Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09826


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Full Text
^-. -4
lili IXXTH IDIIIO 216
~~~~~~--------- MiaHHb
Ptr trsMMiM aittUdw &$t)v)0
ftf tressezet mefdAs 6|000

ENCARRKGJMtPDA eWBSCfilPCAO DO NORTE

Parabyba, o 8r. Antooio Atoiatdrlao de Li-
ras ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Se. A. de Leaos Braga; Cear o Sr.
J- *a 4* Olifeia; Maaariils, o Sr. sfasoel
JoseMaatiosRibeiroGsiasr.es; Par, lustloo'
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa;'
JAS UU
Olioda tales oa das aa 9) boraa d> da.
Iguareaa, Goianoa, e Parahyba oas segundas
e asztae-fera*. *
S. Atio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altioho
e Garanhuns na* tercas -feiras.
Pao d'Altao, Nazaratb. Lioioairo, Breio, Pea-
qoeira, Iogatetra, Florea, Villa-Baila, Boa-Visla,
Ouncury a Ex Oas qua.tas-feiras.
Cabo. Sertobiem, Rio Formoeo. Uoa, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feiras.
(Todos os eorreios parten as 10 horas da manhaj
thci nni2Hi oBTBie iiim
*n aaai ailutat ISIOO O
rtfflDUU
EPHBMERIDES DO HEZ DE OTBRO.
SSf1 "' 4 bor" m ,n Olfflll,
10 Quarto crascenta as 7 horas e 47 ulautos da
tarde.
18 La abala as 4 horas 85 min tos da tarda.
iStd'e *!a*"u"7 hor" K mino toa ata
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aoa 54 minutos da naohSa.
Segando aos 80 mi na tos la tardo.
INTERIOR.
DAS DA SEMANA.
$8. Sagunda. Ss. Ssalo o Jadas Thadeo app.
& tarca, s. Feliciano m. ; S. Zeoobio m.
.80 Q*srta. S. Serapiao b. c. ; S. Lucano m.
31 Qdiotaj s. Qointino m.; S. Ludlla v. a.
i Sexta. c$v Feeta de todo* o* Sanios.
3 Sabbado. t^ix^oraajadotodoaosdeunto*.
8 Domingo, g. Malaqutaa b. primaz da Irlanda.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas o quintas.
Relacio: torgas, quintas e sabbadosas 10 horaa,
Fazenda : tergaa. qaintas a sabbados aa 10 horas.
Juizo do commercio : qnsrtss ao meto dia.
Dito de orphioa: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do civil: tercas sextas ao meio
da.
Segunda vara do eiral:
hora da tarde.
quartai e sabbados a 1
JANEIRO.
SIMADO.
SBSSAO EM 8 DE SBT8MBRO DE 1801.
Presidencia do Sr. Vitconde t Abaeti.
As ooze horas da manhe, achmdo-se presen-
tes trala Srs. sena lores, oSr. presidente abre a
sesao, e lides aa actas de 89, 30 e 31 de agosto
sao approvadas.
EXPEDIENTE.
O Sr. 3. Secretario, em lugar do Io. l um
offlcio do Sr. senador visconde de Jequitinbooha
parlicidando achir-se enfermo.Inteirado.
Um ofBeio do Sr. ministro dos negocios ds
justica. declarando hiver expedido ordem ao
commaodaote superior da guarda nacional da
corte para serem dispensados do servico da mes-
as guarda Eduardo Antonio de Padua Joaqun
Jos de Souza Filho.Para a secretaria.
E' lido o seguate decreto n. 2,822 de 30 de
agosto de 1861 :
Hei por bem prorogar at 15 do utaro mez
de setembro a presente sessao da assembla
feral, etc.Inteirado.
0 Sr. Presidente diseque se vai sortear a de-
putagao que da parte do senado tem de ir com-
pnmeotar a S. M. o Imperador no dia 7 de se-
tembro, anniversario da independencia do Impe-
rio ; e Sea a mesma depulacao corrposta dos Srs.
viscoode de Uru-uay, Silreira da Molla, Carneuo
de Campos. Das Vieira, Muritibs, Dias de Car-|
valho, marquez de Ilsnhaem, marques de bran-
les, baro de Quaraim, Muoiz, visconde de Ms-
ranguepe. Borges Monteiro, Ferreira Peona e
Nabuco de Araajo.
oresmento. porque lodos sabem quaes (oraaa as
ctrcumslancias especiaos que este son tomara
a camera temporaria grande parte do lempo de
sesslo, fenaa o orador qua nao se levantar du-
vida no senado respeito da approvagao desta
resolucto,* a que, ao se levantar, o debate nada
apresentar de novo, e limitar-se-ha i reprodu-
zir allegacea mHilas vezes apresentadas e sem-
pre desatiendidas, embora d-se o phenomeno
de sustentar um lado poltico is ideas que ou-
tr ora atacoo, ou impugnar os principios que ou-
tr ors defendeu sobre este assumpto.
Pensando deste modo, dir entretanto que, ao
passo que o primeiro a reconhecer qne qusl-
quer dos nobres mioistroa que teem asiento no
senado est habilitado para dar todas as informa-
coesi de que a casa tivr neeessidade no decurso
da discusso deste projecto ; e estando certo de
qua o relatorio da fazenda contera ampios escla-
remenlos sobre todos os sssanptos que correm
por aquella reparcio, nem por isso deixa de
coorencer-se que inoegavelmeote os negocios
que affectam ss finanzas e as quesldea econmi-
cas, sao as materias que hoje mais prendera a
a attenca do paiz ; e por isso pensa que a pre-
senta do Sr. ministro da fazenda no senado tor-
na-se urna neeessidade oa presente discussao.
rossuido dea tas ideas, offerece considera o
ua ca um requerimento neste sentido.
Vai mesa o seguale requerimento :
Requeiro que se convide o Sr. miniatro da
fazenda para assistir i discossio da resolugao, fl-
cando esta adiada al que S. Exc. posia compa-
recer. v
a Pajo do senado, 2 de alembro de 1861.
rerreirs Peona.
E' apoiado e entra em discussao.
Sr. D. Manoel declara que nenhuma sorpre-
0 Sr. Barao de Muritiba declara, como orador ?a 'ne cfou este requerimento, nao s porque
h"------------------------ -i -- **<-".-., uuu OU UUIUU
ontem j ouira dizer que o Sr. ministro da fa-
zenda seria interpelado no senado, como porque
noje, ao entrar para a sessao, coataram-Ihequeo
obn senador pelo Amazonas apresentaria esta
mogao.
Entretanto contesta o orador que, para serem
discutidas no senado as altas questes de que se
tem oceupadoa cmara temporaria, mxime so-
bre fi.oanc.as, baja a menor neceasidade da pre-
senga do Sr ministro da fazenda.
Em geral opioiao do orador que, tora daquel-
les casos em que a preaenca dos ministros nsa
discusses do senado obrigatoria, pela consti-
tuigo, como quaedo se trata de propostas do po-
dar execylivo, nao ha preasao alguma de que os
ministros que nao sao leadores agilitara aos de-
bates da casa, onde abuudam oa homeoa mais
expeneotes do psis, o que mais conhecimentos
teem de todos os ramos de administracao.
No caso espacial de que ora o senado se oteo-
pa. aioda mais se demonstra aaa erdado, bas-
tando para recoohec-U considerar que tem ss-
sento na casa o Sr. ministro da agricultura e
commercio, quero sobrasa luzei para responder
pelo seu collega da azeod/T
A raxio principal qua dea causa apresenlscao
. que zeram e f.zem o objecto de | i"Bta7tatauCetaWX. *fj3ggTt
le de 28 de agosto de 1852, no que loca ao Ban-
da depulacao que foi apresentar a S. M. Imperial
as leis de tingao de torgas de mar e Ierra, e a
dos effeitos ciria dos casameotos acatholicos, que
tndo a commissao cumprido sua misso, S. M.
o Imperador se dignara de responder que exami-
nara os decretos da aasembli geral.
. O Sr. Presidenta diz que a resposla de S. M.
o Imperador recebida com muito especial
agrado.
O Sr. Vasconcellos diz que no interrallo da
presente futura esso da assembla geral deve
ter lugar a inaugurarlo da estatua equestre do
Sr. D. Pedro, oosso primeiro imperador e funda-
dor da independencia e do imperio.
Com quinto partase dos Fluminenses a idea
de levantar-aa o esta corte ira monumento que
perpetu a memoria do principa que nos deu
patria, throno e liberdade, todava ella verda-
deramente nacional. (Apoiados.)
Nao preciso dizer muito para moatrar quaoto
est empeohada nesta demooslracao a gralidio
do povo Braiilelro.
O Sr. D. Pedro I oio nos dea s os foros de
nsgao lirre e iodependenle: oSareceu esta coos-
lituicao que todoa os Brasileiros coosideram a
sal-giwrda de seos direitos, e que, ns diviso
dos poderes poiicos, guarda a harmona
nossa felicidade.
Um principe que por amor de nos abdicou
duas coras, e que na idade de 36annoa bavia
dado oome a um povo e libertado outro do peri-
go que o opprimia, nao pode delxar de ser
considerado um here.
Entente, pols, que nao estando o senado
reunido na occasio em que ha de celebrar-ae a
solemnidade que se prepara, deve aer celia re-
presentado por urna deputac&o de quatorze
roembros, e que o dia 12 de outubro, aniversa-
rio natalicio do Sr. D. Pedro 1 e" da sua acclama-
ao, deve ser declarado de testa nacional. I
Neste senlido enra mesa urna indicaco e
um projecto:
Requeiro que o senado aeja representado na-
solemnidade da ioaugurago da estatua equeslre
do Sr. D: Pedro, primeiro imperador do Brasil,
e fundador ds independencia e do imperio, por
urna depulacao de quatorze membros.
Entra em discussao, por estar j apoiado com
cinco asignaturas, approrada sera dbale, e
rai a imprimir a seguinte resojucao :
A assembla geral resolve :
a Art. nico. Ser de festa nacional e feriado
as repartirles publicas o dis 12 de ootubro,
anniverssro natalicio e da acclamacao do Sr. D.
Pedro, primeiro imperador do Brasil.Francia-
co Diogo Pereira do Vasconcellos.H. Ferreira
Peona.Baro de Quaraim.Barao de Muriti-
ba.-Candido Borges. o
Fica sobre a mesa a folha do subsidio dos Srs.
leadores.
ORDEM DO DIA-
E submettids votaco, e passs para 3' dis-
cussao a iodicagao cerc da reforma da secreta-
rla do senado, cuja 2* discussao ficra en-
cerrada.
E' approrada em ultima discussao a emenda
do Sr. visconde de Itaboraby proposicao da
cmara dos Srs. deputadoa approrando as coo-
dicgdea com que foi entregue a igreja do Cullegio
do Recite irmandade do Divino Espirito Santo,
e remedida commiss&o de redaego a dita
proposigo com as ementas do senado.
Eotra em 3* discussao a proposicao da mesma
cmara approvando o privilegio concedido a
Guilherme Bouliech, e approvado para subir
sanecao imperial.
Segue-ae a segunda discussao do projecto do
senado autorissndo o governo a conceder licenga
ao estudsnte Manoel Pedro Cardozo Vieira, para
matricular-ae, e approvado o art. 1".
Vea mesa, 4 apoiado, e entra conjuntamen-
te em discussao o seguiota artigo additivo :
a E' outro eim aulorisado para mandar matri-
cular no primeiro anno da faculdade de medici-
na a Prancisco da Cuoha Bellro Araujo Pereira,
teodo feilo previamente o exame de historia.
S. R.Paco do aeoado, 2 de setembro de 1861.
Visconde de Sapucahy.
Julgado discutido, approvado o artigo ad-
ditivo, e bem assim o segundo srtigo do pro-
jecto, e este passa para 3.a discussao.
Entra em primeira discossio a proposicao da
cmara dos Sra. depntadoa, fazendo vigorar para
o anno nanaeiro de 1862 a 1863 a lei n. 1114 de
27 de setembro de 1860.
O Sr. Ferreira Peoaobserva que nao primai-
ra voz que, oa impossibilidade da concluir a dis-
cussao da lei do opamente, o podar legislativo
re-se, entre nos, na neeessidade de promulgar
urna resolucao contando dispoiicio idntica i
asta de que o senado se oceupa. Foi islo o aue
acooleceu em 1843, 1846. 1847.1850 e 1858 ; e
posto que de cada urna deslas vezes a medida
fosse sempre combatida pelo lado que entio esta-
r em opposicio, todava o fado de haver aido a
meaaa*ida ora atacada ora sustentada por cada
uosofa lados polticos, segundo apoiava oa com-
bata o ministro, baalaota para Convencer que,
dadas as meama circumstanciu, urna medida
desls ordem torna-s sempre argente, aocessaria
razoavel.
Sendo assim, e estaodo os diversos lados poli-
licoa da accordo sobre este ponto, e oio se po-
dendo attribuir oem ao ministerio, nom A mata-
ra que o apoii, i demora da deciio da lei de
poseaos aer necessarias para dirlgir-se ou mate-
rias desta ministerio,
NSo acredita as iras de que fsltou o oobre se-
nador pelo Rio Grande do Norte, e se por vasta-
ra existe alguna divergencia taes obiactos entre
o ministerio o alguna nobres senadores, a rerdade
6 que o ministerio nao tem o direito seos amigos i reauecia de auaa coaviceftee a a
suas opioies j manifestadas.
Em todo ocaao o ministerio entende sardo seu
dever dar ao paiz, e particelarmeota aquellas que
o apoiam, explicacao de todos os aeus setos ; aa-
sim, em oome do Sr. ministro da faada aceita
p requerimento, e agradece ao nobre senador pe-
lo Alto Amazooss a occasio que Iba proporciona
de expr com clareza suaa vista em aeaumpto
tao importante.
O Sr. Viaconde de Albuqaaaque rustenu o rt-
quenmeoto.
Encerrado o debate, o ruquerieaerilo posta a
votoa e approvado. \> -
Esgolada a ordem do dia, o Sr. presidente
marca a seguinte, e levanta a seaaao a urna hora
e tres quartos ds tarde.
5
ENCARREGADOS DA SOBSCBIPCAO DO BOL.
Alsgdas, o Sr. Claudino Falca* rju.. ---
o Sr. Jos M.rtins Alves; Rio 4 JaeeireTsT'
Julo Pereira Martina. *"..
KM PERNAMWJCO.
Os proprieisrios do puno Maaeel
Fara & Filho, oa aoa Imana preca
denca ns. 6 e 8.
SESSAO EM 6 DE SETEMBRODE 1861.
fretuitncia do Sr. Vticond* de Abaeti.
As II horas da maoha, achaodo-se presentes
au senhores senadores, o Sr. presidente abre a
sessio, e lidas as actas de 2, 3, 4 e 5 do orrente
mez, sao approvadas.
EXPEDIENTE.
O Sr. 1 Secretino l um offlcio do ministerio
dos negocios do imperio,
saerrlcio, cernanlo que se evite a calamidade de
sem remenlo em um principio de le-
crsiaiera, e que se mostr ao povo que ai ca-
m,rMJlio lrun ^ reato a sua mala importm-
ie- saiasao,
NI* eeecorrer para que aa mande vigorar in-
tarloamaota'em orcamento pessimo, que todo o
nutd Oseta, e em que iodispensavet fazer os
maiofis cortes, pola o nobre senador pela Baha
a 9,***taro'etteu a provar que possivel veri-
ncar radaocoes na importancia da mais de sete
mil cantos de ris.
Nie> importa que deixe de haver numero na
cmara doe deputedos ; o senado ir trabalhan-
ao e o orcamento flear concluido, ao menos em
estaao le paitar oa outro eamsra nos primelros
oaa aa raaio do anuo que vem.
Com as aammissei rapldss que j temos at
Pr" t-Gn*o. ordena expedidas entao
chegaro muito a tempo, meos talvez a Goyaz;
mas esta provincia tao pacifica e obedieote que
nao-atore inspirar cuidado-
Pergunta-ae ae esta resolaco prejudica o or-
:,m*y* *Bm dorida que prejudica. Deadeque
ooejvseate meio provisorio, ninguem mais se
PWaaii ao sacriOcio de car na corte dorante
,,**0*1ISoeee, e entao positivo que nao ha-
?or ornamento.
Vota pols contra a resolusao.
O St> Prannos (ministro da fazandg) dizque
a 1 P*1* do discurso do nobre senador nao ex-
'** -T**J*r**r *8nao agradecimentos pelo valioso
aoxilm-vjue 8. Exc. estiva disposto a dar-lhe;
coratudo que nooc* ae lhe figurou
nobre senador
, commuoicando ao ae- ,
nado de ordem de S. M. o Imperador que o mes- 1e >vosee esie perigo que o
jno augusto seohor receber no dia 7 do correa- y16''**- Daiorou-se alguma cousa em acu-
le, a 1 hora da tarde, oa pago da cidade, a de- d,r **>iamadodo senado, mas foi isto devido a
putacoque tem de o ir comprimentar no refer- etar itoBUaipenhaodo deverea da mesis natu-
do dia.aoniversario da independencia doi mperio. reM oooanta.aeutra cmara.
o senado iateirado, o maada-se participar Cre V? poutas palavraa bailara
aos membros da deputago.
Um offlcio do mioisierio ds fazeoda, respoo-
dendo ao convite quo lhe foi feilo pelo senido
para assistir no dia 3 do corrente petas 11 horas
da maoba discussao da proposigo da cmara
dos Srs. denotados que minda vigorar no exar-
cicio de 1862 a 1863 a lei do orcameoto vigen-
te, declarando que ser prompto em sslisfazer ao
mesmo convite logo que termine na
. para mostrar
que o oobre senador nao tem razio em negar-sa
a votar ota resolugSo. E'verdade que o or-
C a meato pdde saszar na cmara temporaria e
vir para o anata, e que ninguem pos em du-
vida o patriotismo dos membros desta cmara ;
mas hi causas da que nem toda poden liber-
tar-se. oem toioi os Srs. senadores acham-se em
bou estado de aande.
Ora^ desde que ra admisslvel a hypothese de
que o orcamento deixasse de passsr este anno,
_ dita cma-
ra a discussao do orcameoto da fazenda.
m offlcio do ministario da marinhs, aconpa- p,rece desda logo estar justificada a reso-
nhando um dos autographos do decreto da as- Iu?ao-
wrlbtJ?Iye8l'U",'-,B.BoA,^1J?r1 n"al A!M",a'-eq<'eoaenado podia concluir a
K'i "nceiro de 1862 a 1863 no qual discussao do organTeoto ; no caso de f.zer emen-
_!"-.. M: o Imperador consente Fica oae- das haveria ainde
nado inteirado, e mandou-se commaoicar c-
mara dos Srs deputados.
m offlcio do secretario da cmara dos Srs.
deputadoa, acompaohando a propoiico da mes-
ma cmara que approva a pemo annual de 600#
repartidamente aosfilhos menores da fallecida D.
Josepha Mara Aragonezde Para. Vai a impri-
mir. r
o ficam sobre
.- senado i propon-
gao da cmara dos Srs. deputados approrando
escondieres com que foi entregue a igreja do
collegio do Recite irmandade do Divino Espirito
Santo;
Sio lidas as seguintesredacc5s,
a mesa : t, das emendas do aeoa
co do Brasil.
A iotalligencia que o Sr. ministro da fazenda
deu a esaes arligos daquella lei (iotalligencia que
nao pode deixar de ser a que d todo o ministe-
rio) excitou aa trea de todoa aquellos que no se-
nado sustentarais a lei de 82 de agosto do anno
passado; e para que o possam ioterpellar a tal
respeito que este requerimento apparecsu : ora,
para aaber-aa qual o genuino aentido da lei em
queslo nao ba a menor preciao de que venha
ao senado o Sr. mioistro da fazeods. Como j o
orador fez ver, ahi est o nobre mioistro ds agri-
cultura e commercio que eat babililadissimo pa-
ta satisfazer aos mais exigentes.
Mas nao se quer bulir com S. Exc, que da
aeila, evai-ae tocar nn Sr. mioistro da fazenda,
que, como muito espirituosamente disse nm dos
da seita, urna prova de franqueza para todos os
ministerios em que entra.
O que se quer oio discutir a materia; po-
der-se dizer em face ao oobre mioistro ds fazen-
da :Errastes completamente; nao esse o sen-
tido da le.E Unto isto evidente, que a esc-
ramugaj comegou com o discurso do oobre de-
putado pelo Rio de Janeiro, que maotem a mais
estreita allianca com eaaa meia duzia de senhores
que, como se diz, governsm o paiz.
Nao vota, pois, pelo requerimento, porque v
nelle um fim occulto que icapou ao seu autor, e
porque importa perda de lempo, qaando elle j
[alta para a conveniente discussao dos graves e
importantes assumplos que anda teem de ser
reotlados.
Votando contra esta propoiigo, er que d aos
Srs. ministros, e particularmente ao Sr. miniatro
da fazeoda mais provss de ministerislismo (sera
ser miniterialisla, o al aem sentir a menor dts-
posigao para quebrar langas em favor de neobom
dos Srs. ministros) do que os proprioa membros
da maioria que derem o seu asseotimenlo pro-
posigo do nobre senador pelo Alto-Amazonas.
Nao quer com tato dizer que lhe passa pela
mente que o requerimeolo ha de cahir : nao ; o
seu autor nao costuma fazer deataa cousas para
v-las rejeitadas; mas a verdade o que ae dis-
se. Resta-lhe poia tao smente fazer votos pars
que o nobre ministro da agricultura e commercio
nao desampare o seu collega da fazenda; posto
que nao aeja fcil cumprir esta missao aem deixar
de estar em baraoaia com u opioies que sus-
tentara no senado em outras occasies sobre tal
assuxpto.
Vota contra o requerimento.
O Sr. Ferreira Peona, acbando singular que o
nobre senador pelo Ri Grande do Norte queira
tomar as dores pelo ministro da fazenda, ou pelo
menos procure desviar de S. Exc. a trovoada que
lhe prophelisou, entende que se por parte do mi-
nutario se manifestar quelquer acord eom o
pensameoto do requerimeolo. ficar fora de toda
a duvida que eale nao lem o fim aioislro, oio
importa o grande plano que lhe attribue o nobre
senador.
O Sr. Ministro do Imperio :Pego a patarra.
O Sr. Ferreira Peona admiroa-se de ouvir ao
oobre seoador que o reqoerimeoto era deaneces-
aario. Na sua opiniao a resolucao equivale a to-
do o orcamento (apoiadosj, e oio comprebeode
como para a discussao deste se exija a preaenca
dos mioistroa, e para a da resolugao se entende
que nao ha preciao disso.
OSr. D. Manoel:Entao convide-se lodos oa
ministros.
. numero na outra cmara para
discut-las T Parece que nao ; o resultado era
Ucar-se sem a lei este aooo.
Anda que paasassa para o anno durante o mez
de maio, ara impossivel expedirem-se depois as
ordena a taaspo de comegar-se em muitss pro-
viociaa a csbraoa dos impostas e pagamentos
das despezaa no 1 dejulho.
i 9 "S*6 fe,llor flaroa q urna provincia
(a de G7iBUva nesse caio ; mas a verdade
que as communicsgei oio sao aioda entro nos
tao rapidaa como S. Eac. pausa.
Assim. parece estar fra da queslo a neeessi-
dade e conveniencia de urna medida provisoria
km ,.!.-. meramente preventiva, o de|que temos numero-
z da proposigo da dita cmara approvando o aos exemplos.
tthri!?,udB,!i" Gujln"me Bouliech para Nem se deve estranhar que Isto acontece eale
22 ,omPCH .= de Breaa C0Ma"ct e lou flna i000- *' i mesmo que foi principio de le-
lempo de 15 anuos. gialatura que a cmara dos deputados lutou
um requerimento de Fructuoso Lulz com, cansas especiaos que deram lugar ao atraso
pedindo a graca de serem considera- da lei do orcamento.
gfggy* ?* loto** *JsMm em befl- Nunca se presentaran! questes tao graves e
t uVnS S H-00 llh0, .S \ galdve,-dte pra" Uo.P"da., a respeito de verificagao de
misso ata uilkt? '" PrPr'ed,0v*> & om* S00"". orno este anuo. Nao ha pois o menor
missao de fenda deear para o parlamento em oio estar j conclu-
fi .. a ."*"* D0 Dlk' ^ 1 discusiao do orgamento, visto qua para isto
Kotra em 1* discussao, e passa sem debate para deram-ae motivos que nao estava em seu poder
a 2 a proposigo do senado declarando de festa evitar. *
"wA SiV-2 de ?Ut-ubr,0-.- Da ?arle d0 8Tern<> >os seus amigos tam-
. mag V 81;|cusi da iodicagao autorisando bem onegarel que teem-se envidado todos
erSaria P?r. .di."/. IT" *. '""S.0 da M" os fl(or5 P diaotar as discusses do orca-
creiaria.rica adiada por constar achar-se na ment. *
MsU?S22L!r'J?taU2 da, ta?9Dda- l. ,dor t0Ci em oolros P0 o discurso do
rriP JTi ES depulacao que tem de do nobre sanador, mostreado que nao apresenlou
receber o dito ministro os Srs. bario da Muriii- motivos sufflcientes para que nao passe a reso-
bo, visconde de Sapucahy, e Hendea dos Sau- lugo.
pelo
E' lido
da Multa
tos.
E' iotrodazido no sslio o mesmo ministro com
as formalidades do estylo, e tomando assento na
mesa entra em Ia discussao, que ficra adiada
na sessao de 2 do correte, a proposigo da c-
mara dos Srs. deputados mandando vigorar no
exercicio do 1862 a 1863 a lei do orcameoto vi-
gente.
O Sr. D. Manoel records que empregou os
maiores estarces para ver ae cooaeguia que o
oobre mioistro da fazeoda oio vieaae esta sessao
ao senado, e nio fosse distrahido da importante
discussao a que estava assistindo na outra cma-
ra. Assim praticou porque vio bem o alcance do
requerimento ollerecido pelo nobre aeoador do
Amazonas, Isto que o motivo (talvez desco-
nhecido pelo seu autor] dessa proposigo nio foi
seoao chamar a conlaa o Sr. ministro da fazen-
da pelo que disse na cmara dos deputados em
reaposta aos nobres deputados por Minas Geraes
?if % 5,a?-Ioda0-d- Sj/cerc* lnl*ea- D. Pdro II oio precisari, al ao fim de 1862,
u? ? Vi g.da,le!. de ^ d-e 8g0,l de 186 re" de "tiraros fundos que tem no thesouro, segu.:
nd. .'n!i*ni.*. eCm,Ma0 dS banco>- ao ioform.ge dadas pela presidencia da
f""leg*MPf s- *" *mo,. 1 fleos ex-, mesma compaohia. Quaoto companhia oio
^. DI d kP ''esCola re8tr,cU"' ^ndeu- e Industria, nio pode dizer com precisa o deade
* i,qi ,...' harer ao 860td0 uma m>nfetaC*o o II tti,. o ?ue Ml >rlgada. O governo imperial nao lhe
r.. ferreira Penua declara que xpoz com tam pagos 3 por ceoto que garanta e que de-
rf-q- 0I ?erddeiros motivos do seu reqae- vem ficar deaconlados no juro e'amortizacio da-
rimeo o e que c-senado oa aceitou. quelle emprestimo; mas a companhia oio tem
fl ninnSi- n *" (,Ue., !8,a Coa>0 .fr' qae enlrado para o thesouro com oa 5 por ceoto ga-
'* eai'u.n'It 2.Uii.d' !t rol!;te8lr,c- r'do Pe" provioclas de Minas Geraes e do
> Sr. ministro da fazeoda ; e que Rio da Jaoeiro.
qne nio
a lei do
OSr. Visconde de Itaborahy, para fazer algu-
mas observages sobre a resolugao que se est
discutiodo, precisa qae o oobre mioistro se dig-
ne de dar-lhe algumas informages, a saber :
1. quando deve ter lugar a amorlizagio do
emprestimo contratado em Londres no anno de
1846.
2*. quando peosa S Exc. que a companhia da
eatrada de ferro lera neceasidade de comecar a
reclamar as quautias qua empreslou ao the-
souro.
3, desdo quando tam a compaohia Uaio e In-
dustria deixado de satisfazer os jures e amorti-
zago do emprestimo de seis mil contos que o
governo garanti.
O Sr. Paranhos (mioistro da fazenda), satisfa-
zendo ao nobre senador, declara que o empres-
timo de 1843 deve ser amortizado no 1* de Ja-
neiro de 1864, e oio em 1863 como a principio
pareceu ; e que a compaohia da estrada de ferro
D. Pedro II oio
dficit de caixa
va
narlfld0^ h,bUu,B0 empre a pr-ae da parlado ] O Sr. Viscoode de Itaborahy lameota
perseguido, oppoz-se ao requerimeolo e mostrou ; ae posas este anoo discutir amplamente
po-
0 Sr. Ferreira Peosa ji dea a razio porque li-
uitou-se ao Sr. ministro da fazenda ; porque,
na actuilidade, a questes que mata afiectam o
paiz aio ss econmicas o finaoceiraa.
O Se. Souza Ramos (ministre do imparta) cha
o requerimeulo fundado em boss.razes, qnej
foram produsidaa pelo aeu autor, e uoicas qus
de certa o levaram apreseala-lo A considera-
cao da casa.
Com ffeito aa questes fioaoceiras sio as -que
mais preocupara hoje todoa os espiritas, nin-
guem pode deacoobecer que o miniatro desta re-
parlfcao especial o que mata habilitado est pa-
ra dar o senado quaesquar informagio qos Ifae
que o aeoado nao precisa va da presenga de S.
Exc. para ter todoa os esclarecimeotos qua
desse desejar.
Felizmente mediram quatro dias; a trovoada
serenou, gragas ao Juiz de psz, qae, apezar de
trazer espada, inletveio com o aeu ramo da oli-
veirs e fez applacar aa iras. Parece que elle
quos eoo* e que a eata patarra ludo recuou.
Porunto, ae o nobre mioistro da fateoda eetava
com algum susto, descance, a discossio ha de
camiohar placidameute ; aem duvida que ae of-
ferecero algumaa observagea, masS. Exc. nio
ter que queixar-se dos seus sntigos amigos e ai-
liados.
E se eata assercio nio se verificar, entio coo-
teo oobre ministro da fazenda com todo o apoio
do. seu collega o oobre ministro da agricultura
e commercio, que ba de ir om seu suacorro como
alliado prelltaoso o ilustrado, muito compe-
taota oestes assumploa.
Nao acha neceasidade da resolugao, nem a iul-
ga urgente, pota er que ha tempo de Hadar a
diseusaio do orcamento na outra cmara o vir
para o seaaao t lerca-feira da semana pr-
xima.
Seodo assim, oio se deve crr qua os membros
do aeoado neguem-se a demorarle mais 15 das
na corta para diacutir o orcanuoto. Dir-se-ha
que pode o senada querer lazar meada. Quid
xnde T Vitari para a cmara dea deputadoa o
oresmento. e em mata do anoo que vem patea-
r muito a lempo de ser posto em axeeuoio.
Sam duvida que toraa-ae seesasarta para isto
uma sagunda prorogacio; mas, jl diese que em
aa opiatas neafium senador se recusar a sigua
o snoo fiaaoceiro de
progresivamente aug-
dadoi.offlci,e.Duoflr?l.?or dTSe'minu: fA08].6"^ q-?.?o*r.-
ds uzeada, pelos quaes ella poda aer avallado.
raceiU foi oreada pera 1880 1061
4.W:00OaO0O
5i,ew:eooooo
l
em
e a
despeza em.
: :::
4.400:0001000
4,80O-.O0090OO
leve recursos
deixando um defleit de. .
Juotos pois o dficit dos dous
exercicios sobe a.....
Mas o exercicio de 1850 a 1861 .
extraordinarios, como consta da tabella n. 31 ao-
nexa ao orcameoto, que aootaram em 9,331:0008
dos quaes descontados 4.800:000$ dos dous de
?'^ me?onados, reatam um saldo de caixa de
4,030.0008000.
Ora, como a divida fluctuado exigivel, con-
inr? JS**"* ube,ta n- 3'. importa em
1U.320 0008, aege-se que, sbstido aiuelle sal-
^enA530:000' in,, c ura deflcil de
o,/5W:000J no fim do exercicio de 1860 a 1861.
A receita de 1861 a 1862 foi orgida
eoi..........49.659:0008000
* fPSS em.......51,317:0001000
U dficit deste exercicio pois, segundos lei es-
t eslimado em 1,600:0008, e o orador nao coola
com qualquer differenga que devana causar na
nossa renda os acootacimentos dos Estados-Uni-
dos : aceita como exacto s esse dficit calculado
pela lei.
A, e,tas 1,600:000$ cumpre accrescentar em
1861 a 1862:
Rsgale do papel.....
Pagamento de presss hespa-
nholas, de quo o goveroo oio
pode eximir-se, segundo um tra-
tado ..........
Ha maia 624:0008 precisos para pagamento das
presas brasileiras, divida sagrada e que de ne-
nhum modo pode deixar de aer aatiafeita sem
protelagio.
Para pagamento de exercicios (lodos, que nio
est contemplado na lei de orcamento, exige-
927:0001000
370:000*000
3z0:000000
^000:0008000
760.0008000
se.
Differeogas de cambio .
Premio de letras do thesouro.
Para pagamento do juro e
amortisago do emprestimo da
compaohia Uaio e Industria. .
T"do isto moslra que o exercicio de 1861
1862 dexarium dficit de 7:021 0008000.
O orgament de 1862 a 1863 coota com um
320:0008000
a
dficit de
Precisa-se msia para reasjate
do papel-moeda ...:..
Differengaa de cambios. .
Premios de letras do thesouro
(cootando com 8,000:000 que
nao poderio deixar de haver em
circulacio)........
Por coala da compaohia Uoiio
e Industria........
1,186:0008000
2,000:0008000
37lhOfJ08000
640:0008000
320:0008000
Nota-se que oestes calclos
4,616:0008000
nao ai incluida.
1". importancia da garanta do 5 *l. i esirada
da ferro de D. Pedro II. desde 1858 a 1859 : 1%
a importancia da garanta de 2 C i estrada Uoio
e Industria 3\ a garanta de 2 l8 sobre a im-
portancia de S 780,000 havidas por entradas de
accionistas, a que a provincia de Pernambuco se
obrigou e que o governo imperial lem sempre
pago em Londres.
Nao obstante, reunidos os quitro dficits men-
cionados, a asbar, de
1859-1860 .... 401:0008000
1860-1861 .... 4.4(100008000
1861-1862 .... 7.021:0001000
1862-1863 .... 4,616:0001000
mportam em 17,437:000|000
Pde-se pois contar com um dficit de dezase-
te a dezoilo mil contos de ris no fim de 1862 a
1863.
Deixarao de aer exigidas at entao as seguiotes
sommas:
Divida estrada de ferro de
D.Pedro II.........4,192:0008000
Importancia, das entradas das
aeges permutadas.....3,273:000#000
orcameoto por isso que oapca coosiderou o esta-
do fiaaucelro de paiz tio grava como na actuali-
dade.
Temos tido dficits desde
1859 a 1860 ; elles vio
mentado, aem que at agora se leoha proposto
medida alguma tendele a aaoar um mal lio se-
rio. Aiods agora, nem no orgameoto de que se
est tratando oa outra cmara, oem oa resolu -
gao de que o aeoado ae oceupa, ha medida al-
guma que teoha em vistea acudir de uma manei-
ra efficaz aoa deOcits constantes.
Alguna expedientes lembrados e admittidos pa-
ra esa* fim podem dar algum respiro ao thesou-
ro, tornando mais comtnodo o aervigo que elle
tem de fazer oo correte exercicio e no segualo ;
mss ho de aggravar o mal em um futuro que
oio eat muito distante.
A respeito da apreciagao do dficit tem havido
exageragio de um lado e de oulro tem-se ficado
quem daquMoem que deve realmente importar
no fim do asoo floanceiro de 1862 a 1863. Ora,
persuadido ajos oestes assumplos oonvem que o
peta e as esmeras legislativas nao ignorem as
vardsdeiras elrcemataocias do thesouro, psra que
*t toase um remedio capaz de curar o mal radi-
ealmeou, entende que de asa dever expr qual
ssr, oo seu modo de entender, o decit naquel-
la poca.
Segando o bstango provisorio distribuido ha
dias sa casa, o eietotaio de 1859 a 1880 deixou
um defleit de ciixa importando em 401:0008000.
Esta defleit foi augmentado consideravelueste
em 1869 a 188}.; e bem que neo se pona desde
1 ji determinar exactamente a qunto monlou o
_ istatro U
se prepara ds aotamio. ~Jmm *"
Na opiniao do orador uma das cesase aao ra
vira fazr-s desviar os estre mil aWes-
tidos por mate ta emiasao o plices
o oobre miniatro lhe q.r qr;totoTtor
da pepel-meeda' o appliee-taa tmT
Londres, para por all i fila astil
verno os qualro mil coates rectas.
gameoto do emprcitisST/ de 1848
Er pomivel que aasim se toase ..
meuoa do par apolieea que entre ds i
nevemos de pagar ao par.
Podor-ae-ha perguntir coma ka ato Ue sw-
Dre ministro occorrer ao resgau tfe
: mas os orador da opiniao me
: Exc. revogou a tai de 29 e
nao ha msia neeessidade atasen
gata.
(Ha alguna apartes).
O orador tem a eata respeito ostsioes
nadas nos smm ParlmmenimrWm
ram os dbales havidoa quando se traum
mulgar easa lei; nio sa poda exigir etta eo#
deixe de dizer com inda fraiiemaaas sesmm
sobre est assumpto. wm fmm
E'-lhe iodifferente, pelo que peseoalmesta lhe
toca, que esia le sej revoaWTssrse TII*
que se fique abeado qae as nassaiaailaa ta
interpretago dada pelo nobre tototre^HOato-
vem recibir sobra os que pugoaraes peta tai ale
22 de aguato, aa. .obro os que dio-lbT.ma iT
eUigencia que ella nunca Uve mam oas (aras
Ugislativa, nem noa bancos
queso agora surgi repe.ll.i_
Mas, como dizia, depota se re._
ou.oa phrase de um nobre alese.
aborto toreado, arrancado das e.lraohas da tai
i de agosto, aeohuma vaoUgem rasslta so
gata de papel-moeda.
At mesmo porque, so conceito toa que
gara as doutrinas que o sosto sataeasrs ata
da reinaugurou com au. iatararsUcse
ura sacrilegio tirar da circulacio sTbeire ase
coocorre paro f.zer lelicid.d. do seta.
ri. *"iJ!VikT?e-q?; '' eso serta costra-
ra 4 tal de 5 de julho de 1853. nem eso -
do baoco do Brasil, porque totalUapeMta erUm
mes pode dar a favor d nin ,.i.r.^. 777
moeda da circulacio nit _
seguidas peta sobre ministro, esasato atas a
oierpretacao da tai do Si de agosto ata
sado.
4V vista do art. 58 dos estatutos ato
Brasil (que o orador 18) aio tem e severa
que declarar que sio pode cooeorrer eom a
u preciara para o reagate de papel : s a
qne esta lotarpretaeio nio los toreada
easa que mereceu ser por sm nobre
chamada aborto toreado.
Diri mais duaa palavraa para j.etfiear-se s
seus amigos que lo mera m parta sa lei SeSSi
igoato fias de que sesse
pasrar ama le intil. Beta s
oio pense o nobre ministro qe ,
. ne.l.",">e0p?0,iy8* : **dtaqessi* lhe inveja
P"'"' e." P*. e^o hssMIidadao e
M
rK.
tarprstacfls
7,4o5:080|(JOO
Anda assim o dficit exceder de dez mil e
quinhentos cootos de res.
Ora, de qae recursos pode dispdr o ministerio
para fazer face a este difcil t Dos seguintes :
Depsitos dos dous exercicios. 2,000:000^000
Emissao de apolices para res-
g,i?-.? p8pel.......4,()00:0008000
Bilhetes do thesouro 5.000:0008000
Total. 11,000:0008000
Tera portanlo o thesouro de que viver oos
exercicios de 1861 a 1862 e de 1862 a 1863 ; maa
em que estado ficar elle ao fim deste ultimo
exercicio? Sem oem um viatem de saldo, com
uma divida de 7,500:0008 4 eatrada de ferro de
D. Pedro II, e das entradas da aeces permuta-
das, divida que entio comecar a ser exigids ;
com oito mil cootos de bilhetes do thesouro etm
circulacio, inclusive tres mil por adiaotamen o
de receila, que oio poderio aer dispensados, e
portanto sem poder langar na cireulajio mais
nenhuma quantia de laea bilhetes.
