Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09808


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Full Text

All IXITlI IDIEll
Pr Imanis dilatados 5 000
Ptr tres mtm rcncidas 6S0OO
iMlT
TBBCA FE1IA S | ODTDBBO II Ufi
Por anua adiantada 191000
Parte fraaea tara a Mfcscripttr.
AIB
CARRiaADOeDASUBSCRIPCAO DO HOHTK
Para!iiba, o S. Antonio Alexandrino do Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da SiWa; Ar.ca-
ty. Sr. A, da Lomos ?raga; Ceari o Sr. J. Jos
de (Mirona; Maranhio, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Gaimaries; Para, o Sr. Justino J
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PMTE 0FF1CUL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 4 de outubro
_m de 1861.
Ufflcio ao Exm. Sr. presidente do Rio Grande
ao Norte.Respondo ao officio que V. Exc. di-
ngio-me em 2* de selembro ultimo ctbe-me di-
zer-lhe que nao pdem ser adiaotadas as presta-
rles mensaes do supprimento que se faz a essa
prometa, relativamente aos mezes de setembro
e dezembro do anoo correle por se oppor a isso
o are. 9 da ordera do thesouro D. 92 de 17 de
juho prozmo fiado, como declarou o inspector
da thosoorari de (azenla na informaco cons-
tante da copia junta.
Dito ao commandante.das armas.Queira V.
5. informar acerca das passagens que segundo a
cont e documentos junios consta ter-ae dado
por consta do ministerio da guerra a officiaes e
pracas viuda* de outraa pro?iocias para esta.
Dito ao presidente da relacao.Remello & V.
b. o requerimiento em que Francisco de Souta
Leao pede perdo da pena que Ihe foi imposta
peto jpiz de direito da comarca de Sanio Anto,
anm de que Ihe sirva de msndar curaprir o dis-
deS8r3)0 8tl' 3* d8Crel 25W de de mar
Dito ao chefe do polica.Em visla do que
ponderou V. S. em officio n. 981 do Io do cor-
rele,-nao s ezpedi ordem para destacarem ni
cidade da Victoria a disposico do respectivo de-
legado, un inferior e seis sold idos do corpo de
polica, mas lambem officiei ao respectivo com-
niaodanle superior para dissolver iramidiata-
mente o destacamento da guarda nacional exis-
tente na referida cidade, como j ihe (oi por
miro determinado.Expediram-se as uecessarias
ordens.
Dtono mesmo.Sirva-se V. S. de informar
acerca das passagens que segundo a coota e do-
cumentos juntos consta ler ae dado a desasseis
presos e as pracas que os escoltaram di Para-
bybi at esta proviocia.
Dito ao inspector da thesouraria de fszenda.
Kespondendo ao seu officio de hontem sob n. 92z
tenho a dizer que pode V. S. aceitar o offereci-
mento que fez Manoel da Costa Maegiricao da
quantia de JOOO ris pa*preferr no arrenda-
mento do terreno que existe devoluto junto ao
ediucto em que funecioaa o tribunal di relacao
pito ao mesmo.Convm que Vmc. me envi
ate o da 20 de Janeiro prximo futuro para cum-
pnmento das ordens imperiaes urna relacao dos
canaes para que se tem applicado auxilio pres-
tado pelos cofres geraes devendo acompaohir a
conta das despezas feitas.
Dito ao mesmo.Remello V. S. os docu-
mentos a que se refere a sua informaco de 17
de setembro ultimo sob o. 860, relativos ao pa-
gamento que pedem os agentes da compaohia
brasileira de paquetes a vapor nesta proviocia
proveniente de passagens dadas nos vapores da
mesroa companhia afim de que seja por V. S.
tomado em coosiderago o que expem os refe-
ridos agentes na informado em original que vai
cobnndo os mencionados docun.. *..
Dlt ao mesmo. Deferiodo o inclusos re-
querimenlos que me foram remeltidos pelo coro-
nel commandante das armas cora officios de hon-
tem sob ns. 1619 e 1620, recommendo Y. S.,
que, sendo legal, maode abonar ao capilao Ray-
munsjp Jos de Souza e ao teoenie Manoel Ve-
rissimo di Silva ambos do 2.- batalhio de infan-
tina comedorias de embarque para si esuas fa-
milias composta a do primeiro de mulher e 9 U-
lhos, e a do segundo de mulher e 4 filbos, visto
terem esses officiaes de seguir para o presidio de
Femando no brigue escuna Fidelidade.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Para cumprimeolo do diaposto no aviso circular
da repsrticao da agricultura, commercio o obras
publicas de 9 de setembro ultimo, compre que
V. 5. me enri al o da 20 de jaooiro prximo
futuro urna relacao das estradas que tem sido au -
xilialas pelos cofres geraes, compreheodeodo a
coala da despez feila com estas obras e da re-
coila proveniente do imposto denominado Bar-
reira.
Dito ao mesmo. Mande V. S. entregar ao
ihesoureiro pagador da reparlicaa das obras pu-
blicas coefome requisitou o respectivo director
em officio de hontem sob o. 237 a quaotia de I669
para a compra de objectos que teem de ser tur-
neados ao commandante do corpo de polica
para o servigo da se;cao urbana.
Dilo ao meamo.Maode V. S. pagar, quaodo
S3..!^' ao meD0S a netade, da quanlia de
2**9850 rs. que se est dever ao major Joo
Francisco do Reg Maia, como se v dos docu-
mentos existentes nesse thesouraria.
Dito ao mesmo Tendo em vtaia a sua infor-
xnsgao do 1.- do correte sob n. 477, recommendo
V. S. que mande eflectuar o pagamento de que
trata o meu officio de 5 de setembro ultimo ao
arrematante da obra do alto da Maneota relati-
vamente a primeira preslacao daquella obra.
Dito ao mesmo.Em vieta da inclusa conta.
estando ella nos termos legaes, mande V. S. pa-
gar Joao Jos Ferroira de Mello 011 & seu pro-
curador, conforme requisitou o chefe de polica
ISaSS.010 f* hoofein *> n. 996 a quantia de
WdSttW rs. despendida com o sustento dos p esos
pobres da cadeia do Limoeiro nos mezes de iu-
lho a setembro deste anoo.
Dito so mesmo.Recommendo i V. S. que
estando nos termos legaes aa inclusas coalas,
mande pagar ao negociante Aodrade & Rogo,
conforme requisitou o chefe de polica em offi-
2 do correle sob n. 988. a quantaia de
/AMT1UAS UUS (AJHHfeUA.
OUods todos 01 das aa SJ1/ horas do dia.
..!"#B!luGounna Farahtba naa segundas e
S. Autie.Rezerros, Bonito, Caraar,Aliinho c
Garanhnni as tergas-teirae
Pao d'Ajlho, Nazareth, Limoeiro.Brejo, Pa-
queira.Ingazoira.Ilores.Villa-BeUa.Boa.Viti.
Ouncury Fx as qoartaefeiras.
Cabo.Selohem.Rio Formoso.Una.Barrsiros
Agaa Pretis.Pimonteiraa e Natal quinta, feir.s
Todos os c irraios par temas 10 hor.sdamanhaa
circular di reparticao da agricultura, commercio
e abras pi blicas de 9 de setembro ultimo, cum-
pre que Tan:, me envi at, o dia 20 de Janeiro
prximo flituro um relatorio circunstanciado do
estado emjquo se acham as estradas quer genes
quer prorinc'uea com a conta do que se tiver
despendi icem ellas, ornamento, planta e nive-
lamento ( as novas vas de communicaco que se
devem ab ir de preferencia.
Dito ao mesmo.AQm
nn sviso! circular ds
commercio e
hhidu
1PHBMBBIDES DO MU DE OTUBHCX
A a"*0T* 4 hor, 8T da fjan-
10 Ouarto crscente as7 horas e 47 min.tc" L
urde. .
f n"a -.h*1! hor" inntos ala tarde,
tard *"lM'7 '" K mlB1,5 *
PR4MAI DEHOJE.
imairo aa 7 horas e 42 minlos da anaatiii.
6 minutos da tarda. '
Auuifcr.uAS uva 1B1J>l*ac,* da CaPtaj
rribunal do ommoreio ; segandas a quinta.
Segando as 8 horas
IAS DA SEMARA.
7 .Segunda. S. Marco, p.; S. Apaleo (*#:teiew, quintes a.bb.dos aalOh.r.^
8-Terca. S. Brgida fio. ; S. Pel.gi. Jeniteote I. i* '' K"*n' <,",nU,e Wkoras.
Qr... 8. DioniIio b. *de p.rii.V Te ot DH0d.Vrm'r0: q"rt" a", ^
10 Qolnu. S. Frsncisco de Borla padroeiro d orphao,: ler" e 10 hor...
11 Sezia. S. Firnioo b.; S. Filonilla; S. Nicacio. ? "" d ,T*1: U'5" "<>
Ssbbado. S. Cypraoo b. m.: S. Ser.phina T.'S,K.ndl .. m ,
12
18 Domingo. Nossa Seohora dos Remedios. f
ENCARREGADOS DASUBSCRiPCAO DO SCL
Alagoaa, o Sr. Claidino Falaio Di.. i-w.
Sr. Joa Martin. A,T..;llo j.,^1-
Joao P.raira Martina.
Sr
desslisfazer o disposlo
repsrlfcso da agricultura,
obras publicas datado de 9 de se-
lembro uljtimo haja Vmc. de enviar-me at o dia
m de Janeiro do anoo prximo viodouro urna re
lacao dos canaes existentes, or?amento, planti e
nivelamehto daquelles cuja abertura seja mais
urgante pin a prosperidade da proaincia.
Dito a juiz- municipal do Rio Formoso.Io-
enargico impulso dado aos grandes trnsitos
MriLv..'J m,, *m,c" "uxi" P">">tio
agricultura para resolocao recentemente tomata
acerca dos caminhos Ticioaes, todo comprehec-
v!TJSZ** e obrt de alRun9 Oi-
ris admittir esta poderosa iniciativa do impert-
dor qe compreheode todas as cousas. q,e
fiberd !0,UDUr,amenle caminho pira todas is
J.l, mih" p,r,B ".oStio-me siocersmente
quando eio o meu paz dotado pelo seu sobera-
g?gS.M. ors ljberd.de. porque deseje que
as libertades concedidaa se eslabelecem melhor
entrenes do que as liberdades conqui.tadas.
Uh.H*L00*810-01* Pocipalmente quando essa
uoerdade e urna Itberdade civil ou
porque na minba opiniio,
der o das liberdades
! PERNAMBLCO.
Os proprielarioa do DIARIO Manoel Pigaeiro
de Paria & Filho, na sua livraria pr.ea da']
pendencia ns. 6 e8.
dos2 hm i C00i*0c{0 d0 e"s coslumes,
la m d,, P'08 e d0' ,eus imereMes. E' es-
e ?. m!5,U"V! ra" d0 8eu Paco Pod
flciente bV Cah'ram Pr1ue nio tinham suf-
t"i1*B Pr. q. i de serem gover-
r^ a naCao- Di0 erm ""i* Jo qe ko-
caSdeno".?.' P-,rtrd' "(oUreUdemonsl'r..
goes ae approva^ao )
~L?3 1U8 l* restauracao? Nio fallarei
- restsuracao? Nio fallarei
mo cora todo o respeito ; proceda de um gran-
t&SPH di"i* herodit.rlo da monarchi"
passado da nossa historia, e esse passido
o mais do que historia.
rioio.
glo-
As ao-
ATICllitm.l ho "*----* *-* _

aecessario qujB
de Janeiro prximo
tifa copia do respectivo termo.
Dito a. administrador do correio.Para cum-
plimento do disposto no aviso da reparticao da
agricultura, commercio e obras publicas datado
de 9 de setembro ultimo fiz-se
Vmc. me enve at o dia 20
Tiodooro um relatorio do estado do telegrapho
declarando se precisa do reparos o qual a despeza
provavel com esse ser*i$o.
Dito ao mesmo.Em vista do que represeolou
Antonio Alves Ferreira recommendo ao conselho
de compras navaes que pooha novameote em
coocurreocia o fornecimento de pao e bolacha
para os navios da armada, enfermaras do arsenal
de mannha, companhia de aprendizes,etc., rela-
tivamente ao trimestre correte, devendo aervir
de base para o cootrato o prego porque se ofTere-
ceu ocidado Manoel Antonio de Jess para fazer
o predito fornecimento.
Dito a cmara municipal do Recife.Declaro i
canma muoicipal do Recife que, para poder to-
mar em coosideracio a materia do seu officio de
0 de selembro ultimo sob n. 64 faz-se preciso
que me remella a informaco que Ihe foi exigida
por despacho de 2 do correle lancado na petico
de Francisco Botelho de Andrade.
Portara.O Sr. gerente da companhia peroam
bucana. de navegage costelra mande dar urna
passagem de estado para Macelo a Jos Wences-
lao Maciel Pinheiro empregado da thesouraria de
fazeida das Alagoas, e a urna filha menor.
D la.O presidente da proviocia, tendo em
visia a representago do director geral da instruc-
gao publica de 28 de selembro ultimo, sob n. 300.
ouvido o conselho director, resolte de conformi-
dade1 com o artigo 52 da lei n. 369 de 14 de raaio
ae 18d5, que sej considerado de ora em diao-
le do 1 grao a cadeira de instruegao elementar
do 2o estalecida no Curato da S de Olinda e or-
dena que pela resnjftiva secretaria se fagam aa
oecessanas commuTcsgoes.Expediram-se as
on venientes communicagdes.
nos
con
ra
de.
Uve ao seo ssrrico habis homens do Estado, po-
erosos esenptores. Ilustres homens de gwerra
nrt.,"" realeza Prtmenlsr suecumbio, sera
>oder coosegor eocootrar a sua posicio nesse
ogo que a f.zi. impellir ora para dreila ora
IfZ.' f*quer,da' que wneluio pela derribar,
Lsensagao prolongada.]
compenetrar destss ideas, para que ofiTi lab toiJS&JPjiS**1^! i,l a de>>ci
me a nao aopreditar sempre qoe o governc o "ers.? n M!.' ?L* dl" 2? qu8 '"8" ni-
onico arbitro de que Ihe diz respeito lo nt? deniocr"1 em a resolocao.
f Sabemos que\ ImoeradorT* *v. .in -.j ,!.?^0J.BPer!0. "">?'. W em orna ad-
e cabio.
Quaoto burgoezia, ella a intolligeocia do
um immenso logar. Qusndo uio
?'e"cn0"' e tomarao quando quizerem
no Estado o lugar Importante que oceupam o
& quaodo Tei0 o Tetho dlreito monar-
chico offerecer como garanta a liberdade da car-
eu.inam-lhepri'ncipalme^Vorerocin'e'o^'n* d"ilum!!i"Cfnt?e6a-? \ ResUtt"Sao leve imme-
to pelo iMho. 6 habito6 WSSSS tsVpr.I e'fcto"18 CDrS burgUMa e a "**,
o governo, de contar com elle mais do quaeom-
sigo proprio, promovo urna preguica, urna fra-
queza de espirito qoe se aposta do individuo e
li ifcos"- T6ZeS **U* enUmentM P-
: Nao primeira re, .enhores, qoe me oevi.
emillir estes principios ; Rrolesso-os ha rite an-
i. desde a poca em que pela primeira vez me
iHiste o mandato de vos representar os cama-
e.se as prodozo diante de ros com tenacida-
porque tenho conflsnga no seu valor, e
porque sois os melhor habilitados para as esa-
ihar entre os vossos companheiros. e psra fazer
nesta parte a educago das massas ; porque nao
necessano dissimula-lo-no s ao goreroo
convencer, ao poro qoe se torna preciso fszer
l.iverpo.,1, z I de aarosto.
