Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09809


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Full Text
lili XIITII IDIIIO 233
Prtres*MtMaa4i*itads $00
Por tres eres Yeocidts 6$00O
*>;4*
OWBTA FE1BA 9 11 ODTDIM II lili
PrtBBadiuUd19|0e0
Ptf le fraiet fiara snbscritUr.
NCARIQADO DA BOBBC1IPCAO DO MOITB
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o 8r. Antonio Marques da Silva; Araca-
ty, Sr. A, da Lomo* Braga; Geari o Sr. J. Joa
de Olireira; Maralo, o Sr. Manoel Jos llar-
tint Bibeiro Guimares; Par*, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCoata.
FAK'l'lDAS UU OUKKtUb.
Olinda todos os das as 9|l/ horas do da.
Iguarass.Goianna o Parahiba as segundas
sextas-feiras.
S. Anlo.Bezerros, Bonito, Caraar.Altinho
Garanhuns as tercas-feiras
queira.Ingazeira.Flores, Villa-Bella, Boa- Vista,
Ouricury eFx as quarta(airas.
Cabo,SertQhaem,RioFormoso,Una,BarrairoB
Agua Preta.Pimenteiras Natal quintas feiraa
Todos os correiosprtetelas 10 horas damaabia
EPH EMBRIDES DO MIZ DI OUTBRO.
4 Lsja ora as 4 horas a 87 niatos da man.
10 Quarlo erescents as 7 bofas e 47 mina tos ds
, Naa7.th; Limoeiro.Brejo, Pea- Sk"*-' "'?*** Mrtsotor da ta*to S. 8" B'!w^'v;' P"eto.
t6 Qaartoainganteas7harw e Sminutos ^rarta. S. Dionisio b. de Paris; S. Gersino b.
tarde:
PREAMAR DEHOJE.
Primeiro as 8 horas e 30 minutos da manhia. I
Segando as 8 horas a 54 minatoa da trala.
MAS DA SIMARA.
7 segunda. 8. Marcos p.; S. Apuleo.
JO Quinta. S. Francisco de Borja padroMro.
^1 Sexta. S. Firmioo b.; S. Filooilla; S. Nicacio.
Ssbbado. S. Cypriano b. m. ; S. Seraphina t.
HS Domingo. Nossa Senhora dos Remedios. |
:^Sai-" -- .
Alagoas. o Sr. Clasdino Faleio Dlu ; Babia
Sr. Josa Minio Aira; ie de Janeiro Os
ioao Pereira Martina.

EM PEBRAB1BTJCO.
Os proprieterios do DIARIO sseri Figueiroa
de Faria & Filho, na ana Imana praga da Inde-
pendencia ns. 6 e8.
Tribunal do eommereio
Relaco: tergas, quintas a aabbados aa 10 horas.
Fazenda: tergas, quintase eabbadoa aa 10 horas.
Jaizo do commorcio : qu artas ao mel dia:
Dito da orphos: tercas e sextas aa 10 horas.
Primeirararado sivel: torees a ssxtssao meio
dia.
Seganda rara do tlrel: aaitas sabbados a 1
lora da tarde:
PIBTE OFFtCUL.
GOVERN DI PROVINCIA.
Expediento dio dia S de outubro
de 18f.
INTERIOR.
OfBcio ao Ezm. bispo diocesano.Nesla data
expeco orden ao respectivo thesoureiro para fa-
zer extrabir ama lotera em beneficio das obras
da matriz da (regaezia de Barreiros, como V.
xc. Rvina. soliciten am officio de 2 do correte,
visto ser ama das priv.ilegiadss pela lei, n. 502,
de 29 de niaio deste anno. >
E restituindo i V. Exc. Rvma. e oAlclo do si-
ganodaquella freguecia, reiter V. Exc. Rvma.
os protestos de miaba estima e considerado.
F.z pedio- ordem ao thesoureiro dss loterias pa-
ra f i Dito ao Exm. presideote da commisso de ex-
posi. io. Passo por copia s mos de V. Exc. o
olflcij que me dirigi o Exm. presideote das
Alagoas em 26 de setembro ultimo, remettendo-
me a inclusa lista dos membros da commisso
encarregada de colligir oasproductos daquetta
provincia que teem de ser enviados para a expo-
Sicao desta ao dia 7 de novembro viodoaro.
Dito ao chele de polica.Respondo ao officio
que V. S. me dirigi, sob n. 976 e data ds 28 de
setembro ultimo, declaraado que por (alta de
forca nao pode ser augmentado o destacamento
do termo de Caruar, como requisitou o respec-
tivo delegado.
Dito ao cotnmaodante superior de Santo Anto.
Em vista do que informou V. S. em officio de
96 de setembro fiado com referencia ao oficio do
chefe de policia, a. 827, de 24 de agosto ultimo,
baja de expedir auas ordena para que sejam des-
pensados do servico os guardas Conrado Nemes
do Couto e Manuel Alves l'erreira, emquanto oc-
cuparem os cargos de inspectores de quarteires
na freguezia de Santo Antao.Commuoicoa-se
ao predito chefe.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Kecommeodo V. S. que mande entregar ao
thesoureiro pagaJor da repartirlo das obras pu-
blicas, conforme requisituu o respectivo director
em officio de 3 do corrale, sob n. 235, s qusn-
tia de 4:3809000, constante do incluso pedido,
para continuado das obras por adniinislrago
cargo daquella repartico no presente mez.
Autorisou-ae tambem a effecluar os seguinles
pagamentos :
Ao director do collegio dos orphosda quan-
tia de 103&332, importancia dos veocimenlos do
cozioheiro e rasis empregados ioteraos daquelle
estabelecimeulo, relativos ao mez de setembro
ultimo.
A^Estevao dos Anjos da Porciunculada de
549000, despendida no mez de setembro ultimo,
com o sustento dos presos pobres da cadeia do
Cabo.Communicou-se ao ebefe de policia.
A' Joo de Siqueira Ferroda de 1559600,
importancia dos veocimenlos dos guardas nacio-
naes destacados oa cidade de Nazareth durante
o mez de setembro ultimo.Communicou-se ao
commandanle superior respectivo.
Dito so inspector da thesouraria de fazenda.
Defirinde o requerimento do capitae reformado
do exercito Manoel Joaquim Madureira, sobre
que V. S. informou em officio desta data, o au-
toriso a mandar pagar em os devidos lempos os
sidos dos mezes de outubro e novembro deste
anno, que elle pretende consignar nesta provin-
cia para serem entregues ao alferea reformado
Jorge Rodrigues Sidreira, e bem assim a passar
nova guia ao predito capitao.
Dito a cmara municipal de Garanhuns.Ap-
provo a arrematado dos impostos meociooados
no officio que me dirigi a cmara municipal de
Garanhuns em 17 do setembro ultimo, pela quan-
lis de 73O9OOO pelo tempo de am anno
Dito ao promotor de Sanio Antao.Ao officio
que Vmc. me dirigi em 24 de agosto ultimo
respondo deolaraodo-lhe que de sus obrigaco
asaistiraosorteio-dos jurados embora tenha de
ser presidido pelo juiz municipal, e s poder
eximir-se desse semgo quando se dr a hypo-
these do art. 239 do regulamento, n. 120, de 31
dejaoeirodel842.de estar impedido por igual
servico, ou por oulro semelhaale no termo em
que se achar o juiz de direito, funecioaando em
sen lugar o subdelegado do dislricto em que es-
Uver a caaa das sesses do jury.
Dito ao cotnmaodante do destacamento do Ca-
bo.Recommendo Vmc. que preste ao promo-
tor publico desse termo, quando elle lhe requi-
sita r ama praga do destacamento sob seu com-
msndo para levar procesaos aos subdelegados de
distados (ora dessa villa.Gommuoicou-se ao
respectivo juiz de direito.
Dito a Raymundo Leonel de Alencar, subde-
legado do primeffo dislricto de Ouricury.Con-
cedo a licenga que Vmc. solicitou em officio de 8
do correle para ir s suas faiendas no termo da
Boa-Vista e do Crato, quando the (Ar preciso;
cumprindo que commuoique sempre ssua sahida
do distncto s autoridades competentes, bem co-
mo ao suppleote dessa subdelegada.
Dito ao director das obras publicas.Mande
Vfuc. examinar e orear os coocertos de reparos,
de que uecessitam a latrina, e urna das portas do
auinUl do collegio dos orphos de Santa Tbereza
e Ooda, conforme solicitou o director geral da
instrucQ3o publica em officio de hontem, sob n.
307.Communicou-se a este.
Portara.O presidente da provincia, atten-
dendo ao que lhe requereu o 2* cadete da 5a com-
panhia-do 10 batalhio de infamara Caelaoo Bes-
aooe de Assis Campos, e tendo em vista o pare-
cer da junta militar de sa le, resolve conceder-
Ibe tres mezes de licenca na forma da lei para
tratar de sua ssde no ceotro da provincia.
Communicou-se aoeommandante das armas.
Dita.O Sr. gerente da companhia pernam-
bucana mande dar urna passagem de estado no
vapor Jaguarxbe para o Rio Grande do Norte, ao
bacharel Fernando AfTonso de Mello Jnior, pro-
motor publico nomeado para a comarca do Ass'
daquella provincia.Mandaram-se tambem dar
passagena para aquella provincia no vapor Igua-
rau ao desvalido Quiotiliaoo Jos Freir, e no
vapor Paran, por coota do ministerio da guerra,
ao desertor Candido Jos Quirino.Deu-se scien-
cia ao com mandante das armas acerca do ultimo.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
SESSAO EM 10 DE AGOSTO DE 1861.
Presidencia do Sr. Viseonde de Camaragibe.
A's 11 horas e 3/4 fez-se a chamada, e o Sr.
presidente declsrou abena a sesso.
Lida e approvada a acta, o Sr. 1 secretario deu
conta de seguinte
EXPEDIENTE.
' Um officio do ministro do imperio, datado de
7 do correte, enviando copia da portara pela
qnal se estreohou o procedimento que Uvera a
lilraa. cmara municipal negando a firaz Antonio
Garneiro licenca para edificar na frente de sua
cssa sera que mostrasse terem sido pagos os fo-
ros e laudemios.A' quem fez a requisiclo.
I Mais tres do mesmo ministro, datados de 8 do
correte ; 1." Enviando copia da acta da apura-
no geral dos votos para a eleico a que se pro-
cedeu no 3o dislricto da provincia de Peros mon-
eo, afim de preencher-se a vaga que delxoa nesta
cmara o cooselheiro S e Albuquerque, por ter
aceitado o cargo de ministro d'estado.A' com-
misso de poderes.
2. Enviando tambem copia das setas da elei-
gao a que se procedeu as villas da Jeremoabo e
Capim Grosso, perteocentes ao 4 dislricto da
provincia da Babia, para preenchimeuto da*vsga
que se deu nesta cmara por ter o cooselheiro
Swaiva aceitado o cargo de ministro d'estado.
A' mesma commisso.
3. Dando as ioformscdes solicitadas por esta
cmara, acerca das infracedesde posturas em que
tero incorrido a companhia da estrada de ferro de
D. i Pedro II.A quem fez a requiaico.
Ontro do mesmo ministro, datado de hontem,
enriando um requerimento em que a irmandade
de Nossa Senhora do Pilar de Itamarac, provin-
cia: da Peroambuco, pede licenca para possuir
beas de raiz at 30:000.A' commisso de fa-
zenda.
Outro do ministro da marioha, datado de 7 do
corrente, dando as informages solicitadas par
esta cmara relativamente construeco do di-
que da capital do Maranho.A' quem fez a re-
quisiclo.
Outro do secretario do senado da mesma data,
participando que o senado adoptou e vai dirigir
saoceo as duss seguintes resotugdes: approvan-
do a peoso coacedid ao capilo reformado Joo
Francisco do Reg Brrelo ; e elevando a 8009 o
ordenado do porteiro da academia das Bellas-
Artes.Inteirada.
Urna representarlo dos moradores do Ribeiro
de S. Lourenco, desde aa>* foz at o corrego do
Moinho, pediado para perteocerem provincia
do'Rio de Janeiro. A'commisso de esta-
tifica.
Ouira da cmara municipal deliberaba, pedin-
do providencias que facam cassar o mal que sof-
frem os criadorese boiadeiros raioeiros.A' com-
misso de commeTcio, iodastra e artes.
Unx requerimento dos amanuenses da recebe-
dona do Rio de Janeiro, pedindo isengo do con-
curso para o preenchimento dos lugares de 2
escriturario.A' commisso de fazenda
Outro de Ernesto Dionisio Strett, pedindo ser
naturalisado cidado Brasileiro.A' commisso
de poderes.
Outro de diversos membros do collegio electo-
ral dai cidade da Cooceico, justificando o contra-
protesto apreseotado naquelle collegio oa eleico
primada da parochia do morro de Gaspar Soares.
A' mesma commisso.
to, revestiate-lo de outras completamente falsas,
p; assim procedendo, quizesteis habilitar-voa pata
maoejardes por vosss vez contra mim nesta tri-
buna urna arma j safada, j demasiadamente
gasta as mos de meas adversarios. Mas eu
quero antes crer, Sr. presidente, que o nobre de-
putado foi victima da fraqueza de sua memoria e
de informaces fornecidas pela m f.
Senhores, nao era en anda juiz de direito da
comarca de Porto Calvo quando peraole o jury
da villa do Passo de Camaragibe compareceu o
reo Jos Goncalves Barbosa, o qual, sendo inter-
rogado, dectarofl que se achara all como crimi-
noso porque n&o tinha querido pagar urna letra,
Tou provar, Sr. presidente, com documentos,
lomo disse, que o reo Cambrainha estere n
tronco apenas duas noites, e isto mesmo com
.reprovaco mioha.
Senhores, preso o escririo o sendo cooduzid
para a villa do Porto-Calvo, acontecen que che-
gasse 4 villa do Pago de Csmaragibe a noite,
tanlo nao havi mais tempo para proseguir oa
iagem. Nao havendo na villa outra priaio ae
oio a casa que serve de quartel do destacamento
entandeu o commandanle deste, a quem foi apre-
saqUdo o preso, que devia apeoaeitar-se de uro
tronco qie all mandara colloesr trm cuohado de
nobre deputado quando servio como delegado, o
resto de maior qusntia, pela qul comprara, ha- I ahi ajelteu o escrivo. No dia seguir
tres annos. o seu processo ao escrivo Cam- 1 isaatediato, seguio o escrivo para a villa de Por-
e apreseatou documentos comprobato- to-Calvo. Eslava es eoto alli. e seodo infor-
Despachos do da S de outubro
de 18431.
/feouerimentoi.
Eduardo Carlos Viul, e outros.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marioha.
Flix de Valois Silva.Nao pie eer altendido
no que pede, visto qu* a orpha annue ao casa-
mento.
Henrique Augusto Milet.Informe o Sr. direc-
tor das obras publicas.
Joo Antonio da Costa.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria da fazenda.
Jos da Bocha Prannos.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Jos Eloy de Paira.ji fui prvido o lugar,
que o suoplicaole reqner,
Manoel Piras Csmpello.Informe o Sr. direc-
tor das obras publicss.
Capitao Manoel Joaquim Madureira.Dnja-se
ao Sr. inspector da thesouraria da fazenda, a
quem dar presentir primeira guia.
Julgou-se objtcjo de deliberago e foi a impri-
mir um projecto do Sr. Silveira Lobo, autorisan-
do a naturalisaco de Joaquim Jos Pereira San-
tiago. '
Foijlida posta em discusso e spprorsda a re-
dacgq dss emendas feilas por esta cmara pro-
posta do governo que fiza as torgas de trra para
o aono fioanceiro de 1862 a 1863.
O Sr. T Ottooi mandou mesa urna represen-
tago dos moradores de Philadelphia, pedindo
providencias que facilitem as vas de communi-
cago, a conservago da navegago fluvial e es-
tradas actuaes.A' commisso de eommereio,
industria e arles, a pedido do mesmo senhor,
OROEM DO DIA.
Cootlni a aegunda diaeusso da proposta do
orgamoto ni parte relativa despeza do minis-
terio da justiga, com as emendas apoiadas.
O Sr. Caslello Branco :Antes de oceupar-me,
Sr. presidente, do orgamento que boje e disca-
te, releve V. Exc, e releve a cmara que diga
a[gumas palavras em resposta s graves aecusa-
coes que me fez um nobre deputado pela mioha
proviocia, visto como sssentaram ellas sobre tac-
tos que teem ioconlestavelmente immediata re-
lacao com o ministerio da justiga.
Aperar, Sr. presidente, do modo injusto e pou-
co generoso porque fui tratado pelo nobre depu-
tado quando pela primeira vez fallou nesta cass,
apreseotaado um requerimeoto sobre negocios
da comarca de Porto Calvo ; apesar ainda de nao
ter sido mais benigno para comigo o nobre depu-
tado quaodo fallou pela segunda vez em sustea-
tago do mesmo requerimento, vio V. Exc. e vio
a caaa que na breve resposta que ento lhe dei
procure! observar todas as regras de csvalleirs-
mo e delicadeza que me impunham as circums-
lancias especiaos em que me achara collocado em
relaeo ao nobre deputado, de quem outr'ora fui
amigo.
Mas o honrado deputado, rollando i discusso,
eotendeu que, ditaa algumaa palavras de bene-
volencia em relacao ao humilde orador que tem
a honra de oceupar neste momento a tribuna, paga
cava a divida em que ae julgou constituido ; e
00 ssguiroAto do seu discurso nao poupou es-
forcos para desairar peranle esta rasa o ma-
gistrado que leve a iofelicidade de dessgra-
dar-lhe.
O Sr. Esperidio: Accusar nao desairar.
O Sr. Caatello Branco :Se me nao falha a me-
moria, nads menos contm em resumo o discur-
so da nobre deputado do que o seguinte :Como
juiz de direito da comarca de Porto Calvo, o ora-
dor ioroou-se um instrumento ceg de psrlido ;
manchando por meaquinbaa vingangas a sua toga
de magistrado; tem tolhido a livre aeco dos
juizes inferiores ; tem collocado emfim a comar-
ca em um estado anormal e lameotavel. Para
mostrar, Sr. presidente, que o nobre deputado
nao Uvera mais razo do que os meus adversa-
rios quando pela imprensa me faziam easaa mes-
mas aecusacoes, escolhi, muitode proposito, psrs
ofTerecer apreciago da casa o fado mais grave
pelo qual fui aecusado, aquello sobre que msis
insistiram os meus desaffectos, o processo do
escrivo Cambrainha ; e nessi occasio Dz um
appello, como estar V. Exc. lembrsdo, leilda-
de do nobre deputado, esperando que elle se es-
queceria por um momento de nossaa divergencias
de hoje para fazer justiga inteira emlanme ao
migo de boolem.
Qialno foi, Sr. presidente, a minhs sorpresa
quando vi o modo porque o nobre deputado aoa-
lysou peranle esta cmara ease mesmo fado 111
Se nao fora, Sr. presidente, o perfeilo conae-
cimento que tenho do carcter do nobre deputa-
do, ao qual folgo de faxer ainda boje justiga. eu
tea cortamente o direito de dizer-loe nesta oc<
cnio :Faltasteis ao appello que em nome das
nossas amigas relaedes fiz vossa lealdade ; oc-
ultasteis as circumstanciss esseociaes desse fac-
brainha
rios da transac;o havida entre elle e o mencio-
ia4o escrivo.
O juiz de direito da comarca mandn, no final
de sua sentenga de absolvigo do reo, extrahir
copia do seu interrogatorio e dos documentos por
elle presentados ; e, no relatorto, enviado quan-
do leve de me passar a rara, chamou a mioha
attengo para este facto, remetiendo-me todos
esses papis.
Tenho aqu (mostrando), Sr. presidente, o in-
terrogatorio do reo os documentos por elle apre-
sentadosdjtimo prova da traossego qua livera lu-
gar entreelle reo, e o escrivo Cambrainha para
a compra do processo, e a sentenga do juiz de
direito mandando no final da mesma que se ex-
trshisse copia de todos esses documentos afim de
ser o reo responsabiltsado. Tenho mais o sJa-
torio com que me eotregou a vara de direrre o
meu antecessor, no qual diz o seguate : Inclu-
sos remello a V. S. os papis que recebi do Ezm.
presidente' da provincia, e nells encontrar V.
S. a execugo que tiveram, assim como a copia
do interrogatorio feito ao reo Jos Googalves Bar-
bosa, o qual denuncia do escrivo da subdelega-
ca do Quituode de fados dignos de severa puoi-
go, etc.
Felizmente, Sr. presidente, athava-se o nobre
deputado em mioha fazenda, onde fez-me favor
de passar alguns dias indo despedir-se de mim,
quaodo recebi estes papis. Apresentei-os ao no-
bre deputado, e pela coofianca da amisade cn-
sul tei-o a respeito.
O nobre deputado disse-me:entendo que nao
pode deixar de proceder immediatamente contra
esse individuo.
Observei-lhe que, sendo o escrivo Cambrainha
protegido do commeodador Jos Paulino, meu
adversario poltico, seria lalvez melhor que
aguardasse en outro qualquer facto para proceder
euto contra o elle evitando assim que se lem-
brasse alguem de attribuir a vinganga ou capri-
cho o meu primeiro acto como juiz.
Insisti o nobre deputado 00 seu consolho. di-
zeodo-me que lhe pareca que eu nao tinha mui-
ta razo, e que vista da severidade que sabia
estarna disposto a mostrar no meu procedimen-
to, nao devs deixar de aproveitar-me dasa facto
para dar am exemplo e urna prova daa minhis
boas disposicoes.
O Sr. Esperidio:Prova aesrespeito jus-
tiga.
O Sr. Castalio Branco -.Eolio o nobre depu-
raarj nao auna 011er, come dase, que me acon-
selhou o contraro.
O Sr. Esperidio:Tambem lhe declarei que
nao havia documentos bastantes para a condem-
nai,du oessi) tiomem.
O Sr. Castello Branco :Pareceram-me justas
Sr. presidente, as consideragdes feitss pelo nobre
depulado, e instaure! o processo.
Como peis pode hoje o nobre deputado, ou
alguem aoimar-se a sustentar que esse processo
foi inspirado por senlimenlos de vioganca e de
odio?l B v
O Sr. Casimiro Madureira e outros Srs. deputa-
dos :Apoiado; muito bem I
O Sr. Castello Branco :Eu nao era o juiz de
direito da comarca ao tempo em que foi peranle
o jury interrogado o reo Barbosa ; nao fiz seno
dar andamento aos papis que me remetteu meu
aotecessor chamando sobre elles a mioha at-
tengo.
E taoto rerdade, Sr. preaideote, que nao ti-
nha eu, nem por maneira alguma poda ter sen-
t me otos de odio e viagaoga contra esse escrivo
que, sendo depois ioformado de que elle se acha-
va em tristes circumstanciss; que tinha mullos
lilhos menores, entre elles am cgo; que eslava
emfim, redundo ao extremo da miseria, compa-
deci-me delle, e puz urna pedra sobre esse pro-
cesso.
O Sr. Silveira Lobo :Muito bem 1 temos a
cocsso do seu mo procedimento. (Nao apoia-
doa. )
O Sr. Caatello Branco:Tenho a coragem pre-
cisa para declarar a verdade, ainda que dahi me
resulte prejulzo.
O Sr. Silveira Lobo :V. Exc. nao era poder
moderador, nao poda perdoar a criminosos.
O Sr. Castello Branco:Tem rerao o nobre de-
putado que me honra com o'seu aparte, e coo-
fesso francamente que, se alguma aecusago lhe
podem fazer os meus adversarios, sera davida
a demasiada boohomia, e nunca a de donar-
me dominar por aentimentos rigorosos. (Anota-
dos. )
Adiando, Sr. presidente, esse processo liona eu
em vista que com o correr do tempo pudesse esse
infeliz ter occasio de proceder melhor e de fazer
assim jus indulgencia. Msis de um anno de-
pois (atienda bem a cmara)e quando novos
fados vieram cooveacer-me de que seria v qual-
quer esperanc, foi que dei andamento ao proces-
so em questo.
O Sr. Silveira Lobo :Maguera pode acensar a
V. Exc. mais do que V. Exc. o est fazeodo.
Mullos Srs. deputados :Nao apoiados ; esta
franqueza lhe faz hunra.
O Sr. Casiello Branco :Disse aioda o nobre
deputado, Sr. preaidente, que o escrivo Cam-
brainha fdra meltido em am tronco da villa do
Pago, oode, com aa duas pernaa presas e deilado
de costas sobre a trra, permanecer por mais
deummez; e que tal procedimento nao pode
deixar de imprimir urna mancha indelevel na to-
ga de um magistrado.
E' verdade, Sr. presidente, que o escrivo Cam-
brainha esteva no tronco, mss smeot* por duas
noites e com reprovaco mwha.
O Sr. Esperidio :Por muitos diaa, defronte
da caaa de V. Exc. que se regosijava contemplan-
do esse espectculo.
O Sr. Castello Branco ;Vou provar com do-
cumentos a verdade do que digo.
O Sr. Esperidio :Taivez com documentos da
ordem daquelles que apreseatou dorante a veri-
ficago de poderes.
O Sr. Caatello Branco (com torga):O nobre
depulado nao tem direito de vir dizer nesta casa
qqe tenho apreaentado documentos falsos. (Mui-
tos apoiados e apartea.)
O Sr. Bello :E' urna injuria irrogada ao carc-
ter do orador dizer-ee que elle spreaentou docu-
mentos falsos, e commisso de poderes que por
corto os nao aceitara.
O Sr. Castello Branco : Nenhum actt da ra-
nhi vida publica ou particular aulorisa o cobre
depotado a avangar semelhaale proposigo.(Mui-
tos apoiados).
O Sr. Baperidiio : Tenho provas disto.
O Sr. Castello Braaco: Desafio para que as
aprsente. O que diz o nobre depulado qua
umafalsidade.
mado do modo por que fftra tratado o preso na
villa do Pago, estranhei severamente o procedi-
mento do commandanle do destacamento.
Eis-aqui ( mostrando ) um officio do comman-
danle do destacamento, e outro do capitao da
companhia, deaculpando o mesmo commandanle
do- destacamento, os quaes oficios comprovam o
que acabo de dizer.
Aluda mais : tenho aqu urna petigo escripia
e asignada pelo propro puoho do reo, na quai
elle declara que fdra preso no dia 4 de Janeiro,!
e recolhido a cadeta de Porto-Calvo no da 6 do
mesmo mez, donde se v que elle S6 se demo-
dizer qne flzesse elle um romance ) fados graves
que ali se eslo dando. Nao menos de quatorze
procesaos acham-se em andamento I Eu vou ler
un trecho deste discurso.
O Sr. Esperidio : E' um bello documento,
digno de toda a f.
O Sr. Castello Branco : Disse esse cavalleiro
na asaembla provincial....
O Sr. Esperidio : Quem ?
O Sr. Caslello Branco: E' unvmogo muito
digno, um dos homeos que na qualidade de
juiz municipal de Porto-Calvo mais servigos fez
quelle termo, j regularisaodo os trabalbos do
foro, j dando exemplos de urna honestidad
nunca desmentida, plantando assim aementes
proveitosss que ainda hoje produzem fructos :
o Sr. Dr. Manoel F. da Foocees. ( Apoiados. J
Urna voz : E* muito digoo.
O Sr. Esperidio : Oh !
O Sr. Caslello Braoco : O que pode o nobre
deputado dizer contra elle ?
0 Sr. Esperidio : E' um magistrado preva-
ricador (Nao apoiados de alguns Srs. deputados )
O Sr. Castello Braoco (com torga ) : E' urna
calumnia ;" nao capaz de prova-lo.
OS Esperidio : E' um instrumento ceg
de prevaricacoes.
O Sr. Csstello Branco : E' ums calumnia,
repito.
O Sr. C. Madureira : Nao faga caso de aecu-
rou na villa do Pago de Camaragibe o espago de sages dessa nstureza sera provas. ( Apoiados.)
tempo que vsi do dia 4 ao dia 6. ) O Sr. Castello Branco : Vou ler, Sr. presi-
e Illa, e Exc. Sr. Era resposta ao officio de dente, o que na assembla provincial disse esse
v. Kxc. etc. Sendo recolhido ao quartel do dos-: nobre deputado : tacamente desta villa Alexandre Cambrainha, e declarar. Sr. presidente, que nao esta a perse-
reeommendada a sua seguraoga pela patrulha guigo fita a amigos nossos ; nao : porque aca-
que o eotregou, e sendo o sargento Cmdido Lo- bo de ser informado que
pes commandanle do destacamento, dirigi-se a
mim por ser eu o capitao de sua companhia, e
disse-me que o quartel, que urna casa velha e
muito arrunala pelo lado da cozinha, nao offe-
recia seguranga alguma, e que o nico quarto
que havn ai casa estara com a parede do fundo
parte abaixo, e que vista disto nao sabia qual
porq
em Porto de Pedras se
tem assentado urna machina de processos para
inhabilitar os nossos amigos, machina dirigida
pelo juiz de direito interino, de acedrdo com o
subdelegado, commandanle superior interino e
com o juiz municipal de Porto-Calvo, etc.
O Sr. Esperidio d um aparte.
O Sr. Castello-Branco : Se um discurso, Sr.
o mmode conservar em seguraoga aquello preso, deputado, nao basta para demonstrar que alguem
de quera tinha pessima informages, e que eu o procede irregularmente, muito menos poder
aconsethssse a respeito: ao que loe respondi que servir um aparte para aecusar-se de prevaricador
aquello Cambraioha esteve preso na cadeia da um juiz honesto e digoo como foi sempre o Sr.
aotiga capital das Alagoas pelo crime de roubo Dr. Manoel Felippe.
em urna casa na villa de S. Miguel doa Campos, O oulro juiz municipal, Sr. presidente, o do
o que muito publico ; alm disto, tendo elle termo de Porlo-Calvo, que o nobre deputado cha-
pessma coaducta e peiores procedentes, oo da- ma muito enrgico e mnito iodependente, talvez,
vidava comproruetle-lopoodo-se em fuga se pu- porque naa vesperas da eleigo ( atienda bem a
desse
plante deste termo, Belmiro de Albuquerque
Lios, posto naquelle quartel um tronco para se-
guraoga de aemelhanles individuos, vista a pouca
capacidade do quartel, que noite o puzesse 00
tronco ; e que o sargento immediatamente fez, e
estou convencido que leria elle fgido a nao
haver essa cautela, etc. Quartel de miohs resi-
dencia no sitio Palermo, na villa do Pago, etc.
oit Apolinario de Faria, capitao fiscal do ba-
talho .
Alexandre da Cruz Ludo'ico Cambrainha do
Imperio, preso desde 4 de Janeiro deste aono, e
desde 6-io mesmo mez recolhido a eoxovia da
cadeia d*u vil,a, precisa a bem de aeu direito
que V. 5-, etc^ etc., Enzorra Ha cadeia da Por-
to-Calvo, 15 de maio de 1857. Alexandre da
Crux Ludovico Cambrainha do Imperio .
Da cadeia rido paia a cadeia da capital, donde a voltou
ao Pago muito tempo depois para reapooder ao
jury por um crime de falsidade, seodo eoto coa-
servado oo corpo da guarda at ao dia em que
foi julgado e solt, recebendo alli as visitas dos
que queriam v-lo.
J v pois V. Exc. Sr. presidente, que toda
essa historia de mais de um mez de tronco, de
peroas presea e de costas sobre o chao, nao passa
de um miserarel romance que oo poder servir
seqo para provar a perversidade daquelles que ci departlfheV
lorneceram ao nobre depulado taea informages
( apoiados) e a leviaodade com que o nobre de-
putado as aceitou lrazendo-ss para este recioto
afim de accusar a um seu collega. ( Apoiados ).
Reverta portaolo o nobre deputado ao vil ca-
lumniador que abusou da sua boa f -
; e que assim, tendo o ex-delegado sup- cmara ) instaurou um processo de sedico com o
proprio juiz de direito da comarca, conlra o com-
mandante superior, contra o presideote da cma-
ra municipal, e conlra mais treze 00 quatorze ci-
dados dos mais notareis da comarca.
O Sr. Jaciatho de Meadooga :Mais sinda, con-
tra todoa oa cosimandantes dos corpos da guarda
nacional do-do termo.
O 3r. Castello Braaco : Este juiz municipal,
posto que seja um mogo hbil ( e eu que folgo de
o reconhecer), tem-se infelizmente tornado um
parlidista extremado, proceden lo de tal maneira
que os1 seus actos se regulam conforme o advo-
gado ou nao da parcialidade a quem se acha
dedicado.
O Sr. Esperidio : Isto agora que nao um
romance.
O Sr. Castello Branco: Hei de prova-lo com
documentos ; tenho aqui as provas do procedi-
mento desse juiz municipal.
Em um dia, por exemplo, elle revoga ex-ofi-
cio um despacho de partilhss, no qual se man-
dara altender diversas dividas, confessadas
urnas e outras justificadas e com sentenga passa-
da em julgado, e no dia seguinte, porque o ad-
vogado oo era sea amigo, recusa-se a reformar
um despacho semelhante, confessando elle pro-
prio que urna simples peligao nao era meio regu-
lar para revogago de um despacho de delibera-
go de parlilhas. Ainda mais : nos inventarios,
se o advogado da sua parcialidade, concede lu-
do, permilliudo adjudicages sem terem os beos
ido primeiramente prag'a; se, porm, O advo-
gado da parcialidade contraria, indefere todas as
petiedes, e recusa adjudicages, ainda quando re-
queridas pelo proprio pai de um orphSo, sob pre-
0 Sr. Esperidio : Foi um facto publico.
O Sr. Castello Braoco : ... essa nodoa inde-
texto
fosse
, i7-^ii > T I-------- 1 jMn.yau uo urna escrava requeriu
ro .i'n7frr ja7i 0l Um faCl que Pr0T0" enhor dessa mesma escrava, e que 1
n WgSfe *"1: vt. esse inventario, apesar de ter este 1
A*' ,Calel Branco: -Est provado com mostrado o interesse que resultara a
o bem Ido praga, aioda que
uin cavallo avaliado em 8OS0O0,
8^lotaWsC. *2&?' -.. k Era outro ioveotario recusa caprichosamente a
ts. deputsdos : -Maito bem. f adjudicago de urna escrava requerida pelo co-
tinha parle
replicado e
o que resultara aos orphos
pp^^ i.LlU"bH^ c.10 P"M,>)queo dessa adjudicago. E to caprichoso. Sr. presi-
P,, h !'?/ BeU,d2 em ,r?.nC0.-Da Z d0 deme- fQ Procedimeoto do juiz neste caso.
tSi, e a dU" D-U!8 la f6a,eo,e' qe. deixando essa escrava de ser adjudicada pe-
nlk""ffl0 1cm wprovacao de mitiha parte. U quanlia de 800 ra. em que (Ara a-aliada, e
O nobre deputado nao pode contestar os docu- no encontrando em praga laogalor, leve de ser
melos que acabo de apresentar. (Apoiados ). depois avahada de novo por esse mesmo juiz na
tomprehendo qaanlo deve envergoohar-so S. qUanta de 300, soffrendo assim as partes um
kxc. do papel que aqu fez, das falsidades que prejuizo de 50021.
avaogou, mas no ha de deatruir s com sua pa-
tarra documentos irrecusaveist
O Sr. Esperidio ( com forga ); Est engana-
Sr. presidente: tendo de cobrar
eram devidas, expede mandado
ndo-se dsta ma-
torna
Ainla mais,
cusas que lhe
ex-offlcio para esse lira,
do. Digo aqmllode que tenbo cooseiencia, aqu- De,ra juiz em causa proprie, contra a expressa d-
lo que est apoiado no testeroueho geral. O no- terminago da lei. Esto aqui (mostrando) os do-
bre depulado quera est fazendo um romance.! cmeotoe sobre todos estes (icios. Esse mesmo
OSr.Silreua Lobo : Tocaram-lheoa chags; juiz. quereodo vingar-se do delegado do termo
tem razao de estremecer. I e nSo lendo ou,ro |reio> in.taurou um proCe,80
O Sr. Castello Branco : Sr. presidente, pego| a am rapaz que o acompanhava como sua orde-
desculpa a V. Exc. e a cmara por no ter con-
servado nesta occaaioa calma que deve sempre'
presidir a todas as nossas discusses neste recin-1
lo. Mas V. Exc. e a cmara comprehendem que,
quando se trata de aecusacoes da natureza da-1
![uellaa qne me (ez o nobre deputado, aecusacoes
Hitas contra a honra e hooeslidade de um ma-
gistrado ninguem pode guardar a conveniente
prudencia ; aeria preciso ter-ae aaogue de barata.
O Sr. Silveira Lobo : Defeoda o corregedor
das (altas da correico.
O Sr. Caatello Branco : Descance o nobre
deputado que no mo eaquecerei disso. Disse
anda o nobre deputado, Sr. preaidente, contra
o juiz direito da comarca do Porto-Calvo, qne os
juizes municipaes que tem a comarca oo podem
cumprir os seus dereres,porque um carcter fraco
para (urtar-se a compresso do juiz de direito,
vive em continuadas Ucengas : que outro, carc-
ter enrgico eindepoHdente, foi meltido em pro-
cesso.
O jeiz municipal do termo do Pago de Cama-
ragibe com effeito um carcter fraco, um ho-
mem aem vontade propria, e incapaz de dingir-se
por si; mas no verdade que elle tenha vivido
em Ucengas continuadas, como disse o nobre de-
putado ; durante todo o anno passado apenas te-
ve uro mez de licenga, e essa mesma obteve do
presidente da proviocia com grande difficuldade.
O Sr. Esperidio: Tem tido multas liceogas.
O Sr. Castello Branco: Apenas leve um mez
durante todo o anno paseado. Quer, porm, sa-
ber a cmara para que tem servido a fraqueza
desse juiz? Para pr-se inteiramente mare do
irmo do nobre deputado e do advogado, o Dr.
GaUioo, a ponto de alo dar um despacho aem
oovir a um doa dous, tornando-se assim dcil
instrumento de suaa vingangas, como provam os
processos que actualmeule est forjando nos dous
termos de sua jurisdiego.
O Sr. Esperidio : E' um oco mnito intel-
ligetite ; por sale lado no pecca elle.
O Sr. Caatello Braaco Tenho aqui am dis-
curso de um epatado provincial que denuneioa
oa respectiva assembla (lugar onde, atienta a
proxmidade doa referidos lermos, no se poda
nanga, e, mandando inquirir testemunhas para
processar esse homem por aodar armado de uno
ca vnote, entre as testemunhas, orna das que
primeiro compsreceram foi um negociante de
Porto-Calvo, lente da guarda nacional, o qual,
sendo interrogado, declarou ver armado aquelle
individuo, maa que essa arma a trazis como or-
dena oca em servico do delegado e por ser esse
o cosiume do mstto;
O juiz municipal, que iinha todo o interesse
em condemasr o homem, e que quera que o de-
poimento desse negocisole servisse de norma s
outras testemunhas, mandou escrerer o seu de-
poimeoto, oceultando a circumstancia de ser o
homem ordenanga do delegado. A lestemu-
nha, lido seu depoimenlo recusou assignar
por faltar acircumstancia mencionada por ella,
que era esseocial, e pedio que se escrevesso fiel-
mente o seu seu depoimenlo. O juiz muni-
cipal, ameacou a lestemuoha com priso e que
faria assignar o depoimenlo por duas testemu-
nhas, ect.. e ento esse individuo atterrado as-
aigoou o depoimenlo, mas correu dalli para cass
de um tabellie e fez lavrar am protesto contra
o juiz municipal. Aqui est o protesto (mos-
trando.)
Accusoo-me ainda o nobre deputado de tangir
mo de um meio muito fcil e commodo para
ioutilisar os juizes municipaes da comarca, quan-
do isso me faz conta ; e para prova-lo disse que
oa ultima qualittcago a que se procedeu em
Porto de Podras, no qoerendo eu que o juiz
municipal presidisse a essa qaalificago, dei
parte de doente, oa forma do mea costme.
Nao sei que negra falalidade, acompanha o no-
bre deputado : S. Eic. parece eoodemnado a ca-
hir a cada pasiso em inexaetiddes o falaidades,
qua Dio obooam por corto a sos circumspecco
e criterio em materia do ioformagoea- E' anda
falso, Sr. presidente, completamente (siso que eu
dessa parte do doente, os occasio a que allude
o nobre deputado. Terminada a eleigl, ped ao
presideote da provnda urna licenca para ir 4 es-
pita! tratar do negocioa argntea : ebegada a li-
cenga fiz a minha viagem, sem me lembrar se-
quer que nessa occisilo ftaeetoaaTs. o OMslho
de recurso. No foi poa em virtude departe
de doente, e sim em virtuiede omrlieeoga.que
deueo exercicio de meu cargo nessa ceaso.
Mas, quando mesmo livesae en a Ttatrrrrrdadc
de estar doente nesta occasio, alada sala* ora
absurda a aceussgo do nobre depaiado. swrome.
ae a maioria do conselho de quaViraco era dei
amigos meas, que receio me podia iaapirar ova-
lo singular do juiz municipal ? Nao tea portao-
lo tambem rau alguma o nobre deputado Bosta
parte.
Chego finalmente, Sr. presidenlo, ultima ae-
cusago que me fez o oobra depulado. Bisa* e>
nobre deputado que eu no tioba feito correi-
goes na comarca, e que a uoica qua i foi am
correigio de amigos, porque oo acbai malcri
para instaurar ums processo. Se o nobre depi-
lado altendesse que tenbo sido sem pro memoro
desta casa, que a mioha comarca tem tres torsaoo
distantes e que os cien mezes, que poseo mais
ou menos o periodo que costumo estar oa vara.
sao consumidos pela abertura do jury nesees Iras
termos, pela reviso e outros trabalitos ioberoo-
tes ao meu cargo, aeharia niato alguma irregula-
ridade, mas no motivo de aecusaelo. (A-
poiados.)
EIa um aparte.)
!u concordo com V. Esc., e pera provar asa-
ceridade desta mioha coofisao declaro que oa
das razoea por que me no apreseolava candida-
to nesta legislatura era a conviego que aioda
tenho de que no poda ser juiz completo sendo
deputado.
E* verdade, como disse o nobre depulado, qoe
noiostaurei processo algum.
O Sr. C. Msdera :lato o sea elogio.
O Sr. Castello Branco:Mas, Sr. presidente,
confesso que no esperara semelhante aecusa-
go do nobre deputado. Quera por ventura o
nobre deputado que, abrindo pola primeira vez
correico oa mioba comarca, deixasae de atteo-
der circomstancia de no ler navido alli cor-
reico depois de muita lempo, ignorancia, dos-
cuidos mesmo al certo ponto escalpareis, oa
que viviam certas autoridades: e que pelo eoo-
trario cahisse como um raio oo meio de meus su-
bordinados, fazendo processos s direita o a es
querda ? No acooselhana antes a prudencia o
a equidade que oesaa primeira correico oa sos
limiUsse a advertencias salotares, prescreveoss-
ihes regras que servase para orienta-los 00 sa-
turo, como fiz nos numerosos proviaeolos que
alli deizei 1 (Apoiados.)
Se eu, Sr. presidente, no llvesse ootrao prova
que oppor s aecusacoes do nobre depulado. Bas-
tara esta simples conGsso para demr por ierra
esse castello phaotastico de vingangas, de predo-
minio exclusivo na comarca, que o sobre depala-
do aqu levaotou, porque, seohores.se ea fosas las
qual pintou, o oobre deputado, de corto oio deixa-
ria de aproveitar-me do poder quaai discrriosario
que d ao magistrado o regulamanto das corrai-
goes.para exercer essas sonhadaa viagaagaa; taoto
oais que entre os empregados u]nio> i corrai-
go t-xisliam adversarios meas muito extremados,
como por exemplo o escrivo de orphos, qas
cunhado do Sr. Dr. Jos Angelo, o qual al bojo
oo soffrea comludo a menor eoosa dojuis do
direito da comarca. (Apoiados; muito ba Ij
Portento parece-me que sita aecusago do sis
ter instaurado processos, devera sor, aenao sae-
t vos de elogio, ao meaos de benevolencia do
parte do nobre deputado para com o orador que
desagrada vel mente oceupa a tribuna para sea So-
fera. [Apoiados.)
Besta- me ainda, Sr. preaidente, provar ama
proposigo mioha, contestida pelo nobre depu-
tado.
Eu disse que a comarca de Porto-Calvo estovo
boje em circumstanciss muito mais lisoagairas
do que nos lempos anteriores a miaba jursdic-
go. Vou provar cmara osla mioba proposi-
go com documento igualmente insaspeito; o
relalorio coro que me passou a admioislraco ds
comarca o juiz de direito aeu aotecessor ; aa
documento escripto, infelizmente psrs a magis
tralura, por um digno Brasileiro que boje j sis
existe. Elle dizis-me o segualo : c Pelos docu-
mentos os 1. i e 8 coohecer V. S. que acha
entregue ao olvido noventa e dous processos cri-
mes por concluir, Qcando desta serlo o crios
impune e triumphante reos de craos horroro-
sos I Dero observar a V. S. que quasi todos es-
ses procesos existiam atmooloados nos cartorios
da villa de Porto de Peoras, e hoje nos desta vil-
la pela creaco do (Aro; apenas tiva Ismps ds
reuni-los e mandararchiva-los dos csaaetosess
cartorios ; e procurarei dar-Ibes o ssdaassss
preciso. Se digos de censara a incuria do al-
gunas autoridades em oio dar sos procesaos s
devido an Jameolo, oo meos oetsvel o torsos
estado os termos de Porto de Pedra o Ps;o por
alguns snoos sem (unecioaar u tribunal do jury,
Qcando os miserareis reos por longo toaos es-
carce ralos.
Eia-aqui, senhores, o estado da comarca ds
Porto Calvo anisa de mioha neaeeco : es-
ses processos a que se refers o jais ds aires
toram todos coocluidos, e oa aaior parto juUxa-
dos ; o jury funeciona hoje regularmente oa lo-
dosos lermos da comarca, o o sobro deputado
que coateste se oio isto verdade : ao sitas do
termo do Pago de Camaragibe, abrigo principal
de malfeitores, desde que se estaba!seso a ceto-
nia Leopoldina, eslo expurgada* des acelrales
que alli se contavam ; o celebro Ballaazar. as-
sasino de o aso morios, ssas seas caabados o
outros criminosos oo meos notareis l* esli
em Fernando cumpriodo se atenga,
lodos capturados ejulgados depois qas
comarca...
O Sr. Esperidio di um apsrte.
O Sr. Castello-Branco : O oobre depulado
no pode contestar que o delegado aclaal. oSr.
Alfonso, um doa que mais servicos toes
tado : e deve aproveitar esto oceass sera
justiga a esse nobre fuoeciosatis psblico, o cajo
actividad, zelo, o energa se deve o brillases
resultado que oa captara dos criaiosses
oblido a policip daquelle termo.
(Ha um aparte.)
O Sr. Correia Lima foi nomeado sis
dous annos, o a pristo dos reos a qas
data ds mais de tres s qualre
engaado o nobre depulado, qas eslava ss'sss
comarca da Imperatriz e ignora taires per isas
estes tactos.
A' aciividade portaolo da ffrfr eso ss to
dizendo, Sr presideote, o i severidade
que, justiga lhe seja feite, teliusssts ss
comarca tem oa geral boa coasessasMst
alta missao, se dte altribair a 1
iptoamaMoas ss
cao que ae oota hoje na estotistisa dss eslaso ai
comarca. Consulte o oobre depstasS 00 diversos
relatnos do ministerio ds JeeUca, s veri ese ds
certos annos para c lesa os estaos, sa c<
ca de Porto-Calvo, diaieaide
meoie. Pelo que diz raspaato. i
dos empregadoa sao depdsa de Jada de 1
te, poseo ler a ufana do Sedarse ajos tosbx
mais do que todos oa asas astoeessom,
prors-lo. No tormo os Porto de Podras, om 4
um dos a comarca....
(Ha om aparioJ
/iquecerto osubrs depotodo qoe oo bei ds ose
o primeiro a oosieasat aquillo qss ha de asmas
comarca ; no too connivests, nem srlajadi la
de jimals provar qss o seja, coa o crias a esos
immorsUdado.
No termo de Porto
d Pedraj dira os,


