Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09820


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Full Text
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Rar trds*aezes dilatados SfdflO
ftr tres hiexes reicidis 6$000
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TER(i mu 22 II OTOIRO II Itn
Jr ano adiaiUd, 4vfOOt
PfH fruta ara a sitariptir.
rEMI
ENCARREGADOS DA 8UB5CRIPQAO DO NORTE
l*orali jhv oJi\ Antonio Al exandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aiacdy, o Sr.A-ute-Leaoa Braga; Cur o Sr.
J. Jos de Oliveira Maranho, o Sr. Maooel
Jos Martina Ribeiro Guimaraes; Par, Justino
I. Hanoi; Amazonas, o Sr. JeroDymo da Costa.
VaKHUaS US COKKEIUS.
Olinda lodos os das aa 9>i horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba Das aegundaa
e sextae-feiras. ,
S. Antio, Dezerros, Bonito, Caruat, Altioho
e Geranhuos oaa tercas -eiras.
Pi d'Albo, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata.
Ouncurye Ex as quailas-feiras.
Cabo, Seriohem, Rio Formoso. Uoa.Barreiros
,JV Prel*' p"nlraa e Natal quintas feiraa.
(Todos os correios parlen, aa 10 horas da manhiaj
EPHEMERlDES DO MEZ DB OTCBRO.
4 Laa ora as 4 hora 8T minatos da man
10 Quarto rscenle as7 horas e 47 minatos da
tarde.
?8 Lea hala as 4 horas 85 Minutos da tarde.
5 Oaa ro minguen teas 7 horas a 35 minutos da
tarde;
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 54 minutos da'maohia
Segando as 7 boraa e 18 minntoa da tarde.
PBTi OFFICUL.
Ministerio do Imperio.
6* ceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 88 de setembro de 1861.
Illm. e Eira. 8r. Levei ao conheciraento de Sua
Magestale o Imperador o offiro datado de 7 de
aoterabro de 1859 em que essa presidencia con-
sulta : Io, se o padre Jos Maris Feroaodes, vi-
gario da fregoezia deOurem, licenciado por vin-
te das por autoridade eccleaiastica para vir a essa
capital prestar nm exame synodal. tioha direilo
a congrua correspondente a esses dias ; 2\ se
m vigario- a quetn foi concedida pela dita auto-
ridade seis mezes de licenca para tratar de sua
saule, tem direito a congrua correspondente a
tees mezes conforme acontece com os emprega-
dos de outras. E o mesmo augusto senhor hou-
ve por bem mandar declarar a V. Ex. que, refe-
rindo-se sonent ao espiritual as liceocM conce-
odas pelo ordioario, carecem os vigarios da ci-
vil para poderem ter direito is congruas confor-
me j est deeidido em aviso de 17 de Janeiro de
I8al, do ministerio da Justina, dirigido ao presi-
dente da provincia da Parahyb.D-mis guarde
v. ExcJos Ildefonso de Souza Rimos.Sr.
8r. presidente do Para.
tambem os seguales paga-
ra
3 ttcgo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
nejjocioado imperio, em 30 desetembro de 1861.
Illm. e Exm Sr.-Sendo ouvida aseeciodos
negocios do imperiodo Cooselho de estado sobre
as leis da asserublea legislativa dessa provincia,
promulgadas no anno passado. foi a mearas eec-
gao de parecer que se se exigisse dessa presiden-
cia copias dos corapromissos das irmandades do
Glorioso S. Benedicto da igreja do Rosario, da ci-
dade de S. Luii e de Nosaa Senhora de Nazarelh
sise i.iM,u1Mllio acompanharam as leis
ns. 5b6 e 569 que os approvsram : bem como que
se submeltesae assemblea geral a lei do orca-
meuto municipal na parle concernenle s epo-
senludonas do cirurgiao de partido, e do porteiro
da cmara dessa capital, por considerar a mesma
-seecao que estas disposicdes sao exorbitantes das
attribuicoes constituciones das aasembleas pro-
viociaes, alera de nao ser occupaQio de cirurgiao
departido emprego publico para ter aposenta -
Teodo submettido i assemblea geral s referida
le do orcamento municipal, na parte relativa
aquellas aposentadoras, cumpre que V. Exc. re-
mella as copias dos compromissos exigidos no
parecer.-DeUsgud*a V. Exc.-Jos Ildefooso
farsaMo prMlJeD,e da Proyocia do
8" wcfo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, em 30 de setembro de 1861.
-Illm. e Bin. Sr.Sobre as lea dessa provin-
cia, promulgadas no anno de 1859. foi ouvida a
auccao doa oegocioa do imperio do conselho de
estado, cujo parecer se acba em consulta de 16
de leverefro uliimo.
E de cooformi.lade com as conclusoes do mes-
mo parecer relativas s leia que veraam obre
bjectos da competencia deste ministerio, decla-
ro i V. Exc. que a resoluto n. 879. que concede
apoaeotadoria ao director do collegio de educan-
dos. Joo Joo Saldanba Marioho, como varias
vezes tem ponderado ogoverno imperial em casos
Li!" exorbilane dasatlribuicoes dasassem-
blas provinciaes.que podem legislar sobre os casos
ea forma porque devem ser dadas aposentadorias,
mas nao concade-las a certos e determinados in-
dividuos ; e por isso a mesma resolucao en-
viada cmara dos depulados pata ser tomada
em consideragao pelo poder legislativo, ao qual
esta anecia esta queato.
A disposicio da resolucao n. 914 de 13 de se-
tenoro, que auterisa essa presidencia a reinte-
grar na cadeira de primeiras lettras do sexo femi-
nmo da villa do Jardim a ex-professora D. Joan-
oa Heor.quela de Alo-ida e Silva, invasora das
aitnbuiQoes do poder executivo. A presidencia
nao precisa de tal autorisacao para osse m, nem
a assemblea p Je di-la.
A conuessio de privilegio, para a construcco
"trada de Batuni. de que trata a resolucao
n. I8, de 5 de dezembro, nio poderi ter effeito
sem acto dos poderes geraes, que essa presiden-
cia deve solicitar na forma do art. 12 da mesma
resolucio.
O que communico i V. Exc. para seu conheci-
mento e execugio, curapriodo que V. Exc. re-
meta a este ministerio os compromissos de S
Pedro e do Glorioso S. Joe, os quaes nao acom-
panharam as resoluges ns. 90i e 916, que os ao-
provaram. K
Deus guarde i V. ExcJos Ildefonso de Sou-
za Ramos.Sr. presidente da provincia do Cear.
60VEBN0 DA PROVINCIA.
Expediente do da 18 de outubro
-e 18B1.
Offlcto ao Exm. presidente da Parahiba.
Communico i V. Exc. que nesta data expeco or-
dena para serem transportados no primeiro vapor
aa Gompaohia Peroambucana, que segu para o
norte dous caixdes com 208 pares de sapalos des-
?Sei!* epo,it0 dearli8<> bellicos dessa pro-
Expediram-ae as demais ordens para a re-
messa desees sapatos, e bem assim de cem ditos
LV."n,!.PrrC* ,91Ala8 seiencia ao Bxm. presidente daqoella provincia.
ito ao coronel commaodaote das armas.O
alteres Luu Antonio de Meoezes Sanios, que vai
Jevar diobeiros ao corpo de guarnico e colleeto-
' as de reodas do municipio de Ourieury deve
voilar da villa do Tacarat depois de entregar ao
commaodaote daquejle corpo toda a quantia que
conduz. *
Convm. porUoto, que V. S., offlciando nesle
sentido ao referido commandante, Ihe ordene
que laca remetter por nutro offleial a impor-
tancia destinada i predita collectoria.
Dito ao inspector da tbesouraria do fazenda.
Remella V. S. ao commandante do presidio de
Fernando com urgencia a quantia que for necea-
saria para occorrer as despezas com a respectiva
guarnicio sentenciados ao espaco de tres me-
zas ; daveado esas qnanlia ser entregue ao com-
missano do bngue barca Uamarac.
Dito ao mesmo. Mande V. 8. abonar, com
urgencia o commandante a offlciaes do brigue
barca Jomarac, que yai sabir em commialo, o
quaoliUtivo destinado para comodonas, relativa-
mente a mez de novembro prximo vindouro
Communicou-se ao commandante da eatacao
naval. Y
Dito so nesmo.-Msnde V. S. adiantar ao el-
anoisnfe o hnsptUl miliUr, se nio houver io-
conveniente, a q.anlia de 1:000, de que trata o
lodoso pedido, fin de eUe eceorrer ao paga-
mento daa despecas daquelle eatabelecimeoto na
egunda qattaaeoa da pMfsnte mes.
Dito so nwno. Restito I V. 8. os pspeis
que Tieram ansexos i sua aformacao de 16 do
crranle, sob n. 977, afim de qne mande pagar
sos emprezarios da illuminacJto i gas neata capi-
tal a quantia de 1474060 rs em que importo o
gas consumido do nez ole agosto ultimo com
fltmtasclo lo pitaeio da presidsncU,,visto nio
consta da toda ioiorna;io.
eerelaram-ie
melos :
Ao tbesoureiro da repariiQlo das obras publi-
caa, da quantia de 1:4009580 rs.. tirada da verba
obras publicas geraes e auxilio is provinciaes
dispeodida com a conaervacao e reparos das es-
iradaa da provincia do 1. a 15 deste1 mes.
A Albino da Silva Leal, da importancia dos
vencimeotos do aleres commaodaote do desta-
camento de guardas naciooaes de Barreiros, Ma-
noel Aotonio da Costa, relativos ao mez de moho
deate anno.
Ao director da colonia militar de Pimenleiras,
da importancia do aluguei de dousoavallos para
conduccao de fardamento remeltido deata capital
para aquella colonia.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Autoriso i V. S. i mandar pagar ao capitio
rranciaco Rapbael de Mello Reg, conforme in-
dica a contadoria dessa tbesouraria oo parecer
que se refere a sua ioformacao de hootem, sob
n. 501, a quaotia de 2u5#333 rs., que se lhe esti
a deverdeseus vencimeoloacom o eagenbeiro da
repariieao das obras publicas, i cootar de 3 at o
ultimo desetembro prximo passado.
D'to o commandante superior da Santo An-
lio.A'vista das razes constantes do oficio do
delegado de Sanio Anto, junto ao de V. S. nu-
mero 52, de 12 do corrate, approvo a cooiioua-
Sao do destacamento da cilade da Victoria al o
dia 7 do correle em que foi efectivamente dis-
solvido em virtude da mioha ordem de 5 de se-
tembro ullimo.KcoQvindo, porm, azex sentir
que foi menos regular esse procedimento.
Dito ao commandante do presidio de Fernau-
do.Respondo so officio que Vmc. me diriga
sob n. 85 e data de 28 da setembro ultimo, de-
claraodo-lhe que tendo a commiasao por Vmc.
noraeada, reconhecido estar em estado de putre-
laccio parte da carne secca e bacalhio enviados
para esse presidio no hiate Bom Amigo nao po-
da Vmc. consentir que fossem esies gneros
conduzidos dessa ilha para outro mercado.
Dito ao director do arseoal de guerra.Ao
commissuio do brigue barca /tomorc mande
Vmc. fornecer por emprestimo vinte pares de
machos para seguranca dos sentenciados desloa-
dos ao presidio de Fernando.
Mandou-se tambem fornecer aquello brigu
barca pelo arsenal de raarinha um sino e um
moinho de moarcaftcom o competente torrador.
Communicou-se ao commandante da eslaco
naval; *
Dito ao juiz de direito do Rio Formoio.Res-
pondo so seu officio de 4 de setembro prximo
Qndo dizendo-lhe que nem o j'iiz de direito, nem
o mnnicipal, podem conceder licen;a aos eacri-
vaes e officiaes, que perante ellos servem, para '
deixarem o exercicio dos seu cargos e sahirem !
do termo ou comarca, por isso que aenhuma !
le Ibes confere essa altribuigio. alm de que dis-!
poe no artigo 6 o decreto n. 1885, de 30 de no- i
vembro de I8j3 para o caso especial das ferias,'
Dito ao director geral da ioatruccao publica. '
e cooformidade com a sua ioformacio de 16 do
correte, sob n. 317. dada com referencia 6 da
directora do colloffio das orphaas, mande VmT
entregar a Clara Joaquina de Oiiveira Moura sua
Blha Maria do Carmo de Oliveira Moura, edu- I
canda daquelle collegio.
Dito a cmara municipal do Ex.Inteirado do '
que me eommunica a cmara municipal da villa i
do Exu em seu officio de 9 de setembro prximo
Rodo cerca do pagamento da despeza feila pelo
delegado deste termo com o foroecimento de
luz para a respectiva cadeia, teoho a dizer-lhe
que rae devolva o officio do Dr. chefe de polica
de 2* de julho ultimo, a que se refere o dessa
cmara,
Despachos do dia 8 de outubro
de IS6I.
Requtrimentoi.
Antonio Francisco de Torres.Informe o Sr.
Ur. chefe de polica.
D. Cordolina Rosalina de Gima.Remeltido ao
sr. commandante do presidio de Fernando para
mandar fazer i citacao pedida, depois do qne me
sera este devolvido com o deprecado junto.
Cosme Damio da Silva.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazeoda.
Franciaco Jos Machado.Informa com ur-
gencia o Sr. juiz de paz do 2 districlo di fre-
guezia de S. Lourengo de Tejucopapo.
Flix da Cuoha Teixeira.Remettido ao Sr
inspector da thesouraria de bzeoda para mandar
passar o Ululo do terreno que possue o seppli-
canle, depois do que pode ter lugr a transferen-
cia que pretende.
Francisco Silrerio de Farias Jnior.Nao tem
lugar o que requer visto que nenhuma comrau-
nicagao fez ao respectivo delegado Iliterario.
Hennque Jos Vieira.Nao tem lugar.
Jos Beato Beltrio Velloso.Informe
inspector da tbesouraria de fazeoda.
Jos Simdes de Magalhes.Informe
inspector di thesouraria de fazenda.
JoSo Lopes de Freitas.Informe o Sr. Dr. che- i
fe de polica.
Joaquina Maria da Conceicio.Informe o Sr.
Dr. chefe de policio.
Libanio Jos Tarares.Informe o Sr. Dr. che-
fe de polica.
Major Laurentino Jos de Miranda.-Informe o
Sr. commaodanie superior do Rio Formoso.
Manoel Olympio de Garvalho Mendonca.In-
forme o Sr. inapector da thesouraria de fazenda.
Manoel Antonio da Silva.Informe o Sr. di-
rector do arseoal de guerra:
Commeodador Haooel Figueiroa de Faris &
rov?nci"a| m* Sr" io,p*etor d" 'hesourarla
Manoel Bento de Sania Aana.Informe o Sr
inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Pires Gampello de Alneida.Informe
o !r. eogenheiro da repartijo das obras pu-
Rodrigues & Lima.-loforme o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
inJnl0/;Leri,D0 a.Santoa.-Informe o Sr.
d. Palf.deg.!he,0Uran* d9 "od 0"loo
DAS DA SEMANA.
Si Segunda. 8. Unula o anas comp. moa.
82 Terja. S. Maria Salom ; S. Veracondo b.
S3 Ouaeta. S. Jo|odeCapistrsno f.;S.JoioBom.
14 Quinta. S. Rapbael arenan jo; 8. Fortunato m.
58 aT1"' ^ Cri,P,m 4 cfnano irs. mm.
16 Sabbado. S. Evaristo o. m.; S. Rogaciano m.
17 Domingo. S.Elesbio imperador; S.Caplnlina.

AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comnercio : segundas e quintas.
Helaclo: tergas. quintas e sabbadosaslO hora.
Fazenda t tercaa, quintas e sabbados as 10 horas.
Juno do commercio : qnartas ao mel dia
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 horas.
Pnmeira rara do civil: tercas sextas ao oeio
'lohaTarde? C: "'rt e ""-o. ai
ENCARREGADOS DA SUBSCBJPCAO DO RJL.
Alagoas.o Sr. Caudino Falcie DUs;
Jaswiro, Sr:
....pU.,, ,. W' o Sr. Joa Martins Alvos; Rio
Joao Pereira Martin*
meltido nesses esforcos, que
aero os ltimos setos de cru
wsJaeeontaiecids ao nosao lempo a da r
ciniisaciio, e aos quaes foi preciso, por urna se-
vera e daploravel necessidade, proporcionar a
repressao, os noseos inimigoa toem lirado des-
tes lacios novas razdes para mais se levaniarem
centra a oppresa&o que o Piemonte. come el-
los disem, faz pesar sobre esse infortunado paiz,
dedicado por meio de embustes e violencias
aos seus legtimos seohores, ao dominio dos
quaes desojara regressar, i custa do msrtyrio o
do saogue.
E' doloroso dizer que a estas malevolen-
cias dos oossos inimigosse juntara palanas pon-
co prudentes de heeoens
ca
funda conviceao. os quaes, rendo proloog,
esta juta funesta as provincias napolitanas, for
ram induzidos a accreditsr
nos accreditamosfse, las^audo-seld-ali nM du.s proviciss
eldade que devia de Availioo, da Beneveoto e de aples
a aa
. .polea e es-
tMMsn*-sa eo longo do Apanino al Salerno,
mas persa cada vez mais importancia i medida
qoeae affasta da frooteira romana em que ae
apoto,:e>- dinheirsv
D'esU msneira, das quinze provincias de que
se compoe o reino da aples. 5 cioeo esli in-
featada* potos salteadores, Uto cao quer dizer
que etles oceupam aquellas provincias ou fuo
leoham a sua sede em neobuna cidade. nem em
alguma villa, as vivera em pequeos grupos as
montanhas, e d'alli procuran a sua presa preci-
pitndolas larisen sem deffesa ; nuoca ousam
=H5a*!S^W5Sas
pela tropa, por menos numerosa que esta seja .
a chegam nao.encntram r,esiateocii, soltara
veriQcasse
ci*.
c Quanto a
urna
e mata aegura experien-
_ O IsvtrNsiaio, tal com se pralica oo reino de
aples, nao nem urna reaecto poltica, nem
Neste estado de cousas, a aesta aituaco de mao '
opiniao, o goveroo do rei julga opportuao que
o primeiro dos quaes foi
com um exercito o general Damasme ;
o nomo de Miguel Perra, cogoomlnade Pra-Dia-
volo na torra de Labor, o o nomo Guetan Mamo-
- KaTotoTe dde.8JDoV,uiDmUrMur9.t0 -if.Vo
latrocinio mostrou-se lio audaeioso e lio terri-
oa seus representantes oo eslraogeiro sejara pos-
tado das verdadeiras condi^oes das pro
Goes com o auxilio das quaes ellos esli em cir-
cunstancias de rectificar osjuizos pouco exactos
que se podem fazer li fra.
Por toda a parle onde a forma de
vel que se jolgoa necesssrio mandar pira o dis-
sipar na Calabria o general Manhs com pode-
gover- res illimitados.
< Nio ignoraos, senhores, a mineira ampia, por
lia A nann*>1 _..-J___^ ^_____.___... T. .
no e b dyoaslia reinante toem de ser mudadas
SSaS^SSaSS? WsSBsaTLaSR.*:
de a e AhL f* '"V btt{e'1' e : ^ff-nder. attribui'dos e imputados mal ao gover-
ainl. nao' ni?5Kfe depo,lde 'n' "0S. ao do rei. Oibourbons restaurados adoptara ou-
uilaue aPodo?.nV.,".h8ga8/* guerra tro > P Imlr o latrocinio, que depois "e
car TJl.2?. j^'a me ?' do'ecAom6- mirara impotentea para o reprimir. O general
. A Inglaterra, depo.s de ter recobrado as Amato, chegou a urna composicio com a guerri-
suasliberdades com a casado Orange, leve de
luctar durante mais de 50 annos com os Stuarts,
que podiam cobrir o territorio da Escocia, e vir
at aos postos de Londres. A Franca tambem
aacnUcou os girondinos i causa da federacio,
derastou Lyao, devasloo-se por mel de as jas-
sinatos. foi depois destruida na Vandea, que
apenas vencida por urna guerra terrivel e san-
guinolenta aob a rapubltca, rotonou as armas
~.s Vi
nos uioco das, e toraou-s aluua conira a mn- se r
da ..?. Aa U.'h0 m ^A"}*' n,in$uenl aavidou. PeraandoII.oio'ao'
no mete deslas difflculdadea, do futuro da les-'
panha, da Inglaterra e de Franca, o ninguem
ousou negar o direito da repressao aos gover-
nos constituidos e appoiadoa pela grande maio-
rirda nagao. e ninguem considerou a resisten-
cia armada contra sua vontade. senao como urna
rebellii, com quanlo essa rebelliao tivesse ex-
ercitos regulares, governos valorosus e espe-
rimentados, contra a soberana naeional que
ella possuis das cidades, e territorios onde ex-
ercia a soa autoridade, e ainda que para a eom-
patsr se loroasse necessaria urna guerra regu-
lare encontros em batalha.
Nio podemos ter deixado de notar, aeoho-
res, a immensa differenca que existe entre os
salteadores oaoolitonos e os fados que acabo- de
mencionar. Nao se Ibes poda de maneira al-
guma fazer a honra de os comparar com elles.
Os partidarios de D. Carlos, os Stuarts, os Vad-
deanos, que em summa eombateram por um
principio, ter-se-hiam por injuriados se os po-
sessem em comparado com os assassinos vul-
gares que percorrem differentes pontos de algu-
Iha de Valdarelli que infeatava a Ponille, conce-
deu-lhe nios o perdis e o eaqoedmeoto, mas
estipulou-se que ella seria tansformada com um
sold importante o'uma regiio armada ao servido
do rei, a quem prestara juramento. Feitas es-
tas convences, a guerrilha veiopara Fozzia, aBm
dse reoder, o all, cercada por ordem do gene-
ralero! dtatroida a tiro de eapingarda. O general
lanco, para que cessem as auas eggreses e
o Sr.
o Sr.
mas provincias napolitanas uoicamente por amor
da pilhagem e da rapia.
B' em vio que Ibes pediris nm program-
la poltico ; em vio que procurareis, entre os
borneas que os constiluem, se ha quem os cons-
titua, um hornera que meamo de longo possa aer
comparado com Cabrera ou Larochejacquelio,
ou mesmo so cura Msrioo, Slofflet, ou Charette
Eotre os goveroos e os offlciaes
icaram deis aos
que tenha ousado tomar o commando dos sal-
teadores napolitanos, e a responsabilizada dos
leus actos. Esta falta absoluta da cor poltica,
que resulla de todos os fados o procedimeotoa
dos salteadores napolitanos, claramente de-
mostrado tambem pelos cnsules e vice-coasu-
les toglezes que reaidem naa provincias meri-
dionaes, as correspondencias offlciaes apresen-
jadas ltimamente ao parlamento pelo goveroo
do S. M. Britionica, e para as quaea tomo a li-
bertado de chamar a vossa altengao, especial-
mente para o despacho escripto de Capitaoata
por Mr. Sauria em dada de 12 do juobo, o para o
de Mr. Boohum datado de 8 dejunho. que diz
textualmente :
c Os bandos de
< morosos
retirasso a iswls, onde ainda vive, obteve de
. lao ao o seu pleno o completo per-
aao, mas mais dezoito ducadoa de pensio por
O litroeinlo lira, pois, provincias napolita-
nas a sua razio de ser dos precedeotes histricos
e dos hbitos do paiz, sem contar as excitaces
das revolucee politicos, s quaes se juntara, no
caso presente, razes particulares. Nio insistl-
Jei no mi goveroo dos bourboos as proviocias
mendionaes; nao seris mais severo do que
representantes das potencial europeas no con-
greszo de Pars 1856, que o denuncia va ao julga-
gament da Europa civilisadacomo brbaro e sel-
7,aoe,D. nam mais severo do que o honrado Mr.
Oladstone, que, era pleno parlamento britannfeo
me chamou a negacio de Daus ; direi apenas que
o goveroo bourbonico tioha por principio a cor-
rupcio de tudo e de todos corrupcio exercida tio
uoirersalraeote, e de urna maneira tio persisten-
te que nos parece como um milagre que esses
"obres povos tenham etles proprios tido um dia
a forca para as libertsrem.
rudo o que nos governos mediocremente or-
gamsados serve pera tornar forte, disciplinar e
moralisar, nio servio n'este senao de enfraque-
cer e depravar. A policia era um privilegio con-
cedido a ama associscio de malfeltores para ve-
zar e opprimir o povo sua vontade e para exer-
cer a espiooagem por coala do goveroo. Tal era
a Bamorra.
O exercito, salvss algu mas excepecoes, com-
punha-se de elementos eacolbidos com cautelli,
arrancado aos fleisdoa diversos pontos d uro-
pa. em pomedo Santo Padre, serve para alistar
esMs..asadores em toda a parle d. Europa. E'
Roma que elle ae ven ioscrerer publicameote,
receber a patarra de ordem. o a. ^beu?aos cora
3dt Pintos ignorantes e supersiieiosos
corren mais alegremente i pilhagem e ao as-
9983111910.
t E' de Roma que tiram as mnoices e as ar-
mas em tanta quaatidade qoanta a de que ca-
recen). .
Nos condos romanos e napolitanos estio os
depsitos, os pontos de reuoiio e de refagio on-
de se reuaem. e d'oodo vollam con um novo en-
tbusiaano ao saque.
As perseguices e as prises feitas oestes
ltimos das pelas tropas fraocezes nio deixa ji
a meuor dunda a esto respeito ; s attilude hostil
e as paisvras pronunciadas as oceasies solem-
nes por urna parte do clero, aa armas, a plvora
as proclamac.6ss descobertas n'alguos conventos'
os padres, os monges, sorpreheodidos as Qlei-
raa dos salteadores, pondo em execucio a sua
empreza, atlestam de urna maneira irrecusavel
de d onde e em nome de quem partem essas ex-
citares. E como nao ha all ioteresses religio-
aos a deffender, e quaodo mesmo os houvesse
nao seria com taes armas, nem com taes cam-
peos, nem com taes meios que se poderia tole-
rar que fossem deffeodidos, evidente que a
cooveoleocta e a cunpllcidade ds corle romana
cora o latrocioio napolitano deriva da aoiidarie-
dade de ioteresses temporaes, e que se procura
sublevar as provincias meridioaaes, e impedir
que possa all eatabelecer-se um goveroo regu-
lar, reparador de too grandes males aotigos e
novos, afim de que a soberaoia do Papa oio seja
privada do seu ultimo sustentculo na Italia.
c Rapramos que iato poderi fornecer um no-
vo o poderoso argumento para demoostrar at a
evidencia que o poder temporal esti condemnado
uoso pela logea irresistivel do principio da uni-
nade oaciooal, mas tambem porque se tornou
incompativel com a civilisacio o com a huma-
nidade.
EXTERIOR.
Italia.
CIRCLLAR SO BMUO M WCtoOLl AOS MV0S ITA-
. lusos io txtajiHGEiap. t
c Turin 24 de agosto d 1891.
c Nos despachos circulares aba' tira a hn
r. de dirigir ao. rpr^HPalH. no .1
Irangeiro, alludia eo fs desordena eTfTdiMcul-
dades qne se eocontravan as provloias me-
ndionses do reino, e, proteatando oio qnerer
dissimula-las nem atlenua-las, manifestara a es
peranc de qne essas provincias, a atedias celo
sol da lioeraade, estartam dentro Seo cu-
radas dos saos males, o flfl| Konra i
* j^*om motivo novo occorreu que podes-
se dimioulr as esperances qae d.governo de
el tioha com razio post as medidas toma-
das para esse effeito, no patriotismo i'aqnel-
,e*,nM evmo M iwfea'qoo aaslsiRa-
qaellis provincias augmentara e redobram os
aeus esforcos, o como acorparaefio dosseusan-
ttUaras sa tea trnsdo mais poderosa (oiognam
ignora ji quem elle io) o como m tem con-
RA;hnn.CU,l!pen0re,^e upulosameote educado pelos jesutas a ca-
^0^i tna do re, e na mais cga sapersticio ; nio ti-
oha idea alguma dos seui deveres para com a
patria; o seu.unico dever era deffender o rei con-
tra os cidadios considerados essencialmente como
mimigos.e em um continuo estado de rebelliao,
pelo meos as intensos. E se esta rebelliao
se toroasse real, o exercito sabia que a vida e os
recursos dos cidadios lhe partencia m, e qne todo
lhe seris facilitado psrs dar deseovolvimeoto aos
seus instinctos ferozes e brutaes, o a toda a co
bica que nutriese no sea eoracio.
c Alm d'isso, nio existia regulamento algum
que mantivesse a disciplina e que desse ao sol -
dado o espirito de corpo, e o da sua nobre mis-
sio, da sua importando oda sus dignidade ; nio
eslava ligado ao paiz, bastava-lhe estar sugeito
ao rei para o attrahir, nao poupando as mais ig-
nobeis lisoDJas.
a Eram 100,000 homeos bem fornecidos de ar-
mas, possuidores de formidavels fortalezas, e de
infinitos recursos de guerra ; e todava, nio com-
batieran, recuaram sempre diante de um pu-
chado de hroes que tere a audacia de oa ir af-
rontar ; regimeotoa, corpos completos armados,
deixaram-se fazer prisioneros. Julgava-ae que
gente que nio combata, nao tivesse nuoca sido
soldado no verdadelro sentido da patarra, e par-
ticularmente aoldado italiano ; tiveram a facol-
dade de regressar aos seas lares e debandaram ;
mas, costumados 4 ociosldade a depravscio dos
quarteis. deshabituados dos irabalhos retomaram
com egual ferocidade, mu com mais covardia,
as tradijoea de Mammone, e Moni; ieram-se
flieram -se salteadores. Se as suss atrozes em-
Erezas, elles stgumas tetas levadtsm a bandeira
ourbonica, por um resto de habito o nio por
affoicio. Deshonraram-aa nio a deffendendo, e
agora, deshooraram-na, tornando-a um enblema
de sssssiasto e de rapioa.
Foi desta maneira que se formn o latrocinio na-
politano destes elementos que elle" ae compoe.
A enes homens aggregaram-se os maHeiiores f-
gidos da gales. Todo o mundo, os apstalos a oa
soldados da reacsio europea corren todos ao
mesmo ponto, porque seotem qae agora se joga a
ultima carta, e pelaja a ultima batato*.
t R'-mo multo doloroso, senhores. vr-me fsr-
cado peto Beoastdade, afim de tornar esto qusdro
complato, da fazer meocio de um personagea,
da qual. cono caiholico a coma italiano, eu nio
quera nunca pronunciar o nema sanio com res-
palto e veueracio; mas nio possa aesa devo fa-
ae-lo ; o latrocinio napolitano a esperance da
resccio europea, a a raaceia europea cotlocou a
suaatoadellaeaRoma.
malfeitores nio sio tio nu-
como parece, mas estio ospslhados
c por toda a parte, e por toda, a parto ae falla
dos seus setos ferozes. Ronbsm os viajantes ;
certan os Qos elctricos e slgunas vezes in-
< cendeian as colheitae. A antiga bandeira bour-
* 10}C* oi IeTUa' To pontoa. mas. baitor.m"raeana
< certoqueo movimeolo nio tem carcter al-!
< gura politieo ; um system de vandalismo
a egoists abracado como proQsso, por uma gran-
de parto daa tropas debandadas que preferem
o saque ao trabalho.s
Todavia a pilhagem napolitana pode mui-
bem ser um instrumento as roaos da reaccio,
que a sustenta e excita para entrar o paiz na
agitocao e manter vivazea loucas esperances, e
abusar da pplnlao publica da Europa. Seria lio
lalso toma-la como um protesto srmado do paiz
contra a nova ordem da cargos, como seria con-
trario i verdade repreaeou-la. segundo s f
quej se pode dar is retacos dos jornaes. com
a importancia o extengio que se lbe quer ai-
llo gir.
Aa provincias que forman o reino de Na
polea apreseotsm qaalro grandes divisoes na-
turaes ; os Abruzaos. aCalsbria, a Pooille o tt-
nalmeote o territorio visioho do Mediterrneo
no maiodoquat se eoeonlra aples. Na Ca-
a! 'aV9 CA"Webande tres proviaiaa, nio
ha verdaderamente salteadores, naa apenas al-
guna roubosoaggreaaes isoladas que nunca se
poderiem o,zW acabar completamente em a-
quellas parsgent; a Basslieats, que visinha e
SEaSStaM, P"U ""t-nowa. acha-seem
coodices anlogas-
,*f5!.UtifMKPr^ripeU* UtroeinU or.-
gaoisado am bandos. A anana cousa aa onda,
duar dos Abruszos onda se? g?0000^1^*
ru'ii?1^0^ dlwainadoa, eqee atol.
SSr^.*1!!1!^ .MaVoHaalM de MoliVa a da
m dsj. Ubar. O vercatoiro IsUocloto exis-
'2!1%$1$a**.*!*"* Wtos/i toa por
basa a linha da fronlairaa pootiQcias ecaowr-
Maiesa, que separa a torra da Labor de MoU-
c Beja, o rai daaapasaalo da aples, o caa-
Paa avidaoto, a Nanatoa a objecto apparente. O
~* ^'r?M,,t MI* Q-Woal. a
euoba aut aoeda aalsa coa qaa fonece abuo-
dante'mente 01 salteadores napolitanos. O bolo
c E quando mesmo se quizesse conceder o la-
trocinio napolitano de um carcter essencial-
meote poltico, sera sempre necessario tirar coo-
aequencles oppostas quelles que nossosinimigos
quizessem tirar. Primeramente nao pode de-
duzu-se argumento algum da ana duraeao, oio
se deve perder de vista que nio dato as nossas
torcas poder envolver complelameote todos os
salteadores, como seria oecessario para os des-
truir de todo, por isso que balidos e dispersos no
territorio napolitano, teem elles um refugio com-
modo 00a estados romanos, cajo limitte esti
prximo, e oadese reformara ; d'alli com soccor-
ros oovos vottam is suas habituaes devastarles.
Deve depois considerar-se que a natoreza do
solo, a maior parle das vezes mootanhosa, e
pouco cortada de estradas particulares, favorece
os ataques de improviso, e di ao mesmo lempo
aoa aesaltantes a facilidade de se despersarem
promptamente, o de se oceultarem. Tambem se
no d0 .quoocr que nao obstante as coodices
excepetonaes em queso eocootra aples, tera-se
deixado all vigorar as franquas coostilacionses
e que por consequenca. a respeito da liberdad
da impronaa, da inviolabilidade de domicilio e da
liberdad individual e do direito de aasociar|0
impede que all se recorra as repressdes sum-
marias e instantneas.
Isto aprsenla aioda outro argumeolo a nos-
so ravor, por isso qne estas garantas poderiam
ser naa raaos dos nossosinimigos um insimlen-
lo para nos alienare para aublevar contra o go-
veroo italiano os povos. se realmente os povoa
raeridionaes fossem hoslis unidsde italiana
yuaes sio pois as provincias, quaes sio pois as
cilades, quaea aao as aldeias que se tem suble-
vado i aproximado desses novos libertadores?
aeri casualmente porque o goveroo desconfa dos
P0T?V-C0mpr:me 8 8eus sentimentos pelo tor-
rorY Vejase a imprenaa oapolitaoa, e poderi
aecusar-se antes de se abster de tratar como lhe
agrada os negocios pblicos.
O goveroo armou o paiz na guarda oaciooal ;
o goveroo appellou para o paiz nos alistameotos
voluntarios. O paiz respoodeo largamente a este
appello. Ji muitos balalbes teem podido ser
organizados e mobilisados. e guardas movis, vo-
luntarias, burguezas e camponezas correm a af-
fronlar os salteadores, e maltas vezea expoem a
a sua vida, e neste momelo desaparecem aa
differencas de opioiSes, ss diversas faeces do
partido liberal reuoem-se em volta do goveroo
de maoeira que as pracas regalares e as milicias
nao contera uma uoica derrota.
c E ha mais de um anno, no meio de tantas
incertezas, de anxiedade, e de lanas mudancas
no pleno exercicio de uma liberdad nova e muito
ampia. aples, essa immeasa cidade de 500,000
habitantes, nunca deitou ouvir um uoico grito
de deaumao, nunca deixou eatender e realisar-se
urna das mil conspirares bourbonicas que, em
certos lotervallos, ali teem na;cido e morrido lo-
go em seguida.
t Creio qne depois de todos estes relos seri
para vos evidente, seohor, que o latrocioio na-
politano nao tem carcter poltico ; que a reaccio
europea estabelecida e favorecida em Roma, o
fomenta e nutre em nome dos ioteresses dynas-
ttcos, do direito divoo, em nome do poder tem-
poral do Papa, abusando da presenca e da tulel-
la das armas franceses que sil se sebsm para ga-
rantir os ioteresses mais elevados e mais espiri-
tases; que ss popularles napolitanas oio sio
noaiis i uoidade nacional, nem iodignas da liber-
dad como se tem querido fazer acreditar. Victi-
mas de nm rgimen completo, nio devemos es-
quecer que elles produziram os hroes e os mar-
tyres de 1799. e que na hora da nova reorgaoi-
sa;ao elles estario todos promptos para tomar o
lugar dos outros seus irmios da Italia.
c O que a civilisacio e os sentimentos de hu-
manidada do aeeulo, nSo pode tolerar, que as
obras de saague se preparan oa sede e no centro
do catholicismo, nio s con a connivencia, as
com s snimacio dos ministros d'aquelle que re-
presenta na trra o Deus de maosidio e de paz.
a As cooscieocias verdaderamente religiosas,
esli indignadas do abaso qae se fas das cousas
sagradas para fias puramente temporaes; as coos-
ciencias timoratas estio gravenente preocupa-
das, rendo augmentar a discordia entra os pre-
celios do Evangetho, e os actos d'aquelle que de-
ve interprets-los e ensioa-los. Roma avanzan-
do no caminho ea que se acha, comprometa os
ioteresses religiosos, sem salvar oa inlereaaea
mndanos.
Todas aa almaa honestas esli j profunda-
mente convencidas, e esta coavfoeao uoiversal
ha de faoilitar muito ae goveroo italiano a trela
que nio pedera declinar, qual a de dar i Ita-
lia o que pertence i Italia, e restituir ao mesmo
lempo i egreja a sua liberdad e a ana digni-
dade.
Acceitae. senhores, de novo
da mnha dislinda considerado.
Aicatofi.
EM PERNAMBUCO.
Os proprietartos ate Duaio Manoel Ftcuara ato
Pana & Filho, na sita Uvrarto ataca ato ."
dencia as. 6 e 8.
paqco*-Dl tem0* tdl t6 *9r, **" Wu -
em i?JlVtit d0 880Wrt Ml'l>nr,
era tres corpos. atacou no do mineo nato
ps confederados aos seus dotas xtoteaT^
lempo que o oentro.
As tropas do sal, ditpottas %m trisnarnto Si.
nham ura. parle BuK-iw, .CTS'mI
nassas. e esteodia as aUs, ^i.,7
desde 9 primeirs sl seguads d'estos
Este piano tioha a grande ventases, a
que elles podessem ssr cortsanTaaT qa.
ponto por isso qne ea qualqner parte qns
sem dar aa columnas de ataque encaotr
d.ante de si linhs de batalh." EtoStoS
eram trez coabates distinctos qaa aa
ura de frente, e os outroa don* na direito a 1
esqnerda. De nenhum lado s linha ato defeaa a-
atacantes envolveren-se profundamente asa lena
a sua lioha, depois comecou a marchar ahaeleV
nou-lhea o terreno pasao a paseo, reeniaae a caato
""tro" dreU ^** **-
earsw ato
opiaiia. A
a saguranja
f As (ropas federaes seguirn, t9 ,
Mac-Dowel julgou poder ann.neiar para W*Um-
gton que eatava vencedor senhor da cana* aa
batalha. Mas de repente a retirada si avalada
suspendeu, e en vez de nn exercito exa
por dea horas de canasto, qaa aa i-tanva
evado al Maoassss ponls da espada,
tron-se ea face de naa reserva latearas
tresca, composta em grande parto de estallara
que tomou uma impetuosa offeosiva. A
victoriosa coovertea-ee em deles* nal aa
da, depois em retirsda, a mala larde en -^
cAlguns despachos julgan dever atiribtrir 1
mudaoca i chegada provideadal do
Winchester. Niu partilbsnos d'esta
reserva qae vela tio inopinadamente
race das coisas, tioha con cerlesa sido
com anticipado, e deatinoa-se a posicio
pela manhi. D'aqai resaltoa at i evida
marcha geral da batalha. Permaoecende
inteiraa sem responder ao fogo das atacantes a
envolvendo-se depois oa lula at ae aaeitocar
os confederados nio tversa onlro la nais 4a*
que attrahir insensivelnento n inintigo par- "
posto, o aprovettor o momento favoravel para 1
hir sobre elle.
A hors arencada da noita aa qaa a
ca para s offeosiva leve lugar, explica- dto-
rnele pela inteneio de encostrar adverano asis
exhaustos, e juntar i derrua a coatosae ato eba-
cundade. ^^
c Conaideramos como igualmente imprevavei
a versao que attribae o desastre de exercito tasto-
ral a un pnico aem motivo, qae, caen
eotre os conductores de bagasjea*. a ce ana
de campo, se propagou naa Rlelraa. Sea
tea iocidentea nao sao raras; aaa nio
nunca grandea propor?oes, e sao seare da
dursgao.
a Aa proporces deste revea, arrsdea a
os resueltos os seonledneatos a tener ea ato guer-
ra. Nao se aecusam nenos de t.500 a tajan
mortei; toda a ariilb.ru federal aV
doa /eocedores, e prova vel qae o .
te;a em grande parte daa naaiaagaas
dos prisioneiros deve toabea coator-s*
lheiros. -~
Fioalmeote. nio s Ceotrsrilto Fairfax Coajrt
uouse cahiran en poder dos ceafederastoa. asna
os rgimen tos debandados, agu lhe dea aetoaaa-
to.vieram refugiar-se atraz das fortificar,oes atoa
alturas ds Arliogleo.
Se o general Beanregard aalivoaaa aa eir-
cumstaocias de continuar a aaravetssr aa sojas)
vaotageos, aproveitaodo asta inneasi oerreta
todos os csnpos avangados devisa toe rshtd asa
seu poder, a Washington aaaaaa nao ficava aa-
E' de certo o que se con prebende ns sede ato
goveroo.
Todos os reforcos. Unto da has
arlilhana, foran expedidos presea
cha virgioiaoa para suspedder o inia
tropas frescas, protegidas pelos iat
tos de Arlogton, poderlo somonte
vencedores.
c Qusnto so exercito do general Mac-DevsM
deve ser considerado de moneato
easHS,
c Semelhantes derrotas naa
para outro.
< Seria impoiiivel e superfino dascrever s isa-
preasio produds por satos ooticias Unte noto
rulmioadoras, por iwo que aaecediam. aaa toan-
3150. i alegra de una falsa Ticleria. A' tos-
pressiodo acontecimento publica jantorsa-saaa
saciedades particulares lerriveia, ato Mr le dee
soldados que, feridos hojs, aioda heatoaa ecasa
cidadaoa.
a Milharea de familias achan-se Maneto ato
angustia, esperando tolvez Tnrnnlrsrsa aa atoa-
tro em pouco envolvidas ao lato. Isto deve aeaa-
tecer em todo o norte, e o proprio sal vari nassaa
lagrimas amargaa eovolveren-seas taca aaa a
victoria acaba de eneber d Magua.
< As recrimioaedee nio pastea existir 1
envolver nos gritos da aorpreza a d
Accusa-ae do desastre. iscspsaUsde ateai
raes e a impaciencia fatal dos
bnete, cujas cenauraa quotidiaoaa
mi do general Scott rrntlangiade o
lctica dilatoria que havia adootade. a
que especialmente conirineio para 1
causas, peto sua polmica irritante a u.
foi objecto de alguma snse^aeana ajinaos 1
excitados pela paixio.
x Estos censaras tardas nio pederan resne
diar cousa alguma.
(/orna, ato Commtrcio, da libli.)
Omercadt dealcajO*.
Liverpool, 23 oa setembro ato 1811.
Graode exalUcAo tea havide alUaaj
mercado de algodio. As vendes tasa .
coosideraveis, subindo i 148^90
esta semana, un cerca da anta parta te i
actual. Deataa grandes vendas M,8M 1
ram compradas pelos Mpacatodaraa aMJM pa-
los exportadores preeae nais eleveatea doste
tea regalado desda 15 asnos.
Existe forte inprsalo te qaa aaa asaste lar-
mioada proximameol a guerra dvil ate,
o algodio americano qae oeste a arlis ate 1
transseto se venda I 1,8, sasir 111 pasaos
por libra ; visto que o deposito aa prtosatra aste
sulficieote psra a procara at o la testo sa-
no; snppoodo aasao que aa
priacipiea feralmente a trabajmea<
dias por sonaoa.oio fallaado ato |
procura para a exportocio, caaa
probalidade.de prximos eabarqaes ae
da America para a Ruaaia, TI aspeaba. ~
Allsmanha: sala cono da o
Kra as fobrcuanericanas tea i
rea da 1,000 uceas toa
semana para New-Yorka L
Portanto, oio aoa sorpreeadenM coa 1
ma que tem sido croado, pato receto d
soppriruento para o tature praxiaa :
Do Cowrur du cTtoto-f/a, extrshimos os se- o < !'
gumtes detalhea da batalha aa qua oa rederaas Mote da 487 JBO uceas da A alen!
forana derrotados noto g.ner.l ^..ragard 100 asaca ata ------
**K25ia,,la fMl. r'-^4-oa aa tem < Aaerica a na SaTa9M^aaag5ia5
auccedido, no entretanto nio dallronos de in- *o -Wao anno : depois do qaal SOO Oa/s
tos qae enUo n dersmjai Amorta e 410,000 de XoT, Sr

