Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09825


This item is only available as the following downloads:


Full Text
illl IXIT IOIIIO 249
iitei n Q/?a'jTjo
ait mi ojjiu
9v. ir&mnu ariaUtJ**
tr tres wezes recilts
SEGOIDi FEHA 21 II ODTBBO II Itf I

Pr aoit aUaliit 191000
Farte fraie* paraMJS^Itf.
_^m^aoHw.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrno de Li-
ma ; fetal, o*% Antolo Mrquei da Silva;
Araeaty, o Sr. A, 4* Lemoi Braga; Ce.r o St.
J. Jos a. 01ira4ra;ManhU,o Sr. Maooel
Joe Martina WBdiro Goiomles; Pir, Justino
I. amos; Atojiobaa. o Sr. Jerooymp da Costa,
3=

QHd4b todos oa das aa tf horas do dia.
l***mto(i**m*, o Parahyba as segundas
o sexM f sisea.
S. A otao.ayzarras, Bonito, Caraar, Altinho
e GawiUuios, oa* tergas-niras.
Po d Aibc azarara. Limooiro, Brejo, Peo-
quotet; lomeara,oros. Vilta-Bella, Boa-Vala,
Ouncury sPEx oaa qua> Ut-feirae.
Cafeo^erinbiiBvlio Fosmoaa. Una,Btrrciroi
^/P***'* PmabBSrtraa a Nasal quinta, feiras.
, (Todos os corraos pastera as 10 horas da mwhaaj
EPMMERIDES DO HEZ DEOTBRO.
'"S"'"""
wmts?
18 La hala as 4 horas e 35 Miaatoe da U
26 Cuarto mingn.nleaa7 horarl mi.
larde";--------------""" ^ miaj**c
PREAsfAR DE HOJB.
meiro as 11 horas a 42 minutos dafmanhia
6 miitoa era taro>.
Segando a 12 horas e
OFFICUL
nitiD
DAS DA SEMANA.
'Ex

DAPROVWCU.
alo dia 4 de outubro
-aS?010 f0*?1.* Portugal.AceaccBdc re^
? a 2f ,8> do co"te em que o Sr.
DfJo^nssiasmallj Ferroira. cnsul de FortMtl
nesta provincia Mlieita baixa dlaervigo do ser-
lo para o aobdilo portugutz Jos Hachado, que
listou-se voluntariamente no 28 batalhao de in-
aotana com o nome de Jos Hachado de Souza
como consta da -irjforniaco por copia inclusa do
commandaote respectivo, cabe-me dizer-lhe em
reaposui que estando conclaido o praio marcado
S^.'1'?3.^ r*'nK>o anoexo ao decreto n.
3,171, do Io da maio da 1868, s o governo im-
perial, a cujo coaheeimento tou lavar o citado
offlcio, poder tUeader aeaelhanle reclama-
gao.
Aproveite aala occasiio para renovar ao mesmo
deraci **'" pr*lertos de ,,u"* e coni-
Dilo ao coronel commaodaote das armas.Pa-
ra que eq pee*, resolver acerca Ilude o seu oficio o. 1,748. de 19 do correte.
I.z-so preciso que seja satisfeit. a exigencia da
thesouraria de (azanda constante do offlcio por
copla, sendo para taso ou vida a directora da com-
panhia de Beberibe.
p^IV0^0"""*?4"'8 do eorP d* PoHcia
-i. ?dar eog)ijr no corpo aob seu
comm.ndo o paisano Joaquim Jos de Mello a
que se refero o seu oficio n. 476. desta data.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda
Concordando coro a aua ioformaco de hootem.
aob n. 1.017, dada com referencia ao psrecer do
procurador Bacal dessa thesouraria escripto no
yerso do requerimento que derolvo, autoriso V.
i>. a mandar entregar ao bacharel Joao Antonio
da Araujo Frailas Henriques, a quantia de 800
como ajudade cuato, por haver sido comeado
cn6ie de polica da proviocia da Babia.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes os
inclusos documentos, msnde V. S. pagar ao ca-
pitao Joaquim Blriro Alves da Silva, conforme
requieiiou o com mandante superior da comarca
do Rio Formse am oficios de 9 e 16 do corren -
te, a importancia do veocimentos do destaca-
mento de guardas naciouaes da villa de Barrei-
ros relativamente ao mez de setembro ultimo
commumcou-se ao supradito commaodaote su-
perior.
mnTo?-"*111"86 gua,meDle os egninles paga-
H^nSP'Db.U d? illttn''o gas da quantia
e 1U$. importancia dos concertos feitos na illu-
mlnacao do hospital militar
timo.
Manol de Piola Twares) GaBndo.-Roecorra
ao l"*o cotapaate.
'Mawt^JIlraiioo Ferrelra.Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de (atonda.
Miguel Joaquim dai Chagas.Indeferldo.
Pedro LeopoldrAo Marques. Ioferme o Sr. Dr.
chefe de polioi.
Pedro Aotanto Argemiro da Silva Informo o
K inspector da theeoararia 4a fateoda.
Tibitrcio Valeriano dos Santos.Paito portara
concedendo a licen^a pedida com vencimedtot.
oda. Si. Simio e Judas Tbadeo app.
S. Faliciaao m. ; S. Zooobio m.
. 8. Serapio b. c. ; S. Lucano m.
S. Quintino a. ; S. Lucilla v. m.
tga Feata de todoa a Santos,
o. CeroaMmoraetodotodoaosdefantot.
VtWWngo. S. Malaquiee b. primaz da Irlanda.
-**U
AUDIENAS DOS TRIBONAE^ DA CAPfFAL.
Tribunal do commercio : segundas e qaiota.
Relacao: tercas, quintas e aabbadosaslO horas,
razeoda : tarcaa. qpintas e sabbados as 10 hacas.
juizo do commercio : qoartas ao meio dia.
Dito de orphioa: targaa e sextas aa 10 horas.
Pnmeira tara do civil: tercas sextas ao
Segonda vara do
oto
civel: quartaa o sabbados
ENCARRE&ABOS DA ftfJBSCRIPCA DO SL,
Alagdaa, o Sr. Geudiao Palca Das
o Sr. Jos Martte Alvos: Rio
JoSo Perara Mmos.
. Bohia,
aoJcawKo, o Sr,
EM
PERNAMB&f,
F^.T&k^0' ** I?**10 *iKgaada d-
OE PERNAIWBUCQ.
Pelo vapor Apa, entrado hontem dos portos do
sal recebemos ioroaes do Rio at 20 da Bahia
at 2 e de Alagdas at 26 do correte.
Da leitura delles colhemos o seguale :
Jfina.O Exm.Sr. coaselheiro Pires d< Motta
passra a administragao da provincia ao segundo '
vice-presdente senador Maooel Teixeira de
Souza.
A essembta provincial respectiva havido sido
prorogada at 8 do correte.
S. Paulo. L-se na Revista Commercial de
Santos :
nha. urna das victimas do assassloo Francisco
Kerreira Raposo, que o'nm accesso de toncara fe-
rira cinco pessoas bordo do vapor Bario de
Maua, anle-hoolem na aua entrada neste porto.
O que torna este acontecimento fanesto e sobretu-
do lastimoso, as cireuinstancias
nham. O Sr. Jos Alves da Cu
E.0.*.0.!1"/*"!? fra d1 8ei0 de ,u' "nailia, e ulU- I O juiz de direito da c [or.
^nS^Sr,T'abeiec,d0 na Cdr,e' vinha ino- lM'JFh,ophi, Rit>eiro de R"nde! paro da Ao-
pinadamente sorprende-la com aua vista e dar V" dos Rea, da 3 entrancia
r?y! (0 "lua. ID.a, 1ue ha leioito aonoa nao Foi nomeado chefo de nolicia da orovinci
st! Vom:0 d8 Pr"W Al T6f qUM Chegad0 2 RV9 Janeiro lS J KK WCaet.no
este momento de alegra, que ha Unto lempo ao- de Andrade Pinto. vuu
nelavs, eis que o puahal mortfero de um assaa- '
a arranca a vida e precipita no mata pro-
Os Srs. Drs. LuizBarbosa Accloll deBrltto. Joa-
quim Marcelino de Brillo, JnKo AccioH 8e BHtto"
e Fortunato Angosto da Silva, cote "o rodo t-
dalgos cavalleiros da casa imperial;
O Sr. brlgadeiro Polydoro ds Fonseca Qulnta-
nilhai Jordao.com o titnlo do cobeelho, o. forma
Jal 101 f b
Foi jabilado na a cadaira do 4 aono da
Faculdade de Direito do Recite, o Sr. conselheiro
Dr. Joao Capistrano Baodeira de Mello ;
Foi concedida a medalha da 1* classe crea-
da peto decreto o. 1,579 de 14 de marco de 1855
aoSr. Io lente a armada Antonio Marcellino
oa Poote Ribeiro. commaodaote do rapor Bratil
por ter salvado uro raariohairo do mesmo vapor*
de nomo Fniecisco Colho, qoe achava-se quasi
afogar-sen. lago* do Pootal da barra da pro-
vincia d S. Pedro. F
Foram concedidas as boiras de pregador da
PaKi imperi*1 a0 Rvm- Sr* rel ,oo d8 S- in
Foi exonerado do cargo de chefe de polica
na provincia de Mi'ias-Graes o joiz do direHo
Joaquim Baodeira de Gouva, pela impossibilida-
ae de ir exerce-lo por se achar enfermo.
Foram removido:
O chefe de polica da provincia do Rio a> Ja-
neiro Ludgero Goncalves da Silva, para o meimo
cargo na de Mioas-Geraes ;
O juiz de direito Luiz Carlos de Paiva Teixei-
ra, da comarca de Aogra dos Reis para a t* vara
criminal da corle, pedido.
da estrada de ferro o se-
i fanesto e sobretu- | O juiz de direito Eduardo Pindahyba de Mattos
tas que o acompa- da comarca de Torvasa para a da Parabybuna"
anha, que h. tem- na proviocia de S. Paulo, pedido.
fundo lulo I sua familia
fatalidade la
L-se no Constitucional, de S. Paulo, de 7
Qp lQlnn Foi designada ao juiz de direito conselheiro
Joao Lustosa da Cunha Paranagu a comarca de
desditosa. Que terrivel Metrpolis para oella ter exercieio.
Foi reconduzido oo lugar
relaro da Bahia o conselheiro
de Leo.
de presidente da
Hanoel Messias
' 7* Foi aposentado seu pedido o juiz de direi-
to Lourengo Caetano Pinto, com o ordenado cor-
respondente ao lempo de servico, dependendo
nesta parle da approva;aoda assembla geral.
- Da ordem do dia n. 287 publicada pela re-
no mez de julho ul-
A. Remigio Knaip, da de 280*. importancia de
quatro armarios para o archivo da secretaria da
polica.Lommuoicou-se ao chefe de policia.
ph! ir*VMpeS,or d? "" provincial.
rodai V. S., conforme indica em aua ioformaco
de 27 de aetembro ultimo, aob o. 473, mandar
por em hasta publica os reparos de que precisa o
quartel do corpo de polica aervindo de baae a
essa arrematagao o orcamento e clausulas coos-
lantes das copias juntas, e que
to.Communicou-se ao
corpo.
setembro pssssdo:
Eram 6 faoraa da manha; a atmosphera
eslava carrgada de algumas nuvens que impe-
dan! a claridade da luz do dia ; um pequeo
nevoeiro foi pouco i pouco despendo o lgubre
aspecto com que se nos apresentava o annivor-
"r.'VsfiT/aa""an.Cnpa5- ^"C-odo.judVnte-gweT.i^uT.e^Tnie^
JLztZ J/2 engrossou o nevoeiro, e s 7 cessou Nomeacou. -Do Sr. coronel do coroo.deTesta-
completamente. A'a 7 1/2 sentio-se ao longo o do-maior de 2 elaase, Carlos Auusto^e, OHwSl
noaZ un^.1'0'i0* Kffj ?h >t0ia0 "* V' Para commandanie das ms Sa
oossos tmpanos urna obhteracao que dnron por Matto-Grosso.
matado 5 minutos: d'ahi a poucos instantes -------
nmos como por encanto metamorphosear-ae o
di. em noite carrada e eacura. O rento aoprava
entao com oteosidade extraordinaria, as nuvens
parecan querer tragar-nos, o os estampidos dos
irovoes, que successivamente arrebeotavam, pa-
reciam annunciar-uos o acabamento de nossos
das.
atSu tta lo se procuraeae conservar-ae
ImE cbegar-lhe o soecorro preciso, aQm de
fl.-IA8.^-6 lMbih0 T"8 "oo^e em aer-lhe
lvafo i tao grande distancia.
Bravera* alguna oulroa pequeos soccorroa
a pela capitana i pequenaa embarcacea
mude da forja do temporal a as segu-
o tinhara^ vtram-ae na obrlgagSo de os
, mnnicam-nos
gatore :
rf/.ifoniBB- l.,8J houTe "m ao (rem do interior entre Feira Velhs e Csmsssa-
ma 22 ILTn que e8'av" l,*do 6 locomotiva sa-
nio os trithos e cabio na rampa da estradi le-
vando comsigo um carro da terceira classe que
eslava toamadato : felizmente neohum passagei-
"e5r*u a menor contuso e nem os csrros -
caraaa araados.
AUuoat e Serave.-Nada occorrera
PWlaJb no Persenunga.
Padre Jos Leite Pita Ortigueira, Pernambuco,
4S annos, erisipela, S. Pedro Goncalves
m Q,2*e,*m !MD,eLa raans 39 P*"0 :
aendo9homeos, 10 mulherea e 15 prvulos, li-
vros ; 3 horneas, t mulher e 1 prvulo, eeccavos.
CHROUICI JOICUHII.
M
PRESIDENCIA
depoia da
nesta data appro-
commaedante daquelle
Mandou-se tambera pdr em hasta publica os
reparos precisos na ramificagao da estrada de
aul para a povoacao de Muribeca. aervindo de
fiase o ornamento e clausulas, de que se Ihe re-
metteu opns.Communicou-se ao director das
obras publicas.
Dito ao director das obras militares Ponha
Vmc. em arrematado a obra que se tem de Ifa-
zer segundo o orcamento anoexo ao aeu oficio
de 5 do correte, aob n. 108, para formar aa ar-
recadacoes de que necessita o hospital militar,
aervindo o mesmo orgameoto de base para o res-
pectivo contrato.
Dito ao mesmoApprovo o ajaste que Vmc.
fez com Jos Pereir. Alcntara do O', como me
commuoicou em aeu offlcio, n. 112, de 18 do
correnle, para executar as pinturas e caiacao. de
que necessita o quartel da companhia fixa de
cavallara pela quantia de 120J000 ris.Gom-
muoicou-so i thesouraria de fazenda.#
Dito.Autoriso o cooselho administrativo a
omprar para o arsenal de guerra, na forma do
seu regulamento, os livros mencionados no pe-
dido incluso.Commuoicou -se ao commaodaote
das armas o a Ihesouraria de (azanda.
Autonsou-se tambem aquelle conseibo a com-
prar para a pharmacia do hospital militar os
medicamentos indicados oa relacao que se enva.
Dito ao director das obras publicas.-Recom-
meodo Vmc. que mande orgar o paaseio que
tem de fazer-se para aciUUr o transito publico
em frente do ediflaio que ontr'ora servio de ca-
Hh,n.0Je ?e preuIP,,/a a casa das audienciaa.
tribunal do jury e relacao.
Port.ria.O presidente da proviocia resolve
conceder a demissao que pedio o professor pa-
p de_losl,r,uccao elemeotar da fregueziado
PoSo da Paoella Maximino Narciso Sobreira de
aieuo. rizeram-se as necessarias commnnica-
Soes.
DiUO presidente da provincia, tendo em
?ma o que requereu o segundo escripturario da
auandega desta capital Tibureio Valeriaoo dos
aantos, e bem assim o que a essa respeito infor-
n,aram as reparUgoes competentes, resolve pro-
rogar por um oxaz con veocimentos alicenca que
Ibe toi concedida por portara de t de agosto ai-
timo para tratar de aaa sile.
Dita.Os Sra. agentes da companhia braaleira
de paquetes a vapor mande dar transporte para a
corte, por conta de ministerio da marioha, no
vapor Paran aoa recrutai menciooadoa na rea-
gao inclusa. .
Relacao a que a refere a portara tupra.
jlerlbouno Francisco Jos.
Antonio Jos Moreira.
Jos Leandro Botslbo.
Luiz Gomes de Olivelra.
Raymoado Jos de Andrade.
M.noelSoares Teixeira.
Commuaicou-se .ao commandante da eaiacfeo
naval.
M.ndou-Mualmeota dar urna passagem de
tharia a p Conrado Jos da Gee,
Despachos do dia 4 de outubro
-xMmWsati,
MM
< Eram 8 horaa da manhia, e ainda aobre nos
actuava a creoga de estarmos sob a influencia de
um phenomeno horroroso. A's 8 e 10 minutos
a tempeslade camecou acalmarse e alguna raios
de claridade se divisavam no horisoole e, com
alguma difflculdade. j se ha tuna carta; quando,
porm, a idea de um cataclisma ia daaippare-
cendode nossa imagina;ao,a mesma scena ae re-
produzo e um pnico terror se apoderou da toda
a populagao ; felizmente, porm, poucos minutos
durou. e s 8 \i a tempestado cessou, conser-
vndole o nevoeiro que durou o dia todo. Cons-
ta nos que na provincia do Paran deu-se o
mesmo tacto com um carcter ainla mais ajus-
tador, a
Rio de Janeiro.Pelo ministerio da fazenda
baixou o segumte decreto, sob n. 2.833, de 12 do
correnle, alterando a disposico do art. 3#8 Io
K 8 2.od0 decrel n- 2.699 de 28 de oovem-
bro de 1860, regulando a transferencia
escravos e a arrecadagao do imposto de
SlZfl
de
meia
H6i por bem, em virtude do art. Io 8 2o n. 3
da reaolugao da assembla geral,promulgada pelo
decreto n. 1,14 da 21 de setembro do correte
anno, decretar o seguinle :
Art. 1. Os tabelaea de notas, escrives do
_ provincia do
Decreto de 5 de outubro cor-
rente.
Do Sr..capilla do f batalhao de artilharia
p Antonio Jos do Amaral, repetidor interino
da escola militar, para repetidor effectiTO da
mesma escola. Decreto de 5 do correte.
Dos Srs. 2o* cirurgioes do corpo de saude do
ejercito Drs. Jayme de Almeida Couto e Manoel
M.rtins dos Saotos Penna, para servirem na pro-
vmcia de S. Pedro do Rio-Grande do Sai, o pn-4
meiro na Tapera do Trilha e o segundo sonde
convier. .
Do Sr. Dr. em medicina Francisco Hornera de
^arvalho para t cirurgio do corpo de saude
rfXorc,l' Decrel 5 de outubro correnle.
uo Sr. tenente do corpo de eatado-maior de
Iclasse Rsymundo Mximo de Sepulveda Eve-
rerc para servir ao archivo militar.
Ezoneraco.Do Sr. coronel do corpo de es-
tado -maior de 2 classe Carlos Augusto de Oli-
veira do cargo de inspector do corpo de gnarni-
gao e da companhia de cavallaria da proviocia de
S. Paulo.
No dia 20 do corrente devia ter lugar na
cOrle, no mosteiro de S. Bento, a sagrario do
Exm. e Rvm. Sr. D. Loi da Conceigo Saraiva,
bispo do Maraohio.
- Foi demitttdo o 2 oficial da secretaria do
ministerio do imperio o Sr. Dr. Antonio de Castro
Lopes.
O Sr.
WWCIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
* -2^ Janexro, 20 de outubro de 1861.
camMa._sobro Londres 25 e 25 Ii4 d. 90
d. ?.
Sobre Havre 373 e 374 rs. 9 d. v.
Sobre Antuerpia 373 rs. a 90 d. v.
Sobre Brdeos 372
Sobre Rolherdam 788
Apollaos.Do Banco do Brasil 669 de premio,
o geraes de 6 por cento a 94 por
cooto.
. ~"ph8ar*m ao Rio.procedenles dePernsmbn-
co : a 12 o vapor de guerra Ypiranga, com 13
das de viagem ; e i 18 o brigue Seis lrmos,
cora tr. '
Sahiram para Peroambuco : a 9 o brigue 41-
miratHB ; a 10 o patacho americano Fluinq-
tagle. e a barea ingleza Retpig adera ; alia
barca inglesa D. Anno; a 13 a polaca hespanho-
la f rompa ; 1117 o brigue Encantador e o va-
por aa guerra Paraense.
. ~ A-jjavem-se I carga para Pernambuco : os
bngue Norma, a Cruzeiro do Sul, e o brigue-
escuna Joven Arthur. *
. .. Bahia 23 de outubro 1861.
Cambio.Sobre Londres 25 3i4 e 25 5i8 i 90 d. v.
Sobre Pars 370 por f.
Sobre Hamborgo 670 680 por m. b.
Sobre Lisboa 112 115 por cento de
premio.
Chegaram Bahia.procedenle de Pernambu-
co : 13, o brigue-eseuna de guerra Eolo; o a
21 o brigue inglez Titania.
Taj- *!* J,a c,r'a para Pernambuco o bri-
gue Feixe\dade,
PERNAMBUCO.
capitio-teoente Manoel Joaquim de
Souza Junqueira, em consequencia de haver sido
julgado incapaz de continuar a servir por moti-
vo de molestia, foi reformado no mesmo poslo
por decreto de 11 do corrente, vencendo o res-
civel e mAT ZTTTl ""a""'.'V "oC"!ae do poctivo sold, nos termos do al vara de 16 de de-
.11.. f ? 0ll5" de paz de {ou cidades, zembro de 1790. e da 1 disoosico do 8 1 .n
SiSfr.: TmfftlLS^T^ 2 L"e D0 Correio Mtrcantil de ll d0 cor-
escravos.
.? Ar* 2: Na-a ec"Pluras de que trata o artigo
antecedente nao aera traoscripto por exlenso o
connecimeoto do pagamento do imposto da meia
aua, declarando-se somonte o seu numero o
dala, a quantia o eslagao arrecadadora. Esta
disposigao extensiva s cartas de arrematacao
ou adjudicagao, e i qualquer outro Ululo de
acquisigao por acto judicial.
H'ArlV3-0 0 \ do arl. 3o e o 2 do art. 6*
do decreto n. 2.699 de 28 do novembro de 1860
.erados amente na parte em que i
rente
Pela canhoneira Jfearim, entrada hontem de
Santa Catharina, por Santos, tevo-se noticia de
um homvel acontecimento pesiado bordo do
vapor Bardo de Mau.
c Nesso vapor ia de passagem Francisco Pe-
reira Raposo, Irabalhador da estrada de ferro de
Santoa, que aabira deata corte em perfeito esta-
do de saude.
A barca eotrra jl i barra de Saotos e paa-
sra por defronte da fortaleza ; alguna paaaagei-
ros eo2 machioista cooversavam juntos, quan-
Conrsdo
tompwhia
Francisco
inspector da
.Francisco^
**?'
fazoda.
- M tojtom&t!**. SaUeIofoimo o:S>.
inspector d* thesouraria provincial.
o sT,6ttfa%fe^floBUo,'^6fn,'J
Joio da Costa, africtio lirre.Nao tem lugar
O que requer.
Mtxiouno Karciso Sobreira de Mello.Passe
PWJffu coaceitodo a demiso requerida.
anoel do Nascimento Raogel. Informe o.Sr,
w, cneta d policia.
mola, e, correodo aobre os pass.geiror, cornee.
a ten-Ios desesperadamente.
e Imagioe-se a coofuso o o susto que houve
a bordo; 00 entonto, eslavam feridos os passa-
geiros Antonio Teixeira Marinho, Antonio Vicen-
te Pereira, Jos Alves da Cunta o o 2 machims-
as ta, sendo estes dous ltimos gravemente.
i O lonco paseando por entre os passageiros,
dingio-ae para am prcto que ae chava ao nor-
este querendo fugir-lhe tlrou-se ao mar
em
escriv.es de paz,, nos lugares designados pelo
rt. 1 da le de 30 de outubro de 1830, a atlri-
buigao de lavrar aa escripturaa de transferencia
ae escravos, e bem assim naquella que exige a
incorporago de verbo ad verbum do coaheci-
meoto do pagamento do imposto as escriptu-
rs; continuando, em inteiro vigor todas
domis disposigoes do mesmo decreto.
Art. ?." Ficam revogadu asdiapoaices
contrario. *
Jos MarU da Silva Pareohos, do meu con-
!?. ,Hn,l?1,lro.e 8acre'o de estado dos nego-
cios da fazenda a presidente do tribunal do
execoU D,C,0n* "'a teh!l n,endia a5
d*iSRiUci.d,i.Il-0^e,#5,ro'e" de 0tt,ttDr
ae iwi, 40 da independencia e do imperio
S. 8l".' Piranol- >* ^^-^ aa
Foram oomeados :
Graa-croz da ordem de Christo.
de Platen Hallermand, ministro e
estado dos negocios eatraogeiros
Hanover;
Com mandador da mesma ordem.
Witzeodori, secretirio geral do
torio ;
Dignatario da ordem da Rosa, o Sr. coronel
honorario Antonio de Mello e Albuquerque :
Cavalleiros1 da mesma ordem, o Sr. Leonel
Haruniano do Alencar, o 8r. Antonio Carlos
ea, sutor da opera A noite do Cattello, e o
tal:
o Sr. coode
secretario de
do reino de
o Sr. bario
dito minis-
Sr. Vctor Meirella de Lima, autor do qro
i pnmeira musa no Brasil ;
i Ditos da da S. Beato da Avia, aa Srs canilles
Fraocisco de Assis de Araujo Macedo. Jos
Henriquas do toa Aguac o Seam.BMastias
.fwIHiB^^*i,^'
r"***0 agraciados:
O Sr. coaseibeiro Jola Lina Vioira Causoslo
onde o furioso o acompanhou gritando: Morra
o homem, mas fique a fama, I
O commandante.fez immediatamente parar o
vapor. Depois do aigoos esforgos-conseguio-se
salvar o preto, mas o infeliz Raposo nioeppa-
reeen mata. YV
O paseageiro Cuoha e o segando machioista
acham-se em perigo de vida.
Espirito Santo. No dia 2 do correte tere
ali lugar a eleicio para depulados provinciaes.
sendo j conhecido o resultado da capital, onde
vencer o partido Dionyaio.
7- Havia chegado de Pima o Dr. chefe de po-
lica pronunciando ali 18 pessoas, pelo distur-
bio do 7 de setembro.
Bahia.- Eoltlra no exercieio de chefe de po-
ttea o Dr. Herculaoo Antonio Pereira da Cuoha
Achava-se rseleito pelo terceiro districto.
segundo a apuraglo da cmara competente, o
.": cnelheiro Bemvenuto Augusto deUa-
galbaes Taques.
L-sa uu Diario da Bahia :
e Em consequencia do vendaval que houve na
r'IJ. -** *4 Ia MrMole. o brigue nacional
Wi?Uva eachMa *nqaia coa destino
*o jo de Janeiro, perdeu os ferros por Ihe to-
rera arrabeotado ai amarras. Immediata aseaU
oa seos eaasigntaos, a senhorea Carvalaa A
Rodrisjaaa oa diriglraa I capitana do porte m-
diodooiodispenssvel soocorca; esta fez a ngnal
respectOi;qiB,feicrepatsdo pola fctaleisTao
iar. e raandoa lag sabr a esc.ler salva-vidas
com um ferro esorreate. A oarvot. >ous ek Ju-
lho tambera envin a saa laasha convaoieote-
ante tripolada pwa egaal Ara.
< Estes soccorros foram eaoonsrer a briaue il
aeima da ponte da Meni-S.rrat. aondolpram
luSSJL0" oaaotitlaaiJe. fteando o avia
su tundeado com o ferro e corrate que aa Ihe
remelteu.
< Cti'ff q o Mire do dito brigte loria pro-
N. JEf^sT* ?!**
Na aexta-feir. ultima falleceu o Rvm. Sr.
padre Jos Leite Pita Ortigueira. em consequen-
cia de uma eryaipela, de que Tora atacado.
. Na sabbado leve lugar o encerramento das
!?fS"2S.*iep,ralorio' mjw i nossa Fa-
culdade oe Direito.
.^IT Nod desaban uma casa terrea, que ae
edificar na raa doa Princlpea (sitio que fot da
comparta de flaclo) causando em seu desmoro-
namedlo apenas algumas eootusdes em um
aproo ot.
Iofomam-nos que teve esse acontecimeoto co-
mo causa originaria o ser construida a referida
casa em paredes singel.s, e reeeber a coberta
quandoestas eslavam ainda frescas; pois que
dentro de 15 das, pouco mais ou meos, foram
Jooo0' a,lcerce* e ,eTada" as Pedes ease
Importa portanto que baja mala algum culda-
f..,t! tae' co3a! para (>ue se Dao 61>l>a >e
lastimar a perda de pessoas, occasionada por es-
ses acontecimentos, que nos parece poderem ser
previstos pela arte.
No dia 5 do fuluro mez procede-se ao con-
sumo descartas existentes no correio, relativas
a o mez de outubro do aono prximo paesado.
A lista deltas acha-se afilada para conheci-
mento dos interessados.
Em sessio do tribunal da relagao de 26 do
corrente foi concedida a ordem de habeas-corpus
requerida pelo Sr. Antonio Vctor de Si Barrito
que sendo absolvido ha pouco pelo jury desta ci-
dade, foi todava cootinuado na prisio por alia-
g.gio de incompetencia do juiz presidente do
jury, por meio de recurso para a relacao.
Ach-se assim saoccionado o verdict d'equelle
tribunal judiciario, que nunca deixou da absolver
o referido Sr. SI Brrelo as dlfferentes occasies
em qae foi a elle submettido.
-Do oanformidade com a deliboracSo tomada
Pra jaraw dos professores do corso commercial
peroaorbucano, em sessio de 24 do correnle de-
vera os respestivos actos comegar no di. 5 do fu-
turo mez, sendo os pontos tirados no dia 4 e pela
ordem numrica das matriculas.
Foi prorogado por um mez a licenca de que
goza va o V escripturario da alfandega. desta ci-
dade Tibureio Valeriano dos Santos.
Acb-so marcado o prazo de 30 diss para a
inscripelo o, o. nroeesso de habilitagio dos oppo-
siloresls cidefras do Curato da S e do Poco da
Paoella.
Novos, o mol valiosos sorvigos acaba de
prestar o vapor de reboque Camaropie. tirando
do arrecife que borda o nosao porlo, pelo sul do
forte do pialo, a barca franceza JeanPermantier,
procedente de Dunkerque, com carrogamento d
carvao, que all ae achara baleado pelas 8 horas
da manhia de sabbado, e d'onde jl havia con-
seguido fazo-la aproar ao poaeo mar que entio
faala o patrio -mor do nosso porto que com
ama Locha guarnecida, havia espiado om an-
corete cem um virador. O Camaragibe porm
consumoa o ado, attsacando-a ao perigo em
que se achiva.
No dia 25 do corrente foram recolhidos I
casa de detengo 2 bamena e 2 mulherea, sendo
""es el escravos.5 a ordem do subdelegado
1,6 s,.Jos 8, inclusive o erioulo Gleto eocravo de
Aprtgis Jos da Si|a ; a ordem do doa Afogados
1, qae o crio o Ip Benedicto eseravo de Francis-
co de Paula.
A barea braaleira sstaurucao sabida para
o Rio Graode ao Sul, condaslo a seu bordo os se-
guales passageiros: Jalo de Ollveira Paria,
Manoel Gomes Vleira e 15 escravos a entregar.
O patacho brasfloiro nna, sabido para o
Rio Grande do Sul, conduzio a seu bordo os se-
mates passageiros :Manoel Goncalves Pereira
trae, aua senhors, urna esorava o 18 escravos a
entregar.
~ Matabouro lblico.
Mataram-se no di &> correte para a eon-
Sumo desta cidade IDO Mes.
MOHTALIBAOB *pjflfi.
^tjhe^Brt^7|ti 5 aooos. casado,
Boa-Vista, ascite. '
8. Joe, toaaoo.
SjPOa*!?*** kM**> ". rtWfcra Re-
cife, molestia no teto;
Mariai Peroambuco, 9 anttoe, Boa-Tiata, con-
vutejas. "
Beoadiaiodss CbagiaaSilfa, Po.pisico,t
annos. soltsiro. 8. Jos, aaelte.
Beearabargaoof MavtiaUao da Rocha Bastos,
Mm. W ino, catada, fetta '
flo hepailto chroaieo. r"*
TRIBNIL DI RELICIO.
SESSlO EM 26 DE OTBRO DE 1861.
B0 EXM. SR. COHSBLHBIRO ERMELINO
DELBAO.
As 10 horas da manha, achando-sepresen-
iiii.0SD d,ee1",baradore Silvelra, Gitirana,
Motta, Potoiti. Ucha Cavalcani. Assis e Guer-
ra procurador da corda, faltando oa Srs. des-
embargadores Caetano e Lourengo Santiago, foi
aberta a sessio.
Passados os feitos e entregues os distribu-
aos, procedeu-se aos seguintes
JULG AMENTOS.
RECURSOS CRINES.
Kecorrente, o juizo ; recorrido, Francisco de
Faula Martina.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
norteados os Srs. desembargadores Peretti, Gi-
tirana e Molta.
Improcedente. _
HABEAS-CORPUS.
Concedenm soltura pedida por Alexandre Be-
lerra de Albuquerque Barros em habeas-corpus.
toncederam soltura pedida em ordem de hs-
oaas-corpas por Antonio Vctor de SI Brrelo e
Foi proposta a peligio em (pie Antonio Ferrei-
ra da Silva pedia uma ordem de habeaa-corpus.
roi-ihe concedida para o dia 5 de novembro
Ltilfc 2 8e,8ao' ll hora" d dia. ouvida a
autondade competente.
DILIGENCIAS CR1MES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellagoes crimes :
Appellante, Manoel Rodrigues de Souza ; ap-
pellado, o juizo.
DESIGNAQAO DE DIA.
Assignou-so dia para julgamento dasseguintes
appellagoes crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Pedro
o a Costa.
Appellante, o juizo ; appellado, Jacintho de
Araujo Lima.
Appellaote, Jlo Lopes Baptisla : appellado.
o juizo. '
As appellagoes civeis :
Appellante. a fazenda nacional ; appellado.
Luiz Cordeiro de Castro.
Appellante, Henrique Luiz de Barros Wander-
yA aPPe,lada. D- Mia Francisca da Trindade.
Appellante. Antonio do Reg Barros: appella-
do, Francisco Pereira de Carvalho
Appellante, D. Beatriz Hermilina Carneiro e
r...,-U"?,V aPP*lla(l0. Joaquim Aurelio de
Ousmao ucha.
A revista civel :
Reccorrente, Henrique Jos Correa da Silva
Braga ; reccorrido, o bario de Jacuby.
DISTRIBUigES.
Ao Sr. desembargador Gitirana, o recurso
enme:
Recorrente, o juizo ; recorrido, Jos Joaquim
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, o
recurso enme :
Recorrente, o juizo; recorrido, Feliciano M-
ximo Qu a resma.
A carta lestemunbavel:
Aggravante, Joaquim Francisco de Albuquer-
que Santiago ; aggravado, o curador da escrava
Jaciotha.
O aggravo de petigo :
Aggravante, Olindioa Francelina dos Reis : ag-
gravado, ojnizo.
Ao Sr. desembargador Motta, os recursos
crimes :
Recorrente, o juizo
Silva Muniz Jnior.
A' 1 hora encerron-se a sessio.
c2^lf?Sri.,0',,,?'.eie'o de Antomo
Ofartmnaafoi mortal?
dita ^,mTtL6LSnt0"*uim ** "rtncaa dona
opete do ferimento. poraue ell nin .nni.
"i zzr** *H,geocia p "eoV:?; aS.pv
desaudr? me,rt0pr0,,OIio 'a^c>aodo
!.:! r0 coraB,,,e o delicia com t
tancia aggra/aala de ter sido de ooite ?
i.J;. com,Deeo o delicio cora a circu ns-
Tl.Nl off"do niopodis defender oaa
probabilidade de repollir a offeoaa,? "* C"
90 R/it?I0mmeUeu deUc, sorpreza T
do do? clreomtanclas atlenu.ntos a favor
. ?,,.!idi lory de eB? coh os ouesitos
l^CT 'T' "ore A l0' P0F 8 *0,0f'
A S0-fl0J. Por unaniaidsde.
A !~f Pr 9 vot<'
a ao"" m Pr 7 T0,M-
Ao9-.Nio, por 8 votos.
nr* e 5. eixou de responder
prejudicados. ^
Lidas as respostas pelo presidente
a circuaxs-
por Scare
senteoga. o Sr. juiz de direito paMicoi sS^
eng. condemnando o reo a pena di i^faoatno-
do roa pedindo e p.l.vra disse que protostava
Lae,r,a.nrl.00n".?fMa0 *f 4 ** h0tn t tar*a, .di.O-
' o dia segumte pelas 10 horas da ma-
do-a para
nhaa.
., .. M* DK OUTUBRO DE 1861.
mskfcneta do Sr. Dr. Bernardo Mmehado da
& *** dedir,it* dtt ? w ert!
prGuip.uoboboo8r-Dr-Fr,BdKo **"
ESe;c,;meS,eJ.0q"ia, F"ati" <* P"U *-
Ad*hf "Jl0' S'-Dr- An,erieo Netto do Mendoaga.
uT,! .a "u:- Pel oque da campainha
des Santoa E van-
fez-se aleitara da ara-
recorrido, Francisco da
JURY DO RCIFEK.
4.* SESSO.- DIA 15 DE OUTUBRO DE 1861.
Presidencia do Sr. Dr. Bernardo Machado da
Costa Doria,
minal.
juiz de direito da Ia vara cri-
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopoldioo
de Gusmio Lobo.
Escrlvlo, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
Advocada, o Sr. Dr. Antonio Jos da Costa Ri-
beiro.
Al)erla a aessio pelo toque da campalnba s
10 horas da manha, veriQcou-se estarem na ur-
na 48 cedulss, mando* o Sr. juiz de direito pro-
ceder a chsmada dos jurados, e acharam-se pre-
sentes 40 Srs.
Foram multados em 20$ todos os jurados que
faltaram. *
Entra em iulgamenlo o reo Ismael, eseravo de
Faulioa Mara Bastos, acensado por crimo de ho-
micidio, perpetrado 00 preto Joaquim, eseravo
de Antonio Googalves da Silva, sendo curador e
defensor do mesmo reo o Sr. Dr. Costa Ribeiro.
Foram recusados por parte da juatiga os Srs.
seguiotes:
Francisco Antonio de Assis Goes.
Bento Joaquim de Miranda Henriques.
Americo Ovidio dos Santos.
Joio Chrysoslomo Vict.liano Botelho.
Miguel Lucio de Albuquerque Mello.
Jos Mara Geraldes.
Olympio Dornellas Cmara.
Ernesto Brederodes.
JosTheodoro da Conceigo Vieira do Mello.
Bernardino de Oliveira Coragera.
Foram recusados pela defeza oaSrs. seguintes :
Basilio Alvares de Miranda Vareiio.
Abdiss Bebiano da Cuoha Salles.
Joaquim Pereira de Mondonga Jnior.
Antonio Jos* Rodrigues de Paula
Jos Antonio Moreira Dial.
Jos Pereira Vianna.
O jory do
guintea:
Manoel de Jess Jordio Cordeiro.
Francisco de Salles Andrade Luna.
Francisco Epifanio de Sonsa:
Angelo Custodio Rodrigues Franca. '
Jos Antonio Cesar de Lima.
Josquim Pedro da Coila Moreira.
Jos Alfredo de Carvalho.
Francisco Antonio de Almeida.
Antonio So.res da Cunba Nobre. ''
Antonio Cordeiro da Cttnha.
Manoel Osmundo da Cmara Piraente}.
Jos Pedro Velloso da Sveirs Jnior.
t prestaran o juramento dos Santos Eran-
gerbos.
Eol o ido interrogado a fea-8% a leitura db pro-
aentenga corapoz-se des Srs- so-
Antonio, plrictjs
saaelvtelo
H.!2d-*,' d,V#,- ,6 PvtMaj as solemni-
dades da Ui, a Sr.. jais de direito prOpQraaJtty
*Md-W^ocMshosWBintcc: 9^^*WTf
,' 0 rea o preto bncal, owiiro de f Uu
de? a ^h,8n:7^Dd^ ?' 0U de dret0 rW-
rJ,nrliien,ulgam.en, rfRoraaaa Mara da
Conce,gao, aecuaada por furto de 31 Taras a
coesa^eagaady., d. ,oi. de feod t ,^
Antonio do* Saotos Coelho.
guintea? ** Wolen5 i doa Srs. o
Franciaco Rodrigues Pinheiro
AatMio Jo*a todrhjue. de Paata.
Joaquim Pedro da Costa Moreira.
Francolino Xavier da Fonseca.
Antonio Cordeiro da Cunha.
Joe Alfredo de Carvalho.
Jos Luiz Inoocencio Poggi
Innocencio Antunes de Parias Torrea.
Jos Theodoro da Cooceigio Vieira da Mello.
Justino Marlyr Correa desello.
Candido Autr.n da Malta Albuquerque.
Americo Ovidio doa Santos.
E prestaram o juramento
gelhoa.
Foi a r interrogada e
cesso.
,?' P-romo,or Pedio a condemn.gio da r ao
gro mximo do art. 257 do cod. erieiV
viS dafd deduxiodo M*n pedia abaot-
rt.HDd8 ,s-deb,e* Preeochdat assoleani-
dades da le, o Sr. uiz do direito pronos aa t
de senteoga oa quesitos seguintes : "~ ",7
ih ,* Romana llarla < Cooceicio. aa dia
J do julho do correte anno, tiroa para ai, ara para
TSiBIZSrJl caambrala ttmijB. ca.
a vont.de de seo dono ?
lic?*?A rt 0 PrM* D ,CU> d" ll** *-
cl.3raorAprubHcoP?reM ,U"d '"*' i*
4. A r commelteu o delicia coa a cireesss-
t.nci. aggravante de ter sido impedida sor saoti-
vo frivolo ? *^ ^^
da5" f t*ltm CTeum*ntiu eoaaatoa a tarar
Recolhido o jury de sentones cosa a arocesaa a
quesitos sal. aecrets das eoowra^ettV
vo tou depois de um quarto de bara. ra
pela raaneira aeguinte:
Ao 1" queaitoNio, por unan,mid.de. daixaa-
do de responder aos outros par flearaan projoan-
Lidaa as retpostas pola presdsele da jnry da
senteng., o Sr. juiz de direito puMieea mis saa-
tenga absolvendo o r e condemnando a
palidade naa cuotas.
Achando-se fiados os 15 diss marcados par
para funecionar o jury, o Sr. jais da diretio 1
cerrou a sessio, deixando do pro pdr a
da mesas*, por a estamos atscate 24
leudo os mais oa retirado antes de lar-te'
rado a sessio.
Correspondencias.
Nao em silencio aa Afrie
de Albuquerqueo velbaca
que leva a vida caletear aa l_
infelicidade de com elle contratar
nem em atlengio ao mea
maiaco pintaaVJos da Silva
tenebrosa um toddo de bol______
em atteocioao publico illasiraoae IsararcitLaraa
de.conbece os meas precaaaataa, a A iism* co-
mo jl diese em nata oetra nitasHu. caeMajAoa
iuiz entra mim o aa Bes daUactatea, oa valla
boje pela terceira,vas dTmareaaa para
daa garrea de una cfila da cieageooo o
pbobicos a ainba honra o roaotacbo aew"
procurara dilacerar no meia de eeoariveesBoa
No bou ssgupdo coaHaoiaado Uva gesmec db>
mostrar a miaba '""miarta osa raUca A ssasak
cria da uetca Wrarf^"^,^
Nnuja, elevada daajt, 1 mm^
mo reqoerante, a Jl naja JoaA
*W *ac jotaeee oeeira a ,
eaw
todoa os a*u*a ---*
P*f*. ata raiccajMB 4?
ntU,o.aaa.6a#Ml|naje\L
qua coaita mim
^BU. A proviaMia e


