Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09815


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Full Text
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Pr tiiBt idiutait f 9|000
Pwte fmet para si.tser.tter.
HCARRBGADOS Wtk 50BSCMPCAO DO MORTB
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima!
Natal, O Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty," o S. A, da Lemos Braga; Ceara o Sr. I. Jos
da Oliraira; Maraohio. o Sr. Manoel Josa Mar-
tas Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa .
PAHTIDAS UUS CUKHbUUA.
Olinda todos oa diaa a*9|l/3 boraf do dia.
Iguarass.Goianna Parahiba naa segundea
sextas-feiras.
S. Aolo.Bezerros, Bonito, Carear.Altinho a
Garanbuna naa tercas-feuas
Pao d'Alho, Nszareth.lmoeiro.Brejo, Pes-
queira.Ingazeira,Flores, Villa-Bella,Boa-Vista,
Ouricury er"x as qu arta tai ras.
Cibo,Serlobem,Rio Formoso,Una,Birreiros
Agua Preta.Pimenteiras a Natal qaintas feiraa
Todos os correiospartem|aa 10 horas damanbaa
EPHEHERIDE8 DO MIZ DE ODTUBRO.
4 Lia ora is 4 horas a 37 minitos da man-
to Quarto creseenta as7 horas e 47 miontos da
tarde.
18 La cheia as 4 horas e 35 mina tos da tarde.
26 Quarto minguantaai7 horas e 35 minutos da
tarde.
PREAMAR DEHOJE.
Primeiro as 2 horas 80 minutos da'manhaa.
Segando as 3 horas e 6 minutos da tarda.
BIASDASEMAIA.
14 Segunda. S. Caiisto p. m.; S. Forlnoatob.
15 Terga. 8. Theresa do Jess r. c. fundador.
16 Quarta. S. Martiniano m.: S. Gallo ab.
17 Quinta. S EdoTiges riuva duqueza.
18 Sexta. S. Lucas Evangelista; S. Trifona m.
19 Sabbado. S. Pedro da Alcntara f.
20 Domingo. S. Joo Caocio advogado.
AUuinftCiAS uua TURKIS da capital.
Tribunal do commercio ; segundas a quintas.
Relaco: tercas, quintas a aabbados aslO horas.
Pazenda : t ercss, quintas a aabbados aa 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao malo dia:
Dito da orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primaira rara do eivel: tarcas saxtaaao meio
dia.
Segunda rara do ivel: quartas sabbado* a 1
hora da tarda:
encarbegados DAsUBSCUPCAO do sol
Alagse, o 8:. Claudico Palcie Blas; Me.
Sr. Jos Mirtina Airea; Rio 4* Jsaeiro. Sr
Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
Os proprietarioa do DIARIO ataaoel Pigueirea
de Paria & Filho, na ana lirraria prega i
pendencia ns. 6 a 8.
PIRTE OFFICIAL
GOVEUSO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 1 Z de outubro
de 1861.
Officio ao Exm. presidente do Cear.Recebi
o officio que V. Exc. me dirigi em 7 do correte,
e fico ioteirado de haver V. Exc. oomeado oessa
capital os cidados mencionados no citado officio
para membros da commissao eacarregada de col-
ligir os productos naturaes e industriaes dessa
provincia, que tem de ser reraettilos para a ex-
posicio desta, mas tambem recommeodsdo as
cmaras municipaes para que sera perda de lem-
po envi"vi os productos de seus municipios para
aquella 0 n.
Dilo coronel commandante das armas.
Queira V. 3. mandar por em ltberdade, dsndo-
lhe baixa se j estiver alistarte, ao recruta Joao
Francisco da Conceigo que provou isengao legal,
ama vez que noestejam decorridos os dous me-
zesdepois da praca
Dito ao mesroo.Em vista do que ioformou o
inspector da thesouraria de fazenda com referen-
cia ae officio de V. S., sob n. 1,623, datado de 4
do correle, tenho a declarar que devem ser tor-
neados pela pharmacia do hospital militar os
documentos mencionados no pedido que devolvo
acompanhado do officio que a V. S. dirigi o de-
legado do cirurgio-mr do exercilo naquella
data.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Recife.Mande V. S. postir em frente
da igreja do Corpo Santo, amaohia as 10 horas
do dia, urna guarda de honra, afim de assistir aos
actoa da feita do Sr. Bom Jess dos Pasaos.
Dito ao presidente da relago.Sirva-se V. S.
de informar se foram apreseutadas nesso tribunal
as appellacoes dos reos mencionados na relagao
junta ao incluso officio dojuiz de direito da co-
marca da Boa-Vista, de 3 de setembro ultimo,
que me devolver e qual o estado deltas, provi-
denciando para que sejam julgadas as que anda
nao tiveretn sido.
Dito a thesouraria de fazenda.Pode V.S. con-
forme iodica em su* informago de hontem, en-
tregar ao director da colonia militar de Pimen-
teiras, a quanlia de 2:5009, para occorrer as des-
pezas daquelle estabelecimeoto, al o Un do
crrente anno, devolvo o officio do mesmo di-
rector, a que se refere a citada informago.
Gomraunicou-se ao director da colonia.
Dito ao mesmo.Mande V. S. adianlar ao ca-
pito de infaotaria Antonio Francisco de Avila,
que vai destacar na comarca do Bonito, os sol-
dos do mez correte e novembro prximo vin-
douro, bem como pagar os vencimentos de 15
pracas de pret do 9" batalhao de infaotaria que
destacara com o referido capilo.Communicou-
se ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.Pode V. S nos termos de
sua informago de hootera, sob o. 961, dada com
referencia a da cootadoria dessa thesouraria, es-
cripta do verso do officio que devolvo, do coro-
nel commandante das armas, mandar entregar ao
capilo do 4* batalhao de artilharia a p Joao
Pies Brrelo de Mello, a quanlia de 19(200, em
que importara as comedorias de embarque para
sie sua familia composla de mulher e cinco Q-
lhos, visto ler elle de embarcar para o presidio
de Fernando, no brigue-escuna Fidelidade.
Communieou-se ao commandante das armas.
Dito ae commandante da eslago naval Naja
V.S. de ordenar ao commandante do brigue-es-
cuna Fidelidade, que transporte a seu bordo para
o presidio de Fernando, ao alteres do 10 bata-
lhao de iofantaria Braz Avelioo Freir.
Dito ao inspector da thesouraria proviocial.
Aceuso recebi Jo o officio de 10 do correte, sob
n. 1,189, era que V. S. participa haver Jesuino
da Costa de Albuquerque Mello, dando por fiador
Dionizio Hilario Lopes, arrematado os reparos de
que precisa o edificio em que fuoccioaa ocolle-
gio dos orphaos de Santa Thereza em Olinda, com
o abate de 11 por cinto, no valor do respectivo
orgamento, e em resposti teaho a dizerqueap-
provo essa arrematarlo.
Dito ao mesmo.Certa do conteudo do officio
que V. S. me dirigi em 10 do corrente. sob n.
488, tenho a dizerem resposta, que approvo a ar-
rematacao que fez Policiano Marque* Viaona, da
obra da bomba que lera de aer construida no en-
genhoPaulisla, na estrsdi do norte, com o abate
de 17 por cento no prego do respectivo orgamento,
sendo fiador Antonio da Silva Gusmo.
Dilo ao commaodante do corpo de polica.
Para cumprimeoto ao disposto ao aviso circular
da reparligao da justiga de 19 de setembro ulti-
mo, convra qae V. S. me envi at o da 20 de
fevereiro do anno prximo vindouro urna infor-
macao circumstaociada do estado do corpo sob
aeu commando a qual deve vir acompaohada de
mappai demonstrativos do armamento, corrame
etc., e da forga existente com declaragio da foi
decretada pela essembla legislativa provincial.
Dito ao Sr. Juan Aoglada Hijo vice cnsul da
Hespanha.Pico scieote de haver o Sr. Juan Ao -
glad Hijo, rice consol de Hespanha oesta pro-
vincia assomidooexerciciode leu cargo,)como me
communicou em data de 7 do corrente. Apro-
reito esta occasiao para renovar ao mesmo Sr.
riceconsnl os meus protestos de estima e consi-
derado.
Dilo ao commandante do presidio de Fernando.
Paga v"mc. regresser para esta capital na pri-
meira opportanidade como requisitou o juiz mu-
nicipal da 1* vara em officio desta data oa sen-
tenciados Roque Amonio e Maaool Botelho Cor-
deiro que exislem nesse presidio.Communicou-
e ao juiz municipal da 1* vara.
Dito ao juiz de direito da Boa-vista.Remeti
I Vmc. copia da relacio dos presos recolhidos a
cadeia do Ouricury e pertencentes a Ex, Cabro-
D e Jaic, ministrada pelo respectivo juiz muni-
cipal em 18 de jonho ultimo, afim de que Vmc,
procedendo as averiguares oecessarias, informe:
1* em que data foram presos, 2 por que crimes,
3" por que autoridades, 4a se estao pronunciados
ot definitivamente julgados, 5* datas das pronun-
cias e julgamentos, 6" qual as sentengas cobtra
elles proferidas, 7* se peodem de recorsos e 8*
finalmente, ae estes foram expedidos em tempo e
no caso contrario a razo porque.
Dito ao juiz de direito interino do Rio-Formo-
ao.Nao contando os ioelusos mappas dos reos
dassas comarcas existentes na casa de detengao
desta cidade, que acompanhavsm o seu officio de
10 de agosto ultimo, todos os esetaredmentos
exigidos pela mesma circular de 19 de julho des-
te aono, Vmc. devolvo os mesmos mappai pa-
ra que es mande completar de conformidade com
a so precitada circular.
Bit ao director das obras militares.Informe
Vmc. acerca do que requisita o commandante do
V baterMo de infaotaria no officio a que junto,
acompanhado de oulro do coronel commandante
das armas.
Dito ao Sr. Jos Marques de Albuquerque Ca-
valeaoH, S juiz de paz da freguezia do Buique.
Respondo ao offleio que Vmc. me dirigi em 1
deste mez dizeodo lhe qu nesta data spprovela
aleigio de vareadores e juizes de paz, a que se
procedeu oasis fregueila oo dia 5 de Janeiro des-
te anno presidias por Manoel Camello de Siquei-
ra. nico de que exirte na secretaria da presiden-
cia a competente acta, eooataodo ter sido felta
na frea matriz eom as formalidades legaes, e
que sendo Vmc. por esia eleigio o 2* juiz de paz,
compete-lhe, no impedimento do 1 presidir a
nova eleico de eleilores que ahi dere ter lugar
oo dia 24 do andante para o que tenho ordedado
que a Vmc. sej eotregue acopia da qualificaco
de rotelos do anno passado por.mim enviada a
Aolonio de Araujo Cavalcanti, que o requisitou,
oasappostgao de ser elle o juiz de paz primeiro
volado dessa parochia. Sendo porm possivel
que nao ehegue ao aeu poder essa copia e coo-
viodo acautelar que nao se effectue a eleig&o no
dia marcado, remelto-lhe a propria authentica
que Vmc. sem falla, e opportunsmente devolver
rubricada pelo secretario do governo para por
ella fazer-se a chamada dos votantes.
Devo aioda declarar-lhe, para aua deciso que,
tendocessado os po.eres dos eleitores da ultima
legislatura, seado nullos os novos pelo poder
competente devem ser convocados para a orga-
nisacao da mesa parochial oessa eleicao os ditos
supplenles do juiz de paz como esti declarado
pelo govoreo imperial em aviso de 11 dsagosto
de 1848.
Dito i Aotooio do Araujo Cavalcanti.Tendo
verificado da nica acta existente na secretaria
do governo, da eleigao de juizes de paz a que se
procedeu nessa freguezia no dia 5 de Janeiro ul-
timo, presidida por Manoel Camello de Siqueira,
e que nesta data coosiderei legitima, visto ter
sido feita em lugar e com as formalidades legaes
qne Vmc. nao fura votado para o cargo de juiz
de paz, declaro-lhe que dere quanto antes deixar
de exercer as fuucces dasse cargo, transmitan -
do a Jos Marques de Albuquerque Cavalcanti
2a juiz de paz competentemente em exercicio a
copia de qualificago de rolantes dessa freguezia
tences irrealiaareis, adquerlria a gratidao do
partido constitucional italiano, qae ha de dirigir
os deslios da Pennsula, em quanto Ricasoli
ostiver testa dos negocios.
c Nao nos respondsm que ama semelhaote
poltica, nao respondera aos rerdsdeiroa iote-
resaes da Austria. Implicarla sem duvida um
rompimento completo com as tradlcoea da sua
poltica na Italia, mas oinguem lao ceg que
possa dissimular que larde ou cedo ser necessa-
rio entrar neste caminho. Em quanto que com
a nossa poltica italiana actual, estaremos sem
adiados no caso de urna guerra ; em qoanlo ti-
rermas contra nos a opinio liberal da Allema-
nha, a resistencia armada da Franga, e talvez
que a da Inglaterra, a poltica que aconseja-
mos, teria em resultado gaobar a allianga da In-
glaterra, auxiliar a Italia a emancipar-se da
lulella da Franga, e adquirir dests msneira ga-
rantas solidas para a nossa posigao em Veneza,
isto para a durago da paz, de que tanto
carecemos.
A nossa poltica italiana o ooico obstculo
a urna alliaoga auslro-ingleza, a nica causa da
nossa falta de seguraoga externa. Conserva-nos
suspensos entre a paz e a guerra, a vida e a
morte, e ella a causa porque os proprios ami-
Pa'cio de Wartegg, na Suissa, 8 de agosto
de 1861.
c luiza. >
O general della Rever, ministro italiano, pu-
blicou no joroal offlciai de Palermo, a seguate
proclamarlo -
c Italiano' Sicilia 1
Um partfdo que proveita todo o momento
de agitacao apreseota-vos para assignar nm pro-
testo contra a oceupagao franceza de Roma.
Hoje o protesto intil.
c Os seotimenlos do governo de Vctor Emma-
ouel, que tendes lido em todos os jnrnaes libo-
nes, excepto nos do partido agitador, dizem
com que forga o governo tomou a iniciativa, para
conseguir que Roma fosse entregue aos italianos?
< Para que pois qae o partido agitador vos
aprsenla um protexto?
Aprsente-o para inquietar o paiz, para im-
pedir que o governo obtenha sem aballo, um
I bom resultado que nos conduza a Roma, sem
perigo para a traoquillidade, e para o commer-
cio do paiz.
O protexlo s apresentar um perigo para a
causa italiana, para a evacuacao de Roma,
El-rei responden:
t Agradego-vos, seohor presidente e senhores
da commissao, os sent meatos que me tendes ma-
nifestado.
Vejo com profunda alegra que as guerras
corajosamente sustentadas pela nago, e as delibe-
rarles inspiradas pela sabedoria para a constituir
nao tem .iraiouido em cousa alguma, entre os
italianos, o amor das sciencias e das arlea, de tm o documento do bario
que apparecem aqu hoje to explendidos pro-
para a evacuacao de Koma, cre-
ando difflculdade entre o nosso governo e o go-
gos da Austria comegam a duvidar da possibili- verno francez, que foi sempre nosso fiel alliado.
< Sicilianos, nao protesta!, quando nao ne-
ceas* rio.
o Teode coofianga na lealdade do rei, na leal-
dade do governo, e na traoquillidade do proprio
Garibaldi.
Della Rovere.
remetlida com o meu officio de 9' milho de soldados.
que Ihe foi
deste mez.
Dito ao 2o juiz de paz da freguezia de Aguas :
Bellas Nao podeodo coosi lerar-se cooclaida a I
qualificago de votantes desse anno nessa fregu- |
zia, por isso que aioda vai f uocciooar o respec-
tivo cooselho municipal de recursos, como cons-
ta de seu officio de 22 do mez passado, a que
reapondo, declaro-lhe que a eleigao de eleitores
que ali tem de proceder-se no dia 24 do correle
deve ser feita pela qualificago do anno anterior.
Coovem observar-llie que ao juiz de paz mais
votado compete presidir a refer la eleigao, e nao
Vmc que s no impedimento delle poder
funeciooar naquelle acto.Remetteu-se por copia
ao juiz de paz mais votado daquella freguezia.
Dilo ao juiz de paz de Aguas Bellas.Declaro
Vmc. que para a organisago da meza parochial
na eleigo a que se tem de proceder nessa fre-
guezia no dia 24 do corrente. deve Vmc. convo-
car nos termos do aviso de 11 de agosto de 1848
e art. 2a do decreto n. 1812 de 23 de agosto de
1856 os ditos suppleutes dojuiz paz em lugar dos
eleilores e supplenles que foram ltimamente
aonulados pela cmara do* deputados, e por
terem caducado os poderes dos da ultima legis-
latura.D* igual tor e data ao de Buique.
Dito so delegado de Buique.Teoho por con-
veniente declarar Vmc. que o juiz de paz com-
petente para presidir a eleigao a que se vai pro-
ceder nessa villa no dia 24 do corrente o cida-
do Jos Marques de Albuquerque Cavalcanti e
na sua falta ou impedimento os que se lhe segui-
rera em votos, segundo a eleigo, a que ahi se
procedeu oo dia 5 de Janeiro deste anoo presidi-
da pelo juiz de paz Maooel Camello de Siqueira,
a qual acaba de ser approrada por esta presi-
dencia.
Dito ao agente da compaohia Pernambucaoa.
Mande Vmc. dar transporte para a capital do
Cear em lugar destinado para passageiro de es-
tado no i' vapor da compaohia Pernumbucana
que seguir para o norte a Severino Maooel Du-
arte.
Dito a cmara municipal de Olinda.Ioteirado
pelo officio que me dirigi a cmara municipal
de Olinda em 3 do corrente de terem sido arre-
matados os impostos de 500 rs. sobre cabegs de
gado vaceum, de mascastes e boceteiras, repeso
de agougue, de cocos, gado suioo, de 100 rs. por
cabega de gado recolhido no corral, disimo de es-
pira de planta, afferigoes de pezos a medidas e
osalugueis de casas do Paleo do Corpo Santo e
casiohas da ribeira da mesma cidade e tudo pe-
las quaotias menciooadas no citado officio, teoho
a declarar-lhe em resposta que approvo seme-
Ibante arrematago. Quanto porm aos imposto
sobre o gado ovelhum, carga Je farinha e legu-
mes para os quaes nao appareceu licitantes,
cumpre que a mesma cmara mande por nova-
mente em praga com o abate legal.
Portara.Os senhores gerentes da companhia
da illuminago a gaz, mandem nao s fazer eom
urgencia os concertos de que precisara os 3 lam-
peos a que so refere o officio do 9* batalhao de
infaotaria constante da copia inclusa, mas tam-
bem supprimir o que existe no quarto do ensaio
da msica do mesmo batalhao.Gommunicou-se
ao commandante das armas.
Dita.O presidente da provincia tendo era
vista o que requeren Luiz Francisco de Sampaio
e 1 offlciai da secretaria da thesouraria de fa-
zenda e bem assim a informago do respectivo
inspector datada -de 10 do correte sob o. 952,
resolve cooceder-lhe tres mezes de liceoga cora
vencimentos na forma da lei para tratar de sua
saude fra da provincia.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que allegoo o biro do Ro Formoso em data
de 11 do corrente resolve cooceder-lhe a exooe-
rago que pedio do cargo de 1* supplente de juiz
municipal e de orphaos do termo de Iguarassu.
Fizeram-se as necessaras coramunicages.
Dita.O presidente da proviocia attendendo
ao que requereu o bacharel Manoel Ionocencio
Pires de Pigueirdo Camargo, promotor publico
da comarcado Santo Aotlo, resolve conceder lhe
um msz de licenca.
dade da sua existencia.
Um rompimento franco com esta politic, e
como coosequencia urna paz sincera com a Italia
ha de paralisar todos os projectos da poltica
franceza contra a Austria ; destruir todas as
esperaogas dos nossoa-inimigos internos ; garan-
tir melhor a posse de Veneza, do que meio
Hungra. I
A chancellara imperial dirigi aos chefes
dos comitados hngaros, duaa circulares por
occasiao da dissolugo da Dieta. Dos jnrnaes
allemes extraamos a seguinle analyse daquelles
documentos.
c A primeira circular do chanceller hngaro
relativa dissolugo da Dieta, e nao mais de
que urna paraphrase do rescripto imperial a este
respeilo. Diz ella, como este ultimo, que o im-
perador publicou o diploma de outubro, na es-
peraoga de aatisfazer aos desejos da nago, mas
que experimeotou urna decepglo cruel; que a
Dieta descoobeceu a sua mfcso ; que S. M. se
vio forgado a dissolve-la, porque ella punha em
pratica (los que nao eslavam de accordo com os
verdadeiros interesses do paiz ; que alm disso
S. M. nao alterara em cousa alguma o syslema
constitucional. Nota-se que esta circular falla
niuito do diploma de outubro, mas nao diz urna
palavra da patente de fevereiro.
A segunda circular exprime o seolimento de
qae lhe livesse sido necessario dissolver a Dieta,
mas ao mesmo tempo maoifesia a esperanga de
que os espiritos se tranquillisem, e de que ser de varredores, de carros
rimentado todos os cffeitos da livre troca e um
impulso de liberdade tirar dilatado o coracao
da sua industria.
a Permitti-me, aeohor, que em Borne dos in-
dustriaes e dos agricultores que ros cercam, eu
vos agradego a honra que Ihes fareia, ioauguran-
7l >esmo em De*soa esla fesls nacional, e
acolhei com benevolencia o grito unnime qae
vos saudaviva o rei da Italia I
possivel convocar urna uva assembla no praso
de seis mezes Lembra que o imperador decla-
rou pelo seu rescripto de 21 de julho, que a sua
ioteogo nSo era fundir a Huogria naa outras
provincias do imperio, e que deseja maoter a
independencia da administrago interna daquelle
reino.
a O dever de todos os patriotaa, assegurar
esta iudepeodencia legal, desembaragaodo o
systema municipal, base da nossa aotiga liber-
dade, das perigosas emanages dos lempos pre-
sentes. A origem da agitago, foi na cooducta
dos comitados, diametralmente opposta s ios-
truegoes que leceberam oa sua organisago. Ex-
cluirn]-se das commissdes os grandes preprie-
tarios, os funecionarios, as capacidades, toroaram
se as sessdes publicas; as assemblas do com-
tarto erigiram-se em parlamento e recusara,
obdecer autoridade superior. A circular re-
corta pois as instruccoes concebidas na origem,
e pede, tomando por base estas ultimas:
a 1." Que os vicios que se tem sentido as
eleiges dos comitados sejam corrigidos, e que,
as reeleiges de funecionarios, se attenda
ueceaaidade de s deixar nomear pessoas ca-
pazes.
2." Que a desobediencia s autoridades su-
periores, da qual provm a anarenia, nao seja
tolerada por mais tempo, e que submettam o
orgamento a logar-tenencia, os comitados que
anda o oo fizeraro.
_ 3. Que se evite submetter a novas discus-
ses as resoluedes da conferencia judiciaria,
emanadas de deliberages dos mais sabios juris-
consultos do paiz, recommendadas pela Dieta, e
sanecionaJas pelo Imperador.
< 4. Que o circulo de actividade das commis-
ses dos comitados, seja sustentado segando as
iostrueges; que se permita principalmente que
o poro penetre na sala da9 deliberages, e se
envolva oa diacusso, sem prejudicar a publici-
dade da sesso.
0 5 paragrapho trata da queslio dos impos-
tos. Diz que a 8ituago financeira do Estado oo
permitte aliviar oenbum dos impostos estabele-
cidos oestes ltimos anuos. Nao se pede que os
comitadoa cooperem para que os impostos sejam
aliviados; pede-se-lhes somante que o embarace,
como o teem feito at agora, embaragaodo a
acgo dos funecionarios encarregados deste cui-
dado e declarando traidores patria aquel les que
pagarem assuas conlribuiges.
Terminando, a circular recommenda aos co-
mitados que nao comprometlam a sua autono-
ma que nao exponham os seus funecionarios
triste sorle de instigadores de rerollas, e que se
liverem motivos dequeixa, as dirijam, como em
1823, eslago onde as lea da patria o auto
rtaam.
Um correspondente da Patrie communicou
aquelle jornal a seguinte carta, que o general
Cialdioi dirigi ao syodico da cidade de aples:
Illustre senhor.
< Os dous das 7 e 8 deste mez honraran so-
bre man eir o povo napolitano, e mostraram com
evidencii que elle muitas vetes aecusado, e
nem sempre comprehendido. Aquellos dous das
mostraram tambem a patritica sollicitude e a sa-
bia iniciativa desta illustre municlpalidsde.
< Apreciando toda a importancia poltica, todo
o effeilo presente e futuro da patritica altitude
da cidade de aples oestes dous dias, que ja-
mis esquecerei, vou, nao s como primeira au-
toridade do paiz, mas como italiaoo e liberal,
agradece nobre municipal'dade tudo quanto
praticou de memoravel nesta circumstaocia.
a Confio no seu juizo e patriotismo, e nao du-
vido de que municipalidade vencer prompta-
meote as difficuldades de delalhe e de formula ;
e qne vencer tambera as opposiges ioopportu-
nas para terminar o mais breve possivel o em-
prestimo da cidade annunciado ha algura tempo
ao publico, emprestimo to necessario lugar
leneqcia e ao goveroo do rei.
< aples carece de urna guarda municipal,
nocturnos para a lim-
aqui
Judos. As sciencias e as arles foram sempre' em
todos os lempos os mais preciosos privilegios des-
ta chara patria e sero de futuro as pedras mais
preciosas da minha corda. Os seus destioos ho
de eograndecer-se com os destioos da Italia ;
instrumentos da gloria mais efficaz, e da prospe-
ridade da oago merecer, e ho de obter toda a
minhi sollicitude e a do meu goveroo.
Felicilo-me desde este momento comvosco e
com os vossos collegas, pelo feliz xito dos cui-
dados que tendes consagrado a esta primeira ex-
posigo industrial italiana ; lisoogeio-me de que
em Fjoreoga, que tantas provas deu do aeu amor
pela patria, e que lo efficazes soccorros prestou
a causa nacional, tenha silo escolhida para inau-
gurar esla solemnidada que coocorre poderosa-
mente para duplicar a grandeza da nago.
O Direito publica a seguiote caria de Mazzioi
dirigida aos operarios de Bolonha :
c Irmaos.
< O meu estado de saude nao me tem permit-
tido responder mais cedo ao vosso convite de 21
de maio, que s mais tarde recebi; mis respon-
do com o corago as mos. Acceito com frater-
nal satisfago e pego-vos para inscrever o meu
nome nos vossos registros como socio honorario
e para acceitar a minha aubscripgo meosal de 3
traucos. Trato de procurar o meio de fazer com
documento, acerca de qnal tem formado ji asna
opioio os homens honrados da Europa, lisai-
tamo-nos, a declarar que quanto aturase o mi-
nistro saboiaoo a respeito da atiitade qoe borra
o gabinete de Sua Santidad, do saeta dos coottic-
tos de toda a qualidade a qoe o redusio o asis
iniquo e injusto desptjamente de qoe la
victima o governo piemoaiez; nota calos
ioaigne.
A noasa digoidade oppoo-ao a qne
em promenores para prorar a filsiaade di
com tanta imprudencia ae abarme oaqaelle
ment Cootenlamo-noa em apollar para a leal-
dade dos representantes das potencias ostraoanrt-
ras acreditadas junto da Santa S. a non o exer-
cilo fraocez estaciooado nos Estados Pootilctas o
qual maia especialmente tem lido eeeaeiee de
comprovar a falsidade das insiouagoes qoe con-
de Eicisoli.
FRANCA.
A questo entre o goveroo francez e a
derago helvtica sobre o negocio do filio la-
Grand, deu lugar a urna troca do oolaa otro os
dous gabioeles ; vamos hoje publicar a Boto do
ministro dos oegocios estraogeiroa do Franca, re-
servando para o numero immediato a respectada
coofederago.
O goveroo do imperador dirgio-ae ao seo re-
presentante em Berna ooe segu ules termos:
c Pars, 26 de agosto de 1861;
J vos indiquei, por um despacho telegra-
phico de 21 desta mez, o grave incidente que os
produzio oa noite de 18, oa villa fraocez* do fil-
ie la rand, limitrophe ao Caolo da Geoobra.
As relagoes emanadas do prefeilo da Alta Se-
bou, e do procurador geral de Chambry, do qae
juoto copia e os despachos do nosso consol ooa
Genebra, de que encontrareis orna copia igual-
mente ioclusa, ros faro eoohecer como ee tactos
se passaram, e ros permitliro precisar as recla-
msges que tendes de dirigir immediatamesta ao
cnnselho federal.
< Deata maoeira rereis pela leitara desle di-
versos documeolos que resulta :
1." Que os geodarmes e guardas campestres
suissos preteoderam impor urna tasa sobro
jogo publico tttabelecido em territorio francez.
2. Que um Sr. chamado Longet, qoe oto li-
ona tido outra razo, seoo indicar a flagrante II-
sy TSStssstasssiT' Mas**
c Em vos, operarios, ,meusirmos, existe o fu-
turo da Italia, se souberdes corapreheoder a vos-
aa misso, misso nacional e local,missoiotellec-
tualeeconomica tudo ao mesmo tempo. Uoia sug-
gesto fatal,imprudentementeacceita poralgumas
das vossas sociedades, procura limitar a vossa ac-
go collectiva nicamente aos melborameotos
peza das russ; carece de agoa e de toles publi-
cas, de communieages mais facis e mais cora-
modas, e de urna illumioagao mais completa.
aples precisa principalmente alargar-ae e es-
teoder-se; falta-lhe oar. E' iodispensavel cons-
truir ctasas em novos quarteiroes. Isto e muitas
outra* cousas devem ser saccessivaraeote feitas
pela illustre municipalidade de aples, que oo
querer certamenle ser infeiior s ontras muni-
cipalidades, que na Europa tanto tem merecido
da moderna civilisago.
Sei que necessario coragem para entrar
em urna grande esphera de acgo e langar-se re-
solutamente no meio das novidadea administra-
tivas; mas sem coragem serve-se mal a causa
publica; e alm disso, o que ha a fazer aqu,
um facto conaummado. Nlo ae vai at ao que
se descoohece; trata-ae somonte de seguir o
exemplo que tem sido dado por todos.
0 meu carcter e o habito militar de que estou
revestido obrigam-me a ter a mator franqueza,
e devo por coosequencia advertir a V. Exc, que
na cidade se acredita o boato de que a munici-
palidade tem empregado muitaa das suas aesses
em questes de palavras.
a Seria urna grande felicidade, se a situago
da nossa patria permetltsse semelhante cousa ; a
Italia apresentaria ento o aspecto de urna arca-
da feliz. Mas, as condiges presentes, as dis-
cusses de linguagem e de grammatica teem pon-
co interesse: parece-me que exislem outras ques-
tes mais graves para serem tratadas.
c O thesouro da poca, o tempo ; a nago
um guarda zeloso, e pede contas minuciosas do
emprego do seu capital preciso ao governo, s
municipalidades, e a todas as autoridades. Re-
ceta sempre que seja perdido intilmente.
A opportuoidade augmenta o ralor de qual-
quer medida; boje nio basta fazer, importa sa-
ber fazer em tempo opportuno.
a Actualmente, o progresso dos .tactos, dere
seguir de perto o progresso das ideas.
c Actualmente, a impaciencia do publico
grande, imperiosamente grande.
a A gerago qae creou a locomotiva e o tele-
grapho elctrico oo sabe, oo pode, nao quer
marchar lentamente.
Pego a V. Exc. que acceite as segurangas da
minha destnela consideraco.
c aples, 13 de setembro do 1861.
c O general do exercito,
/.ogar-teneote do rei.
CiaUini.
Despachos do dia Itde outubro
de 1861.
Aeauerimentos.
Fielden Brothers.Informe o Sr. iospector da
thesouraria da fazenda.
Guilberme Auguato da Silva.Informe o Sr.
juix municipal da 3a rara desta cidade.
Jos Antonio Pereira.Nao tem lugar a rista
da informago.
S. J. Brues Ioforme o Sr. inspewtor da
Ibesouiaria proviocial.
EXTERIOR.
Austria.
A Preste de Vieooa, analysando a circulai
de Mr. Ricasoli, aponte as pasisgens em que o
ministro italiaoo expe os inconrenientes da
oceupajo franceza de Boma :
a a realidade, diz a Prute, a oceupagao fran-
ceza nao esti sufflcientemeate justificada pela
necessidade de proteger o Papa; nao pode ter
outros motivos seno obter oras cessoes terri-
toriaes como prego da consoldagao da situago
da Italia.
< Mr. Ricasoli nao expresin Uto claramente
o seu despacho, mu fcil comprehende-lo naa
suas palavras. Se na Austria bou vene urna po-
ltica externa que fosse dirigida pelos interesses
do Imperio,
Italia.
Protesto da duquesa de Parma contra o empres-
timo italiano dos quiohenlos milhes :
c Nos, Luisa Mara de Bourboo, regente dos
oslados de Parma pelo duque Roberto I;
c Quando, em 20 de junhode 1859, protestan-
do de Saiot-Gall, na Suiasa, cootra os factos que
aos couelrangeram a abandonar os estados de
Parma, fizamos a declaracao de que consider-
ramos todos os actos que se produziram contra
oa direilos soberanos de nosso Qlho, o duque Ro-
berto I, como nullos e de nenhum effeilo, pro-
testamos contra as consequencias desees mesmos
actos.
Determioamo-nos a proceder dessa maneira,
nao menos no ioleresse dos oossos amados subdi-
tos, do que pelos direilos do soberano. E como
oeste momento se fazem pesar noros encargos
sobre esses mesmos subditos, e que alm disso,
nos remos amelgados de perder ricas propieda-
des, iulgamos dever declarar:
c Qae, como o emprestimo de cinco milhes
da libras italianas imposto pela assembla nacio-
nal aos estados de Parma, em 1S de setembro de
1859, nao poda ser reconhecida por nos, nio
podemos deixar de recoohecer aa coosequencias
do noro emprestimo de 500 milhes recentemen-
te decretado peta goveroo da S. M. o rei de Sar-
denha, no qual devem tomar parte tambem os
subreditos Estados;
a Que consideramos como illegal a renda dos,
bsns dos catados do Parma.
e Lerendo ao conhecimeeto do publico .esta
teto que ooa imposto por nm derer sagrado, I
reaes do Imperio, e nao por precooeeitos. ella
Soderia approreliar estas disposice da Italia, ,________
lo favoraveis i situago di Austria; procurando por nos eom
em primeiro lagar urna pas solida, vlra em ausi- urna nova garanta dos cuidados
lio do gabinete de Turim, e renunciando a pro- Isem cessar ao sea bem estar.
Discurso dirigido ao rei pelo marqnez Ridolfi,
na abertura da exposigio de Floreoca:
c Seohor.
c Assim como a Italia libertada por vos da es-
cravJao antiga, e chamada a tomar lugar entre
as nscs mais civilissdas, responden lo rossa
roz, ae apressou a concorrer em torno da rossa
gloriosa baodeira no campo da honra, aasim hoje
ella se rene ao rosso chamameoto, e apresento
rossa rista oa productos da agricultura, da in-
dastria e das artes, aniado aos dotes ds natnreza
as creages do talento, aa obras da mi do ho-
rnera guiados pela intelligencia ; aa inspiragee
do genio que iospiram sobre o marmore, so-
bre o panno e sobre o bronze a imagem do bello
ideal.
c Estas exposigoes sao institugoes antigs em
Floreoca ; mas nao eram ento, epezar da ana
aolemnidado, maia do que feataa municipaes.
E' iotairamente novo o espectculo que vos
ofiereca hoje sta cidade feliz, por ter lido a for-
tuna de poder recolher tudo quanto a Industria,
a sciencia e as artes poderam mandar de todas as
partes ds pennsula para as margeos do Ame.
Este espectculo ama prora expendida de que,
desde oa cumea dos Alpes ata extremidade da
Sicilia, existe hoje um poro que se une em urna
s familia, pondo aaaim em commnm todas as
suas torgas, riquezas, aaaim como affeigoes.
< K se a grande obra anda nio esta consum-
mada, veris hoje, eeabor, renovar o rolo so-
lemne, porque toda a Italia quis aqui ser repre-
sentada neste dia per trsbalhos de mi e de eo-
geoho, afim de tastaosuabar qoe nascen para aer
e qoe quer ter ama nica necio.
4 Sim, essa sica naci, qae, guiada pela sa-
bedoria, e turnada maia torta pela rirUde, se ha
de sem deproesa elerar a.eaaa tal grandeza qus
tari a adaairacao do mundo e aceancari o amor.
c Langas aa vistas em torno de ros, aeohor, e
econmicos, e ao afTastar da discusso dos grao-
des interesses da patria commum, como se a vida
do operario devesse dividir-se em partes, e re-
duzir-se pnra existeocia material, como se ter
urna patria poderosa, honrada, preservada de
qualquer ataque estrangeiro, amida doa povos,
rica dos lagos fraternaes formados por elles, nao
fosse urna garanta de riqueza extrema, o funda-
mento de lodo o melhorameolo econmico, e a
garanta de sua durago.
t A doulrioa de que os operarios_no devem
oceupar-se seoo dos seas interesses materiacs,
conduzir a Franga ao perdimento de toda a liber-
dade, e (se se exceptuarem tres ou quatro grao-
des cidades, onde o governo no interesse das
suas ideas, sustenta os trabalhos artificiaos de
fabricago) diminuiglo do bem-estar material
da vossa classe. E as condiges ecooomicas dos
povos nunca foram to esplendidas como as nos-
sas repblicas de ha cinco seclos, quando as
contrarias operarios se reuuiam.para conferenciar
no meio das pragas e dos templos, sempre que os
oegocios da sua cidade os chamavam a todos para
tratarem disso.
c Hoje Roma feita nossa, daria Italia depois
da madura discusso de urna assembla coosli-
tuinte, um lugar nacional que provalmente fun-
dara o crdito das associaces operaras, e Ve-
nera reconquistada para a liberdade, abrira de
novo para os italiaoos urna serie de novos merca-
dos para os nossos productos, entre os povos do
grande valle do Daoubio, e do Oriente euro-
peu.
c Ltberdade, unidade nacional, emancipago
dos povos, progresso material, todas estas cousas
sao coonexas.
c Aquelles que pregara aos operarios a sua se-
parago, lendem a fazer delles urna casta in-
ferior, que esperam monopolisar em seu pro-
veito.
c Repelli, irmos, esse conselho insidioso, e
repelli-lo desde a altura do vosso dever, e do
vosso melhoramento moral. O dever para com
Veneza e Roma um dever nacional, e vos fa-
zeis parte da nago. Tendes direilos, e nao al-
alcangareis o livre exercicio, se nao cumprir-
des com este dever ; assim como nio alcao-
gareis melborameotos materaes, importantes e
duradouros, emquanto osuffragio vos nao tornar
aptos para eacolber os representantes que apon-
tem aa vossas necessidades, e as vossas verda-
deras condiges na assembla da nago.
Uni-vos, ud-vos de um extremo so oulro da
rnssa trra. Ha para vos interesses locaes, e ne-
nhuma daa vossas sociedades deve represnta-
los. Ha ioteresses geraes communs a todoa os
homens de Irabalho, e esses ioteresses devem ser
representados.
a Assim como tendes estatutos locaes, deveis
ter estatutos geraes. Assim como os primeiros
sao administrados pelas commisses de cada as-
sociago, o segundo deveria ser represeotsdo por
urna direecio central. Poode mios i obra : o
congressos sem estatutos e sem lea tundamentaes
oo sao bastante. No prximo eoogresao deveis
eleger deotre vos urna commissao que dirija esse
estatuto. A fraternidade operara de Floreoga e
o seu estatuto fscilitariam muito o trabalho da
commissao. Discutido e adoptado em um con-
greaao ulterior, ew% estatuto seria applicado pela
direcgo central que elegesseis. Eotio o poder
do elemento operario (Icaria constituido, e a liga
do povo fundada.
c Se ros psrecerem jestss espslhss estas ideas
entre as sociedadea operaras das cidades da Ro-
mana : preparae o terreno para a unificago.
Prestai as voasas assigoaturaa no protesto para
obter Boma; dai o rosso bolo, quslquer qae el-
le seja, para os fondos destinados emancipago
de Veoeza.
Quanto a mira, ae Deas me conceder a vida
alm do llbertamento de Venis e de Roma, os
dias qne me restarem serio consagrados ao des-
enrolvimeoto dos vossos interesses que sao os in-
teresses da Italia. Se Dns dispozer es consas de
outra maneira, lembrae-ros com alguma affeigo
de um hornera qne sinceramente vos ameu.e que
tem esperado muito de vos pela patria, quando
oinguem ae oceupava das vossaa pessoss, da vos-
sa emancipago, e do rosso futuro,
c Acfaditai o rosso irmio
c JoU Masxini.
c Londres 14 da agosto da 18*1.
accommetlido por um guarda campestre ees
aposento suisso situado do ostro lado da ir anui-
r, aendo preso depois, assim como seo psi, que
tioha ido procura-lo.
< 3." Finalmente, que os habitaotae de Villo
la Grand, commovidos a urna prisao lao pooco
justificada, e tendo-so dirigido ao pooto osase es-
ta va m preaoa oa Srs. Looget pai e filho, pora con-
seguir que elles fosaem postos em liserdado, fo-
ram oo s repellidos pelos geodarmes a
mas perseguidos al ao territorio frasees. Ti
do algumas pedras sido eotio lascsdas costra os
geodarmea. fizeram alies fogo seos aviso previo,
e tres habitantes de Villa la Gran tarasa taos
da-maoeira maia grave.
Em reaumo, aeohor, a cania primerie do de-
plorarel aconlecimento, cejoa (actoa principara
acabo de iudicar, deve alinbuir-se nasa
gao do territorio francos, e sea ataqoo oss i
direilos de soberana. Os (actas qoe os
guiram nao foram maia do que a cooaeqoaoaia, o
se os habitanlea de Villa la Grano, so tarorsas
at ao ponto de manifeslsgdes facis do cooepre-
hender em presenga do maior iralasseato appli-
cado ao Sr. Looget filho, e da priaio desta semana
e de aeu pai, nada poderia joatiflear oo ge ar-
mes suissos de tar alraresaado a nossa fronteira,
e de ter.sem poderem invocar a necesitase* ds fa-
zer uso das suas armss, e em lodo o caso sem avi-
so previo, disparado sobre gesta qae eslava des-
provea de meios de se defeoder.
governo do impera tor esiims sos devisar
daa dispoaices do cooselho feleral esa lhe cooce-
der aa saiisfagea qae elle eom fosdamosta espe-
ra em to grave circumstaocia, e qoe oa ooe opi-
nio nao pude deixar de coasUitr ao castigo so-
vero de todos os agentes que lossarass saris na
violceo do nosso territorio, e ne allocago 4o i
suQciente e equitativa indemoisagao
loa francesea que foram feriaos sotes geodar
suissos.
Digoai-ros entregar offleialmesta es presi-
dente do conseibo federal orna copia do pseoste...
despscho, e dss copias qoe rio ssssxss.
< Aceitai, etc.
Thonvenel. o
Hespanha.
A rsinha de Hespanha dirigi ao general Ses-
t'Anoa a seguiote carta aategrsphs:
c Ao general Saot'Aona.
c Quando recebi a tua carta, o aceitai os rotos
do poro dominicano, eocheu-se de alegna o co-
rago da rainha de Hespanha, hoje raiose
bem desse territorio Imlerposto dos
tos dessa nago, que levou a sos religue o s esa
idioma a aotiga ilba hespsnbols descoserle poto
immortal Colombo, oio posso doixsr do dsssjsr
para eass formosa Anilina toda a scaassrtd ido.
todo o bem-estar e toda a grandeza qso teas liso
e teem os dominios ds minha corda, aodasstst
a esses habitantes o caminos qoe Ibes srafeass,
e dizei-lhes qoe me desvelare! pota osa feetride
de. Nioguem melhor do que la, gas toase toas
deligenciado pelo asa boa, o sempre tese cssea
[.guido para a sos baodeira.
c Recebei a expresis do sprses da raiska
o /sie!
c Palacio de Madrid, 18 do mata de fifi.
O principe D. Joio de Bourboo, (os a eso csa-
rerso para oa principios conslilucionaes, qaaede
ltimamente nos seus msolfelos, so C|
como candidato i coroa de Hespanha. Para
der tentar a execogao dos seos planos, i
recurso, e para esse Dm eocarrgoa oo
Londres para abrir a seu favor ame S
publica, cajo prospecta, que tem o dote ds IS'i
agosto, ramos publicar, por SM
curioso.
O banco denominado nttm ,.
acaba de aceitar de S. A. o priocipo Jlo So
boo de Hespanha a miaste de ceelrstar, asa as-
me daquelle priocipe, sm emprOotisae .
cujos ttulos ao portador seo de mil piastras
um.
c Comprehendereis, senhor, qae o priaelso a
resolres s proceder asila par motives gravea
qoe o ligam e certas pessoas ea coja sywpaiaia
confia. Desprorido sclualaseta da saSeteaJsa
recursos, deeide-se s appetlar aere a pobUco, a>
eipera que seo appello soja etteodiso.
c Nio ignoraos certaaeste, seohor, aaa a aria-
cipe hoje o anteo berdeira do D. Canos. Se por
Isto, postas de perto todos ss oreissssaslas po-
lticas, o principe tea direito a teas s i
esperamos que os peros que (orea goveraidos I sorrii osle pensimeuto so rosso espirito : c Se a
am amor maternal, rato selle I k Italia oponas regenerada pode verificar tanta
que tomrnosle cousa, poder tarar a afeito maltoa outros lar qoe o bario lioeseli asaba de dirigir aos seas
1 pealas, quando o sea commercio tiran: exps-1 agentes dialeaatacat. ttta qeiiiO^aTtaec esta
O abras*' oV Jtems poblicea, as sas paria offl-
ciai, a segotato declaracao, por meta se qt*el ras-
peada s ecoosaedoa costiles oa iHloi eircular
do gabinete de Timo
e eiaa-
e Os jornaee eetrengoirae
de D. 'Carlee, a anal ao eleva a qsasi
tfe reales (mais ee cem milhes 4o trocees). Tam-
bera tem direito da parte da Portegsl oa asta da
infanta D Francisca de sela, su asi, a asat es
eleve a 11 atlheei de frasea,
meaos. Mas a fertona do ta-
ha est hoje seqnetirsae. Qooete le
- que o principe dirige a Pertagil, e sos exi-
lio crto qaa o direito ea ca ap apota esti
Mtamenie definido, (otalisssoate aso se pe-
i chegw I im boa resultado sanie sesees de.
MLTi Ano La-


