Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09813


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Full Text
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III XIITil IOIUO 237
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IDA FEUi 14 JE OIDBRO II INI
Ptr ai adititada 191000
Parta fraiet para t svbseriptfr.
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NCABKEQADOSDA 8TJSCUPCAO DO NORTE
fAKllDAb IKS CUHhiUUa.
xa H I \W fl Lum I aa am azi
AHIBUCu
Olinda todos os diai a* |l/2 horai do di.. I EPHEMKRIDES DO MEZ DE OUTUBRO
lguarassu.Goianna Parahiba naa segundas ,
eextas-feiras. I La nota is 4 horas a 37 minutos da nao-
S. Antao.Bezerro*. Bonito, Caraar.AUinho 10 Ouarl "acanta a7 horas e 47 min.toi da
Geranhuns as tergaa-teir** .*. ,arde ae
P&o d'Alho, Nszareth, Limoeiro.Brejo, Pea- i? Lu* ehei a* 4 ooraB &> minatoa da Urda.
queira.Ingazeira.Flores, Villa-Bella,Boa-Vista,26 Q*,rl0 ngnantaaa7horaa 35 minutos da
Ouricwy e Fx as anaca*fairas. ,arde-
CaboSerQhaem.RioFormoao.Uoa.Barreiros PREAMAR DEHOJE.
Aga. Preta.Pimenteir., Natal qainta. feira. Primetro sos 54 minuto, da m.nhi.
Todooscorreiospartem|aa 10 horasdsmanbaa.Segando aoa 30 minutos da tarda.
IAS DA SEMANA.
14 Segunda. S. Caliste p. m.; S. Fortunato b.
15 Terga. S. Thereza d Jess v. c. fundsdors.
16 Quarla. S. Msrtiniaoo m.; S. Gallo ab.
17 Quinta. S Eduriges to?* duqoeza.
18 Sexta. S. Lucaa Erangelista; S. Trifona ss.
19 Sabb'ado. S. Pedro da Alcntara f.
20 Domingo. S. Joo Caoeio adrogado.
n4JTAL'JKNCAllIKGAD0S 4)ASBSCsU*C*0
AUUlt.IM.lAS UO& IHltlLNAtb
rrtban.ldo.om-.reio;..nnd..aii7t;;r"'"r',""",iA,,OS ^all*#4l Mam
Relaco:iergas, qaintaa aabbados as 10 horas.I Alt*oa*. o Sr. Clsudino Falcao Das; atajis,
Fazenda: torgas, quintase aabbados as 10 horas.i Joa* M,rtin Aira* o da Jaaatro, a Ss
PARTE 0FF1CUL.
^ ** i i i is^^iaa.a^iaiaa.sMaaaBMBsaiiaajMSB)
60VERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do da 10 de outubro
de SOI. -
Officio eo Exm. presidente da Parahiba. Pa
primeira opportunidade frei seguir para Londres
-o officio que para ter esse destino acompanhou o
que V. Exc. me dirigi em o 1* do correte.
Dito ao mesmo.Accuso a recepgio do ofPcio
que V. Exc. me dirigi en 13 de etembro ulti-
mo, com dous exempiares do relatorio que V.
Exc. apresentou no tria 17 de agosto prximo An-
do a assembla legislativa dessa provincia por oc-
casio da abertura desua sesso ordinaria do cor-
rele anno.
Diio ao Ecrn. presidente do MaranhSo.Com o
officio de V. Exc. datado de 4 do correte recebi
dous exempiares da falla que V. Exc. dirigi a
assembla legislativa dessa provincia no dia 3 de
julho ultimo por oecasiio da abertura de sua ses-
so ordinaria deste anno, acompsnhado do rela-
torio com que foi Iransmittida V. Exc. a admi-
Distrago da mesma provincia.
Ditoao Exm presidente do Amazonas.Recebi
com o officio de V. Exc. datadu de 17 de agosto
ultimo tres exempiares das leis promulgadas pela
assembla legislativa dessa provincia as sesses
ordinarias deste e do snno passado.
Dito ao Exm. presidente do Maranho. Re-
metiendo V. Exc. por copia a conta demonstra-
Uva da despeza que se fez com o histe construido
nesta provincia de cooformidade com as ordens
imperiaes, para o servigo da capitana do porto
dessa, tenho a rogar-lhe que se digne de enviar-
me um documento em forma passado pela mes-
ma capitana, em vista do qual posss ser o patro
do arsenal de marinha desta provincia desonerado
do mesmo hiate.
Dito ao commandante das armas. Passo s
roaos de V. S. para os fios convenientes, a guia
de 11 pragas da compaohia fiza de cegadores do
Rio Grande do Norte que vieram para esta pro-
vincia, escoltando sentenciados de justiga. os
quaes devem regressar para aquella provincia na
primeira opportuoidade.
Dito ao mesmo.Passo s raaos de V. S para
ter o conveniente destino, a guia do soldado de-
sertor do 9o batalho de infaotaria Manoel Jos
de Sant'Anna, que reio da provincia da Parahiba,
onde foi capturado, como communicou-me o res-
pectivo Exm. presidente em officio de 8 do cor-
rente.
Dito ao mesmo.Deferindo o requerimento do
anspegada do 2 batalho de iafaotaria Felippe
Brasilio de Andrsde, sobre que V. S. ioformou em
officio de 9 do correte, o autoriso a mandar dar-
lbe baixa do servigo, aceitando em seu lugar o
Juico do commorcio : quartas ao meio dia:
Dito da orphos: terca* a seitas aa 10 horaa.
Primeira rara do i y i: tarca* a saltasen meio
dia.
Seganda Tara do Ira!: artas tabbadoa a 1
Hora da larde:
paissno Silvestre Manoel de Barros, seestiver as
condicoes legaes.
Dito ao mesmo. A* vista do que V. S. iofor-
mou em seu officio n. 1,656 de 9 do corrente, o
autoriso a mandar dar baixa ao soldado do 10
batalho de infmtana Antonio Cesar Marinho
Falco, aceitando em seu lugar o paisano Isidoro
Ferreira de Azeedo, se este provar, antes de ser
alistado, que est ioteiramente desembargado
para substituir o referido soldado.
Dito ao inspector da thesouraria do tazenia.
Autoriso V. S. a mandar pagar, nos termos de
sua informado de hootem, sob. n. 949, a quau-
tis de 1805, que tem direito o alferes reformado
do exercilo Jorge Rodrigues Sidreira, por haver
apresentado na qualidade de recrutador na fre-
guezia do Recite, nove voluntarios que assenta-
ram praga noscorpos em guaruico nesta provin-
cia, como se v, dos documentos que devolvo co-
bertos com officio do coronel commandante das
armas de8deste mez n. 1,647.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para o flm
conveniente, os dons inclusos avisos de lettra na
importancia de 1:0009, saetadas pela thesouraria
de rendas da provincia do Rio Grande do Norte
sobre essa e a favor de Joaquina Ignacio Pereira
Jnior, ou a sua ordem.Participou-se ao presi-
dente do Rio Grande do Norte.
Dito ao mesmo. Teodo em vista s sua infor-
maco de honlem, sob n. 947, dada acerca do pa-
gamento que pede o alferes Francisco de Rozendo
Pereira, da gratih-aco que Ihe compete por ha-
ver apresentado na qualidade de recrutador naa
freguezias de Santo Antonio e S. Jos nesta ca-
pital, seis voluntarios para o servigo do exercilo,
os quaes j assentaram praga no "2o batalho de
infamara, como se v dos documentos que re-
verto cobertos com officio do coronel comman-
dante das armas de 23 de seternbro ultimo, sob o.
1,564, autoriso V. S. a mandar effectuar esse
pagamento na importancia de 1209.
Dito ao mesmo. Mande V. S. pagar ao enge-
?heiro W. J. Lindsay. u que se Ihe estiver a de-
ver por conta do aiuislerio da marinha no exer-
cicio prximo Godo, como ajudante do engenheiro
W. Marlineau, visto haver crdito para esse pa-
gamento, segundo consta da informago dessa
thesouraria de 20 de seternbro ultimo, sob o. 879.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Transmiti i V. S. para ter o conveniente desli-
no, a guia do soldado desertor do corpo de seu
commaodo Antonio Jos Moreira, a qual veio para
esta provincia no vapor Cruzeiro do Sul, como
participou-me o Exm. presidente do Maranho
em officio de 4 do corrente.Communicoa-se ao
presidente do Maraabio.
Dito ao mesmo. Mande V. S. apresentar ao
juiz muoicipal do termo deOlinr'a com urgencia
um* guarda de 8 pragas do corpo de seu com-
maodo, afim de assistir all as essdes do tribu-
nal do jury que tem de (uoceionar hoje. Com-
municou-se ao ebefe de polica.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Estando nos termos legaes a inclusa coala, que
me fot remeilida palo chele de policia com officio
de honlem,.sob o. 1,019, mande V. S. pagar aos
gentes da empresa da illuminago a gaz nesta
capital a quantla de 163J8O0, em que importa o
f;az consumido no mez da agosto ultimo eom a
lluminacao da casa de delengo.Commuoicou-
se so chee de polica.
Ditoao mesmoA Msoonl Jos Hendes Bas-
tos ou ao sea procurador Jeaqutm Antonio da
Silva, mande V. S. pagar estando nos termos le-
gaes a inclusa conta que me foi remeilida pelo
chafe de policia cae officio de tiontem, aob n.
1021, a quantia da 197*000 ., despendida eom
o sustento dos preso* pobres da cadeia do termo
de Garntanos no rae* d**et*mbro ultimo.Com-
municou-se ao chefe de policia.
Dito ao director da arsenal da gaerrs.Mande
Vmc. fornecercom urgencia o voluntario a re-
cortas da provincia do Rio-Grande do Norte, cons-
tantes da relaea juala, a que existen bordo
do vapor Cruzairo io Sul, a* pecas de (srdamen-
to que lh* e*o>|,*iiroas, n quae* deivara ser de-
ducidas do rmmero da fardameose qoe esse ar-
senal tem da romanar ao deposito da artigo* bel-
licos daquella proviaeia.
Dito ao director eral da ioitraegio poWics.
Mande Vm&addsiiraocaUagia**Tphas lo-
go que houver aga a menores Anua e Carolina
da que trata o inclaao Tqwimoto, fiMbas de
Joaeuha Mari* da Coac*ico A les atara -a tolo
Rodrigues da Alceotsra. j fallecido.
Dito aojaiz de diraito interino do Baaito.
Commuoico 4 Vmc para seu conhecimeoto que
o capito AntoaiaEttaeiaa* tf A*iU adassRasatt--
Dito ao promotor da comarca do Bonito.Res-
pondo ao seu officio de 27 de seternbro prximo
Ando, dizendo-lhe que nos arts. 61 e 66 do cdi-
go do processo, e 97 da le de 3 de dezembro de
1841 e 247 do regularnento o. 130 de 31 de Ja-
neiro de 1842. e aviso: de 14 de aetembro de 1850
por Vmc. citados encontrara solcelo para a*
duvida* que propoz.
Dito ao bacharel Jos Antonio de Mendonc*.
Constando de parlecipago da secretaria de Es-
tado dos negocios da justics de 17 de seternbro
prximo fiudo, que S. M. o Imperador, por de-
creto de 14 do mesmo mez, houve por bm oo-
roesr Vmc juiz municipal ede orphos do ter-
mo de Tacarat nesta provincia: assim Ibe o
commuoico para aeu conhecimentoe afim deque
entre logo em exercicio iudapendente de titulo,
que apresentar no prazo de tres mezes cootados
desta dala.tfizeram-se as convenientes commu-
ncaces.
Dito ao bacharej Joaquim Ferreira Chaves.
Constando de participado da secretaria de Esta-
do dos negocios da jusliga de 17 de seternbro pro -
ximo ndo, que S. M. o Imperador, por decreto
de 14 do mesmo mez, houve por bem oomear
a Vmc, juiz municipal e de orphos do termo de
Ingazeira nests provincia, assim Ihe o commuoi-
co para sua indiligencia, afim de que entre logo
em exercicio iodependeote de titulo que apre-
sentar no prszo de 3 mezes contados desta data.
Ftzeram-se as communicages.
Dito ao engenheiro encarregado das obras do
melhonmento do Porto.Communico Vmc em
solugo ao seu officio de 2 de seternbro ultimo,
que o Exm. Sr. ministro de marinha declarou-
me em aviso de 25 d'aquelle mez, qoe nao julga
coavenieote aulorisar a consttuccao do dique por
Vmc proposto em o citado officio, cumprindo
que o plano adoptado para as obras do melhora-
mento do porto desta capital, seja por em quaoto
restrictamente observado.Igual comraunicsco
se fez ao inspector do arsenal de marinha.
Dito aoconseloo de compras.Pode oeooaelho
de compras oaraes promover, nos termos dos ar
uros 9 a 11 do regularnento de 20 de fevereiro de
1858 a compra dos objectos mencionados no offi-
cio de 7 do correle.
Dito ao conselho administrativo.Autoriso o
conseibo administrativo a comprar para foroeci-
raeoto do arsenal de guerra, os objectos mencio-
nados nos inclusos pedidos. Communicou-se
thesouraris de fizenda. W
Dito aos agentes da companhia Brasileira de
paquetes vapor.Podem Vmcs. facer seguir ao
seu destioo o vapor Cruzeiro do Sul amanha
a hora indicada em seu officio de hoje.
Dito ao gerente da compaohia Pernambucana.
-Mande Vmc. por a disposicao do Dr. chefe de
polica dez sentenciados de jusliga que ieram
do Rio Grande do Norte para eata provincia, com
destioo ao presidio de Femando no vapor Igua-
rosu.Fizeram-se as communicages.
Dito ao mesmo.O Sr. gerente da companhia
Pernambucana de navegacao costeira, mande dar
duas passsgens de r pira o Rio Grande do Nor-
te no vapor guarass em lugares destinado* pa-
ra passageiros de Estado ao juiz muuicipal do
termo do f.ear-meirim. bacharel Jos Theodoro
Cysneiro de Albuquerque e a sua mulher.
Dito.Os Srs. agentes da companhia Brasilei-
ra do p^uau. vapor, mandem por a disposi-
gao ao Dr. chefe de ponda ai seumuuiauu do
justics que vieram da provincia da Parabyba no
vapor Cruzeiro do Sul com destioo ao presidio
de Fernando, eomo me communicou o Exm. pre-
sidente daqaella provincia em officio de 8 do cor-
rele.Commanicou-se ao chefe de polica.
Dita.Os senhores agentes da companhia Bra-
sileira de paquetes vapor, mandem transportar
por conta do mioisterio da guerra no vapor Cru-
zeiro do Sul, para a corle 35 recrutas apurados
nesta provincia, para a Baha a um cabo de es-
cuadra dous desertores, e para as Alagoas a 6
soldados.Communicou-se ao commandante das
armas.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a proposta do chefe de policia n. 1014
de 8 do correte, resolve nomear a Manoel Flo-
rentino dos Santos para o lugar de subdelegado
de polica do segundo districto da freguezia de
Quipapa.Communicou-se ao chefe de policia.
Expediente do secretario ao go
verao.
Officio ao commandante das armas.De ordem
de S Exc. o Sr. presidente ds provincia declaro
V. S. em resposta ao seu officio de hootem sob
ii. 1651, que Gcam expedidas as convenientes or-
dens, nao s aos sgeotea da companhia Brasilei-
ra de paquetes vapor, para darem transporte
para a Baha no vapor Cruzeiro do Sul, que aca-
ba de chegar dos portos do norte, ao capito F-
lix Jos da Silva, sua mulher e urna fllha, como
tambem thesouraria de fazenda para ajustar
contas ao mencionado capito.Fez-se o neces-
sario expediente.
Despachos do da IO de outubro
de 1861.
Requerimentns.
Joo Caetano Coelho da Silva.Junte a pro-
curago,
Juo Franciaco Antunea.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Joo Antonio da Costa.Requeira ao governo
moenal.
Bachsrel Joaquim Theodoro. Cysneiro de Al-
buquerque.D-se-lhe.
Rufioo Antonio de Mello.Nao tem lugar a
passagem por ser contraria s ordens em vi-
gor.
W. J. Lindsay. Dirija-so i thesouraria de
fazenda.
|oao Paralra Martin*.
EM PEIMAM1UCO.
Os propriatarios do DIARIO Maaoal rigaa.ro*
Ida Faria & Filho, na sua livrsri* prsea da |
I pendencian*. 6 8.
sileiro em Londres, relativamente compra de
pegas de *rtilh*ri*. e bem asiim declaragao do
numero dastas que porventura i teoham chega-
do.S. do Reg Barro*.
OKDEM DO DIA.
Eotrou em aegunda discussao o projecto n. 68
desta *noo, que manda continuar em vigor, no
exercicio de 1862 a 1863. o orcaraento vigente.
ro lida e apoiada seguinte emenda :
Additivo.O governo, ourido o conselho
de estado, tica autonaado para discutir e concor-
dar com administrago do banco do Brasil bem
como cora as dos ouiros bancos creados por de-
cretos do poder executivo, as alteragoes que fo-
rera necestarias em seas respectivos estatutos,
afim de que esses estabelecimento* preencham
os dos para que forsm creados, harmooisando-so
os inters*** de seus accionistas com os do pu-
blico, comanlo que nao aeja ampliada a facul-
dade emisaoria que Ihe* foi outorgada pelos actos
que os encorporaram.Baro de Mau. >
A discussao Gcou adiada pela hora.
Orou o Sr. bario de Maui.
Cootiuuou a segunda discussao do orc.am.ooto
da despoza do ministerio da agricultura.
Forana lidas e apoiada* as seguiotes emendas :
Da commisso: Accrescentando a clausula
desde j orneada relativa a pequetes de
vapor.
Dos Sr. A. T. do Araaral e oulros
coocedendo um auxilio
dro II.
Dos meemos senhores
lecer entre lo Para e os portos de Mua- axeaday.' m'numero ^o*VZwdoTZ
'P*- achara creados oelos resoectivna rppuUmnin
P*i lido, posto em discussao e approvado um
parecer das commisses de poderes e justica cri-
minal, mandando nao cootinuar o processo con-
tra o Sr. deputado Pedro de Calazsns.
ORDEM DO DIA.
Proseguio a segunda discussao do projecto n.
68 deste anno. que manda continuar em vigor no
exercicio de 1862-1863 o orcameoto vigente.
Vieram i mesa os seguinte* addilivos, que to-
rito lidos e apelados ;
Ficam extinctos o* tugare* de consultores
das secretarias de estado.
f .0 archivo publico Mear a cargo da secre-
taria do imperio, e extiocta a repartico existen-
te sob esse nome.
* Sopprima-se a despeza mencionada no
Jo do *rt. t* ( commisso seleolifioa. )
.* A coosignago decretad* no 48 do art.
2 flea redozida 20:0009.
c Supprima-se a despeza mencionada no
v>2 do mesmo
I dos Santos.)
Reduza-se a 30:000$ a verba do 6* _
artigo 3o (gratiflcaees para commisses extraor-
dinaria*;.
Reduza-ee a verba do 23 do art. 5* a
5O:0uO9 (extraordinaria de marinha).
A verba consignada no 7 do art. 6* rica
redozida

Veo a mesa a seguinte emenda dos Srs. Octa-
viado e oulro, que foi lida e apoiada:
Os empregados, que exisliam as repartieres
ielien 1860. fictm dispensados das proras exigidas por
a quelle decreto para a sua promoeio.
A requerimento do Sr. Mello Reg foi encerra-
da a discussao.
Procedeu-se votago e foi approvado o artigo
em todos os seus paragraphos, sendo rejeitadas
todas as emendas.
O projecto passou S 3a discussao.
Oraram os Srs. ministros da fazenda e F. Octa-
viano.
Continuando a i* discussao
despeza do ministerio
do orgamento da
_ da agricultura, requeren o
Sr. Pinto de Campos o eocerramento, que foi ap-
provado.
Procedu-ae, portaoto, votaco. ,
sspeza mencionada no vado o art. 8em lodos os seus paragraphos. con
art. 2" ( prestacao a Joo Csetaoo | as emeodas impressas da commissio. e bem as-
sim a sub-emenda da commisso apoiada em 29
do corrente, relativa compaohia de paquetes a
vapor.
Foram tambem approvadas as seguiotes emen-
das:
Da commisso: aos ns. 4, 6el3 apoiadas em
19 do corrente.
Dos Srs. Fernandes da Cunha e outros senhores
no
. .ro.___. a necessaria para pagamento do pea-, o.s. rerm
,.id.V.r.|ataal,d6i^0dto,fi,id Urra ^.Ub.m..M>. ,
todas as mais emendss foram reieitadas.
decretado.
. ro j I Os empregos que vagarem as aecretarias
Ao6 concedendo de estado, excepgao doa de directores e chefes
.V,.4 rt p etga5i qUf ,VSLabe" desecges.deixaro de aer prvidos emquaoto
re a capital do Para n na nnrtn* a Mm. ar,.,i.. .___________*._*. ...
n, Saure, Chaves e Maca
Dos mesmos senhores: o Ao 6 inclusive aa
despezas necessariaa com urna viagem mensal ao
respectivos regulamentos.
de sello fixo ou propor-
porto e rio Madeira maia conveniente aos iote-
reeses da provincia do Amazonas.
Dos mesmos senhores: Ao 7* inclusive
80:0008 para a abertura das estradas entre a ca-
pital do Para e a cidade de Braganga, e entre o
no Capim e a proviaeia de Goyaz.
Dos mesmos senhores: Ao $ 10 inclusive
8:0009 annuaes como auxilio s casas de educan-
das da provincia do Amazonas.
Do Sr. Saiathiel: c Ao 7 em vez de res.....
605:6819806. diga-se 1.000:0009.
Do Sr. Martm Francisco : Ao 7o, para a
cooiinuago e concluso do caes de Santos ris
Dos Srs. Paraoagu eoutro: Ao7l>.......
30:0009, para auxilio das estradas e obras da pro*
viocia do Piauhy. >
Do Sr. Paula Fooseca : Ao 7o, 30:0009090.
para a abertura de urna estrada que commumque
villa do Rio Pardo, em Minas, com o porto de
Cachimbo na Bahia.
Do Sr. Lima Duarte, sube tienda dos Srs. Ara-
gao e Mello e oulros: Ao 7o, onde diz parlin-
do de S. Joo d'El-Rei, diga-separtiodo de Bar-
bacena e passando por S. Joo d'El-Rei e Goyaz.
Dos Sr. Carneiro de Mendonga e outros : c Ao
7, accresceote-see explorago desde j do
Bio Paracal deslo o porto denomnalo Burity
al a aua foz-oo Rio de S. Fraocisco.
DosSr. Santa Cruz e uniros: c Ao 7*......
50:0009 para a navegagao entre as provincias de
Goyaz, Maranhio e Para petos ros Tocantios a
Araguaya.
Dua i. rerreira o veiga maU ir oulros:
Ao $ 7a, accrescenle-se e explorago desde
j do Rio Sapucahy desde Itajub at sua barra
no Rio-Grande.
Doa mesmos senhores : c Ao mesmo 7a ac-
cresceote-seorgsmeoto planta de ama estrada
que da cidade de Passos, na provincia de Minas,
passando pela villa de S. Carlos de Jacuhy, se
dirija cidade de Campias na provincia de S.
Paulo, ponto terminal da estrada de ferro de
Santos, a
A discussao Gcou adiada pela hora.
Oraram os Srs. Vieira da Silva, Jos Bonifacio
e Leandro Becerra.
O Sr. presidente d a ordem do dia.
Leranlou-se a sesso s 4 ,'i horaa da tarde.
Contina a discuaaio do parecer da commisso
de poderes sobre as eleigoes do 2." districto da
provincia de Pernamboco.
INTERIOR.
aa as commurrlcacftet.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SS DEPTADOS.
SKSSA EM 20 DE AGOSTO DE 1861.
Prestaneia do St, visqpnde de Camaragibe-
A s 11 3/4 horas fec-s chamada, e o Sr. pre-
sidente declarou aberta a aessio.
Lida spprovoda a acts, o Sr. Io secrelario deu
conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do ministro do imperio, datado de
hontem, enviando a authenlica daaactaa da elei-
go de eleilores i que.se procedeu na parochia
de Nossa Seohora da Victoria da provipcia do
Maranho, em substituido da que se fz em de-
zembro do anno passado, e que foi aonullada.
A' commisso de poderes.
Urna represeotago da sociedarje Auxiliadora
da Industria Nacional contra algamas disposicoos
da le de 28 de agosto de 1830, relativamente
coocesso de premios e privilegios aos invento-
res ou introductores de Industrias atis.A' com-
missio de commercio, industria e artes.
Um requenmenlo de Jlo Moreira da Queiroz,
SESSO EM 22 DE A003TO DE 1861.
Presidencia do Sr. vitconde de Camaragibe.
As 11 3|4 horaa fez-se a chamada, e o Sr.
presidente declarou aberta a sesso.
Lidas e approvadas aa actas dos diaa 20 e 21,
o Sr. 1* aecretario deu conta do seguiole
EXPEDIENTE.
Quairo officioa do ministerio do imperio data-
dos de 20 do correte,
1. Enviando copias das actta da eleigo de
eleitores ds parochia do Parahiba, da provincia
de Malto-Grosso, e da ioatailago do collegio do
mesmo nome e da aparago de votos para de-
putados feta no dito cdllegio.A* commisso de
poderes.
2.a Eoviando aa informagdes solicitadas acer-
ca do processo instaurado ao Ss juiz de paz da
treguezia de Saota Anoa do termo do Camislo da
provincia da Bahia.A' quem fez a reqaisigso.
3.a Devolvendo, com as ioformsges solicita-
das por este cmara, o requerimento de diversos
empregados da faculdade de medicina da Batr'a.
A' quem fez a requisigo.
4. Participando que o presidente da provin-
cia do Maraoho solicita oa diplomaa de deputa-
dos dados por tres vereadores e seus suppleotes
da cmara muoicipal de Caxiaa a cidadioa cuja
eleigo nao foi julgada legitima.A' commisso
de poderes.
Tres officios do secretario do senado.
1.a Datado de 19 do correle, enviando aa
emendas feitas pelo senado s propositos desta
cmara, approvando aa peoses concedidas a D.
Candidas Fraga Neves. e a D. Candida Rosa Pe-
reira Nunes.A imprimir.
2.a De igasl data, enviando tambem a propo-
sigio do mesmo senado que substilue o actual
syilema de pesos e medidas; e participando que
o senado adoptou e vai dirigir & saocgio o
creados pelos
Ficam isentos
clonal :
1. As transferencias de apolices da divida
publica gerat oa provincial.
2 Os requerimentos dos militares, das viu-
jaa dos militares, e dos offlciaea ou pragas re-
formadas, urna vez qoe diga respeito a aervigo
militar, obtengo de sold, ou outro semelhante
ubjecto.
3.* As Ifcengas com vencimento, ou sem
elle, a pragaade pret ou a officiaes do exercilo e
da armada.
4.* Os processos criminaos.
A multa de4o!0, que substituio o imoosto
de 2 |Q de chancellara fica reduzuzida a 2 QlO
eser realisada antes da sentengs.
Todas as obras publicas deqaiesquer na-
tureza e denominago que sejam, correro pelo
ministerio de agricultura. Joaquim Saldanha
Marioho.
A discussao ficou adiada pela hora.
Orou o Sr. Moncorvo Lima.
Coolinuoa a 2* discussao do orgamento do mi-
nisterio de agricultura etc.
Foram lidas e apoiadas aa aegulotea emendas:
Ao 7. Para as despezas eom a abertura da .
estrada eotre S. Malheus, oa provincia do Espiri- tende
to Santo, e Santa Clara, no Mucury, a quantia
de 4OUWOJ0O0.Pereira Pinto.Silva Nooes.
* AoS 7/ Para a factura de urna ponte, que
commi^ue a cidade da Victoria, na provincia
do Espillo Santo, com trra firma da direegao
da estrada geral. que segu para Minas-Geraes.
quaoii* uo 60:000*000. roicira ralo. Silva
Nunes.
Ao 7. O governo Bca autoriaado a garan-
tir n juro d 7 OjO a ama companhia, que ae or-
ganisar para navegar a vapor o rio de S. Francia-
co e seus affluente.Salaihiel.Luis Carlos.
Caroeiro de Mondonga.Paula Fooseca.Cruz
Machado.Ferreira da Veiga.Gama Cerqueira.
Ribeiro da Luz.Brota*.Cyrilko
Ao 7.a Sendo a quantia de 50:000^000 para
a concluso da ponte deSanban na Parahiba do
Norte.Silva Nunes.Caroeiro da Cunha.Dio-
go Velho.Henriquea.Bario de Mamanguape.
Coala Pinto.
Ao 7." Inclusive 200:0009000 para auxilio
das estradas geraes d* proviaeia de S. Paulo, e
especialmeote das quecommunicam cem os por-
tos do mar.Lessa.Ricardo de Andrada.
a Contioua em vigor a diapoaigio do 31 do
orgamento vigente, relativamente a canalisagio
do no Ceari-merim e desobstruegio do rio Cu-
nhah, na provincia do Rio Grande do Norte; e
mai* uca o governo autnrisado a fazer as despe-
zas oecessanas com o levaolamento da planta e
de urna ponte sobre o rio Salgado, na dita pro-
vincia.Raposo da Cmara.Junqueira.Correa
de Oliveira.Vieira da Silva.Miguel Feroandea
Vieira.
Ao 7." Sendo 20:0005000 para a explora-
gao e abertura de urna eatrada commum, desde
j, que psrlinao da povoagio da Peganha da co-
marca do Serr, da provincia de Minsa, termine
no porto do Souza do Rio Doce.Cruz Machado.
Paula Fonseca.A. Pereira Piolo.
A discussao ficou adiada pela hora.
Oraram oa Sra.mioialro da agricultura e Viriato.
O Sr. presidente d a ordem do da.
Levantou-ae a aessio as 4 horaa da tarde.
imprimir,
quanlo i
*prwntariso,a planta e projecio para adificacAo naualisar cidadio Drositeiro,A. commisso de
de un palacio imperta! Oo morro de Sacio. Ao- poderes,
tolo, e pediodo providencias para a sua realisa- Outro d
cao e a quantia necessarla.A'a commiases da que ae un
fazenda e obris publicas.
apoiado,
vado o seguir
- --------
a as eot'^SS.bli*"11* ** ^W- '$***PWHfr* .t^uCU.IU-
Tia entro o ministro da gutr e o ministro bra-
crelo aobre casamentoa mixtos,A'
qusoto i primeira parte ; e inteirada
ultima.
3.a Datado de 20 do mesmo.^parlicipando que
ao senado cooatou terem sido senecionadas aa
seguntes resolugdes : Ia, elevando a 8009 o or-
denado do porteiro da academia daa bellas ar-
les ; 2a, approvando peoaio concedida ao padre
J0S0 Francisco do Reg Barros, e participando
que o senado adoptou e v*i dirigir i anecio o
decreto da flxacio da forga naval para o anno fl-
nanceiro de 1862 a 1863.Inteirada.
Outro do Sr. viscoode de Jequilinhonha, da-
tado de 20 do corrente, participando que tendo
sido instaurada no dia 19 do correle,.em ama
das salas da secretaria do imperio, a commisso
mixta encarregada de dar parecer aobre algumaa
duvidis que offerecem a letra e o espirito do
cto addicional, fOra elle nomeado presidenta, o
Sr. Pedreira (relator perante eata cmaro) e o Sr.
Ferreira Peona perante o senado.Inteirada.
, Um xequer.ronto de Hugo Frodericp Guiiher-
rne de Klsas, pediodo despeusa de lempo paras*
SESSO EM 23 DE AGOSTO DE 1861.
Presidencia do Sr. vitconde de Camaragibe.
A* 11 3(4 hora* fez-se a chamada, a o Sr. pre-
sidente declarou aberla a aessio.
Lida a approvada a acta, o Sr. Ia aecretario dea
conta do seguinte
EXPEDIENTE :
Um officio do ministerio de agricultura, com-
mercio e obras pu ol cas, datado de 20 do corre-
te, enviando copia do decreto que conceda a
Hugh-Mulleneui Laureace, privilegio por 10 annoa
para ialrodazir no imperio um apparelho de aua
ovengao desuado a fazer gelo e lquidos refri-
gerantes.A' commisso do commercio industria
e arles.
Oulro do aecretario do aensdo, datado de 11 do
mesmo, participando que ao senado conelou te-
rem ido saocciaoadas aa trea resolucoea que sp-
de- provam as seguiotes peoses : Ia. a D. Escolss-
Aattnio Pnheiro do Agujar, pedtno
nte este requerimento aoa que tem di*
ata amM. abra o oaaihodo da en-
aino Bacadafa.A' commissio de instruegio pu-
Outro de Domiogoa Ferreira Lopes, reclaman-
do contra a atacucio qu Iba move a (azoada pu-
blica.A' commissio de fazenda.
tica Basilia de Seixas; 2a, a Phillis Broom ; e 3a,
a D. Joaepha Cruz e Silva da Andrade.Intei-
rada.
Oulro do presidente da provincia do Parani,
datado de 7 do raeamo, enriando doas exem-
piares do relatorio apreaeotado assembla pro-
vincial na 2a sesso da 4a legislatura.A archi-
rar-ae.
Um requerimento de Ignacio Antonio Ma-
chado, pediodo dispensa de lempo para se na-
turaliaar cidaaao brasileiro.A' commissio de
poderes.
Outro de Adrelino de Azavedo Marques e ou-
lro, segundos cooferentas da alfandega de San-
ios, na provincia deS. Paulo, pediodo que a por-
centagem que receben! aeja igualada a doa pri-
meiroa confereces.A' commissio de fazenda.
Juiguu-se objeclo de deliberacio, a (oi a im-
primir uro projecto do* Sr*. Caroeiro da Men-
donga oulro*, declarando que o territorio com-
preheadido ao lado esquerdo do rio da 8. atareo*,
desde su* fox 00 na Psrnahyb* t a barra do n-
beirio dos Arrepeadidos, pevUooeri i pr*rioct
de Minas.
O Sr. Pereira da Silva, requeren unjaacia, a
qual fot approvada, para q aejim dada* para s
ordem do dia da sessio de amana**, de preferen-
cia i disoaasto de requer aro* toa, a* ffla(art*a que
e acham if na ordem da <. js. Wm
ORDEM DO DiA.
Con tinao u 1 2a disco** o do projecto n. 68 *--{
te ano, que ttaoda vigorar no exercla da 1962
1863 o orcamento rigeols.
O Sr. Corres de Oliveira :Sr. presidente, de-
pois de ludo quanto se fez antes e durante as
eleigoes primarias das fregaecias de Nossa Se-
ohora do Rosario de Goianns. de S. Loureogo de
Tijucupapo, a da Santo Amaro de TaquaretiDga,
para que aa minoras veocessom em favor de um
candidato altamente protegido, eu esperava que
aqu oio se empregariam os majos de que se tem
langadomo. Mas enganei-me, e com pezar vejo
que se recorre at protelago, que se agita
urna questo de ordem no intuito de demorar-se
a decisso da ornara a respeito dessas eleigoes.
Consigno o faci sem coramento, deixo cada
um o gostode proceder como quizer.
Tendo de responder ao nobre ex-ministro da
marinha, acompanhei S. Exc em todos os pon-
tos do sea discurso, menos naquelle em que o
hocrado deputado emittio um juizo, que nao me
parece verdadetro, a respeito da situago dos
partidos polticos em nossa provincia. A oecasiio
nao me parece propria para contestar as asser-
goes de S. Exc sobro este sssumpto, e nem eu
tenho lempo para faze-lo.
Com palavras aturadas de profundo desgosto
o nobre deputado lamentou que tivessem appa-
1 recido duplicatas em algumas freguezias da pro-
a de Peroambuco. Felizmente S. Exc. en-
que a proviaeia nio deve responder pelo
procedimento irregular e tortuoso de alguns in-
dividuos, e qoe sobreest deve pesara respooss-
bilidade das eleigoes fraudulentas que fizeram.
Por ter asco essas immoralidades, e por aer
amigo de pe< v* figuraran, em taes elei-
coe declarou S. Exc. que nao entrara na aor
ciagao miouciosa de toda* aa oirauo..<< que tem conhecimento. Provocado por mlm
para que o fizesse, accrescentou o nobra diputa-
do que eu, Dgur* dislincla ue**** eleigoes, nio
me poda sahir bem da discussao.
Sr. presidente, V. Exc. v que ha aqu ama
iosinuago cruel contra os meus amigos e contra
mim. Quando o nobre deputado a fez eu proles-
le immedialamente cootra ella, e agora nao
poaso deixar de reiterar o desafio que entao Ihe
dirig. Diga o nobre deputado ludo quaoto sabe,
iostituamos sobre a conducta dos meus amigos
um debate franco); nio leona compaixo de mim,
e denuncie ao paiz todos os meus mos actos.
Os meas amigos, esses que o nobre deputado
considera fautores de immoralidades, nada pdera
receiar da discussao : sio pessoas multo distioc-
tas, qae nunca ae mancbaram com lorpezaa, e
cuja boa reputagio nio pode aer deatruida por
oioguem. Quanlo mim, nio temo que se exhi-
ba um s fado que me envergoobe (epoiados) ;
estimarei que seja discutida a conducta que tire
em todaa as eleigdes do meu districto ; e nao
esta a discussao queeu desejo : se quizerem,
abi est toda a miara vida de 25 anuos e meio
para ser examinada debaizo de qualquer ponto
de vista. Nao me considero um hornera puro de
todos os defeitos, nio os ha talvez assim : e se
ha, cooatituem urna pequea excepgio ; mas es-
tou certo do que oso ae me poder langar em
face um acto indecoroao. (Apoiados.) Portaoto
Oque sa beodo o cobre depulado que nio me faz
um aervigo com as suas reservas ; eu aceito a
discussao neste terreno como um grande favor.
Ditas eslaa palavras, quejulguel iodispensa-
veis, oio pseaarei i refutsgio dos argumentos
produzidos contra o parecer que se discute sem
declarar que o cobre deputado a quem tenho a
honro de responder, conteasando-ae amigo de
pessoas de ambos os lados, empregou um ardil
para que aua opiniio podesse aer considerada
imparcial. Pego licenga i S. Exc. para afflrmar
o contrario. O aobre deputado foi, verdade,
amigo das pessoas que hoje me honram com o
aeu apoio, e recebeu rfetlas muitas vezes provas
de consideragio e estima ; anda verdad* que o
nobre deputado enlrelioha com alguna dos meus
amigos antigs relegos de amiaade, mas presen-
temente as alliangaa do nobre deputado aio ou-
Iraa. 8. Exc. o protector dos meus adversa-
rios, a conseguintemente nio est isento da pe-
cha de parcial; pelo contrario maia parcial do
que eu, porque eotendo que a peior parciatidade
aquella que ae acha apimentada pelo deapeo
resultante de ama derrota.
O Sr. Paea Brrelo di um aparte.
O Sr. Correa da Oliveira :Nio eotrarei em
maiorea deaeavolvimentoa por ora.
Sr. presidente, V. Exc. sabe como se acham
consliiuidas aa duaa parcialidades polticas de
Goianna. Para nio alongar a discussao deixo
de mostrar por valiosas considerares qoe os
meus adversarios estio em minora, e qae s
podem Iuter com os meus amigo* quando,o gover-
ooserrindo-sedellescomo instrumentos,Ihesdi os
poderosos rocanos de que dispe. Duas vetes
Um acontecido isto, a todava o triumpho lhea
tem ido impoaaivel.
Cita re um (acto recente. Em setembre do
anno paseado, por oecasiio da eleigo de verea-
dores e juicas de paz, a parcialidad* que me
adversa procurou tirar proveito da desordem ;
mudaram-seas autoridades policiaes, o novo de-
legado, militar moilo distiocto, manteado a or-
dem, garanti todos o direito de votar, a s nio
eonsentto que fossem repetidos os espancamenlo*.
a* amelga* a os Insultos que a deram ao di*
anterior ao de sua nomeagio : sabe cmara o
que uecedeu T Os meas adversarlos abandona-
ran a igreja, recoaheceodo que nio podiamdrs-
putar regularmente a victoria aoa meas migas.
Tantee aqu ara atieatado desea delegado pan
protar o que acabo d diiar, daetaro ue "elle
io araaerta r 4 ama aaaaaa iaselrameate es-
tranha i* roteatatto*** a Sotana.
lo em favor dessa eleigio: lia (oi appravada-
pelo governo de que S. Exc facia parte.
O ganho ou a perda daa eleigoes akiaaaa
nao produz necesariamente o gaaba aa a parda
das eleigoes de eleitores; pode asa nsl|f n-
nbar as primeiras e perder as segunda* ; asa*
presampgio aceitavel que quem vencoa alisa
ha de veocer estn*.
Nao quero porm tirar argumenta aaaa pr-
sumpgao. O fado que me converja rTTatiaasT
qua os meus migo* veneeram a eleigio da jasa*
por muitos votos. As maiorU* oa* turma* a
eleitores e supplentes sao ordfaariaascale fxaa.
e portento nio havia receio de parear a maaa'
aquella parcialidade que a toha Caito eaa sa-
le mbro.
Para chegarem a eate resultado, visto qae Ibas
era necessario o poder abusivo da recusar
e foi appro- nao houve empenho. nao houve promesa*
houve ameaga de que nio Qzaaaeaa aso oa
adversarios. ExigU-se dea eieitorea. abra
esses meios tinhafl influencia, qnajotam ata
listas dadas na occasio de proceda|xe i alario
dos mesarlos pelo chefe da parcialidade do pri-
meiro juiz de paz.
Coohecida esta exigencia, sabeudo-ae m m
empregavam os maiores eaforcoa para oblas ju
maioria na turma doa eleitores, dirigiraea igaaa
destes o officio que eu roa 1er, so preside*** ala
provincia :
< Ulm. e Exm. Sr.Approxioaaaaa-sa alct-
gao de eleitores desta paroebia. a eaaataaaa aa
ha da parle do chefe de urna das parcialidades a
plano de exigir do* eleitores fracoa a maia aa
menos dependentes que volem psrs sembr* aa
mess parochial claramente, do modo qaa sai*
conbecido o voto de cada ua, temo* a haara de
consultar a V. Exc. ae isto permittido, soaao
nossa con riega o que nio o primeramente par-
que um meio de obter ama alaocAa caatrana
vootade livre doa eleitores; em segundo lagar
porque, eslabelecendo o art. 5a da decrete a.
1,812 de 23 de agosto de 1356 que tal el*ic*a aa
taca em cdulas nio assigoadas, daata dispaaicio
se dedaz que necessario o aegrod*.
c Neste sentido solicitamos da V. Ex, ama
decisio, da qual posea ter conheciaaealo a jais
de paz mai* trotado, para exigir o* occaaiao com-
petente que a votago sej arela.
c Tambem temos a honra de consultar a V. Esc.
se, achando-se ceg o eleiior Joo Jos da Ca-
oba Meaesea, o tendo aido por ale meiiv* caa-
siderado vago pelo governo imperial lagar qaa
elle servia de escriro de capailas a iajja.
pode aer admitlido a coocorrer para a Iwria a
mesa parochial.
Este officio tem a data de 18 da deceaara ala
1850. O presidente da provincia raspeada aa
26 do mesmo mez, foi portador do saa oSda a
commandante da forga que ebegaa a Coiaaai aa
da 29. Nao lerei a decalo de S. Exc, asaa di-
rei & cmara que nella se declara qaa aeahama
disposigio i lei preacreve qua a eleitara* a
supplenie* votem em escrutinio secreto aa
sio da orgamsacao da mesa parochial, a
portaoto nio ae poda prohibir (alo palavras _
officio) que o Qzessem de modo qu* padoam ar
conhecidos o* *ua voto*. Tambem decidi S
"a. qua o eleitor ceg devia votar para
taeta nio -,
rioa.
Nio iratarei desta aeguoda parta da deaia
nobre ex-presideole de Pernambaco....
O Sr. Zacaras :Pode tratar.
0 Sr. Corro de Oliveira :.... mas ala
deixar de citar contra a primeira o avisa da 14
de julho de 1860 2a, qae explcitamente declara
ser por escrutinio secreto a eleigio da* masaa
psrocbiaes, de cooformidade com o qaa implci-
ta mente diipde o art. 5a do decreto maccionado
na consulta que eu li.
Entre todos os meios empregados pela parcia-
lidade do Ia juiz de paz para desfazer a mai*ria
que os meus amigos tinham oa turma do etei-
tores, merece especial mensi* um, qaa asta pro-
vado documenialmente, a qaa 4 apeala** aa
parecer da illuatre commissio de constitaicla a
poderes como um dos seas fundamento*.
O juiz de paz, Sr. presidente, tassaa di
vocsr os eleitores para a eleigio da M da >
bro, officiou diversamente aquella
oio contara: aos que moraran aa cidade,apara
os quaes era impoasivel crear um eogioa, cea-
vocou paro o di* 30; o* fazeodeiros, oa qaa sso-
ravam a grande distancia da matriz, foraaa caa-
madoa para o dia ultimo da mee, isto para o
dia 31, que taotoa tem o mez de dezembro.
O Sr. Zacariss:Maa todo* viarasa.
O Sr. Correa da Oliveira :-Vira
O Sr. Bezerra Cavalcaali:Logo o
tem importancia.
O Sr. Correa de Oliveira :Tem mu la ; 4 asa
fseto que revela esforgos preparatorio* prapja
dos para a cooaeeugio do flm a qaa a ad-
versarios se proponham; i de mais a sais ama
prova da mi t do juix de paz, qu aa deaeja tor-
nar bem clara para melhor a mai* faeilmeete *)
poder acreditar fraada escandalosa qaa alia
praticou na orgsoisagio d* masa.
Nao podando o nobre ex-miaiatra da manaba
negar esse fado, qoe est provade pelea propriaa .
officio de coovocagio, pretenden destruir a saa
valor. E o qu* diaee S. Exc f Disse qaa a dia.
da eleigio aonuociado por edilaea, a qaa par-
tanto nio era poaaivel que os eleilorea a aaga-
naaaem.
Mas. Sr. presidente, quem qae ala aba qaa
os editae entre nos oio servan a* *vi**f a as-
mo que editae* afiliados a* porta de sata ma-
triz podem chegar ao coohecimeato da paaaaaa.
qae moram agrandes distancie*? Ellas aaaai
sempre nio sio tilos pelas peeaossqaei
parto da igreja ; m todo o caso ala .
considerado* meio* intallivels da avias.' A
ma lei, prescrevendo que a tac* par eatre
a convocagio dos eleitores a aapplaalas am aac.
otes do da designado paro o cornaca aoa ir aba-
Ihos, oio conflou nos edilaea.
< O dia 16 eatav* designado par lei, taita-
res nao o podam ignarar.
c O dia 16 eslava designado par tai, a eleito-
res nio o podiio ignorar.*
Sa o nobre deputado admit* 1
da parte do jais de paz qaa liaba .
*ber disposigio da lei paro poder jaamprir am.
dever do seu cargo, como ala adasirto
eleilorea pudesaem Igaora-taT
Ma* o juiz de paz nio procede* aaaiaa
ignorancia, nem por descuido. Ni* 1
por ignorancia porque ella fes a 1
quasi todos os eleitores pera o dia 30;
ceden por descado, mas im ae paapoaita, pac
que s se eaeaaou aos ofloiec dingiaoa a |
soas, que podiam eoganar-*e, isto 4,
deiros, aos horneas qua t*m teda