ftURlO M riSJUMBCQO. %-*8SGUHDA FEiBA 18 M OUTUBRO DI 1861
m, por quinto ecia defez.
anettida lOBiima a aaa'yieWWV^W
gao sobre ell.teem de iiWVVf M
^o pode .er P^I^Hm*
Em isla. pois, da nasa
ase pedir ao publico que
atrtvimento de convida-lo para padrinho de
" o I!....
ra mim coma accidental, que dou
rtencia. Amo 01 homeos pela seu
lito na sociedade. a nada raaia.
pois, estas palara de ioterpretaco 1
procedimentq.
Ti" "
Joo Barbo* da Wn
i
Nao se afadigue o publico ; nao safa demisia-
dimeote severo e exigente para coroigo....
^Bi-BiR_aaitpgrn)4ola, ejulgse-aae ento.
a decisio desse pleito eu conservsrei a calma*,
u ai iaoottSKM coa*u osa presea!i r.
Forte os Innquilidade de minba conscieocia,
que, .gracas- eus, atada os se scha adormeci-
da* ea eejeero'-fcr aeoregenii prodncls e persea
vereoc necessariaa para iffronlar coto'paciencia
de Job a grita descompassada dos meus odien tof
implicaveia iniHHtof, pertoolisados no referU
do mameluco pintado Jos da Silva Pessoa, no
stu hmmiliisimo eecravo a eego instrumento Ca-
note Jo Pareira Se Luecna, e no sea perversa
mentor e celeberrimo^mbarbas de coucocujo he-
diondo orgmismo, coberio de ptridas fialuUa, \
coa* s costas da uui sapo pipa erfl iocubsijao,
hide ser aiada com ai ais vagar por mira deaorip-
(o, de euvolta coto a sui madonha vida, que a
negicao ibsoluta da todo acto boa e justo, se
porveotura oo tratar de arripiar carreira, en-
quicio lempo ; porquauto nao deva ignorar es-
sa aoomalia da especia humam, que basta de-
clarar o seu horrorosa oome para que ai viuvas
lorpbaos vivos e morios, de daus infeliz** tar-
jaos, se ergam em uta so corpo para escoojura-
to eamaldlcoa-lo !!]....
Ht imp'ossibilidade, portento, de produnr j
tal defesa, eu me limito easegurar ao publico.
que eases Tactos, que me refiro, nao paseara e
um acervo de calumnias, que bio de ser demons-
tradas'o desmascaradas, ein Lampa opperluno, j
opa as pronrias .serenes da meu proprio calum-
niador, estampidas em- en* denuncia, j com ae
proprias expressoes de urna catla por mim escri-
pia a por elle acostada, como documeulo, sua
referida deouncls, j com os desmentidos solem-
nes* authbaticos das proprias petaoas par el les
invocadas em seus testemunhos naquelle libsilo
infamatorio, ji unalsoaate coa o que declara* o
meu escravo Paulo do auto da perguotis insina*
das, que responded.
Essa decantada historia de bocea cosida de Alei-
xo s poda ter existencia em urna imagtnaco
perversa, e em um coracao malvado, como o
desse meu concuohado, que, veodo-sa atterrado
com urnas averiguacoes, que o subdt legado aup-
pleote deste districto esteva procedendo acerca de
um aesassinato que se Iba imputa, perpetrado na
pessoa de um seu escravo de nome Joo Ribeiro,
que ee havia entregado ao vicio de comer lacra
faverlguaQdes que nao foram avante por.essa au-
toridade deixar logo o exercicio do dito emprego)
julgou dever iraputar-me um igual ciirae, para
quetivesse companheiro em alguma prisao (onde
devera estttr desde ha atuta), fundamentando
par* etee lim essa sua negra calumnia naa se-
guintes palavras da sobrediii caria por miiu es-
Cripta :O Aleixo na marcha em que vai, morre
infiiltveliaenle, por que eu nao Iht passo coztr a
boceaexpressoes estas que nao podera deixu da
ser equivalentes estas outras: o Aleixo na
marcha em que tai morre infallivelmente, por
que eu nao posso prioa-lo dt comer trra.
Assim, pois, deixando para miis tarde estas
e outras coosideracoes, relativas ealea e outros
fictos, passarei (azer algumas reflexes, que me
suggerio s leilura da um peticao eedtuxula o
esquesita, dirigida pelo sobredito mameluco pin-
tado ao Exm Sr presidente da provincia.
Essa pelico, fructo do contorci incestuoso,
que exista entre o referido mameluco e o seu al-
ter egoo barbat de couco, realmente merece-
dora das apupadas dos moloques a garotos III....
Nao ht oega-los : Untas ssndkces nunca se vio
em letua redonda 11....
E' admiravel a audacia, o arrojo, .com que es-
ses dous ente con jnelos se esfurcam por per-
suadir ao Exm. Sr. presidenta da provinsia que
virtude na ierra se acha reconcentrada em suas
pessoas !1! Um barbas dt couco tero desta-
camento com a sua esposa de abrir a bocea para
proferir as palavras honra e virtude, que Ibes
queimam os labios cadavricos II.... Um barbas
de couco, que nao poasue um cabello no desmio-
lado crneo, que nio seja um latrocinio, um cri-
me atroz, pegar da penoa para bradar por jus-
tica!!....
Quinto cynismo accumulado nesse descenden-
te dos Plesiosauros 11....
Em que pau, a em que poca vivemos nos,
santo Deua!....
Que se erguesse para censurar os meas actos,
para me arremusar apedra, o homem justo, cu-
ja vida seja um exernplo viva de respeito a leis,
religio e moralidada publica, (raitseat; mas
dous facrinoras, dous entes crapulosos, chafurda-
dos no vicio e no crime, reslmeate insuppor-
tavell!!....
Por que molivo represeotou novamenle contra
mim o meu prdito concuohado aoExm.Sr. pre-
sidente da provincia ?
Querem saber os leitores ?
Coi eu ha ver requerido, que elle fosse citado
para vir jnizo provar as aecusaces que me fez.
Haver nada raais justo e mais legitimo '?
Accusaio de Crimea horrorosos, quem ma pode
lolber odireilo de ma defeuder ? E, no entre-
tanto, querem aioda saber os leitores com que
turgente se sabio esse meu calumniador, esse h-
roe de comedia, para nao comparecer em juizo ?
Representando ao Exm. Sr. presidente da
provincia, que >e ochava doenle, e que, >uando
nao oeslivesse, dtixaria de obedecer ao mandado
do juiz, por que ai autoridades do Limoeiro sao
todas amigas cmplices III___
Suppor esse meu abjecto calumoisdor, que o
Exm. Sr. presidente da provincia, seja um ho-
mem inteiramente destituido de bom sensoecri-
terio para acreditar semelhiotes patranhas! Sup-
por aiods que Pernimbuco urna provincia do
Japo, cujos habitantes entregan, as cousas com
olnosde porco ?
E como ae pode conciliar a impoesibilidade em
que diz achar-se do apreseotar pravas contra
mim, em virtude do meu poderio, com os astea*
lados que contra ano pblicos o africano Jos
Salgado de Albuquerque ?
Gomse pode atada com preheoder essa tmsoi-
sibtltdade, quando elle o proprio i declarar na
pelico que respondeosa es sausmoos feitos
etliopblicos, que nent mesara fcaverduecessida-
de de ee proceder grandes investigaces ?
Finalmente, como se pode comprebender o pro-
cedjiueoio oagalivo do Sr. Dr. Lata Antonio Pi-
res e o juiz municipal de orphos deste termo
meu respeito, em*preseDC da meama denuncia
que contra mim dea, ao Exm. dr. presidente da
provincia esse meo csloaniador, sendo alias o re-
ferido Sr. Dr. Pires, meu desafecto /
Eu desafio do modo o mais solemne e positivo
esees meas soesqi*nhs e tacanhos- detractores
para que se aoiaaaemem confaodrr-me cora pro-
vss, que allaa raaao, que foreem o sssenli-
moat da qsjeea aOoalysar. Ea os desafio peta
eegaoda vea poro jue apresentem contra mim
uoo nico atiasiados se quer, de pesooa boa e qui-
irncada, moradora oesta ou em qoalquer ontra
ooaauc.
m hornea quoae exprime como en, por esta
forma, nao pode ter pitete do perverso, como a
que Uto quer dar este meu prente degenerado,
autor de urna morle. do urna tentativa de morte,
do oes ferraaaoaoa graves e um lete, de furtos
aaosquiabos o atd de vOlhacarias nSo meos vi,
cooae seja a de noventa mil rid. que pedio em
cooQsBca um pobv ooajoeirte d oome Jos*
Magro,aerador em ga Vicente (hats de oflo
aasMs) para dtr-lae ostros oossa cidade, tr^aHf,
bMdaroda sa aMafe^eoN divida de honra II...'
Teobo a nato idbcomirea por mim : todos,
do Llmooro atteatof que1
como re ligaos, o
eondeosa crvtt e motor, nao teso foe-
desaoooam, e flnvlatante
da fregoezia de Bees Jardt
r esae cargo da modo a salMeboY aos
divarsoe gevernoa da proviocii, oa esaaoo de &
aabo garantir aosseus sobordinidos a fiel exe-
cussao da le.
_"PJiCT"aT tumafa municipal do Limoeiro em
sessao ordinaria de 24 de setembro de 1861.*
Sauto Mliorp. p.Ramos. Galvio.Ferrfira
Rabello.Santos Juoior.Reg e Silva.
Atteato>por ter ioteiro conheciroento do snppH-
eante desde que seu morador nests eomsrcs,
que tem boi conducta, tanto civil como moral e
religiess, que nodesempenho do cargo qne oc-
cupo novam pntkado ata se fatto qe o'deti-
aeae. -
Villa do Limoeiro 2 de agosto de 1861.4lor-
deiro de Melle.
Atiesto que o sapplicanle lem tiJo al hoje
urna cnduets, Unto-civil como orl e religiosa
irreprehensivel, e qu no dsempnho do cargo
que oceupa, se ha parlado de modo digno a ser
elogiado.
Deieejacld de polica da termo de Limoeiro 2
do agosto de 1861.Jos Antonio Pestaadele-
gado.
Atiesto, por me constar, quando ao primeiro
quisito, que o supplicante bom pai de familia ;
e quanto m segunde, que regatar o modo, por
que o supplicante tem desempeuhado os seus de-
veres, durante o tempe que sirvo oesta comarca.
Villa do Limoeiro 2 de agosto de 1861.O pro-
motor publicoG. Octavino.
Manoel Alvares Pereira, capito cirurgio-merdo
commando superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Limoeiro, e subdelegado de polica
desta meama freguezia em virtude da lai etc.
Atiesto, que conbeco ao major Joo Barbota
da Silva, quaodo anda morador' na propriedade-
Inveja, e que sempre o tive por um propietario
de boa conducta civil e moral. Em segando lu-
gar : que nada sel contra o peticionario, como
subdelegado de polica de Bom Jardn, e oem ao
menos d'ali leoho ouvldo clamor algum. e sim o
acho enrgico contrs os criminosos. E por me
nao constar o contrario, passo o presente.
Villa do Limoeiro 2 de agosto de 1861.Ma-
noel Alvares Pereira.
Antonio Rodrigues Revoredo, capito secretario
geral do commando superior da guarda nacio-
nal do municipio do Limoeiro- em virtude da
lei etc.
Atiesto que o supplicante sempre tem residido
nesla comarca e coosta-me nao lenbar prstieado
acto algum que desmoralise sua repulaeo quer
como empreado publico, quer como particular,
pois que tem conducta moral e civil.
Limoeiro 5 de agosto de 186!.Antonio Ro-
drigues Revoredo.
Jos Ignacio de Pigueiredo, alferes porta-bandei-
ra da guarda uacional do municipio do Limoei-
ro em virtude da lei etc.
Atiesto, que o supplicante, sempre lem residi-
do nesta comarca, e consts-me nao tenha prsti-
eado acto algum que desmoralise sua reputacao,
quer como empregado publico, quer como parti-
cular, pois fue tem conduela moral e civil.
Limoeiro 5 de agosto de 1861.Jos Ignacio
de Pigueiredo.
Altesto, que o supplicante durante quatro an-
uos, que aqu residi, que leoho delle inleiro co-
nhecimanto, sendo a sua conducta, quer civil,
quer moral, e quer religiosa digna de todo o
elogio ; e que como subdelegado da freguezia d
Bom Jardtm tem desempeuhado satisfactoria-
mente os encargos desse emprego.
Limoeiro 10 de agosto de 1861.Luiz Paulino
Vieira d Mello.
Atiesto, que o supplicante geralmente reco-
nhecido como houieai de excedente conducta,
tanto civil, como moni e religiosa ; e que no
desempenho das funcedesde subdelegado da fre-
guezia de Bom Jardim se ha portado de modo
digno de todo elogio.
Limoeiro 10 de agosto de 1861.Jos Cesar de
Mello FalcSo.
Atiesto que o supplicante geralmente reco-
nhecido nesla comarca como homem probo, e
como subdelegado lem desempeobado suas fuoc-
Qes, religioso e nao me consta que tenha de-
zar algum que o manche.
Limoeiro 12 de agoslo de 1861.Antonio Pe-
reira da Silva Gininand.
Jos Rufino de Miranda, alferes da guarda na-
cional do municipio do Limoeiro esubdelega-
do do districto de Malhadioha em virtude da
lei etc.
Atiesto que o supplicante sempre tem residido
nesla comarca, e oo me consta que tenha pra-
ticado acto algum que desmoralise su* reputaco,
quer como empregado publico quer como parti-
cular, pois que tem mui boa conducta moral e
civil.
m otaiai nuil mi
de acia annos pouco mais oa me
de duss leguas de sua oradla
eate tempo foi muito bem compo
os vhiohos, e mesmo com a sua
naquelle tempo houve seo i o bo
harmona, no que justsmeote Ib
por isto ote admira aa imputssea
que
eco a maitoa i tinos o Sr.
srbosa da Silva, cuja con-
tera sido pautadas pelaa re-
nesto, e no desempenho de
aes ha merecido os applausos
a gradas e amantes da or-
lado afirmo debalxo de minba
daflM
_ de julho
osfl W*M R^PV I Minoel _..
m,0w t^B F* "" I *"" fas* da guarda
do La 5'^fl 2.0dist|B ato qa>Ha muito conhaotejaMMlt
* d** "PomaB mitn tenaoto-eoroaei Joo Barboas tr*, sekjit-
U AtM iffJtiMMnt- lerarao a vor* gado de politia deste disiricta, ^e durante eate
dide aafMo*aToe)aciejacu, quo-eooheco de BM I tempo hs prabaachdo satisfatoraMMle Bal
rtoo8vVtoneB)to*eordb*t Joaollafboza da aVf desempenho dos seus deveroa, a>*traM ordeaa
va, por lar sido por mata do traBMoa06*000**- sua conducta-oivtl e moral, amac ao oxercido da
zinho, aes distancia do dais tosis o-ssmm do sua tarefa pattoial, que conpHtamaata ha aMo
eeo domicilio ao meo, e qae orante to longo espacn de lempa nunc ohaervoi, npm pnr n*i la^h t <|t.t |, tnM|,r------------------------
ioaoWo?. aTt1?,",^^^
conducta civil, moral e religiosa, e tam fatto ama
brilhinte administrago policial, o qao tbdo juro
se preciso fr.
ntsiracao ten coostantementa sido o
attrtso, jBSjkaab mHmjmu
iJ*SBvfisaatr-
Barra de Ribeiro-Grande, da e era otas
airea
'mo eooslou, qoe o mesmo 9rr tenen*
te-coronel boaresse praticado os (actos crimi-
nosos, que os seo iairdigoe eje lhe imputara, el
os quses nao podern deixar de ser, seoao calum-
nias; flihas da perveYsidid*.
Atiesto mtts, qae oditoBr. teoaole-torooel,
qur como homem particular, qudr como homem
publico, digno de estima dos seus coocidadoe-
e 00 gbverao, pelos brtln'sotes predicados que o
recommendam a ella. '
Imb, a de setembro do 1861.Miooel Rodri-
gues dos Sanios, major reformado e propie-
tario.
Joo Lopes Delgado Leal, delegado 21* supplanta
do termo do Limoeiro, Io supplente da sub-
delegad do Bom-Jsrdiro, e eleilor, m virtu
de da lei, etc.
Atiesto que o Sr. tnenta-coronel Joao Barbo-
za da Silvs, actual subdelgalo do Bom-Jardim.
ha lido sempre urna cooducti civil e moral illi-
badas, e em todo exercicio da sua tarefa policial,
tem constantemente desenvolvido urna actividade
enrgica e temperada de urna moderado tal, que
a sua administrado tem merecido os encomios
d todas as pessoas gradas e sensatas. Tudo que
veoho d'attesiar, stiirmo deoaixo da honro dos
cargos que occwpo.
Eogeoho iloni'Alegre,
Joo Lopes
eogeoho.
Refiro-me ao sttestado cima, porque tervbo
inteira certeza da verdade de que lodo elle
composlo : o que afBrmo debaixo de miuha pala-
vri de honra, ejurarei sendo .preciso.
Fonseca, da e era supra. Manoel Travaaso
Sarinho, eleilor e teoenle da guarda nacional.
Altalo que oSr. tenento-oorouel Joo Barbo-
za daSilva, subdelegada do Bam-Jardim, tem-se
cooduzido sempre com toda a honra e digoidade,
qur como membro da sociedade, qur no cum-
primenio do seu emprego policial, que ha des-
empenhado sempre salisficlorumeote. O que
affirmo e juro.
Queimadas, dia e era supra.Manoel Jos de
Souza, eleilor.
Atiesto que conheco ha muito lempo o Sr. te-
nente-corooel Joo Barboza da gilva, digno sao-
delegadodo 1.* districto desta freguezia de Bom-
Jardim. e que um cidado honrado, mansa e
pacifico, e que a sua cooducla civil e moral lem
sempre merecido louvores das pessoas pensado-
ras e graves, e no exercicio de sua trela policial,
tem-se conduzido de urna tnaneira, to saiisUto-
ria, que ha agradado summameute lodos os
seus governados. O que venho de atlestar, affir-
mo debaixo do rninha ptlavra de honra.
Engenho Figueirois, 41 do julho de 1861.
Boi-Jirulm"; ais e era ut iupra.
Vite ote Joaquim do Miranda.
Eleilor e fiscal.
Atiesto qtw'eonhecp jrerMttmnte o Sr. te-
ifcdta'WrbneTJcWro- Barbosa daSilta, subdelew-
do do Bom-Jardira, e que sempre se tem condu-
zMU cem todi-hoora e digrrtdaaa. e que no de^
aerapeaho do sea'cargo policial tem sido cons-
tantemente applaudido de todoa os homens
bons. O qub tallo afirmo daaalxo da minba
. 31 de julho de 1861___
Delgado Leal, propietario do dito
patarra da honra,
Eageaho Bom-ftm. 2de agoata de 1861.
Nicolao Antonio Duarte.
Potr o proarietsria do dito ogeobo.
Atiesto quo oSr. lenenie-eeronil Joao Barbo-
sa da Silva, subdelegado do Bom-Jardim, por
sua conducta civil moral maito estimado de
todos os homens honestas, sssim como (em sido
sempre louvados os seus actos policiaes. O que
afirmo e jurarsi so fr preciso.
Bom-Jardim, 2 de agosto de 1861.
Gervasio Travaaso Sarinho.
Eleilor e negociante.
Atiesto que o supplicante, teen te-coronel
Joo Barbosa da Silva-, e subdelegado de polica
de Bom-Jardim,. oo tem apresontado pcba al-
guma eso sua conducta civil, moral e religiosa ;
e na sua trela policial ha desenvolvido sempre
toda a iateireza, actividade e eoergia. Tudo
afirmo debaixo de minha palavra de honra.
Queimadas, dia a ara ui aupe*.
Manoel Rodrigues Pimentel.
Eleilor supplente e proprielerio.
Altalo que conbeco a muito tempo o Sr. l-
ente Joo Barbosa da Silva, actual subdelegado
do 1 districto de Bom-Jardim, e por isso eslou
habilitado para afirmar que a sua conducta civil,
moral o religiosa leso sido sempre merecedora
dos louvores das pessoas honestas e reapeitado-
ras da lei, assim como bem o tem sido no de-
sempenho da sua larefi policial.
Budf-Jardim, 2de agesto de 1861.
Antonio Bernardo dp Moura.
Eleilor e proprietario do engenho Mando.
Atiesto que o Sr. lene o le-coronel Joo Barbo-
sa da Silva, de mim coohecldo, tem boa con-
ducta civil moral, e tem sempre desempenhado
bem o seu cargo de subdelegado.
Bom-Jardim, 2 de agosto de 1861.
Joo Ribeiro Pessoa de Vasconcellos.
Juii de paz e subdelegado 2 supplente e eleitor.
Xttesto qae o Sr. teneote-coronol Joo Barbosa
da Silva, subdelegado de Io districto do Bom-
Jardim, ha tido sempre ptima conducta civil,
moral e religiosa, e 00 desempenho do seu em-
prego policial lem feilo ama administraeco dig-
na de applusos. Afirmo tudo isto per ser a pura
Joaqui
Elelt
Atiesto qae coi
ida Silva
O um
ipenho do
nnplameoldH Has si asoao ovosa lis,
. por Isso, aasa feito eredor. O qe*
ralo de itteatar.Mfciaj plaooconRootoaenia de
ososa, porque coobif masito ser edito Maoo-
laveorooel, pois ajo ao sau visioho.
otra de Jundiahy, 20 do agosto do 18.
Jos Barbosa Piolo.
Atiesto quo o Br. Unen te-coronel Joo Barbo-
ta da Silva, su adalegada de pobeta deste 4 dis-
tricto da BoaWirdim, a aeobot do eosjeoho Io-
reja.tem sido sempre xeloso no deaaaapeabo de
siu aubso. doos tomo homem pubUee cobo
tambera particular, o qoo como empregado da
olleta ha ssdo a asodeU das ocootegados.
E' o quo atiesto eos ( do meu cirgo.
Jardim, 10 de agosto 1861.
Leareoca Xavier da Boaodca, aleitor sopplent*.
(JbbbbI bbb4bMoB
m "
ai; m
ha
Silva, proprietario.
"ordeiro de Arroda,
PToptietaaio
cargo. Bom-
Joiqaim da vi PiaOa,'prafdaUrso.
Masaaol Cttrtaaava da lv%7pr.pri.uto.
Roberto Pialo da Molla, proprietario.
lario.
Francisco da Silva Piola, proodetarie.
Joo Gomea da Croe, proprielsrid*
Jos Quinlino. Pinto, proprietario. ,.
Flix Jos de Sanl'Anna, igricaltor.
Ursino Qaiorlno de Piala, artista.
Jos Antooie Soaree, proprietario.
Francisco da Arroda Gosdairo, priaaiataotav
Manoel da Costa Pinto, propriaUrio.
Geraldo Alvesda Costa, proprietario.
Jas Roberto Pinto da Motta, proprietario.
Jos Ignacio Carneiro, proprietario. ____
Antonio Christovo da Silva,prapataa.
Mariaoo Firmino de Albuquerque, adieta.
Manoel Thaonaz do Aiboauerquo, aajalilsi.
Jos da atoar, e Viscoocellos, proprietario agri-
caltor.
Manoel de Lames Vascencelloa, agciaoiaar.
Antonio Verissimo dos Santos Jaaior, proprie-
tario.
Benedicto Jos Benieie, acjriealtor.
Jos Mendes Xavier, proprietario.
Ola o era ut.supra. Antonio Joaquim Fsotre.
Fiaee eotaadida qae com esta miohi assigna-
tura refiro-me eat tudo e por ludo ao alteslado
aapra per qae connoto peifeitamente 1 conducta
llibada do Sr. Uoente-coronel Jeto Barbosa da
Silva, quer como membro da sociedade, quer
como enpragodo publico. Portante, repito.An-
tonio Joaquim Freir, negociante.
Refirome eos alteotados aapra, porserem ver-
daderos, pois que coohoco muito ae porto ao di-
to Sr. teoente-corooel Joo Barbosa da Silra.
Bom-Jardim, dia o era ut supra Joe de llol-
landa Cavalcanti. oroorietirio. 1
aa da Silva.
Bom-Jardim, da e era o sapra.os Fran-
cisco de Oliveira, empregado publico.
Abasto quo o Sr. leoeule-coronel Joo Barbo-
sa da Silva, subdelegado de polica deste 1
t rielo
sempre assiauo no aeseospea _
licial, oo s como homem publico
ticalar, excellente pai da familia o eicellente
membro da sociedade a que perlence, por uso MeaoiH Theolooio de folio
Vicente Ferreira Barbosa, proprieUria.
Joo Ramalbo Diaa, proprietario da>ooa
corro.
Jos Francisco de Sooza e Silva, agricultor.
e senhor do"engenho Inveja. tem "o : 3S? SSlta^bOM^
. assiduo no de.eo.peoho deis, tarefa po-; A^^^m^mVm^mn^m
e como1 par- Alexandre Alvos BarlKa.^o^rio^^'
Amaro Gomes de Arauje Pereira, praer tatos so.
qae su. conducta ciril e o.or.1 .em ..oclu. | An^0ID^tS,d0. fe^*U
O que atiesto em f do meu cargo. i *.. r! / Pr.prl;rhL
Bom-J.rdira.10 de agosto del861.-Fottuna(o',.^ Aol0~,,,0 D,",, P-O, ^riooll-
Francisco Lopes, eleilor e negociante.
Atiesto e iurarei se preciso for. que o Sr. to-
nente-corooel Joo Barbosa da Silva, subdelega- 1 V^rCsT^^Z ZvLITVl
do desle districto de Bom-J.rdim. um SJaXlflggl^!?^
caja conducta mor.l, civil e religiosa ha sido sem- j Fraociow Jos AJvoT SS' 'vUmmt'
pre exemplar como bem o lem sido, at s presen-! joaS A^i rT~I?. Vh-,
PeReefirao-meLLa tuT ao ou .ttast.do. t... !%" ^'''. ^l
' Antonio Duarte da Costa Filho, agricaltor.
I Manoel Cimillo Duarte da Costa, agricultor.
le em ludo aos dous aUastados cima,
o que eslou prompto a jurar por
verdade qae elles conlm.
0 proprietario do dito engenho e alferes d*s ex- verdade e porque teutio iuteiro conbocimento da
telas milicias, Manoel Jos de Aguiar.
Altesto que o Sr. lenente-corouel Joo Barbo-
za da Silva, actual subdelegado do 1." districto
do Bom-Jardim, mora prximo ao meo domici-
lio, e o conheco muito de perto, e por isso sei
que a sua conduela civil e moral, lem sido pro-
prias de um hornera de bem, e no seu des-
empenho policial tem merecido constantemente
elogios. Airoio tudo quanto
por ser a pura verdade.
honradez do dito subdelegado ; e jurarei se tanto
fr miater.
Bom-Jardim, dia e era ut supra.
Joo Barboaa do Rogo o Silra.
Eleitor.
Altalo que oo conheco de hoje ao teaenle-
coronel Joo Barbos, a. Silva, actual subdelega-
do da freguezia de Bom-Jadim, maia ai. de
venho d'attesiar, loag. dala, e por isso leoho sobrados motivos
I por estar ao alcance de sua conducta civil e mo-
eslar certo da
Figueiraes, dia e.ra supraManoel Francisco ral, que lera sido
de Souza, eleilor e proprietario.
Atiesto que o Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
za da Silva, subdelegado de polica deste 1. dis-
tricto, tem sido sempre um cidado de urna con-
ducta llibada, j como membro da sociedade da
grande familia brasileira a quo perteoee, aj co-
mo empregado publico : por isso que ao exercicio
do seu emprego, nao tem desmentido o conceilo
de que, como particular, d'anles gozav*. Tornan-
do-se, por conseguinle, eredor da eslima publica.
E' o que era consciencia atiesto, e affirmo era f
do meu cargo. ,
Bom-Jardim, 31 de julho de 1861. M.opel
Xavier de Moraes G-, empregado publico, o elei-
tor.
Atiesto que o Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
za da Silva, subdelegado de Bom-Jardim, um
homem estimavel lano por sua conducta civil e
moral, como pelo bom desempenho do seu cargo
policial. O que tudo affirmo debaixo de minha
Sari-
Os-sjateres .proaseWa.eois orarrifestacoai ts-:
pabia do B.bs eeodbcta, quer cerno sitrpW
dado, qaer come (tsoKetooorio buitreo, rtam como egl
so retaaaoss* dbeua^Jss, que, iltadMes pdr mext b.
parva eencopbestat, ootat aerboipadataetrva af- ...
flrsaoi, itsaataBO. esmUa aaim od pjVi pirbH-
cstaosisUad/risdaottalgado;
Concluindo, aproreitoa ooeoaiiaipaga decratar
Limoeiro 12 de agosto de 1861.Jos Rufino
de Miranda.
Refiro-me ao primeiro attestado.
Villa do Limoeiro 13 de agosto de 1861.Mar-
cellino Aires Pereiraescrivo da collecloria
geral.
Atiesto que conheco ao Sr: major Joo Barboza
da Silva, morador em seu engenho Inveja, e
sempre o tive por um .proprietario de boa con-
ducta, e emquanto ao mais nada me consta que
o desabone.
Villa do Limoeiro 13 de agosto de 1861.
Agente di oollsctoria geralAntonio Ribeiro
Pessoa de Mello.
Altesto, que o supplicante lente coronel Joo
Barboza da Silva, morador nesta freguezia, e de
mim conhecido, tem boa cooducti moral, e ci-
vil, sendo manso, pacifico e honesto cidado, e
juntamente lemeole a Deus, e bastante cuidado-
so em educar sua familia nos deveres da reli-
gio christa, fazendo a desobrigar, como aioda
este anuo fui por elle chamado para esse flm na
qualidade de seu pastor, e na emprego de sub-
delegado do primeiro districto desta freguezia,
que ha lempos exerce, tem-se portado com muila
honra e dignidade ; sempre acompanhadas de
muito Uno, prudencia e moderaco proprias de
seu genio e do empregado que se preza, sem que
at o presente me conste, que tenha obrado acto
algum. menos regular, que mereja censura publi-
ca. 0 referido verdade; e passo esta, nao s
por ser publico, e notorio, como por ter pe feilo
connecimeolo, Ha in fide psrochi.
Bom Jardim 30 de julho de 1861.-0 vigarib
Antonio Hygioo d'Hollanda Cavalcante Chacn.
Atiesto que conhejo a muito o Sr. lenle co-
ronel Joo Barboza d Silva e por isso estou ha-
bilitado para afflrmer que a sua conducta civil,
moral e religiosa 6 irreprehenairel, assim como
tem sido o desempenho de sua tarefa policial,
desde que foi nomeado para o cargo de subdele-
gado de Bom Jardim at a presente data : o que
affirmo in fide sacerdelis.
Bom Jardim 30 de julho de. 1861.Fr. Fran-
cisco de S. Boivenlura Machado e Cuuha.
Refiro-me ad lilteram ao alteslado do Revm.
rigario ; pois como elle, conbeco bem de perto o
Illm. supplicante. Fide, et.verbo sacerdotis.
Bom Jardim 30 de julho de 1861.Padre Eloy
da Cuoha Souto Maiorrigario da vara e dele-
gado litterario de Bom Jardim.
Altesto, qae conheco perfeitamente o Sr. l-
ente coronel Joo Barboza da Silva, subdelega-
do de polica desta districto de Bum Jardim, e
qae tem elle tida urna ptima conducta moral,
civil e religiosa, e que tem sido sempre assiduo
bella, como beuj 00 bota desempenho da sua la-
efa judicial, qae ha agradado summameute a
odas as pessoas honestas. 0 que lude iffirnjo
sacerdotis.
Jardim 80 de iulho de I861.-Psdre Se- desempenho dos
Benicio Jos d Araujocoadjutor.
Atiesto e juro se preciso for, que durante 0.
lempo em que morei naatacomirc onda exercL
P cargo de delegado do wrnjo, coronel chee do
ilademajor o enle coronel commiodaole do
ilalhlo de guardas ncloaea" de Bom Japjjj,
4UUS5 m
In fide
I Bom
verino !
palavra de honra.
Jardim, dia e era supra.Luiz Travasso
oho, eleitor supplente.
Atiesta que conheco ha muitos annos o Sr.
teoente-corooel Joo Barboza da Silva, subdele-
gado de Bom-Jardim, e durante todo este lempo
al a presente data, a sua conducta civil e moral
eo seu policiameolo tem sido sempre brtlhantes.
0 que tudo estou prompto sustentar, mesmo de-
baixo de juramento.
Bom-Jardim, 31 de julho de 1861.Manoel da
Silva Pinto, eleitor.
Atiesto que o Sr. teneote-coronel Joo Barbo-
za da Silva, actual subdelegado de Bom-Jardim,
um cidado respeitavel, honesto, e tem moral;
e que no desempenho dos seus deveres policiaes,
desde sua nomeaco at a presente dala, tem sa-
tisfeilo plenamente o conceilo, que sempre ha
merecido de todos os homens bons. Isto affirmo,
que o conheco muito de perto.
Olbos d'Agua, dia e ora supra.Joo Baptista
de Araujo, eleitor e alferes da guarda nacional.
Atiesto que o Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
za da Silva, subdelegado do i. districto de Bom-
Jardim, um cidado honesto, honrado respei-
tador da lei, e por isso, desle que foi nomeado
subdelegado al a presente data, tem feilo urna
bnlhante sdmioistrsgo. O que tudo affirmo de-
baixo da minha palavra de honra.
Queimadas, dia e era supra.Josu Julio de
Souza Inieramnsnse.
Attesto que conheco ha porclo de annos o Sr.
lenle coronel Joo Barboza da Silva, actual
subdelegado de polica deste districto, e tem sido
sempre um cidado de.uma conducta sem man-
cha, j como membro di sociedade, j como em-
pregado publico, pois que no exercicio da sua t-
rela policial (em ae tornado eredor da estima pu-
blica. Tudo que venho de atlestar, affirmo debai-
xo da hotira dos cargos que oceupo.
Bom-Jardim, 31 de julho de 186J.r-Joao Fran-
cisco Xavier da Fonseci, juiz de piz da 1. dis-
tricto, capitn d. guarda nacional, e aleitor.
Altesto que o Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
za da Silra,subdelegado de polica de Bom-Jar-
dim, em sua conduela ciril e mor.l ha sido to
morigerado, qae tem merecido a estima de todos
os homens bons,, que o couhecem, como bem a
tem merecido pelo desempenho de sua tarefa
policial, que nada ha deixadoa desejar. O qae
venho de atlestar, affirmo debaixo de miaba pa-
lavra de bonra.
Lugar, dia e era supra,Manoil Ferreira.Bar-
boza, capilo da guarda nacional e eleilor sup-
plente.
Atiesto que o Sr. tenente-coronel Joo Btrbo-
za da Silva, tem-se condolido delicadamente em
sua conducta civil, e moral, a n< qualidadsde
subdelegado de polica de Bom-Jardim, toro sido
exacto a. suas ebrigoedes, e funecionado com
toda a braodurae prudencia. O que jurarei, se
precisa for.
Bom-J.rdim, 31 de julho de 1861.Jos Go- sido
mes d. Cuoha pleitor, venador, e capito-do
guarda nacional.
Altesto quo conheco muito de,perto o Sr. ta-
oente-cqroqetjoao Barboza. da SllfA SMnnre
excellente conducta civil e moral, e eraquaato ao
- devore de ave-delegado de U
msis aatisfatoria que dar ae
pode, como bem a ana tarefa policial, que ha
sido, a datar de sua nomei^ao at o presente,
digna dos encomios das pessoas honestas e res-
peitadoraa da lei, o que afirmo debaixo da minha
palavra de honra.
Bom-Jardim, 2 da agosto de 1861.
Francisco Mauricio da Motla Ribeiro.
Eleitor, juiz do paz supplente do 2* districto
e proprietario do eogeoho Boa-aorta.
AUejlo que O Sr. tenente-coronel a subdelega
I do Joo Barbosa da Silva, lera bu. conducta civil
i .oral, e em quanto a aua adminislraco da
justica tem comprido com os seus deveres..
Bom-Jardim, 2 de agosto de 1861.
Justino da Motla Silveira.
lente da guarda nacional e proprietario do
engenho Joo Congo.
Atiesto que o Sr. tenente-eorooel Joo Barbo-
sa da Silva, subdelegado de polica do L distric-
to de Bom-Jardim, e um cidado, cuja conducta
. agreallor.
Nos abaixo .signados por conhecarmos mato
bem, o Sr. teoeate coronel Joto Barboza da Sil
Bom-Jardim. 20 de agosto de 1861Luiz Soa- !* J!"".^' ofhcl,TO a6,le ** *? ?
reside Albuquerque. eliitor e slferes da guarda [tSSSSSiSU^
Atiesto debaixo de minha palavra de honra e 1"*? -" d"i2f5lf^W
sob juramento que o Sr. ^eng^et1 hV^^lZ^\*lZm,mm
sBubru^gaddaosdil;;oi1ci.xceUen,e cidaaao e opli,nai' ^""ESE.osto-dToo,.
n QueSa. 2? oe 'agosto de 1861. ^ Jo*o de $jtt5tlS dtS&?S&.
B^tS^Iue=Sjoo sUtwSffSSS? reST^
pregado e como particular ptimo pai de lamilia donal de 1S aaUri e fir
e de urna conducta civil o mor.l de maoeira que AntZo rhr. d^M.ltn !^-M
t subdelegado do eogeoho Dezeobe.
Jos da Costa Lyra senhor do engenho Boa-Serte.
Manoel Joo da Fonseca, igricaltor.
1 Antonio de Si Albuquerque, inspector interino
que conhe- da Palaeira freguezia de Bo. Jardt., agri-
e e'eitor.
da guarda na-
: o que attesto em f do meu cargo.
Bom Jardim, 23 de agosto de 1861.Joo Bap-
tista Pereira, eleitor supplente.
Nos abaixo assigoados declaramos
civil e moral lem sido to honrada "e ebeia de
digoidade, que se tem feilo adqueridora da esli-
ma geral, e o seu policiameolo activo e enrgico
combinado com toda a moderaco e prudencia
lhe ha grangeado applausos.
Queimadas, dia e era ut supra.
AoasUcio Alves da Nobrega.
Eleitor e vereador.
Altesto qae o Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
sa da Silva, subdelegado de Bom-Jardim, um
cidado honesto, honrado, religioso e tiel cuin-
pridor de seu cargo policial em cujo desempenho
tea merecido constantemente oa louvores de
todas as pessoas ordeiraa. Tudo que venho de
atleslar asseguro debaixo de minha palavra de
boora, e dos cargos que oceupo.
Bom-Jardim, 2 do agosto 1861.
Joo Felippe de Mello.
Io juiz de par do 2 districto. Io supplente do
subdelegado, eleitor, e 'proprietario do engenho
Ba-vista.
Altalo qae d Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
sa da Silva, actual subdelegado do 1 districto da
freguezia de Bom.-Jardim, por sua boa conducta
civil e moral, geralmente estimado de todas ae
pessoas grada o ordeiras, assim como tambem
muito estimado pelo seu bom polica men-
t. Quanto acabo de atlestar a pura verdade,
e jurarei se fr necessario.
Queimadas, dia o era ut supra.
Moiss Amavel de Souza Inleramnense.
Eleitor.
Altale que o Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
sa da Silva, subdelegado de Bom-Jardim, lem
tido urna ptima conducta civil e moral, e que
no desempenho da sua admiaialricao policial
te. aempre merecido a approva(o de todas aa
pessoas morigeradas e amantes do Imperio de
lei. O que venho de atlestar por estar ao
fado, e por eso jurarei, se tanto fr preciso.
Engenho Bezarrs, 3 de agosto de 1861.
Jos Tbomaz de Aquioo Pereira.
Eleilor, capito da guarda nacional e proprie-
tario do dito engenho.
Altesto que o Sr. tenente-coronel Joo Barbo-
sa da Silra, e subdelegado de Bom-Jardim, um
ptimo, pai de familia, e digno, membro da so-
ciedade, e qao no desempeos do aeu cargo po-
licial tem se portado com justica e moderaco,
desde que a exrce dito emprego. E' .pura
verdade ludo quanto venho de atlestar, a jurarei
sendo necessario.
Pharol, 10 de agesto de 1861.
Francisco de Paula Gomes dos Stotos.
Eleilor.
Atiesto por ser verdade. e por conbecer do
perto o supplicante lenle-coronel Joo Barbo-
sa di Stlva, subdelegado do Io districto da fre-
guesa de Bom-J.rdim, que um homem de bem
em todo a estencoo da pitarra, pota que o asta
conducta civil, moral e religiosa lhe bao'mere-
cido a esiimico geral, assim como della toa
eredor o seu policiameolo. Tudo jurarei
se fr mistar. .
Lagar, dia e era ut supra.
Taurino Laosiano de Rszende Ringel.
Eleitor.'
no.eo*lk a.os ss.th.is>de neero, criollo.
dtavioata, tbsepa eo. a,M tarTtooOfllierro *
eaes-bafetat oe*rae too afe*s^ Vobloe; pdrJ
*^'~*'*^'iha,QQtrtt. aaorpm-
iao.erBiaraaleM.leeottuj> i-taatar mil *
i nm awaidgajiJau;------
o ftupnlicanle exeocondo cargas nel Joo Barbota da Silva, subdelegad* de 1.
m cooceituado; pelo que a ana districto de Bom.Jardi.# q#e-'d e,U ora cid adi
'Tr'-oS'SBr u" d* ?a^A,P'5 M,,ma?el'lo4oso,rePe'toasjaitevii eoosldo-
sernpra cqn.1
ipobneds, e
*. HWrfl
e raco sn sa^uoj* criiU aorele eeligie.,
*. qur em allengao ao desempenho do sea poboii"' jitiaaoiataiido.Bsjsajlia. a^Mve^'iaab^rregode efrWflvo aosoa
.IM,.-5?1 *"&JWtrW i*totva*t,o. dehonr.. ibsd Mstrl|.(lai Silva Gutrtinibi' e* orotifl^BHgit*.; fe* iWRutada
*An,rti?K(1^$W loe qeeupo,oqu.e ten- ft^aMM*WK<3i d^stbe^idiassl.- Reodeire do aesmo absanho, e etattor-sop- ras #0 J#sio honfisfo; 'eoo'xerclc
1 K? ^^-Wtftel Jolp BarboiA da Silva, era, JoatvCaataao. Per*ira da Qoeicea. soejoi roormar. pente. pteolofottciat ll%r*gi1db a aeti
t^'T^ftSfP.. fl >JlW *We W& l* P*fio dot eleitor, e proprletsricTdo.ditoonajeohnj, | Attotte qn maitos anoee ceaboeo *e 9r. |
cemos perfeitsmeote o Sr. tenente-coronel Joo
Barbosa da Silva actual subdelegado de polica
deste districto, e por isso estamos habilitados a
atlestar. como de facto .tiestamos e juraremos,
se for mistar, que sempre ha tido esse senhor urna
excellente cooducla civil, moral e religiosa, e que
o desempenho da sua tarefa policial, com quanto
activa e enrgica tem sido constantemente tem-
perada de taota modervgo e prudencia que a
sua adminislraco, longe de atterrar aos seas go-
vernados, ha conquistado a estima e sympathia
delles.
Bom-J.rdim, 23 de agosto de 1861.
Joaquim GoocaIvs Costa Lima, negociante.
Joo Antonio da Costa Barros, artista.
Manoel Joaquim de Saot'Anne, artista.
Luis Jos da Silva, artista.
Eduardo Daniel de Pigueiredo, cirargio homeo-
pata.
Manoel Joaquim Bezerra Lima, proprietario.
Salustiano Goocalves da Silva Cesar, agricultor.
Joto Travaese Sarinho, negociante.
Joaquim Jos dos Santos, agricultor
ciaole.
Joo Evangelista da Puricaco, artista.
Manoel da Motla Silveira, negociante.
Ignacio Gongalves de Liaa, artista.
Antonio Borgesde Souza, agricultor.
Luiz Gonsaga de Souza, artista.
Claudino de Barios e Silva, agricultor.
Antonio Joa Donrado da Silva, negociante.
Francisco Goncalvea de Vasconcellos, negociante.
Menelio Firmo da Cunha, agricultor.
Florentino da Cuoha Souto-Maior, negociante.
Anlooio Francisco do Reg, agricultor.
Francisco Ferreira <*a Silva, agricultor,
Alexandre Pereira Chaves, proprietario.
Antonio Ferreira da Silra Jnior, negociante e
proprietario.
Antonio de Barros e Silva, agricultor.
Joo Gualbertoda Silveira Cavalcanti, agricultor.
Maooel de Barros e Silva, agricultor.
Liberato Adacto Cavalcanti, negociante.
Joo Pedro de Alcntara, artista.
Joaquim Jos da Fonseca, negociante.
Joo Evangelista da Puriflcaco, artista.
Antonio Manoel do Nascimento, criador.
Manoel Rodrigues de Amorim, negociante.
Justino de Farias Maciel, agricultor.
Domingos Barbosa de Mello, agricultor.
Silvino Goocalves de Oliveira, artista.
Manoel Ttv.rea da Cuoha, agricultor.
Manoel Barbosa Camello, proprietario.
FideliB Antonio Franco, artista.
Manoel Vieira de Mello, artista.
Mariioiino dos Santos Jnior, artista.
Manoel Soares P., artista. -
Jottoo Aloxandrino de Oliveira, artista.
Nos abaixo assigoados^ por eatsrmos bem cor-
tos da conducta civil, moral e religiosa do Sr.
tenente-coronel Joo Barbosa da Silva, actual
subdelegado desle districto do Bom-Jardim. at-
testamos que o dito senhor um cidado hones-
to, minso, respeilaoor da lei e homem religioso,
assim como aitestamos qae no desempenho do
seo-emprego policial, nada tem a desejar.
Bom-Jardim, 24 de agesto de 1861.
Joo Joaquim de Miranda, proprietario.
Manoel Claro da Malta ibeiro, proprietario."
Francisco da Molla Ribeiro, proprietario.
Jos Ignacio da Motta Ribeiro, proprietario.
Ihomaz de Albuquerque Parias, agricultor.
Estevo da Motta Ribeiro, proprietario.
Ignacio Pereira de Oliveira, agricultor.
Coseno Pereira Ramos, agricultor.
Joaquim Manoel de Aguiar, agricultor..
Francisco Ar-tooio Duarte, agricultor.
Vicente Joiquim de Mello Athayde, eleitor sup-
plente.
Manoel Firmo da Cunha Pedroaa, proprietario.
Manoel da Motta Silveira Cavalcanti, lente da
guarda Btoieeal.
Manoel Francisco de Arroda e Melle, propria-
Urio. % '
Joaquim Pacifico de Arroda e Mello, agricultor,
Padre Joo Baotiatad Arruda e Mello, emprega-
do publico.
Chrtatovoo dn erteo* Geneelves Guerra, pro-
prietarte. *M [," ** j
profeseor portt-
e reodeiro de
Attesto quo o Sr. teneota-coreael Joo Barbosa
da 8ikva\ actual subdelegado de palieia de Boa-
diatrkto desta freguezii, Umbasn conato lar dea- Jardim, um cidado, cuja conducta oivil e ma-
empenbado satisfactoriaseeato. ral noe ao aseante da bobo* aaculs, e 10 de- Leareeeeda Silvb Cbv*,Bctl 9 brotrretario.
Bom-Jardim, dia o^r aupra.-Cetaoo Luiz tesoeonrra da aoa tareopolteial baoeoeivolvido (^qf.]sssO Prado, rorMVtdrio. JOi *
Cpllacn, jniz; dopaj, eleitof, opsoarirtasio-dooo- taob* scvieada o justtea qao nada tem daiMio l oo Turianno Goocalves Guerra. prepridt.rieS-
genho Alaga-Fuoda. sje,V-o aideooias,i.a1 fea tueoitoravei. lartisl,lSJbs6HJa^loSBi-rl
AUflto,. box se* viziBbf dt Sr..teoaa>ta-eara- Bng^lw atandodo, M'de sgsalo do 1861H a v tirio
ft.-).a ii'f.o%, Jos^m s^boaaioersa. ,vbi isiioel Alverta Ite
-i-VsB a 'RitiUBiB do dsMS3tovje\ a)eterta*i rsneisco Aireada
M**e03o a. todft -s por todo ae'ettabvddoi Nos abaixo assignsd
ciaa, por ser reoestda da vsrd.da, o qoo hde*e|olo do Sr. tanente-cor
TblWiTO^
cultor.
Flix Simo de Aojo Torres,
cular de primeiraa Ultras.
Jos Lat da Fonseca, proprietario
Maxicoabs.
Joaquim Biptiata Sena, agricultor.
Miooel Goncalvea de Qaeiroz Patrila, agrcalter.
Antonio Gomes Cavalcante, propriaUrio sgrtaoltor
Manoel Barboza Texeira, grieollor o artista.
Joo Airea Ramos, artfices.
Aodr da Motta Silveira, agrieoltor reodeiro de
eogeoho S. Jos de Arrebol.
Joaquim dos Saotos Oliveira.
Altesto ser verdsde todo quinto allega o attes-
tado immediato.
Fnudsco Jos de Santa Anna, profeseor parti-
cular.
Igoado dos Saotos Oliveira, agrieoltor a artista.
: Maooel Corroa de Santa Anna, agrieoltor.
; Jos Rodrigues Pimentel, agricultor.
Joaquim Goncalres de Farias. negociante.
I Jas Aaloaio Duarte, proprietario.
e neg-'; Jos Ignacio Rodrgaos, proprietario.
Jos Heoriques Dusrte, agricultor.
Joo Francisco de Souza, agrieoltor.
Antonio Ferreira Selle, agrieoltor.
Justino Feruiodes de Souza, agrieoltor.
Baziliano Luis Rodrigues, proprietario.
Antonio de Barros Franco, empregade pabhco.
Attesto e jurarei sondo preciso qoo o Sr. l-
ente coronel Joao Barbosa da Silva, te. soa-
pre tido muito boa conducta, civil moral reli-
giosa ha desempenhado muito be. a soa tarte
policial.
Mstinada, 11 de setembro de 1861.
Luu Vieira Carneiro da Cuoha, empregado oov
blico e proprietario.
Refiro-me ao attestado dma por ser .anee
verdade, Matioada 11 de eetemero do 1861, Lote
Vieira Carneiro da Cunha Jnior, proprieUria.
Por ser verdade taes attestado cimaretreaae,
Matioada ll de seiembro de 1861, P.alino Arre-
llano Carneiro da Cuoha, proprietario.
Por me estar aaite presente lado quinto diz
aliestado cima tambera reQro-me, MitiaaS, II
de setembro de 1861, Francisco Bezerra aten-
coso da Cunh*.
Refiro-me ao attestado dma, Mstinada, 11 de
setembro de 1861, Joo Chrysoslomo Sexma d.
Cunha, propriaUrio.
Refiro roe tudo quanto diz o attestado ei.a,
Mstinada, 11 de selembro de 1861, Utbios Vieira
Carneiro da Cuuha, proprietario.
Illa. Sr. Primo Joo Barboza, Orob f de se-
to mbro de 1861.Teodo appareddo o preso Ca-
nuto, coa um attestado que au 1 saiga ai so. pre-
v-lo, agora porm soa informado qoo e aeoao
apreseotou a face do publico coasas aja. ou ao
ignoro a vista disso leve ao conbedaeow de Vi
qae fui illudido e pode fazer o oao dente aja
conviar, dezejo-lbe sade a pos, sea ertodo 1
to venerador, Maooel Pereira de Loes.
Publica torna avalas de ama carta.
S.ibam quanlos esta publico isotroi
publica forma avulsa virea, rae na 1
cimento de Nosso Senhor Jesss Corista, do
aua 11 das do aos de octubre, sjseta
da freguezia do Boa Jardim, 1 .ai
moeiro, provincia do Pera.aboco, em
criptorio veio o lente coronel Jone I
Silva, e mo aprsenlos a earta qoo
pedindo-me qae Ih'a passasso e.
0 qual aceitei, por ae achar aes
aem cousa que duvida faga, acodo ei
forma e maneira segointa r
c Illualriaaimo Sr podre Ifaoeol I
Sua casa 7 de aelembro do 1861.
Recobi o. recado 00 V. s. rae
Joo de Lira, moslnndo-se V. 9. sj
mim por ter asslgoade am abaizoj
ira asa to o Sr. Joe Barbosa,
rerdade, qae .ssigoei porqaO (oi 1
aocenci.. Estando -o*SK Cautle eo. sao seos
assign.do na casa do Sr.
qae eo toa pirssndo 1
u aaaignar; e covao aotigaava.
abto SevorBO Al ves, H* Pedro, s .--------------
sois dizendo-me todtbi obs. vtvor do Sr. Ce-
bbus tabevaeilsMsWver sata m* esealor.-
*m-mUm3Zml*fLj Ljpfl.