hU&
\t> g at A^ir. ;.?.-:,; .,i,
14110 DI flftlAMltm ^ ft^iT4 RIBA H M OUTUBRO DI IMi.
loogat e cuslosas diligenciis, e eoaHVcIma te
lis, fallam hoja oa recnrsoa aoatiaejpe.
< O l/ny anca compre*** :qa-*n ama
P*cao da n.toreza 4*>eir* d* aero pjripi
thecoafloa a directo como intermediario, aa
vaolegene que aa offerecem aua ""rriatnia* da
ota alar em relacio eom riacoa corridos.
O Mulo de 1000 piastras, -tato-e, d M25
ftanw, Malu 30pts*traa por ano, u 161 freo-
co^oaafaaU fcO franco, uto Moa da 5 or
castado capital. r
r M.ndaa-te oa pedidos am alea do eatreio
-o alores sobre Pars, o* notas a banco a* ee-
ansto pelo eeainho de ferro, a Mr. Parrn d'Arc,
nao Luii a Grande, n. 7. oesrrefado de eaaitur
ata titulo* em Fraaca. *
(Joma* W Cemswet*, 4o Liaba*.)
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PEiNAMMJCO.
MAMMK&O
ale setembro lo 1861.
ae a quesiio constitucional da Austria nao U>
e*e alimentado dorante aa ultimas semana o
iateresse publico, nos nos adraramos am emba-
raco por falta de qualquer notarel materia para
o soaso relator.
A Dieta Allemaa est em ferias ; el-re Guilher-
Mida Prassk acha-ae anda nos baohoa de Os-
tente, cujo lugar nao deiiari otea de dia 8 da
outubro, para ente realizar a aua entrevista eom
o imperador Napoleio. Na outra parte da Alle-
rn.a"i teda* Dietas ftzeram psosa, eom escap-
ea* das da Batiera e do Wurteroberg, cujas dis-
useoae todava apeoae sao dignas de taterciae
al. A peeicao fia lio estril que pessivel
para um relator de aexecios aliemaes.
A Austria, cuma j distemos, sement faz urna
xoepoio. Osatoseos Iriteree cooheeem es acon-
tecamentes aa Dala da Hungra, o seu aeguodo
endereco a* imperador, redigido por Deak, e
uaaoimemente eppretado petas duas cmaras
dessa corporagao constitucional. Neaae endereco
seeemooslrava que o rescripto pelo qual o im-
perador liaba respondido ao orimeire endereco
da repreteateeae nacional da Hungra, romper
ao da ogciaeio. Que a Hungria| assim do
seu lado lamoem rompa as negoeiacees, esperan-
do o que aeootecer, anas que ella reserva va de-
beito 4a todas aa eircamUancias o seu direito, e
protestara desda j costra qualquer Dora leso do
meame.
Em toda a parte, naturalmente tambera na
Hungra se previa que easas resolucoes deram
erpor cootejjueocie s dlatolacao da Dieta, e eom
fasto a meama nao tardos. Petera aaiea que a
4issolucao foi insinuad a Dieta em Pesth, ali se
ero conbeciment que elle estte resoltida no
gabinete imperial, e em consecuencia disso a
atleta se reuni para pronunciar um protesto con-
tra a tauacidade da dissolucao, redigi lo por Deak.
Tambem a esse respeilo ambas as cmaras pro-
cederam unnimemente. No da seguinte chegou
em 1 ealh o decreto d dissulugao da que era por-
tador um commiseeno imperiat, o general conde
OeHalIer queoeolregou aos uresIdeoUs das duas
oamaraa 4a Dieta eom a declarado, qo no caso
de resistencia da Dieta contra o decreto de disso-
lucao elle se achara aulorieado para empregar os
meioe da forja militar. Oa presi4entes communi-
caram Dieta o rescripto e a declerseae que o
eooipaohara e Deak declaren que oio hatia dis-
cussao em (rente da (orea das baiooetas mas que
Dieta da Hungra protestara contra a toleocia
e a segunda cmara approtendo unnimemente
etsa declaragio, se separen. A dissoUcao se
achara pois realisada, o orgo constitucional foi
obrigado ao silencio, e o goteroo se tioha obri-
gado se possirel foesea i mandar proceder s
oras eleicoes : deolro em seis raezes. Com es-
ae, se possirel fosse, iiearam em durida: para o
lulero aa garanas coosiiiucionaes. porque se-
guado a le da Huogria, em caso de dissolucio
oa ieta, o goreroo obrigado a convocar urna
ora Dieta aomais tardar no prazo de tres mezes.
Bono faltaram notos setos de iolencia. Urna
conferencia dos prioeipaes dignilarios dos palati-
undos (comitales), tioha convenciooado um pro-
granma commum acerca ds futura pesieso dos
adoa em eoosequencia da dssolagao da
debaixo (Puro peder central isolado (Prussiana 1;
SttBAetaoe Hesse eleitoral e a do o Scbleeivg-
rtatelB', J esta tes especialmente o augmento
m tstcae le de fea* da Allemamha, a a aaber em
priroeire tugar o ealabelecineoto de urna mari-
oha lalemaa, correspon lende ao menos is ur-
gentes precises da paliia. A assembla geral
rivislaaMrfW eaae lm ofatereormento e a r-
gaoisac^e das colleetes d dtoheire espontaneas.
para as ejuaes na a parte 4a Allemeeka j
a* temoe rw maji puspa israotetit., assim oo-
ae a entrega das qoanrtas reeeMdas Pnassia,
a Mal por Te a'stm reswtpto real j ae ti ha 4a-
Urado srempta pera san rectfiaaseoto.
A assosssjlia geni totsm ao mima tempe roa
cesHrDurcJo de W mil Oorina, a ama ceaeia a
f se preoedeu otra oa esos membroa preaftisf*
mala tO mil florioa. O zelo que desde a ni-
mos mezes se msnifests oa Ailemaoha em fator
r) o a fiftMT'W IIVY^T
*, finalmente, nlda loduz a
l manifealem os .desejos que
uasa marmht aHems-a foi de noo anmads pe partido de geaarae. Aa aliaiaa iaaiaa da aita
las ditas resolufftes.
Em toda a parle te estao orgaoisanda coaimis-
sao para collectas, e em muilos lugares aa auto-
ridades municipaes se acnam a testa dessa agi-
lacao. JA temos fallado 4 aeu lempo A reapeilo
da iniciativa que ha alguns mezes nesse sentida
tomararn as corporales dos notareis deHam-
burgo e de lremeo, por mel de competentes
reseleeees. Em eoosequencia dase se enceta-
ram negocia;oes entre a Prussia e ascidsdes An-
seticas, cujo fim era a con.lrucco de cauho-
nefras a rspor Aoseatleas, e a aua reuniao fio
tilha Prussiana, e esaaa oegoclac/dea se conclui-
rm em rete. Par promore-las appareceu nos
ltimos diat neste porto ama pequea esquadra
Prussiaoa composta de t crrelas e do 6 canho-
neiras i tapor, para cuja lnspee^io aqu chegou
o almirante da flota Prussiana o principe Alberto.
Esse principe foi aqu recebido com particular
enthosiasmo de tudas as classes da populacio, e
esse eothuaiasmo principalmente em fator d'uma
mannha allemaa Prussiana, oto deixsri de eier-
cer urna influencia fatbratel sobre as determi-
nares das autoridadea desta cidade. Em prxi-
mo lempo se espera a proposta do senado acerca
da cooatruc(o de quairo Canhoneiras a tapor
para a marinha Prussiana, e est claro que a ci-
dade de Bremen neo flear atrez.
_, 20
E um dito bem conhecdo : os das se seguem
mas elles nao sio iguaes.
Desde mezes porm esta seoleuca pode ser
applicada em sentido inverso sobre a posijo da
Europa e dizemos : as semanas se seguem, e ellas
se sao iguaes nao que nao houtesse em toda a
parte am motimeoto mais oa meaos tito, para
0 fim de desenvolver mais a situado ; porm esse
motimento nio pode anda promover qualquer
I progresso. Ha mezes que a situaco
te se realisou o estatuto ds Dieta
que o imperador approtou a eoor
a formar aeguodo o mesmo estalata --------------------
tude isso nao se jnlga anda remo3fl teaEl. f h- ,
Entreutste o g.tr* etTJlTp^fSSSt .a3bftlI2e.,Cl. .f "I*0 "^ P#U
a Istrtsw 0MWnM3W pn janieSS trrbsSTTSt; !uv. su SSS
a entrega dos srchitos napolitanos, tem-se oari-
do dizer que atoda nio foram enriada* a bario
Tecco notas instrocfdes sobre este oesjotie. Ps-
rece comtudo, que elle ss espera pera apmotar
ao gorerno heapaobol o seo ultimtum.
Acredtta-se que no"lVinn7cto"*aT"corratIti fc*^^?*1* eh, Mi
lamente. fSS? ?*ue,M ?!*"&
evpoaiejaV, maad*do
oa. O geteroa .ha tapao t4 os esforeja
passittis Mn 4ifigt-la sw se semtdo, cwa-
smuo par meio de intiaaMecio, qM a ppoai-
eao na msior parte dos legares s a batees 4e
eleigoea, a maiorla dos eteitos pertence pois ao
ZSSJST" ^T t q!^t *^^eVr goVerZ:
mrSn**'. o'WetfcV tateresssd. moeimendaco de 4
a ISSto tedws os esforc tranhas.
Dieta.
O eoaleudo desse prograroma era na sua parte
essenctal o segainle : os pafatrosdos se detiam
conserrar rigorosamente nos limites da lei ; todo
? Ti.?"* -ler aceao 0Terno na mais slrcla
legsiWade.eTitaodo porm indo que passando alm
aeasa Imha podesse protocar o goterco a ama
latervenyo tioleuta.
A crimeira mai(eatagae o palatfnado de Pesth
porm, spezar de sua evidente legalidade, cha-
mon sobre si esaa mterveocao. A commissao do
palatlnado de Pealh, tinha resolvi, adherir ao
protesto da Hiela contra a sua dissolugio, e a con-
sequencia foi. que o geteroo ordenou o encerra-
mefllo das suaa sessoes. A muoicipalidade de
i estr imha resoltido dirigir um endereco de gra-
bas ao deputado &* Galicia no parlamento de
vieooa, Smolke pela sua posi?5o em fator da
Hungra, e eoaao j se sabe j se parti de Vien-
na ordem para se fecharem as sessoes do coo-
seiho da muoicipalidade 4e Pesth.
A tctica, que segundo tedas essas appareocia
o- soteno segu, parece consistir em torear lio
* 1u* possitel a tida aos Hngaros, em quan-
te que elles nao se subordinare ao deereto de
tetereiro. Se essa tctica ter resultado, o lempo
No mesmo tempo da dissolucao a Dieta da
Hungra, o parlamento reun lo em Vieona rece-
beu urna coromunicacao do gorerno, dando-the
conhecimento dease passo, e expondo largamente
oa montos do mesmo. O gorerno argumento.,
^a maoeira seguale: ques Hungra abrir mao
ao aeu direito coostitucion! pels retoluco oos
nTV'n184? e-1849- ^e Pr "M oiio a
lela de Pesih nao podia referir-se sobre o mes-
mo. Que o seat direito se tuodata nicamente
sobre o diplome imperial 4e 20 de outubro do an-
no psssado, e que esse direito tioha sido lesado
pela exigencia de urna independencia que o mes-
mo diploma Ihe nao garanta, e pela recusa de
deputar o parlamento geraf, instituido pelo diplo-
ma de outubro. Qae essa desobedieoca era o
molito da dissolucao da Dieta, e que o governo
esleta decidid, a .ruir 0 CSBlinhH0 deler6minado
pela patente de feveretro.
Em consequencia dessa eommunicacio as duas
cmaras do parlamento resolteram responde la
em um enderece ao imperador.
^Ma amara dos senhores bastn urna unics ses-
sao para fazer aceitar um endereco approtando
pleoamente, e sera reserva a poltica imuerial
para com a Hungra. Tanto mais longas foram
esdiscuss6es na cmara dos denotados O resul-
tado Anal verdad* que se deria preTr desde o
pnneipio, porque entre os 1 at 170 membros
coBjpareerdos dessa cmara, o mloistero dispoe
a todo o lempo de una maibria de 100 at 1*0
tolos. Has que neo era de prever, era a posi-
?ao de urna Darte da opposicao, dirigida pelo de-
potado bmoike. Em qnantoque urna parte se eo-
poz deciddsmeote ao goreroo, sustentando po-
rm a idea de um estado geral eomprehendendo
a Huogria, o deputado Smulke com a fraeco po-
lonesa se declarouiem reserva pelo direito da
tiuogna sobre a sua plena autonoma, e manifes-
lando a firme resolugao da sua fraccio de nao to-
mar parte em nenbum acto que lesaase o direito
da Hungra. Apezar da palma qe o miniaterio
etou na discusso da endereco, sendo fioalmen-
e aceito um proieetq de endereco manifeilaodo-
theo toto decoolanca absoluto da mairia, a difa
declaraSao doa.Polooezes d uma nota derrota da
politics mioiaieriaL yw "
-Essa poltica uao (em preseatemeate oatro ex-
peaieate senao declarar parlamento geral o oar-
lamenlo restricto at hoja reunido para obter. a
pproa5io do budget. dos eropresmcs etc. e se
esse passo de elevar o parlamenta restado par,
em contradiego das determioaces da
anda mais
i PIo deputado Smulke auarueota
eisat difflcaldaaea, O %.
paiz, ficaodo edmposio somenie ieiQa lu i
SffcS"ao' 34*qtf8 de,e8 52
^JZ*}?*****o ma P*do *w:iedsd&
motea jeral anaal em Hadeljfcrj,. y^^i
ciso : na Italia, na Turqua e na Austria.
Como aabemos a questo Italiana hoje a ques-
taj Komana. 0 gabinete de Turin faz lodos os
esrorgos para reslisar a sua soluco. no que
apoiado, to "bem que possitel, pela diplomacia
Ingleza ; era Paria todatia aabem esquivar-se
sempre de noto as urgencias do bario de Riea-
soli e_ adiar cada tez a dacisio. Omotitodisso
muito menos am iateresse qualquer pelo go-
terao secular do papa, do que antes s leoaci-
dade do gabinete de Tuno, o qual recusa com-
prar a retirada das tropas francezaa de Roma com
uma nova cessio de terreno. A unidade da Ita-
lia desde o principio nao foi do gusto da poltica
napoleoniala. e depoia de se baver abandonado
toda a esperanca pelo Ihrono da Italia mediana,
projeetado primitivamente para o principe Jero-
me Napoleao, ae esperou em Pars at o ultimo
tempo poaer salvar ao menos um tbiooosub-Ita-
baoo para um membro da familia oauoleooista.
Tambem esta esperanza falhou com a suppresao
do levautamenla Bourboao em aples porCial-
dini, a qual j 4 hoje quasi um factocoosumma-
do. A unidade da Italia oo se pode tazer mal-
lograr; e por isso deve-se ao menos tratar de as-
segurar uma iudemnisacao, e em quaalo possi-
tel for so couserv Roma como um penhor. As
tropas traoeezaa j ha muilo lempo teriern eva-
cuado o patrimonio de S. Pedro se a Italia se li-
tes jo mostrado inclinada para ceder Franca
talree a ilha da Sardenha. A Italia porm per-
aialioal agora obstinadamente na sua recusa,
e por isso as tropas francezaa tambem Acarara
em Boma.
Segundo se diz se tem concluido ltimamente
novos contrattos de fornecimentos para essas
tropas, que fazem suppor anda uma longa per-
manencia das mesmasnasua presente guarnico
Entretanto o bario de Ricasoli depois da sua
conhecida circular de fim de jutho. na qual ex-
poodo as circumstsocias do aniigo reino de a-
ples, levantata as mais graves aecusacoes contra
a coospiracao Bourboaa, apoiada pelo goterno
pooufical qdt/estava alimenlado o letaatanien-
to, ekpedio uma nota ao goterno pontifical na
quall eiigindo do um lado a sessascio do poder
secular do parpa, do ouiro lado lhe offerece as
mai> res garantas pelo seu poder espiritual e
eotr outras, comotaes tambem a posse sober'a-
oa i 'uma parte da cidade de Roma.
E sa oota designada como um ultimtum,
ape arde que nao ter protjvelmente por con-
seqhencia ae nao negociacoes por intermedio da
Frabca, e della nie ser de esperar uma imme-
diala promocio da solugo da questio Bomana.
Verbos pois qae nio faltara motimeotos e esfor-
Cosi mas com isso ludo o negocio nio se mate
do keu lugar. Tudo qoanto a Italia conseguo no
ultimo lempo a cima dito, quasi completada
surjpressao dos bando Bourbonos em aples'
e alpopularidade que ali adquiri o general
Ciaidmi. Essa popularidsde se maaifestou par-
ticlarmente no dia 7 de setembro em aples
feT Des9e dia festejada a festa de Garibaldi'
1 i anniver"no da entrada do Garibaldi na
cadital napohtaoa, e em cuja occasio Cialdini
Toijo objecto da mais tita otacao. A' fallar de
GaHbaldi, temos de mencionar que o gabinete
delWashington lhe dirigi a proposta de tomar o
cojnmando das tropas da niio do Norte contra
adoofederacao do sal. Ao priocipio ae dizia que
Garibaldi lioba aceitado esse offerecimente ; as
ultimas noticias de Caprera poim, oode o pa-
irla Italiano se acha por ora, desniealem essa
ai ridade.
Como segundo pooto. em que tamoem na me-
s a silaiacao nio se muda, designamos a Tur-
1> ia. ou melhor dito o norte da Turqua, onde se
atnaro em frente uados ootros, os Rajehschris-
taes retoiiosos em allisoca com os Mooteaesri-
n *e um exercilo turco debaixo d'Omer Pascha.
Kasa poaicao j dora mezes ; d tez em quao-
4 se oute fallar da ama searamuea, coose-
g nodo ora os Mootenegriaos, ora os Turcos uma
t clona que nada decile ; ou (atis-ae de tenta-
I m para eoncluai da paz, hoje proveniente do
li do dos cbnsUM ratoltoaos, smanhaa dn lado
di commissao europea que sa acha no c*mpo
n er ^SCD, euJ feullado semprc se mostra
o uto. O moiito de nao| hater uma solucio ae
dbte procurar sobretudo as mflueocis 4s diplo-
OUcia europea, a qual representa um papel mais
ponderoso do que os proprios ialeresssdos. A
Inglaterra e a Austria se acham do lado da Porta,
aiuutia e a Frauda fatarecem secretamente o
Idtanlsmento cootra a mesma ; em Paria porm
sao se julga inda viado o lempo, para p&r ro
scena officialmeote a questio oriactal, e por isso
se tratada coostrtar pendentes as circumstaa-
clas do norte da Terquia at apparecer o proprlo
momento. A Inglaterra pele.contrari receiaqae
m procediroealo enrgico da Turquieno des-
pert as paixoei dormitantes dos christaot ela-
tooos que anda nao tomaram parte no- letana-
tiento, e que desie modo se accelere a poca qae
de noto aprsente a questio oriental aa or Je ai
o da europea. Dessa maoeira se fazem valer
4e dois todos influencias relatadoras ; o resul-
tado porm que a Turqua finalmente perde o
seu sangue com tanta maior certeaa.
E fina I meo te a Asslr la ? .-.,,-
A. situacio ali sempre a mesma. Ene- Vienna
se latiste aaesecugira da patente 4, fetereire, e
oa Hungra, na Croacia, e na Veaecia anda oo
se deecobro voaUgio, de ama incUnace de acce-
der aos desejos 4*ibinete de Vwoot.
A Dieta da Hoagria ach-se dissaltida, o* *a*
nesia a re presen lacio rk paiz at agora nao foi
anda conrocad*. a Croacia pro va velaseote aera
em breve Jiim.U,j. !.,, Qloit A u
do de saude da imperaTfiz KlsBelri rTAuslria,
aao bastante satisfactorias. Segundo se diz. a
impratrtz eontruaata" Wsiair em Corf d-
nate o interno, e nao ir so Egypto, como era o
priraeiro plano.
El-rei da Prussia deixou os-bandos de Osteode
depois de terminada a sus ara, e acba-ie neste
momento no Rheae, oade teru lugar as grandes
manobras do oulooo dos dous corpos de xer-
cito de Rheoo da Westphtrtfa, em preseaca de
difiranles principes da Allamaaha, coas* sejara
o gro-duques de Bada e Weiasar, e oa dqea
de Nassau e Coburgo, de differemes outros prin-
cipes Q um numero de aotabitdades mil tarea 4*
Inglaterra, Franca, Austria. Suisaa, Blgica. Hol-
landa, Sneca e at mesmo dos Estados Unaos
da Amrica do Norte. A entrevista de el-rei da
Prussia eom o imperador Napoleio cousa de-
finitivamente decidida. Ella ter. lugar em Gosa-
piegoe no principio 4a segunda semana 4o mea
de ourabro, e depois da sua realisacAo el-rel em -
prehender a tiagem psra Koer asrg par a
coroaco que dte ter lugar no dr-,B deoutu-
oru, sejpiindo difTeieoles fastas oos prximos
diss.
D'ali el-rei por via de Danzlg temar o caml-
nho de Berm, ende t;r a sua solemne entra-
da no da 22 de oulubro. J aa eatio fazeodo
em Berlim todos os prepares oecesaarioa para as
testas. Entretanto continuara as agitacoes elei-
loraes oa Prussia e o partido (eudal est fazeodo
os mais gigantescos esforcos; em coasequecia
disso o partido liberal multiplica os teui sfur-
(os na mesma medida, a 4 de esperar que esta
tez participar as eleicoes um numero de elei-
tores muilo superior aodas aatigas elei de 1850.
Em Wurtemberg o goterno apreseotou is ea-
a um projecio da tai regulan de
nuropea tem parado em todos os pootos de de- dos calhulices, cajocootedo nio foi aiada ru-
manicsces feitaa palo seu pru
2JBC,*,'d e coapuaha par.
4 15.300 meribros pagantes, e <
tao ando decorrido Si delfl mil 'flaafi, '
?costar*, : j inSs&rt^^ s^ff^S*1*1
rt.dpfea&ij T^S^tlinSM:
. --------------_. iatence> p,-
tap. o> datlarar o parUmsst, preseatemeate
renoido em Vieona, e -adetrutado petos pastea
aliemaes-eslatonos e para Gabeis. paraVrla-
Eeoto peaai. jato i; para represeotacio de toda a
onarchia auatriUs, afjM.ja]la pbder pr em
Kexecu5io al que aa laaba --menos contidado
f-tMaiwnM cpr*n aaaa anapaata^dapa. men-
OfpWi at acoca aa, i dnata 4ifi-
gr4* Era5lraBM,.nnsk a toanoaosj rana
A>aW 4* Isaaa, iiapjDaiaeaii acare o ate 4
fecfetitdlpc? o c&aoaetkrr rJaapnrlbl para Innw
Jlwnia, obsrto Ksooy pareo*tfu Baaimen-
Imente qna ngcnaral Fria.
Caatillejos, farl appoaicle ao
o. que Bastan declarou ae
bucado. Seguodise quer aaber, selle sa fazem
multas concesses curia romana, e por isso tai-
tez as cmaras de Wuriemberg lhe faro de
aovo opposi(io.
Assim como oa mdicos a naturalistas Alie-
maes, os agricultores, os boticarios, aa socieda-
des de gymnastica, a sociedade nacional, os can-
tores aliemaes, os philologos. os antiquarios, as
cmaras do commercio ds Ailemaoha, etc. etc.,
tem suas assembleas geraes nausea ora neata,
ora o outra parta da patria, tambara as socie-
dades catbolkas que se formarara debaixo de dif-
ferentes nomes, sociedades de Po, etc.* tem as
suas reunies. Este anuo a aua assembla ge-
ral leve lugar em Huooick de 10 at 13 do cor-
reate. Das resolucoes lomadas s mais esaeocial
foi a declarado em favor 4a cooliouacio do po-
der secular do Papa, assim como o repelido
protesto cootra os roubua cummettidos pelo Pie-
monte contrs a igreja.
Na Dinamarca tem causado bastante aensacio
a entrada de Orla Lehmaon ao gabinete. O co-
me Orla Lahmanu, diz a Gatef Faedrelaud da
Gopenhoqne, j por si um progrmate, e esse
programioa a incorporaco do ducado de Sch-
lestcig Dinamarca. Em todo o caso dotemos
agora esperar que o conflicto entre a Alleraanha
e a Dinamarca, que liaba sida adiado pelo mo-
mento, oo deixar de apparecer de aovo na
ordem do dia debaixo de qualquer forma.
Hespanha.
, Uadrid' 27 o atemoro d IB61.
A s 6 horas ds aiamhia do dia 22 do mea de
agosto eotrou a raieha Isabel ao real sitio de San-
io Ildefonso, achando-ie ali para receb-la e pre-
sidente doceoseiho e maii alguns miniarlos da
coroa ; da corpo diplomtico eslava* o ministro
de loRlaterra, o doa Balados- Un los, e oa encar-
regados de aegocios de varias poleadas.
S. M. a rairtha reaolvea passar no dia 25 com
toda corle do real sitie de Santo Ildefonso para
o Escuna!, perraaoecendo aqu at 30 em que
rollar para Madrid.
Anda nio era sabido o diafixo esa qae a ral-
nha faria a aua visita ao alcacar de Segotia ; era
provatel qae S. M. se dignasse esperar a viada
do presidente do coaselho, duqve de Telaie, pa-
ra acompaohi-la aquella festa militar, e qne
tambem desejasae qae podessem segoi-la na
mesma excursio on duques de Montpensier, que
detiam chegar ao dia 13 ao real sitio de Ilde-
fonso I No dn 20 tioha ehegade o rei ao real sitio
de banto Ildefonso. Chegaram eom effeite oa
duques de Montpensier no dia 13 do correle
mea, recolher,4o-se da sus tiagem Inglaterra
. H. a ramha sahio at Rio-Prio a esperar toa
augusta irmaa e cuchado.
SS. AA. RR. os duques de Montpensier viriam
ao Escorial com SS. MM., e na ana compaobia
passarao corle do da 30 correte ; demorar-
se-nao am Madrid sement no t de outubro e
no 4a 2 re recolherao Serilfta, onde parmaae-
cerao durante o interne.
O rei, depois da antorisaw cosa a sua presenca a
inauguracao do camrnho de ferro das Csxetas de
barago^a Toiedo no dia 18, aahio para Pamplo-
na no da 19 para a corte pela entrada de Soria.
fareee que os Juques de Montpensier, ao rel-
iar agora de Inglaterra, fixaram residencia defi-
nitiva ea Madrid, quando al o presente costu-
mavam habitar Sevilha.
Divalgou-se que S M. a rainha Chrislioa or-
atava lenjo de vir paraoovembro Oviedo afim
da assistir ao parlo de sua flltia, a marquesa de
Campu Sagrado.
Recolberam-re da aua viagem ao estrsageire
os Srs. duques de Tsraacea. Bllna de S. M. a
rainha D. Mana Christin*. e achavan-se actual-
mente em Villa, possessio campestre do Sr. mar
quez de Campo Sagrado, iaamediats Oviedo.
Diz-se de Granja, nao se sabe com que funda-
ment, que cousa decidida a termioicao da le-
gislatura de 1860, e a abertura da d W61, poij-
queogoteroo deceja conhecer de-um modo ex-
plcito, desata o priaseire momento, qual a sua
situaco deatre das cortes.
A questna relatita s cortes achare inteira-
monte revolvida, no sentido- de reuuir-ae o ac-
tual parlamento aos primeiros dtss do proiimo
oulooo, mediante uma falla do throno, na qual o
goterno manifestar o seu proposito de qo, urnas
novas crtes realisera uma reforma da constitui-
?ao conforme os principios qne lera sustentado a
umao liberal. Acredita-se que a abertura das
cortas aa tenficar em 30 do prximo mes de
outubro. Fa!la-se aa nomaacae da liguas sena-
A EpocU de Madrid, fallando da ano a ociad a
reforma coustltueieoal, diz que aio auna com s
causa da admiragao do eaolemporaneo, oe nio
dote ter-se esqueoid* da formal dedsraeao do
preadenia da eoaselha exprim.ndo o pansameoto
de aubmelter a novas cortes, cooaoeadae expres-
sara.nle, a aboli5io de uma paite da reforma de
SSiiiT ,0"B (aceot,) aoqie ,
acred.Umos que acortes oraioarias, que niopo- ohar e itsliaaoTaTttrSU
dem entrar nos debates; para natra todos oa *-*- ------
coograssos iguaes fcula.d ; pot* re-,eiu-
mos as elevadas coosideraedes a qne p goverao
abedese, a s asAeiatnoaqua termine a ora cons-
Uluate.
Voga quaai
marquez de Loa
ministerio no
goterno.
+i.r. p.I" ?' de- var peiudcu o p p o tt el o -
osta oeduz o Constitucional que te formar
uma Higa aera corrira & raionlerio, dirigida por
jfc ,ezl 8 *lue Be'1* enlrrao ea homens que em
ontras pocas fio crua guerra lhe fheram. E
cootndo a rinda do duque de Valencia Heapa-
ona tem para a Egocm urna explicsc^o mu sie-
Cai- ? II tenga oda multo mais s homens collocados na
eoodicao da general Narvaez. Acctescenla que
aa circumatanctat*m mudado muito desde 1856.
q asea que tiogem acreditar em aconleci-
mentos parecidos aos dessa tempo esquecem-ie
uaprofuoda transformacio que sa tem operado
daade ente ao centre da Europa ana Hespanha.
Via, a correspondencia ; A' julgarmos pelo
que dueaa oa seos seaigoa maia intimoa, os dous
nomeos mais aolaveis com quem as opposices
contavam para a lula parlamentar, o duque 4e
valencia a a Sr. Kioa Rosaa. aiada aua poasam
coatbater a governo, rejeitam a idea 4e cooperar
para cealisoes monstruosas so pelo gosto de com-
baler e minasterio.
Aa notieiaa que se tem dado sobre a des amor-
nssio cacteaissties, rnente sa esperara s cha-
gada do ministro da lazeoda a* real sitio aade se
acna a corte e o anaci para concluir-se tudo
quanto relativo este aaaaapto ; e affirma que
nao se abrirlo as corles no prxima outona sem
ter comecad a anematacao dos. bens proceden-
tes ila desamortisacaa ecclesiastica.
A$ cartas a correspondencias que se receben
* A"d*l,,ria descreveo o estado daquelle paiz
eom corea qae esli muilo longe de ser lison-
getraa e agradareis. A cjio da jaalica coose-
guia resta aeleeer o socego ao sentido material
da palavra ; a lei impera oaquellea disUictoa ; aa
autoridades ruaecioaaos ao asa plena da* suaa
ailnboicoes ; porm o mal ten ali profunlado
raues, os animan nio se poden ver livres da
agilaco que os perturba.
O conselho de guerra establecido em Loja
preferiomaisalgamassenteoess de morte por de-
licio de rebelliao cootra os individuos indicia-
dos cono cheles ou prioeipaes iostigadores de
movimento revolucionario de Audalusia.
No dia 2 deste mez eotrou para o oratorio, em
Alamete, Antonio Martios y Marlio, denomina-
do o esludante, e sentenciado pelo conselho da
guerra de toje. Este desgranado soffreu a pena
de morte ao mesmo poto de Alfarnate, que da
aua aaturalidade.
De Santo Ildefonso eseretem do dia 10 a pro-
posito dos caaos de Loja que o governo ao mes-
mo tempo qne sanie profundamente ver-se na
triste necessidsd* de ser ioexersvel com os de-
linquemos, nio ceasar um passo ao camioho
emprehendido. Aquellos a quem a jostiea im-
poz penas, soffrerao irremissivelmenle as suaa
senteneas : assim como, saguado se tem dito,
uma e mil vezes, ser tolerante para com as
opmies legues, combater a reprimir com roo
forte todo e ataque faccioso, venha d'oode vier,
e sejam quaes forem os facciosos.
Terminadas todas ss causas qae hsvia pen-
dentes foi dissolvido o conselho de guerra ios-
tallado em Graoada em consequencia dos suc-
cessos de Loja.
No ultimo conselho de gaerra que foi celebra-
do em Malaga foram julgados 19 dos implicados
nos successos de Loja ; o fiscal requeren 12 an-
uos de priso contra um, 7 aooos contra outro,
e absolvicio para os restantes.
A columna motel que percorria as povoaces
o bafxo Arago recolheu a Saragoca, visto que
reioa traoqnillidade completa oaquellea du-
trietos.
Os jornaes de Madrid todos os diss documen-
tara, o grao de liberdade que gozam oa hespa-
onoes. Todos os oas sao recomidos muitos jor-
naf- A Imurerwa nao occalia estes factos.
D um joroal hespaahol, eis a tradueco d'uma
parte a este respeito, qae muho curiosa, e
que digna de comentarios.
A Iberia foi recolhida no domingo.
O jornal Gerundense, que corresponde a 12
deste mez, foi recolhido por ordem da autori-
dade.
A Andaluzia de 9, traz a seguinte adter-
teoeta.
Hontem nio pode expedir-se para o correio
a posas edicgo de prorioeiss, porque foi reco-
lhida toda a tiragem quando aahida das machi-
nas, por ordem do fiscal da impreoss. *
O editor responsavel do Ferro Carril, joroal
de interesaos materaes que ae publica em Poa-
letedora, foi metiido na cadeia em consequen-
cia de nao haver pago a malta de 300 reales,
que Jhe fot applicada.
Pallando da emigraco de mancebos asturia-
nos para a America, diz um peridico que pa-
ra seotfr que abundante populaco agrcola
das Asturias e da Galiza se ache fascinada pelos
augurios de soohadas riquezas n'ura pata onde
nao podem exercilar a sas actiridade por causa
da dirersidade de clima, e no qual acham em
tez desees ihesouros imaginarios morte auasi
certa. '
Desmeollado tambem a ffpoc* de Madrid os
absurdos rumores de diligencias pratieadaa pela
Fraoc,a e Inglaterra para reselter a Hespanha a
mudenca de gabinete, diz qae se infere um ag-
grato oolatel s dignas pessoss quem se al-
lude, soppondo-as eapazea de aceitar o exerclcio
do poder, devtdo a influencia estraogerra ; e que
atoda mais grave e irritante a olTensa que a
uobre necao hespanhola recebe, suppondo-a lio
abatida e humiihada que tenba de aceitar gover-
oos impostos pela inleressada recommendacao de
diplomacias estraobea.
Pallava-se da positiva retirada do represen-
tante do re Vctor Bmmanael na corte de Ma-
drid. Nao exacta tal retirada. A queslo dos
ercruros napolitanos aio chegou aiada a esse
pooto.
Entre o mfoislrn de Vctor Emmaoael e o go-
terno hespenrtol teem-se trocado effectivamenie
algasias notas mais ou menos enrgicas, mas esta
nao aiteodeu por emquaato reclamacio apre-
sentad. r
O gabinete de Turin eraer a entrega dos er-
chitoa qae perteociam sos consulados doa aa-
ligas goveraos qae hoje esli aonexados
Italia.
Oasgentes consulares quando, pela nova or-
den de cousas, foram obligados a reunclar s
auaa funecoes, confierram os seus arligoa aos cn-
sules de Hespanha. .
Da Pars dirigen Corre$po*dtncia a seguin-
te eommunicacio en dala de 13.
Desejaode o goterno fraocez evitar rompimea-
lo de relacoes entre a- Sardaoha o a Hespanha
deu instruecoas ao san ocarrega Jo da negocios
e2 "8<,*i,1 P*ra V1* iaterpooha os seus boas
offlcios afim de regatar quaatio das archivos
napolitanos.
Esta questio asta pan jante de notas e combi-
na?oes que medeiaaa entra os goveraos hesps-
--, a espranos bem
rondada de qno por as su repto desta ndole nao ha
de suscitar-se conflicto diplomtico, e tem igual-
mente a certeza da que a Hespanha nao' se des-
viar aesta negocio do
t t!L FruMU! qua urt> lu" Proximameota,
rf,,Dba 8er P>i*ente IBfu.Laida
paladaqoe de Ossana. ambaixador baspaohol na
Russia, e qe attualsMote sa sena aa
oaa proxianMades da corta ato
nhi, diz a correspondencia para interviren
aaaaasnBad.ant o Mdaioe ; ,Tasaa-
paaaa aio pAda aperar aae frnciiS*jaan asna
oegociacoea em attencio s aspactaaa cara
decoroaaav par ffiarecer Aos seus exem rse-
paetwoa aoa nageaioa a'Aiita- tm.qa: se
acham pandnnwaaonialgBmaarapobcas'Ane-
nca ; e que, sendo a aeu objocio fai aberUs *
corte ata & primavera, ea leude qae seaeeo. te
imi de durar seta orada, a mUtsr *ua omaoe
acaaado-aa t ada otado a. butoao.^ kH do aa* ha possibrJiade da (ter Wb4* Wdm,o
n Madrid o latpntadaa da naci, t l ^
Falla-se notameaaa oto rasa asiniaterisi. .,
eresctitaodo-se qae a Io>teaatMbaav pan
ama A m n ti m ra i n al -*----------___i_ t *
na 4 banhoa
Barita.
Jaspoatoa pato Ho da 3 deu oa ajoto da naja a aunen 4*
dipianaciaa as- snasaatdsde am naaanete aaa miaiatoaa ato In-
sMwia. doa PaizaavBaixoa. ato Pacanaal atoa
Bataatoa-Unidos, a* aasawixador da Russia, so
ncarregado de negocio* ato Prussia, a aos nar-
ajaaaaade Lerms e Hasaatta-Garrioa.
E completamente falso haverem actualmente
negciarfjei para tratado algn dacommercio con
Nie tea fundamento a noticia dada por um
joraaro> que o Sr. Pontor Daz se demittirls de
erobalxadorem Lisboa, e q.ue o substituira o Sr.
Coetbe.
Chegou oo dia 2 do correte Hespanha o da-
que de Vlasela (germal Nsrvsez} dirhjindo-se
am baohaa 4a gueda.
As obras da sexta eegao de camioho de Ierre
Munaa de Ciudad Real a Badajoz, qae comere-
noode desde Herida S frontelrs portagaeza {64
lulomUo) estao qoast concluidas.
Uizern de Viga qne a depntaco ptovincial da
t.oTonfte trat* de cooridar as ootras provincias
gallegas para que no anee prxima sa veiifiqne
u"expo"iS8 em Santiago.
PeT nm despacho telegraohico de Pars parece
qoe e corbaeilha earlisu, Berges.qae liaba des-
embarcado oas coatas da Calabria, cahio em po-
der das trepas piemootazss.
Pessoas que ae presumen bem informadas ss-
seguren que 4 eompleUmenle falto que Cabrera
lentaase tonar parte na guerra que efflige a aa-
tige reino de Napolaa, a qu, as optoidea daquelle
aotige caudilho ae acham boje bastante em har-
mona com as da vilisaeio moderna.
A participado tetegraphica de Cadx de 19 do
corrate diz ter recebido ordem fragata Cn-
cecie da ira Tnger, tomar a sea bordo a em-
paliada marroquiaa, conduziudo-a aa porto de
Alicante. A embsixada aera presidida por Mu-
tey-el-Abbaa. O vapor Len sahe com protisoes
par, a meara.
Consta que a governo lerobrou-se de propor a
Muley-el-Abbav, embaixador marroqaioo. qne
faca aua jornada desde Cdiz corle de Madrid
por Serilba Cordova ; par qne teoba occasio
ae examioar ealaa duas ultimas, e especialmente
oa monumentos rabes que aellas ae eon-
servam.
Igaora-se qual ter sido
acerca deste iteoerario.
En Madrid fazem-se prep*ratitos para recebar
pompoaameate a embaixada de Marrocos.
Por um despacho de Liverpool de 1 do cor-
rete constata que estavaa ajustadas as desin-
telligencus pendentes entre a Hespanha e a re-
publica do Haity, que o presidente desta, Gef-
rard, j tioha pago a aomma fixada pelos arbi-
tros como iodeniniaac.rio.
Consts que oo dia 17 chegou Cdiz o Sr. Lia-
raneta, parlador doa oficios e inslruccoes do go-
terno de Hespanha para o espilao general de
Hatana relativos questio do Mxico.
A questio do Mxico, segundo se t em todas
as foi has hespaabolas, at agora chamando prin-
cipalmenla a altengao do gabinete de Madrid.
os propsitos deste podem avaliar-se pele que
eseretem os seus orgos. L-se em am delles o
seguinte:
O governo hespaahol, reuaio as cortes para le-
var ao seu coDhecimeolo qae vamos em som de
guerra ao_Mxico, porque a Hespanha amia real-
mente nao declarou guerra aquella repblica.
Como distemos no primeiro momento de dar ao
publico o que hara na questio mexicana, a Hes-
panha nao vai pora senao pedir satisfago das
Heneas recebidas, e garantas para evitar a sua
repetieo. Se o governo mexico negar a dar taea
sarisfaedes a garantas, eolio a Hespanha oiron-
do por tito, declarar a guerra, dar commuoi-
cacao s corles, a nio largar as armas emqoau-
to nso alcaucar o que reclama, semprejuizo dos
providencio qu* mais tarde possa tomar de ac-
eordo eom as outra potencias. >
negocio do proceder lie decoroso
Abastastaaaorus. o omno i.j. pajar apro- JSlWaTSS* ^ """* *"- "^Z^X'^l^^XX
seat-e-ihe con aot.coes.4a* favoravet. !* Baeivaa> r Brania tu* i* M .. 'P,d'IDente,e8'8 negocio, taodo.se combinado
posta do goverao hespanhel aa mnistro 4a-Sar-
daaba< iana*v aegaodo se ola, toda a possill-
dade de peionren as relecdea que existem entre
"i"*"19* ie'"'ri* e-aoTaria.
i N*o ha antecedente atgnm que confirme a no-
beiaiteeto **to telegrapho a respeito da oa
roissaa. xtraordioaria Bespaaba de Mr. Parioi,
miaistr* qa tul oa adarnistracio do conde
^sssji^i^i^i^lt^lt^|B| i
eo. Par. atrtr Itato
due*4r>*a ase oaabsaa das sitadasa^elTs
Sr.- Padha-
natiaiaa.^
fia toar.
, Niaguem, ^or outra parte, a