iffl H (iflanT-lLX

IJLRIO DI riRllMWX, a*
QUARTA Ffelfta t DE
OTBRO DI 1861.
ifift
mais abusos se do, foram procossados tras es-
envei, seado doos coadeaaaadea ; o Io aup-
plente do juix municipal bote bem aoffrau em prosees* d* reiponsibilidaSe.
Antes de mi, o nobre Sepulta-o sabe que alo
ha ezemplo disto, e nom eu fago censura a meut
antecessores ; ninguem ignora que a comar-a te
Parte-Calvo era anUgamento um termo na co-
marca de Maceta, e que portante es juies 6 iio
all ora p-eedir o jury, a....
I Ka vas aparte.)
Sr. Tarares Bastos fea aulles servigos a esia
cemtrca, mes servigos diquelloo que pMe fizer
ata juix que reside murta dittaete de uaa termo
a eme all ni urna rea aa som ; e esta sera
ida a eaasa per qua a nobre deputado, tae
eeaero como tae edvereo ao criase, o que ten
eertasnente come aaa de seas primeirea dererea a
pereegetcao dos crieaiooeoa.nao pronovea duran-
te o tempo eu que fui promotor da comarca de
Maeei, no tempe de Porto-Cal vo.um s processo.
Sr. presidenta, eu Uabo-me alargado de meis
sobre este objecto. tenbo mesmo afastado-me do
utsumpto em discusso, assim pego cmara
mil desculpas, cenpeoetrada come deve estar
le que eu me achata 10b a proesap de ama ter-
rivel accusagao, e que nao poda portento deixar
da deeuler-mo como magistrado. Pego, repi-
to, cmara que me releve.
O Sr. C. Madurelra : Huita bem; tem-se de-
fendido perfeiUmeQie. (Apoiadas, muilo bem.)
O Sr. CaateHo-Branco : Paisa re, Sr. pre-
sideute, ao ornamento da justica. Applsudiode a
cMvtece em que me parece estar o ministerio
actual de qae a boa e regular adminislragao da
jusliga certa menta urna das primeiras neces-
aidades qaa hoja entimos, nao posso deiiar de
proveitar-me deseas boas dispettcbea dos nohres
ministros para chamar a sua ttleego, e especial-
mente a do Sr. ministro da justiga, para a alta
magistratura do dosso paie.
Nao declnarei neme*. Sr. presidente, nao en-
trerei em detalhes ; direi porm cotn toda a fran-
queza que nos tribuna* superiores do nosso
paie existem juies que sao a vergonha da ma-
gistratura (apoiados), felizrueote honesta e digna
aa ana maiora. ,
O Sr. Figueira do Mello : Na sus grande
maiona.
O Sr. Gastello Braaco : Aceito a eorrecgo
do nobre deputado ; direi na aua grande maioria
por honra do paix.
Um dos primeiros beneficios que eu espero e
que me parece que espera todo o Brasil do carc-
ter honesto, da severidade dos principios, da tor-
ca de vontade do uobre ministro da justica.
certa ment que faca S. Etc. desapparecer esses
exemplos vivos de eorrupgo e de inmorali-
dad*.
Eatendo, Sr. presidente, que nao preciso ar-
bitrio, que nao preciso violencia ; que Da nossa
propria legislago encontrar o nobre ministro
da justica os meios de chegar a este grande re-
sultado.
Mas, seohores. se por ventora assim nao fosse,
se o nobre ministre precisasse cortar o 06 gordio
cam a espada de Aletandre, quero acre litar que
esta cmara oo Ihe recusara um bil de indem
nidade. (Apoiados.)
O Sr. Silveira Lobo :BiU de indemnidade nao
medida constitucional.
O Sr. Gastello Braaco :Proceda o oobro mi-
nistro com a energa que reclaman) as circuns-
tancias, e lera aa beucos da naco e o apoio dos
poderes do estado, porque, senhores, tejamos
francos, a resporisabilidade entre nos letra mor-
a, quasi tmpossivel, nada rale. Se nao hcuver
coragem da parle do ministro para orlar o abuso
pela raz, de que servir dolarmos a magistratura
de grandes ordenados ? (Apoiados.) Essas refor-
mas que aq' se apregoam naufragara todas em
seus effeitos dianle do patronato escandaloso, e
da concusso, quy sao com razo hoje o terror do
orpho, da viuva, dos desvalidos ; o terror de lo-
dos aquellos, com ddr e vergonha o digo, que nao
podern dispor do giossas sommas para saciar a
de de ouro de certos homens.
A magistatura da primelra entrar. ia, senho-
res, tambem reclama seria alteogo do nobre mi-
nistro.
A comarca do Peoedo, por exemplo, na minha
provinci, sl hoje entregue a um julz de direi-
10 decrepito e profuudameoln desmoralisado, ins-
trumento dcil des vingaugas de urna parcialida-
de potica com qae est ligado. O facto bem re-
cente, desse processo mooslro iostaurado com o
maior escndalo as vespera d urna eleiglo con-
tra a cmara municipal do Peoedo, e no qul
se preteriram as formulas inais subsl&nciaes, 6
tartamente urna prova a mais completa do que
acabo de dizer.
O proprio Sr. Leo Velloso, ento presidente
da provincia, apezar da sua pircialidade em fa-
vor do candidato protegido pelo juiz de direito,
nao pode deixar de estranhar o seu procedimeotn
qualiflcando-o deanarehico, de inteirameate sab-
teisivo de lodosos principios de direito.
Mas, senhores, Dio almira; eu pego s alten-
cao da cmara para o seguate facto. Ha dezeseis
aonos, um digno presidente da provincia das
Alsxoas, o Sr. conselheiro Campos Mello, vio-se
aa cbriaacao de solicitar com os maiores esforgos
a remogo do juiz de direito da comarca do Pe-
oedo por causa da extrema desmoralisago em
que se achara all a adminislragao da jusliga
sabe a cmara quem era esse juiz de direito ?
Era o actaal, o Sr. Dr. Querino !
Goube-me substituir esse magistrado, e quando
all cbeguei tive occasio de observar que a de
gradago a que tinha.descido esse juix de direito
era que se lam em audiencia artigos de suspei-
cio a elle oppostos, em que se dizla :Provar
que o &r. juiz de direito quando andou corregen-
do pelo serto foi peior do que a secca !
O jury difflcilmente se reunia all, e se por
acaso funccionava depois de muitos das de es-
pera, o juiz de direito ficava s na sala das ses-
sdes com o promotor, com as partes e com o es-
crivo; Os jurados abaadonavam os trabalhos,
ton pars as salas immediatas jogar o trinta
e utnl
Eslava neste estado, Sr. presidente, a comarca
do Penado quando de lsahio o Sr. Dr. Querino :
imagene pois a cmara o grao de relaxago 1 que
deve ter tocado hoje a adminislragao da jusliga
alli, sendo oulra ves juiz um magistrado ja na-
.juelle tempo to desmoralisado I Nao preciso
dizer mais nada cmara a este respeito. (Apoia-
dos.)
Sr. presidente, eslou muito fatigado e nao de-
sejo abusar mais da paciencia da cmara ; com
tudo farei ainda resumidamente urna ultima con-
siderago.
Beconhego, senhores, que a nossa organisagSo
judicial conlm graves defeitos, que militas de
joossas leis precisam de reforma, que a le de 3
, de dezembro por exemplo hoje, a certos respei-
tos, urna lei aoachroaica.. .
O Sr. G. Madureira :Apoiado.
O Sr. Gastello Branco :.... que temos grande
oecessidade de urna lei hypothecaria, clara e
precisa, que facilite aos oossos fazendeiros os
meios de lutar contra a falta de bracos que os
ameaga (apoiados); mas, senhores, tambem nao
posso deixar de recoDhecer que muito ter feito
o nobre ministro da justiga se conseguir actual-
mente a execucao fiel do seu bello programma
jattica rigorosa, e rigorosa execugao das oossas
teta, embora defeit.uotas.
Acompaerro portento ao nobre ministro da jus-
tiga completamente as suas ideas a este respei-
te; e terminare!, senhores, o neu discurso fa-
xendo votos para qae teoba urna tonga vida o ac-
tual ministerio, e possa assim realisar completa-
mente o seu magnifico e esperanzoso programma.
(Muito bem, muito bem.)
Orarsm anda os Sr?. P. Octaviano e ministro
da justiga.
Foi a imprimir 00 Jornal do Commercio um
parecer da commissao de poderes sobre a eleigso
deum deputado perol" districto da provincia de
Sergipe em lugar do Sr. baro de Moroim que foi
acolhido senador, a cencloe declarando deputa-
do peto mesmo districto o Sr. conselheiro Jos
da Silva Psraphos.
O Sr. presMaate di a ordem do dia.
Levantou-se o sessio s 4 horas da tarde.
do seo irmio de armas, o fallecido coronel Mtr-
tinho Baptiata Perreira Tamarindo, .
Os lsrapios do animaos comegam a dar sig-
na! de earatencia, mesmo aqai dentro da oidade.
Importa, pois, que a actividade da policia se
manifest os mesma ratao, fazendo que cessem
tees ataques propriedade, com a captura e pu-
Dieja das arimtiaaaa.
" A com misa*o Incumbida da agenciar assig-
atatat para a solaataisagio do dia 1 do dessm
bra, redoma de gaos a parta a deelarago de que,' de Soasa
D1L1GEMCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargada* aromo torda
justiga, as appellagoes ctimes :
Appellante, o juito ; appellado. A*tsMH|
Molla Cavalcanli.
Appellante, o juico ; appellado,
cisco de Hollaoda Cavalcaoti.
Appellante, a Jaizo ; tpppOado. Msstaa as-
cravo.
Appellante, a Jutzo; appaHada, Adotpba Mtdi
quando diriga-so ao Sr. cnsul poriugaes seli-
cttando a sua assiguttura pars o baila o o Ts-
Dtum. oto tluha aiada sido atsentado qaa aquello
fosse saTeracida ao representante da Portugal
esta pravincia, coco ao depois foi deliberado.
E assim, accrescenta a referida commissao to-
tora da idea, o Sr. cnsul cortuguez sosenle so-
licita sssignatura para o Te-Deum.
Promovem a execugao da idea, alm dos j
mencionados, mais es Srs. Vicente Perreira da
Costs^ Jos Aires Lima e Antonio Jos Moreira
Pontes.
Nio podemos deixar de epplsndir o nobre
encargo que tomou um nosso comprovinciano 1-
lustrado cujo nome nos nao ainda permittido
publicar, de dar lux urna obra cujo plauo j nos
foi mostrado, na qual lera d0 apreciar a con-
ducta de Portugal para comnosco na qoalidade
de colonos; e comparando a conducs de outras
potencias europeas paca eom outras colonias
americanas, pretende demonstrar o erro e injns-
liga com que a classe menos pensante deste paix
se j alga a uto risada a odiar os portuguexes, nossos
progenitores.
C-rto, urna tal obra pode bem ser considerada
urna divida sagrada, que contrahimos com a nossa
aoliga melropole.
Possa o escriptor nao encontrar tropegoa em
seu caminho, tropegos to frequentes neste pait
em emprexasdesses gneros. Nos, portaoto, sau-
damos a empresa e acquiescemos cordial mente
a idea. a.
Depqis d'amanha pelas 8 horas da manhaa
em ponto, dever comegar a extraego da 8a par-
te di 4a e 5* da 5a lotera do Gymnasio Perasm-
bucaoo.
Reuniram-se hontem na sala do tribunal
do jury 23 jurados, ena caoformidade da lei pro-
cedeu-ae aovo sorteameoto, Consta-nos que
existe um grande numero de processo?, que es-
to em caminho de preparago cargo do Dr.
juiz municipal da segunda vara.
Pedem-nos lembremos, certo freguex de
um estabeleclmeolo da ra do Rangel, que lenha
alteogo a moralidade publica, e que merecem
respeito s familias que habitam ao lado do seu
capricho, para evitar advertencia mais forte que
a presente.
Nos dias 4, 5,6 e 7 do correnta mez, fo-
ram recolhidos a casa de detengo 10 homens e
1 mulher, sendo 7 livres e 4 escravos, a saber: a
ordem do Dr. chefe de policia 2, inclusive o cri-
oulo de nome Jos, escravo de Jos Moreira da
Silva, a ordem do Dr. juiz municipal da Ia vara
1, a ordem do subdelegado de Santo Antonio 1,
que o africano Emilio, escravo do tenenle-co-
ronel Rodolpho Joo Barata de Almeida, a ordem
do de S. Jos 1, a ordem do da Boa-Vista 1, a
ordem do da Capuogt 4, inclusive o pardo Joa-
quim, escravo de Luix Gomes Perreira e o afri-
cano Jos, escravo de Jos Jacome Tasso, a or-
dem do de Murlbeca 1.
MORTALIDAD DO DA 8.
Manoei Justinrda Silveira, 30 annos. Pernam-
buco, aolleira, SaDto Antonio ; ioflammago
chronica.
Henriqueta Mara da Jess, 33 annos, casada,
Santo Antonio; tsica.
Jos, Peroambuco, 3 mezes, Boa-Vista ; conrul-
soes.
Ildefonso, Pernemb ico, 14 mezes, Recite ; peri-
to r. i t e.
Benjamim, Peroambuco, 24 horas, Boa-Vista;
hemnrrhsgia umuelical.l
Mara, Peruambuco, 9 mzes, Santo Antonio ;
dentico.
Appellsnta, o juio ; sppellado, Dameo tttk
da Silva.
Apoellante, o juizo ; appellado, Severiao Vial*
ra da"
Bamunicado.
i mu