Assim quem estiver i testa da admlnistrsgio
das aangas no fim do exercicio de 1862 a 1863,
ao passo que nio potar tangir na circulagio
maia nem um bilheta do ibesoaro, e que se veri
a bragos com uma divida de 7,500:0008000 sem
que teoha donde tirar com que a pague, ha de
de mais a maia precisar de apromptar quatro
mil coatoa de rea aQm de remelle-los para
Londres e acudir-ae 4 amortisago do empresti-
mo que se vence oo 1* de jaoeiro de 1864.
Estas gravsimas circunstancias do thesouro
exigem que o oobre mioistro da fazeoda laoce
desde j suss vista sobre os metas de que con vira
laogar mi para que o eatido oio chegue a achar-
se oa trate conjuactura declarar que nio pode
pagar a ieus credores.
A lodo o custo devemos amortizar o empresti-
mo que ae vence no Um de 1863, apromptando
oa quatro mil contos" para isso preciaos. o de-
curso de 1864 vence-se o nosso grande empres-
timo de doua milbiade libras, e nio con vem de
modo slgum que as vesperas de termos de pro-
ceder uma lio Importante operacio como a re-
oovagio deaae empreatlmo, se possa dizer que
nao podemos pagar um pequeo emprestimo de
36 400,000 seno contrahindo para isso outro
emprestimo.
Ora, estas coaass s sa cooteguem. convenien-
temente prepsrando oa meios com a devlda an-
tecedencia. E' pois de iodeclioavel neeessidade
que o nobre mioistro desde 4 aa vi dtapondo
para em mato do anno que vem indicar com fran-
queza e decisio ao parlamento quaes sao aa me-
didas que convr adoptar para sabir de aitaacio
tio melindrosa.
Pede o interesan do estado que o ministario
actual nio se contanta em ter meios para occorrer
Lde8SIl8 tX. fl" d,> no' floaocer de
1882 1883, deixando para a ultima hora paovl-
deocur-ga sobre, intereiaes tio graves como as-
aos de aue o orHoris tem oceupdo.
Ao ministerio cabe sem duvida propr todas aa
medidas capazas de. acabar com o mal, sam limi-
tar-se a expelientes passigeiros, a que s4 poden
fggrav.lo; e ana neceiiidada imperiou, e para
que lhe tem dito e o mata
A verdade que, conforme a
dada pelo nobre mioistro, neo*
baoco do Brasil nio eat comprasesdide aa asS-
posigo da art. 1* % 3* da lei do 22 ato amas*
aue a reatriceo couda sesto paragrapho s af-
Ucta a miases doa ontrn bascos.
Contra esta iotalligencia qae o orador i
u, porque em tempe ji o baa feilo.
Falla o 8* oa somma atoa bilbataeem
lagao.-Ora a aomma dos bilheta* em circulacio
nao de forma algama a aomma dea atbeles
que o baoco poder emitlir na forma atoa
estatutos.
A coDsequencia, pois, da intarerstaclo
pelo oobre mioistro. 4 que para o orna '
baoco do Brasil nio ha ostra restriega*
que consta de aeua estatutos.
Has esu doulriaa nio est sm seseaseis
com tudo quialo a esse respeito as taos se taz
at agora, como toroa-se evidente fas s propala
oobre mioistro s ssim pen ha asacas dtas. O
aviso que expedio om 18 de juoho atas** aso
demonstra esta proposigo.
Esse aviso, reterindo-se i reduicao de J V. de
emiasio do banco do Brasil, est ds accordo,
como disse o orador, com ss taseles ato parla-
mento quando foi discutida a lei de 22 de agaote
qae foi atacada e defendida debats atoase peo***
de vista, e com a indiligencia qae lhe team tasto
lodos os seas executores.
Cora effeito, a lei dizbaoco ata eausio, o
ninguem davida que o baoco do Brasil um
banco de emieeio.
Nem eaaa idea da reduccio foi ds nebro ax-mi-
nislro da fazeoda, e sim da commtoss ato
da do seoado; e a iotetUgeacta dada seto
Sr. ministro da fazeoda desnatura lie I
mente a lei de 22 do agesto, qss s basco di
Braail, loog* de encontrar reatriccio, pedo
tir maia do que nanea.
Pde-e, pois, dizer qse a lei i
da. Bem oa mal revogada, ostra qusstlo esa
que o orador nio eotra; reapeita mesura fas*;
o que quer que aa glorias qu e'ahi SevVae re-
sultar s calara sobre o nobre astototrs ata basa-
da, e nio sobre os qae aastoataram a lei, em
liaba fim muito difiranle.
Sendo aasim, vaina-nos ao meses a ce asida
racio d que por al* modo aso as prestos os-
brecarregar o tbaeosro com osua ala essstai
todoa oa anoos 2,000:0008 ata rjapsi a
appliqae-ae esse diobeiro noa *
prximos em psgar o eaorestims qss ae v
em Loodraa oo 1* de jaoeiro do 1884.
E' natural que, depota de osvir s nobre i
tro da fazenda, volle i questao. Por em sosal
limiu-se ao qae fica dito
O Sr. Paraobea (miatatro da Uzeeeto) ata ss
hora eati muilo avancada, per isso apeoai
algumaa explicacoea a reapeita da olUaa
do discurso do asare aeaador, detiaade
para ootra occasio.
Diri coatuJ. otee ata paaaar e malrrii
queso vaioeoepar, que o dafloit sos toa
venflear se oo fim do exercicio ds 1888 a
nao parece que leoha de oar lis lavase sam
figurou ao nobre senador, lito, porosa, Be*
denota.
Maravilhou-eo de ouvir a psopesif,* ato i
aeoador que constderou revoaael aa toi ato BB
de agosto a toterpretacio qaa fei dada a* ao* f
3 do art. 1." Eaaa ioisiligeacta aa pasto ama*
reputada um aborto arrascad tos
dessa tai i peta contrario, fita* tomataes
aau dis .tosigos ; em todo o ees* atoo isaf
aua revogago.
Declara aua na* A de boje qaa 41 a aess i
grapho da lei otalliasscia aa* daaagia
nobre aeaador: a coalasta qaa satos
une*. a lolalligaacta qs lb di *
OMder.
0 nobra orador otra sm gitmtM i
meatos, noa quaes aio o pdame* a__
par* asatrar, que insailigaaato qaa >
ageo] ,4Wdili de agesta; .,
obstocraada au* unto oeta lei ase tes
qa*. alad* oabaiaUodo a iatorpretacas
qual protesta a oobre s*o*4er, aaaaaa
taoraade nuiricees aa_
^B^4l,Wa- ta", r* *"*" dta dr
ks.7 x^snr.'i'tsriz


MARIO DI NI
boim de lie 59, e oatras mata
comprehendem.
Fioda a hora, fie*
aiaietro retira-sa
com que foi recebido, o"Sr. pre*Mo
tara orden de da da teguisuv***al
j designada.
a 1 m iVtrea
"Hoolea aqui chegoo o vapor de guerra Pa*
aahira do Rio de Janeiro oe dia 17,
para a ilba de Fernando, ora ea-
provincia, no dia 47 oa 28 te cor-
rente. Ceoduz sentenciado! militare para aquella
saaidto.
lati bo axercicio interino de chela de polica o
" de ~
estar
roa catorej que^sintia
Vetcessi-
tampo, e
eltes* ca-
peo autea de sahir o Cr*l
o oe Ja oerr, ofio torwssi
,W nsou.Jogo taona de*
trrando 0 biigua liberal, aue
kio oa tarde da
AtoittrlgMeVtflfenfo da ponia'deMont-Setrai,
. virndose urna laocha'. da qtial morreu un
tripolante. Na costa tambem houveram alguna
tetros, e entre ita*. temes V lamentar o soi-
.- ebrodeum lanchio em Itapicur, na qual vjnba
a* tamilii corhposti de Viole e duas pessoas,
jeje toda pereceo,
Foi lio grante o tempq, e lerahlou tal mar,
ine o c mesera ale- Sut ehegoe se soer destino
OeTagUX abana, como acabo de saber, e o hya-
U oto guerra Ara formoso, que eraiava o tal
drate porto, corrou em ele de ase al a altera
#^1 :t
Desos disto a teatperatera conserve-se em so
sude oermai, e as oosaaa eiegesttea resabrandu-
** fue a estadio s convida para acampo, foftetn
U cidade i precura des binhos salgados as Bar-
ra, Boa-Viagem e btaul-Serrai, que Ihes ho de
Ttemperar as forja* pata a fute re batalha de in-
uereo, talve tova-las -toa banhos da egreja,
airo coBataale, pensaoicnte Oao e dominante de
todas a mocas, bonitas ou (aia.
O tacto que estes asiros brilbaatat Je nosso
colevam cena sigo urna cohorte de satellite, e a
capital vai ficando daaerU.
No domingo 13 hoae os fabrica Dos de Ju-
lo* de lefloeeao do asnear, sita no antigo enge-
nta Cabrito, ama bella testa.
A empreza nao lera poupado eaforcea para
apreseniar no mercado o melhor producto1 pelo
Breo mais Mrato posairel, mas nao obitanle a
.aeeilacao que tees tidoero nosso mercado, e em
alguos outroi, lote ella com embaraces qne Ihe
ppee soasa legislado fiecal, os quaes Ihe era-
bargam de ampliar sea arelo al es mercados es-
trangeirr.
Como iatoalo de ver se os podares pblicos,
rcoapepetraeito-ae 4a uti lidade do see ira bato cor-
. iaaestaa peas nocirs ao sea desenvolvimento,
ao ale en trae industrias igaaes, conridou ella a
aaseasbla provincial para examinar o eslabeleci-
aaeote. Alua disso coevidou diversas autori-
dades e mullos cidados reepeitaaeis, dispo-
icio los quaee pez um rapor da estrada de fer-
ro, que oa coaduno al perto da fabrica, onde
L-ihes servido em magnifico alrooco, depois do
jaal percorreram elles o edificio, dando-Ibes 0
Sr. MuUnho e mais accionistas presentes minu-
eraara explicacoes de ludo. Os eeoridados se-
niram msravilhados, e fazendo votos para s pros-
jteridade ueste ramo da industria. As musitas
alo polica e de menores locaran constantemente
eaaia agradavel tornaram este passeio
Son daquelles que pensara que o nesso paiz
por ora deve ser somenle agrcola e martimo, e
alo forma algama manufacturero. Era quanto
tedo o nosso territorio nao estiver cortado de boas
airadas, ou nao fr sinuado por commodos ca-
Jiaea, approveitanda-se es vas fleviaes que pos-
amimos, para darem aahida a todos os prodactos
que o oosse solo pode em grande escalu germinar,
nao deveroos cuidsrde fabricas, aeoo dsquellas
que, como a de tecidos grosseiros de algodo, ou
lo relioico de assucar, poderem cooedrrer rom
veotagem com as estrangeiras.
Segair oatra vereda, eslocar forjas e recursos
ue a agricultura reclama para tentativas laura-
re**, ms esteris na industria e nal artes, urna
completa loucura. abandonar o certa pelo Ineer-
10, exporo paiz urna concurrencia desastrosa
que nao pode sustentar ; perqu nio temos os
aailhes de eacravo* dsa fabricas que a Inglaterra
poeee, que se disputara va insignificante salario,
g.enea ao menos ihea d o.direito de vi ver, de
ueo morrer de fome.
Aeaim, pon, se ea fra governo, oegsria meu
auxilio, aeu concurso estas fabricas de chitas,
de pannos, de porcelanas, que se proeuram er-
guer, que ad oais larde, marte tarde, devenios
poeawir ; pora animara as que, tomo a de
aOaus de Julho. a de S'alenca e outras que aqui
tesaos do aeaao genero, explorara ama industria
posaivel na aotaelidade, e podem concorrer par*
a riqueza da provincia.
Aassembls provincial foi adiada at 15 de no-
vembro prximo, a contina a trabalhar sem
aqOella calma que devra ter para nao perder a
censideraco publica.
Noaaeoa ella urna commisso composts dos
Sra, cooeelheiros Nabuco, desembargador Chi-
chorro, conselheiro Perraz, conselheiro Bacha-
riae e deparado J. Madureira, pira representar
provineia na inauguraco da estatus do Senhor
Pedro I, oa corte, e alera disso se tem oceupado
na discusso j mui celebre do Regulamento
Orgnico, e em aposentar eropregados que se
diz estarem aioda otis, e em augmentar os venc-
menlos de eutres. Boa maoeira de melhoMr a
situaco uanceirs da provincia, nao julga ?
Fai proounciado pelo rime de simona o vl-
gario da freguezia de Maragogipe. *
O 9r. rice-preiidtale oeMrstoo eom o eupe-
rialealeole da estrada de ferro o estabelecimento
da telegraphia elctrica entra a estacao, o palacio
do governo, a repalti^ao da polica, e o quartel-
general o coramaado das armas.
fi* um elhorameoio iolroduzdo por S. Exo.
oiui til aoservlco publico, pela celeridade que
imprime s providencias para todas as psrtes ne-
ceasariaa.
O mesao senhor mandou por disposico da
cmara municipal da villa de 9. Francisco *:000
-pata contifMiaco das pontea do Apicum e Beij,
leu noroeado oommistes para fazerem diver-
sos reparoa.
Oa noaaos tabareoa vendo-se lembrados pelo
oreaidenle ficam muito afanos e vo abrindo as
bolsas com muilo boa voolade pare melhoramen-
vdo aeu municipio, eom quil final lacrara
teabea.
Aeba-se no exercicio da vara coamercial, para
a qual foi recentemenle Borneado, 0 Sr. Dr. juiz
do Oireito Antonio Ladislao de Flgueiredo Ro-
cha. .
, O Sr. Dr. Innocencia Goet, que deiioa este
exercicio para toaar um asenlo oa relaco, re-
eekea uas saudacao aoi honrosa do enrpo dd
eaamercio, a qual corre impressa com a resposta
leste dislinctoanagistrado.
Cartas de varios logares do interior dle llsea-
ajaitas notieias respelto da lavoura, e espera-se
urna grande OOtheita de todos os oossos gene-
Nk
Por aviso do ministerio da marinha recem-re-
cebido foram mandados desaitlir lodosos guardas
de polkla o arsenal de marinha, e extlncts os
logares.
Foi urna verdadlr* stoecutHem que se aca-
boa porque s ned guantas rtaOe policiavam.
Tera-se capturado ne serto *lgs faccloorai
oiebrat, que vagueavaa impone*.
No da 16 bobve um desfettWrrlhamento do
trom do ioterior eolre Feire Vteftia e Camarsari.
a vagao que eslava Hgd loeessoliva sabio
emo trillos e eahie no raapa da tetrada, levando
comsigo um carro da terceira classe que esteva
iaaediato: feliimente oeobom passegelro sof-
ffoo a meter toniusao, e oem os cairo fiearam
oaitados.'
O Sr. epatado Nolssee, filho do celebre ill-
Ud M Molo ara o Plo Arcado, deixsndo urna
ca>t em qae declara va oto pebieheet asta w-
smabie* orovfttcisl. 9in Elle vai furioeo, ameacando todos, e t 0 gb-
omno; porqa dir que soa familia et dedo
meraagoida pelas autoridades locaea.
Tomos i ver se ainda taremos ilgom epihwb
o drama de saogue qde III o repreeentou !
Com a approximagao da festa o nosso ormer-
- f^V^'SS, ***"*: '"* reodou at
*f*" *6I|IH, mesa de rendas ereb H
fflttj'o a rsesbaaerta a nnraiatata 17KWI !
iiiWo obra Londres fleo J 3t*; obro
^eTrs);*raLia|#jaf o 115 por eettfo o
na sM ar-
sti;V O pe-
a coa pfaxer,
isfa
seas Irlas, qoe,
skaM e das ne
. podem fazer O bem qoe offH rdfa>
mam, por corto qoe em tal espado de tdmpo mul-
to progrediriam.
asaafaaaaaV aaUa-YalFaVA **"*" m anlirra ama^lilaa f^ laknga, dlaa
iroaf arar* lela |PVira*Ji e'a-1"0rfomaiaj^-,aBaB'
ite laes homens do"cintho Jos
OtTTUMLO II 1861.
MtitBI'UTIXl tU4
anda nao gozara deste favor, a
curro publico, dando-lhe osm
esse Ora, o bem aasim i melh
publico, e a crear mala ma
pital denominada do Nazaretb.
Pelo que ae refero tranquil!
nenhum recelo ha qae revol altera
qaei
das
destd
com
zen
aclinosMOO* a
? liado Itorbdu i
mal grtvo, que do perta fecia
ooua reeocees, vJrque Mgenti
quo taolo precisa I
Foi oltlmaorm etdoorado, pedido sea, d
director do collegla das edncaodaa de Nossa Se-
6 preciso esforz nio peque-
urna apos outra.
eolio, j todos os ds prese o-
aue se segu estarlo rsdosldos
dos haremos de tomar; mas
rem deseas commodidades eom-
dersm o
M vapor 0SV pi
SK
m publico 1
rovincia
emirsae
mana, qu ffatava juslameril
fovereo, com reeeio de quo elles apuissaem por
eretn leus interesses radicados na localidade,
sem se lembrar que Coastaatioo e os ontros ina-
peradorea bem epreasa rtoonbaooram quanto
este sjstema era pernicioso, conforme atiesta
o historiadores.
Seja eomo fdr, o que lae assegura que, a Ba-
bia em peso, sem dutinecio de partidos, ero de
classee encara com aentimento a approximi^o
do instante em qae o Sr. r. Chavea evo entre-
gar as redeas da admlnislraco ae aeu hbil auc-
cessor, que tem o incoavenieate de nao coohecer
eiu rern.
Fallecen em Ilheos o brigadeiro Joa de S
Bittancourt e Cmara, um dos mais distinctos ve-
teranos da independencia, que aqui exista.
Acapare-, e ssgociaata deata pree* *a- tarea de rintie orpoircht, COaimiUdlUU fW t.
i6 perrelra, sendo substituido celo Sr. ctaes destaa armas. an m..o. ma dvm *i nn
WM
ot PERItlWBUCO-
Recebemos pelo vapor Paran entrado hon-
tem dos portos do oorte, cir(is e jornes desse
lado do imperio com datas: do Amazona* ate
12, do rara al 17, do Maranhao al 20, do
Car at 24, dd Rio Grande do Norte at 25 e da
Parahtbaat27 do cerredle.
Eis O que colheraos de sus leitura :
Amazonas.A rasante do rio Amazonas espe-
rava-se fosse maior ainda que a de 1847, j se
achaodo muilo diffiuullada a navegago, em coq-
seqnencia dos baixos novos.
Em signos lagos a secca lo forte, que se ma-
ta o ptraruc ccete.
Se por um lado, dlzern-nos d'alli, eue ata-
do um beneficio, por odtro lerrivel, por que
proroca um mdo estado de alubriddde, qne lem
at causado oales s tripolac&es dos vapores eos-
teiros.
Lse oa Ettrtlla :
a noticia da existericis de Carrao fossil oas
proximidades desta capital nlo cooaa nova. To-
dos satiem que alguos indicios foram encontrados
oa margem eaquerda do rio Negro, e que o ame-
ricano Joho Browon apresenlou boaa amostras,
duendo que nao Meara mu looge o ponto em que
s achara.
No dib 90 do' passado appareceu elle pediu-
do ao Sr. presidente um premio para mostrar o
lugar da mioa, declarando que Ignorara as Suas
dimeosSes.. 0 St. presidiare fei*lft ?er' que d
governo dio costuras dar premios pecUoiaribs jo*i
descobridores de minas, concedendo-lhes sira o
privilegio de explora-las, privilegio que podiam
negociar; que requeresse nesse sentido, e quan-
to aotes, pois a descoberla era muito vdatajosa ;
que o su direito estiva garantido, e ninguera
Ih'o podia contestar.
a Btowon teodo pedido tres horneas par lira-
par o terreno, e assim coohecer melhor o deposi-
to do combustivel, e fundamentar o seu reque-
rimento, o Sr. nreaideoie disse-lho qhe diva
mais gente afim de poder concluir logo o trabalho
e havertempo de seguir o requerimento no vapor
de 9. Picou para no dia seguiote responder.
.< O Sr. presidente mandou preparar o vapor*
Pirajd, e espern palo descobridor para seguir
com elle ao lugar da mina. Este porm chega,
e declara que resolveu nio proceder sos traba-
mos agora, nem fazer o requermenlo, o que te-
ria lugar qeraodo vohasse do Amazonas, para on^
de seguio.
Para.J era conhecido o resultado da elei-
(ao de eleitores na Cachoeira, em Maraj, sahin-
00 eieitos osSrs. : Joo da Cunha e Mello, Dr.
Daniel Luiz Rocha, Domingos Pereira Lima, An-
tonio Luis Pereira Lima, Raymundo Esmeraino
de SOOta. Maretaoo Antonio aa Cunha, Celestino
Leandro Barbosa, Caetano Diniz de reliar e Ua-
aoel do Jess Franca.
Alm dwto, diz-nos mais o nosso correspon-
dente i
Osta
I A comp
vincia no dio
denador, nao
spi ritos par
orreole,
ente des
ote coropanhia
unha-sa qae vroson qul wi
u de largo. V pTOVOvetOOO a
' que vai abrir-se m toda Ore
Fde dezembro poto a leic*o do da qoe por pouco
ooatanta a ralsaa ea qae todos es sataz expressira
I O presidoo-
em lodosos pontos
estsr, fas.
te da provincia faca deatacar
diocesano quebrou-se, soltando-se. esposa, e ihe podia causar grande dmno, por
achar no eatado interesaaute.
^q*"*"**** catas*tMacrroi cham
'-TCfJ-?*.' omab quer vonder ; o
Honlem (16), pelas oito horas da ooile aqui
chegou o Pafan.
a Todos presumiam ao ourir-se o signsl de
sua chegada, que riria com boa riagem, por que
cootara-se qu houvesse s>hidO do Rio de Ja-
neiro era 1 do correte, como aoouociaram os
jornaes desta provincia ; entretanto assim nao
aconleceu, pois que o ronceiro nio desmenlio as
suas antigs maohas, visto tr partido daquelle
porto 27 do passado.
< Emfim jaque est d vapor pars, nao ha
remedio genio lancar mi da'peona, e diier al-
guna cousa deata quiozeoa.
a Por IstO j ve que alm d nio estar prepa-
rado com trabalho de antemo, posso alfiaocar
que ki duas semanas decorridas tem estado com-
pletamente baldas de noridades, porm o dver
de correspondente me leva a dizeralguma cousa,
e ae nao fra festa de Nosss Senbora da Naza-
retb, em que ha mais ou menos diverses, esla-
va-se em completa apalhia.
A festividade do cortele aoao comegou com
0 sahimento costumado do cyrio, que leve lugar
a 6 deste mes pelas 7 horas da manhia, na mea-
ma ordem e dpparato do ultimo anno.
Nio discrevo o acto em que vio os milagrea
da Senbora, com grande concurrencia de povo,
por que em outra occasiio j disse quinto basta-
va para sciencia de sbus leilores.
Este anno, porm, o cortejo de autoridades
Virgem foi augmentado com a presenca de S. Exc.
Sr. presidente, de su familia, alsitn como de
S. Etc. nvma. o bispo desta diocese.
No meio do rigosijo publico um tacto inespe
rado aterrou a todos por alguos segundos ; o car-
ro do virtuoso
duas rodas.
Immedialameote o povo todo correu em soc-
corro do seu pastor, cercou-o de cuidados, e coo-
venceu-se de que nada havia soflrido, apenas o
seu secretario o Sr. padre Hedeitos aotfreu umi
forte pancada oa cabeca.
Vendn-se rodeado pelas suas ovelhas, e
agradecido pelo interesse e amisade queja a to-
dos inspirara, disse S. Exc.: a Providencia
que me concede occasiio de demorar-me mais
lempo em Nazaretb, e abeocoaros meus queridos
filhos.
Ate boje nio tem harido maior noridade,
marchando com regularidade o programma an-
nunciado da festa.
lia com tudo mais simplicidade ou para me-
lhor dizer, mais pobreza em lodos os actos e di-
rertimentoi pblicos; f verdadeos recursos
pecuoiarioa, apenas este anno foram devidos
deroco dos Hele e generosldade doa directores,
ao passd que oo anno paseado o principal auxilio
foram as loteras, que produziram meioa auffl-
cientes para a pompa eapparato dessa festa, que
apezar dlgo a gente sensata reprovra pelas gran-
des desnezas quo de anno a anno acreaciam sem
ulilidade publica I
Alm disto as actuaos circumtanciss da pro-
vincia, com quanto nio sejam ms, receotem-so
da desconaoc e apalhia em que vai o commer-
cio, m coosequencia dos bcootecimentos dos
Estados-Unidos e desunidos, que cada vez vo
afectando oa precos dos producios, e cnseguin-
temente as Iransac^es commerciaes do Para.
For rezea tenho locado u'esle ponto em an-
onas correspondencias ; nao sei se isto ser ma-
na, seja o qu fr, a como encaro o commercio
orna das priocipaes tontea da riqueza e prosperi-
dade daa nacoes, taco convergir aempre a minha
attengio para eata classe, pois que 0 Brasil pela
sua natareza e pela sua poiico eiieocialuiente
agrcola e commfcial.
Pssando disto outras noridades, tenho a
noticiar que a assembla provincial eocerra o seu
biennio no dia 20 do correte.
Por emquanlo anda nio foi publicado o ro-
somo dos trabalbos mais importantes da presen-
ta aessio; contado depois da prolongada quea-
tao ds poeira e do projecto para a larainaQio
gaz, lembro-me pelo qoe taoho lido doa jornaes,
estar a presidencia autoriaada a mud.r a escola
tricota fondada pelo presidenta A. T. do Ama-
Joio Antonio (Justa como administrador^ e para
vice-admioismtdor fot rfombdo o Sr. Fraociscd
paaso, porque sed carcter, o positio lodo-
pendente que tem, sempre caainbarara de har-
mona com os seus actos. j...-<<
O ultimo vapor (rouie do sal t agradavel no-
ticia, de que baixara O decreto cotafld initruc-
eoes para as expotlcSes agrieolas protiociaes.
Nesla proriocia j taro** nOmados para coaipr
a commisso os aeguiotes caralheiroi:
Bario do Jaguarary, pr'epretarta o feteo
deiro.
a Dr. Antonio Goocalres Nuaea, advogade.
Dr. Bruno Cabril da Gouva, eagoobeiro o
diroMor da escola agrcola.
Francisco Gaudencio da Costa, Degeetanta.
Dr. Francisco ds Silva Castro, inspector de
saude publica.
Geraldo Antonio Alve, negociante".
Dr. Joao alaria de Mu raes, vioe-preiidente
da proriocia, a presidente da cai'xa liil de
banco.
Dr. Jos Coelho da Gama e Abrau, epgenboi-
ro director das obraa publicas.
Dr. Jos* Ferreira Canto, medico o depalada
provincial.
Dr. Jos da Gama M.lcher, medico a presi-
dente da cmara municipal.
Libania Pedro des Sanloo, negociante.
Consta que a comojissao j ae tem reunido
para tratar da ierar ffeilo eipooiQo, e pedi-
r a S. Exc. para marcar o dia de sua inttala;ao,
assim como o local para o fia designado, seado
aquella a 3 da novembro prximo.
Ullimamenle Beata cidade lem apparecido
alguns larapios, felizmente de cousas insignifi-
cantes, e como s polioia nao Ihes dando ea
cima, provavel que Inda a fasta de Nazareth,
tambem acabem as liginezas de paisarem o
alheio novos donos.
Quanto noticias coromerciaea pouco poseo
adlantar o que cima j refer.
E' verdad* quo pele paquete trassacto sao
eaquecla noticiar, que foram avinadas 108 bar-
ricas de sssuoar viudas no hiato Novaes, dtsa
provincia.
0 tacto segundo consta provira de tarca
maior, em coosequeocta de repentina mudaoca,
de lempo com forte refflania e mtela que hou-
ve na tarde do dia 1* do correrte, quoado a
alrarenga que cootinha carga de dito Mate,
pretenda izer a descarga para a tlfaodegi.
Alguos lem querido tomar reepoosavel o
cnpitao do navio por esse sinlro; outros a
alfandega, perqu podia ter admjtlido a descarga
em tempo competente; em mea fraco entender
compreheado que nem a albodega nem o mestra
sao os calpadoa, pota quera con haca r que o
commercio e as propriaa autoridades flacaes,
pedem constantes providencias a respeito do
estado da ponte da alfaBdega, que, na verdade,
pessinio, pelo perigo que corren as mereado-
rias era certas occasioes, nao deve culpar nio-
guem ; visto como o mal vm de cima e caasa
pasmo que urna atfaodega qn rende tanto, oso
a auxilie o governo, bem dos proprtos inte-
reses pblicos, com ama ponte, ainda que de
pao, mas suficiente para evitar o risco dos
embarques e desembtrques.
a Nio obstante consta que os donos e consig-
natarios do assucar avariado, protestaran! pelos
prejuizos causados, e por Qm obrigaram o
capitio a dar urna fiaoca pelaa perdaa e
daronos.
Neste porto acham-se
les navios :
Barca portugueza Amoxonos.
Dit Ner$ida.
a Patacho americano zabella.
o A' carga :
Patacho americano Mara.
Bares portugueza Palmcira,
o Porto 20 do correle.
Barca portugueza Linda, legue hoje para
Liibi.
Patacho ihglez Ocean Spirii.
a Vapor sabir :
Paran, para os portos do tul.
Afandoi, para os do interior do Para o
Amazonas.
Cnmdouan, de guerra, segu para 18 psra
Maranhao.
Fundeados:
Solimes, Tapaji, Uonarcha, Tabalinga,
da companhia do Amazonas, e o vapor Cuajar,
de proprledsde particular.
MaranhM.% Nada encontramos digno de
mencio.
a descarga os seguio-
segu para
Piauny.Fallecer no dia 12 do passado, na
villa do Principe imperial, o Sr. coronel Jacob
Manoel de Almendra.
Cear.O nosso correspondente Miz-nos o se-
guinte:
O presidente da provincia recolbeu-se i esta
cidade de sua excuriac Baturit, no dia 17 do
correle ooile.
Nao ae verifloou a aua visita a Haranguspe,
como Ihe disse na minha ultima, porque S. Exc.
bastante fatigado da jornala, anhelava chegar ao
seto de sua familia, para repousar, o aquella di-
gressao augmentava algumas legoas de caminho.
Regressou com S. Exc, o eogeoheiro Adol-
phe Herbster qae tiobaa dado per morto, cuja
noticia fez derramar nio poucas lagrimas sua
ciaes destas armas, aos'quaea me dizem vai no-
mear legados de pdfTeis.
Goosta-me rao seguir para os pontos os ofl-
Cies aguiotae :
CMcavl. Tenente-coronel Couto.
Craf. Mijor Baplista e altaras Demetrio.
leo Cepita* Moreira e altaras Jos Raymeado.
Sobral. Capillo Veigi.
Granja.' Capito Remigio.
Canind. TJapitao Rocha.
Aquiras Tenonse Farll.
Qutxeramtkmk. TBeata Pereira.
lnhamum. Tenente Samao.
vaooeiro. Al tarar Joei.
onl'dnn*. Major de corpo policial Jos
Vianna.
J se sebea alguos estacados em diversos
lugares, taeo como o tonente do exercito Pda
pea, na Talba, laaenta de pnela Castre, o Ara*
cali, etc., oa qaaes sao conservados.
Jelgamoa acertada e pradenle a medida lo-
mada por 8. Exc, porque, apear do borisenle
eleitoral nio se mostrar annartado ; eom tudo bs
auitos exaltados, que na auseacia de forca que
oe coatanham, procararbo dar posta o seus ias-
lioctos malvolos, bascando acobsrtar-so ton a
poltica paro laclar paixooa e rauco rea, como in-
felizaeate aconteceu aa Telha o snoo panado ns
steicae do etembre.
A aahida da Iropa da linha da capital Iraz
comsigo o augmento do destacamento da guarda
nacional, que segunde oari dizer vai ser elevado
160 prscas, com 5 officiaes, seodo 1 capilao, 1
teneole e 8 altares.
Qaando veremos a guarde nacional livro do
tao peiaee neme?
Creo que teto eati para ae Kaleadaa Gregas.
O Dr. Miguel Fernaodes Vieira rem de apre-
seotar-ae pela imprenta candidato lista trplice
para a senatoria ; eata dislincto eareose declara
ser este o nico meio de que Isoce nao para esse
Um, e que entregando sua eleigo aoa seus com-
provincianos, relira-se do tneatro da lula, e vai
para o Para exercer as fuo.cc.6es de juiz de di-
reito.
< Se em poltica so podessO contar com alguma
cousa, nio teria duvida em afflrmsr ser este so-
valleiro o mais volado da lista.
a Esto, porm. Convencido de qoe os edaren-
ses Ibe fario essa lualica.
. c Acabo de lr oo Pedro ll de boje um com-
muoicado quo muito desabona o administrador da
capataiia da alfandega desta cidade.
Este em pregado por sea genio rixoso e atra-
biliario tem chamado aobre si a odiosidade de
grande parte de seus companheiros de reparli-
cao, com os quaes vive em completa deshar-
mooia.
A excepcao de mu poneos empregadoi da
alfandega todos os mais sao seus desafiectos.
Seria para desejar, que o governo procaraase
indagar de que parle est a razio, e desfechasae
o golpe sobre quem o merecesse, errando os ou-
vidos a empenhus, e patronatos, que lio preju-
diciaes tem sido ao paiz u revoir.
Rio Grande do Norte.Nada occorreu aps a
passagem de Jaguaribe.
Parakiba.Limitamo-nos i seguinte carta do
correspondente:
< 0 tacto importante referir a opposicJo
principiada t*eto Despertador contra o Sr. Araujo
Lima, porque S. Exc. emenden que nao devia
consentir perigosa a traoquillidade publica da
villa de Cabiceiras, onde hoje deve tr lugar a
eteigo para eleitores, por harer sido annullada
a qoe fra taita em lempo competeote.
< Corria como certo que o Dr. Joio Leile ira
disposto e promplo a vencer a eleic&o de Caba-
ceiras, que perience ao 2 diatricto, oade tem o
umbigo dito doutor.
A ida de trinta pracas do corpo de guarnifiio
para dita villa foi annunciada, como meio de
compressio empregada pelo Sr. Araujo Lima,
que, diz o Despertador, aeodo conservador puri-
tano, nao poda consentir no vencimentos do h-
beraes.
Nao sei o que mais admire se a sem cerimo-
nis db motivo da opposicao do Deepertador, ou a
opposicao sem motivo; pois nunca entrou no-
pensamento de Sr. Araujo Lima lomar interesse
antes por esta do qae por aquella aercialldade.
E isto tanto mata para aoreditar-se quaodo cons-
ta que urna ootabilidade liberal procurou acoco-
rar-so i sombra presideocial, pera rr se conse-
gua partilhar os eleitores, tanto conservadores,
qusnlos liberaos.
" Pelo que diz o Deepertador parce-nos que
riam es liberaes que o Sr. Araujo Lima cerrasse
os ouvidos, para nao ouvir e fechase osolhos
para nao ver; pota nao bava quea duvidasse
que os Drs. Joio Leile, Elias e Manoel Carlos,
todos borneas disposlos, se baviam compromet-
ido e garantido que ou venceriam a eleicao ou
oa seus contrarios a perderiam.
a Correado obrigseo ao Sr. Araujo Lima de
cooservtr a traoquillidade publica a garantir a
liberdade de voto, as parcialidades; nao podia e
menos devia ter oulro proeedimento, qual o que
leve, mandando urna forc safficienta, ao mando
de um oRcial moderado.
Podemos atrancar qu, sa oa liberaes teea
all a maioria que se incnlcam, o vencimeoto Ihe
perteooer e que se o contrario succeder devem
elles qaeixar-se do sua pouca sorle, que anda
quer estajea all em minora.
o de numero 2,699 de 28 de novembr
prximo passado, as escripturss puMi
pra a venda de ^eicravoa podoa ser
distinctaaente ou cumulalivameotO
tabelliies de notas, escrivles do cfvel
juizo do pez de todss as cidades, villas e
*" imperio. ^--__-lw -__-,.
taea escriptarao < BfcyocdB Hmu
nio serio non w cooManei
Acha-se nlaesnerr oi sa eierdsato do as-
ta polica o StV yeoeatafidof fionctaan do
Ansia Pereira RdUnd.
A oVsigoacio doota) eobOf pra snMituIr, H-
"Hhi, aox cbetadepoltata,
a ella so bastarla par joi-
or-sa favoravelmelo a fonneito ds S. S., o oo-
tros dados nio ogerecesse a sua vida publica.
Moderado, latdtTTgente aetlvo, nio podo o lugar
delxar de aeT bem pteedoldopor S. S., de quem
esperam-se bons serrlces, como os 00 sempte
preslsr, o fts oo /ito prostar.
Remeltam-nos o segainte soneto que tem
por asenlo o apoealipse de B. Joio :
adro atarle, 1.
c Jerusalem, cidade adiQcada
No paiarse, oade a eterno vide ;
Cidade d'eiro Ono ceastraida,
Do altas meros de jaspe drcuadada.
Doze portas de rubia e de esmeralda,
Cada urna por seu aojo defendida,
Nunca fot peta noite eacuredda ;
Porque oella o Senbor tem sua morada.
Oa habita o les seus nao solrem sasto
Da aorta, nem I crine oe a tristeza :
Nio ha M)|a nem lagrimas, oem lulo.
Aoane lodo las, greca o parata
A c'ra immarcaasival lea o justo,
a Do Dsos iodo absoluto aa grandeza I
se
ffl, para 6 lugar de S. Joio, uof dos mais belloa
arrabaldes deata capital; a'eitabelecer m gym-
(la*fA MiiHn A ti.... Mn.;n;. -__ ..L.al...' _VT. -_
no o dessa provincia em subslituicl ao productos'para et marcd'o.
Muito sinto ea que o individuo que se lem-
broa de tio innocentemente se divertir, i custa
dos pezares alheios, sao teoha a derlda recom-
pensa.
S. Etc. foi recebido por toda a parle por
onde paasou, com as mais vivas demonstrarles de
sympalhia e respeito ; o que Ibe ea grande
parte grangeado, pela delicadeze e amenidade de
sea trato.
Os baturileenses pondo de parte as grandes
rivalidades e entrigaa que oa dividem, deram-se
aa raaos para obasqniar S. Exo., de aja visita
aquella localidade nutrem aa mais bea funda daa
esperances, terao de eolber muilos beneficios, e
melbora melos.
a 0 presidente achou a obra da estrada muito
melhor do que auppunha, pelo juizo que faxia,
deduzido de informaQdes que linha de gente que
ludo acha pessimo.
Becoobeceu que duaa legoas antes de chegar
a Baturit, a linha da pairada por oade M achara
lirada, era de mui difBoil aoabamenlo, pela esca-
broseado do terreoo, e qoe muito dinheiro seria
misler consumir para levar a estrada por all,
que era a linha recta.
Detarminou portento que so Ihe desss urna
outra direccao, provindo dahi um oeaueoo ra-
deio. *
Aquem do Acarape eres de duas legoas, or-
deoou que a eatrada seguase, aquella importaale
povoago, e que d'alli loase de aovo tirada urna
outra, que foaae lomar a estrada alea, sa igual
distancia.
a As curvas que aasim o ficeram vieran) dar
um augmento de taires urna legoa, ea toda a
sua eiteosio ; o quo por coito preferivl; tan-
to por qne oa viandantes paasaa em logaras oa-
de encontrarlo agoa o oulroo recursos de qae
lem necessidade, como per que aepoupaa algu-
mas dezenaa de conloe de reta. T-, _
a S. Exo.conts poder acabar a estrada em mui-
to pouca lempo, ae for coadjuvado a s tanva-
tel e ulilempenho pelo governo iapertal.
