Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09824


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Full Text
HH I
AII! XIXTI IOMIO 24
P,tr trertMztMUdos 51000
W trts mu Temidos $000
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SAffliD 16 II 00TBBM H BII
Jtr ni* luUi 11100 o
ENCARiEGADOSlA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexhndrlno de ti-
ma ; Natal, q Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maranhle, o Sr. Maooel
Jos Martina Rlbeiro Guimariies; Para, Justino
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDA DOS COttrtBlUSY
OHnda todos os diss ss 9# horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e sextai-feiras. a v. j
S. Antao, Dezerros, Bonito, Caruar, Allinho
e Garanhunsna tercas -feiras.
Pi d'AIho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
(joeira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista, j
Ouricury e Ex nas qua> tss-feiras.
Cabo, Seriohaero, Rio Formoao, Una, Barreiros |
Agua Preta, Pimeoteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem aa 10 boraa da manha]
se
EPHEMERIDES DO lf EZ DE OTBRO.
4 Laa nova as 4 lloras 37 minutos da man.
10 Quarto crescents as 7 horas e 47 mina tos da
tarde.
18 La chala as 4 horas e 35 minatoa da tarde.
26 Quarto minguantsas7 horas e 35 minutos da
tarde:
PREMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas 6 minutos da'manhs.
Segando aa ID horas e 30 minatoa di tarde.
DAS DA SEMANA.
SI Segunda. S. rsula e suss comp. un.
33 Tar^a. S. alaria Salom ;"S. Verseando b.
83 Qaacta. g. JoiodeCapistreno f.;S. Joio Bom.
34 Quinta. S. Rapbael archanjo; S. Fortunato m.
35 Sexta. Ss. Crispim e Crispiniano irs. aa.
26 Sabbado. 8. Evaristo p. m.; S. Rogadaoo m.
27 Domingo. S.ElaaMo imperador; S.Caatulina.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : aegondas e quintas.
Relaoao: largas, quintas e sabbidos as 10 hora,
Faienda : tercas, quintas a aabbados as 10 horas.
Juizo da commercio : sanarlas ao meio da.
Dito de orphaoi: tercas e aextas aa 10 horas.
Pnnreira rara do cinl: tarcas sextas ao meio
dia.
Segunda vara do ei vel s amarlas e sabbados a i
horada tarda.

PARTE OFFICIAL
60YBRN0 DA PttOVINCIA.
Expediente alo da 3 de outubro
de 186f.
ffltio ao Exm. presidente da Parahba. De
eonformidade com o que V. Exe. solicita' em seto
officio de 21 do correte, sob o. 4,953, expego
nesta dala ss convenientes ordeos a jepartico
competente afim deserem arrecadados nos ter-
mos da iei de 8 deste mez n. 44. os direitos de 5
!>or cento sobre o assucar e algodio da producao
dessa provincia.Expedio-se a ordem de que de
trata.
Dit ao Exm. presidente do Rio Grande do Nor-
te.Accusaodo recebido o offlcio de V. Exc. da-
tado de 17 do eorreote, cabe-me dizer-lhe qua j
remetli V. Exc. eom officio de 7 deste mez a
guia do desertor da companhia de caladores des-
sa provincia Candido Jos Qnerino, que para ahi
eegoe no vapor Paran.
Dito ao Exm. presidente do Piauby.Para io-
demnisacao da despeza feita com Antonio Jos
Moreira, a qaem V. Exc. remetteu para esta pro-
vincia, como me eemmunicou em seu oficio de
14 de setembro ultimo, na supposicio de ser de-
sertor do corpo de polica e que o nao era como
melhor se v do officio por copia incluso, aotori-
eei o iospector da thesouraria provincial a remet-
ter a admiuistraco de fazenda dessa pro%incia a
^uanUa de13*600 ; fleando assim salisfeito o que
V. Exe. soliettou em seu dito officio.Expedio-se
a ordem.
Dito ao meirao. Accuso a recepeo do officio
de V. Exc. datado de 19 de setembro ultimo com
preaidente coronel Ernesto Jos Bapfsta passou
a admioistraco dessa provincia ao Io Dr. Jos
aria Lustosa do Amaral, no dia 27 de julho
de 1859 '
Accusou-se tambera a recepeo deoulro officio
-daquella presidencia de 27 de setembro ultimo,
acompanhaudo duas collecgoes das leis promul-
gadas pela assembta legislativa daquella provin-
cia em o anoo paseado.
Dito ao vice-consul de Hespanha.Passando is
maos do Sr. Juan Aoglada Hijo, vice-consul de
'Hespanha nesta provincia copia das informaces
que ministraran n Dr. obele de polica e o sub-
delegado do 1 dislricto da freguezia dos Afoga-
dos, eom roferencis ao officio do enearregado
desse viue-coosulado de 18 deste mez cabe-me
dizer-Ihe, que em vista do que relatam aquellas
autoridades nao ten fundamento attenlirel a re-
preseotaco qua derolvo aasignada pelos subditos
hespanhoes Jaan Sahala de Eseudero e Manoel
Barcena.
Dito
Portara.Os Srs. agentes da companhia bra-
sileira de paquetes a rapor modem dar trans-
porte no vapor Paran, por conta do miniaterio
da guerra, a 18 recrolas que o coronel coraman-
dante das armas lem de aviar para a corta, e a
um soldado que vai reunir-so .ao 8* balatao de
iofntarii em guaroicao na provincia da Baha.
Despachos do dia SS de a alamar a
Re*V*?nL
Africano livre Joaquim primeiro.Informe o
Sr Dr. chefe de policia.
Alejandre Americo de Caldas Padilha.Nio
tem lugar o que -requer.
Alferes Beojamin Virios Dutra.Nao ha raga.
Carlos Augusto de Barros Lima. Nao tem
lugar.
Francisco Silverio de Parias Jnior.Informa
o *f. Dr. director'geral da inslruccio publica.
Irmandade do Nossa Senhora do Terco da fre-
guezia de S. Jos.\o commandante superior
da guarda nacional do Reeifese oficia nesta data
para mandar prestar a guarda que se pede.
Jos Lelte da Silva Campos.Opportuoamente
ser altendido.
Joio Lopes de Freltas.Opporlunamente ser
altendido.
JoSo da Silva Lopes.Nio tem lugar por ser
diminuta a offerta.
Joaquim Jos de Lima. Aioda nio ha vaga.
Jos Leandro Botelho.A' vista da informa-
gao nao tem lugar o'que requer.
Jos Joaquim da Silva.Informe oSr. Dr. che-
fe de policia..
Os caboclos de Pajea Joao Flix da Cruz e
outro.Informe o Sr. Dr. chefe de policia.
Dr Joao Silvino de Souza. Informa o Sr.
iospector da thesouraria de fazenda.
Mathias Gregorio da Assumpco.Informe o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
Romana Hara da Conceicao.Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Volante Hara da Conceicao. Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
INTERIOR.
Lida a acta da anterior approvada.
i EXPEDIENTE.
. O Sr. 1 secretario l um oficio do presidente
da provincia do Paran, acompaohando doos
exemplares do rotatorio pel mesmo eprasentado
assembla provincial na 2 seeso ordinaria da
4* legislatura.E* ramattido para o archivo.
Vi a imprimir urna proposigao autarliando o
governo a mandar matricular no Ia anno da a-
culdade de direito do Recite, o estudante Maooel
Pedro Cardoso Vieirs, dispensando a falta de do-
te das, da idade exigida pelos estatutos para a
matrcula, urna vez que tenha o estudante fre-
quentado o anno que est ouvindo.
ORDBM DO DIA.
E'submettido votacao a proposicao do sena-
do sobre a ereaco de um bispado nas provincias
do Paran e Santa Citharioa, cuja discussao ll-
oara encerrada, rejeitada.
Achanlo-se presente o Sr. ministro da guerra,
entra em 3a discussao a proposta do poder eze-
cutivo fuando as torcas de Ierra para o son de
1862 a 1863.
O Sr. Souza Franco insista na necessidade de
urna melhor drstribnico ds forfi Bxada, aogmeo-
taodo-se o numero da forca de guarniQo, e di-
minuindo-se o da forrea movel.
Est convencido que a forja de guarnico flxa-
da insufficiente para ss necessidades do servico
publico; e islo importar o mesmo que o em-
prego permanente da guarda nacional para sup-
prir aquella deficiencia.
Ora, quando a guarda nacional j lo' apo-
queotada, que grande numero de mogos brazilei-
ros, s psra nao serem vexados com o servido
dessa milicia tiram papeleta como Portuguezes,
o que nao ser quando ella tiver de supprir a fal-
la da tropa de guaroijSo? Tornar-se-ha isto urna
fonte de males.
Fallou-se em redueces realisadas na despeza
deste ministerio ; mas essas redu.cc.6es foram fei-
las em verbas taes que depois hao de forzosa-
mente ser augmentadas, sob pena de soffrer a
causa publica; isto ao passo que ficaram subsis-
lindo intactas outras verbas susceptiveis de mui
rasoavel diminuigio.
_
ENCARREGADOS DA 5D8SCUPCAO DO fOL.
Alagt, o Sr. Osudian Falca* Dias; Baha
EM PERNAMaWCO.
Os proprietarioa do pumo Manoel Figaeiroa do
Pana & I iiho, o. ... ltarta pnca da'lI dencia os. B e 8. ^^ f
I guarda, qaor vexando es guardas em oceasldes
; de eteicee, uer perverlendo a offleialidsde com
jogatinasem que mui tos se teem arruinado.
O Sh Souxa Franco sent que o uobre ministro
tlveese- da retirar-ae ; por isso emitar o que t-
oha seapte de dizer apenas decUracto.de que
suppua4l S Exe. habilitado para um exame
vago *% aavaterias da%ua repariigao ; desde,
porm, qua fi ver que nio est na poso* do
dados, nem tem o cooheeimento dos tactos in-
dispe osa veis para responder pelo estado da repar-
trcao que dirige, pesa ao orador ter importuoado
S. Exe.
| De ora em diante nao o aojeitara maia a exame
I vago ; ha dedar-lhe ponto, e marear da em que
o nobre ministro venha preparado para ntisfazer
o senado como um ministra deve salisfazer
seropre que se tratar do passado ou do presente,
em assumptos tao importantes como eeja o esta-
do da-commercio, em virtode de novas leis Os-
eaos, a influencia desasa leis no mov ment geral
das mercadorias e no estado do paiz ele.
I Sao objectoa que um ministro do estajo nao
pode deixar deacompanhar dia por dia, e para a
a discossio dos quaes deva snppor-se que esto
aempre preparado.
1 Quanto queatao de palavras sobre a exprs-
saomil bares de contosagradece ao nobre mi-
nistro a correccao que se digoou Jazet. Repele,
porm, que osuito Ihe magoou ver que a nobre
ministro s est preparado para quesioes de
palavras, ao passo que se mostra tao alhelo nas
de Tacto.
O Sr. Visconde da Jequitiohooha chama a
attencio do senado a do ministerio
RIO
ao commandaate das armas.Pode 7. S.
mandar per em basts publica, afim de serem ar-
rematados, como propoz em seu officio o. 1,653
do 9 do correte, os 15 carelios da companHia fi-
za de carallaria que por magros e achacados
aeham-se iocapazes do servico, devendo a arre-
mataco ser feita com as formalidades do estylo,
precedendo aonuncios. Commuoicou-se a the-
souraria de fazeada.
Dito ao capito do porto.Informe V. S. se fo-
ram apurados para o aervico da armida os qia-
tro recrutas mencionados na relacio, que aqui
ojuoto, assignada pelo delegado do termo do Li-
moeiro.
Dito ao inspector da thesouraria ds fazeoda.
Restituo i V. S. cobertos com o officio do presi-
dente do cooselho administrativo do arsenal de
guerra de 9 do crrante, sob o. 72, a conta o re-
laco em duplcala dos objectos vendidos por Joio
Jos da Silva ao meamo cooselho eom destino ao
hospital militar, afim de que maode pagar a quan-
tia de 1013700, em que importa a mencionada
coala, visto oaohaver iocoavenieale nesse paga-
mento, segundo consta de sua ioformacao de hon-
tem n. 1,006.Commuoicou-se ao presidente do
mesmo cooselho.
Decretaram-sa igualmente os pagamentos se-
guimos :
A Maia Mendos 4 CDa importaocia doa
veocimenlos relativos mez de julho ultimo dos
Suardas nacionaes destacados em Correles, fl-
cando a do farda mente para para ser satisfeita,
logo que fr reclamado.
A' companhia da illumioaco a gazda quan-
tia de 135*000 importaocia de gaz consumido no
mez de agosto ultimo com a iilirminacio do hos-
pital militar.
Dito ao mesmo.rola V. S. mandar effeetuar
pela quan lia de 23|000, offerecida por Manoel
Rodrigues Franca, como consta de seu officio de
19 do correte a arrematado do caixo de medi-
camentos que existe em poder do juiz de direito
da comarca do Brejo, vi9to que os mesmos raedi-
jcamentosseacham em mo estado, e nio appa-
receu por elle maior quaotia, como declarou o
collector de rendas daquella villa.
Dito so mesmo.Certo do conte lo do seu of-
ficio de 21 do correte, sob o. 9U4, lenho a dizer
am respoata que pod V. S. mandar fazer, con-
forme indica no citado officio o supprimento de
qua precisa a eollectoria do Bonito para paga-
mento doa veocimeotos das pracas que para ali
dealecaram sob o commando do capito Antonio
Francisco do Avila.Communicou-ae ao coronel
commandante daa armas.
Dito ao commandante da Fernando.Pela lei-
tura do officio do inepector da thesouraria de fa-
zenda, constantes da copia Jante, tere \mc.
scieocia de ter-lhe sido enviada por intermedio
-4o coarntosarto do brigue barca Itamaroci a
3uanlia de 2ie00j000 para occorrer s despeza
essa prertoio at o m de dezembro pro almo
viodouro, fleando doit'artesatisfeito Oque Vac.
reduisilon em officio n. 76, do 10 de setembro
ultimo.
Dito ao meamo.Respondo ao officio que Vmc.
ata dirigi em 16 da aeiembro ultimo, sob n. 79,
remetiendo por copia a ioformacao do iospector
da thesouraria de fazeoda de 21 de correte, afim
deque na compra de farioha para forneeimento
da goacaigas e sentenciados existentes nesse pre-
sidio observe o que indiciosamente pondera o
mesmo inspector.
Dito ao director do arsenal da gnerra.Maode
Vmc. desembarcar do brigue nacional Almirante,
os barra de plvora mencionados na relacio por
copia inclasa, promovando opportuoamente a re-
mesas dalles para as provincias qne estio des-
tinados.
Dito ao meamo.Convenio em que seja posto
aob a guarda do cirurgiao encarregado da enfer-
mara dos aprendices desse arsoaal. eomo Vmc.
indioau ea sen officio de 21 do correte, o estojo
irnico graods, que veto da corte sem destino.
Dito ao cooselho sdministrativo. Autoriso o
con sel h o adminiatrativo do arsenal da guerra a
omprar para foroaeimeoto da ptrarmacia do hos-
pital militar os medicamentos e msis objectos
nanetanaOos na ralacfo inclusa.Comrounicoo-
o ao eemmandante das armas a a thesouraria
da fazenda
Dito so gerenta da companhia parnambneaaa.
Daclaro a Vmc. ett additamento ao meo officio
de 10 de julho ultimo que nasaa orden dte Vmc.
coaqsMerar comprehendidas as escoltas que fo-
rma tearando presos apreseotsdos pela repsrtl-
0o da policia para serem igualmente transpor-
tados com estes, independentemente de ordem
daato praatdeocii.
Fez-se igual additamento ao offlaio que n'aqnel-
ta dato loi ioderecado a agencia doi vaporea bra-
aueiroi tare idntico fin
DE .1 V\! IH.
SENADO.
SESSO EM 21 DE AGOSTO DE 1861.
Presidencia. do Sr. Visconde de Abaet
A's 11 horas da maobia, achaodo-se presen-
tes 30 Srs. senadores, o Sr. presidente abre a
sessao.
Lida a acta da anterior approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. 1 secretario l os seguales officios :
Primeiro, do Sr. sonador visconde de Jequiti-
ohonha, commnnicando ao aeusdo achar-se ins-
taurada a commissio mixta, nomeada pelo mes-
mo sealo e pela cmara dos Srs. deputados, en-
carregada de dar parecer sobre dnvidas relativas
letra e espirito do acto addiccional, teodo sido
nomeado elle senador presidente da mesma, e
relatores os Srs. senador Ferreira Peona e depu-
tado Luis Pedreira do Couto Ferraz. Fica o se-
nado ioteirado. .
Segundo, do 1* secretario da cmara dos depu
tados, contendo a solucio de um engauo que oc-
corrra na resolucio que pende no senado relati-
va matricula de varios estudantea. Fica aobre
a mesa para tomar-se em consideracao, quando
entrar em discussao a referida resolucio.
O Sr. 2 secretario l o seguinte parecer :
As commissoes de fazeoda e legislarlo exa-
minaran! de novo a proposicao da cmara doa
deputados de 23 de junco de 1857, dispensando
as leis de amortisacio em favor de algumaa cor-
porales religiosas, e sao de parecer se adopte o
seguinte projecto :
c A assembla geral legislativa resolve :
< Art. 1 O governo autorisado a conceder
s corporales de mo mora liceoca para ad-
quirir ou possuir, per qualquer titulo, terrenos
ou propriedades necessarias para edificacio de
igrejas, capailas, cemiterios extra-muros, hospi-
taes, casas de educacao e de ssylo, e quaesquer
outros eslabetecimentos pblicos.
Art. 2 Os bens de raiz que, em contrare-
dade da ord. liv. 2 til. 18 1 forem adquiridos
pelas corporales de mio-mcrls, serio no prazo
de seis mezs cootados de sua entrega, alheia-
dos, e o seu producto convertido em apolices da
divida poblica, sob as penas da mesma ordena-
gao, exceptuados os predios e terrenos necessa-
rios para o servico das mesmas corporales, e os
que at agora tiverem constituido seu patri-
monio.
c Art. 3 Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
Paco do senado, 17 de agosto de 1861.Silva
Ferraz. Viscoode de Itsborsby. F. Diogo Pe-
reira de Vasconcellos. M. de Abran tes Souza
Franco.Silveira da Mota.
OBDEM DO DIA.
Tem lugar a votado do art. 6 (additivo) daa
emendas da cmara dos deputados proposta do
poder executivo aobre forcas de trra, cuja dis-
cussao flear encerrada, e e approvado.
E' approvado sem debste o srt. 6 da proposts
o qual passa a ser 7*, na forma das emendas.
Julgadas sufflcientemente discutidas a proposta
e emendas, passam para a 3* discussao.
O Sr. Candido Borges requer verbalmente a
dispensa do intersticio da discussao da referida
proposta, e approvado o requerimento.
Eotra em discaisio o projecto do senado,
declarando iocompativals cortos empregos com o
lugar de senador, e posto a votos, nio passou.
Segue-se a 1* discussio da proposicao da c-
mara dos Srs. deputados, autorisaodo o governo
para mandar matricular varios estudaotes ; pas-
sa para a 2* discussao, em que entra logo, co-
mscaodo-se pelo primeiro artigo.
vem mesa o seguinte requerimento, qee,
sendo spoiado, rejeltedo :
< Requeiro que a resolucio seja remellida
commissio de justica publica, para que, pedindo
informaces ao governo, d sea parecer a este
respeito. Paco do senado, 21 de agesto de 1861.
Candido Borges.
Posto a votos o art. 1, rejeitado, ficaodo es
outros prejudicados.
Entra em 1* discussao outra proposta da dita
cmara, autorsando o governo a crear na pro-
vincia do Malto-Grosso um corpu de 200 pravas
voluntarias ou engajadas, e nio psssa.
Eotra finalmente em 1* discussio a proposito
do senado, autorsando a creacio de um bispado
nasprovincias do Paran e Santi-Calhsrins.
Tem mesa o segrfote requerimento ;
Requeiro que se pecam inforqajoes ao go-
verno sobre a materia do projecto, ouvindo os
bispot respectivos. Rio, 21 de agosto da 1861.
Jobim.
' Fiea prejudicado por nio haver casa pira se
votar.
Continuando a discussio do projecto, fica a
mesma encerrada por nio haver casa pata se
volsr. ^
O Sr. presidente d a ordem do dia para
amanhia, e levanta a sessio ao meio dia.
Tinha o orador apontado como achando-se oes- arl-15 11 da cooslituicio, fixar aooualmente,
se caso a despeza com o excessivo numero de of- 80Dro a infornjagao do governo, as forjas de
ficiaes existentes, e que nio est em relagio com m" le^^ ordioarias e extraordinarias,
o de pragas de pret, pois que a proporgo 1 pa- corpo legislativo, pois, oio pode prescindir
ra 5.88. Hj ioformagio do poder executivo; e enlende o
A isto respobdeu o Sr. ministro da agricultura railur que a constitui;io
e commercio, que os qusdros do exercito esli
montados para 25,000 nomens em circumstancias
extraordinarias, sendo que s nas circumstancias
ordinarias esse numero de pra;as reduzldo a
14,000; accrescentaodo que isto mesmo se pra-
ticou lem 1658, durante o ministerio de que o
orador fez parte.
Em primeiro lugar, cumpre nio esqaecer que
eolio a differeoca era entre 24 e 16,000 pravas,
muito meoor do que hoje, que entre 25 e 14,000
pracas. Naquella poca, pois, a differenca era
de 8,090 pracas entra aa circumstancias ordina-
rias e as extraordinarias, e hoje de 11,000.
Mas nio i esta razio principal que invalida a
comparadlo; entio baviam saldoscoosideraveis,
e podia-se ter o exercilo em um p mais aug-
mentado, sem ser demasiado pesado ao paiz.
Hoje o estado de todas as cousas muito difi-
rante ; tm-se imposto graves privaces e sacri-
ficios ao paiz, e portento pde-se eom muito boas executivo
razos exigir da offieialidade do exercito que con-
corra tambem com alguna sacrificios.
Una pequea redcelo no numero da offieia-
lidade poda alliviar alguma couaa o theaouro.
Nem se diga que de um dia para o outro nio se
formam officiaes; porque oio se trata de acabar
com a offieialidade, nem de fazer nelle um corte
o assim se exprime
para nio deixar a menor duvida de que lira ao
poder eRislativo a drecgo da torca publica.
. O 9 5" do art.102 firma e apoia esta iotelligeo-
cia, porque diz que attribuiceo do poder exe-
cutivo : nomear os commsodantes da forja de
Ierra o mar, e remov-Is quando assim o pedir
o servico da naci
Portento dar deslino aos commandantes da
torga, aos officiaes que a dirigem, assim como
tudo quanlo pertence ao aervijo militar, da
attrbuicao do poder executivo.
Isto post, v-se que o artigo additivo appro-
vado pela cmara dos deputados inconstitucio-
na^i assim como o a lei em vigor qua esse
ajWRivo pretende alterar.
Com
gar essa
de conceder passageds de urna para outra arma,
direito que em tods a plenitudo do poder
irregularidades.........como hade votar nesta
M ..... Ver ainda.
E"" j"lgada trida a discussio da proposta com
aa emendas da cmara dos Srs. deputados, e
appro'ada para subir sanecio imperial.
Entra em 3* discussio a resolucio offerecid
pela eomroisaao de fazenda. acerca do offluiaU
maior de justo do eommercio da provim-ia do
Maranho, Adriano Augusto Bruee Baadas ; e
approvada e remedida commissio de redac-
cao.
Tem lugar a 1* discossio, e psssa para 2*. en-
trando logo nesta por srtigos, a proposicao da
cmara dos Srs. deputados approvande as eoo-
dicoes com que pela presidencia da provincia de
Peraaroboco foi entregue a igreja do Collegio &
irmandade do Divino Espirito Sanio, eom os ar-
tigos additivos ofierecidoa pela commissio de fa-
zenda ; e sendo approvados sugestivamente to-
doa os artigas da proposicao e os additivos, passa
a proposicao com as emendas para 3* discussio.
Segue-se a 1* discussio da iodicacio do sena-
do autorsando a mesa para contratar a publioa-
gao dos debates da gasa.
O Sr. Visconde de Jequitinhonha lembra ao Sr.
presidente e mesa a conveniencia de eliminar
do contrato, que se houver de fazer, a clausula
que veda folha que publicar os debates do se-
nado a insercio de arligos
contendo ataquea
membros daa duas cmaras
Esta disposicio.a par de outra sem>lhsnle que
existe no contrato do jornal que publica as dis-
cusades da cmara temporaria, importa urna gra-
ve restriegao liberdade de imprensa, sobretodo
raia exacta que ex-
dos de outra nata-
reza.
Ale andarle a paUieacio
' pelos oradores.
demorada.
, Niogoem mais teodo e palavra leea .
"^"r'*4* por to,u d mi para vetar.
OSr. Presidente d a ordem do dia alee
sessio.
ou correspondencias
pessoses contra qualquer dos
para a frm
porque veio concebida esta proposta do poder quando "difcil iragar u
executivo,sem estarde accordo com os preceilos treme os ataques pessoaes
ds cooslituicio.
O Sr. Mrquez da Caxias: Copiei a do anno
paeaado.
O Sr. Viseondo de Jequitinhonha nao durido
que aeja copia fiel da do anno passido ; mas a
quetao ae est feita conforme diape a consti-
tuido.
E' dn attribuicio da assembla geral, pelo
Acha, pois, conveniente que se supprms essa
clausula. Se se abusar deste tacto, acontecer
que a folha qne dirigir os ataques pessoaes se en-
xovalhar a si mesma.
O Sr. Jobim nio poris duvida em concordar
com o nobre senador; mas para o que pedio a
palavra loi para sustentar a desneceasidade e in-
conveniencia da publiccio dos debates por ex-
tenso, custando 50:00o 60:000$ por anno, para
serem lidos por quasi oinguem.
Alm da despeza enorme que se poupsrta, dan-
do-se apenaa os debates por extracto, talvez que
fosse um meio de evitar esses enormes discursos
que duram horas, e Is vezessessoesioteiras, urna
verdadeira matraca continuada, que o primeiro
effeito que produz por em fgida os membros
da casa, que fica logo vasia.
Da publicacio por extenso o que, de ordinario,
lido com avidez, alguma sceoa de escndalo;
pegam no Jornal, percorrem as columnas, e onde
acham mullos apartes, muites inlerrupedes, ect.,
ahi que lm do resto quasi ninguem se oc-
cupa.
Nio descochece que ha oradores que merecer
ser lidos com attencio; muitos outros porm nio
conseguem fater ler os seus discursos, porque
ninguem est para perder o seu lempo.
Conclua Jo, enlende que alguma cousa se deve
publicar, mas na
effeito hoje o poder legislativo quer rovo- %"' ""' ^"P^ *onal. e em re-
ILfj "_ ?!n4,.P.oe.Mcsoee ao direito o Sr. Vaaconcelloa observa que a clausula que
o nobre seosdor pela Babia deseja ver suppri-
mida oso veda a analyae dos discursos e opioies
pioferidas nas cmaras, mss tio someofe os ata-
qaes, 4 vida privada, e por isso convm que seia
mantida.
De mais
E se hoavesse ainda alguma duvida a este
respeito, apezar do que deixa dito, bastante para
acabar com ella ler o art. 128 da constiluico.
a mais, mesmo os ataques pessoaes
porque esse artigo diz queAo poder execulivo fi ,,cll8. Pel contrario, urna vez que seja em
compete privativamente empregar a forja arma-i __ a.ro.p/_l.a_Mue. Sgredido assigoe o seu no-
da de mar e ierra, eomo bem Ihe parecer conve-
extraordinario ; apenas ae indica a conveniencia
de por em proporco mais rasoavel a relacio en-
tre o numero de officiaes o de pracas de pret.
Nao leve, pois, rato o nobre ministro da agri-
cultura para dizer que o orador infeliz em alga-
riamos ; o que parece fcil de mostrar que V.
Exc. qne nio tem grande felicidade com elles.
Para demonstrar esta proposicao entra o ora-
dor no desenvolvimento de aserges que avanza-
ra, quando tomou parte na 2" discussao desta
proposta, a respeito do estado econmico e finan-
ceiro do paiz e das inslituicoes de crdito, o que
foram contestadas pelo nobre ministro, das quaes
conclue que as leis do anno passsdo tem causa-
do a dimiauicio da importacio, embora produzi-
do um augmento de renda de mais de cinco mil
contos de res. E eslraoha que S. Exe., quereo-
do cooteatar as proposites do orador, o fiesse
sem recorrer aos fictos, mostrando assim que
nao est em dia com elles, nem preparado para a
discussio.
O Sr. miolstro da Agricultura e Commercio,
nao dispoodoseoiode alguos minutos, pois deve
dentro de meia hora achar-se na cmara dos de-
putados, -lhe impossivel dar resposis cabal a to-
dos os pontos em que o nobre senador tocou.
Limitar-se-ha portante a justificar o que disse
a respeito da infelicidude do nobre senador pelo
Para quando se oceupa de algarismos.
Antes porm observar que nio parece justifi-
cada a censura feita pelo nobre senador quando
entendeu que em um discurso de Axaco de for-
cas deviam os ministros estar preparados para
responder de prompto quaoto renderam os novos
impostos creados o anno passido, etc.
Voltaodo aos algarismos, dir que o nobre se-
nador pelo Para, quefendo dar prova dos vicios e
maleficios das medidas decretadas em setembro
de 1860, disse que o movimeolodas mercadorias
tfiosinuem, e que o axcesso da renda tem sido
devido s ao augmento de impostos, que S. Exe.
achou ter ehegado a 5,700:0004000.
Ora, como chegou o obre senador a este re-
sultado? Comparando a renda dos dous ltimos
que
mente seguranza e defeza do Imperio.A letra
deste artigo lio clara que dispensa qualquer
observadlo.
A' vists, pois, de tio terminantes e precisas
disposicoes consliiucionaes, o additivo nio pode
deixar de ser considerado urna usurpscio do po-
der executivo, a qual nio deve passar dessper-
cebida.
Acha at lio flagrante a usurpscio, que nio
concebe como o ministerio aceitou semelhante
medida cerceaodo auas sttribufces.
O Sr. Silveira da Molla : Ha 35 annos
aceita ainda maiores altribuigdes.
O Sr. Visconde de Jequiohonhs acha que
cumpre eolio deelarar que chegada a poca de
restaurar as aitribalces do poder executivo,
psra haver toda a forice neceasaria em tambem
nio consentir que elle usurpe as altricdea do
poder legislativo.
Estas observscoes justificara a proposigo que
o orador enuncion aobre a iocooslitucionalidade
de alguns srtigos da proposta.
O art. 2 da proposts olvide aa forgas flxadas
em dez mil pragas de pret, dos corpos moris, e
quatro mil dos corpos de guarnicio.
O art. 148 da contituicio diz que ao poder
executivo compete privativamente empregar a
forga armada, eomo bem Ihe parecer. '
Assim, o que tem o corpo legislativo eom a
distribuicio da forga pelos corpos movis ou
flxos?
E' por ventura da sua attrbuicao decidir ae
devem ser msis os corpos movis do que os de
guarnico, ou vice-verea ? Pela constiluico nio
. Logo, o aiL 2 da proposta nio constitu-
i cioosl.
O art. 8* est no meamo easo ; mss em sentido
inverso. Se a proposta d no art. 2o do poder
legislativo urna attrbuicao qne oio Ihe compele,
por outro lado tira-lhe, no art. 3*. o que s a
elle pertence: a ioctaliva aobre recreamanto,
que da exclusiva aliribulcio da cmara doa
deputados.
Diz o ari. 8": Aa forgas fizadas serio com-
pletadas por eogajamento voluntario e pelo re-
S!a Mfim "0B.0 S n0T0SL,mP8l8 .crutamento.noatermoa das disposicoes que exis-
meiro mez do ultimo semestre do anno floaocei- vista do art. 36 2, da constiluico?......
SESSIO El 22 DE AGOSTO DE 1861.
Frtiidsneio do Sr. Ftaeonafa d Abast.
Aa lf horas da manha, adiando-se preaenles
Uajnhores leadores, o Sr. ptesjdenie. abre a
ro que fiodou, a eonseqoencia seria que durante
todo o exercicio o augmento de renda, guardada
a proporeio, chegaria a 7 ou 8,000:0008000, islo
ao passo que o theaouro, cornos dados maia po-
sitivos que hs, calcula que o augmeulo de reoda
resultante dos noves impostos nio dar por anno
mats de 3 ou 4.000:000*000.
Foi por isto que o orador disse que o nobre se-
nador era iofeliz com algarismos. O nobre se-
nador zangou-se ; mas foi o proprio que cooflr-
mou a proposicao calculando em 50 milhares de
cootos de ris a prepriedade na Inglaterra, e em
tres milhares de contos a propriedsde no Brasil-
Ora, 50 milhares de conloa o mesmo que 50
mil contos. Avaliou portante o nobre senador a
propriedade na Inglaterra em tanto como a rende
annual do Brasil. Nao se pod dar maior ab-
surdo.
. Quaoto ao Brasil, calculou em tres milhares
de conloa ou tres mil contos a propriedade; o
que importa no mesmo que avallar a propriedade
no Brasil na decima serta parle da reoda publica
de um anno. Outro. absurdo nio menor que
aquello I
Por esta e outras qae taes qae e orador iul-
gou-ae habilitado pera fallar na iafelicidade do
nobre seoador quaodo lida com algarismos.
Pela racio que deu quaodo comecou a fallar,
nio pede proseguir, ee-limita-s ao que lea dito.
O Sr. Jbim sustenta que nio ha demasa al-
gasia no pedido de eiaeo mil pracas destacadas
da guarda nacional, e chama a attencio do go-
verno para abasos, prstesdos oo Rio-Grande do
Sul por algnos comnijQd.an.tea. da cerpoi deaae.
Mas nao para aqui a usurpscio dss altribuicdes
do poder legislativo : maia flagrante a do art.
4o V, na qual o poder executivo chamoa a ai
at a iniciativa em masera de impoaieoes I
Diz eiae paragrepho:
< Os voluntarios, alm da grstilcaelo diaria
igual ao aoldo Inleiro, ou ao meto sold de pn-
meira pratja em quaoto forem praca de pret,
conforme tiverem ou nao aervido no exercito e
lempo marcado na lei, pereeberae como premio
de eogajamento ama graticaco que nao exceda
a quatro caaloa mil reia para oa primairos, e a
trezentos mil ris para oa segundn, paga pelo
modo que fdr estabetecido nos regulamenlos do
{overno ; e quando forem escasos do servico ae
bes considerar naa colonias militares on de na-
cionaes um praso da tersas de viole duas mil e
qolnhentas bragas quadradas.
E por ventura da allribaioao do poder execa-
tivo a iniciativa da fixacio deala desposa ? Nin-
guem o dir.
Em conclusao, o qae na materia desta propos-
ts compete nicamente ao poder execulivo
informar ao legislativo o numere de pracas pre-
cisas para e aarioo peblieo.
Como se he de recrutar e pegar ease numero
me. Porlaoto nao ha essa restricglo da liberda-
de de imprensa que o nobre senador enxergou.
Quanto s ideas do nobre senador pelo Espiri-
to Santo, inteiramenle discorda dellas : se pro-
dominassem, o resultado havis de ser o monopo-
lio da publicacio dos debates das cmaras, pois
so existo urna empreza habilitada para faz-la
sem estipendio dos cofres pblicos. E o orsdor
nunca coocorrer para que aa camaraa legisla-
tivas fiquem merc de um monopolio de tal
ordem.
Contesta ojuizo que o nobre senador forma a
respeito da indkfferenca com que o paiz recebe as
diseusses das cmaras, as quaea esl convenci-
do que, pelo contrario, ao lidaa com a maior at-
teocao.
Vota que ae conserve a clausula do contrato, e
que a publicacio cootioue a aer feita com a maior
extensao possivel.
0 Sr. Visconde de Albuquerque concorda com
o nobre senador pela Baha a respeito da sup-
pressao da clausula em que fallou ; e sustenta,
como o nobre seoador que acaba de sentar-se, a
indeclioavel necessidade da publicacio por ex-
tenso.
Quanlo ae que disse o nobn aeasdor pelo Es-
pirito Santo, s combina com elle no que diz res-
peito a ser a publicacio doa debatea feita pela ty-
pographia nacional, em urna folha oficial, oque
oio importara maior deapeza do que a que ac-
tualmente se faz
O Sr. Ferreira Peona explicando como o nobre
senador por Minas-Garses, a clausula que excitou
reparos, mostra que ella s se refere a ataques
vida privada.
Contestando as opioies do nobre 2o secretario,
observa que sobre a naceasidade da publicacio
dos debates j o senado ae lem pronunciado lio
claramente, que nada mais prenso accres-
centar.
Quanto a nao ser a publicacio lida por nin-
guem, o orador lem convieco do contrario ; e
sabe que pelo menoa do interior do pas, aa dis-
eusses das cmaras sio lidas e com avidez.
Concordarla com a idea de crear-ae urna gaze-
ta oficial para publicar oa debatea das cmaras,
as leis, actos do governo, ele., maa entra ea
duvida ae a admioistracao dispe dos meios para.
isso precisos sem augmentar muito aa desposas.
No que acha alguma rateo no nebre 2* secre-
tario quanlo idea de resumir os discursos,
oio os dar em teda a sna integra, ao meaos sobre
aquellos objectos que nao fosaem de maior im-
portancia.
O Sr. Carneiro de Campos enlende qae a clau-
sula indicada pelo nobre aenador pela Babia deve
com tfleito aer suppriuida por pouco digaa do
senado.
E tanto mais aaaim pensa quaodo v qua essa
clausula permita oa ataquea pessoaes, tato > aa
diseusses da vida privada, aa injurias, es doet-
tos ("segundo se tem querido explicar o asa sen-
tido), urna vez que seja em defesa prepria, eqee
o aggredido assigne o artigo (Dep*poo. L):
c Nao poder publicar artigo ou correspondencia
quecootenhaalaqae pesseal contra qualquer doa
membroa daa duaa camaraa salvo o caso da des-
ta propria, tsmdo at4nadf>,pelo offendut.
Logo, diz a lgica que em caso de deleaa pro-
pria, e sendo o artigo oa correspondencia aaatg-
osdo pelo offendidOi P0u publicar atique pea-
soal contra quslqaer daj membros daa duas c-
maras.
Ora, oa aob rea senadores explicara que aiaqoe
peaaoeieaer dizer iajuriatcentra a vida privada;
^JTO*' *** tsetaatTi Iniciativa do peder lorie a clausula permiti ae se ataqoe a vida
l8Ur.'ll.,0\ Saasasasasasssaaaa privada de qualquer memore do corpe legisla
Eotreunlo o goa se v? que a propona fit
palo guvemo que toasen por pregramma a Bel
exeeuear.. das tota, i a propria goa Inflinge dis-
posisQ'.s coaslltuciOQsee I
Ni, eatreitoaa de lempo qae reala nesla aeaslo,
qae ha de o orador lazar i vista da taes
privada de qualquer memore do corpo
tiro ama vez que aeja ea defesa de q eem a laca,
e aaaignaado o nomo I
Uaa coadieo deetaa alo dore continuar a fi-
gurar no contrato do senado.
A chave tambem preferiris os extractos i pa-
boeoe por alterna, sendo bem faitea, a r?igtg
SBfBAO EM 29 DE AGOSTO DE 18S3I.
Presidencia do Sr. Yisconsh sh hmtt.