tirio.
lio crj-
Barbtrs
odas as pessoas sensatas, pota qoe a too td.i-
tdbbrtgbddi'fJ*
t^V Srwltos a ta
ello 40 theor segamte 1
osrd
irp
1 B soda aais so coaliaba
potmU tib
da ib prla. aqao.erepert
legofoido ta oobHVfer.aeo. coa. oj
na (oras do estylo, per ai.



>
certada, __
do qne uio
**f piblico e rato ktl i^i#

guezia do Bom Jirdlm
^fcla
------p i *W'felmie*ttl
" T"'UO HMUra, -O
...* cib slddin,, J^* "insoria fatal
raso a saude de V. S. e de sim aneelleotissiraa
llr. CtaM* iMWi ou* o Sr. Jo
^* raacaaraaajeado 4aae altM!f*l*p
M*o etmmBgad**t*dd lie. -A adra* d
taule, a um aaaile aaslgaade que la*
dyreientou, imputando este, faelai ao Sr. Barb*.
ajp. que nunca se deram, de que toa lo tarto a da
,Eu eontarei a ?. S.naaaoi catte paiseu.
Viado o mea fllho do lagar ah asado Campo,
chegando uakdBssCaaaara, ti eaoonuou-at
oda*, fiaailavo qoet rafea til o
*v*enree:flra. >pittWB* aaagnasse us-
'" papel ,Iflata Ala* reeeaou ae, aras asiaia-
"'"atWaWWi
dores da feira am representar so governo al
oUaia contra *eaiift*ia. d*b*raaicv q
ato oa ioha,#f#pv4fc ..,(ajaba pac anal
r-%5^4reWjM"fP JM* -?/** r
AW -Vraa.da-.aaohM. o mean ftacaj, eo
**a*lW^^,ap., raeamo pa-pposite-. albai (al baarraduB.av.
> WW'f, Sa^T,tt-flflai. lu**cilBtli
Souberam os fundadores aVatawa-DasseaMan
a 5 de oatubro do correla t86t^ue no sabb
selle
< i
RIK9P
1
caa deu-me
j*.que fK.*S) coohecimenlo, mis que
(pal ^T^SeT filbo'
_ A. aisgoa contra peaita
------ exacto o-que d, o Sr. Canuto,
foi urna injuria. eJBtz Id' tu pesaos, aasigoar
*^*s *%.ea*riaee. qse aata ofenden,
desasa facaos, tata imputo* *.4eao atarea*, deaca *u*i tratar, de ansa n-
Mi aafes>tatoea*aa*4d ; anea fkno eebeceu
*d*tV*ila. m
ConpamaaitB,aiiiliaaa retacoas 4a anisada coas
V. S. toa^U Hnao oolju*o,4a4)aaBoan idediftoaa
m* dd artaaaaaiijMlaatr^ao, amador do ibera
WP^BawaawalaiP ea. peas, na-beodade de V. S.,
XI* ***#>* a fiaos da aitaioar do Sr. Joi
JUtbaev* perdas* su*.aee>o, qaa o man filho
obrou de aasigoar contra a sua pessoa : de sujo
f*'oaae>ttato a V. 8. como ao lile. Sr. Jeo
Safboia aUaMaaaaate grato. ?
O meu prestate tal que nunca podar V. S.
awrrar-aaaVaite ; mas se la ton se der alguna
ecceaiae teta ventar oso se ?. S. a nota par ca
.tod* saaaeKide>,-qaeMadioan com auno ofte-
ao agara.alaaiioiEawaiaa d* Siles.
N. *."4j>>maa>aieo' oio meamo a portador
-Ansia poreeacbar iaeonmodado da ana sauae.
E logo o apresaotaat me, estreg a o recibo do
sello deata publica Corma do lueor seguinte :
Numero 2.Re'. 20O.Pagou duzeotos ris.
BomJardimll da outubro de 1861.Iotera-
mueose. AQ,qdTrftcTOrmxWorto,
E nada mata te conttnha em dita earla, aqu
por mim tabelliao, fielmente Uanscrlpta da pro-
pria, a que me reporto. Eral wte publica forma
Mmque duvila faga, e por mim s conferida e
concertada, dSctipU a aaaignada em pblico e
taso do qne uso. Dta e era etsupra.
Em t^amhiroho de rerdade. o tabello pul)li-
co JoW Trantsco de Souza Intgraamense.
Pablica fornra afulaa de um protesto de Jos Pe-
reira de Lacena.
Saibam qoantos este instrumento de publica
forma a de Nosso Senbor Jasua Christo de 1861, aos 11
dias do mez de oaauro, neata potoacao da fre-
gu iia do Bom Jardfm, comarca do LimoeKo,
protrnCia de Peraambuco, em meu escripto'rio
Teio o teneote coronel Joo Barbosa da Silva, e
me apreaentou o protesto que te segu, pedindo-
do-me que Ib passasse em publica forma, o qual
aceite!, por se achar sem vicio algum, nem cou-
8a que durida faaja, aaodo o teu theor da forma e
maneira seguinte :
a ibtiio isst^nado, etpontaneamente, e na
presenta das testemuohas tumb-m abaino asig-
nadas, declaro e juro aos Santos Erangelhes, que
aa Urde do da 29 da julho do correte anno,
preMottram-se em minha casa, era Fogo da
Tacca, o Sr. Canuto Jos Pereira de LuceoaT los Salgado de A.lbvquera;ue, e ah pornoitaraaa,
me aiaaa o referido Sr. Canuto, netsa mesma
noite, que o que o levava a minha casa era pata
dar nas aitestado a favor do Sr.ienente-coro-
nel Joao Barbosa da Silva, para o qua eu tal
dispuz prompto, ao so por ler amisade ao dita
. teoente-coronel. .cano por deex-ilhe. graadaa
rores.
_, Na aunbaa do din aeguinfo, sem que oenhonia
daquellaa duas pessoaa se tivesse dado ao traba-
o de me ler os artlgos da pelicao, em que aa
odavam os attestados, eu^ comtudo, deposi-
tando boa f na-petsoa do referido Sr; Canuto,
em virtude do pareateaco que com elle teoho, e
por conaaguinte, olgtado qoo h preataf a fttaha
assignalura a prol do mesmo Sr. lente coronel,
l3ncei manda peona pareaste fim ; anas, nesse
mrnente-saapaodeu-ne o 9K Canuto, direodo-
me : a bomem, nao quero engsna-lo, o aitestado
contra Joao Barbosa, o que respond : conira
lie nunca assignarei. A esta recusa -o Sr. Sal-
gado muito dasgostoso comigo, disse : Vpc nao
quer aasigoar contra elle, e elle est comendo o
san dinbeiro. Respoodi'lbe, qua coaquaoto elle
tivesse promovido e levado execugao um airea
to contra os meus beoa; eu nem por isso altes-
taris contra elle. Agora, porm, consla-ma que
oo Constitucional n. 124 de 3 de agosto ultimo,
vem estampada a dita peiieao, seguida de urna
porcao de attestados, era cujo numera figura um
assigoado com o meu oome 11 l Portaoto, peta
presente declaradlo, protesto com todas as (oreas
do minha alma contra lo ravoltaote (alsidade, e
desafio a quera quer que seja para contestar a ve-
racidade da prsenle declaracio.
Bom Jardim T.da aetembro de 1861 Jos
Pereira de Lutena.Como testemunbas.Ma
noel Xarler de Muraos Gulandym.Joaquim Mai
tins da Cunha.Fortunato Francisco (.opea
Jos Gomes da Cuoha.
E logo o apresentante me enlregou o recibo do
sello desta publica forma do theor seguinte
< Numero dez.Rs. 400Pagou qualrocenlos rs
Bom Jardim 11 de outubro de 1861,lotera
muense. > Aq qual recibo me reporto.
E nada mais se continua em dito protesto, aqu
por mtm tabel&o Belmente transenpto do pro-
prio, ao qual me reporto. E vai esta publica for-
ma som coiwa que duviia fa^a. e por mim
conferida e copcerUda, escripia e assignada eo
publico e raso de que uso. Di a e;era et aupra.
Em taatemuohode rardade, o labelliao publi
o Jos Francisco de Souza Interamuense. *
Oiamos no abati aasigaados, moradores em
Pedra Zapada, em de werdade, que os itesta-
doaqua deanoa a requerimento de Joe Salgvdo
de Albn^uetquo, contra o Sr. Unonte-coroael
Joao Barbosa da Silva, boj (ai extorqnido peta
mi f e perfidia do Sr.-Canulo Jos Pereira da
Lucen, que teodo-te apresentado em nossas
asatijom o V. Jasen Salgado de Albuquerque,
nos pedio para que nos prestaste -a attestar em
favor do Sr. teoeita^atotaeLde quem temos ou-
t Jo fallar bem,-e Wmo conase na sinceridade
da KBrtaocr. Canato 9as Pereira de Lucen,
por suppo-lo um tornea e bem, incapaz de
abosar da boa JtafluV*"*. djuaidf alguma ti-
Temos em esAetytdij ama ^folha de papel, a
nossa referencia, a ontras que nella se liara, sem
^e nd IraaoetM aeotrao iadieado 8r. tenante
coronal Jola Barbosa da 'gitra.
O ana acabamos de eieor, juramos aa preci-
so for.
BedaiSaadtaJe^iibreelMl. A~
-ioa Tibaaattaa de Liaaa:
aatoitbi tofalasa 'Liana.
Anselmo Goncalrea Lima.
Jarga>Q Arquicilino Pereira-Be#doano.
^IsbVIMSiMbM
BI*XMl4a\tav4NNeaB'. udu.a
Manoal AWiwwiiyailta|aii.
ete-daeaoara,- os poosa%aem te^fkfcira e
patao do engenho do Sr. Cirios LeiiiolijaMSMN
eadorea raspoodarar -
urna violencia do
terminada poli
Ue e de lei a ci
lea quinte diai
he portaoto nt
ldanla da feira
stalhadas, e m<
eia esirsnho este
ama deliberacio j
como era de co
lar auaa deliber
prevenir o poro
silo tioha lugar
ireadorias estare
habitantes e fui
melefratfrtRad^^ra pSSBv--
ual
llrigl
provincia, um
i-a
pretend
t. mandou inform
rejiejaBjae**regue o
FkaaoiaaWLins W
baiio assignado,
>ata delfetatao
ote MCPaw
panHp^efslmad
mada-d iaira.
da ^aresHaneisip
Jy. qe-astaa*a
\mta*!cmara qEftr-| J
u>f M todas estas daligenctaa, ao
mmercial da feira, logp aa &
ha,
i pra
ama gu
(legad
res de q
lar, o esl
fi re i tos ci
.j* ,
lo dispos
i imperio
eguinle: ao
delegado d

armada da_guacfla
grande nomero da
looal, lodoe os
rao em elerci
o, flzeram a po
lio. S*uapensa
loliticoa dos c
seto.ou oito ni
8 do "art.!379
, .prises de flze
anheeer do dito
dislrieto -bati_d
-Jos quam bate, responda a policTa, sahia o ndiviao
Uamadaaatatpriso e era escoltado a casada ea-
dete, OAiaJoiam coosacaados at 5 e 6 horas da
tarde.-ao Udo isio por estera de Sr. delegada
doietnjg.1 Nao sei se tude>*eto est na Corma da
le 1 Desta maneira noa liram a feira 4ue tan-
to poea%oaa crear, e-e/ao existe a naaisdeaav
^ -casaa4e negocidtjiira ser doada a bejpp-
eo particular.
Ho entinto nao deseorocoamos: agora vssms
var a iafTWHaa Jtt aaaaara aaidwKaWWTH
qatzer informar coosdeneiosamente quaes atrfas
conveniencias e eomraodidades puMlcas, nrln-
duatr.a madar a feira daqoi para all, sem sar 6
reclamasao uossa, pofs'somos os aicos que po-
damos ser iacaiaaaadatosoom a feira entra nos.
Q que cerlo que se mudo* a Ierra, a pedido
de alguem, todo muodo aabe diste ; asa verda-
de queremos ver como se tinge. Cootinuareejos
a proseguir nas nossas deligeacias, at nos des-
eitganarmoi que nao ha recurso algum para re-
mediar o grande prejuizo que a cmara nos causa
com a madaata da fdvta. Kao invantira nos-'
sa, estipualiao.
Sr. redactor, tea ha a boodade tasar pabltoo es
las linhas que- muito lhe agradecerlo.
O fundadores da trra.
Gamelelra, 20 de outubro de 1861.
-"*" &\ O' ^i
intersiri di Santa Casa de liseri-
MPsfrilM Ai 4<,
do coma natural,
o Ser dos aerea d
Continu, pejp,
^rW^uande ouiro______
lerla de que a poatarida
oa talentos a dataHcta
dos CamSet, Msgalhiret
<*
lactual com que
sea aator.
r -_ a esforcar-se
tuai Jociiln,sjaia
ipre apreciadora
_.cr no im pino
arrat e ^qtroa TDluuda
Itupu i de outubro de 1861. -'
.im3 b ... #*ar^4eAAa^a.ironefJlfli.
ra^ tafllecilfe 46 de
uT untis de 1861,
\s teatro Uoras daturde.
Ceeevjsda jiuitaoeorreUres.
Cambras:
Sobre Par*-i370fs.p#r'fravieo fO d. Tisis.
ftaSUViAlA
9 e 12 0(0 ao anno.
^jaK&g-^al Seve^oresideote.
Fradorico fianinariaa--secretario.
Novo Banco de Pawiambuco.
O banco paga oT- dlrtxtiendo de 12#
por **4k*r~tmm&&Cmmmm findo
em31
. ."BSwfrrt0-
A directora aa eaixaflffal tem deliberado
IlloIlfSn^
de conformidada cpm o dec/elo j. 2664 de 10 de
outubro de 18m-Hdim>(#'do outubro da 1861.
>ecrelariaitolerBo, Luir** Maraes ames Per-
reara.
'.'ZS aioai.' a
aalMaaatlaaVSa,
asKltmanto do dta 1 a 5. 48fc0#82
e24f3
Vinagre
Descont- o ranaU de> Vn
ilpar-e deMrtine pa*-
de> keltras regulou de
r jr danto ao anno, del-
ta aesanm Mn*b''aaata filial carca de
nos tu 0,'O0g|r8.daalBpae*o-
to, retiros de 4 a eses.
-Frates -----p.ra o Cansa 86e para
Liatpoo! a- 40.
... .
ALPANDEGA DE PERAMBUCO.
>r^faW-^mMadeTSVe ontubro a 2
dViawr dtnovembro de 1861.
Mercadorias. Unidades. Valores
AbanotadJBM tQ. iV49MSMiti> 1|000
Agua rdajnle de cana. '..'. caada JM80
|m^Tfrt: : gS
aguardeaira tj 9Wod t %
Aigoaao em caro o y arroba
dem em rama ou em li. >
pJnmmSkJtk *%
Assucar mascavado .... f
Idam branca- -. i
sa>an^JBiajoao......>
Asaste da amendoim en moa-
do bim. ; ", vdsjil eif asnada
.etn de- eoce ......
dem de aramoaa mu
is alimeMieMc'. /"." ftrraMi 'lijsWO
>
pablico, que no
douro, perante
aourarit, se ha
fizar a obra dos
celo da estrada 1
" liara
y-eloa.S: k10* '? *f*il'i. ^J.sia.
da mesma the-
por menos
Isa a ramifl-
o da Mtf-
da
lei pro-
e sob as
ribeca, avalia^
vincl.rrf3?SrTlVda,D,,
Clausulas eipeciaes abaMddopisdas.
Aa paaspas que sequizerenrprQpOr a
n*4aaaW^PMffPfl osj>I
cksfaait Mola tapiis tupir..
competenteoienr habilitadas.
E pera postar se maadou aflltar o preeffPJ e
publicar pelo Ditrio.
*e*r*WU da thesouraria provineiai 9 Per-
nimbuc de outubro de 1861. -O secretario
Antonio Ferreira d'Aanunciic&o.
CltusuLas eipeciaesd'srrematacio.
1. As obras dos reparos da ramificacao da ea-
lif,/te-,,{yuia Muribeca, principiarlo 15 diis
detrtit d aflrelaatacao, concluir-se-hio no praaa
O arrematante seguir em lado o Irabalbo
IrucAnofl nnllrlaia A .r;i..i, oa J_ 1.:____
rSSHSS
Bolaetia ordinaria proptiii' para'
aabarqua. .
-
I t ll
Mam dodia m
V.OIC UWIIl .
' dem eselaa oa res'tolho


. #" ,m%T*j
.
51578t5
----------
Movlmemto da alfandejea.
Volames entrado te omfazend as.. 5
a eneros.. 63
951
Velamos sahldos tom fazendas..
C S eom gneros
495
Descarregrm hoje 28 de ontubro.
Hiale'brasileiro Duas Luizascharque.
Barca americanaAzeliamercadorias. v
Barca ingieraCeara Barca inglezaMary Anodem.
Brigue inglezSyrenofarro e carvo.
Exportacao.
Do:dl,!M de outubro..
Barca ingleza Mary, paca Liverpool, car're-
garam :
Patn Nash&C- 2,802saceos com 14,010 arro-
bas de assucar.
* -ww ovsrrs Q[ runoa, auw saceos com
lito. .
Laurie, para 01 Esaados-
& C, 500 saceos eom
.500
Felizmente que a nossa provi
seio dos mais bellos monument
za, a nobre Casa de Misericor
ai
j conta o
la saa grande-
-tima verdad
histrica que se desenrola a*s Hios do que per- t,'?n,*,,f*
corre a nl><< hr>.iu... ^ v >aJ de assucar.
corre at plagas braailienses.
Grande numero de illustracdes ah ae rennem ;
grande numero de capacidades coogregaram-ae ;
e deasas illusragoes oasceu a Santa Casa de Mi-
sericordia.
Foi um bailo quefleo ver a traslada ci do
go hospital jpsra o Hospital de Pedro II ; po-
rem foi aiada mais bello ver no dia 13, essa
ebriama toda potica, i que assistiram as meninas
symbolos da inoooensia captando oa aeus
psiimos cheios de sublimidade esantos pela der
vo$ao que os iospirava. \ Ellas recbese, a ben-
5S0 que thes foi concedida, entoando esses cari-
toa, eaaee paoegyrieos que a]religtao eoiraaa nas
maos da divindade. Foi um bello quadro, qua-
dro digno de ferreate inspiragao, qne merecer
as honras de ser ayazelado no. bostu de um Mi-
guel Angelo, no marmore de algum emblema .que
atlestasse s geracoes vindouras esse quadro da-
guerreolypado de innocencia. .
Apostlos do vicio, sactarios do fanatismo com-
prehendei as sublimidades daquelle quadro, v-
de a bumaoidade reugiar-se naquella casa, ca-
sa que tem amparado irmaos desvalidos, a quem
a fortuna negou um dos seus bulas, vede e
pasma! I
E' preciso smente um pouco de refiezio para
poder angariar no futuro os beneficios que po-
dem resultar, e as bondades que abi se derramara
quelidiaoamente. Nesaa chrisma de que acabei
de fallar, reuoiram-ae loaos oa anua membroa ;
e no dia do anoiversario foi tambem grande a
concurrencia, cantando oa capaila do hospital as
meninas suas lendas todas simples, seas psalmos
'oos de votados Deua. B Deus as proteger.
N'um dia dedada oa doantes parecem que team
urna forja sobrenatural ; a velhice parece que
moga ; e a mociade vida em procurar abri-
Inantar o festejo com a alegra que lhe pecu-
liar.
E que havemos de dizer mais ? Digamos que
a aua direceo composta de caracteres uebrae
caracteres que sabem de que lado pende a juali*
ca e a equidade, que sabam oomprehender raa-
trictamente suas obrigacoes ; e que enlo o juizo
publico como o homem da innocencia, dorme
tranquillo e deaeja aquella casa Longos e pros
peros anuos de feicidade, pelas quaes ella pos
sa aUingir o grao de perfeico, a que ae dedica
Eis o nosso pensament, eis o nosso detejo.
Do intimo do pnraoae desejamos ao Hospital Pe-
dro II loaga serie de felicidades, de brilhsntismo ;
e sua zelosadireceo tributamos os nossos em-
boras.
Recife 11 de outubro de 1861.
O amigo da jastca e caridade.
Brigue inglez Blizabelh, para Delawre Brea-
kwater, carregaram :
Sajipders Brothfira& C, 1,030 "ceas com 5,150
arrabas da assucar,
I? 5ap5a.i '[
Brigue portug'iez Jfargarida, para o Caoal.ear-
reaaaatB :jtt. GJ W-' V" V r\ U
Ja mea Ryder & C, 800 saceos com 4,000 ar-
robaa de assucar.
Bcsfua. inglez Mary, para Liverpool, carre-
sjeraaa :
Patn frsSJB.1,000 saceos com 5,000 arro-
ta Aa a*oii(->..
Becebedoria de rendas Internas
gersaen de Pernambuco
Bendimento do dia 1 a 25. 471889886
Mdm do da 26......9 1808S045
48:996931
Consolado provincial.
: : l
Ubre
*rroba
-
dem laarado ,
Caibroj ....
Cal......
dem branca .
Carne secca charque.
Oar4o>vegotoT. '. ...
Cera da carnauba em bruto. .liara
dem dem em relaj. ... ,
Charutos. ... ter*'
Cocosseccos....... AftOO
5V
300
360
160
320
3S
40
10
Couros de boi salgados
dem seceos espichados.
fdem Terdes* ....
dem de cabra cortidos .
Mem dp aca .,, Mt>11
Doces seceos .. .-. ,
Idememgeleldlbumajsa .
'dem emealda. .' :
E^pauadores grandes.
dem pequeos
Estef as para torro ott estira de
nano........
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de araruta ..'...
Feijao de qualqaar qulidade.
Frechaes........
Fumo em folha bom. .
dem ordiaqrio oa rest
dem em rojo bom .
dem ordinaro Testolho.
Gomma......
Ipeoacuanha (raz] .
Leona em achas .
Toros.....
Lentias e estelos. ,.
atol ou melado. .
Milito.....
Fio brasil .
Pedras de amalar .
dem de filtrar.....
dem rebolo ........
Piassava........
Ponas oa chifres de voceas e
novilhos.......
Pranchea de amarello de
, dous castados......
T*6" lonro.......
***>.......
5;
21
78OO0
138600
58500
292OO
JMO0O
.8
"W
800
1090C0
eoo
>
>
molhos
2C0
120
cento 39OOO
o*
ai Instrucoei comidas ao capitulo 3o da lei pro-
vincial n. 286, a encpelo daquellesque seacham
deacrtplos ms presentes clausula.
3.a O arrematante dar livre transito aos car-
ros e animaes.
4. Os pagamentos tersa taitoa em tret preata-
goes iguaes, sendo a ultima dspols de concluid*
toda a obra.
5. Finalmente ata ser ittsatdida reclamacao
alguma, e em qtall^ffWWf^'Pr'ptrle do arre-i
matante, tendente a exigencia de indemoisseo,
seja naal Mr d canse que a llegan para tal flm.
Conforme.O secretaria,
AuIonio Farreara d'Aanunciaco.
Directora geral da iostrccio
publica.
Faco saber a quem intarassar possa, que as
tadairaada iastruccao elemeotar de 1.* grao do
Mo maicolino Ca curato da S de Olioda o do
Poco da Panoli, feacjiam vagas, e que na froia
do rt. 10 das insiruccei de 11 da junho di 1859,
manda o Illas. Sr. l)r. director geral matear
ftuo da trmta dias, cooUr da data desie, para
a loacripcao e proeaie de habiti^io dos oppo-
sitores s mencionadas cadeiras.
Secretaria da instrucciu publica da Pernambu-
co 26 do outubro de 1861.
O aecseUrio interino,
Salvador Hajbilad* do Albuquerque.
~" O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumstimeoas!JJa ordem do Erm. Sr.'
presidente ds provincia de 24 do crrante, manda
fazer publico, que 00 da 7 de aovembro prxi-
mo futuro, pente a jauta da faseoda da nesaa
Ihesosraria, se ha de aneraatar S quam p-r me-
nas fuer f obra do*reparo9, de aua precisa o
Cuartel tfO-corpo de polica, avallad! em 6019991.
A arrematacio ser feits na forma da lei pro-
vincial n. 948 de 15 de eaaio de 1831, e sob as
etaasulas especiaos aballo copiadas.
As peeeoee que se prepozerem a eita srremata-
cao compare?am na sala dsetaelses da referida
junta, no dia cima declarado, pelo mel da.
competentemente habilitadas.
E nata coastar si mandou affliac o prsente e
publicar pelo Diario,
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 25 de outubro de 1861. secretario,
Antonio Ferreira da Aununciacao.
Ctausulasjsspecies psra si arrematadlo.
1*.Os reparos do quarlel do corpo de polica
sero executadoa de conformidade com o orca-
mento approvado pelS directora em conse-lho, e
submettiio .apptovaf o do Eira. Sr, presidente
da oroviecia, oa importancia deB6p99l.
2*.O arrematante dar principio a obra no
prazo de 15 das, e concluir nade 2 mezei.oon-
tadoa come determina o art. 31 do regulamento
das obras publicas.
ar.A importancia da arrematarn ser paga
quaodo a obra for concluida.
iSi-iNanhume.tealamscao, teodopor Amreee-
berindemnisaego, ser altendida, qualquar que
ae" tuiatez da allegacaoem queae funde.
5 .-Em todo o mais que bo vai especificado
oas presentes clausulas, segdir-se-ha o que dis-
p5e a lei provincial o. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
seoie tameim a do tr^
!*><* tfodWtMat.
monstraeo d *eraw
lhes ao mesma lempo oaaaalaaid
elr.cumstaciss actuaos Ibes
ferirem grande V.fcugM. \ lamoTW
mSSi VU9 "*f,Win stero^
O nosao aledao, por sus qaaiidade
goza do maiorapteoa procura noa asdru.
trangeiros, e o trigo que agora coa van saMtrsr
camo uma medida de preVeaMm. poda vfr a saT
mais urna foote abuddaate ae rt
demnis.Ddo geoerotameata da
boje therem 01 nosto tavradora.
os recurso* do paje augmeatar aa
bem estar da popukfio.
Esta preajdeocia eoaBa qaa a canaca
psl do Recife, acompauhando o gava
pentamento, se sentir bastaatta aaaia
promover por todoa os mala* a* ata airadle*'
mator deaenvolvlasdoto posavtl da lad
agrcola do sen muoielpia, ralativaaaaaiai 1
ra dos doua gneros, qaa m* Maaa
cumpriado que ase d eo*aacimaa>ta d_
fAr obleado em dessmpaabo das riedmi
?ei, que II* Ocam traasailUaaa.i
celina Ifnu Confie*.
urna
libra
169000
88000
Baudlmento do dia 1 a i,
1 do dia 26. ... .