toa


naarg: .ztLumi:.
MIRIO M wWUaafUk **
reeebida; e nio obsta otaj^^H
priaento procura fot lipiH
31dedzmbro ficon redando 51
incluindo 380,000 di MI c
Nio temos gara aenhom
i viagem para este paia.
(Wat
ntonlo, m derera. extrabir terceira
meira lotera em teoeficta da matriz
neo da Malte. ,
ante-honlem (sabbado 19] i Urda em
i cha de Fernanda de Norooha o bri-
IlamaraA, cooduiindo o major Carloa
m%rrxJS5t9du.epv?:
i diversos orBetaee e auai
aUKaraa en numero d
ilana, tMtoljlMM soldad
irflttfta#i para render o
i taan atraco, acesta a aoietentao-
to, a parte itefe es^ Wos* Justina, co todo ee*to a nocente pee-
ato tornantes destejis* ow, dxKre fficiec, soldanes, ternilla/ begin-
d0Maiafatlt|uer-; dedo*. '6ooduxie tem beavate navio a aataBlta de
a A M conloa de rdie, redtettidoe
qcm i
Kurceetm Times/
lilil.
JP
soAirerra-tie fazenda pan aquelle presidio.
Em coosequeacia dessa commissio, fol muda
- do ooavllhaodo Sr. chote
-4e ramr
icado bordo desse brigue barca, para o brigue
escuna Fidtim.
Dos presos militares, doua vo cumprir a peas
de um snrio de prisio lli ; dows a de dooi So-
cos ; e tres a de seis.
Dosbejutics vlndoc qtrssi todos da Ptrtrhiba
e do Geari, a maioria deiles vai cumprtr pena
de gales perpetuas, e todos por crimea de homi-
cidio. Com este ollimo reforjo qje vai'no Jama-
rac, eslima-se o numero de degradados-Ha Fe-
naodo em noeeentoa e tantos I
Sabbado 19 do correte, Is du*w horas da-
tarde, dea aodamso da -obra da -aaetm de Soto
Antonio, cabio o pardo Vieenti do Dos da SltvT
di aliara da segundas trtbunn.
Tendo pisado Vua travesiio, que aslara po-
dre, esse cedeu i torca miior, e o infeliz tere de
vir 4 balso, debatndo-se por eolre oa ooiros
eaibroa, at ehegar aQoal ireja. Apenas Qeou com urna pequea fractura
na ueroa esjuerda, mas immediaiamente fol crtn-
diizido para a casa do guarda da mesma matriz
cielo thesourelro Caoba, e loecorrldo palo Dr.
florea de peonis, mandado da
de conchase florea de escamas
ta "Cnharina, e urna eaixa oa
do da grande diversldsde de qua
deltas do Brasil, mandado do Rio
E' de eaperar, que o goreroo i
ahecj
yaoa
exp
dio
vite
fez,
2
A'vieta do ene appaaawa, o orerno pente*
fazer id**, do qae atppaMaVia, a ea exposi
tivestea am sunocdxdplede ai, ea
ou done aezee, parra tattaaptaava
tivos productoe; e pajf ar a tfrv*
aa bem fuodada opioio o govetno imperial de-
M9HWC-
nUU 11 DE ODTUB&O M 1861
*{. 0*28 4M11
ltli
reco anorcctdo
~b
meSexw itr-aP
^imperial
Vai ji o tarceiro asaz en que a lioba do norte
oles tito Uta vspoT.cairuo assim as profie-
re Wrmeofcse4tafeataiell8 do Para com urna
communicacao demoTada'oe ttrVk J o que lhes b a
causado e causa nio pequeo traostorno em suas
relaedes variadas. 'Batea traHdtorno ha priuci-
palmeoie aoffride o Uaranho e o Para, visto aa
WiWB KiH*a*t laWoWla 4Wfft#taB0wrm, qtre Veta sobsUtuido'
ptimamente i easa falta ; a qtfal, eguodo no-lo
iofn/mim, prattrla-ae *a-iaio -aaixto u coa pe-,
arfeia de >apiirw limllelruB, eujos vnm aenia-
d-e damoiflcadoi. Mram-ihe ns meios de ragu-
larsar 6 rspeciro sertigo taoto mais quanto,
por decienci de lempo, nao pdde pasear naa
duas cabiar'aa a cooceasio do adiantameolo pedi-
do de um asestre da subrenco Oe sua eoaipa-
chia
E' lrads toda a dprida, que com esta litaacie
titurceoso o desairaajo licas, quer patctilares ; ese nao haquean pro-:,------------..,. v.u..., ^^,...> K.
ponha melhores eondicoes do oue l do aclaal Pedro Ceaar, acbaade-se sera perigode Ida
aatrato eiistenle entre qgoreroo e aquella eom j Chamamos a alteocao de dossos leiteres
paqbia, conreoiante que M procure melos le; para o artigo qara exlrahimos da Surapen Ty-
aligeirar asiluacio oppressira em que te acha : da Ltrer/>ooi e publicamos buje, sob a ru-
prtncipalmenle o commsrcio. Dee-sa certa- ; bricaEiterior, a respeilo do mercado de algo-
mente tratar d remorar as diCQculdades, a ', dao, e dos vantajosos precos que provarel bre-
adUaltndo-se aquella aubreBcio, ou caaltatan- emeot* s nbteoham, pela falta de sapprlmeoto
do-fe cora a coaipanbia Peroambucana o servigo < dos Estados-Unidos.
alerroaipido pela causa assigoslada, sob cea*' j Escrerera-nos de Garsnbuos em 13 do cor-
oogaiem asraspecti'aa fisgeos al o Par-a com Segu'para essa capital no gozo de urna li-
as escalasiotermodias per algum lempo. i canea o delegado deate termo o Sr. Biptista Pei-
Parace-oos que a proidaocia, aeata segunda oto, a tratar dos seus negocios particulares, sen-
hypoikese figurada, dee somente .ser quanto de substituido as fooccdes do cargo pelo res-
sta parle do ndrte ; porquaoto daqui para-o eulpactio primeiro supplente capitSo Miguel Duar-
b os *pares (cansaz a iugiez, que wtisaiem a 'e, que a este fimseacha neata Tilla.
nocesaidade ipoQlad, e por meto delles auppre-' a A' proposito do tiro dado no lugar Flamen-
. e a falla ou inUrrupcao do eiico das vapores 9, em Qaiotiliaoo de tal, deqne lhe fillei ulU-
da compsohia brasileira. Assim esperamos que : manele, Sabe-re hoja que nao fot molirado
SJoterno, tomando ata coosideracao o ezpendi- precisamente por oppoSlcio a nollflcacdea de
as commuakaedes. cedeu de urna intriga particular existente entre
Hoje que segu o Ignaras para os por tos do o paciente a um tal AAtonfo Paj, teu rninho,
ooite at o Ceat, bem podera-ser o conductor qe logo apoz o delicio por-se em firga.
u malas do Uarauho, Par e Amazonas, atirn \ Consta que os criminosos de Aguas-Bellas,
de que entregue oa dmioistracao do correio da- perseguidos pelas diligencias do reapectiro dele-
quells piimeira provincia, fossem dahi ramelli-' Rado o -capillo
4os no sau destino plos vapores da eompanhia Cunha, andam
maraohense, se bem que nao se poas contar na
referida adonietracao com o deit'jael zelo, por
carecer da accao esse servico. e ali comente fa-
-zer-se o que dieta -urna vontade illegal, 4 que nao
ba superior que chime sos limites do dever, oso
obstante as queixaa que.se levantara i cada
puso,
Cuma leoibraoca que se aproveiUr, sendo
onaeoieale, corno julgamo-l, apesar da atalli-
licacao que eoxergamose ahi expendemos.
que fessem abarlas, as seis proTiociss designa-
das, novas expaetepee, admtenajo, como este au-
no, os productos das proTioclas Tizinbas.
Seri, tomo o Unws.j, dito- ean nutro artsjor
com o concurso de lodos os productos oatureas,
agrcolas, artislico's e indulriaes, apresentldos
pelas respectlras proainefas, todas, que o Brasil
r un pulmo do oatro; sm-
c'oQiiouaram a boiar; dividi-
wrdo em deis parles, de'tamo-
boiaram : exprimide urna d'es-
d'agoa, daixara partir grossas
. coolioaando aampre a botar.
Dividimos em ostras taad^s^^aa o polmio
dlresv aacflHM o mesmeej i ltala moa
coea* attaSke asquerdo; a aHinii, qua aeia
p&mmmvm*, o passo, que ajaartaa aa saaaar
TaajBB*jo firatto a'agoa, eapremeaata ai uasM^des-
taaqMavaa .iWWHo d'sgoa, nata m obtinba seo
a oa ajadla da er. A graritagU daatas antro
partes ataauuualiaTa claramente, 'an a
cao oso hadan ido completa. fsmsmoasMa ti
esnearem ui
exercicio de
diploma de depulado, unja vez no | R)o
de melhoramento", oio sa'bem df mata, e *M
lio alU fuoecio, pareeaa que
fiera oa malea pabtieos, niainiaiaaBnma
asnaamer-- -
Grande do 8n.~ Batna^bf saleis _
* aloaia.ida^. Si Csriasal!
xam. no fim de cada sesaio da assembls' de que JKE/9S,o.Bai TTTasaru!
alo membros, deixsm no sentimento PBoTCo" --*WJ*mpma)ti uaaara*.
lo, de queixume, de
lida.
fHftii nisrpir n rs 9 i Hrnairnrrrr-rr tBOLTaTT. -la wiini, tfu|ina>Hnwn-r^r.* ^j, qu.Qu> ptlaa.
ihe'de penar se juagar a a proprio, ai vista do
sea verdadeiro asado, o governo imperial suida-
r infallivelmaoie a seriamente dos melboransec-
tos a intfoduzir com urgencia.
O imperio de Siata-CYui nie poda netaar-ou
car aataeaioaaria, tlate dea aaamplaa dei aa-
ffnrp t Tiacntrcios" qu"d" Til "boVbl flllsiaos
d'Buropa hzn toda eadiss-pata lersr aomaior
grao de perteicao, a agricultura. lote inesgota-
rel e base a mais solrda 4a fortuna publica des
aatades.
O grande namero/a bea qualidada a -a varia-
dada das mato da eommoascaaiio sb o comple-
mento do bem-eatar doa poros bem snusr-
aedds^
Qul seri o Braailelro -qae neo te compane-
tiar deesas neeessidades, a nao envidar iodos
neus etforces para intreduzlr aw pais ea raa-
lhoramentoe materlaas e moraes precisa a sua moribundasgrlcultam ?
18 de outobro de 1801.
r.*.IWpra.
partes, que bariam gravitado T
endurecmento ou outro q
lgico,
partes,
untado palb-
sis um motiTO da lissarr-
k enea, de sepUMS
Yara que pois tona eeforcos, taata
Trrrifl-i-. inli tasajaitarmijle p
llho aos elesteaaa, aos aasteot
depuiadoejera nada faner, a deixar
mo, esta pabia patria, attonads mtlharao*-
?a cada dia a actor per (alia ala ira lacenlo ?
'o oa deputettac no asan de clames sceteos
dizem ou paacam:taoto me rende morto
o sao ? E sasutnu terei aa c prcbtocao
que pocesse explica* ajwraaracao d"aataa ate ponuir o remedia ccccalve o enterme t Oh
a nio aer a auzeocia do ar. Acabado es-
que bsTiam graTit4o_juntamciUaoa o coracio
dentro de um frase Chaio d aleool. Viole e
3uatro horas dopoH Ursmos ds Ira seo urna paite
asqustro, a deiUmo-la em unza basta chaos
d'agoa, e immediatamente aupernadou; retira-
mo-la d'sgoa, e a eomprimimes esto as dobaas
de nm lenco, .pata fazer moa exteabir todo aleool,
deitando-a de novo dentro d'agoa, ella eootinaou
a boiar. Repetimos a mesma experiencia com o
coracao, e obltremoa o mesmo raaultsdo.
Oeste experiencia se eonclue 1* que a mi-
cerac*D s per si capaz de produzir a superoa-
nlo. Sao oulros os motivos que me leva i arena,
laabo mlobaa laeas qua, no meu fraco pensar,
(a fraco o digo sem modestia alguma, fraco para
oegocio de lio alte manta) tenho minhas ideas
que me parecem talvez um ponto apropriadas ao,
bm da situacio; e na diificuldade e importancia
doobjecta, deseonfio muito que ainda a menor par-
te dellas possam produzir o bem que todos deseja-
mos. Bemsei que quem se sent assim lio fraco
oae est no caso de solicitar um encargo tio alto.
Mas ou acertadas ou nao essas ideas, por ellas
manfeslei na ssaembla provincial du rao te 23
das em qae, nao sei se por nm acaso, oceupei
urna de suas cadeiras, por ellas manifest! deeejo,
que a supermaeao-dee pul- disposiaao, coime de eoceorrer para algum ou
dos, derida a perda de qulquer mlhorameoto dos muitos males que
-nnsaffligam; eacbaodo na populaco acolhiawn-
to a esses sentimentos e desejos (que nio po-Jra
Na pos stUn
-Novc
toneladaa, acntto G
11. cara flOtt barriese
beatn sWbmJzC.
V da inaetaa 9
Prompn, da JH
oz, niiajuiii 11,
ttUvezm,
ffamsr retid
Ataca iy tete baaaUeiaj
Joaqnam Joi de Sitoaana,
gneros.
CanalIscnns inglcza Prncsss Jtocci,
James Burrill, carga assoesr.
Obaeraecae.
Passou psrs o sul um brigue a
-------- Edltces.
contririo

