste flcou espautado, e
nao deu eredito a seus olhos.
Ah I sois ros. Sr. Prevoste I encontr-ros
com urna aenbora 1 Nio deixa de ter graga o ros-
io procedimento. depois do que ros me promet
teites I Ha mulheres que choririim so estives-
sem no meu lugir, mu ea n5o choro; ros ides
pagar-me ludo, velho hypocrits I
~~ Minha chara Josephina, responde Prevoste
todo itrapalhado, vos enganaes-voi : esta senho-
ra a riara d'um amigo meu ; nos estiramos a
conreraar emqaaoto eomiamoi alguma cousa ; se
queris almogar tambem. pois nao sois de mais,
ao contrario, estou sotisfeito por ros rrl Rapaz,
traz mais um talher e urna garrafa.
Meia hora depois entrou lerceira mulher: no-
vo talher e nova garrafa. Ao meio da estarsm na
ssli cinco mulheres, cinco talheres e cinco
garrafes. O desgragado Preroste poda ter aioda
receio de qae chegassem mais sele mulheres.
porque sabia que a sua lista matrimonial aecom-
punba de doze. Auim, tomando cif, Preroite
stira sempre a olhir pira a porta, temendo a
cada momento a chegada de um noro numero,
porm neohum mais reio incommoda-lo.
Tomado o caf, e estando as cinco noivas pr-
teitamente restauradas, a grande padeira usou da
palarra, estendendo o seu grande brego para
Prevoste, o diase-lhe:
E' preciso que nio julgues, relho aorina.
que nos rlemos aqui aomente para almogarmos I
tua custa ; viemos principalmente para casir, nao
todas, porque isso prohibido pela lei, mis
preciao que tu escolhas aqui urna de nos, e ja, ou
eu te castigo com as miohas proprias mSos.
Mas, minha chara amiga, responde Prevos-
te, tremendo todo, eu amo muito a todas vos:
nao sei qual hei de preferir....
Oh I relho tratante I
O que faz com que eu nao possa decidir-
me, o nio saber a qual de vos hei de dar a pre-
ferencia....
Ah I malvado I
"" E depois, olhae bem para mim, eu son mui-
to velho e muito doente ; nio devo casar.
E' preciso desenca-lo, exclama a grande pa-
deira.
Ouvindo esta ameaga, o pobre mnete, encon-
tr torga na sua desesperagao, e, levactando-se,
vira a mesa, corre para a porta que esteva guar-
dado pela pequea riura, agarra-a com rielencia
para abrir passagem, e a atira ao chao, onde es-
ta vem os pedagos dos pratos e das garrafas que-
bradas. A queda da bella riun foi desastrosa,
pois deu com a testa no caco de urna garrafa, e
quando a levantaren) tinha tres feridas donde sa-
bia multo aangue* Chegou a guarda e prendeu
Preroste, o qual compareceu depoia no tribunal
correccional eccusedo de fazer roluntarlamente
ferimentoa na riura.
Felizmente para o relho Preroste, os debates
mudaram a qualilicagao do delicio. Ouridas as
cinco mulheres, reconheceu-se que a intengao de
Preroste nio tinha sido maltratar a pequea riu-
ra, o que agerraodo-a com violencia nao tivera
por fio aenao fugir.
O tribunal, depois de ter adquerido a certeza
de que Prevoste reparara pecuniariamente o pre-
juizo causado 4 pequea riuva, condemnou-o por
os ferimenlos feitos imprudentemente em 50 trin-
cos.
L'EMPEREUR S'AMUSERA.
Diz-se em Paria, que oa parilbes de Marsan e
Flora vio ser reconstruidos as Tulherias, iotei-
ramente conforme o gosto de Louvre novo, e que
o imperador annexar os seus quartea particula-
res a parte da galera do Louvre hoje demolida,
e que confina com o pavilbao de Flora.
O imperador dos francezes nio dos que des-
animara em aformosear a ruidosa Paris. Assim
elle olhaase com maia dedieagio para a causa
italiana, que por interesies particulares deixa ac-
tualmente em apathla.