U4 rita-Tart m.
a i s

tqeaaaudaa aanoaat)-
p*h, at podam mpor taa pastal ,e| niaUtro te eite oloTStN?*. ravtt^dt pS
s ultima resoluto
J
fazer
Outra folha miaisteral diz tratando da posicio
que o goterno tomn na questio do Mxico,
que refurcada nos dous ultimes mezes a guar-
nido da Antilha hespsnlca, dispostos, e taltez
J8 remettidos para o ultramar, parques de arti-
Ihanae saude pro riso ria meo te preparados em
Cdiz ba lempo, augmentadas na propongo pos-
sitel as furcas aataes que cruzam as aguaa da
Havana, o governo de S. M C que, apezar da
paralysacao que soffram os negocios na estaco
calmos, continuava sem bravata nem estrepito o
curso de seus preparativos, encootra-se disposto
a toda a eteotaalidade, e com que ha esperado
as saiislacoes aoauaciadas pelo desassisado che-
le da repblica mexicana.
Diz o Diario Hetpanhol peridico que repu-
tado como bem informado:
O goterno resoiveu pedir absoluta salisfa-
ao dos aggraros qae oos tem inferido a repu-
oiica do Mxico, e o cumprimento do tratado ce-
lebrado com Miramoo. recorreudo s armas oo
caso do nao obter nem uma nem outra cousa. a
A proposito desta rerolucao escrevem da Gran-
que o goteroo nio leocioos de modo algum
conquistas no Mexico, porque nem as
quer nem dellas uecessita; deixou como era na-
tural, so illustrado criterio do capito general de
Cuba a suficiente liberdade daaccao paraorga-
otsar osmeioa era tirtudedos quaes se faca sen-
tir aquella repblica o peso de uossa altivez e
deetsae.
De Sinto Ildefonso dtzem que a esquadra des-
tinada a pedir salufcao ao Mexico, e que ser
commaodada pelo general de marinha, Rabalca-
pa, se comporde seis magnQcas fragatas a he-
nee, dous tapores da for5a de 500 catallos cada
un, edos traosportes e navios menores oecessa-
nos. Pela quarespeiu torca do exexcito, as-
egura-se que se organisa actualmente na Hava-
ua uma forca de cinco mil homens de infamara,
hstas tropas desembarcado, segundo se diz, em
vera-Cruz aos primeiros diss de outubro, e
marenario directamente sobre o Mexico.
Segundo as ioformacaes heridas por mais exac-
tas, aa torcas navaes que em brete se achatan
reunidas no porto da Hatana, prompbs para
V01**" recIa"asgdes que o capito general da
liba de Cuba ha de dirigir ao Mexico, cooatam de
.i" ^bar(laQes movidas a vapor, mooUodo ao
todo JOO pegas de artilharia; a alem disso duas
crvelas e os aecessanos vasos da transporte.
Occupaodo-se o Contemporneo de Madrid das
oegocacdes que diz cootiuuarem entre a Ingla-
terra, a Fraosa e a Heapauha, para obrarem de
commum accordo respectivamente ao Mexico,
anda que oo caso de um conveoio a logia tetra e
a Fraoga subministraran! a quasi lotalldade da*
forjas navaea, e a Hespanha f mecera tres bri-
gadas de tropa de desembarque. Conrma-se
esta noticia.
Por despacho telegraphico>cabava de constar
em Madrid que hontem (221 os peridicos ingle-
z's. e hoje (23) os fraocezes. publicaran um pa-
pel de D. /dio de BOurboa, no qual tratando de
aua candidatura ao ihrono do Mexico declara que
nao acceiUr corda alguma Sanio mediante -
sufiragio universal e eom
de de cultos.
cocdiQo da liberda-
fA' ultima horaj.
Aflrma-sB djteo breve ortiaismente recebido
de Roma utome os bispos para a sesso de bens
ao estado, a qual uma eoosequencia da art. 7.
do cooveoio concordado eom s apostlica.
No dia 23diz-se ter celebrado uma couferen-
aa o anaca dn sua aaatUaato *am mioistro 4a
tazeoda, a respeitad* desamoriisaeio dos bens do
ro. Era toda s ceareraticia hcrtl completls-
18.000 heapaabaas resida
*, pois, Tara-Cruz desato i a ,
ociaremos, ssspaataa aeapca a 4
ht*a proposita* 4a Francaa la
saarem aa jnaaaa da saje a
nbtlaodoataaiiran enf a I
" pcaaiiatta do aaaaail
qu bao da ase ecapadaa pala
roqakbM. a arataar campaaSa
seu aecreuri, ajaaara aaajaaasa d
zead* alan dtaao aasaa tra
No dis 25 atoate mes tomo* pasto a u_
preaideocia a guarda de honra que Ib* 4 i
d, em quanto Mu ley Abas perraa
corle. Parece que embarcando na dia
coalas africanas embaixada edaa aireca* p^.
leacia, chegaria ah a 27 a deseaacaaa, t aa*
da a*ita cidade anuaria n Madrid s, ana 9B
oa 29.
Suaa magestades cstbolicas a real familia sa-
hiram s 3 horas da tarda da 25 da real sitia t*
Santa Ildatooso pata o Escaria!.
INTERIOR.
arW^dctoiasUcs. e da a'dmi-
nrearativa se dessera novos passos para retirar a
desapropriacao. Deltes pode esperar-te qus a
commutacao dos bens se faga com rapidez e
medida que forem enriando os seus inteptaaoS
|li ratper^iTP oceses; acreditamos inda que
pelas difflcaldstfea materaes dos transmites q,ue
qaesttd*q%a '* vttli. gibinBa daTuf
s* atotisr. nidada que ste uamplo i
Iwlft uris alguma d quo eiulars
c&fjNt sarta a FVttcs,, Iogftlotra e a
HIO DE JAKEIBO.
28 ds Miembro.
Da ordem do dia a. 284, publicada aote-boo-
tem pela reparUcio do ajadanta ge,ral coataU
o aagusata : -----
Nometces.Do Sr. brigadairo Upa de AJ-
meida Uenrique Botelbo o Mello, pasa ceaa**-
dar a segunda brigada etlacioaada ea Baa pro-
vincia do Rio Grande do Sai. Aviso da 14 'da aa-
Umbro correte.
Oo Sr. coronel do corpo de aageaJtaira* Haa-
nque Beaurepaire Rohan, para Mrvtr ,a cn-
missao de melhorameotoa do material 4, ti.ar-
cito. ^^
Do Sr. coronel do mesmo corpa Jas 4* Vteto-
na Soarea de Andrea, para director daa abra* ai-
litares da crte.
Do Sr. alteres do corpo de goaraicA 4* pro-
vincia do Amazonas Joao Caetano Peretra aars
servir interinamente de ajdsete ato orditad
commandante desarmas da arana proviscia.
Exooeraces.De Sr. coronal ato eerp* ato
engeoheiroa Hennque de Beaurepaire Robaa ato
lugar de director daa obras militares da carta'.
Do Sr. coronel do mesmo corpo Jas ato Victo-
ria Soares de Aodra, da commissao en aaa M
achata como membro ds commissao de aeibora-
meatos do material do exercilo.
Do Sr. capito do mesmo corpa Desliara* Ja
se Rodrigues, da commissao en que ae echa aa
prorioeia da Par.hiba do Norte, dev.nl. rs*-
mer-se s esta corta. Aviso da 24 da s-teasr
corrala.
, Il',lt.ea^-Trtn *'",U ePaMli ato
z. baialhao de infanlaria, o Sr. capitio ato 8.a
mesma arma Aotooio Mara 4a Castro I>rlga4a '
e para a prmeire compaohia deste batalbato
Sr. capiio daquelle Flix Jos da Silva. Decrete
de 21 de setemoro do correte.
Para o lugar de ajudaote do corpo 4, gaaraic,
da provincia do Mareohio, o Sr. alfares a i-
leira do mesmo corpo Francisco Raimando Ma-
ciel.
Pars o batalho de cacadores da Goyaz 8r.
alteres do 7 batalho de ofaotana Meawl Ma-
ra Reboacas.
Pera a compaohia de cavallariada preada 4
S. Paulo, o Sr. saguado cadete da da Miaaa Ce-
raes Joaquim Das de Toledo.
Remocoes.Do Sr. primeiro cirargiio ato carpa
de saude Dr. Jote Joaquim doa Santos Corra* ato
provincia de S. Paulo, aooda davia ir servir pa-
ra a de S. Pedro do Rio Grande do Sal.
Do Sr. segando cirurgiio do mesmo corpa Dr.
Jos Aotooio de PreiUa Jnior, da preada 4o
Amazonas para a da Rahia.
2 -
Consta-nos que os Srs. consol heiro Aleis ato
Meoezes Vascoocelloa de Draaond, enviada *-
traerdioaro a ministro plenipotenciario Loas
Pereira Sudr, secretario de legacAo, a Joao Al-
tes de Brito, eocarregado da oegocie* a nitela
rio da legacio, que ae acbavam ea dispaaisili
dade Inactiva ; e que o Srs. Luis Casar a* Usa
e Silva e Manuel Joaquim 4, Atetado A-vi ler
addidos de primeira classe, o primeiro 4a Uejecso
da Suissa, e o segundo da de Paria, troaaraaT a-
tre si oa respectivos lugares.
1 de outubro.
Por titulo de 26 do paasado foi oomeado ata-
noel Odorico Meodea da Amwria
guarda-mr da alfeodega da Babia.
Por decreto de 28 do mesmo aez foi asa
o bacharel Aurelio Piolo Leite ebefa ato 2.a soc-
Cio da mesma alfandega.
E por decreto ds mesaa data foi toatUo
Jos Raymundo de Vascoocellos da raiattata
da recebedoria da curte.
ia ajadaata ato
A Por "'crelos de 25 do pesiado (oral
dot o 2. ofScial da secretaria o* astado atoa -
gocios da marinha Antonio Carlos Cazar i
e Aodrade, para o lugar de Io ; e o aa-
Jos Pereira de Aodrade, para a ato 2."
da mesma secretaria.
Foram oomea Jos, a seu pedido, doa lagar** ato
aecretario do governo da provincia 4* Miaaa fia
raes o Dr. Jos Vieirs Couto de Magalbeee, ato
adjunto da seccao de astronoma a geograpbia *a
commissao scieoliQca o 1* lente da
Basilio Aotooio de Siqueira Barbada.
Foram oomeados cavelleiroa 4* ordea ato
os rice-coosules do Brasil aa Repblica Orieatal
do Uruguay, Manoel Jos de Mendoaca a Jas
Miguel Das Ferreira, e o capilio Aotooio Das
da Costa.
Pato**,
Teye a merc do fdro de Odalga cavalleira ato
casa imperial o mioistro do soprano tribunal 4
juslica cooselheiro Antonio Siaos ato Silva
Foram promovidas na guarda nacional:
Ao posto do coronel comuiandaate topen or do
muaicipio de Berbaceoa, o lanonin raraaal Lia
Jos Ferreira Armoad ;
Ao de lenente-coronel commeodaate de beU-
lhao de infantera o. 20, na pro viada ato Rio
Gran le do Norte, o oujor Beavcaate Pra
de Oliveira j
Ao de major ajudaote da ordaaa
superior do Brejo e Cimbres, ea Pana
capilio Emygdio Camello Peaaoa.
Foram oomeados :
Jos Gomes de Olirairi, para
commandante do 6. baUlsis da
provincia do Espirilo-Saola ;
0 capilio Manoel Mauricio da Rocha
para major ajanante de ordenada _
perior da capital do Rio Grande da Norte;
O lente Alvaro da Olireira Gs4ia_ pan
pitia-secretario geral;
O lenla Aleixo Barbo da Foi
para capitio quarlel-meaire ;
O Dr. Manoel Antonio Marque* 4a Faria, pasa
capitio cirurgo-oir, lodo* do referid* caen-
mando superior.
Foi commultada am galas piras!sa a
morte imposta ae rao aaciato
de direito de Piratioin.
Da ordem do dis o. 285, rnHfrHs
pela repartieo do ajudaate-a>oeral,eaal
guate :
Remocio.Do Sr. **fr-iuf '-nsls ato
tigao ecclesiastica padre Francisco ato
d*aW8rd da f asaran, aooda (ai ae_
vir oo ir baUlhio de inUntaxa. narn a
gao da cidade d Ais Grande,
Traqsfereaciat. Dn STa* '------*- a* --
de tilicas da corta Joao Jos lutosaan Z
corpo de estado maior da SU' aasaa a a
ssfia?-,tu r ^ ^^ **** **"
Do Sr, 2.' lenanAa sacreUrk ato &.*
hatethi dai
rmStS
f
quererla
O Sr. alTtraa do regiaanto


nwB
~
~^rr
MR! DI MMIAMOCO. ^fKML BA II 0|(WI|^H tMl
geiraJoaquias Ttjoedoro dk Silva Freir, pan o
pnmerro regiment da aeeaa arma, como re-
apena.
Do Sr. saeres dt faatilnio d cegadores da
*p>MO Pedro Ribeiro da SO>t> para e btta-
Ibio de cegadora da Goyai; e deste era tamal,
ie erpo, o Si. atiere* Joo Bao lista de Almeida.
o vequererasn.
a ^Hhwt.tJ^Ml. 4o. ova deguerniceo
o Ceari LuizThaumsturgo da Guerra Mochado,
P flleira do anii eorpo ; devendo ser
propoito oatro edcial para ajudante.
4
Foi oomeado preeidonto da provincia de Ha.
to-Grosso, ojSr. eonselheiro Herculaoo Ferreira
renoa.
------------___
Foi oomeado cavallelro da ordem deChristo o
padre Antonio Pedro de Figueiredo, vigario col-
.tL5,VaW**,*',,,om Senhort do Rosario da
aaprvnta provincia.
Foi oomeado o iuiz de direito Delne Augusto
Cavalcanti de Albuquarqae, da comarca da
Matondade para de Pao do Alho.em Peroambu-
co, e designado para servir n squella o jula de
oiretto. Antonio Maooel de Aragao e Mello.
Foi coocelida ao bacharel Americc de Moura
Mareondes de Aoarade a demissio que pedio do
lugar de jun municipal de otphios do termo
flo Bananai, n S. Paulo, gando nomeado para o
Olio cargo o bacharel Antonio Caetano de Qli-
veirt Carvalho.
Furam exontradota pedido:
Casimiro da Silva Mello, do offleio de contador
do juizo municipal o de orphos de Itabaiana, eos
Sergipe ;
Joaquim de Souza Borges Aecioli, dd de scrl-
*ao de orphaos e ausentes e dos indios do termo
de Cabo-Fro, na provincia do Rio de Janeiro.
Fot reformado no mesmo posto, coca as honras
de commandaote superior da guarda nacional da
capital de Goyaz, o coronal Joaquim Bueno Pita-
luga Caiapo, sendo nomeado para o referida lu-
8r o teneate-coronal Felipp Antonio Correia
ardoao de Siota-Cruz.
Tiveram mare da serventa vitalicia.
Do oficio de 2." UtwLllio o eecrivlo das exe-
cugoea e jury do termo da Victoria, na Babia,
Pedro Jos de Andrade ;
Do de partidor e contador de Miragogipa, na
mesma provincia, Firmioo Jos de Ctrrallio e
Araujo;
Do de partidor e distribuidor do referido ter-
mo, Jos Pereira Bastos Varella.
Foi perdoatto a Francisca Maris de Jess o
resto do tempo que Ihe (alta para cumprir a pena
de prisio simples a que foi condemnada pelo ja-
7 le Cimbres, era Pernambuco.
0-
Pelo brigae Pampa, entrado ante-bontera, te-
mos datas de Porte-Alegre ata 5 e do Rio Grande
al 2o do passado.
Nada occorrera de importancia depois da saluda
do Bral.
A Oi-danadePerto-Alegra di a seguate noticia
sobre a barra do Rio-Grande :
S'guado a opiailo de pessoas competentes,
ha todas as eaperaogas da qae a nossa barra of-
ereca mais franca navegagio por aigumas mu-
danzas qae neUa se teea operado.
No vero passado quasi se fechou inteira-
mente a barra de leste e a de sueste, pelo que,
todo o servigo fe fazia pela do sudoeste, a qual
muito soffreo tambem por haver orescido a pon-
a do cabeco de sudoeste, e ler diminuido de fun-
do daos palmos.
Agora, porm, parece qae teremos meibor
barra, oio so ao sudoeste como tambem ao sueste.
O fundo da do sudoeste nao maior, porm a
ponta do cabeco do mesmo rumo recolheu-se mui-
to mais ao oeste, tornsndo-se portaoto oais larga
e menos perigoss.
< Tendo sido ltimamente sondados todos os
bancos acbou-se o fuode de 13 e meio palmos ao
sudoeste, e de 13 palmos ao sueste; e sendo a
difieren;* de meio palmo, para suppdr que pro-
funde mais, mesmo por que o baoco all tornou-
se muito estreito, e as correntezss portanto sendo
mais fortes, mais fcilmente o excavaran).
a Garantimos estes dados porque tomamos de
ara documento oficial do Sr. encarregado da pra-
ticigem da barra, e prai a Deus que se realisem
essas esperanzas para que s* tornem mais facis
as entradas e sahidas doa navios que demandan)
a nossa barra.
Le-se no Mercantil:
II i poucos dias regressou desta cidade para
Santa Barbara o Sr. Joo Mariano Pimeutel, in-
caoaavel promotor da navegagio do Taquary na
sua parte superior.
Repetidas vezas tem feito a viagem em ca-
noas de dous remos de voga da lotaco de duas
carretas, trazendo erva e levando em retorno g-
neros de consumo, adaptados s oecessidades do
ncleo de ira bal ha lores que persiste nos abun-
dantes ervaes que circundam aquellas parageos.
a Hije vista do fado, tantas vezes reprodu-
cido, a duvida a possibilidade daqueKa navega-
gio deixa de ser urna prudente reserva para re-
duzir-se a um pirrhonismo imaginario.
Nioguem, pois. a nao ser algum entel pode
contestar que al Santa Barbara naveguen) as
canoas ja citadaa. Ora. al o porto da Estrella,
doze leguas abaiio daquelle, chegam sera o me-
nor obstculo laochoes da lotaco de dez carretas
ou mais; as vapores ahi ji teem aportado ; de
que conveniencia pois nio ser pira o commer-
cio de Cima da Serra e Vaccaria receber e remet-
ter os gneros de seu trafago em um porto de
embarque para o qual apenas tem de pereorrer
viole leguas de estrada de rodagent, que a dis-
tancia ioterposta entre Santa Barbara e a LagOa
Vermqlha ?
c Parece que a presidencia tem-se convencido
deste melhoraneato importante, pois nomeou oo
comeco deste anno um oficial de engeoheiros
para ezamioar o rio e dar o seu parecer: a ora-
rais o, nao sabemos porque razio, nao foi cum-
prida.
c Consta-nos que oatro eogenheiro foi ha pou-
co oomeado para mesmo servigo, e elle o Sr.
major Candido Janaario Pissos.
Temos nos honrosos precedentes deste ofi-
cial as melhores esperanzas para o bom desera-
penho desta commissao. S. S. rene a iolelligen-
cia e conheeiaentos proGssiooaes a ortica que
(em tido da nossa serra baohada pelos rios Ta-
qusry e Cahy.
< Depois que for apresentado o seu parecer,
aprsz-nos embalar-nos na esperanga de que o
Sr. cooselheiro Antio fr por merecer com maia
justica as (elicilacoes dos habitantes de Cima da
Serra, do que as dos Srs. negociantes de aniones
em Sorocaba.
Ha pouco3 dias deu-se no districto do norte
de Vi a mo nm desastre, que estove a ponto de
immergir no laUo urna familia inteira e no des-
espero urna joven consorte.
O Sr. Joo Caetano limpava oras arma de
caca, da qual ji tinha tirado urna grao Je quaoti-
dade de chumbo. Depois de ler tentado deacar-
rega-la intilmente, por nao prender fogo, come-
cou esta opersgao com a vareta. Esta quebra-se
quasi rente i bocea da arma.
O iroprevidente mancebo procura arranca-la
com os denles; logo depois bouve urna deona-
gio ; vareta, buches, chumbo levando-lhe alguna
denles varam-lhe por um enorme rombo pouco
abaixo do oovi Jo direito. A plvora excitada pelo
attrito da vareta tinha-ae iocaasdialo.
Comajuanto gravemente enfermo informara-
nos que lft bem randadas tsaoransis de seu res-
tabelecimento.
Na ultima data sahirara do Rio Grande para
este porto os navios Guanabara, Fidalgo, Sor-
freza e Fluminente, e mais 14 Com dille rentes
deslios-.
eas mareeipaea, visto cooto o ttonomento dva
ser feito a expensas do pavo.
A cemmissio desejaado qae lodos os brasi-
wirt pessaa eeeeorrw para to patritico an-
uaaeatn, javswqtfev que sejam tn as forteeas,
t De^rendoaestaiai ser inaugurada no dia 13
de jaeho o>13. centesimo- aotriversTo ortali-
co de Jos Bonifacio de Andntdi e Silva, a com-
missio espera qae Tr. Si. se dignem de coadiu-
?s-la em lio loavavei empenho. tetirando e
P[""eBta*o rtsan4peo, tn)o resultado ser
publicado as folbas diarias desta capital:
Deas guarde a Vv. Ss. Rio do Janeiro, l de
agosto de agosto de !.Hitas. Srs. presidente
e vereadores da cmara municipal da___da pro-
vincia d....Ensebio d Queirot Coutlnho Mat-
toso Cmara.Joaquim Norberto de Soaza Silva.
JoioMaooel Pereira da Silva.Vario de Man.
Jos Ribeiro de 6ouza Fontes.Heortques de
Beaurepaue Buhan.Dr Claudio Luiz da Costa
Tframaz Gomes dos Santos.F. S. Das da
Meta.
UalleaiaSL
rede t%
"--:---
Per decreto de do corren te foi noraosdo lente
da segioda cadeira do segundo son da eveoli
militar o repetidor bacharel Heorlque de Amorim
Bezerra, capitio do eorpo de eagenheiros.
" -- --*
A commissao anearregada pelo instituto his-
trico d erigtr nesta corte a estatua de Jos Bo-
nifacio de Aftdrade e Silva, dirigi a seguiote cir-
cular is cmaras municipaes das cidades e villas
do imperio;
< Illas, senhores. O Instituto Histrico Bra-
silero, aqo* presta 8. 1. o Imperador a sua im-
medula proteceie. reaolvea que se> tevanlasse
Basta con* urna eatataa a Jos Bonifacio da Ao-
tfrda eSrl*a, a se ngisae ua tmulo digno de
seus preciosos despajos ; sae paginas da historia
escripias ea MraHftr* aaraor pela gratidao bra-
aileir e qudevaa tranamitlir i posteridad M
tradicoas gloriosas que se ligam a um doa grandes
vulto nacionaes, e ua dos prtmetros cofiabora-
dores ds nossf iaipa>acia.
Os abaiie asaigoados, membros da eommis-
qo *>IaaWNfs> Histrico lacaabio lio oo-
bre atsaMa, acebrtana recorrer ao auxiRo d
faporio, Veta
-7 -
Ri(
de
le
J,,C**e i0lei Mtriey entrado hontem do
10 da Prata trouxe-nos folhas da Montevideo
at 39 e de Baeoos-Ayres at 8 do passado.
No dia 17 pelas 1 horas da tarde nos campos
Pavoo, provincia de S. F, se ferio finalmeo-
balalha enlre os exeroitos portenho e federal,
pelejsndo ambos, ao que parece, com mais en-
carnigsmealo do que disciplina.
Dando ja como resolvido e problema da silua-
cio, eotoam os da Baeooe-Ayres twwnnas de
victoria, emquaoto o goveroo do Paran ergue
cnticos de triumpho,
A darmos crdito a una e a outros houve duas
victorias e duas foram as derrotas. E o caso
que effectivameoteassim parece ler auccedido.
O que atravs das trevas qae eavolvem ainda
aqoeile feito de armas selpode descortinar, trevas
torna las mais caliginosas palas psixoes das par-
cialidades, que da parte de Bueoos-Ayres,
donde psrlio o ataque, veoceram a infamara e
artilharia, mas foi completamente derrotada aca-
vallarla.
A prova de que a victoria Qcou pouco mais ou
menos bataneadas entre os dous campes, que
arabos os exercitos retrocedern) relirando-se o
portenho para S. Nicolao, oode o general Mitre
trata do concentrar aa suas forcea deveodo-se-lhe
atll reunir os generaos Fhrez e Hornos com obra
de 800 horneas cada nm, e o federal para diver-
sos pontos.
A explicacio qae desta retirada dio as folhas
de Beuoos-Ayres que sera cavallaria nio pode
o exercito abastecerse de viveres. Daqui se
deia ver qae os federaos se oio dispersaran)
lao completamente como iuctucam os contrarios,
e qae ao menos a sua cavallaria percorre, senio
oceupa, campanha de Bueoos-Ayres.
Ha porcm um fado mais grave por ventura do
que esta primeira accio, que mais psrece ter si-
do o principio do que o Qm da lula, e vem a ser
a retirada de Urquizs com Victorica, alguns che-
fes e as forcaa eotrerlanas, para a sua provincia,
abandonando a causa de Derqal, a quera eacre-
veu que, tendo desde principio entrado em cam-
panha contra vontade, reeolhia-se a seas Isres
por motivos de saude e outros para elle mais
ponderosos ainda.
A' vista desta renuncia foi o commaodo em
chere do exercito federal confiado a D. Benjamim
Vuasoro, sendo ao mesmo lempo elevados ao pos-
to de brigadeiros do exercito pelo seu heroico
comporiamento, os gooeraes D. Juan-Sai e D.
Jos Mara Francia, e de coronis-majores os
coronis D. Ricardo de Lpez y Jordn e D. Caye-
tano Laprida.
O congresso db Paran autorisou o goveroo a
por em estado de sitio a capital e quslquer porcio
do territorio da repblica, e declarando piratas os
oavos da vela ou a vapor armados em guerra
pelo goveroo de Buenos-Ayres, de anlemam os
adjudicou cora todas as suas pertencas, excepto
petrechos bellico!, a qaem os apresionasse, alu-
da que fossem as mesmas tripolaces que com
elles viessem entregsr-se.
O presidente Derqui Ocava no Rosario, procu-
rando organisar para novas operacoes e seu exer-
cito.
Em Buenos-Ayres tambem se zeram no exer-
cito aigumas promocoes por comportaraeoto he-
roico, sendo D. Wenceslao Paunero elevado ao
posto de coronel-major, e D. Ignacio Rivas, que
o era graduado, ao de coronel effectivo, quereo-
do-se porm talvez mostrar mais seguridade do
que no Paran, levantou-se o chamado estado
de assembla, era que se achava a cidade, onde
ezistem 5,000 horaens de tropa.
As sesses do eorpo legislativo foram proroga-
das at ao Ia de novembro.
Pomposa a parle que da batalha de Pavn d
os general Mitre. Segundo diz, a va neo u com
13,500 homeos e 34 pegas de artilharla, contra o
inimigo que contava de 16 a 17,000 homeos e
42 canhoes, alguns de grossissimo calibre. Os
despejos foram ptimos e consistirn) em 1,600
prsiooairos, 11 baodeiras e estandartes, 34 pe-
gas, e 57 carros e carretas.
s olhss portenhas previam j que multas das
oulras provincias, impacientes do jugo do go-
veroo do Paran e da caudilhagem, aproveita-
riam o ensejo, e tondo j um poutode apoio fa-
riaa causa eommua cora Buenos-Ayres. o
mais que ae sabia ou se dizia aaber ao certo era
que era Tuenman houvera mudanca de goveroo,
sendo o go ve mador Dr. Zi valia substituido pelo
Dr. Villaraoe, que nomeara ministro general o
Dr. Passe, e parecia ter j feito allianca cora a
provlocia de Santiago del Estero, que declarara
guerra de Catamarca, ouda se asylava oex-go-
vernador Alcorta. Rotas as negociages en la bo-
lada pelo goveroo do Paran para resiauracao
daquelle ex-governador, aatoriaar a legislatura
de Santiago o poder executivo a levar avante a
guera, para a qual tinha o general Taboada reu-
nido j um exercito de 4,000 homens.
Aolpasso que sssim se achara mais ou menos
envolvidas em guerra civil quasi todas as pro-
da Repblica Argentina, desfructa o Pa-
profuoda paz, e val attiogiodo um certo
e bem-eatar, como se o sea go'erno fosse
consentaneo com a ndole daquelles po-
'em ji urna esquadra quasi toda construi-
leu arsenal, e urna estrada de ferro bastante
adiantada. Urna sacca aturada fazia porm. sof-
frer aalsementairas e os gadoa.
De USsiado-Orieolal nada toaos que referir
alm da receio que se nutria de que os emigra-
dos polticos, que como se sabe haviam alistado
oas lqiras porteabas, agora triumphaotes as
suas arVnas viessem trazer Repblica novas
lulas eoisaoguenladas, novia disseoges civis. O
nico saccesso mais ioteressante, mas de impor-
tancia nieramento interna, a desintelligencia en
tre o governo e o vigario apostlico, vem rela-
tado aa carta do nosso correspondite qae ser-
ve de complemento a este esbogo.
S. M. a Impersdor percorreu hontem pela ma-
nhia o colmego da segunda linha ou seccio da es-
trada de ferro de D. Pedro II at eslaclo dos
Macacos, [examinando atlentaraeoie as obras mais
notaveis dessa conslruccao. Naquella estacSo foi
Sua Magastade recebido pelo presidente da pro-
vincia do Rio de Janeiro, o Sr. dezembargador
Bello, e | ur um numeroso coocurso de pessoas
do lugar e de visitantes, que romperam com vi-
vas ao la perador, cuja presenga sempre sau-
dada com o iris da paz, a garanta do presente e
o iofatiga el e discreto promotor do futuro en-
grandeca ento do Brasil.
Sua Ma estado foi aeompanhsdo pelos Srs. mi-
nistros da fazeoda e das obras publicas, pelo ca-
marista e ruarda roupa de semana, e pelo presi-
dente e m :is membros da directora da compa-
nhia da e irada.
Ao que nos consta, o mesmo augusto senhor
mostrou-SBsatisfeitodo que vio e examioou. De-
pois de vi itar todos os lagares notaveis da po-
voagio qaj alti ve esl formando era toro da es-
tagio quf aatwtitue a de Bal, 9aa Magestade
ouvio vatjssiofuraag9as do eogenheiro e presi-
dente da companhia avista df planta geral da
estrada.
Piada esta audiencia, Sua Magtrtsde mandou
servir mm sspteodido jantar. que ea virtude. de
ordenada mordomia eslava preparado, edigoou-
se coovida pira sta-1 retelglo todas as pesadas
que o aoodipaabaraa, ao presidenta da provincia
e a virio outros cavalheiros qae se acharara
presentes.
A'j qaatfo horas da tarde Sus Mageslade de-
sembarca* na eltagao lapestat de 8. Cbristovio,
donde patira >8 e SO minutos.
' Por dderwto de 5 de correte foraa nmeados :
Inspector d tilandega do Ria de Janair, a
coaaelbeiae AeUoio Hicolio Toleatino ;
9<9cretarto do gordrno da provincia do Miou-
viocia
raguaj
grao
o maia
vos.
da no
o basjsjatel Jos Bsnto Oaeba FlgtM-
.; l5t,2 ?* cia do Para o chafe de secgio Antonio Asroattoho
de Andrade Figoaira ;-
.^S.?' 2?f*^P> tbesooreria of
leiai oaaior i respectiva seorelaria Jos* Gaznes
zJ?S.2!5 *^*". o V eacrtpturaria
Larts Alfredo Mosrteiro Bacaa ;
ft.!L vanee do Sal, o 9 escriplurario da de Uruauava-
na Antonio anoel da Silva ; 7
Gotegos da capaila tapona!, es padrea Flix
.f* F,i*w Alb,,lMr1u Frineieeo da Sil-
va Telles;
Foi jubilado Francisco Joaquim Nogueira Nevos
na cadeira d ieatrugio primaria da freguezia de
Nossa Seahora da Gloria ;
Foi aposentado Agosiinho Pereira de Macad no
ero prego da i* eacripturario de theeooro nacional
e concedida a demissio qee pedir Antonio Pe-
reira de Almeida Jnior do lugar de segundo es-
cripturari da alfaMegs da cidade do Rio Grande
do Sol.
Foram nmeados commendadorea da ordem de
S. Rento de Aviz os Srs. teneoie-geoeral gradua-
do Joio Frederico Caldwell, e Origadeiro Maooel
Felisardo de Soaza e Mello; cavalleiros da mes-
ma ordem, os primeiros lenles da armada Joo
Carlos de Suuza Jacques, Basilio Antonio da Si-
queira Barbado e Marcelioo Gomes de Andrade e
Alosada; oficial da erdeaa da Roaa, o bario de
Saby e cavalleiro da mesma ordem o padre Joio
Aoiosuo Soarea Ribeiro.
Por decreto de 5 do correte foi nomeado ef-
feclivo o repetidor interino capitio da ailiikaria
bacharel Antonio Jos do Amaral.
Da ordem do dia n. 386, publicada hontem
pela repartfcio do ajudante general, consta o se-
guiote :
Nomea6es.Do Sr. teoente-cornel do eorpo
de engenheiros Francisco Antonio Raposo, tsra
servir na commissao de melhorameolos do male-
ital do exercito.
Do Sr. major do carpo de estado-maior de se-
gunda classe Jos Joaqun da Silva Santiago.
P*" commandaote interino da fortaleza da Lage.
Do Sr. major do eorpo da catado maior de se-
gunda classe Jos Ribeiro dos Saotes Mooleiro,
ajudante de ordeus interino ds presidencia da
provincia de Minas Genes (ordem do dia n. 280),
para ajudante d'ordeos offettivo da mesma presi-
dencia.
Do Sr. capitio aggregado i arma de artilharia
Thomaz Gongalves da Silvs, para ficar disposi-
gao da presidencia do Rio de Janeiro.
Do Sr. capitio do eorpo de engenheiros bacha-
rel Henrique do Amorim Beserra, repetidor da
escola militar-, para lente da segunda cadeira do
i' aooo da meama escola. Decreto de i do cor-
rete mez.
, Boa Srs. Joao Gualberto de Soaza Gouva, e
Pedro Severiano Dantas, para pharaaceulicos al-
teres do eorpo de saude do exercito; Decreto de
S do crrante.
*onercoes.Do Sr. tenante coronel do eor-
po de engenheiros Antonio Csrneira Leio, do
emprego que exerce de memoro da commissao de
melhorameotoa materiaea do exercito.
Do Sr. major do eorpo de estado maior de 2*
classe Jos Maria da Costa Araujo, do comman-
do interino da fortaleza da Lage.
Do Sr. padre Joao Seares de Azevede Couti-
ttnho, do lugar de capello da fabrica da plvora
da Estrella.
Transferencias.Dos Srs. capities Francisco
de asss de Araujo Micedo, commadante da
companhia de Cavallaria ligeira da provincia de
S. Pauto, pera a quarta companhia do primeiro
regiment da mesma arma; e Jos Negreiros de
Almeida Sari.nho, deste regiment para o com-
maodo daquella compaohis. Decreto de 2 do
correte.
Do Sr. capitio do 11* batalhlo de infanta ria
Manoel Jos de Meoezes para a segunda compa-
nhia do oitavo da mesma arma. Decreto de 2 do
corrente.
Remogoe.Do Sr. tenente coronel do eorpo
de engenheiros Luiz Jos Honteiro, da provincia
de Minas Geraes para a deS. Podro do Rio Gran-
de do Sol, Qcando disposico da respectiva pre-
sidencia.
Do Sr. capellio alf eres da repariigio eclesis-
tica do exercito padre Francisco Rodrigues R-
malho, da escola militar aonde exerce as func-
ces do seu ministerio, para o mesmo emprego
na fabrica da plvora.
9 -
Por decreto de 5 do corrente foi nomeado
rnembro effectivo do conseiho naval o conselhei-
ro Joio Capistrano Bandeira de Mello.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Babia I de oatubro de 1861.
Estou em um destes momelos de spleen, ou
enfado, em que todo e qualquer trabalho lute-
rano impossivel, e entretanto acaba de chegar
o paquete iriglez, e Ihe devo dar noticias desta
trra I
Nesta disposico de espirito em quo me aeho,
s a veneragao que consagro 4 lodos os compro-
missos que contrio me obriga a langar mi da
peana.
O verio comegou aqui com um forga extraor-
dinaria : sent-se um calor excessivo, augmenta-
do pela falla das brisas do cosiume, que oos pr-
ximos dias desta semana, nublados, e carregados,
nio appareceram senio mu fracamente.
Talvez por isso o estado sanitario desta capital
nao satisfactorio : a varila cooQuente tem
grassado muilO pela populagio, e tem feito bas-
tantes victimas ; alm desla molestia horrivel
Sue assumio ura carcter epidmico, reina um de-
uxo geral, anginas e oulras enfermidades que
soem apparecer neslas occasides de mudanga de
estagao.
Os vaccioadores agora estio tenio um trabalho
avuttado; porque todos correm para elles, afira
de garantir-se, ainda que tio tarde, do perigo
que despresaram.
Devo referir-lhe que se acha restituido liber-
dade, e por coosequeocia sociedade babiaons,
que Ihe tem dado as mais equivocas provag ds
amizade, o Sr. Joio Estanislao da Silva Lisboa,
um dos nossos homeos de mais talento, e que
possne mais variados conheotmentos, o qual, por
urna fstalidade inexplicavelcommetteo um crime
que expiou grandemente, estando preso 14 an-
uos e alguna mezes.
No dia em que foi sollo, muitos cidados dos
mais ootaveis o foram |buscar pris&o, mas o
Sr. Lisboa declaren que, aoles de ir para a casa
de sua mi, que anciosamente o eaperava, queria
ir ouvir missa, e assim fez, sendo aeompanhsdo
sempre por tio dedicados amigos, que tem sido
iocansaveis em promover-lhe os malotes obse-
quios.
Todos os collegios desta capital, e at alguns
ds corte, dirigirn)-Ihe cooviles mu seductores
-para leccionar nelles a lingua inglexa, historia e
geographta, que aabe magtalralmente ; o Sr. Or.
ebrio, director do collegio di Victoria foi quem
coosegaio a sua promessa de tomar cunta do
mesmo collegio, acquisigio importante, por sem
duvida para elle. Desgo estas explicagoea, por
que sei que ellas hio de agradar a muitos amigos
que ahi tem otlluslre professor.
A nossa assembla provincial continua a nada
fszer, e i ser o thealrd dassefenas mais escanda-
losas.
Appareceu nella, alm de-oulros aa tamandu,
levantado pelo Sr. padre Rocha Tiaao, vigario
novo da freguezia da Ra do Passo, que, a pro-
testo de que a mesma freguezia pequea, e Ihe
di poucos rend meatos, quer augmenta-la com
pedacos cortados das tres contiguas. J sabe que
os collegas nio gostaram da cousa, e que por isso
teta han lo urna discussio apaixonadissima entre
os quatro, e que se aceusam uos a os outros de
invejosos, e ioteresseiros. Entretanto aquello pa-
rocho, que um perfeito hornea poltico, e coa-
te sua roda na assembla provincial, Onde tam-
bera tem assento, nio se ihe di Con a gritarla,
e vai aplainando o camioho para conseguir o seu
intento, qae me parece ambicioso, e oio fundado
em direito.
fa sexta-feira da semana passada foi S. Exc. o
sr. vice-presideaxe visitar, com aigumas autori-
dades, a Cidade de Nazareih, que contera urnas
vinte mil almas, e um dos mais rios munici-
pios da pCviocia. g. Exc. voltou na aegunta-
reir, sitlsfeito do estado material delta, e dds
obsequios que receben.
D-aw atth ua fado singular : a prodcelo
mui grande, porm tolos Paganeros dsquella pro-
eadencta lio os peiores que apparecem naste
mercado, porque os agricullorea oio o*beaefl-
t1>i****ljy*'*** 4gemas menine de-
XSsEZZ ** ***'fttad,i wr
*> tenio, qae Ihes ensina tguma coesa
?' ^!* *'* > predeeio das es-
as Wi trazendo o ettabelertmento na
ether ordem peasrveL
Desconbecidaeoao sta molher, sem aspira
caso, 4 eanamonia adairv* e espirito de curi -
'*yy* P*s e qa di tio grandiosa
pTWwm.
8. Exc. Ihe mandn dar quinhentos mil ris,
para costeio da esta, do prosocto da sabscripcio
levantada na corte a favor das victimas da
E* hoje fra de duvida que no dia 15 de no-
vembro prximo se far o nosso salo de expo-
sigio, mas tambem se conta que ella nio con-
correrio muitos dos nossos interesssntes produc-
tos naturaes e rtiQciaea por falta de tempo Os
oseaos artistas foram tomados de sorpreta, e nio
podaram preparar-se.
Na assembla discutio-se um projeeto mar-
eando seis cont de ris para as despetas da ex-
posicao. r
O ooeeo jury est actualmente trabalhndo, sob
a prerideucia do 8r. Dr. Heorique Jorge Rabello.
. "* e,, li mandado preparar na amiga
aula de deaeoho, contigua ao convento de S. Fran-
cisco, pelo Sr. vce-presideote, debati das vistas
aquello digno magistrado, qtie o mobilHou con-
veoieBtemente. Foi um servigo importante, por
que esta nossa primeira instituirlo civil andar
pedlndo hospedagem de porta em porta.
Nest sessio houve j um ialgamento Impor-
. ,!-* 8-Soixas, aecusado pelo crime de
estellionalo. O reo foi defendido hbilmente pelo
Ilustrado advogado o Sr. Dr. Lult Maria, secre-
r?"i **ero0- A aeeusacio foi feita pelo Sr.
Dr. Josa Daarte, que esmerilhau bem o prooesso,
mas nao pole convencer oS juizes, que absolve-
rn) o reo. 1
Foi designado o Sr. Dr. Herculaoo AnntottiO
Pereira da Caoha, joii de dlreMo da comaarca
de Abraotes, par servir interinamente o lugar
de chele de polica desta provincia, emquaoto
nio chega o Sr, Dr. Freitaa Henriquas, que ahi
ae acha. H
Nesta tarde sahirara repentinamente i Canho-
aeira lgualmy e o oate flo Formoto e presu-
mo qae esta partida inesperada se preoda a um
tacto anonadado pela msnhia no Jornal aa Ba-
Am de ter sido appreheodida pelo cora mandan-
te do registro em Caila-pregos urna laucha que
appareceu na barra de Jequiric, e que nio se
sabe a que oavio perteoee, tendo os tripulantes
desapparecido. depois de vende-la.
Tant mais acredito que ahi anda mysterio en-
volvido, quanto vejo que 0 Diario da Bahia,
que semi-offlcial declarou tambem hojeqoe
amanhia seguirla a referida canhoneira para a
villa da barra do Rio de Cootas, levando a seu
bordo o major Antonio de Souza Vieira que vai
alada por parte do goveroo syudicar doa feilos
allegados pelos colonos, e com ordem de fazer
transportar na mesma canhoneira os que flcarem
desla:sdoa dos respectivos contratos.
Aqui alguem persuadiu-se que seu correspon-
dedle era interessado em proteger ao empresario,
quando apenas elle, aguardava esclarecimentos
para manifestar seu juizo.
Hoje posso aancar-lhe que era todo este ne-
gocio houve urna tonta de f extraordinaria, e que
o goveroo dee para sus honx, e para digoidade
do pais, fazer preceasar a lodos aquelles que se
acham envolvidos nesta triste especulagio.
Depois de abortado este ensaio de colooisagio.
o que nos falla jallamente um desembarque
de Africanos. Quem saba se os que concorre-
ram para o descrdito daquelle, nao tomara
oeste ?
Foram removidos os promotores pblicos : Dr.
Joaquim de Aquno Gaspar, da comarca de Va-
langa para a da Nazareth; Dr. Antonio Aydane
Googalves de Almeida, da dn Idhaabupe para a
deValeoga: foram tambem nomedos promoto-
res pblicos da comarca de Monle Santo o Dr.
Joaoi Felippe Bastelli da comarca de Atarantes o
Dr. Maooel Gandido de Araojo Lima.
A nossa alfandega rendeu al liantem........
laiSlSS?9 recebedoria ndss internas
ld:U9Sdt e a mesa de rendas provinciaes.......
28:344J437.
Ocatnbio sobre Londres flea a 25 3i4. sobre
Parts a 370 rs. o fr., sobre Lisboa a 115 por een -
to de premio.
Aote-honlem tivmos urna bella noite no sa-
lao da sociedade philarmoa'ca da ra de Baixo,
e hoje d o club sua partida, que seri mui con-
eorrida. All cantaram o tocaram algum i se-
nhorea primeira mente, ea funegio foi dada em
beneflcio do antigo professor de piano Caetano
Deotice, que esl paralitico. Este acto honra
muito laauaa istinctas discipulas. A concur-
rencia foi grande, e a receita deve tor excedido
a um cont de teia.
O theatro publico tambem tem tido boas ooiles;
porque estamos na quadra dos beneficies, as en-
cheotes lera sido constantes.
Toda esta animagio da capital est a entrar
era ferias; porque o campo j convida oossas
familias coa seus encantos apraatveis. E' assim
que a estagiodos bailes esti a acabar-se. Sab-
bado d a Recreiauva saa ultima partida.
Em compeosagio teremos a bellas feslas dos
arrabaldes ; os paaseios, os banhos e mil oulras
dtatraegoes de que me agrade mais.
Agora justamente que me peraegue mais as
saudades desse ameoo Recite, o doa aeus poti-
cos arrabaldes.