les da Peroambuco. Pelas
----------------yr^w Seraphica Ordem, a pelo bene-
TJvaXlWd 8>li. I. que Deus guarde fui enviado
ao molo de ros, como esmoler da Ierra Sania*
de qua tamos a palete astigaeda palo Rrm.Sr.
padra eommiaaario geral dos MMosimos logaras
de Jerusefaat raaidente neste lopatio.
al virtud*d*tma patente, que, apaaar da aasea
iDdlgaidade. naa foi couada, asumas autorisa-
doaipara taeatiai a todos os futa asa aa galiana
subscrevor asa livros e cartas da ti* santa ir-
carta
Lucram oa irmioa o bemfeitorea da Terra San-
ta com os peregrinos clncoeuta indulgencias ple-
narias, poia tintas ganha cada paragtno que vi-
sita os santos lugares principaes. Centa a oiten-
ta e nove sao os lugares santos menos principaes,
a que sao concedidas as indulgencias de sete an-
nos, e tete qutrentenas de perdi^. Cada urna
fastas dos saot,! ijtajbi,;, dia da Nativida-
M.*i2l..:.. lali; ,ppel,ado'c,emeDle ^^.o? t t^ss^
Appellante, o juizo; appellado, Joio Beato
Perreira.
AppelUptfl, o juizo; appellado, Jos, es-
cravo.
DESIGNADO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento dasseguintea
appellacee crimes:
Appellante, 6 promotor; appellado, Manoei
Franciace Leite.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Pareira
Jnior.
Appellante. Manoei Joaquim Xavier Borges;
appellado, o juizo*
Appellante, o juizo; appellado, Alexandre
Bao lista de Mallos.
Appellante, o juizo ; appellado, Ismael, es-
cravo.
Appellante, Joo Marques da Paixo ; appel-
lado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Pe-
reira de Bastos.
Appellante, Jos de Barros Monleiro ; appella-
do, ojuizo.
Appellante, o juizo; appellado, Manoei Fran-
cisco Gomes.
appellado, Manoei Diaa
appellado, Vicente Dias
Appellante, o juizo
da Silva.
Appellante, o juizo
dos Santos.
Appellante,. juizo ; appellado, Silvestre de
Souza Brrelo.
DISTB1BU1QK8.
Ao Sr. deembargador Caetano Santiago, o
recurso dequaliQcagao :
Recorrente. Joo Pacheco de Quairoga ; recor-
rido, o conselho.'
A appellago civel:
Appellants, padre Trajaoo Eslevo da Provi-
videncii ; appellado, Ismael Clementiuo Be-
zerra.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellagoes
civeis :
Appellante, Joo Alhaossio Dias ; appellado,
Bernardo Antonio de Miranda.
Ao Sr. desembargador Gilirana, as appellagoes
civeis :
Appellante, Mara dos Aojos ; sppellado, Ig-
nacio Francisco Cabral Caolanil.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago, as
appellagoes civeis :
Appellante, Joo Luiz Vianoa ; appellado,Ma-
noei Lopes da Silva.
Ao Sr. desembargador Costa Motla, assppella-
coes civeis .
Appellante, Joo Barbosa da Silva; appellado,
Manoei Roque de Souza.
Ao Sr. desembargador Perelti, as appellagoes
civeis :
Appellante, Antonio Rodrigues da Frota ; ap-
pellado, o menor Aolonio.
O recurso de eleigoes :
Recorrente, Decio de Aquino Fonseca ; recor-
rido, o conselho.
Ao Sr. desembargador Assis, as appellagoes
crimes :
Appellante, Joaquim Candido Carneiro Mon-
leiro ; appellado, o juizo.
A appellago civel:
Appellaole, afazeoda; appellado, Francisco
Esleves Paes Barrete.
A' 2 horas eocerrou-se a sessio.
CHRONICA JUDILURIA.
TRIBUNAL 01 RELAClO
SESSO EM 8 DE OTBRO DE1861.
rRESlDEKClA DO EXM. SR. CONSELHEIRO BHMKL1H0
DELEAO.
s 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes osSrs. desembargadores Caelaoo Santiago,
Silveira, Gilirana, Loureogo Santiago, Molta, l'e-
relii, L-.-lia Cavalcanli e Assis, fallando os Srs.
desembaigadores Rocha Bastos, e Guerra, pro-
curador da corda, foi aberta a sessao.
Passados os feitos e entregues os distribui-
do.*, procedeu-se aos seguinles
JULGAMENTOS
AGGRAVO DE l'ETig.AO.
Aggravante, Anlooio Francisco de liveira Ro-
sellos ; aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Assis e
e Costa Mulla.
Negou-se provimenlo.
Aggravante, Jos Rodrigues do Passo ; aggra-
vado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Perelti.
Sorteados os Srs. desembargadores Caetano
Santiago, e Silveira.
Negou-se provimenlo.
ggraiante, D.vid William Bowmann ; aggra-
vado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Uchda Caval-
canli.
Sorteados os Srs. desembargadores Perelti,
e Assis.
Negou-se provmeoto.
Aggravante, Ribeiro & Lobo; aggravado, o
juizo.
Relator o Sr. desembargador Assis.
Sorteados os Srs. desembargadores Perelti
e Silveira.
Negou-se provimenlo
APFKLLACOES CHIMES.
Appellaole, o juizo ; appellado, Antonio For-
tnalo de Olivf ira.
JIRY DO RCIFE.
4.a SESSAO. DIA 8 Dfi OTUBRO DE 1861.
Sr. Dr. Bernardo Machado da
juiz de direito da Ia ora cri~
indulgencias de que espirtaamaate partecipa
osirmos d'aqaelles santisaWdblagares em qaa
nasceu o Filfio de Deus e de Mara Santissima.
? por quem romos' remLlfll Onde se ocha o sanio
sepulcro e tantos ontros vestigios da aaotissima
vida, paixio e morte de Jess Christo. Yendo a
guarda de to santas lugares confiada aoa Blhoa
de nouo Seraphico. Patrarcha S. Francisco, co-
reo patrimonio que Ihe foi adjudicado por Nasso
enbor Jetut Christo ; e nao leode eilea sobre a
trra outro recurso mais do que Ibas esmels a
piedade ebrista : em nome de lodos elles, a
bem e gloria de nossa santa religiao, e para con-
servsgo de to sagrado deposito que nos foi en-
tregue imploro* hulmidemente urna esmcla pelo
amor da Deus.
Frsi Miguel d* Nona Stnhora do Corma.
Esmoler da Terra Santa.
Carta da Innandade de Jerusalem.
Pr. Jos Mara de Alexarrdris, leitor jubilado na
sagrada theologia, ex-miolstro provincial, de-
finidor geral, ex-igario geral dos Menores
observantes reformados. Theologo na real jun-
ta da Conceigo Immaculada, consultador das
coogregaedes da propaganda, e dos sacros ritos,
ministro geral de toda a ordem dos Menores do
Nosso Patrarcha S. Francisco, commissario,
visitador, e reformador apostlico, e servo etc
Aos devot-js,e amados Jrmoa em Christo Jess
Nosso Senhor saude, e paz em sua Divina Ma-
gestade. Por quanio notorio a todos, que,por
especial graga da saola s apostlica nossa sa-
grada religiao teffl a seu cargo ossantissimos lu-
gares onde Nosso Senhor Jess Christo por nossa
eterna saude, desceu do seio do Padre eterno, e
locarnou naa purissimas enlranbaa da Virgem
Mara Nossa Senbora, natceu, derramou seu
precioso sangue para remisso de nossos pecca-
dos, psdeceu morte de cruz, deixando n'elles
consumada a obra da nossa redempeo, e sau
santissimo sepulcro, donde ressusitou Glorioso, e
a de sua Santissima Mi, e oulros preciocissimos
santuarios, onde se obraram os mvsterios de nossa
saola f, e sem ter bens sobre a trra, das es-
molas, que fax a piedadeChrisla, os sustentaos
e contervam de mais de quinhentos autos a esta
parte, dando aos ministros do Turco encada um
aono mui grande somma de dinheiro, que levam
aos religiosos de Nosso Patrarcha S. Francisco,
que os habitan, com impesigoes novas de tri-
butos com demandas injustas, aecusages calum-
agpas de testemuDhos falsos que inventam amiu-
do por Ibes tirar dinheiro, sem poderem resistir
a seu grande poder, e cruel proceder, que lem
com os pobres frades, at que Ibea daa o dinhei-
ro que pedem ; accresceolando a estes intolera-
veis gastos outros mui grandes, que os ditos re-
ligiosos fazem com todos os peregrinos, que vc
da Chiislandade Tetra Santa, hospedsodo-oa
em seus conventos, daodo-lhes de comer,.e ca-
ma, e cahiodo enfermos, curando-os com muita
caridade, e em meio do poder de tantos ioimigos
inflis, e scismaltcos, que detejo escurecer as
dixoissisimas memorias da vida, paixo, morte
ressurrelgo e asceogo do nosso redeaptor Jess
Christo, s os religiosos de nossa Seraphica Or-
dem eslo entre eiies celebrando naquelles mis-
teriosos santuarios missa, e ofBcios divinos, e f-
zeodo proclsses, e exercitando-se em oulros
actos de muita virtude, tendo-os com a decencia
e veoerago que ihe.- possivel, padeceodo pela
exaliaco de nossa santa f ctlbolica, conaerva-
go daquelle inexlimavel thesouro, e forte de
. tanta importancia a toda s religiao ebrista, gran-
"dissimos trabelhos, e ignominiosas aronlas,
Improcedente.
Appellante, o juizo
quim Teixeira.
Improcedente.
Appellante, o juizo
vier de Mello Palco.
A' novo jury.
Appellante, o juizo
appellado, Manoei Joa-
appellado, Francisco Xa-
appellado, Manoei Ze-
appellad, Manoei dos
appellado, Alexaodriuo
ap-
PEHrUMBUCO.
REVISTA DIARIA.
A cadeira de iottraegao elemootar do carato da
S de Olinda foi considerada do 1 rio, por acto
administrativo da 4 do correle.
Foi effectivamente nstallada no dia 7 a 4*
sesso judicitrls do jury dette tormo do Meeif.
Sao pode UDceipnar por nao baver numaro
suflkienle da juiz*w de tacto
Hoto pelas 7 1/1 boros da manhaa, noaaa-
vento do Carmo, rosada a offieiatidada do i*
batalhao de infantaria detta guarnigio celebrar
zima missa com memsnto pelo dMcapco etorco
fanno Candido e outro.
A novojury.
Appellante, o juizo
Santos Biilo.
Nullo o processo.
Appellante, o juizo
Alves de Oliveira.
A novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Can-
dido de Figueiredo.
A' novo jury.
Appellante, Trajano Pereira de Oliveira
pellado, o juizo.
Improcedente.
Appellante, o juizo; appellado, Jesuino Hono-
rato dos Santos.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Benedicto
Goncalves de Souza.
Nao ae tomou conhecimento.
Appellante, o juizo; appellado, Baraardino
Lopeade Senna.
Nullo o procesto.
Appellante, o promotor; appellado, Francisco
Jos Lopes.
A novojury.
Appellante, Manoei Joaquim Borges ; appella-
no, o juizo.
Improcedente.
APFBLLAgIS C1VBIS.
Appellante. Jos Joaquim Caraeira ; appella-
do, Vicente Ferreira Looguiuho.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Joaquim Salvador de Siquera Ca-
valcanli ; appallada, D. Luzia dos Santos Ferrei-
ra Lagos.
Confirmada a sentenga.
Appellante, Joaquim Ribeiro da Silva ; appel-
lado, Antoaio Jos Bezerra.
Conflrmou-se a sesteaca. ,
Appellante, o viscoode de Suosoatm ; appel-
lado, Dr. Julio Barbosa de YasconceHos.
CaaBranada a sentenca.
Appellante, Mtnoel Baterra Oalvao-da Caatro
Mella; sppeHadov Aroiandra Ferrera Pmfceiro.
AoButlau-se o pracetaa.
iumua-coaros.
Cenesderam-se as oroaea de babeaa-eorpus pe-
didas por Juviniana BiamatHiao Alves Lima e
Domiafoa da Silva Miranda Piala, pava torea
apistaatadas em sasso da 19 do carrate, ouvi-
dw as ojspatamtM MHotJ4idai.
Presidencia do
Coila Doria,
minal.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Gusmo Lobo.
Escrlvo, o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esto-
ves Clemente.
Aberta a sesso pelo toque da campaloha s
10 horas da mf>ha, veriBcou-se estarem na ur-
os 48 cdulas, mandou o Sr. juiz de direito pro-
ceder a chamada dos jurados, e acharam-se pre-
sentes os Srs. seguintes :
Bento Joaquim de Miranda Ileoilquea.
Amei-ico Ovidio dos Santos.
Candido Autran da Matta Albuquerque.
Justino Martina Correa do Mello.
Joaquim Pereira de Mendonga Jnior.
Olympio Dornellas Cmara.
Antonio Jos Rodrigues de Paula.
Dr. Constantino Rodrigues dos Santos.
Aotooio Jos Leal Res.
Basilio Alvares de Miranda Varejo.
Manoei de Jess Jordao Cordelro.
Jos Maria Geraldes.,
Abdias Bebiano da Canha Salles.
Miguel Lucio de Albuquerque Mello.
Francisco Epifanio de Souza.
Francisco Antonio de Almeida.
Jos Alfredo de Carvalho.
Angelo Custodio Rodrigues Franga.
Manoei Osmondo da Cmara Pimentel.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nascimento.
Innocencio Aniuoes de Fariaa Torres.
Antonio Soares da Cunha Nobre.
Joaquim Mileto Marlz.
Jos Goncalves da Silva Bastos.
Foram multados em mais 209 cada, um dos Srs.
multados na sessao de hontem que nao apresen-
taram escusas, e tambem em *000 Os Srs. se-
guintes :
Joaquim Luiz Viraes.
Eduardo Claudino Cabral.
Lniz Bernardino da Costa.
Jos Gongalves Malveira.
Joo Carlos Augusto da Silva.
Joo Ferreira de Mello.
Antonio Moreira Tavares.
Jos Joaquim de fflmeida Guedes.
Domingos Francisco Tavares.
Manoei Jos Soares de Avellar.
Antonio Ricardo do Reg.
Jovino Eduardo Pina.
Trajaoo Viriato de Medeiros.
Jos de Aquino Fonseca.
Joo Agostinho de SS Pereira.
Antonio Jos da Costa.
Joo Manoei Pinto Chaves.
Luiz Jos da Silva Guimeres.
Antonio Cordeiro da Cunha.
Joaquim Jos de Sant'Anna Cardcso.
Vieenie Ramos e Sirva.
Antonio Rodrigues Poheiro.
Joo Francisco GalvSo.
Antonio Francisco das Neves.
Dr. Cosme- de S Pereira.
Euzebio Pinto.
Jos Francisco de S Leilo.
Sendo insuficiente o numero de 24 jurados
para baver sesso, o Sr. juiz de direito procedeu
ae sorteio de mais 24, e sahiram sorteados os
Srs. seguintes:
Francisco Rodrigues Pioheiro.
Francisco Antonio de Assis Goes:
Manoei Gamillo Pires Palco.
Francolino Xavier da Fonseca.
Francisco de Salles Andrade Luna.
Manoei Jos Ferreira dos Santos Pimentel Jnior.
Jos Luiz Innocencio Poggi.
Jos Thomat de Freilas.
Jos Pacheco de Medeiros.
Francisco ds Roeha Passos Lini.
Joaquim Olympio Bastos.
Jos Antonio Cesar de Lima.
Joaquim Pedro Costa Moreira.
Luiz Jos Monleiro.
Antonio Machado de Barros Leite.
Joaquim Vaz de Siquera.
Geminitno Joaquim de Miranda.
Ftorismoodo Marques Lios.
Joio Tierra d Mello e Silva.
tnoel Joaquim-li Pigoeiredo Seibra.
Manoei Luiz Vrlas
Joaquim da Mofla e Silva.
Joto Joaqun de Siquera Varejo.
.Jos Antonio Moreira Bfas-
Concluido o sorteio o Sr. juiz de direito man-
dou proceder ss Decesssrfas noilflcacoes, e levon-
too a setsSo adlando-a pita o da segrate pelas
10 horas da manhit.
persegulgors, prises e toruienlus de paos, estan-
do apparelhados para derramar seu sangue, e
acabar suas vidas em to dilosa demanda : deso-
jando pois animar os fiis devotos a qua com
mais larga e liberal mo acudam ( como eslo
obrgados a mostrar-se agradecidos ao soberano
beoeficio da sua redempgo recebtdo naquelles
sanlissimos lugares, para que se conservera )com
suas etmelas, para lerem parlo, e merecimenio
em obra lo sauta, e s&lisfazer, em quanlo nos
for possivel a caruade dos fiis bemfeiiores, que
com tanta devogo do auaa cooimias vaua auuv,
e quando podem em vida, e morte em.iteustes-
lamentos : e supposto que, como professeres da
santa pobreza, nao possamos recompensar em o
kcmpnral ionio oa o espiritual o tic uiiior cali-
ma, que lodos os thesouros do mundo : em vir-
tude das presentes, pela autoridade apostlica a
nos concedida dos romanos pontfices, de que
nesta parle usamos, recebemos a................
a nossa irmaodade, e participago de todas as
missas, ofncios divinos, pregages, conflssoes,
jejuns, vigilias, disciplinas, asperesas peregrina-
ges e todas as de mais obras meritorias, e san-
tas a Deus Nosso Senhor aceitas, que por sua
misericordia ajuda a faxer aos frades da nossa
sagrada religiao, que habitam naquelles sanlissi-
mos lugsrea ; e dos mereoimeotos dos peregri-
nos, a quem eslo sustentando com suas esmo-
las, e dos religiosos da nossa sagrada ordem, pa-
ra si e sua familia, e defunlos : sendo bemfeilo-
res elles cam gosaodo os privilegios, e indul-
gencias concedidas pelo papa Eugenio IV pela
bulla segunda, que comega : concedimu ele. to
( Quaresmin L. 2 c. 7 Privl. f. 458). Po IV pe-
lo breve Divino dispoxetUe e o santissimo papa
Innocencio XI pelo breve 'nigeniu. E assim
gaahar todas as mais gragas concedidas aomaia
lugares santos, as quaes todas esto no va mente
confirmadas pelo summo pontifica, que ora exis-
te na egreja de Deus, para que ajudsdos de tan-
tos suffragios e indulgencias, meregam nesta vida
alcangar augmento de graga e em a que espera-
mos a eterna.
E a esla, e as demais do seu theor, escripias
de molde firmadas do nosso nome, selladas com
o sello do nosso oflicio, e referendada pelo com-
missario da Terra Sania, se Ibes dar a mesmo
crdito, que a seu* original, etc. Dada no hos-
picio da Terra Santa desta cidade e corte do Rio
de Janeiro aos
de de 18
Por mandado de S. Paneraidade Reverend-
sima.
Fr. Lsonardo ta Enearnaco Sant'Anna.
Gomaissatio geral da Terra Santa.
Fr. Leonardo da Encarnago Santa Anna, da or-
dem dos Frades Menores da regular observan-
cia de N. P. S. Francisco, commissario geral
da Terra Santa no imperio do Brasil, por no-
metgo de S. M. o Imperador que Deus guar-
de, e pelo nosso Rvm padre mestre geral da
Ordem, etc.
Desojando nos que es irmos da mesma Terra
Santa, e es mais devetos delta safbam inteira-
meate oa suffragios, privilegios e indulgencias qoe
immediatamenle lucram os irmos e bemfeltores
da Terra Santa, e dos que participara com os pe-
regrinos qoe visita ra os santos lugares, e com os
bemfeitorea de todo a religiao seraphica, lhes da-
mos, para estimular mais o seu fervoroso zelo, as
noticias seguintes :
Ha na Terra Santa viole e quatra conventos e
hospicios, nos quaes se applicsm todos os dias
as missas pelos irmos e bemfeiiores daquelles
santos lugares. Pelas almas dos irmos defne-
los se fatem cada auno quatro officios solemnes,
e se oelebram dozeetas e sessenta missas. Em
cada convento lodos os dias no anoo, depois de
completas, se fazem proclsses de preces no con-
vento do Santissimo Sepulchro, no de Batea, no
de Nazareth, no de S. Joo Baptfata e no de S.
Salvador. os mais convenios ae offerecem a
Deas outrts preces e oragoea visitando os sarrios
lugares pelos irmos e bemfeltores dos mesmos
son vento*.
Como os summos pontfices com liberal mo
favorecala sempre a Terra Banta, concederam
especial privilegio a todoa osirmos e bemfeito-
rea das santos lugares, qae derem cada anoo t
canviima parto de us bens, assenttndo seos
Bornea no Itera t)a Perra Santa, para que possa ra
eleger juofessores approvadoa, que os a triol va m
aoaaaat ama ves cada anoo le todoa ospeccadoi
reservados sd aaosiollcs, com nio arjam tses,
que par He* se} pveeiso consultar o pspa ; e
tambem para que no artigo de morte Ibes conce-
dan) alearla remissa de todo* os peccados
Cuasia da bulla de Boceara IV, qae principia :
Mearas Pastor, expedida a anno de 14JJ7, e te
pode 1er em Del-Rio no Bullario da Tetra Santo.
de do Senhor, Eetftaia, Ateonso, Pakteneeales,
testa da Sanii sima Trindade. Corpas Cnrlati. Pa*
rMtoago, Aoouoaateaa. Amampgle e NaUvtoade
de Nossa Senhora, da de S. Joo Baptitta, dia
de todos os Saetee eoofessados e commongados,
regando pela pas e concordia, ele. lndatgeocia
pleaaria e re misaba de todoa os peecadee $ o o
o tem no artiga de morte, inveeeade a San-
aeimo nome de Jess ; a nn podando, cam o
corago. Consta de varias bultos pontticees,
Innocencio XI, na bulla : Unigenili. 28 de Janei-
ro-de tdaS-: PO TV, d Bulta": Divina dponenU
c/emeio,15 dejolho de 1MH : Xlsto V, na bul-
la i PtU /LtoiiiumtvoU, 9 da abril de 1588 : In-
noeencio XIII, na bulla : # Chriiti fidelium,
6 de Janeiro de 1761 ; Benedicto XIII, na baila :
Leca Someta Palentina, 2 de margo de 1727, as
quaea todaa traz Del-Rio, Buforium Terree
Sondas
Petes estatuto gerees, e leis ex prestas qae tem
a religiao Seraphica confirmados pela Saeta s
apostlica, tem os bemfeitorea da religiao de S.
Francisco todos oa annos, mezes, semanas a dias
especiaos suffragios. Misstt cantadas e.officios so-
lemnes, dos quaes parlicipam os irmos da Torra
Santo-. E pra que se conbega que os Albos do
grande padre S. Francisco sao inteira mente agra-
decidos aos seaa irraaoa e bamfeitores, se faz cer-
to a todoa que em cada um anoo se ouereeem a
Deus pelas almas dos vivos e defunctos mui tas
mil mistas tetada e cantadas. Cada um aono
se foteea pelos irmos e bamfeitores deiunetos
muitos milnarea tambem de officios, alm de par-
ticulares devoges que es religiosos fazem por
obrigsgo em cada um aono. Quem disto quizer
maior noticia lea o Paraiso Seraphico liv. 8
cap. 3
Oa papas Alexaodrd IV e Leo X na Bulla
Dilectu Filiii coacederam a todos os que rece-
bessem e hospedattem os religiosos de S. Fran-
cisco quarenla annos de indulgencias. Os mes-
mos concederam remisto de todos os peccados
no artigo de morte a todos os que dessem esmo-
las para reedificar ts suas igrejas.
Todos os que visitsm as igrejas de S. Francis-
co no dia dos santos da ordem lucram indulgen-
cia plenaria concedida por Alexandre IV, Cle-
mente VII, Xiato IV, Benedicto XI, Leo X,
Adriano VI, Clemente IV, Nicolao III e Urba-
no V. Concederam indulgencia plenaria a lodos
os que forem amortalhados no habito de S. Fran-
cisco, pedodo-o em vida.
Participan} mais os irmos e bemfeiiores da
trra santa de todas as missas, olcios divinos,
pregages, contisses, jejuns, vigilias, disciplinas,
asperezas, perigrinages a de todaa as mais obras
meritorias dos religiosos e religiosas de toda a
-ordem, nao s para si, mas para aua familia e
defunlos, dan Jo esmola por elles.
Este o lucro especial que alcangam os irmos
da trra saota com as asmlas que do para a
mesma ; esmolas que to preciosas to para o
culto, venerago e sustenttgo delles, onde o
mesmo Filho de Deus se digoou nascer e morrer
pelo genero humano. Tudo seja para gloria do
mesmo Seohor, e salvago de nossas almas.
REFLEXO.
Sendo certos e iodubilaveis os muitos servijos
que tem feito igreja calholica a sagrada reli-
giao do grande patrarcha S. Francisco naa la-
boriosas missdes de lodo o Oriente; nao sao me-
os certos, e da mesma so/te evidentes os mui-
tos trabalhos, e grandes perseguigOes que tem
padecido, e continuamente padecem em Jerusa-
lem os religiosos detta ordem, vivendo e assis-
tiodo entre a barbara inVelidade dos Turcos, ha
mais de 400 aonos, converlendo os inflis, con-
fortando os ci tbolicoe na f de JesutChrislo, dao-
do-lhes aos filos estado, curando os eofermos,
hospedando os peregrinos : em cujas obras de
religiao, piedadee amor sagasta avullada somma
de mil cruzados, alm de viote mil, que ca-
da anno se pagam de tribuloa ordinarios,
nao fallando nos extraordinarios chamados
avanias, que sao exhortantes, urnas vezes fo-
mentados pela bsibara e iostciavel cobiga dos
Turcot, outras movidas pelo iuiplacavel odie
doa Gregos [."cismticos : de sorie que expottoa
os religiosos a todos os funestos acontecimen-
tos, e aos continuados perigos da vida de que
ealo sempre cercadoa aquella barbara nago,
vivem assim bem como urnaspobreziohas ove-
Ihas no meio de una lobos ferozea e famiotos :
de que sao pruva evidente oa trgicos succestos
fielmente insinuados nat relacoes seguintes, a
saner : a do anoo de 1740, 1758, o Da que lti-
mamente se imprimi em 1763, cujos trabalhos,
perseguigoes e deapezasavuttadas se determioam
nicamente em deixarem os Turcos conservar
com decencia, decoro e culto religioso aquelles
veneraveis lugares santificados com o singue
precioso de Jess Christo, e em que > Redemptor
do mundo obrou o grande remedio da salvago
eteroa. Em considerago do que esl mandado
por muitos summos-ponlifiees, que neohuma pes-
sos possa impedir, perturbar, reter, alienar, usur-
par, ou converler em outro qualquer uso as es-
molas que se pedem para os santos lugares de
Jerusalem : estas e outras sabias providencias,
constara das Bullas Apostlicas, s saber : da de
Xislo IV que priocipia : Sacro prtedic et mino-
rum ordinis ; e do mesmo em oulra : Eum at-
ienta ; da de Clemeote IV que principia: Oilec-
tit Filiis. e de outras muitas, que a este respeito
e a beneficio das mesmaa esmolas tem mandado
passar muitos aumroos-poolifices, como se pode
ver em Del-Rio, no seu Tratado Bullarium Tensa
Snela : sendo o empenho de todos os summos-
pooliflces attrabir, promover e excitar em todos
es coragea dos fiis a devogo daquelles santos
lugares ; e para esto lo meritorio fim que es-
to concedidas s eontas e eruzes de Jerusalem as
muitas grsgas e indulgencias, as qutes lucram to-
doa aquelles, como coosla do compendio das di-
tas indulgencias, que as trouxerem comsigo, ou
alguma das ditas eruzes; ou ressrem pelas ditas
cootss ; cujas gracaae indulgencias sempre esli-
veram e aclunlment* esto no seu mesmo vigor.
Estmulos na verdade que lem applicado a pater-
nal vigilancia de muitos .santos psdres, para se
augmentar rnaia e mais a devogo de lo aaotos
lugares: seotimentos piitsimos que igualmente
resplandecern) no louravel e edificante zelo de
ledos os soberanos catholieos, apprevaodo, per-
miltindo e auxiliando em tedos os seus reinos a
devogo doa santos lugares de Jerusalem, e a que
com igual piedade correspondern) os Exms. e
Revms. Srs. arcebispot e bispos de toda a enria-
tandade com aa suas pattoraes, para o mesmo
effeito espedidas em eada urna das suae dioceses.
Donde raaoifoeUmeote aa fas certo e ae pravo
pela fbrga de todos estes documentos da tanta
autoridade e reapeito, que nao pode haver esmola
msis justa, nena mais digna de piedade de um
fiel, do que a que se determina, e coneorra para
a cooservaco, e decoro, e culto de uns lugares
lio veneraveis como sao de Jerusalem, lugares
que sendo o theatre de todoe os mysteros da
nossa redempgo, se fazemcertomenle dignos da
nossa ternura, a de toda a piedade cflrstaa.
neste dia cerca de 130 saceos. Em visto da
Uva o campeador que atiero* o
calar de acompaabar oa
elevando alada depois disao e
ta a setla-feira qaaa'da ama
aa que a alguem convloba Qzesoe melber v
do que ai entran, leve aaaier na
(Do comprador com
garlantes, o Sr. Joaquim Silveira da Seasaa.)
Eete comprador nada
aupa ereVas mais
O
''toroeoprece em par*- _
y^mf.Mpwrtfidr. M
diaeo a tJ6te\ flfMB a
i-feira qaiado asa asea)
ib^ Atoase saibor eada ^
aleetoaade dea traTto*!
O alfana Arrtoote Loba Alt_____
Bfeeaiquee, para bam de aaa diratoa aj
etos. qaa V. 8. eaaaa secretarle daa
qoeHficoeao da guarda etatoeal de
S. Pedro Martyr, revendo oe livroe
gao da guarda nacional feito no aaaa de'tttl em
virtude da lei n. 002 de 1* de aadesab
Ihe d por ceriido qual foi a omcial qaa
cionoa ai qoalidade de tomatarte daraaie e i
po que trabilhou aquello cofjselbo, patlsato
a V. S. Illa. Sr. lenle a neniarle
Iho de qualiueagao da guarda aacioeal
zia de S. Pedro Martyr de Olinda,
sar a certido pedida.E. R. Me
Jas Nuoes de Paula, teoento secretoria da eea-
selho de qualifieaco da reaseto ato S. Podra
Martyr desia cidade, em virtatoe da les, ato.
Certifico que revendo oe livrae 4a qeaMieecia
da guarda nacional desta fregosla, precedida ao
anno de 1851. delles conato ter
alteres secretario daquelle eoeeelbo e i
te, alferes Antonio Loba Aibertim da Mira
Heoriques. E' o que sffirmo em ( de
Olinda 28 de julho da 1854. Suboctavl e .
nei.Jos Nanee de Pauto,
O alfere Antonio Lobo Albertina
Heoriques, para bem da as direito l
V. S., revendo oa livrea da quilificsgao de
da nacional, pela lei o. 602 19 da setombro ae
1850, Ihe aprsenle por cerilla o aman em eme
o supphcante ( accin bu ae qaalldada da '
vogal oeste respectivo consethe
se forsaou parte do meamo, daraate toda a I
po determinado pela referida le.
Neslet termos pede a V. s., Illm. Sr
secretario do cooselbo de maliaVeacaa- da gaarda
nacional da fregaetia da S de Ohoda, digne le
pasear a certido pedida.E. R. Me
Francisco Pedro Celeslioo, alferes da 8a campe -
nhia do 9 batalhao de infantaria da gaarda na-
cional da cidade da Oiiad, asombre e secreta-
rio do conselao da revtebe e qualifieocae da
gaarda aacioeal da tregaezto da S da aaeaana
Olinda, em virtude de lei, etc.
Certifico que reveodo e livro de qualitcaco a
reviies da guarda nacional da traguate da S,
delle consta aa folbas 58. qaa a sapadtoaade. ama
traa a peiigo retro, luocciooara oe me mesa da
qualificago feito no aoo de 1855, cama tombem
comta da mesma acta : e referida veranda a ao
dito livro e acta me reparto. B val aau aern cew
si que dutida faga por mira escripia e aastgaala.
Conselho de reviao da guarda aaetoawl da isa-
guezia da S na calbedral da cidade de Otiada,
22 de maio de 1857.Francisco Podra Getoetaao,
alfere aecrelario.
O alforea Antonio Lobo Albartim da Minada
llenriques, alferes vogal do praaaale caaselba da
qualificago da guarda aacioaal, para bem da aea
direito e instiga precisa qee a Sr. olfatea secre-
tario do mesmo. revende os livrea de qaalitc*-
go oa de matricula da mesara gaarda asresiil
Ihe aprsente por certido, qaal o ufSriel qae
funcciooou na qualidada do secretaria de <
Iho no anno prximamente lindo, tuda
que prodnza f, porlaalo peda a V. S. Illm. Sr.
alferes secretario do eonaelho de qoaiilcaebe da
guarda nacional da fregeena da calh4ral da ci-
dade de Oiioda, digoe-ao lavrar a cerMdba teqee
rida com Justiga.g. R. Me.
Francisco Pedro Celestino, o\**> da S* cempe-
nhia- do 9 batalhao d in' otaria da gaarda
nacional da cidade de Olieea, e secretaria da
coneelao 4a qualifieaco e retela da mioma
guarda nacional da (recoezia do Carato de Sd
da meima Oliada, tudo em virtude da lei, etc.
Certifico, em virtude da ese eer requerida, qua
revendo os livroe da qualifieaco da fregeena da
S desta cidade de Oiioda, delUs eeosta lar ser-
vido de secretario da qualificago de anea ersi-
mo passido do 1858 e supphcante, alfares Ao lo-
mo Lobo Albartim de Miranda Haarkiuee : e re-
ferido verdade e aos ditos livros me reparto, a
vai esta sea causa que duvide faga por mim es-
cripia e assiffoada neste coaselho da fregaetia da
S em a igraja da Santa Osa da MiseneerM aea
16 do maio do auno do uascimeeto de Neaso Se-
nhor Jess Christo de 1859, 33* ds indepeadeu-
cia e do imperio do Brasil.
Eu, Francisco Fedro Oteatiee, secretarte do
conselho a oscrevi e anigoei. Francisco Padra
Celeslioo.
0 alferes Antonio Lobo Albartim de Miraada
Heoriques, para bem de eau dtroito e jaeties pre-
cisa que V. S. como actaal secretarte de coase-
lho de qualificago e reviao da guarda BaeteasI
da freguezia da catbedrel deata cidade da Oliada,
se digne revendo os livroe da qaalitteaeee aa ma-
tricula da mesma, certificar sa a suepticaale
tuoccionou oe nao no conselho da dita fregaetia
no anno de 1859, e em que qualidaie: aseto
mo lambern se funcciooou al terminar
trabalhos respeclivos. Neslet termos :
Pede V. S.Illa. Sr. alteree a 'secretorio de
conselho, digoe-se certificar o requerido.E.
R. M.
Eu a baixo asoignado atereo da erimoira eoapa-
nhia do nono batalhao de iafaatoria da gaarda
nacional da cidade de Olinda e secretario da
conselho de reviio e qualificago da aaeama
guarda nacional do Carato da S, em tinada
da lei etc.
Certifico que reveodo oa livrea qae eervem da
matricula desta freguezia, delles coaita ama
supphcante fuoccionou como vogal do eoeooibo,
do anno cima dito, desde sea intallacao al ter-
minar sm oa seus trabalnos, e par me ser podida
passo prosete em que me asoigoe, eooeelbe da
revisto e qualifieaco do Curato da S, 98 de aaio
de 1861.Manoei Norberte da Coate, alteree se-
cretario.
Estavam sellados e reconhecido?.
COMMaKaCmOo
Novo Baiico de Peroambuco,
O banco paga o 7* dividendo de 12f
por acqao, relativo ao semestre lindo
em 31 de aeoxiorsoagomp otpted
HOVOBANCO
aa
Peraambuco.
BM 8 DE OTBRO DE 1891.
O banco desconta na presenta aeaaaa ti J*
ao anno al o preso da 4 mezes e a M J* ato e
de 6 meses, e toma dinheiro em coalas eorreutae
simples e com juros pela premio e presa eme aa
convencional
Publicagoes a pedido.
Para esclarec meo lo da Revista Commercial,
sobre os pregos do algodo, na semana decorri-
da de 30 de setembro a 5 de oulubro.
BOLETIM COMMERCIAL.
reroambuco, 5 de oulubro de 1861.
Eotraram nesta semana 402 saccat com algodo.
Entrada geral do aono presente.
Desde o V de julho de 1861. at hoje lem viu-
do ao mercado saccas eom algodo 4573.
Movimeoto do mercado na presente semana.
Poram as vendas por 99400 a 99000 2a 80900.
[Do Sr. Jote Martina do Rio comprador com-
missionado dos Srs. negociantes.)
Este comprador no dia 8 de oulubro aa saecas
qoe tova o prensarlo Joao Baptista de Medeiros
a 99600 ris o superior e o regular i 99400, em
o dia 3 o superior a 99700 e o regular 9f&00; |e
s no dia 4 fot que comprou ao Sr. Manoei An-
tonio Rtbfiro 4 atecas superior a 99800, a o re-
gular por 9*900 ris.
BOLETIM COMMERCIAL.
PerrJaiobuco. 5 de oulubro de 1861.
Rendimeato da alfa 1 a 7
dem do dia 8
159 8159774
Eotraram nesta temana 430 saccas eom algodo.
Entrada geral do anoo prsenle.
Desda o 1* de Julho de 1861. at boje tom viu-
do ao mercado 4573 saccas com algodo.
Movimento do mercado na presente semina.
No principio da semana um comprador offere-
csalJpJOO1 peto superior, 9f000 pele regular, a
DOO pelo do segunde serte, porm oulro ofiere-
ria era particular 99400, 99*00 e 89JOO, e saben-" gira id
9b disso ota uepeculador, aa quarto-telia elavou
esees pregos a 99900, 9f 400 e 89400 comprando,
alo eUa al
Velamos entradoscom razeldas..
> a eam gneros.. 39
Yolemes sabidos cea Uzeadas.. 99
t > com gneros.. 471
Descarrsgam bote t da outebra.
Barca americanaUnieofaria.
Brigue portuaroa*M,rt.rta-Urteba.
Bngue amoricane-F. Curbiageorvaa.
Brigue haaeneritec I.pitorjoroa da
Brigue nacionalCoaripo, inda da
consiguido, mantwatoa o seguate :
?&!?* fawnd"! SchafMatlim & C
h c^ b,rrKH ftrtD*1 de trlgt; a H. O.
579
10 'ardos fem em folha, 909 caixzabaa l
tes, asaceos com 10 arroban da cacao; a Jeed W
ceaie Goncalves Lima.
286 mplboa de pissaba, S caixes e 9
nhts charutos ; t ordem.
Sai f de outobro.
Birea Inglesa Celtama. para Liverpool,
Saunders Brothers & C 147
arrobas 33 libras ato algodo.
aeeaa com 961


I
,)
uaia DI ff.
(&4MTLWUIA t Ot OCTVWK) II 1841
Brigue inglez Barbhill, para Lirerpool, carre-
garam :
J .mes Ryder & C, 190* seceos csat 9580 ar-
roba de assucar. <
Brigue porluguez Relmpago, para Lisboa,
carregaram :
m Themez de Aquioo Poneros, 144 barra coa
5400 medidas de mal.
Marque Barros 4 C, 45 couro seceos com
844 libras.
Maooel Ignacio de Olireira & Krho, 4- sac-
eos com 160 arrobas de gomma de mandioca.
Becebeduria de rendas Internas
eraea de Peruambaco
Rendimento do dia 1 a 7 7:276*154
dem do dia 8 ; &70#34
7:846*648
Mot ment do porto.
O t
o- ao
1 a *
Toras.
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A,thmoeph#rHi
Direea.
| Intimidad*.
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Ciniyrado.
Uygrometro.
Cilterna hydra-
mttrica.
Francs.
s
Inglei.
O
i
5
rg