PERNAMBUCO.
RfVISTi DIARIA.
Acha-se (Jesigoao e ara 28 de aoTembro pr-
ximo para o concurso ao preeochimeoto dai va-
gas de praticanies, existentes na thesouraria de
izenda Cesta eidaaV.
A arguicao ser sobre tfitara e-analyse gram-
mattcal, ortographia e ariltimetica iBcrnsitn a
Iheorla das proporedes, devendo os csndldslos
iaalruir suas peticeas com docum-entoa compro-
batorios ce aereas maioraa'18 aonos, de esta-
rera lirres de culpa e pena, e de terem floal-
mente aom cemportameoto.
Foi DomCado facoltattvo da colonia de Pi-
meoteiras o 8r. Dr. Joaquim da Silva Gusra.io,
visto ter sido exonralo, por have-lo pedido, o
cirurgiao Francisco Mariano de Araujo Lima, que
edil exercia esse lugar.
Por-acto Ce 17 do correte, eeneedeu o
xm. Sr. presidente ao Sr. Aolooio Jos Duarte
>a3imbra a permisilo de dar no theatro de Santa
laabel espectculos dramticas per espaco de 6
Mees, contados de 3 de dezembre futuro por
aliante.
Easa conceasao nio onera sos cofres pblicos,
porquaoto teca lagar sem subvencio alguma.
E' isto urna prora de que o nesso tnettro po le
srabslharsem aubsicio, arlivisndo-se assim as
lifOculdadasanaoceirasda provincia nesta parte.
Ji nao poeco per eerto dar-se a nm empresa-
rio um edificio conveniente, mais ou menos bem
montado, qoando sabe-se qae outres, sem estas
coodi(es, e com urna popnlacio proporciooal-
sneote diminuta, houw empresario nesta cidade
que fez seu peculio.
Ao Sr. Caoibra desejamos felizes resultados
oeste seu ensato, no qual pelo menos hs de se
procurar satisfazer so publico como meto de at-
lrahir a coocurrencia; visto como neo ba urna
reeeiu certa forceeids pala provincia tola 'em
proveito de poucos, que nao obstante ainda pa-
gara a eotrada.
Por portsris de 19 do correle, foram sp-
provadas as tabellas distribuitivas da despeza com
Jos Pedro PfoUsco Pareirc da
oio msts em grupo, 'antes pelo
virem foragldos pelos eenBos ou fots
da freguezia, e al fallarse que os comprometi-
dos da faaiilia da Gerquinha procurara entregar-
le s autoridades,
0 Dr. juiz municipal Joio Duarte, presente-
mente exereendo as funecoes ds vara de direilo,
lien prepiraado-se para partir para o termo de
Buique.
Nada ha mais que mereea menco.
Sabbado tere lugar a partida meosaldo
Catsino Militar, que esleve billa e muito con-
corrida,
Nessa mesma naite houve -a da sociedade
Unio Familiar, na ra de S. Goacalo, que tam-
ben! foi bastantemente concornda.
Be plisados da freguezia de Santo Antonio
do Recite de a a 0"o correte :
Adelaide, parda, fi i ha legitima de Mrcellioo
Prudencio Machado e Geoeross Senhorinbaoe
Miranda. (Santos Oleo.)
llaria, parda, escrara do Dr. Sabino Olegario Lud-
gero Pioho.
Manuel, braoco, fllho legitimo de Joaquim Ame-
rico Avelioo Bastos e Mara Ca Coaceicio Reia
Bastos.
Anlooia, crioula, escrava da Jos Feliciano Na-
zarelh.
Mara, branca, Giba legitima de Marcelina da
"Casta Raposo e Adella Jmcaiio. poso.
Francisco, branco, Cilio legitimo de Jos Colho
da Silva e Araujo e Fraucisoa Amalia Colho
Rabello.
Jos, branco, Qlho legitimo de Antonio Alves de
Miranda oimaraese Maris Perpetua Lins de
Miranda.
Olegario, crioulo, escravo de Leopoldina Narcisa
da Silva Utiveira.
Maooel, braoco, fllho legitimo de Arthur Fabibo
de Almeida ilendooca e Joaona Amelia da
Silva.
Joaquim, pardo, lilho legitimo de Joo Mendea
dos Santos e Secuadioa Maria Thouaazia Serra-
Grande.
Passsgeiros do hiate brasileiro Dau$ hmot,
sahides pana o Araeaty:
Vicente Gurgel do Amaral e urna neta menor,
D. Maria Libania de Lomos Ferreirs, 3 Albos e
3 escravos.
H0KIAL1DADB DOOlA 20.
Maria, Pernambuco, 36 das, Peco de Paaeila;
tosae coovulca.
Ignez, 10 aonos, Boa-Vista ; frialdade.
Janusria, Pernambuco, 50 anuos, solteira, esers-
va Santo Aolooio; phihisica pulmonite.
Jovila Alexandrina Maria da Conceicao, Pernam-
buco, 25 anuos, casada, t> Jos; espasmo.
Maria, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos, loase con-
vulc.
as aulas de iostrueco elemeotar da provincia, i..Y.'t~...... j. <.... n. ,. n
bem cmodo alugueldM casas para as mesmss I J1U d,08 Sanios Porto. Pernambuco.
- Acaba de ehegar esta ciide, vindo da da u W'? ""f' BrVl$U J l*l7 l'""
Pcrabyba.o Sr. G. Helmold, pianista de nota,.; M".0aeJ' P"">buco, 6 meses, S. Joa; den-
-a)ae preteade dar um concert no oosso Saola -. -
Isabel. Acere, delle lemos uo Oaspertador: ,** Franciics, de Aodrcde. Pernambuoo. Si)
Foaoa ao coacerto que no salaJd'assembla i faD0S' caiad8. Boa-Vista ; phihisica tubercu-
provincial deu o Sr. G. Helmold. itontem i noite : i "' n. .
preveoidos cono de algum lempo eslames cora c _. ,. "~ u,an21 ~~ .
s nireiimentos que oes tem offerecido -slguns i El?os., Jos J*'00*, Pernambuco, 7 meses, 8.
-cetsaogeiros por outroa lagares, subimos resigna- AaloD10.;. taa.coovolca.
loa o aaccramas.
Depois qae a banda militar axeoulan as re-
coria(5ei de Jh. Sara asa, tiremos occaiiao de eu-
iro Sr. Helmold oa grande polca de concert,
c Coofeesamos isgeoaameote qae oio espera-
aesos ouTiroeate aassalerta um artilla da for-
-cee mrito do Sr. Helmold.
A sssa posicio, dedilbamento, eipressao e
(ontoalWade de ameeuoco daapertaram-n'oa. e
usamos desde logo coohecando quo tmbamos em
preesnea nio- em anarehUta manteo/, mas um
)TeB8sae ditaiqjato a pianista instmido.
Livrai deasas amrrgas
Aatooio.
Antonio, frica, 50 anuos, Boa-Vista ; tubrcu-
los pulmonares (escravo.)
Antonio. frica, 45 annos, solteiro, Reeife ; by-
petrolia (escravo,)
Paula, Peruambuco, 2 mezes, Boa-Vista ; inte-
nte.
Joo, Pernsmbuco, 4 mezes, S. Antonio; tost.
mais de
pteetem.
deeepcees,
urna vez nos tem irritado o
eaAax><*eCa'a nesta'silencio
qee por
WaeWnj
soque te
seguio. < I
O Sr. mobcnld casseatee com xito feliz tuda
quinto aos proroetleo, mase grande symphooia
de Joo dnatei>lypccr'tc>v( ale -Facea o a ul-
tima grande phatntssia do sen programla tive-
ram urna smcuco matheraatica, expressao a
eentimento que nio enrergonhariim neto.a H.
Herr. oem a Liltbr, ano ouvissepi.'
'Ests composicoes sio de grande torca : es
accordea, *p*ir dncbeios, (orsm compre teridoS
nos leus variados dispsset, e com relecao ad
canto aempre llmpo, sempte exprenivo em suss
combioicoes, nuances, trsnsposijdes e fslizdes-
envolvimanto.
Sentimos qua a pequnbas deslcnosna ierre,
onda nm peaoo de Umpaaoa duros, alo ottere-
cesse so Sr. Helmold um mais ampio circulo de
apreciadoresi dar pprm lisonges-lo cigusl-
oade de seolimentjs dos poucos que o aouberam
cempraheoder, a o iuiw oapootaoesmente avo-
j-atel (o que rato) de ledos que assistiraxo.ao
Mii coiaCtflrt.
< Por nossa puto lbe diiifimos sioceces f.li-
citscoas.
a Parshyba, %M eetcmbo4c 1861.
M. Lapas Machado. >
No di do cortante, nerseto^i diraeb ris
gara! da nstruccio .pubiic, ta^Htaiirocajdei-se
ce extrae der*ale.5io da eanceided pa. s o
Misterio prlmsrw do sexo.masculino.
Tari comeen o aito alO horas, derendo acm-
Communicados.
AGttlCLTimi.
Culiursi do triso.
Vamos proseguir na trela que una impozamos ;
oceupar-nos-hrroos hoje de .demonstrar a possi-
bihdade da cultura do trigo entre nos.
T ra lando osa la materia nosso primeiro dar er
dar urna idea nee especies de tiigo com o lira te
determinar a-eacolba da- que se nave cullif ar de
preferencia, mea na para as fazer conhecer to-
das, o que seria dssaeceinrio e at eofadoobo,
desde que se aabe que a6 coubacau tantea espe-
cies deaie.geueroa qoaolos dita cootam em
uro mez, com Usas variedades, as opioio dos
botanices, quanlos sao os dias de um anno.
Assim, pois, sem tratrteos de toda* asas es-
pecies de trigo com lodas as suas variedades,
podemei eea esseocia ouliagair doaa aspasiea,
que sao: o alioaeniicio e o nio alimenticio;
Oeste sao aos eceuparemoa; daquelie ha duas
principaes especies, s saber: o trigo comraum,
que o trigo per ascelUaeia, e o pello ; a por-
que o commnm prcferivel como materia ali-
menticia, a ale porque a sus cultora menos
trabalhuaa, delle smenle miaremos.
O trigo commum se divide em Quo ou leoro,
duro. Ce invern e de primavera ; cada urna des-
las especies corresponde so clima sob cuja in-
fluencia produz, e so terreno e so-lempo em que
dere ssr plantado o trigo.
Assim que com relaco so lampo a planta-
cao do trigo de invern se dere fuer no infer-
no ; e na primavera o.que coabeoido por este
Dome; ecom relegas ao terreno a ao clima o
trigo fino ou leoro prefere o terreno hmido e o
clims fri, e e trigo duro o lerreoo e clima con-
trarios.
Daqui ss r S que o trigo pode ser cultivado em
toda parle do mundo, e por isto que se o de-
nomina < vegetal cosmopolita >
Psenlo applicacao a oessa provincia, dizemes
que o trigo commam pode ser cultivado em
qulquer parte della.
E na verdade, aabem todos bem que temos fe-
lizmeole terreos, clima a etcei como es-
pecies deile trigo exigem para sus cultura.
Nao tiqueaos porm neitas palavras; vejamos
se o que dizemos -ou nio verade, por urna mal-
lo lucciota idea que vamos oar uva ooseoa ter-
renos, do nosso clima e das aossas eatscaa.
Quanto aos terreos ramos que hmidos e
seceos lemos nos quantoa quizermos, assim as
proximidades da capital, como naa zuna era que
se cultiva principalmente o atsucar a o algodao,
e al no alto certao. Em todas estas localidades
temos, como teremes hmidos, grande vertesa
de pss e torejos, e o immenso ale de S. Fran-
cisco na alto certao ;e como terrenos seceos
lemos tambam vaneas e o que propriamente
Chamamos altos, que sao terrenos de muita pro-
ducto ; e abundara tantas deltas Ierras entre
dos que seria mais fcil indicar es poolos da
provincia em que ellas oio existem, do que os
em que existem.
i .Quanto ao clima de todos sabido que o temos
quenle oaa proximidades da capital e na zona em
que se cultiva o assucar, de modo que as vezes
parece improprio o nome de lampera do que se
lbe coslums dar ; e friona.zona em que se culti-
va o algodao, e no alto certao e de tal sorte que
se assemelha so que reine no su I ds Europa.
Quaulo as estacoes liualmenie, nao menos
sabido que. em todos os pontos da provincia, al-
ias sao bem distinctas e coohecidas aeb a deno-
mlnacao de inveruo-e rerao ; e ordinariamente
oes le lempo o calor se loras bem sensual, ena-
quelle sao ss chuvss abundantes, comecaodo es-
las no: mez de margo e aquelle no de setembro.
Do que temos dilo cooclue-se : que eolre eos
o trigo de invern, sendo teoro ou fino pode ser
plantado uo mez de margo nos tmenos hmidos
da zona em que se cultiva boje o algodao e no al-
to certao ; e stado duro, nessemesme lempo nos
terrenos seceos das.proximidades ds capital e as
zona em que ae cultiva.boje oaasucar.
O trigo de primavera, porm, pode ser planta-
do no mez de-selembro nos terrenos cima indi
cados conforme fue elle, teoro ou duro.
Sendo assim.. claro que a cultura do trigo nao
nao encootta entre nos em barago algum pelo que
diz respeito a propriedade das ierras e do clima.
Entretanto, sendo cesto que, nao obstante ter-
mos, terrenos hmidos, s pioduccao entre nos no
verao aempre diflicil, pensamos que em ultimo
resultado o trigo de invern o que de preferen-
cia s quflquer outro. devemoe cultivar.
Picando demonstrada a possibilidede da cul-
tura d trigo entre nos, porque neo ella io-
compativeicerno nosso clima, e por que .temos
Ierras apropriadas para ella ; sendo alm disto
certo que no termo de Garanhuns, que pertenece
moes, quando macera
substancias solevis, e nao a embebico a lacho-
lina.
Julgumoe, qae os Sra. Dr Qarnerro Menteiro
e Brincante uio porio mais duvia em aceeitar a
maciracao como causa da luperoatacao dos pul-
moes, e que suas objaccoesdeaapparecem disnte
ds evidencia dos faetoa.
Aproreilsmoi a occniao pera decaaos a razio
por queco depare de irisdiss, fol que pedemos
aprasentsr a orate rae a o alcohlica como cauta da
sapernatacio dos pulmbe.
Para entrarmos n'esta explicacao, permilta-noi
nosso collega (o Sr. Dr. Garneiro Mooteiro) qu
voltemos, toifae ae 'passou na nossa primeira
reuniao: ahi, quando nos conbe a patarra, de-
elaramoa, que tendo lido o corpo de delicio con-
cluamos, que oa pulmdes haviam gravitado ira
primeira experiencia; e que proeedeodo-se a se-
gunda, observramos um phenomeoo inteira-
mante contrarioa supermataciro ; qee O retul-
tado da prlmefra experiencia exclua teda Idea
de insufllaco e respiragio, id se podendo expli-
car o phenomeoo, qne se praduzia debaixo de
nonos olhos pela putrefaccao. Oa Srs. Drs. Csr-
neiro Mooteiro e Brincante nsgaram a existen-
cia da putrefaccio, apreseotando argames eonsi-
derscoes de valor, e coaduiram, que os pal-
mees baviam respirado. Depois de ourirmos
asases eollegn, reiteramos aesaa primeira eoo-
cluso, sem eemtudo poderenos explicar o faeto.
Dous dias depois follamos a casa do Sr. Dr.
.Brancaale para de novo exsmitiarmosos pulmes
em qaestao ; tiramp de um frasco qussi chelo
de aleool, em que jaziam juntanente oom o co-
ragao, e deitaraos ludo (pulmes e coneio) den-
tro de urna baca hela d'agoa ; tanto o corceo
como os pulmdes caperosdarsm. A tepernaia-
co do coragao nos ampieasioaow, tasto nio ha-
ver putrefacto sukieate psra explicar-la.
Vollando para nossa easa procuramos ver, se
aehavamos alguma explicacao a este ultimo phe-
nomeoo. Leodo Orfila 1 2 pagina 109 e 100 en-
contramos ora vea obeervaejao relativa a violen-
cias exercidas sobre urna reeem-nascida, dezoito
diss depois de sua marte, o seguiule: a lea pon-
mons ayant t dlachs du cceur el divises en
pluaiters fragmeui, cestragmeas sout de noureau
ploogs daos l'eau, et tous, sans exceptloo, sur-
nagent crame lee poomoas eo eatiers.;........
........ Des fragmtns du f(jit, et le caur Upar
de poumont, sout soumis la rdate preute ;
mais ou voit l'imtant ees leostdaseea ss priei-
piler au fond -da vate, et y retUr tubmerget.
Este faca toroos-ie um foco laminoso, qee
nos guiou so descobrimeoto da verdadeira causa
da supernstagao dos palmoes. Ora, excluidas as
causas coohecidas, que poderiam produzir este
phenomeoo, s a immersae ao aleool, em qee
os pulmea perraaoeceram durante 69 horas, po-
derla explicar este modiQcaco: chegadoe a este
ponto, restava nos faier u'esle aeaiido algunaas
experiencias; e feitas ellas, o resultado corres-
ponder pleramente a oosss expectativa, coo-ven-
cendo-nos, a nao ae poder doridar em so ins-
tante, que a maceragio era a canea da auperoa-
ais razio porque, s depois de treis dias, foi
que podemos apreseniar a theorla da maceragio,
para explicarme a o pe roa lacio dos pulmdes e
coracio.
O Sr. Dr. Brincante envoei nesso testemunho
em referencia a urna experiencia, a qae prooe-
dera de uaaa parle do pulmao macerado, ae
mesuro aleool ds maceragio. Affirmames, a nos-
so collega, cae esta experiencia nada prov-a con-
tra a tbeoria da macerago; salvo, sa oosso cal-
lega admitte, qae o aleool teaha-a mesma densi-
dede d'egea. Se esta experieacia referida por
oosso collega proaa contra noaaa tbeoria ; eco-
alnta qne tambera lhe diga qua provs da mesma
manetra contra aa coocluseee da maioria da com-
an i isa o.
Pedimos aos Sr. Drs. da maioria da commis-
aao, que nos expliquem s raslo da neiecko do
oeracio; anda neo lemos urna s patarra sobre
este' ficto. Pedimos ainda aos oosses collegas da
maioria, que cotes-de oes oontiadizer repilam as
experiencias per aos le las, e que nao se sirr am
do silencio dos autores, e da obscoridee oosso nome medico-psrs contrariar nossas 'oee-
cluioes.
Becife, 18 de outubro de 1861.
Dr. Etieto Cavakanti de Albuquerque.
P. 8.-rO-8r. Dr. Garneiro Mooteiro rem de
nos afirmar, que repetiodo nossa experiencia,
recoahaceu que o alceol urna dan ososas da
superoalagao des-palmees.
qne ae dtTS e
a
acbar todas aa idae, qoend eu"mesmo nie te
oso legaranea de ana alBoacia) echando esse seo
Ihimento da populagio e entre lodas ss elssses e
partidos, acceotei da nao deapreaa-lo, e pelo
contrario, empregar, lano ou ouanto os meios
que asco am nossa trra praticar-ie pera ser
develado.
Eires meios sao como todos ssbem, pedir a
da ame aos padrinhos. Padrinhos eu nio es
leoho que me garantm a eleigio ioteira na maio-
ria daa freguetiss, por outra nio estou na chapa
geral; 'apenas cont com signos que pela affeigio
de sena amigos, megersotem algum as freguesias
ioteiras. A todos os eleilorea tenho me dirigido
\vot cartas es mullostsmbem pessoalmeote ; nio
sei, porm, se todas as cartas tem sido receidas,
e por isto me dirijo de novo s todos pele pre-
sente tocio, e aiada mais pata procurar mais si -
guns padriuhos (como muitas qae tenho encon-
trado entre os eleilorea e tora dalles), para assim
cuprir pelo numero ao que me falta pela alta
importancia de na eo decidida proiecgio de
outroa.
E se porventura impressao que produziram
no animo publico ss maoifeslaedes que fiz na
assembla provincial ainda nio ae arrefeceram de
todo, eoato que eaeootrarei aioda em multa gente
alguma prolecgo, a qual, eom es meios eom que
j cont da boodade e sioceridade de algumas
ostras pessoas, me dar o desejado triumpho.
E nease caso espero em Deus desempenhar o
meu soUeilado mandato, nao como cumpre ao
deputado, mas quanto j foi visto qne o posso
faser.
Red fe 21 de ou I abro de 1861.
Alfonso de Albuqutrque Mello.
a
1
CMlBa,atC10c
N*>vo Banco de Proambuco,
O banco paga o 7 dividendo de l%$
por accao, relativo ao semestre lindo
em 31 de agosto prximo pastado.
O Illm. 'Sr. inspector do
ciel, em eampriateate
fexenda, manda faser publico,
correte vio a praca parante a
ra, para ser -arrematado
-renda das easas sbaixo mendenndss,
tes so pathmeaze dee arphiae.
Ra do Sebe.
N. 14.Casa terrea
smente por......
Rus de Rosario ds Boa-Vista.
N. 14.Casa tarrea arrendada anaa-
slmente por........................
Ra da Madre de Daca.
N. 35.-Cau tarrea srrandada aeaa-
almente por........................ 14
Roa ds Upe.
N. 41.Can terrea arrendada
almeole por....................
Ru da Caaba.
N. 65.Caa terrsa arrendada
almente por..................
Ra do letgee,
N. 68.Caa tarrea arrendada
almente por........................
Roa da Gola.
N. 83.Gasa terrea arrendada anana*
simante por........................ 11
Rea do Pilar.
N. 96.Casa terrea arrendada
almente por........................
Oa preteodentea podara examinar
que se achara deoccupadas, o aa chavas i
das thesouraria.
A arrematado ser faite pele tempe am
correr do dis ds irrematacao at fim de
de 1864. ^^
E para conatarae manden aullar i
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ibeaoararia praviecial
osmbnco, 19 de oulubro de 1861.
O secretario.
4. F. afei
O Dr. Bernardo Machado de Geela tWiia jais de
direito de primeira vara ciiaiaal e loaavaiata
do commercio deata odedado Recita oaen ter-
mo capital da provincia da Pernsmbaeo per S.
11
de Pet-
A directora da caixa al tem deliberado
marear o prazo da 30 dias psra o recolhimeoto
das sedulas de 206000, fiodo os quaes eatario
sujeitas so descouio mensal progressivo de 10 0/0
de cooformidade com o decreto o. 2664 de 10 de
outubro de 1860. Recite 10 do outubro de 1861.
O secretario Interino, Lulz de Moraes Gomes Fer-
reire.
eVIl
Readimento do dia 1 a
dem do da 21. .
1.
358:6489181
158231536
3744714)817
Movlmento das alfanelmerm.
Velameeentradeaeemiaienda.. 3F.-2
com gneros.. 130
Volamos sahidoa
-
com tascadas.,
com ganaros..
59
180
482
239
EiDOSicO ddS DPOdllCtBS lialllPaPS narpi- zoa*eiB uapvai|eu avs uivuntWA uiiuncs, g|l 1 as proximidades deata capitel se experimentou
eolas, rsticos e induslriaes.
VI ARTIGO.
Com a abeilura da Exposicio dea productos
diversos do pais, que abrir-se-ba solemnemente
nesta capital oo dia 7 de oovtmbro viadouro,
assim como niquelle ou outros diw, em cinco
outras dis principaes provincias desle mmeneo
imperio, o {Ilustrado goreroo de Sua Migeitade
Imoerislscaba de dar urna provs bem patete
da sua paternal solicitude e do louvavel desejo
que tem de acompaohar, quanto poder, no ca-
mioho do progresso as naces msis adiautadas,
que lhe deram o exemp,o, e tiraram o bons re-
sultados deste lio poderoso a pacifico ayatema
de melhorameotos miteriaei e moraes dos poros
msis civilisadoi.
Achamos mui acertada a resolugio, embora
que um pouco tarde tomada, de mandar, o go-
verno imperial, abrir as expoiigoes dea provin-
cial, algumas semanas antea de se abrir, em
2 de dezembro, a Exposicio geral da capital
do imperio; aseim os producios julgadoa me-
lhores, as axposigoes provinciaes, poderlo ehe-
gar du provincias mais prximas da capital, as-
tea a lempo para figurar na exposicio do Rio de
Janeiro, e aerem reunidos s sqoelles que forem
julgsdos. pelo jury do Rio de Janeiro, digno de
serem remettidos para ir ocenpar o lugar reaer-
rado aos productoado Brasil, so colossal palacio
da Exposigio univeraal de Londres, que ser
iaaugurade em 5 de msio de 1862.
Nio temos a prattncA que este primeira Ex-
posicio dos oossos productos, provoque ciume
sos exposilOJanMeaaWisjraiMsamiteos oriundos de
o4ioc-s)si>ettmin. praaoaca de.bem numer
186iV.ba da dar nacead'Eeroea, perlaauisr-
acnte a Inglaterra, usui idea mate fareravsl do
Brasil, doqueaqeetircramna Izpamele Uni-
raraal de IM, i rnUta m ccefao acoras de
j esta mesma culturs, e foi Usongeiro o resulta-
do, e havendo na coocluido pala preferencia da
cultura do trigo de invern, trataremos ne se-
guate arlio do plintio deste trigo.
Recite 21 de outubro de 1861.
S. R.
Experieacia foite nos pulula ale
umaereanca.queiiaseeu amorta,
Imaafflacao alas cnestttoN, macera
cao (1) de portes, qae nao bota-
ran.. Alernintis reflexdes feitas
aos pareceres dos Srs. Drs. -
neiro Moutetro e Brancante.
No dia 5 do crrante mez na casa da nansa re-
sidencia em eompanhia dos Srs. Drs. Pedro Cazar
e Pitanga praticamos urna autopsia obre o cada-
ver de urna recem-nastida, teado havido iasufBa-
co dos pulmoes,a pedido da familia, naa obstan-
te afrmar se, que .ella no achara ceslasente
mora, Deixamos de paula aa leaoo, qua ancoo-
tramos, s nos occupindo por hora do exame dos
pulmea coragio.
Aberta a csixs torscics, separamos o tjrmos,
ligamos os Titos sfisrcnlesecaerentes, aitrs-
himos os pulmea e o cocadlo, ca.quena doitados
n' ib oa aoo ser vuam -so em. sua upexflcie: o pul-
mao asquerdo tapresenUv a msladedo duailo, .a
era de cor rubra, narnbetadade ponioe ssurea;
o di caito ao onotcaiio cu d>.et,asenta, marebe-
0 Dr. Affoiiso de Albuquerque Jlello.
J se forem os lempos em que os poros espoo-
taneamente esoolhiam os cidadios a quem iocum-
biam o poder de curar de sens negocios e interesses
commuas; j se foram os lempos, (o que eempre
seden na infancia das sociedades,oa smplieidade
dos costumes)", em que alguna bemeoa occopados
de sua vida privada, de seus negocios domsticos,
eram chamados de sorpreza pelo suffragio dos
poros gerencia dos negocios pblicos, a que
-muitas rews acoediam eom reaignagao- e cons-
traogimeoto. Hoje todos se oceupam da causa
publica, e iolioito o numero daqueilea que ae
julgam, cada qual, o mais habilitado para dtrigi-
la ; e, se vivera bojeo msis sabio des hmeos,
talvez nio ae aoimssse a escrever: < In/iuitvs
etl numeral itultontm ; raxao porm de mais
tena para exclamar ainda : c Vaitat vanitatii,
et omnia ocnila*.
E eu que me acrecent solicitando o suffragio
pupnlar ns prxima eleigio, estarei oeste caso?
Por certo nao teche-a presumpgio de supper-me
com torcas ou babiliiaeoe para desempenhar o
encargo qne procare cbter, para desempsnba-
lo ico bem que meregami pena ou lhe eerrespoo-
dam os esforgos que lenhoempregado para alean-
ga-lo ; seria porm mistar orna rara vi r te de para
nio ser tocado do contagio univeraal, para me
oio soppor mais ou meaos ntreos imemetesli-
dadores que nie eenflam a defeza da patria e de
teas negocios em merhores mies de que as
ansa.
'Na verdad* com acaobamento e veame qae
Ueaceforgoeemprego, porque por msis que em
meu amor proprio me julgue, tremo da hora em
que terei de cumprir a missio que desejo receber,
* tremo por que sei que o seu desera pan ho este-
ra multo a quem do que derem esperar aquelles
a quem leobo tanto importunado, e ainda agora,
eom as miobas instancias e aolrcilagoes, os elei-
toras deate desrvelo ; porque en tendo que i gran-
des esforgos ansias devemempregar para recebar o
mandato popular, aquelles que com fuudsment
e consciencia conbecem-se capases de muito fa-
zer em beneficio de cansa commum.
Bem vera como os negocios pblicos vio mal
e coda dia a peior.bem vejo nomo asee mal fera
a ledos, oomo tadoa aoffrem, c Mete anda, nomo
bojee ji deba tempoSnieguem ba qeeoose lato
negar : aioeoateote.'bem rejo come os negocios
pblicos esli completamente abandonados, eoae
neo ae er em'bcaaem algcm, sgate mtahora
Deacarragam boje 22 de outubro.
Barca inglazai?aroritaercadonas.
Bares inglesaCeariidem.
Brigue inglesSyrenecarvo e ferro.
Hiate brasileiroDuas Luizascharque.
Brigue inglesMarybacalhio.
Barca inglezaMary Ann Befordfarioha.
aaecoaedoria de rendas lo
geraea de Pernambuco.
Rendimentn do dia 1 a 19. 33:168*506
dem do da 21. ........ l 4:268*059
37:4366565
Consolado provincial. Readimento do dis 1 s 19. 29:1619312 dem do dis 91. ... 1:816*653
30:977|965
MoTimento do porto.
a S: Horas.
w n S c E. vr ktkmotyhtra O
w m e w co Dirteeio. M H e et ca M
so fl 1 1 Inttnsiiadt. 1
S S 3 2 ^ 1 Fahranhtit. 1 m 5 M m o Sta si
3 8 S i W i o Ccnfiarado. o
^1 J -I -4 -4 ao co a te fifyorontro. I
o o o Cisttrna bydre-mstrica.
~l -4 ~J -I -J sa sa -i 5o v> ce -j V- *. r* 'na Francs. a s I
3 ct ^ S S 8 "8 S 2 /nales.
A n.-nte caria, vento ohaceu. SE regular e as nm ama*
oscilacIo da nani.
Presmsr ss 6 h. 18' ds tarde, altura 4.6 p.
Baixa-mar ss 11 h. 54' ds msohis, altara 2,7 p.
Obserrstorio do srsenil de msrinha, 21 de ou-
tobro de 1861.
HOBU!fO STEPPLE,
1* teneote.
paramos o noraco das palmoes ;, desUsw-teavdo
novo deotro d'agoa, os aaimaca beiasem. e a
eatacaofoi ao (uodf do Uqmdo. Pssecmas a
pesa-toaye veT^fleamevas^nsaqa^ltesaaaal^|te-
T"^.,Mi4' *sWNtWi^^:.nso^
(i) Teda as nanea gas Jasnobmeeacnstsccrseao,
enUoda-sc maaeraoio taeobsilaa.
Rio-Grande
Navio$-
ledo de pontos ciaros ; Miasen* ciada o* aeses ojant* aie seteapava f bem "rejo queda eanca po*
que rio do cmelo ea pulmao a rioa-araa;aa- w, t ce oirc'das-eltafdta, co parase eeeo.
Ibsrcv owmetberce, perqecde argnmbossew san
le^eaparc algum bem pa*He, sus para se ateta*
der aiaqucataiea mbrar pedem, ae que mais
tarace aaaecbece pedrnho* tem ; bem raje osad
toceacrTzam-cceceeteitas s ccraarf de aectin-
tereesas particuHrea; bem rejo Omlmente come
estes emetegaraa tddts sses cetorcos psra ti-
no ii 20.
barca brasilaira
aapllio Joaquim
equipagam 13, carga
Amorim & Itmio.
uez Marcial, de
inciaco Ignacio da
i 11,600 arroba de
H. imperial e eaaalitucioosl o Sr. D.
que Deus guarda etc.
Faco saber pelo prestle, qne per
carlorio do eecrivo qne este tal
urna execucao de sentenea entre sartas i
tes Goes 4 Basto e executado Elias f
cal vea da Cunha qne tendo-se faite ptsjatta oca
dioheiro aa auaoiia da does cantee a das sal
res que se acha em poder da depetatetto
calar o agente de leudes Hypolilo da Silva,
lia eeta producto de letras perteoceetee ae <
tado, am audiencia de dia acre da aaaabs
rente pelo solicitador Etiziario Carnea 6*
procurador dos exequeoles Idea felo a raqaeri-
mento do iheor seguiute :
Aos 9 de oulubro de 1861 oeste cidade da Re-
eife de Pernambuco, em publica audisaata ajas
aos feilos e partes fazia o Dr. jais d*dirtale cri-
minal da primeira vara e aahalisato de da eeaa-
marcio Beroardo Machado da Coate Derla sana
pelo solicitador Eliziario Gamas da Ms
rador dos exequentei, lera acsatsds a-
que se segu feits ao asaca lado Kliea
Goncalves da Cuaba, reqeeaaaee qae 6 cate sao
s ficaasem aasignados d.baise de praga aae
pena de laocemento oa aeia dias da tai. esa
dez da ao credoraa incertee, tala qee o |
ra fora effeclaada am dinbeira. O
pelo juiz aaaim o de ferio.Exlrabl a
protocolo das audiencias. B junte a
mandado de peabora. Ba Jaba Vicente da Tar-
rea Bandeira, escri*io juramentado a
Eu Maooel de Carvalho Faca de aadreac. i
ve o aubscrevi. Por torea de tiiarlmsals i
a este requerimenta, o esencia respectiva ir*
passsr o presente pelo tbeer do qael serie teta-
dos es credores lacertas por teda o tsaleada sa
requerimento, aflm de que dentro da preese ace-
zo de des dias compareesm oeste joite tlltfaa
do o que lhes for a bem da ata direilo e jaetsea
sob pene de revene.
E pare que chage aetioia a aceta iatsrsasar
posss mandai passar atitaes qne serio aflxadaa e
publicados pela imprecas.
Dado e paaaado aeata cidade do Recita da Per-
os m buco ao 21 de ou labro de 1861. la >
de Carvalho Paes da Andrtde, escrire
crevi.
Bernardo Bichado da Casta Derla.
Directora geral da iustrucco
publica.
Faco saber a quem convier, qae a lllm. Sr. Dr.
director geral tem desigeado o dia SO da corte-
te, pelas 10 horss da man naa, para a osaste da
feriticacao de capaeidade para a maataletae da
nstruccio elementar do sexo feaieted. Sea
convidadas aa senhorss oppositoras s
vagas, que psrs este fia j se ai
comparecerem nests repirtifaa aa
e hora.
Secretarla da nstruccio publica de Pe.
co 21 de outubro de 1861.0 secretario |
Salvador Henrique de
Directora geral da iustruc-
co publica.
faco saber a quem con vier, de sedes
Sr. Dr. director geral, qae o dia 26 aV
se acha designado pata a*
verificacio para o megiateita. a asa toad lmar
oeste repartilo, pela 10 boraeda manis, fct
pois convidado os opacaiteree a tsdstase cacas
de initruccao elementar d* 1.* groa 4a sata tace-
cu lino, que ae acbam iaecriptee sais esta fta, A
comparecerem ao referido dia a bata.
Secrettris de in*truceao pabtica da
co 31 de oulubro de 1861 .O asnal tala
Salvador itaariase dadla
Faculdade de Direilo.
De ordena do Kxa. 8r. dkecter
estudite qee aa pretaaderem
discipiinss preparalortae, ase aae
tidaa aaaa paticees daapaisba. as
lmente comparecam aeata tsttalaria
creverem ca aen aomaa, a aatdsr de
docorreate.. Secretarte da Face Mece 21
tubro do 1861.O ooratarta.
Jaauaaerls
O Illa. Sr. taapeetar i
senda desta previaaia.
cceforaidade eom e teta de
28 de setembro ultima, aae ne dta 2B de
bre praxiao fetero, te tar
aoersris para ptaeschiataata das
tica o les ds matate.
Oacoap
daverio apreeaater
qearlmeatea taatrcMoa de daeo
Tk terem 18 acece tmplala
dias.
sumaca heape-
isdiinJosMa.
f3 barrica coa
lii,eira. ,
irj inn Ib:*?
carga
libar.&
iglete, J _
Lac^aeu eajMpitiLax. paa aa JBa aaisjaxM
alian, enuipagem 9, em lastro ; Seanders
BtcthcttdtC
Navios sahidos no mamo din.
Brekwater.Barca americana Margar el, capillo
Diniel Loiz, eirgs laucar e tlgodlo.
aetercm II vrea de culpe pcaa; ar
easrpcrta acato.
Oa exames versarlo tabre Miara.
gramroatieal, wtkohn "
tbeona dar prvptrcbee
Sceratsria ea atesta
ssrabneo 18 de OB*c*rc-dc1SI1,
zWrl
ttgaialtt:
<


l-wa-ayas
3re do Rio Grande do Norte.
JSSBSBfL-
*4M eorado* do hallando de fono.
tTTvareado anlagem.
83 vare* Torra tronco.
1 an* de rifwUroiinho.
7notos grandes de arettl smarello com
S ditos ptnoenos 4b mesmo metal e letra.
de ditos pretos deoan.
* toldwtw preto*.
Recebe carga it o dia 6 ao eeio di*. Encorn-Jll
aenda* passageiros e diuheiro a, frete at oM
da aahida as 9- horas : ewriplorio oo Forte 4o
Mallos o. I. r^
1 coap roHia de catadores do Rio Graade
..r.." do Norte.
390 covatfoi de panno stnf.
881|9 dTtos de dito preto. ~*
321 lr ftos de hollauda de forro.
39 raras de aaiagem.
TOTnrrts de Drim hranco.
583'rar* de^lgodiozinbo.
1099 botOes grandes de metal amareHo lisos.
.709 ditos pequeos do mesmo metal lisos.
HaHapeaos de ditos a sao.
78 pares de clchete* pretos.
40 orados de oleado.
78twnrs.
Queta (taiiet-rondertaes objectos aprsente as
toas propostas em carta fechada na secretaria do
eonselho, as 10 horas da manha do dia 30 de
MieM uiex.
Sala das sesses do eonselho administrativo
para foreecimeoto do arsenal de guerra, 18 de
ntubro de 1891;
Ben/o Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente,
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interiM.
GtMeUM atministrati vt.
O eonselho administrativo para fornectatenlo
o arsenal do r,narra tem do comprar os objectos
seojsjtolus:
Para a enfermara a cargo da companht* do ca-
ladores do Rio Grande do Norte.
3 oocaa da opio broto, 1 osea do extracto gom-
Doso de opio, 1 onca de extracto aquoso, 2 ojia-
ras de sulphato do morpai**, 1 oslaras de cydro-
Cloralo de merphtoe, 1 Rara do tintura de lhe
batea, 1 libra de ludano de Sydeohara, 2 oocas de
thTidsnabt freorjond* xarope de codeioa, 1 libra
de belladona em folhas, 4-encas de extracto alcoo-
Kco de folhss, 1 aocN do extracto tcoolico do
meimendro, 4 libras de papoulas.2 oocas de tintu-
ra de caoabina, t ooc* do tiaturo de atropina, 4
libras de Untura de rnica, 4 libraa de balsamo
tranquillo, 1 libra de ungento populeo, 1 libra
de tintura de acnito, i onca de estrado atooolt-
o de acnito, 4 oncee do extracto alcoolico de
cicuta, 2 libras d ful ha de dita, 2 libras de em-
plastro de dita, T enea de acido prosaico medici-
nal, 4 oncas de yodrelo de polassio, 2 oncas de
oxido de cinco, 1 libra de ether sulfrico, 1 libra
de chloroformio, t libras de camphora, 1 libra de
raiz de valeriana, 2 oncas de extracto de dita, 1
onca de raleriaoato delinco, 9 oncas do Valeria -
ato de qutnino, 4 oocas de assafetida, 2 oncas
de tiotura de musgo, 2 oncas de tintura de cas-
turco, 4 oncas de tintura de acafrao, meia libra
de tintura de beijoio, meia libra do- tintura de
japicanga, 4 oncas de atienda ra, 1 libra de Un-
tura decamomilla, meia libra de tintura de telia,
9 oitavas do sulphato de slrychnina, 1 onca de
extracto de neavomica, meia libra de tiotura do
dita, 2 on^as de oosromica em p, 1 libra d es-
sencta de terebenthina, 2 libras de terebenlhina
de Venaza, 4 libras do aleatrao, 4 oocas de colo-
pbonia. 4 garrafas de balsamo decopahiba, 12
onca de capsulas de copahiba de Raquin., 4 oo-
qas de balsamo de Tol, 4 oncas de balsamo de
Per, 2 libras de balsamo de Genoveva, 1 libra
de tintura de myrrha, 4 oocas de extracto de
dita, 6 ooeas de myrrha em p, 4 oncas de cube-
bas em extracto, mola libra de cubabas em p,
4 libras de chamomilla,2 garrafas d'agua de hor
tela-pimeata, 4 garrafas d'agua desliada do alfa-
ce, 1 garrafa d'agua de iouro serete, 8 libros de
alfazema, 2 fibras de herva cidreira, 1 libra de
ipecicuanha, 4 oocas do trtaro emtico, 6 gar-
rafas de vioho aromtico, 6 garrafas de alcool a
36 graos, 3 libras de sabo medicinal, 12 garrafas
de labarraque, 4 ongas de acido chloridio, 4 on-
qi de acido uotrico, 4 oocas de acido sutphnri-
co, 2 libras de acido ctrico, 2 vidros de carvo de
Belloc, 2 libras do tintura de caotharidaa, 2 varas
de panno vencaote ioglez, 2 oocas de pos cus-
ticos de Vienna, meia ooc do oteo de crotn,
xneia onca de ergotina. 4 oocas de goramagoia. 8
oncu escamonea, 8 eneas de jalapa, 24 frascos de
Leroy do 3 e 4 grao, 1 libra de aulphato de mag-
nesia, 4 libras de soda, 24 francos de curato de
magnesia de Roger, meta libra da magnesia calci-
nada, 12 librea de aabearbonato de potassa, 2 li-
bras de crmor de trtaro, meia libra de Rhui-
barbo em p, libras de folha de seme, 16 libras
de oanni, 24 garrafas de oleo de ricino, 4 oncas
de calomelanos bem lavados, 2 garrafas de amo-
niaco liquido, 4 oncas de carbonato de amoniaco,
Songas de acetato de dito, 4 libras de ensota r
sublimado, 1 libra de guaci em p, 4 oocaa de
extracto de dito, 1 libra de ferro em p, meia li-
bra de ferro bydrogenado, 2 libras de sulphato de
ferro, 4 oncas de carbonato de forro. 4 oocas de
oxido negro de ferro, 8 oncas de tamarino, 4 on-
cas de gomma klno, 4 oncaa de cato, 4 oocas de
acetato de chumbo chryslalisado, 2 libras de ex-
tracte de saturno, 1 libra de carbonato de chum-
bo, meia libra de aluraeu calcioado, meia libra
de sulpharelo de mercurio, 1 libra de deuto chlo-
rureto de mercurio, 1 onca de prolo iodureto de
dito, 1 onca de deuto iodureto de dito, 4 oocas
de precipitado braoco, 2 oocas de potassa caasti-
ca, 4 ongas de sulphato de cobre, 2 libras de
ioduroto de potassa, 24 fraseos de phosphato do
ferro solurel de Lesa, 24 frascos de xarope de
iodureto de ferro de Blancard, 2 libras pe tiotura
de iodo, 50 vidros de pilulas de Valle!, 50 vidros
de pilulas do Blancard, 12 vidros de parolas de
Other, 4 ongas de salphalo do zinco, 4 oncas de
creosoto, 24 vidros do balsamo opodeldok, 24 vi-
dros de oleo sotuer nufugo, 1 libra de dyachilao
geminado, 6 corados de spsradrap, 2 oitavas de
santonins, 1 libra de emplastro de vigo, 8 libras
de pommada mercurial, 2 oocaa de iodureto de!
chumbo, 4 oncas de scilla em p, 2 ongas de ex-
tracto de scilla, 4 garrafas do tintura de dita,
4 garrafas de Untara de dedaleira, 4 ongas de de-
dateira em p, 2 oogas de extracto de dedaleira,
2 libras do nitrato de potaasa, 2 libras de bicar-
bonato do sedo, 2 libras de acido tartrico, 2 on-
caa de anido acitioo, 2 oitavas de aoooetina, 1
eitava do oxido do prata, 2 libras de cal viva,
meia onca de chlorc, meia libra de iode, 16 li-
bras do cora branca, 4 ongas de gomma amonia-
co, 1 libra de chlorato de potasas, 1 librs do liy-
draugero, 1 libra de oxido rubro de mercurio, 2
libres de sulphureto de polassa, 2 ongas de nitra-
to de prata chryslalisado, 4 ongas de nitrato do
prat fundido, 16 libras de oleo de amendoas do-
ces, 2 oogas de kermes mineral, 4 ongas de en-
xofar dourado do aotemonio, 1 libra de submitra-
to de Mamullo, 500 granobs de lclalo do forre,
A ongas da extracto te ratanhia, 4 oncas de ex-
tracto da tauneaia, 16 libras 4o flores de satxa-
gneiro, 8 libras do lores de oarragens, 8 libras de
raiz da oribes, 1 hitara do arsenalo de soda, 1 li-
bra- de genciana em raiz, 4 oocas de extracto de
genciana, 24 garrafas d'agua iogleza, 24 seringas
de borracha serUdas,50 saagueaugaa, 1 copo gra-
date, 2 esptelas, 1 libra Je guassia, 16 litoaa
do ovada, 12 vidros do pastfvha* do Vichy, 8 li-
bras do enguanto bstilico, 8oaca* d pommada
de cacao, 4 librus de extracto de moronga.
Para aoapiUi militar.
1 tulanga romana com oa competentes peso.
Qnoa nitor vender too* objectos aprsente
m ten ptopoetae etn arta redada na secretaria
4o eonselho, i* 19 horas da manhnado dia 28 do
orrento mez i*.*| ,
Sola das aelsoes do eonselho administrsee
para fomocimento do MfaMs) do guerra, 18 d*
outobro de 1861.. '
diractorn ek BXKWI-
Qk' ngreoa e indiutrial, que lera' I
ar aa alacio dogorerno no 7 ek
ojnnmbro Tradomro, manen bo ft#-
ente faxer publico que no da. 86 de
outubro prximo comcqarSo a ner aHt
recebidos os objectos que tentara de fi-
gurar na mencionada EXPOSIQrV'O.
Sala das sessdes da commitsao 20 de se-
terabro de 1891.O seortlario,
Joaquim Ptres Machado Portella.
Uiselho ndBiaistralivv).
t> eonsefhe admioistraiivo, pora rornecimeoto
do- arsenal de guerra, tem de contratar os gneros
attosontimoa pera a eompwotia do* mooorer do
orsonal de guerra, durante os metes de novembro
e desembro prximo vindouros.
Pa do 4 oncas, bolacha, maoteiga franeexa,
^eawoar rntneoV seojuuda sorto, eif em grto,
eni bystoo, carne verde, dita sedea, farinha de
mandioca (da terr), feijao melatthho- on preto,
pilado do Meroahao, toucinho do LsUd,
de Liste, vinagro de tiabitra, ba-
azortn doce
onlhov
Quem quizer contratar taes gneros, aprsente
a Hti propostas encarta fechada, na secretaria
do oonselbo, t 10 horas damanhaa do dia 28 do
correte mes.
Sala das sesses do eontelho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 2f de
outubro do 1891.
Sonto Jo$& Lamenha Lint,
Coronel presidente.
francisco Joaquim Perm tobo.
Coronel rogal secretario interino.
Pela administragao do correio desta cidade
se faz publico, que ara virtude do conroneao pos-
tal celebrada pelos gorernos brssileiro e frsneot
sorao expedidas malas para a Europa oo dia 31
do correle mez, de contormidade com o anona-
do deste correio publicado no Diario de 29 de Ja-
neiro. As certas serio receidas at 2 horas an-
tes dsqne fr mercada pato a sabido do vapor
eos jornaes at 4 horas ante.
Correto de Pernambuco 22 de outubro de 1861.
O administrador, Domingoa dos Pasos Miranda.
Correio.
Pela administra gao do correio se taz publico,
qne as mallas que deneconduzir o vapor costei-
ro lg*rm$*, com destino ao Cear e portoa in-
termedios, serio fechada* boje (22] Ss 2 horas da
tarde em ponto.
THFATRO
GWAJWU rttlUffiOCitU
avapor
Pnwhibm, Rio Grande do Norte, Ma-
can do Au'. Arncaty, Ceara'
e Acoracu'.
rnpor Igaaraaaue, oemmdndant* Viamr,
oahir para os porto* da nort* at- Acarac
no oto 22 do eorroote mam s 4 horas da tardo.
Rooono cargo at o dia 21 ao mes* dia. En-
eomeaeodao, pnoaageiroa o diuheiro a frete at o
da da sabido ao 2 hora*: eaeriptorio no Porte
do Hat toa a, 1.
Par* Aracaty e Ass
segu com bseridede hite Dous Irnios :
para carga trata-a* com Merlina & Irntdb, ou
com o mestr Joaquim Jos da Silveira.
O hiato Sergrpaooolaogue para Pertteodo :l
3uem quiaer oarregar, lendo licenga do governo,
irija-seao pdotrapiche do algolio, a fallar!
tem o cafitio.
flores, e ifma infinidad* de
'tente a ste' mertsd*.
eseersm i concurrencia de
jueie* e amigos a este leilio,
o^dnixTWo tatlsfeltos cora o Ira*
no srttmeeto qQ, rhet oflerece em expo-
Ri Grande de Sul
o patacho nacional cPalma segne brevemente
por ter a aator parlo de sen carregataeirto enga-
jado : paro o restante, trata-ae com Bailar A
Oitveira, na ra da Cadeia do Recite n. 12.
Aracaty,
DE
O hiale Aracay, mestre Joo Henriqne de
Almeids, aegnopor este* dous dia* paro Araon-
ty: per* estregar o passageiros, irta-se com Taa-
so Irmao.
Para
APOLLO.
Espectculo dephysicae
gymnastica.
Quartti-feira, 23 de outubro
de 1861.
Primeiro acto.
PARTE I.
0 mgico mandar carregar urna pistola com
plvora, bala e bocha, e que disparar! sobre elle
mgico, e ao disparar do tiro elle teri de aparar
a bala o mostrar aos espectadores.
U
lomar dequalquer pessoa um relogio e far
apparecer dentro do urna garrafa, estando ella
perfeita e examinada.
III
Tomar de urna seohora um snnel e o quebra-
r, o com os pedagos carregar urna- pialte o no
diaoarar do tiro far apparecer dentro de urna la*
raoja e dentro della um Oro no qoal estar o
aonei.
IV
Far separar o vinfco d'agua em urna gawafa
e dous copos razios.
Segundo acto.
PARTE I,
Tomar de uaa pessoa um leogo o far appa-
recer d entro de um pao estando elle examinado.
U
Queimar outro lengo o fari apparecer perfei-
toe lavar para apparecer engomando.
III
Far mais a passagem de Mr. Burjade no cho-
peo encantado sahirem raros tactos.
I?
Dar mais oito cartas de jogar a oito pessoas so
para verem para si, e o mgico poossndo dentro
le urna pequea caixinha e far sahir urna por
cada tez.
Terceiro acto.
PARTE i.
Apresentar um ovo subindo por urna pyrami-
de cima e abaixo quando queira os eapecta-
lores.
II
Fari o patacio daosar no copo, dlzer quantas
ismoradas tem qualqoer dos espectadores que o
oagico perguntar.
III
Dar urna carta de jogar a qualquer pessoa
para rasgar, e ficar com dous pedagos que lhe
na de dar o mgico pars signal. O resto queima-
r e com as cinzss carregar urna pistola, o ao
disparar do tito far apparecer a carta perfeita,
menos os dous-pedagos que ficaram para signal
Far mais urna bebida invizivel, que se hade
ojfTertar s senhoras.
Quarto acto
1 PAITE i.
Far o arroz invizivel dentro de um copo,
apparecer onde quizerem os espectadores que
elle appareca.
II
Ha de apparecer a joven encantada em urna
pirmide, e com um tiro que ae hade dar, ap-
parecer aua finura.
III
Apresentar mais o saneo vasio, e tari appa-
recer ovos, pisando no dito, para apparecer
fia.
IV
Sara urna frigiieira tem um chopeo, que sor-
para urna gargathadi.
Quinto e sexto actos,
Ser celebrado pelo* joven* artistas de gym-
nastica e tropego o que no arco da Cooceigao so
ha de ver as suas artes pintadase ser represen-
lado.
Fiadar o espectculo com a bella gimnstica
pernambucana emtcent.
0 espectculo lera lugar a 8 boca* d* noite no
Apollo,
PREgOS DOS BILHETES.
Camaroi* d* primeiza erdem.......... 6#00O
Dito de segunda........................ .8*008
Ditode terceira.......................... fogn
Cadoira*................................ aoaeo
t*t* .............,...i........ laooo
i
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevldade o brigne
nacional Veloz, tem paite de sen carregamen-
to prompto : para o resto que lhe falta, trata-ae
com o seu consignatario Azevedo & alendes, no
sen escriptorio, ruada Crnz n. 1.
Rio e Janeiro
segu com marte brevidade por ter parte da car-
ga tratada o palhebote Piedade, capitio Mar-
ques Visooa : para o resto da carga e escravos a
frete, treto-ee com Caeteno Cyriaco da"C. M 4
Irmio, no lado doCorpo Santo n. 23.
Brigue nacional Veloz.
Recebe gneros estrangeiros para o Rio de Ja-
neiro.
Acarac
O vapor Jaguaribe da companliia
Pernambucana, na sua prxima futura
viagem a 7 de novembro a Grania cm
escalas, tocara' no porto do Acarac',
para largar all qunlquer porno de
orgo e passageiros.
Quarta feira 23 do correte.
eif Car ralbo fara' leilo no dia
cima as 11 horas em ponto em seu r-
mazem na ruar do Imperador n. 35, de
urna cata terrea tita na n d* Alegra
d. 42, com 4 quartos, 2 salan, cosinlia
lora, cota quintal e cacimba estando
perfeitamente nova.
Transferencia
DE
eilo do sobrado da
ruada Cruz, segunda an-
dar 8.
Ttrqa-fevra 22 do crvente.
O agente Antones autorizado por Orna pessoa
que se retira pars fora da provincia, vender no
sobrado da rea da Cruz n. 8, segundo andar, to-
dos os movis ahi existentes como sejam : rica
mobilia de Jacaranda com lampo do marmore,
nano outra de seregeira tambera com pedra, ca-
mas, eadeiras, meaa elstica, loocas, vidros, ap-
parelhos pera chi e jantar, cand-labros, serpen-
tina, paradores, trena de coaioha etc.,
Y.i\m como
ums esersva !de mnitoa bons coalumea, moga,
perfeita cosioheire, eogomtnadeira e doceira, os
11 hora* em ponto do referida da.
LEIL&0
DE
IVJtS.
Segnnda-feira 21 do corrente.
O agente Antunes fati leilo em sea armatem
a roo do Imperador n. 73, da* dividas porten-
cenes a Joio Paulo de Souza, s 11 horaa em
ponto do referido dia.
LEILO
dn prioneirn (terceira conce**%>) se o pa-
aoituor, dV cOrarirJlnAtrfo na ter^
feira 5 o% novembro prximo, tjg
btlhetes se achara a venda na thesou-
raria des loterfei rn do Crespo *. t5
as casos dorarwttioriaclai. A* sortd
ee5 paga* como detstame.
O tliesoureiro,
Antonio Jote Rodrigues de Souza.
Lotera
Hoje pelas 8 horas da manhaa no con-
sistorio da igreja de Nowa Senhora do
Rosario de- Santo Antonio se extrabira'
a terceira pbrte da primeira lotera da
matriz dS* Lourenco da Matta.j
nafc9, O thetoureiro,
A. J. R. de Souza.
FERREIRV VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Boa do Cabuar n. 18, 1. amolar,
entrada pele pateo da matriz.
Retretos por smbrolypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaea para
pulcetra*. aIRnetes ou caasoletss. Na mesma e
casa existe am completo e abundante sortimento miris. ^
de artefactos rrtncezes e americanos para a col-
locadio dos retratos. Ha lambem para salo mea-
mo Uro cassoletaa e delicados alfioetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
personagens da Enropa ; alereoscopos e vistaa
stereoscopicas, assim como vidros para ambrotypo
e chimicas pbolographicas.
1
Diroito, presia-s* afana asta ano a lee-
nooar n*s panto* do* acto*, o*il* i
o aeu prestimo so
Per-
A.ugam-se ai lojas do sobrado n.
*i na ra d'Aurora: quem pretender -
dirija-sea' oaestna ra casa n. 10.
Monte Pi Pepular
Quarla-feira 23 do corrento harar
Iraordioaria da assombla gorsl poro
do diacusMo dos *atnioaa* : o* anaM
qoeiram comparecer p*Un 7 hora* d*
referido da, aura da tomaros* serte nona
Ino, certo de que logo a* dt*ana* a
cada comecorio oo Icaanla** asndat i
nao comparece rouitos socto*.
Secretaria do Monte Pi Popolar Pe
no 2U de outubro e 1861.
Joio Frai
on
ofotlnr
Quarta-feira 23 do corrente.
N. O. Bieber k C, successores, Tarao leilo por
interveocio do agento Antenea e por coota do
quera pertaocer de orna grande quantidadode
calcado para homsm o senhora, eicelleatea so-
lios e silhes, varias qualidades de chicotes etc.,
etc., em sen armasem ra da Cruz do Recite as
11 horaa em ponto do referido dia
LEILO
Aluga-se o primeiro aoac do i _
de Apollo o. M, que.Ice esa boato ato
va, com commoihi para graoa familia'
oa ra larga o Rosario o. 84.
Jos Alfonso Ferrol ra avian a >
ioteressar, qae o terreno do Apianes*
do sitio doZooque lhe pertenee, o qae
alli podo tirar barro aem orden sea ; faz-a* <__
aviso para vitar duvidas on ignorancia, ca* ter-
reno est arrendado ao Sr. Ciaeio Be
Precisa-e e nano ansa a* ndon
e comprar; na roa Nova n. 33.
Aluga-*e am mulato de lt _
qu* cozioha aoffnvetmeale o ia* i
Mooarn; troto-** oa ten
O Sr. acadmico Jo3o Antonio Al-
ves de Carvalho, Gllto do Rio de Janeiro,
queira vira' loja da ra do Crespo n.
8 A, a' negocio que nao ignora..
Pede-se ao Sr. Enciclopdico da
loja que nao encyclopedica que mande
tirar o diploma depancada bestialo-
gico encyclopedico, porque ha muito
lhe foi conferido.
O naneada da encyclopedica.
aria Kusa de Vitoree
Qlhis manifestara ana gralidae a
pessoas que lomaram porlo na ia
ddr de que ae achara posatiinon o lato tas
ram o obsequio de asaiatir s ezeqoias *
missa pelo eterno repooao do seo falleci*
marido e pai Luiz Fraaciaco de Saa
Silva.
Gneros
DE
a*
lima parte de un sitio
com casa de vivenda, e
de un eserm
Tera-feira 22 do corren-
te, s 11 horas em ponto
PELO AfcENTE
GUM4RAES.
O referido agente eto seu armazem na ra do
Imperador o. 37, far leilo no dia e hora cima
indicada de orna parte de um sitio com casa de
vivenda edificada ha tres para quatro anno* **n
o lugar do Peres, lendo duas salas, quatro juat-
tos, cozioha, coebetr, coniaaba sfagua doee. p*t-
to do forro, e muita arvor* novas fruaifrr**,
ooMrO,ter, ele., e de oa crsro ptimo toftrei-
re, que entende perfeitamente de massas.
"E Umbem
do todo quanlo se achar notante tai o dito seu
armazem, consiatindo em aovis, perfumaras,
*iao, roupa faite, o metas outras coueaa.
D8
MOVIS.
Terca-feira %% o comente.
Coala Carvalho fat leilio o din cima as 11
horas em ponto, no sobrado do pateo do Terco n.
23, de todos os movis que alli so encontraren),
cooslstiodo em rioas mobilias. guarda roupaa e
louca, lavatorios,camas francezas, secretarias e
esselhoa. eadeiras avulsas, lou;a, vidros, diver-
sos objectoade ouro que seria enfadooho men-
ciona, asaegursndo quo ser entregue ao correr
do martello.
Graade leilo
DE
de estiva.
(Sem limites).
_J. Praeger & C. em liquidacSo far&o
Ieil3o por intervencao do agente Antu*
nes, quinta feira M do corrente no ar-
mazem da ra do Apollo, defronte do
theatro, dos seguintes gneros, para fi-
na Usar a sita liquidacao, a saber :
'Presuntos de fiamb e :
Cognac em barns e em caixa.
Queijos suissos novos chegados ha pouco
tempo.
Sherry em barris.
Cerveja ingleza.
Vinagre era quartolas.
Ditoem barris.
Ditoem pipas.
Fumo americano picado.
Whisky americano.
Vinho de Bordeaux em barris e em
caneas.
Ervilhas em latas.
Sardinhas
Vinho do Porto em es xas.
Absinth em caixa de superior qualt-
dade.
Ktrsck em ditas de dita dita.
Tinta para escrever.
Sherry cor dea 1 em caixas.
Champanha em gigos.
Licores em caixas.
Chocolate em-caixas.
Octaviano de Sonza Franca e D. Fran-
cisca de Paula Havlgoier, cordialmente
agradecem a todas a* pessoas que Ihes ob-
sequiaran) no doloroso transe do passa-
mento de sua muito amada e querida es-
posa e Dlha D. Mara Augusta de Souza
Frauca, o a todos que prestaran) o caridoso
obsequio de acompanhar os restos morlaea
ao cemiterio publico, e convidam a todas
as pessoas de sua amizade a prestarera
ainda o ultimo de aasistirem a mise do
stimo dia quinta-feira 24 do correte as 7
horas da manha no convento de S. Fran-
cisco desta cidade.
LEILO
BE
tfenoH
i Interine.
Btrectorl* igwat da tnstt-iic-
?jopobliea.
io se fsz oonaUr i as aellas
4""*|H "sr"J*|!Ovo*nMea, droeto.
m^Bi oatoj.oarueaUrea
I* PMiineios
I ot anana* 4
GOJIPAHIA
Nav^*pfto
PamJabo, Rio Gramc
Acarac* a Miaja..
Krtamm meto eboo*.
ahiri par* o* porto* do porto 4* !*/#* nndi 7 ^o-iiai*naai|ns <*Nhani'
M
Miudezas, ferragens e
perfumaras,