CU
Ivse provincia do norte fo reino- hvia so-
cego.
Pelo vapor ingle lyna cebemos Jornaa dV>
Ria stft 9 e Babia at 13 do correte.
Bm entra p*ne>*t transcripto por extenso to-
do quanto de Importante oecerrOu, tanto o%ae
f!i*?-?l'rtf- frot1oc. 8 na* demais pirtss *
ui do imperto.
NOtlCIAS COWIBRCUE8 t MARTIMAS.
CamMfrLOnde, 86/6.
Ferl.BilfaW.
Rio de Janeiro, nominal.
Montividn, ao par.
Descontos Em raoeda correte o banco toma
HaiV" 8 f" e em melal toma H Va e
} i/,l9.?nno- Na Pr"58' em mooi* Corre-
le del l/l / e em metal da 1 1/4 a 1 i/2 /.
ao mez. *"
Fretes.Inglaterra, eouros salgados 30 a 35
sh ditos seceos 60 a 65 sh e fardos 25 sh. com-
5 Vo docspa.
i^I,',Tre!.^,ou,^0, "'I"-* 30/, seceos 80/ e fardo
45/com 10 / de capa. '
Marselha, couros salgados 10/, seceos 75/ e
fardos 45 com 10 '/ de capa.
Estados-Uoidos, couros seceos 7/8. e fardo 6 ps.
com5/8 decapa. r
Agurdenle.Vendrara-se 20 pipas a 62 pas.
Assucar Veodeu-se urna partida do brsnco de
Peroambuco desp. a 54 i/i ps
Carne-aecca. Nio nos consta que houvessem
vendas.
Era ser 140,000 qoiotaes.
Couros salgados.Nao ha deposito.
veodeam-se os de novilho ltimamente i 47
s. r., e os de vacca a 39 1/8 rls. fr
Ditos seceos.Regularam oas ultimas vendas
aos pregos aeguiotes:
Para a Allemanha e o Havre 50 e 48 rls., para
os Lslados-nidos e Genova a 38 rls.
in^lvetn 8er 83-000 dos 1U classiflcados
10,000 para a Allemanha e 8,000 para os Estados
Unidos.
Montevideo, 29 de tetembro de 1861.
Cambio.Inglaterra: 40, 40 1/4, e 40 1/2 d.
por peso corrente.
Fraoga: 801/2, 81e 81 1/2 trs. por
onga.
Genova : 80 trs. olio.
Rio de Janeiro : 30*700 dito.
Buenos-Ayres: ao par.
Sotafnam os saques realisados:
Sobre Inglaterra af 15.000, Franga 200,000 fr.,
e Rio de Janeiro 200 oogas cotacSo.
O cambio teode i baixa.
Descootos.O banco comtnercisl di a 15 /. e
toma a 9"/.ao taino.
O banco Mau di a 15 V. e toma a 9 7. ao
anno.
Na praga regulara de 1 3/8a 1 1/2 /. ao mez,
couforme as firmas.
a_p/",e*-Ioaisorra, 40 sh. couros salgado*.
80 ditos seceos, fardos 30 sh. com 5 7 decapa.
Havre : 45 frs. coaros saldados, 90 ira. ditos
seceos, e fardos 50 frs. com 10 7, de capa.
Estados-Uoidos, 1/| d. couros Seceos i/4 el.
ditos salgados, e fardos 7 psl. com 5 "/, de capa
Brasil: carne-aecca para o R'O de Janeiro 4
r s., para a Baha 4 rl., e para Peroambuco a 6
rls., e pipas 3 1/2 pas, eom 5 '/, de capa.
As vendas realisadas na qninzeoa foram as se-
guintes:
Aguardeole. Veneram-se 157 pipas e 28
meiaa a 73 ps.
Assucar.Do Barcel do Rio vendern 97 bar-
ricas do maseavo a 16 rls. desp., do Beberibe da
mesm procedencia 20 barricas do branco de 2a
quelldade a 20 rls. e do Infeliz da Bahia 100 bar-
ricas crysUlisado a 25 rls 14 ditas branco a 21
rls., 108 ditas somenos a 17 rls.
Rio de Janeiro, 7 ale owtuiro de 1861.
Cambio.-Loodres. 25 1/4 e 25 3/8 d. a 90 dias.
Paris, 375 rs.
Aegoes.Baoco do Brasil, a 66$ de premio.
EITectuararn-ae hoje saques regulares sobre
Londres a 25 1/4 d., alm de urna somma dimi-
nuta a 25 3/8 d.
Sobre Paris ralisaram-se tambem
transaeces a 375 rs.
Negociou-se ura lote de
Brasil a 669 de premio.
Veoderam-se 1,000 saceos de caf.
Boletim de 1 i 8.
Cambio.Saccararase hoje SB 40,000 obre
Londres a 25 1/4, 25 3/8 e 25 1/i d., fleando o
cambio firme.
Soromam pois oa saques effectuados para o pa-
quete ingles Tjine :
Sobre Londres S 420,000, na qual totalidade a
2 41/4 t., sendo pequeas as operagoes fechadas
a 25 3/8 e 25 1/2 d.
Sobre Pars cerca de 500.000 francos aos extre-
mos de 370 a 375 ra.
Sobre Hamburgo, 256,000 m. b. a700rs.
Sobre Lisboa e Porto regulou a tabella se-
5
mamo ue perhambucq.
Nao recebemos missiva de nosso correspon-
dente do Porto; n'uma csrta particular elle diz-
oos o seguinte :
A exposigao industrial porluense no dia 16
de aelembro, natalicio do Sr. D. Pedro V. O ac-
to fui revestido das solemnidades que demanda
vam a festa industrial que bata sido inaugurado
pelo monarcha.
Assistirsm esta ceremonia alm da direc-
gio da sssoctaglo que promover a exposigao, a
direceo da associagao commercial, autoridades
Civis e militares e muitas oulras pessoas que para
semelhantes actos coslumarn ser convidadas.
Presidi o Sr. visconde de Lagoaga, presi-
dente da cmara municipal.
c Lida a acta da abertura da exposigao, um dos
secretarios leu o rotatorio, que com o discurso
recitado nesta ocessiio pelo Sr. visconde de La-
goaga, oio publicados no lugar em que o coslu-
marn ser asearlas do nosso correspondente.
c Tea corrido no publico que o gowernador
civil do districto do Porto, o Sr. Miguel do Can-
to, pedir a sua demissio. Parece que nio tem
fundamento tal boato. Deu-Uie, talvez, origera
o acootecimento que leve lugar no theatro de S.
Joao no espectculo de gala, pelos anuos do Sr
D. Pedro V, oa noite de 16 de setembro. O es-
pectculo eslava annuneado para a8 eras e
meia, e o Sr. governador civil e mais autorida-
des chegartm ees sen respectivos camarotes
muito depois da que a hora mercada, em coose-
queocia do jantar que as mesmas autoridades
assisliram ter acabad:" tarde O publico tinha-se
impacientada, e com ratio rompido era demoos-
tracoes de desagrado, qte continuaran) depois
mesmo da presenca das proprias autoridades por
Juera ae esperava para coraecar o espectculo,
depois que a orchestra flnalisou o hymuo na-
cional e que a&deseacerrou a tribuna real, que
cesaou a pateada.
* Ol peridicos tem com mentado este acn te-
cimento conforme as suas affeicoes polticas.
_ A dtrecgio da associagao commercial do* Por-
to requeren ao governo para que foisa publicado
o mala breva posaivel o ragulamento para a exe-
cucaoda le do sello, e bem assim, semelhin-
ga do que fora concedido i praga de Lisboa, ae
coocedeae do Parto Orna estacan de selle pr-
ximo, ae bdiflcio da Bolsa. A esta ultima parte
acaba 0 governo deferir mandando consultara
directio do eorpo commercial portuense se na
proKriacksa da Bolas ha possibilidade de saesla-
beiocer a noa recebedoria de sello.
< As exequias da Sr. D. Padro IV de Portugal
e i imperador de Brea*! fizeram-ae no dia 24 de
setembro, aoaiveraaria de seu paasaraanto, com
a poaapa. religiosa de ostuaa, na real cape lia de
Nossa sjtnhora da Lapa, aoada, coma sabido,
eali o aeu magnnimo coragao.
c H tstense lampo que se nio d no Porto
nenhu nevt fseto de moeda ou de letras de
cambio falsas. ltimamente foi preso Jos Bea-
to Calvario faricsdor de chocolate, que coni-
dando ua MluJale.,j,ue tendonavalretemen--
te paatir pera ojfalf, $ enU.t ea Jen oMna,
Bicio rtndoso^the entregou duas letra da cem-
0 tm que fliuravam pomo laceador aceitante
dous individuo do Utttgo, 0 lb roconte,
pr sso nio se polo avallar todo o'atcana da
oor daacoberta.
< Sv. redactor d* Revista Diaria.
Haveodo- a cmara municipal da Seriaba**
removido pira plata da Coneeicie ea Gaaaeiti-
ra urna fera, ijua all havia ea lugar imaeataeta
por ser em urna ra deHaia tendo em frente o quintae de slgaaaa _
"ade moraa quatro ou cinco peseta, que
quererem ter reir i suis portas, tata atlaa-
derea is conveniencias publicas, (aziaa a sea-
dimeato certo do prego, porque peraiuan i
em sena quintae se araauea barraeaa; "
prio por aua posigao lopograuhica, viat*<
ea lugar, onde o ar ni pode livraaeeA
et consequencla de montea, que desviad
viragio ; alm de que creando all tela
invernosa um lerrivel lamagal. e fazasado m
erao um calor ardenlissimo t inaoperUvcl J
faltam todas as coodigoe hygieuicas; iapraeri
unalmenle por Ocar mui proxiao da tataeij 4*
va frrea, cujo movimeeto e estrepito tara aar
sem duvida espantar os cavallos doa cotcarr*a-
tes, e dah ccosqueotemeote milhares de is
venientes e prejuizos ae dsrao, fui o ausM
do 2" districto eslabelecer no dia 5 da
outubro a nova feira na dita praga da Ctaaa
lugar o mais convenienl* para o mercado pubUe'
oao s por ter urna casa para isto construida ceai
as necessarias accommodagoes, como pe t*e>
espago, proximidade do rio Seriohaast e eatra*
muitaa condlg5e, que o tornara praaeriset A
>(|6Ii6.
Ora, quando easa auloridade fazia reaarta
aa medidaa e outros ulensis da cmara auaricsstal
para a casa do novo aereado, oe moradora* W
antiga feira, insuflados, e capitaneada ser aquel-
les meamos, que de seas quintaos fsziam casa ale
mercado, mediante urna certa cootrismigie
monopolio nao Convioha perder, deaob
o subdelegado com o maior escndalo, .
Inqualicavel cyniamo, arremeaaaraa-at ae Ba-
cal, e arraocando-lbe daa raaos a atdidae, ate
levara, as llzeram em pedacoa, levando saa at-
dacia e crime ao pomo de darem como rtasas
gritos defra a polica 1fra a ideas da c-
mara I
< Ura fado desta ordem, de cuja raproduccio
eslao os pacficos habitaoles daquelle locar a atea-
gado oa reir prorima, reclama por certa proas-
las providencia; e por isso espera-se qae o lila,
br. Dr. chefe de polica o tome na devida consi-
derado, fazendo coa que t Iti a aa orden de
cmara municipal, lio solemnemente atacada e
ultrajada, sejam all reapeiladas por etsea serter-
badores e reQuados egostas.
< Sou etc.
SONETO.
Ha quem possa coaprahender t gloria
Da Thereza.que palma veMejante.
Na peoitencia exemplo o mais constante,
Alcaagando por isto tila victoria.
Trila e dous claustros sao aua memoria -
Poi amada de Deus, de Deas amante;
tlor du Carmello.e oelle astro brilbanle
Sempre viva as paginas da historia.
pequeas
aegos do banco do
guite:
%
116 ,..
115 /..
114 7..
113 /.-
Caf O mercad.
Nio houve venda hoje.
Em ser.......
Exportacao de metate de 1
de INI.
Ouro. pelo paquete
inglez Mereey :
Para Montevideo, em
moeda i .
Pelo paquete inglez
Tyne:
Para Southampton, em
barra .....
dem em p .
dem, em moeda .
Para Lisboa, em moeda
... vista.
... 30 dias.
... 60
... 90
contina calmo.
130,000 saceos
8 de outubro
60:000000
333 8028800
1:9838600
88:56720
i; 0509000
Prals. Pelo pataeho
portuguez Etperanga
Para % ilha Terceira em
moeda.....
Pelo paquete inglez
Tyne :
Para Lisboa, em moeda
-----------------485:4008120
2:0008000
3209000
-------------- 2.3329000
Total
487:7329120
Chegaram, procedentes de Pernambuco : a
30 do passado, o brigae-escuna Joven Arthur,
com 10 dias de viagem, e a bares americana
Conrad, cora 8 ; e 2 do correte, a barca Atre-
vida, cora 32 dias.
Achavam-ae carga para Peroambuco : o
brigua brasileiro Almirante, e o patacho ameri-
cano Flyng Bagle.
PEKNaMBuCO.
w~
REVISTA DIARIA.
Foi confirmada, pelo conseiho supremo mili-
tar, a seu tenga de absolvieio, lavrada pelo con-
seiho de guerra, no proeesso que respondeu o
nosso amigo o Sr. capitio Manoel Porfirio de Cas-
tro e Araujo.
Felicitamos ao nosso amigo por essa victoria
alcaocada, que nao nossorprendeu por que, ava-
llando as quahdades que ornara os membros da-
qoelle conseibo, saa oteireza e recudi, espe-
rramos essa decisio, que era de toda jas-
liga.
Congratulndonos cora o amigo, nio podemos
deixsr de enviar nossos emboras 4 aua Exmt. fa-
milia, que se deve eocher de jubilo per tal acto.
Em virtude de tal deeiso, o nosso amigo as-
sumir o eommanlo da companhia de cavallaria
de Haba.
O Sr. conselheiro Joio Capistrano Bandeira
de Mello foi nomeado rnembro effectivo do con-
seiho naval.
Foi oomeado secretario da presidencia da
provincia de Minas-Geraes o Sr. Dr. Jos Beato
da Cunha Ftgueiredo Jnior.
Iofornam-nos que ea um engenho d fre-
guezia do Cabo acaba de ser aurrado horrivel-
rrreole nm eseravo de aorae Liberato, que por saa
flagellacio aeha-se em mo estado ou perigo de
vid. "5E5?
A infliccio desee caaUnp procede do tacto delle
ha ver furtado um c vallo de am oatro parceiro,
que guza d>i Carla ioflutocla, dolo-o I guardar
a um morador do maenio tngatho, ou venden-
do-o a estt.
A bwbiiMfib lU xool.a lauesa n-
Mnet, par varfflcar a raptoQraxcltdo, t
lar lugar 0 ptoctdiatnlo uilerior, q/uodo teja.
asta rtconhecida.*
Remeltem-nos a seguiote noticia :
rgem dontora rosa de pureza
jCarmello reforma, vida e luz,
Asaombro e pasmo, a loda oalureu.
Poi sera marlyrio martyr junto a crat,
Foi sobre a ierra um astro na belleza.
Nos cos ura eberubim junto o Jess.
Hontem tere lugar o ponto da Facaldade de
Direito.
A entrada da roa do Cabagi, do lado da
praga da independencia, acha-se pelaa pequeas
aguas, que hontem cahiram, convertida em ua
quasi lago.
Ser isto devido ao parallelipipedo all eu-
saiado?
Como quer que sejs, bom seria qae se coos-
trmsse com as pedras, que acham-se amootoadaa
de um e oatro lado da ra do Rosario, um pasta-
digo para a populagio.
A relsgio do districto deu provimeoto i ap-
pellagio iolerposla pelo Dr. promotor publico
(G'ismo Lobo) no summario, em que reo o
preto Ismael, eseravo de Paulina Maria da Rocha
Bastos. O julgamenlo, que foi ooesiderado nollo.
Uvera lugar sob a presidencia do Dr. jais de di-
reito da Ia vara, Bernardo Machado da Costa Do-
ria. Sentenciaran) os autos os Exms. Sr. desem-
bargados Molla, Santiago, Silveirs, Gilirana.
Perelti e Uchr Cavalcanti.
Hontem o Sr. Dr. delegado Amaro Joaquim
Pouseca de Albuquerque comegou a examinar
todos os gneros alimenticios daa tabernas, pada-
rias o botis, para o que foi acompanhado de um
medico, o Sr. Dr. Jos Soriano de Souza. Coos-
tj-nos que em aigumas tabernas foram encontra-
dos muitos gneros em pesslmo estado ; os pesos
das balangas falsificados, do que o Sr. Dr. dele-
gado mandou o escrvio loma* nota e lavrar os
competentes termos, aura de instaurar os proces-
aos competentes.
D referido Sr. Dr. delegado tem laogado igual-
mente s jas vistas para os carros, havendo ji im-
posto varias multas ; assim como acabou com o
costume de habitaren) os fundos dt agougaet, fa-
zendo desla maoeira effeclios os artigos das pos-
turas respectivas.
No dia 14 do correte foram recodados i
casa de detengio 11 homens e 1 aolher. sendo
11 livres e 1 eseravo; a ordem doaubielegadodo
Recite 7 ; a ordem do de Santo Aolooio 2, in-
clusive o crioulo Bernardo, eseravo de Justino
Honorato ; a ordem do de S. Jos 2; a ordem do
dos Afogados 1'
Matadouro publico.
Mataram-se no dia 15 para o consumo desta ci-
dade 92 rezes.
Passageiros do vapor inglez Tyne, viado do
Rio de Janeiro :Jaciotho Freboaio Esmeraldo e
1 eseravo, Joao eve da Exaltagao, S. de O veira
Dias, Gamillo Chantre, Joaquim P. da Silva Lobo
e 1 eseravo. M. H. de Albuquerque, E. S. Ribei-
ro, John W. Slack, M. Cavalcanti e eseravo.
Rechord Deppermam.
Passageiros do briguo nacional Trovador,
vindo do Rio de Janeiro : Jos Rodrigues da
Cosls e 1 criado, Miguel Antonio aa Costa e Sil-
va, Domingos P. Grillo, 1 eseravo de Silvn
Guilherme de Barros, 1 eseravo de Symphroaio
Oiympio de Queiroga.
Passageiros do vapor inglez !>. sahide
para a Europa :Charles Rolle, Alixis Foornier e
sua senhora, L. J. P. Seaion, Micbele Carrelli
W. Murray, B. Han anJ, Jos Mirla da Costa"
Pinto, Praocisco Caranagh, ana senhora e 4 fi-
Ihos, Seba-stao Jos da Silva, Leooardo Piaheiro
da Cunha Carneiro, Francisco Antonio Pileooe
Antonio Varelte, Genaro Hilo.
Passageiros do hiale brasileiro Nicolao I,
sabido para o Artealy: Aolooio de Asevedo'
Pereira e 1 eseravo, Joaquim Henrique o S
criados.
MORTALIDAD BO DU 15.
Bemvjoda, Peroambuco, 2 anno, Boa-Vista ;
gastro bepatite.
Maooel, Pernambuco, 5 dias, eseravo, Boa-
Vista ; espasmo.
Abna Josqutoa, Parahiba, 32annos, sotteira,
Boa-Vista ; dyarrhea.
Joaquina, Pernambuco, 7 annos, S. Jos ; dy-
senteria.
Bernarda Ros Ferreira, Pernambuco, 24 an-
uos, selteira. Boa-Vista ; phtyalca.
Norberto Lobato, Parahiba; 19 annos, solteiro,
Recife ; bexigas.
Alfredo Constantino, Peroambuco, 8 meses.
Santo Antonio ; tumor.
Ricardo, Pernambuco, 4 annos, Recife; tubr-
culo.
Jos, Peroambuco, 1 mez, Santo Antonio ;
celampdia.
CHRORIC* JICIARIA.
. TIIIOIIL DI lELlClO.
SESSAO EM 15 DE OUTUBRO DE 1881.
rtlSlDEHCU DO EXM. SR. COHSSLHKltO HnUJIK
DE LKO.
As 10horas da aauhaa, achando-ae presen-
tes os Srs. desembargadores Ca tato Santiago.
Silvelia, Citirana, Loureogo Santiago, Mella.
Peretli, Ucha Cavalcanti, Aasia e Guerra, pro-
curador d aeree, faluadt o Sr. deeeabecgador
Rocha Bastos, foi aborta a sessio.
Paseados os feitoa e entregues os distribui-
AfrLWA\%K cfont.
AppoUanle, o juizo ; appellado, Jase Partir
A* aovo jury,
AppMttntt. o iuUo; apjpolUdu, Alaxaodr*
Baplista ale aUUoa,
A' novo jury.


(?)
01*11 Di fiaJUMOCO. i- QCiRTA fElEA 16 DI OUIWRO 0fi 1S61.
_ i .i .ii
Appellaole, o juizo; appellada Mara Francis-
ca, e Francisca, escrars.
A* novo jury. Improcedente Oaato ac-
erara.
Appellante. o juizo; appellado, Maooel Ta-
rarea de Araujo.
A* nOTo'jory.
Appellante, Trajano Jos de Melle ; appella-
do. o juizo.
appellado, Joao Jos de
appellado, Antonio Ma-
appellado, Jos Alezan-
Forsrn multados en 20 -cada un dos Srt. ,ja-
rados que deizaram de comparecer.
Aptes dse proceder a chamad dos seose lea-
temunhas do processo de Aoloolo Viclor -de S
Barreto e Manoel Pereira Garcia, designado para
ser julgado no dia de boje, o5r. promotor oblea-
do a palavra disse, que sendo ojuiz autoicipal da
1* *ara 1* substituto da i* de direito, era file o
Nullo o processo.
Appellante, o foizo ;
Honra.
Nullo o processo.
Appellante, o juizo ;
noel de Vasconcellos.
A norojury.
Appellaole, o fuizo ;
dre de Vasconcellos.
Improcedente.
Appell*ote, o juizo ; appellado, Domingos Ro-
drigues Barbosa;
Improcedente
Appellante, o promotor; appellada, Franceli-
aa Hara de Helio.
Improcedente.
Appellante, o juizo; appellado, Joao Baptitla
-Carneiro.
Adiado.
APPELLAgES CITIS.
Appellante, D. Anna Delphina Paea Barreto :
appellada, a irmandadedo Santissimo Sicramen-
to do Cabo.
Receberam-se os embargos:
Appellaotes, os herdeiros de Joo Ferreira doa
Santos ; appellado, Francisco das Chagas Caval-
cantt Penda.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Mara Rosa da Silva Barros ; ap-
pellado, Luiz Jos Marques.
Receberam-se os embargos.
Appellante, Jos Galdino Ribeiro Sancher ;
appellados, os herdeiros de Manoel Aires Guerra.
Confirmada a senteoca.
Appellante, Joaquim Demetrio de Almeids Ca-
falcaoM : appellados, o feitor dos orphos filhos
de Franciaco Carneiro da Silva.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Guilhermioa Cordeiro da Silra ;
appellado, Ignacio Jos Machado.
Desprezaram-se os embargos.
RECURSO DE QUALIFICACO.
Recrreme. Joo Pacheco de Queiroga; recor-
rido, o conselho.
Relator o Sr. desembargador Gilirana.
Sorteados oa Srs. desembargadores Silreira,
Ucha Caralcanti.
Improcedente.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com rista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellacoes crimes:
Appellante, o trizo; appellado, Joo, es-
craro.
Appellante, o juizo; appellado, Agostinho Lon-
renco da Silva.
Appellante, o juizo ; appellado, Florencio An-
Gomea.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Lo-
pes de Souza".
Appelhnte, Jos Pereira de Carralho ; appel-
lado, o juizo.
Appellante, Jos Joaquim Correia ; appellado,
o juizo.
Appellante, o promotor; appellados, Joanna
Mara e Rita Maria.
Appellante, Jos Vieira Resende; appellado,
a justica.
Appellante, Octaviano Jos de Carvelho ; ap-
pellado, o juizo.
DBSIGNACAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamenlo dasseguintes
appellacoes crimes:
Appeilante, o juizo; appellado, Joo Lopes
Barbalbo,
Appellante, Salviano Jos de Olireira ; appel-
lado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Pedro Joaquim
de Campos Ferreira.
Appellante, Jos Leandro Caralcanti e outro ;
appellado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Lins
Dias
Appellante, o juio ; appellado, Desiderio Ro-
drigues de MeJeiros.
Appellante, o juizo ; appellado, Joao Jos de
Carralho.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel An-
tonio dos Santos.
Appellante, o juizo; appellado, Francisco Pe-
reira dos Santos.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Fran-
cisco de Calais.
Appellaole, Bpiphaoio Henriqueda Silra ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o juizo: appellado, Francisco da
Rocha Wendcrlrv.
Appellante, ojuizo; appellado, Joaquim Fran-
cisco Caralcanti.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel An-
tonio Teixeira.
As appellacoes cireis :
Appellante, Domingos de Olireira Dias ; ap-
pellado, Jos Joaquim de Araujo.
Appellante, Antonio do Reg Barros ; appel-
lado, Francisco Pereira de Carralho.
DISTRIBCICOKS.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, os
recurso crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Antonio Ger-
mano Aires da Silra.
As-appellacoes crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Vi-
cente da Silra.
Ao Sr. desembargador Silreira, o recurso
crime :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Jos Silvestre
de Lyra.
O aggravo de petico :
Aggravanie, Eslevao Jos Paes Barreto ; ag-
grarado, ojuizo.
Ao Sr. desembargador Gilirana, o recurso
crimes:.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Miguel Ferrei-
ra da Silva.
O aggravo de petico :
Aggrarante, Francisco Pereira de Carralho ;
aggravado, o juizo.
As appellacoes crimes :
Appellante, Luis Antonio dos Santos ; appel-
lado, Manoel Themoteo de Moraei.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, o
recurso crime :
Recorrente, o juizo; recorrido, Antonio Joa-
quim dos Santos.
As appellacoes crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Pedro Dias
do ascimenio.
Ao Sr desembargador Costa Molta, as appella-
coes cireis :
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio da
Silva Gusmo.
As appellacoes crimes:
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Vi-
cente de Araujo.
Ao Sr. desembargador Perelti, as appellacoes
cireis :
Appellante. Manoel Frederico Carlos de Sa-
boia ; appeHedo, Trajano Antunes de Alen-
car.
As appellacdes erimes :
Appellante. Domingos da Costa e Silra ; ap-
pellado. Angelo da Costa e Silra.
Ao Sr. desembargador Ucha Caralcanti, as
appellacoes crimes :
Appellante, ojuizo ; appellada, Josepha Ro-
drigues de Oliteira.
Ao Sr. desembargador Assis, as appellacoes
- crime:
Appellante, o juizo; appellado, Sabino Correia
Lima.
A' 2 horas encerroa-se a aesiio.
Vctor de S
JURY DO RCIFEb.
4.* SESSO. DIA .12 Dfi ODTUBRO DE 1861.
presidencia do Sr Dr. Francisco d Araujo Bar-
ro, juis municipal da 2* raro, e 3* suoslituto
da Ia vara de direito net impedimentos 4o res-
pectivo juiz de direito e 1* e'" substitutos.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopoldioo
de JJusmo Lobo.
Adrogado, o Sr. Dr. Aprigio Justiniano da Silra
GoimarSes.
Escrirlo,o Sr. Joaquim Francisco de Paula-Este-
res CLeoaente.
AberU a essio pelo toque da campaloha s
10 horas da manba, veriBcoa-ee estar* na or-
na 48 cdulas, msodo oSr. juia presidente pro-
ceder a chamada doa juradas, e acharam-se pro-
Motes 43 Srs.
Fui dispensado de servir na presente staseo"e
Sr, joao Vicente de Torrea Baodeirs, por aar es-
ererente juramentada de usa dos earloftOf do
jalao especial do commercio desta cidade,
Competente para presidir ao jury, visto se echar
impedido o Sr. Dr. juiz de direito da 1* rara.
O Sr. jois municipal da 3a rota depois de con-
ceder a patarra ao adrogado doa reos o Sr. Dr.
Aprigio Guiarles, e harer este teito varia con-
siderares, decidi qae, aeatndo-se Impedidos
os juizes muoieipaea da 1* rara e o do termo de
Olinda, a elle competa a presidencia do tribu-
nal, como 3a substituto.
O Sr. promotor publico pedindo a patarra dis-
se, que recorra da deciso para o superior tribu-
nal da relecio, o que oi deferido pelo Sr. juis,
mandando tomar por termo em recurso.
Decidida a questo incidente eotram em julga-
menlo Antonio Vctor de Si Barreto e Manoel Pe-
reira Garcia, aecussdoa por crime de homicidio
perpetrado na pessos de Joo Marlnbo de Souza
Leao Jnior, e tentatira do mesmo na pessos de
Joo Francisco Xavier Paea Barreto, na noite do
dia 8 de ferereiro de 1858.
_ Procedeodo-se so sorteio do jury de sentones
sao recusados pela justica os Srs. seguintes :
Antonio Rodrigues Pinheiro.
Joo Vicente de Torrea Bandeira.
Aotonio Jos Lesl Res.
Francisco Antonio de Assis Goes.
Pela defeza foram recusados os Srs. seguales :
Manoel de Jess Jordo Cordeiro;
Joaquim Olalo Bastos.
Jos Tbeodoro da Conceico Vieira de Mello.
Dr. Joaquim Jos de Campos.
Joo Chrysoslomo Victoriano Botelho.
O jury de senlenca compoz-se dos Srs. se-
guintes :
Jos Joaquim Ser.
Jos Pereira Vianoa.
Bernardioo de Olireira Coragem.
Basilio Airares de Miranda Varejo.
Antonio Soarea da Cuoha Nobre.
Gemioiano Joaquim de Miranda.
Justino Martyr Correa de Mello.
Francisco Epifanio de Souza.
Miguel Lucio de Albuauerque Mello;
Angelo Custodio Rodrigues Franca.
Candido Aulran da Malla Albuquerque.
Manoel Osmundo da Cmara Pimentel.
E prestaram o juramento doa Santos Eran-
gelhos.
Deferido o juramento ao jury de senlenca, (oi
interrogado Aotonio Vctor de S Barreto, decla-
rando em seu interrogatorio ter mandado dispa-
rar um tiro em Joo Francisco Xavier Paes Bar-
reto, por motivos de honra ue familia, sendo dito
tiro disparado pelo soldado de cavallara Manoel
Justino Alves.
Findo o interrogatorio de Antonio Vctor de S
Brrelo, foi interrogado Maooel Pereira Garcia,
declarando este que nao Uvera paite alguma no
faci pelo qual era aecusado.
Lido e processo, foi concedida a palavra ao Sr.
promotor publico, que pedio a coodemoaco dos
aecusados no grao mximo do art. 192 do cod.
crim.
0 Sr. Dr. Aprigio Guiraares deduzindo a defe-
za. pedio que fossem absolvidos os aecusados.
Fiados os debates, e preenchidaa todas as so-
lemnidades da lei, o Sr. juiz preaidente propoz ao
jury de senteoca os quesitos seguintes:
1* ponto da aecusacao de Antonio Vil
Barreto.
1 O reo Antonio Vctor de S Barreto no dia
8 de fevereiro de 1859, na ra da Uuio deata ci-
dade, mandou disparir na pessoa de Joo Fran-
cisco Xavier Paes Barreto, o tiro de que reaultou
o fenrueoto constante do corpo de delicio r
2." O jury reconhece que o reo commelleu esse
facto em defeza de sua familia ?
3.* O reo tere certeza do mal, que se propdz
evitar?
4. O reo tere falta absoluta de outro meio
menos prejudicial?
5.* Honre da parte do reo ou de sua familia
nrovocacio ou delicio que occasionasse o con-
flicto ?
6. O reo commelteu o fado de que se trata
com a circumstaacia de ter precedido ajuste en-
tre dous ou mai* iodividuos para o flm de prati-
csr-se o mesmo facto ?
7. O reo commelleu o dito facto com a cir-
cumstaacia aggrarante da premeditacao, tendo
decorrido entre o designio e a aeco mais de 24
hora ?
8." O reo commetteu o mesmo facto com
euoislancia aggrarante da n >ite ?
9.* Existem circumstancias atenuantes a faror
do reo ?
2* ponto da aecusacao.
1. O reo Antonio Vctor de S Barreto, no dia
8 de fevereiro de 1859, oa ra da Uuio destaci-
dade, msndou dar um tiro com o qual foi morto
Joo Marioho de Souza Leo Jnior ?
2 O reo mandou pralicaro fsclo cima men-
cionado havendo decorrido entre o designio e a
accio ma>s de 24 horas ?
3.a O reo para o flm de praticar o dito facto
ajustou-se com duas ou mais pessoas ?
4. O reo commelteu o referido facto noite ?
5 Existem circumstancias allenuanles a faror
do reo ?
Quesitos relativos a Manoel Pereira Garcia sobre
o Ia ponto da aecusacao.
1. O reo Manoel Pereira Garcia, no dia 8 de
ferereiro de 1859, coocorreu directamente para
que sedase um tiro na pessoa de Joo Francisco
Xavier Paes Barreto, na ra da Uoio desta ci-
dade ?
2. O reo praticou esle facto havendo decorri-
do entre o desigoio e a aeco mais de 24 horas ?
3. Para o m decommelter-se esle facto hou-
ve ajuste da parte do reo com duas ou mais pes-
soas ?
4." O reo commelteu o referido facto ooite ?
5 Existem circumstancias atlenuantes a faror
do reo ?
Quesitos do 2 ponto da aecusacao.
1. O reo Manoel Pereira Garcia, no dia 8 de
ferereiro do 1859, na ra da Uoio desta cidade,
concorreu directamente para que se desse um ti-
ro, com o qual foi morto Joo Maiiubo de Souza
Leo Jnior ?
2.a O reo commetteu este delicio harendo de-
corrido eulre o desigoio do mesmo e sua aeco
mais de 24 horas?
3. O reo para o fim de commeller este delicio
ajustou-se com duas ou mais possoss?
4.a O reo commetteu o referido delicio noite ?
5.a Existem circumstancias atteouantes a faror
do reo ?
Recolhido o jury de senteoca com os quesitos
e processo sala secreta das conferencias, dabi
roltou depois de meia hora respondendo aos que-
sitos pela raaneira seguinle :
1* ponto da aecusacao de Aotonio Vctor de S
Barreto.
Ao Ia, 2a,-3a e 4a quesitosSim, por unanimi-
dade.
Ao 5Nao, por unanidade.
Ao 6, 8 e 9a deixou de cesponder por ficarem
prejndicados.
2a ponto da aecusacao.
Ao Ia quesito Nao. por 11 rotos.
Aos mais deixou de responder por ficarem pre-
judicadoa.
Queaitos de Manoel Pereira Garcia, Ia ponto da
aecusacao.
Ao 1 quesitoNao, por 11 rotos.
Quanlo aos mais deixou de responder por fica-
rem prejndicados.
2a ponto da aecusacao.
Ao Ia quesitoNao, por 11 sotos.
Quanto aoa outros deixou do responder por fi-
carem prejudicados.
Nao tendo o jury de aontenca declarado o modo
porque foram nomeadoa aeu presidente e secre-
tario, o Sr. juiz mandou rollar sala secrels para
declarar.
Recolhido de novo o jury de senteoca sala
secrete, dsht roltou depois de urna hora com a
declaraco exigida pelo Sr. juiz.
Lidas ss respostss pelo presidente do jury de
senteoca, o Sr. juiz pubiicou sua senlenca absol-
vendo os reos e condemnando a munveipalidade
as cusas.
Lerantou a sesso, adiando-a para o dia 14 do
orrento pelaa 10 horas da manba.
Para no* 4 case pro rada que o gor arito 4*ro-
rincia, coas a oomeaco do Sr. Piolo, q ais remu-
nerar os serricos e mereetaaentoe aceto distinelo
militar ; comeos e aaereetmentec acrecentado
no lugar de subdelgalo de-polieia da ftegaezia
de S. Jos deata cidade, em outrea comaiaeoes
ira portantes e de con fia neo ees eiqoecer o coan-
mando do presidie de Fernando.
Esperaram todos que ogoverno imperial,pre-
ciando de vid tosente a dedicaco e aervicoe do
Sr. Pinto, e dando o merecido valor ao acto da '
presidencia, confirsoasse a inlerinidade ; porra
essim nao saccedeu, e o governo Imperial nao s
laulilisou a nomeago com a qae deu ao Sr. Ra-
poso da Cmara, que ae acha ausente com licen-
;a, come que ceosureu o acto da presidencia, de -
clarando em ordem do dia do exercilo, que a
substituido dos directores dos hospilaes milita-
res seria feita peloa primeiros mdicos, etc.
E' verdade que o artigo 98 do regulamento dos
hospilaes, declara que oa primeiros mdicos
subttituiro aos directores em seus impedimen-
tos ; mss nao se leudo st sgors entendido to
lgicamente este artigo, e julgando-ae que a
aubaliluico assm feita se nao entenda aos cases
de vacancia, e sim em impedimentoa caanaea e
temporarioa do director, tanto qae o primeiro
medico accumula ai funcedea de um e outro em-
piego, enteodeu e governo provincial com oa
que assim penssm a nomeou o Sr. Piolo.
Nao teociooamoa com estas observagoes offus-
car oem de leve os merecimentos do Sr. Raposo
da Cmara Horneado para substituir o Sr. Pinto,
porquanto, quando mesmo boa se certas informa-
edes -oo tiressemos j do carcter justo e ho-
nesto desse seohor, o inconhecimeoto de seus
setos nao nos autorisara, sem infldelidade, a pen-
sar de ootra aorle.
O nosso fim lo somente darmosa conhecer
a injustica com que o Sr. Pinto (oi preterido
quaodo elle apenas a torneado eonhecimenlo
das necessidades do estabelecimenlo confiado a
sua direceo, e j providencias ia pedindo e ins-
tando, tanto quesobra-me o prazer de ver que
algumas deltas foram a Hendida, e eeto sendo
executadas.
Deixou, portento, o Sr. tenente-corooel Piolo
o exerciclo da directora do hospital militar no
da 1 do andante mez, por forca desea ordem do
dia, queja alludimos, entregando a administra-
cao aoSr. Dr. Pontea, moco hooeato, intelligeote
e delicade, como primeiro medico do estabeleci-
menlo.
Sabio o Sr. Pinto, mas a sus lembraoQa nao
sahir to depressa da memoria daquelles que
tireram a fortuna de servir sobsua dueeco ; e
eatea confiam que ae boje o gorerno eeqoece e
menospreza seus serricos e lealdade, lempo rir
em que aejam elles deridamente apreciados e re-
munerados.
Nao arrefeca a carreira : arante, que a ana
glora. W.
Recife, 9 de oatubro de 1861.
Assu 7 dial, hiele braslleito JVioeJdo I, de 86
oneladas, capito Francisco Feliz NogMira,
atqaiasjsaa 6, carga aal paiha ; a C. CdaC-
Moreira.
Londrea72 dias. brigue iagles Syren, de 197
toneladas, capito W B. Cuatard. eqaiawgem
_ 8. carga fazenda e polrora ; a Rothe Bidoulac.
Terra-Nora42 diaa, brigue inglez Atine Uurit,
de 191 tuoelada, cacillo Jemes Goldsirerihy.
equipsgem 9, carga 8735 barricas com bacalho;
a Jorroatoo Pater & C.
Rio de Janeiro16dias, brigue brasileiro Tro-
vador, de 180 tonelada, capito Maooel Cor-
rea dos Sanios, equipagem 12, csrgs 400 bar-
ricas com farinha de trigo e oulros gneros ;
a Domingos A. Mttheus.
Navios sahidos no mesmo dia.
Aracatyhlate brasileiro YicoMo 1, capito Pe-
dro Jos Francisco, earga differenles gene-
ros.
Bostonbarca americana /. CasAino, capito W.
D. Colcard : em lastro.
Sowthamptoo e portos entermedio vapor in-
gles Tynt, commandaole M. P. Woolcott.
Parahibsgalera iogleza Herminione, capito
John Towtll : em lastro. Suspendeu do lama-
rao.
Editaes.
acir-
COMMRCiO.
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o 7'dividendo de 12$
por aeco, relativo ao semestre findo
em 31 de agosto prximo passado.
A directora da caixa filial tem deliberado
marcar o prazo de 30 dias psra o recolhlmeolo
das se dulas de 20*000, Ando os quaes esta rao
sojeitas ao descont meosal progressivo de 10 0/0
de conformidade com o decreto n. 2664 de 10 de
oatubro de 1860. Recife 10 do oatubro de 1861.
0 secretario interino, Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira. >
N0V0BANC0
DE
Pernambuco.
EM 15 DE OUTUBRO DE 1861.
O banco descont na presente semana a 9 ,/
ao aono al o prazo de 4 mezes e a 10 / ateo
de 6 mezes, e toma dioheiro em coala correte
simples ou com juros pelo premio e prszo que se
cenrencionar.
aVIfasudeajca,
Kendimento do dial a 14. .
dem do dia 15.
2754364552
10.377*540
285^it4092
Hovimenlo da alfanatesjpm.
Volumei entradoscom fazendas.. 157
> com gneros.. 164
Volamos sahidos
a
com fazendas..
com genero.
= 821
123
162
285
Descarragam hoje 16 de outubro
Brigue ioglezIssbelU II. Lilabacalho.
Lugre porluguezJaliosal
lraportavao1
Do dis 14 de outubro.
. Bsrea americana Margaret, para Delanare
Breaknater, carregaram:
Sauodera Biothers & C, 2,000 saceos com
10,000 arrobas de assucar.
Brigue porluguez Relmpago, para Lisboa, car-
regaraas:
Matheos r Rodrigues, 636 saceos com 636 al-
queires de fariohe de mandioca.
Exporlacao
Hiate nacional Videta, rindo do Ass, consig-
nado s Caetano C. da Costa Moreira, manifestou
o seguate :
250 molaos de pslha de carnabo e 115 al-
quelrea a! ; a ordem.
Becebedorla de rendas internas
ajeraes de Pernambuco.
Reodimento do dia 1 a 14. 16 891*328
dem do dia 15.
Consulado
Reodimento do dia i a
Idea do dia 15 .
2.4895560
19:3800888
provincial.
14. 22:4154494
.... 1:279*656
23.695150
Mo yimento do porto.
<*>
V a. m . (O o. 5" M Horas.
as B (a a m a B o-e m ktKmospktra
P3 t 09 I Dirtcco. M
<* 2 3 W 1 intensidad*. 1 e
-a a. -a 3 u 1 Fahrtnheit. 1 H 11 0 m o
i- ce * S | Ctntigrado. H 5 e
na 3 3 | ffyaromstro.
O e p o o 1 Citttr*a kydr mtrica. s-
-I
2!
S S S 3 Francsx.
Oommunicados.
Por acto da presidencia de 1 de julho do aono
corrente, foi desigeado o Sr. teneoie coronel re-
formado Joa Aotonio Piolo, pra dirigir interi-
namente o hospital militar desu guarnico, re-
g pela demissio dada pele qnarlel general do
Pereira,
it*flr, asjor reformado Filispe Duarte
8
8
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Inglei.
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A noite clara a principio e depoia de pequeos
agoaceiros, rento NE que rondou pata o terral.
OSCILADO DA MARK.
Preamar as 1 h. 30' da Urde, altura 5,6 p.
Baiza-mar as 7 h. 18' da manhae, altura 1,2 p.
Obaerratorio do arsenal de mariohe, 15 de oa-
tubro de 1861.
S-OHANO STBPrLB,
1* Uante.
Navios intrads no dia 15.
Rio de Janeiro e Bahia 6diaa, rapor ingles
Tyns, commandaoU M. P. Woolcott.
New-York por Bartimor, MaCsohao o Ceari,
do nltiaso porto 8 diaa e 3 horas rapor ame
rica do Segunda, de 406 toneladas, eomman-
danta Thuniaz Rainey, en lastro. Sel ae para
o Rio de Janeiro.
O Illm. Sr. inspector da thesourara pro-
vincial em rirtude de resoluclo, da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que no dia 24 do
cor rente, peraole a referida junta, r*i norameo-
te pracs para ser srremstado a.quem por me-
nos Ozer o forneclmento das fszendss e objectos
abaixo declarados.
300 rarss de panno de lioho.
200 toalhas de rosto e de baobo.
200 froohas.
10 duzias de lencos brsncos.
9 ditas de guardanapos.
100 cobertores de algodio.
12pratos (ditos traresso) forradoa do louca ri-
drada.
1 moioho de caf.
1 balanca para pezar a carne e o pao.
24 bacias de folha pintada para lavar rosto.
24 pralos de folha para farioha.
4 beos de 4 ou 5 raras de comprimeoto.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicsr pelo Diario.
Secretara da thesourara prorincial de Per-
nambuco 12 de oatubro de 1861.
O secretario,
A. Ferreira d'Aoounclacio.
O Illm. Sr. inspector da ithesourria pro-
rincial. em comprimeoto da reaolucio da junta
da fazenda, manda fazer publico que, no dia 24
do correte perante a mearos junta, rai ora-
mente a praca para ser srremstado a quem maior
prego offerecer, um piano que existe no collegio
das orphaas.
G para constar se mandn affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourara prorincial de Per-
nambuco, 12 de outubro de 1861.
O secretario.
A. Perreira d'Aonuociacso.
De ordem do Ezm. Sr. director da facul-
dade de direito se faz publico por esta secretaria
que do dia 15 at 24 do correte estar aberta a
segunda matricula de encerramento, de confor-
midade com o artigo 65 dos estatutos, podendo
desde j ser effectuado o pagamento da taza no
lugar competente.
Secretaria da faculdade de direito do Recife, 11
de outubro de 1861.O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
O Illm. Sr. inspector da thesourara prorio-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr.
presidente ds provincia, de 4 do correte, man-
da fazer publico que no dia 9 de Janeiro prximo
riodouro, perante a junta da fazenda da mesma
thesourara, ae ha de arrematar a quem por me-
nos flzer s obra ds coberta do edificio destinado
para o gymnasio provincial, araliada em rois
28557S1O0.
A arrematacio ser feita na forma da lei pro-
rincial n. 343 de..... rnaio de 1854, e aob aa
clauaulis especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozrem a ests arremata-
cao comperecam na aala das sessdes da referida
Junta no dia supra mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitado.
E para constar ae mandou affixar o presente e
publicsr pelo Diario.
Secretaria da thesourara prorincial de Per-
nambuco, 7 de outubro de 1861.O secretsrio,
A. F. d'Aonunciscao.
Clausulas especiaes para arrematacio.
1.a A obra cima oa importancia de 28:5578100
ser principiada no prazo de 15 dias depois da
arrematacio e terminada no prazo de 6 mezes.
2.* O arre matante ser obrigado a empregar
toda a made'ra qae existe no edificio e a esle
pertencente, de conformidade com o artigo 11
do orcamento.
3.a Atlender as obserrscoes teitas pelo eoge-
nbeiro da obra, tendente sua boa ezecucao,
desmanehaodo o que nao tem sido feito de con-
formidade com as prescrtpcdes eseguranca indi-
cadas no oreameoto e planta, e bem assim se
sujeitar a ludo o mais disposto na lei o, 286
respeito da arrematacio.
4.a O pagamento ser feito em tres prestscoes
iguaes, correspondentes a cada terco da obra,
soffrendo, porra, em cada prestsco o descont
competente quando se verifique ss hypotheses
estabelecidas nos arligos 11, 12 e 14.
5. Nao ser alleodids em lempo algum qaal-
quer reclamac&o por parte do arrematante, ten-
dente a exigencia de indemnisacio, aeja qual
foro motivo que para isao allegue.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annun-
ciacio.
O Illm. Sr. inspector da thesourara prorin-
cial, em cumprimento da resoluclo da junta da
fazenda manda fazer publico qae no da 14 de
novembro prximo futuro rai noramente a pra-
ca para ser arrematado a quem maior prego of-
ferecer o reodimento dos impostoa de 8 e 4 /,
creados pelos 16 e 17 do srt. 4* da lei prorin-
cial n. 510 nos municipios seguintes:
Bonito.
Garanhuos.
Flores.
Boa-Vista.
Brejo e Cimbres,
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourara prorincial de Per-
nambuco, 10 de outubro de 1861.O secretario,
A. F. da Aonuociacio.
O Illm. Sr. inspector da thesourara pro-
rincial, em rirtude da resoluclo da junta da fa-
zenda manda fazer publico; que no dia 24 do cor-
rente rai novamente praga para ser arrematada
a quem por menos flzer a obra doa concerlos da
cadeia da villa do Cabo, araliada em 8084500.
E para constar se msndou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourara provincial de Per-
nambuco, 10 de outubro de 1861. O secreario,
A. F. da Annunciagao.
O Dr. Bernardo Machado da Costa Doria, juiz de
direito da primerea rara criminal e substituto
da do commercio desta cidade do Recife de
de Pernambuco porS. M. I- e C. o Senhor D.
Pedro II, que Dos guarde etc.
Fago saber pelo presente que Hermino Ferrei-
ra da Silva dirigi ao meo antecessor a peticio
do theor segunte :Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz
do commercio Diz Hermioo Ferreira da Silra,
commerciaote estabelecido neala cidade que aen-
do-lhe Hilsrino Soares da Silreira e Mathias Ta-
rares de Almeida, tambara residente oa mesma
cidade deredores da quaotia de 1.-0239800, im-
portancia da letra mercantil j sencida e derida-
pente protestada, alem dos juros estipulados na
mesma letra, quer faze-los citar pira a prmeira
audiencia deste juizo atim de rerem aaaigoar-ae-
lhes os dez dias da le aquella sua letra, dentro
dos quaes deverao pagar ou allegar embargos
que os relerem de semelhante pagamento, pena
de a sua rerelia aerem condemnadoa no princi-
pal, juros e cusas.Estando ausente em lugar
incerlo e nlo sabido o supplicado Hlarino Soa-
res da Silreira quer o supplicante justificar o
deduzido afim de que justificado quanlo baste se
mande que aeja elle citado por carta de editoa
com e prazo e sob a peoa da lei. Pede a V. Exc.
deferimenlo.Espera receber merc.Coila Ri-
beiro.
E mais se nao coatinha em dita ptligio aqui
transcripta na qual roeu antecessor deu o dea-
pacho do theor seguinle :
Distribuida, como reqaer. Recife 13 de rnaio
de 1861.-A. F Perettl.
E mais se nao cootinha em dito despacho em
ruiude do qual foi a peticio deslrlbuida ao ae-
crirlo deste joizo Maooel de Carralho Paea de
Aodrade e o soppliewit produlo suai testemu-
uhas que jusUfiearam a ausencia do snpplicsdo
em lagar nio aabldo, e sabindo os sotes s aj-
oba concluslo dei a aenlone* do iheor aegaiote :
Julgo prorada a ausencia de Hilailuo Boa re
da Silreira para lugar nao aabido em vista da
nquirieio oonalaote destes auioa de olhaa usque
folies, mando portento que seje elle citado por
editoscom o prazo de 30 dias e pague o justifi-
ca o te as euslaa da justiflcacio.
Recife 26 de Miembro de 1851.Bernardo Ma-
chado da Coala Doria.
E mala ae nao conttnha ea dita senlenca aqut
copiada em virlude da qual o referido eacrirao
fes pasear o presente edital, com o prazo de 30
dias, pelo theor do qual chamo, cito e hei por
citado ao supplicado Hlarino Soares ds Silveira,
para oque dentro do referido prazo comprela
neate juizo para allegar a sua defeza por todo o
conteudo na peticio cima transcripta, sob pena
de proaeguir a cauaa seus termos a aua rerelia,
porlsolo toda e quslquer pessoa prente, amigo
ou condecido do referido aupplieado podar fazer
aciente do que cima Oca dito.
E para que chage a oolicia de todos mandei
passar editaes que serio sffizsdos nos lugares do
costume e publicados pela imprensa.
Dado e paseado oesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 14 de outubro de 1861, 40 ds in-
dependencia edo imperio do Brasil.Eu Ma-
noel de Carva'.be Paes de Aodrade, escrirao o
subscreri.
Bernardo Machado da Costa Doria.
Declarac*.
Atsos martimos*
Par em direitura.
Segu toa breridade o reteiro eriges
cGrsciosa, casi t o Jeio Jos de Soasa, per ser
prompts grande parte do cerregament : para s>
o resto trata-ae com os consignatarios AfaeHat
Gomes, Airea & C, ra da Cruz n. 27.
C01MHU raxAnDOfu
a
Navegado costeira a vapw
O rapor Persinunga, commandante Meara, sa-
hir.para oa portoa do salde sus escala ao dia
19 do correte as 4 horas daalarde. Recebe car-
ga al o dia 18 ao meio dia. Ene osa meadas, pas-
sageiros e dinheiro a frete al o dia da sabida s
2 horas : escriplorio no Forte do Mallos a. 1.
Consellio admiaistralivo.
0 conselho administrativo, para foraecimeoto
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes:
Para fornecimento da pharmacia do hospital
militar.
12 arrobas de assucar refinado de primeira qua-
lidade.
2 copoa de graduar de 16 oncas.
2 ditoa de graduar de 8ongas.
4 libras denos degalha.
40 libras de rinho brsoco de primeira qua-
lidade.
Para provimento do armazem do arsenal de
guerra.
1 machina para brocar ferro.
5 libras de esmeril.
12 arrobas dezinco em bsrrs.
10 milheiros de pregos rlpaes da (erra.
10 ditos de ditos bsleis pequeos.
1 arroba de zarclo.
Para a companhia de caratlaria de linha.
11 espadas com baiohas de ferro.
Quem quizer rendertaes objectos, aprsente as
anas propostas em carta fechada, na secretara do
conselho, s 10 horas da manba do dia 21 do
correte mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo,
psra fornecimento do arsenal de guerra, 14 da
outubro de 1861.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel rogal secretario interino.
Pela subdelegada da freguezia de Santo
Antonio do Recife acha-se recolhido 6 casa de
detengo Bernsrdo, que diz ser escrsro de Justi-
no de tal, por andar na frente da msica fazendo
assoadaa. ReciTe 15 do outubro de 1861.O sub-
delegado, Villacs.
Por esta repsrligo se faz constar a aquelles
dos senhores professores e professeras, directo-
res e directoras de eatabelecimeolos particulares
de ioatruccao primaria e secundaria da proriocia,
que ainda nio maedaram os mappas de seas
alumnos, relsllros ao terceiro trimestre prximo
findo, que o deverao impreterirelmente fazer at
o flm do correte mez, sob peoa de serem mel-
lados na forma do art. 100 da lei regulameolar
o. 369 de 14 de rnaio de 1855.
Secretaria da instru gao publics de Pernambu-
co 15 de outubro de 1861.O secretario interino,
Salrador Uenrique de Albuquerque.
Por ordem do Illm. Sr, coronel director do
arsenal de guerra, se faz publico, que nos termos
do ariso do mioisterio da guerra de 7 de margo de
1860, so tem de mandar manufacturar o se-
guinle :
Para companhia de artfices.
85 sabrecaaaas.
85 calcas de psnno.
88 frdelas de brim.
244 calcas de brim.
244 camisas dealgodiozinho.
244 pares de polainas de panno preto.
Para a companhia de ca vallara.
71 sobrecaaacas.
31 caigas de panno-
71 frdelas de brim.
71 camisas de brim.
193 calcas de brim.
193 camisas de algodiozinho.
Quem quizer arrematar o fabrico dos ditos ar-
ligos, no prazo de 25 dias, comparece na aala da
directora do mesmo srseosl pelss 11 horas da
manha do da 16 do correle mez, com sua pro-
posta, em que declare o menor prego e qaal seu
fiador.
Arsenal de guerra de Pernambaco, 12 de outu-
bro de 1861. O amanuense,Joo Ricardo da.Sil
Gooselho de compras uavaes
Tendo de ser promorids a compra do material
da armsda, abaixo declarado, manda o conselho
fazer publico que tei isso lugar em sessio de 19
do corrente mez, mediante propoatas em cartas
fechadas apresootadaa nesse mesmo da al as 11
horas da manha, acompenhadas das amostras
do que caiba no possirel.
Para o arsenal.
41 rergonteas de pioho de 28 a 30 1)2 palmos
de comprido, 3 1|2 a 9 pollegadas de grossura no
p, e 1 a 6 na poota, 20 milneiros de pregos de
batel pequeo. 1 batanea grande com o respecti-
vo braco, 20 arrobas de almagre, 6 Irados de 2|8,
6 ditos de 4,8, 6 ditos de 5i8, 2 ditos de 7\8 e 2
ditos de9(8.
Para os navios e srseosl.
2 arrobas de fio de algodao, 80 brochas sorti-
da, 5 arrobie do eslsnho em verga, 10 arrobas
de sebo em cao, 4 arropas de cola ds Bahis, 20
libras de linha crua, e 4 arrobas de fio de rea.
Para os navios.
300 saceos deconduego, 100 dedaes de repu-
chos, 200 lijlos Ingleses, 6 arrobas de lioha al-
catroada e merlim. 60 molhos de piasseva, 30
resmas de pspel slmaco, 12 grozas de peonas de
ac, e 1 sino pequeo.
Para a enfermarla de marinha.
3 trareaseiros de marroquim.
Sala do conselho de compras naraes, cm 12 de
outubro de 1861.O secretarlo,
Alexsndre Rodrigues dos Aojos.
(onsulado de Portugal
Por eate consulado se faz publico, que quem
lirer conlaa com o espolio do finado subdito por-
tugus Miguel Jos Rodrigues ds Costa sederer
apresenlar no mesmo consulado, no prazo de 15
dias
Rio de Janeiro
segu com muita breridade por ter parto da ear-
ga tratada o palhabote sPiedade, eapita* Mar-
ues Visnns: para o resto da caiga o eeereree a
rete, trata-ae com Caetano Crriaco da C M di
Irmio, no lado do Corpo Sanio a. 23.
Rio Graode do Sul pelo Rio de
Janeiro.
A barca nacional Restaaracies segae afeas
impreterirelmente no dia 15 do corrale, alada
recebe alguma carga a frete, e eneraros para am-
bos oa portes: trsta-ee cea oe eonsigaataries
Marques Barros &C, no largo do Corpo San-
to a. 6.
Brigue nacional Veloz.
Recabe geoeroa estrsogeiros para o Rio ato Ja-
neiro.
)

Para o Ass
segu em poneos diss o hiate Camaragibe, saaa-
tre Virginio Justiniano dos Sanios ; para carga o
passsgeires, Irsta-se na ra do Vigario a. 5.
Para o Aracaly
segu em poacos diaa o kisto Bebera*,
Bernardioo Jos Bandeira ; para carga e
geros, trata-ae aa roa do Vigario a. S.
Cear e A carac'.
Segu oestes dias o hiate Sbralense, capilla
Ralis, recebe csrgs e paasageiros; a tratar casa
Caelaoo Cyriaco da C. M. & Irmio, aa lata ato
Corpo Santo o. 23.
Aracaty.
O hiate Aracaty, mestre Joio Heorique da
Almeida, aegue por estes dous dias para Araca-
ty: para carregar e paasageiros, Iraia-se ca Tas-
so Irmio.
O palhabote naciooal aDooe Amigas, eapita o
Francisco Joa de Araajo, segu para a Babia asa
poucos dias ; para o reata da carga qae lhe folla,
trala-se com sea consignatario Francisca L. O.
Azeredo, aa ra da Madre da Beee a. 12.
Para
Ro de Janeiro,
pretende seguir com muita breridade a brigue
nacional Veloz, tem paite deaea ratiagoaaa
to prompto : para o resto qae lhe bita, trata-ae
com o seu consignatario Azorad* Ja-
sen escriplorio, roa da Cras a. I.
C0MPMIA PIMlflUaiU
aa
^: Navegar costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ha-
cao do Assu'. Aracaty, Ceara'
e Acarad'.
O rspor clgaaress, commandante Viiona,
aahir para oa portoa do norte al Acarac
no dia 22 do corrente mes as 4 hroe da trete.
Recebe carga al o dia 21 ao meio ato. Ea-
commendas, passageiroa e dinheiro a trato at a
dia da sahids ss 2 horas: escriplorio aa Feria
do Mallos n. 1.
Sabe imprelerivelmente ao dio 21 to cor-
rente, para Aracaty o hiate lncencipl, per lar
a maior parte de aeu carregameaio proapla ;
quem quizer carregar oa ir de paeeagem, diri-
ja-ae a ra daSeozalla-velha a. 1*0.3* adarba
tratar com Jos Joaqoim Aires ds Silva,
Leoes.
Leilao
, w contar desta dala, na certeza de qae pos-
teriormente nio ser alleodida reclamacio al-
guma. Consulado de Portogal em Peroambuco
aoa 11 de outubro de 1861.
Pela capitmia do porto se faz publico que
no dia 20 do corrente se ha de queimar o casco
do oavio Erema Eugenia, que se acha em des-
mancho junto a ilba do Nogueira. Capitana do
porto de Peroambuco 10 de outubro de 1861.O
secretario, J. P. B. de Mello Reg.
Pela admioislracio do correio desta cidade,
se faz publico que aa mslaa que tem de conduzir
o vapor Cruzeiro do Sul para oa portos do aul,
seriefechadas hoje ss 3 horas ds tarde : os segu-
ros al 2 horas.
Directora das obrls militares de Pernambuco
10 de oatubro de 1861.O escripturario, Joio
Monteiro de Andrade Malvina.
Exposico.
A commiisao directora da EXPOSI-
CO' agrcola e industrial, que tera' lu-
gar no palacio do governo no da 7 de
novembro t ndouro, manda pelo pre-
sente fazer publico que no da 26 de
outubro prximo comecarSo a ser alli
recebidos os objectos que tenbam de fi-
gurar na mencionada EXPSICA'O.
Sala das sessdes da commistao 20 de se-
tembrode 1861.0 secretario,
Joaquim Pires Machado Portella.
Quarta-feira 16 do corrente.
PESTAA.
Brsoder a Brandis & C. farto leilse aa oaea-
ciooado dia no seu armazem da ra de Trapi-
che Novo o. 16, ao meio dia e por ioterreacc-
do referido agente
Para liquidar facturas
DE
30 calas com copes, clices, garra fea ato tUre
ordinarias e linea.
LEILAO
Quinta-feira 17 do corrente a
1 hora da tarde.
O agento Piolo far leilio de aa carra ato 4
rodas com arreios para um caralle, chegada ha
doua mesea de Paria, Bailo tora por lar a
e sssenles de palha, podeado-ae
Isrsr-se a escora, admitiindo aa
2, 4 e 5jpesos (qoereodo) oa .|
derio examioa-lo desde j ao l
so ds caaa commercial dos Srs.
thers t C, praca do commercio.
luar o leilio no dia o hora
LEILAO
"Ras* lotes a vemtaae
comprader.
Sexta-feira 18 do corrale as 10
em ponto o. correr do marte!!
O agente Guimaries, Dio b-ffl
coao annoociou para o dia
ruada de ura cabriole! oem arrotos, ato etoao car-
ros da alfandrgae de algoaa peUteU aja laaraaa
a rosto, lia aovo ltvati tasto lato aa taaaa aa


DlAAIft aiottttf Al JUCO QUiATA 1RR A 14> Al JTUIRO DI 1161,
dia hora cima indicado em sao armaseoi na
ra do Imperador (oitt'nra ra di Cldeia) n. 37;
\fcVm como
d* na* lectura de chipelloas de aforado goalo,
proprias. para o lempo da (cata, e urna porcao
dejotaa de ouroconeistiadoem lindos aneia coa
inecripcoes, polceirae, rsalas, alnele*, botes
de abeitura e puoboa, correatoea e diversas pre-
ciosidades.
TtmV>em
ofloreee aos concurreolas um completo sorli-
mento de perfumaras dos melhores fabricantes e
tersafnari o seu leilso eom diversos movis, so-
bresahiedo entre'alies urna tiquissims cana mo-
derna de mogo o de apurados lavrores propiia
pora noivoi qus queiram possuir lio importante
pega.
MOVIS.
NO
Segundo andar do sobrado da
ra das Cruzes n. $8.
Cotta Carvalho honrado com a con-
fianza do Sr. Pedro Theodoro Jacobi des
Marteaux fara'leao de todos os scus
movis consistndo em guarda louca,
aparadores, guarda vestido com espe-
lho, cama franceza com colxao de mo-
la, cadeiras avulsas, comraodas, cande-
labros, espelhos, quadros e outros mui-
tos objectos que estarao patentes no
acto do (etlSo no dia de
Sexta- feira 18 do crrente as
11 horas em ponto,
tambem vender* um cavallo com an-
dares e um escravo proprio para servi-
co de campo e diversas obras de ouro e
duas ricas espingardas de 2 canos.
LEIUO
No segundo andar do so-
brado numero 8 da ra
da Cruz.
Quinta-feira 17 do crvente,
Antones aulorisado por urna pessoa que se re-
tira para (ora da provincia, vender no sobrado
da ra da Cruz n. (8, segundo andar, todos os
movis ah existentes como sejam : rice mobilia
de Jacaranda com tampos de marmore, urna ou-
ira deseregeira tambem com pedra, camas, ca-
deiras, mesa elstica, lougas, vidros, sppsrelhos
para cha e jantar, candelabros, serpentinas, apa-
radores, trens de cosinha etc., etc.
Assim como
urna escrava de muitos boos costumes, moca,
perfeila cosiobeira, engommadeira e doceira, as
11 boras em ponto do referido dia.
LEIUO
SEM LIMITES.
Quarta-feira 16 do
Ra da Cruz n.
Desapparecea. os noite de 11
para 13 do crrale, HH|
la de oome Saleta; cH^
naeaeeguintes: paques*
eacura, magra, canda fina e annelada,
onhas brsncos, e o tros da corjiropria,
nnhas crescidas, o sigo si maiaSUatel
a orelha corlada, salvo aer a dijHUY que
contrae pegue-a e trsga a esta typographia
gratificara, ou roesmo a quem der eticil
P. Cavanagh, sus mulher e 4 nlhos retiram-
se para Inglaterra. t
Antonio Pedro MaYtins deixou de ser cai-
xeiro do Sr. Joao D. Magiosrio desde o dia 4 do
coriantt^/
Os'administradores da masa fal-
lida de Siqueira A Pereira, coavidam a
todos os Srs. credores a apresentar-lhes
os seus ttulos de crdito, aGm de pode-
rem cumprir o que determina o art.
859 do cdigo do cotnmercio, devendo
ter lugar dita apresentacao no estabe*
lecimento de Jos Morena Lopes, no
prazo de 8 das.
As caspas e a calvice.
Aluga-se urna casa na ilba do^-L^0* *b,,;
duas fam SS3
Sa commdos para
Untes arvores de fructo
emlo Francisco Xa
corrente.
15.
O ageole Antones continuar a vander sem li-
mite de preQO para acabar, o resto dos objectos
americanos como sejam : dous carros para pas-
seios, carroets, machinas diversas, bombas para
jsrdios e cacimbas, lanternas, lampeos de todos
os feilios, malas, saceos para viagem, ricos ap-
parelhos de metal, (ructeiras, copos, porta-lico-
res, garios, facas colherea plateadas, secreta-
rias, camas para casal, cadeiras de po e palhs,
marquetas, sabio em caixinhas, jabonetes e
Tambem
relogiosaleaos e charutos de Havsba.
No dia cima designado as 11 horis em ponto.
LEIUO
O agente Hyppolito au tomado pelo
Sr. Wm. H. Wilson, capito da galera
americana Staghounad, vindo de Saun-
derland com destino a California, com
carga de carvao de pedra, incendi
viagem, com autoriacSo do Sr.
dos Estados Unidos e em sua pn
per mil sao da inspeccSo da alf
fara' leilo dos objectos saWa
mencionada galera como botes,
salva-vidas e muitos ai tigos que ha mes
ma occasiao se acbaro patent s
exame dos Srs. concurrente
feira 16 do corrente as 11 ho^as
ponto no trapiche da alfandega
LE1X<
No dia 16 do corre hte.
Evaristo notendo podido eUectuarjao dia 14
do corrale o leao de relogios, como havia
anunciado, fles transWrido para o dia 16 do
corrente, as 10 horas do dia cima no armaxsm
da ra do Vigart n. 2.
O sofTrimeoto do couro cabelludo multas vetes
tem originado molestias quasi incuraveia, fazen-
do que carnadas superpostas a elle desenvolvaos
progressimameolo a alopsia, mal este que inte-:
lizmente vemos demonstrado no maior numero
de pessoas que habitam com especitlidade os
paizes quenles, nao s como resultante da pre-
dlsposicio orgnica de cada individuo, como tam-
bem por preceder as vezes o pouco asseio, e o
meiopreveplivo at eolio desconhecido para io-
nutilisar oa efleitoa que diariamente encontra-
mos as cabegas das damas e cavalleiros. O tri-
copherous, preparado norte americana tem o fe-
liz effeito de fazer com que essaa secreces se
dissipem, empedindo o continuo deseovolvimen-
lo, fortificando as raizes dos cabelhs, trazendo
por esse modo a limpeza da cabec/, e garaolindo
com especialidade o bom resultado, sem que na
extracto das caspas se possa temer soffrimeotoa
consecutivos, de?ido sem duvida a pureza de sua
composi(o. Recommendamos portaoto essa ex-
cedente descoberta, sQm deque possam as pes-
soas que soffrem de calvice originada pelas cas-
pas, e a aquellas que embora nao aoffram de cal-
vice, veem-ae atormentados de tao iocommoda
secrecio, procurarem o preconisado tricopherous
na ra do Queimado u. 6.
Preciaa-se de urna ama para lodo servico de
caaa de duaa pessoas, e que saia a ra ; na ra
das Cruzes n. 22, taberna.
Gongalves & C, abaixo assigoados, lendo
no Diario de Pernambuco de boje 15 do corren-
te, um anouocio do Sr. Joaquim de Oliveira Maia
acerca da venda feita pelos abaixo assigoados de
seu estabeleclmentode taberna, respondem a di-
to Sr. Maia, que oa bena e eatabeleomenlo da re-
ferid sociedade nao esto sugeilosa pagamentos
de dividas particulares de um doa socios (e con-
trshidas antes da sociedade), como expresso no
art. 292 do cdigo do commercio, e s poderi o
Sr. Maia ter direiio ao quinhao liquido do socio
seu de redor depois de satisfeitas todas as obri-
gacoss soeiaes.Goncslves & G.
O abaixo asaigqado roga a todas as autori-
dades policiaes e mais pessoas, de pegarem o
meu escravo Eroeato, com os signaes abaixo de-
clarados, que fugio-me no dia 14 de outubro de
1861. Ernesto, crioulo, bem prelo, com 18 a SO
anoos de idade, baixo, secco, feicoes bonitas,
tijoleiro, lem mal de nome Felicia, mas escrava,
levou vestido caiga e camisa de riscado azul, cha-
peo usado de feltro cor de vioho, de auppor
qae tenha mudado de roupas, j esteve no enge-
nho denominado d'Agua, do termo do Recife, que
pertenceu ao finado Henrique Poppe Cirio e ho-
je do Sr. Dr Francisco Joo Caroeiro da Caoba.
Protesto proceder contra quem o livor seduzido,
azilado, ou emprega-lo em qualquer trabalho :
quem o pegar leve-o a mioha otaria n. 13 da ra
do Moodego da freguezia da Boa-Vista, que pa-
arei todo e qualquer trabalho ; tambem lijo-
eiro.Marcelino Jos Lopes.
Aluga-je o terceiro andar da casa n. 37,
sita na ra do Amorim ; a tratar na ra da Ca-
deia n. 62.
Aluga-se um sitio
na Torre margem do rio, com boa casa de so-
brado, estribara, coebeira, cacimba com boa agua
de beber, com bomba de puxar agua, muitas
fructeiras, capim para 3 ou 4 cavallos, excelleole
bsoho do rio, etc., sendo para familia capaz, e
que queira morar uelle todo o anno, aluga-se
muito barato .* quem pretender, dirija-ae a ra
Nova n. 15, primeiro andar.
prio para se pastar a esta : al
r na ra do Mondego olaiia de Ale-
e dos Santos Barros ou no mesmo
aotn Jos Jachmto Ribeiro.
Alaga-so ama casa com solio no sitio do
Cordeirofca ssargem da rio Capibarib*. com com-
modoe para grande familia, cosloba fara, ojaaxlo
para criado, coxeira para carro e estribarla para
ca val!**. Outra do aaeamo sitio, a aaargem do
rio, e com ^mmodos para familia, oosiuha lora
0 estribarla para cavallos : a tratar no pateo do
Carato n. 15.
< Precisa-se de ama ama captiva ou lirre
(preferndo-e a captiv! para. O servido de asa
casa deamilia : na ra do Imperador n. 37, 2*
sndir. '. .-- < .
Aluga-se ums casa lees no lugar de San-
t'Anna de dentro, com commodoe sufflciente pa- \
ra grande familia, e o legar o mais saadsvel
para a sabde ; a tratar.no pateo de S. Pedro nu-
mero I.
Sitios para allegar,
Aluga-se um excelleole sitio eom boa caa em
Bemflca, a margem do Capibaribo; e outro no
lugar dos Remedios, defronte da igreja : a tratar
com A. V. S. Barroca, no largo de B.emfica ou na
ra da Cadeia do Recife o. 4.
1 Acommiaaio liquidadora dos credores da
casa do Tallecido Manoel Buarquode Macedo Li-
ma, reg aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou con tas de Irnos, que se diri-
ja rn com os seus ttulos i ras da Cadeia do Re-
cife n. 26, primeiro andar, das 10 horas da ma-
ntisa as 2 da tarde,para serem verificados e clas-
ificados pela referida coanmissfio

1 Rosendo
Na trav
Udrimeiro a
nados lanbam a boodade de
n. 21, loja do Germano.
a da Silva.
aaocio Pimeota.
aleanti.
Reg Barros,
da ra das Cruzes n.
. r, continua-se a tingir
com toda a pereicao para qualquer
Aluga-se urna excellente casa de
ampo com todas as commodidades de
(amilia, com" sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha pou-
co tempo com terraco a roda, sita
entrada do Poco: a tratar com os pro-
prietariosN. Bieber & C, successo-
res. ra da Cruz n. 4.
Haooel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro,
Atten Constando que fallecido Joaquim
Francisco de Mello Cavalcanti, de Naza-
retb, e devendo este aos berdeiros e le*
gatarios de Francisco Manoel da Silva
Tavares a qu&ntia de 2:527^7Vi rs. em
pi ata procedente de duas lettras, sendo
urna de 1:18855 i i- rs. vencida em 23
denovembro de 1836, e outra de reis
1:339#200, vencida em 19 de agosto de
1837, ale'm dos respectivos juros na
mesma especie de 2 por cento ao mez
desde os das dos vencimentos at boje,
pelo que fra demandado em 1844, pa-
rando a questo em grao de execucao
por se haver apresentado com prefe-
rencia a fazenda nacional: pede se aos
inventariantes desse casal que se dig-
nem de destinar bens para pagamento
dessa divida, lembrandose de que ha
um termo de deposito em que (iguram
diversos.
Aluga-se o sobrado silo na rus da Trompe
n 7, com commdos para grande familia, tendo
um grande quintal murado e com diverses srvo-
resde fructo : a tratar na ra do Coto vello n. 49,
eom o tutor doa orpbaos Joio Jos Lopes da
Silva.
Um homem que l. escreve e conta soffrivel
e onographicameDle, offerece-se para qualquer
trabalho de escripia, sejs elle qual for ; tambem
est disposto, visto que s bastante tempo se acha
desempregado, a empregar-se como csixeiro de
padsria, ou mesmo de taberna, pois qae esti
convencido que o trabalho, aioda aquelle a que
nio est costuraado, nao o pode deshoorar : quem
precissr, dirija-se a livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8, que shi se lhe dir quem .
Precisa-se alagar urna escrava pa-
ra o servico de urna casa de familia : na
ra da Cadeia do Recife n 53, terceiro
andar.
O abaixo assignado inadvertidamente e
mal informado, declaroa no annuncio que pu-
blicou no Diarios de 9 do corrente, que lhe
constavater seu caixeiro Ladislao Toleolino Ca-
valcanti de Albuquerque, sodado em cobranzas
PADARIA.
laga-sea padaria da trevessa do Pires, a qual
est prompts de ludo, com muito bons comm-
dos, o esti aioda trabalhaodo, sendo seo aluguel
muito commodo ; a tratar na roa da Senzala Nova
numero 30.
A commissao liquidadora dos ere
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aosSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commissao todos os dias uteisdas 10 ho-
ras da manhSa as 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a lancar
mao dos meios j udiciaes ou do jornal
para haver essas importancias de que
sao seus de redores.
Na ra da Cadeia do Recife n. 11
segundo andar, aprompta-se almoco e
jantar para casas particulares ; na mes-
ma casa faz-sepastis de nata, pudins,
tortas, pao-de-l,bolo inglez, aletria de
ovos, anoz de leite, sendo encommen-
dado na vespera.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & G. sacam e tomam
ssques sobre a pra;a de Lisboa.
Aluga-se urna casa em Beberibe : s tratar
com J. I. M. do Reg, oa ra do Trapiche n. 34.
Saques sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho sacam so-
bre Lisboa : no largo do Corpo Santo, escrip-
torio.
Quem precissr de Urna criada portugueza
para o servio* interno de urna casa, menos cozi-
nhar, dirlja-se a ra de Apollo n. 37, terceiro
andar.
Sitio para alugar.
Avisa-se so Sr. Maooel Luis de Lima, que
nao pode comprar a taberna ds ra Imperial n.
35, sem que veuha-se entender com os procura-
dores do Sr. Joaquim de Oliveira Maia, em razio
de ums acgio qae este move contra Jos Amo
oie Goacalves Pirca, que faz parte da firma de
GoBCelsesA C
Alnga-se um moleque de 12 para 13 anoos :
na ra do Imperador o. 48, 3. andar.
Jos Josquim de Olireirs, vai ao Rio de Ja-
neiro.
O abaixo assiffoado declara q rctbeu do
Sr, Jos Maris de Souza, a quantia de 7uf pro-
veniente de dous vales que te acha m poder do
Sr. Claadino do Reg Lima, e como o metmo
seohor nio queira entregar o dilo val, Ccarsem
effeito algum, por isso passei o recibo com esta
declarado.
Bernsrdino Pacheco dos Santos.
Precisa-se de urna ama para cosinhar o
diario de urna casa de pouca familia : no Recife
ruada Cruz n. 31,
PUBLICADO UTTERiRIA.
COMPENDIO
DE
Historia do Brasil
POR
Salvador llenrique de Albu-
querque.
Approvdo pelo conselho director da
instruccao publica.
Esta interesante e til publicacao est ven-
da ns livraria dos editores Guimsraes & Oliveira,
ra do Imperador n 54.
Os editores iranscrevendo aqui o parecer que
sobre esta pub'icarao deram os distinctos Srs. Drs.
Jos Sosres de Azevedo e Antonio Hangel de
Torres Bandelra.jolgam-sedispenssdos de eoca-
rete-la, pois que nada poderiam adianlar ao qae
disseram oa itlustres julgadores.
PARECER
da commissao do conselho director da inslrucco
publica, approvdo em sessao de 10 de outu-
bro de 1861.
A eommissao encarregada de dar o aeu pare-
cer sobre o compendio de historia do Brasil que
acaba de publicar o Sr. Salvador Henriquo de Al-
buquerqae, examiaou eate livrioho elementar
com s msior silencio, e acha que os principaes
fados da nosaa historia desde a descoberta do
Brasil at a gloriosa poca da sua independencia,
e dahi at o actual reinado, se acham expostos
neste compendio com a maior clareza e precisao,
distribuidos em pequeos esptalos ou heoes,
como convinhs que fossem pera o eosino das es-
colas primariss, e anda psra o das secundarias,
onde o estudo da historia universal se deve fszer
em um snoo ; o que o seu iocaosavel autor p6z
de parte todas as deduccoes e ideas que a scien-
cia, a verdade e a severidade da historia recla-
maran) do grave escriptor que tivesse de abrir
os nossos sonses, mas que serism inteirsmente
inconvenientes em um livro elementar da ordem
daquelle de qu nos oceupamos, onde os fsetos
devem ser ludo.
E' porlsnlo a commissao de parecer que o com-
pendio sejs approvdo para o ensino de todss ss i
aulas da provincia, e que o conselho sgradeca a
seo autor o servico que aoaba de prestar i ios
Lencos broncos.
Vendem-se lencos broncos profwiM para algi-
beirs, polo baratisaimo proco 4* |S)40t a dvma :
na raa do Oaeimado a. 21, loja da boa f.
Urna barcaca.
Vende-se ama bsreaca do porto do 35 canas.
encslbnds no estaleiro do Diestro carpiUiro Ja-
ciolbo Elesbao, ao p da fortaleza dasGaeo roo-
las, aoode pode sor visto e oxaaiiaada prisa pro-
tendentes ; vende-se a prazo oo a diaktwe ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na raa da Tra-
piche d. 14.
Ricos cortes de medina de
seda.
A loja da Boa-F na raa do Qaeiasado Da-
mero 22, acaba de receeer ricas corles do
vestido de medioa do soda de liadas aedreo.
a fazenda maia fina, mais nova o oate bonita
qoe ha no mercado, cada corlo tesa 9S s ti ca-
vados, e vendem-se pelo baratsimo ftofo a
25*000 o cort; as seohoras de boa* gotSo qoo
tiverem de sssistir a bailes o a cseeaseotaa, so
qnizerem levar id vestido da llissa asoda
mandaren ver na mencionada loja da Boa-F,
na raa do Queimado o. Ti.
Saceos a 2$000.
Veodea-se muito superiores saraso coa chavo
proprios para viagem, solo barsliosiia rece do
2* cada um para acabar : oa laja O'osjbjm Oa ai-
ro, ra do Csbug n. 1 B.
tdaco de certas]
fazendas finas.
i
RA DO CRESPO II. 17.
Riqaissimas chapoliasa do aeda para
seohoras, do diversas corsa a lia.
Cseas de coros bonitos padroes a 240
rs. o covsdo.
Cassas o organdys da cores a 180 rs. o
covsdo.
Chttaa do todas as qoalidades o preco.
Muilissimaa fazendaa Boas que so ven-
den) por procos baraiissiaaos para liqoi-
dar, dao-se amostra daa (aseados.
10a para liqoi- #
iicados. s)
Cortes de vestidos
por metade de seu va-
lor, na loja ao p do ar-
co de Santo Antonio.
coas babadas
Vendem-se cortes de phantbszia
por 10*000.
Ditos do lia e aeda com babados a 12a.
Ditos de tarlalana bisocos bordados o aeda a
,10000.
Aluga-se o aitio do Mooleiro, com boa casa,
sonde morou o fallecido pai do annonciante, tem
cocheira, estribara etc. ; a tratar com Manoel
Alves Guerra, na ra do Trapiche o. Vi.
Aluga-se s loja do sobrado n. 19 da ra da
Imperslriz ; a tratar no mesmo sobrado com
Frederico Chaves.
Sexta-freira 18 do corrente, Onda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da Ia vara, ser ar-
rematado em ptaca publica por venda o engenho
Aguas Bellas com lodos seua pertences em leras
proprias. Mas matas virgeos e vaneas pars plsn-
taco bom pasto para aoimaea, porto da pra;a por
ser na fregoezis dos A togados, casa de moradia
etc. etc., aaaliado por 16:000, por execucao de
Jos Faustino de Lemos contra Jos Rodrigues de
Oliveira Lima.
Precisa-sede urna ama para casa de fami-
lia na Boa-Vista ao volUr para a ra dos Pires
terceiro sobrado.
Precisa-se alugar duas escravss para todo
servico de casa e de ra : a tratar na raa da Glo-
ria n 79.
trucho publica do Brasil. j)l0, ,je caranrsia e aeda a 10*.
Sala do conselho director da Instruccao pubhcs Msnteleles de seda de cor com peqooos moto
de Pernambuco 2 de outubro de 1661. a 550OO.
JosSoares de Azevedo. j Camisinhas bordadas para scobora s 1J, 2 a
Antonio Rangel de Torres Bandeira. 35000.
Eogomma-se com porfei;8o o promptidao
por preeo muito enconta no pateo da Matriz de 1
Santo Antonio, casa n. S, que rica no Beco-ta- j
pado, mandando-ae levar e buscar a roupa em ''
suss casas ; as pesaras qoe quizerem dirijam-se j
a mesma, qae achar com quem tratar.
MW,
Precisa-sn de urna ama psra cozinhar e en-
gommar : a tratar no Beco-iargo, o. 1, segundo
andar.
Antonia Francisca Bandeira e Rosalina Fran-
cisca Bandeira retiram-ae para o Rio de Janeiro.
de seua devedores sem sua ordem, hoje porm t Anda se traspssaa a posse de alguna terre-
melhormeDle informado e chegando ao cooheci- os qne inda restam na primeia e segunda ra
para
tyuarta-
em
Avisos diversos,
A paga da subscripeo deste Dia io i S$
por trimestre, smeote tem lugar dentri de 15
dias do primeiro mez, e depois smeote se rece-
bera a *.
LOTIRH
Terc;a-feira 32 do correte a adarSo
impretei ivelmente as rodas da tsreeira
parte da primeira lotera a bene icio da
matriz de S. Lourenco da Hatti. Os
bilhetes e .meios biIlutes se ac lam a
venda na thesourar'ia das loteras ra
do Crespn. 15 e as casas commissio
adas. Assortes de 6:00# e de 5:000*
scalo pagas 5 dias depois da extraccao
e aa outra* a entrega das listas.
O tbesourein,
:a
Antonio Jos Rodrigues de! ouza.
Alten^o.
Furtaram um cavallo castanho ruzilho. no en-
genho Arariba de baixo o qual muito conbeci-
do por ler sido da parelha do carro do fallecido
commendador Antonio Laz Goncslves Ferreira :
quem o pegar ou der noticia dirija-so ao dito en-
genho ou a ra do Livramento n. 38 que ser re-
compensado.
Os abaixo assigoados tendo justo a casa de
pasto e taberna sita no largo da Assembla o. 16
sendo estas vendidss pelos Srs. Andr, Branco &
Justo, avisam a aquellas pessoas qae teobam al-
gumas intervencoes por donde possa impedir di-
tos negocios comparece nos termos da le.Joo
Antonio Goncalves & Francisco Romeu.
O abaixo assignado declara que o annuncio
que sahio no Mario n. 238 de 15 do correte,
falco e por isso que o annunciante nio se despe-
cho nem (al annuocio fez e menos ordem para
isso.
Recife, 16 de outubro de 1661.Antonio Pedro
Martina.
Aluga-se um quarto independente, muilo
fresco proprio para dormida ou mesmo moradia
de um rapaz solteiro sito na rus nova de Sania
Rita: para informaco na ra Direita numero 16
loja.
Preciss-so de um bom Irsbalhador de ma-
ceira : oa padaria do Leio do Norte.
Attenco
Precisa-se alugar urna ama de meia idade, que
saiba cosinhar bem, para urna casa de pouca fa-
milia : a tratar na ra do Trapiche n. 18.
Kalkmann Irruios 1 C, avisam so corpo
commercisl queoSr. Heoiique Bruno, deixou de
ser socio da sua casa deste o dia 1 de Janeiro de
1860.
Urna senhors que di fiador a sua capseida-
de offerece-se para ama de casa para eogoramar,
e coser, o que faz tudo com perfeic.ao e por com-
modo prego : a tratar no Becco Largo taberna nu-
mero 2.
Preciaa-se alogar urna prea cosinhelra, pa-
ga-so bem : quem liver annuncie ou dmjs-se
para tratar a ra da Cruz do Recife o. 17.
A abaixo aasigoada declara a qoem possa
inleresaar, que nesla dala venden com o coosen-
iimenlo de seus credores a sua loja sita na roa
Nova o. 11. ao Sr. Joio Luis Vianna.
Recife, 15 do outubro do 1861.Umbelios Ga-
dault.
O abaixo assigoado tem justo e contratado
com a Sr.* D. Umbelioa Gadault, compra de sua
loja sils na ra Nova o. 11; quem se julgar com
direito a algoma reelamacao, dirija-se ao abaixo
assigoado no roo do Imperatrtz o. 46 nesles 3
dias.
Recife, 15 de outubro de 1861.Joio Luiz Vi-
anna.
Fuglo da roa do Crespo o. 4 um papsgeio
coutra-feito. com um pequeoo pedaco de corre-
te om um p, e foi visto voar para a raa do Paa-
eeio: pede-se a quem o pegar fazer olavor le-
var dita casa, que ser recompensado.

Havendo inconreniencia na venda dos
bilhetes no dia da extraccao avisis* o
respeitavel publico que de hora em
alante nao haverSo bilhetes a Yenda nos
referidos das do andamento das rodas e
somente ate a vespera as 10 horas da
noite, O thesourep,
A. J. E. de gouca
ment de que tal faci so nio deu, apressa-se
em vir declarar pelo mesmo Diario, para que
deste modo fique salva a reputacao de dito mogo
de qualquer dezar que lhe possa a vir resultar
de um lal annuncio, assim como sssegura o mes-
mo abaixo assigoado que o referido ciixeiro se
retirara voluntariamente de seu estabelecimento.
Sou Srs. redactores, sea constante leitor.
Jostiniano Augusto de Oliveira.
Alaga-so um segundo aodar com pequeos
commdos, piolado de oovo, na ra do Encanta-
mento, e urna casa terrea na ra do Mondego ou
Cotovello : a tratar na ra da Cadeia do Recife
com Valle, Porto 4 C. n. 33.
Aluga-se o lerceiro andar da ra Nova n.
n. 23, esquina da Camboa ; a tratar na loja.
Arha-se jusla a compra da hberoa sita na
ra da Ioiperatriz n. 54, pertencente ao Sr. Jos
Antonio Pereira ; se alguem se julgar com direi-
to a qualquer reelamacao, dirija -se a taberna do
armazem dp sal no prazo de tres dias.
Aluga-se o primeiro aodar do sobrado n. 83
da roa do Pilar, com excelleoles commdos e
muito boa visls psra o mar: a tratar no segundo
andar do mesmo.
Jos Muoiz Teixeira Guimaries, egente S
de leilo prximamente nomeado pelo S
4 meretissimo tribunal do commercio ees- |
i* tabelecldo com escriptorio e armazem na 1
X ra do Imperador (oulr'ora roa da Ca- S
9 deja) n. 37, offerece seus serncos so rea- J
Ib peilavel corpo rommercial, a seus amigos db
Sea lodos em geral que quizerem non- i
a ra-lo com sua confianza, aaaegurando- K
. lhes cumprir bem e fielmente as func;es X
I inherentes ao seu emprego, psra o qae 11
nao poupari eaforgos a bem dos ioleresses
de saus commiteotes.
J tempo meus senhores I
Os senhores Joa Florencio de Oliveira e Silva,
Manoel Jernimo de Albuquerque e Henrique da
Fonseca Goilinho, sao rogados a concluir o ne-
gocio que nao ignorsm, na ra do Crespo, loja
numeroSO B.
4 Feiliceira.
Drama original brasiletro em 5 actos
por Astolpho Franco Pinto Bandeira,
assigna-se na ra Nova n. 11 a 3,s' por
exemplar.
projectada por detras da ra da Concordia com
frente para a travessa do Uonteiro, o outros com
frente para a travessa do Caldeireiro, conteodo 30
palmas de frente e 150 de fondo cada om, offere-
cendo todas as commodidades para se ediQcarem:
os pretendentes podem enteoder-se com o absixo
assigoado, morador na rus larga do Rosario n.
18, padaria deManoel Antonio de Jess.
Quem quizer alugar um aitio com boa casa
de viveoda, baixas com capim, arvoredos, etc.,
no lugar da Torre, dirija-se a praca: da Indepen-
dencia ns. 6 e 8.
MM,
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar para casa de pouca familia : na ra do
Hospicio n. 48.
Na ra das Cioco Ponas cozioha-se psra 3
ou 4 pessoas, afiancando-se ser com muita lim-
peza e pereicao ; as pessoas que quizerem, diri-
jam-se i casa o. 15, confronte as casss queima-
das, que achario com quem tratar.
Se o annuncio ioaerto no Diario de Per-
nambuco de boje, em que pede ao Sr. Francisco
Jos da Costa de apparecer na ra Direita d. 55,
enlende-se com o coronel Francisco Jos da Cos-
ta, elle mora na ra dos Prazeres, na Boa-Vista,
onde pode ser procurado, o furla-se ao trabalho
de procurar ao annunciante, pois crer nio ter ne-
gocio algum com pessoa que mora na ra Direi-
ta, e pede ao mesmo annuaciante, para evitar
equvocos, baja de declarar a quem se refere.
Ama.
Gabinete medico cirurgico.^
Ra das Flores n. 37.
Serio dadasconsiltas medlcas-cirurgi-
cas pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu-
querquo das 6 as 10 horaa da manhSa, ac-
cudindo aos chamados coma, maior bre-
vidsde possivel.
! Parlo.
1.' Molestias de pollo.
8/ Idam .dos alnas.
A.* dem dos orgaos coaitaes.
Praticariloda e qualquer operario ea sa
asa gasaoto oa om casa dos doantes con- asa
forma Ibas fo* mais convonieois.
IMMMt
Offerece-se ama senhora para amamantar urna
crianza, a qual tem muito bom leite quem pre-
cisar dirija-se ao pateo de S. Pedro n. 24.
Notice.
A meeliog of lhe British Clerlcs* Provideot As-
sociatloo will tske place on Ihursdsy lhe 17 tb
Inst. al 4 30 P. M. io trie British Library.
By order
William Vaughan.
Secreta ry.
Precisa-se alagar urna preta forra ou capti-
va, que cozinhe e engomme com perfeicio ; na
ra do Queimado n. 18, primeiro andar.
Acboa-seum cavallo na noite de 9 do cor-
Tente mes : quera for sea dono, dirija-se a sub-
delegada da Boa-Vista.
Alugam-se as cssas n. 13 da na da Cruz,
Muita attenco. J
A abaixo aasignada fas sciente ao res- "
peilavel publico o em particular a todas |
aquellas pessoas, com quem Uvera con- 4
tas ou traosaccoes que ella nio lem 3
presentemente divida de natureza algu- f
ma o que algamas lettras que houvera {^
assignsdo para ai, o se acbam todas pa- m.
gaa, bem como algumas outras lettras ^
que tem endocado por favor, a algons de
seus Olbos e georos, (nio todos) todss asa
se acham pagas; e como se considera nio 5
dever a ninguem. tanto de lellraa soas, W
como por lettras endonadas a ditos seas til
Albos e georos, bem como lianzas ou outros qoaesquer litlos, a quaesquer "
pessoas, por isso faz a preaente deca- 9
ragao. No caso porm de nio aconte- am
oer assim, o que nao crivel, qoem ti- 5
ver alguma leltra ou outro qualquer do- V
comento, que se constitaa seu credor, j
queira immediatamente apreseota-lo o gas.
mais tsrdar nesles 30 dias, na casa de soa "
residencia db ra da Aurora n. 64, qoe @
verificado verdadeiro ser pago em con- A
tinenle e para que nio appare^am duvi- J
das para o futuro e mesmo depois de txP
sua morte que faz o presente annuncio $
e declaracao solemne para que ninguem, aeja quem quer for, se chame a tgno- j
I rancla. Outro aim, quem quer que se B
i julgar credor, lera a boodade de deca- g1|
rar por este Diario. Recife 5 de outu- Z
1 bro de 1861. 9
I Mara Theodora d'AMumpQio. 9
mm&m-m*mm
L oimpras,
Lines
Compra-se um escravo moco, sa-o e de
boa figura sem vicios preferiodo-se da Costa : na
ra do Trapiche n. 18 3* andar.
Compra-se
cabellos compridos.
Na roa do Queimado casa de cabelleireiro.
Compra-se moedas de 20$ : na
ra da Cruz n. 48, paga se mais do
que em outra qualquer parte.
Compra-ae ama preta que saiba bem cozi-
nhar e engommar ; a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 28, primeiro aodar.
Compra-se ama preta o urna mulata qoe
sejam perfeitas eozioheiras, engommadeiras e
costureiras : na ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Azevedo & Uendes.
Compraos-se moedas de ouro e pataedes
hespanhoei ao cuoho de Carlos III e lili, ns ma
Nova n. 23.
Compra m-se escravos
mogos e boas figuras, pagam-se bem : na ra da
Imperatriz n. 12, loja.
Comprara-se pootos de marfim ; na praca
da Independencia ns. 18 e 20.
Vendas.
i
l
n. 2 B da ra de Apollo, e n 193 da rus Impe-
rial : a tratar na roa da Aurora o. 36.
Pbw Preciaa-se de urna ama, preferindo-se es-
crava ou portugueza : 00 paleo do Terco a. 26.
,Aluga-se pana pasear fosla urna excelleo-
le casa na freguezia io Peco da Paoella, situada
ntreos sobrados da viava de Joio Prea e Frede-
rico Chaves, a qual tem duaa grandes sais, ofto
qoartos o dous quiotaes : quem a pretender, po-
da dirigir-so a ras do Imperador ni 89, prmero
indar, m 9 boril di manbaa s ? da Urde.
de liogoa nacional, latm, inglez e fraocezem ca-
sa psrticularea, aendo as iices de ingles o fran-
cez pelo excellente methodo d'OUendorff, melho-
do pelo qual eDsinam-se differenles linguaa na
Europa ; na verdade o nico que em pouco
lempo podo easioar a fallar, escrever e traduzir
uma linRua estranha caos perfeigao : ra da ma-
tris da Boa-Vista n. 34
Aiuaa-ie uro armarem na rtra do caes do
Apiolo o. 7 ; a tratar ao paleo de S. Pedro n. 6.
Hontem 0 do rorrete, pelas 5 1|2 horas ds
tarde, (ugiram dous mulatos na occasiio de tren
para ser mostrados no Recife a um comprador
para o Rio de Janeiro, de nomes Florencio e L-'
andr, aquelle alto e barbado, represenls ler de
32 annos a 35, levou vestido, camisa de algodio-
zioho, ceroula comprida e chapeo de couro ; a
este reprseota ter 40 aonos, pouco mais ou mo-
nos, cheio do corpo e sem barbas, levou vestido
camisa de slgodio grosso por cima da ceroula,
tambem grosaa o curt, chapeo lambem de cou-
rey ambos sao do Ico, para ende ae desconfia que
feram ; roga-se as autoridades policiaes o espi-
tase de campo captura-Ios leva-Ios' i raa do
imperador n. 45, que serio generossmente pagos
Ama.
Quem precisar do ama'asga por* o servico de
ums caaa, dando-so preferencia 4 de bomem aol-
tatro, dirija-se a ra da Upa o. 6.
Precisa-se lugar os tstrevo robusto, qoo
eotsodo de andar coa emoes ; s tratar o pateo
de S. Pedro n, 4.
Vende-sem casa de Adamson. Howie 6
C.ruadoTrapiche Novon. 42, biscoitosioglezes
sonidos, em pequeas latas.
Para forro de salas.
Vende-se papel pars forro de salas oa gabine-
tes, pelo bantiasimo prco de IS a peca com 12
ou 14 cevados para liquidar : na loja u'aguia de
ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Eufeites para vestidos.
Vendem-ae as lindas roass de seda para eofei-
tar vestidos ou roupoes, eoosa de muito gosto in-
teiramente novo : na loja d'aguia de ouro, roa
doCibugi n. 1 B,
Vende-so uma mulalinhs de 18 annos com
algumas habilidades ; em Fra do Portas, roa do
Pilar n. 20.
[50 A-Rua da Cade do Rccife-50 ij
A 2*. 2*800, 30. 800 e 900 rs.
#3 Manoel Goncalves de Oliveira
Santos avisa a seos amigos o freguezes
que est vendando colla riuhos, punhos,
manguitos de fustio e lmho para senho-
ra a 29, aaias bordadas com ricos borda-
dos a liaba a 2*800, celletea de ovsemira
de differeotes cores multo fioo o 8S, cam-
braia branca transparente com 8 1(2 va-
ras S 3S> a peca, dita organdys de apura-
do gosto s 800 a 900 rs. a vara, balaioa
1 para meninas 3a.dilosprs Madsora a 3*
a|50, gravaUs eatreiu da oMbm mo-
da a 500 rs., o mais fazendas que ae ven-
de Barata s 11
Eofeites de flor a IB.
Yelludilho com flores, covado 64)0 rs.
Cal de Lisboa.
Vende-se da ultima ebegada, o de superior
qual'dade ; 00 muito acreditado deposite da raa
da Brum o. 66.
Dor de dentes.
nico remedio para dor de denles, vende-so
no bazar da roa do Imperador a 500 rs. e s 12 e
frasqoiobo.
A quem convier.
Vende se a loja de louga e qoioquilharias, sita
na roa da Cadeia do Recife a. 8, coja asuitu ce
nhecida e afreguezsda : quem pretender, dirja-
se a mesms.
Vende-se carne do sertio aaailo gorda a
320 a libra, linguiqas de dilo a 3SO a libra, vinho
hespsnbol o da Figaeira a 400 rs. s garrafa, esa
caadas a 3f : no Recife, roa da Sosala Velba
n. 102, quina do becco Largo.
! Attenco
Vende-se uma taberna oa raa da Praia coa
poucoa fundoa, propria para principiaste : qoem
pretender dirija-se a ras do Rangel, loja de ton-
ta o. 55.
Veuda de loja.
Vende-se s muito acreditada loja de ssiodezs*
sita na roa da Imperatriz n. 82, sonde esta cas
ums das melhores localidades, muito propria pa-
ra qualquer principiante, por veoder-se coa *
sortimento, de forma qae o novo comprador sada
precisar comprar ; veode-se a prazo, ttorw
se coevencions. : a tratar na aesaa tas c. 46,
loja.
f A\iso
Ao respeitavel corpo acad-
mico e a rapazeada em
geral
A encvclopediea aiida vive.
LOJA DE
Guimares & Villar.
Ra do Crespo numero 17.
Vendem barato o baratisaimo : ca as isas iagle-
zss muito finas, seroulas, acias, ebspeee, pali-
tots, sobrecasseos, paletols de bros, grvala,
calcado Heli, lencos e finalmente veodeos a
bella perfumara. Oa proprietarios pedea s pro-
teefi*.
Coral.
Vendem-se Dos de eorsl lspidade a 11200 e
19400, ditos de raz a 1, asattakas dee ditos de
duas voltss a 29, o de trae valias gf : es lo>a
d'aguia de ouro, roa do Cabug a. 1 B.
Flores.
Vendem-se raaos grsees de flores sale 6-
nas pelo baratissimo preco de lg cada ea ; sel-
les, antea que se acbeos ; aa loja d'agnia ge aw-
ro, ra do Cabug o 1 B.
Lindos quadros.
Ven Jem-se ou trocam-se as liis* aaedres
com ricas estampas de saotos das iaveeecoes Sod-
io Antooio, S. Joaquim, Saat'Aaa*. S. Joa, N.
S. do Carmo, e do Bosario. da Coocricie. eora-
cio de Maris, corelo de Josas. S. Francs* de
Asiis e do Senhor morto a lOg; a* Me ofsga*
do ouro, raa do Cabug d. 1 B.
Espelhos para cima de
mesa.
Vende m-se espelhos coa cois anas de escol-
len te vidro a 4g, sssim cobo maia pesera a
3g: na loja d'aguia de ouro, roa de Cekag n-
mero 1 B.
Bengalas finas a i#000.
Vendem-se bengalas coa casSae de aanl gev
to pelo baratissimo prec* de lge fflBt: as lera
d'agnia de oaro, rea de Caeeg d.1 B.
Vende-se papel de qaadriabee aU aaperist
qualidade a 4500 a rosa, dita 4 pee piiiBes
e muilo seperior a 3*500. OH gtev sewowta pa-
ra secretaria a 5*. s de Ira* asis goalidida.
qae se vende maiie ea sata : as lew **g*ia
11 de oure, roa do Cabug e. 11.


7
wxa*>*aam*Kpi (*ta isba hmrimuiiu,
.Fil Uso-e tartata-
na branca a 800
*
res a vara.
Vende-se fil Uso muito flao a aasi tmbese
tarlataua braoca multo loa. Unta urea .cees ce-
jno outra sao proprias para rostidos, alo so pa
batUs cono para asa^tr-macaeamantoa titean
Paletots bwatissimos,
. <2"^ eesemire 15. i8f
?n2Q*^,t08de**8ewi,dee*r" ai. o;
2. lo, ditos de borabazioa de cores 5f
8. ditos de manad de orea d, dit o
o alpaca peeta g*5O0 e 4*500. ditos os
Ipms de coras ede lia oscura a fe de
*" 'P'** #wU para raeuraoa ,s
*SOO,dHoe toMlli bom brim seUm s
5*5*, ditos de brim pardo a 39500, dKos
pardos do roais fino bramante de puro
hnho com botos de madreperoia a 5|,
ditos de brim encorpado meialona a 5*
ditos de briutiame ee Nafra de qaadrl-
ohw para meeteos de 8 a 1* anoos a 8,
ha casacas da peaeo Una preto de ores,
calcas pretas decasaaairas. oliles pre-
tos e de cores de todas as qualidadea e
gestos, j aquetas e artritsa ostras obras
tolas que-se vaodsm par menos de aea
casto, em coneeqaencie da liquidacao que
d^nga,da batiste firma de Atmeida
& Ruegos. *
I M
Salas a 3,200.
Yeaem-ee aaias ana (ateas as Taza ate bati,
po lando arces de meUl a sim do meaaao pasto*,
toaswa o esejem mam-so cesto qaatauar ouara
sala, pelo que se toroammuito maia aoaamada, a
dea eetacae cada naaa na m> a. T----------
pelaca ceda urna
W, loja do paria).
aaraa da Issaatatriavo.
Anda o pavo.
Vendem-a* peern da canbraia tacar oda hoa
faieoda muito Boa, com 17 taras, peto baraiisai-
mo prego da 89 a pace, ditas com 8 3i4 raras a
4*, pecas de ditas adamascadas e com urna vaca
de largara a 3J506 a pera ; na ra da lmperatrii
a. 60, loja de parlo.
Era casa de Adamson-, Hoirle & c., ra da
Trapiche Noro o. 41. ?eode-se :
Sollirjs,ailh6es, e arreioe para carro ou cabriole!.
Eolhas de cortina fioissimaa.
Lona e fille.
Fio de vela.
Superiores tintasdetodas as cores.
Baloes para meninas.
Vendem-se baloes cara aaoirNS, da todos os
ta manteos, de raadepelao a da muasuiiaa a 3* e a
4 : na ra do (Jueimado n. 22, loja da boa f.
Veade-aecal muido e puro a 380, assucar
mascavado a 2* a arroba, a retallio a 70 rs., aar-
dinha da Naoleaa 440, carreja preta-a 560, branca
a 480. a verdadeira agurdenle branca a 160 a
garrafa, szeile de carrapaio a 4i0. cognac a 1*200-
-na taberna dea Santos, ra do Cordeorz a. 1.
Roupas feitas ba-
ratissimas,
NO
armazem de fazendas e
roupas feitas
DE
Raymuodo C. Leite A Irmo,
N. 12Ra da ImperatrizN. 12.
Nte armazem que ora se acha bastante sortido
de roupa feita de todas as qualidades, tanto pa-
Admiravel pechincba
na loja do pavo.
Admiravel pechiocha, na tola do pava, roa
dalmperalriii.60,de Gama 4 SilfS, vendern-
se Ooissimos cortea de cambrata da ola cata 9
babadoa a 4J500, ditos da avental a 3*500. ditos
de dusssaiasa 3*500. ditos de cambraia branca
muito Boa com bateados e daas aaiaa a 49, ditos
braceos, cambraia de aeda. com babadoa a 61 di-
LluS? <*hani"a con babados de raas cores a
09000.
Pentes.
Vende-se os lindos peotes tanto de tartaruga
como de massa para alar cabello, assim como de
borracha para menina segurar caballo e desem-
baracar e de ostras rauitas quatbtadea que se
vende por precos baraliuimos.
Brinquedos proprios para
meninos.
Veniem-se oa lindos 000000* con corda que
anda urna milba por ara. assim como da atrae
muitas qualidades.
Ban,J *;
Vendem-se bandeijaa de todos os taraatfhos* por
presos que admira pars acabar, assim como para
copos a 200 rs. e a 2 a doria.
CapeUas para noivas.
Vendera-ae liadas apoMae brencas atrita
propinas para casamento qa* sa ande par
5 a 6 a muito fina a 10. assim como bicos e
ata*, frogas e oulros muilos maia ofcjeotos qaa
a tornara enfadooho eoeoncior que so afflaoca
vender o maia barato que for possirel por se
querer liquidar: Hado istoa na lote da agaia de
oeroraa do Oabag i.U rS
Taixas.
Reducco em precos para
acabar. m
Vendem-se no armazem da Braga, Son &. C~
na ra da Mooda. taixas de Ierro cuado, do mui
acraditado fahricaole Edevin Haio, allOr. por
ubra. *
Grvalas da moda.
Vendem-se gra va liabas estreitaa uuo supe-
riores, tanto pretas como de cores, pelo baratia-
auno prego do 1* na ra do Queimado n. 2,
na loja da boa f,
Fabrica do Monteiro.
Cryslalisatpao e refinado
de assuear.
Deposito oa rea de Apollo n. 6, e praca

na das Crozes de Santo Antonio, 36,
fobariasdosaarroaatsa.aa obiaoaa.
Figas de coral.
A. F. Duarte Aimeid, socio que foi do
guezes que tanda separado a socied.de que tinha com sVmano, achar de* ov eataMa*
StSf l0"!""^ ^ax.ihadoa.aa.ooWo com o Sr UquL 7os?Gome;
t &* 1^ P"U>,'erF5ra *Ura; o primeirona razao de Duarta Sodi aaaaaZd
Uto aaJ^na'E*!Uva:.e,tes M**** offerecem grand* vaatagen^ Tt
wwo o^enJf?. rC0mqOese asham "H1"1^ como em commodidade de
em^r^Hff 5 f reso,veram os Pfoprietarios mandarem vir parte de seus gneros
muNi^Ul"f d?iltfem "?' "Pleto aortimento, como Umbem poderem oft>re^
publico qu PM. m.nd w^Zn^m^M ^2STL^S. .? ?,*.'!J,".e'"? ,"". U **i w o
dos como
pedimos
raen lar
SffiEaSa^^
quaiidados do aossos ganaros.
M*^dS,aoDm?leZa ri>lB^^M0r, .lftr.de po,^ 750, reeommead..8.
mndeme renos experimentar, to, re nada perdura paja..r. ImSSmJSq ler.raos di".
dem franceza
apreciadores destete genero qae
a methor do mercado a 64v> rs. a libra o em barril a razio de 00 r. a libra
Este
da Boa-Vista n. 26.
importante estabelecimento contina a
loroecer aos seua innmeros treguezes do alvo e
puro assucar cryslaiisado, em p o ampies. 1
e 2.* qualidades. polo prego da 1B0 a 200 re. a
libra, e do retinado a 100, 120 e 140a libra, aen-
oo que em grosso o comprador lera am descont
So veude mel S^JSSTtiT^ Upli" M
Presunto,wi^^T"^* ,^,"^^'W*
WaririAl^ ^o.doP rV-aa io^elhora. aiiotM4a Liaboa premiada as exposiS5es uuiversaes de Londres a Pars a 19800 a la..
Caixas com estrelmha pevide e rodinha j^im a ...
Latas de ame.** F- 1UO "r0ai0fla 7000 e800 rt. libra oem por5So teri aba.imen.o.
wuas ae ameixas u****** m eroco libras. *ooo a tooo i Hbra.
raSSaS em eminuas da oilo luVaa, as melbores do mercad
SSa^^6 SUP!ri.r ^ ^ '
Ervilhas aBcea-8 ,nlez^ e portuguezas .
Lata c^SSh^S 11,mM *'%7 "" ** ^Prep>radM que"" Wnd merttA'
Vinbo o rrafa, n V **'*"' Mi, "" ^50..^.*. de A 8 libras da 2*00 4|500.
. gerrafaV. ,3,;rzia ^ ^ *"' m' <"> Car"vel,O' **** Feitori. e Camones a 1200 a 1,
Boilas ciixilias
com visporas para eairetefti.
ment.
*aba da dragar ara a leja
nitae catataba* da
bom
A leja d'aaata branca
qnsolidade de botvitas a
coral, propriaa para
Iogios, a memo para as rollas da
?endeade a lljOO aad _
nao aa aetarfl mato am
na roa do Qaetaaada nn
as tasa.
(abadas
o a 2*000 e a 400 rs. a Hbr. e caixa de urna arroba a 75WOO.
720 rs. em caixa a a 740 rs. a libra.
600 a 800 rs. o frasco.
La^^rriPfPa rPr0S Pa" ^ d' 60 60 garr,f* ede 3W00
Pera emcaix'as ** **" qaM,k as mesinas por baratissiroos precos, como se-
lara : sobrecasacos de patina lao, obra ioteira-.
mele boa por ser feita a moderna a 25gOOO di-
tos de panno superior, obra do melbor qu se
po,LVea-r a 30*000' Pa,il08 de caaemirs Boos
a 18JU00, ditos sacos, obra de moderno costo a
12&O00. ditos do rae dita a *0#0, coletea de
cas.>roira de cores Quaa a 4500, ditos de brim
de cores e braocos a 2|500, calcas de dito finos
a 3S50. 4000e SOOrpalls casacos de alja
ca obra muito boa por ser de alpaca fina a 88000
dito dito sacco a 3*500 e 4*000. uniformes de
casemira a ultimo gosto, sendo preciso notar que
sao de casemira fioissima a 26*000, camisas
fraocezss peito de linhp muit> finas a 35*000 a
duzia ; havendo tambem muitas oulras fazendas
e obra feitas, as qnaes todas se vendem
precus muito commodos.
Liquidacao.
Na loja da rus do Livramento n; 19, vendem
ae os segaiotes calcados franceses:
Borzeguins para homem, de Nantes
Ditos para dito, francotes
Ditos para dito ditos
Ditos pars seohora a. 32, 33 a 31
Sapatoes de bezerro de Nantes
Ditos de dito de l.'qualidade
Ditos da dito caxiados de 2 solas
Sapato de tranca para homem e seohora
por
vao animal em p
8*000
6*000
5*000
3*500
3*500
5*000
55200
laaMWI
Ditos de tapeta para homem feitas na Ierra 720
Sapate8 de castor de tranca 4*000
Vende ae urna porao de chapeos de palha
de Arcaly, tanto a relalho como em porco, ba-
rato que admira; na ra do Gordooiz a. 1.
Ra do Queimado n. 19,
Armazem de fazendas.
DE
SANTOS COELHO.
Chales do merino estampados finos com listaa
e franjas de seda a 95.
Toalbas de rusti a 500 rs. ceda ums.
Gravatinhas de cassa muito lindas para ho-
mem a meoioas pelo baratissimo preco de 100
rs, oda una.
Chuls de merino lisos de todas as cores.
Orles de phantazia de aeda pelo barato preco
de o*
Cobertaa de chita gosto chinez a 1$800.
Lnces de piano de liabo a 1*90*.
Ditos da bramante grandes a 3*300.
Vestuarios de seda para meninos O meoioas
a 8a(HK).
Cortes de casemira finas s 4500.
Gspellas brancas para noivs a 5*.
Bramante de Hnho com '0 palmos a 2* a vara.
Soriimeoto de baldes para seohora e meninas.
Bramante de algoaiocoa 10 palmos de lsrgo
a 1*280 a vara. *
Um rico carro.
Vende-so um neo o elegante carro mui bella-
mente preoarado: no escriptorio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira 4 Fijho, largo do Corpo Santo.
AUMHta DE LEIKK4NC4S
LUSO BRAS1LEIRO
DB
Vende-se na IWraria econmica junio do arco
do Sanio Antonio.
Para bailes
e casamentas.
Na ra do Crespo esquina da ra do
Imperador n. 7, rende-seenfeiteaa tur-
ca para bailes e caaaanentos o mellior
que se tena visto ate hoje.
Na rea de Uoodego, casa a. 2, tan. aera
vendar aemeetes de borUliCJ.BOfaa.ctiaaaaa do
Lisboa p.lo ai lime vapor, aaodo, coevo repolhu-
da, dita flor, nabo, abe^a grtode, aticaa, rba-
nos de tomates grande, moslarda, ervilba tista, feijao,
carrapaia e Itaco arrendada.
Feijao t corda
ajo arauzam de Tasao Irmlos, foa do inorim
at. 3o.
a caada, e car-
a prego commodo.
Rna^ovaB.56.
Garibaldi.
Joaquim Ferrelra da Costa, partecipa so res-
peitsvel publico a eom especialidade aos seus
numerosos freguezes tanto da prega como do
mato, que acaba de receber de Pars pelo ulti-
mo navio urna nova factura de chapeos de seoho-
ra e meninas, como seja veludo, palha e seda e
limbem se encontrsr um completo sortlmento
de chapeos para homem, de feltro copa baita e
altos, de lontra, francezes, taraberlik, castor
branco prova d'agua, ditos para a festa que sao
frescos na cabega e na bolsa, e tambem para os
religiosos franciscanos, ch.gados oltimamente
de Lisboa. No mesmo estabelecimento acha-se
um completo sortimeoto de timo da Baha que
ae vende por atacado e aretalho, am bom
sortimeoto de charutos como seja Havana ma-
nitha e oa afamados flor do Brasil, suspiros a-
praziveis, regala imperial, guanabaras, pari-
sienses, e todos os charutos do afamado autor
Simas, a Candido Ferreira Jorge.
Vendm-se 4cavaIlos proprios para carro
a tratar oa ra estrerts do Rosario a. 18. no ori-
meiro andar.
Outjam?
S.uc*e8Je fll6 e seda enfeitadaa para crncas
a 400 e 500 re. e ligas de seda elaaticas a 240 e
lao, e pechincha : na loja das tres estrellas, ra
larga do Rosario n. 33.
Via frrea!
Saceos da encerado preto com tachadura pro-
prios para viagm a 1*500 : na loja das tres es-
trellas, rus larga do Rosiriu o. 33.
0 bazar da roa Direila
luja d. 103.
Vende-se os saguioles objeetea para acabar -
mangas com florea o par a 4*600, jarros para
flore, a 2500. 4*. 5$. 6*\ 8$. 10 a 20, fran-
jas ae cortinado brancas e oo coras a peca a 9t
a de borlott a 3*500. eslojos com navalhes mui
lo finas a 6, 10, 25* a 3U. cortos da orxe-
tes francezea a 40 r. o carto. aaaatloboa da la
para enanca a 240 e 400 ra. a par, maases de
aljofares da cores a 440 rs., meias pretas para
sen hora a 240 rs. o par.de eores para homens
a 240 rs., mantas finas a duzia a 2560, quadros
com rausica o ttgurss a 14* a 25*, linhaa de
marcar azul e encarnada a 20 ra. e em caita a
140 rs.. luvas enfeitadas para seohora a 1*600 o
par. ligas a l*ede Escocia imitando seda a 800
rs. tanto brancas como de corea e de pellica com
um pequeo toque de mofo a 500 ra., chapeos
para mearnos proprios para se baptisarom a 48
oonets de palhinha a 2*, de panno para homem
a 1, e de meniooa de velludo a 500 rs tesou-
ras finas para aparar unhas e costuras a 240 rs
o em duzia a 2$, caivetes para aparar penas a
100 ra., tinteiros de porcelana com campanha a
3*500 e 4*500 e sem campaioha de diversos
pregos e entras murtas coasas, assim como mui-
loa caluagas para eoleiles da mesa.
***&*#<#
Luyas de pellica de Jou vin
Na ra da Gadeia do Recife n.
9 55, em casa de Figueiredo i Ir-
^ mao, ebegadas pel ultimo pa- k<
9 quete, 9
Huma moda.
40Ra do Qneimado40
Bicos manguitos de cambraia bordados a balo
o maia superior que lia ao mercado, rinda no pa-
quete fraacoz da 18 do correte moa, grande
sortiaoato de abalea de merino de todas as qua-
lidades.
Veode-so per 20QJ ama superior machina
de costura, mandada vir da tara parraseis deStOf,
acha-te ae, mesmo estado em qaa ae comprou a
cape pereiiaroeote toda a que I id a de de cosiera:
pata aec, am Santo Amara, defroete d koeoilai
laflee, asa A horas aa tarda em aiante.
- Teode-aa aar catariolat aoaa oa eampetei
arretoa, teae doto, e ao eacailads aavall
o saesaio; qaeaa o quizar ver 0 eosnpra
ase a ras de Apollo, armazem a. 14, qn
a 49800 a caada.
8 libras a melhor que ae *de desojar e tem rindo ao mercado de 49 a 6 a caixa e 1*280 a libra.
Latas com pdxeTaveVll! '*"""lm<" mt'
Caf do Rio m.lhOT ^ttZSSSfl TlT *" ""*" m "" "' "" Mrc'd0 d' "400' WM
Frascos de amendoa a< k
Vinagre br.neo eaor eJT r prpr,M *"'mmw* ""serea muit0b,m enWudaa 6 desPerior iaalid"de" 3 "d
Cominho eSttSST "^ "'" g'mft' 2*560 8 c'n',,,
Vinho Bordeaux "'" n*'0, que h' n m"rc*do' 80a lib" *eomLnho c 40 "' doc*
um.
de boa qualidade 800 e 1 a garrafa e de 8*500 a 10008 a dusia.
BSSS^S^d: pes mais acred,Mdo 'u- *e m *< ^ -ez. ^ ffiere.do. lf. lwm.
em latas de orna libra do mals acreditado iuior de Lisboa
aSiai^^^^~?"'" b""C"
QuTsuis'iosTTT tn,M n#re',h>" l""a garraf8 e moo d"-
^-^aam^rmiraZeZr--^-'-'-'--
AzeTtonas "^,up""" *"'mmm "* f-'T'. ***.**, .m llibr.
^-"J!g-""-r"^"if;-T.-T-'n ,.
Madapolo
da arara.
. 7end ""'e peS" da soapolao, panno entes-
tado a 3, pecu de cambraia de aalplcoa a 2* a
di, pegaa de cambraia branca a 1g600, 2*500 e
3*. ditas para cortinado a 3S, cortea da vasiidos
OO phantazia com 21 covados por 12*. corles de
cassas lrancezaa cora 7 barrea por 20,500, ditos
de tarlatana a 2*500. ditos da cambraU da baba-
doa* 3i, cortea dachilas finaa com 13 corados
^"1^" por *500' ditos d riacade chinez
por 2gbO0, cortee de fil de liobo o 2*500, de co-
res para vestidos : oa rae da Itappratriz, loja
armazenada da arara de 4 portas o. 56, de Maga-
iiiaes a Mendes, aouda ae acha a noite am rolo-
gto com letras de cores em que diz arara n. 56.
Vendem-ae urnas caldeiraa de tolha, e ums
porcao de ttcmae para toser velaa a 500 rs. a du-
zia ; na ra do Hondego a. 81.
Arreioe de sola franceza o metal principe
pan 2 caveiioa ; vende-se por preco razoavel;
na ra do Hospicio n. 87.
Sobrado.
Veade-se a qaarta parte do sobrado de doua
andaros na ra do Padre Florlaao n. 21, terrdo o
mesmo comprador pteferencia a nutra parte por
tambem querer vender; a tratar na roa da Quei-
mado n. 52, loja.
AtteoQo.
Vende-se o rerdadeiro cha malte em p e em
folhs, est queimaodo a 200 e 940 rs., s Santos
& C, ra do Cordons B*l^
Veada-ae verdsdefra retarde carnauba re-
fiaeda a 440. sal refinado a 310 a cela, veedadei-
ro fumo delata a 600 ra., pernee a 160 : s Sae-
tea & C, ra do Covdeatt a. I.
***mmm m mmmmm
-ja de marmore
Novidades despachadas
para liquidacao.
Para o bello nexo.
Mantos da cachemira gosto almirante
Brust a 20*.
Maotilhoa de cachemira gosto prlnce-
zaClotildeaa f5#.
Rondsde cachemira gosto Lady Mae-
donald a 20.
DitosdediU gosto condec de Joca-
lyn a 20.
Ctsacos de dita gosto rsinha rictorla
a SOj
Diioade dita gosto nperalrlz Eoga-
__ ola a 20,
swt.^w*^reawmmf Hv"S9 ^8'
nova
as seguiDtea

Atteaco.
a
, Nora modelo de sandialro a gaz, a
Viadadada utenaUoa para counha ; ua rea to-
va, toja de fofragena a.jtt, por baixo do sobrado
doUlni. Sr.juizdo orpbaos.
Mantas de retroz para gra-
vatas
Vendem-se manlaa de relroz para grvalas,
lanto pretas como de cores a 500 rs. : oa ra d
Queimado n. 22. na loja da boa.f.
Na ra do Queimado n. 10, loja
de i portas, vendem-se
fazendas de apurado gosto, e por
menos pr^o do que em outra qual-
quer parte.
onBoi SELles de caB1Draia branca bordados a
Ditos de seda de cor a qoila a 80 e 90
oa0'10' pre,<" bor(,a,1<,, "ellodo a 60, 70, 80 a
Ditos de aeda de cores a 20. 25 e 30
Ditos de dita preta a 10 e 30*.
Ditos de barege com babados a 15 e 20,
Riquissimas capinhas de velludo bordadas
com mangas a 60, 70, 80 e 100.
Lencos de linho bordados a 3. 4, 5 e6.
Ditos de dito heos, duzia a 6, 7 a gf.
Ditos de cassa com bieo, urna 120, 200 o 240
Mantas de grosdenaple abortas renda, ums
a o*U00.
Chapeos de palha para aenhora, um a 8e 10.
Ditoa de pellica i Garibaldi, am 15.
Chapeos de'sol de seta para seohora, um 4
Kiquisimos ciatos douradoa a 3, 4 e 5.
Vende-seo gravado aitio denominado Caiau-
na, site na fregaezit da Vanea, de muito boas
ierras, que ludo quaolo se planta d em grande
quaniHade, com urna casa de taipa ja caberla
urna dita de fazer tarioha, grande) quanlidade d
ps de cafezeiros, com diversos p de fructeiras
como seja, larangeiras, coquetres, etc., etc.,
tambem vendotn-se dnarrceas quodao bastante
leite, urna dellas com a cria j grande, e um bur-
ro manso ; a tratar na ra do Sebe n. 20.
Pechiuchas
na loja da arara.
neo<,e"8e ^ de l'Dno de C0T *ra vestidos a
240ocovado. riscades fios para" veatidoa de 4
palmos de largura a 260 o corado, crinolina de
ores para vesdoa com 4 palmos de largars a
i- "i,COTado laazlnbaa chioazas para vesti-
dos a 400 ra. o corado, aedinhas de quadros a 640
o corado, caasas da aalpicoa a 200 rs. o covado.
chitas para vestidos a 160, 18fJ e 200 rs. o cova-
do, ditas francezas a 220. 240, 260 e 280 o cova-
do. popelios de cor para vestidos a 200 rs. o co-
vado, sais balio de 20 a 40 arcos a 3 e 3*500.
de todas aa fazendaa se dio as amostras, detxao*
do peohor na sua da Imperatriz. loja da arara da
4 portas a. 56, de Hagalboea & Hondea.
Enfeites a turca.
Chegaram no ultimo navio vindo de
Franca, enfeites para cabeca ao gosto
turco, proprios para bailes e casamen-
tes o melhor e de maU gosto que ae tem
visto: na ra do Crespo n. 7, esquina
da na do Imperador loja de fazendaa
finas de Guimaraes & Lima.
e asela
aSfoiVo^iisr,
asaro t. aalca peala ame
Preciosos
extractos para lencos.
AUj. d'agaU branca acaba da 1
aaa propria eucommenda, fiaos a
tractos de oovoa a eacolhidos ebeiroa
S'jaro.imperatriz, D. Jxnuaria D. PrasK,,
rechai Breqeet Real, dito feveri, dito dea.
dilo deTrianoo.elc.elc. ato esqavceadei
o estima vel extrerio de san dala. J so sabe
fregaetes qaa manidos de diabeiro diriafrem-ee
ra do Qaetmado, loja d'egeia br.acT a. |<
acharao barateza. agrado e sinceridade.
Oleo e banba ptrilocome
e ou tras qualidades.
A loja d'aguia braoca acaba de despachar aa
novo e bello sortlmento de oleo e baoha pMteea-
me o oulras superiores qualtdasea, iodeaiee a
estimada e procurada banba em ropos arsadea
cuja excellenle qualidade ji besa eoebeeMe
assim como a verdadeira Iranapareato eeem
quizer se prover de bom manta* 00 ir a'ra de
Queimado loja d'aguia branca a. 16, qoe aera
bera servido ; edvertiudo, peres, qaa w freec
vao todos marcados com o rotulo de dita loja.
?*
Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba da recebar am bel-
lo sortlmento de aai boas tecUaa aspas para be-
la9juf esta vendende baratamente a 160 180
e 800 ra. a vara ; quem precisar drrietr-eo'caa
diabeiro diu loja d'aguia braaca, rea do Quei-
mado a. 16, que aera bem servida.
J ehegaram
as interessantes estampas, a morte do
justo, e a morte do peccador.
Da loja d'agaia branca aviaa-ee sea aaaheiaa
reverendos e autras pessoee qaw baviam eeeom-
n, en da do essaa interessantes estasapaa, qoe ellas
scabam de chegar. a quem mais ea qoizer aee-
suir dirigirse logo dita loja d'aguia traeca
ra do Queimado n. 16, poia que a quanlidade 6
pequea, e por agora anda ae venderlo a 2*000
cada urna. ~""""
MiLIL
sortimento de enfeites de flo-
res para casamientos
e bailes.
A loja d'agaia braoca acabe de itnonaihsi am
lindo sortimeoto de enfeites qae de ras froera
eucommenda raandou vir para easaaseetoe ebai-
les,oseas medo de errar, peda-ae diaer ase aae
ea aaeia parfeitos e delicedoe qee U
viado, c ea rcroada eeveaeeaeaida per 1
peseoea que aabem apreciar o besa rap.
todo vendem-ae baratos esa preprele a a
dellea. sendo a dioheire vista 12, 14 a
laso ds rea do Queimado, loja d'agaia i Tamas
mero 16. ^^
A loja d'aguia branca
recebeu tambem novas luvas de fioe pellica en-
fetadas, para casamentan, assim coma liadasea-
pellaa. A commodidade doa precos i besa ee-
nhecida por aeaa boos fregeezee, e sata mais per
aquellaa pemoas qne de novo o atizaren aer
dita loja d'aguia braoca, na ras do Q
mero 16.
lo Qeelmsdo as>
Liquidacao
NA
Loja de marmore.
Na loja de marmore vende-se para li-
quidacao por pregos muito barato um
vanado sortimeoto de fazendas de mo-
daa para senboraa, roupa feita para ho-
mem e vestimentas para meninos e bem
assim quadros a oleo para decoracio do
aalas e capellaa. *
I
a boReca,
Eua da Queimado n. 6.
Vondoas-ae meaauilos bordsdoa muito fiaee
T* "^f* 0l4rt>' ^*aa fH* ait*
A uliima hora.
Acaba do chegar i leja de Gama & Sibra, aa
na da Imporatriz d. 60, eoode tem a pavio pio-
lado do lado de fora, aa fazendaa seguintes :
12*000* C,ie* d* ,arUUo' ^o oda por
Camiaionaa com golliohas bordadas e tambem
maoguitoa, faieoda de muito gosto, que seare
se venden, por 10. veode-ae pe aarsUsatiJ
preco de 5. "mmo
fioosTs011'***" aDg,,ll- bndos multo
D.taa, ditas ditos ditos a 1*500.
Golliohas bordadas eom traspaseo a 1
DiUa muito finas sem ser de traseaeao a ida
Ditaa ditas dito a 500 rs
Manguitos da cambraia bordados a 1*.
Ditos de dita ditos a 800 ra.
Riooe chapeos de sol para aeabora s 4,
JLenea de cambraia de ilaho bordados pera so-
Di tea da dita dito malta daos a 200
Manlaa de tilo preto para seohora a 4.
Maotoia tngroza flor a 800 rs.. franceza a
6Wr* e libra, larelo de Uaboe a 4*500 amaos
ede milho a.aWX). em cai. attTTch Prn-
Para acabar.
S^oja das 6 por-;
tas em frente do Li-
vramento.
I Roupa feita muito barata.
Paletota de panno fino sobrecasacos
| ditos de casemira de cor de fuslie, di to
I de brim de corea o brancas, ditos de
[ gaoga, caigas de casemira pretas e de
I cores, de brim branco e de coree, decae- A
ta, camisas com noite da liabo aila a
finas, ditas de algodao, chapeos de sel 7
de alpaca a 4* cada um. *B
- 9AffN
> ende se por preco moito cssamade ama
toaiha de labyrintho toda aborta de eatrettaa a
esses: na taberna da roa das Crozes a. 22.
Cortes de cassa francea de 2 aras e 3 falhoa,
amn II e 15 varas a SgffO e d|, Ifatecertas do
l* para resudo com 24 *** a a% peba d%
"i isaaamgetreraee *f4JSf. JpW o
SPO. chrta leraja rraaceaa, eevade a 2*0 ra.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a Ai.
D"z,a de ">*h* croas para bosaem a
1*200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito fioas a 2|500 a deaia, leaviea de
cassa com barra de coree e 120 rs cada
um, diloa brancosa 160 ra^ balada da
*, Mino a 3J. laazinha para ree-
iidos a 240 o covado, chales de marin
estampados finos a 5* e 6, tarlatana
branca e de corea muito fina eom vera
Hi?la.deJ"!or,-48 o eavamo.
B16 de liahe Hao a 640 ra. a vara, pe-
gas de cambraia lisa flus a 3, caasaa
de cores para vestidos a 9*0 ra. o ao-
vado, mussulina encarnada a 320 rt o
cavado, ealcinhaspara menina de escala i
a 1f e par, grrvatinbaa de trama a la* I
rs. peiqa para camisa a 160 js. cada
1V1 Jl"lla% RCM cambraia deeel-
atce muiPdona a S*600. cera. Ira.
tb. ao rol. 2 ckitae iraaeeeea a
orto.
Supericites liras
bordadas.
Na loja da baa ft tu ra do
Queimado n. 22 aa encontrar am bonita aerU.
K'ialUp^S^
de ama aeda de ea de ped be, eeem mmi
Meias baratissiiiias.
L



V,
largo da IVnlia
M ___
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
'?"? *> molnadoe, partecipa aoa hm freguezea, assim'como ao* senhoras ds praca, de enge-
??-!!.[!? qaeJ ora eB T"U "N1*"0-" tfregueztr oeste eslsbelecimento, que se acha
con um eoeapelo sort mente de genero* oa amia dovos que ha oo mercada e por aerem a malor
parte ellas lndoe Se coala propria, est porianio resotvido a vende-los por meooa 10 por cente
deque en outra qWquer parle, aDanciado a boa qualidade e acondiciouamento, asaim como ler-
vir oa portadores meaos pratieos ti bora, como ae os seobores viessem pessoalmeftte, para o qoe
nao se povear o- proprietario em prestar toda attensao, afim de continuaren a mandar comprar
ana* eacoatmendas. sertoa de que, toda e qoalquer eocommenda comprada neste estabelecimento
acorapannat& ama conta i Apresta com o meemo ltalo de armazem Progresso.
MAiatelgm lugW oerttltomenu flOT. 1>0M t,. llb mie.
se parele preco ornamente pela grande porclo que tem e seTor em barran Tara abatimento
Xk aMciga ft aneeza, 640 ri.. Iibt, e em br a 5W
Cli* proU Yiyasoii e p?et og oelhore8 que ha no mercid0, ^ a|6eo
e 19000, a flanea-se a boa qualidade.
Sl***!**^ Tl* .O lllioare og nMa B0T0I qe D, no ment0 em eirinhas pequeas
ar 80 rt., ditas de 8 libras por 93*0, e em libra a 320 re.
P remato de fiambreiogl. 700 librt.
Preznuto 4e lamego, m.. libra ntelro, 440 rf
** malt nova que ba no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4|500.
ayrmasete ft760 libt tm caxa a 7W n
L.*tas com bolaxiuUa Ae soda de L,atas com pcixe em posta de ma% qaalidIde8 ljm
\ieUouas multo novas. i$m 0 barrtl>. r,talh0 a 310 garrah
Doce de WoCrche em ,attl, d. .^ L WOOm
Cariotas part podJB1 a 800 a!Df, j
BaYa de poreo refinada. <80 ., ,., .rtil, m
^1 t *0 \ma*e a maianovado mercado i 900re.,e em lattas de2libra por 1*700
A lOmOO a prjmeira vez que rieram a este mercado a 6*0rt. a libra.
Choa ricas e palos muil0 n0TO8,560 libra
Palitoa de dente Uxadoaeom so 1 cinhoa por200
Chocolate taaneas a 1>200 a llbrf dttI porlHguez, 800 tu
Mar melada m o erial d0 afamad0 Abreu, de 00tr08 mHiloa fabrieanles de Uaboa
* 1*000 ra. a libra.
w innos em pipa de 500> 550 e 640rt a garr) fa em canada8 a 38500 4S000 4J500i
__ d* niecredUadas marcas a 5} a duzia, > em garrafa a 500 ri.
Estrelliaua
*'* para sopa a mala nova que ha no mercado a 640 r. a libra.
r__ engarrafado. Porto 6no, Pofto, Feiloria e duque do Porlo a 1*200.
Lrc8Tellos, Huscatel e Bordeauz a 1J a garrafa, e em caiza de urna duzia se far abatimenlo
"f. mai "< e limpo que ha no mercado ai 160 ra. a libra e em arroba a 5*.
ditas inteirai aeWra^1*8 melhote* *** 8e Bodem dese em mei" lat" 500 ra.,
o melhor petisco qne pode hayer por estar prompto a toda a hora a 1 a libre.
Milo de amendoa 800 .. libr.f dUa cam caMa a 480 n
Nozes mull0 D0V88 a 120 rg a llbri<
Gastannaapil,da24pr8.aHi,ra;
v^aie milit0 siperora 240rs a IibMi e a 7| airrobt;
xVrrOZi i0 jfaraon8o 39 em arroba, e em libra a 100 ra.
_ 1*orieaoo s jS a libra>sefor em por5So8e fara abaiimenl0>
Sevadtnna de Fr,DQa a240 ri. allbra#
^a^U. njaito novo a 320 r. a libra.
a oneinno de Li8boa a 360 tu a ,lbra# a 10jf a arroba<
Fannna do MLarannao. mai8 a0Ta. 160 r8>a libra
Toncinn lngUxa200r, alibra
Passas em ealxlnhasde8lIbra8. 500 cada unj9
curar IndSSf aoSdoT"' m9nciondo, e"conlr" "<* Pblico t.do qu.nto pro
Fazendas baratissimas
N. 20Ra da ImperatrizN. 20
^Chlaira-0Ce"? a 24 ^O o cevado, diUs estreitas padroes bonitos e
1WJ e WO res, lencos de eassa e de chita para meninos a 80 120
fraocezaa goatoa ialeiramente novoa a 200 e 100 rs. O covado
fSSS P"a f0ror2 d* e"ro,l W00 n- covado I" outr'ora se yendia i
a pe-
cOr^s fizas a 120,
e 160 ria, cassas
cisemiras ioglezas fazen-
TS? de "8M 800 2^no^ Mho:d"e7sai.P,eqauUd?ea;^b.'mnte"bri." ".?
rLll th c"9nil"f de cres a *. O1' Ptas a 5 rs. o corte e urna faieoda especial para
es e o rlsn^ ? P,!h?i0d,C0KPr,t50 d* ^J*' C0'ad- Em 8uma "* predUos f eg'u"
cionandl T"nido sorUmenl da oal"8 hiendas que iremos men-
Bom e barato
S noTorrador
23 Largo do Terco 23.
Quem duvidar venha veoha yer: msnteia-a in-
gleza Dr a 900 e a 800 a libra, fraoceza da me-
lhor que se pode deaejar oesle geoero a 640 e a
600 rs. a libra, asaim como ae lorram outros
muiios gneros pertencenles a molhado lili a
Jlabeiro a vita.
Milho a 2^600 a sacca.
Dito novo muito barato.
Farelo muito baratp.
Arroz de casca a 3$500 a
sacca.
Na travesa do pateo do Paraizo n. 16, taberna
ell
pintada de amareflo.
mimos.
Seirinbas com OMMaUeB(le ot de comadre
a 80 ris cada urna, vende-te no Progresso largo
com 8 libras por 2)500, e em libia a 300 ra.
PecbHefaa sem igual.
A!60rs.
SinturSes de seda e lia para horneo* a meni-
nos ; na ra *o CtMpo n. 18,
Pede-so toda attenco.
H'd'tljlde*f nre'W Cafagi .
l B., tem para render ricoa ejpelho dpr m*i
dar doar.da ou preta proprhM-para safia, tfri
r1 d0i? CQijjlorenln rlalfir deigwaii a
SS1223? *e w Tends w* **
Chegouaapreciave] agua bal-
smica para a bocea e
den tes
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
va remeasa da mui proveitosa e procurada agua
balsmica para a bocea, e denles. O bom resul-
tado de tal agua j nao aoffre davidacomo t-
bido pelaa mmensaa peaaoaa que a compraran)
e que aentiam a falla dalla, e aa que de hoto
comprarem echarlo que o uso della faz conaer-
yar oa deules aoa, Imando-os da carie, fortale-
cer as gengivaa e rar o mo balito da bocea,
daodo meama agradavel aroma, podeodo-se
meamo uaar dalla nao s pela mannaa como a
qualquer hora, e com acert depoia do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando ae leona de
sabir para ter-ae a bocee aromtica: pane iaso,
porm, baaiam algumaa gotaa dalla em agua pu-
ra. O proveito d'agua balsmica anda chega a
mais. ella aarve com acert prompdio para
acabar a dor de denles, ensopando-se neila um
focado de algodo odeitando-o oo buraco do
Jente, aate adormece e em pooco desapparace a
lor. Para ae obU um frasco de lao proveitosa e
apreciarel agua balsmica, dirigir-se com 1
loja d aguia branca, roa do Queimado n. 16, Bol-
ea parte oode ella se voode. Adverte-se que o*
frascos vao marcadas com o rotulo da dita loja.

Joaqsrtmi Francisco de Hallo Santos artta aoi
sauafraguezeadeata pr.ca otila tota, qe tem
espoato renda aebo de taa faDrtcadenominada
2*cifa-HloaTmem dotSrs. Trarastoa Janlor
*'MiMrMdaJrtBortmn.58; mataa amarella,
Mthai,p*tia outras qaalidadet por menor
pre5o q.a de oatras fabricat. No maamo trtaa-
tamte.Mfe d... dpo.ito devala. d.c.rB...
nM>pl|Mtt mlttNirV rtfm?tfid ai da
peos para senbora.
Ricot chapeos da seda, a de Teddo para te-
ora, pelo barafissimo prego de 15 161; na
n do Queimado n., lo^a d Boa f. ^
Smntes,teimm^ Avtso aos nacionaes e es-
Yindupefo uhpio vapor hudez. a* *laoni.Afl
Yndu'peb uh|iao Tpdr ngfcz. ua
ra tjar Cadeia loja de ferngcm de Vi-
dal 4 -Saltos.
Liquidaco de
calcado francez,
ra da Impera-
triz n, 16.
Veode-se calcado fraacez para senhoras, me-
ninos e meninas por todo e qualquer preco, em
razio dot proprielarioi deate eatabelecimeato
terem de soriir novamente para a feata e quera
tem acabar com toda o calcado que no maamo
estsbecimeoto existir; assim como pedem mui
respeitosameole aoa seua devedorea o obsequio
de virem pt^ar as importancias de seos dbitos,
viato que do t* de novembro prozimo futuro em
diante aero entregue todaa aa conlaa a um soli-
citador afim de as receber como julgar conve-
niente ; fazemoa portanto o presente annuncio,
afim de que nao baja como bouve quem ae quei-
xasse do malo que em pregamos para esse fim.
Vestidos brancos
bordados.
Anda restam alguas cortes de vestidos brancos
bordados que conlinuam-se a vender peto bara-
tissimo prego de 5j), com t e 3 baba dos, de gra-
ca : na ra do Queimado n. 22, aa bem conheci-
da loja da boa f.
Relogios baratos.
Na roa Nova n. 21, ha grande porga o de relo-
gioa foliados, dourados e de ouro, patentes e ori-
zoniaes, auiaso e ingletea, os qaees serio ven-
didos pelos precos da factara. Cada relogioleva-
r um recibo eea que se responsabilisa pelo re-
gulamento dorante seis mezes.
Vendem-se na pra$a da Independencia ns. 37
e.39, loja de Antonio Augusto dos Santos Porto,
capellas de immortal para 2 de novembro ae bo-
tar no cemiterio publico, com os nomes seguin-
tea :
Minha esposa.
Meu esposo.
Uinba mei.
Meu pal.
Meu fllho.
Minha filha.
Urna lagrima.
Eterna amizade.
Saudades sempre vivas.
Vendem-se os engeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
trangeiros.
. Cbagaram Q tttuo filtradorea ingleses da
patente,, pioplos pira purificar tgua, veodem-
ae baratos, e sao poucot : na ra da Cadeia do
Recife n. 8, armazem.
Na ra da Cruz n. 10, caa de I
Kalkmann IrmSos &C, tem ex- ]_
posto um completo lortimento
de amostras de objectot de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correiai para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e groisura, pannos de
borracha, rod tas de dita, so-
bre ditoa artigo tora a m-se en-
commenda.
0 rival sem segundo, na
ruado Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
y, est yendendo tudo
bom e baratssimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ram, a saber;
fino a
Libras sterlioas.
Vende-se ao eseriptoro da Ha noel Ignacio da
Oiiveira e Filhe, Um do CerpoSanto.
160$000.
Venda-ae por 16QJ 11 cadeiras, 1 sof e S ban-
cas de abrir, ludo de Jacaranda, e em bom asta-
do ; tcaia-aa na ra da Cadeia o; 49.
Lencos de cam-
braia com padroes de se^
da a 2$500a peca.
Na loja d'aguia branca tambem ae vende mui
bonitos e ffnoa lencot de cambraia imitando seda,
iaao pelo baralisaimo prego de 3*500 a pega de
10 lencos. E' essa orna daa pecbinchaa que cusa
apparecer, e quando assim spproveitar-sa da
occaaiao, porque elles servem laoto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia braoca. na ra do Queimado d. 16, ter
vontade de comprar mais de urna peca, tal a
bondade delles.
Veodem-ae aaecaa com milho novo ; ao
armazem 4a ra da Senaala Velha n. U4, cosa o
fundo pata a novo cae de Apollo.
As naelho-
rea machinas
de coser dos
maia afama-
doa autores de
New-York:
vendem-se
unicam ente
no armazem
de fazendas
de Baymuado
Carlos Leile
&i Irmao, nu-
mero 12, ra
da Imperatriz.
Arado s americano se machina-
par a lava rroupa: em casa de S.P. Jos
hston A C. rna daSenzala n.42.
Luvas de Jouvio.
Caivete para aperar penna a
Ditos com 2 folhas muito finos a
Frascos de macs;i perola muito
Dito de oleo muito fino a
Tranca de lia com lOvsrss, bonitas co-
reas
Franjas de lia eom 10 varas, bonitas co-
res a
Sapatoa de tranca de algodao a
Ditos de dita de 13a a
Caixas com iscaa para charutos a
Cartas de alflnetes sortidos francezes a
Caixas de ditoa ditos a 80 rs. e
Escovas para Itmpar detes muito finas
800 rs. e
Duzia de facas e garfos, cabo preto a
Massos com grampas multo boas a
Cartes com clcheles a
Ditos com ditos de superior qualidade a
Dedaes de a;o para senhota a
Sabonetes muito grandea a
Apitoa de chumbo para crianza a
Rialejo para meninos a 40 rs. e
EuDadores para vestidos, muito gran-
des s 60 rs. e
Sapatinhos de laa para meninos a
Ainda tem urna variedade de miudezas que se-
ria enfadonho mencions-las, poissi vista que
se pode apreciar as qualidsdes e os presos.
80
350
100
100
200
800
11000
1J280
40
100
200
400
31500
40
20
4o r
100
200
20
100
80
400
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p
CU
o

I
%
4Uenco
---------r--------_ grande
~ aortimento de baha e badas, tudo da
ai differentestamanhose de diversas cores
11 em pinturas, e juntamente um grande
sortimento de diversas obrat, contendo
banheiros e gamelas compridas, grandes
e pequeas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, latas grandes pira conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil a
camas de vento, latas de arroba a 1#,
babs grandes a 4) e pequeos a 600
rs., bacia grandes a 59 e pequeas a
800 ra.,cocos de aza i i) i dusia re-
gadores regulares muflo barato, ditoa
pequeos a 400 rs., de todot estet objec-
tos ha pintados e em branco e tudo mais
se vende pelo meooa prego potsivel: na
loja da bandeira da roa da Cruz do Re-
cite, n. 37.
W. O. Biebar & C, saccestores, ra da Cruz
n. 4t tem para vendar relogios para algibeira de
ouro e prata.
Vende-se
Um esUbelecimento nesta prca em urna daa 7
melhores ruaa da commereio, cootando para loJ* do PaTa0-
mais de rime aoataa da mercadorias, sendo urna
ter^a parle de aeu valor vista e duas parles tm
prazos convencionados, com garanta : a tratar
aa ra do Imperador o. 65, segando andar.
Veade-se ctiaiobas de charutos a 800 rt. a
19600, os verdadeiros quiris proprio* para em-
presas, srroz pilado a 100 rs., em airaba faaVae
abalimenio ; s o San toa aa raa do Cerdoniz nu-
mero 1.

Retroz.

nhora
roa
Vendem-se caixOes vasios proprios
para baliuleiros.funileiros etc. a 1 $280:
quem pretender diri ja-ie a esta tipo-
graphia, que ahi se dir' quem os tem
para vender.
boa f.
di CoQtinua-se a vender aa aupeores luvaa de
agUa,SltOS Da ireglieZia de pellica de Jouvin, tanto para homem como para
S. Bento comarca de Porto *
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil paes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pea:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Ruada Senzaia No va n. 42
Vandt-st tm casadaS. P.Jonhstoa dC.
allinse Jilhasnglezes.candaairo? a casticaas
bronzaados.lonas aglezas, fio devtla,cb.icoit
para carros, amontaria.arraiospara earroda
asi tlout cvalos ralogiosda ouro paiantt
nglaz.
Relogios.
Vtndt-it tm casa da Johnston Pater d C,
ra do Vigario n. 3 um bailo sortimento da
relogios de ouro,patente ingles, deum dos mais
afamadosfabricantes de Liverpool; tambem
nana variadade da bonitos tranceln; para os
meamos.
A loja da bandeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a
lodoaoaaeue freguezea tanto da praca
cmodo mato, e juntamente aorespeita-
yel publico, que tomn a deliberacio de
balxaro prejo de todas assuas obras, por
cujo motivo tem para vender um
Do fabricante Anionio de Campot Navarro, a
udada do Porto, aeba-ae 4 venda no armazem
ae Fernandas A Filbes, na travatt da Madra de
aMoao.ll, um-variada aocHmeota da satraa-da
lama a corea ullimameai* despachado, que sa
vende a preces razoaveis tmn laaaar a eenta da
venda;
Attenco.
Iraa do Trapicha a^t.am tasa da Re r B
Rooker &C. exista am bom aortimento daii-
nhaa dacaresa brancaseateanateis do maahor
tbmsBtedologlaietaaaaqaaai sa Tanateas aot
drtsoimuirazoayais
Novidades do pavao.
A loja de Gama Silva, na ra da Impera-
m n. 60, acaba de ebe-
g|r una novo e variado
sortimento de fazendas,
qu vendem por presos
que faz admirar, como
sejam:
Um bonito aortimento de cassss suissaa a imi-
ta;ao de aedaa de quadrinhoa, que se vendem pe-
lo diminuto preco da 140 rs. o covado.
Bnlhautina a ^40 rs.
Vende-so brilhratina com quadrinhoa de cor
para eelidoa e roapas de meninos a 340 ra. o
covado : na ra da Imperatriz a. 60, loja do
pavao.
Organdys al^N,
Vende-se cassa de organdys de padroes muito
bonitos a 280 rs. o covado: na ra da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao.
Chitas a 240 rs.
Vendem-se chivas rraocetas muito miudinbas,
fazenda que sempre se vendeu por urna pataca,
e est se acabando a dase vileos : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurguro miudinho pr.oprio para ves-
tidos e eepas para senhoras epana roupas de me-
ninos, pelo diminuto prega de 400 rs. o covado:
na raa da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Las a 400 rs
Vendem-se laazinbas enfeatadas para vealidos,
fazenda de muito bom gosto, pelo diminuto pre-
go de cruzado o covado : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do psvo.
Com barras e babados.
Vende-se fioissimos cortes de cambraias para
vestidos, com barras e de babados, pelo baratissi-
mo prego de 9*500, 3$ e 3|500 : na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do pavao.
Cassas a 200 rs.
Veodem-ae cassas com aalpicoa graudos a 200
ra. o covado : .na ra elmperatriz n. 60 loja do
pavao.
Cassas de cores a 240 rs.
Vende-se cassas de cores fazenda muito boni-
to a 140 ra. o aovado : na loja da ra da Impe-
ratriz n. 60, loja do pavao.
Sedas a eovado.
Vende-tegroadeoaples preto muito encorpado
a 19500,1600 e 19600 dito azul cor de rosa e
cor da sana a lfOOO o covado, sedas brancas la-
vradsa para vestidos de noiva a b|S40 e 2&400 o
covado, dita_preta lavrada a 1&400, chamelote
pr* ." o0*8*0 : ra da Imperatriz
n. 60,.loja do pava.
. Eufeites a tf.
Vendem-se enfeiles de muito bom gosto pars
senhoras a 2*000 : na ra da Imperatriz n. 60,
ivao.
Eufeites a 640 rs.
Vendem-se enfeites defroeo proprios para me-
ninas e tambem para sen hora a 640-rt.: na ra
Imperatriz o. 60, loja do pavao,
Chapeos para seuhora.
Veadem-se chapeos part seohorss, sendo mul-
to tem eafeittaoa e os mais modernos que tem
viada* pela barttiaalmo preco de 10 : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pivao.
Feludo a 2^400.
Vendeai-aa vtilndot preto, coc de uf. azul
faaseie, a vamta-eaatire. prteTieapar* veilidoi de
sos hora a roupaa para meoiaoa pelo aaralimimo
preco de 2*400o cavado, aetado fazrada queaem.
prasevwtieaao: na na da Impt-atnz >,
laja do pavto.
Detoda estas fazendas se dio ameetrw der>
sat*do dea* paattor, aasiea eaaao seta" emites Ou-
afaa fastmdaa qjaa te ternaria eafadaaha de aa
meaeiaoar, lodta vendando-so mais barato qua
am auUaqea4oaer parte : na rtari laaparatrk
M,k>iad(ama:gUva, toada te aoha ool-
laeado ama Ubatau moho PAVAO pintado a
d noita urna luz em que diz o PaYO,
Ricos enfeites para seuhora.
Na loja da aguia de ouro roa do
Cabuga' n. 1 B.
Receberam de aua propria ancosaateasa os lia-
dos enfeites tanto para aeobora como para
"'Si W.IXZ eBd' DOr wav praca i
l?{nTf.' ^ I*'-5*' 7I Mlniakaa
V9, tuao uto muito baralisaimo porqae aa aaer
liquidar, pede-se os compradoras qae rbeaaaai
antes que se acaben : s na loja da aguja aa ast-
ro ra do Cabog n. 1 B.
Cascarrilhas para enfeite* de
vestidos.
S aa loja da agoia de euro da raa do Cifras*
n. i a, a que receberem am completo ron,menta
de ctscsrrilht das mar Hadas corva qoe pot-
sivel para enfeilar vestidos ou ropao7iohos e
erianea que t a vista rs poder fazer o preCo
Chapelinasparasenhoraal2|
d Na loja d aguia da ouro roa do C-baa* a. 1
.'lm P*r,.Tender cbapelioas da moilo ati
iha a
> asar
Tinta azul que fica AcTfaTa-bSao a
preta
A loja d'aguia branca receben nova remessa
deasaezcellente Unta azul que_flea prett. ewn- S na loja da agjlia de OUrO
fina a vender os boies a 500 rs. : na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Vende-se o sobrado de dous andares com
sotao na ra da Praia, que tinba a numeracaoz9,
e boje 31 : os pretenderles dirijam-ae a ra da
Gras n. 36 para tratar.
VENDE-SE BARATO.
Superiorea capas compridas de gorgu-
rio preto, manteletes modernos, tilmas
de croze, e chapeos de palha._________
Vestaos de seas modvrno de cam-
braia bordados, ditoa de phantaaia.
Sediohas de quadros, grosdensples de
cor, moreaotiqnn envrovado.
Cambraias de cures modernas, diiaa de
listras flngindo seda._________
Sintos, leques. golliohas e pannos pa-
ra roupo, espartilhos modernos e pea-
les de tartarum.
Saias balao de tudas as qualidades,
camisas para senhoras, ditas para me-
ninos. chapeos para s^nhora.
Tariaiaua, uto, musselina, diamantina
e lazioha de cor.____________________
Pulceiraa de sndalo, luvas de pellica
e chapeos para sonhoraa
PARA ACABAR
Colxaa de la e seda proprias para ca-
mas ou coberta de piano a 59*
Paleiota de caaemira a lOg. ditoa de
alpaca preta a 5$ ra da Cadeia loja
n. 23 de Gurgel & Perdigao.
s
Vinho do Porto.
Marques, Barros & C. tem para vender superior
vinho do Porto, em caitas de duzia.
Vende-te o verdadeiro vinho de Lisboa a
500 rs. a garrafa, vinagre a 200 e 280 ra., e a de
Lisboa, frascos de genebra a 600 ra., que pee-hin-
cha, vinho do Porlo a 1|; s oa taberna de San-
tos l C, ra do Cordoniz n. 1.
: Nova california |
DE
Fazendas baratas.
Na ra da Imperatriz i. 48, jonto aJ
2 padara franceza.
Cortes de cambraia branca com babadl- f
2 nhos 49 e 49500 superior 5, cambraia li- J
Z za com 8 1 (2 vara 3g, 3j>500, e 49, ditas de J
: Eacossia 59, e 6s, ricoa enfeitea para ae- J
5 nbora 69 e 6500. sintoa oa mais delicados
* para aenhora 2&500. 3, chapelina para cri-
anca gosto inglez 3j500,49, para baptlsado
39, cortes de vestido de seda Escosseza de 9
i bonitoa gosto 129 estao se acabando, ri-
I coa len^oa delabyrimbo 19,18200. chapeo
P de sol para aenhora de bonitas cores, lisos
859, cabo de marfim 59500, cortes de cam-
braia brancos com fTor de seda 59. risca-
do francez 200 ris o covado, completos
sortimentos de baloes de arcoa 39, aortl-
9 mentea de meiaa para menino e menina
200 a 240 ris o par. chales de tarlatana sa
de corea a 640 ris, lechos branco com bar-
raa 160 ria chitas inglezas a 180 e 200 rs.
dita franeeza a 240 e 280 ra. o covado
pecas de cambraia de forro com 9 vara*
a 29 : junto a padaria frsnceza n. 48.
:
Superiores organdys a
720 rs avara.
Vendem-se flnissimos organdys de moito bo-
nitos padroes, pelo barstissimo preeo de 720 ra
1 vari, d fazenda que sempre se vendes por
19200, assim pois, quem quizar comprtr fazenda
ana muito bonita e muito barata chegar roa
do Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
bo *
Para os balese theatros.
Riquittimot cintos douradoa com lindas fivelas
tambem douradaa e esmaltadas, e com ricas pon
tas para cahirem sobre oa vestidos, moito pro-
prios para as senhoras que tiverem de ir aos bai-
les e theatros ; veodem-ae pelo baralisaimo pre-
o de 49, 55 e 69: na roa do Queimado n. 22,
na bem conhecida loja da boa f.
Enfeites riquissimos.
Vaadam-se ricos eafeitaa de rateos, saooa me-
Ihores t mais modernos eae ha ne mercado, pelo
baratisaimoi preco de 8 : aa raa de Queimado
rr. t, ao loja da boa f.
#
Ra do Queimado n. OA
loja de 4 portas.
r Veadaeeobtpeos da caator braaca ra- ]
W pado a 69-
CnapaitsMt aa aada nana aenhora a 8J.
Chapaos de palha para sitiara a Tra-
vtetabtoa.
DHu da polliee a ecisMMi a 149 e 15.
ftamisaa para aenbtra a 89%
oottootoiot
120 rs. a vara.
ra do Cabugn. 1 B
Receberam grande aoriimento da aateaa de te-
das as larguras psra concertar ou fazer baloes
para meninas e senhoras que sa venda pelo ba-
ratiasimo preco de 120 rs. a vara e a pee. cam
45 varas a 49500.
--I
O melhor gosto.
W Chapeos depalba muito fina enfeita- A
m lados a trtvittt a 12J e 141. chale* da Z
ata, !-qu,m. a 12'15, l5'30. 35. 40. 45 T
9 501. enfeites de retroz e oulras a&uiua
ga. fazendas do melhor gosto possivet e por Z
2 barstissimos presos : na roa do Qoenaa- V
V mado leja de 4 portas de Ferrie A Maia. A
A 280 rs. o covado
de cassas francesas de muito bonitos padroes com
4 palmos de largura, pecbtacba. na raa da
Queimado o. 22, na loja da boa f
Loja de marmore.
Vende-se para liquidacao catviniraa
i inglezas de urna so cor propaa para tur.
rar carro a 3|50O o cavado.
_ wtVeitWaBfcCPCCtW C8MW M. _
Loja de marmore. M
Vende-se pira liquidado meias bran- *
cas inglezaa para homem a 39a duna.
'am at raa ni i ni mm**.
Loja de marmore.
Vende-se para liquidacao mantas ora-
tas lavradas de fil a 29
Retratos das principaes
personagens da Europa.
Na galera photograpbica da roa do Cabaaa.
18, primeiro andar, entrada pelo pateo da ma-
triz ha para veoder-se j conveniaoteaienie ea-
caizilhadoa e preco de SMJOQ ra., retrtlaa tan
pbotographia de S. S. Pi IX, conde a> Aatnla.
Fernando II, Napoleio III, Imperatriz EuseDia,
principe imperial de Franca, Vctor Eo.n..ol,
Ganbaloi, Alezaodre Dumas, mtreebal M.gnan,
congresao de Pars. Scbtniel, e varioa rrtraiee
das acirizes e dantarnaa dos principaes Ihesiiee
de Pars. Ha tambem para veadar-ae liosos
quadrinbos para collocarem-se retraloa em car-
tes de visita.
Potassa da Russia.
Vende-te potassa da Roaaia da maia nova e
superior que hi no mercado a a preco mallo
commodo: no eseriptoro de Manoel Ignacio de
Oiiveira & Filho, largo do Corpo Saalo.
Ricos cortes de vestidos brao-
cos bordados.
A' loja da boa f na rna do Queimado n. 22,
chegou novo sortimento de ricos cortes de vesti-
dos brancos bordados com 2 e 3 babados, oa qusat
continutm i ser vendidos pelo baralusin o preco
de 59 cada corte : ns rna do Queimado n. Jl, aa
bem conhecida loja da boa f.
Eserayos f agi os.
Fogio Dodis30 de setembr^ da correcta
anao, urna escrtva crioula de idada 36 a 40 am-
os, baiza, gorda, de nome Mara, deadeoiada,
cabellos alguna brancos, tem noe bracos m a
do culuvello carolos, levando um tanoieiro pio-
lado de verde com loaca para vender, a eetjee
de chita branca com folhot ntt asaos aa; raga
se ss autoridades policises e ctpitSes de esatae
que a apprebendara e levem ao Hospicio n. 98 en
na ra estreita do Rosario aa casa do Sr. Jas
Mareara da Silva, tamas desde ji ae protesta
contra a pesaos qaa a tiver occoltado.
Fugie do englobo do abaixo tteignado, aa
dia 13 da dezembrodo 1859, am motatma tttaaen
or nome Joio Gregario, iaada a>*0 a 94 aattae,
am preto, altara regalar, alegra a rrevieto. effl-
co da carreiro, o qoal fai preso aa> Babia em Fe-
veveiro de 1^60. e remettide psra Peraaobace
em um vapor, d'eade toreen a fugir, aaaeee-
aeestar na Babia ; roga-ta aa tutortaades a*lt-
ciaes a aaeftaea da campo qae a appwaaaaatt e
o remetttm pira Perntmboco a entregar a* Sr.
Joto Fimo de Lemot Jnior, o ajea pagar cjatl-
quer disptzt qaa se flser.
UmNltno da Btala Soasa Lata.
Ainda cntima > eatar egtaa aa ataada ee
Otinda deatka tt)e)a eeaatiwe tmitM paaaaa
o pnttode^naeaiae'ertBC^ttnieelevtepiaatau toa
cipcoeata aaoos, altara regatar e am ItaMo asagra,
tem um aigaal debaizo do albo tea,aerea, um ta-
-Uta t paqaseao poatto am lado tnaaita do reate.
tem um lubinho debaizo do braco dtroite. teta
a* nenio aa pd esqsardt, esta rate fi asefave
aa Gteuti, aastmaooM de tnajtoae S. Oteee de
*>. Maataai Gaa4aamareawo de&teka. e ceeafa
Stem aadada paloa arrabaldea deaca cteae.
m ata neta Vareta e taca, preearanea at-
vico, com am bilhete ftlao, aeonata que aiade
eaianaa a andar patea lana-da api: deede j aa
pteiattt aontra quem e tiver aeotiaee, egavt
aemar tw dar oottciaa eerttt lava-a raa eaf
salla Nora n. 7, que seti bem gratificada.
mV Jl I
ii"


(8)
duiio m fwrmneo; qu*RT\ iba te d outubro e imi.
T

Litteratura.
Urna breve resposta.
Tendo lido o Otario de Pemambuco de 17 e
18 do mei patudo, ah topare! oom ura escripto
assignado peto distmcto acadmico o Sr. Coelho
de MaceJo, de cujojalento e iulelligencia tenho
tido as melhoreslnformagdes.
Era eu bem elaborado arltgo propoz-se o Sr.
Macedo i refutar un pequeo e perfeilo es-
cripto que publiquei no Lidador Acadmico, e.
que vae cima, transcripto sobre a pena de
morle. Ksss
l'oralgum tempe vacillei, le devera, ou nao,
aceitar a luva, e desear com o meu digoo con-
discpulo arena Jornalistica ; porqusnto, com-
pletamente indisciplinado eai combalus desta or-
den, tenho receio de entrar em semelhantes dis-
eusses.
Todava entrare! Da questio.
Acompaobane os uieus argumeatos na mes-
ma ordem, ees- que os colloquai, cometa o Sr.
Macado, em refutacao ao meu 1 argumento, por
sustentar a pana kmorU por meio da historia,
e diz: < sempre que se nos aprsenla urna idea,
urna iostiiuigo que, datando de remoliisimos
terapos, despeito da vartaco dos coatumes, e
das creocas quer religiosas, quer polticas dos de-
ferentes poros, Irn?niille da poca a mais incul-
ta mais culta, do poro o mais atrazado ao mais
esclarecido, do gorerno o mais desptico ao mais
livre, do judeu ao chrisio, deromos respeitsr se-
riamente essa idea, essa inslituigo. ans.ysando e
estudaado com toda graridade o fu lamento de
aua creago, a a razao ou o motiro que as tem
feilo recommeodaveis em tedas oa lempos, sera
encontrar barreiras sua sustentagao nessea cho-
ques de diversos elementos, nos multplices as-
pectos qae tea tomado aa sociedades dos povos
do universo com essas traosieces e vicissitu les,
porque tem paaaado a humsoidade airares de re-
volugoes de toda aspecto a nalureza at o sys-
tema poltico moderno. Neste argumento que
acabo de reproduzir textualmente, pretende o Sr.
Macedo justificar adopglo da pena capital pelo
simples tacto da ter sido alta creada em remotis-
simos lempos, a ligada ao sculo XIX pelos ao-
tepassados.
Mis onde poder-se-ha encontrar a razio phi-
lasophica de semelhaute principio 1 Eslari elle
de harmona com as leis qua regulara o destino
da humanidsde? Vejamos.
Se abrtrdes a historia dos poros, e a esludar-
des, nao como mero enrmala, mas como philo-
sopho, fcilmente recoohecereis a prolunda dif-
ferenga que distlogueum seculo de outro seculo,
um povo de outro poro, de ura governo outro go-
verno. E qual ser a csusa leste pheoomeoo?
Perguntae s verdadeira pbilosophia da historia, a
qual vos eosinari que a idea predominante que a
historia da humanidade nos offarace a tenden-
cia realisaco dessa le. mysteriosa gravada no
coraco do hornera pelo autor do universo. E' o
aperfegoameoto do ser livre e racional o princi-
pio preponderante e synthetico di phtlosophia da
historia. E' perfectiblida Je, essa idea congeui-
ta ;i nalureza humana, a causa primordial desse
desenvolvimenio, que se descobre na transigi de
um oulro seculo. Como todo ente creado, o ho-
rnero foi talhado para attingir a um certo termo,
que a sua perfeicao: mas a nalureza nao per-
mittiu que esse destino bsse realisado de um s
jacio, porm lenta e progresivamente. E por
issoqua no esludo das naces e dos goveroos o
historiador encontra cada passo grandes inter-
nados que separara um povo de oulro. Finalmen-
te, o desenvolvimento da humanidade, diz um
escriplor, tem pocas successivas, cada urna das
quaes asslgnalada pela apparico dessas gran-
des ideas novas, que tanto transformara a vida do
povo que as viu nascer, e depois se espalham por
toda a psrte, onde a intelligencia tem bastante
desenvulvimento para comprehende-las. Eoto
os sentimentos se alargara e ennobrecem : facul-
dades e forjas novas se maoifeslam nos diversos
ramos da vida social; e a vida humana vem ser
mais rica e variada.
Ora, se da essencia do homem e da humani-
dade que em cada poca surja mais urna, mais
urna verdade quelraduza aperfegoameoto ; e que
as ideas e os principios alias adoptados em po-
cas anlepassadas, nao possam sempre adaplar-ae
I organisago especial do seculo novo, como
prelender-se que qualquer instituicao deve ser
por nos abracad somante, poequ leve origem e
voga nos lempos anligos?
A aniiguidade ser titulo suficiente para que
o seculo moderno applauda os desvarios e os pre-
juizos dos outros lempos e lhes consagre profuo-
do respeito? J se v por tanto que nao pode
prevalecer o principio estabelecido pelo Sr. Ma-
cedo, isto que devemos respeitar toda idea, e
toda ioslituico que datarem de pocas mu re-
motas.
E se por ventura fosse capaz de proceder se-
melbante argumento, a coosequeucia immediata
serta que ao seculo XIX corra o dever de abracar
toda essa serie de principios absurdos que j ti-
veram longos reinados. Portanlo a historia so-
mente se prest provar que a pena de morte se
remonta talvez ao braco da humanidade ; mas
amis servir para demonstrar que as naces de
hoje devem cegameote inscrev-la em seus c-
digos, porque alravessou immensas pocas.
Alm disto coovem notar que a pena de mono
nao traz, como pretende o Sr. Macedo, o cunbo
da universalidade ; porquanto, ae ainla recorrer-
nios sua historia, nao eocontraremoa urna s
edade, em que espiritos eminentes e generosos
nao se teoham pronunciado ainla mesmo entre
os preconceitos de aeu seculo, contra o derrama -
ment do sangoe de seus semelhantes.
No antigo Egypto ja houve um rei que baixou
um decreto abotiodo de seus estados a pena ca-
.* pital.
Entre os Gregos e os Romanos encontram-se
luminosas discussoes sobre a appticaco desta
pena.
Thucidides narra que disputando-se em pbli-
cos discursos em Alhenas sobre o destino dos
Mitileoes aecusadoa de reballio, o orador Cleone
perorou pela juslica e vaotagens politices da re-
ferida pena, e o orador Diodolo (allou em oppo-
sicao, combaleodo-a.
O orador latino lambem ja dizia em seu lem-
po Nolile, Quintes, hane souviiiam diutis pa-
ti, quee uon modo tot cives atrociasim sustulit,
aed humanitalem ipsum adimet consucludiae in-
commodorum.
E Salluslio acrescentava: c De pena autem
possum dicere id quod res babel: in luelu atqae
miseriis mortem oeramosrum rquiem, non cru-
- cialum esse ; ultra eque eurce eque gaudio lo-
ca m esse. >
Finalmente na mesma Roma, como mesmo con-
- fessa o meu digno condiscpulo, a pena ultima
foi por algum tempo abolida para os que eram
Cidados Romano.
Por cooaeguinte aioda a historia quem nos
mostra qae a pena do patbulo nunca foi geral-
mente admittida.
Passando afora ao 2 argumento apreseotade
pelo Sr. Macedo em favor da legitimidade da dita
.pena, observamos que elle ae aoccorre ao princi-
pio estabelecido pelo conde de Rosii, que o se-
gainte : c A pena o meio de exercer a justica.
Suppondo-se que a pena capital aeja neeeaaarla
o cumprimento desse dever, como affirmar que
ella Ilegitima? Suppondo-ae que a morle de
um homem culpado de aasassinalo seja a nica
pena capas da deler o braco doa aasaaelnos, de
Iroduzr os effeiloa que ae eapera da pena, so-
reiudocorao exeraplo, o nico meio de attingir o
flm qae o dever impe justica social, como af-
flrmar que o bem da eiistancia nao pode ser ti-
rado ao assassino? >
Este argumento do ioaigne criminalista funda-
se iocootestavelmeute em doaa hypotheses, isto
6, Rnssi diz que pena de morte ser legitima,
quando se tiver provado que ella neeesaaria ao
cumprimento da justica publica ; e qae o ni-
co recurso capaz de deter a mo dos facino-
rosos.
Mas nem O conde de Rossi, aem o Sr. Macedo
poderlo demonstrar semelhantes proposigee.
E' verdade que a pena de morle exemplar.
como outra qualquer pena barbara e severa. E
quanto man cruel or a pena, tacto mala exem-
plar toroar-ee-ha ; porquanto incate nos espiri-
tos um maior reeeio de perdar-aa um bem qua
ae liga mais importaacia.
sia o qae prava Uto i feas* da pena qae tev
pugoamos?
se prostituer, quelibe otile, quelquo preventiva
qut cotte pelas pul etre ee tel ou telpsys? E
depois c de reflecttr que a examplarldade coosi-
(*demda come qualidade de teda pena lagitima.
visa um fim duplo, isto mister que ella
prodaza a emenda .do culpado, e aa oppeoha
que os outros o Iraitem.
Ora. eese duplo fim veriGcar-ss-ba no patbu-
lo r E' ah que sa effeiluar a emenda do
demnsdo?
vez do aaio social o hornera rebelde e sardo i sene
preceitos.
Depois disto, o Sr. Coelho da Macado, aullo
maravilbalo, como sa en Irte titease descobarto a
quadratura do circulo, pergunla.ondeestioesses
recursos engendrados pela civilisacio moderna,i
que allud no meo pequeo artigo ; e aeretceota
qae nio er as penitenciarias dos Estsdos-TJni-
con- dos, ao passo aue ja Unha Hito, tratando do sys-
tema penitenciario: c Ali, verdade, pida se cor-
Posto isto, continuemos acompanhar eu seus rigir, e de tacto algumaa vezes se corrige algn
argumentos oSr. Macedo. homem qua em ama occasio dada praticou um
No exeroi'lo que elle aprsenla sobre o Qua-
ker, for?a confessar que desta vez o Sr. Mace-
do foroeceu-nos mais urna arma para combate-I j.
O que revelaih s -juak^rs tendo horror ao der-
ramamenlo do sangue de seus semelhapWs ? Nao
ser o seu proeediainnto uro documento vivo con-
tra a nossa civilisago, oossa moral e anssos cos-
tures? E nio ser sobremodo vergoohoso que
nos que nos orgulhsmos de povu civilisado, re-
cebamos esta grande lic.o de um povo a quem
damos a antonomasia de selvagem? Mas. i ver-
dade que, como diz o Sr. Macedo, a os cuholi-
cos nao acreditam no que pregara quakers.
Depois disto, passa o Sr. Macedo a sustentar a
pena de morte, ampliando o aeguinle principio
do ronde de Rossi. < E' este o vicio capital, tra-
tando da reparabilidade desta pena ; aquello de
eocootru ao qual vem se quebrar lodos os racio-
cinios dos que ousam ainda applica-la ura
grande numero de crinoes, aos crimea de difficil
prova, aos delictoa polticos.
O eximio criminalista compreheodeodo per-
leramente a fallibilidade da justica social em suas
sentengas. e de outro lado reconhecendo na re-
parabilidade talvez a mais importante das qua-
lidades Inherentes uma verdadeira pena, receia
a appltcaco do ultimo supplieio muitas espe-
cies de crimes.
Entretanto o Sr. Macedo ajunta < todas as leis
dignas deste nomo sao assaz escrupulosas e cui-
dadosas em vedar que o homem seja victima do
erro e da fraqueza do homem. E depois con-
clue que as sabias leis polticas vero ainda em
soccorro ao individuo que por ventura tivesse de
ser victima do erro ou do odio do juiz, da falsi-
dade das proras : eslabelecem efficaz meio de re-
mediar-se esse erro ou wjusti;a, quando os haja,
do juiz e do jurado. De sort que o Sr. Coelho
de Macedo admitte o direilo de graca como urna
salutar garanta para a innocencia, nao se lera-
brando deque o direlto de agraciar mais um
forte argumento contra o uso da pena de sangue.
De feito. aquelles que crearan o sublime esa-
lutir direito de perdoar tiveram especialmente
em atteoQo aa penas severas e barbaras: foi
para estas principalmente que creou-se aquello
precioso attribulo da corda. E talvez a existen-
cia do patbulo fosse a verdadeira origem dessa
rica prerogaliva offerecida ao throno. OuQamos
Ducpetiaux. Nao senao a moderaco e a popu-
laridade da pena que podem torna-la propria
prevenir os crimes : a severidade excessiva das
piinices arrssts seu descrdito, sua inexecnco
abre a porta aos abusos os mats perniciosos. E'
entao que bem looge de deter a mo do crimi-
noso, ella nao faz seno favorecer seus funestos
designios. Com effeito, prosegue elle, se o cri-
minoso v os jurados trahir sua consciencis, re-
cusar-se evidencia, e colloear-se ao lado do
reo; se sabe que as teslemuohas seguem este
oxemplo, e recuam depois, ou nao fazem decla-
rarles seno com repugnancia ; se elle v os jui-
zes ligar-so esse coocurso immenso, e mitigar
quasi sempre urna pena que parecera igualmente
reprovar, e o proprio soberano dispeusar cega-
meote suas gracas ; como querer-se que o reo se
nao prevajeca de todas estas proraessas de im-
punidade para arroslar de mais 5 mais a um cas-
tigo que elle podo alera disto frustar de outras
tantas maneirai ? Desprezando pois o phaotasma
cora que o ameagara, elle se familiarisa com sua
idea; o apparelho imponente di justica nao
mais para elle seno urna comedia qua o iote-
resse tanto menos quanlo elle coohece seu des-
feicho.
Isto posto, entremos com o Sr. Macedo em ou-
tro terreno.
Reproduziodo ura argumento de que nos ser-
vimos para refutar a pena de sangue, o Sr. Ma-
cedo, com grande admiracao nossa, escreve estas
palavras e passa depois negar que a segu-
ranza publica pode ser alcanzada por outras pe-
nas exactamente substitutivas da pena de morte,
etc. Era que parle do meu pequeo escripto en -
ooolrou o meu condiscpulo temelhanle proposi-
$o? Se nao houve erro na coraposico lypogra-
phica, declaro que o Sr. Macedo levantou-me um
falso : pois quera recorrer ao dito escripto, en-
contrar fielmente as seguintes expresses:
a pretendemos mostrar que esse grande, tratara
da seguranza publica, e saluttr resultado pode
ser alcanzado por outras penas exactamente subs-
titutivas da pena de morle, etc-
Posto porm isto de parle, entremos no argu-
mento mais importante, o da necessidade. O Sr.
Coelho de Macedo pretendendo confutar os meus
argumentos contra a necessidade da pena ultima,
recorre ao marquez de Beccaria, o qual, depois
de se ter proposto demonstrar que, em geral, e
pena de mono nao til, nem necessaria, apr-
senla, ainda embuido das ideas de seu secuto,
dous casos em que a morle de um homem anda
pode ser considerada como necessaria.
assassinato. Aqu, sim.que'no ha contradic-
ho. O que diz a isto, Sr. Haeedo T
Mas, j que meu digno condiscpulo nao er
as minhas fracas expresses, ao menos aprecie
estas insinuantes reflex5es de ura criminalista :
a Oastabelecimeoto -de um poier poltico, es-
creve o Sr. Basilio Boeresco, a uniJade cas leis,
a desapparico da anarchia caussda pela vexacao
dos tyrannos feu iaes, o augmento do bem-esiar
material, o desenvolvimentu daioslruecio publi-
ca, a segurlda'de geral, as garantas lomadas pela
tei para assegursr o respeilo devido liberdade,
vid e> ara bens dos cidados, os progressos, era
fim, da civilisaco, tudo tem contribuido me-
Ihorar o estado social, material e moral, e a tor-
nar os homens mais seaslveii aos casligos pela
poder publico. Os cdigos e os goveroos, prose-
gue elle, tem em psrte seguido esta reforma ge-
ral, os erimes capitaes tem diminuido em urna
forte proporcao ; a pena de morte est abolida
aa Franga em materia politica. Outros paires a
tem abolido de facto em materia civel. Os jura-
dos, quero dizer, a opinlio publica, tom procura-
do desviara lei ; e as mais das veres nao se ap-
plica a pena capital seno no caso de homicidio
com premedilaeo. Urna priso perpetua pede-
ra sem Inconveniente algQm substituir a pena
de morle, mesmo oeste ultimo caso. E' essa urna
neceesidade actual, um progresso, coja- proiuas
realisaco j lem pressentido os legisladores:
isto o que reclamara os coraces generosos e
que nioguem pode mais combaler com razos
sufficientes. Feliz o paiz, conclue elle, que der o
exeraplo dessa reforma humanitaria e civltisa-
dora.
Agora quo temos de alguraa sorte respondido
aos poucos argumentos que forraulou o Sr. Ma-
cedo em prol do cadafalso, analysemos os moti-
vos que aprsenla o meu condiscpulo para recu-
sar a anlorilade de Lamartine, a quem invoquei
em mioha questao.
Disse o Sr. Macedo qae Lamartioe nao gran-
de philosopho, e aem lhe coosta que seja crimi-
nalista, apezar de reconhecer nelle um grande
homem e admiravel poeta. Mas qae criterxum
assiste ao Sr. Macedo para asseverar que Lamar-
tioe nao philosopho nem criminalista ".' Poia o
Sr. Macedo ignora que o graode Lamartine um
espirito esclarecido por diversos ramos scien-
tifleos ?
Ignora que Lamartine nos tres luminosos e fe-
cundos discursos que prounnefou no parlamento
francez, eem outras occasides importantes arre-
batou a to.las as iotetligenciaa ilustradas que ti-
veram a felictale de ouvi-lo ?
E foi tal a influencia que aa suss eloqaentes e
insinuantes palavras exerceram no espirito da
Pranga, que talvez aejam ellas o preludio de urna
prxima'abolico desta peoa barbara no cdigo
francez.
Finalmente, antea de terminar estas imperfei-
tas linhas, farei aioda urna pequea refleto so-
bre a questu verlente.
O Sr. Macedo sabe bem que lodos os argumen-
tos que se tem inventado favor do patbulo,se
podem reduzir, em ultima anallse, ao da oppor-
tunidaie. Resta saber se ji lempo de abolir a
pena dts morle ; porquanto, aquelles mesmos que
a admitlem, fazem mil votos para que se aproxi-
me o tempo dess revogaco.
O proprio Rossi confessa o seguinte : a pena
de morle ura meio de juslica extremo, perigoto,
de que nao se pode fazer uso seno com a maior
reserva, em caso de verdadoira necessidade, cuja
suppresao completa se deve desejir, e para cu-
ja abolico o dever ordena que empregueraos lo
dos os nossos esforgos, preparando um estado
de cousas que torne a abolico desta pemeom-
pattvel com a seguranza publica e parti-
cular.
Mas quem poder affirmar, priori, que aioda
nao tempo de realisar os votos do sabio crimi-
nalista ? Niaguem de certo, menos que se pre-
leoda avaocar urna proposico cuja ver>ci4aac o
fuluro e s o futuro poder descubrir. E p'| con-
traro, na historia criminal .vamos encool<* tac-
tos que nos fazem presumir, que o Bras ,. por
exemplo, nao pode correr serios perigos aboliodo
a peoa capital. Para isso abramos aa estatistica*
da Luiziana, da Toscana e de alguns Cantos da
Suissa, onde esta pena foi abolida ; compareaao-
las com as nossas, e entao, feita a devida propor-
cao, acharemos que nesses paizes venturosos e
verdsdeirameote civilisadoe, ondeo poder publi-
co o primeiro reapeitar a vida do hornero, o
numero dos crimes nao tem augmeotado. E qual
ser a razode aemelhante pheoomeoo'.' A razo
sem duvida que no a severidade do castigo
prete* tomo juiz, a ao> como ru : ella veio,
coma vas aleto aa como iauadacio do ocano,
varrar a superficie da terrs para nella fazer bro-
tar a sement da lberdade: cora a espada na
Bal diraila o sea Evaogelho ai esquerds alfa
quebrou as cdelas de um paasado de igiomnia
e de eaeravido, e laogou no mundo oa grandes
principias, at eato descoaheddos. e que tea
trabado: o direito da torga a o despotismo da-
viam cetler o terreno forga do direito e lber-
dade. A misso da revolugo franceza eslava
aislo, e nisto somonte, e a posterilade tem tudo
dever 4 essa generosa Fraoga de 89, quelegou-
ihe a lberdade; mas ella de na parar ah: a sua
misso foi de luta: a raisso de paz devia se-
guir-se, o Evang*tbo devia completar a obra da
espada ; e elle a completar.
O Sr. correspondente pergunta onde est a re-
volugo'franceza. Bu respondoella est em
todos os coragoes: ella est- aa todas as oonsli-
tuiges modernas, que nao sao seno a consa-
grado, mais ou meoes modificada, dos princi-
pios de 89, 1820 na llalla e em Portugal, 1830
na Franga, na Blgica, em toda a AUemanha. na
Polonia, eis a obra da revolugo fraaceza. 1817
e 1844 em Peraambaco, I8I3 oa Fraoga, Italia,
Hungra, Austria, Russia, AUemanha, eis a se-
ment langada no mundo pela Fraoga de 89.
A revolugo franceza est em toda a parle:
onde ha um coraco livre ahi eat a revolugo
fraaceza, por que foi ella quem deu a lberdade
ao mundo: nioguem lhe poder arrancar essa
gloria.
D*pois disto alada perguntar o Ilustrado cor-
respondente onde est a revolugo fraaceza ?
Aa outras repblicas, Parleoopiaua, Liguria-
na, etc., etc., dervalas da repblica fraoceza,
estavam as mesmas circumstancias, em que ae
acha a outra derivada bstava ; elevadas pela re-
publica francesa ellas deviam chr com ella;
formadas, sem bsses, ellas nao deviam durar
uais do que aa circunstancias, que lhes deram
naacimento ; nao de admirar, poia, que estas
repblicas, feitas de momelo, e por Napoleo,
sendo mais um paiz conquistado do que um paiz
livre, livessem desapparecido, e seguido a sorte
de seu fundador, que nao lhes poda dar seno
urna existencia epbemera.
Farei mais algumas observages, pira as quaes
pego toda a indulgencia do illustrado correspon-
dente do Diario. E' verlade que, como diz S.
S., MonUsquieu escreveu no seu Etpirito da lei
que nao preciso rumia probidade para que
um governo mooarcbico ae manteaba, mas em
uro Estado popular necesssrio urna mola de
msis, que a virtude ; por que, diz elle, quan-
do em ura Estado mooarchicose deixa de execu-
tar as leis o remedio fcil: basla que o princi-
pe mude de cooselho, ou corrija a sua negligen-
cia ; e que, quando em um Estado popularas
leis doixam de ser executadas, como isto s pode
vir da corrupgo da repblica, o Estado est ja
perdido.
mar dos representantes, au lhe respondo qae
muio mais me adaira puxar-aa urna eislolls, a
com ella ameagar-teum collaga do parleaseata,
como acoateceu na seaso do nosso parlameoto
em 185a.
Incuria pela segnraaga publica.Pareee-me
que o digno correipaodeote quaa faejrrprne com-
pleta e perfeila alluso ao nosso estad* da cou-
sas: comedia eleiloral, Iroprensa impdica, a-
coa no parlamento, incuria pela sefuraafa pa-
blica, tudo isto o digno correspondente, fnexo-
rave, nao deixuu em silencio.
Eu nao estranho que os EstaJos-Uaidos lives-
sem consultado a Mirabeau.'o spostlo da de-
mocracia, sobre a fundago da coodecoragao de
Giucianato ; povo navo, inicindose nss pra ti-
cas de governo, para ellas desaoahecidas, que-
rendo por outro ladu ter um meio de premiar o
mrito, era justo que ellas consullastem a opi-
oio de Mirabeau: o qua todava nao impedio
que elles abollssem essa condecoragau pouco lem-
po depois. B en observo este respeilo que os
preseotes, feitos aos funecioaarios do Estado pe-
loa paizes eatraogeros, sao depositados ao mu-
zeu de Washington.
Esse gosto particular pelos ttulos, essa defe-
rencia pela aristocracia e pelo principe de Galles,
sao cousas as mais naluraes do mundo: o sehli-
mento de curiosidade pelo que novo, e extra-
oho, principalmente as classes ignorantes, ha
em toda a parte ; entre nos iato ae observa mui
frequentes vezes: qualquer successoinsignifican-
te, que se passa as russ, urna briga de mole
ques, excila urna curiosidade inexplicavel mes-
mo as classes um pouco mais esclarecidas;
quem atravessa aqu a poute do Recite v os pa-
rapeitos cheios de gente, alguns de casaca, em
pasmaceira s por verem os pescadores laogando
os seus ances juotj ponte, ou urna alvareoga
enganchada nos pilares da ponte.
Ora, nao cousa q-ie canse admirago ter o po-
vo doa Estados-Uaidos esse seoiimento de curio-
sidade e de gosto pela nolade. Eu nao estou
certo disto, mas fago idea da brilhaole ovago,
que teve Kissuth era Londres; estou convencido
de que GaMbaldi, ae fosse Inglaterra (e tem si-
do isso convidado diversas vezes], teria a mais
brilhaole ovago, que pode aspirar ura here.
Napoleo I, quando appareceu no couvez do
Bellorophonle, foi sau lado por estrepitosos hur-
rahs por milhares delnglezes, que juncavam os
caes: disto entretanto eu nao tiro illago alguma
da naturesa dessa, que tirn o Jornal do Com-
mercio de Lisboa: assim como egualmente nao
tirara nenhuma por ter Napoleo III si lo rece
bido trlumphalmeoie na Inglaterra, a rainha Vic-
toria em Pariz, etc.. etc. Alera de que, como
bem sabe o Sr. correspondente, o modo de com-
posigo da pojulago dos Eslados-Uoidos tem si-
do dos mais irregulares e perigosos; centenares
Desses dous casos o primeiro aquelle era que
urna nago so v coRocada na posigo de reco-
brar ou perder sua lberdade. Em segundo lu-
gar nesses lempos de anarchia, quando as leis
sao substituidas pela confuso e pela desordem.
Primeiramenle convm declarar quenista dou-
trins, anda que do marquez de Baccaria, nanea
ser por nos abragada, nem tida por evanglica,
como julgava o Sr. Macedo. Pois pelo contrario
pensamos que desta vez o (Ilustre Milanez raos-
trou-se incoherente coro suas propriaa ideas
aliunde eroillidas : porquanto sendo elle o pri-
meiro proclamar o largo iotervallo que separa
o direito de punir do de defeza, refere-se duas
situagoes polticas, e aoormaps em que s pode
ter lugar este e nao aquelle. E depois para oa
imponente a reflexo que este respeito faz o
illualre Curmignani. < A discusso jurdica sobre
a pena de morte, dizia o distincto professor, nao
para essas pocas calamitosas, ou as que se lhes
assemelbaram. Ella urna discusso de per-
feigo moni, que por isso mesmo presuppe umt
sociedade estavel, bem regulada e tranquilla.
Sea pena que se quizesse substituir morte,
como pena urna lei, nao seria possivel fallar
della oode lodo o imperio da le fosse descoahe-
cido dos homens.
Alm disto, fique o meu collega persuadido de
que, o marquez ae Beccaria, apezar de marchar
aa vanguarda dos que impugnaran systematica-
mente a pena do sangue, vivia com tudo sob a
presso das leis dos costumes de sen lempo.
E o Sr. Macedo nao igoora a influencia que
exerce sobre o espirito ainda mesmo esclarecido
ela sciencia os prejuizos e os costumes do secu-
d em que se viveu. E por isso que o Sr. Boe-
resco. successor de Beccaria, no combate patibu-
lar, diz mui acertadamente que Beccaria oo im-
pugnou satis'actoriamente a peoa de morte ; vis-
to que, em seus escriptos, se bem que luminosos,
ae deixa ainda enchergar tragos dos principios
errneos de seu tempo.
Na verdade, lodos sabem que o argumento prin-
cipal de qae se serve o Ilustre marquez, para
profligar a pena capital, fundado sobre urna hy-
polbese que o seculo vigente laoga no numero
das utopias das antigs eras.
Dito isto, vamos apreciar urna flagrante contra-
dieco em que apanhou-nos o Sr. Macedo.
Em o ossu precitado artigo disemos o se-
guate :
c E' verdade a soeiedade possue infelizmente
em seu seio homens to perversos e rebelde; s
leis, que a sua existencia torm-se iocomp'aiivel
cora a da sociedade, a quem incumbe o dever de
remove-los de seu seio, e para sempre.
Logo conclue o Sr. Macedo, o cadafalso', o ni-
co meio de attingir aemelhante remogo. Admira
que o distiocto condiscpulo deduzsse daquelle
principio esta concluso. ,.
Por veotura as prises seguras e perpetuas, as
delenges continuamente aereadas de vigilantes
senlinellas, e casas penitenciarias alo serio um
meio iadispensaveimeote efficaz para impossibili-
lar para sempre o facinors de continuar na estra-
da doa crimes?
O r. Coelho de Macedo nio sabe qae o haem
cpqdeaned urna prls'o vitalicia eat segregado
do gremio socuj fjfio sabe ju^q individuo cas-
quera moralisa o povo ; oo.
A moralisago e educago de um povo eato ne
derramamento das boas ideas e saos doulrinas.
E' a iostruego publica quem melhora o povo.
E' o desenvolvimeoto do trabilho e da industria
quem mata as paixdea cupidas e infrenes. E, fi-
nalmente a riqueza publica e particular quem ar-
reda o homem do caminho doa crimes, e fa-lo
entrar na esphera de aeus deveres.
Recite 8 de outubro de 1861.
E. P. Lobo Cedro.
Sea pena capital legitiaa sotteate porque. ^ circumsticTa* nao goza de iWtos polliicos.
exemplar, ento deviam oa legaaladorea moder-
nos
que
acerca-la deaae horrlvei eortejo da toroentus
outr'ora a aeosopanhavam para torna-la mata
terrivel, a eonse verdade, Sr. Macado T
Alm dlato de natar qae o Sr. Reaai wataasa
que nem toda pasa exampiar lagitima, qeando
SBBLr;
floretea
sjp^sa^
derrait-oa conda
nem fle todos os direitos civis, e que parda titu-
lo de cidado ? ^ .
E o que tem que eese individuo (asna direito
proteceo aoclal T
Isto i msis urna provaasla bondade e Importan-
cia das penas qae aubatitarem satlafactbriaaenU
da sangue. J v, pois, o 8r. Macada, qae a fvr-
A guerra civil dos Estados-Unidos.
(Concluso.)
Successivamente possuida pelos romaoos, pe-
los francos, pela casa de Burgoaha. ella pasaou
em 1477 para o dominio da casa d'Austria ; no
reioado de Philippe 2*. exasperadas pela extrema
tyrannia do duque d'Alba, que as goveruava em
nomo do rei de Hespaoha, as seie proviacias
mais septeatriooaes se insurgiram contra o go-
verno hespaohol, e se fleeram iodependaotas,
coostiluiado-se em urna foderaco, qoo eliescha
marera repblica; mas, era vez de insliluirem
um poder essencialm-nte republicano ou demo-
crtico, elles cotlociram-se sob o dominio da fa-
milia de Oraoge, que ae toruou proprietaria do
cargo de Stathouder. V, pois, o illustrado cor-
respondente que.se ellas sahiram de urna dy-
nastia, fui para cahirem n'oulra, e que o titulo
de repblica, que ellas se arrogaram, foi apenas
nominal, e aem fundamento. Todava convm
notar que o Stalhouderalo oo ae tomn logo he-
reditario : e um escriplor observa i este respeito
que a gloria dessa repblica contempornea do
aeu periodo republicano, eque ella cao fez seno
decrescer logo que o Siathouderato tornou-se he-
reditario na familia de Orange. Este estado de
cousas durou at a iovaso franceza ; sendo a
llollaada coaquistada pela Fraoga, que della fez
urna repblica, assim como falla-hia monarchia
se isto nao fosae contraditorio ; ajHollands, pois,
coostituio-se republics, nao por ai, mas por im-
pulso da Fraoga: tanto que, logo que a Fraoga
tornou-se- imperio, lambem a repblica balara
re lusio-se ao reino da llollaada; o facto, por
conaequencia, nada explica: por que tudo de-
pendeu da repblica franceza, e assim como esta
fez da Hollaoda urna repblica, te-la-hia feito
ama monarchia, se naqaelta occasio fosae mo-
narchica ; do mesmo modo que a Inglaterra,
Fraoga e Russia fizeram da Gracia na reino, por
que ellas eram monarchias.
O Sr. correspondente pergunta ainda que des-
lioo teve a primeira repblica franceza. Eu res-
pondo qae teve o destino do terremoto, cuja des-
truigo nao eterna ; do ralo viogador da jusli-
ga ultrajada por scalos de tyrannia ; o destino
do vulco cuja erupgo temporaria, mas deixa
vestigios ioapagaveis.
A revolugo francesa o facto social de maior
importancia nos lempos modreos : della data a
poca, em que os povos coraogaram balbuciar
aa primeiras palavras de lberdade : ella foi na
ordena politica o qae o catholicismo (o oa ordem
religiosa: nao Ibe fallaram nem o Evaogelbo,
aem o sacrificio: o Evaogelbo a declaracao dos
ditos do homem, a qual, do mesmo modo qae o
Evaogelho de Christo, pereorreu o mundo, e on-
de chegou deixuu um vestigio ; o sacrificio foi a
decepago do militares de eabegar, aseriado sao-
greoto, mas os crimes foraai enormes, e o casti-
go devia ser exemplar; o mundo pago ravoltou-
se contra Chnsto, o amado eardpu, aanarateci-
do, com o paganismo, revoltou-se contra 89,
maa curvoo-se.
i O cathohcsmo, patea, stio conquietee o saav
do pelea araa, nea peto sangue, e aia aeb
soffrimaoto, pata ristfaialiB, palo oartyrio:
En primeiro lugar oo exacto que um Esta-
do mooarchico aa possa sustentar sem a virtule,
e que neste ponto haja differenga entre os prin-
cipios de qualquer governo : por quaoto, como
diz o padre Ventura, a a honra (que Montesquieu
aprsenla como principio do goveroo monarebi-
co) nao seno o seoiimento de zelo da alma pa-
ra defender a sua dignidade ; ella im.'oe sicrifi-
cios, esforgos, isto virtude; por outro lado a
virtude no seoo o esforgo d'alraa trabalhaodo
por ornar-se com os atavos que lhe sao pro-
prios, e que honram-n'a aos olhos de Deus, dos
horneas, e seus proprios olhos: a virtude, pois,
um seoiimento delicado de pudor interior, um
verdadeiro ponto de honra. A cresceota ainda
este sabio escriplor qae a virtude sem a honra
a virtude sera dignilade ; a honra sem a virtu-
de a cobarda, que provoca o duello, qae leva
ao auicidio, quando ella oo o orgulho no es-
tado de fatuidade e cobriodo-se do ridiculo ; as-
sim, cooclue o padre Ventura, nao ha virtude
sem honra, nem honra sera virtule, e por con-
secuencia urna e outra sao necessarias tanto as
monarchias como, as repblicas.
Em segando lugar eu oo posso achar a rasao por
que em um governo monarchico, quando as leis
deixam de ser executadas, bista que o principe
muda de cooselho para que as cousas tornera ca-
minho direito: era a raso por que era urna re-
pblica, quando ae d egualmente esta circuns-
tancia, o Estado estja perdtJo ; por quanlo rae
parece claro que laoto ns monarchia como na re-
publica a corrupgo lem a meama origem. e tan-
lo era urna como n'oulra el'a produz os mesmos
resultados : se na mooarchia basta que o princi-
pa mude de cooselho para dar-se remedio
qualquer desvio, na repblica tambem esse re-
medio fcil, urna vez que para elle o remedio
consiste em mudar de cousetho ou emendar urna
negligencia: menos que elle quizesse dizer
que en urna monarchia ludo se resume nos go-
veraantes ou no principe, e as repblicas tudo
us governados, o que cortamente um ab-
surlo.
Mas, folheaodo aioda Montesquieu ; eu vejo
que, pela definigo que elle d da virtude, nao
ella cousa difficil de cooservar-se firme na re-
publica. Diz elle no capitulo 2, livro 5 do E.
das leis. A virtude em urna repblica urna
cousa muito simples: o amor da repblica,
um sentimento, e np urna serie decoahecimen-
tos: o ultimo homem do Estado pode ter este
aentimento, como o primeiro ; 'oode se ve
que oo cousa difficil de existir em qualquer
repblica, e que pode multo bem existir cm urna
exteoso desejavel para constituir a base do go-
verno republicano.
Eu toco agora de passagem as repblicas mo-
dernas. Eu nolo aqai que a Suissa repblica,
e repblica feliz, desde o anno de 1308, em qae
apenas tres cantos se revoltaram contra a Aus-
tria, e coustituirara-se repblica federativa, que
ae foi augmentando auccessivameote at 1857,
quando ocaato deNeufchatel sahio do puderda
Russia monarchica para o da Suissa republicana ;
e isto nao obstante a sua insignificancia, nao obs-
tante todos os movimenlos sociaesqoe tem havi-
do desde 1308, alguns dos quaes a tem alcanza-
do, e nao obstante a divisao religiosa quo nella
ha : oo obstante taotas annexaces, tantos des-
merobramentos, e dissoluges, que tem havido
em torno della, a sua autonoma tem permaneci-
do intacta, e ha presumpgo de que perraaoega o
slalu quo at que um novo89marque urna
nova era ao mundo.
Noto mais que as repblicas imperceptiveis de
S. Marioho oa Italia, e Andorra na Hespaoha,
ahi esto desde lampos mui remotos.
Quaoto s repblicas Hespanholas da America,
o Sr. correspondente bero sabe que ellas oo po-
deriam ser outra cousa seoo repblicas, e que
oo sera urna monarchia, que havia de tirar-
lhesa aua naturesa rebelde e inconstante. Tam-
bem oo ignora S. S, que, tendo ellas feito por
ai a sua independencia, tendo-se inspralo em
um odio profundo contra o despotismo da metro -
polo, que as maasacrava, nao podism adoptar
outrs forma de governo seno esta.
O illustrado correspondente saba tambem que
a independencia do Brasil foi feita por iniciativa
do Sr. D. Pedro I, e que se elle oo tivesse Dea-
do no Brasil, o Sr. D. Pedro II nao estarla em
S. Christovo: asaim como que eotre o Brasil e
Portugsl (reflro-me aos goveroos) oo havia a
aniraosidade qae havia entre a Hespanha e suas
colonias: que finalmente o Sr. D. Joo VI acon-
selhou aeu filho, que se a corda do Brasil ha-
via de perteocer oulro, elle a tomasse para si.
Vou concluir pelo Jornal do Commercio de
Lisbia.
Bu disse principio qae o Sr. correspondente
eslava de accordocoramigo em alguna pooloa :
aqu; por que eu, refutando o que havia S. S.
dito em urna de suas correspondencias, aprsen-
la! algumas causas dadaaunio dos Estados Uni-
dos ; S. S.. porero, citando o Jornal do Commer-
cio de Lisboa, oo fez mais ao que vir era mea
auxilio, mostrando outras causas, que alias tem
a sua explic;o, como oo ignora o illustrado
correspondente.
Quanto s aleteos nos Estados-Unidos, psssa-
sa eotre nos exactamente o mesmo: lurbaa ignaras
e aem cooscieocia do que fazem, afugeotam da
eomedia, que eotre nos se chama eleigo os ca-
racteres puros, e coaseienciosos ; eu podara mes-
mo copiar as palavras do Jornal do Commercio
d* LitMa para applica-las s nossas etoscdea. Is-
so, parea), nio imparta cousa alguma contra a
forma de governo; ae com effeito sueeede o qae
de mhares de emigrantes correra para all lodos
os anuos, e nao a melhor gente que para l
vae; por iato eu nao admiro estas demonstrages
publicas este ou aquelle respeito: assim co-
mo nao admiro i, que leve lagar em New-York
era honra de Pianosi, que leotou assassinar a
Napoleo III. Admiro, porem, como o Jornal
do Commercio fallou pos Shaka-hsnds das mia-
ses americanas, por que era qualquer parte se
troca mais do que simples Shake-handa- Quan-
to ao revolver e bouwie-kuife, eu nao sei desses
fados de detonagss ao almogo ou janlar, e cer-
tamente ha nisto urna grande exigerago, que
oo se justifica ; aqullo nao foi seoo urna pi-
I hera do escriplor do Jornal do Commercio de
Litba ; eotre nos principalmente a maior parte
da populago nao dispensa o seu caivete oo bol-
so, e os que oo trazera caivete usara de florete
noile, e de da de bengalas de estoque, chico-
tes da mesma especie, etc. etc.; os sopapos, so-
cos, facadas, bofetadas, tambera sao cousas, que
se v entre nos cada momento: as facadas oo
sao muito frequentes ; isto aqu serve para o ar-
tigoincuria pela seguranga publica.
Quanto ao artigodifferenga de ragas isto
um precooceilo arraigado, e que nada poder
destruir ; o Sr. correspoodente sabe em que grao
elle existe aioda entre nos, e nao serei eu que o
stigmatise ; e ou aioda tenho minbas duvidas
em acceitar o precooceito to extremado como o
d o Jornal do Commercio de Liaban.
Terminare! tocando muito de passagem oa or
gaoisago militar: o illustrado correspoodente
nao ignora a larefa espinhosa, que me imput,
nem a difftciencia das minhas torgas para o de-
sempeoho della : vou fazeodo o que posso.
Os Estados-Unidos tiveram a felicidade de oo
terem redor de si um s Estado poderoso : nun-
ca leve por conseguidle necessidade de um eier-
cito permanente, essa chaga dos paizes Euro-
peos, e qua lhes sbsorve urna grande parle de
suas rendas; paiz livre, o mais livre do mundo,
livre de mais, elle oo tioha tambem inimigos
internos que temesse : dispensou por isto a con-
servago de um exerclo, que seria para elle um
perigo: esta a raso por que, nao sendo os
Esiados-Uodos ura paiz militar, oo hsvendo
nelle urna organisago militar, nao tem elles
tropas, generaes, ambulancias, e tantas outras
cousas, que s urna boa organisaco pode forne-
cer.
Devo observar que tudo isto estranho for-
ma de governo ; sao vicios da organisago admi-
nistrativa, e da legislago, que nada provam
contra o systeraa.
O Jornal do Commercio de Lisboa publica as
seguales proposicesa Perdem terreno no con-
ceiio geral as formulas republicanas e as combi-
nages democrticas.Em New-York, Boston e
Philladelphia consagram se as premtaaas, cuja
illago parece aer o estabeleciraento de ura thro-
no no lugar da cadeira presidencial. Fiqaei
estupefacto diante da to grande zelo. Pois em
um paiz, onde ha lberdade de msis. e que, se
aspirasse mudangas, era para caminhar mais
para a anarchia, possivel, crivel qae se d o
que escreve o Jornal do Commercio de Lisboa ? I
Pois logo depois que o partido republicano ven-
cea o partido democrtico e o esclavagisla, que
se quer fazer acreditar semelhsole canard ? O
que me parece que o Jornal de Liiba fuadou-
se em algum membro dessa impreosa venal e
impdica, que elle tanto sligtnatisa, para con-
firmar o aeu dito.
Recite 23 de setembro de 1861.
I. A. Fernandas.
de entbuaiasmo, fez oo?ir aa segalates phr
E', sobretudo, aa momento da advacaidada qaa
osaantlmeajtoa rassgiasos devea manifesUr-aa
era todo seu explendor, fortificando sala O)
almas doa fiis, e iapriasiodo-lhae ama eaergia
qae a laca aobreraaaeira is mala duras prava*.
B qddtn nos dir qae, dtraatej eoeea traa-
quillidade e abrigo, sob ua lectoWspitelalie ola
esteja prestes a loar a hora da dksa peraegai-
co ? Que nao aeremos ettamaJET Uria da
regar cora o nosso sangue a vereda illostre, qaa
nos tragaram lanos mariyres?
Como alegremente relo, neafNaa daellas
que me eseutam, leara a fraiaa, vista do
perigo.de renunciar ao sea Deus; antes ae per-
suado de que, prasenteiroe (Trootanan Iota
'qualquer tormento, e sorrtndo offerecettaa a ca-
berla coroa do martyrio... B caaliauoo a fallar
por mais Umpo.
Nunca foi sua elocuencia lio persuasiva a arre-
baiadoia. Conservava-se a saneables viveasef
silenciosa; lagrimas se van*desusar da ees*
olhos ; aomenle Igoez pareca trate o abatida :
aombrio prosentimeoto Ibe revallava cosa carta
o que Taqueada apresentara oo astada da darvide.
Nao era por clcalo que ella trema ; vista co-
mo, forlemeole affaicoada I sua erasen, tafia,
aem desanimar, entregue seu corpa a lorteree ;
mas porque Taqueada, o esposa de ana eecatha.
raorto e despedagado p4o inalrumeato da sea
algozes, era um pensameato que aia poda ast-
ea rar, e que trmula repellia.
A noile nao p le acalmar o seo espirita lio
abalado por to lugubrea imagen*, e aa maaha
seguale, quando lhe partecipoo sea marido ajo*)
imprtenle negocio o obrigava a aasaattar-sa par
algum tempo, a infeliz Ignez lancou-s* aa saos
bragos cora lodos es iodieios da sa violaste des-
espero : Oh I nio me deixes. Taqueada I es>
clamou ella unindo-se fortemeote ; alo aa dei-
xes I
Que significa esta dor, Igoez ? Nio te dase
eu que breve aos tornaramos a ver f
Enganas-me, deballe procuraste eseosder-
metua eraogo. Ella, mai* que loas palavras, lu-
do me reveliou. Tu vas procurar a morte, Ta-
queoda 1
< A morte I.... exclamou elle, e sea elh*r 4e-
teve-se con. firmeza em sus aulber para ceriifi-
car-se de que essa palsvra oo era easual,
Si-n, a morle I.... proseguio Igoez ; porm
eu a partilhirei coratigo. Jess Chriito. fallsado
da mulher, disse : c Por seu mando deitari pae
e me, e perianto Taqueoda, ea le s*gairei I
c O Salvador do mundo tarabea prescrevM i
mulherobediencia aquelle quem confessa
sua fragelidadeporlaoto te ordeno que fiques.
A infeliz baixou sileociosa a cabega, a aass
bragos, que apertavam o corpo de Taquea-
da, tornaram insensivelraeole aos seas logares.
Cora a presenga de sua mulher, prestes i ser vic-
tima do desespero, o hroe chrisio seatio-se ti-
lubiado ; entretanto por um esforgo sobrohaasso
TAQIMDA,
aner ana fearac a ^ nio.i yTfMt"""" capaz deseparar por
um*
o Jornal citado refera, isla colpa da sjslema
eleiloral, a oo do ayatema da goveroo ; assim
como fot adoptado esse systeraa da eleigo, po-
de-te estabelecer um outro, qua saja melhor.
Quanto ao trecho relativa a itnprensa, ipsls
veris o qaa ha entre nos, at mesmo as tovaa
da pao; aqai aesmo vemos urna aova ha pouco
soffranas a craaido alie vtveu, acaaaea, e a ar- j teope.
vara da Christo cobre s universa coa aa caos ra. I Qaaato adalraca, qae mestra o digno eor-
mot. A reTaluco iranoats, palo caotrario, sp-1 raapondaote, palca socos aa plena cesan da es-
Historia japonesa
O christianismo, cuja moral sublime foi pre-
gada at as regies mais remotas do universo,
langou por muito tempo urna luz. pura, e bri-
lhante no meio das trevas da ignorancia em que
se acharara envollos os povos do Japo.
Orna multido immensa desees homens desvai-
nados, cedeodo vos poderosa, eloqueocia
inspirada de piedosos missionarios, despedaga-
ram seus dolos, e reconhecerm o Daua dos
christos.
Fortes pelo espirito divino, que os snimava,
eram vistos do momento da perseguigo confes-
sar sus nova creoca, e sustenta-la no meio dos
tormentos com ums constancia .e heroismo ina-
balaveis.
Em 1603 resalveo o rei de Fingo abolir o chris-
tianismo em aeus estados, e para este fim orde-
nou qae se Uzeasen) as maia rigorosas indaga-
ges sobre aquelles. que o tioham abragado.
Taqueada, japonez distiocto por suas vir tu les,
posigo e fortuna, era ebrietio.
Viva com aua mi e esposa, em ama caaa de
campo de recreio, situada alguma distancia da
capital de aua provincia.
Feliz pelo casto amor de sua joven companheira,
a quem os missionarios em baptiamo deram o co-
me de Igoez, fogia do mundo a da seus falsos at-
Iraclives.
Desconhecia inda a funesta ordem do rei,quan-
do urna tarde, passeando com sua esposa pelaa
frescas sombras do seu jardim, foram ambos in
lerronpidoe ea seu recreio pela chegada intem-
pestiva de um mancebo da cidade.
Como fosse este amigo de Ta^uenda. delle
aproximou-se coa aa ar mysierioso, e lhe dea
a entender que desejava era particular fallar-
Ihe. Immediatamente Ignez ae ratirou.
Entretiveram aa doua amigos ada looga con-
ferencia, e quando Taquenda foi ter caraaaa mu-
lher, cala, para ella olbando, aaireaecaa $ par-
qualo seu semblante ordinariamente Uo calmo,
eslavas agitado, & sau sorriso ara forcado. Nao
obstante, vendo que,elle procaca/a accultar sua
furtou-se a este espectculo, depoi* de ter impri-
mido um beijo de despedida oa froale paluda da
Ignez.
Sua mi, a quem a confioa, a fez alvo de aass
cuidados, e proeurou reaoima-la coa piedsese
confortas: sublime exeraplo de firmeza ebrstia !
tanto mais quaoto Taquenda em urna larga css-
versag.au cora ella lhe havia ludo relatado.
Acabava elle, talvez, de tnumphsr da anata da-
r prova porque teve da paasar. Sea corelo as
partir ao ver as a 3igoes de Ignez, e cojo amor
retribua cem igual ternera : foi, porm, sa oc-
casio de deixa-la, oessa occasio em qae mais
sentios necessidade de cooler-se, qae sisgoa s
seu tributo fraqueza humana, despr*ndeodo-ee
de seus olhos algumas lagrimas. Entretanto, de-
pois de se ter ajoelhado e orado, se lvaseos
calmo e animado de um novo esforgo. Sea amigo
lhe havia feito coohecer no da antecedente a or-
dem regia publicada coaira os chnstios, a de-
sejoso de poupar aos delatores o irabalho de de-
nuncia-lo, Taquenda resotveu-se a faser ama
confisso publica de ana crenga.
Foi com este designio que se diriga ci-
dade.
Chegado praga publica, confunda se eo a
multido, e ressenliu um secreto orgulho de po-
der confessar em alia voz o ees Deas ea presea-
ga de to numerosas testemunhas. Subinda a sa
estrado, annuociou, por acenos, querer fallar, .
quaado todos fixamente olhavam para elle, disse
com urna voz forte e choaote :
a A lo Jos que me oevem ; ea Taquala, sos
chrisio.
Immediatameote mm'los homens atiroraa-ee
por sobre elle, e o coaduziraa i presenga do gs-
vernador.
Este, porque o estiraava, leotou lodos em malee
que lhe poderam suggerir a aaitade a coropai-
xio para salva-lo. Releve-o ea sus rasa, aguar-
dando as ordena do rei, e, aproveitaaoo alguns
momelos de l-lu junto a si, servia-ae alleraa-
ii va raen te da linguagea do altelo, e da aaaeacas
para decidi-lo a manifestar aa eignal aioda qas
equivoco de venerago aos dolos. Taqueada, po-
rm, mostrou-ie egualmeole ioseosivel is as-
dueges da amizade, e aos perigos qaa aa Iba la-
zia entrever.
Nessa eolrevista estavam, qusodo o go veras-
dor recebeu ordem do seu soberaoo para laagar
o corajoso Japonez em aa aaaaorra, a ca
pouco faz-lo morrer se por veotura pabUcaasas-
le nao ae retractasse de sua audacias* caaBsaia.
Julgou entio conveaieate o ees prolector ir ter
coa a mi, e mulher de sea proteg**. Foi
aquella, a quem primeiro ae diriga, e aseaos fal-
lou :
c Senhora, obrigado a dsr conla as asas sobe-
raoo das disposigoes de vosso filho, aaaeste exi-
jo delle urna ligeira complaseeocia, ama via ds-
monstragio de respeilo ao nosso esli: conser-
ve elle a sua crenga na intimo da aaa caracas ;
mas submetta-se apparenlemenle. E' tea* qaaa-
to lhe pego, e, ae vos alie chara, aia s aatatar
cooselbo que deve dar-lhe a vossa amor.
A mae de Taquead*, que merecer Agorar as-
tro as heroinaa da primitiva enreja, aass hesitar
respoudeu :
c Por certo que me elle charo, e aais qaa
miuha propria vida, emquanlo nao manchar a
sus com alguma pusilanimidada, a t
far credor de minha affoigao.
E cruzou as mi os sobre seu aaio para
os sentimentos malernaes qae se soblevsvss
ira sua resposta.
c Cuidae, redarguiu o governador, calda* asa
que esta obstinagio vae conduzr Taqaesda i
morte, e que assim, seris seu complica a lete
munha.
a Eatio terei someole ama aspirag*; a ds
poder misturar meu saogue coa a um para psr-
lilbar urna gloria, qae invejo.
{Continuar-te-ka.)
pertarbacSo, nio atreveu-se
causa.
a perguntar-Iba a
A' noile, segando o costme, a familia a es
Criaqos da casa aareuairaa para a oraqo esa-
aura. T*odo acabado da recita-la, Taquela
pareceu recolher-se por ua tostaste, depois do
Boa toi, pnocipio lenta a baixa. se tol ge**
dualocate animajade.e postalno de una espacia
Erratas.
Parecer do Dr. E. A. Cavalcanlx i* Al%-
gseraae.
Em logara menor duvida ; a gravetago
diga-aea menor duvida a gravelacao.
Em lugargravilava ; rutavadiga-aegrsvi-
tava, rutava.
Em lugarcomo o coragao boiavamdlga-ea
como o coragio boiaram.
Em lagarae acbava a outra; beioasiga
ee achava a ostra, beioa.
Em lugare soluveis dos medicrnosles di-
ga-aee soluveis dos corpos
Em logaro slcool extrae-osdiga-sao al-
cool os extrae.
Em logarvenhaa a perderdiga-ae rasa
a perder.
Ea lagare lodo, e qualquerdiga-asa to-
do c qualquer.
Em lagarqaa encerrando diga as qss as-
cerro.
Ea lugarboiram, salvo diga-ae asiara.
sslvo.
Em lsgar-sotavcl, for tal diga-as setsvel
fur tal.
Em lugarmtsmss folhas siga-as a aaa as
bolhas.
8m lugarcrepitsno debaixe daga-as crs-
pttavam debaixe.
Em lagarausencia do
via a use aria da chatre.
Em lugarsegundo, a intredeco diga-
segueda, a intradneo.
Em lugarterca,, descaro
seterceifa s desasvelvimeste.
Ea lugar quarto, a ntacsraeic i
quarta a maceragss.
Em lagara iosuffiteo, sis. a
diga-aea iosattaco a '
Em lagarprercgtr -Iba a
rogar a vida.
Ea lagarlava lagar par i
lugar ; por que.
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fN.TTP.l>BM..F.l)EFAB\U4nU.asa. ^
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