5
S
o
A notte clara, Tonto ENE regalar al ao ama-
nhecer que rondou para o terral
OSCILL*QA DA BUlUf.
Preamar as 2 h 18' da maoha. altura 6,4 p.
Bauamar as 1 h 30 da Urde, altura 1,8 p.
Observatorio do arsenal de marioha, 8 do on-
tubro do 1861.
Romano Steppik,
1." secretario.
-Dia8-
_"o noureram entradas nm sabidas.
Editaes.
O Dr. Bernardo Micbado da Costa Doria, juiz de
de direito da 1* vara criminal, e substituto da
do commercio desta cidade do Reeife e seu
termo capital da provincia de Pernambuco, por
aua Magestade Imperial e Constitucional o Sr.
D. Pedro II que Deua guarde, ote.
Paco saber polo presente que no dia 9 de ou-
tubro do corrente anno se ha de arrematar em
praga publica por renda a quem mais dr, de-
pois da audiencia respeclira, o preto Sererino.
cnoulo, de idade de rite o oito annos pouco
mais ou menos, araliado por 500&000: e o pardo
lbeodosio^com idade de dezeseis annos, aralia-
do em 800&000; ambos escraros do Antonio
Los de Vasconcellos Barros, e a este penhora-
dos por ezecugao que Ihe oncaminha Antonio
Oomes da Cunba o Silra: o, na falta de licitan-
tes, serao arrematados pelo prego da adiudicaco
com o abatimento da lei.
E para que chegue a noticia a qnem conrier
mandei passar editaes que sero afflxados nos
lagares do costume, e publicados pela imprensa
Dado e passado nesU cidade do Reeife. capi-
tal da pronoeia de Pernamboeo, aos 27 de se-
tembro de 1861, quadragesimo da independen-
cia e do Imperio do Brasil.
Eu Manoel do Carralho Paes de Andrade. es-
cnao, osubscreri.
O Dr. Francisco Domiogues da Silra, juiz de di-
reito da segunda rara criminal e substituto da
do especial de commercio desta cidade do Re-
eife de Pernambuco e seu termo, por S. M.
Imperial, que Deua guarde, etc.
Fago saber aos que o presente editsl rirem, e
dalle noticia lirerem, que no dia 3 de outubro
do corrente anno, se ha de arrematar por renda
quem mais der, em praga publica deate juizo,
na sala dos auditorios, a renda aocual de ama
laa sita nos Remedios, com urna casa que ser-
ve de fabrica de sabio, araliada por 400, a qual
pertencente Francisco Aila de Mondonga, e
rai praga o referido rendimento por eiecugao
que eontra o mosmo Avila encamioham Monteiro
Lopes & C.
E nao havendo langador que cubra o prego da
avaliago a arrematagao ser feita peto ralor da
adjudicarlo com o abatimento da lei.
O presente ser publicado pelos jornaes e affi-
xados nos tugares do costume.
Recite 9 de setembro de 1861, 40 da indepen-
dencia o do imperio do Brasil.
Eu Manoel Maa Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscreri.
Francisco Dominques da Silva.
Por ordem do Dr. juizespe-
cial do commercio substituto
Bernardo Machado da Costa
Doria, se faz publico que a ar-
rematado aunuQciada uo edi-
tal suppra, fioa transferida
para o dia 9 do corrente.
O Illm. Sr. iospeetor da thesoararia prorin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 4 do corrente, man-
da fazer publico que no dia 9 de Janeiro prximo
vindouro, perante a junta da fazeoda da mesma
thesouraria, se ha de arrematar a quem por me-
nos Qzer a obra da coberta do edificio destinado
para o gymoeaio prorincial, araliada em reia
28:5575100.
A arrematado ser feita na forma da lei pro-
rincial n. 313 de..... maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoasque se propozsrem a esta arremata -
cao comparegam na aala das sesses da referida
junta no dia supra mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitado.
E para coostar ae mandou afiliar o presente e
pnblicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria prorincial de Per-
namboeo, 7 do outubro de 1861.-0 secretario,
A. F. d Annunciago.
Clausulas especiaes para arrematado.
i.* A obra cima na importancia de 28:557J10O
ser priucipiada no prazo de 15 dias depois da
arrematagao e terminada no prazo de 6 meses.
2.a 0 arrematante ser obrigado a empregar
toda a madeira que existe no edificio o a este
pertencente, de conformidade com o artigo 11
do orgamento.
3.a Attender aa obaerragoet feitas pelo enge-
nheiro da obra, tendente sua boa execugo,
desmanchando o que nao tem sido feito de con-
formidade com aa preaeripges esegursoga indi-
cadas no orgamento o planta, o bem asilm se
sojeitar atudo o mais disposto na lei n, 286
reapeito da arrematagao.
4. O pagamento ser feo em tres prestarles
iguaes, correspondentes a cad* tergo da obra,
soffrendo, porm, em cada prestago o descont
competente quando se rerinque as hroetheses
estabelecidas nos artigos ti, 12 o 14.
5. Nao ser atleodids em lempo .algum qual-
dente a anuencia de iademoisagao, seia qual
for o motivo que para isao allegue.
da junta, no dia cima dedsrado, polo meio dia
o compateatemenU hsWUtadas.
K. para constar se mtodoo affliar o publicar
polo Dtorio.
Secretarla 4a thesouraria prorincial de Per-
nambuco 4 de outubro do 1861.
O secretario,
Antonio Perreir* d'Aonunciagio.
Cltmiulat etftciati para a arrematado.
Ia OoretorMafo empedramento doSnccorro
eerlo executados de conformidade com o orga-
mento approvado pola directora em copselho, e
submettido a approvagio do Exm. Sr presidente
da provincia na imporUoeia de 5:17SJ500.
2* O arrematante dar principio a obra no pra-
zo de oito das o a concluir no de irez- meses,
contadoa como determina o artigo 31 do regula-
manto daa obraa publicas.
3* A importancia da arrematagao ser 'paga
quando a obra for concluida o reeebida.
4a Neohuma raclamscao, lando por tim resa-
ber iademoisagao, ser atlondida qualquer que
seja a nalureza da allegagO era que se fuade.
5a Em ludo o mats que nao rai especificado
as presentes clausulas eeguk-se-ha o que dis-
on a lei provincial o. 186,
Conforme.O secretario,
A. F. d'Annunciago.
O Illm. Sr. iaapector da thesouraria pro-
rincial, em rirtude da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da proviacia da 4 do corrente mes, manda
fazer publico, que oo dia 14 deste mes, perante
a junta da mesma thesouraria se ha de arrema-
tai a quem por mono* flier, a obra de 490 bragas
de empedramento em dirersos lagares da estra-
da da Victoria, araliada na importancia de ria
7:9868000.
A arrematagao ser feita na forma da lei pro-
rincial 343 de 15 de malo de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas..
As peesoas ue so proposerem a osla arrema-
tagao comparegam na sala daa sesses da referi-
da jnnta, no dia cima mencionado, pelo meio
dia e competentemente habilitadas.
E para constar se manden affiur prsenle
publicar pelo Diario.
Societaria da thesounria provincial do Per-
nambuco 4 de outubro do 1861.
O secretorio,
A. Ferreira d'Annuuclaco.
Clautulas eipeciaes para a arrremaiago.
Ia As 450 bragaa ou empedramento nos di-
rersos pontos da estrada da Victoria, sero se-
cutados de conformidade com o orgamento ap-
provado dala directora em eonselho, e submet-
tido a approragio do Exm. Sr. presidente da
provincia na importaocia do 7:9863000-
ta O arrematante dar principia a obra oo pra-
zo de 15 dias e a concluir oo de quatro mezes,
ambos coatados segundo o art. 31 do regala-
ment das obras pobliets.
3a A importaocia da obra aera paga em tres
prestaces iguaes, em vista do altestado do en-
genheiro, certificando ter feito o arrematante um
terco da obra.
4a Neohuma roclamagio, que leoha por fim
pedir indemnisago, ser attendida, quaesquer
quersejam as allegagea em queso funde.
5a Em tudo o mais, que nao rai especificado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que die-
pe a lei prorincial n. 286.
Conforme.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. iospeetor da thesouraria pro-
vincial em cumprimento da resolugio da junta
da fazeoda, manda fazer publico, que a arrema-
tagao da renda dos predios do pstrimonio dos
orphos. foi transferida para o dia 17 do cor-
rente.
E para constar se raaodou aullar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco 4 de outubro de 1861.
0 aecretario,
i. F. d'AnnMnciaao.
. O Illm. Sr. iospeetor d thesouraria pro-
vincial, em virtude da resolugSo da junta da fa-
zeoda, manda fazer publico que a arrematagao
dos concertos de que precisa o edificio em que
fuocciooa o collegio dos orphos de Santa The.
reza era Olioda, cou traosferido para o dia 10 do
corrente.
E para coostar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoararia provincial de Per-
nambuco, em 4 de outubro de 1981, O secre-
tario, *
Antonio F. d'Annunciago.
0 Illm. Sr. inspector da theaouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 27 de setembro prximo
fiodo, manda fazer publico que ao dia 17 do cof-
rente se ha de arrematar a quem por menos flzer,
o fornecimento dosobjectos precisos ao contlo
dos orphos, os qoaes rao abaixo declarados.
Agua por mez ........ 19*100
Azeile de csrrapsto e velas de car-
nauba i.iem........ 39*000
Lavagem, engommado e concert de
roupa dem........ 55*000
A arrematagao ser taita por lempo de seis
mezes. a cootar do 1.a de norembro do correte
a 30 de abril prximo futuro.
As pessoss que quizerem fazer dito forneci-
mento, comparegam na sala das sesses da junta
da fazenda, no da cima declarado, pelo meio
dia, e competenlemeote habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario*
Secretaria da thesouraria prorincial de Per-
oambuco 2 de outubro de 1861.O aecretario,
A. F. d'Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro
rincial manda fazer publico para conhecimento
dos interesados o artigo 48 da lei prorincial n.
510 de 18 de junho do corrente anno.
Art. 48. F permitlido pagar-se a meia siza
dos escraros comprados em qualquer lempo an-
terior a dato da presente lei indepndete de
revalidado e multa, urna rez que os deredores
actuaea deste imposto, o fagam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o fizerem flearo
sujeitos a reralidago o multa em dobro, sendo
um tergo pars o denunciante. A thesouraria
far annunciar por edital nos primelros 10 dias
de cada mez a presente disposigo.
E para constar ae mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria prorincial de Per-
nambuco 8 dejulho de 1861.O secretarlo,
A. F. d'Anaunciago.
A camira municipal do Reeife faz publico
ara conhecimento de seas municipes o officio
baiio transcripto,que recebeu do Exm. presidente
aa provincia, e couvida-os a que, prestando toda
attengo para a recommeodago de S. Exc,
fagam de sua parte quaato Ihes for possivel para
que a cultura do algodo, e do trigo oeste muni-
cipio se desenvolva de modo que possa dar um
resultado satisfactorio, visto como pelas disengoes
que se tem manifestado nos Estsdos-Unidos da
America do Norte, a cultora deatea gneros dere
necesariamente proporcionar grandes rantagens
quelles que ella se dedicarem.
A mesma cmara, pois, espera de seus muni-
cipea que n5o deixaro de etlender esta recom-
meodago, empregando seus esforgos para iSo
til fim do qual grandes rantagens devem resul-
tar para o paiz.
Pago da cmara municipal do Reeife em << ordinaria de 16 de setembro de 1861.uu fran-
cisco de Barro Reg, prndente.Francisco Ca-
nuto da Boaviagem, officiel maior servindo de
secretario.
Quaria secgo.Palacio do governo de Per-
nambuco em 10 de setembro de 1861.
A cmara municipal da cidade do Reeife j de-
re ter noticia das disengoes cia, que actual-
mente agitam os Estados-Unidos da America do
Norte, e que a guerra entre elles atoada, nao po-
de deixar de tar prejudicado grandemente todos
os seus trsbalhos agrcolas, resultando d'ahi, co-
mo fcilmente se comprehende, nao s a escas-
sez dos arligeo de ana produeco, aeolo tambes,
e como coosequeocia neceasaria a elerago do
prego de cada um deltee.
Sonde os Estados-niaos da America do or
te o peu, O'oode se exporta maior parte do al-
O
Hamo, procure persuadir aos larraefcres, seus
muoicipee, a conveniencia, ou 'ti a maosasirja
da, de se prometer a matar mUmsjAuiIi
nao so a cuitan de akodo, fue mi* pseipcjja
j exporta, m alo em quaotidade correspoT
dente fertilMade o prosperidade do terreno,
senSo tambem a do trigo, que to satiafaetoria-
ma^teAT^re^I^^l'J0mJm' Jr^'.i'Ja T,6 lb7, ** P01"" *" ^"
tm^W.2u^ iridia pdl. eamar. a
m tempe a pnpott(trises geess arimJnlaa pela polieia.
L..1 2!fc ',T3Li,?ti*.?,5u/ ktb9 9 Wetfiret iocorrerao 0a multa ds
ial estar eHloca4o o baldo para a renda, afim
,J!-* coPrfdo' > ore.
.s*y.l*silMlde---ftMrew qiellea que o
- *" "^ P*fHda casa le mainte medu
daquella que deve servir de deposito, margem
Ja estrada publica, para nella effectuarem ven-
a da plvora, aendo que oesaas casas nao pode-
refn nesae numero
) secretarlo, A. F. d'Annun- god'o que alimenta qnmitmm*mtMw"u
ciacio.
. O Illm. Sr. inspector ds thesoararia proeia-
cial, em cumprimento da ordem de Exm. Sr.
presidente da provincia de do cerrente mande
fazer publico, que uo dia 24 deste mes, ptente
a junta da mesma thesouraria, ss he de arrema-
tar a quem por menos fiaer, a obra dea retacos
do empodramento da estrada da Victoria, ne ba-
gar denominadoSocorro araliada se impor-
tancia de 5:175|80D rdss. P
A arrematagao ser feita aa forma da lei pro*
rincial n. 343 de 15 de meio de 1854, a sob as
clausulas espaciaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a este arrean-
tagio comparegam na sala das sesses da referi-
era
dustnss.
O nosso algodo, por sua qualidade superior,
goza do maior aprego e procura nos mercados ei-
traogeiros, e o trigo que sgora ceuram cultivar,
como urna medida de preveogo, pode vir a ser
mais urna foote abundante de riqueza, que lo-
demnisando generosamente os sacrificios que
hoje fizerem os nossos lavradores desenvolver
os recursos do paiz e augmentar do fuluro o
bem estar da populaflU.
Esta presidencia obnf a que a camera maoiri-
psl do Reeife, acompanhan lo o governo neste
pentamento, se sentir baatante animada para
promover por lodosos raeios ao seu alcance o
maior desenrolvimento possivel da industria
agrieola do seu muaielpio, relatiramente I cultu-
ra dos dous gneros, que me tenho referido,
cumpriodo que me d conhecimento de quanlo
fc-r obleado em desempenho das racommeods-
goes, que lhe ficara transmiltidas.Antonio Mar-
celino Nunes Goncahee.
A cmara municipal da etdade do Recite faz
publico para conhecimento de aeus municipes
que recebeu do Exm. presidente da provincia o
officio absixo transcripto, ao qual acompanha s
relago dos productos, que podem sor aprsenla-
dos oeste municipio, e espera que todos concor-
ram para que o convite do governo da provincia
produsa o desejado effeito, e est proopta a dar
todos os esclarecimentoa, o apreseolar todo o au-
xilio, que delta depender para que ae realise rao
til eonio, o qual lera lugar oo dia 7 da norem-
bro prximo futuro, como faz certo o segundo
officio deS. Exc. de 13 do corred le, tambem a-
baixo transcripto.
Paco da cmara municipal do Reeife. em ses-
aio ordinaria de 16 de setembro de 1861.Lu/
Francisco de Barros Reg presidente, Francisco
Canuto da Boa-riagem oficial mior serrindo de
secretsrio.
4.a secgo. Palacio do governo de Peraam-
bueo, em 4 de setembro de 1861. Devendo ler
lugar nesla cidade oo dia 2 de dezembro vindou-
ro, no palacio do governo, urna xposigo dos
productos nsturaes e ioduslriaes desta provincia,
e das que lhe sao Hmitrophes, ou lhe Acara mais
prximas; de conformidade com as ordena im-
prtaos, recommendo acamara municipal do Re-
eife, que, fazendo ebegar esta noticia ao con be-
cimenlaJe todos os seus municipes, procure por
todos ewieios ao seu alcance anima-los do de-
sojo de coocorrerem para a referida exposiga
com os productos, que all pdem figurar e se
cham especificados no cathalogo annexo as ios-
truegea de que remette o incluso exemplar im-
presso ; fszendo-lhes essa cmara ver as grandes
rantagens, que ho de resultar da referida xpo-
sigo, nao s para a agricultura, mas tambem
para a isjdustria do paiz, como um dos mais con-
venientes meios de animago para o desenvolv-
mente de to importantes botes de riqueza ua-
cional, a que o governo presta a mais seria at-
teeeto, contando com o concurso do toaos os ci-
dados, e espealalmente das municipalidades, no
empenho de preencherem por este modo um dos
principeet fina de sua iustituigao.Antonio Mar-
colino Nunes Gongalras.
4.a secgo.Palacio do governo de Pernambu-
co, em 13 de setembro de 861.- Declarando.me
o xm. Sr. ministro da agricultura, commercio
e obras publicas em aviso, expedido) em 19 de
agosto ultimo, sob n. 18, que a xposigo desta
proviacia deve ter lugar no mez de norembro, e
uao em dezembro, como por engao se diz as
ioalrucge, de que remetti a cmara municipal
da cidade de Recite um exemplar impreaso em
officio de 4 do correte, apresso-me a communi-
car a mesma cmara em additamento no meu ci-
tado officio, que a expeeigto ser aborta oesta
cidade no dia 7 de norembro prximo vindouro.
Antonio Marcellino Nunes Googalves.
O Dr. Bernardo alachado da Costa Doria, joiz te
direito da primeire rara criminal e interino lo
especial do commercio desta cidade do Reeife
do Pernambuco por S. M. I.
Fago saber aos quo o presente edital rirem
delle noticia lirerem que no dia 30 do correte
mez se ha de arrematar por renda a quem mais
der em prega publica deate juizo na sala dos au-
ditorios um csixo de can de tijello ocal em roe-
p.ido, loado na frente 4 janellas e urna porta.
Oo oito duaa janellas e urna porta, e no fundo 5
portas, com 70 palmos de frente e 43 de fundo ;
igualmeoto o sitio com 300 palmos de frente, si-
to no lugar dos Afflicios, o qual (o penhorado
por execugo de Jos Goocalvea da Cruz, contra
o bacharel Francisco Gomes Vellozo de Albuquar-
que Lina.
E nao havendo langador que cubra o prego da
avaliago, a arrematagao aera feita pelo valor da
adjudicago com o abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todoa
mandei passar editaos que sero publicados pela
imprensa e affixados ooa lugares do cosame.
Eu Maooel Mara Rodrigues do Nascimeato,
escrivo o sobacrevi.
Reeife 8 de outubro de 1861.
Bernardo Machado da Cesta Dorio.
O Dr. Bernardo Machado da Costa Doria, juiz de
direilo da primeira rara criminal, e substituto
do especial do commercio desta cidade do Re-
eife de Pernambuco e seu termo por S. M I
etc.
Fsgo saber aos que o presente edital rirem, e
delle noticia tirerem que no dia 30 do corrente
anno se ha de arrematar por venda a quem maia
der em praga publica deste juizo, na ssla dos
auditorios urna casa de sobrado de 2 sudares na
ra da Imperatriz, o. 16. tendo no primeiro'an-
dar 3 janellas com varanda de ferro, 2 salas e 4
quartos no segundo andar, 2 salas, 4 quartos e
urna cozioha em cima, fazendo um terceiro an-
dar, quintal murado, araliada por dezaseis con-
loa de ris, a qual foi peohorada Francisco An-
tonio Pereira da Silra por execugo que lhe mo-
re Antooio Googalves Pereira Lima. E nao ha-
vendo langador que cubra o prego da avaliago
a arrematagao ser feita pelo valor da adjudica-
gao com o abatimento da lei.
E para chegar ao conhecimento de todos man-
dei passar o prsenle que ser affixado nos lu-
gares do costume e publicado pela imprensa.
Recite, 4 de oulubro de 1861, Qusdragessimo
da iodepenlencia e do imperto do Brasil.Eu
Manoel Maris Rodrigues do Nascimento, escrivo
o subscrevi.
Bernardo Hachado da Costa Doria.
0 IIIm.Sr. inspector di thesouraria prorin-
cial, em cumprimento de resolugo da junta da
fazeoda, manda fazer publico, que a arrematagao
da obra da bomba que tem do ser construida no
engeoho Paulista, na estrada do norte, ficou
transferida para o dia 10 do corrente.
E para conejar semamdee affltar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 8 de outubro de 1881.O secretarlo,
A. F. d'Anuunciago.
cmara municipal do Reeife manda pu-
blicar para conhecimento de tees municipes os
artigos de posturas abaixo transcriptos, que fo-
ram approvados provisoriamente pelo Exm. pre-
sidente da provincia.
Pago da cmara municipal do Recite emsesso
de 7 de Outubro de 1861.Angelo Heoriques da
Silri. pro-presidente;Frsncisco Canuto rfa Boa-
viaeem, offisial-maior serrindo de secretarlo.
4,* aeege.Palacio do corerno de Pernam-
uee, V de outubro de 1881.0 presidenta da
prorincia, tendo era rista o qae reqaesitou ca-
mera municipal do Recite em officios de 9 e 21
de setembro ultimo, sob o. 50 e 5, resolv. ap_
prerar prorisoriameota o' segnintes arfiros de
posturas:
Art. 1.' As casando reoder porrera, bem co-
mo as do fabrico de fogoa wrtifieiaes, s se poV
lo estabelecer naa proximidades das tres estra-
reincidencia.
Art. 3." E' prohibido o tranaito da plvora den-
tro da cidade, sendu esta condolida por agua, os
e,,^wnl^e, *>*a>ao a multa de trlota mil
rata e oito dias de pfiso.
*r,# *'" .rm wogadaa as posturas de ll*de
sgosto de 1859.Antonio Marcellino Nunes Gon-
CAives.Conforme.Francisco Lemos de Castro.
Deciarages.
litWil ansoistrttivo.
O eonselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguiotes :
Companhia de cavallaria de liaba.
11 espadas com bainhas de ferro.
Quem quizer render taee objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
eenaelbo, s 10 horas da maobaa do dia 14 do
corrente mez.
Sala das sesses do eonselho administrativo,
pare feroecimento do arseoil de guerrs, 7 de
outubro de 1861.
f nio.Joi' Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francitco Joaquiwx Pereira Lobo,
Coronel retal secretario interino.
Pela adminisirago do correio desta pro-
rincia se faz publico, que em conformidade com
0 decreto n. 787 de 15 de maio de 1851 e respec-
tirss instrnegoes, tere hoje lugar -o processo de
abertura daa cartas atrasadas perleocentes ao
roez de setembro de 1860, condemnadaa a con-
sumo pelo art. 138 do rogulamento geral dos cr-
ralos a 21 de dezembro de 1844, asisti o com-
merciante Joio Jos de Carralho Moraes Filho.
Desta abertura reaultou acharern-se duaa car-
tas com documeotoa deacriplo em livro proprio
para este fim destinado, ficando reoolhido conve-
nientemente para ser entregue s quem de direilo
perleneer.
Urna carta de Jos Beato de Carralho, de Ja-
ragua, para Joaqeim Googalves da Silra Rocha,
com 4 recibos.
Urna dita de Antonio Marques de Olireira, do
Rio de ianeiro, para Guimarea & Fonseca, com
1 recibo.
Por ultimo procedeu-se o queiraa das cartas
mencionadas da-que ae larroo o respectiro termo,
que o que se segu.
Correio de Pernambuco 2 de outubro de 1861.
Domingos des Pasaos Miranda,
Administrador.
Termo do consumo de cartas atrasadas
do mez de setembro de 1861.
Aos 2 de outubro de 1861 oeste admiaistrsgo,
as 11 horas do dia, estando presente o Sr. admi-
nistrador Domingos dos Passos Miranda e mais
embregados abaixo assigoados procedeu-se em
virtude do art. 138 do regulameolo geral dos cor-
reos de 21 de dezembro de 1844 o consumo de
949 cartas, sendo 151 selladas, 191 nao selladas,
e 72 joruaes, na importancia,de 308154, cuja im-
portancia rai descarregada nesta data ao referido
administrador e thesouratro. E para constar la-
rrou-s este termo, em que asslgoou o adminis-
trador, e eu Francisco Simes da Silva, ajudanle
contador, o escrevi.O administrador, Domingos
des Passos Miranda.Os officiaes papelistas Is-
mael Amsrel Gomes da Silra, Eduardo Firmioo
di Silra, Luiz de Franca de Olireira Lima, o por-
teiro, Manoel Marinho de Souza Pimental.
VIC E COMCL ADO
ment do dito nurio : oflfei tas em cartas
fechadas n consulado de Hamburgo
atquarta-feira 9 do corrente ao meio
dia.
WatttF Thompson, capitSo da
batea nglea Colima, (consignatario
Henry Gibeon) j>recis* tomar a risco
martimo, a quaiatia de cerca de23:000$
em moeda deste imperio, para occorrer
ao gaito do cotteio e outrot com a
mesma barca na te porto, onde foi com-
pletamente concertada e ae acha prestes
a segnir Tiagem para Liverpool intei-
ramente carregada: o risco comprehen-
de se sobre o casco, apareiho e mais
aprestos da referida barca e sobre o
frete da carga que conduz ao indicado
destino. Os prc tendentes queiram fa-
zer suas propostis dentro em tres dias,
em cartas fechadas, dirigidas ao consu-
lado britannico nesta cidade.
N. O. Bieber & C. successores co-
mo consignatarios da barca ingleza Li
ma e por ordem do capito John Gar-
dvne, fazem sciente a quem interessar
possa que nao se responsabilisam por
contas contratadas (de hoje em diante)
peloSr.L. I. F. Seaton, c pito que
foi do dito navio e di tripolacto. Re-
eife 5 de outubro de 86!.
DE
Mrcadorias amerieaias.
Quintafeira 10 da outubro.
0 agente Aotuoes far leitio di urna imoaea-
silade de ohjeoios como bem tejara: secretaria
cadeiras. camas de amarello e Jacaranda, eera
de metal prateado, oleado para aalas i
carrogat para boi, cavallo e mi, aacoa e
para viagej, nbio em caixiohaa, aradea
chinas para capia, paca debulhar minea e
tros muitos artigas que se toras untadte
conar < na roa da Crut n. t5, as 10 hora
oras
Para
Rio de Janeiro,
pretende seguir com emita bravidade o brigue
nacional Veloz, tem paite deaen carregamen-
to prompto : para o reato qae lhe falta, trata-te
com o seu consignatario Azevedo & Mandes, no
seu escriptorio, ra da Cruz n. I.
Rio Grande do Sul pelo Rio de
Janeiro.
A barca nacional Restavragoii segu *iagem
imprelerivelmente no dia 15 do correte, ainda
recebe alguma crga a frete, e escravos para am-
bos os portes: trsta-se com vos consignatarios
Marques Barros ri C oo largo do Corpo San-
to n. 6.
LILAO
DE
uovmz.
Quarta -feira 9 do corrente.
Costa Cirrallio tara' leilo no iia ci-
ma as 11 horas em ponto, de diversos
movis que se acham depositados em
seu armazem na ra do Impe ador n.
35, sem reserva de preco.
Avisos dirersos.
f S K1
DE
II
COMPANilfAEBRASILEIRA
Miminriis & ijunm.
Espera-se dos portos do norte at o dia 10 do
corrente o rapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capilo de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
oa portos do sul.
Desde ji recebem-se paassgelros e engaja-se
a carga que o rapor poder condurir a qual de-
rer ser embarcada no dia de sua chegada, en-
commendaa, dinhf iro a frete at o dia da sahida
as 3 horas : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio
de Azevedo & Mendes.
S. H. Vittorit Eoianuele
RE da itaua
Pernambuco,
Tendo-se abarto na Italia urna subscripto para
levantar nm mooumento ao insigne homem de
estado, e grande patriota, o umversalmente las-
timado Conde de Caronr, e desejiodo-se com
aquello monumento attestar aos rindouros o re-
conhecimento dos Italianos pela grande obra da
ooidade, liberdade e independencia da nossa Pe-
insula, a qual tanto tem eoatriataido com e sua
asta inteligencia, com a agudeza do seu pers-
pco engenbo, com a sua energa da incrirel aua
aci vidade, e com a assiduidade de suss grandes
acjpea.
abaixo assigoado, vice-consul, residente nes-
ta ddade, i instancia do Illm. Sr. cnsul geral de
S. H. no Rio do Janeiro, convida a toda e qual-
queipessoa que generosamente queira concor-
rer ptra a aubscripgo de urna acgo a to gran-
de retonhecimeoto, de se dirigir ao vice-coasu-
ndo Aa'iano, roa do Trapiche n. 15, at o dia 15
do corrente mez de outubro. Pernambuco 3 de
ontibro de 1861.O vice-consul,
Jos Teixeira Baatos.
Expsito.
A commissio directora da XPOSI-
GO' agrieola e industrial, que tera' lu-
gar no palacio do governo no dia 7 de
novembro vindouro, manda pelo pre-
sente fazer publico que no da 26 de
outuln'D prximo comecarao a ser alli
recebidos os objectos-que tenbatn de ti'
gurv na mencionada EXPUSIQA'O.
Saladas sessdes da cotn mi sao 20 de se-
terxuro de 1861.O secretario,
Joaquim Pires Machado Portella.
Consulado provincial em 10
de outubro de 1861.
Cok autorisago do Illm. Sr. administrador
nterin), fago sciante aoa contribuintes ao im-
posto 0) SO porcento sobre o consumo de agur-
dente,que Oca de neohum effeito a publicagao
feita n> dia 5 do mez eorrente, visto harer du-
rida nt mor parte dos recibos apresentsdos no
acto di collecta, e que por esta circurastancii
tenho le proceder de noro dita collecta.
O langador,
Demetrio Coelho.
Para.
O patacho cEmulago segu em direilura ao
porio iadicado ; para o pouco que lhe falta, tra-
ta-se com Moreira & Ferreira, ra da Madre de
Dos o. 8.
COMPiNIUA PIR!UMBUAfU
Navegaco costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Asm'. Aracaty, Ceara'
e Acaracu'.
O rapor alguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte al o Acarac
no dia 22 do corrente mez s 4 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 81 ao meio dia. En-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at o
dia da aahida as i horas: escriptorio no Forte
do Hattoa o. 1.
Lciloes.
Europa, e espeoiaimeate os de Inglaterra, o bem
asoim o trige consumido em Brasil, a rote, que
boje portaba ojueHee estados, dore ueeessarte- seete Aarttn, Pao d'Atho e Gelatina, ebserrsi
mente acerretar urna ense, que jla recetar Mo do-se as disposigoes aeguinles-
Lse faca esperar muke, per ieso que, segando n- l. 86 endeaao sor estfete'.
Ibrmagea minucioaaa, se ha renQcado'qae a cul-
to* de algodo naqoolles palies tem deflahrdo
Arisos martimos,
Cear e Acaracu'.
Segu nestes dias o hiato Sobralense, capitio
Ratis. recebe carga e passageiros; a tratar com
Caeteio Cyriaco ta C. M. & Irm&o, no lado do
Corpo Santo o. 23.
Aracaty.
sftdeeio ser estfeme! las n distan -
aia da cineonta-bragas a eatrad, e de rraatner
edtflcaciov as podando -h#*er eetlas dtt d%iio-
eeameetarratraeote, ea eapetugae ee trien, ede ata la ma'ia >^ohastrbra^ eii.^. .
samslhi
roe sha
P>
eutroe coreee paiaeBMssl tem eorescide lam-
'JS-mt,,BB vtwspae iRsma depcis das seis horas da tardeT
nrido prevenir aa aerias dtOcnldadea que T\v rieran ser fertw -d talpa ora Barro
eamdo de acusa, aee/awiejrazw, 4uro. ou de parede de fijlo simpfhK alo*'!
^sewivievtt^tlmeirituoleart-'far^ pregada^ T com
para que dando mata urna prora do seu patrie* mada d cal, nao terso mais de ama puta aa' rets sobre O caico, frete e
O hiato Aracaty, mestre Joio Henrique de
Almeida, segu por estes dous dias para Araca-
ty: para carregar e patnageiros, trata-se com Tss
so IrmSo.
Brigue nacional Veloz.
Recabe sameros estraogelroa para o Rio de Ja-'
7,h MfflLfc.
O palhabote nacional Dous Amigos, capitio
francisco Jos de Araujo, segu para a Babia em
poucos dias ; para o reato da carga que Iba taita,
trsta-se com seu consignatario Francisco L. 0.
Aievedo. aa rus da Madre de Oeos n. 12.
i. Aw Hener, capitao do patacho I
hatnburguez Fanny, Tndo do Rio!
Crande do Sul, con deajno para FaP
snouth pan recaber ocdeaw, entrado
tml&pdrrtfr para concertar as ararhw
qae tave aa viagem, precisa risco ma
ritimo de cesca da> atas a 1*8 costos de
o carrega-
LEILO
Para liquidaco.
A 10 do corrente.
Ser, Filhos & C. farao leilo por interrengao
do agente Olireira, de grande rariedade daa me-
lhores fazendas, forragens, armamento e miude-
zas, pertendendo render tudo sem limitago de
pregos em atteago a urgencia de se concluirem
diversas facturas; ooa mesms occasiaoserio ar-
rematadas algumiis fazendas inglezas averiadas,
por coBta do seguro :
Quinta-feira 10
do correte, Ss 10 horas da Imanhaa em ponto,
em seu armazem na ra da Cruz do Recite.
LE1LA0
DE
Csndieiros de gaz, latas com gaz, figu-
ras para mesas, quadros com lmdas
pinturas, cestos e balaios para diver-
sos misteres, bengalas de difierentes
qualidades, temos completos de ban-
dejas de diflerentes gostos, espingar
dase mais artigos desnecestario de
enumerar.
continuara' o leilo dos objectos cima
mencionados por ordem do Sr. Anto-
nio Duarte Carneiro Vianna : quinta-
feira 10 do corrente as 11 horas em
ponto na exposicao dos candieiros eco-
nmicas sito na ra Nova.
Pede se concurrencia, pois tudo se
vender' sem limite algum
A paga da subacripcio deate Diario i 5
por trimestre, sdmeote tem lugar doatro de 15
das do primeiro mez, e depois tmenle se reee-
oer a 09.
LOTERA
DEPOIS DAMANHA.
Sextafeira 11 do corrente pelas 8
heras da manhSa em ponto anda rao im-
preterirelmeote as rodas da oiUva par-
te da quarta e quinta da quinta lotera
a beneficio do Gy mnasio Pernambucano.
As sor te de 0:000$ e 3:00flf serio pa-
gas 3 dias depois da ex trcelo e as ou-
tras logo a entrega das listas. Os bilbe-
tes e meios bilhetes acharase ja a ven-
da na ra do Crespo n. 15, thesouraria
das loterias c as lojas commiuionadas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Desappareceu um cschorrinhode raga al-
go, cor de cima : quem o tirer lere-e na rea da
Cruz o. 1S que ser gratificado.
. Antonio Joaquim Arese sua mi Soaifa-
cis Julia Aires, retiram-se para o Rio do Ja-
neiro.
Quem preciaar de urna ama para cese de
homem solteiro nao sendo para lavagem nen.
engommado e s para Cosinha dirija-se a roa no-
va de Santa Rita n. 34.
Attenco.
Precisa-sede 300g a juros dando-se penbor
para garanta : quem quizer preatar-ae ao pedido
annuncie por este jornal para aer procurado.
No dia lf aa 11 horas, linda a aatVncia
do Sr. Dr. juiz de ausentes se be de arrematar
a casa terrea da ra de 8. Jesd n. 8, pertencen-
te a heranga da finada Mana da Paz.
Escravo fgido.
No dia 7 do corrente fugio um preto per aama
Jokquim, de idade de 30 a 35 annos poema mais
ou meos, baiio egrosso do corpo, crenlo, le-
vou vestido, calca branca e camisa de chita en-
cunada, tem ama cicatriz 00 meio do peito quo
parece ter sido de fogo: quem o apprehener la-
ve ao seu senhor Angelo Baptiata do Nascimeat
no caes da Ramos n. 16 ou aa Passagem d> Mag-
dalena, ra da Remfica n. 24, que aera bem re-
compensado.
Quem precisar de um moleque para o ser-
vico de casa e meamo de rus, e aasim como d>
urna escrava para o servigo de casa que sabe
cosinhar e engommar com pertoicio. procura
ra da Soledade caaa terrea n. 46, que chati
com quera tratar e dir o prego quequer porca-
da um mensalmeote de aluguol.
Professor para primeiras c
segundas lettras.
Em um engenta disunte 10 leguas desta pra-
ga o 3 da va frrea, preelaa-se de um profeeaor
que ensine com perfeigao primeiras lettras e en-
cuna preparatorios da ioalrucgio secundaria, ceas
especislidade latim e fraucez : a pessea que pa-
ra eaae magisterio ss achar habilitada o qaizor
ezerce-lo mediante um bom ordenado e prorar
com testemunhos fidedignos boa conducta civil
e moral dirija se a ra da Seossla Nora o. 38.
aonde achara com quem tratar.
Ausenteu-se o moleque Martioho, de idade
de 10 a 12 annos, bonita figura, desembarazado,
tem os dous denles superiores da frente baatan-
te largos e separados dos msis. leron resudo
calca de algodio azul ora e camisa do riscadv,
este moleque reio ha pouco do Sobral para en-
de se desconfa que fugisee hon tem 7 de oulubro
a bordo do rapor cJaguaribe, ea companhia
de alguns portadores coohoeidos que d aqu em-
barcaran! para aquello lagar: roga-ae ea auto-
ridades policiaes e capities decampe que delle
tirerem nolica o appreheodem e lernas a rea da
Cadeia do Recite n. 33, a Valle Porto & C, que
recompensarlo.
Attenco
oa
Precisa-se alugar urna ama de leito. preterin-
do-se escran : a tratar Dama de Queimado o.
6, primeiro andar.
De
Aviso.
Julius A. Hener capitio da escuna hambur-
gueza Fanuy, avisa as pessoas que tirerem
contas com elle o com a dita cecina de aa pre-
sentar al sezta-teira lt do outubro at a S
horas da tsrde nao se reeponeabUisando per
aquellas que forem apresenladas depois deate
dia e hora : na roa da Cruz em case dos consig-
natarios N. O. Bieber 4 C, successores.
Aluga-se urna casa de 3 andares e
um sotao e duas lojas na roa da Impe-
ratriz : a tratar na roa do Imperador
n. 67.
Precisa-se alugar urna escrava pa-
ra o ser vi 90 de urna casa de familia : na
rae da Cadeia do Reeife n. 53, terceiro
andar.
LOTERA.
Tendo de comecar & extraeco aa &
horas em ponto do dia sextafeira 11 do
corrente, s tario os bilhetes a venda
dsa at as 7 1(2 horas em ponto.
O thesoureiro,
A J. Rodrigues de Souza.
Carvatbo, Nogtteira A C,
na ma o Vigario n. U. sacan
Quinta-f,ira 10 do corrente- LSOtofcS Lisboa 6 Porto.
Coala Carralho fara leilio a di* adm sem 1 Qwm re m lian pera alagar port de
reservado prego, daarmagip mais perlencea da (praga, que ni passo e- penes de Ronda, eejan
taberna da ma do Araglo n. 1, a dinheiro ou a tenhi poco o boa caaa de moradta, diriia-i
PnM ra do Queimado a, 45, das 9 as 4 da Urda.
lima armaco.,
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1
o*o*j
Aviso,
Por ordem do Illm. Sr. coronel commandante
superior da guatea nacional desie muoicipio, fa-
qo constar que na segunda feira 7 do corrate
moz haver iotpec$ao de saude na casa da secre-
taria do mesmo cotnmaudo, ra do Livramento
d. 31, primeiro andar. Os ioteressados compa-
recen no indicado dia as 11 horas da macha,
munidos de seus competentes documentos.Se-
cretaria do commando superior. 3 de outubro de
1861.
O secretario,
Firmioo Jos de Olireira.
Aluga-se.
Urna casa coro grandes com mol os para grande
familia na Capunga Nova, confronte o Dr. Perei-
ra do Carmo, urna dita tambem com muitos coro-
modos no principio da estrada dos Afllictos, e
agua de beber ; a tratar no sitio do Chora Me-
nino?.
O abaixo assigoado faz sciente a todos os
seus devedores. que desde o dia 7 do correte
mez deixou de ser seu caixeiro Ladislao Toleoii-
no Cavalcanii de Albuquerque ; e constando que
omesmo tem andado em cobraocas, previne que
nao leva em conta recibo slgum que for apre-
sentado, essira como (Icario obrigados a pagar
somenle ao aba!xo assigoado.
Justiniaoo Augnsto de Oliveira.
Compra-s urna preta que saiba bem cozi-
nhare engommar ; a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 28, primeiro andar.
Vende-se urna porco de chapeos de palha
de Aracaty, tanto a retalho como em porco, ba-
rato que admira ; na ra do Cordoniz n. 1.
Vende-se caf miudo e puro a 360, assncar
mascavado a 2$ a arroba, a retalho a 70 rs., sar-
dinha de Nantes a 440, cerveja preta a 560, branca
a 480. a verdadeira agurdenle branca a 160 a
gajrafa, azeite de carrapato a 440, cognac a IJfOO:
s na taberna dos'Saotos, ra do Cordoniz n. 1.
Vende-se o verdadeiro vinho de Lisboa a
500 rs. a garrafa, vinagre a 200 e 280 rs., e a de
Lisboa, frascos de geoebra a 600 rs., que pechin-
cha, vinho do Porto a 1; s na taberna de San-
tos Si C, ra do Cordoniz n. 1.
Attenco.
Na escada do aterrado bojvistano, o rato
do em telheiro. tem para vender o segua
tambem por outros objeclos trocam-se.
Sapatinhos de la feitos a turca de ponto
rido, o par IgOOO.
Meias de miantro cora ponto porluguez,
Barretinas para senhora que saibam music
10*000.
Manteletes de velludo com visos e cintados
caixetas a 259.
Visitas oreas cheias de flores malmiauere
188000. *
Luvas turca de ponto falso de todas as c
res, o par 3g
Veslidos'de todas as pocas com triocheira n
corpo com 5 babados de pregara dourada a
Camisas de finas fazendas com desenlio adm
ravel a 16$.
Charutos do ultimo gosto e qualidades, finos,,
grossos, amarellos e escuros, e aflautados, a caixa
3 OfpUuO.
Caixoes de doce de todas as fructas e de rica
madeira de sapocaia a 9#.
Um violo com vozes divinas que s ouviodo-
se, de conslruccio naval por 60$.
Um curioso piano construido a forma hollan-
deza, com sallo a r e coberla a proa de ultimo
gosto, s a necei8idade, por 890$.
Urna cadeira oitavada de metal luzente toda
embutida de pregos de marfim pertenceote ao
mestre piano por 100$.
Urna cmoda de madeira canoa com 9 gavetas
sendo 6 i vista e 3 que nao se di por ella, urna
chave para todas ellas, isto na mo de quem
sabe, toda eila de borda falca com os escoveos
de metal verde, muilo porttil na vega e um pal.
roo d'agua por 175. E muitos outros objeclos de
bom gosio que se deixs do anounciar em virtude
de nao ajuolar muita gente na porta.
8
WNDS-SE BARA
Superiores capas compridas da gorgu- A
rio prtto. manteletes modernos, tilmas 2
^ _____
moderno
I
de trote
Vestidos de seda
braia bordados, ditos de phantaait.
Sediotias de quadros, grosdeuapUa de
cor, moretotiquw era covado.
Cambraias de cares modernas, ditas de
listras flogiodo seda.
Sintos, leques, gollmhas e puchos pa-
ra roupao, esoartilhos modernos e pen-
tes de tartaruga.
Salas balo de todas as qualidades,
camisas para senhoras, ditaa para me-
ninos.
Tariatana, MI, musselina, diamantina
e lazinha de cor,
Puiceiras de sndalo, luvas de pellica
e chapeos para senhoras
fAKA ACABAR
Colxas de la e seda proprias para ca-
' mas ou coberla de piano a 5$.
Paietois de caseroira a 10$. ditos de
alpaca preta a 5$ : roa da Cadeia loja
n. 23 de Gurgel A Perdigao.
s
Ufe
a vapor Cachimbos de madeira
i
s
COJUVaMUA DA VIA FRREA
Recife
DO
ao Sao Francisco.
(limitada.)
Do dia 1* de outubro de 1861 al ontro aviso
haverao dona trens para Escada, dos dias de tra-
balho que partiro.
De manhia :
Da Escada as 6 horas.
Das Cinco Ponas as 8 horas e 30 minutos.
De tarde
Da Escada as 2 horas.
Das Cinco Ponas as 4 horas e 30 minutos.
Nos domingos e dias sintos haver o trem do
costume.
AssignadoE. H. Bramah,
Sunerintendente.

or-
o par
N. S. da Concei Militares. e
A mesa regedora detta ir man- l
dade resol vendo mandar sulra- $
gar todos os seus irmaos fallec-
dos, convida aos Srs. sacerdotes 6?
que tenhain suas tencoes livres
para que se dignem comparecer O
na mesma igreja todos os dias 9
afim de celebrar em nesse sent- &
do com a esmola que se acha 0
marcada em um livro proprio,
que encontrarao na sacrista. 0
Consistorio da irmandade 1- 0
de outubro de 1861.O secre- 0
lario.FrancelinoBernardo Quin-
tero. i
wmmitimmm
MMiM.
DE
mssm
LAVADA.
com mus roupa.
70
. 100
. 110
80
.iaoo
. 1*600
. 19000
:
19000
40 ris.

a
i



LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMUADA.
160 ris
120
160
200
240

