Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09810


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Full Text
illl IIITH IDinO 234
Ptr Irafeezes aflautados 5$(X)0
. Por tres armes rencidos
QE1MTA FEIIA 10 H ODTDBBO
P*raBitadiutt4i9|000
Pirte fraict para t sikserittor.
HCABRBGADOS DA SBSC1.IPCAO DO HOBTI
Parahiba, o Srl Antonio Alexandrino d. Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araca-
y, 8r. A, da Leos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maraohio, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimaraet; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCoata .
FAK11UAS UO WJKKKlU.
Olnda todos oa das as 9|1/S horas do da.
Iguaraas.Goianna Parahiba naa segundas a
sextas-feiras.
S. Antio.Be-erroa, Bonito, Caruar.Altinho
Garanhunt as tercaa-feiras
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro.Brejo, Pes-
qeira,Ingazeira,Flores,Villa-Bella,Boa-VJais,
Ouncury eFx as quarlaefeiras.
Cabo.Serlnhaem.aio Formoso.Una.Barreiros
Agaa Preta.Pimenleiras e Nata 1 quintas feiraa
ITodoa os correioa partem|as 10 horas damanhia
KPH EMBRIDES DO MBZ DB OUTUBRO.
A L"a D0Ta 4 horaa 37 Minatoa da man
10 Quarto rscente as7 horas o 47 mnelos da
tarde.
18 La chaia as 4 horas 85 minatoa da tarde.
2o Quarto minguenteaa 7 horas e 35 minutos da
tarde;
PREjkMAfi DEHOJE.
Primeiro as 9 horas e 18 minutos da manilla.
Segundo as 9 horas 42 minutos ds tarda.
IASDASIMAMA.*
Segunda.
MBTE OFFICUL.
'60VBRN0 DA PROYOCIA.
Expediente do da de outubro
.. de 1861.
**,!? r"0 ,!x,n- !Ucond Camaragibe. di-
rector di taculdaJe de direito.Sirva-seV. Exc
do mandar reeeber oa alfandega um caixo com
tivros que o Extn. Sr. mioiatro do imperio re-
metteu para esta provincia no vapor Paran com
destino bibhotheca dessa (aculdade, como me
coramunicou era aviso da 25 de aetembro proii-
tno Ando.OUlciou-se aquella inspector para
ellectos a entrega, de que se trata
Dito ao coronel commaadante das armas.Da-
tolvo 4 V. S. o requerimeoto do capito Manoel
babino de Mello, a que allude o seu officio de 3
de jucho ultimo, sob n. 807, afim de que mande
aatisfazer^a exigencia da cooladoria escripia no
verso do citado otficio, que yai incluso.
Dito ao mesmo.Para ter o conveniente des-
tino, paaso s mos de V. S. a inclusa guia de
asseolameotos do soldado Jos Caelauo dos San-
tos, que veio para esta provincia. aQm de reunir-
se s companhia de cavallaria, como me fni de-
clarado pela repartido da guerra em data de 26
de aetembro ultimo.
Dito ao mesmo.-^Queira V. S.enviar-me aQm
de serem transmitidas repartigSo da guerra em
cumprimelo do diaposto no aviso de 24 de ae-
tembro ultimo, .certides dos asseolamentos do
aleres Feliciano Jos Lyra, e do 2. cadete 2."
sargento Joo Quintino de Menezes Galhardo
ambos do 9.* batalho decantara.
Dito ao mesmo. Convm que V,S. chame a
altencao do delegado do cirurgio-mr do exer-
ciio sobre o que pondera a thesouraria de fazen-
da as nformaces de que Ihe remello copia,
com referencia ao pedido de que trata o officio de
V. S., sob n. 1401, aQm de que se nao exceda a
quota consignada para as deapezas da rubrica
corpo de sade, e hospital militar.
Dito ao mesmo.Para cumprimeoto do dispos-
to no aviso da repartido da guerra de 23 de ae-
tembro ultimo, sirva-ae V. S. de ordenar ao com-
mandaute do 9." batalho de aflatara que mi-
nistre os.csclarecimentos requisitados pelo com-
mandinte do 1. baUlho de artilharia a p no
omcio por copia incluso respeito da guia passa-
da por aquello bitalho ao recruta Jos de At-
meida Guedes.
Dito ao commaodante da estacao naval.Infor-
me V. S. se foram remettidos estacao aob aeu
commando os tres desertores de marioha de que
trata a relacao junta em duplcala, os quaes fo-
ram apprehendidos oo termo do Limoeiro.
Dito aocommandante do corpo de polica.Em
quanto estiverfuncciouando o jury desta cidade,
n>SQdeV.s. apreseatar ao respectivo presidente
as 9 horas do dia, cootir da manha, urna
guarda do corpo sob seu commando para fazer a
polica daquelle tribunal, e conduzir os presos,
que a elle tem de responder. Communicoa-se
ao presidente do predito tribunal.
Dito ao commandaole superior do Bonito.
Mande V. S. passar ao capifo da seccao de re-
serva o. 6 do municipio de Caruar Miguel Fer-
retra Velloso, a guia de que trata o art. 45 do de-
creto n. 1130 de 12 de margo de 1853, visto que
traesferio elle a sui residencia para o municipio
do Recite, como V. S. informou em officio do 26
de aetembro ultimo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda
A vista do que V. S. expoz em sea officio n. 930
de 5 do correte, o autonso mandar pagar ao
negociante Joo da Siqueira Ferrao, como aoli-
ctlou o commaadante superior da guarda nacio-
nal de Nazareth, a quaotia de 2649120 rs., em
que, segundo a informarlo da cooladoria dessa
reparticao importam os |vencimentos das pracas
da mesma guarda nacional destacadas naquelle
termo oo mez de agosto ultimo.Csmmuoicou-
se aosupradito commaodante superior.
Maodou-se tambem pagar Leal & Irmo 4
quaotia de 2189660 rs., dos venuimentoa dos
guardas nacionaea destacados emDaas Barras
relativamente ao mez de agosto ultimo.
Ditoao mesmo.Devolvo V. S. os requer -
menlos do lente Rozendo Monteiro de Lima e
capito Manoel Pereira de Souza Burrty, aQm de
qae mande pagar ao primeiro a quaalia de 20*.
e ao segundo a de 37a, em que, segundo as in-
ormsQes da coutadoria escripias nos versos dos
inclusos officios do coronel commaodante das ar-
mas, importam as vanlagens, que teem direito
aqueliea officiaes.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Em vis-
ta da sua iaformago datada de 5 docorrente, o
autoriso, de cooformidade com o disposto oo avi-
so da reparlico da guerra de 25 de fevereiro de
1859 mandar desligar da companhis de apren-
dizes desse arsenal Ciudido Rodrigues de Car-
valho, alim de ir servir na msica do 9.* bata-
lho de iofantaria.Communicou-se ao coronel
coramandaoie das armaa.
Dito ao commandaole do presidio de Fernan-
do. Emjobservancia do disposto no aviso da re-
particao da guerra de 25 de setembro ultimo,
constante da copia inclusa,' recommendo Vmc,
que mande recolher thesouraria da fazeods, se
anda existir no almoxarifado desse presidio a
quapila de 144S048.rs. proveniente de arrenda-
mentodas 48JJ0I6 bracas quadradas praticando o
mesmo com outra qualquer quantia proveniente
de semelhante arrendamento.Commuoicou-se
taesoucaria de fazenda.
.Dl,0,^k> i08Pcor do arsenal de marinha. -
Pode Vmc. enviar para a corle no vapor que sa
espera do norte, para o que ticam expedidas as
contenientes prdeos os tres aprendlzea mariohei-
ros que esto naa circumstancias de serem reco-
lhidos ao respectivo corpo, como Vmc. declarou
em seu officio n. 269 de 5 do correte.Expedi-
ram-se as ordens de que se trata.
Dito ao conselho de compras navaes. Auto-
riso o conselho de compras osvaes a promover
nos termos do respectivo regulamento a compra
das 41 vergonleas de pinbo que em seu officio de
9 de setembro ultimo declarou serem oecessarias
para provimento do arsenal de marinha.Com-
muoicou-se thesouraria de fazeoda.
Dito ao director das obras militares.Contrate
Vmc, nos termos do regulamento de 18 de ju-
nho de 1856 a caiaco do quartel da companhia
ixa de cavallaria.
Dilo ao mesmo.Recommendo Vmc. que me
enve um ornamento dosconcertos deque oeces-
sita o quartel do 10 batalho de infamara, como
declarou o coronel commandaole das armas em
officio de 5 do correte.
Dito ao provedor da Mude do porto.Respon-
do ao officio qae Vmc. me dirigi em 4 do cor-
rete dizeado-lho que, segundo declarou o com-
msndante da estacao naval oo officio por copia
incluso, vericou-se oio terem sido tccommetti-
dos de febre amarella e sim da varila as duas
prajas de marioha a que allude o mea officio da
30 de setembro, e por isso nao foram reculhidas
ao lazareto do Pos, como Se havia ordenado.
Dito ao juiz de paz mais votado da freguezia
da Boa-Vista desta cidade. Tendo designado o
dia 12 de novembro vindonro para se proceder
ness'a freguezia a eleigaj dos respectivos juizes
de paz ; assim o commuoico 4 Vmc. para seu co-
nhecmenlo e afim de qae, nos termos da lei e
mis disposicea em vigor rena os respectivos
eleitores e supplentes e prosiga naquelle da no
processo da referida eleicao, certo de que nesta
Ilelacio: tercas, quintas a sabbadoa aa 10 horas.! Ala*0M> >r. Clandino
n!aS: a?, '. V!'^' peni,6Dte- 'io do omm.rcio : qu.rta. ao Befo dia:
ttW^t^Jt^n^..... ..... 0.propH.,.rio.doD,AR,0 a^Fl.^
Sr. Jos Martin. Alva.; lio i, Jamt m lf
joio Partir. Martina.
EM PEBMAMBDCO.
Ipendencia os. 6 e8.
data officio i cmara municipal desta cidade para
que de sua parte expega as ordens que ihe in-
cumbenOfficiou-se 4 cmara municipal do Re-
cite para o la conveniente.
Dito ao gerente da companhia Vigilante.Re-
meti por copia 4 Vmc. para seu conhecimento
o aviso de 21 de setembro ultimo expedido pela
reparlijio da agricultura, commercio e obras pu-
blicas em soluco ao requerimeoto em qae Vmc.
solicilou a taterpetraQo do previlegio concedido
por decreto n. 1,511 de 30 de dezembro de 1854
a companhia vigilante encarregada do servico de
reboque de navios e alvarengjs ao porto desta
cidade, visto ter a assembla legislativa desta
provincia concedido idntico previlegio a urna ca-
sa commercial.
Portara.Os Srs. agentes da companhia brasi-
leira de paquetes a vapor mandem dar transpor-
te para a provincia da Bshia, por coala do minis-
terio da marioha, no vapor que se espera do nor-
te, ao capito de fragata Joio Gomes de Aguiar,
que vai commaodar a corveta Dous de Julho.
Communicou-se ao commaadante da estacao
naval. *
do gro>-
Expediente do secretario
erno.
Officio ao tenente-corooel Joo Francisco Xa-
vier Paes Brrelo.Tendo-se declarado pela re-
partigao do imperio em data de 24 de setembro
ultimo que para se dar andamento ao requeri-
meoto em que V. S. pede o foro de fidalgo caval-
leiro da casa imperial preciso que V. S. apr-
sente : \* o proprio alvar4, que allegou ter aido
concedido a seu pai; 2 e em original certides
do casamento de seus pais e do seu baptismo ;
3o que prove com attestados de dous varoea Q-
Ihados no mesmo foro a identidade de sua pessoa
e nobreza de sua linha cognatica, como exigi o
cooselheiro procurador da cor i, fazenda e so-
berana nacional, o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia assim o manda communicar 4 V. S. para
seu conhecimento.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Constando de officio do coronel commaodante das
armas do 1 desle mez, que no dia 30 de setem-
bro ultimo foi dispeosado do lugar de enfermeiro
do hospital militar Satyro Modesto da Fouseca,
sendo substituido pelo paisano Aogelo Manoel
Pereira Ramos ; assim o commuoico 4 V. S. em
virtude de ordem de S. Exc, o Sr. presidente da
provincia.
Commanicoa-se-lhe tambem terem sido dis-
peosado do servico daquelle eatabelecimento no
dia 3 do correnle,' os paisanos Joaquim IgDaeio
Monteiro e Manoel Francisco da Silva, os quaas
occuparam os lugares, o 1 de ajudaote do enfer-
meiro, e o 1 de servente.
Dito ao vigario do Ex.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar 4 V. S. em res-
posta ao seu officio de 15 de agosto ultimo que
foi recolhido a esta secretaria o lirro de registro
daa trras publicas dessa freguezia.
Accusaram-se tambem a recepco-de iguaea li-
vros enviados pelos vigarios de Barreiros Cim-
bres. I tamb e Pao-d'Alho.
Despachos do dia 9 de outubro
de lei.
Rtqutrimenlot.
Flix da Cunha Teixeira.Como reqaer, pagos
os direitos nacionaea.
Jos Isidoro dos Santos. Passe portara na
forma requerida.
Jos Dionizio da Cruz. Informe o-Sr. com-
maodante auperior da guarda nacional do muni-
cipio do Recite.
Mara da Cooceicio Moura Luna. Informe o
Sr. inspector do arsenal de marioha.
Capito Miguel Ferreira Velloso.Ao commao-
dante superior da guarda nacional da comarca
do Bonito se expedio ordem no sentido em que
reqaer.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
CAARA DOS SRS. DEPLTADOS.
SESSO EM 12 DE AGOSTO DB 1861.
Presidencia do Sr. Visconde de Camaragibe.
A' 11 e tres quartos horas fez-se a chamada, e
o Sr. presidente declarou aberta a aasso.
Lida e approvada a acta, o Sr. Io secretario
deu conta do seguate
EXPEDIENTE.
Dous officios do ministro da fazenda, datados
de 9 do correnle.
Io Enviando um requerimeoto em que os ter-
ceiros eacripturaros da thesouraria de fazenda da
provincia de Minas-Geraes, Francisco Ferreira
da Silva e Antonio Pereira de Faria, pedem dis
pensa de exame a que os sujeiloa o decreto de 14
de margo de 1860.A' commiaso de fazenda.
2 Devolvendo, com as ioforraaces solicitadas
por esta cmara, o requerimeoto em que Justi-
oiaoo de Castro Rebello, aposeotado no lugar de
administrador da masa do consulado da provin-
cia di Baha, pede melhorameolo de aposenta-
dona.A quem fez a requisico.
Outro do presidente da provincia do Parao
datado de 15 de julho prximo passado, envian-
do dous exemplares do relatado com que Ihe foi
eotregue a administraco da proviocivA archi-
var-se.
Fei lida, posta em discusso e approvada, a
redafccao do projeeto, autorisando a matricula
dos eatudaoles Gabriel Jos Rodrigues dos San-
tos, Valerio Ribeiro de Rezeode, Gldiao de
Freitaa Travassoa, Olympio Ignacio dos Reis, Sa-
muel Felippe de Souzi Uchda, Maooel Pedro
Cardozo Vteira, Francisco Jos de Souza, Jos da
Molla Nuoes, Goocalo Vieira de Mello Prado
Jos Pordeos Rodrigues Seixas, Tiburcio Ray-
mundo da Silva lavares, Tiburcio de Aodrade
Vallasques. Antonio Monteiro Barbosa da Silva,
Jos Antonio Porto Rocha. Francisco da Cuoh
Beltro Araujo Pereira, Fraoeisco Luiz da Veiga
e Jos Fiel Jess Leile.
Achaado-se oa sala immediata o Sr. Antonio
Maooel de Aragoe Mello, deputado pelo 2o dts-
tricto da provincia da Parahyba, foi tntroduzid.
com as formalidades do estylo, prestou jurameo
lo e tomou asseoto
OBDEM DO DIA.
Eotrou em discusso o parecer da commisso
de poderes, sobre a eleicao de um deputado pelo
Io diatricto da provincia de Serglpe, em lugar do
Sr. barao deMarolm, qua foi escolhtdo senador
e sendo posto a votos, foi approvado.
Em coosequencia o Sr. presidente declsrou de
putado o Sr. cooselheiro Silva Prannos, qae
achando-se oa sala immediata foi lolroduzido
com as formalidades do estylo, prestou jurameo
to e tomou asseoto.
Orramos Srs. Marlinko, Carvalho Reis e Lean
dro Bezerra.
Conliouou a 2* discusso do ornamento do mi-
nisterio da justija.
Foram ltdas e apoladas as segujntes emendas:
c Pica autorisado o governo a mandar pagar
ao Dr. Jos Aatooio de Oltvoira e Silva, ex-julz
de direito do Algrete, os seus ordenados venci-
dos desde adata em que foi literalmente conside-
rado evulso, segando ja foi reconhecido por pa-
recer e voto desta cmara./. /. 'Fernandas da
Cunno.
< O governo autorisado a orgaaisat o minis-
terio publico na parte criminal, se puder dispen-
der com sste servico melado ou a maior parte da
verba de despeza secreta e repressao do traflam.
Qcaodo assim reduzida a dita verba do V.C.
Madureira.
Orou o Sr. Saldanha Marioho, e flcou adiada
pela hora.
Leu-se e foi a imprimir um parecer da com-
nmsao de poderes n voto em separado do Sr. Za-
chanas sobre as eleices do 2o distrcto da provin-
cia de Peroambuco. O parecer cooclue da se-
guate maneira:
t Io Que seja approvada a eleicio de eleitores
a que em 30 de dezembro de-1860 se procedeu na
matriz de Santo Amaro da Taquaretinga sob a
presidencia do 2 juiz de paz Manoel Joaquim da
Silva Curvello.
2 Que se anoulle a eleicao de eleitores que
fot feta de 2 a 4 de Janeiro desle aono, na capel-
la de Nossa Seahora do Rosario perteuceote 4 fre-
guana de S. Loureaco de TijacupSpo, sob a pre-
sidencia do 1 juiz de paz, Joo Ribeiro Campos
e Vasconcellos.
c 3 Qae se aonulle a eleicio de eleitores, que
toi feita de 13 a 15 dejioeiro deite anno, na
matriz da freguezia de Tijucupapo, aob a presi-
dencia do 4o juiz de paz, Jos Antonio de Souza
Costa.
< 4&eQue se mande proceder nova eleiQao de
eleiteaB na freguezia de S. Lourenco de Tijucu-
papo.
5o Que se annalle a eleigo de eleitores que
em 30 de dezembro do anno passado se procedeu
oa matriz da cidade de Goyanna, sob a presiden-
cia do Ia juiz de paz Joaquim Raphael de Mello
Reg Jnior
6 Que se epprove a eleicao de eleitores a que
em 30de dezembro do anno passado se proce-
deu, na igreja doCarmo de Goyanna, sob a pre-
sidencia do 4* juiz de paz, Antonio Alves Vian-
ae.~-Araujo Lima.Oliveira Bello.
O voto em separado cooclue da seguate ma-
neira :
1* Que deve-se approvar a elei$o primara
da freguezia do Rosario da cidade de Goyaona
celebrada na matriz.
.i>2* Qje deve-se adiar a approvaco da elei-
cafT primaria da freguecia da Taquaretinga, pre-
sidida pelo 2 juiz de paz, al que por interme-
dio do goveroo veoham os documentos sobre o
abaodono atlribaido ao 1 juiz de paz, e as actas
da eleicio a que se diz ter este presidido em ou-
lug.Z. de Get e Yatconctlloi.
' O Sr. preaideote d a ordem do dis.
Levaotou-se a sesso s 4 horas da tarde.
SESSO EM 13 DE AGOSTO DE 1861.
Presidencia do Sr. Vitconde de Camaragibe.
As 11 3)4 horas fez-se a achamada, e o Sr.
presidente declarou aberta a sessio .
Lida e approvada a acta, o Sr. t*setretario deu
conta do seguiote
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do senado, datado de
nontem, participando que o senado doptou, e
vai dirigir 4 sanelo as resoluces que approvam
as peoses concedidas a D. Escolaslici Bazilta de
Seixas, a Phihs Broom, e a D. Josepha Cruz e
8ilva de AndradeIoteirada.
Una ro^Moruuonto de fMMariana Ricarda de
Menezes Dallro e Cistro, pediado que se envi o
requerimeoto e documento iocluso 4 commisso
de peosdes e ordenados 4 que se acha affecto
o decreto pelo qual Ihe foi concedida urna pea-
sao.A* commisso de peosdes e ordenados.
Outro de Luis Coroelio dos Saotos, pediado
malricular-se ao curso jurdico do Recife, con-
sideraado-se valiosos para esse m os exames
que fez no collegio de Pedro II. A' commisso
de instruegio publica.
Outro da irmaodade de N. S. da Apreseotsco,
da freguezia de Iraj, pediado providencias para
o lastimoso estado da matriz. A' commisso de
obras publicas.
Julgoa-se objectode deliberado e foi a impri-
mir um projeeto da commisso de poderes auto-
risando a naturalisaco de Antonio Heariques da
Silva Boltas, Jos Mara da Silva Pontes, Anto-
nio Francisco Casaes e Joo Pedro Tory.
ORDEM DO DIA.
Coolinuea a 2a discusso do orcameato da des-
peza do ministerio da justica com as emendas
apoiadas.
A' requerimeoto do Sr. Diogo Velho foi encer-
rada a discusso.
Procedeu-se 4 rolaQio e foi approvado o arti-
go 1 em todos os seus paragraphos, e bem as-
sim as emeodas da commisso ao 3* e 4 verba
o. 13, apoiadas em 9 do correte.
Aa emendas dos Srs. C. Madureira e Feraao-
des da Cunha, apoiadas em 12 docorrente,foram
rejeitadas.
Orou o Sr. Cunha Paranagu.
A' requenmento do Sr. Pereira da Silva ven-
ceu-se urgencia para ler-se o segointe projeeto
que foi julgado objecto de deliberago e a im-
primir para entrar na ordem dos trabalhos :
< /A assembla geral reaolve :
Art. 1. A lei n. 1114 de 27 de setembro de
1860 decretada para o exercieio de 1861 a 1862,
continuar em vigor no anno Qnanceiro de 1862
a 1863, emquaoto nao fr promulgada a lei do
orcameato deste exercieio; consideraado-se como
parte da mesma lei as despezas oo contempla-
das aella, mas autorisadas por ostras leis an-
teriores e posteriores 4 praseaie, exceptuando-se
os crditos abertos para servlcos limitados ao
exercieio da referida iei o. 1114, os quaes oo
conlinuaro alm do seu termo e modificando-se
algumasdas suas dupojicoes na forma dos se-
guinles paragraphos.
1." Fica revogada a aulorisso dada no 10
do art. 11 da sobredita lei; e o goveroo desde j
autorisado : -4
2 Para pagar as dividas de exercicios no-
dos liquidadas, e as que se liquidarem no cor-
reate e futuro exercieio.
S 3.a Para rever o regula ment do imposto do
sello, promulgado pelo decreto o. 2713 de 26 de
dezembro de 1860, oo podando augmeotar as
laxas, oem esteode-las a objectus nelle nao com-
preheadidos.
c 4.a Para incumbir aoa escrives do civil,
commulativamente com ostabellies de notas e
escrives dos juizes de paz, sem depeodeacia de
distribuido, o lavrarem as escripturas publicas
de compra e venda de escravos. Neste docu-
mento nao ser transcripto por extenso o co-
ahecimeoto do imposto, declarsado-se smente
o seu aumero e data, a quaotia e a estacao arre-
cadadora.
Art. 2.a Ficam revogadas as disposices em
cootrario.Pereira da Silva.Moocorvo Lima.
Paulioo de Soaza.
Entrou em discusso o artigo 4a da proposta
do orcameato relativo 4 despeza do ministerio
dos negocios estrangeiros, o qual do teor se-
guate :
c Art. 4. O mioislro e secretario de estado
dos negocios estrangeiros 4 autorisado para des-
pender com os objectos designados oos seguiotes
paragraphos a quaotia de 900,366*308.
c A saber:
1.* Secretara de estado......155:2899088
2.* Legacdes e consulados ..... 536:5>!0o554
3 a Em pregados em disponibilidade 5:866666
4.* Coramiaaes mixtas...... 12:680|tUfJ0
5.a Ajadas de custo....... 60:OUO|000
Extraordinarias no exterior .. 65:U0OM00
7. Ditas no interior........ 25:000f00O
UJerencM de cambio e com-
B,"".....' 40:000#000
rcicios (luios....... | .
Jm !a" o apoiadas as seguales emendas
da cfJBmisaao :
art. 4, em vez de 900:366*308,dlga-se
verba n. 2. Em lugar de539:5308554,
"524:5308554, em virtude da suppresso
egacao oa Europa.
da cmara dos depatadoj em 19 deja-
1861.J. de Aleacar. Piolo Lima.J.
Paranagu.
4 mesa mais a segainle emenda da mea-
imjsso que tambem foi lida apoiada, e
aojuactameate em discusso :
Com o pagameoto das reclamacoes
ras e hespanholas, na forma ajustada,
108
passa a ser 10.Paranagu. Pinto
-J. ds Aleacar.
| ha vendo mais nioguem com a palavrs,
a-se a discusso; e nao se votou por oo
aumero legal.
km os Srs. Couto Amaro da Silveira.
Presidate d a ordem do dis.
intou-se a sesao 4a 3 horas da tarde.
SAO EM 14 DE AGOSTO DE 1861.
'eneia do Sr. Visconde de Camaragibe.
I boraa e 3/4 fez-se a chamada, e o Sr.
ate declarou aberta a sesso.
e approvada a acta, o Sr. Ia secretario deu
conta de seguate
EXPEDIENTE.
Um requerimeoto de Ciaciaato Mavigoier Lo-
pes Gema, pediado ums peoso por espaco de
dous annnos pira ir a Europa aperfeicoar-se na
nhut PJ.Dtur,-TA'8 commisses de tostrueco ; eoteado estou oo meu direito.'(ApoVdos.~)
Pn^n?2I,,0e.,eodeodo- o u ? Sr. Correa de Ollveira :- eu estou ao di-
Outxi da Ordem terceira de Nossa Seohora do reito de conteita-lo
r0*8WCldadk d8.,c,niP0S' r**Wo cenca pa- O Sr Paes Brrelo : Dissipado o disturbio
ra edulcar um hospital ao terreno qae possue.- promovido pelo eleitor a que me teoho referido
i?it?. .TJef."nd-. k ,- ^ declarou o presideote da mesa paroehlal que i
mir^?L?,C-d,d,i^.06y'-i"pri" Pruce > projeeto da commisso de fazenda dispea- taotesda turma dos supplentes.
linha lido nomes diversos daquelles que estavam
escriplos.
Com te pretexto exigi aquello eleitor, e com
elle todos os seus amigos, oo meio de graode tq-
mullo, que se procedesse a ama aova eleicao. O
juiz de paz, porm. oppoz-se a semelhaote exi-
geocia, dizeodo, com muita razo, que urna ao-
va eleiQoa poda ser admittida oo caso de ha-
ver duvida sobre a primeira, e que sobre esta
nao havia duvida alguma, visto como elle linha
lido exactamente os nomes que ae achavam es-
cupios oa ultima cdala,
.A resposta do juiz de paz e a insistencia da
parcialidade opposta deram lugar a um disturbio
dentro da igreja o qual cessou logo com a pre-
aeoca da torca publica requisitada pela autoridade
competente.
O Sr. Correa deOliveira:Que j4 14 estava an-
tes de comegarem os trabalhos.
O Sr. Paes Brrelo :Eu, Sr. presidente, de-
sojo manter nesta discusso toda a calma e toda
a traaquillidade de espirito ; para nao azedar es-
te debate estou no proposito de oio declinar no-
mes proprios, nem to pouco apreciar o compor-
ta ment de certos individuos que se envolveram
na eleicao de Goianoa.
O Sr. Corres de Ollveira :7azia-me favor es-
pecisl se os declarasse.
O Sr. Paes Brrelo :Nlo trato de fazer favor
ao oobre deputado. Procedo assim, porque en-
ieodo que assim devo proceder (apoiados), por-
que sou amigo de peasoas que flguraram tanto
n urna como o'outra eleicao. Nao se trata aqu,
repito, de fazer favor ao nobre deputado, nem
S. Exc. esta sntorisado para declarar-me amigo
ou adversario desta ou daquella parcialidade.
OSr. Correa de Oliveira d um aparte.
O Sr. Paes Brrelo :O oobre deputado pode
julgir o que entender ; e eu procedeado como
sando as leis de amortisaco para que a irmaoda-
de de V. Miguel e Almas da freguezia da Cande-
laria dista corte possa continuar a possuir os
predios d. 51 da ra de S. Pedro e o. 5 da do
Sjbo;
ORDBM DO DIA.
em discusso o psrecer ds commisso de
e voto*em separado sobre a eleicao do 2a
da proviocia deJPeruambuco.
Paes Brrelo :*Sr. preaideote, levanto-
a comhater o parecer da maioria da illus-
misso de poderes principalmente na par-
ue ella prope que aaullada a eleicio da
a de GOisona, feita na egreja matriz e
Eato a parcialidade opposta ao juiz de paz
vendo qae oo Ihe era possivel obter a maioria
da mess, sem a qual ella sabia perfeitamente que
nao poda vencer a eleicao, abandonou a matriz
e dirigi-se para a igreja do Carmo.
O juiz de paz procedeu regularmente com os
supplootes que ficaram em aumero de doze, a
eleigo dos dous membros que faltavam para
completar a mesa ; e teodo corrido a eleicao os
seus tramites, concluio-se no dia 5 de Janeiro.
Emquaoto estes tactos se passavam oa matriz,
a parcialidade opposta 4 do 1" juiz de paz, e que
se retirara para a igreja do Cirmo, coavoca o 4a
juiz de paz, considera legalmeoie feita a eleicio
a pelo Ia juiz de paj, seja approvada dos dous candidatos seus, que oa matriz haviam
que ot feita na igreja do Carmo e sob a obtido apenas 15 votos, e que em caso algum po-
diaro ter ti do mais, como depoia
ocia de ura juiz incompetente. Tanto nes-
em outros pontos do parecer coafurmo-
Svoto em tepsradu do oobre deputado
acia do Parau, cuja opioiao esdareci-
_ cienciosa folgo de encentrar atada des-
la vez tatemando a cansar da jeatica e da ver-
dade.
Sr. preaideote, V. Exe. sabe tio bam, oa me-
Ihor do que eu, quo aa ultima eleicao geral a que
ae proceden aa nossa proviocia, a lula eleitoral
versou mais sobre os nomes, do que sobre as
opinides dos candidatos. Pode-se dizer, sem
medo de errar, que, com excluso do distrcto da
capital, o pleito oo lean carcter verdadera-
mente poltico. As intrigas particulares, as dis-
sencoes e os ioteresses loeaes motivaram essa
lula reunida de que foi theatro a provincia de
. mostrarei, es-
colhe mais dous mesaros e procede sua
eleicao.
A maioria da Ilustro commisso de poderes
prope que seja acaudada a eleicao feita na igreja
matriz presidida pelo Ia juiz de paz, e acooselha
a approvaco daquella a qae se procedeu aa
igreja do Carmo sdb a presidencia de um juizio-
competeute, aa qual iatervieram dous mesa-
ros que em caso algum podem ser considerado!
taes.
Estdu bem longe, Sr. presidente, de por em
duvida as puras intences dos dous membros da
commisso de poderes que assigoaram o parecer;
estou persuadido de que o aeu voto foi dado se-
gundo as suas convieces. Mas peco liceoca 4
p..,k, r ..- ------ r,---------- "" tuaiutio u cummisaao para aizer-iae aue
Peroambuco. e produzram esse graode aumero errou. que commetleu, sem querer, urna iojuaU-
hf.K08'"' Vk\fS$3 aV l"Sle lda da "" 5a i e ue 89cs" fe approvado o ae S-
io d0..!mnral,da,ledaqUel Pro""a' 8ea?8- .eti cmara a.occiooaria o principio de que
so devesse ella responder pelo procedimeoto ir- em materia de eleices o esseocial nao ter a
regr "7o "J9*1"" "><>duos. : maioria dos votantes de urna paroebis, o essen-
Sr. presidente, nao entra ao meu proposito fa- clal forjar urna duplicata
n!rif1f,^m0me^0-,,aia "Preci,Sau do e,'aao d08 O Sr. Crrela de Oliveira :-Ou urna mesa, aio-
partidos da proviocia de Pernambuco, bem que da que seja falsesda. '
wl!J.a,iPe'Uad,d0 di9 ?U8 ei" Ptecia5ao bo dei-, o Sr. Paes Barrete :-J4 o honrado deputado
xana de ter algum luteresse e alguma opportuoi- peU proviocia do Parau demonstrou ao seu v
I"1111.''/ .qMrP8,Tb"' emsepsrado, com aquella superioridade de
?!* ^omo ehm ,od Branl, passadas as lento e rigor lgico que todos Ihe recouhecem-,
LSLS&JSfTfi HT d* "lm' e d a debilidade dos fundamentos era que se b.seoT
arrefecimenlo das paixoes polticas. a maioria da commisso para dir enmo nulla
Os sntigos Partidos, partidos de opiniao, para urna eleicao feita com todos os caracteres le-
me servir ds p-hraae do nobre miaistro do impe- gaes.
rio cahiram em decadencia, e de tal modo ae Eos verdade, seohores, quaes sao os fuoda-
^tSSf! qU8 n6' 'ES. h0,t qa8i que ment0* em 1 baseoa a illustre maioria da
confuodidos oas mesmss fiteiras sotigos coaser- ; commisso de poderes para propor a nullidade
vadoreseaotigosliberaea. i desta elei5o ? Sao elles :
-S?5 qu,dr.a lwlor,i y- Exc- t01 lM,e" 1.' Ter o juiz de paz mais votado, e presidente
munh. de que por toda a parte formsram-se par- da mesa psrochisl. convocado os eleitores que
idos de occasiao ; desses partidos fizeram parte deviam tomar parte na orgsaisaco da mesa, de
tinctamente conservadores e liberaos ; e ti- um modo capcioso, noioluito de arreda-los desse
atavia da
ohara por baodeira oo o triumphodeste ou da-
quelle partido poltico, mas o triumpho de tal ou
tal candidatura.
O Sr. C. Madureira:A lei dostriaoguloi oo
adianlou oada a esse respeito.
O Sr. Paes Brrelo:as freguezias de Goian-
oa, de Tijucupapo e de Taquarilioga, cujas elei-
ces vamos verificar, houve luta e lula reohida ;
mas V. Exc. sabe perfeitamente que essa luta oo
proveio de divergeocias de opidies polticas da-
quelles que a promoveram e dirigiram, mas de
intrigas particulares e de interesses loeaes, explo-
rados e sustentados no intuito de fazer triumphar
aotes um do que outro candidato,
Seohores, taco estas ligeiras observscoes para
poder dizer 4 cmara que nao se trata actualmen-
te de ama questo poltica ; aiada quaado oo
fosse do ooiso dever, poderiamos aa deciso des-
te pleito despreadermo-aos de qualquer preoc-
cupaco que desgracadameote o espirito de par-
tido cosluma crear, e que muitas vezes oos leva
a esquecer os direitos da justica para -smente at-
tendermos aos principios de conveniencia ; prin-
cipios que, comquanto ja teoham sido aqu pro-
clamados como os nicos dominadores oestas
queates, eu eoteado que devem ser sempre su-
bordinados aos da justicia. (Apoiados.)
Sr. presideote, no dis 30 de dezembro do anno
fiado, designado pela lei para proceder-se 4 elei-
cao primaria em todo o imperio, reuairam-se as
igreja matriz da fregaezia de Goiaaos, o Ia juiz
de paz, os eleitores e supplentes e todos os iote-
ressados oo pleito eleitoral. Preeochidas as for-
malidades da lei, tratuu-ae da organisacio da me-
sa, cemecaodo pela eleicao dos mesaros repre-
sentantes da turma dos eleitores : nessa occasio
moveu-se duvida a respeito da interferencia de
um eleitor oa aomeaco da mesa, e teodo-se de-
cidido que esse eleitor nao poda tomar parte na-
quelle acto, visto como resida em freguezia di-
versa, procedeu-se ao recebimento das listaa dos
eleitores proseles, recolheado-se a urna 31 ce-
dulas.
Apuradas 30 listas, tioham os candiiatos dos
dous lados obtido 15 votos cada um.
_ A ultima liata portento devta resolvsr a ques-
to e decidir qual das duas parcialidades conse-
guira o triumpho nessa primeira prova. Lida a
ultima cdula pelo juiz de paz. pronuaciou elle os
nomes dos candi latos perteaceotea ao seu lado ;
mas quaado estes, a coavile do presidente, to-
aaavam astelo qa mess, um dos eleitores da
parcialidade opposta, a que era tambem candida-
to ao lugar de mesario, arrebata a lista que deci-
da ^ questo. rompe-e ou coofunda-a com aa
outras, e declara a titas vozes que o juiz da paz
acto
2.a Ter o mesmo juiz de paz excluido iodevi-
dameate de tomar parte oa organisacio da mesa
a um eleitor que tioha direito de iatervir nessa
orgtnisacao ;
3.a Finalmente, e esse o grsode Achiles da
maioria da commisso, ter o juiz de paz lido oa
ultima lista que devia decidir qual dos dous la-
dos tioha maioria, nomes differeotes daquelles
que estavam escrptos oa mesma lista. Exami-
nemos, Sr. presidente, cada um destes funda-
mentos.
Nos officios do juiz de a/z fazendo a convoca-
Co dos eleitores, se diz com eOeito em uns que
a eleicao devia ter lugar a 30 de dezembro, e em
outros qae devia ter lugar no dia ultimo desse
mez Nesta divergencia de datas que se fanda
a illustre maioria da commisso de poderes para
dar como certo que o juiz de paz proceder de
m f e no intuito de arredar os eleitores do la-
do opposto de tomarem parte na eleicao da
mess.
Mas, Sr. presidente, se o dia da eleicao eslava
designado na lei; ae esse dia anounciado por
editaes com graode antecedencia ; se oo ha oia-
guem que tome parte em eleices que oo saiba
o dia em qae ella deve ser feita, como possi-
vel admittir qae o juiz de paz fosse lio oescio oo
to estupido que de proposito dissesse em alguns
officios que a eleicao devia ser feita oio ao dia
30, mas oo ultimo de dezembro? Quem nao v
neste ficto aotes am descuido ou um acto de ig-
norancia de quem escreveu ou redlgio os officios,
do que am seto de m f? E, seohores, a qaem
erara esses officios dirigidos? Aos chefes ds par-
cialidade opposta 1 Pois crvel que o juiz de
pax alimeotasse a esperanza de que os chefes do
partido oppoato, um commaadante superior am
chefede estado-maior, etc., pessoas desta cathe-
goria, igaorassem a poca da eleicao ?
Um 5r. Deputado :K sao s easea?
O Sr. Paes Barreto :Bu i eoconlrei, entre
os papis que forsm presentes i commisso, tres
officios do juiz de paz em qae ae designa o dia
ultimo de dezembro : o Ia. dirigido ao commao-
dante superior; o 2a, ao chefe do estado-maior;
e o 3a, a um capito da guarda nacional.
Aiada mais: corno era possivel que o jais de
pss nutrase a esperan^ de itludir por san meio
aos seus adversarlos, quaolo era sibido que
achaodo-je elles em graode minora na qualifl-
cacio, sd loes restava o reeurao de orgaoitarem
a todo o cusi a maioria da meta para poderem
veocer a eleicio f
Agora, Sr. preaideote, ae examiaarmos os offi-
cios de convocaclo, os veremos que nelles se
encootrsm oertros erros qae demonstras
oo ou simplkidade de quem qaer qu od
veo : em lodos elles os eleitores sao coav
para o dia 30 (oa 31) do mes de desasna**
anno prximo/indo t Pergaato, arreditivel
o juiz de paz supporesse qae os eleilores
sem persuadidos por isso, qae a eleicio a* lacia
em um anno que ji tioha paseado, s qae porta ato
nao viriam tomar parle na organisacio da asesa?
O bom seoso repelle semelhaote aappesicin. E
note a cmara que neohum dos eleitores convi-
dados para o da 31 deixou de comparecer
Vejamos agora, Sr. presideaU, o segunde ar-
gumento, que coasiste no laclo de lar o jeiz da
paz excluido de tomar parte na organisacio da
mesa a am eleitor (fue tioha direito de intervir
aesse acto.
1 Sr. presideote, psra qae a illustre
commisso de poderes podesse apresen
argumeoto, foi oeceasario procura-lo, oso oas ac-
tas de qualquer das eleices que se fiterasa em
Goiaaua, mas em urna juslificaeio dada M
riormente, e que, como eu logo moatrarei
merece a menor atteocio.
S labores, o qae consta da acta da eleicio da
matriz queum eleitor (o mesmo qae depois deu
causa ao disturbio) apreseniou a idea de ser *d-
miitido para a vot.cio da mesa um eleitor qae
alia oo fdra coavocado ; mas qae tendo o pre-
sidenta observado que este cidadio nao mora va
da freguezia deGoiaooa, e sim na freguezia de O'
o mesmo eleitor, depois de ter consultado a urna
pessoa de seu lado, desistir da sna proposta.
Na acta da eleicio feita na igreja do Carmo nao
ae falla neasa circo maleara ; esse eleitor oio
entrou no numero dos qae se retiraras) da ma-
triz, nao assigoa as actas, seu nome oio usura
de modo aeohum nessa eleicio. O bom cna
est mostrando que se acaso a sua exelusio ni*
tivesse sido aceita pelos proprios insreessdoi
como fundada em lei, de certo que nao deixaram
de menciooa-la na acta da eleicio do Carsan
de cits-la como urna prova da-nallidadesfeli-
Cio da matriz. '" ~*
Mas em que se funda a maioria da commisso
psra dar por verificada a illegalidade da exelu-
sio do eleitor de quem se trata, de lomar parte
aa orgaaisaclo da mesa ? Nos depoimeotos da
ama justificaco feita por pessoas ioteressadas na
deciso desta csusa, porque sao lolaa juii.es-
crivo e testemuahss eleitoraes ; e n'ama certi-
dio da qual consta que esse eleitor estava qua-
liflcado votante na freguezia de Goianaa.
Contra este documento aprsenlo ama certidio
que aqu tenho. e que lerei se fr preciso, pss-
sada pela secretaria da presidencia de Pernam-
buco, da qual se v que, ae o eleitor excluido
fdra alistado na qualitieacio de 1S60 em ana das
quarteires da cidade de Goianoa, o lora igual-
mente em um dos quarteires da ireguezia do
O'. O que resta pois a verificar em qual das
duas freguezias resida o eleitor. Eu voa de-
monstrar de um modo irrecutaval que na fre-
guezia de IM. S. do O'. Teoho aqai am atiesta-
do do vigario da freguezia de Goienna, em que
decais que o eleitor excleido mora no engrano
Borgas. situado aa freguezia do O*.
Um Sr. Deputado : qutiaj esse vigsrio ?
O Sr. Paes Barreto : E' o piSra Domiafot
Alves Vieira. qae foi ji memoro desU casa....
m Sr. Deputado : Parcial, porque Mr-
rimo partidario.
0 Sr. Paea Brrelo : Tio parcial como sin
todos os que lomaram parte na eleicio ; e se V.
Exc. quer dar por suspeito qualquer destas docu-
mentos officiaes, eolio eu dtrei rauito mais aus-
peilos sao os que se aprese mam em cootrario
eleicao da matriz, porque uem sequer teem o ca-
rcter de officiaes.
Teoho mais o atteslado do vigario da fregue-
zia de Nossa Seohora do O', em que dis que este
cidado mora no eoiteaho Borges de sua fregue-
zia : anda mais, tenho urna certidio que aqu
est, passada pelo secretario da cmara aaeai-
cipal, de Goyana, em que declara que este cida-
do juiz de paz de um dos distados da fregue-
zia do 0'. Pergunto : o individuo qne reside em
freguezia pode exercer o cargo de jais ate
em outra ? Oade est pois a larca desU ar-
ento apreseatado pela illustre maiorii ato
misso ? A ciraara v qua tanto o primeiro
como o segundo deafaztm-se ao mais leve
da analyse.
O Sr. Correa de Oliveira : Isso vares
aioda.
OSr. Paes Brrelo : Resta portaste,
presidente, o lerceiro argumeate, graode Ai
les, isto s leitura inexacta feita pelo juiz ato
paz, da ultima lista da eleicio da mesa. Allega
a maioria da commisso de poderes, quo os sa-
mes comidos oessa lista eram dos mesaros por-
tenceotes ao lado cootrario ao jiz, mas que nao
obstanle esse juiz de paz ostentando um cyas-
mo nqualilcavel e difflcil de se compreheoder.
lera, oo meio de graode pablieidade, es comea
dos candidatos do sea lado, obteodo assim asa
triumpho que i moralidsde ds cmara oio podo
consentir que previler;a.
Para sustentar semelhaote allegace, a illus-
tre maioria da commisso apresoela o seguate
argumeoto, queell a*>m por irrefragavel: con-
pareceram 21 eleit 1 16 astiirnaram a acta do
eleicao do Carmo, L 5 a acta da matriz ; era,
16 a msiora de 3s\; logo, a maioria dos elei-
tores estava do lado da parcialidade qae faz a
eleicao no Csrmo ; logo, o jais de paz commet-
leu a fraude de que amasado. Ootja agora a
cmara a cooteaiaco que eu voa fazer e esto te-
moso Achules, e ver qae, mais (raes do qae
da fbula, elle pode ser ferido morlalmeoto am
mais de um pooto.
Seohores, admiti por instsotes, e tmente no
ioteresse da argameaiaco, que coa oaTeito 16
eram os eleilores qae iatervieram nacieseis am
favor da parcialidade do 4a juiz donas. Como po-
rm os candidatos mesa dessa parcialidedo
eram eleitores que tomaram parta na eleicio,
clara que elles nao podism ter em ri mi mil sucia
alguma mais do qae 15 votos cada um, salva so
illustre maioria da commissio de
zta c
ido ajama
#'
'aTeom
Sr.
admittir qae elles votaram em al. Se eceM
(acto de terem esse individuos votado a si, ella
presume urna fraude, presume na crate, o*
crime e a fraude oio ae presamos., o qeaado
verificados nio pode* aproreUar aquellas qua
os pralicarem.
O Sr. Bezerra Cavalcanti: Apelado.
O Sr. Paes Barreto: Desojo que fique bam
presente na memoria da cmara esta circasastan-
cia ; os msanos da parcialidade opposta ao 1*
juiz de paz nao podiam ter legalaenle mais do
que 15 votos cada algum.
Diro porm os hoarados membros que assig-
oaram o parecer : Neo de crer ue os indi-
viduos de urna parcialidade votistsm oos candi-
datos da parcialidade opposta ; nortete, se par
um lado etica oio podiam ter 16 vetos, laaaaean
16 votos oio podiam ter os outros candidatos.
Coavsnbo, Sr. presidente, que nio fcil,"
aio mesmo. provavel que adversarios s>___
votos aquellos com quem estio oca toU ; saca
que oio i fcil nio 4 impoestvet, o esa toda o
caso nio estando demonstrado eme estas oo oe-
trot eleitores tiveccea doixodo desolar ntinao
didaios da parcialidade, do jaiz de pss. alo a
pode, slmplesmeotc pelo facto de so terem i
redo 1 eleitores para a igreja do Carmo. c
nado a acta que ah aa. arron, eoncluir,