concentrad* as suasoecuaaodeal .
podiam ter noticia de queaeleicle era e Osada
mez, maa ato b*r am certeza a aa ata 10 aa.
se no dia 31.
A circumsttnda da terem loa doas
eios dirigido* coa chelea aa pari*Udd
o juiz de pac, nada pro am Uvor desta.
razendeiros que io, poda a late d paz
tar a eaparapca de iltudi-los ; e alo foi
eom e
Made
a convocagio para a dia SI,
itagaao as parta, quando o habr
eearjavaatHbaaa.orataitBdedaelei- -
lera, 8. Eso. paroeaa HriSal-le a tedot adversario* do juiz de p*z.
oa (aginara*, a cajo mo aio I O Sr, ezerra Cavalcantl: Neakum Iflu-
julgs) pote eaaveavaate arcar que dio-se.
1>tttsdd1fJnO ^bMt%t argomen-1 O Sr. Corra ds Oliveira -Aquestio alaisa-
pjjpaaj-----1-----------------_
dMH iKTiili Ann


IB u mmtth. ai ktm
inini?
IIW04 Vftl 44 DB UQIVSMD1 1861.
o ten., dar. ,.,, nPC^Mtff ftjju-^eodld^orque esse ,ui delaron
de ni f.
nobre deputado pa
r dizer qae os adversarios''" j-rii rtn pai. aania
i na gaaliflcacio, s6 traban o
>. Qatt lio os faetes
leal
utt :A etokio
e
I
LJUI3L.U11X
T 4
v
-
1
pa
poio d
gBDl4
tT-H5lu
abrigada palo preeidente parecido par.
nao admitlia que alarma deliberaste a'respeYto
da que.lio. t
Esta a nsrraciofiel do ficto qae ao nonre de-

lira rpre.entacie tenho os ae<
Brete* : I*, urna decl.raaao do elei-
m* aa*fcHe affirroa use., tendocoTO-
B^otar con o. ateue amigos. Mr.
exeluido e refere a vieleontas e abaaoa de oue oi tasto-
ente, "Bpier qurajea rolo;
^"W**. intluindopara i.lo que eu tedio ditero ; ST, 5**S
i&^E f r*rW* *, Mbre **rl**e a> i"'10 **. o mesmo -*ue reven
irtodrMtoaMefctcao. oa qnal ae.sou a acu da matriz, ,Ml conceded? nejiwVer-
mos;
lata, hachar em todas aa'oures, anteriores
ei posterioras, primaria.o abunda W., prova* de
^SIv'mMK^Co f rf S ra"m-
OSr. Ccwa de Olivei :--.pa trence errnea
m qu est o nobre deputado por Pemambucu
eetca das forjas das duas parcialidades que se
deba te di ero Goiaona exirafclVft'qt. urna con-
siderado favoravel ao juiz de paz, quaoto i mi
a^srn,^fn',?*a*?'^10 o officios ; com'posicSo daquella .
SSLlm XSH^9^m,it Pel que euj P*T>*d**e Joaquim tt.pftedt de Mirlo Jnior
STSrorhulaoIflnfl, de bt. oh a *iodo que os eleitore. deuberassera a, seapeito,
Srili ti a.mnwaneperaBca, o como reclamou o suppllcante e outros. O tee-
otco recurso dellea; para um tal fim nao poa- rido verdade. do que dou f. Cidadei de Goian-
na. 18 de juoho de 1861.O escriso 4o j.uuo de
* 6 cumprimento de despache su era eoriifl
coquee auoplicante (atolo liirtios do 'Vana]
coroparreceu no dia 30 de dezembro do aono pr-
ximopassado como eleitor i ahumada da igreja
a|**r* desta cidade para com os deraais eleitors
atar oos mero tiros da mesa parocbiai que ae ia
ioatailar para proceder-sa i eleicao de eleitorea
da correte legislatura, e qae oao votou para a
mesa em razo do juiz de
pagan JMlMtT
Argumenta Qoalroen.te o nobre ex-miniatro da
anarioha cauri ootros erros de redac(io, que ae
notam nos oficios. Assim oeiles se diz, de m
que corra, anno prximo /indo, lsto no
entender de 8. Etc. sd rtela engao e sinspli-
cidade. u qe conhec"bem o juiz de paz nao
rbe posto aitribuir aimr,licldade ; atlribuo-lhe
erro de retcelo do en prego dessas palams que
se 6em em todoa os officios; na posso conce-
der poTm quehdja a mestna explicaco psra-om
anjan en que o juic de paz cabio murto Dtel-
iterrrente,
rigen temante, eseolbeodo oa eleitorea com quera
ae dwvia engaar; nao possivel acredHar-ae
qodwajaem'todoisso simples engao, mero aca-
so. (Afoiados.)
r. Zicarias di um aparte.
O Sr Correa de Olireira :Repito o que j
ame rea dase: desde que se pode mostrar que
juiz de paz praticou um acto de mi f, condu-
cente ifraude de qoe aecuaado no acto da elei-
eao, ba urna coosideraco multo vifiosa a addu-
ir-se em apoto do qne se diz relativamente
aecusacao priqcipal, ou um argumento para pro-
bar a existencia da fraude, rerelada posterior-
mente por eutroa tactos, como eu roostrarei.
Or. Zacaras:Prora de mais. nem rale al
nena fallar nieto.
o Sr. Bezerra Caalcanti:E o dia da eleico
stava marrado pela lei.
O Sr. Carnea de Olireira E* tarde, preciso ser
breve, e por isso deixo de responder ao aparte do
oebre depulado peto Rio Grande do Norte.
O Sr. Bezerra Cavateanti:Nao sao apartes
tara ioteframper, soreclamaces acerca de fac-
aos. A lei marcou o dia da eleico.
O Sr. Correa de Olieira :Sobre isto j res-
pond ao aobre depulado por Peroambuco.
Sr. presiileote. empregados lodos os meios,
aaoda oa rr.ais iicitos. para que a maiuria dos
etterea ee paaeesae para oa meua adveraarios,
etodo endo improflcuo, oque baria desugge-
r a heiiidade do jaiz muaieisal da segunda
wadoRecife? ^*
Easesenher se achara em Goianna. dirigindo a
eleicao em fror do seu amigo, o actual presi-
dente de Alagoas ; at ao dia 27 de dezembro
oao linha esseraocaa de ganbar a eleicao da me-
na, todoa aa aeus eaforcaa nada lioham produzi-
do ; portaato resolreu ir buscar forca i capital.
A- duas horas da tarde parti s earretras para
o llecife, aodou qaatorze leguas em ponco mais
de cinco horas, e s 8 daooite fol fisto no
co do governo. O
Araajo Barros
sei ; provavel que aquella
pali-
que se passoH entre o Sr.
o preaideote da pronacTa nao
tiaeaae figurado a
comarca de Goianna em completa desordena e
anarcoie, e qae, acreditando o que se Ihe diese,
este se liresse resollido a suffocar a anarchia. O
corto qae do dia 28 sihio da capital um carro
que conduza o Sr. Barros, jaiz municipal, e o
>r. Barros, major-commandaote de 50 pracaa de
laoha. qiMTiam maoter a ordem era Goiaona.
unidas a 30 que ji l eetaram. No dia 49 noi'
U enlrou eMa (WCa oa cidade; e della no dia
d. Boles de comegarem os Irabalfaes da eleicao,
laram postadas na matriz nula pracaa por or-
do* e diaposico da juiz de pez.
A 9 ore horas da manbia, tendo comparecido
oa eleiiores e suppleaies, o juiz de paz nao cum-
a, con.e'o. que'..' d^'u^iV.^i/ij.
nos aeus derido. logare.; as bZfiZ de
oa eleitorea e auppiooles, confuodiuos com o
poro pediam de balde que a lei fosse executa-
aa. trara oeceesarias a desorden
para que a fraude projectada
masse.......
e a confuaio
ae consum-
An es de f.zer a cbaaaada dos eleitore., antea
P0".de roceber e apurar os seus votos, mandou
o juiz de paz que tomaasem asseoto oa mesa Se-
w! r a da.Bo*ha Bm,0 Joao Paulino da
UkMt bova, individuos que ism
pelee seus amigos para msanos, e
ae-lo anda quando nao tivessem
rotos.
ser votados
que deviam
maioria de
inexaclo
prorando-oa ha
4. a^am cb'os31 cdulas, tendo compareci-
do 32 eleitorea. Nao se quii qoe rotasse o elei-
tor major Antonio Martina do Valle. O juiz de
pat decidi por ai so, contra ease eleitor, a
questao levantada pelos meus adversarios. Oc-
cupar-mehei deste facto, que o segundo uo-
f*^"*^^ P8recef i*,P8odo pelo noore
ex-miniatro da manoha.
O oobre depulado, sempre
?ao dos factor......
O Sr. Pae. Barreto : Sempre
com documentos.
O Sr. Correa de Olireira : 0 que foi qae Vi
fcxc. prorou com documentos? Confeseo a
nao vi provar cousa alguma.
Dura eu, o nobre denotado sempre inexaclo .
DarracSo dos fados, s vendo nos papis da eldi-
S!T.i-9.Ue 6J" eonf, "8evo> qe a excluso
dd eleitor M.rtios do Valle consUva apenaste
urna just.ncacSo a q0e S. Ezc nio ligou impff!
anca A cmara vai ver que semelhanle fi
est plenamente provado. ,
nJS,.tCOf-,la d0 eleitors e21 suppleites
m. nVS'ffmosV B,tfU P'" ^' f"
^r,nBMCeSf3a.r0 inda um ou,rt> escndalo
Otes do deafeclio do drama, e esse escndalo
ver Ocou-se. O m.jor Antonio Marlins do Valle"
!!h!dArrfet *?oeW legislatura Le
SrWiorauoO* ecasaneitacid.de, onde re.ide
porcertotempo do anno.
Soeceden porm que em 8t50 fosse por
pmnneai desmembrada desta freguezia un
ffi.TPrehBfir8 da POoa de NosssSe-
xifcoradoO, eaM creada urna ora arocL
caoomcimente provida. Jrocma,
ecHS*???? e*!l cjdada. Por acto alium
coWrecido.feilo apean de domicilio, foi qualiflca-
do sotante naqueli. freguezia e na desta cidade
pela junta de qualiflcacio respectiva, presidida
pa
clamo
Caprichando afguem por exclt-lp destaire-
guezia, interuoz recurso para o conseibo muriici-
prt respectivo, eeile omaadou eliminar dalgi,
2 ?*.*" p.orm feoorreod-sedessa declsio
fZnf6 1T 4e n,b0 d0 *M Pdo, eu
vdKl"fci e^mandoa 1ue oioMartsldo
Jm^'aIem f.o?10 outros mbitoacidado, osse
.nlmdo na lista ddsdedjficMei aea fregoTr
S212S !.m *- recoX:
paz, Jos Nunes Hooteiro.
0 Sr. Araujo Lima:Este faci tambem consta
da acta da matriz.
.0 Sr. Corra de Ollvoj.ra.:Diz muito bem o
nobre depulado, a exclusao do eleitor Martin, do
Valle consta da propria acta da matriz, e entre-
tanto o nobre ex-ministro da marioha .disse qae
o conalava da justifleaco, accrescealando que o
mesmo eleitor desistir de votar J
O Sr. Paea Brrelo:Eu hei de explicar anda
mais esse faci, se me locar a palavra.
O Sr. Correa da OliveiraaCmo o npbre de-
pulado deduz. da cor poltica dos individuos a
torca dos documentoa em que elles ffguram, eu
teohonecessidade de declarar que o eicrivao cuja
certidao li nio pertence i parcialidade que me
honra coro o seu apoio : adherente parciali-
dade do juiz de paz, e com elle vive em iutimaa
relaces.
Ora. constando dessa certido qoe a eleitor
Valle reciamon com outroi contra o arbitrio do
Pesidenle da assembla parochial, e defendeu
debalde o seu direito, d3o pode o nobre deputa-
do contiouar a dizer que elle desistir de con-
correr para a furmacao da mesa.
O Sr. Bezerra Cavalcaoli;Desisti sconse-
Ihado pelo eleitor Dr. Firmino,
O Sr. Corri de Oliveira:J U documento em
contrario.
ii Sir- Paes Barret0 :Prev que a exclusao foi
llegal, prove que esse eleitor era morador na ci-
dade de Goiaona.
O Sr. Curra de Olifeira :-lqui tenho urna
certido de secretario da cmara municipal, da
quai 8e v que a junla de qualificaco presidida
pelo junde paz Joaquim Rapbael de Mello Ja-
nior, sendo em^sua maioria composta de meua
adversario.. incJuio na lista dos votantes da fre-
guezia de NoasaSeohora do Rosario de Goiaona,
o eleitor Aotooio Martina do Valle, como mora-
dor no 7o quarteiro do pateo do Carmo. O seu
no me, diz a certido, se aeha escripto a 0. 30 v.
v 4Qn da ul*aCao. peta forma seguiote:
N.189.Antonio Martins do Valle, 60 aanos
casado, agricultor. >
Tenho mais ama certido do escrivio oomeado
para servir nos procesaos de recurso d> qualiBca-
Sa0iodflnde se v (,ue Dor scoraao de 17 de julho
ae tarjo a relaco do dislricto julgou o cidado
Antonio Martins do Valle morador na cidade de
(.oanoa. Tenho Analmente outra certido do
secretario da cmara municipal, provando que
em virlude do acordo citado se acba o nomo do
mesmo cidado escripto oa lista supplemenlaf
dos votantes a fl. 63 a 63 v. do respectivo livro.
Km face desles documentos, na havendo facto
posterior que destrua a deciso do tribunal com-
petente, nao havendo motivos novo, que pozes-
seai em duvida a residencia de Antonio Martins
ai reconhecida pela relaco, me parece
que forcoso confessar o seu domicilio oa cida-
de, e nao oa parochia de Nossa Seohora do 0"
(Apoiados.)
O Sr. Paes Brrelo: Explique como nao era
elle da freguezia do O", sendo l volado psra juiz
de paz. "
0 Sr. Correa de Oliveira: Podia ser votado
em mais de urna freguezia: nem isto. nra o
lacio de ter .ido quilicado na freguezia de Nus-
a ..euh.r. ,t0 q prov- contra o domicilio em
uoianna. Facloa desta ordem se reproduzem lodos
S d'*8 SSff*" 0S indiv'd"8 cham na. me.-
M8 coodicpea do eio(ur Martios do vaiie, lendo
casa de residencia em urna freguezia e fjzenda
em outra, onde passa grande parte do lempo s
ou com sua familia. *
,i,f.rA Pe* ?arret0 :-Ento nio di crdito ao
attesiado do vigano de Nossa Senhora do 0', que
declara ser elle morador era sua freguezia ?
^hr;.C^ro' de 01Feira :~ '"o fle Nossa
senhora do O merece-me muito crdito e omita
cons.dcracao ; roas o que ello diz nao desirde o
domicilio recoohecido pela relaco. Elle atiesta
com verdsde que o major Antonio Marlins do
Valle lem engenho ero sua freguezia, e que abi
residiodo por algum tompo o considera seu pa-
rochiano. Assim succede s pessoaa nascoadi-
is desse eleitor: tem mais de um domicilio,
qualificaco, mais de nm viga-
eru conliouico i eleico dea outra. daa pela |
turma dos ssppteaita. dapaia da ii^tfildi^M
cao dos primetros.
OSr. Zachari.:Perdoo-maV.
ve ralifleacao.
O Sr. Bezerra Cavelcenti:E como
les ter dezeseis votos sendo eleitors ?
ogressivojde 10 por ceoto at
dense papel fiduciario devem
betKul-lo, para na pasta-
snsBrnada na lei.
r Sr. Jos Maoiz Teixeira ui-
Mriea agente de leHnea de... praca, ji ae aoba
anacrlptoBeJiiBBsIdo comiattM*.
a> abdaS ,lg **0ma,,0
....gnaus^ud Cara; Bellas* #*T!aa?S S.gg..^^^ P Sr.1l.noal Flor-i.oa
0 Srv&trSaal^aJH^if.: -;r ,, TM0qa)
eleitorea qna ndtaaam na matriz.
Respenderei aa aparte enm que me hoorou-e
nobre depulado pato Paran com a acta, a-n
que diz Ha.:
J reinaMB antes desse oto confusas na igraie,
no momento em qne elle foi praticado svbta da
jonto ; manifest**** grande iudiarnac ; de daa a. partease elevaram reclamacde*,.; e-como se
rasaandia a laUai t Pa eeaherda da juu da
m^rTm9H!lm'iu id" oo^oorlBto qna ae-
*e, e recoobaceodo a jusleza de auaa expraaaas
pressamoMioe a da-lo a leitura pn^ioaT
Sr. redactor da Acetato Diaria-Anianado
pela certeza de qeo Vmc. toma inleaesse cordeal
nm prol daquatte couaas, qua) anteadem esa a
nossa perfectibilid.de. ssim aaaterial como ea*>
rtl, tomo a conflanca de Ihe dirigir estss obscu-
'-pwyov.eB n iadrfferpuiniu,
__, que la
Redada deJioje i resuelle da relfglao d'Aqulle
K12.ULI n*8cer em4> > <*a>obrexa,tomao-
^o* oer0 tt nanjadoura e por coberta urna.
fcMi*P*rai,?r*onh* da^uo'uidadadevo dixer.que
ajese juiga cobrtr de opprobfit) quem sedeve-
J honrar de vestir urna capa vermelha e com
um brandao se dirigir i casa de um moribundo
em companhia dn um ministrn de Christo, que
be vai mioialiK oaublime sacramento da com-
munbao por meto da hostia consagrada, que can-
.ru- tuL C0pq, "Sfue- alma e d'o1ade de Nosso
torca aa-aOa- Saohor Asna Cfiriato, tan perfeitamente como
ata po co.
it a ?a,nP,U vt o*rtt de proteeear n xa-
Uglio da Ctim, nio aei que haja oria maior do
que a acquisicao daa indulgencias que o suasmo
iontiace eo preladodiocesano cancedem quem
OMnpsoha o Santissimo Sacramento ; e entre-
*nlo vemos com ddr profunda sepultada no in-
timo o alma, qua s nos meninos exista a coo-
aciencia deste dever de christo, se que outra
couaa nao o move i isso.
Realmente vergonhoao, qim em orna cidade
tao populoaa s pnua sahir o Santo Viaco com
meninos, e i.to mesmo, quando nao esli na ea-
oota ; por que neste caso deixa o enfermo, que
est as vascas da morle, de reeeber ease aanto
medicamento para sua alma 111
Fra.|bem codveniente que o compromisso
da irmandade do Sanliaaimo Sacramento impo-
zesse aes rmos a obrigacao de acompanharem
o bagrado Viatico ao menos urna vet por mez.
sob approvasio do Exm. Sr. bispo, que tem di-
reno comminar, no caso deomissao, urna pena
espiritual, que seja mesmo a excommunho, para
que nao tenha lugar o que hoja ia suceedendo
com urna enferma da ra Direila, ae porvenlura
o sacerdote se demorasse una cinco minlos
maia.
c Fdra nao menos conveniente tambera, que a
autondade competente dsse ordeos, para que
duas pracaa ae dirijem a matriz, sempre qua os
sinos anounciarem, que um enfermo oecessiia do
sacramento da Communhao ou Extrema Unccao :
porouauto eates acto, sao dignos de aerem acer-
cadoa de maior reapeilo e honra.
- co9e.o> aobretudo nio dar encbaneaa i esse
ndiuerenlismo ; por que ai de na, ae nos faltar
a creuca religiosa !
... a J.M.
i. T ^"i. Jos nvim maia o saguinte acerca do
baile do Io de dezembro :
t Tendo dado hoatem i sua Tetiiitd urna ex-
plicaco doa facto que se deram para oa festejos
oo da la dedexembra.saccedeu por negligencia
de roinha parte eacrever o neme do Sr. Jos An-
tonio da Silva Araujo, pesaos inteiramenie ex-
tra n ha a lodos estes negocios, em lugar do Sr.
Jos Antonio de Araujo Souza, que a peaaoa de
quem fallo ; portento pe?o-ihe a presento decla-
ragao e sirva ella, nao s para desculpar-ene cora
o !>r. 5>Uv Araujo, como para com lodos aquel-
ia que me houverem lido. Sou, Sr. redactor,
>. criado e obrigado.Francisce Igoaeio
JJBfWTiH^remTu-^
dados o juk municipal do Recile e e capillo Pe- m-j-.
dfo Affonso Perretrf, me#mo qua commandava
aa 30 pragas que estavam na malrit, rremessou
o tinteiro que havla obre a mes contri e fetlor
Joaqutra os Boreira de Agolar, qae pedia' a T*r-
dade da eleicao i
6lhou-lhe com indierencspara o ungue que
corria da tesia desse eleitor. Todas ifrca que se'
schav oa rdade oi enllocada dentro daejWefsi,
cortada desse moHieeto atn diaate por ua do-
pfia Iioba de soldados, comasbaiooeUs oaa eapin
gardas I
Fetgjinloii-.e ao
anstentava a fraude do,juiz.de ,par, oedio-ihe qae
aconselhasse nova volacao oa veriflcacio da que
ae loha feito ; e quanto ia parecendo que iato te-
na lugar, mandou o Dr. Araujo Barros dizer ao
juiz de paz que nao edesse. Eolio a ultima pa-
lavrado major mmandanla da forca, foi : Mao-
tenho a deciso do juiz de pax.ao estasas mlnhas
inslruccoes.
Acamara comprehextde qu nao nos restara
outro recurso alera daquelle de que laucamos
mao. *
Em laes circumstancias era loucura disputar a
eleicao. Para que nos airviria a maioria da*ov
lantes, quando os vamos que nao ae reepeiton a
dos eleitors t Retiramo-nos, pols, e fomos coos-
tliuir outra mesa no Carmo, e facer urna segunda
eleicao.
Fez-se um protesto aasigaado por 16 eleitors
e 11 supplentes. aqui est (mostrando); todos el-
los assigoarsm a acta do Carmo, todos represen-
taram cmara dos Sts. depuiados contra as vio-
lencias de que foram victimas.
Vejamos como o nobre depulado procuro* des-
truir o terceire fundamento de parecer da xom-
misso de constituido e poderes : isto a lei-
tura inexacta da aUima cdula. S. Exc. coaaide-
rau isto Achules da commisaio, e convidou a
cmara para ver como elle ia *er ferido mortal-
mele em maia de um ponto.
Sr. presidente, antes de ludo eu devo chamar
a silencio da cmara para eates pontos : por
que ojuiz de paz nao veriflcou a votacio ? por-
que nao procedeu i nova eleico? porque con-
fundi as cdulas ?
Esta conducta bem revela a fraude de que
aecusado o juiz de paz, fraude alias provada pelo
teslemunho da maioria de ambas as turmas, a
quem compela eleicao dos mesarios.
O argumento do nobre depulado o aeguiote :
os mesarios do Carmo eram eleitorea, logo nao
podramter 16 votos ; se votaram em si meamo,
commeiteram um crime e urna fraude, que nao
Ihes pode aproveilar.
Em quem votaram esse. dous eleitors, candi-
datos aos lugares de mesarios? Nos adversarios?
0 nobre depulado mesmo repelle ests supposicao.
Portento, votaram em ai, eu o coofesso, e nao
vejo neste acto um crime : primeramente a lei
nao o qualiQcou como tal; e em segundo lugar o
aviso de 14 de julho de 1860 2, aviso do minis-
terio de que fzia parteo nobre depulado, manda
considerar valido nm voto que um eleitor deu
em si mesmo em escrutinio secreto.
{0 orador pede a collecgo de lea de 1860.)
O Sr. Zacaras :Est no relalorio do ministro
do imperio.
Vozes :Continu, depois lera o aviso.
O Sr. Correa de Oliveira (depois de alguma
pausa] :0 aviso pormim citado diz que, embo-
ra seja repugnante que um eleitor vote em si
mesmo, nao deve ser anoullado o seu voto, an-
da que elle declare que effecti va mate votou
assim.
. 2.Sr" Beier" Cavalcanlt:Aioda que esse vo-
lo llzesse maioria e induisse na deciso ? .
(E salisfeito o pedido do orador.)
[Continuar-se-fi j
hacina de j.fe'tfe*aej- 1fe*&me*./** *<*
. Fresco da. Coaga. cJS ttJ^&S^TSj^
Pranciaeo Canuto da
o saameisii, no
Pfri-
ap-
LourenQo Santiago, aa
PERNAMBUCO.
mais de urna
rio, ele.
' tambem deste nudo que se explica a sua
eleicao para juiz de paz em outra freguezia, e is-
to se tornar mais claro se eu disser que antes
da freguezia de Nossa Senhora do Rosario ser di-
larra- 7, a,.*n,ef. conseguinlemenle da creaco da
na narra- freguezia de Nossa Senhora do O', o major Valle
era sempre votado para juiz de paz de Goub-
disincto pertencente nova freguezia. e no
qual est o seu engenho. Depois da diviso ten-
do este mesmo cidado preferido a residencia na
&2!fiai*%fc Pr habi, dos oioradores
daquelle diatrieto de paz conlinuou a ser vo-
.?!?. excIu.,io, d0 eleitor em questao foi ille-
li ff, a Cllmenle. r- Prndente, com o.
avisos citados na representaco. Em virtude dal-
les, quando ha duvida acerca do dominio de al-
gum eleitor ou supplenle. competo i turma res-
Su.nrt 70l,6-la- ,Ist0 al,eou ao juu de paz
quando elle commetleu o abu Aa rJ.....LZZ
*6 o voto do eleitor tantas
lei
el?'lo^eevidente1^'1^' !-- S^SlSS^^SSSSS ?9
fctoiiSgal. qU" "excluM0 'loomoae
. ,-_.. Huoiincoyau respectiva, presidida
ILZZT0 >W?J*.*" Prmdehte docodgio
ireehxal, e contra esta a"lUcac8o nio re-
E aqui." Sr. presidente, cabe-me dizor que o
juiz de paz oao quiz ubmeller a questao aoiui-
zo da turma dos eleitorea. porque nio centava
com a maioria de voios. E' ama coosideraco que
nao esquecer.
convm
Acabam K*IST* DIARIA.
Acaoam as letras patrias de ser dotadas com
mais urna prbduccao intelledual verdadeiramen-
te til para o paiz; a sa produoco tasto
mais importa ole sjjtaaM lero em ai o mrito de
randado especiOca e o cuabo de importancia ab-
soluta coro referencia i nossa aitoaco. e a in-
fancia em que aioda estamos noque respeita a
historia nacional, quando, abstrabida de aeus
actos geraea, preciso descer especialidades
locaes com a.signalaco das cores, que Ihe sao
. o,,a ? obra o Diotonorio lopographico e e.
tauttico da provincia do Ceara, pelo Sr. Dr
Thomsz Pompeo de Souza Brasil, euje nome as^
as contiendo das letras, recommenda-a devida-
moote.
Todava, pelo titulo aa denominado della, a*>
se que essa obra, em forma de vocabulario e na
ordem alphabelica, aprsenla o desenvolv meo to
da topographia, ou a descripcio das localidades e
da estaiistica, ou o complexo do qae conslitue a
torca social, econmica, polilica e admiototrativa
da referida provincia. E assim, compreheode-se
o valor real de urna produeco desta ordem, cuia
concepcao ao paseo que honra a inteitigeocia que
o exacntoa i despeUo de mil embanco, que
entre nos sempre ee elevam em opposicao a in-
enlos desta oatorea. forma um padro para fu-
turos esenptores, serviado-lhes de estrella po-
nhoiara.a. QaT8a?ao n'am mn *i-pocoeo-
nhecido entre n.
A vida das letras, ninguem o ignora, no Bra-
sil um improbo roister qaando ae trata de cousas
indgenas pnocipalmeole ; quando se procura
cecolher dados disperses, lomar notas eaparsa.
aufi,ilaSk>0paU' hitUrUr an"Hente facto,
Vil T Perr/,erem-eainq.oa noito doa lempos
em
pocas remotissimas. De'loto7aqui a's" fonles
que Ihe sao necessarias, ou na
ba-se quasi seccaa. de moda
de V.
Ferreira.
Nodia 11 do correte foram recolhidos i
casa dedeteocao 3 homens e 1 muiher. todos li-
vrea, sendo: 1 a ordem do Dr. delegado da ca-
pital, 1 a ordem do subdelegado de Santo Anto-
nio, 1 a ordem do dos logados e 1 a ordem do
de Muribeca.
Uatadouro publico.
Mataram-se no dia 12 para o consumo desta ci-
dade 103 rezes.
HOMAXID4.0K DO BU 12.
Belchior de Barroa Galvio, Pernambuco, 30
anno. aolteiro, Boa-Visla ; hepatite.
Joaona Rosa Baptista Denker. Pernambuco, 35
annos, casada, Santo Antonio ; pneumona
aguda.
Candida Francisca de Mesquita, Peroambnco,
M,!">os,5olU'ira' s,nl Antonio: lisien.
V'dSa'^.Pe'T bUC' 4 meze, "'O. Boa-
viesa, coavuifio*. *
AntoutoJos Francisco, Goianna, 54 annoa.tia-
vo, Boa-ViaU; tisico.
Falleceram durante a semana 8 borneo.. 11
mulheres e 14 prvulos livrea, 1 bomem, 1 mu-
iher e 5 prvulos e.cravea.
Ao Sr. desembargador Gitirana, aa appeliaces
civeis : *
Appelleute. Antonio da Cunes SoareaGuima-
raea ; appellado. Ignacio Luiz de Brito Taborda.
As appellacea crimes :
Appellaole, Octaviano ios de Carvalbe ;
pellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador
appellacea civeis :
Appetleate, Maaoel Paulino da Cnnha Gouveia;
appellado, Joaquim Jos Nunea da Cunba Ha-
chada.
As appeliaces crimes:
Appellante. Francisco Mamede de Carvalho -
appellado, Guillierme Jos da Costa.
_ Ao Sr desembargador Costa Molta, as appelia-
ces crimes :
Appellante, Jos Joaquim Correia ; .apellado,
o juizo. rr^ '
Ao Sr. desembargador Peretti, as appeliaces
crimes: *
Appellante, Jos Lopes da Silva ; appellado, o
juizo. rr '
Ao Sr. deeembargsdor Ucboa Cavalesnti, os
appeliaces civeis:
Appellaole, D. Anna da Rocha Sampaio ;
pellado, Jos Teixeira Bastos.
Ae appeliaces crimes :
Appellante, 0 juizo; appellado, Joo, es-
Ao Sr. desembargador Assis, as appeliaces
CI^CIjj
Appellante, a eamara municipal; appellado.
Antonio Jos Pires.
As appeliaces crimes :
Appellaole, Jos Barcellos da Silva
do, Antonio Matheus.
A' 3 horas encerrou-ee a seasio.
, Iquaa da Sil*., pro-v
jUeida^ Malto.
Appellallanie, Trajano Joade Mello aooella- al* i u
do,oiuiin. oaneaiaiH.,(.ppwu ^ AWeaRodri|neiCaau, ka>iDfeM BerMn.
Aa appellacdea civeis : ?"f **P'*7tr5&5FS'* Aqnta>a PasMO
Appell.Bte. tailher.io. Cerdeiro dadiva; tolho^An^felt^.S'el 22?**^
appellado, Ignacio Jos* Machado. i-v.. A,ik l"Hf,1ft S^r* Taanra
Appellante, Mari. Rosa da Silva Barros : .- HlL*-
pellado, Lais Jos Mernaaa. ^ 1am *od.n."f Dnarto, Jos Ueto "
Appelliotes, oa
Santos ; appellado,
caoti Pessoa.
Oo^fl'c'o de )araiadic;aa entre o juiz de m-
pbaoado Recito en do Cabo.
Dito do delegado de Moseor e o juiz munici-
pal da cidade do Natal.
BaarrBjBiicBS.
Ao Sr. desembargador Caelano Santiago, as
appeliaces civeis :
Appellante, Miguel Aataaio da Coata
lado. Joo Carneiro de Mello.
Appelianle, Mcoel Cavalcantida Coata ;
pellado, Joaquim Marques da Costa Soares.
As appeliaces crime*
Appellante, o juizo ; appellado, Florencio Go-
mes Dlniz e outro.
Appellante, o juizo; appellado, Agostinho Lou-
lenco da Silva.
Ao Sr. desembargador Silveira, aa appeliaces
Appellante, Jlo Augusto Henriques da Silva;
app.llado, Mif-uel Jes Barbosa Guimaraea:
As appollacea crinas :
Appellaole, Jos Pereira de Carralho ; appel-
lado, o juizo.
Appetlante, o Juizo; apnellallo, Joaquim'Lo-
pea de Soeraa.
Tavasn* i
Balancete ala raniU e iesnnii
mar municipal de Kecife,
de marco de !St51.
ep-
appella-
exiatom, ou
que a selva da-
0 Sr. Bezerra Cavaleanli: E eu digo oue o
eleitor Dr.Firmino acooselhou a dealtencU do
voto por nao contar com maioria.
h Sr; Co."f' do.0l'Teira; a observaco do
nobre deputado teri. valor se esve.se pro vado
ele rU.Udep",ppelUra p,ra a *eciso don
eleitors e que nessa occasio algum eleitor o
Desmo Dr. Fumino, da parcialidade
ceder da questao.
contraria.
cido retsnte pelo poder competente, j
ju o dlreifo de dcfir sobre Ues aaes-
n oltlmaitrstsnbla. *P w'
lei conflou
Hamadoaquellcjdian.
e paz, asslatido de seus
Isto posto, sendo chamado a
tomar parte como eleitor :;
inrit.TP^' *r'-d6 ""' W<"> VUS
apngaados e auateolado pela lite Dreaenla'
df^H "esffi0 cftftdai> reclams^VaSl0
qWD.rb%0a "*** ^ m Vtftfi
mmmmi
JW aSSiSL^
ca doa m
i
i eJeitores.
^S&imTttolSk ^^SiotfoaTlwde
^** VIWV9 PO 1&$l qua naga arbiuio o jai
0 Sr. Bezerra Cavalcan k acta da matriz
refere que Martina do Vallo dekou de in.iat em
votar por cooselho do Dr. Firmioo
0 Sr. Correa de Oliveira :-J prove o contra,
rio. mas quando assim fosse eu raiia dessa cir-
cunistancia argumento em meu favor.
Se uro eleitor, meu amigo, nao podendo veo-
eer o arbitrio do juiz de paz com boos argumen-
to*, nao podendo demov-lo do proposito em que
estova de proceder contra a lei, para evitar der-
ordem, no intuito meamo de tirar ae juiz de paz
o priawiro pretexto para mandar commetter vio-
lencias pela forca presento, dsse Ul cooselbo;
isso ao revelara conana na m.ioria doa eleito-
rea, possibilidade da parda de umvotosam-fiom-l
promettimento da eleicao dos mesarios. como
deRois fleuu cUro o evidente, e fioalmenle animo
P'eiwo da parte dos.meus snMgos. ,
O Sr. Pae* Brelo,: Tiniim lauta conaoieo-
i? 4o.ue.le*tof Jo morara em Goiaoa, qu utoti
elleao^Mwn^nld^ipdo- bNHsiB ii\7*721 *a^f.*^.?. ^'S 'Q'o- 0-er-
^^^Un^m^MmmuuM^^.^ rehcltamoToto^almtnto" ^' +*'W
obre amigo raapende
W^JZSSE?"^********1 aWMva^oJWal
_.. i, ?,: ujuiiu uue a sena aa-
2 '. V6 .,m"10 cu,, Pd tentada,
desenvolvida e levada nal a produzir algum
Iructo aproveilavel.
Felizmente porm de vez em quando vo eo-
K S! I9 J-" o'fflcoWade.. invenciveis
J??fT,,l0,-ortu,,ll0,: Wiirneadaa alavanca
. .ge"C,a '!' Perfurando, quando menos se
Kl'.0 r*'0 do P""aa"o. e delle faz brotar o
SuTi?.?"" 6M* .9e" 1"0 doflnhaaa mingo.
delle, mas que entao ae tradz, se revel em
obras que asaentam as bases do monumento hT-
leratio e historien da Ierra da Santal
Deatea borneas, j cout.m aa pTovtnoias'atoone
umVl,m.T8' aUe Da P3er7mos enumer"
um um, mas qoe mencionaremos alguos entre
nos oome.ode o. Sra Df. Muniz lavare, w
le FewnndeaGaom eommendador Antonio Xas
quwn de Mello; e o. provincia do Ga^.VoaI
amigo o Sr. Dr. Theoerge. o Sr. JoTBrigtoooos
Santoa. e agora* Sr Br. Pompeo cor. e, !,
nteress.nus.ima produccao. para qa.l deveria
ter empreg.de esfume eabrebum.no!. por aS
dize-lo, tendo sem duvida momentos penoso, de
desawmo em que as d.ffl.uldades m.titi^wa!^
tZIcZ^. ""*' ^.d' -!?
Mae anda um. ves a constancia den doenmen-
'ito flu oraitoo qa,od>r inorar, el.d^.
do Aislun. oo. do vacio constanteVlSo-
jioso oa seia daa letrn-. "^
dn'e? a0'M*"W do Se. I*. *ampo, ;iain aW.ri paiojMria
-7. A.hant-aa aasigDadas triat. diae para o re-
CHR0N1CI JUDItURIA.
SESSAO EM 21 DE oWubrdE1861.
rRBSIDBHCU DO EXM. SR. C0BSELHE1R0 ERHELINO
f DELEO.
. 1.qs davmanha. achando-se presen-
tos osSrs. desembargadores CaetanoSantiago,
^i:,?'"!*0'1 S2"S Perelli. Uc,'o cavSi-
canti, fallaodo os Srs. deaembargaderea Louren-
co SaolMsn, Assis, Roch.B.tos. e Guerra, pro-
curador da corda, foi aberta a sesso. P
Vassados os feitos e entregues os distribu-
aos, procedeu-se aos seguintes
JULGAUENTOS.
, RECURSO DE QDALlPICACO.
iiecorrente, Feliciano Joaquim "doa Santos re-
corrido, o corrselho.
Relator oSr. desembargador Silveira.
Giitrnuu 8 S"' de,emar8adores Costa Motta,
Deu-se provsent.
APPELUC.ES CRIBES.
Cunha! e' UZ 'PP8118*10. ,0a0 Jo da
A novo jury.
daAS>iW.'.anle' JUl: aPPellad0. Manoel Dias
A' novo jury.
do.^ojuSlo!'8' J, d* Barr0' Mont*iro; PPO^
Improcedente.
uffiSS Mo *"*"***>; PPel-
A novo jnry.
Appellaoto, o juizo
crana*.
A novo jury.
Appellante, Mano.l
appellado, o juizo.
A* novo jury.
; appellado, Ismael, es-
de Barroa Albaquerque ;
Appell.nte Antonio Rodrlgoes Pinheiro ;
pellado, o jumo.
ep-
Annu
ou-.e o processo.
dos sant6' *?" 'Wo"*. Vicente Dias
A' novo jay.
. ., APPEIXACOBS CITETS.
Apoellaote. Lu. Jos da Silva
RozendoAlves da Silva.
Confirmada
appelisdo,
a sentones.
DiLisdiserAs cribes.
iusttea TBVr,onr--de8embargaa0r ^omototda
jusiica, as appeliaces crimes-:
Al^P?e,aenirto.Pr0,B,,i0r "T*1**' Ao,',nte
. SBSIGlUCnO DB DIA.
.ppeieTnmeT" U'gaaMmt **<**"
TaAv-Xa'd.D,peonaePr0l0r' 'VfMU' f"*d!0
meVdsH.I: jui, '' ppelUdo- Go-
^oAppeltan*e; o juixo ; appellado, Manoel Theo-
tosVd'cnato, U">; PP#ll,dt' G'H'herme
eKSSS*' jak0 ; ?"o*. ft'iilfeoAl-
todA.,SSf.-W ,0t d S*Ao : -PPol-'
dfen'gf1*^ ** a,0B, *
Annatt.
ronira.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO ORDINARIA AOS 30 DE SETEMBRO
DE 1861
Praaidencio do Sr. Cetario de Mello.
Preseote. o. Sra. Barata, Kego, Maia Henri-
ques da Silva, Seve e Mello, abre-seso e lida
e approvada a acta da antecedente.
Foi lido o segufnto
EXPEDIENTE.
Um offlcio dn Exm. Sr. presidente da provin-
cia respondendo ao que a cmara em 21 de se-
lembro ultimo Ihe dirigi, relativamente a pro-
posta toita por Jos Augusto de Araujo para a
laclara de doo tercos que faltam da estrada do
matadouro publico da Cabanga, declara S. Exc.
queoppondo-se a semelhanle proposta oque
dispoe o 6. do art. 2. da lei provincial n. 5lrJ
de i de juoho deste anno, nio pode o referido
Jos Augusto de Araujo ser attendido em sua
pretencao, salvo se quizer sugeitar-se a diaposi-
co da citada lei. Posto em discassio. a cmara
oeiiberouque fosse ouvido a reapeito o dito Jos
Augusto de Araujo, o qual achando-se preseote
declarou por peii(o que se conformava com a
disposicao do meocionadog 6., e a ella se sugei-
tava; pelo que entendeu a mesma cmara effec-
tuar o contrato, dando parte desta resotoco ao
Exro. presdeme da provincia, mandou officiarao
engeoheiro cordeador e ao procurador, e deter-
miOOU onn so firpaw a tarmit (do contrato.
-"r""".""."esaio, approvando a anematacio
que fez Jos Lucio Los do imposto de 40 rs. por
pe de coqueuo, e prazo de tres annos.Que se
communicasse ao procurador, e se levasse o ter-
mo de contrato.
Outro do mesmo, sutorisando a cmara a ar-
nTa.r !r ada,in'l"5ao o imposto de quiohen-
.? ; P0S Cabe5a de odoQue ae offlciasse
au procurador, ao administrador do matadouro
paDiico, e aoa Aseses das freguezias de fra
Outro do Dr. chefe de polica communicando
nHh ,Pea.d0-!rdein a0 sul"lelegado da fre-
fl, ""beca para nao pdr obstculos
VLmZI fe-la da1u*" freguezia, alomaras
precisas providencias para que nio baja o mesmo
disturbio, e seja mantida a ordem publica.In-
Outro do aubdelegado da freguezia de Santo
Antonio, Manoel Ferreira Antones Villa-a. com-
municando haver reassumido 00 dia 25 do cor-
rente o respectivo cargo.Inteirada.
uulro do engenheiro cordeador, informando
a JE a reaaertroento de Francisco Botelho de
Andr.de, que pede ao Exm. presidente da pro-
vincia permisso de (arer urna doka 00 seu ter-
reno da roa do Brom, declara o mesmo enge-
nheiro nao achar inconveniente na pretencao do
supplicante, urna vez que a ponte seja feita com
mnr.T,aKa M,,doIrPe9t0 em discusso. aca-
mara del.berou que de noo toformasse o mesmo
engenheiro, visto que nao declarou poder o dito
Botelho de Aodrade fazer a mencionada ponte
pela maoeira indicad, na planta que ao mesmo
requenmento acoropanhou.
Outro do fiscal da Bon-Vjata, communicando
achareni-se arrematadas as pontos denomina-
das do Maduro e do Rosannho, precisando por
Isso de aerem reparadasQue o eDgeoheito or-
Csse os concertos a fazer.
Oairo do iiscai dea Aog.doe, informando o re-
quenmento em que Joaquim Jos dos Santos
pede liceoga para cercar de taboa o seu ter-
reno na ra de Motocolomb.Maodou-se dar
cordeacao.
Eima pelicao de Francisco Botelho de Andra-
de. offerecendo-se a fazer ce dou. terco, que fal-
tara da estrada do matadouro publico com o aba-
titoento de 1:^22 rs. sobre a proposla feii.
por Jos Augnaio de Araujo, sojeit.ndo-se o pe-
ticionario a disooBicao do 6. do art. 2. da lei
provincial n. 516 d 18 da junho ultimoPosto
OBI
HICBITA.. ....
S.Ido em 28 de tevereiro prxi-
mo paseado................*......
Exercicio de 1860 i -1861.
Imposto de eordiaces e cencas
122 a 186.................Z,
dem sobre logo de aitificw 44 a
52.................................
Imposto de estabelecimelos da fre-
guezta do Rtcife 50 a 262........
dem id.m idem de Santo Antonio
xy a oSfco..^.......................
dem idem dem de S. Jos 8 a 86..
dem dem idem da Boa-vuta 22 a
1 Oaf a apar i a> *
dem idea idem do-Poce 1 e-M...
dem idem idea do. Afog.dos 1*9
dem de 40 ris por p de coqueiro
seo ....... 4.....................
Mullas pelo fiscal do Bnaife 34 I 30
dem idem idem de Santo Anto-
nio 5.............................
dem idem idem de S. Jos 11 a 18
dem idem idem da Boa-Vin 4. 41
dem idem Jpela secretaria de po-
lica 19 a 25......................
dem pela delegada 11 a 12........
dem pelo cdigo I..........M....
Rendimento dos predios da pr.es
da Independencia 14 a 27........
dem doa da ribeira de S. Jos 25
. 29..............................
dem dos da ribeira da Boa-vista
10 a 11..........................
Deposito. 809 ......................
Cimiterio publico 6.................-
Exercicio de 1839 a 1860.
Imposto de eslabelecimenloa da
freguezia de Santo Antonio 514
589...............................
dem idem idem da S."Jos 203.7.7
dem idem idem da Boa-vUta 238..
dem iidem idem do. Afogado. 19
..............................
Multa pelo regulameoto da .25 de
agosto de 1851 595 a 614........
Exercicio de 1858 a 1859,
Imposto deesUbelccimentoeda fre-
guezis de Sanio Antonio 623
a 68.............................
dem idem idem da Boa-vista -232.
dem doa Afogados23..............
Multas pelo reculamiento do 26 da
agosto de 1851 564 a 571......
Exercicio de 1857 a 1858.
Imposto de eatabelecimento da ra-
guezia de Santo Antonio 627....
dem idem idem da Boa-vista 114.
Multa pelo regularoento de 26 de
agosto de 1851 438 a 439........
Exercicio de 1856 a 1857.
Imposto d'estabelecimentos da fre-
guezia de Santo Antonio 624.....
Multa, pelo regulameoto de 26 da
agosto de 1851 326...............
Exercicio de 1855 a 1856.
Imposto d'estabelecimentos da fre-
guezii de Santo Antonio 634....
Multa, pelo regalamenlo de 26 de
agosto de 1851 de 403...........
Exercicio de 1854 a 1855.
Imposto d'estabelecimentos da fre-
guezia de Santo Antonio 659....
Multa pelo regulamento de 26 de
agosto de 1851 478..............
Exercicio de 1853 4 1854.
Imposto de eslabelecimenloa da fre-
guezia de Santo Antonio 650 a 651
Mullas pelo regulamento de 26 de
agosto de 1851 873 s 874........
Exercicio de 1851 a 1852.
Imposto de estabelecimeoto. da fre-
guezia de Santo Antonio 684.....
Mulla, polo ronulsmento de 26 da
agosto de 11851 570...............
4471470
rmm 4
899000
5|0OO
704163
3I|500
48*000
4SO0O
4|000
1209000
2O9OOO
49OOO
16|000
89000
44OOO
84000
49000
89090
16*000
49O&O
M
14:721*443
2.2809971
Dficit em 31 de margo de 1861
D .. DESPEZAS.
toih. dos ordenados do mez de i.-
neiro 11 12......... '
Jury e eleices 11 14...'.'.".".'.7.'.'.*
umpeza das ras da cidade 55 a 58..
Matadouro publico 15.....
Eveoiuaea 39 a 40....
Desapropriacoes 1..................
Extrsordiaarta (autorisada pei's*-
verno] 1............. m^
Cimiterio publico 6.7.7.7.7.7.'.7.7.7.
14:794*443
Recife, 7 de m.io de 1861.
tmara municipal dolRecife 7 de mato de 1861.
-O procurador, Jorge Yictor Ferreira Lope$7
156*390
875*090
241*990
2:WXa*000
Balancete da receta
-Jaf>*n, o Sr. Barata, pedindo a paiavra
susteniou que o contrato ji esta feito com Jos
Augusto de Araajo que tambem havia-se suiei-
tado a eradlc9o do citado g6., pelo que entenda
nal 8nr ^tm*0'* BM-Ih* Aodrade.
Z2S ,v Mel,o. ^''lo pe. bmmh maneira per
qoe f.llou o Sr. Barata, decUrou maia que. quan-
do o primeiro terco da estrada, de que se tr.ta
esteva em pr.ci, o peticionario, Botelho de Ao-
rt^J' 0Usm A"Jo. tendo por fim cedido
. aISSiSl&k CT> qual flcou ele Pela quan-
11a de 5!239|4n ri, e que nio se tratando ho-
ja de arrematado, pareca-lho nio ter lugar ac-
ce.tar a cmara o offerecimento feito, tanto mais
que j se aeha effectuado o contrato
Terminada a dtscussio e posta a votos a mate-
ria, passou no sentido de ni. ter ler lugar o que
reqoereu Botelho de Aodrade. e assim fe desna-
choo a sua pelicao. wa-
r^hh*80 "eu"8e de 8usPeito oeata queslio.
mente: '^t01M0 ""o 1"ri-
anSTSaSi,1^11!*^ ". MtflDCi de terrenos aiaga-
mos desta cidade. e devedo
'*gg**'?W*f .pprdttdn, foid Bnp^4[a^"edB?ffi2.^,,
!^^^^*y^^^.!!?^^ i SerttfW,,..,!. datado de 10do cotten^ eaViCSt JUa?'' ,PP'"td* MarU Tnati'
SK8tt^^ -PPO1..I0. mmS
quanto antea, demar-
54-^mtBi*Las
mJ iclpaj eraesslo de 30 de
{"oro da 1861.-6 rereador -Gostavo Jo. di
< CesSTlaTMrlo Jla^c
ralete, Calo-
edesieza a
mapa nimiicipal de Rticife, 19
de abril de 1861.
KCE1TA.
,-.. Exercicio de 1860 a 1861.
imposto de mscales e booteime X
dem de aferico de pesos e Ban-
didas 2.........
dem de medida, de farinha '
dem da cordi.Ce. e Uceaca. 136
**
dem de 500 rs. por cabeca deudo
accum2...... ~
dem sobre logo de artificio 53 55
dem de estobelecimeaio. da re-
guesia da Becife263 27*t. .
329a339'deal "* S*aU> **'**"
dem idem idem de S. Jos 87. '. '.
dem idem idem da Boa-Vate 190
191-..,.,
dem idem idem dos Afog.'do. 10
dem de 40 r. por p de coqueirnO
Mulls inpostai pelo fiscal do Reci-
to 31 a 65........
dem dem idem de Santo Antonio
dem idem idem de *S. Jos 19 ail
dem idem idem da Boa-Vala 49
* ** *
dem dem ideui d Paco l 9 *
dem dem dem dos Alegada* i
dem idem idem da V.riaa la*. '.
dem dem idem de Ja boa tao 1. ,
dem dem idem d. secretaria de
polica 26 29u ...
nem dem idea ubdelenaota da
Santo Antonio 34 a 35. .
dem idem idem dos A togados 1 i
dem pelo regulamento de 84 da
agoaio da 1851 1 a 22. .
Predio da ra da Flareosta. 2 .
dem d. ribeira de S. 4*ee 30 31
dem da ribeira da Boa- Vista 18.
Talho do. acaugue. oubca. IA. t
Exir.or4io.rta3 ;TT..
Depositlo....., '
Cemitaiio peblico.......'
uorctcio de iioO a 1990.
Imposto da estabelseimeotoe da fa
r" ^ S,to1 A** 490,. .
ana. pelo regulamento da Mata
agoatodni84i 615. ...
Exetcieio de 1868 a MBO
Imposta dn uUdadaWa. iS
om idnm Jos "
peto ri^ulaaisjj
gpaina>d801 57i^^r
P0*to_f
gue
lopito I
aSE
kXill ITiili Ariri