_
Terca-fara 2^ do corrento.
?BL&k(RJitit
e movis.
Quinla-feira 23 do corrente
as 11 horas.
Carvalho tara' leilo no dia e
hora cima mencionados, em seu arma-
tem da ra do Imperador n. 35, de rima
rela^So de dividas a qoal estar* pnren-
e aos pretenden tes.
NA MESMA OCCASIA'Q '* fc
JeTOn^rtcrjf movis, como ierr"mo
ilian a tt XV de amareHo, camas
naeam-ienfM arulte*, ^rda ro-
pa e louca, comrjodas e secretar as, me-
san elaecas, mesas para meie de sala,
entadonlio mencionar
i ica
*a*e*F*aeoeo tjv/wv ovn**Tenu**, nsjf
9tmm**mm*li mv pe* 'tt
W^^^*nHaaaWas*oWwo m&' IW aTsaMrBlSV fl*t T% '
!>Cr*JaTK
ruH: -''
U abaito aasiguado pariecipa ao respetlavel
publico, e priociplmente ao commercio, que se
acha na ra larga do Rosario n. 25 de posse da
casa de pasto por compra feita ao Sr. Antonio
Benlo 'Araujo, ten lo vendido o seu estabeleci-
mento do Forte do Mallos, e por isso, tanto para
pagar aos seus credores, como pira recebr o
que se lhe deve. dirjam-so ao dito botequlm.
Anders Blanco.
Quem annunciou ter duas escravss para
vender dirija-ae & ra do Sebo n. 15 das 7 s 9
horas da manha, e das 4 da tarde em diante.
Antoi.io Jos d'Arantes tem contratado com
o Sr. M moel d*Azevedo Almeida a compra de sua
taberna aita no largo do Paraizo pela quaolia de
seiscentos mil ris com o prszo de quatro me-
ses, com a coodi(ao de flear o mesmo senhor
dentro della como administrador, e para lhe ser
mais fcil a liquida cao do seu activo e passivo
Se alguem ae juigar com direito a impedir este
oegocio, ou a qualquer reclamafSo, aonuncie por
este Diario ou dirija-so ra do Livramento
n. 16.
Pede-se ao Illra. Sr. Joaquim Silva Mooro
o especial obsequio de comprar mais urna meia
duzia de capotes, para complelarem a bella m-
sica |com que S. S. se digna mimosear os seus
pacientes visinhos.
A abaiio asslgoads faz sciente so respeits-
vel publico, que nada deve, e quem se conside-
rar credor della queira deotro em tres dias apre-
seolar a* suas cenias para sor pago.
Jaliana Maria da Cooceigao.
Do poder do abaixo assigoado deseocami-
hou-se urna letra de quaolia de l:0O8#00O rs.,
vencida eos Io de fevereiro do corrate nao, ac-
ceita pelo Sr. Francisco das Chagas Cavalcante
d'Albuquerque, e endossada em brusco pelo me-
me abaixo assigoado. O accettante j fei prevenido
e acceitou nova letra, o per isso tica de neohem
effeito a referida letra. Recito 21 de outobro de
Neei
Pedro Cavalcante d'Albuqnerqne Uch.
Aluga-se urna cas taire* no lugar de S.
Anna de deotro, com com modos sufflcientes para
grande familia, e o legar o mais saudavel para
a saude : a trstar no paleo de S Pedro n. 6.
Alugam-se as casas n. 13 da ra da Cruz,
n. 2 B da rus de Apollo, e n. 193 da ra Impe-
rial : a trstar na ra da Aurora n. 36
Subdelegada da freguezia do
Poco da Panella 21 de ou-
tubro de 1861.
Atha-se nesla subdelegacia um cavallo russo
sujo, com pintas a pedrez, castrado, o qual lora
tomado no logar do Brejo por furtado: a pes-
soa a quem o mesmo pertencer comparo;a nesta
subdelegacia, a qual justificando, lhe seri en-
tregue.
Jos Goncalves da Ponciuncula.
Aviso aos senhores habi-
tantes da villa do abo
O abaixo assigoado, arrematante da afericao no
corrente exercieto municipal de 1861 a 1862 des-
te municipio do Cabo, avia* a todos os senhores
de eageohee e mais pesaos sujeitas a esto im-
poeto, quo de boje em dianto so aeha aborta a
aterido ora casa de sna residencia,, oa ra da
Matriz dssta villa ; o qu* porm nao poderem
mandar ao lugar indicado, se sojsitarao a* es-
peaaa do transporto o oo>o*ciaBte, en atpeea
por ello eompeientemeate eetsrijodo ; devendos
portante, es que nao qolzorem iaeorror neose ac-
cressimo do desposa, manear at o fia d* no-
reateo vindeor* casa de aeoeociarjte. O mee-
ao aborto Maanado provine taabem qn* es ha-
bit*ntee*te SDoaitoio nao pagaeo* dito iaapee-
loem oulr* meoicipio, oeavoenade neeare*) se-
guoda voa coa* todos as daipoooo. Villa ooSt-
bo If dn ou totee o> liMifl
Je* Jcretrlnto Perteira.
Preoiao-ae da easatnoirn- a trotar na roa
osiatrtadatoa VteoeVltt.
Oomiees* Faroaade* Crllto sanee wrs o
Awftno tetne*.-
Acha-se contratada por vooa a case Oo roa
do Colovello o. 12, qae se scha novo
d* o sem numero ; a pessoa qae livor ato
alguma duvida a ease negocie, irijo-se o rota ato
Aragion. II, no prato de tres na*.
Alega-so o segeodo andar o ota* ao roe
da Penba, lado da sombrs, coa 9 qoartoo, 4 so-
las, piolado de novo, o a loja de tres porto* oo
ru* Direila n. 9 ; a tratar ao mesmo sobrado, ov
o* ra atrae a matriz da Boa-Vista a. 91.
Paga-so boa a om rapaz alo pone* Mnde.
que queira servir o criado oa* pessoa persa
cenle a marinha, adverltndo-se que ficara iseotu
de qualquer recrutamenlo. podeoo sspali so
quando lhe approuver: trata-so na rus do Ara-
gao n. 11.
Furtaram do estra*ra do Trillas* de
cootendas (la via-ferrea] na madrugada o Id o
correle, um cavallo ruco ea boas
tamaito regular, e pos graodo*, te
queno incharo lo lagar da anoto, bocea *
pretoa, canda compria, oa* *a*geiou
* de ferro no qoarto direilo. O ladreo levav co-
ai*a branca caiga prela : qoea appreheoor
dito cavallo, aer bem gratificado.
Aluga ae para passar a (esto oa* boa can
torrea na povoae,fto do Mooteiro, cea* 2 mm, 4
quarlos, cozioha fora. cacimba, qoartoo pora es-
cravos, 2 quiotaes murados, com aabia pora
rio: quem pretender, dirija-so ao armases* de
Travasso Jnior &C. na roa do Sebo a. 43.
Precisa-se de ama ama para cozinhar o dia-
rio de orna casa de pooca familia; a trator oa
ra da Cruz do Recite n. 31,

coreas.
4lleflCafl
j_

O abati assigoado tas actoeto o* ro*nnt*el
put)lico._ que no dia 19 o corroa!
seu irmao ido no trapicho comprar i_
e como elle compra*** tres barris.
gou em casa os preto tiobaa eotregae i
por isso roga-s* a qo*m for oao 4* ea'
que se dirija a ra do Auroro a. 54, oo i
tregua a aoo dooe, dando ello oo mi
tente* e pegando os aoaaoev**.
Custodio Altes Borigo**
Prsciso-oe o trabalhoor o pooria.
entenda perfeitamente do trafico o aasiio .
ra larga do Rosario o. 18. padaria.
Escravo fgido.
Acha-se fgido desde o dio 19 4* corralo, da
poder do abaizo assigoado, osee escravo crtoato.
de nome Cielo, estatura baiza, cor preto, O i la-
de de 19 20 annoe, tem o otee assjoWdn
aportado do qoe o direilo, prorantonto
a d'olhos, moii lodiao, gtogoer, asese ter o
escrever mal, anda calcado. i otilla-oo per tor-
ro, di nome dn Ciato Grillo a Ser*, actto-
va-se trabalhando como official do upateir* ne
officina do Sr. Aoloaio Jos Moroira Poatoo, en
ra dos Quarteis, lendo chegado a Babia ha seto
mezes, pouco mais oa menos, eos* sao oito *-
Dhor, o d'oade natural.acbava-so j aqoi osom-
to relacionado quera o appreaoeer. polo Vva-
lo i ra do Caldeireiro n. 8, neo ser ri
sado. Aprieto Jos de Suva.
Dessppareceo ao dia 10 do i
segunda vez, depot* do kavnri
detenco, o escravo crioulo, e lto* 991
pouco maia ou nsoao*, e aasne Laeiaaa, atara 1
da feira de Soat'ABBia, praviacio
os signaea aegn-ate* : oboes tsseao. altara re-
gular, chelo do corpo, tranelaa** om Saeta Ao-
lonin, ora de ganhador ora da aerveato aa* ates
do S r. Heorique Jorge. E* ente a segaena ros ^mm
foge depois de havor sido capturad* a f e-'A-
Iho, dizendo qu* pertoacu o algaa
engenho daqoclke lagar: p*d* o*
todas as autoridades policas* oa o ees* naer
aue o encontr, e appreeea* te n tova-to 1 sea
dos Pires e. 24. qo ser
e I
Caieoe*t,ia*>i*raT*
b achorcl Wiimuvi* pe-
de ser procurado aa ran
Nora d. 29. sabris ato en-
quia qon rollo para o
cambo* do Corao.
Relojoaria.
Ra estreita do Rosario n. 19.
Joaquia Barbos* Coparan*, i
ftonheeido noel* onda
hetocoQ, continA ciesaOri
presos com modo* todo* o* el
sai srl*; boa aaaja concrt o otan i
de vento. Unto 40 eansuto*
fatendo o collocshdo de novo
Ihelas qae por ventara ss toohia i
le mesmo estarWoaiaonto a a
ana.
totes coocorUua-se
ornaos huaooiooos (
Filhos, do Paria, ase
flnu insanas, perfamirlu,
i>
aaBfemamK^^Ma^aamn a^aaaaBBa*amaaa a ^^^ba ^k^
T*^avaBsaat^*etTa*VrTanTTjrjmx^iTjo'. autUirnO
^tivel ente a rodas das ultimas
iafasssltai i >osmlosl aatr-Pr* = (dPtV
meira e w*mwmmf*k 'pmm
llSt
IpiVi
| Jial. a* qn.
T.toi*.
Attoi4-ao.
que aa ochsraa aoteadao, i
(araen algoap oo sen ac,
Attencao.
Pr*i-** 4iJMaL'aaid qna saiba coatohi
n roa M*va n. t,toia.-
Pto*ssnasn aluancaooa _
r. Livraaunto n. IV, aosj^^^B
ssr s*
13, sratMB.
aaa*JSaBfeaBBUO^JSBSBSBaaB^L^ ^
.. invonio aseara ana
if
h s ras o Trspana. d-s*'bom lu|u*l,ua*Tnn
'TifiOn,


m

DE
As caspas e a
O fofTrimeqlo do

AfiiIM!
DE
mm*

lavada;
40 ria.
Roupa de {mili, indistinctamente, pecat grandet e pequeose. .
Roupa de savioe, vaporea e boipiUei........, .
Pecas grandes isoledanenle cono leocoes, toalbas de meta. .
Roana de drate de familia, que nao seja fregueza......
Houm misturada que alguem sen ser treguez exigir que ae lave.
Usa reode iodo coa maia roupa............
Una rede iaoladsneate.............
TJai cortiuado de cama de caaal fiado com mais roupa. .
Un dito dito iaoiadaaieaU......., .... ;
Un dito dito de eoltetro oa veranda. .. .
Un dito dito isol admente.............
As pesases quenio quicerem mandar engommar toda a roupa, o laboratorio encarrega-ae
de mandar aogonmar aa segulntes pesas, pelos aeguiotes precos
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ris
ao >
160
soo
140 >

600 ria.
:
280
160
200
120
460
40
Vestidos liaoa.
Seite.....
Camisas de homem
Galeas.....
Colietes. ,
Pitetots. ,
Colarieboa.
O laboratorio encarrega-ee de eogommadoa de objectoa de aenhora os maia delicados, e pa-
ra iato tem ja ceetralado aa mais habis eDgommadeiraa naetonaea e ettraogelras, que entre nos
exittem.
No ptee dos engommados de roupa de familia, excep uara-se os vestidos, golliohas, man
gitos e mata otjeclos que forem guarnecidos de rendas, babados, pafos, rifas, etc., etc., bem co-
mo os cortiaados de berco, cama, veranda, que se pagaro segunlo o ajusta.
Qualquer que exigir roupa somente lavada, ou tambem engommada, com maia brevidade
qee a desigaede, pegar maia 25 por ceoto sobre o prego.
O praxo na entrega da roupa ser por em quanto 8 das depois do recebimento, e da lavada
engommada 15.
A roupa de familia seri Uvada em machina separada da dos hoapitaes, e as pessoas encar-
regadaa do servido da roupa serio mulheres.
Os proprietariospagario qualquer pega qoe se estraviar, eaflancam que a ecio daa machi-
nas inteiramente inoffensivs.
Qualquer que mandar roupa, recebar um vale do numero de pecas com a declaracio do im-
porte dalavagem, o qualseri restituido com o.competente importe na occasio de ae entregar a
roupa prompla, se ni o que ests flcar depoaitada.
O eslebelecineuto encarrega-se de tirar nodoas de qualquer natureza, preeedendo um
ajuste.
Oa proprietarios rogam a seus fregaezes o obsequio de maoiarem roupa sujs, apenas rece-
ban a lavada, para assim manler a regularidade do servido.
A entrega e o recebimento da roupa 6 oa casa de banhoa, no pateo do Carmo, em lodos os
dias uteis das 7 horas da maohs s 5 da tarde.
do que cimasas super
nrogressinaneote a a
Tznente vemos demonstrsdo no mriar^^H
de pessoas que habitan con especialidade o
paites quedes, nao s como resultante da pre-
disposi(aoogicfedeeMdl^nkliridu(i|como tam-
bem por precederlas rielo SouedFsseeio, e o
meio preveetive at entfceeceBheetdo para in-
nutiluar os eTeitos que Stafiamenf* encontra-
mos as cabecss das damas e cavalleiros. O tri-
copherous, prepsrac&o norte americana tem o fe-
liz efleiio da fsier com que estas tecrecoes se
dispem, eaapediado o continuo desnvolrimen-
to, fortiQcaade as raiies dos cabellas, tratendo
por eaae nodo a Heopeta da cabeca, a gara otead o
com especialidade o bom resaltado, sera qee na
extraccio das caspas se possa tener sofTrimeiitos
consecutivos, devide sen duvida a panza de sus
composlcao. Recommendamos poilanto esss ex-
cellente descoberta, afim deque possam as pes-
soas quoeoffrem de ealvice originada petas cas-
pas, e a aquellas que ambara nao soffran de eal-
vice, veem-se atormentados de to incommodi
aecreQio, procuraren o preconlsado trieopheroos
na ra do Queimado n. 6.
Precisa-se de urna ama captiva ou Uvre
(preferiodo-ae a captiva) para o eervico de urna
casa de familia : na ra de Imperador n. 37, Io
t^Rfa^o^tff^ofS^fSciofJ
commeodador Antonio Laiz Goocalvea SJ:
*J Farreira, sito no Mooleiro, o qual tem x- *)
S cellentes propones para pastar se a tes- sj)
ta e produz lucro : oa pretendentea dirt- an
jam-se a ra da Imperalriz n. 14, terceiro m
% andar, ou a ra Augusta n. 43, seseado 2
andar. aa

Aluga-se urna escrava, que cosinhs, lava e
compra na ra : na liba doa Ratos, ra do Seve,
ou ma da Uniio casa n. 1, virinba ao grande
edificio que se est fazendo para o Gymnaaio Pr0-
vincial.
*** ***
$p Pede-te ao Sr. padre Abran-
9 tes que tenha a bpndade de vir tj|
a ra do Crespo n. 8, loja, a $
% negocio de seu grande interesse. A
****** ****** ***
Quem quizar dsr a prenio a quintil da
5O0#0OO, offereceodo-se.por garanta duas escrava,
pecas.^annaneie
Pela supetiotendeecia deata conpaehia se
commuoica ios Srs. accionistas possuidores dss
acedes cujos nmeros vio abaixo designsdos qae
pele directora fica marcada o prazo a contar
deata data at 31 da dezenbro do corrento aano
para satlsfaserem aa respeclivss eatradaa en
atrazo, e qua Bndo csaa prazo en a realisacao
daa entradas ser o ditas aeces, de confornidade
con oa estatuios, confiacadaa pela directora de
ceeordo con aa anerteles j publicados.
30 acedes de 49.316 a 49.345 inclusive.
10 50.940. a 50,348
30 4^111 a 48.2*0 >
10 48,39 a 48,878
50 48,848 a 48.895
I 5S.I65 a 52.176
52,245 a* 52.88
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro,
Inito deposito no botica do doaquim MartiuVio
do Cruz Correia., ra do Cabula n. 11,
o Pernambaeo.
O Dr. H. Tbernes (de Chalis) antigo pharmaceutico aprsenla boje ama nova preparadlo
de ferrocom o nomo de elixir de citro-lactato da ferro.
Parecer ao publico un luxo emprecar-ae um meamo medicamento debaixo de formulaa to
variadas, maao honen da sciencia comprehene a necessidade e impoilancia. de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de multa importancia em therapeutica ; um progresso immenso,
quandoella, maniendo a easeocia do medicamento, o torna agradavel, fcil epossivel para todas aa
idades, para todos os paladares e pars todos oa temperamentos.
Desnanrosaa preparacesde ferro at hoja coohecidasnenhuma rene lio bellas qualida-
des como o elixir de citro-laclado de ferro. A seu sabor agradavel, rene o lomar-seem urna pe-
quea dose, e ser de urna pronpta e fcil dissolucio no estomago, de modo que completamente
atimilodo; o nao produzir por causa da lactina, qoe eootem m ma ComposiQo, a coostipagao de
?entre (requeoiemeole provocada pela outras preparacoes lerroginosas.
Estas oras qualidades em nada alteran a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico ae nao pode dispeusaa em sua clnica, de Incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedadea taes, que o pratico possa prescrever aem receto. E' o
que cooseguio o pharmaceutico Thermes com a preparagio do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoja o primeiro lugar entre as numerosas preparares ferroginosaa, com o
atiesta a pralica de muito mdicos distioctos que o tem ensaiado. Tem aido empregado como im-
menso proveito naa molestias de languidez (chlorose paludas cores ) na debilidade subsecuente as
hemorrbagiaa. naa hydropesiaa que apparecem depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
por debililade, as peroles brancas, na escrophula, no rachilismo, na purpura hemorrhagica, oa
convalesceocia das molestias graves, na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o saogue ae acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, aTeceoes chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancroaa, syphllilica, excessos venreos, onanitmo e uso prolongado das precauedes mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo mui frequenies o sendo o ferro s principal substancia de que o
medico ten d laocar mo para as debelar, o autor do ciiro-lactato de ferro merece louvores e o
reconheciment da humanidade, por ter descoberlo urna formula pela qual se pode sem recelo
usar do ferro.
CONSULTORIO ESPECIAL HOIEOPATHICO
DO DOUTOB
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias atis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguioles noleatiaa :
mokttiat datmulheret, moleitiat da crian-
a, molestias da ptllt, moletiiai dot olhos, mo-
iestiat syphililicat, todas as especies de febrtt,
/cores intermitientes nuat contequtncias,
FBABJUCU ESPECIAL HOMEOPATH1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhicoa pre-
parados son todas sa cautelas neceasaras, in-
talliveis em seus effeitos, tanto em tintura,como
en glbulos, pelos precos nais commodos pot-
siTais. ^
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem tora delta sao falsss.
Todas as carteirae sao acompanhadaa da um
lmpreaso com um emblema em relevo, teudo ao
redor aa aeguiolea patarras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Esta emblema posto
igualmente aa lista doa medicamentos qoe se pe-
ala, Aa carteirae qae nio levaram esse impresso
assim marcado,emborateuhan na lampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos.
I
B. H. Brama*,
Tbesenreiro.
Consultas medicas.
gM&NerMsV
Dentista de Paris.
15 Ra Novo15
FredericGautier.cirurgiiodentitta.faj
todas as operaedes da sua arta ecollocaj
dentesartilciaes, tudocom a superiori-t
dada eperfeifo que as pessoasentendi-j
das lhereconhecem.
ren agua a psdeatifriciofete.
Aluga-se o.- andar da casa da ra da Ca-
deia do Recife o. 52, nuito proprio para escrip-
torio, ou norsdia de pequea familia : 4 tratar
no primeifD andar da casa a. 50, da mesma
ra.
Ama.
Precisa-se de urna escrava qae saiba engom-
mar bem e cozinhar: na ra da Senzala Telha
n. 67, aegundo andar.
Altenc&o dos poderosos.
Faz-ae todo o negocio cam am carrioho (vic-
toria) de 4 roda, que atada ata prestuu tervi^o
aiSum, orn ma rlea parelba de cavsllos' pelos
e gordos: quem quizer paaaar a festa com taes
objectos por prego mdico, pode ir ver e tratar
na cocheirada rus do Imperador o. 19.
Jos Nuniz Tt-ixeirs Guimaraea, agente
de leilo prximamente oomeado pelo
meretisaimo tribunal docommercio eea-
tabelecido com eacriptorio e armazem na
ra do Imperador (oulr'ora ra dt Ca-
deia] n. 37, offerece seus tervicos so res-
peitavel corpo commercial. a seus amigos
e a todos em geral que quizerem hon-
ra-lo com sua conhan^a, assegursndo-
jhes cumprir bem e fielmente as funeces
inherentes ao sen enprego, para o qae
nao poupari esforcos a bem dos interesses
de saus commileaies.
Serio dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de Si Pereira no seu 6scriptorie, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at a 10 horas
da mantisa menos sos domingos sobra:
1.* Molestias de olhos.
1.' Molestias de corceo e de pello.
3.* Molestias des orgaoa da geranio e
do aaus.
O exame dos doentes seri feito na or-
deno de sujs entradas, comefiando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos ehimicos,acsticos e p-
ticos serao empregados em suas conaul-
ta;oes e proceder com todo rigor p pru-
dencia para obter certeza, oa ao menos
probabilidade sobre a sede, naturesa e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de IraUmento que deve deatrni-la oa
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza qae tem de sua verdadeirsquslidade,
gpromptido en seus effeitos, ea necessi-
dade do seu em prego urgente que se usar
delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operacio qua
julgar conveniente para o restabeleci-
mento doa meamoa, para cujo flm ae ache
irovido de urna completa collecco de
oatrumentos indispensarel ao medico
operador.
s
Deeaocamiabou-aa urna trem* com variaa pe-
as de. roupa cota as marcas P. B. a J. N. B.,
cuja trMia fot entregue ha am mez e tanto a um
caooeira do Parlo da Canda para entregar nee
Apipueoa, a ana lavadeira por nana Rota: gra>
tifies-e bem a quem toaber ou noticia dar da
mesma roupa na ra dd Imperador cass p. 48,
S* andar.
As crdores do
Buarqu.
OS abaixo assigrudos, crdores enesrregados
da hquidacio da maesa do toado snoel Buar-
pue de Macado Lina, nao podando at a presen-
te dala liquidar negocio .algum da maesa, por
embaracos que se spreseoUm provenientes das
transaccoes do finado, que d pretexto aos deva-
dores a se negaren ao pagamento ; a nao po-
dendo oa abaixo aaaignadoa, visu disto preen-
eber a missio de que esli eacarregados, oto s
porque se faz preciso assr dos malos judieiaes.
urna vez que os devedores da referida massa ae
negam por bem psgar, como porque os absixo
signados nio podem por en pralica a cobraoca
judicial pela falta de meios pecuniarios : sssin
assenteran convocar todos os crdores, para
no dia 23 do correte, s 10 horas en ponte, se
harem no eacriptorio n. XI da roa da Cadeia
do Recife, e de commum sccordo deliberaren o
que'vacharem mtis justo.
Recife, 17 de outubro de 1861.
Praxedee da Silva Guarni.
Gurgel &P*rdigio.
Lourenco Luiz daa Neves.
*** Alugs-se a loja do sobrado n, 25 silo na
ra da Praia de Santa Rila : a tratar na ra da
Cadeia n. 62 segundo andar.
3
A Eeiliceira.
I
OOOOOOOO O 009090
{Gabinete medico cirurgico.g
Rua das Flores n. 57.
4*1 Serio dadiaconskltas medtcas-cirurgi- aa
ca palo Dr. Estevo Cavalcanti de Albu- m
querque dse* aatO horas ds manhsa, ac- 0
cudindo sos chamados com a maior bre- a
vidadeposaival,
! Parios:
2.* Molestias de pello.
4* 3.* dem dosolhos.
4SJ 4.* dem dos orgos enilaes.
^ Praticar toda e qualquer operario em S
^ sea gabinete ou em caes doa doanlee con- a*
gj) terne Ifcea fdr nais conveniente. m
#
Anda ei> per singar o sobrado na rus ds
Trenpe n. 7, que se linha annundedo oeste Dia-
ti6 : quem o quizer singar dirija se rua do Co-
lorello d. 49, qae achar com quem tratar.
Attencao.
Joequim Cavslcsoll deAlboqoerque Mello Pi-
Mm nadoa han residencia para a roa larga do Ro-
aarioo.aS, andar.
fio H allrna pr sea no dia 29 do correa Ve oa
ala das audiencias, peraote o juito de orphias,
psra aeren arraigtadwfpr ejteeuaio qBa m9Ve
Msooel IfsrliiVfoazi cdntra o eml do fallecido
orooel Francisco Manada de Almeida oa eacrs-
voa segoiates: Thereta de naci, coa 58'annos
al idada, asaltada em 6009. loaona, crloola, com
i de idsde, avallada em 1:460, Manoal,
com 40 aonoe de idade, avallado
Drama original bratileiro em 5 actos
por Astolpho Franco Pinto Bandeira,
assigna-se na rua Nova n. 11 a 3$ por
exemplar.
Importante
Atso
Na loja de'4 portas ds rua do Queimado n. 39,
acha-se um grande arms7em com todo o sortl-
mantode roupas feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna officina de alfaiate, estando encarrega-
do delta um perfeito meatre vindo de Liaboa, pa-
ra deaempeohartoda e qualquer obra que ae Iba
encommende; por isso que faz am convite espe-
cial a todas ss nassoas com especialidade aos
Iilms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exrcito. '
Faz-se fardas, fardes com superiorespreparoa
e mullo bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
dameoto todo completo conforme se osa no Rio
de Janeiro, lano que tem oa figurinoa qae de
l viaram ; alm disso faz-se mais easaquiohae
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colietes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maior a da cavaHaria, quer seja siogeloe ou
bordados a espequilha de ouro ou prita, todo ao
goato da Europa, tambem prepara-se becas para
desembaraadorea a da qualquer juis segundo o
estylode Coimbra aande aa tasen aa melhoree
tonhecidas at hoja, aaaim como ten muito ricos
daeaahoa a matiz de todas ae carea proproe para
fardamemo de pageoe ou cradoa de ubre que ae
far palo goato fraaceza. Na meama casa ea-
carrega-ae ale fazer para meninos jaquetas a
francesa bordadas ao mesmo gosto. Afflancande
que por toda aa Ac reepoaaavel cono aeja boas
aseodaa, be feito a boa arte, nao se falta no
dia qoe aa prometter, seguado o syatema d''oste
velo o meatre. poie capara a honros visita doa
dignoa aenhorea visto te nada perdn em es-
perimeotar.
Na laja 'egaiaJU oit^xoa'ala Cabug n. 1 B.
receben un con palo o. tmenla de gollinhss da
niaaaoga, sando de todas sscores
Precisa-se alagar orna prcta.oo pf*te,qoe
alba render narof, para an sitio; assim como
^^Willsntt Glenio, aubtido lagles. vai i
BBtaV
Attencao
s9
Precisa-se alugar una ama de meia idade, que
aaiba cosinhar bem, para urna cata de pouca fa-
milia : a tratar na rua do Trapiche n. 18.
Aluga-se um sitio
oa Torre margem do rio, com boa casa de so-
brado, estribara, cocheira, cacimba com boa agua
de beber, con bomba de putar agua, nuitas
frucleiraa, capim para 3 ou 4 cavalloa, excelleote
banho do ro, etc., sendo psra fanilia capaz, e
que qoeira morar uelle todo o anno, aluga-se
muito barato .* quen pretender, dirija-te a rua
Nova n. 15, primeiro andar.
Manoel Altes Guerra saca sobre o Rio de
Jaoeire.
PADARU.
Aluga-se s padaria da travesea do Pires, a qual
est prompta de tudo, com muito bona commo-
dos, e est anda trabalhando, aendo sea aluguel
muito commodo ; a tratar na rua da Senzala Nova
sumar nn
Siio na Ca punga.
Aluga-se um sitio na Capuoga-velha, doSr.
Sarlholameu Francisco de Souza, perto do ro,
com cocheira, quaitoa para prelos, etc.: quem o
pretender dirija-se roa larga do Rosario n.
34, botica.
Precisase de urna ama, preferindo-se es-
crava oo portagueza: no paleo de Terco n. 26.
Precisa-se de an portuguez da 14 a 16 an-
uos para ciixeiro de taberna, e que tenha prali-
ca da meama : na roa daa Gruzea n. 22.
Na rua do Alalbo o. 3, atraz da eaisa d'a-
goa, ha para alugar-ae um excelleole copeiro.
Aluga-se o segundo sndsr da cass n. 15 ds
rua do Vigaiio : a tratar na mesma rua o. 18, ta-
berna.
Quem annunciou vender una preta boa
quitandeira : dirija-se rua Nova de Saola Rila
n.65.
Curso 'algebra.
.0 profeasor de natbenalica do gynnasio pro-
vincial pretende abrir oo dia 4 de novembro um
curso! d'algebra ; os Srs. estudantes do Curso
Commercial que quizeram freqoeota-lo, dirijsm-
ae csaa da sua residencia na rua Direita n. 74,
para serem matriculados O exercicio d'aula
principiar no dia indicado, haveodo numero
sufficiente de alumnos, e ser de msnhia.
s
Milita allcncaTx
A absixo sssignada fas adeata ac rea-
peitavel publica e ana faWstnicc a lanaa fm
aquellas pessoas, con qaen traen eatt-
Ua ou iraneaccoea qua ella ale lea
presentemente divida do Balear ana aagas- \
na e que algunas latirs snac heosvate |
assigoado para si, e se acocan tea*-1
gaa, bem cono alganaa oaa^__
que tem endolado por favor, 01
seus filhoe e genroe. (nio taCaj todca 2
se schan pagas; e cono aa considera occ '
dever a niogoan. tanto to I
cono por leilras eadecadaa a >
filhoa e georos, han eoni
outros qaaesqaar ltales,
peasoas, por isso faz a ora
racio. No caso porn de nio i
cer assim, o que aio erivef,
ver alguna leltra ou ootro qMiaa* i
cumento, qua se conatitua eco erad
queira immedialeneale spraecsrU-lc
mais tardar oestes 30 dias, no cono do su
residencia oa roa da Aerara u. 84, ana
verificado verdadeiro as
tinento e psra qae alo
das para o futuro o n
eua norte qoe fas o prsenle i
e declaracio solemne para qoe i
aeja quem quer tor, ao chana o
rancla. Ootro ain, qaen qacr qae so
julgar credor, lera a bondado ac <~
rar por eate Diario. Recife do
bro de 1881.
Mara Theodera d'i
Arreoda-se an sitio na Tarro.
cass nuito graodo, campia para vaccao, oes aviav
mento para feriaba, graoCe alaataca m aawtke a
mandioca, e jaotanaoto acia
quem pretender dirija-so oo
Aluga-ae o terceiro
sita na rua do Amorim
deia n. 62.
~T?TTTTTT \
andar da caaa n. 87,
a tratar na rua da Ca-