AHAl
II
V^-7 L


flu &,; :.. .,__w
IARIO DI fflfilAMKN; QUIHTA tklKk 1Q DE ODTUBRO DI 1661;
?f
*tl IIIXI2 i SU
az a maioria da commisso, que eonrVfrettri to-1 tgreja do Csrmo, porto, do hara um s mesa-
dos esses eleitores deixaram de votar uos candi- rio legitimo. Ora, do primeiro caso, a rearara
dalosda ptrralidade que flcou Da matriz. da cemraiaaio cha que nao deve ser acetato o
O Sr. G. Madureira i tenante que volaran)
*m ai. -;
O Sr. raes Brrelo: Uta, Sr. presidente
eu rou adiaote; eu diste que o Achules da illus-
ire taris da commtaaao linhajawa de um pon-
te aentasravel.
Bao eee m fusde, Sr. pretsdemte, o grande r-
sjsassoto lirado ata qtt 1 fama oa rtattares
e/ne votesam nos mesarlo* 4a parcialidade 4o 4
jeta de paz T No atiesta de na atoases editores,
oa que distara, nao qu titease detxado 4 vo-
tar sos atosoriot da eleigie do aatriz. aaaa que
atavia aeaagssdo acta a igreja a Carme.
O Sr. Correa de Ohveire : /. tac afta lea
otoepet*.
O Sr. Paes Barreta : Li-os. roas oa li com
calma e imparcialidade, a nao veodo-os pelo
prieta* da poicao. i
O Sr. Correa de Overo : Ninguem
antis iuteresaado oeste negocio de que V. Exe.
O Sr. Paes Brralo : Acho bom que o nobre
deputado ma di asarles que esclarecara o debate,
aceito-os todos; mas apartes como ase que aca-
ba de dar-me, e que nao tem oulro (Ira seoo
molestar-me poden provocar discusses dss
quaea o nobre depatado cortamente nao se sahir
O Sr. Correa de Oliveira : Oh I agora laoco-
Ihe um desafio, ple Irazer ludo para a discus-
so, nao ha oada ahi que rae envergOBhe.
" "b re oorPOto Z 1 TI GtfdJ O OtW wC*
Hulado ha de querer dar-se ares de ser quem
ata de decidir a quest&o ?
OSr. Coma de Oliveira : Nao deixo passar
una ineiotMco desta arden.
O Sr. Paea Brrelo : O nobre deputado diz
se erogeos ha mais iotereseedo est questo
sao que au; donde oaise esee interesa
aera mais soepetta neete oegocio, eu
lomei parteaa eleirao da Goianoa, que
a tara da provincia quando ella ea fez
tenho aelle neohum inters se pesio*!,
! deputado que interven) directa e
Quem
que oo
me acha-
que nao
ou o no-
pessoal-
aneola na lula, efoi urna das suas fig ras mais
disuadas?
O Sr. Correa de Oliveira : Eu (precisava
duplicar a mioha ectirdede, V. Ex. sabe a
razio.
O Sr. Paes Brrelo : Xcha o oobrel depota-
do que sou meos imparcial do que lie 1 eu
que aesta queeto nao trato de raim i gim de
outros, o passo que o nobre deputado que to-
no pre-
Ipodero-
Iha fu-
los bo-
stencia
lente,
serem
los da
iecla-
Vior
adera
eitor
otou
iestosauaho da mesa, porque: ludo quanto se diz
na acta foi escripto sob a nspiraco exclusirs de
urna parcialidada que interveib na eieicio ; msa,
do segundo, esta ratee j nao serve, s parciali-
dad* da aaaa deotapotoce, luda quanto eltadix
i xota,*ee aet aoceito!
Qoel a segueta prava que se presenta pera
esa a dielasegia psat Jstataai do ataatar
sm lecha rotante t r esMJusliQceeae da-
quem
da
Sr.
jota
ote.
0 Sr. Corres de Olireira :Que sebe melhor
do que V, Bxe. ?
O Sr. Paes Brrelo :O que qetea aai
O Sr. Correa de Olireira:O o
fomoa (azar outra eleico, quem sa'
que V. Exe. ?
O Sr. Paes Brrelo :O motivo porque se faz
urna atapiicata sattam todita.
Sr. prealdesds. fcgo opte s eoetaecide e pve-
cedisaaata de ataatar Beatttate, e e razie
luga* a osan paiailimaXta. oa tajtareuadoa
mou pirte activa n luta, trata de si, d sua in-
flueDcia local f
O Sr. Correa de Oliveira : ". Arranj
tente e ananjea no futuro sao razes
sissimas.
O Sr. Paes Brrelo : O fularo d
os rranjos de nada eervpm para o fui
lem 6 para o presente. (\ pondos.)
O Sr. F. Octa vis no ; Neste paiz nao
taro; as reas sao muio raovidicas, e
aaeee sao come t reas, nao teem cons
ea tugar Igum.
O Sr. Paea Barretto :Portento Sr. pres
como dizia, toda a ferea do argumento de
dezeseis aquellos que votaram nos mesa
patcialidade do 4o juta de psz consiste na
racao de um eleitor, declaracao alias post
eleico.
Ora, V. Exc. abe que mailos motivos
eencorrer para essas declaraces posi falium.
Nunca nesta cmara se acceitou como ba laote
para nouller urna eleico o facto de um e
eu votante declarar posteriormente que
ueste ou nsquelle sentido.
O Sr. C. Madureira : E Deus nos livre djisso.
O Sr. Paes Barretto: Entre outros preceden-
tes da camera que eu poderia apreseotar em
polo da opioiao que sustento, citarel apenas
doue. Oito eleitores de urna das freguezids de
S. Paulo, recejando per lerem os seus rotos, se
fossem tomados englobada meo te com os dos !ei-
tores de urna outra freguezia, coja eleicSo eratevi-
4eetemente milla, requereram ao collegiofque
ossem seus rotos lomados em separado ; Tndble-
rio esse reqaerimento, dirigiram se mmedikta-
xaente aocarlorio dotabellio do lugar, e perlnte
ene declarara m quaes os candidatos em querrf li-
fihamdado os seus rotos. Entretanto, Sr. presi-
dente, V. Exc. se recordar de que a cmara re-
solreu nao acceitar essa declaracao, e aonullop. os
-votos oestes orto eleitores, por causa da ntillda-
de dos outros rolos com os quaes tinham ido
confundidos.
O uiro facto idntico que crtarei, o que se
deu na eleicao da provincia de S. Catharinalali
apresentoa-re larobem o declarado de dous ejei-
terea do collegio, creio que de S. Francisco, que
diziam ter volado no Sr. mejor Alvim, ao paso
que a acta respectiva somente Ihe dais um voto:
A cmara entendeu que esta declaragSo nao po
dia ser acceita, e desprezou-a; am de nao esta-
belecer um precedente que daria em resultado
nao hver eleicao alguma liquida.
A esse respeito, Sr. presidente, a Ilustre com-
misso de poderes de eolio, em cujo parecer fol-
go de ver assignsdoe sem discrepancia os Srs.
Costa Pinto, J. Madureira, Sergio de Macedo, Sil-
aa Nunes e Siqueira alendes, disse o seguiute :
_ A enmmissan, attendendo ao precedente je-
rigoso_ de estabelecer-se a validado de laes <*-
clarr,6es, nenhum peso julga que ella deve n e-
recer, tanto mais que a poca' eoccasio propria
de (azS-la tinham passado, etc.
Ora, se o eleitor de quem se trata tioha rotado
denm modo direrso daquelle por que o seu voto
dra annunciado na igreja matriz, no mesmo lugar
e na propria acta devi elle fazer semelhanle
eiaracao....
O Sr. Correa de Oliveira : Etle retirou
com os outros.
O Sr. Paes Brrelo : .... e nao por moti
que depois explicarei, retirar-se para a igreja Id".
Carmo, e ir l assigoar outra acta, fallando assim
f do seu partido, e sua oonsciencia.
O Sr. Correa de Oliveira : lsto advinhacjo
O Sr. Paes Brrelo: Eu moslrarei se ad-
vinhagao.
O Sr. Correa de Oliveira ; Estou preparado
para responder lhe.
O Sr. Paes Barreta : Assim, Sr. presidente,
para que a declaracao do voto posteriormente
feita pessa prevalecer, preciso que ella seja cor-
roborad* por oatros proras, o simples dito do elei-
tor nao suficiente ; se o fosse, a cmara deria
ter pprovBdo o* votos dos oito eleitores da pro-
rincia de S. Psnlo a que ha pouco me refer, e
sera annullado a eleicao do collegio de S. Fran-
cisco da provincia de S. Catharina, porque a acta
nao fallara de votos de eleitores que posterior-
mente declararan ter dado.
Os interessados em sustenjar a eleico da igreja
do Carmo bem comprehendi i que lhes era pre-
ciso corroborar a decbrscit eleitor a que me
tenho referido, e ento ap eotam documentos
com os quses pretendem pr. rar que com effeito o
aeu voto foi dado nao aos mesarlos da matriz
mas sim aos da elei;io feita na igreja do Carmo!
Quaes sao, porm, esses documentos? O pri
meiro o a acta da eleigio assigosda pelos eleito-
res que se re'.iraram da matriz. Ora, pergunto
en, pde-se considerar como teslemunno digno
de f aquella que dado pelas partes, por indivi-
duos interessados em justificar o seu procedi-
tnenlo, e fazer validar o seu proprio acto f As as -
severacoes desees individuos podem servir de
prova para infirmar, oa mesmo para debilitar o
crdito que dere merecer o acto praticado por
urna autorldade competente no-exerciclo de suas
attribuices? Nio, de certo, Sr. presidente, le
neste ponto eu recorro i opioiao da maioria da
ommiseao de poderes, manifestada no proprio
parecer que se discute.
A maioria da commissio, tratando da eleigijo
da freguezia deTijacupapo, e prpoodo que sa-
jara anoulladas ambas as duplicatas que ali se fl-
zerem, diz o seguinte :
c Para legitimar a eleicao do Rosario ero qde
ae riem os deferios do lugar e da ausencia je
dous mesarios, fra muler que provas mui claras
e evidentes autorisassem as simples assercdea da
acta pouco coherente, e lavrada sob a intpiraco
excluiiva de urna parcialidad que nena fig-
rou.
Ora, a acta da eleico de Goisynna feita na
igreja do Carmo foi tambero lavrada sob a iosp
relo exclusiva de urna parcialidade que nel
flenrou...
O Sr. Correa de Oliveira : Como a da matriz.
O Sr. Paes Barreta: B eolio pergunto I nc
bre maioria da commissio : como esta especie i
prora pode er acceita aesta caso, leudo sido re-
jeiuda em caso idntico ?
O Sr. Mello Rege d um parte.
O Sr. Paea Brralo : Em Tilucopapo,
- contrario, a mesa ajo taatamonnoa maiosi
commissio recuas, era cmaosla de tres__
lanimos : do tata de pac mais votada a de'_
noaaiios qua tinham sida comeados no dia 30
ttazembro peloi elsilore seontaos na mattk ;
deCetanna.
iltaetre dapetado peto Pan-
asa, masnero iisenpiaata da camsnissio de pona-
rea, j aeetxou aa> aeu tasto cmneparade pan ata
reatiteacae nao pedia aentr de prora, sstospjoiaf
feita seas cilacio dea partas, sosa que taaaeaa oe>
vidoa oa interessados do lado contrare. A ca-
ra ara lem sempre desprezado essa especie de pro- I
*, e com tada a razio, parque ninaaem Tfoora.
O Sr. Correa de Olireira : Pois prescinda
derla.
O Sr. Peen Barrete : ....como easaa justftea-
ces sa arranjam. Saiba a cmara que o luis, o
escrirao e as lesiemuuhas que flguram nesta jus-
ticaco sao todos eleitores, por consequencia
partesinteressadas oa questo, sendo qae alguna
dellea perteocem ao numera de eleileree a sup-
plentes que fizeram a duplcala que se pretende
validar.
Lembra-me, Sr. presidente, nesta occasio de
urna censura que me fez em outro debate o no-
ore oputede pete provincia oo vjeara, relator *
desle parecer. Tratando-se da eleico de urna
freguezia da provincia de Goyaz, argumentara en
fundado as ssseveraedes de dous mesarlos feitas
oficialmente ao iuiz de direito da comarca. Co-
mo me respondeu o nobre deputado f S- Exe.
disse-me : O simples bom senso repelle pro-
ras qae se fundara em testemonfao de pessoas in-
teressadas.
Applico agora ao nobre deputado o seu argu-
mento ; digo que no caso presente tambem nio
ae pode aceitar o testemuoho de individuos que
serriram de teslemunfaas na juatiQcacio de que
se trata, pela razo de que todos elles inlervie-
ram directamente na dnplicata, oo sao interessa-
dos em sustenta-la, porque foram por ella no-
meados eleitores.
Ja v pois a cmara que neohum documento,
nenhuma prova aceitavel existe que possa corro-
borar e dar alguma lorga a declarsclo do indi-
viduo que completou no igreja do Carmo o nu-
mero de 16 eleitores.
Esta declaracao, senboret, merece ser lida,
porque nella mesma que se encontra a prora
de que o seu autor, embora se tivesse recusado
a assignar a acta da eleigo feita na igreja ma-
triz, todava ti oh* votado nos mesarios dessa
eleigo. ( L a declarbaos qneserefere ).
Desta especie de attestado se v que anda na
noite do primeiro dia da eleico os chefes da
parcialidade do V juit de paz contaram com este
eleitor, tanto que (be escreveram um bilhete,
como elle proprio confesas, convidando -o a qae
fosse assistr a reuniio que iam fazer para tratar
de negocios relativos a eleico ; que teodo-se o
mesmo eteitor recusado a comparecer, vieram
ento a sus casa instar com elle para que nao
deixassede assignar a acta da eleico da matriz,
mas que ha vendo j assignado a outra acta, bem
como um protesto contra aquella eleigo, nao se
prestara a isso. Note a cmara qae o eleitor nao
diz em parle nenhuma do seu attestado que o
motivo porque delxava de assignar a acta da ma-
triz era por nao ter votado nos mesarios que nel-
la flguravam.mas sim por j ter assignado a ou-
tra acta.
8r.preaideoteJo individuo que se prestou a
assignar este attestado foi sempre amigo intimo
do coronel Aotooio Francisco Pereira, chefe da
parcialidade que fez a leico da matriz ; ao lado
desse coronel hara sempre militado em todas as
latas eleitoraes da freguezia, era um dos seus
eleitores mais dedicados ; ajnda no dia da elei-
cao achava-se elle ligado a sua parcialidade. De
repente porm esse individuo passa-se para o
ladoopposto e recusa assignar a acta de urna
eleicao em que poocas horas antes interviera I
Que motiro extraordinario delerminou semelhan-
te procedimeolo ?
O eleitor de quem se trata linha dous filhos
qoe se achavam foragidos em virtude de um pro
cesso por crime inafiancavel, que contra elles
fdra intentado hara mais de 8 mezes, e que o
juiz municipal do termo muito de proposito co-
servava em aberto. No da da eieicio squelles
que dispunham do juiz municipal, vendo que era
necessarioa todo cusi destacar algum dos elei-
tores da matriz, e apreseotar urna maioria que
nao tinham, recorreram a esse eleitor e lhe uf-
fereceram a despronuncia e a liberdade de seus
dous filhos em troca...
O Sr. Correa de Oliveira : E' calumnia en-
gendrada pelos commissarioa eleitoraes que foram
a Goianna.
0"Sr. Paes Brrelo : ... em troce da sua as-
signatura : por outro lado nao se esqueceram os
autores do aliciameuto de tazer-lhe sentir as
consequencias funestas quo da sua recusa reaul-
tariam infallivelmente para seus Qlhos. Collo-
cado em to Jiicil alternativa o eleitor nao leve
for$as para resistir, e aceilou a proposla que lhe
era oQerecida.
Eis aqui, senhores, como se explica a assigna-
tura d 16 eleitores na acta da eleico do Carmo.
quando somente 15 tinham votado nos msanos
dessa eleico ; eis o motivo que obrigou o elei-
tor Baptisla a abandonar os amigos com os quaes,
anda pela manha se achava ligado...
0 Sr. Correa de Oliveira : Nao e exacto.
O Sr. Paes Brrelo ... indo assignar a ocla
eleigo da parcialidade contraria.
iuda urna vez chamarei a aitencao da cmara
a a seguinte circunstancia, e que o eleitor
tista em nenbnm dos documentos que o fize-
ram assignar declara que deixara de rotar nos
mesarios da matriz...
O Sr. Currea de Oliveira : Sendo um dos
eleitores que se retiraram por causa das fraudes
que se commeiteram. V. Exc. nod importan-
cia a isto.
O Sr. Paes Brrelo: ... o motivo que elle
sempre d para nao assignar a acta da eleico da
matriz o de ter j assignado a outra acta. En-
tretanto a questo importante saber cerno elle
votou, e nao a que acia deu a sua assigoatura.
No seu attestado, como a cmara ouvio o elei-
tor Baptisla declara que o coronel Antonio Fran-
ciac Pereira e outros, quando foram asua.casa,
a noite, saber dos motivos por que elle nao com-
pareca a reunio que iam fazer, ouviudo a sua
declarado de ter j assignado a acta da aleijlo
do Carmo, o amoacaram com perseguido a seus
filhos. Has como podiam fazer ameacas aquel'
les que nio dispunham de urna s autoridade ?..
O Sr. Correa de Oliveira : Se quer eu expli-
co em duas palavras.
0 Sr. Paes Brrelo : Nao preciso daa expli-
carles do nobre deputado ; sei pezfeiUaxenle co-
mo todo se paseou : se me abstenho de entrar em
certas particularidades por que estou no pro-
posito firme de nao concorrer pela mioha parte
para dar a este debate urna direcQao desagravel
O Sr. Correa de Oliveira anda di um aparte.
O Sr. Paes Baireto : Tudo isso sao iatrigui-
nhas de localidades, odiosiohos, rencores pe-
queninos nos quaes nao quero envolver-me. Se
deixo de eiaminar outros documentos que se
acham juntos a acta do Carmo, porque esto ee-
criptos em termos laes, e revelam tanto odio e
tanto ranear da parte daquelles que os assigna-
ram, qua basta l-los para ver qae elles nada
provam em favor da causa que sao destinados a
sustentar. Alm disso, por quem sao firmados
esses documentos ? Por aquellos que fizeram
duplica la, ou foram por ella nomeados eleitores.
Que valor poden ter laes documentos ?
Sr. presidente, nao posso ser indiffereate aos
negocios da mioha provincia ; mas tenho sem-
pre fgido de envolver-me nos odios e dissan-
ses das anas diferentes localidades. Se fallei
no attestado do eleitor Baptisla, e procurei ex-
plica-lo, foi por que era isso iodispensavel paca
mostrar a cmara que a parcidade do M juiz de
paz linha nio 15, mas 16 eleitores quando se
proceden s organtaaco da mesa. Esta necessi-
dade ainda me obriga a entrar em outros desen-
volvimentos sobre o mesmo assumpto.
O Sr. Correa de Oliveira d um aparte.
O Sr. Paes Brrelo:Nio jnlgo conveniente
nem oecetaario entrar agora no exame dos mo-
tivos por aa a parcialidade contraria i do 1*
juiz de psz cooseguio vencer em tembro elei-
co municipal. Apenas obserrarei que, se o re-
soltado da eleicao de eleitores aerease sempre
ser idntico ao da eieicio municipal, ento a con-
sequencia seris qoe se supprmisse aaaa 1* eiei-
cio. A parcialidade qae veuceeee em tetemero
taris os eleitores. e por ota modo erlar-ae-hia
m ateta ara totee de munir-ee
quesasdaansae provat oee a
despto) proviebn do lado repro
ra cena, tres esse ttoa dirigiram
itoMtak BMsnfcipal de tena,
lhes ataedaaae declarar por
ee oa dees flirtea eesse eteitor eio tieSWm om
procewo ante ella, desde quando. e qual > data
A petico Tollou sem despacho; o juiz recuso
d-lo
O Sr. Correa de Oliveira:Uto nao exacto.
V. Exc. nao deve dizur isto. B'm inento qae
mandaram pare ra. Gomo V. Exc. aceita ?
O Sr. Paea Brrelo :Islo negocio que est
provado com documentos; tenho aqiii as quatro
differentes petreles que sobre este objecto foram
dirigida* ae jeta rouoicrpal. Da sepuada esa di-
sote tai que o juiz aespacbea. Detae-sae pois o
nobre deputado conlipuax na expsito que ealou
fazendo.
O Sr. Correa de Orrveira;T6& contmusj ;
ho de ter reaposta todas essas cousas.
O Sr. Paes Barreto:fnsistindo, os interessa-
dos fizeram segundo requerimento, dizeodo que
o juiz aao se podia recasar a mandar dar as cer-
tiddes que lhe eram pedidas, e que em todo o
caso oo lhe era permiitido devolver a peticio
sem despacho. A este segundo reqaerfmeoto
despachou o juiz, dizeodo que eslava em ferias,
e que por isso nio deferia. Treplicou-se que as
certidees eram paca servir de base a urna queixa
que se ja iotenta" e que portanto em vista do
regulamento de 1853 elle juiz nao se podia ne-
gar a despachar como se pedia. Negou-se de
novo, dizendo que dessem a denuncia o depois
requeressem as certidoes, e que alm disso as
cerlides versando sobre quesies commerciaes
(em razo de serem os reos aecusados por crime
de banca rota fraudulenta]....
O Sr. Correa de Oliveira :Baoea rola fraudu-
lenta I Uns horneas que a presenta va ai nm acti-
vo muito superior so seupassivo 1
O Sr. Paea Barreto:Entretanto esses homens
echavam-se foragidos ofiaj de eriarem a priao,
e foi nacetsaria a eleigo de dezembro para que o
processo comegado em margo ae concluase.
Dizia, pois, o juiz que nao mandara passar as
certidoes, porque s questo versara so ^re ma-
teria commercial. Quarlo requerimento foi-Ihe
dirigido, e sempre com o mesmo resultado I
Aqui esli os originaes dessas pelicoes e des-
pachos.
Senhores, o que significa eeea recusa do juiz
municipal em mandar dar as certidoes que lhe
eram pedidas, e que elle liaba o derer de mse-
dar passar?
Neste poni, Sr. presulente, sou obrigado a
afastar-me, em relago ao jujz municipal de Goy-
anna, do proposito em que esteva de nio pre-
ciar o comporta melo don individuos que cou-
correram para a eleico do Gormo.
Trata-se de um tuoccionario publico, em cujo
nome foi feito o aliciamento do eleitor Bsplista;
preciso portanto mostrar que pela parle directa
que linha tomado no pleito eleitoral, pelo modo
por que proceden, elle aulorisou a crensa de ter
entrado nesses a rranjos.
*"**H*ao om processo se nio cumprisse a contrario acha-se provado ler sido ella feita re-
' gularmente.
a desta ameaga do presidente da Os documentos em que a maioria da commis-
ejoee Juiz municipal de Goiann...... sio se bssea para chegar as eonclosdes a qae ebe-
_ de Oliveira-: Nao ha tal ; foi gou se todos sotpeitos o carecedores de f, por
ie consulta que dirigi ao presidente que, como moslrei e fcil de verificar, consls-
!- V^ *eDJ* gnalura duvidara com fun- lem em attestados a daclaracdes firmados pelos
fjdS^L-.. -.___ 9roPr08 tom*u\o&m>, osj
nrir. 2- ~ S**9?"** *^lWnos intersaaiaaj esa aesteaUr essa
pZ "ll,l'"Ho do pretMterta da relacio de esta que os fez aMtorea. Aceitar taca d
__-.Bc*- P,ra nnullt* eletele pr estatal peto ea-
.*y?L* c?" sber qual oi e pretexto de toridade competente e feita tem a pre te riese de
?^-2 STi?0 "8e JU,X "I',*c 6 formalidade legal aeris estsbelecer aa
l!*.?'?-"1-" .?* auer q".e- .^.fc^wttan a petacipio perigoM, orear ees precedente eeieMt
urn m.n/r*'1^' rejacao, ole pedia aceitar de qual oo havera ais elrteo aseasBa ejeeto
um mandada qee lhe linha aadeeawsaentode com posea ser annullato.
O Vr 8rE L nr mS ? P^'i^nte, ato ttota do que tenho etpotto,
di.LiK *60llTarV**',NT,,,ueV-E**o *rvt podesse sem inconvenienie dispensarme
n I 6 n'C008" ? Com _.r.f' r^Boxceto; ees e tealemuahedo troja tt^ptotco a toTrnnTlBlo acottsSTha ; enlre-
iCaT"^ J"T,"S 1ue se echa presente. tanto observare i qae em caso algara essa eleico
comnili.rll'r f? <*wl". ^ h? eti P6a*' woltonte rBJairlca, ser considerada
completamente alterado : nao tem oada de exac- valida : primeiro. por ter ido presidida por nm
flTl'.nJu -a ar c ,. jolz de P" competente. V. Exe. e a cmara
mn.irlU x :~"<}aand0 V- Exc* f,ll8r "Dein Prfeitamente que um juiz de paz qoe nao
OSr riUlD^nX"t0' .. a. o- o primeiro. nao pode intervir em actos eleito-
-aWaii Oliveira : Hei de referir a raes seno na ausencia oa impedimento do mais
nc o -a l votado ; muito embora o primeiro juiz de paz
coi ir a'dnl :~ Lembro ao Sr. deputado estiresse proceden do illegM mente, o outro nao
csai deebooda pera esta dis- tioha altribuico nem direito para proceder a
n I. ... o BID* tranda leicie, visto eomo em face do lei
vai. ./ "rrel0:~lPwC"r'r*ll,0,2U8 m eompetaocia par. presidir ss eleicoes pertence
o mais breve que me fr pos- j nio a qaalquer juizde paz. porm ojuu de paz
mais voiedo, e emente na fetta deste e que pas-
=
7.
8.
9.
ivet.
O pretexto apreseotado pelo juiz municipal pa-
ra justificar o seu procedimeolo era tanto mais
ftil quanto as decisoes da relago de Peroambu-
co sao publicadas nos jornaes do Recite no dial
seguinte aquello em que sao ellas tomadas, e nio1
de crer. em vista da facilidade de com munici-
ono que existe entre aquella cidade e a de Goian- os mesarios dessa parcialidade nio p'odiamreo"-
na, que o referido iuiz nao tivesse conhecimeolo4 nir mais de quince votos, visto como nao lhes
nairGaeS dec.j8 quo moU'" ordem ermitlido votar em si proprios; ors. quinze
?a,?SVpre,e4"-d-,.e que-.6 ".- "ioria de Irinta e nm. e trinta e um fo-
t*o depois da portara do presidente da pro- J ram o votos dos eleitores reunidos na matriz e
* 10 C18
aa ao immediato. Segn lo, nao pode ainda essa
eleicao aer approvada porque nella tomaram par-
te dous mesarios que ou nio eram mesarios oo
o foram com seus proprios votos; mesmo no ca-
so de serem deseseis os eleitores pertencentes
parcialidade contraria do primeiro juiz de paz,
oa mesarios dessa parcialidade nio podiam reu-
nir mais de quince votos, visto como oo lhes
VBttiMU
77:M7B
que concorreram para a organisscao da meea.
lia ainda a circumstaocia de ler-ae procedido
eieicio em lugar nao designado por lei, e final-
mente o fado que se deduz dos proprios docu-
mentos ltimamente apresentados em favor des-
sa eleigo, e a falla da lista de qualificacio.
A acta do Csrmo diz que se fec a eleicao pela
isla que eslava sobre a mesa ; ltimamente po-
por cartas
Aprsenlo este facto para que a cmara fique I
sabendo al qae ponto o juiz municipal de Goian-
na leva va o seu espirito de partido, e qual o seu
procedimeolo em relajo a parcialidades que '
disputaban) o Iriumpho eleitoral. Agora nio ser
muito difcil comprehender os manejos que foram I
empregadospara obter-se a assigoatura do indi-
viduo que completou o numero de 16 eleitores, ; rm, sem duvida por preesuco, juotaram-se al-
cnldide preleade corl" lod** M diffl" i ?UD8 oocumentos, alias aaaignados por pessoas
. ** s-i *., .t .. ; >olefe8das na questo. dos quaes consta que a
m? rSr u 'COmo j dl88e 8 fi,no, do eU)l" Ii,u PeU zor napiista scoavom-se processados por crime do commandante superior : que este, passaodo a
nSCarr"lAfr'!BU^?.,,-'- ?exercer o cargo de quarlo juiz de paz. officiara
usr. Larrea de Oliveira : Nao exacto, ao aeu immediata requisiundo alista aoese
perdoe o nobre deputado. -achva no archivo, e que do archivo viera ella pa-
o >r. Pees Barreto : Como nao exacto ? ra meea do Carme.
Aqu est a certido da queixa contra elleajpre- ', Admira como tudo lsto se fez em to pooco
sentada, na qual sao aecuiadoa de ter susMdido lempo e do meio ds agitaco oropria da occasio
os seos pagamentos, de eslar esbaojando^s di- e notavel que em vez de se juntarpm os offi-
oneiros de seus credores. de nio apreaentar os cios. o que era mais fcil e mais concludenle, se
nvros rubricados e regularmente escriplurados, lancasse mo de attestados que nada provam, ou
e noalmenledemaDdar vender por menos do seu se provam alguma cousa, que a eleico do Car-
vawr oniectos que hsviam comprado a crdito : mo fez-se sem lista de quahficacio:
3.* Quartel-geoeral da msrinba..
*.% Ceeaatoatiprtenu mBilar....
5." CoaUderta...................
'Auditoria e exentara......
Carpo da aimidi classes an-
nexaa.......................
Batalaae naval..............
Corpo de totpariaea-mar-
W. CompaadaW eelnvalieae......
eaaaaL A T BA Bksaaatoai
TT" '"^in.i.ni.na,,,,
tt. Capiteatas depertoa..........
** t0'?"^'.........-.....
17. Phs
18. Escola de manota............
19. Bibliatheca de marinha......
B6. Reformados..................
31. Material.......................
* Wai asv are e e e o are e e e
33. Desperas extraordinarias e
eeentoaea..................
34. Ecercicioa fiados..............
Foram lid as e apoiadaa as leguiates .
< 1*. ao 9 17, ajunte-se sqoaatia de
necesssria para occorrer s desposas
phares astsbetacidoa na Posta doa Naat
em Santa Catharina, e na lha de Saeta __
dos Abrolhos,
l? ^ 'crescente-ae a qaaalta de.....
7:td7p8J6, proveniente de atetar diapaenta cea
seis officiae* de diversa* patentes llisaamente re-
formados.
Sala das commissoes da cmara daa soporta-
dos, em t5 de juibo da 1961 A. C Tarares
Bastos Antonio Bpaeniooodss de atesta. >
< Additivo. Pica o governo aadottaade a aseo-
dar coostruir phares barra de Paranagn.
barra do Norte, em Santa Catharioa. e a sarlsa
rar o actual pharol da Moela na barra degistas.
La mego Costa.Rodrigo Silrs. Bisaste de
Andrade.Nebias.Bario do Bella Viata.Car-
lus da Luz.Costa Pinto.Sil reir da Betta.
Barbosa da Cuoha.Benriqoaa.
A discuasao fleo adiada pela hora.
Ora ram os Srs. Zacharias, La mego o Barcalloa.
O Sr. prealdeolo d a ordem o dia.
Levaotoo-qe q toaaio e b horas da latee.
PERHAMBUCO.
isto em lioguagem commercial chama-se banca-
rola fraudulenla. (Apotadoe).
Esta denuncia, como se v das certidoes que
aqui tenho, foi dada em 20 de marco de 1860, o
processo proseguio lentamente os seas termos at
O Sr. Correa de Oliveira : Ahi esli docu-
mentos que provam o contrario disso.
O Sr. Paes Barreto : Mas emflm, senhores,
em vista dos argumentos por mim apresentados,
que nio podem aer postos em duvida, primei-
pausa):
com que
diga tudo
o ineommodo do poro, a nio- pras atara tiernos
essas cenas tfeptoraveta em qse Mitad Texoa
nem metno o saogue hatiano C ssspsdo.
OSr. Correado Oliveira:Oa juues que ti-
nham tomado parta em eleicoes eram quclles a
quem Y. Exc. e seus amigos te dirigiram. Se
quizer declinar nomes, eu tambem os declinarei.
Aceito a queslio no terreno era que a collocar.
O Sr. Paes Brrelo:Quero mostrar cma-
ra que esse juiz. ceg como eslava pelo espirito
de partido, nao linha a menor dkuldade em
proceder pelo modo por qoe procedeu.
Para provar que esse jdjz um magistrado po-
ltico.."..
0 Sr. Correa de Oliveirt:V. Exe. inlereasa-
se muito em que elle tais de Goianna : preciso
portanto buscar occasio de facer o que est fa-
zendo. lias faca o que quizer: elle esli tran-
quillo em sua consciencia, e ha de defender-se
cabalmente.
0_ Sr. Paes Brrelo:.... nio apreseolarei
senao um laclo....
O Se. Correa de Oliveira ;E alada ullimairten-
te v. Exc. nundou agitar Goianna por mei-/ de
rapresuolac,es. ,
O Sr. Paes Brrelo:Esse faci s bastante
para que a cmara se convenga....
O Sr. Correa de Oliveira :-^Elle devia intervir
oa eleicao, ae o uzease a favor daquelles por quem
lhe escrevis o nobre dopulado pelo 3 dislriclo ;
assim nio se diria que tioha intervipdo na eleico.
OSr. Se Albuquerque:Conlalo isto; nio
ped para intervir na eLejcio a este juiz muui-
cipal. ^
O Sr. Correa de Oliveira :Pedio
recommeodando candidatos.
O Sr. Paes Barreto;Sr. presideole, cooes-
so a V. Exc. que estou fazendo um grande es-
torco sobre mim mesmo para nao responder aos
apartes do nobre deputado.
O Sr. Correa de Oliveira ;Faca favor de res-
ponder> estimarei muito ouvi-lo.
O Sr. Paea Barreto (depota de alguma
au ; oo abandonarei o proposito
entre i' cesta discusso.
O Sr. Correa de Oliveira :Falle
quanto quiaer.
O Sr. Paes Brrelo : Dizia eu, Sr. presiden-
te, que apresentaria um s fado para demonstrar
a toda luz que esse juiz acha-se envolvido na
luta eleitoral, e de tal modo que nio feria duvi-
da de concorrer para a transaccio que deu em
resultado obler a sua parcialidade mais um
eleitor.
Esse facto, senhores, praticado pelo juiz muni-
cipal de Goianna, o seguiute :
O cooselho de recurso do termo de Goianna
linha excluido da lisia da qualicecio 300 e tan-
tos ou 400 votantes pertencentes ao lado contra-
rio ao do referido juiz.
O Sr. Corres de Oliveira : Contrario ao
juiz ? O juU ro tem parcialidade ; V. Exc. sa-
be disto melhor do queeu.
O Sr. Paes Barreto : Essa boa I Estou- di-
zendo justamente o contrario.
0 Sr. Corres de Oliveira : Has sabe.
O Sr. Paes Barreto : -r Com apartes desta or-
dem o nobre deputado parece querer arrastar-me
para urna discusso desegradavel, e obrigar-me
(para usar de urna "expresso empregada na nu-
tra cmara)a vir aqui lavat a roupa suja da pro-
vincia.
O Sr. Correa de Oliveira : Pode lava-la a
seu gosto : o sujo nio ha de ir para cima de
mim ; sabe pira quem ha de ir.
O Sr. Paos Barreto ; O que tanao em vista
tratar por alio da eieicio da freguezia de Goian-
na a nio discutir as intrigas desea kcalidade.
Talvez outros lenham grande ioleretae nisso-;
esses que aeencarreguem de semelhanta trela.
E note a cmara que eu poderia entrar oesse ne-
gocio com vanUgem, porque nio me achei na
varella. (Bisadas):
Um Sr. Deputado : Nio estar no cesto.
O Sr. F. Oclavatne d nm aparte,
O Sr. Mello Reg ; loconteatavelmenle.
O Sr. Paes Barreto : locootestavelmente,
nio ; parque ea contesto.
0 Sr. Correa de Oliveira : Nao digno do
carcter leal de V. Exc. negar estas couaaa. Faga
o que entender : 4 mais bonito aer franco.
O Sr. Paes Barrete : O cooselho de recurso
como eu dizia, tioha excluido illegalmenle da
qnaliacac&o trezenlos e tantos ou quatroceotos
votantes do lado contrario ao juiz municipal.
O Sr. Correa de Oliveira '. lato nao exacto.
O Sr. Paea Barreto : Os interessados recor-
reram para a relacio do dislriclo, a qual maodou
incluir eaaes volantes na lista da qualiOcaco.
Expedido o mandado pela autoridade compe-
tente, que creio ser neste caso o presidente da
relami, foi elle apreseotado ao juiz municipal de
Goianna as vesperss da eleicao municipal. O
qoe hasta de fazer o juiz, senhores ? Resisti
ao mandado do tribunal superior, recusando-se a
mandar incluir ao alista ment os individuos cu-
jo recurso fdra prvido pela relacio.
O Sr. Correa ds Oliveira: Para que V. xc.
(aa asta injustica o juiz municipal? pm qUe
V. Bu. aceita cota tanta facilidade iuformacoes
testas 7
O Se. Paos Barreta ; Foi precita a ioterven-
co de presidente de prorincia. que ordenes a
tase majiltwisn que ftaeate incluir oa litis da qua-
hficacio 08 VetaOtaS TUt-nnhMdn cr^m^ ^>tB j^U
tribunal costpetacla, ameasinda-p oa a pena
21 de julho, poca em qje de todo parou, apezar ro da incompetencia do juix : segundo, da incom-
do rigoroso dever que linha o juiz de dar-lhe petencia doa mesarios; e terceiro. da incompe-
prompto andamento; mas emum o anno era de teora do lugar evidente que a eleico do
eieigao e convinha que o processo ficasse em Carmo nio pode em circumstancia alguma ser
aoerio, e com effeito nesee estado se conservou approvada.
" f"ebr?" a Sr- Co"*a d<> Oliveira :-Ji eslava decreta-
reila, porm, a elicao, os denunciados qoe se do isto anteriormente,
tinham homisisdo para eriarem a prlso afile-
para evjtarem a .
sentaram-se immeduUtnentede publico oa cida-
de de Goianna sem que o juiz peraole o qual se
achavam processalos proeurasse iocommoda-los.
Aqui est um attestado do vigario da freguezia em
3ue declara o que acabo de expr relativamente
apresenlacSo dos reos depojs da eleicao.
O Sr. Correa de Oliveira :Tenho documentos
em contrario que provam que tudo isso urna
falsidade.
O Sr. Melle Reg :V. Exc. presta ioleira f ao
vigario de Goianna I Esee vigario um hornera
parcial.
O, n A ...... *" "" t""w", 4uauuo iuu#liu que B
sr. i aes Brrelo :Nao dundo, porm nnn- nao era juiz de paz.
OSr. Paea Barreto : Agora, Sr. preaideole,
direi duas palavras a respeito das eleiet de Te-
jucupapo e de Taquaritinga.
A maioria da commisao de poderes, e oeste
ponto com ella concorda o nobre deputado pelo
provincia do Paran, prope a nullidade nao s
da dnplicata feita no Rosario como da eleico
que. ap procedeu na matriz, e dcomo fundamen-
to desta sua opioiao primeiro, ter-se proce-
dido s eleico da malric em dia que fdra alterada
pela mesa ; segundo, incompetencia do juiz pre-
sidente da mesa, porque a elei;o fez-se no dia
13 de Janeiro, quando aqualle que a presidio ja
REVISTA DIAftlft.
No mez ultimo deeetemsro e recsita da vio
frrea proluzio aquello de 12D30f2r#3 o
differeatea remes.
Per acto do governo provincial (si i
do o dia 12 de sovembro prximo futuro, peta ler
lugar a eleico de juizea de pas da paiarsto de
Boa-vista deala cidade.
Tendoaido dispensado do lugar de enfer
ro do hospital militar o Sr. Saryro
ca ser mais parcial do que aquellos que toma-
ram parte na eieicio da Carmo. Em todo o caso
um cidado que ae acba em posico elevada sa
sociedade....
Um Sr Deputado:V. Exc. nao pensava assim
ha quatro anuos.
O Sr. Paes Brrelo.... e que j leve al a
honra de oceupar um asento na reprasentsco
nacional. Estou peasjfadido do quo o vigrio da
Goianna nao ae prestara a atlestar um fado que
pudesse ser contrariado com vantagem.
Quanto ao primeiro fundamento, peco licenc,a
ao Ilustre relator da commisso para dizer-lhe
que est era erro.
Os faclos paxsaram-te do modo seguinte :Or-
ganisada a mesa no dia 30 de dezembro, e come-
cada a eleico, foi ella adiada, por motivos que
sobrevierta), para o da 13 de Janeiro. No dia
seguinte, ou ainda depois, a maioria da "besa
m.njou arrancar o edital afflxado, e marcou a
eleigo para o dia 2. Ors, mesa legal s existe
quando est reunida em numero de cinco mem-
Mas, Sr. presidente, teodo estado durante cin- bros, e na igreja matriz; tres membros reunidos
.n. .'! ITe"i8 Pro,'.e8,. >le".raoto parado, foro da igreja. em urna casa particular, nao for-
apeoas se concluio s eleigio, o juiz municipal
(oo o effectivo, mas um supplente da mesma
parcialidade) mendou logo que o processo lhe
fosse apreseotado, e dentro em poucos das, sem
audiencia da parte aecusadora, foram os reos des-
pronunciados. H) juiz municipal effectivo, que
servia entio de juiz ds direito, comprehendeu
emflm a necessidade de dar rpido andamento a
esse processo, e tres ou quatro das depois sus-
mao mesa, nada podiam deliberar ; por conse-
guate subsista a designado feita no dia 30 de
Dezembro.
Quanto ao segundo motivo incompetencia
do juiz de paz, a cmara lem decidido esta
questo de msoeira diversa. Recordo-me que
ainda ltimamente, a respeito das eleicoes de di-
versas freguezias pertencentes ao dislriclo que
elegeu o nobre deputado o Sr. Jaciotho Paes de
d?rl0.Ld.?.Pha^He8pr?UnCS,S9a!.neB8 tegJP*?*'!^*"!* ^**>- Joetdep.z do quatriennuT findo, sendo que
^^Zitl^^SST' *dM-'c?ra.ra.rCam8,aDCa = S de8CDheCda S
Senhorea, o eleitor BapluU, com o qual se i o Sr. Paea de ttendonca : S em Porto de
XaISTTT V* a"'80m a ac- Perdras. lugar onde nao linha hardo eleico de
ta da eleigao do Careno, partencia parcialidade juizes de paz
? filil!? l?; ? ". tf" *C0 *al** "?" I *r pM9 a"*1 :~A bypotbese a mesma,
?nK. :^!u-An0-BI0Fr8f,,a8C0P*,e.,r,f PO'loe ococeder a incompetencia do juiz de
mSmS/n'rSS t 8 T" tS5 i "V DM + ** *. St5 a presidencia da
mesmo coronel lhe maodou um fciinatwAo convi- mesa parochial do Porto de Pedras. passar era
f.r ri."hD-Vi"U?J.e,ul!'50 ?m -qu81a. ^t"11 vlsla da >ei. P* o i* lar de objeclos relativos eleicao, indo logo de- vizinho.
pois sua casa saber dos motivos por que elle Observarei ainda que o juiz de paz de que tra-
se recutava a comparecer: esse eleitor ers per-; tamos presidio a eleico por ordem superior.
aT. tS 2"ailMUe SS? BfM Pe" e Em Pernambuco. como em outras provincias,
dousfllhos seus que se achavam oragidoa, te- entendeu-se que o juiz de paz do quatriennio
mendo ser presos em vulude de um processo passado era o compleme pera continuar na elei-
que de proposito se conservava era aberlo duran- cao. mesmo depois do dia 7 de Janeiro ; opinio
te 8 ou 9 mezes. e no qual e figuravam indivi-; que do meu ent-nder tem fundamento na lei e
auos pertenceniet a essa parcialidade. No dio,: do decreto de 1847
porm. da eleico e depois da ormaco da mesa, J ge. porm. a cmara entender que o juiz de
o referido eleitor concilia-te repentinamente com paz do quatriennio passado incompetente para
os seus adversarios e assigna todos oa papis que presidir urna eleico que vai alm do dia 7de ia-
^heapresentaram.noioUluitodeinvaUdtraelei- neiro. ento esta eleico poder ser annullada,
mas tmenle por este motivo.
Fooseca, foi neese lugar substituido pelo Sr. An-
gelo Manoel Pereira Ramos,
Foram diapeossdos igualmente os iodirdoos
que ali terviem de ajudasle de rntoraeiro s ds
servente.
Temos qaeixas contra o proceder meses
coovenieole de ume peesoa que habita na rae ds
Imperatriz, pera com os seus visinhes, de quem
todava nio recebe a menor otTense.
Os faclos que noa narram, sie ds certa sera
admirar, tanto mais qusnlo pailem ellos ds nata
senbora, que sem respeito, a ai, sem silencio ao
chefe da casa, o menos einda deltesela para
com os exiraohes, se vilipendia de maneira ostra-
nhavel e impropria de seu sexo.
He preciso, pois, que a reflexio modifique
habito reprovado de incommodar reprobeoeivel-
mente a quem nio ofendo essa tentara, qoe
deveodo estiam-se, lem a obrigecio de ptaotar
por seos setos decorosos o senlimeato de reeeei-
lo nos outros.
Remetlem-oos o seguinte:
a Sr. redactor da Actala Diaria.Roge-lbe
que em sus Revista Diaria, face ver eo Sr. fiscal
da freguezia de S. Jos, qee compre tomar eo-
nhecimento de urna eacandatoaa iofraceio das
posturas muaicipaes, montando-se ama refian-
go de aatucar com toda a tem ceremonia, se
ra Direita n eomo se fosse nss mates de Co-
loca 111 muito....
Quem lhe oede nm Bespoitader da lei.
Aole-hontem pelea II horaa da maosa si
povoacio de Beberibe, termo da Olinde, trava-
rsm-se de races Jos Alexandre Barbeta a Odi-
lon Fox da Silva, o passando a vias de facto dis-
pararan) os bacamartee um no oulro, procendo
mmedia lamen te o primeiro, o fie ando gra vesten-
te feridoo teguodo, qae ae acha preso.
Amenbae pelae 8 borea da manhea sm son-
to deveri comegar a exlraceio da sitavs parto da
quarta e quiote da quinta lotera do Gjmsesto
Perosmbucsno. *
No dia 8 do correte foram recalsidet
casa de deteoco 4 homens e 1 mulber, sendo 3
liares e 2 esersras, a aaber : a ordem de Dr. de-
legado da capital 1 ; a ordem do lubdelegode do
Recife 1, que e parda Justino, esersva de Igna-
cio Joaquim de Soaza Leio ; a ordem do de San-
to Antonio 2, inclusive o nardo Joio. eteravs de
Francisco Goocrves'da Silva ; s ordem de ds
Muribeca 1.
Passsgeiros do patacho brasileiro An**r
sabido para o Rio-Graods do Sal:Manoel Gon-
Ctlvet Jnior e 2 escravos.
MOBTAI.1DADE DO DIA 9.
Josepha Mara da Luz, Pernambuco, 38 |
viuva, S. Jos, phlysica.
Francisco, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Visto, i
vulses.
Mara Antonia dos Prazeres, frica, 80 asnos.
solteira, Boa-Vista, diarrha.
ci da matriz 1
Sabendo-se que essa mudanza foca fllha de
um ajuste em que entrera o juiz municipal, os
interessados em pateotear o facto procurare im-
meditsmenlemunir-se dos necessarioa documea-
tos, e requeres) ao juiz que Ibes mande dar di-
versas certidoes do processo instaurado ha 8 ou
0 mezes contra os filaos do eleitor dissidenle ;
mas o juiz, contra lei expresas, recusa-se a man-
dar passar as certidoes pedidss I Finda a eleico,
os do eleitor, que at esli oio ousavam sppa-
recer em publico, apreenlam-ae na cidade sem
que a autoridade procure captura-Ios ; e logo de-
pois o processo que ha 6 metes nao linbt anda-
mento dado por findo e os reos snsolvidos 1
Em vista disto ser difficil descobrir i razio
porque, teodo rolada na meta da matriz 18 elei-
tores. tmente quinze aitignartm a retpectiva
acta?
Eit aqu, aenhores, porque eu dizia que o A chil-
les da maioria da commisso era vulnezavel em
mais um ponto : j mostr! que os dous mesarios
da eleico do Carmo nao podiam ler em oaso al-
gum mais de 15 votos; a cmara acaba do ver
como, ainda tendo votado em si esses mesarios,
os da parcialidade opposta deviam recebar 16 ve-
tos, visto como 16 eram os eleileree de seo lado
no momento da organisoco da meas.
Agora quer a cmara ver como os novos ami-
gos do eleitor Baptisla contavam com o seu apoiu
e tratavam de aegura-lo ? No final do attestado a
que o referido eleitor prestou a sua assigoatu-
ra, e cuja leitura fiz ha pouco, se diz o seguin-
te.. .(L)
O Sr. Correa de Oliveira : Ouvir a declararlo
dos motivos porque assim se redigio uso.
O Sr. Peee Brralo:A parcialidade opposta
do 1 juiz de paz durdava tanto que ette hornea)
suttenltsse a tua declaracao, ou qoe deistaee de
assignar a acta da eleico da matriz para a qual
tinha cooconido, que julgou conveniente premu-
nir-se desde logo coiUa qualquer procedlmenlo
futuro ; -lo declarar que, se acaso a tua asig-
natura appareeeaae na seta ds matriz, elle a tena
dado coagido I
{Ba m sptne.)
Sr. presidente, jnlgo lar demonstrado que aa
cocees esa que se funden a atesta da commisso
de poderes pare propor a etaitaade da eleicao a
qse m procedeu oa igreja matriz da fregosla da
ftnitmst, sob i presidencia de i4 juiz ds paz, da
"" i como procedentes; que pelo
Relativamente i eleicao de Taquaritinga, nao
poseo deixar de concordar inteiremenle com e
opioiao do nobre deputado pelo Perene.
Cora effeito, cegando dic S. Ece. no seu voto
em separado e ae collige dos documentos queo-
ram prsenles commisso, a ae sabe qual o
motivo porque o primeiro juic do pas deixou de
presidir eleico da matriz, iodo faz-la em ou-
tro lugar. .
De urna certido que tenho em mea poder, e
qne lerei se a cmara jelger oeoeseario, consta
qae o primeiro juic de pac vio-se obrigado a
abandonar a matriz porque fra ella invadida pe-
la autoridade policial frente de urna torca ar-
mada, do que resultou um conflico e al derra-
raamento de sangue.
Todava achoqae ocaso mereceserexsminado ;
e porque a|eleicio desta freguezia de modolneaham
iuflue oo resultado geral da eieicio, nao ha nade
mais regular do que a cmara adiar a decisio da
referida eieicio e pedir esclsrecimenlos so go-
verno para depois votar com coahecimento de
causa.
Vou concluir o que linha a dizer sobre este pa-
recer.
Senhores, qualquer que teja a deeisio qna a en-
mara haja de tomar a respeito deeta questo, ella
nao pode ter a menor influencia no resultado ge-
ral da eieicio do 1.a dUlrioto de Pernambuco,
victo como j ae achara com asenlo ne cata es
deputados eleilos por esse dislriclo : tmente a
approvacio do parecer da maioria da committo
de poderes mostrar que nio ha recurso pava es
vencidos quando os v eoceno re, oio aatufeitos
com a maioris dos eleitores de um circulo, as-
pirara a uasminidade. Tenho concluido.
Prcedeu-se v otaca o do -orcameoto da des-
pez do ministerio dos negocios eotrongeiros co-
ja discusso floou encerrada na sesteo alertar ;
e foi approvado o art. 4* em lodos os seus | e
bem otaria ti emendes ds reapeetjve commisso.
Eotrou em S.* discusso o art. 8* da propeste i
do orea manta relativo despeaos do ministerio
ds mtrtabe, o qsel do leer segetato :
Art. 8* O ministro e secretario de esto do dae
negocios da sterisna d tetottaade para ditssedar
com oa septetos deatesedot nos segoinlee pem-
graphoa, a qnentia de 7,322 4118517.
A aaber :
1* Secretaria de estado.......... 10fc&efBB9B
2. Coaaeiho naval......... IMtaJjsOO
cHRomtn JUDICUIIA.
JURY DO RCIFEfc.
4.a SESSO. DIA 9 DB OUTUBRO DE 1881.
Presidencia do Sr. Dr. Bernardo Machado ata
Costa Doria, juix de direilo ata Ia sera cri-
mino!.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Lsopoldiso
de Gusmio Lobo.
Escrivo, o Sr. Joaquim Francisco de Paala Este.
ves Clemente.
Aberta a oessio pelo toque da campalnha s
10 horas da manhia, vorifleon-ss estaros na or-
na 48 cdulas, mandn o Sr. juix de direito pro-
ceder a chamada dot jurados, e a cha rasa-te pre-
sentes 35 Srs. jursdos.
Foram dispensados por haverem servido ea
sesses anteriores os Srs. :
Dr. Constantino Rodrigues doa Santos.
Jos Pacheco de liedeiros.
Foram multados em mais 20* cada atas Sni
multados as sesses ooterioroo, qae nio asrosen-
taram escusas, e tambem em SOpOOO os Srs. se-
guintes:
Francisco Antonio de Assis Goes. en
Manoel Camillo Pires Paleto.
Francolino Xavier do Fooseca.
Manoel Jos f erreire doa Santos Pimentol Jnior.
Joaquim Olympio Bastos.
Joa Antonio Cesar de Lima.
Joaquim Pedro da Costa Moreira.
Luiz Jos Monteiro.
Antonio Machado de Barros Laite.
Joaquim Vez de Siqueira.
Geminiano Joaquim do Miranda.
Florismundo Marques Lina.
Joio Vieira de Mello e Silva.
Manoel Luiz Viries.
Joaquim da Motta e Silva.
Sendo imufflciente o numero de 24 jnrsdes
para haver setso, o Sr. juiz de direito procedeu
ao sorteio de mais 18, e sahiram SOTtssdes os
Srs. seguintas:
Jaciotho Antonio di Silva Pesaos.
Luic Antonio da Silva Santos.
Joo Chrysostomo Botelho. "
Dr. Joaquim Joa de Campos.
Alexandre Ferreira da Silva.
Francisco Jos da Silva Arauio.
Jos Theodoro da Cooeeicio Vieira destalle.
Bernardino de Oliveira Coragem.
Jos Francisco dos Santos.
Jos Pereira Tisana.
Euzebio Jos Antasss.
Joio Tcenle de Torres Basdeirt.
Antonio Machado Mnniz Sooreira.
Concluido o norteio o Sr. jais ds direito
edn, si
toa a teaso adiando-a pan s dia stgainta
10 horas da manhia. ^^^_
Correspondencias.
bVI
I
ilT" a rN,d^N L