A s 11 horas da maobia, aebaado-ae a rasan
tes trila Srs. senadores, o Sr. preeideeta abra
eswo. elida, as ac.a tto s^eatTSt
"o approvadss. cwraawe.
EXPEDIENTE,
Sr. 1 secretario declara que o Sr. senador
Zlr A"'on". P">^P Poder cas.-'
recer sessao por achar-se eafcrme!-FieTaai-
nado ioteirado.
ntar,,,, Sr *'rio II > Officio do SB1-
o dem d "oe,0f d0 ia^fio- *~lraada. da
ordem de S. M. o Imperador, que o mesmo ao-
gusto seahor receber oo dia' 31 domeoTt5-
tacao do seoado que dse apreaeoUr i saaSSo
ss leis que fixam aa fe reas da mar o torra aarao
aooo financeiro de 18W 1883, e aatM a/asma!
melos mixtos.Inleirsdo.
D conts tambem de urna represeolscie da
directora do banco do Brasil, expoodo a aetodo
desse eaiabelecimeolo, e pediodo certas previ-
dencias.-Remetlido commissio de fazenda
O Sr. presdeme diz que vst se sortear a deaa-
tagao que da parte do senado lea de ir pedir raa-
pe.toaamenle S. M. o Imperador. diiThora a
lugar do en corra menta da asaeablea geral, n
Pimenia Bueno. Diaa Vieira. Carneiro de Cam-
pos, Silveira da Motta, a fiaeonde da Uruguay.
O Sr. 2o secretario l os seguales parecer*
dos quaes o primeiro approvado o o segando
vai s imprimir: e
1* A commissio de commercio, indestra a
artes, exammou a represeoiaeo qe. em lt da
jnoho do anno passado. dirigir ao senado ama
commtssao da praca do coaaorcto desta corto
representante de diversas associages coaaer-
ciaea e odualriaea, negociantaa e pnaaaaa ato aaa
tras clssses esUbeleeidas nesta corle. Masada a
nterengao desta cmara para o astoaeleesa
de uma linha lelegraphica elctrica que ligo* i
si os grandes mercados do imperio a same priad-
paes povoages do littoral : a coaaissae ptoaa-
mente convencida da til idade de obra qa sana
de objecto a esta represeoiaeo, e carta ato aaa
as despezas que com ella ae tari serio ampla-
meote compensadas pelas vanUgenaqaa
rao a o commercio e adaioistracio, a!
cer que a represeoiaeo sejs remellida aa l
no para tomar eate objecto na consideracie da
que merecedor, exigiodo-se dalle qa aa sea-
sao viodoura forneca aa inforaacoea que arfar
colhido aobre a parcialidada e cusi da um ae-
Ihorameoto tio importante. Sala das aesaaaada
seoado, em 24 de agoato de 1861 J. L. V. Can-
sancao de Sinimb.Angelo Carlos Mooiz.
2 c A commissio de commercio, toaos tris a
artes, vem expor ao seoado o resallado ato iavaa-
tigagao que proceden aobre oa documento* ama
acompanham a proposigio da cmara dos i
dos de 21 de julho do aooo paisa Jo,
o privilegio concedido pelo decreto de
cutivo o. 2,136 do 1* de mareo da 1848. a Gui-
lnerme Bouliecb, para fabricar poraaUaoa ato ara-
da cermica e louga fio a oa provincia do Rio do
Janeiro por espaco de quinze annoa. prspaai:aa
que j foi nesla casa approvada ea 1* e 2* dis-
cussao.
Guilherme Bouliech. cidadao brssileire di-
ngio-se no anoo de 1837 ao governo iaperial.
que Ihe osse concedido pelo tersa* da
cincoenta annos privilegio exclusivo para fabricar
porcelana de greda cermica a looca loa, aUa-
gando ter descoberto aa provincia da Bi* da Ja-
neiro, em grande quantidade. a Ierra propria pa-
ra essa fabncecao, o kaolio.
t Em prova dessa ssaareio, a aaa petici*, a
carta que em 29 de setembro de I8M lea sariga*
Mr. Salvesat, empregado na manufeclora impe
ral de Svre e professor de cermica, aa aaa!
expondo o resultado do exaae a qua procede* a*
kaolio do Brasil, e indicando sua proriadad* ptoa-
tica, affiraa o chimico fraaeez, q*. 4 viese atoa
experiencias a qae o subraeltoa, era da aasasar
que d ora em diaote a fabrieae* de poioellaaa a
Brasil podesae aer feita coa eleaaeatoa axtra-
dos do seu proprio solo.
c Sendo esas petigio reaelUda soctodade Aa-
xiliadora da Industria Nacional, lei esta da eat-
niao, exarado em sen parecer datada de 20 da
setembro daquelle meamo asno, qua privilegia
pedido detra ser concedido, maa com rtatricca*
do termo de aua duraco.
Ouvido o cooselheiro procuradar da sarda a
soberana nacional, foi esse da setaiia. aja*. A
vista da lei, nao sendo o peticionaria aasa a eee-
cobridor do kaoln no Brasil, a nem tova
industria nova, nio eatava no caso
privilegio ; maa que, propoado-se a <
essa fabrica de louca e porcellana, Inliedaitode
assim um ramo da iodaatria d'aaatos aba
tada, podia pretender *a preato
ulilidade della e diffleuldade'
alm dos fsvorea qae os regelameatos
lorgam sobre importacio de machiaa
Ih08, etc.
c Submettida a materia aa exame
tente aeceo do eonaelho do eatoda, asi
parecer que o peticionario eet*>a aa caca ato sor
favoravelmente altendido. e que, aaada toavaeai
e econmica a pralica seguida o
poder legislativo da conceder-a*
de uma industria nova e do
ment no paiz aa privilegio moderad*, asa
de um premio em diaheiro, taita lia a
que oeste sentido podis ser deferida a
do peticionario.
-Pol sem duvida baseado saeta a
de consulla qae datada de 14 da abril da
que o poder executivo, por maia da i
prscltado, conceden a Geilherae !
privilegio de que ae trata, aaada ge*
decreto estabeleceu ca selas aaa di ~
rea, ss quaes seria para daeejar aaa |
sem olvidadas em canea* i,d* saaa
dem : taes io a condicio de na* a* .
o privilegio seoo companhia qae se i
para realisar o fim da empresa, a iMcasa
prazo de dona aoaos para a orgaaisae** da casa-
panbia o cemaejo aa respecti aa, *-
sulss sem cujo preenehimenio Rcoa ajalla s i
"? Presente cmara dos depetoatoa..
de 7 de malo daquelle meamo anoo. a > _
dease privilegio, exigi ella do gav*r*o qae Daa
fossam repetidos os documentos ajan sari
fundamento a esse coerjale; e qaa fea i
com aviso de 12 de julho.
V-se, portaalp, que, toado osea
passado pol todos o* eadiahee de aeaea t
Qatto e Julia Beroardot, filase de
ptmllro, e Guilberme f
pendencia de rasoluca.
c Comquaolo enteada a
Uria de iadeatrla o graade friai|
Mi i ti i AnnL



^u m *
litre conscieats, ella entende
Mi m que convero
privilegio de que trata
auna oio ommu
aicte do contara
apreheede ; e ero, .
cota que fot concedido, ernbaracou

" jOOSM-I
,^w pa^t"*^W*Pnn% ai

doHneotar-se
t^H^Berrer
^roor sea desaprove
dnenvol-
r s faena-
.^*or 9*
o ne tinto.
que lio escapea &
t eamaHeeie de
ate a propo*ic,io a ca-
i por
#*or aW"YaajM
tque sei i aforora
nafa ton pora ri a.
* ratfo' do ieniioY,83 de agoato de 1891.Jlo
Lina. Vtoira. Caanaslo da Stwartw-Angelo Car-
los Monlz.
,-ai ORDEM QO DIA.
V posto a roto* o projecto coocedendo ao ea-
?^P1 |loe4 Pedro Cardaso Vieira diapensa
~lA\4%"\>*'*'fr}?t-,% M Uo"'d di-
refto do Recie, cuja 1* diasen flclra encerra-
da, e passa para 2* disctalo.
O Sr. Almeida e Albuquerque requer verbal-
xnente dispeiws do intersfieio para a diacuaaio
do projecto, e nao 4 approrada.
Segue-se a 3* discussao do projacio aulorisan-
d o governo a dar lieenca ia corporaces de
nole-roorla para adquirirem ou poasuirem bens
rata.
Foda a disctalo, approvado o projecto, a
remettid commiseae de rdacco.
Entra em 3* diacuaaio a proposico da cmara
deaOte. dsputados con as emendas da coromis-
*Jj* ******* aeeice da igrej* o collegio do
Vem i mesa a seguale emenda :
Supprima-se no art. 2o a pala*rapoaae.
29 de agurlo de 1861.V. de Itaborehy.
Seade apiads, entra tambem em discussao, e,
linda eala, approvada a emenda, QoaoJo adia-
do o projecto para ultima diacuaaio da emen-
da na aeguinte aeseie.
Entra em 2* diacuaaio a indicacao cere da
publicarlo dos debates do senado, e, inda a saet-
n, approvade a ioicacie.
Entra finalmente em 2* discussao a indicarlo
ice rea da reforma da secretaria de senado. |
Vem mesa a aeguinte emenda, que a-
poiada:
Emenda additiva. 9 4. Para prover a biblio-
thec* do senado das osras que julgar mais ne-
cesarias ou interesaantea, apelinndo i compra
deltas as quaotias que aobre ana infornecio' fo-
rem consiguadas as leis do orcameulo.
Pac/> do aeuado, 29 de agosto de 1861.Fer-
rara Penna.a
Entra tambem em discaasio.
Ueste momento o Sr. 1 secretario di coota de
um offlcio da cmara dos Srs. deputedos, acoro -
panhaodo a propositas da asesma cmara que
manda cenliauar em vigor ao anuo Uoanceiro
J* **2 a 1863 a lei decretada para o exercio de
1861 a 1862.
E' Bandida imprimir, nao o estando ja.
Prosegut) a discussao sobre a indicado cerea
da reforma da secretaria, e nao havendo mais
se. Sea encerrada a discussao.
O Sr. Presidente di a ardem do dia.
Laania-se a sesso i urna hora e vtnte cinco
da tarde.
~ Jto&rta-noa que a convocarlo feita pola di-
Gabinete Portuguei da Leitura, para
iraordioaria da aaaembla gara) dea
amanhia 27 do crranla, 4 para o a
ie decidir se dar ou nao continuar aquella
aciment coro a tituloaBaue presentemente
tero, ou de ser reformado para a denominadlo do
I separara, i me stores da tal carpo ra-
teo a caneen airen do ioiereoeee dells
URIO M riBUMOCQ. a- SAMADO if K OCTlfcO DI 1861;
_
ustftey ajue- razoaveto eeosetveaee a ittale ama lhea Ven
rldo da acide aa Ttoa da tmMaa annoa, a aaa
erentoeadedes ama fea paeeeea. FdT
I*"'.*"' rastJBtada es eossot lettoree
A aociedida Bolla Bar moni, qur*Ja> bri-
Hae a pompeen reoetOos deetanta tan ent-
reodo Ifoalles qoe freqneutan seus
tanda dar ama partida do melada do mas prxi-
mo, em a ora sede de seus trabaIhos. Os es-
PEMUMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Palo
da Tilia do Pilar em data
?apar Persinunga, rindo da Alig,
recebemos jornaes at 12 do correte, nos quaes
penis encontramos o aeguinte no Diario do
Lommercio :
a Comnanieam-nos
-da 1* do carrate :
O i igodae esta outra vez a PlJOOO; desta sor-
da oa agricultores regalam-se. O peior, porco,
que entram poucas saccae, e par este motivo
ati postados eaixeiros e correctores na deteida
daladaira, que slormentam ao pobre matuto.
Tem entrado bastante assuear, cujo preeo.
luye 4 de i500; 1#>00; maa algm em esta-
do tai que os saceos psrecem borrachas a rerter
c Se en foase negociante oio comprara deste
enero afina de abrigar a estea senhores de en-
gemao a lazer bom issucar.
Ha aqui um engaito em qoe se fjbrica mui-
a bom assuear e com toda a limpeza o do Sr.
Jos Antonio de Meadooca.
m Aute-hontem (20) pelas 10 horas da manhaa
ra do Raguioho desta cidade, o guarda na-
cional destacado Prancisco Flrmino Nogueira
leo algumas eicetadas em Flix Ramos de Faria'
das quaes resultou um grave ferinreoto na cabec
e ubi aolucao de continutdade no bra^o.
-a-Tu***^8 wrp6 de dettc,. e. ao obstante as
celligeociaa empregadaa pela poiieia at is 3
tonada tarda, nio pode ella ser capturado.
o No mesmo dia 20 1 hora da tarde, Americo
raincio Brasileiro, no caminho do matadouro
arrau cem uroa chiban ao menor Joao dos Sao-
tea Evangelista, que Ocou bastante maltratado e
ajo diversos talbos aas costas.
Proceden-so a eorpo de delicto e foi o
cireosor preso pelo inspector de quarteirlo.
O ofFendido nao era prente do ofensor e
oem ao menos eattva aob sua guarda.
Constarnos, porm, que este bomem j tem
sido preso algomas vezes, e passa por doodo.
era bom que se averige bem este tacto, e,
que so 4 elle realmente doodo, seja tido em boa
guardi, aflm de nao praticar fados desta
ordera.
Par causa do grande temporal que bonta na
quartae quinta-feire, slguns desastres se deram
de qoe nos vo chegando a noticia.
Na nossa iaga viraram-se algumas canflas.
e o biale Jaguartbe de propnedade de Jos Gon-
caiaea Maiveira, veio costa na qoarta-feira no
lagar 5tr*o entre a barra Plova e o Francez. A
capitana do porto logo que teve noticia do de-
aaatre, dau mmediatameete todas as providencias
qe case peds, mandando toda a gente ne-
cessana e o meatre consiruclor.
felizmente depois de grande trabalho con-
eguiram por a salvo o hiate, sem comtudo deixar
de soffrer grande araria. *
*Z2Lt0mw:* a re'P?So *o objectos, que
a^KE-ET" rpo8,5io-cuj0 ?"''
ata ra panucado emootra parte deste Diario.
f^-?/D^aa^*Jgrej.s doTer celebra-sea
reattvidae da Senhora da mesma iovocacio. tea-
do boje pela manha sido levantada
bandeire, som da msica
da gaerd* nacienai,
de fogoete*.
Ora na festa o Rvm. Sr. Fr. Joaquim do Espi-
rito Sanio e aoTe.Deum o Rrm. ir. padre Lioo
do Monte Carme*) Luna.
J~ For to adlnioiatrativo de 24 do correte
foi concedida a dwalato pedida pelo professor
it"0e?'0 IW*** Paella Maxi-
miae Narwao Sonreir de MeHo.
^ T Fo'''do por eonvir ao servido publico
Sr. subdelegado do diatricto de Larangeiras oa
Irwaez a de rlaisratB o Sr. M.boel Caraeiro Ca-
rarcanti de Alboqoerque Lacera.
Acha-sa oomaado subdelegado da freguazia
de Agoas-BeHas o r. alferes de linha Joaauim
Pedro do Reg Blrrros. ^
. o St. Joa* Baria de Plgnerretfo fdi proriiO'
"envare Borneado para etercer os oficios de
distribuidor* partidor do termo do Rio Formoao.
rir-^!S*J'ropo,i ?r Dr- chefe de Porcia,
JSSff.V 6 "5* ** Iwceiro upplente
Lofz Panlino de Hoanda Valenca. V
-"*. *. Joaqoim Mauricio Wanderlev
SWiS?"* CM,,'0 do e'ilo publico
essa Testa seja, senao
doa aorios anteriores, sao dignos de ancamios,
que de nossa parte lhe rendemos. E' de crer que
s directora ver coroadoa saus eaforcaa, reuaioda
urna luzda grioalda das eoseas formosaa jovans.
- Hontem follecea e Sr. desembaraader Mar.
tiniano da Rocha Bastos, vichaaa da urna affec-
(ao no eoracSo.
r- No dt 19 de corrate, oeatitraou o Sr* Dri
delegado Fooseca de Aibuquerque, a visita aani
taris naa ganares altasen Actas desta fregosla de
Sanio Antonio ; a passaodo depeaa aquella de S.
Jos, percorreu quait todos os estabelecimeutos
* "I*jIBm#JO# 09 CBCOBlfOtt B BB <8fM|l0' Qr*plo
ravel, com peao* filaiflcadoa e geoaroc am com-
pleta corrupgio. Disto lavreu o eacrivae os com-
petentes termos de achada, assigoadea pero Sr
Lr. Jos Soriano de Soma, como medeo exami-
nador.
No dia 23 oceupou-se dos estaaelecimento* da
treguezia da Boa- Vista e-da Capuoga. sendo aa-
lao acompaohado dos Srs. Drs. Aggtipioo a Gus-
roao ; a nellea encentrla os meamos effeitoe,
com addicio de saogua de boi no ultimo cria de
putrefaccao empregado na rennago do assuear.
Dealas achadaalavraram-se iguaimeote oscom
peteatoa termos, para iostauracao dos proceasos;
que Tirao ampliar o numero de una 60 que j
correm pela subdelegacia por contraveneno dos
art.gos 22 do titulo 4, a 2 do ttulo 11 das pos-
turas municipaes de 30 da jooho de 1840.
-* De Garanhuos recebemos aa seguales no-
ticias com data de 15 do correte :
O temivel c.boclo Canda do Namb*, o de-
monio exlerminador da coroiGcina de Agnis-
Bella, chegara naquelia data referida villa e
acba-se a bom recato, recolbido i respectiva ce-
dis.
Foi preso por diligencias da polica daquella
treguezia, e effecluada a priso pelo inspector de
quarteira Jos Bezerra Cavalcanti, coadjuvado
pelos prenles de urna pobre meca raptada pelo
selvagem r
qual requeren liceoca paral
quatro palmos da terreno, tal
ta de seis palmea no maro,
e poeote da fuadicio, fas a
Cea, pelss quaes entende nio
cedida a liceoca pedida pelo dito
ta.Posto em diacussio. -resolveu-s qoe "nio
*JT--------
xr
P
1~*

II '.T1r T
_. Mbfte*,
-lhe*d lado seapellio dav m
tona- a,, par doeoae, ato
discaasto. a emmm remsirau qs se
Exm. prstder>tdaprV*1Kia.
Osdr da liat.l da Baa-vists, i
offlcias
, iofonaando
policio de Jlo (forner da Costa, na oraal pode
providencias que zessem desappareeer urna
arjsela aetnal directoria pan aaa biea aataieala aa eaaa -sh- 17 da tai 4a Mondo
^nao^roehor^ ao menosJguafia go, pertencente a Tnomaz d" Ai'nfno Fbnseca,
cuja bica tem-sa tornado preiudicial
darft
a respectiva
do legando batalhlo
o viclorlada por gyrandolas
Em cont
MttaaeMeltr,
rente para prior d
Cara, feram el
Ptealncia! d<
* crtTaMn hoco
d*~
c-dMf
no dia 16 do cor-
iam, tercaira do
a PuUbi pala Prior
aa reforma calcada de
rr-Oli
--------do Rora
ISajl gjfer< V faotiraram a
aorntrede da fafJjJJJJJJJJM^ 0 :.
saBwB^^aftSs
mi relectide mto se KXWmE*"*** *
_ Tambem foi nossa occetiio recolhide a pri-
so Antonio Henriqu de Minada, sobrinho de
francisco Alves Machado. Este meco nao Bgu-
rou nos crimes de Aguas Bellaa. mas esti sendo
procassado pela implselo de estellionato.
Jos Damajo, reo sentenciado e evadido da
pnsao, foi gualmertto preso i eaforcos da aulori-
dade policial militar do Boique, sendo effecteada
a pnsao por outro inspector, e j partir dalli (ta-
ra esta capital.
Em addicao 4 estas noticias. Untos carias que
assim se expresnm sobre urna occwrencia anas
amenlavel:
Agora a noite chega esti villa a desierada-
11 t?Atcl* 4e *'" *** hwn da noite
de 13 do correte am serio conflicto em Aguas-
alias, entre os criminosos e a torca publica, es-
tando presente o respectivo subdelegado, o alfa-
res Joquim Pedro do Reg Barros, daodo em
resultado sahirem gravemente feriJas tres pracas
aa Torca, aob o com ando do referido alteros.
At aqu consta de urna parle oficial. Sabe-
e, porm, por noticia verbal, que aa aeguirem
para esta villa os presos de que tico meocao ci-
ma, o subdelegado, acompaohado de alguns sol-
dado, veio at certa distaucia da povoacio de
Aguas-Bellas em reorco da escolta queconduzia
os referidos presos; mas so regressar para a po-
voacio; descobrio em certo lugar nn grupo de
cerca de viole pessoss em urna casa, suspeitaodo
ou reconhecendo nesse grupo alguns criminosos,
veio a povoacio munir-se de rois gente, e ao
marchar para o ponto da reuoiao que observou,
niwf*?1 80rP;end'd<>. o passar um riacho
soCTrendo logo fogo de emboscada. Tornou-ee no-
lavet entre os da guerriiha um velho de nome
toma*, autor de- lol6 o conOicto ; e que foi
nelle morlo, haveado mais um ferido da parle
dos enmioosos, e sendo preso um genro dtate
nao valu, que faria parte da guerriiha.
Pede-se de Aguas-Bellas ambulancie e cu-
randeiro, pedido que nao pode
mu iacompleUmente satisfeilo.
Consta que amanba segu para all
juiz de direito interino da comarca.
..7 !?0 *!.'. **- ao. .c"nl fTM recolhidos
casa de detencao 1 bomem e 1 malher, ambos
escr.Tos.sendol a parda Benedicta, pertencen-
;,J!M' de Vaeconcellos. ordem do subde-
legado de Santo Antonio, e outro o Africano Be-
S!mCH' BSfS ,0"> CaralcanU, or-
dem do subdelegado de S. Jos.
Matadouro publico.
Mataram-se no dia 25 do correte para o con-
sumo desta eidade 76 rezas.
MOHTALIDADE 00 DIA .
Diogo Jacques da Silva, Pernambuco, 26 anaos
solteiro, Boa-Vista, ssflxitdo.
Marcolina, Pernambuco, 7
perniciosa.
Candido Ferreira Gomes, Pernambuco, 12 annos
solteiro. S. Jos, febre lypboide. '
Jos Msriins Ferraira Goutinho, Portoo-al 50 ao-
nos, tiuvo Boa-Vista, phtysica tuberculosa.
Benjamn. frica, 50 aanas, solteiro. escravo
peoeumooia. ""'
Sw"n!rU ?,,,CosliUoDli. Pernambuco.
pumooar?' U*' ^^ Antani>'"..culo
a proprie-
dade do peticionario, que flea junta ; declara e
fiscal ser exacto ludo quanto- allega, o dito Cos-
ta na mesma petlcio. Qua 0 fiscal lomaise as
providencia para avilar qu continuo a bic no
lugar ende se acha, e oeste natto esoachou-
se s peticia.
Ouiro do scal de S, Jos, commuoicando ha-
ver feto lavrar termo de tnfracco as posturas
onlra Maaoel- AIMoa Bezerra, que, sem ticen-
9 a, ha va levantada par eatra de usa Upa man-
to de palhaum oilo de lilolo em sus casa de
tai** a. 188 da w fmperiaf. lultinj.,
O Sr. vareador Mella, eaeairaged doa nego-
cios do matadouro, declaro* qua as duas pracas
do corpo da polkia, qua se acharan nacuello
estabelecirneiilo, turan .retiradas ; a senda lias
precisas ao mesmo eetabelecimeato para obsta-
rom que aa praiiquem abusos, requera hue-
vease a cmara de representar ao. Eiaa. presi-
denta da provincia, a lim de que Bac. pro-
videnciasae para aerem restituidas as dita* pra -
gas.Assim ae retolveu.
Despacharam-ae as petic/>ea de Antonio Casa-
no Moreira Dias. Antonio Leite da Silva, Glau-
dina Csndida de Rezende, Diooizio Ferreira Ca-
valcanle, Dr. Fraacisco Leapoldino de Guarni
Lobo, Francucc de Barros Correa, (2L Francis-
co Antonio Pe-reira de Brilo, arraociaco de Bol-
tanda Chacn, Francisca Botelho de Aodrade,
Firmao Barculaoo da Silva, Jalo Gomes da
Cosa, Joaquim Jorge de Souza, Jos de Ane-
rim Lima e outro, Jos Pedro Ribeiro, Ramio
do Reg Barros, e levantou-se a sessio:
Eu, Francisco Canuto da Boa-viagem, offlcial
naior a escrevi no impedimento do secreta-
rio.
Barros Reg, presidente.Gezario do Melle.
Bennques da Slrs.-Barata de Almeida.Rege.
Leal Ser.Melle.
wdefercoe an
*
eds*M>i pasa
com un dcismaujl
'?52*rtoligir o r slhnnii, q,,
sr uissjltai dorante a expMrtaJhs, aprest
i en-
dare
lo
[, que aio permittiria apresen-
de prodoetoa ; e am do Sr.
Cataoho, juiz municipal aup-
. datado, da 4 deste mas, em
rsjoepcio)do oficial que esta com-
Igtra pediodo-lbe sen auxilio, e
ue empregaria aeus eefcrcqsi animando
fices destvj pjnM fia
seus pr
_ais expedNatok p
8 seo* toba Ihos.
l>r. tornelo, com
atr*-
ser
o projecto da programma, e dista
sente o Sr, Dr. Gerrasio Cenpttls e p
do-lhe urgente s publicagaav deese prog.
entender nio dever demorar ana apretentaet i
i f.:.?E-0!.de Igomy reflexea feilaa depoia da
leiinra desee projecto, foi tesulvldo crac mesa
Ilf,rC"reg""ae lobre elIe "ttectir. a Om de
emitlrr sos opiniio na prxima sessio, deTendo
Su*!6-" ,en,M ios nenbros da
en?. ifl?-P*r*-que to*0* 9^euom apresentar
uss coottderacoes a respeilo.
a c.^r* % p.otlel1* commoaicoo qua a Sr. Jos
nnSPlP!?1*0 f uinMrie8.rendeirVdo engento
Otfngl de Cima da freguezia do Cabo, tea de
apresentar 4 exposiclo urna tabea de oite pal-
mos le largan, nio s.beodd o nome da madei-
ra, por aia Iba harer sido dito.
-**?* "ir T"d> ewpaaaa a
com musi, o Sr. presidenta eocerrou a sae-
teo- pefwitrta rrora erar nottr da qnst en. como
um doa secretarios, escreri ate acta.
Sala daa sessOes da cemmisslo, no palacio
to^goaern de Pernambuco, 21 de oulubro da
Vitodo do Suattunm.
Dr, Jomouin 'Aqmino Fomota,
SeoreUrio.
Joaquim Piro* Uaohado Por te lia.
Secretario.
ISSV !.Elm' Sr.-Tiremos a honra da recabar
o oficio de Vv. Exea de 19'da cmate, conidan-
do-nos a que empenhemos todos os nonos ex-
forcot, ptfa que esta proviocia coacorra com os
productos de sua induatria, ou da natureza, i ex-
poaicao publica, que de ordem dogoverno impe-
2ier- Ur.luar l>l o da 7 de no-
?il? prox!moe eoviaado-nos igualmaote cem
exemplares das instrucces expedidas sobre este
grculSg ,ecreUrU de ttwto d0 MaVXio de
r m8P,8 de ;?raa"">o aUoncie de Vv. Exea,
cumpre-nosdizer.que. inda que tarda, empe-
garemos todos os maios ao nono alcance para
u Ta%0adnmo' C0DnnS do governo, ao anhe-
lo ae v v. Exea, e sos oossoa nroorin* dauin. ao
torat emqusnto as nlss estiverem abenas, terio
o maior cuidado em resguardar od objeclos a-
poaios da poeira, do togo, ronao, oa outros
nscot.
ser
ue ettt
oca.
1*. Os Exraa. prattdentet da provincia e
as commiano ordenarlo o que mais adecuado
Ihse parseer pata aaea abeiluia da exposivlo se
Taca coa a eootanfente tolemaidade.
Art. 13. At dez horas da maohia do dia 7 de
aotembro reuolr-se-ha a coramissao na sala daa
"!t'?,^ILno ^'^ d# '0,"no, hi. perno -
to lis, os ronccloosrios pblicos, e maiscida-
dloaque tserem conrite para ene acto, pronun-
ciar! o Bxn. pratldeote da commissao o diar.
N de mangonean da exposiclo.
Art. 1. pimo e discurso io iniuguraco se-
ra* fraoq.jeadaa ao publico ts tilas da exposiclo.
Art. 15. At taita estarlo abertas
publico
aqu ser senio
Dr.
BalaRcete da receita c desriza da c-
mara raanierpa! do Recife, no mez
dejunko de 1861.
RBCBITA.
Exereicio de 1860 1861.
Inposto de cordiaco" e lugares pr
edificar, n. 175 a 187............\...
dem de fogo artificial, n. 65 74......
dem de estabeiecimentos da freguezia
do Recife, n. 280 a286..............
ld? dam dem de Santo Antonio, a.
3ow a 383............................
dem idem idea de S.Jos, o. 94
a 105................................
Idem ideai iem da Boa-Yiata, o. 196
a 198...............................
dem de curraes de pefxe, n. t a 3.'.'.'.
Multas impostas pelo fiscal do Recife.
o.93al03..........................'
dem idem idea de Santo Antonio,
dem idem idem de' s'.' Jos, nV 31
Ide jdom idem' da Bo'a-Visa, o.
78 a 86......................
Ido? 'oV1 pel cne,e oe polia,"n".
a a 33.................. .......'
dem idem pela subdelegacia de sVnt
Antonio. o.36 e 39..................
Iden. dem dem de S. Jos, n. 14..."
dem dem idem da Boa-Vista, n. 1..
dem idem idem dos Afogados, n. 5..
dem pelo regulameoto n. ISO de 31
de Janeiro de 182To. 2..............
dem pelo regulameoto da iaapeceio
da sade; a. 1 a 5.............!7..f..
dem pelo regulamento de -26 de aaos-
to de 1851. n. 57 95..........*....
Ribeira da S. Jos. 36 a 40............
Extraordinaria, o. 4...................
Cemiteno publico n. 9................
Exereicio de 1859 a 1860.
laposto de etlsbelecimeolos da re-
f 597a de Sanl Anlonio- n- s96
Multa pelo regulameoto de & de agos-
ta de .851. n. 6ffl a 31............
rraQa da Independencia, n. 58........
43(900
4O|000
149000
78JOO0
309600
109000
209000
llifOOO
129000
389000
70SO00
669000
699000
49000
109000
10#000
309000
a
35480
689I18
1:7509000
1-.169S700
nossos proprios desejos de
nnrunLT" DT?,Bd "presentada nasta im-
mnla, dM," l0C',,d*dM- 8 P*dem PVo-
morer. e aunliar-noaneneempeono ; mn sen-
timos que o dlmiouto lempo, que resta para o
da da exposicao. oio di lugar i aoquiiicao e
proaplificaca de objectoa, qoe coa rosieWa!
Co cerlamente podara esta proviocia foraecer.
. ri!m a respeilo de V. Exea. Illms. Exms. Srs. Viscon"
ae de Suaasuoa, e mais membroa da commissao
de exposicao da industria em Pernambuco. Alte-
los respeiladores, veneradores criados, Tnomaz
Pompeo de Souj. Bra.il, Dr. Jos Libralo Bat-
nnli'c Joao L.oreoSo de Castro e Silva, Ma-
Borges! "' Aa-toto da "^M
vuri!?'mS-8'~"A(^u"Ddo "PSSo-a* nganda
Im ftj1? VT- Si- M di"a dirigir-nos.
^h delV0D1M prximo pascado, tolici-
m.,.,.rit?c,CMpriio cquiacao e
remena de productos desta proviocia Unt na-
turaas, como industriaos e que por sua natureu
e importancia se toroem dignos de figurar aa ex-
poiicao que se tem de abrir nasas provincia no
.!.! 0?01010 prximo vindouro, cabe-nus
a satisracio de poder anegunr a Vt. Ss. qua.
*.?*ir aa.es,reile"do lempo e de outraa cir-
cumatancias que difflcultam a prorapta obtencao
da maior quaotidade de laes objeclos, s comtms-
!rHflP,"a/8a fim "eada pelo Exra. Sr. pre-
f^o eSla' nr0TIncia aipregari lodosos seos
"-T! ein,torm da podet "nibem cooUibuir
icio! P el para a "k^* exP-
?,l.a.."en,Wo nao Perderi ella de vista o cum-
Arl. 8.* Nenhum objecto podar
oa tirado do local da exposiclo en
acloids, j
os da com
tot. 10. Os el
de us
tes as ex.
iss.
i sari aberte 10 dlt
da da.
TtadH. I a640 c"dM- IaorUaw5ta..
uta*!? Wlaaadara F,
Almeida Pocas, 1,300
ip4r4aai#...
aV
Rrt. 11. A exttsetei
aarambro is 11 basas
Art
7 de
Art. t6. Osa qstro horas di tarde at as seis
t poderto ter ogresso ss pessoas munidas de
bilnate especial da commisslo directora.
Aft ,L*.tNl.D',a" Pwrtr"' asa sais tem le-
sr an bilhet*. que I na tara dado gratuitamente
m porta de entrada, e qae deveri entregar ao
a pom de nbida.
4J0O0
89000
1819400
nezes, S. Jos, fenre
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 1* DE
_ OTBRO DE 1861.
Prestosnota. to JTr. Barro, Rogo, continuada
1 i'10 SI' f'9 e lbuquerquo.
da Tin I?.i!" ea"iosd Me'1. Henriqaet
o Sr. Seve, brese a sanio, e 4 lie. e aooro-
rada a acta da antecedente. PP
LS-ie o seguinle
. EXPEDIENTE.
Um offlcio do Sxm. prnidaoie di Drotineia
CCh,0;C,an'10 ha'e'*^fodo odlaHdeno:
Rn?.....T1pa aaP.roMd regaexl. da
Boa-vista a aletean de juiz de pas, recommen-
da, que, sem perda de lempo, e na forma da lei
expedan a cmara todas as rdent para cJaVaa*
prooedeiM osquelie dia a referida eleico.l Iq!
odeSl Pr J IW aiPedi'10- M coaTententes
ft"n0.lLDr-l!.Ba5^da pol,c,a- ecusaado oof-
~^!.lha fai *S*P> e *** ompanharam
EI2L'a"*'? P0ra sobre 01 esta-
Outro do joiz de paz mais Totado de freane-
...daBua-Tista, pedi.do hooTene S
n^aaK^"? n'wl-
leaeaa, qaen tea de proceder no dr 12 de
Bu,ambr futura, rlato ter desaparecido a"li
mseleicao o que existaQue se preparas
outro lirro, e oo- rsmeuene ao juft depiz.
OuUo do inspector da saede pubitca, dizen-
do qara, tendo a -Be.iHa Di.rla-indlc.do nms
reflnecao que te ett montando na ra Drreita n.
78; se dirgiM a mencionada easa, e observara
que a dita refloaglo se achara montada ha
pouoa lentpo contra as posturas municipaes
qoe tnsia ao conhettmeoto da cmara para
ptaridaaciair importa, a mults ae iurarjtor,
_ato em discussao, n.ndeu-te oficiar o
dito inspector de sada que a refinajlo de que
i ""?uWtt-**a?a.ma i* ch de ba
S if WSSS5
O QQ7 OCQO
Dficit em 30 de junho de 1861...... 2:587243
6:4749811
DESPE7A
Dficit em 31 de maio prximo' panado
rolha de ordenado do mez de maio
prximo panado, n. 17 a 78........
Jury e eleicoes, n. 21.................
Negocios forenset, n.3................
L.mpezas daa ras, n. 83 a 98........
Matadouro publico, n. 20 a 25.........
Eventuaes e dividas pasiivas, n. 58 e 59
pesapropnacSet, n. 2..................
Cemilerio pubca, n. 9................
5689556
2295SI79
389240
lOOaOOO
2371100
288S500
799120
1769000
1:1069046
*3^74S41
Cmara
municipal do Recife, 5 de julho de
IW>1.-O procurador, Jorge Vctor Ferreira Lopes.
T
Acto da stima sesso da commissao
de Exposico dos prodnetos agrco-
las e iadastriaes desta provincia,
e das qae lhe s&o limilTopes oa lhe
ficam prximas.
Reunidos todos aa manbros da coamlnao,
excepcao dos Sra. bario de Meribeoa e Drs. Ger-
vaato Canpeito, e Barros Barrete, camnaadado*
rea Soaza Leao e Marques de Amorta, e Ferreira
oorges, e na sala desuat sessdes pelas seto horas
danoitode24. do correon, e achando-sepresente
oBxm.Sr. presidente da prorincia, a Sr. presi-
dente da com minio declarou aberU a senio.
Lida e approvada a acta da sanio mtece-
denle. passou-se leitera do
EXPEDIENTB.
Foram hdos quatro offlcios : um ds com minio
no^ST^*0** Md>CM BBricoln e industriaes
ISfr*" ??** do Cena pela respectiva
cao do oxio qee lhe fora dirigido em 19 do mez
in^hi^l W," caoa"tUaia P^^ndo-lhe que se
l-w*f ? V6 "P^?*" eanoarres o
"M0JL ,ero Prduotoa aaqeel prevocia,
e dizia que empregaria para tete seos esMrfco
;nmn!S!ta!*;,?!:, ^-ngida pessoai
compelen tea de todas as lootMnaae qae podes-
o diminuto teaapo qae restar. Mt.# dia fhado
00.?0 Iro!aTa* pr" a e*"?lo alo des-
a logiri aquiatcaa e promptiBcacio de objec-
los que com mal eapaoo a dita provincia pode-
ra fornecer; nmda comatiasio Borneada pela pre-
sidencia da provincia da Rio Grande do Norte
T *aM,a" **<" d do carranto, em
qaaMaaara a reeepcio da V va de otieto.
foaesta oaajMi|lbd'dM|fti en 19 do mas
gy**^8-"'" Vw-gw seaaaHorlos
aaa mesmo notido, a asngwaTa qae, ipezar da
eitreiteza do lempa a de earras mreaoattnctat
qae dlffieulUTim a pronpta obteaeto domaior
mmf* Pf0d0?!!a wr*fWi4 seus eaforcos
para poder contribuir com o que lhafoaee Dermtt
tdo oio pardaoda de vista o aanprlnento da
*J**i [ ayaiecaoda. a deaeja da sacun-
erreiros da freguezia da Boa-vala, perln- dar esas
Sa^ ^^i^i? *-* Iogjlea, de- un da a--^^-*^Srt^l^a?a'y*J
^IF?*aeo&&-vSs33SS^1^
Sfl'Z^ "1 dever'.nam '"efecerTaoonato
de secundar o louvavel empenho que Vv. si.
manttesisra de torear mais variado e importante
o pnaeiro merctdo industrial a agrcola qne ahi
nrta,.,g"r Df8ude a V. Se. Sala dii
sessdes da commissio, em 2 deoutubro de 1861.