*
X
Aluga-se
35-Rua larga do Rosario-35
Francisco Jorge da Silva Prannos, dentista de
Liaboa, colloca deotea artlficlaes terrometallicoa,
iocorraptiveis por todos os systemas, scerta e
endireita os disformes, assim como fsz todas as
operaedes da sua arle o que eiecula com a maior
delicadeza, perfeicao e primor para o que pode
ser procurado tanto para a capital cono psra fora
della.
urna cata na Torre para passar-se a feata, com 2
aalas, 3 qosrlos, copiar, cotinha, e quintal mu-
rado, com estribarla, perto do banho; quem a
pretender, dirija-se ao mesmo lugar, a fallar com
Francisco Jos Arantes.
No beeco da Boia n. 2, no Forte do Haltoa,
precisa-ae de um bom cozinheiro ou coziohetra.
A. J. Pereira Leile retira-se para o Mara-
nhio.
Precisa-se de om caixeiro qae eotenda de
taberna e que d Dador, assim como nio se pora
duvida em dar-lbe sociedade na casa que tenha
algum fundo : a tratar na rua da Santa Cruz nu-
mero 10.
Aluga-se a casa da rua do Cotovella n. 12,
reediGcada e pintada de novo : a tratsr no largo
do Psraizo n. 14.
Precisa se de um forneiro : na padaria da
rua dos Pescsdores.
Os sbaixo sssignsdos tenbam a bondade de
apparecer na rua Nova n. 21, loja do Germano.
Jos Aotonio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Piments.
Pedro de Aasis Campos.
Buzebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Rezendo do Reg Barcos.
Sociedade bancaria.
Amoro, Fragoso,Santos i C. sacsm e tomam
asquee sobres prega de Lisboa.
Aluga-se ums cssa em Beberibe : s tratar
com J. I. M. do Reg, na rua do Trapiche o. 34.
Sitio para alugar.
Aluga-se o sitio do Mooleiro, com boa casa,
aonde morou o fallecido pal do annunciante, tem
cocheira, ealribaria etc. ; a tratar com Mtooel
Alvea Gaerra, na rua do Trapiche o. 14.
Aluga-sa o primeiro andar do sobrado n.
22 na rua da Senzala velha ; quem o pretender,
pode ver as chavea na mesma rua n. 48, no de-
posito.
S 3-Ra estreiU # Francisco Plato Ozorio continua a col-
sj locar denles artifleiaea tanto por meio de
# molas como pela pressio do ar, nio re-j
# coba paga enjuna aem que aa abran nio |
Soquen, a vontade da seus danos, ton oca ,
oulrss preparares aa maia acreditadas,
~ra conaervaeio da bocea. ^
PIBLIC4C10 LiTTERARIA
ACHA-SE NO PRELO EM MARANHAO'
% smmm k?ik
DE
Lembrancas Brasileiras,
Dr. Cesar Augusto Marques.
Bate trabalho, feito a imitecio dos AImanaks de lembrangat do Dr. A. de Castilho, versa so-
bre relos da Jiifono do Brattt, collgidss em livroe memorias e chronlcaa enligas, muitss dss
qusea de difflcll acquitigao. e que forsm consultadas em varias bibliothecas de muiUs provincias do
imperio, onde eateve o autor. v
E' um neio fcil de derramar-se pelanopolscio, menoa lida e mais pobre, os folios heroicos
de noasos antepaaaados.
E' ual o Propro de se ir infiltrando no animo dos meninos em lingasgem adaptada as
anas acaohadas ntelligenciaaidaeqoe lhe serlo de proveito. e de despertar em seus tenres cors-
coea o anor pelas volhat coutas da patfls.qao en geral andan esquecidss quaado bem lembradts
ABt se encontrar para cada dia do anno una oo mais dstss, qae despertem a lembrsoca de
qualquer causa creada, fundadslou estabelecida em igual dia de aonea snteriores
Logo sbaixo desea eptiemeride eatai um artigo, onda se descreve o eetabolecmenlo de al-
guma villa oucidade, de templos e conventos, de repartisdea publicas, jardins botnicos, museos
pssaeos pblicos e hospitaas, a biogrsphia de alguna brasileiros illuslres pelas scieociss e letlrac*
!rM*iVik? VJ?!S?**!!/??",,^ stdemias, de sociedades scienficAsa l'1'"-'1-. *- fi-
hsbilos, usos
STAHL & G.
RETRVTISTADES. 1. IVEIABhI
Ana da lMf erauix
numero 14.
Tencionando retimr-se proxi- '
mmente desta praca prticipatn
a seas reguexes e amigo* cocoo
em geral a todos que podem
P precisar do seu oficio, afim de
9 que aproveitem do pouco tempo
Jt que os annunciante podem ain
m da dispor para a execuco dan
* encommendas com as q
w queii am honra-Ios.
W Agradecendo nesta
* ao il lustrado publico desta cap*
9 tal o bom acolhimento das sua*
* obias, decidram se a por estas
9 ao alcance de todos introduzindo 9}
* urna considera re baixa na maior *
* parte dos seus prec.M e esperam *
O que o desfalque que disso Ibes *
0 resultar sera' compensado por A
f| um augmento de concurrencia. 9)
**** ** ** #
Funileiro e lampista
DE
Carmines & Pereira.
Rua do Rngel n. 1, fim da rua do
Queimado.
Neste nova fabrica offerece-se para sa tazar i
quer obra cooceroente a dita arte; astil
se coneertsn bshs, bacas, canecas, etc.
porcellana, cryslal, lanleroae de carree,
ros de azeile ou gaz, caodelabroe, e se br
abrem-se leitras alphabeticas. algarianca o che-
pas psra narcar; deilan-se vid ros en vitracae,
e se vio deitar fra, sendo todo faite con asnaio
0 promptidio, sendo a devisa a penlaalMatfe.
Attencao.

No largo ds Assembla a. 19 Cazeos sa
para fra, obrigando-ae a mandar levan
propra, por commodo preco ; attin
neceii na mesma diariamente, lado
ponlualidade.
Hoja 22 do cor ren te outubro, dtpeis da sacie
dia, finda a audiencia do Sr. Dr. jola naaicipcl
da 1 vara lera lugar a srrenstaetc doa boas pc-
oborados a Braz Aulooio daCooha Albaqocrqoa
por execucao que lhe encaminha redro Icdriauco
de Souza como cerslooario de Joaqain do Alno-
querque Mello, tendo deixado de aeren arrema-
tados nos dits ji eoaaodados por mpedincote
do juito.
Precisa-ae de urna ana de leile linpa, *
que se disponha a tratar ben ona neaiaa, stnda
igualmente bem irstads : qaen estiver aesle co-
so deite sua morsdia em carta na loja do Sr. Fi-
gueira, com ss Iniciees B. F. para ser praco-
rado.
Gabinete Portuguez de Lei tura
A directora fsz publico aos* Srs. neaclidia ana
o projecto de retorna doa estatutos eotai pata-
te na mesa do expediente, para o eoaeoieete
exame, at a prxima seasto d'assenbla feral asa
que ten de ser spprovsdos.
Sala daa aestes 21 do oatobro de 18S1.
O 1* secretario,
Ao Ionio Ba piula W sjasela.
Hoja no seto da audiencia do Sr. jota de
paz da freguetis de S. Jos sa deven i
uos movis penhorados a Luiz Ferreira
Esli justo o contratado por eonpi
quin da rua larga do Rosario a. 25, por seno i
se julgar com algn direilo, anuencia por'
3 diss. Oulrosira, quen se julgar crodor C l
mo aprsente suas conlas psra aeren pagaa.
Precisa se de urna excdlente
zinheira e de um bom copeiro :
do Vigario n. S.
Em resposla a un aaaaocio qaoi
no Diario de Pernambuco, aeroeneate Miepek
nlhos e herdeiros de Jos do atele Une, daros o
seguinte {nio en salisfacio a tal asjeeecae. atoa
para nio ssnecionar con neu silencio on al
do 1 ; que ha 36 annos conprei a Caes asta ee
valho Raposo e qae ha mais de 9 anas)
principio a edencer om eogeohe, ead
tenbo estado na poste do qee rameril, san fitas
de dos ttulos que tenho.
Jos Rodrigues d'Otiveirs Une.
Venda-ae on d-se aooedaac i
que entre con alcana feaOos en ana
ree tabernas da fregosle de S. Jea :
zer annuncie.
Joho Erskiue Steocaeset
val ao Cear.
AUno-te o primeiro andar de rao do I
zalha-velha n. 48: a tratar na lojoacsne

-
1
\
e bibliotbecsa. a deacrpqio de siguas vegetase brasileiros, seos usos o u
e costura es dos indgena em suas aldeias, na peaca, na guerra e
don jesutas, oottcia de nuiUs niaaad'ourb. prsta, cobra e oulroi
aeua descobridorea o exploradores, ona on entra poezia rara <
algunas teodao Uadlecow pepalsre, emailia oulrss leitun
Recebem-te suignaturas a 2 cada exemplar, bem imi
peraphla do Sr. coa mandador HgocfrfM de Faria e rraria
Pagamento na occastio da entrega.
J aat en andamento o i* voto no; o color chelo de pra
Ai
ram do
acodo
os done- .
frente abe
ootro
do dia indooorwoteeurla-
S TJtinga de baixo, dous poltros,
hejsr!
dea hs mo dia* *e settio, o pertaneem o
pnatarw do neta softuho asina.
spottolicos
grutas a dos
anedocta,
patria.
xado, aa (y-
Olivetrs.
teratos desta, nroviactt.e das
traead*| qoafso earlar-Tno i.
**<
frVkr*
-
coro, con qa
espirito a alivio aos dasgaetoa lio cenapa
s rewiniaanaas
irlo, at mesmo
coromunicar-lhe
eitoao traball
r Previos-te d__
bellos* do eterio
tadoaneai
qoer que
benviu
L
d*,l

Attencao,
OUmda.
A neaa.refOdera.tsai
meoto de fregancia Su
dado da OUnds, taede *V
H do eorteeia a (esta do__________________
tWRttSiTM MU tfgg
fornidade com
nent* and*
loni
a a*
con aa cond
<*




Compras.
. -J^mpr-# am sscravo mo<> a4i0> d
'rapice
ndar.
oinpra-se
cabellos compridos.
If* rna do Queimado cas* de cabelleireiro.
Comprarse moedas de 20$: na
ruadaCrut n, A8, pgate mais do
que era oatra qualquer parte.
Compran uva preta e orna mulata que
sejaea perfeitaa cozinheirss, engommadeiraa e
coatureiras : na ra da Cruz o. i, eacriptorio del
Axevedo & Heodea.
. -^ftfipwai-eaaoadM de coro pataeoes
No^ln^B***^*04" Cark>8 1U e HI1, *rua
Compram-se moedas de ouro de 201 braai-
leiras, e pegas de 169 portoguezas : do scfiptp-
nod Hanoel Ignacio de Oliveira & Filho, lano
do Carpo-Santo. >: "<: "j
Ct>opra-ae para ama eneommeoda do Rio de
Janeiro doas noleqaea robuatoa e bonitai figu-
ras, de idade de 15 a SO anooa, paga-ae bem:
a tMtsr^a ruada Cruz de Recife a. 63, attpe-
zem jaato ao Corpo Santo.
Compra-s urna escrava que saiba cozinhar
e engommar:; na rua do Qabug o.U (botica).
Compram-se escravos
mogos e boas figuras, pagam-se bem : na rua da
Imperatriz n. 11, loja.
Compra-se um cofre seguro que nio seja
caro ; a tratar na theaouraria das loteras, rua do
Crespo n. 15.
Compra-se um espadim em bom estado, em-
boranSo o eateja baohia : na linaria da praca
da Independencia ns. 6 e 8.
Yendas.
Vende-se a refloacao tetabelecida na casi
\.- n. 201, sita na rua Imperial, assim como orna
carroga e bol bem gordo ; a tratar no largo do
Carato com Narciso Jos da Costa Pereira.
Pora-AEocycIopedica.
Abaixo sua pancada, que
sempre se venie bara-
to na loja armazemna-
da do Arara.
Vende-se lanzinhia entestadas a 400 ris o co-
vapo, cassas de salpico a 200 rs. o erado, chi-
tas para Testido a 460 e 180 rs. o corado, ditas
fr"6"" 0. 240, 260 e 280 rs. o corado, aaia
balao de 20 a 40 arcos a 39 e 39500, golliohas
para senhoras e meninas a 610 e 800 rs., ditas -
2M.de._lr!?pMW.? nanguitoa a 640 rs., dito
de linho finos a 3 e 39500: oa rua da Impera-
triz loja da Arara de qustro portas n. 56. de Ma-
galbaesi Mendei.
A fama triumpha
na f da verdade
InuU-se a ^ney cYopcdica
Viva a Arara.
* Veadem-se pecas de madapoto entestado a
39. pecas de cambraia branca a 19600, 2*500, 3j>
e 39500, cortes de casaa com 7 barras a 29500,
ditos de babados a 3$. cortes de chitaa finas com
13 corados por 39500, ditos de riscados chioezea a
29500, saias de eordao que faz as rezos de balao
a29400 ; na ruada Imperatrizloja que tem urna
arara pintada da parte de fora, loja de quatro
portas o. 56. A' noite tem um relogieem lettras
de cores em que diz Arara o. 56 de Uagalhies
& Mondes.
Para os conhecedores.
Emcasa de Kalkman, Irmaos & C,
h para Tender um piano forte, do me-
lhor fabricante da Europa.
Na rua larga
do Rosario passando a botica a segunda loja de
miudezas n. 38, rendem-se agulhas fraocezaa daa
melbores qae ka na mercado, taoto para senho-
ras como para alfaiatea ; assim como retroz azul
ferrete muito fine, prelo fino e grotso 6 de mui-
tas ontraa cores. Na mesma ha rap Paulo Cor-
deiro, Rolo Francs, Lisboa, Grosao e meio groa-
so, fino e Heuroo, taoto para libraa cerno para
oitaraa. e rnuitas miudezas em conta, que a a
rlau se dixi o prego de tudo.
ltenlo.
Veodem-se telhas e lijlos de alrenaria batida
da melhor qualidade que pode harer por ser feito
com barro d'agos doce, a 309 o milbeiro. assim
como se rende 300 eaibros de malo, tedos de
qualidade, de iriota e tantos palmos de cempri-
mento : aa otaria de becco das Barrerree o. 10.
Potassa da Ruasia
Vende-se potassa da IsMaMarf ,
[aperior qae hi o
>odo: no eeaript
mveira & Filho, largo do CorpaMBio.
Polyoraff I
Veude-ae plvora de superior qaalidafta ,
ai
tra qualquer parto
Antonio Cesarlo
rua da Moeda a
rU5 KSfrV o eacriptorio de
H a taberna do becco doCampell
DE
taria.
ua da Ca
Para rao
029 A 680 rs 3,000 3,600.
J5,.*S,,8,,"a IpaoM iDghzae de seda
de differentes cor6S escuras para vest-
alos de montara de aen horas a 680 rs. o
corado, riquiaaimas golliohas e puohoS
anaa treaboloea deapurado goato a M e
39500. dito.de dita TsCD rs." dito de li-
-_ nao e fueteo com punhos e manguitos d
g-puradogoaloa*
deis) pare reader o seo crescido deposito de rslo-
glos visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; eonrida, porlanlo, s pessoas que quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prala do c-
lebre fabricante Kornby, a aproreilar-ie da op-
portuaidade teso perda de tempe, para rir com-
pra-Jos por commodo prego no seu escriptorio
roa do Trapiche o. 28.
A 290OO o corte
de caigas de meia casemlra escuras de urna so
eOf : na rua o Queimado o. 12, na loja da
Boa-f.
Retroz em carretel.
Na loja d'aguia de ouro, vende-se muito sapa*
tior reiroz proprio para coser em machina, oa
t*J* qualquer costura, por baraliasfmo prego de
320 o carretel, oa catxinha de duzta a 38500 ; a
na loja d aguia de ouro, rua do Cabuga n. 1 R.
Barato para acabar.
Rua da Imperatriz n. 40, es-
quina do becco dos Fer-
reirt>s;
Sediohaade quadros eocorpadas. corado a 640
rs., chitas de cores fizas, corado 160 e 180, dilaa
rraocezas, corado a 2*0, 240 e 260, aaiaa de cri-
nolina para balao a 2|400, baldes de 18 a 35 as-
teas dos melhores, por prego commodo, cortes de
cambraia bordados a 29600, cortes de cassa de
bonitas cores com barra a 28800, riscadinhos
rancezea em cambraia, corado 280 rs., guardarla-
pos adamascados, duzia 29500, cobertas aveluda-
das com frocos para cama a 99. manguitos para
jenhora a 29500, golinhss bordadas de pontis a
800 rs.
BARATO
sem igual, s a rua do
Queimado n. 40.
Luvas de seda de cores para homens, senhoraa
e meninas, o par 400 rs.
Leocinhos de seda com franja, finos, psra me-
ninas e senhoraa belarem no pescogo, um 500 rs
Chapeos de sol de seda para meninas de esco
la, um 19600.
Graratas de seda de ponta larga, oulr'ora do
valor de 4 a 69. pelo diminuto prego de 1$ urna.
Dirersaa fazeadas de laa e seda para restidos
de senhora, que oulr'ora se reodiam por 11280
pelo diminuto prego de 640 o corado.
Sedas de cores superiores com pequeo toque
de mofo a 800 rs. o corado.
Superiores e afamadas peonas de ac denomi-
nadas langa, groza 600 rs.
Pegas de cambraia lisa fia a e larga, pega 39.
Vendem-se cesaveques de fustao para me-
ninas de 6 a 10 annos, ditos tara senhoraa, golli-
ohas de cambraia bordadas, ditas com manguitos
e camisinhas, graratinhaa de velludo e de seda,
lengos de cambraia de linho bordados, ditos lisos,
ditos de palha da India, e um sortimenlo de sin-
tos dourados e de seda com tirelas de ago, tam-
bera se rendem as firelas sellas ; na loja de Na-
buco & C, na rua Nora n. 2.
Attenc(h
acabar com certas e determinadas miudezas pelos
mT3K3&"?H**< "*-* f*
mas com agulhaa ra*za a.......... iso
Norellos de liana oara marcar a 20 rs. e.. 49
Ditos de liaba da cores a m uito glandes a 40
Carretil de lfuha, seperier qualidade a.. 30
Lint bramadja gas a 10 rs. e..<**>... 20
Dita dita,a melhor que ha, novello arando 90
Pares de nielas de cores para meninos a 199
Duzia de rneias eruaa muio superiores a 29400
Dita de ditas ditas a...................... 29000
Pares de raeUi de corea para meninos a 190
Linha em cartao Pedro Va.............. ao
Caixaa com phosphoros de segnraoca a 160
Calzas de folhaa com phosphoros (so a
_gaia val tOOrs.) a.................... 100
_ Duzia de phosphoros do gaz a.......... 140
<#? Frascos d'agua do colonia superior a.... 409
Ditos com cheiros muito finos a........ 500
Duzia de rneias muito finas para senhora 89OOO
Caixas de apparelhos para manios a 240
'......., 500
T rangas da laa e da linbo sor lid as a...... 40
Sabonetes grandes e superiores a........ 160
Groz debotoes pequeos para caiga a.. 120
Groza de botes de loogaa.............. 110
Varas tietramoia superior a 120 o........ 160
Grozade peanas de ac a................ 500
Carteiras muito superiores a............ 500
Baralhoa portuguezes a.................. lfo
Tesouras muito finas para costura a.... 409
Dilaa para unhea a 240 o.................. 400
Baralbos para voltarete a 240 .\........ 320
Fraacoadebanhadeargoa................
Frascos grandes de tarando mbreada, su-
perior qualidale ....................
Fraacos de oleo de babosa a 320 e......
Frascos dedanba muito fina aliOe......
Agolheiroa com agulhas a................
ioaqmtti Francisco dos Santos.
'( Hfcwtlts 1I0 Ouimado40
tyfronif do becco da Congregqco, letreiro verde.

VENDE-SE O SEGDINTE:
Par
de Fernando, tanto
ni rua do Queimado,
Vendem-se caranguejos
em carites como s duzias:
loja n. 4.
Vende-se urna negra de idade, pouco mais
ou meos, 20 annos -, a ver, na Trompe, aobrado
o. 72, que faz quioa para a SoleJide ; e a tratar,
na mesma casa, ou no Recite, rua do Asaorim n.
54, 00 armazom de Guimares & Alcofrado.
Vendem-se 12 cadeiraacom pouco uso : oa
rua Nora n. 16.
gmnoai9 o NMHneanweK
Loja de mar more.
Vende-se para liqnidaeo casemiras
ioglezM de urna s cor prpriss para for-
rar carro a 38500 o corado.
o que pode haver de melhor
gosto em galantarias para
ornamentos de salas,
como seja, ricos jarros de porcelana e de vidros
de varios lmannos e gostoa, ricas manleiguei-
rai, jarros de ridro para craroa o oulras flores
delicadas, frascos muito liado*, tanto cm corea
como em gosto, o outras mullas galantarias que
se torna enfadnho mencionar, afiangando-se,
porm, que o que ha de melhor gosto para
quem quirer ter suss mesas bem ornadas; na
leja da Victoria, na rua do Queimado n. 75, Jun-
to a loja de cera.
Chapeos a 1^000 para os
ajas.
Na loja da faseadas da rua do Gabog a. 8,
*esdem.se*hapeoa de palha de Hamburgo, loda
bracafooaso de qaadriobes de cores, eseellea-
tes para comelles paasar-se a tests de natal a If;
a alies, astas qs* o sea bem.
Bombas.
AsaeiUm-ae bosabts em cacimba, e concer-
tam-se, de ledas aa qualidadesj tanto na cidade
ber a paga em waMa nao eslirer asvootada de
i^* oM^flMCTttfyy la-Vista n.
2, ou aa C*f adga, ads Qdatro Ciato, taberna
^'! Saias a 3^400.
feadeB- azem as rezei e.Diili.;
i da'n sim d
M^e como qualquer ouira
tornam muito mais com modas,
| nms : na rua da Imperatriz n."
310 w. a gaafa.
qusrts-sira ea diaaU d*s7 is8
aacaaaiBBBBBBBBBW a e*raote-sa nio lar mistura *
s
Loja de marmore.
Veode-se para liquidagao rneias bran-
cas insjletaa para homem a 39 a duzia.
Loja de marmore.
Vende-se para liquidagao mantas pre-
las larradas.de Ql a 29
Vende-se carne do serto muito gorda|a 320
a libra, lioguigae idem a 320 a libra, vinho hes-
panhol e da Figueira a 400 rs. a garrafa, e em
caadas a 3J000 : no Recie, rna da Seozala-Ve-
lhs o. 102, esquina do Becco-Largo.
m&mmm mm-mm&m
Lady Macdonaid. 9
S A loja de mirmore
' vende para liquidaglo, por metade de \
seu valor, ricos beurnaa de veludo de V
9 cores, gostoLady Macdonaid.
Vendem-se livros em branco, prensas de
copiar cartas com as competentes mesas e bur-
ras de ferro de superior qualidade : no eacripto-
rio de D P. Wild & C, largo do Corpo Santo n...
Farinha de mandioca um pouco mofada,
muito propria para sustento de aoimaes, por ba-
ratsimo prego :' na rua do Caldeireiro n. 94.
Na rua da Imperatriz n. 24,
ha para render o eegufnte : lngoes, toalhas,
frontas, saias, camisas para senhoras, camisi-
nhas para senhoraa e eriangas, calciohas para
criabas, golinbas e manguitos, goarnigoes o len-
gos do direraas qualidaies, tudo de cambraia,
taoto de linho como de algodao bordados, tudo
do ultisM gosto, mantas de fil bordadas, de seda
prets, cortes de vestidos de seda, manteletes de
diversos gostos, leiues, spartilbos. chpeos de
palha de Italia para senhoraa e manais, lindos
modelos, eesiiohaa para oslara com seas porteo-
ees, sderecoa de coral, meios ditos, pulseiras,
Sh S'diKVlaSS k"*^'"''' PM,*
eBcasofdas em oui B# ora doleit
por rancez; f%M Ijitof"''?!.
declarados por p| s^v,|U maa
casa precisa-se de um prals para carregar um ta
boleirocom fazndts.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na rua Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas le tas, colgados o fazendaa e todos
estes aa rendem por pregoa muito modi-
ficados como de seu costume.assim como
sejam sobrecasacoa de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos Bgurinos a
269,289, 309 e a 359, paletots dos meemos
pannos preto a 16J, 18f. 209 a a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e do
noros padroes a 149.169, I89.209 e 249,
ditos saceos daa mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 a 149, ditoapretoape-
lo dimiouto prego de89, 109, e 12J, ditos
de sarja de aeda a sobrecaiacados a 129,
ditos de merino de cordd a 129, ditos
de merino chines deapurado gosto a 159,
ditoa de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditoa saceos pretoa a 49, ditoa de palha de
aeda fazenda muito auperior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 89500, 49
o a 49500, ditoa de fustao branco a 49,
grando quantidade de caigas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 890 a toa, ditas
pardas a 39 e a 49, ditaa d e brim de corea
Iinaaa2|500, 39. 39500 a a 4|. ditas de
brim brincos finas a 4*>500. 5|. 5*5(1(1 a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6|, colletea
de gergurao prelo de corea a 5f e a 6'
ditos de casemira de cor o pretoa a 4|5I
e a 59, ditos de fusilo branco e de brim
a 39 a 39500,ditos de brim lona a 4
ditoa de merino para luto a 49 e a 4>5C,
caigas de merino para luto a 4 J500 o a 5f,
eapaa de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos : caigas do casemira
prefa e de cor a 5f, 69 o a 79, ditas ditss
de brim a 2$, 39 ea 39500, paletotasac-
cos de oesemira preta a 62 e a 7, ditoa
de sor a 69 e a 7g, ditos de alpaca a 39,
sobrecasacoa de panno preto al29e a I
149, ditos ds alpaca preta a 59, bonets 1
para menino de todas as qualidade*, ea- I
misas psra meninos de todos os laman hos, 5
meios ricos vestidos de cambraia feitos f|
Eara meninaa de 5 a 8 annoa com cinco S
abados lisos s 89 e a 12S, ditos de gorgu- if
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditoa de S
brim a 39, ditos de eambraiaricamente 1
bordados para baptisados.e rnuitas outraa m
fazendas o roupas feitas que deizam de ft
ser mencionadas pela sua grande quanti- O
dade; assim como recebe-setoda equal- S
quer eneommeoda de roupaa para ae I
maodar manufacturare que para este Gro
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto o urna grande offleina deal-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela uapromptidoeperfeigaonadadei-
n a desejar.
Potassa da Russia e cal de
ra casamentos.
i. R'co.,0,leTlidodeOI6oublood de seda branca com ramo e capells, o
ts moderno e superior que ha no mercado.
. Para bailes. '
core,, *0' COtM TWos de filo ou blood de seda branca bordados a branco e
iitos do tari a tana branca bordados a branco e cores.
Ditos de cambraia branca bordados s branco com muita elegancia.
Saias bordadas
que hvno,m1!?.d.**,nb"l'br',10t *M"M "* *<" *
Dilas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
.' corte* ** lido d eainbrala branca bordados com multa elegancia o
maia moderno o maia superior qae ha no mercado. aaocia, o
'Manteletes.
m ?"llrte de "* eorea pretoa bordados e lisos com enfeilos, bem
como srrsndadot, por pregoa commodos.
3J000 a peca.
Pacas da cambraia lisa larga fina com6 a 6 1 varas. 4 muito barata.
Lencos.
Ricos lengos de cambraia de linbo bordadoa a 39,49 e59 cada um.
Chales,
Rlcoa chales de louquim bronco a bordados de ponta redonda e de 4 pontea.
vaa"1 fazendas cima mencionadas tem um grande sortimento de todas aa
1 nuatidades. que nao possirel me&cionar-se pelo grande espago que tomeris.
I

Abaixo o pavo e Arara
VIVA SEltlPatE
A Encyelopedica
DE
goiaba superior.
1 Sodr* A C. esto vendando doce de gdlabasn-
------------------------------------
No bem eonhecidoe acreditado depoaltoda rua
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vendar a ver-
dadelra potassa da Russia, nova a de superior
qualidade, assim comotambem cal virgem em
podra ; tudo por pregos mais baraloa do quo em
oaln qualquer parte.
TUWIfO LOW-HOOI
Rua daSenzalla Kova d.42.
Nesta asiabalecimentoconiina ahavarua
completo sorliaDto dimoendafeaieiaf moen-
as para engenho,atachias da vapor ataixai
ie farro balido a coado.de lodos ottaaaanhos
para dito,
fl Em cata de Kalkmann Irmaos Q
I &C.,na rua da Cruz n. 10, exii- 0
te constantemente um completo 5*
sortimento de
Vinhos Bordeaux de todas as m
qualidade.
Dito Xerez em barris.
Dito Madeira em barris e caixas.
_ Dito Muscatel emcaixai.
am Dito cbampanhe era gigos.
S Cognac em barris.
SCerveja branca;
Agua deSeltz.
sh Ateite doce muito fino em caixas.af
I Alraiadeem barris.
a. qeTadSnh m garraioes. S
Guimares & Villar.
Ru do Crespo numero 17.
Ninguem duvide venha ver as fazendas boas e baratas.
Cambraias da China brancaa bordadas com 9 vsras para vestidos de senhoras, a 79 e 49 a pega.
Organdys de cores fazenda finissima a 500 rs. o covado.
Caasas de cores fizas a 240 rs. o covado, s ns Enryclopedica.
Manguitos bordados muilo bonitos msngaa a balao a 3g, s se veado.
TarlaUna de 8 palmos de largura bordadas a 19 o covado.
Chitas fatocezaa muilo oas a 260 e 280 rs. o covado.
Chapees de >cd* anacos e de cores para senhora, a 129.
Ditos de paiba de Italia ricamente DoiUdo. 08.
Golliohas e punhos bordados com riquissimos botes a 29, ieso parece incrivel.
*^* S Da Encyclopedica.
Baldea de musselina com babados a t$ oada um.
Cassas decores linditsimos padroes a 280 rs. o covado.
Eotremeioa bordados e liras estreitas bordadas por 29 a pega
Madapoloea fios o entre finos a 4f500, 59, 69 e 7| a pega.
Riquissimos manteletes de seda bordadoa a 30a e 359.
Riquissimos manteletes de Gupour Nolr a 35$ ultimo gosto de Paris.
Riquissimos vestidos brancos bordados a 79, 209 e 309 cada um.
Riquissimos roupes de cambraia bordadoa a 309 cada um.
ARMAZEM
ROTJPAF1ITA
Joaquim F. dos Santos.
40Rua di Queimado 40
Defronte do becco da Congregando letreiro verde.
Neste ea.tabelecimento ha sempre nm sortimento completo do roopa f ila de
todas as qualidades e tambem ae manda executar por medida i vontade nos trege-
les psra o qo tem um doa melhores professoras.

s
Casacas de panno preto a 408,
35f
Sobrecasscosde dito dito a 359 e
Paletots de panno pteto e de co-
rea a 359, 309, 259, 109.18 e 209000
Ditoa de casemira de corea a 229.
15|, 129. 79 e
Ditoa de alpaca prela golla de
.velludo francezas a
Ditos de merino setim pretoa o
de cores 9J a
Ditos de alpaca de cores a 59 e
Ditoa de alpaca preta a 99,79.58 o
Ditoa de brim de cores a 5f,
49500. 49 e
Itoa de bramante de linho bran-
co a 69, 5| e
Ditos de marin da eordao preto
al59e
Caigas de casemira prela ede co-
rea a 129. 109, 9#, 7* e
Ditaa de princesa e merino de
eordao preto a 59. 69500 a
Ditaa da brim branco e de cores a
59. 49500 e
Calca a de gsog-a de corta a
Collete de velludo relo e da co-
rsa liaos a bordados al 29,99a
Ditoa da casemira preta a da co-
reo Uses a bordados a 99,
59500.69
309OOO
305000
99OOO
IO9OOO
84000
89500
8|500
39500
49OOO
21500
89000
89000
3|M0
afearlos edaacobartoer pequeas a grandes, da
oara palea* iaglex, para tomme seabora eW
uta dos malhores fabricanttide Livar^obl.vin-
dos palo rusta inglts : em citad
SoBVball Mellor 4C,
Ditoa de setim preto 59000
Ditos de seda e setim branco a 6 a 59OOO
Ditos de gorguro de seda pretos
a de cores a 79, 69, 4*9 e 59000
Ditos de brim e fustao branco a
32500,2950O e 39000
Screulaa da brim de linho a 29 e 29200
Ditaa de algodio a I96OO e 1*280
Camisaa de peito d* fustao branco
ede cores s 29*00 a 29200
Ditas de paito de linho a 59, 49 e 300
Ditaa de madapoln brancas e da
cores a 89. 29500, 29 a 1J600
Chapaos pretos de masa francesa
forma da ultima moda a 10f,
8f500e 79000
Ditoa de feltro a 69. 59, 49 o 29OOO
Ditos de sol de seds ingleses a
francezea a 141, 1*, ltg a 79000
Colsrinhoa de linno muito, finas
novoe feitios da ultima moda a 9800
Ditos de algodio 9500
ftaloejioe de ouro palenlp IherU,_- _s ,
son tal a 100|. 909 Wf e 7OJ0O0
Ditos da prala galvaniaaaos p-
tente e horizonlaaa a 409 e SOfDOo
Obrsa de .ouro, aderegoa e meios
aderegoa, pujeeiraa, rozttu a
sneis s 1
Toalhas de linho duzia 10$, 69 a Mono
Ditas grandes para mesa ama 39 a
PlaARMAflA-BARTHOLOlE
Ru larga 4aRtMri i.36
Rabl'AJUetaur.
Pitolaa*aAllasou.
Pihslssaaiaeiaaaat.
Vermifago ingles.
Plalas HUvsy
Ofasoto-Holloiriy.
Rua Direita 45
ifico sortimento.
itfeacaodeDte e p
reguezes que Ihe trazem dinheiro. a pr.arieta-
no deata grande eaUbatodaiaa
ferecer ao puMi U
Inferiores aos de outro, o bH aarbw
de calgado rancez, ioglez a braailaira a : veja*
Homem.
Boneguina Vctor Emmanael. .
coorodeporco.....
lord Palsaersloa (basan* .
diversos fabrican tea toelr)
JohD B*Mell......
Sapatoea Nantea (balarla inteiral. .
patenta.....
Sapatoa nanga (portagassea). *
a (raoeezeal. ....
9 entrada baia (.ola a vira). .
muito cbiqua (nata Mia). .
Senhoras.
Borzeguios primor (Joly)......
brilhantia......
gaapaalto.......
balsa......
31,32.88.34. ... .
a decores 32,33.94. .
Sapatos com sallo (Joly).
> franceze freaejiii...
> 31,32. 88 aU lastra. .
ierro francs, marroqaiai, aala v.u.
rinhos, Oo, tai... eYc. p.r n^l^Z'
quer outro poda vender.
I**-
gROUPA PEITA A1NBJIIAI8IAITJ
SORTIMENTO COMPLETO
ILfazeniJas e obras feilasJ
A
LOJA E ARMAZEM
DB
es k Basto!
HA
Hua de Queta,,*
u 4tt,trcmtf MiHTeUt.
Constantemente emosamgraadreva- .
riadosortimento desobrecaaacarpretas !
da panno a de corea maiit. xtm jt>
80| a 359, paletota doa saaasaM paz.se
a 20f ,229 e 24f, ditoa saceos preu. *..
mesmos pannos a 149.169 a 191, cae-
caapretaamuito besa feiua edeaaparfbf
panno a 289. SOf a 359. aobrecaaai a tt
casemira da eora mallo Baos a 15). 1C|
al8g, ditoaaaceoa daa Btiautarpi-
ras a lOf, lij a 14|, calgea prea* c*
casemira fina para homrzr, a 89, 99, 11/
a 12, dilaa decasemira decores a 71.fr
99 a 109, ditas da brisa braacaa saaii
fisa a 5| a 69, ditaa de dilaa de corea ,
39. 89500, 49 498430, ditaa da sr-ei. ra-
semira de ricas core a 41 e 4f&a, ral-
leieapratoadacaaeaiiraa 59 e 9, iua
da ditoa da corea a 41500 a 5p, dit>
branco da seda paracasaaneaie ap,
ditos da 69, sollates d brisa brasa* a da
i fustao s 39, 89500 e 49. ditas da cares s
9500 a 39, paletotspratasda sense de
cordio aacco sobrecasacoa "S,fea es?
collelee relos para lata a 49iHa> a 9f .'
J as pretas da marin a 49&f( e a, y.
iletots de alpaca preta a 89*00 a 41, di toa
sobreeasaco a 69,79a 8f, asalta flaeeeJ-
lataade goreurao deaedadecoresaaite
boafasanda a 8980O e4|, collete t el
lado da corea e pretoa 7| 89, roaps
para menino sobre caaacadepaanopre-
tos ede cores a 149,159 a 19. atine a i
eaae mira aacco para oa aaaaaaaa a 99Mt> a
; 79, iitosde alpaca pretoaaaccos a ta e
19500, iitos sobrecassees a 5| e i984>f
' :alcasde casemirapretaae decores aj^
; 65500 e 79, camisas para asentao a 2f >
a dazia,camisas inglesas preparlarpas
muitosapariora 329a dasiapareacabar.
Vssim corno temos asas afllciaa deal-
\ ilata ondemandamas execatartodaa aa
obrascom brevidade.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Rua Direita31.
Neste rico e bem montado eatabeleciaa+ale ec-
contraro os fregoezes o mais perfeita, basa aca-
bado e barato no seo genero.
URNAS de todas ss qualidades.
SANTUARIOS que rivalisaaa coas a jacareada.
lUNHEIttuSde todoa oa lmannos.
SEMICUP1AS idem idem.
BALDES idem idea.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixaa de todas ss groesurae.
PRATOS imitando em perfeigao a a#a perec-
lana. >
CHALE1BAS de todaa aa qualidades.
PANBLLAS idem idea.
COCOS. CANDI El ROS a flaadras para s.el-
quer sortimento.
VIDROS em caixas a s retalho da lodos ta-
mandando-se msnhos, botsr deatro 9a flirts,
em toda a parle.
Recebem-ae eneommendaa da qaalqaar aata-
reza, coocerlos, que indo sar dssassasabada a
coolento.
Exposico
DE
Candieiros a gaz.
Can dieiros econmicos.............. 4M8SI
Candieiros econmicos...............
Candieiros econmicos..............
Can-ieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiroa ecooomicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmico..............
Csndieiros econmico.............,.
Codieires econmicos..............
Candieiros ecoaomicoa...............
Candieiros ecooomicos..............
Nesta meama exposigioseencoalraria latea a*
perteocea para oa aaasaaa aeadiair^. aaaaaa es.
mo usa grande deposito da f aa cea beoda verda-
dairamento primeira qualidade. pata prega saaaa
barato que aa poda encantror apata aaawaasa, asa
riqoissimo evariado sortiaaasMa da aMaraaala
phantaxia. a da imageat, aaaaas come UBabea
grande aortimento de quiaqaiUriaa. qae par gaa-
iljov
Ve!
encsl
cinti
taa, sonda pode ser taiij
teadeatea ;
aai Alteaos
picha d. 14.