UflW*

I

?
'l*iSB|98a
Ita&ett-aMj 31 de mareo de 1881.
Itpedleote riapres&s 7 e .
Iwjt'e elfe6esl5 s i. .
Cintel ertainie* 4 e 3. .
Liaaacces das ras 5 a 64. .
Miiadooro *ab1ico 1S a 19.
Eveateaes 42 5.....]
Cemttefi publico 7.....
Ssldo en 3*de abril de 1861.
% '
Tm*i
1*S40
690&080
7035)860
1:609*476
Befe

ia algttma capaz dfeprereriirimetO^'HJor OHrtt*^ftlii#l
felizmente o Sr. itnpanrral n*> di.' fc ^llKK
pune os crimei e nSo os proceia etc.,
teqntt que>se, sjsstttHfcbjW derla ao
iff. Corraia Ltsncr, poique este waehor
teye a fortua da agrada? a nquelle es^
!!222 c"Ptor' aqum ningum agrada, mais
g^^pwi^fc^g* p*nc
s crimes, tantff iaa hawwdo^eo-
sno nao ka, naqtjfftt povoa^to fcwca
polseial dastacada^ara de protapto ac-
qudir aos conflirtoavqiae sempre se dio,
e n5o deutar chegar as maos os desor-
deiros, que soem bavar em todo os po*
Toados.
Vinagre -
Vidbee--------
ddB-Uilioi
rs. por Srrbl
di
1MI9f771
4:7919514
16:138*285
** municipal do Recite, 7 de msio de 1861.
O* procurador, Jorge Vletor Ferreira Lotes.
C0NDUO0 FRQYMCI&L.
Relacia 4s aessaas colleclaiias na
fregaezia de S.Frci Pedro (to$al-
ves para imposta de 20 tor cento
sobre o consumo d'aguardeute, no
aano iimeeiro vigente de 1861
1862, pelo lancador J. P. de Jess
lata.
_ R da Cruz.
N. 28Aodre Barbes* Sosres, 640
cnidas, importancia............... 6*9000
dem 32Manoel Antonio da Craha,
640 canales, importancia........... 618000
dem 31JosGoncalves de Azevelo,
800 caodas, importancia........... 809001
dem 36Antonio Lopes Braga. 960
caftWas, Importancia............... 961000
dem 31Luiz Francisco de Andrade,
fisOearvits, importancia.......... 048000
Ros do Trapiche.
I*. 2-JVievn Rsymando & C 320
caadas, importancia........... 32iO00
Idem2--Joio Comea Jardira, 240
t^0** *tt* J porta at............... 248000
dem 28^-Maooel Aotopio Piee&C,
320cand*s, trerjortncia.......... 9ft000
dem 30los Fernandos Rigueira,
400 caadas, importancia........;. 40*000
Lsrga- de C->rpo Santo.
Pi. 6Pal metra & Beltrlo, 500 cana-
das, tmporlaBeij..................... 50&000
Ra do Vigario.
N. 14JoSo Simoes de Almeida, 488
caadas, importancia............... 48j)000
dem 13Manoel Jos de Aguiar, 800
casadas importancia................ 909000
Ra do Encantamento.
N. t3Manoer Jos da Silva Olireira,
480 caadas, importancia........... 488000
Rea da Cacimba.
N. 9Jeflo Jos da Cunta Leges, 400
caadas, importancia............... 4OJ000
Bu do Cordoulz.
N. 2 Joaquim Fnncisco do Alem,
500caadas, importancia....;...... "oOJOOO
dem 4Luis la f itiho Tarares, 400
cansas, importancia-............... 40&000
dem 6Fraociscp Pires,. 320 caadas,
nrpottaaci a......................... 32J000
dem 8Arerado & Sampaio640ca-
adas, MMrttaeta..4.<........... 619000
dem 12Joaquim Brbuza de Suua,
320canadas, importancia........... 32*000
dem lSantos Estima &C, 480 ca-
adas, importancia................. 48S000
dem 7Simio Joo Aires de Gar-
satho, 560 caadas importancia.... 56*000
* Tra?esa da Madre de Deas.
N. 2Joaqoim Vieira d Barcos, 480
caadas, importancia......'.......V. 48J000
Ra do Amonto.
N. 17Yiuva Couto & C, 400 caa-
das, importancia.................... 408000
dem .36Vinra Carralbo, 600 cana-
das, importancia..............,..... 609000
Ra da Iloeda.
N, 29Jos Antonio dos Sontos Fob-
les, 500 caadas, importancia...... 509000
Ra da Lingoia.
N. 2Jos Carduzo de S, 800 caa-
das, importancia.................... 80000
dem 4Jos Miguel dos Santos, 600
caadas, importancia............... 60#000
dem 12Joaquim Soares da Re ha,
300 caadas, importancia........... 30*000
dem 14Joaquim Fernandos da Cos-
ta, 300 caadas' importancia....... 30*000
dem 1Duarle Antonio Serpa, 800
caadas, importaucia.............. 80JO0O
dem 3Antonio Jos Alve da Fon-
seca, 500 caadas, importancia..... 502000
dem 5Jos Dias Brando, 500 cana-
das, importancia,.................. 50*000
Ra da Sen zalla Velha.
N. 50Joaquim Connives Delirio,
600 cana las, imporlancia........... 60*000
dem 102-Manoel da 3ita Lopes,
900 caadas, importancia.......... 90*000
dem 101Jos Antonio da Cosa Gul<
maraes, 750 caadas, imporlaocia.. 759000
r Trarossa do Campello.
N. 4Luiz Rioeiro Trovo, 500 ca-
adas, importaucia................. 50*000
TraTessa da Sentalta Velha.
N. 6Francisco Aires. Mouteiro J-
nior, 800 caadas, imporlancia___. 80*000
t n Becco Largo.
N. 2Joao Ferreira da Soiiza, 600
caadas, imporlancia............... 6OS000
dem 6Jos Francisco da SiUa Se-
raflm, 480 caadas, importancia,.. 48J000
^ Rua da Senzaita Nova..
N. 22Bernardino Jos da Silra Bra-
ga, 480 caadas, imporlaocia....... 489000
dem 16Antonio Pereira de Olivei-
ra Maia, 720 esoadas, importancia. 72^000
dem 9Jos Joaqoim da Rocha Vian-
na, 800 caadas, imporlancia....... 8O9OOO
dem 39Jos Ferreira Alves, 400
caada, importancia........... 40*000
. Boa da Guia.
N. 9Joao Francisco de Sousa, 400
caadas, Imoortaocia............... 4O9OOO
dem 59Simio Jos Alves de Car-
valho, 800 caadas, importancia... 80*000
dem 42Joo Maaoel Ales de Aze-
*do, 650 caadas, imporlaocia... 65*000
Travessa do Aotigo Porto.
B. 4Antonio Joataian dos Maia, 640
caadas, importancia............. 64*000
Raado Apollo.
N. 39Beolo de Frailas Guimaraes,
800-catadas, importancia.......... 80*000
4 do PitUr.
IS. 5oJoaquim Antonio Rodrigues
Sobtioho, 320 canillas, importancia. 321000
dem 66Francisco Ble,320 caadas,
importancia......................... 32*000
ideat 84Joaquim Jos da Silva San-
toa, 400 caadas, importancia...... 40*000
dem 88Joaquim da Silva Barbosa,
320 caadas, impottaacia........... 329000
dem 90Pedro Aatooio Silveira, 56Q
canasi, imporUoci......."........ 56*000
dem 92Domingos da Rosa, 640 ca-
adas, importancia................. 649000
dem 89Batita Antonio Conliaho,
720 caadas, importancia.......... 729000
dem It5Bnardo Mayor, 320 cana -
das, importancia......,............. 829000
Idm43l>-g4a*J6onSalrta Batirte,
J,'J^o0B-^14*l,w,4...... 1*09900
IdeoKl43O meamo, 1.106 eaaa4aa,
importancia................,,....... IIO9OOO
r m -x u Larg0 mn*
K. 15i-JosAB9roarj de Souta, 560
^caadas, importancia...........;... 56*000
dem 21O meamo,, 00 cacadas,
Htpertancia......................... 80*000
Idem4r^M.rccllolia*citootHle<)l- ^^
reir, 480 caoa N.3^-Joo aJwSteci' Vivas
320 caadas, importancia........... 321000
dem 47-Joaqa* d alia Gatea- ^^
raes, 600 Caadas, i oporta ocia.... 60*000
ontinnor-sa-aa.)
SE9S
O veidadeiyo mparcial.
COMllBUCiO,
aammafsmm
Pab*ici?es a pettido.
Ao>Sr. Wpai-ciol B^eWkt
Nn a poHcia4e Bebenbe, era po"
No*o Banco de^Peraambiico,
O banco paga o 7' diridendo de 2&
por acc8o, relativo ao semestre findo
em 31 de agosto prximo passado. %
A directoria da caira filial tero deliberado
marcar o prazo da 30 dias ara o recelhimeoto
das sdalas de 20*000, findo os qcass estarao
sejeiUs ao descont moaasC-prograesitode 100/0
de cooformidade com o secreto o. 2664 de 10'de
outubro de 1860. Recite 10 do octubre da 1801.
O secretario interino, Luu de Moraes Gomes Fer-
reira.
con te
carrada

a
a,lfandsKa.
tondimonto do da 1 a 11. .
Ideas 4o di 12. ...... ,
Abasos
Agua rdeate de cana. '.
'Ideas resillada o do reino.
Memeaiaca.....
dem genebra..... ,
dem alcool ou espirito de
agurdente...... ,
Algodao em cartb .... arroba
Idr em rama ou enII.
Arroz com casca .... >
dem descascado ou pitado. .
Assueaf Mascavado .
dem branco .
dem refinado. .
Azeite de amendoim
dobim. L
dem de edeo .
dem de mamona
250791*738
16 7084701
27:60O*439
Huvlmento da alfandega.
Volamos antradoscomtasaadaa..
1 oa gneros.. -r-
Volanres sabidos
c
c>m (aiandM..
Coas reneros..
3
83
------430
Oaecarrefasa boje 14 do outubro
Lugre portoguer4a\ib4sal
Brigue americanoF. Curhingcarvio.
Escuna francezaRoy 1idera.
Brigue hanoverisnofapitercarne de chasque.
Importases*.
Hiate nacional Sonta Rita, Tfndo do Ass,
consignado a Martins 4 IrmSos, manifestou o se-
gutnto:
1 carrinho eseus accessorios em diversos toRj-
mes, 200 alqueires de sal e 200 molhos do palha
de carnauba ; a ordena.
Exportarlo
Do dia 10 da outubro.
Barca ingiera Co-Kmay pira Liverpool, carre-
garam:
Southall Mellors & C, 110 saceos com 585 ar-
robas de algodo.
Polaca bespanhola /4io, para Barcelona, car-
regaram :
.A2.n"ga Hii C, 564 eouros salgados com
17,498 libras.
Dia 11.
Escuna ingleza Princm Royol, para o Carral,
carregaram :
James Ryder 4 C, 800 saceos com 4,000 arro-
bas de assucar.
Barca ingleza Colima,
garam :
Sauoders Brothers 4 C, 1,250 couros
cora 36,371 libras.
Polaca hespanhoia India, para Barcelona, car-
regaram :
aJ&E&. H'i0 c-' MW cooros salgados com
29.789 libras.
Brign portuguez Jeampooo, para Lisboa, car-
regou:
Jos alaria da Costa Pinto, 137 eouros salgados
com 4,023 libras.
Reoeaedoria de rendas internas
geraes Ve Pernambuco
Baodimento do dia 1 a 11. 11761*705
dem do dia 12. ....".; 1;2*76|4
para Liverpool, carre-
salgados
Consulado
Reudimento do dia 1 a
dem do dia 12 .
12:999*3*9
provincial. .
11. 20:563*773
506j071
i
21.069*844
PRAA DO RECIPE
IS DE OUTUBRO DB 1861.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Sbccu-sr sobre Londres a 25
1/4. 25 3/8, 25 1/2 e cerca de
& 10,000 a 26 1/2 d. por 1*000;
375 a 380 rs. por franeo, e de
lfO a 112 por cento de premio
sobre Portugal ; regulando por
& 60,000 os saques da semana.
lo Entraran 415 saeeis, iaclnzive
176 procedentes do Rio Grande
do Norte; de-segunda at qutr-
ta eire vendej-sa a 9*600 o
auperior, 9*100 rs. o regu-
lar, e a 8*400 o de segunda
BOTte; depois do que os com-
pradores arrefeceram, e qui-
zeram pagar por menos 400 e
300 rs. por arroba, mas nao a-
charam vendas, e apenas consta
86 etTe.ctn.ou urna pequea venda
a preco occuilo.
r----------O brando vendea-se de 2*800
a 8**00 ra., por arroba, o d-
menos de 2*400 a 2*500 ra.,
mascavado purgado de 3*980 a
2*100 :m. por arroba, e bruta
do 1*850 a 19900 rs. por arroba.
i Veadeu-se a 608000 rs. a pipa.
Os seceos sallados sendera si-
se de 170 a 175 rs. a libra.
Arroz------------O pilado da India vendeu-se a
2*600 rs., e o 4o Maranho de
2*800 a 3*000 rs. por arroba.
le-------Vendeu-se a 3* rs. por galSo
do de Lisboa, e 2ft700 rs. o do
Estrello.
Bacalhio--------Em atacado vendeu-se a 11*500
rs. por barrica, e de' 12*000 a
12S5O0re.arBtalko, ficanOo em
,- ser 4.500 qulntaes.
Batatas----------Teoderam-30 de 800 a 1*200 rs.
C arroba.
ideu-se a 4*400 rs. por. bar-
riquioha.
Caf- Tendu-se de <*000 a 79OOO
rs. par arrota.
dem de 29200 a 29500liM-
por libra. ^
Carne sicca-------A do 41io Grande venden-sa
de 2*200 a 3*690 ra. por arro-
ba, e a da Rio da Prata de 2*
a 294OO rs. por arroba; fleando
em ser 83,51(0 arrobas dapri-
moira, o 11.50 da segunda.
Cerveja Venden-se de 3*500 a BJOOra.
D ,. dua-de-garraas.
Fannhajdetngo-Eotrou nesta semana un car-
regamento da ifOV bcrrieaTd
I Triaate. Retalhoa-aa a.9Mn.
por barrica de Richmoad, 171
".SOS0 de Ph'lph>*
18*000 rs, a de Baltimore,.a
279000 rs. a de Trieste, flean-
do em apr 7t barricas da pri-
j^,rWW)Mmd. 1000
da lercjra, o 5,600 da ulti-
Folha deFUndte^rjdr-, de 909000 ;22| ri.
Genebra IMsljij 1. t- Uiin, o 51
Irs^fraacjacira,: T
L;Ooca------------AjBgfaa Peinarla vendea-se
de 900 a 320 rs^ pot cento da
premio aobra a factura,
Maottiga--------A francez* vendeu-ae de 520 a
oie-o de ttonaca. tedu^e a ,11450 ts,
lio.
Ch~
i -1-" "
flecad a I
o
rs. por irrobel
rOjJ4mAt'>en9i(,.,o
IlOj a ltOffs. a pipa:
ASW eodeu-a de 200*
v dita. "
veis ---------Asflo composljio ren'deram-e
nA*,w ,Wra.* tiara.
ue-sccnio-- o-recate de lettras fgulou de
a li por cento ao anno, des-
000140(10 a calza cerca de 200
contos de res
Para o Canal censerva-se
SO a 60nominal.
Pretes
de
ALFANOEGA DE PERNAMBUCO. -
Patata dos presta dot gmtrot njeiUu i dirtitot.
4*exportaste. Samena 4* lia 19 do mex de
ontubro de 1861.
Mercadorias. Unidades. Valores.
1*500
850
2J400
. .
...
ou mon-
. .


a
caada
arroba
29000
1*92(1
18440
1*200
Batatas alimenticias .
Bolacha ordinaria propria para
etdharque. ......
demflna........
Cafbom ....:; ,
dem escolha ou restolho > SJOOO
&\"rado......lib" **>
Caibros
Cal.
dem branca
......um
....... arroba
------ f e >
Carne secca charque. ...
Carvo vegetal. \ ,
Cera de camauba em bruto. libra
dem dem em velas. ;
Charuto. -.....cento
Cocos seceos. ......
Couros de boi. salgadoa .
dem seceos espichados.
dem verdes >
dem de cabra cortidoa .
dem de onca. .
Doces seceos' ....
dem em geleia|ou amasa
dem em calda. .....
Espanadores grandes. .
dem pequeos.....
Esleirs para forre ou estiva de
aT......: .
Eatounaiacionai ....
Farnna de mandioca. .
rdenr de ararnta ;~.77
Feijao de qualquer qualidade.
Frechaes. .
Furao iean fa|h borai. .
Ideai ordinario ou restolho.
dem em rtife bom .
dem ordinal o restolho. .
Gomma........
Ipecacuanha (ralzj
Lenha em achaa ,
Toroe.: 4 .
Lnisas e tsteios.
M*l u melado. .
Inlho .....
Pao brasil .
Pedras de amolar ,
dem de filtrar .
dem rebolo .a.
Pissava.....
Ponas ou chifres de vaccas e
novilhos.......cent0
Pranchoes de amarello de
dous custados.