. 40:5869143
. 4579617
41.0439770
''
PRA(JA DO RECIFE
S6 DE OITIBRO DE 181.
A*S3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Sobre Londres saccou-se a 25
3/8, e 26 3/4, d. por 1008 rs.,

>

kHHr
e moradores do ter
fuaUdsdTde flsesi dV? tMtSSffmWBPt 8
E'-nos necessario, oeste momento queseba-
mos de fallar sobes acata de Padro II, darme*
um devido elogio |ao Ezm. e Rvm. monsenhor
MunizTavares durante aua zelosa adaninialraco,
aos Srs. Dra. Firmo Xavlet, Doroelldi e cirnrgio
Pinto, caracteres ttobrea e istioclos, verdadeiro
susten%ioalosda sei ansia que em lo a#aae dransut
operares ho desenvolvido a sua poricia e ta
lenta, a finalmente ao Sr. pharmaaeutico Paulo
Looreiro Leito de Albuquwaoe, caja capacida-
do oa arte que eurce realmente recoahe-
cida. .ir T'fJOUi,. tjj i.
Sirva esse pequeo escripto de urna oflrenda
qne not dignamos conceder aqueHes drsttoetos
tenhorea.
O amigo dajutlica e cariiade.
Vindo s minhas mos um eiemplar da obra,
que sob a epigrapheIlluioes Perdidas ha
publicado o Sr. Dr. Francisco Antonio Gotario
de..a*evda, Uva a aMwtacao d l-lt, e cabendo-
me o dever de agradecer a prova da apreeo^uue
sedigpnu dar-ma som e-*mes*a eaponianea do
Ato^idirmldfeoflwaqe-meetUretaBio anda que
baldo de conaaeiiB*iaa napaaiaaa para avallar o
ment, oh demerUo aa aoaMUaMvtea pr<1nataa,
occasiio opporluna de pronunciar o na>ou4
fwpco a ioauapeiao .sobra omeraoimaolo
sobre Parts de 370 a 375 rs.
por franco, e sobre Lisboa a!
110 por cento de premio, re-i
golindo por S 60,000 os sa-
ques da semana.
Algodlo Entraram nesta semana 394
saccas, inclusive 1| proceden-
te do Ceat. Nos tres primei-
rosdias da semana fiteram-se
sigumas vendas do desta pro-
vincia de 1OJ300 a 108400 rs.
por arroba da primira sorte, a
de99300 a 99400 re. da segun-
da sarle ; mas do quarto em
diante subi de 109400 a IO96OO
rs. a primira sorra, e a se-
gunda tornou-se fiza a 99400
rs. por arroba. O da Paralaba
posto a bordo rendeu-se de
Macei 119 rs. '
Assucar O brsnco veodeu-ee de 39^00
1 49200 rs. por arroba, o so-
menos a 9J890 rs mascava-
do purgado de 29100 a 220O
rs., e bruto de lf850 a 9900
rs. per arroba.
Vendeu-se de 6O9 a 65000 rs.
a pipa. *
Os seceos salgados venderam-
se a 165 rs. a libra..
Arroz------------O da India vendeu-se de 29400
a9800 ra. por arroba, e o do
Mamnhlo dej980O a 39000 rs.
Aseite done-------O de Lisboa "regulou a 3^000
e o do Eatrefto a 2700 rs. o
alas).*-
atalho--------Em atacado vendeu-so a 118 rs
2&ca* e c"e,"lty de *09 a'
HL. ^v^oeraserdez
.....'Veodeu-se de 69000 a 7$000
rs. por arroba.
OU-----------ftVf.5*10 W?0r>
Carne saces-------Ano Rio d*^ Prata vendeu-se
Agurdente -
Couros-
-
arroba

urna
duzias
arroba
urna
cento
caada
.100
709000
39209
as
9280
Salsa parrilha .
Sebo em rama. .
Sola ou raqueta .
Tabois de amarello .
Mera diversas .....
t::::; ; ;
rti j l
illnhas de boi.....
Vinagre.......
Alfandega de Pernambuco 26 de outubro de 1861
O orimeiro conferenleDomingoada Silva Gui-
araei.O segundo onfereoU, Jos Mara Cesar
do Amaral.
Approvo. Alfandega da Pernambuco 19 deoota-
bto de 2861.Barros.
Conforme o 3. escrpturario. -Joo Jos Pe-
eira de Farla.
MoTiarniQoperto,"
Innuocbtfle.
O TTlm.
Santa casa da nriaoricordia do
R43<5liO.
A Irtm.-junta admialstraarr* da
mieertaofa do Secin asaada fattr 1
no ala ti o eerraaee, -adtaa 4 batas ..
tala de anta tratada, iraa pnea mi
casas abati deelmadaa, pal* twapa <
do dia da arrematle al 90 da JM__
Os pretendeolea devem comparecer d* laaar.djfa
e horas apretadas, acemaadbadds d* s*as dada-
ree oa manidos de cafa** daa>
Roa Direila a. 7..........
Dita do Fagande* a. 94...
Secretarla da santa cas* da
cife 24 de ouiokro da NM.-.
F. A.Ctvaleaati
O lllm. Sr. inspector da Iba.
ca!, em campamento da raeeht(aa) da faat dar
fazenda, manda fazer publico, qaa a* das 91 da>
correte vio a prega parate a
ra, para aer arrematad* a qaa
venda das casas sbaixo mceeiea
tes so patrimonio des orpbasa.
Ru do Sebo.
N. 12.Casa terrea arrendada aaaa-
almente por.......................,
Ra do Rosrio a Boa-Vista.
K. 14.Casa terrea arrendada tana -
* almente por..........;.............
, Raa da Madre de Daos.
S. 35.~Casa tarrea amad*da aaara-
imente por..................
Boa da Lapa.
N. 41.Casa terrea arrendada
almente por........................
Ra da Casimba.
N. 65.Casa terrea arrendada eona-
almeale por........................
Ra do Barajas.
N. 68.Caa terrea arrendada aaaa-
almsole par............^,^......
_ M Ra da Caa.
a. 83.Casa terrea arrendada aaaa-
almenle por........................
Ra do Pilar.
N. 96.Casa terrea arraadada aaaa-
almenle par........................ ||
Os pretendentea podem exaasias* dsssd
que se acbam daaoocapadaa, aa caaaaa 1
daa thesouraria.
A arrematacio sari feiU asi* mmp* qaa
correr do dia da arrematacio al o Im d
ddfSBt.
fceorataiia d laraaauraria pravatebH d.
oambuco, 19 de outubro da 1881.
0 secretario,
A.jF. "iftauaciacaa.
Navios entrado* no dta 86.
Realego196 dias, brigue aueeo Guitarro, de 208
tonelada*, captan g. Heoatrom, oauipagem 11
cirga ptoniaatj-t ao asame eapito, veio re-
frescar e segu para Genova.
New-Castle37 dias barca francesa jtan Par-
mentier, de 239 toneladas, capito Ropert, e-
quipsgem 11 ,-cwg* carreo de pedn ; a Scott
Willson & C.
Movaos sahidos no mesmo dia.
DeIi-vrareBrekratrbtigue leglez EUtabelh
Me. Lea, capillo F. G. Joan, carg.i assucar.
Hampton Roa-Jsbrigue doblez Inne Laurie,
capitn James GMdsVorthy, carga sanear.
Rio Grande do Solbarcabrasileira Restaurando,
capillo Francisco Gomes de Olireira carga as-
sucar e outros gneros.
Rio Grande do Sul pelo Rio de Janeiropatacho
brasileiro nna, capillo Gracianno Henrique
Hifra, carga agurdenle.
MaceloBarca ingleza Respigadeira, capillo Ro-
bert Bobioo, em lastro, suspendan do la-
merlo.
OBSERVAC0.
Bordeja noLamaro a barca ingleza Wralft,
vinda de Liverpool, mas nio leve communica-
caocom a Ierra. :.-
Mol Ma
'a*!'
de 2J290 a 29.HJO rs., e a do
Rio Grande do Sul de 28400
a 39500 rs. por arroba, can-
0 em ser 1.500 arrobas da
primira, e 82,800 da tegua da.
Carvao de pedra -Aaajulou de lfO90-* f*9OO0
^ ra.atonatada. ^^
Cerveja- Vendeu-se de 39800 a 63000 ra.
j a dusia da garrafal. *^
Feriaba de trigo- Tiremas nesta aemaoa a
carragamento da Ttlette. e urna
> -" PtMdemeas*ddebRilPeio
Ra da Jaodira. Retalhou-te
nortee.. .96J099 1*. par barrtad^fir
at. sitiar, -abanad,; ide f$mm a twm
;q aiiwr. .-ilsu i^aw'aajoBis^rtlddavpn; Hooi
'*.-s^:asltiBoraia<4|ooore
^WJSf.-. I ''ti* "r-T---"" mq ftismit L'sTl ji^TLlT.
j lnteM*.fde.d*aaadeva;appraeir o**lordd ,**u b twS^HtmtvllmM
sa*ada 809 da leroerr, 7 00
oitofi da qoarm/d'daj.deeddda-.fewi
II, taada-a* ?odMo Signo
ca ~
e. as
*n
IOS.
1 L
a
sr a? o i
3* P *
t w .s 9 litSMi--------
g i Oiricco.
3



& e a
*a -----------
* s-a s
* 4s -
Intsasiasus.
1 '1 .ni.
I Fakr*nh,it.
*
ex
00
T-i*1
1
> ~

d> '-
I
co o
VL,iuil
------------ PBls,^ia*adjwH>.ddedB
, imftaa.raaaaim^eaaaaaJariajm ta6:t^ai
-ds*. Ommt*aiik*miM*m-<
Uo ^iAa4.iawfaato.toae^UraaaSiiitialiai a dedtded^8900OJr7.u }
-'d*-an^*ara*lamiaa. Hla>i >Lomea- Aejedtoadie-ledlezd aH*a.<>
J -^ s
le8MH>*t Ifasammli, amldimssta*- 1*^!*&5XS?
c.. -JaWff^'?.,^ 5 ** gj}'-.- rs;
m
P P .* 'ja a
H
Si
Ctfra*v* 3;
HjHiromttro.
Ci
10 hydrti-
itriea.
:>n itVaaaia.
*>.at
fafflai.
-i i.i'r.in -PJ
?saabjajui lu1 W cial, em virtud
osciutNd w lati
a*aV9a|a4tai%<4s?>"T
m
Sr. lnipeclor da thesouraria pro-
vincial, em cumprimeolo da ordem do Ezm. Sr.
presidente da provincia de 21 do correle, manda
fazer publico, que no dia 7 de novembro prosimo
vindouro, vai i prega para aer arrematado
quem mais dar, a randa do sobrado n. 12 da raa
do Imperador, pertencente ao patrimonio dos or-
phaos, aervindo de base asremetaQao a qusnlia
de 1:2008 poraDno offatecida polo bacharel Deo-
doro Ulpiano C*elhoGatanho.
A arrematacio ser feila pelo tempo que de-
correr do dia em qne se efectuar al o Gm da
juohoda 1864-
E para constar se mandou affizar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 22 .de outubro de 1861.O secretario, A.
I". d.AnnunciaQio.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Eim. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico que
al o dia 28 de noiembro proiimo vindouro es-
tar aberla a concorraneta para o contrato da
collocaco de oorris de ferros, denominados tri-
lhos urbanos, a partir desta cidade at a povoa-
co de ipipueoa.
O contrato ser'ffto nos termos da lei provin-
cial n. 518 de 21 de junho do torrente anno,
E para coaatar ee mandou affizar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria orovincial de Ptr-
namboeo, 21 de outubro de 1861.O secretarlo
A. F, d Annunciago.
Por ordem de lllm. Sr. inspector da alfan-
fga.?e Publ> que. reqaerimentode Carva-
lno, Nogueira &C, consignatarios da barca aor-
tugueza Coreas, teem de aer vendidas em leilio
i porta deata reparlicao, depois das 12 horas d
da 2a do corrente.pelo agente Hypolito da Silva,
60 canastras da marea B com alhoa, indas do
Po/to em22 de abril ultimo oo navio cima.
Alfandega de Pernambuco 22 de outubro de
1861.O 2. escriptorario,
Maximiano Francisco Peixoto Duatle.
A camira municipal do Recife faz publico
ara coohecimento de teus municipes o officio
baixo transcripto.que recebeu do Ezm. presidente
da provincia, e oouvida-oa a que, prestando toda
a alienlo para a recommaodacao de S. Ezc.
fa?am de sua pttte quaoto lhes for possivel pare
que a cultura o algodlo, a do trigo oeste muni-
cipio se desenvolv de modo que possa dar um
resultado aatisfaewrlo, viatpnatoo peUodisences
que se tem manifestado nos Estados-Unidos ds
America do Norte, a cultura deatesajenetoa de va
qoelrea que allale dedieatem. "**'
A mesma cmara, pois, espera de seus muni-
cipes que oo deixarao de attender S esta recom-
mendajlo, emnregando seus esforcos para lio
11IH flm do qaal grandes rantagns devem resul-
tar para o paiz.
Pagoda cmaramunleipal do Recife era seaso
ordinaria de 18 de setembro de 188i.-w frn-
tra-rfeBorrox/reoo, preiidente.Francisco Ca-
nuto da Boaviagem, offlcar maior servjndo de
secrelario.
Ouarlasecgte.-Pafccido/f|verno de Per-
nambuco em 10 da Miembro da 1861 ^
A cmara rnaasAal^id^sBade do Recife j de-j
re ter noticia daa tjajadea civia, que atual
mente agitara os Estedot-Unidps da America do
te4 saBUSK'. W.tajfi:
i -getdpsartgps de sua producfiio,,soin tambem
- ^nrin ni gilirini.Iladat ii lmtata djjt,t.
te o pas, o'oode a e^ffdrta.a maior parlTdoTl-
l>eQlar;
....... S>ad^aafd>sy9aaaaa>
Por eita aubdelegacia ae faz pablico qne a
acbam depositados tres ca vallo rucoi, asada ara
destei apprehendrdo-polaiaapeclor do Barra, aaa
por all vagava sem cooductor, Irazeado ama
[iorcSo de carne secca ; quem se jalgir asas di-
reito, comporega, que provanda, lasa sarta en-
tregue.
Subdelegada dos Afagadaa 25 da ontabro da
1861.O subdelegado,
Jos Francisco Carneiro Heateiro.
esta aabdeleaaci aa faz amaHva*. ara*
, rfita,-----.-------------... r-Y,",^ ^l
hoje, afim de capturar ladroes de e'allos feiaar
mim apprebendido a uaMnerada noite t'm pader
de Haooel Pereira da Salva a menor Raabaarf
e Manoel Alberto. Iraa faizae da vara* aroaaaa .
Suas, e-em pdder aVJe*V*/fta* Caradira 9 aa_
mizio Pereira, cada um ana carga ae 1
minando, eom.ordem de qu<
deiraa, e ea ae eogeaba,
raram sem licanoa, a qaa* aba ataiata
piietarlo pertenciam aa malas, ad mbb ajvta foi aa
circunferencia dos eoganhas deata frafossasa a
como seja isto furto, ficam ditaa atadairaa taaaia-
dai e retida, aQm de que oa prapriatariaa ama a
julgarem com direito a ellaedetaraietara
daado-a* condasir, aaa da praaapta la* 1
treges.
Subdelegacia dos Afosados 25 da
186L-0 aubdaleiiado,
Jos Francisco Carneiro Mi
godio que alunen.
FifiFun, a aipatiilBH
manufactures da
di lajlilnn, um
o trigo cooiumido no Braail, a lula, que
.-im. Sr. pi
to da proTincit do 24 do comnto, miada tiaa*
boje porto
mente a
se faga
formtgat anncToMiTae F
tura do algodlo naquellea
WtS
de
islfi
municipes.. cob^Te! nT^TSSSSS
lo ie promover na maior escala poMirel;
Goiseliio aniistrativo.
0 conselho administrativo para fnrnariasaatt
do arsenal de guerra tem de comprar 0* iliinai
seguales: *
Para a escripturaclo da eserrvao das of&ciaas da
avsenil de guerra, aula de geometra,
nica e desecho linear, oficina da 5*
Pharmacia do hoapital militar.
10 liaros oblongoa para tirio, com IM tatas*
de papel almaco (aborta a folha] com diteras a
pautado typographieo. ^^
1 livro grande obloogo com 80 folhat de paatl
holltoda pautado (aberla a folha).
1 livro direito com 200 folhia de papel
da panudo
8 arithmelrcas por Avila.
14 gaometriat applicadaa s artos pala__
Charlea Dupio tradazido do fraaeez a* aar-
tuguez. ^^
3 duriss ds lapfs fino d desrabo.
8 duliaa-d* borracha para datanho.
1 quarlt de naaquim fio di China.
14 pastes pequeas pire gaardtr dessano.
1 reama de papel alsreca Baa.
40 meiot da ata rtirrtliada
:'iaats:ss-. a
32
12 vid ros i
Quemqi
sms .
conselho 1. _
vembro prozimo vindouro.
asdbm do 1801. i
Bml? Jti iaaanaa Utu.
Coronel preside*te.
FraikTisco ybno^rm Ferrira Cata.
Corana! tagal
O
Cisclk8 BiMiiistratf*.
conselho 1
i meoticios
raonal de
deiembr
10 horas da man tai* d* 1
latas__=_
Ce ll ajaj
Francisco Joaquim Partirt\
Cor*aal rafal


w
'i***

Correio.
Pe* admiaiatracto doeor iU cidade,
se fax publica que aa malas que Un te condurr
o vapor nacional Apa, para oa porto* do norte,
fechar-se-hio hoje (28) aa 2 hora* eli adminiltraQao do correio desta cidade
ae ht publico, que era vlrlue 4a convenci pos-
tal celebrada pelos governos braailelro (ranees
serio expedida* mafia par a Europa do dia 31
do correte mes, de conformidad* cora o aooun-
cio deate correio publicado no Diaria de 29 de Ja-
neiro. As carias serio recibidas at 2 horaa an-
tes da que fr marcada par* a saluda do vapor
eos ornees l4horasaolvt.
Correio dffPumambuco J2.de outubro de 1861.
O dminislrador, Domingo dos Psaos Miranda.
-- Tendr a directora daa obraa militares de
mandar fazer na sala do porteiro do hospital mi-
litar duaa pequen* arrecadacoes, para o que
neceuatlo levantar duas paredes e collocar nellaa
dns portas ; convida as pessoas que deste ser-
timse quizerem incumbir, 'aptesentareni tuaa
PTopoitss na mem* directora nos dis 58, 29 e
SO do corrente mez, da 9 horaa as 2 da ta.rde^
Directora daa obr*s militare de Peraambuco
26 de outubro ae 11J61.
D escriptotarato,
**u" Joso Montelto de Anana* Malve.
&4 W*fW<8*%1 M iustrucco
publica.
Par ordem do Ules. $s **. director geral se
I*z publico qae os actos dos eaiudantea do curso
otamercial pernambuesoo. de conformidade eom
deliberado lomada pela junta doa professnres
wkmii de 24 do corrale, principiar o no dia
%,o prximo srez de novembro, i dona por
*8a.
Os respectivo* ponto* serio lirado de vespera
ftelot e*tudanies, a ordam numrica de suas
tnatriculae, a 0 at as 10 horas da manhaa, em
preeoga de um do profeaaore* do turao, neaU
Teparliijo, onde tambero **ro os ctos.
Faz-se Ji*Jjenta. pablico, que por estarem
omprehandidas na dispeicao do art. 28 do re-,
ulam-ento interno de 14 de dezembro do anno
paeeado. pe$eram o iodo o seguiote etu- "auos
dantes: aj""
Francisco Bellarnuoo dos, Santos, Freita.
Custodi, loreir* Diaa.
Invencio Temporal.
Miguel Fontoura de Souza Migalhaes.
Henrique Das de Freil.
Sidronio AaguUo Ae Hollanda Soares. jj ,jj
GusUvo Olympio Ferreira Alves.
Jos Candido da Silva Pesada.
E que os|ettudaotea Luis Bernardo Casteilo Bran-
" eo da Rocha, Pedro Samuel Anne Jacome Pirea,
e Aulouio Josfalre da Carvslho, eslo ujeitos
ao ezsme vago de que tratara os arts. 14 e 21,
combinados, do regulamento de 29 de fevereiro
de 1860.
Secretaria da ioatruccao publica de Pernambu-
co 26 de outubro de 1861. ,
O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Pela admioitrac,o do correio deata cidade
se faz publico para fias convenientes, que em
virlude do art. 138 do regulamento geral do*
correio* de 31 de dezembro do 1844 e irt. 9 do
decreto n. 785 de 15 de maio de 1851, ae proce-
der o consamo das cartas existentes nesta admi-
nistradlo e perteaceotes ao mez de outubro do
anno paseado, no dia 5 de novembro prximo,
as 11 horas do dia, na porta do mvsmo correio, e
a* respectivas lisia* se acham desde j exposta*
Ol rnteressados.
Administrado do correio de Pernambuco 26
de outubro de 1861.O id ministrador,
Domingos dos Passoa Miranda.

Movis e de \fma eaixa
iessageri^ impelales.
Agencia n\a 0 Trapiche n. 9.
No dia 31 do corrente eipera-d dos porto do
a w*?P*t neettTehr, commandante Aubry
*. n.0B< c j qual depoi* da demora do cottume
,e8u,r'P\.raBordeaux locaido em S. Vicente
(onde ni am Tip0r em correspondencia com Go-
'*). Libo*. '' .
* companhia encarrega-se de segurar a mer-
'viorias embarcada a bordo dos vapores, e re-
c ebe tambera dioheiro e objectot de valor com
destino para Londrea em transito por Bordeaux e
Boulogoe.
1 Para as condicedes, frete e paaaagens trata-fe
na agencia.

Prcfs-e
n rnaMova n. 47
AUen^ao.
ssibs cozinhir S
13, armazem.
com couro de lustre, Wn^i&eCT
Terca-feira 29 do corrente as
11 horas.
Costa Catvelbo [ar& leilao em ten armazem na:
ra do Imperador n. 35, de-diverso* movei* con-
sistindo em rica* mobili* de amarello a Luis
XV e diversas obra* av visas como sejaoa mesas
para raeio de sala, consoles, aof, cadeirat, la-
vatorios, camas francesas, e outroa muito* ob-
jecto*.

\s*im como
' 1

1 i? t
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Nayega^o costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
A carac' e Granja.
O vapor tJaguaribe, commandante Lobato,
sahir para oa porto* do borle de soa escala at
a Granja ao dia 7 de novembro as 4 horaa da
tarde.
Recebe carga at e dia 6 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da sabida aa 9 horas: escriptrrio no Forte do
Mallos n. 1.
vender ama caixa com couro de luatrts auperior
Unte em faaand como pela marca.
LSILQ
*-Hm tnvtmi da ruada! Groxes a. 2
ptimeiro arjdar, tinge te Cbm perfei^o
para qualquer cor t o nuil barato
pom*el.
Alugam-se as casas n. 13 di ra da Cruz,
n. 2 B da ra da Apollo, a n. 193 da ra latf-
rial: a tratar na ra da Aurora n. 36
Siio na Capunga.
Aluaa-se um sitio na Capuaga-velht. tfc Sr.
Brlholameu Francisco de' Souza, perto do rio,
com cochcire,iuaitosT para pretos, etc.: quem o
preteuder elii-ija-ee i rna larga do Rosario n.
34, botica. ^
, "CASA. "I'*
Alafa*sn o primeiro andar do obr*do caes
de Apollo n. 22, que Mea em frente da ponte no-
va, eom commodoa para grnala familia : a (aliar
na ra larga do Roario o. 34.
Quarta- feira 30 do corrente
as 11 horas do dia.
NA
Praca do Commercio.
O agente into far leilao de um carro da 4
rodas com asaentoa pare tres peaaoaa aendo dou*
na frente e um atrs, qual lem todoa os par-
teare* precisas para trabalhar com um e dous
cavallo* podando andar com coberi* ou aom ella,
aendo um dos msis elegante* que tem appare-
cido nesta cidade ; o na metma occaaiao se ei-
pori i venda um bonito c*vallo de carro, no ar-
mazem por baixo da cata co'mmercial de Saun-
dera Brothers A C.. em frente a igreja.
- D. Hariaana Augnala da Rocha Baalos a
seu* fllhos agradtcem cordulmente a to-
das aa peaeeas que |*e digniram acompa-
nhar o enterrle tea presado marido o
desembargador Marliniano da Rocha Bu-
fos a convMa-es novamente que se dig-
nen comparecer no cemiterio publico no
ala 31 do correntelpelaa 7 horas da ma-
nhia aflat de assistiram a mi*** do tetjmo
dia que se tem .de celebrar pelo repouso
eterno de su* alm*.
Aiaeja-ae- o tercalro andar da casa n. 87,
lita na ra do Amorim : a tratar na ra da Ca-
deia n. 62.
. No largo i
para fora,
tfoprU. paacaaianoolo i
neceii na mean* diaria mea
poatualidade,
A luga-m a casa da raa do* Prese asa a. U,
aa fraguezia da Bap-Vala, aa U4a> da ill|ilil
Pedro IU eniidraoada, lean 3 qaadaa, t aalaa, a-
ziuha tra. oacimaa eom kaa *c*. a/aiaU* ana
do : quem prelaader alugar, dir||a-aa aa r
Uavaaaa d* Madre de Ueoaau 18.(
*5abiete medico cirfglco.j
Ra das Flores n. 37.
Sarao dadaacaasallaa
ca pala Or. Eitevao Carataal
quatqa daa 6 aa ti aavraa da i
cudiada aoa chamados sosa a
vidade poaaarol.
* Partos.
2.* Molealiaa de palla.
3.* Idea do otho*.
4.* dem doa orgaoa ailas*.
Praticari toda equalqaar eperacia al
sea gabinete oa em cass daa daenlte easi-
forme Ibes fr maia cooveaiaaite.
ESTRADA DE FERRO
DO



Avisos irersos.__
LOIlItli
pretende aeguir com muita bravidade o brigue
nacional Veloz, tem paita de sen carregamen-
to prompto : para o resto que Iba falta, trata-ae
com o seu consignatario Azevedo & Mandes, no
sen eacriptorio, ruada Craz n. 1.
Brigue nacional Veloz.
Recebe gneros eitrangeiro para o Rio de Ja-
neiro.
SALI DO THEATBO
DE
Santa Isabel.
GRANDE
Concert instrumental
Quinta-feira 3 i do corrente, andarao
impretciivelmente as rodas dai ultimas
partes da quarta e quinta loteras (pri-
meira e segunda concesso) e primeira
da primeira (terceira concesso a benefi-
cio doGymn&sio Pernambucao)ie o pa-
quete ingles df Europa daqui partir pa-
ra o Rio de Janeiro ate 30 como de
costume, do contrario andarao na terca
feira 5 de novembro prximo, s
bilhetes se acham a venda na thesou-
raria das loteras, ra du Crespo n. 15
e as casas commissionadas. As sortes
serio pagas como de costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigue! de Souza.
Recite a Sao Francisco.
#_. -..,__. _,, \
ILIMITADA.)
Pela superintendencia deata companhia se
communic* aoa Sra. accionistas poaauidorea daa
acedes cujos amaras vio aaeizo designados que
pela directora rica marcada o prazo a contar
deata data at 31 de dezembro do correle anua
para aatttfazerem aa respectivas entradas em
atrazo, e que Godo case prtzo sesn a realisacao
daa entradas sero ditaa acedes, de conformidade
com oa estatutos, confiscadas pela directora de
accordo eom oa annuocios j publicado.
30 accoes de 49.316 a 49.345 inclusiie.
aiar arra-
lo

50
12
45
>
1

*


50.340
48.S11
48,39
48,846
52,165
52,242
50.849
48,240
48,378
48.895
52.176
52.286
>

o


B. Bramah,
Tbeaoureiro.
Ha noel Airea Guerra aaca aobre o Rio
Jantiro.
CONSULTORIO ESPECIAL
ao nooToa
L SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todoa aa diaa a tala daada aa 11 aaraa
*l meio dia, acarea daa saanaiataa
fas, moUttia* i flU, watesHaa d. ..
lutiat typkililica, todos as espacies de faww.
'6r inlermillenU$ (as con**mmtmtimt,
ruARMAcu BsraciAL loasanTSKA.
Verdadeiroa madicaaiaatoa arasiaapataiaaa ara-
arados sota todas aa caatelaa aaoaaaariaa. ia~
i tiatara,(

Rio de Janeiro
M
alliteis em sena effeilos, tanta a
em globalo. pelos presos sala
airis.
N. B. Os medicnenlo da Dr. Sabias ala
nicamente rendidos em aua paanaacia ;
que o foram fora dalla aao falsas.
Todas as earteiras sio aeonpanaadaa d>
Impresso eom nm emblema esa rolara, i
redor aa seguintea palavraa-: Dr. SaHaa O^i,
Pinho, medico brasilei ro. Bata aaratesa paaaa
;ualmente na Mata dea medica
l. As carteira* qua nlo lava
t*im mareado, ambora tenba
me do Or. Sabino sao falto*
aofiia
na lampa ai
aWXTX#llf"TIXTIIIIIe'
PADARIA.
Aluga-ae a padaria da travessa do Pires, s qual
est prompta de tudo, com muito bons commo-
doa, e est anda trabalhando, sendo sea aluguel
muito commodo ; a tratar na ra da Senzala Nova I Bazebio Bezerra CavVlcanli.
'Manoel Rezendo do Rega Barros.
Oa abaleo assignsdoa tenbam a bondade de
appareoer na ra Nova n. 21, loja do Germano.
Joa Aalenio Perreira da Silva.
Francisco Xavier Vaaancia Pimenl*;
Pedro de Aa*i* Campos.
numero 30.