Vai por a obra ea arremata fas per tantas,
para o que tem apparecido baatanta* contone-
las i e espera nio sec man salar alm d
80:000 ou 90:000*.pom a beVr aulaTcZ...
a tazar o aerem precisas aaia 6 pontos Hmdaa
duas de ferro queja aalio collocadas.
loteaos pota ama estrada que, una esta s-
pital ao nao ceabro igrisota ds Batnr, o
mosto malbor e tatiutar a condaoglo
Domingo ultimo delxoa o Sr. Dr. Trlstlo de
Alentar Araripe a chefatura de polica desta pro
vincia, que exerceu por alguns annos, e de que
fra exonerado em conaeqoncia de naver aido
oomeado para a vira do commercio deata ca-
pital.
Deixsndo S. S. essa commisso que desempe-
ohou satisfactoriamente, lega so seu successor
tradiedes mui honrosss de bem Cumprlr os de-
veres do eargo. Naa differentes situaces em que
se achoo S. S., as Clises momdntosas com qne
leve de arcar o Sr. Dr. Araripe, sempre o princi-
pio vital da autoridade foi respeitado de combi-
nadlo com o direito do cidadio.
A provincia, pois, deve-lbe um voto de grall-
dio ; o que anticipamos nestas palavras que ahi
ficam, e que sao a expressio ds opin'ao publica a
reapeito dos actos de S. S. naquelle cargo impor-
tante, em que lio bem soube casar a intelligeo-
cta com a rectidio, a polidez cora a juitica, con-
digoes que tem de ser continuada no exercicio da
vara especial do juizo commercial desta cidade.
PERNAMBUCO.
ligo Pfce. a conttitar com qualqaer empreza
navatteto ta'por ptrt pdrtoi do Interior, que
MUS
REVISTA DIARIA.
Hootem levo lagar effectivamente oaclo da
habilitacao doa oppoattores s cadeiras vagas de
instruecio primaria da provincia.
Coocorreram os seohoree Symphronio Olympio
Tkeodttlo deAlbuquerque, Joao Jos Solfa e
Aleacsr, e Benjamn Cooalant da Cnnba Satos.
Sio examinadores os senhores protassores Vi-
cente Ferreira de Siqnoira Varejio e Simplicio da
Cruz Riboiro.
No dia 96 encorreo-se a quaru seseio je-
diciaria do jry desta termo.
No dia B3 e oorronte, pelaa ti horas da
manhaa, foi operado da catarata em emboo oa
olhos o Sr. Jos Oetanaaa da Silva Fragoso, bran-
co, de 58 aonoa de idads o mondar na V
Praticou eperacao oSr. Dr. S Pi
preaenca dee Sra. Drs. VUlae-Boes, C
rico, Goo5lves de Morae, Xavier forera ds
Brtto.
O trabalho daoperacae levou apenan esnea ai>
autos ; o denoto xperimentnn logo baaaflss
infloeocia da tos, da que ae aehava privado n*
fonoi trae annee, vende tudo qeanto aelbe spro-
aonta va por modo disstoeto. At n pronoswa oe-
nhuaa altetieAo apraaenta n o pernee, sendo pelo
contrario saliatastorie o aeu estado.
Km coosoquoncia do decreto amara a\S33
Nio Uwaeauada de.tarro, sm ammode,
rodagem, mu tsz-se tom.su o que pemiral I oe 13) do orreota aex, qno alterou t^raialmato
Remetlem-nos a iaformaco qae segas, a
qual damos em suas forrases palavras :
a As 9 y( horas da noite do domingo 27 do
correle, Lino Jos do Reg Brsga dingio-se
casa de Manoel Bento de Oliveira Braga, di ra
Direita ; e'encontrando o postigo da rotula acer-
t, comecou a insultar e a ameacar a este com
urna faca de poota, que deaembaiohou, pronun-
ciando multas blasphemiaa, obscenidades e antea-
bas de morte, eom grande escndalo daa familias
qae alada essaa horas eatarsm as vsraodas.
Esse incorrigivel ha apenas dous mezes que
sahio da cadeia onde estere procurado por caua
de urna ealrondoza gentileza pralicada coa o
meamo Braga, a quem deve 1.005*000 ; o eata
a terceira tez qse pe em execnco seaelbaotes
factos, sempre manido de punhal, estoque oo ta-
ca de poota U.
A' polica competo por Im i essas sceoss de
escndalo, sempre praticadaa em ama ron daa
mais publicas desta cidade ; e se o sggresser
um louco ou ebrio, como dizem os quo o prote-
gen), 0 qae verdade que a loucura ou embria-
guez so se manifesta por malversaces dosis or-
dem, e sempre munido de instrumento perfu-
raote.
Ofipols de amanhia se derer eilrahtr no
consistorio di igreja de Noaaa Seohora do Rosa-
rio da freguezia de Santo Antonio, aa ultimas
partes da quarla e quinta loteras (prmeira e se-
gunda coocessio) e prmeira da primeira (lerceirs
concesso) Os bl I he tes s esta rio venda ales
vespera s 10 horas da noite.
Realisou-se no domingo 27 do correato a
reuoiio da assembla gerat dos accionistas do
Gabinete Portuguez de Leitura, convocada ex-
traordinariamente, pareo fia da reforma dos es-
tatutos que reglara aquello estabelecimento.
Goesta-Bos que depois de constituida a assem-
bla geral, e aberta a aessio, procedera-se a lei-
tura do projecto de estatutos, que reforma acuel-
les qae regtam o raasmo Gabinete, o que efec-
tuado, se paasri a discusaio, principiando pelo
artigo Io, aobre o qual se suscitou caloross dis-
cusso por cosler elle a reforma do titulo de
Gabinete ?ortug*ez de Leitura psra o de
Instituto Portuguez de Leitura discusso que
prioaipioa calma, mu que seternoo caloross o
vehemente, aucoedende em resallado ara grave
tumulto cutre os asociados, a ponto de carem
inlerrompidos oa trabalhos; a nlo sendo ralis
possivel maoter ordem, foi preciso encerrar a
seisao.
Doaiago noite ovpireu urna das victimas
do eaabameoto do aitio que foi da flaedo.
A coegada ioexpurda do vapor Apa, no
da 27, sea que ao aseaos SO achine ellainnun-
ciada, veio aorprehender o nosso commercio, e
damnificar os das provincias do norte com a Eu-
ropa, que deve aoffrer urna demora de mais de
um mes, ea eooseqaeacta de harer esse vspor
partido antes ds chegada do ioglez, que espe-
rado hoje.
Admira qoe trato se olvidem os interseos das
provincias de norte, ponto de fazer partir os
vapores para essa parte do imperio em pocas
indeterminadas, e aem combinacio das partidas
dos demais vapores, deixsndo essas partes do
mesmo todo merc ds eompanbia Perosrobucs-
na, cajo servieo limitado ao Cear.
Lembraaos, pois, I quem coapete, obteoha do
Sr. agente desta ultima companhia, conduza o
vapor yaoaari&e que daqai deve partir no dia 7 do
vindouro, aa malas nio s desta praca como daa
da Europa, para as do Maraobco, Para Amoio-
nas, passanda-as do vapor Camossim, que tas O
servieo entra o Meranhaoe o Cear, em comtu-
do irea ellas parar ao crrelo desta ultima pro-
vincia, pois que se l forera fleario no canos que
tudo sorre.
O pro prieta rio di reQnacao di rut da Glo-
ria o. 114 pede-nos declaremos que nio foi na
sos reQnacao qoe ae achou o saogue podre.
Fizeram hontem acto, na faculdade de di-
reito, os aegointes estudaotea i
Pnraeiro son.
Jos Vicente da Costa
Bastos.............. Approvado plenamente.
Pedro Ulyse Porto___ dem.
Ray mundo Clemenlino
Valente............. dem.
Benedicto Marques da
Silva Acaua Juoior. dem.
Segundo anno.
Luiz Ferreira Maciel
Pioheiro............ Approvado simplesmente.
Manoel Jos* Monleiro. dem.
Raymundo Mendes de
Carvalho............ Approvado plenamente.
Theodore Thadeo ds
Aisumpcao.......... dem.
Torceiro nao.
Hermiao Prancisco Ge-
rondo do Espirito
Santo...............
Horacio Waltredo Pe-
regrino da Silva....
Josqaim Pilela Bas-
tos de Oliveira......
Qnarto
Manoel Joaqoia Sil-
veta-a................ Approvado plenamente.
Horacio Candido do Sa-
les Silva............ Idea.
Jos Bernardo Galvao
Alcoforado Fil bo.. Mera.
Quinto anno.
Joaquim Cordeiro Coe-
lho Cintra........... Approvado plenamente.
Jos ds Boarentera
Bastos.............. dem.
Podro Affooso Ferreira dem.
a> Nos dias 36 e S7 o carrate foram reco-
Ibidoad casa de deteneio 10 borneo* e 1 malher,
sendo livres e S escravoo; ordea do Dr. jais
municipal da primeira vara 1; ordem do Dr.
delegado a capital 1, que o crioalo Aleandro
escravo de Manoel Ignacio ; ordem do subde-
lgalo do Recita 1, que o crtouto Francisco, es-
cravo de Marta -Bareelar; i orden do da Santo
Antonio 4, inclusive o crenle Gutlberrae, aera-
re de Antonio Vctor de S Borrlo ; i ordea do
dos. Jos 1; ordem do Bes-Vista ; o orden
do da Capaoga 2.
Passageitos qu vtoram do ni no por
Apa :I. Marinheiro, Lata Fraucieco Azevedo,
Dr. Belchior da Gama Loan o 1 criado, fos Mel-
chides Bexerra da Silva Cosls, Jos Veltazo Sea-
res, Maooal de Merlo Bizarro, Dr. Maaoel Fir-
ma de Mello, Dr. Certas JaaOJatano Rodrigues,
sua aeabere, 1 tlho BMBor el eocravo. Carien
Tancurt, Franetaoo Jorge Rsbeilo, D. Uopoldlaa
Gonqalveo do Akro, 1 etiade n 1 eanrevn, Ma-
rn ABluauta Franca, 1 oorav o B ntfees, Dr.
btaaoel Jea da botar Jos A o loara da Grata J-
nior, Je Fvretao Valgo. CoodaalrtD Jos dos
Ssntoa, Prioiato Augusto do Cerqueira, Fructuoao
tareera Freir, Aularo Pereira e Araujo, Luiz
Pereira do Ananjo t ortado. Mi noel de Beata
Julio, Barvbotaurau Temetm Peine e 1 ocrave,
Ffdassoo o OUvira CabteJ, Ba|w Froetace de
Parata Pih Bnrreto a 1 rlale, ArOredorreo Wn -
maiii
S%aua7iSa.VJS^
Sa?, 4aatJ^%Ua%
gUas.Jarofliao nlania I
btRja.
ti
A.
bol
_____ _Doel __,__,
Pranciico Cofrta CadVoio, WTn
tartao Wbako, Jeto Vtaonte
Guanos a fonos ce, Severiano
Jos G o cairas dos Rota.
Pasnsgslroi qne vieraa bo
do Par porloa intermedios :Eduarde p. n/i^
Ihoo, cipitao-tenente Hiruiiaagllda
Barbosa de Almeida, aua senhoca, S BU
sogro e o eneraros, Torqeete Maeraei
George Fellippe. Merelli Giacoao. Joio B.
ri, Aristidor Augnnle Ceelhn do Seuza,,
cas Soares Ripozo ds Cmara, Serasnn Fran-
cisco d'Oliveira, D Msooelta Luci, Loiz
Francisco dss Chagra Castro a Sita*.
Tneeduro d'Ataeidtt btaoai i
Manara, Joio Vicente Leio. Dr.
Rapezo da Cmara, D. Mequilina Candida da i
Garca, Antonio Conrado Silva, Fran ~
Borges. D. Anos Aogelics Cyanoiro, I:
pal, 5 escravo, 7 peeeoe
de 2 pracas de polica coa ._______
Pcrreira Paasos, 1 eacravo s rarugar J<
Iherme Guimaries, e 2 ditas i Msnsrl Alvaa
Guerra.
Seguem pera o ral .-Lata Antonia Vtaeaa
Antonio Gentil A. da Silva o 1 criado. Jin Asa-
lunes, Gregorio da Coeeelelo. 1* leseis a ar-
mada Bajale Pedro da Roche Pita, Un Francisco
Antonio -sotasen, r ranura A agraes Jane R-
beiro, Amelio Fraoklio Cabra I. GoraMtaa aacuaan
e Carv.lho, Dr. Fetrteo Orar Bnrtaasuue, An-
tonio Jos ds Cuuhs, Feoelon Ceaar Bartaaaqun
Luiz Praociico Alvea. Joaquia da Roda Metal
ra. D. Virginia da Rocha atalajado o 1 eacravo
Bernardo Jos de Mello, Jss Taitas
atoaren Loiz Thammiturgo do Guerra
recrula do marraba Antonio Navarra a
ditos, Dr. Fitiotho lleoriques do Ata
seohora, 2 escrarot e 1 ertads, 29 recrutas pra-
?as da prel do exercito, varios eserevra a en-
tregar.
Passagciros rabidos pura Ro do Ji
no brigue narioail Vtlox :
Marta Carolina da Paixio, ReeaMna
Antonia Francisca Bandeira o 1 fil ha or. Jane)
Joaqun d Oliveira, e 14 eseraves aMrogor.
Passageiros sabidos para o Ararat*- ae kis-
te nacional Videta :Severino M. Do arta, Jeod
ds Fooseca Birbozi, Antonio Eugenio da Feaaccu
o Jote Luis de Souza.
Mataoovro pcblico.
Mataram-se no dia 27 do correte psrs con-
sumo desta cidsde 104 rozno.
No ia 28. 103.
- ORTALIDADE DO DIA 27.
Candido, Peroamboco, 2 mezes, 8. Jos ; na
lo mor.
Marta da Coneeicao Lima, Peroamboco. 45 ta-
os, viava. S. Jos : abatrale ehronies.
Maria, 4 aonos, Pernombuce, Boa-vista ; veraes.
Bsnto Luiz do Cirmo (tosa, Pernaabucn, 21 at-
os, sslteiro. Recita ; hepstite.
Joanoa, Parahlba, 20 annos, corada,
frialdade.
Boa-vista
Manoel Jos dos Saalos, Pcrnanbeco.
solleiro, S. Jos ; hepalite chronica.
Jo vi na, Peroamboco, 4 annos, Recita
gite.
Manoel Martina do Vseoncelles>Pertagsl, SB
aonos; viuvo. Boa-vista ; enterile.
Americo, Arries, 25 annos, solleiro.
Boa-vista ; hepaliie.
Flix, frica, 34 annos, solleiro, eacravo,
vista ; aneata.
Manoel Joio, frica, 80 aonoa, solteiro,
vists ; apop'.exia.
Francisco Jos de Moraes, Pernaabucn, Si an-
nos, casado. Boa-vista ; coogectao coraos al,
Maria, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos ; iafla-
maeao de enlestinos.
Ponciana, Peraamboco, 7 anona, S, Jane ; in-
terite.
Cosme, Pernambuco, 1 mrz, S. Jos
Manoel Francisco da Si-va, Pera a abuce. II
pos, solleiro. Boa-vista ; desasir.
Joio, Pernambuco, 1 sobo. Boa-vista
Approvado plenamente.
dem.
Idea,
anno.
CHRONICb JUUItURIJ,.
JURY DO RCIFBl.
QUARTA SESSAO JUOIC1AB1A.
Presidencia do Sr. Dr. Bernardo Machad* da
Costa Doria, juix ata direito da 1* ara cri-
minal.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leonnldinn
de Gusmso Lobo.
Escrivio privativo, o Sr. Joaquim Francisco de
Paula Estoves Clemente.
Durante s sessio judictarta, que o
dis 26 do correte, foram julgidos 14
compreheodendo 16 reos.
Depois de bavermos publicado diaria
movimeolo ds sessio, carapre dar em
leilores o resaltado dos trabalhos jdietario*.
1-Chrialiaoo Francisco Pereira, cria* oe aser-
ie. Condemoado pena de gsls pwpidnra Prn-
lealou o reo por novo jary.
2 Ignacio Gomen Marinee, criae da
Condemoado pena de 12 1/2 aanoa di
com trabalho.
3.Ismael, eacravo de Paulina Marta
crime de morte verificada dous dias depon
rmenlo.Condemoado pene de galea
tuas.O reo lora absolvido ea 1* jatga
appellaodo o Dr. promotor publico
5a.Protesiou por novo jury.
4.Joao da Costa, crime do tariaeotoe loen*.
Condlmnsdo pena de 6 1/2 a ira da
multa.
5.Manoel dos Santos Bello, criae de
toa leves. Absolvido.O reo fra
vamente, em razio de so harer extravian* n pri-
meiro processo.
6.Antonio Vctor o Maaoel Garda, esteno ata
morte e tentativa de aorta. Absol/idos ni S*
julgimento.O Dr. promotor pubheu
deciso do juiz que se julgara coa
presidir o julgameolo.
7.Danlio Pacheco Goocalres, cria* de tari-
mentos. Absolvido em 2* jolgaacolo.
8.Joi Braz da Caoba, criae do tari
leves.Absolvido.
8. Maaoel Vicente Ferreira, criara
los gravea. Abaolvido. Appelloa un-
jis de direito.
10.Alexandrino Aires de Oliveira,
reubo.Absolvido em 2* julgaaeato.
o Dr. promotor publico, fundado ea que
julgara prejudicado um quesilo, cuja
importara a condemoacao do reo.
11 .Romana Marta da Coocatcie,
lo Absolrda.
12.Relo Jos de Carvome,
msnlos.Absolvido em 2 juigaaatan.
13.-Fraoeisco, aerare d Miguel Falcan, ri-
mo de morte. Absolvido. Appeitou jaez dn
direito por nio se cooforaar coa a
appelloa tambem a Dr. preaoter
qae a jury responder si a tosa ote por sssaaBa
aas q.ieaiios, eixindo da ropuOr ae ripanHn
nelle emitidas, j por quo de** oe Juana av-
io fizeram declarable no acto dn oar peraaauaa n
sentaocs que a iateooio do eonselbo bavta anal a
de coodemaar o roo.
14Atar, Joo Moreira da Silva
noel Miraelioe e Franetaoo Batavan
criae de taoooM. Aralnno*.J
juiz e o autor.
tnorata
Oulro* a*tla pree***** p
sor julgasmti *ao ooatanta
praparadoa e ioatrnloos, mam ra solo
ajunto ntMBantl pnpigi.
', por tanto, o eonoror quo n juta dn 8*
do dtceito nio tara* a raarraar
lo, quo veri
rontn.
Dotao d ntrar em jurguawta l
npwtoEroy,
pena no aorta,
dor osa cerUdlo
ta, qual
punaUoede.
O jury nlo poodo er consultado
ropas! a nal* O Moer
^BnraniWsr idnud*


Comunicados.
ftpaatrto, nnJUice UM carta datada olpu
u amanteT^"*** *" ESL'l^ oBtiroiea3p tactos, que ., r
erej MnMuieultat explir^,, podaran da
a. J deven ter
>o de*m (ios, ,
l. qae stpie -
os, pois, na areei
'neiramenle aessa carta que harendo
a ao Etm. presidenta 4a provincia
o cargo de Jala municipal do lera
l pouco depoa a oficiar a S. Exe.
acceitara
zendo que acceitara esse cargo ij respooden-
em-meS. Etc. que Sio nao poda ter lugar por j
J*Ter levado ao coohecimenlo dogorerno impe-
wal a miaha renuncia, nao obstante isto part pa-
la o Ip e entrei no exerdeio do dito cargo. Ea-
aclo lio adulterado oeaaa carta deu-ae do modo
engatte :
No dltiSdejuoho do correte aooo comrna-
Mquei ao Exm. prndente da profincia que cont-
iena ii.l aa* hete* taaido comeado juiz municipsl
la_teJ!y.*fflJ.>u presaara-me em preveni-lo
que ato ataaBaoo esta lugar, deaajaado de pre-
ferencia continuar a* pramotoria publica de So-
bral, que_aaUo, axercit. Pooctt diaa depois,
Porm.rmm4^n>Udocre*o qae aemeava-
para aquella argt; e refltctiudu que nao te-
na muito conteniente recusar urna nomeaeo
que pela primeira vex resabia do goreroo impe-
d Utnai a nadar aS. Exc. comraunicaodo-
ino que por ate eoulroa motivo* que asalto pe-
saren en mau apirilo liaba reaolf ido accar a
nomeetao de juiz municipal do pu, e que elle
bnuvoase da apresar e effldo aa tenor, en que
Tbe parUcipava renunciar este lugar: lelo do dia
5 de julho, aete diaa depou da primeira partici-
pacao.
Exc- recebeu c' me consta este segando
offido a 10 do mesmo max, deixaado porm de
responier-m'o a 18, dia am que sabia o cerreio :
que chegaodo a 21 em Sobral nada lerou ueste
sentido.
Suppux que S. Exc Qcaodo de posta do meu
allimo oficio, aguardara que eu parssa para o
ipu s entraste no exercicio do cargo, e Ihe parti-
cipaste, como me cumpria; a com effeilo, arase
S9*^ Pnf"uiXo Pri para aquello termo e no dia
25 Quino) depois de prestar jara meato parante a
respectiva cmara municipal (que ji bavia rece-
bido ordem de S. Exc. o Sr. presidente para me
dar posse iudepeadeote da apreseotacgo do titulo]
tooei posse do juisado municipal, e auurui e
funcgoes de juiz de direito interino da comarca -
o que lodo participei a S. Exc.
No dia 9 de agesto, perm. recebi am offlcio
de S. Exc. em reapctta ao mea -de 5 de julho,
em qae zm nao poder ter tugar a miaba ida pa-
ra o le*, visto como j baria participado ao go-
verno imperial que eutinha renunciado o lugar
de ]Oii municipal daqnelfe termo. Reepoodi a S.
Esa caceada qae Uoha tomado posee deste cargo
e ocharo-at fanecioaando como juiz de direito
interino da comarca etpliesndo-lhe ao mesmo
aspa aa macea qae me leraraas a assim preceder
independenle de aaa ddalo. Finalmente 12
ale ntesoM mez offlcieu-me S. Exe. dizendoqae
aaspeadeete e exereieie era qae me achara at
que o goreroo imperial, cuja considerarlo ha-
via submettido os meus dos officios resolresse
como fosse de juslica ; o que immediatamente
cumpri paasando dito exercicio ao meu substi-
tuto
De qae lera dito se dedoz claramente que o
tacto de minha partida para o Ip foi anterior o
offlcio de 8. E. em que isto me obstara, e por
cooseguinle nao fui de encontr s suas ordeos
como se tem propalado.
Nao uso de subterfugios: a rerdade do qae se
pessou abi Uca exposta, e as datas dos oflkos o
poderao attesta-Io.
O outro facto que me proponbo explicar o
5?m.V hMi V*** u" rolto da
comarca de Ipu funccionaao (u y....., c_
ases de respooaabilidade do Dr. Antonio Firmo
Figueira do Saboia meu coo-cushado e primo par
affinidade. is porm o qae a este respeito aa
eu.
' Ns primeira audiencia que del como juiz de di-
reitoioterloo daquella comarca compareceu o Dr.
Sabai requareaao-rne que nleaaese ae eeeririo
Joao Correa de S oomeado aat-noc para os seos
processos Ibe eolregasse urnas certuloes, que a
pretexto de taita de pagamento de cusas Ihe nao
quera dar, certides estas man i ad as passar pelo
aaeu antecessor. Ourido o eecrrie coatesseu
que emquauto o referido doutor nao pagaase ames
cusas qae Ihe estara devendo nao entregara di-
tas cerUuea. Entao tiz aeotir-lbe que nao pedia
obrar daquella maoeira sem ir de encontr a ex-
pressa disposiio de lei, e ordeoei-lbe que sem
perda de tcatpo entregaaae ae requereate aa cer-
tides pedidas. Pouco depois apreaentou-me o
Dr. Rabota um requerimeolo em que pedia para
mandar paasar urna certido, do que tiaha ur-
gencia, despachei na forma requerida. Ahi estas
pois os nicos actos que na qualidade de juiz de
direilo inteiioo do Ip pratiquei em relacao ao Dr.
Saboia, cujos procesaos me foram conclusos, e eu
passei ao mea substituto limos de letra e de
qaalquer decisio mioha, a xcepco de um des-
pacho em que mandai ao coUeclor proceder a ri-
valida^o na forma da lei por ter o escrive rece-
bido e juntado aos autos amas razse e documen-
tos offerecidos pelo promotor ssm estarem deri-
dameata arerbados. E haer quem de boa f
diga que eu deria dar-me de suspeiloe nao pre-
dicar eases actos por ser coa-cunhado e prime por
afllni lade do De Saboia r
Por rentara ba alguma lei que me prohiba na
qualidade de juiz mau lar dar ama certidio a um
prente meu por mais prximo que seja o grao de
parentesco ? .
Portaoto ae o miaerarei aator deaaa carta ano-
oyen, qae cima me retiro, que d como pro-
vade harar eu funecionaio ueandalotamenU em
proeeaaos do Dr. Saboia, tirer alguma prora oes-
te sentido, ee o desafie para que a panuque sob
pena de passar como um infame e ril calumnia-
dor.
Sobral! 6 ttBootabrue'tSul.
Joaqulm Ittbero da Sil rs.
lells duran V'WnfpvSVicupou ,o cargo de
promotor publico desJe sean rea, o que deixou
or ter sido comeado Wx Wunicipal e de orphiaa
elpu, euaaprveawleractoflaaMote oo deveras i
ale e aetindade oes featfces do sea easrepo, e
" mpregale de urna ooodueta exmptsr.
e de appHewAo, releftd* rei em (i de aaeu
oarge.
Sobral, SO de julho da 1M1.
0 juiz de direito,
JA. irito Inglez.
Atiesto que o bacharel Jdlo AlVes las Vilella,
eempre exerceu com iatelligeocia. xelo e setirida-
de o emprego de promotor publico desta comarca,
e quaeto a sua eoelacU moral e civil a metbor
que ae pode detejar.
Sobral 8 de julho de 1861.
O juiz municipal.
Jos Saboia.
Do Ptdro II de 17 de outubro.)

BBBBBB^H
mgassm
outubro dMMO. Rexife 10 do outubro de ti
Gdiyesftatiaifgttcia&i
;---------------------------......
Srt. redaclorei.Reu av. s. tara apreseo-
"3*? inte Te debutados provinciaea
na legiajatura futura do aaoo de 1862 a 1863, a
qual chapateado psra o a llstricte. cerno elei-
tor derra tests a honra de ofcrecer aos demais
etestoresJudilo distncto.
Os Illme. aenhores :
Br. Antonio Rangelde Torres Beudeira.
9 Br. Aateio Witrurio Pinte
cellos. ^
3 Em pregado publico Joaqulm Pedro
ello Reg.
4 Padre TsaXe Barros Correia.
5 Br. Jea Aatonio da Silra Ramalho.
6 Proarietario Luiz Paulino da Cunha Miranda.
Um titilar da frqtuiia de Gravat.
.".!ltrl,H, ta ?rtatdaor detrae
anuos, nao posta o referido coltegio ter batabejtf
conhecido e #ra, entendemos
2I? M W^3lV eepecialmente ana
P*. que deeejaat dar a-seus lb^^edeteacae ddt-
!!?**> frv4*> aa auaaoio sobre a[7tlV|
eaianaleclment, de cujo sysiema de eoaiaopis-
54" fUi, id* aUada qua .atufas
duneosoea deate artigo nao aos perraitUst dar
em extremo aa eatatateaqua o regem.
Aa materias do easioo abrengem todas as dis-
ciplioas que caaahtusm os preparatorios, para
eotrar-se as escolas de instracsao superior, er-
mando proprumente um curso de humaoiAa-
des*
Assim, a inttrucgao. do coegio de S. Luis
bonzags, dridem-ae primaria e secundaria.
A primeira sobifirido-ao em dout gr&ot e qua-
No t, qae a conteos urna classe. consiste o
estufJo em : lr. escrerer e contar pelo methodo
da Laslilho ; pnucipios de arithraelica at as
quatro operaedes; doutrina christa e drildade.
No r, qae compoe-se de Uez classes, o esta-
do : "
1* classe. Aoalyse.dos claasiow, exercicio ro-
caes acerca de cada ana dea aaeamptos que coos-
tttuemii terceira ciaese, dissertaedes escripias a-
cerca dos megtsos SHumatoa.
4 "......- --
dsgeographia
abrangaoestudo daa
moras, sciencias e
.auj
_
outabro
O sacre
B. A. de Vasco*.
Brrelo de
licaces a pedido.
Empregado como escriro da delegacia de aa-
rS". PTrBre,ro listrlet desta cidade, tire a
felicidad*, de por muitas vezas, trabalhar aob a
dlfdcca* de Exc. Sr. Dr. Wstao d'Aleucar Areri-
pe ex-chea de polica d'esta proriacia, e a Um da
participar da benevolencia. affibrtidade, que ae
servio prodigalisar aos sea* subalternos.
E pou fallara ao cumpeameato de um des rneit
sagrados dereres, senao me preralecesse do pre-
aeate mel, pera sigalOear ao Exm. Sr. Dr. Ara-
npe raioha eterna grattdio a bondade com que
empre me tralou ; e a conflanca, qae nutrem to-
?; 1,8'te8t8a>',nharam a maoeira {ilustrada e
sabia porque adminislroujustiganos honroso en-
cargo que deixou. e de que oo exercicio das fonc-
goes do jaizo do commercio, para que fol acer-
tadamente escoltado pelogorerao deS. o Im-
perador, se conduzir com a illustracio, inteari-
dade que odistioguem.
Sirra-se o Exm. Sr. Dr. Araripa aceitareate pu-
blico lestemunno ds gratidSo do subdito orbigado.
Francisco de farro Cerras.
Se a occasito mais propria de feTieUar o ruae-
ctonario publico, nao taoto o momento em que
elle entra para o cargo, quaoto o em que o deixa
cheio de gloria e encomioa por te-lo sabido bem
axercere deaercpenharAjastamente agora, quea
do V. s. lem donado o honroso cargo de ebefe
e pofiew dtsta provine, e qoe to dignamente
deaemsMBbaii.qiaaee abaiso aaaigaados ampos-
gados da respectiva secretaria rem patentear a
V. S. osseusseotimentos de respeito e gratido
pelaa maoeirat affareis e attencieoas com que T.
S. se dignou tratal-os sempre. Digne-se pois Y
S. aceitar a pureza e cordialidade com que os
abaixo asstgnados exprimindo-se assim, faiem a
V. !>. o offerecimento de aeus traeos serrcos em
que'eaa'o'SSI0-?*?. 80rle os eollocir. pois
ricQes. ......* """-
Deus Gpaide S V.S. mullos annos. Recite, 27
de outabro do 1861. IUm. Sr. Dr. Tristo de
Aleoaar Ararise.
Rufino Augusto de Almeida
Jos Xavier Faustino Ramos
Joaquim Gilseoe de Mosquita
Gaoiido Autran da alalia e Albuqaerqae
Agostioho Jos de Oliveira
Joaquim da Costa Bourado
Aeestacio Aleandrioo de Salles Dutra
Jos Pinto dos Santos
Maaoel Joaquim de Souta.
Quaoto aos outros factos mencionados na carta
a que me reporto, sao elles de tal modo ridiculos
que nao merecer as hooras de urna seria refuta-
ba o U publico sensato e imparcial apreciando
deridameate as razdes qoe deiio expendidas pro-
nunciar no seu juizo como eoteoder de justic.
Nio devo concluir porm sem dizer duas pala-
vraa ao Exm. Sr. Dr. Duarte de Azeredo, sobre a
mioha demiasao do cargo do promotor publico da
marca de Sobral.
Estando eu funecionando no Ip na qualidade
de juix municipal, este facto por si importara a
deixacao da meema premotoria ; depois l est a
ornarea inteira de Sobral para atteatar o meu
emporlamealo como promotor publico daquella
localHade.
Felizmente nio ser esss demissie que poder,
manchar a miaha rapoxacao ; a parte aa da so-
ciedsde e mesmo S. Exc. farme-ho a devida
juatifitu
Com a publicacao destas Uohas Sr. redactor
muito obrigarao V. Sa. ao seu etc.
Joio Aires Diss Vilella.
IUm. e Exm. Sr.Os abaixos asignados, de-
legados, subdelegados, que tirerama rentura, e
a diatiocta honra de aerrir snb atllastrada direc-
;o de V. Exc. sentem-se to vivamente-Denho-
radoa para cora V. Exc. pela alteocao e ffabiltda-
de com que se dignou trata-los sempre, que fal-
la ra ni certameote a um rigoroso derer, te no
momento, em que V. Exc. deixa o exercicio do
pesado, e honroso cargo do chefe de polica des-
ta provincia, nao riessem como reem agora ren-
der a V. Exc. o preito de sua eterna gratido, e
recoahecimeoto.
Se bem qae o euccesser de V. Exe. seja lio
respeitarel, e digno quanto V. Exc. mesmo,
todava como o dedicacao para com elle atada
rae crear-se, e a paca come V. Exc jesti crea-
da, e firme. Dos sabe e que aentem os abaixo
assignados acate momento, am que pateoteaodo
a sua sincera gratido de enrolla com ella rae
urna saudade pela despedida de V Exe. desee
emprego que V. Exc. exerceu, e desempenhou
tao salisfatoriamente.
Dos guarde 4 V. Exc.
Recite. 28 de outubro de 1861.Illa, e Exm.
Sr. Dr. Trislao de Aleocsr Araripe, muito digno
juiz especial do commercio.
Bacharel Amaro Joaquim Fonceca d'Albuquer-
que.
Bacharel Francisco Jos Martins Penna Jnior.
Uajor Antonio Bernardo Qutnteiro.
Tente Maooel Antonio de Jess Juaior.
Capilao Jos Pereira Teixeira.
Teneate Jos Antonio PeaUas.
Tenante Maooel Antunes Forreira Villana.
Major Francisco Martins Rapzo.
Tenante Thomaz Antonio Haciel Uonteira.
Bacharel Hanoel Gentil da Costa Aires.
Major Jos Joaquim Antones.
Alteras Jos Pedro daa eras.
Aatonio Gomes de Miranda Leal.
Capito Jos Francisca Carneiro Monleiro.
Tenente Jos Rodrigues d'Olireira Lima Jnior.
Bacharel Joao da Costa Ribeiro Machado.
Alferea Antonio Nobre de Almeida.
Luiz Francisco de Barrea Reg.
Joa Fraacisoa Peteka da Silva Jnior.
Jos Goncalves da Poruocicula.
Joaquim. Antonio Carneiro.
Tenente-eoroael Jos Amonio Pinto.
2.* CalL .
3. Principios/tJJa moral, tjrammatica e liogua
portagueza. aritamatiea. histeria e chorographia
de FortugaT, resumo de hiatorta universal, sagra-
da e profaaa, eieraentoe d
A nstriieco ecceuaderia
linguaa, assim vivas casto
letras.
V tensado dizer quoes to boje as lisguas
nvas, am cujo cenhecimento eonro Iniciar a
mocidade.
O enaino dallas cooaiat aa aaalye doa clas-
sicos da cada urna, ao estado acerca da sua sa-
turna, na escripia dictada am poiteguez, e ver-
tida mmediatamente aa liogua eetraugeira.
O easwo daa lioguaa mortia, o grego e o la-
jtm, nao t dado da meama torna cima, como
lambeta addicionado de am estado acercada
mylhologia e casiumts dot porot aatigot, paaa
melhor se eutenderem os classicos.
N*e sciencias a letras compoe-se o aoaino :
.1- Da phileaophia racional a moni, princi-
pios de direito oatuml.
.* Da artbaaetice, algabra, geometra, rig-
nometria rectilneae espherics, e element* de
uraaographia.
S.* Prioctpios de chimica a phisica, e alatro-
duccao a historia natural.
4. Geograpata, chroooiogia a historia uni-
versal,,
5." Oratoria, potica, literatura e liogua por-
tuguesa.
6. Escripturacio commercial, operaQe* rela-
tivas ao commercio, aaooaa de direito commer-
cial e das gentes.
7. Economa poltica, principios de geologa
theorica a pratica, lechaologia e agricultura.
Todos esses esiudos, que sio anda divididoa
em diversas classes, ou cathegorias, methodica-
mante dispostas, formara urna cada ligada pela
ralelo, que ae materias de easioo derem guar-
dar entre si
A philosephia.abrange aao a oensine da phys-
colej!Uempfrica,oomerehandeo eetudo>lM acul-
dadasd'aima.eoa elementes do penca meato, or -
gem,formaao e expresso das idas;corao tambera
da poeumatologia, ou theoaophia e psychologia
philosophica, principios e systemas de philoso-
phia, a critica aellas, fundamento da moral; his-
toria, comaarao a ccUacc dos princpaea sya-
tmaa depkdoaophia, natanlo-se eomacpecia-
tidada os erres s qae lera sida teredos aa mais
profundos pensadores, qaaado depois de porem
era durida o criterio da rerdade, rebellando-ae
aaatraacazo uaitcrsal, inrocaram a autorida-
exaulorado, e ten-
nde porconaequencia o
ico arMcipa ama contradictoriamente ae ad-
mittia por iacontestarel, era a duvida universal.
Exposto ligeiro e tossamente o aystema de es -
tudos docollegio de S. Lutz Goozaga, como aqui
BancBr'-.ijjJMraosaiada. que, par melhor
aeus filhos, conrem latera-lor < >.w-^^,n(jar
prego com que sio os alumnos admitlidos ; e por
isso transcreremos aaeguinte tabella, aoaexa aos
estatutos d'aquelle estabelecimento :
DiipotiQ*i geraes.
As condi5ae da admissao ao as seguintes :
1.a Nenhum alumno ser admiltido a cursar aa
aulas do collegio padecbado molestia conta-
gio.
2." Nenhura eellegial ser admiUido antes de
completar 7 annos de idade, nem depois de ter
completado 18, e em lodo o oase derera ter sido
vacinado.
3, Ojcollegiaes que ectrarem desde sedada
de 7 annos at 10. pagarao mensalmente durante
todo o lempo que fuerera parte do collegio ris
ltftOOO.
Os que entraren depois de terem completado
10 annos, pagar&o mensalmente 12$000.
Dos lt annos per diante, 14/400.
Os que eoirerem aos 16 annos pagarao mensal-
mente 18/000.
. Os alumnos simi-internos pagarao metade das
prestares des collegiaes, sendo-Ihe a p plica veis
as coodiedes estipuladas para diversas idades
d estes.
Os alumnos externos pagarlo mensslmeate
por frequentarem inslruccjo primaria l#iO0.
Por instrucco secundaria 2g400.
O ensluo das bellas artes pago pacte, a
saber.
Msica a canto 19200.
Msica e piano 29460.
Deseo ho 19200.
Danesa 600.
Esgrima ou quolaco, per cada urna 600.
Os alumnos, cuja roupa branca for tratada no
collegio, pagarao mensalmente IfOOO.
da dame cteslre, tmejhava m
ta*a fuodar ajrstaenas, onde
ccUrio
10 0/0
_ 10 de
fe 10 do outubro de 1861.-

*<***1*>
- <6
UC do di. 28- -. -.'S.fflS
183
228
64BB61#i44
Movlnnto da airstndc,
Volamos entradoscomtmzaoas.. *
> eom ganaran..'
Volamos sabidos com tazendas..
com generoi..
-i'O'jii,' un i.'bn
_. wDe*rregam boje 29 de ouiubre.
Hiate brastleiroDuas Lulzaa-charque.
Barca iogreza-fjearitetro e earrao.
Barca ioglezaruath-mercadarias.
Heet^seeatoriai ates, rendas Internas
sxeraea de Peraanabacca.
Rendlmento do dia 1 a 26. 48^96a931
dem do dia 38..... ^;571|07
83
411
m
J:
r3e 568J003
Conaalado provincial
Raadlmento do dia 1 a 6
dem da dia S
41043*770
34474
'"
OTitmento do porto.
JVaoiot entrados no dia 27.
Rio d Janeiro e portas interme lio6 diss va-
por brasileiro Apa, commiadaate Pedro A.
Coaraets.
Liverpool51 dias btrea inglesa IPreain de 95
teeeladas.eapiUo W. ecberdsaa.aqw-pagem
12, carga fazeodas e outros gneros ; a Saun-
der Brothres AC.
Terra-Nora35 din brigue inglez Polly, de 173
toneladas. caoltSo A. Taylor equipagem 9, car-
ga S.546 barricas cota bacalho ; a Johoston
rater & C.