(

. .
e.
libra

a
am

Itera
M
>
ceato
arroba
Iqueire
arroba
sjs>
um
>
>
>

arroba
i
cenlo
caada
arroba.
quintal
urna

a
molhos
360
160
320
3S5O0
1S00
240
400
2*500
48000
170
220
1O0
300
119000
1*000
500
500
49OOO
299OO
M*BOB
1500
-49OOO
18500
59c 00
2190*0
79DOP
139500
5S500
2*800
258000
29Q0O
11*060
508090
240
1*000
10*040
4
180f
200
5*000
16*000
. orna I60
> 89000
. libra 100
dem louro. ". '. '.
Sabo. .......
Salsa pattilha *
Sebo em rama. ,. .
Sola ou vaqueta .
l'aboas de amarello '. '.
dem dlrersas ., -. .
Tapioca.......
Travs........
Unhas de boi .
Vinagre......
Alfandega de Pernambuco 12 de outubro de 1861
O primeiro cooferente. Haooel Peregrino da
Silva. 0 segundo cooferente, Benjamn Peres de
Albuquerque;
Ap^rovo. Alfandega de Pernambuco 12 de outu-
bro de 2861.Barros.
Conforme o 3. escriplurario. Joao Jos Pe-
eira de Faria.
arroba 25fl000
59500
urna 28600
duziaa 104*500 70*000
arroba 3*200
urna 8*000
ceato 8320
caada *280
Hoy intentodo porto.
Navio entrado no dia 12.
Rio de Janeiro18 dias galera ingiera Hermione,
de 588 toneladas, capito John Tovill, equipa-
gen 14, en lastro; orden.
Neo houveram sahidas.
a. so
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P9
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metrida.
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Franewr.
Ihoei.
vento 1E fresco e acsim ama
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2 3 3-8
A noilc cora."
nheceu. "* *
_ OSClLAClO _
Preamsr se 9 h. 30" a manhaa, altura Sin
B.lia-mar as 3 h. 44' da UM. altura 18 p.
SSTfii! ^a,M?'1 *i,,oh**> -
Kadb a qoaot^Slpr
jo exilie ho.oclieglo
affiar o presente e
Per^
DA HAR.
Edita
ROKANO BISrPLE,
Io lente.
Illm. Sr. inspector di
e*
-a thesouraria pro-
vincial em viFtuOede resolocao, da junU daa-
zenda, manda fazer publico, que no dia 24 do
corrate, parante a referida junta, vti oovamen-
le a erees par* ser arrematado ahueco por ma-
oos-rtrcforneelmonlo das fazeodas 00100108
abano declarados. ^
300 vataa de paaoc de linho.
200 toalhas de rosto e da baaho.
20O (rochas.
,10 duziaa de lencos brancoa.
9 ditas da guardao*os.
100 cobertores de algodo.
Jjprlo<4tloa tra*etso) orsadas de lenca vi-
1 moioho de caf.
i balance para pesar a caras a o pac.
24 bacas da falha riolada par* Uver resto.
Moraioa de (olha par* larleha. .,
4 banso* d* 4 ou 5 tacas da eomptlasenlo.
puifcaVlsn;as^,,8',,aou, +w pm^
Secretaria da ihaaouliria profiaclal da
aastbucfllade iiu^eaCe.tai.
O icoreterie
A. Ferreira o'Aonanclacio.
0 Illa. Sr. iaipeclor da .Ihesooraria pro
laMS razr ptil
orre*te pereerfe a me
spracpaf^serrn
E sera constar se mandn
publicar pelo nUxfi.
1 Setcr!?r!J!i1d* "neteararia r-rovinclat1,de
nambuci, K'do outubro de T81.
O ecttirio.
?A. Ferrelre d*Aniubctac|o.
Oc.pillo Eduardo Fredrico Banks, 7a>lleiro
da imperial ordam da Rosa, luiz de'psz do 2.
anno da freguezia de S. Jos do Rdcife. em
exerciclo no 1.' anno, em virtode da lei. elo
Kaco saber aossenhore eleilores desta fregue-
sa, r. Innocencio Seraphico de Assis Carvalh.
HanoeI Camello Pesaos, Or. Bgidlo Henriques da
Silva, Francisco Antonio dasXhagas. Praoclsoo
Antonio Pereira de Brito. Francisco de Paula Sil-
va Uns, Antonio Ferreira de Lima e Mello, Cus-
todio ManoalTheod'oro. Tlbuccio Valeriano Bap-
tista, JoSo Joaquim de Figueiredo, Francisco Pe-
reira de Barros e Silva. Caeteno Moreira Pontea,
Cleto da Costa Campello. Maooel Joaquim Bap-
tlsta. Norberto Huniz Telxelra Gnimaraes. Fran-
cisco Joequim de SOdza Viegas, Emilio America-
no do Reg Cazamb, Jos Francisco d Souza
Lima. JoSo Tarares da CrirzFaoseca. Jos Fran-
cisco de Menezes Aojerim, loddsto Francisco das
Chagas Can abarro, stlnoel Antonio de Alcntara,
Meuuel Joaquim 4o Souza Vasnaa, Fraoclssc Fer-
reira dos Santos, Joao das Virgeos 01U, Jos
Antonio de Mello, Joao Antonio de Mallo, Mj-
xlmiano Francisco das Neves, Jos Anselmo Gon-
^adaOlieire,la>n*el Jos de Jeeus Americo,
Banto Alves Rodrigwaa. Tupioamo RuOao An-
tonio de Moli, e Antonio Soares de Carvalho,
que no di* 24 de oovembro do corrate anno de-
vem comparecer na matriz do Santissima Sacra-
mento da freguexia oe Santo, Antonio 9 horas
do dia, anm da elegerem o mam tiros da es-
sembla legislativa provincial, as quaes tem de
fonecioaar noaaaaosde 1862 e 1863 conforme
ludo se achs determinado por lei e rdeas traos-
mittidas a este juizo pela cmara municipal, b-|
as penas da metra a lei.
{ fegU*i* de S. Jos doltecHa $ le Oetubro de
1861.Eu JOs Gangalves de S, escrivo o es-
crfevlEdUrdo Fredrico Banks.
De "ordem do Exm. Sr. director da tacul-
dade de oMroito se fat publico por esta ascretaria
que do da t5 at 24 do crrente estar aberla a
segunda matricula de encerramento, de confor-
miade com o artigo'65 dos estatutos, podendo
desde, j ser effectuado o pagamento da laxa 00.
logar competente.
Secretaria da faculdade de direito do Recite, II
de outubro de 1861.0 secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimentn da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 3 do correte manda
fazer publico, que no dia 24 deste mez, peraote
ajuara da mesma thesouraria, s ha de arrema-
tare qvm por menos fizer, a obra dos reparos
do empedranieoto da estrada da Victoria, no lu-
gar denominadoSoctorroavallada na impor-
tancia de 5:1759500 ri;
A arrematarlo ser feita na forma da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de maio de 1854, e Sob as
clausulas especiae* osito copiada*.
As pessqas que se propozerem a esta arrema-
tarlo comparece na sata das sessoes da referi-
da junta, 00 dia cima declarado, peto meio dia
e competentemente habilitadas.
E para constar ee mandou aflltar e publicar
pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 4 de outubro de 1861.
O secretario,
Aateoia Ferreira otAnnuBciagae.
Clausula esnetiaes pana, a rfamasocao.
1" Os reparos do ernpsdsarhenio doSocarro
serau exeCiKaosdo coaiomaiCada. cor 0 re-
menlo approvado pela directora em cooselho, e
8ubmetlido a approvacao do Exm. Sr presdeme
da provincia o* importancia de 5:175*500.
2* O arresaataaie der principios obra no pra-
Sb de olto dias ra concluir no do trez mezes,
eootados coo determina o artigo 31 do regula-
menlo das obres publicas.
3* A importancia da arrematarlo ser psg*
quando a obra for concluida e recebida.
4a Nenhuma reclsansco, lando por lira rece-
ber indemniseco, ser atteodioa qaalquer que
seja a oaluraia da aHegac.ao era que se funde.
5* Ea ludo o mals que nao vai especificado
as pceseotes clausulas seguir-se-ha o que dis-
pde a lei provincial n. 286,
Conforme. O secretario,
A. F, d'Annunciao.
A cmara municipal da cidsde do Recife faz
publico para conhecimeolo de aeus municipes
que recebeu do Exm. presidente da provincia o
offlcio abixo transcripto, ao qual acompanha a
relagao dos productos, quepodem ser aprsenla-
dos neste municipio, e espera que todos concor-
ram para que o convite do goveroo da provincia
prodosa o desejedo effeito, e est prompte a dar
todos os esclarec montos, e apresentar todo o au -
xitio, quo delta depender para que se realise tao
til eosaio, o qual ter lugar no dia 7 de novem-
bro prximo futuro, como faz certo o segundo
offlcio deS. Exc. de 13 do correte, tambem a-
baixo transcripto.
Paco da cmara municipal do Recife. em ses-
siro ordinaria de 16 de selembro de 1861.Luiz
Francisco de Barros Reg presidente, Francisco
Canuto da Boa-viagem ofcial maior servindo de
secretario.
4.a seclo. Pslacio do governo de Pernam-
buco, em 4 de setembro de 1861. Deveodo ter
lugar nesta cidade no dia 2 de dezembro vindou-
ro; no palacio do governo, urna exp'oaic.o dos
producios nsturaes e industriaos desta provincia,
e das que itie eao limitrophes, ou tt.e fleam mais
prximas; d confrmidade com as ordens im-
periaes, recommendo a cmara municipal do Re-
eife, qoe, tazando chegar esta noticia ao conhe-
cimenlo de todos os seus municipes, procure por
todos os meios no seu alcance anima-los do de-
sejo de concorrerem para a referida exposigio
com os productos, qoe all pdem figurar e se
achaco especifleados no cathalogo anoexo as ins-
truc;5es de que remette o incluso exemplar im-
pressn ; fizendo-lhes essa cmara ver as grandes
vantagens. que bao de resultar da referida expo-
sir;3o, nad s6 para a agricultura, mas tambem
para a industria do paiz, como um dos msis con-
venientes meios de animarlo para o desenvolv-
ment de tSo importantes tontee de riqueza ua-
cional, a que o governo presta a mals seria at-
tencSo, contando com o coucarso de todos os ci-
dedos, e especialmente das municipalidades nn
empeobo de preencherem por este modo um'dos
principaea Afls deeua iuslitoicio.Antonio Mar-
colino Nuoes Goagalves.
4.a scccSo.Placlo do governo de Pernambu-
co, eml$desattembtodal8.t._Declarando-me
o Jxra. Sr. ministro da agricultura, commercio
e obras publicas em aviso, expedido; em 19 de
agosto ultimo, apb n. 18, que a exposico desta
provinciadavtfftrlugar no mecid oovembro, e
nao eaa dezembra, coauo por oogaaio se diz nsa
instruiQoe, de que remetli a cmara municipal
de cidede do Recife um exemplar impresso em
offlcio de 4 do corrate, apresso-me a communi-
cara mesma cmara em additaatecto 00 meu ci-
tado offlcio, que a expos^ao ser aberra nesta
l^Vu"'' 7deD0TemDfo prximo vindouro.
Antonio Marcerlino Nuces Goocalves.
A cmara municipal do Reaue faz publico
ara eonheetmeoto de aeus municipes e offioio
baiso tranavripto,tt recebeudo Exm,presidente
aa provincia, e couvide-ose que, prestando tode
attencio para a recommendacao de S. Exc,
fecam de sea parte quaolo lhesor possrvel para
que a cultura do slfodao, e do trigo oeste muni-
cipio se deeeovolvs de modo as posea dar um
resultado satisfactorio, viste oomo pelas disences
qpe ae tem manifestado noa Estados-Unidos de
Amanea do Norte, a cultura destes gneros deva
neeeesariamenie proporconar grandes vaaiaseas
quelles 4>a elU ae dedicar em.
A mesma cmara, pea, espera de asus muni-
cipes ee nao deixarso de alteodar eaUreeera-
eod*c*o. empregaoSo seus estreos para lio
til fim do qual graadea vanlageoe devem resul-
tar para o paic
Peco da cmara municipal do Recife em sesaio
ordieari de 19 de setembro de 1861___Luis Fra%.
**?* *tr" *H* prcscd>aa.T-Jiraajo8 Ca-
"t^ *wiafaaa, eflmel maiac aerando de
secretan.
Mita asela, Jaiaeia.de> smavac e. Pet-
oasabeto-em ttrda>aumbre4et9*ji.
A camera maaielpat da cidade do Recifeii da-
Per- ve tsr aoticia 4ada^eepee 4vis, ea aclual,
ente Mam. oe E^a4a--Uc-aWe da Aanarica de
a, ai____
4i^lSf*1*f*'*"P^oV, nlo i a escs-, 3\>*i*t d* naCi
rf como c6rJseqae.nM necesVaria a 8Je*ca'd-| tT'ceaa
prnn de cada om dultes. ,w w l*S^2i ^T
/KtW. e*.lfc*-0oW0e America do Nor-
te o p*lz, o ondf-se experta-a maior parle do al-
K Val5.U I^fft'-'*fciur..da
simoJrTgopnsufciaonc'Bfasir; a lata, qoe
hoie pertwba qoelloa estado,, de ve necessaria-
consideravelmeate, e a expostacao do-trico, e de
ouhos cereae para di Brasil Sem deerescido tam-
oem na mesma proporgao.
Ooavido prevenir as serias dlffleutdedirs que
eetaesaenie asta do de cousas nos pode irezer
vou otiamar sobre assompto lo importante a al-
tencao da ornara municipal da cidade do- Recite
par que dando mais urna prava do set petrio-
Ustne, procare persuadir nt lavradores-, seu
muorapee. a conveniencia, ou antes a neoessWa-
* *9 *00'" n niaior escala possrvel;
qo sh a cultora do algodo. que esta provincia
ILS&ilSSS*** tvn*** cerrescoa-
deole ferlilidade e p/osperjdade do terreno,
seno tambem a do trigo, que t8o satisfactoria-
mente produz nesta provincia, como o tem de-
monstrado diversa experiencias, ponderando-
Ins ao mesrno tempo a opportouidede que ae
eifcumstaooias ctuoes Ibes proporcionara de au-
ferirem ftaedet vantagens o lucres certos dos
du08' q,W "pregtr,tn neMe numero de in-
O nosso Slgodio, por sin qualidade superior,
goz do msioi epreco e procura nos morcados ee-
traogeiros, e o trigo ojie agora convm cultivar,
como urna medida de prevenco. pode vir a ser
raea-uaea (onte abuddanrt de riqueza, que lo-
demnisendo generoaameote oa sacrificios que
noje tiierem os oosse lavradores desenvolver
os recursos do paiz o augmentar no futuro o
bem estar da populeco.
Esta presideocia confia que a cmara munici-
pal do Recife,. acompaubando o governo oeste
pensamento, se sentir bastante animad* para
promover por todos os meios ao seu alcance o
maior desenvolvimento possivel da industria
agrcola do seu municipio, relativamente cultu-
ra dos dous gneros, que me tenho referido
cumprindo que me d conhecimeolo de quanto
qr obteodo em desempenhe das recommenda-
coes, que Ihe cam ireosmiltidas.Antonio Mar-
celino ames Gtngahet.
. O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 4 do correte, man-
da tezer publico que no dia 9 de Janeiro prximo
vindouro. peranlo a juntada azende da mesma
thesouraria, ae ha de arrematar a quem por me-
nos fizer a obra da coberta do edificio destinado
o gymoesio provincial, avallada en mis
calca>deriej
Z,t2*: aaha* de di* 16 do forrante ai, cesa
pealas ota cae declare o mraer prece
bro de 1861.-0 ameno*,,, Joj# ^i*mm4m
das a
Correto
o presente e
"7'-Mw..|iwsiiti otate aleada, aas>4->
de deuar de l*t pr,|udiodo grandoaaeme tedas
tossus trstalh.ougricoij, resultando d'ahi, co-
- #trevbitace"ser feHe-as frmr da let pro-
vincial n. 313 de..... maio de 1854, e sob as
ciausuhs especiaos abaixo copiadas.
Ar pessoas que se propossrem s este arremata-
cao comoarecao na sala das sessoes da referida
Junta no da supra mencionado, pelo meio dia e
competentemente habilitado.
E para constar se mandn afflxar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 7 de outubro de 1861.-0 secretario,
A.F. d Annuneiajo.
Clausulas especiaes para arrematacao.
1." A obra cima oa importancia de 28:5575100
ser principiada na prazo de 15 dias depois da
arrematacao e terminada no prazo de 6 mezes.
2.a O arrematante ser obrigado a empregar
toda a madeira que exisle 110 edificio e a este
pertencente,. de confrmidade com o artigo 11
do ornamento.
3.a Aiteader- aa obsrvelo* teitas pelo enge-
nheiro da ejbra. tendente sua boa execuco
desmanchando o que nlo tem sillo Yeito de con-
frmidade com as prescripcoes eseguranca indi-
cadas no orcamenlo e plaa, o bem assim ae
sujeiter 1 ludo o mais disposto na tai n, 286
reepeilo da arrematacao.
4. O pagamento ser feito em trea prestacoes
iguaes, correspondentes a .coda terco da obra
soffreodo, porto, em cada preslagao o descont
competente quando se verifique as bypolhees
estabelecidas nos arligos 11, 12 e 14.
5. Nao ser etleadUa eea lempo alguna qaal-
quer reclame^ao por parte do arrematante, ten-
dente a exigencia de indemoisaco, seja qual
foro motivo que para isso allegue.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annun-
ctaco.
O Dr. Bernardo atechado-da Cesta Doria, juiz de
direito da pnmeira rara criminal e substitua
da do commercio, desta cidade do Recife e seu
termo, capital da provincia de Pernambuco
por Sua IFageetade Imperial e Constitucional
Sr. D. Pedro II nue Deus guarde etc.
Faco saber que pelo preseete sao convocados
todos os credores do oommeroiaote matriculado
Joao Jos de Goveja eetabelecido cora loja de
tazendas na ruado Queinaado n. 29. a compa-
recer no dia 15 do andante as 10 horas do dia
na sala dos auditorios, como tora designado por
esta juizo, alim de que reunidos todos, possa-se
deliberar acareada moratoria queao merelissimo
tribunal do commercio impelrou aquelle com-
mercienle, de confrmidade com os arligos 899
e 900 do cdigo commerciai.
E para que todos teohara noticia, mandei pas-
sar editaes que ser5o effixadoe nos lagares do
costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado neste cidsne do Reelfe de Per-
nambuco aos 7 de outubro de 1801. 40* da inde-
pendencia e do Imperio do Brasil Eu Manoel de
Carvalho Paes de Andrade, eacrivo o subscrevi.
Bernardo Machado da Costa Doria.
Illm. Sr. inspector da thesouraria pro
vmoal manda faser publico para cenbecimento
dos nteressados e artigo 48 da lei provincial n.
510 de 18 de junho do correte anno.
Art. 48. E' permitlido pagar-se a meia sisa
dos escravos comprados em qualquer tempo an-
terior a data da presente lei iodependente de
revalidarlo e mulla, urna vezqne os devedores
actuaos deste imposto, o facam dentro do eserci-
Cio de 1861 a 1862, os que nao o fizerem ficaro
sujeitoi a revalidado o multa em dobro, sendo
um terco pata O denunciante. A thesouraria
far ennunciar por edital nos primeiros 10 dias
de cada mez a presente disposico.
E para constar se mandou afflxar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
nambuco 8 delulho de 1861.O secretario,
A. F. d'Aununciaco.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da resoluco da junta da
fazenda manda fazer publico que no dia 14 de
oovembro prximo futuro vai novrnoste a pra-
ca para ser arrematado a quem maior preco of-
ferecer o rendimento dos impostos de 8 e 4 '/.
creados pelos 16 e 17 do arl. 4* da lei provin-
cial n. 510 nos municipios seguinles :
Bonito.
Garaohuns.
. Flores.
Boa-Vista.
Brejoe Cimbres,
E psra constar se mandou afflxar o prosete e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco, 10 de ontubro de 1861.O secretarlo,
A. 1. da AonunciaQio.
*- O Illm. Sr. inapector da thesouraria pro-
vincial, em virtude da resolucSo da junte da fa-
zenda manda facer publico, que nn dia 24 do cor-
rente vai noramente praca para aer arrematada
a quem por menos fizer a obra dos concertos da
cadeia da villa do CaDo, avallada em 808*500.
E paya constar se msadou afflxar o presente e
publicar pelo Diaria.
Secretarla da thesouraria provincial de Fer-
nambuco, 10 de outubro de 1861. O secteario,
AjF.daAeeaaaclacac.______________; #/
Declaracoes.
1 ni. 1 n 11
Por ordemc Uta. Sr, coronel disector do
arsenal de guerra, ae-faz poblko, yaa nea taraos
do avlao do mioiateri* d guerra de Tac maree de
1860, se tem de rnaasdar saaaataeluiat a -
guile :
Pa cacxeaaha ae arUfices. -
85 soarecaaaaa.
89 calcas de panno.
8ali*a4*taaate hrisa.
244 calesa d atim.
2 H fafwda wiaaaea 4eaaa>t>rie.
Peraiaesens^atoadeeavasiarias
71 sobrecasacu.
Goselho de compras navaes.
Tendo de ser promovida a compra de materiet
da armada, abaixo declarado. Kanato eMselate
fazer puWco que lera (seo lazar em scelo 4o 19
do correte mez, mediante propectaa em eealae
fechadas apreaaotadas nesse meamo di* al aa
horas da manhe, acompaobedas
do que cafba n poasivel.
., Faro e arseaal.
44 vergontea* de pioho de 28 a 30 li!
de cemprido. 3 1,2 e polleeades de aa
P, e 1 a 6 na ponte. 20 mi I ne, roa a.
batel pequeo, I balaac* randa eem o 1
vo braco, 20 arrobas de atraegre. a Irado* ato W
ditosded9 8l8' 6 d09 de 5,8i 2 dU0" d* 7^**
Pisa oe navios e arsenal.
2 arrobas de fio de algodo, 80 brochas *orl>-
ass, 5 arrobas de eslinboem verga, 10 errobas
do sebo em po, 4 arrooss de cola da Babis. 20
oras de lioha croa, o 4 arrobas do Be de vela.
Pera os navios.
,k i?*" ,de "'toc, tOaaaee de rcfae-
ebes, 200 lijlo, toglezes. 6 arroba*C* HahaVl-
cetroada o merlim. 60 molhos do piase*** 9
resmes oe papel a I maco, 12 groza* ato peoea de
co, e 1 sino pequeo.
Per* enfermarla do marinase.
3-travesseiros de msrroquim.
Sala do conselho de compres navaes. asa 12 da
outubro de 1861.-0 secretario,
Alexaodre Rodrtswea->
CORBKIO GERAL.
Pela admioi3trac.au do crrete daet* v.
se faz publico, que em viriude da convenci pas-
tal celebrada entre os governos breaileiro e tr*a-
cez serao expedidas malas para Europa m ai*
15 do crranlo de confrmidade cea o -nmris
deste correio publicado no Diario de 9 ato **-
reiro deste anno. As caria sarao recebida* at I
horas sotes da que for marcada para a 1
vapor, e os jarnaea al 4 beras atole.
de Pernambuco 12 de outubro do 1841.
Domingos dos Pasees Miranda.
Administrador.
Consulado de Portugal
Por este consulado se fas publico, qae aneas
liver contas com o espolie do finado subdito per-
tuguez Miguel Jos Redrigues da Costa se devor
presentar no eoesmo consulado, no preso d* 15
das, a cootar desta dala, aa certeza da qoe pos-
teriormente nlo ser slteodtds reclamarlo el-
guma. Consulado de Portugal em Pernamboeo
aos 11 de outubro de 1841.
Pela capitmi* do porto se fez pablice ama
00 dia 20 da trrenla se ha de queimar a isa 11
do naviu Emita Cogenia, qa* so actss ea dbs-
mancho junto a ilha do Noguair*. Cafitaal* do
porto de Pernambuco 10de outubro de 18W__O
secretario, J. P. B. de Mello Reg.
Exposico.
A comrjifjsao directora da EXPOSI-
CO" agrcola e industrial, que tera' lu-
gar no palacio do governo no dia 7 de
novembro vindouro, manda pdo pre-
sente fazer publico que no da 26 de
outubro prximo comecarao a ser all
recebidos os objectos que tenbam de fi-
gurar na mencionada BXPOSIIJA'O.
Sala das sessoes da commtnao 9t) de %c-
tembro de 1861.O secretario,
Joaquim Pires Machado Portel la.
Peto *dmioi*tr*eao do correio deeta rielad*
se faz publico que as aslss qae tea de
o vspor Cruzetro do Sul para os aorSai _
serofechades hoje as 3 horas de tarde : oe 1
ros a t 9 horas.
A directoria dea obres militara*
mandar ceier o quertel da comj>>nhia liistce-
vallaria, e convida as pessoss qae deste servie*
se queiram eocarregar a coaparecer oa rfenla
directora com suaa propeslis. des 10 ores da
manhaa s 2 da tarda nos 11,12 e 14 do correa-
te mez.
Directoria das obras militares de Peroamboee
10 de outubro do 1861.O escrptararie, Joo
Monteiro de Andrade llalvioa.
Por esta subdelegada ae fas publico, qae
se acha recolhido case de deteacie o a reto Ma-
noel que diz ser escravo de Aateata Searea, sw-
nhor do englobo Pimenlas, comarca de Seat*
Anteo, e declarea catar fgido a Ib diea: qeea
se julgar com direito comparec munido oto sene
ttulos, que lhe ser entregue.
Subdelegscis dos Afogados 10
1861.O subdelegado,
Jos Francisco Carneire
Alisos martimos.
o presente e
Per-
RiO de Janeiro
segu com muita brevidade per ter parte de car-
ga tratada o palhabote Piedad, capito Mer-
ques Vanos : pars o reato da carga e escravo* a
frete, trata-se com Caetaao Cyrieco da C. M 4
Irmao, no lado do Corpo Santo n. 93.
REAL MlfAMIA
I
Paquetes inglezesa vapor
At o dia 15 do correte mez- soore-s* ato aol
O vapor ryae, o qual etopois da demora
tome seguir para Southeapten,
portos de S. Vicente e Lisboa, para
etc., trata-se com os agenten Adaacoa Heirse 4k
C, roa de Trapiche Novo a. 49.
P. S. Os embrulhoa s6 ce recebaal at 1
horas antee de se fechemos, aa Balso aa asai ato-
ra antea, pagando um patelo atea de respecti-
vo frote.
^
mWMMl
DAS
Messagcries imperiales.
At o dia 14 do costete
e *aaor [naces atoar, coa
la Me, a quel de cois 4* atoa
tu ir para o Rio de Jaaeisa
para paieegens etc. a tratar
Trapiche j^. -
Rio Ot** do
recebe algnaaaeatfS arete easraveo paca aas-
Iraia-ta ceas.
4C 00 largo
do Carao
DACiOQtl
Rslal
nsiro,


<*)
o*mmmmmtm. m*>k*im uhwuo de ti*..
Para o Aracaty e Ass
tegue eom bretidade o hiate Boas lrmios ;
para eargs Irata-se eom Marttae & Irmie, oo eom
o mostr Joaquina Jos da SiWeira.
, Para em direituwL,
Segas cpm brevidade o veleiio brigue escuna
Gracioso, capia Joie Jet de Soasa, por ler
prompla grande parle do carregamasl : para o
o reato Ir^u-ee com. o consignatario* Almeida
Gomes, Aires 4 C, ra da Crui n. 17.
cevANHU rER^mmcAiu
D*
Navegado cosleira a vapor
O Tapor P$ni***ga, commaodaote Moura, ss-
hir para os portos do sal de oa escala no da
19 tfe-correate aa 4 horas da larde. Recebe car-
ga al o dia 18 ao meio dia. Encommeodaa, pes-
ssgeiroa e dinheiro a frete al dia Aa sahida os
2 horas : eacriptorio do Forte do Mallos n. 1.
Para o Ass
segu em poucos das o Mate cCamaragibe, mes-
lrs Virginio Jusiioiaoo dos Santos ; para carga e
passigeiros, Irata-se na roa do Vigario o. 5.
Para o Aracaty
segu em poueos dial o. hiate Beberibe, mestre
Bernardioo Jos Baodeira ; para carga e pasia-
geiros, trala-ae aa ra do Vigario o. 5.
Cear e carac'.
Segu neateadiaao hiale Sobralense, espillo
Ralis, recebe carga e passagelros ; a tratar eom
Gaelaoo Cyriaco da C. II. Si Irmao, no lado do
Corpo Santo o. 33.
e-
9. 4 e 5 pessots (querendo) oa pceisn_
derao examina-lo desde ja ao armazem r-
xo da cata commercial dos Srs. Saunders
thera& C, praca do commercio, onde e enV
tuar o leilao no dia e or cima meaclc-oido
LEILAO
No segundo andar do so-
brado numero 8 da ra
da Cruz.
Quinta-feira 17 do cor rente.
Aotunea aulorisado por urna peasoa que ae re-
tira para fora da provincia, andera no obrado
da ra da Cruz o. 18, segundo andar, todos os
movis hl existentes como sejam : rica naobilia
de Jacaranda con lampos de marmore, urna ou-
tra de reregeira tambero cora pedra, carosa, ca-
deiraa, meaa elstica, toacas, Tidros, apparelhos
para cb e jaolar, candelabros, serpenttaas, apa-
radores, trena de cosios etc., etc.
Assira como
ma escrava de rauitos bons coslumes, moca,
perfeila cosioheira, engommadeira e doceira, as
11 horas em ponto do referido da.
"
'a
Aracaty.
O hiate Aracalg, mestre Joao Heorique de
Almeida, segu por estes dous diaa para Araca-
ty: para carreger e paaaageiros, Irata-se eom Tas-
so Irmio.
O palhabote nacional Dous Amigos, capitao
Francisco Jos de Araujo, segu para a Baha em
poucos das ; para o resto da carga que lhe (alta,
trala-ae eom aeu consignatario Francisco L. O.
Azevedo, na rus da Madre de Oeoa n. 12.
SEM LIMITES.
Quarta-feira 16 do corrente.
Ra da Cruz n. 15.
O agente Aolunes continuar a vander aero li-
mite de prego para acabar, o reato dos oDjectos
americanos como sejam : dous carros para pas-
seios, carroles, machinas diversas, bombas para
jariins e cacimbas,lanteroas, lamoees de todos
os feitios, malas, sacros para viagem, ricos ap-
parelhos de metal, fructeiraa, copos, porta-lico-
res, garios, facas e colheres puteadas, secreta-
rias, camas para casal, cadeiras de pao e pslh,
marquezas, aabo em caixinhss, sabenetes e
Tambem
relogios suissoa e chsrutos de Ha vana,
No dia cima designado aall horas em ponto.
imiM
Para
Rio de Janeiro,
pretende aeguir eom muita brevidade o brigue
nacional Veloz, tem parte deseo carregamen-
to prompto : para o resto que lhe falta, trala-se
eom o sea consignatario Azevedo & Mandes, no
en escriptorio, roa da Craz n, I.
COMttNUA PaUUUMBUCAlU
DI
ISavegacao costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
ca o do Amu'. Aracaty, Cetra'
e Acara cu'.
O vapor Iguarassu, commandante Vianna,
aahir para oo portoa do norte al o Acaracu
no dia 82 do corrente mez s 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 21 ao meio dia. En-
coramendas, passageiroa e dinheiro a frete at o
da da sahid as 2 horas: escriptorio no Forle
do Mallos a. 1.
^ffi^Ljy
GOMPANHlAEBRASlLEIRal
MOTIHS & WJML
Espera-ae doa portoa do norte al o dia 10 do
corrale o vapor Cruzeiro do Sul, commaodaote
o capitio de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depoia da demora docoslume seguir para
os portoa do sul.
Desde j recebem-se paassgelros e engaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir a qual de-
veri ser embarcada no dia de sus chegads, en -
commendss, dinheiro a frete at o dia da sahida
as 3 horaa : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio
de Azevedo & Mendes.
Leiloe*.
Leilao
Terct-feira 15 do correte-
PELO AGENTE
PESTAA.
Brander a Brandis l C. farSo leilao no men-
cionado dia no seu armazem da rUa do Trapi-
che Novo n. 16, ao meio dia e por intervenga o
do referido agente
Para liquidar facturas
M
30 caiiee eom copos, clices, garrafas de vidro
ordinarias e^/inas.
Quarta-feira 16 do corrente.
PELO AGENTE
__________Q
No refera* dia pela* 10 horas da manha o
dito ageote ffectuar em leilao pablico no ar-
mazem da roa do Vigario o. 11, venda
DE
Movess da todas a qualidades de m.deiras co-
do solas. csfeiM. mesaa, consolos, jardinei-
ras. secretarias, eommodas, marquezas, lsva-
onos, toiletes, earteirss, estantes, pianos,
qnedroa espedios, loucadores e ama infinida -
de de objeclos que estarn paleles ao exsme
doa cencorrenies e serio vendido* sem reserva
a golpe de raariello.
O agente Hvppolito por ordem dot
Srs. N. O. Biebtr & C-, successores, por
oonta e risco de quera pertencer e des-
pacho do Illm. Sr. inspector da alfan-
fandega levara' a leilao oa porta da al-
andega, boje i4 do corrente, as 11 ho-
ras era ponto, os objectos seguintes : .7
caixas eom chapeos de palha, 4 ditas
eom bonets de ditos averiados a bordo
do patacho americano L C. Walto, en-
trado neste porto em 3 de junhodo cor-
rente anno.
LEILAO
DE
L@$O
No dia 14 do correte.
Evaristo aulorisado pelo despacho do Exm. Sr.
Dr. juiz de direito e interino do commercio Fran-
cisco Domingues da Sila a reqoerimento de Al-
bert AscholT, fari leilao de ama porgo de relo-
gios de ouro e prsta, para liquiJacao do meamo
Sr. Alberl, no aeu armazem n. 22 da roa do
Vigario, as 11 horas do dia cima.
LEILAO
MOTIS.
Segunda-feira i 4 do corrente.
O agente Antonea fari leilao em aeo armazem
no dia cima designsdo de immensidsde de tras-
tes que serio entregues por todo preco obtido por
nao ha ver limites e em razio de esperar ama
nova remessa, as 11 horaa em ponto do referido
dia.
LEILAO
DE
Ouiuta-feira 17 do corrente a
1 hora da tarde.
O agenta Pinto fari leilao ota carra de 4
las eom arreios para aa envalle, ehegade- ha
do*s mezas d Psris, muitoleve per ter a eaixa
edeado-se deaenaachar
law-se aeacova, aistilUnad-ae aaseotea par.
Urna armaco.
A dinheiro ou a prazo.
Terca-foira 15 do corrate.
Costa Carvalho oio tendo effeclnado o leilao
da armacio da taberna da ra do Aragao n. 1,
fari no dia cima as 11 horas em ponto, entre-
gando pelo maior prego encontrado.
Avisos diversos.
A paga da subscripcio deste Diario & 5
por trimestre, smeote lera fugar dentro de 15
das do primeiro mez, e depois smenie se rece-
ber i 6J*.
liOTERIi
Terqa-feira 22 do corrente andarSo
impreteiivelmente as rodas da terceira
parte da primeira loteria a beneficio da
matriz de S. Lourenro da Matta. Os
bilhetes e meios bilhetes se acham a
venda na thesouraria das loteras ra
do Crespo n. 15 e as casas commissio
nadas. Assortes de 6:0000 e de 3:000#
serSo pagas 3 dias depois da extraccSo
e as outras a entrega das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
FFII(gIIM

DE
._ Jprocurst ala o fin renta)j
^j, do contrario aerio vnodidsa.
Precisa-ae de urna ama para casa d pouca
familia : na travessa lo Livramepto n 18. se-
gundo andar.
-- Aroga-s metatfe da casa a. 52, sita na rol
da Roda : a tratar, na meama.
Alnga-ae ama casa eom solio no sitio do
Cordeiro, s margeni do rio Capibaribe, eom com-
modoe para grande familia, cosiaha fora, quarlo
para criado, coxeira ptra carro e estribara para
cavallos. Oulra no meamo silio, ruargem do
rio. e eom commodos par familia, cosiuh fora
e estribara para cavallos : a tratar do pateo do
Carmo n. 15.
Aluga-se duaa boas, casas no Cachaogi a
margem dp rio, eom excellente commodos, para
se paaaar a festa : a tratar na rus da Paz
a. 42.
Arrepda-se meosal ou annualmeute urna
otaria no largo dos Coelhos o. 5, eom seus ptr-
tences ou aem elles: a tratar na traversa das
Barreiraa n. 10.
O abaixo assigoado tem justo e contratado s
compra da taberna sita na ra Imperial, n. 35,
pertencenle aos Srs. Goncalves & C.; porianlo,
sealguem houverque se opooha a esta compra,
queua declarar oo prazo de 8 din. Recife, ie
de ootubro de 1861.
Manoel Luiz de Lima.
Preciaa-M de ama ama captiva oa iivre
(preleriodo se a captiva) para o servico de urna
casa de familia : na ra do Imperador n. 37. 2*
sndar. *
Aluga-ae ama casa terrea no lugar de San-
t Atina dedentro.com commodos suficiente pa-
ra grande familia, e o legar o mais saudavel
para a saude ; a tratar no paleo de S. Pedro nu-
mero C.
Na dia 154ocorrate, depois da audiencia
do Dr. juiz monicipal da I* vara se ha de arre-
matar 7 cadeiras de Jacaranda, meia eom moda de
cooduru, e a escrava Benedicta, penborada a
rranciaca Uagdasleoa.por eiecucio de D. Mara
Liba oa.
Sitios para alugar
Aloga-ae um excellente sitio eom boa caa em
llemflca. a margem do Capibaribe ; e antro no
lugar dos Remedros, defronte da igreja : a tratar
com*- X'f\ Barr>ca, oo largo de Beafica ou na
ra da Cadea do Recife n. 4.
Anlooio Francisco Correia Cardoso vai aos
portos do norte, a tratar de negocios.
Acommieaao liquidadora dos credores da
casa do, fallecido Maooel Buarque de Macado Li-
ma, roga quellaapessoaeque se julgarem cre-
doraa por letrasoucontaa de Iivroa. queaediri-
Jrtn rus da C.deia do Re-
nhL*16o5n!ner0"d"r' 1"Ohora. dams-
iflV.H ? 'rde.paraaerem verificados e clas-
si Oca dos pela referida commissio
Precisa-se de urna criada portuaueza oara
eogommar coaer : na ra Noa n. 33. P
tT.H 2ppirecau d0 lio das Roseiraa, na ea-
tradadoRos.rinho um cav.llo pedrez. grande
descarnado, e andador baixo; quem o aprehen.
Jado tDem Sili0' *ae Mr4 'ecompen-
jtflyittff qoe 1&. aacreve. e eonla aoflrivel
nenie, offereee-se para qualquer
"fl^Wlpta, aeja elle qual for ; tambem
a disposto, risto qu s bastante lempo se acaa,
**5^r**** empregar-se como caixeiro de
padarta, oii mesaao de taberna, pois qae esla
canwacido que o trabalho, anda quelle a que
nao est coatoroado, oio a pode deshonrar: quem
precisar, dirija-se a livraria da praca da Inde-
pendencia ne.li e8, qu ah se lhe diri quem ;
~~ .Ni. r.u 00 Imperador (S. Francisco) peedeu-
ae boje 10 de outubro. desde a porta docommen-
dador Antonio Joaquim de Mello, al o do mejor
Maooel Joaquim Gomes, um formal de parlilhaa
(lodo enrolado) do juizo municipal de Olinda : a
pessoa qoe o tiver echado e quizer restitui-lo,
eoiregue-o na meama ra oo arroazeui de Do-
mingos da Silv Campos, que seri recompen-
sado.
. Alagam-se o segundo a terceira andarea da
casa da ra do Amono n. 41, proprios para
grande familial eom vista para o mar ; a tralsr
no armazem da mesma casa,'
Francisco de Assis Albuquerque Austria aviaa
a quero, ioteresiar poasa que, tende, ha aaoos,
alguroaa transaccoescom o Sr. Joao Caaemiro da
Silva Machado, a quem comprava fazeodaa, pas-
sou a este em ajuste de contss ama letlra da quan-
tia de 1:3119945..por ser aate o saldo que resul-
taba da conta correte apreaentada pelo mesmo
seohor, e bavendo-se verificado oa mesma coala
corrente, alm de oatros, um engao de 5&7#000,
reconhecido pelo Sr. Casimiro, quando lhe foi is-
so observado, sendo que nenbuma duvida oppoz,
antes terminante confassou a veracidade da exis-
tencia desse engao, nao se considera hoja deve-
dpr ao Sr. Joo Casimiro do total da referida lat-
ir, nica que tem em pOderdo meamo senhor,
vialo como, haveqdo passado essa letlra pela
quanlia de 1:311*945 por ser esas a importancia
do saldo que aoresentaam taes coolas, o annun-
cianie, em visla do reconbecimento feito pelo
proprio Sr. Joao Casimiro, oio se acha obriziio
aenao a pagar dessa letlra a qoaotia de 7249945,
ncando ao annunciante salto seu direito em re-
lacio a outroa engaos.
Recife 11 de outubro de 1861.
Francisco de Assis Albuquerque Austria.
Apromptam-se bombas de todss as quali-
dades em cacimbas e nao se recebe o ajuste em
quanto nio eatirer a vontade do dono : defronte
da matriz da Boa-Vista a. 81, e na Capuoga ta-
berna grande dos 4 cantos.
JGabinete medico cirurgico.j
Ra das Flores n. 37.
# Serio dadasconsiiltas medlcas-cirurgi-
ca peloDr. Estevio Cavalcanti de Albu-
% querque daa 9 as 10 horaa da manhla, ac-
% cudiodo aoa chamados eom a maior bre-
Svidade poasivel.
1'* Partos.
aj 2.* Molestia! de pelle.
% 3.* dem doaolhoa.
:4.* dem doa orgioa ttenitaes.
Praticaritoda e qualquer operaco em
8 aeu gabinete oa em case doa doentes con-
forme Ihes fdr maia conveniente.

iOT&ffl
DE
ono a vapor
ROLPA.
\iiiuwa,
DE
LAVADA.
40 ris.
70
100
110
80
11200
19600
19000
29000
500
1 000
O
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ris
a

B
>
S
B
>


120
160
200
240
&. 2! S^f' "''>. peca* grandes e pequeas. .
Roupa de navios, vaporea e bospitaes.
uSL'Zftl 'foljlamente como lengoei, 'loalhi de'msal .'
Roupa de doente de familia, que nao seja fregoezs
SSTISSS1 qae lguem ,eoa er exigir, qu ae lfe*.
Urna rende vindo eom maia roupa. .
ma rede isoladamente..... .........
rJwS?.^".dode.ci,nad8.e"alTndo com m>' mV. '
Um dito dito isoladarr.enle ....
Um dilo dito de solteiro oa veranda *......
mdilodito isoladamente. ......
a. m. a PeM0" qU de mandar eogommar as seguintes pe5as, pelos seguintes precos : "o enearrega ae
Veatidos lisos.....600 ris.
Sia........ 200
Camisas de homem. 160
Calcas........ 280
Colletes....... J60
Pletots......: 460
Colannhos...... 40
r. i.tnT. .ri^^0.f.nAat^ega^8^dteDg0,nlnado9 de obJec, existem. CODlrtUd0 m'18 h,b6w eB"ndeiras naciooaea e eslrangeiras, que entre nos
nitn. 0mP.u5nhu!.^80mm*dosde rouD" de IDl8. cepluam-se oa vestidos, golliohas, msn-
1 2! t TT1?0 ,ue orein Kn">cidoade rendas, babados. pafos. rifas, ele!, etc.. bem co-
mo os cortinados de barco, cama, varaoda. que se pagarao segn lo o ajusta *
Qualquer que exigir roupa somente lavada, ou tambem engoromada,' com maia brevidade
qae a desigoada. pagari mais 25 por cento sobre o preco. orevioaae
e eagommadHs! *nlr*** *** rUP* *"* Pr quanl8 di" dePis do rwebimento, e da lavada
regadas* E&*S.Stlll'tZZ^ ^"^ d' h9pUae9' ? *** enc-
.. &ss::ss^qualquer pesa que se ****eafl,o5am que "?ao d m-ch-
n,i Pu.,l(luer 1ue nndar roupa receber um vale do numero de pecas com a declaraco do im-
porte da lavagem. o qual seri reaUtuido com o sompetente importe na occasiao de se entrear a
roupa prompla, aem o que ests.car depositada. emregar a
.jusie. e,Ubeleciineot0 encarrega-se de tirar nodoas de qualquer natureza, precedendo qm
bso .SWSSI^S.^^ *k*-K .P rece-
dia. uts"^Vor..rd.emS? /.Vd.^ade0.' "" ** Pal6 d Carffl0' em ^ H
Precisa-se alugar urna escrava pa-
ra o servico de urna casa de familia : na
ra da Cadeiado Recifen. 53, terceiro
andar.
Ctrvalho, Nogueir* C,
na ra do Vigario o. 9, sacate
sobre Lisboa e Porto.
Escultura em Marmore
Caes do Ramos n. 30.
Se fazem peloa precos seguintes:
Consolos i Luiz XV de 15* a 15.
Jardineiraa idem idem de tOg a 80f.
Coosolos liaos de 9* a 18.
Mesas redondas da 18* a Sf.
LavaUrioa de 12 a 80jk
Aparadorea de 20f a 35g.
Letras gravadas douradaa ou embutidaa con-
forme oa caracterea a Umanhoa da 100 rs, cada
ssa a I.
Podra para collocar aa ditas, eada palmo em
qoadro al. .
ConeerUse alabastro, jaapa a poeaalana
Rec,h** PtBaa BaasVaa aa troca, qu.r se-
ma oa nio de traates, aiods meeaao ajaabradas.