) =

*
*'
'.#
uflw DiniuiNc, *_ qomtk fbuu i o rum m i*i.
que Ifaranhio; longo estar* eaj de pensar qae
urna aOuliatada informac.ao Mate logar para qn
J** inh mu|mm a paginas do ato cobm
onwao)no jornal, em descrdito de ailnha repa>
Cto.
Hoja, Dorm, rindo i eata cidade, e lendo o
Cnmstitmmmal 45. de terca-lata 1? da cor.
casta, entre oa Fe*toa divaraos oaeoalrei a ae-
gaiata nolicia: .
a Qu*rU-feira 11 do correa**, poc rolla del
c oa hora da tardo, o Sr. teooote-coronel Jaa-
c quim Antonia Car reir Gaiao, viodo do sea en*
c geaacPoco Cnmartae, comarca de Nata-
mth para o Recito, no im da mata do S. Joao
oBM* un Uro, que felizmente apeaaa a feria
M ejaadril direito.
A inexaclidoea que easa noticia contm, me
obrigem, am dotes* do mioha honra, a faier por
partea algumaa deetoastracdea.
E| oa* corto notorio neata comarca, o os car-
gueiros que acompanbaram o Sr. Carreiro Gaiao,
affirmam que o Uro racecido por oete senhor,
fora/ analmente de urna pequea pialla da es-
poleta, que eUe condola oo bolao: asado que,
au entrar o Sr. Cernir* Gaiao oa mala de S. Joao,
acoutando o seu carallo com am tip-pao, acoa-
tecea balar sobra o feixo da pialla que se
diaparuu cauaando-lhe o lere ferimenlo que
soffreu.
Esta noticia foi tarabea) confirmada por um -
lbo do mesmo Sr. Carreira Gaiao, o pelos Srs.
Baphael Anlooio Gaiao o Silvano Antonio Gaiao,
eata irmao, e aquello lio do dito Sr. Carreira
Galio.
c Que o Sr. Gaiao um hornern pacifico e la-
borioso, a nao cenia inimigos peesoaee.
Ao cuntrario, aabom ledos deale termo, que o
Sr. Gaiao coala muitos desafieclos entre aa pes-
apas do poro do su* vmnhaoct, e tem por seu
figadat inimigo a um aou proprio irmao.
< Que entreunto, tem ella juntamente com
oulroa sous irmos, urna importante demanda
o contra mim e mioha mulher, para o fim de
anoullar-seo testamento com que talleceu o
padre Joan Antonio Gaiao, em que eppare-
ce como reeochecida herdetra a ua mioha
mulher.
c B' Tiste que essa demanda versa sobre beas
da valor, nao menos da cento e ciaeoeoia
conloa do ris, oa o mioha mulher somos evi-
c dentemeule inimgos capitaes do Sr. Carreira
< Gaiao, e aebre nos recahem as suspeilas da ka*
c vermoa perpetrado eaae roprovado crime.
E' sobremodo exagerado o valor arbitrariamen-
te dado aoi beos da heraoca; pois que, do in-
ventario e do mea formal de partilha consta, que
ase valar apenas monta em setenta e nove con-
loa quatroceato e noventa mil ris.
Nunca fui e nem sou inimigo capital do Sr.
Carreira Gaiao, e so tora, aas occasios em que
nos encontrramos em caminno, viodo para eata
cidade, por certo que nao seguiramos junios
convercaddo amigavelmeute, como por veses
aconieceu.
Que eoncorrem para dar vallo a essaa
suspeilas as seguales circumsiancias :
1 O tacto de nao ha ver querido o Sr. Gaiarj
annuir a accommodacao que lhe ra por mim
proposta na dilacio probatoria, que fora ltima-
mente, estando a causa em raides fiases, aceita
por nm lio deste, o Sr. Raphael Antonio Gaiao,
de modo que coa tea o Sr. Gaiao ae diiigem os
nossos odios.
z 0 faci de havermoa passado ha pouco
lampo de N*jareta para o engenho Barroca.
E' publico neata comarca que nunca solicitei
dos Srs. Gaiea accommodagao alguna: ao con-
trario, o Sr. alteres Maaeel Jos de Gliveira Mel-
lo, proprietario do eogeaho Morojo, por seu ge-
nio bemfazejo, de accerdo com os Srs. Gaioea,
oiquem me propoz, na dilaccao probatoria, a al-
legada a accommodagao, que delxei de aceitar
pela excessiva quantia que de mim exiga o Sr.
Carreira Gaiao.
A respeito do Sr. Raphael Antonio Gario, es-
te senhor spenas porsua psrte, expoataoeamen-
te, aem a menor intervengo do Sr. Carreira
Gaiio, depois daa raides nadas, desisti da accio
em qoe figurava carao primeir autor, eedendo
em mea favor qualquer direito que podease ter
na heranca litigiosa, como consta de ama escrip-
tora publica, que eu e mioha mulher aceitamos,
e que, a requermento de mesmo Sr. Raphael,
foi julgada por senteuca, antes da concluso final
da causs.
A segunda circumstaocia, do mesmo modo
destituida do fundamento ; porquanto estando
o eogeoho Barroca dez leguas distante do de
Pago Cumprido, evidente que ainda ovando
fosse real que o tiro houvesse sabido do mato, e
que au fosse inimigo do Sr. Gaiao, jamis sobre
tnim e mioha mulher deviam recahir essas sus-
peilas, visto eemo fra da duvide, que ata! aoe
era dadoan*Mhar o dia en que a Sr. Gaiio li-
ona de viajar para o Recite, afim de mandar-
inos antecipadamente espaer-lo na mala de S.
Joo.
Cuanto mais que para affagtar de mim e de
mioha mulher as temerarias auspeitas desse sup-
posto crime, basta coosiderar-se .
Que achaodo-se a oassa causa aseas provada
cornos depoimeoios daoilo testemunhas de re-
conhecido mrito e com crescido numero de ir-
refrageveis e aulheoticoa documentos ; estando
na concluso final; lando cooscieocia do direito
que nos assisie ; confiando na rectidio dos tri-
bunaes de nosso paiz ; desprotegidos como so-
mos de familia, jamis ousariamos lanzar mao
desse.reprovado e perigoso meio, arrostrando
desl'arte os odios e vingancas de urna numerosa
o opulenta familia, como soe aera do Sr. Carreira
Gaiao; ex.on lo-nos a animad verto publica, e
conseguiotemeote pondo em perigo o bom direito
da nosss caaes.
Purm, se essas sao as vistas do Sr. Carreira
Gaiio, desengae se que o oso conseguir, visto
como felizmente somos bem couhecidoa neata
comarca, onde fomos creados e temos sempre
permanecido, e com pessoas grsdas podemos
provar ludo quanto vimos demonstrar.
Queiram. Srs. redaclorea, por bem da verdade,
a para desvanecer qualquerimpreasioque aeme-
lhaute nolicia possa ter causado no juizo publico
dos que nos nao conhecem, inseiir em seu jor-
nal estas linhas, e pelo que muito obrigarao ao
seu respeitador.
Cidade de Nazarelh 26de setembro de 1861.
Caudeacio Lopes de Araujo.
Sr$. redactores.Teodo urna das miobas -
Ibas, por insensatez, fallado a obediencia que me
deve, dissimulaodo a impressao que lhe causa-
ra m algumaa patarras que dias antea lhe baria
dito com aapereza, deixou a casa paterna em a
noile de 25 de setembro. Guiei-me na mioha
effliceao por suppoaices procuraodo-a, e gusr-
dei as conveniencias para com aquellos a quem
me dirig. Parlicipei o acontecido ao Illm. Sr.
subdelegado suppleole do Recite, que immedia-
tamente determinoa a respeito, e no da eeguin-
terconhecendo a inutilidade das pesquizas, del-
beroo levar o (acto ao coohecimento do Illm. Sr.
Dr. chefa de polica, o.qual se dignou ordenar
prises e buscas, at que foi achada minha pre-
sada filba no dia 28.
A parda minha angustia, fui vituperado e es-
carnecido ; devo-o mesa ignorancia de meus
detractores, e pego a Deus qae me ajude a es*
quecer estas offeosas. Por iadiea.ao miaba, e
sabia determioacio das autoridades, foram io-
commodadas algumaa peaaoaa, e deaaaocegadaa
varia familiss, qae eslavara innocentes da occul-
taco de minha presada filha ; uas resigosrsm-
ae, deplorando o meo iafortuaie ; oatros eofu-
receram-se, etpnbande-me axecravelfflente ;
a estes deseio beaignas iactiaaeoes para que se
julgue melhor de sua candado cbnstaa ; a
aquelles rendo o meu cordial agradecimento por
se compsdecerem de mim.com eapt>cialidade aoa
III ma. Srs. Este vio Jorge Bapuala e Jos Anlooio
Moreira, que me indicaram o modo de andar com
acert.
Ao Illm. Sr. Dr. Trislao da AJencsr Araripe,
mu digno chefe de polica deata capital, triouto
o mais expressiro voto do mau agradeciaaeota,
pela urbanidade com que aa dignou alteader-me
prodigalisaado-me a proteccao da aua autoridade :
os IHofs. Srs. subdelegado suppjenle d* Recite,
tenente Francisco Bargas Leal o Jase Gongalvee
Lopes da Silva nao sou menos obrigado, pele
muito que ae lolereasarsm para qae miaba pre-
sada filhe fosse echada, mostreado o dito Sr.
subdelegado os oecaaiao daa degancias grave
padecimento em aua sade, sea que o pretex-
tase, e antes proseguindo nelias tola a noile
com sdmirarel consuocia para qae se ultiaus-
sem com feliz exilo, com o que prava a seu ae-
carade tele ao ser vico a polica da sea cargo,
qae tio dignameoto etrea: e tomando afiaal a
iniciativa na legitimacto im csawasdo. a (as rea-
litar na tarde de 6 do cortante, penaoraado-me
mallo mata.
A proieccio qoe Umbem ata Liberaliseu o Iilm.
Sr. Jlo da Costa Llosa Janiof,
eiaott snliflo desta praca, do qual ha viote e
cinco anoos recebo favores tmpaga-ais, a aua
proverbial caridad* axercida pava comgo de mo-
do tio ampio, quanto julgou afflictiva a minha
aituagio, e a de sua virtuosa familia para com
alw presada fibaa guraa*o-'a obediencia pelo
honesto eiempto d soa moralldade, penhora-
ram-me inlmameote, trazando a pac ao meo
eaaeteraade coraeie.
Coefosso-me lambem molla peahorado da mu-
nificencia e pledade ehristaa que praticeraro, co-
mgo, e com todos oa meus infelizes fllhos. o
Illms. Srs. meas compadres Jos Pedro das Ite-
res, Joao da Costa Lima Jnior, Seoastiao Joa
da Oliveira, Jas Francisco de SI Leitao e Haaoel
d Silva Simoaio, sem olvidar o caridoso proee-
dimento do Illm. Sr. Kanoel da Costa Ramos no
doserraojo mental de mea filho.
Ha uns vinte esei annos que resido aesta ci-
dade, a nanea eecrovi para os jornaeaexplicando
mena erros, por nio me jalgsr apto, e me falta-
rem os meioa; paco a iadulgaacia do publico II-
lustrado, ao qual supplico dispensa da explicac.au
do assumpto qae renovarla a miaba constsraa-
cao .. as ciuzas dos mortoa exgem respeito l
nio devo revolve-laa...
Agradego a meu genro. e Sr. Mariano Joaquina
da Coala ter usado como hornern de bem, repa-
rando com a legltimacio do seu consorcio o dezar
que me finara, e Ibe peco perdi dos trates que
loa causei .argado pela incerteza, do que se nao
devem oftender oa aeuaamigoa. quando Ivavia ea-
gotado oa meioa que a prudencia aconselha, an-
tea de pedir s autoridades que os vexassera.
Devo lambem am voto|de profundo recooheci-
menio a meus honradoa patres, oa lllms. Srs.
Moreira & Duarte, pela hondada com qae rele-
vara as miabas fallss quando poriofortaaos do-
msticos me distrai-o das miabas obrigaedes no
seu escriptorio.
0 meu amigo Sr. Haaoel Tbom Cordeiro, que,
coodoido da miaba afBicg.io. ana ajudou as de-
ligencias, indo at aonde a fadiga nio me deixa-
va chegar, recaba tambera a publica maailests-
glo do meu sincero agtedecimeoto.
Das sutoridades das pessoas a quem me con-
t sao obrigado, confio merecer o perdi de offen-
der-lhe a modestia.
Com a publicagao destas mal escriptss linhas
em seu bem eoneeituado Diario muito obrigario,
Srs. redactores, ao seu humilde criado
Antonio Barbuza de Freitas.
Recite, 9 de outubro da 1861.
Quarta secgio.Palaeie do govarno de Per-
nambaeo en 10 da setembro de 1881;
A cmara muaieipal da cidade do Recite j de-
vo ter noticia dos dteengoas civis, ave actual-
mente agitara os Estados-Unidos da America do
Norte, e qaa a guerra entre ellos tteatra, nio po-
de defxar de ter prejuleado grandemente todos
os toas trnbarbo* efrieolas, resaltando rfatii, co-
ma fcilmente se comprehende, nBo so a escas-
ee-dos artigas de ana prodaegio, senSo tsmbem,
e como coasequoncia necessaria a elevacio do
prego decada am detles.
Sendo os Estados-Unidos da America do Nor-
te o paiz, d'eade ae exporta a maior parte do al-
godio que alimenta as grandes manufacturas da
Europa, e especialmente as da Inglaterra, e bem
assim o trigo consumido no Brasil, a lula, que
hoje pertuba aquelles estados, devo necesaria-
mente acarretar urna crise, qua de receiar nao
se faga esperar muito, por isso fas, segundo in-
formagdes minuciosas, se ha verificado que a cul-
artlgoade postaras abati transcriplas, que o-
rsm ap pravadas previsoria meo te pelo Exm. pre-
sdanla da areviaeia.
Pf0 daotrnaa municipal do leee esa soaaao
de 7 de oululro de 1881.Angelo Henriques da
Silva, pro-praetdente;Francisco Canuto da Boa-
a*am, official-maior aervlndo de secretario.
4. aecgio.Palacio do averno de Pernam-
* proeiacls, lando ara viae) o qaa roqaaaBatl k c-
mara mnoicipal do Reoiaeos oalcsae de e 21
da tetarabr tfimov sotr nw & a 99, resalen ae-
provar provisoriamente os seguiotes arligos de
posturas :
Art. 1.* As cssss de vender plvora, bem co-
mo as de fabrico de fogoa artificiaos, ao ae pode-
ro estsbelecer naa proximidades das tres estra-
das publicas que se dirigem deata cidade para
Santo Anlio, Pi d'Alho e Goiaona, observan-
do-so as disposigdes seguintes :
l. So poderio ser estabeleciiaa na distan-
tnra do algodio naquelles paizes tem definhado cia de cincoenta bragas da eatrada, e de ejaalquer
consideravelmenle, e a exporlagio do trigo, e de
ontros cereaes para o Braal tem decrescido tsm-
bem oa meama propozgio.
Convido prevenir as seras difficuldadae qae
semelhanle estado de comas nos peda trazer,
vou chamar sobre assumpto lio importantes at-
tengio da cmara municipal da cidade do Recite,
para que dando mais urna prora do seu patrie
lismo, procure persuadir aoa lavradorea, sea
maoicipes, a conveniencia, ou antea a neceseidp-
de, de se promover na maior escala poasivel;
nao so a cultora dq algodio, que esta provincia
ji exporta, mas nio em quaotidade correspon-
dente i ferlilidade e prosperidade do terreno,
senio tambera a do trigo, que tio satisfactoria-
mente produz nesla provincia, como o tem de-
monstrado diversas experiencias, ponderando-
lhes ao mesmo lempo a opportuuideda que as
circumataneiaa actuaea lhe* proporcionara de su-
ferirem grandes vanlagens e lucros oeitoa dos
esforgos, qua empregarem nease numero de in-
dustrias.
O nosso algodio, por ana qualidada superior,
gozs do maior apreco e procuca nos morcados ej-
trangeiros, e o trigo que agora convra ultivar,
como urna medida de prevangio, pode vir a ser
mais urna fonle abundante de riqueza, que ln-
demnissndo generosamente os sacriiicios qae
boje fizerem os nossos lavradorea desenvolver
os recursos do paiz e augmentar no futuro o
bem estar da pepulagio.
Esta presidencia conBa que a cmara munici-
pal do Recife, acompaubando o goveroo neata
pensamento, se sentir bastante animada para
promover por lodos os meioa ao seu alcance o
maior deaenvolviaaenlo possivel da industria
agrcola do seu municipio, relativamente i cultu-
ra doa dous generas, i que me teaho referido,
cumprmdo que me de coohecimento de quanto
fajjbtendo em desempenuo daa recommends-
goW^que lhe ficam transmittidas Antonio Mar-
celino Nunes Gongalves.
A esmara municipal da cidade do Recife faz
publico para coohecimento de seus muuicipes
que recebeu do Exm. presidente da provincia o
officio abaixe traoacripto, aa qual acompanba a
relagao dos produelo, qaepodem ser aprsenla-
dos ueste municipio, e apera que todos concor-
ram para que o convita do goveroo da provincia
aroduaa o deaejade effeito, eali prompta a dar
todos os esclarecmentoa, eapreaenlar todo o au-
xilio, que dalla depender,para que ae realise tio
til ensaio, qual lera lugar no dia 7 de novem-
bro prximo futuro, como faz certo o segundo
officio de S. Etc. de 13 do correte, lambem a-
baizo transcripto.
Pago da cmara municipal do Recife, em ses-
\nvn Ruen Ha PArniamKiipn f or.aini,ria de de setembro de 1861.Luiz
ilOVO BailCO ae ren IDUCO. Frencisco de Barros Reg presidente. Franeieco
Canuto da Boa-viagem official maior servindo de
Pubtiei^oes a pedidOa
Demos a Dos o que de Dos,
A Cesar o que 6 de Cesar.
O digno prolessor da eacola central do metho-
do Castilho eslabelecida nesla cidade, acaba de
pateulear mais urna vez a sublimidade desse
methodo. Na noite de 4 do correte anniversa-
rio da installagio daqueUa escola o Sr. Francisco
de Freitas Gamboa reuni os seus alomaos e as
familias destes. e depois de cantar-ae urna ladai-
oha, tres dea referidos alumnos recitaram de um
modo admiravel e sorprehaadedor bellos e lon-
gos discursos. Admira ver meninos lio teoroa
e com pouco mais de um anoo de escola deseo-
volverem-se to admiraveroaante e caotarem tio
compasssds e hsrmoniosamente os versos que pri
metro lhe recitara o sea prestimoso professor.
O discurso proferido nesss oceasiio pelo Sr. Pes-
soa, bem digoo de sabir a publico, se esse ae-
ohor se dignar cooQa-lo a imprensa.
Um que vio e admirou._____
COMMCKCIO.
O banco paga o 7* dividendo de 12$
por accSo, relativo ao semestre odo
em 31 de agosto prximo passado.
aVIfat
aendlmento do dial a 8
dem do dia 9 .
177:842183
24.144*887
201:76T|896
14
Moviniente da alfandesra.,
volamos antradoscomfaxendai.. 14
> tom gneros..
Votantes sabidos eom fazendas.. 190
c > com gneros.. 145
------ 385
Descarregam hoje 9 de outubro.
Barca americanaDolifarinha e bolaehinha.
Brigue hanoveriiuolupitercaiuo k*i- Beceberloria de rezadas internas
geraes de Pernambueo.
Rendimento do dia 1 a 8 7:84Gj6<8
dem do dia 9......; 1:910^000
9:7569648
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 8 16 0073f6
dem do dia 9.......1:457*858
17:4659164
MoTimento do porto.
Navios entrados no dia 9.
Rfo de Janeiro32 das, hiato braaileiro Duae
Luisas, de 137 toneladas, espitao Joaquim
Diaa dos Pcazeres, equipagem 7, carga 7500
arrobas de carne sec:a ; a Bastos Lomos.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio-Gi-aode do SulPancho braaileiro Anna.
eapitio Graciano Henriques Mafra, carga agua -
ardente e mais eneros
o. o. V Horas. O s 3 BP
o 3 e (a w Q. o l/J 5 e ktkmoepkera
V w 2 P3 . I Dirtceao. H e
90 e V w S 1 S Intensidade. 1
s oo a 1 Fahrenheit. 1 m e ai H m o
o en Si Centgrado. C0 E i 5 O i
o > O 9 o o Cisterna hydr mtrica. -
o 3 Franctx. s i o
3 w o fa a o 3 Inglii.
A noite clara, vento NE regular que abooancou
gradualmente e ronlou para o terral.
09CILLAC>6 DA HAR'.
Preamar as 8 h 6' da manbaa, altura 6, p.
Baixamar aa 1 h 18' da tarde, altura 1.4 p.
Observatorio do arsenal de marinos, 9 de ou-
tubro de 1861.
Rosu.no Srsrpti,
___________________ !. secretario.
Editat.
A cmara muaieipal do Recife (az publie0
ara conheeimaalo de sena manielpes o officio .
baixe traoaeripto.que recebeu de Bxm. preaidente orphaos.
aa provincia, eoavida-oa a que. preataado toda
attencio para a recorameodaeie de 8. Rxc,
facam de aua parte quanto Ihaa for poaaivel para
que a callara do algodio, e do Irigo oeale rouoi-
cipio ae aaeovolva da mo4o que passa dar um
resultado satiafaciorio, vate como polaa diseoefies
que ss tea manifestado oes Estados-Unidos da
Amanea a Norte, a callara destes gneros deve
necesariamente proporcionar grandes vantagens
Aquellos que i ella se dedica casi.
A meama cansara, pe, espera de seus mu-
cipes que nao deixsrio de allender k esta recora-
aaeaaafaov eapragando aeus esforcoa para to
til fie do qual grandes raolsgens devem resul-
tar sera o* paii.
secretsrio.
4.' scelo. Palacio do goveroo de Pernam-
bueo, em 4 de setembro de 1884. Daveado ter
lugar nesla cidade no dia 2 de dezembro vndou-
ro, no palacio ffb governo, urna expoalQio dos
productos naturaes a industriaos desta proviocia,
e das que lhe sao limilrophes, oa lhe ficam mais
prximas ; de confermidade com as ordena im-
periaes, recommendo a cmara municipal do Re-
cite, que, fazado chegar esta nolicia ao coohe-
cimento de todos os seus muuicipes, procure por
todos os trseios ao seu alcance anima-los do de-
sojo de concorrerem para a referida expsito
com os producto?, qoe all podem figurar e se
achara especificados no calhalogo aooexo as ios-
truccoes de qae remelle o incluso exemplar im-
presso ; fizendo-lhes easa cmara ver as grandes
vantagens. que nio de resultar da referida expo-
aicio, nio s6 para a agrlcullura, mas taatbem
naca a inOuairia do pala como um dos mais con-
venientes meios de aotmaeao para o desenvolvi-
mento de lio imprtenles feotes de riqueza ua-
ciooal, a que o governo presta a mala seria at-
tenqao, contando Com o coscarse de lodos os ei-
dados, e especialmente das municipalidades, ao
empenbo de preencheram por este modo am dos
principase fina de sua insiiiuiQo. Antonio Mar-
colino Nunes Gongalves.
4.* secQo.Palacio do governo de Pernambu-
eo, em 13 de setembro de 1861.Declarando -me
o Kxm. Sf. ministro da agricultura, cemmarcio
e obras publicas em aviso, expedido] em 19 de
agosto ultimo, seb n. 18, que a expoaicio Uesta
provinoia deve ter lugar no mez de oovembro, e
nio em dezembro, como por engao se diz as
iostruic.e, de que remelti a cmara municipal
da cidade do Recife um exemplar impresao sm
officio de 4 do correte, apresso-me a commuoi-
car a mesma cmara em addilamento no meu ci-
tado officio, que a exposicio ser abarla uesta
cidade no dia 7 de novembro prximo vindouro.
Antonio Marcellino Nunes Gooeelves.
O Illm. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial, em virluda da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 4 do correte mez, manda
fazer publico, que no dia 24 deste mes, peranta
a junta da meama thesouraria se ka de arrema-
tar a quem por mmos flzer, a obra de430 bracas
de empedramentolem diversos lugares da estra-
da da Victoria, avahada na importancia de ris
7; 9865000.
A arrematarlo ser leila oa forma da le pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e seb as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se prapozerem a esta arrema-
tacio comparegam na sala das sessoes da referi-
da jnnta, no da cima meociooado, pele meio
dia e competentemente habilitadas.
E para constr se msndou afiliar o presante e
publicsr pelo Diario.
Secretaria da Iheeeararis provincial de Per-
nambueo 4 de outubro de 1861.
O secretario,
A. Ferreira d'Annuuclacao.
Clausulas especiaes para a arrrema'taco.
Ia As 450 bragas ou empedramenlo nos di-
versos pontos da estrada da Victoria, serio exe-
cutados de conformi lade com o ornamento ap-
provado deis directora em conselho, e aubmet-
lido s approvecao do Exm. Sr. presidente da
provincia na importancia de 7:9868000.
2* O arrematante dari principios obra nopra-
to de 15 diaa e a concluir oo de quotro mezes,
smbos contados segundo o arl. 31 do regula-
mento das obras publicis.
3a A importancia da obra ser paga em tres
prestac&es isuaes, em vista do attestado do en-
genheiro, certificando ter teilo o arrematante um
terco da obra.
4* Nenbuma reclamacio, que lenha por fim
pedir indemnisacao, ser attendida, quaesquer
quer aejam aa allegacoee am qaa se funde.
5* Em todo o maia, que nio val especificado
as presentas clausulas, aeguir-ae-ha o que dis-
pon a le provincial n. S86.
Conforme.O secretario,
4. P. d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial era cumpriroento da resolucie ds junta
aa (azends, manda (azor publico, que a arrema-
tadlo da randa dos predios do patrimonio doa
foi tranaferida para o dia 17 do cor
rente.
B para constar se maadou affixar o presente
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambueo 4 de outubro de 1861,
\tm+L'e2?U'"*
-.'-4*F. d*lnnwmiaeao.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em campamento de resolucio da junta da
fazenda, manda fjzer publico, que a arrematscio
da obra da' bomba que tem de aer construida no
engenho Paulista, na estrada do nwrle, fieoa
transferida para o da 10 do crrante.
B para constac se maadou affixar o presente
p ubllcar pelo Diarlo.
Secretaria di thesouraria previacial da Per-
ediflca;ao, ola podando hever oellas um depo
aito de maiadaquioJreoUs libras da plvora, aem
poderi conservar-ss dentro das mesmas pessoa
atareme depoia daa seis horas da tarde.
12. Poderio aer feitas de taipa com barro
puro, ou de parede de lijlo simples, sendo co-
bertas com laminas de zinco pregadas, ou com
tenas, sobre as quaes se poderi tancar nma ca-
rnada da cal, nio torio mais de ums ports na
qual estar collocado o balcio para a venda, afim
de evfrir que o comprador nella entre.
3. Ser permilrido tazerem aquelles qus o
quizeram urna- pequea casa do mesmo modo
daquella que deve servir de deposito, i margem
da estrada publica, para nella effectuarem i ven-
da da plvora, sendo que nesaaa cssaa nio pode-
rio ter mais de nove libras de plvora em latas
oo al moto lias de foiha, ateridas pela cmara e
carimbadas pela polica.
Art. 2. Os infractores incorrerao na malta de
triqla mil ria e oito dias de ariso, e o duplo oa
reincidencia.
Art. 3." E' prohibido o transito da plvora den-
tro da cidade, sendo esta condolida por agua, os
contraventores softrerio a multa de trlnta mil
roa e oito diaa de prisio.
Art. 4.* Ficam revogadaa as posturas de 11 de
agosto de 1859.Antonio Marcellino Nunea Gon-
calvs.Conforme.Francisco Lomos de Castro.
O Illm. Sr. inspector da theaouraria pro
vincial manda fazer publico para conhecimeoto
dos ioteressadoa o artigo 48 da lei provincial n.
5t0 de 18 de junho do correte anno.
Arl. 48. E' permitlido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualque? tempo an-
terior a dala da presente lei independenle de
revalidarlo e multa, urna vez que os devedores
actuaea deste imposto, o facam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nio o fizerem Dea rao
sujeitos a revalidacio e multa em dobro, sendo
um terco pera o denunciante. A thesouraria
fer annunciar por edita! nos primeiros 10 dias
de cada mez a presente disposicio.
E para constar se mandou affixar o presente o
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo 8 dejulho de 1861.0 secretario,
A. F. d'Annunciacio.
_____Declaracoes.
Pela administrarlo do correio deata pro-
vincia se faz publico, ama em ceoibrroidade com
0 decreto n. 787 de 15 de maia da 1851 e respec-
tivas instrueces, teve hoje lugar o processo de
abertura das cartas alraaadas perleocentes ao
mez de aetembro de 1860, condemnadaa a con-
sumo pelo arl. 138 do regulamealo geral dos cor-
reos a 21 de dezembro de 18 H, assistio o com-
merciante Joao Josa de Carvalho Muraos Filho.
Desls abertura resullou acharern-sa duas car-
tas cem documentos desenlato em livro proprio
para esse fim destinado, ftcaodo recolhido conve-
nientemente para ser entregue s quem de direito
pertencer.
Urna carta de Jos Bento de Carvalho, de Ja
ragui, para Joaquim Gongalves da Silva Rocha,
com 4 recibos.
Urna dita de Antonio Marques de Oliveirs, do
Rio de Janeiro, para Guimaraes & Fonseca, eom
1 recibo.
Por ultimo proceden-se o queima das cartas
mencin id as de que ae lavrou o respectivo termo,
qae o qae se segvr.
Correio de Pernambueo 2 de outubro de 1861
Domingos dos Pasaos Miranda,
Administrador.
Sala das jessoeo do conselho administrativo,
*TssWJdeftef* d* *r"l ** ***** 7 de
tanjo Xbaf Lasnmka lina.
Coronal presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal aecretario Interino.
Vie-consulado de
Hespna em Per-
nambuco.
Participo has aabditos de S. M. residentes eo
Ote distrito ton solar que habiendo regresado de
mi viager a Rio de Janeiro, ma hallo desde esta
lecha en el ejercicio de mis funciones consulares,
ra do Trapiche n. 18. Pernambueo 7 de octubre
de 1861.
El-vice-conaul de S. II.,
JaanAnglada Hijo.
Leiloes.