-illms. Srs. presidente e membroe da commissao
P.rnlmh BO,'So ioduslrUl da prorincia da
Pernambuca, OcUvIano Cabra! Raposo da Ca-
JJM, prndente, Joao Garlo WaaderLey, tecre-
mi!if.!'Sr,TA direcc5 da Awociasio Com-
mercial Beneflcente tem a honra de ecusar a
T22! d?,offlcin d *> S. datado de 19 de
setembro njllnto, ne qual pedem a coadjuvacio
desta associacio, para o bom xito da exposiclo
agrcola e industrial que se tem de fizer no dia
/de novembro prximo. Bsta direegio nio dei-
xara de empregar os rneios ao seu slcsoce sfim
de obter tbjeclos dignos do seren presentados
nesta testa ; lamentando apenas a exiguidade do
lempo, no qual pouco se poder fazer; todava
o que se poder adquirir ser presentado a Vv
ss. em tempo opportuoo.
A drreeeio desta wsociajlo approveita o ente-
jo para presentar a Vt. S. os seus protestos
de consideraglo e estima
r--BM i"."6 Yr S9' S,,a da Associacio
commercal Beneflcente de Pernambuco, aos 11
de outobro de 186i.-Illms. Srs. presidente e
aais membros da commissio de exposiclo agr-
cola e industrial, Antonio Marques de Amorim.
preaidenle, Manuel Aires Guerra, secretario.
illms. e Exm. Sr.Accuso a reeepcio da com-
municagio. que, em datado 12 de setembro pr-
ximamente Ondo, se digoou esta commissio en-
aerenar-me ; e a vista do seu objecto, tenho de
assegurar, que empregarei todos os meus esfor-
50S, animando os agricuttoret e artfices deste
termo, ifim de fazerem as remessas, t 7 de
novembro prximo, de alguns dos productos na-
luraes e artificiaos mencionadas no calhalago an-
nexo, as Instrucce9 que acompioharam a citada
communfeagao.
Deas guarda a Yv. Excs. Villa de Cimbres em
Pesqueira 4 de ontnbrode 1891.Illms. e Exms.
rs. presidente e membros di commissio de ex-
polio dos productos naturaete industriaes des-
ta provincia.
O juiz municipal. 1* topnlente em
Joaquim de Almeida Catanbo.
Art. 18. Desde qae se abrfrem at se fecharen
ta! .i* Ml*a "a Prtelo, permanecerio
nenas constantemente dous membros da com-
if^?' *,le1cnand neasJ 8arle;o, segundo urna
tabella previamente orgmisada, e de que todos
os membroa terio copia.
Art. 19; As nnlinellat das portes, e os suar-
das daa salas estarlo ia ordens dos membros da
commissao, qae se scharem de da.
Art 20. Permanecer! igualmente aaa nas ou
** u"a. ^waaaeaa non utondade policial da
eaoolna do Sr. chefe de polica, para praatar o a-
xiliOjda que ponem precisar os membros da com-
ntssaa, qua estiverem da die.
Art. 21, Os membros ds commissao linearlo
en un caderno especial o numero quotidisuo dos
visitantes verificado palo do numero dos bilhetes
a entrada, e os successos occorridos n'sqaelle dia.
que lhe psrecem dignos de mengao,
Art. 22. Os visitantes ficam sujeitos indistinc-
tamente is medidas de polica interna prescriatas
pela respectiva commissio.
Art, 2& O eneerramenlo ds exposiclo ter lu-
gar, conforme a determinaclo do Exm. Sr pre-
sidente da provincia no dia 15 de novembro, e so
poder ter prorogado por ordem de 8. Exc.
18.-9aa JoaqBln danaaa naav
daocdn9 esnadas intjnttasnl
dem 48.Tletariaa da'AlaaasaU
Rbello, aat> caaadaa. naaartnav
na. .... ............^
Trareua dos Expostaa.
B> Tff ITinnsTToaqnin Inislaraal
canadaa, importancia.......,.....
Roa de Sania jineta.
N. 28.Luiz Cabral da Medairos.
640 caadas, importancia.........
Rea da faz-
N. 2.Antonio da Coala Almeida,
6*0 caadas, impwuacla.........
Cana^stoCaana.
N. 2.Jlo Manoal de Siqueira, 840
caadas, importancia.............
Idea 3.Jos Joaquim da Suva
Guimann, 800 caadas, impar*
Uocia............................
<(V Largo do Carne*
N. 13 Pontee 4 Irmio,410 caaa-
cflrte,
a
Art. 24. Eocerrada a exposiclo a commissio es-
colher os objeclos que lhes parecerem dignos
de ser remettidos para a exposiclo da
podar imanas p......habilitados pi
xiliarem no julganeole dos objeclos que hourer
de pronunciar. Bstaa pessoss eoncorrerio para a
formaeaa-da relalori que devera acoropanhar os
referidos objeaios.
Art. 25. Os objeetes designados pela commis-
sao para segoirero para a esposicao da cflrte se-
rao comprados aos expositores, se elles os nio
ceaerem gratuitamente, oa nio preferirem que
sejan expedidos por sua coala para delles dispo-
rem, como lhet iprourer.
Art. 26. Encerrada que sej exposicio, os ex-
positores de verlo tirar dss salas os us produc-
tos dentro de oito dias.
Art. 27. Os premios, ou mensoes honrosas que
os expositores possam obter da commissio central
da cOrle, serao por elles recebidos das ruaos do
Exm. presidente da provincia peranle a commis-
sio directora e as pessoss qoe foren convidadas
para esse icio, que te fsr com a posaivel solem-
nldade.
Sala das leudes da commissio de Exposiclo
1861- da preaidenea ,4 de "utabro de
Viicond de Suauuna-
Dr. Joaquim quino Fonttca.
Joaquim Pires Machado Por tolla.
exereicio,
EXPSITO DE PERlMBCO
A eonnmimiua inentubida de dirlsjlr a
exiNaaicato aatontnv scisruliite
I'UOeilVMMA.
Argo !. O receblmento dos objeclos que de-
voro ser expostos priucipiri no dia 26 do cor-
rele mez de oulubro, das nove horas is tres da
llM9i
Art. 9. Haveri para cada ama daa provincias
que coaeorrerem para a exposicio um local es-
peeitl.
Art. 3. A admissio e elaeaifleacio doa arav
duelos seri feita de oaafraaidade com as ina-
truccoes do governo da 8 do agesto do correte
sano.
Aj1- *" Serio recusados os objeclos que por
deliberacio da commissao forem ulgados de
prodiccao ntraogairs, salvo se os expositores
miuutrarem provas do conlraiio.
Arl, 5. Os productos serio recehips por um
dos membros ncambfdot da enHlfldaclo o
qual passarl recib, mencionando o notoe do
expositor, o lugar da sua residencia, a natureza
dos objectos, e o tea valot arbitrado pelos ex-
positores de scordo com o memoro commis-
sio qae estirar de frrico.
Art. d. A leda de aada predaato teri eoM-
cado um carteo, om qae estarlo transcriptos ea
MfMMN do rectae, 4 sum ratarnaedn, qae a
?**"*!!? ^gap wtaiiaj|p,ie*aB* a nane
do expaeUer loar oecaUo.eaantro lie coBTtor.
to que o fSam de harmona con cedan a**
teda pela commissio. ^^
*!f* .* "Mproad (ommlnlo, qoe esti.
CONSULiflO PROYINail.
Relacao das pessoas coUecladas Ba
freguezia de Santo Antonio para o im-
posto de 20 por cento sobre o con-
samo d'aguardeate, ao anno finan-
ceiro vigente de 1861 1862, pela
laocadw Joao Pedro Jess da Malla.
Roa do Imperador.
N. 2.Antonio Jos Teixeira 500
caadas, importancia.............
Idera 14.Minoel Barbota Ribeiro,
/00 caadas, importancia.........
dem 28.Domingos da Silva Cam-
pos, 800 caadas importancia....
dem 83.Guilherme Jorge Peres
da Molla, 450 caadas, importan-
t<................................
_ ... Ra dasCruzes.
Ji. 22.Beroardlao Jos Leito ,
480 caadas, importancia.........
dem 24.Pereira & Marques, 640
caadas, importancia.............
dem 42.Joaquim da Silva Costa
& C, 960 caadas, importancia..
dem 1.Jlo SimdeaPimenta, 460
caadas, importancia.............
dem 21.Jlo da Silva Cixelro,
460 caadas, importancia........
dem 25.Aotonio Jote de Feria
Una, 600 caadas. Importancia .
dem 41 A.Jlo do Couto Alves
da Silva, 300 cnidas, importan-
cia.........................f......
to Iraveisa das Cruzes.
w. 6.Jos Joaquim Coelho Brin-
dao, 400caadas, importancia....
dem 8.Joa do Reg Pacheco ,
400 caadas, importancia........
dem 12Jos de Si Lopes Fer-
nanles, 480 cnidas, importancia
dem 16.Jos Joaquim Pinto Mir-
tint, 480 canadia, importincti...
a Traveni do Quelraado.
N. 1.Ponies 1 Araojo, 600 cna-
daaT, importancia..................
Idea 9.Minoel Ribeiro Fe.rnn-
des, 800 caadas, imporUneta....
Largo di Matriz.
N. 18 A.Andr AveHno Ribeiro,
200 caadas, importancia........
w ~. RaaNori.
If. 62.Jote Joaqnim Aires, 060
cenadas, importancia.............
. *t .. Ra do Sol.
n. 29.Victorino de Almeida Ra-
bello, 720 canadat, imoortancia..
m w R- *" Lfrangeirss.
n. lo.Manoel Francisco dos San-
tos Silva, 500 caadas, importan-
ci..............................
it ,t .*'WI> ourie.
" *,.s Joaquim Teixeira, 800.
cioadss. importancia.......l.TZ
idea 48.O mesmo, 700 cuidas.
laportincli......................
>SO.Joaquia d Silva Coila
talo, 800 cnidas, importin-
r|>^,...........................
** %rIg0,C10 toP" Fraa-
T,dJ"'W ca4as.ln*or4aael....
t1iiS,~,:,OT Jo1J <" Costa
Matlal, 00 caadas, importin-
A**"a"' -...*.......
"* Manoel Farera Lina
408 canadn, im
50 canadat, importaecia
, Ru
. tlK^Jnal'de Jeaus Moreira,
50*000
70*000
8O|000
45J0OO
489000
64*000
96*000
468000
46*000
60*000
30f000
40*000
40|0O0
48*000
488000
60*000
80*000
20*000
961000
72*000
. d,.Japeruacia......7..;.r.....
dem 39.Aotonio Piolo da Mira
da, 400 caaadea, imprtamela.....
N. 20 -Manoel Jee'ceraan?,' 400
_,caadas, mportaaeia.............
dem 32.Manoel Gomes Paiaira,
400 canadn, importancia.........
Rae do Livra manto.
N. 24Jca Manoal Pereira Ikett-
| danha, 560 canadn, importan-
r.'-'........
dem 1.Manoel Jote Lopes Gai-
rnares, 640 canadat, importan-
cae..............
Rata da Peabe.
N. 33.Joa Ribeiro da Casta Gai-
nsrei, 800 caadas, inporlaa-
dem 33 A -O mesmo, 800 Basta-
das, importancia..................
s i -a-, Bua Direila.
N. 4.Oveira & Pootes, 800 cana-
das, importancia...............m
,, Ru* Diraita,
n. 14.Jos Pinto da Costa. 1040
xa"01!"' " 48.Joto Leopoldo da Reg,
240 canadat, importancia.........
dem 72.Joa Soaraa Piala, 408
caadas, importancia.............
dem 2a.Jesulao Ferreira da Sil-
va, 320 canadaa, importancia....
v a M S* Bntaaa.
N. 60.Ventura da Silva Boa Vis-
la, 700 toneladas, importancia...
.. Ra da Patosa.
. 7.Joao Jos Silveira, 808 ca-
nadaa, impaciencia....--.........
ot Trarasn do Podaba.
N. 34.O mesmo, 1,000 caada* ,
importancia.....................m
Ra da Concatene.
N. 23.Jos Casimiro da Sitoa Pe-
reira, 800 caadas, importaecia..
Ra de Hortas,
".J8-'oqnim Pereira Ranea ,
410 caadas, imporUocia........
Larg> aa Peoha.
N. 12.Antonio alaria da Caaeai-
So, 1,000 canadaa, importancia.
._ Roa da Canato Nora.
N Frncisco Pereira da SUra
Santos, 600 uadas i m partan-
cia...............................
Rna do Raagel.
" A.Jos Joaquim Aoaslacio ,
560 caadas, importancia........
dem 3. Francisco de Oliteim
Franco, 560 canadaa, impartas-
ca.........,...............
dem .Manoel Josi Vieira 560
caadas iasaortaaeia.............
Idm /.-Joao Btpliiu BosTaotara
Rezende 700 ranadas inaac-
lancia................
IdemlO.-Jo^Dnsrte;!.;.;-,-,:
ld^D,<,,aa^?,P?,Uqcu........
dem 43.Luis. Jos Marques. 1.488
caadas, importancia
m hrBe">fdino Joa da Sii-
irtl,' vi caoadM- naoriaocto.....
dem 17Florencio Tertattoae da
Rogos Gosu, 480 carnea*, impor-
tancia..............
n ,n 8ae da Prato.
9r""Joa/ AbU* Soaree Ron.
i/ "nad. importancia........;
dem 56.Azevedu Perea, 308 ca-
, .M<|n, importancia...............
eJ2l*2"^oa F" Coeiha,
i^o SS0*4."* P'iada-........
dem 28.Antonio da Azarado 6er>
ralha 410 caaadee, inaartast-
ci...................* ~'""
dem 35.Pedro Joa'daCesia'Cen-
tello Branco, 500 canadaa,inaar-
toacie.............. *^
"r" 8^;.Doi,,0f0 'Jaalra''da
Cunha Oliveira, 840 canadaa, im-
porlaocia.........................
u T Tnraan da Areeael;
. 1. Joao Bapluto dea Saotoa
Lobo 900 caadas, importan-

CommunicaJos.
50JO0O
801000
56*000
~~~.A. Zr V oomminit, que es- canidit, inporUacla..... anana
TOat 8f db, se.s igsalet, e penoas xposi- dem 1,-ARTiaiie^n^g^^ da ^^
Carta dirigida ao Exm. Sr. caaega
qnim Pinto de CaBits.
i
Se*, saaasest,
Li e reli com profunda r I Icario a casia
Eic. dirigi ao noaso miototra dea
clssissicos. Da pnmetra
acha-se ella saturada da
razos coocludsaies, de ara
rito mais topbiaiieo oio posatl
observacoes, emflm, terina de
Sobre quaire ponto, dienrtoa F. Isa.
bem eilaborada carta ; prieto, asara a
da, vutude e benficos effoitoa de
secundo, sobre e iotorveaeio da ralianaa
vemo da sociedade e aobre a aps^ieeatade
ciplo do chriaUaoismo is retacoae aeaaaa -
sobre o tneaespreco com qae se toaba
sacerdotal e sabr o dnpresa asa anasn
os miaiatroa da Saabor; quarle, f
bre a decadencia e o interdicto das
ret. Permita, V. Bic, ana ea ai
tetendo algunas obnrvacoee nata aa .
pantof. Dlriio-ne, come chtntae. an
do Senbor, que apezar da saaaoerla daa na*.
evant intrpido pera pregar e Basaste da Ca
u>; un nirotoainento dedeaa atiatoa. asa
ungidos pela neene fe, aobre a
regenerado.
Ooando estado, Ein. Se, a fe|
nidada a deparo com diversas
rucoet, parque leen paseado
bus, as familias a op individnna.
todos oa faelos matortoea, de
taoclaa accidentaos, analiso s
oonlecimeatos, conpara-as, .
nada a iTolhen, percebe tos nadie!
tervencio beneftoe a prolectora Pnrr
na queda dee Inperiaa. ji M aartaTaT
duoa, j, ftoalneato, aaa va
desta vida.
70*000 lff.propbetoeadlotod i pele!
Wa coose Dana coodax a b
60*000 *
408000
aataattorisg
BJKn
toeeticidade trer qae ao pan
P'oanas t naii eontam tabalaa, ea.
Mi
grada nos eonduz or_______________
precisos a pala propria orden aatarai daa i



iMUO M HWMNO. -ll4D0iOim]llOIIM..
MOro. isla 4, i Dees; anos
poca distinctis di
laiverso, ai creacao do homem e da
i notea verdad
nsioa com
eo,^
otwweo de auw; folrcitede do prtaelro ho-
nen, ai qagrtea-w*aWBtBtBMinw eiubnrl
das suas mizeriM
Jaagaaeeate da
Bando e o diluvio
H|ei
Jdoa oa logares
uajinm,!, pnifoaophos, qe. arrogando
;*f*dn sociedade, asneando na conscieocia popular a
maiii claros estos urnaie palpitantes mooatruo-
^^Tt^1 '% f ,** XVI dea 1m Loteara,
elogie eCstviao. a aotiguidade leve Asi, Ne-
w **M 3uem na0 *6 irona que
MfflMUNfare l, chimaa4*-M ee-i
, quando as mais simples verdadea
^Il2^ JW& .* *" *U lofavel **w?io -s* mrim pela j
Em todos os taJNMMftr> adi
torio e Pelagio. Has
SSiSSfSMffV^*?*por e,u? Portol Dr*-
Swu!7lRf,*r **nll designagan de es-
trilo raco i de espirito forte, por qiranto a for-
taleza do erro lio consistente como as azas de
*"' **Humedwradoi to o pobres de pin-
to, porque elle* i o reino do ciu.
Un espirito este a una homem insidioso que
reogtaria-ae t* erro, calca todas as letdsdes,
augmenta .as difllculdadaB, desfigura es provaa
?!l22?lll!ra Prduzir as mais iracas, fas-
enienurneuie amante d religiao. ao passo
que exlorga-se por arruio-la. A' estes pode ap-
ptear-se o que du o re psalmUta : sepulchrum
paseos est guttur eorum : lioguis suis dolosa
fT*' T?eou" "pidan sab Ubiis eorum.
Os espiritas fortes. Sr. conego. teem por divl-
" V,?-7?a,a<9 e 1 *" 'i q o-,
caedulidarje legitima por suas aoasequeocias o
0r*^ .$_" 'noia e o interesas das paitoes.
A orates aatural deesas espiritos inversa e
totalmente oppoeta -que *6s abracamos; etles
teem por pbHoMphia a dunda, por jwtrca o
egosmo, por gomo a anarchia, e Analmente,
a religiao por atteismo.
Ocanos
Nao creio que baja semelhaota proposito, con-
qu\eeecrre, proponte *m a Qdarihe T
coate, eaauaato os^nrenenaaretioi aqel nro^itH
yV todo fon poote^enttorrer para rarer
bem patete o-estado da oonarea, aperando ae
V;-., qaem a pmteete teatd dere, S dignar
abrir espago em seu muito ctaceiidetto e Impor-
tante Duina as rumbas correspondencia. Poda
estar oerto de que prestar ?. S. deste modo um
sMigaalado aervigo a asta pobre comarca, pela
aerodito-qu es Srs. presidente e chele de pblicia
nio oixario de tomar as necesarias providen-
cia*, aflm de restaberecer aqoi o imperio da lei.
Desde que aqu cheguel tenho risto a ouvtdo
cousas horrivels I As autoridades, a quem mais1
particularmenleiocunrbe a manutencao da ordem
e a reeta adminiatrago da justica, slo as primei-
ra*. a eaquecer o seu oobre e sagrado ministerio,
oao j protegendo, na* virando mesmo na mais
estretta intimidade com os desordeiroi e malfei-
tores. O tribunal do jory est eooTerlido em urna
especie de chancellara, onde os maiores crimi-
nosos, os raros que deinm de 8er deapronuncia-
dos em grao d recurso,- 8o recebet, em urna
sentenja absolutoria, o galardio de suas iniqui-
dadaa e um titulo de auimaclo pata ueroa soas
horrorosos malocias.
Fallando das au(ortaaaaa*j* lugar, cumpre-me
fazar ums honrosa escapea* alo digno delegado
de polica, o Sr. major Pedta, que eterce este
cargo com tanta iotelligeaeia como honestidade.
e que tem feito de sua parte os maiores cabree*
para restabeteoer oestes sertoas o imperio da lei
e a forg moral da autoridade. Os esforces pe-
rm do digno delegado de polica sao inpotea-
tas sem o concurso das outras autoriJadea. Sa o
, Sr. masar Pe4ra coosegue prender am criminas*
latas W #S!5? i! I fe> .processa-Io, l rem a deaproouncia do jaiz mu-
to7aHeaaUr. r?,l.,ia.6"9' ,U8 "b P* DMV>. ouonrorimeoto do recurso dojuu dedi-
doVnomaMi aSri?\l^ !'mOTm no.coraao F"to. oalmeote a absolricao escandalosa do
Vk^ii^to i*Tl'-- C*10 8ChP" <' lu7 "** o estado de anarchia e de imne-
SZ?.,^"-J*?! VXS ^'|"M !aS2rSoh Hurn ?.,!, 'i dS 8e.us1?4fe- H tq-i um homem de una inuencia perS-
SSStouH sldldil!. elqUQ 8 6,,8S Sa9 CU>M- E' famoso Sr- J" Rodrigues de Mo-
taiTm^2a!.,-Il?aJrS "?*?' BL "-". qe ostenta por toda a parte o matar dai-
tam imperiosamsnte s saas decisoes cortadoras, respailo s lea
e pretenden dar-nos por rerdaderros principios
dujss os iointelligireis sjstemas que hao
-------------^--------- que
lormado en aua imaginado: nalmeote, des-
truinda. noianto e atropellando tudo n qoe os
horneas respeUam, tirara aos afictosa ultima
consotajio das suas miserias, aos poderosos e
aos ricos o nico freio das suas paizoes; arran-
cam do fundo dos coragas os ramorsos do crime,
a enpaMnea da Tirtade. a se raagloriam aisda
m aeram os bamfeiterea do genero humano
Nunca, dizem ellas, a rerdade prejudicou
homens ; au a creio, cono elles, e asta,
gundo o au rer,
e s autoridades. Os criminosos,
a quem alie protege, aprsenlam-se audscioaa-
mente nos lugares mais pblicos, e se ohegam a
ser presos, esperam tranquillo a desproauucia ou
a absolvigio no jury. Pela prolecgao desto nota-
vel potentado foram ltimamente absolvidos no
jory uns poocos de facciooras, sem que o pro-
motor publico, fraco e pusilianime, interpozessa
i os recursos da Ui.
Se as coasas marchan desta sorle oesta villa,
| na (reguezia da Fazeoda Grande aioda aeachsm
aos | em mais deploravel estado. Oe presente nao ha
se- j all autoridada policial am exercicio. O subde-
InTuarn S/rd.da'lK.U ?i V" elles Ieado wUMeTserrPMmd.'s0uz. Fe-
toS 3 g 137) ^ de J* J* RottMeaB' irai gem por lora do distriato. o, ou
z.m'o.-fle,r,r0p08 e8lM ** tud0 p- fe" r" -^fflggjfrt' hOU,rea,,'
e a rerTdel ^ lM9' iaao(*a' J cnminos'o, jSd.-a-mU j|
, A religiao nao tan por filo os inlere.ses ma-' --01?-6" ldfl8 '8 iine&> 8 lem "'
tenses, o sea anice cuidado o bem espiritual.
A riqueza ella prefere a pobreza escollada por
amor, ao poder prefere a abnegago, a b'umilda-
ae, e, emfim, tudo qasoto denota o generoso
aesiateresse pessoal.
Ai I 'aquellas que menosprezam areligiSopor
calculo ; niseraTeis que se arrastam na eir da
ignorancia, e procuram perverter aos seussome-
lhantaa I Escutae, impos, a palavra do Seohor:
Infeliz a nagao peccadora, o poro |carregsdo de
iniquidades, a descendencia corrupta, os filbos
malvados 1 Elles desprezarsm o santo de Israel
(ls. el t. 4). O que est nos cus se rir del-
le e dos seus loucos projectos (ps. 1 r. 4). *
A religiao nao de mera conveniencia hurna-
D-*' D e,,a a exPreso necessaria das rela-
09a do homem para com o seu Creador. E que
na de asis maravilhoso, diz Bossuet, do que ve-
la sempre subsistir sobre os mesmos fundamen-
tos desde o comeco do mundo, sem que a idola-
trae a impiedade que a cercavam de todas as
partes, nem os tirannos que a teem perssguido,
nem os herticos e os inflis que teem procurado
corrompe-la, nem os ts que a teem trahido,
nem seus saciarlos indignos que a teem deshon-
rado por seus crimes, nem, emfim, a longitule
aos tempos, que basta s para abater todas as
cousas humanas, tenham jamis sido capazos,
nao digo de extingu-ls, mas de atterra-la I
mo ao centro da povoacao. Nioguem se pode
considerar seguro. Ma da 16 de setembro un
lacioora de nome Juvenal Gomes de S assassi-
nou dentro ds povosco a-Pedro de tal. O sub-
delegado, nao s nao procurou prender o assassi-
no, mas nem sa quer procedeu ao carpo da delic-
io. O Sr. major Pedra foi que, iaforosado da lu-
do sto, parti para all inmediatamente, faz o
exame do cadver e instaurou o processo. A' di-
ligeocias suas espera-se que seja capturado o
criminoso, que consta ter-se homisiado em casa
de Jote Rodrigues de Morsas sea parante.
E' impessirel conservar ama eRoridade poli-
cial ceno o subdelegado Ferraz, que deixa de
prender a de procesasr os criminosos, que nao
satisfaz as requisi;oes legaes do delegado, equ
por ultimo abandona o exercicio de aua juriadi-
Qao sem fizer disso as neeessarias commuoica-
ces. Devo dizer-lhe que este subdelegado fi-
lho do celebre Serapbim de Souza Ferraz, que
no anno de 1837 respondeu pernote o jury de
Plores por dez sssassioatos por elle commetttdos
a dos quaes se livrou por urna absolvico como
a que aqu se deu ullimamerle em favor dos
protegidos de Jos Rodrigues. Un honen, con
taes precedentes de familia nao deve ter grande
horror ao crine, e uio seguramente o mais
apla para erercer cargos de polica.
Se o Sr. delegado
o Sr. delegada aioda nao requisitou a sua
O homem. Sr. eoag. se"tra"duV""or ira* fac- demhaa0' edito o Sr cheje de polica, in-
. mm^mJL. 1." ? !V"a a "."?*"" formando-se de tuda ieto.sedar pressaem pro-
e9> pola e apresentar para o substituir urna pessoa
capaz, o que quanto a mim urna daa maiores
dfflculdades da administrarlo. Nestes lugares,
ha felizmente muita* pessaas honestas, pacificas
e intencionadas; mas urnas teem prenles cri-
minosos, outras, falta de seguranza, nao que-
rem exercer cargos policiaea, a outras fioalmente
falta a iostruc^o ou a energa necessaria para
bem desempenharem laes fuocqoes.
Esta difficuldade subsistir emquanto Jos Ro-
drigues encontrar o apoio que tem achado da par-
te das autoridades judiciarias da comarca ; por-
| que nioguem se julga sufficieotemente garantido
' quando o mais decidido prolector dos crimino-
sos pode assegurar a estes a impunidade.
A dele tena influencia de Jos Rodrigues j de-
veria ter chamado a seria altengo do governo,
. pois ameaga invadir as outras comarcas da pro-
i vincia. Agora mesmo acaba elle de chegar da
I comarca do Bonito, e preclaaaa que all fora para
. alcancar no jury a absolricao de sea particular
i amigo Pedro Paes de Souza, aecusado pelo assas-
sionto do major Jo j Gulherme de Menezes. E'
certo que o coronel Pedro Paes foi absolvido
tos : coi tu me, ac como V. Etc. ben sabe, o Verbo dirige pela ex-
hortarlo ; as accees elle as regra e rege por
meio de preceitos; as paix5es elle as modera e
cura pelo consolo e pela esperanza da vida futu-
ra. Por dous meios opera o Verbo divioo aeffl-
cacidade de seus preceitos sobre os nossos costu-
mes, as nossas aeges e as nossas paixoes, pela
exhortajo e pelo exemplo. A exhortarlo nos
dspoe submissio; o exemplo nos apresenta o
painel era que esto tragados dous magoiQcos ef
eitos ; primo, o amor de abracar s virlude pela
forca do exemplo; secundo, o de repellir o vi-
cio iospirando-aos horror para elle.
A espersoca dos moi, est escripia no livro
da sabedoria, come es pequeas pal has que o
vento leva, oa como a ligeira eseuma que a tem-
pestada derrama ao loogo das costas, ou como o
fumo qoe o vento dissipa, ou como a lembraoga
da um hospede que pasas e que apenas se demo-
ra un da n'um mesmo rugar (sap. c. 3, t. 15).
Sr. conego, a verdadeira sabedoria a a verda-
deira civilisacao nio pode haver sem o christia-
nismo ; e toda a philosophia que divorciar-se da
religiao aera ignorancia, impiedade e negsco de
toda a verdade.
De feito, sao duaa cousas muito differenles
que todsvia uera se e harmonisa
mente, a virlude e a sciencia. A primeira op
ra-se e consegue-se pela edilcago, pela absli-
e pelo martirio, e tem por corollario
( sendo muito para notar quo as autoridades judi-
! ciaras do Bonito se deix&ssem arrastar pelas suz-
""'""'"".'"."gestes de Jos Rodrigues.
nrimPira an." k',M* d qU0 ,#T0 0tO- tOQ0S COPrehende-
li rao qae h necessidadee necessidsde urgente de
a' mediaas enrgicas da parte da administracao da
> do cora5ao ; a segunda, pela locubracao! Pr?"ncia- aflm do lomar estes lugares habita-
e fnstrocgSo, e tem por corollario a pureza da in-
telligencia. A virlude a sciencia do coraco,
como* sciencia a virtude da razio.
Quando o espirito humano acha-se inficionado
do mal, jamis a inlelligencia conseguir a Tar-
dada, jamis o homem tocar o apogeo da scien-
cia ; porque a sciencia resume-se no combleto
conhecimento da verdade. e esta as mais dai ve-
zas s temos com a f. Por tanto a intelligc ncia
est em relacjio intima com o coragao. Hume-
decido o coraco pelo mal, e pela impiedad?, o
homem nao ter a sade d'alaaa, nem tamtiem
o gozo da sciencia.
Na realidade, tres grandes fados resumom
quasi_ o lodo dos coohecimentos humano:, a
creacao ao mundo, a creacio do homem e a
creacao da mnlher. A' nenhum desses tres tac-
tos o homem aasistio, e delles nao loria noticie
ae porventura a tradicao nao lhe sutumpiftrasse
os dados e. a f nao lhe dessa os motivos pin-
crer. Na creac&o do mundo o homem anda fa
exista; oa ereago do homem claro qu* ella
nao poda lmar conhecimento de ai mesmo ; na
creacio da mulher o myaterio operou-se sob o
peso do lefbargo. Mas o creador nao quiz que o
homem fosse totalmente ignorante e indifforeute
esses tres fados ; revelou ao primeira homem
quanto en nacessario para o leu coohecimeaio,
e depois mandou aroaiva-los na historia por
Moyses.
A. impiedad, revoltando-se contra a -tradicao
e a f, abraca a incredulidade, e prefere a igno-
rancia acienria e verdade, que denomina da
mentira. ,
Que espiritos ttwieflcio e falUzes, que ao di-
zem philosophos, amantes e conductores da hu-
maoidada, quaado a doutrioa qu ellas pregam
a pofa. do erro, da nenUra e da lisoaja I Nio,
certanoole, arrio astea as guias dananaaidad*.
mmmmssn
veis com seguranza do vida e de propriedade.
E necessario sobretodo nm bom subdelegado
para o districto da Fazenda Grande, a na difficul-
dade de achir all orna pessoa capaz, me parece
que o melhor seria nomear um subdelegado mi-
litar.
Deus queira que os Srs. presidente e chefe de
polica ae compenetren destas necessidades e
traten de salisfaze-las com a promptido que ba
mistr.
Promette ser assiduo em escrever-lhe, o seu,etc.
______ S. E. M.
Par as Eiras. A;
vincia e ca de Nazareti.
O individuo Canaria Jos P*
idade da Uiota i trinta a
wm
te a pP#- [J,*,*^^?.,, J? *hoae, paaaando-aa a
Ums* Mrt ULM' Pa^ ** cradores
ICPtal, e tecartoa,o^aeaas^ajBiigJg4Bera a penho-
HHnWl- *&**? f_**"4>> da Jal por
i aalgniWi.aetoM da naaiar apragaar.
Do qae, z o prsenle, axlrahido do protocolo
de Lacena, da daa auawaein, qo* jatai a aagainteoarta pre-
_ cinco anuos, brassao, calari*.
lQ.t.tffi^W-1!"*? 1 **" B,'-iM,ooel Marta Rodriguee do Naaeinanto.
una perna mais comprida do que a oulra, teodo. aaansio o eaorevi. i, .
-- Tn?i,,r*Sa.^ll 8* adaaarUdo naia aeno oantiaha endite raqu-irlmento
W, cootiDua a estar em affcaaU is les, o aqui transcripto, o em ausencia do ditoasneivio.
comarca de Nazareth, onde"
eogenho Pa
compipu, ama por ai o de cannai, que ae acba
moendo naquella angenho.
O deaarior, da qae cima tallo, julga, que a de-
aerjio para elle nao crine, porque traja sobre-
casaca, anda angra rata lo, e cavalga em carallos
sellados. A le porm deve ser igual para todoa
(pTecelto constitucional.
O pona boiada, 1 _
O cidadao ripea* avisa ao cidadao etpanta
boxada, por alcunha Jos da Silva Pessoa. que
san demora, vi pagar ao negociante Jos Magro,
morador en S. Vicente, a quantia de noventa
nil seis, qae Ite atadlo em conuaoga (haottoao-
nos) para dar outra igual quantia do Recita, a
mais cinco mil e seis ceios ris de agurdente,
que em urna alta noita lhe comprara a crdito
para alegrar i gas guarda-costas, qae o escolta-
ran ca vallo a* una da suas acostunadas ex -
cundes nocturnas ; qae mande pagar ao lente
coronel Antonia Matbcw Itengel o ca vallo furta-
do, que lhe vendara; i Banana i quem oso igno-
ra, o qaartoLaraof ira, que lbe pedir em-
prestado; ao *ea medico, quando oculto Iheetl
no subaco. a quaotia dsela eealaesDlfis, etc.,
etc. Se na prazo de qniaze dtaa o indicado cida-
dioetpantaboxada alo tiver aatisfeito esses
seus diversos aonmomisaos, ver a casa, em qna
unamente partea de cauro,'* beta asaste oa qu-
tra escrariahea velhos, qae possne aeqoeatrados
para nio encher a bocea deminha faxenda.=
A$almat deJoo Rxbeiro e Jeronymo de Albu-
querqu*.
Publioeoes a pedido.
,v;|Kre
m
?e*5fnSS,*^c
mnente doi elementos desorgan:
RECORDACAO SAUDOSA.
Ha oito diaa que abarca inflexivel cor-
toa ofloi vida de ana virtuosa senhora,
vida preciosa cono pencas o sio.
Mais ama esposa modelo, una Qlha ter-
na, urna amiga dedicada e sincera desap-
pareceu da face da Ierra, pondo termo ao
.eamnhar peregrino da vida delxando en-
ire nos urna saudade qae os rigores do tem-
po e as mio< da procella na a poderam
dpafolhar.
Ras paginas deste jornal regialramoi en-
lio o pezar que imprimi em nossos cora-
coes Wl successo porque coohaciamos bem
de pe rio a finada e sa biamos apreciar as
las excellenlea quadadee, aquella Ihe-
sonro de virtudes que encetravs
rapio.
inte rpodoo dtarsau1
illmaoi morios na
coimn.Rio.
PracadoRecife25 de
outubro de 1861.
\s cuatro uoras da Urde.
Cotaees 4a junta de corretores.
Cambios :
Sobre Londres 25 3(4 d. por 19000 90 d.
vista.
8obre Pars370 rs. por franco 90 d. viste.
Sobre Portugal108 0,0 a 60 d. vista.
Descont :
9 a 12 0[0 ao anno.
Leal Sevepresidente.
Frederico Guimariessecretario.
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o 7- dividendo de 12|
por acc3o, relativo ao semestre ndo
em 31 de agosto prximo passado.
A directora aa caiiafilial tem deliberado
marear o prazo de 30 diaa para o recaihimeoto
das sedulas de 200000, fiado os quaes esUro
sajeitas a o descont meaaal progressivo de 10 0/0
de conformidade com o decreto o. 2664 de 10 de
outubro de 1860. Recife 10 do outubro da 1861.
0 aecretario interino, Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira.
Qz passar o presente com o prazo da le, e pelo
Sal chamo, intimo hei par intimado 0* era-
re* iaaartoa das referidos ejecutados, para que
canpmcan neete }uiao no prazo da dez das,
aflm de fteget-em sens direitos.|
Recite 2 ate outubro de 18f1. E* Manoel
Marta Rodrigaea do Naselneato, escrio o suba-
ere*).
1 etnarde Machado da Coala Doria.
Pela secretaria do governo ae fot publico
para cenhecinuato da qoen interaasar pasas, a
"ffiSfa re,,S0 < despaches proferido* pelo
nrateterio da jnetfoa am diversos raqaarisneatas
de partea deata provincia no nez da setembro
proxiaio Ando.
Jos Antonio Pareara Jnior.fficio de justi-
Prejudicado em 48 de setembro
dos Santos Pinheiro. dem, idem,
de Sena Muniz. dem, idem,
de Carvalho. Iden, iden,
idem,
23 de
I -
Rendimento do di* 1 a 24.
liem do da 25. .
468711*545
21.197J817
489.9095362
sMoainento da alfandesja,
folumetantradoicomfazendaa.. 113
> > aom generoa.
Volamos sahidoa aom tazendas..
< com genero*..
329
TO
266
442
446
Daacarregam hoje 26 de outubro.
Hiate brasfleiroDuas Luizascharque.
Brigue inglesSyreneferro e earvo. -
Barca ingiezaUary Aonfarinha.
Barca iogleuCearmercadocias.
Importado.
Brigue nacional Almirante, vindo do Rio de
Janeiro, manifesiou o aegulnte:
798 meios saceos fariuh de trigo, 100 barris
toucioho, 1 caixote papel, 20 barris alcatrio, 20
duzias de praachoes de pioho, 100 pipas vastas,
50 eaixas cha, 70 barris potassa, 68 caitas reas,
14 ditas roupas de theatra. 10 saceos colla, 338
rolos e 60 latas fumo : a orden de diversos.
Recebe doria de rendas Internas
geraes de Pernambaeo.
Rendimento do dia 1 a 24. 46:06OjOO0
dem do dia 25.
Consulado
Rendimento do dia 1 a
iden do dia 25 .
1:1289886
47:1889886
provincial.
24.
39:1499279
1:4869864
40:5869143
MoTimento do porto.
K>
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Horat.
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B S.

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Afimospriara

Oiracfao.
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I Inttntidade.
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Centgrado.
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Cistarvta hydre
mtrica.
Franeex.
Jt
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fnglei.
O
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ce
Be
pe
Se?
?
Antonio
Idem.
lernsrdioo
idem.
Paulino Teixeira
idem.
Atexsndrino Jos do Amaral. dem,
idem.
Secretaria do governo de Pernambuco
outubro de 1861.
O Ulna. Sr.tespector da thesooraria provin-
cial, om virtude da ordem do Erra. 8t. presiden-
te da provincia de 24 do crrante, manda fazer
publico, qae no da 14 de noverabro prximo vin-
donro, perante a junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar a quem por menos
flzer a obra dos reparos de que precisa a ramifi-
cado da estrada do sul psra s povoacao de Mu-
ribeca, avahada em 3:306*.
A arremataco ser teita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abai.xo copiadas.
As pessoas que se quizerem propor a esta arre-
matagao comparegam na sala das sessoesda men-
cionada junta no dia aupradito, pelo "anolo dia e
competentemente habilitada*.
E para constar se mandou adiar o preseote e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesooraria provincial de Per-
nambaeo 25 de outubro de 1881. --0 secretario,
Antonio Perreira tl'AanuncUcao.
Clausulas especiaos d'srrematacao.
i.* As obras dos reparos da ramifica^ao da es-
trada do sal para Muribeca, principiarlo 15 di*
depois d'arrematacao, e coacluir-se-ho no prazo
de 4 mezes.
2.a O arrematante seguir en todo o trabalha
aa instruccdfls contiJas ao capitulo 3 da lei pro-
vincial n. 286, a excepeo daquellea qae se achan
descriptos nss presentes clausula.
8.a O arrematante dar livre transito aos car-
ros e animaes.
4.a Os pagamentos aero feito em tres presta-
coes iguaes, sendo a ultima depois de concluida
toda a obra.
5.a Finalmente nao aera atlendida reclamado
algums, e em qualquer lempo par parte do arre-
matante, teadente a eaigencia de indemnisago,
seja qual fr a causa que allegue para tal Qm.
Conforme.O secretario,
Antonio Perreira d'Annunciaco.
-- O lllm. Sr. inspector da thesourari provin-
cial, em cumpnmento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 24 do correte, manda'
fazer publico, que na dia 7 de novenbro prxi-
mo futuro, perante a junta da fazenda da mesma
Ihesoararia, ae ha de arrematar a quem pr no-
nos fizer a obra dos reparos, de que precisa o
quartel do cora* de polica, avaliadt. em 6619991.
A arremataco ser feils na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoss que se propozerem a esta arremata-
gao cemparegam na aala Osa sassoes da referida
junta, ao dia cima declarado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar sa mandn ajxar o praaente o
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 25 da outubro de 1861.O aecretario,
Antonio Perreira da Aununciagao.
Clausulas I especiaos para a arremataco.
1^r"9* teparos do quartel do corpo de polica
sera o efecutadoa da conformidade can o orna-
mento approvado pela directora em conseibo e
submetlido & approv*c*o do Erm. Sr. presidente
da provincia, na importancia de661j99l
2a.O arrematante dar principio a obra no
prazo de 15 das, e concluir do de 2 mezes, con-
tados como determina oart. 31 do regulamento
das obras publicas.
3a- A importancia da arremataco ser paga
quando a obra far concluid.
4a.Nenhums reclamadlo, tendo por Gm rece-
berloemnisaCQo.aera atlendida, qualquer qae
seja a nalureza da allegacao em que ae funde.
5*.--*Em todo o mais que nao val especificado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que ds-
poe a lei provincial n. 286.
Conforme.O
Annuociago.
. O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumpriniento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 21 do correle, manda
fazer publico, que no dia 7 de novembro prximo
vinJouro, vai praga para aer arrematado
quem mais der, a randa do sobrado n. 12 da roa
do Imperador, perlencente ao patrimonio doaor-
phaos, servindo de base arremataco a qusota
de 1:2008 por anno ofterecida pelo bacharel Deo-
doro fJIpiano Coelho Catanhn.
A arremataco adra feita pelo lempo que de-
correr do dia em qae se efectuar at o Om de
junhode 1864.
E para constar se mandou afiliar o praaente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 22 de outubro de 1861.O secretario, A.
F. d'Aonunciaga*.
_ O Illm.'Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico que
al o dia 28 de novembro prximo viudouro es-
tar aberta a concorrencia para o contrato da
collocacao de carria de ferros, denominados tri-
litos urbanos, a partir desta cidade al a povoa-
(o de ippucos.
O contrato ser feito nos termos da lei provin-
cial n. 618 de 21 de janho do corrate anno,
E para constar se mandou afiliar o presente a
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesoararia provincial
oambuco, 21 de outubro de 1861. O
A. F, d'AoDunciacae.
Por ordem do Illn. Sr. Inspector da alfan-
dega se faz publico que, a requerimento de Carva-
lho, Nogueira & C. canaigaalarioa da barca por-
agaaceiros vento
seu co-
Vaeife nublada con al ge na
SSE regular e assim amanhaceur
oscrwclo da. nan.
Preamar aa 9 h. 32" da manha, altura 4.8 o.
*""* as > 44' da tarde, altura 1 8 p.
luorSiaS0 *,tMn*1 ** 8M*Bfc8' K de ou"
ROAKO 8TBPLK,
w< 1 i' tenle.
Da 25.
houvaram ao Irada* nan aahidaa.
Editaes.
.
111

J. Baada Machado da Coate Doria, terx rte
dirmto da prmeira vara arteria*! interina ate
a**cial da e*nm*rcio, desta nidada do Hwr.
d!f.B'"bo?0' ,or 8o" *taB^tete.|Bpar4al e
cooatitacianai ate.
Facoaaaei)
7,** ,0" q"e ''eeaaate.aditet alten, I par dateatoraas a* tiara da 1 ar n J
toa aatoi do exeeuco de aanteaca de fraocttee
1 barca, Walter Hmvmr,
aaate, em and rebate rte* tg
ib
ana*.
W*, anate'aida
naajte.am saMaan an4lanaaat-qaei n*a> teaaJ
partea dar a Dr. julz dedireito da prneira<**rei
a^f. errata iterte^craltey -aaWo
laaaieitedar. f naln iii rtrtgan^MajeMailej ,
procurador do exequente, fora arcuMaa-a^anhaM o
r feiU em diobairo, e requerido que ncuiem ara
secretario, Antonio Perreira da
de Per-
secretario,
tugaeza Corea, teem de ser vendidas em leilo
porta desta reparlicio, depois das 12 horas do
da 25 do oorreote.pelo agente Hypelito da SHva.
inaslras da marca B aom alaos, viadas do
de
Perto em 22 de abril ultimo no navio* cima.
Alfandega de PernembucolB de outubro
18S1.O l. eaorip tor r 1 o,
rt *nana Francisco Peixote Daarte.
O Dr. Bernardo Hachado da Costa Doria, iuiz de
direito da primeira vara criminal, ernteflno da
espacial do comneceio desta cidade, por S. M.
o Imperador, etc.
Fago saber as que prsenle edftal viren e
dalle noticia efretsW, ^rre-no da 30 de outubro,
ae ha de arre na lar por venda, a quem mate der,
os onj arlos aanaintoa :
18 cadewaa, % sol, tuda com asaento de pelhi-
dna, 4 cenaofos, aenda 2 con ta rapo de podra, 4
cadeiras de brago, 5 ditas de balsnco, sendo Uido
baiio traoscriplo.q** racaban da Ixn. presidenta
aa provincia, e ctnirid-ns a que, prestando tode
^faatefin_ pan a recanaravdsrto ff# ?* 'Exc
fagan da aera parfotquaote Mws fo posa!el nara
que a caito te hjado. a aV> uteU Sn"
cipio se daaanvalra de nado que posia*dar un
resultado satteheterte, rielo eeaaa pelea sengdes
que ae tem manifestado nos Estados-Unidos ds
Amanea de Narte, a cultura daatea gaoBrat teva
oeceasanameote proporcionar grandes vaotaneos
qaeUea que ella ae dedicaren. K
Amaanacaasara, pate, aapate da sea* noni-
cipesqua 000 ateiiarda de aMtMster i asa recom-
.Itft' elB?e,da aaus eeforooa para to
?." I*"4**^ V"*" "lagaa eren resul-
tar para o paiz.
Pago da cmara municipal do Recife em sesso
ordlaarla da 16 de setembro de 1861.-utz Pran-
*** *" *f<. Pdene.-i7rancl*co Ca-
zwto da Boaviagem, official naior servindo da
aecretario.
Quarte secgo.Palacio do governo de Per-
oambaco em 10 de setenbro de 1861.
A cmara municipal da cidade do Recife j de-
?e ter noticia das lisangoes 1 civla, que ataaN
neete agitan as Eat.doe-Unida da America do
orle, e qae* guerra entre eUea atoada, nio po-
de deuax de ler prejudicado grandemente todos
so sea traba I hos agrcolas, resultando d'ahi. co-
mo (acilmente se comprehende, nio s a escas-
sez dos artigos de asa produccao, aenSo tambem.
e cono eanseqaeocia neceaaara a eleraco do
prego dcada un delles. 4
Sendo os Eatados-Uoidos da America do Nor-
te o paiz, onde sa exporta a maior parle do al-
Rodao que alinete aa grandes manefactras da
buropa, e especulmente as da Inglaterra, e bem
asstm o trigo coosumdo no Brasil, a lula oue
hoje pertuba queUes estados, deva neceasarla-
meote acarretar una crise, que de recelar nao
se faga esperar ramio, por isso que, segundo in-
tovtaacoea niauciosas, se ha verificado que a cal-
tura do algoda* oaquellea paiaes tem deflnhado
coosideravelmente, ea exportago do trigo, e de
outros cereaes para o Brasil tem decrescido tam-
ben aa mesma proporge.
Convido prevenir as serias diffieuldades que
semelhsote estado de coasas aos pode trazer,
vou chamar sobre assompto to importante a al-
teacao da cmara municipal da cidade do Recife
para que dando mais urna prova do seu palrio-
tismo, procure persuadir aos lavradores, seu
momcipes. a conveoteoeio, ou antes a oecessida-
de, de sa promover na maior escala poasivel;
nao so a cultura do algodo, qae esta provincia
j exporta, mas nao em quantidade correspon-
dente forlilidade e prosperidsde do terreno,
seno tambem a do trigo, que lio satisfactoria-
mente produz nesta provincia, como o tem de-
monstrado d versas experieociss, ponderndo-
les ao mesmo tempo a opportuoidade que as
circumstancias acluaes lhea proporcionara de au-
ferirem grandes vantagens e lucros certos dos
eforgos, que enpragaren nesse numero de in-"
dustnas.
O nosso algodo, por sua qualidade superior
goza do maior apreco e procara nos morcados ea-
traogeiros, e o trigo que agora eenvra cultivar
como urna medida de prevengo, pode vir a ser
mais urna fonte abundante de riqueza, que in-
demnisando generosamente os sacriflcios que
hoje fizerem os nossos lavradores desenvolver
os recursos do paiz a augmentar 00 futuro o
bem estar da populago.
Esta presidencia eooQa que a cmara munici'
pal do Recife, acompaubando o governo neste
pensamento, se sentir bsstante animada para
promover por lodosos neios ao seu alcance o 1
maior desenvolrimento possivel da industris I
agrcola do seu municipio, relativamente cultu-
ra doa dous gneros, 4 que ne tenho referido,
cumpriDdo que me d conhecimento de quanto
fr obteodo em desempenho das recommends-
goes, que lhe Ocara transmittidas.Antonio Mar-
celino Aunes Goncalvet.
Santa casa da misericordia do
Recife.
A lllm.' junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 31 do correte, pelas 4 horas da tarda, na
sala de suas sessoes, iro praga as rendas das
casas abaixo declaradas, pelo tempo qae decorrer
do dia da arremattgo at 30 de juoho de 1863.
Os prelendeotes devem comparecer do lugar, dia
e hores aprazadas, acompanhados de seus fiado-
res ou munidos de cartas destes.
Ra Direita o. 7.......... 832$ por anno.
Dita do Fagundea n. 34... 2029
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife 24 de outubro de 1861.O escrivo,
F. A. Cavalcanli Cousseiro.
O lllm. Sr. ioapecter da Ihesoursria provin-
cial, em comprmanlo da resotugio da junta da
fazenda, manda fazer publico, que no dia 31 do
correte o a praga perante a mesma Ihesoura-
ria, para ser arrematado a quen mais der, a
venda das casas abaixo mencionadas, pertence'n-
tes ao patrimonio dos orphos.
Ra do Sebo.
N. 12.Casa terrea arrendada annu-
almeole por........................ 160g000
Ra do Rosario da Boa-Vista.
N. 14.Casa terrea arrendada annu-
almente por........................ 201]>000
Ra da Madre de Deoa.
N. 35.Casa terrea arrendada annu-
almenle por........................ 1:6219000
Ra da Lapa.
N. 41.Casa terrea arrendada annu-
almente por........................ 18*JO00
Ra da Cacimba.
N. 65.Casa terrea arrendada anim-
almente por........................ 30OJO0O
Ra do Burgos.
N. 68.Casa terrea arrendada aonu-
almente por........................ 2059OOO
Ra da Guia.
N. 83.Casa terrea arrendada annu-
almente por........................ 1628000
Ra do Pilar.
N. 96.Casa terrea arrendada annu-
almente por........................ 157#000
Os prelendeotes podem examinar ditas casas,
que se acham desoecupadaa, e as chaves recolhi-
das tbesouraria.
A arrematagao aerd feita pelo lempo que de-
correr do dia da arremataco al o m da juoho
de 1864.
E para constarse mandou adiar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 19 de outubro da 1861.
O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O lllm. Sr. Inspector da Ihesouraria de fa-
zenda aesla provnola, manda fazer publico, de
conformidade com a ordem do tbesouro n. 156 de
28 de setembro ultimo, que no dia 28 de novem-
bro prximo futuro, se far concurso nesta Ihe-
souraria para preenchimento dos lugarea da pra-
ticantes aa meama.
Os qae pretenderen) ser arJmttttdos ao concurso
deverao apreseotar nesta secretaria os seu* r*-
querlmeotos instruidos de documentos que pro-
rem: Ia terem 18 annua completos de idade ; 2
estaren Ilvres de culpa e pena ; a 3 terem bom
com porta meo lo.
Os exames versaro sobre leitura, aualyse
grammatical, otlhohraphia e arilhmelica al a
theoria das proporgoes inclusivamente.
Secretaria da ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco 18 de outubro de 1861.
Serviodp de oJOplal-maior,
-------------------------------------------------------------
dndola, co**. qiaj ***. ^ ^
i86I.-o7." **! ate
10 G < rete* J
*V**snte.e
. "*'1* fcliralStTvo para fornatlnanlo
Para a eacriptoraglo do escrivo das oC
arsenal de guerra, aula de geonetris.
mea e deaeaho Uaear, oBate"
Pharmacia b hospital militar
lOIivrop^folajoejnrnteien;
da papel aimago l*e*tU a folhal
pautado typographico.
,1 livro grande oblongo con 10 olhaa ala
hollaoda pautado (aberU a foteaL
1 livra diraito con 200 fothas da oasal
da pautado. -saw
8 arithneticu por Avila.
rtU,i*0?"U1" Wlicadaa s arte* palo
Ohariea Dupia traduzdo o franaei aa
3 duzias de lapis loo de desecho.
3 duzias de borracha para desenlio.
1 quarta de nanqun loa da-Chtaa.
14 pastas pequea* para g"trttar 1
1 reama de papel aimago fino.
40 meios de.aola carrotiada.
31 libras d* arfeo d* riatem. x v
32 libras te aleona amneteos
24 vidros da ala* parrila* o* Sanaa.
IX vidros de salsa parrilhs de Bristoll.
Quem quizar vender taea objectea apresante aa
auas propostas encarta fechada oa secretarte des
cooseihe s 10 horas da manha do dia 4 a* no-
vembro proxiaio viadoaro.
Sata das sessoes do conselno administradlro
para forneeimeole da arsenal ate Mena IB m
outubro de 1861. anasan, naam
Bento /oes* tama*** Lint,
Coronel presidenta.
Francitco Jojquim Per eir 0*0,
Coronal vogal aecretario Jalara _
A corapanhia de csvallarte ten de rsadsr
em hasta publica, na da 9 a* carrala, 0 f
horas da manha. en frente 4 nasmo anattes.
15 cav.llos p0r joepasea do eerviee. Quartel na
-.ampo das Princezaa 24 da outubro de 1961
Manoel Joaquina Machada, '
Tenenle commaodant*.
Conselho adninistrai.Tt.
O conselho admioistiative, para focan
do arsenal de guerra, tem de contratar oa 1
alimenticios para a companhia aoa
arsenal de guerra, durante os neta* da aa*<
e dezembro prximos vindouroa.
Pao de 4 ongas, bolacha, manteiga raacana
assucar renado segunda sorte, cs an grate*
cha hysson, carne verde, dita sacca, farinha tai
mandioca (da torra), feijo nalalinbo ou praa
arroz pilado do Miranho, toucioho de Uaatea"
azeile doce de Lisbos, vinagre de Liaba* ba-
callao. *
Quem quizer contratar taes gneros, apreaaat*
as suas propostas em carta fachada, na secretaria
do conselho, s 10 horaa da manha do dia 28ate
correte mez.
Sala das sessoes do caaaalho administrativo,
para foroecimento do arsenal de guerra. 21 ate
outubro de 1861.
Santo Jotl Lamenha Lint,
Coronel preailente.
Francisco Joaqun Ptreirm Lato,
Coronel vogal secretario "
1 traadeiabro de vidro con 5 ls
- JoteThaasKte GaoapoaOuaraaaa a vasa praoa
- 4an ( E nao baante dateeaater qu* cubra a praca de
b ^aliag>oymwttwmAfijko-aera feita pelo valor da
- Pela adminialracao do crrate
ae faz publico, que em virlude da convenci pos-
tal celebrada pelos governo bratileiro iraiai
serao expedidas malas para a Europa ao ote 3
do corrate mez, de conformidade con o "ana
co deate correio publicado no Diario de 29 ate Ja-
neiro. As cartas sero recebidas at 2 horaa an-
tea da que fr marcada para a sahida do vao*r
eos joruae at 4 horas antes. """
Crrete de Pernambuco 22 da ou toara a> 1861.
O administrador, Domingos dos Pasaos Miraattel
SALAD DO THGiTM
DE
)ecl
Maaael Jop. Piafo.
OtS.
It pnbifco
Por esta snoaeregarta w
acham depositados tres cavallos rugos, sendo am
deste apprehendido pelo inspector do Barro, que
por all vagara sem conductor, trazendo urna
pdrgVo de Carne secca ; quem.se iulgsr com di-
reito, ompareca, que provando, lhea serlo en-
tregue.
Subdelegada doa Afosados 25 de outubro d*
18i.O subdelegado,
Jos Francisco Carnero Monttro.
Por esta aabdelegacta ae faz publico, qne
andando en ilMp'th ate anoite de honlem para,
boray Js*aKca|iia-arlbMdelW^
Saeta Isabel.
GRANDE
Concert iristroneild
DADO NA NOITE
DE
Segunda-feirt; 28 do corrcite
pelo ruKiai*
coadjuvad* gradCitaneote pelo* Srs.
Jorge Vctor Jianior, Pedro Justino. Man
cisco de Paula le Salusiiaao a* Libante Ir
PRIMEIRA PARTE.
1.Grande marcbi Uiumpbal pera te
concertante*, executada pelo* Srs. Vu
Helmold-Goria.
2.Nocturno para pista o e ptaao, peles Srs. (
dido e HelmotdGalt.y.
3.Grande polka de concert para piano s i
HelmoldWallace.
4.Do concertante sobre a TravUu, para B
ta e piano, palpa Sr*. Salaattea* ~
Verdi.
5. Romance variado! sabr Je****, i
e piano, pelos Srs. Pedra Jante* a fletar
Mornaai.
6.Capricho de concerta eobre a Lacrete ater-
gia. para piano, s por HelneldAscbar.
SEGUNDA PARTE.
7.Grande walsa brtlbanle para don piaaoa, pa-
los Srs. Vctor e Uelaaeldatehalbeff.
8.Dous motivos ge Sobubert, para pisto a
piano, pelos Srs. Candido o HelmoldCaresta.
9.Souveoir da Iheatro italiaaa. fantasa para
piano s. sobre motivos de Belloi, par Her-
moldCoria.
10.Fantasa aobre o Dorniao oak, para ciaran-
ta e piano, peloa Srs. Paula e ViciarI
11.Do concertan* aobre il Trolort,
beca e piano, pela Srs. Pedra Jastro* a
osoldHalier. i
12.Carnaval da Veoasa, variegaee brill
para plano s, por UalaaoldScbalbaaT.
Comecar,s 8 hers da a
Os pianos que serven alo do autor C
caaa do Sr. J. P. Vogelej.
Os bilhetes podem-se obter as casa* atea I
Vogalay, V>gnea. Palq.ee e Falis.
THFATRO
M
APOUO.
Sabb(lo, 26 de outubro
de 8
bllc* ateste prorincta o niateaid
gmate espectculo no dita baatra a__
paohle, por ieee rog teda aroaaaqba atea
coandatetus aVate preMaaia.
ara fon forteajI^^^h.fMaaaba toMiedjaa**a
aarateaana
bjeji
m
anarananan
da lei.
*dhaaa-qM*briro
_' raaos' nos teda rea nteaaoe, aan
iki i aoli ro atvasan a o-Mii.r> jiiiian aora
Mbiatn*i^a^V|*J#a,-it,r~
taiew; ,agt aoA uta *-,,ac! ,c
^9*aC
m
municipes o offlelo
conhecinanto de aeos
mim apprehandido a una huadaMi^em^pedei
de Manoet farelrn da
e Manoel Alberto, tras
finas, e en poder divi
naateaTniasan, taWiajhm
ael,
aras groisaa e
arneiro, a Da-
uesfareacia aitaRana^baatea Miata trogtiael
mo-aaj
e retldaa, a&awate inte os proprietarioi qae ae
julgarem com direito aelUadetermiaarem, man-
Mrztto&iWkile
te.
eher,
oo sali da ra da Praia,
*m


IIH

bujuq m tt&siwvoo. samado 26 MaWVnpPi^K H1.
:LH18ei*

o
MAGZSTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Saltad, 6 e itebr.
Ha ver eeete un -ai m extraordinario baile es
favor de um particular, o qual auxiliado por a!-
Kne amigos fir todo o possivel para que este
le seja um dos mae-sumptuosos que se lem
dado no Caasioe Pepalar, nos lotervsilos daa qua-
drilhae um cavalheiro- e urna dama por rapeeial
obsequio executaro algumas aocas figuradas.
Ser mentida a toe orden e observadas as
Jiapesices do regutomeoto. ____
Eulrada para damas.grelis, cavalheircs tfOOO.
ATftos mariiimof.
mha
Sabbado as 11 horas.
DE
O agente Camargo fara' leilSo o seo
escriptorio na ra da Cadeia n. 3, das
diida de Jacintho Antonio Pacheco por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especia!
do-eommercio.
Na meiina occasiao levara' as dividas
de lose' Francisco Agr e de lose Joa-
quim de Oiiveira, os Srs. pretendentes
poderSo examinar na mao do mesmo
agente na ra da Cadeia n. 3, primeiro
andar.
O vapor Jaguaribe da companhia
Pernambucana.nasua prxima futura
viagem a 7 de noverobro a Gran a 'com
escalas, tocara' no porto do Acaracu',
para largar all quaUjuer porco de
carga e passigeiros.

COMPANHIA PERNAMSCANA
DR
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commsadante Lobato,
sahir para os portes do norte de sua eaxala at
a Graoja no da 7 de novembro as 4 huras da
tarde.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. JSncom-
meodas, passageirose diubeir a frete al o dia
da aahida as 2 horas: escriplorio no Forte do
Mallos O. I.
Para
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o brigue
nacional Veloz, tem paite deseo csrregamen-
to prompto : para o resto que lhe falta, traU-se
com o sea consignatario Azevedo 4 alendes, no
seu etcriptorio, ruada Cre n. 1.
Brigue nacional Veloz.
Recebe gneros eslrangeiros para o Rio de Ja-
neiro.
flBftS.
Preciss-se de oras ama, prefertado-eeti sctdvo
a ra do Amona n. 41, qv.e coeiehe odiarle de
urna cande pouce (milis.
NVrua da lmperitriso. 33. primeiro andar,
precisa-se de um criado que d fiador a sua mo-
Irelldao.
Manoel Gomes Vieira e Joao de Oiiveira de
retira ao-ee para o'ra
Ferie, subditos portugueses,
da provmcia.
. f recia i-se
na ra Nora
> ... el
ata que libo coziaasr :
Aos credores do
Rio de Janeiro
O veleiro e bera conhectdo brigue nacional
Conceicao pretende seguir com muita brevida-
de, tem parte de seu carregament a bordo ; para
o reato que lhe flt*. passageiros e escravos a
frete, irata-se com os seus consignatarios Azeve-
do & alendes, no seu escriplorio, ra da Cruz
numero 1. y
Para Aracaty e Ass.
Hiate Santa Rita sabe com brevidade tratase
com Martina & rmeos.
Maranho e Para.
Segu com brevidade o veleiro briguna: terA
Graciosa, eapito Jlo Jos de Souza, e esc o
grande parte do seu carregamento cootrat por
para o resto trsta-ae com os consignatarios ada
meida Gome, Aires & C, roa da Cruz n. 27.
Para
em direitura.
Segu para o indicado porto o beru conbecido
biate Lindo Paquete, capillo Jacintho Nuoes
da Costa, por ter parte de seu carregamento adi-
anlado : para o resto trsta-se com os consigna-
tarios Almeida Comea, Alves & C, ra da Cruz
numero 27.
Sabbado 26 do corrente.
O agente HyppDto da Silva a reque
amento dos Srs. N. O. Bieber & C,
successores, consignatarios da barca in-
gleza Lima, recentemente condemnada
neste porto, fara' leilSo por despacho
do Ulna, e Exm. Sr. Dr. juiz do com-
mercio, com licenca do Sr. inspector
da alfandega e em presenca do Sr. cn-
sul de S. M- Britannica na porta da al-
fa ndega, de diversos volumee com fa-
zendas, com signaes externos de a varia,
quanto bastem para occorrer as despe-
zas que neste porto fez a referida barca
e seu carregamento, a 27 do corrente
as 11 horas em ponto.
Na mesma occasiao se vender' 6 ca-
xas com ricas molduras e espelhos.
LEILAO
Hoje as 11 horas em ponto na
ra da Cadeia n. 3, pri-
meiro andar.
DE
Um excellente cabra ou
crioulo de idade de
1S annos
O agente Camargo fara' leilSo de um
excellente escravo muito fiel, o qual
copeiro, cosinheiro, car pina, muito es-
perto, o que o agente garante, no men-
cionado dia as 11 horas em ponto.
LIILAD
Quarta-feira 30 do corrente
as 11 horas do dia.
NA
Praca do Commercio.
O agente Finto far leilo de um carro de 4
rodas com assentos par: tres pessoas sendo dous
na frente e uro straz. o^aal tem todos os per-
tences precisos para trabalhar com um e dous
cavallos podeodo andar com coberta ou aem ella,
aendo um dos msia elegantes que tem sppare-
cido neeta cidade ; e na mesma occasiao se ex-
por venda um bonito cavallo de carro, no ar-
mazetn por baixo da casa commercial de Saun-
ders Brothers & C, em frente a igreja.
Avisos diversos.
Arrenda-se usa* das melhores casas e ai-
lio na Capunga, lando a queHa bons commodee,
boa estribara e cocheira, muito l-om jardim,
pomar de muito boas frutas, a margem dorio
Capibarlbe, a com dous pvttec para a estrada
real, bem como se prefeie a quem comprar urna
ezceileota mobllia moderna oe Jacaranda, e ou-
tros arranjoa de muito gosto : a tratar na ra
de Apollo n. Si, arenasen.
Perdeu-se aa noite do di 19 do corrente
roez, um bracelete de ouro, desde a roa do Brum
al o pateo do Livraaeeoto; quem liver achado e
qulzer restituir, dirija-so ao segundo andar da
casa o. 20 do dito paleo, que ser recompensado.
CONSULTORIO ESPECIAL HOIEOPATBICO
00 DOUTOB
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os diaa uteis desde as 10 horss
at meio dia, acerca daa seguales molestias :
molntia datmulhtrtt, molestia da crian-
eai, moletUat da pelle, molestias do olhos, mo-
lestias syphiliUcas, toda a esptcitt dt ftbrtt,
ftbrtt intermitientes ttuas contequenciat,
tHABJUCU ESPECIAL HOHBOPATUICA.
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas ecessariaa, in-
(allivjais em seus effeitoa, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos preces mais commodo* poa-
siveta.
N. B. Os medicamentos do Dr. Si.bino sao
anicamonte vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem tora della ao falsa.
Todas'as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintea pala vras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medjjco brasileiro. Este emblema posto
igualmente na liata dos medicamentos quo se pe-
de, As carteiras que nao lovarem esse impresso
issim marcado, emboratenham na lampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos
i^jja.
Atten^o.
Quena Mver perdido urna carteira com papis e
algum dinheiro, dMja-a a rtra do Trapiche n.
13, armazem.
Alugam-se as estas n. 13 da ra 4a Cruz,
o. 2 B-da ra de Apollo, e n. 193 da ra Impe-
rial : a tratar na ra da Aurora n. 36
a e
O Dr. Uoreira Guerra, ezplieador part- 0
colar dos Srs. alumnos da Facaldade da a)
Direilo, presta-se ainda este anno a lee- a)
cionar nos pontos dos actos, quelles que dj
do seu prestio se quizerenr utilisar. Re- Sk
cife, 19 de outubro de 1861. 2
8
Atten^o.
ss9b" I
:
O Dr. Moreira Guerra, tem o seu esenp- |
torio na ra das Cruzes n. 35 1" andar. i
'Gabinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 37.
SerodadssconsiiUas medlcaa-cirurgi-
caa pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu-
querque das 6 aa 10 horas da manhSa, ac-
cudiado sos chamados com a maior bre-
vidade possivel.
l-Partoa.
2.* Molestias de pelle.
3.* dem do olhos.
i 4.* dem dos orgaos genitaes.
i Praticartoda equalquer operacao em
aeu gabinete ou em casa doa doentes con-
forme Ihes fdr mais conveniente.
:
Trocam se sedulas da caixa filial
e banco da Baha : no largo do Corpo
Santo armazem n. 6.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco
(limitada.)
Pela superintendencia desta companhia se
comaouoica aos Srs. accionistas poaauidores daa
acedes cujos nmeros vio abaiiodesignados que
pela directora fica mareado o prazo a contar
desta dala at 31 de dezemoro do corrente anno
para salisfazerem as respectivas entradas em
atrazo, e que flodo esse prazo seso a rtalisacao
daa entradas sero ditas aceces, de conformidade
com os estatutos, conOscadas pela direclonawle
accordo com os annuncios j publicados.
80 ac$es de 49.316 a 49,345 inclusive.
10 t 50.340 s 50,349
30 > > 48,811 a 48.240 >
10 > > 48,319 a 48,378 >
50 48.846 a 48.895 d
12 52,165 a 5-2,176
45 52,242 a 52.286
E. E. Bramah,
Thesoureiro.
Uanoel Alves Guana saca sobre o Rio
Janeiro.
Os abaiio auigokdoa, credores encarrgade
daliquidacio da masas do finado Manoel Buar-
pue de Macedo Lima, nao podeodo at a presen-
te da U liquidar negocio algum da messa, por
embaracoa que ao a presada m provenientes daa
trauaaccoes do Qoado, que di pretexto aos deso-
dores a se negaren ao pagamento ; e nao po-
deodo os abaixo assignados, vala disto preeo-
cher a missao de que ealio encarregadoa, nao so
porque te fas preciso usar dos meios judiciaes,
urna vez que os devedores da referida massa se
negam por bem pagar, como porque os abaixo
assignados nao podem pdrempratica a cobranza
judicial pela falta de meios pecuniarios : assim
aasenlaram convocar i lodos os credores, para
no dia 23 do crranle, es 10 horss em ponto, ae
acbarem no escriplorio o. 27 da ra da Cadeia
do Recife. e de commum accordo deliberaren o
que acharm mais justo.
Recife, 17 de outubro de 1861.
Prxedes da Silva Guarni;
Gurgel ftPerdigao.
Lourenco Luiz das Noves.
, Alegs-ao o terceiro andar da casa n. 87,
sita na ra do Amorim ; a tratar na ra da Ca-
deia n. 62.
Precisa-s singar ansa prela eaativa para ase-
vico de urna ras do poooe taaataii ; na jua do
Livrameolo o. 31, segundo aadar
Precisa-se de orna ama que ssiba eoziaaat
e comprar oa roo Nova n. 33.
Aluga-se
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacam e tomam
saques sobre a praca de Lisboa.
Aluga-se orna casa em Beberibe : a tralar
com J. I. M. do Reg, na roa do Trapiche n. 34.
8
Jos Muniz TYiieira Guiroares, agente
de leilo prximamente nomeado pelo
merelissimo tribunal do commercio e es-
tabelecido com escriplorio e armazem na
ra do Imperador (oulr'ora ra da Ca-
deia) n. 37, offerece seus servidos so res-
peitsve) corpo commercisl, a seus amigos
e a todos em geral que quizerem bon-
ra-lo com sua conflanca, assegrsndo-
Ihes cumprir bem e fielmente aa funeces
inherentes ao seu emprego, para o que
nao poupari eaforgoa a bem dos iuteresses
de aeua commiteotes.
i
de
PADARIA.
Aluga-se a padaria da travessa do Pires, a qual
esti prompta de tudo, com muito bons commo-
dos, e esti ainda trabalhaado, aendo seu alugoel
muito commodo ; a tratar na ra da Senzala Nova
numero 30.
ftrmnmmfff?
Os abaixo assignados lenbam
apparecer na ra Nova n. 81, loja
Jos Antonio Perreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pintela;
Pedro de Asis Campos.
Buzebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Rezendo do Reg Barros.
o priaseiro andar do sobrado oa rao de A saet m
o. 39; a tralar na travesss da Madre da Doce nu-
mero 15.
Aluga-se urna cass oa Bos-Tiagese com
bona commodo : quem pretender dirija-ae a roa
do Imperador o. 67.
Dentista de Pars.
15 RuaNo^a15
FrederieGautier)cLr orgia dentista,fi
todas as operacoes 4a saa arto ocollo<
den tes artiiciaes, todo com a soporiori-j
dsde eporfaico que ss pessoateateadi-
dss lhereconhacem.
rea agua o psdentifrieiosete.
raMn^B^iiiririrwriiCsi _
Sitio para alugar.
Aluga-se o sitio do Mooteiro, coso boa casa,
sonde morou o fallecido pai do annonciante, tem
cocheira, estribara etc. ; a tratar cosa Maooar
Alves Guerra, na ra do Trapiche o. U.
Ama de Jeite.
Precisase de urna ama de leito livre oa cap-
tiva, sem filho, e que sejs canchse ; ao pateo
do Paraizo n. 16, sobrado, entrada pela raa do
S. Franciaco.
I
a bondade de
do Germano.
Grande laboratorio a vapor
iLM&la
mmsim
ROUPA.
Mlltt,
DE
4E,
.
Roapa de familia, iodisUactamento, pecas grandes e pequeas. .
Roupa de navios, vapores o bosiitaes........... 70
Pecaa grandes isoladamente como lencoes, toslhas de mesa. 100
Roupa de doeote de familia, que nao aeja freguesa....... 110
LAVADA.
40 ris.
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ris
*|ij2k
REAL IMPAMIIA
DE
Paquetes inglezes a vapor
No da29 (leste mez esperarse da Europa o va-
por Magdalena, command>tole B. Woolward, o
qual depoia da demora dd costme seguir para
o Rio de Janeiro, tocando na Bshia ; para pas-
sageoa etc., dever-se-ha tratar com oa agentes
Adamaon, Howie & C, ra do Trapiche Novo
o. 42. r '.
Segu para/o Rio Grande do Sul
com escala pelo Ro de Janeiro o pata-
cho Anna, sabbado26 do corrate, rece-
be escravos a (rete que devem ficar ho-
je a bordo : a tratar com Tasso Irmaos.
COMPANHUEBRASILIRA
mmn& k mm.
Ai o dia 2B do oorxooto esperado doa portos
do Borle o vapor nacional Paran, commaodan-
te o capito lenle Jos Leopoldo de Norooa
Torrelo, o qual drpoia da demora do cosiume
eegoiri par* os pottoo do sai.
Desde recbemele njssajtei
carga 4
veri ser i
cia ra da
Ofendes.

Kt fkmkbM
OTti, ru. HUdSisdo fletif
10TIBI4
Quinta-feira 31 do corrente, andarSo
impretei ivelmente as rodas das ultimas
partes da quarta e quinta loteras (pri-
mea-a e segunda concessao) e priraeira
da primeira (terceira concessao a benefi-
cio doGymnasio Pernambucano)se o pa-
quete i nglez, da Europa daqui partir pa-
ra o Rio de Janeiro at 50 como e de
costume, do contrario andarao na terca
feira 5 de novembro prximo. Os
bilbetes se acham a venda na thesou-
raria das loteras, ra do Crespo n. 15
e as casas commissionadas. As sortes
sero pagas como de costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Attenco.
Havendo inconveniencia na venda dos
bilbetes no dia da extraccao avisa-se ao
respeitavel publico que de hora em
diante nao havero bilbetes a venda nos
referido* das do andamento das rodas e
rnente at a vespera as 10 horas da
noite.
O thesoureiro,
A. J. R. de Souza.
O Sr. Pedro Perreira dos Santos, tenha a
bondade de annunciar a sua marada oa fazer o
favor de ir a ra do C'buga n. 16, para ser con-
sultsdo sobre nm remedio.
Precisa-se de um negro ou urna negra para
vender fazendas : na ra do Hospicio n. 62.
GAB1HETE PORTUGUEZ
LEITIIR A.
Por ordem do Illm. Sr. presidente do conselho
deberativo, e por deliberado lomada em seaso
extraordinaria do mesmo conselho em 30 do cor-
rente, sao convidados os senbores accionistas a
reunirem-se em sessio exlrsordinaria da aasem-
bla geral, domingo 27, pelas 10 horas da ma-
nbaa, na ala das sessoes do mesmo Gabinete.
Secretara do Gabinete Portoguez de Leitora.
aos 23 de outubro de 1861.
Francisco Ignacio Ferreirsn _
1.* secretario. .
O actual escrivo da irmao-
dade de N. S. Mi dos
Homens,
er acU na igrtja 4* Medro do Daos, con vida a to-
; iVoopisos itmioe a a/asparecoram domingo 27
1'' 6o correte, pelas 10 toros da aaaia, no can.
stsiofio da meoaa ifreja. aam *0 loonidoa em
maje ssra, eJo|ar-se a aswa atoaa qoo tena de
fuacoieaor noaoo* de tssU odaHs,
M. de Soasa Cocseto Samoea Juoior.
Secriva*.
.1 FERREIRA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ra do CabuffH n. 18, f .* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos para
pulceiras, alneles ou csssoletss. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos para a col-
locago dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo fim cassoletas e delicados alfioetes de ourb
de lei; retratos em photographia daa principaes
personsgens da Europa ; stereoscopos e vistes
stereoscopicas, aasim como vidros para ambrotypo
e chimicaa photograpbicss.
com mais roapa.
80
18200
19S600
isooo
29000
500
; 1000
>

>


O
120
160
200
240
s


s
I STAHL & G. S
RETRATISTA DES. M. 0 IMPERADOR^
S lana da lm^erfAUiz ^
O numeTo 14.
Tencionando retirar-se proxi- J
^ mmente desta praca prticipam ;
' a seas freguezes e amigos como ]
f em geral a todos que podem
w precisar do seu officio, aim de
V que aproveitem do pouco tempe
V que os annunciantes podem ain
w da dtspor para a execucSo das
O encommendas com as quaes
V queiiam honra-Ios.