Roapa de familia, indiatinctamente, pecas grandes e pequeas. .
Roupa de navios, vapores a hospilaes. ..-.-....
Pecas grandes isoladamente como lencoes, toalhas de mesa*. '.
Roupa de doente da familia, que nao seja fregoeza......
Roupa misturada que alguem sem ser fregus exigir que se lave.
Urna rende vindo com mais roupa...........
Urna rede isoladamente.....
Um cortinado de cama de casal vindo
Um dito dito isoladan-.eote. .
Um dito dito de solleiro ou vareada. \
Um dito dito isoladamente...........*
a. -..^ Deii0i ">uen quiserem mandar eagommar toda a roupa, lasoralorio encarrega-se
de mandar engommar as seguales pecas, peloi seguintes precos : "i>*o oe
Vestidos lisos.....600 ris.
Saias........200
Camisas de hornera. : 160
<*- Calcas. ....... 280
Colletes.......160 >
PaletoU. .....: 460
Colarinho?......40
O laboratorio encarrega-se de eogommades de objeclos de senhora os mais delicados e pa-
ra isto tem ja contratado as mais habis engommideiras nacionaes e estrangeiras, que entre nos
existem.
Nopreco dos engommadosde roupa de familia, excep'.uam-se os vestidos, sollinhas man-
guitos e mais objeclos que forem guarnecidos de randas, babados, paros, rifas, etc., etc., bem co-
mo os cortinados de berco, cama, varanda, que se pagaro segundo o ajusta.
Qualquer que exigir roupa somente lavada, ou tambem eogommada, com mais brevidade
que a designada, pagar mais 25 por cerno sobre o prego.
O prazo na entrega da roupa ser por em quinto 8 dias depois do recebimento. e da lavada
e engommada 15.
A roupa de familia ser lavada em machina separada da dos hospilaes, e as pessoas encar-
regadas doservico da roupa serio mulheres.
Os proprielariospagario qualquer peca que se estraviar, eaQancam que a acao das mach-
uas e inteiramente inoffensive.
Qualquer que mandar roapa, recebnr um vale do numero de pecas com a declaracaoJo im-
porte da lavagem, o qual ser restituido com o compleme importe na occasio da se en_tar a
roupa prompta, sem o que esls ficari depositada. ""*
um
O eslabelecimento encarrega-se de tirar nodoas de qualquer natureza, precedendo
Os proprietarios rogara a seus fregaezes o obiequio de manlarem roupa suja, apenas reca-
bara a lavada, para assim maoler a regularidade do se _co.
.A ?lr*5* e 'cebimento da roupa na caa Wbanhos, no pateo do Carmo. em todos os
das uteis das 7 horas da maohi is 5 da tarde. '
na padaria
As pessoas que lera penhores na mao de
Luiz Augusto Rubira Mavigoier venbam tirar nes-
ses oilo dias, do contraro aero vendidos para o
seu pagamento.
Recife, 5 de outubro de 1861.
A praga dos bens penhorados pela fazenda
provincial, anouociada para o dia 3 do correte
mez de outubro fui traosferida para o dia 10 do
mesmo mez, as 10 horas da manhia, na sala das
audiencias.
Precisa-se de um cozinheiro
da ra dos Pescadores os. 1 e 3.
Aluga-se a loja da ra Direita n. 9, propria
de negocio, o seguudo andar e sotio do sobrado
na ra da Penba, do ludo da sombra, com 4 sa-
las e 9 quartos pintado de novo, e tambem urna
sala e urna alcova, propria para escriptorio, ou
hornera solleiro ; a tratar na ra atraz da matriz
da Roa-Vista n. 36, ou no mesmo sobrado.
No dia 10 do correte em dianle aehar-ae-
ba todas as amanhaas junto ao porlao da eslagao
das Cinco Ponas leile puro a 320 a garrafa, das 7
at as 8 1(2 horas.
No dia 4 do correte a noite os Isdres en-
traran* pelo sitio do Dr. Silvio Tarquinio Villas-
boas, na Soledade, e furlaram dous cavallos, sen-
do um mellado de clinas prelas e um rugo roda-
do que trabalhava de carro ; alem disso alguma
roupa de criado, sendo entre essa um palelot pre-
to ; de esperar que as autoridades policiaes lio
^solicitas em prenderem os criminosos, deem mais
urna vez prova de seu zelo e activiJade, appre-
bendendo nao s os ditos cavallos, como os taes
ladres, a film de ver-se se diminue um pouco se-
uelhante raga.
Vamosamassa, que pelo
preco quasi degrada.
Vende-se msssa macarrao. alelria e talharim a
2}50O s caixa, e a libra a 240; assim como quei-
jos de qnalha a 480 a libra ; defronle da matriz
da Roa-Vista n. 88. esquina da roa do Hospicio
r'aW^'
Exposico
DE
Candieirosagaz.
49000
59000
65000
89000
109000
129000
149000
1690110
18J0OO
20JJ000
259000
30JOOO
Candieiros ecoootnicos
Caodioiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros econmicos..............
Caodieiros econmico*..............
Candieiros econmicos..............
Candieiros economices..............
Caodieiros econmicos..............
Caodieiros econmicos..............
Nesta mesma exposico se encontrarlo todos os
perlencea para os aesnios caodieiros, assim co-
mo um grande deposito de gaz conhecido verda-
deramente primeira qaalidade, pelo preco mais
barato que se pode encontrar oeste mercado, um
riquiseimo e variado sortimenio de quadros de
phantazia. e de imagem, assim como tambem
grande soriimento de quwquiluarias, que por gos-
lo te pode ver; na ra Nova a, 24.
Vende-se o grande sitio denominado Caiau-
oa, tito aa ffegaesia da Vanea, de muilo boas
iejrts, qae lado quaoto te planta di em grande
qnantidade, com ama casa de tafpa j coberla,
umm dita de faier farlnba, grande quantidade da
ps-ae cafezeiroa, com diversos pos de fructeiras,
como sejs, laraogeiras, coqueiros, etc., etc., e
tambaos vendam-se duas vaccas que dio bstanla
leite, urna dellas com a cria j grande, e um bur-
ro manso ; a tratar na. rita do Sebo n. 20.
Veadem-se sacco m miiho novo ; 00
armazem da roa da Seoula Velha o. 144, com o
fundo para o novo caes de Apollo.
Precisa-aede aa ana par* cozinbar e en-
gommar para 2 homens loltairos; aa ra das
Cruzas n. 14, taberna.
-7 Uanoal Domioguas ds Silva Janior, subdito
portaguez, rt4ua-it pira 9 lo da Janeiro.
Attenco.
Aluga-se urna cata terrea em Ssnto Amaro, de-
onte do hospital ioglez, com bastantes cm-
odos, tanto interior como exterior, cem um pe-
ueno sitio ; a tratar na ra do Cotovelo n. 8.
Os abaixo assignados fazem sciente ao res-
navel publico e cora especialidade ao corpo do
mmercio, que findou em 16 de selembro do
rreuie a sociedade que linham na loja de faieu-
s sita os ra da Imperatriz n. 20, a qual leve
incipio em 16 de setembro de 18.58, ficando a
uidagao da mesma a cargo o socio Duarte
rges da Silva. Recife 2 de outubro de 1861.
Duarte Bornes da Silva.
Francisco Joaquim da Costa Fialho Jnior.
Os abaixo assignados scienlicam ao publi-
co, que no dia 20 de setembro prximo passado
seiararam a sociedade que tiohsm em um esla-
be ecimenlo de fazendas ele, no engenho Casls-
nia Graode, sob a Orina de Antonio Lourenco
re xeira Marques & C, ficando a cargo do socio
Ar Ionio Lourenco Teixeira Marques todo o activo
e rassivo da mesma.Antonio Loureoco Teixei-
rt Marques.Fortunato Jos Hachado.
O abaixo assigoado faz sciente ao publico
qu< ditsolveu a sociedade que tioha com Julio
Au ;usio Torres, em urna botica sita oa praca da
Bpi -Vista o. 24, a qual gyrava cob a firma de Ju-
lio Augusto Torres & C ; e qae por convenci
ent e ambos ficou encarregado da liquidacao da
sociedade, e por isto o competente para receber
o adlivo. afim de solver-se o passiro da mesas.
,lHB, POi*. aos senhores devedoresde dita firma
quelram salitfszer seus dbitos na ra da Cadeia'
do Recife n. 45. Jos Fortunato dos Santos
Portb.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 33 si-
rua do Amorim ; a tratar aa ra da Cadeia
segundo andar.
Consultorio medieocirurgco
Consulta por ambos os systemas,
Em consequencia da mudanza para a sus aova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nio se confunda m com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de quesempre gozaram e gozam ; o proprietario (em tomado
a precaucio de inscrevero tea nome em todas os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apresentsdos sem estt marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em oa-
pel marcado com o seu nome. v
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porco de tincturs de acnito e belladona re-
medios estes de summa imporUncia e cujas propriedades sio lio conhecidas que os mesmosSrs
mdicos allopalhas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsosqur em tubosqur em linduras custarSo a 19 o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annancia 1 seus dientes e amigos que tem commodos
sulflcieotes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alguma
operacao. affiancando que serio tratados com todo o disvelo e promplidio, como sabem todo
aquelles que i tem tldo eteravoa na casa do annuncanle.
A ailuacio magnifica da casa, a commodidadados banhos salgados sio outraa tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annuaciante devem procura-lo de manhia al 11 horaa
e de Urde das1 5 em diante. lora deataa horaa acuario em casa pessoa com quam se podar o en-
ender : ra da Gloria n. 3 casa do Fundi. m en
Dr. Lobo Moteo* o.
ELIXIR DESAUDE
Citrolactato de ferro,
Vjnieo deposito na boiiea de Joaquim Martinuo
da Cruz Correia & C., tua do Cabug n. U,
em Peraambiieo.
H. Thermes (de Chalis) antigo pharmiceulico apresenta hoje urna nova prepsraco de ferro
com o nome de elixir de ciiro-lactato de ferro.
Parecer ao publ ico um luxo empreaar-ae um meamo medicamento debaixo de formulas lio
variadas, maso homem da sciencia compreheide a necessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de multa importancia em therapeutica ; um progreaso immenso,
quando ella, maniendo a esseocia do medicameato, o torna agradavel, fcil epossivel para todas as
idades, para todos os paladares e para lodos 13 temperamentos.
Das numerosas preparares de ferro al hoje conhecidas nenhuma rene lio bellas qualida-
des como o elixir de citro-lactacto de ferro. A seu sbor agradavel, rene o tomar-seem urna pe-
quea dose, e ser de urna prompta e fcil dssolucio no estomago, de modo que completamente
assirnilado; e o nao produzir por causa da lacina, que contera em suacomposicao, aconsiipacio de
veotre frequentemenle provocada pelas ouirai preparaces terroginosas.
Estas novas qualidades em nada alteran a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qnal o medico se nio pode diiaeusaa em sua clinica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades lies, que o pratico possa prescrever sem receio. E* o
que conseguio o pharmaceutico Thermes con a preparado do citro-lactacto de ferro. Attim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugai entre as numerosas preparaces terroginosas, com o
atiesta a pralica de muilo mdicos distinctof que o lem eosaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as molestias de languidez (chlorose pallidss cores ) oa debilidade subsequente as
bemorrhagias. as hylropesias que apparecm depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
LS!Sa!H Pe f8 b^aQCa8 D* et8roP,lula. "O rachilismo. na parpara hemurrhagica, na
convalescencia das molestias graves, na cblro anemia das mulheres grvidas, era lodos os casos
era que o sangue ae acha empobrecido ou velado pelas fadigas, affecedes chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphililica, excessos venreos, onanismo e 040 prolongado das precances mer-
curiaos*
Estes enormidades sendo mui freqieoles a sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de laucar mao para as debelar o autor do cilro-lactato de ferro merece louvorei e o
reconheciment da humanidade, por ter dscoberto urna formula pela qual se pode sem receio
Liquidado
NA
de
oja ae marmore.
a loja de marmore vende-ae para li-
lidacio por precos muilo barato, um
variado soriimento de fazendaa de mo-
das ptra senhoras, roapa feita para ho-
mem e vestimentas para meninos e bem
assim quadros a oleo para decoracao de
e capailas.
8
Vende-se caixinhat de ebarutos s
19500, oa verdadeirot quiris proprioe para em-
preaas,; arroz pilado a 100 rs., em arroba faz-sa
abatimeato; 6 0 Santos na roa do Cordoniz oa-
mero i.
Precisa-se de ama ama para coziohir a um
moco aali.lr. ; a traUr daa 4 horas al as 6 da
tarda, eaa Sanio Amaro, lercaira oua tarrea de-
fronte da c*a da Mude.
MMk,
Precisa-se de urna ama para casa de pouea fa-
milia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
Furto
O bacharel Silvioo Cavalcauti de Albu-
r querque lem aeu escriptorio de advoca- \
ca aberlo oa ra estreita do Rosario 1. w
9 10t onde poder aer procurado todos os _l
gh das das 9 horas da manhia s 5 da tarde. *
mmmm mu *$*#*
Manoel de Azevedo Almeida vende cora
contentimento de seus credores, e para pagamen-
to dos meamos, a sua taberna do largo do Rosa-
rio n 30 : a tratar com o mesmo, on cosa Ua-
aoel Duarte Vieira, na livreria da praca da Pe-
dro II n. 6.
Superiores charutos
da Babia, da fabrica de Jos Furtado de Simas, igualmente avisa-se as pessois que pracissrem daa
Esponjas de platina
para as machinas de fogo, das quaes tambera existe alguma, e pesos de zinco pira aa mesma*
que se venden avulsos. Acba-te a venda o soperor uiv .
Fleur d'Harlebeck
tabaco com esto titulo psra cigarros e cachimbos em macinhos pequeos, que se vende por tr,
n,?ear!m outl'* loo'"6 Dirle : na loJ de Jos Leopoldo Boutgard, ra da Cadeia do Recife
mero 15 no
menos
nu-
Centro commcrcial.
Fabrica do Monteiro.
Crystalisatjao e refinacao
de assucar.
Deposito na roa de Apollo n. 6, e praca
daBoa-Vii.tan. 26.
Este importante estabelecimento contina s
fornecer aos seut innmeros ireguezes do alvo e
puro assucsr crystalisado, em p e em pies, i,*
e 2." qualidades, pelo preco de 160 e 200 rs. a
libra, e do redondo a ICO, 120 e 140a libra, sen-
do que em grosso o comprador Uta um descont
favoravel. Nos mesroos depsitos tambem se
vende mel de assucar a 600 rs. a caada, e car-
vio animal em p6 a preco commodo.
Vende-se ou arreoda-ie para passar a fesla
a casa n.7 da ra do Quiabo do P050 da Panella,
que faz quina para a igreja matriz, com bastan-
tes commodos, quintal com boa cacimba, estri-
bara para 3 cavallos, e 4 qosrtos no mesmo quin-
tal que servem nio s para criados, mis tambem
para pessoas da mesma familia : quem preten-
der, dirija-se a casa do procurador de causas, na
ra do Pires n. 7, Caetano Pereira de Rrito.
Escravo fgido.
Desappareceu desde o dia 80 do mez prximo
passado o preto da Costa por nome Jos, idade
40 tonos, pouco mais ou meos, com os sigoaes
teguintes : baixo, aecco, rosto cemprido, barba
raspada, e com nm pequeo signal nos dedos do
p direito, sendo o dedo iodex um pouco atra-
vessado por baixo do outro, levou camisa e calca
branca, e carapuca de marujo j bem usada ;
(juem o pegar leve-o a ra do Queimado u. 67,
loja de miadezts de Joio Antonio de Almeida,
que ser recompensado.
Potes para rap.
Chegou novos potes com rolhas de larracha
para conservaQio do rap : na ra da Cadeia do
Recife n. 15.
Charutos
Na noite do dia 4 ao amanhecer o dia 5 do cor-
rele, furlaram do aitio denominado Salgadioho
um cavallo com oa sigoaea seguioles : ruco ro-
dado, cacundo, andador baixo, com marcas de
arreios de carro noa peitos e as ps, duas rela-
duras nos joelbos j encaballadas, porm bem
viziveis, ioleiro ecom um ferro : o abaixo assig-
oado roga a toda e qualquer pesioa que o achar,
queirt eotrega-lo a seu dono, no mencionado si-
lio Salgadinho, ou na camboa do Carmp n. 7, que
ser recompensado.
Manoel Antonio Raplista.
Francuco de Arruda Cabral quer comprar
a p. Mara Magdaleaa Siqueira Haciel urna mo-
rada de casa de laipa sita na ra do Ouro n. 5 da
villa do Limoeiro, a qual perienceu ao seu alle-
Tisanas Fernsndee da Coala, subdito hespa- eido pal Faaslino JoeeHaciel; se alguem se jul-
ahol,retira-se para o H10 de Janeiro. gar com algum direito i mesma, queira epre-
Quem precisar de um copeiro de boa con-|sentar-ae na ra do Crespo, loja n, 16. isto no
^do",8r,T*in,nr(,D.' r" Cr.UK d R9cIfe' Oeposi- iPr.o de 8 di.,, a contar de* hije. Recife 2 de
w 00 sr. Antonio de Cervalho. outnbrn de tft&t.
e Carvalho.
Fugio do terceiro andar do sobrado a. 86
da ra da Aurora um corropiio : quem o tiver
epanhado queira leva-lo referida casa, que se-
ra generosamente recompensada
Alaga-sa ama cata de tajlo feita a moder-
na, oom 8 astea, 8 artos, 1 gabiaata.eom moai-
.^.",-1.0' "? -"beiro, na povoacao dej
JaboaUo, o sillo est t4o careado, ten arvore
dos para sombra, qaa ofareea, boas comnodoi
para quam detejt pasear urna fasta no frase, t
casa est cafada e pintada de novo, a o banheir
feto esta sanaM ; qoen a meteader, dirija-ts
a nu Direju o. M pira tratar. "
outubro de 186.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra doa Tanoeiros n. 6 ; a tratar so arnazam do
meamo.
Aluga-ae a loja do asteado n. 1 do pateo do
Terco : a fallar .aa roa Direita, casa n. 6.
Sebastiio Paes de Souza vai so Rio de JM
aeiro tratar a seas negocies, e ten de Toltar en
marco prximo futuro.
D. Margarida Andries, suadiU allernaa,
tira-se para fonda provincia.
Jea Francisco Ernllindo, saadito portad
gne, retira-so para 9 o de Janeiro.
suissos a i$ o cento : na ra da Cadeia do Reci-
te o. 15.
50 AKua da Cadeia do Recife-50 A
W 2^800 e i$.
Manoel Goncalvet de Oliveira Santos avisa a
seus amigos e freguezes que est vendendo calca,
collete e paleto! de brins escuros fraocezes por
93 saias ricamente bordadas para senhora a
2p800, ditas a balio a 3a, 3(500 e 6f, e mais fa-
zendas que to se vende bjalo.
Tinta preta commercial
melborada.
Acha-se a venda na ra do Queimado o. 6, ca-
sa do Sr. Jayme e na botica do Sr. Torres em S.
J006.
Um homem que l. eacreve e conta soffrivel
e ortographictmente. offerece-se para qualquer
trabalho de escripia, seja elle qual for ; tambem
esia dispotto, visio que a bastante temiio se acba
desempregado, a empregarse como caixeiro de
padtria, ou mesmo de taberna, pois que esi
convencido que o trabalho, ainda aquelle a que
nao estcoaiumado, nio o pode deshoorar: quero
precisar, dinja-se a livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e8, que ahi se lbe dir quem .
Precisa-sealugar urna casa com sitio, com
tanto que seja retirada da estrada, e que tenha
banno perto, e nos lugares seguintes : Barro ou
Peres ; qujm tiver, dirija-se a ra o Queimado,
loja de ferragens n. 13, que se dir a pessoa que
quer. *
S Muita attenco. i
A abaixo assignada faz tcieote ao res-
fp peitavel publico e em particular a todaa A
A aquellasoessuas.com quem Uvera coo-
tas ou transaccoes que ella nao tem
presentemente divida de natureza algu-
dj^ ma e que algumas letlras que houvera
assigoado para si, e se acbam todas pa-
9 gas, bem como algumas outras leltras
9 que tem endolado por favor, a slguns de
ajg seut Olbos e georos, (nao .todos) todas
^ se acham pagas; e como se considera nio
SP dever a ninguem. tanto de leltras suas,
^ como por leltras endonadas a dilos seus
. Glhos e georos, bem como llancas ou
* outrhs quaesquer ttulos, a quaesquer
_p pessoas, por isso faz a presente decla-
a ra;io. No caao porm de nio aconte-
. cer assim, o que nio crivel, quem ti-
9 ver alguma leltra ou outro qualquer do-
djp cumento, que se conslilua seu credor,
queira immediatamente aprsenla lo o
mais tardar nesies 30 dias, na casa de sua
9 residencia na rua-da Aurora n. 64, que
jfe veriQcado verdadeiro ser pago em con-
f tinento e para que nio apparecam duvi-
das para o futuro e mesmo depois de
d sua raorte que faz o presente aonuncio
e declararlo solemne para que nioguem,
seja quem quer for, se chame a igoo-
19 rancla. Oulro sim, quem quer que se
sa julgar credor, lera a bondade de decla-
_ rar por este Diario. Recife 5 de outu-
V bro de 1861.
alaria Tbeodora d'Astumpcio.
Para bailes
e casamentos.
Na ra do Crespo esquina da ra do
Imperador n. 7, vende-se enfeites a tur-
ca para bailes e casamentos o melhor
que se tem visto at hoje.
Enfeites a turca.
Chegaram no ultimo na rio vindo de
Franca, enfeites para cabeca ao gosto
turco, proprios para bailes e casamen-
tos o melhor e de mais gosto que se tem
visto: na ra do Crespo n. 7, esquina
da ra do Imperador loja de fazendas
finas de Gumaraes & Lima.
-Aluga-se una eacrtva moca para todo ser-
I/co de urna cata de familia ; oa roa Direita n.
100, segundo andar.
Aluga-ae na roa da Senzala Nova n. 37 on
cozinheiro e urna rapariga bonita, cose, lava e
ongomrra.
Aluga-se urna casa com bons commodos. a
Ierra batante para plantar; no sitio de L. A;
Dubourcq, na Capunga.
O Sr. que mora na ra de Apollo, qae re-
cebeu urna carta no dia 7 de outubro par man-
dar para o Rio de Janeiro ao Sr. Balthasar. far
favor dingir-se mesma casa na ra Nova, que
lhe querem fallar. H
Pede-se e previne-se so Sr. thesoureiro das
loteras, que caso saia premiado o mel bilhete
da lotera que tem de correr 00 dia 11 do corren-
te n. 17S, nao pagar svnio ao abaixo asrigoado.
Jos Ferreira da S. Chaves.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado na
ra do Amorim n. 39 ; a tratar na travesss da
Madre de Dos n. 15.
Alexandre Makmackim, subdito ingles, re-
tira-se para for da provincia.
Antonio Emilio da Rocha Vasconcellos, sub-
dito porluguez, vai ao Rio de Janeiro.
Aluga-se urna escrava cabra, cose, emrorn-
raa, lava, cozoha, faz compras e prega urna se-
nhora : na ra da Prtia. sobrado no primeiro
andar n. 31, ahi a veri e tratar de sea ajaste.
GJM3
eobertos edescobertosr pequeos a grandes, de
ouro patente inglez, para honem e senhora da
nm dos melhores fabricantesde Liverpool,viu-
dos pelo u'iimo paquete ingles : en easa da
Son tba 11 Mellor C.
Ba das Cruzes o. i
fabrica de charutos,|veodem-se charutos a 15 o
nilheiro.de fumo da Rahia, velaa de composi-
Cao a 129 a arroba, e em porcio faz-se abati-
mento ; ananr.a-se a boa qualidade.
35-Rua larga do Rosario-35
Francisco Jorge da Silva Prannos, dentista de
Lisboa, colloca denles arliflciaes terrometallicos,
ocorrepiiveis por todos os systemss, acera e
eodireita os disforme, assim como faz todas as
operares da sos arle o que execula com a maior
delicadeza, perfeigio e primor para o que pode
ser procurado tanto para a capital como ptra fora
della.
Aluuga-se m boi com um carro de alfande-
ga ; na ra da Florentioa, casa da esquina que
v0lta para a ra de Santa Isabel.
Precisa-se oe (.ama creada que saiba
cosiohar, preferindo-se escrava : a tratar
na ra do Imperador n. 54, primeiro ao- aj
dar. H
I
,-Rua estreita do Rosario--;}
Francisco Pinto Uzorio continua a col-
locar dentes artiOciaes tanto por m io de
molas como pela pressao do ar, nio re-
cebe paga alguma sen que aa obras Dio
liquen a vontade de seus donos, ten pos
outras preparares as nais acreditadas
para conservado da bocea.
5
Aluga-se
Um pequeo sitio perto desta cidade com bts-
tante arvoredo de fructas e a maior parte i la-
rangeira, com pequea casa concertada de novo
e pintada, lem boa igua, sendo todo fechado, ad-
verte-te que s se aluga por anno o a pessoa
que conservar no mesmo estado qaa achar: a
lraUr ru* Csdeia do Recife o. 4.
Offerece-te urna moct ctptx para ama de
casa de familia, para coatura e engommado o
mesmo para ir pan ,0 mato para entinar meal-
naa para o que tem htbilitacdes : na roa do Im-
perador o. 69.
Aluga-ae o terceiro {andar do aobrado do
boceo Largo o. A, ooaeerUdo e aintado de novo,
con creado coronado para Uaiilia .e pon^^H
muilo commodo : a traiar os mesma ra taber-
na a. 2.
Charlea Rolfo, W. Murrey, i. Hoaland, o
Joao Pike, subditos iagioxea, ao#aoM para
Ierra
aaBfe-llla
T*?^tTPaajBJlPP
Pelo presente annuocia-se que todas aa par-
tes ioteressadas que tiverem comas com a barca
mgleza Lima, capilio Scaton, condemnada
na sua recente viagem para o porto de Rtn-
gooo. queiram apresenta-las at quarU-feira 9
deoutubro. no eecriptorio dos consignatarios N.
O. Bieber & C. Successores, ra da Crut o.
Aluga-se urna casa terrea cora bastantes
commodos propria para te pastar a feala, por ler
banho nofuodo do quintal, oe lugar denominado
Baixa-Verde da Capunga : quem pretender diri-
ja-se so mesmo lagar n. 4.
Na ra da Cadeia do Recife n. 11
segundo andar, a prompta se almocp e
jantarpara casas particulares; na mes-
ma casa faz-se pastis de nata, pudins,
tortas, pSo-dlo, bolo inglez, aletria de
ovos, arroz de leste, sendo encomram-
dado na vespera.
Alada est para lugar-se a casa da ra Di-
reita n. K7, con arnacio, propria para qualquer
eaUbMecinoota ; a tratar ta loja a roa troQoel-
ee)a a: 4, nio se olbando a proco.
Procisa-te d on eieravo pira alagarse
pan eaaade pasto t na ros o Moeda o. 83.
Na traveasa do Apollo, deposito a 1, pre-
cisa-se do an nenino qae tenha algo-a pralica
de taberna.
Precisa-se de una ana de lelto forro e sen
- branca oa parda; na ra da Iavoetetriz b.
ondo aadsr.


DiA*10 K W1HAKWC0 i
Ui2lVA f EtlA M^miMOD14tll,
1
. '
Jf

Oa abalio sssigqados tenbam bondade de
apparecer aa ra N.va n. 21-, toja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Sil
Francisco Xavier Venancio Pinjenla.
Pedrea AseiiTieXpiT^ ^
luaebio Bezerra Cavaleanti.
Maaeai Reaendo do Rsgo Barrot.
Alugam-se o segundo e terceiro-andarea
coa* solio da caaa da ra do Trapiche n. 44 ; a
tratar no mesmo irmizem de faxendai.
Ensino de preparatorios.
O baehrel A. R. de Torrea Jlendelrs, professor
de geograuhia e historia antiga no Gymnasio des-
U provincia, tem resol*ido abrir novos cursos de
rhetorica, de geographia e de philosophia, assim J
como daslinguaa franceza e ingleza, a principiar
do dia 20 do crtente ; na caaa de aua residen-
cia, ra do Imperador o. 37, segundo andar, en-
trada a direita.
CONSOLTORie BSP8GIAL HOlEOr ATHIGO
. DO D0UT0S
n SAkUNO O.L. PIHO.
Ra de Santo Amar (Mundo
Nyo) n. 6,
Consultas todos oa dias uteia desda aa 10 horas
at meio dia, acere das seguales molestiae :
moUttiai dat muifores, molestia! 4a$ crion-
foa, molestias da ptllt, moltttiat dot olhoi, o-
itttiat sypKiliticat, toda as ttpecit* dt febrtt,
ftbrtt intermiltenlu s sitas eontequencvu,
PHABJSACIA KSfKClAL HOMBOPATHIC* .
Verdadeiroe medicamentos homeopathicos pro*
Karados son todas as cautelas necessarias. in-
ilireis em seus effeitos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos precos "mais commodos pos-
sivals.
N, B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamaote vendidos em sua pharmacia; todos
que o forem (ora della ao falsaa.
Todas as carteirss ao acompanhadas de um
Impnsso com um* emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintea palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pitrhe,medico brasileiro. Este emblema posto
igaaidaante na lista dos medicamentos que se pe-
do, Aa carteirs* que nao loraram esse impresso
assim marcado, ombora tenbam na lampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos.
O Sr. acadmico do terceiro auno
JoSo Jos de Moura Magalhaes, queira
apparecer a ra las Cruzes n. 44, se-
gundo andar. '.
Na traveisa da ra das Gruzes n.
2, primeiro andar, continuase a tingir
com toda a pereico para qualquer
cor e o mais barato possivel.
Curso de rheto-
rica. '
O acadmico Uanoel di Costa Fonorato tem
abeflo o sea curso particular de rhetorica na rv
Dioeita n. 88, primeiro andar.
Escriptorio de advocada.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira contina
no eiercicio da sua proflssao de advogado, o of-
ferece-se para desempenba-la tanto nesta cidade
comoem qualquer outro ponto para que o cha-
mea : pode ser- procurado em aua residencia, na
ra 4o imperador, sobrado o. 37, ssgundo andar,
entrada direita.
--&
Padaria.
Aluga-se a padaria da traveseado Pires, a qual
Stl prosapia lo tudo, coa agito boas commo-
dos, e> est slnda trabalhando, toado sea slagael
aaito eoamodo: a tratar na roa da Sentis No-
va n. 39.
Publicares do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THES011R0 HOMEOPATHirO
VADE-TIECUIl DO H01F0PATHA.
(Segunda edicco consi-
deravelmenle augmen-
tada.)
36, na das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
Diccionario popular de medieina ho-
meopatnico
PELO DR.
SABINO 0- L. PINHO.
Continuam as aasignaturas para eataa obras a
90|000 ea brochura at dezembro. Desse tempo
em diante aa aasignaturas aereo elevadas a rs.
25*000.
Roa de Santo Amaro (Mundo Noto) o. 6.
Existe para alugar-se o terceiro
andar do sobrado da travesea das Cruzes
n. 2, pertencente ao patrimonio da ve-
neravel ordem terceira de S. Francisco
desta cidade, os p re tendentes dirija m se
ao carissimo irmao ministro o Sr. An-
tonio Pereira de Farias,
competente. Secretaria
de 1861.Luiz Manoel
lenca, secretario.
45 Ra Direita 45*
Magnifico sortimento.
Sempre condescendenta e preenleiro com oa
reguezee que Ihe irazem dinheiro, o proprieta-
rio desta granda catebarecimenlo continua a o(-
ferecer ao publico, por precos mdicos e sempre
inferiores aos de oulro, o seu bello rcrtimento
de calcado francez, ingjez e brasileiro e vejam :
Hontem.
Borxeguins Vctor Emmanuel. lOfOOO
> couro de porco..... O&GOO
> lord Palmerston (bezerro 9*509
diversos fabricantesflualre} 98(00
nica pessoa
3 de outubro
Rodrigues Va-
/
O
s 2
os *
Cosinha-se e engomma.se com
perleicao e por preqo commodo: na ra
da Cadeta Nova n. 36.
Aluga-se urna excellente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poa-
co tempo com terraco a roda, sita *...
entrada do Poco : a tratar com os pro-
pietarios N. O. Bieber & C, successo-
res. ra da Cruz n. 4.
Hanoel Alvos Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Frederico Chaves aluga seu sobrado sito no
Po;o da Panella, com muitos boas commodos,
jardim aos lados, casa para criados, cocheira, es-
tribara, e bom terraco ao lado do sobrado ; a
tratar na ra da Imperatriz n. 19.
Claudio Dabeux faz cenle aos seus amigos e
freguezea de mnibus que de ora em diante ven-
der os bilhetes de entrada para os seus mni-
bus a 809 o cento, e que a menos porfi que
vende de 25 bilhetes cojos bilhetes serviro pa-
ra qualquer districto meos o de Jaboalao.
Thomaz de Paria saca para o Rio
de Janeiro e Paris, ra do Trapiche nu-
mero 40.
Preciaa-se de urna criada portuguesa para
engommar coser : na ra Nova n. 33.
Atten Jos Vaz da Oliveira, natural da freguezia de
Santa Mana Magdalena de Gouvinhas, na pro-
vincia do Douro, em Portugal, assistente no Rio
de Janeiro, na ra do Hospicio n. 42, declara
que tendo nesta provincia de Peroambuco, um
seu to de nomo Joaquim Pereira da Cruz, e
nao tendo sua familia recebido noticias suaa ha
muito tompo, motivo porque o consideram talvez
fallecido ; neata incerteza roga o especial obse-
quio alguma pessoa que o conhega ou tiver
conhecido, de dar algumas i aforra ages a respei-
to, nesta cidade de Pernambuco, em casa do
Sr. Azevedo & tiendes, ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro 10 de setembro de 1861.
A. commissao liquidadora dos ere-
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aosSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satis fazer seus dbitos a referida
commissao todos os dias uteis das 10 ho-
ras da manhaa es 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a lancar
maodosmeios udiciaes ou do jornal
para haver essas importancias de que
sao seus devedores.
Precisa-se de urna preta que saiba bem la-
var roupa, tanto de sabio como de brrela i
fallar no Hanguinho no sitio do fallecido Dr.
Teiieira.
A commissao liquidadora dos credores da
casa do fallecido Manoel Buarque de Macedo Li-
ma, roga' aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou conlas de Irnos, que se diri-
jis com os seus ttulos ra da Cadeia do Re-
cife n. 26, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nhaa s 2 da tarde, para serem verificados e cla-
sificados pela referida commissao
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Sintos & C. sseam e tomam
saques sobre a praca de Lisboa.
A, F. Duarte Almeido, socio que foido armazem progresso, faz seiente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu maiio, acha-se de novo estabele-
cido com dous i celados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gom.es
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte A Souza, e o segundo
na de Duarte Almeida b Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na liupeza e asseio com que se acham montados, como em communidade de
prego, poisque para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afirn de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
ao publico urna vantagem de meaos 10 por cont do proco qne possam comprar em outra qualquer parle, por isso desojando os proprietarios acredi-
taren) seus esisbelecimentos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seus armazens, e assim j poder ver o
publico que pode mandar suas eneommendas, mesmo por pessoas pouco praticas, em qualquer um desteseslabalecimenios, quesero to bem servi-
dos como se viessem pessoalmento, na corteza do nunca acharem o contrario de nossos annuneios, o assim fundados as vantagens que oQerecomos,
pedimos a todos os sensores da praca, senhores de engenho o lavradores que mandem ao menos suas eneommendas a' primeira vez, afim de experi-
mentar, cerios de continuaren), pois que para isso nao pouparo os proprieiardmorcas para bem servirem aquellas pessoas que frequentarem nossos
eslabelecimenlus, abaixo iranscravemos algumas adiges de nossos pracos, por onde ver o publico que vendemosbaratissimo, altendendo as boas
qualidados de nossos gneros.- .
Mantelga ingleza especialmente escollhida a 850 rs. a libra e em porc,ao a 750, recoramenda-sa sos apreciadores destele genero que
mandem ao menos experimentar, serlos de nada nerderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
dem franceza a melhor do mercado a 640 rs. a libra e em barra a raio de 600 rs. a libra
L ha nySSOIl e pretO o melbor do mercado de 19700 a 2)800 o em porfi teri abatimenlo, o afian^a-ce a boa qualidade.
Presunto ambre ingles bamburguez a 900 rs. a libra o em poreio a 800 rs.
Presuntos portuguezes Tados do Porto da casa particular a 560 rs. por libra e inleiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as exposic.oes universaes de Londres o Paris a 19800 a lata.
CaixaS COm estrelinha pevide e rodinha a 7#000 a eaixa e800 rs. a libra em porcao teri abalimento.
Lalas de ameiXaS francezss com cinco libras a 49000 e 19000 a libra.
VsaS em caixinbas daoilo libras, as melhores do mercado a 2#000 e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 79000.
John Russell...... 8&500
Sapates Naoles (batera inteira). 5500
patente.......-. r 5S000
Sapatos ti anca (porlugueiea). : ^000
(franceses)..... 1$500
9 entrada baixa (sola e vira). 5J50O
> muito chique (urna sola). 3J0OQ
Senhoras.
Borzeguins primor (Joly)...... 5fS0O
brilbsntioa...... 550CO
> Raspa alta....... 5*000
baixa......: 41800
31,32,33,34..... 4*500
> decores 31,33.34. 4gOO0
Sspatos com salto (Joly)...... 3J20O
> francezes fresquinbos. 2*240-
a 31,32.33 e 34 lustre. 1$C0O
E um rico sortimento de couro de lustre, be-
zerro francez, marroquim, sola, vaquetas, cou-
rinhos, fio, taixas etc., por menos do que qual-
quer oulro podo vender.
A viuva de Manoel Ferreira Msia vende
duis casas para pagar aos credores, sendo una
na ra do Amparo n. 1, e a outra na ladeira da-
Misericordia n. 2, todas na cidade de Olioda.
Miudezas
m*n, v iiura portuguesas e francesas a 800 rs. o irasco afianea-se
Laja con? bolaxinhade soda de diversas quaiidades,
Vinho em garrafas Duque do Porto, Poro fino, genuino, nec
1*300
Attenco
Espermacete Superior 720 rs. em caixa a 740 rs. a libra.
Conservas francezas ingjezas e portuguezas eoo e soo rs. o irasco.
CrVlinaS portugueus e francezas a 800 rs. o frasco afianea-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
a muito nova a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 21500 a 41500.
nctar, Carca vellos, Hadeira secca, Feitoria e Camones a 19200 a
a garrafa e a 139 a duzia.
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4*800 a caada.
Latas COm frilCtas de todas as quaiidades que ha em Portugal de 700 a 100 a lata.
"era em CaixaS de 4 a 8 libras a melhor que se i Je desejar e tem vindo ao mercado de 49 a 6} a eaixa e 1*280 a libra.
CorinthiaS em fraseos de 1 1>2 a 2 libras de 1*600 a 29200.
Latas COm peixe Savel pescada e outras muitas quaiidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 1*400 a 1*600
Caf do Rio o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
fraSCOS de amendoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a. 400 rs. a garrafa e 2*580 a caada.
LOmDOS de poreo, paios nativos, chouricas murallas e outras quaiidades, o melhor que se pode desejar de 600 a 19280 a libra.
Vinho BordeauX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa ede 8*500 a 10*000 a duzia,
Massa de tomate era latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, de 1* a 1*280.
FlgOS nOVOS chegados no ultimo paquete em caixas de 8 e 16 libras o melbor que se pJe desejar,
CervejaS das melhores marcas a ROO rs. a garrafa a 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro d lsboa a 240 rs. a garrafa a 19850 a caada.
Doce da gOaba da CaSCa em eaixao a 19 e em porfi a 900 rs.
Azeite doce purificado a 800 rs. garrafa e 09000 a eaixa com 12 garrafas.
Gogliac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUIJOS SUSSOS ebegados ltimamente a 500 rs. e em porcao ter abalimento, afianea-se a boa qualidade.
Genebra de Hollailda a 600 rs. o frasco e 69500 a frasqueira com 12 frascos.
PalltOS llXadOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com SO roacinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3*000 a groza e 280 a duzia de caixas. *
LnoCOlate o mais superior que temos do no mercado portuguez, bespanhol e francez de 19 a 1*200 a libra.
AzeitonaS as melhores e maisjiovas que tem vindo a nosso mercado a 1*200 aancoreta do Porto, ea 19600 as de Lisboa.
AmendoaS chegadas no ultimo navio a 480 rs. a libra e em porcao ter a batimento.
AlpiSta o maislimpo que tem vindo ao mercado a 160 rs. a libra o 59000 por arroba.
A lm dos gneros annunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
Manoel Cerdoso de Souza, com loja de miude-
zas na ra do Crespo n. 3, junto ao arco de San-
to Antonio, est resoUido a vender barato e av
aervir bem aa pessoas que se dignares) ir ou man-
dar ao seu estabelecimento comprar qualquer
qualidade de miudeza, afiancaodo-lhes a maior
boa f e o mdico pre;o das mercadorias em re-
lacio qualidade : os presos que abaixo se no-
tam nao deixario de agradar: cintos finos com
iivela dourada epraleada, proprios para senhora
a 2* e 2*500 cada um, linhas do gaz, novello
grande a 80 rs., e em caixa de 12 oovellos a 800
rs. a caixa, dltaa de dito, novello pequeo a 20.
30 e 40 rs: o novello, e em caixas de 50 ditos
600. 800 e 1* a caiza, ditas de dito de todas aa
cores a 30 e 40 rs. o novello. e em eaixa de 30
novellosa 800 e 900 rs. a caixa, miadas de lindo
para bordar a 80 rs., e massinhos com 12 ditas a
600 rs., linhas de carretel de 200 jardas a 60 o
80 rs. o carretel, dilss de dito de 100 ditas a 30
e 40 rs. dito, cartao com 14 pares de clcheles a
60 rs., e em duzia a 600 rs., ditos com 24 pares
de ditos a 90 e 100 re., e em duzia a 1*. cordn
para enriar espsriilhos a 60 e 80 rs. cada usa.
caixas com agulhas francezas a 160, 240 e 520
a caixa de 4 papis, carleiraa com ditas, supe-
rior qualidade, a 400 rs., peotes pretos para alisar
a 240, 280 e 320 cada um, ditos amarellos a imi-
tacio de onicorne a 400 e 500 rs., ditos de tar-
taruga para atar cabello a 4*500 e 5f. ditos a
imita^o de tartaruga, obra boa a 800 e If, te-
souras finas para coalura a 400,600 e 800 is. cada
urna, ditas para unbaa a 500 e 800 rs., ditas para
costura com toque de ferrugem a 100 e 200 rs..
folhss de papel bordado e com envelopes a 160
rs. a foiha, dito de corea de qoadiinhoa a 100 rs.
o caderno : alem destaa mercadorias tem outras
muitas que se vender por bsrato preco como so-
ja, Otas de velludo prelas e de cores, largas e
estreilss, franjas de linho e de seda, fitas de se-
da, chamelote e outras qoalidsdes, de todas as
larguras e gostos, bicos, rendas e labjrii thos.
liohas de marca, relroz de lodaa as cores, fitas 4
linho largas e estreitas, brancaa e de cores, ote.,
etc., o que tudo se vender por menos preco do
que em outra qualquer parte.
Para mimos.
Menead
Desappareceu ante-honlem do primeiro andar
da caaa n. 50, oa ra da Cruz do Recife, urna car-
teira grande de algibeira com o titulo por fon i
em letras douradasPorte-fuilles Uoiversalle-
contendo o seguinte : duzentos e tantos mil ris
em notas, alguma prata, 4 cartas particulares,
sendo 3 dirigidas de Paria e 1 desta praga, um
quarlo de bilhele da lotera do Rio de Janeiro, e
varios papis particulares : portento qoem a ti-
ver lxhado, queira ter a bondade de mandar bo-
ta-la por baixo da porta da dita casa com todos
os papis mencionados, menos o dinheiro.
Fazem-se
capas, batinas, barretes e chamarras ; ba roa do
Encantamento o. 3.
Aluga-se urna negra para o servido de urna
casa, cozinha e engomma : a tratar no principio
da estrada de Joo Peroandes Vieira o. 36.
SOCIEDADE BANCARIA-
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
pagam o terceiro dividendo.
Precisa-se alugar urna preta escrava ou mu-
lber forra para todo servico de urna casa de pen-
ca familia ; no aterro la Boa-Vista o. 78, loja.
r- O abaixo aiaigoado vende seu estabeleci-
mento de fszeodas e miudezas francezas sito em
urna das melhores.localidades da ra Nova, e so-
bro condices favoraveis so comprador : quero
pretender, dirija-se a mesma ra n. 8, a tratar
cosa Jos Joaquim Moreira.
Avisa-se aos seobores fabrican-tes dos ci-
* garroa beapanboea, que j chitado o papel de
superior qualidade, de seda e linho, em reamas
de 100 cadernoa ; oa roa do Vigarlo n. 8.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Marcelino
Alvos da Foaseee, capilao do baUlhao da guarda.
aaciaaal da Afogados, a oegoco de soo interes-
es : os ra da Concordia o. 3
_ Preriss-ae alagar asa andar da casa, que
lenas leaos commodos para familia: aa roa da
Imperador o. 67 2* sudar.
Jos Mara Hswiqoes Ferreira desoja fallar
eom sao rmo Fraacisco Msria B*ori roira: a bordo 0*0 brifut cuna de guerra 1 Fi-
dedada.
De novo tem de ser arrematada hoje 9 do
correte, depois da audiencia do juizo da 2.a va-
ra civel, a casa terrea da ra daPraia n. 42, pe-
lo prego de 1.600*. a requerimeoto do inventa-
riante o vgario Flix Jos Marques Bacalbo.
Aluga-se urna casa em Beberibe : a tratar
com J. I. M. do Bego, na ra do Trapiche o. 34.
Saques sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho sacam so-
bre Lisboa : no largo do Corpo Santo, escrip-
torio.
-
Gabinete medico cirurgico.J
O Ra das Flores n. 37. aj
SI Sero dadssconst-Uas medlcas-cirurgi- ajj
fj ca pelo Dr. Estevao Cavalcao de Albu- sjt
% querque daa 6 as 10 horas da manhaa, ac- dj
dj cudindo sos chamados com a maior bre- 0
dj) vidade pos6vel. 0
! Partos. *dj)
Compras.
:
SB 2.* Molestias de pelle.
sa 3.* dem dosolhos.
% 4.' dem dos orgos genilaes.
sj Praticartoda e qualquer operaco em
a) seu gabinete ou em casa doa doantea con- aa
0 forme Ihes fr mais conveniente. dj
#
exposieaode candieiros
ECONMICOS
^^&* .
O proprielario deste estabelecimenlo avisa ao
publico que contina a ter um riquisslmo e va-
ria vel aortimeniode candieiros par* todos os ser-
vicos que se precisar, como um grande deposito
de gaz da melhor qualidade que tem apparecido,
e experimentado pelos compradores, conhecidos
verdadeiramente econmicos.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Na ra Nova n. 20 a 24.
Compra-s
cabellos compridos.
Na ra doQueimsdo casa de cabelleireiro.
Comprase moedas de 20$ : na
ra da Cruz n. 48, pagase mais do
que em outra qualquer parte.
smu^ *r*5^ avanw **eu sFrrw stsjTw a*tu* cDt* tw Vrr^sT*;
Compra-se urna escrava 01051 parida e I
o com bom leite : quem tiver equizprveo- 8
der dirija-se a ra do Hospicio o. 35, que B
achara com quem tratar.
ttftiftaWaatt^aBtt-aB^-iA^dk3M&&
*fP| xfiw VBtiM aTTnV#lrWHTC WWfm CXPW Is^sassj^ssjaw Wr *+*
Compram-se moedas de 20* a 20*700: na
loja da ra do Queimado n. 46.
Compra-se urna preta e urna muala que
aejam perfeitas cozinheiras, engommadeiras e
costureiras : oa ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Azevedo & Mondes.
Compram-se moedas de ouro e patacoes
hespanhoea ao cunho de Carlos III e IIII, os roa
Nova n. 23.
Vendas.
Fardo.
No estabelecimonto de molhados da ra da Im-
peratriz n. 4 ha grande quaolidade de farelo de
Lisboa a 4*500 o sacco.
Sementes de hoi talica,
Vindas pelo ultimo vapor ingles na
ra da Cadeia loja de ferragens de Vi-
dal & Bastos.
Aos senhores consumidores
de gaz.
No armazem.de farinha, no caes do Ramos n.
18, est venda, gaz liquido da melhor qualida-
de e recentemente chegado.
Vende-se urna taberna na ra Imperial n.
193, sortida com bons gneros, e com commodos
para familia ; faz-ae todo negocio a prazo ou a
dinheiro. por seu dono ter d? r.llr.r-a. par. fo- I Kpo" oj^oT^"*-.
ra; a tratar na mesma taberna, ou no becco -
Largo o. 2.
Seirinhas com os excellentes figos de comadre
a 80 ris cada urna, vende-se no Progresso largo
da Penha o. 8, assim como se vende seirda
com 8 libras por 2*500, e em librs a 320 rs.
Vende-se
Na ra do Hospicio sobrado !
de dous andares n. 52, urna
mulatinha de idade de 15 annos
com urna cria de 3 mezes, sabe
coser, engomma liso e cosinha o
diario tudo sem perfeicio : a
qualquer dia e hora pode ser
procurada.


s
Sal.
Dentista de Paris.
15Rua.NoYa15
FredericGautier,cirurgiiodentisU,fazi
as oparaces da sua arto acolloca '
sartiiciees, ludoeom a superiori- ;
apsrfeiedo que as pessoasentondi-
das Ihereconhacera.
Tasa agua a psdentiriciosatc.
3,000.
Sataliloroia.
Vendem-se cortes do cambra1 a organdys com
barra a 3* o corte ; na ra da Imperatriz n. 48,
junto a padaria francezs.
Vende-se o engenho Fluminense
ea propriedade da II lia do La meaba,
iunto ou separado, sendo aquelie aten-
te e corrate e d'agua, sito a beira mar
na freguezia de Serinhaem, e esta que
limita com o mesmo engenho, tem boa
casa de vivenda, bastantes commodos,
salinas e muita- trra para plantac5es:
OS pretendentes dirijam se a ra do Ca-
buga' loja n. 18.
Um rico carro.
Vende-so um rico e elegante carro mui bella-
mente preoarado: 00 escriptorio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Tinta preta para escripta.
Vende-se garrafaa coap tinta preta muito su-
perior para escripturacio, pelo diminuto preco
da tfOOO eada garrafa, podendo-se fazer alguen
abata sendo fla poredes : na ra do Queimado
loja de ferragens a. 18.
Vende-se um rico
gosto o bsm construido
mero 60.
presepio obra de bom
na ra da Aurora su-
Importante
Aviso
Na loja de|4 porta a da ra do Queimado D. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mento de roupas feitas, paracujo fien tem mon-
tado orna ofScina de al'aiate, estando enearrega-
do della um perfeito mestre viodo de Lisboa, pa-
ra desempeonar toda e qualquer obra que so Ihe
encommende; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aoa
Illms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Paz-ae fardas, fardos com superiores preparo
e multo bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figurines que do
l vieram ; alm dlsso taz-se mais casaquinhas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
coleles a militar para oa Srs. ajudantea de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja singlos oa
bordados a espequitba de ouro ou prits, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembaraadores e de qualquer juiz segundo o
estylo de Coimbra aonde se fazem as' melhores
conheeidag al hojo, assim como tem muito ricos
deaeohoa a matiz de todas as cores proprios para
fardamenlo do pagens oa criados de libr que ae,
far pelo gosto franceza. Na meama casa eu-
earrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao meamo gosto. A9ancando
Sie por todo so Oca responsavel eosao seja boaa
sendaa, bom falto o bom corte, nao se Uta aa
da que s prometter, segando syatema d'oada
ote o mostr, pota esp.ra a honrosa visita doa
difMsasnhMesfisto qe nada perdem em es-
pertas sotar.
Na roja a'agaia de oafo.'raa do Cabog n. t B.
reeebeo um oompteto sarHmanto do gallnhas de
missaage, asado de todas alcores
Vende-se a bordo do brigue escuoa aGraciosaa:
a tratar na ra da Cruz n. 27, escriptorio.
Pechincha sem igual.
A!60rs
Sioluroes de soda e lia para homens e meni-
nos ; na ra do Crespo n. 18.
Milho a 2$600 a sacca.
Dito novo muito barato.
Farelo muito baratp.
Arroz de casca a 3$500a
sacca.
Na travessa do pateo do Paraizo n. 16, taberna
piolada de amarllo.
tiua da Cadeia do Recife
SO A.
A 2000 e1000.
Manoel Goncalvea de Oliveira Santos, avisa
aoa aeus amigos e fregueses, que est vendando
0 reato dos collarinhos a puchos bordados com
oa competentes botoes da gosto a 3)000 o 1|000,
balos para senhoras de differenles gostos s 3),
80600 e O9OOO, cambraia tapada floa com 10 va-
ras urna vara de largura a *|200, dita dita
Iransparente a3#0OOapeca, cambraia da diffe-
rebU mdo organdys a 41
ra, a mais fazaudai qoe se tanda barato' vista
dos comprador
3 ponteados moderaos
1 Crospos muito leu feltos a por mdico preco :
em casa de JAYMB, CABBLLBIR8IRO, ? ros
do Qaelosdo n. 6, primeiro andar.
A 280 rs. o covado
de cassas francezas de muito bonitos padraa cosa
4 palmos de largura, pecblocba aa ra de
Queimado n. 22, na loja da boa f
Vende-se o sobrado de tres andares da roa
do Viga rio n. 20, e um solo ns fregaezia de S.
Jos, onde se acham edificadas 160 casas, com-
prehendendo as roas de Santa Rita, S. Josa. Sao-
1 tratar
Srs. Adriano & Cas-
tro.
g Loja de marmore.
H Ao bello sexo. dj
gaj| Reeebeu-se grande porfi da fazen- gsk
? daa que se haviam encommeodado e J
9 continua a vender-ae para liquidacio por W
djft prejo muito barato, enUe catas aa ae- A
I guiles: f|
Para senho-as
Boumus de cachemira do ultimo gos-
to a 10. W
9 Ditos para meninos de idades de S, t
4, 6annos, tambem de cachemira muito a
modernos a 5ft.
V Vestido de seda de cores a 301 (com 9
A algum toque.) aTA
#
Vende-se
Um estabelecimento nesta pisca asa asea das
melhores rusa de commereio, eooteado para
mais devinto conloa do aaercadorUa. asado uaaa
terca patio do sea valor a vista dado partos esa
prazos convencionados, coa garanta : o tratar
aa ra do Imperador n. 65, segundo aadar.
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancas proprias psra algi-
beira, pelo baratissimo proco SfdOO a doua
na roa do Queimado n. 21, roja da boa f.
Aos terceiros da
veneravel ordena deS.
Francisco.
J chagou a verdadaira estamooha ds Ua, aa
loja de 4 portait toa do Queimado n. 39, o so
apromptam habitas desta fazanda a 40, o uaa-
lass aB|ca4s
ara, a se venda a fateada par mdico praca.
)ras sterlinas. ''
Vende-r torio de Manoel Ignacio da
Oliveira e Filho, largo do Corpo Santo.



Kkmr QCUUIXA fElaU 9 MaflUSliM DI U*M.
t
ROtfPA F13ITA
QBE |
Joaquim Francisco dos Santos.
140 RU4 DO 0LEINADO 401
DtffrDnte do becco da Congregado letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo do reepa feito da toda aa '
qualidades, e tambera o maada encalar por medida, ronUdo dosfreguezes, para o i
"ue tem um dos memores profesaores.
Ditos da aetim preto 5|000j
Ditos do seda setim branco, 69
1
Casacas de paooo preto, 409, 359 o 308000
Soorecasaca de dito, 859 o 30900
Paiitotsda dito e de coras, 359, 309,
S5|000, t09. 189 e 209000
Dito do sasimlra do corea, 29000,
15, 119. 79 o 99000
Dito doaloaka preta golla do rol-
ludo, fraoeezas 11 $000
Ditoado aerio-sitim pretos o do
corea, OfOOO 89000
Ditosde alpaka do corea, 59 o 39500
Ditos da Uta prota, 09, 79. 59 39500
Ditos t hrim decores, 5f, 49500,
4J000 o 89500
Ditos de bramante deUnhobraneo,
6J000, 590OO o 4f000
).t.i* u m-riD6 de cordo preto.
159000 o 89000
Guisas le casimira preta o de corea,
IS9.109.9fo fOOO
'Has le irioceza a merD6 de cor-
do pretos, 59. 69500 e 49500
D'e brim braoco o do dores,
5J000. 49500 o S8500
"'tas da ganga do corea 3000
Sollates de relludo preto o do co-
rea, lisos o bordados, 129, 91 o 89000
OUos do casemira preU e de eores,
1,0,4 bordados, 69.59500,59 o 39500
Ditos da gurguro de aeda pretoa o
decores, 7JO00,6*000. o 49
fusilo bronco.
5900C
39000'
29M0J
11S80
19CO0?
ATT
Viva o paquete das novidades.
Pois est torrando miudezas maito ba-
ratas, aQm de aparar dioheiro para con-
sumo do paqaele.rua da Imperatriz n. 54,
loja de Joaquim de Azevedo Pereira J-
nior, declara o segainte :
Carles de colchetes milito Gaos a 40 rs.
Caizas de ditos da trra a 80 rs.
Linha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dita de carretel, 100 jardas a 30 rs.
Pares de meias croas e de cores para
menino emenioa a 120 rs.
Duzia de meias cruas muito finas a
Dita de ditas entra fiaas a 29200.
Liaba branca em carlo, 200 jardas a
80 rs.
lacas para charutos a 60 rs.
Caizas com palitos de Especia a 160 rs.
Frascos de agua de colonia de Pirer a
440.
Ditos de cheiro muito finos a 800 rs..
Lubln a IJOOO.
Jarros de banha pequeos a I9GOO.
Ditos de dita grandes a 38500.
Frascos de banha pequeos a 320,
grandes a 500 rs.
Saboaetes de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de raompelas a 320.
Daiia de meias cruas para aenhora a
2fti00.
Ditas brancas muito finas a 39300.
Fio de raiz de coral muito fino a 700rs.
Espelhos de columna pede (erro a 11500
Carleiras de agulhaa muito Coas a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finaa a 800 rs.
Baralhos portuguezea a 120.
Ditos franceses a 240
Groza de botosa de tonca branco* a 1S0
Agua de Larander muito fina a 640.
Dita framboxia a 600 rs.
Tesoaraa muito fiaas para onhas e cos-
tura 500 rs.
Canifetes de 1 folha a 80 rs., 2 folhaa
a 160 r*.
Cabo de marfltn a 400 rs.
Meias alvas para homem a I98OO.
Froco fino de todas aa core* a 400 ra.
Dito grosso idem a 500 rs.
Canas de papelao com alfinetes a 120.
Pares de aapatoa de laa para homem
a 1#S80.
Tesoura para costura a 200
des a 640
Duzia de botoes
a 120.
Sapatinhos de
dinho a 29000.
Rosarios e cruzes de coco, 1 a 120
eduzia a 19400.
Caizas com perfumara a 49
rs., e gran-
de louca para paletols
merino a 19500, o rellu-
rs.,
So no torrador,
largo do Terco n. 23.
Quem duvidar renha ver: manteiga iogleza
flora Ige a 900 rs. a libra, manteiga franceza da
mais superior que se pode dessjar a 640 ea 600
rs., massas muito fioaa para sopa a 400 rs. a li-
bra, assim como se rendem outros muitos gene-
ros por diminuto preco, o nao se diz o preco pa-
ra nao espantar.
Estudos
sobre o ensino publico
pela Dr. Aprigio Justiniano da SilvaJ
Guimaraes. Segunda publicaeao. A
venia na livraria dos Srs. Guimaraes &
Oliveira, ra do Imperador. Preco de
cada cxemplar 2/jf. .
Vejo s.
Magalhes Mendes.
Vende-se damasco de 18a com 6 palmos de lar-
gura proprio para mesa ou coberla a 19500 o co-
rado, riscado escocez para vestido de 4 palmos
de largura a 300 rs. o corado, popelina clara a
209 rs. o corado, riseadiahos de cor a 160 o c-
ralo, chitas francezsa a 220, 240, 260 e.280 o
corado, laazinha enfestada a 400 rs o "Corado,
pecs de cambraia branca a I96OO. ditas finas a
2500. 39 e 39500, cobertas de fusto de cores o
brancas para camas on mesas grandes a 59 o 6#,
asa balo de 20 a 40 arfo* a 39 e 3500; na ra
da Imperatriz, loja de 4 portas a. 56.
Oh! madapolao.
Vendem-so pecas de madapolao fioo entesta-
do a 3j a peca, ditas de caasaa adamascadas para
cortinados a 39. dita* de cambraia do salplcos
grandes e miudos a 29 e 39. corlea de chita* de
corea fina* cona 13 corado* por 29500, eoberlaa
de damasco de lia por 49. pecas de riseadiahos
do cores com 38 corado* por 69, eoberlaa de gro-
ze por 89, cortea de eassa com 7 barras por
25500. diloa da cambraia de babado a 89500, 3 e
81500; oa rae da Imperatriz, loja de 4portas n.
56, de Magalhes & Mondes.
Viiio do Porto.
Marques, Barroa & C. tem para reoder superior
rioho do Porto, em caizas de duzia.
Vendem-eo tarop* de fruatas de varias
qualidadoa para retrteos da estacao calaa em
que oos echamos :.reode-se na ma ora de San-
ta Rila, restilacao.
Bramante de linbo muito
superior.
Vende-se superior bramante de linbo eoudua*
raras da largura,pelo biralisaimo proco do 2*400
a rara : o. ruado Qummado o. 8#, rbm co-
nhecida loja da boa f.
V*Zi<*l KM9 dKMBdttiKK
Acaba de
chegar
Um grande e verlado sortimento da
roupas feitas, calcadoa e fazendas e todos
novo armazem
DE
B4ST0S & RE60
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita-
res n. 47.
Z
estes sareodem por preco* mnito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feito* pelos ltimos gurinos a
269,289, 303 a a 359, paletols dos raesmo*
pannos preto a 16f, 18f, SO9 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado o de
noros padrdes a 149.169, I89,209 e 249,
ditos saceos das mesmas easemiras de co-
res a 99. 109.12 a a 149, ditoa pretoa pe-
lo iraiouto prego da 89, 10, e lg, dito*
de sarja de seda a sobrecasaeados a 129,
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159
dito* de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, diloa de palta de
seda azenda muito superior a 49509, di-
tos de brim pardo e de fusto a S95O0, 49
e a 49500, ditos de fustio brsnco a 49,
grande quaotidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditaa
pardas a 39 e a 49. di ta de brim decores
Anas aS|500, 39. 33500 e a 4. ditas de
brim braocos fiaas a 49500,5|\ 59500 a a
69, ditaa de brim loas Sfte a 6f, colietM
de gorguro preto ede corea a 5|e a 61,
ditos de casemira de eor e pretos a 45500
e a 59, ditos de fusto branco e da brim
a 39 e a 395O0, ditos de brim lona a 41
dito de merino par* luto a 49 a 4960o'
caigas de merino para luto a 4$500 e a 51 *
capas de borracha a 99. Para mecios
de todos os lmannos : calcas de casera ira
prefa e da cor a 55, 69 e a 79, dita* diU*
de brim a 2J, 39 e a 39500, paletotasae-
cos de casemira preta a 6$ e a 7. 91 toa
da ora 89 ea7f, ditos de alpaca a 39
sobrecasacos de panno preto a 189 e a
14, dito*de alpaca creta a 59, bonet*
para menino de toda* aa qualidadoa, ca-
misa* para meninos de todos os taman hos
meios rieoa rostido* de cambraia feito
para menina Je 5 a 8 anno* com cinco
babados lisos a 8|e a 12$, ditoada oxau-
r&o de cor a de lia a 5* e a 69 ditaa, .
brim a 39. dos de cambraUrameflt!
bordados pan baptUadoa.e muita* utraa
fazondaa e roupa* feitas que delun de
ser mencionada* pela aua grande qajsmti-
dade; assimeomo receo,e-cted*oo:u*l~ i
quer encommend* de roupa* para a
mandar manufacturar a qUa para taiai
temos um completo *ortm*nlodftMa-I
das de gosto e urna grande otado* deai-
I^^r5lf wrumhahllmMtr.
wprnpMl^rre?t nadede I
laadaaejar.
huirciro e vidraceir.
aova otlicina.
ireita31.
H e bom ratatado eatabelacimenl* oa-
coniraro oafreguezeao mais perfeito, bem aca-
bado e barato ao sea genero.
URNAS de toles aa qu.Hdades.
SANTUARIOS que riraliaam com o Jacaranda.
AMenQo.
V!T,i9',e ",MH,hin* lo raoor systema ho-
eom toos eus competentes, aeodo a
Ditoa de brim
39500, 25500 e
Seroulas de orim de linbo, 29 e
Ditas de algodo, 1,500 e
Camisaade pello de fustio branco
adacores, 29409 o
Ditas de paito de linho 55, 41 o
Ditaa de madapolao branco o de
cores, 39,29500, 29 *
Chapeos pretos de masaa.f rancezea,
forsoaadanltima moda 105,89500 a T
Ditosdefeltro,69,5|,4ie
Ditos de *ol de aeda, inglezes %
franeeze*.149,lS5, llf
CoIIarmhoa de linho maito fino*.
noros feitios da allima moda 9800
Ditos de algodio 9500!
Relogios de uro, patenta horl-
sontae*. 1009. 909, 809 e 7090005Xy
Dilo de prata galraniaadoa, pa- tente hoaontaea. 405 30f000*
Obraa de ouro, aderados a meios
adereco*, palaelraa, rosetas a
anneis f
Toalhas de lioho. duzia 109000 69 99000
D'tas urandes para mesa a49000 59000L
BANUeAOSde toatoeo* tamanhos.
SEMICUPUS idem idem.
BALDW idatn idem.
BACAS idem dem. .^ __
BAHU8 idem idem. FOLHA em oaixaa de toda* aa gressara*.
PRATOS imitando em pereigao a boa portel-
tona.
CHALEIPUS da todas aa quahdaoa*.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS o andrea para qaal-
qoer sortimento. -
VIDROS em caizas o a raUlho de todos o* U-
mandando-se machos, botar dentro da cidade,
em toda a parto.
Recabem-sa encommendas de qualquer natu-
reza, eoncertos, que tudo serl deaampenhado
eonteoio.
Atteiif;o.
*a|raadoTrapichan.46,am*aaa da Ro r a
Kooker C. eiicte m bom sortimento da 11-
ahas dacorea e branca aemaarteteia do malbor
tbrioaBtedeUglateruaaqaaea serondem poi
drocoa moirazoar*!*
i
Nova california
DE
Fazendas baratas.

i

0
nhora 69 e 65500, siotos os mais delicados
para MmWa 29500.89. cnaaelin* para erl-
ang. goato ingles 3s500,49, para baptlaado
Vf, cortea de reslido de seda Escoaseza do
bonitos gosto 129 estao se acabando, ri-
co* lencos de labyriotho 19, tfflOO. chapeo
de aol para senbora de bonitas coree, lisos
59, cabo de marfim 59500, corles de cam-
braia branco* coa ffor de aeda 59. risca-
do francez 200 ris o corado, completos
aortimeotos de baldes do arcos 89, eortl-
melos de meias para menino e menina I
200 e 240 ris o pbr. diales de tarlatana
m de corea a 640 ris. lencos branco com bar- 1
V ras 160 ria chitas ioglezas a 180 e 200 rs. 1
dita franceza a 240 a 380 n. o corado <
W pecas de cambraia de forro com 9 raras 1
9 a 29 : juoto a podara franceza n. 48.
Novas pechinchas
na loja do Pavo.
Vendo-se gorgaro da laa padrdes muilo miu-
dinhos propnos para reatidoa de senhoras e me-
ninas a 400 ra. o corado, tendo 4 palmoa de lar-
gura, aendo tambem esta fazenda muito propria
para restido* de pasear feata no campo ; oa roa
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silra.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para contaa e facturas, papelmata-borro; ren-
de-e na loja d'agua branca, ra do Queimado
numero 16.
A 2$ o corte
de calca de meias easemiras escuras de urna 10
na ra do. Queimado n. 22, na loja da
cor
boa
f.
Gaz liquido.
fts!j de SaT.uel P- ,0h"t>> & C, aoa ito f
irJ a a?ovaJ1- *2' "ndem-se latas com 5 ga-
loes de Kerosloe.
Na ra do Queimado n. 10, loja nova
Je 4- portas, vendem-$e as seguintes
fazendas de apurado gosto, e por
menos pr*Mo do que em outra qual-
quer parte.
Rico* cortes de cambraia ranea bordados a
20, 25 e 309.
Ditoa de seda de cor a quila a 80 e 909.
^Bito* pretos bordados a rollado a 60, 70, 80 e
909OOO.
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 309
Ditos da dita preto a 20 e 309,
Ditoa de barege com babados a 15 e 209,
Riquiasimas espiada* de velludo bordadas
com mangas a 60, 70, 80 e IOO9.
Lencos de linho bordados a 3.4, 5 e 69.
Ditos de dito lisos, duzia a 6, 7 e 85.
Dito* de cassa com bico, um a 120,200 e 240
res
Mantas de grosdenaple abertas renda, urna
a 39OOO.
Chapeos de palha para aenhora, um a 8e 109.
Ditus de pellica Garibaldi, um 159.
Chapeos de sol da seda para seohora um 41
Riquiasimos ciatos dourados a 3, 4 e 59.
Voodem-ao 3 eacraro*. aeodo 1 teca oa
ra da Cadeta do Recife n. 50, prfmelroTooar.
ito cooreated'
ou ontra qualauer
Ida Vista o. 52
49 Maiis.
duaa a trea atmoapharaa
a um senhor de eogenho
na! a tratar no aterro da
oa no sitio do rireiro
S Gama k Silva.
Grande exposico de fazendas
baratiisinatMi, na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do
Vende se cortes de phaota-
sia, fazenda de muito gosto
qom babados pelo diminuto
proco de 4^500; na ra da
Imperatriz n. 60, loja que tem
um pavo do lado de frr, fis-
to para nao haver engaos.)
3^500.
Vende-e rico* corles de cambraia de seda
com areotal ouduas salas a 3J500 : oa ru* da
Imperatriz o. 60, loja do pari.
3,200, 3,500 e 4,000.
Vende-a* fiaiasimoa cortea de cambraia bran-
ca e de cor com dous e mais babados pelo dimi-
nnto preco de 39W0. 3$500 e 45: na ra da Im-
peratnz o. 60, leja do pari.
A 15#000.
Vende-ae flnicissimos *ortes de cambraia bran-
ca com bordado muito delicado proprio* para
baile oa casamento a 15: aa ca da Imperatriz
n. 60, loja do pavo.
t0Y4\ pecYimeUa.
Vende-se finissimaa pecas de cambraia* fran-
oezaa de carocinhos com 17 1(2 raras polo dimi-
nuto preco de 8g a pe(at dita* da* meamas com
8 3|4 raras pelo preco de 4g a peca, tambem se
rendem daa mesmas a 500 ra. a vara, soodo
brancas e de core* ; na ma da Imperatriz n. 60.
toja do pari.
Puptlina a 2&0 rs.
Vende-se pupeHna de quadriohos a imitacio
de sediohas de quadro pelo diminuto prego de
280 ra. o corado : na roa da Imperatriz n. 60,
loja do pavo. ^aw'
Ckaly a 500 w. m
Vende-se chaly maito fino a 500 rs. o cora-
do : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Sedas a covado.
Vende-te grosdenaple* preto maito encorpado
a 19600 e 19800, ditos de cores azul, cor de rosa
e cor de cana mais barato que em oulra qualdjlor
parte ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavie.
Sedas de (\uadrin\ios
Vende-ae sedas de quadrinhos fazenda muito
eocorpada a 500 e 640 rs o corado : na ra da
Imperatrix o. 60; loja do pari,
Cassas com salpico graudo a
200 rs.
Vende se cassas com aalpicos graudoa e liatras
a 200 r*. o aovado, fazenda muito ora : oa ra
da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassas pintsdss n.uito miudiohos
padrdes a 240 ra. o covado : na loja da roa da
Imperatriz onde esti o pari.
Sentido ao Pavdo.
Vende-ae neata estabelecimento um grande e
rariado sortimento de fazendas tanto para bo-
rneo* como par senhoras, de todas as fazendas
se dio amostras com penhor ou maodam-se le-
var em casa das familias pelos caiieiros da caaa,
assimeomo o respeitarel publico achara todos os
dias uteis este estabelecimento aberto das 6 ho-
ras da aaanbaa a* 9 da noile.
Cera de carnauba.
A dioheiro.
Vende-se urna pequea porgo de car*d mi*
nauba mnito boa, que se echa depositada no ar-
mazem da Companhia Pernambueaaa commo-
do proco.
Bales para meninas.
Vendem-se bales para menina*, de todo* o*
la raanlios, de madapolao o de maaauaa a 39 e a
49 : na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Para acabar.
Cortos de cana franceza da 1 salas o 9 (alaos,
com SS o 15 aras 89500 a 4f, liadoa cartea de
laa para resudo com 24 corados a 5, focado
21SS?ait,,lM co" l*)C%am a 9s96O0. 000 e
39000, chita larga franceza, corado a 909 re,
caasaa oacuraa fraocezaa, corado a 840 : *1U*.
que em rirt* da reduelo em preco,' ponco pode
aturar : na ra do Queimado o, 44.
Attencjo.
aUfornU de fazendas
*o* tdo ptcco, ma tma
da Queimado a. 45 aa
bem coaaecida loja do
sertau^o.
Os proprietarios deate estabelecimento esto
tazeodo urna liquidacio sem limite de preco e
perisso previne ao respeitarel publico eem par-
ticular eos seus freguezea que preatem attencio
para o que rai abaizo transcripto.
Coletos de relludo de cor e pretos a 59. ditos
* 872H5? e, "da a 3 e sas a ijt80. calcas de brim, de ganga a 31 e 2
dazias de meias para senhoras a 89 e a 49, ditas
para meninos a S*. ditas para meninas 29500.
ditas para bomens 1S400 o o par alaOeoulras
multas qualidades por todo o preco, chapeos de
castor Braoco a 109, ditoa de seda a M, pannos
para meaa a 49 com bolotas, ditos ditosa 3aBO0
aberturas brancas a 280 e de cor a 280, chita
boaa a 120 o corado, obra* feitas de toda* *
qualidades assim como tambem tem chalin de
urna cor a 540 o corado, manteletes pretos oor
&n S2, !PS' ,Sh,'!2elDh" P"" !" a
39500, enfeitea de vldrilho pretos e de edr a 2
iCosgrandMdegorgurio de seda pretos inte
l900e 1J800. grarataa a 640.560 e 320. reali-
a ra mn A ^_>0 IIHI *?___. a
len
ros
dos de seda pretos a 409 fazendas que custou 601 o
7U9, assim como tambem de cor pelo meame
proco, ditoa que nos cuslaram 1409 ditos borda,
dos de relludo a 809 e a 609 cada um, assim
como temos velludo preto 29500 a corado, dito
da corea a 29500, Al bordado a I9 a ara. asji.
to flnoa challe* de froco* a 4f e 59 cada um.
mota* pretis e brancas de seda muito fioaa *
S2? e p,r' ^0i de eda ,i8 P" aenhora
TOO ra. o par assim como bordados com bico a
lIBOOoparcoIarinhoa de algodio a 800 re a du.
como tem golaa manguitos e caoiUio'hg
Vosdeneples de cores e pretos setim cato
macio. cortos de casemira* de

heR** q"* 8U,BU,no* ^ oToTiito
_*- Em casa de Adaawon,Hoivlo4d.. rua jNftaho/Noro n. r.ndo-Ye : .' "' *
oHa* do cortica floisaimas.
**a a ele.
Fio d* rola.
gJWtforee tlntaade todas coras.
ooilltr*, flhSe, e arraios para corro ou cabnolet.
Vendem-se mantea de retroz para grarataa
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Meias baratissimas.
A 294OO a "duzia de parea de meias brancas 0,
na* para homem : na ra do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A' loja da boa f na ra do Queimado n. 22
chegou novo sortimento de ricos cortes de vesti-
dos braocos bordados com 2 e 3 babados, os quaes
contiousm a aer rendidos pelo baratissimo preco
de 59 cada corte : 01 ra do Queimado n. 22 na
bem conhecida loja da boa f.
Vende-ae confronta o
Cinco Pon laa o aeguinte
portio de (fortaleza das
carroca* para bol, dita
Taixas.
Reduccao ein procos para
acabar.
Vendem-aa no armazem da Braga, Son A C.
na ra da atoad*. Uixa* de ferr euado. da aami
aer
Ubi
para cavados e para agua, carnohos pira Irabl-
nar oa alfandega e carrinhos de mi, rodas pa-
ra carrosas e para carrinhoa, eixoa para emboa,
lorradorea para caf com fogio, boccaade tornos,
baodeiras de arcos de todas as qualidades, do-
bradicas da chumbos de todo* o* tamanhos.facha-
duras de ferrolhoa, tranquetas, ierro de embutir
do todos os tamanhos, ferrolho de chapa.
Lencos para rap.
Vendem-ae lencos fialssinaos de linho proprios
para os tabaquista* por serem de corea escuras e
fizas, polo baratissimo prego de 69 e duzia ; oa
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Nova remessa de macaes
Nova remessa de macaes.
Nova remessa demaces.
Nova remessa de macaes.
Sodr 4 C. receberam nova remessa de ma-
caes, e esli rendeodo a IO9OOO cada urna cai-
xa com 200 macaos: na roa eatreita do Rosa-
rio n. 11.
Ricos cortes de medina de
seda.
A loja da Boa-P na ra do Queimado nu-
mero 22, acaba de receber ricos corles de
vestido de medica de seda de lindos padrea
6 a fazenda mais fina, mais nova e mais bonita
que ha no mercado, cada cTte tem 20 e 21 co-
oSr. e TS5'"* Del baratissimo preco de
saSjsW o cort; aa senhoras de bom gosto que
tiverem de astutir a bailes e a calamentos, se
quizerem lew um resudo da ultima moda
mandarem rer na mencionada loja da Boa-F
na ra do Queimado n. 22.
Novidade do Pavo.
Vende-se uniaaimos cortes de esmbraia de
babados largse de duaa saias fazenda queso
rendeu a 109 pelo diminuto preco de 4a: na ra
da Imperatriz n. 60, loja de Gama 4 Sur*.
**)*
idaco de certas!
! fazendas finas. m
:
RA DO CRESPO N. 17.
Biquissimas chapolinaa de aeda para
aenhora, de dirersas cores a 129.
Caasaa do corea bonitos padrdes a 240
ra. o corado.
Cassas e organdya de cores a 280 rs. o
corado.
Chito* de todas as qualidades e precos.
Huitissimas fazendaa finas que se ren-
dem por precos bsratiaaimos para liqui-
dar, dao-se amoalra das fazendas.
dilado fabricante Edevin Malo, a 110 rs. por
br*.
Feijo de corda
no armazem do Taaoo Irmios, roa da Aaaoriaa
o. 35.
Vende-se em caaa do AdaaaaoD. Howla 4
C, roa do Trapiche Noto o. 42, biaeoitoa lnglasaa
eortidoa, em pequea* lata*.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22 se eoeonlrsri um bonito sortl-
meotode eapertoraa tira* rieoaadato barlsdaa
que se rendem pelo barato preco de 39000 49009
e 59000 ris a peca, advertindo-ae que ha aaia
de urna peca da cada padrio, qaera mato depreca*
andar melbor servido seri, na roa do Qaeiaaado
n. 22 na loja da Baa-F. '
*(
Ra do Queimado n.
loja de A portas.
: Vende-ae chapeos da castor branco ra
W pado a 69.
A Chapelioaa de aeda "para aenhora a 89.
Chapeos de palha piara aenhora a Tra-
riato a 10.
9 Ditos de pellica a Garibaldi a 149 o 15.
am Camisas para aenbora a 89.
assaseeee
Fil liso e,tarlata-
na branca a 800
r *
res a vara.
Vende-se fil liso muito fi/no e
tarlatsna branca muito fina, lanto ai
no oulra sio propriaa para vestidos, nio s
bailes como para aasistir-se a ctaameato*. andas
antea que se acabe na ra do Queimado n. 22
aaloja da Boa-F.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mato atora o
superior que ha no mercado e a preco astollo
commodo: no eacriptorlo de Manoel Iga
Olireira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra do Queimado n.
Armazem de fazendas.
DE
SANTOS COELHO.
Chiles de merino estampados finos cos lilas
e franjaa de seda a 95.
Toalhaa de fusto a 500 rs. cada urna.
Graraliohaa de cassa muito liadas para ha-
rnea) e meninas pelo baratissimo preco 9o 199
rs, cada urna.
Chales de merino lisos de todas ss coreo.
Corles de phaotazia de seda pelo barato proco
de 89.
Cobertas de chita gosto chinez a 11800.
Lences de panno de linho a 19900.
Ditos de bramante grande* a 39300.
Vestuarios de seda para meninos e meninas
a 89000.
Cortea de casemira fina* a 4f500.
Capellas brancas para noira a 59-
Bramante de linho com '0 palmos a 29 a raro.
Sortimento de bales para senhora o meotoaa.
Bramante de algodio com 10 palmoa do tara
a 19280 a rara. ^^
\
Superiores organ- WSCIOlfJIS 9
dys, .000 o corte, na
loja do Pavo.
Na lojo da boa f, na ra do Queimado n. 22
rende-se flnissimo organdys de muito lindos pa-
droes, pelo baratissimo preco de 720 rs. a rara
fazenda de I9SOO. e quem nio andar muito de-
pressa flear sem a pechiocba ; na ra do Quei-
mado n. 22, na leja da boa f.
s
s
Cassa organdys a
280 rs., na loja do Pavo.
Vende-se muilo booitoa casaaa organdys a 280
rs. o corado : na ra da Imperatriz n. 60. loii
do Pavo.
Para cortinados.
AOPAVaO'.
Vende-se pecas de cassa adamascada propria
para cortinado 20 raraa a H$ : na roa da Impera-
tru a. O, loja de Gama & Silra.
vende para paletots.
Liazinha mnito miudiobas de eflr eacura pro-
pns para cale**, colletee paletots a 400 rs. o
cova.d(,:,.na rua da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silra.
Roupas feitas ba-
ratissimas,
xa
armazem de fazendas e
roupas feitas
tve
Raymundo C. Leite & Irmao,
Etn casa de Ralkmann Irmaos
&C, na rua da Cruz n. 10, exis-
te constantemente um completo
sortimento de
Vinhos Bordeaux de todas as
qualidades.
Dito Xerez em barris. I
sp DitoiWadeira em barris e caixas. t
dj| Dito Muscatel em caixas.
Dito champanhe em gigos.
d Cognac em barriC^^
9J| Ceryeja branca.
$} Agua deSeltz.
Azeite doce muito fino em caixas. 1
^ Alvaiade em barris.
aja| Ceradinha em garrafes.
mmmm >mmmmmm
Vende-se fimssimos cortes de aasemi-
ra enfestada de cores pelo diminuto
preco de 4# o corte para calcas, assim
como tem das mesmas para vender a
2$400rs. o covado prapras para pa-
letots, calca e collete, recommenda se
muito esta fazenda aos Srs. alfaiates que
costumam a fazer roupa para render,
porque tao cedo nao acham urna pe-
chincha igual : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva-
Gravatas da moda.
Vendem-se graratinha* estrellas muito eupo-
rlores, tonto pretas como de corea, pelo barata-
aimo preco de 1 ;
na loja da boa f,
na roa do Queimado n. 22,
Manteiga ingleza flora
800 rs. a libra,
francesa a 600 ra., toucinho a 380, erro* a 108 rs.,
ceradiaha de Franca a 160 ; na na daa Croza*
n. 24, eaquina da trareaaa do Ouridor.
ARMAZEM
DE
N. 12Rua da ImperatrizN. 18.
Neste armazem que ora se acha bastante sortido
de roupa eita de tedia ** qualidades, taato pa-
ra homem como para meoiooa, so eetto rendeodo
as mesmas por baratissimoa precoz, como ae-
jarc : sobreeeaaeos do panno fino, obra inteire-
aaente boa por ser feita a moderna a 35fOM, di-
toa de panno superior, obra do melbar que se
"SlSJS^/ an*5*** ** < caoomlra flnoa
!S?!.,t08.wco,ob" de moileroo gosto a
ISOOO. ditos de meia dita a 6000, coletos de
casemira de cores flnaa 41600. ditos de Brim
a JfSOO. 4OMa S|090. pateis casaeoa do alna-
es obra mnito boa por ser do alnaoa fina a 8J600.
dito dito aocco a 3*500 o 4J0Q\ uaiformea de
oaaemira a Ivinio gesto, *endo proetocootovfeo
.ai* do flawmira Oniaeima a, agfOOO, oaoatt
,f*ancezas paito de linho muito flaa* a S&0QO
duda ; harendo tambem muito* oulra* fasonOaa
oobraatoito*. aa qaua* todas se rendem por
procos mnito commodoi.
Joaquim Francisco dos Santos.
4t-4i do Oueimade40
Defronte do becco da Congregando, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGINTE:
Para casamentse
Ricos cortos do restido de fil on blond de seda branca
mal* moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Liadoa cortea de rostidos do fil oa blond de soda branca bordados
Dito de tarlatana branca bordado* a braacoe cores.
Bttoo do cambraia branca bordados a braoco com muita elegancia.
Saias bordadas.
Ricas aaias da cambraia branca bordadao com o moto acarado coala
que na no mercado. asnwsrna ajoate
Ditoa de dito recortada* maia baratas.
Para baptisados.
.i. .C-.-COrlM ** Ti,Ud. de eM-.to branca bordadoa com multo
mais moderno a mais superior que ha ao mercado.
Manteletes.
3^000 peca.
Pecas de cambraia liaa larga Boa com 6 o 114 raran, maito hacato.
i
com ramo o caaoUa, o
otogaocia. o
ticos lencos de umbrala da linbo
Cha)
latoaaahatoaoo toaouim broaooc
. Alen Oh tascada* actos* moootoc-,
qualidadoa. qoa oto d ponirat moaeionar-M
N 89,4| e 5} ctdaum.
peto
Pont redonda o (ta 41
um grande sortimento"
V

11 0*0*50 qoa l
i 11 m\ i*1 L


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<4
MAMO NfWItlMtt

R1M1.

i
armazem
oho e
La moda Te ii ha _
J/*^50 F!Pnandes Duarte, proprietario deste
f"rV4*ef M.,,6.-P: ? "T reueM\ "i-eomo .01 aenhorea 4. pr.ca, de ene-
- "BOte? 1ue 9 or ente quuerem-se areauezar nenia aautl>im<...i. V -. .7.

qna se acha
por serem a aaior
cono ser-
rSa0.!r"?2! ''.0 P"V" **. afim d.contina.rem mandar comprar
itu diMnim.^.. .: a --* .wwjau, nm a ceniinuarem a mandar comprar
r^-aSraVoffio^
M P6rle preco.ulerenle pola gr.ad. poroto ,., te for iBSft ato&SSto
MAmMsa frmnewa lMOr,.lll>It.enbwil,m.
**nm perola Yxysson e ureto
e 11600. afi.oc.-se a boa "solidad." ,"e,h0tM <" h' ,ner0',, S*800' ,*00
240O. chegadoe neste ultimo vapor a 2#600, e|os do vapor panado a
* a r... dita, de ^TJSRZJS* fiBP* #" ",rBh" MqUeD"
Yfemt jaabrelIl70.IIikri
Pronto de Umeg,. t, .. lbra nttiro m n
a mais nova qna ha no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4|500.
yrmasete. 760 r,. libr l MiXi (740 ri
li^as eom ImUxIiVa de soda,. ,eM6mte ,tt.lidad a,JW0
Lata eom petxe em pkta,e B.U8 qualidade, a 1#m
WUaas mmte n wL 1<0oo r... b,rm.. retamo. M r,. gm.f8.
eee de Alfmfa m uuid. t llbraf por 1|Pm
i^ anatas part DOdlB a 800 r| tlibja>
Bauha de por co retinad
*U* de temte. Bti,noTa
Palos de lemb aprlmelraTM
Caouneas e palos BuUo n0T.
Palitos de dea te lixado
Clioeolatef ranee*. 1#aoo a Utaif diUo por 800
Marmelada imperial d0.
* 1*000 ra. a libra.
VAOS P*t* de 500. 560 6*0rs.
erveja das maie acreditadas marcas a
ar m_ 1 parasopa a maia noya fcue ha no mercado a 640 rs. a libra.
Vinho do Porto anoa J
"_engarrafado, Pqi
garrafa, e em caixa de urna duzia se far abatimento
mercado a 160 ra. a libra e em arroba a 5.
a 480 ra. a libra, em barril a 440 rs.
0 mercado a 900 ra., em latas de 2 libra por 1&700
ue Tieram a este mercado 640rs. a libra.
a 560 rs. a libra.
'com SO macinhoa por 200 rs.
1 libra, dille portuguez a 800 r
fama do Abreu a de outros muitos fabricantes de Lisboa
a garrafa, em caadas a 3*500 4$000 4*500.
a duzia, e m garrafa a 500 rs.
C.rcavellos, Moscatel e BoX'ueV^--'
Hfra.
se podem desejar em meias latas a 500 rs.,
dita com casca a 480 rs.
P o mais novo e limpo que ha n
Krvillias f raneezas ma]K 1
dit..inteirasa640ra. mahM" q"e
o melhor petsco que pode haycrpor esUr prompto a toda a hora a 1J a libra.
Milo de ameadoa 800 r..
Kozes muUo qoyaia 120 rf t lbrtt>
Gastaaaaspilad.sa240r8>aIibr
milil0 .pora 240rs, a libra, e a
" *"* do Maranho a 3 em arroba, e em Ilibra a 100 rs.
Fumo amerieaaoal|alibraie
|CVadlllYlae Franca. 240 r... libra.
saga mul0 DOT0 a 320 ra> a llbra>
Toaeiaao de L^boa a 860 ra B libra# ^
Farinaa do Haraaaao,
Toaeiali. iaslezaao0ri alibl
Passas em caVxvuuasde
Cravatinhas de raz 4e
coral,
o melhor que possivel. Vende-se mui bonitas
grayatlnhaa de raiz de Coral com duaa e tras
tollase lacos as ponas, sendo ellas basUote
S22.r,do8,^,vlsla 0 "6 >rati8aimaa a
z500 e 3*000: aaaim bom barato a naloia
d aguia branca, roa do Queimado n. 16.
Bom e assim barato
ningaem deixa de comprar ama pasta para pa-
pel por 11000. Naloja d'aguia branca acha-ie
umaporcao de boas e perfeilas pastaa para pa-
pel com calendario perpetuo, e ndice dos festas
mudareis, pelo que se tornam de muita utili-
flade, e o pequeo prego de 1|000 cada una
convida a proeitar-se de eecasiao em que se
eilao ellas rendendo por netade de que aem-
pre custuram ; assim dirjam-ae a ra do
yueimado, loja d'aguia branca n. 16, que raer
bem serylde.
Vestidos brancos
bordados.
Anda restam alguna cortes de vestidos braceos
bordados qu eontinnam-se a veoder pelo bara-
tissimo prego de 59, com i e 3 baba don, de ra-
a : na roa do Queimado o. 82, na bem conhaci-
da loja da boa fe.
Relogios baratos.
Na ra Nova n. 21. ha grande porga o de relo-
Joe foliadoj, dourados e de onro, patentes e orl-
zoniaes suissos e iogleies, os qaaes serie ven-
dido* pelos prego da faetura. Cada reoslo leye-
ra un recibo em que se responsabilisa pelo re-
galamento durante seis mezes.
orem porgose ar abatimento.
mais aora a 160 rs. a librs.
Independente dos gneros mencionados e
curar tendente a molhadoa.
Rival
sem segundo
Na rus do Queimado 55, loja de miudezaa
de Jos de Azeyedo Maia e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezas pelos
pregos abaixo declarados, e veoham logo pois
est acabando.
Caias com agulhas francezas a......V...
Noyeilorde Hirta para marcar a 20 ra. e..
Ditos de liara de cores e muito grandes a
Carretel de liuha, superior qualidade a..
Liona branca do gaz a 10 rs. e...........
Dita dita,a melhor que ha, novel lo grande
Pares de meias de cores para meninos a
Duzia de meias croas muio superiores a
Dita de ditas ditas a......................
Pares de meias de cores para meninos a
Linha em carto Pedre V a..............
Caitas eom phosphoroi de segaranca a
Caitas de folhas com phosphoros (so a
caixa ra 100 rs.) a...................
Duzia de phosphoros do gaz a.v.......
Frascos d'agua de colonia superior a___
Ditos com cheiros muito finos a........
Dazia de melsa muito Onas para senhora
Caixt^de apparelhos para menioos a 240
?.........., .
Trangasdala e delinho aortidas a......
Sabonetes grandes e superiores a........
Gcoza de botos pequeos para calca a..
Groza de buidas de lougs a..............
Varas datramoia superior a 120 e........
Groza de peonas de ac a..............,,
Carteiras muito superiores a..........'.'
Baralhos portugoezes a..................
Tesouras muito finas para costura a..!!
Ditaa para unhas a 240 e.................
Baralhos para voltereta a 210 e..........
Frascosdebanha deargo a...........,....
Frascos grandes de lavando embreada su-
perior qoslidale a....................
Frsscos de oleo de babosa a 320e......
Fraseos dedanha multo fina aztOe......
Agolbeiros com agulhas a.........,......
Novo sorti meato
de cascarrilhas de seda,
franjas e galo com lacos
n \s relas.
A loja d'aguia branca cabe, de receber um
novo bello sortimento de cascarrilhas de seda
com dnas relas fingiodo palo, o methor que se
pode, dar em Ul genero e vende a 2i a peca a-
sim como franja* de aeda dediveraaa eereaeW
guras per pMoe admkMfdas.esrte bsales, e
timbera um aovusimo galioziohe de sede ssm
1,^'*J0WlfJp,0**i.0* v MUfera
eafeitee de vaaUdos. A bartese cea tlon
d'aguia branca cosame vender es ebiaetea i
ben.ota eemorav a maia eom a
Umitacl dos pregoa p*rau. estA vodlo es
aitigos cima, pasa salificar-se dirigir-te eom
diobeixo dita loj* d*f uia branca roa doQuei-
m.'dt> n-1. que na realidade acharo baratis,
WWv.ialBWtMi
8 libris a 2500 cada urna.
lontrar o respeitavel publico tudo quanto pro-
120
40
40
30
20
60
120
29400
20000
160
20
160
100
240
400
500
3000
500
' 40
160
120
120
160
500
500
120
400
400
320
640
800
500
3
80
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
ft C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
i> leves para daas e 4 pessoas e recebem-ae en-
ommendas para cujo fim elles possuem map-
1 as com varioa desechos, tambem vendem car-
i ogas para condncgSo de assucaretc.
jhegou a apreciavej agua bal-
smica para a bocea e
dentes'
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
ja remessa da mui praveilosa e procurada agua
alsamica para a bocea e denles. O bom resol-
ido de tal agua ja nao soffre duvidacomo sa-
l ido pelas mmensas pessoas que a compraran)
< quesentiam a falta dalla, e as que de nov
(omprarem acharo que o uso del la faz conaer-
i ar os denles saos, livrando-os da carie, forlale-
ando mesrna agradavel aroma, podendo-ae
i esmo usar dells nao s pela manbaa como a
aualquer hora, e com acert depois do fumar pa-
r i tirar o cheiro do fumo.ou quando se tenha de
sinir para ter-se a bocea aromtica : para isso.
f orm. bastara algumas gotas della em agua pu-
n.Oproveito d'agua balsmica anda chega a
^lais, ella serve com acert e proroptido para
sabsr ador de dentes, eosopaodo-se nella um
! ocado de algodao e deiUndo-o no buraco do
ente, este adormece e em pouco desapparece a
or. Para se obter um frasco de to proveitoM e
preciavel agua balaamica, Mrigir-ie com 1
I )ja d agua branca, ra do Queimado n. 16, uni-
< a parte onde ella se vende. Adert-se que os
f ascos vao marcados com o rotulo da dita loja
Jeitos de esguio de algodao
para camisas a 500 rs.
Na loja d'aguia branca vende-se multo bons
p sitos de esguiao de algodao para camisas a 500
r i. cada va, dinheiro a vista : na loja d'aRuia
branca ruado Queimado n. 16.
Cestinhas de Hamburgo.
i Lw" ^" d'a*ia de OBro' <- Cabng n.
fiC ,u,r*eb complete aortimento de
litadas eestsnhas de todoa os tamanhos proprias
pi ra menmasdeescola, assim como maiores com
22*\E?!!sPm ce?P". elelof proprios
f*i^!lif' p,opr,OB P"fques, ditos
m to bonitos par. briaquedoe de meninos, di-
c malta baratos-
a o
. omsOa Franeieeo do ello SsqUs aviea
**reguMeedei*anfaMeojdfAra,qo toa
eto venda sabio da... f.bnSU?iaIS5
- Me, aeataaaa dosSra. TravaeoooJsmsor
4 "*>>* 5f j m~m amarelU,
cas oha. proto e oatroo qealidades por a'
fv^foedaMtmfaMeM. No aoomoaa-.
I *******+* vota doeorssa^l
ia eom miatera
Vendesn-se na prega da Independencia os. 37
e.dw, loja de Antonio Augusto dos Santos Porto,
capailas de immortal para.2 de novetebro se bo--
tar no cemiterio publico, com os Domes seglo-
Minha esposa.
Meu esposo.
Minhami.
Meu pal.
leo filho.
Minha fllha.
Urna lagrima.
trna a misad e;
udades sempre vivas.
Vendem-se os engeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguesa de
S.*Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
cundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em easade S. P. Jonhston 4 C,
elliase sh5esaglezes,candeero.< e castigas
,bronzeados,lonta agieres, fio devala,chicla
paractrrog, emon:*rit,arrioiptr carro de
um a Jous eavalos relogiosde ouro patente
ngler.
RelQgios.
Vende-so em easa de Job es ton Pater 4 C,
roe doVigario n. 3 um bello sor tinento de
relogios de ouro, patente ingle, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
ama variedade de bonitos tranceln.' para os
mesaos.
gMSM3N3gft M3M SKeWMigMX
A loja da bandeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a
iodos os seas freguezes tanto da praga
cmodo mato, ejuntamente aorespeita-
w vel publico, que tomou a deliberagao de
i Daixar o prego de todas assuas obras, por
| cujo motivo tem para vender nm grande
5 oftimento debahs e bacas, tudo de
differenteslamanhose de diversas cores!
em pinturas, e juntamente um grande
sortimento de diverses obras, conteDdo
baoneuos e gamelas compridas. grandes
e pequeas, machinaa para cafd e cane-
cas para cooduzr agua grandes e peque-
as, latas grandes para conservar fari-
nba e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes o pequeos ae uso do Brasil o
e>mas de vento, latas de arroba a 1>,
5 bahsgrandes a 4j* o peque noe a 600
" hacia agrandes a 59 e pequenaa a
800 rs.,cocos do sia a 1 a dusia re-
gadores regulares muito barate, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ha pintados e em braoco e ludo mais
se vende pelo meaos prego poasivel : na
loja da bandeira da ras da Croe do Re-
cite n. 37.
seMisawij as aaamaal
ULT11A MUDA
40-Bua do Queiiuado-40
Ricos manguitos de cambraia bordados, a ba-
lo, o mais superior que ha no mercado, vindos
no paquete francez de 13 do correte mez e
tambem un grande sortimento de chales de nre-
rrn de todas as qualtdades.
Barato.
Linha de carreteT, 900 jardas a 00 rs.
Clcheles fraoeezes, calzioha a 80 rs.
Agulhas francezaa, caisinha com rj papis fes-
fio prtncipiande a ferrojar) a 1*) rs. : na ra do
Queimado, loja (Tagoia branca n. 18.
- 7 .*'-Bieb,r "5f C" ""aorea, roa da Crai
n. 4, te t para vender relogios para algtbeira de
ouro e prata.
Saiasdecordo.
Superiores saiaa de cordio a 3, 3*500 e An
PHVRHACIABARTHOLOME
Ra larga do Rosara n. 36
Reb l'Affeetenr.
Pilurasde Allexou.
Pihrlas amerreeroas.
Veratrogoingres.
Plalas Holloway
Ungoente Hollevsay.
Tenatm-s globos para undieiros, boa-
HOT,
armazem era pgresso
DE
Jos de Jess Moreira
Companha.
Ra ettreita do Rosario, esquina da ra
das Larangeiras n. 18.
. fZS?*VZ! manteiga inglese perteiteaeote flor
a 800 e 70 rsrlll dita fraoceza a 640, em barris.
de urna oo de oulra faz-ae-ha abatimento. cha
bysson SJ700 a libra e a 2J240. queijos do ulti-
mo vapor a 2f ; alem desles. todos os mais ge-
P*'a Por menos do que em outro qualqoer es-
japeieeimento. Responsabilisa-se pela boa qua-
lidade.
Vende-se ou aluga-se um piano*, preprio
P*ra aprender, de Jacaranda, est em bom es-
tado, 12 cadeirai, 1 sof,-2 bancas de abrir, tudo
lacaraod, em conta ; trata-ae na roa da Ca-
deia do Recite n. 49.
Chapeos para senhora.
Ricos chapeos de seda e de velludo para se-
nhora, pelo baratisslmo prego de 15 e 169: ne
roa do Queimado n. 21, loja da boa fe.
Lindas caixinhas
com necessarios para costura
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca mui
lindaacaixiohas ma.izadas.com espelho, tesoura,
caivete, agulbeta, agulheiro, dedal e poateiro,
tudo pratiado e de aparado goato, eafla urna
caixioha ezcelleate para um presente, e mesmo
para qualquer senhora a pdsauir, e vendem-se a
10* e 12* : na lo4a d'aguia branca.ra do Quei-
mado n. 16.
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
da a 2$500a peca.
Na loja d'aguia branca tambesa so vende mui
bonitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
isso pelo baralissimo prego de 2*500 a pega de
10 lengos. E' esse orna das pechiochaa que costa
apparecer, e quando assim approveitar-se da
occasiio, porque elles servem tanto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'agnia branca, na ra do Queimado n. 16, ter
vontade de comprar mais de ums pega, tal a
bondade delles.
As melho-
res machinas
de coser dos
mais afama-
dos autores de
New- Yerk:
vendem-se
unicam ente
no armazem
de fasendas
de Ravmondo
Carlos Leite
& Irmio, nu-
mero 12, ra
da Imperstriz.
80
3X0
200
100
200
800
1*000
15280
40
100
200
400
3*500
40
20
40
100
200
20
100
80
400
Arados americano te machina-
par alavarroupa: emeasa de S.P. Jos
hston & C. ra da^eazala n.42.
O rival sem segundo, na
ra do Queimado n 55
defronte do sobrado no-
vo, est vendendo tudo
bom e bara tissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por presos que admi-
ram, a saber;
Caalvelo pon aparar peana a
Ditos com 2 tolhaa muito Uooa a
frascos de macag perola muito fino a
o de eleo muito fino a
Tranga de Ha eom 10 varaa, bonitas co-
ros &
Franjas de Ha com 10 varaa, bonitaa co-
ros a
Sapatos de tranga de algodao a
Wtos de dita de Ha a
Caix.s com lacas para charutos a
cartas de alfinetes sortidos francezes a
Caxas de ditos ditos a 80 rs. e
Si" p,r* ,,n,Par ^e01" mullo finas
w rs. o
Dozla de facas e garfos, cabo preto a
sjasses com grampas multo boas a
candes com clcheles a
Ditos com ditos de superior qualidade a
Oedaesde ago para senhora a
Aanonetes multo grandes a
Apitoa de chumbo para crianga a
Hialejo para meninos a 40 rs. e
zapadores para veatidos, muito gran-
des a 60 rs. e
Sapatiobos de Ha para meninos a
r I-iVe? unu ,,ri'ade de miudezas que se-
3^,donho menciona-laa, pois s i vista que
se pode apreciar as quslidedes e os pregos.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT .
Milhares de individuos de todas as naces
poden testemnnhar as virtudes deste remedio
ineomparavale provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seucorpoe
membros i Dteira mente saos depois de ha ver em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessss curas ma-
raviiboMS pela leituia dos peridicos, que lh'ai
relaum todos os das ha muitos annos; e a
maior parte della s sao to sor prenden tes que
sdmiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de sens braeos e pernss, depois dedur
permanecido longo lempo nos hospitaes.o tes
deviam soffrer a amputagao t Dellas ha mui-
casquehavendodeixado esses, asylos depade-
timenios, parase nao submeterem a essaope-
raeao dolorosa foram curadas completa rente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de sen reeo-
nhecimento declararan} estes resaltados benfi-
cos diante do lord eorregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticarem sua a firma-
liva.
Novos chegados no ultimo paquete
em caixinhas de 8 e 16 libras o melhor
quese pode desejar neste genero, Ten-
de-se tanto em porcSo eos ^,,1^
nicamente nosarmazens Progrestivo
Progressist no largo do Canso n. 9 e
ra dafCruzes n. 36.
la ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann Irmios 4C.t tem eai-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos- de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo crrelas para
trarismittir movinaento, caado
de borracha de qualquer com-
pnmento e grwsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, po-
bre ditos artigos tomamse en-
commendas.
penal n. 49. V *im M n* lm~
Calcado barato.
Borzeguins para senhera por 41500 M u^n
o par. ditos para meoina por 41 *BS0q7TT
zegoins de bornea, pato, *?l.XtT.,J&51"
ninas, tudo por mdico preco: na rs.. ? A?.!l
d. rj-
r b
4SB
ff
Ninguem desesperara do estado desaude si
tivessebastante confianga para encinar este re-
. medio constan temen teseguindo slgnm tempe o
Aia^aai e UVS de Lisboa mui- | "J V** necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo enra.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Inflammacao da bexig
to boas.
chegadas no paquete inglez, vende-se na roa
eslreita do Rosario n. 11, estabelecimento de
Sodr di C.
A 2$500
Chales de merino estampados, que em outras
lojaa se vendem por 49 e 59 na loja da boa f
na roa do Queimado n. 2t, vende-se pelo bara-
Ussimo preso de 2$500.
Luvas de Jouvin.
Continua-se a vender as superiores luvaa de
pellica de Jouvin, tanto para homem como para
senhora ; na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa fe.
bROUPA i sita aindamisbabatas.!
I* SORTIMENTO COMPLETO
01
fazendas e obras feitas
5 ao
LOJA E ARMAZEM
IGes & Basto!
If A
una do Queimado
*. 4ft, fvomto omoreUa.
| Constantemente emosumgrandee va-'
iadosortimento desobrecasacaspretaa!
e de cores muito fino a 28),
i paletots dos meemos pannos'
_ *4|, ditos saceos pretoa dos
meamos {Jaunos a 14, 16 e 181, casa-
cas pretasmuito bem feitas e de superior
panno a 28, 80f e 35. aobrecaaacas do
eaaemira de core multo finos a 15, 162
a 18f, di tos saceos das mesmascaseai-
ras a i0#, 12 14|, calcas pretaa de
eaaemira una para homem a 8, 9, 10|
e 12, ditaa decaaemira decorea a 72.8*
9 e 10, ditaa de brim brancos anito
Dea a 5| 6, ditas de ditos de cores a
8, S500, 4 e 4500, ditaa de meia ca-
semira dricas cores a 42 e 42500, col-
letespratos dacaaemiraa 5 e 6, ditos
de ditos decores a 4|500 e 5a, ditos
branco ida seds para casamento a i,
ditos de 6, eolletes debrim branco e d
i f stao a 8, 8500 e 4. ditos de cores a
; 500e3, paleto tspretes de merino de
i aordiosaceo osobrecasaeoa 72,8et
eolleteapretos para luto a 460O o fisj'
j aspreUsde merino a 4*500 6. 7-
l atota de alpaca pretaa 3*500 e 4f, ditos
so brecasaco a 7 e 8|, o u i to fino cel-
i latea de gorgurio de sedado coresmaito :
loa(aaadaa8#80Oe4f, eolletesde vel-
luda de cores e pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de pan no pre-
toa e de cores a 14, 15 e 16. 41toe
i casemira sacceparaos meemos a6*500 o
7,dltosde alpasa pratossaceos a 8
;1500,ditossobrecasacos a-5J e 51500
alcasde casemirapretaae decores a6*'
2500 e 7. camisas para menino a 20
i darla,camisas Ingrezas prega largas
multo, perior a 92 a dazia para acabar.!
Anta como tamos ema oflcina deal-
'fsteondemandamos exeettailodas as
obras com bravidade.
algasia, aoao as de bas de japfi aaW'bsrat'do y\n meaisasuT
"quer parte: na ra larga do Rosarle, a. 9
Atlenco
Vendem-se canOei vastos proprios
para bahuleirotjunieiros etc. a iptSO:
quem pretender diriia.se a esta tipo Veadem-se ricos enfi
rapbia, que ah se din* que** es tem S^jg^jj^
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabeja.
dss costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupepes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacocs.
Infismmacio do figado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de ledos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sol, Havana e Hespanba.
Yende-se a 800 rs., cada bocetinha conten
unta instrnocao em portuguez para explicar o
modo de fazar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmacentico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Pechincha sem igual.
Cortes de cal$a de eaaemira prela e de cor en-
festada muito tina a 4*500 ; na loja da Califor-
nia, ra da Imperatriz a. 48, junto a padaria
francesa.-
Poassa da Russia e cal de
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervo?.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articolaces.
Veias torcidas on no-
das as pernas.
No bem conhecido e acreditado deposito da raa
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potaaaa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgen) em
podra ; tudo por precoa maia baratos do que ea
oatra qualquer parte.
FUNDIDO LOW-MOOfl
Ra daSenialla No\a n.42.
Ueste estabelecimento contina abaveium
completo sorliaentodimoendaicaeiaf moen-
das para engenho.aachinas de vapor etaixas
te ferro batido o eoado.de todos ostamanhos
para dito
Superiores organdysa
720 rs avara.
Vendeos m fiaiaseaos orgaodya de muito bo-
nitos padroes, pelo barstissimo prego de 720 rs
a vara, A (sapada que aoapra se vendeuper
1*200, aasim pois, quem quizer comprar fazenda
fina muito bonita e muito barata chegar rea
do Queimado n. 22, na'bem conhecida loja da
boa f.
Paraosbailese theatros.
Riquisiimot ciatos domados com rindas fivelas
taasbem douradas e esmaltadas, e eom ricas pon-
teo aera eablrem sobre os vestidos, muito pro-
prios para as seoherse que trverea de ir aoe bai-
fcs o ttreelros ", veodea-se sale berstMae pro*
Da n#m eeanecies iojs ea nos te.
Enfeites riquissimos.
enfeltes de retroz. slo os
ios que baste mercad
: na rea do On
|n. 2, na loja i a boa f.
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Escravos gdoiT
aeimic Itloai
ra Jos*
Em das de juobo deste auno desapparecen
da fazenda S. Benlo, na fregueiia do Aert, o es-
eravo crioolo de nome Guilberme, coa oa sigoaes
seguinles : preto, idade de 17 annos, alio, aeeee,
pouco formoso, olhos grandes, pernas finas, coie
escravo levou em seu poder oa eavallo alasic
com um ferro ne quedo direito e tro so ea-
querdo, suppe-se que este escravo foi seduziJo
por alguem para ser vendido acata pracs a 00
sul, perlencentea Laurenlino Bezerra detene-
zes Gilvao, e rogs-se a todas as cisea ecapities decampo a raptara do referido
escravo, offeiecendo-se de graticaro a qaaalia
de 100 a quem o pegar, e leva-lo oa aa referida
fazenda S. Benlo, uo Serid. oa na capital do lio
Grande do Norte, em casa do Sr. Joaaaia Anio-
nes de Oliveirs.
Fugio do engeobodo abaixo asaignado, no
da 13 de dezenbro de 1859, ua skossejoo crioalo
por nome Joio Gregario, idade de 20 a 24 annas,
bem preto, altura regular, alegre e refriis, efli-
cio de carreiro, o qual foi preso na Babia em Fe-
vereiro de 1F60, e remeltido para Pernaabucc
em um vapor, d'oode Icrnou a fogir, a sopie-
se estar na Babia ; roga-se as autoridades poli-
ciaes e capities de campo que o apprebeadaa e
o remettam para Pernambuco a entregar ao Sr.
Joo Pinto de Lemoa Jnior, e que pagari qual-
quer despeza que se flzer.
L'mbelino de Paala Soaxa Laio.
Acham-se fgido dous escravos, atado ua
pardo, de nome Luiz, conhecido por Laiz M00-
teiro. claro, alio, seceo, cabellos cachiados, per-
na bastante compridas, e com um aaior signal
que ser canhoto, idade 22 annos, sonco mata
ou menos, sem barba, offlcial de pedreiro, tam-
bem pinta, e trabalha um pouco do funileiro ; e
oulro crioolo, de nome -tilias, cor fel, bea
parecido, estatura e corpo regolsres, bea bar-
bado, e offlcial de laooeiro : quem oa pegar,
leve a seu senhor o major Antonio da Silva Gus-
mao, ra Imperial, que aeri bea gratificado, e
igualmente recommenda-os ss autondades poh-
ciaes.
Escravos fogidos.
Fagina juntos no dia 20 do acleasbro do cor-
re dte aneo, os escravos Cscalo o Lata, coa ee
sigoaes seguinles: Goocaio criale, de idate 14
a 15 annos, seceo da cerno, levaado cales do rie-
cadinho de quadres e camisa de algodao da listas,
Luiz crioulo, bem preto, altera refalar, Ota ejae
padece de calor de figado,.tea ase veraaa aso
ou duas fstulas, filho dea beodas de Pedras de
Foto, da provincia da Psrabiba : roga-se, par-
tanto, a todas as autoridades policiaos, cap lies
de campo oa qualquer pessoa, qne ee aaoreaoa
dam e tragam me do QoeimeO e. M, leja le
Ferri & Maia, que se diri o dono des escra-
vos, e gratificar generoaaaonte.
Esli fgida a negra Edavirges qee ba eoace
foi arrematada em praca, tea oe signaos sajba-
les : alta, cheia do corpo, cera larga a batees
rossos; esta negra foi escrava de Sr. Jeeqaia
ereira da Silva Santos, aerador aa me do Isa-
perador, com. loja de louea: pode-so as aatori-
dades policiaes de mandar preader, sendo encen-
trada, e protesta-ae cootrs qnea a titer escond
da ; suppe-se estar amanada ea alfaaaa casa
mesmo aqui por parte : quea a preader. leve-a
ea cass do Feliz, raa do Imperador n. 75, leja,
que ser bem recompensado.
-* Fugio no dia 29 do panado na escravo am-
isto de nome Fernando, baixo, gresse, cabello da
cabocolo, toca violeo e rabees, cansa qae tea
ama amasia ne O Bajaba Neos, e ii fot vieto se
estrada-do Hospicio para Sanio A asara: ajneea a
render seri reeaansoaaada na rae de AnoUo a.
deposite da fabrica eoHonteiro.
Deaapparecen no da 1S do corrate, da si-
tio ds S. Jos do atanguinho, o esersve crnele,
aaior de 50 anuos, d nome Jeeanjaj, rea as
fuaes seguin tes: cabellos brancos, alte, a
corpo, p ees atpsrtslss; este escrava foi
edade do Sr. Maaoel Jus PeretraPeca-
aeatj. d'OOde velo para aqai fagido:
lu ss autoridades policiaes e a gara
encostre, de o capturar e estrega-li _
< cima citado, oa na raa do Tisslclas a. la,
Jos Teixeira Baste.








I--------------
: MM||gMgH
feito per occasiao
se ealaver ie imajirieuifa recca
o
nascida, no ejes do R
passado.
18
a aecusaco da infeliz
M. M Brisad o Chaud
rile do d Pide, reuDi
rao s no da 6 do passadn.oi fHbia da po-
I! horas da manhia, oeWs". Drs. Pra-
xis Gomes de Suata Pitang), Este vio Caval-
cactioe Albuquerque, Augusto Carneiro Monlei-
10 da Silva Santos, Manoel A (vi di Costa Brac-
eante e Jos Soriauo de Souza ; estando tambera
presentes nos e o Sr. Dr. Pedro Doroellas Pes-
soa,-para, em presenca da autoridade. darem
aquees sus opioiio taspeitoda queslo, con
cemente menina que tora achada morta no da
18 ; queslio esta suscitada, segundo dizem, por
eaU3a do corpo de delicio quo fuemos juntamen-
te com o ultimo dos senhores cima mencionados,
e no qual dos limitramos someote ao exame ex-
terno do cadver, e docimatia pulmonar by-
drostatica, por julgarmos ser isso mais que aufli-
ciente par formular o nosso juizo. Has, como
oada encontramos, tanto em urna como em ou-
ra^couaa, isto como nao descubrimos lezo al-
guma externa que nos levasse a crer que a mor-
te havia sido forcaJa, justificando-nos assim a
experiencia docimazica hydrostatica, abrio-se pa-
ra logo o campo urna diacusso rendida.
De todas as questes que se prendem medi-
lina legal, a questao de iofanlecidio sam du-
rida, a de mais difficil solugio ; e em perfeita-
mente deslinda-la, v-se o verdadeiro medico-
legista multas rezes embarazadsimo. E por js-
so assim se exprime Orphila:
A importancia do assumpto que vou tratar,
merece que Ihe consagro aioda algumas liabas ;
urna analyse rpida dos objeclos que devora fixar
a alinelo do medico em urna questao deste ge-
nero, nao ser sera inleresse. O pratico deve es-
tir bem convencido desta verdaue, que, na
maior parte dos casos, em suas maos se acha a
sorte dos aecusados ; e posto que inspire horror
ocrime de infanlecidio. nao deve nunca coocluir
que elle foi commeitido, se nao estiver disse bas-
tante convencido Alguns culpados, sem duvi-
da, escaparan espada da justica, porque ser
impossivel eslabelccer a existencia material do
erime ; e quaotas pessoas inoocenles nao terio
sido iofammadascom urna condemnacio ? I
Entretanto, a razio dessa dificaldade que al-
legamos porque, o que muilas vezes fignra-se
a uns a causa real da roorte, que constitue o in-
fanlecidio, nao reconheci lo por oulros com es-
se carcter ; e esses at chegam a provar que taes
causas nao existera, como diz M. Fodr no juizo
que pronunciou em favor da causa da infe>iz Uar-
xariila Granger, aecusada no tribunal de Aube,
por crime de infanlecidio.
Reprodoziremos aqui
mi. que nos fornecem
quinta edicio pag. 257.
Margarida Graoger aecusada de infantecida,
havia declarado que nao linba certeza de se achar
peiada, e que o seu cirurgio. tambem eslava na
mesma duvida como ella ; que, leodo cahido oo-
'e dias antes do seu parto, nao estaodoem ter-
mo, parir s. em seu leito. urna hora depoisque
nelle se deitra. e quatro horas depois das pri-
meiras dores; que nao liona ouvido o seu filho
gritar, que ignorara como ella hara rompido o
cordao, e que esforcos fliera sobre o menino ar-
rancando-o ella mesma de seu seio. Era o leu
primeiro parto. Viram-lhe as maos tintas de
sangue, depois do parto, e a sahida da placenta
s leve lugar qaatro horas maia tarde : nao se
enconlrou nenhum vestigio de sangue no gabi-
nete, onde ella havia parido, e do qual nao sa-
nira.
O relatorio dos praticos dizia que o cordSo
nao tinha sido nem cortado cera ligado, mas des
pedacado a urna pollegada e meia do veotre;
que existia urna ecchymose derramada tanto so-
bre a cabeca como no pescogo e no peito, princi-
palmente do lado esquerdo ; que observaram
tinte quatro ou vinte cinco feridas ou conluzes,
sendo a maior parte Oe algumas liohas, e as mais
lonjas nao excediam a dezoito linhas, das quses
algumas affeclavam urna forma circular, e as ou-
tras erara rectas, nao tendo todas mais do que
nma lioha de comprimeoto, situadas sobro diffe-
rentes pontos da face; excepto seis espalhadas
no pescoco e na parte superior do peito : o que
Ihes havia feito presumir qne a cabera desse me-
nino poderia ter sido lancaia de encontr a al-
guns corpos daros, cujas impressdes erem des-
iguaes; que tendo examinado a bocea, viram a
maxitla inferior fracturada na symphyse, e que
essa fractura podia ter resultado dos esforcos fei-
tos para obstar ao grito da rianca, ou para afo-
ga-la ; que haviara encontrado, abaixo 4a orelha
esquerds, orna depressio ou aprofundamento que
nao existia no lado direito, e que nao era o or-
dinario ; que determinaran) abrir a cabeca e en-
contraran) o parietal esquerdo profundado em sua
parte inferior, que no abrir o crneo correr mui
lo sungue liquido, o que nao teiia tido lugar se
o menino tlvesse morrido antes de nascor, nao
estando elle contuzo, porque havia muito saogu
extravasado na base do crneo: que aOm d
mais se certificaren) se o mesmo estava vivo|
quando viera ao mundo, abriram o petio, e que
essa inspeegio se convencern) de qne o pulmio
lioha sido dilatado echeio pelo arexterior, oque
provava que o menino tinha vivido ao sahir do
ulero. t>
Em consecuencia de ludo isto, os praticos
deeidiram que honvera iofantecidia.
A joven Granger foi coodemnada morte
pelo tribunal criminal do departamento de Yonna.
Ten3o sido cassada a senlenca, e havendo
sido reenviada a aecusada para o tribunal de Au-
be, Fodr eslabeleceu que as lez5es, a que os
pratiros haviam dado nd*i/7ernimene o nome
de feridas ou conluzes, nada tinha de coramum
ou de semelhante a urna impressao qualquer ma-
terial, e que iodicavam antes a maneira pela qual
* moca se havia partejado ; que a di visa o da
symphyse da maxilla inferior attestiva somente
os extorcas que ella para esse fim devera ter fei-
to; que a depresso do parietal se manifesta e se
d muitaa vezes nos partos ; que o sangue flui-
do, derramado na base do crneo, se encontrara
em todos os meninos, cujas cabecas tivessem ftcado
muito tempo na passagem, e que houvessem mor-
rido ; alem de que os ven trienios laleraes do re-
cemnascido continham muita serozidade arerme-
lhada, e o cerebro muito sangue : que a vista
d'isto era cn absurdo dizsr-se que o menino lioha
nascido vivo : que a falta de proras respiratorias
impedia de estabelecor esta ultima consequencia,
a qual eslava muito longe de deprehender-se
do estado do cordao umbelical,' rolo muito perto
do veutre, pois que n'elle nao se havia dado ne-
nhuma hemorrhagia, o que prora que o menino
morrera ao natcer ou mesmo antee de nascer.
Estas concluses, conformes s de nove
mdicos ou cirurgies de Troyes, e s de H.
M. Bourdois e Bandeloque foram adoptadas pelo
tribunal que absolreu a aecusada. a
Desvanecemos-nos e orgulhamos-nos de veras
em poder exhibir como garanta e prora cooclu-
denle para o fundamente di nossa opiniao, qnan-
to questao que ora se agita entre nos, a dec-
2o formal sobre o processo d'essa mulher, que
rergaria.sem durida ao pezo de urna condemnagao
injusta, e fllha somente da incuria de seus acco-
sadores, a nao ser o juizo ulterior e eompleto de
homens mais entendidos na ciencia medica, e
mais propensos a attender ao* reclamos*da na-
trete.
Ningoem negar por certo, a grande analoga
que realmente seda entre o cadarer da crianca
achada mora a 18 do paseado, e o aquella de
que ha pouco fallasses; porque o estado. reUfi-
ramente a ambos, o mesmo.
n rniiAiiBvco; qibta riiku o m ootubm) k mu.
jligat o nem cariado. Eotretanto, o nuda notavel
q te, acUando-se os poYtMe de niira'te dt ou -
" tra (ranla em i Jenticas ctreumetancias, os ultl-
ilgaeres de Graoger en te adera e decl-
; dir n que os pulmftes do filho d'esaa mulher pi
a*M m respirado, ou, antes, neo hariam prodo-
, fjg zido a respiracio n'elles ; e os Srs. Drs. no caso
em jueatao determinaran: positivamente que a
menioa havia respirado.
U'. Gajljemot cita-nos um casa em que o cor-
dSo nmbellctl produzira grandes ecehymoses no
. pescoco de om recem-neteido ; e'assirn se ex-
prin e :
< As circulares podem estar muito estgeilamen-
I te cerradas, para estrangular o menino e mala-lo.
Chegando-me eu urna mulher que acabavs de
parir, achei seu filho roorto e aioda detado junto
das partea genitaes ; o cordao fatia tres circula-
res em volta do pescoco, e eslavam de tal ma-
. neira aperladas que se riaurna ecchymose pro-
! funda em roda do pescoco.
Em seu tratado de medicina legal, coordenado
segundo a legislago portugueza, dizem os Srs.
Drs. Purtado Galrio e Macedo Pinto :
As mais das rezes impossivel certificar
que um feto que nao respirou nascera vivo; por
que os pulmoes e o systema circulatorio, de cujo
estado se derivara as proras mais evidentes da
rida do feto, offerecem o mesmo aspecto e as
mesmas condicoet, como se elle morrera dealro
do tero. E as proras que no adulto se tiram da
extensas, sede e natureza das infiltragoes san-
guneas, por causas violentas, nao lem igual va-
lor no feto ; japorque o sangue deste, sendo
maia fluido, presta-se melbor a formar extensos e
mais promptos livores, j porque podem aioda
produzir-se ecehymoses im mediata mentedepois
da morte sem haver meio de distinguir das que
houverem sido feitas durante a vida.
Muitas rezes as apr> sentacoes mesmo da ca-
beca sao de grande risco para as crianzas, pelas
fortes e continuadas contrapees uterinas exerci-
das no estreito superior da bacia e mesmo no in-
ferior, por darem em resultado a morte, desen-
volvendo ecehymoses sobre o pescoco e a cabeca,
como felizmente acabamos de observar em urna
menioa fllha da escrava da Exma. Sra. D. Olin-
dioa Flora Cavalcaoti de Mello, parenta do Sr.
Fraocisco Simdes da Silva, morador na ra Di-
reita n..., segundo andar.
Fomos chamados para partejar dita escrava, e
trabalhamos em companhia do nosso collega Dr.
Estevo Cavalcaoti.
T<;ndo nascido morta a crianca, e obtendo per-
misso da Exma. Sra. D. Oliodiua, para esludar-
mo sobre o cadver da recem-nascida, o nosso
amigo Dr. Estevo communicou ao Sr. Dr. dele-
gado do distado a nossa preteocao ; e nao tea-
do sido obstada pela autoridade aa iovesligacoes
que nos era misler fazer, foram convidados os
Srs. Drs. Pilanga eSoriano de Souza, para asdez
horas do dia 6 do correte, se achassem, sendo
que quizessem, na casa do Sr. r. Gavalcanti,
para procedermos ao esludo do cadver. Nao
tendo, porm, comparecido o Dr. Suriano, por
motivo que allegava, principiamos o nosso tra-
balho.
Discripgo.X crianca tinha sido extrahid por
meio do frceps. Era urna menina de cor parda
escura, nascida em termo, tendo 16 pollegadas
de comprimeoto, e bem conformada.
O dimetro transverso da cabeca tinha 4 dedos
transversos,o frontooccipital 6 1/3,-o melo
occipital 7,o diagonal esquerdo 5 1/i, odirei-
lo 5 3/4.
Lezes.Lirga e profuoJa ecchymose na parte
superior da cabeca, compreheodendo 2 1/2 pol-
legadas no dimetro aotero-poslerior, e no sen-
tido transversal, partindo da orelha direila es-
querda as soturas fronto-parietaes. O tecido cel-
lular eslava todo infiltrado de serosidade sangu-
nea, bem como o periosteo, abaixo do qual se
observou sangue coagulado derramado : os mus-
culos tmpora es, e paslerior do pescoco estavam
ecchymosados, ecchymose que se manlfestava at
junto dos ossos.
Abertura da cabega.Abeila a cabeeja, obser-
vou-se que todas as membranas estavam comple-
tamente injecladas, assim como todos os vasos.
A berlura da caixa thoraxica.Diapeosamo-
nos de fallar dessa cavidade, em razao de ter sido
fcita a iosuflaco pelo Dr. Cavalcauti, alguns mi-
nutos depois de exlrahida a crianca, por nos dar
0 resultado dos pulmoes que respiraran).
E" por tanto coocludenle que, enconlraodo-ae
as lezes, de que aioda ha pouco fallamos, cm o
cadver de urna creaoca recem-nascida, alguns
praticos naturalmente nao hesitariam em dizer
que a morte tinha sido produsida por maos cri-
minozas, se por ventura nao tivessem dados mais
convincentes, que Ibes provassem o contrario
No exame que fizeram os Srs. Drs. na cabe;a
da creaoca, segundo se depreheode do relatorio,
nada encontramos que nos levasse a crer que fo-
a a recem-nascida assassinada; pelo contrario,
tudo parece-nos provarque a causa da morte nao
lora outra seno, o trabalho de um parto labo-
rioso, e demorado ; entretanto admira-nos de
que tendo fallado o Sr. Dr. autor do relatorio.
na abertura do crneo, se limitasse to somente
a dizer:
A massa eocephalics estava toda fluida, de
istencia de xarope ; de sorte que rompen do-
membranas ella corra derramaodo-se.
nos parece que S. S. deveria mostrar a causa
de encontrar essa massa toda fluida, e dizer, ae
nos recem-nascidos mortos por estrangulado,
Quanto ao cadver dar menina que leu origen
qwstio ventilada entre na, diz o medico rel-
lalor :ha ecchymotes nopeefo,%t,part*pos.
terior 4a cabeca e no peito:-to processo de
Granger se dizia: nicontuxet*a etbeca, no
jmcoco % no peito f no cadarer 4a menina t-u
anda o cor di o umbelical, sem ter sido ligado norte 1
em cortado: no outro cadarer, do filho d .
|er, o cordSo umbelical tambem ftl tfnh sido
como S. S. suppe ter sido essa a causa, deve-
riamos encontrar com tal carcter a massa cere-
bral, ou se isso terii sido o resultado de um sof-
frimento dessa viscera, ou se do adiaotamento
de putrefacto; por que nos quer parecer que
com esse simples dicto, rem dar-nos S. S. mais
forca aioda para nos couveocermos de que, a
creaoca nao fora victima de manobras crimino-
sas; porque a ter havido estrangulado, deveria
necesariamente encontrar de mistura com essa
massa fluida, alguos cogulos de sangue, ou mes-
mo sangue liquido, como resultado da coogesto
dessa orgam.
Em quanto a davida que poe o collega, de nao
terem os pulmoes gravitado para o fundo do raso
que se prestara nossa experiencia, por encontrar
S. S. esses mesmos pulmoes, no dia do Io exame
oa secretaria de palicia, sobrenadando na super-
Qcie do liquido, nada diremos sobre esse as-
sumpto, por que ja muito bem respondern) os
Srs. Drs. Pihnga, e Estevo Caralcanli, e mes-
mo pelo que j apresenttmos ; e por isso poupar-
nos-bemos do trabalho de continuar reprodu-
zir o que fica sabido, e nos limitaremos somente
em sustentar o nosso juizo a respeito do corpo de
delicio que flzemos, concluindo e ratificando as
respostas dadas aos qaezitos do auto deste modo:
Io Que honre morte.
2* Que a creanca era recem-nascida, que nao
rlreu, nem respiro*.
3 Que morrera em consequencia de um parto
laborioso e demorado.
Recita 7 de ootubro de 1861.
Dr. Pedro Antonio Cezar.
Principise consequencias.
O antlgo rgimen,
(CoDliauaclo.)
I
A ordem inferior ligndole ordem superior
por intermedie de seu chefe perece qoaodo este
Ihe falta : pelo que, sendo Chriito o nico media-
oeiro entre Deas o oa homeos, eem elle nao pode
barer religiaa, airvem de exemplo os destas':
porquanto a religtlo, inda mesmo a natural, nao
urna esptealacao philosophica, urna opiniao
religiosa, -um tbeodica o rinculo de obe-
diencia, idelidade.amor que liga o hornero ao
seu creador; o a religtlo sobrenatural 4 o rio-
culo que une os filaos de Deas seu Poe : du-
plico rinculo que queda do primeiro hornea
destruiu, mas que Ornato realabeleceu com a sua
o Papa, medianeire entro a egreja e o Christ0
oto pode harer christranisrao. nem por conse-
guinto verdadeira 'refga oeste mundo, porque
anteo da Incaroace j o Chrieto era enterado,
j era representado.
Finalmente sem o priocipe catholico, media!
oeiro entre o clero e o poro, nao pode harer na-1
Cao chrjHia. e acrecentemos pi pedo harer
christianismo perduravel, remelos, a Asia e a
frica. As dyaslias cathulicas hSo sido os ins-
trumentos maravilhosos da Prorindencia na obra
da conversao dos povo, conversio queso pede
durar pela concordia do sacerdocio com o impe-
rio, da mesma formt porque o imperio s pode
ser estsvel para essa mesma concordia.
II
O protestantismo repelliodo a autoridade do
Papa ataeou a egreja e ajehristandade na sua ba-
se : somente Roma Qcou sendo a verdadeira egre-
ja do Christo, a rerdadeira monarchia chrulia.
A luz esclareca essa outra trra de Gessen, po-
rm o aesto da Europa jazia em Irevas.
Proclamando juizo particular, o protestaotismo
era lgico. Bista quebrar-se um aonel da hie-
rsrehia para que so Oque individuos. A alma
humana depende soraenlo de Detts ; e depende
das crea turas por causa de'Deus, porquetodo o
poder vem de Deus, e sem elle nao ha peder.
Os poderes estabelecidos por Deus subordina-
dos quebrar um dos anneis da hierarchia o
mesmo que destruir o direito divino, e por conse-
guirte o poder na sua propria origem. Eis aqu o
que tez a reforma, aioda que essas consequencias
extremas nao se maoiestaram a principio.
Do chrislianismo o protestantismo cahio no
gentilismo, e nelle precipitan por sua influencia
al os estados caiholicos. Dahi o antigo rgimen
que estende desde Luthero at 89, e que aioda
subsiste oa mor parte da Europa.
O antigo rgimen n'um sentido ampio o que
precede ao chrislianismo ; o direito novo eegue-
ae incarnaco.
N'um sentido aWs restricto o sntigo rgimen
precede a data de 89, e o direito novosuecede-a
essa data celebre.
Ambos esses sentidos tem mais analoga do
que se er commummanle, porque o rgimen an-
terior a 89 con4uzio por suas doutrioasos res e
os povos. que queriam conservar-se enrulaos,
ao rgimen do reino mundo, apasar da rontade
delles ; ao pssso que a civilisaco moderna nos
conduz ao catholicismo apesar dos reis e dos po-
ros que fazem corle rerolucao. Sob o antigo
rgimen deduzia-se o mal do bem ; depois de 89
Deus em sua misericordia faz sahir o bem do
mal.
Estudemos esse duplo morimento, e fallemos
primeramente do antigo rgimen entre oa dissi-
| denles.
Diz S. Thomaz : Era toda a monarchia desde
o corneco do mundo tres cousas se subordinara e
se colligamo culto, a pbilosophia, e o poder se-
cular, (Oe Reg. Princ. III XVI, t'n Ane).
Note-se qne antes da iucarnagao o papado
leigo, Cezar soberanopontfice, e o sacerdocio
submettido ao imperio.
A pbilosophia tem por guia nicamente as lu-
zes da razao, quer individual, quer universal.
Entro os Gregos domina a razio privada, oa Asia
as tradieces humanas ; porque a autoridade s
existe entre o povo de Deus,
Na ordem poltica os reis sao absolutos : go-
rerniro pelo temor, e no inleresse de sua gloria,
de sua casa, e de suas paixes. Os povos obede-
cen) servilmente, e tambem por inleresse.
Eis o que anda hoje acontece entre os refor-
mados.
No velho mun o o sacerdocio e o poder repou-
sam sobre o direito de successo.ou beranca: a sci-
encia mesma hereditaria, porque vive sobre tu-
do de tradicoes e se conserva na tribu sacer-
dotal.
O chrislianismo snbstiluo a heraoca do sangue
pela heraoca espiritual, quanto sciencia e ao
sacerdocio. Um clero celibatario lem sobre si a
guardada verdade : o chrislianismo*>s tem con-
servado a heraoca para o poder e para a proprie-
dade.
A reforma, que foi em todos os pontos oppos-
ta ao chrislianismo. quiz crear com o casamento
dos padres urna asta sacerdotal, ao passo que
por outra parte estabelecia as mximas de egual-
dade, que a revolucao pos em pratira para des-
truir a realeza, a nobreza, e mesmo a proprieda -
deem urna palavra lodos osdereitos heredi-
tarios.
Quanto sciencia na falta de autoridade tor-
nou-se puramente individual entre os dissiden-
tes, ou aubmetteu-se vilmente ao jugo da autori-
dade temporal, ensinando aquillo que agradava
ao estado.
En.Om a autoridade secular, islo reise par-
lamentosfoi arbitraria e absoluta. O re de
direito divino no antigo rgimen jnlgava que de-
via a coroa a Deus, e sua espada ; e poia que
nao tinha de dar contas de suas acres seno a
Deus, e em caso de coajestaco apoiar-se so-
mente sobre a aua espada. O direito divino dos
reformados a omnipotencia do Czar, ou do par-
lamento inglez.
III
Lgicamente fallando a reforma conduz em li-
oha recta rerolucao, a qual nao pode ella com-
bater. Nada, seno Deus, superior iotelli-
gencia do horneradiz Santo Agostinho citado
por S. Thomaz. (S. Tbomaz, I. 9. XVI, 6. l.J
Assim pois deixs de existir o poder tanto religio-
so, como intelleclual, desde que se repelle syste-
maticamente a Deus e aos seus enriados : cada
qual toroa-se iodependente em rirtude dosdirei-
reitos do homem, e s domina a forca.
A liberdade chamada liberdade de consciencia
o de culto consequencia necessaria e rigorosa
do papado leigo o qual erideotemenle nao lem
direito sobre as almas.
. *',' .,ndo Protestantes ropellido a autorida-1
do tollival da egreja, entro alies o principe nio H
eutraa luzes maia do que aquellas que Iba
oroece a aoa freta ratlo ; pelo que terio de
delle muitas e muilas rezea lais injustas :
""J*00"0 mesmo que a lei seja sempre justa,
o subdito pode aio saM-lo, porque tambem o
subdito i Jora para guia-lo no conhecimento
delle a sua razio particular.
Na reforma nao ha autoridade doutrinal que
corrija a ratio do principe quando se desvair,
ou a do subdito quando se revolta. Dabi a impos-
ibilidade de urna ordem perduravel.
Eutre os protestantes a revolucao tem por ai a
lgica quando pede que seja substituida a opi-
niao do priocipe pela opiniao geral, substiluico
que envolre a liberdade da palavra e da impren-
sa, e que di direito soberana popular. Hoje
preciso escolber entre os direitoa do homem e oa
direitoa de Deusoada de meio termo.
Resta a legitimidade.
-Nao ha durida de que sio legtimos os gover-
nos protestantes: sio governos regularmente es-
tabelecidos, aos quaes por isso o catholico deve
obediencia ; porm elles apenas coolam urna le-
gitimidade paramente humana, pois que ralta.-
Ihes de tolo o direito divino, de que Christo a
uoica origem, o a egreja o nico canal.
O que a legitimidade protestante senao urna
posseaao legitimada pela preacripcio, cuja ori-
gem porm foi a mais odiosa das usurpares?
Na Inglaterra a rebelliio dos Blhos contra
seu pae, somente porque este era catholico.
Na Prussia a apcslasia de Alberto de Brande-
bourg, e a annexaco dos bens da ordem Teut-
nica, da qual era elle grjo-meitre.
Ma Suecia a falsidade e violenci
Wasa.
Na tlusaia regicidas, conspirares e intrigas
de palacio.
Por toda a parte a eapoliacao da egreja : por
loda a parte iniquas annexacoes, oppressio con-
tra os caiholicos e os traeos: por toda a parle fi-
nalmenteo crime I
violencias de Gustavo
O 'pensamento livre tambem consequencia
inevitavel da revolta contra a egreja : porquanto
s a egreja tem autonsadade sobre a intelligen-
cia, pois ensioa nio emseu nome, mas em no-
me de Deus. Nao ha duvida de que a razio in-
dividual pode conhecer as regras immniaveis da
justica e do direito: porem sem a misssao divina
nio ha quem nos possa impor suaa ideas, tanto
que sem a autoridade da egreja o homem nio
tem matsdoque a sua propria razio para condu-
zi-lo : podem persuadir-nos, nio podem porem
obrigar-nos a crer.
Ora o homem posto que tenha de seguir as
luzes da razao islo a luz que o sol da justica
derrama sobre inteligencia, no meio dos proci-
pios, axiomas, defiuices e lgica, sempre accon-
tece que seduzido pelos sentidos ropilla logo,
como um jugo nio menos pesado que a autori-
dade da egreja, a autoridade las rerdades eter-
nas que se oppfiem aoss paixes. Privado pela
sua rerolla da torca divina, nica que podia ven
er essa paixesassemelha-se ao bruto, e nao
julga mais seno pela impressao dos sentidos,
ou, como hoje se diz, segundo a sua conscien-
cia e opioao.
Dahi vem o pensamento lirre, consequencia
inevitavel da reforma : mas a independencia do
pensamento de direito quando nao ha autori-
dade legitima.
Ora, como poderos fundados sobre taes bases
podem logicameote combater a doutrioa do tacto
consumado? Vos comeosles como nos, Ihe res-
ponderan) os Italtanissimos ; com o tempo o tac-
to loroar-se-ha tambem direito para na : tende
pois paciencia, e nio procuris interrir. E' este
um argumento ad hominem, que s OS caohes
rayados podem combater, quando se repelle a
doutrioa catbolica.
Assim, pois, os velhos governos da Europa sub-
sisten) uns peia tolerancia da resolucio, oulros
pela graca do papado.
Por um lado a revolucio as ameaca, pois que
tem oecersidade de sua cumplicidade, ou quando
menos de sua nio intervencao na guerra que faz
egreja: por outro lado o papado os preserva,
manteado aa regras eternas da justica e do direi-
to mais ainda com os seus exemplos do qeflkom
as suas ligos. No dia em que, seodo ann^la-
da a realeza temporal do Papa, o poder espiritual
soffrer quobra, o antigo rgimen prevalecer.
A revolucao nao ter mais inleresse de transi-
gir com as realezas protestantes, e entrega-las-ha
aos furores da mullidlo : por outra parte a voz
sublime do papado nao Ihes servir mais de es-
cudo.
Os mortos depresss se esquecem diz urna
velha bailada. Que se extinga o resto do vida,
que os estados protestantes herdaram do catho-
licismo, e verlo todos os edificios assentados so-
bre a areia abiterem-se agoulados pelo sopro das
paixes populares.
Quanto a realeza pontificaltalvezque a revo-
lucio coosiga abal-la, e sellar o seu tamulo,
como os judeus ooir'orajellaram o tmulo doA-
Iho de David : roas tamben) como este o papado
reasuscitari ao terceiro dia ; e eolio aa ncea
lendo a Franca aua frente marchario para a
luz, de que Roma o foco. Se bastam tres dias
para derribar-se imperios, ser preciso mais a
Deus pera levantar o patrimonio de S. Pedro?
Da mesma forma que o sen Divino Chele
sempre pelos soflmenlos que a egreja alcanca
victoria ; pois a sua espada a cruz I A Franca,
fllha piimogenila da egreja, segu, o mesmo ca-
miubo : e nunca ella mais forte do queaps s
revoluces que a teem quasi conduzido sua
perda.
Veos protege a Franca I E Ihe estende sempre
para salva-la urna mao misericordiosa, da qual
nio tem maia do que apoderar-se.
A sua historia o prova.
Dissemos que o aotigo rgimen protestante o
papado leigo, o racionalismo, Analmente o legi-
limismo, isto o podjfLabsolato junto ao direi-
to de ^erdar. ^*
O antigo rgimen entre os caiholicos o rgi-
men que se abriga sob os nomes gloriosos de
liossu-i, Descartes, e Luiz XIV o gallicaoismo,
o cartesianismo, e tambem o legilimiamo ( nio
queremos dizer legitimidade, que outra cousa
como mais adtanle ae veri); essa trplice dou-
trioa conduz s mesmas consequencias que o ao-
tigo regimeo protestante.
Certamente nio suspeilo o catholicismo de
Bossuet, Descartea, e Luiz XIV : mas, se em rez
do oceupar-nos desses horneas, o deixar-nos fas-
cinsr pela aua gloria, ou pelos serreos especiaes
que preslaram 1 religiio, attendermos para os
principios que elles rulgansaram com a autori-
dade do seu nome, e para as consequencias que o
scalo X V111 lirou d'squetles priocipios, ser
muito fcil prorar que o aotigo rgimen se liga
lgicamente ao protestantismo, o conduz decla-
rado dosdireitosdo homem. O gallicaoismo pro-
clama a superioridade dos canhes e dos cooci-
lios sobre o Papa. Ora, se a autoridade dos ca-
nhes superior do Papa, se a palarra escripia
prevalece sobre a palarra rira, porque razio a
Escriptura Santa nao teria mais autoridade do
que a egreja?
Sea maioria dos bispos superior ao Papa,
porque razio nio seria tambem superior ao bispo
a maioria dos curas, e superior aocura a maioria
dos fiis ? Porque razio na ordem moral a opiniao
da maioria dos cidadios nio merecera mais peso
do que a f dos mesmos'fieis ? J ae v, pois, que
a lgica conduzia coostituigao ciril do clero, e
declaracio dos direitos do homem : oio para
admirar que a tanta liveasem ebegado seu
petar.
Dia vira, diz Jos de Maistre, no qual h'iode
todos coovir em que aa theorias revolucionarias,
que teem feito ludo o que vemos, nio sio mais
do que um desenvolvimento rigorosamente lgi-
co dos quatro artigoa estabelecidos como princi-
pio (Oa egreja gallicana. T. II., cap. V.]>
Ao direito humano o mais authaniico acresela
eotlo urna partidpaeio do direito dtrioo. o qo*
a egreja o nico canal, pola quo de lodos a
reis somente o Christo Deas.
Os Qlhos primognitos da egreja oram particu-
larmente associados ao sacerdocio real dio Chris-
to, porque erara ogidoscea oleo aajlto, uogidos
com o oleo milagroso qoe a poeaba paisaro aa*
grado trouxera do ecu i Saint Remi.
Pde-se acaso cenceb-r que Luiz XIV liresse
lidoa loucura de despedajar com as suas pro-
prias mos os ttulos da sol casa ? E ainda mais
dissesse i Franga qoe elle estar ligada pelo
amor o mais livre e o mais dedicado : A miaba
cora me reio nio do teu amor, mas sim da mi-
nha espada ? Dissesse ao Christo : o leu reino
oio deste mando ; eu recebi o poder nio da" tua
graca, significada pelo oleo santo, mas somente
de Deus, islo da natureza ?
Seria urna logratidio, um erro, ama falta, e
dessas faltas mais funestas aioda do que alguos
crimes, dizia o principe de Talleyraud.
Seria ama iogratidao porque, se a egreja o
a Franca muito deviam caaa de Bourbon, tam-
bem essa casa devia ao Christo e egreja os seus
santos, hroes, coras, Analmente essa gloria in-
comparavel que excede toda a gloria humana,
essa gloria que fazia com que a denominastem a
nova caaa de Darid, e acrescentava ao amor da
Franca a influencia europea.
Seria um erro porque Hugo Capelo, nio me-
nos que Pepino e Clovia, nio havia conquistado a
Franca, que a todos elles seentregara, como a mu-
lher entrega livremente a sua honra e a sua mi
ao esposo que Deus Ihe envia para a defender e
amar.
E seria urna falta porque o rei da Franca
assemelharia loucamenle a realeza sania a essaa
realetas do acaso, que o protestantismo fuera sur-
gir no seculo XVI da apostasia e da ioiqoi-
dade.
Como nio comprehender que repelliodo nio s
o assentimento da Franca, como tambem a rea-
leza do Christo, nao ficaria maia do qoe um tacto
transitorio o direito da espada que perece sem-
pre pela espada ?
Mas nio ; todas essas loucuras dos legistas e
loa nada mais represntate, excepto oada
real*
< Entretanto cosi extravagante o
humano I So o ministerio tire
P*quier general in parHimi. ello ter
gastado, e tomarla por nfeoooeaho o
se-ifce um ululo, emblema de ana
nao podia exereer i mu fazem-oo daque
Aootbal e como Carlos o temerarioo ello aaoe-
tra-so contente 1 Vi que seja.
_ a Em materia de poltica nio compreoeaoraea
seno sysiemas claros e simples. So o gooomo
pretende reconstruir o edificio qoe o* reta o po-
ro teem gaato quiohentos snnos em eawter. adop-
te medidas mais proprias, que condasaas a com
resultado : d a teos eM oohroa o baptJoaao da
gloria, porque sem prestigio nio podo harer no-
breza : d-lhes vastas propriedales lerritoriaes
porque sem riquezas tambem nio podo havor s-
brela ; restabeleca o direito 4o prlm
que, como na Inglaterra, someote o _
seja berdeiro do Ululo, porque sem cato
Cloque isola o chefe da familia.ccoafunda
irmios com o resto 4o poro, a influencia so envi-
de, e a nobresa se affasta muito dos plebeus;
cute tudo issoque, nio obstante o com
mos, lodaria confesssremos quo lgico, o
nheceremos qne tal edificio ter um corpo o ana
cabeca. Mas fazer a surdina alguna duqoezioaaa
e alguos condezinhos sem autoridade e soi
ligio offender sem resultado os sent
democrticos da maioria den Fraacezas ; o
mo que coodemnar velhos a brincar com
ecas.
< Quanto i na, quereriamoa ana o gov
em vez de fazer alguns nobres lomasen a
Cao de faz-los aos milhoes : quereriamoa
elle se encarregaase de tornar Dooreaaa ...
35,000.000 de Fraocezee, aciliaodo-lhes a
trcelo, a moral, a commodidade, bena estes que
at aqui teem sido o apaoagio de um paaucaa
numero, e que o dereriam aer de todos, [doras
de Napoleo III, l. II, p. 51.)
O ennobrecimeoto de todos os bomena cosa
effeito o fim da poltica chriatia. O christisas-
mo que d
!.: t
a Deas por pae a lodos os albas alo
coriezio^ao*ti^am^r.d: n^ corceo' X^ Sfcod^Ih..6 au.*"?.?.' *""
de rei: verdade que elle os dcixariffallarlo-"' -lhes 1" sao do i
tinuando sempre a fazer-sesagrar, e a ch.m.r-se!^de8"ec*0.0 *.
mesmo sangue. Po-
rei pela graca de Deus, rei
lho primognito da egreja
cuohar moedas com as divisas christlas
, fithosse rehabiliten).
chrlstiaulssimo, e fl- 0 ennobrecimeoto das maesas Oo 4
continuando a fazer p0de f,zer-se sem intermediario!' E
Bemdito seja o nome do Senhor !
O Christo manda, vencen e reina !
Sem duvida Luiz XVI acreditara as leis funda-
mentaes, as quaes tio nobremeole lembrou a Fe-
lipe V para dissusdi lo da sua renuncia, com
quanto de fado aa vialasse no seu testamento :
por isso que legitimando seus bastardos commet-
tia urna falta para com a Franca, a quem elle tra-
tava de ltainha.
Esse principe, tio grande muitos respeitos,
leve a fraqueza de transformara legitimidade em
legilimiamo, como ao depois Loiz XVIII transfor-
roou a liberdade em liberalismo, isto fazer do
direito nacional e christio um inleresse privado
r. At. (.mili. .,*.._:--i- I.^J.M.1. ~ _____
e de familia ; reduzindo a legitimidade que com- mo tambem dos peotifices, o Roma 4o
bumanidade composta de familias e oacea,
mo o de individuos, nio ha por ventura familias
e pacoes, como ha individuo!, que marchara aa
priroeira fileira entre os seus irmios, e tata pac
permissio de Deus e da natureza maia ainda do
que por permissio da lei ?
A Franca, filba primognita 4a egreja, a
deve a aua grandeza moral, nio tea por re
a eridenle missio de guiar a Europa, 4a
forma que esta a tem egualraenie4s guiar
to do mundo ? As dyoaslias calholicas, tan I
cundas em santos e hroes, nao teem por vi
ra a missio de conduzir os poros ao caastrana 4a
rerdadeira civilisacao e do verdadeiro piegieano
do progresso pelo ebristiaoisrao ? E afta a
dyoastia pontifical o modelo oio s dos reta co-
prebende todos os direitos, desde aquello que
perteoce a Deus, que a origem de todos os outros,
at o que perteoce ao ultimo mendigo, em um
simples inleresse dymnastico. Era muito re-
duzir !
Fallemos agora da lei-
_Na aociedade chriatia a lei antes de Luiz XIV
nio podia ser essencialmente injusta ; porque a
sedes a maia rica de santos e martyres,
os throoos o mais frtil em grandes priadpaa t
Em outro lempo para ae ennobrecerera ea po-
vos rmilaram a nobreza, a nobresa imitara oo
reis, e estes o rigario de Christo, sea pao: os
Papas imitaran por ana rez tambora os gloria-
sos principes dos apostlos Pedro e Paula. O
sacerdocio real do Chrieto, gragaa a hierarchia.
loria, e a
ceaaano, porque essa dedicacio livre exiga
posicao iodependeote, maa sempre subordinada
ao fim que dere atuogir, e qae oio lera razio
de existir quando nio o atlinge. Eis aqui por-
que 89 afugenlou tao fcilmente o anitato ress-
men, que baria preparado a eloracio 4a iarao
creca. A monarchia se suicidara qaereafraaao-
cendo os Ijcos que ligaram Komi alia a a fraa-
icale a
_ re
Deus e os homens, nio pode haver r
oentri
:iem
IV
Fallemos agora da realeza protestante.
A propriedade de toda a realeta dar a lei e
faz6-la observar. Ora a lai, para aerobrigatoria,
deve ter tres caracteres esienciaes : amanar de
autoridade legitima, aer fundada e
mmente no interesas de todos.
Tendo a reforma eollocado o homem aob o ju-
go da natureza decahida, moralmente impos-
sivel que a lei entre oa protestantes nao seja for-
mulada no inleresse exclusivo do principe e do
seu partido.
Dahi vem a oppressio do povo, e principal-
mente doscatholicoans Inglaterra.
Sem duvida dos caiholicos nada ha que recetar;
pois elles se submeltem apezar dos aeua soffri-
menlos ao poder estabelecldo com tanto que pi
sejam obrigados a desobedecer a Deus. Mas quan-
do nio ha aatoridade espiritual legitima para ve-
lar por esse dever de conaciencia como querem
que as massas resistim a sedueces do comaau-
nismo e do socialismo? E' querer-se om impos-
sivel.
O segundo carcter essencial da le humana
ser ella fundida na razio, isto conforme na-
tureza inviolavel des coasas : sem islo ni j ha di-
reito, mas sim torga. E nio basta somente que a
lei seja razoare, preciso tambem que o para-
ca, porque de outra sbrte prde a aua autoridade
moral.
!o de' liberdade e d rizao :J
compre, poia, que seja goretntd pela razi, e
qoe tenha certeza d o ser.
Para justificar o aotigo rgimen nio baata pro-
rar a boa f dos bispos. dos reis, e dos sabios. A
f de coracio pode muilo bem justificaros oossos
actos, e desculpa-los : maa para aalvarem-se tan-
to as sociedades como os individuos teem neces
sidade de principios verdadeiros Corde credi-
tur adjustiliam.orc autem confessio At ai talu-
tem (Ad Rom. X. 10) porque a lgica governa;o
mundo, e quando os conservadores eslabelecem
principios de destrulcfto, por mais que facam, por
mata que reiistam acbam sempre demolidores
que se eocerregam de tirar aa conaequencias.
Quanto ao carteaianiamo, conduz elle lgica-
mente ao racionalismo contemporneo, nio s
porque Descartes substiluiu a sciencia pela cons-
ciencia, o sentimeoto pelos principios e defloi-
coes. o senso proprio pela tradielo, como tam-
bem porque despresou completamente a autorida-
razio"e fl-J (le (la e*>rei*i 1ue nao reconhecia senio por ouvir
1 dizer e pela forma, pois que nunca se uformou
das suas decises.
No cartesianismo o Papa noque respeit a or-
dem intelleclual e moral urna especie de rei
ocioso, que os atrios de Descartes dealbronaram,
ao mesmo tempo que collocaram aeu paenoPan-
theon.
Resta o lagitimismo.
Dissemos tambem qae a ordem social envolve
ama autoridade legitima, leis justas, e formuladas
no inleresse de todos.
Antas de Luiz XIV os reis catbolicos tinbsm
lituloi mais regulares e mais sagrados : um con-
tracto synallagmatico aulhenlico e em boa forma
uola-os aeua povos, cootrato que era consagra-
do e abedcoado pela religiio. Possuiam trras
por succesei, acquiices. e conquistas feitas em
justas guefras, e cediaai generosamente patria
lodaa essas acquiiges, succestoea, e conquistas
legitimas. Na Fringa o rei nada possuia como
Os reis da Franca sssim o teem feito sempre
que os legistas e os cortezios nio os arredam do
seu camioho.
O chrislianismo fizara da monarchia chriatia
urna creagao maravilbosa : ludo era no inleresse
do povo, especialmente a realeza e a nobreza,
ambas creadas para servir antes do que ser ser-
vidas, para supportar encargos mais do que para
gosar de privilegios. E realmente toda a ambi-
cio de noasos paea consista em dedicarem-ae aos
traeos e aos pequeosera essa a vida dos ca-
valleiros. Os ttulos de libertamento e os bens
commuoaes aio doos dos amigos senhores, j
nao fallando das maravilhosas creages da cari-
dade, que se deve atlribuir mais especialmente
egreja.
Luiz XIV riu ni nobreza um obstculo ao po-
der absoluto ; concedeu -Ihe vaos privilegios, ti-
rando-lhe ao mesmo tempo os meios de dedicar-
se ; subalituiu ao ministerio chriatio tituloa sem
fuocges, honras sem de veres, privilegios sem
encargos; nio quera fuoccionarios passivos:
aoiqulllou a liberdade do ministerio, centralisan-
do o poder em suas mos; e por isso Mr. de Toe*
queyille chama-o com muita razio o pae da cea-
tralisagao moderna e do poder absoluto.
Tal devia ser a consequencia necessaria do
abandono do catholicismo social.
O governo, sobretudo depois de Richelieu, con-
tinuou a fazer guerra nobreza sem comprehen-
der que urna monarchia hereditaria exige urna
nobreza tambem hereditaria, e que o absolutis-
mo, que aio nem mais nem menos do que o
poder arbitrarlo de um homem, despert o poder
arbitrario da mullidlo, a realeza da opiniao pu-
blica.
Desde que a razio e a vontade individual de
um homem querem goveroar exclusivamente, a
colligago das voolades particulares dere sup-
plantar essa rontade de um s : d'aqui nasce a
substituido do absolutismo pelo liberalismo, de-
mocratismo.
Nunca o espirito humano [mens) criado ima-
gen) de Deus reconhecer outro superior que oio
seja o mesmo Deus, seu nico chefe legitimo.
Retirse o catholicismo e a_sua hierarchiae re-
reis inevitavelmente apparecer a anarchia seguida
do triumpho do mais forte.
Ha duzentoa nnos que para isso se trabalha na
Frange. Depois da destruicio 4* autoridade do
Papa nada tem contribuido maia neaae intento do
que a destiuigio da nobreza ; porm a nobreza
nio um pergaminho um memoro riro do es-
tado, que oio se fsz revirer com usa decreto. Se
algum dia ella vollar rida, se ha de fortalecer
noa eotrincheiramenlos de que sabio, como o cle-
ro e como o exercito.
Os nobres nio lioham somante prerlegios,
tioham tambem encargos : eram elles quem sus-
tentara lodo o peco das guerras ; o sea sangue e
seu ouro rolaram sem cessar sobre todos os cam-
pos de batalha : ao abrigo de seus castalios nio
havia s poder, havia tambem gloria.
Has pouco a pouco o real poder cootraliaou
em suaa mios todas essas soberanas eapalbadaa
sobre o aolo francez. A nobreza cocrompeu-ae ;
em vez de cooservar aua enliga divisa: A nobre-
za obrigaleve a habilidade de dizer : A nobre-
za isenta. E de entio comecou a aoa decadeo -
cii. A forma monsrehica iobrevive, maa o exer-
cito mobiliario (o licenciado e destruido ; entre-
tanto o soberano conserva ainda o direito ianf-
fensivo de distribuir grana otase exercito imagi-
nario. "
c Ora, acbamoa tan illogico crear-* duques
sem ducados, como nomoar-se coroueis sem re-
egreja ali estava para maoter os principios ter- reflectia deste modo al oas mais humildes ladi-
nos, e Henrique IV havia curvado a cabega ante i ras da sociedade. Assim quando a am pava do
a autoridade da mesma egreja. Seus subditos o gigantea como dizia Napolelo, ae levantara
sabiam, e julgaram com razio a lei sempre legi- f para defender a sua liberdade e a asa f aa Ca-
lima, pois que s consciencia chrlstia nao teria em thelineau se collocaram sem esforcos ao lado
vio reclamado ao Pae dos fiis no caso de viola-dos Bonchamps.
gao systeroatica da justiga e do direito. O clero A Franga dere os seus generosos iaatioetaa ao
que tinha impedido o principe ao absolutismo nio seu episcopado, aa auaa dynaitias, a aos i
tardou a colher o fruclo de suas lisonjas. Os par- ralleiros : deve-os a Saint Remi, a CU
lamentos se encarregaram de enthronisar o pa- lodos os fiis dos primeiros tempea:
pado leigo, tanto quanto o permittia a f dos tambem a esses aojos terrestres que Deus al era
principes e dos povos. I oossos dias coiloca sobre os degraos do ihrooo,
Nio ha duvida de qae no antigo rgimen o rei, e qae hio duplameote engendrado ossaua liaos'
como homem, tinha urna regra para a sua razio : As Clotilde, lathilde. Branca de CastelU, eaaos
mas, como rei, tinha elle a pretengio de llvrar- eslas urna legiio de santas e nobres al basas
se dessa regra. que as maos dos] soldados de Castelldarda u-
Ora, os povos nio se importam com o que faz, zem reviver, todas ellas igualmente afta
pensa, e adopta o individuo, porm sim com o origens fecundas da nobrexa.
que tai, com o que pensa e adopta o rei. I Dedicagio livre e hereditaria egreja, 1
O priocipe, diz S. Tbomaz, obrigado ao eul- e aos traeos,eis a esseneia da nobrexa : a i_.
to, nio s como homem e senhor (da Ierra], mas isto foituoa, direito de primogeoilura, sabsti-
tambem como rei. Ungidos com o oleo santo,da tuigestudo oio passa de um meio ;
mesma forma que os reis de Israel pelas mios dos
prophetas, sio chamdos Christos do Senhor, por
causa da excelieocia da torca e da graga, de que
devem ser dotados pela sua uoiio com Deus.
Provamos maii a aaotidade da realeza com o
exemplo dos Francos, e unegao de Clovia, pri-
meiro rei christio, unegio que a origem de
symbolos, prodigios e curas. Essa ncelo figurav
o Christo Nosso Senhor, verdadeiro rei o sacer- ca, quer dealruiodo systemalica
dote, a quem os reis devem imitar. (Oe Reg. > ci da nobreza.
prineipum, 12.XV1.) Desgranados de oa se sgrejs aio 4o
ennobrecesse os barbaros doa lempos mooot
Porque seria essa para os legistas a letrados, a
mesmo para oa principes, urna mu roda t-
rete I
Nos queremos tambera esse enoobreeiaeuta,
e por isso que c pedimos ao rslhslicisms, ema
s quem nos pede eonobrecer o 4ar-aeo s la-
dos a autoridade. a liberdade a a propriedade ;
restituir ao individuo, i familia a a naci ladeo
os neos que o antigo rgimen deixou amigar aa.
e para cuja posse coacorrer a reveloefta com ao
seus proprios excessoa. forcaodo-dos a tersar
para Deus, que oo-los di, e para Roma ama ea
guarda para dar-no-los de oovo, depataqoa boa-
ver vencido os iniaigos > de Deus, a
humano. O futuro que nos sapera
inquielagio nos causa, e podemea dizer a cas
ha muito dizia a Patrie.
a Nio a Europa que morre, mas aira e__
regimeo. A Europa fecundada pelo christiaatassa.
nio morretransforma-ae. 89 est aa caaa do
renovar o mundo europea, como reaovao a ao-
ciedado francesa. Agora tem mata oso suata
applicagao este dito de Chateaubriand : Ea tra-
mos n'um mundo novo. (Vuestro de 13 de
margo.)
Sim, verdade89 renovar o slo ear
preparando o lugar en que Deas qa
as novas coostrueges que a sus raissricarata re-
serva ao mundo depois da experieacia.
c Quando Deus apaga, diz de Maistrs, 4 para
escrever.
Elle encanga a revolugio do cuidado da apa-
gar, e de afugeoter ludo o qae persea o eapliili
de vida; maa Ella meamo eoearrofa-ss da em-
crerer, e a ana peona a aua patarra ata tul
orgao |a egreja.tagua ao coiamas afilias
velociter scrbentis (Pa 44. 2.J
Os Romanos afugeotaram oa Judeus; os bar-
baros os Romanos ; e 89 o antigo ragirasa a la-
do o que restara do gentilismo. Porm anea aa
destruidores vieran) em todo o leras*faadas
pela egreja heroicos constructores, muito tiranas
at do muodo doa proprioa destruidores, a eo-
megar por S. Paulo.
De poia que Roma pagan eompletoa a sos abra,
Deus coocedeu e paz egreja. finas tal ana eac-
cede aoa eros a Deoclcciaoos. Pepees da rua-
na de Roma peloa barbaros Padre ostra oa nossa
do patrimoniotio pequeo no lerntarie Ifto
grande na dignidadee a egreja corrsodo a' ca-
bega do Suambro delle fez aso tina
oilo.
O meamo seta com s demacrada :
bemeurrar a canaca anta a eras.
E muito poasivel quo na ir
opera o rgimen doa tres ultiman
parega, que comsigo leva claraos, rscaa,4yi
usa e at mesmo poros, ae a alia aa i
cegamente. Deua boje quer o pura cal
e o rgimen nascido do protesta o Hamo
eoraizado tez ji o quo podia. Os ai
religiosos, ptulosopbices a pliiic
89 co pleura m a aua miente, quo ora
os seua bena revertiam para a communidade, o
estado e a cord
Finalmente, quanto ao sagrado, oa reis catholi-
de Christo, e por conseguate seus protegidos, ou
digamos aotes outros Christos na exprsalo
daTlcrlpluta.
particular, pois na aua elevago ao throno lodos imeataa ; porque se a nobrexa com preriiegios
----------------------------- oppatsannoaanaldap. ssm ellas ridicula. Jtd
.IV seculo oa escriploree. fallando dos swaasnaa
-,* anliguidade, t xamo principe. Annibal, o
eos tornavam-se chispos do exteriora yigarios duque Scipiioe ellea tioham razio para caa-
marem-oos assim, pois, como diaeeraea, os tata-
*jesul&r*
car a manileatacio da veranda, a tai
occeiiao do vencer a mal pala bem.
Nio em vio que Deus cantonea a ana i
um Pi IX, a o admiravel eatacuoaaO asas se-
gu : oio em vio que elle dea mondo son-
las princesas como Luisa o Clotilde do Frasca
Chriatina 4a Saboya, Asintala 4'Austris ^a
admiravel exea pie do Francisco II a da na' bo-
roica compaobeira fortalecer a reatase tarara
me sorte que Cisteildardo faz remera.....lis
des cavaUatsos.
Fiaalmoata oio a em vio quo a Man do ata-e
proclamada vencedora da untaren danmm-
da : por ella aad tarabea* ano sida -
madoaec
loielligsociaso resto r
tompo
asum
*)
typ. 0Eial.r.^fli!u4FlLrK).tSir,
J..' _"^n "" 1


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