Dr
Grande baile
NOS
Saldes do caes de pollo
Sabbado, \ 2 de ootubro.
O qual dado por um particular, qae espera
grande concurrencia do publico, em consequen-
cia de ter convidado grande numero de damas
cavalleiros, e empregado todos os meios para o
brilhantismo desta noite.
Ser cumprido fielmente o regulamento do
Illm.Sr. Dr. chefe de polica.
Eotradaa para homens SfOOO ; para aenhoras
gratis.
Atisos martimos.
Cear e Acaracu\
Segu oestes dias o hiato Sobralense, capllio
Ralis, recebe carga e passageiros ; a tratar com
Caetauo Cyriaco da C. M. ci Irmao, no lado do
Corpo Santo n. 23.
Aracaty.
0 hiato Aracaty, meatre Joio Heorique de
Almeida, aegue por estes dous diaa para Araca-
ty: para carregar e passageiros, Irata-se com Tss-
ao Irmio.
Brigue nacional Veloz.
Recebe gneros eatrangelros para o .Rio de Ja-
neiro.
IMi
O palhsbote nacional Dous Amigos, eapitio
Francisco Jos da Araujo, segu para a Baha em
poucos dias ; para o reato da csrga que lhe falta,
trata-se eom seu consignatario Francisco L. O.
Azevedo. aa ra da Madre de Dos n. 12.
Para
\ Termo do consumo carias atrasadas
do mes de setembro de 1881.
Aos 2 de outubro de 1861 aesta edroinietrjcao,
a ti horas do dia, estando prsense o Ss. admi-
nistrador Domingos dos Paseos Miranda o mata
empregados abaixo aaaigoadoa procedeu-se em
virtude do art. 138 do regulamento geral dos cor-
reos de 21 de dezembro de 1844 o consumo de
342 cartas, sendo 151 selladas, 191 nio selladas,
e 72 joruaes, na importancia de 30S154, cuja im-
portancia vai deacacnagada neata data ao referido
administrador e theaoureiro. E para constar la-
vrou-se este termo, em que assigoeu o adminis-
trador, e eu Francisco Simes da Silva, ajudanle
contador, o eettevi.O administrador, Domingos
dos Paaaos Miranda.Os ofDciaes papelistas Is-
mael Amavel Gomes da Silva, Eduardo Firmioo
da Silva, Luis de Frasca de Oliveira Lima, o por-
teo. Manoel Marinho de Souza Pimeatel.
VICE-CO*SLTLAI>0
S. H.
DE
II
Paca da cmara mantel pal 40 Recife em sessio
ordinaria de 16d aetembro da im.Lutz Fran- Bambuco 8 de outubro" da 1887-3) sscrejario
caos a JParreo Asea, ptostdente.Frsnciseo Cs- A. F. d'AarionclacAo,
nato da Bsaviagem, official maior sertindo do A cmara municipal do Recite*manda
haaraaa aag*- aocreUrio.
blicar para coobecimeoio demaus
pu-
munidf es os
Yitario EniRaaele
RE DA ITALIA.
na
Pernambueo
Tendo-se abarlo oa Italia ama subscripto para
levantar um monumento ao insigne homem de
estado, o grande patriota, o umversalmente las-
timado Conde de Cavour, e desejaodo-se com
aquelle monumento alteatar aoa vindouroa o re-
conhecimenlo doa Italianos pela grande obra da
unidade, liberdade e independencia da nossa Pe-
ninsula.a qual tanto lera contribuido com a sua
vasta intelligencia, cora a agudeza do seu pers-
pico eagenbo, com a sua energa da incrivel aua
aetividade, e eom a assiduidade de suas grandes
aceftee.
O abaixe asaignado, vice-consul, residente nes-
ta cidade, i iasiancia do Illm. Sr. conaul geral de
S. M. no Rio de Janeiro, convida a toda e qual-
que r pessoa que generosamente queira concor-
rer para a aubscripo de urna acio a tio gran-
de reconhecimento. de se dirigir ao vice-consu-
lado italiano, ra do Trapiche n. 15, al e dia 15
de correle mez de outubro. Pernambueo 3 de
outubro de 1861.O vice-consul,
Joa Teixeira Bastos.
Exposico.
A comtnissao directora da EXPOSl-
QAO' agrcola e industrial, que tera' lu-
gar no palacio do goveroo no dia 1 de
novembro vindouro, manda pelo pre-
sente azer publico que no da 26 de
outubro prximo comecarSo a ser all
rebebidos os objectos que teaham de T-
curar na mencionada EXPOSl^A'O.
Sala das sessoes d commiss&o 20 de se-
tembro de 1861.O secretario,
Joaquim Pires Machado Portella.
Consulado pro vi acial em 10
de outubro de 1861.
Com anterieaeso da Illm. Sr. administrador
interino, feco scWote aoa con tribu otea ao im-
posto de 20 por cento sobre o consumo de agur-
dente, ae lea de neahnm effeito s publioecio
teja no dia 5 do mes corrente, valo haver du-
vida na mor parte doa recibos apreseotadoa no
acto da eollecta, e que por eata circamstsneis
moho de proceder de novo dita codela.
O laceador,
Demetrio Coelho.
Conselio adaiBistrativ*.
0 oonaalbo sdmioistroiiv para faraaeimanto
do arsenal 40 guerra test de eemprsr en objectos
seguiotes :
Compsnha do csvallaria da liana.
11 eapadaa eom balnhas da tarro.
Quem quUer vender taso objectos sprasanta so
sosa proposias em aerea techada, ns seeraUris do
conselho, is 10 horss da manaia da da 14 do
correla mez.
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o brigue
nacional Veloza, tem parte de seu cirregamen-
to prompto : para o resto que lhe taita, trata-ae
com o seu consignatario Azevedo i Mandes, no
sea escriptorio, ruada Cruz o. I.
Rio Grande do Sul pelo Rio de
Janeiro.
A barca nacional cRestauracios aegue viagem
impreterivelmente no dia 15 do corrente, ainda
recebe alguma carga a frete, e eacravos para am-
bos os portos: trata-se com os consignatarios
Marques Barros & C no largo do Corpo San-
to n. 6.
9 y
COMPANHam BRASILEIRA
DE
rllMuTIS &WM.
Eipera-se dos serlos do norte ateo dia 10 do
correle o vapor Cruzeiro do Sul, eommaodante
o eapitio de mar e guerra Gervasio Mancebo, o
qual depois da demora do cosame seguir para
os portos do sul.
Deade ji recebem-se passageiros e eogaja-se
a carga que o vapor poder coodatir a qual de-
veri ser embarcada no dia de sua chegada, en-
commendaa, dinheiro a frete at o dia da sshida
as 3 horas : agencia ra da Cruz n. 1, eacripl
de Azevedo & Mendes.
Urna arraacao.
Quinta-feira 10 do corrate.
Coala Carvalho tari lailn no dia acias asa
reserta de proco, da rauco* mais Milenios das
taberna da ra do AragaO n. 1, a diabairo a
prazo.
LEILAO
DE
Csndieiros de gaz, latas com gas, Ogva-
ras para mesas quadros com linda
pinturas, cestos e balaios para diver-
sos misteres, bengalas de diiTcrcarees
qualidades. temos completos de basa-
dejas de dierentes gostos, espingar-
das e mais artigos desnecessaro de
enumerar.
IHWPIDILIlTi
continuara' o leilo dos objectos aoaam
mencionados por ordem do Sr. Anto-
nio Duarte Carneiro Vtanna : quin
leira 10 do corrente as II horas
ponto na exposicao dos candieiros c
no micos sito na ra Nora.
Pede se concurrencia, pois todo te
?endera' sem limite algum.
LEILO
Para liquidaco.
A ib do corrente
Ser, Flhoa & C. ferio leilo per ntorvvacOo
do ageota Oliveira, de grande variedad* dsa ana
lhores fazendas, ferragens, armamento o mioo*-
zas, perleodendo vender lado sem li mi lacio de
precosem aiteo^o a urgencia de se cooclairem
diversas facturas; eos mesma oecaaiao seta* ar-
rematadas algunas tascadas ioglszee a vaciada*.
por costa do seguro :
Quinta-feira 10
do corrente, s 10 horaa da |maabia em pot,
em seu armazem na roa ds Cruz do Recife.
LEILAO
DI
SIercadorias americanas.
Sexta-feira li de outubro.
Para.
i
0 patacho Emulago segu em direitura ao
porio indicado ; para o pouco que lhe falta, tra-
ta-se com Moreira & Ferreira, rus da Madro de
Deesn. 8.
COMPANHU P1RNAMBUC4IU
na
Mavegacao cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
ca o do Assu', Aracaty, Ce ara'
e Acaracu'.
O vapor alguarasa, eommaodante Vianna.
sahiri para es portos do norte al o Aearaco
no dia 22 do corrente mez s 4 horas ds tarde.
Recebe carga at o dia ti ao meio dia. Eo-
commendaa, paasageiros e dinheiro a frete at o
dia da aahida as S horas: escriptorio no Forle
do Mattos d. 1.
DffllPMlIlJL -
DAS
Nessageries impelales.
Al o da 14 do corrente espera-se da Europa
0 vapor francez Beorn, eommaodante Aubry de
la No, o qtfal depois ds demora do costume se-
guir para o Rio de Janeiro tocando na Babia,
para paaaagens U. a tratar as agencia roa do
Trapiche n. 9.
j2MJ^
O agente Aotunea fari leilio da asas masen-
sidado ds objvctos como bem sejam : seeraSsria*.
cadeiras, camas de amarello e jacarandi, *aaa
de metal puteado, oleado para salas, carras.
carrogas para boi, cavallo a mi, saceos a saslna
para viagem;abio em caizinbas, arados, asa-
chinas para caoim, para debalhar milbo a -
troa muitos aitigoaque se torna enfadoab* -
cionar i na ra da Cras n. 15, a* 10 hars aa
ponto.
Avisos dirersos.
A paga da subscripcio desle Diario i 5
por trimestre, smeote tem lugar dentro de 19
dias do primeiro mez, e depois somonte se rebe-
ber i 6.
10TERI4
AMANHA.
Sexta-feira 11 do corrente pelas R
horas da manbaa em ponto andaio im-
preterivelmente as rodas da oitava par-
te da quarta e quinta da quinta lotera
a beneficio do Gymnasio Pernambucano.
As sor tes de 6:000$ e 3:00f serio pa-
gas 5 dias depois da extraccio e as on-
das logo a entrega das listas. Os bilbe-
tes e meios bilheles acham-se ja a oen-
dadha ra do Crespo n. 15, tbesouraria
das loteras e as tojas conimissionadas.
O tbesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA.
Tendo de comecar & extraccio a 8
horas em ponto do dia sexta-feira 11 do
corrente, s oslarlo os bilhetes a venda
nesse da at as 7 1(2 horas em ponto.
O tbesoureiro,
A* i Rodrigues de Souza.
SOCIHADE IARCM.U.
A.morim, Fragoso Santos
Companhia
pagam o terceiro dividendo.
Precise -se alegar ams prete escrava oa ma-
l.er forra para todo aerviea da ma casa Oo a-
ca familia ; no aterro da Boa-Vista n. 7S, laja.
Alugam se duas casas ns ladaira de Vara-
douro de Olioda ns. 60 e 81, e oa sobtaaos aa
ra de Sania Hila n. 27 ; na roa Nova a. 47, se-
gundo andar.
Precisa-ae alagar doaa escrava pata leo*
servco de casa a de ra : a tratar aa raa m Cla-
ris B 87.
Aluga-se ma boa easa o Pao* da Pa*eU
ra do nio o. 16, oem i aalaa i qaarte*. c*-
sinhs fora e quintal grande, s pala fasta oa en-
nualmeate : na raa do Aragie a. 8. .
Aluga-s*" um sili per detrs d* palaci* d
Sr. bispo m Olinda : a traiar aa raa dos Gsara-
rapes n. 48.
Sitios para alugar.
Alosa-aa am xcelleat* aillo com boa *
Bemflca, a margem do Capibarib* ; aaOi
lugar dos Remsdies, defronte da ifreja: a
com A. V. S. Barroca, o larga de Betica i
roa da Gadeia do Recife n. 4.
AproaapUas-e* bombas a ladee as i
dades em caeimbaa e nie se recabe o
nio ai* oatlva* a v*atad* do doa*
alrU da Boa-Vieta a. 84, a
beraa aoaa* doa 4 cante*.
O Maia balanceador, mora
ma n 78, sonde pede sor acocea
Oes a eecripturacio por parliiea i
gaMas.
o na
mal emmm
o
Paquetes inglezesa vapor
At o dia 18 de correte mes espera-ss do sol
o raaos Tyne, a qaal depois da demora do cos-
tme aeguiri para Southamptoo, tocando nos
portead* 8. Vicente Lisboa, para paesagem
etc.,trsU-sa em oa afeles Adamson Hswle de
a, roa do Trapiche Novo n. 49.
P. 8. Os essbruthes s6 ss receboml sti aas fabrica da chsrutos,|vendeoi-s chsratos s 19f o
boros aatesd*ea feahsrem smalas oanma fao-jmilheiro, de fumo da Babia, ralas da OM
ra alea, pagando am patasie ateas do resnocU-! ci a lt# a arroba, o em porc* fax-so
vo (rete. | meato ; sfitoca-oe s toe qoslHne.
Bu das Cnues t.4,



M1PAMUDA VIA FRREA
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
Do dia-t. da outubro de 1861 al ontro aviso
baverao 4oae trena para Escada, nos das de tra-
balhoque parliro.
_ De manhaa :
Da Sacada aa 6 horaa.
Daa Canco Pod la i aa 8 horas e 30 minutos.
_ De tarde
Da Eaeada aa 3 horaa.
Das Cinco Pontaa as 4 horaa e 30 minutos
as domingos e diaa santos haver o trem do
cosame.
AssignadoE. H. Bramah,
Suoerintendente.
SBW1 ?
gN. S. da Concei^o dosg
Militares. m
A mesa regedora desta irman- 9
! dade resol vendo mandar tuflra- O
gar todos os $eus irraaos lalleci-
9 dos, convida aos Srs. sacerdotes 9
> que tenbam suas tencoes livres O
9 para que se dignem comparecer 9
9 na mesma igreja todos os das 9
aim de celebra em nesse sent- 9
do com a esmola que se a cha A
marcada em um livro proprio, 9
que en contra rao na sacrista. $
Consistorio da irmandade 1'
de outubro de 1861.O secre-
9 lario,FraDcelmoBernardo Quin- $
4 teiro. ga>
99999999-9999999
As pesaoss que tem penhorea na mi de
Luu Augusto Rubira Havigoier renham tirar nes-
8ea otto diaa. do contrario serio rondidoa para o
seu pagamento. F
Recife, 5 de outubro de 1861.
A praga dos bens peohorados pela fazenda
proTincial, annunciada para o dia 3 do correte
mez de outubro foi transferida para o dia 10 do
mesmo mez, as 10 horaa da manhaa, na sala das
audiencias.
No dia 10 do correte em diante achar-se-
na todas as amaohaa junto ao porlao da eatacao
das Cinco Pontaa leite puro a 320 a garrafa das 7
at aa 8112 horas. '
DIARIO Al tiaHAMOCO.

Q01NTA ?** ld j* 0WO D* 1M1.

-
a vapor
mmm
ROUPA.
mwzm
9
DE
lili
&fc
Ktt^JS^asar*"-" '""
LAVADA.
40 ria.
s
Urna rende rindo com raais roupa. -
Urna rede isoladamente. .
lm Sf.rl^f.d0de.Cima d CMal 'indo m
um dito dito isoladamente. .
Um dito dito de solteiro ou veranda.'
Um dito dito isoladamente. ,
a m.^* peM0" que nao .uierm mandar ngom'ma'r toda a" ro'uo
de mandar eogommar as seButnt n.. nDin.s..T.,...a r0UDa
roupa.
70
100
110
80
11200
1JS600
11000
2000
500
10000
a

a



13
LAVADA. CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ria
120 i
160
200 >
24S>
e wtSilSP"m que 1& ** sato soffrlvel
fiiS. 5k,"-enle rce para qualquer
dtaLnr^' TUl "* lempo se acba
%2!5? "Preg.r-.e como caixeiro da
>!'-a u meM, ae Uberoe. poia qae est
coarwndo ,ue o trabalho, atad; aqu.lle a que
Sifi d,riJ,;M a H'raria da praga da Inde-
pandenci. na. 6 e 8. que ah ae lho dir quem .
tanto o. ^".'* .lugM Uln CMa toak ,ili. com
banhA.,."J" rfllr?<" d' eatrada' e e tenha
P. P!rt?* Vo* ,u"e* uintee : Barro ou
Jr,M" fer diriia-ae a roa do Queimado.
Jjj de ferragena n. 13.' qUe se dir a pesaos que
ngomo^eg^ o U.or.too eBrr.g.-se
Vealidoa lisos.
Saias......
Camiaas de hornern.
Calcas......
Colletea.....
PaletoU. .
Colariohos.
600 ria.
200
160
280
160
460
40
^tX^ ja-
mo o. cortinadoi de be 5o, ^.^SS^Jt^^^SUt&T' +"* beB C0"
e engomm."al" entreg* d* rUp> ,er Pr em ^">io 8 d" deP^ d recebimento, e da l.T.d.
*AsittaKaBSseparada da dos hogpiue>-e pr.
na. SSXXfiSiSl'i?. q"'qUer Pe5a qUe eSlr"ar' 6 'a"5am ** d --U-
porte saw ,wams jffs r^^s'SMffsa* ttpadft i"-
roupa prompta. aem o que esta Ocar depositada "opone na occasiao da se entregar a
ajuste.0 e,UbeIecunen, enoarrega-so de tirar nodoaa de qualquer
t
Muita allenca.
- abaixo "ignada faz sciente ao rea- 9
peiUfel publico e em particular a todas 9
aquellas pessoas.com quem tivera con- m
nri.fU, lraD,,cC me ella nao tem
presentemente divida de oalureza alga- 9
f-nqUe a,an,as ,e" que hourera A
asaignado para ai, e ae acham todas pa- 2
C.em como algumas outras lettraa 9
que tem endocado por faor, a alguns de 9
eeua Blnoa e genroa. (nao todoa) todaa 2
ae acbam pagas; e como ae considera nao 5
dever a nmguem. tanto de lettraa suas, 9
como por lettraa eodogadaa a ditoa aens A
ninoe e genroa, bem como flaocaa ou !
outroa quaesquer ltalos, a quaeequer 9
peanas, por iaao faz a preaente deca- A
ratio. No caao porm de nao aconte-
cer assim, o que nao cruel, quem ti- 9
ver alguma lellra ou outro qualquer do- 9
cumento, que ae coostitaa seu credor A
queira immediatamenle apreaenta-lo 2
mais tardar oestes 30 diaa, na caaa de sna 9
!ld.enSa M rua da Aurora n. 64, que 9
veriOcado Terdadeiro aera pago em con- 2
lioente e para que nao apparecam dui- 2
das para o futuro e mesmo depois de 9
9 sua morte que faz o presente aonuncio A
A e declarado solemne para que nioguero
[ aejaqueniquerfor, ae chame a igno- 9
V rancla. Oatro simAuem auer que ae 9
A julgar credor, ter a bondade de deca- a
rar por este Diario. Recife 5 de outu- 9
bro de 1861. A
9 Mara Theodora d'Aasumpc.ao. A
999999-9999-99999
ga na rua da Florentina, caaa da eaqain
volta para a rua de Santa Isabel.
s
que
Atten^ao.
Aluga-se urna caaa terrea em Santo Amaro, de-
fronte do hospital ioglez, com baatanles com-
modos, tanto interior como exterior, cem um pe-
queo aitio ; a tratar na rua do Colrelo n. 8.
Os abaixo assigoados fazem sciente ao ies-
peiiavel publico e com especialidade ao corpo do
commercio, que findou em 16 de setembro do
correte a sociedade que tioham na loia de faien-
das sita na rua da Imperatriz n. 20, a qual leve
principio em 16 de setembro de 1858, flcando a
nquidacao da mesma a cargo do socio Duarte
Borges da Silva. Recife 2 de outubro de 1861.
Duarte Borgea da Silva.
Frasc8co Joaquim daCoata Fialho Jnior.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 33 s-
ts na rua do Amorim ; a tratar na rua da Cadeia
n. 62, segundo andar.
Precisa se de urna ama para cozinhir a um
mogo aolteiro ; a tratar daa 4 horas al as 6 da
tarde, em Santo Amaro, terceira caaa terrea de-
fronte da caaa da aaude.
Joa Francisco Ermiliodo, sub'dilo portu-
guez, reiira-se para o Rio de Janeiro.
Offerece-ae urna moca capaz para ama de
casa de familia, para costura e engommado ou
meamo para ir para o mato para ensinar meni-
nas para o que tem habilitaces : aa rua do Im-
perador n. 69.
Aluga-ae o terceiro andar do sobrado do
becco Largo n. A, concertado e pintado de nor0
com grande commodo para familia .e por prec
muito commodo : a tratar na meama rua taber-
3 Da Z.
r*"~.Alga"8el Postro andar do sobrado da
rua dos Tanoeiroa a. 5 ; a tratar no armazem do
mesmo.
Aluga-se ama escrara moca para todo ser-
Tico de urna caaa de familia ; na rua Direita n.
100, segundo andar.
k .. P.rPneln ">ga.nj a aeua fregaezes o obsequio de man
oam a lavada, para aasim manter a regularidade do aervico.
M.....^.'?tre5ate 'ecebimento da roupa na caaa de bandos.
diaauteis das 7 horaa da maoha s 5 da tarde.
natureza, precedendo um
n roupa suja, apenas rec-
bannos, no pateo do Carmo, em todos os
\*
8