I
DADO NA
DE
NOITE
Segonda-feira, 28 do corrate raez,
PILO PIANISTA
G. RELMOL,
oadjuvado gratuitamente pelos Sra. artistas:
Jorge Vicior Jnior. Pedro Justino, Manoel Frsn-
ciico de Piula e Salustiaoo de Libanio Tenroiu.
PRIMEIRA PARTE.
1.Grande marcha triumphal para dous pianos
concertantes, ezecutada pelos Srs. Vctor e
HelmoldGoda.
2.Nocturno para pisto e piano, pelos Srs. Can-
dido e HelmoldGallay.
3.Grande polka de concert para piao, s por
HelmoldWallace.
4.Do eoncertanie sobre a Traviata, para flau-
ta e piano, pelo* Srs. Saluetisno e Vctor
Varai.
5.Romance rariado sobre Josepb, para rabeca
e piaa, peloa Srs. Pedro Justino e Victor
Mornaii.
43.Capricho de concert sobre s Lucrecia Bor-
gia, para pitno, s por HelmoldAscher.
SEGUNDA PARTE.
7.Grande valsa brlbante para dous pianos, pe*
los Srs. Victor a HelmoldSchulboff.
>. Dous motivos de Scbubert, para pisiao e
piano, pelos Sra. Candido e HelmoldCornette.
"9.Souvenir do lbetro italiano, fantasa para
piano sobre motivos de Bellini, por Her-
moldGoria.
10.Fantasa sobre o Domino noir, para clarine-
te e piano, pelos Srs. Piula e ViciorBes*}*.
"II.Do concertsnte sobre il Trovstore, pera ra-
bee* e piano, pelos Srs. Pedro Justioo e Hel-
mold Muller.
.-12.Carnaval de Veoeza, variaces brilhantes
para piano s, por HelmoldSchulhoff.
Comecar 8 boras da ooite.
Os pianos que sarvem sao do autor C Schul, da
aea do Sr. J. P. Kogelej.
Oa bilhetea podem-ie obler as casas dos Srs.
Vogeley, Vignes, Falque Flix.
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Conceico pretende seguir com muita' bravida-
de, tem parte de seu carregamento a bordo ; para
o reato qua Ihe falta, paisageiros e escravos a
frele, trata-ae com oa aens consignatarios Azeve-
do & Mendos, no sea esoriptoro, ra da Cruz
numero 1.
Para Aracaty e Ass.
Hiato Sonta Rita aahe com brevidade txala-ae
com Marlins & Irmaoa.
Maranhao e Para.
Segu com brevidade o veleiro briguna: terA
Graciosa, capito Joao Jos de Souza, e esc ni
grande parle do seu carregamento contrit por
para o resto trata-ae com os consignatarios ada
meida Gomes, Aires & C, ra da Cruz o. 27.
Para
em direitura.
Segne para o indicado porto o bem conhecido
biate Lindo Paquete, capito Jacintho Nunea
da Costa, por ter parte de seu carregamento adi-
antado : para, o resto trata-ae com os consigna-
tarios Almeida Gomes, Alves di C, ra da Cruz
numero 27.
Ha v endo inconveniencia na venda dos
bilhetes no dia d extraccao avisase ao
respeitavel publico que de hora em
diante nao haverao bilhetes a venda nos
referidos das do andamento das rodas e
sement at a vespera as 10 horas da
noite.
O thesoureiro,
A. J. R. de Souza.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C. Bacas* e tom&sa
aaquea aobre a praca de Lisboa
Aloga-ae ama casa em Beberibe : tratar
com J. I. M. do Reg, na ra do Trapiche n. 34.
Grande laboratorio a vapor
TiF.
MA
mmmm
ROUPA.
Precisa-se de um ama, preferiado-set cacrava
na roa do Amorim n. 43. qaa cozinbe a diaria da
urna casa de pouca famili*.
Arrenda-se ums daa melbores casas a i-
tio na Capunga, teodo a qualla bons ceaanadea
bos estribara e cocbeirs, atailo boa jardias.
pomar de muito boas frats, a SMiaasa dalia
Capibarbe, e eom dous portos para a <
rea), bem como ae prefere a quem cmaras
excellente mobili moderna de Jacaranda, a an-
tros arranjos de muito goslo : a tratar aa raa
de Apollo n. 24, armazn.
Attenco.
Preeisa-ae alugar ama prela captiva para asar-
vico de urna caaa da pouca familia ; aa raa da
Livramenlo n. 31, segundo andar.
Precisa-te de orna ama que saina cozinaar
e comprar; na rus Nova n. 33.
Mill^l-
DE
^Sa

^t^
REAL CIIMPANHII
DE
Paquetes inglezes a vapor
No dia 29 deste mez espera-ae da Europa o va-
por Magdalena, commandante R. Woolward, o
qual depoia da demora do costme seguir para
o Rio de Janeiro, tocando na Babia ; para pas-
aageoa etc., dever-ae-ha tratar com os sgentes
Adamson, Howie & C, ra do Trapiche Novo
n. 42.
Segu para o Rio Grande do Su!
com escala pelo Rio de Janeiro o pata-
cho Anna, sabbado26 do corrente, rece-
be escravos a frete que devem ficar ho-
je a bordo : a tratar com Tasso Irmaos.
Jos Moniz TeixeiraGuimaree, agente
de leilao prximamente nomeadb pelo
merelisaimo tribunal do commercio e es-
tabelecido com eacriptorio e armazem na
ra do Imperador (outr'ora ra di Ca-
deia) n. 37, offerece sena servicos so res-
peitavel corpo commercial, a aeua amigos
e a todos em geral que quizerem hon-
ra-lo cem sua confianca, aaaegurando-
lhei cumprir bem a fielmente as funcQoes
inherentes ao seu emprego, para o que
nlo poupar eeforcoa a bem doa inlereaaes
de **us commitentes.
LAVADA.
40 ris.
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ris
120
160 >
200
240

Aluga-se
o primeiro sodsr do sobrado aa rus
n. 39 ; a tratar na travs* da Madre
mero 15.
S .
600 ris.
280
160
200
120
460
40
Atsos martimos.
Acarae.
O vapor Jaguaribe d companhia
Pernambucana, na sua prxima futura
viagem a7 de novembro a Granja com
escalas, tocara' no porto do Acaracu',
para largar all qualquer porco de
.carga e pa$geiro.
COMPAIIHI|BBIIASILEIRA
MflDlTOS ATdlNUL
E' eaperado dos portos do sol al o dia 30 do
arrete um do* vaporas da oempsnhia o qual
depoia da domar* da oosUimo sagoir psra os
partas do norte.
Daada ji recebem-e
fff qa o '*^aaaT*aaaaaaaaaaaVtu*l t-
atv ser ambaraada o
ceaamandaa, dinheiro a frota
aa 8toras : aga*ria na raa da Cn
lorio de Atetado A Meadas.
J,aaarip-
COMPANHU BRAStLElRA
DE
Al o dia 28 do correte esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o capito tenente Jos Leopoldo de Noronha
Torrezlo, o qual de poia da demora do coatume
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-ae
a carga qua o vapor poder cooduzir, a qual de-
ver aer embarcar no dia de aua chegada : agen-
cia na da Crus n. 1, eacriptorio de Azevedo &
Mendes.
J FERREIRA MUELA
HETRATXSTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa do Cabus n. 18, l. andar,
entrada pelo pateo da matriz,.
Retratos por ambrotypo, por melaiootypo, ao-
bre panno encerado, aobre talco, eipeciaea para
pnlcelras, alflnetes ou cassoletas. Na mesma
caaa exiate um completo e abundante aorlimento
de artefactos francezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambera para tata mee-
mo fin cassoletaa e delicados alflnetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persoosgena da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrotypo
e chinacas photographicas.
Roupa da familia, iodisltnctamente, pecas grandes a pequeas.
Roupa de navios, vapores e hospitaes........, 70 a
Peca grande isoladamente como lencoes, toalhaa de mesa. 100-
Roapa de doente de familia, que nao seja freguezs.......110
Roupa misturada que alguem aem ser freguez exigir qua so lave. 80
Urna rende viodo com mai roupa.............1*200
Urna rede isoladamente................11600
Um cortinado de cama de casal rindo com miis roupa.....igOOO
Um dito dito isoladamente............. 2f000 a
Um dito dito de solteiro ou veranda...........500
Um dito dito isoladamente............... 1 000
Ae pessoas que nao quizerem mandar engommar toda a roupa, o laboratorio encarrega-se
de mandar engommar as segutotes pegas, pelos aeguinles precos :
Vestidos lisos. .
Saias........
Camisas de homem. .
Calcas.......
Colletes......
Paletots. ......
Colariohoi.....
O laboratorio encarrega-se de engommadoa de objectoa de senhora os mais delicados, e pa-
ra Uto tem ja contratado as mais habis engommadeiraa nacionaes a estrangeirss, que entre nos
exiatem.
No prego dos engommadosde roupa de familia, excepluam-se os vestidos, gollinhss, man-
guitos a maia objectos que forera guarnecidos de rendas, babadoe, pafos, rifas, etc., ele., bem co-
mo os cortinados de berco, cama, varaode.que ae pagaro segundo o ajuste.
Qualquer que exigir roapa aomente lavada, ou tambem engommsda, com msis brevidade
que a deaignada, pagar mais 25 por cento sobre o preco.
0 prszo na entrega da roupa ser por em quanto 8 dias depois do recebimento, e da lavada
e engommada 15.
A roupa da familia ser lavada em machina separada da dos hospitaes, e ai pessoas encar-
regadaa doservico da roupa aero mulheres.
Os proprietariospagaro qualquer pega que ae eatraviar, eafiancam que a aco daa machi-
uaa inteiramente inoffensiva.
Qualquer que mandar roupa, recebar um vale do numero de pecas eom a declaraco do im-
porte dalavagem, o qual aera restituido com o competente importe na occaaiao da ae entregar a
roupa prompta, aem o que eati flear depositada.
0 eitabelecimento encarrega-se de tirsr nodoas de qualquer nataresa, precedendo nm
juste.
Oa proprietarios rogam a aeus fregaezes o obseqaio de manlarem roupa suja, apenas rece-
bara a lavada, para assim manter a regularidade do servico.
A entrega e o recebimento da roupa na casa da banhos, no psteo do Carmo, sm todos os
diaa uteia das 7 horaa da manhaa 5 da Urde.
Rio Grande do Sul
a patacho nacional Palma segu brevemente
por lera maior parte de seucarregamento enga-
jado : para o reliante, tnta-se com Bailar &
Oiweira, na roa da Cadeia do Recife n. 12.
9
Leudes.
LEILAO
A9 2 do corrente,
a5&^&Wj5r$:
fazendasingiezasaimsis.propriudo eresdo :
Terca -feira 29
do eorreat*. & Ir, Sffl lea >r-
asBzass as ros do Trapiche Hovo,
Dentista de Pars.
15 Ru* Nota 15
r radar icGautier.cirargiiodantisu.fi
todas as operacoes da sua arta acal
dantes artificiaos, tudocom a sapsriar
dadeeperfeicaoqueas pesioasent
das lbereconhecem.
Temaguae psdeatifrieiosate.
QaMBasaKMIBIBeWWBBM
Sitio para alugar.
Aluga-se o sitio do Monleiro, cosa boa caaa,
aonde moroa o fallecido pai do annenciante. lata
cocheira, estribarla etc. ; a tratar com Minee I
Alves Gaerra, na roa do Trapicha a. 14.
Antonio de Leonardo Pollacchi.
Valentino fr Pietro Valentini.
Sabatino de G. Antonio Pelliai:
Alera anno de Raffaello Bertolaoi.
Martirio de Damiano Giudice.
Giaunini Monaueto de Vincenso.
Raffaelo fr Michele Gintli.
Demetrio de Francesco de Gioranni.
Raffaello fr Antonio Giusti.
Rslliello de Luigi Pardini.
Todos subditos italianos, pretender ratirar-sa
para a cidade da Babia.
Sitio para alugar.
Aluga-se nm sitio com muito boa casa
tantea arvoredos de fructos, agua da beber mailo-
boa e tanque, e com 3 quartos oo quicial, a la-
gar da Capunga ralba, oa estrada qaa ra para
rio, alnta-ae por anno oa por testa : a tratar aa
loja da Victoria oa ra do Quelaaado a. 75.
Precisa-se singar um canoeiro forra aa cap-
tivo, que entenda de p, da-ee-lha astate a ca-
sa para morar: a tratar na raa Nava a. 26, laja.
A. Lofleur segu para Maraoso ao primas -
ro vapor.
i- I
STAUL & G. 3
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR^
Hua da \mperau\i 9
tunero 14. r
Tencionando retirar-se proxi- j
1 mmente desta praca prticipam *
1 a seas freguezes e amigos como
1 em geral a todos que podem '
1 precisar do seu officio, aim de \
I que aproveitem do pouco tempo ]
' que os annunciarite* podem ain J|
' da dispor para a execucSo das 9
i encommendas com as quaes J
' queiiam honra-Ios.
\ Agradecendo' nesta occasiao 9
\ ao iitustrado publico deata capi- V
\ tai o bom acothimento das suas W
oblas, decidiram se a por stas
O alcance de todos introdurindo
urna comidera vel baixa na maior #
parte dos seus predas e eperm
que o desfalque que disso lhes
# resultar ser/ compensado por
# um augmento de concurrencia.
sMHMNl ssism
Alaga-aeuma asa na Boa-Viagaan cosa
bona eoaasaaaa* : qnom pretender dirija-as a '
po^piLa..
Alugam-se a sojas do sobrado n.
H da raa dd Aurora: qutm prarteoder
dirjale a mena rna n. 10.
ELIXIR DE SAUDE
Citrolactato de ferro.

Unta def osito na botica d Joajana Martimao
da Cruz, Correa., raa do Cabag n. II,
em Peraambuco.
O Dr. H. Therme* (de Chalei) antigo pharmaceatico aprsenla boje urna nova preparadlo
do ferrocom o nomo de elixir de citro-lntato de ferro.
Parecer ao publico um loso empreaar-ae um meamo medicamento debaixo de frmalas to
variadas, maso homem da scienxis comprehende a necessidade o importancia de ama tal varie-
dade.
A formula um objeeto de multa importancia em therapeutka ; um progresso immenso,
quando ella, maniendo a esseocia de medicamento, o torna grada vel, fcil e possivel psrs todas ss
idades, para todoa os paladares e para todos os temperamento!.
Dts namaroaae preparaedea de ferro at hoja condecidas neahamaroana lio bellas qaalida-
des como o elixir de citro-lacUcto de ferro. A sed sabor agradavel, rene o tomar-se em nma pe-
quea dose, a ser da nota prompta e fcil diasolucio no eetetaago. de modo que completa mente
asaiaailado; e o aso nroduzir por cauaa da lactina, qaa conten em ta* oempoaicio, a eonetipacao de
ventre fraqueotemente provoead* pelaa oatraa preparaedea terroginot**.
Estas'novas qualidadea em nada alterara a ciencia medicamento*** do ferro, qaa aendo urna
substancia da qual o medico ae nao poda diapeuaaa em sua clnica, de iacomparavel utilidade
qualquer formula que Iba d propriadadea tac*, qae o pratico pasas prascraver sesn receie. 9 9
que eonsegaio o pharraacoaUca Therme* com a preparac.ao do cttro-Uctaeto de ferro. Aitlm este
madicanwoto oceupa hoja a primeiro lagar entra ae aamerosas preparaedes ferrogiaosa, com a
attaata a pratica de muito mdicos dittinclos que o tem eoaaiado. Tsm sida empregedo como im-
menso nrovailo osa molestias de lnguidos(chloroae pallidsa corea ) aa debilidade sabsequente as
beaaorrbaalaa, na* brdropasiaa qaa apparaaam dopada daa Intermitente* aa iacoatloenci*:
por debilidade. oa parola**rancas, na ascrophula, 00 raeaitiesto, na arfara hemerrh
coorsldscansia das molestia* em qut o sag* aa cha empobracido oa viciada p^aaiadtgaa, aflecaiea ebvaatoae, eteaaxia
euLoaas, cancroaa, ypailica, excessoa venreos, aaaalssw arotaagado daa pretac*es mer-
staa anfarmidadaa aendo mni frequenlas a senda o farra a prlaaiaal annaUaeta da daa
medico tem de ranear mi para as desalar, o nabar do citro-lactato da tarro merece louvores e *
reconhecimento da hamanidada, por ter deseobsrto aras formis pela qnsl se pode ten rcoeie
usar do (arre.
Aaos Maehtdo de Lana Freir Cea**,
va de Francisco Mtthia* Pereira da Caata
ao* credorea do sea finada marida,anal
presentar os neos deoitoo no presa da IS diaa. a
contar da data desta, eerto* qae dad* asta araz
nao aesponsabilisa-sa par qaalqaar doMtaqnM
posa apparecer. Recife SS da aatabra do WM.
Precisa-se da ama asas larra eo captiva.
preferindo-se captiva, para preiUr-ae aa atralea
deoozinhar a coaprar para ama casa da asosana ;
na ra do Imperador n. 97, segaada 1
Predia-aa da nma ama farra
para o servico da caaa de ama
das Larangoiraa a. So.
1:500|000.
Na roa Direila a. 75 aa dir qu
com seguranza em algum predio.
Attenco.

Urna certa paaaa a qaa par lalgsiade aavaai as
chapeo de chile da taberna da raa da E
10, baja de o trazar, eeaie gaaaaid pata 1
de ver seu asme por extenso acata Man.
Aluga-aa a pasa tana* > Caanaga. I
Baixa-Verde o. 8 : quem nfaSaadar, ibdp ss a
ra do Rangtl n. 10, que acaai casi ejaaea tra-
a r.
Joaqun Alvos P., aaddito psaladaiSB, ra-
tira-se para torada proviaate.
Alaga- nasa casa aava aaea varada anas*
modos, na Capaaga, raa aaa Jstaalaa a. 1
tratar na roa daa Crusaa, tadaaaa a.tt.
Os abaixo assignadms, for
racSo especial do Sr. Manoel Jo
NaeitneDtoe Sdva, que
mente em Portaigal,
Antonto Ma na O |
aejrjtao itetihor ]
pirata i
outubro de 1861
oJatl

ansa1
damatrisdeS
boceo da raa fksag^^^^H
leader dirija-es a ma das Crasas a.
aaaadam.
JT
_'-' a*'---------------------1
r~dt*-i\ #11 L


MHUMPi* ^li^iMiMHiitiiini
' Na traite do dia 1 do crrante
do
m*

GraDae^NoTtVrfoTcomprado
neala ptaca ao Sr. Jlo Chriaostotno Bzerr Ca-
L'^^ .W Ai'bnqnerque, morador na provincia
cima flecranda { o dito mulato levot uro lurrio
de couro de caroelro, urna rede e diversas pecas
dOTOup *a seu uso : roga-se a todas as autori-
oaaet ponctaes e mala pessoas que o eocontrem,
d apotebende-lo e leva-lo i ra da Matriz da
Boa-Vista, aobrado n. 33, que serio bem recom-
peusidos. Joaquim francisco Franco.
a "7 *Z *" ** do correBle. depoi'da audiencia
o Sr. Ur. juu municipal da aeguoda vara, se ba
de arrematar por venda dilas casas terreas, sitia
na raa do GiqH, sendo urna eom 3 porta de
^k,J*"4e fw5Q0*. e outra coro 5 janeUas
de icente, avahads por. 1:5001, como ludo melhor
consta do escripto era mi do porteire dos audi-
torios, caja* casas vao praca por execucio de
Jos Barbosa de Miranda Santiago, e oulros con-
tra Jos Florencio de Oliveira e Silva, escrivo
Santo, .
do
"Tf,iM>^ de MeS9uiU Cerdo" i os porto
norte.

- Preciss-se de um menino para caixeiro de
taberna, tuguez : a tratar na ra Imperial d. 193.
Atteutjo.
"O -9

OriJ^te^rado 0ari*o.
Em cumprimento da portara do irmao prior,
armad, .ao_o4kio ... recelen jdfltm. pedre-
meatre provincial, convido todos oa notaos ir-
QaamfWpfHfMrfajqqremnodia 18 44 crtente,
as 9 horas do da para a eleigo de prior.3 Appro-
wf jM*o par declarar.' que os aonuocios
pSftHesMbs tros Diaria de X e 26' do corren te
ole parti da mesa. -
' ai
AHiga-se urna casa novs com varios com-
modos, aa Cipanga, ra daa Grioulat n. 17 :
tratar na ra das Cruzas, taberna o. 12. -
Preciae-ae de um sobrado [de um ou dous
andares na Boa-Vista ou. Santo |Antonio ; quem
o river pode annunciar por esta folha.
Junto ao quartel de polica ha tres talhos de
cortar carne para alagar, por prego commodo,
teodo a vaolagem de ser mullo fresco e aa carnes
aturar msis lempo'aem adquerir o mo cheiro,
por a casa ser ventilada, fresca, e propria, e a,
neis aceiada que ha para eate genero.
A.uguel.
-Alugam-se duaa casas terreas sitas oa ra do
Gabral, cidade de Olioda. com commodos para
grande familia, ambas com quintal al a airada
do norte, com alguma actores de fructo, e ca-
cimni: a tratar na mesma cidade eom o escrivo
Pessoa.
Aviso.
o
a- tratar
Csetano Pinto de Veras, morador no sobrado
da ra de S. Francisco, como quem vai para a
ra Bella desta cidade n. 10, Jaz sciento, que no
dia 21 do crranla mez se teas ausentado de casa
astuescravaSeb^saiana, na occastao de tar sa-
bido para fazer aa compras da cela, a qual lem
os signaet segantes: 24 annos de idade, de es-
tatura baixa, orelnaa pequeas, olho reguUres,
ps pequeos, mieefpequenas, beiyja grossos,
com a falta de 3 dentes, seodo t "o* frente do
queixo de cima, e l-queiiaes no queixo de baixo
e sanio com um vestido branco j usado, mas po-
de ser queja ande com outro : pede oois a quem
a encontrar o favor de a fazer aporeheoder e ser
entregue ao annuncianie no mesmo obrado ci-
ma mencionado, oa na repartija da alfaadega
em que empregado.
Na ra da Imperatriz, loja o.6, ha um ra-
paz portugus para se arrumar em qualqaer um
estabelecimento. *
., "^cb,:s*Jtt,ta a compra da casa sita? na ma
da Matriz da Boa-Vista n. 29,-pertencente 'Sra.
D. Mana Eugenia de Castro: quem se julear
com direito a empedir tal negocio, annuncie por
eate Diario, ou olrilj-ae a mesma ra n. 17, do
?r*5? tre" dM cont da data deste. Reci-
te 28 de outubro de 1861.
Aluguel mdico.
Aluga-s annualmante um grande sitio na es-
trada do Arraial, eonftoole o sitio- dos Buritis
tendo os commodos precisos para familia, a sa-
ber : 2 jalas, 3 quartos, coiinha e cacimba, boas
ructeiras, baixa, ele. etc.: a tratar com o padre
Loyola no convento do Carmo, primeiro andar
numero 1.
. .Precisa-se alagar urna escrava para o ser-
vico interno de urna casa de pouca familia : oa
ruada Cadeia Velha n. 52,lerceiro andar.
; Precisa -se de urna ama para cozinhar
diario de urna casa de pouca familia:
na rae da Crox no Recite n. 31.
Attenco.
O abaixo sssigoado declara por ste jornal aos
eensdevedores, sssim de fazendas como de bilhe-
tes de loteras, que aulorsou so Sr. Francisco
Jos Loelho a cobrar aa suas dividas, quer ami-
gare!, quer judicialmente.
Manoel Ferreira Pinto:
Ama.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar bem
e faga mais algum serrico em casa de familia :
na ra da Concedi da Boa-Vista, sobrado n. 6.
Aloga-se o terceiro andar do aobrado do
becco Largo n. 1 A, concertado e pintado de no-
vo, aluga-se por prego muito mdico : a tratar
na meama ra, taberna n. 2.
Na ruado Rosario da Boa-Vista n. 51 tem
urna sacca com feijlo que foi apprehendida de
um pteto que andava vendando, e como houve-
ram descooOaneae de ser roabada de algum ar-
mazem ou frete que o raes'mo conduzia, roga-se
a quem for seu dono, apparega para ser entre-
gue, pagando eata despeza.
No dia 29 do corrente, depois di audiencia
dn lllm. Sr. Dr. juiz dos orphaos se ho de arre-
matar 3 escravos e 1 apparelbo de prata por exe-
cucSo contra o ioveotariante do fallecido coronel
Francisco Mamede de Almeida.
D. Maria Annancisda do Carreo Rocha Coa-
la faz sciente ao respeitavel publico que seu ma-
rido Joo Ignacio Rodrigues da Costa lem por
varias vezessahido da sua casa sem se saber para
onde, sabiado oceultamente de aua mulher para
ella nao mandar acompanha-lo e ver para onde
elle se dirige; e no dia 23 do correte outubro
sahio as 6 boraa da manhaa e ainda nao vollou ;
e como o dito seu marido se echa em estado de
demencia civel nao s pelas molestias que soffre
como por sua avanzada idade, e estando a sua
mulher sciente de todos os negocios de sua casa,
tanto presentes como pasaados, e at das sedu-
Ces que se tem feito a seu marido. Protesta con-
tra toda e qualquer pessoa que se valer ou abu-
sar da falta de juizo do seu marido para infelici-
tar ou destruir os bens do seu casal.
Aloga-se um sitio na Varzea, denominado
Cruz, do padre Jos Simoes: quem o pretender,
dirija-se a trsveasa de S. Pedro n. 8.
Os hsbitante da povoaclo de S. Vicente,
freguezta de Nazareth, precisara deter um capel-
lio ; portanto o padre que pretender dita capel-
lania. dirija-se nesta praca ra Nova n. 33, e
no mato dita povoacio de S. Viceote, que em
ambos os logares achara com quem tratar.
ozinhe.ro,
Aluga-se um ptimo cozinhelro e um copeiro,
ambos escravoa, mocos, etle muito boa conduc-
ta : quem pretender dirija-ae a ra do Sol n. 21.
Neata meama casa se alugam mais alguns escra-
vos. .e vende se um piaooinglez, velho. por mui-
to barato preco, bem como urna mesa elaslics de
mogno com 36 palmos por 1300, e urna
.e canos de ferro de meia pollegad,
"ara neanamenlo de gsz ou agua.
Achou-sa um paaaaporte pertencente a Agoatl-
obo Antonio de Almeida a Vascoucallos, e urna
escusa da servios mililaraa da Europa, e um re-
qoerimeolo para entrada do hospital portugaez :
roga-se ao aupplicante que mande bascar na
Camboa do Carmo, taberna n. 3.
Precisa-se de ama ama que coiiohe, en-
gomme e compra para casa de pouca familia : na
ra do Livramento n. 9.
Attenijo a pechincha
Ma ra de Salta Rita n. 21 tira-se pssssporte
para fora e dentro da provincia, mais barato que
outra qualqaer pessoa : para escravos tira-sea
29, fazendo o dono' as despesas ; e tambem ti-
ram-se matriculas para carrea a carrocas, das 6
horas da manhaa at sa 9, e do meio dia at as 3
horas acharao com qaem tratar, ou alias na ra
do Imperador n. 83.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e fa-
zer o mais servico de casa de pouca familia : na
ra da Roda n. 54.
-*. Alguma pessoa que queira, mediante comi-
da e habitacSo, iocumbir-s do servico leve de
um sitio e de corte de capim para um cavallo, di-
rija-se a esta typographia.

Aluguel.
O morador do segundo andar da ra Direitan.
60, quer alugar. urna escrava ou eseravo para o
servico interno-de urna casa de pouca familia ;
d-se bom aluguel urna vez que agradem os ser-
visos.
Na rus do Queimado n. 55. loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezas pelos
precosabaixo declarados, e venham logo pois
est acabando.
Caixaa com agulhas francezaa a.......... 120
Novellos de llnha para marcar a 20 r. e.. 40
Ditos de lio ha de cores e muito grandes a 40
Carretel de liuha, superior qualidade a.. 30
lAb branca do gaz a 10 ra. e........... 20
Dita dita,a mlhor que ka, novello grande 60
Pares de meias de cores para meninos a 120
Ouzia de meiaa croas muio superiores a 2|400
DMade ditas ditas a...................... 2300f>
Pareado metas de cores para meninos a
Llnha em cartio Pedro V a....-...'.......
Caixaa com phosphoros de aegnranca a
Caixaa de folhas eom phosphoros (so a
Caira val 100 ra.) a....................
Duzia de phosphoros do gaz a..........
Frascosd'agua de edlonia supertors....
Ditos com ebeiror muito finos a........
Duiia de meias muito finas parasenhora
Canas da apparelhoa para meninos a 140
rs. e ...... .....
rangas da lia e delinho sorlidas a......
Sabonetes grandea e superiores a........
Groza de botos pequeos para calca a..
(rozado botoes de louca a..............
Varaa detramoia superior a 120 e........
Groza de peona* de *c................
Carteiras muito superiores a............
Baralbos portuguezes a..................
Tesouras muito finas para costara a..,.
Dttapsraunhasa240e.................:
Baralbos para voltarete a 240 e..........
Frascoe de banha de urfp a.........'.......
Frascos grandes de lavando ambreada, su-
perior qualidale a....................
Frascos de oleo de babosa a 320e......
Frascos de danha mullo fina a 140 e......
Agulheiros com agulhas a
s
110
400
400
320
640
Fazendas modernas. S
Gurgel & Perdigo.
Vendem barato, m
Superiores capas compridas modernas, A
manleletes, taimas de croxe, ditaa de A
816. xjy
ompras.
Compra-se um eseravo que seja perfeilo
cozinheiro : .no escrptorio de Pisto de Souza
Bairao, na na da Cruz n. 24.
Compra-se iuoeda* de 20|j| : na
ra da Cruz n. 48, pagase mais do
que em outra qualquer parte.
Compra-se um cabriolet e um cavallo para
o mesmo : a tratar na ra do Queimado n. 13.
ra-se
porco
proprioa
cabellos compridos.
Na raa do Queimado casa de cabelleireiro.
_ Compram-se moedaade ouro de 10J brasi-
leiras, e pecas de 16$ portuguezaa: no esciipto-
rio de Hsnoel Ignacio de Oliveira & Filho, largo
do Corpo-Santo.
Avfso.
Compra-se para urna encommenda do Rio de
Janeiro dous moleques robustos e bonitas figu-
ras, de idade de 15 a 10 annos, paga-ae bem :
a tratar na ra da Cruz do Recife n. 63, srma-
zem junto ao Corpo Santo.
Compram-se escravos
mocos e boaa figuras, pagam-se bem : na ra da
Imperatriz n. 12, loja.
Compram-se moedas de ouro e pataces
hespanhoee ao cunho de Carlos III e IIII, na ra
Nora n. 13.
Compra-se
urna canoa de carreira em bom eatado, e que
possa conduzir at 11 pessoas : na travessa da
Madre de Dos n. 21.
Vendas.
Escravos pecas
negocio.
Faz-se negocio com tres escravos pecas, sendo
um moleque de 16 auno, eduaa mulatas de 22 e
16 annos, ambas com habilidades; e o motivo
do negoaio se dir ao comprador : na roa do
Imperador n. 12.
Veode-se urna eacrsva muito alva, com 18
annos de idade, que sabe fazer labyriniho, mar*
car, coser e eogoramar perfeitameote : na aua
de Apollo n. 16, aegundo andar.
Vende-se manteiga iogleza flor a 800 rs. a
libra : no armazem doaal, oa praca da Boa-Vista
Veslidoa de seda,
do e de phaotaaia.
de cambraia borda-
s
Chapeos ricos de palba,
lica a 2500.
luvaa de pel-
Sedas de quadriobos furia cor, groa-
denaples e morianque.
Cambraias flglndo aeda, chitas finas
modernas, lazinha de edr e meias els-
ticas.
3
Ricos sintos, goilinhas e puohoa, es-
parlilhoe, peotes de tartaruga, lequea
superiores e saia balan.
Fil, cambraia branca, tarlatana,
para ainto, camisas para seahora e
nios.
utas W
me* aj|
l
Roupa feita barata.
Gurgel & PerdigSo.
fj| Paletota de case mira pretop, de calcas, collete, eamisaa de liho ingle- J
zas e francezas, ditas de algodao : na lo- 9
tff ja n. 23 da ra da Cadeia, do-se amos-
ti raa.
###@-@#--------
Arara.
Brilhanna da arara.
Vendera -se cortea de chitas finas com 13 cava-
dos por 29500, cortes de riscado chioez a 2$500,
corlea no,voa de brilhanna de cores para vesti-
dos s 35600, corles de casaa com 7 barras a 2^500
saias balao de 20 e 40 areoa a3}e 3500, diUs
de madapoln de todos os tamanhoa a 3# e38500
aaias de cordo para balao a 2400 : na ra da'
Imperatriz, loja do arara, de 4 portas n. 56, aon-
de tem a arara pintada da parte de fora, e ao nor-
te tem um relogio com letras de cores em que
dizAraran. 56, de Hagalhlea & Mendes.
N. O. Bieberi C, successores, ra da Cruz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
- e prata.
ouro
Vende-se
cao
neiri
4' venda.
um preto de naco e de meia idade
reita a. 91, ptimeiro andar.
i
na ra Di-
Ura grande e rico coup lindamente ornado e
completamente arreiado, sahido ha poucos dias
da alfandega: para ver, na coebeira n. 26, no
largo do Paraizo, e para tratar, na ra Nova n.
25, primeiro andar.
Violo
Vende-se por proco commodo um rico viola
com caixa, sendo novo e de muito boaa vozes
quem o quizar dirija-se praca do Collegio, loja
de livros n. 2.
Guimares k Villar.

Ra do Crespo numero 17.
Vendem Imra issinio.
Cambraias brtnaas bordadaa para vesdos de senbor a 7a a peca de
Organdy* da cora daUcadas a 500 ra. eavad*. "' ^<*
CaasM^ orea Uaaoda s* 140 e 280 ... o cofado.
MangaitM e sjoiluihaa para aenkorn a 2 o par.
-------"aa nltaao gosto al. ^ v'"
loa a 3| o par.
nanrlcamaDi bordados a 2#.
__l bordadaa dej pannos a 2s)500
Safas bao de mnaaeloa cosa kbaHlq%a 6.
Chapoj de palh da Italia p.ra siahora a %
Dita da seda para sen bara a 12a.
raraa.
i restdoi da 2 a 59
.
Manteletes de
i ha da mai4 madeenode dierso preco9. '
a b saaada s.iO.
ammaWsal.
fu fraaoeaaa da tadas aa aaii4aa.s a 160,300, 30 a 400 r
papallode tada nyu**"- #> ^00, &* 7 a pee.
Oatru muiUs fazendusde |s*o apracas Paralo.

*
rs. o covadr.
.1.
:>
Joaquina Francisco dos Santos.
46loa do Queimado40 "
Defronte do becco da Congregaco, letreiro verde.
VENDE-SE O 9EGUINTE:
H H ejfw* casamentos:
. Ricos cortes de vestido de Ci ou blond de seda branca eom ramo e capelli. o
man mpde,roo e superior que a no mercado.
Para bailes.
__ Lindos cortes de Vestidos de fil oa blond d. seda branca bordados a branco e
coran.
Ditos de tarlatana branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Saias bordadas.
" as de cambraia branca bordadas com o mais apurado gosto a mais finas
que na do mercado.
Ditas de dita recortadas maia baratas.
Para baptisados.
| Ricos corle de vestido de cambraia branca bordados com muita elegancia, o
mais moderno e mais superior que ba no mercado.
Manteletes.
Ricoa mantelete de seda da cores e pretos bordados e lisos com enfeiles. bem
como arrendados, por pre;os commodos.
3^000 a peca.
Pecea de cambraia lisa larga Jo com 6 a 6 1 varaa, muito barato.
Lencos.
Rico Unco de cambraia de linho bordados a 3$,4je5& cada nm.
Chales,
Rico chala 4a loaquim brancos bordados de ponta redonda e de 4 ponas.
.Alem 'condal cima mencionadas tem um grande sortimento de todas
qualidadea, que nao possivel mencionar-se pelo grande espado que tomara.
as
ARMAZEM
? JE
ROUPA FEITA
'
Joaqnim F. dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelacimento he sempre um sortimento completo de roupa dita de
todas ss qualidades e tambem ae manda executar por medida vonlade doa fregue-
sas para o que tem um doa melbores profassoras.
Canacas
Esleirs da India.
No armazem de fazendas de
Santos Coelho. ra do Quei-
mado n. 19.
Veodem-se estairaa brancas da India, propria
para forro de salas e camas, sendo de 4. 5 e 6
palmos de largo.
Mais urna novi-
dade.
Cassas para forro, l$70O a peca.
Brilhantiua carmezim a 200 rs. o corado.
Cambraia franceza de cores finas a 240 rs. o
aovado.
Dita branca muito fina a 28500 a peca.
Casa i propria para cortinado a 2 a peca.
Chitas francezaa de lindisaimos oadres a 840
o corado.
Ditas escarales a 200 rs. o covado.
Vestidos de cambraia brancos & imperatriz.
bordados a o de laa a 8*.
Esguiao de linho muito fino a 800 rs. a vara.
Sedinha de qaadros de lindsimos costos a 720
o covado.
Groadenaples pretos muito bons a 1600.
Dito superior muito largo a 25200.
Cortea de casemira a 4p500.
**??"" de W"111""8 bordadas para senhora a
Riacados ioglezes. chamas a Garibaldi, para ros-
tido de senhora a 200 ra. o covado.
Panno de linho muito fino a 480 a rara
Meiaa para senhora a 2jM00a duzia.
Enfeitea de vidrilho a 2>.
Lufas de pellica a 1| o par.
Cortea de colletes de velludo a 11200.
Chapeos de aol de pinno a 1$.
w^S?* braocoa de cambraia de linho bordados
Judo lato, e muilaa outras fazendas finas e ba-
rata, vende-ae no
Armazem de fazendas e roupa feita
^ DE
Raymundo Carlos Leite
12Ruada ImperaUiz12
Bom e barato,
t N ra de Santa Rita n. 3. rendem-se os na-
ceros seguintes : e
Vinho em caada a 3)500.
Dito em garrafa a 500 rs.
Serveja branca a 400 rs.
Dita prata a 500 rs.
Manteiga franceza a 640.
Dita inglesa a 800 rs.
Ca hysson a 2f600.
--Ivando-sa 0 ennanho Fottaieza na fregaezia
de Santo Amaro de Jaboatio, com a prsenle sa-
fra e talar, bois, beatas, canos a distitacio de
cobre a rocaa oovaa, tem bstanla matas a aa
Ierra aio de muita prodcelo, pde-a;eo|siaj"
U facilidad, moer com agua por te uatsrsaae
nacho oarrente, e }4 bav.r principio de obra
para ate flm : quem quizar poda procurar no
maamo sngenho, oa na ra da Cadeia do Recito
a amero 10.
Vende-se omaigraia e juntamente ao pre-
perop pan metaa : oa raa do Gotortllo n. 48.
ue panno preto a 40g,
35g a
Sobrecasacoa de dito dito a 359 e
Palelots de panno preto a de co-
rea a 35, 30, 25#, 10, 18 e 20000
Ditos decaaemira de corea a 22.
,. 16#;ia.7o
Dtoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezas a
Ditoa de merino selim pretoa e
de corta a 9f
Ditos de alpaca de cores a 5 e
Ditos de alpaca preta a9, 7, 5 e
Ditos de brim de cores a 51.
4500, 4 e
Ditos d. bramante de linbo bran-
co a 6, II e
Ditos de merino de cordao preto
al5e
Calcas de casemira preta e de co-
rea a lt. 10, 95, 7 e
Ditaa de pnoceza e merino de
cordo preto a 5, 6500 e
Ditaa de brim branco ede cores a
5. 4500 o
Calcas de ganga de cores a
Collete de velludo preto e de co-
rea liaose bordados a 12,9 e
Ditoa de casemira preta e d* co-
rea lisos e bordados a 6.
5500,5
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditoa de gorgurao de seda pretos
e d. cores a 7, 6, 4 e
Ditos de brim e fuslao branco a
31500, 28500 e
Saroulas de brim de linho a 2 e
Ditas de algodao a l600 e
Camisas de peito defustio brsnco
ede cores a 28500 e
Dilas de paito delinho a 5, 4 e 3*000
Dita de madapolo brancas e de
core a 3, 2500, 2 .
Chapeo pretos de massa francesa
forma da ultima moda a 109,
8fS00c
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e
Ditos de sol de seda inglezes e
francezesa 14g, 12, llg e
Colarinhos de linbo muito finos
novos feilios da ultima moda a
Ditos da algodao
Relogios de ouro patente e hori-
. zontal a 100$, 90. 80f e
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizontaes a 40 e
Obras de ouro, aderemos e meios
adereces, pulceiras, rodas e
sneis a
Toalhas de linho dazia tOf, 6 e
3J500 Ditas grandes psra mesa ama 3 e
30000
30)000
9000
10000
84000
3500
3J500
3*500
58000
88000
60\)
4500
2J500
3)000
8000
58000
55000
5000
3000
28200
1*280
2*200
1600
78000
2*000
7*000
70S000
30,000

9S0O0
4*000
Barato para acabar.
Ra da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reiros.
Sediohas de quadros encornadas, covado a 640
rs., chitas de cores Asas, covado 160 e 180, dilas
francezas, covado a 220, 240 e 260, aaias de cri-
nolina para balao a 2*400, baldes de 18 s 35 as-
leas dos melhores, por preco commodo, cortes de
cambraia bordadoa a 2*600, cortea de caaaa de
bonitas corea com barra a 2g8O0, riacadioboa
trancezes em cambraia, covado 280 rs., goardaoa-
pos adamascados, duzia 2*500. coberUs aveluda-
daa com Crocos para cama a 9. manguitos para
senhora a 2*500, goliohaa bordadaa de pootas a
800 rs.
Na ra do Mondego, casa n. 2, lem par
vender semeotes de hortalica.novas.chegadaa da
Lisboa pelo ultimo vapor, seodo, couve repolhu-
da, dita flor, nabo, cabeca grande, nabina, raba-
noade duas qualidades, senoulas, saeteas, salea,
tomates grsndes, mostsrda, ervilha lista, feijlo,
carrapato e alface arrendada.
BARATO
Vende-se por barato preco um ri-
co vestido de blond com seus compe-
tentes apparelhos como btm veo, ca-
pella etc. : na ra estreita do Rosario
n. 11.
{Loja de marmore.
Vende-s. para liqaidacao casemiraa
ingieras de urna s cor proprias para for-
| rsr carro a 3J500 o covado.
rmimtlwOWBvK&K OavvW MMM3W
Loja de marmore. &
Vende-se para liquidago meias bran- *
cas inglezaa psra homem a 3 a duzia.
Loja de marmore.
Vende-se para liqaidacao mantas pre-
tas tarradas de fil a 2.