O Agradecendo- nesta occasiao
ao Ilustrado publico desta capi-
O tal o bom acolhimento das suas
9 obias, decdtram se a por estas
O ao alcance de todos introduzindo
9 urna comideravel baixa na maior
9 parte dos seus preq^s e esperam 9
Q que o desfalque que disto lhes O
O resultar sera' compensado por
0 um augmento de concurrencia. 0
# mm m*
Attenco.
No largo ds Aiseaabla n. 12 fatem-se comidas
para fra, obrigaodo-ae a mandar Wvar em cass
propris, por commodo proco ; aseira como ae for-
necera na mesma diariamente, todo com asseioe
pontnalidade.
Gabinete Portuguez de Leitura
A directora (az publico aos Srs. aeionisUa que
o projecto do reforma doaeUluioo eaiarA paten-
te oa mesa do expediente, oca conveniente
exame, at a prxima, seaso d'assesaelea geral em
qoe tea de aer approvados.
Sala das esedes 21 de MfsVa do 1861.
9 i aaeoeiorio,
Roupa misturada que alguem aem ser freguez exigir que se lave.
Urna rende vindo com mais roupa*
Urna rodo isoladamente.....
Um cortinado de cama de casal vindo
Um dito dito isoladaoienle .
Um dito dito de solteiro ou veranda........
Um dito dito isoladamente........... .
As pessoas que nao quizerem mandar eugommar toda a roupa, o laboratorio encarrega-se
de mandar aogommar as seguinles pecas, pelos seguintes precos :
Vestidos lisos.....600 ris.
Sai.s........280 >
Camisas de homem. 160 >
Calcas........200
Colletes.......120
Paletots. .....: 460
Colarinhos. ..... 40
O laboratorio encarrega-se de engommados de objectos de senhora oa mais delicados, e pa-
ra isto tem ja contratado as mais habis engommadeiras nacionaes e eatrangeiras, que entre nos
existen).
Nopreco dos engommadoade roupa de familia, exceptuam-se oa vestidos, gollinbss, man-
guitos e mais objectoa que forem guarnecidos de rendas, babadoa, pafos, rifas, etc., etc., bem co-
mo os cortinadoa de berco, cama, varaoda.que se pagarao segn 1o o ajuste.
Qualquer que exigir roupa aomente lavada, ou tambem eogommada, com mais brevidade
qoe a designada, pagari mais 25 por cento sobre o prego.
O prszo na entrega da roupa aera por em quanto 8 diaa depois do recebimento, e da lavada
e eogommada 15.
A roupa de familia aera lavada em machina separada da dos hospitaes, e as pessoas enesr-
regadaa doaervico da roupa aero mulheres.
Os proprietariospagarao qualquer peca que se estraviar, eaflancam que a a;ao das machi-
nas inleiramenle iaoffenaira.
Qualquer que mandar roapa, recebar um vale do numero de pecas com a declaracio do im-
porte da lavagem, o qual ser restituido com o competente importe na occasiao de ao entregar a
roupa prompta, sem o que esti Qcar depositada.
O estabelecimento encarrega-se de tirar nodoas de qualquer natureza, precedendo um
ajuste.
Os proprietarios rogam a aeus fregaezes o obseqeio de msnlarem roupa suja, apenas rece-
bara a lavada, para aasim manter a regularidade do servico.
A entrega e o recebimento da roupa o na caaa de banhoa, no pateo do Carmo, em todos os
diaa uteia das 7 horas da manha s 5 da tarde.
ELIXIR DE SAUDE
Citrolactato de ferro.
SJ Aluga-se um escravo que cosinhe sof- #
dj frivelmenle para urna caaa de pouca fami- #
lia, por 259 : na ra do Hospicio primeiro ~
tj sobrado de soto passando o Gymnaaio,
Programma
DA
WMM DiTratO,
NO
Domingo 27 do corrente.
Ao amaohecer do dia sabbado ser celebrada
missa cantada, a qual Anda, aera conduzida a
baodeira coma effigie da excelsa virgem daavir-
gens, ao lugar do maslro em que teri de ser ar-
vorada, ao aom da armoniosa msica do 2.* ba-
talhao da guarda nacional da freguezia de & Jo-
s, e saudada por girndoles de fogaelrs.
Ao meio dia tocar a mesma msica e subir
aos ares girandolaa de logeles, annuociando o
dia de verdadeiro regosijo para os irmaos da ir-
mandade da virgem Senhora do Terco.
As 7 horas da noite lera principio as veaperae
solemnes.
O dia domingo ser annnncisda sua aurora por
girndolas de logeles e msica. As 11 horas
lera comeQO a solemne fcata, com excellente -
sica de orcheatra, sendo o orador o padre-saeslre
Fr. Josquim do Espirito Saolo. As 4 1(2 horas
da larde ter execugo em frente da igreja diver-
sas pecas de msica militar que mandar exen-
tar o bem conbecido meslre o Sr. Ilermogener.
As 7 horas ds noite principiar o Te-Denso, sea-
do orador o padre-meatre Lioo do atonte Car-
meilo ; QodooTe-Deum aera desarvoradaa bao-
deira com aa mesmas formalidades do da aale-
cedente.
Por tal forma esli preeochidoa oa exforcoe da
mesa regedora, que na poca actual sao superio-
res sua fores. Espera ainda a mesa reaedor
que lodoa os moradorea da ra daa Cinco Poartaa
e parte da roa Direita e Aguaa-Verdea diguea-ee
de mandsr Iluminar a frente de sua* casas naa
noitea de 26 e 27, como coatumam, para aaaiov
esplendor da aolemnidade da virgem Senhora do-
Terco, de quem devenios esperar a verdadeiro
recompensa.
Antonio de Leona'rdo Pollacchi.
Valentino fr Pielro Valenlini.
Sibilino de G. Antonio Pellini:
Alemanoo de Raffaello Bertolani.
Msrlino de Damiano Giodice.
Giaunini Monsueto de Vinconso.
Raffaelo fr Micbele Giutli.
Demetrio de Francesco de Giorsnni.
Raffaello fr Antonio Giusti.
Raflaello de Luigi Pardini.
Todos subditos ilalisnos, pretndeos retirar-so
para a cidade da Babia.
Sitio para alagar.
Aluga-ae um sino com muito boa casa o bas-
tantes arvoredos de froctoa, agoa de beber asalta
boa e tanque, ecom 3 quartoe no quintal, ato la-
gar da Capunga vel ha, na estrada que v.i pera
rio, aluca-ae por anno oa por feote : a tralar ssa
loja da Victoria na ra do Quetmade n. 75.
Precisa-se alagar aso canoeiro forro asa cap-
tivo, que eotends de p, da-se-lho tastaado ca-
ss para morar: a tratar na rea Nova n. M. leie.
A. Lafleur segu para Marsnhio oo piiaaai
ro vapor.
Anna Machado de Lana Freir Coala, va-
va de Francisco Mathiaa Pereira da CaaSa avisa
aos credores do seu (loado marido, que najaos do
a presentar os seus dbitos no prazo de 1S diaa, a
contar da data dests, eertos que fiado este nesao
nao ieaponsabilisa-ae por qualquer doMtoajsso
possa apparecer. Recife 25 de outubro to UM.
Precisase de nma sma forra oa captiva.
preferin1o-se espliva, para prestarse a* asnayo
de cozinhar e comprar para orna caaa de familia ;
oa ra do Imperador n. 37, segundo aadar.
Ptpcisa-se de urna aaaa forra oa captiva
para o servico da casa de nma poaooo : aa rata
das Lsraogeiras a. 26.
I:500f000.
Na roa Direita n. 75 ae dir quem empresta
com seguranza em algum predio.
Attenco.
Urna certa pesaos qoe por tolsjoedo levou asa
chapeo de chile da- taberna da naa ow atasajad a.
10, hsja de o traser, senlo pasear poto eioseeot-
de ver aeu nomo por extenso neste tataa.
Aluga-ae a caaa terrea 4o Capga, logar ta
Btixa-Verde n. 6 : quem pretender, usaje oo a
quei
l3n\eo AefosUo **botica I Joaqaim Alves P., subdito portugus, n-
tira-se para torada provincia.
OcUviaao de Soaza Franca e D.
de Paula Mavignier, somataaseato
Alegar o o primeiro anear da rea da Sen-
zalba-velba a. 48 : o tratat oatoje do tamao,
Aluga-se s case da ros dos Prazeroe o. 14,
oa fregoaaia da loe*V*eie. ao. todo do heepttal
Pedro H, eD.jdracat*. lea iqriaOos.taalaa, co-
rintia fra, carimba com boa agna, quintal mata*
do: qoemgeoioaoar alagar, 4iaoo-o Rtcie,
trarasot da adre t>Dosn. rt\JogojidjsuMai.
da Ctax Crrela., Taa do Cabtiga n. II,
em Pernambuco.
O Dr. H. Thermes (de Chalis) aotigo pharmeceutico apresenta hojeadme nova preparagao
de ferrocom o nome de elixir de cilro-lactalo de farro.
Parecer ao publ ico um luxo emprecar-ae um-tneamo medicamento debafxo de frmalas lio
variadas, mas o homem da sciencia comprehende a aecessidade e importancia de ama tal varie-
dade. ,
A formula um objecto de multa importancia em therapeutica : 4 um progresso immenso,
qusndo ella, maniendo a osseocia do medicamento, o torna agradare!, fcil o possivel para todas ss
idades, para todoa os paladares e para lodos os temperamentos.
Du numerosas preparares do forro at hoje Mohecidas nenhuma rene to bellas qaalida
dea como o elixir de citro-laclado do ferro. A seu sabor agradavel, rene o'tomar-seem am
quao dose, e sor de ama prompta e fcil dlaaolucw no estomsgo. de modo que completo
aaaiailado; e o nao produzir por caaee da lactina, qoe cootem em ana composiro, a conslipaclo d
ventre (raqaentemente provocada polea outraa preparacoea terroginoias.
Bstas-novaa qualidades esa oada alterara a sciencia medicamentosas do ferro, qoe aendo am
substancie ds qual o aoedieo se nao pedo diopeusaa em sua dioica, de ineomparsvel utilidad
qualquaw, formula que lhe d pranriedadae Saos,
que eooseguio o pharmaceulico Taermea coas
medicamento oocupe -boje r petaaoiro lugar oatre
aiteeu a praUoa de axuho medseoo diotioetoe qoe o
DMaoo proveiu atoa taola*iaaoo Hagilin (otiloeo
AeaiotTbagiMi mi bydrupeafoaojoe
Antoaao Baptis Moguotra. po- dobilHedov aas noroleo araswao.
conVk-lesceoeia daa meleetee gravea, aa en.
em que o saogoo ae tofed etnsnsMssoo ou uetooo
culooaa, fioaorooa, typhaMliee, aaaassee saaiaseos,
corisea ateo -
Estos eofoamaadoejoooe maatraquoBtotT o
median leca ou h0' ***1*'"***'.
rteaoliettonalo 4a >aiaaiihlHit por r#r
osar do forre.
pratteo possa presero ver sem recelo. E'
irsQiado citro-laclecto do ferro. Aislm es
numerosas preparaedes ferrogiftoaaa, com
-\ ensaiado. fem tfto empregedo cono im
rflfdM cores ) na debllidade subsequenle
das intermitentes oa incontinencia: de 0
racMtismo, ns parpara hemorrhagica.
A mulheres graVidas, ea todoa os
lodss ss pessoas de sua amizada qoe .
de prestar o ultimo obsequio, sssistiado
do ealinso da pelo repouao eterna da aleso aeooa
mallo amada o prazada aspooa o filka B. Marta
Augusta de Soaza Franca, roga-laoa ato asaste
rem esta publica coafiastd coaao ansa fera tto
cloras gratiaoo.
Alaga-se urna casa aova coas vario* eoea-
medea, na Capunga, roa daa Crloulaa o. 17 : a
Irttorna rao das Cruzas, taberna J2.
Os abaixo auigaadoe, por proco-
raao especial do Sr. Haisoes Joatj Jo
KaaciaoeotoeSalva, que
taenteem.iytuteil, reoeram ao Sr.
Antonio Mara OAa>
tesqucaqale jeobor pooouia,____
!an.5. Rece U
lafad
i uso
icaa, cacheiia .
daa precao;6ea
_ o ferro a principal sabstancl
[omofi



DliAIO M MM*AM*W SAJmDQ 26 J* QUTUMO fit uu
Orde
A'viita de um oficio ou circular'do prior da
orden ae sectatario 4a avm memder Mi-
sar a todos oa iraloa para o \ 27 do correte
auiatir a vistas lia panviatatna Me,' para o
diaM ai 9 hora* d marta* pera assisliram
coatinuacip da allela do prior, per lee ido ni-
paaaa pelo comuriasario da meama i orden-par
cqsiw segunda votaci* sobre oa dous iraao* maia
votados, por anim o ter entendido o provincial
do convento, pi obstante har o reverendo padre
prior do eoavealo, reconocido prior da orden o
irmao man votado, e Iba ter dado a pone espiri-
tual,... e.jaira nao podando o irmfco andador le-
var a conbecimeato de todos os irmos, por ia-
so fazemos o preaente, convidando a todos os
notaos chsriuimos i mi os adro de compareceris
no consistorio da mesma orden) pelas t hers do
dia 28 do correte, afim-dp derem o aeu voto de
consciencia beneficio da piesma ordem.
O abano assignado declara por este jornal aos
seus devedores, sssim de fazendas como de bilhe-
tes de loteras, que autorisou ae. Sr.- Francisco
Jos Coelho a cobrar as suas dividas, quer ami-
gare!, ao*r judidalaseate.
Maaoel Ferreira Piolo:
i-d i Ama
aula*
Preciss-se de ama ama que saiba cozinhar bem
e faca mais algum serico em casa de familia :
na ra daConceicloda Boa-Vista, sobrado o. 6.
Aluga-se o terceiro orlar do sobrado do
becco Largo o. 1 A, coacertado e pintado de no-
vo, aloga-se por preco multo medico : tratar
na meanaa roa, taberna n. 1.
Na ra do Rosario da Boa-Vista n. 51 tem
urna sacca com feijie que foi appreheodid de
um prelo que andava vendendo, e como houte-
ram descooOinfaS de ser roubada de algum r-
matela ou trete que o mesmo condazia, roga-se
a quem for seu dono, apparega para ser entre-
gue, pagando eela despeza.
No dia 8 do correte desappareceu o mu-
lato de Dome Haooel, de idade 25 annoa, pou-
co mata ou menos, de cor' plida, alte, magro,
com urna cicatriz em urna perna proveniente de
urna gomraa que teve na raeama; este mulato
veio de Maraanguap?, provincia da Parabiba do
Norte, para ser vendido : quem delle. souber ou
livor noticia,.poda dirigir-ae a ra do Crespo n.
7, leja de fazendas da Guimares Lima, que
sera generosamente recompensado.
Gabinete PorIngnez de
cabellrjs. compridosJ
f*a ra do Queimado cesa de ciMteirtk*.
leira, ept^aTrrr<)|'(rortofjezas : no eacHplo-
rio 4e Haooel Ignacio de Oliveira
do Cirpo-Santo.
Compra-se para, urna encommenda da Rio de
Janeiro dons moloques robustoi e bonitai figu-
ras, de idade de 15 a 20 anuos, paga-ae bem :
a tratar na ra da Crut do Recite n. 63, arma-
zem junto ao Corpo Santo.
Compram-se escravos
mocos e boas figuras, pagam-se bem : na ra da
Imperatriz n. IS, loja.
Compram-se moedas de ouro e patacea
hespanhoes ao cuobo de Carlos III e IIII, ni ras
Nova n. 23.
Gompra-se
urna, canoa de earrelra em bora estsdo, e que
possa conduzir at 12 pessoas; na travessa da
Madre de Dos n. 81.
*9400
160

Vendas.
A directora az publico que domingo 27 do
correnle nao ha' expediente na bibliotheca. em
consequencia da re uan o da assembla geral dos
Srs. accionistas.
Sala dassessdes 25 de outubro de 1861.
Antonio Baplitta Nogueira,
1.* secretario.
No dia 29 do correnle, depois da audiencia
do 111 di. Sr. Dr. juiz dos orphaos se hito de arre-
malar 3 escravos a 1 apparelho de prata por eie-
cucio contra o ioveotariaote do fallecido coronel
Francisco Mamede de Almeida.
D. Maria Annancisda do Carmo Rocha Cos-
ta faz scienie ao respeitsvel publico que seu ma-
rido Joao Ignacio Rodrigues da Cosa, tem por |
varias vetes sahido da sua casa sem se saber para
onde, sahfndo occultMncnte de sua mulher para
ella nao mandar acompanha-lo e ver para onde
elle se dirige; e no dU 23 do correte outubro
sahio as 6 horas da maohaa e ainda nao voltou ;
e como o dito seu marido se acha em estado de
demencia civel nao s petas molestias que soffre
cono por sea avanzada .idade, e estaodo a sua
mulher scienie de lodos os negocios de sua casa,
tanto presentes como pajsados. e al das sedu-
cios que se tem feito a sea marido. Protesta con-
tra toda e qualquer pesaoa que se valer oa abu-
sar da falta de juizo do seu marido para iofelici-
tar oa destruir es bens do sen casal.
Aliaga-s am sitio aa Varzea, denominado
Croa, do padre Jos Simes: quem o pretender,
dirija-se a travessa de S. Pedro o. 8.
Os habitantes da povoace de S. Vieente,
reguezta de Nacareth, precisan de ter um capel-
la ; portento o padre que pretender dita capel-
lana, dirija-se nesta praca ra Nova n. 33, e
do tato a dita povoagio de S. Vicente, que em
ambos os lugares achar com quem tratar.
A pesaoa que deixou no segundo sitio, no
becco de Pompa! do lado diroilo, no dia 12 do
correte, oa cavallo castauho, magro, castrado,
queira dirigir-so ao mesmo sitio am de temar
catata do animal, pagaode as despeza?, poisoao-
nancianle nao se respontabiliaa pela fuga.
Venda-ae a caaa terrea sita na ra de Sania
Cecilia n. 43; na ra do Queimado n. 24, pri-
meiro andar.
Arara.
Brilhantina da arara.
Vendem-se corles de chitas finas com 13 cova-
dos por 29500, cortea de riscado cbinez a 29500,
cortes novos de brilhantina de cores para vesti-
dos a 3ft|fc cortes de csssa com 7 barras 24500,
saias balao de 80 e 40 arcos a 39 e 30500, ditas
de madapoln de lodos os tamaohos a 39 e 39500,
saias de eordo para balao a 29400: na ra da
Imperatriz, loja do arara, de 4 portas n. 56, aon-
de tem a arara pintada da parte de fura, e ao nor-
te tem um relogio com letras de cores em que
dizAraran. 56, de MagalhSes & Hendes.
Novas fazendas do arara.
Vende-se mnasnlins de cores, da Iodia, muilo
fina, a 360 rs. o corado, csssas de salpicos a 200
rs.'o covado, fust&o de cores para vestidos a 320
0 covado, Q16 de lloho da cores a 240 o covado,
pegas de madapolao Roo entestado a 39. pocas de
cambraia branca a lgfiOO, 29500. 3$ e 39500. pe-
tas de cassas para cortinados a 39000, cortes de
cambraia de salpicos a 2 e 39. popelina de cor a
200 rs. o covado, chitas s 160 e 180 o covado, di-
tas fraocetas a 220, 240, 260 e 280 o covado : na
ra da Imperatriz, loja do arara, de 4- portas n.
56, de Magalhos & Mendes.
Vende-se fariuha da mandioca em saceos,
para aoimaes : no becco Largo o. 6.
Vende-se um terreno em chao proprio, na
rus Imperial, e urna escrava crioula de idade de
7 tonos: a pessoa que quizer, dirija-se a mesma
ra n. 222, a tratar com a viuva do tinado Vic-
torino Francisco dos Sanios.
semsegundo
Na ro do Queimado n. 55, loja te miudezaii
de Jos da Azevedo Maia e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezas pelos
precos abaixo declarados, e renham logo poi|
est cabando.
Calas com agulhat francesas a..........
Novellos de liona para marcar a 20 rs. e..
Ditos de liohsde crese muito grandea
Carretel de liuha, superior qualidade a..
Liaba branca do gas a 10 rs. e...........
Dita dita,a melhorque ha, novello graode
Pares de meias de coras para meninos a
Duzia de meias cruas muio superiores a
DiUde ditas ditas a......................
Pareado meias de cores para meninos a
Liaba em cartao Pedro V a..............
Gaitas com phospboros de segoranca a
Caizas de folhas com phosphoroa (so a
caira fal 100 rs.) a....................
Duzia da phospboros do gas a..........
Frascos d'agua do colonia superior a....
Ditos com cheiros, muto liaos a........
Ouzia de meisa muito finas para senhora
Qaixas de apparelhes para meninos a 240
's. e ........... .
Trancas de laa e deliano sprtidssa......
Sabonetes grandes e superiores a........
Groza de botes pequeoos para calca a..
Grozade botes de louja a..............
Varas detramoia superior a 120 e........
Grozade peoaaade ago a................
Carlei'rat muito superiores s............
Baralhos portuguezes a..................
Tesouras muito finas para coatura a....
Ditaa para unhasa240e..................
Baralhos para vollarele a 240 e..........
Frascosdebanhadeurcoa................
Frascos grandes de lavande ambreada, su-
perior qualidaie a....................
Frascos de oleo de babosa a 320e......
Frascos dedanba muil fina a 140 e......
Agnlheiros com agulhas a................
1 Ra
gnloR>
Vende-se urna duzia de cadeira de jacaran-
do com pouco uso ; a tratar na ra do Rangel
numero 10.
Fazendas modernas. S
Gurgel & Perdigao.
Vendem barato. 9
Superiores capas compridas modernas, *j$
manteletes, taimas de croxe. ditas de j
016.
Joaquina Francisco dos Santos.
4vV4tt do Onemado---4ffz, J
Defronte do becco da Congregaco, letreiro Verde.
VENDE-SE 0 SEGUINTE:
Para casamentas.
Ricos corles de vestido de 'fil ou blond de seda branca com ramo a capea, o
mais moderno a superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a branco e
cores.
Ditos da tarlalana branca bordados a branco e cores.
Ditoa da cambraia branca bordados a branco com muita elegancia.
Saias bordadas.
Ricas saias de cambraia branca bordadas com o maia aparado gosto mais finas
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos corles de vestido de esmbraia branca bordados com multa elegancia, o
mais moderno e mais superior que ha no mercado.
Manteletes.
Ricos manteletes de seda de cores e pretos bordados e lisos com enfeites, bem
como arrendados, por pregos commodos.
3000 a peca.
Pesas de cambraia lisa larga fina com 6 a 6 \\i varas, muito barato.
Lencos.
Ricos lencos de cambraia de lioho bordados a 39,49 e 59 cada nm.
Chales, -
Ricos chales de toaquim francos bordados de ponta redonda e de 4 ponas.
Alem das fazendas cima mencionadas tem um grande aortimento de todas as
qnalidades, que nao possivel mencionar-ae pelo grande espaco que lomara.
Direita 45
MagnUio sortimeiito.
Semprecondeacendente e prazenleire con as
reguezet que Ihe trazem diobeiro, o propfieU-
rio deste grande estebeloeinenio continua a ef-
. fer***r ,0 u.bHeo, per presos mdicas e> aarar
;, Interiores aoS de oulro, o sen bello ort otila
de calgado francez, ipglez e braaileiro a i vejas
Homem.
i
Boneguina Viciar Enmanue). .
oouro de poreo.....
a lord PalmeratoBfeeserro .
diversos fabricantes lastre)
John Rustell. .
Sapates Naoles (batera ialcira).
patente.........
Sapa tos ti anca (parlogaezea). .
> > (franceses).....
9 entrada baixa (tola a vire). .
nnito cbiqaa (una aola). .
Sen horas.
Borzeguins primor (Jgly)......
brilhantina ., .
gasa-abita.......
> baixa.......
31.31.33.34.....
. decores 32,33.34. .
Sapatos com salto (Joly). ..... $&o
franceze fresquiobos. 2*249
31,32.33 e34 lustre. jcot
E um rico sorlimento da caaro ata lastre. b-
zerrofranrez, marroquim, sola, vaaaetas caa-
rinhos, fio, uixas etc., por meaos do ana' aaal-
quer outro poda vender.
s|Uo
55PO
afl
Vestidos de seda,
do e de phantaaia.
de cambraia borda-
Chapeos ricos de palba,
lira a 29500.
luvas de pe-
Sedas de quadriobos furia cor, gros-
denaples e moriaotique.
ARNIAZEM
roupa'fiita
2
BROUPA FEITA AINDIIAISBAIATAS.
SORTIMENTO COMPLETO
fazendas e obras feilas
A

i ozinheiro.
Aluga-se am ptimo eozinhelro e um copeiro,
bsobos-escravos, mocos, e de muito boa conduc-
ta: qa-em pretender dtrija-se a ruado Sol n.2l.
Nesta tresna casa se alagam mais alguns escra-
vos, e vende-se um pianoinglez, velho, por mui-
to barato preco, bem como urna mesa elaotica de
mogno com 36 palmos por 1509, e urna porgo
de canos de ferro de meia pollegada, proprios
para eocanafioento de gaz ou agua.
Ra do Queimado n. 19,
Santos Coelho vendem
o seguinte:
Pesas de cambraia branca annilada, propria
para forro, pelo barato preso de 2#.
Leucoes de bramante de lioho grandes, a
39300.
Colchas de fusto de lindos lsvrores a 69.
Cobertas de chita a chineza a 18800.
Leoses de panno da linno a 1 j900.
Chales de merino lisos, pretos e rxos.
lieos cortes de seda pelo barato preso de 40j>.
Ditos con algum mofo a 259
Toalbas de fuatio a 500 rs. cada urna.
Corles de chita francesa com 11 covados a
295OO.
Vende-se um sitie com casa de vivenda e
diversas arvores de Eructo na matriz da Varzea, a
margem do rio Capibaribe, junto ao aitio do Ca-
lazans : a tratar no sitio do Ambol. que flea por
detraz do padre Dmaso, nos domingos e das
santos.
Chapeos para senhora muito ri-
cos com veos de seda a 10# : na loja da
aguia de ouro ra do Cabuga'.
Cambraias fingindo seda, chitas finas ,
modernas, laazioha de cor e meias olas- '
licaa.________________ (
Ricos sintoa, guiliohas e punhor, es- \
partilhos, penles de tartaruga, leques
superiores e saia b18o. I
Fil, cambraia branca, tarlalana. Utas I
para sinto, camisas para senhora e me-
ninos.
1 lioupa feit barata.
r Gurgel & PerdigSo.*
I Paletots de caaemira prelos, de cor,
calcas, collete, camisas de liiho ingle-
' zas e francesas, ditas de algodao : na lo-,
I ja n. 23 da ra da Cadeia, do-se amos-
, tras.
Joaqoim F. dos Santos.
40-Rua do Quemado-40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimenlo ba sempre um sorlimento completo de ronpa frita de
todas as qualid*dese tambem se manda executarpor medida i vontada dos fregue-
ses para o que tem um dos melhores professores.
de calcas de
cor : aa ra
Boa-f.
A 29OOO o corle
metacasemtra escoras de amas
do Quetmsao n. 22, na loja da
compras.
Compra-se um escravo que teja .perfeito
cozinheiro : no eacrptorio de Pinto de Soaza
Bairo, na ra da Cruz n. 24.
Compra-se moedas de 20$ : na
ra da Cruz n. 48, pagase mais do
que em outra qualquer parte.
Liquidado
Loja de
Arroz com casca.
Vende-se a bordo da bareaoa Dona Amigos
a49500o alqueire, medida velha, e sendo em
porgo se (ar algum abalimento : no caes do
Ramos.
Chales.
NA
marmore.
Na loja de marmore vende-se para li-
quidacao per presos muito barato, nm
variado sorlimento de artigos de fazendas
de modas para seoboras, roupa feita pa-
ra homem e vestimentas para meninos, o
bem asssim quadros a oleo para decora-
cao da salas e capelles,
S3
AUenca
Ra do Amorim n.
43.
Vende-se farinha de mandioca a 29. saccas de
3|4, arroz com casca a 39200.
Guimares k Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Vendem baratsimo.
Ceajabraias brancas bordadas para vestidos de seoboras t*)a peca de 9 varas.
Organdys de corea delicadas a 500 rs. o covado.
Cseas de cores fazenda fina a 240 e 280 rs. o covado.
Mangudos e golliobaa para senhoras a 2 o par.
GoUirrh.t altimo g)Sto a 19. > h
liaagmtoe a 39 o par. ;
Eoteemeioeriramenle bordados s 29. -f^.
Tiras estrellas e largas bordadas para enfeites de vestidos de 29 a 59 a pecsr
Saias bordadas de 4 pannos a 49. \ ,, / *a
Salas bordadas de 3 pannos a 29500. | .H\ l T> U\ *
Salas balao da mosselina com babados a 89
Chceos de palba de Italia para senhora a 289.
Diaaa de ssds para senhora a 12*.
Manteletes de seda
ha de mais moderno de diversos presos. .
1 de -Ot paito Fooilos s 30* M
;idoa brtricos bordados a 209.
1 brancos bordados a 7f.
franczjs de todas as qualilades a 280,300, 360 e400 rs. o covado.
a a 49.49500. 59 #79 a peca,
igos.to, e preyos batatos.

No armasem de tazeedas de J. J. de Gouveia,
ra do Queimado n. 29, esquina do Collegio,
exiale um rico e completo sorlimento de chales
de merino estampados a 79. ditos com ponta re-
donda bordados a retroza 59, e ditos lisos a 49.
Gravatinhas para senhoras
imperatriz Eugenia.
, Joio Jos de Gouveia com armazem de fazen-
das na ra do Queimado o. 29, esquina do Colle-
gio, recebeu pelo ultimo paquete francez um rico
e elegante sorlimento de gravatinhas para senho-
ras imperatiiz Eugenia, que se vendem a 59
cada urna. E' oque de mais rico a moderno exis-
te no mercado.
Chapeos de castor
Na ra Novan. 44, loja e fabrica de
chapeos, vende -se chapeos de castor sem
pello pelo preco de 7$, assim como
bonets e chapeos para enancas a 500
rs. e 1$.
Esleirs da India.
No armazem de fazendas de
Santos Coelho. ra do Quei-
mado n. 19.
Veodem-se esleirs brancas da India, propria
para forro de [salas e camas, sendo de 4, 5 e 6
palmos de largo.
Mais urna novi-
dade.
-
Sgfrt"Ollas fazendasde,go
asista am raslo destas aupatiores maehinas de tidro para tirar I
. achinas di jidd para ttrir fogo por malo do aci-
assioa eaeao ae re oda avujbw, passod f lineo e esponja* de platina para as mesa**,
o* abroadas___
______ suissos
fcanUM su isso giiaadisa a 19 o ota lo _
madeira
i Lpoldo Bourg
mmmmm
Cassas para forro, l700a peca.
Brilbanlin* carntezim a 200 re. o covado.
Cambraia iranceza de coras finad a 240 ri. o
covado.
Dita branca muilo fina a 29500 a peca.
Cassi propria para cortinado a 29 a peca.
Chitas francesas de linditaUaos padrees a 240
o covado.
Ditaa escsrlates a 200 rs. o covado.
Veatidcs de cambraia brancos i imperatriz,
bordados a fio de lia a 89.
Eaguiao de linno muilo fino a 800 rs. a vara.
Sedinha de quadros de lindiaaimos gostos a 720
o corado.
Grosdeoaples prelos muito bona a 19600.
Dito auperior muito largo a 29200.
Corte* de casemira a 49500.
Camisas de cambraia bordadas para senhora a
I9OOO.
Riscidos oglezes. chamas a Garibaldi, para ros-
tido de senhora a 200 rs. o corado.
Panno de lioho multo (loo a 480 a vara
Miassara senhora a 29400 a dazi*.
BafeMes e vMrilho a 2j.
Luvas da pellica a tf o par.
Cortes da coalete* 0 velludo a 11200.
Chapeos de sol de panno a If.
os brancos de cambraia de lioho bordados
lo itto, e multa* outra* fazeoda* au e bs-
rala. terfda-se no
Armazem de fazendas e ronpa feita
. CE
Jta^mundo Carlos Leite
Irmo.
12 Ra da Injperaliiftia
Casacas ae panno prelo a 405,
85fe 309000
Sobrecasacos da dito dito a 359 e 30)000
Paletots de panno prelo e de co-
res a 359. 809, 25*. 109.189 e 209000
Ditos de caaemira de cores a 229.
15S, 129,79 e 9000
Dilos de alpaca preta colla de
velludo fra-acezas a 109000
Ditos de merino seilrn pretos e
de coks 9J a 8J000
l^Dito's de alpaca de cores a 59 e 39500
Ditoa de alpaca preta a99,79.59 e 8S500
Dilos de brim de cores a 5j,
49500. 49 e 395OO
Dilos da bramante de linno bran-
co a 69. 5|e 49OOO
Ditos de merino da cordSo preto
a 159 e 8000
Calcas de caaemira preta ede co-
res a lt9. 109, 95, 79 e 69000
Ditas da princesa e merino de
cordo preto a 59. 69500 e 49500
Ditas de brim brsnco ede cores a
59. 4500 e 2J500
Calcas de ganga de cores a 3J0OO
Colrte de velludo preto a de co-
rea lisose bordados a 129,99 e 89OOO
Ditoa da casemirs preta e da co-
res lisos e bordados a 69,
59500,59 3J500
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda e setim branco a 6 e 5)000
Ditos de gorgurio de aeda prelos
e da cores a 79, 69, 49 a
Ditos de brim e fuslo branco a
31500. 29500 e
Stroulas da brim de lioho a 29 e
Ditas de algodao a I96OO e
Camisas da peilo defuslao branco
ede corea a 29400 e
Ditas de paito de lioho a 59, 49 e 3*000
Dita* de madapolau brancas e de
cores a 89. 2*500, 29 a
Chapeos pretos de massa franeeza
forma da ultima moda a 10g,
81500 e
Ditos de feltro a 69, 59, 49 e
Ditos de sol de seda inglezes e
francezeaal4|, 1S9, llg o
Colarinboa de linno muito finos
novot feitios da ultima moda a
Ditos de algodao
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 100$, 909 80J e
Ditos da prata galvanitaaos pa-
tente e borizontaes a 409 e 30f000
Obrss de ouro, aderecos e meios
adereces, pulceiras, rozttas e
aneis a 9
Toalhas de linho duzia 10$, 69 e 9$000
Ditas grandes para mesa ama 39 e 4}000
59OOO %
39000
29200
1*280
29S0O
1SSO0
7*000
2*000
79OOO
9800
9500
701000
LOJA E ARMAZEM
DI
IGes k Basto!
NA
Hua do Quelrnta*
u. 4,fre*Xe ftate\\#.
Constantemente emoaamgrandr r va-
1 ciado sorlimento desobrecasacaiprala
de panno a de cores mullo fine a sr-;
303 e 359, pal tola dos meaSLes paaait
a 20g,22f e 24J, ditos saceos pretat dci
meamos pannos a 14*. M| e 181, casa-
cas pratasmuitobem feita edtsoperitr
panno a 289, 80$ e 859, sobrecssart> ct
caaemira da core muito filio a 19*. If}
a 18$, ditossaecos das mttn as ctn c i-
rasa 10$, 12| e 14$, calfrt pitia; f
casemiraflna para borotn. a 89, $|, !(/
e 12, ditas dccaiemira decorea a 7$.H,
99 e 109. dita* da brim branca* icnt
fina a 5f *69, ditas da ditot de roitt a
39, 39500, 49 4*500, ditas de arela ra-
semira de ricas cores a 4$ e 4$5(o, col-
leles pretos de cssemira a 59 69, diu
da ditoa da cora* a 4$50O a 59, ditrt
branco tda seda para casamenta > 99,
ditos da 6*,eoUeles dtbrimbrancf e aa
1 f asto a 39, 39500 e 49, ditos de cor* a
I 9500 a 89, palatotspratos da aten/ >
cordio aacco osobracasacoa 7$,^* t*.
eollatesprstosparalulo a 4>t0d *
. as pretaa da marin a 4ft re (9. va
II etot* dealpaea prata a 39500 a 4f ,dili
sobrecasaco a 69, 79e 8$, maitainoeal-
latas de gorguro deaedade corea bih
boafazanda a 39800 e4f, colletetd* ve 1
lado de rese pretoa a 7* a 89, reata
para menino sobre caaa c a da panno pre-
tos e da corea a 149,159 19, em ale <
casemira saccoparaosmeaanea i|}M( a
' 79, dlto*de alpaca preta* aaeco* i%*
13500,ditos sobrecasacos a 5$ a 99**9.
[calcasde casemira pretasa decoraa a *,
63500 a 79, camisa* para menino a Si*
a dazia .camisas inglesas prega ilarpa
muitoaaperiora 32* a duzia par* acabar
issimeomotamo* ama officina deal-
' late ondemandamo execataitoda 1 aa
obraacom bravidade.
Barato para acabar.
Ra da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reiros.
Sediohas de quadros encorpsdas. covado a 640
rs., chitas de cores fizas, covado 160 e 180, ditaa
francesas, covado a 220. 240 e 260, saias de cri-
nolina para balao a 2)400, baldes de 18 a 35 as-
teas dos melhores, por precacommodo, cortes de
cambraia bordados a 19600, cortes de cassa de
bonitas cores com barra a 2$800, riscadinbos
franceses em cambraia, covado 280 rs., gardana-
pos adamascados, duzia 29500, cobertas sveluda-
das com frocos para cama a 99. manguitos para
senhora a 29500, golinhss bordadas de pontas a
800 re.
Na roa do Hondego, casa n. 2,. tem para
vender smenles de bortahca.novas.cbegadcs de
Lisboa pelo ultimo vapor, sendo, couve repolhu-
da, dita flor, nabo, cabec* grande, nabicas, raba-
nos de duas qualidades, senoulas, aselcas, salea,
tomates grandes, mostarda, ervilha lilla, feijao,
Garrapato ealface arrendada;
BARATO
sem igual, s na ra do *
Queimado n. 40.
Luvas de seda decores para homens, senhoras
e menina*, o par 400 rs.
Lencinhos de seda com franja, finos, para me-
ninas e senhoras botarem no peaco^o, um 500 rs.
Chapeos de sol de seda para meninas de esco-
la, um lfOjXL
Grvalas de seda de pona larga, oulr'ora do
valor de* a 69. pelo.diminuto preco de 1$ urna.
Diverss* fazendas da Iba* aeda para vestidos
da senhora, que ootr'ora aa vendiam por lf280,
pelo diminuto preco d 940 o covado.
Sedas de cores superiores com pequeo toque
de mofo a 800 rs. o covado.
. Superiores e afamadas peonas de ac denomi-
nadas langa, groa* 809 rs.'
Pefii* de cambraia lisa fina a larga, pega 39-
Para os conhecedores.
Bmcata de Kaikman, Irmaos & G,.,
ha para vei^lej; uip.p8np forte, do me-
, Ihor fabricante da Europa.
Mantas de retroz para gra-
vat**>
- Venlaaavaa manta* d vatru par grvala,
laatoarataasoaM da caraca 109 r. Ha r Mlanid. ., na loja d* bo* t.