ci
3
3?
r.
-5
i
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro
13uUo deposito na botica de Joaquim Marliouo
da Ctuz Correia & C, rua do Calinga n. U,
eM Pemambuco.
com ^TT^^^S^^SS^ aPr#,eD,a he ""' D0T" prep"aS*d 'erro
idades para todoa os paladares e para todos os temperamentosi '
i^coml'olSZ^tir^r^A re" ". hoie subcidas neohuma rene to bellas qualida-
lc... H.Vq *d" "* i11"" "llc.lS.Dlou. do ierro, ootMOdo na.
S
9
Precisa-ae de ama creada que
cosinhar, preferindo-se escrara : a trata?
na rua do Imperador n. 54, primeiro
an-
um progreaso immenso,
fcil e poaaif el para todaa aa
su
qua
mUe%?an3n0nn,^.aTaCeuUcoTh?rB,e.8 com a PPcao do cilro-lactacto de ferro.
m'Tnr.V. T hT Prlme,r<.>ugr entre aa numerosas preparares ferroginosas, com o
menso LS^-A-^L^'0? '!> que o tem eosaiado. Tem aido emprendo como im-
tESMSSS^TtSSST de lanRuidlchlorose paluda, corea ) na debilid.de subsequente as
STuX; n" hydropesias que app.recem depois das intermitentea na incosinenca: deorinaa
MKKMSK
ti.rM!!.pr5*enl6 annuci-n que todaa aa par-
Sffi"32*5 quetirerem coniaa com a barca
na..n.N2S!*' e,plta0 Scat0D- wndemnada
na sua recente fiagem para o porto de Ifan-
de LXV"m aP'e8eta-'" 6 qu.rta-feira 9
O BiebS r |acr,P,0" doa cnnsign.tario. N
u. Bieber & C. Succesaorea, rua da Craz n.
Mm-wF""*6 um" ,errea com bastantes
commodos propria para ae paaaar a feata, por ter
tU?s. vJa i qu,nUI' De lugdenoin.do
i. se aomB.m' fapUDg"Vqoem P"'der dir-
ja-se ao meamo lugar n. 1.
Na rua da Cadeia Uo Recife n. 11
legundo andar, aprompta se almoco e
jantarpara casas particulares; na mes-
ma casa faz-sepastis de nata, pudins,
tortas, pao-de-l,bolo inglajz, aletria de
otos, arroz de leite, sendo encommen-
dado n yespera.
fii^.Ph!C1S"",e de ama "* leite forra e sem
o30/egarnr.n0d0.rP,rda; l^'^
Altenco
PrecUa-n alagar urna ana de leite, preferin-
do-se escrava : a tratar carasio Queimado n.
o, primeiro andar.
d*"LN,di? 1! bora,': flnda a udiencla
do Sr. Dr. juiz da ausentas n ha de arrematar
a caaa terrea da rua de S. Joa n. 8, pertencen-
te a heranca da finada Hada da Paz! vmmmm
Quem precisar de nm moleque para o ser-
ico de caaa e meamo de rua, e aasim como de
uma escrara para o seico de casa que sabe
^t,H.aSeietLoaaniarcoin P"feico. procure na
rua da Soledade caaa terrea n. 46, que achara
com quem tratar e dir o preco quequer porca-
da um menaalmente de alugul.
Professor para primeiras e
segundas lettras.
Em um engeoho distante 10 leguas desta pra-
ca e a da ta frrea, preeiaa-ae de um professor
que eoainecom perfeigio primeiras lettras e al-
M0DJ,.ri^a.lr,.^da nalraSo secundaria, com
r*P.. !dade.,aVm e fr,ncez : a Pe" 1 P-
,.!, i agiai?ri0 8e acbar "bifitada eiquiser
exerce-lo mediante um bom ordenado e inorar
2leV*lBnnhoa fidedigno, boa conductrciril
L^..,na',eataadaSeB"la N d. 38,
aonde acbar com quem tratar.
~Deiap?areceu unchorrinhoderaca gal-
c '* cin" : u.em o tirer lere-o na rua da
Cruz o; 13 que ser gratificado.
Precisa.se alugar uma escrava pa-
ra o servico de uma casa de familia : na
rua da Cadeia do Recife n. 53, terceiro
andar.
Carvalho, Nogueira A C,
na rua do Vigario n. 9, sacam
sobre Lisboa e Porto.
Quem tirer um sitio para alagar perto da
fPnSVZena0KPa"eda PDle d*Uchd;. eq"
tenha poco e boa caaa de moradia. dir ia-aa a
rua do Queimado n. 45, das 9 as 4 da tarde!
n.
W
a
S
i
I
o
T3
T3
C
Aluga-se.
iS,,li0,.Carmo,uma,diU*,n,be'n com ""os com-
SBU. L0htir,nCU"? da e,lr(, dos Afflico*. e
nios '' 0 d0 Chora
Me-
O abaixo assigoado faz sciente a todoa os
Sfi?":'' ued"''? da 7 do correte
me: deisou de> Mr. seu caixeiro Ladislao Toleoli-
no Ca.alcanti de Albuquerque ; e eonstaodo que
o mesmo tem andado m cobrangas. prerine que
nao lera em cont. recibo alguj ^ ,*
senudo, aMln, como flearSo obrig.doa pigar
aomenleao aba'xo assignado. *
d.. s Jujtiniano Augusto de Olireira.
rrecisa-aede uma ama para coziohare en.
rIeDs8n.P.au2behrr,,8 "''
^ O hachare! SiRroic".nU $ MftS
-pobrecido ou rielado pelaa fadlgas, affeccoes chronicaa, cachexia tuber-
culosas, cancros., syphililic, excesaoa renereos, onaniamo e aso prolongado das preesocoes meT-
o
reeio
cirVLi
querque tem aeu escrlptorio de adroca-
cia aberto na roa estrella do Rosario n.
10, onde poder aer procurado todoa os
diaa daa 9 horas da manhaa s 5 da tarde.
8
Fugio do terceiro andar do .obrado n. 86
" da Aurora wrrupiio : quem o tirer
apanh.do queira ler.-lo wfarida ca.aTque se!
r eaerosamente recompensado.
Aluga-se uma casa de (Mola fsita aed.r-
?'m 2 a,!ag- 3 ,",arl". MeScoaf t
ha de amarello. e um banhero. M|/oeJeSe
boatao. o sitio est lodo aereado. HWE
dns para sombra, que offerec* boas--------"-
"eito e.U"J/lntai f ^Klr*
ubeui faz sciente aos seus amigos e
treguezes de mnibus que de ora em diante ren-
h.,08nlhelea de entrada Para o Mea omni-
oAiH.rA e<'oe a menos Pr5o que-
rende de 25 bilheteacnjoa bilheles serriro pa-
ra qualquer dislncto menos o de Jaboatio.
Thomaz de Faria saca para o Rio
de Janeiro e Pars, rua do Trapiche nu-
mero 40.
enlomar8'"c'o.e : ?$&? >"'
Atten^o.
Sa,nl.M?r?1.df0,1,'e,lra' a,ural da Mguezi. de
inr\. a n Ms8dale!a de Gour.nh.a. na pro-
vincia do Douro, em Portugal, .asistente no Rio
au ?.T' Da, rUa d? HoaPicio D- *2. dcl.
slu "iddJT pro,TBCia de Pero.mbuco, um
seu to de Dome Joaquim Pereira da Cruz, e
nao tendo aua familia recebido noticia, auas ha
SmB,P0,.b,0-,,* porque C0D>deram talrez
m niM"ela ,nCer,e" roga pecial obse-
Sl&"?\ peSSOa que conhe?a ou l*er
coohec do.de dar algumas informales a respei-
' A,J!.H,,'ideMd6J pn>eo. em casado
Sr- Aseeedo & Nendes, rua da Cruz o, 1.
Rio de Janeiro 10 de setembro de 1861.
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOURO HOMEOPATnlfO
VADE-MECIJI DO HOMFOPATHA.
(Segunda edicto consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diceioiapio popular de medicina ho-
meopalhico
PELO DR.
SABINO 0- L. PINHO
e^dUnle aa aaeigii.tore. aerio elaradaa a ra.
Roe de Santo Amaro (Mando Noto) n. 6.
rreasa-s de nm escraro para aluaar-ae
p.ra casado p.ato: na roa da Moediid. Sf
.I.T.***"*" *> Apollo, deposito n. 1, pra.
Q^Ubeff !"n qUe leDh" a,Uffla W-
i.d Jbim" d Costa, sabdito hesps-
nhol, reflu-M pera o Rio de J.oiro. P
Arlsa-so ees Menor*, 'fabricantes dos c-
4e tW esderaw ; di res do VI|srio iTb.^ i
sobrado
traressa
35-Rua larga do Rosario-35
Fr.Bci.co Jorge da Si Ira Paranhos, dentista de
Lisboa, colloca denles artifleiaes terrometallicos,
ocorruptireia por todos o. .ystemaa, acera e
endireUa os disforme*, aasim como faz odas aa
operacoea da aua arte o que executa com a maior
delicadeza, perfeico e primor para o que pode
ser procurado tanto para a capital como para fora
della. r
Aluga-se uma casa com bons commodos. e
ierra bastante para plantar; do aitio de L. A.
Dubourcq, na Capunga.
O Sr. que mora na rua de Apollo, que re-
cebeu uma carta no dia 7 de outubro para man-
dar para o Rio de Jseeiro ao Sr. Balthassr, far
favor dmgir-se mesma caaa na rua Noa, que
lhe qaerem fallar. H
Aluga-se o primeiro andar do
rua do Amorim n. 39 ; a tratar na
aladre de Deoa n. 15.
Alexandre Makruackim, subdito ioglez, re-
lira-separa fora da provincia.
Antooio Emilio d. Rocha Vasconcelloa, sub-
dito portuguez, r.i ao Rio de Janeiro.
Aluga-se uma escrara cabra, coae, enom-
ma, lar, cozioha, faz compra, e preg. uma ae-
nhura : na rua da Praia, aobrado no primeiro
andar n. 31, ahi a rer o tratar de sea ajuste.
A commissao liquidadora dos ere-
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pedeaosSrs.
deredores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commissao todos os dias uteisdas JO ho-
ras da manhaa as 2 da tarde na rua da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. dq.-
vedores, que nao a obrigue a lancar
maodosmeos judiciaes ou do jornal
para harer essas importancias de que
ao seus de redores.
.rPrecU*"*a de UB,a Prtl* 1"e saiha bem la-
ar roapa, tato de sabio como de barreS .
Teixir.0 MaOUBh0 w** 1 -IIetdo r!
deras por letraaoocontaa de hrroe. Ve sedfr-
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
. nua?CC.,de Arruda CabMl >uer comprar
r.d?.'c..llaSd.ae0a^,",elra "'1 a-
vu *Jf e U,pa *" na rna d0 uro n. 5 da
villa doLimoetro, a qualtenceu > V.H.!
do pa. Faestino Jos llalli; se alguem se iul-
fntrm. a,gUm dir.eti me,ma- fra apre-
T*nWeS fU* d0 CrefP' loa >o do
oru1tu0broed8edi86.aCOntar de hie- *** 2 de
Sociedade bancaria.
m^SSSt Fra00. Santos & C. sacam e tomam
aaquea sobre a praca de Lisboa.
..XT iA i ga.*ae u?a caa" em Beberibe : a tratar
com J. I. M. do Reg, na rua do Trapiche d. 34.
Saques sobre Lisboa.
brBtfL.hen,.I?naC|0 de !.Wera Fllh0 ac"
todo g Crp0 Sanl0> e8criP-
Gabinete medcVclruTgico.*
i Rua das Flores n; 37.
| Serio dadsaconseltaa medlcas-cirurgi- ae
caa peloDr. Esteran Carakanti de Albo-I
S222?daa 1",0 hora da maDha. c- 2
cudiodo aos chamados com a maior bre- |
t ridade possirel.
? Partoa.
I 2. Molestias de pelle.
? 3.* dem doaolhoa.
i 4.* dem dos orgioa genitaes.
!.. al^arloda eqoalquer operacio em S
> seu gabinete ou em caaa doa doantes con- i
> lorme Ibes fr mais conveniente.
M a 2 da trde,para serem serlflcsdos e c.U.
aScadoapela referida camssissfo
HOTi
expsito de candieiros
ECONMICOS
nhiiP^prietr?. d/8le eatabelecimento ariaa ao
ublico que contina a ter um riquisatmo e ra-
rarel aortimenlode candieiroa par. todoa os ser-
ricos que se precisar, como um grande deposito
tofo* da melhor qu.lidade que tem apparecido"
e experimentado pelos compradores, eonhecidos
rerdadeiramente economicoa.
Candieiroa econmicos a gar.
Candieiroa econmicos a gaz.
Candieiroa economicoa a gaz.
Candieiroa economicoa a gaz.
Candieiroa economicoa a gaz.
Na rua Nora n. 20 a 24.
Dentista lie Pars.
15 Rua Nova 15
fredercGaut,er,crrgiodenists,fsxi
todas ss operaces de sus arte a collocaJ
dentesartiletaes, tudocom superiori-S
dade eparfeicao que as pessoatantandi-i
das lhereconhecem.
Te* agua e psdentiricioseie.
&f! If ff TTf lhyy-fff?fff?8
Oa abaixo assignadoa tenbam a bondade de
apparecer na rua Nora n. II, loia do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Silra.
Francisco Xavier Venancio Pimente:
Pedro de Asis Campos.
Ruzebio Bezerra Caralcanli.
Manoel Rezendo do Reg Rarroa.
Alugam-se o segundo e terceiro andares
com solio d. cas. da rua do Trapiche n. 44 ; a
tratar no meamo armazem de fszendaa.
Ensino de preparatorios.
O b.cb.rel A. R. de Torrea Randelra, professor
de geographia e historia enliga no Gymnasio des-
ta provincia, tem reaolrido abrir noroa cursos de
rhetonca dii soographia o de philosophia, aasim
auauu!L1DgUaa france" i"lse, principur
do di. 20 do correte ; n. caa de sua reaiden-
a, rua do Imperador n. 37, segundo andar, en-
trada a direita.
CONSULTORIO ESPECIAL H01EOPATBICO
DO DOUTOR
SABINO 0. L. PINHO.
Kuade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde es 10 horas
at meio da, acerca das seguate, molestias :
oieatioa dos mett.re., moUttiai dat erian-
fo*. molulxai da ptllt, molestias dot olhos, mo-
Uttta$ syphthtteaM.toda at especies dt ftlru
ftbrtt xntermiuentei t tuas cone?unco
PttARBUCIA ESPECIAL H0M10PATHICA .'
verdadeiroa medicamentoa homeopathicos nro-
paradossom todas as cetelas necessariaa, in-
,Bl"S! e.m "0> effeitos, tanto em tintura, como
em globelos. pelos prego, mais commodos pos-
N. R. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
-C,nr!nte 7*ndid,?,em ,ua Phrmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todiiucrteit,, sao acompanhadas de um
5KT2 C.m ^ emb,en,a em relevo, tendo ao
P^S J^gaKnte^,p-alaTra" : Dr- sWno O. L.
Pinho, medico braaileiro. Bate emblema posto
igualmente na liata doamodicamentosqu.%e p
A-. ,r" q?e n5 ,,T"m esae imprea.o
aasim marcado, embora tenbam na lampa o no-
mo do Dr. Sabino sio falsos.
_ J- ?r. acadmico do terceiro armo
Jo5o Jos de Moura MagalhSes, quei
apparecer a rua das Cruzes n. 44,
gundo andar.
Na travessa da rua das Cruzes n.
2, primeiro andar, continuase a tingir
com toda a perfeico para qualquer
cor e o mais barato potsivel.
Aluga-se uma encllente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poa-
co tempo com trra 50 a roda, sita*,
entrada do Poco: a tratar com os pr<-
prietariosN. O. Bieber & C, successo-
res. rua da Cruz n. 4.
j .Mnoel Alvos Guerra saca sobre o Rio de
pn7L Ted,ericn Cha a,u*a Beu obrado silo no
Poco da Panella, com multoa bons
ra
se-
Gasa de saude.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz peblice no
tem reorg.nis.do so. cea de .ande, e. groad*
caa, propried.de do mesmo aitio era que eiietb
o seu mugo estabelecimento deaee orden*, m
Be. ao norte da estrada da P.aeageae da Magdale-
na, entre a ponte grande e pequeo do Chora-
menino, onde contina a receher docetee de to-
das as cathegorl.s, e ambos os aexo.. aOaecedo
o melhor trat.menlo pelo menor preeo peeav.l
O aeu eslablecimenlo acha-se montee cena
todo aaseio e na melbor ordos, e para mata em
modidade daa pessoaa poaauidoraa de eecravee
para aquellas que nelle se quitaren traUr tesa
determinado aa mui razoaveis diarias ahelss) da-
da rada..
Aa operaces aerio iualas previamente, o se-
paradamente daa diarias, coolralasa-ae Ir.tasees-
to. por juste, podeodo o. doente. cor.r-oe tesa-
bem pela homeopalhia, para o que tesa costoso
dos reserrsdos.
O serrico medico ser feito pelo dietiacte d-
rurgiao operador do grande hospital de caridad*
o Illm. Sr. Jos Francisco Pinto Guimariea o 0*-^
lo proprietario do eatabelecimeolo.
Este estabelecimeolo recommeod.rel il acia
boa casa de que dispde, o ji pelaa condicoe. hi-
ginicas em qae se acha edificada, pelo loeal
que alem de aer perto da cidade egradavei.
o aeu proprietario espera, portanto, doa Mea
amigos, aotigoa freguezes e mate peaso. i tea
cooperac.o em bem do progreso de aea etaba-
eciraento, parausado por nio poder achar-ae i
esta delle, em virtode de haver aido aceossstei-
tido de uma grave eofeimidade; porm hoie qee
se acha completamente reatabelecido, prometi
esforgar-ae na boa ordem e direceo do traUacn-
to doa doente*.
Diariasescravoa 19600.
J* ordem sttOOO.
1." ordem SsjOOO.
Para entrada doa doeotes se devor tratar cem
o referido Dr. Firmo, na caaa de sua remeneada
iMTJ de ?aDU Rita 7 eo *" Mea ;
ribeira do pene, ou no seo estabeiecim.nlo.
mr.i?a./goe,K." q?* M reera *toaeto da
morahdade, publicada oeste Diario de hootem
responde1 a peaaoa que teve a lembraoca de dar t
informac.0 par. o pedido, qaeira declar.r qael A
o eacandalo a que ae refere.
Fogio no dia 7 de outubro do correte aaaa
do convento da Piedade, freguezia de Meribec.. o
escraro cnoulo, de nomo Marcelino, de aoooe
de idade, cor prela, cara larga e muito lu.trau
eatatur. regular, bragos e mo. Mg#gTS|
Rroasoeaepelheudos. tem o anda? resaod*ra
falla muito alrapalhado. foi ulUmamente eecravo
do coronel Rento Jos Lemenh. Lio, levo, cha-
peo de feltro ji usado, chapeo de aol deoaaaa
preto com barra cor de rosa, tres camisa* aeaaa
urna branca, uma de algodao liatrado, o otra de
Meta verde, dua. ealgaa, sendo urna az.l .ntra
de bnm branco com um tecido am.rello. aa
letot de ganga cor de caf, orna jaquel, de
ga quaai prela ; quem o capturar, le*e-o ae
vento da Pied.de, ou no Recife, i casa de Clea-
ssasi"-"*** -.
"~J a,ba;xo)CaM'gnado, teodo rendido a sua
leja de miudezas sita na rua do Imperador tas
sciente ao publico e aos aeua freguis, VaVeJ-
dores que mudoa su. re.ideoci. pira e rae das
Tnncheiraa, sobrado o. 48. primeiro andar.
Joaquim Heoriquea da Silva.
Ooem preciaar de uma ptima ama pera a
serrigo interno de orna caaa de pooca U
inclusire o engommado, dirija-so
Carmo n. 10, loja.
T.r.oVuodonjneeireoM Ult' *"* >rt"'-
Escravo fgido.
Vicente, taixo, eeceo, peroaa Una., nariz t
toe largo, mi. foveira*. bem fallante, d.-se
cnoulo, levou camisa branca e calcas de brisa"d
algodio, anda pelas roas deaU cidade ; ae raa
da. Trincheiras, o.19. segundo andar, oe aecer-
gracaN **m* S*' qU" *" "SS
Aluga-se uma casa na Roaviagem coa heaa
commodoa ; a tratar na roa do Imperador a f7
ra7dLrerSVe,V.e3onla,,, """ C9hUi
Precisase de ame ama para todo eertieo
numero?" d6 PUC' amUa rBa o 6
Sitio para alugar
Aluga-se o sitio do Mooteiro, cees ^e casa*
.onde morn o fallecido pai do annondaaU^e
cocheira. e.tr.b.ri. etc. ; a tr.Ur u\Srt
Alves Guerra, na rua do Trapiche o. 14.
iua.
e tr.veeea da
Atlencao.
SO.
S^i, *2? .'J1! e.ctom a toeoaa Se ae .pre-
sealir al aes.ta-f.ira H de oatahra at a
horas d tarde nio .. re^oStsaseado
tjoellas que forem
apreaeotadae deael.
deate
df e boro : na rua da saa^V^ *T 1!C
7;.,, a,,0,M,,?mAl'* mi
cis Jalla Aires, retiraa-se para o
neiro. *^
RonHs-
Rio de Ja-
..a ""><" m muiios bons commodoa.
jardn aoe ledos, caaa para criados, cocheira, es-
4Uenca6
Desappareceu ante-honlen do primeiro andar
da casa n 50 na raa da Cruz do Recife" um! cari
teir grande1 de algibeira com o titulo perfora
!",-/ dooradaa-Porte-fuilles UoireV.slle-
. nm.. 8fuinle: du"ntoa e tantos mil ris
Senda f 5m" 50ina PdM1?' 4 .M'Ua Frticularea.
sendo 3 dirigidas de Paria e 1 desta oreca um
ver ch.do, queira lera bondade de mandar bo-
la-la per baixo da porta da diU caa. con todoa
os papis mencionados, nonos o dmha.ro.
Fazem^W51"
fSSiSXSF" *-; re. do
.ro.nde.V?eir." ?*>
Precias-so alaga/ aa indar de case
Lenbranos ao lllm. Sr. Dr. juiz de erahiaa
'"'"""i"" Pra a. partilhaa eJSie
ten de Katar do teoente-coronel Joe Claudiao
Lene beoeficio dos orphaos de menor idadV
cujos orphioa .inda nio teem seu. latoreJTpr
uto que se f.z preciso a atlencao de V. S. a 1*3
obra de car idade qoe se pode fazer aoe dito, er-
pbo* de tal pai, aasim como nos consta aoe as
escravoa j em estado de se enterraren) fura a es-
te, que os herdeiro. bot.r.m par. a terca doe ar-
phaos de menor idade, por ialo vamos pedir a at-
lencao de V. S. a juatlg. neceaaaria \u laacar
su, valas para aemelbante parUiha que pretVn -
dem fazer. Uma pessoa que ae aoppoe o 999
nao .-O admirador de Santo Aotio ^eviavd.
Offerece-se um rapaz portugus par. c.i-
xeira de taberna, com alguma praca ; no raa daa
cruzes n. 31.
Aluga-se a loja do sobrado n. 19 da rea da
Imperatriz ; a tratar no mesmo .obrado cea
Fredenco Chaves. ^^
1 se*l*-frera 18;do correte, flnda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da vara, aer ar-
rematado em praca publica por renda o eagoaha
Aguas Bellas com lodos seus perteoces en tersa
proprias. boas tnalaa virgeoa e v.rzeaa par. pl.o-
tagao bom pasto p.ra aoim.es, perto da praca por
ser oa freguezia dos A rogados, cas. de moradia
etc. etc., a.aliado por 16:000, por exeeucao da
Jos Faustino de Lemoa contra Joa Rodrigan da
Ol reir Lima. ^
Amorim Irmaoa. consignatario, de httgaa
portuguez M.rgaiida. recenlemenle rbfgade da
Lisboa, aris.m ao Sr. Jos Antooio Soare*. ...
do trapiche da alfaodega exiatem 8 cisaa coes
ceblas, 5 ditaa com balataa e 2 ditas com alba
mar coDte,le na'0' d,i.'"' 1Bera or le-
Jos Domingues Gongalvee, retira-ae aera
fora da prorinci?. *^
O hospital militar preciaa de ea he-j
en'feme?r'oeMreer ,Ug,r fc aj'danU U
Aluga-se
1
com
a c... da rua Direita n. 87. ...
pria para qualquer estabelecimento ;
loja da ruadoOueimado o. 46, nio s
Preaiaa-se de uma ama para o servico
n.r^n^or^"'-^
armagio, pre-
e tratar aa
se olhaede a
lo

lia: na fioa-Viata
terceiroaobr
WaWuajda
qae tettf pred
Mpeadfto.
aa da bsai
voltnr pira a rea asa Piree
raes
d. Aurora, Iaaaasa-
attaa da
salada
efiqa^^B
^^^^^P* ** IOfa^aa>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> !
fleari agrededd.i aas
oido CaSeVg, no pristeira
raer de Ha.


i
D1AII0 M flfcNAWCCO >- QVlRTA FK11A 10 M OUTUIRO DI 1M1.

Quem preciar de urna crida portuguesa,
sendo pan tratar de menino*, ou para tratar de
urna sala, dirija se a roa de Apollo a. 37.
Na ra da Aurora n. 41, segundo andar,
aluga-se ama mulata moca para o aervico inter-
no de qualquer casa ; quem precisar dirija-se.
Manoel Domingues de Si Jnior, subdito
porwgMt, retlra-se para o Rio de Janeiro.
i* ~
Pedido,
O abaixo asaigoado, tendo ba tres meses aca-
bado com a tua loja de calcado aita na roa larga
do Rosario n. 32, e como nao lenha sido possivel
Pr mBl "* leona pedido, por ires mexe*, por
esta olha, a pessoas que se acham a dever que
Ten ha m pagar auas con tas, e como teoba sido
deipreudo pelos seus devedorea este pedido, por
uso est retolrido a chama-loa por esta folha,
sendo que oestes oito dias nao attenda as suas
jjutaa_rectsmacoes. Joaquim Bernardo do Reis.
______Compras.______
Compra-se
cabellos compridos.
Na ra do Queimado casa de cabelleireiro.
Compra-te moedat de 20: na
ra da Cruz n. 48. pagase mais do
que em outra qualquer parte.
Compra-ie urna escrava moca parida e
com bom leite : quem tiver equizer ven-
der dirija-se a ra do Hospicio n. 35, que
achara com quem tratar.
I
ttNKMHBK
Compra-se ama preta que salba bem cozi-
nhar e engommar ; a tratar na ra da Cadeia do
Recite n. 28, primeiro andar.
Compra-se urna preta e urna mulata que
sejam perfeitas cozinheirss, engommadeiras e
costureiras : na ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Azevedo & Hendes.
Compram-se moedas de ouro e patacoea
bespaoboesao cuoho de Carlos III e lili, ni rni
Nora n. 23.
Compra-se um preto que nao seja fujo|;
na fundicao da Aurora, a qaalquer hora do dia .*
e vende-se urna canoa de carreira em pereito
estado.
Compram-se 13 cadeiras de Jacaranda em
bom estado: a tratar na ra do Vigario n. 8.
Compram-se escravos
mocos e boas figuras, pagana-se bem : na ra da
ImperatrU n. 13. loja.
Compra-se urna batanea grande com pesos
at 5 arrobas; a tratar na praca da Boa-Vista
numero 18.
Vendas.
Vende-se urna cabra (bicho) com 8 lilhos,
com bastante leite para, ama mentar urna enanca i
nana da Gloria o. 33.
gPaletols hratissimos,
ag Palelots prelos de casemira a 159, 18$
i e 209, ditos de casemira decdres e 89, 99,
12$, 16$, ditos de bombazioa de cores a
8$, ditos de merino de cores a 9g, ditos
de alpaca preta a 39500 e 49500, ditos de
alpaca de cores e de laa escura a 4g e 5f,
ditos de alpaca preta psra meuioos s
49500, ditos de muilo bom brim setim a
59600, ditoa de brim pardo a 39500, ditos
pardos do mais flno bramante de puro
lioho com botoes de madreperola a 5J,
ditos de brim eocorpado meta lona a 5$,
ditoa de brimzinho de lioho de quadri-
nhos para meninos de 8 a U annos a 2,
ha casacas de panno lino preto e de cores,
caigas pretas de casera iras, colletes pre-
tose de cores de todss as qualidades e
gostos, jaquetas e muitaa outras obras
fetas quese Tendem or menos de aeu
custo, em consequencia da liquidacao que
se est procedendo, na loja n. 8 da ra
doCabug, da extinta firma de Almeida
& Burgos.
Bom e barato
S no Trovador
23 Largo do Terco 28.
Quem duvidar veoha venha ver: msnteiga in-
glesa flor a 900 e a 800 a libra, francesa da me-
lhor que se pode desejar neste genero a 640 ea
600 rs. a libra, assim como se torram outros
muitos gneros pertencentes a molhados lili a
diaheiro a vitta.
Vende-se um (ardi novo para official su-
balterno da guarda nacional por 509 na rus
Nora n. 18.
Retroz.
Do fabricante Antonio de Campos Navarro, da
cidade do Porto, scba-se venda no armazem
de Fernandos &Filhos, na travessa da Madre de
Dos n. 12, um variado sortimento de retroz de
todas as cores ultimameoie despachado, que se
vende a precos razoaveis para fechar a conta de
venda.
Vende-se na ra do Imperador, sobrado de
um andar o. 18, urna cama fraoceza. urna mesa
dejantar, orna cadeira de balaoco de ama relio
tudo em bom estado e por barato prego.
, Vende-se a casan. 51 da ra Augusta, urna
das melbores do lugar; a tratar na mesma ra
n. 2, segundo andar.
Vende-se am mulato carreiro proprio para
engenho ou aillo por entender de plantaco ; a
tratar na ra do Rsogel u. 69, primeiro andar.
Urna bar caca.
Vende-se urna bsrcaca do porte de 35 eaixas,
encalhada no eataleiro do mestre carpioleiro Ja-
cioUao Clesbo, ao p da fortaleza das Cinco Poo-
taa, aonde pode ser vista o examinada pelos pre-
leudeotes ; vende-se a prazo ou a dioheiro ; a
tratar com Manoel 'Alvea Guerrs, na ra do Tra-
piche a. 14.
Attenco.
Na cacada do aterrado bosvistano, o rato croa-
do em telheiro. tem para vender o seguinte, e
tambera por outros objectos trocam.se.
Sspatinhos de lis feitos a turca do ponto cor-
rido, o par 1500.
M 2(000.
Barretinas para senbora que saibam msicas a
IO9OOO.
Manteletes de velludo com visos e datados de
caixetas a 259.
Visitas i or^as cheias de flores malmiquerea a
lOyUUU.
Luvas turca de ponto falso de todas as co-
res, o par 39.
Vestidos de todaa as pocas com triocbeira no
corpo com 5 babados de pregara dourada a 509.
Camisas de finas fazendaa com desenbo admi-
rael a 16|.
Charutos do ultimo gosto e qualidades, fios,
grossos, amarellos e oscuros, e aflautados, a oaixa
a 59OOO.^
Canes ele doce de todas as froctaa e de rica
madeira de sapocaia a 99.
Um violio cora vozes divinas que s ouviodo-
se, de coostrucco naval por 60J.
Um curioso piano construido a forma holln-
dose, com sallo a r e coberta a proa de ultimo
gosto, s a necessidade, por 890$.
Urna cadeira oitavada de metal lsente toda
embutida de pregos de marfim perteocente So
meatre piano por 1009.
Urna cmoda de madeira canna com 9 gavetas,
sendo 6 i vista e 3 que nao se di por ella, urna
chave para todas ellas, isto na mi de quem
sabe, toda ela de borda (alga com os escreos
de metal verde, muito porttil na vega e um pal.
mo d'agua por 1759. E muitos ontros objectos de
bom gosto que se deis* de aonunciar em virtude
de nao ajuotar muila gente na porta.
Vamosamassa, que pelo
pre Veade-aemassa macarrio. aletria e talharim a
29500 a caixa, e a libra a 240; assim como quei-
jos de qualha a 480 a libra ; defroote da matriz
da Boa-Vista n. 88, esquina da ra do Hospicio.
Sementes de hortaliza,
Vindas pelo ultimo vapor inglez na
ra da Cadeia loja de ferragens de Vi-
dal & Bastos.
Milho a 2$600 a sacca.
Dito novo muito barato.
Farelo muito baratp.
Arroz de casca a 3$500 a
sacca.
Na travessa do pateo do Paraso n. 16, taberna
pintada de amarello.
Vende-so ou arreoda-ie para passsr a testa
a casa n. 7 da ra do Quiabo do Poco da Panella,
que faz quina para a igreja matriz, com bastan-
tes commodos, quintal com boa cacimba, estri-
bara para 3 cavados, e 4quartoa no mesmo quin-
tal que servem nio s para criados, mas tambem
para pessoas da mesma familia : quem preten-
der, dirija-se a casa do procurador de causas, na
ra do Pires n. 7, Caetano Pereira de Brito.
Liquidacao.
Ra Nova n, 18.
M. A. Caj contina a vender para liquidar um
;raode sortimento de differentes fazendas ingle -
as e fraocezas, fitas, fraojae de todaa aa cores,
eos, rendas, am grande sortimento de mante-
les de grosdensple para qualquer senhora, as-
11 come um grande sortimento de roupa feita
ir menos de que em outra qualquer parte, a di-
eiro vista.
Magalhes Mendes.
visara ao respeitavel publico, scus smigos e
metes que se acba collocado em frente de seu
beleciment um retabnlo com o dstico de
arara, isto para se tornar a loja maia coohe-
. e de hora em diante principia a vender suas
odas por um p. eco baratisslmo.
Principia arara
leode-se damasco de lia de 6 palmos de lar-
gur proprio parameaa e coberta a 19400 o co-
vad i, popelina de corea para vestido a 200 rs. o
cov do, fil de linho de cores a 240 o corado,
casi as de salpicos a 200 rs. o covado : na ra da
Im| eratriz, loja armazenada da arara, de 4 por-
tas 56.
S arara, viva arara,
V odem-se pefas de madapolao entestado fino
a 39 pegas de cassas adamascadas para cortina-
dos 39, ditas de salpicos para vestido a 2 e 3g,
cort i de chitas finas com 13 covados por 29500,
corte i de cassa com 7 barras a 29500, ditos de
tartauna de babados a 2)500, ditos de cambraia
a 39,|fustio de cores para vestido a 320 o covado,
saiaijbalo de 20 a 40arcos 3} e 39500, pecas
de cambraias brancas a 1|600, ditas a 29500, 3fi
e 395 10, cobertas de fusilo de cores a 58 e 6$ :
na rv a da Imperatriz, loja da orara de 4 portas d.
56 ; 1 s dao amostras de todas as fazendas para se
ver, i a arira de Magalhes & Mendes.
160J000.
Ver le-se por 160? 12 cadeiras, 1 sof e 2 ban-
cas di abrir, tudo de Jacaranda, e em bom esta-
do ; t ata-se na ra da Cadeia o. 49.
As senhores aca-
dmicos.
loja do leo de ouro.
Na fc ira conbecida loja do leo de ouro,. de
Jos U ocal tes da Silva Raposo, ra do Cabug
o. 2 C, recebeu-se ltimamente da Europa pelo
vapor f ancez segunda remassa das bellas fitas de
gorguri o de diversas larguras, propriarpara car-
tea de lachareis, pois devem vir comprar quanto
antes, ue se acioam, que s a loja do leo de
ouro luero as tem.
V nde-se dous pares de rodas novas por
barato | reco : na ma Augusta n. 59.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
rubiimna a mA U ----1"~* "- ~~ wwhm.hv uc uwwa iiiiiuucius, e assim luuaaaus uas vaillBgeUS que OHON
s da praca, senhores de engenho e lavradores que raandera ao menos suas encommsndas a' primeira vez, afim de ex peri-
n, poisqae para isso nao pouparo os proprielariqs forjes pan bem servirem aquellas pessoas que freqnentarem
senvemosalgumasadicoos de nossos oreos, oor onda ver o nnhl m. vn,imnc haraiUoimn .t.,i,i .
por onde ver o publico que ven Jemos baralissirao,
nossos
altendendo as boas
Fazendas bartissimas
N. 20--Ra da ImeratrizN. 20
A, F. Duarte Almeida, socio que foi;do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade quetinha com seu mauo, acha-se de novo estable-
cido com dous a ceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte A Souza, e osegundo
na de Duarte Almeida A Silva: entes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na liropeza e asseio com que se acham montados, como em commodidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
?,, 1?. i?"iJM.IH!6m de men08 10 Pr en, d0 Pre* Io6 Ps,,in "P' em ou,ra qulqn Prte, por isso desojando os proprietarios acredi-
taren! seus esiaoeiecimentos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim j poderi ver o
Ka ."I m T8 encommendM m6smo Pr P<>" poueo pratieas, em qualquer um destesestabelecimentos, que sero to bem aervi-
^;m. VJI. m P?MOanlf na certeza de nunca acharem o contrario de nossos annuncios, e assim fundados oas vantagens que offerecemos.
peaimos a toaos os sennores da praca, senhores de engenho e lavradores nn m>nJan> .. .nMmm.n^.. i r. ..^. c_ i.
mentar, cerios de oontouarem, poisqne para isso nio pouparo os prop
estabelecimentos, abaixo transenvemos algumas adicoes de nossos pracos
qualidades de nossos gneros.
Ma^^.^?leZaW^Uta,D,eeS^,lhdfa800rs- lb'eem P0^0 a 750, recommenda-se aos apreciadores destele genero que
mandem ao menos experimentar, serlos de nada perderam pois para isso confirmamos o que levamos dito. 8 q
rifa1! 'nae,hor do mMnio 64 "' a ]lbn e em barrU raza0 de 60 a **'
. a nySSOn e pretO o melhor do mercado de 1700 a 2880 e em por?ao ter abatimento, e afianca-ce a boa qualidade.
rresuntO ambre oglez | hamburguez a 900 rs. a libra e em porco a 800 rs.
rreSUQtOS portuguezeS vindos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as expasicoes universaes de Londres e Parts a 1800 a late
GaiXM COm estrelinha pevide e rodinha a-7000 a caixa 800 rs. a libra eem porcap ter .balimento.
Latas de ameixas r/aneen* com cinco libras a 4*000 e 19000 a libra.
FassaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 2000 e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 7&000.
Espermacete superior 720 r.. m xa.. 7*0 r... ibn.
Conservas francezas inglezas e portuguezas eoo soo rs. o frasco.
Lata Prli8UeX*8 franWMS a 80 o '"o afianea-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mereado.
Vinho olaxiDha de Soda de diversas qualidades, a muito nova a 1JM50. e grandes de 4 a 8 libras de 21500 a 4*500.
&*!*?%*fraS***"*' POr' fin* geBain' nectar Carcave"08' Madeira secca, Feitoria e Camones a 1200 a 1300
Vmho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 3&800 a 4800 a caada.
LaiaS COm frUCtas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a UOOU a lata.
Cn h ti? CaiXaS de 4 a 8 Hbrt" a me,hor qe LOnntnias em fraseos de 1 li a 1 libras de 1600 a 2*200.
PaPJ A say6i pescada e outras mu tas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 1400 a 1|G00
L,aie QO ttio o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
Vinaffrp men(tOa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e desuperior qualidade a 39 cada um.
uagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2f 560 a caada.
Vinhn R e,ervadoce M mais que b" no mercado a 800 a libra do eominho ea 400 rs. a eeva doce.
V innO JOraeaUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 8500 a 10*000 a duzia,
Massa de tomate en. lates de urna libra do mais acrediudo autor de Lisboa e vinda a pr imeira vei a nosso mercado, de 1 a 1280.
IgOS nOVOS em caixinhas de 4, 6, e 8 libras proprios para mimos, por serem muito bem enfetados de 19500 a 4 e a 400 rs. a libra.
Cervejas das melhores marcas BoOrs. a garrafa 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de lisboa ii0 .^ e 1W50 tttM(Ja
DOCft_daQiaba da^SCa em eaixio a 19 e em porco a 900 rs.
Azeite doce purificado 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa con 12 garrafas.
(rOgnac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa a 109000 a duzia.
QUIJOS SU1SSOS chegados ltimamente a 500 rs. e em porcao ter abatimento, afianca-se a boa qualidade.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco 69500 afnaqueiracom 12 frasco,.
ITalltOS llXadOS para dentes a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem dO gaz 3000 a gmta e 280 a duzia de eaixas.
Chocolate 0 mais superior que temos tido no mercado portuguez. bespanhol e francez de 19 a 1*200 a libra
AmenTaVrtr"er8D0V88 queten,vind0 "* .l200.,cor.,. do ?om, .29000asd.Lisboa,
Aiueuuoas ebegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra eem porcao ten a batimento.
AlpiSta o maislimpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra e 59000 por arroba.
____AMm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
3,000.
Sa california.
Vendem-se cortes do cambrafa organdys com
barra a 3* o corte ; na ra da Imperatriz n. 48,
junto a padaria francesa.
Vende-se o engenho Fluminense
e a propriedade da Ilha do Lamenha,
iunto ou separado, sendo aquelle moen-
te e corrate e d'agua, sito a beira mar
na freguezia de Serinhem, e esta que
limita com o mesmo engenho, tem boa
casa de vi venda, bastantes commodos,
salinas e muita trra para plantacoes :
os pretenderles dirijam se a ra do Cu?
buga' loja n. 18.
Um rico carro.
Vende-se um rico e elegante carro mu bella-
mente preparado : no eacriptoiio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Tinta preta paraescripta.
Vende-se garrafas com tinta preta muito su-
perior para escripturaco, pelo diminuto prego
de IJOOO cada garrafa, podendo-ae fazer algum
abate sendo em porcoes : na ra do Queimado,
loja de ferragens n. 13.
45 RuaDireita 45
Magnifico sortimento.
Sempre condescender a prazeaieiro caen ea
reguezea que Ibe trazem dioheiro, o MMrkte-
no deste grande eatabelecimente cobbm a (-
ferecer ao publico, por precos medieea wannn
ntenorea aoa de outro, sea bello laillmai
de calcado francs, ingles e brasileiro Tej :
Homem.
Boneguina Vctor Emmanuel. -. lentev
> couro de porco..... llMtt
> lordPlmeralon(bezerro tMM
diversos fabricaniea(luslrej tlM
John Ruatell...... SZ
Sapatdes Nanita [batera inleir).
patente.......
Sapatos tranca (portogneses). ;
a (francezesl.....
.laa
>
9
entrada baixa (sola e vira).
muito chiqoa (usa aolaj.
Senhoras.
Borzeguins primor (Jolj). .
brilhantina. .
Raspa alta.....
baixa.....
31,31,33,34. .
de corea 31,38.34. .
Sapatos com salto (Joly). .
francezea freaqainhos. .
ai, 32. 33 e 34 lustre. latos)
E um rico sortimento de couro de lustre, be-
zerrorancex, marroquim, sola, vatjaeUt, eeat-
rinboa, flo, taixaa etc., por menos do ase aasl-
quer outro poda vender.
Vende-se caf moldo e pora a 300, assacar
masca vado a 2 a arroba, a relalno a 70 rs., aar-
loU N a 480. a verdadeira agurdenle branca a ICO a
gajrsfa, azeite de carrapato a 410, cogoac a 1$2CO:
16 na taberna dos Sanios, ra da Cordoaiz n. 1. .
Miudezas.
Duaite Borgesda Silva faz sciente aos seus antigos <
aa sua loja ra da Imperatriz n. 20, acharo sempre o mai
le pelo menor preco possivel, pois esl reaolvido a naodei
oheiro, tem consta o temante roberas de laa a 1&200, mada
ca. chitas francezts a 240 e 280 rs. o covado, ditas estrella
160 e SOO reis, lencos de cassa e da ebita para m
fraocezas goatoa inleiramente novea a 200 e 400 rs.
da eapecial para forro de carros a 11600 rs. o covado q.
corea lioho puro a 2f o eorte, oleadoa com pioluraa riquiss
minuto preco do 2J o aovado, castas lisas flnissimaaa 8> a p
a 2#, cortas de cassa a 1*800 e 2, pannos de linho de varia
do de linho. caaemiraa de cores a 4a, ditas pretas a 5 ra. i
roupa de meninos pelo mdico prego de 400 ra. o covado.
zea a o respeitavel publico um bello e variado sortimento
clonando.
numerosos freguezes e ao publico que
completo sortiuento de fazendas de
ar de aervir ao h-eguez que trouxer di-
ioo Soo com 24 jardaa a 49800 a pe-
padr"s bonitos e cArea flxaa a 120
nios a 80, 110 e 160 ris, cassas
covado, casemiras ioglezas faxen-
outr'ora te venda a 8|, bros de
as e larguraa de 6 a 9 palmos ao di-
ja ou 800 ra. a vara, chales de merino
qualidades, bramantes, brins tranca-
corte e urna fazeoda eapecial para
summa acharo os preditos fregue-
outras fazendaa que iremos men-
V
--------------------i I i
Cachimbos de madeira P
a praa/s^nW a^Salm* coto"cZ^LT^0' **' ""*"*" COn,p,e, ",,D"''
Superiores charutos
da Babia, da fabrica de Jos Furtado de Simas, igualmente avisa-se as pessoas que precisarem das
Esponjas de platina
Kr^:siirsi1^^^,c.^.,5;?.,Ssl,'""""" >,m"'"
Fleur d'Harlebeck
tabaco com esto titulo para cigarros e cachimbos em macinhos pequeos, que se vende por menos
me?ol5l!o q ,Uef P "" J* e,08 Le0poldo Bour"d. Cadeia do Recifnu?
Centro eommercial.
Manoel Cardoso de Sooxa, coa* loja de miude-
zas na ra do Crespo o. 3, junto ao arca da San-
to Antonio, eat reaolvido a vender barato e a
servir bem as pessoas que so dignarem ir oo man-
dar ao aeu estabelecimeoto comprar qualquer
qualidade de miudexa, aflannodo-lhes a maier
boa f e o mdico prego daa mercadorias em re-
lago qualidade : oa precoa que abaixo ae oo-
tam nao deixario de agradar: cintas fiaos coa
"1" d,0"rd e P"al. proprios para senbora
a 28 e zpaOO cada um, linhaa do gaz, oovelta
graode a 80 ra., e em caixa de 12 oovellos a 800
r*. a catxa, dltaa de dito, aovello peqaeao a 20,
30 e 40 ra: o novello, e em eaixas de 50 ditoa a
600. 800 e 1* a caixa, ditas de dito da todas aa
cores a 30 e 40 ra. o novello. a am caixa da Sf
novelloa a 00 e 900 ra. a caixa, miajas de linbo
para bordar a 80rs., e maaainbos eem 12 dilata
600 rs., liobas de carretel de 200 jardas a 10 a
80 rs. o carretel, dilia de dito de 100 ditas a 30
e 40 rs. dito, cartio com 14 parea da clcheles a
60 rs., e em duzia a 600 rs., ditos com 14 pares
de ditoa a 90 e 100 r., e em duzia a 1, cordaea
para enfiar espariilhoa a 60 e 80 rs. eada oas.
eaixas com agulhaa francezas a 100, 240 e 120
a caixa de 4 papis, carteiras coas filas, supe-
rior qualidade, a 400 rs., peotes pretas para alisar
a 240, 280 e 320 cada um, diloa amarellos a iaai-
lac4o de uoicorne a 400 e 500 ia., ditoa da lar-
taruga para alar cabello a 40500 o Si, ditos a
imitaco de tartaroge, obra boa a 800 a If, te-
souraa finas pan coslun a 400,600 a 800 ra. eada
urna, ditas para unbaa a 500 e 800 rs.. ditas para
costura com toque de ferragem a 100 e 200 rs.,
folhas de papel bordado a com envelopea a 100
rs. a foiha, dito de cores de qoadriobos a 100 re.
o caderno : alem destas mercadorias test outras
muitsa que se vendaos por barato preco cosa o ao-
ja. Dtaa de velludo pretaa e do cores, largas a
estreitas, franjas de liobo e de seda, itas de se-
da, chamelote e outras qualidades, da todas aa
larguraa e gostos, bicos, reodas a labyrinlhos,
liohas de marca, retrox de-lodaa aa cores. Otas de
lioho largas o estreitas, braocas o da carca, elr.,
etc., o que tudo ae vender por meaos proco da
que em outra qualquer paite.
Para mimos.
Seirinhas com oa excellentea figos da comadre
a 80 ris cada urna, vende-se no Progresso largo
da Peona n. 8, assim como se vende seiroes
com8 hbraa por 2*500. e em libra a 320 rs.
******* **
Vende-se
Na ra do Hospicio obrado *
de dous andares o. 52, urna
ulatinba de idade de 15 annos
>m urna cria de 3 mezes, sabe
coser, engomtna liso e cosinha o
diarip tudo sem perfeicao : a
qualquer da e hora pode ser
procurada^
:
i
.m
lose
fado de Si
q w
Avisa-te aos compradores destes superiores charutos q
faxenda na ra da Cadeia do Recite o. 15, no centro com mi
abatimento suficiente para os compradores tornaram a Venda
nenio de charutos suspiros da imperial fabrica de Francisco
Araujo, tudo lato no
US*
a uaioe parta onde exista desta
rcial, onde se vende em porcao com
, assim orno eiiste grande sorti-
oa Cardoso e Alexaodre Pereira de
rv
i m mmimmh
Farelo.
No estabelecimonto de molhados da ra da Im-
peratriz o. 4 ha grande quantidade de farelo de
Lisboa a 4*500 o sacco.
Potes para rap.
Chegou novos potes com rolhas de larracha
para conservacao do rap : aa ra da Cadeia do
Recite n. 15.
Charutos
suisaajs a Ig o cento : na ra da Cadeia do Reci-
te 0/15.
Fabrica do Honteiro.
Crystalisaco e refioac.ao
de assucar.
Deposito na roo do apollo d. 6, e praca
uaBoa-VicU.26.
Este imprtente est beleci meato contina
forneoer aos seus innmeros fregueses do alvo e
puro asaucsr crvstalisedo, em pd e em pies, 1/
e 2.* qualidades, pelo proco- da ICO e 200 rs. a
libia. da refinado a ICO, 120 e 140a libra, sen-
da que em gressn o comprador tar am descont
favoravel. Nos mesmos depsitos tambem so
rende mol de aaaucar a 600 rs. a cacada, e car-
vio animal en p a preso commodo.
Para bailes
e casamentos.
Na ra do Crespo esquina da ra do
Imperador n. 7, vende-se enfeites a tur-
ca para bailes e casamentos o melhor
que se tem visto at hoje. m
T v
Enfeites a turca.
Chegaram no ultimo navio vindo de
Franca, enfeites para cabeca ao gosto
turco, proprios para bailes e casamen-
tos o melhor e de mais gosto que se tem
visto: na ra do Crespo n. 7, esquina
da ra do'Imperador loja de fazendas
finas de Guimaraes & Lima.
Exposicao
DE
Candieirosagaz.
Liquidacao
NA
Loja de marinare.
Na laja de marmore vende-se ara li-
I qaidaco por pregos muita barato, a
I variado sortimento de fazendas do mo-
das para senhoras, roups feita para hoA
mesa a vestimentas para maoiooa a bem
m quadros a oleo para decoraejo de
40000
50000
6J000
89000
loaooo
12*000
140000
160000
181000
200000
250000
300000
Candieiros econmicos...,
Caodiciros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros ecooomicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros ecooomicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos.............
Candieiros econmicos..............
Nesta mesma expoaii;ioae encontraran todoa oa
perteoces para os meamos candieiros, assim co-
mo um grande deposito de gaz conhecido verda-
deramente primeira qualidade. pelo prego mais
barato que se pode encootrar oeste mercado, um
nqniseimo e variado sortimento de quadros de
phaolazii. e de imagem, assim como tambem
grande sortimento de quioquilharias, que por ama-
to ae pode ver ; na ra Nora o. 24.
'Vende-s o grande aitio denominado Caan-
os, sito Qjp fregueiia da Varsea, de muito boas
.TM* lu Jttaalraade, com urna casa de. talpa ji ooberta,
Vroa dita de fazer fsrinha, grande quialidada de
uZlOrtWflra*.' coqueiros. eto., etc., a
lamseea vendem-se duas vsccas que dio baalante
leite, urna dallas com a cria ii grande, e um bur-
ro manso ; a tratar as ra do Sebo o. .
. ***********
A 280 rs. o covado
de cassts francezas de muito bonitos padrees
4 palmos de largura, pechlocba aa roa ao
Queimado n. 22. na loja da boa f.
T,- VenJe"se o sobrado de tres andares da raa
do Vigario n. 20, e am solo os freguezia de S.
Jos, onde ae acham edificadas 160 casas, corn-
prehendendo aa roas de Santa lita, S. Jos, San-
ta Cecilia, Nogueira, Acouguinhos, ste. ; a tratar
na ra do Crespo, loja dos Srs. Adriano & Cas-
tro.
Loja de marmore.
i Ao bello sexo.
i Kecebeu-se grande porcio de fazen-
das que se baviam eneemmandado o
continua a veoder-ae para liqaidecio por
preco muito barate, entro estas as ae-
guintes: t '->
Para senho-as
Bournus de cachemira lo ultimo gos -
Ditos psra meninos de idades da t,
4, 6 annos, tambem de cachemira moilo
modernos a 5#.
VmJWo"! seda de. cores a S09 (com
m
:
l

&:)...... !
********* *****
Vende-se
Um eatabelecimento neala praca ean amia daa
melhores roaa de eommereio, cooteado para
mais de viole conloa de mercadorias, aando ama
terca parle de aeu valor a vista a daos portea ean
prazos convenciooados, com garanta : a tratar
oa ra do Imperador n. 05, teguado andar.
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios psra algi-
beira. pelo baratissimo nmeo da 0400 a dozja s
na ra do Ooeimado n. 21, loja da boa f.
Aos terceires da
veneravel ordem de S.
Francisco.
J chegou a verdi
loja de 4 POt^H
mba4iae
bem had
s.
desta fasando 40|. e tam-
tam a 28f cada
le a rateada por mdico proco-
Libras sterlinas.
Vende-te do escriptorio de Manoel lanado da
Oliveira o Filho, largo do Corpo Santo.^^
apromp
bem 1
um, e
i
-



.' ." i ;! -' .*..' r
MAJUO D HJUIAlLMaO.
QUINTA fERA K> HtfaUHU4>UIMCi
_____________________

ARMAZEM
DE
ROUPA FSITA
QBE I
Joaquim Francisco dos Santos.
40RAD001E1M4D0401
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Neete estabelecimento ha sempra um sortimento completo de roapa feita de toda M
cualidades, e tamben sa manda ezeeatar por medida rontade dosfreguezes, para o
qui tem um do* melhores professores.
Casacas de panno preto, 40, 35 e 30*000
hoileiro e vidraceiri.
Grande nova officina.
Trea^rtas. ^P
31Ra Direita31.
Soorecasaca de dito, 859 30900
Palitotsde dito e de corte, 35, 309,
55{{0O0, 109, 18 e 309000
Dito 'la;* si mira decores, 139000,
159. 1*9, 79 99000
Dito de *lpalta pret golla de vel-
ludo, franeexas ltgOOO
Ditos de ffirio-sUim pretos a da
coras, 9JO0O 89000
Ditos le alpak* dt cores, 5 e '39500
Oilos la lita prata, 99, 79. 5 3)500
0.tos ie brim decores, 5, 49500,
4fOOO a 39500
Ditos da bramante delinhobraneo,
JOOQ, 59000 e 4J0O0
Ut* u Ti^ria de cordio preto,
159000 a 8*00
Calsss ie casimira preta e de cores,
1*9.109,99* 6J000
Mas le jriaceza a marin da tor-
ci pretos, 59, 69509 a 49500
Dita de brim branca a decores,
5.00O. 49690 a 2500
Ditas de (tanja de cores 3000
Golletes de velludo preto e de co-
res, liioa e bordado, 129.9J 89OOO
uuos da casernf ra preta a de corea.
Usse bordados, 99,5500,59 e 35O0
59OOO;
89000*
29*00$
112801
390C
Ditos de setim preto
Ditos da seda e setim branco, 89 a
Ditos de gurgurio de seda pretos a
decores, 7g000,69000, s4$
Dito de brim e fastito braneo,
39500. 2J500 a
Seroulas de orm de linho,29 e
Ditas de algodao, 1,500 a
Camisasde peito de fusto branca
e decores, 59*00 e
Ditas de paito de linho 5$, 4| a
Ditas de madapolo branco e da
cores, 39, S9500, 29 a
Chapeos pretos demasta.rraneeree,
formas da ol tima modalOf ,8950t a7|
Ditosdefeltro, 69, 5|,4e
Ditos de sol de seda, inglezes a
franceses, 149, i*S, US o 7900C
Gollarinhoa de linho muito finos,
noTosteitios da ultima moda
Ditos de algodao 50
Relogios de uro, patentes horl-
sontaes, 1009, 909, 809 709000JI
Ditos de prata galvanisadoa, pa-
tente hosontaes. 40J 3D9O00J
Obras deouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rosetas a
armis f
Toalhas de linho. duzia 109000 69 ? 990M>^
Ditas grandes para mesa a 48000 a 59000]
J5800
ATfENt
Viva o paquete das novidades.
rko e basa moatodo eslabelecimefite en-
contrarlo oa fregueses o mais perfeito, bem ac-
bado e barato 00 seu genero.
URNAS de tedas as queMedes.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda
BANttBlRoS de todvaee tamannao.
SE Mf CU PAS ldam idaan.
BALDCSUasn ides*.
BAOASsdem ideai.
BAMR idea dem.
FOLHA em eaiso* ato. tsiaa ntpnicana
PRATOSimitando em perfeicao a boa porcel-
fana.
CHALEIsUS da todas aa
PANELLAS dem dem.
COCOS, CANDIE1ROS e flandree para fnei-
quer sortimento.
VIDftOS em caitas e a reUihode todos oa ta-
maodando-ae manos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recobem-se eacoaamendao de qualquer natu-
reza, concertos, que todo ser deiempenhado
conlalo.
Attenco.
aireadoTrapicheo.46,em casa de Bu r n
Rooker & C. eziate am bom sortimento de Li-
nhaa decores branca se mearreteis da melbor
bricatelal>giaterraasqaae aavendem por
drecos moinzoaeis
9999
I Nova california
S -M i
Fazendas baratas.
jNa ra da Imperatriz n. 48, junto a
* padara franceza. 2
Cortes de cambraa branca com babadi- 5
f'hos 49 e 49500 superior 59. cambraia U-
J za com 8 1[3 vara 3J. 3j>500, 49. ditas de J
Esc oasis em e 69, ricos en fei tes para se-
* nbora 69 e 6J500, sintos os mais delicados
para aenhora 29560,39, ehapefina para cri- J
enea gosto ingles 3*500,49, para baptlssdo J
' 5, cortes de vestido de seda Bscosseza de J
I bonitos gosto 129 estao se acabando, ri-
eos lengua delabyrintho 19. i$200. chapeo
9 da sol para senhora de benitas cores, Usos
59, cabo de marQm 59500, cortes de cam-
9 braia brancos cam flor do aeda 59. risca- 9
9 do fcancez 200 ris o covado, completos 9
9 tortimentos de baldes de arcos 3, sortl-
meotos de meias para menino a menina
200 e 240 ris o par. chales de tarratana
de cores a 640 ris, lencos branco com bar-
ras 160 ris chitas inglesas a 180 e 200 rs.
dita francesa a 2 iO e 280 ra. a envido
pecas de cambraia d forro com 9 Taras
a 2 : junto- a padara francesas. 48.
501Ra 4a Gadeia do Recife-50 A
* 2J800 e 2$.
Maaoel Goncalvee de Oliveira Santos avisa a
asas amigos a fsemnonei que est vendendo calca,
eoReM e psletot do trins escuros fraacezes por
alas ricamente bordadas para aenhora a
H*0, ditas a balas 3, 3f500 e 61, e mais ta-
za dea que so se rende barato.
S Gama k Silva.
Para acabar.
Cortes de casta franceza ie $ taita a 3 folhoa,
cam 12 e 13 varas a 39506'a 4f, nadad cortes de
Ha psrs vestido com 34 cralos a 59, peca de
cambraia lisa coas 8 9 jardas a 29500, 39000 e
39500, ahita larga franceza, covado a 3oO rs ,
csssas escurasfranotas, covado a 340 : a eilat,
que em vista da redmaa ea preco, pouco poda
aturar : na ra do Queimado n
Taixas.
nt
r.

Pois est torrsndo miodezas muito ba-
ratas, afim de spurar dioheiro para con-
sumo do paquete, ra da Imperatriz n. 54,
luja de Joaquim de A te vedo Pereira J-
nior, declara o seguinte :
Cartes de clcheles muito finos i 40 rs.
Caixas de ditos da trra a 80 rs.
Lioha do gaz a 10, 20 30 rt.
Dita de carretel, 100 jardea a 30 rs.
Pares de meias cruas e de cores para
menino emenina a 120 rs.
Duzia de meias cruas muito finas a
2J400.
Dita de ditas entre finas a 29200.
Lioha branca em earto, 200 lardas a
80 rs.
fscas para charutos a 60 rs.
Caixas eom palitos de Especia a 160 rs.
Frasco? de agua de colonia de Pirer a
440.
Ditos de cheiro muito fiaos a 800 rs.,
Lubin a 1J00O.
Jarros de bsnha pequeos a I96OO.
Ditos de dita grandes a 30500.
Frascos de baoha pequeos a 320,
grandes a 500 rt.
Sabooetes de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de mompolas a 320.
Dutia de meias cruas para senhora a
2*400.
Ditas brancas muito finas a 39300.
Fio de raz de coral muito fino a 700rs.
Espelhos de columna pede ferro a 1$500
Carteiras de igulhas muito finas a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finas a 800 rs.
Baralhos portuguezes a 120.
Ditos franceses a 240
Greza de botoes de Iouqs brancos a 120
Agua de Lavander muito fina a 640.
Dita frambuzia a 600 rs.
Tesouras muito finas para unhas e cos-
tura a 500 rs.
Caivetes de 1 folhs a 80 rs., 2 folhas
a 160 r*.
Cabo de marQm a 400 rs.
Meias airas para homem a 18 '00.
Proco fino de todas as cores a 400 rs.
Dito grosso idem a 500 rs.
Caixas de papelo eom alnetes a 120.
Pares de sanatos de 13a para homem
a 1*80.
Tesoura para costura a 200 rs.. e gran-
des a 640
Duzia de botoes de louca para paletols
Sipatinhos de merino a 19500, e vellu-
dinho a 29000.
Rosarios e cruzes de coco, 1 a 120 rs.,
eduzia a 19400.
Caixas com perfumara a 49
Estados
sobre oensino publico
pelo Or. Aprigio Justiaiano da Silva
Gmmaraes. Segunda publicacao.
venda na Hvraria dos Srs. Gutmaraes
Oliveira, ra do Imperador. Preco d
cada exemplar 2.
VENDE-SB BARATO.
Superiores capasconapridas*de gorgu-
rSo preto, manteletes modernos, tilmas
de croxe.__________________________
Vestidos de sede moderno de cam-
braia bordados, ditos de phantasia.
Sediohas de quadros, grosdeoaples de
cor. morpaotiaoe era corado.
Cambraias de cores modernas, ditas de
listras flngindo sede.
Sintos, leques, gollinhas e punbos pa-
ra roupao, esparlilhos modernos e pee-
tes de tartaruga,
Saias Dalo de todas as qualidades,
1 camisas para senhoras, ditas para me-
I nios. *
I Tarialaua, I, uiusselina, diamantina
e lazinha de cor.
Pulceiras de sndalo, luras de pellica
e chapeos para senhoras
3|mmmm.sH^.MmaM|Mw
1 WVWW9m ?Wf wnrm traWFWtrawwPw*'*
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & 8EG0
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res u. 47.
Um
K
TARA ACABAR
Colxas de l e seda proprias para
mas oa coberta de piano a 59.
ca-
Paletols de caseroira a 1J. ditos de *L
alpaca preta a 5*,; rna da Cadeia loja
9 n. 23 de Gurgel & Perdigao. #
mmmm $& #!
Vinho do Porto.
Marques, Barros & C. tem para vender superior
vinho do Porto, em caixas de duzia.
Veode-se o verdadeiro vinho de Lisboa a
500 rs. a garrafa, vinagre a 200 e 280 rs., e s de
Lisboa, frascos de ginebra a600 rt., que pechio-
cha, vinho do Porto a 19; s na taberna de Sao-
tos & C, ra do Gordonis a. 1.
Bramante de linho muito
superior.
Vende-te superior bramante de linho com duas
varas de largura, pelo baratissimo preco de giOO
t rara : na roa do Queimado n. 22, na bem co-
nhecida loja da baa t.
Aos senhores consumidores
de gas.
No armazm de feriaba, no caes do Ramos n.
18, est renda, gaz lineado da saibor qtulida-
de e rece o tomen te chegado.
PecMncha semgaal.
AI60rs
Sioturdet de seda eHa para homens e meni-
.-j ; oa roa do Crespo n. 18.
roupas fei tas, calcados o fazendas e todos
estes sa vendem por precos maito modi-
| ticados como 6 de seu costume.assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ultimot figurinot a
269,289. 309 e a 359, paletols dos meemos
pannos preto a 16|, 18J. 209 a a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
no vos padrdes a 149.169, 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99.109.129 a a 149, ditos pretos pe-
lo dimiauto preco de 89, 109, e 12g, ditos
de tarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordao a 129, ditos
de merino chinez de apurado gotto a 159,
ditos de afosca preta a 79. 89, 99 e a 109,
ditos siccos pretos a 49, ditos de palha de
teda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 89500, 49
e a 495OO, ditot de fusto braoco a 49,
grande quaotidade de calcaa de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
Sardas a 39 e a 49, di tss de brim decores
nasa2|500, 39. 33500 e a 4f, ditas de
brim brancos Unas a 49500, 5g. 59500 a a
69, ditas de brim lona a 59 e a 65. colletea
de gorgurao prelo e de coras a 5| e a 6J
ditos de casemira da cor pretos a 4$50
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4f,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
caigas de merino para luto a 4f 500 e a 5|,
capas de borracha a 99> Para meninoa
de tolos os lmannos : calcasdeeasemira
5reta oda cor a 5f, 69 e a 79, ditna ditas
e brim a 2J, 39 e a 39500, paletotsssc-
eas de casemirs preta a 6f e a 7, di toa
de er a 69 a a 7$, ditot de alpaca a 99,
sobrecasacos de panno prato a129e t
14, ditot de alpaca preta a 99, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninoi de todos os laman hos,
meios ricos vestidos de cambraia feitot
para meninas da 5 a 8 annos eom cinco
baados liaoa a 89 e a 12J, ditos de grga-
ra* da cor e de lia a 59 e a 69, ditot da
brim a 39, ditas da cambraia rica menta
bordado para baptiaadot.e mullas outraa
Utaatdae roupat fUs oae deixam te
ser mancioaadaa pala sua grandeqaantl-
date; tasisacomorecebe-setoteequal-
quar eoeonsmaoda da roapao para a
maadar enaanslaetarar a qu para ette (hn
taaaaa am completo sortimento de ftzeo- '
S^Jf*?** ndoeaa da tl-
faiaaa dinite par asa hbil eteatre que 1
pala asm piotaptidloaperfalelo aidadef-1
xa a daaejar.
:
urna t
loja da
T'
Novas pechinchas
na loja do Pavo.
Veode-se gorgurao de la padroea muito miu-
dinhos proprios para vestidos de senhoras e me-
ninas a 400 rs. o covado, tendo 4 palmos te lar-
gura, sendo tambem esta fazenda multo propria
para vealidos de pasear a festa no campo ; na ras
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para coatas a facturas, papal mata-borrao ; van-
de-se na loja d'aguia branca, ra do Queimado
oamero 19.
A i$ o corte
de calca de meias casemiras escuras de
cor; na roa do Queimado n. 22, na
boa f.
Gaz liquido.
Em cosa de Samuel P. Johoston &<.., rita da
SenzalaNora n. 42, vendem-se latas com 5ga-
Idet de Karoaioe.
Na ra do Queimado n. 10, loja nova
de i portas, vendem-se as seguintes
fazendas de apurado gosto, e por
menos prco do que em outra qual-
quer parte.
{ticos cortes de cambraia branca bordados a
20, 25 e 309.
Ditos de seda de cor a iquila a 80 e 909.
Ditos pretos bordados a relindo a 00, 70, 80 e
909000.
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 309.
Ditos de dita prata a 20 e 30A.
Ditos de barege com babados a 15 e 209,
Riquissimss capinhas de velludo bordadas
com mangas s 60, 70, 80 e IOO9.
Lencos de linho bordados a 3. 4, 5 e 69.
Ditos de dito lisos, duzia a 6, 7 e 8$.
Ditos de cusa com bico, am a 120,200 e 240
ris
Maetas de grosdenaple abortas i renda, umi
a39000.
Chapeos de palha para senhora, um a 8e 109.
Ditos de pellica Garibaldi, um 159.
Chapeos de sol de se la para senhora, um 49.
Riquissimos cintos dourados a 3, 4 e 59.
Vendem-se 3 escravos, sendo 1 pega ; na
ra da Gadeia do Recife n. 50, primeiro andar.
Atteo^o.
GaUlornU de fazendas
por t4o pree o, na tua
do Queimado b. 45 na
bem conueeula Yo ja do
ser lanero.
Ot proprietarios dette estabelecimento estao
tazando urna liqoidacao sem limite da preco e
porisso previne ao respetarel publico e em par-
ticular aos seus freguezes que prestem atlenc8o
para o que vai abaixo transcripto.
Coleles de velludo de cor e pretos a 59, ditas
de gorgurao de seda a 3 e 43 camisas france-
zat a lgzSO. calcaa da brim, de ganga a 3| e S,
duzias de meias para senhoras a 39 e a 49, ditas
para meninos a 29. ditas para meninas 29500.
ditas pars homens IglOO a o par a 140 e outras
muitssqualidades por todo o prego, chapeos de
castor braoco a 109, ditoa do teda a 5g, pannos
para mesa a 49 com bnlotaa, ditos ditos 39900,
aberturas brancas a 280 e de cor a 280, chitas
boaa a 120 o covado, obras feftaa de todas as
qualidadea aaaim como tamben tem cbalin de
orna cor a 540 o covado, manteletes pretot por
lodo o preco a 16{, chapelinhat para seehora a
59600, enfeitet da vidrilho pretot e de edr a 2f,
lencos grandes de gorgurao de seda pretos intei-
roa 19600 olfBOO. grvalas a 640, MO a 320, veali-
dos de aeda pretos a 41*9 fazendas que caalou 60f e
709. assim como tambem de cor pelo mesmo
preco, ditos que nos cottaram 1409 ditot borda-
dos da velludo a 809 a a 609 cada um, aaaim
como temos velludo preto a 29500 o covado, dito
de corea a 29500, (116 bordado a 19 a vara, mui-
to Baos challes de Irocot a 4f e 59 cada am,
meias pret is e braotae da teda muito finas a
19900 e29 o par,ditos de seda lisas para senhora
t 709 re. a par assim como bordados com bico a
lJ6O0opar colarinhos de algodao a800rs. a du-
zia oam 100 rs., dileedeNnho 1 40%. um, ts-
sim como tem golaa maogaiuis a amistabas,
raatenaples de corea e pretos setim preto
macea, cortes de catemirae da cores e pre-
tal, asidas de bailas, tute por proco que eenler
aa fregus o qwe garantimos que nao taanjttta
tfiahelro.
Km casa da Adeseson, Heaie 4 C, cuate
Trapiche Novo a. 42. vade-ie :
tlhat da artica Barataseta,
iLonaaiaia.
fiada vatt. v
Sup-riares tic tas de todat at corea.
Grande exposico de fazendas
baratissimas, na ra da Im-
peralriin.60, lja do
PWUaV
Vende se cortes de phaota-
sia, faienda J muito gosto
com babadas pelo diminuto
preco de 4#500; na ra da
Imperatriz n. 60, loja que tem
um parto do lado de frr, (is -
topara nao haver onganos.)
3^500.
Vende-te ricos cortet de cambraia de seda
eom arental ou duaasaiae a 31500 : na roa da
Imperatriz n. 60, loja da pavao.
3,200,3,500 e 4,000.
Vende-te Bataeimoa cortes te cambraia bran-
ca e te cor com riout e mais babados pelo dimi-
nuto preco de 89260, 3J3O0 e 41: na ra da Im-
perairia n. 60, baja te pari.
A 15#000.
Vende-ee fioicissimos sortet de cambrsia bran-
ca com bordado muito deMeado preprios para
baile ou casamento a 159>: na raa te Imperatriz
n. 60, loja do pavo.
Nova peclimcYia.
Veode-se flnissimaa pecas de cambraias fran-
ceza* te eatacinhaa coas *7 Ij2 vara pelo dimi-
nuto preco de 8$ a peca, ditas tea mesmas eom
8 3j4 veras pelo preco de 4| a pega, tambem se
vendem daa metmaa a 500 ra. a vara, sendo
brancas e de cores ; na roa da Imperatriz o. 60,
loja do pavao.
PuptUaa a <&0 rs.
Veade-se pupelina de quadrinhos a imita cao
de sedinhas de qaadto pelo diminuto ptteo de
280 o covado: na raa da ImperaUis n. 60,
loja do pari.
CfealT a 500 rs.
Venda-ae chaly muito Ano a 500 rsv o cora-
do : na roa da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Sedas a ovado.
Vende-te grosdenaplet preto muito encorpado
a 19600 e I98OO, ditos de cares aftl, cor de rasa
e cor de cana mais barato que em oulra qualquer
parla; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Sedas de quadrluYios.
Vende-te. tedas de quadrinhos fazenda muito
encorpada a 500 e 640 rs o covado : na ra da
Impetatriz o. (O, loja do pavao,
Cassas com salpico graudo a
200 rs.
Vende se csssas com sslpicos graudot e littrat
a 200 rs. o covado, fazenda muito nova : oa rna
da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassas pintadas n.uito miadinhot
padrote a 240 rs. o corada : na loja te raa dt
Imperatriz onde esta o pavao.
Sentido ao Pavo.
Vende-se neste estaheleeimeolo um grande e
variado sortimento de fazendas tasto para ho-
mens como para senhoras, de tedas as fazendas
se dio amostras com peohor ou mandam-ae le-
var em casa das familias pelos calxeiros da casa,
assim como o respailavet publico achara todos oa
das uteis este estabelecimepto aborto dat 6 ho-
rs da manhaa as 9 da noite.
Cera A. dinheiro.
Vende-se ama pequea porcio de cera de car-
nauba mullo aos, qae se acha depositada noar-
mazem da Gompaohia Pernambucaaa i commo-
do proco.
Baloes para meninas.
Vendem-se baldes psra meninas, de todos os
tamaitos, de madapolo e de musaulioa a 39 o a
49 : na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gr-
valas.
Vendem-se mantas de retroz para gravatat,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado o. 22, na loja da baa f.
Meias baratissimas.
A 29400 a duzia de pares de meias brancas fl,
oas para homem : na roa do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A' loja da boa [ na ra do Queimado n. 22,
chegou noro sortimento de ricos cartea de vesti-
dos brancos bordados com 2 e 3 babadoa, os quaes
continuara a ser vendidos pelo baratissimo preco
dea cada corte : 01 ra do Queimado n. 22, na
bem coohecida loja da boa f.
Cassa orgaodys a
280 rs., na loja do Pavo.
Veode-se muito bonitas caasss organdys a 280
rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 60, loj
do Pavo.
Para cortinados.
AO PAVAO*.
Vende-se pecas de caasa adamascada propria
para cortinado 20 varas a 8J : na ra da Impera-
triz n. 60, loja de Gama & Silva.
vende para paletots.
Llazieha maito miudinbas de cor eteura pro-
pria para calcaa, crlete e paletots a 400 n. o
covado: oa ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Roupas feitas ba-
ratissimas,
Attenc&o
Veode-se confronta o portao da [fortaleza das
Cinco Pontas o seguinte : carrocas para boi, dita
)racarallose para agua, carrinboa para traba-
ar na alfandega e carrinhos de mi, rodas pa-
ra carracas para carrinhos, eiios para ambos,
torradores para caf com logio, boceas de tornos,
bandearas te arcos te rodea am qo alidades, do-
bradicas de chumbos de todos os lamanhoajecha-
duraa te ferrolhoa, tranquilas, larra te embutiH
de todat oa tamanho, ferrolao da chata.
Lencos para rap.
Vendem-te lencot fioratimot de lioho proprios
para ot tabaquistas por serem de cores escuras e
fizas, pelo baratissimo preco de 69 a duzia ; nt
ra do Queimado o. 22, na bemeonhecida loja da
boaf.
Nova remessa de maeaes
Nova remessa de majaes.
Nova remessa de maeaes.
Nova remessa de maces.
Sodr & C. recelera nova rtmesta de ma-
ces, e esto vendendo a IO9OOO cada urna cai-
ra coa 200 majaes: na rna estrella do Rosa-
rio n. 11.
Ricos cortes de medina de
seda.
Reducco em precos para
acabar.
Vendem-tt na armateas te Braga, tas 4 C
ns ra da Moeda, taixas te tarro tate, te asi
seredilido fabricante Etevia Masa, a 1M rs. por
libra.
Feijo de corda
no armazem de Tassa rmeos, raa te ISiStlBl
n.S5.
Vente-te em eaat te Adamara. Marte 4
C, ra do Trapiche Noven. 42, biacailat i
tertidos.em pequeas latas.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f na rna do
Queimado n. 22 as encontrar am
meato te superiores lint resete
qoa te vendem pelo barato preto te'.
e 5?>00O ris a peca, adveraade-ee q
de urna peca de cada padrlo, qeeen maia 1
andar melbor servido para, na
n. 22 na loja da Bos-F.

Rua do Queimado n.
loja de A portas.
2 Vende-ee chapees te coste
W pade &.
m Chapeliaaa de seda para teohott a 9
i Chapeos de palha para sesmera a Tra-
5 *it 109.
% Ditos da pellica s GarlbeUi a 149 t Ma
gm Camisas para senhora a 89.
A loja
mero 22,
vestido de
a fazenda
da Boa-F na raa de Queimado u-
scaba de receber ricos cortes de
medina de seda de lindos ptdrdet,
mais fioa. mais nova e mais bonita
que ha no mercado, cada corte tem 20 e 21 co-
rados, e vendem-se pelo baratissimo pre^o de
239OOO o cort; as senhoras de bom gotto que
tiverem de assislir a bailes e a cass mentas, se
quizerem lavar um resudo da ultima moda
mandarem ver na mencionada loja da Boa-F,
oa rna do Queimado n. 22.
Novidade do Pavo.
Vende-se nissimos cortes de cambraia de
babadot largos e de duts saias fazenda queso
veodeu a 109 pelo diminuto preco de 49: na ra
da Imperatriz o. 60, loja da Gama & Silva.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-st fil liso muilt Sao
tarstsua branca nraito laa, tanto asta
mo outra aio proprias para vestidas, nao a
bailes corno para aatiotir-ao a catataeilot, oa
antea que o acabe aa raa da Qaetanate a
oaloia da Boa-F.
Potassa da Russia.
Vende-ae potassa da Russia te maia '
superior qae ha no mercado a t preco multo
commodo: no escripiorio da Maaoel Ignacio te
Oliveira Si Filho, largo do Corpo Santo.
Ruado Queimado u. 19,
Armazem
A ypH
dacao de certas:
fazendas finas, i
RA DO CRESPO N.17. f
Riquitaimas ehapeliass de teda pira
senhoras, de diversas cores a 129.
Cassas de cores bonitos padres a 240
rs. o covado. 9
Cassas e organdys da cores a 280 rt. o 9
covado. 9
Chltaa de todts ss qualidades e precos. 9
Muitisaimas fazendas finas que te ven- a
dem por preco* baratistimea para liqol- O
dar, do-se amostra das fazendas.
Ch
de fazendas.
DE '
SANTOS COElHO.
les de merino estampados fiaos cosa listas
Superiores organ-
dys*
Na lojo da boa (, na rna do Queimado n. 22,
vende-ae Bniaeimo organdys de mallo lindos pa-
dres, pelo baratissimo preco de 720 rt. t vara,
fasends de 19200, e quem nao andar muito de-
pressa ficar sem apecbiocba ; na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
e franjas de seda 19f.
Toalhas de fusto a 500 rs. cate ama.
Gravalinhaa de cassa muito liadas para a-
men) e merinas peto baralistimo prece te 100
rs, cada urna.
Chalet de merino lisot te tedas te carea.
Cortet de phantazia da seda nato arala preco
de 89.
Cobertai de cbita gosto chinez a 11800.
Lencee de panno de nabo a lote.
Ditos de bramaste grandes a 3S300.
Vestuarios de teda para meninoa a saetease
189000.
Cartea da casemira finas s 4f909.
Cspellas brancas para Doive a 59.
Brama Dte de linho eom 'O palmea a 2f a '
Sortimento de baldea para taahora a
Bramante de algooao eom 10 palmos
a 19280 a vara.
Casemiras a
4.000 o corte, na
loja do Pavo.
S
Em casa de Kalkmann limaos (
& C., na ra da Cruz n. 10, exis- (
te constantemente am completo (
sortimento de <
Vinhos Bordeaux de todas as (
qualidades. 1
Dito Xerez em barris. t
Dito Madeira em barris e caixas. j
Dito Muscatel em caixas.
Dito champanhe em gigos.
Cognac em barris.
Cerveja branca.
Agua de Seltz.
Azeite doce muito fino em caixas. 1
AUaiade em barris.
Cevadinha em garrafes.
Vende-se fimssimos cortes de 1
ra entestada de cocea pelo
preco de 4# o corte para calcas,
como tem das mesmas para vender a
2#400 rs. o covado praprias para pa-
letots, calca e collete, recommenda se
muito esta fazenda aos Srs. altaiates que
costumam a fazer roupa para Tender,
porque tSo cedo nio acbm urna pe-
chincha igual : na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
Gravatas da moda.
Vendem-se gravatiohaa estrellas saatto tape-
riores, tanto pretas como de corea, pato ttrtdat
timo preco de 1 ; nt raa do Qeeisaete a. 22,
ni loja da boa f,
Manteiga iogleza flora
800 rs. a libra,
francesa a 00 ra., toneiohe 1390, arroz a 100 ra..
cevsdinha de Franca a 1(0 ; at raa di
n. 21, esquina da travest do Oavidor.
LOJA E ARMAZEM
DE
SeUlna, Unten a airaiea para carca o cakriolaW
NO
armazem de fazendas e
roupas feitas
DI
Raymundo G. Leite & Irmo,
N. IRa da ImperatrizN. 12.,
Neste armazem que ora se acha bastantesortido
de roupa feita da lodaa at qualidades, tanto pa-
ra homem como pira mininos, te estae veadendo
aa meamat or terttmoimoa precos, como te-
jara : sobrecasacos de panno Ano, obra inteirs-
saenta bet aei- ser feita a mederai t 29djuuO. ci-
tes de panno snnerior, obra do melbor que aa
pete deiejtr a 309000, pa Utos de casemirs finos
a 18|000, Cites tacos, abra te materno gotto t
29U00. CUos da me dita adaOO. eoletea te
rerorra te corea Bas a 49000, ditos dt brim
rorea e brtacea a 2I599, cerea te dito finos
a afoOO. 4aat e 69000. paletea casocos da alpa-
ca oteo mosto boa mmt ees de alpaca atoa a 81090,
dito dito cecee a 89SOO a 4*0*0. issrmsa te
aacastka a o I titee goest, acate proeite noUr qae
eso te caaemira tnlcmcia a StfOOO. eacato
franeeaaa naito de liana, meito fioas a 159000 a
datia; naonato tambase muttet eatraa faaoaCas
obraa foitaa, aa qaaea todas se rtntem par
atoaos multo commodos.
Joaquim Francisco dos Santos.
40la do QueiDiad.40
Defronte do becco da Congregago, letreiro verde.
VENDE-SE 0 SEGUINTE:
Para casamentos.
Ricos cortes de vestido de fil oa blond de seda branca com ramo c ctpells, a
moderno e tuperiorqne ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca
mais
cares.
bordados c branca c
Ditos de tartttana branca bordados a braoco a coreo.
Ditot de cambraia branca bordados t ranee eom asalta elogiada.
Saias bordadas.
Riese saias de cambraia branca bordadas com o maia aparado gosto <
qca ha 00 mrcete.
Ditos da ditc recortadas mais baratos.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordados com malla
mais moderna a mus superior que ha no mrcate.
Manteletas.
Ricos maateletei de tedi de cores e pretot bordados e litot coa eafeitac baa
como trrendidos, por precos commodos.
3|000 apega.
Pecas da cambraia Esa torca #>scaan6 a 6 1(1 raras, muflo barcia.
Lencos.
Rices lacees te eambreti de linho hordatet a 89,49 e 9f cate aa.
Chalst
Rteoccaatocte toaemiet ara tees hordodoo te ponto roteada a te ? paaai
Alem dos (atenda seimamencionadas tem am grande sortimeato tel
quslidsdes. qaa-aae potsivel steaeiooar-te pelo grande espeto qoa tata cric.
O O^OiO



OttM 91 riUUHSBCO. QUIMA FEIBA JO OB OBTOBRO MWei.
lelhores que ha no mercido e 9*600, *600
vapor a 3*600, ejos do vapor paseado a
La rito da Poulia
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
SKVut5l2lh-d0!!.PWleeipt "' 8U. M8UW". salmeonw aoa euuborea da praga, de enge-
com comoufnq.ri1mr.*,5 "nle 1u,wremT8e fregueiar neste esta bekri ment. qe se acha
llf^^&lIllTea^46^mt0\Ottat$D0V0t ^"ado e por areme maior
Sn !^ ^* C0DU *roPria Ponanl reaolvido a vende-lea por menoe 10 por cento
rfA. ?i 1u*l ni P /8 meno? Pr^co lao Dem. como se oa aenhorea vieeeem peseoalmenle. para o que
? yaroprietario em preslar loda atlengat). afim da contiawrea a mandar comprar
!Ji v ^eD(las,*erlof ** 1ue loda q>q* encomaieuda comprada neste estabelecimento
acoarpanoar urna contaimpreaeacom o mesmo Ululo de armazem Progresao.
Mamteigt inglez* perfeito mente fot, imo llbrt eo4e_
ae poreate prego nicamente peta grande por^o que tem e ae for en barril "se fara abtiaento
WPt traneexa m ,.. libr. e bril a ^ M#
Clia perol a nysson e preto M ne*
e 1*600, afianca-se a boa qualidade.
* ^tct* relmtl eh*adM 1U"
moar og m,js M,M que h, no Bercjldo eB Mi,iDhM pequeas
a 80 re., ditas de 8 libras por 29500, e em libra a 320 re.
Pregunto **ftamlweogUl.700ri..Ubra.
Prezunto de lamega, 480 .. 1br, iDteiro, H0 m
Sevada
~^* '**"* a mala oora que ha no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4J500.
Espermasete ,760 r, libra> en MlM, 740 rt
lAUm eom Miikli de soda da ,...,. qu.H lata eom peixe em posta de BuU qu.lidade,, 1#400>
Azeitonas multo novas, 1S000 ri 0 barril a retilh0,320 wnifa
Doee de Mperche em UM d6 2Iibr por mw
^a** par podim a 800 rs. a libra.
Bauna de poreo retinada. 480 ri. a llb,., em b.rril. uo
. A \* mai,n0Ta d0 mercado a 900 ra., a em latas da 2libra por 1700
ano. primeira vez que vieram a este mercado a 640re. a libra.
CnonrUjas e palos aaii0 D0T08. wo 1bri
PalUos de dente Uxadoscoin 20 macinb0, por200 .
^ocolate f raneez liaoo r,. libra> diUo portBgnez a 800
me lana imperial d0 famad0 Abreu de oulr0i muit08 fabrieate8 de Liaboa
1JHJ00 rs. a libra.
winnos em pipade500#5We640r- agarraajmcanadag- 3#5004gooo^g^,
eJ* das mtis acreditadas marcas a 59 a duzia, e em garrafa a 500 ra.
** para sopa a mais ora que ha no mercado a 640 ra. a libra.
rrr.Tiin. m..7 i _eD8a""f" Carcrellos, Muscatel e Bordeauz a i$ a garrafa, e em caiza de urna duzia ae far aba tmenlo
*\ ai8 D0T0 n>Po que ha no mercado a 160 r. a libra e em arroba a 5*.
' ditas inteirw'a*1?eitS me]horet ue M Podem dMe" em 1la 500 m..
__. "^^ melhor Peco que Pode haver por estar prompto a toda a hora a 1 a libre.
laiolo de amendoa <*> k <*
.-----------a 800 ra a ubMt dlla com caMa a i^ ri>
3iozes mult0 DOyag a 120 rg a libra>
Cnstannaspiladasa240r,,libra;
^*aC miito superior a 240 re. a libre, e a 7 a arroba:
*%.rro7
d0 Maranho a 39 em arroba, e em libra a 100 re.
montano lft iibr,iSe for em por?aote fira abatiente.
Sevadinha de Pr,nca. 240 a libra>
9af{n muito doto a 320 re. a libra.
XoneinnO de Lilbo. a 360 re. Ukue a 109 a arroba.
Farlnna do WaranMo a maii n0Ta a 160 rs a llbr.
Xoneinna inglez a200r. libra
Pasaas em eaUinnas de8 llbrM. woo cada UBa.
curar SSSSmSSS^ m"COn'do ePconl"r respeitavel publico ludo qu.nto pro-
Gravatnhas d raz 4e
coral,
o melhor que poasirel. Vende-te mui bonitas
grafatiohas de rail de coral com duae e tres
Toltage lacoa nag pontaa, aendo ellae bajtaale
compridae, avista do que ate baratissimae a
J9500 e 39OOO : auim borne barato i naloja
d agaia branca, ra do Queimado n. 16.
Bom e assim barato
ninguem deiza de comprar urna pasta para pa-
pel por I9OOO. Na loja d'aguii branca acha-ae
umaporcao de boaa e perfeitas pastas para pa-
pel com calendario perpetuo, e ndice das fea tas
mudareis, pelo que ae tornam de muita utili-
dade, e o pequeo preco de 1000 Cada urna
convida a aproveitar-ee da occaaiao em que ae
eilao ellas vendendo por metade do que seui-
pre custuram ; aasim dirijam-ae a ra do
Queimado, loja d'efuia branca o. 16, que ser
bem aervido.
Vestidos brancas
bordados.
Anda reatam al^ons cortes de vestido* brancos
bordados que continuam-se a Tender pele bara-
tisaimo preco de 59. om t e 3 baba dos, da ra-
a : na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
Relogios baratos.
- N*f ruNoTa n. 21, ha grande porcao da relo-
Rios foliados, douradoa e de ouro, patentes e ori-
lonues.suisaos e iugletea. oa quaeaaerao Ten-
dido pelos pfecos da faclura. Cada relogio leva-
r um recibo a qua ae responsabilisa pelo re-
glamento durante seis meica.
Rival
semsegundo
Narui do Queimado n. 55, loja de miudezaa
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezaa pelos
procos abaizo declarados, e renham logo nois
esta acabando.
Caizas com agulhaa francezaa a.......... 120
Novellos de liona para marcar a 20 rs. e.. 40
Ditos de liona de cores e muito grandes a 40
Carretel de liuha, superior qualidade a.. 30
Liona branca do gaz a 10 rs. e........... 20
Dita dita,a melhor que ha, novel lo grande 60
Pares de meias de cores para meninos a 120
Duzia de meias cruas muio superiores a 29400
Dita de ditas ditas a...................... 29000
Pares de meias de cores para meninos a 160
Linha em carto Pedro V a.............. 20
Caizas com phosphoros de segaranca a 160
Caizas de folhae eom phosphoros (so a
caixa ral 100 rs.) a........ ........... 100
Duzia de phosphoros do gaz a.......... 240
Frascos d'agua de colonia superior a.... 400
Ditos com cbeiros muito finos a........ 500
Duzia de meiae muito finas para senhora 39OOO
Caizaa de apparelhos para menioosa 240 .
n. e.........., 500
Transas da la e delinho sorlidas a...... 40
Sabonetes grandes e superiores a........ 160
Groza de botos pequeos para calQa a.. 120
Grozade botoes de Iouqi a.............. 120
Varas detramoia superior a 120 e........ 160
Groza de peanas de ac a;............... 500
Carteiras muito superiores a............ 500
Biralhos portuguezes a.................. 120
Tesooras muito finas para costura a.... 400
Ditas para unhasa240e.................. 400
Baralhos para voltarete a 210 e.......... 320
Fraacoadebaohadeurcoa................ 640
Frascos grandes de lavando ambreada, su-
perior qualidale a.................,.. 800
Frascos de oleo de babosa a 320 e...... 500
Frascos de danba muito-fina aStOe...... 320
Agulheiros com agulhss a................ 80
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda,
franjas e galo com la eos
n *.s orlas.
A loja d'agnia branca acaba de receber um
doto e bello sortimento de cascarrilhas de seda
com dass relas flngindo pafo, o melhor que se
pode dar em tal genero e vende a 2f a peca, aa-
sim como franjas de seda de diversas coras a lar-
garas por pregas admiravelmeote baratos, a
tambera um noviaaimo gal&ozinho de anda com
lagos as relas proprios a da muito gosto para
enfeltes de vestidos. A baratez ceas que a lefa
d'agnia branca ooatuma vender oa objecto '
bem conhecid e agora compreva a neis com a
limitaco dos precoa porque asta vendando os
artigos cima, para vericar-sa dirigir-se coa
dinheiro a dita laja d'agnia branca, ana aVo Quei-
mado n. lf, que oa reaiidade asharao barateza,
1 euxcrdjtde.
VeDdtni-ie ns praca da Independencia na. 37
e439, loja de Antonio Angosto dos Santos Porto,
capelias de iromortel para 2 de novemhro se bo-
tar no cemiterio publico, com os nomes seguio-
Hinha esposa.
Mea esposo.
Minha mai.
Meu pai.
Meu fllho.
Mioha fllha.
. Urna lagrima.
Elern amisade;
Saiadades aempre vivas.
Vendem-seosengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, b se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Ruada8enzala Novan.42
Venda-ss am casadsS.P.JonhstonAC.
sllinsa silhasQglezes.candeairof a eastieaes
bronzaados.lonasagieses, lo devala,chicote
paraearros, e moniaria.trreiospara carrode
um eloui cvalos relogio ida ouro patente
BgltX.
Relogios.
V.nde-a. n casa daa|phDStOD Pater 4 C,
roa do Vigario n. 3 um bailo sortimento da
relogios de ouro, patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambera
a variedade de bonitos Irancelinspara 01
meamos.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-ee carros americanos mui elegantea
e leves para dnaa e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo um elle possuem map-
pas com varioa desenhos, tambem vendem car-
rocas para conduccao de assuearetc.
C hegou a apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
d entes
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
va remessa da mui proveitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e denles. O bom resul-
tado de tal agua j nao aoffre duvida como sa-
bido pelas immensas pessoas que a compraran),
e que 8enliam a falta dalla, e ae que de novo
comprarem aeharao que o uso della faz conser-
var os denles saos, lirrando-os da carie, fortale-
cer as gengi vas e tirar o mo hlito da bocea,
dando mesma agradavel aroma, podendo-ae
mesrno uaar della nio s pela meobaa como a
qualquer hora, e com acertdepois do fornar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando ae tenba de
eahir para ler-ae a bocea aromtica : para isso,
porm, baslam algumas gotas della em agua pu-
ra. O proveito d'agua balsmica aioda chega a
mais, ella serve com acert e promptido para
acabar a dor de denles, ensopando-se nella um
bocado de algodo e deitando-o no buraco do
Jente, esto adormece e em pouco deeapparecea
dor. Para.se obter nm fraacode lio proveitosa e
apreciavel agua balsmica, dirigir-se com 19
loja d'aguia. branca, ra do Queimado o. 16, ni-
ca parte offffe ella se veode. Adverte-se que os
frascos vo marcados com o rotulo da dita loja.
Peitos de esguio de algodo
para camisas a 500 rs.
Na loja d'aguia branca vende-se maito boos
peitos de esguio de algodo para camisas a 500
rs. cadaum, dinheiro a vista : na loja d'aguia
branca ruado Queimsdo n. 16.
Gestinhas de Hamburgo.
S na loja d'agnia de ouro, ra do Cabugi n.
1 B, quem receben um completo sortimento de
lindas cestiohas de todos os tamaahos proprias
para meninasdeeacola, assim como maiores com
tampa proprias pera compras, balaios proprios
para costura,ditos proprios psrafaqueiros, ditos
muito bonitos par brnquedos de meninos, di-
tos maracas pintadinhos que se vendem por pre-
gas maito baratos-
SABAO.
!
Joaqeim Francisco de Helio Santoe avisa aaa
seua fregueses dea te praga e oede tora, que tasa
ezpoeto venda sabio da ana fabrica denominada
Recitano armasam dos Srs. Travassos .fautor
* C, na za de) Amorta n. 58; maaea amarella,
caeUnha, preta e atrs qualidade por aener
preco qae de entras fabricas. No masme arma-
bem tea leito osan deposita da valae da camaa-
zasimples sem mistara alguaa, como as da
omposigo.
4 loja da bandeira
Nova loja de funileiro daj
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonsecs participa a
todos os sous freguezea tanto da praga
cmodo mato, e juntamente aoreepeita-
velpublico, qualomou a deliberagao da
baixar o prego de todas as seas obras, por
cujo motivo tem para vender nm grande
sortimento de bsbs a bacas, ludo de
differenles tamanhose de divaraas eores
em pintura, a juntamente nm grande
sortimento de di versea obras, contendo
banheiros e gemelas compridas, grandes
e pequeas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, latas grandes para conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandea e pequeos ao uao do Brasil a
camas de vento, latas de arroba a 19,
bahs grandes a 49 a peque noa a 600
rs., baeiaagrandes a 59 e pequenaa a
800 rs.,cocos de asa a 19 a duzia re-
gadores regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ha pintados e em braceo e tudo mais
ae vende pelo menos prego possivel: na
loja da bandeira da ra da Gru do Re-
cife o. 37.
mmmmHmm mu mmummiR
ULTIMA M)D1
40-Rna do Queimado-40
_ Ricos manguito de cambraia bordados, a ba-
lo, o maia superior que ha no mercado, vindos
no paquete francs de 13 do correte mes, e
tambem um grande sortimento de chales de me-
rino de todas aa qualidades.
Barato.
Linha da carretel, 200 jardas a 60 rs.
Clcheles fraocezes, caizinha a 60 rs.
Agulhaa francezaa, eaizioha com 6 papeia (es-
to principiando a terrajar) a 120 rs.: na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
1*. O. Bieber & C, successores, ra da Craz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro e prata.
Saiasdecordo.
superiores saias de coriHo a 3|, 39500 e 49
ditas alcozoadas muito superiores a 59 ; na ru
do Queimado n. 22, loja da boa f.
Tinta preta commercial
melhorada.
HOT
arnaaem em progresso
JAR
Jos de Jess Moreira &
tompanhia.
Ra estreita do Rosario, esquina da ra
das Larangeiras n. 18.
Vende-aa manteiga iogleza perfeitamente fiar
a 800 e 7W ts.1I! dita francesa a 640, em barris.
de urna ou de oulra faz-ae-ha abatiawnto, cha
hysson a 2J700 a libra e a 29*240, queijoe de ulti-
mo vapor e 29 ; alem testes, todos os maia g-
neros por menos do que ea oulra qualquer es-
ta bel eoirr. en lo. RespoDabilia-e pela boa qua-
lidade.
Chapeos para senhora.
Ricos chapeos de seda e de vallado pare se-
nhora, pelo baratisslmo prego de 15 e 169: na
ra de Queimado n. 2J, loja da boa f.
Lindas eaixinhas
com necessarios para costura
Acaba dechegar para a loja d'aguia branca mui
lindascaizinha matizadas,com espelho, tesoura,
caivete, agulheta, agulheire, dedal e ponteiro,
tudo pratiado e de aparado gosto. emQjn urna
caizinha excellenle paxa um presente, e mesmo
para qualquer senhora a possuir. e vendem-se a
109 e 129 : na lo.a d'aguia branca,ra do Quei-
mado n. 16.
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
da a 2$ 500 a peca.
Na loja d'aguia brancaartambem se vende mui
bonitos e finos lengos de cambraia imitando seda,
isso pelo baratiaaimo prego de 29500 a pega de
10 lengos. E' esas urna das pecbiocbas que cusa
apparecer, e quando assim approveir-se da
occasiao, porque elles servem tanto para algibei-
ra como para meninos, e quem oa vir na loja
d'agnia braoca, na ra do Queimado n. 16, lera
vontade de comprar mais de urna pega, tal e
bondade dellea.
Vende-se um rico presepio' obra de bom
gosto e bem construido : na ra da Aurora nu-
mero 66.
Vendem-se saceos com milho novo ; no
armazem da roa da Senzala* Velha n. 144, com o
fundo para o novo caes de Apollo.
O rival sem segundo, na
ra do Quenaado n 515
defronte do sobrado no-
vo, est vendendo tudo
bom e bara tissimo,pois
j tt3m dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran,, a saber;
80
320
200
100
200
800
19000
1S280
40
100
200
400
39500
40
20
40
100
200
20
100
FIGOS.
Novo* ebegados no ultimo paquete
em caixinha de 8 e 16 libras o adbor
quese pode desejar neste seero, ten-
de-se tanto em porcio como retalfao
nicamente nosarmazens Progresaivo
Prc^retsisto no largo do Carao n. 9 e
ra dasCruzes n. 36.
Caivete para aparar peona a
Ditos com folhas muito tinos a
Frescos de macagl perola muito fino a
Dilo de oleo muito fino a
Tranca de lia com 10 varas, bonitas co-
res a
Franjas de lia com 10 varas, bonitas co-
res a
Sapa*os de ttsaga de algodo a
Ditos de dita de 15a a
Caizas eem iaces para charutos a
Cartas de alflnetes sortidos francezes a
Cenas de ditos ditoe e 80 rs. e
"eevas psra limpar denles muito finss
900 rs. e
Duzia de facas egarfos, cabo preto a
Massos com grampas mullo boas a
Carloes com clcheles a
Ditos com ditos de superior qualidade a
edaes de ago para senhora a
Sabonetes muito grandea a
A pitea de chumbo para enanca a
Hialejo para meninos a 40 rs. e
Eadores para vestidos, muito gran-
des a 60 rs. e 8(
Sapatinhos de la para meninos a 401
Anda tem urna variedade de miudezas que se-
na enfadonbo menciona-lae, poiaai vista que
ee pode apreciar aa qualidades e os prego.
Na ra da Crui n. 10, casa d
Kalkmann Irnffios C., tena ex-
porto um completo "sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
prime nto e grotsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se
oommendas.
en-
BCO
na
Im-
a "7 .^evDdf?*,e d0,i eaaoas novas m
Calcado barato.
Borzeguina para aenhora por 41500 5f e sKnn
o par, diloa para menina por 49?45 zegums dei hornees, eapatoa Ke Ui^*MS2
e s.patoe de tranca pai. hosaem!i aaaCnIVZl
- .,.,, a nuaiiafues e oe prego. s* -r P?J mo.,,lco P'eco: na rae *a Cadeia
REMEDIO INCOMPARAVEL rL*~-4*
As aaelbo-
res machinas
de coser dos
maia afama-
do autoresde
New- York :
vendem-se
un icam ente
no armazem
de fazendas
de Raymundo
Carlos Leile
& Irmo, nu-
mero 12, ra
da Imperatriz.
Arado s americano *e machina-
par alavarroupa: emeasa de S.P. Jos
hston dt C. ra daSenzala n.4-2.
Magnas e uvas de Lisboa mui-
to boas.
ebegadas "no paquete ingle.z, vende-se na ra
estreits do Rosario n. 11, estabelecimento de
Sodr A C.
A 2500
Chales de merino estampados, qae em outras
loja se vendem por 49 e 59 na loja da boa f
na ruado Queimado n. 22, vende-ae pelo bara-
tisslmo prego de 29500.
. Linas de Jouvio.
Contlna-ee a venders superiores lnvas de
pellica de Jouvin, tanto para bomem como par
senhora ; na ra do Queimado n. 2-2, na loja da
boa f.
UNGENTO HOLLOWAT.
Mil ha res de individuos de todas as nagSes
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incompar* vele provar em caso necessario, que,
peso uso qae del le fizeram tem seuenrpoe
nwmbrosiuteiramen te saos depoisde haver em-
pregado intilmente outrostratamenios. Cada
pesaoa poder-se-ha convencer dessascuras ma-
w'aasas pala leitura dos peridicos, que lh'ss
relatam todos os das ha rauitos ancos; o a
maior parte dellas sao to sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso da seus bragos e pernas, depois dedui
permanecido longo tempo nos hospitaes, o toe
deviam soffrer a amputagao 1 Dellas ha mat-
eas quehavendo deixado esses, asylos de pade-
timentos, para se nao submeterem a essa opo-
ngan delorosa toram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das laes pessoa na enfusSo de sea reco-
ahecimento declararan: estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e ou tros magis-
trados, afimde mais autenticaren) sua a firma-
tira.
Ninguem desesperara do estado desande si
tivessebastante confianga para encinar este re-
medio constan tem en te segu ndo algnm tempo o
trata ment que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mala particu-
larmente nos seguintes casos.
Vende- e urna parte de orna
mei-ajaa sita
na mensa no-
ria da praia ia
se
EPJF** d- ii9 J Uatar
r "Z JS* <*** ne da n
me...rD- n' to-l S &7SRI
I VeDdein- *oa de farra eom meia aalU-
gade, propno. para enceae.ento 7,7^f^Z
na roa do Sol n. 21. ***
iOIIPA FEITA lINDAlJStUtUTAS.;
SORTIMENTO COMPLETO
na
iazendas e obras feilas
Alporeas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras.
Dores de cabc
^as costas.
-dos membros.
Enfermidades da cutis
m ge ral.
Ditas de anus.
Erupgoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
I n chaces.
Infiammagao do ligado.
a
LOJA E ARMAZEM
DE
IGOes & Basto!
NA
&u& do Queimado
u. 4, treme amaveVla. \
Constantemente emosnmgrandeeva-!
riado aortimento desobsecasacaspretas
de panno % da corea maito fino a 289,
*0j a 859, paletota dos meemos pannos
a lOf ,12f e 14$, ditos saceos pretos dos
mesmo pannos a 149.169 o 18|, casa-
ca pretaamuito bem (eitasedesuperior
panno a 58, 80g a 859. sobrecasacae de
caeemira daeore muito finos a 155,16J
e 185, ditosaceos das mesmaacasemi-
raa a lOf, t?9 a 14f, caigas pretas de
easamira fina para bomem a 89, 99, 10/
e 12, ditas decasemira decore a 7|,8,
99 e 109, ditas da brimbraneos maito
fina a 5f a09, ditas de ditos de corea a
89. 89500, 49 e 49500, ditas de meia ea-
samira dricas cores a 4f e 45500, col-
leteepretoedecaaemiraa 59 e S9, ditos
i da ditos dacoraa a 45500 a 59, dito
branco de seda para casamento i 59,
1 ditos de 69, eolletes debrim branco e de
faatlo a 89, 89500 e 49, ditos de cores a
9500 a 89, paletot sp retos de merino de
cordao aacco e sobrecasaco a 7|, 89 e 99,
eolletes pretos para luto a 4$500 |*
aa pretae de merino a 49500 e 69, pa-
l etots dealpaca preta a 89500 e 45, ditos
sobrecasaco a 6, 7Je 85, muitefinocol-
latea de gorgurao desedadecoreemuito
boafaxandaa89800e4S, colleteide vel-
ludo de corea a pretos a 79 e 89, ronpa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149,159 16, ditos de
casemira sacco para os meamos a 89500 a
79,ditosde alpaca pretossaccoa a3s
1#500,ditossobrocasacos a 5J e 59500,
ealcasde casemirapretaae decores a69,
65500 e 79, camisas para menino a 20$ ]
a dazia,camisas ingtezas prega ilargas 1
muitoiaperiora 329aduziaparaacabar.!
A-eslmcomotamos ama offleina deal-
late ondemandamos exeentaitodas as
obtaatom bravidada.
Infiammagao da bexrg
da matriz
Lepra.
Males das persas.
dos peitos.
- Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Quemadelas.
5rna.
Supuragoes potaUaa.
Ti aba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na boeca.
do figado.
das articulagues.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
S-o-
I
ef
J B
o |f
s
3 s- os
o
p
o
o ^
Si
m
Acha-se a venda na ra do Queimado n. 6, ea-
ea do Sr. Javme e na botica do Sr. Torres em 8.
Jos.
Vende-se eaixinhas de charutos a 000 rs. e
19600, oa verdadeiros qolris proprios para em-
preeee, arroz pilado a 100 rs., em arroba fas-ee
abatimenlo; s o Santos na ra do Cordoniz nu-
mero 1.
Attencao
Vendem-se caixSes vastos proprios
parabahuleiros.funileirosetc.a 1|280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
graphia, que alai te dir' quem os tem
para vender.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, aStrand, ena loja
de ledos os boticarios droguista e outras pes-
soas enearregadas de sua venda em loda a
America do sul, Havana a Bespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha coniem
urna nsirucgo em portuguez para explicar o
modo de tazar uso deste ungento.
O deposito geral em easa do Sr. Soum,
fharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
'ernambuco.
Pechincha sem igual.
Cortes de caiga de casemira preta e de cor en-
testada muito tina a 49500 ; na loja da Califor-
nia, ra da Imperatriz n. 48, junto a padarie
francesa.
Pota da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da rea
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender a ver-
dadeire potaaaa da Kuaeia, nova e da superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra ; tudo por pregoa mais baratos do qae em
oatr qualquer parte.
FUNDIDO LIIW-MOflB
Roa daSenitlla Nova u.42.
Hasta estabelecimento contic abavarnm
iomplato sortimento demoendatameiasmoen-
das parsengenbo,maehinas de vapor ataixas
te farro batido e eoado.de todos ostamannos
para dito
Superiores organdys a
720 rs.avara,
Vendem-se finissimos organdys de muito bo-
nitos padrdea, pelo baratisaimo prego de 720 ra.
a vara, tazende que eempre se venden por
I92OO, assim pois, quem qoizer comprar fazenda
fina muito bonita e muito barata chegar iraa
do Queimado n. 22, na bem coohecida loja da
boa .
Paraosbailese Iheatros.
Riquiaaimoa cinloe douredoe com lindas fivalas
tambem douradee e esmaltadaa, e com ricas pon-
tas para cahirem sobre os vestidos, muito pro-
prios para aa aenhorea que tiverem de iraca bai-
les e thetros ; veodem -se pelo bereliesimo pre-
go de 49, 5 e 69: na rea do Queimado n. 22,
oa bem coaheclda loja da boa f.
Enfeites riquissimos.
Vendem-se ricos enfeites de retroz, sio os me-
Ihores e maia modernos qae ha no mercado, pelo
baratiaaimo prego dan: na ra do Queimado
n. 22, na loja da boa fe.
Vende-ee um* porco da ahapeoa de palha
de Aracaiy. tanto a retalho como aso porcio, ba-
rato que admire ; na roa do Cordoniz n. 1.
Escrayos fgidos.
Em diae de jonbo deete aooo deeapparecea
de fazenda S. Bento, na freguesia da Aeeri, o es-
VeVn criou' de ome Guilbarme, com ea eignaes
escrevo levou em eeu pacer '.rr."* ', Zi*
com um ferro no qaarte direilo e ouiro So es*
querdo, suppe-se que este eacravo foi seduiida
por alguem para ser vendido oeste prage ou na
sul, peilencente a Laoreatino Bezerra deMene-
zes Gslvao, e roga-se a tedas aa autoridades pcli-
cisee e capitiee de camr o a captara do referido
eacravo, olereceodo-se de gratificagio a qoaatia
de IOO9 a quem o pegar, e leva-lo oa aa referida
fazenda S. Bento, uo Sendo, ou na captol do Rio
Grande do Norte, em casa do Sr. Joaquina alu-
ne de Oliveira.
Fugio do engenbo do abaizo es*ignedo, no
dia 13 de dezenbro de 1859, um aaoleeae crioulo
por nome Joio Gregario, idade de 20 a 24 eaaas,
bem preto, altura regular, alegre e regrieta, offi-
cio de carreiro, o qoal foi preao na Babia em Fe-
vereiro de 1^60, e remetlido psia Pemeatbvjco
em um vapor, d'onde tornoa a fugir, a aappe-
ee estar na Babia ; roga-se aa autoridades poli-
ciaes e capiliea de campo que o apprebendaai a
o remeilam para Pernambuco a entregar aa Sr.
Joio Pinto de Lemoa Jnior, a que pegar qual-
quer despeza que se fizar.
Umbelioo do Paula Sansa Leo.
Acham-se fgido done eecrevoc, aendo am
pardo, de nome Luiz, conhecido par Lata Haa-
| teiro, clero, alto, eecco, cabello cackiaaee, par-
ns bastante compradas, a eom am malar signal
que ser canhoto, idade 22 annoe, pouco mais
ou menoe, sem berba, 4 official de pedreiro, teae-
bem pinta, e trabalha nm poueo da fuoileiro :
outro crioulo, de nome Elias, cor tala, bem
parecido, estatura e corno regulares, bem bar-
bado, e official de tanoeiro : aneas os pegar,
leve a aeu aenhor o mejor Antonio da Silva Gus-
mo, rus Imperial, qae er bem gratificado, a
igualmente recommende-oa as autoridades
ciae*.
pori-
EscraTO fgido.
No dia 7 do correte fugio um preto por 1
Joaquim, de idade de 90 e 35 annoe poseo mais
oa menoe, beixo e groase do corno, 4 crinada, le-
vou vestido, calca brenca a camisa de chita en-
carnada, tem ame cicatriz nrmelo da paito qae
perece ter sido de fogo: qaem o apprebender la-
ve ao sen senbor Angelo Baptista do Neeciaaeaie
no cees do Remos n. 16 en na Paaaagem de Mag-
dalena, rna da Bemfica n. 24, qae eera bem re-
compensado.
Escravo fgido.
Desappareceu desde o dia 20 do saez prxima
paseado o preto da Costa por amo Joa,
40 annoe, pouco maia oa menos, ca oa
aeguiotea : baiso, aecco, roato eomprida,
raspade, e com am peqaeao signa I aaa <
p direito, seodo o dedo index am peana atra-
casado por beixo do outro, levou camisa a caiga
brance, e carapuga de marojo ji bem asada;
quem o pegar leve-o a roa do Qusimada a. 97,
loja de miudeses do Jalo Antonio da Alaneada,
que ser recompensado.
Fugio no dia 29 do paseado om eacravo mu-
lato de nome Fernando, balsa, groase, cabello da
cabocolo, toca violto e rahece, csala qaa tasa
urna amasia no Ceminho Heve, a j fot viesa am
estreda>do Hoapicio para Santo Amara: qaem a
prender ser recompeaaedo aa raa da Apolla n.
6, deposito da fa brisa do Monteero.
Deaapparecau aa dia II do corrento, da ei-
tio do S. Jos do Maogulnho, o eacravo eriaalo,
maior do 50 anuos, da nome Joaquina, com aa
signaeaseguintes: cabellos brancaa, alta, aecca
docorpo, o uaa alpargatas; esta esersvo tal ara-
priedadedoSr. Manoel Joa Peraira Pachcca, da
Aracaty, d'onde velo para aqu fgida:
a toda* aa autoridades poUdaea a a aaa
que o encontr, do o capturar o emiraga-l 1
itio acimacitado. ou aa na do Trapiche a. 19,
a Jos Teixelra Bule.
II


(8)
MAMO M riMHAMBUCO. QUISTA FIIB? 10 DI 0UTUB1O 1 1811.
9
a**e-
Litteratura.
Refutact ao parecer do Sr. Dr. Pitao-
ga, 'pelt ftf. arwirt Monleirc.
Cumprindo-roe refutar os argumentos do Se.
Dr. Pilanga, com gs qu contrariar
o juizo eraltdoflp parecer medicu-legal, apre-
senta lo pela commissao, de que fago parle;
que foi incumbid de elucidar a polica, se hou-
vera, ou nao urn crime denunciado pelo fulo de
se ter -encontrado na praia do caado Ramos o
corpo d'uma crianca, darei o merecido aprego i
algum** proposigbea. com que'o Sr, Dr. Pnanga
os seus argumento, e Iralarei smente
ir de sea discurso algumas inexactidoes,
que Ihe servio de floreio ; suslenlarei as bases
rarei a pouca importancia, que
merecem o8 phenomenos aos quaesS. S. deu maior I ,ei:0!1ne,gJJn10 UJ*' "Wd.0 Pr Xo
valor, oalmenle procurarei (aier com aue a' _e Aum_a 1!n>b[fi do Physica, que
?alor, finalmente procurarei faier com que a
scieucia nao accarrete com proposices, que ella
repugna -
Convidado pela polica para emillir meu pare-
cer acerca da causa da morte d'uma menina en-
contrada no caes do Ramoa, i hora determinada.
enderessei-me secretaria da policii, onde por
algum tempo estive conversando com o Sr. Dr.
Rufino ; e por este fui avisado de que havia che -
S:ado o Sr. Dr. Pilanga. Ignorando que outros
acultativoa haviam sido chamados ao mesmo
fim, convidei-o que comecassemos o trabalbo ;
porm, como me parlecipasse S. S. que os Srs.
Drs. Estevao Cavalcanti e Braocante linham de
fazer parle da junta, que havia de opinar, espe-
rei que ellos chegassem ; (azendo cooduzir log
Eara a sala, em que tioha de se effectuar o tra-
alho, o frasco, que continua as visceras exami-
aindas, e urna bacia de rosto com agua.
O Sr. Dr. Pilanga, apoderando-se do vidro,
encerou para o seu contedo 6,de rupto, declarou
Opinar que a crianga nao tinha vivido ; isto
que tinha nascido mora. Tomando entio eu o
Irasco para eitrahir as visceras, aconteceu que
el.e se requebrasse, quaodo procurara eu que-
brar o lacre que aegurava a rol ha ; e entio urna
porcao pequen, pois que o frasco era de cuba-
eide-roeoor de livre, de alcool foi entornada
a agua. Pouca importancia Ihe dei, porque, em
relacio quantidade d'agua havida na cap aera-
do da bacia, pouca modicago poderia trazer no
exarne ; e quaodo a houvesse era fazendo tub-
mergir um corpo. que poda, sem a addigio do
alcool, tomar a superficie.
Laucadas as visceras n'egua conlida na bacia,
boyaram completamente. Estando presente do
que cnsinam os tratados de medien legal, e
estando convicto de que nao havia nos pulmes
presentes nem emphyrema morboso, nem em-
phyren.8 ptrido; como bem que eotre o povo
descoohecido o methodo de insuflar com cautela
os pulmea, tratei de levar a evidencia que nos
pulmes nao haviam effeiios de putrefacto. En-
to cortei dellesdous pedacos, que os comprim
forlemenle entre os dedos, um sob a agua-, e ou-
tro fra, ambos tomaram a superficie do liquido ;
lazando aquello desprender pequenissimas bo-
lhas d ar.
Depois d'estss ezperieocias, que pratiquei sem
pronunciar juizo algum ; como podem justificar
os mais collegas, que estavam presentes, o Sr.
Pitaoga, que j tinha com o emphase magistral
declarado que a crianca havia nascido mora,
tendo-se conservado quedo em sua cadeira. du-
rante o tempo, que pratiquei as pesquizas, que
em miara cooacieocia julguei necessanas com os
dados, que a polica me oflerecia, tomando a pa-
lma susleotou que a crianca nlo tinha respira-
do ; porque a tito o levava a crer o auto do cor-
po de delicio; e que ello explicava a supernata-
{ao do pulmo como effeito da pulrefaccao.
O Sr. Dr. Pitonga nao examioou os pulms ;
nem leve a lerabrauca de recorrer se a embeb-
gao do alcool, qut foi spreseotado 3 dias depois
pelo Dr. Estevao Cavalcanti, para explicar a su-
.'.peroataco ; posto que de modo algum satisfaz
. ella como demonstraremos.
O coliega naquella occaaiao eslava pouco fe-
liz; porque nao moslrou sobre semelbante ma-
>-teria o centesimo-bilionesimo dos conhecimen-
tos, que hoje em seu parecer pretende ostentar.
Tendo o Sr, Dr. Cavalcanti opinado com o Sr.
Dr. Pilanga, e ento offerecendo algumas consi-
Oflratoes, que merecern a honra d'uma discus-
Mo, 0i que tomei a palavra.e oppuz-me ao juizo
ate en.iao miilido, opinando que a crianca tinha
completamen* rospirado ; e por coosequencia
aue tinha eivilmeau vivido; opioio eats bue
Soi corroborada pelo panado Sr. Dr. Brandan-
te, e ltimamente pelo da Sr. Di. Soriano. perito
desempatados Eis o acto como se deu. 1
Por incommodo de mioba senhora, nao pude
tomar parte no laboro da redacto do pareter,
que pela primeira rez ouvi, quando foi pronun-
ciado en reunio ; e como o julguei de contpr-
midadecom preceitos scieotficos as suas cooclu-
des subscrevi-o, tomando pane em sua respoi la-
bilidade ; pelo que cabe-me boje o dever i
lar as verdades scienticas, aun -" se ach im
inseridas, e .que o en''-' 8eu apurado tra a-
j, ...., uuiiificsr.
;.Que os pulmes boyaram um tacto prese -
Cisgo por diversas pessoas, que o collega nao
pOje negar ; como bem que elles boyaram au
so m toda a sua totalidade.comodividido em par-
tes, i estas inda meamo depois de comprimidas en-
tre ose dedos.
Mas o Sr. Dr, Pitsnga nio di isupernaiacio
dos pulmes o valor que Ins damos por que:
I. A agua, em que foi feila a experiencia con-
tiena alcool.
2. A bacia. nao continha pelo menos um p
d'agua. *
:._0a pulmes nao se achavam reunidos ao
,.,,... ,._ "" "-- iuuu.uu. w : iiiuci.iVau, uem a enaotmose poder razer com
l?toZmZZlt&!lJ* V!80' am"rd0, re ,IC0?1 Peltre na, cellil.s pulmn, es
e8.p_r.?!iam-e^^l_Tera,n ?i 4* um criansa. que nio tem respirado; por
y---rwiTOwcMi'Diaffl luitr-
sos em alcool, e nelles ae dera o phenomeno da
embebigao ou da endosmose.
5." Os pulmea estavam em putrefaegio.
6 A crian?a poda ter respirado e nao ter
vivido.
FOLHETIM
n
4 DAMA DAS PEROLAS
roa
A. DMAS FILHO.
(Continuando.)
Entretanto essa vida, quasi ostensivamente ma-
rital de Jacques e da 'duqueza, tinha, alm do
seu amor commum, urna razio particular, que
nao s desculpava-lhe a apparente impudencia,
mas anda (ornava-a lgica, at respeitavel!
Nio oram dous amores vulgares, que alegre-
mente adulteravam ; eram dous coricej leaes,
duas confianzas sinceras, unidaa por urna mea-
toa vontade, e a camloharem, por urna estrada
que os acontecimentos Ibes havia preparado,
para um fim irreftbavel talvez, como tudo o que
pertence ao futuro, mas que, na honestidade de
eus coracoea julgavam elles poder alcancar um
dia.
Oa leitores sabem que acea preceder, algum
tempo antes, a partida de Anoetle para Bade ;
que duvida Uvera ella a censurar Jacques ; que
tentativa contava ainda fazer contra essa paixao
invasora ; poia bem, ao regressar, fado que Uve-
ra lugar cinco diaa depois da partida, ella mesmo
lora procurar de Feuil e Ihe dlsseri:
Voc ama-me seriameote?
Ainda pode duvidar? responder o man-
cebo.
Est prompto a dar-me toda a sua vida ?
Ea lh'o juro.
Pols bem, eu Ihe entrego toda a minaa
Rao sou saa amante, mu sua esposa.
E entio contou o que e pastara eotre ella eo
marido, e como este cortara oaultimoa lacoaque
ainda a prendan ao dever. O tacto que a his-
toria era curiosa, e que semelbante marido aca-
bara por corromper um aojo. Julgoem os leito-
res!
Aonette partir acreditando, como Ihe havia
dito sua cuohada, que p duque eslava muito
doente, e obedecendo, nu*ao seu coracao, con-
fesseroo-lopor que nao amava, nao poda amar
nem meamo estimar esse homem ; mas obede-
cendo is leis da sociedade e de sua consciencia,
que em caso de desgrana, soderiaa cenaurar-lhe
nio ter dado um paseo fcil de dar para com um
marido que talvez esUveese moribundo. A morte
tem o privilegio de absolver, e aquello que est
a morrer, j illuminado pelo reflexo do eterno
myatorio ero que yae penetrar, por moli qoe ge
D VideDierloa. 8821---------------------------"*"
E considera ess> phenomeno de maier impor-
tancia do que e docimacia hydrb-statlca pul-
monar :
1 A cor dos palotees.
' O sea peso absoluto, o qual aio pede apre
WUfrqt o havia cortado m pedacos.
8.a O estado de vacutdade dos rasos saogsl-
neos-pulmonares.
Irersot por tanto :
I
A agua em, que foi feita experiencia continha
alcool.
Deduz-se que por esta causa os pulmes
boyarsm.
Primeiramente lembramos o collega, que a
experiencia foi repetida mais duas vezes ; urna
pelo Sr. Dr. Brancante, e outra pelo Sr. Dr. So-
riano, em agua, que nio continha alcool e os
pulmes sempre boyaram.
Em segundo lagar que sabido por todos, que
m ilguma lembranca de physica, que a agua,
que conlm alcool em dissolucio, torna-ae espe-
cficamente mais leve: ora se os pulmes tem de
boyar tanto mais quanto mais pesado eape-
ciefiamente for o liquido em que ae s mer-
gulhar, claro que se a agua nio cooliresse
alcool,inda mais boyariam os pulmes.
A agua com alcool contrariarla a experiencia
no caso, de que os pulmes prepitassem ; pois
entio era ella mais leve especficamente dd que
devia ser : por tanto 6 inexplicavtl que se traga
ao foro da apreciado publica semelbanta argu-
mento, que alm de aer contraproducente o
principio, que quer o collega sustentar, ioduz i
crer que o collega nio est bem firme e certo
nos preceitos de physica.
II
A agua contida na baca nio oflerecia a pro-
fundidade d*um p.
Esta arguicio inda contraproducente ; por
quanto seguudo os conheciraentos de physica
esta maior profundidade facilitara a supernata-
co. Se os pulmes boyaram sem que houvesse
essa profundidade, que acooselham os mestres
que deve ter o liquido, mullo melhor tomariam
a superficie se a tivesse. O collega leu que nestas
experiencias convm que o liquido teoha um p
de profundidade ; nio refucilo a razio porque o
deve ter; e entio julgou-se bem armado para
nos fulminar urna censura ; porm inda desta
vez nio oi feliz.
III
Os pulmea nao estavam reuoidoa ao coracao
e ao thymus, nem tinha os vasos ligados.
E' urna censura a quera extrahio as visce-
ras. Vi a quem toca, mo tomos nos; recebe-
mo-las separada ; e sobre ellas procedemos os
exames possiveis e necessarios para nos trazer a
conviccio da verdade. O methodo do trabalbo
exiga, que a primeira experiencia fosse feita com
os pulmes reunidos ao coracao e ao thymus;
porm esta falla, cuja reeponsabilidade nio recae
sobre nos, nio tem tanta importancia, que por se
ter dado perca lodo o valor a docimacia by-
drostactica ; pois que todos os autores, que tem
escripto sobre a materia ordemoamque depois
da esperiencia feita com os pulmes reunidos ao
coragio e ao ihymus, seja ella feita nos pulmes
em separado, e repetida nos lbulos e em parle
destes: e isto porque conforme as circumstan-
cia8, em que se effecloa a sapernatacio, se pode
afflrtnar nao s que a criansa res^irou, como at
ogrio mais ou menos approximado da respira-
gao perfeita, M. M. Briaod t> Chaude assim se
exprime. Se os pulmes ensaiados so cora-
gao e ao thymus tomam a superficie do liquido
urna prova que c tecido pulmonar contm nmito
ar e que a respirago foi completa.
Se os pulmes ensaiados com o coragao e o
thymus submergem maisou menos, porm sobre
nadam, estando separados destes orgos, urna
prova de que a crianca tem respirado completa-
mente; porm que a resptragio oao foi lao com-
pleta como no caso precedente. *
Se s o pulmio esquerdo, ou alguna dos
seus fragmentos sobrenadam a respiracio foi
incompleta.
Se s o pulmo direito ou algum dos seus
fragmentos tomam a superficie do liquido s
houve comeco de respirago. (Md. Lng. Ed 6
pag 205. 206.207.) l .
Logo basta que paite do pulmio sobrenade
para naver presumpgo de ter havido respiracio ;
presumpgio esta que ter o cuoho de certeza, se
a suppernatigo nio fr explicada pelo emphyse-
ma, ou pela iosuflagio pulmonar. Como bem
que bastante, que os pulmes mesmo separa-
dos tomem a superficie do liquido aproprado a
expetiaocia para aue se possa afkrmar que houce
resptracao fcayfc. ,B,Ddo usa de seme-
Ihsnle eueito nio for o emphysema, ou a mau-
flagao.
Esti tambem ao alcance da menor intelligen-
Cia que semelhaote arguicio nada approveila a
prelengio do collega ; pois que no caso que faz
objecto da presente di.i<-"*" os pulmes boia-
ram nan -ui fragmentos como em tota-
uaae.
Os pulmes estiveram previamente immersos
em alcool.
Deste tacto o Sr. Dr. Pilanga, auxiliando-se
com a lembranga doSr. Dr. Eslevio.quer eximir
a causa da supernalago dos pulmes.
Inda nao vimos em um ao autor, a pesar de
ter fulleados alguns. que os pulmes pelo tacto
de permanecerem por algum tempo em alcool,
lenham adquerido a propriedade de simular os
efeitos da respirago.
O collega falla ji na embebigio, ji na endos
note; nio sabemos porque dos dous meios quer
explicar o phenomeno.
Asseguramoi-lhe que em qualquer das anco-
rasem que ae agarre naufraga; por quanto nem
- imbebigao. nem a endosmose poder fazer com
tanto, quando se dssa a imbebigao do alco
no temido cellular inter-visicular, e que por este
tacto oa pulmea boiassem, o que duvidamos, a
compressio faria expellir o alcool imbebido, e
os pulmes precipitar-se-iam. Logo inda desta
Ihe teoha a censurar, torna-ae por um instante
eapeitavel mesmo para aquellos i quem sua
{norte dar liberdade. Alm disso, no pensamen-
lo da duqueza, essa viagom. separando-a por um
momento do homem para o qual se senta ar-
lastada, approximaodo-o d'aquelle i quem o ca-
samento a coodemoara, parecia-lhe a ultima oc-
laaiio que Ibe era offerecida psra tornar atraz,
ara tornar as cousas no seu verdadeiro lugar e
tecidir mais seguramente de sua vida. Diremos
le, algumas vezes, durante a viagem, a recor-
igio dos annos passados com o duque, o sonho
di urna vida mais feliz, nio ajudaram, em seu
e pirito, urna probabilidade, que a osudo, mina -
d por quanto excesso ha, poda tornar muito v-
n smil, e que no novo ponto de vista do sen co
rsjcio, ella terla o'.hado como um beneficio ? Nao
seria a morte do duque a sua liberdade ? Deve-
mps confessar que essa reflexo reproduzia-se
colm certa persistencia no espirito de Annette,
iDiezar dos esforgos que fazia por expelli-la?
'enhoouvido pessoas ds maior probidsde de-
clairarem que, se nada tinham a aecusar-se por
aceoes, julgavam-se muita vez bam culpados por
pesamenios, e que, em certos momentos, sem
poderem dizer, nem como nem d'onde vmham,
as peiores tentices haviam invadido seus espi-
rito^, e que por um instante baviam-aa admitti-
dojao conselho dos interesses e das paixes i
quem viriam servir. A nossa virtude nio mais
do que o total das nossas victorias interiores so-
bre| nos meemos. Qual a mulherque, nao sraan-
d0 feu. marido, e amando i outro homem, nio
ten dito ao menos urna vez enmsigo mesmo : Se
me i marido morreeae I Abalada quasi sempre
as necessidadessociaea, a mulher jolga-se sem-
pre com direito, quando sof re, de discutir sua
vida com a sorleque a domina, e quando, presa
ent e um amor segundo os seus sonhos, e a des-
honra que delle pode reultar, diz comsigo que
baa aria s a vontade de Deus para supprimir o
uoi o obstculo que se oppe i legltimidade des-
ee i mor, pode por ventura deixar de esperar de
Deus a suppressio de um tacto, ao qual sua jus-
tiga]misericordiosa deve tarde ou cedo urna in-
nisacio? Se a sociedade Ihe facultasse outro
de escapar delle, nlo cuidara nesse ; esse
pensamento portaoto ainda taita dos ho-
:S.
jegando i can do duque, em Bade, a duque-
i dthou-o de p ando.
- Oh 1 6 voc, miaba querida amiga, disse-
lbeelle; como fez bem ea ter viudo !
-i- Vae melhor?
Vou perfeita mente.
Estimo muito que a sua enfermidade nlo
tenhs tido consequencias.
Nunca esUve doente.
* Entio para qae m'o disso 9 ir>i ?
vez o collega lo pede salr-aebem ; sentimos a
sua iofelicidade ; porm aomee coustrangido a
fazla aaliente.
Os pulmea estavam em Mdfttaccao.
E' verdade, que oa pularfee tttretaitaa simu-
lam os pulmes, que (em sido delatados pelo
acto respirstorio; porm 6 quem desconhoce
ss experiencias referidas nos tractados de medi-
cina legal, poderi ae deixar Iludir, e confundir
es effeitos de ama com os de outra.
E' sabido, que os pulmes, que boiam por
effeito da putrefacto, dspois de compremidos
ente os dedos, tomam o fundo do vaso; o que
nio tem lugar nos pulmes; que tem respi-
rado.
Isto o que ensinsm todos os mestres de me-
dicinal forucce.
Mr. OrQia, tratando da supernatagio do pul-
mio como consequencit da respirago O da
pulrefacgio assim se exprime :
c Estas circumstsncias mu condutiram a pro-
curar porque meios se poderi destinguir-se a
natago dos pulmes effeito da putrefacto, ou
da respirago.
Expremer-se-hio os pulmes entre os dedos,
e se veri, pondo-os de novo n'agua, que elles
precipitara ; em quanto que elles conlinuam a
sobrenadar te houve respirago: com effeito oa
gases, desenvolvidos durante a fermentago
ptrida, aio alojados no temido lamiooao, qoa
separa as cellulaa bronebicas, e ordinariamente
entre a pleura e o pulmio, a mais ligeira presaio
basta para os expellir ; em quanto que o ar
athmespherico, que deatende os pulmes doran-
te a respiracio oceupa as cellulas broochieaa; e
s com grande esforgo pode ser expulso. > (Ed.
4 I. 2 pag. 192.)
Alm disto, accresce que miater urna muita
adiantadi pulrefaccao para que os pulmes pos-
ssm sobrenadar, e que os pulmea sao aa ultimas
visceras s sppresentar a fermentago putride
como claramente declara M. M. Briaod. Ed 6
pagina 212.cE' reconhecido hoje que os ga-
ses desenvolvidos pela putrefaegio podem fazer
sobrenadar, como faria o ar introduzido as cel-
lulas pulmonares pelo acto respiratorio. Mas
certo que este phenomeno s tem lugar, quaodo a
putrefaegio muito adiantada ; eque de todos as
visceral, otpulmet ifb ot ltimos, que te putre-
fazem.
Cadveres de criangas nsseidas moras, can-
do expostos ao ar por alguns dias, numerosas la-
vrasi ensecavasa adevora-los; a epiderme eatava
oleiramente destacada, e um cheiro excessiva-
mente feudo indieava urna extrema putrefaego;
s ot pulmes nao estavam alterados, e ganha-
vam o fundo d'agua.
Um oestes cadveres, tendo sido conservado
at o 17* dia por urna temperatura quente, tinha
o pulmio esquerdo que precipitara; e o direito
sobrenadara ; esus superficie appresenlava urna
mullidlo de ampoulas prodozidas pelos gases
desenvolvidos sob a pleura, porm tendo compri-
mido debaixo d'agua entre ot dedos o tecido
dttle pulmo, tahiram ot gases, e elle lomas o
fundo do vato. >
Se lembrarmos que o cadver da crianga nio
oflerecia adiantada putrefaego, que oa pulmes
nio offerecia cheiro algum, que oa fragmentos;
mesmo depois de comprimidos, tomaram a super-
ficie do liquido, tica manifest que s urna toaa-
ginago caprixosa, e um espirito tenaz em per-
manecer no erro, poderi asaegurar, epreten-
der sustentar que ainda mesmo assim, apeaar do
apoiOgde tantas autoridades, a supornatago dos
pulmes em queslio effeito da putrefaego,
procurando para sustentar semelhante paradoxo
subtilesas infantes.
[Continuar-te-ha.)
Rene Corbeau.
Na poca em que ae passou a verdica hiatoria,
que vamoa dar aos leitores. extrahida daa chro-
nicas da provincia de Aojou, a cidade de Angers
nao apreseotava como hoje o aspecto de ama ri-
sonha colonia de jerdineiroa. Ainda mesmo ago-
ra essa elegante cidadooceulta pordetraz da ver-
de cinta de aeus apraaiveia jardins e passeios ca-
sas de anliga edilkago com os seas toctos de ar-
dosias, onde as carnadas de cal aaseotam sobre
grosaos pedacos de msdeira.
Exista em 1594 na ra Banaudon, que offere-
ce as amostras mais curiosas desse genero de
construecea, urna luja com o aeguinte ielreiro :
Ao templo do medidor.
. Corbeau.
Militas pegas de panno de diversas corea, arru-
f indicavam melhor oo quorum. rrA(eQeiaea le-
genda a industria a que ae dealinava 0 lugar em
quxstu.
N'uma palavra mestre]Corbeau era mercador de
pannos, e digamos em abono do seu desculpavel
equivoco que era o mais hoorado da honrada
corporago doa mercadores.
Em um dia do mez de maio a porta do templo
abrio-se, e o grande sacerdote acompaohado de
um juven levita (0 caixeiro) entregava-se ao seu
trabalho ordinario.
Meatre Corbeau era um homem baixo o gordo
Cujo vigor e bondade transpareciam as linbas
orbiculares do aeu semblante, e do abdomen que
se expanda i vontade no desenvolvimento oor-
mal da edade quinquagenaria.
Nsquelle dia os seus olhos volviam-se psra a
porta com evidente preoecupagio, como se espe-
rassem a chegada de alguem, que a final appare-
ceu na forma de um ajudante de procurador com
um rolo de papis debaixo do braco.
Da parte de Mr. Rapinel, dase elle entre-
gando ao mercador um auto qoe este leu com mui-
ta alinelo.
O exame pareceu aatisfaze-lo.
Agora, perguutou em voz baixa, falla so-
monte a atsignalura?
Somente, mostr Corbeau, respondeu o re-
cem-vindo com ar grave : aem assigaatura nio
pode ha ver coosentimento, o sem consent-
Era o nico meio de faz-Ia vir i Bade, e
como eu tioha que fallar-Ib*....
Nio poda ir Paria?
Nio.
Quem lh'o impede ?
* Urna carta.
Urna carta 1 Que gracejo esse ?
Sente-se, minha querida AObette, o atteo-
da-me. AfHanco-lhe que, infelizmente, nao ea-
tou gracejando. Couhece o maior ponto ?
Nio, aenhor.
__Tjr Ab I poia um bello jogo, duqueza, um
bello jogo ; vae ver como aimplea.
Dispenso a descripgo.
Mas eu quero az6-la. Assim comprehon-
dera melhor os acootecimeatos qoe Ihe vou re-
latar. Imagine, minha querida Annette, que o jo-
go do maior ponto constate nisto ; um jogador que
se chama banqueiro. aenta-se urna mesa ; pe
urna somma de.... diaote de si; os outros joga-
dores collocam-se em torno da mesa, divididos
em dous campos, e pe diante de ai sommas que
arriscara contra a banca, sommas, cujo total po-
de egualar, mas nio exceder i parada do ban-
queiro. Comprehende bem?
Oa leitores acreditam que neaae momento a du-
queza lamenlava ter sahido de Paria? Acreditam,
nao assim?
O duque connuou :
O baoqueiro di duas csrtss coberlas : cha-
mamos cobertaa as cartas voltadaa que nao ae
pode ver. O banqueiro di duas cartsa coberlas i
direita, duas i esquerds, e toma duas para si.
Cads lado tem o.direito de pedir urna earta, se o
ponto que tora nio aufficienle. O banqueiro
tem o meamo direito. Aqoelle que tem nove ou
oito da primeira mi, mostra aa cartas; ganha,
se o banqueiro nio tem pouto egual. Destes dous
pontos em diante, ganba o ponto que mais se ap-
proxima delles: sete, seis, cinco, at um que ga-
nba algumas vezes, quando o adversario tem dez,
que o ponto peior. Pois muito bem, imagine a
querida amiga, que urna noite deatas o marquez
de Heme.... conhece o marques de Herne?
A' esse nome, a duqueza corou levemente.
Sim, respondeu ella.ooohego o marquez de
Pois mallo bem I O marquez de Heme, um
dos melbores jogadores que hs, levou gloria a
banca dos trinta e quarenU da casa de banhos.
Isto fez revolagio, porque nio cousa que suc-
cede muitss vezes; e como a banca nio poda re-
conslituir-se senio no dia aeguiute, e nos esta-
vamos muito disposlos i jogar, elle offereceu i
mim e i multas outras pessoas, do arranjarmos
um maior ponto em essa delle, com os cem mil
fraecos, que acaba va de ganhar. Nio se poda ser
mais esvalheiro. Aceitamos.
Talva? fossp melhor que o seobor e diri-
P*o podo haver contrato : obligatio M con-1
sbiiswm..
torrompeu-se no meio da sua citago a um
l do marcador, comprimeotaodo desastrada-
a ama joven que acabara de entrar pelo
A joven aproximou-se do baldo aos saltlnboa,
e encostando sua linda cabega loura nos bragos
de mestre Corbeao, que finga revolver o exami-
nar papis, estendeu-lbe afronte ao beijo ma-
~ Bom dia, meu pae, disse ella com urna voz
todifferente.
Deixa-me, Rene, deixa-me: nio vs que
eslou muito oceupa Jo?
E repellio-a branlamenle.
O que vos aconteceu, meu pae? replicou a
joven ressentida por esse fri acolhimento.
O que me aconteceu 1... incommodos como
sempre. Um negocio imprevisto me obriga a ir a
Naalea.
A Naolea I E idea partir?
- Hoje mesmo : aasim preciso.
Corbeau accressentou logo para vr-se livre ds
pequea curiosi.
vae dizer a Venadea que apresse o almogo
e prepare ludo para que eu possa por-me logo a
caminho.
Rene reapirou como ae receiasse que os mo-
dos speros de seu pae tiveaaem um outro moti-
vo, e correu a executar as ordena que Ibe toram
dadas. '
f***adas duss horas o mercador depois de ter
dado as anas instrueges a todos de casa, como
ae partisse para longa viagem, parava porta do
urna estalagem ao sahir da cidade, pedia um
quarto, e recommeadava ao estalajadeiro que ti-
vease o sea cavallo preparado" para pouco antea
da meia noite.
H* naquelle lempo em Angers ama Univer-
sidade fundada dous seculos antes : a cidade com
uto adquira essa aoimago e alvoroco que cos-
lumam a fazer os estudaotes onde estio.
A par dos pedantea com a cabega recbeada de
um latim brbaro, que ae disputaram na triplico
arte de manejar osyllogismo, alncela eo hya-
sope, muitos outros filhos-fsmilias existiam que
malcooheciam de nome a Cujas, a Hippocratea,
eS. Thomaz de Aquieo.
Frequemar os boteqains, quebrar potes e pa-
nel las, arrancar tabolelas, ridiculsrisar os merca-
dores e requestar ao mesmo tempo as marcadoras,
taes eram as diversas partes da carso que se-
guiam eases hachareis em sciencias direrti-
tldas.
Entre elles distingua-se um joven Q dalgo nor-
mando do paiz de Seez, chamado Alain de Mon-
tilier, que depressa se doutorira em todaa aquel-
las materias. O eollegio em que elle residia ti-
nha um jardim, aobre o qual deitava urna parte
da casa Corbeau, ailuada na ra visinha ; a essa
parte continha tres aberturaa irregulares, duas
fechadas com grades, e a outra oceulta por detraz
de urna espessa moita de Iilazese deaveltiras.
N urna manhia o estudante desceu muito cedo
ao jardim, onde encontrn a sua hospedeira oc-
cupada em|colher aveliaa para o almogo. Vend
que ella da cadeira a que tinha subido mal podia
tocar nos frucios, quiz ajuda-la, e para isso tre
pou i aveleira que era muito alta.
Achiva-se elle montado sobre um dos ramos
em aeco de fazer a colheita, quando ouvio por
detraz de si urna voz feminina cantar:
Vem, vem furora;
Ouve a quem t'implora 1
Curioso por ver que passaro se achara aninha-
do ali por perto.volla a cabega e descobre por de-
traz da* folhas da arvore urna janella e atravez
desss janella urna moca diante de um espelho com
os torneadoa bragos aobre a cabega a atar oa seus
cabellos que peodiam em louros anneis sobre os
hombros n?.
Alain releve a respingo, com o receio de ver
desvanecer-se aquella visio ; porm um niovi-
mento involuntario o trahio : o passaro calou-
ae, e a janella fechou-se precipitadamente.
Quando o estudante desceu o corscio batia-lbe
no peito com violencia ; mas elle guardou-se
bem de fallar oo que tioha visto. Observando a
topographia do lugar em que se achavam edifi-
cadas as casas que rodeavam o jardim, pode re-
conhecer que o ponto mysterioso em que Ibe ha-
via apparecido a madona era urna capella do
templo, capella ardente que i noite irradiava aira-
vez da folhagem que a eocobria.
A madona nao tardn a perceber o culto de que
era objecto. Debrugada no parapeito da janella
as bellas noites de outono pareca preslar-se a
esse culto com prazer; e at levou a precauco
ao ponto de apagar a alampada para nio aer per-
turbada pelas pessoas de casa na muda contem-
rtl"n fina fitra al aesorava
O estudante conheaja perfeitamente o eaminho
que conduza a aqueHI cu para ficar por muito
lempo entregue a essa exttica adorago.
De ramo em ramo subi ama noite at chegar
i linda fronte que para ejle se iuclinava.
Um grito abalado respondeu a esse acto de
audacia, e elle vio-se obrigado a abandonara
posigao aportando com tranaporte a pequea
mao que o repellio com um gesto de espanto.
Outra vez appareceu offerecendo um ramalhe-
te que aeria crueldade recusar : o ramalhete foi
acceito, e trocaram-ae algumas palavraa. Sou-
be elle entao da propria moga o seu nome, que
tanto dea-java saber, e aehou-o muito mavioso
o lacil de pronunciar-se, como o sempre o no-
me da mulher amada, ainda que ella se chame
l'etronilla ou Cunegandes.
E relirou-se com o paraizo na alma, correndo
pelo jardim como um louco,laucando i brisa ds
noite palavras sem nexo, e sbito parando de
vez em quaodo para ouvir a voz melodiosa que
dentro em ai chamara sem cessar : Rene I
Rene l
111
Passaram-se mezes e mezes de felicidade.duran-
te os quaea tongas carlaa substituirn! is loogas
conversscoeaaentrevtstae. al que chegou odia
em que meatre Corbeau aonunciou a sua partida
para Nan tea.
ro,
do
prii
gisse ao fim que j presinto, ioterrompeu A-
nete. r
Nao, minha querida amiga, nlo. E' neces-
sano que voc saiba tudo. Como viu. o maior
ponto um jogo puramente de acaso. Entretan-
to um jogador exercilado, intelligente, pode pou-
co mais ou meos, quaodo o banqueiro olha pa-
ra as suas carlaa, i menos que este nio seja mui-
to impossivel, adevinbar senio o verdadeiro jogo
que elle tem, pelo menos se o jogo que tem
bom ou man. Um homem que arrisca urna som-
ma grande, nio olha com os mesmos olhos a
carta que pode az-lo perder, e aquellas que po-
dem faze-Io ganhar. Por mala iroperceptivel que
seja a influencia da carta aobre o rosto do aujei-
to, o certo que essa influencia existe, pode a
gente sorprende-la e aproveitar-se della. E', na
minha opiniio, um dos direilos dessa batalha
muda. Eotretaolo, easa scieucia daa physiono-
mias completamente ioutil quando a sor te nio
presta o seu contingente. E' isso lio verdade, que
ao cabo de duas horas que eu jogiva contra o
marquez, ji eu perda cincoenta mil francoa.
Entio preciaaa de cincoenta mil francos ?
Espere, minha querida amiga, espere.
O
marquez eslava com ama veia lio podero-
sa, que eu nio quiz me obatinar contra elle, e
declarei que nio jogava mais. Foi bom para mim
porque elle paasou duas ou tres veaea. Entre-
tanto voccoobeeaa atlracgio irreaislivel das car-
tas. Parece-me que a sorte mudava um pouco, e
i pezar meu, no momento em que eu ia dar car-
tas, exclame!:
Piro oa cincoenta mil francos que lho
devo. .
De que lado ?
A' direita.
Elle aceitou e deu as cartas.
Asseguro-lhe, mioba querida Aonette, qoe
ha urna emocio real em contemplar as costss
urna carta, que, voltando-ae, vae noa dar ou
zer perder cincoenta mil francoa Apanhei as,
nhas, e olhei-as, toroando-mo o mais impassU.i
que pude, porque seotia que os olhos do marquez
eslavara filos sobre mim. Eu tinha um cinco e
um dous, isto sete. um dos melbores pontos
do jogo. Respirei ioteirsmeote, porque depois
que aceitlra a parada, eu pensara em voc, que-
rida Aonette, porque em caso de perda, recorre-
ra i voc. '
O marquez olhou para as cartas e nlo as mos-
lrou. A mstor desgraga que me podia aucceder.
era que elle tivesse o mesmo ponto que eu e
essa desgraga al me feria tollo perder,
Peco, dase elle.
Pico, respondi-lhe eu.
Eolio o marquez moslrou o jojo. fwha direi-
to de tirar urna carta.
Tenho cinco, diste.
E ficou reftectiiiq'o. .,
de
iv3f
A noite em quanto Reoa esperara ola hora
de dar o aignal eonvencieoado nio pode livrar-
sedeumvago seoiioaenlo de tristeza, quelhe
deixara a exprsalo pungente de olhar que sea
pae lancera aobre ella a despedir***.
Alain, qoe naquella neite mais eedo do que
coalumafa fizara a sua aeeeneio atravez das
aveliaa e dos lilazes, entregava-se com lou-
ca alegria a esss necessidade de expansio do
amor que se nutro em sonhos doorados no futu-
e que paira aem cessar sobre a recordaco
passado para all aspirar o perfume de suas
meiras impresses.
Lembrando a Reoe aquella manha em que
pela primeira vez do alto do seu poleiro a deseo-
brira como um passaro no aeu ninho, o mancebo
murmura va brandameole aos ouvldosde sua a-
maole a copla do romance que ella entao con-
tava, e mil beijos seccavam ss lagrimas ds mo-
"\ que seotia dissipsr-se os seas terrores.
Sbito a porta se abre aem estrondo. Altin
corre para a janella; mas um brego de ferro im-
pede o seu vo, o faz recuar at o meio do quar-
, ach ando-se tac* a face com o mercador.
Daqui ha pouco, aenhor, Ihe disse este com
furor concentrado, voltareis por esse caminho,
que doa ladros e dos miseraveis.... Antes po-
rm tendo a bondade de ouvir-me.
O-estudante ergueu a fronte com altivez. ,
Podis matar-me, respondeu elle, porque
eu nio procurarei defeoder-me contra a ; mas
nio vos reconhego o direito de osullaflbe.
Perdi I Perdi I exclamara Rene rojan-
do-se aoa ps de seu pae.
Nada de alarido, replicou o mercador com
a voz aurda ; evitemos o escndalo... Todo o
vosso sangue aeria pouco para lavar a man-
cha que imprimistes na minha honra e eu
quero que vivaea, porque s assim podereis ex-
tinguir. A csrts que me veio is mios, e me fez
pretextar urna viagem com o fim de melhor sur-
prehender-vos, revela-me apenas o uome de
Alain : a este nome podis accrescentar o appel-
lido de alguma familia honross ?
Seohor, eu me chamo Alaio de Montitier.
Ah 1 sois nobre ? Tanto peior. Julgareis
fazer um grande sacrificio, quando na minha o-
pinilo essa qualidsde em nada augmenta o vosso
valor; pelo contrario....
Assim fallando o mercador tirava da algibeira
um papel, que deadobrou, e collocou sobre a me-
sa. Depois apreaentando ama penna ao eatu-
dante, disse-lhe acentuando as suss palavras :
Sr. de Montitier, fago-ros a honra de con-
ceder ajnio de minha Ulha. O contrato est
prompto : assignae.
Alaio quiz refleclir.mas viu pelo gesto do merca-
dor que elle nao admettia replica nem demora :
toraou a peona, e assignou, fazeodo como os
discpulos de Loyola as suas observaces com-
sigo mesmo.
Agora, accrescentou Corbeau levantando a
sua filha, esteode a mi ao teu noivo que vae
re tirar-se por onde veio.
Tudo isto se executou|com urna preeisio auto-
mtica : maa quando Rene se viu s, murmuro*
entre solugos :
Oh 1 Elle hesitou I... E' porque nio me
ama I
Alain tinha rinte e dous annos, e amava com
o ardor e siocendade propria da sua idade : mas
o romance do seu amor tornara um desenlace
absolutamente extranho as suas previses.
Cuidara elle que a sua paixio acabara por urna
triste separagio, olhos vermelhos de chorar, co-
rago^ mais ou menos maguados : cuidara mes-
mo o'um duello que vina transporta-to de pra-
zer, o com quanto pozesse peas 1 sua felicidade,
oao o impedira comtudo de proceder a um rap-
to com todas as formalidades, comoescadaj Je
corda, pistolas, horneas mascarados, etc., etc.
Has cabir de repente no lago armado por um
farroupilha, achar-ae traigoeirameote casado com
urna ingenua cumplice talvez deas* emboscada
isto parecia-lhe odioso, mais que odiosopa-
recia-lhe ridiculo I
Que diriam os seas amigos, que tanta inveja
tinham daa auas proesas amorosas? O que di-
na seu pae que lio alto collocava o orgulho do
aeu nome? Certsmente nao podia deixar de
enfurecer-ae i noticia dessa scena : o uoico
meio de desarmar Ihe a colera era ir immedia-
lameote coofessar-lhe tudo, deixando a elle o
cuidado de subtrahl-lo is consequencias grotes-
cas da sua imprudencia.
Alain parliu pois para Seez.
O conde de Montitier nio tinha muita vontade
de que o Albo frequentaase as aulas, e por isso
foi com prazer que o viu voltar.
O conde entenda que o primeiro dever do fi-
dalgo era a ociosidade, qaando a guerra nio Ihe
desse occasio de eotregar-se destruicio doa
seussemnlhaotes, para oque viera especialmen-
'e flf al o mundo ; ou quando a mediocri-
dade da sua fortuna nao Ihe perrailisse sustentar
escolhidaa mstilhasafim de com ellas destruir
veados, lobos e javalis, na falta deseusseme-
lhantes.
Sabeodo a verdadeira causa da volta sbita do
estudaote ficou furioso.
Muito bem I disse elle: nao contente de
comprometler o meu nome as vossas temerida-
des escolsticas, fizestes delle o ludibrio do ul-
timo dos mercadores I *
Alaio arriscou tmidamente ama desculps
fundada na grande belleza e innocencia apparen-
te da joven mercadora.
O conde ergueu os hombros.
Admiro muito easa lnnocentioha, que nun-
ca iranspoe o limiar da porta da loja de seu
pao, maa que estende os bragos peLa janella ao
primeiro que Ihe appacece, para depois arrancar-
me tytitulo o s fortuna, de accordo com o merca-
dor nao menos honrado e innocente I
. A minha simplicidade, meu pae, nio me
impedio de suspeitsr essa connivencia ; porem o
meu coragio hesitava em acreditar n'uma tal
perfidia I
Pois entio quem vos imoede? Ide...casae-
vos com a vossa infanta...uoi os vossos brazea
>breza com os seus brazes de-droguisia:
Em urna partida ordinaria, sempre se fies eom
cinco. S9 com cinco, se pede ama carta, tem-se
quatro probabilidades de ganho, contra cinco
de perda. Porm, como eu ficira com o primeiro
ogo, era provavel para o marquez, que eu ti-
vesse um ponto superior ao delle. Talvez sor-
prendesse em mim, apezar di minha tranquilli-
dade apparente, um signal qualquer de eaperan-
ga de ganho, porque de repente exclamou :
Tanto peior para mim, pego licenga.
E ao meamo lempo tirra urna carta. Adevinhei
logo qual havia da aer I Ha felicidades extraordi-
narias I Tirou a melhor carta que podia aer ; ti-
rou um quatro I um quatro de espadas, de que
heide lembrar-metoda a minha vida. Tinha no-
ve pontos. Portanto perder eu. Levantei-me.
Devia cem mil francos.
A' esta palavraa duqueza estremeceu.
E sem duvida conUnuou o jogo ? disse
ella.
Nio, infelizmente, replicn o duque, com
um suspiro, porque ds vez saguiote, o marquez
perdeu. Um minuto mais de imprudeocia, e eu
nao deveria nada. Emtim, pegual no quatro de
sapada que me tinha feito perder e escrevi no
meio delle : c Val cem mil francos. Assigoei e
entreguei ao duque esse reconhecimento da mi-
nha divida.
**"# pode-me cem mil francos. Nio os
tenho. Sabe quanto ji tem perdido depois que nos
caaamos ? x
Sei, seis ceios mil francos.
O que fas duzentos mil trancos por anno
justamente o nosso reodimento ; d'aqui i seis
annos o noaso reodimento ficari em melado.
Mas durante eases seis annos, talraz morra
meu lio.
Sio mis u esperancaa que se bsseam aa
morte.
Emfim, essa morte ha de aucceder, e eolio,
minha querida Aonette, oa Ihe pagarei tudo o
que Ihe devo. E voc timbem nio tem abruma
cousa que eu lhe'deva perdoar ? Ea aproveiu-
ria a occaaiio de aer lio indulgente para ceas voc
quanto voc o tem para aido para comigo. Maa]
nada, nada Ihe digo, nem i respeilo daa aua
desposee, doa seus caprichos, nem daa suas cas-
quivanas. Ha algumas desasa aa pouco de in-
coosequenoia ; mas isso propria da aua edade,
e a culpa deaaa paixio fatal que me afaata de
voc. Foi o que respoodi I mioba irmia, que
sacre veu -me, mandando-me dizer que veces*
eatava comprometiendo em Parts. Pallava-me
de um artista que a visita, usa tai Sr. Jacques.
Jacques de Feuil, am msico. Mande! dizer
sai
minha irmia na a I tima earta que ihe escrevi. ,
duqueza poda recebec quem bem Ihe parecer.
GosU de msica: nio razio para que Roste dos
Ittsieos, sms razio para que receba vtaitas
dalles. Nio ach* qu* euliaht razio ?
Umbem mu pouco deseareis; ja oio seis
am procarador ?
O conde pssseava s psssas largos gsstiflsm**
violentamente. De repeote parea com se braca*
cruzados diante* Alaio, qae segis eom a*et*-
dade esss pantomima.
Os MoMtttier, disse alie, eestamam eakrtr
a cabega com o capacete, s al* com barrete
quadrado : porem eu ola procurarei contrariar a
vossa inclinagio pelo oficio parifico do loga**;
> que farei somente 4 eseolher s especie de to-
ga, que vos ha de servir
E sem esperar a resposts do seo fllho veltoa-
Ihe as costss de modo desabrido. <
No dia seguiole foi ter com' o hispo de Seoz,
com o qual combioou am plano, qae vete iaem*-
diatameote expr a sea Albo.
O estudsnte reflectira muito sobre o cas*. A*
palavras de seu pae haviam disaipsd* t**e* a*
duvidaa que elle tinha a respeilo do procedase*
to de Reoe na ultima entrevista. Basas lagri-
mas que ella derramara toram mcalidaa. tora**
um effeito do ressorso. Tudo liobs sido !**
redo e calculado, o marcador t*ra am *wg*ci*
de mais. Com que prazer aio deveria elle guar-
dar e contracto do casamento, cuj assigaatura
tora arraneada a cuate de urna vil ira icio I
Para nio resigoar-se a ser victima de ama as-
tucia to afame Alain declarou-se prosapia a se-
guir o partido adoptado por sea pae, e pasto la-
go em execugio, fragas i assislencia amigavei do
prelado.
Passado algum tempo, em virtude de
processo inlentado por denuncia qaeixa d>
mercador, o eedactor comparecen pranla a c-
mara alta do parlamento.
Intimado para executar a sua promosaa da ca-
lmelo respondeu mostrando ss vestes qae o
cobriam:
Sou padre.
Potem os juizes pouco locados da greca qoe
operou am tal milagro de converaie vires* nesse
--.peuiente de tonsura um crime de mata.
Por urna sentenga muito cariosa para aqaeila
poca em que de certo a agualdada nio *c*sa*
cia perante a lei, sentenga a vista 4a qaal aa*
paludas reflexos as severidadea de nossa rs4sjs
penal a reapeito doa Crimea oa desvos 4o* ata-
nores, foi o amoroso dicono condemnado a caos-
prir a sus promossa mundana sob pens 4*. *e
o fazendo, ser-lhe aberta pela mi do carrasca
a porta do cu, a que elle aspirsva lis ardeate-
mente.
Em auramaou o casamento oa a morte.
E aomeote na forma exista a (acaldad* 4* op-
gio, porque sendo iodissoluveis os voto* religio-
sos o condemnado nio tinha mesas 4* subtrakir-
se i sinistra alternativa que o amoscara.
Nicoliu Corbeau perteneia i raga eoergka es
burguezea que ciearam a commuoa aa edad* me-
dia. Seu odio nitivo contra a obrase havia
sustentado nessa luis judieiaria por elle intesta-
da, e na qual proseguir to ioexoraveiaseate.
Ao ouvir pronunciar a sentenga qae ssaefura-
vs a sua vioganga esmagoa com am olhar 4*
triampho o orgulhoso conde, que procoreado
evitar urna allianga desconveniente foi cabir aa
peior das ignominias.
Nao ere asaim porem qae Rene "qaeria vi najar-
se. A idea de tes-sido amaldieaada dcasresa-
da pelos Montiliers como cumplice 4a pretendi-
da traigio, que entregara Alain humillado **s-
cripgio do seu pse, csusava-lh* um sapaUew
horrivel. Jurou desmentir esss accaseei* qoe
pesa va sobre a aua pesaos.
Maa por que meioa?
A pobre filha do mercador par mais qae pea-
sasse no drama que se precipitara para o saa
tern vel desenlace, nio podia com as a nicas ias-
pirsges do seu coragio desviar golpe qae par-
lia de to alto. Quam a guiara as seas oxfor-
goi para conjurar a fatalidade, qae malaca oa
tragedia o idyllio comegado no meto da* lar**?
Um raio de lus atravessoo-lbe o espirita.
Esses juizes que dlapoe da vida ea* horneas,
dizis ella consigo mesmo. sio horneas tambem ;
e talvez que fra daa solemnidades 4a aad
ae dobrem i voz da piedade.
Correu pois i sala em que os magistral
da reuoidoa enlrelinham-ae com as ineidealaa
do dia. A aua entrada provoco alguns aavata-
rioeqae se transformaram em signaos 4o syotpa-
thia perante a expressio tocante da sea sos-
pero.
As nossas decisoes nio team appello, 4asse
o presidente, e nsda pode obstar i saa execocia,
a nio aer a innoceucia reconhecida aa i voetad*
do rei, uoico que tem o direito de perdoar.
o caso do que se trata existe aioda am
meio, observou am doa conselheiros. Soa aaa-
tidade o Papa pode diapenaar o co*4e*taa**> 4a*
votos religiosos, para que aasim possa elle praa-
lar-ae i reparacio que Ihe foi imposta.
Ai de mim 1 exclamou Rene. O Pape
em Roma.
Bem o sei, replico* o coaselbeir* ;
elle tem um representante na Franca ; o separa-
se justamente a prxima chegada ala saa aro
legado.
A joven obteve a poder de aapplieas qoe teme
demorada a execugio da aeotengio as* qsa eha-
gasae o legado de aua santidad*, e reliroa-ee de-
pois levando com sigo ama esperance.
Se a juatig humana (ora a esse poeto miseri-
cordiosa, como nio cootar com a c.emoacia 4*
um ministro da justica divina t
O novo embaixador enviado i corte da franca
pelo Papa Gregorio XIV era am cardeal 4o Mo-
dicis que naquella difficil miesao exerettava-s* ja
para o papel de soberano Pontfice qoe 4oria
preencher alguns .annos depois sob a aono alo
Lelo XI. Ja se v que pouco poderla _
ssr-se nos pessres da filha 4o mereaiew 4* _
8er'- [Conlinuar-H-ha.) '
errataT
Na cantata o Catal, em vez da Qaaasw as-
conchado, busca com p firma, lea-so__
Quando, enconchado, busca casa p Ira**. Ea*
vez de Mil abraco*, tomai mil betjos ls-sa
Mil bregos tomai, tomai mil beijos.
Havia uma.inleoco viaivet naa ultima*
vraa do duque, apezar 4a iodiffereoca qae ,
uva. Annette compreheodea qae iodo i
havia cabido em urna rilada. Tratar*-** 4a i
par della. '
Alm disso, nao posilivamaats 4i***irs
que Ihe pego, cooliouou o duque.
O que entao ?
No dia seguinta i easa perda. fm araearsr o
marquez. Confeaaei-lbe qae aio liana os com mil
francos, e pedi-lho dooa matea 4* isaan. Gra-
ciosamente respondeu-me : < Meo sharo doaae.
todo o lempo que quizer ; mas ceas ama camdt-
Co, e que a duquesa m'o pedir Desoje ano
ella saiba que voc pardea, pesa soUmr ca
voc. e nio seja maia lio jogador rimo _
lio, minha querida amiga, maneen-ik tiaer om
eslava doente ; estoa, coas eflaito, sooo 4a ea*
po, ao menos do espirito. Voc veta. O VarsaiT
anda ae demora em Bode ama sesnaae I
o obsequio de ir procurs-lo s pndir Iba um
pers de alguna mezo*. ^^ "*"
Prope-me uso seriamente?.
Muito serismeale. A silasris taosta _.
ve para que ea graceje. *^
Acompaoha-me i essa 4 sesmeas ?
Nio ; elle quer tallar caen vec ai
O aenhor eati em sea jaita prtala ?
Creio qae sim.
m~?EnU0' *"** q"* m* 9nfd*
Como ?
Elo que peior que a marques
capaz de eom melle la, paiqma ih'a
Nio comprobando, rsspsnduq a t
o tom mais ingenuo deete meada. Ha vara mi
mata natural a*m mais hoarese 4* aa _
acontece? Tive a desgracs 4a pera^Teal-.
francoa ; porm, felizmente. peri-ea m
homem qoe perience & meama socioeea* o
Nao poseo paga-los no dia seguata -^-**
ser paga ama divida de jogo Tpaca temoTo -t
credor creio que eavalletr*. esta ata *L T
ceder-m'o : apenas quer ter aaasmr
easa oooceasio i miaba aulhat ; a>ta
Hsqosm Ih'.p^.. Q^.eris>;^Ie3\
polocontrano uvsHeirtsmo, hniL.
doriacado. Uasa mulher poda pedir 1 ,
nha, para sea marido o q.VooiImeaJITl-?!*!:
pro um pouca de vergaama es nitn*Z
-o Omorqaes atiu-eM ^ZtTmMU m Z!
lenta-ae aem ama viaMa sas oU imZTTl'Z.
fnaI**. *ire4to *Ve^T.^|g^rmmaS
."' qaavw* Haaeisa. se *csV m+ mmm *>
" ornarse*
U *ma sarta* ssgv*4s. (6esisamsw-avs7
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