Havioi tahidoi no mesmo dia.
Rio de Janeirobrigue nacional Veloz, capitio
laurentfno Barbos* de Moraes Cabral, carga
differeotes gneros.
JVauto entrados no da 88.
Par ptlos portos intermedios10 dias e7 horas
e do ultimo porto em 13 horas o paquete Pa-
ran commandante o capito-tenente Jos Leo-
poldo de Noronha Torrezo, e quipagam 56
toneladas 840. *
A'atnos sahidos no mesmo dia.
Aracatyhiats brasileiro rideta, capito Fran-
Cisco Flix Nogaeira, carga varios gneros.
Roogongalera franceza Benhe, capito Fleury,
carga fazeadu e outros gneros.
Porto do norterapor brasileiro daa, comman-
dante Pedro Augusto Coursetl.
os V a. m r - ev 5" * o a Horas.
S2 3 S. m <* a m B 6 a kthmosphera o
m Braapaa. as. o V i > s Intensidad*. 1 So ps
a a ~4 <0 s 2 1 Pahrenkeit. 1 m m o ai H H X e - sr
aa V ' -i e S| Centgrado. 3 H e O r-s
a oo Hygromttro.
o -' Cxsterna hydr mtrica. - a
.. &5 - " *t o m H 4 s
? l tl3 * s ingles.
4*Bs4*.'s]B.Ba'W de mata'de tBSI, sob ss
cUatulm etpaciaat abaixo eapiadt*.
As perneas que se propozerem a esta arramait-
^compcteem aa ah das tendee torMnWa
laate.naahtaaima aaesarans, pesa .arta <*.,
compauaiemanu habUltadta.
BTi*ra cooslar da mandou afflxar o presente
publicar pelo Diario, jtj^dt^
Secretaria da tssWtasfrfWfcvincial de Pef-
SSrI Vo ,*e"1"""
(Clauaulas|Bs1aaaBBi LtsatemaUfao.
l'.-Os reparos do quartel do corpo de policia
aerio executadat de cmirertnidade cera o orca-
mento approvWo pela directora m conaalhoVe
tobmetlido approracjm do Exm. Sr. presidente
2\*-0 arrematante dar priocipio a obra no
prazo de IB dita, e cenclntr o da B ntezeo, con-
tados como 'determina o art. 31 do rasMaateato
das obras pabhca. "
.A importancia da arrematacao aer paga
qoando a obra tor concloida.
4*4Reobumt reclamacao, lenda par fim rece-
ber iodemmsaccio, ser altendiJa, qaalquer ae
seja a natureza daaliegasaoam que se funde.
O .Em tudo a maia qae nio rai especificado
naa presentes clausulas, eegair-se-ha o que dis-
poe s le provincial a. 986.
Conforme.-O secretaria, Aateaio Ferreira da
Aunuociacao.
..-"#* Sr. mspeeebr da Ihesaanarla pro-
nnctal. em cumpnmenlo da ordem do Exm. Sr.
presdante da provincia de at do corrate, manda
tasar paataco. qe no dia 7 de neremero promana
riOottTo, e-A i praca para set arrematado I
quem mais der, a renda do sobrado n. 12 da raa
do Imperador, perteocente ao patrimonio dos or-
SnajJ"rindo 1e base arrematarlo a qusntia
ae I:z001 por anno offerecida pelo bacharel Dao-
doro Ulpiano Coelho Calanho.
A arrematacao ser feita pelo lempo qae de-
correr do da em que se dffectoar at o fim de
junbodel864.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria datbesaarsria provincial de Pernsm-
buco S2 de outubro de 861.-0 secretario. A.
r. a AnniinciacJe. -A
O IUm. Sr. inspectorda thesouraria provin-
cial, emcuaprimento da ordem do Etm. Sr. pre-
aidente daaroviacie, manda azer publico que
ate o da K de novembro prximo vlndouro ea-
tar aberla a concurrencia para o contrato da
cotlocac,ao decarris de ferroa, denominados tri-
lftos urbanos, a partir desta cidade at a povoa-
(ao de Aptpucot.
0 contrato ser feito nos termes da lei prorin-
ctai a. 518 de 81 de faena da corrente anno,
E para constar se mandou afflxar
publicar pelo Diario.
8ecratarve a iheeowrerie areviaeial de Per-
nambuco, M de outubro de 1861.O secretario,
A. F, d Aonunciacio.
Por ordem do IUm. Sr. Inspector da alfao-
dega se faz publico que, a tequerimenlo de Carva-
ino, Nogueira & C, consignatarios ds barca por-
tugueza Correa, teem de ser rendidas em leilo
4 porta desta repartitao, depois das 12 horas d
da 35 da corrente.pelo agente HypoiUn a Silva
canastras da marca 8 com alhos, rindas d
o presente e
60
de
Porto em22 de abril ultimo no navio cima.
..*' de Per"oit'uco 22 de outabro
1881.O 2.' escripturario,
Maximiaeo Francisco Peixoto Duarte.
Santa casa da misericordia do
Recife.
A Illm.* (anta administrativa da santa casa de
misericordiado Recife aaada facer pablico. que
no da 31 do corrate, palta 4 hars da tarda, na
A noite nublada com alguns aguaceiros rento
EhE regalar e assim maohaceu.
OSCILADO DA MiR.
Preamar as II h. 54' da aanhla, altara 4,8 p.
Baixa-mar as 6 h. 6' ds tarde, sitara 2, p.
Observatorio de arsenal de msrioha, 28 de ou-
tubro de 1861.
ROaaifO STEPM.E,
1* tenente.
Editaes.

A camsra municipal da cidade do Sobral ate.
Atiesto que o Dr. Joio Alaes Dias Vilella, du-
rante o tempe que exsreeu o cargo de proma-
tar publico d'esta comarca, detempeahou teus
dereres com zelo e actirid seatado boa conducta civil a moral, prestando
assim tarricos que o reeommendam a oonstdera-
^ie publica.
E para constar e Ihe car requerido mandou pas-
ear a presente em que assigna.
Paco da cmara municipal da cidade de Sobral
13 d julho de 1861.Eu Vicente Aires Linuarea
eeeratario eterevi.
Francisco Ferreira Pimental.
Jureocio Oeocieciano d Natcimento.
saKaE.*
i Caaailta Uatharss.
Jcao de tanza Naves.

aeradla Oaeixada.
i Ribeiro da Silva, mejer hoaaterta t
reato, caetmeire da imperial team da Bo-
ca aaommeadanto cuperior da geera a oacle-
i ad da carnerea da Sobral, per nemeecho tejaf
- Ashacta cada bacharel Paic Alaes Bfas h/Hatls
aaasaaa conmdclUgeaebj, sato a sctstj#aae olo-
cjac aapaamatar pabltcu desta cerneros, qae *
Collegio de S. Liz Gonzaga.
Com este titulo foi instituido, ha cauca de trez
annos, um collegio de iaslrucco primara e se-
cundaria em Lisboa, Campo de Santa-Anna, sob
a direcQo doa Srs. Dr. Aotonio Joaquim Ribei-
ro Gomes de Abreo, D. Jorge Eugenio Locio
Seibltz, e Francisco Antonio Oe Pina Maoique.
Quando estabeleciuientos de tal ordem reunem
a um eyatema de enaino bem destribuido, des-
envolvido e completo nomos de directores epro-
fetsores, cuja bem firmada reputarlo por si e
ama solida garanta de bora desempenho; fcil
comprehender as rantagens que ahi eacontra a
tducecto jurenil, a qual entre nos, infelizmente,
lata afnoa eom difficuldades e embaraces, que
exigem tempo antes de serem remoridos. E nao
s am bem para os pala que polem confiados en-
tregar seus filhos a taea estabelecimentos, como
um beneficio homanioade.
Gome pei, tendo de mandar am fllho a Portu-
gal para edacar-se, tiremos de soccorrer-nos a
tnformec9ea de amigos, proeedeado com lodo
escropolo na escolht de um collegio ali, onde o
ensae a edataelo fossem dados com prorerlo,
arlodipelnrente no que-toca a religue, que, em
toen nueza aodedade-, to decusada e esqueeida
val oestes dUs, em nue viremos. Td\ eji meo-
claaa^ ecrragl re 8. Luic Contagt o que maro-
cen a aossa preferencia; e, como um -teateau-
DMatfniMIat um trlbato a rerdade, para
um dever caoTearr, qae a nona uperanca
ata -fct RNrditc, c que o aproTetamento dVnosdo
Unta resposta ao anunymo la
Ordean
Picamos em extremo indignado, quando lomos
um complexo de calumnias, de enrolla com o
nome do dialiucto coronel Berlamaque ; incri-
vel que haja queaa de publico avance taataa ca-
lumnias : tanto mais quanto conhecida a his-
toria da vida do coronel Burlamaque, cada pa-
gina um titulo de gloria, como tal credor de
respeito e reoeraQo.
A sua administrabas no presidio de Fernando
tea sido a mais honrada possirel, a nao ser o
celebrrimo da aaaoyao que dizem que, acor-
bertando-se com o nome dos presos ; porm que
nao paasa de am relho militar, queseempennou
psra deixarem passar o grande carregamento
d'agua-ardente e que sua rida digna de se ar-
chivar aos acoses dea tadroeiras das malra-
desae.
Pois bem', Sr. lampeod*aldeia,sa digne as-
signar o aeu nome para podermsa responder as
auss calumaias ; naa obstante ames meemos pre-
sos que figuraos como autores em tempo oppor-
ruao dao um desmentido.
Fica respondido por lodot anonymoa que ap-
paaeoeram.
Um apreciador da honra.
Para os Exnts. Srs. presidente da
provincia e chela do polica le-
rem.
O ioaividuo Canuto Jote Pereira de Lacena, de
idade de 30 annos pouco mais oa menos, brac-
eo, cairo, gago, exceseiramente barbado, a com
ama peraa mais cemprida do qae a outra, de-
sertor c acha-se actualmente moeado ama per-
cio de canoas qae compren no engeaho Pardee,
cemarca de Mazareth, pertencente ao capitio
Antonio da Motta Silreira Cavalcante.
A lei igaal para rodos (preceito conititucio-
nsL)
Oladrio dt papis.
COMMJaatsaall^lO.
Nova) Banco de Pernamimco.
O banco paga o 7- dividendo de 13Jjt
por tver^o, neiatiao ao tetneatre fiado
em Zi de ugotto prximo panado.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta proriacia se faz pablico,
que a arremata;o de um sellim usado com es-
tribos de pratae urna brida com alguna enfeitea
tambera de prata, oto tere lugar ao dia aonun-
ciado por falta de licitaates, e por isso Oca trans-
ferida para outro dia que ser eramente desig-
nedo e convenientemente aaaunciado.
Secretaria Aa ifaesonraria da {encada de Per-
carabuco 26 de catabro de 1861. Maooel Jos
Pinto, serviodo de officTal-malor.
O Ulna. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, om rirtaae da ordem de Etm. 6r. presiden-
te da provincia de B4 de cerrante, manda fazer
publico, que no dia 14 de novembro prximo rio-
douro, paraata a junta da faaenda da meama the-
souraria, se ha de arrematar a quem por menos
tuer a obra dos reparos de que precisa a ramifi-
cacAo da estrada do sal para s povoagao de Mu-
ribece, araliada em t:800a.
A arrematarlo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas eapeciaes abaixo copiadas.
As pessoaa que se quizerem propor a esta arre-
matacao eomparecam na sala das sesses da men-
cionada junta no dia aupradito, pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandn afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 25 de outubro de 1811. O secretario,
Aatonio Ferreira d'Aonunciaco.
Clausulas especiaos d'arremata;ao.
1.* As obras dos reparos da ramificagio da es-
trada do aul para Murtbeca, principirao 15 diss
depois d'arremataQao, e concluir-ae-ho no prazo
de 4 meses.
2.a O arrematante seguir em todo o trsbalho
aa inetruccoea comidas ao capitulo 3a da lei pro-
vincial n. 286, a excepcio daqaetiea que se achaa
descralos ase presantes clausulas.
3.a O arrematante dar livre transite aos car-
ros e tnimaes.
4.* Os pagamentos serao fettoe em tres presta-
Qoea iguaes, sendo a ultima depois de concluida
toda a obra.
5.a Finalmente oto aer attendide reclamece
alguma, a em qaalquer tempo par perte do arre-
matante, tendele a exigencia de iodemeUacao,
teja qaal 16c a eaasa que allegue para tal fim.
Conforme.0 secretario,
Antonio Ferreira d'AnounciacSo.
Directora geral da instrucc&o
publica.
Fago saber a quem interestar poma, que aa
cadeiras de inslrucgso dementar do 1.a grao do
sexo maacevino de eurado da S de OMnda e de
.Pago de Panel|a, se achara vagaa, e qae aa rma
do art. 10 daa intirucges de 11 de jucho ds 1858,
manda e Illm. Sr. Dr. director geral marcar o
prazo da trila dias, I cootar da data deste, pan
t inacnocao a pteenten de babiiUeeo doa oppo-
aitores a mencionadas cadeiras.
Secretaria da instruecao publica de Pernambu-
cp 46 de outubro da 1861.
O secretario interino,
Salvador Henriquede Alauquerque.
01 Um. Sr. inspector da iheeourarie prorin-
ciaL am, oumprimeate aa acama ata Exm. Sr.
presidenta da pcoriaeU de 24 do crrante, manda,
azer pobfico, qae ad ola .7 da norembro proxi-,
nmeMave, mcaota a ja ata a- azaa^Aa meama
Ibaaaarataa, as ha4a lajamiliramicm per mi
nos fizar a obra das repsroi, de qus precisa a
sala de suas secsoes, irio praca aa rendas das
cssaa abaixo declaradas, pelo tempo que decorrer
do dia da arremaUgo at 30 de junbo de 1863.
Os pretndanles derem comparecer do lugar, dia
e horas aprazadas, acompanhados de seus fiado-
res ou munidos a cartas oestes.
Rua Drrefta n. 7.......... 8829 por aooo.
Dita do Fagundes n. 34.. 202f
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cite 24 de outubro de 1861.O escrivao,
F. A. Caralcanti Cousseiro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em comprimento da resolugao da junta da
fazend, manda fazer publico, qae no da 31 do
corrente vio a nraga perante a mesma thesoura-
les so patrimonio uus urpuaus.
Rus do Sebo.
N. 12.Casa terrea arrendada annu-
almente por........................ 160JO00
Rua do Rosario da Boa-Viata.
N. 14.Caca terrea arrendada annu-
almente por........................ 201$000
Rua da Madre de Dos.
N. 35.Casa terrea arrendada annu-
almenle por........................ 1:621*000
Rua da Lapa.
N. 41.Casa terrea srreodada a anu-
almente por ........................ 1826000
Rua da Cacimba.
N. 65.Casa terrea arrendada annu-
almeats por........................ 300SOOO
Rua do Burgos.
N. 68.Casa terrea arrendada annu-
almente por.............. ......... 205*000
Rua da Guia.
N. 83.Casa terrea arrendada annu-
almcoie por........................ 162JJO00
Rua do Pilar.
N. 96.Cata terrea arrendada annu-
almenle por........................ 157*000
Oa pretndanles podem examinar ditas casas,
que se acham desoecupsdas,e as chaves recolhi-
daai inesoureria.
A arrematago ser feita pelo tempo que de-
Correr do dia da arrematacao at o fim de junho
de 1864.
E para constarse mandou afxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, II de outubro de 1861.
O secretario,
A. F. (FAnnunciaco.
1 lostTi 8 naaqafmBno t, atea
14 pastaa^eqoenaa para guardar
i resma de papel atasco fleo.
40 meiot de sota carroada.
nJl L08de Ml" pvri,ha rtcta-
Ooem quizar veader4daa objeciac
cosa prooataa asacar'
cooselhcJJfnO
'"sala.
para Tornee
outubro de 1861.
ftnto Joei lamenka Une
Coroaol praaideate.
Francisco Joaquim Pereira Imam
Coronel rogal secretario lai *
.r. hn?;ol"a rwbaalotm da randa.
as geram, de conformilaCo com oca. 17
do decreto de 17 de m^rco de 66 lowsm i
dar principio na d.do ^ZtT^TSl
rua Velha. da beirra da
tas a que ettio sojeitaa ai lojas c i
ciacc, e ontras da dlrersat OBI
coca; arisa asa donos dos seas
belecmentocfata fn
da coliecta cacaemoa a pal
desuasemea, risto qae el_____
base ao processo do langameato.
Recebedoria de Pernaabueo 28 de cambra a
Joa I
. Trlamaalcle
*v" ''tarta do tribunal do
prorincia de Perasmbuco ce faz i
u ** ?> eemaatmaamcaca
trato de aociedsde feito a* 1.a eVaT
por Franeiaco Antonio de Brisa, FraacacmT
Psula Queiroz Fonseca, Joaqaia Fraaemca I
Reg e Jos Friodceo da Bcaa. BraalarroT^aC-
niiciliados e est.celecicas^ccta cidade
Reg & C, da qnal s padert car o codo C at-
roz, devendo dita aodedade dnrer por toeuaia-
deterainada, a eaMir do tetarte dm <*.
rente, cea a capital de 30^6da ftrstMasai 1
e 2! 10:O0OJ cada um. e 5^00 o 3a"4 a *"
Secretariado tribaoal da mamicia a Bar-
ntabneo 86 de ouioaro da 6B6l7^ wm
Jul Garimarae.
Ofldal-maiar.
Correio.
Pela administraca do correia acate acata -
dtdett faz publibo qna aa maleeqnc tam -- -
duzr o rapor bresitairo Paraba mM ae aratam
do sul, serio fer.hadaa boje aa 8 notes da
oa saguroa at 2 bocas.
7 1>elf.tatraea a ecrraaa acata
se faz pablico. que em rtrtode de coareoce l
tal celebrada pelos a^rerooa^mildreVfras
serao expedidas mala pata a Europa oo dia 3
do correte mez, a coacoraridede com c anana
co deate correio publicada na Dicro de 29 a ia-
neiro. As cartea atrio r laceas al 2 horas an-
tes ds que for aereada paca a cabida da veaar
e os jornaes at 4 horas antes. ~w~
Cerreio e Peraamboco 22 do ealt
O administrador, Domingos doa Pamas Mira
Tendo a directora das obras militares da
.?.*"<7r fcMr "* Mta hacaital caf-
titar duas pequeas srrecsdseoac, para a mu*) i
oecessano levantar duas paredes a collocar a
duas portas; convida as pesooec que denle
rigo se quizerem incumbir, cpreccatarem
Dropoatss oa meama directora not dice SB. 2S
O do corrente mez, dss 9 horca aa 2 da Urde
Directora das obras mililarea de Perneaba**
26 de outubro de 1861.
O earripiavarario.
_ Joao Montairo e Aadrade Malvinas.
Directora geral da instrucc&o
ptiblica.
Por ordem de Illm Sr. Br. director geral tm
Taz publico qae os setas dos esludanlea do curso
commercial pernambuesno, de eontaraicaocata
a deliberado tomada pela junta dot protectores
em aestio de 24 do corrate, pricatpiarca aa dia
5 do prximo mea de novembro. dono per
Os respectivos pontea cera o tiradee a retama
reparticao, onde la rabera srio os celan.
Faz-se igualmente publico, que par eetatma
comprehendidot nt dispotigio do art. 98 do ro-
gulamento interno de 14 de dezembro e anno
pastado, perderam o anuo os segualos eeta-
dantes :
Francisco Bellarmino dos Sanios Freitas.
Custodio Horeira Dias.
Jureocio Temporal.
Miguel Pontoura de Souza Migalbies.
Henrique Diaa de Freitas.
Sidronio Aagualo de Hollanda Soares.
Gustaro Olympio Ferreira Arvcc.
Jos Candidu da Silva Petaoc.
E que oslestudantat Luiz Bernardo Caatello Brn-
co da Rocha, Pedro Saaaal AaacaJacome Pirro.
e Autouio Jos|\lves de Carvslbo, esli tajeitoa
ao exame vago de qae tratara oa orle. 14 a 21.
combinados, do regulameolo de 29 de (erereir*
de 1860.
Secretaria da iostruego publica de Per otaba-
co 26 de outubro de 1861.
O secretario interina,
Salvador Henrique de Albuqaerqae.
)eetor^>*.
'marcar o prazo de 30 das para, o eccoihiaeoto
- A direcloria de caafUai lem dabcrtda qaacrel do eorto capotteia. tvtliidi^cm 661fWl
A arrematacao star*(sata M'lersBa'a IcAara-
Por esta subdelegada se faz publico que se
acham depositados tres cavallos rugos, seode am
deste? apprehendido pelo inspector do Barro, qoe
por all regara sem conductor, trazeodo urna
porgSo de carne secca ; quem s julgar com di-
reito, comparece, que prorando, lhes serao en-
tregue.
Subdelegada dos Afogados 25 de oatubro ds
1861.O subdelegado,
Jos Francisco Carneiro Monteiro.
Por ests subdelegada se faz publico, que
andando en* diligeacia em a noite de hoatem para
hoje, sQm de capturar ladroes de cavallos, foi por
mim apprehendido a urna hora da noite em poder
de Mauoel Pereira da Silra e o menor Raphael,
e Maooel Alberto, tres feixes de raras groisas e
fioss, e em poder de Joio Cyrino Carneiro, e Da-
maaio Pereira, cade am sua carga de cesares, exa-
miasnde, com ordem de quem tiraran estes ma-
deiras, e em qoe cagenho, responderam qae tl-
raram tam licenga, a qoe na sabiem a que ave-
prietario pertenciam as matas, s sim que foi na
dreansferencis dos eogeohoa desta freguezia ; e
como aeja lato furto, fleam ditas raadeir.s toma-
das e relidaa, afim de que os propietarios que se
julgarem eom direilo a ekas determinarem, man-
dando-as conduzr, que de promplo Ihe serio en-
tregues.
Subdelegada dos Afogados 25 da outabro de
1861.O subdelegado,
load Francisca Carneiro Mcnteiro.
Coa&eikt) aaiiiiuistrativ*.
0 consalbe administrativo para rrrrasnimeato
do arsenal de guerra tem de comprar os oajectac
seguintes:
Para a escripturacio do escriro daa oficiase da
ersenel de marra, tule de geoaetric, de ataca-
ntes e detento linear, oficina a 5a dama, a
pbtrmacla do hoapicaj militar. i
10 lirroc ebloogoc para taln, com M ataco
de papel al maco (aberta a folb) ca dhwtac. a
pautado tf pojgrapbicc.
1 livro grande ohlecgo oom 80 tibac da papal
hollanda pautado (aberta a folha). ____
aT**tWl'^,aaWPcjwiP,#aarWa,TtajW^RFl
da pautado.
8 arithaatlcas por Avila. "
| 14 gMTcldtrtss applfcadaa s artas pela bario
Choclee Oopth traducido da lnnaec ce por-
8 duaaadc lapit loo da caacme
I 8 dorias de borracha pent III leal I. 1n
Exposico.
A comtnist&o directora da EXPOSl-
QAO' agrcola e industrial, que tara* lo-
gar no palacio do governo no da 1 de
novembro vindouro, manda pelo pre-
sente azer publico que no da 26 Je
outubro prximo comecaro a ser all
recebi dos os objectos que tenbam de fi-
gurar aa mencionada EXPOSItJA'O-
Sala das sessdes da commisaio Ss) de se-
tembro de 1861.O secretario,
Joaquim Pires Machado ro Idea.
A cempanhia da canllaria tem a asnti
em huta publica, ao dia 89 a correata, aa Tr8
honc dt manhaa, em (reate do meama qncrad.
15 cavallos por iecapazee da cervico- Qaarcel oo
Ctmpo daa Priacezaa S da outubro de 1861.
Maooel Joaquim Mac
Tenente coi
THEATRO
bbMP
M
Santa Isabel.
Compankia raiMtica sbb aairecrjr *
artinta GcrBUBB.
celta exlraartaartau
OUINTA-faliA SI BaOBnDBBO BC 8861.
Subir sceoa o excedente decae aatsisaii
LaclJo-
corrigtdo eeaaadado pelo Sr.
nior, em 3 actot,
PEa80WAGria.
aasaro t.agrtage................
Lcapaico .-......
mesa, madtca.t..............
Esterna, negocente............
Bernardo, guirda-lirroc......M afaymeaic.
A Seobors Lagra^a^.y,4 W.^
Magdalena '.'.'*'$.'.'& JtW.Y. I Carttotc.
'Lourenco...................... Campea.
ai
10 CE
favulvlj W



w

*MmmM*M*
Na qual Srs. D. Manoela deaempctinc qualro
difiranles papis.
Comecar as 8 horas.
THFATRO
DS
apollo.
Quarta feira, 30 de outubro
de 1861.
O aiUala braaileiro de phyaica e gymoastica
Isidoro Joi BapiU fax aaber aa resptitarel pu-
blico desta proTincia que pretende levar sen se-
gundo eapettaculo no dito theelro com sua cora-
panhia, por sao roga toda protecco dos illustres
concidadaoa desta provincia.
Atsos martimo.
Scgae para o RioGpsmde do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro o pata-
cboAnaa, sabbado 26 do torrente, rece-
be esovmvo* frete pe devean ficar bo
LOTERI4
Aluguel.
O vapor laguaribe d companhia
Pernambucana, na sua prxima futura
viagem a 7 de novembro a Granja com
escalas, tocara' no porto do Acaracu',
para largar all qualquer porco de
carga e pasngeiros.
je a bordo : a tratar com Tajsso Irmaos.
REAL MIPAMIA
DE
Paquetes i nglezes a vapor
No di 29 desta mes espera-se da loros* va-
per AiagOaitna, commandante B. Woelward, O
qual depoia da demora do costme seguir para
Rio de Janeiro, tocando na Btbia ; para paa-
sageoa etc.. dever-se-ha tratar com oa agentes
Adamaos, Howie & C, ra do Trapiche Noro
n.4S.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
mmffl u ww>f.
Al o die 28 do corrente esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o capitio lente Jos Leopoldo de Noronha
Torrezio, o qual de pois da demora do costume
seguir para os portos do su).
- Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcar no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Hendes.
DEPOIS D'AMNHlA.
Quinta feira 31 do corrente, anda rao
impreteiivelmente m ro*fcs das ultimas
i partea' da quarta e quinta loteras* (pr*
metra e segunda concesiao) e primeira
da primeira (terceira conceuao a benei-
cio doGymnasio Pernambacano) le o pa-
quete ingles da Europa daqui partir pa-
ra o Rio de Janeiro ate 30 como e de
costume, do contrario andarao na terca
feira 5 de novembro prximo. s
bilhetes se acham a venda na thesou-
raria das loteras, ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas. As sortea
serao pagas como de costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos' Rodrigues de Souza.
O morador do segunde andar da rea Direita n.
69, quer alagar urna escravs ou eseravo para o
aervico interno de urna caaa de pouca familia ;
dn-se bom aluguel urna vez que agradem os ser-
vicos.
Attemjo.
Quem algosa dtaaeiro, dirija-se a rus do Trapiche o.
13. armatem.
Alogam-se as casas n. 13 da ra da Cruz,
o. 2 B da ra de Apollo, e n. 193 da rea Impe-
rial : a tratar na ra da Aunara o. 86
< ozinheiro.

COMPANHIA BRASILEA
DE
MOTTTSS &TOM.
E' esperado dos portos do sul at o dia 30 do
correte uro dos vaporee da companhia o qual
depois da demora do costume seguir, para os
portos do norte.
Desde ji recebem-se passageiros e engaja-se
a carga qoe o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada ao dia de sua chegada, en-
commendas, dinheiro a frete at o dia da sabida
as 3 horas : agencia na ra da Cruz o. 1, escrip-
torio de Azevedo & Mondes.
COIMMA PERNA1BIICAIU
DE
Navegado eosteira a vapor
O vapor Periinunga commandaote Houra sa-
hir para os portos do sul de sua escala no dia
5 de novembro aa 4 horas da larde. Recebe car-
ga al o dia 4 ao meio dia. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida as
2'horas.
DAS
Messageries impelales.
sol o ap6f fAflcot drrtreoafflnaante Xuory
de la No6, o qual depois da demora do costume
seguir para Bordeaux tocando em S. Vicente
(onde ha um vapor em correspondencia coa Go-
re) e Liaboa.
A companhia encarrega-se de segurar as mer-
cadoriis embarcadas a bordo dos vapores, e re-
cebe tambera dinheiro e objectoa de valor Com
deslino para Londres em trnsito por Bordeaux e
Boulogoe.
Para as coodiccdes, frete e passageos trata-ge
na agencia.
Rio Grande do Sul
o patacho nacional Palma segu brevemente
por tera maior parte de seucarregamento enga-
jado : para o reatante, trata-ae com Bailar &
Oiiveira, na rna da Cadeia do Recite n. 12.
Aluga-se nm ptimo eozlnbelro e um copeiro,
ambos escravos, mogos, e de multo boa conduc-
ta : qaempretender dirija-se a ruado Sol o.21.
Nesta mesma casa se alugam maia alguna escra-
vos, e vende-se um piaoo inglez, velbo, por mui-
to barato preco, bem como urna mesa elstica de
mogno com 36 palmos por 1509, e urna porcio
de canoa de ferro de meia poltegade, proprio*
para encanstenlo de gaz ou agua.
Aluga-se um sitio na Varzea, denominado
Cruz, do padre Jos Simes : quem o pretender,
dirija se a travessa de S. Pedro o. 8.
LtMloes.
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegado eosteira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Amu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor aJaguaribe, commandaote Lobato,
sahir para os portos do norte de sua escala at
a urania no da 7 de novembro as 4 horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diubeiro a frete at o dia
da sabida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Para
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o bricue
nacional Veloz, tem paite desea csrregamen-
to prompto : para o resto que Ihe falta, trata-ae
com o seu consignatario Azevedo & Mandes no
seo escriptorio, ruada Cruz n. 1.
Brigue nacional Veloz.
Recabe gneros estrangeiros para o Rio de Ja-
neiro.
5
LEILO
A. 29 do corrente.
Patn, Nash & C. faro leilo por intervencao
do agente Oiiveira. de nm inteiro sorlimento de
fazendas inglezas aa mais propriaa do mercado :
Terca-feira 29
do corrente. s 10 horaa da manhia, em seu ar-
mazem oa rus do Trapiche Novo.
LEILAO
DE
Movis e de urna caixa
com couro de lustre.
Terca- feira 29 do corrente as
11 horas.
Costa Carvalho far leilo em aen armazem na
ra do Imperador n. 35, de diversos movis coo-
sistiodo em ricas mobilias de smarello a Luiz
eclos.
.Ysfcinn como
vender urna caiza com conro de lustre superior
tanto em fazends como pela marca.
LSLA8
Quarta-feira 30 do corrente
as 11 horas do dia.
Ha vendo inconveniencia na venda dos
bilbetes no dia da extraccSo avisa-se ao
respeitavel publico que de hora em
diante nSo haverSo bilhetes a venda nos
referidos das do andamento das rodas e
tmente at a vespera as 10 horas da
noite.
O thesoureiro
A. J. R. de Souza.
Irmandade das almas do
Recife.
Em nome pa mesa regadora da irmandade daa
almas erecta na matriz do Corpo Sinto, convido
a todos os irmas para reunio de mesa geral no
dia Io de novembro as 10 horas da manhia, aflm
de elegermoa a nova mesa qoe tem de reger a
mesma irmandade no presente snno de 1861 a
1862. Recife 29 de outubro de 1861.
Manoel Moreira Campos.
Escrivo interino.
. Alugam-ae duaa boas casas no Caxang a
margem do rio, com encllenles commodos psra
passar-ae a testa : a tratar na roa da Paz n. 42.
Em pra;a publica do juizo dos feitos da
fazenda provincial desta provincia se ha de arre-
matar a quem mais der os seguintes bens: "
Um sobrado de um andar e soto na roa das
Larsngeiras n. 21, coas duas salas, 3 quarloa
pequeos e cosinha no solio, tendo 25 palmos de
frente eoXtlfi ditos de fundo, tendo no pavi-
mento terreo duaa aalas, 2 quartos e quintal que
serve de cosinha, arruinado, avaliado em 5.000$.
Cujo sobrado foi penhorado por execucio da
mesma fazenda a Claudio Dubeux como fiador
de Francisco Cavalcanli de Albuquerque.
Um aitio na eatrada do Manguinho a margem
do rio Capibaribe com 300 palmos de frente e
650 de fundo, no qual assentam duas casas ter-
reas c3ro soto, tendo cada urna dellaa 4 quar-
tos, cosiuha e urna ealribaria, em solo proprio,
avaliado em 12 000.
Cujo aitio foi penhorado por execucio da mes-
ma fazenda a Joto Caraeiro Hachado Ros, como
Qador de Francisco Cavalcanli de Albuquerque.
Os pretendentes comparecam as 10 horas do
dia 31 do correle mes de outubro, que a ulti-
ma praca.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C. sacara e tomam
aaqoea sobre a praca de Lisboa
Jos Huniz Teixeira Guimarae, agente
de leilo prximamente oomeado palo
meretisaimo tribunal do comraetcio ees-
ihp]qrtdo cpm pserie-torio e armazem na
peitavel corpo commercial, a aua migoe
e a todos em geral que quizerem bon-
ra-lo com sua cooance, assegurando-
hes cumprir bem e fielmente as foncc&cs
inherentes ao aen emprego, para o que
nSo poupar eeforcoa a bem dos ulereases
de saus commitentes.
Attenco.
O abaito aaaignado declara por sale jornal aos
seus devedorea, esaim de fazendas como de bilhe-
tes de loteras, que autoriaou ao Sr. Franciaco
Jos Coelho a cobrar as sass dividas, quer ami-
gare!, qoer judicialmente.
Manoel Ferreira Pinto;
Ama.
Precisa-ie de urna sma qoe aaika coainhar beta
e faga maia algum serico em asa de familia :
na ra daCooceicio da Boa-Vista, sobrado n. 6.
Aluga-se o terceiro andar do aobrado do
becco Largo n. 1 A, concertado e pintado de no-
vo, aluga-se por prego muilo medico : a tratar
na meama ra, laberna n. 2.
- Precisa-se lugar urna eacrava psra o ser-
vico interno de orna casa de pouca familia : oa
ra da Cadeia Velha n. 52, terceiro andar.
Na travessa da ra das Cruzes n. 2
pnmeiro andar, tinge-se com pereicao
para qualquer cor e o mais barato
possivel. -
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 37,
sita na ra do Amorim ; a tratar na ra da Ca-
deia n. 62.
AUen$ao.
No largo da Assembta o. 12 tazase-a
para fra, obrigando-sa a mandar tararen
propria, por cdtafmodo preco; atan ce
oeceri na meama diariamente, ledo em
ponlualidade.
Aluga-se s casa da rna do* Presares a. 14,
na freguezia da Boa-Vista, ao tada de> ansftul
Pedro II, enidracada, ten 3 quartM.Ssnlaa, ca>-
zinha fra, cacimba com boa agua, quintal atura-
do : quem pretender lugar, dirija-aa as) Becstt.
travetaa da Madre de Deoa 18. SsganS^afpdir.
# jny43&f
Gabinete medico cirurgico.t
Ra das Flores n. 37.
Serio dadsecoietltaa nedUaavcirwgs-
cas pelo Dr. Bstevio CavalcanU da Albu-
querque daa 6 ss 10 horaa da nanita, ee-
cudiodo sos chamados com a naier bre-
vidade posaivel.
! Par toa.
2.a Molestias da palle.
3.* dem do olhos.
4.* dem dos orgios genilaes.
Praticartoda aqualqaar acracia asa
seu gabinete ou en casada* doentas
forme Ihes fr msis conventaste.
i
Na
Praca do Commercio,
O agente Pinto far leilo de um carro de 4
rodas com ssseotos para tres pessoss sendo dous
na frente e um atraz, o qual tem todos os per-
tencea precisos para trabalhar com um e dous
cavallos podeodo andar com coberta ou aem ella
sendo um dos maia elegantes que tem appare-
cido nesta cidade ; e na mesma occasio se ex-
por venda um bonito cavallo de carro, no ar-
mazem por baixo da casa commercial de Saun-
ders Brolhera & C. em frente a igreja.
Nesta mesma occasio vender um excellente
Cabriolet inglez
de 4 rodaa com coberta e um cavallo proprio para
CArrOa
LEILAO
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco. '?l
(limitada..)
Pela superintendencia deata companhia se
commuoies ios Srs. accionistas ponuidores das
acedes cojos numeres vio abaixo designados que
pela directora Sea marcado o prazo a cootar
desta data at 31 de dezembro do corrente aono
para sattafazerem ss respectivas entradas em
strszo, que fiado esse p raso sen a realisaco
daa entradas sero ditas acedes, de conformidade
com os estatutos, confiscadas pels directora de
accordo com os snnoncios ji publicados.
30 acedes do 49,316 a 49,345 inclusive.
10
30
10
50
12
45
>



50.340
48.211
48.369
48.846
52.165
52,242
50,849
48,240
48,378
48.895
52,176
52.286
>



B. H. Bramah,
Thesoureiro-
Manoel Airea Guerra saca sobre o Rio da
ianeiro.
PADARIA.
Aluga-se a padaria da travessa do Pires, a qual
est prompta de ludo, Com muilo bons commo-
dos, e est ainda trabalhando, sendo sea aluguel
muito com modo ; a tratar na ra da Sensata Nova
numero 30.
CONSULTORIO ESPECIAL IWmTsW*
00 DOUTOB
n SABINO 0. L PIRHO.
Ruade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os diaa a teis desda aa tf I
at meio dia, acarea daa segaiutes
moltftiai dasmulherti, momtim
Si, moUitiat da ptllt, moltttiai atas olhm. aaav
(tas sypAiftttcas, toia$ a$ mmtei ato ftbrm,
ttbrtt xnttrtnittentu t tuat eonttqnnuiai,
PHARHACIA BSPKCIAL UOIBOrATU1CA .
Verdadeiroa medicamentos boneepstadsoa pro-
parados son todas as caatelaa naco sanias, ln-
falhveis em seus effeitos, tanto on tintura,caos*
em glbulos, pelos prejos mais eonnodoo poe-
sivsis.
N. B. Os medicamentos do Dr.
nicamente vendidoa em ana phara
quo o forem fra della alo falsas.
Todssascsrteirss sio aeompanhadaa da osa
lmpresso com om emblema asa relevo, toado aa
redor as seguintes patarras: Dr. Sabino O.'.L.
Pinho, medico braaileiro. Esto enbtana nos*
igualmente na liata dos medicamento* ja* aa fa-
do. As carteirasqee niolevsremess *
aaaim marcado, embora tenban na tana a
me do Dr. Sabino aio falsos
Salino sio
sacia;
a>tmn nmm-ffff fff^c
Os sbaixo sssigosdos tenham a bondade de
apparecer na ra Nova n. 21, lbja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Silva.
Praoclsco Xavier Venancio Pimenla:
Pedro de Aasis Csmpos.
uzebio Bezerra Cavalcanli.
Manoel Rezendo do Reg Barros.
Grande laboratorio a vapor
MM
e si-
DE
Bill
DE
ROUPA.
&WMBS&*
^
DE
BnYM
LAVADA.
Attenco.
Precisa-se de a lugar uma preta captiva para o
serviQo de uma casa de pouca familia : na ra
do Livrameoto n. 31, segundo andar.
Ausentou-se da ra do Imperador n. 73
primeiro andar, o pardinho forro de nome Jos'
de idadede 17 a lannos, secco, cor clara, ca-
britos anclados, tem aignaea de bexiga: quem
delle souber far muito favor dar noticias
lugar cima indicado.
no
40 ris.
70
com mais roupa.
100
110
80
11200
1*600
19000
2|000
500
1000

a

B
a
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ris.
120
160
200
240
>
>
Rio" de Janeiro
O veleiro e bem conhecldo brigae Dacin al
Conceicao pretende seguir com muita brevida-
de, (em parte deaeu carregamento a bordo ; para
o testo que lhe falta, passageiros e eacraroa a
freto, trata-se com os seos consignatarios Azeve-
do ,fl Meodes, no sen escriptorio, ra da Cruz
oumero 1.
Para Aracaty
Hiate Santa Rila sane cm
om Martina & Irmaos.
e Ass.
brevidade trata-se
Naraihoe Para.