#
Vende-
4o lio Mar)
io. Poder
mwai
uz a. 27,escripto-
trapiche 4o Cuba.
mg mA^io
italiana,
rindo nonltimc vapor francez
40 Roa d* Quinado 4(9
ijMMoi corte de vestido de seo de et raa-i H-
litos manapito con gellinfisa de cimbris
ranea brdate* 4 baleo.
Osa grande anitimenlo de chale de uerio de
toaos a qualiaiee. r
JUcos veo de U16. d seda bsaosa bordado*.
greoste.., par* caaaamantos..
XarUlaoa de cores baldada, 8 palmas de largu-
ra, avado 1.
il o e tarlata-
na branca a 800
risa vara.

Vende-se fil lLso muito Bao a aaataa Umbem
UrUtsua branca DMtia fias, Uaao auna cousa co-
mo outt apceprie para veelidoa, alo a para
bailes como pra aeeislir-aoa calamentos, aodea
entes que aa acaba na ra 4* Queimado n. 91
sa loia da Boa-F.
Atada opavo.
Veodem-ae pecas de eambraia decarociohea,
fazenda multo nos, com 17 varas, pelo baratissi-
mo preco de 8A a peca, ditas com 8 3|4 varas a
4*. pegas deAi&e adaouasjadas e com ama vara
Aa largura a 3f0 a peca ; oa ra da lmperatriz
. 60, ioja do pavo.
. Em easade Adamsoo, Howie & C, ra do
Trapiche Rovo a. 42, renda-se :
Sellins, ilhde, e arraio para carro ou cabriolo!,
loibas da artica Qaissima.
Lona e fllle.
Vio de vola.
Superiores tinta ttfe todas as coreo
Bales para meninas.
Veodem-ee baldea para meninas, de todoa os
laroaolicra, da aadapotio e de mussulins a 3j) e i
4* : na ra do Queimado c. 22, loja da boa f.
Roupas feitas ba-
ratissimas,
dem
jaMBaana* I orteo de re- R*oaH com !
'WMoi a 41300. ditas da a venial a 3*500. diio*
do dnss salas a 3*500, ditos de eambraia branca
troHo fiat coa panadee a naa aiaJ a 4. ditos
braocos, csrtObraaa da oada. coa babedet a CR do-
ta da phaotaxis com baados de varlaa cores a
Taixas.
ReduccSo em presos paira
acabar.
Tendem-se no armaiem de Braga,, Son & C,
na ra da Koeda, taixts de ferro ceado, do mu
acradiUdo fabricante Edovia Halo a 110 rs. por
libra.
Gravatas da moda.
Vendem-se gravatinbas estreitas muito sope-
rite, tanto pretas como de core, eU barati-
na loja da boa f,
Fabrica d& Mootnro.
Crystalisa^o e refina^aa
de assucar.
Deposito na roa de Apollo n. 6, e prae
da Boa-Vista, n. fc6.
Eate importante esUbelecimento contina a
fornecer aoa seus innmeros freguezes da abro a
puro asiucsrcrystaaado, em p.e em pie, 1.*
e 2/ qualilades, pelo prego do 100 o 900 r. a
Ubre, o do refinado a 100,120 o 140 a libra, sen-
do que em grosso o comprador tei aa descont
favoravel. Noa meamos depsitos Umbem ae
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, o car-
vio animal em p6 a prego commodo.
Vende-se grande attio denominado Caian-
na, aito na freguezia da Vanea, do muito boas
trra, one Indo qnanto se aoaarte di em graode
quaotiJade, eom urna caaa do taina ji caberte,
urna dita de fazer farinba, grande quantidade de
ps de caeseiroa, com diversos ps de fructeiras,
como seja, larangeiras, cooueiros, etc., etc., e
Umbem vendem-se duas vaccas que dio huante
leite, urna dellas com a cria ja grande, o Mt bur-
ro manso ; a tratar na ra do Sebo n. AO.
Pechincha sem igual.
Corles de caiga de casemirs preta de cor en-
festada muito fina a 4*500 ; oa loja da Califor-
nia, ra da lmperatriz o. 48, ionio a padarii
franaota.
36, roa das Crazes de Santo Antonio, 36,
A. F. Da arte Alineda, socio que foido armazem progreseo, ft sciente aos scus fre-
guezes que tendo separado a aociedade que tinjaa com seu mane, acha-se de novo estabele-1
cido com das arceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Soma, e o Sr. Paate-Ferreira da Silva; o primeirana razo de Duarte A Souza, e o segunde
oa de Duarte Almeida ft Silva: eates estabelecimentos offerecem grandes vantagena ae pu-
hlico, nosiali'bf^ezieasseiocQmquese acham montados, como em eemmodidade de
prego, pois que para isso restfveram os- proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
[em direitura, afina de terem sempre completa sortimeoto, como tambem poderem offerecer
'** *lA!^ "^ y,1***" drnie *0 por cont do proco qoo postara, comprar em oatra qrjalqaer parto por seo deeejando os oroprietartoa aereal-
Utodj somosrotieiomfnontos tom deliberado garaatiroso toda e qualtyier qualidade do genero vendidas em toas armazn*, o sssim j poder! rer o
publeo spie pode mandar suas encommendas, masmo por possoa poueo praticas, en qualquer ib dcsles estabelecimentos, que sarao to bem servi-
dos como so vtotsom pesooalnonte, M corteza do minea aeharem ocontrario do nossos snnuneios, e asaiea fundados as vantagens que ofieroeaasos,
pedraos a todo os sanhores da prajt, sonhoros do angenho e lavndoros que mandem ao menos suas eneoromtndaa primeirovoe, Bm do eipori-
?''!rm, pois que psra laso oao poupaj&o o propietarios (oreo* para bam sorvirem aquellas possoas que frequentarem nossos
otoloaunanios, abaixo transcravemos algumos dioos de nonos praco, por onde voro pnblieo que veodemosbaratiMimo, attondondo u boas
qnolidados de nossos gneros.
NO
armazem de fazendas e
roupas feitas
DE
Raymundo C. Lete & Irmo,
N. 12Ra da ImperatrizN. 12.
Neate armazem que ora e cha bastanteaortido
de roupa feita do todas as qualidades, tanto pa-
ra hmem cerno pata meninos, se estao vendendo
as dj3!iius por baratissiraos pregoa, como se-
)am : sobreeaaacoa de panno flao, obra ioteira-
meote boa per ser feita a moderna a 25)000, di-
tos de panno superior, obra do melbor que so
pode desejar a 309000, patito de casemirs finos
a 18J000, ditos sacos, obra da moderno gosto a
12JW00, dito de roeia dita a 9000, coletea de
easemira de corea Bas a 4$50u, ditaa do brim
de corea e braoco a 2J500. calcas de dito finos
a 3J500, 4*000 e 5*000, paletos casacos de alpa-
ca obra muito boa por ser de alpaca fina a 8S000,
dito dito sacco a 35O0 e 4*000, uniformes de
asentir a ultimo gesto, sendo preciso notar que
ao de easemira fioissima a 26*000, camisas
francezaa paito de tinho muito flnaa a 35*000 a
duiia ; ha*oado tambem muitaa outras fazendas
e obras taitas, ao quaea toaa < vendem por
presos maMo comroodoe.
Liquidaco
Na loja da ra do Livrameoto n. 19, vendem-
ae o* seRuiotes calcados rVaneezes:
Borzeguios para hemem, de Nantes 8*000
Ditos para dito, franceses 6*000
Ditos para dito ditos 5*000
Ditos para seahora o. 32, 33e3t 3*500
Sapaldes de bezerro de Nantes 3*500
Ditos de dito de l.'qusUdade 5*00
Ditos de dito ciliado de 2 aalas 5J0O
Sapatos de tranca par horneas e tenhora 1*000
Ditos de tapete para borneen tailoa aa trra 720
Sapales de castor de tranca 4*000
Ra do Oueimado n 19,
Armazem de fazendas.
DB
SANTOS COELHO.
Chales de merino estampados tinos com listas
e franjas de seda a 9f.
Toaihas de fu to a 500 rs. cada urna.
Gravatinbas de cassa muito lindas para bo-
mem a meotoas pelo baratissimo preco de 100
rs, cada una.
Chales de merino lisos de todas as cores.
Corles de phanlazis de aeda pelo barato preco
de 8*
Cuberas de chita goitn ehinez a 1 800.
Lences o* pjnoo de liaho a 1*900.
Ditos de bramante grandes a 3*300.
Vestuarios de seda para meninos e meninas
a 8tO00.
Cortea de easemira finas a 4J50O.
Capellee brancas para noiva a 5*.
Bramante de liaho com 10 palmos a 2* a vara.
Soriimetitj de baies para senhora e meninas.
Bramante de aigodio com 10 pal mas de largo
al*280avara.
Um rico carro.
Vende-so um rico e elegante carre mu bella-
mente preparado: no escriptorio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpa Santo.
ALIAMI DE LEB8M'tjlS
LD30-BRA8ir.EIRO
DE
luvasdeJouvin
chegaram no vapor (ranees pora a loja d'asjaia
branca, ra do Oueimado n tn.
Vende-ae na ra da Cruz do Recife. arma-
zem n. 63, junto ao Corpo Santo* muito boaa-ba-
lancas decmaes chegadas pelo ollmo navio fxau-
cez, por prego commodo, sendo de 300, 200 e 100
kills.
Veode-ae o engenho Sania Luxi, Ho aa
freguezia de S. Loureaco da Malta, coas oso do
viveoda, urna moenda toda de forro, casa de pur-
gar e de caldeira, tachas, assentameoto, um par-
tido de canna criada prompla para moer, tem
muito boas trras para plantacio, muito boas
matas, lasa um acudo novo parra moer com agua,
mis pora acabar, levada abarla, o mais sratrae
obras para acabar ; todas estas obras estao em
bom estado, e tem muito boas prooorces para
moer com agua ; este eageoho oferaae multas
vantageos por ser muito perto desta praca e ser
a margem do rio Capibaribe, est Uvre e desem-
barazado do debite ou rrypothee, au ootro qual-
quer onus : as pessoss que prelenderem com-
orar, dirijam-se a refiaaeao da roa de Hortas n.
7, das 10 horas s 4 da tarde, a tratar com o dono
Ricos sintos.
ambos os ladoa, o
paera, a coate cada urna
Bttla^StltWsrV,
por isso dirijaaa.so
nvrJau rojp d'agoU
servaa.
Figas
Pava \8iSa.
Vende-se na llvraria ecunomica junto do arco
de Saato Antonio.
VerrJadera gomma de
araruta.
Sadr & C, ra eslreila do Boaario a. 11, tem
no grande deposito desta. gomma, e eeiao *an-
deode 400 ra-a libra,e esa arenana do-ae per
cno9, garantiodo-ie ser da melaor oaait-
dode.
Cama francea,
Vende-se uma-eama frameea de amarello eom'
lastro de palhiabo, som utoa^gon, obra mallo
bem aeabads, o preco cemraodo: na roo do
ImperaotOi^
Na roe do afoodeoo, eaea n. 9,; arar poro
vender sement de hortarea.nova, chegadaa do
Lisboa pele ultimo vapor, reatfo, oeave repoiha-
*; ait Bot, nabo, cooda fraaoe, oabiee, rab-
hoa de n qB**oas tOoulaa, rala, alca,
tomate graade, abeoesro, OTvWhB tbta, faijior
eaVrbpaO earfaoeweodada;
no -roa^ifOsa i.^4; jmorim
n. 35
Veodem-ae os ricos sintos de palhinha com fi-
vela de a(o, de gosto maia rico que tem appare-
cido neata praca, chegados nesle ultimo vapor,
assira como fivelss sem tinto : so oa toja d'aguia
da ouro, ra do Cabug n. IB
Suspensorios.
Vandem-sesupensorlos tanto para menino co-
mo para homem, pelo baratissimo preco de 200
e 320 o par ; s na loja d'aguia de ouro, ra do
Cabug n.Jl B.
AlteiNjo.
Chegou das Alagdas urna barcaca nova, carre-
ga 000 aaccas, e vende-se por preco commodo :
quem pretender dirtjs-se i ra da Croa n. 68,
que achara com quem tratar.
Nova remessa de macees.
Nova remessa de macees.
Sodr & C., receberam nova romeases dema-
cres, e estao vendendo s caixas, aos ceios e i
retalho : na ra estreita do Rosarlo n. 11.
Um fogo econmico.
Vende-se barato um excellente fagan de forro
eom muito pouco uso e tem a vantagem de eozl-
nbar com muito pouca lenba : aa ra do Impe-
rador n. 46.
Negocio.
Vende-se a bem cnnheeida e afregue-
zada loja de louca ita na ra da Ca-
deia do Recife n. 8, irto em coniequen-
cio de seu dono ter de retirar-se para a
Europa a tratar de sua saude : quem
pretender dirija-ae a mesma.
Cortes de vestidos
por metade de seu va-
lor, na loja ao p do ar-
co de Santo Antonio
Venom-se cortes de phanibazia com babados
por 10000.
Ditoa da lia e seda com babados a 12.
Dito de tari a lana brancae bordados o seda a
ttUNb
Ditoa de eambraia e aeda o 10.
Nintelatea de aeda de cor cam poooeoo mofo
a bfaOO. K-r-
Camisinhas bordados par seobara alg, 2 a
Muteiga maleza Har
Manteiga ingleza especialmente eseoslbida a 80 rs. o libra e em poieao a 7*0 rocrjmmenda-so aos apreciadores destete gonoro qoe
** a!1 Bea0S OTPerimeoUr* ot,0*'M4 perdorem pois par isso mnrtBtmos o que levamos dito.
~JBCeBa mrfhor do mareada 54 w. a libro o em be mi a razio do 600 ra. o hbrt
Hy ^On e pretO 0 melhor do morcado do 1*700 a 2#880 e em porjo ter abatimento, o afianza-ce a boa qualidade.
reeSttllto fiambre ngloz a bamburguez a 900 ra. a libra e em poreao a 800 rs.
PreSUntOS portUgUezeS vmdos do Porto do ea particular a 560 rs. por libra einteiro a 460 rs.
Vlarmelada dovmelhores autores de Lisboa premiada as exposijas unirersaes de Londres o Pars a 19800 a lato.
Ca1M COm Jtrelinha peVide e rodinha a 7a00<) a odia e SOO nr. a libra e em porco ter abrfeento.
LatatS e ameixas franeezas com cinco libras a 4*000 e 19000 a libra.
raisaa m cniinlws de oito libras, as melhoros do mercado a 2000 e a 400 rs. a libra ecaixade ama arroba a 7*000.
Espermaoete superior 720 r... Miu.. 14a*. libra.
Coaservae franeezas ingiezas e portugueaae00 soo rs. o raaeo.
V libas portugueMs e franeezas a WOre. o frasco afianca-se serem as mais bem preparadas que tem rindo ao mercado.
Lata COTO bolaxinha de SOda dedimrsas qualidades, a muito nova a US450.e grandes de4 a 8 libras de 25C0 a 4*500.
Vrano em garsofc Duqua do Porto, Porto fia, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca, Feitoria e Camones a 1*200 a 1*
a garrafa e a T3* a dozia.
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa edo 3*800 a 4800 a caada.
Latas COm fructas de todas as qualidade que ha em Portugal de 700 a 1*000 a lata.
r era em caixas de 4 a libras a melhor que se pode desojar e tem rindo ao mercado de 4* a 6* a eaixa e 1*080 a libra.
LOrintbiaS em frascos de 1 1(1 a libras de 1600 a 2*200.
pafa^,C0P Peixe Savel pescada e outras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem rindo ao nosso mercado de 1*400 a 1600
Ull dO RlO o melhor que ha a 24ts.a libra ea 28 rs. o lavado.
ae amendoa comt libras, proprias para mimos, poreerem muito bom enfeitadas e desuperior qualidade a 3* cada um.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa o 25S0 a caada.
V^hR0 ej6FVa M m,i8 nOTOS Ia hi B0 mdo 800 a libra do eomioho e a 400 rs. a eara doce.
VinO BordeauX de boa qualidade a 800 e 1* a garrafa o de 8500 a 101000 a duxia,
Massa de tomate em latas d urna libra da mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vex a nosso mercado, de 1* a 10280.
FlgOS HOVOS 8m xiohaa do 4, 6, o 8 libras proprios para mimos, por serem muito bem enfeitados de 1*500 a 4 e a 400 rs. a libra.
CervejaS Vinagre puro de lwboa w ra. t vtU e l9no ^^
Doce da gOaba da Casca aaoaixao a 1 0 om poreao a 900 rs.
AZClte dOCe purificado .SOO rs. a garrafa o 0*000 a oaiaa eom 12 garrafas.
liOgnac merbor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e 10*000 a duzia.
QUIJOS SUSSOS chegados ltimamente a 500 rs o em porco ter abatimento, afiaoca-se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda 600 rs. o fiasco. 0*500 afrasqueira com 12 frascos.
FailtOS llXadeS para denles a 200 o 160 rs. o maco com 20 macinhos, e flor a 280 r.
Chocolate o mais superior que tomos tido no mercado portuguez. hespanhol e francez de 1* a 1200 a libra.
A InT!?0M mAhTm *IM$ B qM t" Vnd0 n088 mer"d0 1,20 8neore, i0 P<>. 20 Li^a.
Amenaoas chegadas no ultimo navio a 400 ra. a libra e em porco ter a batimento.
Alpista o maialimpo que tem viudo ao mercado a 160 rs. o libra e 5*000 por erraba.
A loa dos ganaros annunciados encontrar o publico um completo sormento de tudo tendente a molhados.
Bicos de seda.
Bicos; rendas e labyrin-
thosdasllhas.
A loja d'aaoia branca acba-se recenlimenta
provida de um bello eortimento de finos, alvos e
bouito bicos de seda, o das differentea largaras
d j 1 dedo at mais de 112 palmos, e os baratos
preco por que se estao vaodeoda aotmam ao
comprador: aasim como o forte e meta dura-
veis biees, remWs-e iitrjrriaanos das llhaa, igual-
mente baratos come coobeaer o comprador.qne
munido de diobeiro, dirigir-se a ra do Queima-
do, laja d'aguia beanes n. 16.
A loja d'aguia b
qaantidada de bonita o
coral, propria para anlolaa 4o
logio, o aeama para aa aettae #
vendando a IJaOO eodo asno ; ooaa a t
nao as abar, mala em dfla leja afeaena
na raa do Qooimado oBjaoro C. na
aa tosa.
Preciosos
extractos para lenfjos.
Aloja d'aguia branca acal
sua propria eneommenda, li
tractos de novos a eacolbido
aejam, imperslriz, D. Jan
rechsl Bruqaa* HoeVdita i
dito deTriaaon,Oto.,aic,
o estima ve 1 extrasto de saadalo. "J ao i
fregueses que manidos de i
ra do Queimado, laja i
aebaro baralexa, agrado a i
Oleo e banba j/Hkttm
e entras qualidades.
A leja d'aguia branca aeaba ta>
novo e bello aortimento do oleo o I
me e outraa superiores ja
eslimada a procurada boma
cuja excellente qualidade
aaaim como a verdadeira
quizer aa proer do besa A i
Queimado, loja d'agaia b
bem servido ; advertiodo, ;
vao'todo mareados eom o
Aspas largas
saias balo.
para
A loja d'agaia branca
lo aortimento do mui a
lio. e a est vendendo baratamente
e 200 re. a vara ; quem aaeeaMr
dinbeo i dra loja d'agaia branca,
mido n. 16, que aera besa Berrido.
raes
J chegarai
Bafeite de Aor a 1.
Veliudilho com flores, corado 608 as.
Dot de deates.
nico remedio para dar de-deates, vaode-se
o bazar da ruado ImperadorotfOrs. il|o
roa;iolio.
liquidaco de
calcado francez.
Rueda JtifffMi n.16.
lodaame, san ha-
M>Meaa.
ras, aJQglaoffO; aHdllt 014^4. am saaaoT'dpaa fwrooaiotartoa dooto
faoijsj
la
ana
dem moi.raMeJloaamenta.aos seus de vaderas o
an par^P^PMgaV

da
obaequio^>awealia|lMa .
dbitos, valo que do primeiro de
sima futuro em disote aarAo
contaa a nm solicitador alm
jalgar con veniente, fazemos
fnouncio aflm do que nio
n aa queixisse do meto
1-para esteflm.
novem
I oja de marmore
Novidades despachadas
para liquidaco.
Para o bello sexo.
Minios de cachemira gosto almirante
BruitaaO.
Manttrhoo de cachemira gesto p rio ca-
za Clolftdes a 15*.
Rondsde cachemira gosto Lsdy Mae-
donald a 20*.
Ditos da dita tost enalte* do Joco-
lyn a 20*. v
Casacos de dita goal* ratone Victoria
a 20|.
Dito de dUa gosto forperalrtz Eoga-
nia a 20*.
A16000.
Palotots de panno fino preto, forrado de soda:
aa roa do Queimado a. 47.
A 240 ocovado.
Caea toda ptew. razendV boa: aa ra do
Queimsdo n. 47.
Labyrifttbos.
foodem-ae lat^ ttttm do todaa ae largaraa,
Meoaa. Ilhss imitando o da tes*e> felfodo*
O bazar da ra Direii
40 rs. o novello. tesouras
Mautas de retroz para gra-
vatas
Vendem-se mantas de retroz para gravitas,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado n. 22, na loja di boa f.
Vendem-se chapeos de seda francezes para
homem-a 7* : na loja de Nabuco & C., oa ra
Nova n. 2
Vendem-se na loja de Nsbuco& C, na ra
Novj n. 2, camisas de eambraia bordadas para
senhora a 5* cada urna.
Ferro & Maia*
Ra do Queimado n. 10,
loja e 4 portas.
Vendem-ie chilaa franeezas muito finas de co-
res fixas, corado a 240 ra.
Chita rnglezas. corado a 160 ra.
Cassas franeezas muito finas, covsdo a 220 e
2*0 r.
Brrm branco de puro lioho, vara a 1*.
Panno verde, cor de esf, azul e preto, corado
a 3*000.
40Ceh5ojoooe l0UqOm 15000, M' *5, 3' 35,
Suoeriore meias de algodao cr para homem,
a duzia 4.
Visita bordadas a matis, urna, 8* e 101.
Camiaas pera senhora, orna, 2J.
.,el d* e*aeo,ifa de cr, sopsrlar fszenda, a
3*500.
Velludo de todas as coras, corado, 3* e Ai.
aooerirs-paletotsdoeasemira decorea 14#
M^VaZ***' '* Iwrdedae pan) aonhera a
45 e 50*.
Riauiaaimoa manteletaa preloa botdadoa a 35 o
aiajadaaaao cortea da oda reta a 48, 50 e 60*.
30,S5teMolC"IBb,***,*00,r bo,d,(o* a ,0'
CrMfeode'aretin* estampado, saperlr fizes-
Cortes de. velludo de corea paro cllete a 4* o
asjavo.
Collinhas de eambraia bordada, naSO ra.
rOOo"01"6" C""arM' ** ^s^?"Aa|80
PenteV vitados de rartarup a 6 e 8*.
Lencos de liobo, doziavfj CamisssdaUobo. doaia, age, 40 o 45*
^emiraapnrta, auperior rzend, corado a
^T e 1x800.
orles de eambraia bordadna o 1*800.
itos da dita da sal pieos a A.
" i GarteattioiraoMtae 10; o la>.
roulaescoczaa.o)m*|*rJO.
Vendem-se pombos de boa qualidade e di-
versas cores, casaos e solleiros ; na ilha do Ra-
to, ra do Save oa Uolao, caaa n. 16, vizinha ao
grande edificio que se est tazando para o Gym-
naaio provincial.
Vende-se um sellim com pertenees, todo
.m bom uso, para montara de menino : na ra
tova, casa de esquina, taberna a. W.
Liquidaco
NA
Loja de marmore.
Na loja de marmore vendo-so para li-
quidaco por precoe muito barato, um
variado aortimento de fazendas de mo-
dos pora aeahorae, roopa feita ora he-
mem e vestimentas para meninos e bem
auim qnadros a oleo pan decoraeio do
atlas e capailas
a ^iaa aa^AsBaaBafl
A ultima hora.
Acaba do abagsr loja de Gama a Silva, aa
roa da Imperatrit n. 00, aoade tem e pavao pia-
lado do lado de fora, aa fazeodae seguate:
Risos cortes de tartatana bordados a seda oor
12*000 r^
Gamisinhss com golliohas bordadas e tambem
manguitos, fazenda de muito gosto, que sempre
se renden por 10*, rende-se pelo barstissimo
preco de 5*.
Ditas, gollinhas e manguitos bordados multo
finos a 2*.
Ditaa, dMaa ditoa dito a USOO.
Golliohas bordadas com traspasso a 1*.
Ditas muito fioaasem aer de traspasso a 640
Ditaa dUss dito a 500 ra.
Manguitos do eambraia bordados a 1*.
Dito? de dita ditos a 800 re.
Ricoa chapeos da sol para senhora s 4*.
Lencosde eambraia da Uaao bordado naca ao-
nhoraaiH, *^ ^*
Ditoa de dita dito muito Qoo a 2*500.
Chelea de merino preto bania de retroz a 5*.
Mantaa da fil prato pera soobora a 4.
veoaSjJ.a ijma oa oaftM'i
dar H*n>ia^B^B^Ba a^Lasho^u P" "
SSa^sH K Hba*i
|5222aaaB BPATeltro,
ts o assnaaaaaaa BaaBaarm a laot
V*BBM ^brran botota do
verraWi o^eWNr sMHi rodo por proco *?
moto.
as tnteressantes estampas,
justo c a rnorte da
Da foja d'agaia branca arise-ao aoa
reverendos e outraa naaaoao i
recodado essas mifrestante
atabam do degar, o quem ma
aorr dirigir ae logo i dtta loja
raa do Queimado n. 16, peta qoo a
pequea, e por agora atada
cada ama.
sortimeoto de enfeites de flo-
res para casara en toa
e bailes
Aloja d'agaia branca cana da
lindo sortimeoto de enhiles que
eneommenda meadoa vir para ca*
les, oaom aaevJo d> errar, pWe-ae
o* mais parfeitoa a deHeadoa
vindo, e eisa rerdadesev en
peaaoaa que aaaem apreciar
tudo vandem-aa biiaaaaeaa a sapa ti a
dotres, sendo a dinherra i otate 12*, 1* a
itso na ruodo Queimado, leja
mero 16.
A loja d'aguia branca
recebeu Umbem aovae lavan do Ano pataca,
tenadas, para caaa meatos, aasim ten Henee
pellas. Acommodidae de precea ji abena
nhecida por seut boaa freguezes, e ser aaela
tquellaa pesaoas qoe de nove o quizaran aor
dita loia d'agnta branca, na rus do Qoe*
meta 16.
|Loja das 6 por-!
tas em frente do Li-
5 vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletote de panno ano
A ditos de easemira de cor de
de brim de cores e braacos. .
S*Bga, calcas de easemira presan a
S9 core, da brim braoco a de corto, do
ga, cnmfsta com pella Aa liaho
finas, dilts da aigodio, cha
9 de alpaca a 4* coda asa.
0099 #
Vende-se em eas de Adai.^
C.ruadoTrspicheNovon. 42, bioenileo
aortido, em pequeas latas.
Loja das 6 por-j
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4f .
Duda de aereeeroae s~
1*200 e o par o ra.,
muito Anas a 2|900 a darla. -----------
ca com barra de corea a 19 ra. enea
em, ditos brincos 100 re., ballaa Aa
SO e 90 arcos a Sf. liaziona nata ran-
tido a 240 o covado, ebalaa de aanrlasf
estampadla fiaos a S* a *,
brenca o de corea marte toa
e metade largor a Ato r.
fil6de liaba rito, oto ra. a
Canda eambraia Rao ano a 3_
da corea para vestida a ato ra. o
vado, mana
covadto, calda
ra, petos aera-ge
umdonUto,
pico asatlo Ana a
fonJsadoaoto a
SAO o 240 re. o a
berta daa 6 harn d* aasaaAnan t do |
ooito.
f****m
uaioh para eateita



*
WbWW^'ppmii*,h *
iarsodaPenha
Bra
%m easa
nuiero4
Vendern-ae carrea americanos mu elegante*
leve* para doa,e 4 peeeoa e racebem-se en-
oommbm bn cujo fin ellos pooaaen map-
pee eom Trio deseobos, tambera vendem car-
roca gara conduccao de aiauear etc.
Leja de marmore.
Ao bello sexo.
-----------_______________
dsa que se hatunj enxommaadado *
preco muitp barato, enire ala* a ae-
am gaintA;
* Para seuho-as
? no B^jrpa.4ecachemira do ultimo gea-
t-'~ Diloa para meaiaoi de idtdei de 2,
4, 6 anooa, tambera de cachemira nuiilo
moderno a 54.
Vei-

Na ra Nova ri. J, ha grande porcio de ralo-
gio onadoa. dourado e de ouro, patente* a ori-
zontaea euissos e ndere. oa ana* uraovoo-
didopeIoprecpdafacira. tiadarelogipla-
re as recibo en que ae reaponaabiliaa oele ra-
g lamen tp durante eeis meze.

:

doque am outra aualquor parte, enaoeandp boa, qqalideAe e aaondicioiuxaento. asaim como aar-
lSJSRSS^V* or>f fle *u rJ22L""* conUimPre"a co" "W"0 Wlf> da armazen Progresen.
matHotg* mgYoza oortViUmen* no*, l000 rj 4e_
fMVjrt prco Bicanifiole pala.grande porc> qao taca a eefor era barril:* (ara ebaiimaoto
*oi*ja troex,a ^ w., IIbI4 t tm hwilt m n
C\\ ttVMilt \.VsiiAn a n>i,|A Z ve * S2 mJWMmm r **??* aiolhoresque ha no mercado a 2*800, 2*600, '*um 1"-)
o 19000, aB a oca-se a bq* qualidade.
Vet|4M 4 tOLOO 4hegdoa naate altno vapor a 2*600, e oa do vapor paseado a
^* ^L ^ ^ *> n.. ditaa do 8 libra, por W#. 4 n ]b^ jg. r^
PreirumU 4o uembroIQgliU, 70a u, ,l &fvvak{la.
^* ***" fllAUnoTa que Judo mercaio a 160 r. libra, e em arroba a 4|50O.
VaU com feixe em ^ostade a^...,,^...^.
LtOafXS BlitO HOVAS A l0Oo n. o barril, a rotalho a 3J0 n. a garrafa.
Corintio WJ.,Dodm, ^00. aj***.
5f mlM* f QMie lf*l*tei **-. *-*. 440 ra.
Wl.O^O O OmOtO t niala^OT* do mercado a 9O0 r., em tolla* de 91ibia por 1>700
faW O fOmUO pr.qwiJr.a t que tiaram ai eate mercado a 640ra. a libro,
ClIonHeao o b aios .^ w, ^ rt# t libw>
Palltoo do Aoato UxaAosC0IB w mteiahM p<(r200,,.
Cnooolato t canooi*i1l(Q0, MUbtt Aito pQtiuvul, 800 M.
Wlarmelaaa imperial do afamado A.bre o oulroo muito fabricanteade LU
alJKKWrs, a libra.
V inuos om n\oo de 5W| sso e 640r.. gj^f,, m ^m 3*000 4jooo 46oe;
^Orvf^adatviniaia acreditadaa marca a 5 a dasia, o em garrafa 500 r.
RiSiroiiinaa 9uaSOflaa nty,O0fa tat fc no g,^^^ a 4o. a ubr.
?* rOttO agarrafado. Porto fino, Foito, Feitoria e duque do Porlo a 1*200
Car*TUoa, Muacalel e Bord*aux a 1J a garrafa, o em eaixa do urna duzia se far abatimento
A.I]JlSia 0 mtif OW9 e |i(npo }r ? ***S n^toroa que oo poden deaojar em meiaa laUa 500 ra
ditas oieiraa a640r.
aiamC 0 ^^or petiaco que pode haver por esUr prompto a toda a hora a 1* a libra.
Itlolo de amendoa 8QQa., llhMf dlu C0B ctM,, m M#
NOZ.eS 0,^14. t0Mml iao r a libra.
bstannos ?ilt. 240 ff< t ,ifcf-;
*^*** loito aaiperora. 240ra. a libra, o a 7# a arroba;
AXTOX Jo Marahio 3 osa arroba, o em libra a 100 ra.
t amo americano ii% jaj^#JIJfailll p.,^,,,. fatA.kMiIBenl0.
Se\adinna tt# pr40oa240 r. aiibra.
Sajn maiio OTO 380 r#. iift-,.
onelnno u LUbw, ^ M#
amadaaAKtadoaoi JaaglaMO d*
iriflcar agaa, eodem
> ^mm ata Mata
Mf** 'iV an
ptle
Na:
Semen tes de horUlica
Vin4a plp ultimo yapor ingle*'ja
ra da Cadeia loja de ferrageo de Vi
1 dal & Bastos. .
ftetojrios baratos. bra^rMt^ ""
maiaaoTa a 160 ra. a libra.
a libra* atO a arroba.
Farinha do Karannao.
Xoneinh^ inlei ftWert Hbti
.-.l "f*0?60" f8f roa rnaaeionadoa encontrar o respeitarel publico tudo quanto pro-
curar tendente aaolbadoa.
N.
ra da Cruz n. 10, catada
Kalkoaann Irisaos 4C, tm ex
posto um completo aortiment
de amostras de dbjectos de lar-
racba, proprio para machina de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos
de borracha de quairsuer com-
f^ento e grossura, pannos, de
borracha, rod tas de dita, so-
bre ditos artigo tomam-se en-
commendas.
Libras sterlioae.
Vande-ae do eacrlptorio de Maooel Ignacio de
Ollreira e Firho. largo do Corpo Santo.
A 280 rs. o covado
de caaaaa francezaa de muito bonitos padroea com
4 palmo de largura, pecblncha na rea do
Queiaaado o. 22. na loja da boa fe.
Lencos de cam-
da a U500 a peja.
Na leja regula branca tambera ae vende mi
bonitq e ftnoe lencoa de catmbrala imitatido seda,
iaao pelo baratiaaimo preeo de 9SO0 a peca de
10 lencoa. V eaaa anadee pechinchaa que eusla
apperecer, e quando aaaim approterter-ae de
occaiao, porque elle aerem tanto para algibei-
ra como para minino, e quem os vir na loja
d'aguia branca, na ra do Queimado n. M. tere
Tonlade de comprar mai de ama peca, tal a
es- Orival seoj se^owk). na
ruadoQueimadoa. 55
defrionte do sobiado no-
vo, Blvendendo tudo
bom e bara Ussimo,po6
j tin dado proras de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran, a saber;
OaUaU para b*m pen* a
Biloa coa fttlbaa milofiooa a
'K^f''^, Mfi P**Ql maiU fino a
DUo da oleo auiilo fino a
Transa de lia w 10 aras, bonita eo-
Fianjaa da lia cosa.10 Taras, bonitas 00-
rea a
DUo* de d>t de lia a
Ulaa coa iaca para charutoa a
CarUaOe elQoeUa sor lid oa franceu a
Cauaa de dito ditoa a 80 r*. a
Kga par llmpar denles muito finaa
!Diiai#4**aoMarfoB, cabo arelo a
J*aaaoa eom imbmi muito boa*a
Cartees oom clchete a
Uttos cosa diloa de superior qualidade a
06dd ace para aeaboia a
Saiwaelea muito gtandea a
Adulo de cauaU-o para criaaca a
baiaj pata ateeioos a 40 ra. e
K-adoraa para veattdoe, muito grao-
dea a 60 ra. e
Sapatinhos de lia para meninos a
. Aind* tem urna variedad* de miudecae que se-
rta radonhe menciona-las, poiea isU ue
** aada apreciar ae quaUdadea e oa pecoa.
80
310
100
100
900
800
1*000
1|280
40
100
200
400
3*500
40
201
40
10*
200
20'
00
88'
400
:
Fazendas baratissimas
20Roa da ImperatrizN. 20
Dusrte Borges da Silva at cente ao seas anligos e numeroso fregueses e ao publico que
na suaJoja ra da Imperatriz a. 20, acharao ampre o mai completo aortiraento de fazendas de
le pelo menor preco posivel, pois eati reaelvido aniodeixarde aervir ao freguez que trouxer di-
obeiro, tem constantemente coberta de lie a 1*800, madapolio fino com 24 jarda a 4*800 a ne-
S2a ch,tl?Jr-nc8* 240 eS80ra. o covado, ditas estrellas padroea bonito e cores flxas a
16U e ZOO res, lencoe de eaaea e de chita para meninos a 80, 120 e 160 ri, cassas
fraosesaa oetos inteiramente novoa 200 e 400 rs. o covado, organdys fazenda ptima oa-
ra veatidonaacuialidadea200r.ocovado. casetniraa inglezaa fazenda especial para forro (le
carros a 1*600 re., o covado qe outr'ora ae venda a 2f, cortes de brim de lioho a 2J, olea-
dos com pintura riqaissima e largura de 6 a 9 palmos ao diminuto preco de 2* o covado. chelea
de merino liso e eslampados a 2-e 4, cortea de cas a 1*600 e 2. corlea de casemirs preU e
de roa a 4* e 5$, rkicadmoo da linho o* algoo. ganga amarella e de core 160. 200, 240 e
asoievoeavadex aertisaento de fazenda de algodSo para roupa de eacravoa, dito de pannoa de
linno, bramante do Unho coa 10 palmos de largara, pannoa finos de diversas core, cambraiaa li-
sas, ditas eoea aalpicoa, diiaa liatrada, bretanha de linho e dealgodio, tudo barato para apurar
dinhewo na predita loja eciana. r r
--------------,--------------^------------------------------------------------------------_:
C hegou a apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes-
A loja d'aguia branca acaba de receber ama no-
va rameas da mui proveitoea e procurada agua
balsmica para a bocea e dente. O bom resal-
tado de tal agaa j nao aoffre davida como aa-
bido pelas immensas pessoasque a compraran),
e que eenllam a falta dalla, e a que de novo
comprarem echarlo que o uso della fax conser-
var os dente saos, livrando-os da carie, fortale-
cer as gengivas e tirar o mi balito da bocea,
dando i mesma agradavel aroma, podeodo-ae
meamo usar della nao s pela maoha eomo a
qualquer hora, e com aeertodepoia do fumar pa-
ra tirar o chairo do fumo, ou quando se tenha de
aahir para ter-e a bocea aromtica: para iaao,
Veadean-M a prega a* Independencia n. 87
a ft*V lejarfe Aotooto Aagusto do Santo Porto,
coMltea de immortal paral de novembro ee too-
tar no camMene paWico, com os nornes aeguin-
laba eaposa.
Mea eapoeo.
tlinhamsi. .
Meupai.
Meu filho.
tiioha filha.
Urna lagrima.
Eterna eeaiaade.
Saudades sempre viva.
Yenem-seosengeiibos
S. Podro e Espirito Santo, am-
bos moe ntes corren tes e
dagua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes;
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recite n.
26, primeiro andar, que acha-
r com quem tratar.
Ruada SeazalaNoyan. 42
Vende-* *m easadaS.V.joQbjuoa 4C.
elhns ilh5enalze,candairof e eajticae*
bronteados.lona ogiezes, Ha devela.ehieota
para carro, eaontaria.arreio apara carro d
um eioua avalas ralogio nglec.
Relogios.
Vende-1 smesss dt Jobustoit Pater A C.,
ras doVigario n. 3 um bello sortimento ae
Telogio de ouro, patente inglez, de um dos taais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben
mu Tsrsdsde ds bonitos trsncelinf psr os
masamos.
Veadam-aa aaocoa eaaa rabo aove ; ao
armazem da ra da Senzala Velha n. 144, com o
tundo para o novocae de Apollo.
aaaaatbon
ea jaaaaiaa
de coaer do
mai afasaa-
dosantoreade
New Y-or k :
veodem-ee
unicamea le
ao
aVe fazeodas
de RayaouBdo
Cailoa Leite
& Ir meo. Da-
mero 12, ra
aali
.
AUeicae
Vendem-se caixoes vasios proprios
parabahuleiros.funileiro etc. a 1^280:
quem pretender dirija-se a esta tipr>
ipaphia, que ah se dir' quem os tem
vender.
Tinta azul que fica
preta.
, loja d'asjaia braoc* xeceie. nova eemessa
deaexcellente tinta azl que fica preta, a con-
tina a vender o boies a 500 r, : n ra do
Queimado, loia d'aguia brenca n. .
O meJhor gosto.
Cbapeoe de palha maita iaa
tadoaa
touqai
50*. eeteitaa a
fazoadaaaa aal__
baraliaaimeopaaooa
>j*_da4atlaa
A uiaasa
l baraliaai
B mada lo.
(>eoa de palha maita is emstsaa- #
a UavieU alSCe lafl. ckalea mam
:mV.88v2x^'2L
*#* ream a avavaa maiilaa sam
aa 4a awlbor ajaaa paamiala-aw
Mime paepaa; aa va 4 Qaelaao- 0
Aviso
Ao respeitavel corpo acad-
mico e a rapazeada em
geral
A eicyctrica aiia ttc,
LOJADt
Guimares Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Bom e barato
S ao Torrador
23 Largo doTeixoSB.
Quem duvidar venha venha ver : tnanteiga in-
gleza flor a 900 e a 800 a libra, franceza da me-
lhor que se pode deaejar neste genero a 640 a a
500 rs. a libra, asiim como se torran ootros
mallo genero pertencenle
dlabeiro a vista.
a molhado lili a
Pechioeha sem igual.
A160rs
Bmturoes de aeda e lia para homena e meni-
no ; na roa do Crespo p. 18.
Tendera-ae bonita liobas de 50 palmos de
cosaprineotu e 9 a 10 polegada de grouura, as-
stm eaaw trave de 40 palmo, todo de madeira
de ejaaRaade, e recebem-se eneommeodas de ma-
deira, qaa ae maBdam bascar com presteza e da
HMt'i dinemo .pedida : quem precisar,
iB!^6?*MT,,*a do Carioca armazem a. 2, oo
m roa InperiatsotradO n.87.
Venal tto loja.
* lofadwotladetaa
. 9k eada esta en
A loja da bandeira
Nova loja do funileiTO di
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel load da Fonaeea participa a-
todos os eus fregueze tanto da praca
cmodo mato, e juntamente ao respeita-
vel publico, que tomou a deliberado de
baixar o preco de toda as saae obra, por
cajo motivo tem para vender un grande
sortimento de bibs e bacas, tudo do
I difieren tes tara anbos e da diveras cores
ora pintora, e juntamente am grande
sortimento de diverse obraa, contando
baohef ros e gamelas compridas, grande
e pequeas, machinas para caf e cane-
ca para condnzir agua grandes e peque-
a, lataa grandes pira conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
" grandes e pequeos aoaso do Btaall a
camas de vento, lata de arroba a 1*
bahsgrandes s4* e pequeos a 600
rs-, bacia grande a 5* e pequeas a
'800 rs.,cocos de aza a 1* a duzia re-
gadores regalares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todoa estes objec-
tos ha pintados e em braveo e todo mai
e vende pelo meno preco posaivel : ni
loja da bandeira da ras da Croa do Re-
cife n. 37.
porm, bastara alguma gota della em agaa pu-
" O proveito d'agoa balaamica aioda chega a
mal, ella aarve com acert e promptidio para
acabar a dor de dente, aosopando-se nella um
bocado de algodio o deiundo-o no buraco do
Jente aste adormece e em pouco desapparece a
N. 0 Biabar & C, aucensores.raa da Craz
n. 4, tem para vender ralogio para algibolra de
ouro a prata.
Ricos cortes
de medina
seda.
de
o. Para ae obter am frasco de lio proveitoaa e
apreciavel agaa balaamiea, dirigir-se com 1 i
loja d agola branea, rea do Queimado n. 16, nni-
-m parte onde ella se vende. Adverte- que os
o rotulo da dita loja.
f,
rsstos vao marcados
A loja da Boa-F na ra do Queimado nu-
mero 22, acaba de receber rico corte de
vestido de medio de seda de lindo padroea,
a fazenda mai fina, nafa aova e mai bonita
que h no mercado, cada corte tem 20 e 21 co-
vado, e vendem-ae pero baratissimo preco de
25*000 o cort; a aenhoraa de bom gosto que
tiverem de assistlr a bailes e a caaamentoa, se
quizerem levar am vestido ds ultima moda 6
mandaren Ter na mencionada loja da Boa-F.
na roa do Queimado n. 22.
Attenco.
Vende-ae a verdadeira palta de carnauba, tan-
to em porfi cono a retatbo ; na casa de Santos
" A.ra.do s americano le machina-
par alara r roupa :em cas a de S.P .Jos
hston & C. ra daSeuzala n.42.
Lencos brancos,
Veaden-eo lenco branca proprio* para algi-
baira, pelo aatMmo preco da 2*4*0 a duzia :
na ra do Queimado a. 22, loja da boa f.
Novidades do pavo.
A k>ja de Gama <&
Silva, na roa da Impera-
triz a, 60, acaba de che-
gar um noy e variado
j sortimento de fazendas,
que vendem por precus
que faz admirar, eomo
sejam:
Un bonil* sortimento da casa* suises a ini-
tacSo de aedaa de qoadriuho, qaa ae renden pe-
lo diminuto preso da 240 rs. o covado.
BrUnaotina a 40 rs.
Vende-ae brilhantina con uadrinbo de cor
pasa vealido* o roapaa deasaausaa- a 240 ra. o
sovado: oa roa da Imperatriz n. 60, loja do
pavao.
Organdys aioOw.
Vende-ae casta de organdys da padree muito
bonitoa a 280 ra. o covado : na roa da Imperatriz
. 60, loja do Pavao.
Chitas a240rs.
Vendem-se chUss francezaa muito miudinhae,
fazenda qup sempre se venden por ama pataca,
e est se acabando a doze vintn: na ra da'
Imperatriz n. 60. loja do pavio.
Gurguro a 4*30 rs.
Vendo-a gorgarto miudrnbo proprio para Tea-
tido e capa para aenhoraa e para roupa d me-
nino, pelo diminuto preco de 400 ra. o covado :
na ra da Imperatriz n. 00, loja do pavao.
Lasa-400 rs
Vendem-se lazinba enfealatka para vestidos,
fazenda de muito bom goato, pelo diminuto pro-
co de cruzado o covado : na roa da Imperatriz
n. 00, loja do pavio.
Com barras e babados.
Vende-se finlssino corle de cambraiaa pana
vestidos.com barra e de babados, pelo baratini-
nopreco de 2*500, 9$ e 3*500: aa roa da In-,
peratriz n. 60, loja do pavio.
Cassas a 200 rs.
VeDdem e caaaae eom lpicos graudos a 900
rs. o covado : na roa dalmperatrls a. 10 loja do
'pavio.
Cassas de cores a 240 rs..
Vende-ae caaaaa de corea faaeode muito boni-
to a 240 ra. o covado : na loja da roa da Impe-
ratriz n. 60, loja de pavio.
Sodas a covado.
Vende-te grosdeoaplaa preto maita encorpado
o 14*80.1*600 e 1*800, dito azul cor de rosa e
cor de cana a 2*000 aovado, aedaa braneaa la-
vradae par* veatidoa de nal va a 2*240 e 2*400 o
ovado, dita preta lavrada a 1S34M, caanalote
prata a 2*060 cavada : na ra da Imperatriz
n. 60, laja do pavao.
Enfeitesa25.
Venden-* enfeites de nuito ben gosto para
aeabora a 2*060 :
loja. do
I
b
VEHM.MiARATOT #
Superiorea capas conprida de gorga- dPA
rao preto, manteletes modernos, tilmas 2
do erse. chapeos de peina._________ w
Vestidos de seda moderno de cam-
braja bordado, ditos de phaotaaia. fB
Sediaaa de oaadro, geeedenaplea de #
cor, nofeanliaue en covado. Z
Caniraias de cores modernas, ditaa de a
Batra fingindo seda.________
Sinto, lequea, golliubaa e punbos pa- *
ra roupao. espartilhos moderno e pen-
te de Urtaruga,
Sala* balio de toda as qualidadea,
eamisaa para aenhoraa, ditaa para ne-
tnea. ctjapeea para genhora.
Tarlataoa, dio, mussellna, diamantina
e laazinba de cor.
s
Puaoaaaaa da ndalo, lavaa de pellica
e chapeos para aenhoraa
ea-
proprioa para Bao-,
a 640ti. : ama
avoa raa da
nena-das
tasW
.
laMamooria oa-
P
sornmeoto, de forma que o novo comprador nada
precUari eonprar ; veode-e a prazo, conforme
a convencin** : tratar na mesma ra n. 4Q
fots.
d*Koamairazoaolt
Joaqalm Fraaciaco da Mello Santo, avisa ao
aoas fragoeie docta paaca e oa de fra, qaa ton
axpoato 4 venda sabio de aaa fabricadenonlnada
Renteno armazem doa Sre. Travesos Jante*
a raa do Amortaaa.58; nara anarsa,
aaaUnha, prata a entra qualiaadaa por .mador
praeoqaadeoatraafabricaa. No naanaarma-
W folio oaeu depoaito do velaa da ciraaa-
im miatara algama, como de
os para senhora.
do da e de vallado para
ktindno preto daioi '
raa do Queimado b.22, ajada boa (.
^nBBBBBBBainBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBMaaBal
Vendem-se enfeites de froco
ninaa e tambem para senhora
Imperatriz n. 60, loja do pavio.
Chapos para seuhora.
Venden*- chapeopirra aeihuraa, sendo mal-
lo em oofeltodoe e eeante moderBoa oraten
tiodo, psro baratinino preco da 10 : ni roa di
inpwatrlin. 00, leja do pl>io.
Tendo a JiOO.
do caf, azul
PARA ACABAR
Colxu de la e seda preprias para
naa ou coberta de piano a 5*.
Paleoi de casemlra a 10*. ditoa de
alpaca preta a5| : roa da Cadeia loja
n. a3de Gutjiei 4 Perdigao.
8
8
#
Por baixo h be eca.
Ra do Queimado n. 6.
Vendem-ae manguitos bordado muito fine
para senhora a 1*, calcinhas bordada para me-
nino al*.
ooooooooo
i Nova califoroia
DB
Fazendas baratas.

Eeeossis 5*. e 6, rico efeite para ae-
f nhora 6*e6J500, sintos o mai delicado
9 para aenhora 2*900.3*. chapelina para cri-
anca gosto inglez 3J500.4*, para baptlsado
3*, cortea de vestido de aeda Escosseza de
bonitos gosto 12* estio se acabando, ri- -
cea lencos dolabyrintho 1. 1J200. chapeo
de aolpara senhora de bonitas cores, liso
55*, cano de narfim 5*500, cortes de cam-
braja brancos com flor de aeda 5*. ruca-
do francez 200 ri o covado, completos
aortimentoa de bales de arcos 3*, aorti-
mentos de meias para menino e menina
200 e 240 ri o par. cfaalea de tarlatana
de core a 640 ri, len;o branco com bar-
ra 160 ri chitas inglezas a 180 e 200 ra.
dita francesa a 240 e 280 ra. o covado
pega de cambraia de forro com 9 varaa
a 2* : junto a padaria franceza n. 48.
Venden barato e baralinin*
zaa nuito nasa, seraalee, nein
tota, obreetsico, peletot* da
calcado Heli, lencoa e
bella perfamaria. O pro
teccio.
iacto-
raa
I.
laasjst.
- Nabuce 4 C. cosa laja aa
acaban de recabar pelo al limo
manto da roapaa falla* para aon
Paletola de panno preto iaa.
Ditoa de alpaca preta a datan
Ditoa da bria a de iajataa beat.
Calcaa de caaeaaira preta a de i
Ditaa da branco ada caaos.
Colletes de aeda a da caaeaaira.
Ditoa de caaemira baan pasa aeive*.
Dito* de brim o da fasta*.
Camisas finas inglezas, da liaba, psaajM
Dita francezaa.
Ditaa de fualio da cor.
Ditaa todaa de chita.
Ceroulae de linho e da algodio.
Ditaa de meia.
Carouu de neta e da flanaba.
E outraa muitaa obras aa a* veadeaa par pro-
jo con nodo.
Enfeites para vestidos.
Venden-a* aa Hadas rossa do seda para ensa-
tar vestidos oa roupe, coaaa do nadta gaste w-
teiramente novo : na loja d'agaia da nro. raa
do Ctbug n. 1 B.
Importaate
Annuneio '
Na loja da diligencia, de Guinsarirs Ir-
mao, na roa do Queimado n. 55.
Meia de coros para henea mallo
a 140 ra.
Certoee de clcheles frsncezes coi
20 rs.
Pentes de masss do arado nata
tartaruga a 840.
Eapartilhoa para aenhora, qaa seapr
deram a 6*. por 24600.
Tranca de lia para vertido, a peca a
Lia para bordar nuito flava a laman
14 poma
Ora.
ara a 7*.
Masaos com granpo* a 40 ra.
Licha pars bordar, a miada a 40 ra.
Ditaa de peso nuito fina, miada aada s _
Franja de linho para vsalidos, s vara 124.
atv
Paraosbailese Ihealros.
Riquiaainoa cinloi douradoa com linda fivela
tamben dourada e esmaltada*,, eom ricas pon-
tea para eahiren obre oa veatidoa, muito pro-
prios para u aenhoraa que tiverem de ir aoa bai-
lea e tbeatroa ; vendem -a pelo baratissimo pre-
so de 4*. 5| e 6*: na rea do Queimado n. 22,
na bom coufaeclda loja da boa f.
Vende-se na loja de miudezas em una
daa principies mis desta cidada, e fax-ae todo o
negocio, com tanto qne baja garanta: quem a
pretender annuacie para aer procurado.
Apparefcaoa de porcelana para
doa e douradoa a 1*600, 22. 2*600 3*.
Caitas com alflneles a 100 ra.
Papis con alfinetea cabaea chata a 40 ra.
Enfeites para aenhora multo fiaos a 3, 4 7*.
Sinto nuito floo para senhora a 2* e 2*544.
Anim como ou tras muitaa miedesa anea* ba-
rata, que deixamoa de mencionar, para alo so
tomar tanla maasada.
Escravos Cogios.
Acha-ae fgido da eaaa de aaa acabar H*r-
culano Antonio de Monea e Silva, a cabra Sil -
vino, de idade de 18 anooa ponen nai en no-
nos, altura e corpo regolares, eabeUea earapi-
nbos, testa pequea, nariz grande o chale, mra
conprido e com eepinhaa leccaa, beieoe an pen-
co grossos, nm denle podre, nira pansas o dedea
comprido, pos grandes, tendoseereo peito ea-
querdo un signa! liso do tananhe d*an bota*, a
qoal auppoe-ae ter ido para a Becada trabathar
na estrada de ferro : quen o appreheadai. peto.
e leva-lo aoa Afogadoa, casa n. 54, a*r4 btn fra-
tlflcado. ^
2-
lims -.roa d.Inp.tri.,.^qa2Sd^
i *~a a i n e 0,, P'rinr a 34600. dito grovo pvoprio pa-
EUreiteS a 640 rS. oaaralan a sa, o o* anana na qaaMdadea,
am-M nnfcrtffl. rfh frrn nrnmi. n.H ... I*" oaO nnita a eamla : ni lea d'asara
_ laja d'agaia
de aa^,nardOangd a. 1 B.
Para forro de salas.
Vende-s pl para ferro deaalaaou gabine-
Sorvapasanadeiur naa raatieaea a aojoaat a
Mrrote,.veaa>e-*aaro.ptopriMpiM vesUdos de 70de aapsm*cte, fauoaof qaswnar at o
soatora 4 raupas f sis 1 raninas falo baraiisaioo flssyaptsonsvsado aa anosmoa/de so sjaobra
procn^eav4nt) o covado, nardo faModa naaaen- toma alar 4n Iaa: Toada as a 500 n. ca*
ora
lojasdo pavao. sanana o. H.
4C, ruadoCordonhn. i,
Bap francez.
Vende-ae rap francaz em librea e meiaa li- Vaidan-ra^valladoe preto, de
bra ; na loja de Nabaco 4 C. na raa Rova n. 2 "
- Vende-ae na loja deNibuco & C, na roa
Nova p. 2, fono coporal para cachimbo, dito do
fiordo Harlebete. dito americano, cachimbo o
geno, eitr.di de ferrp, dito de mina cora ca-
nudo de borracha, ditoa de madeira. toa de e- "B*44an oataa (atend .os dio ameatraanel-'
puma do mir. ditaa de imiuelo. e outraa .mta4'*^^^v^*Bilor, aaain oao^am nailas oa- IH M a^aaaaaaaaaanai
quadade, que ae venden mala barato do qnd dtaa-fenaanraa :qu aoaoranri iitnlinl P da ao CaaTOai COI UaTlTia
em outra qnalquer parte. msraanawr, lndan.vndaadoaa raan barato W ^ *_
v.^'oleTM**f,t,^co*c M n'*- "^JaaaaliVa rmmmtko*iio4 frsas^aTMaoana^
Aviso.
No da 17 de oulubro de 1861, aa 8
noile, auaenlou-ae da eaaa do alalia
o aeu ecrvo cabra, par aanaa Oaaladia. di
de de 20 e 22 anuos, altara regalar, torna
lando, roato redondo, ten falta da denles e at-
guns podre, o rosto eravado te nasas 4o tOaa-
Saa, pea cha toa, aoffrea en peonen 1
ura deade o qeeixo direito ate a be
do-lhe o peito direito todo, o anda c
coatura, na bocea do eatonago ten
ventosas, levou porcio 40 rengo
roga-se aa autoridades poBcf
yo, e a qualquer peasoa do parvo qaa a
trar, de o pegaren o lemeos os i raa da___
do Recife n. 42, loja da chapees, qaa ansie bota
gniiftcadoe. --
Antonio Maaert tasto,
Fogio na manila do dia 13 da eoni
engenho Cancella, comarca da rtaaaevtb,
de nome Hercnlano, idade de 24 a 22 sanos, al-
to, aeceo, eabellae eorrrdaa aovan nalinUaiea,
roato conprido, muito pouca barba, ten "
dantei na frente, pea graadea e"
em nm dos quiaa tem ana
ha poucoa diao, poto 1
aasaada
fes.orto bn7t.i.T Wd. lavTpc. Ernit g KViirenr"2
alta e fita larga, tomn directa de I
estria de Pio-d'Alho, onde Ora F
noitedeas neeno -dia: qae
ao referido ngenbo, que a*
Fugio do engenho do abolsa
Kr nome Joto Gregario,
a pelo, altara
ci de carreiro.
'veaiio'l