Vende-se por barato preqo um ri-
co vestido de blond com seus compe-
tentes apparelbos como bem veo, ca-
pella etc.: na ra estreita do Rosario
. 11.
Loja de marmore.
Vende-se para liquidacao casemira*
ioglezss de ums s edr prprias para for-]
rar carro a 31500 o covado.
Loja de marmore.
Vende-se para liquidado meias bran-
cas inglezas para homem a 3* a duzia.
Loja de marmore.
Vende-se para liquida;o mantas pre-
tas lavradas de fil a 2*.
Vende-se carne do serto muilo gorda a 320
a libra, liogoicas idem a 320 a libra, vinho hesy
paohol e da Figoeira a 400 rs. a garrafa, e em}
caadas a 3$000: no Recife, rna da Senzala-Ve-
lha o. 102, esquina do Becco-Largo. /
Bombas.
Aasentam-sa bombaa em cacimba, e concer-
tam-se, de todas as qualidades, tanto na cidade
como nos arrabaldes, por pre(u commodo,faz-ae
encanamentos para aaua de baoho, e nao rece-
b'er a paga em juanlo nao ealiver a voolade de
seu dono: defronle da matriz da Boa-Vista n.
82, ou na Capunga, ao* Quatro Cantos, taberna
grande.
Saias a 3#200.
Vendem-se saias que fazem a* veze* de balo,
nao lando areoado metal a aim do mesmo panno,
lavam-se e engommam-so como qualquer outra
saia, pelo que se tornas* muilo mais commodas,
a des patacas cada urna : na ra da Imperatriz n.
GO, loja do Paveo.
Vende-se ama preta crioula da 20 a 25 au-
no* de Idade, muito boa coziaheira e (avadeira,
tem vicio eaem deitito algara, sabr ludo muito
sadia e forzosa, rende-ae por preciiio de moeda:
a tratar na ra da Imperadora 8.
Padaria.
N nadari* da Aolonlo Fernaoie* da SUraBai-
ris, ra dd* Pires n.li. *ne-*a a muito acre-
ditada bolechioha quadrada igual a iogleza, dita
bem C*o o
irabalhado
maprecitt-ie
-aalafisaU, que
pi na na
(tito da* melhoie*..
de ararla e de moldea, tod^o trabaho" e**Tl9el" *,!
Belb.ara*.rinh**,a !*
BMaivel.Jla a**- !'?*M. W ** a#daa*_ batata* aaiaa
1(2 hora* da
da varraa. e
DlOH
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Naste rico e bem montado estabelecimenta *r.-
contraro oa fregueses o maia perfeito, basa aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de toda* as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o jacaraadS.
BANHEIRoSde todo* oa tamanhoi.
SEMICUP1AS idean idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixts da todas aa grossuras.
PRATOS imitando en perfeito a boa parce!-
lana.
CHALE1RAS de todas a* qualidades.
PANBLLAS idem idea.
COCOS. CANDIEIROS a Qandre* para qual-
quer sorlimento.
VIDROS em caizas e s retalho de toda* os u-
msndando-se maohos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendaa de qualquer aato-
reza, concert*, que indo ser deseaspenhsdo a
contento.
Em casa de Adamson, Hovrie & C, na >
Trapiche Novo n. 42, vaada-ae :
Selllns,silbos, e arrotos para carro aa caatiolei.
Rolhaa de cortina fioissimas. *
Lona e filete.
Fio de vela.
Superiores tintas de toda* as corea
Baloes para meninas.
Vendem-se baldas para menina*, da taaaa aa
taaaanhos, de madapolio a de masauliaa a 39 a
49 : na ra da Qoetmad* a. 22. laja da boa f.
Cal de Lisboa.
Vende-se da nllima ebegada, a ta panat
qualidade ; na malta MMttada dapaaatt a rea
da Bruna n. 06.
Pe chincha
areJaa
MtaWUIa
colebetea a 49
Vendem-* as verdaddrss peaaa catarar
a 19409 a caita, caizaa com 1 ra.,
masaos dearampas a W ., ca%*a
40 r*. a nega, car loes
rs., agulba para, enflar
le* a 100 rs., botes di
roza, dilos de calca a
80 r*., caitas coas. pboapW
raiM m*t> Iwptratru, laja.
tssisv;
rfWT a. 49."
II l-^\/ri 1


6
UMO 01 Munuuooo. BOm&Q lOHOmH Ot Wb
Largo daPenha
uz
ICarto e
jEmoisade.N. j
p. sfrjfcessores
nummdLv
Veodem-ao carros americanos mu elegai
leves para duas.e 4 peasoaa recebem-se ea-
iea para condcelo de aaaacar
Francisco Fernandes Duarte, pro$etarlole*l| SZS S'ica
armazem demolhaooe. p.rtecipa os eeue fregueses, .im-eomf.eesanaorea 4a praee, ,tU*mn --- P S "
^ t-*! *** *"** eaaUeqee*oiB.ae afreguezar neate eetabelecimento?que acacha
^.Tiu!lBU0"pi.,U,VM>-,?n"ro,.0*"ai,DO*0' .u bao mercado a por eeretn a matar
parte d elies rindes deeonto propna, esl portanto resotvido a veode-Ios por menos 10 por canto
do que era outra qualquer parle, aoancindo a boa qualidade e acondiciona ment, asaiaa cono eer-
vir o portadores meaos praticoa lio bera, como se oa aeohorea visssem pessoslmente. para o roo
uao se poupati o paoprieUiie am preatar teda atteocao, afim da contiauarem a mandar comprar
!^L,,COimo!*B*","eft<>? de (,ue iot q*qa' neommenda comprada neata eatabelecimeato
acooapanher urna ooutetaprossaeoaeomeamo Ululo ate armazem Progreaao.
^^** l**Ux* P**teitame*ta or.,w r, ,lbM, TtD)leJ
as por este prece.ooiaameoto pale.isaade porclo que tem e sefor em barriese (ara abatimenlo
m ^S***** m,s *uPe" q8 h no mercado a 40 r. a libra em
dii prola hysson c preto
a 1*600, fianee-se a boa qaalidade.
(iieijos o relao ,negtd0f nwl, tU
cas.] Relo|iosbaratos.
itdos a de ooro, patentes a ori-
I tagleiea, oa qaaea aerao ven-
ara. Cada tejjoglo lata-
ir "
os melhores que ha no mercado a 2*800, 29800
1(400
negados neata ultimo vapor a 29600,
ITizos de eommoire
80 ... diuT* "7.a ro'rmVOe"e0,amqi!brah,a ST*0 "**"
Prenmttt 4* fcamlira^..,. 700 M tlibrt.
P* wluU de lameo. ^ r, libf. intelro, M0 r$
* a mais ora que ha no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4J500.
Espermaaete ,7W ri t llbM< em caila a 740 w
Latas coa fcataUta de soda da aef.reBU ^Ud4(Us,
Latas coa peixe em posta da BniUs qollMa. 1#m
Axeltonas multo novas. tsm 0 barril,, r,ulh0. 3t0 g(rrt
Doce de Mpereue em utlaa d# 21ibr por lim
CTiataS pa podin, a800 ni,,.
BanUa de poTcoretinada, xa ,.k *. ,,
- r ^**** a_ 80 rs. a hbra, em barril a 440 ra.
H Al"^ m,Uaoradoaercadoa900r-',em,aU"dalib"P
a e lombo a primeira Tez qaa Tieram a Mte mercad01640rl#, llbri
Cnonneasepaios -uiU) noro,, tt0 libr,
Palitos de dente Uxadoscoml0macinho CUocolate f r anc w. lmo rs.. libr>i ditl0 portgaer g 800 r
Marmeiada ipeTai d0 afamad0 XbIW
a 1900O rs. a libra.
VinUOS em pipa de 500. 590 e 640ra.
1? t 11 d" m,i,,cre,liUda8inarca a 5 a dB. em garrafa a 500 ra.
VI A mP,r*,<>Pa *maU n0Ta ,ua ha ao mercado a 64 "a libra-
Carcarnlln. u Of*wafado. Porto fino, Porto. Feitoria e duque do Porto a 19*00.
Carcarellos. Haaoatel e Bordeaui a 1$ a garrafa, e em caia de umauzia ae far abatiaent
__ ^. ai n0"> e limpo que ha no mercado a 160 rs. a libra e em arroba a 59.
Ervivhas Iraneezas .. malhn
ditas ioteiras a640 r*. melhores que ae podem desejar em metas latas a 600 rs.,
- o melhor petisco qas pode haver por estar prompto a toda a hora a i a libra.
iiIioVo deameatioa a
M oz.es m9lt0 oorM a 120 rfc a u
Gstanhas
ai muitosaperiora 240ra a libra, e a 79 a arroba:
\rroz
* "'Jo Maraahao a 39 em arroba, a em libra a 100 rs.
lyamo americano ,s .fc
o 1. al5lb". se foremporgioae far abatimento.
SevadinnadeFf,n5aaa40r,alil)ra
aa* muito ooro a 320 rs. a libra.
TE oncinno de L^b a m t$ a lbto a m s arroto
Fanaua do Harannao maiaaora a 160 r,.allbra>
Toacmni imf\tloaM..likri.
Passas cm cahLinhas,floh, , curar io^^ftT^' -. ~-U^ "'' UBS'
curar tendete a molhados.
ra da Cadeia loja de ferragen de Vi-
dal & Bastos.
coa aaaa
SLojadas 6 por-f
^ tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Patotois de paoao sao a*bracaeacos,
ditos da aaaemira 4a cor de ustlo, ditoa
de brisa de cores e brancos, ditos de
gaoga, calcas de caaemira pretas e de
corea, de b '
ga

rimbraneo e de coras, degan-
camlaaa com paito de'linho moho
finas, ditas da algodio, chapeos de sol
de alpaca a 49 cada um.
!
eobartes-ea'escobertosr pequeas grandes, da
ouro pata* inglar, para hoae sanhora da
dos melhores fabrican tasdeLi varpool.vin-
dos palo ultimo paquete ingles : am casada
Soottll Menor dC?
a de outroa muitos fabricantes de Lisboa
a garrafa, em canadaa a 3959048000 4&500:
800 rs. a libra, dita com caasa a 480 ra.
piladas a 240 rs. a libra:
o respeitarel publico tado quanio pro-
Fazendas kratissimas
N. 20- -Ra da Impratriz-N.
Vendem-ae na praca 4a Independencia na. 37
e jv tojai de Antonio Angaslo dos Sanios Porto,
capailas da inmortal para 2 de aorembro ae bo-
tar no cemiteno publico, com os Domes aeguin-
Minha esposa.
Mau esposo.
Miaba mu
Mea pal.
Meu filho.
Miaha lilha.
Urna lagrima.
Eterna araiaade:
Saudades sempre viras.
Vendem-seosengehos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvos provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
RuadaSenzala Novan. 42
Venda-se em asede S. P. Jonhiton 4C.
alIius a siu5asntlaaaa,ean4aairo a caMioaai
bronzeados.lonas agieses, fio davala,chicle
iracarros, emoniaria.arraioapara carro da
edous avalas relogiosde ouro patenta
Na roa da Cruz n. 10, cata ca J
Kalfcmann Irmaos &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engeohos, sendo correias para
transmittir moTtmento, caandos
^e borracha de qualquer com-
priraento e grotsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre 4itos artigo* tomam-se en-
i commendas.
O rival st^j
roa do
defr vo, bm e bai^ssimo4ts
j tem dado provas de
suas boas fazoidas, e
por precos qu admi-
ran), a saber ;
80
3
900
too
200
_Fannha. de mandioca um pauco Bofada,
f f?5 prPrie P auatento de anirnaae, por ba-
?ratsasimo preco : na rus do Caldeireiro a.04.
Libras sterlinas.
Vende-aa o eacriptorio de lUneel Ignacio 4a
Ouaeua e Filho, largo do Corpo Sanio.
A 280 rs. o covado
4e caasas francecaa de muito bonitos padrdes com
4 palmos de largura, pechincha. na roa do
Queioado n. 22. na loja da boa t.
Lencos de cam-
braiacom padroesde se-
da a 2$500a pe?a.
Na loja d'aguia branca tambera se vende mni
bonitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
!** p<1 D*ratl8*i*lo P'eco de 5>5O0 a peca de
10 lencos. E' essa urna das pechinchas que cuate
apparecer, e quando assim approveitar-se da
occasiao, porque arles servem taoto para algibei-
ra cono para meninos, a quem os vir na loja
d aguia branca, na ra do Queimado n. 16. ter
vontade de comprar mais de urna peca, tal a
bondade delles.
a
nglas
Relogios.
20
ueies a ao publico que
leipelo menor precoVo8iVfDoTe,e7trr7^rv,Z,.,:n'^a,s craPl6t0 eortimaio de fazeadaa de
nheiro. tem con,..- ntemente, eoKie a?lm S^r^ a^" "a's'V""* qae lDro"ler ai-
ca. chitas francens a 20 e 280 0 corado d?a ,,?,. ^ C-m k* J"d" a 4*800 a P-
160 e 200 reis. lancea de caasa d hu.' estrei,as Padre bo>los e cOres flxas a
francesas goslo,' Sramento 8"otos- j a |fi TclllL 2L2! 2 162 *~**
ra vestidos na aclualidade a 200 rs o c do V...1?.' ;\iCOfad?- oraudys fazenda ptima pa-
carros a 19600 ra. o coVadoque *X ^T^V nlllB"'tt^at-t'9^Cl^m forro de
dos com pinturas riquUaim.s a Iaar2da 6 aVn.lmn'Ff l4?orl,6".de *de Koho a g. olea-
da merino lisos e estampados a Se U cortes de s.a ttZT *"? *, CO'-,tfo' chaIea
pannos de
lias li-
predita loja cima. ~*........."" "uuu uo fll*oaao. lu Bom e barato
S no Torrador
23 Largo do Terco 28.
Quem duvidar venha venha ver: manteixa in-
glesa flor a 90Oe a 800 a libra, fraoceza da me-
lhor que se pode desejar oeste genero a 640 e a
600 rs. a libra, assim como se torram outros
muitos gneros pertencentes a molhados f! a
diaheiro a vista. "
Pechincha* sem igual.
A160rs
SiuturSes da sada alia para orneas e meni-
nos ; na ra do Ciespo n. 18.
_ yendem-sbjaauaa Iftibaa.aafio patmorde
compnmeoto e 9 a tOpofegadas de grossura as-
sim como travea de-40 palmos taao de raadeira
de qualidade, a rocea>faaocaaajMi^8.awa-
detras, que se mandara buscar com praeteza e da
qnalidade esdimenao pedida quem precisar.
Veuda de loja.
dlfrd. loja do iudaxas
Chegou a apreciarel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'aguia branca acaba de recabar una no-
va remesas da mui pnvbuosa e procurada agua
Me>mica para a bocea e deoles. O bom resul-
tado de tal agua j nao soffro duvida como aa-
bido pelas immensas pessoaa que a compraran)
equeseutiam a f.U. dalla, e ., uede novo"
comprarem acharao.qae o uso dola faz conser-
rar osenles saos, livrando-os da csrie. fortale-
cer as gengtvas e tirar o mo haHlo da bocea:
aJ!L """ff, ?l aroma, podendo-s
meamousar dalla nao so pota mahia cmo a
?a "tiS?L l^i'J? Scett0 dePoi d0 '"' P-
sahir para ter-se a bocea aromtica: para tsso
porem, bastara algumas gotas delta em agua pu-
";.? fj010 ao bajsamica .inda h7
meis, ella sarve com
?enda-se em casa de Johnston Pater & C.,
ra doVigario n. 3 umbello sortimento da
ralogiosdeouro.patenle ingles, deum dos mais
femados fabricantes da Liverpool; tambera
ueaa variadade da bonitos trancaliaspara es
messaos. r
4 loja da baodeira
Nova loja de funileiro d
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Josda Foaaeca participa a
todos os saus fregueses santo da praca
Scon>odo mato, ejuotamente aoraapeita-
?elpublieo, qaetomoua deliberac^o de
baixaro pre?o de todas aa so as obras, por S
cujo motivo tem para vender um grande m
""timenl de bahoa e bacas, tudo de .
difieren tes lmannos e de diversas corea P
om pinturas, e jautamente um grande
sortimento de diversas obrss, contendo
banheiros e gamelas compridaa, grandes
e pequeas, machinaa para caf e cane-
cas para conduztr agua grandea e peque-
as, latas grandes -pira conservar Cari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditoa
grandea e pequeos ao uso do Brasil a
camas de vento, latas de arroba a I9,
bahs grandes a 49 e pequeos a 900'
". baca grandes a 59 e pequeas a
800 rs.,cocos de aza 1 1} 1 duzia re-
gadores regulares muito barato, ditoa
pequeos a 400 ra.. de todoaestea objec-
tos ha pintados e em braoco e tudo mais
se vende pelo meaos preco poaaivel: na
loja da bandeira da ra da Crui do Re-
aife n. g7.
As melho-
jes machinas
de coser doa
mais afama-
dos autores de
New-York:
veodem-se
unicam ente
no armazem
de fazendas
de Raytoundo
Garlos Leite
& Irmo, nu-
mero 12, ra
4a Imperatriz.
N. O. Bieber & C, successores.rua da Cruz
o. 4, tem paravefef re*)glaralaiira de
ouro e prata.
Ricos cortes e malina de
seda, i
A toja da Boa-P na roa do Quolende
era 22, acaba de receber risos
a4^.*^U.nWe%,aPum
ior. Pasa ae obter m^l!Z!SSSSSSS
.prectaval agaabaUarntoa, 4aJMgirJse oisVli
4oja d'agata braaca, raa Qsjetttsdoa.>lf,J&|J
taparte onde ella se vende. Adrarte^ a4s
frascos rtomareedeMom vreuto4e IWleja
Uta
> 4toade s44a"deJi^!5Sroedse
mais fina, mais nova e mais bonita
que ha no mercado, cadatrle tem 20 e Jico,
e vendem-se pelo brallSaimo pracn de
. o cort; ss senhoras de bom goo aua
tiverem de sssistir a talles e a caa meatos si
quizerem levar um vestido ds olilma.Moda
a mencionada loja d'Boa-F,.
mandarem ver
na ra do Queimado n. .
Vende-se a.multo
sita na ra da Impen
urna das melhores loca
ra qualquer principln
sortimento, ae forma<"
precisar comprar ; v
ae convenciori..-: a li
loja.

lni&wsitii ~
Joaqalm Francisca da*

Attenco.
t i

ru.
'A. L. Doktoeha acaba de receber
oco^roootzn. l.
Fitas de-sede%. -b s
pelo iaWmo1
easianha
vapor francsaBearn am bonito soi
taa de setena adMAtaOdMAoMd
'I Uto? falto osed 4eDo
railnaptoaeem misluTS'
ra NO van
>m
1"
Na ra Nova n. 27fvbV,.
J Wbnco.K: |Mrk|UMd
t reote--(pfe vende por 3Mo li
. acbar tambera livros pSMuMh*.
".-r -Vtafosave-rabiar saj dai
alia o. 14, om laetaa^bajWTtoS
r( ajote cacimba : na tM 1
meiro andar,
Arado s americano ie machina-
paralara rroupa: emeasa deS.P. Jos
hston & C. ra daSenzala n.42.
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios para algi-
befra. pelo baralisaimo pre?o4e 29400 a duzia
na ni do Queimado n. 22, ioja da boa f.
Navidades do pavo.
A loja de Gama Silva, na ra da Impera-
triz n. 60, acaba de che-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que vendem por presos
que faz admirar, como
sejam:
Um bonito aorlimento de cassas suissas a mi-
agio de sedas de quadriohos. que se vendem pe-
lo diminuto preso de 40 rs. o covado.
BrlluanUna a ^40 rs.
Vende-se brilhanttoa com quadrinhos de cor
para vestidos e roupas de meninos a 240 rs o
covado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Organdys a 2.80 r-.
hJf^de"na8sa de or8andys e padrSes muito
bomtos a 280 ra. o corado : na ra da Imperatriz
0. W, loja do Pavao.
ChiUs a 240 rs.
Vendem-se chas fraocezas muito miudinhas
fazenda que sempre se venden por urna pataca'
e esl se acabando a doze vintens : na ra da'
Imperatriz n. 60, loja do pavio.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurgurio miudinho proprio psra ves-
tidos e capes para senhoras e para roupas da me-
ninea, pelodimiooto preco de 400 rs. o covado :
na rus da Imperatriz-o. 60. loja do pavao.
Laas a 400 rs
Vendem-se lazinhas enfestadas para vestidas
fazenda de muito bom gosto, pelo diminuto pre-
co de cruzado o covado : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pavao.
Com barras e babados.
Vende-se flnissimos cortes de cambraiaa para1
veatidoa.coro barrase de babados,pelo baratlssi-
?,0?OdW- 3Je 3|500: aa ra da Im-
peratriz n. 60, toja do pavo.
Cassas a 200 rs.
Vendem-se cassas com sal picos graudos a 200
rs. o covado : na ra dalmperatriz n. 60 loja do
Cassas de cores a 240 rs
Vende-se cassas de cores fazenda n.uito boni-
to a 240 rs o covado : na loja da ra da Impe-
ratriz n. 60, loja do pavio.
Sedas a etjva&o,
19500.19600 e I98OO. dito azul cor de rosa e
cor de cana a 29OOO o covado, sedas brancas la-
vradss psra vestidos de noiva a 29240 e 29100 o
co f*0' ^rte,a ,aTrada a *H. bamalote
prei^ ,a -S000 o covado : na ra da Imperatrii
o. 60, loja do pavio.
Enfeitesa2#.
Vendem-se enfettes e'nraito bom gasto atara
senhoras a2|000: na raa da Imperatriz o. 00'
toja do pavio.
Etffeites a 640 rs.
Vendem-aa enfeites de frece propriee para me-
ninas a toaabem para senhora a 040 rs.: a roa
Imperatriz n. 60, loja do pavio,
Chapeos para seuhora.
Vendem^e .cbapoa pare senhoras, aendo mul-il
to bem enfeitados e oa ais modernos se tem
rindo, pelo baraiisslmo preco4e 169 na ruada
imperatriz n. 60. loja 4oFpvia. ^
Fe>ilttdoa400.
800
19000
1*280
Caivete para aparar peaoa a
Diloa com folaaa muito Unos a
Praacos de macar parola muito fiao a
Dito de oleo muito uno a
Tranca de lia com 10 varas, booilaa ae-
res a
Franjas de lia com 10 varas, bonitaaco-
rea a
Sapatos do banca da algodio a
Hilos de dita de lia a
Calas com iscas para charotos a
n!f'" I* ^.'"^-rttsjoe francezea a
OauaadediteaditosaSOrs. e
5SIM Dara '""Par denles muito ioes
aX) ra. o
Duzia de facas egatfos, cabo preto a
uassos com grarapaa multo boas a
Cartees eom eolchetea a
Ditos com ditos de aupettor qualldade a
Uedaes de ajo para senhora a
Saboneles muito grandea a
Apitoa da chumbo para enanca a
islejo para meninos a 40 rs. e
fcnflaaores para veslidos, muito gran-
des a 60 rs. e
Sapatinhos de lia para meninos a
Anda tem urna variedade de miudeaaa que ae-
.1 nenI!! se pode apreciar as qualideOes a oa precos.
rroa
ino
raa. jarree 4e vrdro para
demaasJaa, fraacaa amito
como em gosto, a oatree
ao tora a esrfadonho mettetoosT,
parean, que o que ba 4e
quem qatrer ter aoaa moaaa
loja 4a Vieeoria. na na 4a Qttetsaasto
toa la*a d
40
100
200
400
40
20
40
100
200
20
100
80
400
Allentfo
Vendem-se caixOes vastos |
parabahuleiros.funileirosete. a 1 $280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem
para vender.
Relroz em carreteis
para coser-se as machinas.
Vendem-se carretela com retroz de cores.pro-
prios para as machinas a 320 cada um ; na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Bons escravos a negocio,
Na rus 4o Imperador n. 12 ha tres escravos
para negocio, entre ellea 4nas mulatas mocas e
com habilidades, o motivo da venda se dir ao
comprador.
I
i
: Nova california
J DE
Fazendas baratas.
Ka roa da Imperatriz n. 48, junto a*
padaria franceza. '
Cortes de cambraia braaca com babadi-
Dhos 49 .49S00 superior S9, cambraia H-
za com 8112 vara 35.^9500, e49. ditas de
Escoaoia 59. e 69. ricos enfeites psra se- -
nhora 69 e 65500, sin tos os mais delicados
para senhora 29500.99, chapelioa para cri-
anCa gosto ingles 3*500.49. para baptisado
s 39. cortes de vestido de aeda Eacosseza de
bonitos gosto 129 estao ae acabando, ri-
P eos lencoa delabyriotho I9,1$200. chapeo
de sel para aenhora de bonitas cores, lisos J
S ?,,ca^0 de oiarfiin S*500- eortes de cara-
5 braia brancos com ffdr de aeda 5a. riaca-
do francez 200 ris o covado. completos*
sortlmeotos de baldea de arcos 89, sertt-
8* i!mnU),a? m.eS" P" oeo'no e menina
200 e 240 reta o par. chales de tarlatana
. de *?* f, 64 ris- leo?os branco com bar-
5 -?? ria cbi,a" oglezaa a 180 e 200 ra. J
dita franceza a 240 o 280 rs. o covado
P*5?* ?*e cambraia da forro com 9 varaa 5
UaaAaaaaTaaMMaaaaS
Paraosbailese Iheatros.
lai?Ua*Jm0*flnt0* flou"doa com lindas fivelaa
ambem douradas e esmaltadas, e com ricas pon
'apara eabirem sobre es veslidos, muito pro-
P"ea para as senhoras que liveremdeiraos bai-
oa-e49, 5Se69: na ra do Queimado n. 22.
na bemeonbecida loja da boa f.
..%{wat'{t.;'^j
Vado.'se
lo baralii
o ae 0400o corado, sendo fazenda que sem. Jubos de
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4|.
Duzs de meisseruss para homem

19200
_ a
e o par a 180 ra., ditas brancas
muito Coas a 2J500 a duzia. lencos de
caasa com barrs de cores a 120 rs. cada
um, ditos brancos a 160 ra., baldes de
20 e 80 arcos a 3J. liazinha para vea-
Udos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69. tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
6.!iU,e1!ar?.uraa*80 o covado,
016 de linho liso a 640 rs. a vara, pe-
Cas de cambraia lisa fina a 39, cassas
decores para vestidos a 200 rs. o co-
vado, mussulina ensarnada a 320 rs. o
cojado, calcinhas pata menina 4a escola
a 15 o par, gravatidhas de trenca a 160
ra., petoapara camisa a 200 rs. cada
um dusta 2J. pegas de cambraia de sal-
pico muito Boa a 39500, peca de bre-
\n aol a chu" francezaa a
k 4 T A COToo, a loja est
abertadas6horat da manhaa as Oda
Doite.
imESMSSMBSMBSEZ 'EKBgPacTmF^}
Vende-se em casa de Adamson, Howie &
Queima-tudo
Serve para se deitar nos casticaes e segurar a
vela de espermacete, fazeodo-a queimar at o
nm, e preservando oa meemos de se quebraren
com o calor da luz: vende-se a 500 ra cada
brinca'n."??' '" d QoelD,ado. loJa 'uia
Na ra da Imperatriz n. 24,
ha para vender o aeguiote ; lancoes, toalhas
frenhas, saias, camisss para senhoras, aaasui-
haa para senhoras e criaocaa. calcinhaaVar
enancas, goltnbas e maeaultus.auaiulcO
?oa de dlveraaa quaiidalea, toda de di
taoto de libbo cajnaoide aaraOan jjDadaia\w Z!
do ultimo gdam, toa as sjeif f>IMsjfde Zt
preta. cortsaaJTOfOTI^'aiet^
diversos gostos, les, espsrtilbos. chapeos de
_ g
f,J_Dele,'.feUi. fl*e, maalaa do dito, ^aaai-
dito, voltaa da dito las
urna
a'oadaa o, e IraaceBsajS I
--i 4a lindoa gestos, ehegado com o al timo
esiss fazendas ae dao amoalras del- por francez; vendem-se astea objectos ael
l^as^vaodendo^e mais barato.qua boieirocom "
copiar c
rada* ______
rio de D; p, WiWTA c., largo do Corpe Santo '.'..
f^m'm^3S im^ri.
lozemquBdii-oPAVAO,
pretopara earrafw um ka-i
o que pode hayer de melhor
gooto em galntarias para
oraamesatos de i
Chapeos a i ^000 .para os
etHat.8.
isatairfo. toaa
cajus.
Na loja do fazendas 4a roa
vendem-se cbspeaa4a pala* da Ha,
branca, como de quadrinhoa da ew.
tea para com ellas passar-se* fasta do natal a 14-
a ellea, antes rae oe eeabem.
Aloja d'aguia branca
recaben lambem novas luwaa 4a loa
reliadas paaairaaamalaa. aaeia como li
^iO PtUa,J Aeomsao4i4a4o4oa preco. j
nbecida por aeus bons tragoaaas, e aera
aquellas pesaoea que de nato o m
dito loia d'aguia branca, ata roa 4o
mero 16.
Importante
Annuncio
Na loja da diligencia, de Guimaraes Ir-
mo, na ra do Queimado n. 85.
Meias de cores psra bomaaa mullo finas o
a 140 rs.
Cartoea de clcheles frsncezes com
20 rs.
Peotes de massa dourados muito finos :
tartaruga a 640.
Eaaartilhos pata aenhora, que sai
deram a 69. por 24600.
Tiancas de lia pasa vealido, a peca a 40 rs.
Laa para bordar muito fina e lindaa cores, a li-
bra a 79. ^
alaaaoa com grampoa a 40 rs.
Linhss para bordar, a miada a 40 rs.
Ditas de peao muito finas, miada arando a 240.
Franjea de liaoo para vestalos, a
Appareibos de pereelana para aaeariao
doa e dourados a tj400, 2|, 2S500 e 9f.
Caitas coa alftnetoa a 100 ra.
Papis com akfinetea cabeca chala a 44 ra
Eafeites para seabors muito tstoa a 3, 4 a 74.
Sintos muito finos para senhora a 29 a 24599.
Dina |de laia e pretaa para padre que sota ato
se venderam a 29 a 440 rs.
Enfeites com flores para aenhora a If.
Assim como o u Iras mui tas miada
rataa, que deizamoa de mencionar,
tornar tanta anassada.
eta-
aara atona
i Acaba d<
ebegar
ao novo armazeY
DE
B4ST0S i REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado sortimento de
roupas le tas, calcados a f szendas o to4ee
estes se vendesn por proeoo malta modsV
cados como de seu costume.asaim como
eejatn aobrecasacoa 4o auperiores paaosa
e ca sacos feitos peloa ltimos flgarioee
269.289.809 a a 359. paleto ta doa sesmeo
pannos preto a 16#, 18f. 24B> a a 244,
ditoa de caaemira de cor mesalaaa o 4o
no vos padrdes a 149.1. 189.JUa]skff
ditos saceos das mesmas casemiras 4o ca-
res a 99,109,129 a 149, ditoa preto* po-
lo diminuto proco 4a 89.10f, o 12f, di tea '
de sarja de seda a ao braca a acadoa o Ufu !
ditoa de merino da ooraao a 129, 49sOs '
do merino cbiaez da apurado goata a Ua.
ditos de alpaca preta a 71, 89, 9f a a 104,
ditos aaccoa protoa a 49, ditas da palta 4o
aeda fazenda muilo auperor a 44500, di-
tos de brim pardo e de fusilo a SaBOO 49
e a 49500, ditos de fu lio braaca ilL
grande quanlidade de calcaa dacoaessisa
preta e de corea a 79, 89, 89 a a loa. ditaa
Sardas a 3 a a 49, di Ua de brim 4e careo
naa a tf 500, Sf, 39500 e a 41. ditaa da ,
brim brancos finas a 49500, If, 59500 o o
69,4itaa de brim lona a 59 a OlTcoUaioo)
de gorgurao preto e de corea a 51 a a If, \
ditoa de caaemira da cor e pre toe a 4J50O
ea59, ditos de fustio branco e a Wim
a 89 a a 39500, ditos de brim lona
4itoe da merino para loto a 49 o a
calcaa de marin para loto a f
capea de borneba a I
de todos os lmannos: t_ ______
arefa e da cor a5|; 69 e Tl, di
SUFW' 'a le
Z
1 pn


!rR
absTd
frta^do cor
'es**
^^.oeaa
ofgiix|,aR0lsagaV
ral
------^Ua qoa


I -.1
no v, >cez
a d
i* d'igula

italiana,
Yindo no ultime vapor francez
46 RndtQueimado 40
Lindo corte de vestido de seda de cores t ita-
liana.
sswaas's'sfis.o,u""- **
41 grande aorlimenle de chales de metia de
as as qualidade.
Rico* vn denlo d. seda busca bordados,
grandes, pata casamento.
TarlaUn de corea bordada, 8 palmos de lsrgu-
roj do 1*.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-ee 016 lisa muito Sao e sssim tarabeao
tadataua branca muo fina, tanto urna eousa co-
mo oatra aso proprias pata, vestido, Bao s pan
bailvs cono pan uaisiir-se s casamento, andera
antea que aa acabe oa na de Queimado n. 31
o* loia da Boa-.
Ainda opavo.
Tendem-se pecas de csrobraia de oarocinho,
fazenda muito fine, com 17 Taras, pelo baratisii-
mM| de 8 a pee, dita cem 8 3|4 aras a
I, pecas de ditas adato sacadas e com ama vara
t]t>" 3JS0fJ n. 60, loja do pavao.
*M#
Em can do Kalkmann Irmfio
4C, na ra daCrnz n. 10, exis-
te constantemente ura completo
* sortimento de
ga Yinhos Bordeaux de todas as
M qualidades.
Dito Xerez em barril.
Dito Madeira em barris e caixai.
Dito Muscatel em eaixas.
ga Dito champanhe em gigos.
*j| Cognac em barris.
m Cerveja branca.
p Agua deSeltz.
A Azeite doce muito fino em caixai.2
^ Alvaiade em barris.
g Cevadinba em garrafes.
Superiores tiris
bordadas.
Na loja da boa f na ra o
Queimado n. 22 se encontrar um bonito sortl-
mento de auperiore Ara ricamente bordada
qoese vendem pelo barato proco de 3*000 4*000
e 5*000 ria a peca, advertiodo-ae que ha maia
de urna pees le cada padrlo, qaem raaia depretsa
andar melhor nrvido ser, na ros do Queimsdo
n. 22 na loja da Boa-F.
Meias baratissimas.
A 1*400 a duzia de para* de meias brancas fi,
oa para horneo : na roa do Qoeimado n. Sel
na loja da boa j.
Adffliravel pecbiocha
lia loja do pavo.
Admirarel pechinch, na loja do pavo, roa
da Imperatriz o. 80, de Gama Silva, veadeas-
e Doissimot caries de cambraia de seda can 9
babadoe a 4fS0, ditos de anatal a 3*000, diioa
de daas saias a 3*500, ditos de oambrais branca
maito fine com babadote duaasaia a 4, ditos
brsncos, cambraia de seda, com bibados a 6, di-
tos de phantazla coa babados de Tarn con a
I

36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
8
S


s
8*000
6*000
5*000
3*500
8*500
5|000
5f200
1*000
720
Liquidaco.
Na loja ds ra do Livramento n. 19, vsndem-
e os segoiotes calcados francezes:
Borzeguina para hemem, de Nantes
Ditos para dito, francezes
Ditos par dito ditos
Ditos para senhora n. 32, 33 e 34
SapalSea de bezerro de Nantes
Ditos de dito de 1.* qualidade
Ditos de dito caliados de 2 sel
Sapalos de tranca para bomem e senhora
Ditos de tapete para hornera feilos na trra
Sapales de castor de tranca 4*000
* Vende-se a dioheiro, ou nermuta-se por
duss esersvss on escravos garantidos por seas
senhores, dous sitios de chaos proprios com bas-
tantes arvores de fructo e outras vaoUgens que
se farao ver, os qnses se achias parto da cidade;
havendo neste negocio a volta que for convenci-
nada s a tratar na ra da Fandicio da Aurora,
defronte do porto, oa primeira da tres casas qae
ficam a eaquarda, passando a meato a fabrica, das
6 as 8 horas ds mtnbia, ou a noite ; ou, para
melhor guia, falle-n na taberna de Antonio Al-
vea da Costa, na loja do sobrado onde est o col-
legio de Guilherme Pursell, onda ser indicada a
casa do proprietario. O mesmo negocio se far
por urna casa dentro da cidade.
Zroja de marmore.
2 Ao bello sexo.
Reeebeu-se grande porcia de fazendas 5
jgF qoe se hsviam encommemfado e conti- &
ga> aua a Tender-se para liquidaco por aa
9 prego maito barato, estro estas se- 5
gaintoa: *J*
PARA SENHORA.' A
Bouraus de cachemira do ultimo sos- Z
le a 10. m
Ditos para meninos de idades de 2, 4 A
a 6 annos, tambem de cachemira multo A
moderaos a 5g.
Vestidos de seda decore 301, com 9
*jp algam toque. am
O *AAA AAA
ALMAJAK DE LEBRADAS
LUSO-BBASILEIRO
DI
8*00*.
Taixas.
8
Para \%19
Vende-se na livraria econmica jonto do arco
de Santo Antonio.
SU O melhor gosto. #
Chapeos do palhe muito fina enfeita- O
tados a traviata a 12$ e 14|, chales de a*
touquim a 12 15, 90, 95,3, 35. 40, 4 T
ajP DU*. enteiles de retroz e outras muilas A
fazendas do malbor gosto possivele por 2
bsratissimos presos : na ras do Queima- w
mado loja de 4 porta d Ferrio 4 Maia. D
?
JJma barca Vende-se arma bsreaca do porte de 35 eaixas
eocalhada no estaleiro lo mestre earplntelro Ja-
ciatba Rtetbaa, ao- p da fortaleza das Claco Poo-
tss, osado pade ser vista e examinada pete pre-
teudasrtes ; ven4e-ee a praao ou a dioheiro ; a
tratar eso Maaoel Alves Guerra, na ras de Tra-
piche*. 14.
Candieiros a gaz.
Csnaieknecenomicn..............
Candiskcs eooomicos..........
CandiaUosaconaaitcoo..............
Cs>e^esroa MosMmkoes..............
Caodiaitoateooossicoa..............
Candieiros saolcnt.............
Csaieiro ecoaomieo............
Casdiairas acaMine..............
Candiairo aconomleo.............*
Cndieiros econmico..............
Candiairoa eaooosaien..............
Casdieiro economtcos..............
Neataj maame expesicose-encontrarlo todn o
-
l^HjB pala proco atis
reado.am
sor ti ment de quadros de
assim como tambemT
liP1
iOOQ
5*O*0
OfOM
8*000
10*000
19*000
l3oo0
1O00
BS
23*009
Reducjo em preyos para
acabar.
Vendem-ae no armasam de Braga, Son & C,
na ra da Hoefta, taixas de ferro cuado. do mai
aciaditodo fabricante Edevin Maio, a 110 rs. por
libra.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisaco e refinado
# de assucar.
Deposito na roa de Apollo i. 6, e praca
da Boa-Vista n. 26.
Este importante estabelecimeoto contina
fornecer ao seos innmeros freguezes do alvo e
puro sMucir crystslisado, em p e em pes, 1.*
e 2.a qoalidades, pelo prego de 160 e 200 rs. a
libra, e do refinado a ICO, 120 e 140a libra, no-
do qae em grosso o comprador lera um descont
favoravel. No meamos depsitos tambem se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vio animal em p a prego commodo.