Segu com brevidade o. veleiro briguna: lerA
Graciosa, apitio Jola Jos de Souza. e ese ni
grano* parte do seu carregamento cootrst por
para o resto trata-ae com os consignatarios ada
jneida'Gomos, Als & C, ra da Cruz o. 27.
Para
em direitura.
Segua para o iadicado forto o bom eonhecido
biale Lindo Paquete, capitio Jaeintbo Nenes
da Costa, por Mr parte de seu carregamento adi-
antado : para o resto trata-as com os cosadnos*
Terqa-feira 29 do corrente.
DE
40 barricas com serveja.
AS 11 HORAS EM PONTO.
O agente Camargo tara' leilo por
conta e risco de quem pertencer de 40
barris com serveja no armazem do Sr.
Annes defronte da alfandega, as 11 ho-
ras do dia.
LEILAO
DE
A 5{\SA
NA
Capunga Velha.
Quinta-feira 31 do corrente.
PELO AGENTE
no
No referido dto>lae 11 horas da manhia
:mB.,meumoau!icdoa,U'd0 Vg"10' "<--"
Urna caes terrea sita na Capunga Velha n. &T
A, com 40 palmos de frente e 100 de fundo, (em
4 sslas, 4 quartos, corredor separado e cosinha
fura com nm cuarto contiguo. Urna daa salas
forrada e aasoslbada e toda envidracada ; tem
oieellente qaintal com cacimba e alguna Desde
arvores : rendo annualmente de 400 a 450
Os pretendentes podem entender-so com o re-
tando agenta qoe lhes dar as lnformaedes
exigirem. *^
que
Avisos diversos.
Alugsnws dusscasas para passarafa-
la na freguezia da Varzea, junto a povoacio :
quon pretands-las proenra ns rus da Hortja so-
brado n, 9, priaMlro aadir.
J FERREIRA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabuj n. 18, andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrolypo, por melainotypo, ao-
ore panno encerado, sobre talco, especiaos para
pulcetras, alflneles pu cassoletss. Na mesma
casa exista nm completo e abundante aortimento
oe artefactos francezes e americanos para a col-
locago dos retratos. Ha tambera para tale mes-
mo flm cassoletaa e delicados slfloetes de ouro
de le; retratos ero photographia daa principaea
personagens da Europa ; stereoscopos e vistaa
stereoscopicaa. assim como vidros para ambrolypo
e cbimicaa pholographicss.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
1.1 III HA.
A directora convida os Srs. socios accionistas
a se reunirem em assembla geral, domiogo 3 d
novembro prximo, s 10 horas da manhia. afim
de se darcumprimenlo ao que dispe art. 34 dos
estatuios e seus paragraphos.
Ssls daa sesses e 28 de outubro de 1861.-0
secretorio, Antonio Beptlsta Nogueira.
Do abaixo aaaignado desappareceu seu es-
eravo de nome Libaoio, com oa aignaes seguin-
tes : mulato claro, cabello corrido, esiatura re-
gular : quem o encontrar conduza ra Augusta
n. 9o, que ser* recompensado.
Antonio Kibeiro Pacheco de Avila.
SOCIEDlDE RECREATIVA
CORYBANT1NA.
SSo convidados os Srs. socios a cora
parecerem na casa da sociedade, pelas
9 horas do dia 5 de novembro prximo
futuro, afim de eleger-se a nova com-
missao directora; adverando se que os
socios que se acham em atrazo nao po-
dem votar.
O 1 secretario interino,
Manoel Gomes de Campos.
Aluga-se um segundo andar com
pequeos commodos, pintado de novo,
na ra do Encantamento : a tratar na
ra da Cadeia do Recife n. 33, loja.
Alugst.se o primeiro andar do so-
brado n, 3 da na do Pilar em Fora de
Portas, cota excelleotes commodos
mdico preco: quem o pretender diri-
ja-se ao legundo andar do mesmo que
achara' com quem tratar.
Rm,S'. h! ^i1'"' i. Pfi grandes a pequeas. .
Roupa de navios, vspores e hospltaes. .
BnM.^?!J.,.?!?d aW COm !-en-oes. de'mas'. !
Houpa de doeote de familia, que nao se a fregueza......
niU.P!-m8lur'a que 8lguem *em ier fre8 e*>8r que ae lave,
uma rende vindo com maia roupa. .
Uma rede isoladamente...... ......
Um cortinado de cama de casal vind'o
Um dito dito isoladamente. .
Un dito dito de solteiro oa veranda.
Um dito dito isoladamente.....
d. r.nA/ PeM" ,Ue D0 1u,,wssb mandar ngomma'r toda a 'ropa', o laboratorio e
de maodar angommar aa seguintes peess, pelosTseguinles-
Vestidos lisos.....
Saias........
Camisas de homem. .
Galeas........
Cllete.......
Paletota.......-
ol Colariohos......4U ,
i.i*V.m i10 1eD"rre,-,e d8 engommados de objectos de seohora os maia delicados e na-
xiatem. J conl"Uao m" ><"> engommadeira n.ciooaes e e.trangeir.s, que entre nds
o,,ii.-0nf.u?^f!.eDg0n,m,do'de t0^' ie *a* excepluam-se os vesUdos, collinhas
2- U%i&t que ore,D "ecidosde rendaa. bib.dos. patos, rifas, etc.. ele b
mo os cortinados de berco, cama, varaoda. que se psgaro aeguno o ajuste
- h-0.! q"5r qe "i81' rouP" ,omenle la. o tambera eogommada, com msis brevid
que a daasgada, paga ti maia 5 por cenlo sobre o preco.
e eogo
reaadaVdro.f,8fHl1i,a *"* laVada ?? "Dchin separada da dos hospilaes, e as
regaaaa doaervico da roupa aerao mulheres. -
.... 6 i?.ii'Pre,,a-08agarao 1uslluer P5 que se estraviar, eaQancam que a
uas nteiramenle inoffensiva. H
precoa
600 ris.
280
180
200
120 >
460
40
Precisa-se da uma ana. presernds-s4
na ra do Amorim n. 43, que coziobe o i
uma caaa de pouca familia.
Arrenda-se urna das melhorea
tio na Capunga, leodo a qualla berta <
bos ealribaria o cocheira, nnita
pomar de muito boaa frutas, a n
Capibaribe, e com dous potloes para
real, bem como se preere s amasa i
excellente mobitis moderna Se Jacaranda,
troa arranjos de muilo sjosio : a tratar aa rna
de Apollo n. 24, armasen.
Attenco.
Preelss-se alugar uma preta captiva para a ser-
vico de uma caa da pouca familia ; aa rna da
Livrameoto n. 31, segundo sndar.
Precisa-se de uma ana que sai be coziahar
e comprar; na ra Nova a. 33.
r
Aluga-se
o prlmeifo andar do sobrsdo ns rus da Aa
n. 39; s trstsr as travesea da Madre da Dos a-
mero 15.
Dentista de Firis.
15 Rua^ovt 15
Fradaric Ga u tier .cirurgodeatista ,f i
todas as opsraces da sus arta a cali
dentesartilciaas, ludo con a supariori-j
dsdaepertoiS0queas pessoasentsndi-
das lhereconhecero.
Tan. agua e psdentifrieiosste.
man-
em co-
fflm'oa .5! g* rUp" *er pr 6a> qu"nl8 dia* ep" recebimento. e da lavada
pessoas encar-
a;ao das machi-
nla a porte da lavagem. o qual ser restituida com o competente importo na occ.aiio da s sntaewr
roupa prompta. aem o que esti flear depositada. ocoaaiao ae se entregar a
ncarrega-se de tirar nodoas de qualquer naUreza, precedendo nm
laaeusfregaezesoobsequiodemaniarem roupa suis, apenas rece-
ntar a regulandade do serviso.
ga e o receoimento da roupa nt
s uteis daa 7 horaa da maobaa ia 5 da tarde.
SjajaJ.
Oa proprietarios rogara
bam a lavada, para assim ma
A entrega e o r^Mnan.. d- ioupa n, d, D.nho,, no piU|0 fl0 c,rmo> lodos
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro.
Unieo de^ofaito na boliea de loaquim Mavnuo
da Cruz Corroa., rna do Cabuga n. U,
Ont Pernambaco.
4. f.P.' ^-The^me (de- Cb,le!) go pbarmacenlico aprsenla ho]e uma nova preoaracao
de ferrocom o nome de elixir de citro-lactato da ferro. l"eP,"Sao
rartadl* ?.^'Jfl'!.0 un>lux? emprer-se um meamo medicamento debaixo de formulas lio
dadV. sciencia comprehende a neceuidade a importancia de uma cal1 varie-
aumn^Ju^mllii? biec' de ""W" *"Psncia em therapeuca: um progresso immenso
?dades ara* to3ni ^",e88eoc,a do edicameoto. o torna agradare!, fcil e possivel par. toda,m
laaaes, para todoa os paladarea e para todoa oa tamperamentoa. ,H*"
deaenmV^H8"?"^".50"^ ?rro ,l boe conhecidas neohuma rene to bellas qualida-
S'0 e "V16. ra.Uotaato de ferro. A seu s.bor agradavel, rene o tom.r-se em a mI
aarimtuS!!'.^ ? I"*- pt0mpta ,aci dilt'5i'> o aatomago. de modo que completamente
ent fd^oni.I0dU"r po'ctus da ". 1" contera em%aacompoaiao, acooa ipSodJ
reir frtqueolemente provocada pelaa outras preparacoea terroginosas. "pacaoaa
aubslanr,L".nn"." U"*-"^8 em ?d lter ciencia medicamentoaas do ferro, queseado ama
nrimT.'?1 n,,ld,c?."6 nao pode diP"" n> ana clnica, de iocooparave* uUlidad
Ini 2Lfor""U 3"* lhe d ProPriedadea toes, que o prstico possa preacrever sen receto ^
desmonto occuS.""^
Sitio para alugar.
Aluga-se nm aitio com muito boa casa a bas-
tantes arvoredos de tractos, ages de beber nuilo
bos a tanque, e con 8 quartos no quintal, ne la-
gar da Capunge velha, na estrads q.s ,.{ 17
no, atoara-se por anuo oa per festa a iralar M
loja da Victona na ra do Quelmado a. 75.
Precisase de ama ama forra ou captiva
prererindo.se c.pii,.. p.r. preH,,.,. ^5
de coznhar e comprar para sma casa de aaaili
na ra do Imperador n. 37, segundo andar '
Precisa-se de ume sna forra 00 cantivn
para o servido da easa de uma pseos M^rna
dss Lsraogeiraa n. t&.
1:500^000.
Na ra Direita n. 75 ae dir amen msenla
com aeguranca em algum predio. "
No dis 30 do correte, depota de -nffieeta
do Sr. Dr. jais municipal da aeguoda vara ae bar
de arrematar por venda duas casas tamas, sitas
aa ra do Giqui, aendo orna con 3 sortea m
frente.avaliada por 500. e entra con |
de frente, avallada por 2:500. cono fado u.
consta do eacripto em mi de poitoire ese
torios, cujas casas vio i praca por eifcsco
Jos Barbosa de Uirsoda Santiago, e ouUosT
Ira Jos Florencio de Oiiveira e Sitas.
Santos. '
Manoel de Mesquita Garboso vsi sos partee
do norte.
Precisa-se de um menino para raiiaers da
taberna, de idade de 12 a 14 aanos. ene seta ser-
luguez : a tratar oa ra Imperial o. 193.
Na ra da Imperatriz. loja n. 6, na un ra-
paz portuguez para se arrumar em ouetoaer asa
estabelecimenlo.
Achs-se justa a compra da cesa sita na ru
da Matriz d. Ba-Vala n. 29, tJerUnosnta Van
D. Mara Eugenia de Castro ^YesfT Jato.
com direito a empedir tal negocie. enaBactel!
eate Diario, ou dirija-se a mesns rna 1 n m
prazo de trea dias, a contar da data Caai -^
fe 28 de outubro de 1861. ",*>
Aluguel mdico.
Aluga-se snoualmeote um grande sillo aa en-
trada do Arraial, confronte o sitio se
leudo os sommodos precisos para familia
ber : 2 salas, 3 quartos. cozioha e caembe b
iructeiras, baixa, etc. etc.: a tratar con e
Loyola no convento do Camo, primeiro
numero 1. r
U
KtN- ?" .* no^chTltamoTT 7.r^rr^aScT";
na cliloco anemia das m-,k--------,J--
o ou viciado pelaa fadigai
ihnafe, cancroaa, syphililics, sxssssos raacrcoe, onaaismn'e oso prolongado awfrjjfrfffry

carlees.
Estas eofermtdadea sendo nui Trequenles c sendo
edtao tara de tan
t"? f PP0,0^1 bUncia de que o
medico tara de IanCar mi para as deber. o autor do dtiortactaia'da larra sna^ ta...?* *
nWTftS0 d< h00I-oi<, Pr '" *- "ormutaVal.'quar^
Na ra do Rosario da Boa-Vista
uma aacca con (eijio qae foi apare
um preto que andava rendando, s co
ram descooflincii de ser roabads de
mazem ou (rete que o mesmo conduca
a quem for seu dooo, appireea para cae
gue, pagando cata despees.
a 7No u ? do wanta, donis ds 1
do lUm. Sr. Dr. juiz dea orpbaoaan a*c
malar 3 escravos e 1 apparelbo do soase so* eaa-
cucio contra o inveolariaate do frlltride ceroael
Francisco Monede de Alneida.
Attenco apechincha
Na ra de Santa Rita a. il Urcas irnasiju
psra tora e dentro da provincia, neis berataooo
Slrf".^lq'erJM*,a : P" KisTaa tira-so a
** I,M*. <* > desposas ; a Usaban sj.
taw-se matncuUs para carrea a misase, atas*
horas da machia at ss 9, e do acose ais aio so *
Jorss senario con qoen tratar, 00
do Imperador n. 83.
., ~>Jsnna pecana ajee queira, L
da e hebccAo, taenneat-ae doservico tare do
esc aiiie e do certa 4o eepim para on csveUo, .
riia-sa a-esta tvaofracMe.
11 rr^ix/rri


JH41 #M*KMCO T tR^ IBA ftft fflfflO DI **
i
>

'
Monte PioPpukr Per-
Bambocano.
Qurta.|*irt 10 du corrate, petas 7 horas da
dfaWalajeiite pra ocaOo da discasaio dos
estatutos: oa uoboces socios digaem-sa de com-
parecer.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
ao m de ontubro de 1861
Joio Francisco Marques,
1/secretario.
8r. Francisco Augusto de Oliveira queira
naadar buscar urna carta na cssa de Ramos Du-
prat, Da na da Crot n. 45.
rmandrde da almas na matriz do SS.
Sacramento da Boa-Vista.
O actual fscrio interino A irmandade das
iM^cta na matriz do SS. Sacramento da
Boa-Vista, palo presente convida a todos os seos
irmios a comparecern ao eooaistorio da mes-
ma igreja, pelas 9 horas do da 1. de oovembro
proxieao rtndouro, afim de elegerem ora mo-
^S-8 S^*6 ***** *'* irmandade do anuo de
1861 a 1112 Joaqun Francisco Franco.
50S000
DE
gratificado.
Na noite de 21 do correte egio da casa do
abaixo assignado o escuro dame Cundido, cor
fula tao muito), estatura baixa, aecco do corpo,
representa ler de idade 28 a naos, poueo mais ou
menos, cabera grande, poncaa carnes no rosto,
pouca barba na pona do queixo, tem as pernas
alguma cousa arqueadas, quaedo anda pouco ae
conhece, ps paqueaos, quaado falla comalguem
deacancado, foi comprado a f6 d julho prozi-
mo passado ao Sr. capito Beato Antonio de Oli-
veira de freguetis do Apody, provincia do Rio
Grande do Norte, d'onde o dito escravo natu-
ral, deecoofia-se que teoha tomado ocaminhodo
sertao, e que v ionio com algum com boy para
o mesmo lugar d onde veio para esta praga; jul-
?:a-se que vai junto com um mulato eacraro que
ugio na mesma occajio o sao da mesma trra :
ppttia|o roga-ae as autoridades puliciaes, capi-
llas 4e campo e mais peaaoas em geral a captu-
ra do dito escravo, e eotrega-lo oa ra larga do
Rosarle, fabrica de cigarros n. 21. que pagndo-
se (odasas despera feilascom o mesmo, sedar
a gratifleaso cima.Antonio Haia de Brito.
-*- A abaixo assigoada faz sciente ao reapeita-
vel publico que nadsdeve, e quera se considerar
credor della, queira dentro em 8 dias a presentar
as suas comas ou letras por ella assignada, istoa
contar do priaaeiro annuncio.
Jolians Maria da Conceigao.
Coziheiro.
Aluga-se um negro muito bom caziaheiro,
mogo : quera precisar, dirija-ae a roa do Hon-
dero, casa n. 19, que ahi achara com quero
Agrradccimento.
Grande p Upitacao de corceo.
Declaro eu abaixo aaatgnado, que padecendo
de urna grande palpitado decoraco que me ti-
rata quaai toda a respirsgio, e tendo osado todos
os meios possiveis sem poier obter melhoras, re-
corr ao Sr. Ricardo Kirk com escriptorio ns ra
do Parto n. 119, o qual appricaodo-me as suas
chapas medicinaes. o que nada me incommoda-
ram, pOz-me perfeitameote bom oo pequeo es-
pago de 30 dias ; pelo que lhe offerego os meas
mais puros e sinceros agradecimeotos.
Prudencio Jacinlho Pereira.
Roa das Marrecaa o. 82.
Escravo
fgido.
No dia 21 do correnta fngio o mulato escraTO
de nonaeLais, conhecide por Luiz Monteiro, de
idsde 22 sonos, ponco mais oo menos, bastante
alio, secco, bem parecido, pernas compridas. cor
clara, cabellos cacheados e caoboto, official
de pedreir, pintor e caiador, escravo do ma-
jor Antonio da Silva Guarni, morador na ra
Imperial : portanto rogs-se as autoridades poli-
ciaes, sssim como a os aenhores de erigen hos e
proprietarioa aoode elle for trabalhar, intitulan-
do-se forro, tanto nesta provincia como fora del-
la, que o faga prender e remelter ao aobredito
senhor, que pagar todaa as despezas, sssim co-
mo s quem o conduzir.
Attenco
Pergunla-aea quem pnaaa responder, o seguin-
te : se o Rvm. padre provincial do Carmo pode
proceder urna visita s com o prior da ordem ler-
ceira do Carmo, seu secretario, e o procurador
geral da mesma ordem fechados dentro do consis-
torio ; outro aim, se estando a mesa regedora
reunida no coosistorio, se o dito provincial poda
mandar deacer todos para o corpo da igreja.fi-
caodo s com ditos cima no consistorio; Inda
mais, se devendo ter esae acto publico, pode ser
secrolo, como se fez do dia 27 de outubro. E tu-,
do isso deseja aaberUm irmo da ordem.
Desappareceu a parda Marcolina Haria da
Conceigao, no domingo 20 do correte, a qual
douda, e levou um vestido de chita rdxa sujo, e
urna coberta rota muito suja : quem souber del-
la faga o favor de dar parte oa travessa de S. Jos
o. 14, para alivio de nma mai afilela.
Precisa-se alugar um preto : na roa da Ma-
triz da Boa-Viata o. 26, padaria.
Traapaaaa-se urna padana na freguezia da
Boa-Viata, em bom lugar, sem que os pretenden-
tes fugara a menor despeza no primeiro andar do
sobrado o. 26 : atraz da matriz da Boa-Viata ae
dir com quem se trata.
Aluga-se urna crioula forra de boa conduc-
ta para ama de casa de familia, engomma e cose:
a tratar no principio da estrada de Joo Fernan-
dos Vieira n. 36.
Aluga-se urna casa na Boa-Viagem com
boos commodos : qnem pretender dirja-se a ra
po_,mperalor d. 67.
Alugam se as lojas do sobrado n.
Ai- da ra da Aurora: quem pretender
dirjase a mesma ra n. 10.
Aluga-se ama casa em Beberibe : a tratar
com J. I. M. do Reg, na ra do Trapiche o. 34.
Precisa-se de um. sobrado [de .un oa don*
4*^ Mee-Viisa o*. &s>frutoale ; qum
o Ovar peda aonanciax por esta fqlha,.
- Juuto ae juartl de poUcta ha irec talhos de
orlar carne para alugar, por prego commodo,
tendo a vabtagem de ser mUefresco, e as carnes
afum'msii tempo sem idquerif mo cheiro,
por a casa ser ventilada, fresca, e propria, ea
maiacerada que ha paroste genero.
Aiuguel.
oci
Alugam-se duas casaa terreas sitas .na, xpa do
Cabral, cidadede Oltoda, com commodos para
grande familia, ambas com quintal at a estrada
do norte.com algunas arveses de fructo, e ca-
cimba : a tratar na mesma cidade com o escrivio
Pesaos.
Precisa-se de urna ama que cozinbe, en-
gomte e compre paro casa de pouca familia : na
ra do Livramento n. 0.
Os habitantes da povoagao de S. Vicente,
freguezia de Nazaretha-precisam doler um capel-
lio ; portante o padre que pretender dita capel-
lana, dinja-se nesta praga i roa Nova o. 33, e
no mato dita povoagao de S. Vicente, que em
ambos os lugares achara com quem tratar.
Ama deleite.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra da Ca-
deia o. 35, loja.
Joa Leis de Barros retira-se para Lisboa a
tratar de aua aaude.
Vicente Antonio Pinto retira-se para o Rio
de Janeiro.
Perguot-se ao juix da irmandade do S. Sa-
cramento da matriz de S. Pr. Pedro Goocalvea do
Recite, ou a quam competir, qual a razio porque
se negara catacumbas aos Albos de irmios, contra
o que preacreve o reapectivo compromisso, fal-
tando-se aaaim as obrigagoes cootrabidas pela
mOsma irmandade e s proraessas por meio das
quaes ae obtem dos irmios o fructo de seus tra-
oalhos, como tem acontecido por duas vezes com
o irmo Joio Gomes de Oliveira ? Ser isso por
falta de meios, ou eotender-se-ha que oa irmios
nao tea mais direito a taes regalas, anda mes-
mo haveodo catacumbas vastas ?
Isto deseja aaber
Um irmo.
Aluga-se o srmazem da ra da Sentala Ve-
lha, que flea por detrs da loja da ra da Cadeia
o. 18 : a tratar nn mesma loja.
Precisa-se deum amassador: na padaria da
ra Imperial n. 179.
Instructjo particular na
ra da Glorian. 116.
Tendo-se Andado as aulas comegadas em mar-
go desle anno pela habillagao de muitos dos ma-
triculados, vio recomegar para os que se quize-
rem preparar para margo vindouro : aquellas pois,
que se quiserem alistar apparegam logo para da-
rem seus Domes e matricularem-se, visto como
mais tarde nao podem ser admittidos. Eataoaber-
tas as matriculas para estes ltimos somonte at
o dia 15 de novembro.
Roga-ae a pessoa que por engao, oe cu-
riosidade levou da botica do Sr. Jos Pedro daa
Noves as cartas e jornaea vindoa do aul pelo va-
por Apa para Ootavlaoo deSouza Frange, teoha
a bondade de os restituir ns roa do Apollo nu-
mero 30.
Quem liver um oroamento completo para
Sadr, querendo vender, dirija-ae ra do Ca-
ug a tratar com Manoel Antonio Gongalves.
Precisa-se de urna pessos que ten^a bas-
tante pratica de taberna, e que esteja no caso de
tomar conta de urna por bataneo, agradando da-
se bom ordenado ou interesse: no largo da Ri-
beira de S. Jos o. 1. '
John Gadyne, subdito inglez, retira-se para
Europa no vapor fraocez.
Rival **
,
semsegundo
Nana do Queimado r*. 55. loja de mtudezaa
de Joa de Azevedo ftlaia e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezaa pelos
pregos abaixo declarados, e venham logo poia
est acabando.
Caitas com agulhaa francezas a.......... 120
Novellos de liaba oara marcar a 20 re. e.. 40
Ditos do liaba do corea e muito grandes a 40
Carretel de liuha, auperiar qualidade a.. 30
Liohs branca do gaz a .10 ra. e........... 20
Dita dita,a melhorque ha, novello grande 60
Pares de meias de cores para meninos a 120
Duzia de meias cruaa muio superiores a 29400
Dita de ditas ditas a...................... 2000
Pareado molas de cores para meninos a 160
Linha em cartio Pedro V a.............. 20
Caixaa com phosphoroa de seguranca a 160
Gaixaa de folhas com phosphoroa (s a
caixa val 100 rs.) a........ ........... 100
Duzia de phusphoros do gaz a.......... 240
Frascos d'agua de colonia superior a 400
Ditos com cheirog muito finos a........ 500
Oazia de meiss multo Ooas perssenbora 3|000
Caixas de apparelhos para meniooaa 240
Trancas de lia e delioho aortidass......
Sabonetes grandea e superiores a........
Groza de botoes pequeos para caiga a..
Grosade bolea de tonga a..............
Varas de tramoia superior a 120 e........
Groza de peonas de ac a................
Carteiras muito superiores a............
Baralhoa portugueses s..................
Tesouras maito Boas psra costurs a....
Dttaapara unhasa240e..................
Baralhos para voltarete a 240 e..........
Fraacos de banha de orgo a...........
Frascos grandes de lavando embreada, su-
perior qualidalo a.................... 800
Frascos de oleo de babosa a 320e...... 500
Frascos de danha multo fina a 240 e...... 320
Agalheiros com agulhas a................ 80
&**-*&-*
S Eazendas modernas. S
S Gurgel & Perdigao.
m Vendem barato.
500
40
160
120
120
leo
500
500
120
400
400
3-20
6*0
Compras.
Compra-se um escravo que seja perfeito
cozinheiro : no escriptorio de Pinto de Sonza
Bairo, na roa da Crus n. 24.
Compra-se moedas de 200 : na
ra da Cruz n. 48, paga se mais do
que em outra qualquer parte.
I Compra-se um cabriolet e um ca.vallo para
mesmo : a tratar na ra do Queimado n. 13.
ra-se
cabellos compridos.
Na ra do Queimado casa de cabelleireiro.
Compram-se moedas de ouro de 20g braai-
leiras, e pecas de 169 portuguezaa: do esciipto-
io de Manoel Ignacio de Oliveira t Filbo, largo
ilo Gorpo-Santo.
Aviso.
Compra-se para urna encommenda do Rio de
Janeiro dous moloques robustos e bonitas figu-
ras, de idade de 15 a 20 annos, paga-ae bem :
a tratar na ra da Cruz do Recite n. 63, arma-
ren) junto ao Corpo Santo.
Compram-se escravos
mogos e boas figuras, pagam -se bem : na ra da
Imperatiizn. 12. loja.
Compram-se moedas de ouro o pataces
hespanhoes ao cunho de Carlos III e IIII, na ra
Novan. 23.
Compra-se
urna canoa de carreira em bom eatado, e que
possa cooduzir at 12 pessoas ; na travessa da
Madre de Deoa d. 21.
Vendas.
Superiores capas compridas modernas,
manteletes, taimas de croxe, ditas de
fil._______
Vestidos de seda, de cambraia borda-
de e de phantaaia.
Chapeos ricos de palha, luvas de pel-
licaa 2500.__________________________
Sedas de quadriohos furia cor, groa-
deoaples e morianlique.
s
Cambraias fiogindo seda, chitas finas
modernas, liazioba de cor e meias els-
ticas.
Ricos sinioa, gollinhas e puohor, es-
partilhos, pentes de tartaruga, laques
superiores e saia balio.
ao p do arco de
S. Antonio
vendem-se ricas saias de fuslo bordadas para
senhora.coeiros bordados ji preparados proprios
para baptisado, loucss e chapeos para o mesmo
fim, ricas froohas de labyrintho. toalhas de es-
guiio todas de labyriolho a roda, ditas para o
rosto com labyriotho, tarlalana de todas as co-
res ; tudo se vende por menos do que em outra
qualquer loja.
Vende-se um bonito moleque de 7 para 8
annos, e um negro de 35 a 40, proprio para ailio :
na ra do Sebo n. 35.
Guimaraes & Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Vendem iKirailssiiuo.
a 79 a pega de 9 varas.
Cambraiaa brancas bordadaa para vertidos desenborss
Organdya de cores delicadas a 500 rs. o covado.
Cusas de cores faienda fina a 240 e 280 rs. o corado.
Manguitoa o gollinhaa para senboras a 29 O par.
Gollinhas ultimo gosto a lj*.
Manguitos s 39 0 par.
Iremeioa ricamente bordados a 29.
ts estrellas e largas bordadas para eofeites de vestidos de 29 a 59 a peca,
as bordadas de 4 pannos a 49.
jas bordadas de 3 psonos s 29500.
Salsa balio de musselios com babados a 68.
Chapeos de palha de Italia para senhora a 289.
Ditos de seda para senhora a 129. HHLIHbbIHbIH
Manteletes de seda
- aN 5

o que ha da maia moderno de diversos preces.
Ditos de fil meiio bonitos a 800.
Vaedos brenca* bordados a 209.
Ditos braocas berdadoe a-79. r
Qakaa fcaaenMde todas a qaalidadea a 280.300, 360 e 400 rs. o covado.
Madapola da todas u qusUdades e 49,49500. 59 79 a pees,
ilrsf muitu fazendas de goete preces' baratos.
k
Kt*
S*S_-__
W Fil, cambraia branca, tarlalana, Utas
en para sinlo, camisas para aenhora e me-
aaa> nio.
# Roupa feita barata.
O Gurgel & Perdigao.
Aj| Paletota de casemira pretos, de cor,
calcas, collete, esmisas de lisho iogle-
zaa francesas, ditas de algodio : na lo-
|B ja n. 23 da ra da Cadeia, dio-se amos-
Q tras.
Veua-Hbja.
Vende-ae a muito acreditada loja de miudezas
sita oa ra da Imperairiz n. 82, sendo esta em
urna das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por vender-se com o
aortimento, de forma que o novo comprador nada
preciaar comprar ; venderse a prazo, conforme
se convencional : a tratar na mesma rae n. 46,
loja. ,
lojade marmore
Novidades despachadas
para liquidaco.
Para o bello sexo.
Mantos de cachemira gosto lmirania
Brutt a 209.
afaotilhaa de cachemira gosto prince-
sa Clotildes a 159.
Rondes de cachemira gosto Lady Mac-
donalda209.
Ditos da dita gosto conivea de Joce-
lyn a 209.
Casacos de dita gosto rainha Victoria
a 20S-
Ditos de dita gosto imperatriz Euge-
nia a 209.
Esleirs da India.
No armazem de fazendas de
Santos Coelho. ra do Quei-
mado n. 19.
Vendem-se esleirs brancas da Indis, propria
para forro de salas e camas, sendo de 4, 5 e 6
palmos de largo.
[Ainda est para se
vender
arefloagao estabelecida na casa da ra Imperial
n. 201, vendem-se todos os pertenees que se
acham dentro muito em coola, assim como urna
carroga e noi bem gordo ; a tratar no largo do
Carmo com Narciso Jos da Costa Pereira.
Atten^o.
Veode-se um eicellente carro de 4 rodas an-
da em braneo, muito bem f.ito, assim eomo dous
cabriolis, sendo um tambera em braneo e outro
perfeitameote acabado: qnem os pretender diri-
ja-se a oflicina de ferreiro, na ra do Jasmim n.
24, que achsr com quem tratar.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso Irmios. ra do Amorim
numero 35.
NA LOJA DO VAPOR,
roa Nova a. 9, acha-se barato
grande soriimeoto de calgado fraorez e inglez,
ronpa feita o perfumaras muito finas.
Vende-se urna carroga nova 0 um boi : a
tratar na roa da Cadeia do Recite, loja do caoto
numero 54.
Pechincha sem igual
a 160 rs.
Cintoroea de aeda e lia para homens e meni-
nos : na ra do Crespo n. 18.
Vndese urna preta crioulo de 20 a 25 an-
nos de idade, muito boa coiinbeira e lavadeira,
sem vicio e sem deleito algum, sobretodo muito
sadia e forcosa, vende-se por precisio : a tratar
na ra do Imperador n. 8.
Maoteiga ingleza flor a
800 rs. a libra,
franceza a 600 rs., toucinbo de Lisboa a 320 ra.,
oevadlnha de Franca a 160 : na ra das Cruzes n.
24, esquina da travessa do Ouvidor.
Joaquim Francisco dos Santos.
40lu;i do Queimado40
Defronte do beato da Congregando, letreiro verde.
VENDE-SB 0 SEGUINTE:
Para casamentos.
. Rieoa Cortes de vestido de li ou blond de seda branca com ramo a capella, o
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes. -.
..-.Uo,,0, cor, u IW< d fl|6 ou blond de aeda branca bordados s braneo
cores.
Bitos de tarlalana branca bordados a braneo e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a braneo com muita elegancia.
Saias bordadas.
. 1*,e",,Md,ambraia branca bordadas com o mais apurado gosto e mais finas
que na no mercado.
Ditas de dita recortadas mala baratas.
Para baptisados.
Ricos cortea de vestido de cambraia branca bordados com muits elegancia o
mais moderno mus superior que ha no mercado.
Manteletes'.
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites, bem
como arrendados, por pregos commodos.
3(000 a peca.
Pagas de cambraia lisa larga Osa com 6 a 6 1|2 varas, muito barato.
Lencos.
ticos lencos do cambraia de lioho bordados a 39,49 e 59 cada um.
Chales,
Ricoa chalea de looquim brancoa bordados de ponta redonda e de 4 pontaa.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um grande aortimento de todas as
cualidades, qne nio 4 poseivel mencionar-se pelo grande espago que tomara.
.*
ARMAZEM
ROUPPSFPA
Joaquim F. dos Santos.
40-lu do tneinaili-40
todsi
Defronte do becco da Googregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha
sempre um sortimeolo comp
ss quahdades e tambem se' manda executar por medid
ses para o que tem um dos melhores profesoras.
Casacas ue panno preto a 40f,
35p o
Sobrecaaacosde dito dito
lelo de roupa f.ita
a 4 vontade dos fregue-
de
a359e
-----m a 359. 309, a*, to, i8a>
Ditos de casemira de cores a 229.
1*1.129. 79 e
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francezas a
Ditos de merin setim pretos e
de cok8 a 95 a
Ditos de alpaca de crea a 59 e
Ditos de alpaca preta a 99, 79, 54 e
Ditos de brim de corea a 5,
49500. 49 e
Ditos de bramante de lidio bran-
eo a 69, 5f e
Ditos de merio de cordio preto
a 159 e
Caigas de casemira preta ede co-
rea a 129. 109, 9f, 79 e
Ditas de prioceza e merino de
cordio preto a 59, 69500 e
Ditas de brim braneo ede cores s
5>. 49500 e
Calcis de ganga de cores a
Collete de velludo preto e de co-
res liaose bordados a 129,99 e
Ditos de casemira preta e d co-
res lisos e bordados a 69,
59500,59
309000
309000
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda e setim braneo a 6 e 55000
Ditos de gorgurao de seda pretos
d corra a 79, 0a>, 49 SffOOO
M0OOO Ditos do brim e fuslo braneo a
31500, 29500 e 39000
99OOO Stroulas de brim delioho s 29 e 29200
Ditas de algodio a 15600 e 19280
IO9OOO Camisas de peito de fustio braneo
ede eores a 29400 e -28200
89000 Ditas de paito delioho a 59, 49 e 3*000
395OO Ditas de madapolu brancas e de
35500 cores a 39. 29500, 29 a 1J600 3j
ChapaoS*pretos de maaaa franceza
39500 forma da ultima moda a 109,
8J500 e 79000
49000 Ditos de feltro a 69, 59, 49 e 29OO
Ditos de sol de seda ingleses e
89000 francezes a 14J, 129, llf e TJOOO
Colaiinhos de lioho muito finos
69000 novosfeitios da ultima moda a 800
Ditos de algodio 9500
495OO Relogios de ouro patente e hori-
zontal a IO05, 909. 805 e 70JO0O
2f500 Ditos de prata galvanisados pa-
39OOO tente e horizontaea a 409 e 30,00o
Obras de ouro, aderegoa e meioa
89OOO aderegos, pulceiras, rzalas e
aoeis s 9
Toalhas de lioho duzia 10$, 69 e 9000
3500 Ditas grandes para mesa urna 39 e 45000
Barato para acabar.
Ra da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reiros.
Sediohas de quadros eocorpadas. covado a 640
rs., chitas de cores fizas, covado 160 e 180, ditas
francesas, covado a 220, 240 e 260, saias de cri-
nolina para balio a 29400, baldes de 18 a 35 as-
teas dos melhores, por prego commodo, corles de
cambraia bordados a 296OO, cortes de cassa de
bonitas cores com barra a 28800, riscadinhos
francezes em cambraia, covado 280 rs., guardana-
pos adamascados, duzia 29500. cobertis aveluda-
das com frocos para cama a 99, manguitos para
senhora a 29500, golinhas bordadaa de pontas a
800 rs.
Ns ra do Hoodego, casa d. 2, tem para
vender semeotes de hortaliza,novas, chegadas de
Lisboa pelo ultim vapor, sendo, couve repolhu-
da, dita flor, nabo, cabeca grande, nabigas, raba-
nos de duas qualidades, senoulas, sseless, salea,
tomates grandes, mostarda, ervilha tilla, feijao,
carrapato ealface arrendada;
BARATO
seu igual/ s na ra do
Queimado n. 40.
Luvas de aeda de cores para horneo, senhoras
e meninas, o par 400 rs.
Leociohos de seda com franja, finos, para me-
ninaa e senboras botarem no peseoco, um 500 rs.
Chapeos de sol de seda para meninas de esco-
la, um 19600.
Grvalas de seda de ponta larga, ootr'ora do
valor de 4 a 69, pelo diminuto prego de 1, urna.
Diveraaa fazendas de lia o seda para vestidos
de senhora, que oulr'ora se vendiam por 1J280,
pelo diminuto prego de 640 o covado.
Sedas de cores superiores com pequeo toque
de mofo s 800 rs. o covado.
Superiorea e afamadaa pennas de ago denomi-
nadas langa, groza 000 rs.
Pegas de cambraia lisa fina e larga, pega 39.
Para os couhecedores.
Emcasa de Kalkman, Irmaos & C,.
ha para vender um piano forte, do me*
Ihor fabricante da Europa.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendeea-ae mantea de reros para grvala,
Unte proles eomo de coree a 500 rs. : na ra do
Qeeiaeedo n. 22, na loja da boa f.
Escravos pecas
negocio.
Faz-se negocio com tres esersvos pegas, sendo
um moleqne de 16 annos, e duas mulatas de 22 e
16 annos, ambas com habilidades; e o motivo
do negocio se dir ao comprador : na ra do
Imperador n. 12.
Loja de mar more.
8 Vende-se para liquidaco casemiraa
inglezas de urna s cor proprias para or-J
rar carro a 3,500 o covado.
Loja de marmore.
Vende-se para liquidagio meias brao- *
cas inglezas para homem a 39 a duzia. <
tmmtmvsitmmtm awaieaK
Loja de marmore. If
Veode-se para liquidaco manas pre- aa
tas lavradas de fil a 29.
Saias a 3^200.
Vendem-se saias que fazem as vezes de bailo,
nio tendo arcoa de mefal e sim do mesmo psnno,
lavam-se e engommam-se como qualquer outra'
saia, pelo que se tornam muito mais commodas,
a des pataeas cada urna : na ra da Imperatriz o.
60, loja do Pavio. ^
Padaria.
Na padaria de Antonio Pernandea da Silva Bei-
ris, ra dos Prea n. 4, veode-se a muito acre-
ditada bolachioha qoadrada igual a iogleza, dita
de ararota e de moldes, todo o trabalho nesta,
bem como o pi feito das melhores farinbas, e
trabalhado com o maior asseio possivel. a mes-
ma precisa-se alugar duas pretaa escravaa men-
salmeole, que j estejara acoalumadas a vender
pao na ra das 5 1(2 horas da manbaa s 11.
Veode-se urna preta moga com urna cria de
7 mezes, tem muito bom leite, cozinha bem, lava
de vairella, etc., troca-se tambem por oatra que
oio teoha cria :na ra Nova o. 48.
Novas fazendas do arara.
Vende-se mnssulina de cores, da India, muito
fina, a 360 rs. o covado, cassss de salpico a 200
rs. o covado, fusilo de cores psrs vestidos a 320
o covado, fil de llnho de cores a 240 o covado,
pegas de madapol fino enfeatado a 39, pecas de
cambraia branca a 1J600, 29500, 31 e 39500. pe-
gas de castas pasa cortinados a 31000, corlea de
cambraia de salpicos a 2 e 39, popelina de cor a
200 rs. o covado, chitas a 160 e 180 o covado, di-
taa francezas a 220, 240, 260 e 280 o corado : na
rbadelmperalrii.loia do arara.de 4 portas n.
56, de Hagalblos & Jatendes. ,
45 Roa DireHa 45
Magnifico. wrtimento.
Sempre enndeseendente e preseateiro casa ee
regnezes que Ihetrazem dinhetro, o propiiau-
rlo desia grande estabelecimento coat a (-
ferecer ao publico, por prego mdicos e Masase)
inferiores aos de outro, o eu bello fortlBf r la
de calgado francs, ingles e brasileire e : vejas
Homem.
Boriegulna Vistor Em manoel. IQMCtJ
couro de porco..... lOattO
> IordP*lmeratoo(brzerr 9mtm
diversos fabricanlesleslrej feOCs)
JohnRusaell. ..... SS
Sapaioea Naotea (batera ieteira). .
patente.....
Sapatoa tianga (porluguezes/. I ." '.
(rancezea)..... S
9 entrada baia (sola o virj. Mfe
muito chique (urna sola). 3|CCf
Senioras.
5|C
*pn
Borzeguins primor (Joly). .
brilhsnlina
Raapaalt. .
> baixa. .
31,32,38,34. .
_ decores 32,33.34.
Sapatoa com aalto (Joly). ,
franceze fresquinho'.
31, 32. 33 a 34 lastre. .
E um rico aortimento da couro da llrTbe>
fi!francez "oquis, sola, vaqaeu, cea
rinhoe. fio. laiaae ele., per mano do ,.. qual-
quer outro pode vender.
3I2CO)
tOCPA FEITA RDlIAISIAIATAi
SORTIMENTO COMPLETO
jfazeodase obras feilas!
a
LOJA EARMAZEM
IGes "k Basto!
Hu do Qmel\kti4fj
i. 46, fremu t\velU.
; Constantemente emosomgrandeeT-
i r lado aortimento desobrecssscs>pretii
ai" oD0 6 ** cor,t multo- loe a r*
JLi -A Paletots doa mean.oa pan ti,
a 20f .22| e J4|, ditos seceos preto* dt
meamos psnnos a 141,19 e 18|, tasa-
eaoprctasBaoitobem feilas ede superior
panno a 589, SOf a 359. sobreestar c.
casemira de eore mallo Onos a 15 If f
e 18f, ditossaccos das mermas ear i-
rasalOf, 129 14J, caiga pin,., a
casemira fina para bomtm a 89, lil
e 12, ditaa da casemira decores a 7|,f*.
9| e 109, ditas de brim brancoa auiu
fina a 5| 069, ditas de ditos de cores
39. 39500, 49 e 49500, dita de acia o-
aamira de ricas cores a 4| e 4$5f t>, col-
leteapratoadacaaemiraa 59 e 69, diti
ailUfll fllSaitl 141500 e 5. di ira
braneo fd. a.da pimmi.mi, aj.,
uuui u* o#, utirtea d-brim branro (fe
i fuslo a 39, 39500 e 49, ditrs de cores s
! j|500a 3, paletotrpreto da merino da
I cordio sacco o sobrecaaacoa 7f, $9 t S9
collete a pretos para luto a 49M11 t fp,'
; as pretas de merino a lfro a P. p.
[letota dealpaca preta a 39500 e 4|,dlto
sobreeasaco a 09,79o 8f, muilo finorol-
letes de goraurao desedadecorer moiie
boafazenda a 39800 e4f, collete .da vf I
lado de corea e pretos a 79 o 89, ronpa
para menino aobre casaca depanoo pre
tos ede coree 149.159 e I69, ditr.ee
caaemiraaaccoparaoameamoa a 99500 e
'. 79,ditosde alpaca pretosss'ccos al| i
' I95OO, ditos sobrecasacoa a 5f o 59500,
calcaade casemira pretase decores a *9,
* 6$500 e 79, camisas para menino Sis;
[a daza .camiaa ingleses prega ilargas
muflosaperlora 329adaziaparaacabar.!
_;A.ssim como temo urna oncina daal-
t' tate ondemandamos execatartodas
obraacom bravidade.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e ora officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montsdo estsbelecimeo lo es-
contrario os fregueses o msis perfeito, bem aca-
bado e barato oo seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIBUS de todos os lamanho.
SEI1ICUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.,
BAHUS idem idem.
FOLHA em caitas de todss ss grossurss.
PRATOS imitsndo em perfeieio a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todaa aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flsodres psrs qesl-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e s retalho de lodoe os ta-
mandando-se maohos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendss de qualquer rato-
reza, coocertos, que ludo ser desempenbado a
contento.
Vende-se fariuha de mandioca em ssccos,
para aoimaes : no becco Largo a. 6.
Veode-se am terreno em chao proprio, aa
ra Imperial, e urna escrava crioata do idade da
7 aooos; a pessoa que qoiser, dirja-se e rarsaa
ra n. 222, a tratar com a viuvaado lloado Vic-
torino Francisco doa Santos.
Bales para meninas.
Vendem-se baldes sara meninas, do todos ee
tamaito, de madapolio e de masaaliaa a 39 e a
49 : na ra do Queimado n. 22, loja da boa fe.
Cal de Lisboa.
Vende-se ds ultima ebegads, e de (apenar
qualidade ; do muilo acreditado dtposilo da roa
da Bruta o. 66.
Pe chincha
Vendem-se aa verdadeiras penas ealiaret-hicaa
a 19400 a caixa, caixas com obris 40 ra.,
massos de grampas a 80 rs., cordio imperial a
40 rs. a pega, csrtoes com clchete* a 40 a ee)
rs., sgulha para enar a 20 re., caixa cea alne-
les a 100 ra., botoes de lougs para camisa a 120 a
groza, ditos de caiga a 160, caivetes de 1 folhe a
80 rs., caixas com phosphoroa de cera a 20 ra.,
baralhos portaguezes s 120 rs., ricos stntos com
fivels 29, bandos de dina a 500 rs.. nfeile*
para cabeca, d diversos gosto, e aaeilae mais
miudezas, que s se vendem barstss na raa da
Imperatriz, loja da boa (*. 74.
Bolachioha.
Vendem-se barrtaa coa bolaebiofca americana
com pequeo toque, pela beratiseisso pceoo da
zj psra acabar ; no armazem r>a travessa da ala-
dre de Dos o. 18.
k ITII AHAl
ii r-a#%i% #r-i
i


&
MmBtOFUWm IHHmRv; ^TBfiflwRl 4V#lfflWWBSl#x)l,l#^PMr
.. .
'
j .1
Clarrose
sa de
cess<
nu
vendem-ae carros americanos mu
nw
alegante*
Urea para dqaa 4 pesaoaa e receban-a* *o-
roca* para condcelo de assucar etc.
^mfole&#$H)ftalQav
Relofcjpsbarals.
Na roNov9Tl?9T, ha grande porco de relo-
gloa foliados, dourados e de o uro, patentes e ori-
sonlaee,#uissos e iogleies, oa qoaes serao ven-
didoa-fjeaae ptonaj njaclnta CaataMlaaio tara-
r us (ito en >! aa ronoeumallls* pelo re-
u Ju
La rso da ron lia m
Francisco Fernandes Duarte, propr ietari 6 deste i \
armaiem da molhados, parlecipa aosseus freguezes, sssim'ceme sos seehorasda prsca, de *aae-|r>tr8 da Cadeia loja de ferraeens de Vi
- atreguezar nesle estabelecimento, que se acha ^^
voa que ha oo mercado c por er**^ mana*'J***-^-
jLqja das 6 por-|
tas em frente do L-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno flno sobrecasacos,
ditos de casemira de cor de fostao, ditos
de brisa de corea brancoa, ditos de
ganga, caicas da casemira pretaa e de
cores, de brlm branco e de cores, degan-
ta, camisas con paito de liabo muito
?as, dilas de algodao, chapeos de sol _
dalpaca a 49 cada um. O
abo e Umdores que d'oia sa vante quirereoi-se
cam um coaaplatoaortimente d* gneros os mais rovos q
parte delies vtndoa de canta p roerte, eat portante resol vido a Teode-loa por menos 10 por cento
Oque em otra qaalquer parte, efiancando boa qnalidade e acondicionameoto, a sai as cerno ser-
vir oa portadores menos praUces tlobera, como aa oa seohores vieasem pessoalmente, pata O qoe
aao ss ponpar o prapriatarioam prestar toda alinete, aflm da continuaren a mandar comprar
ceta eocommeodas. serlos de que, toda e qualquer eecommenda comprada neste estabelecimento
atempsnhar urna coala napreuacom o meamo titolo de armazem Progreaao.
MUtUeifca implexa peTltAlameiite or iJOoo n. a ubr., vende-
s* p orate prae lanteamaote pelajtandeporeSo que tem e sefor em barriese (sra abatimento
M.*l\tQg*\ sT9tn\cfr2,a a m>iJ 8apBri0r qu9 ha no mercado a 810 H. a libra'* en
barril a 60 rt.
CU \rola UySSOa e OTCtO os meUl0res que ha no mercodo a 2*600,1*600
e 19600, aflanca-sa a boa quslidade.
QUCjOS do telo, ehegados aasta ultimo vapor a 2*600, e os do vapor psssado a
29400.
r IgOS 4*5 MbbbWb.%skI?Q 08 maiS DOToa que ha no mercado em selrinhas pequeas
a 80 re., drtas de 8 libras por 19500, e em libra a 320 rs.
P cemuto &e Hambre ingi a too a ubr*.
PrdZtt.tntf> de Vame^ a 480 iBt, inteiro a 440 ra.
5$ ftVdiaa a ma, 00ra qae (,a Q0 mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4J500.
Ea^perHiaaete ,7Orj ,m,ri> em caiiaa740rs.
lalas co m bolaxiuY&a de seda d9 aefer*at* quaiid.de* a 19400
lalas con* peixe em posta de amias quesea* 14400.
\Zft\t OliaS UalaUft meVa a lgd00 0 barril, a retalho a 310 r. a garrafa.
Hoce de Woereue em utla, d# aubras Por 19200.
iL% fila VaS parpodim a 800 rs. a libia.
Baaua de porco refinada a 480 ri., bn, em bami440 ra.
&** de tmate a maisnovado mercado a900ra.,e em lattae d91lbra por 19100
IraiOS tte lOHlDO a primeira vea que vieram a este mercado a 640rs. a libra.
CttOa fjasepalOS ^uoao^.a seo rt. aUbra.
Palitos de demte Uxadoscom 20 macinh0, f9tm .
CliOCOtate CraaCeZ a ijaOO rs. a libra, ditto porlugoez a 800 ra.
NI. A V melada imperial 0 jfamado Abreu e de outrosmuilos fabricantes de Lisboa
a i000 rs. a libra.
V\ll\\OS em pipa de 500, 560 e 640rs. a garrafa, em caadas a 3M04S0O0 4500
9arveja dl, miig acreditadas marca a 5tf a duzia, e em garrafa a 500 ra.
KiStrellVaaa parasopa amala nova que ha no mercado a 640 rs. a Ubre.
ViaaO dO VOrtO engarrfalo. Parto fiao, Porto, Feitoria e duque do Porto a 1100.
Carcavellos, Muscatei e Bordeaux a 13 a garrafa, e em caixa de urna dujia se fari abatimento
A-lplSie o mais novo e limpo que ha no mercado a 160 rs. a libra e em arroba a 5#.
ErV VnaS fraaeeiaS a, meihoreaque se podem desejar em meias latas a508rs.,
ditas inteiras a 640 ra.
Caame 0 melhor petisco que pJa haver por estar prompto a toda ahora a 1} a libra.
lavlo de ameadoa a 800 rI- a Ubra> dUa com casta a 480 rs.
L\OiVS muito o ovas a 120 rs. a libra. --------f.
tqstaalits p(11(l,8)l awCl.,. Iibtl. '--------------------------------------
*-**.; muito stiperora 140ra. a libra, e a 74 a arroba:
JVTvOL lo n,ranho 3 em arroba, e em libra a 100 ra.
V amo amentado if.ubra.seforem porc&ose ar abatimento.
Sevadiaaa de PMnca a 2io t. a ubra.
3aa muito ooro a 320 rs. a libra.
X oaeiaao d LiiDOt a 360 rfi t libra,, 10J a arroba_
Fariaaa do laranaao tniiil
Hoaeiaaa iaglri aS00r, a liota
Passas em eaixiaaasde8Ubrasal#500cadauina>
Ia4ependente dos gneros mencionados encontrar o respeitavel publico lado quanlo pro-
curar tendente a molhados.

6
sol'
Ufii
cobortes odescobsrtosr pequeos a grandes, da
aro aataatelagtez, para hoaeroe saahora de
aaa das malhores fabrican tes de Liverpool, rin-
dos pelo Bltimo paquete iafle : em casado
Sontball Mellor dC.
mora a 160 rs. a libra.
Fazendas baratissimas
N. 20Roa da ImperatrizN. 20
Dusste Borgs da Silra faz scienle aos seus antigos e numerosos fregueies e ao publico que
nasua loja ra da Impentnz n. 20. acharao sempre a mais completo sortiraeoto de fazendas de
lei pelo menor pre? possivel, pois est resolvido a nao deiiar de servir ao freguez que trouier di-
nheiro. lem coostfntemente cobertas de la a 18200, madapolo fino com 24 jardae a 4^800 a pe-
ca, chitas francezis a 240 e 280 rs. o corado, ditas ealreitas padres bonitos e cores fuas a
160 e 200 res, lencas de csea e de chita para meamos a 80, 120 160 ri cassas
francezirs gostos ioteiramente eros a 200 e 400 rs. o corado, organdys azeoda ptima pa-
ra vestidos na actualidade a 200 rs. o corado, casemiraa ioglezae fazenda especial para forro de
carros a I96OO rs. o corado que outr'ora ae renda a 2J, cortes de brirn de lioho s 2S olea-
dos com pinturas riqoissimas e larguras de 6 a 9 palmos ao diminuto preco de 2$ o corado chales
de merino lisos e estampados a 2tt e 4J, corlea de cassa al800 e 2#. cortes de casemira preta e
de cores a 4 e 5J, nscadioho de linho de algodao. ganga amarella e de corea a 160. 200, 240 e
320 rs. o corado, aortimento de fazeodas de algudao para roupa de escraros, dito de paaoos del
lioho, bramante de linho com 10 palmos de largara, pannos finos de diversas cores, cambraiaa li-
sss. ditas com salpicos, ditas listradaa, bretanhas de linho e de algodao, ludo barato para apurar
dinheiro na predita loja cima. K
Vradem-ee na praca a Ifldepeodencia na. 37
e.30. loja de Aotonfo Aogesto dos Sentoa Porto,
capeltas de immortal paral de nove-rubro ae bo-
tar no cemiterio publico, com os nomes segua-
les :
Minha esposa.
Mea esposo.
Minha mai.
Meu pai.
Meu filho.
Minha filha.
lima lagrima.
Eterna aroizade:
Saudades sempre viras.
Vendem-se osengeuhos
S.Pedro e Espirito Santo,am-
bos moentes e corren tes e
d'agua, sitos na freguez i a de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil paes, o se-
gundo tem boas obras, porm
so safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiroandar_i"- acha-
ra com quetm ti tttafi----:-----
Ruada Senzala Novan. 42
Vanda-sa em casada S. P .lenhston drC.
ellinse i ilhas nglazes,eandaeiros a casticaes
kronraados.lonas aglezas, fio davala,chicote
paracarros, a moniaria.srreiospars carro da
aaa elous eiraloi ralogiosda aro patenta
Bglaa.
Relogios.
Vende-se em casa de Jones ton Palar & CL,
ra do Vigario n. 3 na bello sortimento de
relogiosdeouro,patente inglez, deum desatis
famados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancelias para os
mes saos.
aiMKM6eN mm mmmmm
4 leja da bandeira |
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife $
numero 37.
Na ra da Cruz. n. 10, casa ato
Kalkmann Irmaoi &C, tem ex-
posto una completo sortimento
de amostras de objectos t bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo crrelas para
trarrsmittir raovimento, canudos
I de borracha de qualquer com-
primento e grossura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigo tomam-te n-
commendas.
Farmha de mandioca um pono mofada,
*&> propria para aastente de aninwes, per ba-
retlesimo prefe : oa ra de Caldeiretro n.M.
Libras sterlinas.
Vende-aeno eseriptaria deHanoel Igeacio de
Olireira o Filho, largo do Gorpo Santo.
A 280 rs. o covado
de eassai [raacezas de muito bonitos padres coas
4 palmos de largura, pachucha na roa do
Qjsefmado n. 22. na loia da boa f.
Lencos de cam-
foraia com padres de se-
da a 2$500 a peca.
Na loja d'agaia branca lambeta ae vende mu
benitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
isao pelo baraliaasao preco de tftaOO a peca de
10 lencoa. E' esae urna das pecbiocbas que cuata
aeearecer, e quando assim appro*eitar-se da
occaaiio, porque elles serrem taoto para algibei-
ra como para menino*, e quem os rir na loja
d'aguia branca, oa ra do Queimado n. 16, lera
vontade da comprar maia de um re?, tal a
bondade delles.
O rival sem segando, na
ruado Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
vo, est vendendo todo
bom e bir atis8mo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos qu admi-
ram, a saber;
80
3J0
MO
too
900
Caivete para parar peona a
Ditoa com t (olkea muito anos a
Frascos de macaca parola malte use a
Dito de oleo rnuiu flno a
Tranca de lea com 10 raras, bonitas co-
res a.
Franjas de lia son 10 raras, bonitas co-
rea a Sapstos de trsrrca de algodao a
Ditos de diU de lia a
Caixas com isess para charutos a
Cartaade aioelea eerdoefranease* a
Caixas de ditos ditos a 80 rs. e
Eacovas pera limpar denles omito fio**
200 rs. o
Duiia de facas e garlos, cabo prato a
Hassoa coa grampae muito boas a
Cartes com clcheles a
Dito* com dUee de superior qualidade a
Dedaesdeaco para aenboia a
Sibooeles muito grandea a
A pitos de chumbe para chanca a
Rialejo para meninos a 40 rs. e
Enfladores pera vestidos, muito gn
dea a 30 re. e
SapaliBhos de lie para meninos a
Ainda tem urna variedade de adese* que se-
ria enfadonho menciona-la*, poiaao viata que
se pode apreciar as quslidsdes os precos.
800
19000
lfttO
40
100
too
400
31500
40
90
40
100
900
90
100
80
400
Attencao.
oque pode haver tto mellaor
gosto em galantaria para
ornamentos de sato,
como aaja, rios jarros depercetaa* |
de varios lamanboa e gaalia, rica*
ras, jarroa de vidro per eravm
delicadas, (raeces ataito lindo, leal* a
como em goato, a outoaa mella* <
ae torna fadoake a*ana
porm, que o que ka
qaem qpirer ler auas me
leja da Victoria, oa rea de Qoetosad* a. 7, *-
loa loja de ora.
Chapeos al^OOd paraos
cajus.
Na loja de taseoda da rae
veadem-se chapee* de petha de 1
branca, como de quadriahoa de i
tes para com elle* pasear-se s leste de natal a la:
a eUes.anSweju*Macanea.
A \*j* d'agaia ktasea
recebe* tambera novas luvss de fina ellics, aav
reitadas, para casamento*, aasiaa coate linde* ce-
pellas. A commodidade do* preco* J dbes* ce
nhecida por seo* boa* fifa,
aquellas p***oo* q*J* de nevo (_
dita loja d'aguia branca, oa rus do i
mero 10.
.
4llenfo
Aj melho-
res machina*
de cozer do*
mal* afama-
do* a utotes de
New-York:
vende m-se
alean*en le
do armazem
de fazendas
de Baymuftdo
Carlos Lei le
& Irmio, nu-
mero 19, raa
da Imperatriz.
Mais urna iiovi-
dade.
Cassas para ferro, 1*700 a peca.
Brilhantina carmezim a 200 rs. o covado.
Cambraia francesa de corea finaa a 240 rs. o
covado.
Dita branca muito fina a S(500 a pees.
Cassi propria para cortinado a 2 a peca.
Chitas francesas de lindissimos padres a 240
o corado. e
Ditas escarlates a 200 ra. o covado.
Vestidos de cambraia brancas 4 imperatriz,
bordados a fio da laa a 8.
Eguiie d linho muito flno a 800 rs. a vara.
Sedioha de qaadrosde lindissimos gostos a 720
o covado.
Grosdeosples prelos muito bous a 1*600.
Dito superior muito largo a 2|200. -
Cortes de casemira a 49500.
Csmisas de cambraia bordadas para senhora a
1*000.
Riscados ingieres, chamas a Giribaldi, para ves-
tido de senhora a 900 ra. o covado.
Panno de lioho muito flno a 480 a vara.
Meiaspara seobora a 2*400 a duzia.
Enfeites de vidrilno 9*.' W\
Lu'as de pellica a lf o par.
Cortes de colletea de velludo a 1J200.
Chapeos de sol de panno a lg.
Lencos brancoa de cambraia de liaho bordado*
a 1*500.
Tudo iate, e muitas outras fazeads* una* e ba-
ratas, vende-se ae
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
denlos'
A loja d'aguia brsnca acaba de receber urna o-
ra remessa da mui praveiloaa e procurada agua
balsmica para a bocea e denles. O bom resul-j
tado de tal agua ji nao aoffre dnvida como sa-
bido pelaa im mensas pesaoasqne a compraran?,
e que sentiam a falla della, e as que de novo
comprarem acharao que o uso dola faz conser-
var os denles saos, livrando-o* da carie, fortale-
cer as geogivaa e tirar o meo balito da bocea,
dando mesma agradavel aroma, podeodo-ae
mesmo usar della nao a pela manbaa oomo a
qualquer hora, e com acert depoia do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando ae tenha de
sahir para ter-se a bocea aromtica : para isso,
porm, bastam algumas gotas della em agua pu-
ra. O proveilo d'agua balsmica ainda chega a
mais, ella serve com acert e promptidao para
acabar a dor de denles, enaopando-ae neila m
bocado de algodao o deilaodo-o no buraco do
dente, este adormece e em pooco deaapparece a
dor. Para se obler am frasco de lio proveiloaa e
apreciavel agus balsmica, dirigir-ae com 1*
loja d'aguia branca, roa do Queimado n. 16, tni-
ca parte onde ella se vende, adverte-ae que os
frascos vao marcados com o rotulo da dita loja.
Manoel Jos di Fonseca participa a
todos os seus freguezes tanto da praca
como de mal*, e juntamente aoreapeita-
vel publico, que tomou a deliberarlo de
balxar o proco de todas as su as obras, por
cujai motivo tem per vender am grande
sortimento de baha e badas, tudo da
diferentes tamanhose de diversas cores
m pinturas, e juntamente am grande
sortimento de diversas obras, conlendo
banheiros o gamelas eompridas, grandes
e pequeas, machina* para caf e cane-
cas para conduztr agua grandes e peque-
as, latas grandes para conservar fari-
oha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao oso do Brasil e
camas de vento, latas de arroba a 1*,
bahas grandes a 4* e pequeo* a 600
ra., baca grandea a 5* e pequea* a
800 rs.,cocos de aza a 1* a duzia re-
gadores regulares muito barato, dito*
pequeos a 400 ra., de todos estes objec -
les ha piolados e em branco e lude maia
ae vende pelo menos preco possivel : na
loja da bandeira da ra* da Cruz do Re-
cite n. 37.
SKSKte9laKM H *ssisasHW
t
Ricos cortes de medina
soda.
de
SABAO.
Armazem de fazeada e roipa feita
oa
Ray mundo Cario Leite
12 Ra tfa frapCTsrtib-*l-2
Um rico carro.
Vende-se om rieo e elegante carro mui bllls-
toente preparado : no escriptorlo de lanoal lg-
aacio de Cflivelrs dt Filho, largo doXotpo Siuto.
Joaqala Fraaeisco da hWI Santo* avisa aa
s*u*fr*gu*zesdesta praca eos de fra.qae tem
xposto i venda sa bao de aaa fabricadenominada
Recifeno armazem dosSrs. Trsvassos Jnior
4 C, na roa do Amorimn.58; massa amareQa,
castanha, preta e outras qualidadaa por m*nor
praco que de outras fabricae. No mssmoarmi-
bem tem faito o seu deposito develas de carna-
la simles sera
c*o*poaicao.
Chapeos para senhora.
Ricos ohspeo* de sedan de vallado par* ,afcora, pelo barallssim* preo de fS a MI: na
raa do Queimado n. 99, lojaT boa f.
A loja da Boa-F na ra do Queimado nu-
mero 22, acaba de receber rice* corte* de
vestido de medina de seda de lindo* padres,
a fazenda mais fine, mais nova e mais bonils
que b* no mercado, eads corte tem 90 a 21 co-
vado*, e veadeoa-s* pele baratisiimo preco de
959000 o cort ; as senhoraa de bom goato que
tiverem do asaistir bailes a caes montos, se
quizaren) levar um vestido da ultima moda
mandarem ver na mencionada loja da Boa-F,
na roa do Queimado a. 92.
Ra do Amorim n. 43.
Vende-se farinha de mandioca a 2a. saccaa de
3(4, arroz com casca a 3*200.
Fitas de seda.
A. 1. Deloaehe acaba de receber pelo ultimo
vapor fraocezaBearn om bonito aortiasena* de
Arado J americano ?e machina-
par a lava r roupa: em casa de S. P Jos
hstOB & raa dnSerzala n.42-
Lencos brancos.
Vendem-so tenaos brancos proprtos para algi-
beira, pelo baratissimo preco de 2$40O a duzia :
na ra do Queimado n. 92, loja da boa f.
Novidades do pavo.
A loja de Gama Silva, na ra da Impera-
airn^oc^acal>Ne che-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que vendem por precos
que faz admirar, como |
sejam:
Um bonito aortimento de cassas suissaa a imi-
tacao de sedas dequadrinhos, que se vendem pe-
to diminute preeo de 240 rs. o covado.
BrVWiantiDa a 2,40 rs.
Vende-se brilhantina com quadrinhos de cor
para vestidos e roupas de meninos a 240 rs. o
covado : na roa da Imperatriz n. 60, loja do
patio;
Organdys aISOr..
Vende-se cassa de organdys de padrdes muilo
bonitos a 280 rs. o covado : ns ra da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao.
Chitas a 240 rs.
Vendem-se chitss francezas muito miudinhas,
fazenda que sempre se vendeu por urna pataca,
e est se acabando a doze vintens : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurguro miudlrtho proprio psra ves-
tidos e capas para senhoras e para roupas de me-
ninos, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado:
na raa da Imperatriz o. 60, loja do pavao.
Las a 400 rs
Vendem-se laazinhas entestadas para vestidos,
fazends de muito bom gosto, pelo diminuto pre-
go de cruzado o covado : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pavao.
Com barras e babados.
Vende-se Onissimos cortes de cambraias para
veslidos.com barrase de babados, pelo baratissi-
mo prego de 29500, 3$ e 3SO0 : n* ra da Im-
peratriz n. 60, loja de pavao.
Cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas com aalpicos graudos a 200
rs. o covado ; oa ra* dalmperatriz n. 60 loja do
pavao.
Cassas de cores a 240 rs
Vende-se cassas de cores fazenda n.uito boni-
to a 240 rs. o covado : na loja da raa da Impe-
ratriz n. 60, loja do pavao.
Sedas a covado.
Vende-te grosdenaplea preto muito encorpado
a 19500.1|600 e 1$800, dito azul cor de rosa e
cor de cana a tpOOO o covado, sedas brancas la-
vradas para vealidos de noiva a 28240 o 29400 o
covado, dita preta lavrada a lgiOO, chamalote
preto a 2JJ000 o covado : na ra da Imperatriz
a. 60, loja do pavao.
Enfeites a 2$
Vendem-ae enfeites de muito bom gesto par
sentaras a2000 : na ra da Imperatriz n. 60%
loja do pavao.
Eofeiteg a 640 rs.
Vendem-se enfeites de freco proprio* par* me-
ninas e tambeaa pare senhora a 640 rs.: aa raa
Imperatriz n. 60, loja do paveo,
Chapeos para seu hora.
. Vendem-** chapeos para aecharas, senda mui-
to bem eafeltados oa mala modera** que tem
vindo, pelo baratissimo prego de 10} : na rus da
Imperatriz n. 60, loja do asrio.
Feiludo a 2f 400.
Vendem-se velludos prelo, cor de caf, atol
Vendem-se caixoes vastos proprios
para bahuleiroi.funileiros etc. a 1 $280:
quem pretender dirija-se a esta tipo,
graphia, que ah se dir' quem ostem
para rendar.
Arara.
Brilhantina da arara.
Vendem-se cortes de chitas finas eoes 13 cora-
do* por 2*500, cortea de riscado cbioez a 29600,
cortes novos de brilhantina -de cores para vesti-
dos a 3*600, corte* de cassa com 7 barrea a 29500,
ssias olio de 90 e 40 arco* a 39 89500, ditt*
de mseepolo de todos os tamaehos 89 e39500,
saias da cordao aere bati a 29400 : na raa da
Imperatriz, laja de arara, de 4 portas n. 56, on-
de tem a arara pintada da parte de fora, a* nor-
te tem um ralogro com letraa de core* que
dizAraran. 56, de MagalhSes & Mandes.
; Nova california i
DE
Fazendas baratas.
Na roa da Imperatriz n. 48, junto a
padaria franecza.
Corles de cambraia branca com babsdi- 1
nhos 49 e 49500 superior 59, cambraia li- J
a com 8 1 2 vara 3J, 39500, a 49, ditas de J
Escossis 59, e 69, rico* enfeites para ae- J
nhora 69 e 6J500, sintos os mais delicado*
Sara aenhors SjafiOQ a*i inpellna psra cri- J
nca gosto inglez 35O0,49, para bsptlssdo
39, cortes de vestido de seda Eacosseza de
boDitosjiosto 129 estao se acabando, ri-
eos Uncos de l.byriotho 19, lgtgO. chapeo 9
de aol para senhora de bonitas cores, liso* O
59, cabo de marfim 55O0, corlea de cam- SJ
braza breacos coa for de seda 5S). rises-
do fraecez 900 ris o covade, completos O
aortimeotos de baldea da arcoa 3S, sorti- SJ
mentos de- meias para menino e menina O
200 a 940 ris o per. chales- d* tatlaiane O
de cores a 640 ris, lencos branco com bar- O
ras 160 ris chitas inglezss a 180 e 200 rs. 1
dita franceza a 240 e 280 rs. o covado 1
peca* de cambraia de fono com 9 vara* SJ
29 : junte a padaria francesa n. 48. a|
Para os batiese (teatros.
Riquissimos cintos dourados com lindas fivelas
'sabeai douradas e esmaltadas, e eom ricas pon
tas para cabirem sobre os vestidos, muilo pro-
prio* pare a* seobora* que tiverem de ir aos bai-
les e iheatros ; vendem-se pelo baratissimo pre-
co de 49. 5$ e 69: na ra do Queimado o. 29,
na bem con bocio* loja da boa f.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de Alpaca a 4jj.
Duzia de meias cruas psra homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muilo finaa a 2J5O0 a duzia. lenco* de
cassa com barra decrese 120 rs. cada
um, ditos brsncosa 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 3f. laszinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos s 39 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
e meia de largura a 480 r*. o covado.
fil de linho liso a 640 rs. a vara, pe-
Cas de cambraia liss fina a 39, cassas
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 ra. o
corado, calcinhas psra menina de escola
a lf o par, gravatinhas de tranca a 160
ra., petos para camisa a 200 ra. cada
om duzia 29, pecas de cambraia de sal-
pico muito una a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o eovsdo, a loja est
aberta das 6 horas da nianhaa as 9 da
noile.
^t!IJIfllllA^'haHEMgflnK*TXi2
Queima-tudo
B|fur iioutmaMuru m doduu suruneut* ue uUOiu-Sq icauuus prciu, tur uo care, iiui
fitas de sed* j e c*ovid* 01 senhores logUtas qae | ferrete, verde-escuro, proprios par* vestidos de
quizerem comprar alguna cstujm e spearecer aa senhora e roupas para meninos peto baratissimo
roa Nora a. 22, que vende maito em coota. li**^0 de 99400o eovade, sendo fazenda que sem*
Diario e corrente 'BVJEi*8,! n"d"tapw*,I1,w'
Na ra Novs n. 22 tem pare vender livros am De todas otas fazaadss se dio aaettrss dW-
Serve per* se daittr aos castigaos e segurar a
vela da esp*rm*c*te, tacendo-a allmar at o
flm, e preservando os meamos de se quebrsrem
com o calor da luz: veode-ae a 500 rs. cada
queima-tudo, na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16. ______
Liquidado
Na
Loja de marmore.
Ns loja de marmore vende-se para li-
quidacao per precos muito barato, am
variado sortimento de artigo* de (ateneas
de moda* para tenhorss, roupa feita pa-
ra homem e veatimentaa para meninaa, e
bem ssssim quadros a olao para decora-
Cio de salaa e capellaa.
mistoi* al|uma. como s darwpV^ aarlataa^^
oorrenteque vende por 36|o jogo, pechincha: tras fazendas que S* tornan* ahdpnho dea*
achar tambera livroseequenos. mencionar, todas vendendo-se mal* barato que
Ve*td*--se maatetga iogteca flor iMOr*. em outraqaalqoer parle : as raa da rmperatrtt
libra : m armasaadocM, na atacada Bo*-Vi*ts o 60, teja de Gama r Silva, sonde se *cts ccrl-
Vende-se nH|**|s e juntarnaat* una eavaw 4*c*do urna t*balate eom um VAVO pintado a
paros psra a mesma : as ra do CoIotsUo n, 43. ds nolte ama luz em que diz o PAV\0.
Chapeos de castor
. Na ra Novan. 44, loja e fabrica de
chapeos, vende -se chapeos de castor seos
pello pelo preco de Tf, atsrm coma
ihonets e chapeos para criancas 50
rs. e 1|.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaract Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Meias de corea psra hornee* mosto finaa, a par
a 140 rs.
Cartei de eolebetes frassceae* cesa 14 petes a
90 rs.
Peotes de maesa dourados moite fina* tmltaad*
tartaruga a640.
Eapartilhospai aehera, ave Mtete *e vaa-
dersm a 69, por 2500.
Trancas de lis acra easlido, a pepa a 40 ra.
Laa para bordar muilo fina o liada* eres, a li-
bra a 79.
Massos com raaapos a 40 te.
Linhas para bordar, a miada a 40 rs.
Ditas de peso maito flan*, miada graede
Franjas de linho para vestido*, a vare f
Apparelhe* da porcelana para aaeniae
do e dourados a I96OO. 99. 29500 a *.
Caitia com arfinete* a 100 r*.
Papis com eifioetra cabeca casta a 40 ra.
Eefeiles para senhora malte neo* a 3, 4 o '
Sintos muito fioo* par* senhora a 29 :
Ditas de laia e pretaa para padre ajee 1
se venderam a 29 a 640 rs.
Enfeites com flore* para senhora a lf.
Assim cont outr* muitas sniaesea fio** a-
ralas, qe drizamos da meocienar,
toroar tanta massada.
i Acaba di
chegar
ao novo armazem
DE
B4ST0S k REG
Na ra Nova junto a Con-:
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado sortimanti
roupa* f eitas, calcados faseada* e U
estes aa vendem por precos maito
cados como do seu costume.assim 0
sejam aobreeasacoa de superior** pai
casacos feitos pelos ltimos figurn
269,289, 309 359, paletol* dea mes
pannos prelo a 16f, 18J. 90a a 249,
ditoa de casemira de cor mesclado de
novos padres 149.169, 189,209 949,
ditos saceos daa mesma a casemiraa de c-
rea a 99. 109,199 149, dit oa preto* pe- |
lo dimiouto proco de 89,109, a 19J, dita*
de sarja de aeda a sobracaaacadee a 19a,
ditos de merino de cordao a 19}, antee
de merino cbinez de apurado gosto a lia,
ditos de alpaca preta a 79, 99, 99 a lia,
ditos saceos preto* 4f, dito* de peina de
seda fazenda muito superior 49909, di-
tos de brirn pardo e de fuete a BaasM, 4S
e a 49500, dit** de fusto atanco a 49,
grande qusntidsde de calesa do testaan
preta e de cores a 79, 89, 99 o a 10, dita*'
pardas a 39 e a 49, ditas d* brlm da carea '
finas al|500, 89. 39*00 a 4J. dtta*de
brirn brancos finaa a 49500, 51, 59500 a
69, diUa de brim lons a Sf a cal"
de gorguri* preto *de ocres aftf*
dita*de otMara de cor a pr*t*e e 4
e a 59, Uta* detesta* branco de
a 89 e a 89500, ditoa d* brirn lana a 4J.
ditoa de marin para luto a 49 H6Sj1,
calcas de merino para inte a 4f50O *aflf.
caaes de borracha n la. Cata om
da todos *stamaeaea: a*leeea*cai
I peefa deaoraaf, Oa> .7, dita* Mee '
de brlm a 2#, 39 a 89500, pala tata sec-
eos ae ***mir* preU 6| 7S>, di tea !
d**or a 69 *7f, ditea de arnaco aSf,
sobrooaeaeoa de panno serete a 199 *
14, dkoed* alpaca anata 99, bemet
par* menino de loda* as qa*lad*d*e. aa
misas para menino* d* todee as Snassadboi
meiosrico* vestMea 4* < mareta fe*
Cm menina* da t s I aaa** tem cinc
badoslisosa89*al9f.tto*deaerta
rao d* cor d* lia 99 09, dito* 4L
brlm a 39, dita* fe cambratarieameate I
berdedo* par* baptiaodes,* asi
fazendas e roanas taita* sra*
i_flc san frendeejaaatf-
'1
mandar manuiaatan
tomo* um emalati
da* d* amato a ama
I faiata dirigid* pee esa
?^aaaaaempttdieM
ia>aaeeiar.
ree*b*-Mt*da*qeai-
da da raomaa aera aa!
amr aama pea* eete laa


euw*

r >


ima
italiana,
vindo no ultime vapor francez
40 RudQaeDMdo 40
Und** artes de vestido de teda de cores A ita-
li***>.
Ricos **aa*iU>s con golliohas de cambra
branca bordad* aobalao.
V* gvamd sorttamto a chale* da nea de
todas as quadadtea.
Ricos veos de fil de teda branca bordados,
grande*, para casamento*.
Tariauna de cares bertfada. 8 palmos de largu-
ra, serado 19.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se %16 liso muilo floo e assim tambem
Urlatsna bracea muito ana, tanto ama consa co-
mo ovtra afeo proprlas para restidos, nao s para
bailes como para asistir-e a casamenlos. andem
ante* que se acabe na roa do Queimado n. 25
naloiadaBoa-r.
Avada opavo.
Vendem-se pegas de oembraia de carocinho,
fazenda muilo fina, coa 17 varas, pelo baralissi-
mo preco de 89 a*pega, ditas com 8 3(4 varas a
49, pecas de dftas adamascadas e com ama Tara
de largara a 31500 a pega ; na ra da Imperatrii
n. 60, loja do patio.
f ** & *
9 Em cas* de Kalkmann lrmaos d
dj| 4 C., na ra da Cruz n. 10, exis- 9
9 te coasta n temen te um com pie to
dj| sortimento de
Vinho$ Bordeaux de todas as
qualidades.
Dito Xerez em barris.
Dito Madeira em barris e caixas. m
Dito Muscatcl em caixas. *
Dito champanhe em gigos. a
| Cognac em barris.
dJPa Cerveja branca. a
*m Agua deSeltz. a*
SAzette doce muito uno em caixas. a
Alvaiade em barrifr u
m Cevadinha em garraloes.
Liquidaco.
Na loja da roa do Livramento n. 19, vendem-
se os seguales calcados fraocezes :
Borzeguins para hornera, de antea 89000
Ditos para dito, franceses &J0Q0
Ditos para dito ditos 59000
Dito* para seahora n. 32, 33 a 34 39500
Sapatdes de bezerro de Nantes 39500
Ditos de dito de 1.a qaalidade 59000
Ditos de dito callados de 2 solas 5J200
Sapatos de tranca para homem e senhora I9OOO
Ditos de tapete para homem feitos na trra 720
Sapates de castor de tranca 49000
S Loja de marmore.
Ao bello sexo.
Secebeu-se grande porcao de fazendas
9 que se haviam encommeodado e conli-
d aua a vender-ae para liquidac&o por
f prego maito batato, entre estas aa ae-
9 guintei :
% PARA SENHORA:
Bournus de cachemira do ultimo ges-
to a 109.
9 Ditos para meninos de idadea de 2,4
|H e 6 annos, tambem de cachemira muito
r modernos a 5g.
V Vestidos de seda de cores a 30$, com
A algum toque.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa fnarua do
Qoeimado n. 21 se ebconlrari um bonito aortl-
mealo de superiores tiras ricamente bordadas
qua se tndem pelo barato proco da 39000 49000
e 59OOO ria a pega, advertiodo-ae -que ha maia
da urna pega de cada padreo, quem mais depreaea
andar melhor servido ser, na raa do Qneimado
n. 22 oa loja da Boa-P.
Meias baratissimas.
A I94OO a dazia de pare* de arela* brancas fl,
aa para homar : aa raa 4o Queimado n. 22
na loja da boa j.
Admiravel pechincha

na loja do pavao.
36, ra das Cnizes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
S


8
S
ALHW1AK BE LGHBRANQAS
LSO-BRASILEIRO
DI
Para lfc*o^.
Vende-se na livraria econmica junto do arco
de Santo Antonio.
:
O melhor gosto.
Chapeos depalha muito fina enfeita-
tados a traviata a 12i e 14$, chales de
touquim a 12,15,20.25,30,35. 40, 45
50$, eoteites de retroz e onlras moitas
fazendas do malbor gosto possivel e por
baralisaimos presos: na roa do Queima-
mado loja de 4 porlaa de Ferrao 4 Maia.
Urna bar caca.
Vende-se ama barcaca do porte de 35 eaixas,
encalhada no eslaleiro do mestre carpiateiro Ja-
cintho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, sonde poda ser vista o examinada pelos pre-
tndeme* ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Ra do Oueimado n. 19,
Santos Coelho vendem
o seguate:
Pecia de cambraia branca annilada, propria
para forro, pelo barato preco de 29.
Lencoes de bramante de lioho grandes, a
39300.
Colchas de fuslo de lindos lavrorea a 69.
Coberias de chita a cbioeza a 1$800.
Lences de panno de linho a 19900.
Chales de merino lisos, pretos e i6xos.
Ricos cortes de seda pelo barato prego de 409.
Ditos coa algum mofo a 259.
Toalhas de fuslio a 500 r*. cada urna.
Cortes de cbita ranceza com 11 covados a
295OO.
Veode-ie um sitio com casa de vivenda e
diversas arvores de fructo na matriz da Varzea, a
margem do rio Cspibaribe, junto ao sitio do Ca-
lazaas : a tratar no sitio do Ambol, que Dea por
detraz do padre Dmaso, nos domingos e das
santos.
Chapeo* para senhora muito 4-i-
cos com veos de seda a 10# : na loja da
aguia de ouro ra do Cabuga'.
4' vend
Um grande e riso coop lindamente ornado e
completamente arralado, satiido ha poueos das
a alfandga: para ver, na coeberra o. 36, no
larga do Paraso, o para tratar, na raa Nova n.
25, primeiro andar.
Violo,
Vende-se toor prero commodo um rico vi ol o
com calla, sendo novo e de multo boas vozes
Saos o quizar 4irija-se a {traca 4o CoUegio, laja
Unas a. 3.
Admiravel pechrncbs, na loja do pavao, raa
da Imperatriz n. 60, de Gama i Silva, vendem-
se finiasimos tortas de cambraia de seda com 2
babados a 45500. ditos da aretttal a 39500, ditos
de dnassaiaaa $9500, ditos de cambraia branca
mnito Una com babados e deas saias a 49, ditos
brancos, cambraia de seda, com babados a 69. di-
tos de phantazia com babados de varias cores a
8|000.
Taixas.
Reducco em procos para
acabar.
V**dem-se a* armaaam de. Braja, Son & C,
aa ra da Meada, taixas 4* ferro do, do mni
acreditado fabricante Edevio Maio, a 110 re. por
libra.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisaeo e refinado
de assucar.
Deposito na ra de Apollo n. 6, e praca
da Boa-Vista n. 26.
Este importante esWbelecimento contina a
fornecer ao* sena innmeros fregueses do alvo e
puro asiucsr crystalisado, em poe em pies, 1.a
e 2.a qualidades, pelo preco de 160 e 280 rt. a
libra, e do refinado a 100,120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador lera am descont
faroravel. Nos mesmos deposites tambem se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vio animal em p a preco commodo.
Vende-se o grande sitio denominado Caian-
na, sito na freguezia da Varzea, de muito boas
trras, qae todo qoanto se planta d em grande
quantidade, com urna casa de taipa ji coberta,
ama dita de fazer farinba, grande quantidade de
pea de cafezeiros, com diversos pea de frocteiraa,
como seja, larangeiras, coqueiros, etc., etc., e
tambem vendem-se duaa vaccaa qae do bstanle
leite, urna dellas com a cria j grande, a am bur-
ro manso ; a tratar na ra do Sebo n. 20.
Vende-se na ra da Cruz do Recit, arma-
zem n. 63, junto ao Corpo Santo, muilo boas ba-
lances decimaea chegadas pelo ultimo navio fran-
cez, por preco commodo, sendo de 300,100 a 100
aillo*.
Veode-se o engenho Santa Luzia, sito na
freguezia de S. Lourenco da Matte, com casa de
vivenda, urna moenda toda de ferro, caaa de pur-
gar a de caldeira, tachas, assentamento, um par-
tido de canna criada piompta para moer, lem
muito boaa terrea para plantscio, muito boas
matas, tem nm acude novo para moer com sgua,
mas para acabar, levada aborta, e maia outras
obraa para acabar ; todas estas obras eato em
bom estado, e tem muito boas proporces para
moer com agua ; este engenho offerece muilas
vaotagens por ser muito parto desla praca e ser
a margem do rio Capibaribe, esta livre e desem-
barazado de debito ou hypotbeca, ou outro qual-
quer onus : as pessoss que pretenderen! com-
prar, 9Wa fionio 4a *u da Hnrlas n.
7, das 10 horas s 4 da tarde, a tratar com o dono
Panno coqueiro a vanado a
2#000, 2#500 e 3f 000.
Na esquina da ra do Crespo n. 8, vende-se
panno coqueiro averiado a 29,2$500 e 39 a pe$s,
cambraia lisa para forro de vestido a 400 rs. a
pega, mussulioa de todas aa corea a 200 rs. o ca-
vado, com 4 palmos de largura.
Vende-se
um preto de naeBo e de meia idade ; na ra Di-
reita n.91, primeiro andar.
Nova remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Sodr&C, receberam nova remessas de ma-
Saes, e esiao vendendo s caixas, sos centos a
etslho: na ra eatreita do Rosario n. 11.
Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba de receber um bel-
lo sorlimento de mui b*m tecidas aspas para ba-
lo, e aa est vendendo baratamente a 160,180
e200 rs. a vara ; quem precisar dirigir-se com
dinheiro dita loja d'aguia braaca, ra do Quei-
mado n. 16, que ser bem servido.
(fortes de vestidos
por metade de seu va-
lor, na loja ao p do ar-
co de Santo Antonio.
Vendem-se cortes de phanthazia com babados
por 10JOOO.
Ditos do lia e seda com babados a 129.
Ditos de larlatana brancos bordadoa a seda a
109000.
Ditos de cambraia e aeda a 109.
Manteletes de seda de eor com pequeo mofo
a 58000.
Camisinhas bordadas para seuhora a fJL 29 e
89000.
Enfeites de flor a 1.
Velludilho com flores, covado 600 rs.
Lady Macdonald. #
S A loja de marmore
? rende para liquidado, por metade de
9 sea valor, ricos boarnus de valudo de 9
f cores, gostoLady Macdonald.
* SO 999
Bonitas euxiias
com visporas para entreteni-
mento.
Acaba de chegar para a laja d'agaia braaca ao-
oitss calxiahas da madeira iavansisadaa cajea vis-
poras, tendo 89 cartas, aa nedraa almarada* par
ambos os lado, o melhor qne 6 aoadvtl em tal
genera, e cusa cada urna caixinh 39, a oalraa
rabajrtasj de msTroquia. e a ehiaeza, a ouUa* qaa-
Iidade*a2f If500el9; lempo proprio. e
por uso dinjam se com dinheiro raa do Qnei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, que'serio bes*
atrvidoa.
Preciosos
A, F. Duarte Almeida, socio que foido armazem progresso, faz sciente aos seus fre- Aloja dag*!. b^^&^d^^fLr
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estabele-
cido com dous aceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro ua razo de Duarte A Souza, e o segundo
na de Duarte Alme ida A Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na liwpeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarios manda re m vir parte de seus gneros
em direitura, fim de terem sempre completo sorti ment, como tambem poderem offerecer
ao publico ama vantagem de menos 10 por cenlo do preco qae possam comprar em odtra qualqaer parte, por isso desejando os proprietarios acredi-
larem seus esubelecimentos tem deliberadagantrUram toda e qtialquer qualidada de ganaros adido* ara saos armazens, a assim ji poderi ver o
publico qae poda mandar soas encommenda, masmo por pessoss poaoo orticas, si qualquer um deslesesubelecimentos, que serio to bem servi-
dos como se viessem pessoalmente, na certeza de nunca achsrem o contrario de dossos snnunrios, e assim fundados as vamagens que oHerecemos,
pedimos a todos os senhores da praca, senhores de engenho lavradoras qua mandem ao manos suas encommandas a* primeiravez, sfim de eiperi- \ estimada procurada basas em copos grandes-,
mentar, ceitos de conlinuarem, pois qua psra isso nao poupirao os proprietarios (arfas para bera servirem aquellas pessoas que /requentarem nossos 5Jl-ee0aJB#* vwdadefra t ^ **" cn.h'rid
estabeleeimentos, abaixo transcrsvemosalgumasadigoas de nossos pracos, par onda ver o publico qae vendemos bsralissimo, attendendoas boas
qualidades de nossos gneros.
Manteiga lgleza especialmente esollhida a 800 rs. libra e am porrao a 750, recomraenda-se sos apreciadores destete genero que
mandem ao menos experimentar, sertos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
dem Ira QCeza a melhor do mercado 1 640 rs. a libra e em barris a razio de 00 n. a libra
t na nySSOn e pretO o melhor do mercado de 19700 a 29880 aem parcio tari ab.tirnerjio, e afianca-ce a boaqualidade.
PreSUntO fiambre in^ez a bambnrguaz a 900 rs. a libra e em poreo 800 rs.
PreSUntOS portuguezes vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra a intairo a 460 ts.
Marmelada dos methores amores de Lisboa premiada as sxpostces universaes de Londres e Pars a 19800 a lata.
Caixas COm estrelinha pevide e rodinha a 79OOO a canta e600 rs. a libra aam parcio tari abimento.
Latas de a me 1 Xas (Macocas cora cinco libras a 49000 e 15000 a libra.
r aSSaS em caixinhas da oito libras, as melhoras do mercado a 29000 a a 400 rs. a libra o eaixa de urna arroba a 79000.
Espermacete superior 720 rs. am caixa a 740 rs. a libra.
Conservas francezas inglesas e portuguezas a ooo soo rs. o (rasco.
lirviinas partugueaas e francezas a 800 rs. a (rasco afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mareado.
Lata COTO bolaxinba de SOda de diversas qualidades, a muito novas 19450. a grandes de 4 a 81ibrasde2500 a 4|500.
Vinno em garrafas Duque do Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira seces, Feiloria a Camones a 19200 a 1300
* garrafa e a 139 a duzia.
Vinno em pipa proprios para "pasto de 500 a 600 rs. a garraa a de 39800 a 41806 a caada.
Latas COm fractas de todas as qualidades quena em Portugal de 700 a 19000 a lata.
Pera em Caixas de 4 a 8 libras a melhor qae se poda desojar e tem rinde ao marcado de 49 a 69 a caixa e 19280 a libra.
CornthaS em irascos de 1 1 (2 a 2 libras de 49600 a 29200.
Latas COm peixe Savei pescada a outraa muitas qualidades o mais bera arraojado que tem vindo ao nosso mercado de 19400 a 19600
Caf do Rio o melhor qua ha a 240 rs. a libra a a 880 rs. o lavado.
rraSCOS ue amendoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bera enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre branco o melhor que temos lido no mercado a 400 rs. a garrafa e 29560 a caada.
Lominno e ervadoce os mais novos que J no mercado a 800 a libra do comiaho e a 400 rs. a eeva doce.
Vinno Bordeaux de boa qualidade a 800 e 19 a garraa e de 8#500 a 109000 a duzia,
Massa de tomate em latas de urna libra de mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira ves a nosso mercado, de 19 a 19280.
r IgOS IlOVOS em caixinh^ ; i,S, e 8 libras ptoprios para osuno*, por Mrem amito htm aMude* de 19500 a 49 e a 400 rs. a libra.
LervejaS das melores marcas a O rs. agarrara a 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de Hsboa S40 rs. a garrafa a 19850 a caada.
Doce da gOaba da CaSCa emcatxio a 19 e em poreio a 900 rs;
Azeite doce purificado a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
Gognac a melhor qualidada que temos no mercado a 19000 a garraa a 109000 a duzia.
(JU1JOS SUSSOS cfaegados ltimamente a 500 rs. e em porcao lera abalimenlo, afian5a.se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o irasco a 69500 a (rasquein com 12 fraseos.
Palitos lixados para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinbos, e flor a 280 rs.
dem do gaz 39000 a greza a 280 a duzia da eaixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez. hespanhol e rancez de 19 a 19200 a libra.
AzeitonaS as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 19200 aancoreta do Porto, e a 29000 as daLisbos.
AmendoaS chegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em poreio tara a batimento.
AlpiSta o maiB limpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e 59000 por arroba.
A lem dos ganeros annunciados encontrar o publico um completo sorlimento Je ludo tendente a molhados.
Poiassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem eonhecido* acreditado deposito da raa
da Cadeia do Recife n. 12, ba para rendar a v*r-
dadeira potassa da Russia, ora a da superior
qaalidade, assim como tambem cal virgem em
podra ; tudo por procos mais baratos do qu* am
oatra qaalqirer parte.
fNDICO LOW-MOOB
Roa daSenulla Noys n.42.
Ueste asiabaiaeianento contina a bar*r un
ompleto sortiman te damoenda tamaias moan-
dasparaengenho.machinas da vapor a taixas
ie (erro batido e coado.d* todos ostanunhoi
para dito,
Atten^o.
Vndese orna negra de na?io, boa cozinheira t
na ra do Amoros a. 48.
Bicos de seda.
Bicos; rendas e labyrin-
thosdasllhas.
k loja d'asoia braaca acba-se recenlimeote
provida de um bello sorlimento de finos, alvos e
bouilos bicos de seda, e das differenles larguras
da 1 dedo at mais de 112 palmos, e os baratos
preso por que se esto vendendo animam ao
comprador : assim como os fortes e muito dura-
veis bicos, rendaa e labyriotnaa das libas, igual-
mente baratoa como cooheceri o comprsdor,que
munido de dinheiro, dirigir-se a ra do Queima-
do, loja d'aguia branca n. 16.
A 29000 o corte
de ealcaa de meia casemira escuras de urna s
cor : na ra do Queimado n. 22, na loja da
lea-fe.
Figas de coral. \
A loja d'aguia branca recebeu urna pequea
quantidade de booitaa e bem acabadas figas de
coral, proprias para enfeites de mangas, de re-
logios, e mesrao para aa voltas de coral, e aa esti
vendendo a 19500 cada urna ; quem se demorar
nao as achara mats em dita foja d'aguia branca,
na roa do Queimado nnmero 16. nica parte que
aa tem.
Fivelas para sintos.
Vendem-se ricas fivelas de madrepecola, de
mnito lindoa lavrorea e esmaltes, de ago, tanto
pequeas como grandes, proprias para siatos ou
pulseiras. por prego mnito commodo : isto s
na loja d'aguia de ouro, raa do Cabsg n. 1 B,
Caixinhas para mimo.
E' chegada a nova remessa das lindas caixinhas
de todos o* lamanhos, com o* competentes per-
tences para costura, tocando lindsa pecas de m-
sica e ricamente ornadas, proprias para costara e
para joias, qae se vaodem pelos baralisaimos pre-
sos de 16,16, 20, 25 e 309, assim como sem m-
sica a 6, 7, 8,10 e 129. assim como caixinhas s
com msica a 10 a a 169 : lado Uto s na loja
da aguia de ouro, ra do Cabuga n. 1 B.
Brinquedos para menino.
Vendem-ae liodaa caixinhas com apparelho de
oba para raeoiuo*, coalendo bandeija, chicara*
pitea, bule leUeira, coUieie* ricamente asal-
tadas, pelos baraaiasimoa prego da 500 e 600rs.
a caiiiaaM ; na lej d'aguia da ouro, ma do Ca-
bugi B.1B.
Aos proprietarios de carros,
correeiros,
fabricante de bonets, etc.
Pechincha nona vista,
45Ra Direita45.
Grandes coaros de bol, Intuiros, de lustre, da
259 a 359.
Ferrao < Maia*
Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Veodem-ae chitas Irancezaa mnito finas de co-
res fixas, covado a 240 rs.
Chitas inglezae, covado a 160 rs.
Cassas fraocezaa muito finas, covado a 220 e
240 ti.
Brim branco de puro linho, vara a 19.
Panno verde, cor de caf, azul e prcto, covado
a 39OOO.
Chales de touquim a 15)000, 20, 25, 30, 35,
40 e 509009.
Superiores meias de algodo cr para homem,
a duzia 49.
Visitas bordadas* matiz, urna, 89 e 101.
Camisa para senhora, urna, 29.
Cortes de casemira de cor, superior fazenda, a
39500.
Velludo da todas as corea, covado, 39 e 4$.
Superiores palelots de casemiraa de corea a 14f.
Riquissimas capinhas bordadas para senhora a
45 e 509.
Riquissimos manteletes pretos bordados a 35 e
409000.
Riquissimos corte* de seda preta a 40,50 e 6O9.
Ditos ditos de cambraia branca bordados a 209.
25. 30, 35 e 409.
Chsles de merino estampados, superior fazen-
da a 49.
Corte* de velludo de eorea para collete a 49 e
59000.
Golliohas de cambraia bordadas, urna 320 rs.
Superiores casemira* de cores, covado a 298OO
e 39000.
Pentea virados de tartaruga a 6 e 89.
Lencos de linho, duzia a 5 69.
Camina de linho, duzia, a 85, 40 e 459.
Caaemira* preta*, superior fazenda, corado a
lipoOO O lSoOv*
Cortea de cambraia bordados a 19800.
Ditos de dita do aaspicos a 89.
Leqwea a 39.
Chapeos a Garibaldi e travista a 10,12 e 159.
Caroulas escocesas, ma 19290.
Tsrlstana da todas as cores a 800 rs.
Existe mais um esplendido sorlimento da fa-
zendas qae seria enfadonho menciona-las, e que
ao tndem por maito menos preco do qae am
oatra qualquer parte.
Ra das Cruzes n.4, .
fabrica de charutos,'vendem-se charutos a 159 o
milheiro, de fumo da Babia, velaa de composi-
clo a 129 a arroba, a em porga o faz-se aba t-
mente ; afianca-se a boa qaalidade.
Potassa da Russia.
?ende-se potassa da Russia da mala ora a
superior que hi no mercado a prego marta
conrmodo: no escriptorio de Manoel Ignacio d.
Oliveira & Filbo, largo do Corpo Santo.
Vende-ae ama oscriva multo alva.com 18
annos de Idadq, que sabe fazer labyrinlho, mar-
car, coser e engommar perfeitaraente : na aua
de Apollo n. 16, segando andar.
Retroz em carreleis
para coser-se as machinas.
Vendem-se carreleis com retroz de cores, pro-
prios para as machinas a 320 esda am ; na raa
do Queimado, loja d'aguia branca o. 16.
N. O. Biebr& C.,aaece**ores,raa da Cruz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro a prata.
A ultima hora.
Asaba da chegar loja de Gama & Silva, na
ra da Imperatriz n. 60, aonde tem o pavao pio-
lado do lado de fora, a* fazeodas segointe*:
Ricos cortes de tarlatana bordadoa a seda por
129000-
Camisinhas com golliohas bordadas e tambem
manguitos, fazenda de muito gosto, que aempre
se vendeu por 109, vende-se pelo barslissimo
preco de 59.
Ditas, gollinhaa e manguitos bordados multo
finos a 29.
Ditas, ditas ditos ditos a 19500.
Golliohas bordada com traspasso a 19.
Ditas muito finas sem ser de rraapasso a 640.
Ditas ditas dito 500 rs.
Manguitos de cambraia bordadoa a 19.
Dito* de dita ditoa a 800 rs.
Ricos chapeos de aol para seahora a 49.
Lencos de cambraia de Kobo bordados para se-
nhora a 29.
Ditoa de dita dito multo finos a 29500.
Chales de merino pr6to franja de retros a 59.
Manta* de fil preto para senhora a 48.

dPA Recebeu-se grande porcao de mante- k
I leles de seda de novidade em varia* fei- 2
w Uo*, e bem assim vestidos de cambraia w
9 branca bordados, que tado se havia en- s
commepdado e se despachou para ven- .
da de liqaidac&o por precoa muito ba- 9
9 u[- 9
Loja de marmore. 9
MMMMft *
Arroz com casca,
yendo-seo bordo da barca5a Dons Amigos
a 4986O o alqueire, medida ralba, e sendo em
porcao ae far algum abatimento : no caes de
Ramo*.
Plvora.
Vende-se plvora de superior qaalidade *
chumbo de muoicao, por menos do qae em oa-
tra qualquer parte ; a tratar no escriptorio de
Antonio Cesarlo Moreira Dlas.no Forte'do Mattos,
ra da Moeda n.ST.
Souball Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito dejalo-
gios visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida*, portento, s pessoas que quizaran
possoir um bom reloglo de ouro oa prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitsr-se da op-
portunldade sem perda de lempo, para vir com-
pra-Ida por commodo proco no seu escriptorio
roa do Traplcbe n. 28.
A loja o .guia araaMa acaba oa daapacaar da
sua propria en com mead, fino* e preciosos ei-
tractos de aova* a escalhides raoar amo bm
sejam, imperatriz, D. Jaoaaria,D. Ftancisea, ma-
rechsl Brnqaet Real, dita favosi, Uta a* Alee*.
dito de Trianou, etc., ele., ate eaajBtoaado poim
o estimsvel extracto de sndalo. Ji aa sabe, os
fragese* que manido* d* Mnbsar* dkigiram-ia
ru* do Queimado, loja 4'agaia branca n. 16,
acbarao baratez, agrado a siacosadsde.
Oleo e banha philoconie
e outras qualidades.
A loja d'aguia braae* acate da despachar asa
novo e bello sortiment* de oleo e banha philoco-
me outras uperioie qa*lidad**, inclusive a
em coi
6 jl bem
transparente ; qari
quizer se prover do kom mandar 00 ir i ra* da
Queimado, laja d'aguia branca o. 16, qae ser
bem servido ; adverliudo, porm. qae os frasco*
vo todos marcados com o rotlo de dita loja.
J chegaram
as nteressantes estampas, a morte do
justo, e a morte do peccador.
Da loja d'aguia branca aviaa-sa aa* leonoras
reverendos e outras pessoas qaa haviaa encosa-
meodado essss intersaseles estampa, qae ellas
acabam de chegar, e quem maia aa qaizer poo-
suir dirigirse logo dita loja d'agai branca,
ra do Queimado n. 16, pois qae a quantidade 4
pequea, e por agora ainda se venderlo a 2*000
cada ama.
sortimento de enfeites de flo-
res para casaraentos
e bailes.
Aloja d'aguia branca acaba de daspachsr ua
lindo sortimento de enfeitea que da ana propria
encommenda mandn vir para casamenlos e bai-
les, e sem medo de errar, pode-se dlser qae sao
os mais parfeitos e delicado* qae at agora teta
vindo, e essa verdad* ser coobecid* por aquellas
pessoas que sabem apreciar o bom : apesur de
tudo vendem-se baratos em proporcte a perfeicoo
delles, sendo a dinheiro vista 129, 149 169,
isso na roa do Queimado, loja d'aguia branca Da-
mero 16.
Bom e barato
S no Torrador
23 Largo do Terco 23.
Quem duvidar vaoha venba ver: msnteiga ia-
gleza flor a 900 e a 800 a libra, fianceza da me-
lhor que se pode desejar neste genero a 640 a
600 rs. libra, assim como se torrara ootras
muitos genero* pertencente* a molhados !l.*l a
diaheiro avista.
Bom e barato
Na ra de Santa Rila n. 3. vendem-se os g-
neros seguintes :
Vinho em caada a 3J300.
Dito em garrafa a 500 re.
Serreja branca a 400 ra.
Dita preta a 500 rs
Hanteiga francesa a 640.
Dita ingleza a 800 rs.
Cha hysson a 28600.
Vende-se o engenho Fortaleza aa freguezia
de Santo Amaro de Jaboato, com a presente sa-
fra e a futura, bois, bestas, canos e diatilaco ao
cobre e rocas novss, tem bailante matas, as
trras sao de muita prodcelo, pode-se cosa acui-
ta facilidade moer com aga per ter am graaoo
riacho correte, e j haver principio de obras
para este flm : quem qaizer pode precarsr a*
mesmo engenho, on na roa da Cadeia do Recite
numero 30.
Attenco.
SJia ruadoTrapichea.46,*meaaa dala r a
Rooker &C. exista am boas *ortisa*at* d*li-
anas decrese brancaaamcarreteis da malhar
tbricaatedelaglaterraaaqaaes aereodem par
dracos muirazoavai
Escrayos fogin os.
Attenco
Na noite do da 21 do correnta fogio da poder
do abaiio aasigoado o sea escravo mulato da ao-
me Jeau, estatura alts, cor clara, da M*eo SS
annos, representa ter mais idade, olbo* giaadas
e vivos, cabellos crespos a bosb aparad*, casa
principio de barba no qoeizo, pea grande. dcOa
dos ditos aberloa, anda am poaco eorcovsoo, a
de brsgos aberto, natural do Mriio da ApaOi do
provincia do Rio Granea da Norte; foi comprad*
nesta praca ao Sr. Joio Cbrisoatosso aVzcrra Ca-
valcanti de Albuquerque, morador aa proviacia
cima declarada ; o dito mulato levoa amaotro
de couro de carneiro, ama rede e divera* soca*
de roupa de seu uso : roc*-so a toda* aa alen-
dad es policiaes e maia pessoas qo* wtra.
de apprehende-lo e leva-la raa 40 Halriz do
Boa-Vista, sobrado n. 33, >
pensados.Joaquim Franc
ario I
Fraaeo.
dewppar
looaoSi
plida, alta,
pOraa pravcaieaia 4o
atesara: ata
No di* 8 do correte
lsto de nom* Manoel, de
co mais ou menoa, de cor
com urna cicatriz em ama
ama gomma qae teve na
veio de Mamanguape, provincia da Paraetba da
Norte, para ser vendido : quera dell* waber ea
tiver noticia, pode dirigir-se a raa
7, loja de fazeodas de Guimari* A
era generosamente reoosapaoaado.
Pogio do eogenbo do aaaixa
dia 13 de dezembro de 1859, asi metaaoa saaola
por noma Joio Gregario, idaeO d 20 24 ,
bem preto, altara regalar, asagro e ragriat*. -
ci de carreiro, o qaal foi preso ao Balsa cea Fo-
tid
vereiro de 1860. a ramattido
em am vapor, d'oode tornea a fagtr,
ae estar na Babia ; roga-aa aa aolaridada* p**-
ciaes e caprtie de campa qo* a appwbOm a
o remettam para Peraamboeo a aatrogar a* Sr.
Joio Pinto de Lemos Jnior, e qaa pagar qaal-
qaer de*pz* qae se flzer.
Ombelioo de PaaU Seo Lcao.
Gratificado de 50,000.
Contina andar fgido do***99 de jaamo pr-
ximo paasado o mualo 4* aoaae T*f*j**aa, ieodO
30 aaoos, poaco mais oa aaoaee, awaaaal do arma:
soppoe-** qae est*J trabalbaattO 40 padratra. 40
qaa official, oa na estrada da farro a rstoaa de
torco, coatsuaa eanbriagar-aa a saiodo: aja***
pegar. l*v*-o a roa do Apolla a. 9, aao aosassosi
a graliAcacio cima.
Acba-sa fgido am preto de 49 aoaoa, pao-
co maia oa manos, da idade, de aoato Gaetaao,
estatura aauljp b*ixa, graaaa, soaso isatsnla aa-
doodo, poltroM, quebrado a asa O rOaao, 4
crioulo^ttwa ialU mal a oatoasa ri*-aa qasad* a
o pagar oa dalle dar netiata aa raa Rata a. 4B.
Ltall 1
II
a rv./N k
^.-m .HL


(8)
MAMO M NIMIIK w TWa PBE1 M UTUNO M 1811
LiUeratura.
._
JtftAHUaV
-IMITAgAO DE MACIEL MONTEIRO.

Amanhia 1sao acatos da sorle I
E'^a vida no ci> amargor,
Amanhaa 1o triojpho, ou morU;
Amanhaa Io prazer, ou dor I
Dr. Goncalves Vial.
A..
I
Vi-te bella, gentil, graciosa,
Como a rosa dos prados louca,
E eu le fli um pedido innocente___
Mas disteste sorriadoamanha I
II
Fiquei triste sem ter a ventura
., De chamar-te mil vezesirmaa :
To depressa futiste que mesmo
Mil ouvi esss pirraseamanhaa.
III
Era mioha paixao que fallara,
Quanto a ti me cheguetcoro afTan...
Tu porero ditfargavas sorrindo
S dizendo medrosaamanhaa I
IV
Amanhaa, amanhaa sempre a mema I
Oh I mal digo esta phrase tio via 1
Nem am olhar que me diga : aou tua I
Nem um beijo?.... maldito amanhaa I
. V
Es formosa, e mais bella serias
Envolvida em leu chiile de laa
Si, donzeila, dos seios morenos
Tu me desses a doce macan...
VI ^
Sempre a metma I cruel ?da-me a (ace
Da-me os labios da cor da romn....
Oa-me a vida n'um lnguido abraco;
Oh I nao digas, por Dos,amaohan I
Recite, 8 de outubro de 1861.
Tiburcio Vallasquet.
________ /
Dos partidos.
(PRlMBlRO RTICO.)
IV
. (Coolinuigio.)
Mu livre o voluotariaraente o principe fazia-
ae seu vassallo, lhe enfeudara seu imperio
Aiuda mais : asagrago, bem looge de ser im-
posta, era um favor sempre solicitado pelos prin-
cipes, que nem todos o tiobam. Alem de que a
liberdade o carcter distincto do systeraa feu-
oai, caja soberaoia de Cbristo era o remate ou
antes o principio e o fim. Jamis a herdade he-
reditaria ti Ierra livre sao enfeudadas por vio-
lencia ; o leudo ou um dom do euzeraao, ou
um lavorque lie concede ao vassallo, acceitau-
co a suzeraoia que este espootaueamente lhe of-
lerece. em troca de sua protecgio. O mesmo
a-se com a realoza. Chrislo faz um favor accei-
lando suas hoafenigens; o qaaodo os principes,
grandes Tasemos dessa coroa que domina o mun-
flo, dizem asjferislo : c Reassumimos nossa pri-
meira independencia, oso queremos que reinis
obre nos I como nica puoigto de aua rebel-
iiau, Lhnsto deixa que os inimigos dos reis o-
rem, e rehira seu brgo protector.
Antes ds nobreza ia o clero, a quem Chrislo
eonfiou seu callo seu direilo e os pobres, seus
amigos. Coropete-lhe a defeza da religiao e da
fustiga do drreto e da libeidade. Vae em pri-
tneiro logar, porque sua sujeigio voluntaria
mais rigorosa anda que a da oobreza e seu che-
le giona-se de ser to serr dos servos de Deus.
Na sociedade chrisUa as ordens distinguere-se
emsesepararem, eae.uoem sem se confuodi-
reoi. Elias se respettam e te servem sem se o-
viltarem, porque a Chisto e nao ao homem que
ervem. Rtvalisam em zelo sem se inveiarem
porque wen da mesma vida. Formem-umse'
o mesmo corpo, leudo por nolco chefe Christo e
por nico espirito o de Chrislo. O homem do
povo nao invej. mais o burguez, o cobre e o pa-
dre, quanto os ps nao inveiam a mi que o pro -
lege nem a vista que o gula. O padre, o nobre
e o burguez nio despresam maia o operario que
os serve, quanto a vista nao despresa os ps que
o conducen. Ah todos os membros do copo
social sao iguaes nio i diante de Deus como
da le.
Nos seculos da f as dialinecoea sociaes eoe-
cera ante dignidad* do bapliamo, como o recor-
dava S. Luiz, que gostava de imitar Luiz de
Puyssi. Nesses lempos se o povo se prostrava
Oante dos reis eponliflees, elles por sua vez se
prostravam diante do povo. As raiohas cura-
Taro mas chagas e os aerviam com suas mios
reaes, como o faz presentemente a gloriosa en-
lerraeira de oseta, a beroha raiaha de aples
e que anda em Roma quer ser a serva dos po-
fcres. Como invejr-se no christianismo ? Ha
m s pae, Deus ; um s senhor, Christo:
um ss padre, Christo; um s nobre, Chrislo ;
uro s doutor, Christo; um s pobre. Christo
inda. Elle quem reina, eosina o soffre, e to-
dos sumos nobres, porque somos todos irmaos.;..
Desde entao nao ha lugar para a humilhagio nem
para o orgulho. Nao o homem quem se hon-
ra, Christo, que se encarna em dos pelo bap-
tismo, como tambera a Chriito que despresam,
despresando o menor dos mendigos. Nos secu-
Jos de f estas ideas sao populares, hoje nao se
6 nella myslicismo.
Em segundo lugar os membros de ordens e
raro eguaes perante a lei. Com effeito a ordem
nao dava a jurisdiegio, e o rei podia apoderar-se
por toda parte de seus ofliciaes e ministros. A
droissao de todos os Francezes aos empregos p-
blicos um principio lo velho quanto a monar-
ehia. Santo Eloy, anda simples ourives, era o
conselbeiro o o embaixador do rei franco. Toda-
va as tuocges publicas, muito antes da revol
ci raro o patrimonio ctasse liberal e illustra
da. > O povo era adatado porta* (sita de ios
trcelo trabalho ; a oobreza por seas ~
militaros; o clero por .eos deveres ecc
eos ; eroquaoto ludo adantva a class
nos negocios : tus capacidad*, inatn
bigio e o favor dos reis, que achavaro _
'romelos mais branlos. Aslaeraorias
XIV e a obra de M. Tocqueville nao dei
vida alguma a tal respailo.
Os principes de sa*.gue,(chefes natufa.es da np-
breza, eslavam sysnematicamtBat condemoados
occiosidade : Que quer vosso principe ? Res-
poodeaTtosolootemente M. de Haurepas so en-
viado do roiiie d'Artois, que mandava pedir
este ministro que ulilisasse de Sua moerdade ;
quer honras Ter tantas quaotas qnizer ; pra-
zeresf Conlrsla dividas, que se pegarlo ; po-
er it,'n<' Se n* ligo rgimen sem duvida a caaa de Bourbon,
sna primeira victima.
Como quer qoo seja, a agualdado do drtrtlo de
todoa os Francezea perante a lei, nao contes-
ta vel.
O menor soldado francez poder ser cbamsdo i
coros, vagando o throno ; porque somos todos
ulhos de Francos s; s aa mulheres e o estran-
geiros estio formal e radicalmente excluidas do
throno.
Acrer-seem uro a tradicio lembrada porBa-
ronius (I), e alero disto, escripia nos eracet dos
Francezea, muito melhor anda que nos seos ao-
naes. nunca o estrangeiro assentar-se-ha no thro-
no de Franca.
Este previlegio que ella parlilha coro o nico
Evo de Deus, foi concedido, segundo dizem i so-
cilagoes de Saint Reroi.
Deus puni nos de nossas fallas e das dos res,
porm nunca raga eslraogeira reinar sobre nos
em punicio dessaa fallas, como succedeu com to-
dos os outros povos sem excep^o alguma. Os
revolucionarios commettiam uro crime delesa-
mageslade, quando ero 1815 offereciam o throno
i casa d'Orangp, para affaslarem os Boutbons.
A egualdadedas ordens perante a lei era clara-
mente expressa pela egualdade das tres cmaras
nos Estados Geraes. Verdade que o povo anda
uvera r.ePre>en,ad : roas se a civilisagao ca-
tholica nao livesse sido ioterrompids antea do seu
complexo desenvolvimeoto, teria tido tarobem
sua cmara distinets, pois que seus interesses sao
distmctos dos das oatras classes, e o calholicismo
nao faz excepcio de pessoa.
Cada urna das quatro ordens tinha um genero
de propriedade muito distincla:
O clero a propriedade ecclesiaslica, a proprie-
dade consagrada ao servicode Deuse dos pobres.
A nobreza a propriedade feudal, consagrada ao
servido da patria.
O lerceiro estado a propriedade livre, individual
e privada.
O povo a propriodale comroum e communal.
A propriedade era a base da represenlacio de
cada ordem, porque foi possessao da ierra que
Deus quiz atar o poder terrestre.
Finalmente, urna ultima razo da harmona das
ordens no calholicismo que ellas nao eram de
caifas.
Entra va quem quera, al na nobreza ; no es-
pirito do calholicismo ella deve regular-se pelo
ejercicio dos cargos, e nio pelo bel prazer dos
ris.
Durante alguos seculos a nobreza regulou-se
pela transmisso dos feudos.
Ha na Ierra cargos, que ennobrecera aquellos
que os oceupam, porque eol'i se tornara os ho-
raens da nago.
O que matou a nobrez* foram os ennobrecimen-
tos arbitrarios, os favores de corte, que se esteo-
deram at s amantes e bastardos dos reis. Nao
depende mais do principe presa-la que crear sa-
bios ; obra de Deus e da natureza.
Se a ordem do clero e at a da nobreza, eram
francas para todos, com maioria de razio o era
quanto s outras duas.
O lerceiro estado compreheodia todos os ho-
rnees Ilustrados e aqu considerados emquau-
to individuos.
Assim, tomaya por toda a parte seus represen-
tantes o abbide Sieys e o conde de Mirabeau
por exea: po.
Com mais forte razio os Francezes pertencem
ao povo. collecgo de. todos os cidadios.
No calholicismo a classo superior s tero um
avanpoae lempo sobre >s classes inferiora. EIU
qesenvolve o que nestas ainda um germen, que
desenvolvern: por seu turno quanto for tempo ;
somos irmaos de edades differeotes. Assim na
oulra vida, em que o homem lem a sua perfei-
5*o, todos sao irmaos e reis, depois de aua uoiio
coro Christo a
As quatro classes sociaes sao necessarias ao
completo desenvolvimeoto da sociedade pol-
tica.
Sem sacerdocio nao- ha
obrigatorias e immulsveis
lies.
Sem a nobreza, sem as >
nao ha tradigdes, e desde ento nacionalidades
dnravis.
Sem as classes liberaes e Ilustradas nio ha ci-
vihs-jgao e progresso ; nao liberdade individual e
actividade espnntanea.
S^rn o povo nao ha forca publica e bem estar
material.
O estado fenece quando elle nio d seu cora-
cio e seu brego i patria ; e se nao trabalha, mor-
re-se de fome.
A Frauga deve muito cada ordem : ao clero
deve a sua f e o seu respeito ioabslavel pela ius-
tiga e pelo direilo.
Ella deve s suas dynastas nacionaes e a seus
cavalleiros esseaggregado de nobres sentimentos.
tao vivos em todas as classes, e sobre todo no
exercito, e que constitue a hoors franceza ; amor
innato do fraco e do opprimido ; desprezo dos
clculos de egosmo e ambigio ; estima da vida
Y Pr **u> PffjP crinla mais
l, omartcM do Frange chamar i
religiao nem regras
de direilo e jus-
dynastias nacionaes
lOLnETIH
ADAM4 dTsIeROLIS
POR
A. DUMAS FILHO.
XIV
(Continaagio.)
E Vladimir fioorio, nio so engaoava as dspo-
iges de Jaeques seu respeito. Depois da vi-
sita deste madama de Wine, esperava por al-
guna catastrophe; mas, vendo que nio appa-
recia, e augurando mal desse silencio, descon-
fiara que de Feuil eslava espera de outra oc-
Casiio. Ento, como nio tinha gesto nenhum
pelos duelos, procurara aparar o golpe que pre-
via, anda que pira iaso tivesse de fazer alguma
tiaixeza. Apresentava-se duas ou tres vezes em'
casa da duqueza, fias nunca fra recebido. Pos-
lira-se, com premedilagio. no caminho de Jac-
q-es. prompto a sorrir-lhe, a esleoder-lhe as
inos, a dar-lbe todas as explicages possi-
Teis mas Jaeques vira-o, e responder aos seus
vancos desviando a cabega e fingiodo oio ve-
lo. Entio Vladimir procurara novas armas de
que se podesse servir em caao de lula, e, co-
bo os leitores vio ver, linha-as achado.
XV
Urna noite, havia baile em casa de um dos
nossos graudes pintores, cujos saldes recebem to-
da a aristocracia da nobreza e da arte, e natural-
mente, o duque ea duqueza eslavam no numero
dos convidados. Annette, abendo que ali vera
Jaeques, infringiu os seus novos hbitos, acei-
tando o conrite, e quando o nosso her* entrou
no primeiro sali, viu-a rodeada de toda essa
pequea erle que uma mulher elegante leva
comstgo aonde qqr que v. Elle nio podia
rnetler-ae na roda daquelles qie lhe fallavam,
porque nio,Ibes liaba ido apreseniado offlcial-
meute. Trocaran) um olhar, e Jaeques passou
para ontra sala, sonde sem qoe ana attengo
podease ser reparada, nao a perdeu mais de vista.
Fel posicio que oceupavs ella virara-lhe as
costas, no entanlo s elle vis, s com elle con-
y ensoto.
Se em um baile nos mostrsm uma mnlher for-
mse e nos dizem i Esta bella mulher tem squi
uro amante, advinha quem nio nos devirta-
mos ero procurar entro aquelles que rodelam,
iras srm entro aquelles que menos se chegam i
ella: e se deseofrirmos um homem qne, depois
de tela comprimeplao e lhe ter dirigido Ira.
ma paUvras banae, loros tmaedhUmonte para
{*} Vid* Diario n. 148.
(1) Anno de 514, t. 6o, p. 639.
a multidio, afasta-se como por acaso das salas
em qu6 ella entra, nao dansa, oio joga, conversa
com indifforentes nos vaos das ponas, examina,
aero vS-las, aa curiosidades das salas maia de-
sertas, folheia os albuos, v6 passarem as ban-
deija sem nada tomar, parece abhorrecer-se, e
no entanlo nao se retira, ha cem a apostar con-
tra um que teremos descoberto aquelle que pro-
curamos, e podereroos dizer: Aquelle sujeito
est aqu por ordem, para que o vejam, para pro-
var que nao est em outra parte.
A mulher, quero esse maosozioho sempre
diverte, sorri, passeia e dansa. E' encantadora,
porque feliz; chama si os mancebos mais
elegantes do baile que se desvelara em toroar-
se-lhe agradaveis, fszem espirito, riem, olham
para examinar se os vem bem, julgam com-
prometi-la um pouco, e nio percebem que de
vez em quando, o olhar dola vae. dizer um con-
vidado silencioso que est oceulto ero um canto,
conversando com algum figurao calvo e serio
que se julga escutado, veja como se afadigam
eatea bobos, e como eu me divlrto custa
delles I
Se o leilor iotelligente nao se faga nunca,
ero um baile, cavalbeiro de uma mulher bonita,
quando nio for seu condente ou seu amante.
Ella aceita-lo-ta como para tranquillisar alguem
e o papel de pupilo sem consequencia muito
humilhante.
Entre os cortezios da duqueza eslava nm dos
primeiros actores desta historia, o principe de
Riva. Nio podia ser collocado' na cathegoria doa
comparsas de que acabamos de fallar. Seu no-
me, sna posigio, seu espirito, sua delicadeza,
impuoham-lhe naturalmente outro papel. Sem
ter recebido nenhuma confidencia directa da du-
queza nero.de Jaeques, nio deixava por isso de
estar ao fado dos acootecimentos que tinha
ajudado sua desastrada vlzita de uma certa noi-
te; mas, com uma discricio do melhor gosto,
pareca gaora-los, mesmo pira com ambos os
interessados, o eslava disposto nao se lembrar
senio se o acaso o pozease em posigio de ser-
vir qualquer delles. O principe era uma ilma
elevada. Amara aioceramente Annette, e longe
de querer mal ao rival preferido, o que de nada
lhe teria servido, aceitara o bello papel que ha a
lomar neasa especie de derrotas, e seu amor
pela mulher convertera-se em uma discreta sym-
pathia pelos dous amantes, que um da ou outro
elle j o previa, haviam de ter neeessldad de
urna alma dedicada.
Os corages nobres, qaaodo amaro, nio amaos
por si sos. Deven) por conseguate, provar
sinceriade de sus afteigio pelo uoico meio que
lhe permittido, e esse meio, a aboegaglo le-
vada at dedicagio; esse meio sotar a mu-
lher at amir o que ella ama. Forganr assim
ao reconhecimento o coragio que nio- poieram
obrlgar o amor. Que desforra mais nobre po-
Mea camarade II' com
lado I erta ridJasjJaVte ~
ito : Son millioaario l So
;o I
Jfnagt deve classe liberal e Ilustrada o bri-
"b sciencias, letra* e arte, teu commercio e
industria e todas as rnaravilhas de sua civilisacio.
TodaviMienhuma clasae 4 estraaha ao progresso
das luzra. T
As classes medias nio teem as sciencias e as
leiM, nones mais gloriosos qti os do Bossmef,
Feoelon, Desearles, Buffon, IWey, deMaistre,
Booald o Chateaubriand, querendo s fallar dos
merlos.
Has se o concurso daa classaa liberaes e Ilus-
tradas util e desejavel, sea dominio exclusivo
sempr* funesto is nagoes. EIIm perecem, quan-
do o patriotismo a f nio moderara os excessos
da civilisacio.
Paria, onde as classes liberaes reinam sem par-
U|ba ha dous secanos, toroow-oe o foco rdante
que abraza a Franga e a Europa, em voz de illus-
tra-las.
Finalmente, a Franca deve ao povo sea bem-
eatar e em grande parte sua civilisagio e gloria,
porque sem o brsgo do operario o genio estril,
e sem o soldado o capitio fraco.
Deve-lhe o que aiuda melhor: sus salvagao
as grandes cases da historia.
Foi o concurso de povo que, sob a Liga, pre-
servou a Franga do protestantismo ; foi elle uuem
nos campoc da Venda, preservoU-nos do atneis-
mo, e que conservou a f. assim como quem,
nessas armadas da repblica, onda a honra fran-
ceza se refugiara, salvou a Franca do estran-
geiro. Foi o povo que, depois de 1848, presei-
*ou-nos da repblica democrtica e social ; e
anda aera dalle que, a supposlo que conserve a
f. vira a salvagao, se jamis os admiradores de
Garibaldi e Mazzioi qulzerem importar da Italia
c o diralto novo para nos.
As populagoes catholicas tem as grandes mi-
ses um nio sei que deinstincto mais penetrante
que a sabedorii dos polticos.
As simas simples sio os instrumentos os mis
maravilhosos de Deus.
Tambem a rerolugao comega por corrmpelos ;
de outro modo se mallogra. Testemuoha seo
fiasco em aples, no momento em que ene n-
trou as classes populares.
Deslruiodo o calholicismo. que a ordem uni-
versal, a reforma destrua por isso mesmo aa or-
dena particulares, as traoaformava em partidos
rivaes ; do antigo rgimen, que apoiava na tra-
dlgio e successao, succedeu o liberalismo, que
toma o seu ponto de apoio no mrito pessoal e
na razio individual. A democracia, que se apoia
oa forga e opiniao da turba, quer reinar por sea
turno.
Ella accumular ruinas sobre ruinas, se o ca-
lholicismo nio vier reslabeleeer em toda parte a
ordm e harmona, e restituir i sociedade a liber-
dade, a egualdade, a fraternidade e unidade, ob-
iecto de todos os seus votos, e que a revolugo
lhe promette aem cessar, mas que s a egreja no-
la pode trazer do cea.
SEGUNDO ARTIGO.
I
as sociedades christias a unidade nio exclue
a distinegio das ordens, assim como esta nio
destre a unidade social, nem altera a eguallade
cuja fonle a fraternidade coristas. O estado
um corpo moral, que, gragas i aua uniio com a
egreja, a lem um mesmo chefe o uma mesma
vida ; porque a natareza humana, decapitada e
destruida pela queda, est reparada granas i egre-
] Christo, o novo chefe da huroanidade. a re-
genera, e seu espirito renova a face da trra.
A egreja bem longe de confundir as quatro or-
dens, clero, nobreza, terceiro estado e povo, re-
sultantes da propria natureza humana, nio forti-
fica menos sua distioccio quo sua uniio, apre-
seotindo-lhes em seu proprio seio modelos a imi-
tar. Os cabidos nobres, as ordens militares e
hospitaleiras lembram nobreza que aeas deve-
res para com o c Filho do Homem e para com
a egreja sio o typo dos seus deveres para com o
principe e o estado. As ordens sabias, as cor-
poraeos religiosas de artistas, as congregarles
que em nossos das teem por fim penetrar a scien
ca e asarles, o commercio e a industria ao es-
friftt^z}*iD5mo' lemhtam ao tercairo es-
tado o modelo de iodo, o R..i.s. 0 moi u<
todos os sabios, a luz de todas as razoes, e por
seus ezemplos purificam uma civilisagio que, en-
tregue a ai mesma, corrompe a sociedade em vez
de poli-la.
Quanto ao trabalho manual, nlngqem desco-
nhece com que dedicagio as ordens religiosas a
elle se teem entregado. A egreja nio podia es-
quecer que Christo e os apostlos ganharam sua
vida com o suor do ssu rosto, e que o trabalho,
punigio da queda, no que tem de penivel e ex-
cessivo, conforme a natureza do homem. S-i-
hintfo das oaos de Deus, sua missao era submet-
ter a tarra, dominar os aoimaes, e cultivar o pa-
raizo terrestre. At nisto o homem imita a Deas,
que oio se chama so raen te o Deus das sciencias e
dos exercitos, o Rei dos reis e o grande operario
do universo, mais ainda c o agricultor.
Christo, tazando-se pobre e operario, e, o que
ajada mais, escravo e mendigo, elevou to alto
a digoidade do povo, que a soaiedade chrisla e
o proprio cu s pareceos feitos para elle. As
ordens religiosas, pobres como edle, despojadas
como elle de toda a propriedade individual, sio
pela maior parte coosagradas ao seo servico. As
mais Ilustres tornam-so mendigas, e desprezam
as honras e dignidades ; e em seu seio que o
principes da trra ambicionara viver e morrer.
Portaoto, condamnar a dislincgio das ordens,
oio s condemoar a cinliiago chrisla, tal como
ella se maoifestava, quando a egreja eosinava os
res e as nagoes, tal como aiuda ae manifesta em
seus proprios esladoa, como tambem conlemoar
a propria egreja, que por suas ordena religiosa?
coosagrou essa distinegio. Ainda mais : des-
dira m tomar? Essas abnegages, essa dedicagio
Sio raras, razio de mais para menciona-las
quando se eoconlram.
Assim o prncipezaho estira ao facto das. rela-
goes de Jaeques e da duqueza. Quem Ih'aa ti-
nha contado? Nioguem. Elle as havia sorpren-
dido. Apaixonado, como eslava, nao tinha por-
venlura direilo de velar um pouco por Aonetle/1
Vagando trea ou quatro nottea em torno da casa
della, vira Jaeques entrar ali regularmente, e
por algumaa patarras que ouvira, soubera logo
o que havia. de pensar. Desde entio encontr-
ra-se muitas vezes com Vladimir. Ferejava nes-
se homem um inimigo da duqueza, e pelo mal
que o conde procurava fazer Jaeques. comegra
a pensar bem do nosso here. Os homens re-
conhecidos como mui teem o dom de tornar
sympalhico aos espiros justos os ausentes
quem atacam.
O principe procurava entio travar amizade
coro Jaeques ; tioham-se julgado inmediatamen-
te o qus eram, corages trancse leaes, edo pri-
meiro aperto de mi havia datado entre elles a
con*eocao tacita de ama reciprocidade da bons
sentimentos. O nome da duqueza nunca havia
sido pronunciado'em auas conversagea maia in-
timas ; porm, psra Jaeques evidentemente, o
principe conhecia esses amores, o snnito evideo -
temenle em uma circumstaocia difficil em que
precisasse de um intermediario seguro para Ai
nette, ter-sa-hia dirigido ao Sr. de Riva, no qua.
eatiroava o typo que cada da ia-se degradando
mais dos rerdadeiros homens de sociedade que
se conservara cavalheiros naa menores aecas de
sua vida.
O principe loreira-se um dos vizitantas maia
assiduos de Annette, e as sociedades qaaodo
uro dos mil divulgadores do boatos novos que
abundara na sociedade, disia : Parece que a du-
quesa tem um amante, < aconteca muiias vezas
tambem que o interlocutor, bem informado,
responda: Sim. o principo de Riva.
Quando o principe vio Jaeques, dirio-se
elle, o pozern,-se a conversar. J Ulavnro ha-
viam alguos instantes, quando avistaran* Vladi-
mir que ia esse baile, como achava meio de ir
todoa que se davam. O conde, qur por bra-
vata, qur para tentar pela ultima vez uma re-
conciltagio, chegou-ae J.acque, e como se nio
Uvera havido entre elles romplmenlo definitivo
estendeu-lhe a mi.
Jaeques fingi nao ver esse movimento, a on-
tinuou a conversar com o principe.
Vladimir fingi tambem oio ver o mormeolo
de de Ferii, e voltou-se psra q Sr. de Rirs.
- E' boa a sua ae, principe, diase-lhe elle.
ptima, respondeu seriamente elle.
E oontinuou a conversar com Jaeques.
. Diga-me, principe, replicou Vladimir asm
se desconcertar, e com tom de quem ral lomar
os
as
H taidade fraternidade, que o maia
e notaos votos, pois que sem aa
classes sociaes attrahe tudo a ai,
"""l "> outras, ora em nome da au
re. om nome da razio e do interesse
lio aojaio o ioteresse dos mata fortea
nma numarosos, om vez de ser o do
II
Depois do protestantismo a ordem social foi
pfuodamente altera!* cao somenle entre os
proleafanles, coa>e tambes entre as nagoes ca-
inoiicas, em que penetrara o espirito de reforma.
A unidade sendo destruida, cada classe perdeu
e vista oaiateressesdis outras, e s se oecupou
dos seus; d'ahl quatro partidos que so forraaram
das reliquias das quatro ordons, e que todos ex -
cepluando o partido clerical tinhara em vistas
e vieram suecessivameDte a dominar as.
. o pf'u,, denirelar a sociedade, com eflei-
io, m s fez excluir na realidad* a nobreza o
clero ; como o povo a aou turno, sempre am no-
mo a egualdade, se apresa a excluir as clasiea
"Der"B "'"iradas. Que ellas oslejam bem
persuadidas de quo "serio medidas pela sua
rara. a pena de taliao o direilo commuro. no
eooigo penal da Providencia.
Na prorouauidade moderna o clero teria, tanto
quanto as outras classes da sociedade, o diieito
de se defender, o de constituir-se em partido para
proteger ou revindcar seus direitos o sua liber-
dade. Na realidade ella o nio lem feito. S*
criflcou an bem da paz anas propiedades, tribu-
naes e mmonidades. Anda que t seus previle-
gios s eslivessem iolroameole ligados ao cum-
pri monto de seus de veres, esperou de Daos e do
lempo a justiga que os homens lhe recusavam,
descangando ero seu chefe do cuidado de maoler
- principios, fazeodoem tolas as circumstancias
cooceeses que ellas necessitsvam.
Dos quatro partidos que esli am sceoa, o
clerical se que o ha, o uoico que feliz-
mente nio pode triumphar por ai mesmo.
Separado de Koma. o clero cahe no mesmo
instante sob o jugo do papado leigo, como auc-
cedeu na Ruisia, Prussia, Inglaterra e em todo
" paiz schismatico ou protestante, e lato justo.
Nos propios paiz&s catholicos perdeu de sua
liberdade medida que se affastava de Roma,
testemuoha desuasituagiosob oanligo rgimen,
tanto em'Franca, quanto em Austria, porque
Deus fez mais do que prohibir ao dominio do cle-
ro, nao perroiltiu-o.
i a O partido clerical o partido para o quala
poltica nio c cousa alguma mas segunda via
e cujos pensamentos estio em Roma nio
pode triumphar seeao com a egreja.
O papa, seu chefe, triumpha com a verdade e
jusliga unirersaes. com a sociedade toda, padres
e leigos, reis e subditos, nobres e burguezes,
raestres e operarios, pois a propria causa tempo-
ral da egreja a causa de todos. A egreja abra-
ga em seu vasto salo todos os homens, teropos,
lugares, sexos e todas asidadese coodiges. Ella
s exclue a mentira e a iniquidsde.
E' o partido clerical, o clero catholico, per-
sonificado em Po IX, que defende por toda a
parte a autoridade legitima, at a que o tere ou
o abandona. Um filho, mesmo degenerado,
> lera melhor amigo que seu pae; portaoto
rio IX na realidade o mais solido apoio de
Vctor Eromanuel, e sea maia certo recurso.
Quando os amigos do rei o tiverem perdido, em
Roma que elle achara, oio um throno, verda-
de, mas o perdi, asylo e consolages.
E' o partido clerical, Po IX, que defende os
direitos das classes liberaes e esclarecidas, os
direitos da razo individual e do mrito pessoal,
assim como a liberdade do homem e do cidadao,
ale a dos cidadios que o ultrajara e calum-
nalo.
E' o partiJo clerical, Po IX que sem cessar
chama os homens uniio fraternal, que s o
chiistiaoismo pode realisar. E' Pi IX quero sus-
tenta a coragem de todos os opprimidos. A Ir-
landa e Polonia, os Uaronitas e os Blgaros e to-
das as victimas doPiemonte.
E' elle quem proclama e realisa incessante-
mente liberdade, egualdade, fraternidade e uni-
da ae universses.
Os Iegiti mistas comegsm a comprehende-lo.os
liberaes a desconfiar delles, o os proprios dem-
cratas tem este presenlimeoto.
Assim tudo o que ama a autoridade e a liber-
dade. o direilo e a justiga, a egualdade e a fra-
ifurvi'"i,'BttiB_____ *rllirt"dp e a unidade voli in-
D alto de seu calvario esse outro Chriilo at-
trahe tudo a si, atlragio que em sua cegueira, a
imnrensa salisfeila chama liga da partidos.
Privados pela reforma do centro commuro que
elles tinhara no cafholicsmo, lodaa as ordens,
excepgo do clero catholico, se transformaram
em partidos, e cada uro julgou o ajunlamento
em sea ponto de vista.
O partido popular no ponto de vista da sobe-
rana do povo ou da democracia,
O liberal no ponto de vista das classes Ilustra-
das ou da aristocracia ;
O legitimisia no ponto de vista do nascimento
ou da monarekia hereditaria ;
O a clerical o catholico. se o ha, no ponto
de vista dos direitos de Deus ou da theocraeia,
pois elle quer o reino de Christo, o reino do Ho-
mem-Deus.
O popular toma por ponto de apoio o impulso
dss massas o a forga material: c a declaragio dos
direitos do homem seu evangelho. Elle se
inclina para a repblica democrtica e social com
ou aem dictatura. Koma pagia e a civiiisagao
sao seus modelos ; Bruto e Robespierre seus h-
roes.
O liberal aborrece a turba quasi tanto quanto
a autoridade legitima.
A turbulencia do povo o fatiga, sua grosseiria
o revolta, suas violencias e seus excessos o os-
pantam. Coovm ao liberal uma revolagio no-
bre, urna revolugo legal e litteraria; e em quan-
to o demcrata guilhotina padres e res, o libe-
ral salisfaz-se em exla-los, despoja-los etirar-
Ines as honras.
E n*"*; o liberalismo, alo grado os gran-
des a egualdade que affacta. usja verdrieira
aristocracia ; ariatocracia do censo o dfa capaci-
dades. Seu ponto de appoio exclojfro a razio
individual e o mrito paaaoal. Cestai como toda
aristocracia, das asssemblai deliboTioles omni-
potentes. A Iaglslsrrs sea ideial. Luiz Fe-
lippe aeu here; a mouarcnia parlamentar ou
Constitucional sua forma de predileegio. A egual-
dade sempre justa e obrigaiorn a eus olhos,
Coro a coodiegio todava de que ser a expressao
da opiniao das classes Ilustradas, pois elle nio
edmjtte mais a soberana da turba que a dos reis
do antigo rgimen.
Apoiando-se exclusivamente no homem, apo-
ando-se am oo iostincto das massas. ootro. na
razio individual, repellihlo nio s os direitos
do nascimento, to caros aos legilimistas, e os
da egreja lao caros so clero, nao admitttndo nem
os lagos dh sangue, nem oa da f, o partido re-
volucionario repelle toda a autoridade que vem
de Deus. Liberaes e demcratas estio de aecr-
do oslo; dahi uma certa atioidade natural que
triumpha de auas aotipathias, quando se trata
de atacar o que elles chamara a edade media a
allianga do altar e do.throno, isto o direilo
cnrlstao. Da fusao do sophistas e de destruido-
res de maia iodspensavel aos successos da re-
volucio. Palo perigo de se fazer uma guerra
imptacavel no seguate da ao da victoria, ae
uero durante a lula coolra a egreja e o antigo
regimeo, porque isolados nada cooseguem.
Nao se encontrara as claaaes liberaes nem as
trincheiraa nem as buida garibalduas. Ora,
sem aa camisas encarnadas e os arrabaldes, a re-
volugo nao paasa de uma utopia. Mas tambero
os destruidores sio tio traeos quanto a verdade
permanece intacta. Ua procurador imperial e
algn i soldados de policia bastam para chama-Ios
razao; ero quinto as sociedades saturadas de
aophismas e erros, bailara tres das de subleva-
gas, e al uma aimples ealega munida de seis
camisas encarnadas, para abater os governos os
mais prvidos de caohdes. al rayadoa.
O partido legitimista ou o antigo rgimen ae
personifica na casa de Bourbon. Luiz XIV seu
here. Ama t mooarchla purs, Irresponaavel,
mamissivel, hereditaria, absoluta o iodependen-
le da egreja e dss cmaras, dos grandes e do
povo. Seu ponto de apoio o direilo humano, a
autoridade humana, que ella transforma injusta-
mente em dirito divino. Em sua opinio, c o
re tero sua cora de Deus da espada, ni sen-
do deste mundo o reino de Christo.
Ero uma palavra, sua doulrna a formulada
por Bossuet na declaragio de 1862 e at na po-
ltica sagrada, em que o grande bispo ae inspira
muito mais do antigo testamento que do Evan-
gelho, da monarclua judea que da mooarchia
mulo chrisla das severidades da amiga le
que da liberdade da uova. Luiz XIV e Bosjuel,
digamo-lo francamente langarsm a Franga con-
tra sua vontade fra do seus eixos, forados eixoa
da monarchia moderada. Transformaran a legi -
limidade em legilimiamo, como Lua Felippe e
al Luiz XVIII transforraou a liberdade {em libe-
ralismo, como os demcratas transformaran) a
sociedade em socialismo, e a cammunidade om
commuoiamo.
O erro dos legitimistas crerem que ha um
direilo divino fra de Christo e da egreja.' Sem
duvida todo poder vem de Deus. Christios ou nao.
os reis sio os ministros de Deas para o bem.
Has s a os bispos fra participara do direilo
divino propriamente dito, porque, a fallar rigo-
rosamente, o Homem Daus s pode coromunicar
aos poderes a autoridade ditina, dimanagio da
palernidade divina. Fra da egreja est a auto-
ridade do direilo humano. Para participar do
direilo divino, preciso recebe-lo della.
Sem duvida o direitu dos soberanos legtimos,
principes, senados, assemblas populares, difie-
re excessivamente do direilo revolucionario, e
aioda mais do divino
Assim, direitos exclusivos do hornero, em que
a autoridade nulla, porque nio ha poder
sem Deus; direilo humano, em que a autori-
dade legitima, porque ella vem de Deus, em
quanto autor da natureza; direito diviuo, em que
a autoridade sagrada, porque vem de Deus,
em quanlo Pae de Chrislo.
Eis os tres direitos muito diversos que sio hoje
conhecidos: o direito da torca, a torga dp diroi-
io. a t-a- d i>.-.. fi a csia idrga de Deus
que as realizas calholicas renunclaram. Dahi
suas desgranas.
Passemoa ao quarto partido.
O partido romano, e por isto mesmo catholi-
co, eminentemente francez, porque a defeza
da Santa Sade roissio providencial e secular da
Franga; a elle proclama o verdadeiro direito di-
vino, o verdadeiro reino Deas, a consegua-
teniente a theocraeia confessemo-lo sem corar,
pois que elle quer o reino do Homem Deus.
Os reis, principiando pelo Papa, s sio a seus
olhos os lenentes de Christo, que governa e reina
nao somante como o bispo de nossas almas e
principe dos pastores, mas como principe dos
reis da trra e doa bispos.
Os ecClesiasticoa nio se apoiam exclusiva-
mente nem no numero e na forga, como o dem-
crata ; nem oa razio individual e no mrito pes-
soal, como o liberal; nem na espada e aucces-
sao, como o legitimist. Se apoiam principal-
mente na palavra de Deus cuja guarda a egreja
procurara principalmente o reioode Deuse aua
justiga. O resto, por mais importante que seja,
Ihes secundario ; e todavia esse sccessorio sem-
pre chega por acrescimo. E' entao que as ragas
reaes sio mais estaveis, a razio tem mais liber-
dade e o mrito mais considerado; eolio que
os interesses das masas sio mais bem defendi-
dos. O direito divioo ludo ahi traosfigura, por
que o clerical v6 Christo por toda parte, no
padre e no principe, no sabio e no operario e
sobre ludo no enfermo e no pobre.
O ideial dos clrigos oio Roma pagia, nem
a convenci, nem a protestante Inglaterra, nem
a carta canstitucional de 1814 ou de 1830, nem
a roonarehia da Luiz Xlr, a > "
absoluta doa jdou; a rareau Hm, :
derada. fras*s*a. anuo enriatato, am .aa. TZ.
larra, que toa por apoio < s iraca da Dana n
o amor do poro z 4 a maoarchu (
Cario- Magno d 8. Lk. V a a
pelo mintaterto Je Seo aU7 aa
dita, diz a lei slica ; a mamaraM
era aua moda:
Carino venciu governa e reina. Bimiits scj
o nome do Senhor I Deusprotet$ m Franem \ *
E', em ama patarra, a tana fe has coi* raai
sentante n# Europa Po ^, ea2 XOSEL
aeaeha ao abrigo daa taapostadaa .aiaTr
ella repousa oa podra que os lerislaaata ZmS
tam ha tres sculos de suas constracoooo m
zldos pelos legislas o sophisUs. O Varan i!I
ameaga oa povo taalo maior qua ote airas aaW
tam o mais aincaro catholicisoaa,
lado monarchiaao, e dio ao aro la
rancias da verdade. A respaila do
alguma coma os soberanos da Italia.
O* partidos eram descoohecidoa a a loa ala re-
forma. Gragas.s ordens Franca aarail a
progresivamente, e o corpo todo se esuril iMaau
'a ae eonobreria. ci.,l,,,.M aarkoocU-ai
pelos trabalho de seua maaibroa. ** m
O protestantismo deleve o deseavoliiaaeota ala
vida cathohea ; a huraanidade foi aovaaaoaU ata
espitada e destruida O claro aua miaraa i
revolta. .oTreu o jugo da oronfpouawia rail Vara
elle favoreceu. O clero fiel o maia Braao m
tentculo dos throajs, o mais seraao piaiaiiiT.
iL'"" "' -rdente >* dTpavo
lofiel ero auas miasoea eae sob o jago das le
oor que e preciso que elle sirva oa ckrbttaarata
exemplo de seu chefe, on sarvilmoa4o a ouan-
plo doa dissedeotes. Aasia sua domiaacae a aU-
tica e impossvel. O antigo rgimen oe abeo
iutisrao real aeguio immedialameota'a roform
regulada todava pelo cotluaaaa calbalicoa tai
ml? I?* Pa,'! i"- *'? dosonvoiti-
ment de seu principio (1). wn
O reioo do liberalismo findoa-se. Doole lgig
os principios revolucionarlos, de 91 furmalaata
na declaragio dos direitos do hornero avata-
^sq*8 TAs,Te'(naD'e >' oa principio; Uboroos
de 89. O poder hoje passs democracia, o o li-
beralismo anda mais incapaz do oa o eeHiam
rgimen de dirigir e comprehender o a*janritVX
secuto. Os liberaes nio alo maia weseTa*Wte
do que a eram os exploradores da Liz XIV an*
o regimeo da carta corfttitucional Os cavalhai-
ro do parlamentarismo tornaram-s* habitasitoa
d uma outra edade >. Elles nio tazam mata ata
que exciUr o desdem dos homens novo*. A os-
ela liberal a aeu turno est afastada : acensan-
na de nada comprehender do direita novo.
M. Guiot, dizia a Preste maocienando a m-
cepcao do P. Lacordaire aa academia nio rara
o seotimento profundo, real a aymphat'hieo dan
sa obra dirna, denominada a revolueio frasmaca.
quedesiruio o passado, oio teodo delle deitaata
rosisquees ruinas qua cada da traz. oarasoawi-
xarero sea lugar uma poderosa o brilhsai* ieea
da democracia soberana, esteadendo-se na Fran-
ga, qae o seu Oerco, gaohaodo a Italia a Eu-
ropa o o mundo^i-po,*., finalmente,' na or-
dem poltica e oafl^como o vapore a elecUi-
cidade no mundo material. *
A Europa estara perdida so a egreja oio viese
em seu auxilio, a Os catholico aiaceroe, se-
parando radicalmente o temporal do espirita!
procurando quer na razio s. quer na paiaoee'
das turbas desencamiohadas polos aopbisUa. >
base da justica edo direilo, preparara ao mando
uma catastrophe ioeritavel. Destruida a baso
necessariaroente o edificio desabar. '
< Descoofiae, nos diz Jess Christo dos falsos
prophetas, que, disfarcedos om ovelhas oio
passam de loos roubadores. C>nhec-loa'-hets
por suas obras...
Todo o homem que ouve estas miabas pala-
vras, hoc mea verba, asseroelha-se ao boaaoo
que edifica no rochado. Acbuvcao oa non trans-
bordara os ventos sopram, e se precipitara sobre
a a casa ; maa ella resiste, oor au* Mli tuodada
ia*.. podra.
c O que ouve estas, palavraa e oio se confor-
ma cora ellas, aemelhaote ao insensato aeeedi-
aca na rea. Cnegs a ebuva, oa veoioa sopraan
e se precepitam aobre etla casa qua s* torna a*
ama grande ruina (2).
Ora, isto nao ae applica monos as sonedadoe
temporaes qne ordem espiriluil. Todo o le-
gislador, principo ou senado, que ouve os sopois-
las, e que substitue a rea mo'redica da opiniao
pedra ioabalavel do ebristiaoismo, solapa por
sua propria bie o edificio que elevs. Qarado a
turba se precipita oa ra como a ebuva do aura
tempestade, e quando suas odas luaaltaos*
trantburdam.as paixdes populares torvelinhaas, o
se precepitam sobre esse imperio, com furieaa
torrente, se torna urna grande ruina como ka
um aeculo o vemos quasi em cada aano. El
nunc intelligite rege*.
V. be Maumiojv.
(Monde. = Andrait Luna ).
(I) Mais larde, Luiz XVIII tentou fazer abracar
o leberalismo o o aoligo rgimen ; mas coa o
caria constitucional de 1814. a revolueio ata
1830 era ioevtavel a. Deade o mora ato om que
a classe liberal triumphava, era preciso para n-
preseuta-la uro om rei burguez, um rei ata sus
escolha um rei que se proclamas** votUriaara
e constitucional, um rei instruido, moderad*, h-
bil, ligado por lodosos antecedente clase**
liberaes e (Ilustradas, < aioda que Bourboo o.
Ninguem melhor podia representar o liberalismo
que o duque d'Orleans.
[i] S. Hilh. VIII.
diga-me se a duqueza est
desforre, sabe se a duqueza Aaottte est neste
baile ?
Nio sai, senhor.
E' porque eu preciso fall a r-1 he....
O principe nada respoodeu.
Jaeques vollou-se apezar seu.
Ah 1 roc, raeu charo ? disseVladimir com
tom mais natural, o convencido de que nada ti-
nha a temer no lugar em que se achava.
Com effeito Jaeques cooteve-se.
Sim, vou eu responder : quer alguma
cousa ?
Cortamente
aqui ?
Nao coohego a pessoa de quem me falla.
A duqueza Annette ?
J lhe disse que nio a conheco.
Pela maneirapor que de Feuil respoodeu, pela
maneira por que olhava Vladimir, cooheceu que
as cousas oio podiam acabar bem, apezar dos es-
forgos que Jaeques fazia para conservar o san-
gue fri ; procurou enlio reduzir a situacio um
aimplea gracejo.
Pois bem, disse.se eu acha-la, quer que lhe
aprese ile ?
Muito obrigado : receio ser mal recebido.
Meu charo, nio multo polido o que me
diz, continuou o conde efiectando rir.
Jaeques ia responder-lhe uma insolencia, mui-
to provarelmente, quando o priocipe, tocando-
lhe oo brego, disse-lhe em ro baixi :
Aiui nio, que eslao nos ouvindo.
Tem razio, disse Jaeques.
E dando as costas ao conde, retirou-se er-
gueodo os hombros.
Qne biltre I murmurou.
Ah I pode tambem dizer que canalha I re-
plicou o principe.
Durante esse lempo, Vladimir, como so nada
se houvera passado, pozera-se procura da du-
queza.
Avislou-a emfim, ao lado da cunhada, a qual
Irajada sempre cora o mesmo gosto ; nio largava
Aonetle, e pareca com ella mais dttencioaa do
que nunca.
O principe, prevendo que Vladimir ia se tin-
gar na duqueza da maneira por que Jaeques o
tratara, e peosando que a sua presenga o come-
ra om pouco,largou por um ioitaote da Feuil, e
approximou-se de Aonetle, quem ae abogara
nesse momento Vladimir.
Jaeques Uvera aem duvida o mesmo peonaran-
to, porque depois da ter dado uma volta pelo
sali, velo emboscar-se em um canto d'oodo
poda rer tudo.
Aonetle mqstrou-se muito admirada da audacia
da Vladimir, porque com quanto nio livessem
tido nonhuma explicecao, nao pensara que ello.
ignorassea resolucio em que estara de fazer ces-
sar as subb relaces.
Boa, Doile, duqueza, disse o conde.
Boa noite.
Teoho ido muitas vezes sua casa para ter a
honra de.v-la.
Sei disso.
A sechora nao me recebeu.
Nio recebia ninguem.
Foi o que me disseram. Estar doenle ?
Sim.
Eu o sei. Nao est melhor ?
Aioda nio.
Essas indisposigoes sio muito longaa : du-
rara muitos mezes.
Se qnizer. duqueza, accrescentou Vladimir
de maneira s ser ouvido por Aonetle, se qui-
zer serei padrinho.
Nao havia mais duvida. Vladimir sabia uma
cousa, que Annette julgava s ser recoohecids
por ella o por Jaeques.
A baroneza era toda ouvidos.
Anoette levantou-se.
Perdi, coode, disse ella, fazendo um slg-
nal ao Sr. de Riva, qne se aproximou, perdi;
mas preciso fallar ao priocipe.
E tomando o braco do priocipe sem procurar
oceultar sua eraogao, afatou-ae rpidamente.
O que tem, duqueza 1 perguntou-lhe o Sr.
de Riva.
Aquelle homem insullou-me.disseella. Onde
est o Sr. de Feuil ? Preciso fallar-lhe.
E pozeram-ae a procurar Jaeques.
Durante esse tempo, Vladimir, que nao tinha
mais nada que fazer aue baile, ou que cootavs,
reliraodo-se, evitar as coosequencias da infamia
que acabara de commetter, tomara a capa, e
esperava, na porta do palacio, quecbegasse o seu
carro.
Parece que as correspondencias do gabinete
negro lam bem, porque o conde tinha sempre um
earro.
Eotretanlo o principe e a duqueza oio acha-
vam Jaeques, pela ptima razio de ter elle tam-
bero sahido do baile. Vira aeoio ouvira o que se
tinha passado entre Vladimir e Aonetle, e ade-
vinhando pola eraogao de uma, alguma insolen-
cia da parte do outro, oio se podra cooter ; o
nio sabeodoquo a duqueza quera fallar-lhe, se-
guir Vladimir. No momelo em que eale ia
subiodo para o carro, elle tocou-Uia no hombro,
e disse-lhe :
-Teoho que conversar com o senhor.
Jtoques ostsva multo paludo. O coodo com-
prebeudeu qua ebegra o momaoto decisivo. Pro-
cuiou entretanto retarda-lo, e dase :
Amanhia nio ser tempo ?
Nio, melhor acabar esta noite. Saiamos
d'aqui.
O tempo est bonito, a ra deserta, ninguem
nos vlr incoramorlar
Nio havia receiar, Vladimir acompanhon Jae-
ques ao outro lado da ra.
Vamos direilo 10 facto, ditse Jicquei,
quaodo vio o coode defronte de si; o senhor asa
detesta e ea o deteaio. Tome duas tesierauabas
e acabemos com isso amanhia.
Ainda oecessario ama explicagio.
E' intil. Amanhia ia dnae hora os mono
dous padriohos etario em sua casa, e provino-
lhe que Bao aceitarao desculpa aem retrae-
tagio.
Est bem. Amaohia is duas horss espora-
re por elles.
E VJadimir, fazendo um comprimilo reti-
rou-se.
Jaeques voltoo ao baile. Respirav, cosa* aa
lhe livessem tirado uma mootanhs de cima ote
peito.
Encootrou depressa o principo.
D'onde vara ? disse-lhe o Sr. da Rivs. Ea
e aduqueza andamos i >ua procura.
A duqueza e osenlior I nio pode Jacquoa
deixar de exclamar.
Sim- Ella quera fallar-lhe.
Onde est ella ?
Prtiu ha pouco, julgando que o senhor il
lioha partido.
Sera duvida nenhuma procurava-me A pro-
posito, diaae Vladimir ?
Ignoro-o.
Nio importa. Vi o que o* passoa, opero
que elle oio repetir a graca.
F Jaeques conloo ao principe o que acabara ate
fazer.
O Sr. de Rtra reflectio por alguos iostaot**
e disse :
Elle nio se bater.
Nio ha de ter outro remedio.
Sr. de Feuil, o ranhor precisa de wateaaa-
nhas que possam ouvir todo quanlo o coete Ais-
ser, o qua oio o repitam.
Quer ser una dessas testemonhas prin-
cipe ?
Ia prop-lo. Tem outra t
Teoho.
Reunir-oos-hemos ameobia an sera cana A
"": I
Obrigado.
-t Nada o faz demorar mais oeste bailo ?
Nada.
Entio re ti romo-nos.
Jaeques o o principe rotirarsm-o*. A aatiaiix
la asura justa para o ara segainle A ajean kan.
A duqueza doria, bem aataadiaa. Jamaras mam
incidente. Pela maobia roaba wm artbata rao
ma podia para ir A aua caaa aa asean ara. M Sa-
via uma csrla do Annette ana, d
lhe o maia cedo potis*), naa naarra'L,
a coila, o indicara-lho nm -lagar aaate
enconirar-se de dls.
(Conraawr-aa-ia,-
PERN.TYF. BE M. F. DE FAMA & FILIO. MU.

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