sem igual, s na ra do
Queimado n. 40.
Luvas de seda de cores para homens, senhoraa
e mbninas, o par 400 rs.
Leocinhos de seda com franja, finos, para me-
ninas e senhoraa botarem no pescogo, um 500 ra.
Chapeos de sol de seda para meninas de esco-
la, um 1*600.
Grvalas de aeda de ponta larga, oulr'ora do
valor de 4 a 6, pelo diminuto proco de lf urna.
Diveraaa fazendaa de laa seda para vestidos
de senhora, que oulr'ora se veodiam por 11280,
pele diminuto preco de 141 covado.
Sedas de cores superiores com pequeo loque
de mofrj a 800 rs. o corado.
Su per! orea a afamadas nennas de ac denomi-
nadas lance, greta 606 rs.
Facas de cambraia Usa fina e larga, paca 3.
..; Para os conhecedores.
Km casa do Kalkman, Irmaos & C,.
ha para vender um piano forte, do me*
lhor fabricante da Europa.
Mantas de retroz para gr-
valas.
VaoM aaaata da reros para grvalas,
tanto arela cama 4a earas K rs.: aa ral lo
QntlaWio n. 29, na laja II boa f.
Saias a 3*5200.
Vendem-se saias que fszem
nao tendo arcoa de metal e aim do mesmo panno,
layam-se e engommam-se como qualquer oalra
saia, pelo que se tornara muito mais commodas,
a des patacas cada urna : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavio.
Vende-se ama preta crioula de 20 a 25 an-
nos de idade, muito boa eozioheira e lavadeira,
sem vicio esemdefeito algum, sobre ludo muito
sadla e forcosa, vende-se por preciso de moeda:
a tratar na ra do Imperador n- 8.
Padaria.
li
*+\ /r-i L
Na padaria de Antonio FernanJcs da Silva Bei-
ris, ra dos Pires n. 42, vende-se a muito acre-
ditada bolachloha quadrada igual a iogleza, dita
de araruta e de moldes, todo o trabalho nesla,
bem como o pao feito dis melbores fariohaa, e
trabalhado com o msior asaeio possivel. Na mes-
ma preciss-se alugar duas prelaa ascravas men-
salmente, que j estejam acostumadas a vender
pao na ra das 5 1(2 horas da manhaa s 11.
Vndese ama preta moca com ma cria de
7 mezes. tem acuito bom laite, eosinba bem, lava
de vairella, etc., troea-se tambero par oalra que
nao tenha cria T na ra rfm nv4|5
Novas fazendas do arara.
Vende-se mussuHns de Cores, da India, muito
corao. fl* R linho de cores]! n7T\log
peas de madapollo Ino entenado a 3, pta di
cambraia branca a 1;- 500, 31 e 0000. pe-
ca, de caaaaa par tm&S^Wdbrnti
ambraf la sarpfeoaa 1 e 3. popelina da ca
100 rs. aovaOaj, ai^ tflMO 180 o catad, di-
taa francezaa S, 340, 260 e 280 c corado : na
45 Riia Direila 45
Magnifico artiSento.
Sempre condescendente e prazenteiro c.m aa
regueiei que Ihetrazem diaeiro, o proprieU-
rio deste grande eslabeleciasento caatiau a +-
feraeer ao publico, por pregos mdicos a empra
inferiores aos de outro, o sen bella forUmrtto
de cacado francs, iogle e brasileiro a: rejana
Homem.
Borzeguina Viator Emmanael.
! J50"/?^'porco-
lordP.lmerston{beserro .
diversos fbricnte(lasteej
loha Inajjajl. .....
Sapatoea Nanlea (batera iateira). ,
c Puente......'. .'
espatos ti anca (porlagaasaa). ; .
(franceea).....
9 entrad bix fola a rraj. .
> muito chiqu. (urna sola). .
Seonoras.
Borzeguina primor /Jely)......
brilbautna .....
Raspa alta.......
balsa......
31.32.33.34.....
> decore 31,33.34. .
Sapatoa com aalto Joly). .....
31,31.38 a 4 ladra. .
b nm rico sortimento d co.ro
zerrofrancez, marroqu, suia r
rinhoB, flo, taizas etc., por mana
quer outro pod. vender.
M
fiana
3fC0O
5|5fO
5|t4t
4fNf
'. 4|6t
. |8CO
f*Otaj
lastre, te-
aquetas, cen-
ar faa q.al-
(OUPl FEITA ANDA MAIS lAIlTAS.
SORTIMENTO COMPLETO
jfazendase obras feilasj
aa
LOJA EARMAZEM
DI
Ges k Basto!
RA
Kua do Que.mae
.4e,tremtii amateU.
Constantemente emosaagrandre va-
riado sortimento desobrecaaacaspreta
de panno e de corea malta fina a ltt
f 2 SJ9l P*leiol d0 oa paan.s
a Of ,22# e 14J, ditoa saccoa preto dos
mesmo panno a 14, 16 a 181, cau-
cas pr.tasmuitobem feitas edesnper'or
panno a 28, 30S 35*. sobrecasars* cr
caaemirada cora mallo finos a 15*, ]f
a 185. ditossaccos da mesrras caami-
raaalOI, II a 14|, caigas preas d
casemira fina para homem a 8, 1( i
e 12, dita dcasemira decores s 7f,t-.
9 o 10, ditas da brim brancos .,*
fina a 51 a I, dita de ditoa de carra a
3, 3*500. 4 a 4500, ditaa da maia -
seraira de ricas cores a 4# e 41500, rol-
letes preto de caaemiraa 5 e<, dito
da ditoa da corea a 4| 100 a 5, ditrs
branco sda seda paracaaamealo a 5.
ditos da 6. calate dfbrimbraare.de
f ustao a 3, 3*500 e 4, ditoa da core a
500.3*, paletotspretosd. marin dt
cordao aacco a sobrecaaaeoa 7f, 8 9
ollateapratosparalato a 4*500 *'
, aa pretaa de marin a 4*5C0 e fi. \tl
[letota dealpaca preta a 3*500 e 4f,dltcs
' sobrecasaco a 6,7*e 8f, muito finoccl-
| letea de gorfurio deaedade core n u>ic
i boafazendaa3800a4S, colletr id. vel-
| lado de corea e pretos a 7 a 8, roopa
para menino aobre casaca de panno pr.-
] tos e de corea a 14, 15 a 16, dii., e
casemira s acto para oa msanos a 1*500 a
i 7, ditos de alpaca pretos saccoa a 3*
3*500,ditossobrecasacoa a 5| 5500,
jaalcaada essemirapretaae decorea a6,
. 6J500 a 7, camisas para menino a 2(
a dazia camisas Iogleza prega largas
muitosiperiora 32* a dazia para acabar.
A.ssimcomotamoa ama ftleina 4aal-
' tlate ondemandamoa execatartodas aa
obraacom braridada.
Fuoi
uoileiro e vidraceiro.
.Grande e nova officina.
Tres pirtas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimeolo ro-
contraro oa freguezes o mais perfeito, be as aca-
bado e barato no sea genero.
URNAS de todas aa qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSd. todoa oa lmannos.
SEMCUP1AS idem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idam.
FOLHA em caixaa de todas as grosrara.
PRATOS imitando em perfeicao a boa porce-
lana.
CHALE1RAS de todaa aa qualidade.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e fiandres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e a retalho de todoa os u-
mandaodo-ae manhos, botar dentro 4a cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommeodaa de qualqaer nata-
reza, concertos, que .todo ser desempenbado a
contento. ,
Vende-se fariuha de mandioca ana saces.
para animaea : no becco Largo n. 6.
Veode-se nm terreno em chio proprio, aa
ra Imperial, e urna escrava crioula de idade de
7 annos; a pessoa que quizer, dirija-se a mesma
ra o. 222, a tratar com a viuva do flaado Vic-
torino Francisco dos Santos.
Bales para meninas.
Vendem-ae baldee par manina, 4a todo a
tsmaolios, de madapolo e de mansalina a 3 a a
4* : na r.a do Queimado n. 19, loja 4a boa fi.
Cal de Lisboa.
Vende-se da ultima ebegada, a la apenar
qualidade ; no muito acreditado d.psito 4a raa
da Brum o. 66.
Pechincha
masan da grarnaac JM 1* ifjnknrial a
40 ra. a paca, cartoea eom colchetca a40.ee)
roa, ditoa de calca a 110, casar atoa la 1 felaa a
flvelaa a 2, bando de afina a 500 rs.. ealaite
para cabeca, 4e dlr.rsos Matan, a maUac m.u
fi toderas, qu so sa mitro karatas airsisi
. Sapera Ins. loja da boa f o. 74.
chinha.
Vaodm-aa barrkaa enea bolachiaha
coa paaaeao toque, pelo riKatisaimo
M para acabar; no axmuam rt tra:
lie de Daos n. 1
lar.


ntiigp#iwmHco al^^ m^ *w tiTtftsWni ii j
Francisco Frndes Duarte,propriel
armazem de molhidos, parlectpa aos
do e larradoraa qued'ora em tale
o ra um computo sor ti ment de gneros os mais noroa que
parte delles indo, da cootapropria, est porlanto resolndo a vende-loa por menos 10 porcento
do que em eutra qual.uer parte, attangjndo a boa qualidade e acondiciouamento, aaaim ceno
wr os portadores meaos.pnUces lio bero, cerno se os leohores riessem pessoalmente, parr
nao se paupar o pDopriaario em prestar lodaatteccio, afm de continuaren a mandar comprar
mas eocommenda, serlos de que, loda e qualquer eacommenda comprada neste estabelecimento
acompauh.r urna stelaipriasaaa o anego ltalo de armazem Progresso.
Vendem-se carros americanos mui eleg
Uves para doas e 4 pessoas e recebem-ae
rocaapara conduccao de aiaocaretc.
Semente*.(k lio?taliga.
Vindas pelo ultimo vapor inglez na
seus fregueses, assimTcomo o.aeahore. eaprte, de ee- raa da Cadeia loia de ferrefea de-^
qaiterem-se afregaezar nesle eslabelecimeuto, qae se acha R r- ~xt "
iros os mais noroa que ha no mercado e por serem maie* : W*****08'
rtLoja MLameiga inglez* pcTtitamente ot mw>
. 3y |
l. a libra, rnde-
se por.este preco-unicaratate pela graade porfo que tem e sefor em barriese [ara abatimenlo a Roupa feita multo barata.
^uteigtfrncexa,'
a mais superior .que ha no mercado a 640 rs. a libra e ora
barril. 00 rs.
Cb. $fcro\a \vyrisoa e preto ol
e 1J6O0, aQaaja-se a boa qualidade.
Quecos do reUo e4efad08 am
2*400.
Figos de eomuioAre
Palelols de panno lao sobtetesacoi,
A ditos de casera ir de ce* de faetao, ditos
de briot de corea e braocoa, ditos de *
2
s ultimo vapor a 2*600, e os do
r apor sanado a
es mais noros que ha no mercado em selrinh.s pequeas
8 M] ditas de 8 libras por 2*500, e em libra a 320 rs.
Preiuuto &e Hambre

I

ingles a 700 rs. a libra.
P rezjiaU de Umega. m IOl, Qteiro, wo .
Cavada m ifc.al-
w o .. (tnutj nort qU6 na no mercadoa 160 rs. a libra, e em arroba a 4|500.
Enfrmasete t760 ri tUbta< em ai,u740 rs-
I^tas com bo\axVu\ia de soda da defreatequnw.de.. 14400
Latas eom petxe em posta de auilas quida4e.. 4400.
Apitonas maito novas a $m 0 barrilf, nMh0, S10 rt., gmif,.
Boec de \lperc\xe em latl d, allbr p 1W00.
C%riUtaS aauflodim a 890 rs. alifara.
Baiiaa de porco retinada ^99 .. Hbra> em barrll. 0ft.
flll^a Oe lOmOie maUnova do mercado a 900rs.,e em lattaa d*Sttra-nar l|ffOO
r ftlOS ae lOnitlO a prmeira res que vieram a este mercado 640r. libra.
ftVkon ti^as e palos muu0 noT0.. seo r..
Palito de denla Vi xa dos
Chocolate f rancez
^larmelOaa imperial Jo af3:nado Abreu de outrosmultos fabricantes de Lisboa
/f &s* 1*0 if innOS em pipa de 500, 560 e 640rs. a garrafa, em caadas a 3*508 4J000 45O0
Ser Veja dai mt, acreditadas marca a 59 a dusia, e em garrafa a 500 rt.
^strelUnna
a libra,
'om SO macinho por-200 rs.
a 1J>200 rs. a libra, ditto portugus, a 800 rs..
a 59 a dusia, e em garrafa a 500 rt.
mercado a 640 rs. a libra.
arasopa a mais aova que ha no
rOrtO 60gtrrt(aa0i Port fino, Porto, Feitoria e duque do Porto a 1 *>uk'
Garcavellos, Museatel e Bordeaui a Ig a garrafa, e em caita de urna duzia se far abatim
Mpista

o mais noro e limpo que ha no mercado a 160 rs. a libra e em arroba a 5#.
ILTvilhas traneexas
ditas ioleiras a640rs.
Salame
as melhoraf que se podem desojar em meias latas a 500 rs.,
o roelhor petisco qu pode haver por estar pvompto a
iolo de amendoa
Nozas
toda ahora a 18 a libra.
a 800 rs. a libra, dita com casta a 480 ra.
muito novas a 120 rs. a libra.
Gastanhas
^le mui0 ,tperi0ra 24ors
\rroz
piladas a 240 rs. a libra:
a libra, e a 7J a arroba:
Jo Miranho a 30 em arroba, e em libra a 100 rs.
alfa libra, se for em porco se far abatimeato.
de Franca a 240 rs. a libra.
Saga muito noro a 320 rs. a libra.
Toneinho
Fumo amer
Sevadinna
isaoia a 160 rs. a libra.
de Lisboa a 360 rs. a libras a 109 arroba.
Fanha do NtaranUao mii
Toneinn iugltza20()rfiilHir,
Passas em eaixinhasde8 UteM.woo cada uma.
ladependeatedos^eneros mencionado encontrar o respeitavel publico tudo quanto pro-
r tendelo a molhados. r ^

cura
tas em frente do Li-
vramento.
Releaos baratos.
Na roaNo#r, rhgnreo porfi de reo-
slos foliados, dourados e de ouro, patentes e ori-
zontaei,#uissos e ingleiei, os qaaes serio en-
Na ra da Cruz n. 10, casa de:
Kaikmann Irm&Os 4C, tm ex-
porto um completo tortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engeohoa, sendo correia. para
transmittir moTimento, canudos
de borracha e qualquer com-
primento e grossura, pannos de
^borracha, rodetas de dita, so-
bre dito artigos tomam-se en-
commendas.
O rival geni 'tMgsdo. ha
ra do Queimado n. S3
defronte do sobrado no-
vo, esta veadendo tudo
bom e baratissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por pretjos que adm-
rame saber;
ganga, caigas de casemira pretas e de
cores, de brim branco rde cores, degjn-1
ga, camisaa.com pello de lieho mdKo
'finas, ditas de algodo, chapeos de sol a
F do.lpac. a 49 cada um. A
cohortes tescobertosr pequeos e grandes, de
ouro patate inglez, par. hornene aaihor. de
)dps melhoresf.brieantesde Liverpool, rin-
dos pelo ultimo paquete ingle : em estada
" Mellor C

i
too
100
900
N. 20 -Ra da
Duatte Borg^s da Silra faz tcienle
ImperatrizN. 20
j aos seus antigose numerosos freguezes e ao publico ma
na sua loja ra da Imper, nz D. 20. acharSo aempre ornis completo sortmento de fazendM d
le pelo menor prego postif el. pois est re.olrido a nao deixar de aerir ao fregus quV tro "r d
nheiro. tem constrnente oobettaa de la a 1*200, madapolo flno com 24 ardas a 4800 a ,.
VTVm^L*2!0****"- V"J- rtrSttM PaTSe. bonitos e*TSrWtf.f^
160 e 200 res, lencos de eassa e de chita para meninos a 80, 120 e 160 ris canas
francesas gostos lateirsmente noros a OO e 400 rs. o corado, organdrs fazenda ptima n!
l\T?*i*m,Ul'",*?>0t*'*tOwrio' C"emir,s Dglez" fazenda especial par? "oP2;
carros a 1*800 rs. o codo que outr'ora se venda a 2$, cortes de brim de liohoa M olea!
dos com pinturas nquusimas e largura.de 6 a 9 palmas ao diminuto preco de S o eoSi ch.le
t To.00. llAS MlfmP?.d0 ****::oort" de "" 1800 e 2. corte *e casm" 'prta
de cores a 4 e 5|, riscadioho de linho de algodo, ganga .marella7de cores a ICO 200 210 l
320 rs o covado erttaenlo de fazendas de algodo para roupa de eseravos. dito di oauaoa d
linho bramante de hnho com 10 palmos de Urura, pannos finos de diversa coret cimbria! li
.... dita, com u picos, ditas l.stradas, bretanhas de^linho e dealgofao, ludo barato
dinheiro ni predita lo ja cima.
para apurar
i
Bom e barato
S no Torrador
23 Largo do Terco 23.
Quem duvidar vhha venha ver: manleig. in-
gleza flor a 900 e a 800 a libra, fraoceza da me-
lhor que se pode deaejar nes.te genero a 640 e a
600 rs.. a libra, assim como se torram outros
muitos gneros pertencentes a molhados lili a
dinheiro a vista.
Pechiocha sem igual.
A160rs.
Sinlures de seda e lia ara homeos e meni-
nos ; na ra do Crespo a. 18.
Vendem-se beatas linrrae -de 50 palmes de
coDiprimentu e 9 a 10 potegadas de grossura, as-
sim cora* travs de 49 palmos, todo de madeira
de qualidade, e recebem-se encommeodas de ma-
deiras, que se mandam buscar com oreateza e da
qnalidade # dimenaao eadidt..: quem precar.
procure na travessa do Carioca armazem n S, on
na roa Imperialaotrado n. 97.
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
entes
A loja d'aguia branca acaba de receber uraa o-
ra remessa da mui proteitosa a procurada agua
balsmica para a bocea e denles. O bom resul-
tado de tal agua j nao aoffre duvidacomo epa-
tado petas imraensas pessoas que a compraram
e que sentiam a falta della. e as que de novo
cotnprarem acharao que o uso della faz conser-
var os dentes saos, livrando-os da carie.fortale-
cer as gengivas o tirar o mo hlito da bocea
dando i mesma agradavel aroma, podendo-se
mamo usar della nlo .6 pela manbaa como a
qualquer hora, e com acert depois do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando se tenha de
eahir para ter-ae a bocea aromtica : para Isso,
porm, bastara algumas gotss della em agua pu-
ra. O proveilo d'agoa balsamk. alnds chega a
""i ella serr com acert e promptidao para
acabar ador de dentes, ensopando-se nella um
oocado de algodSo e deilando-o no buraco do
Jenle. este adormece e em ponco desapparecea
Jor. Para se obter um frasco de lao proveitoaa e
apredarel agua balsmica, dirigir-so com 14
loja d agola branca, ra do Queimado n. 16. ni-
ca parte onde ella se rende. Adverte-se que os
frascos rao marcados com o rtulo-da dita foja.
ffflll^llft.Ror S
ate um Mk torHareiKo tal
MafifiatT,
Veat)rt Bvm csedu'ada laja de adras.
preciuri c^iKprr ym*^m^SM L^ssiiiiiiiaH
loja.
Veadem-ae na praca da Independencia n. 37
e 3, loja de Aatonlo Augusta dos Santos Porto,
capellas de immortal para S de novembro se bo-
tar no cemiterio publico, com os comes seguin-
tes : jas M
Miaka esposa.
Meu espoo.
Minha rcai.
Weu pal.
Meu Qllio.
Mioha filba.
Urna lagrima. .
Kternr^amliade.-
Saudades sempre viras.
Vendem-se oaengeuho6
S^Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na Xregueiia de
S. liento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja deus mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
RuadaSenzala Novan.42
Vende-se em casada S. P.Jonhston *C.
ellinse silhasuglezes,candeeirof e catigaas
broTjeeados.lon.snjjletes, fio devela,chicote
par. carros, emonuru,arre ios par. carro da
um edoui cvalo ralogiosda ouro paitnti
nglex.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater 4 C.,
ra do Vig.rio a. 3 um bello sortmento de
elogios de ouro, patente inglez, deum dos mais
.f.msdos fabricantes de Liverpool; tambem
urna varied.de de bonitos tr.nceliaspar. os
meamos.
Aloja dabandeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37,
Ma no el los di Fonseca perficlps a
iodos os seus freguezes tanto da prac,a
cmodo mato, e juntamente aorespeita- |
re publico, que tomou a deliberago de
baixaro preco de todas as suas obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
sortimento de bahs e bacas, tudo da
diferentestamanhose de diversas cores!
em pinturas, e juntamente um grande
sortmento dedtveraaa obras, contendo
banheiros e gamelas compridas, grandes
e oequenas, machinas para caf e cane-
cas para conduztr agua grandes e peque-
nss, lata grandes para conservar farl-
nha e regadores ao uso da Europa, ditoa
grandes e pequeos ao oso do Brasil e
eamas de vento, latas de arroba a fj
bahe grandes a 4) peque aos a 600
rs., bacia grandes a 59 e pequeas a
800 rs.,cocos de sza a 19 a duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec- j
tos ha pintados e em branco e tudo mais
se vende pelo menos preco possivel : na
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cite n. 37.
KMMftdKanan as mmmm
Ricos .cftes -de medina de
seda.
A loja da-Boa-* *ra do Ototnrado nu-
mero 32, aeaba.de reeeber rioae. -corles de
rostido de medina de seda de Rneros padroes,
a fazenda mais fina, mais .oora e mata bonita
que ha no mercado, cad^dotte Um* V SI co-
I^J. e vendem-ae pelo baratiasimo proco de
25000 o cort ; as sedhorss de bom goato que
rerem de sMialir a ha i lea e a casamentas ae
quizerem lerar um vestido da ultima moda
mandaren ver na mencionada loja da Boa-Fa.
na ra do Queimado n. M.
Fanoha de mandioca um noueo mofada,
mato propria para sustento de animaas, por ha-
tataima preco: na ca do Caleireiro a. 9*.
Libras sterlinas.
Vende-te ao eacriptorio de Manoel Igaacoda
Olireira e Filho, largo do Corpo Santo.
A 280 rs. o covado
da cassa fraacezas da muito bonitos padroa com
4 palmo de largura, pechincha. na ra do
Queimado n. 22. na loja da boa fe.
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
daa 2^500 a peca.
Na loja d'aguia .branca tambem se vende mui
baaito e finos lencos de cambraia imitando seda,
uaa pelo baratisaimo prego de 28500 a peca da
tO>lencos. E' w uraa das pecbioehaa que custa
.aparecer, e quando aaaim approveilar-ae da
oacaaio, porque elles serrem tanto para algibei-
ra como para meninos, a quem os vir na loja
d'aguia branca, n. ra do Queimado o. 16, lera
vontade de comprar mis do ana-pee, tal a
bondadedelles. 'B "" J
As melho-
res machinas
de coser doa
mais afama-
dos aatores de
New-York:
vendem-se
nicam ente
no armazem
de fazendas
de Rajmundo
Carlos Leile
& Irmo, nu-
mero 12, ra
da Imperatriz.
"Arado s americano te machina-
paralavarrouparemcasa deS.P Joi
btton 4 C. ra dftSertzala n.42.
Len^os brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios para algl-
beira, pelo baralinimo preco de 9400 a duzia :
na ra do Oueimado n. 22, loja da boa f.
Noiidades do pavo.
A loja de Gama (
Silva^ na ra da Impera-
triz n. 60, acaba de ebe-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que venden por presos
que faz admirar, como
Caivete para aparar penna a
Ditos com 2 folhas muito unos a
Frascos de macacl perola muito Sno a
Dito de oleo muito fino a
Tranca de lia com 10 raras, bonita co-
rea a
Franjas de lia com 10 raras, bonitas co-
tes -
Sapa tes de trinca de algodo a
Dito de dita de lia a
Caizas com lacas para charuloa a
Cartas de alflnetes sortid* (ratese, a
Canas de ditos ditas a 80 ra. e
Escoraa para limpar dentes muito unas
00 rs. o
Dutia de facas egarios, cabo preto a
Maasea cam gram.as muito boa. a
Carlea com clchete a
Ditos com ditoa de luaerior qualidade a
Dedaes de ac para aenhera a
Sbonetes muito grande, a
Amloa da chambo para enanca a
alejo para meninos a 40 rs. e
Enfladores par vestido, muito grsn-
deffa'oO re. e
SapaliDhus de lia para menino a
Anda tem ama rariedade de miudezaa que te-
na enfadonho menciona-L, pois s riala que
ae pode preciar .. qualidade. e opreces.
4Ueiclt
E o qe.frtfefafjtf.tfe melbor
gostoipft&UaiAgbm j*x*
ornamentos de salas,
come seja, ricos jarros de potcetaaa a da vUras
de rarios lmannos e gosto. rica, mulalgaed
rt, jarro de ridro para crarot a ealrae I ne
delicada, fraacoa moito lindos, Ualo eaa
como em godo, e nutras malla, gafjmtarlaa a
ae torna enfadonho mencionar, afiaacaaa-ae
porm, que o que h. de melbor jesto faca
qoem quizer ter suas mesas Ma eraadaa: aa
loja da Victoria, na ra de Queimado a. 75, lu-
to a loja de cera.
Chapeos ai^OOO paraos
' i

600
100
200
400
4
20
40
440
200
too
80
00
cajus.
Na leja de fneudat d. ra.
rendem-ae chapeos de petha da'.__
branca, eovo de quadriehoe do eoves, .
lea para com elle* peeaer-e a feata da aetel a tV
a eHes, antes toe ae scabem.
A loja d'aguia branca
recebeu tambem nova. lora, da fina a-iHioa. eti
teiUdaa, para caaamaatoa, aaaim coato li "
palla, k eommodidade aa precae i
nbecida por sen bons freguezes, cetra
aquellas petsoaa qae de ero 0 ,
d'aguia branca, na roa o Qa
dita loia
mero 16.
as


ti
ibod
Rookar & lato-am pra tortltrerrto foi
ahcmdeeores e branea.mMrrttl lo raer
ebrtdnrtalvfQgl.tftrraa.^#tfs 9rVBdm
drecosmuirazo.v.is ulsr
Itpfa
Ra do Amorim n. 43.
drocaa^oenude
Tenfle-te farfolra e
A. L. Delouobe ac#ba de TCeeM^pelo nltinro
vapor frasees cBearn om bonito soriimeate
IlliOlfJlIti*"
fitaadeaeda;
jasa'1
de

ftteV
i Na roa Nova a. 22
din4wrreotequeivendeor 361 o jogo,
i achara tambem lirroa^meTiRio.
i Vap4e>M e.s*4earea acaa
n Hf ..4i,cor*tmals,
: ti.) >do e cacimba : n. rtw
1 meiro andar,
statnastes bgsataa qae
sejam:
Um bonito sortimento de cassas suissas aimi-
tagao de sedas de quadriobos, que se rendem pe-
lo diminuto prego de 240 rs. o corado.
Brillantina a ^40 ts.
Vende-se brilhantina com quadrinhoa de cor
para restido. eroupas de menino a 240 rs. o
corado : aa ra da Imperatrit n. O, loja do
parao.
OrganAya a'iSOTP.
VeDde'seoassa de organdya de padrees muito
bonitos a 280 r*. o corado : na ra da Imparatiiz
o. 60, loja do Paro.
Chitas a 240 rs.
Vendem-se chilas Trancezas muito miudinhae,
fazenda que sempre se rendeu por urna pataca,
e est se acabando a doze rintens: na ra da
Imperatriz n. 60, loja do parto.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurgurfie miudinho proprio pjra res-
tldos e capas para aechores e para roupas de me-
ninos, pelo diminuto preco" do 400 r. o corado :
na ra da Imperatriz n. 60, loja do parao.
Las a 400 rs
Vendem-se laazinhas entestadas para reslldos,
fazenda de muito bom goato, peto diminuto pre-
co de cruzado o corado : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do paro.
Com barras e babados.
Vende-se finissimos cortes de cambraiaa para
rostidos, com barras e de babados, pelo baratissi-
mo prego de 2500, 3$ e 3J500: na rea da Im-
peratriz n. 60, loja do pari.
Cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas com lpicos graudos a 200
rs. o corado : na toa dalmperalriz n. 60 loja do
parao.
Cassas de cores a 240 rs,
Vende-se cassas de cores fazenda nuito boni-
to a 240 rs. o corado : na loja da ra da Impe-
ratriz n. 60, loja do pari.
Sedas a ovado.
Vende-te grosdenaple preto muito encornado
t 1500,1600 e 19800, dilo azul cor de rosa e
cor de cana a 2&000 o corado, sedas braneaa ta-
rradas para vestidas de noira a 2f240 e 2400 o
corado, dita preta larrada a liOO, chamalote
Prei 2JOO0 o corado : na ra ua Imperatriz
n. 60, loja do paveo.
Eiifeites a 2$. y
Vandam.se afeites d multo o gosto pare
aenboraa a2|000 : ua ra -da Imperatriz n. 60,
toja do pari.
Enfeites a 640 rs.
Vendem-se enfeites defroco proprios para me-
ninas e tsmbem .aM.eenhor* a 640 r.: na ra
Vendem-se caixoes vatios proprios
parabahuleiroijiiniaeirotetc.a |280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphi, que ahi.ie ira' quena oiten
para vender.
Retroz en earreteis
para coser-se as machinas.
Veodom -se carretel com retroz de cores, pro-
prios para as machinas a 396 cada nm ; na roa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
fivMJs-escravtjs a negocio,
Na ra do Imperador o.. 12 ha tres eseravos
para negocio, entre alie, duae mulataa mocas e
com habilidade, o motivo da randa ae dir ao
comprador.
f
:
i
: Nova california
S DE
Fazendas baratas.
Xa ra da Imperatriz n. 48, junto
padaria fraicttEt. '
Cortes de cambra'la'-arnc* com babadi
nbos 49 e 4^500 superior 50, cambraia li-
za com 8 1 (2 rara 3, 35O0, e 4, ditas de
Esetrie sp, e"J, ricos enfeites para se- '
nauta 6fe|500, ktos oa mais delicados I
para aenhora 2J500.3#, chapelina para en-
anca goato inglez 3500, 4J, para baptisado
'3p, cortea de vestido de aeda Escosseza de
bonitos goeto 12 esli se acabando, rl-
coa lencoa de labyriotho 1J>, 1^206. chapeo
de sol para seohora de bonita, cores, lisos
5, cabo de aoarfim 50600, cortea de cam-
braia brancot com ffrde seda 53. risca-
do francez 2O0 ris o corado; completoa
aortimeotoa de bales de arcos 3$, aorti-
mentos de meias para menino e menina
200 e 240 ris o par. chales de tarlatana
de cores a 640 ris, lencoa branco com bar-
raa 160 ris chitas inglezaa a 180 e 200 ra.
dita francesa a 240 e 280 rt. o corado
pecaa de cambraia de forro com 9 raras
TJ: jodio apadariafrancetan. 48.
Para os balese tlieatros.
Riquiaaimos ciclos dourados com liadas firela.
mbem douradas e esmaltadas, e com ricas pon-
l8 para cabirem sobre aa restidos, muito pro-
prios para as seohoraa que tirerem de Ir aos bai-
le.etheatros ; vendem se pelo baratissimo pro-
co de 4p, 5Se6: na ra do Queimado n. 22,
na bem tauJiecida loja da boa. f.
ardas 6 poi>
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de ol de alpaca a 4.
Duzia de meias cruas para bom em a
1*200 a o par a *20 r... ditas brancas
muito finas a 28500 a duzia, lencos de
cassa com barra de carea a 120 rs. cada
um, ditos brancos a 160 re., baldea de
20 e 30 arcos a 3f, liaziaha para vea-
tidos a 240 o corado, chales de merino
ettampados finos a 5 e 6f, tarlatana
branca e de carea mnito fia. com vara
e meia de largura a 480. xs. o orado,
fil de linho liso a 640 rs. a vara, pe-
caa de cambraia lis fina a 3p, cassas
da cores, para rostidos a 200 ra. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs. a
corado, calcinhas para meaiaa de escola
a 1J o par, gr-aratinhae de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. esda
um duiia 2a, pecas de cambraia desal-
pico muito fina a 3*500, peca de bre-
t,rjha de rolo a 2}, chitas trances., a
220 e 240 rs. o corado, a loja est
aborta das G hora da manhaa as 9 da
noite.
pechinch
daSeaiarfia-
Imperatriz n. 60. loja do pari.
Chapeos para seuhora.
Vendem-ae chapeos para senhoras, sendo mul-
to bem enfeitados e ormaia modernos ouetem
rindo, pelo baratisilmo preco de 10* : na ruj da
Imperatrix n. 60, loja do asvlo.
Feludo a 2 Vendem-se velludos jreto, er fle ea, azul
ferrater a retde-aeoaeo, propatoa para vueRdoe de
ai uhJm ayHajpattpara-areoltfde^elo keralfselmn
ipra^ede8i*00t)orado,aendoln#*asem-
f prasa vtmaea 5: aa ra da Impef.rriz B.W,'
Ijloja-do ejaa. ^
s>aadMietM Tazewbas se dieattisfriis dei-'
e aaadtjofledr peibar, tairim eermo tata mulrat en-
tra, lateadas qae etornara ecfadabo dea.
maatlenar, teda, vendendo-se mais brto
em outra qualquer parte : na ra da 1
*^ta.i.a,riiarsajes.i m.-tjo, raja defOetttaftSIlv, iavMe titi**^-
u a^eaaatifi estri )lbdsalomI
uata leWeta- a*tnam P*f*0
de nolte um. luz em qae diz o PA.V.O,
Qaeima-tudo
Serr para ae deitar not catticae e segurar a
rea de espermacete,. fizeodo-a queimar at o
fim, e preserraade os msmos de ae ouebrarem
com o calor da luz : aende-se a'500 rs. cada
queima-tudo, ae-rue Queim.dtt, loja d'asjia
branca n. 16. Wm
Vendem-ae lirro. em
copiar cartas com a. com pelea
raa de ferro de superior qoslidad
rio de D. P, Wild C, larg da
branco,
Has
prensas de
mesas e bur-
eo eacripto-
iqaidaco
NA
Loja de marmore.
Na loja de marmore vende-se psrs li-
quidacio por procos muito barato, um
rariado aorlimeoto de artigos He fazendas
de modas para seohoraa, roupa feita pa-
ra homem e reatimentas para menino., e
bemasssim quadroa.olao par. decora-
ci de sala e capellas,
Chapeos de casti
Na ra Nova n. 44, loja e fabrica de
chapeos, vende se chapeo* de castor sem
fftello pelo preco de *f, attim tai
r' fconets e chapeos para cria ricas a 5

w
fl*r
es r

-r
O O)
ttr
S B
a
Importante
Annuncio
Na-loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mao, na ra do Queimado n. 65.
Meias de core. p.r. hornea mallo fiaee, a M:
a 140 rs.
Carte de clchete, francese* com 14 fanata a
20 r.
Pente. de masca guandos meilo laos imitaado
tartaruga a6*0.
Espartilhoa para aeabora, que sempre aa vaa-
deram a 6*. por 2*500.
Tranca, de li. p.r. vulido, pee. a 40 ra.
La para bordar muito fina a Hada, cacea, a li-
bra a 7*.
Masaos com grampos a 40 te.
Lichas para bordar, a miada a 40 r*.
Dita de peao muito fina, miada granea 240.
Franjas de linho para restidos, a vara a 121.
Apparelhos de porcelana para ateninos. piala-
dos e dourados a 1*600, 2t, 2*600 e 3*.
Cartaa com arflnelee a 100 rs.
Papis com alQnetes esbeca chata a 40 rs.
Enfeites para senbors malta finos a 3, 4 a 7*.
Sintos muito fino* para seohora a 2* e 2*20*.
Ditas |de 1.1. e pretss par. padre qae sempra
se venderam a 2* a 640 rs.
Enfeites com flores para aeabora a 1$.
Assim como eulraa mui tai miadeae. aaa a ba-
rata, que deixamoa de mencionar, pata aio aa
tornar Unta aaaaeeda.
<
Acaba dei
chegar
noy armazem
DE
BASTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceic.o dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado aortlmeato da'
roupas teitas, calcados a fazenda. e todo.
este ta vendem por preco. maito a est-
ucado como 4 de .ea costume,assim cete
sejam .obrecasacos da superiores pasmos
a casacos eito pelos ltimos figurioaa a
26*. 28*. 90* a a 35*. paleto la do. meaataa
pannot preto a 165,181. 20* a a 24*.
ditos de casemira de cor meaclade a da
noros padroes s 14*. 16*. 18*. 20* e 24*.
ditos saceos das meamas caeemiraa da ca-
res a 9, 10*. 12* a a 14*. ditopreto. pa-
lo diminuto preco de 8*. 10, el2f, di tea
de aarja de aeda a eobreeasasaatoa a 12,
dito, de merino de cordao a 12#, diae
de merino chines de apurado goato a 12,
ditos da alpaca preta a 7, 8, 9 a a 10,
ditos saceos preto. 4, dito, de pala, da
aeda fazenda muito superior a 4500, di-
to, de brim dardo e de fuetio a 2*600, 4
e a 4*600. ditoa de rusta* braaco a 4*
graade qu.ntid.de de calca, da cernir
preta e de cores a 7, 8, e a IOS), ditas
Sardas a 8 a 4, dita* da brim da cama
u...2|500, 8, 8500e.4|.ditaada
brim braceos finas a 4*500, 51. MSOO a $
a 8 ea 3*500, di toa de brim lona a 4f,
ditos de merina para lulo a 4* a a 4*StJaV
1 calende merino para lata a 42500 a a BAL
eafjtjnU
laamaacam
'-a*ammJ!?!5
t+4, diUa'Va alpaca pra a aiaala
para menino da tedas rjaSta
misas para menino, da todaa-ae I
meio. ricod-vaaHa. a
Cea meaiaaa de 5 a 8
badot liaosaO ea
rio da cor e do-lia al
brim. I*.
bo#*aa7|
fatendaa e
anar
mthd.rm.ac
tamos ames
dea de goato ai
Idaaigda
i reaeke-ea toda aqaal-



w* m mmmmmmm mmm *****

<- .'W
italiana,
viado uo ultime vapor fraocez
40 Rna doQueimado 40
Lindos corte de resido de seda de core t ita-
to?MWn Ricos veos de. W de seda braoc bordados,
grande, parAxuameiiles.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
iris a vara.
Vends-se fil liao ataito fino e assim tambem
tarlatana broaee multo una, lauto ama oousa co-
"> asiere sao propalas para restidos, nao s para
bailes coato para aesislif-se a caaamenloa, aodem
aalM<)DMiMaaai na do Queimado n. St
Da-l*ia Anda o pavo.
Veadem-se pegas de cambraia de oarocinhoe,
fazenda muito Boa, com 17 varas, pelo baratisei-
mo prego de Sf' a pe?, antas com 8 3(4 vane a
4), pecas de ditas adamascadas a com ama vara
de largura a 3J500 a peca ; na ra da Imperatriz
? 60, toja do paro.
****** *m* m* m **m
^ Em casa de Kalkmanu Irmaos a
4 C, na ruada Cruz n. 10, exis-
te constantemente um completo g
gf sortimento de m
$$ Vioho Bordeaux de todas a* Q
fi} qualidades. sm
j| Dito Xerez em barris. gj|
0 Dito Madeira em barris e caixas. <
fjj} Dito Muscatei em caixas.
| Dito champanhe em gigos.
^ Cognac em barris. a
A Gerveja branca.
^p Agua deSeltz.
a Azeite doce multo fino em caixas.
Alvaiadeem barris. j$|
$1 Ce^adinha em garraoes.
restiras
as.
na-rua de
traTeoolto sni-
ores, ras rica.owo.te bordadas
to Mt.toprm4e3W& 41000
advertiodo-ee que ha mais
padrlo, .qoem mais depreasa
Liquidaco.
Na loja^Ja roa do Ligamento n. 15, rendem-
se os eegdintes calgados francezes:
Borzeguios para homem, de Nades 80000
Ditos para dito, francezes 6J000
Ditoa para dito ditos 5*000
Ditos paraaeohorao. 32, 33 e 31 3)500
Sapates de bezerro de Nantes 3)500
Ditos de dito de 1.a qualidade 5)000
Ditos de dito caxiados de 2 solas 5g200
Sapatos de tranca para bomem e senhora 1)000
Ditos de tapete para bomem feitos na tetra 720
Sapates de castor de tranca 4)000
Vende-se a dinheiro, ou permuta-se por
dusa eacravaseu escravoa garantidos por aeus
senhores, dous sitios de chaos proprios com bas-
tantes errores de tracto e oulras vantagens que
se farao ver, os quae* se acharo perto da cidade ;
havendo oeste negocio a volta que or conrencio-
nada .- tratar na rui da Fuodicio da Aurora,
defroote do porto, na prmeira das tres casas que
ficam a esqaerda, passando a mesma fabrica, daa
6s 8 horas da m anua, ou a noile ; ou, para
melhor guia, falle-se na taberna de Antonio Al-
vos da Corta, na toja do sobrado onde est o col-
legi'o de Guilherme Pursell, onde ser indicada a
casa do proprietario. O mesmo negocio se far
por orna casa dentro da cidade.
oja de marmore.
Ao bella sexo.
Recebeu-ie grande porcao de facendas '
que se ha?iam encommeBdado e conti- *
bus a vender-se para liquidaco por j|
prego maito barato, entre estas as se- Z
guintes; 9
PARA SENHORA. M
Bournus de cachemira do ultimo ros* am
to a o). m
Ditos para meninos de idades de i, 4 *
e 0 aunes, tambero de cachemira muito 9*J
moderos a 5JJ.
Vestidos de seda de cores a 30$, com SS
algum toque. O
si
ib
-a*
cu- tubo
ar:i__
QbMmTd
ment de sose
ivsfr
de ama paca i
andar melhor servido' ser,' na ra do Queimado
n. }ftploi Meias baratissimas.
A 55400 a duzia de pares de meias brancas fl,
as para homosa : na ra Jo Queimado o,. 23
nalajadajtaaisi..-, iji.4
Adfiiiravel pectneha
na loja d^pava*.
Admirara 1 peehiocha, tta lea do patio, ra
da Impefatrix o. 60, da Gama 4 Silrs, rnden-
se flnissimos cortes de cambraia de seda cam %
babadoa a 4J500. ditoa da avenlal a 3)500, ditoa
de duas saias a 3)50t^ditoa de cambraia bracea
nfaito flaa com sabidos a daos sotas a 4), ditos
braocos, cambraia de soda, com babados a 6), di-
tos da phanlacia com babados de varias cores a
8)0901
rara.