Vende-se o grande sitio denominado Caian-
na, sito na freguezia da Vanea, de muito boas
terraa, que lado qaanto se planta d em grande
qaaotidade, com nma cass de taipa ji coberta,
urna diu de fazer farioba, grande quaalidade de
psde cafezeiros, com diversos p de fructeua,
coma seja, laraogeiraa, coqueiros, etc., etc, e
tambem vendem-se duaa vaccas que do bastante
leito, urna dellaa com a cria j grande, e um bur-
ro manso ; a tratar na ra do Sebo n. 20.
Vende-se na rus ds Craz do Recito, arma-
zem n. 63, junto ao Corpo Santo, muito bou ha-
langas decimaes ebegadas pelo ultimo navio fran-
cez, por prego commodo, sendo de 300, 200 e 100
kills.
Vende-se o engenbo Santa Luzia, sito na
freguezia de S. Lourengo da Matta, com can de
vivenda, urna moenda toda de ferro, casa de pur-
gar e de caldeira, tacha, ssnntamento. um par-
tido de canoa criada prompta para moer, tem
muito boa trra para planlsgio, muito boas
matas, tem om agude novo para moer com agua,
mas para acabar, levada aborta, e maia outras
obria para acabar ; todas estas obras esto em
bom estsdo, e tem maito boas proporgdes para
moer com agua; este eogeoho oTerece muitis
vantagons por ser maito peito desta praca e ser
amargem do rio Gapibaribe, est livre e desem-
barazado de debito ou hypotheca, ou outro qual-
quer onoa : aa peisoas que preleoderem com-
prar, dinjam-se a refioacae da ra de Hortas n.
7, das 10 horas 4 da tarde, a tratar com o dono
Panno cuqueiro avariado a
2#000, 2500 e 3$ 000.
Na esquiaa da roa do Crespo n. 8, vende-n
panno eoqueiro avariado a 2*. 2S50O e 3tf a pega,
cambraia lisa para forro de vestido a 400 rs. a
pega, usanlina 4e todas as cores a 200 rs. o co-
vado, com 4 palmos de largara.
Calcado inglez barato.
Borsegoina inglezes pretos e de cores para ho-
mem a fif, sapatoes de bezerro para hpmem a
4*500 e 5* : na ras do Cabug n. 16, loja de Bur-
la Jnior & Martin.
Noya remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Sodr& C, receberam nova remessas de ma-
gaes, e esiSo vendeudo s caizas, ao ceotoa e
retalho : na roa estreita do Rosario n. 11.
Aspas largas
para saias balo.
A laja d'aguia branca acaba de receber um bel-
lo sortimento de mu bem tecinas sapa para ba-
lo. e as est vendenda baratamente a 160, 180
e 200 ra. a vara ; qaem precissr dirigir-se com
dioheiro i dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16, que ser bem servido.
Cortes de vestidos
por metade de seu va-
lor, na loja ao p do ar-
co de Santo Antonio.
Bolitas cardias
comvsrpdrs para entreteni-
mento.
Acabai de chagar para a loja d'acaia hassna tat-
niU caixiahn de madeira iaTveraSan^sTn^ntl
poras, tando McarUs anB*>i
Dbosoiin.o:iho7,!r;
geaere, e cusU cada asaa eaiztoaa
eobaru de at.rroqui.. a a .
Iidadna9a,lj500.1;.
Veodem-e cortea de phanthazia com babados
por 10*000.
Ditos de 13a e seda com babados a 12*.
.5tMde ,arllaDa oraneo bordado a sedas
10*000.
Ditoada cambraia a oda a Ifflt,
Mptelete de seda de cor com pequeo mofo
a 5*000.
Oimisinha bordadas para nabor alS,2*e
9*000.
Enfeites de flor a 1*.
Velludilho com flores, corado 600 rs.
**
8
Lady MacdonaLd.
A loja de mtrmore
P vende para liquidajlo, por metade
w seu valor, ricos bournus de veludo
9 core, gostoLsdy Macdonald.

A. F.Duarte Almeida,5ocio que foido armazem progresso, faz seiente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que Unba com seu mano, acha-se de novo estabele-
crto com dous aoeados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
^tf' 1 r; Paul Ferreira da Silva; o primeirona razo de l>uarte A Souza, e oseirundo
na de Duarte Almeida Silva: eates estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao Pu-
Wico, nao s(5 na ITnpeza e asseio com que se acham monUdos, como em commodidade de
preco, pofs que para isso resolvwam os proprietarios mandarem vir parte de seus eneros
SmHiL^!:,U^!, a de terem semPre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
PnbHesTqro^rtSr ii? "^8nl^ "* q^'quet quslidsd. de genero vandido. em seu, armUan, a .uL ] poder ver o
dos col2 M^8em^Tm^COm,n,mW !""* *"? P0"" PrteM. 1> de-nniaWemmentos, qnoswio L nm n vi-
wdSos a WdirTJkZl 7nt*' "V16" nn0<* t*"r?m con,Mr0 de noMOS "w. fondo. na v.nfgan que offerecemo ,
ZlmTi?c^li' f^'ienb*^ de e-Dgenh 6 ,-aVr,dor*8 m,ndem ma0i im primeira vez, fim de exTeS
r.M^^ ?*' P0,8<0e ftn "",?, P0^""9 rwpriaurioi forc p.r. bemservirem aquellaspesVo. que frequeDUrem nossos
iSfiSa^^ .tendeado. Z
^R^n^iS^U!^^Jf "- i*""?1 P^o 750, racomta.nd..M .o. apreciadora,de genero qn.
Tdftin tVn exParlniair' o da nada perderem pois-ptra io confirmamos o que levamos dito. H
Chhvss afh0Ti0aeTet*6i'*'al>r*emb",i8* tui0*ie60l-"*1,brt
Pre^iinto^fllhlT0 melhr m9mi ,*700 2,88 6 ,m Por50 {wi >*. *** botqu.lid.de.
PjreSUBtOS Drf "*" bamtusguez a flOOrs. a libra em porco a 800 rs.
1 j PrtU^uezeS vindos do Porto de easa particular a 560 r. por libra e inteira a 460 rs.
Marmelada do melhores autora, de Lisboa premiada nasxposic6ttS univerne da Londres e Paria a 19800 a lau.
^dSa^f1 PeVWe* rdnba '7,M'M"8M"'"b"'- Wb"i"'-
palias ae ameiXaa tm^ua com cinco libras a 000 a 13000 a libra.
Fano^T^fi"!^i'0^ ,br"S, BM,,hores d0 merctd0 2000 e <00 r,. a libra caixade urna arroba a 7*000.
fiSpermacete Superior t 720 ts. ero caixa a 740 r. a libra.
E3S-71 frcezas inglezas e portuguezas 6oo aoo *.. o w
Latac^roTaxTnhT"*7"''""**"*"w,eB" "*^pwpar,da8<,uem 'indeaom8retdo-
VinhO xinna ae soa* de diversa, qualidsdee, a muito nova a 115Q. e grandes de 4 a 8 libras de 2500 a 4*500.
a g.mVeTl^?dari.d/POrU>> Porto fiw>-^nino. nctar, Carcatellos, Madeira secca, Feitoria e Camne, a 1200 1*300
I1^^1 PPa F09 PaM P"*0 ** m arrafa ede 38(M> *00 .
Latas COm fructas de tod. a. qualid.des que ha em Portug.1 de 700 a lf 001 a lata.
Pnri ntS l"**8 ^ hhrn mm' ** M ,de de8eJ'r *,e" ,iado a0 m,rc,do de *** eaixa e 1*280 a libra.
L fl em fr.Mosde 1 1,2 a 2 libras de 1*600 29200.
laf An. R i}. C P6"*4* 0Mtu muiU8 qualidades o maisbem arraojado que tem viudo ao nosso mereada da 1400 a 1*600
Frascot de^ d qU 24 "' *lita e a M0 rs* lmdo'
VinaffrP L lmen oa eom 2 libras, preprias para mimes, por serem muito bem eafeitadas e desuperior qualidade a 3 cada o.
^SS^Mr,emos ,do no B,drMdo a m n a ***e 2,56 c,n'dt-
Vinho TtArdPfliiv maiS DV0S qu6 ** n,erc*d0 a 80ft a libra do eonainBO a 400 a "va doce.
IVf a 7 ^ ,Ua,H8de 80 19 garrafa e de 8500 10000 a duzia
Fieosirir e en,a,a*d*"'a lib" d> ^>udo autor de Lisboa e vind. a pr imeir. ve. a nosso mercado, de 1 a 1#280.
vISLt mftinow marcas goo,.. ^rnU m^^ t ^ d, bran#a.
Vinagre puro de lisboa 24 rs. a garrafa e 1*50 a caada.
Doce da goiaba da casca en caira !a'i po^o 900 rs
AZfilte doce purificado SOO rs. a (srrdi o OVOOO anisa com 12 garrafas.
liOgnaC a melhor qualidade que tamos no mercado a
QuijOS SUSSOS chegados ltimamente
por isso dirijan-n eom 'dlnartra r autrni-
mado loja d'aguia branca TlT on nrtVbl
'vidoa. ^"^^^
Preciosos
extractos para lencos.
>ja d'ainria bnawa mA. a. -.-grT.
B
Aloja d'agwa
sua propria encommenda,
tractn are navn e nnlbidn clairn
njam, impera triz, D. J.aanta, D. Fraw.
!*!? llr,?qMl *** *". imT
dito de Tnaooa, etc., ate., sis aMatenmaTtai
o ealimavel extracto t nansa. J n use a>
freguezn qae mnnidn d J1biii dtrWaaa m
i ra do Qveimede, loja d'aga brean a fS
acharao baratan, agrada e -*- **
1000 a garra/a a 109000 a duzia .-
^torlllrtj^*^" 80rS' 6 -P^**^-i.,*jiaB^a boa qualidade.
Tn rfa! I ^ *^ *t0<> 16 n' naC0 ""10 v**' a 280 rs.
laem O gaz t 8*O00 a groza e 280 a duzia de eaixas.
Az1eTton\t^maLS^Peri0^q^e ""*** n0DM^P^ hespaahol efraonz de 1.,200 .libra.
amendoas chegada. no ulamo navio a 480 rs. libra e e porcio ter a bamenu.
Sia o mais limpo que tea viudo ao mercado a 160 rs. a libra e 5*000 por arroba.
do Porto, e a 2*000 as de Lisboa.
Alam dos ganern annunciados encontrar o publico um completo"gort'imeVto de" taq tendente a molhados.
Ferro (^ Maia,
Bieos de seda.
de
de
8
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
Ho bem eonheeido acreditado deposito da raa
da eadea do Eeeiie n. 12, ha p.r. vendar .Va'
d.delra ootaisa da Ra..ia, nova e de .uperfor
Pi2?af2.awlm on, tXqa^Pe0rpKt\S.0, "" -
INDICIO LOW-MOOB
Rm dSeiumHov* n 42.
, Basta sstabalnisMatoaaBtiana aaaveium
omplotoertimsntersoeerjdrmo!mnn-
datpaja,en^enho,seb4Daa de vapor a taixas
ia farro batida a coado,da tadaa itaasobos
para dito,
Atten^o.
Vene-se urna negra de n.slo, boa cozinheir. ;
Va ra do Amorlm a. 48.
Bicos; rendas e labyrin-
thosdasllhas.
A loja d'aguia branca acha-ie recentimente
prvida de um bello ortimento de unos, alvos e
bonitos bicos de seda, e das differentes larguraa
d31 dedo al mais de 112 palmos, e os baratos
presos por que se estao vendendo animam ao
comprador: assim como os fortes e muito dura-
veis bicos, rendas e labyrinlhos da lirias, igual-
mente barato como conhecer o comprador.que
munido de dinheiro, dirigir-se a rus do Queima*
do, loja d'aguia branca n. 16.
A 16#000.
Paletots de panno fino preto, forrado de seda:
na ra do.Queimado o. 47.
A 240 o coYado.
Ca tod prets, fazend. boa: n. ra do
Queimado n. 41.
Figas de coral.
A loja d'aguia branca recebeu urna pequea
quintidade de bonita e bem acabadas figas de
coral, proprias para enfeites de enancas, de re-
logias, e mesmo para aa vollas de coral, e as esta
vendendo a 1*500 cada urna ; quem se demorar
nao as achara mala em dita foja d'aguia branca
na raa do Queimado nnmero 16, nica parte qu
as tem.
Fivelas para sintos.
Vendem-ae rica fivelas de madreperola, de
muito lindoa lavrorese esmaltes, de ajo, tanto
pequeas como grandes, proprias para sintos ou
polsetrat. por prego multo commodo : isto s
na loja d'aguia de ouro, roa do Cs'iag n.lB,
Cixinhas para mimo.
. E'chegada anov remessa das lindas caixinhas
de todo o tamanho, com os competente per-
tence para costura, tocando linda pecas de mu-
aica e ricamente ornada, proprias para costara e
para joias, que se vendem pelos baratissimoa pre-
Cp Je 16, 11.90, 25 e 30*, sssim como nm m-
sica a 6, 7, 8,10 e 12*. assim como caixinha s
com msica a 10 e a 16*: ludo isto s na loja
da aguia de ouro, ra do Cabogi. o. 1 B.
Brinquedos para menino.
Vende*-n linda caixinha en, aspareis* de
e*4 para macan, con tendo bandeija, chicaras
pirn, hele e laiteira, eolaern ricamente eamal-
Udas, peloa baratisaimn preea da 500 a 00r.
a eaixloha ; na lojvd!agaia da ouro, n do C-
bugin. IB.
Aos propnetenos de carros, correeiro,
fabricar!** dje bonett, etc.'
Pecbincha nuaca vista.
-45Ra Direita45.
Grande, MBro, B jj0i, inleiro, de lustre, de
25f a 36*.
Ba do Queimado n. 10,
loja de 4 portas.
Vendem-se chitas Iranceza muito finas de co-
res flxas, corado a 240 rs.
Chitas Inglezas, covado a 160r.
Cassas franceza muito finas, covado a 220 e
2*0 ts.
Brim braneo de puro linho, vara a 1*.
Psnno verde, cor de esf, azul e prcto, covado
s 3*000.
uPSSSJ? tou1uim a 15*000, 20, 25, 30, 35,
40 e50*000;
Superiores meias de algodao cr par. horneo),
a duzia 4*.
Visitaa bordadas a matis, um, 8* e lu.
Camisas para senhora, ama, 2*.
Cortes de casemir. de cor, superior fazenda, .
Velludo de todas as core, covado, 3* e 4fi.
Superiores paletots de casemiras de cores a 14f.
Riqojisimn espiohas bordadas para senhora .
45 a 50*-.
iJ5^,89fmo* BQn*latea pretos bordados a 35 e
40*000.
Riquissimos cortes de nda preta a 40,50 e 60*.
Ditos dito de cambraia branca bordados a 20*.
m. do, 38 e 40*.
Chale de merino estampados, superior fazen-
da a 4*.
KJM de Te,lnd0 d corn para collete a 48 e
Gollinhai de cambraia bordadas, urna 320rs.
e 3*0001<>m c,*mi"8 re, covado a 2*800
Peales virado de tartaruga a O e 8*;
Lencos de linho, duzia a 5 e 6*.
Camisas de llnho, duzia, a 85, 40 e 45.
l*60fTomiSore,M'*PW,0r fr"80"' covadao
Oortn deeambraia bordado 1*800.
Sitos de diu de salpico a 3*.
Launa a 3*.
Chapeos a Gsribaldie traviata a 10. 12 e 159.
Ceroula eacocetn, urna 1*3280.
Tarialeaa de todas as cores a 800 r.
Existe- mata nm esplendido sortimento de fa-
zenda qae seria enfaden! menciona-las, e que
se vendem por maito menos preco do que em
outr qualquer parte.
faltada Catte* Recite 80A
-
A 10$ barato.
*3>* Manoel Gonealves de Olivara Santos,
eat vesdenoo nm limita palitotada seda ama-
salla, nbrecaneo Cranouea 10*.
A 1^800, 800 e 500 rs.
qrilMol Goieslves deOHveira Salitoi.
"*a5!!** unh^ dM f2libb, ****** *
fflKffldoa'lnbb Bulto So1 VOH rs,Oa0vra"
grvalas de soda eslreitaa da ultima mola a 560*
rs. e mais fazendas q^e a vista fu f.
Doce de
goiaba superior.
Sodr A C. esto vendendo doce de goiaba su-
perior, dos afamados fabricantes do Rio de Ja-
neiro, nm Campos, assim como desta provincia :
na ras estreita do Rosario n. 11.
A ultima hora.
Acaba de cbegsr loja de Gama 4 Silva, na
f" da Imperatriz n. 60, aonde tem o pavlo pin-
tado do lado de fora, as faseodas seguinte:
Ricos cortes de tarlatana bordados a seda por
laSOOO
eamiainhas eom gollinhas bordadas e tambem
manguitos, fazenda de maito gosto, que sempre
sevendeu por 10*. vende-n pelo baralissimo
preco de 5*.
Dita, gollinhas e manguitos bordados multo
Booa a 2*.
Ditas, ditas dito ditos a 1*500.
Gollinhas bordada com traspaaso a 1*.
Ditas muito finaa nm nr de traspuso a 40.
Ditas ditas dito a 500 rs.
Mangaitos de cambraia bordado a 1*.
Dito do dita ditos a 800 rs.
Ricos chapeos de sol para aenbora a 4.
Lencos de cambraia do linho bordadoa para e-
nhora a 2*.
Ditos de dita dito maito fino a 2*500.
Chales de merino preta fraaja da retroz a 5.
Manas da filo preta para senhora a 4*.
Oleo e banha pbi!cBe
e outras qualidades.
A loja d'agaia branca acaba U ---nm... ..
novo e bello aortimento de oleo a osaba nkilaa-
me e outras saperiorn sulldaan nata T
estimada e procurada asnas em cosos ----
cuja excedente qualidade U Wacm U
assim como a verdadeira tranpsreaU; coras'
quizer se prover do bom masan n u i til JI
Qoeimado loja d'agsia branca n. !, mJ5
bem serndo ; advertlndo, poras, aras aa fra*T
vao todo mareados com o rotulo o dita lata.
J chegara
as interesantes estompas, aBL.
justo, e a morte do peccador
Da loja d'agaia branca avin^n no nol
reverendos e outras panno ih kavin o
re endado essss interesssnin astaman ?<.
aesbam de cheg.r. a que. .ntaJT* *
nir dirigir-n logo diu loja d'aa
roa do Queimado n. II, pola que a
pequea, e por agora ainda n vi
da urna.
ca
IlULD
sortimento de enfeites de flo-
res para casamentes
e bailes.
Aloja d'agaia branca acaba dadasMarba
lindo sortimento de enfeites qaa alo J,
encommenda mandn vir para eananSao a bol-
les, e sem medo de errar, poda-n tan ana ala
os mais psrfeito e delicados qae al asara u,
vindo, e easa verdade aera conhodda porninallas
pessoaa que ssbem apreciar o bom TnsVdo
todo vendem-se barato em propeteao a sarta*
delles, M>ndo a dioheiro vista 12*. 14a e
uso na rna do Qoeimado, leja oTanSa
mero 16. ^
Loja de marBore
Novidades despachadas
para liquidaco.
Para o bello sexo.
gosto lmanla
Manto de cachemira
Braat a 20*.
Mantilhaa de cachemira aoalo
zaClotdea a 15*.
Ronda de cachemira gosto Laerv aman
donalda20*. -oyna-
, m*A* dU Il nndsca
lyn a 20*. "
Casacoa de dita
a JOJ.
Ditos da dita
nia a 20*,
pac
Mo
o Jsco-
gosto raisJn Victoria
gosto imperatriz lags-
esubnscMs aa em
anlB nmo sata
traUr no largo do
Vende-se a renoaeio
n. 201, sita na ra Imperial
carroga e bol bem gordo ; a .
Carmo com Narciso Jn da Casta Permra.
Potassa da Russia.
Vende-se pot.au da Rassis da maia nova a
uperiorqueh no manado o a aneo Mito
commodo: no escriplorio do MiimI i. !T. 7
Ojiy.,i_ra A Filbo, lila?do^Sl11^,ad*
Escravos fgidos.
branca bordado, que tudo n harta ea-
eemn>endado a se despnheu para ven-
da da liqnidacio por precoa muito ba-
rato.
,,-.Faioo engeakaoo aaaixo
da 13 de dezembroda 1850, ui
elaoe emolo
por nome Joio Gregario, idodo do 2* a 24 annaa
bem preto. altura regalar, alegra o regrieu. **'-
co de carrero, o qual loi prne n Babia em o-
vere.ro de 160. o4moltid7^a FoSaTaaVeo
em um vapor, d'onde tornon a fagir. nnac-
se estar ns Bahia ; roga-n u 'rridrdss fsL
ciae a capiUe de caspa qV .. apnanVa. .
o remettam para Pernambaco s ootnsjn m
Joao Piulo de Leanoa Jnior, a qae segar
qaer dnpan que n Osar. ***
Umbelino do Paula Sowa Loio.
Attenco
No dia 22 do correle iodo s enrav. Dalmm
vender em om taboleiro banha a mais obina.
desappareeeu, e Um oa aegaiotn-oigosn7 altu-
ra regular, seces do corpo, representa lar da 25
a 30 annos, quantfo anda maito sramii
muito direita, parece nr cabrocha m Ur sosa
cabello, enlama arruma-la da asedo an aVu
tem f.iu de 2 denles na frente dolado n lia'
levon om ronpio de chita o nm chale atan a'
mascado j usado, mao desnasnacIaU aZ.
fallaala. npnaittadtr Sn L"
-le Laiza. natural dol ki" mm',
iza, natural do MaranhioT .
os arrabaldea da cidado. e monao fora della m
ter j andado ambareada eeendo toi enrava m
lente Jos Bernardiao ds Quelm: roca-n an
senhpres mestrs do hialu. barcaca,Tcanon
nao lhe darem sahhta t ptolojU-nnaln ,.
quer pesaos que a livor oceallsda ; s igulssaoto
e pede as aatordadn f I... oaaNin u
campo a apprebendam a lovem a taterna dona
ds Criues o. 42. jnsrto n nbeado o Sr. aViapsa^
roa, que nrio generonmoato snaanoswadn.
Gratiflca?ao de 50,000.
rtflBaW,*r *!?"0 *M* W **** *-
S^^T-0 ',w t^saras^vm^leSdo
30 aanea, posea mais ou snsoo, aatarat do Para;
iV^l9'mJa9 *** tra*naBdo do podreiro, i
que i official, oo na estrado de ferroTdtalo do
torro, enlama enkrtagar-n s miado: o*om o
- Acka-nfegtdo om orlo de 40snm.poo-
co mala oa ann, de idedo. de aosao CssnsML
nt.i.ra muMo^ nta. ajTono',
- *ron, ddueb
rieata, m*s falla mal o c
eoiorronm, fai da Patofcibe: rrarea-n a
o pegar ou dalle- dar noticia as ras Rovo a.
Fugio. 22 da oatubro a osorsrs Delmira
e s.Mv!
Antonio Cesarlo Horeira Diu. no Porte do Mallos, roo a n maia wdrao\ beata
:
Loja de marmore.
Vvat-t trea escravos, aendo nm mulato
com 20 anno, um moleque eom, 13 annos, e
orna preta eom todas n habilidades de 22 annos,
todos de beaiin flgurss, na raa dai Groan a.
35 segundo andar.
Plvora.
SVende-se plvora de superior qualidade, e
umbp de munijio, por menos do que em os-
tra qualquer parle ; a tratar no escrli
ra da Josda nu 27.
- Souhall Heilora & C, tando______
o.; coqvlda,|.ortsato, ispessoas que qoiserm.____
>osao!r dm bom reiogto da uro ou prau do ce- aso o
. ??e,Ble Koro*y. *wveuar-n da oa- teswi
portunidade sem perda de lempo, para vir com-
pra-loa por commodo-----
ra do Trapiche n. 18.
noto
o ro-
doodOi poltrn, d ousbrsdoe na da raods,
mal o castoan rtr-n taaado o
ca paz do illudir smiao' i.
do n arr.baidn, fN
---------a.au
H.!o'
IWo de cblts.


fl)
MW M WUattUCO, U&*JM*P**m9*^H4i!

" T'lf-


Yariedade sobre o tea*.*<*
Minha imaginagioestimulada pelas impressea
o pelo desejo. atravesiava esta cortina difana, ^1^
lio admhwlniente Suspensa n6 firmamento, e c,f,f!,"rae' por *-
entilo, qaoMkises I qae'sodhoa 1 elevado, con-
temolrsieflciosmenle e por rouito tempo, este :
qosdre flscaoUdor. VHirrV. alma deslumhrada i
py eo^rtawgo descofifteeldas, ch'eia de adorado
rr.'speit>,Ku>seJ*ra cudl ardor desprenler-se de
sea morlai id; elobr pera o Creador de
laeasjswiravHhas. Ah I o espirito humano nao
altiiigii nanea a stas regioes celestes!
Com o auxilij do npssos oculos de v&r ao Ion-
ge descubrimos o rio Nueces proieguindo o sua
cdTrente' gabn da atravz de usa paisagem
sem igual sob aso o azul e aereu.
Qjando anoileceu, a la espalhava urna branda
claniade, a brizaeaibaljatajda.de odorferos per-
fumes, reanimara toi'inen se r: eu eslava em
a estes grandes tremores da tana a 4* i
volcnicas que, sob a oiesma agitede
maitas 'vates desastres em outro
globo.
Deixando Csstroville, fui lo,
miuho a Santo Antonio de Be;
me dez diis.
Contlouei depois minhas vii
campos.
micha pequea bussola, para
rendo um paiz edmi"*e!niente variadoie'lerda
deiramente digno darfefV,l0*f^<#Tpili5B
dias nesga bella nd\a-'ciaade/qUetonTllmVa1gV
mas casas e grandes herdales. Ella esl iolej-
rameato cercada "por muitas arvores seajriarept
' Finalmente um dos lugares mais feriis* e sau-
! da vais alo Tgxss.
De Texana
paiz
I E?ypio, pequeo lugar situado a tres leguas e
meta alin do Colorado, possue uaicamoote I-
gons eatabelecimentos agrcolas. Erara precisos
trae das de viagem, pare arli ehegar? A i rs noite, descancei mui tranquillameole & mar-
i gem de um regato.
No dia seguiole, depois de urna loaga e penosa

aoot-ct
m
iens, looge do rodado
bartefri aesfa nua-
has, patos, pomboa, porcos,
Itirador far bem em trazer
todos os instrumentos de la-
os de carpinleiro, indiipenas-
de todo estabalecimento agti-
o econoroisar grsudea som- i
s estes objectos cusam multo
s ha grande difflculdade para
xas.
'efbs, dever estabeleceroua herdade 4 seme.
I.olJIas^exianai, queseo ufllcieotemente for-
resistirema um ataque repentino
m qdYeu^oVsattanspf a
de. e Qcar lirre. '
Estas javens divertiara-se com aleilura de ro-
mances fraacezesi irsdazidos para o ioglez.
Picaram por elte motivo COB) a. Itoaginagao
part para esta cidade, a segunda do muito excitada, e per isto o circulo em que vi-' cada nm delles capaz
^iataTmiiilo^reSuicio, e tresno fnsuoortjvel. Es-! hornero.
forcetm* por acalmi-las, fazendo-Ihes ver que I Junta-se tamtem ao circuito um pequeoo pa-
nas sociedades ha mais espinos ooe flores ; eo- leo egualmcnle cercado de urna etacad*. este
Unto nao qulz exagerar o quairo, porque" lim- je cuera* do pth, onde tolos os das aa crepuacu-
bem ha neUa alguma censa desgradavel, e pre- '^ew5AXllus* as malas do estabe
lflcadas, para
dos Indios.
- Estasfierdades sao inleirsmente cercadas por
solidas estacadas de oito a nove ps de altura, e
tior ba sempre urna mela duzia de caes,
de combaler com um
um desle momentos, rea qae o hom'em julga-se
A rneu^oezar deixef (ules Iihim ruin Um Jro,d8- echando-jua'multo fatigado, ve V Mi-
Cheg.mo sem obstculos campia que precede ",0 e cann"- Ach.ndo-me de repente d.aate de
o rio Leooe. Este aera aar amito largo, era evi-
dentemente o mais bello e phintaetico rio do
Texas. Suag (impidas aguas, summaraeole som-
breadas, serseateara graciosamente atravex de
um paiz de urna belleza fabulosa. A' pequeos
intervallos oconln-sa a vicha selvagem, que
estendeeeuscomaridos ramos carrega Jos degran
des cachos de uvas prelas, at o oimo dos car?a-
lhos verdes e das altas maltas, enlajan lo de urna
ai-rore a oulrs, e formando assim arcos magos-
losos, e ricas cscalas de verdura.
Qu'ando chegamos ao Rio Fri, o sol tioha j
desapparerido; tomos obrigalos, am filia de
cousa melhor, a esubelecermos oosjo acampa-
mento entre os espinos a aa altas herras. O Jia
fd.-a queme e enfadooho ptra os homens e para
os cavados; e urna necessidada absoluta nos
convidara ao repouso.
Infelizmente,passamos toda a noite aa insom-
na e temor, eis porque eoormesserpeotes tiobam-
as domiciliado nesle rustico lugar, em que urna
grande vegmagao cobria inteiramenle o solo.
Estes perigoeof raptiaalaoem os atimae, e mes-
mu o hornero.
A prudencia obrigou-nos a acaute'arraouos, e
a Acaraos de p at pela manhs. Durante esta
noite fatal, nossos cavallos nao forath menos ator-
meniados que nos meamos. O cavallo do meu
criado foi, Infelizmente, mordido por urna ser-
pete, e foi-lhe tao dolorosa a mordedura, que
fazia pena v-lo, e ouri-lo. Este triste inciden-
te impossibilitou nos de continuar nossa viagem
no dia segninte. Oque hsvia de melhor a fazer,
era irraos procurar um lugar mais hospita-
lero.
Encontramos- este lugar tao desejado a meia
legua de distancia, sobre a margem extrema do
rio. Era um lugar mui relvoso, onde haviam
soraenle pequeas hervas, inteiramenle desguar-
necido de espinos-, e de plantas sospeitas, em
que se podessem occultar animaes malfazejos.
Estivemos pouco mais ou menos quatro dias
nesse pacifico lugar, e oenhum incidente veiu al-
terar, nosso socego ; grabas jos peras selrageos,
quolivemosa felicldadede pegar logo eo primei-
ro dia, tiremos muito boa carne. Durante al-
guna diss prodigalisamos lodos os cudalos pos-
sireis ao animal ferido, depois, bem que a ferida
precisasse ainda de muilo lempo para arar, re-
solvemo-nos a continuar o nosso caminho para a
colonia de Gastroville, onde chegamos a salva-
mento, porm extenuados defadigia e priragoes.
Heorique Castro, fraocez de origem, deu seu no-
me a esta nova cidade, onde vieram fixar-se os
primeiros colonos em 1813, e onde chogaram
auccessirameule oulros emigrantes. Ella est
situada em uma bella e vasta planicie, sobre a
margoin direita do Medina, rio ioavegavel em
toda sua exrenso, porm cujas aguas lmpidas
sao rouito potaveis. Durante oinveruo, elle ures-
ce 24 palmos no espaco de 48 horas; sua correo -
te torna-se enlo muilo rpida e corta tods a
communicacSo para a oulra margem. A egreja.
assim como todas ts casas, de eadeira ; po-
rm engano-me, ha uma que de tijollo, e foi
edificaba expresamente para a familia de Cas-
tro, que nunca a habirou. As mootanhas que
cercam de um lado a planicie, estao em grande
parte cobetta de mallos, e oflerecem aos habi-
tantes madeiraem abundancia para construccoes
de. diTTerentes especies. Quanto salubridade,
poder-se-hiadizersem exageracao que o ar agra-
da el e puro que ah se respira, um solo sem
pantaoos, e um curdmirarelmente bello, coos-
tituem um clima delicioso. A caga ahi muito
abundante, sobre ludo o cabrito mootez, o per
selvagem e o coelho; e o Medina tem grande
abundancia de petxes, e ba nelle tartarugas d'agua
doce de excelleate qualidade. As trras, que
cada familia de colonos recebe gratuitamente
com certas condices, tem 320 geiras.
Este terreno virgem muilo fcil de rolear-se,
e lambem muilo frtil e proprio para produzir
magnificas colheitas. O milho, o centeio, a ce-
vada, a btala, e todos os legumes em geral ahi
rebenlam com tanta facilidade, quejulga-se ab-
solutamente superfluo servir se de qualquer es-
trume ; alm de que, o uso de estrumar aa Ier-
ras, nao existe em paiz algom da America.
Presentemente, a maior parte dos colonos ja
possue gallinhas, palos, carneiros, cabras, vaccas,
cavallos e bois. Servem-se exclusivamente des-
tes ltimos para os differentes trabalhos do cam-
po ; sao graadea e vigorosos, e iodispeosaveis
todo estabelecimeoto agrcola. Da se a prefe-
rencia ao boi selvagem, porque mais forcoso e
resiste mais s fadigas que o domestico; tambem
casia muito mais caro : para ler quatro destes
bois preciso dispender sesseola ou noventa pias-
tras fortes.
Estes animaes reclamam grandes cuidados, so
bre tudo i noite; sendo selvageos, so desejam
ver-se livres, para voltarem a sea estado primi-
tivo. Predizemos para o futuro a Castroville ama
certa importancia commercial e agrcola. Sua
nosico topographica entre Santo Antonio de Be-
zar e Rio Grande presta-so muito bem a isto ;
o desde sua fuodacio os contrabandistas fizeram
della, o principal armasem de deposito, pata sea
comroercio de contrabando com o Mxico.
Esqueco-me de accresceotar aqu que uma
-grande parle do territorio texiano consiste em
grandes terrenos de inoodacoes, e que, por coo-
sequencia, nao ae esl de modo oenhum exposto
urna essa encoberta por solidas asneadH, nao vi
pessoa alguma.
Puz-me a gritar com toda torca dos meus pul-
raoas, para que me abrissem. Cinco caes muito
grandes responderam-me por um alarido infer-
nal, dirigiodo.se para meu lado. Alguna ins-
tantes depois, dous nefjros acuiiram ao ruido
com espingardas.
Disse-tbes que era um viajante, que pedia hos-
pitalidad por uma noite ; depois do que elles ro-
garara-me polidamente que esperasse por um
Instante, que elles iam avisar seu joven senhor.
Este nio se fez esperar. Receben-me lio cor-
dialmenle, quanto se pude esperar de um estran-
geiro ; e, em quanto os negros cuidavam do meu
cavallo, o joven apressava-se a fazertae entrar
em casa, onde Ihe apreseotei duas carta 4a re-
commendaco para negociantes respeitaveis de
Houslon.
Depois de as ler lido, pediu-me licenca para
raostra-las a seu pae, que se achara doeule. o
Qm de alguos Instantes, este mandou pedir-m
que llzesse-lhe o favor de entrar em seu quarto
de dormir, onde fez-rae assentarem uma cadeira
a seu lado. j .
Este homem, de idade de sesseola annos, con-
sullou-me primeirameote sobre a doenga, que
solTria j muilo ; depois conversou-se sobre di-
versas cousss. A Europa nao fot esquecida. Du-
rante sua mocidade esludra alguma cousa de
medicina, e possuia alguos conhecimeuto's'ge-
r-'e- I .o..... I '
Admirou-se muito que eu livesse em'prehen-
dido esta yiagem lo longa e lo difflcil, depois
instou muilo comigo, para passar algum tempo
em sua habilaco. "
. Isto distrahir alguma cousa a minha fami-
lia, que muiio estimar conhecer-vos, disse elle.
Temos tres (linos que nao liveram occasio para
seinstruirem bastante; porm que nao deixam
de ter ioteltigeocia. Tem mu tos desejos de
aprender.
Depois desla conversacio uma negra condu-
ziu-me para uma pequea sala, cuja janeila dava
para a galera ; ahi encontr! todo o conforlavel
que se pole desejar.
Apenas ahi eslabelecera-me, quando o man-
cebo veiu buscar-me para ceiar com a familia.
Entrando no salo, elle apreseotou-me primeira-
meote sua mae, depois a suai duas irmas;
tive a honra de assentar-me entre ellas.
A senhora era uma Americana robusta, de cin-
coenla annos, que ainda tinha alguna restos de
belleza ; era agradavel.e afTecluosa. Seus bellos
olbos negros trahiam paixoes que a idade nao po-
dara extinguir inteiramenle. Em uma patarra :
ella aindi conservava desejos de agradar.
Seu traje era simples; potm bello; seu andar
grave e magestoso. Depois d'morte Ue seu pri-
meiro marido, casra-se segunda vez com um
homem idoso, que pessuia muitas trras, e um
bello estabelecimeoto agrcola deaoundunte cul-
tura. Sous tres fllhos eram do primelro ma-
rido.
ciso convir que o homem nascu para rlver em
soeiedad>. '
Disse-Ihes que, emquanto mim, na minha
e3ade, J esta Va um tanto raneado, e mesmo des-
gostoso, e que os desgestos qus della prevm, nio
compensara quasi nada os raros instantes de fe-
icidade que nos offerece.
Acresceotei que se algum dia lvessera de fre-
queala-la, encontrariam em Pars e em Londres
todos os elementos possiveis para bem saludar a
grande scena da vida.
Nossas intimas eonversaeoes agradaran muito
estas jovens. Ellas aproveitavam estas occasies
par dizerem ludo oqoe pensavam com urna can-
dura e ingenuidade taes, quo inspicavam grandes
sympalhias.
Finalmente a conversacao era lio interessante
que o tempo pareca fugir. e era com bastante
pezar que nos vamos obligados a interrooa-
pe-la.
Todos os dias pasaavamos, ora a p, ors a ca-
vallo, para visitirmos os arredores. As horas
passavam-se com omi rspidez extraordinaria, e
meu espirito apoderara se de preciosas lembra-
gas para o futuro. Deate modo passei nesla paci-
fica morada doze dias, no meio desla amael fa-
milia, os quaes contarei ntreos mais bellos da
minha vida.
Finalmente, foi precisa deixa-la. Na vespera
de minha partida, o serio prolongou se al meia
noite. As despedidas foram temas, e houve la-
grimas de parte parte. Esta leabranc,a nunca
mais se extinguir de meu coragio.
O mancebo acompaohou-me at meu quarto, .e
disse-me, que decididamente no da seguate as-
sisliria i minha partida, Bxada para as cinco ho-
ras, e que para iato madrugara.
No dia seguiole is quatro horas eu eslava de
p, e oceupei-me logo em eocher minha mala de
pao de minti, e cabrito assado, que ffexcellenle
senbora Uvera a delicadeza de preparar-me.
Qaando o mancebo enlrou em meu quarto, disse-
me com modo alegre :
abeleci ment sio
encerrados durante a noite. elles ahi estao muito
eei stguranga
- u^ei'*^ 'sl 'or "bservado pelo emigrante, a se
elle juntar adiividade m'aita ordem, nao poder
daixar de ter em Tesas, com malla abistauga,
uma existencia das mais sgradaveis.
Maris.
j.j (Monde.Emilia Luna.)
As daas jovens. eram de uma belleza notavel.