*wm'wmmto i?
Litinlnra.
de e acrtdeetea ato tara-
rt# que une
ahajan

plia r
ir ebre opo-
'das cousase Ihe enva-
*iid re : guardar, pois. o
"doui principios, respeilar
o circulo de rtirrmovimentos, drlata-tos segundo
ercepgoes da rstlo qs relagoes entre o con-
"il 4 IMMetaiuIr til e desidertum i
-fe a nlelligencia humana coad-
i*Wa pl vontade. A vontade o hornera por-
I,e'a residepessoa pessoa coostitue o
l -"WPkmbioaelo- pira dos altributo
ptychicos sen o isolameot da abstraegio que o
horneo), sabia*o da espootineidade, conquista
os segredoi da sturez. filisa-se daa suas tor-
tas, refszendo-as Mu so. Antes da razio
surgir no seio dospirito, este se acba adstricto
evolucoes cegase fataes, deixando-se levar pela
correnteza dos tactos,; nenhuma lioha divisoria
se esUbelece eolre os limites de sua eficiencia e
os limites de orna cansa necessitada ; (udo obs-
curidade e confusao.
Quaodo a inteligencia, nao maia syncretica.c
ttega eiitrtvev'aruda quVtpdislinctameole c
gea particulares sua apparigo, e um mecha- [explicar aos poros es divina palavra, mostrar
.niimo-regulado por umn orri,t^fata edeterrai-l^nde ella se acba. bera determinar-lhe o sentido,
nad, e todas vezes que urna causa estraSiha, nu expellindo todas as novidades cora que o espirito
um vicio orgaoic altera a economa--aniial, hum.ano se corromper a pureza das verdades de
irapossibilitando o movimento dos ervos moto- Deus ; aociedade iadeffeclivel, assistida sempre
res sobre as fibras contradi dos msculos e do Espirito vivificante, que nao tem deixado de
destas sobre os membroe de locomoglo torna-so eosinar egreja toda a verdade, Joan. XVI. 13.
a vontade impotente I organisico e conseguio- realiando-se assim a promesas do Salvador que
tmente nao existe accao, quaodo porm neo- disse lamber aos seus discpulos : Eu tito epa-
huma influencii pathologica perturba a marcha vosco loaot os dias, na ptenitudede meu esplri-
regular do organismo, e o que querido ficti- to, de mioha verdad*, at a consumaco dos
vel, dada a voligao succede neceesiriamente a leculoi. S. Maih. XXV11I. JO.
comocio muscular. D'ahl esta hierarchia que Vemos establecida ;
Ha quem deflioa a liberdade a faculdade de esta obediencia ao Sumao Pontifico. Successor de
co-
_._ em
ama nova phrase, a circu inferencia de sua sobe-
raDia virtual e a ascendencia poderosa que as
coosas exercittm % hornero calculando pouco
ponco sua dignidad, entra em si mesmo, recolhe
suas forgss e destlna-se por urna resistencia vo-
luntaria nao ceder inaturez os elementos que
ihe foaram irreouados. Assim elle gradualraeu-
Ihe expande a liberdade deum horisoote fugitivo,
limitado e contingente 4 toda altura de sua no-
breza : a cndilo delta elevadlo est na vonta-
tade que refreando supgestoes wtranhos catninha
pan sua perfeigao idealisada.
Para a liberdade apparecere com ella a perso-
nalidide n5o basts o equilibrio harmnico das fa-
culdades oem dealas euitu atepo, isto naa
emogoes, Ideas e vollgs, emislir sobretudo que
a vontade se avantage ocsla slmultaneidade ac-
tivs, desdobrando toda sua energa ou por outra
passe da potencia ao acto ; sinda assim sendo seu
flm todo de direegio e movimento, ella nao mar-
cha so realidade de seus effeilos em a luz su-
perior UiSrAelligOcia, qae roajlruiodo-lne as
determinacoes, a conduz sabiamente na estrada
da vida
A liberdade a allianga da vontade eom a ra-
zao, assim como a razio transpoodo a esphera do
individualismo por urna iniuicao, alcanga e estu-
do presuppe a reflexo, e a reflexio tem por ca-
rarter o elemento voluntario, da mesma sorte a
vontade em suas reolugdes se submette aos dic-
ta mes da autoridade intellectual. Penetremos
-com o prisma analytico da reflexao no exame
-desla faculdade, aiim de descriminarmos bem ai
suas partes.
O espirito antes de entrar em um disimo formal,
rene e concentra as irradiaget de sua vida pro-
pria ; paralysa-se eficazmente, para eolio ea-
trear urna nova marcha ; elle contem-se, repri-
me-se, abslem-se flnalmeote de toda distracciio e
neste estado estacionario em que se retem, con-
vida seus esforcos disseminados na variedade dos
objectos, para na ponto d'onde tem de parr
execntsr um piano ; obrar assim possuir-se
u compo$. Esta situado ainda um ensaio,
-ums condigio e nin urna razio d aegio. Um
acto livre aqnelle que prstlcamos com cons-
ciencia clara de pralicar oo deixar de praticar, ca-
paz de modiGcsgao, suspenso e aniquilimenlo,
mas quando praticamos podendo fazer o contra-
rio, porque preferimos aaaim obrar ; ninguem
prefere seno ter motivos de proferir, em estes
motivos serem pesados, equilibrados, con traba-
lanzados; apreciar o valor de cada um destes mo-
tivos, obrigar a iotelligencias emillir varios jui-
zos provisorios e suspensivos, reduzindo-os suc-
cessivameote medida de seu exame aem parar
em um jnizo definitivo, deliberar. Na delibe-
rado eotervem lodos os modos do penaemento.
o raciocinio funeciona largamente ; nial o espiri-
to antes de ebegar urna opcao ultima, perma-
nece na duvida ; elle deaconUa de todo8 es raeioi
racionaes, que o entendiment Ihe ndica para
attiogirum flnes depois de urna luta travada
em urna discussao interior e que o facbo da iolel-
ligencia ha ludo esclarecido, que elle desee
urna deciso fortalecida pela f. Eolio Ihe do-
minaba o scepticismo, agora firma-se no dogma-
tismo, e quaoto mais a crenga se ensinua as con -
cepqoes da razio, mata perto della ae depara com
a resoluto da vontade.
Preferir projeclar segurameqte o derradetro
juizo, acabar o trabalho de delibetagao. Al aqu
ainda estamos no tbeatro da nielligencia, pois
que dever obrar ou deixar de obrar nio querer,
um juizo e posto que a deliberado lenha por
antecedente a vontade. de maneira -que s exa-
minamos quando queremos, todava, esta nao
passa de orna causa occasiooal tendu por funda-
mento a nlelligencia.
Dous elementos distinclos descortinamos na
vontade, primeiio a potencia de querer,, segundo
o acto.especial e actual de querer, que Ihe rete-
rimo?. E* ds essencia de leda potencia como
torga nio retrair-se nos mysterios de urna uni-
dade intima e sim por urna virtude intrnseca
manifeslar-se edesenvolver-se na multiplicida-
de. O poder ralete em aua relago com o
sugeito pensante imovel, porm como causa
que e effecicienle, em si mesma tem capaci-
dade bastante para produzir ioumeros actos es-
peciaes, e determinados que se cbaroamvoli-
gdes.As voligoes applicaodo-ae aoa objectos
vivem em perpetua mobilidade segundo os mo-
vis e motivos qne as solicitan), ora as provocs-
- ges sensiveis qne as fatalisam, ora a indepen-
dencia do caprixc que nada obedece, ora os
dictames da razio que aconaelham; em lodo
caso, a vontade resseote-se da phenomidade dos
seres, mis sendo um modo gersdor da substan-
cia i qne inherente nunca ae exgola em aua
generalidade por mais que aa individn>lidadea
qneridaa a particularis*m no mundo real e posi-
tivo eom feicoes caractersticas e diflerenciaes. A
consciencia, eate espelbo. d'alroa, onde ae vio
refiectir lodos oa estados e operagoes piychulogi
(as, testemunha altamente a existencia desla
faculdade em suas diversas formas, sin la meatno
que nio se rewle am fados percepliveis, qne
demandara a apreciacae lgica da ioielligencia,
tal a natoreta racional do hornea*, com o
prestigio da liberdade.
Nio ha faculdade ou modo do espirito que
- para deseo rol ver-se nao exija nma condiga o ou
circumslaucia necesssria ao aeu exercicio, assim
a nlelligencia Su acquiaicao do conbecimento
analytico, interrogada pela vontade sobre am
espectculo, no qual centralisando-se, delimita
as partes do todo, qne impreesionsndo-lhe dis-
tela e auceenivaaaenle ; Ihe communica per-
apgdes claras e pwfeitasUto ideas e juizoa
abstractos.Abandonada ella s !els de urna
actividade espontanea nos ministrarla aocea
vagas e incompletas, posto que dotadas de affir-
magao, oascidas de urna grosseira syllepse. O
aentimento sem o interesse do Eu, perder-se-hia
para a consciencia em modificages indistinctas,
motivado pela acgo desordenada das causas do
nioau e seria de pouca duragio para a alma ;
entretanto que a atlesgao aprupriando-se della,
avuha a por urna conaiderago esclusiva em aua
inieusoade. Porm, se a altengao a nlelli-
gencia convertida a um ponto pela vontade ;
claro est, que eata para aquella urna condicio
indispensavel sen incremento.
Assim todas as modalsdadea psychlcas se deffl-
ee ae preeiaam em todos os phenomenos
relativos ao mundo phyaieo, psycbologico e
jBtologico com o auxilio da vontade. s o p-
-4er voluntario a suas datermioagoes alo de-
paada de coodlgio algama entre a forca a o
eBaito ha urna lioha recta, de aorta que ella ae
aoalra -
Hsj
. pois que elle aem,sempre,
aM da vontide, tem leis, condl
se substituiris
por interpretes de Dous.
m
Qath da em todas as suaa pi
ugei hsrmMfa. ]|iMM Man
cagoe> algum. Elleqii ; A pajavra
'qa 'de nossa f. "Est* 'palavra se ac
^^^^^^^SB depsitos : na scriplora e na IradcgiT _
tes dous sagrados depsitos tarara confiados por
Nosso Seuhor Jess ClKisto i guarda da egreja ca-
tlica, socledade divinamecte estabelecida para
"9
oosa
a raaV
us.g
fazer ou deixar de fazer, obrar ou deixar de
obrar, defflni-la deala maneira converte-la m
poder accidental que ora existe, ora delta de
existir, e n'um momento dedo qoando qoelquer
obstculo material invenaivel ihe embarga a
Vealisagio concebida cessa a liberdade mas a
crenga da huaaaidade e a voz da consciencia ae
oppe a disaarfeao ds liberdade. V de batde
objectar com a torga moral dos motivos, sobre as
determioscoes da vontade, fizeiido esta necessi-
ia I aquella, como se fete um phenoraeno phy-
sico, inerte, sugeito 4 toda direegio que se Ihe
imprima ; quando a vontade obedece ae motivo
mais forte, porque ella ha communicado todo
pezo este motivo, e esta obediencia implica a
obediencia de si mesma. > -*'
Resumi do direi que a liberdade, a escolha
da verdade. do bello e do bem, o triUmpho
sobro o principio do mal,e cada ves que o
querer, modelado pelas normal e paradigmas
eternos da razio, pi desta razo peasoal, que ae
amesquinha com a fraqueta d*os interetses, com
a violencia das paixoes, e torpes reclamos da
materia e sim d'aquella impessoal que reverbe-
rando b infinito, indaga a razio (Tas couzas, in-
vestiga as leis da natureza. doscobre o universal
oo individual, o absoluto uu relativo, o neceaaa-
sario no contingente, o hqmm prima na jerar-
chia da ordem moral etodo espiritose en-
grandece ao sol da verdade, aeudu vea imagem
e semelhanga de Deps.
t\ I J ) J J. j. hobar NiVAaaO.
(Estrella do /#mazotri#.j
S. Exe. Rvm o Sr. O Antonio de Ma-
cedlo Costa, bispo do Para, acaba
de fazer circular na sua dioeese
o seguate opsculo ;
Em que differcm catholicos e pro-
testantes,
i
A religiao catholioa a religiio de lodos os s-
culos. asceu com o mundo, e depois de Jess
Christo ella se constituiu para sempre debaixo da
forma de urna aociedade de Christios baptizados,
vivendo na commuohao dos mesmos sacramen-
tos, as profisso da mesma f, obedecendo aos
pastores legtimos e principalmente ao papa vi-
garia de Jess Christo e successor de S. Pedro.
Percorrendo aa paginas da Historia Universal des
de a vinda de Jeiua Christo para c, vemos que
nunca deixou de existir esta grande aociedade ;
sempre vemos papas, sempre bispos, se perpe-
tuando desde os Apostlos por orna successio
nao ioterrompida ; ora reunidos em concilios,
ora dispersos pelas dioceses, eosioando, santifi-
cando e goveroando em nome de Deus aa almas
dos verdadeiros fiis a sendo delles constante-
mente obedecidos.
O protestantismo,em comparagio com a egreja
catholice, urna religiio de hontem. Sabe-ae
a dala precisa de sus primeira apparigo no.
mundo ; sabe-se tsmoeai o nome do inventor
dessa religiao, daquelle que primeiro estabeleceu
os principios della. Antes de Luthero em 1517
ninguem penas va em protestantismo, todos eram
catholicos, ao menos na f, pois reeonheciam a
autoridade divina dos pastores.
O proprio Luthero foi baptisado na egreja ca-
Iholica ; viveu por muito lempo, como todo o
mun io,na egreja ca!holic,professando a doutri-
nas e as praliuas eslabelecldas pela egreja ca-
ibolica.
Depois para satisfazer suas criminosas paixoes
que elle rompeu com o papa, separou-se da
egreja, e fuodou a nova seila que se chanaou pro-
testante, porque prole-tnva contra o calholicismo
que ji. eslava estabeleci lo antes, e qua cootiouou
da mesma forma at nos.
II
A religiio cathelica tem a Oens por actor ;
oenhun homemee apona que lenha sido funda-
dor della. Quandu o Pilho de Deus veto sobre a
trra trazer o complemento da tevelagio divina,
disse A minha doutrina nao i minha, mcu de
meu Pae que me eftciou. Joan. Vil 16.
Os auostnlos que Qcaram em lugar de Jess
Christo e que elle maodou por toda a trra a pre-
gar o Evangelho duiam egulmente aos povoa :
A doulrina que vos pregamos nio nossa, maa
a doutrina de Jess Christo que nos enviou.
Galat. 1. 12.
Nos nio a inventamos ; elle foi que nos ensi-
nou estas cousas que nos vos transmiltimos e vos
transmillimos com auiorilade, e vos transmilti-
mos a doce certeza de nio vos induzir jamis em
erro, porque foi o priprio Jess Christo, que nos
disse a todos nos unidos a Pedro, que fossemos
pelo muodo todo pregando o Evangelho e que elle
estara edmnoaco todoa os dias at a coosumma-
gio dos seculos, e que as portts do inferno nao
prevaleceriam contra eata aua ogreja. Os suo-
cessores immedialos dos apostlos quedelles re-
ceberam a mesma misso, a mesma consagragao
episcopal que linham os apostlos recebido de
Jeaus Christo. Ulliram absolutamente a mesma
lioguagem : esta inda boje a lioguagem dos
pastores da egreja Uoiversai, unidos ao successor
de S. Pedro : Vosia doulrina nao i nossa, mas
de Jesu Christo que uot enviou.
Os protestantes ji nao pudem fallar assim. A
doutrina delles humana, sao systemas creados
or taes ou taes qne eiles recoohecem por che-
fes de suas seiles : nio a doutrina de Deus.
Cada nm prega os .diclames de sua aeita, quando
oio aaaaz independente para fundir urna nova
chrismada com seu nome. Assim eosiosm os
Lulheranos aa doutrinaa de Luthero ; os Zwin-
glianoa aa de Zwinglio ; os Socinianos as de So-
cino os Calvinistas as de Calvino ele, de modo
que um mioistro protestante chegandoao Brasil,
a querer ser siogeilo e franco hade dizer : Eis
aqu, povos do Brasil, as charas deatrinas de mi-
oha aeita sobre a justifleagio, sobre os sacramen-
tos e o mais. Fot o que Luthero ou Calvino, ou
eu mesmo podemos ochar de mais rasoavet oa
Biblia.
Eu creio eom mioha seita, ou de minha pro-
pria cabece, que o bomem justificado s com a
f ; nos s admittirnos dous sacramentos ; nos
somos de opiniao que o culto dos Santoa idola-
tra, que aa modificages sin pralicas nocivas,
etc. Eata maneira de entender a palavra de
S. Pedro, chefe do episcopado. D'ahi esta sub
missio dos poros aos legtimos pastores ; d'abl
eaae magisterio ou poder doutrinal que se atirl-
buo i egreja, dafinindo dogmaa, eoodeanando
bereias ; esse poder legislativo que eslabelece
leis disciplinares para o raelhor cumpriaenlo da
lei de Deus ; esse poder judiciario que decide aa
causas de consciencia e impe penas salulares.
Tuda isto se segu naturalmente do principio ca-
iholico : c Ha no mundo nma autoridade divina-
mente constituida para regulir as cousae da re-
ligiio. Todo deriva, cerno o arroio da sua fon-
te, deste principio fundamental, ou antes deste
fado inconcusso, palpavel. immanso, que nos de-
monstramos coa os textos mais frisantes da Es-
critura como coa oa monumentos aais irrefra-
gaveis da historia ; ludo se liga i eaae (acto, ae
harmonisa com elle, e pode-s dizer que nio ha
doutriaa mais coordenada e conssquente que a
nossa doutriaa caiholca. .
Pelo con ira rio o p rotea tan tisrao um systema
essencalmento contradictorio e ioconsequente.
Elle diz : S ha um deposito da palavra de Deus
que Biblia ; esta Biblia ae acha entregue i
livre interprelagio de cada um : todo fiel, por
mais ignorante que aeja, jaiz em ultima instan-
cia do genuino sentido della. A Biblia clara ; a
Biblia evidente por si mesma ; nio precisa que
a egreja catbolica venha fixar-lhe o aeotido, nem
determinar quaes si as verdadeiras eas falsas
verses, nem que livres sia apocryphos ou deixam
de o ser, etc. corre ludo isto por conla do Espiri
la Santo, que revela em particular a cada chris-
tio o que elle deve crer a respeito. Assim dis-
corram es protestantes, lias quem nio v que
ellee mesmos esli m diametral opposigio com
este fundamental principio que tanlo assoalham ?
Se a Biblia basta, porque pregam elles ? Porque
fazem explicagoes oraes e p_or escripto ? Porque
espalham a rodo 'olhinhas impressas ebeisa de
douirioas herticas ? Porque impingem suas in-
terprelacoes aos poros, e nio o deixam entre-
gues s so espirito Santo e s suss Biblias, para
fazerem sua religiio como melhor Ibes pare-
cer m.
Que tem este ou aquello mioistro de nos vir
ensinar que s ha dous Sacraraeolos, que a f s
justifica, que as penitencias sao oveagoes hu-
manas, que taes livros sio apocryphos, que taes
textos devem ser entendidos assim, e nio as-
sim, etc.
De duas urna : ou estas cousas estio na Biblia,
ou nio eatio I se estio, .deixae que o eapirito
Santo no-las mostr, vasa ministerio comple-
tamente intil. Se naa eatio, siisuos impastares
quando afirmaes que s pregaes a Biblia, e que
ella s basta.
Lde a Biblia, dizeis vos L ella vos ensinari a
verdadeirs religiio. a Hassuppoohamos que len-
do, como me mandaos, a Biblia, eu echo nella
que a egreja catbolica a verdsdeira enreja fun-
dada por Jess Christo: Main. XVI. 18 Que
todo o fiel abrigado a ouvi-|a sob pena de pas-
sar por am psgko e a publicano ; ibii XVIII.
17, que essa egreja infallivel, porque proraetteu
o Salvador ; que aa parlas do inferno nioipreva-
lecerais contra ella : ibid XVI. 17. Que das mies
dessa egreja que eu devo recebar as divinas es-
crituras, as Iradiccoes e todos os ensinos revela-
dos eso .eolajide-los no seoiido em que ella os
explica : Doeete omnes tente I ibid. XXVHi. 19.
Que me diris 4 isto ? Como me provareis que
eslou em erro T Pelas divinas escriplurss 1 Mas
depois de bem estuda las, eu aa acho contra vos.
Pela autoridade de voasa aeita a scieacia da vos-
eosdoulores protestantes 1 Eu vos oppooho a au-
toridade mil vezes mais fundada, mil vezes. mais
anliga, mil ido mais reapeitavel da egreja ca-
tbolica, a scieneia muito mais vasta de sena gran-
dea doutorea em todos os seculos que sem ore in-
terpretaran! a Biblia no meu sentido, que oca-
tholico, e nao no vosso. Aioda nma ves, o que
diris? Sereia bastante ioconsequente para me
impordes o $ic vol, excjuSeo, itet pro ratione
voluntas de vosso Luthero, no mesmo momento
em que proelamaes que nao se deve obedecer 4
autoridade alguma religiosa sobre a trra? Io-
consequencia I sempre ioconsequencia I
IV t
Nenhuma das trinas do cstboHclamo opposla
i Escriptura Sagrada. E' verdade'qne alguna ar-
ligoa de nossa f nos teado vindo por iradicgio.
nio a se acba explcitamente declarados na Bi-
blia. Mas como evidentemente a palavra de Deus
tradicional oio pode estar em contradicho com
a palavra de Deus escripia, impossivel acnarna
Biblia textos que condemnem alguna dogma da
egreja calholica.
^Assim, por exemplo, nos eremos por tradiccio
divina e um dogma de nossa f, que se pode
administrar o baptismo at s crlangas, e que o
baplismo nio ae pie reiterar ; estas verdades
nao se acham declaradas no Evaogelhn, mas tam-
bera nada 14 se l que 4 ella repugne (1) Nos ere-
mos que todos os livros da Biblia encerrados no
canon catholicosao devidamente inspirados ; que
ha um purgatorio ; que a egreja pode conceder
indulgencias, isto remoller, mediante certas
piaa obras, aa penas temporaea do peccado : que
ha aele Sacramentos nem mais nem menos
etc.
proveitam.E oo 3* livre dos
vem positivameaia: a" tan-
utamento orar pelos difuntos,
he livrsm denus petado: Elle
tradles : |Jl?oTo a l*Wvaai ThteAo'nU
censes cap. II v, U, pelo conUario: Estaet fir-
me ; a guardae a tradiges que aprndate. E
assim muitos oulros pontos. A quem, pois, ha-
vemoa de crer? Aoa protestantes ou 4 Biblia?
Elles mesmos que decidam.
V
O calholicismo, vindo de Deus, firmado em
Deus, immulaveicomo Elle. Os lempos veriam,
passam os borneo*, muda-se a figura deste mun-
do, e elle sempre inva'riavel em sus doulrina.
Como o rochedo no meio dos mares resstese
abate das ondas que passando por sobre elle la-
va m-oo, sem destru-lo, assim aa persejuigoes,
ascootrsdlges do muodo e do inferno tem dei-
xado immovel em sua velha bese esss mysterio-
aa pedra que o proprio Christo asaentou como
fuodamontodo eterao edificio daa almss. Po IX
alla.como fallara S.Pedro ; prega JesusChrisloe
Jess Christo crucificado.como S. Paulo; annuncia
a remissao doa peccadoa pela l e pela penitencia
como os primeiros arautos do Evangelho ; a mor-
tificagio, a humildade, a caridade, aa mais puras
virtudes do chrislijmismo sio eusinadas por to-
dos os pastores da egreja catbolica boje com a
mesma autoridade e eficacia que oos primeiros
seculos da egreja.
O prolestautismo. pelo contrario, um cama
leao que muda a vista da olhos, de cor, de'lorma
e de constiluigao, diz um escrlptor.
No mesmo bomem elle nio muitas tezes no
dia seguale oque era na vespera ; na mesma
trra difficil, diffiuilimo fra achar duas parochiea
duas communidades tendo as mesmas crengas
"Ij*!- **, *ao raro eacootrax muitoa ho-
meba que perristam no mesmo sentir ainda em
pontos fundamenlaes da f que na Inglaterra
acontece ordinariamente mudar urna parochia de
crenga cada vez que muda de pastor. 'tacto
notorio, diz urna gazeta ingleza, que o bispo de
Calcul lendo de pregar em Ioglalem eu-se-
Ihe o mappa theologico das freguezias em que t-
nha da pregar afim de saber de antemio onde
podia pregar o que nlgava. o puro Evacgelbo, e
onde devia guardar silencio aobre todas as male-
rlas coniroversas para oio ir de encontr ao que
ah haDitualmeute se eusiuava. [o Prolest. etc.,
pelo padre Perrone, vol, ( pag 549.) Nao so-
mente sobre pontos^accessonos que as crengas
protestantes tem variado e variem de continuo:
leda a admiraval Historias das variare de Bus-
suet, a qual ficou inacabada e veris que diver-
gencia immeosa naa pronssoes da f sobre os
pontos mais capitaes da religiio, sendo os pri-
meiros coripheus da reforma osproprioa a darem
o exemplo dessaa vergonhosaa madancas. Mu-
das ? logo erras, diremos com um.enligo, porque
a verdaue aempre a meama e eterna como
Deus.
IV
O catholiciscomo, seodo a religiio relevada por
Deua, por isao mesmo urna religiao de autori-
dade : aua doutrina. sua legislagao, aua hierar-
cbia, ludo marcado com o sello desta grande e
santa cousa ; a autoridade!' Por iaso ha oo ca-
tolicismo ordem e suDordinagao, e por conse-
que'ncia, unidade. Torga e belleza. Nos obedece-
mos ao papa e aos bispos porque os vamos reves-
tidos de urna autoridade que estamos coitos que
foi divinamente eatabelecida. '
Obadeceodo-lhes, obedecemos ao proprio Je-
ss Christo que disse ao primeiro papa e aos pri-
meiros bispos : Quem to ouve, me ouve, equtm
vot dtspreta me despreza. tV a autoridade oo que
olla tem do maior e mais divino.
O protestantismo nio eutra cousa mai que
a resolta contra a autoridade. E' o orguinoda
razio individual ousando eollocar-se cima da
razio universal; um chrts4ao dizendo arrogan-
temente:
c Eu eotenlo melhor a Escriptura qu toda a
egreja cathojica-, lodos os sene cobcios, lodos
os seus doulores reunidos 1 Eu interpreto melhor
este ou aquello pssso da Biblia que todos os pa-
pas, todos oa bispos, todos oa idelogos do mun-
do S caso o juiz supremo de ratonas crengas 1
Tenho a Biblia, leoho o Espirito Santo; nio pre-
ciso de mais luz, nem direegio alguma l Nada de
autoridade! Non ttrviam I
O caf alm
escolha de te
minuir do pn
o Estsdos-n
dor do caf eip
podendo coolim
do d'antes,
gitagio dos mei
fazer remessas segura
sil; o que ocTisionarl a BalfT doT TeTl hstor-
nar a pequea exportaciaflue daqui aa (tfia pa- td8|O00, se poderla com paosaa
ra o Par e M.ranbjfc^ ^QOervobh. ao, pl.mET
nao exigido grande ; cafconiadaa a rasio de StVa
pTufo tessTo de*trda f- ry.qui caevfdente a a laacN
plantagao ao. da cqlhelta, deve merecef de prefer ,j,, achinas sobra a oronecia
rfocia a-qu.lquer nmo;de aRrlciliuraia attengho edaplao M sua. opetartiTa tri
doa homens mais abastados da provincia e do d(, ecouoroia de lempo redacto da
nosso povo em gersl, no empenhode fazerem lo-! miouigio de despezas.
Aaaim urna carga de lia a 8 atvi
A plaolagio do algodao
capitaea, ioterrtediando
dos suas lavras grandes ou pequeas conformo os
recursos e possibilldades de eada um.
A certeza de que esse artigo teri larga proce-
ra, prompia venda e boa paga, deve attrahiras
vistas de todos, qne procurara oo trabalho os
mel de melhorar seis circnmstaneias e propor-
cionarse urna existencia mais sgrsdavel.
Emquaoto que sao estes os effeilos immedialos
do deaenvolvimento dessa industria, occerre que
ums, maior produegio que apparega, pode dar
aso a que o povo inglez procure eslsbelecer tal-
vez urna torrente de emigrarlo para o Brasil, as
vistas de promover a cultura do algodioem pon-
to maior e dar emprego a milbareae milharea de
bracos qne bradara por trabalho como elemento
vital para ter o pi com que se alimenten).
A riqueza collossal dos Estados-Unidos, a sua
importancia poltica e os prodigios que fez ne io-
dustria, sio devidos i grande emigragio que af-
fluia de todas aa parles em procura de trabalho e I cular"Vpela-a
de exploragio de terrenos em que podessem dar'
expansio a aua actividade e melhorarera deserte.
A preveogio que havia na Europa 4 respeito da
falta de se^turanga individual, inhospitalidad do
pnvo Brasileiro e iosalubridade do clima, aie es-
pntateos que vio-se desvanecendo pela forga da
verdade aobre os ditoa espirituosos da maligoida-
de e daa faceciaa atutas com que se tem pro-
curado desvirtuar nosaos aeolimentos se por em
duvlda a geuerosidade do nosso carador.
A provincia do Ceari alm da temperatura de
seu clima,' notavel pela docilidade de sea ha-
bitantes e seguranga de que gozara sob os auspi-
cio de iostituiges livres, e da accao benfica do
governo na severa repressio e puoigio doscri-
mes.
Di-se mais 4 seu respeito a circuinstancia de
que a nica provincia em que no exide quaai
eacravalura, sendo feito muitos servigos e at o
de eosteo de alguna eslabelecimentos, por bragos
livres.
Assim nio haveodo o acanhameotn qua resal-
ta para o amor proprio do hornera livre de se ver
esposto 4 contingencia de estar era contado com
escravos, mui natural que todas esta cooside-
rages diepouham aos animes para nma emigra-
gio espontanea, que, se fr sendo bem succedida
ir fazendo snecessivamente novo proslitos e
radicaodo-se era bases mais largas, importantes
e duradouras; mormente ae, come 6 de esparar
do patriotismo do nosso governo, tomsr elle a
iniciativa que Ihe empele e acooselhada pelas
circumslaucia.
Mas emquanio isse nio se roalis, amen ao
maia positivo e encelemos por aquillo que se acha
ao nivel de noaaaa forgss.
Approsima-se o lempo da abertura dos roga-
dos ; toaemos posigio ; faga cada um e que po-
der, o tenbamoa ceafienga no futuro que o- tempe
tara o resto.
A applicagio*pratiea daa ideas emiltidas > res-
peito da plantagao do algodao. conduz natural-
mente nossa atteogio ao exame dos lugares on>
ramos da proviocia que por aua torga productiva,
facilidade do transporte e outrss eircumstaneiaa,
devem determinar o systema a seguir nessa in-
dustria.
sentara um valor de cHfOOO. iete 4. trae vanan
mal do que urna deaaaacar a apte m da sama
de caf a razio de iJOOO por ferraba. Sai lana
crcumstancias poderla vir o algedio da tenia par-
te, do mesmo aodo porqne vea bate gata aeu
couros salgados dos pontos mais lausejaee da
provincia.
CeapieJtende-ee por tanto avs
dera a provincia auferlr da ialradairla m i
maa machinas robora a Tisanas a
para cerlos e dateraioodaa pondos, _
generalisegao dependente do gomia aa I
OifluBdindo palo irabarho. a doa HlitISa sjaM
megaxem a actuar nos difirante
dustria em geni.
Eata deapeza flearia Urgaa_.
pelos direilos de exportaeAo, por i
duegio que traria o angaeaHo di
i eviaeara* van ira tena a
i aros aaaaa pora......Hit
ir, a o resollada M ataaa o
vo desde que aelboraa auas cea lcese da boa-
estar e independencia.
At poueoa aneo a
Ceari redusia-ae a aa irabalho aiaia>
fadooho, acaohada e drcaaaarrpto ao
algama agaardente; maa aio escapando a
tragao do fallecido Gailberae Cevtaat, aM
rente da casa inglesa da Siogleerst
cia, as boas dipoige dea torraos
ae essa cultura a na poeto aais capoiitaarta. res-
gatando a da ratina a f aa paaaeii
concebeu a feliz idea de propar
pl soladores a coa venteada l
engenhos de ferr a ealdeiras v
prazo de na, dous e
pagamento em assuca
toda espectativa ; oseo volean-se a
esnoa as proporgoes aa aoe exiatoT
pira logo urna grande qaanlidede de
eslabdeceu-ae a exportagie; Baaraa
artf do aerante; lucroa a pea viada.
entretanto o apresaro aobejaaantO _
do do avengo que fez pela vaaugaaa qao
aaior gyro do sen negocio, recebando
conwncionadas a impaifaais do
aos eogenhoa.
Para ae tazar idea do aovi _
vido na exportacAo da proviocia o OO
te que, no meto diaaa pie ter _
bre o aasucar, tomareaoa par ponto d
rendiaenlo total daa diroilee do en
anno de 1856 e oos dos oalroa nenia
at 1860. ponda aqu leraao a
eom qua pretndeme i voltar sabr a asteria
1836................36:397ptl t
1S57................e7:72ag47C
18M................74:*Mana
18^9................ 81 I30a095
A, W..............8l*OtM
A distribuigao de machia* por al pa sala
provincia, seria d% ama vsalsgea vidente
da
(Conlinuar-se-ha.)
Agricultura.
Deua nona, difiere da egreja catholic, e aalia-1
faz completamente aos espirito. Se queris acei-
tar ettai notta idea, tila nostas inttrprtlacts
que no parecer aa melhores, vindo, faxei-vos
anoiieano, lulherano, melhoditta, reformado, ou
o quer que soja comanlo que abandonis a egre-
ja catbolica. Em resumo a doutrina do protes-
tante (quando eate soaaerva ainda alguma don-
trina) o marcada fatalmente na fronte com o
ooae do bomem que a inventou e Ibe dea voga.
A verdadeira religiio nio se especialiaa com no-
me algum huaano, porqoe ella ais) leve oulro
autor seaio Deua.. So tem m loae ; aquell
que vem expreao no aym'blo dos apostlos.
Creio na emreja calholica l Embora qaeiram al-
Todas estas proposices se nio acham em ter-
mos formaes e explcitos na divina Escriptura ;
mas desafia-se a qne ae mostr neata mesma di-
vina Escriptura, urna s que as contradiga. An-
tes slgumas detsas verdadea tem por si textos que
as favorecem e as kisinuam mais ou menos cla-
ramente, e um espirito justo as acha em tudo
conformea aos principios evanglicos.
As dootrinas capitaes dos protestantes se op-
pem, pelo contrario, i leltra clara das escriptu-
ras, e elles que tanto precooisam a Biblia.se aire-
vem a contradize-la escandalosamente em muitos
pontos. Assim, elles dizem em suasproflssoes de
f : o homem justiOctdo pela f s : e S. Jlo
Da sua epstola cap. II. v. 24,diz expresamente:
c Vedes que o homem justificado pelas obras, e
nio pela f a. Nio eata resaltando a contradic-
cio ? De um lado pela fe de oulro : oio pala
ftt Elles dizem que a egreja calholica foi a
verdadeira egreja da Jess Christo nos'primeiros
seculos, mas depois se corrompen, cahiu aa ido-
latra e ea mil aoperstiges, at qne per fim ep-
pareceram os protestantea para levantaren) de no-
vo a egreja da ruina em quejaba.
E Nosso Senhor por nma promessa solemne e
Jirrevogayi diz a S. Pedro em 8. Hatb. cap. XVI
deal'arte podemos deffloi-la potleriori a facal-
dada' do querer ou Dio qserer
Todas ae vetes qne a inUlligencla so ha con-
sultado oa cooaerucio de oa fir. aobre os di-
versos meios qua Ibe sio tooducenlea e se pro-
nuncia por em iuiw, o a vontade sa decide 4
por elle, resU abalar a orgjaisacio
a idea concebida, delittala e que-
fleo; a volicio um acto, porm da urna at.
reza loda aapirtoal e que c
Cay QaVVlVQCleT ~ ~
tesiar sempre coaira aamerbaate preteagio, o
quando ua eetraogairo, chegado n'ama diada
horetic*. pergunta, ea que ra ftea a ogreja doa
catholicos, os aasaoe hereges anace apontam
paro oa su.s, mas para a egreja daqueltes que
onicei merecem esse nome. Tanto oKes aoo-
moa eatio coavaacido que nio podom M chamar
catholieoa, aendo nma satta particalar, feadada
par ai ou Ut iaoivtd, que loa dou aaaoaa.
-------- R-
eaireunto que a aceAo e ro.Hjta-1 aj*atn|nnmig i^afirjea^iaai doChfi.
t. 18: Eu te digo que tn' e Pedro, t tobre Uta
pedra eu edificar ei a minha egreja e en porta do
inferno ndoprevaleetrao contra ella. Elles di-
zem : Da officina de Satanaz procedern as pro-
hibicots do uso de certas comidas. E nos actos
doa postlos cap. XV v. 28 ae diz; Parecen bom
ao Espinlo Santo A ndV aue vo* abttenhaes da
carnes' immoladas aos dolos, do tanque do
animuei su/focados. O primeiro concilio de egre-
ja, composto dos mesmos apostlos, prohibe isto
aoa christios e ousa.m os prdeodidos reformados
dizer que taes prohibigoessio illusdei aue taktm
da officina de $atanax I Elles dizem que os mi-
nistros da egreja nio pdem remittir peceados:
e Jess Christo di em S. Joae cap. XX'v. S3:
Aquelles i qutm perdoardtt os peccadoa Nrdo
perneados, aquell* a qmtm mirar, zaro re-
tido. El lea dizem qne Jasas Christo, s. advoga
per nos ; qae o aojos e o santos nao o sauoPA
fazer nos e no cap. I de Zachirla v. lll-e:
E responden o anjo sfe suAor e aftaes: SsnAor
do extrtoe, at quando le nao comxpmmotrs
a* Jerutalm m oidadt de Judi contra as
(1) Grande numera de protartiateooa adaatttem
Umbea como de f, aem as acbarem na Etcrip-
lura, o que 4 no system
CtMBnaftujda,
a'eHesjaoaiocohfrw-
i plantacao do algodao no Ccar.
A guerra que appareceu noa Estados-Unidos
tem de etercer ama grsnde influencia sobre oa
differentea ramoa de industria, afteotaodo seria-
mente seu commercio interno e externo em pon-
tos mui importantes.
A cesaagioda produegio desse mercado collos-
sal, repercutir profunda ment oes estados ma-
nufactrenos-, que entrelioham a actividade de
seus operarios,, e sustentavam o movimeoto de
suas machinas com a grande quantidade de ma-
teria prima que recebiaa por importagao.
Entre os gneros de exporlscio dos- Estados-
Unidos, figura em primeiro lugar o algodao. Maa
tendo de flear estagnada a produegio desse artigo
por muito lempo, e nio haveido um paiz qne
possa remedier de prompto essa falta, ser diffi-
cil seoio irapossivel 4 Inglaterra continuar a fa-
zer na meama eseala o gyro do sea vasto com-
mercio.
Por ootro lado este fado ser4 acorapanhad de
oulro nao meqoa grave para o Brasil- como paiz
importador, porque desde que diminuir a impor-
tagio, fkaro- reduzida a procura- a- am circulo
maia estreito, e por conseguidle em ambos os ca-
aos, toroar-se-ha dabio o vacillante o estado daa
finaugas, ineviiavel o decrescimonto da rendas
publicas.
' As {aseadas de um uso mais- geral e de urna
procura mais immediata i preporgio que forem
diroiauiodo, irio atlingiodo a prego cada vez
mais exorbitantes em preiuizo dos eomumido-
res,
Debaizo deale ponto de vala ficam ciaros os
embaragos commerciaes qua devem seguir-seda
interrupgio da industria mauuiactureira dos Es-
tidos-Uoidos e do entorpecimento da da Ingla-
terra, pela falla de entrada do algodao que firma-
va o commercio gigantesco que exista entre es-
sas duas nagoes.
A lula intestina que dilacera a repblica dos
Estados-Unidos chamou o povo do sea trabalho
habitual para a vida agitada dos combales ; o
nessa transigi ficou abalada sna industria, para-
usado o curso regular de suas msebinas, despre-
zada a cultura de seus campos, quebrados os vn-
culos de seu imporio cemmercial e comprometi-
da a actividade sem limites da industria ingleza
em suas importantes ramificages e ezlensao do
seu commercio.
Um tal (acto nao pode deixar de produzir nm
choque de interesses mais ou menos complexo na
existencia econmica a commercial dos outsos
povos.
0 Brasil, pela ferlilidade de seu slo, exteosio
da seu territorio e ameoidade de aeu clima, apr-
senla ptimas proporgoes para sopprr esse delei-
to de produegio se por ventura podesse aprove-
tar os terrenos que se prestam i cultura do algo-
dio, e que oo enlanlo extstem i margam, ainda
nio explorados.
Por maiorea que sjam o prodigio d vegeta-
gao e vigor dos nossos terrenos, todava com a
populagio rarefeita que temoa a deficiencia de
bragos que se appliquem ao amacho das trras
devolutas e 4 eulturi do algodao, aso possivel
tirar partido da aituagio.
Entretanto est nos interesaos dos Brasileiros
enrdarem todos os meios de alargar a plantagao
do algodao e promoverem sua cultura no maior
ponto que couber em suas torgas e fr competi-
r! com o genio emprehendedor e forga de vonta-
de de que aio dotados oa albos dette bello paiz,
sempre que Se trata de melhorar o presente e fir-
mar em bases mais salidas um melhor futuro pa-
ra si e suas familias.
As provincias que ficam ao norte do Brasil, e a
do Ceari sobre (odas, a que offerece melhores
condiges para a plaolagio do algodio, e por ia-
so lembramos aos nossos comprovincianos a con-
veniencia de fazet convergir seus estfeos na ex-
ploragio desse m'anancial de riqueza de que tan-
tos lucros podea auferlr.
A despera que s faz com a plintaglo da can-
ha, as son mas precisas' para 6 eosteo do ssrvigo
e a dlfflcoldsde do transporte, tem trszldo pro*
funde deeanimo a este raao de agricultura ; visto
qae o prego porque vendido o estucar, nio del-
xa asi interesse algum nem salva o empate* do
capital ea pregado m taea e
.roi'caaoM ao
No ponto em- qae se fez por ora o commercio
directo, limitado i Inglaterra por duas ou tres-
casas desta capital, coovm antes de tudo pers-
crutar os mero de trazer os productos mais com-
modae protm-aaeale ao mercado d'onde devem
ser definitivamente exportado.
Na deficiencia de estradas que satisfsgam as
condigos desse movimento, claro que a plao-
lagio do algodao deve comegar pelos terrenos
compreheodidos-oa rea da capital e pelos que
demorara perto do litioral, pela vaotagem de po-
der o pera r-se sen transporte em barcagas, em
navios de pequea lotagao e oos vapores de na -
vegagio costeirav
As comarcas do-Aracaty, da Imperatrir, Grao-
ja, Sobral o Vlgosa, sao os pootoa-qne melhor
resol/em a escolha e concillara todos osioto-
resses.
Em tem pos nio mui remotos jase fez cora vao-
tagem grandes plantages as varaosdo Jagna-
ribe ; porm tendo desapparecido* o commercio
que eolio faziam algunas casas pata Portugal,
foi pouco a pouco defiahsndo essa cultura at o
ponto de ficar reduzida ao indispensavel para car-
tos servigos domsticos.
Hoje porm que os interesses bem entendidos
dos plaoladorea devem decidi-los raciooalmeote
a dar mais importancia a esse ramo da produgo,
natural qne procurem reatar o fio desses en-
saio de urna efUcacia provada e resultado ji co-
nhecido.
A serri do xrereiro que tica em cootinuidade
das vsrzeas do Jaguaribe, produz ptimo algodao
e faz delle aeu o Aracaty, para onde aendo cooduaido-em carros
n'um trajelo de algumas quarenta leguas, afi -
nal remedido d'ali em barcagas para esta capital.
Ora o algodio de produegio do Aracaty ficando
mais perlo do embarque e podendo-aer transpor-
tado mais fneilmenta para a capital,'tem a du-
pla vaotagem de urna condugao mais barata e a
opportaoidade de aer reputado conforme a me-
Iboi feieio do mercado.
Uulro ponto qae esli egualmefale em boas con-
diges, a- da Imperatriz, d'onde vem de longa
atiento o alto prego da* iYote ea_ ,
cuidadas que actuara oos meio da Irasparte.
Alm do preparo do algodao,
esses motores civilaadorea para Vatreo
taporliotes da industrie -r boj vala a
machina da tarca da 10-cavado abo
aearecaoga no sillo da faiteado eatoaut Pacha-
co, que, tendo sido aacoaaaueaa pora a la
mmediato de serragea de aadoiraa tara .
de aua fabrica de aabie ; ua antate
tuocciooa com eguaI tuecos aegaad i
formado, no desearogameato do atgedao, ua 4os-
polpament do caf a o'outro sorvicoa.
Ovtra cousa qua tai '
firmar melhor o gosto ao trabalho
a epiniie neaaa vi 4o aalboraaeoto. serla al-
gama reduigao nos direitos da axparaOgaa. dvav
trabulgao de boi aerneatea pela* pfaasaoraa ;
visto que a qne existe parece cagada alfar par
eerto enfeaaaeot da planta- o awaaOiamda relati-
va da colheita ea lerreoo alias da aM va
gao rica e abundante.
atelhoraodo-ae a orle do plantador eom
oeseao bem entendida de urna rdete* i
va nos direilos de exportagao ; ban
garantas di Isengio do recruuaeato oa da cba-
mamento para o aervigo da guarda naciaual 4aa-
lacaoa;. favoneaodo-ae a-idea, ae va taaaade
vulto e calando oo espirito pablic por sao ia-
portaocia, da creagio de epoco> i
acompsohidas de premio dostiaadaa a i
aporfeigoar a produgio dos nossa
ditamos que, seriara estes os aeio iadiredoa da
que se poderla lancar aio com maia inVesle pa-
ra innocular no aniao de nosea ypalaaha o aaav-
timento desenvolvido de cedo grao de aeralids-
der flxedade ao solo, a amor aa trbele*.
A creagio de sociedades agrcolaa aoe dblsreu
tea pontos da provincia, nnrauenari
pender-ae e prestar ao-governo. na capital,
a informages que Ihe Jliia eaifUa
estado da agricultura, emelnoNataalae do
fosse ella susceptivel segando so KtideeU dos
terrenos e qualidadeo qu nellea predoainaaaa,
seria urna idea digea.de aer explorada a ajan pe-
dera habilitar o goa-ereo o preceda cea a davi-
da ioielligencia e seguranga a respailo dos lia
(icios geraes que se prapozesse satisfazer, e pro-
teegio especial qae,. determinado pela dig
tanciai, quizesse dar a na ou cairo ramo da agri-
cultura.
(1) Batas
seu bella
o tomadas a Verooto ea dattasa se deipetis
data urna grande porgio de algedao, nio seodo Consta-nos que o Exm. Sr. Daarte d'Azev&do.
maiores as safras, ao que nos consta, em conse-
quencis dos- estragos que aoffrem- o plantador
pelo abuso inveterado de se conservorem sollos
os gadoa em cima da aerra.
A penosa viagem que se fsiia pela ahtrga es-
trada com nma extensio de trite leguas n'um
plsno srenoso, obstruido por traqueales pasea-
gens de rios, aprsenla um verdadeira centraste
depois que se abri a estrada que vae ter em di-
reitura ero Hundah. quer e considere a solidez
do terreoo, quer ao qae ganhouem aproximarlo,
ficando reduzida a pouco mais de cinco leguas ;
podendo ser posts ali a carga em armasen e re-
melrida successivaraeolepera a capital a barca-
gas e nos vapores de navegacao. costeira. .
Naa comarcas de Graoja, Villa- Vigo* a Sobral
cuja produegio consiste era cereaes deque fazem
exportagao para Peroambuco, devem oa habitan-
tes applicar-se de preferencia a ptentaglo do al-
godio, que hoje feita ea ponto pequeo, ape-
nas limitado ao trafego de alguna artefactos groa-
seiros: haveodo aliis terrenos e aobre ludo algu -
mas ierras que podem ser exploradas a roteadas
com cedesa de resultados que correspondan) a
toda a prevsoes.
Em Villa-Vigoea j sa tenlou oatr'ora por mero
ensaio de exportagao a plantagao de algum algo-
dio, que foi qualificado de boa qualfdade pela
consistencia, peso e finura da fibra.
Alm dos lugares culo algodio pode ser trans-
portado por mar, existem outros que, pela pro-
ximidade em que ficam da capital, podem ser
tambem aproveitados, como sej Maranguape,
Pacatuba, Acara pe, Serra do Gado e Baturil.
Os outros pontos mais remolos como por exem-
plo Qutteraaobim, Ico, Crato, etc., etc.. nio
provavel que emprehendam tio cedo qoelquer
alieragao ni esphera de su actividade por causa
da falta de vas de communicagio e avalladas
despetaa de transporte.
Q desetrogamento do algodio .platicado pre-
sentemente de um modo atrasadsimo e morti-
ficante para o trabalbador, pois cunante em pe-
queos engenhos com um velo de (erro a que Be.
juogido o bomem mala vigoroso, suando em ba-
gas um dia intelrb para poder tirar de 4 a 5 ar-
robas de algodio em carago, que so resume afinal
n'umi de algodio em pluma.
A maior perfeicao que tem alllngido esse ser-
vico, l que se refera s anach roicas bolindei-
ras, puchadn por bois, que imprimem um im-
pulso que fi andar uns qutro ou claco engenhos
so meimotempa} sogoindo-se depoi o trblho
de bater e preparar a lia ex da todas
sfe miterias heiorogeoees para Ser levada i pren-
sa. Sob IM auspicio ru ha industria alguma qua
ossi medrar.
Se houveese a introdcelo d'um metboramento
laa
preparo 4a lia, qae
o Uvro t Htthon oaaapaadiana, oto, qq
ron u collHcjto a Migoe loa, &
digno presidente desta proviocia na ido U
vel de aoa actividade, auxiliada povo vigor de ana
nlelligencia e iHusiragio. tem pro poeto algaaa
cousa nade sentido so governo iaperial o loma-
do por si s providencia eue multo boira aa aoa
genio creador de excluir do recrataaeato aa fal-
sos eapregadaa no sorvieo da agriealiora, ama-
do orden ao encarregaooa do reevaUaaaie po-
ra que avaporoeoo do qaaeVo didilbals potoa
diffarento leeilidadoa, nao ao anteada naa ia-
commode quem eativer caaprsheaetdo ooonoi-
la excepgao.
Esse acto honra aoliao do Sr. Daade d'Ajov-
do ; aproveita a elaaee liaorioia ; protifo aa tur-
bulentos e roa do plida, qae por va a toara
fievara inclume por cooderaooea
pelos manejos dos pirtiios ; o i
de todos que olbaa para a ce eaae
largas a sobran ci i sai o meiquiab I
lrico, e a lgica capricho do espinan OO pt-
Hd.
O algodao do Brasil seaio de si 4o oto '
dado, acreditado na Inglaterra, nica
onde existe o nosso ateante coai
pede coa aothorea procese eer
venienloaente, e tasteatar a eaa___
o deouiroa estados mili fivoredaoa,
hypolheao do ama teraiuaclo ana noa
que da esperar di lud tnleina
acham empeohidoa os aeatiaeatea 4o
dade dosEstadoo-oiles.
Quando ludo so diapozeoa pon am -
desenlace a corressaa todaa. aa coaoao 4a
pira este humanitario reatattaja. alada saeisu i
te poderia restaurar a fosea tordtaao;
lecer-se o movimento da industria ; '
tar-se a produegio no po em qae ajJatta aoa _
nos de dous pan trea innos.
Assim eom o adiinlamento ana ralaeaa tac t-t
to eu cultura entra ota, mIiale i
ci de machina, a qlainaicAo dea
expoHagio, fleariimot habilttidea para i
desaojombtados e ~~
de* de qaasqui
Teaoi pran
UemrfMofu
nda^rgdlo
perceMdo, por qnaot
iol WiliM^jjean. ttep.
cionando api poqueao trabalho sobra a
asan apto, que pret riec aa
(les polo priaeiro r-
qoe metmo nos
am esUmalo qta
UIN.TTP, DE M..F.DrAj^^Fnm>


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