'
Casa de saude.
t. auj sysaaT

a?;!???, f !nnff mmim
Os abaixo assignadoa tenbam a boodade de
apparecer na ra Nova n. SI, loja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Silva.
Francisco Xavier Venancio Fimeota;
Pedro de A asa Campoa.
Sozebio Bezerra Cavalcanti.
Maooel Rezendo do Reg Barros.
Alugsm-se o segundo e terceiro andarea
com solio da casa da roa do Trapiche n. 44 ; a
tratar no meamo armazem de fazeodaa.
Ensino de preparatorios.
O hachare! A. R. de Torrea Baodeira, profeasor
de geographia e historia anliga no Gymnasio des-
la provincia, lem resolvido abrir novoa cursos de
rhetorica, de geographia a de philosopbis, assim
como daslinguaa franceza e ingleza, a principiar
do dia 20 do corrente ; oa caaa de aua residen-
cia, ra do Imperador n. 37, segundo andar, en-
trada a direlta.
CONSULTORIO ESPECIAL H01E0PATHIC0
DO DOUTOB
n SABINO 0. L. PINHO.
Ruado Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dlaa ateis desde aa 10 horas
at meio dia, acerca daa seguintes molestiaa :
moltttiai dat mulheret, moleitiat das erian-
ai, moletliat da pelle, moleitiai dot olkot, mo-
leitiai typhilitieat, toda$ ai especies di febret,
/coree intermitientes tuai contequtnciat,
FUARMACU ESPECIAL HOHEOPATH1CA .
Verdadeiroa medicamentos homeopathicoepre-
parados som todaa aa cautelas neceeaarias, In-
falliveis em seus eSeitos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
slveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
enicamonte vendidos em ana pharneacia; todoa
qoe o forem ra della sao falsas.
Todaaaacarteiraa sao acompanhadas da nm
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor aa seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema poato
igualmente na lista doamedicamentoa que ae pe-
da, Aa earteirae qae nao levarem esse impresso
usim marcado, ambora tenbam na lampa o no-
mo do Dr. Sabino sao faiaoa.
O Sr. acadmico do terceiro anno
Joao Jos deltfoura Magalhaes, queira
apparecer a ra das Cruzes n. 44, se-
gundo andar.
Na travessa da ra das Cruzes n.
2,primeiro andar, continua-se a tingir
com toda a perfeico para qualquer
cor e o mais barato possivel.
Aluga-se urna excellente casa de
campo com todas as oommodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poa-
co tempo com trra50 a roda, sita
entrada do Poco: a tratar com os pro
prietarios N. Bieber & C, successo-
res. ra da Cruz n. 4.
Meaoel Alvos Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
O Dr. Ignacio Firma Xavier faz
tem reorganizada a aua raaa ala eeasH. M
caaa, propriedade dar eeaaa -*
o em amiga eslabelrctmeal*
Oca ao norte da estrada da J*
na, entre a ponte graade a.
menino, onde continia recalar _
daa aa caihegoriaa, e asabas aa sesaa,
o fluaihor Iratamenio acto aaeaor arrea
0 aeu eatabelecimeete acba-aa me
todo asseio e ns meihor ordem, a para
modidade daa pessoas poesaidorss e> _
para aquellas que oella aa qaisarem tratar "Vean
determinado aa mu razeaveta dlofiaa abata* ala-
claradas.
As operarles aerio justas previaaeate, a sa-
paradamente daa diarias, cdalralaae-s*
tos por juste, podeada aa daeatea asa
bem pela bomeopalhia, para qoe tesa
doa reservados.
O aervico medico aera feto pela a^csiacte ei-
rurgiso operador do graade baspilal da rifada.
o Illm. Sr. lee Francisco PialaGaaaaraea a aa-
lo propnetario do estaaclaciasaata.
Este estsbelecimenta recesaaa
boa casa de qae dispoe, e j acias
gienicaa em qae se acha ediacaoa
que alem deaer perto da dac
O aeu proprieiarie taimn, partai
amigos, soligoa regaesaa a aaaia
cooperaco em bem do progreses
lecimento, parausada por ai* poder
testa delle, em irtude da haver sida
tido de urna grava eolemistada; parea
se acha cotnpletsmeete resta be Uoo*,
esforcar-ae na boa ordem e dirreca da
lo doa doentes.
DiariasescraToa 1
I ordem
1.a ordem
Para entrada doa doeatcs aa devari
o referido Dr. Firmo, na caaa ato sata
roa nova de Santa Rila a. 7,
ribeira do peixe, ou na seu eWtwleci
Aloga-ae asna caaa aa _
commodos ; a tratar na roa ato
a A

Dentista de Pars.
15 Ra Nova 15
FredericGaulier.cirurgiaodentista.fazl
todas ss operaces da sos arte ecollocil
dentes artificiaos, lado com a superior!-
dade e perfeigao qae ss pessoasen tendi-S
das lhereconhecem.
Tem agua e posdentiriciosaic.
ELIXIR DE SAUDE
Citrolactato de ferro,
l3nieo deposita na botica de Joaquim Martinuo
da Gru Correia & C, ina do CaYiug n. U,
M Pernambuco.
H. Thermes (de Chalis) anligo pharmaceutico aprsenla boje ama nova preparacaode tarro
com o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luso emprerar-ae um meamo medicameoto debaixo de formulas lio
variadas, maao homem da aciencia comprehende a necessidade e importancia de ama sal varie-
dade.
A formula um objeclo de muita importancia em therapeutica; um progresso immemo,
quando ella, maniendo a eaaaocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas aa
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
DasoumHrosaspreparac&esde ferro al hoje condecidas nanhuma rene o bellas cualida-
des como o elix.r de cilrolacUcto de ferro. A, aeo sabor agradavel, rene a tomar-se em uma pe-
queai dose, e ser de uma prompla e facit dtasolugio no estomsgo. de modo que completamente
aasimi!ado;eo nao producir por causa da lactina, que contera em sua composicao, a constipado d
ventre frequentemeole provocada pelaa outras preparsces terroginosas.
Estas novas quaildades em nada alterara s aciencia medicamentosas do ferro, que sendo ama
substancia da qual o medico ae oio pode dispeusaa em aua elinica, 6 de Incoroparavel utilidade
qualquer formula que lbe d propriedades taee, que o pratico posas prescrever sem receio. %' o
que coosegeio o pharmaceutico Thsrmea com a preparacio do citro-lactacto de ferro. Aislm este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparaedee ferroginosa, com o
altala a pratiea da aullo mdicos distioctos que o tem enaaiado. Tem aido empregado como lm-
menso proveito as molestiaa de lnguidos (chloroee pallidia corea) na debilidade subsecuente as
mmM!',MM ylr>P*eqaa apparacem depois des ialarmitefites ns incontinencia: de orinas
por dabilnade, as peroles brancas, ata eeorophola. oo racbillsmo. na purpura bemorrbagico, na
convaleaceocia das molestias gravea, aa cbloro anemia daa mulherea grvidas, em todos os casos
em qae o sesgue ae acha^mpabreoide ou alelado pelaa Udlgas, sfTacfoasahroaicss, cacaexis tobar.
diosas, cancrosa, sypbilica, Mesaos veoeraos, ooaalomo e ano prolongada daa precaac6es mar-
Batas snfarmidsds sendo mui frsqaentes a aendo o ferro a principal substancia de qae e
medica tem da lascar mi para aa debelar, aotor do citro-Uctala da ferro merece louvorea e a
reoaobeeimanto da humanida.de, patear aTesaubarto nma frmala pela qual se poeto sem receie
asar do ferro.
metoaajllaata
..T,eXu?c
sai
PADARIA.
Aluga-se a padaria da travessa do Pirea, a qual
est prompta de ludo, rom ruuito bons commo-
dos, e est anda Irabalhando, sendo sea aluguel
muito cvmmodo ; a tratar na ra da Seniala Nova
numero 30.
A commissao liquidadora dos cre-
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pedeaosSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commissao todos es dias uteis das 10 ho-
ras da manhaa as 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obligue a lancar
m&o dos meios judiciaes ou do jornal
para haver essas importancias de que
sao seus de redores.
. Preciaa-ae de ama ama que compre e co-
linhe : oa das Cruzes n. 20, primeiro andar.
Na ra da Cadeia do Recife n. 11
segundo andar, a prompta se almoco e
jantar para casas particulares ; na mes-
ma casa faz se pastis de nata, pudins,
tortas, p5o-de-l,boJo nglez, aletria de
ovos, artoz deleite, sendo encommen*
dado na vespera.
. *'!- de orna ama deleite forra e aem
nlhos, branca Ou parda; na roa da Imperatrii n.
53, segando andar.
Sociedad bancaria.
Amorlro, Fragoao, Santos A C. aacam e lomam
saquea sobra a precia da Liabas.
Aluga-se uma caaa em Beberibe : a tratar
tom J. I, M. do Rege, na rsa do Trapicha o. $4.
Saques sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira di Filho aacam so-
bre Lisboa : no largo do Corpo Santo, escrip-
torio.
Aluga-aeja primeira caaa ao sabir da
grande da pamagem da Magdalena, do lado d
reilo, com bastantes commodos para ssM
bannoaporta; quem pretender dirija-se a
Mejaj da Rosario a
Silio para alugar.
Aluga-se o sitio do Maoteire, caos bem
aonde morou o fallecido pal da ana
cocheira, estribara etc. ; a tratar .
Alvea Guerra, na ra da Trapiche a. 14.
Aluga-ae a loja do sobrasa a. 19 d
Imperatriz ; a tratar na mesma
Frederico Chaves.
Sexia-reira 18 do corrale, ____ _
ci do Sr. Qr. juiz municipal da Ia vasa,
rematado em praca publica pac vegeto
Aguas Bellas com todoa seas petUace
proprias, bae matas virgema a vanesa
tacao bom paalo para ammaes, perla d
ser os Ireguetis dos A logado, casa i
etc. etc., aialiado por 16:000, par
Jos Faustino de Lemoa contra Jote |
Oliveira Lima.
Preciaa-ae de ama ama para casa ato tasai-
lia : na Boa-Vala ao tallar para a roa atoa Pireu
terceiro sobrado.
SOCIEDADEBANCAWA.
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
psgam o terceiro dividendo.
Preciaa-ae alugar duas aaeravaa para tasto
aervico de caaa e de ra : a tratar na roa ato Glo-
ria n 79.
No dia 10 do crrante em diente atbet se
ba todaa aa smaabiaa jauto ae parta eto astscla
daa Cinco Pontaa leile paro t*JPi garrafa atoa 7
at aa 8 112 horas.
AltenQo.
Quem preciser de am bom copeiro qae eeXeada
de lodo o mala servido de ama casa eto familia,
eppareca na ra Augusta i. 73, qae steari na
buem tratar.
Ainda ae traspaasa a pasas da alguna terre-
nos qoe ioda reetem na priaaeija a asgaada rea
projectads por detrs da roa da CssacaevMa caaa
frente para a travessa da Monteara, a aula caaa
frente para a travessa a Caldeireiro, eaatcaaJa 3)0
palmoa de frente e 150 de fosco cela usa. a atol s
cendo todaa aa commodidades para aa eSiftcarea-
oa pretendentea podem enteoder-se casa abis a
assignado, morador oa ra larga do Msstiis a.
18, padaria deManoel Antonio de Je
Quem precisar de ama criada
para o aervico interno de ame rasa,
ohar, dirija-se a ras de Apollo n. 17, tercerro
andar.
Quem qaizer alagar asa sitia com boa rasa
de vivenda, baias coso capim, arvaaaetoa, ese.,
oo logar da Torre, dirija-as s praca ato ladesan-
dencia ns. 6 e 8.
1;300,000.
Na roa Direlta n. 3, ae dir quei
juros com seguranza do bypotbeaa
caaa nesla cidada.
Na roa de Aguas-Verdea a. 4
uma ama.
Offerece-se om moca portugus para ee-
cheiro de casa particular, trata bem da aaa tresa
que se entrega : quem precisar, dirija- es a roa
daa Cruxean. 99.
O abaixo assignado, morador aa roa eto Ca-
deia do Recife n. 42, previne sos seabaras Miraos
ou outras quaesquer peaaoas a quena (oreaa esto
recidas algumas colheres de prsta para soots casa
ss ioiciees J. L. V., qoe tenas sida reebedes aa
mesmo abaixo assignado, as apprehradeaa; elktes
roga mais que denonciem o ladrio aa mesase
abaixo ssslgnado, oa is sutondee'es psihtsss;
recahiodo aa auepeitaa sobro siguas esersaaa que
o abaixo assignado poaaoe. promeite graiiOcar a
pesaoa que descobrir o roubo.
Antonio Manoel Beetoe.
ia dl
s
S Muita allencao.
A abaixo asaignada faz sdeete aa raa-
ej peitavel publica e em particular a
gto aquellas pessoas, cesa qae
taa ou transaecas ano ella
W presentementa divida ato aaiarexa
ft ma e que aJgumss lettraa que boerveta
assignado para ai, a se acham lasas $>-
gas, bem como algataaa entras lateras
fjp que lem endocado por favar, a algoesa ato
eja seus filbos e georos. (abo todaa) testos
se sebam pagas; e como ae considera aisto
dever a ningunas, tanto ato saturas
como por lettraa a na sea daa a salsa)
nlhos e-georos, bem cama Bi
outros quaesquer ttulos, a q
pessoas, por laso fas s prstele
raco. No caso porsa ato
cer assim, o qae nao4 crivel,
ver alguma leiira ea oatra qaalqaer ato-
comeoio, que aa coostit
queira immadialaaaenia
maia tardar nesiea 30 diaa,
residencia aa ra ato A uvera a. 94, ansa
verificado verdedeiro seri yago ssa rsav-
tinenle a pera que nio paarecaas da si-
das para o futuro S 1
soa morte 6 qoe fas y
* declaradlo sotoi
aeja que ai quar for, aa amasas S--
rancla. Ootro aim, qaem qaar qua aa
julgar credor, lera a bandada eto acla-
rar por osle Diaria, saeteas i eto
aro de 1891.
alaria Tneedora d
I
:
s
i
loa sea crter. #
i apraasala bV K
1
/
Lines
de lingua nacional. Istias, inglez e frascas
M P*fcelaras, aendo sa liceos a^SMfjB
W* etcelleate ssatboato i W
do-pelo qual

^


-


^M
DUWO Mi
*MB**'*i^Wl^^i*-*~** ^- Basas l*

-'
"N
*
/
P&
cczinh.tr
oa ra
AHeicafl
Rogase so Sr.-Francisco Jas da Costa que
tenlia boodade de appareeer di roa Direlta n.
96 Ott'hdfia^te morsdia certa, visto desde l-
nbo prximo passado ter ido locrta.
Agradecemos ao Illa. :Sr. teoeote-cronel
Jen Antonio Pinto subdelegado da freguezia de
S. Jos, a providencia queden dar que desap-
pareceesem eertos busos pritieados Da ra das
Aguas-Verdea, Ti assim V. S. puliendo eom a
sus costumada prudencia, que tudo. vencer e
achara terapre os boos ao sea I do.
1} *.*?
O abixo aseigriado inadvertida mente e
mal informado, declarou do aonuocio que pu-
blioou no Diario da 9 do correte, que Ihe
constaa ler seu eaixeiro Ladislao Toleotioo Ca-
valcanli de Albuquerque, andado em eobrancaa
do teoe devedores seas sua ordem, hoje porm
melhormente ioformado e chegaodo ao eonheci-
mento de que tsl (acto se nao deo, apressa-se
em xir declarar pelo mesmo Diario, para que
deste modo fique salva a replalo de dito mogo
de qualquer dezar que lhe possa a ir resultar
de um Isl aonuncio, astim como assegura o mes-
moabati assignsdo que o referido ciixeiro se
retirara voluntariamente de seo estsbeleeimento.
Sou Srs. redactores, seu constante leitor.
Justioiaoo Augusto de Oliveira.
Fugio no dia30 de setembro do correte
anso, urna escrava crioula de idade 36 a 40 an-
dos, baia, gorda, de nomo Maris, desdentada,
cabellos alguna branoos, tem dos bracos ao pe
do cutuvello carocoa, levando um taboleiro pin-
tado de verde com louca para Tender, o vestido
de chita branca com folhos as mangas; roga-
se as autoridades policiaes e espitaos de campo
que a apprehendam e levem ao Hospicio o. 28 ou
ds ras esireita do Rosario na casa do Sr. Jos
Moreira da Sirva, lambem desde j se protesta
coDlra- a pessoa que a tiver occullado.
"i
PfeeuM
dlLiogMllD, 1.
Ricardo Bourn, aubdilo inglez, egue para
a Inglaterra.
Aioga-ae um atmaxera na roa do caes de
Apollo n. 7 ; a tratar no palto de S. Pedro o. 6.
Ana de leile.
Alogs-se nina preta para aras, de leile, a qual
tem muito bom leile, e muito sadis ; a mesma
nao'so sirve' psra criar, como para todo-e servi-
(o de casa, pelo baratsimo preco de 25g por
mez ; quem pretender, dirija-se a Estrada Nova,
junto a bomba grande, a tratar com Domingos
O* Hollands Cavakanti.
O abaixo signado, propriejario do enge-
nho S. Francisco, na comarca da eidade da Vic-
toria, declara que em data de 30 de aetembro fin-
da, pagou ao Sr. Joao Piolo de Lemos Jnior to-
do o sen debito por letras e coala da livro. Re-
cife 11 de outubro da 1861.
Francisco Antonio Bezerra Cavakanti.
O aballa assignsdo lando visto no Diario
de Pernambuco editaes da eamara manicipal de
Olioda chamando ao pagamento de foro, entre
outrss propriedades, a de Naxarelh, (as saber
mesan camera, que o oiteiro conhecido por este
nome, coas todas as suaa aguas, nunca foi (orei-
ro a pessoa ou eorporacao slguma, pois que
desde seclos, parte das Ierras do eogenbo Maa-
sangana, propriedade do abaixo assignsdo, que
est promptoa mostrar a sismara pels qual (oi
dado dito oiteiro, livre de onus, e bem sasim
julgados dos tribu na es de piimeira e segunda
instancia, recenhecendo ser elle propriedade
particular. Eogenho Mamngana, 5 de outubro
de 1861.
Paulino Pirtt Falco.
Attenco.
Constando que fallecido Joaquina
Francisco de Mello Cavalcanti, de Naza-
retb, e devendo este aos herdeiros e le-
gatarios de Francisco Manoel da Silva
Tarares a quantia de 2:527^7s-i r. em
prata procedente de duas lettras, sendo
unta de 1:188#5U rs. vencid em 23
de novembro de 1836, e outra de res' que em outra qualquer parte.
l:339#20O, vencida em 19 de agosto de{ Dmalli*mf a
1837, alm dos respectivos juros na Dl'11II(111 IOS.
mestna especie de 2 por cento ao mez rMn., .,-. .. a LJn.
j. j ..-. *T ., Compra-so um par de rosetas de bnlhantes ou
aesae os das dos vencimentos ate. boje,, um pr de botoes ou dous briihaotes sollos, p-
pelo que forademandado em 18 ti, pa- irm Que sejam iguses; paga-se bem : na am-
bos do Carmo n. 6.
Cldft
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
Compras.
ra-se
cabellos compridos.
Na ra do Queimado casa de cabelleireiro.
Compra-se moedas de 20$ : na
ra da Cruz n. 48. pagase mais do
Bonitas caixuhas
rando a questao em grao de execucSo
por se ha ver a presentado com prefe-
rencia a fazenda nacional: pede se aos
nventariantes dease casal que se dig-
nem de destinar bens para pagamento
dessa divida, lembrando se de que ba
8
Cumpra-se ama escrava rouca parida e
com -bom leile : quem tiver e quizer veo-
der dirija-se a roa do Hospicio n. 35,
que achara com quem tratar.

Compra-se urna preta que aaiba bem cozi-
um termo de deposito em que figuran, ;?STriii ?."''" da C,deifl do
diversos. Compra-se urna preta e urna mulata que
., -, aejam perfeitas cozinheiras, engommadeiras e
Aluga-se ama casa na ana do Re- costureiras : na ra da Cruz n. 1, eacriptorio de
tiro, com commodos para duas familias A,eyejJ & Mendos.
com bastante, arvore.de fructo em lu-'j^S^^^Z^iT.iuC/Si
gar proprio para se passar a esta : a Nova n. 23.
tratar na ra do Mondego olaiia de Ale-
xandi e dos Santos Barros ou no mesmo
sitio com Jos Jachinto Ribeiro.
O abado assignsdo tendo perdido os meios
bilhetes da 4.* lotera das casas de detencao ds
provincia do Rio de Janeiro ns. 2037 e 4020, da
qual thesoureiro o Sr. Joaquim Jos do Rosa-
rio, roga pessos que os houver achado o favor
de Ih'os restituir, e se dar urna gratificacSo ra
zoavel, caso for exigida. Por esta ocessiio se
faz certo que perante o mesmo thesoureiro j fo-
rana tomadas as providencias que se julgaram
necesssrias.Manuel Eloy Men les.
A quem fallar um papagsio falle na roa No-
va n. 43, que ae entregar, dando os signaes
certos.
Compram-se escravos
mocos e boas figuras, pagam-se bem : na ra da
Imperatriz n. 12, loja.
Vendas.
; Tinta azul que flea
preta.
A loja d'agoia branca recebeu nova remessa
dessa excelleole tiota azul que Oca preta, e con-
tina a vender os boioes a 500 rs. : na ra do
Qaeimado, loja d'aguia branca n. 16.
- Venderse o sobrado de dous andares com
sotao na ra da Praia, que ticha a numerario 29,
e hoje 31 : os preteadontes dirijam-se a ra da'
Cruz n. 36 para tratar.
Liquidaco.
Na loja da rus do Livraroento d. 19, vender-
ae os seguales cateados (rancezes:
Borzeguias para hornera, de Nantes
Ditos para dito, (rancezes
Ditos para dito ditos
Ditos para senhora o. 32, 33 e 34
Sapsloes de bezerro de Nantes
Ditos de dito de 1.* qualidade
Ditos de dito eaxiados de 2 solas
I Sapaloa de tranca para hornera e senhora
Ditos de tapete para horneo eitos na trra
Sapates de castor de tranga
Vai pra$a pelo juizo de orphos, a reque-
rimento do inventariante dos bens do finado Do-
mingos Antonio Gomes Guimsres a parle dos se-
guintes sobrados de dous andares : roa do Cres-
po n. 17, avaliado em 27:0008, Prle correspon-
dente a 2:250; ra do Imperador o. 23, avaha-
do em 16:0008000, a parte eorrespondeate a
4:751*819. Terca-feira 15 do correte, a ulti-
89000
6J000
580(10
3&5O0
3)500
58000
5(200
10000
720
48000
Aluga-se o prlmeiro andar do aobrado n. 83
da ra do Pilar, com excelleotes commodos e
muito boa vista para o mar: a tratar no segundo
andar do mesmo.
Precisa-se de dous offlciaes de charuteiro,
na ra da Soledaden. 34; quem quizer dirija-se
a fallar das 6 s 9 da manha.
Aluga-se o sobrado sito na ras da Trempe
n. 7, com commodos para grande familia, tendo
um grande quintal murado e com diverses srvo-
resde frueto: a tratar na roa do Cotovello n. 49,
eom o tutor dos orphos Joio Jos Lopes da
Silva. i
Escravo fgido. i
Vicente, baito, seceo, pernas finas, nariz chato
o largo, raaos foveiras, bem fallante, d-ae por
crioulo, levou camisa branca e caiga de brira de -
algodao, anda pelas ras desta eidade: na roa
das Tnncheiras n. 19, segundo andar, ou oo car-!
torio do tabellio Baptista, que tem ordem de
gratificar. |
Jos Jaciotho Rapozo Reg Medeiros Cas-
tello-Branco, da eidade de PoDla-delgada, da ilha
de S. Miguel, previue ao respeitavel publico, ma pra?a.
que oinguem contrate, permute oo afore bens Maoteiga ingleza flor a 800 rs., fraoeeza a
600 rs. a libra, farelo de Lisboa 4*500 a sacce,
e de milho a 3j500,em cuia a 200 rs cha pero-
ua dita ilha, e que iadevidamente e de m f la fino a 3$. hysson a 2400, caf a 240 e 200 rs.
administra intrusamente Antonio Moreira Cordel-1 queijos do vapor a 2* : no armazem da estrella'
ro, intitulado Caslello-Branco. residente ua largo do I'araizo n. 14. '
Tilla de S. Jos de Mipib. do Rio Grande do i iftala>M ?* S
Norte, por que o aonuociante tem em juizo na iW lilla 3llCnClO
comarca d'aquella eidade e ilha aeco de reivio- n >... a n .;.^ u .
diodos Lrao,Ujsj. pele'^-^o do esori- jdeN.o/t^^o^e^rd^%Pos ^Vd^fX",
Moraes Jnior com o dito Ao-M reCebe de umeog.nho, por iiso avisa-se ao
tubro de 1 ; por isso que laes ben^e'rtnc^ Tffr&^WZZiStiJ:
ao anauociaote por legitima auccesso, como DC|0 J 8
igualmente este tem com o mesmo Moreira Cor- c a%ii\e\e\
deiro, causa de hsbilitacao appellada no tribunal oilCCOS a 2>U(JU
da re I ac o dos Acores pelo carlorio do escrivo'. Vendem-se muito superiores ssccos com chave
da mesma Jos Pereira da Cmara, com a pena proprios para viagem, pelo baratissirao
deae baverem de nenhum effeito similhsntes 12* cada um para acabar
contratos, quando se arevam a faz.-los. Pon- ro, ra do Cibug n. 1 B
la-delgada na ilha de S. Miguel, 17 de agosto de'
A, F.Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz scienle aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que linha com seu mauo, acha-se de novo estabele-
cido com dous ceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e oSr. Paulo Ferreira da Silva; o primeirona razo de Duarte & Souza, e osegundo
na de Duarte Almeida fe Silva: estes estabelecimentos oferecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao so na livpeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
preco, pois que para isso resolvern* os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em diretura, ailmde terem sempre completo sortimento, como lambem poderem offerecer
ao publico urna vantagern de menos 10 por canto do proco que posaam comprar em outra qualquer parte, por isso desejando os proprietarios acredi-
taren) seus estabelecimentos tem deliberado garantrem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em sena armazens, e assim j poder ver o
publico que pode mandar suas encomraendas, mesmo por pessoas poueo prstieas, em qualquer um destes estabelecimentos, que serio to bem servi-
dos como se viessem pessoalmante, na certeza de nunca acbarem o contrario de nossos annuncios, e assim fundados as vantagens que oQerecemos,
pedimos a lodos os senhores da praea, aenhorea de ongenho e lavradores que mandem ao menos snas encommendaa a' primeira vez, afim de experi-
mentar, cortos de conlinuarem, pois que para isso nao pouparo os proprietarios forcas para bem servirera aquellas pessoas que frequentarem nossos
estabelecimeotos, abaixo transcravemos algumaiadijSes de nossos pracos, por onde ver o publico quo vendemos baralissimo, attendendo as boas
qualidades de nossos gneros.
ftlanteiga ingleza especialmente escollhida a 800 rs. a libra e em porcao a 750, recommenda-se aos apreciadores destele genero que
mandem ao menos experimentar, serlos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
dem franceza melhor do mercado a 640 rs. a libra e em barra a raxode 600 r. a libra
t na nySSOn e pretO 0 melhor do morcado de 19700 a 2*880 eem porcao lera batimento, e afianza-ce a boa qualidade.
Presunto fiambre nglez < hamburgoez a 900 rs. libra e em porjao a 800 rs.
PreSUntOS portuguezeS vindos do Pono de casa particular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
Alarmelada dos melhores autores de Lisboa premiada asexposices universaes de Londres e Paris a 19800 a lata.
CaixaS COm estrelinha pevide e rodinha 7000 a eaixa e800 rs. a libra eem porcao ter abatimento.
Latas de ameixaS francezas com cinco libras a 4*000 e l&OOO a libra.
rassas em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2*000 e a 400 rs. a libra e eaixa de urna arroba a 7*000.
Espermacete Superior 720 rs. em caixa e a 7*0 rs. a libra.
Conservas francezas inglezas e portuguezas a eoo soo ra. o frasco.
ErVlinaS ponuguexss e francezas a 800 rs. o frasco afienca-se serena as mais bem preparadas que lem vindo ao mercado.
Lata COn? bolaxinha de Soda de diversas qualidades, a muito nova a UM50. e grandes de 4 a 8 libras de 2*500 a 4500.
YinnO era garrafas Duque de Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca, Feiloria e Camones a 1200 a 19300
a garrafa e ail3#aduza.
VinhO em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Latas COm frUCtaS de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a U000 a lata.
r era em CaiXaS de 4 a 8 libras a melhor que so pode desojar e tem vindo ao mercado de 49 a 6| a caixa e 1*280 a libra.
Corinthias em irascos de 1 112 a 2 libras de 1*600 a 29200.
r pa a PeiXe Savel pescada e outras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 1V00 a 1600
Caf do RlO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
SCOS ae amendoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muilobem enfeitadas e desuperior qualidade a 39 cada um.
Vinagre braneo o melbor que lemos tidb no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560 a caada.
LominhO e erva doce os mais novos que ha no mercado a 800 a libra do cominbo e a 400 rs. a eeva doce.
VinO BordeaUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 8500 a 10000 a duzia,
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vea a nosso mercado, de 1 a 1280.
r IgOS nOVOS em caixinhas de 4, 6, e 8 libras proprios para mimos, por serem muito bem enfeilados de 19500 a 4# e a 400 rs. a libra.
CerVejaS das melhores marcas a B00 rs. a garrafa a 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de sboa UO rs. a garrafa e 19850 a caada.
Doce da goiaba da Casca em eaixio a 19 e em porcao a 900 rs. '
Azeite doce purificado a 800 rs. garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
Gognac a melhor qualidade qne lemos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUIJOS SUSSOS ebegados ltimamente a 500 rs. e em porcao ter abatimenio, afiance-se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda OOO rs. o irasco a 69500 a frasqueira com 12 irascos.
PalitOS lxados para dentesa200el60rs.
dem do gaz 39000 a
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol e francez de 19 a 1200 a libra.
AzeitonaS as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 19200 aancoreta do Porto, e a 29000 as de Lisboa.
Amenuoas ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e era porcao ter a batimento.
AlpiSta o mais limpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e 59000 por arroba.
A lm dos ganaros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de ludo tendente a molhados.
com visporas para entreteni-
meuto.
Acaba jechegar para a loja d'agaia branca ao-
nitis calimbas de madeira invernieaM eem vis-
poras, tendo 95 cartas, as pedraa awwalM pc
ambos os lados, o melhor roo pneeivtl eaa tal
geoero, e costa cada orna caixinh* 89. ewtraa
coberlasde marroques,* a chiaea, mUn va-
lidades a 1%, 1J500 a 19 ; o lempo 4 fXf ra.
por isso dirijam-se com dinbeiro roa Qaei-
mado, loja d'aguia braaoa n. 16, que sero Leas
servidos.
Figas de coral.
A loja d'aguia branca recebeu ama a*qaeaa
quantidade de bonitas e besa acabadas figas a
coral, propriaa para enfeites de enancas. e ro
logios, e mesmo para as voltea de coral, e aaesl
vendendo a 1900 cada urna ; quem ao demorar
nao as achar mls em dita loja O'agaia braoca,
na roa do Queimado onmero 16. aaka parto que
as (em.
Preciosos
extractos para lencos.
Aloja d'agoia branca acaba de deapacbar de
sua propria encommenda, finos preciosos ei-
tractoa de novos e eacolhidoa ebeiros tamo bem
sejam, Imperatriz, D. Januarta, D. Fraoriae, aaa-
rechsl Broquel Real, dito favoti, dito dos Alpes,
dito de Ti.nou, etc., etc., nao eeqeeMe tofaa
o eslimavel extraito de sndalo. J at aabe, aa
freguezes que munidos de dinbeiro diiigtrasa-ia
ra do Queimado, loja d'agoia branca b. 19,
acharao barateza, agrado e sioceridade.
Oleo e banha philocome
e outras qualidades.
A loja d'aguia branca acaba de despachar am
novo e bello sortimento de oleo e banha philoro-
me e outras superiores qualidades, ioclosive a
estimada e procorada banba em copea grandes,
coja excelleole qualidade ji bem roabecida,
assim como a verdadeira transparente ; qoem
quizer se prover do bom 0 mandar ou ir I raa ato
Queimado, loja d'agoia branca a. 16, que aer
bem servido ; advertiudo, porm, qae oa fraseos
vo todos marcados com o roalo de dita loja.
Aspas largas
para saias balo.
A loja d'aguia branca acaba de recebar bel-
lo sortimento de mu b*m tacidas aapaa pata ba-
lo, e as est vendendo baratamente a 160, 180
e 200 rs. a vara ; quem precisar dirigir-se coas
dinheiro i dita loja d'aguia branca, ra doQuei~
mado n. 16, que ser bem servido.
J chegaram
as interessantes estampas, a morte do
jutto, e a morte do percador.
Da loja d'aguia branca avisa-se aos senhores
reverendos e outras pessoas que bavieas encoaa-
n. en dad o essas interessantes aa lampas, que ellas
acabam de ebegar, e qoem mata as qoizer pes-
suir diajgir-se logo dita loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16, pois que a quantidade a
pequea, e por agora anda se venderlo a -2*090
cada urna.
ULIL
o maco com 20 macinbos, e flor a 280 rs.
groza e 280 a duzia de caixas.
alguna pertencentes casa vincular denominada
Castello-Braoco, existentes os mesmos bens
Ra do Queimado n 19,
Armazem
listas
ho-
100
vo Luiz Milis de
ionio Moreira Cordeiro, instalad<
apreciar
mencio-
prego de
na loja d'aguia de ou-
1861.-Jos* Jacintbo
Castello-Brsoco.
Rspozo Reg Medeiros
ai de
Jos Muniz Ttiiteira Guimares, agente
i leilao prximamente nomeado pelo
meretissimo tribunal do eoinmercio e es-
tabelectdo com eacriptorio e armazem na
ra do Imperador (outr'ora ra di Ca-
deia) n. 37, offerece seus servicos ao res-
peitavel corpo commercial, a seos amigos
e a todos em geral que quizerem hon-
ra-lo com sua confianza, assegurando-
Ihes eumprir bem e fielmente as funcedes
inherentes ao seu emprego, para o. "qae
nao poupar esforcos a bem dos interesses
de saus coramitentes.
O Dr Ignacio Firnio Xavieri ten-
do reorganisado a sua casa de saude sita
na Passagem da Magdalena, tendo d
visita-la diariamente, all dar' consul-
tas todos os das das 8 horas da manha
ato meiodia e acudir' a qualquer cha-
mado, sendo as consultas e os remedios
jos aos pobres gratuitamente. -
le*9J9J9)9)sjSJ+
O bacharel Witbuvio po-
de eflr procurado na roa
Nova o. 23, sobrado da es-
quina qoe volta para a
eamboa do Carmo.
Retratos das principis
personageos da Europa.
Na galera photograpbica da ra do Cabugn.
18. primeiro andar, entrada pelo pateo da ma-
triz ha para vender-se j conveoientemente en-
camlhados e prego de 25O0 rs., retratos em
Phoiographia de S. S. Pi IX. conde de Aquila,
Femando II, Napoleo III, Imperatriz Eugenia,
principe imperial de Franja, Viclor Bmmanuel,
ariOatai, Alesaodre Dunas, aarechal Nguatl,
coagreeso de p"'8- 8cbaniel, e varios retratos
aas acirizes e dansarioas dos priocipaes theatros
de Paris. Ha lamtem para vender-se lindos
qyadriobos para collocarem-se retratos em car-
toes de visita.

? w
de marmore. '
Ao bello sexo.
Recebeu-se grande porfi de fazen-
das qua ae havram encommendado e
continua a veoder-se para liquidadlo por
preo muito barato, entre eatas aa se-
guro ts :
Para seaho-as
Bournus de cachemira do ultimo gos-
toa 109.
> Ditos para meninos de idades de i,
4, 6 anuos, lambem de cachemira muito
ademo* a 5*. '
Veatidoda seda da corea
algamloqae.)
de fazendas.
DE
SANTOS COELHO.
Chales de merino estampados unos com
e franjas de seda a 9$.
Toalbas de fusto a 500 rs. cada um*.
Gravatinhss de cassa muito lindas para
mem e meninas pelo baralissimo preco de
rs, cada urna.
Chales de merino lisos de todas as cores.
Corles de pbantazia de seda pelo barato preco
de 89. v
Coberlas de chila goilo chinez a 1J800.
Lences de psnno de linho a 18900.
Ditos de bramante grandes a 39300.
Vestuarios de seda para meninos e meninas
a 8i000.
Cortes de casemira finas a 4$50O.
Capellas brancas para noiva a 59-
Bramante de linho com '0 palmos & 29 a vara.
Sortimento detoales para senhnra e meninas.
Bramante de algodao com 10 palmos de lrgo
a 19280 a vara.
Um rico carro.
Vende-se um rico e elegaole carro mui bella-
mente preoarado : no eacriptorio de Hanoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Farelo.
No stabelecimonto da molhados da ra da Im-
peratriz n. 4 ha grande quantidade de farelo de
Lisboa a #500 o sacco.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisaijo e refinacao
de assucar.
Deposito na ra de Apollan. 6, e ppaca
da Boa-Vista n. 26.
Este importante eslabelecimento contina a
forncer aos seus innmeros freguezes dy alvo e
"T assucsrcrystalisado, em p e em pies, 1,'
e .* quali-fades, pelo prejo de 160 e 200 rs. a
libra, e doreflosdoa ICO, 120 e 140a libra, sen-
do que emgrossoocomprsdor lera um descont
favoravel. Nos mesmos depsitos lambem
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e
vio animal em p a'preco commodo.
ALiinUK DE LEMBRAMjlS
LSO-BRASLEIrtO
se
car-
Para liaile
e casamentas.
Na ra do Crespo esquina da ra do
Imperador n. 7, vende-se enfeites a tur-
ca para bailes e casamentes o melbor
que se tem visto at hoje.
Calcado
45 Ra Direita 45
Magnifico sortimento.
Sempre enndescendente e prazenteiro eom os
regueze* que 'he irazem dinheiro, o proprieta-
rio deste grande eslabelecimento continua a of-
fereeer ao publico, por precos mdicos e sempre
inferiores aos de oulro, o seu bello sortimento
de calcado francez, ioglez e brasileiro e vejam :
Home iii.
Boneguins Vctor Emmanuel. 10*000
> couro de porco.....IO9OO
Enfeites a turca.
Chegaram no ultimo afio vindo de
Franca, enfeites para cabeca ao gosto
turco, proprios para bailes e casamen-
tes o melbor e de mais gosto que se tem
visto: na ra do Crespo n. 7, esquina
da ra do Imperador loja de fazendas
finas de Guimares & Lima.
Liquidado
sortimento de enfeites de flo-
res para cas a meatos
e bailes.
A loja d'aguia braoca acaba de despachar oa
lindo sortimento de enfeites que de ana propria
encommenda mandou vir para estamentos e bai-
les, e sera medo de errar, pode-se diser que sao
os mais parfeiloa e delicados qae at agora lem
vindo, e essa verdade ser conheeida por aquellas
pessoas que sabem apreciar o bom : apesar do
tudo vendem-se baratos em proporcio a perfeicc
dellea, sendo a dinheiro vista 129, 149 e 199,
itso na ruado Queimado, loja d'aguia branca nu-
mero 16.
A loja d'aguia branca
recebeu tambero novas luvas de fina palriea, se-
tenadas, para casamenlos, aseim como liadas ca-
pellas. A commodidade dos precos j 4 bem co-
nheeida por seus bons freguezes, eaar mais por
aquellas pessoas que de no>o o quizerem ser da
dita loia d'aguia branca, na ra do Queimado ca-
mero 16.
Na rus dos atartjrios, taberna a. 36, chega-
ram as verdadeiras linguicas do seilio, qae se
vendem por commodo preco, assim romo qaeijos
de vapor a 29120.
Attenco, peraambncanas
A* loja do leao de ouro.
Na bem conheeida loja do lelo de oaro, da Ja-
s Goncalves da Silva Raposo, roa do Cabagi o.
2 C, recebeu-se ltimamente pelo navio fraorez
os melhores sinlos de gorgurio com fivelas ds
ac de apurado gosto ; vende-se mais barato qoe
em outra qualquer parte : a elles, antea qae se
acaben).
gLoja das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feits muito barata.
NA
Loja de marmore.
|| Na loja de marmore vende-ae para li- M
quidaco por precos muito barato, um a
jfg variado sortimento de fazendas de mo- i
des para aenhoras, roupa feita para ho- aja
mem e vestimentas para meninos e bem s|
assim quadros a oleo para decoraco de i
0 aalaa e capellas.
&9ii6filS&sie&Ms' -de^aeei6^e*rs
M^ir*cnBv.aiiMUinBW ^^^s^^iwwbvSkWwBb
> lord Palmersloo (bezerro
diversos abrfcanlesluslrej
John Russel!......
Sspatoes Nanles (batera jnteira).
patete.........
Sapatos Hataca (portugueses). .
(trnceles)......
9 entrada bsixa (sola e vira). .
. mullo chique (urna sola). .
Seuhoras.
Borteguins primor (Joly)......
bTiihsntioa......
gaspa alta. ......
a baixa......;
31,32,33,34. *. .
Oecores 32,33.34. .
Sapaloa com salto (Joly). .
franoeaps 'fresqinkos. /, .
> 31,32.88 a 34 luatre. ,
E no rico sortimento de couro de
99600
99000
89500
59500
ofOOO
2000
19500
5S50O
3J0OO
. 5S500
. 5|000
. 5*000
. 4JSO0
. 49500
. 4|000
39200
. 2>240
. 19000
lustre, be*
Exposico
DE
Candieiros a gaz.
49000
59000
6S000
89000
109000
129000
149000
163000
189000
2O9OOO
258000
309000
(com
**#**#
P*wv IWX
Vende-ae na llvraVM economisa junto do areo
de Santo Antonio.
zorro francez, marroquim, aula, vaquetas, cou-
nnhos, fio, taires etc., por menos do qua qual-
quer oulro poda vender.
Vende-se caf muido e poro a 360, assucar
mascavado a 29 a arroba, retalho a 70 rs., ear-
dinha de Nantes a 440, cerveja preta a 500. branca
a 480. a verdadeira agurdente branca a 160 a
gajrsfa, azeite de carra pato a MO, cognac a 19208;
aO na taberna dos Santos, ra do Cordoniz n. 1.
Na ra do Mondego, oasa n. 9, le para
yender semeotes de horUltga.aovas, chegadas Ojo*
Lisboa pelo ultimo vapor, sendo, conve repolhu-
da, dita Oo* nabo, caboca granOe, aabieas, raba -
noa do duas qualidades, senoulas, aaelcas, saleo,
tomatas graadaa, mostarda, ervilba ira, fejo,'
earrspato e alface arrendada.
Ca n dieiros econmicos..............
Candioiros ecooomicos..............
Candieiros econmicos..............
tiandieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros 'ecooomicos..............
Candieiros econmicos..............
Csnieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Nesia mesma exposico se encontrara lodos oa
perlences para oa messaos candieiros, assim co-
mo um grande deposito de gtt conhecido verda-
deramente primeira qualidade, pelo preco mais
barato que ae pode encontrar oeste mercado, um
riquisaimo e variado sort/ajeo'o de quadros de
phantasia, o da iraagem, itsfm como lambem
grande sortimento de qulaqflharlss, qne por gos-
to se pode ver ; na roa JVovt n. 24.
Vende-se o grande sitio denominado Calan-
na, tilosa fregoasia dar Vare, de muito boas
wvraa, qao tuda qoanto ae planta d em grand
qaaalldade, sm urna casa de talpa J eeberuw
22ii,".d,J\W firtaka, grande quantidade da
sao da ostateiroe, com direraes pea de frocteiraZi
mo aeja, larangeiras, coqueiros, Ble., etc., s
SMabom vendam-se duas vaccas que dio bastan ta
l^UHf ?." eri" *T"*^. bor-
raj Mus ; a tratar aa tui to |e*ar. 2.
8
Paletota de panno fina aobroceeecos,
St ditos de casemira de cor de fusta o, ditos
4. de brim de cores e brascos, ditos de
ganga, calcas ds casemira protaa a do
rjp cores, de brim branco ede coras, degm-
ga, camlaaa com pello de liobo muito
finas, ditas de algodao, chapeos ds sol
O do alpaca a 49 cada um. V
mG-mmm *******
Vende se por preco mallo commodo urna
toalha de labyrintho toda aborta do estrella? o
ssea: na taberna da roa das Crozas o. 22.
Vende-se duas sacadaa do pedra com 31
palmos, e 1 varsnda de ferro com 21 dito ; quem
precisar, dirija-se a roa do Seoto Amara n. 8.
No armazem da ra 4a Madre do Dos o.
66, de Machado & Rodrigues, anda continua a
austentar o mercado do milho a preco de 3 >00
por aacco, a sendo porcao (az-ae differene*.
Loja das 6 por-,
las em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4f.
Duzia de meias rruas para boasem a
19200 e o par a 120 rs., dilaa brancas
muito Anas a 2f500 a duzia, leocoe do
cassa com barra de corea a 110 ra. cada
um, ditos brancoss 160 ra., balos do
20 e 30 arcos s 3f. liizioha para tss-
tidos a 240 o corado, chales ds msriod
estampados flnoa a 59 e 89, tarlaUsa
branca e de cores muito Dna com vara
e meia de largura a 480 ra. o corado,
fil de linho liso 940 ira. a vara, po-
cas do eambraia lias fina a 39, eaasas
ds coras para veeUdea a 200 ra. o eo-
vado. mussulina encarnada a 320 ra o
corado, calcrabaa para meniaa da escola
am datia 29. pejas de eambraia ds sal-
pico muito fina a 39500, cocas do bre-
faerba de rolo a 29, caites traneezae a
220 e 140 rs. o corado, a loia est
abarla das 6 horas da soashia aa 9 9a
noile.