A. mais velha chamaa-se Luiza, e tjnha 22 an-
nos ; a rasis mocSj Caodida, e tinha'19;
Fizeram-me diversas pergaotas. Admraram-
se muito de minhas aventuras de viagem, e pa-
receram interessar-se muito por mim. As jovens
nio se cangavam de me perguntarem quaes eram
os usos e costumes das mulheres da Europa, e
rram-se muilo com as respostas que eu lhes da-
va a este respeilo.
Depois da ceia toda a familia fui passar o serio
no quarto do pae, onda estiveram at onze horas
assentando-se roda de uma grande mesa, eo-
berla de livros.
Quando eu ia retirar-me para meu quarto, a
senhora da casa pediu-me com muia amabilida-
de que me demorasse algumas semanas em sua
casa, dizendo : Isto ser para nos lodos um
verdadeiro prazer. Respond que nao polia
deixar de obedecer a esle convite lio polldo e
gracioso ; o que causou grande alegra i toda fa-
milia.
Confesso que tinha gran Je prazer de parllhar
durante algum tempo desla vida intima, e paci-
Gca felicidade. Nio padia achar melhor lugar
para descancar inteiramenle de minhas loogas
fadigas.
No da seguiole pela manhs, depois de almo-
co, fui com as seohoras dar um passeio so Jar-
dn!, em quanto o mancebo ia dirigir o trabalho
dos escrayos. Quando chegamos ao jardim, a
senhora, a quem eu offerecera o braco, dis-
se-me : *
Sois naturalista, podis julgar de minhas
flores ; tenho muito cuidado com ellas, porm
infelizmente, a colleccio nao muito conside-
rsvel.
O isolameoto em que vivemos ra'as torna iotei-
ramele diceis. E entretanto tenho grande
paixio por ellas. Sua. cultura um agradavel
passa-lempo para mim e minhas Albas. Nossa
vida tao solitaria e montona I Tambera estas
pobres meninas igaoram inteiramenle o que o
mundo. Nunca viram uma cidade e os eslran-
geiros aqu sao raros.
Percorremos o jardim em todos os sentidos.
Ella era maior que bello. No meio delta savia
um (toque, e no Qm uma especie de caraman-
chel, onde haviam alguaa asenlos. Apenas ah
nos assentamos veiu um negro chamar madama
_ Bem se ve, doutor, que estaos habituado s
vitgens ; porque sio quatro horas e meia.
Respond que desde mioha mocidade habita*
ra-me a tudo, e que prefera, para viajar, a noite
ao da. Como todas miohas bagagens estivessem
promplis, s esperei que dessem cinco horas no
antigo relogio da sala de jantar, para partir. De-
pois de ter ainda ums vez aperlado cordealmente
a mo do meu joven e novo amigo, puz-me ca-
minho 'para Houston.
As des horas da maobaa passei o Colorado
nado. Este rio neste lugar de uma extenso
consideravel, especialmente durante o invern.
Chegando margem opposta, achei-me em uma
immensa floresta, por enlra aa^ial tinha sido fei-
lo um esmioho muito largj ; percorrio-o na dis-
tancia de duas leguas, parando de vea em quando
para tirar esquilos, de que as arrorea estavam
cheias. Notei-os de tres cores differentes ; en-
tretanto haviam em maior numero da edr es-
cara.
A viracidade e ligeireza destes animaes ver-
daderamente admiravel. Balangar-se, saltar, tre-
par, e correr um apoz outro, pareca ser sen ter,
no dirertimento. Matei muitos, apezar dos tiros,
elles n5o parecan: de modo algum ternero pe-
rigo ; porque continuara m a divertir-se.
O viajante percorre agradavelmente este cami-
nho. porque est abrigado do sol, pois que ss ar-
vores da floresta s9o lio altss, e unidas no cimo,
1. formara rlaat* m.d. -~ |tiuO, csplcudido
caramanchel.
Depois de meio dia sahi, desembobando ero
vastas campias, d'onde tfescobriao longo i pri-
meira casa do Egypto, onde foi passar a noite era
uma bella herdade americana, a no da seguiole
cheguet a salvamento, Houston. Esta cidade,
a segunda do Texas, est situada sobre o Buffato,
rio navegavel para navios de pequeo porte, al
sesseola milhas, pouco mais o-u menos de sua em-
bocadura na baha de Galvesloo. Uma navega-
gio regular a vapor est estabelecida j hi mu-
tos annos entro estas duas cidales, cujas relages
commerciaes, j muilo importantes, prometiera
um bello futuro.
Houston tem pouco mais ou menos a mesma
populsgio que Galvestoo ; porm, edificada em
um terreno um tanto frtil, infinitamente mais
salubre e agradare! que sua rival. Entretanto de-
vo coofessar que os mosquitos ahi sio abundan-
tes ; de mais, para nos livrarmos destes malditos
insectos, aeria preciso estar longo do -mal oito
leguas.
O litloral do Texas principalmente habitado
por um povo rilo dos Estados-Unidos, emqum-
to a oulra parte oceupada por Mexicanos abor-
genes, que ahi viviam j antea da independeacia,
e por Mexicanos crdulos.
Todos tem direito de ahi se estabelecer, e de
adquerir proprledades, sem preenchT a meaor
formalidade, e sem pagar o menor direito oucon
tribuigio ao governo da repblica. Os passipor-
tes e outras pegas de identidades, 'sao absoluta-
mente inuleis neste paiz, onde a liberdade indi-
vidual lio estrictamente mantida.
Acooselharei iquelles que tencionarem ir ao
Texas, fundar am estabelecimeoto agrcola, que
procuren) um terreno situado vaotajosameote as
Relaces da Franca com o Oriente.
As torgas enviadas ao Oriente, para fazerem
com que nelle trumphasse a nossa baodeira, es-
li prestes s rollar para a Franga; e a altongio,
que por momentos o publico prestir aos inta-
resses longioquos. que ellas foram dafender, rae
tramediataraenie desepparecer, admirada de ter-
se por tanto tempo oceupado do que se podra
passar em lugares lio distantes.
Eolretaoto nio se tem dito todo. A expedicio
da Cochinchina acaba de effeiiuar-se nos cam-
pos de Saigon ; mas i sombra dos louros de sua
rival; e, nio tendo'por si o prestigio desta m-
gica palarra, Pkiag, de recelar que nio oble-
nha applauso era animac.o da roetropole, ir-i
se-hia que esta tem pressa de conclai-la ;. dif-
cilmente pode-se conservar um poolo do imperto
annanita.
Eis pelo menos o que al o presente parece re-
sultar das medidas ji tomadas.
Os interesaos respectivos, que temos Aa Chica e
na Cochinchina, justificaos esses grandes esforgos
d'ura lado e essa especie de deleixo do outro ?
Para encarar esta questao na seu verdadeiro
ponto, necessario langar um golpe de vista re-
trospectivo sobre oossas relagees anteriores com
as populagoes do Celeste Imperio.
Saba-se que. at estes ltimos annos,.as rela-
Soes da Franga com a Chipa foram sempre pac-
cas. ,
Este immenso imperio, que permaneceu com-
pletamente fra da esohera da aegao da Europa,
devera, soles do XVIH seculo, suas raras e inter-
miltentes relages como Occidente chrislao quasi
exclusivamente iniciativa oussda dos missiona-
rio.
Assim, desde 1308, o irmio menor Andr de
Perouse sagrou a Joio de Montcowio, areebispo
de Kang-Balik ou Peking; e a carta, em que el-
le refere os pormenores dessa aagraoao, carta que
deve hoje ser lida com extrema curiosidade, e que
se poderla quasi tomar pnr am cont araba, at-
iesta j immensos progressos feitos no Cathay
pela religio christia, assim como a proteegio eo
respejto, de que o Grand-Chaa cerca os seus mi-
uislros.
As peregrinajes um pouco posteriores do ir-
mio O lonco de Frioul nao formara um cont me-
nos so'eravilhoso que a carta de Andr de Perou-
se ; e causa admiragio saber-se que em uma po-
ca considerada como barbara, o christianismo ea
r.iviiisag&o que elle trai florescessem sem opposi-
co sobre as margeos do rio Amaretlo e do
t'ei-ho.
margeos do Colorado, entre Columbuse Auslim. per!o.
Desde essa mesma poca o norae da Fraaga er<
0 primeiro e talvez o ucico, que era conhecido
com honra das povoages monglicas e ehioetas,
como o prora uma carta de Giand-Khan. escrip-
ia em 1338 ao papa francez Benedicto XII, resi-
deate ent.io em Avinho, para pedir-lbe um suc-
cessor para o srcebispado de Kang-Balik, visto
como o primeiro principe da egreja chineza, Joio
lo M-olu ,. i, liaha luuctil*.
Mas sem que aos remontemos tanto, sem que
fallemos mesmo das relagSee bertas com a Ch-
as por Francisco I, que em 1530 envin um ma-
rtimo de Dieppe, chamado Valois, para fazer
presente ao imperador de quatro canhoes france-
zes, em troca da geoeros commerciaes do paiz,
chegaremos aos primeiros esforgos serios e du-
raveis que fez a Franga, para estabelecer sus in-
fluencia nesses paizes longioquos. Elles foram em
parte deridos ao governo de Luiz XIV, que, ani-
mado do desejo de fazer triumphar o christianis-
mo na Asia, e da se apoderar da influencia po-
ltica e commercial oessa parle do mundo, para
ah supplantar a influencia hollandeza, s cuidou
em proteger as emprezas dos miasionarios, que
tirenra por tods parle o apoio da prestigio do
seu nome e de seu poder.
Fui assim que se viu sob o reinado do impe-
rador Khang-bi, os jesutas Adi Shall e Ver-
biesl presidirem successirameote o famoso tribu-
nal de matheraatcas, rectificaren ecompletarem
os conheclmonlea das Chineaos am astronoma, e
fazerem nascer na corte de l'king um tal gosto
pelas sciencias, que de Pars essa capital, di-
zem as cartas edificantes, propnham-se ques-
toes, para serem resolvidas, a se enviavam pro-
blemas.
Uma perseguigao ipterrompeu o .curso dessa
grande e legitima influencia, adquirida em pro
veilo da Franca sobro os fllhos do cu, mas esse
eclipse nio durou muilo ; porque vemos em 1687
os jesutas Bouvet a Gerbillon tornarem-se os
mestres das sciencias de Khang-bi, regularem em
seu nome com Pedro I os limites da Russia e da
China, e obterem, finalmente, por am edito de 52
de margo de 1692, a liberdade do culto para a re-
ligio christia em toda a extenso do Celeste-lm
FOLHETIM
A DAMA DAS PEROLiS
POR
A. DUMAS FILHO.
(Coitinuagio.)
XIV
O' amor, traveaso a eogrsgado deas, quando
sers conseajaenle eomtigo mesmo ? Pes ocalos
quando se trata da sasaeitrr, a pes ama renda
quxndo se tratada ver.
Nao rao pensar, por esta exclamagao, qde en
ponha em durida por um instante a siocerdade
da duquesa, que techa cessado de tomar ao se-
rio e que queira agora zombar do que ba pouco
exallei. Nao. Mais do que noguem ea, que fui
testemunhs do doloroso dssfecbo desta historia,
respailo os dous hroes della; mas nao posso
eacrever esle livro como uma. melopea, sobre a
nota triste dos ltimos aconlecimenros; devo
coritas das impresses differentes que em mim
produziam as differentes peripecias do drama, e
confesso desde entao que em osa canto desse
amor nobre, digno, sympathico, eu vis, com
graode pesar, Inflltrar-se uma consequencia ia-
itecta que estirara longo de prerer, e que, cres-
cendo, poda dar-I be um lado perigoso, e o que
peior, ridiculo para Jacquer.
Nio ora colpa da duquesa ; mu era culpa de
sua posicio superior, que por momelos aturdoa-
ra um oouco a eabega de de Feuil. Jacques era
um atlala ; nio era, nem poda ser, alguma cou-
sa senio palo trabalho. Ora, essa ligagio, com-
quanto augmeoUsss porfla, o sealimeslo mys-
teriuso da sua arte, comquaato lofluisso psra bem
a alma do sea talento, prejudicava por otro la-
do i sua exprsalo material, sua maoifestacio
indispensavel. Jacquas rodusU um pouco 4 ar-
to que at entao fra o sao elemento aleo a do
ual Haba nacosaidada para rlras, aa saUataeees
itimas do aau aoracas
* {) Videl>ari(>n.7."-----------------------^~
sobre o lado esquerdo do rio, onde com cem
piastras tem-se sessenta a setenta geiras de ex-
cedentes trras, proprias para cultivar o algodio,
a cana, o milho, centeio, arroz, e a bitata, e ge-
ralmente todos os legumes da Europa.
O rendeiro deve-se tambem spplicar seriamen-
te i criagio do gado, que uma fonte de riquezas
para o cultivador dessa comarca. Deve tambem
necessarias so seu futuro, a em vez de dar maior
expansio msica como seu amor, la-a estrel-
lando e s a fazia servir para gtariflca-lo. Es-
quecia qne a arte nio pde encadear-se sem se
amesquiobar, e Irabalbaado muito para saa aman-
te, nio fazia mais nada para si. Cada dia lhe
trazia novas melodas das quaes fra ella o sopro
inspirador: elle langava-as sena ps; masjul-
garia profana-las entregando-as ao publico, Jul-
garia avilta-las vendendo-as. Kscrevia mesica
como um bomem de alia sociedade que por aca-
so tiresae taleato, a nao se atreva mais, digamos
a palarra, a ganhar a vida.
A compaohia continua de uma mulher quem
a fortuna viera sem trabalho, e que s tioha de
oceupar-se das difflculdades moraes da vida, lhe
fizera pouco pouco lomar ps habitoa dessa so-
ciedade, oode a sua repulagao Iba permittia en-
trar, mas onde nao poda manter-sa seoio com
os recursos legilimos do sea trabalho. EmBm
corara do oficio, que eolretaoto a expressao
forgsda da arte, esem o qual o artista morro de
(orne quando nio" tem fortuna. E qual 6 o indi-
viduo que nasceu rico que procura toroar-se um
artista na verdadeira accepgio da ptlavrat
Por um seollmeolo do qual a duquesa o cen-
surara se o coohecesse, porqae fra a prora de
que o amor de Jacques nio tioha coofiaoga em
certoa pontos, elle recelara parecer ridiculo fl-
dalga quem amava, e diminuir de valor aeus
olbos, se cootinuasse a escravisar-se s exigen-
cias de sus posicio. Par um imperio nio qui-
sera que ama amiga da daqaeza podasse dizer-
Ihe: o professor de msica de minha filha a de
minha Irmas o Sr. Jacques de Feuil; professor
e criado lhe pareciam estar na mesma lluhs, pe-
lo dinheiro que ambos recebera para (azerem
orna cousa encommendads.
Elle nao fazia mais a desl'ncgSo de que
um o criado dos serrigos physlcos, ao passo
3ue o outro 6 o revelador das molbores partes
a alma. Sea espirito rpvoltara-se com a idea
de se fazer ouvir em publico., d ser (oreado a
lser com primelos i pessoss i quem nio co-
obecia, e de ourir dizer por alguna Ignorantes
mil rezes inferiores 4 elle: Qaem esse senhor
que rse tocar piano T
Estoa certo, dizla-me elle ingeauamante,
Jamis posteriormente a forga prodoziu para o
catholicismo um tratado mais faroravel, que o
que obtlveram alguna missioaarios fraocezes, sem
um canhio nem uma bayoneta para sustenta-los.
Esta dominsgio moral que nosso paiz, gragas ao
poder de suaa ideas e civilisagio, gragas a essa
mullidlo de heroicos aventureiros. missionarios
ou outros, que se dedicm a ir derrama las ao
looge, soube adquirir por tola a parte e aempre,
e que boje o faz ra do mu*jo ld#lf #a*ncia.
fra bastante na China para obler d*am despota
n^&ttbdnfr ft ,"v' ",J
Foi nessa poca, em I68, que efle monarcha,
jra salisfazer aos pefidpaidp aoceurriss do rei de
iam contra os Hollaodezes, enriou-lhe urna fa-
mosa embaixada, da qual o cavalllro de Chaa-
mont era o chefe, n /orbio fazia pifte. e que foi
seguida d'uma pequea expedigio. 'mandada
pelo capilao de navio de Vaudricourt.
Luiz XIV esperara adquirir para a companhla
frnceza das Iadia iodo o commercio dos imlrls
da China, desdo o Janio al o goTfo e Betgals,
o esbuHtar dellat- be Hoilaoder.es, que o coMside-
raram como um direito exclusivo'. Mas esse ar-
mamento, em consequencia de muilas impruden-
cias, eotre outras a pouea altengio dada ao res-
peilo doa padres e da religio do pas, nio leve
outro resultado alm da momentnea oceupagio
de Bangkok a de Mergoi e a conesssio, que tor-
nou-se estril, da ilha fie Sengor.
Foi um antigo missionario fraocez da Cochin-
china quem decidi, e levoa s embaikada, que o
rei de Siam enriara a Luiz XIV. Este paiz, assim
como aa outras provincias tributarias da China.
taea como o Tonk oovos edilos em favor da religue christia ; e nao
a ahi, como na China, o nome da Franga torna-
ra-se o symbolo de prolecgio e da apaio para os
naves fiis.
_ A Fraaga era, portsnto, responsavel desde en-
tao pela lutella dos ioteresses chrislios nesses
paizes distantes; era ihe'conveniente, como na-
gio calholica, conservar este prestigio que os
apostlos de Christo souberain merecer-lbe, e
conservar por lodos os.meips os germens j ma-
nifestado* na China'd'uma civilisago futura e de
um progresso real, que um dia possam fazer com
que esse paiz entre no circulo commum de acti-
vidade. Veremos orno ella desampenhar esta
larefa. -" **^K
As divisos, que no principio do XVIII scalo
se manifestaram entre os dominieaoos, as mis-
ses estrngeiras e os jesu tu, estabolecidos na
China, em razio de ritos di nova cbrltaadado
chineza, differengas estasque os Papas debalde
procuratam regular em muitas pontos, fizeram
com que os missionarios perdessem a contlanga
do imperador, ao mesmo lempo que sua influen-
cia trazia a deScooanga nova drmnastia trta-
ra, que julgava ter necessidade de isolar-se, para
conservar aos olbos das populagoes conquistidas
um prestigio, que o contacto europeu devia fa-
zer-lhe perder lnevitarelmenle.
Em consequencia do que um edito de proscrip-
cao foi langado contra os padres christaos, e a
perseguigio contra os seus adeptos comecou com
violencia.
Infelizmente, os desastres do fim do reinado de
Luiz XIV, e a vergonha do governo de sea sac-
ce3sor, fazendo desapparecer a baodeira frnceza
d6s rilares d China, arruinarais nella por multo
lempo sua influencia; e a prolecgio com que ella
cobria os missionarios, desappsreceu inteiramen-
te. Assim a historia da egreja oriental dursnte
essa poca nio passs de um longo martyrolo-
glo.
Entretanto, os mares da China nao eram intei-
ramenle abandonados pelos navios europeus ;
pelo contraria, poderosas nagoes ahi succederam
preponderancia hollandeza e frnceza; mas
quio longe estavam ellas de cuidar em temara
defeza dos Ioteresses religiosos e elvilisadores 1
Alguns tactos vio dar a medida e a especie de
sus esphera de aegio.
ltimamente os missionarios e a Franga torna-
ra m -se os negociantes e o commercio.
Os Pottuguezes, forga de baixezas e humi-
lhages ante o governo chinez, obtiveram desde
1537, nio a possessio, mas a perraissao de resi-
dir e commerciar em Macu, entrada do rio de
Cantio. Elles a se martyrisaVam nesse estabe-
lecimeoto, sollrendo da parle dos msndarins as
rexagesas mais insultantes. Oslnglezes vieram
depois, e se addiiraram verdaderamente da jac-
tancia deasa na^So que pretende por todo o globo,
para cada um dos seus mombros, a orgulhosa
invlolabilidade do Cipis Romanus sum, guando
se vem inscriptas as historias todas as fraque-
zas e infamias que um interesse mercantil, e que
o engodo do lucro lhe faz commetler. Seas na-
vios de guerra tem supportado toda sorte de af-
ronlasda parte das autoridades chineza?, a fim de
que seu commercio nio soffra inlerrupgao. Has
eis o que mais que ama humilhagio :
Em 1781. u-n navio nglez, salvando no rio de
Cantio, ferio ligeirameole alguns Cbioezes, que
se achavam ao longo da praia no momento da
salva. O vice-rei deCmlio reclamou urna victi-
ma, em reparagio deste accidente involuntario.
Os Inglezes entregaram-lhs cobardemente o mes-
tre artilheiro do navio, que foi estrangulado. Cor-
tamente, jamis a nscau franeeza, at em seus
peiores dtas, comprehendeu assim a honra de sua
bandeira a protecgBO de seu povo. Ha aioda bo-
je em uma das llhas de Chou-Klang um pagode
lerantado pelos Chinases em lembraoga de uma
reforma ignominiosa de lord Minio, gorernador
ioglez daa Indias, submeitendo-se sempre pelo
mesmo motivo, (o receto de perder uma parte do
lucro do anno), a novas exigencias do gabinete de
Peking
Nao se poda, portaolo, na China, esperar de
aemelhanlea traficantes proteegio alguma esforgo
algum em favor da civiliaagio christia, se deba-
tendo expirante osa prises e sobre os cdafalsos
do celeste imperio. A Inglaterra, mo grado o
zelo que ostenta pela propagagio da religio pro-
testante, jamis quU sacriucar-lhe o menor de
seus ioteresses commerciaes ; alm de que os
missioaarios anglicanos, viudos para a China em
1806, nio fazem maisdo que distribuir as Biblias,
que espalham com profosao em todo o globo a
sociedade protestante de Londres ; e sua fassis-
tencia as cidadea da costa, sempre abrigada por
ama bandeira ingleza, os defeade cuidadosamen-
te de toda especie de perigo apostlico. Elles
nao tratavam, como os padres catholicos, de se
retirar para o interior da China, fra da alcance
dos canhoes inglezes.
A Franga, portento, s podia trazer algum elu-
vio a essa egreja soffredra, e impar, por neg-
ciagesou por armas, essa civilisagio, que repel-
lia o gorerno do imperador da China. Por mo-
mentos, sob o reinado glorioso de Luiz XIV, sus
bandeira appareceu nos mares. D'fiotrecasteaux
chegou com duas fragatas at Whaaapoa, a algu-
mas milhas de Cantio (1786) : ahi mostrou-se o
sabio e corajoso protector dos Franceses; e no
momento mesmo em que a Inglaterra dava tao
grandea proras de fraqueza, negociou com a cor-
te da China o estabelecimeoto de uma feitoria em
jos designio* traselas 'tile na aaito lempo pe-
ewAre. a recalara fomanlsr as raroltas i
se momento perturbaram ilha de Farm
eoosqupncis do que. offereeei aaraj
China i cooperacio
o mal
que se ella estlresse em ama sala de concert e
me vase apparecer sobre o estrado a fazer esaas
visageos que um artista toreado a (azor, seu
amor proprio aoffreria oque por um instante co-
rara de mim; oraeu prefirirla morrer, a ser ha-
milhado por um segando diante dessa mulher.
Havia alguma verdade nesse raciocinio, como
hi em quasi lodos os raciocinios humeos. Toda
a cousa que faz prazer cu pena verdadeira. por
iaao mesmo que produz ama aensagio ; apaas a
cousa qua est ao lado pode ser aioda mais ver-
dadeira.
Jacques nao era, portaolo, nem 14o amado
quanto julgava s-lo, nem tao rlala quanto o
julgavam, porque duvidava ao mesmo lampo Ja
oobreza do amor e da digaiaade da arte: tal era
a objeegio que eu Iba podia fuer. Suspaitar que
a duqueza poderia corar della vaodo-o na aitua-
gio que acabamos de dizer, esa tasar injuria ao
seu coragio, ao sea espirito, 4 tuda a que havia
de bom nella ; era uma cootradiecaa com oa sa-
crificios que ella teacionava fazer-lhe ; era tal-
vez prejudicar-se si mesmo abdicando o pres-
tigio de homem de taleato, prestigio que ola po-
da deixar de ter sua paite na masas de razos
que Aonetle dava si mesma para amar 4 Jac-
ques. Nio somante amava-o multo para corar
de sua posigio, como aioda ficava orgulhosa, do
que tioba certeza, por aer amada de um homem
como elle, e teria assislido com ventura 4 cada
manifealagio nova, qualquer que fsae o modo
porque se .presea tas se, d* Ltalo a>qa*lle
quem amara, talento que, 4 seus olhcs,
praj
o ffowiwt" vemmmcmu. no se
pode experimeotar um aeotimento de tffliceio,
escrevia eolio ao gove/oo fraocez esse intelligen-
te msntimo.^ai-a/asdfciajellidoaactual da na-
gio francesa ia tli eoVxTe 14 qdV ella gosara
em lempos mais (elizes. Mas esse estado de
decadencia em qud'Eolrscasteaux tornara a aa-
cootrar, depois d um sculo de abaofono, a in-
fluencia frnceza, devia continuar, e at augmen-
tar durante muitos annos ainda: A rrolugio
rem demorar a restaurado e os progressos de
nosso poder colonial e martimo, restabelecido
por Luiz XIV. Vira depois o imperio, que com-
pletar .i sua roina total ; e com difflculdade
que boje nossa influencia exterior se tem levan-
tado do golpo que lhe trooxe a destraigao de nos-
sa maritiha nessa poca.
Quando, depois dos tratados de 1815, ama pax
geral succedeu s loogas e sanguinolentas guer-
ras, creadas pela rerolugo francesa, os Iat>ezas
chav.m sos oa China de poss do commercio
e das retagoes com esta immensa regiio. O com-
mercio do opio, que Uve principio nessa poca
11817), vem acreaeentar seas enormes lucros aos
que elles j oblioham ; e o gorerno chinez, aa-
suslado por esses fuoestos eletos as popula-
goes, e da queotidade de diobeiro que elle fazia
sahir da China, o prohibi de uma maoeira a
mais rigorosa ; mas seus editos nio proluziram
outro efleito mais do que iransforma-lo em am
vasto contrabando, que era exercido em todas aa
costas do imperio, c Assim, observa o autor da
Qutito Chieea, o commercio europeu, depota
de por laoto tempo se ter mostrado pusilnime
aos olhus dosCninazes por erees so de cubica,
apreseota-ae-lhea, pelo mesmo motiro, revesti-
do da odiosa libr do contrabando. >
-
Os Inglezes nio podiam resolver-se s ibaado-
nar um trafico, que para ellas era a origem de
grandes lucros; assim, quando em rirtade das
presenpees imperiaea, o viee-rei de Cantio fez
apreheodere destruir algumas caixas de opio, fi-
zeram elles dessa ves a guerra ; e esta ao mesase
tempo pelo principe qua a originou e pelos epi-
sodios vergoohosos que a maocharam, deixar
urna noda iodelevel para o paiz que a fez e para
o seculo de civilisagio qoe nella consentiu.
Em alguns lugares de Naokin cham>-se o sa-
que da cidade de Chn-Kiang -Fuu. a uma das mais
terriveis scenss oessa guerra : Era, diz um f-
fical distiuclo da marinha estacionada aesaea la-
gares, a mais completa imagem da guerra, tal
como os barbaros oulr'ora a faziam. Nenbuma
casa foi poupada ; e os Trtaros, inmolando suas
mulheres, pouparam a infamia e a deshonra s.
Kwa-Tchou, cidade visioha, alterrada, e re-
cetando egual sorte, pfTereceu tres milhei para
seu resgale, e coosegue por meio deate prego es-
capar a estes horrores, qUe le alguma da guerra
pole legimar, e com que todava os Inglezes tra-
ficaran.
O que houre de mais notavel foi que o tratado
de Naokiu, que terminou a lata de 1813, nao es-
tipulara de qiodo algara a iolroducgao livre do
opio na China ; causa, prtanlo, principal da ques
tao. Forga va somante o goreroo cbioez ao pa-
gamento daslespezas da guerra e do opio destru
do,assim como abertura de alguns porlos noros.
O opio cou proscripto oa Choa ; e a razio
simples : que o commercio de cootrabando era
mais ventajoso aos Inglezes, tanto que ficava pro-
hibido na China a cultura da dormideira, por meio
da qual ella acabara por nio carecer da expor-
tado estrangeira. Assim a Inglaterra violava o
tratado, que arrancara so imperador, desde odia
segninte ao de sua aasignatara ; e, por amblgio,
prefera continuar um commercio de contraban-
do, que eolio lhe era tio fcil tornar licito, por
orna simples clausula ajuntada ao tratado.
Depois de semefhsntes clculos, ss nages eu-
ropeas terio o direito d'acusar de ambigio a na-
gio chineza?
Que faiis dorante esse tempo o cruzeiro fran-
cez ? Entregue a maior parte do lempo a si pro-
prio, sem o commercio nem naciooaes a defen-
der, forga 1o a tornar-se expectador iodifferente
do desenvolvimento do poder iDatoz na China,
soube eomprehender o nico papel que restava-
Ihe representar. Fiel nisto s aotigas tradiccea
da potencia frnceza, toda de respeilo e d'ioflu-
encia moral e elvllisadora s respailo d'esses po-
ros, em que germinavam ainda alguns elemen-
tos de f christia, soube guardar com tanta dig-
nidade quanta sabedoris, uma attitude elevada,
muitas rezes mediseoeira as numerosas diffe-
rengas quesnrgiam de compHcages ds situagio,
e sempre protectora da religio e de seus apos-
tlos. *
Foi assim que sob o commando saoceseiro de
M. de Rosamel, do almirante Cecilio dos com-
mandantes Lapirre Junen de la Gavire, quer
pela firmeza de suas reclamagoes, quer por uma
demonstragio feita a proposito, ella fez sempre
triumphar na Corea, China e Cochinchina. o prin-
cipio de tolerancia religiosa a o respeilo pelos
missionarios chrislios. Quando ogoveroo de Luiz
Felippe eqviou aoa mares da China M. Lagreoe.
como ministro plenipotenciario, a fim de ahi ne-
gociar um tratado de commercio satnelhanga do
que a Ioglaterra obtevera, arsecara-se que foi
ella qaem recia moa para os ioteresses religiosos
um lugar neste tratado, em que os nio compre-
hendiam as iostraoees dadas ao ministro da
Franga por um goreroo, que se insinuara muito
as fontes inglezas, para encarar a queslio am
am ponto de vista difireme do mercantil. Gra-
gas ss forjas respeitaveis, de que entao dispunha
o almirante Cecilio, a revogagio doa editos con-
tra os chrislios foi obtida do governo chinez.. A
Europa toda applaudio a essa iniciativa de pro-
lecgio religiosa, que a Franga oussdameola re-
cuperara, e pode por em parallelo o tratado de
Ndkio, oblido pela torca, e entregando o embru-
tec ment tresentos milhoes de homens, para en-
riquecer com mais signos milhoes a insaciavel
Ioglaterra ; e o tratado francez de 18J5, con-
quistado pelo nico ascendente moral da Franga,
abri aos neophytos da China uma ora era d
tolerancia, e foi um novo passo para a civilisa-
gio da propria China.
xUrrikk.
I Journal des Debat. Andrarfe L**a \.
lhe sobre os outros homens supenoridade qua*
elte julgava readquinr assemelhando-se 4 elles-
Jacques nio tinha, porlaoto, iotelligencia nio se
utitisaasfe desea superioridade.
S ado ridieulas as posges que ole se acei-
taos francemoote, o, fagtoao de ua risica lo ima-
ginario, elle nao pereebia que ia cahir em um ri-
diculo certo.
al qu tenb
se cuja vida, costumes, miseria o espirito, Mer-
ger cootou-tio admiravalmeote. Pois bem, pa-
ra esses primeiros coapanheiros Jacques liba-
se tornado o que eitea chamara, am poteur.
Quando por acaso encontrara algum dava-le a
mi timldamoote, olhando 4 direita e 4 esquer-
da a ver se o carro da duqueza passava na ra :
seu coragio nio mudava: era sempre bom eser-
vigal, mas sacrificara am pouco mais as exigen-
cias exteriores, e (Icaria desesperado se fosee en-
contrado com uns mal trajados. Ha evidente-
mente para os artistas certos conhecidos que
devem saber perder de vista por um momento,
mas esse momento talvez ainda nio livesse che-
gado ioteiramenle para e nosso amigo.
Talento notavel, excepcional mesmo, elevava-
aa ji cima daa maaaas, mas inda nio tioha da-
do, como o aojo Tobas do quadro de Rem-
brandt, esse. rigoroso impulso que, langaodo o
eleito da Deas na immensidade dos reos infini-
tos, sepsTa para lodo o sempre da trra.
A nova vida da Jacqsesaxia, aoia, nascer zom-
barias, ciumea e at odios. Nao ha nada mais
susceptivel do que a ioferioridade. Delxo aoa
leitores pensarem se ?eus collegas o pouparam.
c Ji viram como anda Jaeqaes agora I Eu-
cootramo-lo 4 Cavallol Faz se chamar o Sr.
conde I S toca piano com luvas I Manda dar
aa HgOei pelos seas orlados I Comprou am cam-
p de oito molas I
Taea foram 4 principio os gracejos innoffenai-
vos que fizeram : de'pols Jacques fra visto com
dava- ama multar do vu aman carro saysterioso;
tioham ouvido urna palavra de um lado e urna
paiavra de outro; tioham apachado ama supposi-
cio, pedido infoimacoes, nvaatada probabilida-
des ; tioham da pois aproximado, reunido, solda-
do toda, o trabase ahogado cooclaaio muito.
deatarerarel qae Jacques que nio trabalhava
maia. qae era elegante, qoe aontava 4 cavallo,
a qua Bao emprestara mais dinheiro
rio mil. Jacques nio deixiva de ouvir fallar nes-
ses boatos que a sua nova aaaneira de vivar es-
palhava. E' necessario ser-se moilo forte, es-
lar-se muilo cima das ceodigoes humanas, para
seguir-se direito caminho sem nos preocupar-
mos com os espiohos que sempre nos pegsm por
algum lado. nosso here aioda nio tinha che-
gado edade dessa indifferenga philosopMca, e
ioquietava-se, irritava-se, tanto mais com todos
esses golpes quanto, i menos que nio eslivesse
loucoera toreado de rez'om quando a recoohe-
cer -que aeguia um caminho irregular, qae o
amor desculpara lalrez, mas que neohuma
deduegio, por aublil, por eloquente que fosse,
podia demonstrar como completamente lgico.
Nio baria mesmo a diacoli-la.com oinguem,
porque essa posigio era um segredo ; e para
com ello ou comigo como ocultar certas dificul-
dades visteis o palpareis? .
Quando um homem eocontrs ama rocha na es-
trada, pode abrir caminho 4 golpes de machado,
ou rodea-la mais ou meos hbilmente, agarran-
dose is asperidsdes; fazendo am apoio dos pro-
prioa obstculos, pdo-ae chegar alo aalro ao
outro lado; cousa quo nio se nega ; mas nio
se pode arelender que aeja tio comaodo eagra-
davel como atravessar uma planicie ; em todo o
caso, noguem se admire de ferie os pea e as
mios, ou da quebrar um brago ou uaa perna,
quando poda morrer.
Ora Jaequea tioha de lular contra o impassivel
obstculo desse rochado social qae se chama ca-
aamento, e que fecha o caminho aos amores a-
dallaros. Se ficaasa com algumas arraabaduess,
Todas as rezes que tioha qualquer motivo de
irritagio, sem ser mesmo por causa da duquesa
ou dos seos amores, viohs-lho immediatameate
a Idea de passar essa irritagio para Vladimir.
Tinha sempre nos olbos essa cara chata afama.
parecia-lhe que lhe faltara alguma toast, *m-
quanto nio a tirotee esbofeteado. J o tea fel-
to 4 muito tempo se eu nio o houvera impedido.
Eolretaoto eueomprehendta qae esmalto trotante.
irrita va-lhe oa ervos. Tea-se tearivoia coca-
gas de quebrar t cosullas 4 ua saujeatot vjue sa
disse oosso amigo, que quiz loaur aosaa amanta
que procara compcometler 4 asMhar a qoem a-
memos, que lhe toma dinhetro emprestado, qae
mosirs suas cartas, que forgoaaaenta pOcttlba um
segredo, que deaejamos ocM%r 4 todos quo diz
bem de os em toda a parte, que afecta uma
discrigio mil rezes mais compromaamdara do
que as materas indiscr^aajOoejaoafjpa essa a
nova tctica de Viedlmufc Jbfsf qea sao sa po-
da brigarseaio por um pretexto estrafho 4 ra.-v
zio verdadeira.
Agora, diga-molo, o qae Jacques meos p-j
doava ao coade, mas essa razio elle nio % dora
nem 4 mim, ea U*4o QofidotaU e intotmadia-
rio a o primeiro amor de Aouette, de aabr que
ella tioba amado, de conhecer 4 esseraspeilo
detalhes qua elle Jaeqaes igaorava, nao qaaes
quizara ser iniciado e. qoe Mama viria, a saber
Oh I esse o. pensarnento da qno ViaOa4r> vnl
do-o amar setiameote 4 datqasmr, seaoara emie
interiormente, xsiperava-o saa de qoe ea po-
deria dizer. Tinha entao eoatra o. seu aarircTa-
. migemomenios.de edio verdasatro, dtoaitla a,
a muilo feliz. Mas pareda. que recetara ou, UMI M 0 ,p,0hasse m aaaacra >so-hia
Com efleito, al qu tenha panado de estado aotigos amigos, nao podia senio ser sustentada
de talento ao estado da genio, at que aeja rece- por uma aoiber de ella classe. Felizmente esaa
onecido e sagrado graode homem, um artista bella historia se dizia em um elreulo qne nio ti
conserva por multo tempo relages com collegas aba debo, am parta argoma, mas quo 4 forga de
qoe, pram em caminho e compem o que sel gritar, podia encontrar alguem;
chama a bohemia da arte, aasa clasaa de ho-1 Os escndalos sio como os cogumelos; nloguei
naos esticio'narios, Qi3 Cetnadu inferiores, cUa-ljabe quem os psala, mis onde broto um, brota
teapo aquella parte, J,^ pi-
0 amor, ea certas coaaajaa, sao lavada o eo-
regle e o cerebro de um hoaaoa jarea .rdecie
sea camaaoicar aoa furia 4 toda a sea orea-
aisaqao. Saquate dura, leranta oa tom seus
seoliaeotos e paixea e oaagera-os tanto psra o
Sa iactroes Ble amae
Anete, nio loria adiado VI a c,
{Cs^MiswrroawAa.)
"' i ......
PERN.TYP. US H,F.DEFARIA& FILHO. 1961.
ira causa, pois oo algo
mostrava-se risivelmente prerjeeupardo, e cada
res que eu indagara as aaosas deesa praoeoapa-
tio respondia-me : Mais lasde sabaras lado s
No eotanto, em caso do luta, elle ji tioha, 14
aos seus I coasigo, escolhdo osea primeiro adrersario, ._________________
* qoea agradava-rbe tersar reaponsarel dessas bom oemo oara mal.
prtmeiraa difflculdades. Eue adrersario ere Via-
dimir, coa o qual, priocipalmeate depois ds his-
toria daa cartas, a procurara 'ama oeeaaiao para
ter urna queatio. Todas u historias que ji se
contsram ou que ae haviam de coatar, proriotum
do conde.; era sua idea Uta,
j ii r^ri
/I I
l


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