Reducto em precos para
acabar;
Veodem-se no arauem de Braga, Sao & C,
na ra da Moeda, tafias de Trro cuadb, do mu
cradiudo fabricante EdovinMaJo. a 110 re. por
Fabrica do
Crystalisaco e refinaco
de assucar.
Deposita na roa de Apello n. 6, e praca
da Boa-Vista n. 26.
Este importante estabelecimento contina a
fornecer aos aeua innmeros (reguezes do alvo e
puro assucsr crystalisado, em po e em pies, 1.a
e 2.a qualidades. pelo prego de 160 e 200 re. a
libra, e do refinado a ICO, 120 e 140 a libra, sen-
do que em grosso o comprador lera am descanto
favorarel. Noa mesmos depsitos tambero se
vende mel de assucar a 600 rs. s cariada, e car-
vio atiimal em p a preco commodo.
Vende-se o grande sitio denominado Caiau-
na, site na freguezia da Varzea, de muito. boas
ierras, que tudo quanto se planta d em grande
quanliaade, com urna casa de taipa j coberta,
urna dita de fazer farinha, grande quaottdade de
pea de catezeiroa, com. diveraoa pea de fructeiras,
como leja, larangeirat, coqueiros, etc., etc., e
tambero veodem-se duas vaccas que do bastante
leite, ume aellas com a cria j grande, e um bur-
ro menao ; a tratar na ra do Sebo n. 20.
Vende-se na ra da Cruz do Recite, arma-
seis n. 63, junto ao Gorpo Sanio, muito boas ba-
taneas decimaes ebegadas pelo ultimo navio fran-
cez, por preco commodo, sendo de 300 300 e 100
kills.
Vende-se o eagenho Ssnta Luzia, sito na
freguezia de S. Lourenco da Malta, com casa de
viveoda, urna moenda toda de ferro, casa de pur-
gar e de caldeara, tachas, assentamenlo, um par-
tido de caona criada prompta para moer, tea
muito boas trras para plantario, muito boas
matas, lera um acude novo para moer com agua,
mas para acabar, levada aberta, e mais oulras
obraa para acabar ; tedas estas obraa esto em
boa estado, e tem muito boas proporcoes para
moer com agua; este eogenho offerece muitae
vantagens por ser muito perto desta praca e ser
amargem do rio Capibaribe, est livre e desem-
barazado de debito ou hypotheca, ou oulro qual-
quer onus : $ pessoas que pretenderen} com-
prar, dirijam-se a refioacao da ra de Hortas o.
7, daa 10 horas s 4 da tarde, a tratar com o dono
Panno cuqueiro a variado a
^000,2^500 6 3^.000.
Na esquina da ra do Crespo n. 8, vende-se
panno coqueiro avallado a 2), 2$500 e 3) a pee?,
cambraia lisa para forro de vestido a 400 rs. a
peca, mussulioa de todas se cores a 200 rs. o co-
rado, com 4 palmos de largara.
Calcado ingtez barato.
Borzeguios inglezes pretos e de cores psra ho-
mem a 6$, sapates de bezerro para hpmem a
4)300 e 5) : na ra do Cabug n. 16, loja de Bor-
le Jnior & Msros.
Nova remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Sodr & C, receberam nova remessas de ma-
jaes, e esto vendendo s caixas, aos centos e
reislho : na ra eslreita do Rosario n. 11.
0*11
l->b sb tiaat
e*BO -r-: ora--)
." r-Hir.a si

36, ra das Cruzes de Sainto Antonio, 36,
Bonitas caixinks
aoiv^^a',mmif^B>^F^aiaaBV' ^r^nmtmW^^^KW^fBJ
com
entreteni-
A F. Duarle Almeid, socio que fi do armazem progresso, fai sciente aos seus fre-
gueses que tendo separado a sociedhde que tintia com seu mano, acha-se de novo estabele-
eidoeoiiidousaceiados armazens de molhadoS, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e oSr. Paulo Ferreira da Silva; o primeirofia razo de Duarte t Souza, e osegundo
na de Duarte Almeida A Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico; nao s na litnpeza e asseo com que se acham montados, como em commodidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarios mandaren! vir parte de seus gneros
em direitura>*fm de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
ao publico urna vantagem de menos 10 por canto do prego que possam comprarflm outra qualquer parte, por isso desejando os proprietarios acredi-
taren! seus estabdecimeotos tem deliberado garanrem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seas rmaseos, e assim j peder Ter o
publico que pode mandar suas encommendas, mesmo por pessoas pouoo praticas, em qualquer um destes estabelecimentos, que serio tao bem serv-
Aspas largas
estaDeteameaios, abatxo transcrevemos alguraisadi55es de noseos prscos, por onde ver o publico que vendemos baratsimo, ittendendo as boas
qualidades de nossos gneros.
Manteiga ingleza especialmente escollhida a 80O rs. a libra e em porcao a 750, recommenda.se aos apreciadores destete genero que
_ mandem ao menos experimentar, serlos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
rh?h 0Za me,bor "'xo 6*0", libra e em barris a raiaoe 600 rs. a libra
tna nySSOQ e pretO o melhor do mercado de 197410 a 2)880 e em porcao ter afaatimen to, e aBanja-ee a boa qualidade.
Presunto fiambre n^cz hamburguei a 900.n. a libra e em por5o a 800 rs
Presunto portuguezes viudos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra e inleiro a 460 rs.
Marmelada dosmelhores autores de Lisboa premiada asexposi$oes universaes de Londres e Paris a 1*600 a lata.
Caixas COm estrelinha pevide e rodinha a 7)000 acaix. e800 rt. a libra eem porSio ter .batimento.
Latas de ameixas franceus com cinco libras a 49000 e 19000 a libra.
PaSSaS em caixinhas deoito libras, as melhores do mercado a 2)000 e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 79000.
Espermacete Superior 720 rs. em caixa e a 740 rs. a libra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas eoo soo rs. o frasco.
KrylnaS portuguezas e francezas a 800 rs. o fraseo afianea-se seren as mais bem preparadas que tem vinde ao mercado.
Lata COD2 bolaxinba de SOda de diversas q^idades, a muito nova a 15450. e grandes de 4 a 8 libras de 2)500 a 4)500.
VinnO em garrafas Duque de Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca, Feitoria e Camones a 19200 a 1)300
a garraia e a 13) a duza. ,
Vinhoem pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4)800 a caada.
Latas COm frUCtas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 1)000 a lata.
Fera em Caixas de 4 a 8 libras a melhor que pode desojare tem indo ao mercado de 49 a 6| a caixa e 1)280 a libra.
Lorinthias em frascos de 1 1|2 a 2 libras de 1)600 a 29200.
T fi^COs? PeiX6 SaVeI pescada e oulras mui tas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 1)400 a 1)600
Late 00 KlO o melhor que ha a 240 rs. a libra y 280 rs. o lavado.
COS de amen (loa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enleitadas e desuperior qualidade a 39 cada um.
Y inagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2)560 a caada.
ominlm e erva doce os mais novos que ha no mercado a 800 a libra do cominho e a 400 rs. a eeva doce.
V llinO BOrdeaUX je boa qualidade a 800 19 garrafa Jo 8f 600 10)000 a duzia,
Mass de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, de 1) a 1)280.
FlgOS noVOS em caixinhas de 4, 6, e 8 libras proprios para mimos, por serem muito bem enfeitados de 19500 a 4) e a 400 rs. a libra.
Cervejas das melhores marcas a 500 rs. a g.rr.f. 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de Hsboa a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Doce da gOaba da Casca em caixo a 19 e em porcao a 000 rs;
Azeite dOCe purificado a 800 rs. a garrafa e 09000 a caixa com 12 garrafas.
liOgnaC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia .
QUIJOS SUSSOS chegadOs ltimamente 800 rs. e em porcao ter abatimento, afian5a.se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco 69500 a frasqneira com 12 frascos.
Palitos HxadoS para dentes a 200 e 160 rs. o matjo com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3)000 a groza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez. haspanhol e franeez de 19 a 1)200 a libra.
Azeitonas ,, meihores e mais novas que tem rindo a nosso mercado a 1)200 aancoreta do Porto, e a 29000 as de Lisboa;
AmendoaS ebegadas no ul timo navio a 480 rs. a libra e em porcao tari a batimento.
AipiSta o mais limpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e 59000 per arroba.
A lera dos gneros annunciados encontrar e publico um completo sortimento Je tudo tendente a molhados.
ii^. d. ebept pan afloja d'agaia branca ao-
nitae calimbas de madeira iaveraisacaa cea vit-
ambos oa-lados, e melhor trae pnaetrel esa MI
geaere, -cnata cada ama caixiob 3), e atrae
SS' w*aCTrt' ehtee"a ^r" f~-
por isso dirijam-se com dinheiro raa oQaei-
mado laja d'aguia branca n. 10, que aera o bem
Preciosos
extracto para lencos.
A loja d'agaia branca acaba de rtnaeachar aU
sos propris encommenda, finos e preciosos ex-
tractos de ooros e escolbldos cheiros como bes
sejam, imperatriz, D. Januaria, D. Francisca >-
rechsl Bruquet Real, dito favori. olio dos Alaes.
dito deTnanoo, etc., etc., nio esqareeMo porea
o estimare! extracto de sndalo. J so sabe oa
fregaezes que manidos de dinheiro dirigrtm-sa
roa do Queimado, loja d'aguia branca n. lf,
acharo barateza, agrado e siocerfdade.
Oleo e banba philocome
e outras qualidades.
A loja d'agnia branca acaba da destechar oto
novo e bello sortimento oleo o baoha a-HUio-
me e outras superiores qualidade*. ioelaiiv* a
estimada e procurada banba em cobos graoooo.
cuja excellente qualidade i j boas covoecMa
assim como a verdadeira traospsreato qneoi*
quizer se prover do hom 6 maadar oa ir ra do
Queimado, loja d'aguia branca a. Ie> qoo sot
bem servido ; advertiudo, pora, que os frascos
vao todos marcados com o rotado do dito tojo.
J egaran
as interessantes estampas, a tnorte do
justo, e a mor te do peccador.
Da loja d'agaia branca avisa-so aos sasheso
reverendos e outras pessoas que barias* ancosa
mondado essas nteressantes lampa* amo clUa
acabsaa dechegar. e qaea* maia a^ooAnr ooo-
sou dirigir-se logo diU loja d'aatau braocs
roa do Queimado n. 16, pois que s qaaatidaao
pequea, e por agora anda se venders a 9MOI
cada urna. ^^
sortimento de enfeites de flo-
res para casamentos
e bailes.
A loja d'agaia branca acaba do despachar osa
lindo sortimento de enfeites qae de aos propna
encommenda mandn vir para riaamsolaa e bai-
les, e sem medo de errar, pode-so dizer sao sao
os mais parfeiloa e delicados que al agora tosa
vindo, e essa verdade ser coobecida por sooollso
pessoas que sabem apreciar o boas: apeur de
todo vendem-se baratos em proporcio a oerfeicoo
delles, sendo a dioheiro vista 12), 14) e 1C)
isso na roa do Queimado, leja d'agaia bra
mero 16.
ALMAN4K DE LEMBRAKC^S
LUSO-BRASILEIRO
DE
Pata \%WL.
Vende-se na Iivraria econmica junto do arco
de Santo Antonio.
s
O melhor gosto.
Chapeos depalha muito fina eofeita-
tados a traviata a 12$ e 14$, chales ds
touquim a 12,15, 20, 25,30, 35, 40, 45
50$. enfeites de reros e outras muilas
fazendas do melhor gosto possirel e por
baralissimos presos: na ra do Queiraa-
I mado loja de 4 portas de Ferro Maia _
mmmmm* ******
Urna barcada.
Veode-se ama bsreaca do porte de 85 caixas,
encalhada no estaleiro do mestre earpinteiro Ja-
cintho Elesbo, ao p d fortaleza das Cinco Pon-
tas, sonde pode ser vista o examinada pelos pre-
tossdeotes ; vende-se a praz oa a dinheiro ; a
tratar eom Manoel Aires Guerra, na rea do Tra-
piche n. 14.
Ra do Queimado n. 19,
Santos Conbo vendem
o seguate:
Pe$ss de csnrbrsia bftrJca annilada, propila
para ferrav/prot.fato preio de *$.
Lewoea- b bramante de llpho', grandes, a
Colchas de fasto de
Coberta'aWeVUa a
para saias balo.
A loja d'agaia branoa acaba de recebar am bel-
lo aortimento de mui bm tecidas aspas para ba-
lo. e as est vendendo baratamente a 160,180
e 200 rs. a vara ; qoem precisar dirigir-se com
dinheiro dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16, que aera bem servido.
Cortes de vestidos
por metade de seu va-
lor, na loja ao p do ar-
co de Santo Antonio.
Veodem-se cortes de phanthazia com babados
por 10)000.
Ditos dola e seda com babados a 12).
Ditos de tartatana braocos bordados a' seda a
10)000.
Ditos de cambraia e seda a 10).
Manteletes de seda de cor com pequeo mofo
550OO.
Camisinhas bordadas para seuhora a lg, 2) e
Enfeites de flor a 1).
Velludlhocom flores, corado 600 rs.
Bicos de seda.
Bicos; rendas e labyrin-
tbosdasllhas.
A loja d'aguia branca acha-se recenlimente
provida de um bello aortimento de finoa, alroa e
bouilos bicos de seda, e das differentes larguras
d 31 dedo at maia de 112 palmoa, e o* baratos
pregos por que se esto vendendo animara ao
comprador: assim como es fortes e muito dura*
veis bicoa, rendas e labyriothos das linas, igual-
mente baratos como coohecer o comprador,que
munido de dinheiro, dirigir-se a ra do Queima-
do, loja d'aguia branca n. 16.

Loocoeoid panno de
BriotWdVmVjaHs
aMeae irte W sWI
wm
r
de calcas de
cor : na rus
Boa-f.
A 2)000 o corte
meia casemlra escuras
do Queimado n. 22,
-.
'91MO .. ;
de urna s
na loja da
Lady Macdonald.
A loja de mirmore
S* vende para liquidado, por metade de
seu valor, ricos bournus de veludo de
cores, gostoLady Macdonald.
****** **'**
Potassa da Russia e cal de

a
No bem conhecido* acreditado deposito da na
da Cadeia do Becife n. 11, ha para vender a ver-
dadera potasas da Russia, nova de superior
fualidade, aasim como tambera cal virgem em
^,^~'"
610
Batos com algum m
Toathas de fuato a 500 rs. 1
tortete eW'fcane.s rt
2)W0>
Veode-oe
dlssmser*sre*e^irtitbh m
marpaaSiOt vfo 'f^Wtfbe,'
Iaaoaw:.at1rottrosrji6do
dearaa i psefr* 'Dmaso,
santos.
Chapeos.gara.senhora muito ri
eos com veos ie4>od a 10|: na loja da
I Wl fl5.CftfeOga'T*'
nos de
9INDICIO LQf
- que am
Figas de coral.
A loja d'aguia branca recebeu urna pequea
qusntidade de bonitas e bem acabadas figas de
coral, proprias para enfeites de criancaa, de re-
logios, e mesmo para asvoltas de coral, e aaest
vendendo a 1)500 cada urna :,quem se demosar
oo as achara mais em dita foja d'aguia branca,
na roa do Queimado nnmero 16. nica parte que
as tem.
Fivelas para sintos.
Vendem-se rtcas Avalas de madreperola, de
muito lindos lavrorese esmaltes, de seo, tanto
pequeas como grandes, proprias para aintos ou
pulseiras. por prego muito commodo: isto s
na loja d'aguia deouro, raa'doiCabog\n. 1 B,
Caixinhas para mimo.
V chegada a nova remessa deslinda caiiinhas.
de todos os tamanhos, com os competentes per-
tences para costura, tocando lindas pegas de m-
sica e ricamente ornadas, proprias para costura e
{rara jolas, qae se vendem pelos baralissimos pre-
gos de 16,18, 20, 25 e 30), assim como sem m-
sica a 6; 7, 8,10 e 12), assim como caiiinhas s
com msica a 10 e a 16): tudo isto S na Toja
sgala de ouro, ra do Cabug n. 1 *.
Hesto asubobsettaeatscontiava a haverasi
omplete tfortUfekfo 4amoejrda temoias moen-
daDiaengaabo^sacbJnas do va^ox,. l#ixV
MilM batida e ooado,da ttdos oitamankas
para dito
a a u-a>*-:a
o, boa coiiabjeira:
Vende-se urna negra de nac
naiuadoAmorimV43.
Brinquedos para menino.
; Ventemos* lindas cafimhis'VsntiSrlno^de
plftaf bule eWtelra, crJlherts ricaWBtie/ esmpl"
tad*. pelos bsratlsiiinos ptecOs de 500 e 600 rs.
Aos prwpi ktapka 4 catrot, tfirreant,
fabricagtt 4e bonete ejtc.
45R^ BrJ01a-l^.
Grandes cetros de boi, inteiros, de lustre, de
23) a 35).
Ferro < Maia* I
Ra do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Vendem-se chitas francezas maito finas de co-
res flxas, covado a 240 rs.
Chitas Inglezas, covado a 160 rs.
Cassas francezas muito finas, covado a 220 e
240 rs.
Brim branco de puro Hnho, vara a 1).
Panno verde, cor de caf, azul e prcto. covado
a 3)000.
Chales de touqoim a 15)000, 20, 25, 30, 35,
40e5O)0OO.
Superiores meias de algodio cr para homem,
a duzia 4).
Visitas bordadas a matiz, urna, 6) e 10$.
Camisas para senhora, ama, 2).
Cortes de casemira de cor, superior fazenda, a
ajooo.
Velludo de todas as cores, covado, 3) o 4f.
Superiores paletots de casemiras de cores a 14<|.
Riqnisslmas capinhas bordadas para senhora a
45 e 50).
Riquissimes manteletes pretos bordados a 35 e
40)000.
RiqBissimos cortes de seda preta a 40,50 e 60).
Ditos ditos de cambraia branca bordados a 20).
25. 30, 86 e 40). ^*
Chiles de merino estampados, superior fazea-
da a 4).
Cortea de reliado de cores para collete a 49 e
5)000. ^
Golliohas de Cambraia bordadas, urna 320 rs.
Superiores casemiras de cores, covado a 2)800
e8)000.
Pentes virados de tartaruga a 6 e 8).
Lencos de lioho, duzia a 5 e 6).
Camisas de iioho, duzis, a 35, 40 e 45).
Casemirasipretaa, superior fazenda, covado a
1)600 e 1 $800.
Cortes da cambraia bordados a 1)800.
Mos de dita de estoicos a 3).
Leqaes a 38
Chapeos a Garlbaldi e traviata a 10, 12 e 15).
Ceroalss escocesas, urna 1)280.
Tarlataoa de todas as cores a 800 rs
Esiste mais um esplendido sortimento de fa-
zendas que seria enfdonho menciona-las, e que
se randera por maito menos preco do que em
oulrS qaalqaer parte.
loja de marmore
Novidades despachadas
para liquidaco.
Para o bello sexo.
Mantos de cachemira gosto almraata
Bruat a 20).
Mantilbaa de cachemira gesto priace-
za Clotildes a 15).
Roodsde cachemira gosto Ladv Mac-
donald a 20).
Ditos do dita goato condrea do Joco-
lyn a 20).
Casacos de dita gosto rainha Victoria
a 205.
Ditos de dita goato imperatris Kogs-
nis a SO),
Escravos fgidos.
No dia 8 do correte
lato de nome Manoel, de
co mais ou menos, de cor
com urna cicatriz em urna
urna Komma que leve na
tu-
Iojecco Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco 3|-
A ultima hora.
Acaba de chegar loja de Gama & Silva, na
ra da Imperatriz n. 60, aonde tem o pavo pin-
tado do lado de fora, as fazendas seguinles:
Ricos cortes de tarlatana bordadoa a seda por
12)000.
Camisinhas com gollinhas bordadas e tambem
manguitos, fazenda de muito gosto, que sempre
se vendeu por 10), vende-se pelo barstiisimo
prego de 5).
Ditas, gollinhas e manguitos bordados mullo
fios a 2).
Ditas, ditas ditos ditos a 1)500.
Gollinhas bordadaa com traspaaso a 1).
Ditas muito finas sem ser de traspaaso a 640.
Ditaa ditas dito a 500 rs.
Manguitos de cambraia bordados a 1).
Ditos de dita ditos a 800 rs.
Ricos chapeos de sol para senhora a 4).
Lengos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 2).
Ditos de dita dito muito finos a 2)500.
Chales de merino preto franja de retroz a 5).
Mantas de fil preto para senhora a 4).
prego
***************
Receben-so grasase poreo de manta- m
fletes de seda de aovidade em vares fer- 1
tios, e bem assim vestidos de cambraia w
braoca bareaoea, que lado se baria en- a
comaneDdodo s se despachou para vea- ^
Am An 1'ktii/I.i.Ia ...---------------------I* L ^B
S

Loja de marmore.
Arroz com casca.
de-sea bordo da barcaca Dous Amigos
alqaelre, medida velba, e sendo em
se tari *lom abatimento : no caes do
-
desappareces o
idade 25 annos, poa-
palids, alto, magro,
perna proveniente do
mesma; este mulato
veio de Mamaoguape, provincia da Parabiba do
rforte, para ser vendiSo : ijaem delle aeuber oa
tiver noHcia, pode dirigir-se a ra do Crespo n.
7, loja de fazendas de Guimares & Lima, qae
ser generossmente recompensado.
Fugiodo eogenho do abaixo aaaignado, no
dia 13 de dezembro de 1859, um asoleaos erioole
por nome Joio Gregorio, idade de 20 a 24 annos,
bem preto, altura regalar, alegre e regrisla, offl-
ci de carreiro, o qoal foi preso na Babia em Fe-
vereiro de 1960. e remettido para Peroambuco
em am vapor, d'onde iornou a fugir, o soppe-
se estar na Babia ; roga-se as autoridades poii-
ciaes e eapitiea de campo que o apprebeodam o
o remettam para Peroambuco a entregar ao Sr.
Joio Pinto de Lemos Jnior, e que pagar qual-
quer despeza qoo se fizer.
Umbeliao de Paula Sonsa Lelo.
Attenco
No dia 22 do correte indo a easxava Delssira
vender em um taboleko beaba e mais objsctos,
desappareceu, e tam oa seguinles signaos: alta-
ra regular, aecca do corpo, representa ter de 25
a 3Q annoa, qoando anda muito epressads o
maito diraita, parece ser cabrocha per ter bom
cabello, costuras arruma-lo da moda qae quer,
tem falla de 2 dentes na (rente do lado de ama,
levou um roupo de chita o um chale preto ada-
mascado j usado, maito desembarazada e bem
fallante, capaz de illudir qualquer peaaoa, iati-
tula-ae Luiza, 6 natural do Uaranho, aobe todos
os srrabaldos da cidade, e mesmo fora dola por
ter j andado embarcada quaode fot eacrava do
lente Jos Bernardino de Queuez: roga-se aos
senhores mesares d hiatos, barcaca*, o canoas,
nao lhe darem sabida; relala-se contra qual-
quer pessoa que a tiver eccsJlada ; e igaalmenu
se pede >a autoridades peUeieea o espitaos do
campo a apprehsndaaeisiem aUboiaa ata roa
daa Cruzes o. 42. iootooasobtaoo do Sr. Fimaoa-
roa, que serio geaeresameaUe recesapensasa.
Gratificado cfce 50,000.
Conlioa andar fogido
xiaso pastado o aowlato
30 anno*, poaeo soaia ou
aappe-*e qoo estoja trabeh
qae ioafieUl, oa na. se Irada ao tarro sjaarto o
forro; ceatajaso aasbriatarrwae a bbmoo : qoem o
pegar, leve-o a roa de Apollo n. 8, o/
agrauicacao aoama.
AcBo-es fsgido w proto So 401
comis oa omojos, de idode, do
Una das Cruzes n.4,
-te siajioairaaWHkVa*. % fl' aMfM 8i i flia 111 ^moa
sierro qoe-h* na mercado
commodo: no esctfWbrlb efe/ Man;
011ttra'c\lPiiro, largonlo Corpo S
,-r Veod d coa lonoo so; atratajaarua 4j Raagel I pra-loa por coamedo preco
aumero W. I roa. do trapiche b. 28.
crioulo, nua fiila-i
oooo,: poatreoo, iem
saoleaeai
,fot>dPaaikiao
If CU 01 M.JB.
Vende-ae plvora de sapefior .aelidade e
caumbo de outaiei. por matea 4o que aaxu-
ira qualquer s ; a tratar ao eajsnatoo de aopvte 'ser Mboa.
M^ftgMllo MAretta Das, ao Fete tjp Uattoa,
M-iXljA^M 4 (^ taaao reoeb
Oesa,pa*a Teper o aeu caoKto '
4Jaf
atiB laaMfidB^a-'-
porlu*W*aeo*)oi.p
no seu essiistQtia
maquamsooaa*Bc: quera a aogar, tere
Cabug n. 3, terceiro ajadar. Urca chelea
tideeoatu. T


(8)
c* tmum mwmmtm ttm
Litteratura.
Direit

\ao?
seaUjteo da
lOccLoa^ws do
sote quo deve
_(MBent*s ^as
i capacidade. A.
Quanlo
constitu:
Joverno ha um priaci
residir a todas as'opefj
11 m : esse principio es
desigualdad dos espritus, diverslsd* daa'auas
tica, poesa e as bellas artes teem muitas rezes
constituido a esfera exclusiva, era que se desen-
volve :. a eclividade da cortos espirito assim tara
bera, a poltica tero absorrido toda a actividade
Oe oufros constituido o Qm a que rreslalivelmeo-
te se eocamioham todaa as suaa tendeadas. E'
valo que aqoelles,que teem vocagio para umm,
Sao mais aptos para realisaro, e mais fcil e
mais completamente o reallsararn. O principio
poltico da capacidade consiste em aproveitar e
{referir para o exercicio da missao poltica aquel-
B, que abis apto for. A capacidade porm oo
poleria ser aroiinria. A ambicio de poder tem
levado at os ineptos conquista do funceiooa-
lismo, e toma-se preciso que a loi constitucional
establecaos requisito, que deterraiaim a Ca-
pacidade era graos differentes conforme a maior
ou menor importancia da fuoccao. de que ae
tracta. O circulo dos requisitos pestoaes cuusti-
tuitirus Ja capacidade dere restringir-se, pro-
porcio que mais elevada se (orna a missio poli-
tica. E' assim que a sonslituicao procura litar
no art. 45 a capacidade do senador.
Se me perguotassem em these se un secador
pode exercer plenamente as funccoes legislativas,
e conservadoras do bem publico, do ioleresse
geral do paiz, e das uas instituiges polticas,
sem que para isso de va eoncorrer a proflsso de
f religiosa, eu respondera pela afirmativa, por
qie emendo que um estado nao peje, sem vio-
lentar a liberdade das conacleoclas, impor urna
crenga religiosa, e nem ler urna religio sua com
excluso das de mais. Quanto a qualidade de
nscional.de lho do paiz, eateodo que ella de ve
indispeosavelmenle eoncorrer para o desompe-
nho de to importante e elevada missao.
Cocaraodo porm a questao em fice da lei
constitucional, ella nao pode ter a mesma solu-
co e ento me parece que por boa coosequencia
dos principios abracados peta coostiluicau o se-
nador deve ser nao s brasileiro nato, (1) como
calholico, apostlico, romano ; pneoste queesta
doutrina est coolida na lettrado meamoart. 45.
Esse artigo requer no 1 que o candidato a urna
cadeira no senado sejacidado brasileiro (infe-
riere ) e que esteja no goio dosseus direitos po-
lticos. Ora o nao cjtholico e o estraogeiro na-
turalizado niuguem dir que esto no goso dos
direitos polticos dos cidadaos brasileiros. ( Elle
podem estar sim no pleno goso dos direitos po-
lticos do grao, que oceupam na hierarchia poli-
tica ; mas nao no pleno goso dos direitos polti-
cos dos cidadaos brasileiros ) ; logo nao podem
segundo a lettra dasse artigo ser eleitos senado-
res do imperio. Quandose di* genricamente di-
reitos polticos brasileiros comprebeude-se to-
dos esses direitos e nao ama parte someote delles,
tal ou tal elassiflcago ; por que auod lex non
dislinguil nec nos distinguere deoemus. Esta
miaba opioio acba-se plenamente corroborada
pela doutrina do art. 91, onde depois de dar-se
direito de voto primario aos cidadios brasilei-
ros, que ealao no goso dos seus direitos polticos
( na mesma pbrase do art. 45 ) se d tambera o
mesmo direito em particular eespecBcadamento
aos estrangeiros naturalisados. Ora se neste ar-
tigo o legislador constituate entendeu que a ex-
pressio cidadaos brasileiros, que esto no goso
dos seus direitos polticos nao pode abraoger
os estrangeiros naturalisados, como que se pre-
tende que no art. 45 elle quiz abracar na mesma
exprsalo, assim os brasileiros natos como os es-
trangeiros naturalisados ? Nao sei mesmo por
fue razio se ha de dar a denominado de cida-
daos brasileiros aos eslraosgeiros, a quem s por
mera concesso se confere certas prerogativas
proprias dos citadnos brasileiros natos. Coo-
pera observar que a coastituigo reconhece essa
eescriminacao e nao usa da eipresso cidado
brasileiro senio no sentido primordial e proprio.
Este argumento me parece que deve merecer
muita coosideracao para o caso.
Na 3 tambem se requer alm de sabedoria
eciriudes capacidade Essa capacidade, que
nao a iotellectual nem a moral j exigidas no
saber e oas virtudes, nao pode deixar de ser a ca-
pacidade meramente poltica ; esta porm nao
pode ser se nao plena e inteira : logo os nao ca -
liiocos e os naturalisados no Brasil, nao teem
plena e inteira capacidade politice aio podem ser
senadores.
Deste modo nio seria mais precito combinar
este artigo com algum outro para deduzir a ex-
cluso dos nio catholicoa e dos estrangeiros na-
turalisados ; todavia mister acompanbsr o pro-
.gramroa.
Com quanto a questio seja de jure conitituto
e nao de jure eonstituendo todava como a opi-
nia contraria que sustento fundada na (alta
de mala expressa excluso dos nao colbolicos e
estrangeiros naturalisados, mister ventilar a
questao de jure eonstituendo a ver se da ommis-
so do legialador tonstituinte lato si por nio
ter elle exigido expressamente a excluso da-
q ii el las pessoas nem tambem a sua ad missao
deve-se concluir urna ou outra coosa.Quan-
do o legislador constituate ni] admillo que os
deputados podessem deixar de ser calhoticos e
brasileiros natos quiz ser consequente no 1 caso
depois de ter constituido religiao do estado a re-
ligiao catholica apostlica e romana, porque
1.
vio qm urna cmara que p
a podara compromeiie-li
ptrito publico idea e crengaa
Asi a todos os olhos
a constitucional,
lei fundamental
floalmeote real
tgo que a consagra.
[nao poderia commet
M
isado t_
;auj do B
leWnwre
des slratMnW
stitutnte qunTtaos-
recooheeau que um
pode tornar *jp*r
rasil, era deilear-
ressadsm
(1) Na expressio brasileiro nata esli compre-
endidos os nascldos em paiz eslrangeiro ae os
paiz abi residiam em servico do Brasil : a le os
considera como laes. .
a e respoi
persuaiio no
parece-me. que sim
No aagSindo enm
naturalisados, oNegtlad
1 bem aer coo3ee,uentei p
estrstgeiro naturalis*
rao iotetsse.pela c
1 se to etpoatanea e d
com a ateama abnegagio dopatriolii.no dos filaos
do paiz. E por ventura um senado composto de
estrangeiros nioiosoira os traes eeiov' Uro
estraogeiro aos 40 aanos de idade j perdeu esse
amor da patria natal, innato no coradle do' ho-
rnea!, que a loma preferivel a todo o resto do
mundo? jl lem os dobressenllments do patrio-
tiarao to arreecidos ou antes ti) correranlqos
que lh'e permitan) at armar em guerra a patria
adoptiva contra aquella em que nageeu, como
lhe ser muitas vezes forcoso fazar? (Seria exe-
cranda a velhice, se alia tiresse essa virtode
raaldila). Dirao taUez que mais diicil ter-se
um senado composto de nao esfh jucos e estran*
geiros naturalisados deque orna cmara ; porque
a eleico dos senadores depende tambera da es-
eolha de ara imperante eitholico, oo paiso que'
oa deputados sio eleitos decisivamente pelo po?o;
6 qne por tanto devia o senado iospirar menos
recatos do que a cmara. Esta razi nio me pa-
rece de mono valor nao s porque a cmara teas
1 duplicado o numero dos senadores, como porque
imperador que deve aer sempre caluolico e bra-
sileiro nato nao pode devassar a conscieocia dos
individuos, e nem lhe seria airoso faie investi-
gares em tal sentido para corapor um aeoado
de catholicos. Assim, pois,desapparecenlo esta
razio e prevalecendn a da superioridale Dume-
rica da cmara dos deputados fka-me um argu-
mento mais pela doutrina que sigo.
_A vitaliciedade do senado offerece mais um ar-
gumento contra a admissio dos nio catholicos e
dos estrangeiros nataralwadoa ao asu aeio. Se a
cmara dos deputados, temporaria e transitoria
como que, nio teria o lempo bastante de bem
desenvolver os seus mus plaoos contra o catho-
licismo e a independencia nacional, urgente que
seja catholica e que nio coa ten ha um s estrao-
geiro oaturalisado. o senado que vitalicio, cu-
lis perniciosaa influencias ligadas sua nalureza
de nio-cotholico e ante-nacional, seriam de ira-
possivel extiaccao, deve mais urgentemente ex-
pellir do sea seio esses elementos. Se devem
ser catholicos e brasileiros natos os membros da
cmara temporaria, que podem ser demiltidos
pelos seus delegantes, quaodo abusem ou nio
curapram a risca o seu mandato, parece que de-
vero s-lo tambem os senadores, cujo mandato
nao pode jamis ser cassado, embora ellas
abusem.
Um outro argumento se deduz aioda da missao
especial do senado. Se elle a base o principio
conservador das insiituices do estado, se a elle
compete, como diz oconselbeiro P. Bueoo t op-
por um dique, um veto constitucional, quando as
paixoes polticas, o erro, a forca de urna idea, o
fanatismo dominante, ointeresse de momento ou
de partido, a influencia de um ministro ou de um
fsvorito da maioria, a eloqueocia. o eathusiasrao.
o temor, a violencia, o deaejo de popularidade
leva urna cmara a adoptar precipitada e iodevi-
damente um projecto por ventura perigoso t; se
ao senado competem as mais altas e honrosas
fnnegoes da judicatura nacional como que se o
pode conceber dominado de espirito contrario
religiao do estado e tantos iuteresses pblicos,
que se acham intima e esseocialmeote ligados a
ella? Como ae o pode conceber dominado de um
patriotismo falso e capaz de transtornar tndas as
instituiges polticas que garanlem a segurangae
a independencia do estado? I Como se concebe
um tribunal ei vado de vicios idnticos a mu-i
tos daquelles que lhe cumpre moderar ou re-
primir?!
A opiniio contraria descobre na prwacao que
sofTre o senado da iniciativa sobre as materias
indicadas nos arts. 36. 37 e 174, e de qualquer
participagio na decretago da aecusagio dos im-
nistros e cooselheiros de estado, urna razio jut-
lilicaliva para admissio de uio-calholicos e es-
trangeiros aaturalissdos no senado: e sffirma
que um senado a calholico e de estrangeiros na-
turalisados privado daquelles direitos nao pode
prejudicar a causa da religiio e da seguraoga o
independencia nacional. Que importa porm que
Ihes nio compila a iniciativa sobre taes materias
ae lhes reata o velo com o qual podem impedir a
passagem dos projeclos, que nio estiverem de
accordo com as suas crengas religiosas e com o
seu patriotismo eslrangeiro, ou que favorecerem
causa catholica e nacional? Se lhes rest alm
disso a participagio commum da discussio e do
voto em nutras materias iotimamente ligadas com
essas onde por tanto lhes pode caber a inicia-
tiva? Que importa que o senado nao poasa io-
tervir na decretago da aecusagio dos ministros
e conselheiros de estado, se lhe compete exclusi-
vamente nio s a aecusagio e o julgamento dos
meamos como tambem muitas outras fuoccoes de
maior importancia ? I Se foi com receio de que,
com taes iniciativas e com a attribuigo que o
art. 38 confere a cmara dos deputados, o senado
compromettesse a causa religiosa e a causa nacio-
nal, enlio deveriam ser-lhe revocadas todas as
atlribuigoes mnilo miis importantes, e de mais
perigoso abuso, que exclusivamente lhe confere
o art. 47. E realmente um senado infeccionado
de crengas contrarias religiio do estado e de
peosamentos inimigos da naciooalidade brasilei-
ra, nio comprometteria nem urna nem outra,
quaodo tivesse de lomar conhecimeolo dos de-
udos individuaes commettidos palos membros da
familia imperial, sem excepgio do futuro impe-
rador daquelle, em quem se resumem todas as
esperangaa de um paiz regido pelo governo mo-
narchico-hereditario ? Um senado de tal nalureza
nio poderia losar esses mesmos direitos do ca-
Ptla^HHta Qonslitigio. E nio sera Irrisorio
carnlfer tjgHrrantente *bs
maia* olimos escrpulos"b legislador constituin-
n.^^^pPdos constantemente em todas as ou-
tras partes da Qoostiiuigio, relativas materia?
" garantas se poderh encentrar para I
raiit>#omelHdo8 pelos mata altos funeciona-
ios do estado, que pacluassera com as ideas aote-
aiholUu e aate-nacionaes do tribanal, qaase
erra confia* o sea ju1gaatmo<,f Q/e responsa-
bilidad teriara os secretarios e oa ministros de
estado>ajlos abusos, que, em tttf* repugoarem,
lisoogeassem ai} espirito da um sanad nio ca-
lholico e composto de estnrageiros-naturalisadost
Se a nao convocaco da cmara das deputados
favorecer tendencias catholicas e do falso pa-
triotismo do sepado. Din ser anda; perigosa essa
atlribuico do aenado, que muito bem pode per-
tencer ao poro? Um aeoado de tal nalureza nio
poderia simpleameole pela importaotissima at-
tribuigSu 1ue lhe confere o 4* do mesmo art.
47 transtornar toda as instituiges do paiz ?
* A opioiio contraria vale-ae aioda, depois da
falsa eiclusao do senado a confeccio das refor-
mas autonsadaa pelo art. 174 e seguinlet. da fu-
sio obrigatoria, para nulliflcar a influencia do
sanado sobre oa projecloi da iniciativa da cma-
ra. Has, em primeiro lugar, o resultado da lu-
sa o nio sempre a derrota do senado ; em se-
gundo lugar, quando assim foase, elle teria o
cuidado de nio emendar simplesraente o projec-
to da cmara, mas deoppor-lhe antes o seo veto,
que terminarla, tu dosendq qne esta medida toe-
nada aclote poderia ser mais funesta ao paiz ;
em terceiro lugar, converter-se-hia por tal modo
a usao em urna medida usual e quotidian, quan-
do ella deveria ser de uso extraordinario e muito
moderado, aura de nio burlar a divisio constitu-
cional do corpo legislativo ; em quarto lugar, fi-
nalmente, quando mesmo a futi podesse ter es-
se pretendido effeito, ella apenas obstarla a aegio
prejudicial e funesta do senado nessas materias
de privada iniciativa da cmara, sem poder nada
remediar quanto aquellas, sobre que elle resolte
por si s, que. como j disse, sio de mais peri-
goso abuso. Nao sei, porm, sob que titulo se
pode laogar mi da fuso, como razio da admis-
sio daquellas duas clasaes de cidadaos oo senado,
porque os que pugnam pela fusio obrigaloria, para
juallQca-la, precisara de affirmar que nem sem-
pre o senado derrotado, entretanto que eate
resultado torna-se indispeosarel, para que ella
poasa produzir em favor da iniciativa do cmara,
isto como prova de que esse direito foi sub-
trahido ao senado por elle poder ser calholico e
composto de estrangeiros naturalisados. Toda-
via, se a iniciativa da eamara n'aquellaa materias
e a sua competencia excluaiva na materia do art.
38, e ( at mesmo ) as reformas constitacionaes,
nao lhepodiam ser conferidas, sem que ella foase
catholica e composta de brasileiros natos, o se-
nado que, alm* de poder discutir, votar, e ler
iniciativa sobre outras muitas materias intima-
mente ligadas religiio do estado e aos direitos
oacionaes, lem competencia exclusiva sobre ou-
tras materias da [mais alta transcendencia, como
nca dito, mais de ama vez deveria pela mesma
lgica ter os mesmos requisitos.
i. apaar da responsabillda-
onarios ( e digo apenar da
porqae vejo que ella 4 pu -
a alo passa da letra morta ;
tambem qua ellas, teodo
cmara de deputados, fllhos
do sea mando, lodo fazem
spem, como lhes coovem
com o art. 94 e 95.
em que ae intriuchnm
t opintaan a combinagto
osar*,i40 eUl.d'oi
enar argumentos contra a excluaio
nos nao catholicos do senado. Diiem ellos que,
Sf ae suppoe J nos senadoras a qualilale do ca-
ibplico, a conalituico, exigdo-di1es aluda um
jofiirxMto, tudo sao conselheirts, ociosa e
reouBdaote Wlendo. poi*), que essa exigen-
cia cooveniedte e precisa jorque neste caso o
Mador iwwsubido mais ddTgro oa hierarchia
pjiitica ; a sua capacidade,. prtenlo, deve, ai
posilvel, ar mais requintada ; elle j nio so-
meot o tunecionarfo que tem de dtscufrr e vo-
tar sobre as materias, que mar? imporlam ao
paiz, sobre ludo isto aquello qu tem de iofluir
na outra parte do poder legisla ti vo, candada o
toooarcna ( o veto), e era Ufios s demais actos
da vida polilica do imperador. O simples calho-
lico pode ser, senao iodiTerente aos interesaes da
rnpgiao, ao menos negligente a omisso, e os con-
selheiros precisara de ser activos, dedicados, e
lomar o mafs vivo iateresse pela crenga religiosa
do imperador, e isso se obrlgam positiva e for-
malmente, por mel do juramento prestido, de-
pois de nomeados conselheiros.
As convieges religiosas sio tio essencial e pro-
damente radicadas no espirito, oa antes, iden-
iiucadas com elle, que urna nao pode aupportar
a coofrootago e o contacto da outra, sem que
elle sinta-se contrariado e offendido. E" por isso
que aa crengas religiosas teem tendencias exler-
minadoras.e nio podem jamis harmooisar-ae am
sectario de qualquer religiao nio ple sem con-
trariar-se, sem auffocar os fortes brados da sua
consciencia religiosa, jurar manter urna religiao
diterea da Sua. Portanlo, quando o art. 141 exi-
gi dos cooselheiros de estado o juramento, nio
poda deixar de presuppor que alies prolessam a
religiio catholica ; ora os senadores teem as qua-
lidades. que devem concorrer para ser consalhei-
ro (art. 140], e devem prestar o mesmo juramen-
to ; logo devem ser catholicos. Alm disso, ou
esse individuo, que se obrigou por um juramento
a manter urna religiio diversa da sua, violnntou
as mais intimas e mais instantes reclamaces da
consciencia, e enlio o seu juramento neohum
valor deve merecer, porqae elle do mesmo modo
o poder*" quebrar: ou neohum cooslrangimento
senlio porque olha com indifferanca para um ju-
ramento, como um acto sem significagao, nem
alcance, e neste caso completamente burlada
a espectativa do legislador constituidle ; e o con-
selho da estsdo viria a sentirse da influencia de
urna religiio eslraoha catholica, eolretsoto que
se v claramente que a intengio do legislador,
exigiodo o juramento, foi livrar a corda desea fu-
nesti influencia. .
De quanto fica dito concluo que o seoado nio
deve e nio pode mesmo em vista da nossa coos-
tituigao poltica admittir ao aeu seio
fr brasileiro oato
tholita.