O pavilhio de Flora comegou j a aer demoli-
do. A reconstruego nao terdar. Na ultima la-
mana noa terragos do jardim daa Tulherias, qao
se anda reorgaoisando, collocaram-ae rite gru-
pos e estatuas, aaaim como vasos de bronze ou
mirmore ae rio pdr noi pedestees j construidos.
TALMA E RACHEL.
As estatuas destes dous rultos da acea fran-
ceza vao ser postas no theatro da comedia fren-
ceza em Paria no novo peryatilo. A eitatua do
Taima a que j uteve no jardim daa Tulherias.
A da trgica ser entregue 4 execugao d'um dos
mais habis esculptores.
BARCO INSUBMERGIvEL.
Ensaiou-se em Paris um novo barco denomina-
do insubmergivel. Numeroso publico bordara as
guardaa di ponte o do caes do Sena. O barco in-
submergivel pintado do bronco, com um vasio
I
no
tro

jxperiencii,'." g^Uft S^SalrT^r ftSg!

5. QUAlB
, Decididamente a-quodra que vt-
fogn-
Ni noite delOoattll, boa ve um ii
tabrici de Mr. Schottel, que or um i
eitabelecimentos de 8tpttgarde( cepital-
lemberg, eqoe ficou-rduada a cintas.
principiou 4s 8e meia da noite de 10 o durou at
4i 5 da manha de 11.
O rei esteve no theatro do incendio detde 4s 9
horas at 4 meia neile, e ao ae retirou quando o
minutro do interior Iho deu a certeza de que ae
conseguir evitar que o Incendio commuoicaaia
aos edificios vitinhos. i
Ai chammaa eepalharam a aua claridade hor-
rirelalm de Kannititt, EssKngen e Ludrla-
beurg.
O erlebeleclmelo estara seguro em 200 mil
finos.
Um bombeiro pagoa com rida a sua congem
e avseu zelo.
Na ra de Veillre. em Amiens, houve um
grande inceodioaue principioa n'um estabeleei-
mento de cardadnra mechanice, e que, propa-
gaodo-si a umafmazem de azeite e oleo de pei-
xe, fez taet progressos que ameagou lodo o quar-
leirio do casas.^etraindo amas e causando em
ontras grandes eWragos. Os prejuizos do sinis-
tro sao eooiidararaia.
As noticiai de Barcelona de 8 dizem que ha trea
din esteve em chammaa a Montanhide Honser-
rite, a 40 kilmetros daquella cidade, da qual,
de noite, ae riam as labaredn.
O celebre mosteiro situado no alto da monta-
nha foi deatruido. Todis as bombas de Bircello-
na foram para ali enviadas, e em todas aa aldeai
visiones se organisavam soccorros.
DECISAO NOTAVEL.
Times grita contra urna sentenga proferida
pelo tribunal de justiga de Wiesbaden, noieguin-
tecato :
Tre jorens ingleses, per causa do seu trage
excntrico eram apedrejados por alguos garotoi
de Wieibiden. Dous dos jorent Inglezes retri-
buum com os raesraos proiectii. Um mercieiro
di cidade, por oome Retgel, que pastara no thea-
tro da luta, batea violentamente com a aua ben-
gala oaquelle dos tres Inglezes que precisimente
ficara inactivo. A victima foi loffrirelmente es-
pancada e o aeu cbipo flcou n'um bolo.
O pae do joven logias foi queixar-se 10 juiz de
Wiesbaden, e como este, por falla de lestema-
nhss pereca indeciso, disse-lhe qua da parte de
um homem robuato como Mr. Retgel, era urna
covardia bater to brutalmente n'um fraco rapaz.
O defensor tomou nota da expreaso, e o juiz
condemnou Hr. Retgel, na multa de 7 florins,
pelas pancadas que dera e o Inglez pae do espan-
cado na multa de 6 Dorios e meio por injurias.
O Time de opiniao que este.negocio suppoi-
to nio tenhi grande importancia deve aer consi-
derado como amostra da justiga do ducado de
Nassau, e aconselhs os Inglezes a cessarem as
suas visitas d'ora arante tanto a Wiesbaden ce-
rno a Bonn.
PROGRESSO.
O encarregado de negocios daSuisti em Turin,
participou ao seu goveroo, que o gorerno italia-
no abolir todas as restricgdes ao commercio de
cereaes, declarando-o lirre.
O REGICIDA DOSIOS.
As noticias de Athenat (Grecia) dio os seguin-
tes pormenores icrea do estudante qae tentou
matar a rainha da Grecia:
c E' um mancebo paludo, alto, magro, de ca-
bello louro, de uns 17 a 19 annos, e alumno do
gymnasio.
a E' lho de um Mr. Dosios, homem ssbio, mis
imbuido de ideas democrticas e socialistas, ape-
zir de ter fortuna e estar apparentado com aa
principaes familias.
O irmo mait relho do regicida, sendo eilu-
dante do gymnasio em 1854, tomou urna parte
activa na expedigo da Theisalia. Foi depois pan
a Italia e terrio como voluntario no exercito pie-
raontez em 1859. Hs um auno regressou a Alhe-
nas, onde se apretentou com um uniforme pitto-
reico.
Parece que este irmo mais relho exercia cer-
ta influencia uo mais noo. a
CORSARIOS.
Os corsarios do sal dos Estados-Unidos toham
apresado at 20 de agosto ultimo 70 narios, a sa-
ber : 4 raporei. 19 galeras, 10 barcas, lr> briguea
e 21 escunas.
(Continuago.)
XVI
Cbegou o principe. Dirigimo-no 14 casa de Via-
dimir. Eu, por minha parte, ia multo curioso di
jalgar por mim mesmo deisa individuo. O conde
arraujra tea plino com certa habilidade. A co-
barda de aangue fro urna boa conselheira em
taea circomatanciaa. Um homem bravo nlo nos
teria recebidocom um primeiro lorriso mait trin-
eo e maia tranquillo do qae aquello que achamos
nos labios de Vladimir.
Teatemunhou-noi asna polidez engerida, que
4 a feicao dominante do carcter ruiso, fez-nos
sentar, ofiereceu-noa charutos que recusamos, e
tomou a posigo ou pelo menos procurou tomar a
posigo do fidalgo, para quem enea negocios lio
cousas familiares o sem impoitanci.
Senhotea, disao-nos elle, o Sr. de Fiuil an-
Duneiou-mea Tisiiade Yr. Si. ; en os eiporav;
mu 4 fallir rerdade nio comprebendi bem a ra-
tao nem o fim deua risita. Quero ter a bondade
do explicar-ma 4 que dero a. honra de rece-
bo-li f \ r\
Doixei patarra ae principe, que, Uitimuiai
dos facaos da roanos, poda failar flielfaor do
que ou.
M conin, du dfi. jttrto
Iicada, a entretanto como con hocemos to
rardadaira causa da quiiUo que
qui, iremos direitos 10 fim. Unto tti
ojeaa aawaa dero ficar a en
H VideDtnn.!.1"
O conde fe um sigml de utentimento.
A' noite paseada, no baile, o senhor falln 4
ama senhora em termos taes, que essa senhora
foi obrigada a lerantar-se e a aceitar o mea bre-
go. E' 4 respeito desta ficto que viemos hoje pe-
dir-lhe um* xpUcago da parle doSr. Jacques
Pernio, principe, replico Vladimir ; mas
com que direito o Sr. de Feuil, que hontem me
disse que nlo conhecia essi senhora, ae faz teu
campeio ? Ouriu aa minbaa pelavras ? Estar
com elle ? E' sen prente? Nio tem ella nm ma-
rido para defende-la dando-se o caso que eu te-
nna excedido oa limitei dis relages que tenho
direito com esta senhora, o que liego ?
Quero crerque todos que aqu se achamao
homens de hoora ; nao admitamos, pois, sobti-
lazaa. O senhor sabe melhor do que ninguem,
Sr. conde, que a pesaoi de quem se trata nao po-
de pedir protecgo seu maride, pela offenia que
o Sr. Ihe fez, que ella meama nio lhe poda pedir
urna setisfsgio, o que o Sr. de4 jjtuil, que nao
temo direito de tomar a la da/esa para com
outra qualquer peasoa, tem o direito implcita-
mente de toma-la contra 0 Sr. Eaae direitc-lb'o
fizeram adquirir suas relages anteriore, porque
foi aqui em sua casa que elle cOoheeu eua se-
nhora, 4 quem, diante dos olhos do mundo, nlo
dere conhecer. Ejl justamente o que d i sllna-
gio ama delicadez! to lensirel.
Ni bocea do senhor, pa bocea de nm horhem
quem easaienborae Jacquealgarera teu a "
ano confidente meimo, o de quem maii l
com rarto ou em elle, jnlganm ter dirello
qaeixir-se, a menor pilivri qjjeniivi para ella
tambem ae torna aaaipi nprti eUJi. De resto, o Sr.
-de Feuil, a crermos o qh diz, como eu oreio ei-
tibelocau neta noite para com o aanhor, a.- qaea
to tao daramnnto^ne estamos diapenado bol
do tentar a fallar Mbresnl oausa, que 6 tente*
cacao, do que para dizer-lhe que nenhama pode
harer.
Ento, aenhores, o qae me trizem ama
prorocagio ?
E', Sr. conde.
Bem; mas os senhores ho deadmittlr, que
por mais diaposto qae um homem esteja a aceitar
um cartel, tem todaria o direito de diicutir-Ihe
ae> razois antes de aceitar as consequenclas
Como disseram, a poiigao um poaco excep-
cional, e precisa de muitos irgumentoi reletivos
pin chegsr 4 urna ordem de veroaimethangi.
Emfim.supponhamos que eu reconhega no Sr. de
Feuil qualidade pin tomar a defea da duqueza
(oo acbam que intil, continuarais entre nos
o incgnito deesa aenbora ?) ainda necessario
que haj um insulto real-1 Que insulto etie.ie-
ohorea ?
Reo podemosprecisr-lhe 01 termos; mata
agitagao em que as suas pslavras pozeram a du-
queza, basta para constituir urna mi intengao de
sua parte. O Sr. de Feuil aitim o julgou, porque,
em esperar outros detaibes, tmente 4 vista des-
aa emeio, corren apos o aenhor, o annunciou-
fbe a noisa vitita com a malor clareza.
O4 lenhores com prebende iu tgU-xil-
meote muito cpmmodo se ama supposicao baa-
tatae para te brgar com primeira piaooa queie
enconUsaae. Eu conhecoa d^wzaha^uTto tem -
pe-, conhncu-a antea ue ^5Jtattjo,l
''o.tnn nome. Eslire anrolviafttnculenlei

In, seas sorem luiultoi, deuaa,glu-la maja M Hto em enriiT-mn,
Uenos. OSr.de Feuil ceden I am morimeulo de ter esta mudeng,
PARA REMISSA.
Segundo cont um jornal eatrangeiro, nos cir-
cuios militares de Franga falla-te muito de um
invento de grande importancia.
Gontitte em orna caiga de gomma, cheia de
ar, com um grande peto de chumbo na parte que
cobre oa ps, e com as quaes os soldados podem
andar sobre a age com toda a facilidade.
Fizeram ae experiencias no lago de Vinceones
com resultsdos mu satisfactorios.
Ossoldadot mergulhem na agua, al ao joelho,
porm conservero o equilibrio, podendo morer-se
na dlrecgao que querem, carregar e disparar,
como se estivessem em trra firme. Para panir
res e deiembircar em costas inimigis um in-
vento minrilboso.
E' um caso qae taz recordar o des botes de cor-
tiga, que to fallado foi, pois ainda hoje se espera
pelo homem das botas I
MARINHA PRUSSIANA.
Segundo a ultima estatistica, a marinba mer-
cante da Pruasia compoe-se actualmente de 1,720
navios, entre estes 70 a vapor. Ettet navioi jo-
gim 170,000 toneladas e contara 11,800 mari-
rinheiroi.
Bai
peto dVgnntt que
E* grande 01
esta desastre
O MUNDO MARCHA.
FI
a monda de cobre, aobttileioao-e por eatraaV
bronze. Na casa ata moadi abaautm-ae eve aoc
StWBiftrseat "2:
de 20 libe aa pai esta operacio.
gao Nicbam Oamaad. ra
oberinii: c Que a Proridenda Diru
ot noatoi eiforgot
Nodial7deeelem RaA
um duello entre dona
de voluntarios hltanei
O joven conde Alaiiy foi matlalanaa
e morrea alguna minaloa depota. O tan
rio foi levemente ferido.
CAe-art,,
DESPACHO AERIO
Demos i noticie de ae lev
Washington o meio de
phii electrice a* obeervaedoa
aereottato.
A mentigem telegraabica eariada pato-
sor Love do alto d be lio, foi
dente doa Estados-Unidos, e
nce am Inglez > dizia
t
c Seabor: O poato deeaaerracao
exteoio de perto de 50 milhia em
cidade, iom a ibi datara de
presenta urna teena aoberba.
prazer de enriar-roa o primeira
graphico d'uma astagio aera, o
quanto vos dero por me lerdea a
proporcionado a oceaaiio de di
go qae a tciencia aereoniutica
exercito neste piiz. >
RECORDACES DA GUERRA DA INDEPEN-
DENCIA,
A ami das novas locomotoras qae no da 26 do
pusado foram banlisadas em Santander, foi posto
o oome de Valarde. E' o nome de am official de
artilharia da provincia de Santander que morreu
heroicamente em Madrid, quando, a 2 de maio de
1808, os heipanhoet se levantaram contra a do*
minagio francesa, lutando pela sua independen-
cia nacional.
SOCIEDADE DOS PESCADORES DE CANNA.
Em Londrea forraou-ee allimimala ama an
ciedade para promover o entreteaiaMnto da pan
ci 4 cinna.
O aeua fundadores tireraaa ana rale n asa
lhoramento da eapecie bomaoal E* qa anela
duz daa reaolugei lomadas na sua primeara l
nio, e rem a aer:
a Considerando qae a pona caai
paciencia, e faz denriar a mocidade das i
em que ae consomm o gin, a agurdente, etc. ;
e que por conseguinte ella tem na fim moral.
c Qae para pescar bem ao nioI 4 prariaa ato
fazer nenhum barateo, e f nr riniagalnta fjllai o
menos possirel.
a Que a abstioenda de tallar dispon i reaom o
reflexio, o qae sobretodo marte prndso para
mulheres de todos oa piizes, aae abasan ex-
traordinariamente do orgio da falto.
c Qae a pesca canoa, empregaodo o tempe
detoecupado daa classea laboriosas, aa dispe i
economa.
Reaolremoa:
c Qua serio diatribaldoa premios na
dos dom aexoa qae tirerom feito maio prt
oa pesca canoa ; os qae toreos julaaa
dignoi torio medalhas d'honra. Far-oa-ka an
regulamento para a diatribatico das medalhas.
PALACIO DE CRTSTAL
Os commissarios reeea da Expedeio U ai versal
de Londres, que dere ter lagar em lMt, rota-
ran) 5:000 lib. at. aociplUo d'eageabeiro* Ctow-
kes. pela aua planta de palacio O aponeio VM
se est conitruiodo, e qae a nio eeeseihs oa na-
da ao do palacio de Crystal de 1851.
O tolo Arma nm extenso rectngulo, laawana-
do em cida urna das suas extronti ladea por ana
copula tao alta como a de S Pedro em Mana O
ediBcio principal coatigoo to jardim tfa socionade
de horticultura, qae, diz-te, ser aborto aoe ri-
titanlea a mesmo lempo qao a espeeocke.
Ao lado d'esle edificio prioaipal achar-se-ko
os annexot pire as machinas.
A- tagtoterra toma metode de etpago, a o ros-
to para as outraa nacooa. Este eapaco 4 malor
que o qpe escaparan em 1851.
As recompensas serio conferidas no eoaepa de
junho, e o expoiitoree poderlo collecar at ara-
delhai qae Ibes tonkim sido conferidas, ana
objectos qae expozerem.
HA-DE TER QOE TU.
Had. Saqai, qae hoje coate 83 aai, o
por etpago de ciocoenu axaHoa a aariasKai
publico parisiense como Naambala, noria u
mez tornar a dangar nr corda, o pala altiau
n'ami represeotoeo extraordinaria dada aa Hia
podromo em sea beneficio. A gente meca ajan
s por tradiegao a coohece, aba dsigsiUil 1.
rr dangar na corda urna octagoaaria I
O TEMPO E' DlftHElRO.
Dm vestuario fiado, tenido lagaa o feito am
19 horas e 20 minutos, passeru al naja aa In-
glaterra por urna maraviihi na iesaatna. Ora.
osSrs. Biok, Brenster & C, faartaaalaa ameri-
canos, iluda achreos que oa inglezes eram pre-
guigosos, e por isso apoataram nana ano nmma
em como executiriam este toar ata ftree em ft
horas, e o resultado prorou qae alies aioda fo-
ram modestos, porque em 9 horaa a 15 ariaetoe
la foi tirada do ascco no tea edade aataral,
untada, cardada e fiada, o lo poeto aa Mar, lu-
cido, o panno apiaaado, ungido, aotoaddo par
4 vezes, mprensado o lavado ae alfaiato, lalha-
do e cosido 1
.
que
DESASTRE.
O soalbo de grande aala de
conoerssgo, em
nha hoora e mea amor proprio 4 aalvo de toda
auapeita o de todo o ridiculo. Se eu for morto,
quero 16-I0 por bois rezoes ; so mitir, quero ter
alguma cousa para responder ios juizei qae me
pedirem contas desse homicidio
O que responder 4 esse raciocinio feito com roz
tao simples, com olhar to leal, que por nstenles
fazia com que eu perguntauo I mim meamo se
Jacquea nio ae hara engaado 4 reapeito desse
homem ? Elle continen :
Eu tinha multa a misad e com o Sr. de Feuil ;
riamos-nos todos os dias : foi por meo interme-
dio que elle coaheceu a duqueza. O que fiz eu
para que ebegassemos ao ponto emque nos acha-
mos 1 Nada. Esse amor conhecido por nos tres
podemos fallar livremeote acerca d'elle. Tiro
occatio de prestar, no meu paiz, 4 duqueza, um
tarrico aae podia compromelter-me e fazer-me
muito maL Recusel-lh'o ? Offereci-lh'o A* nao
ter muito injusta e com quanto suii affeigoos hoje
nao tejim ai mesmii, ella nao pode eaquece-lo.
?'. c?'?% n>tohn W ella agora lamenta que eu ei-
teja iniciado emeertos acootecimeotoj desua rida
se tem medo que eu informe o Sr. de Feuil res-
peito .dJdlent EuL-etintp, %lli quem uot aaa-
ta. Un do eutro, quem nos intriga, quem nos p6e
JW,1- W:* HUJi. nio me recebe. O Sr.
de Feuil pirece oo mo conhecer. Eu que derla
que^xar-me, nado diaso ; dqu o descont 4 pato
r1*0-. cqgajtira, o mesmo 4 injustica do homem
nimor,ado, pontea, principe, e Sr. foi tooto-
1NDISCIPLINA.
Em Inglaterra um toldado isaiaaiaiu a coro-
nel do aeu regiment o o ajuiante. Igaaiian, ti
os motivos,
[Commercio ato Porto l
dadea augmentam de da para dia,precise desaba-
far sobre alguem oa enfados que croou para si.
Eu declaro que nao tenho inimisade nanhuma ao
Sr. de Feuil. Pelo contrario, ao podesse fazer-
lhe um servigo, fa-lo-hia coraprazer, e as pou-
cas palarraa qae hontem diate duqueza, que
ella interpretou mal, aegundo parece, baria, par-
tecipando-lhe qae estar toiormado do aa* dr-
cumstancia grare, o datajo depdr-me 4 anadis-
posigo, se lhe podesse ser, til, por que ella bem
sabe que pode contar comigo. Oh 1 mea Deua 1
senhor, exclamou Vladimir para acabar de aba-
lar a nossa conviego, como o principe dsse-o
aioda 4 pouco, aquvaomos todos homens de hon-
ra ; nio oceultemon couti annhuma. Sabem o
que te passi ? A duqueza est grvida. Accredi-
tam que, na sus posigo a cousa ralease apena
de fallar-se nella ? Falla-lhe no baile porque np
me recebe mais em aua cata 1 Quls advert-la
de que outros podem aaber o que ea toube. Son-
do de netoriedade publica a maneira porque vive
com o marido, nio ser perigoio nao o enadhe
essa noticia ? E agora expUoatn a laa agilico
o aaber qae eu me acho infoimido de um ficto
que o proprio Sr de Feuil ta.lrel iguure ; por que
rejo, peto admtrecio dos aenhores, conlinnon
Vladimir apootinlo para mim, que o senhor, qaa
o sen melhor, amigo, igaorararo. Poit bem.
enhorea, faco-os toiui juiej T Tenho oaoM
enho rialof Sota por raature agora o somea-
- lo de harer um dueto e de lazer-te um etcin-
munha da maneira por que elle recebea-me. 8a dalo no qualadaqueto acote perir eoo qual
fallado desse infoliz, itftliritaima
E apoiou sobro o adjocliro.
Mis como o soube
tei ea.
o Sr. conde f
Pos urna criada, qae foi eltimamoato oa-
pediea da aoa da daanaaa ; || i IM ama d atoa
grande haprudenda. Ba atOeaattoa oainourna
mnlher nunca deveria deapodir oataaa triad aa
ainda quo tivoaaa qaeixae alian ; par ejua par
rezet deaset auxiliara infetinaun 4a aunen ello
mait precita e dones rencores de eeixa daaao do
quam tem mau a temer. Podom-a ocoaltor oseas
coutat ao mundo intoiro meaos ia criadii ato
qoarto. Bltat to aa analdaatoa raoritordn anta
tntimidide do aeu eerrigo.
Esta rapariga qnn mo rim om cata da daejatta.
reio procanr-mu para que eu lbe arraaiaaea an
lugir; a como joisara que ou liaba algumo tn-
^.
colera
Bf^,3iSDonSoPerce-
rene o lempo, como esleu
Bi"lb""ua til 2 jialcaapta^u^ Nao"
acollara o popel que nodo momento reprooon- aephori,olo ha em lna&wS lrdU^an 4*
dneconrwmonnnooritoauaocUa Emeumma.et- toa, anteo, iwhores.o negocio^toanlrf ten itt- um homim que, enNmm^do pe*M pSaffiS
timos aqui menos pan peglr-lbe uai pU%Tto, porm, com cetUiccn^oei.^iennrlo |nj). ombaragoa de urna poii3o difflcU, cuji M
turamos p
perotigi,,
-ranina]
Com ana hi
"fcft
qu yo w;
?a de unj hornea liona
Tord^znoSe, ello foi
o de querer nul 4 aua ama dea-ato parto i
toaco, qne Ulve doao o coa hacer 4
Sisn, coaifuanto eu lhe toaba ra
anclo. Em aqui o que boato aja'__
roz maia baixi que me foi potdroLA dna
comprehendeu mol a miaba jrilrpitj-
cheguel-meio Sr. da,Feuil, aaerU toaibem od-
v&rti-lo. Emfim, senhores, dato meato o aa
e passou por qao q resultado i o maami o o ana
migo sari prevejido. Agora, oo paraaotk ata
ni prorocacicvi
nto^rianflrtaBnv
horoo, e lerer-lho,. docrJa ello o que
minha palirra de hoora qi
ramea to penco, ai
ia, roctorocamonto^
SK'SSS?*1*1 l a".d,r8i r o mal profundo
^^Al11!!*^ bie o faeto da ana n toan ato toaun
ao ea- >
ttom** .
j.
wm
j tauhoreafdiato-nea dio,
nicas pwaoa, 4 quem eu tobo 1 PEEN. TTP, DE M.FJ>K f AMA A PILHO. 18H,
I


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