Fazendas baratissim;
N. 20ftua da Imperatriz~H. SO
le pelo menor preco possire, eois eeti reaoirido a olo deliar da irSk -.- JPS.. i*
<
fttitfee
Gran^^yt8na-
nheiicvlem *MMtMMt* eobesUs da ii. a H203, madapolo Uno mr
&i m'S'A!? !",M "' CZ",0Vd,Us e,,reil" Dar0M b" coree nas
160 e 800 i, lencos da cese a/le chita para manios a : f i slia mu'
?.'!? ,g08lOSfal,,!^,enle n0T da especial para forro de carros a 10600 ra. o covado que outr\>r se rEU a ft hrili Si
cores liona poro a 2j o corte, oleados com piularas riwiuimai eUrSwdK Q JtJa *?
Novidades do pavao.
AlfljfrcLe-Gania <
Silva, na ra da Impera-
triz n. 60, acaba de che-
gar um novo e variado
sortimento de fazendas,
que vendem por presos
que faz admirar, como
sejam:
Um bonito sortimento de cassas suissas a imi-
tado de. das deqaadriahos, quesereudm pe-
lo diminuto prego de 240 rs. o corado.
BrllhautVna a 2.40 *.
Vende-se br'iUinlina com quadrinhos de cor
para ?eslidos e roupas da meninos a 210 rs. o
covado : na ra da Imperatriz n. 60, laja do
pavao. '
Organdys ai80w,
Vende-se cassa de organdys de padres muito
bonitos a 280 rs. o corado : ns roa da ImpsraWiz
B. 60, loja do Parao.
Chitas a'240rs.
Vendem-se chitas fraocezas muito miudinkas.
lazenda que seropre se rendeu por ama pataca
e es*i sa acabando a data vsteos: na na da'
Imperatriz a. 60, toja 4o pavao.
Gurguro a 400 rs.
Vende-se gurguro miudiuho proprio pira
tldos o capas para aenhoras e para roupas d .
nioos, pelo diminuto preco do 400 rs. o corado :
na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Las a 400 rs
Vendem-selazinhas entestadas para restidos
fazenda de muilo bom gosto, pelo diminutoTre-
{o de cruzado o corado : na ra da Imperatriz
n. 60, loja dopsvlo.
Com barras e babados.
Veode-se flnissimos cortes da carobraiss dar
rostidos, com barras a de babados, per#barati$si-
mopseco de 20500, 3$ e 3,300: ns rua da Em-
peratriz n. O, loja do par-ie.
Cassas a 200 rs.
Veodem se cassas com salpicos graudos a 200
rs. o covade : ns roa dalmjteralriz o. 60 loja Ido
parao. |
Cassas de cores a 240 rs
Vende-se cassas do cflres lateada auito bo-
to a 240 rs. o covado : oa loja da ra da Imp
ratriz n. 60, loja do pavao.
Sedas a cavado,
le"eie8rosdenaples prelo muito encorpad'
a 1*500. 10600 a i800, dito azul cor de rosa
cor de cana a 8000 o corado, sedas brancas la
rnrdss para vestidos de noiri a 20240 e 2*400
covado, dita preta lavrada a 10OO, chamalot
preto a 2JO00 o corado : na ra da Imperatri
n. 60, loja do pavao.
Enfeitesa2#.
Vendem-se enfeites de muilo bom gosto para
senhoras a 2i000 : na ra da Imperatriz n. 60,
loja do paro.
Eofeites a 640 rs.
Vendem-se eoteites de Troco proprios para me-
ninas e tambera para senhora a 640 rs.: na ra
Imperatriz n. 60, loja do parao.
Chapeos para seuhora.
Vendem-se chpeos para senhoras, sendo mui-
to bem enfeitados e os mais modernos que tem
rindo, pelo baratissimo preco da 100 : na rus da
Imperatriz n. 60, loja do piro.
Feludo a 2^400.
Vendem-se reliados preto, cor de caf, azul
ferrete, e rerde- escuro, proprios para rostidos de
senhora e roupas para mecios pela baratissimo
preco de 2*400 o corado, sendo fazenda que sera-
prese veodeu a 50: n ra da Imperatriz n. 60
loja do parao.
De todas estsa (azendss se do amostras dei-
xaodo ficar penhor, assim como tem muitas ou-
tras fazendas que se tornara eafadonho de as
mencionar, todas rendcndo-se mais barato que
em outra qualquer parte : na ruada Imperatriz
n. 60, loja de Gama & Silva, aoode se achv col-
locado urna taboleta com um PAVO piotado e
de ooite urna luz em qoe diz oPaVO.
Miudezas.
Manoel Cardos de Souza, com loja de miude-
ijs oa ra do Crespo o. 3, junto ao arco de San-
to Antonio, est resolvido a vender barato e a
serrir bem as pessoasqua se digoarem ir ou man-
dar ao seu eslabelecimento comprar qualquer
qualidade da miudeza, aflancando-lhes a maior
boa f e o mdico preco das mercadorias em re-
JajSo quali-lade : os presos que nbaizo se no-
tara nao deitarde agradar: cintos finos com
arela dourada eprateads, proprios para senhora
a ) e 20500 cada uro, liabas do gsz, norello
grande a 80 rs., e em caita 4a 12 oereltos a 800
rs. a calza, ditas de dito, oorello pequeo a 20,
80 e 40 rs; o oorello, a em caixas da 50 dito a'
00. 800 e t-a-aif; dftss de dtto dtodasa
tores a 30 o 40 rs. o norello, e em caiza de 30
norellos a 800 e 9fOrs. a csiit, miadas de liona
jara bordar aBOrs., e massinhos coitf'12 ditas a
600 rs., Imitas descrrete! de 209 jardas a 60 e
80 rs. o carretel, ditss da dito da 100 ditas a 30
e 40 rs. dito, carlio cora Upares de clcheles a
60rs.,eem doziaaeWrs., ditos com 21 pare
de ditos a 90 e 100 rs., e era duzia a 10, corddes
ara eodu eaparfithos a 60 e 80 rs. cada uro,
Citzas com agulhasfraocezas a 160, 240 a 3B0
a caita de 4 papis, cartelfas com litas, supe-
*nrrrtn8<,o,40(,r4'' pents| pretos osra alisar
a 240, 280 e 320 cads om, ditos amarelos a imi-
latio d uoieorne a 400 e 500 r8., ditos de tar-
taruga para *Ur cabello a 4*500 e 5f, ditos a
imitasao de tartaruga, obra boa a 800 e lf, te-
souras Anas para costura s 400,600 e 800 rs. cada
urna, ditas para nonas a 500 e 800 rs., ditas para
costura coa toque de rrugem a 100 a 200 rs..
binasi de papel Bordado e com enrelopes a 160
M. a toiha. dito da cores de quadrlohos a 100 rs,
caderno : alear dettas mercadorias tan oulrht
nuitisque serendem por barato preco como se-
Otag de reliuao pretas e de core, largas a
estrenas, fran,., de llnbo e de da, tal de w'i
da, chamlote a ostras qualidade. de toda
rguras e gestos, bicos. rendtte UbyrinOio
1 ohas de msrc, retroz de todas as cocea. *t*s 4*
lloho largas a artrelta., brafccaa e 4*^eT*4.-
etc.. o que ludo n render por vano* preco d
-^ Vene-se orna rica flauta de aban aupara.
lbsdi de prata ; na roa D mi.

sobre o ensino publico
pelo Di*. Aprigto Justiniano da Silva
Gutmaraes. Segunda pubicacao. A
veada na lirraria dos Srs. Guimarei &
Olireira, ra do Imperador. Vrcqo e
cada exemplar 2#.
contento.
VESDE-SE BAttATO.
|P Superiores capas com primas d* fargu-||
rao preto, manteletes modernos, tilmas
de croze. Vr
Vestidos de seda moderno da eam- w
V braia bordados, ditos de phantasra. *j)
@ Sediohas de quadros, grosdenaples de St
gb cor. moreantique em corado.
Cambrataa-da cores inuiierna, diias de ^Bk
k listras fiogiodo seda. V
Sintos, leques, gollinhas e punbos pa
ra roupo. espartilhoa moderno* pao-
tes de tartaruga,
Saias balo oe todas as qualidades,
camisas para senhoras, dita para me-,
nios.
Tariataua, ul, musselina, diamantina
e lazioha de eer.
Pulceiras de sndalo, luras de pellica
e chapeos para senhoras
m
PARA ACABAR
Colxas de la e seda proprias para
mas ou coberta de piano a 30.
ca-
l'aieiuts de caauutira a Wt* dibjs de
alpaca preta a 5J : rus da Cadeia loja
n. 23 de urgel & Perdiga.
m
Vinho do Porto.
Marques, Barros & C tem para Tender superior
rinho do Porto, em calzas de dzia.
Vende-se o rerdadeiro rinho de Lisboa a
500 rs. a garrafa, vioagre s 200 e 280 rs., e s de
Lisboa, frascos de ginebra a 600 rs., que pechin-
cha, rinho do Porto a 10; s na taberna de San-
tos & C, ra do Cordoniz n. 1.
Para mimos.
Seirinhas com os excelleotes finos de comadre
a 80 ris cada urna, rende-se no Progresso largo
daPenhft'D. 8, ssira orno se rende seiroes
com 8 libras por 20500, e em libra a 320 rs.
Aos senhores consumidores
de gaz.
No armasen de farinha, no caes do Ramos n.
18, est rends, gaz liquido da melhor qualida-
de e receotemeote chegado.
Pechincha sem igual.
A160rs
Siotures de seda e la para horneas e meni-
nos ; na ra do Crespo n. 18.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
. Jce^e ben^sHtade estabalaeieaesOe en-
mjar SANTUARIOS que riralisam com o Jacaranda.
-----"-LuS Wi^mn tamMhw. f
.JefCfP*
k JS kdemidem. J.
-JA-b uiaa $ aHaiWrr^.usew^.
PRATOS imitando em pereigia a boa porcel-
lana. "t^
CBALnMsWe to PANBLLAS dem idem.
quer sortimeoto.
VIO ROS em caitas e a retarnod lodos ee ta-
maodando-se maohos, botar dentro da cidade,
em toda a parte
rancLLas iaem dem. "t romera
COCOS. CANOIBHOS e ftsndres para qal- *1 i boejaS.
Ucos cortes de vestidos braa-
cos bordados.
Recebemeeneommaudaa He Mquar natu- .fc^*a b!.- Da.rili w Queimsdo n. 22,
-oenlloaam a eerteodidoa pelo baratissimo preco.
wmcoTthecide loja da boa .
1
Attenco.
"|readeTrapicbei.4,atteaa dsKora
Rooker &C. tute um bom sortimento dali-
"* eewres* branca semearreteis do mehar
*brw*elalnglaterraa*qaas aa rendas pe
aracosmuinzosTais
Nwa califentta
i
-kaHt*
Fazendas baratas.
Na rua da Imperatriz n. 48, junto at
tdaria franceza.
i
Corles do cambraia branca com babadi- =
nhoa 4 e 40500 aueerior 50. cambraia li-
za cora 8 112 vara 3$, 30500, e 40. ditas de
Bsroesrs 5!0, e Oy, ricos enfeles pera ee>^
nhora 6 e 6^500, sin tos os mais delicados
Spara aenhora 20MO. 30, chapellnc pata cri-
anfia gasto inglea 3500, 40, para baptisado
30, corlea de restido de seda Escosseza de w
bonitos gosto 120 esto se acabando, ri-
9 eos len$os delabyrintho 10,1J200. chapeo
ate sol par senhora d beoilaa cores, liaos
50, cabo de marflm 50500, cortes de cam-
S_ braia branror com ffr de leda 59. risca-
do francez 800 ris o covado, completos
ortimentos de bales de arcos 30, sortl-
SJ*** de meias para meme e menina
I 200 e 240 ris o par. chales de tarlatana
de cores a 40 rie. len?oa braceo com bar-
ras 160 ris chitas inglezas a 180 e 200 rs.
dita franeeza 240 e 280 re. o cor ido
PeCa de cambraia da forro com 9 raras
, a 20 : junto a padaria franeeza n. 48.

Navas pechinchas
na loja do Pavao.
a- V.**,e*Be 8 dinhos proprios para reslidos de senhoras e me-
ninas a 400 rs. o corado, teodo A palmos do lar-
gura, sendo tambera esta fazenda multo propria
para restidos de passar a festa no campo ; na rus
da Imperatriz n. 60, loja de Gama 4 SUra.
A Z$ o corte
de caiga de meias casemiras escuras
cor; na ras-do Quelmedo n. 22,
boa f.
DE
B1ST0S & REG
Na rua Nova junto a Con-!
ceioo dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes s* Tendem por precos meito snodi-
fleados como de sau costume,assim como
sejam sobrecasacos da eoperiores pannos
e casacos feites pelos ultiaioa figurinos a
260,280. 300 e a 350, paletots dos mesmos
pannos preto a 16|, 18|. 200 e a 24),
ditos de casemua de cor mesclado e de
noros padrdes a 140\ 160, 180.20 e 240,
ditos saceos das mesmas eaaemiras de co-
rea a 90.100.120 a a 140, ditos pretos pe-
lo dimieuto preco de 80, 100, e 12J, ditos
de sarja de seda a sobracasacadoa a 120,
ditos de merino de cordo a 12}, ditos
te merino cniez de apurado gosto a 150,
litos de alpaca preta a 70, 80, 90 a a 100,
titos saceos pretos a-4f, ditos de palba d
i eda fazenda muito superior a 40500, di-
i os de brim pardo .Vdo fusto a 30500, 40
ii a 40500, ditos de fusto braoo* 40,
grande quaotidade de cal as de easemira
I rete e de cores s 70, 80, 90 e a 10, ditas
l ardas a 30 e a 40, dttie de brfm deslores
lnas2J5O0, 30, 8500 s-4f, ditas de
I rim braacos finas a 40500,$, 50500 e a
( 0, ditas de brim loa* a 50 e a 6f, colletes
( e gorguro preto e de coree a 5$ e a 6f,
(Hos da sase mi ra de ee I e pretos a 41500
a a 50, ditos detusto branco e de brim '
i 30 e a 30500, ditos de brim lona a 4$,
(itos de merino para luto e 40 e a 40500'
(algas de merino para lato a 4J500 e a 5|'
< apas de borracha a 90. Para mooiaoV
rea eda cor a5J. 60 e a 70, ditas ditas
de brim a 2j. 30 e a 05OO. paletotssac-
M de easemira preta a 6| e a 7, di toe
ceeor a 60 e a 7|, ditos de alpaca a 8*
lObrecasacos de panno preto a 120 e a
4, ditos de alpaca preta a 50 bonets
\ era menino de todas ai qualidades, ca-
1 lisas para meninos de todos os tnjannos
iieioerieos reslidos de cambraia feitod
l ara aseainas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 80 e a 12$, ditos de gorga-
i ao de oer e de la a 50 e a 60, ditoe de
! sise a 30, ditos de mbrrierioaeiente
ordades para baptisados.e muttaa cnitras
lleudas e roupas fot las que deizsm de
i er mencioeeda pela sua grandeqeanti-
' ado; asswacomo recebe-sa toda oomI-
es e-coma*d. oe roapoa pare ee
laedar aoanmfaeturer oqoepateetefla1
iseos noomiHeUeortee*4Veftea-l
*2J ^ieepWfeicw5m3e"
ipaaa^oasajer.
de
na
urna s
loja da
Gaz liquido.
- Em casa de Samuel P. Johnslon &C, rea da
SeozalaNora n. 42, rendem-se latas com 5 ga-
ioas de Kerosine.
Na rua do Queimado n. 10, loja nova
de 4 portas, vendem-se aa segu ates
fazendas de apurado gosto, e ppr
menos prco do que em outra qual-
quer parte-
Ricos corles de cambraia branca bordados a
20, 25 e 300.
Ditos de sed i de cor a iqeiia a 80 e 900.
Ditos pretos bordados a relludo a 60, 70, 80 e
90JO0O.
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 300
Ditos de dita preta a 20 e 300. ^s*
Ditos de barega com babadora e 200,
Riquissimas capinhas djrrelludo bordadas
com mangas a 60, ZfUBO-tf 1000.
Longos de linho bordados a 3. 4, 5 e 60. >
Ditos de ditolwos, duzia a 6, 7 e 88.
Ditos de cassa com bico, um a 120, 200 e 240
res
Mantas de grosdenaple aberUs renda, urna
a 30000.
Chapeos do palha psrs senhora, um a 8 e 100.
Ditos de pellica Garibaldi, um 150.
Chapeos de sol de seda para senhora, um 40.
Riqusimos cintos deurados a 3, 4 e 50.
A ultima hora.
Acaba de chegar I loja, de Gama >& Silra, na
rua da Imperatriz n. 60, aonde tem o paro pin-
tado do lado de fora, as fazendas seguintes:
Ricos cortes de tarlatana bordados a sed*por
Camisiohas com gollinhss bordadas e tambera
manguitos, fazenda de muito gosto, que eempre
serendeu por 100, rende-se pelo baratissimo
prego de 50.
Ditas, gollinaas e manguitos bordados multo
finos a 20.
Ditas, ditas ditos ditos a 10500.
Gollinhas bordadas cosa trsspasso a 10.
Ditas muito finas sem ser de trsspasso a 640.
Qitas ditss dito a 500 rs.
Manguitos de cambraia bordados* 10.
Ditos de dita ditss s 800 rs.
Ricos chapeos de sol para senhora a 40.
Leogos de cambraia de lleno bordados para se-
nhora a 20.
Ditos de dita dito multo finos a 20500.
Chales de merino preto franja da retroz a 50.
Mantas de fil preto para senhora a 40.
Saias a 3,200.
Vendem-se saias que fazem as rezes de bslo,
nao lendo arcos de metal e sim de mesmo panno,
aaaea-ae e ngommaea-ee como qualquer outra
sais, pelo qoe olorosa multo mats com moda a
det patacas cada anas ; na rua da Imperatriz n.
60, loja do pari.
4dmiravel pechincha
na loja do pavao.
Admirare! perhiocha, na loja dri pari rua
da Imperatriz u. 60, da Gama A Silra, rendem-
se unissimos corles de cambraia de sed* com 2
babados a 4$50O. ditos de arental a 3500 dos
de dnas saias a 30500. ditos de cambraia branca
multo fina com babados e duas saias a 40, ditos
brancos, cambraia de seda, com babados a 60, di-
loide p ha o t azi a com babados de r arias cores a
80080.
Anda o pavao.
Vno>m-se peces de esmerara de carecinos,
fazenda muilo fio*, com 17 raras; pel baratissi-
mo preco de 80 a peca, ditas com 8 8[4 raras a
40. petas de ditas adamascadas e com urna rara
de largura a 3J500 a peca ; na rua da Imperatriz
o. 60, loja dd pari.
Emeesade Adamaon, Howie 4: C, ruada
Traprehe or o n. 41, reode-se :
Rolams de eerlica nissimas.
Uaa e Alele.
odereie.
Soeerietes tintas de todas sS cotes.
Sallins, minias, e arreioe pira carro on cabrioiet.
FeijSo *e corda
.no rmate de Tasee Iraies. ras de A me rim
E B. 35.
carnauba.
dinheiro.
|uena porgo de cera de car-
ne sa acha depositada noar-
ila Pernambucana i commo-
W$e#ara meninas.
Vendem-se bales paca menina, de todos os
s".I,,f I f*!P0 40 : n rua do Quaimade n: 2, loja da boa f.
Mantas de retroz paca, gra-
va tas.
^&tp>aW mantee da- retroz pera
'?asdo aesdastsmmo de corea. 500 r77 -
Qaeirass n. 22, ne>leja da boa f.
Meias baratsimas.
--- a duzia daamree de.meiassMeeaI,
' na roa do Queimado n. 22
iratas,
rua do
na
mm Mese** aesneMeanainie
Paletots baralissifflos, I
Pslelots prelos de easemira a 150, 18* 2
r2O0v ditos de easemira de cre 80. 90, 1
S*' "* **os B D<"i8a le cores ia
I Sfvdosde meeind de eoroa a- 98, datos 1
da alpaca preta a 30500 e 40500, ditos, do
alpaca c?e coreS e de la escura a 4)J e 5J,
[ditos de alpaca pteta para meuinos a
40500, ditoa de muito bem bri setim a
,50500, ditos de brim psrdo a 30500, ditos
' pardos do mais fino bramante de puro
lioho com bolees de madreperola a 55,
ditos de brim encorpado m#ia lona a 5f,
'ditos de briorztoho de' linho d quadri-
I ohas para meaiaes do 8 14 anaoe a 0,
ha casacas de psnoo fino pre.to e do cores,
.calcas pretas de casimiras, collele pre-
tos e de cores de todas as qualidades e
goatos, jaqwetao a rauitas ouiras obras
feitas que se ven lem por menos de seu
cueto, em conseqirencia da rqufdsgae que'
se est procedeodo. na loja a. 8 da rua
do Cabag, da extinta firma de Almeida
i Burgos. _

Bom e barato
S no Torradar
n Largo do Terco 23.
Quem duridar reolia venha rer: msnteiaa ia-
gleza lr a 900 e a 800 a libra, franeeza da me-
'hof I" se pode desejsr neste genero a 610 e a
600 rs. a libra, assim como ee lorram outres
muitos gneros perlencentes a moltudos III! a
dmheiro a. rista.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso mullo fleo e assim tambera
tarlatana branca muito fina,tanto una couca co-
mo outra sao proprias pira restidos, nao s para
bailes como para assistir-seacasamentos, andem
antes que se acabe na rua do Queimado n. 2*
na loia da Boa-F.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais ora e
superior quohi do mercado e a prego muilo
commodo: no escriptorie de Manoel Ignacio de
Oureira & Filho, largo de Gorpo Santo.
Magalhes Mendes.
Avisara ao respeilrel publico, aeus amigos e
ueguezes que ss achacollocado em frente de seo
eslabelecimento um retabulo cem o dstico de
urna arara,islo para se tornar a loja mais coohe-
cioa. e de hora em diaote principia a reidor auas
lazendas por um pego baratissimo.
Principia arara
Vende-se damasco de lia de 6 palmos de lar-
gura, proprio para mesa e coberta a 10400 o co-
rado, popelina de cores para restido a 200 rs. o
corado, fil de lioho de cores a 240 0 corada
cassas de salpicos a 200 rs. o corado : na rua d
Imperatriz, loja arroazenada da arara, de 4 por-
tas n. 56.
S arara, viva arara.
Vendem-se pegas de madapolo en resta do fino
a 30, pegas de cassas adamascadas para cortina-
das a 30, ditas de salpicos para restido a 2 e 30,
cortes de chitas finas com 13 corados por 20500
cortes de cassa cora 7 barras a 20500, ditos d
tarlatana de babados a 2$500, ditos de cambraia
a 30, fusto decores para restido a 320 o corado
saias balso de 20 a 40 arcos a 30 e 30500, pegas
de cambraias brancas a ljOOO, ditas a 20500, 30
e 30500, cobertas de fusto de cores a 5J e 6j :
na rua da Imperatriz, loja da arara de 4 porlas n.
56 ; se dio amostras de (odas as fazendas para se
rer, na arara de Magalhes & Mendes.
Cassa organdys a
280 rs., na loja do Pavao.
Vende-se muito booitas cassas organdys a 280
rs. o corado : na roa da Imperatriz n. 60. loii
do Pari.
Para cortinados.
AO PAVAO'.
Vende-se pegas de cassa adamascada propria
para cortinado 20 raras a 8$ : na rua da Impera-
triz n. 60, loja de Gama & Silra.
I) HWA
vende para paletots.
Laazinha muito miudinbas de cor eacura pro-
Pri> para caigas, colleta e paletots a 400 rs. o
C0Ta.o.narua da loperatriz n. 60, loja de Ga-
ma 4 Silra.
Roupas feitas ba-
ratsimas,
NO
armazem de fazendas e
roupas feitas *
DE
Raimundo C. Leite & Irmao,
N. 12Rua da IrurJeratrizN. 12.
Neste armazem que ora se acha bastante sortido
de roupa feita de todas as qualidades, tanto pa-
re hornera como para meninos, se estio rendando
as mesmas por baratsimos preces, como sa-
jara : sobrecasacos de panno fino, obra inteirs-
metrte boa por ser feila a moderna a 250UO, di-
tos de panno soperior, obra, do melhor que se
p04^*Lar 3<*000' Pa,i^ caaemlrs finos
^i^ww, ditos saces, obra de moderno gesto a
Para acabar.
saias a 3 folbos,
corteado"
Cortes de csssa ira
com 11 o 15 raras i
lia para restido ce
cambraia lisa eom t-,
30500, chita larga francez, corado > 9f
cassas escurss franmss, corado 240 : .r
que em rlata da reduelo ese preco. penco podo
aturar : oa rua do Queimado n. 44.
Veode-ae confronte a porta o de (fortaleza das
Liaco Ponas o seguinle : carrafa ara bei, dita
Kracasallosepara age, carrioboa pira traba-
ir oa alfandega e carrinboa do mi, rodee pa-
ra carracas e pera carriohos, eixos para ambos,
torradorea para caf com Cogie, beccaa de foroo,
baodeiras de aseos de todas aa qualidades, do-
bradigas do chumbos de todooos lamaakoe.teehe-
duraa de ferrolkoe, traaquetas, forro de embutir
de todas os tamaohes, ferrolbe do chapa.
Lencos para rap.
Vendem-se leoees flnissimos de liobo proprlba
para os tabaquistas por seram do cores escuraa s
nzas. pelo baratissimo prego de 60 a dalia ; na
roa do Qaetmado a. i ^n bem conhecida loja da
boa f. *
Vende-se em casa de Admeos, Howie &
CruadeTrapicheNoren. Ai, biscoitosingieres
sortidos, em pequeas latas.
Lencos brancos.
Vendem-se lengos brancos proprios para algi-
beira, pelo baratissimo prego de 20400 a duzia :
na roa do Queimado n. 22, loja da boa f.
Urna bar caca.
Vende-se urna bsresga do porte de 35 caixas,
encalbada no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-
Stnaho Bleabao, a p a fortaleza dae Cinco Poo-
tas, sonde pode ser rista o examinada petes pre-
teudentes ; rende-se a razo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Aires Guerrsi na na do Tra-
piche a. 14.
Ricos cortes de medina de
seda.
A loja da Boa-F no rua do Queimado nu-
lner?J 22. cabo de reaeber rices cortes de
rostido de medios de seda de lindos padres,
a fazenda maia fina, mais ora e mais bonit
que ha no mercado, cada corte tem 20 e 21 co-
o-dSJi e Tendem"e Pel bsratissimo prego de
250000 o cort; ss senhoras de bom gosto que
tirerem de assistir a bailes e a casamentos, se
qnizerem lerar um vestido ds ultima moda
mandarem rer na mencionada loja da Boa-F
na rua do Queimado a. 22.
Novidade do Pavfio.
Vende-se finiaaimos cortee de cambraia de
babados largse de deae saias fazenda que se
rendeu a 10 pelo diminuto proco de 40 na rua
da Iraperslrizn. 60, loja do Gama & Silra.
gdacao de certas;
S fazendas finas.
RA. DO CRESPO N. 17.
Riquissimas chapelinas de seda para
aeuhoras, de direrees cores a 1*0. r
Cassas de cores bonitos padres a 240 1
rs. o corado. i
Cassas e organdys de corea a 280 rs. o i
cerado.
Chitas de todas as qualidades e pTegot.
Muitissimas fazendas finas que se ven-
al dem por pregos bsralissimos para liqui-
A dar, dao-se amostra das fazendas.
Superiores organ-
dys.
Na lojo da boa f, na rua do Queimado n. 22
rende-se finissimo orgsndys do muito lindos ps
droes, pele baratissimo prego de 720 rs. a rara
fazenda de 10200, e quem nio andar muito de-
pressa flear sem a pechincha ; na rua do Quei-
mado n. 22. na loja da boa f.
af^ Em casa de Kalkmann limaos
8 &C, na rua da Cruz n. 10, exis-
te constantemente um completo
9 sortimento de
A Vinho Bordeaux de todas ai
| qualidades.
sj| Dito Xerez em barris.
0 Dito Madeira em barris e caixas.
0 Dito Muscatel em caixas.
0 Dito cbampanhe em gigos.
0 Cognac em barris.
g Cerveja branca.
^ Agua deSeltz.
0 Azeite doce muito tino em caixas
a Alvaiadeem barris.
a Cevadinha em garrafes.
cao.
Cabegia.
I B., tem para rflWe
dura dourstTrour arete raprHBBH!
rista dos compradores nio deixara de
loexcelletaeMnqsretam eefteade'oeT ato-
go muito commodo.
Petttfes.
Vende-se os ladea poetes taato
como de msete. Menoi
borracha paMsmaMe
baragar e de outras meitee qualidadse aee .
TBfldV por precos beradsmsMf.
Brinquedos proprios pin
meninos.
Veedem-ee oa liados boeeeos casa, corda ama
anda uma milha por ora, assim como do eotcae
muitaa qualidades.
V ^1
Bandeijas
Vendam-so bandeijse de tedesoe tas
orecoa qoe admira para acabar, eastsa >
copos a 200 rs. e a 20 a deaia.
Capellas para noivas.
Vendem-se lindaa cepelme bes
eroorias aero casimeito qae es
5 e 6f o maiio dea a 100. sssim
fitas, franjes e ntroe wuMoe mol
se toretnaenfadooho aonenciae
render o mete barate qoe sor i
querer liquidar: tedo isto a ee leja
ouro ras do Ceaog a. 1 B.
Taixas.
Reducco em precos para
acabar. rfj
Vendem-se no armasem de Braga, Sos a C,
na rua da Moeda, taisaa de ferro evado, de mai
acreditado fabricaste Ederin Mao, a 110 rs. sor
libra.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f na rua do
Queimado n. 2-2 se encontrar em boetto sorti-
mento de superiores Vira* ricamente borda ias
que se veodem pelo barato prego de 30000 4
e 50000 ris a pega, adrertlodo-so qoe he
de un peca de cada padreo, raern maia d
andar melhor servido aera, na roo do Qa
n. 22 ns loja ds Boa-F.
.1

ra-
8
Rua do Queimado n. 10,<
loja de 4 portas.
Ven le-se chapeos de castor branco
pado a 60.
Chapelinas de seda para senhora a 80.
Chapeos de palha pera senhora a Tra-
vista a 100.
Ditos de pellica a Garibaldi a 140 e 150.
Camisas para senhora a 30.
RuaNovan.56.
Garibaldi.
Joaquim Ferrelra da Costa, parteeipa so
peilsrel publico e eom eepecialidade aos
numerosos fraguaste tanto do atece cepo do
mato, que acaba de recebec de Parle pelo elti-
mo oario orna ora factura de chapeos de acaba-
ra e meninas, como sejs reludo, palha e soda a
Umbem se encontrsri oro completo sorttmeote
de chapeos para hornero, de eltro cope beixa a
altos, de lontra, franceses, tambetlik, cactos;
branco prora d'agua, ditos para a fasta qoe sio
frescos ns cabega e na bolsa, e tambem pera oa
religiosos franciscanos, ebegadet ltimamente
de Lisboa. No mesmo eslabelecimento acba-se
um Completo sortimeoto de fem ds Babia qoe
se rende por atacado e eretalho, um bom
aort;ment de charutos como ar-ja Marae, ma-
oiHia o oa afamados flor do Brasil, suspiros a-
prezireia, regala imperial, guaoabaraa, pari-
sienses, e todos os charutos do afamado autor
Simas, e Candido Ferreira Jorge:
Casemiras a
4.000 o corte, na
ia do Pavo.
'
loj:
Vende-se flnissimos cortes de aasemt-
ra enfestada de cores pelo diminuto
preco de 4 o corte para calcas, assim
como tem das mesmas para Tendear m
2j400rs. o covado propriaa pan pa-
letots, calca e collete, reconamenda se
muito esta fazenda aos Srs. alfaiates que
costumam a fazer roupa para Tender,
porque tao cedo nio acbam uma pe-
chincha igual : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silra.
Gravatas da moda*
Vendem-se graratiohaa estreiUs malte enpe
rieres, tanto pretas como de cores, pelo aeradas
simo prego de 10 ; jia roa ie Queimado n. 23,
na loja da boa f,
vV

--------------------4*0..VeoTa7Mo.
1600, 40OOO e 50000, paletos casacos de alpa-
ca obra multo boa por ser de alpaca Basa 81000,
dito dft .> aSjMsOky 4*^*%rsfs2de
easeasftd sjsmlms JTistf. swtMaSBBMsmmamBmaM
sao de e*erale/rle*MVe*0S)b. ffldT
trantazas paito e>sieJie meita Base a 3S0OO
duzia; hareocortdbe* mtame/etraa fazendaa
oc4ree feUeo, ae emaee todea w readeak Sor
precos muilo coamedos.
LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40lu do Oueimado40
De fronte do becco da, Congregago, letreiro verde.
VEND-SEOSGTJINTB:
Para casamentos. M
Ricos cortes de restido de 816 ou blod d seda branca com rama caaells a
mais moderno esoperiorqt ha no mercado. ^
Para bailes.
Liados cortes de restidos de flIO ou bload de seda branca bordados s braac
i cores.
Mtoa de tarlatana branca bordados a broncee eoroo.
Ditea de cambraia brinca bordados a braqco com muita elegancia.
Saias bordadas.
Ricss saias de cambraia branca bordadas coa o maia aparado gesto a seis Basa
que na oo mercado. I^BB fc
Ditas de diU recortadas maia bi re tas.
Para baptisados.
Ricos cortes de restido de cambraia brenca bordeos com mulU
mais moderna e mus superior qae ha ne mercado.
Manteletes.
Biee manteletes de sede **" -nnlne nrdstsms a Hiea i
coms arrendados, per yrecos cemmedes. -------'
A 9SI00G a^eea-----*-
Psaedecshr.iiMi,f.fln.Cojs^a-1,2 larss. .tilo b.te.
Hosa|l0,4d,^5f cedoom
J d taJalST141- ^d' |0nU r'don*
qoalidadae.
\
^-


__
m
\
A
ntatv

Largo daPenlia
que
0 per Km i maior
vapor a 2J600, e^os do vapor passado a
que ha no aereado ero aelrinhas pequea
i libra a 320 r.
v -
rELV n'T'i* /x,pn*o aa gneros oa mais notoa que
SL m! i6 60Dl" propr.*' e8ti P011"10 reeolTtdo a vende-los por menos 10 por cenlo
vir1V?..(.nLVqU,1',Uer pf,rte* f,nSaDaQ > q"dade acondicinameos, assim como ser-
tSf"1"1" P icos to bera, como ae es senhores viessem peasoalmeote. par. o que
.IL-P. Pr0pr!etal *m peV" 0 tl"*, fln de continearem a mandar comprar
!hi.nK^ das,-8er.l? de qua lod* acompanhar uaia conta irapressa com o meaaao titulo de armazem Progresso.
MantMg* iaglez* perfeitamenu ttotil000ri .
m poreste preco nicamente pela jraade porcao que tem e seor em,barrii;s ara aba'timeato
O lyouu, anaoja-se a boa qnalidade.
^^1'* ***** *W -* "
2*400.
Figos le eommodre 08 niU n0T0,
80 rs., ditas de 8 libras por 2*500, e em
VrezunU d* &* more QgUx. 700 .libr-
P rezaiUsj de Umego, 480 .. Iibra ntelro, m rf
**a a mais nova que ha no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4J5O0.
Espmasete a760 ri t |lbri em cait a 740 m
lillas eom bolaxluUa de soda de 4efareate quftlIdad a 1|loo
tartas com peixe em postade muU qualidade, 1|400#
AneUonati multo novas. lsooo ., Barril,. reulh0. 3,0 M.. y
oee de \lperene m latl <6 2 libr por 1#m
tu9Tiatas ptrt podim a 8(K> r8 tUbrii
fia***** S "O 1 A 1 lT m,i*DOT"doinerc,d<>a9O0r,-#emlatl"dfiUbP0l700
_. moo a primeIra Tez que TeMoa a egte mercad0 a 640rf> a ubM
C*o*ncas e palos muil0 n0f08 a 560 m, Hbri
Palito, de dente UxadoscomSOfnacDh0iporaoo
Marme\ d r?UCCZ 1*2"* ^dUt0 pwl,,8U""800"
. S* ^f d0 tUm*io Abr" trae muitos fabricantes de Lisboa
OWO ra. a libra.
V P* de 500, 560 e 640m. a garrafa, em caadas a 3*500 4g000 4*500:
1? l* da nMl" acMdIUd""*'Cia 5 a duzia, e em garrafa a500 ra.
1T* 1 A 11p4rasopa m,u n0Ta 1ue ha no mercado a 640 ra. a libra.
Carcavellna Ur.u engarrafado. Porto fino. Porto. Feitoria e duque do Porto a 1*200.
Larcavellos, Muscatel e Bordeaux a 1$ a garrra. e em caita de urna duzia se ar abatimento
_^ *.,. inaU n,T0 e lin>Po q h do mercado a 160 ra. a libra e em arroba a 5*.
ttYvilhas traneezas.. lk
ditaa inteiraa a 640 rs. oelhorea que ae podem desejar em meiaa latas a 500 ra.,
mmt melhor Pe*i,co que 9<>6 haver por estar prompto a toda a hora a i* a libra.
Milo de amendoa 800 r... libra. dUa com caaca. m fi.
l\ozes mull0 00T a 120 rf. a libra>
^asunnas padas a 240 r<, libra;
Y4*1*5 multo saperiora 240ra. a libra, e a 7* a arroba;
i\. 1*P07
***do Maranhio a 3* em arroba, e em libra alOOra.
Fnmo ametieano.w ,k
t, ,, al*ab".eforemporcoaefarabatimeote.
SevadinnadeFr,n5aa240rialibra
aagn Muito novo a 320 ra. a libra.
Xonelnno de Lib0.a m tt a librat alfl| a RM|
Farinha do \laraunao
r-, ... T* **V maia ora a 160 rs. a libra.
Toaewti. ingl.,00..llk.
***"* fa*;'et*rA*M -8 ita.. **>.....
Vindaipelo-ulno vpor ingles oa
raa> da Cadeia loja ie femrai de Vi-
idacao de
calcado francez,
roa da Impera-
triz n, 1 (i.

Veoda-ae calgado fraucez para aenhorag. me-
ninos e meoioas por. todo e qualquer prego, em
razo doa proptietorios deste eatabelecunento,
terem de sortir novamenle nara a feata e quere-
rem acabar fiom todo o calcado que no meaoo
ettabecimento existir; assim como pedem mui
reipeitosamente aoa seua deudores o obsequio
de Tirem .pagar aa imjiorlanciu de leus dbitos,
visto que da 1* de no?embro prximo futuro em
diante serio entregue todas as contas a um soli-
citador. Qm de aa recebar como julgar conve-
niente ; fazemoa.portento o prsenle .anuncio,
aflm de que nao baja como houve quem se quei
xasie do mel que empregamoa para eaae m.
Vestidos brancos
bordados.
Anda restam algans corles de vestidos brancos'
bordados que contioam-se a vender pele bara-
tissimo prego re 5*, com 2 e 3 baados, de gra-
?a : na roa do Queimado n. 22, oa bem conheci-
da loja da boa f.
Relogios baratos.
Na rna Nova n. 21, ha grande porga o de elo-
gios foliados, douradoa e de ouro, pateles e ori-
zontaes.suissos e ingieres, os qnses sero ven-
didos pelos pregos da factura. Cada relogioleva-
ra um recibo em que se respoosabllisa pelo re-
gulamento durante seis mezes.
respeitavel publico tudo quanto pro-
Rival
se, segundo
arua dBOue
Na rus if Queimado n. 55, loja de miudezaa
de Jos de Azevedo Mala e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezas pelos
precoeabaixodeclaradoe, e venfaam logo pols
est acabando.
Caixas com agulhas francezas a..........
Novellos de ltnha Dar marcar a 20 rs. e..
Bifes de ltnha de eorese muito grandes a
Carretel de liuha, superior qualidade a..
Liehs branca do gsz a 10 rs. e...........
Dita dita,a melhor que ha, novello grande
Parea de meias de cores para meninos a
Duzia de meias cruas muio superiores a
Dita de ditas ditas a......................
Pareado metas de cores para meninos a
Liona 60 carto Pedro V a..............
Caixas com phosphoroi de aegaranea a
Caitas ae folhas com phosphoros (se a
caixa val 100 rs.) a...................
Duzia de phosphoros do gaz a..........
Fraseos d*agua de colonia auporiora....
Ditos con cheiroe maito Unos a........
Duzia de meiss muito Anas parasenhora
Caicas de apparelhospara meninos a 240
r- e............
Trancas da laa e delinho aorlidaa a......
Sabonetes grandes e superiores a........
Groza de botes pequeos para ealga a..
Croza de botoes de louga a..............
Varas detramoia superior a 120 e........
Groza de peooaa de ac a................
Carteiraa muito superiores a............
Baralboa portuguezes a.................'.
Tesouraa muito finas para coatura a....
Ditas para unhas a 240 e..................
Bsralhoa para voltarete a 210 e..........
120
40
40
30
20
60
120
2*400
2*000
160
20
160
100
240
400
500
3*000
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carroa americanos mui elegantes
e levos para dnas e 4 pessoas e recebem-ae en-
commendss para cujo fim ellea possuem map-
pas com varioa deseohos, tambera vendem car-
rocas para condcelo de aasoearetc.
Chegouaapreciave] agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'aguia braaca acaba de receber urna no-
va remessa da mui praveitoaa e procurada agua
balsmica para a bocea e dentes. O bom resul-
tado de tal agua j nao aoffre daividacomoaa-
mdo telas inmensas pessoas que a compraran)
e que sentiam a falla della, e aa que de nov
comprarem acharo que q uso della faz conser-
var os denles saos, livrando-oa da carie, fortale-
cer as geogivaa e tirar o mo hlito da bocea,
dando meaasa agradare! aroma, podende-s
mesrao usar dells nao a pela maoha eomo a
qualquer hora, e com acert depois do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando ae tenha de
sabir para tnr-ae a bocea aromtica: pira isso.
porem, bastara algumas gotas della era sgua pu-
ra. O proveilo d'agua balsmica anda chega a
mais, ella earve com acert o promptidao para
acabar dor de daates, ensopando-ae nella um
focado de algodaa a deiiaodo-o no buraco do
Jeme, aste adormece e em pouco deaappareoe a
Jor. rara se obier nm frasco de tao proveitosa e
apreciavel agua balsmica, dirigir-se com 1*
toia d aguu branca, ra do Queimado n. 16, ni-
ca parte onde ella se vende. Adverte-se que os
fraseos rao marcados com o rotulo da dita loja.
3,000.
Sa california.
Vendera-ee corles do cambra'a organdys com
harra a 3* o corte ; na ra da Imperatriz n. 48.
junto a padana fraaeeza.
Cestiuhas de Hamburgo.
S ua loja d'aguia da ouro, ra do Cabug n.
l B, quem receban nm completo sortimento de
lindas cestiohas de todos os tamanho propria
para monjmsdeesoola, assim como maiores com
tamp propnas para compras, hlalos proprios
para coatura, ditoa proprios parafaqueiros, ditos
M ?l0i*iu9fP- brinquedos de meninos, dt-
J; M,toatf.M.4a!Wl55T^^^
bIbIiiHbIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiH
MilhoaaiSaO asacca.
DtonoYDOttita]
Farelo muito
Arroz de csea
sacea.
j^T.T*"^.5aapor|ja sjf*jaj
500
40
160
120
120
160
500
500
120
400
400
320
640
Fraseas de baoha de urcoa...........,,...
Frascos grandes de lavando ambreada, su-
perior qualidale a.................... 800
ffreseoe de oteo de baftosa a 320 e...... 500
Frascos de danha muito finaa20e...... 320
Agnlheiros cosa agulhas a................ 80
Calcado barato.
Boneguins para seobora por 41500. S e 54500
o par, ditos para menina por 4*. 4*500 e 5*. bor-
zegaiaade homem, eapatoade tapeta avelludado,
e sapataa de tranca para homem. seobora a me*
nlnaa.-wdn por mdico proco; na ra da Cadeia
Fren!* de ello amos vita aoa
fsagaaaaa te< praca a oedaffirtr, qua tan
xaoato i vaada eaMode saa fabrica deo o ratead
-^-^oersnaaaai doa Sea. Travaaaoa Jnior
****<><-<*4l**V.m', masaa amarella,
raaiaasaa, arana a -mrrat quaiidatlaa por menor
Waafatlfll'tfa tWWatfrteaa. j ttasmo arma-
ha*as*fa4a-a-aaa depadMo da -raras a carnaa-
a simples saa mistara algama, como at da
oo.enidem"8e na P"5a da Independencia ns. 37
ckd, loja de Antonio Augusto dos Sahtos Porlo,
(apellas de immortal para 2 de novembro se bo-
tar no cemilero publico, com os nomes seguio-
tes r
Minha esposa.
Meu esposo.
Minha mai.
Meu pal.
Meu filho.
Miaba filha.
Urna lagrima.
Eterna amizade;
Saudades sempre vivas.
Vendem-se os engeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos ua freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de eoge-
uho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Ruada$enzaia Noya n.42
Vanda-sa em casada S. P .Jonhstoa A C.
allinsa siltaesngiezes.e.andaeiroacasticaat
bronzaados.lonas aglszas, fio davela.chicote
par carros, amomaria,arraiospara carro da
ubb aloas cvlos relogio tda ouro patenta
nglai. r
Relogios.
Vende-ta em casa da Jobnston Pater 4 C,
ra do Vigario n. 3 um bello aortimento
relogios de ouro, pateo te ingles, de um dosmais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben:
urna variedade da bonitos trancelins para os
mesaaos.
gMarintnew Moa tmmmmm
A loja da bandeira
[Nova loja de funileiro d8
ra da Cruz do Reeife
numero 37.
Manoel Jos da Fonsecs participa a
todos os seus fregoezes tanto da praca
cmodo mato, e juntamente aorespeita-
vel publico, que lomou a deliberacio de
baiiar o preco de todas as su as obras, por
"J cujo motivo tem para vender nm grande
sortimento de bahs a bacas, tudo da
differentes lmannos e de diversas cores
p pinturas, e juntamente nm grande
sortimento dediveraaa obras, contendo
banheiroa e gamelas.campridas, grandes
epequeas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, lataa grandes pira conservar fari-
oha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil 0
camas de vento, Islas de arroba a 1*.
bahs grandes a 4* e pequeos a 600
ra., baca igrandea a 5* a pequeas a
800 rs.,cocos de aza a 1* a duzia re-
gadores rogulares muito barato, ditoa
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ha pintados e em branco e tudo mais
ae vende pelo meaoa preco possivel: oa
loja da bandeira da roa da Cruz do Re-
cife n. 37.
~ N.-O. Bieber dr C, auceeaaores, rna da Crur
n. 4, teas para vender relogios para alglbeira de
ouro o prata.
Saiasdecordo.
Superiores salas de cordao a 3*. 3*500 e 4*,
ditas alcoxoadaa mutto auperlorea aS* : na ru
do Queimado o. 22, loja da boa f.
Vende-se
Um estabelecimento nesla praca em urna das
roelhores ruaa de commercio, contendo para
mais de viole cootos de mercadoria, sendo nraa
terca parte de seu valor a vista a duas partea em
prazoa convencionados, com garanta : tratar
na ra.do Imperador n. 05, segando andar.
Veode-se caixinhas de charutos a 800 rs. e
1*600, es verdadelroa quiris proprios para em-
prefag, srroz ptlado a 100 rs., em arroba faz-se
abatimento; a o Santo* oa ra do Cofdoniz Da-
mero 1.
V>sainassa, que pelo
w^qtiasi^eijra^a.
da Boa-Vista o. 88, eaquloa da ra do Hospicio.
Chapeos para sent ora.
Sisas-chapeot de aeda a t velludo para >m-
nhora, pela baratiaslmo prego de 15e 16*: na
raa do Queimado a. 32, loja da boa f.
Aviso aos nacionaes e es-
trangeiros.
Cbegaiam afamado* flKredores inglazea de
pelete, proprios para purificar agua, vendem-
se bsratos, sao poneos : na toa da Cadeia da
Bectfe d. 8, armaiero.
Retroz.
Vaade se travs e enxaru de todos
os coBipriraentos e grossuras, trjciustTe
uma bonita nha de 55 palmos por
presos commodos : a tratar na ra Ja
Praia n. 49 ou 53.
Vende-se arroz do Maranho a 2* a arroba,
e a 80 r*. a libra, azeite de carrapato a 440, dito
doce a 7*20 a garrafa, menteiga iogleza flor a 960,
dita franceza nova a 720 a libra ; na roa das Cru-
zes n. 22.
Vende-se um preto possante proprio pars
paflaria on armazem de assucar, por estar acost-
mado a estes dous servteos ; a tratar na roa da
Gola n. 9.
160000*,
Vende-se por 160* 12cadeiras, 1 sof e2 ban-
cas de abrir, tudo de Jacaranda, e em bom esta-
do ; trata-se na ra da Cadeia n; 49.
Lentjos de cam-
braia com padrees de se-
da a 2^500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambera se vende mu
bonitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
isso pelo baratissimo preco de 2*500 a peea de
10 lencoa. E* essa uma das pechiochas que cusa
apparecer, e quando assim approveitar-se da
oeeaeiao, porque elles servem tanto para alglbei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16, (er
vontade de comprar mais de uma peca, tal a
bon'dade della.
Vende-se um bote coro maatro e vela por
preco barato ; a tratar na ra Nova n. 67.
Vendem-se saceos com milho novo ; 00
armazem da rna da Senzala Velha n. 144, com a
fundo para o novo caes de Apollo.
As melho-
res machinas
de coser dos
mais afama-
dos autores de
Nevr- York:
vendem-se
unlcam ente
no armazem
de fazendas
de Raymundo
Carlos Leite
& IrmSo, nu-
mero 12, ra
da Imperatriz.
O"iRal sem segundo, na
Ta^^tieiiHadon. 55
defronte do sobrado no-
vo, est venendo tudo
bom e baratissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ram, a saber;
ios lerceirosda
venravel ordem deS.
Francisco.
J ebegon a verdadeira
Caivete para aparar penna a
Ditos com 2 folbas muito Unos a
Frascos de macaca perola muito fino a
Dito de oleo mullo fino a
Tranca de lia com 10 varas, bonitas c-
rese
Franjas de 15a com 10 varas, bonitas co-
res a
Sapstos de trsocs de algodo a
Ditoa de dita de 13a a
Caixas com isess para charutos a
Cartas de alneles sortidoe francezes a
Canas de ditos ditos a 80 ra. e
Escovas para llmpar denles muito finas
200 rs. o
Duzia de facas e garfos, cabo preto a
Hassos com grampas multo boaa a
Candes com colchetea a
Ditos com ditos de superior qualidade a
edaes de ac para senhora a
Sabonetes muito grandea a
Apiloa de chumbo para crianca a
Rialejo para meninos a 40 rs. e
EoOadores para vestidos, muito an-
des a 60 rs. e
Sapaliuhos de 13a
amaesenha de laa. oa
Ferias, ra ao Uneaaado a. 32 ae
apromolam habitoa deaia faseada a 44 i LS-
loja de 4 portas, ra do Queimado a.
bem ha de algodio que seapreaap
oro, e se vende a fasenda por asodice frt^7
^3
-
3
80
310
200
100
200
800
1*000
1*280
40
100
200
400
3*500
40
20
40
100
200
20
100
80
400
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i 9
s- | $$
a%
Arado* americano ?e machina-
par a lava rroupa:em casa de S.P .Jos
bston & G. ra daSeazala n.42.
A 2,5500
Chales de merino estampados, que em oulraa
lojaa ae vendem por 4* o 5* oa loja da boa f
oa ruado Queimado n. 22, vende-se pelo bara-
tisamo preco de 2*500.
, Luvas de Jouvin.
Conanua-se a vender aa auperlorea luvaa de
pellica de Jouvin, tanto para homem como para
senhora ; na roa do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
para meninos a
Anda tem uma varedade de miudezas que se-
ria enfadonbo menciona-las, poiss vita que
ae pode apreciar as qualidades e os precos.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Militares da individuos da todas as Dacfes
podem testemonhar as virtudes deste remedio
neompara vale provar em caso necessario, que,
pelo uso qne dalle fizaram tem sea arpo a
membrosinteirarnente saos depois de hater em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura doa periodicoa, que Ih'ai
ralatam todos os dias ha muitos anuos; e i
maior parta dallas sao to sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o ase de seus bracos a pernas, depois dedur
permanecido longo lempo nos hospiues, o tas
deviam soffrer a ampuiaco I Dallas ha mui-
casquehavendo deixado esses, asylos depade-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
raco dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso esse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, a fim de mais autenticaren! sui a firma-
tifa.
Ninguem desesperara do estado desaude si
tivessebastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguiDdo slgom lempo
tratamento que necesstassa a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmante.
Que ludo cura.
Ounguento he til, mais par tica
(rmente nos seguintes casos.
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aROlPA FEITA AINDAMIS BARATAS,]
* SORTIMENTO COMPLETO
ai
|Fazeudas e obras feitasj
a
LOJA E ARMAZEM
IGeslBasti
NA
ua do Queimado
u. 4ft, Temie amareWa.!
Constantemente emosum grande e va- '
[ciadosortimento dasobrecaaacaspretaa I
- de panno e de cores mmto fino a 28*.
80 e 35*. paletota doa meamos pannos
a 10|,22f e 24J, ditos saceos pretos dos
meamos pannoa a 14*, 16* e 185, caaa-
cis pratasmuitobem feltasedesuperlor'
panno a 28*, 30$ a 35*. aobrecaaacaa de
casemira da core muito finos a 15*. 165
e 185, dito asaceos das mesmascaaemi-
rasa 10$, 12* e 145, calcas pretaa de
casemira fina para homem a 8*, 9*. 101
e 12, ditas dacasemira decores a 75,8*,
9* e 10*, ditas da brim brancos muito
flaa a 51 e S*. ditaa da ditoa de corea a
8*. 3*500, 4* e 4*500. ditas de meia ca-
semira dricas cores a 45 e 45500, col-
letespratos de casemira a 5* e 6*. ditoa1
daditos da coras a 4f 500 e 5*, ditoa'
branco tda aeda para casamento 5*,.
ditoa de 6*, eolletea de brim brancoe de
fus to a 3*, 3*500 e 4, ditos de cores a
*500a3*. paleto t pretos de merino da
cordao sacco eaobrecaaacoa 75,8* e9*
sollates pretos para lulo a 4J50O 5* ';
i as pretaa da marin a 4*500 e 5*. pa-j
latots dealpaaa preta a 3*500 o 41,ditoa
sobrecasaco a 6*, 7* e 85, muito fino col-
lataa de gorgurao deaedadecoresmuito
boalazendaa3*800 e45. collatetda vel-
ludo de corea e pretos a 7* e 8*. roapa
para menino aobre casaca de panno pra-
, toa o da corea a 14*, 15* o 16*. ditoa de
i eaaemira sacco para os meamos a 6*500 a
; 7*, iitosde alpaca pretoaaaccos a 3*
jl*500tditossobreaaaacoa a 55 e 5*500,
L!Jc4j*asamireprtaee4e*oreaa*f
|f|*Ma?*, camiaaa para menino a 20
h* daixia camiaaa inglesas prega ilargaa
J muttoiapariora 32*aduziaparaaabar.
Asaimsoanotamoa asna afacioa daaN
, tataondamandamoa azecutaitodaa aa
obraaaom bsavidada.
Alporcas
Caimbras
Callas.
Aneares.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas,
dos membros.
Enfermidades da c
em garal.
Ditas de anu
Eropoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflsmmaeao do figado.
lnflamma^o da bexiga
na matriz
Lepra.
Males das pernas.
-dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articularles.
Veas torcidas ou i
das as pernas
Na loja da aguia de ouro ra
Cabuga' n. 1 B.
Receberam de ana propria encomasenda oa Ira-
dos eafeiles tanto para senhora como para m-
n' SSS Tende Pr fcaratisaimn Pc> aeade
L* 25500 3|, 4. 5*. 6. 7| e 8f. palhinha a
9*. tudo isto muito baraiiaaimo porque se na*
liquidar, pede-se os compradores ajee rbegaea
antea que se acaben : s na loja da ania de ou-
ro rna do Cabog d, IB,
Cascarrilhas para enfeites de
vestidos.
S na loja da aguia de euro da roa do CabagA
Q. 1 B. e que receberam nm complete sor liattuie
de cascarrilba das mais lindas corea qne pos-
sivel para enfeiUr vestidos oa ropeoziehos *$)
criansa que s a vista a* poder fater o preso
Chapelinaspara senhora a 12|
Ns loja da aguia de euro ra do Cabugt d. I
B.. tem para vender cbapeliaaa de saeilo grate
pelo baratissimo prec.o para acabar de 12* a 14*.
Ricos enfeites para seiihora.
Ac para balo a
120 rs. a vara.
S na loja da aguia de ouro
rft do Cabug n. 1 B. .
Receberam grande sor tmenlo de asteas de te-
das as larguras para concertar on faier baldea
para meninas e senhorss qne se vende pelo ba-
ratissimo preco de 120 rs. a vara e a peca cesa
45 varaa a 4*500.
O melhor gosto. #
C$ Chapeos de palba muito fina enfeila- O
lados a traviala a 125 145- chaira de 2
X i0^"0. a ,2-15- 2o- J5-*>. 35. *0, 45 T
9 505. enfeites de retroz e ouiras muiUa
a fazendas do mrlhor gosto possivel a por j
P baratiSMiBos precios: na ma do Qaeiaaa- W
W mado leja de 4 portas de Frrrao & Maia. B
vende-se una taberna sita na roa Direita
o. 113, com bastantes rom modos para familia
propria para um rapaz principiarle com ponte*
fundos : quem a pretender dinja-ie a Besana
que athar com quem tratar fazendo-ae todo ne-
gocio.
gWtiKtfiN m OKMsaenseK
Loja de marmore.
Vende-se para liqaidacio casemiraa
ioglezaa de uma t tr prepriaa para for-
ra rar carro a 3g5C0 o corado.
InsSirataRaR stecte
Loja de marmore.
Vende-se para liquidacao meiaa bran-
cas ioglezaa para homem a 3* a duiia.
DofabrieanW Aoiaoro da Cimpoa Navarro, da<
adade BWTOrto; acha se venda no armazem
de Fernandea 4 Frlhoa, na Iravessa da Madre de
Daos n. 12, um variado sortimento de retroz de
fdflas aa corea ultimarDwai* despachado, que aa
?aade a prejos razoateni pira fechar a conta de
faWt?
0
Vendem-oe eaixdes rasios propvioa
para bahureirosvrnnirerposetc. a i^rtSO:
quem pwteBder ditija-se acata tipo-,
graphia, que ah se dtra' quem os tem
pira tender.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de tedos os boticarios droguista e outras pes-
soas enearregadaa de sua venda em loda 1
America do sul, Havana a Bespanba.
Vende-se a 800 rs., eada bocetinha contm
uma instrucijo em portuguez para explicar o
modo de faxsr uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Sonm,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pemambuco.
Pechincha sem igual.
Cortea de calca de casemira prela e de cor en-
festada muito fina a 4*500 ; na loja da Califor-
nia, raa da Imperatriz n. 48, junto a padaria
franceza.
Potassa ilaRussia e cal de
No bem conhecidoe acreditado deposito da rna
da Cadeia do Reciten. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qnalidade, assim eomo tambero cal virgem em
padra ; tudo por pregos mais baratos do que em
ostra qualquerparte.
abUNIA
rilDiaO LOW-MOfi
Rna daSenzalla No\a n.42.
Nasta estabelecimento contina ahaveiuai
completo sortiasan 1 o dtmoenda temeiasmoen-
das para enganho,machinas da vapor ataixas
te ferro batido a coado.de todos ostamannos
para dito, .
Superiores organdys a
720 rs a vara,
Vendem-se floissimos organdys de muito bo-
ni|oa padroes, pelo baratissimo prego de 720 rs.
a vara, fazepda que sempre se vendeu por
1*200, assim pois, quem quker comprar fazenda
flna muito bonita e muito barata chegar roa
do Queimado a. 82, na bem conhetida loja da
boal.
Paraosbailese theatros.
RIquiasimos cintos douradoa com liodaa tvelas
tambera dauraaa a aamaUadee, a-cata tieeopon.
toe para eaMrem anace ee avenido,: aauto pro-
priea para aa aeoharaa que Murena e irawa aaa-
te>aaliaaha>t vwaa^ex-ua^a aaeallaalaaapTe-
fed4, #: oa ra da QeesBMen. 22,
eabees ceoaaataa teja da boa fe.
Rrfeiles ri^fe&imos.
Vendem-se ricos enttT
Ihores e mala moo^
Ift.,nsWft^boale\
Loja de marmore.
Vende-se para liqaidacio mantas tre-
tas lavradasdefil a 2*.
A 280 rs. o covado
de cassas francezas de mullo bonitos padroes coas
4 palmos de largura, pechlocha na rna rio
Queimado n. 22. na loja da boa f
Libras sterliuas.
Vende-ae do escriptorio de Manoel Igaacie da
OHveir e Filho, largo fio CorpoSaaio.
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann Irm&os &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e groiiura, pannos de
borracha, rodetas de dita,-so-
bre ditos artigos tomam-se en-
commendai.
Aos senhores aca-
dmicos.
A loja do leo de ouro.
Na bem conheclda loja do leeo de nn, da
Jos Goocalvea da Silva Raposo, rae de Cabeg
n. 2 G, receben-se ultioaameote da Earopa pato
vapor francez segunOa lemaaaa daa aellas filas de
gorgurao de diversas larguras, propria pera asar-
las de bacbareia, peta deveaa vir eaeaprar anete
antea, que ae acibara, que s a laja ala keeee
ouro quera aa tea.
Escrayos fngidos.
Fugiodo eogeahoao anaixo aaaiaaade, ae
da 13 da deserbro de 1839, nm oieqe* rrieele
por nome Joao Gregorio, idade de 50 a 24 aaaaa.
bem preto, sitara regalar, alegre e r*grlaia, esa-
Jo
Co de rarrelro, o qual foi preso na Babia em fe-
verairo de 1HJ0. e remeitido psra reraambeee
em um vapor, d'ooda lornon a foglr, e aeapta
se estar na Babia ; roga-ee aa anioridade* peH-
eiaes e capttlea lie eaavpo qne o apprebeadaaa a
> remettam para Fernamfeuco a rairrgar ae 8r.
oao Finio de Lesaoe Jabior, a qne pagar* tnul-
uer despaia que ae flzer.
Umbellno de Paela Sonta Lelo.
eaappareeeu ao da 13 do Carrate, do ai-
llo de S. Jos do Manglo bo, o caer ve crenle,
maior de 50 anuos, da nome Joaqei, cea ea
signaos seguintes: cabetlos brancoa, alto, serte
Scorpo, e asa si parpa tas ; este eacrsvo Yei pre-
pdjdedo 9r.Manoel Jus Pereira Pacheco,
Aracsly.d'onde velo para sqoi ftido : roga-aa
..rotrot, sao os me- a todas as autoridades polidaea a a aran eaet
** VyS&JR* ff o encontr, de o capturar e entrega-lB#
*0 Oeefniada Rio cima citado, oa aa ra do Trapiche a. II
a Jostrtxlra Basto.


(8)
diii m nammuoto. *- anamv fut* 14 mqutuim e isi.
*-
Litteratura.

Ao meo amigo o Illm. Sr. frasco
ABtonioCesario de Asevedo,
rpot's tfa leitura Jo teu deilo volumt de potsiai,
offerecidat aos socio de Gabxnele Poriuguez.
Regolfe
N'um plaino Teno30 do mar rodeado,
Garatea gigantecidade gentil,
Da flor 09 perfumes Ihe Irazem 3 brisas,
Veoeza chamada oo inmenso Brasil 1
Ero Tace .das aguas neuhuma mais bella,
Qual nympha. deiltjjj as ribas do mar;
Uous rio asracaa, coe* doce harmona.
Tres ponttt ligeiras a raedem no ar.
Alen entre seWae d'extrariha espessura,
Que as Duven eetoobrem do lado do sul,
Mil casas oodeam de braoco cingidas,
Estrellas (ormozas n'um manto d'aiul.
Princeza formosa dos mares de C'lombo,
D'outeiros cercada d'extensos verdores;
Suspiram-lhe aa auras serenos pedamos,
Trazidos da mata, do bosque, das Adres.
Do lado do norte no mar vaneando,
Formosa atalaja s'eleva mais linda.
Na corda d'um monto de verde franjado,
Dos lempos d'oulr'ora decrepitaOiinda.
Dos bravos famosos qu'a Hollanda ternera,
Tambem no teu seio fulguram brazoes,;
De tribus guerreiras enligas memoria?,
N'um Uvro consecras de mil tradiccoes.
Assim como o astro qu'em horas da larde
as ondas parece seu brilho alogar.
Tu brunas ao longe, em face das aguas,
Neohuma mais bella surgindo do mar.
Simelhas, 6 nytnpha, n'um fundo azulado,
Ou'iurora earubece de tvos fulgores,
IJiti quadro formoso de laivos to lindos,
Co'os prados risonhos qu'adornamjmtl cores.
A' margero dos rios no leito abrigada,
Zombando dos ventos nao teme o lufo,
Deitada ao detleixo n'um manto de reivas,
Rigores nao sent d'iorerno ou de vero.
Os astros da noite aorrindo formosos.
Alegres ressurgem com grato (algor,
Mais doce harmona descantan) aa aves
A' aurora nasceote do cu do Equador.
Aqu os seus raios s'expandem brilhanles,
Ea nympha deper'las parecem toucar ;
Em meio das vagas oenbuma mais bella,
Rainha dos bosques, raioha do mar.
Creou-te a mao de Deas mimosa fada
Em horas de prazer eotre sorrisos,
N'um sorriso o'amor fadou-te encantes
De brilho divinal. Mas quem podra,
Gomo t reclinada ao redas aguas,
Ao soni da branda lympha que murmura,
Preguicosa d'amor d'amor esquiva,
Em mgicas canses verter saudades 1
A' noile, qusndo a la por deshoras
Melaocholtca e s, virgem amante,
As vezes fugitiva em terno arrufo
Vae a face occultar, outras, sorrindo
Com pedido fulgor vae retratar-se
No chrystal da correle, inda mais linda
He parece ento.
Mas quem podera
Como l reclinada ao rz das aguas.
Rozas mil desfolhando no seu leito, ^
Em c,ada folha resumir um verso,
E o eterno louvar em mago assento I
Cidade t s princeza
Das cidades do Brasil;
Se o ame em de Veoeza,
Cooservas d'ella a belleza.
Tena no teu solo a riqueza
Dos leus encantos a mil.
De tantos brilhos fadsda.
Como a odalisca no harem,
De lindos rios banhada,
Dos arrecifes cercada,
A' beira mar asseotada,
T s Veneza tambem.
Ao lado desses verdores
Dos rios que do no mar,
Teos tantos, tantos primores,
Eogrinaldadosde flores,
Virgens, que fallara d'amore?,
Aves a'amor a fallar.
Tens as frutas primorosas
Dos leus immeosos serioes,
Serrasde malas formozas.
Liadas arvores mimosas,
Madeiras mil preciosas
Qu'iovejaa aa mais naeoes.
Cidade l s princeza,
Como 'Stambul a gentil
Se o oome tens de Veneza,
Tens no teu solo a riqueza,
Bem fadoo-te a natureza
Mimosa flor do Brasil.
20 dseteabro de 1861.
Francisco Ignacio Ferreira.
de interesse e encante ; rogamos ao Sr> padre
All pare da-lo ao otaos W toree. (De Le.)
Ornamentum grotia atpiat, corone m s
dignationem comeqmaru corrogalionit.
^tiB
A Rosire (*) de Suresnes.Symbolis-
1110 da rosa.
Ums ceremonia das mais intetessantei e anti-
gs em nossa Franca christa, a ceremonia da
coroago da rosire, teve lugar domingo 26 de
maio em Sureanes, sob a presidencia do Sr. pa-
dre Debeauvais, parocho de S. Thomaz d'AquI-
no. O discurso do cosame foi pronunciado pelo
Sr. padre Alix, do clero da mesma parochia. Es-
te discurso sobre a instituirn da roture e sobre o
symbolismo da rosa, de urna ioslrucco cheia
(*) Donzella
la virlude.
coroada de rosas, e dotada por
Possees receber a cor1, como ua orna-
mento de {pace, e obter o louvor de to-
.. da assenpia. [EecL 32, 3.)
A reilisaco do voto que acabaos de euvir,
mesie cbaro3 irajaos, 4 a recompensa fas a sagrada
Escriptura no litro do ecclesiastico promelle ao
hotnem que sabiamente govcrnn seu povo : Ora,
este voto nao podaremos dirigtr i mais digna
destas domellas, come para chamar pobre tila a
recompensa devida sos cuidados laboriosos com
que, cheia de urna religiosa prudencia soubego-
vernar aua olma no meio dos pericos do mundo,
nao obstante a inxperieneia e fragnidade de urna
vida anda em flor? Este vtenlo var, certamen
te, depoit deste discurso, realizar-te era favor da
mais digna ?
Vos, mioha chara irmaa, que seris escolhida
pela decisSo de urna imparcial justica, possaes
receber, para a honra de vossas virtudes, para
exaltacio e alegra de voss familia, para bora
ejemplo de vossas companheiras, esta corda de
rosas que vos est preparada, como um ornamen-
to degraca, obter o louvor desta grande e reli-
giosa assembla 1
Ornamentum gratia accipiat coronam, et dig-
nalionem conrequaris corrogalionit.
Mas reconheco que lodos os coraces aqui esli
agitados. Cada urna destas donzellas pergunta i
si propra coro orna piedosa inquietacao : E' para
mim a corda 1 Tranquillisae-vos, miohas futas,
sim, a corda para tos I Collocaodo-a vos mes-
mas, sem queixas e sim inveja, sobre a cabera da
escolhida, coroaes aos olhos de todos, vossa hu-
mildade, vosso desinteresse, vossa caridade, vps*.
sas legitimas esperancas para o futuro, e esta no-
bre emulaco de virtudes que vos permute j pre-
tender o titulo de roture, e que vo-lq prepara
com estima de todos os fiis de vossa parochia, e
com a benciode Dos I
Para vos todas sd ha nesle mundo urna corda
vsivel, collocada sobre urna nica cabeca ; mas
no cu ha cordas innsireis em to grande quan-
lidade quanto ha sobre a trra almas verdadera-
mente chriatas. A coros de rosas nao seno
um symbolo ; ella murcha logo ; a corda do cu
inmortal, e d-nos a plena e viva reaiidade da
felicidade I
Eu quizera hoje, fallaodo-vosda corda visivel,
formadas de rosas purpureas e odorferas, 'sier-
vos ambicionar a corda de Santas, Ora de dar
palavra da Escriptura, que tomei para texto, toda
a ana forcee lodo o seu oocanto : Ornamentum
gratia accipiat coronam, tt dignationem conse-
quarit corregationit. < Possaes receber a corda,
como um ornamento de graca, a obter o louvor
de tuda a assembla 1
Mas, lim de realisar de urna maneira til es-
te religioso pensamenlo que a graca iospira-me,
imploremos, meus muilo charos irmos, astuzes
do Espirito Santo pela intervengo dessa rainha
daa Virgens, que a egreja chama c a Rosa mysti-
ca. Ave Alaria.
Que significa, meus irmos, a ceremonia
que vamos execular ? Que urna rosire?
Queeosioo pratico devemoe tirar de urna tal
ceremonia ?
Sao estasas duas interessantes questes que
vamos responder oeste discurso.
I
Em primeiro lugar, meus irmos, que significa
a ceremonia que vamos executar ? Que urna
rosire ? para responder esta primeira quaslo,
tres cousas sao necessarias : examinar a historia
da instituico das rotiiret, expor o symbolismo
de sua corda, dizer a verdadeira signiQcacao da
propra oslituicio.
Sem duvida algumaj nos conhecida a histo-
ria da instituico ds tosieres. Permitti-me, toda-
va, que a refiraaqui brevemente.
Para achar a origem desta piedosa e agradavel
instituico, preciso remonlar-se aos primeiros
seclos do christianisrao. Ella nasceu com a mo-
narchia franceza, na poca do primeiro rei chrls-
Medard, bispo de Noyon e senhor de Saleacy,
quereodo animar, entre as donzellas de sua trra
seohorlal, o zelo para as virtudes chrislaas ; a
modestia, a oracao, o trabalho, o soffrimento das
tentativas, o espirito de dedicaco, e formar as-
sim cedo] mes de familias digoas da sigrada
missao que a Providencia Ihes confia, eslabtle-
ceu o premio de vinte e cinco libras e a homena-
gem de urna corda de rosas paiz a doczella que,
juizo dos aocides e notabilidades do paes, fosse
considerada mais digna nao sd de receber a co-
rda como a dolaco.
Sao Mdard, no primeiro anno desta inslilui-
qSo, leve a felicidade de corar sua propria ir-
maa, proclamada roture pelo voto de lodos.
A pouco e pouco a instituico daa rotiiret,
como todas as nstituicoes marcadas com o sigual
da utilidade commum e do espirito de Deus que
as inspira, sepropagou em outros paizes ; esem-
pre vivaz e semelbente i si propra, chegou i
esta parochia deauresoes, onde o douto e pie Jo-
so padre d'Helyot fundou-a, constituiu-a, e en-
riqueceu-a de urna dolaco de trezeotas libras,
em 1779.
A revoluco nao coosenliu que estas rosas con-
sagradas pela caridade sacerdotal florescescem
por muito lempo em sua graca tranquilla e to-
cante. Ella interrompeu a fesla da coroaco da
rosire e apoderou-se da dots^o eatabelecida
pelo Sr. padre d'Helyot.
Mas em 1801 a autoridade publica, menos hos-
til religio, e desde ento mais humana, dei-
xou reapparecer a cordaco da roture, com a
grande satisfacao de todos os parochianos de Su-
resnes e dos arredores:
Em 1808 urna familia cujo nomo prende-se,
como urna piedosa e carldosa lembranca, i so-
lero oldade da cordaco da roture de Suresnes, a
familia Disbassays de Richemont, eslabeleceu um
premio anoual de trezentos francos e urna corda
de rosas para a escolhida da parochia, e eis que
oesse mesmo da uma oobre senhors desta fami-
lia quiz desempenhar ahi o officio de coroadora,
como para acresceotar um novo premio ao be-
neficio j to grande de sua casa.
Tal meus irmos, em poucas palavras, o his-
trico desta fest da rosire, que vos rene em
to grande numero, e que vos enche de um lo
visivel interesse.
Mas porque corda de rosas ? Porque flores de
Halre que et blspo cjeta
dres christos guarda* com amor, que s
symbohsmo. dizer-vos tudooque
solido, grave, de profundamente ieMo,
mesmo lempo, de suave, gracioso poMMe.
re
, a que 1 reli-
Oevl, meus (finios
a rota vea da I
Eutre os enligo* a
dM aealidMil Para atea aa rosas to esor-
'' it pelo detaite dealas florea, oto
veem o eppiobe que os de ve ferir : Plaeet delec-
0 Utu, ttd pwnfU dilectum. Elles teem onaado
eooaagrar dieea impura do paganismo a rota
?M deve-Boa fallar do verdadeiro Deua e de aua
. coa,;-dii Pletareo,
era'umembrema'e'ao mesma tempo'Qn meio
insiruivoVnts Ucees que carldide ; precito pols que achem, sob a pur-
pura da rosa, numerosos aguilho.ee que Ihes se-
rio fataes I Flot v^nerit rosa, quiatb ejus pur-
pura om/ laknt mciUei I
Retenhamos estas ligos, meus charos irmos,
e sejam para nda o aroma incorruptrvel deste
piedoso e prtico symbolismo da rainha das flores
.Ora. nao vedes, chistaos, na luz do symbolo, a
propria reaiidade de.nossa festa ? Nao compre-
hendris agora o que ;, segundo a iustituico de
rosa,
de
temperante as comidas. Os commenaiet se
coroavam oe rosas, eepalhavam em abundancia
rosas sobre sues mesas, aura de seram preserva-
dos pelo perfume e pe(s frescura destas flores de
lodo o elcesso no eso do alimento, e princip*l-
mente no uso do vinho. D'ahi esta recommen-
dacio de Horacio : Que as rosas nao faltem ero
vossos banquetes. '
iVevt dkiimt epulit rotm A sabia o religiosa
antiguidade coroava de rosa as Mesas, porque aa
Musas qoa presidean aos tubalbos daa bellis-sr-
tea (sempre segundo a antiguidade) guardara cui-
dadosamente esse virtud* da temperanja, que
deixa s ao espirito, ao corago e aos senlidoss
a calosa, a descripeo, a sefuiaeca da que ella,
teem ncessidada, para realisarem em suas obras
as coocepces do bello ideal!
O christisotsmo. bem longe del repudiar este
honeste symbolismo, que os pagaos havitoa sem
duvida recebido d'uma tradico anterior a aeua
erroa, eleva, sobreoaluralisa e santifica o sym-
bolismo ds rosa, e o revesle d'uma incompara-
vel poesia. ,
Na idea do christianismo a rosa, por sua cor,
o emblema da caridade ; e, por seu cheiro, re-
presenta a ediflcaco, a gracia, o encante e o at-
Irectivo de exemplosdesanlidade, segundo oque
diese S. Paulo, que somos c o bom odor de Je-
ss Chrislo. Chri$ti bonut odor sumus nos '
Segundo esta ordem de peosamentos, o Velho
Testamento emprga a imagem da rosa em tus
bella linguagem ; corola e perfuma sua poesia
com o oome desta flor: Uma voz me diz, o
exclama o autor do Uvro do Eclesistico, ou-
vi-me germeot divinos, -e fructificas como a ro-
seira, plantada borda d'agua correte. ofrau-
dite me, inint fructus, et quaii rota plntala
super vivot aquarum, frucli/ieate.
O mesmo autor, para elogiar dignamente as
virtudes do grande paire Simio, Dtho d'Ooias,
compara-o rosa, quaodo exhala seus perfumes
nos dias da primavera : Sicu flat rosarum in
diebut vernit.
Sob a peona dos doutores e dos padres este
symbolismo anda se eleva.
Nao vos admiris disto, meus irmos, a lu do
Evangelho nos revela no mundo exterior analo-
gas adroiraveis com o mundo inviaivel. Sob a
accao desla luz, a naturezaae representa com co-
res da graca. A rosa, raioha das florea no jardim
myalico de esposo das almas, toroa-se assim, aos
olhoa de S. Bernardo, a imagem sagrada das cha-
gas de Jess Chrislo. das ferides sangrentas, das
ezemploa attraem o eoracio : verba mevent,
exempla trahunt I Seiaes, pois, chrtatiee vds
meamos, paes e mies, chriitles pela paUvra,
peloa costumes, pele cemprtaeeto ees deers
religiosos ; de modo qu* vossos tilhoeynoe-vo
prstiea-Ioa, oio flqee aorpreedldos am oavtr-vos
fallar ; mas pelo centrarlo que voaaa falavra a
teja ocommentarioda le, visivel *m vesM cot-
ducta 1 Entao, meus irmios, gozareis dias fe-
lizea sobre a ierra, revi r'ett e descaece rea eas
danta dejio imprtante jornal, jolgou davar cor-
responder ao que tinhi ve eacripto no Lidador
eademico i reepeito da ama eptetior corretpon-
saela do raeemo senhor, e K-lo da maoeira
aia brilhaeta e am termos demasiadamente li-
aoageirea para misa, qee cstou longe de mere-
ce-lea.
naa
dign
iaai
seehor correspondente insiste anda
anterior raoito anunciadas, na maior
vossos charos Blhos, e Deus, multiplicndoos i parte das quaee esti de aecordo comigo, e tive o
/ra it A pAh X. n f-_C __ i a^. ....tnlsas > nptvve Mr. _A^ ---- tan A_kaa_
S. Miard, segando'o pensamenlo a o voto da
FOLnGTIM
ORIGINAL DO DIARIO OE PERMMBUCO-
MARTIMA
feridaa perfumadas de amor que elle por ods re-
cebeu sobre a cruz : c Observae, contemplae, ex-
clama o agr 1avl douior, a rosa da paixo ,
entuere et rspice rotam pattionit. Por sua vez,
Mana, a obra prima da natureza e da graca entre
aa crealuras, Mara, a Ma de Deua e doa chris-
tos, Mara, a quem todas as flores renden) ho-
meosgem, e que formara sua corda sobre a trra,
oode ellas crescem, e oas almat, onde teu sym-
bolismo se realisa, Mara chamada pela egreja
a rosa mystica. Rosa myttioa. Porque, te-
melhauta i rosa, Mara purpureada de carida-
de, e espalha ao longe o agradavel e vivificante
perfume de sua iocomparavel pereico. Bao
posso resistir aqui ao encanto que me arrebola.
A poesia dos doutores me en leva. Esses gran-
des theologos, estes mestres profundos da scieo
cia de Deus, estes verdadeiros sabios que cont ra-
ptara o infinito, e que, em'seu vdo poderoso, le-
vara sobre suas azpa d'aguia todos os peosara so-
tos humanos, todos os senhmentos terreares,
estes cultivadores, se assim o posso dizer, da er-
ra das Escrituras, do Edn de palavra div os,
leem sabido ver todo o myaierio'-da rosa ; 1 em
feilo o poema sagrado desta fl ir, para caot ir o
Chrislo, sua egreja, sus me, as almas, a orea-
co da graga e a ordem futura di gloria. Ouvi
um d'enire esses. Esse graude Cornelio em La-
pide, to sabio, lo completo, lo simples, to
tocante, e eu direi to ingenuo; elle falla daTOsa,
a descreve, a retere a Deus, e exclama, ou antes
canta que a rosa o ornameoto da Ierra, que,
sem eata flor ella seria menos bella, menos no-
bremente decorada : rota. Ierra ornamentum ;
que as plantas tiram seu esplendor da rosa, fue
reina sobre ellas e recebe suas homeongens :
plantarum splendor; que o raio da vida sane a
rosa, sobre este corpo da geraco universal das
flores, como, nocorpo humano, o olho que faz
traosparecer a alma : oculot florum ; que as cara-
pinas esmaltadas de mil flores, e vestidas dessas
flores, como de aeu adorno ordinario, recebem
da germinago das rosas sua purpura real, seu
manto de fesla : roa, prole purpura l que a rosa
inunda dos fogos de sua belleza ludo quaolo ella
loca: pulchrido coruscan ; que a rosa, erofim,
respira o amor, a caridade, por sua edr viva,
amorem spirat, e convm i belleza das almas,
por seus castos atiract'os. mais anda que i bel-
leza exterior, que ella eleva, e faz melhor sobre-
salir : decorem concilial l
Eis agora um ensino mais austero, porm nao
menos til, que d-nos a rosa. Ella nos expri-
me a fragilidade da vida 1 c A rosa cuela a ver,
e a primeira que desapparece ; uma obser-
vado de Plinio : Novistima rosa, cadem prima
dejicit inter flores.
Colhei rosas, donzellas, colhei, diz o poeta
Ausone, qusndo ellas frescas e teroat apparecer
oa haste ; vds sois como ellas, na primavera da
vida, e lembrae-vosque,semelhaote irosa, vos-
ea vida se acaba logo.
Collige, virgo, rotas, d'un (los novus et nova
pubes, et memor eslo cerum tic properare luum 1
O circunspecto S. Jernimo accrescenta que,
por nma profaoaco sacrilega (os raaos ludo man-
chara al as flores), a rosa o emblema dos pra-
zeres mndanos, e das sensualidades profanas ;
que os insensatos, deslumhrados por suas loucas
paixoes, na vespera de morrerem, e perderem a
nica esperanza, ou antes a illuso dos prazeres,
se coroam de rosas uma ultima vez antes de des-
ceren) ao tmulo, como o refere a Escriptura,
Coronemus nos rosis, cratenxm moriemur. Mas,
diz S. Jernimo, quaolo elles se engaoam, oa
infelizes que nao pensara no juizo de Deus, e que
egreja, segundo odesejode todos, nesle momen-
to solemne que nos rene ao pt do altar.e tob a
vista de Deus, o que 6 ama roture, quaoto
importante a eacolha que ides fazer pelo minis-
terio dos magistrados e das notabilidades de vossa
cidade I Broa rotire, 4 ama doozella sabia,
modesta, reservada, prudente, sobria e laboriosa
entre todas as virgens de sua edade a de sua co-
marca ; uma christa verdaderamente digna
deste nome, amando a piedade, enmpriodo todos
os dveres que a religio Ihe impde, atoando
constantemente em seu corsco o fogo sempre
ardente do amor de Dense de seus irmos; em-
balsamando as almat com os perfumes de seus
exemplos : edificando, por suas palavras, suas
ompanheiras, desafiando as para o bem, e fa-
zendo-as amar pela propria amabilidade de suas
virtudes!
Uma rotire o ornamento da parochia, o or-
gulho da xidade, a coosolaco, a paz, a alegra
da familia, a coroa do velho pae, a ternura da
mi, o cooselho, o amparo, a sa Wago tal vez do
irmo e da irmaa i
Uma roture o desapego generoso do mundo
e de teut falsos prazeres, o desprtso do que
passa, o horror lostinctivo do que pode macular!
A rosire, em nma palavra, a rosa do jardim
das almat, em sua boa Ierra natal ; ella ae ele-
va simples e mageatosa sobre a haste forte da f,
preservada doscootactos profanos pelos espiohos
da mortificacio, ornada da folhagem dos bnns
peosamentos e das boas acedos, dominando ludo
quaoto a cerca, olhaodo somonte para o lado do
cu, sd dirigindo a Deus a homenagera de seus
perfumes e o ioefarel suspiro de suaa esperancas
immortaes !
Eis, meus maito charos irmios, e nao pensis
que exagero, eis o verdadeiro sentido da ceremo-
nia que se prepara ; eis a signiQcacao de vossa
iostiluico ; eis o que ama rosire, e o que o el-
la deveia esperar para a religiio, para a familia,
para o bem de todoa em vossa cidade! Mas eu
me apresso ; nio quero demorar por mais lempo
a justa impaciencia que allrae vossos coracoes
paraa hora solemneda proclamaco e da coroaco
da rotire ; e, todava, oio posso concluir este
discurso sem tirar, um ensino pratico de que j
tenho dito.
II
Um triplico ensino resulta de nossa festa : um
ensino para as donzellas, primeiro que ludo ; de-
pois para os paes e mies de familias ; em lercei-
ro lugar para os mancebos.
E primeiro que ludo para as donzellas! Mi-
nhas fllhas, Ihes direi eu, esta ceremonia da co-
roaco da rosire vos anima para a pralica fiel
das virtudes, especialmente das virtudes de vossa
edade. Ella vos diz que podis, que deveis am-
bicionar a coroa de rosas, procurando sob este
emblema a coroa dos santos I Mas preciso que
amis a piedade.
Sem a piedade christ vossas virtudes naturaes
serio bem pobres e bem frageis 1 E alm de que
sd na ierra aeris recompensadas por ellas, e vds
deveis ter ama mais elevada e melhor esperanza.
Uoi-vos pois 4 piedade, amae a oracao, amae os
assiduos cuidados da devo^o. Frequentae nos-
sas Testas religiosas, reunies, contrarias, e todos
esses raeios que o zelo. sacerdotal lem creado pa-
ra a saniificaco das almas, e que convem to
perreilaaieole vossa edade I Fugi do mundo,
miohas fllhas, porque o mundo arma lacosi vos-
roda de vds, nao far mais fue mutipliaar para
vos suas benr/loe I
Mancebos que asiislis em lo crestado nume-
ro 4 esta Testa de familia, quero-vos dirigir tam-
bero uma palavra de exhortago I Nao eompre-
heoeslesj que tender aqui poderosos interes-
ses? Um da talvez bem prximo, completando
vossa vida, conduzireis do altar, onde e recebes-
tes, ama esposa, a poroto sagrada do voaso cora
Qo, a melado da voaaa alma, o osso de vosso
osso e a carne de vossa carne > para aob o lecto
de voaso pae, tornado votto proprio lecto. Esta
esposa, quei-la-heis chrslia ; ah vos nao que-
re-la-nieis de oatra maneira Muito bem aabeis
que a piedade de uma esposa a melhor garanta
do sea amor para vds eo cumprimeotn de seus
de veres de me relativamente seus albos t
prazer de ver que o Ilustrado correspondente
presta divida bomenagem ae graMBo espect-
culo patritico, que a noile americana por longo
lempo ofTerete 4 cooleroplecio dos liomeos no
s ea face
o leuhor correspondente de
numero dos quaea ea f
lacio di
mu
julgando estar
sa innocencia ; elle vos allrae por suas promes-
Sabeis que nma me o todo da familia ; a
primeira vida, a oulricao, a graca, o raio, a funja
do menino 1 A me a grande preceplora do me-
nino. O menino recebe de sua me um indelevel
signal, um carcter physico e moral qoe sobrevi-
vir sempre ; os cuidados da me pulem o me-
nino, amassam-o, se asiim posso exprimtr-me.
segando o typo que trax em si mesma ; e o pri-
meiro beijo da me dealgumasurte, o primei-
ro sacramento natural do menino I E' Importan-
te, pois, necessario, 6 mancebos, que a me fu-
tura de vostot Qlhot eeja christa, afim de qoe
por aua vez o seja a vossa familia, e qoe oio te-
nhaesque chorar na vossa paternidade! Rendei
gracas 4 eata instituico das rosire, que prepa-
ra-vos esposss fortes e puras, fiis e dedicadas,
simples e ternas, sempre amantes, sempre bdas.
Tendes aqui vossa corda, d mancebos! Porqaao-
lo, a Escriptura vo-lo diase, a mulher diligente
naa vijtudes, activa no dever e sacriSeio, essa
mulher, que sd a religio pdde formar, cea co-
rda de seu esposo : Mulier diligen corona esl
viro suo I
Mas preciso, d meus irmios e charos amigos,
que sejaes dignos de uma tal eacolha e de um tal
favor I E como podereis esperar uma esposa chrit-
ta, se nao souberdes ser chrslos 1 Como obte-
reis a affeico d'um corsco puro, d'uma alma
virginal, se nio souberdes guardar em vosso co-
rsco e em vossa alma o aroma incnrruptivel da
pureza 1 Como ouaareia communicar 4 essas de-
licadas flores, que o cu e a Ierra prepararan)
com lano respeilo para vos, o sopro impuro das
ms paixoes, dos iostinclos grosseiros, das sen-
sualidades baiaa da natureza eofraquecida!
Quel seris generosos em dar 4 uma affeico pro-
funda d'uma esposa que Deus vos livar conserva-
do pura, simples, ingenua, ealranha 4 qualquer
pensamenlo que nao seja vosso, quando ella pos-
as guarda-lo legtimamente, seris honestos, de-
vo ea dizer, em sd. dar 4 esta esposa santa os
restos eofraquecidos d'uma vida vergonhosa 4
vista dos homeos e coodemoada ante Deua I Se,
pois, nao tendes perdido todosenlimento da hon-
ra e do dever, mancebos, ade egualmenle enra-
teos, para tornar-tos dignos da esposa christa
que desejaes, e que a religio parece elevar para
vds 1 Sede caalos, fiis, e lembrae-vos que, fdra
da disciplina dos deveres religiosos, jamis se-
ris puros, honestos, dessa honesiidade que s
pdJe ser premiada ante a coosciencia!
Eu termino, meus Irmos, e tenho a lisongeira
couflanca que estes ensiuos nao sero sem fruc-
to. Chamo, pois, sobre vos todas as effutdes da
graca, todas as Pncaos do cu, todas as prospe-
ridades da Ierra ; em uma palavra, invoco para
vds a corda que nao murcha, e que o pastor uoi-
versal deve dar s ovelhas fiis de sea aprisco.
Cum apparuerit princeps pastorum, percipieli
immarcetcibilem gloria coronam.
0
LXXXIl
Sumhnio.Abertura do dique imperial. Com-
misso mixta franco-brasileira de exploraco
hydographica de nossa costa Cont curioso.
Mariana ruase*. Novo bote submarinho.
J4 conla, finalmente, a marinha de guerra bra-
sileira em aeus annaes um dia para ella de gran-
de gala, que exclusivamente seu I
O dia 21 de Miembro de 1861 marcar, d'ora
em diante, uma nova era nos seus fastos, era de
aapiraco, de esperancas e da proaperidades, apds
o reinado da incerteza, do desanimo, do re-
. gresso.
O celebre dique da Una das Cobras j uma
reaiidade; j receben em aeu espacioso vazio a
bella crvela Imperial marinheiro, e completou
o porto do Rio de Jaoeiro; boje inconteslavel-
mente o primeiro do mundo com esta obra, ni-
ca condico que Ihe (altava para laso.
Como devera ser, a inaugurado do nosso pri-
meiro dique foi uma grande fesla nacional, em
que todas aa caseos da socledade da cdrle torna-
ran) parle, como que, pensando simultneamente
como nosso distiocto ministro da marinha que
a regeoeraco de nosaa marinha comecou desde
o instaote en que as aguas da gentil Nitberoy
orarn banhar esta rocha, 4 que a rao iotelligen-
te da arte traosformou no mais bello monumen-
to da America Meridional.
As folbas da 1 as j descreveram esta festa en-
tusiasta ; j publicerem o eicMlente discurso do
Sr. ministro da marinha.; de qoe, copiamos este
trecho: pouco nos deixaram, pois, pata refe-
ir.
Quando acaban moa aqu de ass'utir, da por
da, aoa eoadoabos lia balboa da querepe da cor-
vela Dous de Julhc,; 4e apreciar aiQda ama ?
a barbaridede deste procestoejs que prio.etro se
daaire ceas nieta mea te o interior de use Mo
navio de goeira para fazar-lha em alguna eaaos
poquenee repare* oe Un, e alquebra-lo quasi
aompte.chefou-aea aquella agradavel notieitloa
melhor bora poiaivel para dar toda a Importan-
sas, por seus prazeres, por seu fausto, mas seus
beneficios sao mentirosos, e o egosmo, que de-
vora, se oceulta, sob as apparencias das mais
doces affeicoes. Opponde as seiucces munda-
nas o atlrativo victorioso de Jess Chrislo, vosso
salvador, vosso amigo, vosso descanco, vossa im-
mortal recompensa I Cobri vossos olhos cjoj o
vu da modestia, para nao verdes o mando ; sa-
bei tornar-vos agradavel no domicilio de fami-
lia, pelos cuidados assiduos do lar domestico, ao
p de vossos paes, ltenlas asrdeos do pae que
governa, aos exemplos da me que obedece, a
esse amor d'um e d'oulro que se despende por
vds, e que jamis se esgota 1 Em vosso pae hou-
rae Deus, o pae que adoptou-vos por Albo, e de
quem toda a paternidade teri seu nome no cu
e na Ierra.
Em vossa me christa honrae a maternidade
da egreja que oulriu-vos com o leita de sua dou-
trina, e de seus sacramentos, e, cora o coraco
alegre do aer amadas por vosso pae, vossa me
por Deus pela egreja, viode frequeotemente as-
sentar-vos 4 mesa dos aojos, nutrir vossa virlude
com o pao dos fortes, e renovar coostaotemenle
as fontesda vida divina easa mocidade de vossa
propria vida que nao fenecer mais ; a Qm de um
dia poder desdizer.no proprio limicarda eterni-
dade, cora toda a frescura d'um coraco intac-
to, desdooraodo vossas azas para elevar-vos a
Deus, o que dizia David ; a Aproximar-me-hei
do altar de Deus, do Deus que alegrou a minha
mocidade lntroibo ad altare Dei, ad Deum
qui letificat juventutem meam l
E vds, paes chrislios, nao tendes tambera que
tirar desta solemoidade de uma utilliccio 1 Que-
ris que vossos filhos sejam a honrado vosso
oome, a coosolaco de vosso coraco, a pai e as
delicias de vosso domicilio, a coroa um dia e o
sustentculo de vossa velhice ; bem elevae,
institu na piedade christa essas donzellas que
Deas vos confia, que a egreja vos recommenda,
que a sociedade aguarda como uma esperance,
como garanta d'uma geraco melhor, de que ella
lem necesaidade, e que o juii supremo nos exi-
gir come um deposito sagrado, de quesd vos
perlence no mundo a guarda e o cuidado Mas
vossas palavrss seriara iooleis, a nao serem apoia-
das por vossos exemplos. Vos sabis que as pa-
lavras bem podem abalar a voolade, maa ad os
Oh I meus muito amados irmos, ssibamos me-
recer esta corda 1 Nao pnuperoos cuidado alguro
para receb-la a Vede, diz-oos S. Paulo, os que
lutara no circo ; elles se preparam com antece-
dencia para obterem o premio. Exercitam-se,
fatigara se, sujeitam-se 4 innmeras privaedes :
Qui in agone contendit, ab mnibus te abt-
Unet, e, todava, cootina elle, sd devem rece-
ber uma corda corruptivel Determioemo-nos,
portaato, 4 nada temer do que penoso 4 nossa
fraqueza, pois que a corda que esperamos jamis
deve morrer: Nos aulem incorruplam I
Possamos todos nds, meus charos irmos, me-
recer essa bella corda I Que a esperanca e a hon-
ra da corda das escolhi Jas reponsem desde j s%-
bre estas domellas 1 Que uma tal esperanca e
honra aejam reservadas ao paator zeloso deata
parochia, 4 quera se deve principalmente o trac-
to desta solemoidade I Que o digno sacerdote
que assiste neste da, e que preside nossa festa,
receba noasos sollicitos agradecimientos, por ter
deixa lo sua oobre e piedosa parochia para dr
hoje beozer com a mo e com o coraco, e que a
corda dos sacerdotes ihe porteoce enlre os mi-
nistros da santa egreja que leca sempre aervido
4 Deus e 4s almas 1
Que Deus recompeose com seus mais abundan-
tes favores esses rectos magistrados que se unem
to sincera e voluntariamente 4 acc.au do sacer-
dote psra o bem das almas e o beneficio com-
mum da cidade !
Finalmente que os beneficios da nobre coroa-
co que vo dotar a rosire, lornem-se para o
sea autor multiplicados e immorlalisados pela
graca divina : Ornamentum gralia accipiat co-
ronam 1 e que s assembla dos anjos e dos elei-
los applaada 4 todos os nossos deaejos e espe-
rancas : El dignationem consequaris corroga-
lionit. Assim seja.
[ Preste. = Asdrade Luna. J
De pssstgem eu nio posto deixar de eatranhar
que o digno correspondente sea mais nea aaia,
me atirasse para o campo republicano, iaao em
um paiz eaaeocialmente mooarcblco, sujetndo-
me por este modo a amargas prevaoepea, e, o qoe
aioda mais, seo baver para iaao razio alguma ;
porque eu nio flz mais do que contrariar ama
proposico do senhor correspondente, e dar de
um facto social, como me foi possivel, causas di-
versas da que tinha sido notada pelo senhor cor-
respondente ; S. S. narrando o facto da dcsuoo
dos Estados-Uoilos, disse que era destino das
republicaa disaolverens-ee, etc., etc.: a viste da-
lo eu conclu que S. S. tinha dito aquillo sd pelo
facto deata dasuoiao, e tea attender aa numero-
sas causas, que actuaran! para que std'-ltveste
lugar: o que fiz eu ento? mottrei que havia
poderosisstmas cansas de deslruicao, das quaet
era consecuencia natural o facto laaenUvel, que
serve de objecto i esta polmica, sem que toda-
va deite elle de ler ostras causas; nao eraieso
razio para que o senhor correspondente me apre-
sentasse como aspirante i uma completa eman-
cipaco, e idolatra do governo republicano ; ae
entretanto, pedindo venia por lo excessiva timi-
dez, que em mira deecalpavel, voa tentar ama
resposta ao senhor correspjndente nao sem re-
cejar que a sua provocado me leve 4 tocar no
tracto prohibido, mas longe do que me per-
mittido.
O Ilustre correspondente me perguota qual o
destino, que lireram Alhenas, Esparta, Roma,
Venesa, etc.. etc. Sem declinar uaa resposta
esta pergunta eu fac,o por minha vez algunas
breves consideracoes, qge equivalem 4 outras tan-
tas perguntas.
Tambem se l na Historia Uoiveraalque hou-
ve em outro lempo o imperio dosAssepios, o dos
Medst, eo dos Cbaldeos: mss hoje de Nioive s
resta a memoria da pregaco de Jonaa e de Ba-
bytonia mal ae v as roinas, que servem de abri-
go s serpentea e snimaes ferozes.
A Phrygia foi uro reino, e hoje o viandante j
nao v os composUbi-Troja-fuit.
A Macedooa foi uro reino, do qual s nos res-
ta a memoria deAlexandre Magno.
Roma toroou-se o imperio romano, e o impe-
rto romano desmoronou-se.
O imperio grego, desmmbramelo do imperio
romano, acabou aos golpes da cimitarra de Maho-
met II.
O imperio dos califas, cojas armas chegaram
at Paitiers, doode foram repellidas por Carlos
uarlel, sd nos deixoa pedamos.
O Estypto, poderosa monarchia dos Pharas e
de Ptolomeu, para ser o que hoje nao leve ne-
cessidade de fazer-se repblica.
No Indoslo, vasto ocano de contradiedes, as
dymoastias se tem succedido uma s outras, e ca-
da da assigoala a queda de orna. At o seculo
havia na Italia uro reino dos Lombardos, do qual
apenas ficou a memoria.
Houve aioda ama monarchia de jadeas, o po-
vo de Deus, e cujas tribuisces comecararo com
a ascenco de Roboo ao throoo, e que foi mais
ou menos feliz sob o governo de seas juizes; e
eu observo aqu que neste mesmo povo de Deus
succedeu exactamente o mesmo facto, que, em
relaco aos Estados-Unidos, deu logarI mani-
festarlo monarchislado digno senhor corespon-
dente do Diario; este povo irmo, sobre o qual
nao o aciuava nenhuma das poderosas causas de
deslruicao, que pessvam sobre os Estados-Uni-
dos, desunio-se profundamente, de um momen-
to para outro, chegando at o ponto de tornarem-
se acrrimos ioimigos ; o reino de Israel, um dos
dous en que se dividirn) os juleus, foi d'ahi 4
algum lempo reduzido ao captiveiro por Salmo-
nazar, rei da Assirii: o reino de Jud, depois
do captiveiro de Rabylonia e de grandes, est re-
duzido ao que nds vemos.
cia devida ao grande facto que elle nos annun-
eiou.
O dique da Una das Cobras concebido, e prin-
cipiado execular no reinado do immortal fun-
dador do imperio, sendo ministro da marinha, o
marquez de Paraoagu, que quera nos constituir
uma marinha respeitavel, pareca deatioado 4
nunca chegar a sua coocluso. Occapaado, po-
rm, esta pasta o Sr. cooaelheiro Paranhos, leve
a magnifica inspirado de cootratar esta cooclu-
so com o hbil eogenheiro inglez II. Law, o
mesmo que estudou o porto de Peroambuco, e
apresentou um projecto para seu melhorimento,
e gracas a este acertado passo, vemos realisada a
mais mooumeolosa obra da nossa marinha.
Por uma feliz coincidencia, o grande dique
abnu-ae,sendo um official de marinha ministro
da mariuha.
Parece que a Providencia esperava este facto
para a realisago tambem d'aquelle, para ligar
ioleiramenle um ao outro, prender na mesma
poca, leferir 4 mesma era os dous elementos
mais seguros do progresso da marinha.
Se as palavras do diaeurso do Sr. ministro nos
causaran) vivo jubilo, a resposta oxpressiva e
honrosa de S. M. o Imperador ficou gravada em
nosso coraco.
No mesmo anno em que choou no parla-
mento uma voz hostil 4 marinha de guerra ; pro-
pondo quasi sua extioccio, e taxaodo-a de irre-
produciiva, era preciso com effeito apparecer um
grande protesto contra esta hresis, e a eipres-
so do throno ser imperecivel aa corportQo da
marinha.
E' de nosso dever registra-la aqu, como a guar-
damos na memoria:
a Eocarrego-vos, Se ministro, de manifestar 4
briosa marinha brasileira os votos que sempre
c tenho feito, tafo e farei por seu adiantamenlo c
c gloria.
Qual o oliel de marinha, qaai o marioheiro
brasileiro que, eu viudo estas animadoras pala-
vras, nio ae atquoear d prveepes, (adigat, e
perigos que.poaaaeorrer, para eicluaiveewle4e-
dicar-ae ea corpo e alma 4 um raen archa que
lo so.icitamenU cei Ja era promover a eltcisade
de seus subditos, a grandeza de bomo> imperio?
Sio palavras desla natureza que galea pcodi-
giat de herosmo, que eaecorrem para a appari-
gao doa grandes (tilos que a historia regala
Nos timbea coeleaeeeoe alias aeree produc-
tivas, pois cabiram em aa terrino eceado, tchoa-
ram as almas generosas dos oossos bravos do
mar, que al boje pao desmerecern! do concei-
lo em que sao tidos.
Felicitamos ao Brasil pela abertura do Dique
Imperial, como um dos mais esperanzosos acon-
tecimentos de nossa pocha.
Esli actualmente aurlas neste porto, e devem
sabir 00 dia 1 de outubro para proseguir na com -
misso hydographica de que se acharo incumbi-
das, a canhonheira franceza Kntrecatleaux,
commaodante o Sr. Moochez, e a canhonheira
nacional Maracan, commaodante o Sr. Ignacio
Fonceca.
Estes dons offlciaetji levantaram uma minu-
ciosa carta dos Abroihos, e verificaram toda a
costa des le o parcel do Cabo do S. Tbom al os
Itacolumis, ao aul do Porto Seguro.
Neste extenso littoral todos os multplices pe-
rigos que ella tem foram reconhecidos, e sua po-
aigo rectificada.
Et4 tambem averiguado pelo primeiro que,
entre a Ierra e o parcel de S. Thom existe um
canal profundo Com mais de 6 bracas d'agua, que
permitte franca navegacao, e que ser fcil de
ser investido logo que se erguer um pharol no
poolal do areia mais taliente, montado o qual se
dever navegar ao sul.
O Sr. Moochez leve a bonlade de nos mostrar
te, offlciaes e
mandante.
guarnico. Nao basta sd o com
e
A perra civil dos Estados-Unidos.
O Ilustrado correspondente, que da Babia es-
creve para este Diario, e que tem dado repelidas
provaa do acert da aua eacolha para correapon-
Lembro-me aioda de que na propria Grecia,
onde o senhor correspondente achoo Espada e'
Alhenas, eu encontr a mesma Esparta, que teve
os seus reis. Argos o rei Meoelp, rival de Pars,
e Alhenas o seu Codro qne heroicamente sacriQ-
cou-se pela salvacio de sus patria.
Lembro-me anda do Ponto, reioo doinfatigavel
Miltridates; da Bethynia, onde reiooo Prussias, o
delator de Aouibal; da Armenia, onde reinou Pi-
granea, o raivoso inimigo de Roma ; e finalmen-
te de Numidia, da qual Sallualio nos deixou a
memoria de Jugurtha. Voltando 4 lempos mais
prximos de ods do que o do Codro e Miltridals
eu vejo que a Polonia foi uma monarchia, que*
hoje nao existe, e que houve tambem nm reino
da Hungra, que eal hoje reduzido 4 nma pro-
vincia da Austria.
llavera anda muitos ontros estados roonarchi-
coa, que tero deiado de existir como taes : mss
eu nao posso ter conhecimenlo de lodos elres, e
reporto oeste ponto aos conhecimeotos do muito
illuslrado correspondente do Diario. V, pois,
o senhor correspondente que exemplos por exem-
plos nada se adianta, e que eate nio devera aer o
caroioho seguido por S. S. na sustentaco de suas
ideas.
Ea, porm, deixando de parle quaesquer exem-
plos, aproveilo-me dos que me foroecea o senhor
correspondente, e vou tentar dar-ihe uma breve
resposta.
Os rapases da nu pedra (chama-se nu pedra o
arsenal de marinha da cdrle) nio deixam passar
nada, e seria inieressanle tomar-se um apanha-
memo de todas as suas conversas e diacusses.
Formar-se-hia com ellas um Uvro engranado
para nos dar sempre bom humor.
All se exerce o direilo da critica com toda a
immuoidade, e ouvem-se historias e episodios
mu curiosos.
ltimamente debatia-se a queslao da conve-
niencia ou nao conveniencia de aer o ministro da
marinba um official de marinha, a qual mI4 na
ordem do dia, e as opioiea ae dividiram logo,
combatendo cada grupo, coa mais ou menos ca-
lor, conforme a aua convicQo.
Entre os oradores appareceu um mais exalta-
do, que pdde dominar a diacussio, e exclamoii
com eiilhusiasmo que t argumentava com fac-
as, e que ia apresentar um mui ralele para pro-
varioconlestavelmeute que, uma peasoa alheia 4
esta profissio de fdrma alguma a poda dirigir.
Eolio os outros exigiram qoe elle o referiese, e
00. meio de profundo silenciu ( Conlicuere om-
mes, intentigue ora tenbant) o orador conlou
esle caso.
Meus collegas estaro lembrados de nma tra-
diegu que se conserva na corporaco da mari-
[Continuar-se-ha.)
derein adiaotar idea, eqne te limitavam decla-
rar que fcilmente ae podiam apaohar os gatos na
cidade; mas que aa lebrea ad se encontraran) oa
ilba de Marajd, quando chegou ocommandanle
palacio.
O preaidente recebeu-o com affabilidade, e Ihe
foi logo dizeodo : aeohor commaodaole chega
muilo 4 proposito para nos tirar de na grande
embarazo. J providencie! para ae apanhar na
cidade os doze gatos que o senhor qoer ; porm
as lebres nao ae podem apanhar talvez vivaa, e ad
se encontrara em Marajd. Ne Ihe possivel
substilui-laa por algum outro animal ?
O coamandante 4 custo reprimiu ama grande
gargalhada, e entao eiplicou 4 S. Exc. quaes
eram os galos e lebrea que quera para o appare-
Iho de aeu navio.
S. Exc. depois de ouvi-loexclamou muito ufa-
no : eu logo vi que nao era possivel ser o que se
suppunha na secretaria ; que evidentemente ha-
veria algum engao.
Querea os aenhores ums prova mui convin-
cente de que uio pode, era deve aer ministro da
marinha, aeno um official de marinha ?
Assim terminou o tal orador da nu pedra e nda
accreacentamoi sdmente Appliquem elcuenlo.
alguna dos seus recentes trabalhos, que ato muiinha, de um facto occorrido no Para.
bemfeitos.
Admira-se sobretudo -neste official a presteza
com que exocuta este genero de serrico.
Desla vez as duss canhonlieiras explorarao to-
do o espaco compreheodido entre e Bahi de To-
dos os Santos e os Itaculumis, para depois se em-
pregaren) n'outra parlo.
. E' nm servco importantsimo que se est fa-
jeado 4 aavegaclo, que j principia a tirar van-
tjgara desla exploraco. Confiadas oella hoje ji
pe paquetea rancezee navegara sempre pelo ea.
nal doa Abroihos encurtandu assim a viagem de
algumas huras. :Sg
Entretanto as ateas atla nio o podem faier;
porque o reguleraenlo da companhia o prohibe.
E' de lastimar e>e O Sr. Ignacio Poncaca oio
aneja eommandaado up asure .epor mtit ap-
priado 4. eate trrico, e qne oi diaponbt de
recursos que Ihe proporcionen! auxiliar conve-
Na poca em que elle se deu nao havia aioda
all arsenal de marinha, nem autoridade marti-
ma de qualquer natureza.
Chegou ao porto um navio de guerra, e o com-
maodante pedia 4 presidencia, que era quem
mandara dar o necessario para oa navios, uma
duzia Ue gatos e seis Ubres.
Logo qu o presidente recebeu esta requiacio
ficou multo admirado'; maa como neo era efl-
cial de marinha, nem entenda de cousa alguma
de bordo, nio se pdde capacitar que all houvea-
aero objectoa com aemelhaoles nomea, asim
persuadiu ae realmeole que o comaandante que-
ra aquellea biciunu'et.
. alas ae elle poda achar, a utilidade doa galos
para malar os rato, extranhava amlude, a
quanlldade pedida, e mais aioda, nao poda des-
cubrir a necesaidade das lebrea.
' Cogitava a respeilo, ejtioha consultado o se-
aeoUmenie a commauena fraoeei. Paroslas cretarig. e alaun* empreados da secretaria at|a
commistoes deve-se escolner nato, comnda- i ntlgos, que flearam eo to fervit /**, sea po-
De ama eatatislica publicada pela revista ma-
rtima russa, intitulada Mortkot Sbornik extra-
himos a aeguinle noticia do effectivo dos navios
de guerra que actualmente pote aquella naci.
Corapoe-se eata reapeilavel marinba, que i
lerceira do mundo, da 313 vasos 4 vela e 4 vapor,
armados com 3,851 pecas, alm de 484 emberoa-
Cdes inferiores.
Os movidos i vapor sao nove e4a 4 hlice, 18
fragatas. 22 corvetas, 20 transporte*, 8 (racataa de
rodaa, 79 caohoaheiraa 4 hlice, 2 yaths, 25 en-
cunas, 49 pequeos vapores, 11 chalupaa 4 vapor
e 3 docaa Que mantea. ^^^a '*&
A forca nominal de todas ellas de 26,935 ca-
valloa, e o numero de peca de2,374.
Os o> valla to uua, 6 fraga lea, 1 8 eurveiee,
5 briguai, 17 eecunas, a iuaraa, 8 taleabee. U integro e
transportes e 12 yacht. Montea 1,467 canhoetv..! tofWt
oMeeiftejo
Seo sem cont aa tenutivat (aiua eea dWeraae tou euell
epocaa para atUbalecer lama, eagaaejio
ria de que te speca tutr graoelfa vnei_
principal mente cobo meio de daatreigto 4m
quedras,
UUlatmanto estas tenlatiTM teco, *Ha iMPKR
frequentes em diversos paizes, e anda no dia 17
de maio, peta manha, communica o New York
Herald, as autoridade* de Philadelphia captura-
ran! um bote submarinho, inventado por am
Prancei chamado de Villeroi, o qual tem a confi-
guraco de charuto, de ferro, e tem 30 pt de
compnmento. Havia 4 bordo quatro homeos, e
mui conveniente para navegar por debaixo de
uma esquadra, e causar-lhe immensos damoos.
Mr. de Villeroi declarou que ha muito lempo
havia construido coro o firo de suspender a super-
ficie os navios e effeitos que jazessem no fundo
do mar ; porm que nunca tinha feito uso delle.
E que tal J4 nio sio sufficientes os perigos
que os elementos e oa homeos nos procuram ;
preciso anda mais eale. Se cada dia se tornar
mais arriscada s profissio do mar para o mari-
rioheiro do estado, quem a quereri abracar ?
Felizmente todos estes terrlveis ensaloa vo
abortando. >
A' ultima hora.
Importantes mudancas se fizeram no dia 26 aa
reparticio da marinha. O Sr. capltio lente
Hermenegildo Antonio Barbosa de Almeida pas-
sou de capitio do porto do Maranho pira ios-
pector interino do arsenal de marinha de Peroam-
buco ; o aeohor capito de fragata Joio Baptata
de Oliveira Cuitnares, que fleira na auaencia da
Sr.capilio de mar e guerra ElfaUno Aotooio Aos
Sanios eaefeeec-eesle em prego deve fr substituir
aquello official no Maranho. O Sr. Elislarl fui
ooraeedo eommaodante do corpo de imperUea
marinheiroS; e 9r. ctpitio de mar e suerte ..
phael Valle, e o Sr. cheje, da diviaae Delaaar
oram conservados mepjbros effcUvoa do cense-
Iho naval ; o Sr. chale d dlvaao Jlo Mi-
na Wandelk.0. fW nomea do MHaaU < a!-
rinhs da edrte ; e o Sr. chefe Lamego, eacarreea-
dp do quertel general. "*'
^Todaseetea eoeaeecM fortm mol acerladu, e
A'Per
. bario da Ttardare nio
no quartel general, ande pres-
eaetvtfM, e fatemos rotos para
ibrto
satVa y itaia,eapia>iejae^ ebjaeae oeva com mi!
tefeetv 4agna de aea aiperieeoia econbeeiaeriios.
daaea- i^BaJuaal tot~ E. 4.
iwfiUA&riLHoviiei,


Full Text
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