sgreja nio ha meio da sslyagio.s pera* a a nacoes.
c O partido eterices a4feWp fia IX, de-
rende oa dinittU JaMaW dMMaaV* todos em
oome a dos direitos do aecaem, t ean
resisilrein, sec anrnrlo afv4nLtBtja,
i egreja e cujo represeilsifte d
em seu so"-
o ind
a aol
a soci

tvtrr

quem nio
e aio professar a religiao ca-
E mister que o seoado brasileiro se eleve a
toda altura da sui nobreza e da beoeflea iofluen-
cis que deve exercer sobre os deslinos da nagio ;
e oxal que nioguem mais se lembrasse de ma-
rear a dignidade nacional deste imperio, que para
river e manter as suas instituiaes polticas nio
precisa de procurar o auxilio estraogeiro.
Recite 24 de oulubro de 1861.
L. F. Maciel Pinheiro.
Dos partidos.
(primeiro artigo.)
A unidade o primeiro doa bens nio s para
as familias e oages, como para os individuos,
porqus unidade eo ser sio a mesma coosa.
Assim,todo o estado dividido ser arruinado,
loda a cidsde e toda casa dividida oo permane-
cer.
E' d'ahi
que
Como principio j disse, o que d eleragao a
importancia i um poder constituido sao as suas
fuoccoes : ou anteaa elevacio e a importancia
dos funeciooarios mede-se pela altura e peHMm-
portancia das suas fuocges. O sendo, cujas
funeges particulares sio evidentemente mais al-
tas do que aa da camera, est enllocado cima
desta, lera maior importancia poltica, e exerce
maior influencia sobre os negocios do paiz ; ,
portanlo, razoavel que, quando nao se exijam
uiats apurados uuesiius para poder pertenec ao
seu seio, ao menos exijam-se no mesmo grao
que para ser membro da cmara. E a nossa
conslituigao, que observou esaa graduago, rea-
triogindo e depurando maU as qualificages as
espheras superiores, seria inconsecuente, si, nao
tendo permittido aos nio catholicos e aos brasi-
leiros naturalisadns entrada na eamara, permit-
tisse-a no aenado, qne ella mesma collocou em
posigio superior.
Passemos agora encarar a questao em seu
verdadeiro aspecto, isto no terreno do direito
constituido sobre o qual, nicamente, versam as
exclamagpes da opinio contraria.
Por ama pasmosa contradiegio os impugna
dores desta doutrina que sigo, nao admitiem ao
seoado os libertos e os pronenciados em querella 'partido clerical, reina va na Europa antes do pro"
oudevassa, os quaes o art. 45 deixar de excluir i tesianiismo, direito sempre combatido desde en-
expressameute : e isso prelendem pela razio de j lio. mas que por certo a revolucio da Italia for-
tere' d elles excluidos de grao inferior de ele- talecer, se a Eurdpa deve ser salva
ade. Mas, ai os libertos e os pronuncia- Com effeito, o antigo regimeo oa o poder here-
_ provom o perigo dos partidos ;
elles agitara, eofraquecem e cooduzom a Franga
sua ruina.
Durante quarenta aonos, como disseram oa dis-
cusso sobre a lef da imprecsa, tres partidos oc-
cuparam aucceasivamente a scena poltica. De-
pois da guerra da Italia appareceu um quarto,
para o qual, segundo dizem, a polilica nada ,
cujos pensimeotos todos esli em Roma.
Todava, esses partidos nio datam da restaura-
gao, nem da revolugao de julho, nem de feverei-
ro. nem de Castelfldardo. 1814 prende se a 1682,
1830 a 89 e 1848 a,9l ; e o partido romsno se li-
ga ao bergo da Prfnga, fllha mais velha da egre-
ja. O direito que ansenla Po IX, e c com elle o
FOLHET1II
ORIGINAL DO DIARIO DE PERMIBUCO.
BISIll/TaMillfCl^
LXXXIV
SunuRio Um drama do mar.Romance
original.
III
Emqnanto o nosso brigue navega para seu des-
tino sob a direceo de um pratico inlolligeote, e
o impulso de um vento SE regular, que o leva
rpidamente, anjecipemo-nos sua chegada, e
vejamos o que se passa em Buenos-Ayres E'
necessario que descrevamos rpidamente a aitua-
gao poltica deata infeliz repblica oessa poca,
para ae perceeer a nirraco.
Ella gene alada debaixoda tjrannia de Rosas :
este bomem sanguinario e erual alo est farto de
victimaa: aen syatema de deeaonfianca j est
profundamente enraizado o populagio, qua nio
se atreve, nio se anima a exprimir urna qaeixs;
por que com razio reoeia que ella chage aos
ouvidos do brbaro dictador. Por raso esiio rotos
todos os tacos de aangue da amizade. Nada
mais ha sagrado oeaU aaeiadade que tem negado
ao ultimo gru de abjaecao, depois de ama lata
aurda o comprimida contra a boa estrella de sen
-persegiaieer.
Um ailencio sepulcral reina por teda a cidade
desde o aoollecev; este ailencio apenas nter-
rompido pea cantarola* monalooo i do Sereno,
guarda policial, que orada sioiatraeaenie de sneia
em meia hora Viva la Goj^fedprueion rg*nti-
vio.Arneras k* sttvagens uniUriot.
O piar de asta oreja am na oesatasrle deser-
to, por amadaaasssoitea tenabreaaa, nio prodez
em effeito mais pavoroe, do qne este voto de
exterminio lancedo no-eepaoo de nstente ins-
tante, aeoUa tons aquellos cano em ambas as
margena de Pate era intanigo dnreangainutsahd,
gaucha, qne por henea desvae ptrea etem nnae-
dos por denuncia oa ex-officio devem ser exclui-
dos do seoado por essa razio, tambem os nio ca-
tholicos e os estraogeiros naturalisados nio po-
dero ser admittidos ali, visto que sio excluidos
da cmara, quem deu a constituigio faneges
menos elevadas.
Nao fallo j dos criados de servir e mais in-
cluidos do 1 grao eleitoral, porque esses sio ab-
soluta e expressamente privados de todo o direi-
to do voto pelo art. 93.
Pela mesma argumentacio deveriam o im-
pugnadores desta doutrina admittir ao conselho
de estado os estrangeiros naturalisados, porque o
art. 141 omisso tal respeito. Mas quem nio
ve que deste modo, em vex de prevenir-se ss
faltas da corda e de garant-la contra oa perigos
da inexperiencia, ella seria levada commelt-
las e commelter muitas de que estaria bem
longe ? Quera nao v que em lugar de conse-
lheiros da paz, da seguranca, do bem e do pro-
resso da nagio, teria a cora conselheiros in-
tensos tudo isso ? Assim tambem os mi-
nistros de estado poderiam em virtude da omts-
sao do art. 136 catholicos, quando os pe-
rigos d'ahi provenientes para a religiio do esta-
fse*.
A mtmkona, bando de iantineresoa protegida
p elo goveraoj qne-naria astil Jnasnailii n ra t,
9 espalhade o tenor pete;Ua*eid aUenpa-Av-
res, ao l.abaihav ^ Uo oetenfivaaentT; mas
aioda oanmstUia eertoa MSiseraOsoa-ByaUrioses,
?y nngneev se atreva i lamentar, nem bascar a
ten.
sle dspota, caja ferocidade exeedia da to-
dos os lyrannos que tem apparecido no mando,
cada dia inventava um novo martyrio para fla-
gellar este pov paciente. Elle tinba tido a habi-
tilade de resistir aos esforgos reunidos das duas
nages martimas mais poderosas, a Franga e a
Inglaterra ; e assim ae julgava invulneravel, e
senhor da altuagao interna.
O tratado de 29 de oulubro de 1840, conhecido
com o nomede Hackau, por ter sido negociado
por este almirante franeez, deu-lhe ama arro-
gancia imranosa; porqae mystificou a Franga
completamente, de sorte qne ella em 1845 via-se
aovametrte obrigada recorrer s armas, sem na-
da ler adiantado.
Quando cometamos esta historia as duas na-
ges de novo se acham ligadas, com o flra com-
mum de obrigar o dictador (azer-lhes conces-
ses que debalde procurara arrancar-lhe ; 4 res-
peitar, ao meos, os seus respectivos subditos.
Elle nao disfarga j o seu orgulho, e diz
quem o queire ouvir que de neohuma potencia,
senio do Brasil, ae lean; pvesenlimeoto vago
?;ue oaccommette de qne ao joven imperio est
adado destruir o sen orrivel dominio I
Seo aspecto da cide de Bueaos-Ayrea i ooi-
te lgubre, da dia nem por laso mais ale-
gre.
Todas as casas sao caiadas xterbrmeate; cen
ama larga barra de encarnado, taires da altura
de urna braga, o que parece destaca-las d'ahi pa-
ra cima de ura mar de aangue.
Nio re encontnm as ras senao homens taci-
turnos, de collete encarnado, ebrapu preto oo
branco com fila encarnada, e a ipfallivel conde-
corado da eacravidio ab pe'.o, que urna.divisa
de flta encarnada em que se le o mesmo dstico,
queja cima citamos, que, como palavras mgi-
cas oa eabalisticas apparecem frente d toctos
os documentos ofBeiaas, esto* saudagao asnal
de todo o cidadio, que bao qner tornar-se sus-
peito andero dictador.
Nanea poro algem sotfreu com mais paciencia
prova tie dura e eruel! Dlr-e-Wa que o santl-
mento de dlgdidade innata no hornera, e peto
istiogoiram anteriortfesjtd-ea argeali-
eetnotad coalpTeteineats); ue el-
hant coatefeaeia do qne faiam, e que
ale delegataram a faealdade de pen-
sionteej IreMra, traiido cldada doa
dos pretiere*, des iuenor ttm adinma
_jiea, oo tetbilhio de uta pampeiro 1
. det horas da edite} alm doa Serenad que
poUeJtalB a cipiui, s se eneottram dgaos aa-
piea do govncnador, e uor ou outro otBoial de
marinos brasileiro que procara o hotel em qua
eal hospedado. A polica os coobece, e nio os
incommoda ; porque o proprio Rosas nao ae
preoecupa com elles, pois sabe que nao conspi-
rara senio contra o socego do coragio de algoma
bella Argentina, com o que elle pouco se lhe d.
Penetremos com o leilor em urna eaaa de boa
apparencia, situada na cei de la Federacin, e
devassemos o que se passa nella. Ah reside ha
mullos annos o Oriental D. Pancho Alvares, che-
fe de urna numerosa familia, compoata de mu-
Iher, duas cuohadas, quatro Qlhas o doua fllhos.
Vamos travar conhecimeolo com D. Pancho, e
ditario absoluto flodou-se. 89 ferio mortalmente,
e 1830 acabou-o.
O liberalismo, por sua vez, ou o poder absoluto
das classes illustradas; terminou aeu lempo.
Bem pode agitar-ae aioda, porm nanease res-
Ubelecer do golpe que feriu-o em 1848.
O democratismo, por, certo, conla victoria ;
porm est impossibiliUdo de fazer cousa algu-
ma ; porque o poder absoluto da multidio a
forga bruta disposigio de todas as paixes sen-
suaes e cubigosas ; seu itriumpho a morte.
Resta, por tanto, como o nico meio de salva-
(io, um retomo civilisagio catholica, o qual
consiste na intima uniio, mas sem confusio, da
egreja e do estado, qualquer que seja a forma so-
cial : imperio ou repblica, mooarcbia electiva
ou herediclatia, e representativa ou nio.
Ora, essa uniio que demanda a o partido cle-
rical e que sustenta na realeza pontifical sns
mais alta e ultima expressio.
A guerra da Italia, que dea ao Piemonte occa-
aio de proclamar o novo direito dos italiaoissi-
mos, dar aos catholicos da Franga e de todo o
universo occasiio de proclamar novamente a rea-
leza de Chrislo, desconhecida ha tres seculos.
por tan'o quatro partidos :
Partido legitunista ou do antigo rgimen;
Partido orieaolsU, os, hberll ;>
Partido popular, ou socialista.
Partido romano, ou calholico, se se pode tola-
via chamar o catholicismo um partido.
Partido dos nobree, bargoetes, operarios, 4 de*
padres, chamado o vulgar.
Partid* absolutista e feudal, das classes libe-
raos e illustradas. democrtico e ererical, chama-
do a impreosa revolucionaria, que, exprime em
termoa dilevenies 6. mesmo penaaneoto pensa-
mentoque,com lado isto, nio carece de regulan-
dade, poia que.com effeito o ponidos sao as reli-
quias de amigas ordene.
II
O* homens de astado da Raaaia formam da or-
geni dos partidoa francazee ama aingular idea.
Km urna memoria apreaeotada, ha daus aonos,
ao imperador Alexandre, o de que a Prtise Uvera
couhecimento, homens eminentes, investidos da
conQanca do czar, assim se exprimen :
As tres ragas franca, romana e gauleza, que
formaram a sociedade frsncexa, procuraram alter-
nativamente fazer prevalecer um principio parti-
cular e de ioteresses solados. A Mea franca per-
manecen feudal, aristocrtica e.legitimista ; a ro-
mana constitucional, parlamentar, burgaeza e
orleanista ; e a gauleza proletaria, republicana e
imperialista.
A mnarchia tendo-se descuidado de fazer a
fuso entre esses tres elementos, a revolugao foi
a conseque ocia natural desta grande falta (1)
A' priasira Vista julga-so sonhar, ouvindo-
se distinguir ragas em nossa Franga, tio homo-
genis, e depois de quatorre seculos de fusio.
Todavia raro que horneas de tlenlo se eoga-
nem em ludo.
A nio ser que esa memoria ipvertesse os pa-
pis dos Romanos e dos Gaulezes, bem verdade
que as trea ragas teem sobre o aosso estado pre-
sente urna grande inQueocia ; porm em suas
idea* nio en) seu saogue que convm procurar
essa influencia.
Anda que formada de tndas aa ragas, a nobreza
conaervou o espirito dos" Francos ; ella o trans-
mittiu ao partido legitimista, bem que contenha
pessoas de todss as coadiges, e certamerite mais
a Gaulezes que Francos. prologo da lei s-
lica aioda boje seria o programma dos legitimis-
ta, se elles soubessem se desembarcar das |J)eo-
rias de origem eatrangeira que, ha dous scalos,
fazem desviar os que fallam em seu oome.
Afaslae do legitimista as ideas privadas muito
exclusivamente descriptas por Bossuet, que faz
retroceder a civilisago ehristia para a menos
perfeita do povo de Deas.
Afaslae as ideas cesarianas descriptas pelos le-
gislas e ministros de Luiz XIV ; as ideas ingle-
zss inauguradas na constitaigio francesa de 1814,
e destriptas pela fusio, a cha -se, com effeito sob
essa argamasas, ocunho da raga franca converti-
da ao christisDismo; acha-se o espirito do funda-
dor e do apoatolo da Franja, o espirito de Clovis
e de S. Remi.
Os voluntario* de Castelfldardo, desde os no-
mes histricos at os fllhos de lavradores e ope-
rarios, seus gloriosos companhelros, sio certa-
mente, quanto ao coragio, os fllhos dos cruzados,
como os cruzados, por sua vez, soldados e caval-
leiros, eram certa mente os fllhos desses francos
amados de Christo, < que estremeciam de indigna-
gio com a narragio de sna paixio.
Com effeito o* fllhos dos Prancos sio o* que
fazem as obras destes.
A classe liberal e ilustrada lembra, pelo
seu lado, o amor dos Gaulezes pelas assemblas
deliberantes, seu apartamento do poder absoluto,
assim como suas divises interiores.
O liberalismo triumpbandn egualmente, tomou
por armas o gallo gaulez, emquaoto o partido le-
gitimista conservava as armas dos Francos, e oa
republicanos, aferrados idea de Roma pagia,
tomavam por emblema a acha das armas e as fa-
ces do lector.
Se a idea russa, tomada ao p da letra, ab-
surda, aceiUvel aubdfaUeodo-a influencia in-
conteatavel de tres vivillssgoea diferentes.
Se o partido democrtico desceode dos Roma-
nos, des Romanos das escolas e do foro.
Mas preciso nio procurar tio looge a origem
dos partidos fraocezes.
III
A causa immediata da formagio dos partidos
a destruigao das ordene, que a civilisago ca-
tholica unia fraternalmente, e de que a reforma
e a revolugao se apoderaram, deatruindo a unida-
de cuja fonta o catholicismo.
As ordens cujas reliquiaa aao os partidos ; re-
sultavam nio de arbitrarias classificages, mas
da propria naturezs do hornero, pois a na tur-
is que distingue essas quatro condiges sociaes,
elementos das quatro ordena, e consegniotemen-
te dos quatro partidos que lhes snecederam. Ni-
velar tudo, sob pretexto de egualdade violentar
a nalureza : dabi provem sua resistencia e os
psrtidos.
Taoto os sabios aotigos quanto os moderos
defloem sssim n homem : um animal racional,
social o religioso.
D) que resolta para o homem qaalro gneros
de vida : physica, racional, moral oa social espi-
ritual oa da f.
O Evangelho d-nosa razio diste, ensinsud-
nos que s alma encerra na unidade de sea aer
quatro faculdades distoctas : o espirito ou s in-
diligencia, mens, a alma, o coragio e a forja,
virtus.
0 espirito, a alma, o corago o a forg sio a
mesma substancia, mas com propredades dis-
uadas.
O espirito, mens, a alma em sua essseocia, e
fazendo-ae abatraegiodesaa uniio com o corpo.
pela intelligencia, e eata pela f. Por anta sac-
ras, a verdade eterna dirige a a asas nena
distinguir affietSi* tfe>rf'e I
borneo mal Porem o hemae>,eea*rat jao
verdad.*, eterna* ene cotaheieaa s**e pe ae.
repelle a luz Hpicltaalg nao o oe arria* mi
como a revelagio. bao s aalei eternasateos
maodamentos de Deas. Procura atamente eea
sua alma, aen ou, sna opiniio, cosucsmcm, aen
proprio sentido a regra de seos jarzos, paiau,
tos e actos. Repelle todo qaaato o lerna de-
pendente ; quer ser sua proatrU laz a lei; 4 o
que ae chamam boje coa dfrenos do hea
(rehi nio s6 o peccado origiail, cont a
ma, que a. elle nos condal, a a twaiect ante
delle lira as eonsequencias : d'ahi todas* aa' Hnet-
dades modernas.
A forga tambem a asesina seaasaada da ts-
pinto, porm considerada oa* aaaa rmarlaal****
saber porque neste momento
agitado.
o eoconlramoa lio
(1; Presse de 9 de julho.
inslinctivas e em sua* relsgea com o eerpe a
mundo pbysico. Do que resulta a vida
corporal e physica.
O coragio, habiUcio do amor, alada 4 *
ma substancia ; porra emqaaale lee
homem para comsigo meeoi, qner do
para com seus iranio a cosa Deaaw Da
vera a vida social, qoo
Sio assim quatro vida insepara
dea, porqae a alma 6 anta, a sedete tasa
la*, por cauea da dittiocgio de seas fovgae;
que lodos nos devenios consegrar a ~
este quer o homem lodo.
Aasim elle nos ardeos qaa ea i
do o nosso espirita, loda a
so corago e todas aa nossas farcaa. foi aaaa
religiio e o primeiro mandameolo qae rae*
no uaptismo.
IV
Dessa dislinecio daa quatro fecaldadee
oascem as qaalro cUases socisee: o clore, a na-
breza, o terceiro astado a o pavo.
no catholicismo sio ordens que se
mente, e sem elle, partidos qne **<
lira de dominarem s.
Bem qu Deas nos chame a toda* aaaa
volvermoa loda* a* faculdades de aoasa a
reclame n homem lodo, a fira de verifica-la
lado as aplides e aa vocegesnio
entre todos os homens.
Assim cDeus confia cada hornea aoa _
de aeu prximo, a flan de ene a B>a*daarte de
uo* suppra a falta de outros.
Com effeito; hoove e hareri sempre qaalro es-
pecie, de vida muito diversas, ajea aoese erga-
Iho reconhece nn nao. Ora, oiogaet* peda te-la*
todas ao mesmo tempo em tods a sea
Assim, uos sio msis particalaratanta
a servir a Deu* e a seus irmios pele
das for as phytieaa ; do qne provea* o pava.
A elle compete o cuidado des aairaaes. a cal-
tara da Ierrae as artes mecnica.
E' sua oceupagso aio exclusiva, mis sriacipsl.
o que Deas aio permita. E' pete trbala* qae
elle se santifica com Uato qne renda ao atea* asan
ao seu creador. Deas chama outros a dase*vol-
ver a adividade propria da alma. Do qste resal
la a alasse liberal e UloaUada. _
Livre dos cuidado* da vida ataterial. ella tea*
por missio a cuitara das seseadas, lettrae e ar-
te* ; a direegio doa trabalhoa de pavo, es canda-
dos do commercio e da iadoalra. E' peto legiti-
mo emprego das falenHadea d'alssa e pelo dte-
envolvimeoto da reto humana qaa e terceiro-
estado, como era outr'ora chamado, serve a Deas
e a seus irmios.
Deas chama ostro a manter oa Ucee da Ma-
gua e a deaaavolver a* affeiefte* do
amor da patria o da familia, caito dea
doa. das tradigoes e das virtades soda**; Ideal
dada, dedlcacao, deraza do fraco o de apenando.
Oahi provem a nobreza, cuja ciada foi a cavad-
laria, a que coosiste nio esa ltales, beerea, di-
gnidades porm nio consagracio de sae atcese o
de seus beos a seo principe e i sos patria.
Na sociedade ehristia o verdadeiro gaalil te-
rnero, gentil homo, nao per tenca mais a ai, e
aim a aua patria. Reouneia a indopraearta *
oa peasoa e propriedade, eofeadeade nato e
outra.
A nobresa cblttia ama servidlo voluntaria ;
servidlo qae de degro em degro praade toda a
vassallo a Christo, sazaraoo de
chriatios.
O feudo quer fosse originariamente aaaa
cessao do principe,Iquer o vacwllo tivavee vu.
laria e livremente enfeudado sea torra livre, sae
herdade hereditaria loroa-ao cata tarro paliara.
e por tal forma publica ^ue sena piada**a* ana
muita* vezes iosufficientes para pagar a* eecar-
goa ; de lal forma publica que, ae o auzeraae ti-
vesse rigorosamente osado de era atreiae, -*-
nio teria mais perlenddo i familia pela i
doa varona. Foi por aboso, aa antea
turne qae ce feudos concedidos pelee
res tornaram-se propredades privadas.'
que jamis pertenceu inleiramenU. cante e Bra-
va a lei dos apanagios. Aioda anea* : nana cena
nanga de Carioa IX, sempre illudida, 4 verdaee.
mas todavia sempre em vigor, pois qne se engta
a sua exempgo, quera qae toda torra Utater
passasse a pertencer corda, aioda moma ajea
fosse formada da beoa patrmoaiaes. Se o Esta-
do tivesse sustentado sea direito, laria tido 4 ea
disposigio gloriosas recompensas e am meio na-
tural de recrutar a nobresa.
O complemeoto do systema feedel era a atan-
rania de.Christo.
(Conlsaaar-sa ha.)
D. Pancho boje um quioquageoario honrado,
que se estabeleceu em 1830 em Buenos-Ayre*.
nnde aecaaou com D. Consuelo Ximenes, que foi
amadas mais gentia portenha* de seu tempo.
Ao principio seu commercio fioresceu, o os
dous esposos coouecerara ame honesta abastan-
?a, e vivra'm na maia intima e feliz uuilo, di
qual naiceram seis fllhos que s lhe* linham da-
do at entio motivos de prazer, educados, como
foram, com os exemploa virtuosos de sau pata.
Has na4a 4 persistente neate mundo, e princi-
palmente naquella* regies, qua tem ido o ihea-
tro do* acootecimentos maia extraordinarios
Oasucoeesos politicoa bem depreasa vieras* *f-
fligir esla familia aocegada, que & cudiva do*
eos deveres.
. D. Consuelo tere a dbjgraca da perdar dentro
de um anoo pae, me e dous irmaes, victimaa
dos furores dos mashorqueros, e de ver siguas
heos qne elle* possufam pastarem s mios dos
feroze* ssassinos aisalariados do governo da pa-
irman* rtfei* moca, d\ que
diaUmeote o amparo.
Bem deaejava enio p. Paqhd
sa abandonir este pala
bello di as ; mas onde
mente o que de mais
como fazer para illddi* _
cre^?como.lc^ic*re*Uo>i
\K Hontevidp, qua reltvaman ,
0. Pancho, Oliente!, casado coa* ama poil*^
nba de familia que merecer o exterminio por
ordem do brbaro dictador, poaaaUor alada de
unta pequea fortune, liaba bailante* motivo*
para team ter tambem incluido os luuid*
fMt
Mi,
duas
me-
lica ae-
^pAut-
proscripgo, e votado i morte, como lelvagem
uniurio.
Era necessario, portanlo. toda a prudencia,
toda a cautela para nio aoffrer, para nio ver
sua familia desamparada, i merc dos caprichos
desta fantica e corrompida canalha; que man-
chara a sociedade argentina com seus hediondos
Crimea.
Oh I qaanlo este peosameoto o marlyrisava I
Por isso cedo seles alvejaram-lhe a fronlo. e
rugas precoces se deaenharam em seu rosto,
putr ora alllvo e alegre, ora abatido, e medita-
bundo.
D. Pancho e D. Consuela esli sos, sentados
em um sof, e allumiados apenas por urna luz
taciturna, tio taciturna como os pensamentos que
lhes tumultan; n'alms.
A familia repousa : mas elles. velara ; porque
nuvadeagraca os ameaca.e combinara baixinho,
com medo de aerem ourido*, nos meio de con-
jura-la.
Desta vez ella accommette um ente que lhe* 6
por demais caro ; porque a ierra nio contm
tbesour de maio* valor para elles.
Sua fllhja, Ejvra Alvarez, graciosa moga de
desaleta anaea, primen frocto de sea abengoa-
do consorcio, leve a desgraga de chamar a al-
inelo do coronel Si, um dos mais intimo* cory-
pheus do dictador, homem sem moral alguma, e
carrogado decrimes; e de iospirar-lhe urna pai-
xio violenta, que elle aio procurava contar, nem
occullar.
A innocente joven, linda como mata nio 4
poMivel imsginsr-se, reunindo 4 frmoaura da
Andaluza, o espirito e a vivacidad da Brasileira,
a alegra e desembarago da Oriental e Portenha,
era urna croalura que por .toja a parte ,epdhara
o amar, aam aenUt-laa na eftaitoa.
Seua olhos negros o grandes, ora meigos e
lerdos, mas sempre caaloa ; ora altivos a domi-
nadores, liona um en cauto indeacrlptlveL e da-
vm*. vida 4 toda a sus 0l>y*ionoi^,d>Uea4e e
lotereasaole. 0 nariz dir-ae-hia ettuipide por
um artUla perfeilo ; i bocas, oh alancea era
um cofre precioso guarnecido da coral, dentro
do aval ae, TU urna dupla fiUir* da pelatis od-
Ete reato, que aula pareca do ama madooa,
seargaia poracar* m peatMco tito, qae por
sea turna pareapleisrrse do. omln, que era e
quaid* m*>( bello e pode encontrar em urna
mulher.
Ajunt*-**4tenU.8 psrfeigde* um cofpo ibrt-
to, cintura alia e delgada, ps pequeoinos, e
ter-se-ha o retrato desta amarel virgen
O coronel Si, ao contrario, era am homem
primeira vista repugnante, e qae tornava-ae
horrvel quem conhecia seus crimes.
Elle vivia de rapias e aasaaainatos, e por toda
a parte onde penetra va, penetrava tambem a des-
"&

oibora (odas as ana* tentativas tivessem sido
at enlo repel idas com energia pela joven El-
vira, nem por isso elle erfritva em seas ata-
ques, nao duvidaodo lancar mi de qualquer
meio, por maia iafame que fosse, para trium-
phar da nnva victima qne preeisava para salta-
faegao da seas igoobeis sentimentos.
A pobre moga voluntariamente se reclusava
em aua casa para fugir naa Uo insultante per-
seguigio ; mea ella nio conhecia bem o carcter
perseverante de seo adorador.
Este que, por um capricho inexplicavel quer
esgotar primeiro todos os recursos braados, o
tem e vaaglora de esperar conmover a Joven, e
faze-la parlilhar do seu amor impuro, todas as
ooilea di urna serenata debaixo de sua ja-
nallas.
Era ama profanacio do potico eostume dos
cavalleiros hespanhes, que-oetr'ora depunham
a espada, para dedilhar o violio, e trovar aenti-
das e commoveotea eoeixaj, qne iam sempre
tocar o coragio daa nobres doncella*.
D. Pancho e D. Consuelo teem onvido o can-
tor ndetoroo, e agora mesmo o esperam4 pois
que se approxma a hora em qie s&e apparacer;
nio podem ae illudir na extensio da desgraga
que os ameaga, e eato iftticUsiimoa por est
acontecimento, que nio sabem tomo conjurar.
A peraegoigio le oe a lamilla foi outr'ora
victima ae aprsenle igaagioago dos dona es-
poso* aterrados, e elles estremeeem. pensando
na desditesa aorta que a* prepara pasa aa
querido Elvira. ^
V neala disposigio de esprito tfue os encon-
tramos.- i.Sii3vn
neJba malo do ulvse**, teta maaote, tu-
vidoao e repugnante otra o deedUoan par,
. Elvira tem am primo, de nomTdu.rdo, que
a aaaHamhem anaitonidamente, e que debsMe
tan aaasarade facer
ponda.
m qx* tila ih corvo*-
co agradavel; depois de aoffrer ate ietortaaio,
viu-se obrigado ettnlar pratiesge
neohum armador lhe quiz dar ostro eavie.
carcter raais ae azedou coa Use, e eate
mais antipathico anda; porqae ale fallava
ironicameole e combando doa ana saattoa
grados devore*.
Hoaem do mar deslimido o andas, tiene teste*
a* pereza* da profliaio, sea poseeir aenhaana atoa
uas nobree virtades.
J se ve qne naa jovea tiaide, ***** Elvir
de ama delicadeza tio rara, nio peale ate aen
alguma agradar-ae de aen preleaeeato, aa*
apouquentava com ao** impertinentes
gOes, e qae na oltima convereecee qae cae*
ella Uvera, exigiodo-lhe urna fra
se quera ou alo ser sna oepoaa, sahira de
lo mu humor palo deaeogao qaa
um tom que nao admiltia replica.
Em outro leapo D. Pancha o D.
peosariam lequr um momento na
desta ailianga, ainda qoo hoaveesc .
inclinacao; mas agora, alo okeUoU a
de Elvira, elles afagavam este teda
unte* soluga* psete*! i erice en* qaa
Eduardo nio era am eea partfio*
mas antes aa caaameoto ca Ule,
prostituicio, m inUeaia-cea o caraaal Se. "
Nesla dolorosa alternativa ai havia qae aa-
colher ontra coate. S* era diflkiliaa tea
para ao poder raallsar este conseceto ea*
tevido, oa signa outro ponto i "
dictador de Roaas, aaU dlfflcil a* a
pobre* pe exigir eate treaeado
Infeliz Elvira, para quea Unhea
taro riaonho. que ella por certo _
Mas aquella er tal vex poaaivei:
ardo ora eet
guerra bfaai1
podi ter ee
i qualquer hor*.
veramrj
- 'I
!
ssigs
Eduardo naicra na Hespanh* ; IH viera pa-
ra Hontovido cqatnlMpilftnatetMn navio, que te-
fe aXablicidade de perder, depola de navegar
por latea tmp* na Rio da Prata.
Era homem de carcter duro, e de aipecto pou.-.
in*ria
radse* Bu.
itiaaer te ha.
-_
PERN.TYP. PE *t,r\DEFARiA4riLH0. MU,


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EI7X453JT_OWZWAW INGEST_TIME 2013-04-30T22:33:09Z PACKAGE AA00011611_09825
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES