Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09814


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Full Text
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Mil XXXTJi IOIIIO 238
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TIRCA FEIIA IS II OTBRO II Rll
PtrBB*adianUd19|000
Ptrta fraic pan t sibseripUr.
NC ABUSADO! A TJMCIPCAO 99 ROST
Psnhiba, o Sr. Antonio Alexandrino do Lima!
Natal, o Sr. Antonio Marques d Silra; Araea-
ty, o Sr. A, do Lomo Braga ; Ceara o Sr. 1. Jos
do Oliveira-, Maranhao, o Sr. Manoel Jos Mar-
tiaa Ribeiro Guimaraes; Para, O Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCoata.
PAttTIDAS DO* UOHMKlUa.
, OUnda todoa oo diaa aa |irR fenraa do dio.
Igoereos.Goianna 0 Parahiba naa aegamdas
aextaa-feiras.
S. Antao.Bezerros, Bonito. Caruar.Alnho o
Garaohaoa naa lergaa-feirK
Pao d'Alho, Natareth, Limoeiro.Brejo, Pe-
quein,lngazeira,Floree,Vitla--ietla,Boa-Yrte,
Oericury e Fx as quartat(airas.
Cabo,Serlo hae m, Rio Formoso, Una,Barreires
Agua Prela.Pimenteiraa o Nalal qaintas feiras
Todosoa eorroiospartem|aa 10 horasamanille
KPHKMBtlDES DO MU DaTOBTUBR.
4 Lea nova aa 4 horas o 37 niatos da man-
to Ouarto crascanto as7 hora* e 47minatos da
Urdo.
18Lnaehia as 4 horas 35 mnales da tarde.
M Qnarto minguaateaa 7 hora o 33 mtaiMos 4a
1 tarde;
PREAMAR DEHOJI.
iPrimoiro a 1 hora e 49 minutos da manilla.
Segando a 1 hora e 18 minatos a tardo.
IASDAfKMARA.
Segunda. S. Calalo p. m.; S. Fortunato b.
Tere. 8. Therozs da Joaus r. e. fanladora.
Quarta. S. Msrtiniaoo m.; S. Gallo ab.
Quinta. S. Edotigaa riuva duqueza.
Sexta. S. Lueaa Evangelista: S. Trifona m.
Sabbade, S. Pedro do Alcaotara f.
Domingo. S. Jlo Cando adrogado.
aUUKMUIaS DO TBlBtftAJiS DA CAPITAL.
Tribanot'do commereio ; aagandas a quintas.
Rolado:tarcas, qairrtta a aabbados a10 ho?as.
Fazenda.- tergss, quintase sabbadoa aa 10 horas.
Juizo do commercio : q aortas ao oto da:
Dito do orptasros: tercas o ooxtas aa 10 horas.
Primalra rardo drol: tersas o sexta sa a meio
dia.
Sii?!!Bd W* i0 *i?*1 t* a sabbadoa a 1
hora da tardo:
encakbegaoos OASUBSCsUPCAO DOSUL
Alagoas, o Sr. Claudino Paleas Diaa; la aria,
Sr. Joa Martina Airo*; Rio da Janeiro. a tr
Joio Partir Martina.
EM PERNAMBUCO.
Os proprtetertos do DIARIO Manoel Plgnelror
de Paria &Filho, na ana lirraria prsgs da Inde-
pendencia na. 6 e 8.
PfcRTE OFFICIUL.
' '
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente
do dia 1 1 de outubro
de 1861.
Offlcio ao Exm. presidente gipe.Passo as ruaos de V. Exe. para ter o con-
veniente destino a cerlidio de assentamentos do
cabo de esquadra Manoel Fraacisco que partencia
ao 2o batalhao de infamara e engajou-se para
servir na companhia de caladores desea provincia.
Dito ao presidente do Piauhy.Accuso a re-
cepcao do offlcio de V. Exc. datado de 19 de
agosto ultimo cora duas collecgees das leis pro-
mulgadas nessa provincia no anno de 1859.
Dito ao commandante das armas.Era soluc-
gao ao ollicio o. 1590 de 28 de setembro ultimo
cohj que V. S. trouxe ao mea conhecimento o
do commandante da companhia fiza de csvalta-
ria firmado na mesma dala transmitto-lhe por
copia a informaco da thesouraria de fazenda de-
clarando o meio regular de se eAVctu.r a remon-
ta da cavalhada da mesma companhia.
Dito ao commandante da eatagio naval.Ex-
pela V. S. aa suas ordeos para que o comman-
dante to brigoe escuna Fidelidade transporte
para o prendi do Fernando, um caixio cora ar-
tigo de fardamento destinados as pracas do 9
batalhao de iofantaria all destacadas.
Dito a thesouraria de fazenda.Mande V. S.
pagar oa veocimentos, relativos ao mez de se-
tembro ultimo, aoa officiaes de 1* linha, corne-
tas clarioa e tambores, embregados pos corpos
da guarda oacioaal deste municipio, orna ves
qne estojam nos termos legaes os inclusos docu-
mentos que me foram remettidos pelo respectivo
commandante superior interino cora ollicio de 9
do correte aob o. 152.Communicou-se ao com-
mandante superior do Recito.
Dito ao mesmo.Kecommendo V. S., que
estando nos termos legses os inclusos documen-
tos, mande pagar a Simplicio Jos de Mello, con-
forme reqnisitou o commandante superior interi-
no da comarca do Brejo em ofQcio de 8 de se-
tembro ultimo, os veocimentos relativos ao mez
de agosto antecedente, dos guardas naciooaes
destacados naquella villa.Communicou-se ao
commandante superior do Brejo.
Dito ao provedor da Saola Casa de Misericor-
dia.Mande Vm. recolher ao hospital dos Laza-
ros o africano livre de nome Angelo, que segun-
do consta do offlcio do inspector interino do ar-
senal de marinha, asta padecendo de elephanlissis
doa gregos. Communicou-se ao inspector do
arsenal de marinha.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Io-
teirado de quaolo Vmc. me commuoicou em seu
offlcio o. 273 de 8 do correte lenho a declarar-
lhe em reeposta que solicitei do Exm. presidente
do Maranhao para descarga do patrio mor desse
arseoal o documento de entrega do hiate cons-
truido para o servico da capitana do porto da-
quella provincia.Quanto porm ao pagamento
da soldada do pratico da costa que val servir no
mesmo hiato nao ha inconveniente em aer paga
nesta proviocia urna vez que elle prove ter salis-
feito plenamente as suas obrigages.
Dito ao director geral da tnslrucgao publica.
Respondendo a consulta qe Vmc. fez no Qual de
seu offlcio de 11 de setembro ultimo sob n. 278
tenho a dizer que em vista da informarlo junta
por copia, ministrada hootem pela thesouraria
provincial dte aer paga pela renda do patrimo-
nio dos orphios a despoza feita cora o enterro do
menor Bonifacio, fllho da africana livre de nome
Hara que se acha ao servigo do collegio das
orphia..Fizeram-se aa necessarias commuoi-
cacdes.
Dito ao director das obras publicas.Trans-
miti i Vmc. cobertos com a informadlo da c-
mara municipal do Recite os inclusos papis re-
lativos a nova ponte e doka que Francisco Bote-
lho de Aodrade pretende construir no terreno,
que possue na ra do Brum, aura de que d o
seu parecer aobre o systema de ponte, pelo qual
se pronuncia a mesma cmara.
Dito ao conselho administrativo.Autoriso ao
canselbo administrativo a comprar para a phar-
macia do hospital militar a objectos menciona-
dos na inclusa relacao.Fizeram-se aa com mu-
nicacoas.
Portarla.0 presidente da provincia, atten-
dendo ao que requereu o bacharel Julo Hercano
Alvea M.ciel, juiz municipal o de orphaos do
termo de Goiaana, resolve conceder-lhe dous
mezes de licenga com veocimentos para tratar
de aua sade.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que requereu Francisco de Paula do Reg
Barros, capillo da 3* companhia do 4 baUUwo
de iofantaria da guarda nacional deste municipio,
resolve conceder-lhe seis meza* de Ucenca para
tratar de aua sade.
Expediente do secretario ao go-
bern.
Offlcio ao bacharel Joaquim Jos da Olireira
Andrade juiz municipal de Nazsrth.De ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia accuso
recebido o offlcio de t do corrate, que V. S.
commuoica ter naquella data reassumido aa fenc-
cdes da vara de direito dessa comarca por ter o
respectivo proprietano entrado no gozo de urna
licenga.Fizeram-se outras commuoicac,des.
Dito ao meamo.S. Eic. o Sr. presidente da
proviocia manda accussr recebida.s commuoica-
Sao que Ihe fez V. S. em 27 de setembro ultimo
de ter naquella data assumido as funcces de juiz
municipal desse termo e deiadoa de juiz de di-
reito por ter chegado o respectivo propietario.
Fizeram-se outras communicacSes.
Dito ao escripturario Firmino Herculano Bap-
tista Ribeiro.O Eim. Sr. presidente da provin-
cia tem resolvido mandar desenojar i Vmc. aflm
do qne continu a prestar os seus.aer.vigoa uesta
secretaria ; o que Ihe declaro para aeu conheci-
mento e execuco.
Despachos do dia 11 de outubro
de 1861.
eoMertnen(o.
Adi Mathias.Aguarde o supplicante desteto
do goveroo imperial.
Abaixoa asexuados moradores na comarca do
Booito.-^Sellfldo volte.
Capitao Aurali.no Garateante 4a Rocha Wan<
derley.Sellado volle.
L", Foeieco de Sampaio o Sllva.-Paaae
poruaoncedendo a licaaca pedidi.
com oatabilidade no futuro daquelles desgranados
paizes para firmemente confiar na boanovs, que
acaba todava de ser aqu bem acolhida pela
classe commerciante de Loodres. A alta, pois,
que houve nos fundos pblicos daquella provin-
cia aqoi cotados, deve antes attribuir-se" i ama
osciliacio do mercado do que um Indicio de
lirrae naelhoracio.
De todos os governos d'America o do Brasil
o nico que nesta praca merece serio conceito
nao s pela regularidade com que aempre eum-
pre suas obrigacoes como tambea pelas coodi-
coes normass de sua existencia, no meio mesmo
da lanos paizqs em ia de desmmbrar^ao.
p proprio governo dos Estados-Unidos, que at
hoje paseara por modelo, tem-se ressenlido do
choque por que est psssando, de modo que o
sea crdito 6nanceiro est longe de compsrar-ae
com o noso. Os fundos 5 por cento brasileiros
Qcam a 100-101 ; e os 4 1/2 0/0 a 91 1 I/i. As
nossss acedes de estradas de ferro tem ltima-
mente subido de proco neste mercado, sem que
porm possa eu avallar bem a rspida causa de
tal melhorameoto : entretanto sei que ha dous
mezes parta para o Rio de Janeiro Mr. Vereker,
por parte da compaohia da Recife. para sollicitar
do governo augmento de garanta ; e pode ser
que se elle cooseguio esta
darida a alta que oestes
aquellos fundos com garanta
perante o de Vienna, pois bem sabido que se
por um lado a Inglaterra deseja eficazmente- a
manutenelo da paz europea por outro protege
cora todo esforco a consolidadlo da uoidade ita-
liana, de eujo final resultado ha de porvir a for-
macta da grande patencia militar italiana qoo
venha a servir de bsrreira Fringa daquelle la-
do da Europa. Masnioajuem acredita na since-
ridade da offerta do gabinete de Londres feita so-
de Vienna, porque urna voz conseguido o seo
flm seria da crer que o gororno inglez pozesse
de parte a alliaaca effeilaads com a Austria, rin-
do do novo a approximar-se da Franca, eom
quera a dizer a verdado poderia este governo
melhor manter e preservar a paz do mundo.
Entretanto qualquer que haja sido o esforco com
que a Inglaterra tenha nesta occasiio buscado
chamara Austria razio icrea da cessio do
territorio italiano que Ihe rests, oenburaa solu-
Sao se espera desla tentativa ; s o. lempo po-
der! arrancar do imperador d'Austria essa con-
cessio, quo cedo ou tarde ser! elle talvez ohri-
gado a fazer.
A cooataote fermentadlo revolucionaria de Ve-
neza, o estado febril da Hungra, e a excitagio
em que ae conserva a Polonia, poderlo fcilmen-
te eollocar a Austria na neeeasidade de abando-
vaatagem a isto aoja nar Veneza para aalvar a tempo aa auaa outras
ltimos das tiversm poseessdes para ella por certo mais importantes
do goveroo impe- I sob o ponto de vista da unidade allemia, com-
""'" uanto o elemento hngaro lute aempre contra a
?.*? .."?* acCes egumte : acedes sua amalgamado com a raga allemia ; e desss
ditss de Pernambu-1 erentualidade que os ioimigos d'Austria espe-
' ram urna solugio para a qaeslio italiana em re-
da Baha 1$ 1/4 de premio
co 56 3 a 3 1/ de descont ; e ditas de S. Paulo
1/4 de destonto. J se v que comparado o pre-
sente estado com a ultima cotagio sensivel o
melhorawento havido oo prego daquelles t-
tulos.
lagao i Veneza*.
Pelo que respaila i situagio daquestlo roma-
na, se acha esta no mesmo estado dos ltimos
tempos.
O gabinete de Turim esperara dispr a opioio
publica para urna prompta solugio daquellt dit-
Os consolidados 3 por cento ficam a 93 3t4 5/8.
Os 3 por cento francezea a 69 fr. 15 c. Os fundos
chilenos 4 1/2 por cento a 85 ; ditos sardos 5 por
cento 701/2; ditos peraanos 3 por cento 82 ; mmente o pamphleto de que dei noticia na mi-
ditos russos 5 por cento 99 3/4 ; ditos hesps- nha ultima carta, e cuja dootrina ae resumia na
ntioes 3 Por cont 49 3/4 ; o ditos portuguezesS prxima evacuagio de Roma pelas tropas franco-
por cento 47 1/2. za3 depois de haver o povo romano proclamado
us pnocipaes gneros do Brasil aqu venda por auffragio universal a Vctor Emmaoael re da
cam pelos segaintes pregos algodio de Per- Italia e depois de haver sidoassignado pelas po-
nambuco 9 d. a 9 d. 3/4 por libra : dito do Ha- tencias catholicos o tratado pelo qual seria ga-
ra nhao 8 d. 3/8 ; e dito da Baha 9 d. 1/4; cacao rantido ao papa a sua independencia; mas o go-
1 '.. direito por libra) 50 s. 3 s. per cwt; remo francez velo de prompto impedir o effeito
cale 1 quahdade 6i s. 75 s. 2. dita ; 54 s. 63 s.; que semelhante publicagio poderla causar, soa-
ordinario 4o s. 53 s. per ccet ; pao Brasil (livre do-lhe attribuida a idea que nesse pamphleto pre-
cie direito] 80 i. por tonelada ; assucsr brsnco de dominara, declarando no Ifoniteur que eram in-
ferna m buco e da Parahiba, 25 s. 30 s. per cwt, fundados os commentarios que a imprensa fizera
SiPr q *' d' : *" branco d" B,bi" *cerca daquelle folheto, e que consistism em at-
v 8.0 d. Xs.. mascavado 17 s. 32 s per cwt.; tribuir a paterotdade dsquella brochura ao irape-
e couros salgados 5 d. 8/4 a 7 d. 1/ por libra ; rador Napoleio.
'rtT/a d* 1/2 9 d' e 8ecco, sa|g"ds 6 d. a Neatas circumstanctas o governo de Turim,
?k x i i vendo que o expediente auggerido por aquelle
unegtram i Inglaterra, procedentes de varios papel nio era aceito pelo gabinete das Tulherias,
portos do Brasil, os seguintes navios: tese de retroceder e apenas espera do tempo a
UeJ'ernambuco Gmxes (7) a Quaeostown ; do solugio daquestlo romana.
A occupsgio de Roma pelas tropss francesas
contioa, e at se diz que o ministro da guerra
ordenara ao general Goyoo de fazer provisoea
para mais seis mezes.
rebeldes sempre que os tem encontrado em aber-
lo, mas diss so acautelara ellos sempre- que p-
dem cortos da derrota, buscando pelo contrario
fazer campanh-a daguerrilba, para o que ae apro-
ximara da fronteiea pontificia onde encaso de
derrota poderlo encontrar seguro asylo.
Urna forga do cera insurgentes coramsodados
pelo gv ooral boaponhol Borgea. do partido car-
lista, acaba de desembarcar na Calabria, onde
todava eslava sendo perseguida pelos Piernn-
tezes.
Chiavone, chele da insarreigae nss provincias
do Labrador, continuara a inquietar aa torgas
piemontezas, que at a ultima data nio trabara
podido captara-lo cora os aeoa companhiros. E'
assim que o estado das provincias napolitanas
continua a csuaar inquietagoes ao governo de
Turim, obrigado a estar sempre abarla daquelle
lado.
A Opinio jornal de Turim, acaba de publicar
que Sua Hagestade o Imperador do Brasil reco-
ohecera o novo reino da Italia sob o sceptro de
Vctor Emmanuel ; bem como que urna alliauga
matrimonial ter brevemente lugar entre a casas
reaes de Portugal e da Saboya. Suppe-se que
o infante D. Luis, duque do Porto, cagar prxi-
mamente cora urna Ulna do rei da Italia.
A imprensa europea annuocia para breve urna
entrevista entre o re da Prussia a imperador Na-
poleio ; e pretende que por occasiio desse en -
cootre, que ter lugar em Compigne ao dii 6 de
outubro prximo, sass msgestades disculiram a
questio Bano-Allamla e a situagio actual da
Italia. O rei da Dinamarca assistiri tambera a
essa ontrevista.
Dos Estados-Unidos nada ha de importancia ;
apenas os federses haviam conseguido tomar aos
confederados o forte Hitteras, na Carolina do
Sul depois de um um vivo ataque que contra
ee Qzera urna asquadra do norte sob o com-
maodo de Butler ; seiscenlos soldados, 35 pegas
de artilharis, e grande quaotidade de muniges,
cahira no poder dos federaes.
Washington nio hsvia sido atacado pelos con-
federados. Corria all a noticia da morte do pre-
sidente Dsris.
Rio Grande Joanna (8) a Gravesend ; do Rio
Grande Cysne (8) a Exmoutbj da Baha Byron(lOj
a Grsvesend ; de Macei Harriet (9; i Brisiol ,
do Rio Grande Pablo (12) a Exmuuth; do Rio
Grande Sulina (12) a Brutol : o do Rio Grande
Luna (13) a Falraouth.
De Inglaterra seguiram para varios portos do
oorte do Brasil os seguintes:
De Liverpool Glaucua (16) para Pernambuco ;
de Liverpool Seraphina (17/ para Pernambuca ;
de Greenock. Antigua (t8j para a Baha ; e de Li-
verpool, Ziaki (20) para o Par!.
A aolugio da questio romana pareceu aempre
de extrema difficuldada quelles que attenderam
1 parte que nella tomou o imperador Napoleio.
Se por um lado este monarcha protege sincera-
mente a cmara italiana, para cujo triumpho a
Franja tanto contribuio coro o aau aangue e di-
nheiro, por outro lado nio quer elle deixar o
Papa i merc do rei da Italia, j porque o clero
LISBOA
ultimados os esludos, o brevemente se dar! prin-
cipio oonstruceio.
Parte brevemente de Lisboa para Berlim como
secretario da emtnixada francesa naquella corte,
o conde Gastio de la Rochexoocand.
Este cavalleiro tinha chegado i Lisboa era ju
nho deate auno como adido.
Em Roma tambem j o mesmo conde tinha ser-
do como adido. E""sobrinho do celebre autor das
Mximas.
Acba-se ha diaa em Mrdrid, do volts de Lisboa
e de paaaagem para a Italia o marques Gamillo
Caraceole di Bella, quena qualidadede enviado
extraordinario de Vctor Emmaouei viera Por-
tugal notificar a acclamagio daquelle soberano
como rei da Italia.
O marquez de Bella,, que perteneo a urna das
tamiiias mais dislincla da familias da pennsula
italiana, retirou-se rnuilo tatisfeito do cordeal
acolhimento que encotrtrou tanto o rei o Sr. D.
Pedro V, como na nagaolportuguesa. No dia 28
aahiria para Turim.
Etlreou-se hootem no tbeatro do Symnasio a
nova actriz Emilia Ednarda. Foi muito applau-
dida na comedia em um acto c A saulher deve
acomptnharaeo marido, tradcelo de Julio Ce-
sar Machado. A comedia muito engragada>
tomam nella parte alera da debutante, oa actores
Taborda, Izidoro, Mara Jos e Soller.
Chegou Lisboa urna compaohia do gy ranas-
ticos americanos que se io ti tula m a Merveilles de
mootsgoes rocheusee. Fazem hoje a aua estreis
no Campo de Saola Aona.
O theatro de S. Csrloa abre-se no di a de ou-
tubro com a VesperaaSicilianas. A primadooa
Bendazzi e o tenor Fraschini enlram nesta
opera.
Estamos oulra vez em mar de divorses e es-
pectculos. Este verlo chegaram a estar fecha-
dos todos os thealroa.
i.
INTERIOR.
o f.mo0.Uoar;arrGermflaf0pk ?fl "S? """^ *"WWPort^e^TCVr^S
?-"g? ??y. *** *'? I" largara de graode seria a influencia moral que ao novo
S If do,correQle R"a N<>va-Tork reino da Italia provena de ter aua disposigio
%ltoS*iXF'?*V?''ktKn'?' os destinos do papa urna vez que este, cess.ndo
Ihei EMrL 7 ..^ h" """"i"' .bre??10- I todo a aua soberana, viesse a cahir sob a ju-
Iftc conseguio arribar Cork era estado de cora- SSJfTSCit/X'SS-l!' *.
!t !?.re"Ua ".orte l~ guido a Frange depois da paz de Villa-franca
u^L*JL2Z2!!Z fen motivo imperioso
Char.Pm 11H '"h td0' c- DOr P"'8 d0 imperador Napoleio, a quera sem
mSSttS&JJViSZS!**" S'g" Mu" forle "' -cil decidir a mencionada
^^n^^lSmKg^.0^ casar-., om! JfJS K#* ^ de "^ '* *
Nad^COimnarPun,C.e.& Aoloa": | A imprensa ?glez. tem ltimamente Mp.lh..
iJ!dif?J^'^.t?".*gNWd* ^jOfeaoa'<<) flM br,Temente ser publicada urna brochar.
^VPomc.ui"eV. fS2&H&que oi,nperador Npoleo m,Difet" pwi-
tanha.
O mundo poltico e offlcial inglez acba-se em
ferias, como costnms geralmente aucceder nesta
CORBESPNhDENClAS DO DIARIO DE
'$8222:
3 ajas eieaamra da l3l. -
No ale 19 a corrate reeoboaaai aau i noticias
do Brasil, trazadas pelo rapoc fraoaw ate Bordeas,
que chafara Llaboa .aa msakis do 14. As
tolhss desta capital nada pakltcaram de Impor-
tante am relsgao ao impoho ; mss qaanto -i
BuaaosAyres otaaa a aotiaia do promrol ae-
cotdo airo cosa provincia a a aonfailaratis paw
a tna| senaragio Esta nova cansn na pra-
S* do Loadras man ftvora vel iaprssalo. da mo-
do que oa landos da Buenos-Ayres do f por son-
to subirn i 86 ; quoss, porm, nodo coatar
quadra de anno, em qjje o parlamento est sepa-
rado, a raioha ausente de Londres, o a maior
pacte dos ministros oo goso de urna Ucenca.
Apenas se cuida naa chancellaras inglesas, nesta
estagao do anuo, do expeAieota ordinario dos
negocios que em regra feito pelos suD-secreta-
rios de estado; e esta a regra seguida aqu
pelos diversos ministerios, salvo o caso em que
assurapto importante venha obrigar os ministros
a aereunirem de prompto para rasolvo-lo.
Ests tregoa, porm, nio tem sido tio absoluta
que algumaa folhaa de Londres detxassem de dis-
cutir anda a decantada questao italiana, de que
os espiritos na Europa continuam a estar mais
ou meaos oceupados, principalmente pela rea-
gio que essa questao tem com a paz geral da Eu-
ropa.
Desla vez trataram easaa folhaa inglesas da-
quelle assuasplo em relacao liberago da pro-
vincia do Veneza por rirtude de accordo cotre a
Inglaterra e o pebinete de Vienna, a quem se
diz este governo offerecera orna alllaoga franca e
sincera aob eondigio da aom demora aer entre-
gue Veneza ao Piemonle. Nio seria. a primeara
vez que o embaixador ioglez em Vienna tiveasa
sido autoriaado, como aa affirma te-lo sido ago-
ra, a fazer proposta semelhante ao imperador
Francisco Jos ; maa oioguem ci que dahi pos-
sa surgir o desejado resultado qne a Ioglaierra
leva em vista, porqaanto bem conhecida a
pertinacia com que a Austria defiende o sen terri-
torio italiano, boje j bastante dilseerado mas
ainds assim considerado por ella como orna for-
te barreira daquelle lado contra a iavasio do im-
perio auatriaco peis Frange, visto como a linha
da Mincio reputada pelo governo austraco co-
me defeca inaxpugosvel. Aquellos que preten-
dea haver sido feita i Austria a alludida pro-
posta susteottm que a Inglaterra o Bzera, alle-
gando que com a caslo de Venosa dnseppare-
ce/ia a causa constante qae amaaea o paiz da
Europa, o que por outro lado o equilibrio euro-
peo seria restabelecido por moto da altianga an-
glo-aastriaco, osado corto que semelhante uoiio
loria por ansa o principio liberal porque ultima-
mente tem aido guiado o gabinete de Vienna*
Urna oulra venia porm tem sido dada a esta
nova tentativa do goveroo ingles para demorar
o imperador d'Austria a ceder Vneta, segundo s
qual a Gria-Bratanha lngara anda urna vs mo
deate axsaoiaats palo d aseos too tama o lo em que
smente auaa ideas acerca da questio de Roma
a Franca vista da peratnoacia eom ene
o imperador Napoleio embanca a solugio ja
qoestio italiana, ooasorvando am Roma anea
trapee sem que ae manea deixo prever proiima-
aseou etptoaaeia oaropea a eaaasialaeato ae
aetaote de Tettsn um tara a esse estado ae
aoaaas to atoapcionsk.
Qualamer deetee ana rerase 4 matto preee-
mivel, ea sotes se dova araaaeir aoa aanhae te-
aham sido produzidss pelo gabinete do 5.
escusado dizer que o publico aguarda com im
paciencia essa publicagio. A diplomacia europea
espera proficuos resultados da misso que s Fro
gs acaba de confiar ao marquez de Lavalelte, no-
meado para substituir em Roma o duque de
Grommont; e comquanto se nao crea que esse
novo ministro francez junto da Santa S leve
iostruegdes para obrigar o papa a renunciar so
poder temporal que Ihe reata, se julga todava
que elle intimar serismenle o goveroo pontifi-
cio a desistir do apoio que est prestando cau-
sa de Francisco II.
O goveroo francez tem desde ha raaito tem-
po inalado com o governo pontificio para que
este resolve Francisco II a deixar Roma, visto
como desse ponto que com o apoio deate prin-
cipe aahem os meios que' alimentam a reaccao
as provincias nspolitanas ; mas .t hoje o tem
feito sem resultado f.vorarel, porqaoto o p.p.
tem resistido a semelh.ole. intlnusgoas, nio
disfargando aua aympathia pela causa dabueile
principe.
_ Aainda ha poucos das sua saotidade deu aben-
gao nupcial no Vaticano ao principe da Toseana
que aeaeba de casar-se com urna dasirmias de
Francisco II, assistindo a eaaa ceremonia toda a
familia real napolitana que ae acha exilada na-
quella capital ;e estesignalde conslderaglo pe-
los Ilustres refugiados tem sido interpretado pela
imprensa europea como mais ama prora doin-
teresse qne o governo pontificio toma pela causa
do ex-rei de Nepotes.
Qaando ltimamente o bario Ricasoli em urna
circular ao corpo diplomtico italiano aecusou o
governo de connivente oa insurreiglo napolitana,
o cardes I Antonelllt dirigi enlio urna nota ao
corpo diplomtico acreditado junto da santa a
para desmentir semelhsnte aecusagio langandn a
responsabilidade desses successos sobre o gover-
no da Torim.
O corpo diplomtico responden s esss commu-
nicacio daodo inteiro crdito s rzoes que em
aeu favor allegara o secretario de estado pontifi-
cio; o deade esse momento a curia romana se
julgou justificada perante a opimio publica, nio
dallando todava de auxiliar como notorio o
partido doa Boarbons, j cousentindo na perma-
nencia em Roma de ciaba reaccionarios, j tando
aempre abarlas aa frnlairaa pontificias aos reac-
cionistas quando estes se acham scossados pelas
tropas piemontezas.
E' verdado que a gusrniglo (rsnoeza busca
aempre impedir a sahlda o entrada dos reaccio-
narios contra as provincias napolitanas, mas de-
balde o fas na maior parte doa caaos por nto ser
apoiada pela torga pontificia; e per conseguate
especie de neutralidade que o exercito francez
parece destinado a manter entre as frooteiras
pontifleias. donde aahem os rebeldes em urane
aosaere, ai proyocias de aples redunda om
pera parda para o governo de Turim, que om
taee eireomstaneias lula om rio contra a jnsur-
relcle.
O general Ci.ldinl tem onseguido bater os
*9 de setemhro.
El-rei o Sr. D. Pedro V. parte amsohl. de tar-
de para Villa Vigosa, acompanhado nicamente
do seu camarista de semana, de ym ajudante de
campo e do marquez de Jousa de Holsteia. Pa-
rece que S. M. conta demorar-se ali uns quioze
dias. A Sra infanta D. Antonia, hoje princeza
de Hohenzolerne, parti para Southampton com
seu esposo poucos dias depois da celebragio do
seu consorcio. O navio que a conduzio a cr-
vela Bartholomeu Oiat, commandada pelo Sr.
iofsnte D. Luiz. O Sr. infante D. Joio tambem
acompanhou sua irmia nesta viagem. Recebeu-
s* hqntem um telegramma participando que suas
alteats, depois de se terem demorado alguus dias
em Mglaterra, onde vistaram s viuva de Luiz
Feliplo, tornsram a embarcar em Gravesend,
d'ono> seguiram para Anvers. Diz-se que os in-
fantes irao visitar sua irmia a princesa de Saxo-
nii D. Maris Aona, o ha al quem affirma que
esta snhora vira aioda este son s Portugal. Pa-
rece que o seu estado de sade nio muito es-
tisfactorio.
Continua a imprensa a oceupar-ae da possibili-
d.de do casamento do casamente do Sr. D. Pe-
dro V com a princeza Mara Pia, filha do re Vc-
tor Emmanuel. Alguna artigos muito aensatos e
spreciaveis pelo alcance de suas ponderagoss
teem apparecido nos jornaes de Lisboa e Porto,
applaudiodo como era de esperar a idea desti al-
lianga.
Nio falta quem presuma, comtado, que a rea-
lisagio doste projecto est anda muito affastada,
e que este rebate na imprensa calculadamente
disposto pela diplomacia italiana para formar opi-
oio. O certo qae os peridicos estrangeiros
de mais crdito deram a noticia, e que em todos
os Portugueses tere ella o mais lisongeiro aco-
lhimento.
as minhas anteriores Ihe fallei do muito que
88 tem ventilado aqui na imprensa s formagio de
um partido novo. De feito alguna jornaes se uni-
r m aquello pensamento, cetebraram-se urnas
reunies e debateu-se largamente nesse assu rap-
to cojos fundsmentos nao eram coohecldos por
isso que tudo isto nio passava de um program-
is vago. Nos jornaes de 27 do correte que
sanio luz o promettldo manifest, de cuja lei-
tura ae colhe que esta coogregsgio de urna parte
dos membrosda imprensa nio tem por fim orga-
nisar um novo baudo poltico, mas tio somante
reconstruir o .aligo oartido progresista. Re-
raetto-lhe este manifest, por que, realmente de-
pois ds bulha que tem feito a expectativa do no-
vo gremio nio deixa de ter ioterease a exposlgio
publica de suas sspirsgoes. Campre-me todava
dizer ihe qual a posiglo em que relativamente se
encontrara os diversos joro.es o os grupos que
lies representsm em relacio a esl. egreja par-
tidaria. A fevolugao de Setembro, orgio rege-
nerador, nio faz parte da liga e melle a bulha o
pendi que ae levanta. A E'poca, qae tem por
orago o manchal Saldanha receben como nota o
manifest Os jornaes da situagio mantem-se
em reserva, hsveodo al mesmo quem .forme
que este papel foi mostrado ao presidente do con-
aetho de ministros antes da su. publicagio. Ira-
parcalmenle fallando,se os desjos dos novos
congregados se podessem realisar, dio leria pou-
co que agradecer-lhes o paisea causa da liberda-
de. As irmaodades polticas esto muito divi-
didas o que as eafrequece. Mais de urna vanta-
gem moral haveria, pois, em agrupar em de re-
dor de um. bandeira sympathica adhesoe. va-
liosas.
Pablicou-se o decreto que mande proceder is
eleiges complemeotarea para preenchimeoto das
vagatuna qae foram dclaradaa na cmara dos
depatados ltimamente, om virlude da nomeagio
de alguna membros daquella essa pera a cmara
herediclarts, ou em consequencia das dupl-
calas.
Por Lisboa ha tres ragaturas. O goveroo pro-
tege por um dos circuios a candidatura do Sr.
Cassl Ribeiro, que foi ministro da fazenda na an-
terior admnitragao. Os outros candidatos go-
vernsmentaes sio o Dr. Jos Eduardo de Maga-
Ibaes Coutinho, director geral da inatruccio pu-
blica, e Antonio de Mello Brayner.chefe de um.
das dlrecges do ministerio da guerra.
Os civalieiros que no Porto se empenham na
construcglo do palacio de chrltt.l, nio teem
afrouxado nos seus' esforgoi para que aa obras
eomecem brevemente.
Ji ae andam activando os trabalhos prelimi-
nares, para as expropriages. A direegio est ef-
ectuando cobr.nga da primalra prestigie das
O prazo ds recepgio desta primeirs prestagao
devo terminar no da 80 do curante.
Oa traba|hos do camioho do ferro da 4* scelo
de Colmar* ieVentod* ftdretr.eoDtiaasm eom
gnnds activid.de. Comeco* a coaatrnegio do
sapparte.no valle do Mondejo, o esli se dispon-
do todos os saatarhea psraoomegsr brevemente
a canstrewo da ponto sobra aquelle rio.
Os trabalhos do movimeato de torras esto bs-
tanle amontado as obras d'.rte vio com r-
pidos.
Desde ai Vee4z* da Podrein at Aveiro esto
RIO DE JVMIHO.
CAARA DOS SS DEPUTADOS.
SESSO EM 10 DE AGOSTO DE 1861.
Presidencia do Sr. viscondt de Camaragibe.
(Conclusio.)
Foi por estes [depois de mencionar os nomes
dos eleitores presentes, e de referir que o juiz de
paz, presidente da eleigio do Carmo. declarara
que i. proceder ao recebimeoto dos votos) recla-
mado ao juiz de paz, presidente da assembla
parochial, que flzease tomar asseoto os dous ci-
dadaos Dr. Jos Joaquim Firmioo e capillo Anto-
nio Pinheiro de Mendooga, que haviam obtido a
maioria de 16 votos para mesarios, os quaes fo-
ram repellidos com toda a fraude e violencia pe-
lo Juiz de paz Joaquim Raphaet de Mello Jnior,
apoiado pela forga de priraeira linha, composta
de 30 baionetss que se achav. dentro da matriz
aob o commando do capillo Pedro Alfonso Fer-
reira disposigio do referido juiz de paz, fazeo-
do tomar asseoto os outros dous que linham ob-
tido sement 15 votos eada um, sendo estes Joio
Paulino daCunha Gouva e Seraphim Alves da
Rocha Bastos, o queseado tudo de ioteira noto-
riedad?, e presenciado por elles eleitores, man-
dn o juiz de paz, presidente da mesa, que to-
massem aasento os referidos eidadios Dr. Firmi-
oo e espillo Pinheiro de Mendonga. a
Se nio houye novo escrutinio, houve manifes-
tagio que equivale a urna segunda votagio.
Creio, Sr. presidente, ter respondido a todos
os argumentos do nobre deputado por Peroam-
buco acerca do segundo fuodamento do parecer
que se discute, e p.rece-me qae prove illega-
lidade da exclosio de um eleilor. (Apoisdos.)
Passo a outro ponto. Vai cmara ver como
o juiz de paz apurou as 31 cdulas recebidas.
Nao houve escrutinio secreto; nio convinha
ao juiz de paz qne o houve.se, e para este pro-
cedtmento illcgal bavia o fundamento da decisio
do presidente da proviocia de que eu ja fallei-
Quioze eleitores, entre elles o ceg, sobre cuja
habilitaglo houve consulta so goveroo, acompa-
nharam o chefe da parcialidade do juiz de paz, e
proporgio qae iam aendo chamados, recebiam
de suas mos a cdula que haviam de depositar
na urna. Essas cdalas distiogaiam-se das nu-
tras, em que rot.r.m os meus amigos, pelo ta-
manho : eram maiores.
Recolhidas com as outraa 16 urna, foi ao juiz
de paz facilimo escolher as aue Ihe eram favora-
veis, o sporou-as todas, que deram 15 votos a
Joio Paulioo da Cunba Gouva e a Serafina Al-
ves d. Rocha Bastos, prevismente as.eot.dos oa
mess. Depois comegou a apurar as outras que
Ihe eram contrarias, e quando chegou ao nu-
mero de 15, que deram igual numero de votos
aos meus amigos, descaosoa um pouco, e disse :
< Est empatada a votagio.
Observoo-se que .inda faltara nm. lista, por-
que eram 31 os votantea.
Nao pode o juiz de paz recussr-s'e evidencia,
e tomando a ultima cdula, que ia desempatar a
questio, trmulo comegou a.ler :Dr. Firmino ;
mas mudando logo de rumo, proctamou o no-
me de um dos seus smigos. Alguos eidadios,
que a custd linham podido tomar aoa individnos
da parcialidade do juiz de paz lagsres por tras
delle para inspeccionaren! a apuragao como a lei
permute, reclmanos instantneamente, e um
agerrou a mi do juiz, pronunciando oa nomes
qae s cdula conlinha, ialo oa nomes do Dr.
Firmino o do capillo Pinheiro de Mendooga, em
favor de quem era desempatada a votagio.
Oque havia de fazer o juiz de paz, Sr; presi-
dente? Deixou cahir a ultima cdula sobro aa
outras ja aparadas, e Joio Paulino da Cunha
Gouva coofuodio-aa immediatamente I
Esta historia narrada pelos 16 eleitores...
O Sr. Bezerra Cavalcaote Historia inveros-
mil...
O Sr. Correa de Olireira :...e viole e am sup-
penles que se retiraram para o Carmo, e con-
testada por quiote eleitores (incluido neste nu-
mero o juiz de paz, que tambem era eleilor). e
por doze supplentes que fletram na matriz. En-
tre a atteveragao da maioria o a da minora, me
parece que todoa preferirlo a primeire.
O Sr. Correa de Olireira: Vejamos o qae diz
o aviso(l) :
c S ** Que, com quanto aoja repugnante o
tacto de um eleltor rotar em ai meamo, nio so
dora om tal caao proceder a novo oscrulioio ;
pois. segundo declara o citado aviso de 32 do
margo ultimo, teado a lei estabeleeido a votagio
por escrutinio secreto, nio podo sor aceita a de-
claradlo do eleilor que afirmar tar praticadose-
melhaate acto.
Ora, om rirtude deste aviso, alo pode ser an-
oullado o voto que am eleilor deu em si, ora
mesmo em consequencia de declaragio quo elle
faga ; a menea, digo en, peder aer aonuilaep a-
quelle que aa deaeobrir por eutrea meios tot sido
dado assim. A volelo den aer mentida am am-
bos os caaes. Perianto, davia ser reanettade a
eleigio que se fes na malrt, ambn dona aletto-
r Uwsaai tUdo em si meamos, per torea da
Manen quero admittir quo Ues retos sajase
allos ; qual a eeoaaqueneia ? Dea duas urna:
ou proceeia-sa e nave eeeretiaio, contra a dd-
alo do tortrno, deelanado-ee. ase oUilorea que
nio podiam Tota; em si oteemos, e entio Um,
de accordo com sen amigos, escolhoriam outros
mesarios. qne seriara eleilos por 16 votos ; eu
sendo reputado nullo o vol qne cada eleilor dea
era ai, haveria empate; Oearam qoatro indivi-
duos votados com f votos coda um, e neste
caao a aorte decidirla quaes doviara ser os me-
sarios.
Em oenhum caso podra o Juiz de paz. declarar
asombros da mesa oa seaa amigos, como o fez.
Os Srs. Bezerra Carateanti a P.es Barreto dio
apartes.
O Sr. Correa de Oliveira :Gomo possfvel
contestar que tivessera sido 16 os eleitores da
minha pareialidsde ? Eram 17, um foi excluido,
os outros votaram na matriz contra a pareialids-
de do juiz de paz, retiraram-se depois para o
Carmo, protestaran:....
O Sr. Paes Brrelo :Um foi aluciado depois
da eleigio.
O Sr. Correa de Oliveira .-Quando o cobra
deputado fallou aobre esta questio, se eu Ihe da-
r apartes S. Exc. ateaav. mais do que costu-
me, reprehendia-me com voz forte ; agora nao
cessa de interromper-mo.
O Sr. Paes Brrelo :Eu dou apartes relativos
a questio somente. '
O Sr. Bezerra Cavalaanti:Eu da rei os que
julgar convenientes.
O Sr. Correa de Oliveira :Tere! paciencia, e
irei argumentando como poder. Cortaro-me o
fio da palavra a cada momento.... *
Vozes.Vi por diante, oio se importe eom os
apartes.
O Sr. Correa de Olireira :Dizia eu que nio
era poaaivel negar-s que lSiiveaaem sido os vo-
tos dos meus amigos, em reapoata aoa apartes
doa nobres depulados ; porque aempre estup-
rara do nosso lado 16 eleitores. e alera disto....
O Sr. Bezerra Cavsleantt:Mas como prova .
substituigio dos nomes que ceotinha a ultima
cdula?
O Sr. Correa de Olireira :Pela fnspecgio
ocular doa 16 eleitores e 91 snpplentes que se
retiraram, pela maioria materialmente prorada
em ambas ss turmss, o pelos argumentos qae
tenho produzido e cootinuo a produzir.
Diaae o oajbre deputado por Permambuco que
o eleilor Manoel Baptisla Rodrigues, am dos 16
que assigoanm a acta do Carmo, tora alliciado
posteriormente i eleigio da matriz pelo juiz mu-
nicipal para declarar que havia votado no me-
sarios do Carmo, quando alias ora sabido que o
seu voto fon farorarel 1 parcialidade do juiz de
psz. Has em que se fuoda o nobre deputado
para fazer esta asseveragio T
Primeramente em ler aidu esse eleilor sem-
pre amigo doa meua adversarios, especialmente
do Sr. Antonio Francisco Pereira.
Sr. presidente, V. Exc. compreheode bem
quanto frsco este argumento. Poucoa indivi-
duos se vinculara perpetuamente una amisade
e a um partido, o ao o eleilor de que ae trata era
amigo dos aeus adversarios, tambem era amigo
de pessoas que esto muilo ligadas a mim. Na
eleigio de setembro ello ajudou eom dedicaglo os
meua amigos, e anteriormente j estavam rotas
suas relages polticas com os meus adversa-
rios. Tambem nos perdemos um eleilor, e nio
fallimos nelle.
Em segundo lugar fundn-se o nobre deputado
na declaragio que eu passo a ler.convertendoem
arma contra a commtssao squillo que a S. Ere.
pareceu o nico fundamento que olla lave para
acreditar que eram 16 os eleitores contrarios ao
juiz de paz. Bis a declaragio, a camera ver
como o nobre deputado eogaooo-se.
Eu abaixo assigoado declaro pnate o pu-
blico inteiro, e jurarei, se tor preciao, que aendo
eu um dos 16 eleitores que se reliraram do dia
30 de dezembro prximo passado da matriz desta
cdade para a igreja do Carmo, aflm de preceder-
se eleigio parochial, tendo assigoado o protes-
to que filemos, o a acta da iostalacio da mesa,
fui por diversas rezes rogado o ameagado para
assigoar tambem a acta da matriz ; porm nio
querendo ceder, por j haver maoiiestado o meu
pensamento, foram bontem minha casa s 8
horas da noiteo coronel Antonio Francisco Pe-
reira, o bacharel Francisco de Araujo Barros, juiz
municipal da 2a vara do Recife, que aqui se acha,
e Joio Paulino da Cuaba Gouva, e procuraram a
principio por meio do'rogos a dapoia com amea-
gaa contra mim e contra meus fllhos determinar-
me a aaaignsr a referida aeu, visto que eu me
havia recusado a ir bontem meamo a urna rea-
niao em casa do rigario desta freguesi*. para a
qual havi. sido convidado por nm. cattioha do
dito coronel Antonio Francisca Peraira. Outro-
aim declaro aolemoemente que nio aaaigaei, nern
pretendo assigoar a acta da fermecio ds meaa da
matriz; porqae fui teatemunha ocular da inaudi-
ta fraude que pratieou o juiz da pai Joaquim Ra-
phaet de Mello Jnior ; o ae em dita acia appa-
recer a minha aaaiguatura, ou talaa, ou a z.
coagido por torca irresistivel contra alia protes-
to. Goiaona, 5 de Janeiro do 1861.-Manoel Bap-
tisla Rodriguea.
Desta declaragio conclue o aobre deputado
que os meus am>goa nao confiavara no eleilor que
a fez, e que isto prova a aua asseveiagio. Disse
mais S. Exc que o eleilor Baptisla em tarto al-
guma doclsrou como havia votado, e finalmente
que o faci de harer sido procurado pelos meue
adversarioa revela que era um homem eesies, e
nao ligado aoa meas amigos.
Explicarei a existencia da declaragio, e nisto
consistir a minha resposla.
Sr. presidente, depois do ase se passou na
matriz, o juiz do pas e seu amigos procuravam
fervorosamente mata urna asaigoatara para a aua
acia da eteicae da meaa; recorriaaa a todoa a
meios, ji ae contenta vam com a aasignstura de
um dos eleitores qae neo comparecern!, por
dotles a eleigio. Isto obrgea-aoa a procerar
as declaragdes que squi esto (mostrando), cerno
documentos juntos 1 repreaentagio dos eleitores o
supplentes.
A primeara do eleilor Joaqaim Jos Cardoso
do Mello, a aeguede do capillo Bartholomeu Go-
mes de AIbuquerque, tambem alettor ; o tareetre
feita pelo alferea Viclonno Moraira de Sonsa,
aioda eleilor. Quaalo ae primeire, foram lio
grandes os esoreos empreajadee para vanee-to,
quo o illustre Sr. Dr. Ferraira. meu dlstiecto s-
migo o companbeiro de sata, tare noceoaidade de
requerer ao juiz municipal qae ae tomaos per
termo, debaixo de juramento, n declancio do.qoa
eaUvera aoeate, a grande distancia eaeJeeee, ao.
da em qae ae orgaaaeea a mata parochial. Aqai
tenho o rosjnertmeate e e tesase da doctsracio
feito n.. da 5 da Janeiro, qnando o referido elei-
lor rolln do sagenas em que esteva para a et-
dade (Le).
O eleilor Manual Baptista Reerismee tambem
fot insudo e ameeoade. mole aune ea eutrea
para prestar eaaa asatgHeiara 4 acta da matriz.
A aooaeeaegoa ao poeto da aae aaaauta Ur aae-
de o ir pedir accoorro ea cuna ea Sr. ceatmsa-
dador Jlo Joaqaim de Caoba Raga Battae,
quando aa procurara violeatar a seissiioila de
ea maneo. Esl asol 44 aetessedeee ssjMi*
ea ea* Geiaeee. a siaRaaol de eststeneta do,
dacasaeaio aae euU.
Nss meamo deceetoate i o eMIor que ai-
atgnoosjeo fot tastamunaa oesrier da traaee aae.
saettida petejeia de pe ae eaalrtx ; a cama da

Tidar.ee, peas, q alte tirse retada anea oa
mees amigueT Ande mais: eomMae asara
depaiado quo ene elsllor nio aclara o seu re-
KM IT/lTfl A HA L


%UMO M tIRlWNIQ. m W.RUI IVBMNTUaiO DI IMi.
M
houvesse 1*1 deelara-

1? Sem elle nao hsvetia 16 elTlor*
rio ao juiz de pi, e eo
varia necessidade da Ira
Has. quando metmo nai
io. pergunto eu, a presumpc
laplista Rodrigues votara em favor da parda.
Vffl ', esta prejarapeao nao
e ser aceita, satModoMe que
foi um diig rasete pie se retira
pera oQmw, um dos desatis
assignar.m a acta da compongo da aaajeeda
m, uat ) deieteis em* aasig fina
N) Sr. Paes Jarreto :| digo o contralto em
M r*^WT > (Mifera :-.... e iito ae cer-
ief oto 4 destruido pala declarante de que
a -o nobre deputado, contesta a allicico
ior eleico de dezembro.
1 Coi todo o caio, a existencia de "processo nao
ara na aaaiieo
fclojttMgida f esta cmara eoolra a laicaa
Irii, e final e o ai dos quatro qwe resis-
mpeorioa aaeecas coca que ae pre-
tendeu Wr mars ma asl*juatura para a acta do
1* juiz de paz, (Apoiadoa^
Nao oasaarei adiante tem lembraT a cmara
ytaeaipaajfcoa a meecas que esse esforco
eaaflrefadv para obter-ee mais urna arsigoatura
e reVelam a minora em que de e'ito eslavam
o amigas do jeiz da paz na tuna do eleitos.
{Apelados.}.
Traterei agora, seanor'presdeole, da alliciacao
qare o notrre deputado diue lar aido a caus* da
atecVaraoao feta pelo eleitor Baptisla Rodrigue,
* V.JExc. veri come eite castillo cabe por trra.
Nao posso deixat de lamentar a crueldade com
que foi accusado um juiz que teo tanto direito 4
sua boa replalo como o nobre deputado, am
juxccujo nico deleito loi nao querer ser instru-
mento da retelo do Sr. Sooza Carvalho I
Tara fazer-* idea, sentior presidente, da ajee
*o oe roeus adversarios cm Goiaooa, basta ver-
sa o modo descomedido e lelvaliqo por que ata-
can) os juizoa daquella comarca. Quanto nao tem
aoffndo o digno juit de direito o Ur.FreitasHeo-
Tiques ] (Apuiados.)
OSr. Pinto de Campos : E' um roagiatrade
alia que s merece elegios. (Apoiados.)
O Sr. Correa de Oliveira :Magistrado lotelli-
ajaote e honrado, que cumpre exacta mele oa
seus deverea, nem por isso tem deixado da ser
-victima de torpea calumnias ; e o que mais ,
temae atcale a honra de sua lamilia, e at a
honra de seus ascendentes j fallecidos 1 (Apoia-
das.) E ludo jato porque, seohor presidente 1 Pe-
lo uravissimo peceado de nao servir da iosira-
ment a esta parcialidade exigente, que parece
querer viver de injusticia.
Nao tem sido mais feliz o digno juiz municipal,
Dr, Joao 1I rcano AI vea Maciet....
O Sr. Leandro Bezerra :Excileote juiz. Co-
nheco-e muilo, e sei quauio honrado e juaiioei-
TO. (Apoiados.)
O Sr. Mello Reg :Fa?o delle o mesmo jeteo.
O Sr. Pinte de Campos :E eu tambera.
O Sr. Correa de Oliveira : Como o Sr. r.
freitasHenriquea, o Sr. uircano lem f orlado pe-
la rsiz o abuzosiotroduztdos no (oro de Gomaos
pelo aeu anteceasor, e lem-se enllocado sobran-
peuo aoa partidos, pereiiorueole -iodifTereoe s
lulas politicae ; faz juslica, oo se curra a cortos
potentados, e este sao os seus criares. Se eeti-
vesse prsenle o honrado Sr. ministro doa oego-
-oios estraogeiro, eu appellaria para o testemu-
nho de S. Exc invocara o seu juuo, e pergun-
. iaria ae.oo verdade que do lempo em que go-
vernou a provincia de Peroambueo. os duus jm-
zea de quera tallo (orara mu lo insultados pela
raprensa por.lexeo contrariado preteacea in-
justas e puntado abusos. Ealeu cerlo de que S.
Exc repetira aqu o juizo que particularmente
tem manifestado.
Urna daa calumnias de que lem sido victima
ltimamente o Sr. Dr. Uircano essa que o nobre
deputado por Pernambueo, dando crdito aosseus
amigos de hoje....
O Sr. Paea Ba-relo : Amigos dekaje ?Sempre
feram meus amigo. i. r
O Sr. CorrCa de-liveira :.... repeli na tri-
buna. Para deslrui-la aqui tenho urna cerlido :
O escxjvao Costa Leite, sem perda de lempo
certifique o p desta o seguinle : l se a fallen-
ca doa^ negociantes nao m >trienladoa nesta cida-
> Jos Baplisla Rodrigues & Irraao foi instaura-
u a requerimenlo deerederea ; a,
qual o juiz que abri esta (alleocia : 3,
que lem-
po mefliou do despacho de abortara so He quali-
beacao e pronuncia ou nao pronuncia dos fall-
lo, e qual a razao desta demora ; 4o, qual o iniz
que proferio eate despacho de qualibcaeo e pro-
nuncia ou despronuncia.e a razao porque; 5* ae
alm da petira<> inicial, caso tenha sido a reque-
nmenlode credores aberla a fsllenoia, existe al-
guoia oulra no autos, promovido ou nao a deci-
sao Goal da causa ; 6\ se algum credor por ai ou
por procurador comparecen so autos da fallen-
cia psra que foram convocado ; linatmenle, se o
andamento final da causa (oi ordenado pelo juiz
qual este, ou se pelo curador da maesa.Cum-
pre.Goianna, 3 de julho de 1861.O juiz mu-
nicipal, J. BWcnno Alvu Jinete!. >
a Eu escrivao abaixo aisiguado certifico, quaa-
to ao Io quesito que a falleoci doa negociaotes
nao matnculado nesta cidade ioa Baptiat Re-
drtgue & Irmao (oi instaurada arequerimenlo
de seus credorea Guimaraes e Alcoforado ; quao-
loao segundo quesilo, ter sido o actual Dr. juiz
municipal Jlo Bircano Alves Maciel que abri
esta falleoci : quanlo ao terceiro quesilo, que
mediaram treie metes e um dia do despacho de
abertura so em crue foi jjlgada a fallencia de ca-
sual dos fallido, sendo esla demora motivada
pelo loogo lempo que e'stiveram os ditos aulos
coro vista ao curador fiscal, a qual lbe sendo
r continuarla em data de 31 de julbo de 1860
: par responder acerca do requerimenlo do ad-
togado dos credores, foram entregues pelo di-
to curador em data de de fevereiro do cor-
raote anne ; ao quevto qoesito, que foi o juiz
municipal. 2* sopplnte em exercicio, capltao
Antonio Quede Gonaim, que proferio o des-
pacho julgaudo deeasuai a fallencia. porque
do brlanco apreseolado pelo Dr. curador fiscal
ae vta que a ali*r> superior aoprtslvo e dos
xamea a depoimenios daa testemonhas nen-
o huma prova resultava eontra os meamos, antes
Ibes ersm favor a veis : ao quinto qoesito, que
a excepcao da raqaeiiment primordial para a
abertura da (slleaoia, nenhum ootro existe pro-
aovendo a decuso final da cansa ; quanto ao
sexto queailo, qne nenhum eredor por si s ou
po aeu procurador eompareceu aos actos da fal-
leona para qaafqram contoonlos ; quanto ao sa-
ieo quesito, floatmente, que o andamento final
da causa fo> ordenado pble joiz municipal, 2 sup-
pleote emie em exercido, capltao Antonio Gue-
deaOondim. A prsenle fasse em observancia
a portara retro.
4. Cidade do Goiana, 4 #0 jatbo*l861.Em
*** "ddo, o esorivao, /oafun Joti da Costa
eMo documenlo ve-se, eobor presiriente, que
tartaja eoesacado o procatso de fallencia contra os
fiaba* do afeitar aptista Rodrigue a requeri-
oepto das cradorea, foi depola abandonado por
lies. A demora que-honre nao-pode ser impu-
tada ao juiz ; a ceidlo eiplica-a aalffactoria-
meote. Alm do requerimenlo primordial-, diz
eHe, penham ootg eiiste na autos promovendo
a dattso final dacaasa ; es credorea convocados
nao comparecern persiou por procuradores aos
****c^* .i??*"* bovia, poi*v abandono da
qaeaua. Alea disto, o procesao estove multo
zompo.m di*m doeuratfor ftscal....
O Sr. Caes Serrato :Que 4 da parcialidade do
cebra depotada.
_.95fcl5inlS*Mlw,t,*-,#l 'h Heaerlo
Fiel de Sigmsnoga Vaz Curado, se me oae eara-
; par aaatleteta, mititzun as taaemae riwes,
qeaal^aaaipaaajaiz. |>a proeaaamabaadeaailo
a .a tespaortao.
Fwalaoente o activo a cae ere aoperiar ao
9im**t<**m4mt motavaalgtim pala qual a
qurbfa awtesa ser jnlgada fraudulenta oueul-
P*^'^*jy'ft- flojearla, foNraade-a casaal.
aitiUmt atai **qe p^on jfirano<, miapato
Mt+***ri**m*i, nio podaaer m.
aia-araak:4a>. maoai aia>m vresultado- ae ama
traMac^avaaMra^paaasta a^eieiae Bapeiita lo-
dM(^ c^. aajaeaaae aaaTnaaa amiga, datando
eQKa*rao,^iwrs, {iaaiaao.)
_ -aiMMaaat; dekam par al -
gaj i tama asa coarta dea ; maaaMtaamcaHa
?3 prartaaaaaa-auxjtidi a naa-o-
eoeaatrou ntreo o seus snlilUa aallgui/
|'S#iaV
Para provar aa .ir oraafeipal de eapaa facer a ttaaac*a- crimino,, em Ihe
ttauT treuxaa amar depataae um (asaque
ou-amase o artmeira, aem um (~
unjis s pide ser accaaado, a
^^wtaamboaavprevafc. .
Sr. Paca arralo >-Invoqul o laaaaaauDha
er-presidenle de Pernambueo qae otara pre-
nte, ____ _
O Sr. orre de Oarvatra^^VwTeferira fee-^
o tal como ae passou, o nobre ex-presldent de
bfteo et presente, tamben eu invoco o
rateatemuoho, caapromeltendo-me a provar a
que diaser, seoo haje, em outra qaalquer occa-
ao. Nfte tenho agora documeolo relativo a
easa aegiand aeeVia;o, e dte o que li em re-
Vr**** *row*',>0, taUeoeta aqoetUa que man-
lrfl,n 0flJes a'aqui para que em Goianua e pro-
mpvesae urna repreeehtaca'o contra o juiz muni-
cipal, e ae documentasse a historia da traosacra*
edtre o meemo^ulcta a eleitor de que tenho tal-
lado.
Sr. Pses Snelo :Ordena mandadle par
a?
Sr. (Carrea de Oliveira :Foi advertido pelo
cutoprirnenlo dellas que o juia municipal rece-
tieceu a necenidade oe mandar-meodocumen-
que o qual lam a data -da 8 de julho. Por essa
msma octasiao mandaram me outro amigos cer-
tiaoes e etleaiado que destroem plenamente o
qu dase o nobre deputado, baseado no atiesta-
doldovigano de Goianaa, a respeito do appare-
cimento oaquella cidade dos filhaa do eteitor
abiisia logo depoia da eleico. Nae es -leio
perqu a hora est muit adielad....
Sn. Mello Reg :Podo ioclui-lo depoi no
discurso.
8r. Corrida Oliveira :....- e porque 4sso'
nad havia um enme a punir-se, nem crimiooeas
a prender-se.
l#a como dizla, Sr. presidente, se o juia mu-
nicipal nao tiveese sido advertido em Goianna
pela aequisicao deprov, que se procurara fa-
zer^estara eu boje inhabilitado para defedde-lo
por \ mero de documento, podendo sement fa-
zer asa da mioha palavra e do teatemooho, dos
mena col legas por Pernambueo, qe fizett jnslica
so carcter do Sr. Dr. Hireaoo.
O facto do recurso de qualiucacao foi como eu
voa dizer. O juiz municipal havia-Tecebido, mai-
lo anteriormente eleicaodeselembro, ara acor-
dao da relacao que mandara incidir na lisia dos
votantes da freguezia de Nosa Senhorv do -Rosa-
rio de Goianna meu pretado rio e sogro o Sr.
com mandador Joao Joaqulm da Cunha RegoJJsr-'
ros. V. Exc. aabe. Sr. presidente, que os meus
adversarios achaudo-e por mero acaso de posse
da junta quaiificadora ao principio do anno pas-
sado uso qualtficaram votando o Sr. coramen-
dador Joao Joaqulm, para qe este nio pudeSse
como primeiro eleitor que era da paroebia con-
correr para a eieigio da mesa em eetembro e
depois.
0 Sr. Bezerra Cavalcanle :No foi qualrhca-
do porque mora na freguezia doa Afogados.
O Sr Correa da Oliveira :Perdea-me tem
casa no Recife, nesta freguezia de que falla o
nobre deputado; lem fazendase casas emires
outras freguezias, e reparte o tempe por diver-
sos lugares ; mas sua residencia habitual foi sem-
pre em Goianna; Jaque toqneinesse facto,nao
deixarei de chamar aliencao da cantara par sse
empeoho que o meus adversarios mauifestavam
desde Janeiro do anno paseado, recorrendo a
um meto to odioso, como a oo qualicago do
chefe da parcialidade contraria, para consegui-
rem maioria na turma dos eleilores, e poderem
fazer a mesa I
O acordo, Sr. presidente, que mandava in-
cluir na lista ds qualiflcsco de Goianna o Sr. co-
ronel Jjao Joaqulm tinha as formas de urna sen-
lengado tribunal; um outro, que o juiz. muni-
cipal recebera depoia, era eScripto em urna felha
de papel fino, fui entregue por um portador par-
ticular ; e_a assigoatura que levava, do presiden-
te da relacao, combinada com a do grimeiroacor-
dao, apresentava alguma diifereiica.
Estas circunstancias moveram o juiz munici-
pal a coosultar o presidente da relacao, para sa-
ber se era verdadeiro ou apocripho aquolle acor-
do. Foi oque muito antea da eleico mandan-
do o offlcio por um expresao, (ez o Sr. Dr. Hca-
no, e o declarou Benlo Jos da Veiga, porta-
dor, por multas razes upeiio, do meamoacor-'
dai. Esse bomem, Sr. presidente, parti m-
mediamente para a capital e dirigi ao presiden-
te da provincia urna representarlo contra o juiz
municipal, na qual, entre outraa calumnias, re
feria o facto tal como o fanlasiou....
0 Sr. Paea Brrelo :Fanlasiou; nao ; o faci
real.
O Sr. Corrfia de Oliveira :Nao se deu do mo-
do porque o nobre deputado o referi, que exac-
tamente o mesmo por que foi narrado por Bento
Jos da Veiga, em sua representaco.
Se o Juiz municipal bouvesse tido a inlenoio
de nao executar e acordo da relacao, compre-
heode-se que o seu procedimenio seria outro.no
coosultaria com tanta presa a autoridado supe-
rior, ma empregaria os meios cooheciJos pelo
qu%es se demora a execugo de urna ordem qual-
quer. (Apoiados.)
Em qaanto o Sr. Dr. Hircano consultara o pre-
sidente da relaQo, Bento Jos da Veiga pedia ao
governo da provincia medida contra o exime que
atribua ao juiz municipal; e antea que ellas
fossem .lomadas, tendo chegado a resposla do
presidente da re!a;5o, deu-se cumprimento ao
arcordao.
Sr. presidente, por esta.ocessio nao posodei-
xsr de estranhar que o nobre deoutado commet-
tesse para com o Sr. Dr. Hircano a iojuslica de
accusa-lo to lortemente...
O Sr. Rezrra Cavalcanll Como juiz nolitico
somente. r
0 Sr Correa de Oliveira :-... 8em provas, e
com ulsasinformacrjes...
~?J*- Ps Ba"eto :-E' um juiz multo envol-
viao em poltica na sua comarca.
O Sr.Coria- de Oliveira :E' um juiz muilo
honrado para manchar se com os actosqua ono-
bre deputado lhe imputoo, para fazer ttaawjccoss
crlmmoaas e trapazas igoobeis. fn"
Sr. Paes Barrete:Cenrurei-o cocao jui po-
te da provincia depots da capital
ceraiaate de empregsr mattos
a grande maioria da velos ue eu
a meu competidor fosse apurada...
O Sr. Paes Barrete :Too laso
que eu cootesto por negajlo.
O Sr. Correa deiiveira :E" a pur
ea trve aeM4a> tV reepry ao^e
proviacia, paraqaau ujaajiialiiaaaaei
cido.
O Sr. Pa*aafreto :-4Ma exacto ; mas saaalre
fizesaia aaria aeremala do qma se fez em
tros pontos .a provincia.
O Sr. Carrea de OhveirajO nobre iHpjIaitn
o pd dtati qaa na exacto o que digo,
pede ncar m facto daa^orietada publica, f!
paiadaa^
Sr. preaidente. lutei saato paraaer tala lia
Ira etrrterveocio de jattea e da-petteia tenho a
8'oria de dizer que nao fui elaito Bfir fgu do
#
Itt'WWt

s patarras acerca das elei-
. Tejucupapo.
deputado que a eleico de Ta-
r adiada para quando boave-
ralormeces que S. Exc. jutga
pedlrem rigorosamente qaalquer
salteadores na Italia meridional.
0 cardeal Antouelli responden i circular do
expedijo de
Rcata-ie que as tropea aejOmar-Pach,foseai
d^rmaaaa .ira aiuito poa.i.el em preauca
des, e finalmente qe nao me foram eecessariaa
remoedes de matjfaWaioa ase vatpera da eleico
como a outro tem aido.
0 Sr. Bezerra Cavalcanli:E,' a ptimetra vas
fue apparece aqu eaaa atrolaade estas cousas.
13 Sr. Cortea de Oliveira :Diga o que retv
dade. T
O Sr. Bezem Cavalcadlf:S aforada.
0 Sr. Paes Brrelo:Cada um falla de si coma
quer.
O Sr. Correa de Oliveira:Pota terute o nobta
deputado. se pede, o que eu digo ; disse-me que
eu nao podis sahir bem drdlscusFBTr.n provoco a
franqueza do nobre deputado, rtesejoque discuta-
mo sem reserva a miohi eleico e os negocios
do 2o districto. Porque o nao faz ?
O Sr. Paes Brrelo: Deixe-se de histo-
rias.
O Sr. Correa de Oliveira :Sr. presdante, eu
devo concluir, porque a hora est muito adiaola-
da ; oo darei resposla a certos apirtes com que
soo interrompido para nao azedar a disctsin ;
vou responders ultimas considerai;6es fettaspelo
nobre denotado por Pernambueo acerca das elei-
oes quesedi8culem.
S. Exc. conclaio o sea discurso, dizeodo que a
elaTcao do Carmo nulia : t*. por incompetencia
do juiz de paz; 2o, por Incompetencia do lugar,
e a por falta da lisia de qualificajo pata a cha-
mada dos votantes.
O Sr. Pa*s Barreto:Eu disse : i*, por incom-
petencia do juiz; V, incompetencia dos msa-
nos ; 6, incompetencia do lugar, e 4?, (alta de
lista de quliflcseio.
O Sr. Correa de Otirerra :Sr. presidente, dou
muita importancia presidencia do Io juiz de
paz: a autorldade que a le colloca entra a
maioria e a minora, representadas na meaa pa-
rochial, com o flm ae decidir as queslOes entre
A le presumi aue o juiz de paz fosse a pes-
oa boa, capaz de fazer jusli?a a todo, a dotado
das qualidades que sao ncessarias a um juiz con-
ciliador.
Quindo na mesa ha maioria e minora, a ne-
cessidade da presidencia estabelecda pela lei
indeclinavel; mas quando oa 4 mesarios sao de
urna mesma parcialidade, sendo oa seus votos
encedores em todas as quesloes, claro que
aquella necessidad desapparece.
Era todo caso nao se pode deixar de dar mais
valor aos 4 mesarios e mesmo a 3 do que ao
1 juiz depazlsoladamenle, ou com mais um me-
ssrio.
Alm disto, Sr. presidente, quando o Io juiz de
paz nao esl n caso d preencher o um da lei;
quando, como o de Goianna, loge de ser una
garintia de justiga para as partidos, commetle
fraudes em favor de um delles, eu nao sei ligar
importancia sua competencia, que se toraa
meio de contrariar, e nao de execuiar o pen-
samento do legislador em bem da verdade da
eleigao.
O Sr. Bezerra Cavalcaali /coaa iraaial:Excel-
lentes principios.
O Sr. Corr i de Oliveira :O principio da com-
petencia do Io juiz de paz, levado ao ponto de
nao valer a eleico que elle oo preside, lem
contra si muitas decisoes desta cmara, e um
grande perigo. E' um grande perigo, Sr. presi-
dente, porque, dada a hypolhese de ser urna fre-
guezia que decida do pleito ntreos candidatos
se o juiz de paz fdr ligado minera real do dis-
tricto, peder fcilmente perturbar a eleico da
sua freguezia, conseguir mesmo que nella nao
haja eleico, edest'arlea minora real do distric-
to se cooverter em maioria de occasio, Ttari
os depuiados. (Apoiados.) Era esta a siluacr'do
je a
parece, seohor presidente, que oo ha ne-
mento. Ker-aerea o
indo atajannaa tao
freguezia Ceaaia daa acta
. rimeiro juiz de fas, deaaia de
ik s'-aaal, e retirara pclaxtanda, por
tne er eeaaiana a eleico doawaaarie, que ha
^^m immmtm no processaararaiartor a um
upplfirre qaa> alo eslavam qu Mead o a. Das
niesmasaciaa caaata que os volo*(Jesaes indivi-
duos nu podiaaa alterar o raasdtada da votaco.
pois que, exevataos ambos, aeedavaasim a aaa-
anos leitot leriam maioria. Foi chama-
da o segunda, juiz. de-oa* m-aUa-de-pri
a eleico euutlfiauQ regDlirnente.
Maitaa dma daacis, a daa legnaa da dlstan-
111 ,a,ri*i 8 fe* outra eleico presidida pelo
ptiesetro jute de paz ecjm mesarlo para -coja
nora#io tolarara promisimecfe argns-sup- -
plenteadejuiz de paz com eleitores e suppleotes. ;exerceria
Basa segunda efigo foi feta doarxo da dlreri-
o do lente Azevedo, primo do Dr. Sonza Car-
ralho, e a respeilo de quem tenho os segontes
apontameotoa aAtevedo, oBeial de 9o balalho,
ro maadado censiderar em diligencia, no interior
da provincia, por. oidem do commandaeto das ar-
mas, em virtude dado presideute, em 29 de de-
zembro do tuna pimii^ 0 racolhau- aa bata--
Ihlo era de fevereiro, por officio do meamo
commandaole das armas. Nao me consta que
esseofficisl fizesse outra causa msis do que pedir
rotos para sed primo aa comarca do Limoeiro.
Sobre este ponto coacluo dizeodo, aenhor pre-
ideole, que admiro muito que o nobre deputado
por Pernambueo viease por em duvida urna elei-
co....
OS. Paca Barreto: Nao aaide nada deseas
particularidades, desasa intsiajuteam.
OSr. Correa de O.iveira :Nao- se Uata dei-
rjrmnkas, kata-ae de urna eleico taita pelas in-
fluencias multo legitimas, a como taea reputadas
palo nobre depetaao, quando aailantavam aua
canoidatura em 1866....
OSr. Paea Barreto:Para que ialo? Sempre
arguraeotei ad hominem I Sao eises seus argu-
mento favonius. Argumente cornos documen-
tos que lem.
barode Ricsplli." publicando no Ar^t'/liSi '^^A^fhi^C^T^0*'
me que era calumnioso quanto squelledocumeu- 7^77. ller*"8in Wavodia, e mesmo
to refer, qp.nlo ao governo romano. oo-paV l0Prv1ffm. mi0""" *" P. e
>peder
Utico.
O Sr. Correa de Oliveira :Nao o ; e V Exc'
porque deitou de accoaar outro jmzes que se*
leem gasto em eleicdes, nao por wnha causa ?
i,or5"e_ eix?u em es1uecimento o juiz municipal
de lguaras, por exemplo, que muilo pronun-
ciado em poltica? fiwuuu
O Sr. Silvlno Cavalcanli:B' lojustlca da parle
de V. Exc. Nao pode apreseotar fado que o des-
lustren.
O Sr. Paes Barreto :Apoiadd.
O Sr. Correa de Oliveira :Diiiro na.
-Dirigi oa^Veico
urna das parcialidades polticas do*seu Vert
O Sr-. SlHino Cavalcanti:Nao exacto.
O Sr. Correa de Oliveira :Creio que se nao
pode edailestar o qde acabo de dizer. notorio
queoSr. Br. Veffez multo pronunciado em'po-
lilica. r
O SK. Meiro Rege Apoiado.
O Sr. Correa de Oliveira.-Porqae nio secusou
o timo o nobre deputado os juizes de NazWh, que lan-
o Qzeraro para que triumphasse a candidatura
do Sr. SouzaCarvalho?
O Sr. Pses Brrelo :- nipal ? r* """"*
O Sr.barrea da Olireira :-.*- 9r. Dr.baquim
Jos de Oliveira Andrade.
p Sr.'Fea Barreto -Parente do nobre dcpu-
lado, nao? v
O Sr; Correa de 0vlrlra :-Ignoro qU8 Tle seja
ea parete ; era afllhado de um meu to, que o
eu populo cr anirraoo ue um meu to, qu
edoear e dafxoa-lhe alguma heran;a.
Sr. Dr. uircano fez o que flzeram
ie que etjes
tervierrn direc-
_ rirocurarAra aoUr
,5"l^*Bl<^^ptoani para-oSr. Dr, Souz
2?J&2!i!i2?t$n-^? ,,h a^nlaiucoila-
gioe aleiiarsab?
Sr/ preaMeoa. V. Ete. sabe multo bem que foi
-'adectmqufceujatejna
o deixou-aa cmara
-
inMpaaa
Mama d. caairanr
raa eleieao. De pr
municipaf de Ollnda,
de Goiaooa, a (
ddutric'dj.qui
m
-* cmara rouai-
tbWU'importaate dp
gji e jq U
BJlJl tnnorUD-
2 districto de Peroarabuco ; eaperava-ae
lula seria decidida em Goianoa (mas aislo si en-
gaaran) os meu adversarios), e.por esla razao
fez-se ludo quanto eu j referi.
Mesarlo competentes sao aquetles due sao
eteiio per maioria de votos das duas turmas ,
assim foram eleitos os do *Carmo. Em urna tur-
ma, a de eleilores, lioham os meus amigos, re-
pito, 18 votos, e mais um que nao pode ser da-
do, o do major Hartins do Valle, de nue tenho
aqu uma declararlo authenlica, cofessando
qne ta votar nos meus amigos. Os meus adver-
sarios lioham somente quin/n. N outra torma
erara 21 tolos contrarios ao 1 juiz de pax, e s
dore favoraveis.
A.incompetencia de dous mesarlos da eleico
do Carrao um corollaro dos fados, oomo os
expuz o nobre deputado, mas oo da verdade que
eu demonslrei. Verifica-se portauto a hypo-
lese que bgurei de se achar de um lado o Io juiz
de paz, e de oulro os quatro mesarios logitimos.
O Sr. Bezerra Cvalcanti:E' essa legttimida-
de que est em queslo.
O Sr. Coria de Oliveira ; Anda, depois de
ter mostrado que os meus amigos liabais maioria
de volos?
O Sr. Bezerra Cavalcanli:Nao est provado.
O Sr. Cortea da Oliveira : Cicio que est;
mas. pense como quizer, nao voliare queslo^
A incompetencia dp, lugar argumento que nao
precisa ser refutado eca vista do que eapuz. Hou-
ve motivo imperioso para fazar-se a eleico 6ra
da matriz. w
Quano flailmente falta de lista da qualica-
ao, admiro que o nobre deputado nao livesse
visto entre os papis da eleico do Carmo os do-
cumenlus que eu vou' mencionar. Parece que S.
Exc. s. vu o que lhe lasfa coota.
Aqu est [jepois de ter procirado entraos
papis] uma certid) passada pelo escrivao do
juizo de paz, 5Me servio na malriz. da qual cuas-
ia que a chamada dos volantes foi feila ni-ssa
igreja pelo Hvro da qualifrcaco erp falta da lista
aulhentiea. Consta mais desta msma. cerlido
que a dita list havia sido foroeqlda pelo Io juiz
iz ao conielho da q/ialiflcajao da guarda na-
O Sr. Correa de Oliveira :-0 que-tem lito ?
data nao destre a forca desses documeofo, c
atlas nao deviam ser procurados antes do fac
de pa
cional.
Temos uma outra certido do escrlv que
servio no Carreo^ da quaL consta' que a lista (Sra
requisltada nr/.dia 30 de dezqibra ao comman-
ante-superior'dd guard,a-nacioDal pelo juiz de
paz prosidente da sogubJa mesa, que, lendo
********* Pr ell> e fez a chamada dos
volantet.
Urna terceira certidSo do secretario do conse-
Iho de qujIflcaQo da guarda nacional, pessoa
loauspelt, por que um dosetitoe que Ccaram
na matriz, prova que a dita lista se achava no
rehiro do mesmo cooselho.
O Sr. Paes Barreto :Sao documentos arania-
dos postenormenle. g
A
que
procurados antes do fado,
para cuja prova sao (nudos. Finalmente, se-
ohor presideute, judio 'ssas cerllddes est um
ttestado do commandante superior inleriao da
uarda nacional, declarando que effeclivameale
he foi requisitadS a lisia que se achata na ae-
m
w>
i ucinmuiu, em que ae tez r requ. sicao,
Disse o nobre deputado ;, O documeolo
aso aisignados por pessoas iolcressadas na ques-
tao. o cootratio ; eu jji mostrel que duas
eerlHfdes. as quaes est a prava daqoillo que o
aobfe deputado nega sao passada por pesaos
da parcialidade do V joiz de paz. o eu eacrito
um dos eleitarea que Acarara na matriz, noi-
mente eletlor por essa olelo, q.u.e eu cqmbaW,
Tamben pergunto o ooWe.ebuttdj): que lem-
po houra no meio da' agiuclo propria da ocoa-
B
cretarta do coDeelho, e por elle remetlida ao jui
de paz presidente da mesa'do Carmo o'o memi
da 30 de dezembro.emque se fez r requisico.
A acta
la ae v que o
,eorj) a organisaco da masa e casa <** reqaiai-
,Cdes; oo dia 31 fez-se a primeira chamad. Da
mais a mais, oo compreheado que fosie naces
aario muilo taraco nara a enUega de usa
d para a;
illa*| ni
ora. All lio adianlada
n>cj
Se. pretiaent.
* i
lo auno me animo a continuar : em outra occa
W"OBilewt njali l.rgAa*eaie.,flo wb^aeputj
mittindo a dignidade da santa a responder oa
strar as falsUaelee a%ealli teeoatm. '
Dl-e que o govara* italiano dirigir i anta
a um memorandas fiaaaat offeraaaantaa
ta; Taatajosos a raaaatto da aeguraasta,
Ulgatdade do pontiBeado, aaa troca da pe
paral. *^
Nete documentaofferecm-e aapaaliftaa ta-
da a garantas iaaatinavat, e tedas as taatt-
ajaaa que se possaaa-exigir oe ioteaoa da iada-
paderjcia da igreja^ a ao do podac esairitaaj do
eawaado catholicisram ; iateira 11 bardad e aa le-
1". a d'P0sit5eg relativa 0 movimento reli-
a-gioao, e posie.au pesaos I critida detodtrs os~es-
plendores. da tadaa aa agaaaes, que par o
teu pontifica poaasia reclamar aa Bala da Italia
essjai como oscsMiolieos do resta da Europa
Parece que o gabinete italiano oferece Um-
bem ao papa parta lajidade de Roma, na qaal
os direitosH serjpriBia e aoode resta-
baleeerta com o sacro collegio a lodo oa func-
cioaanoa eacarregadoa de cooperar para a salva-
.ao e vigilancia das interesses da religio ealho-
lie*.
NaquaUa ponto terh Sua Saotidade as immu-
f u, ltt*,e'ol oa soberanoi taea como ain-
rtolabilidade do territorio, juriidico indepen-
deula, eU.- *
Nao acreditamos na existencia deste raeraeran-
duro, ms quando effeclivamenie tivesse sido ex-
pedido da chancellara italiana, nao de crer
Ia' a M0** *& snouiasa a estas propostas.
No dia 8. quando o aanto padre s diriga para
a igreja de Santa Mara, e quando regressava para
o Vaticano, foi immsnaamenie victoriado. Esta
ovagao tem sido diversamente apreciada ; o que
6 verdade que o partido liberal affaatou-se dea-
la demoostrago, e lavraram o seu protesto es-
Ddo tanto oo Corso come aa ra da Cruz a
preseoca
uma.
O Sr. Correa de Oliveira:Siola ter causado
incomraodo ao nobre deputado, nao era eala a
minha iutenco.
A elico da Tejueupapo merece ser discutida
largamente ; mas vejo (olhando para o relogiu)
que Uto nao mis possivet hoje. Reservo, pois,
para outra occasio a Ionga narrecio dos escn-
dalos, violeocias e infamias pralicadas em neme
dogaveroo por um subdelegado, que eslava pro-
cesado, ao lempo da eleico, por ctime de furto
oo termo de Iguaraa.-, e que est pronunciado
no Rocife em crme oe resistencia pelo honrado
juiz municipal ds Ia vara o Sr. Dr. Hermooeges,
segundo cartas que retebi nltimameote. (Muito
bem, muilo bem.)
? discuaeao licu adiada pala hora.
O Sr. presidente da a ordem do dia.
Levanta-se a sesso s 4 1/2 horas da larde.
OlARIOt PERRAmiSUCO-
sa de Saboia.
Em muiloa outros ponto se via a mesma ban-
deira italiana.
Em Rysette por onde haxv de paaaar a aaato
dre, e no bairro do llonli, 'ncontravm-se
baodeiras collocadaa defroate das que all
posta os do partido do summo ponti-
fazaedo marcha* tropas aaatrtacea para a roa-
Utra turca.
Ka Cbioav Idmaao ^mk^-lm^U lnba al-
S2!irn V#U,U so^* '>*'a,ini e o
MBuatro 4a Prnaau procurara aa va coaclar
tt*,t"t."*>.^.<*"*wca a. o 4pkio.
Ka Anliaai eas iaineaAi
coaa a Nata ZeUna*.
na India o cotas fazia readea
Legra a Haaeto.
No Japo nao tem sido alterada a tranqoillida-
da. O govetno japoaaa daaeja aaaaiar certas
estipulaces coolrahidaa nos llbtados que sssig-
aara. com aigumaa potaaoM euiapa. Eatr*
essaaestipulasoes figura a da residenciado mi-
DisUos ealrangeiroa em Yeddo. e da abertura da
certaa portas do imperto do commercio ea-
Iraegelro.
A noticia do Eslados-nidoi na ao satfs-
fatoriae para a governo da uaio americana. Jai.
nuucia-se um ooto retez para aa armas fedetaea
e espera-e um comb&ie na immediace do
Pstotnoe.
O separatista eslavam seahores de alguna
camiahaa rmpertaaie naqaeil arrecciroi.
No Missouri eslabeleceu-se o estado de"sitio a
as cartas de New-Yorlt de data mais recama falla
da possibidad do esiabeiacimanta da lei mar-
cial em Waehingtoo, oode a agilaco era grande
em consequencia do deseovolvnanlo que tem
Ildo a insurreico do aul.
ihA'.m^t* "da palo predaale Liacola
noeriando os eseravos que os separatistas pos-
suem no norte da America, produzo mi eJJatto
como era de esperar, entre os nsurgeatea.
a esta providencia de grande alcance
outras bandetrae tricolores com as cruzes da ca- rt0\THi.aC!.,,LrecU?e,lle DOg int*reMe8 "
en
Hooleni fuodeou em oosaoporto o vapor fraa-
cez Btar, viudo da Europa, Iraaendo-nos cartas
o joroaea com as seguinle datas : Hamburgo 20,
Londres. Paria e Bruxeilas 34, liespanha 27 e
Lisboa 29 do paasade.
Em outra parte damos aos nossos leilores as
correspondencias de Londres.e Lisboa, e as no-
ticia commerciaes de Uaroburgo. Alm disto
eis o que coibamus mais nos diverso joroaea que
recabemos.
Lendo oa differenlea jornaea e corresponden-
cia que recebemos da Europa, vemos qua cada
um segundo a seu modo de pensar avaliaasi-
tuaco da Italia de um modo diverso.
Os joraaes quecombalem a uoiQcaco ilaliaoa,
e defeodem lfrncieo II, dizem que a reaeco
caminha, triumpha, se orgacisa e manifesla acor-
de m lodos os poolos do aotigo reine das Ouaa-
Sicilias, que haaleam a baadeira realista e pa-
tritica ; procuraado livrar a patria do jugo es-
trangeiro. Que as autoridades piemontezas pre-
teodem libertar lulia, peraeguindi> oa eu
coocidados, prendenio-os, fusilaodo-os, expa-
triando-os, queimaodo aa paroacas onde lhe
resistero, roubando e assolaudp ludo.
Em aOoio aos que tallam deste modo apparece
um memorndum de Ffaotisco II em resposla
circular do baro de Ricasoli, em que aasegura
que os partidos insurgentes marchara era toda
a parte debaixa da bindeira realista e com dis-
ciplina militar; que alacam e defeadem militar-
mente e que as cidades quaoceupam o seu pri-
meiro cuidado destruir a arma de Saboia, e
os retratos de Viclor Emmaouel tubstitulndo-os
pelos do seu soberano legitimo. Accresceola
que sopor ventura essas forcas se demoram por
algum tempo aubslilem as autoridades iulrusas
por aquellas que eslavam coslumados a respeilar.
Sao muitas as queixas que se encontrara nesio
documeolo que merece ser lido com toda a l-
teaco.
Pelo contrario todas as folhaa liberaos dizem
que os bandos que ae encontrare qoi ditferentes
pontos, sao de salteadores e bandidos, que assal-
lam aapovosces para as saquear ; mas que es-
tes bandos se achira dispersos e quasi pacificadas
as provincias ; que todas as monlaobas daSora
Mutese, Taborno e a aerra de ola esto livres
de salteadores.
O general Pnelli levou a effeito um movimen-
to com alguna deslacamentoa sobre Vvelino, Sa-
lerno e Basaliceu, allm de diisoUer os pequeos
grupos de asurgeoles que all exisliam. Esla
operaco militar produzirja ptimo resultados
em Santo Angelo, prximo de Palmi, e em Car-
rnaza, onde se flzeram muitas prseg.
A completa paeiflcaco das provincias napoli-
tanas ser consolidada por uma lnaa de guardas
nacionaes moxeis e de tropas regulares que se
deve esteoder por lodo o antgo reino de a-
ples.
Existen aljl, irinta e cinco mil soldados italia-
nos, quatorze mil guardas movis, dos quaes oito
mil Qcarara em aples e aas immediacoea, e
cinco mil na frooteira romana, e um balalho em
cada um dos 54 districlos napolitanos. Ogeoe-
ral Cialdioi tem continuado todo os seus movi-
rnentos para alcanzar este resultado.
Parece que aoa insurgentes coroeca a faltar o
dlnheiro necessaro para continuar aasuas ope-
rases. Alm dlsao estaciti que j cornee a
fazer sentir os seus eDeitos nai moulaahaa tam-
bera concorre para a extinejo cmplela dos ban-
do revolucionarios. Um resultado lo satisfac-
torio para a causa italiana d lugar a comecar-
e a prestar toda a atieoco 5 siiuaco e admi-
nistrajo daquella parte da pennsula.
O general Cialdini trata adtvamente da orga-
oisarao militar de todo o paizoecupaodo-ae tam-
bero as autoridades cvis ae ludo quanto diz res-
peito boa ordem e prosperidad delle,
A Onirjip Ndlionflfa declara que a Mr. Merode
vendo-eera forca para.alreter o Utrodnio na
Ierra de Salor e de Boveto, decidio-ae a trans-
ferir para as Marcas e Ombra o theatro dos suas
languinolentas intrigas. Embarazado no seua
projectos reaccioaarios ao meio da'paisa medi-
das que simultneamente loraarara aa autorida-
des francezas e italiana, reesutou novo bando
e dirigio-os Mrs. Caraoli. Pon leba u dea eBalaeoa
de m,aneira que ameacasae tres pouloaao meamo
lempo, e dsie a mo aoa loautgealaa daa aova
provincias.
O general Brlgnone e o general (gayn at-
sadoa deste projectos, tomaram immediaUmeo-
as dlsppsisoas necessaraa para vigiar acUvameo-
le aquellos paizes.u
Este o modo porque positivamente afolo
italiana a expreasa ; urna aecusaca grave fac-
a ao ministro de Sua Saotidade, a qua as oode
aer laucada por levi.udade. ^** *^
O que, porm cerlo que a trooaa franuza
e concentra rara as ronteiras romanas, aaaia
"WW UaUana. ; n^j at ao iaTfra-
rece estar prximo uro rompiraalo pelo coa-
iSSfiaBB6^*
Dif-sa por oulro lado qua
fWtynfatfbiM.ltimamente n-W
peratfor linba expedido ordens s autorl
BtlUUiu fraacia BM catados da igseja pasa i
esta
haviam
fice.
Houve neesa noile uma demonstrarlo em Gro-
ja ferris, prximo a Frascati, onde arvorararo
bandeira tricolor, dando titas a Vctor Emma-
nuel, re da Italia I
Na madrugada seguinte appsreceram pasqains
em differentea esquinas, tendo sido presos diffe-
rentes individuos.
Foi solemoisade com grande enthusiasmo em
quaai todas aa cidades itlica, o aniversario da
entrada de Garibaldi em aple.
A recordaco dos servigos por elle prestados
cauaa italiana nao poda deixar de produ-zir certa
excitacao no povo. Reioou am toda a parte boa
ordem. r
Cialdini n'uma carta dirigida ao poto diz que
na maneira porque oitalianos linhara precedido
lioham feilo um novo protesto peraote a Europa a
favor da unidade italiana ; asseguraodo que
como ama repetice do plebiscito de armo ante-
rior em que ae manifestaran de novo livremente
as opmioes.
Abrio-ae a exposco florentina. Foi inaugu-
rada pelo re Viclor Emmaouel. No discurso de
resposla ao discurso do presidente, congratulou-
e o re da Italia por ver representados all a io-
dustria e arle do todas as provincias do novo
reino da Italia, facto qua prova por si sd a tanto
a unidade poltica como a unidade industrial e
artstica da pennsula italiana.
'V
litara Xri

14
26
27
8

-
Parece mmineote um rompimento de relacoes
'tre os gabinetes de Turira e de Madrid em
coosequoncia do governo hespsnbol se negar a
eulrega ao governo de Viclor Emmanuel os ar-
chivos coosulares napolitanos, por isso que anda
nao reconheceu nem tenciona recoohecer aquelle
reino. Disse que o governo frencez deu iaslruc-
coes ao seu encarregado de negocios em Madrid
para que ioterponha os seus bons offlcios afim de
se harmonisar esta queslo.
Carta de Berlim aaseguram que o reconheci-
menlo do reino de Italia pela Russia seria eoto
defenitivameote resolvido, e oue oeste sentido
forajj prevenida o gabinete de Turim.
A harmona que existe entre a Croacia e a Hun-
gra, causa tarius cuidados effl Vienna. A dis-
sulucao da dieta de Peslh foi taxada do illegal
pela dieta de Agr.m. Preaume-se que serao dis-
solvidas todas as dietas. Os actos de autorida-
despraticados pelo governo austraco sao de tal
modo repetidos que pareoem uma provoeac&o.
Foi convocada, por um rescripto a dieta da
Transylvania. Os agentes do governo esiabele-
dos no paz provou oom as differentes classes do
povo urnas contra as outras para obstarem a que
se promovaos aesignaturas para pedirem es ami-
gas administrares dos dislrictos dissolvidos
desde outubro ultimo.
A Vg9m do arct>iduque Reinier eslava fizada
psrs 18 de selernbro. A corle de Vienna funda-
va grandes esperanzas, na estima de que goza o
archiduque tanto aa Hungra como entre os Ve-
nezianos.
Um estudante altentou no dia 20 de setembro
contra a vid da raloha da Grecia, disparando
um-revolver contra ella as ras de Alhenas,
relunrente o revolver errou fogo. O regicida (oi
logo preso declarou nao ter cumpliaes.
As cmaras bollandezas, comecaram as sesses.
No discurso da corfta o rei felicitou. fez naco
pela prospendade crescenle do piz, apezar das
terriveis inundacoes que lem soffrido.
Aa cortes da Allemanha veo quasi unnimes
em manifestar inqoielace pelas ideas attribuidas
aoscandioaviatno.
Falla-e francamente de uma alliancs imml-
neote entre a Franca e a Suecia de uma abdica-
cao quasi certa do rei da Dioamsrca, que tem
por ceosequeocia imraediata a reanro na cabe-
Qa do actual rei Carlos XV da Suecia, das cordas
des tres reinos. -
Neates termos a rewniie de Calmar est a pon-
to de se reoovar, mas em sentido inverso ao que
fura proJecUdo por Margarida Waldemar a idea
seandinava poi a ordem do rei em todos os
Circulo.
Oia-se qua a linguagm do rei da Suecia por
oocasiao da recepew feila ae enviado italiano
marquea.de Tarreara ao deixa a menor duvida
a este respeilo.
O que prtanlo ge tema na Allemanha e na
Rueata unio inUm da Franca com o soaa-
dinavumo,.lendo asta (reate o neto de Bernr-
doie.
Omer Pacha rompe as hostilidades contra oa
monteoegriaa. J teas batido maia de am con-
flicto.
Um troco de monUDeajriaos atravesiou a froav-
leira e oceupou a ila Vranina, prximo da Laca
aculan. .
Os habitantes reunir sm-se selle, ereliraram
a guaraieao que saeompunha de irregulares, a
que vsiavam na imposattelidada da resistir fr-
5* que ae epreeaotua.
A diviso ooaQada a Omer-Pach foi raforcads
com tropa fiescas, a aolreUaio aquella gane-
ral eoconlrava-se em grande apuros.
O gabinete de CansaaaUaopla axpedio um dea-
pacho circular a lodos os eus ageotea diplom-
ticos, expondo razao porque teaolvee pnacurar
peU armas uma auiuca conUa. o Montenegro.
este documenta rseeidou o rnaaisara dosoego-
oos estraugeiros do sultao, todoo estorcaa que
O governo turco eaapregou. po* diverso mo-
dos, para oblar uma repacacao araigavel daasuaa
queixaa. ^^ ^
TtaU-ae de mostrar qu Porla oa desejo
egilimi> da aasegara iranqullidade doa sea
aubditos Ugiiimoa de MoDi-Necro, levou .14 Pelo delegado de
aoa ultiosoalimiU ooBdasadaoota a a maden rfaUho; Joao Ao.tarta rm
taao a reapeito dqe*le pequeo prioopadav Jbi capturado-ltMMMl
auasrae*iaatta.MejMira..rfM^i..i,U.. t^ .....^.
usftiBteocdaapacsfioas. ^SfSrSom.
A asta reapeite invoca a teataaaaaho da aot- didos 2 mezea de
miasio europea pajrai raaolvar oa Waiihnti datada orpbi
aronlea. ma Altea M
Oa membroadqella caatiao,diaoiasM- ] Esta a^aaaai<4dr'(i
raettaanana litaran oceaaia aa reoooawder a. mentos, sendo o flat
obaiiaeaee a m ventada qu aa anaoa> aatfi da maouaaacas, e ebegaram canten- Era Jtea*feUterj*)v
IMdao acama Uta aa moaiaotgo- comasasWa.a) ^aaaaiMa dItr
compaavejia m^ ptt m^ ^^^mJTS^
.Tirrqatit r-_________________________
renda !
Kpais i6jac a' Uanaailadada do paia,
rBdoaoa auhailo risawa da
de sua aetuEaoca^

cerlo individuos de mais ou menoa influencia
esta al ceno ponto atenuada porque parece qua
o presidente ae nao resolv.e porm quanto a pro-
ceder aboliio da escrsvioo em geral.
O general Maellelao trabalha iocessaotemeole
na orgaaisacao deste exercilo; este geoeral ios-
pira grande coeanca.
Nos EsUdos-Unidos a imprensa lem sido mui-
lo perseguida. O povo e mesmo algumaa autori-
dades tem commettido varios excessos a respailo
de cenas officioas de jornaea a dos seua redac-
tores. ------
A imprensa est dividida em dous'campos -
alguns joroaes sustentam a causa dos separatis-
tas, maa sao considerados como traidores, fos
porta daa officinaa desses joroaea auspeitoa fo-
ram collocadoa algn impreasos am que ae dia
que ea que ympalhsam com a cana dos rebel-
de o vigiados em toda a auas acede e que.
se persistirem nos seus actos de Iraico. o poro
Ibes dar ama correccao.
MuiUa folhaa sao repelidas vezes suspendidas
e o jornal do governo pede todos os das o ree-
labelecimealo da sauccao precia.
A guerra prosegaa activamente, e oa iocoote-
nientea aggravam-se todos os das, sem qua at
agora tenha apparecido a menor idea d'ama
conciliaco.
Do Mxico tambera coasta que a agitac nao
diminue. Os partidos debatem entre si o poder
e uto ; suflicieule para a aaaiqaiUacdo de um
povo.
Ero Franca causa certos recelos a partida psra
os Estados-Unidos do principe da Joinville, sea
ulho e scussoorinhos
Seja qual (r a idea que este respeito exista
no gabinetes, as caris (allam do principe Napo-
leae par oceupar o thruno mexicano.
A Hespanha vai sustentar com a (arcaaa sea
reclamace contra o governo do Meneo. J pa-
ra l-partiram alguns navios de guerra condu-
zindo tropeado desembarque a bordo.
Embarcafoei miradas no porto de Litboa,
otadas dot deferente porto do Bratil.
13 de selernbro. Brigue brastleiro Oiinda ,
Pernambueo, em 49 dlaa.
Vapor-paquete (rancez < Ee-
tremadure, do Rio de Ja-
neiro, Baha e Pernambueo.
Barca portuguesa < Luiao ,
do Par, em 56 diaa.
Biigue poriugue* Sobera-
no de Pernambueo, am
48 diaa.
Brigue portugus Coos-
tanie a, de Pernambueo, em
49 das.
Brigue brasileiro Mara &
Alfredo de Pernambueo,
ero 65 diaa; van arribad
coa agua aberla, deatina-aa
para Marselha.
a Ooeida a (paquete) dos por-
to do Brasil. Iraz 19 diaa
1/2 do Bto de Janeiro.
Brigue brasileiro < Eugenia
de Pernambueo, em 46 dias.
Embarcasou tahidat do parlo do Litboa para os
differentes por los do Brasil
13 oaselamaro.Barca portuguesa Antome para
, o Rio de Jaoeiro.
Vapor paquete inglez lytxt,
para Pernambueo, Baha e Rio
t de Jaoeiro.
21 Brigue portugaez lorau /, par
o Rio de Janeiro.
22 Patacho portuguez Terceirnr,
para o Para.
Barca rauceza Veroun Calle!,
para o Rio de Janeiro.
Patacho portuguez Marta da
Gloria, psra Pernambueo.
Patacho portugus Frsdtrieo,
para a Babia.
Brigue inglez Mary ns\ para
o Rio-Grande do Sal.
Fundos em 28.
Ioserlpces de 3 por ceolo 48 a 48 1/2.
Compona 47 3/4 a 4* 1/4.
CerliOcados 41 a 4.
i
PERNAMBUEO.
REVISTA DIARIA-

justiea da Eewee de flm.
Matar da ara- Acha-iam
arcada Na
BBOftsafaejjRirMii^
Anto-hootem (ISJ pela maoba recolberartf-sa
ao oosto porto 4 escaleres da-giler norte-ame-
ricana Sm Hound, conduztado caailo W. H.
wilsonsjBfeaisSt' pessoas que compunham o to-
ta da eTJ^npagem Oo referido tratlp de lote de
1534 toneladas, e que em vlagem de Inglaterra
para California, pegou fogo oa madrugada do dia
il do crreme, a cjncoeni e tuco milhu ao sal
do nosso porto.
O fogo que natursltnanle Utut ha mais lam-
po, declarou se formalmeole ha meia noile do
da 11, e as 5 horas da maoha de 12 j a cham-
mashatiam queimado a maior parle do navio da
agua para cima, porque segundnos inlocmapj.
o capuao Wilson preseoclau a queda doa maa-
tros, tendo se conservado atracado at esa ator-
mento
A equipagem teve apenas tempo para salvara
parte da roa pa que se achata nos babus e csIUm.
. dia 5"do mez passado no termo da Boa-
Bufraato de tal,
fuga.
^NteiadeTew*,-il^rrvdMo'a P>
xenda Grande, Juvenal Gomes de S\ assitslaau
com um ta na velhe da non Pedro da taf.
O facto deu-se oo dia 16 do passado rj atsas-
siealagraa etiaar eeSo da idatlca.
ara conce-
municipal
Byaaa-
l raJHl.
lo da saudade
minado Cach
poado* iatanediatamente em
* *
J


4*.wm
Federe a ?ni cempelir neeosie e> orde-
im r, affednar*censorio da. s a ali,JfViMif fct
m Htadtqm ni4 sitt Awrtfrn Rom-
rtoho ; qual ichi-ie em eslado da ur impon-,
re o traadlo de canos e cavaltos, sendo at
nm predpicio o teator -ae iato, porque ardeae-so
scahivaa osado
ilo oo aa ioveodtoi vtoeee.ieeee-
4ou ana un deeteodU llanos *ma j*eiee,
Weta na. cabridei.
c O estafo. fiaaUnnte tal qqe qualquer de-
ntn a onecerlo preeieo.ardaea totorceptott 1
completa do transito, Mama pera pooae ; e aera
bonito por ceno aquella oaWada fique esein
.. vista do exposto, necessurlo que se tratp
ae verificar esa refartialaaianiBcacao, para aar
Aparada. *-
E*crevem-ne* o segolnle que publicara
lomo urna ptovsxagao i medida solicitada, se lar
fonveniente.
: Emquanto a coDsolta, deixamos a sus solugt
* pessoa mais antorieada sofera a materia :
s c Povoadto a Pedra 23 de agoeto de 1861.
< Suppeaivio-n bulante phtlautroptoo, e ne
o de?o esperar que taca a bn sem nada
ou.ir do seu thesouro, a excepgo de algos!
tantos qee flcarao compensados cota o me osa
ai qae fizer, esporo pois que tenha a bandaee
emtttirsaa epioio sobre daaa quesles qaa
e paito i expor.
a: Dir-se que o decreto n. 689 de 27 de ja
o de 1853, que a p prora tabella orgsnisse
ero Wspe Sala deocese, regulando os di re tes
arochiaes, urna lei; disse, que em dtreo p6 Ps8,r9 porfazeoda de gado, desobrigue ou nao
desobligue, urna vez que teftha ido a esse Boa.
< Objecla-ae tjue ura decreto oto lei quando
todaparfioelara aaprovaeSo da urna -tabella,
Ifuef'sJS regHilaado direitos parochiaes, qdeiSeja
regulando fretes de embarcagdes, de mnibus,
vapores par tarra etc. ; que o direlto que as pa-
teeboa taro cobrar par aquillo que funooieea-
ram.por ser oeste sentido saweciotiado, seas oqae
iba oio derido, e que alo hsvendo sai que ebri -
gue a atgaern a mandar diier urna mina, un
Te-Deuaa, etc., laaabem nao ha que obrigae a
en fosear ee, eu por oatros leemos, a desobrgar
as familias ; que O 19 cora o titulo deconhe-
cengeque vara na tabella, dizendo que o paro-
dio iodo desobrgar as fazendas de gado peree-
ber pareada uoaa i$, que deve eoteoder-se,
sendo ello chamado para asee fina ; porque ee
alende que conbecanca quer diier premio, offer-
4a Tolantaria feita a curas pelo pasto eapirituat,
e que cess q genuino sentido da patarra logo que
ee obligado a pagar, e que, se o legislador en-
teodessadever-se 2)por pojauir-se a fazeoda de
gado seria mais expresivo em dizer, por cada
lazando de gado se pagar ao parocho 20, sem
mais condigo de desobrgar, porque se 6 par vir
a fazenda sera ser chamado, julga alguese que
tanto direito tetn o parocho como os propietarios
de embareaces, mnibus etc., e todava, ellas
vo aoa portos, as cid a des a centros, e t cobram
daquelles que voluntariamente embarcam-se asi
ou a seus fardos. E ultimamameote concedido
que ludo isto paraca sophisma, pergents-se ; o
qua se eotende por faz4ods de gado? A boa in-
telligeneia responde : que urna fazenda propia-
mente dita, um eslabeleclmento com casas de
inorada 4o dono da fazeoda, ou pelo meaos casa
de vaqueiros, curraes, fabrica etc., e deverl ter
tal vez mais de SO voceas, porque ae nao ba lei
que regule, temes a da guarda nacional que isen-
(a do servlgo activo o cidado vaquetro de fazeo-
da que apaohe roais de 50 bezerros. Estar, pois,
so caso de considerar-se fazenda ou fazendeiro o
posseiro de 6 oa lO viccas, sem estabelecimeolo
de fazenda ou vaqueiro, que conserva, e para re-
galo as recolhe no seu sitio ou quintal as po-
Toacoes, durante o verde, para deeleitar, e co-
brar-se como a titulo de fazenda 2) ?
a Paasamos a segunda queslio. Desde que
appareceu o regioeato de custas, que por este
Serto entendern) osjuizese doutores, que pelo
artigo 171 Tlerldo a cada. avaliaJor 4J) pnrava-
riarem toda e qualquer casa ; em termos que,
querseftm as casas as villase aldeas, quer ae-
jam nos sitios e fazendas, quer valbem muito
quer vaMiara pouco, a paga sempre a mesan ;
e muitas dssas easas que deeriam ootro nome
ter, sao laes que se avatiam por 6,8 e 10J.
c Nao haver contrasenso cobrar se por ava-
har mais do que aquillo por que se avaliod ? Di-
go mais, porque anda avahado por 10 temos de
dar 8 aos ava-liadores, e em retaceo o escrivo, o
juiz, os partidores, e mesmo os offlciaes cobram
casias. Seria'rouito til que Vmca. concorresse
para qoe sed a isto explicacao.
No en'anto julgo-me um pouco despeitado
portar mais de ama vez mettido-me a explicara
lei, e ser serapre desorejada a minha intetligen-
cia. Ouca, pors, Vmes. como me explico. Digo,
J;ue as casas terreas com soto ou sem elle.de que
az meneao-o artigo 171, devem ser as casas ar-
ruadas as eidades, villas e aldeas; e assim mes-
mo eu quizera que o legislador nao ennsiderasse
orno taea a todas ; que as casas de sitios e fa-
zendas nelhoros ou peiores sejam 'contempladas
englobadameote no artigo 173 como predios rus-
ticos, pois que eomo casas terreas e predios ras-
ticos, n'um e n'outro caso assim ae explica
Maraes. !
De V. S. patricio muito respeitador etc.
c S. C. C. M.
Do Morning-Post extractamos a aegaiole noti-
cia de uraa viaxem aereostattea, realisada nao
lia muito dorante a no te.
A ascenro tere lugar no foyal fformandie,
caja ceostracgo custou 600 S a Mr. Simpsoo,
deCremorae Garle tu ; o sea director fui Br.
Lythgoe, aereonauta experimentado em noventa
quatro vlagens aarias, e o da 21 de julho, em
que cetebrou-ae recenteme^ie ama festa em
Clemorne, em Londres, foi o escolhido para ella,
sendo dous tugaros da barquioha oceupados por
Mr. Arihur Viriam e Mr. Noel Aodersoo.
As onze horas da noile. o balo, solt das cor-
das que osustinham, subi cbm rapidez oara os
ares, e depois de haver>se elevado a altara de
zoaitas milhas, Mr. Lythgoe julgoa conveniente
descere atravessara oamada ioerior das nuveas,
afim de reconhecer a natureza do paiz com o
intuito de effectuar sua descida a trra. Ao sa-
hir das nuveas, distioguio-sa. obscurameoto em
terreno plano, e preparativos foram logo feitos
para deiiar cahir a faleixa na primeira occasiao
faroravel, a qil aao ae fez esperar aauilo, e s
eolio, medida que se aprorraavam da trra, a
que viam os campos se succederem sob seus olhos
que poderam os viajantes apreciar a estupenda
rapidez com que pereorram o espago. A fateia
foi cum effeito laocada, e um abalo que sentio-ae
ao mesmo tempn.jleu a conhecer que ella ha-
via-se onlraohado na trra : mas nm instante
depois o ruido surdo de urna raptara deixcu-se
ouvr, e o balo, depois de oscillar paraum e ou-
tro lado, remontou-se de novo para oar.
Foi ento que Mr. Lyihgoe carecen de toda a
sua habli lade casada com toda a sua presenta de
espirito. Privado do meio ordinario de tomar a
trra, oio Ihe restara acoso o recurso de tancar
o bati coatra as arvores ou ootro qualquer ob-
jecio ; de modo que apercebendo um grupo de
arvores, resClveo tentar este meio extremo, e
por isso dirigio-se para a trra. O vento sopra-
Ta com orna forca terrivel,e a barquioha foi pre-
citada com urna tai violencia, que Mr. Viviaa fl-
sm quasi sem sentidos do choque, ao passo que
Mr. nderson, qoe nao Uvera lempo de con-
tar-se safBcientemente, foi em parte atirado fra
dalla, Tobando a trra com a caberja e com as es-
pauas; mas por felicidade debatendo-se, pdle
desvencilhvr-se e cahir da barqurha ; de sorte
Sue a-tnia noile vo'lanlo a si, achou-se oo nieto
s um campo e'favas, e sem saber do balso qoe
ba muito esapparecer.
Nao foi sem irabalho qae, depeis de deas ou
tras rnilhas,de caminho, chfgon M(. Arderson ap
oado Ve Hiih-Uodlo^, ao norte do condado da
BsVWtli fot ll* attTiid-'oor um'Ipamponez, o
Ihe. que voltando gtjei tmpo an-
das noHnsjrritos. qe
uenmeert corpb
Tolavia, m notaos viajantes ifflnat eameraTm
adiaaa)i;gaadivTata-.-maa ni potreo ouviram
roneo aurdo, que aasamerhava-te ao bramtr
doaoaano ; roneo que exlingnia-se por mamen-
tas, a aapoia reappareeia; e attarez do ana
abortada a*vea*, apereafceram oiiiar'TnJnredta'-
Mmaote abaivo de.t. M.a'WrTmetrte, ao gf.
doaatisf?lo. ao Urrdaram era eooo*ee que o
veato.eapeUta t> b4lia i f aMaal^fcaaMaMajItlsaaaai aaiAaa atiiA itiaf i aVA^Ala^d
duixar wpr dMi. a realisar a deseW k%-
do 9 rieco. O eaabate com a trra fe terrivei, o
tajean o.veatoaoprva forte, obillodeu.,lWs't-
faajlav arrasirtaoo os dotis -vTeJanTes dlit]rr.
pha, auspensos s cordas durante mais'vouas
milhaa, alMVez de fosaos e de outros obstculos
do pas. Mr. Lythgoe juJgoa, qae o bati em-coo-
sequancia do gaz que ha via perdido, aaopoderia
mais ascender, de novo, deu ao compaoheiro o
algoal da largar as oraVl, ^e ambos, depois de
algumaa eambalhotaa, acharam-se de pernas ao
sr n'um leraeso pantanoso.
O baUo fai abalraar n'uaa Mkiho, aVolgamas
ceatenas de paasos raad, a dkepois deeappareaau.
Os viajantes chegaoWappois, bao sem fadi-
gat cae* da um cultivajor; uade souberam que
estavaoj perlo de Lovaaotofl, sobre costado
SufTjlk, assim como qu^Maam duaa horas da ni-
dtogada..- ^^^
I' superior a todo o elogio a habUdade e o
sangue fri que o aereonauta, Mr. tythfoe, dea
ptevas n'essa perigosa vftgem.
' O bailoi encontrado ao depois.
Nos das 12 e 13 do cflvrenle, foram reco-
Ihidoi oasa de deteno lt homens e 1 mu-
Ihor, sendo i2 livres e t scravo, a saber : .a
ordem do Dr. chefe de polica 7 ; a ordem do
aubdelaajado do Recite l, a ardeos do de S. Jos
3, inclusive o crioulo Jacialho, escravo de Mi-
guel de Souza Lee; a oriem do da B>a-vsta 1,
a ordem do d Santo AaroraMe Jaboatao 1.
Passagairos sahidos para o Ceai no brigue
braslleiro Henrique : Pedro Januano de Paiva
ftias, Lufz Mfteiro da Cubila, Jos Trancisce da
=
pi-ejufzo real
terxiaaaado
egediar os wsai
P0Jie**j*lleji,__
tSfBsstsaessi
dactttnaaHoo* fOtaraa-MU
daav e ao moasaa ie
leaoo M' aervirtda piovas caa>*o

m
'.^godib aoltai pnsanrado por canta da
da guerra
coOfraiajaBtaordtrt-
Silva AJboao, Felippo Luiz Gogalves.
. Palsageiros viudos do Aracaty no hiate bra-
sUeironreucive: Porfiro Jeremas da Silva,
lote Nicolao, Carlos Liel, Luu Antonio Pinto e
i escravoa a entregar.
Paasageiros do vapor francei Bearn, vtn-
dodeBordeaux e portos ratermedius :Ifeori-
que Adour, Antonio Joiqulm Seve, coasmenda-
dor AntonioTelles de Meneos, Cimpello Jnior,
Teixeira Bastos, cooaulo da Bramem Henriquo
Brum, Hipotiio Albert Ridaux, Viceozo Lmente,
Vicenzo Vita, Fran:isco Puriati Mr. Lu-
fleur, Manoel Bernardo di Stlva, Antonio
Henoch dos Res, G. A. Alves Ferreira, Paulo
Moreira da Silva.
Passageiros do vapor fraocez Bearn, sihi-
dos para o Rio de Janeiro e Baha : mada-
moiselle Margarida Andreis, Mr. Joaquim Ar-
cenio Cintra da Lilva, Arcenio Fortunato Cintra
da Silva, Thomaz Fernandos da Costa, Maoolino
Alves, Agustn Spiaal, madama Aagustus Spiaal,
Dr. Pelix Partor.
MOHTALIDADB DO DA 13.
Antoaio, frica, 80 anoos, solteiro, seravo,
Boa-vista ; dearrhaa.
Virgilio, 6 anaos, Pernambaao, Roa-vista ;
convulsea.
Joaquina Mara do Garmo, frica, 53 ennos,
solteira, S. Jos ; angina.
Joio, Pernambuco, 13 aonos, solteiro, S. Jos;
meonengile.
Adriana, frica, 91 anaos, soltei.a, Boa-vista ;
derrhea.
Aona Mara do Carra o, Pernambuco, 50 an-
uos, casada, Jaboatao ; cancro.
Da 14.
Lauriano, Pernambuco, 60 aonos, solteiro, es-
cravo, Recife ; prostatites.
Luiz, Pernambuco, 18 metes, escravo, Boa-
vista ; entorile.
Francisco Jos Caroeiro, Portugal, 45 aonos,
casado, S de Olioda : mordedura de cobra.
Felippe, Pernambuco, 5 mezes, escravo, Re-
cife ; coovulcoes
Sopbla, Peraambaco, 5 anaos, esorava. Boa-
vista; enlerte.
Jos Joaquim de Saota Anna, Peraambaco, 36
anaos, viavo, S. Josc ; tabercalos pulmonares.
Manoel, Peraambaco, 24 horas ; Boa-vists ;
espasmo.
Matadouro poblico.
Matarara-se no dia 13 para o. consumo desta ci-
dade 100 rezes.
No dia 14-93 djtas.
jamo, prpieaeor, tmao-imtt -a> tMtamtraho
vivo da existencia de um maudato de,que ae acha-
W'tovlBstiet o mesmo prde*sof qne'aistoi obro-
4o, abeavadootseda.eaphera da to. Emquanto,pois allegar aimplesmente o-quar-
tdso que havii oblido de Malreira, remissao dos
jarais aocrediao a folhs, entretanto que eontessa
e recanhece na prvfessor Ricardo a qualidade de
procurador,de Malveia, em posee de urna pro-
enrajo bastante exhibirla em jutzo, e estar este
incumbido da gerir da modo o mar faveravet aoa
lotereaaes da Malvaira sao eoosttainte, e d'oado
nao se prora exoeaao ao maodalario. Pelo que
anda urna urdiduras ogitafo dp crime de
esteJIieoalo, a nacha peso marees laanelbiate
arguicao, uue uoumauw tere po* Bm manchar
a reputaeo.daquelle profenor. Alega-e ut non
parbitur, nlrnl valet. EntretMtoque das alas
:MiCPoata .aoaael beata facu da raaniealo dos ja-
ros assigoador por Malveira, em favor do que-
xoso, e muito menos a intima;o de brdens de
Halvaira, ao seu procurador, pois que eslava eate
om sen diroto, quando exigi os juros e cum-
prlo o mandato de que se encarregou. Infeliz
em todas Suas tentativas foi o queixoso, e sobre
modo lamento que anda appare(am procesaos
desta natureza, fomentado pelo embuste e calum-
nias de homens, organisados e trasidoaao publi-
co peta imbecilidade e igooraoia dos juizes xre-
aulos. -Cidade do Caruar, 16 de aetembro de
1861.0 promotor publico, Jos Antenio Cotho
Ramatho. E mais se nio coniinha em dita res-
poata, a qaal rae reporta e don fe. Quipap, 27
de seteeabro de 1861.
Em testemunho de verdade, o tabellio pobli-
co de pao e subdelegada.Beroardino los de
Sooa.
OUTRA CERTIDO.
Certifico que teodo servido como escrivo ao
diatrieto de Quipapa, e fuoccioaando no proces-
so de que trata a petjco suppra, Uve oecasio do
escrever o flepoimeot dastestemanhas que ael-
le juraram; das quaes a maibr parte foram in-
quiridas por parte do denuociaale Antonio Lo-
pes Muaiz, pelo seu cunbalo Vicente Caaapello
de Araujo, lazando vezas de adoga lo, e presen-
ciei tambem um ou dous roquarimentos, que se
(untaram aos autos, serem esenptos por Bernar-
dioo Jos do Sena, escrivo actual daqaelte dis-
tricto. do ooa affirrao e dou f. Frepoexia 4a
ParwUas, deaetembro de 1861.Venancio Jo-
an Ferreira da Cruz.
Eslava reeduhecida e sellada.
. ovvjl aos Eatados-Uai-
a ot^a
qoe
fv(s>a
fteaa#{eo dorariteo meallndotoram con-
i oe pcaeoa aobi aata ^.'oejiihoff.
OoJMMMndl -*. .randa Mi* do^acaraadode
qualtdade w, ^uacoutmua Muito Bcocotao.
Quasi lodos oa principaeaeneros ate mar-
eado tomaram um carcter mais firme, especial-
mente o caf, o estocar e o algodio, e aatraosa-
joes tea sido muito activas, com mais ou tnenoe
elevaco dos preco.
Cafe.A posicao do caf se forlicou om cou-
sequencia do leilo oa Hoilanda, que acaba de
ter lagar, cujo raullado euedeu na maior parle
os prejos taxtdos, e todas as qualida Jes melho-
res, concorreales do est do Java encoolra
prompti extraccao.
A influencia favoravel tambem se eslenAen
sobra aa qua)tdades'Joferiorea do caf do Rio, aa
quaea vo aer mais procuradas.
ra semana pasaada a importarlo foi de cerca
de 30 mil saccas, e as ultimas vendas foram de
18mil saccas de caf do Rio o de Santos 1 l/7r
7 97 achiiliogs.
Colamos: caf do Rio regalar ordinario: 5 7/8,
1/Tschilliogs.
Assucar.Continuando favorave aa noticias
do exterior, perguola tambem conliui, e oa
prerjos se tornaram mu firmes.
TaDaco.Extraccao regular e dopositos inferio-
res. Do tabaco brasileiro s existem em priraeira
mo cerca de 700 pacotas e 75 rollos. Procos
Armes e sem mudanza.
O algodo, aeguindo o exemplo de Liverpool,
onde em consequeocia de consideraveia tranaac-
coes os preds subirm de dia em dia, tambem
lem estado aqui muito animado, e os prunos
melhoraram successivamente de 3/8 schillings
por libra.
Coaros.Doeidinjo-se os pnssuidorea a fazer
conceisdes, o mercado esteve muito animado; a
qualidade pezada foi sobro ludo procurada. Na
ultima quiozena eniraram cerca de 36 mil, e veo-
derarn-se 53 mil, dos quaes cerca o 16 mil do
Brasil.
Cacao.Continuando a procura o valor de
todas as qualidades lem subido.
COMIUkCBO.
Novo Banco de Pernotmbuco,
O banco paga o 7- dividendo de 12#
pac accio, relativo ao semestre indo
era 31 de agoato pronirao paseado.
A directora da caixa filial tem deliberado
marear O praaa de 39 dias para o reeolhimento
das sdalas e ajOOl), findo es quies esta rao
sujeitoe'ao descont mensa! progreSstvo detO 0/0
de conormidijde com o decreto o. 2664 de 10 de
oulubro de 1860. Recife 10 do outubro de 1861.
O aecretario Interino, Luiz de Moraes Gomes Fer-
reira.
Rendimento do dial a 12. .2672001489
. 7.93SJH3
Idom do da 14.
Mo Yimento do porto.
*
Navio sahido no dia 13.
Cearbrjgee brasileiro Mmriam, aapitio An-
tonio Feraaodes Loureiro, carga fazendas e
oatros gneros.
Nao houveram entradas.
Nonios entradoi no iia 14.
Aracaty7 dias, hiate brasiteiro lnvtncivtl, de
33 toneladas, capitio Jos Joaquim Alves da
Silva, equtpagem 5, carga caoros, sola e ou-
iroagaaeros ; ao oroamo capito.
Bordeauxo parlas ioternaedios19 das, vapor
francez Bearn, de 1143 toneladas, eomman-
dante Anbrosy de ta No, qaipegem 11I, car-
ga differeotes mercadoriaa.
Santander41 dias, brigue hespanhol Moralidad,
de 208 t melada*, eapitao Jernimo Mir, equi-
pagem II, carga 2820 barricas, 3U0 saceos
com farnha de trigo ; a ordena:
Terra-No va 31 dia, brigue inglez Elizabeth Me,
Lfia, de 127 toneladas, capito Goorge Jean,
equpateos 9, carga 1800 barricas coa baca-
lho ; a rdeas.
fario sahido no mesmo dia.
Parapatacho brasiteiro Emulagao, capiio Joo
Anlunes da Silveira, carga vanos gneros.
Rio de Janeiro e Bahiavapor (rancez Itearn,
commandaate Ambrosy de la No.
.".$. -,~
* r s- ____
275 4369552
Mov monto da al fandega,
Volamos entradoacom fazendas..
> com gneros..
Volames sahidos
com fazendas..
com gneros..
274
295
569
Communicados.
Duas patarras sobre a administraco
do coronel Bartamaqoi.
Nao vamos tecer um paoegyricu, om to pou-
co ama lisonja: oo aabemos queimar incens
falsos dolos; vamos to rnente por em rele-
vo a probidade personificada, tanto mais aprecia-
re! qoanto estamos o'uma poca em que o inte-
resse proprio predomina todos os outros:
queremos fallar do coronel Burlamaqui, como
commandante do presidio.de Fernando, esse h-
roe da nossa independencia desde qae tomou
posse do dito cum man lo que seus actos sao sel-
lados com o cuoho da justici toda prova. j
poupando a fazenda publica, j nppoado ama
barreira inveocivel > certos especuladores, que
querem lodo transe esgotsrem o ultimo viniera
dos pobres sentenciados : aquellos bradam con-
in a administrarlo, porm o enrgico comman-
dante poaeo se embaraza com esses zangoes :
ama vez que ojnsiiceiro presidente est s&tisfei-
liasimo, e que se l nos semblantes daquelles
sentenciados a alegra, e que dizern em alto e
bora som que sao elles quem guardara o com-
mandaate, e fazem votos ao Altisslmo pela sua
conservaco.
Portanto, Sr. coronel Burlamaqui, mala um
louroque cinge fronte de V. S.; mais urna
pagina que Mea archivada na nossa historia com
lettraa d'ouro o nome de V. S. que por demais
con becido.
Um imparcial.
.n
e
-B*
S.
e>
a
B

z
O
O
kthmosphtra
Dirteca.
Descorregam boje 15 de outubro.
Brigue hanr>ver5no;iupiter carne de charque.
Lnare parlugoezJuliosal.
Escuna francezaRoylferro bruto.
Importaeao.
Hiate naciooal Inveneitul, viudo do Aracaty,
manifestou o seguirrte ;
96 saceos com 12 alqneiresde gomm, 25 di-
tos com 100 arrabas de cera de Carnauba ; a
Prente Viaoua. *
171 saceos com 91 alqoefres de gdmma, 1 dito
com 4 arrobas de cera de carnauba, '1 ditos Com
141 pares de sapatos. 1 caita c6m 52 libras de
peonas de ema, 5 barricas com 30 arrobas de
sebo. 1 dita com80 libras de qneijos, 23 molhos
com 510 esleirs, 125 couros salgados com 104
arrobas, e 1,136 meios de sola ; a ordem de di-
versos.
Exportacao
Do dia 12 de outubro.
Brigue portuguez Relmpago, para Lisboa,
carregarara:
Jo Maris da Costa Porto] 205 cauros salga-
das com 5.916 libras.
Thomaz de Aquino Fonseca, 12 toros de angico
com 8 palmos de comprimenlo.
Polaca hespaohoh India, para Barcelona, car-
regaram:
Aransga Hijo & C, 744 couros salgados com
22.200 libras.
Becebedorla de rendas Internas
geraes de Peraambaco
Rendimeoto do dia 1 a 12. I999s319
?a w
S
I
i InUnsidadt.
-a 4 s fe ts | Pahrtnhtit. 1 m o
ee * "es" O o a | Ctntigrado. m m H a> o
M -i | tfyoroviiatro.
O p O o | Ciserno hydro-mttriea.
Correspondencias.
dem do dia 14.
Consulado
Readlmento do dia 1 a
dem do dia 14. .
3.8929009
16 891328
provincial.
12. 21069*844
.... 1:345)650
OS
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-4
3
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S Franesx.
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nglti.
o
ce
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S S
8
e 8 8 s..
A noite clara, veoto NE que gradualmente foi
abooancendo e rondou para o terral.
OSCJLAgiO DA HAR.
Preamar as Oh. 42' da tarde, altura 5,4 p.
Baita-mar as 6 h. 30' da maoha, altura 1,4 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 14 de ou-
tubro de 1861.
ROKANO STEPPLE,
Io lente.
Editaes.
de rspilez perto
qual a causa do
Sigantesco pasS
elle: Hr. Aod
terror deasd ea
O balso, doooioo de pose amas* Horas, tea
do pord tato amo ato dotsa^ par oacaaadolao sepH-<
meirachjaqaOoasaira a torra, remoaleo-se como
om taguete asa tntrival altura de trae miahts
uasfl-aarto,; a Hr. JLy ihgae da atas aoa par santo
gaz, quanto eatoodeu aar uecoaiario para aoaor1
demr se* pedje:-, anas deeorrou anda lempa
antea do ba3o tomar urna .marcha heaiaantlao
ar. O fro nasea etovacio, em qae a taorperatara
eslava aba > graos, era das meta Hues-
ean; eos rotando sleosio ove relneva,
"soalbont
zas dafk
KjRQ'
Srs. redactores;Nao basta que qualquer se
considere iivre de crimes.para estar tambem livre
de soffrer perseguiges, mxime morando em lu-
gares, ondea luz da justica mal brilhaentre as
trovas da ignorancia, se nao da mais crassa estu-
pidez.
Ne dominio do publico jS est bem patete a
maoeira por que proceden comigo, o ex-subdele-
gado de Quipap Vicente Campello da Araujo.qae
falsa e astuciosamente polo coolra, miro fuer
mover nm irrisorio processo, no qual triplicada-
mente funcionou como advogado, como denun-
ciante e como aabdelegado; aovertiodo porm
que reservou para si o primeiro dos lugares,
mandn que fosse denunciante o aeu pobre cu-
chado Aotooio Lopes M unir,, e fez a final com que
0 aeu papo instrumento e fiel interpreto, o anal-
phabeto Domingos Ferreira de Macedo, assumisse
a subdelegada,para se ligarem em urna s6 vonta-
de, e decretaren o aeu exterminio Felizmente
depois de muitos esforgos e reauisicas, pode aer
conduzido a promotons o (al ridiculo processo,
que sendo por todos julgado absurdo a illegal,
mareceu a proraaelo cuja certidBo extrahl, eabai-
xo traoscrevo, com outra que prova ter sido o Sr.
Campelto O advogaSo do denunciante.
Jargoma* dnsaosado ta dizer quem o ta de-
cantado Sr. Gsmpetlo, por que alto rescevanao
para ai esse direlto, tem constantemente dado a
rtia-trtste-cepiede'si, conrtodolhe dovalvndo
e esoaeos compartes, intacta a fnjorto quo o
lanraram, declaro que Ihea pardeo da.ledo cora-
gao, e someote por satisfago as pessoss qoe me
?; cA?9mm^^!o'nWSonDt
rto, qoe DWatta-ihesarradeeofi o seu comanle
leitor. i-p"
' : ^aswo PvirAv^^eilMllttrosr
I tuto, '44 -dd ooto-ro e 1M1.
fcEtTIBvia. 'i
.JWm BMVW>- <*!?* MPf ^i,-??,!^*fa9,rWl^4PWPad4fl Dr,
promotor publico, a qual da forma e manaira
presante snmi panhotaa.,040*0 t*H4te.
VrV^,oWWur'P..MM Mrib.vat^
*>toaiat^|>>J4u^tooBUaprofoa*ad
coTOdardo Fonseca da Madpafpa,ipat qMAal
alterag&o que aa nota no dpowrnanto a folba sti-
ma, da patarra de i. le Parnambuco,
nio 16 licito n*lo em letras
o endito reza, como pqx qod asfcol"dol!
22:416*494
NOTICIAS COUUKRCIAES.
Hamburtco
6 de aetembro de 1861.
O estado do mercado satisfactorio e as tran-
saccoes foram mu activas nos u'.'imos quioze
dias.
Caf.As nolidas osa trooxe o paquete frao-
cez no mez passdo. chegando ao mesmo tempo
que se soube que o lelto riollaodez esa aetembro
seria mui diminato, meaot de 200,000 saecos
do que de coslume, muito animaram o mercado
na ultima quinzena de agoflo, e Uveiam por con- TO Illm. Sr. inspector da itheaoarria
sequencia notareis trandlccoea a ipregoa ele- vincial. em cumplimento da readtnc&o da j
As natlcias ha poucos dias receaidando Rio,
pelo paquete inglez que datam de 7 de agosto
fallando de pequeos cartegameotos. chamaram
a attengao ao*ra as quaUlaaoa Mfertores do Rio,
durante muito tempo negligenciadas.
Em 0n##3 agojato CidiBawsUo era de 16 milhoes
de libras, colamos: cafe do Rio regular ordina-
rio 7/86 X schilling. -i
O assucar achou-se em boa posifio desde o
oojso ultimo boletim, e tem havido traosacr;des
iroporUnies; #s v,aodaa de aaancar braaileuo,
porm, nao eiediamde50 cslxs da Bshia.
Colamcrs: assucSr da Baha.
Em caias mascavado-M J/t17 arcos do
Banco.
*Em Saccdl -tranco -20- 22 1/S marpoa dp,
banco.
flp bsnC"' aUU1i-^ W-1* W "Wt
^todVori
^Em- dticoi braacn
banco.
ot

.4.D0l*.l
mateos do
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em virtude de resotuglo, da junta da fa-
zenda, manda fazer pubtjco. qae no dia 24 do
crrante, perantoo referida justa, vai novameo-
te praga para ser arrematado a.quem por me-
nos Qzer o forneetmento da fazendas e objeclos
abarxo declarados.
300 varas de panno de linho.
200 toalhaa de rosto e de banno.
200 fronhas.
10 duziaa de lengos brancos.
9 ditas de guerdanapos.
100 cobertores de algodo. >
12 pratoa (ditos traresso) forrados do louga vi-
drada.
1 mofnho de caf.
1 balanga para pezar a carne e o pi.
24 badas de folha pintada para lavar rosto.
24 pratos de folha para farnha.
4 bancos de 4 ou 5 varas de comprimeoto.
para constar ae mandn adiar o presento e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesooraria provincial de Per-
nambuco 12 de outubro de 1861.
O secretario,
ajr_ A. Perreira o'Annuoclacao.
O Illm. Sr. inspector da ithentararia pro-
na fazenda, manda fazer publico oua, no dia 24
do carrerito peeaoto a nesraa junta, vai nova-
mente a prsga para aer arrematado a quem malor
prego oRerecer, um piano que aisle no coliegie
dos orphiaa.
E para constar se raandou afflxar o presente o
publicar pelo fliario. .!*"-
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
aambaco, 12 do outubro de 1861.>!.v
O 80C0^nO^^, -
. A. Ferreira a^naoeiapa.- t .
De ordem do Exm. .director da facui-
dade da direito sp (as publico par esta arelarU
queda dia 15 at 24 do correle eatar a berta a
segunda matricula de ancerrasaadio, ate coofor
rotoade com o artigo45 des estatuios, podando
desde j ser eiTecUiada o pagamento da taso ao
lagar coiopeteotov
Secrautic da daoukU do-do direito do Recita, 41
de outubre de 1841.O aacroirrjp.
Jaa Otoaori Bazerra ttkUmOfa.
%>U i,daraujujOAcipal da oidado do Recafaaa>
oLeauj.iaiBh-.iai m > B'wUcoj i pato cvMtiaosaaato > da-ooua .aunicipes
,$|CC9l atascarado-lS-^B.X narco do, quo racobau doun. ptaaideato da psovanoiao
^WgltC^. "M^o de Ceuroa nioaoto da,, ralapio aoanKaduaiOvoaa,a*om, aoapaaoaplan
f0' ^ZS$t&l'P *W^ codMajpoaado* doa a sato uMasMpr. a oapeaa qsto todaosaBOocr.
^'jDSS^&nrV* "*,*f le.WiifotiU-, H.f a>HhjoftOAa>avWaa1iia*va)an rto paovUaa
ves d^s atingi moragau. Oa*teco.opo *o(. produao adeaa>do adaito, o aat prosaota udor
{5f.
4djss,saa, sasjnjsisMitsqpS >|Saaac|ajivoasis.ana4l
V**) fd> saasdaropaaa^ae si aalUss too
v>aMoo.aai.tos4toa)W'iia>d 7doo
4HOM0M rtaAassacateap afasa asp|kaa>afsf ,
aufSS
tjua aui4a aoQlavon |Js aj"
noureram neahumas transac- Canuto da BoY-:
laeMotario.
4.*swcio. Pvlaafoeo gaostseV Para.m-
ooff;ot^trgoHe-afpfa oVtOfff. treOenflo ter
tS|jp^tHMiai(,fsSedljMbd'eB09sW'vJM tnrdou-
ro, no parado- do ifovamo, onra aiposieao dos
prodoetoaoatoraaa e-todutrleadaMa provincia,.
e das que Fao ao^imilrophoa, ou Iba fleam malo
proximaa ; de coSformt/Jaapp 'asrdeos im-
periaes, 'ff*#*\'liilylidapl do Re-.
fe, que, invm'tm&t evlaSrilietr ao conhe-
cimenio de todos os-saos mooicipos, procure por
o5^efcoXtorfov%m para a rdtorW drposigao
truegoes de que reraotta o inekuso exemplar im-
presso; fzendo-thee-essa cmara ver as grandes
vantagens, que ho de.resultar da referida expo-
aie>or nao s para a,agricultura, soao tambem
para a industria do para, como om dos mais eon-
veoreoles meios de animacio para o desenvolv-
meato de to importantes bates-de riqueza ua-
ciooal, a que o goeroo presta a mala seria at-
teagi, eooiaodo com o ceucurao de todos 03 ci-
dados, e espaclatmanto daa municipalidades, no
empeono de preencherem por este modo nm dos
principaes fias de sua iuslriaicioAntonio Mar-
colino Nunes Gaocalvaa.
*.' secgo.Palacio do govern de Pernambu-
co, em 13 de setembro deftt.Declarndome
a dsm. Sr* ministro da agricnltnra, eommarcio
o obras publicas em aviso, esoodido) em 1 de
agosto ultimo, sobo. 18, que a exposieao deSla
provincia deve ter lugar no mez de oovembro, e
nao em deasasbro, como por engao se da as
instruegoet, de que remtti a cmara municipal
da cidade to Redfe um exemplar impresso m
offlcio de 4 do correte, apreseo-rae a communi-
car a maame cmara em additamaoto no meo aji-
ladoofflcio, qae a expesiclo ser- abarte oesta
cidade no dia 7 de oovembro prximo vindouro.
Aatooio JAarcetliao Nunes Gongalves.
A cmara municipal do Recife faz publico
ara conheciraento de eeua ananieipea o ofBcio
baixo transtirrpto.que recebeu do Exm. presidenta
aa provincia,, e couvida-osa-que, prestando tode
attongao para a recommendacio de Si Etc.,
fagam de suo parte quaulO ihes for possivel para
que a calturodo algodio, e do trigo oeste muni-
cipio se desenvolv de molo que possa dar um
resultado satisfactorio, visto como pelas diseoces
que se tem manifestado nos Estados-Unidos ds
America do Norte, a cultura dealea gneros deva
necessariamente proporcionar grandes vantagens
iquelles que da se dedicaren).
A meama cmara, poia, espera de seus muoi-
cipes que nao deixario de attender esta recom"-
meodacao, empregaodo seus esforgos para tao
til Qm do qual grandes vanlagens devem resul-
tar para o paiz.
Fago da cmara municipal do Recita em sessao
ordinaria de 16 de setembro de 1861.Luis Fran-
cisco de Barro fago, presW en le.Francisco Ca-
nuto da Boavragom, oficial malor aervindo de
secretario.
Quarla secgo.Palacio do govorno de Per-
nambuco em 10 de setembro de 1861.
Acamara municipal da cidade do Recife j de-
ve ter noticia dns diseoces civis, que actual-
mente agilam os Estados-Unidos da America do
Norte, e qoe a guerra entre elles aleada, nao po-
de deixar de ter prejadieado grandemente lodos
so seus irapalhos agrcolas, resultando d'ahi, co-
mo fcilmente se comprehende, oSo s a escas-
aez dos arligos de sua produeeao, sean tambem,
9 como consequeocia necessarfa a elevaco do
prego de cada um delles.
Sendo oa Estados-Unidos da America do Nor-
te o paiz, o'onde se exporta a maior parte do al-
godo que alimenta aa grandes manufacturas da
Europa, e especialmente aa da Inglaterra, e bem
assim o trigo consumido no Brasil, a lote, que
hoto perluba qaelles astadas, deve nrcessa-
mente acarretar urna crise, que da receiar nao
se faga esperar muito, por isso que, segundo in-
formagdes minuciosas, se ha verificado que a cul-
tora do algodo Daquelles paizes tem deQohadb
consideravelmente, ea exportarlo do trigo, e de
outros cereaes para o Braail tem decreacido tam-
bem na meama prnporgo.
Convido prevenir aa serias difficuldades que
semelhante estado de cousas nos pode trazer,
vou chamar sobre assumplo tao importante a al-
inelo da cmara municipal da cidade do Recife,
para qae dando mais ama prosa do aeu patrio-
tismo, procure persuadir aoa lavradores, sen
municipes, a conveniencia, ou antea a necessida-
de, de se promover na maior escala possivel;
nao s a cultura do algodo, qoe esta provincia
j exporta, mas aio em quaolidade correspon-
dente fertilidade e prospendede do terreno,
seno tambem a do trigo, que tio satisfactoria-
mente produz nesla provincia, como o tem de-
monstrado d versas experiencias, ponderando-
ibes o mesan toaapo a paoriunialada qoe as
etocssaadsmciaa actuaeslkes praporcianam deau-
ladvoaa iprandeovadtagoaja o lucroa cortes dos
esforgos, que empregarem nesse numero de in-
dustrias.
O oosao algodio, por sua qualidade superior,
goza do maior aprego e procura sos mercados es-
irangeiroa, a o^rigo que-agora eonvdra collivar,
como urna medida de prevenida, poda vir a ser
mais urna fonle abundante do riqoeta, que in-
demnisando generosamente os sacrificios que
boje fkerern os nossos lavradores desenvolver
os recursos do paiz e augmentar do futuro o
bem estar da populagi.
Esta cresidencia confia qoe a cmara munici-
pal do Recife, acompanhan lo o goversp oeste
pensaraento, se sentir bastante animada para
promover por toos os meios ao seo alcance o
maior desenvQlvimeoto possivel da industria
agricola do seu municipio, relativamente cultu-
ra dos dous gneros, que me tenho referido,
cumpnndo que me d conhedmento de qdanto
fr obtendo em desempenho das recomoiends-
edes, que lhe fleam transmittidas.dntom'o Mar-
celino Nunes Goncalves.
O Illm. Sr. inapactor da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Rxm. Sr.
presidente da produca, de 4 do correte, man-
da fazer publico que no dia 9 oe Janeiro prximo
vindouro, perante a juntada fazenda da mesma
thesouraria, ae ha de arrematar a quem por me-
nos fizer a obra da coberla do edificio destinado
para o gymnasio proviocial, avahada em rds
28:ai7JIV0.
A arreaiatagao ser feita na forma da Id pro-
vincial o. 348 de..... anaio de 1854, e eoh os
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
gao comparegam aa aala das sesses da referida
Jaula no dia aopra mencionado, palo meio dia, e
competentemente habilitado.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 7 de outubro de 1861.O secretario,
A. F. d'Anouneiacao. s
Clausulas especiaes para arrematagdo.
1.' A obra cima na importancia de 28:3^74100
ser principiada no prazo de 15 dias depois"da
arremalapao e terminada no prazo de 6 metes; \
2.a O arrematante aera obrigado a empregar
toda e ma da ira que exiate no edificio e a este
pertenceole, de conformidide com o artigo tf
do orgamento.
3.a Attenderi aa observscoes leitas pala enge-
uheiro da obra, tendente su* boa execucao,
nesmancbasMo o qoe oo tem sido feito de con-
(ormidade com as prescripgea eseguranga ioui-
cadas no remenlo o planta, e bem essim se
aujeitaz a ludo o mata daspoato aa le o
reapeilo da arsematagio
4. O pagamento ser
iajoaes, corraaponeatas
jSoffrendq, pormt eo^^aoirprest
"^ampfetnle quando a*eriflque as bfflothesea
aa^betecMaaooaartiirMtl.ael. "T
3v Noaari alUodtda em tampo algosa ^nal-
'^a,e*"2&>>^0* peale do artemataote,. ten-
dente a ex1C^ct, de irjdemnisK
paTa- isas allegue.
i O secretado, A. F
O
direlto da prln*ra vara criminal eaubatiluto
dModvWa^raJKdatada-svadu ajiMssla aao
tosana.-oapiad a MMinoia 1 dn|MBHB
par Suo agostase,'P^tajuyydj
^aeo^asiflaepdo ptcsesSo sin aoawoado
roa do
sor edil
c__
C'aW o inde-
Pdhtoida-e do impeno do Brasil Eu Manoel d
vSs*v*h"Pab Berflardo Hachado da Cosa Dar!.
. O Idos.; rS*.< napa ciar da Irtesduraria pro
O- de 18 de junho do correle anuo.
*rt. 48, E* perattido ptuc-m a meto atza
ddS escravoa comprados ero qualque: lempo aa-
terioc a dala da presente le llofpendvnte de
revalrlago e malta, urna voz que os devedoreat
actuaesdeste imposto, o fagam dentro doeswrei-
cio de t361' a 1882, os que nao ofizerem fiearo
sujeitos a revalidado e malta em dobro, aendo
um tergo para o daanoasaadi. A tbesosrado
far annunciar por edita! aso primeitos 19 dtas
de cada mez a presente dlspoacia.
E para constar so mandou afflxar o presente e>
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbasoorarli proviacial do PUr-
nambaco 8 de^ulho'dol.-iv3-aVcTUrio,
A. P. d'AMupuaco.
O Illm. inspectof datbaaourna provin-
cial, em cumplimento de resoluco da junta ato
fazenda manda "fazer puOlico <\a no dia 14 de
oovembro prximo futuro vai oovamenle a pra-
ga para ser arrematado a quem maior prego o-
ferecer o reudimnto dos impostea de 8 e 4 */.
creados pelos | teVo T- d aridddo lei provin-
cial n. 510 nos municipios segurases :
Bonito. nu A awT a*
Garanbuns. VIS
Flores.
Bea-VIst. (t; *>|J ijlji
Brejo e Cimbres,
B para constar ao mandou tJBSao a frasalo
publicar palo Oiovev
Secretaria da tbenoororia proviocial do Per-
nambuco, 10 de oatubro de 1864.O eecretario>.
A. F. da Aunuaciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em virtude da resoles*o da junta da fa-
zenda manda fazer publico, qsto ao dia 24 do cor-
rete vai novamenle praga para aer arrematada
a quem por meaoa fizer a obr oa concertoada
cadeia da villa do CaDO, avallada era 808OO.
E para consUr se mandou affioar o presento e
publicar pel Diario.
Secretaria da thesouraria provincial da Per-
nambuco, 10 de outubro de 1861. O socieosto.
A. F. da Annunciago.
0 Dr. Bernardo Machado do Goeta Berta, jis do
direito da primeira vara criminal, e i a tona da
espedal do commercio desta cidade, por & M.
o Imperador, etc.
Fago saber aos que o presento edital vreos e
delle noticia tiveram, que no dia 30 dooetebro,
se ba de arrematar por venda, a qoem mai> dar,
os objeclos segu 11 tes :
18 esleirs, 1 sof, lado com asenlo da peibi-
nha, 4 ronsolos, sendo 2 com lampo de padre, 4
cadeiras de brago, 2 ditas de bataneo, sondo taate
embutido de Jacaranda, avalisdo todo por 690r> ;
1 candelabro de vidro com 5 lanternas, por 40;
I par de lanternas de vidro 69; 1 par de mangas
de Vidro por 51 ; os quaes sao pertenceole a
Jos Thomaz de Campos Quaesma e vio a praga
por execucao que lhe mo/f Joo da Silva Loa-
reno.
E nao ha ven do laogador qae cabra o prego da
avaliagao, a arrematagu ser feila pelo valor do
adjudicagao com o aba tmenlo do lei.
E para constar maodei passar edtate qoe sarao
publfcados pela imprensa e afiliados nos lugares
do coslume.
Recife 12 do outubro de 1861___Eu Maooel
Mana Rodrigeea do Nasrimeato, escrivo asese-
crevi.
Bernardo Machado da Casta- Baria.
Deelara$6es.
Por ordem do Illm. Sr, coronel director do
arsenal de guerra, se faz publico, que aoa terase*
do aviso do ministerio da guerra de 7 de ssar(ede
1860, se tem de mandar manufacturar o se-
guate :
Pora coopaohia de artfices.
85 sobrecaaaas.
85 caigas de panno.
88 frdelas de brim.
244 caigas de brim.
244 camisaa dealgodozioho.
244 pareada yolainaa de pana preto.
Para a compaohia de eavallaria.
71 sobrecasacas.
31 caigas de panno-
71 frdelas de brim.
71 camis.is da brim.
193 calcas de brim.
193 camisas de.aigodozine. ^
Quem quizererrenatar o akrico dos ditos ar-
ligos, no prazo de 25 diaa, rmaopaso4p na asa da
directora do meamo arsenal pelas I i horas da
maoha do da 16 do correlo mez, com
posta, em que declare o menor prego a qaal 1
Hadar.
Arsenal de guerra de Paroamboco. 12 de 1
bro de 1861.O amanuense, Joo Ricardo da
Silva.
Coaselho de compras navaes.
Tendo de ser promd#* a compra do material
da armada, abaixo declarado, manda o eapselke
fazer publico que ter isas lu do corrate raes, media ate propensas em cartee
f-chadas aposentadas neese mesnodia at aa II
horas da manhaa, acompaohadas das aatostrae
do que caiba no possivel.
Pera o arsenal.
41 vergonleaa de pinho de 28 a 30 1\2 pal moa
de comprido, 3 If2 a 9 poltogadaa de gres sor ne
p, e 1 a 6'na poeta, 20 milneiros de pregn de
batel pequeo. 1 balance grande con e leopoot-
vo brago, 20 arrobas de almagre,6 Irados de Zp).
6 ditos de 4[8, 6 ditos de 5i8, 2 ditos de 7*e 2
ditos de 9(8
Para os navios e arsenal.
2 arrobas de fio da algodio, 80 brochas servi-
das, 5 arrobas do estsnho em verga, 10 arrobas
de sebo em pao, 4 arrooss de cola da Babia, 20
libras de llena croa, e 4 arrobas de fio de vela.
Para os navios.
300 saceos de conduego, lOOdedaas da repe-
chos, 200 lijlo Inctotes, 6 arrobas de Heno al-
ca troada e merl.m. 60 molhos de ptoasava. 90
resmas de papel almago, 12 roza de pansas de
ago, e 1 sino pequeo.
Para a.enfermarla de marinha.
3 travesseims de merrequtm.
Sala do conseibo de comprsa navaes, en 12 de
outubro de 1861.O-secretarlo,
Alexandre Rodrigase doa Aojos.
(onsuladu de Portugal
Pot eate consolado so fas pabtsco, ajee ajasen
tiver coolaa com o espolio do finado sebde por-
tuguez Miguel Joj ReJrigues da Coala aa devora
apresentar no mesmo consulado, no prazo de 15
dias, a coalar desto dato, na iadteza de qea pee-
'.ertoinanto ana aer attanada rselanstie el
gama. Consulado de Portugal em Paraambeco
aoa 11 de outubro de IB. \
Pela capiUni* do parlase .las peblico neo
00 dia 20 do rorrele sbado qainar ceeee
j do navio tErama Eligais; ja^djaiba deo-
230 mancho junto a ilha do Itogueira. Ca pita ato de
id7pVoilaoha*-. i.hJ$&** *>
porto doperoambuco Wde ouUbro de
1^- Pef
se faz
O vapor
serofei
rosa|p_
Direclorl
1841.-
Conforme. -,
iciagio.
d'AnasiK
'''
i+tmM294tm9
)a-viageni offidal maqre
toda ,0* cradorot ds> camaesratoaMa' 'aaHdvfcttod
Joto.load efiovets estobstaerdo eoa tajo-dlV
faaaadaaVM ruAito'QadaaadOtn,^^ ^sjde'fl
me)
Iberar acerca da moratoria
sai de oestn
coofurndsjdfridl os rvl|C
I do cdigo commercal.
dt que toaos lanJua. .olleta, aloset pu-
Modleiio
10 do -onlubM d
ideAdfi'
lt A
liXpOSsPO
A
gAO'
Bga
Joaquim Pires MacMo PortclU.
\'*P
L\l IT'll A r.


m

-**
Atsos martimos.
Para o Aracaty e Ass
segas cea brevidade o hiate Dous Irmioe ,;
para carga tralt-se com Mamas & Irmao, ou coa
o mnln Joaquim Joai da Sitoelre.
Para em direitura.
loveeird brigue
fos de Soasa,
Gracioso, capitio JoicrJos de Soma, por lar
prompta grande parte do carregsmento : para o
o reato trata-se com oa consigosUrlot Almeida
Gojiea, Alvss 4 C, ru d Crux n. 17.
[
poi
r, sa
C01W1WUTEB1UIBCA1U
DI
Navegafocosteiraava
O vapor Nrtinunga, commaodante Moura,
hiri para oa porloa do sul de aua escaU no dia
19 do eorreole ai 4 horas da tarde. Receba car-
ga at a da 18 so meio dia. Encommendasj paa-
aagetroa e dinheiro a (rete at o dia da sshina ia
2 horas : escripiorio no Forte do Mallos o. 1.
I. 4 e 5 petsnaa {qeerando} o preleoda*tes i
derao ciamina-to deada j oo wi
w d. casa coaasersiel dea Sea.
Inerscfc u, praca do cemaercio,
luarie leilio no dia a hora cima aaneUtai
LEILVO
No segundo andar do so-
brado numero 8 da ra
da Cruz.
Quinta-feir 17 (t corrente
' Aoturwa autoritado por urna pesSoa que te re-
tira para fora da provincia, vender no sobrado
da ra da Cruz n. (9, segundo andar, todos oa
movis ah existentes como aejam : rica mobilia
de Jacaranda coa lampo de marmore, urna ou-
tra de seregeira tambem com pedra, camas, ca-
delras, mesa elstica, lonuas, vidroa, tpperelhos
para cha e jamar, candelabros, serpentinas, apa-
radores, treos de coainhi etc., etc.
Assim como
urna escrava da maitoa bono coatumes, 01151,
perfeita coainbeira, eogommaeira e doceire, as
it horas em ponto da referido dia.
ifi^"3
Rio de Janein
segu com rouita brevidade por ter parlar
ga tratada o palhabote Piedade, capillo,
ques Vianna: para o rest da carga e eacrf
frele, trala-se con Caetano Cyriaco da 1
lrmio, no lado do Gorpo Santo 0.23.,
BE4L MPAMLV
DE
Paquetes inglezes a va
At o dia 15 do corrente'mez esperarse
o vapor Tyne, o qual depois da demora d
turne seguir para Soulhamptoo, tocaod
portos de S. Vicente Liabos, para passegem
etc., trala-ae com os agente a Adamson Hovrie &
C, roa do Trapiche Novo n. 42.
P. S. Os essbruihoa so se recebomt st duas
horss antes de se (echarem as mslas oa ama ho-
ra antea, pagaodo um palacio alrn do respecti-
vo (reto.
Rio Grande do Sul pelo Rio de
Janeiro.
A. barca nacional cRestaaraco segu isgem
impreterivelmente no dia 15 do correte, anda
recebe alguma carga a frele, e escravos para am-
bos os portes: trsta-se com os consignatarios
Marques Barros & C no largo do Corpo San-
to n. 0.
Brigue nacional Veloz.
Recabe gneros estraogeiros para o Rio de Ja-
neiro.
Para o 4ss
segu em poicos diss o hisle Camarii
tre Virginio Juaiioiano doa Santos ; pi
'be>, mes-
a carga e
paisageires, trata-se na ra do Vigario n. 5.
Para o Aracaly
segu em poacos diss o hiale Beberibe, mostr
Bernardino Jos Bandeira ; para carga e passa-
geiros, trtate na ra do Vigario n. 5.
Cear e A carac'.
Segu oestes dias o hiate Sobralense, capitio
Ratis, recebe csrgs e psssageiros; a tratar com
Caetaoo Cyriaco da G. M. & Irmao, do lado do
Corpo Santo n. 23.
Aracaty.
O hiate Aracaly, meatro Joao Heorique de
Almeida, segu por estes dous dias para Araca-
ty: para carregar o passageirot, trala-se com Tas
so Irmao.
MMk
O palhabote nacional Dous Amigos, capitao
Francisco Jos de Aranjo, segu para a Bahia em
poucos dias ; pars o resto da carga que lhe falta,
trala-se com seu consignatario Francisco L. O.
Axevedo, na ra da Madre de Beoa n. 12.
Para
Riode Janeiro,
pretende aeguir com muita brevidade o brigue
nacional Veloz, tem paite de sen carregamen-
to prompto : para o resto que lhe falta, trata-se
com o sea consignatario Axevedo & alendes, no
sea esriptorio, roa da Cruz o. 1.
SEM LIMITES.
Quarta-feira 16 do crtente.
Ra da Cruz n. 15.
O agente Antones continuar a vander sem li-
mite de prego para acabar, o resto dos objectos
americano* como sejam : dous carros para paa-
seios, carroeaa, machinas dirersas, bombas para
jsrdios e cacimbas, lanternas, lampees de todos
os feiiios, malas, saceos para vitgem, ricoa ap-
patelhoa de metal, fructeiras, copos, porta-lico-
res, garfos, facas e colheres plateadas, secreta-
rias, camas para casal, cadeiraa de pi e palhs,
marquezas, sabio em caiiinhas, saboneles e
tambem
relogiossuissos e charutos de Havans.
No dia cima desigoado as 11 horss em ponto.
LEIL40
O agente Hyppolito autorisado pelo
Sr. Wm. H. Wilson, capitao da galera
americana Staghounad, vindo de Saun-
derland com destino a California, com
carga de carvao de pedra, incendiada em
viagem, com autoritario do Sr. cnsul
dos Estados-Unidos e em sua presenca e
permitsao da nspeccao da alfandega,
fara' leilo 'dos objectos salvados da
mencionada galera como botes, remos,
salva-vidas e muitos ai tigos que na mes
ma occasiao se acbaro patentes para
exame dos Srs. concurrente*: quarta-
feira 16 do corrente as 11 horas em
ponto no trapiche da alfandega.
LEILO
No da 16 do corrente.
Evaristo nio teado podido effectaar no dia 14
do correte o leilio de relogios, como havia
aonunciado, fice transfundo psra o dia 16 do
correte, as 10 horaa do dia cima no armasam
da ra do Vigario n. 2.
LEILO
PELO AGENTE
gar proprio para *e paisar a h
tratar ama do Mondego olaia de Ale-
xandie do Santos Barros ou no anestno
sitia) com Jase Jachinto Rtfaeiro.
As peeeoss que tem ohras tintas na travesea
da ra das Craxea n. 5, primeiro andar, tenham
a hondada ie as procurar at o flm do corrale
met, 4o contrario serio vendidas.
Precisa-se de orna ama para casa de pouca
familia : na travesea do Livrs meato n 18, se-
gundo andar. ""
Aluga-se metade da casa n. 52, sita pa ra
da Roda : a tratar na mesma.
Alttg-se ama caa com solio no sitio do
Cordeiro, a margem do rio Capibaribe, com cora-
modos para grande familia, cosioha tora, quarto
para criado, coxeira para carro e estribara para
cavallot. Oulra no meaej> alin, margem do
rio, e com commodos para familia, cosioha lora
o est'ibaris para carelios :' a tratar no pateo do
Carmo n. 15.
Aluga-se duas boas casas no Cachangi
margem do rio, com excedente commodos, para
se pasesr a testa : a tratar na ra da Paz
n. 42.
Arrenda-se meosal ou snnaalmente urna
olaria no largo dos Goelhoa n. 5, com seus ptr-
tences ou sem ellos : a tratar na traversa das
Barreiras d. 10.
O abaixo assignado. tem justo e contratado e
compra da taberna sita na ra Imperial, a. 35,
pertencente aos Sra. Goncalvea & C.; portaoto,
sealguem houverque se oponha a esta compra,
queira declarar no praxo de 8 das. Recife. la
deootabro de 1861.
Manoei Luiz do Lima.
Precisa-se de ama ama captiva ou livre
(preferiodo-ee a captiva) para o servico de urna
casa de familia: na ra do Imperador a. 37. 2
andar.
r~ Aluga-ae urna rata terrea no lugar de San-
tAnna dedentro.com commodos sufllciente pa-
ra grande familia, e o lagar 6 o. mais saudavel
para a saudo; a tratar no pateo de S. Pedro nu-
mero .
. "T *' *5 do correte, depois da audiencia
uo Dr. juii municipal da 1.a vara ae ha de arre-
matar 7 cadeiras de Jacaranda, meia commoda de
coQdur. e a escrava Benedicta, penhoreda a
francisca Hsgdisleos,por execuco de D. Mara
Liba oa.
Sitios para alugar.
Aluga-se um excelleolo sitio com boa ca*a em
peronea, a margem do Capibaribe; e oulro no
lugar doa Remedios, defronte da igreja : a tratar
com A. V. S. Barroca, no largo da Bemflca ou aa
ra da Cadeia do Recife n. 4.
Aeommieaio liquidadora doa redore* da
casa do fallecido ifaooel Buarque de Macado Li-
ma, roga aquellas pessoas que ae julgarem cre-
aoras por letras ouconUs de Uvroa, que se diri-
J."m co" on ,eu MUlos raa da Cadeia do Re-
nhfD-t26 orimeifo endor, daa 10 horas da ma-
muLt ? 'rde.paraaerem verificados e das-
sificadoa pela referida commissio
O.
ido que tallecido Joaqun
Francisco de Mello Cavalcanti, de Naia-
ret^>* e ^bibbHvW6 o berdeiros e le-
gbanos de Francisco Manoei da Silva
Tavares,a qu&otia de 2:527|7*.* rs. em
pista procedente de duas le tras, sendo
urna-de irt88$o*i rs. vencida em 23
denovembrode 1836, e outra de res
1:339^200, vencida em 10 de agosto de
1837, alera dos respectivos juro, na
mesma especie de 2 por cento ao mez
desde os dias dos vencimentos at boje,
pelo que fora demandado em 18V4, pa-
rando a queatao em grao de execuco
por se haver apresentado com prefe-
rencia a fazenda nacional; pede se aos
invenUriantes desse casal que se dig-
nem de destinar bens pra pagamento
dessa divida, lembrando se de que ha
um termo de deposito em que figuram
diversos.
Aluga-ae o sobrado aito oa raa da Trempe
n. 7, com commodoa para grande familia, tendo
um grande quintal murado o com diversa* etvo-
res de fructo : a tratar na ra do Colovello n. 49,
com o tutor dos orphios Jlo Jos Lopes da
Silva.
Um bornam que le, escrava conla aoffrivel
e ortogiaphicameate, offerece-se para qualquer
trabalbo do escripia, aeja elle qual for ; tambem
eati dispoato, visto que abastante lempo se acba
desempregado, a empregarse como caixeiro de
padaria, oa meemo de taberna, poia qae ttik
coavancido qae o trabalbo, anda aquello a que
nio eati coalumado, nio o podo deshonrar : quem
precissr, dirijs-se a livraria da praca da Inde-
pendencia os. 6 e 8, que ah se lhe diri quem .
Apromptam-aa bombas de todas aa quali-
dadea em cacimbas e nio so receba o ajuste em
qaanto nao ealiver a vootade do dono : defronle
da matriz da Boa-Vista a. 84, e na Capunga ta-
berna grande dos 4 cantos.
J =====
0 abalan asa gnado tendo visto no Diario
dPynamtouo amues da cmara munisipal da
Oliada chenundo ae. paga meato de toro, entre
oalras propriedaces. a Se Nazaretb, (ai aaber 4
Blasma cmara, qae oiteiro conhecido por eale
napa, roas todas naausa agua*. MOoa fai torai-
ro a psjasaa ou corporaci* algama, tale qae 4
desdi scalos, paita daa ierras da engeoho Uaa-
sangsaa, propriadade de abaixo aseignedo. qae
MU prompta a awslrsr a sismaria pato qual foi
dado dito oiteiro, livr da oa.s, basa aaeim
lulgadoa doa triliunaea de prlmeira a segando
ios Unca, raconlwcendo aar alia proptiedade
p*riSRl*r- sUsaanajia*^ Sao OuUabro
do 1801.
Paulino Piru Ftleo.
Precisa.se alugar urna escrava pi-
ra o servico de urna casa de familia : na
ra da Cazuado Recife n. 53, terceiro
andar.
criada
Qoem preeiaurr de ma
pava a-frico- Interno o
nasa', dihvea roa da Apoths a 87,
aadar.
9 abaito -aevigaad o toado paseada oa i
ailH4*a da 4. loterU daa prorincia do Rio da Janeiro aa, I
qa.l tbeaonrarre o 8j. Joaejilat Ja4 atol
no, roa i pesaos qoa o* abetar sakaato a I
da Ih'os resUloir, o ao dar asna paatHasaaq ra-
tos*!, caso for exigida. Par cata loateaseo M
faacerlo qae peraaU o meaasa laesoeweira pi fa-
ram lotoadaa as proa ideadas
nr*a Joio Henriqna Daoker a Pirmiaa Hr-
culano Raptiala Bibeiro, puagidoo da staia
dolorosa maaua agradecen cordialasaaito
a todos os' seas smigos qaa tUeram a a
ridade do aa manhaa do dia 12 do crran-
te acompanhar ae cemiterio pablico ca-
dver de ana pressda eooosa a usis Jeaa-
na Rosa BaplisU Denrker.

I Gasa de saude.
0 Dr. Ignscio Firmo Xavier tas sabuco aa*a
tem reorganisado a asa casa ao saude, aa
casa, propriedade do snoamo aitio esa que
aaaantigo esUbelfcimento desea araem.
Gabinete medico cirurgico.g
sj> Ra das Flores n. 37.
a> Serio dadsscoosaltas medlcaa-cirargi- aj
# cea pelo Dr. Estavio Cavalcaoti de Alba- Sj>
SJ qaorque daa 6 aa 10 horaa da maobia, ae- Sj)
aj cudiado aos chamadoa com a maior bre- a)
SJ) ridade possivel. Sj)
:! Partos.
5.' Molestias de pello.
S3.* dem doaolhoa.
4.* dem dos orgios ooitaes.
SPralicaritoda e qualquer operacio em
aeu gabinete oa em casa doa doentea con-
ga forme Ihes for mais conveniente.
a*
2
COBPaNHU PEU-UMBlCm
Navegaco costeira avapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu. Aracaty, Ceara'
e A car a cu'.
O vapor Igoarass, eommandante Visnna,
aabiri para os porloa do norte at o Acaracu
no dia 93 do correle mez as 4 horaa da tarde.
Receba carga at o dia SI ao meio dia. Eo-
commeodaa, paasageiros e dinbeiro a frote at o
la aa S horas: escripiorio no Forte
. 1.
PELO AGENTE
Grande laboratorio a vapor
DE
niiAiD
DE
ROUPA.
9
DE
&&,
LAVADA,
dia da aahida
-dolatios n
l>itoes.
Quarta-feira 10 do corrente.
Braader a Brsodis & C. fsro leilio no men-
ciooado da no seo armarem da raa do Trapi-
che Jtoaa n. 16, ao meio dia por intervengio
vldro
30 calza**
ordinarias e naas.
-9K
Quinla^feira ii do corrente
1 hora da tarde.
O sfsais ?^a'Urt laatta ato asa carro de 4
IS?*SS*gaff^"*y 3; 3SjBfiMI
No referido dia pelas 10 horas da manhia o
dito agente effeclusri em leilio publico no ar-
mazem da ruado Vigario n. 11, renda
DE
liovei* de todas as qualidades de msdeirss co-
mo sotts, cadeiras, mesas, consolos, jardinei-
ras. secretarias, commodas, marquesas, laa-
iorios, toiletes, carteiras, estantes, pianos,
quadros, espelhos, toucadores o ama ioflnida-
de de objectos que estario patentes ao exame
dos concorrentes o serio vendidos sem reserva
a golpe de martello; assim como diveraaa obraa
de ouro, como sejam aunis, pulseiras, alfioe-
tes, trancelins, cordes,aderecos e b"loes para
punho ; e tudo se vender da mesma forma
acims.
LEILAO
DE
Urna armaco,
A dinheiro ou a prazo.
Terca-fcira 15 do corrente.
Costa Carvalho nao tendo effecluado o leilio
da armacio da taberna da ra do Aragio n. 1,
farnodia cima as 11 horas em ponto, entre-
gando pelo maior prego encontrado.
Urna rerroevindo com mais roups
(Jma rede isoladameoto. .'.........'
nm^^.d0de.C!.mi<,e.ca",findo C0B mi roaps*. '. '. '.
Uro dito dito isoladarxenle. .
m dito dito de solteiro oa vsrsnda.' *. '. '. \ *. *.
Um dito dito isoladamente.
70
100
110
80
11200
1600
11000
SftOOO
500
40 rla.

a
>
a
>

a
a
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ris
120
160
500
240 b
Aa pessoaa que nio quizerem maodar ogomma'r toda a' rouoa
de mandar aogommar aa segulntes pecas, pelos seguintes preces :
Vestidos lisos.....600 ris.
1 000
o las oratorio encarrega-ae
Avisos diversos.
A paga da aubscripco desto Diario 59
por trimestre, smenie lem lugar dentro de 15
diaa do primeiro mez, o depoia smenie se rec-
sala a Oy
LOTERA
N^
Terca-fcira 28 do corrente andarao
impreteiivtapente as roda* da terceira
parte da pritaeira lotera a beneficio da
matriz de 5. Lourenco da Malta. Os
bilhetes e meios iitlhetes se achara a
venda na thesouraria xdas loteras nua
do Crespo n. 15 e as sisas commifuo
nadas. Assortes de 6:000^ dje 3:000/?
*eo pag* 3 dias depois da/ extraccSo
? as outras a entrega das lisias.
O tbeso{reiro,
Antonio Jos Rodrigjues de 90uza.
DasaptoreaWo.lis noitede 11
para 1 ttftf crvente, ama cade I-
is da orne Saloia, om ossig-
_ aaasaeguiotea: pequea, rajada
a,-.magra, caada na anneiada, dedos e
has braaaoa, a oatras da ssv proprls, sendo aa
uaaaa creacidas, e esigoal mais visivel ter ama
a araJata aortada, aav* aera di reir qaem res-
caairaf paflo-a traga a asta typoffapila que se
gratafkar^ oa aaoafeo a qaem der oetiela'eerU.
P. itoaaasaajb, ana malhar a 4 Albos Mtiraa-
Sa paca Ingta torra.
aasaulu Pedro Marttos deixoo d< ser ei-
xeira^do Sr. Joio D- l^sjatarto dssda o dia 4 Y
Sai"........ 280
Camisas de hornera. 160
Ca'Cas........ 200
Colletee....... 120
P'letots......: 460
_. Colariohos...... 40
lflM!.ggggA yoa>*f ^ objectos de senhors os msis deliesdos, e pa-
eogommadeiras nacionaaa o eatrangeiras, que entre nos
Os abaixo assignados tenham a bondade de
apparecer na ra Nova n. 21, loja do Germano.
Jos Antooio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pimenta.
Pedro de Asis Campos.
Euzebio Beserrs Cavalcanti.
Uaooel Bexeodo do Bego Barros.
Alugam-se o segando e terceiro andares
com solio da casa da ra da Trapicho n. 44 ; a
tratar no mesmo armszem de fsxendss.
CONSULTORIO ESPECIAL H0IE0PATH1C0
no doctos
j SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consaltas todos os dias atis desda ss 10 horaa
at meio dia, acerca das seguales molestias :
moletUas das mulhere, momtiai das erion-
Si, nioleiliai da ptllt, molestias dos olkot, mo-
las syphilitxcat, todas as espeds ato /ore,
ftbru xnlsrmittentes ssuas conseqvencias,
PHARJUCU B8PKCUL HOMBOPATHICA .
Verdadeiroa modicamentoa hemeopalhicoa pre-
parados aom todaa aa caatelaa neceaaariaa, in-
ulliveiaem asna etTeitoa, tanto em tintara, como
em glbulos, pelos precos maia commodoa pos-
sivaia.
N. B. Os mediesmentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidoa em aua pharmacia: todos
qae o forom lora dalla aio falaaa.
Todaa aa carteirsa alo scompanhadaa da um
uapresso com um emblema em relevo, tendo ao
re-dor aa seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaiieiro. Bata emblema poeto
igualmente na late dos modicamentoa que ae po-
da, As carteiras qae nao lavaram eaaa impresto
assim marcado, ambora tenham na lampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos.
O Sr. acadmico do terceiro anno
Joao Jos de Moura Magalbaes, queira
apparecer a raa das Cruzes n. 44, se-
gundo andar.
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, primeiro andar, continu-se a tingir
com toda a pereico para qualquer
cor e o mais barato possivel.
Aluga-se urna excedente casa de
campo com todas as commodidades de
tamilia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ba poa-
co tempo com trraco a roda, sita
entrada do Poco: a tratar com os pro
prietariosN. Bieber & C, successo-
res. ra da Cruz n. 4.
, Manoei Alvos Guerra sses sobre o Bio de
Janeiro.
ra iato tem ja contratado aa maia habeie
existem.
..... N Pr.e do8,eoK*']i'''osde roups de familia, excepluam-se oa vestidos, gollinhas
gitos e mais objectos que forem guarnecidos de rendas, baados, patos, rifas, etc., etc., b
mo os cortinados de bergo, cama, varsoda. que se pagario aegunto o ajusta
flialr-mar fina oviap *n*n. -- -___a. a^__j_
man-
em co-
eogommada, com mais brevidade
Qualquer qae exigir roups someale lavada, oa tambem
qae s designada, pagar maia 23 por cento sobre o prego.
e sajommaVa is! 6nlreg* ^ rUP* *"' Pf *" q"nto8 dUs ^P0'8 io "cebimento, e da lavada
reg.d..\7.^?fd^ ""'*' di dM ^ms. ea.. pesao.sencsr-
ua. S^^T^^T^'1" W qU6 M eil"Tlar- 6'flanam *** **. d" m"hi-
.. iJu.al porte da lavagem, o qual seri restituido cora o complanle importe na occasiao da se aolrenr a
roupa prompta, sem o que esti flear depositada. entregar s
ajuste e4llDelecl,nen,0 e>c*"ga-se do tirai nodoaa de qualquer nataresa, precodendo nm
h.m .i.,..P^Pn!"09r0gaip ^ o obsequio de manlarem roupa suia, apenas rece-
bara a lavada, para assim manter a regularidade do aervijo. j i imuM usa
A entrega,a o recebimento da roupa oa casa de bandos, no pateo do Carmo em todos oa
das uteis das 7 horas ds manbis 4a 5 da Urde. ^armo, em toaos os
ELIXIR DE SAUDE
mms
Citrolactato de ferro

Dentista de Faris. {
15 Ra Nova 15
PrsdaricGsutier,cirargiiodontisu,fsi
todas as operacoes da sos srts scolloea]
dantas artificiaos, tudocom a superiori-j
dada eperfoico que as pessoaiantsndi-]
das lhereconhecem.
Tem agua e psdeniifriciosstc.
Qca ao noite da estrada da Paseagem da Magdato-
na, antro a ponte grande o pequea ato Caots
menino, onde contina a recebar dciles ato ia
daa aa calhegoriaa, e ambos oa sexos, I
o melhor tralamento pelo menor preco
O sao eatabelecimeolo acha-ia mas
todo aaaaio e na melbor ordem, o para
modidade daa pessoss posauidoraa ato eteravaa, a
para aquellas qae selle ao quiterem tratar, Sasa
determinado aa mui raxoaveia diahaa abaixo ato-
claradai. 4
As operacoes serio justas previa mate, o se-
paradamente daa diarias, coolralan-ee tnlaaaaav
loa por juste, podeodo oo doentea earar-aa tam-
bem pola homeopalbia, para o qaa tota com asa-
dos reservados.
O snico medico ser eito pelo dicliacto d-
rorgiio operador do graode hospital ato lasidads.
o Illm. Sr. Joa Francisco Piolo Gaiaaaraea a Bo-
lo propietario do eatabelecimeolo.
Este eslsbelecimeoto recommendavel i pela
boa casa de qae dispdo, o ji satos eMdieacs hy-
gienicaa em qae se acba edificada, pasa lea el.
que alem de aer perto da cidade agraatasoL
O acu proprielsrio eapera, portaoto, atoa sane
amigos, anligos fregueses a mais peaeoea, a saa
cooperario em bem do progreaso da saa satos*
lecimeoto, parausado por nio poder acaat-s* i
testa dalle, em virtode de haver aiato aioammaS
tido de ama grave eofeimidada; parm nato ajaa
se acha completamente restabelecido, proas
esforgar-se na boa ordem o directo da tratas
to dos doentes.
Diariasescravos lyJOO.
1.a ordem 2SO00.
1.a ordem 3a000.
Para entrada dos doentes se deveri trato* i
o referido Dr. Firmo, na casa da saa
ra nova de Santa Rita n. 7, com frente para i
ribeira do peixe, ou no seu estebelccimeaio.
Sitio para alugar,
Aluga-ae o sitio do llooivlro, esa boa cama,
aonde morou o fallecido pal do aonoBcianto, Sasa
cocheira, eatribaria etc. ; a tratar casi
Alies Gaerra, na raa do Trapicha a. 14.
Aluga-se s loja do sobrada o. 19 da raa da
Imperetrix ; a tratar no mesmo soba
Frederico Chaves.
Sexts-freira 18 do correato, fiaato a aasaatoa-
cia do Sr. Dr. jais municipal da Ia vara, aer ar-
rematado em praca publica porteada o
Agesa Bellaa com todoe scoa portoacoa ca
proprias, boas malas virgeaa o vaneas pata ,.
tar;io bom pasto para animaos, parto da piafa por
ter oa fregoexia dos Afogados, casa da ssataslis
etc. etc., saaiiado por 16:000, par execocao ato
Jos Fausiino de Lemos contra Joa Boeriaaaen Oto
Oliveira Lima. ^^
Precisa-te ds ama ama para casa da fasai-
lia: na Boa-Vista ao rollar para a raa atoa
terceiro sobrado.
Precisa-se alagar doaa eaeravea par
lervico de casa e de roa : a tratar aa raa aa Glo-
ria n. 79.
Mo dia 10 do correte em diante aebar-ac-
ba todas as amaobiaa junto ao porta* ala caleca
das Cinco Ponas leile poro a 310 a garrafa, das T
at aa 8 1|2 horaa.
Ainda ao traapassa s posta do signas torro-
nos qne inda reslam na prinaeia o eogaasa raa
projeclada por delraz da raa da Cooccraia
frente para a traveaaa do Montciro, o outras
frente para a traveua 4o Caldeireiro, caaSaa
palmas de frente e 150 de fondo cada aa,
cenoo todaa aa commodidadea para aa edificares**
oa prelendenlea podem eoteoder-se coa o abaixo
assignado, morador na raa larga do Rosario a.
18, padaria de Manoei Antonio da J
Quem quizer slugsr aa sitio
de virenda, baixas com espim, arvoroatoa, rae.,
no lugar da Torre, di rija-se a praca da '
dencia ns. 6 e 8.
s
Vulto deposito na botica de aSoaquia. MavUm*o
da Cruz Cor teta A C, ra do Cabug u. U,
x obU PeTuau\\sueo.
H. Tbernias (de Chalis) enligo ph
co*i
r-armaceutico aprsenla boje umi nova prepsrsco de ferro
nomo do olixir de citro-lactato de ferro. v-vuorro
atoracer ao pubi ico um luxo emprecar-se um mesmo medicamento debaixo de formlas lio
22!. m *leBdt eo"P'Bnda a necesaidade e impoitancis de urna tal vaiie-
A formla dona objeclo de aulta importancia em tberapeurica ; 6 um progreMO mmenso
qusodo ella, manteado. oaoc,. da macamente, o toro, agr.d.vel, fcil e possivel para lodass
idodoa, para todoa oa paladares e para lodos os temperamentos. aa*ea
SAm?M^'JSZ?u!l4f ?W0,,il hi9 conhocidasnenhvms rene tio bellas qoalida-
dea como o elixir de eitro-ladacto do ferroV A seu sabor agrada val, reooe o tomar-te em ama per
1U*2!V*!,USIT0"^ f 'o o ostomago. de modo que complelameate
BaUaoovas qualidadoa emaada alteram a l '
sabaUacia da qual o aedico se ose pad disneas!
qualquar fermula aao lhe 4 proprioSaatoa laM, q
que eooseguto o paaraaoeotieo Thermea sea a pt
madicamonto oeappa haja o. priaeire Jugar entre ,
alsala a pratioa de amito atedeos diatinetoa ene o ti
so awaito aaa motoataa do tosguidecf Morte
eocia medicaraeoiosas do ferro, queseado urna
em aua dioica, ds lneomparavel ulilidade
3 P""?, Potaa preacref er aem receio. B* o
telo do citro-lactacto de ferro. Atsim esta
namerosts prepareedes ferroginoaas, com o
epaoiado. Tem sido em pregado como im-
tlliss odres) os debirtdsde subsequente as
b*>!SSIlf **y*r* a^reaesi aVpVia'
par dabUiatoda, aaa pavota^atKae. o. ea^spiaiai
coavatoaoanoia atoa aieatiaa-gaarvas, na chloro am
aaaereeev svpaaUtllaa^xaaaaoa vaasrsas, SsaiataeaaaoTrords^^
daapreiac6saer-
Istaa enUrm-lasea asado aui frequanlaa a sawfs S ferr a prinipal
ftor do ertra-laetato'de^rro L
racsabseiasato ds atoawa4dss, fortof disssirtt sos frmala pala qoal as
BaaiatosViTO.
PADABIA.
Alsga-sea padtria da travessa do Pires, s qual
est piompta pe ludo, com muito bons commo-
dos, e esti ainda trabalhaodb, sendo sea aluguel
muilo commodo ; a tratar na ra da Senxala Nova
numero 30.
A comtnissao liquidadora dos ere-
dores da massa do tallecido Manoei
Buarque de Macedo Lima, pede aos Srs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commisto todos os dias uteis das 10 ho-
ras da manhfia as 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissio roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nSo a ohrigue a tancar
m&o dos meios jttdicaes ou do jornal
para haver estas importancias deque
tio seus deredores.
Na fu da Cadeia do Recife n. It
segundo andar, a prompta se almoeo e
tntarpara casas particulares; na mes
ma casa fas-se pastis de nata, pudins,
tdrtas, pao-de-I,bolo inglez, aletria de
ovos, anos de leite, sendo encommen-
dado na vespera.
Sociedaide bancaria.
Amoriro, Fragoso, 8a a toe & C. asesa e lomea
asquea aobrea praca de Lisboa.
"" AW-anoBa,peBB ea Beberibe : a tratar
coa J. I. M. do Bseje. aa raja4* Irapfcba a. JJ4.
Saques sobre Lisboa.
lfaneel Ignacio d Oliveira & Pllho tacam
braLtoltoa : no largo do Carpa Santo,
tona
i;300,000.
dl
sa a
Na raa Direita n. 3, ae diri quet
juros com seguranza do bypoutosa
cata nasta cidade.
i Muita altencao. S
~ Aloga-ao a pripslra caaa ao sabir da pal
trasto* psategem a Magdalaa, do lado di.
wito. o* baaui.tes commodos para, familia a
aa** aparta: qaem pretender dirija-searoa
larga ato Bosarton; 48.
A abaixo aseignsds fsx scieate ao res-
peilavel publico e em particular a
aquellas pesaoas, com quero Uvera
taa ou trantteedea que ella nio
presentemente divida de aaluresa alga-
ma e que algamaa lellraa'qae bravata
assignado para si, o se sebsm todaa pe-
gas, bem como abjomaa outras latirs
que tem endolado por favor, a alunas oto
seus filhos e genros, (alo todoa) todas
se achara pagas; a eomo aa considera ase
dever a oiuguem, tanto do latirs sata,
como por letlrat eodo;adaa a diloa aras
filhoa o georoa, bem como fladcaa aa
oulros quaesqaer ttulos, a quaestjasr
pessoas, por isto fss a presento decla-
racio. No caso pora do nio acesia
cer assim, o que nio crivel. ejaaa 11-
ver alguma letira oa oatro qualquer do-
cumento, que te coostitaa sea credor,
queira immediatamente apreeeata-le a
roait tardar nesies 30 diaa, na casa da sem
residencia na ra da Aurora n. 84, qaa
verificado verdadeiro aeri pago ea caat-
linenle epara qae aio epparecaa da vi-
das para o futuro o aaamo depois de
sua rootte 6 que fax o presento aaaaacte
e declaradlo solemne para que niogaea,
seja quem. quer for, se chame a Igno-
rancia. Qatro sim, quem qoer qaa as
julgar credor, lera a boodadp ds decla-
rar por eate Diario. Becite 9 da aata-
bro de 188. '
alaria. Theodora d'Aataapfio.
:
:
es.
de ilqgua nacional, lattoa, 1n1ez
saa rmltea!.rae. aead. -osa
ass psH exeellenl bode d^
do pelo asi eastoam-i
_________rjt|
transpire
cto>-ss da usa ama para cosishti
dALtofostoB.1.


Di
;.ti ,--
- tk^v roai isMmmjwtriw iw
and do
la leilao
uieaimo tribao! do uMMUilly e -
Ubelectdo coa cserfpjotibie araatem na
k5S# teB*r*r w *>.e-t
den) o. 37, offerece seus sarrios o rea-
peitsrel corpd comaerclal. a leus amigo 1
a a todo a geral que quizerem han.
rote. o ., mnrego, p.n o qae
telo poupar estoceos;* bem doi inleressea
de mu commiteeies.
K\km
^V *}***>**** PM^ar tea roa Direita o.
ohpm^opMMdoieraSdTeerti;
. T .AJfr*,!ef2mo*. ,01,!*' "'' Woante-eoroneT
Jos Antonio Pinto subdelegado da freguezia de
S. aas, **oWenla>.*tf para 'Y &.
pereceasen) cerros sbusos praHcads na ra di
Aguas-Verdes, vi assim V. S. pralicaado eom a
sai costura aaa ptudejiaie,que-tado-encera e
achari lempra osbooa ao sea lado.
temp*me.s seores!!
Foaaeca Coi
gO0|o que
naiajrolBB
*u Ala*, c?HUnM *Ur fB*o a eidade da
Oiinda desda 18 de dezembro prximo pinado
-!E!???nonie SeTefino. erioulo, repreiepla ter
cioeoeola aono, altura regular e no taolo magro,
te um signsl debaixo do olho esquerdo, um ta-
Iboam pequeo ponto ao lado direito do roito,
tem um lubioho debaixo do braco direito, tem
um outro na p eiquerda, este preto foi eacravo
noGlqui, asum como do engenbo S. Caetano do
Sr. btaaoei Ceetsno Carneiro da Cunn. e consta
que tem andado pelos arrabatdes desta ctdade,
assim como pela Varia. a Luca, procurando ler-
viCo. eom um bilhete falso, e consta que ainda
continua a andar pelo* lado do tul : desde i se
protaata contra quera o er acoitado. a quera o
pegar ou der noticia certas lere-o ra da Seo-
zalla Nora n. 7, que seri bem gratificado.
Avisa-se ao Sr. Manoel Luis de Lima, qu
nio pode comprar a taberoa ds roa Imperial n.
35, tan qae veuha-se entender com os procura-
dores do Sr. Joaquim de Olireira Haia, em razio
de ama accio que este more contra Jos Anto-
nio Goaealves Pire, que faz parle da firma de
GoncalreaA C.
Hoja 15 do correte. Anda a audiencia da
i* rara ciTel, depoi de maio dia, ter lugar a
praca dos beni penborados Braz Antonio da
Costa Albuquerque, por execucao que Ibe moe C,,M A-
pelo mesmo Julio, escrivio Saraira, Joaquim de '
Albaquerque Mello, lando tfeixado de irem nos
diaaji auDuaciados por impedimento do juiz. Ac
O abaixo assignado inadvertidamente e
mal informado, declaron do aonuocio que pu-
blicon no Diatio de 9 do corrente, que Ihe
constara ter aeu caixeiro Ladislao Toleotlno Ca-
vslcantj de Albuquerque, andado em cobrancas
de seu deredores sem sus ordeo, hoje porm
melhormente informado e chegandoao cooheci-
ento de que til fado se nao de,u, apressa-se
em vir declarar pelo mesmo Diaria, para que
deate modo fique salra a reputadlo de dito mocoi
de qualquer dezar que Ihajpossa vir resollar
-hanossa a vir result
de um tal annuncio, astirajAmo sssegura o mes-
mo abano assigaado que "referido oaixeiro le
retirara voluntariamente de eu esiabelecimenlo.
Soa Srs. redactores, seu constante leHor.
Justiniano Aogusto de OlivefrS.
Tai i praca pelo juizo d orpho. a reque-
nmeotb do nveotarivate dos boas do finado D0-
atngod Antonio Gomes Guimarles a parte dose-
guite*! aobraaos de dous andars : rna do Cre-
pom II. reliado em 37:0000, s parte correapon-
dente a 2:2509; ruado Imperador n av.lia-
!2LL,<0 /4:7519819. Tercafeira 15 do correcta, a ulti-
ma pra A-
Alga-se um segundo andar com pequeo
commod h, pintado de novo, na ra do Encanta-
ros", f urna casa terrea na ra do Hoodgo
Cotovell : a tratar na
com Val e
36, roa das Cruzes de Santo^ntonio, 36,
ra da Cadeia
Porto & C. n. 33.
ou
do Recife
"" ?' i,*ohor <>8 engeaho se offerece urna
DeMOf ,h W'tada com o 3. anno de direito, e
que j le iooou portugus, geometra e francez
m e igenbo, e por isso quem de sen presu-
mo se qu
do Vigar
lo n. 21, loja" de alfaiate, com as dI-
t. C.
Alt gi-se o terceiro andar da ra
n. 23, ea |uina da Gamboa ; a tratar na
Aloga-sa um moleque de 12 para 13 annoa : '" da l JParatri n. 54, pertencente ao Sr. Jos
na rna do Imperador n. 48, 3. andar.
Joa Joaquina de Olireira, rai ao Rio de Ja-
neiro.
Ama.
izer utilisar. pode dirigir sus cirt ra

Nora
loj
o.
-se ,usta a compra da ttberna sita na
Quem precisar de urna ama para o serrico de
urna casa, dando-se preferencia de hornera eol-
teiro, dirija-se a ra da Lapa n. 6
, T ?00.lein 9 d0 correle, pelas 51 [2 hont da
larde, fugiram dous mulatos na oceasto de irem
para ser mostrados no Recife a um comprador
para o Rio de Janeiro, de nomes Florencio e Le-' exemphr.
andr, aquello alto e barbado, representa ter de
32 annos a 35, lerou restido, camisa da algodao-
ztoho, ceroula comprida e chapeo de couro e
este representa ter 40 annos, pouco asis ou me-
nos, cheio do coepo esem barbas, lerou restido
camisa de algodao grosso por cima da ceroula
tambera grotsa e curt, chapeo tambera de cou-
ro, ambos sio do c, para ende se desconfia que
toraos ; roga-se aa autoridades polieiaea e capi-
laes de campo captura-Ios a lera-loa ra do
Imperador n. 45. que sarao generosamente pasos
o "", /!,x? Mi0ad clara que receben do
s>r, Jo Mana de Souza, a quantla de fktt pro-
TenienU de dous rales que acha em poder do
Sr.Claudmo do Reg Lima, e como o mesmo
enhor nao qneira entregar o dito val, ficar aera
2g oor M0 ***** **** com asta
Bernardino Pacheco doa Santos.
Precisa-se de urna ama para cosinhar o'
diario de urna casa depouca familia : no Recife
rna da Cruz n. 31, ,
Antonio Pereira ; so alguem se julgar com direi-
to a qua juer reclamafao, dirija-ae a taberna do
n do sal no prazo de tres dias. '
A Eeiticeira.
pa original brasiieiro em 5 actos
)lpho Franco Pinto Bandeira,
na rua Nova n. 11 a 3# por
Oferact
enanca,
cisar dirija
Ama.
-se urna senhora para aaaamentar urna
qual tem muitobom leite quem pre-
-se ao paleo da S. Pedro n. 24.
Compras.
ra-se
PUBLIGAC40- LITTEBARIft.
COMPENDIO
DE
flisoria do Brasil
cabellos compridos.
Na ruadiQueimado casa de cabelieireiro.
i Co npra-se moedat de 20^ : na
ruadaCuz n. 48, paga-se mais do
. que em c utra qualquer parte.
Compa-se orna preta que silba bem cozi-
Recife n. 2! primeiro andar.
' ..i7CIDP4 i.""* um upfeu ama mulata que
aejam pereitas ozinheiras, engonmadeiras
apreciadores destete genero que
*,^Fm?*U^ armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a socied/ule que aha com seu mauo, aeha-se de uovo estabele-
oto com dous ceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr Paulo Ferreira da Silva; o orimeiro na rMo de Duarte A Souza, e osegundo
na de Duarte Almeida A Silva: estes estabelecimentos ofiferecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na mpeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
lTJfllPt1S que Para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus eneros
*ZJ^lifi? de te.rem STpre coraPleto sortimento, como Umbem poderem offerecer
?!!!*? l d* Pr,?*' ,enh0re8 de e0genh0 eftvr,dore8 1e "* eM sos. eaeommeadM^ pr m"r52! l Z '
2C!.IZZZT' P0',8V,e r ***??** os proprietarios forc. p.r, bem servirem aqasJla. posoiTq requenuem no^
SSS^Ss^^ d *" >""' Pf 0B< w *'* 'demos brltissimo. .Ttendendo S
Maln!.la.ni!eZa -^ri-" W 800 a libra e em porcio 'a 7B0, recomraend.-so ,.
maodem ao menos experimentar, serlos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
Chh *QCeZa *mdh0td#"Wcdo*64"*"Ubr**em^ri'' nUo*60"' "hbra
PreSUntofiarn K^ me,hr d merMd ^ !*7 2*88 a *" P0r510 ,W b>tlB16no bo. qu.lid.de.
Proa ni nam?re *"* h.mburguez a-900 rs. Ubr. e em porco 800 rs.
t-resuntOS pOrtuguezeS ,Mot d0 Porl0 da p.rtal.r 560 rs. por libr. inteiro 460 rs.
Marmelada dos melhores .utores de Lisbo* premiad as exposicoes univers.es de Londres e P.ris 19800 lata
La^d^ nha PeVde e r0dha 7000 'Mi" ''',b" -* *
ijiuas ae ameiXaS fr.nceas cora cinco libras 49000 e 19000 libr..
PaSSaS emc.ixinh..deoitoHbrls, s melboresdo mercado 2000 ea 400 rs.
Espermacete superior 720 n. m e.x.., 740 .. lib,
Conservas francezas inglezas e portuguezas .
Lata coro^S^JhTT" 8. "' nte *"*'" mem mais*" ***** ^ ** "*<>.
Lata COm bolaxinha de SOda de diversa, qu.lid.des, muito nova ,9,50. gr.ndes de 4 8 libras de 2|
ZSKZLB?*^ Poo fino, genuino, necur, Crcvellos, M.deir. seces,
y> i aoza.
r i^fleem Pflpa roprio8 para pasu> d* 5o 60w- garr,f'ede 3iMo0 48 c,Mda-
LaiaS COm IruCtas de todas M qualidades que ha em Portugal de 700 UOOU I.u.
Pnrfnf I? CdlXaS dt 8 HbrM molho' W* de desojar e tem vindo .o mercado de 4
W limas em frascos de 1 l ,2 2 libras de U600 29200.
porgio lera .batimento.
BbI|s. aiMBhas
com vfspoTas para entreteni-
i meoto.
tM^u&l" ?*.?."" '?J" ***** **" to-
na caixtnhaa de madeira nrernisadas roa !-
..judii.___
?:^L* *""' N*aa a.aaerWM ^
arabos o lados, o naelhor qua pos**ti esa iH
gsteero,-* carta cada um. caiiiaha
com ras de
tras
arroquim, e a ebiona. o oai
hdadea.tf, 1|500 a r; o Unsp. pr.f
por isso d.tij.m-ae coa diobeiro i na da!qmi-
mado, loja d'agoia branca n. 1, qM aera* beta
servidos.
Figas de coral.
A loja d'sgui branca receben nasa peaaeoa
quaotidade de boeilaa a bem acabadas aaa M
coral, proprias para enhiles da ensecas de re-
logios. e mesmo para as rollas de coral, as eit
vendendo s 1OO rada ama ; quem su demorer
nao aa achar mils em dita loja d'aguia braoea
na rna do Queimado anmero 19. untes parte qu
as tem.
. libra e caixa de um. srrob. 79000.
brs.
600 e 800 rs. o fraseo.
21500 41500.
Feitori e Camones 19200 1*300
. cix. e 1280 a libra.
Latas com peixe savel pescad
Caf do Rio
a e outras muiusqu.lid.des o mais bem srr.nj.do que tem vindo ao nosso mercado de 1400 s 1|G00
o melhor que ha s 240 rs. a libra e 280 rs. o lavado.
Frascos de amendoA -
Vinagre k. 1 'Pr0p"88 P'r' mm$t Pr Mrem muUo bem *<***** desuperior quadade a 39 cada
branco o melhor que temo, do no mercado a 400 rs. a garrafa e 21560 a caada.
um.
pr iraeira vez a nosso mercado, de 1 s l280.
POR
Salvador Heurique de Albu-
mocos e boas figuras, pagam-se bem : na rua da
Imperatrir n. 1. loja.
Compram-se pontos de marfiav: na praca
da Independencia ns. 18 e 20. V
Vendas.
. i7Ti^ede,n",e .4 C1?,1," ProPrioa para sano :
ua estrena do Rosario n. 18, no pri-
querque.
Approvdo pelo conselho director da COlilpram-Se CSCraVOS
instrucc3o publica.
Esta interessaote e ulil publicacao est ven-
da na lirraria dos editores Guimares A Olireira.
rua do Imperador n. 54.
Os editores Iranacrerendo aqui o parecer que
sobre esta publicacao deram oa diatioctos Sr. Dr.
Joa Soares de Azeredo e Antonio Kangel de
Torre Bandeira. julgam-se diapeoaado de enca-
rece-la, poisque nada poderiam adiintar aoque
diweram os ilustres julgadores.
PARECER
da eommissao do cooaeibo director da inatruecio
publica, approrado em sesso de 10 de outu-
bre de 1861.
A eommissao encarregada de dar o seu pare-
cer sobre o compendio de historia do Brasil que
acaba de publicar o Sr. Salrador Henriquo de Al-
buquerque, examinou aste livrinho elementar'
cera a maiorattene, e acba que oa principas*
ni?i /0"? h4loU de"M oe,cobrU do' Saceos de encerado preto com fechadura pro-
urasil at a gloriosa poca da ua mdeoendencia, Prtpe para vlagem a 1500 : na loja das tresTea-
e dafai at o actual reinado, se acham expostos tolla, rua larga do Rosario o. 33.
oeste compendio com a maior clareza e precisao,
dntrlbuido em pequeos capitulo ou liroe
como conrinha que fossem para o eosino das es-
cola primarias, e anda para o da lecundarias
onde o estudo daJiistoria univeraal se dere fazer
em um anuo ; eTjue o seu incansarel autor pdz
de parle todas as deduccoes e ideas que a scien-
cia, a verdad e a sereridsde da historia recia- Vende-se os seguintes obiects para Jar
manara do grave escriplor que tivesse d abrir mangas com flores o par a 4*500 jarro nara
o noasoa annae, rasa que seriara inteiramente flo" 2fS00,'49. 5|. 68, 88, 10 e 204 fran
neonvenientea em um lirro elementar da ordem Jaa de corlioado brancas e 0e corea a peca a 3
daquella de qu no oecupamos, onde os tactos < borlotax a 35O0, eatojos com navalhas mu
vmMt l,Ua- ,a" ,0#' ** e 3- ceTxe-
B portelo a eommissao de parecer que o com- toncesea a 40 rs. o canio, sapatiohoa de la
peodio seja approrado para o ensino de toda a crianca a 240 e 400 rs. o par. mssae* de
aol da proriocia, e que o conaelho agradece a Ijofarea de rore a 440 r., meias preto oaia
?fl*sUl0r K,-erT!.50nque, "flba de Dre" "' w 0 o p.r, de cores para hornea
iruccao publica do Brasil. a 840 r... manta, fin., duzia 2$00. qu.d".
bala do conselho director da instrueeao publica com nustea e flguns a 14 e -25 linbas de
'?"cara,zul e groada a )rs. e em caixa a
; JHU rs.. luvas enfeitadaa para senhora a 1*600 o
ar. ti is a l#ede Escocia imitando seda a 800
_ .j.
VikahoBordt a^t Ce M "** nOVOi que ^ D men*d0' 800 a ,ibr* d0 eon,inho e a 400 doce.
Um-1 ^,aea,X de ><> WNi* 800 19 a garrafa ede 8,500a 10000 a duzia.
Massa de tomate em l.u. de um. libr. do m.is acredtudo autor de Libo. vind. a
i nl?gJe pU.r? d^ ,1Sba 'uo ^ W850 *.
aX1tS.;iCr""-1- -P'oriode DocedagOiabadaCaSCa emeaixio aWVemporeio.OOOr..
. onro o patacoe. Azeite dOCe purificado 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
trOgnac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia
Q^^^^^L^^m -"****". ?-.'. boa qudid.de.
Sf* de ^llanda 600 rs. o frasco e 6950b fruqusir. com 12 frasco,.
Mp1 P"a da0le8 20 6 16 m,S COm 0 n,acnhos' e o 280 rs.
dem dO gaz a 3*000 s grozs e 280 a duzia de eaix.s.
AzeTtonas 0ma,t8UPe"0r """^ ** i0PriU8uez' hesP"ho1 er"MZ ** ***mm .libra.
AmendoaVl"*"" ^1,fM Wm****.mm+m+ ai2oo.,ne0r.t. do Poro, e.29000..d.Lisb.,
S cbeg.d.s no ullimo navio 480 rs. libr. e em porco teri batimento.
.___--r -" iuwiii m ouro e patacoea
hepnhoe|ao cunho de Garlo XII e UII, o rua
n. 23.
meiro andar.
Oucam ?
. n." fl'6 e,?eda *uhit*^* Pra crlaoQ.
a 4U e 500 r. e ligas de seda elsticas a 240 e
i. n n h/ : noloja das tre< estrellas, rua
larga do Rosario o. 33.
Via frrea!
0 bazar da rna Direita
loja d. 103.
de Pernambuco i de outubro de 161.
Joa Soares de Azevedo.
Antonio Raogel de Tarrea Baadeira.
Notice.
A moeting of Ihe Brltish Clerks Provident As-
sauaUotf vrill lake place ou Ihursday ib 17 Ib
Iaat. al 4 30 P. ML in Ihe Brillan Library.
By order
William Vaugban.
Secreta ry.
Preci-e aiugir urna preta forra o capti-
va, qae eozmhe e engomme com perfeico ; na
rua do Queimado n. 18. primeiro andar.
.~~ Sr. Bartholomeu Lourenco tem urna caria
vmda do Rio Grande do Norte, na rua do Pilar
o. 14S,.#efuodo indar.
Acteou-ieum cavallo'na noila de 9 do cor-
2ffK*^*ao' iUib-+**-
No botequim ds rua larga do Roaarib ja. 25
(xeolw-ae lagar um preto para o ervico o
mesmo botequim. -
Atagam-aa as casas n. 13 da rua da Cruz,
o. % B da rua e Apollo, e n 193 da rea Impe-
xxt\; a tratar na rua da Aurora n. 36.
Oh! que smelo!!
-M
fo abem ? o qaartinheiro mandos fazer urna
ases dea damoado. li^Wa^rVeTa
en flear de posse de um eelebr,
o Rio de Janeiro,"
je lerou um bolo
Precisa- de ama ama, preerindo-se os-
era va ou portugueza : no Meo da Terco a. U.
- Alogs-se pataivaasarafasia omi.eicelle,
iacass na fn--------
aireo _
rifa Chaves;
qwttodn_
da dirigir-ae a
a^r.dtllM
r. tanto brancas como de cores e de pellica c
um pequeo toaua de mofo a 500 rs., chapeos
para meninos proprios para se baptisarom a 48
oooetsde palbiaba a U. .do p.nno^ p.r hornera
a l, e de menlnoa de velludo a 500 re tatua-
ras Unas para aparar unhas e costuraa a 340 t
IfMr. i",1 H' SaDTe,ef P Par pena,
SbStS'l il.0,-4e Prce,ao com campainha.
e 4*500 e sem campainha de
Shf,"r" mui,aj-C0U88 inroomo'm-
tos calungas para enfeile de mesa.
JLuvas de pellica de Jou vio
Na rua da Cadeia do Recifen.
9 55, em casa deFigeiredo & Ir- W-
A ma, ebegadas pelo ultim 'pa-
f quete,
Ultima
40Rua do Qoeiiiiado--40
Rica manguilo de eaaabraia bordados a bao,
0 m}* superior que ka ao mercad*, vindo no pa-
quete traacez da 13 do corrVnu mes, um-
SSSff**cbgVn n,erio^e ,od" 55.
: < Vaaim^a por- 9Q0f uto. aupaalor machia*
e coleare, mandada vir de tora por mata de 3ida
^'L0 m**mo, **UlSo 9* flW compro
Y****** ***'1*** '0JWr0Vdo^60luiV
Pars rer, em Beato Amero, defronte do hotoilal
ogles, das 4 horas ds tarde em diaolf,. '
i~j5F~***a MWwt-'eass of2dmpeten-
8 arreiof. ludo nevo, e um eunvija-emito
paraomeasao; quem qoizer ver e ^tnprsr,
fe1* ****** ***** staasts n,
saart osa qos tratar.
Alpista o maislimpo qua wm vndo ,0 ^^^ ,6() fj t JU)ra 6f00() ~ "
-----A Wm dog yero, annunciados eocontrsr o publico um completo sortimento de ludo tendente molhados.
Madapolo
da arara.
Veodem-e pecas de madapolo, panno enfes-
tado a 3J, pecaa de cambraia de aalpicos a e
J*f*a) de cambraia braoca a 1J609, 2500 e
J#, dita para cortinado a 3#, corte de vestidos
de phantszia com 22 covado por 12J, cortes de
cassas irancezss eem 7 barras por *f,00, ditos
de larlalaoa a 2500. ditos de cambraia de baba-
doadjj, cortea d chitas finas cora 13 corado
Pa" *;*ldo P>r 2500, ditos de riscado chinez
por 28600, corlea de fil de iioho o2J500, de co-
res para veatidos : oa rua da Impralriz, loja
armazenada da arara de 4 portas n. 56, de Msga-
Ihses & Mendes, sonde se acha a noite um relo-
g'o com letraa de cores em que diz arara n. 56.
Vendem-se urnas caldeiras de folhs, e ums
porco de formas para fazer velas a 500 rs. a du-
na ; oa rua doHondego n. 61.
Arreios de sola trsoceza e metal
para 2 carados ; rende-se
na rua do Hospicio n. 37,
por preco
principe
razoavel:
Sobrado.
Vende-e a quarta parte do sobrado de dous
andares na rua do Padre Ploriano n. 21, tendo o
meamo comprador preferencia a oulra parte por
tambera querer render; a tratar na rua de Quei-
mado n. 52, loja.
Atten$o.
vende-se o verdadeiro ch* malte em o e em
rolha, est queimando a 200 e 240x.. s Santos
di C. ru do Cordooiz n. 1.
Vende-e verdadeira vel de carnauba re-
tinad a 440, sal refinado a 320 s cois, verdadei-
ro furao de lata a 600 rs., painco a 160 : so San-
*sA?y^Pa ao Cordooiz o. J.
I
marmore
Novidads despachada
para liquidaco.
Pai-a o bello lexo.
Mantea de cachemira goato almirante
Uairilhocda cschemir. roslo ^ainsi
z Clotilde a 15.
Casacos de

dita gosto nraba
4iU oslo
ietorfa
imperaUis Euge-
AtteiKpOe
^^HSr^^^^Ho:
Calcado
45 Rua Direita 45
Magnifico sortimento.
Semprecnndescendente e prazenteiro com os
reg.iezes que Ihe trazem dinheiro, o proprieta-
no deste grande estabelecimento continua a of-
ferecer ao publico, por pre$os mdicos e sempre
interiores aos de outro, o seu bello sortimento
de calcado francez, ioglez e brasiieiro e vejam :
Homem.
Borzeguina Vctor Emmanuel. .
couro de porco.....
lord Palmerston (bezerro .
> diversos fabricantes (lustre)
JohnRusell......
Sapates Nantes (batera iateira).
patente. ;4 .
aapatos linca (portuguezes). ; .
|frnoezes). ^ .
8 entrada baisa (ela e vira). .
> multo chique (urna aola). .
Senhoras.
Borzeguios primor ^Joly). .....
brilbsutina......
Raspa alta.......
kbaixa. ......
31,31,33,34.....
. decores 31,33.34. ...
Sapatos com alto (Joly). .
franeeze fresquioho. "
31.32.33 e 34 tustrS. .
E um rico sortimento de couro de lustre, be-
rtrAr-SSeV m,rro1B>. Ma. taquet... cou-
rlnho, flo, tanas etc., por menos do que aual-
quer outro poda vender.
OJWOO
oyooo
99500
9000
89500
59600
55000
2S000
1fi500
5|560
31000
5f500
58000
59000
Pechinchas
, 1 Tf
a loja da arara.
.V*M,%"*f **# ,k,b ** **** tra vestidos
*40(aa^1^ palmo de largura 260 o covado, crinolina da
coro pa % "LAa,f,d0' li-ada-a.cbUraia.vprt vesli-
<"..*4Wrt-aotadotnBdiaharde qaedroaa 40
o corado, carnada a.lrtas*Mi ra. o eov.de,
ibitaapara veatidoaa 160, 180 o SOO re. cov.
dp, dilaa francesas a 220. 240, 260 e 280o cova-
do, popelina de c*le*eaai4e i
*Mo. aaia Mi da 20 a 40 areoa___________
4 pMh as\da MagarbiM VfaWeW-'
tra MiKCSa
Enfeites a turca.
Chegaram no ultimo navio vindo de
Franca, enfeites para cabera ao gosto
turco, proprios para bailes e casamen-
to o melhor e de mais gosto qtie se tem
vuto: na rua do Crespo n. 7, esquina
da rua do Imperador loja de fazendas
unas de Guimares dt Lima.
Liquidaco
NA
Loja de marmore.
Na loja de marmore vende-se para li-
quidaco por precos muito barato, um
?arlado sortimento de fazendas de mo-
das para aenhnraa, roupa feita para ho-
mem e vestimentas para meninos e bem
satm quadros a oleo para decoracao de
s las e capellas.
Exposico
DE
Candieiros a gaz.
extractos para lencos.
Alojad'iguia branca acaba de despaebsr de
sua propris encommenda, finos e pnrtasM es-
trictos de novos e escolhidos che iros como besa
sejaw, imperstriz, D. Januaria, D. Francisca, asa-
rechal Broquel Real, dito favori, dito doa Alpes.
dito deTnsoou, etc., etc.. nio esqoeeaV> pareas
o ettimavel extracto de sndalo. J ae sabe ea
fregueses que rauoidoa de dinheiro diiiglreas-sa
rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 16
acharo barateza, agrado e incerldade.
Oleo e taiiln pbacime
e outras qualidades.
A loja d'aguia branea acaba de despachar asa
novo e bello sortimento de oleo e baaba pbiloc-
me e ouln. superiores qualidades, iaciaaiv* a
estimada e procurada baaba em copea grandes
cuja excellenle qualidade 4 jS bem conbecida^
assim como a verdadeira iranapsrecle ; qmtm
quizer se prover do bom mandar 00 ir i rae da
Queimado, loja d'aguia branea n. 19, qae ser
bem servido ; adrertiudo, poros, que oa fraseos
vo lodos marcados com o rotulo de dita loja.
Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branea acaba Se recebar aaa bel-
lo sortimento de mui b*m lecida aapaa para ka-
Ido, e as est vendando baratamente a 199,199
e 200 rs. a vara ; quem precisar dirigtr-se com
dinheiro i dita loja d'aguia branca, roa doQuei-
mado n. 16, que aera bem ervido.
J chegaram
as interesantes estampas, a morte do
justo, e a morte do peccador.
Da loja d'aguia branca avisa-aa aso senhore*
reverendo e outras pessoas qne haviam encoaa-
rrendado essas nleressanies sita aspas, qae ellas
acabam de chegar, e quem mais as quizer pes-
uir dirigir-se logo i dita loja d'agoia braaca,
rna do Queimado n. 18, poia qae a qaaatiSaSe
pequea, e por agora ainda se Tenderlo a 29999
cada urna.
@u@'
sortimento de enfeites de flo-
res para ca 9 amen tos
e bailes.
A loja d'agoia branca aeab. de despachar in
lindo sortimento de eoeitea qae de sus proeria
encommenda mandou vir para caaamaataa e bai-
les, e sem medo de errar, pode-a dlser qae iba
01 mais parfeitoa e delicados que al agora tem
vindo, e essa verdsde ser coobeeids por aqaelkao
pessoas que aabem apreciar o bom: asesar da
tudo rendem-re baratos em proporcia a aarfeieao
delles, sendo a dinheiro vista 129, 149 e 119,
iaso na rua do Queimado, loja d'agaia braaca aa-
mero 16.
A loja d'aguia branca
recebeu tambem novas loras de fina pellica,
feitadas, para casamento, assim como lindas <
pellas. A commodidade dos precoe j bem ce
nhecida por seua boos fieguezes, esari mala pee
aquellas pessoas qae de noo o qaizarem aer da
dita loia d'aguia branca, na ras do Queimado Da-
mero 16. *
Na rua doa Marlvrio, taberna a. 39, chega-
ram aa rerdadeiras linguicaa de setUo, qaa ae
vendem por commodo preco, assim como aoiiiea
de vapor a 2J120.
Atteugo, peraambufjanas
A' loja do leao de ouro.
Na bem conheeida loja do lelo de ouro, 4 Ja-
s Goncalves da Silva Raposo, rua do Cabag a.
2 C, recebea-se ullimsmenle pelo navio trsacez
os melhores sinlos de gorgurao eom flvelaa de
a?o de apurado gosto ; reada-ae mala barato que
em outra qualquer parle : a elles, antea qae ao
c
fLoja das 6 por-J
tas em frente do Li-
vra ment.
Roupa feita muito barata.
Paleto! de panno fino sobrecamas, 7
jfc ditos de casemirs de cor de fustio.ditoa a
de brim de cores a brincos, ditos 4o 2
ganga, calcas de casemirs preta e da W
t* cores, de brim branco ede cores, degsn- f*k
am ga, camisa com peilo do linbo muito
P fioas, ditas de algodao, chapeo de sol '
ajp de alpaca a 49 cada um. fm
mwmfv-mmm tMirtt
Vende-se por preco malta comaoda ama
loelha de labyrioibo toda aberta da estrellas
sses: na taberna da roa das Crazas a. 29.
Vende-ie duas acoda de aeSra aaati
palmos, e 1 vareada de ferro com 21 dito ; qeem
precisar, dirija-se e rna de Sanio Amaron, 8.
No armazem da rua da Mate* de Deas a.
6. de Machado & Rodrigues, avada eaatiaae a
sustentar o aereado da milho a avoca de
por sacco, a sendo porco faa-ae das reai.
Candieiros econmicos..............
Cindieiros econmico..............
Csadleircs econmico..............'
Csndieiro econmicos..............
Candiel ros econmico..............
Candbnro econmicos..............
Csadieiros econmicos..............
Candieiros economice.............
Caodiewo eeeaoarlco...........
Csndieins etouoaro..............
:
:
4cW0
59000
6JO00
89000*
109000
1290001
14900
1690(10
189900
sss
809990
Rua do Oueimado n. 6.
*'*^PL* a9aaj^;b^M.W malfd
ioiroa ecosoaiooe
iaira caaartoes
la mesas ezpoeiciose encontrarlo lodos o
ocas aer. os mesaos caorfieiro, satm eo-
m*ta***>*?a*io-*}*t** oovjooblo ver.
mesara priaeira quafibarie. p| pre# mafs
- que t 9o9 eocoatrar oeste mercad, am
o e vsrisdo soriimeoio de anadias na
>. Tsa^taBOA !Sf",,,*.f ***#>* eo^aJ^KJbaA
^*A5*9?' f*S*forumeaib dau.oq./h.ria. qae por go."
10 g san* vat;- oa roa Nota a. 4.
mljf*9**2******** at1p*aoalBa4a Caian-
^f* n. aregimii da v,ie. a* aaatlo aw
JaMrler.afco. gre.ea qaaUaaa 9*
i aireraaa ps de fructein
j q%Sl|l,
i daliaa som f sria i rraiUa b be
Loja das 6 por-]
tas em frente do
Livramento.
Chapeos dt sol de alpaca a A#.
Duzia de meias crua'a para lasa a
UWO e o par a 199 r., ditas braaca
muito finas a 21500 a datia, leaeo do
casta coa barr de corea a 119 r. cada
um, diloa brincos a 160 re., balooa 4a
udoa a *nltfy"$$EtmmT!i
eilaapsdoa finos > 59 e 99,
urlica e de corea muito fina
e meiade largura 480
fil de lint
caade
de corea
vado,
lo-^------------,
a lf o pr. V*anSaa>e^^H^H
iirarari
"" 'in asan
tarlslaaa
cea vara
V9vOI|
aammama versos pea oe trete
P.Hftft
oa a criaUcraaae. aaa
SaP


MAAMIK!


Fazendas baratissimas
N. 20Ra da Imperatriz---N.
Dearta Borgesda Silta faz atiente aossous enligse oumeroso freguezes ibU
na sus leja raa da Imperatriz b..28 acharao sampre ornis completo so/ltojanto de azendas
lei pelo aeoor pftKfcaosaisse.^Beis Mi* raaolTidojaaaodeixejrde "rnr afldMaei |U tTO* mi
nheiro, toaa *wi**oae o^Jtlde lia. a 192QI), madapolio Bao cato Iftlrda a *p*W a pe -
- nas a 1X0,
tuex
las
,"ohius Umc(*>**2+Wu.Of: 160 e 100 seis, lea$a de ciase e de chita para maednos A 89, "IZO l 160
francezas osles ioteiramenle noroa a 200 e 400 rs, o corado, casemiras m
da eapecial para forro de carros a 19600 rs. o covado*** ostrera ae Mjatta
cores lioho puro a SJ o corte, oleado* ora pinturas riquiaaieas larguras* a 9 Pivea*3
mtauto preco do 29-e*oada. caaaa lisas Qnissimasa 83 a eep a 00 rs. vira, chales le
a 24, cortes ieeesa a t#8O0 e'S|. pannos da linho de rariar^uotidadss, btarfllantes, %rtas
do de liiiho. casemiras de cores a 49, ditas pretas a 5$ **,_ corte e urna fazenda e
roupa de atenaos pelo mdico preco de 400 rs. o corado. Ka
zea e o reaeeHerel publico um bailo e rariado sortimeoto de
eioeaedo.
Em sarama echeaib
o
eaasas
s fazen-
rina ato
*odi-
imerin
trarfea-
para
riiMDBI
RuaBireita
ratissimas.
pana de meiaa brancas fi,
rus do Queimado n. 23
os

--------------,

_______________________________________________

. Notidafles do pavao.
A luja de Gama <
Silva, na raa da Impera-
triz n. 60, acaba de che-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que vendem por presos
que faz admirar, como
sejam:
Um bonito sortimento de cassas suissas a imi-
tacao de aedae de quadrinhos, que se vendem pe
lo diminuto preco de 240 rs. o corado.
Bt\\\iauUi*a a SL40 ys.
Vende-se brilhanlina com quadrinbos de cor
para veslidos e roapas de meninos a 240 rs. o
covado : na roa ds Imperatriz n. 60, ioja do
pavao.
Organdys a2&Or#.
Vende-se cassa de organdys de padr5es muito
bonitos a 280 rs. o covado : na raa da Imperatiiz
n. 60, Ioja do Pavao.
Chitas a 240rs.
Vendeai-se chitas francesas muito miudinhas,
fazenda que sempre se veodeu por ana pataca,
e est se acabando a doce vileos : na ra da
Imperatriz n. 60, Ioja do pavao.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurguro miudinho proprio pera ves-
tidos e capas para senhoras e para reupas de me-
ninos, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado :
na ra da Imperatriz u. 0. Ioja do pari.
Laas a 400 rs
Vendem-se lazinhas entestadas para vestidos,
fazenda de muito bom goato, pelo diminuto pre-
co de cruzado o covado : na ra da Imperatriz
o. 60, Ioja do pavao.
Com barras e babados.
Vende-se fioisaimos corles de carobraias para
vestidos, com brrale de babados, pelo baratissi-
mo prego de Sf500, 3$ e 3J300 : na ra da Im-
peratnz.n. 60, Ioja do pavo.
Cassas a 200 rs.
Yendem se-casses com lpicos raudos a 200
rs. o covado : Da ra dalmperatrtz n. 60 Ioja do
pavao.
Cassas de cores a 240 rs
Vende-se cassas do c6res fazenda cuito boni-
to a 240 rs. o covado : na Ioja da ra da Impe-
ratriz n. 60, Ioja do pavo.
Sedas a covado.
Vende-te grosdenaptei prelo muito encorpado
a 19500, 19600 M9800, dito azul cor de rosa e
cor de cana a 15030 o covado, sedas brancas.ta-
rradas para vestidos de noira a 29240 e 2#i00 o
covado, dita prea lavrada a 19400, chamalote
preto a 2jJOO0 o covado : na ra da Imperatriz
n. 60, Ioja do pavo.
Enfeites a 2$.
Vendem-se enfeiles de muito Dom gosto para
senhoraa a 2*000 : na ra da Imperatriz n. 60,
Ioja do pavo.
Eofeiles a 640 rs.
Vendem-se enfeites de froco proprios para me-
ninas e tamben para senhora a 640 rs.: na ra
Imperatriz n. 60, Ioja do pavo,
Chapeos para seuhora.
Vendem-w chapeos para senhoras, sendo mul-
to bern enfeitados e os mais modernos que tem
rindo, pelo beratisaimo prego de 10$ : na ruada
Imperatriz n. 60, Ioja do pavo.
Velludo a 2f 400:
Vendem-se velludos preto, cor de caf, .azul
ferrete, e verde-escuro, proprios para vestidos de
senhora e roupas para meninos pelo baratissimo
prego de 29400 o covado, aendo fazenda que sem-
pre se vendeu a 5|: na ra da Imperatriz n. 60,
Ioja do pavo.
De todas estas fazendas se do amostras dei-
zando ficar peohor, assim como tem muitas ou-
tras fazendas que ae tornara enfadouho deas
mencionar, todas vendefido-se mais barato que
em outra qualquer parte : na ruada Imperatriz
o. 60, Ioja de Gatna & Silva, aonde se acba col-
locado urna tabolata com um TAVO juntado e
de ooite urna luz em que diz oPA.V.0.
Miudezas
Tinta azul que flea
preta.

laig
A. Ioja d'eguia branca mebae aova
dessa excellente Unta azul que fies preta, e con-
finas vender oa beiee a 500 r. : na ra da
Queimado, Ioja d'agnia branca o. 16.
Vende-se o sobrade de dous andaras coa
soto na ra a Praia. que tioha oiMnersco 29,
e boje 31 : os preteodentea diiijam-ae a rita da
Cruz d. 36 para tratar.
\mm mam mmmmm
VENDE-SE ?AKAT0.
Superiores capas campridaa de btsju- a
rio prelo, rnantaletes modernos, Ulaias g
de croxe, e chapeos de palha.
contraro os freguezes o mais perfeito, bem ac-
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda
P aWirHXl" ilaiiliiaiajy1iniihna|ii ,m
SBIlICUms em lien. f
mldkaa.
dem dem. tf ->>-
idaindem. ^^
PRATQS uniUndo em perfeifo a boa portel-
^-rMlf.CTfca^^todiwas*a.s|ii*Maia fl
PANBLLAS dem dem.
COCOS, CANDIEIROS e flaodres fiara qtaatl-
quer sortimento. -
fl VIDAOS en efzas e a raUlhb i teioe oa ta-
mandaodo-se manbos, botar dentro da cidada,
m toa'a pirte.
Becefcam-se encommendes de qualquer eaa-
reza.ioocertos, que todo serl desempenbado ~
antaala;
Attenco.
a|rydo Trapiche n.46,m casa de o r A
Rooker &G. aitateum bom sortimento dall-
abas deoereaa oraaceaarMemaMi do metbot,
dxecos muirazoaveia .^_.

1 california
n
Vestidos de seda moderno de cam-
braia bordados, ditos Me phaataaia.
Sediohas de quadros, grosdeneptes H
cor. moreaolique em rovado.
Cambraias de cores modernas, ditas de
listras fingindp aado._____________
Sintoa, leques, gollinhaa e punboa pa-
ra roupo. espartilhos modernos e pen-
tes de tartaruga, ___________________
Saias balu de ludas as qualidades,
camisas para senhoras, ditas para rae- Wf'
nios, rhappos para senhora. gfr
Tariaiana, tilo, musselina, diamantina ft
e lazinha de cor. ____________________-,
Pulceiras de sndalo, luv*e de .pellica z
e chapeos para senhoras W
Fazendas baratas.
Na raa da Imperatriz n. 48, jauto a"
aldot baratissimas.
Palelots pretoade oaseaira a 15*. 18J
I ta*k dita*deasemifiKtocores i 8. ,
m, f6,*io t bidMMa de corea a
89, ditos de merino de cores a 98, ditos
Se alpaca sweta a Jf50450flL dM da
UPaeaiecoj.es eai* la atu.a 4ga .
tfWt.tiitaaite awto bon brinr sflraa a
&5H, ditea 'de ferraa por* a 350O. tos
^ardo*iuiaiaislB>no--ejranie de rmro
linho com botn de madrepetasa a Jf,
Mbm te brlm encorpado meia tona ts).
itiaoaia briaaattsio de *4itio do qire)ij
sWW lllta meninos de 8 a 14 annos a 2f,
he caaacas da panano Oao pretoe do cores,
ealjaa pretas de casemiras, colletes pre-
tor eie cores de todrs as qualidades e
goitos, jaquetaa e rauiiis outus obras
feitss que se venlem por menos de seu
cusi, en ceasequeneia da liquidarjw qe
se est procedendo, oa Ioja n. 8 da raa
do Csbug, ia-extinta Irma de Altaelia
Para, acabar. 4K22*J52L-.
Cortea de cassa (rao
im 1S e 15 vara? 4
lia para tealido col
MtaiteprarasT
lia para teaUdo con
ata lisa com 8 e9 jardas a
3500, chit# larga franw^
eaasas escuras rancezas, cova
que em rU da
aturar : na ra
do Queimado o. iT.
ppuco poda.
tSiSSSEsA'SSZ
1 para meoroa i'rarsr cabelle alasMsjs)
il liso taplata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se confronte o portio da fortaleza das)
Claco Pontea o seguinte : carrocas para boi, dita
Sara carelios e para agua, carnoboa para traba-
bar na aifandega carrinhos de mo, rodas pa-
ra carrocas e para carrinhos, eixes para ambos,
lorradores para caf com fogo, boceas de tornos,
baoderas de arcos de todas as qualidades, do-
bradicas de ebumboa de todos os tamanhos.fecha-
duras de ferrolhos, tranquetas, ferro d embutir
de todos os tamanhatfsjfcrrolho de chapa.
i T>ara rap.
Vendam-ae rencos noissinos do liaba proprios
para os tabaquistas per seren de corea escuras e
fixaa, pelo baraiissime preco de 6# a duiia ; oa
raa do Queimado o. 22, na bem coonocida Ioja da
boa id.
Vende-se eso easa de Adamaos, Howie 01
C.ruaoo Trapiche Nooon. 42, biacoiteoisglezea
sonidos, sen paqeesas latas.
Lemjos
de
*JZ
PARA ACABAR
Colxas de la e seda proprias para
mas ou coberta de piano a 5.
ca-
Paieois de cisemirn a t0#. ditos de
alpaca preta a 5 : toa da Gadeia Ioja
n. 23 de Gufgefi t?erdiglo.
9
Vinho do Porto.
Marques, Barros & C tem para render superior
vinho do Porto, emcaias de duzia.
Vende-aeorerdedeirowDho de Lisboa a
500 rs. a garrafa, vinagre a 200 e 280 rs., e s de
Lisboa, frascos de genebra a 600 rs., que peettio-
cha, rinho do-Ponto a lf; s na taberna de San-
tos & C, ra do Qprdoniz n. 1.
ara mimos.
Seirinhas com os excellentes Oros de comadre
a 80 ris cada orna, vende-se no Progresso largo
da Peora n. 8, assim cono se vende eeiret
com 8 librea por 2#500, e em libra s 320 rs.
Aos senhores consumidores
de gaz.
No armazem de farinha, no caes do Ramos n.
18, est venda, gaz liquido da melhor qualida-
de e recentemente chegado.
Pee-hincha sem igual.
A160rs
Sintures de sola e la para horneas e meni-
nos ; na ra do Crespo n. 18.
M^aHMMiw^ai.aaMS.M*Ma A Acaba de
padaria Traaceza.
Cortes de cambraia branca com habadt- _
fihos 4 e ft&QO superior 5, cambraia li- '
za com 8 1[2 rara 8g, 35O0, e 4, ditas de
Eatoasia 5a), e t, ricos ebfeiles pare ae-
nbora 65e6S500, sintos os mais delicados
para senhora 295O0. 3, chapelina pera en-
anca gosto inglez 3>500, 4J>, para baplisado
3jp, cortes de vestido de seda Escosseza de
bonitos geato 12 esli so anabsodo, ri-
cos lencos de labjrintho 1. 1$200. chapeo
lie sol para senhora de bonitas coros, lisos
5a, cabo de marfim 58500, cortes de cam-
braia brancoecom flor ie seda 50. risca-
do francez 200 ris o corado, completos
sortmelos de bales de orcos' 89, sorli-
mentos de meias para menino o menina
200 e 240 ris o par. chalea de tarlalana
de corea a 640 ris. aengosbranoo com bar-
ras 160 ris chitas inglezas a 180 e 200 ra.
dita fcancesa e 240 e 380 rs. o oseado
pegas de cambraia da forro com 9 raraa #
a 29 : junto a padaria frsnceza n. 48.
Mantas de retroz para gr-
valas.
Veodem-se mantas de retroz para gravatas,
tanto pretas como de cores a 400 rs.
Queimado n. 22,na Ioja da boa fe.
A1$ o corte
de caiga de meiaa casemiras escuras
cor; na raa do Queimado n.'12,
boa f.

Vende-se DIO liso mullo Ano e assim tambem
tarta tana braaea multo Ana, tanto orna coma co-
mo- oastrs sao proprias para vestidos, nao s pora
bailes como para assisUr-vse s eoeameetoa. anden
antes que se acabe na rus do Queimado n. 22
na loia da Boa-F.

Loja de marmore.
Ao bello sexo.
Recebeu-se erando porcae de faien-
daa que ae hariam encommeaSede e
continua a vender-se pira liqatdacao por '
prego muito barate, entre estas ss ae-
ejurotes :
I Para senho-as
Bournus de cachemira do ultimo gos-
to a 10.
Ditos para neniuos de ida des de t,
4, 6 annos, tanbem de cachemira muito
modernas a 5*.
Vestido de seda decoros a 30^ {com
A Ttgum toque.'
na roa do
de
a
urna s
loja da
Roupas feitas ba-
ratissimas,
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios para algi-
beira, pelo baratissimo prego de 29400- a duzia :
na ra do Queimado n. 22, loja da boa .
Urna barcada.#
Vende-se ama bsreaga do porte de 35 eaisas,
eecalheda 00 eataloiro do meatro carptnteiro Ja-
cintho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon -
taa, aoode pode aer vista o examinada pelea pro-
tendentes ; vende-se a prazo ou a dioheiro ; a
trotar coro Utoeel Airea Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Ricos cortes dj3 medina de
seda.
A loia da Boa-F na ra do Queimado nu-
mero 22, acaba de receber ricos corles de
vestido de medina de seda de lindos psdres,
a fazenda mais fina, oris nova e mais bonita
fue ha no mercado, cada erte tem 20 e 21 co-
rados, e vendem-se pelo baratissimo prego de
259OOO o cort; so senhora de bon gosto que
lirerem de ssaistir bses e s cssameotos, se
fuizerem levar um vestido da ultima moda
mandaren] ver na mencionada loja da Boa-F,
na rna do Queimado n. 22.
Saceos a 2^000.
Veodem-se muito superiores saceos com chave
proprios para viagem, pelo baratissimo prego de
2j cada um para acabar : na loja d'aguia de ou-
ro, ra do Cabug n. 1 B.
asa

Urielra
Sacar e de outrao mu tas qoalldades rae
de ir pregos bsrssslBsosH
Brinquedos proprios para
meninos.
Veosen-se,ot liosos teseos cesa
anda urna mitha por ora, assiss cobo
monea qialtdadw.
Bandeijas
Vendose-ss baodeijsodel
pregoa que admira para acabar, assim i
MkDs>Moa00fs.os 2fodosisw
Capellas para noivas.
Veodem-ie lindas capellae
proprias para casanenl qe
5J> e G9 a muito fina a 10*. asein i
Otas, frsojae e outros nuiles osis
ae tornaraenfedoobo anoenasr qae < .
vender e nvais barato qa for poesirel eor se
querer liquidar : ludo iste s es loia i"
ouro raa d Cabug n. 1 B.
Taixas.
so <
Reduccao em pircos para
acabar.
Veodem-se no armazem de Brasa, Sea C,
na raa da Horda, latas de ferro ende, ie sse
acreditado fabricante Ederio Male, llf n. ser
libra.
Superiores tiras
bordadas*
Na loja da boa f na na do
Queimado n. 22 ae eocontrara ero beoi
ment de superiores tiras fiase asi le
que so rsnem pelo barato prego de i
e 59OO ris a pega, sdrertiod*
de urna pega de ceda pedrlo, aj
andar melhor servido ser, ns res do Qeeia
d. 22 ns loja da Boa-F.
-
do Queimado n
loja de 4 portas.
NO
chegar
novo armazen
DE
Manoel Gardoso de Souza, con loja de miule-
Z33 oa ra do Crespn, ', juulo 30 arco de San-
to Antonio, est resolrido a vender barato e a
servir bam as pessoss que se digoarem ir ou man-
dar ao aeu estabelecimento comprar qualquer
qualidade de miudeza, adsaoaude-lhes a maior
boa f o o modioo prego das rsercadorias em re-
lago qualilado : oa preeos que absiio se no-
ta m nao deixario de agradar: cintos qos com
firels dourada e praleada, proprios para senhora
s 2> a 250O cada me, lionas do gaz, notello
grande a 80 rs., e em eaixa de 12 norultos a 800
rs. a ratxj.dttes-dedtto, botoHo pequeo a 20,
30 a 40 ra. o. uosello, e em caixas de SO dito a
6d0. 800 e lf a cala, ditas do dito de. todas es
corea a 30 o 40 r. o no vello, e em caia de 30
norellos a 800 e 90* rs. a caixa, miados de liohat
para burlar a80rs., e masrlnhs cora 12 ditasa
609 ra liabas decscretej de 200. Jardas a 60 el
80 rs. o carretel, ditas ds dito de 100 ditaa a 30]
e 40 rs. dito, carto. com 14 pares da clcheles a
60 ra., e em duzia a 600 rs., ditos com 24 pares
de ditos a 90 e 100 rs., e em duzia a 1J>. cor4ea
par* en&ar espartilhos a 60 e 80 rs. cada uro.
caos com aglhasfraneetst a 160, 240 e 2&\
a celia de 4 pape, carleiras com Jttas. supe-
rior*! alf da de, a400rs-, p*o\* 'pretos psiaallaar;
a 240. 280 e 320 cada um, ditos amarellos a imi-
tacao deunicorne a 400 goO 's., ditos de tar-
taraga para alar caballo a 500 e 'ftf. titos af
im^eqo de tartaruga, obra boa a 800 e 1, te-
soura finas para costura a 400,600 e 800 r. cada
uros, ditas pira liabas a 900 e. 800 rs ditas para
costafa cora toque de.fdrrugem 'a 100 e 200 rs.,
folbsa de papel bordado e com eovelopes a 160
u. a fuiha, dito ee corns d qusdrlrbos aJOO'rs.
o csdtrno : alem'tfstss mererdorias tem ontrss
njaltrsques'veodem p6r barato Jrrefd Como se-
ja. fitas de relludo pretas e de coras, largas e
ejtroilfls, frarfjas de flnho 6 de seMs, filas de se-
" raalote outras qualtlades, de todas as
iridas -Utos,
ancas 'e"de cutes,
o se tender por menos prc
B4ST0S k REG
Na ra Nova junto a Con-'
ceicao dos Milita-
res q. N.
Um grande e rariado sortimento de
roupas feitas, calcados s fazeadaa e todos
estes sa vendem per grecos amito modi-
ficados como de seucostume,assim como
sejam sobrecsenos de superiores pannos
e casacos feitos polos nstinoefigurinos a
269,38$, 309 e a 359, paletels dos meamos
pannos preto a 16$, 18$. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor ntesclaio.o de
, oovos padr&es a 149.169, 189,209 o 249,
ditos saceos das mesmss casemiras de co-
res a 99.109.120 a a 149, ditos pretos po-
lo diminuto preco de89, IO9, etg, ditos
de sarja do seda a sobrecesacades a 1*9,
ditos de merino daeordo a 1*9, ditos
de merino chioez de apurado gosto 1159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 10,
ditos saceos pretos a 49, ditos de pal ha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fastto 3j>5O0, 49
e 4950O, ditos de fusto branco Al),
grande quaolidade de calcas de caseerira
preta e de cores a 79, 89, V# a -a 10,ditas
pardas e 89 o a efriitM fietoflal decores
nasat|500, 39, S9SOO e edf.irreede
brim brancos finas a 49500, 5|. 59500 e a
69, ditas de brim lona 69 e a 6$, colletes
de gorguro preto e de cores a 6J e a 6|,
ditoarde oasemira do eor o pretos* 4SeQ0
e a*a9, dttos deftsto branco e'dertrtf-
1 a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4#,
ditos de merino para tutos 49** 49500,
calcas de merino para luto a 4J500 e a 5|,
capas de borracha a 99. Pea meoiaoa
de todos oa tamanbos : calgaa de casemira
Jrefa e da cor a5$, 69 e a 7, ditas sitas J
s brim a 2J, 39 e a 39500. paleteti
ees de casemira preta a 6| ti 7, ditos ''
decora 69 e a 7$, ditos deeipaca a|,:
aobrecasacos de panno preto a 129 e
14, ditos de alpaca prets s 69, boaets
(tfaawixnenino de todas asqooaidodes, ea- (
misas pasa manios de todosost asean boa,
neios ricos rostidos de casnbraia eKes
pora mooioas de a a 8 aooosooea elnce
abfl4oalisesa89oal2|,ditoseog(js!-
| *ao de cor e de la a &f o a 69, ditos de
lorias a3#, ditos de flassbreisrieeaieeMri
.boBdedospara baotiaadoraiosaniree utras \
fassodas e roupeoeiM que datases &\
ser mencionadas pela sna graedo-eoesMJ
dedo; ssainMosaoreos*e-sot*ds'oq*s>J I
q*r eaeems|eoda de 'roaposv jeera
aaasar oaioraQtuaro que-nara eele-lm
toaos oat cmeles* seotiirsealcoltytsttefi^'
isa dogos toe arma *aa*etre1t*atiVa'l->'
fsiate dirigid* por en boM moetre m
?ap
Gaz liquido.
Em casa de Samuel P. Johnston A C, rea da
SenzalaNova n. 42, veodem-se latas com 5 ga-
loes de Kerosine.
Na ra do Queimado n. 10, loja nova
Je i portas, vendem-se as segumtes
aienas de apurado gosto, e por
menos pr*co do que em outra qual-
quer parte-
Ricos cortes de cambraia branca bordados a
20. 25 e 309.
Ditos de seda de cor a quila a 80 e 909.
Ditos pretos bordados a velludo a 60, 70, 80 e
90JO0O.
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 309.
Ditos de dita preta a 10 e 30.
Ditos de barege com babados a 15 e 209,
Riquisslaias espiabas de velludo bordadas
com mangas a 60, 70, 80 e 100.
Lencos de linho bordados al), 4, 5 e 69.
Ditos de dito lisos, duzia a 6, 7 e 8$.
Ditos de cassa com bico, um a 120, 200 e 240
ris
Mantas de grosdenaple abertas renda, urna
a3000.
Chapeos do palha para senhora, um a 8 e 109.
Ditos de pertica Garibsldi, um 159.
Chapeos de sol de seda para senhora, un 49-
Riquiseimos ciatos dourados a 3, 4 e 5.
A ultima hora.
Acaba de chegar toja de Gama & Silva, na
ra da Imperatriz n. 60, sondo tem o pavo pio-
lado do lado de fora, aa fazendas seguiotes :
Ricos corles de tarlalana bardados a seda por
|tSO00
Camisiohas com gollinbas bordadas e tambem
manguitos, fazenda de muito gosto, que sempre
se veodeu por 109, reede-se pele baratissino
preco de 59
Ditas, gollinhas e maoguitos bordados .multo
Doos a 29.
Ditas, ditas ditos ditos a 19500.
Gollinhas bordadas con traspasa s 1.
Ditas muito finas sen aer de impasse a 640.
Ditas ditas dito a 500 rs
Manguitos de cambraia bordados a 1.
Diloa de dita ditos a800 rs.
Ricos chapeos de sel para senhora 1 49
Lencos de cambraia de llano bordadoa para se-
nhora a 29.
Ditos de dita dito muito fios a 29500.
Charos de merino prelo franja de retroz a59.
llantas de fil preto para senhora a 49.
Saias a 3,200
Vendem-se saias que fazem es veros de balo,
Do tendo arcos de metal e simdo mesmopanno,
lavan-so e engommam-ae como qualqner outra
saia, pelo que se torosa muito mais commoda, a
des pataca* cade ama ; na ra de Imperatriz n.
60, leja do pao.
Admiravel pechina
aa loja do pavo.
Admiravel per-hincha, na loia do pavio, ra
da Imperatriz n. 60, ie Gama Silrs, vendem-
se finissimos cortes de canoras* de seda com 9
babados a 4J500, diloa de avenlal a 3*500, ditas
de duassaiasa 39500. ditos ie cambraia branca
muito fina com babados e duas saias a 49, ditos
brancos, cambraia de seda, com babados a 69, di-
to de phaotazia com babados de taas corea 41
89000.
Ai nda o payo
1 Vendem-o* proas de COlbria de carecinos,
ifazenda muito fina, com 17 varas, pelo baratissi-
iroo preco de 89 peca, ditas com 8 3(4 raras a
4&a pecas de Sitas adamaacadaa e con oca vara
de largura 80500 a peca ; na roa a lmperatrrz
o. feVleja do pari.
SiBoasad Adn sen, Hovrie de C, roa do
Traeiebc Novo s.4. reeie-se : I
l#aar*.,Mth6ai. e arreioe ooraderre eossbttorer.
flolbssde cortteaaiserisSi "*< ,< oaod
Lena eUrle. m**M
iflo-ieoelai ,oa>l ib
psrieres titead#** t eoreev t.t,
I

aanhos, de madaooloo d* muasulias i3M<
esnBaar,aasr^aesi rsves^esp^Be*^B"rBr^r" f'^o sperea. eaBsaaBajern*
armazm de fazendas e
roupas feitas
DE
Raymundo C. Leite & Iriuo,
N. 1 aRa da ImperatrizN. 12.
Neste armazem quo ors ao echa bastanteaortido
de roupa feita de todas as qualidades, tinto pa-
ra hornera como para nenios, seeato vendendo
as mesmas por baratissimas .procos, como so-
si: sobreeesocos de psnno fino, obre inteirs-
mente boa por ser feita a moderna a 258000, di-
tos de panno aoerior, obra do nelbor que se
pode desejar a 309000. palitos do aaemirs finos
18S000, ditos sacos, obra de moderno gosto a
429000, ditos de neis dita a ,6*000, col tes de
casemira de cores filias a 49500, ditos de brim
de cores e broncos a 2J300, calcas de dito finos
3JS500, 490OO e 59OOO, paletos caaacos de alpa-
ca obra muito boa por ser de alpaca fina a BJ0OO,
dito dito aacco a 89500 e 49DOO. uniformes de
casemira a ultimo gosto, sendo preciso notar que
sao de casemira Unissima a 969000, camisas
francezas peito de linho nuiti fioas a 359000 a
duzia ; havendo tambes* muitas outras fazendas
e obras feitas, as quaes todas se rendem por
preeos mu-i lo com modos.
Liquidaco.
Na toja da ra do Livramento o. 19, vendem-
se os seraioles calcados francezes :
Bnrzeguins para homem, de Nantes 89000
Ditos para dito, franceses 69OOO
Ditos para dito ditos 50000
[Ditos para senhora n. 32, 33 e 34 35O0
Sapates de bazerro de Nenies 3b500
Ditos de dito de 1." qualidade 50UO
Ditos de dito caliados de 2solas 5$20O
Sapstos de tranca para homem e senhora I9OOO
Ditos de tapete para homem fettos na trra 720
Sapates de castor de tranca 49000
idaco de certas!
fazendas finas. ^
1
Vende-se chapeos de castor branco ra-
pado a 69.
Chapelinas de aeda para seobors s 89.
Chapeos de palha par* senhors a In-
vista a IO9.
Ditos de pellica a Gartbaldi a 149 e 15#.
Csmisas para senhora a 39.
n. 10,1
i
S
1UA DO CRESPO N. 17.
Ritjaissimas cbapeliaas de seda para 9
senhoras, de diversas aeres a 129.
Cassas de cores besitos padroes a 240 9
rs. o covado. 9
Caaaas e organdys do eores s 280 rs. o 9
covado. 9
Chitas de todas as quslidades e preeos. #
Moitissimas fazendas finas que se reo-
dem por procos baretlsaimoe psrs liqui- 0
dsr, do-se amostra das fazendas. #
Vende se urna porgo de"chapeos de palha
ilb
Superiores organ-
dys.
Na tojo da boa f, na ra do Queimado n. 22,
rende-ae finissimo organdys de muito lindos pa-
droes, pelo baratissimo prego de 720 rs. a vara,
fazenda de I92OO, e quem nao andar muito de-
pressa ficar sem a pechiocha / oa ra do Quei-
mado d. 22, na loja da boa f.
Ruaftovan.56.
Garibaldi.
JoiquimFerrelra da Cesta. portad pe
peitsrel publico e eom especislisede
numerosos freguezes tanto i* prace
mate, que acaba de receber de Peras pote
me eavie una nova laclar a ato cha soso do 1
ra e meninas, cono seja velnio, palba 1
lamben ee encontrar em sentiste sortis
de chapees pas boceen, de fellro ai
eMeaV i* lootra, fraaeeaea, tanbeihk,
branco prora o'agua, ditoa para a leas* ase ele
frescos na cabec* e oa bolss, e tamben para ee
religiosos frasciscarjes, ebegedes etabaasasBaU
de Lisboa. No arome esiabelectnoeto acba se
un completo sortimento ie fuo da Babia qee
ae vende por atacado o aretalho, en bees
sortimento de charutos como seja Harana, na-
oilbs e c* atanoeee flor do Brrieii, seeptros a-
praziveis, regala imperial, gaaaabersa, aeri-
sienses, e todos os charutos do afanado sotor
Simas, o Candido Ferreira Jorge;
Gravatas da moda.
retal
na ra
o como en porco, ba-
do Cordoniz a. 1.
de Aracaly, tanto
reto que admira ;
Ra do Queimado n 19,
Armazem de fazendas.
DE
SANTOS (ttELHO.
Chales de merino estampados fiaos com listas
e franjas de seda a 9$.
Toalhas de fualo a 500 rs. cada urna.
Gravaliahaa de cassa nuito liadas para ho-
mem o meninas pelo baratissimo preco de 100
rs, cada una.
Chalea de merino lisos do toda* as cores.
Cortes ie phaotazia de aeda pelo barato proco
de89-
CoberUs de chite gosto chioez a 1(800.
Lences de psnno de linho s 19900.
Diloa de bramante grandes a 89300.
Vestuarios de seda para neniaos o meninas
a 8t000.
Cortes de casemira finas a 4J500. ,
Capailas brancaa para noiva a 59-
Bramanle de linho com >0 palmos a 29 a rara.
Sortimento de baldea para senhora e meninas.
Bramante de elgodo com 10 palmos de largo
a 19380 a vare.
Um rico carro.
Vende-se um rico o eleeoots carro mu bella-
mente preoarado: no escriptorio de Maooel Ig-
nacio de Olieeire dt Fdho, largo do Corp* Santo,
AULVMDtlESBRASCiS
LUS0-3RASILEIR0
asi
$ Era casa de Katkmann Irmaos
9) &C, na rita da Cruz n. 10, exis- ^
9/ te constantemente um completo A
9) sortimento de &
0 Vihhos Bordeaux de todas as
qualidades. gk
^ Dito Xerez em barris. OL
0 Dito Madeira em barris e caixas. A
n Dito Muscatel em caixas. p\
Dito champanhe em gigos. ca
m Cognac em barris. m
a Cerveja branca. a
A Agua de Seltz. ^
a Azeite doce muito fino em caixas.*
fik Alvaiade em barris. .
a Cevadinha em garrafoes.
mmmm-mmmmmmmmmmm
Vendem-se grsratinhas estrellas meite
riores, tanto pretas como ee cores, pelo b
aimo preco de la); na rea do Qoesesade a. 29,
na loja da boa (,
Fabrica do Moateir.
Crystalisaca e refinado
de assucar.
Deposito oa roa de Apollo 6, e praca
da Boa-Yi>ta a. 26.
Este importante estabetecimeete eonaiarM a
foroecer sos seos innmeros frnaseos do airo e
puro assoosr crystaliaado, en p e ees aoee, 1.a
e 2.* qualidades, pelo preco ie 1*0 e 200 sa.
libra, e do reunido s ICO, 120 o 140a libre, sen-
do que en grosse o conprsior lera es
favoravel. Nos nesnos deposites Un bon
rende nel de assucar a 600 es. e caaoda, o
vio animal en p a proco conmodo.
Maoteiga ingleza Oor a 800 rs., ir
600 rs. a libra, fareto de Lisboa a 49500 a
e de mitho a 39500, em ruia a 200 ra sai
la fine a 3f. hysson s 29400, caf a 240 s 200 rs.,
queijos do rspor a 29: no armazen da estrella,
largo do Paraizo b. 14.

i
PfaTlV im.
?n
. i
.
aapdeb
arado a 29 a arrobe, re
fttl- -ai 1 .
LOJA EARMAHM
XM
Tsnde-se ns linaria econmica jupio do arco1
de Santa Antoaio.
Para____
. e casamentos.
; Ha m do Crespo eaquna ola ra de
Imperador n. 7, vende-se enfeites a tut-jj
ara bailes e casamentes o
se tem viseo t boje.
Na ra do Moodego, casa n. 8, tez* 'par
asneles -de bertaes novas, eheaedes di
pMo ultimo vapor, seedo, coueiisbelM
dsdes, seaoi
tomates grodea^s*eS*srif,n*e)ila\>tjjta, feljo,
carrapato e alia
DE
Joaquim Francisco dos Santos*
40loa de Queimado---4fr
Defronte do beccoda Congregando, letreiro verde.
TENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentos.
alces cortes de vestido de fil ou blood de seda branca cota ramo o capeU,
maij moderno e superior que hs no mercado.
Para baes.
Lindos cortes de restidos de fil ou blood de soda branca bordados a
cores.
Ditos de lorateos branca bordado* ola-soco o cores.
1 Ditos de cambraia branca bordados a branco com muita slegancis.
Saias bordadas.
Ricas saias de cambraia branca, bordadas com o mais spersdo gosto s
eos ha ee atareado.
Ditas de dits rscorUisnnjis bsrstas.
Mllfira baptisadps. >
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordUaaVaa* eebM tlsfcurls. e
S ai|*s spayM.a>s>^ J, marxsdo. ...... ^^^^
teos-resrtelero* reetno ettendidos, por pregos conrmodP
Palenle esesbesja ftaoiansaaWcoerfi 4 6 1(* varas, 4 neilo bol
atis
"dtTJ
Riso*Unco* ds unhrei.da Ibsbo a,
Mi
*f,*9
fmjw de wHa
atesasen de ansso IrMlos, sea do
nasal en
Bli>nU rbstaa da tooauim
hri


I *

' i. ''
10
-
vapor a 2*600, e.cs do Tapor panado a
largo da Penlia
Pr^Hcisco Fcrnandes Duarte, proprietario deste
K^TTfLi '"H,**0^.P'*ecip sos leus freguaies, assim-como ios senhores da precs, de ente-
DJte*e la aradoras qaa d ora eaa vante quizerem-se afreguezer neste estabeleeimento, que se acha
rTT?-??L1<#a^***rU,onl0 <*agmero os mais btM qu ha no marcad e por serem a maiOT
parta Mlleactsmo. de canta prapna, eal portaoto resolvido a vende-loa por menoa 10 poreento
aoqu* inlartra qualquer parte, adancando a boa qualidade aeondicionamento, assim como rer-
Z\*J**'Pwdnwa meaos praticos lee bero, como se os seobores viessem pessoalmente, para o qoe
naanse poupari o propriotaiio em prestar toda attengSo, afim de continuaren) a mandar comprar
faaa eoco mineadas, serlo de que, toda e qualquer neo rameada coupradtjaesle estabeleeimento
aeompanriar urna conta impressa com o mesmo titulo de armezem ProgresW.
^! .51** ^ **** Ao* lf0ia libMf ^
se por este prego nicamente pela grande percao que tem e sefor em barriese fara abatimento
lUntelga traneexa tlWMilllhtm9emb.prila 660rf.
C\\l ftfola hysson e p*eV> BeUlor,8 qoe ha D0 BWCld0 a ^ mQ0
19800, .ftanca-ae a> boa qualidade.
Quel}OB ** ***** Cegado. aoa ultimo
29400.
IgOl a COI! ilnOate osmaisnovos que ha no mercado em seirinhas pequeas
a 80 rs ditas da 8 libras por 89500, e em libra a 320 r.
Pteumto de Hambre iogUl. 70a ,* **.
P remato de lamego, ^ rfc tt 1braiQteiM, M r,
***- a mais nova que ha no mercado a 160 rs. a Ufara, e em arroba a 4g500.
Btspermasele a 760 ri, ,brB em 0,ixa a UOt^
tatas com bolaxinlia de sodad(Mlehr6nU qualMad a lflco
tatas com feixt em posta de ua.qu.iid.de.. 1#m
taettoias multo novas. m> ,.. 0 taIlUi. r.t.iho. 320 r... g.,r.i..
Doce de Mpercae em laUaa d. 2libr por 1>m
^*WM**aS pari podini agoo M. libia*
BanUa de orco retinada. 480 r8.. libra, eB barrll. 440 r
t a *maie a mais nova do mercado a 900 rs., em la lias de 2libr por 19700
** He OIUUO a prn,eira yez que. ?eram a esle mercado a 640rs. a libra.
Cnourlcas e palos nuU) n0TO8 a 560 r, Hbra
VaUttia de dente Uxado8eom20(Baoinllo,por200r.
Chocolate francez l9m r,. libra> diUo porlugoe2 a M0 r$
Marmeiada imperial d0 ,amad0 Abreu. de ootro, maUo8f,brUaBtedeLiaboa
a 19000 ra. a libra.
W inWOS em Pipa de 500, 560 a 640rs. a garrafa, em caadas a 35500 4J000 4J500.
J* das mais acreditadas marcasa 59 a duzia, e em garrafa a500 rs.
*** para sopa a mais ora que ha no mercado a 640 rs. a libra.
r_____.. engarrafado, Porlo Qno, Porto, Feiloria e duque do Porlo a 19200,
urcavellos, Huicatel e Bordeaax a Ig a garrafa, e em caia de urna dua se far abatimento
*? 1. ma*S nT 6 1mP que h* D merc*d0 a 16 a libra e em arrobl a 5#-
* ditas inteira8,a640MC2AS melhorf qne M Pw,em de8e" em wiu la(" 500rs.,
_ ? molhor Deti,co 1ue Pde havf Por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
Stioio de amendoa. 800 r>.. L8t dita con ca8 a m r8#
WOZeS mult9 nova, a 120 r8, a ubra#
astfiahas piladas a 210 rs a Iibra
^*. muilo saperiora 240rs, a libra, e
VrrOZi do a|araD},ao a 3jj atn arr0Da> 0 e
Fnmo amerieano lf a libra,
Sevadiuua de Ff,n5a a240 rt alib
**%* muite noro a 320 rs. a libra.
Xoneinno de Li8boa a 3601$ a llbl^# a m a arrolMu
Farinha do Haranhao a
Xoneinn ingUza200r8 albra
Pasaas em eaixVulias
Sementes de hortaliza
Viadas pelo ultimo vapqr if^^
4aGMeiicM aco d
calcado francez,
ra da Impera-
trizn, .16.
Vende-se calgado francez para senboras, me-
ninos e meninas por todo e qualquer prego, em
razio dos propietarios dste eatabelecimento,
terem de sortir novamente para a festa e quere-
rem acabar com todo o calcado que no mesmo
estabecimento existir; assim como pedem mui
respetosamente aos seus devedores o obsequio
de rjrem pgar as importancias de seus dbitos,
visto que do 1* de novembro prximo futuro em
diante serio entregue todas as contas a um soli-
citador afim de as receber como lulgar conve-
niente,; fazemos portanto o presente aqouocio,
aflm de que nio heja como houve quem Se quei-
xasse do meio que empregamos para esse fim.
Vestidos brancos
bordados.
Ainda restam alguna cortes de vestidos brancos
bordados que coolinuam-ae a vender pelo bara-
ssiroo prego de 59, coa l e 3 babados, de gra-
ga : na ra doQueimado n. 22, na bem conheci-
da loj da boa f.
Relogios baratos.
Na ra Nova, n. 21, ha grande porga o de relo-
gios foliados, dourados ede ouro, patentes e ori-
zontaea, suisaoa e iogleies, os quaes sera, ven-
dido pelos precoa da factara. Cada relogio leva-
r um recibe em que se responsabilisa pelo re-
gulamento durante seis mezes.
79 a arroba;
fc libra a 100 rs.
se for em porco se far abatimento.
mais ora a 160 rs. a libra.
de8
Independente dos eneros mencionados encontrar
curar tendente a molhados.
libras
Rival
semse
a 29500 cada urna.
o respeitavel publico Indo quanto pro-
Narus do Oueimado n. 55, loja de miudez
de Jos de Azevedo Maia'e Silva, tem destina
acabar com certas e determinadas miudezas pe
prego abaiio declarados, e yenham logo po
est acabando.
Ciixis com agolhss franoezas a..........
Noveilosde lloha vara malear a 20 rs. e..
Ditos de lioha de cores e muito grandes a 40
Carretel de liutia, superiar qualidade a.. 30
Lioha branca do gaz a 10 rs. e........... 20
Dita dita,a melhor que ha, novello grande 60
Pares de mer*s de core pars meninos a 120
Duzia de tnefas eruas muio superiores a 28400
Ditad* ditas ditas a....,................. 2*000
Pares de' nretas de-eores'para meninos a ItJO
Linha em Carteo Pedro Va.............. 20
Caitas com phosphoroi de seguranga a 160
Calas de folhas com phosphoros (so a
caixa valt00rs.)a................... 100
Duzia de phosphoros1 do gaz a.......... 240
Frascosd'agua de colonia superior a___ 400
Ditos com cHerro multo finos a........ 500"
Duzia de melss mtiito Unas para senhora 3S000
Caixa de apparelhospara meninos a 240
''............ 500
Trangas de las e dellnho sortidas a...... 40
Sabonetes grandes e snperiorer a........ 195
Groza debotas peqaenos para caifa a.. 120
Croza de botdes de loo;) a.............. 120
Varas de tramla tvf ertor a 120 e........ 10
Groza de pendas de arjo a................ 500
400
820
640
806
%
80
a:...
.......
Carteiras muito sopflfiotes s............ 50O
Birarhos portogneze a........."
Tesouras muito finss para colt
Dita para onhas a 240 e........
Biralhos pafa voHareta a 210 e...
Frascos de han tt a dergo a...........,,
Frascos gtanet de lavaale ambreada,su-
perior q'ostldrta a....... ............
Frascos de oleo da babosa a 320 e......
Fraseos-de danha muito fina a 240 e......
Agolheiroa com agulhas a................
Milho a 2#600 a sacca.
Dito novo muito barato.
Farelo muito barato.
Arroz de casca a
sacca.


a
Bom e barato
S no Torrador
m Largo doTei$o;23.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
& C. successors ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mni elegantes
e leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo flm elles possuem map-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
rogas para conduego de assacaretc.
Chegouaapreoiavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
va remesas da mui proveitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e dentes. O bom resul-
tado de tal agua j nao soffre dorida<:oaosa-
bido pelas immeosas pessoas que- a compraran)
e que aeotiam a falta dalla, e as que de novo
compraren) acharo que o uso della faz conser-
var os dentes saos, livrando-ea da carie, fortale-
cer as gengwss e tirar o mo hlito da bocea,
dando mesma agradavel aroma, podendo-se
mesmo.usas della nao so pela maohaa como a
qualquer hora, e com acert depois do omaT pa-
ra tirar- o oheiro do fumo, ou quando se tenha de
sahir para ter-se a bocea aromtica : para Use,
porm, bastam algumas gotas della em agua pu-
ra. O proveilo d'agua balsmica aioda chega a
mais, ella sMve com acert e pcnmptido para
acabar a dor de dentes, eosopando-se nella um
becado de algodao e deitando-o no buraco de
lente, este adormece e em pouco desapparece a'
dor. Para se obter um fraseode tao proveitosa e
apreciavel agua balsmica, 6 oirigir-se com 19 t
loja d agola branca, roa do Queimedo o. 16, ni-
ca parte onde ella se vende. Adverle-se' que ot
irascos no marcados com o rotulo da dtaldjef.
3,000.
Sa aJifornia.
Vendem-se cortes do cambraia organdvs coto
barra a 3 o corte ; na ra da Imperatrlz n. 48,
junto a padarta francez.
Gestionas de Hamburgo.
S os loja d'aguia de onro, rda do Cabug ri.
1B,- qoemreeebeu om completo Sortimento de
Modas cestinhas de todos 03 tamanhos proprlas
para meniitdeeseola, assim como malotes edm-
tampa preprias para eomprt*. hlalos proprlos
para costara, ditos proprios paraTaqneiros, tos
mtHto bonitos para brinquedos d meninos, dl
tosmaracHdlritadiBhoaqueso rn.dem por pre-
?os maito barato-
mtifiassa, que pftO rival seta segundo, na
I
ptet3o e quasi (fe gra^a
~ySail8",,emj,,B maca/fo.^tatriA e talharan a
29500 a eaUa, e a libra a 240; aasim como qal-
jos deqnslha a 480 a libra ; defronte da maU
da Boa-Viata n. 88, esquina da ra do Hospicio.
Chapeos para senhora.
Risos chapeoa de seda e de velludo para se-
nhora, pelo baralissmo prego de 15 e 169: na
ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Aviso aos nacionaes e es-
trangeiros.
Chegaram o, afamados miradores ieglezas de
patente, prop'io. para purificar agua, ve.dem-
e baratea^ e ao poucoa : na ra da Cadeia do
Recite n. 8, armasjas.
Ifa ra da Cruz n. 1, casa de j
Kalkmann IrmSos &C, tem ex- *
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racba, proprio para mchica de
engenhos, sendo eorreiar para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
prmento e gromira, pannos de
borracha, rodetas. de dita, so-
bre ditos artigo* tomam-se en-
commendas.
SNemdtMidar #efrlra raesra nr. Maaeiga io>
" flor a 900 e a 800 a libra, fraaceza da ms*
or que se pede dse jar oeste genero a 040 e a
ulna anaanaa tasiaa M>fs.
gj^Wn^n^iwicaovss, a,molbs4 IW-
Vendem-ae na praca da Independencia ns. 37
e.J9, loja de Antonio Augusto dos Santos Porto,
capellaa de immortal para 2 de novembro se bo-
tar no cemiterio publico, com os nomes secut-
les : -
Minha esposa.
Mea esposo.
Minha mi.
Meu pai.
Meu Olho.
MiohaQlh.
Urna lagrima.
Eterna amizade:
Saudades aempre viras.
Vendem-se os engenhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Ruada Senzala Nova n. 42
Ven ds-s s m casa da S. P. Jonhs ton a C
allins s s ilbes Qg lezes.c a n daa i r o i eastieaos
bronzsados,lonas agieses, fio davala,chicote
paracarros, montara ,arriospara carro da
uai aloas cvalos relogiosds o aro patenta
nglsx.
Relogios.
Vande-sa em casa da Johnston Pater 4 C,
roa do Vigario n. 3 um bello sortimento da
relogios de ouro, pa lente Dgler, deum dos mais
afamadosi fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancelinspara os
meamos.
mmbmi mmh mmmmm
Aloja dabandeira
Nova loja de funileiro da*
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fooseca participa a
todos oa seus fregoesea tanto da praca
Cmodo mato, e juntamente aorespeita-
vel publico, que lomoM a deliberaee de
8 baiiar o preco de todas asaltas obras, por
cujo motivo tem para vender um grande
S sortimento de bahs e bacas, todo de
dilerentes tamanhos a de diversas cores
pinturea, e juntamente .no grande
sortimento de diversas obras, contendo
banheiros e smelas compridis, grandes*
e pequeas, machinaa para cat e cane-
cas para conduzu agua grandes e peque-
as, latas grandes para conservar fari-
nha e regadores ae uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao oso do Brasil e
camas de vento, latas de arroba a 1,
bahs grandes a 4 e peqaenos a 600
rs., baeia (grandes a 59 e pequeas a
800 rs..cocos de aza a i* a duzia re-
gadoras regalares muflo barate; ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objpc-
tes ha pintados e m braoeo e ludo mais
se vende pel merjospreeo pbssivi : na'
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cifon. 37.
rt.^.BiebeT&-C.,sBccessrB,rttt'da,Crs^
n. 4, tem pafa vender relogios para alglbeira de
ouro eprata.
Sbajecordao.
Superiores saias de cordao a 3^, 3J500 e 4|,
ditas alcozoadaa multo superiores a5f snarua
do Oueimado n. 22, loja da boa f<
Libras sterliuas.
Vende-se no escrlptorio de Manoel Ignacio de
Oiiveira a Filho, largo do Corpe Sent.
160;$000.
Vende-ae por 160 li cadeiras, 1 sofeftbMa-
caa de abrir, ludo de Jacaranda, e em bota esta-
do ; Irata-se na ra da Cadeia n. 49.
Lencos de cam-
Draia com padroes de se-
daa 2^500 a pe^a.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
isso pelo baraastmo prego de S600 a pesa de
10 lencoa. E' esas, urna das pecbinchaa que casta
appsrecer, e quando assim approveir-ao da
occasiao, porque elles servem laoto para algibei-
ra como para meaioos, e quem os vir na loja
d'aauia branca, na ra do Queimado n. 16. ter
vontade de comprar mate, de urna peca, tal a
bondade dellea.
Veadem-se saceos com milho novo ; no
armazem da ra da Senzala Velha n. 144, com o
fundo psra-o novo cees de Apollo.
As melho-
res machinas
de coser dos
mais afama-
dos autores de
New- York:
vendem-se
onicem ente
no armazem
de fazendas
de Raymuudo
Carlos Leile
& Irmao, on-
mero 12, ra
da Imperatriz.
1
Vende-se
Arado americano ?e machina-
par, a lava rroupa: em casa de S. P Jos
bston & G. ra da^enzala n.4-2.
A 2$500
Chales de merino estampados, que em oulras
lojaa se vendem por 49 e-5$ na loja da boa f
na ruado Queimado n. 22, vende-se pelo bara-
lissmo preco de 29500.
Lqvas de Jouvin.
Continna-se a vender as superiores Itrvas de
pellica de Jouvin, tanto para homem como para
senhora ; na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
mdmmm mmmmmm*
ra do Queimado n. 55
defronte do sobrattono-
vo, est vendendo tdo
bom e bara tissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran., a saber;
Caivete para apsrar peona a
Ditos com 2 folhas muito finos a
Frascos de macaca perola muito fino a
Dito de oleo muito fino a
Tranca de lia com 10 varas, bonitas c-
rese
Franjas de lia com 10 varas, bonitas co-
res a
Sapatos de tranca de algodao a
Di los de dita de 15 a a
Caitas com iscas para charutos a
Cartas de alfinetes sortios francezes a
Canas de ditos ditos a 80 rs. e
Escoras para llmpar dentes muilo Unas
200 rs. e
Duzia de facas e garfos, cabo prcto a
nasos com grampas multo boas a
Candes com clcheles a
Ditoa com ditos de superior qualidade a
Dedees de ajo para senhora a
SSbonetes multo grandes a
Apitos de chumbo para crisnea a.
IMalejo para meninos a 40 rs. e
Enfladores para vestidos, muito gran-
des a 60 rs. e
Sapatlnhos de lia para meninos a
Ainda tem urna variedade de miudezas que se-
na enfadonho menciona-las, poissi viita que
se pode apreciar as qualidedes e os preQOS.
REIHEDIO INCOMPmVEL
UNGENTO UOLLOWAT .
Milhares de individuos de todas as nar5es
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparavele provar em caso necessario, que,
palo uso que dalle fizeram tem senoorpos
membros i n teira meo te saos depois de hater em-
preado intilmente outrostratamentos. Cads
pessoa poder-se-ha convencer dessascuras ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, quelh'ai
relatara todos os das ha muitos atnos; e s
maior parte dellas sao to sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quanus
pessoas recobraram com este soberano remedio
o use de seus brseos e pomas, depois dedm
permanecido longo tempo nos hospitaes,o les
deviam soffrer aampalacao 1 Deilas lia mui-
casquehavendodetxado esses, asyloa depsde-
timentos, parase nao submeterem aessaope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taee pessoa na enfusao de sen reco-
nheciraento declararan) estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e ou tros magis-
trados, afimde maisautentiearemsuaafirma-
tiva.
^ Ningnem desesperara do estado desande st
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo lgum tempo (i
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resaludo seria provar incontestavelmente.
Que tuilo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintescasos.
iDammacao da bexiga
Aos l^rririrAft da
veneravd ordem deS.
Francisco.
J chepo a verdadera estaaenha de 11, M
loja de 4 portas, rna do Queimado a. .' !1
aproaaolam habMoa desta faseada a 4/ 't u-T
bem ha de algodao que ae apromptasa a J81 r.,
um, e se vende a faceada por mdico arefo
8
SOUPA FEITA AIRDAIALSBARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
DI
[fazendas e obras feitas.
Alporeas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dee membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anua.
Eropcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivss escaldadas.
Incbaces.
lnflammac,ao do figado.
5
RA
LOJA E ARMAZEM
DI
NA
feu* do Queimado
iii. 46, fre&te amaveWa.
Joaqiim Francisco da Mello Santoa avisa aos
sais fraguazea desta praca e oade dra, qae tem
exposto venda sabio de ana fatrieadenomlpada
Recifeno armazem dos Srs. Travesos Jealor
* C, na raa do Aarerlmu.W; maata amarella,
ata aba, presa oulras qualidade. por manor
eco que de oalratrriCBT. No mapro armar
m tem feito oseo deposito develas de carnaa-
simples sem mistara jicama, como as de
mposijio,
Um estabeleeimento aeala otaca em' ama daa
melborea ras de coromercio, contendo para
mais de virria cootos da aaeroadorias, sendo urna
terca parta de seu valer a vista e duas prtese*,
prazos convaaciooados, com garanta : a trata*
aut ra do Imperador n. 65, segundo andar.
Vende-se caixinhas de charutos a 800 rs; e
11600, os verdadeiros quiris proprios para em-
presas, srroi pilado a 100 rs., em arroba fas-ae
abatimento ; s o Santos na rna do Cordoniz nu-
mere i. ,,-*
Retroz.
Constantemente emos.mgrandeeva-1
fiado sortimento desobrecasacaspretaa !
de panno e de cores maito fino a 28},
30J e 35JJ, paltots dos mesmos pannos
a 20f ,2-22 e 245, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 149, Wi 18$, casa-
cas pratasmuito bem feitas ede superior
panno a 289, 30$ e 359, sobrcasacas de
casemira de core multo tinosa 15}.165
| e 185, ditossaccos das mesmascaserpi-
.ras alOf, 12} a 145, caigaspretas de
; casemira fina para homem a 89, 99, 10|
e 12, ditas decaaemira decores a 75.89,
99el09, ditas de brim brancos muito
fina a 5f a 6}, ditas de ditos de corts a
39, 39500, 49 e 49500,'ditas de meia ca-
semira dricas cores a 45 e 4&500, col-
tletesprotoadecaaemiraa 59 e69, ditoa
1 da ditos de corea a 4J500 e 59, ditos
branco tde seda para casamento t 59,
ditos de 69, eolletes d brim branco e de
I fusta o a 39, 89500 e 49. ditos de cores a'
j 9500 e 39, paletotpretoide merino de
Iordlo sacco aaobrecasacoa 7f, 89 e99,i
; collatespretospara luto a 49500 a 69
I aspretas do merino a 49500 e 59, pa-
,1 etots de alpaca preta a-8|500 a 4dItoa
;sobreeasaeo a 69.79a 81, muito flnocol-
letas de gorgoreo deseds'decorer-muito
boaazendaa39800e4f, collatefde ve-<
Ladode crese pretos a 79 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores .149,159 I69, ditos de
asemira sacco para os meamos a 69500 e
79, lltosde alpaca pretos saceos .89 a
:50O. ditos sobreeasacos a-55 a 59500,
jalcaade casemirapretase decorea a69,1
#6O0 e 79, camisas para menino a | f
a daaia .camisaa iDglec.apa.aa largaa 1
aauit osa patiosa 329a datis para acabas.
Mia.cmo-t.saoa ama oficina deal- (
t sla.oaaiaas>apsimoa esaa>atartaid.* as {
__ oaa.a.BBwaTddade. .
memmmm
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supura?8es ptridas.
Tinba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
ulceras na bocea.
do figado.
das aniculares.
Vetas torcidas on no-
das as pernas.
Ricos eufeites para senhora.
Na loja da aguia de ouro ra do
Cabuga' n. 1 B.
Receberam de sua propria encname oda os lai-
dos eofeilea tanto para ttahora como para ara-
nina que ae vende por baratiaaimn prtco (da
2. 2J500. 3|, 49. 59. 9. 7f 9 $*Xl
Jfl, ludo isto muilo baralissmo poiaoo so qow
liquidar, pede-se os compradores qae chefoem
antes que se arbem : s na loja da acata te oo-
ro ra do Cabug d. IB.
Cascarrilhas para eofeites Je
vestidos.
S na loja da agoia de ouro da ra de Cabug
n. 1 B. e que receberaaa um completo sortimeai.
de caacsrrlhs das mais lindas cores que pes-
sivel para enfeilar vestidas 00 ropoziabos de
enanca que f a vista ai poder! fszero preco.
Chapeliuasp&ra senhora a if$
Ns loja da acuia de ouro ra do Cabaga n. f
B. tem para vender cbapelioaa da manta gost.
pelo baratissimo preco para acabar de 12| a 14|V
Ac para balo a
120 rs. a vara.
S na loja da aguia de ouro
ra do Cabug u. 1 B.
Receberam grande sortimento de asteas de to-
das as larguraa para concertar oa faier bsles
para meninas e seoboraa que se vende pele ba-
ratissimo preso de 120 rs. a vara e a peca com
45 varaa a 49500. *^
* *
m O melhor goslo.
9 Chapeoa dcpalba muilo fina raicita- A
0 lados a Iraviata a 135 "5. chales de Z
. \Zqum, S 12i15' ** *5'30- 45
Sjp 505. eofeiles de retroz e oatrss mnius
fe fazendaa do mtlhor goslo posaivr-l por
[ baratissimos precos : na ra do Qseima- w
W roado loja de 4 portas de Ferrac & Mais. asi

A 280 rs. o covado
de cassas fraocezas de muito bonitos padrees rosa
4 palmos de largon. pecbiocba. na ras d.
Queimado n. 22. na loja da boa f.
Loja demarmore.
Vende-se para liqnidecio caseaeirss
#5 inglezas de orna s edr proprisa para fer-
q rar carro a 3J5C0 o covado.
mmm me* mm .
8 Loja de marmore.
Vende-se para liqnidacio meias bran-
~ cas inglezas para boanem a 39 a duzia.
Vende-se esta ungento no estabeleeimento
geral de Londres n. 244, aStrand, e na loja
de ledos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda a
America de sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 80O rs,, cada boeetinha eontem
urna inStrocelo em portuguez para explicar o
modo de fazer uso daste ungento.
O deposite geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rna de Cruz n. 22, sm
Pernambuco.
Pechincha.sem igual.
Cortes de caiga de casemira prela e de cor in-
festada muito una a 49500 ; na loja da Califor-
nia, ra da Imperatriz a. 48, junto a padaiis
francesa;
Potssa da Rossia e cal de
Lisboa.
No bem eonhecido a acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potasas da ftussia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por precds mais barates do qooam
utra qualquer parte.
AttmtlXClJe.
NNDICKO L0W-M0111
RoadaSeozalla Nova n.42.
Maata estabalecimenlo contina shaveium
ompleto sortimaritudtmoeDds jemeias moea-
dss paraengsnho.mschinss de vapor etaixas
te ferro balido e coado,da todos ostamanhos
pava dito,
Superiores organdys a
720 rs. a-\ara,
Vendem-se finissimos organdys de muilo bo-
nitos padroes, pelo bariliasimo prego de 720 rs
a vara, fazeoda que aempre se vendeu por
djQQQt asaim nois, quem quizer comprar fazenda
fina muilo bonita e muito barata chegar i roa
, do Queimado n. 12, na bem conhetida loja da
te.
Loja de marmore.
Vende-se para liquidaco mantas pre-
las lavradas de RI a 29
Retratos das principaes
personagens da Europa.
Na galeria pbolograpbka da roa do Cabug n.
18,'primeiro andar, entrada pelo paire da ma-
triz ba para vender-se ji convenientemente en-
cauchados e preco de 2.500 rs., rvtratos esa
pbotogrsphia de S. S. Pie IX. cada de Aqvila,
Fernando II, Napolelo III, Imperatriz Eugenia.
principe imperial de Frange, Viftor Eamaosel,
Ganbaldi, Aleandre Dumas, marecbal Hagawa,
congresso de Pars. Scbaniel, e vado, rnratas
daa actrizes e dansarisaa dos principis theatic.
de Paris. Ha tamrem para veador-ae liados
qoadrinbos para corlocarem-se retratos em car-
toes de visita.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Rasis da mais nova e
superior queh no mercado e a preco maito
commodo: no escriptorio de s*satl Ignacio em
Oiiveira & Filho, largo do Cor po Santa.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A' leja da boa f na roa do Qaeimsdo a. 23,
chegou oovo sortimeEto de rica castos de vsaO-
os brancos bordados com 1 o 8 babadas, oa .sea
conlinuam a ser vendidos pelo bara titea > arac.
de 5cada corte : os ra d* Qaoimsd. a. 2S, aa
bem eonheclda loja da boa te.

avo
os.

- Fugionodia30 de selembro
a nao, urna eacrava criou
Je sete
ola de
i
\ RiqtirsaiUM tote dourados rom lindas vei8
ronera doureriae e esmslwdas, e com rica.pon
vas pata cahlram aobae es-vestidos, mulla pro-
rlof pira-otsahoFra qae Wramde Waaa> tmf-
I e'tr^airW'r VesdesB-sa pem bavaakams pre-
eo de 49, 51 o 69: na rna do Quelmada-s. fifi;
Do fabrJoaota Antonio de Cmpos Navarro, d" >)saainin n n.r. VMioi na^-a^^ fciml^AdeldB koja da-bda ti. ^M^
$&- riqmgsimos.
li,um variado aerlimeoto tilinto .jQBak.prtbaw dirija-* veila, tipt>-' "
"".
aa
Jttlenca*
toda aa cores ltimamente despachado, que aa
venda prscos razoareu pira fechar a conU dd ffPm*' < vend; jjflpji Tender.

Patassbailese theatros.
Queimedi
da corrate
idade 99 a as-
nos, balza, gorda, de nomo Mara, desde.toda,
cabellos alguna brancos, tem asa bracas a. p
do cutuvello carocoa, levando um Ubaletr ptev
tado de verde com louca para vender, a vastaba
4 da chita branca com folhos as mangas; roga-
se as autoridades policiaca e cspiass da caaaa.
que a appreaa&dani e levem aoRsabicio a. SBam
pa zaa. eatxaita do Hotario na cata do Sr. Jas
Moreira da Silva, tambaba desde ]i se pratesta
contra a pessoa qae a ver occolUao.
~r~ Pugiodo engeobodo abaixo asaigaado, a.
dia 13 de dezerrbro de 1859, um a>olea.evte.1.
por nome JoLo Gregario, idade de 20 24 asaran.
bem pete, altura regalar, alegre a ramrsssa, B-
ck de cara*rof o qual foi preso aa Babia esa Po-
Tueifada.f>u. e remellido oarsPer.amb.ca
ci deraaeajmjmjmjmjmjj
v,ewiaa/|s>lS60, e remelli
em om vapor, d'onds tornou a
se estar na Babia ; roga-aa as autoridadea patt-
cises e espilles decampa que o apprekeadam
i para Peinsmbuco a eairrpr a. Br.
prto"1 ''^'w*
fsaiefvb^pmjai
qderilatprtr qae ae Uta.
I Umbeifaa de HaU


(8)
QlAjjMtM
CO. ^ TEBC*J1lJI4 M OTflO IR lll.
Litteratura.
creanga oasceu via e
i., n i | H f.i
Breves consideracoes medico-legies,
sobre a parvthi enconlrta mrla
a o caes do RaaiM, at dia 18 de
sclembro do crrente auno,
PELO l>*.
Slanoel Al ves da Costa Brancante,
*-!<.
Entrando di presante quasto nio temos sl-
gom outro proposito que sustentar quaulo em
nos rouber as bases do relatorio (*), de que coJ
mo membruda commissio flzemos parte, e de-
monstrar que as tuas concluses floaes estao de
accordo, nao s cqm os principios da sciencia,
mas anda com o nosso raciocinio e nossa cous-
cieocia.
Para facilitar a quesUo e torna-la ao alcan-
ce de todos, i dividiremos em dous pontos pricici-'
paes.
Io Provaremoi que
respirou.
2o Que houve infanlecidio.
Teado n.-i^ sempre que (aliamos, dianta de
nessos olho o relatorio por nos presentado, e
cuja presenta se torna indiipensavel para o dos-
so instituto, com elle concluiremos pelas leses
encoQtradasnss regies cervical e craniana, que
creaoga eslava vira na occasio do Irabalho do
parto : porquaoto, a profunda ecchymose que se
notava na parle posterior do pesclo, bem. como
da regio craaiaoa, com grande derramamento
de singue, nao se poda darseoo durante a vi-
da ; pois qu* ptfr emais sabido, que a haven-
do circulagio, phenomeno puramente vilsl, po-
dem ler lugar semelhanles leses.
Mas, se afspoTIer perguntarem urna cre-
anga que nascesse viva sem com lulo ter respira-
do, morreado pouco depoi do nsscimento, nao
se poderia como suxilio de um corpo contun-
dente produzir no cadver Usoei eguaei aquel-
las, que se dio sobre o cprpo vivo?
Pode-se sobra um cadver, logo depois da
mor te produzir certa' leses semelhanles
aquellas, que sao feitas durante a vida: por
exemplo occasionar por meio da golpes viuleu-
tos e repetidos, ecchymoses ou infillrages de
sangue oos tecidos subjaceales pelle; mss
sempre eolio liquido o sangue extravasado;
sua cosgulago nao lem, pois, lugar na profun-
didad^ dos orgos; o* parliodo aa pello, tanto
mais para o interior, quaolo a contuso que de-
termina o derramamento lem sido produzda du-
rante a vida.
A'visla, pois, desta grande differenQa entre as
eccliymoses produzidas durante a vida e depois
della, parece-nos que nao haveri dovida alguma
em acreditar-se, que a creanca no momento do
irabalho do parto esllvesse viva; sendo aasim,
vejamos se alguma causa natural ou puramente
accidental taha durante este trabalho, produzido
a morte da creanga.
DitTereoles causas podem dar lugar a morte
do feto durante o trabalho do parto : procure-
mos, pois, ver se, em relago ao caso presente,
podemos encontrar alguma, que attribuamos a
moite da creaoga.
Era primeiro lugar, deparamos com a demora
e difflculdade do parto.
Coocebe-se fcilmente que, rompendo-se o
sacco das aguas e escoando-se estas, antes de se
ter completamente dilatado o eolio do ulero, vera
a cabega da creaoca Qcar ou nu estrello inferior
da bacaou na vulva ; e pondo-se o eolio do
tero em contacto com a cabera, que nelle p o-
cura iotroduzir-se, entra immediatamente im
conlracces com o ti ai de expelli-la.
Toroaodo-se, porm, longo e penoso este t -
. balho, e nao se dilatando o eolio uterino de o a-
neira qao, o sea dimetro sej equivalente ao
. da cabera do lew, para assim poder esta ter i a
..nida, claro estaque proporgo que ella
descendo, impelitda pelas conlracces ulerin
.e a vista da resistencia, que apreaeotam as
les por onde lem de passar, ir sofrendo cerlai
leses, que podem dar logar a morte do feto.
Procuremos, porm, rer agora, se pelo esta
em que encontramos a cabega da creanga
.-queslao, podia ler sido esta a' causa da
moite.
Na apresentaeao do vrtice, por exemplo, c
melbor quesejaa posicao, compreheude-se be
iamente que a cabe; do ato, impelhd-a por co
trsccoes longas e constantes do ulero de enco
tro baca, posea produzir a morte do feto: a
MO, pode lambem acontecer que o cordc* ou a
placela sejam eolo comprimidos, e ceasando
de azer-se a circulacao letal, temos a apoplexia
causaodo a morte da creanca.
Mas, quaes as leses encontradas na cabeca da
creanca, quer interna, quer externamente que pof
dessem produzir a sua morte durante o trabalho
do parto?
Oude o tumor do couro cabelludo, que iodl
cajse ler a cabeca soTrido resistencia tal na sua
psssagem, que urna ecchyanose circumscripla, e
lantq, mais profunda, quanto fosse a demora da
cabeca oa excavacao, podesse por couseguintc
explicar a compressao sobre ella exercida ?
Onde o alongamento da cabera, resultado di
resistencia que enconlra na aua sabida, e que
Tae tomando urna forma toda particular?
Onde o cavalgamento e fractura dos oesos, que
expliquem este to longo e dificultoso tra-
balho?
Oode emfim, o derramamento no cerebro, que
indicasse ter havido apoplexia, em resultado da
compressao do-cordao umbeliea) ouda placenta
O relatorio, na parte em qoe trata da regio
criDiaoa,diz : a eabega era da tamanbo ordi-
nario e regularmente conformada, sendo com-
pletamente arraejada ao- estado natural. O cou-
ro cabelludo eslava toda novel sobre a abobadt
craniana; mas nao- so notava nelle nenhumi
elevaco ou quaiquer outra coasa accidental.
Depois de talhar e eoare cabelludo com do
golpes, que formaram eraies, dessequemos esto
quatio retslhos e a primetra cousa que logo no4
tamos, foi urna vastt ecchymose, que oceupava
quasi toda parte postenor da cabec.a: ohi hav
derramamento de sangue, estando a maior parte
delle coalhado ; estes coalhos eram de formas
irregulares, mas geralmenle debaixo da forma
alongada : todo o couro da cabeca corresponden-
te esta paite, eslava ptofuodamenie con-
tuso.
Todos os ossos da cabeca eslavam normalmen-
te disposles, nao havia aellea nenhuma solugao
de coaiiouidade: nao estavam cavalgadoa em
parte alguma, e nem se observava uenhum ves-
tigib de injuria, que offendesse os ditos ossos.
As fontanetlasestavam em seu estado normal,
sendo, porm, a posterior ou occipital de edr
mais escura. As meninges eslavam paludas,
sem nenbum vestigio de leslo, etc.
Comparando nos, as lesdei produzidas na re-
giao craniana em consequencia de um parto lon-
go e penoso, com as^npe eoeoDtraroos na cabera
da creaoga, se poder dizer, que oram oslas pro-
duzidas por effeMo deste parW?
Por certo que nio.
Vejamos agora, se orna hemorihagia poder
explicar a cania da morte.
or
pir-
sia
Um piru, em que a creir^a sabise pelos
a ca bec.a floaise por, m u i( teao po na ca vid
da baca, retida pelo eolio do tero, que se con-
trtala sot.ro o pescoja, poderla ttr sido \ causa
be^a, loria inda a causa da morte. Nao exiatlodo
! sobre o corpo do delicio, seao um unido indi-
cio deste estado ; e sao as manchas verpjelhas,
I liviias, mais uu menos ecchymussiasi gise po-
deriam observar as parles que primeiro se ti-
vessem introduzido, manchas, que toiacidiriam
com os indicios da extase sangunea na face e no
cerebro, a u \\
Seria possivel, que a creanca fosse xpellida
bruscamente, e que esta queda produiisse a
morte? i
Os autores nao negam semelhante possibilida-
de, e mesmo as, pri mi peras so lem podido ob-
servar estes (actos ; porm sempre na cabeca do
feto fleam os vestigios destas quedas: porquan-
lo, sempre sa suppem que a creaoQa tenha sido
lancada de orna certa altura, o que nao aconle-
cendo, nao poder dar em resultado as lesei,
que commummenle se notsm : e por conseguin-
te, muito menos podero exilicar, ai encentra-
das na creanga de que tratamos.
Finalmente, poderia ler sido causa da morloda
creanca o eslrangulamento, quer tivesse sido el-
le produzido por urna volta do cordao ao redor
do pescoco, quer pelas contraeges do eolio ute-
rino?
A volta do cordao ao redor do pescogo pode
dar lugar I morte por estraogulamento, do dous
modos;ou o cordao mulo curto, sendo estira-
do pelo peso do corpo, ao mesmo lempo que a
placenta aprsenla resistencia esta traegao, do
que, como dizem os Srs. Klein e Devergie, nao
existe a menor impressao no pescogo do feto
ou ento a compressao do cordao oos casos, em
que o eolio do ulero se conlrahisse sobre o pes-
cogo, do que terlamoi tragos de coogestio cere-
bral.
E como explicar a morte da creaoga em ques-
tao durante o irabalho do parlo, vista das pro-
fundas eccbymoses encontradas na parte poste-
rior do pescogo e na regio craniana ?
Nao seriam as contraeges do eolio do ulero,
em um parlo longo e penoso, bastantes para pro-
duzir semelhanles ecchymoses, como procurou
sustentar o Sr. Dr. Pitanga?
Jamis, diz o Sr. Kteio, ( cuja longa expe-
riencia na arte de partos, tornj-o auloridade em
semelhaute materia) tenho visto ecchymoaes ou
suggillages produzidas pela volta do cordao um-
bilical ao redor do pescogo de grande numero de
creangas, que suceumbiram por eiTeito desta es-
trangulacao.
Contina anda elle, dizendo : lem-se apre-
sentado egualmente em mlnha pratica casos de
estrictura do orlDcio uterino, que durante a ver-
sao paralysaram quasi o meu brago, e toroarem
depoia multo difQcil a applicago do forceo*, por
que o pescogo da creanga era estrangulado por
este orificio : em outras occasies, tenho visto
estas esincturas terem lugar ao redor do pesco-
go, tendo-se spresenlado a caboca da creanga
desde o comego do Irabalho, o nao leoho jamis
observado sobre o feto, quer a menor impressao,
quer a mais simples suggillagao.
a Anda urna outra con'siderago.vem em spoio
do Sr. Klein, diz o Sr. Devergie ; o que em to-
dos os casos de suicidio por elle esludados, a
lorga da coostriego operada no pescugo pelo la-
go debatxo da influencia do peto do corpo, nao
lem podido em um adulto produzir ecchymoses;
e como conceber-se, que a constriegao do eolio
do ulero ou a volta do cordao, poisam produzir
ao redor do pescogo de urna creanga laceragiodo
tecido cellular e dos vasos, nesta edade em que
os vasos gozam exactamente de muito maior elas-
ticidade? ,
Aioda mais, que dilTerenga entre a pressao
egual e uniforme do eolio do tero, em relago 4
ecchymjse, que encontramos t
O Sr. Pajot, em sua ltese de concurso sobre as
leses traumticas, qoe o feto pode experimeotar
durante o parto, exprime-se do seguate modo,
tratando das leses da regio cervical:
A maior parte das leses di extremidade ce-
prralica, de qoe me tenho at aqu oceopado, so-
breven multas vezas espontneamente e nos par-
tos aitincjaes. Aquellas, porm, de que me resta
fallar, ( tantemente, ao contrario, em consequencia de
operacoea, destinadas xirahir o (alo.
Em urna outra parle deste importante Irabalho,
diz anda o Sr. Pajel: < eu duvido, que a volta
do cordao umbelical poasa frequentemente pro-
duzir ao redor do pescogo urna pressao assscon-
sideravel, para cmnuoOrr os legumenWs.
As lesee traumticas, que se ooservam na
regio cervical, ao quasi todas devidas torso-,
separago da columaa vertebral sem lacerago
completa dos msculos ou da pelle, ou bem ao
arraneamento da cabeca, que p6de ter lugar de
dous modo* ;ou aaiodoeUse ficando na cavi-
dade do ulero as espados ou na apresenlago
do* pe ou rradegas, lendo anido- lede corpo e Q-
cado etler presa na cavidade:
lr. Velpeau ao admiti em caso akgum a pos-
sibllidade, Je serem estas alverages encontradas
no pescogo da creaoca, produzidas peto orificio
do eolio do tero.
De duat cousa sima, diz efta: ou a eabega
da creanga esi anda oa vagina, e enlo-o eolio
do tero nao pode reagir sobre o pescogo: ou
ella est para fura e lem passado > vulva; e
oeste caso anda o colr do tero est muito para
trsz, e muito distendido pela pressao, que aa
espadoas exercem para- adianto, aflea de operar-
se orna coostriego sobre o pescogo.
Assim pois, como potfere-mos ainda dizer, qae
furam as leses encontrada na parle posterior do
peicogo da creanga producidas pelas cootraeges
do eolio do ulero, e qaa deram lugar sua.
morte?
Do exposto, portanto, parece-nos finar comple-
tamente demonstrado, qu 9 creanga, qoe tez o
objecto destas consideracesv sao morrau doran-
te o Irabalho do- parto, em> vista das leses- en-
contradas no exterior do cadver.
ir
Nao explicando as causas, de que acabamos: de-j
tratar, a saorte da creaoga, procuremos ver se te-
ris aquella aido efeito de outras causas inme-
diatamente depois do parto.
O pouco Tolume da creanga, sua pequenez,.*-
magreza dos membros iodcam- a- fraqueza de uas-
cimenlo, nao tendo ella naicido termo; so *
contrario, resulta de ter o seo- nascimento tido
lugar depoil de um parto laborioso seguido de
urna hemorrbsgia, ou. de urna peda de sangue
mais ou menos coosideravel, ah vem o estado
macilento da pelle e de lodos os-orgios explicar,
qusl a causa da morte.
Se a creanca teta morrido em consequencia- de
mucosidades, ou aguas do nonios na tracebea^
claro, que os seus pulmes nao podem recebar ar
e que.por conseguate leri lugar amorte potas-
phyxia; nao se ooeoolrari, verdade, algum
signal de violencia i porm a presenga do liqjiido
na tracchea, o sangue as cavidades direas do
corago e urna coloraglo mais (orto da membra-
r a cavia ua morie. na mucosa dos canaca aerios, serio outro* tantos
Se creanga foi victima de urna hemorihagia, dadol u .J- ^ u ,od^*obrl-
em consequencia de am descollamento da pa- lentoda verdade owwtwun
cents, abi em, a pello da urna cor do cera, as A demor, da ^^ ogM 0 Uvido
visceras desceradas, o corago e os grossos vasos
vazios ou quasi vtzios do sangue explicar a causa
da morte.
So a.morte da creanga resulta de urna hemor-
ihsgia umbelical, (diz oSr. Briaod)a pouco ve-
rosmil que ella tenha tido lugar accidentalmen-
te por urna rotura deste cordlo ; porqusnto, des-
de que houver rotura accidental do cordao um-
belical, os bordos da aoloc&o de continuidade
ao separados, desegualmente rotos, como que
franjados o por isso mesmo difficil qoe por elle
se escoe tanto sangue, qoe possa comprometler
vida da ereance. >
Se emflm, a creaoga tem realmente morrido
de orna hemorrhagia umbelical, 6 que o cordio
tem sido separado por um instrumento cortante ;
os bordos da solugo de continuidade serio egnaes
e unidos, a hemorrhagia e a morte, terio sido
por consequecii, eflelo de vootide.
Airim, perianto, pelo estado em que eneontra -
mos a pelle o as visceras da creanga, que se
acham desciiptos no nosso relatorio, nao so po-
der jamis atlribuir a sua morte i orna hemor-
rhagia.
A morte da crasoga poderia ter sido oecssiODi-
da pela compressio do cordao ombelital?
Da compressio do cordio amlwlleil otro a
cabeca do-feto sS paredes da baca resulta que, a
clrcujajio rt|o podeWo'tszler-si.wvih a creanga
i orrerds urna syocofs (diz o Sr. Deve'rgls )
Sale estado pie deis* sobre o carpo ds ctsfi-
^MffMHj;,,,
Vida o Dtano dt Ptnmmlu 4o 30 'sj'pl
ga vestigio^
tem
amoiotico, provenientes do parto, asado causa da
sua morte, oso deixaria sigoaei assis concluden-
tes, para que o perito podesse aasegurar este ge-
nero de morte ; porm a presenga de certas leses
encostradas em oatras partas ds corpo da crean-
ga, faria preaumir qoe outra seria a verdadeira
causa da morte.
Se a apoplexia IfA s cansa da morte, a eonges-
to sangunea, que se opera no cerebro vem de-
monstra-la : pi se limita s so cerebro esta coo-
gestio ; os pulmes, ligado, corago, pelle, todal
aa parles, emfim, acbam-ie cheios de sangue :
apresenla-ae mais o estado violceo de todo o
corpo e principalmente da fice.
A compressio da cabeca oa merao-S fractura
dos ossos do crneo, nada pdem explicar Qe ca-
so verteote ; porquaoto pelo estado desta regiio
nada encontramos, que a o menos de leve iadicas-
se ter havido parlo laborioso.
O meio no qasl a creanga se cha collocada,
como por exemplo em um baobo, sendo causa ds
sus morte, lefia, 09 sao. do nio haveram outras
lesees nocorpo, com que o perito se vase emba-
ncado ; porm a presenga do liquido ne Iracchea
es falle de outras leses apreciareis, e a as-
pbyxia, 1* varia a o perito i urna moltaor con-
ciueeo.
Os vicios ds eooavmacio oa maasUuostda-
des lo coniideradoi como causes 4s morte da
crea***, desos te sea aasoJmeeto.
. Porm, os creeacs sm qesalio, ss poderia at-
trMMr i semsleeotei eme* pea norte ? por-
te tmmedUt*. ou prximamente a morte do mi
Mas nos pulmes, qoe examinamos oton-se
!* itersgie que ta pdeme itlria*r esia
Se como se v do relilorio, alo la fez mengao
alguma lemelhante respeilo, Claro est, os nao
podia ier esta a causa verdadeira.
Sendo tantas ss causas, que podem dar lugar i
morte de creaooa durante o depoia do parto, v-
se qual a didlculdala era que se achara um pe-
rite, qaindo tiver de decidir easoa idnticos:
porm, sempre que se provar, que a creaoga nao
apresentou sigaaesde um parto longo e penoso ;
e se pelo contrario se encontrar leses nesta ou
em aqulla parte do corpo ; e mais, se se verifi-
car que a creanga rrs.irou. Oca demonstrado que
a sus morte fot tffeito de voolade.
Prvido, pois, que nenhuma das causas cima
mencionadas Sera tugara merlo da creanca, cla-
ro est que ella nao morrea durante o irabalho
do parto e aera depois delle, por eflaito de morte
natural ou puramente accidental.
Vejamos agora ae ella reipirou ; se O ar sth-
mospherico pode penetrar at as ultimas cellulas
pulmonares ; se, em urna palavra, viveu alia vida
extra-oierina.
.- 111
Aqu,entramos no verdadeiro campo de balalha,
Onde o nosso collega o Sr.Dr. Pitanga, fezoseulor
midavel entrincheiramento. afim de eamagar as
ooncluieea forgadia que tirramos membros la
eommisso ; mas. nos permittir o nosso collega,
que Ihe afirmemos, qoe as nossas concloses nem
de leve forsm polo Sr. doutor destruidas; e como
o seu parecer tirado todo em contrario do relato-
rio por nos apreaentado, nos conceder licenea
para quo sustentemos a nossa epinio, acompa-
nhando no seu parecer.
Comega oSr. Dr. Pitanga, dizendo : < que che-
gando secretaria da polica, e examinando o
vaio que cootioha as viceras, pelo simples laclo
da sua cor trigueira, concluio, que eram de urna
creanga que neo havia respirado, e que nio havia
vivido. ;
Pois, pelo simples laclo ds cor escora dos pul-
mes, cor escura que smente o Sr. Dr. descobrio,
por quanto, o Sr. r)r\ Eslevo Cavalcanti, no seu
parecer transcripto oo IHario dt Pernamouco do
8 de correte, coofess* que era rubra-clara, avan-
Qou o Sr. doutor dizer, que a creanga nio havia
respirado ?
Pois nio sabe o nosso collega, que a cor dos
pulmes nem sempre a mesma ; que pulm&o
pode ter respirado e conservar com ludo urna cor
escura, como nos casos de bapatisagio rubra ?
Que a impressao do ar athmospbico sobre os
pulmes, depois de aberla a caixs thoracica, pode
mudar a sua cor, e portadlo nao ser esta a mesma
e lovariavel ?
Eis-aqu o que diz sobre a cor dos pulmes o
Sr. atare, auloridade mui competente nesta
queslao :
Aucun organt n'esf plut susceptible, que ei
poumont d'alfecter des nuanct varm decouleur,
tt eoiume re n'eit auisi di/fieile o' de decrire
es nuances d'mn conleur, il en reiult sVW faut
avoir beau coupe vu toi meme, qu'il faut avoir
acquit ne grande habitude, pour bien les de%-
tinguer tur le* poumont, donl la tiente peut va-
rier, nom teulement teln le divert degrt de la
respiralion, mait encor, teln Finfluence d'une
tnfenite des cause, tant externes, qu' internes.
(Dice. d. es. med. t. 10 p. 71.)
O Sr. O fila, fallando ainda sobre a cor dos pul
mes. exprime-te do seguinte modo :
Tel poumon, dont la conleur etail brue avant
iouverture du thorax, change de nuance aussi-
tot apret le con tac t dita eouleur.
Je pourrais encor ajouter d'autris faite que
me permetieraient d'etablir, que l caractere
dont il s'agit, offrepen de valeur guandil i con-
tiiere isolement, mais que, reuni d'aulre, il
peut tre ulite. (T. 2 p. 175,1848.)
Assim lambem o Sr. Briaod, p. 202 da ulti-
ma ediegio do seu Macual de Med. legal (1858).
E assim o commum.dos expositores.
E podia, vista destas variedades da cor do
pulmio, e do que dizem os Srs. Marc e OrQla,
coocluir o Sr. doutor que a creanca nao havia res-
pirado ?
E por nio ter ella respirado, pelo simples laclo
da cor do pulmio, concluio lambem o Sr. doulor
quo ella nao liuha vivido ?
Pois a cor dos palmees denota, que a creanga
tem nascido ou nao, viva ?
Nao pode a creanga viver, sem som tudo ter
respirado ?
Nao tem, por ventura, o nosso collegalid. que
a creanga pode viver algum lempo depois da as-
cida, sem com ludo respirar, comeaos casos de
morte apparente, e morrentfa- pouco depeis, pelo
simples Tacto de nao ter respirado, segae-se que
nascesse morte ?
Confeasamos que para nos Iheoris completa-
mente nova; porm, como a long* pratica do nos-
so collega o pem par do Sr. Devergie, (como
drsse na secretaria da policia, oa occasio da nos-
sa segunda conferencia] talvez, que em algum dia
mudem-so as aeenas, por ora nao.
Continuando na aua demonstrado-, diz o Sr.
Dr. Pitanga : que tendo de responder se crean-
ca, i que porteociam aquellos pulmes, havia oa
nio respirado, o Sr, Dr. Carueiro Monleiro res-
ponden ex-catbedrs, a creanga viveu- pelo
laclo de terem boiado os pulmes em quasi saa
lotalidade, sem attender que este meio era lio
precario-, que nio defsaria chegar esia cooclu-
sio, sen o auxilio poderoso de outros dados.
Pois nao teria mais razo, o Sr. Dr. Caroeiro
Monleiro em responder ex-cathedra, pelo simples
(acto d superaatagao-dos pulmes o de alguna
de seus pedagos, que a creaoga havia respirado e
por cooseguinte vivido, do que o Sr. Dr. Pitan-
ga que respondeu peta negativa smente lambem
psla sua simples cor t
Pois nao ser am principio mais geralna me-
dicina legal, que o palmeo que nao fr insuflado,
e que nao eitiver putrefeito, se boiar, iste devi-
do respirego, do qae dizer-se que pela simples
cor elle nao reipirou V
J v, pon, o nosso- eellegs, que ainda desta
vez foi maii'facil, do que-oSr. Dr. Ceroekealon-
teiro.
No segaiole paragrepfeo continua dizendo :
que auelentava nao- ter a creanga leepkado,
ainda que- o pulmio se eeaservesse sabr o
liquido, por isso que elle Boapreser4aa a cor
branca rosea, que a dasaiactiva do pulmo que
tem respirado ; e que peto coalrario, este oilere-
cii a cor oscura e nio apresoatava crepitagee, e
apenas elaslicidade propraa dos corpos esponjosos,
qae se aabam embebidos de qualque* liquido,
oomo era em aquella so, de alcool ;. sendo que
acrescenaei esta razio, o exarae procedido pelos
Sr*. Drs. B*rnellas o P*ire. Cesar, que deixsvam
clara meare concluir, qpe-o palmio nao havia res-
pirado, pois pela doeimasie pulmonar, verilea-
ra m que o orgao foiimmediaiamenie ao fundado
vaso, era que elles procederam ao exame.
Nao podemos eonseoiir que o nosso collega
emita higa semelhanles ideas; porquanlo, aa oc-
casio de exame ne secretaria da policia, nao so
nao faitea, o Sr. Df. em cor braaca rosea,, como
tambero em crepilagio.
E se de laclo, disse o Sr. doutor semetbaales
cousas, porque, quando na fevitla Diaria, do
Diario de Pernam'buco de 23 do pasiadovem que
relatara a nossa conferencia, oso declaro* o Sr.
doutor, que havia. fallado nesles pontos, o que os
haviam omittido f-
Se o Sr. doulor nio den um s.golpe nos pul-
mes, como queti* saber, se altescrep***vam de-
asiso do gume- do instrumento qae- os cor-
Uve?
E pilo simples exime feite pelea Srs. Drs.
Domadas e lred.ro Cesar queris o- aesse eollega
concluir, qu o pulmio nio havia respirado
qusndo elles pcoprios cooesaam, qae nio fon
minaeiosos aesle exame.
Se o no** collega davida des principios mais
LBT*0 m> ,lcol toMe tua* cPi'*res ; porm-o nosso cellege, ea por
qae enlio nio desse isse valor, o^avaqua ro
Moni, tendo a propriedide do tornir os ss lembras-se de que ni* poda ter*ge*1es-
scido sasis densos, mais compiclos. e nio se
CSTiservanSo oa palmee (como eanfessa e St.
doutor] no fundo do vaso em que ajUram depo-
sitidos, e sim procaraudo a aua sperflcie, aV>
pro* ands mais, que s-amo causa tafqnsfts
resptrsgao seria capaz de produzir tal phenome-
no T .
%, nio cantate o Sr. doutor eom esta cause,
para si lio poderosa aOm de explicrmela super-
natago, procura a pulretacgo como "outro meio
seguro ? |v p.^i
De duas urna : eu era cese da saperoatago
do pulmo a sua embebigo no alcool; oua pu-
trefaigo.
Ora, o alcool, como j dissemos, tendo a pro-
pnedado de diminuir o volume dos corpos, e de
auRmentar.a densidadp de isui teeidesi teode
a la ser descer os corpos o fundo do liquido ; o
que tanto verdade. que oi visto em a nossa
casa pelos Srs. Drs. Eitevio Cavalcante, Sori.no
de Sooza, e mesmo pelo Sr. Dr. Patanga, os pe-
dagos do pulmio e corago permanecerem no
fundo do vaso, e deste se tirando quaiquer peda-
", espremeodo-o, e deitando-se no mesmo sl-
cool dentro do veso, logo que delle se embe-
biam, procuravam o fundo do liquido e li flea-
vam ; assim, portanto, nao pode a maceragio oo
alcool explicar esta auperoatago.
Vejamos se a putrefaegio seria outra causa
da lupernatsgao.
O que entendemos nos por putrefaegio?
Diz o Sr. Nyslem': decomposigao que sol-
frem, debaixo da influencia de certas coodiges.
i c2rP8 "fganisados, aos quaes a vida tem
abandonado ; decomposigao acompanhad da pro-
dnegio d substancias novas, e particularmente
?"es DOla,'e'> Pelo seo mocheiro.
E onde, em aqoelles pnlmdes, descobriu o Sr.
Dr. Pitanga este cheiro caracterstico da putre-
faegio ?
Pois sao bastantes quatro das para se putrefa-
zerem os pulmes de ams creaoga, que esto
contidos em um frasco com alcool?
E nao sibe o Sr. doutor, que sao os palmos
as ultimas visceras que de todo o coroo seou-
trelazm?- '
E ae nao pole o Sr. doulor negrosla verdade,
como nos vem dizer, que, depois de viole e qua-
tro horas em um paiz quente como o nosso, os
pulmes de urna creaoca ji deviam estar putre-
feilos, quando na autopsia que procedemoa no
cadver, oa Urde de 21 do passado, e quatro
das, portanto, depois da moite seachavam ainda
os msculos quasi perfeitos?
Este dito do nosso eollega na conferencia, que
leve lugar na aecretaria da policia, molivou
dizer um dos ooseos companheiros, mero espec-
tador, que, se assim foiso, viveriamos condem-
nados i comer constantemente cirne podre.
J v, portanto, o nosao collega, que a sua pre-
supposta putrefaegio nao pode explicar a super-
oatago. '
O Sr. Dr. Pitanga faz urna invectiva aos seus
companheiros, quando diz que elles, tendo em
mente explicar a respirago da creanga, trataram
somante de o fzer pelos dados, que tioham
sus disposigo; porquaoto, o flm da eommisso
era expender um juizo recto e imparcial, e nao
sustentar caprichos scientilcos, como penis e
quer o Sr. doutor.
Deixarei ditas duss palavras ao Sr. Dr. Estevao
Cavalcoli, em resposta parte do seu parecer,
em que d como quatro as causas da superoata-
gao do pulmo, e nao tres como dizem os seus
collegas ; e sao : que o Sr. doutor sabe muito
bem, que, para se acceilar um facto como verda-
deiro oa sciencis, e ser geralwente recebidoeomo
tal, preciso que elle repottse sobre bases taes,
que nao possam ser destru las : e se assim co-
mo vem u Sr. doulor dando como causa infallivel
ds supernatagio do pulmio, a maceragio no al-
cool contra todos os preceiios at boje acceiloa
na sciencia que professamos?
Mo tralarei, seoo de passagem da iosuffla-
gao como causa da supernatagio.
O pulmo que tem soffrido a insufllagao tem
outra eflr, que nao a do ligado ; porquaoto, anda
que artificialmente, sendo Introduzido em suas
cellulas ar, em um ou outro ponto toma o pulmo
urna cor mais clara : porm lambem sabido,
que pela docimasia hydroalatica palmonar o pal-
mo, que nao respirou naturalmente em toda aua
oleoiiude. dividido em diferentes peda-ges, -
guns delles em que nio tiver o ar penetrado, rio
depositar-se- m> fundo do vaso : prm al, ma ex-
periencia qie procedemos, os pedagos tirados
dos pulmes boiavam completamente, claro est
que a respirago Delles se havia feito- em sua
lotalidade, e qoe nio pode a insuffiagao', por-
tanto, explicar esta supernalago.
IV
O Sr. DrI Pitanga tem grande sentimentode
ter o Sr. Dr. Caroeiro Monleiro cortado em di-
versos pedagos os pulmes, prohibido-lhe deste
modo de usar delles para- outras experiencia* de
grande valer; como por exemplo pesar os pul-
aic-ea e o corago juntes, o depois separadamente,
afim de comparar o peso entre si; ou bem o cor-
po- ds creanga e aque+ies, como manda o Sr.
iPIoucquet.
Ora, dado mesmo de barato-, que quaiquer des-
tris dua experiencias tivesse este grande valor,,
que o Sr. doutor Ihe qaer dar, por que motivo
nao lembsou na occasio de nossa conferencia
eemelhaote- cousa ? Pois, pelo uoieo faci de se
ter cortado um ou dous peqlientnos pedagos dos-
palme*, ers razio bulante, para que nio po-
desse o nosso eollega usar seu- contento das ex-
periencias, eolio esquecidss e boje lio lembra-
bas t
Mas, sappoobamos que o aseso eollega pesava
o pulmes e qae elles davam om peso egual
6, e que fazia-depois ? Gom que ostro corpo iris
comparar o pese delles?
Po. ventura sabe o oosso eollega o pesoiova-
riavel do pulmio, que respirou, e do que nio
respirou, afim de poder fazer esta eemparagiu f
Si se referia prova do Si>..Ploaequot, nio a
podia jamis temar ; porquanlo elle manda que
se pese todo corpo, e depoie- de lomado o seu
pee, abra-se a caria thoracica e extraaidos della
o palmees, sejam lambem pesado, afim de
conparar-se depeis o peso de ambos.
E como quera o nosso collega; que j estando
dia sepultado o- pequeo cadver e conserva-
dos oo alcool os-suimes, se podesse preticarse-
meHiaeie experreaeis ?
Ese-quer ae a nosso colrege que valor im-
menio tem asa prova, ouca-as prepriai pala-
vra do-Sr.Orfita..
IMoucquet voutait qu'on pesat leeevpa entier
du fcelus, et q-u'acrs avoir fait l'owverlare du
cadevre, oo prit xaetemeo te povdsdea poumon
separes de leura-anaexes, puieque saivsnt lui, le
corpa estier pessal 70, les poumone pesant 1, si
le foetttS n'a paiat'respir, el si ka respiralion a
eu lieu.
Les-experieaoes qae svsienUeoadait Plouequet
admettre ees rapports n'etaienl pee aass oom-
broese. pour qu'on dqt en- adoptar tes resultis
aaas le repeler : en efiet, ti oa tes avait tentea
que sur deux telas morl-us,et sur nm aatre que
n'eail pas .ierme, mais que. avat respir. M. M.
Schimiltet Ckaasaier, l'em .Vieaneei l'ouire i
Paris, penetres de l'importeoce da ce sujet, ent
eerechi la acleocs de plesiuers- eotaines o'obser
valioo, amlogues, que prouvtnt, non seultntnt
que le* raports de poidt entra toe poumont tt le
corps au quel ilt apportienent tont inconstans,
oomme Jaeger l'avait dej oe>, tnaii enesre que
le raport de 1 70 et mime a detsut peu. cxisier
ihez le foetut qui nt respir, comme ctlui de
2 70 s'obsernexhet d'autrts qui n'ont pas res-
pir'... Med- Legak. t. S. p. 17 (18x8) Assim
lambem Bri.md. leccit. p. 303. Devergie. Med.
legal t. 1 p. 34.
Logo depoi diz o Sr. Dr. o seguinte.
_ podt
portancia semelMHt* lado, to prestoe s elle
atteugio alguma.
E como nos vem boje dizer o Sr. Dr. que ais
viu singue nos palmos d nem |o|uida, sm
que elles eslavam?
E de mais o pulmio que nao tem reepirido nio
cootem sangue ? **
Se nocontem, como que elle se nutre ?
J v pois que a nao querer negar a nutrigio
desta viscera, ha de concordar qoe, tanto o pul-
mio que respirou, como o que nao respirou, con-
ten sangue.
O .S>. Dr. cita Deveraie oeste ponto como Use
sendo favoraver; isic q ga que tem respirado roolem sangue, e que por
couseguiDte o da creanga que nio tem respirado
o nio conten: mas Devergie nio podia commet-
ter semelhante erro. Ouga o Sr. Dr. o que diz
este dtstincio medico legista no t. 1 p. 335 em
urna nota, arguindo Orilla aobre a qusstio ea
iniuffisgio.
c Non pas que je^seleode, qae les arteres
pulmooaire ne cornafnuent pas um atme de
sangue avant i'elablissement de In respiralion,
ce rail absurde etc. .
Nao possuimes o Sr. Ploaequet, que o Sr. Dr.
tambem cita oeste ponto ; porm i exemplo de
Devergie duvidamos que este destnelo medico
allemj dissesse semelhante couss.
Ainda, falla o Sr. Dr. do seguinte modo. Pa-
recer sigue m que pro vas desta ordem pouco po-
dem adiantar, mas nio s mim que dou o aprego
devido: e em questio lio melindrosa, em que
numricamente aou vencido, sinto nao ter a mi-
nha disposigo meios de poder exhibir as provis
as mais pequeas, com tanto qoe fossem auxilia-
res e que me levassem com toda franqueza,
tirar a cooelusio que tirei etc. >
Aqu ha de o eollega coovir qae cahiu em (Bra-
vo cootradiegio ; por que de duas urnaou S. S.
nio podando exhibir todas eitai prova, como
desejava, nio podia tirar urna conelusio lio ac-so-
lula,como fezou a commissio tendo ligadomaior
aprego oulros dados, que a conselha a scien-
cia, proceden mais regularmente e devia portete
chpgar s suas concluses .p eoxato.
Continua o Sr. Dr. < Nsoshomeosd'artedeve
mos saber que a experiencia da docemasia pal-
monar hydrostatica requer qe, antes de extra-
hir se o pulmio da caixa thoracica,se soparem os
vasos, se d sahils a alguma quantldade de san-
gue, se o houver, e se liguem as aberturas etc. >
Seremos o primeiro a coofessar a nossa igno-
rancia ; porquanlo, de todos os autores que to-
mos podido ler de medicina legal, nenhum s
diz que, antes de extrahir se o pulmio da caixa
thoracica, so separem os vasos, se d sabida
alguma quantidade de sangue, se houver, e se
liguem aa aberturas.
Para que dar-se sahida a esta quantidade de
sangue, se houver ?
Ougamos o que diz respeito o Sr. Marc. au-
lori-Jadea mais competente em semelhante ma-
teria. < Un retire de la cavil ihoracique les
poumons avec le cceur, mais on a aoindefaire
prealablement la ligatura des gros trooc voscu-
laires ele ( De. de Se med. t. 10 p. 05).
0 velho Foder diz tambem simplesroente :
oo separe le poumons et le cceur des tronca
vasculaires, quToo aura prealablement lies : med
Leg. t. 4 p. 470.
Psra provar irregularidade com que pro-
cedeu a commissio ao exame da docimasia, sa
podia reunir muitas proras como por exemplo
que ella nio procurou fazer o pulmio com o co-
rago passar pela primeira experiencia, segunda
que nio separou esse d'squelle para aubmette-
lo s, tereeif* que nie separou o pulmio di
reito do esquerdo para comparar entre si, e fi-
nalmenlo que nao comparou ss partes do mesmo
pulmio; logo comflrmo que a prova lu Irregu-
larmenle leila e que della a commissio nio po-
dia tirar lorga a seu livor, pois do exposto se
conclue que o pulmio nio respirou .
Ora, em verdade admira, que o nosso co'lega
nos faga tenias exprotrrag-9: si o nosso collega
sabia tanto medicina legal, como hoje inculca,
porque nos nao ensinou-em aquella occasio ?
Porque discordando nos da sua opiniio, nio
veio o nosso collega com toda esta sciencia es-
magar o nosso juizo errneo?
Logo, hade coofessar que commetteu urna
falta grave nio fazeodo na occasio as experien-
cias, que estavam so sea alcance e que nao po-
da portanto tirar as concluses, que tirn.
A' que vem a citagio des Srs. OrOl e Desian-
der, de que a creanga pode respirar antes denas-
cer, e assim qae o pulmio se pode dilatar, e at
mesmo dar-se o grito, opiaiio esta sustentada
pelo Sr. Beclard ?
E nao sabe o oosso cellvga, que nio pode oa
cavidade uterina entrar urna quantidade tatde ar
atmospherico, que dilate completamente as ve-
sculas palmooares, e que se faga, por outra, a
respirago completa ?
E que sendo este pulmio sujeito a prova de>-
cimaillc pode boiar em lotalidade, porm sendo
cortado em pequeos pedagos, alguna em qoe nao
tiver podido penetrar o ar, hio-de procurar e
fundo do vaso ?
Que compsrago pois, pode ter este tacto com
o varente,, em que todos os pedagos do pulmio
boiaram ?'
Assim, provado que nao tendo o pulmo a cor
de ligado (como disse o Sr. Dr. Pitonga), nao es-
lando pulrereito-, e n-io sendo a sua aapermtagio
devida, nem a-putrefaegio, nem a iosufiUcgao e
nem maceragio no alcool, e nem finalmente a
outra quaiquer causa desconheciday claro est*
que somente respirago se deve attribair seme-
lhante phenomeno.
comesinhea ea sciencia, e que se seham expea-1 (ornecid* pelo paep se podis reunir aquella que
didoi no aoste relatoaio, orao qaer que nos- ae- j demonstra ae o sangue foi oa nao airado do pal-
Passaremos agora a segunde parte d- nossa-
semonslracao, isto que houve iotaatecidlo.
Ora, nio leudo dado Fugar morte- da creanga-,.
quer durante o trabalho do parto, qaer depoi
delle, nenhuma causa natural ou puramente ac-
cidental, comoficou demonstrado, e teedoee dado-
o acto completeda-respiraeao. do qu-se-conclue
qee a creanga-viveu e laspirou, clara est que
alguma oulra causa, qoe aio estas, teria dado lo-
gar i sua mofle.
Procuremos explicar ae ecchymose encontra-
das as pernos da creanea e que tanto-deram qo
Fazer so Sr. Dr. Prtanga
Concordamos com o nosso eollega em que-o
parto loase feite peles as ; o que se segu
d'abi ?
Sahlnm ae nsdsgss, ss espiduas. o eolio de-
alero se preelou tade isto de lio boa voniade-,
qaa a menar leao se nao encontrn neitas pas-
tea : porm, apenas leve de passar o eescooo, ojo-
dimetro mu
Rada, o foi de tal
fundaa eceeymoses Botadas nesta regiio e na -d
pescogo.
O laclo, pela maneka porque se dea, perece
ter aido de urna primepers : porquaato,- urna mu
lhr qua-j estivease acoalumad eates acto*,
nao de-ersr que tivesse neeessieede de oacui-
tar o resallado de sua prenhex : a aeode salo
as partas genitaee desta mulne ataviara doapa*
alguma-resistenciasahida do feto ; saado peas
feito pales pea o parte a eocojoiraodo o sesr do
corpo mais oa monos resistencia aa sai sabida,
as peaaas que eraea o peale de spoio, hasiese de
apresentar estes ffeitos.
Porm, s pelas acehymoses das peras se po-
der dizer, que houve um parto longo e penoso,
e que aaleses-do pescogo-e cabeca lojira devi-
das ao engasgimenlo deata ?
Pois nio geralmenle sabido que. as compres-
sOes produzidas pelo coito uterino sobre quaiquer
parte do corpo, sio regulares e uniformes?
Alm de quo. diz o Sr. Velpeau, (ji cilado em
ou a cabeca da sreangs est aindi as vigine.
AfMrrteifil itM8ai ! Gontinusgio. )
O sentior eorrespoadeoie apreesatee eet
goveraava pata Misma s propale i
predominara maiiproprtsmeBteosa.se
-brutoe urna democracia edfaptds, s s pre-
pns para produzir o despotismo: s aere ge*er-
rrava discutindo nss pragae publicas; es libes
sram arrancados seas paas pare serem edaea-
dos pelo estado e para ella*; fes defeilassee eram
langados fra por imprestaveis: um cidadi veUva
pelo ostracismo derisiideseaoraaaSBeatearteW
oovir chamarem-no julio 1 a rtm-faie Saaiaaa
va sobre este selo do liberdade I O
idolatra, com a sea multiplicidad* ae"
neilas domioava, com o sea Moaseeob'
polygamia e aniquilUmenlo daplamilia, i
culo dos povos, como deseoohtdesate
do dever e ds virlude, cousss estas, ew
rism sbaixo quilquet loria eaetcbl, q
maia ama repblica naqaelles tempes da gova
patnarchal.
. O ehrisliajiismo com o sea Evsanslae Ibes
ert desconhecido ; a earldsde, mostr de de-
ver, s a priocipal das virtud*!, liaiiteva-aa
absorpgio bralal do individuo aa i
ae abi o goverao chaosavs-se repabluaao,
quer o il lustrado correspsodeete. ell* saa
mais do que am despotismo brutal si
Bem ve o il lustrado correspoadents qae tade la-
to era um elemento de desergsaieefaw, que
pseudo repblicas trisiim em si, o qae I
en preciso para que ollas caatasisa ;
vencido de que hsvia anda aellas es
desorganisadores tanto quanto ebeg
cher o espago do Diario, que S. 8. seca pee i
a citagio do Jornal do Commercio, de Liibaa :
mas ea nioposso ter os conbecimentos
para urna tal trela.
Nao obstante tafo, porem, qae gvindioee i
taculo offerece estesolo classico ds Itl
ia gerages moderaos 11
A Grecia republicana toi a bares) aa i
cas, das artes e da civiluagio ; Arrsloteles, Pla-
tio, Scrates, Soloo, Mileiades, Cimee,.
des e Lenidas, aio mooameotos qae etli tri
mittin poiteridade, lio iovejosa ds sa* glaria.
A Grecia republicana expalsou de se*
ceateoss de milhares de escravos do re.
despedagnu os grhes, com qae qaeriai
nietar-lbe os pulsos.
A Grecia de Leooidas o de Demortheaea tasa
10 mil de seus Qlhos para msodar em as
Astaxsries Longamame.
Se o bergo das sciencias, des irles s 4a
sagio, ae a patria dos grandes philoeopaoe, a
graodes homeos, d* Scrates e Homero, do ;
loo e Lenidas, de Demosthenes Bpai
te a Grecia, digo, succambo, per qae eotet*
lujeita lei inexoravel do lempo, leve e sea
teropo de gloria, devia ter tambera o ase aca*e :
ella nio cahio por ser gobernada pela forma re-
publicana, mis pezar della : nem se peda afir-
mar que ella seria a mesma com oatra forma de
governo, n*m que deixasse de disippsiaaar, aa
nio foise repblica.
O Sr. correspondente, pon, nio pois apresee-
tar estas repblicas como exemples, pe* qae.
como acabo de mostrar, ainda qae e*rt*mc*se*a-
mente, nem ellas eram verdidekes
nem continham em si slementos de
reate,
Roma estara pouco maia oa menos ess seos
mas circunstancias : em quanto saeee fareee* ai>
dadios conservaram a porosa dos luatuasa, a aa
virtudes cvicas em qae taolo primara, atlas
conqoistaram o mundo c man pela brrrb de
suas virtudes do que pala lorga de sosa arme.
S oo 5* socolo ds repblica houve o
ro divorcio, que nio delsoa de esess
bons cidadios.
Roma ora oi reino, or repblica, era- il
rio ; mas o tempo da aua gloria fot e
publicana.
Quando, porem, os lcalos ds religue se ta-
ra m relaxando. () e a virtudes seetaes deeappece
cendo: qwatrdo ji nio havia Sccevolas asar Sd>>
pies, Lucreciss nem Cornelios, Giadeatee eesa
Cales : quando j nio havia Virgieies, qae apa'
nhalasiem ss filbss deshonrsdaa per em Api
Claudio : ehegou- ento a vos dos Catiliaai caaa
pirarem abertameole com o auxilio ds mejorar
sociedade, a de Vesses deiepaaeder a saentege.
a vez de Scylla a Msrio, de Cesar s Octavio, da
dictadura e do imperio, e para lechar esas ema-
dro negro invasio dos barbaros a diaaolec
do imperio romano! Eolio vterem Tiaerie, ma-
ro, Caligula, Domiciano, e de llerrag**!*. a ea
golpes de Attila a Genaerico-acabarm e qeeaaSa
fora deilruido pela requintad depr*v*gio. Re-
ma mereces enlio o epftapbie, qee **er*rram
obre o sea tu mulo.Nio foi guerra, mas a la-
xuris, quem. msis cruel quaes exertes
gos, matou-s, assim viogo munde> i
lado por ella ; temior armii Irnturi
victumque vlcitcitur orbem.
Pasiemoi ao resto ds Italia, a ierra dea val-
ces aociaea.
O Sr. correspondente sabe, melher da-qsM ea,
que a Italia sempre tem estada- em
sangrentas revoluges. Assim, na
quenaa e grandes rsvolajdes prlecipteada
Roma, ni vemos: fuerr, que rsaslteei
roubo das Sabiaas: a guerra-de Pan
deixou i poiteridada o barteme de OaaaveU";
evaso de Breeeo, que deu a
o grande exntale dos senadores
rendo em suas cadeiras eareace pesjasae -
de Roma, que nos deixou e memoria i
no, cojos odios lorsm vencido pesa
lial: e longa a aocarnicada late aeare
arlbago, qee immortaliiou o aesse de .
e nalmente aa goerras eivis d Mari, e-:
Pompea e Cessr, e notos ostro*, quo ase<
rara um momea* de repouso a llalla,
ram-se as iovasees dos Huno*, Cedes,
do*. Normandos e rabes.
Vieram depeis, guando a Vtette se fot i
taiado mais regularmente, navas guerra- eivis.
quderam origem urosi rcpablic** fim
outias, e oide*dmirrqa aatse relese se-
etaes lenhsm- vomitado amas a abssrvie adas.
i Vieram aiad* aa longaa lateeaatre o Bateada a
Italia, a de Carla a* eos ftriasiste 1* deiraa-
e*v e muites-eoarss eotre es diveteas
qeeambiciooa**m o domia>ia tulte; *i
deste turbilhi de ravolacea-4 aataral ajea aaal
qaer Estado, por mais bem tx
ttvssss desappececMo. Ateas de qaa i
Micaa, que sa formaram aa Italia, da* |_
ajemaa chegaram al o fim da ullieie ssceia, aio
eram goveenadas pelos vetdsdsires pnaiipt.aU
e*vem amasas* a
iT..;VcV.^ WeM. deve
tal sortee* tivem logar .sprT 'p.a"^* f. ?%?
de femameuca de 90 d SS-lCWto que nio.
o psgioa UUeratu, | ^ B0iMM 4o| org|0| fc tesplrgelio cetro-
cenemos este exame som tendo todo cunta de
veracidade ?
, Ji ve, portante, nosso coltega, qu oatse de-
ve ser o meio pasa chegar ao seu daiidaratum.
Diz ainda o Sr. Dr. : e Qae oatra dorara aer
a cauta da auperaatagio do pulmes, que nio a
rascrselo : ea nssia oessaiio liaba eos mate s
embsbigao no alcool, e, portanto, a duteosao des
cellulas pulmuaares e e comee* de polratacglo ;
por-isso que entrs > morte e s sxame msdira a
espago de quilro dtea. >
A embebigio drvplmio no alcool, Jamis te-
mos em autor algum, qae foisd causa da ees *a-
pernatiglo ; porquaoto. e principio gsralmente
scceilo na scieocit, que o alcool tem a proprie-
dsd dq diaieair siogolarmeate o roame dos
corpos, dar msU densidad aos au tecidos
( Devergie Ipag. 348. }.
K sendo assim, si se lornsm msis deasoe, mais
compactos os tecidos dos corpo qae sio smbe-
bidoi do Rlcool, como quer o Sr, doutor w i
mo, itto \ e caase dos vasos que entrena su
sanara deste orgio, qae leva aa Itasem ssugue;
e com qeaato pareqa qae este prova tenha pasea-
ade*aparcbida, ea ella pteslei attencio, e
ebsatvei que nenhuma gotla de siaaue coagula-
do ubi pela pressao e qu a canto liquido am
que eslava o orgio introducido nio apresenlsva
eor de ter sangue em dissolugio, e team mais
lito me prenda, quanto esta prova dio grande
importancia os Srs. Devergie, Poder*, e em parto
o Sr. Ploaequet,
Realmente, muito exirgir, querer encentrar-
se sangue em am pulmio, ajos vasos nio se ti-
nbsm anteriormente litada s que se havia j sa>
jeitado i ima primetra xphenc4a e qu* lodo
rstalhsdo a achava sm mseersgio ao aleodl,
ondo Isvmfo sempre qee delta se osava : e o
nosao llega < quera ele Ma memstis ) a* 4
esur lembrsdo, qas tarhaode o nsslfamispir-
te* de pulmio com ioetsees profundes ai nosss
prlmirs confsronci, motrt-lh nagua nos
e eolio o cello do ulero ni pode reagir sobre a
pescogo ou elU esti para lera a tem passado. a
vulva ; e oeste ceso, ainda o calle do ulero este
mullo para tras e muito distendido pela preaaia,
que aa espadis exercem pera adianto, aura de
operar urna canitriccio sobre o petcoco.
Ora, ti assim claro esti que aa probada
eccbymoses enejontradas as regies cevteel e
cranians da craaega em quesiif, nio podtem ser
de vidas, senia atoles crimioaaai ; a que tere t
su morte lugnr por estrsofuleraeeto*
Concluiode portento, ds que drtumas expostoK
diremos:
1.* Que s eteenes, que Cu o objecto dsslas ce*.-
" nt teen vita.
respiras.
e a sut morte foi sffsito-da mica criml*
4>* Que houve enfintecieje.
Real 10 dt oolabro de 1961.
Rloeae c*,
ve e Vanees aio eram mai de qa srieteera-
clai ou oligarebias, que tade deeaieavaas, a sjea
goveroavsa sem iotermedisiie cbsaaeo tsipe
qual quer eulr* couia ; Unte a'us
outra l-aemioava o malvdi
mo, cora o de mullos, suvactpalmeate
do aio tees per norma es ereadei
urna damaeracia esclarecida, mss i
tereeie daelaaa* oa da iodividu
mo a'oulras nio se falla* de novo, e sa eme fi-
aba i acea ara para dar a Gaaeva *,*
ci dosoberba, e pare dar 4 v*eaeaa. il i
de g(oria. A'viita disto ai admira*,
pubUcas, principalmente Gaaeva a [
do anegado alem dista 4 asa site gzaa i
giat**). nio obitaala sesulos de
som cabido ao sopra dos craaee setecipies de
resaUgio franesaa, e sea (sipas, da i
grande homem.
Chego agora 4 repblica ds
deooii s mssms rapubllca BaUv*.
0 Sr. correspondente, fot aje li
kmeior coafiaoce. ssbe qaa aesapre Itl a
goveroads ob a forma moaatebtea.
(rnat-w es hm.\
i-ai. mil li '
/
a
() Ea>hor fosee ama.
ama do qae aechara ; e 4
padre Ventaraqee aos tempe*
da rpajlica de Romea*vis a i
aele Dea iaflniumeals beat. a
pnleiio Ois ptima, pt1ae. e
^at^^aRA'
u(^OpdtrTaa4rr
timsmenie peni te ou
vas, por qaa a poro
ttea.
PBRN. TTP. fu M. F. DE PAUA 4 FILIO. 1
J


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