_ O luppnmtnto do algodo.
Sob deste '
tigo
ltalo
encontramos um loogo ar-
.1 .!.'mer ani Smitk Europiantime,,
qual exlratamos os seguintes periodos
quaeso autor pretende
do
com os
-----provar que a Grai-Bre-
n,lnLPA e PorJ?0tnto dispeosar os suppri-
mentos de agodao dos EsUdoi-Uoidoi, sem gan-
ri L i-Hr?- P" ch. regular do commer-
cio e industria do paiz:
Temos actualmente um deposito de 950 000
?a^a.Siu,aIg0d*f! tados-Unidos. Alm disto temos 00 mar em Ia-
^?o^raSqu,.300'000"cca4 d Iodia, d'onde
podemos calcular receber anda cerca de 200.000
saccas at 31 de dezembro prximo futuro, posto
que algumas pessoas bem informadas calculem
esta cifra em rauilo mais.
Do Egypto, Brasil e outras procedencias rece-
bemos no anno transado nos 4 mezes de setem-
bro at dezembro 70.000 siccas, podeodo agora
contar que sob o estimulo dos altos precos, esta
moortagao deve subir i 100,000 saccas.
Nosso supprimento total subir portanto at
lembra-
o fe
P oceupa >
VJ,0^'- 'gani0 Pl" de Sieyes querU duridl"! ****&* 8accas-das quaes de"
Zt2*t Pois Pemler. muito. Conservou o 2M ^. "ma P>rtCo igual a do ultimo.
Pder durante dezoito aooos, com um corpo elei- ?I,'2%ace*a' fic-oi-hia um supprimento de
ural que absorvia quasi todo ; ae a burguezia ti-
.?nT.Pnd,d0 g0'ernar a Frana Por si. estara
r uur.oie dezoito aonos, com um corpo elei- ijiwwi ucar-B0-ta um supprimento de
que absorvia quasi todo ; se a bonuetia U- N^.?J<,CC" para ,8asto das fabr1" d P"-
. iuuha*-------_.. ". Noso consumo total ~ -<>:. ------ -
inda na p do soberano poder; porque ella
2.550.000 saccas sob
exterior:
co
ltO# despendida como sustento do"*VresoV'po-
ores da cadeia de Flore nos mezes de iuuho
agosto deste anoo.
Dilo ao mesmoRecommendo V. S. que
estando nos termos legaes a inclusa coot que
me foi remellida pelo director geral da inslruc-
cao publica com officio de 3 de setembro u,mo
sob u. 802, mande pagar os honorarios a contar
de 9 de dezembro do anno prximo paasado at
9 de jnobo deste anno, dis ir mais decandade e
mais pessoas empregadaa oocollegio das orphas
na imporlaocia de 709J875 rs.
Dito ao commandante da eslagio naval.Sir-
v.-saV. S. do informar sobre a passagem que
sogundo "a couia junta consta ler-se dado un
carttioteiro de 2.a classe.
Dilo ao capito do porto.Para cumprimeolo
do dlsposto 00 aviso da reparticao da agricultu-
ra, commercio e obras publicas dsiado de 9 de
setembro1 ultimo az-ee necessario qoe V. S. me
envo .i o di. 20 de Janeiro prximo futuro um
relatorio sobre os seguales pontos
l.'-Descripces dos rioi uavegarea especie
cando a sua profuadid.de. correeteza, largura
e mais circunstancias que pssam tnisressar s'
p-.Momero de lotago dos barcos deqoalquer
naturez. que sulcim *--------
u aguas da provincia,
e sond.gem dos ros que dema
, *" "T ?, r-
dam obra d arte para ae tornaren navegareis de-
vendo acompanhar a conta da despeza proravel
com estaa obras. .
4.Estado das companbiaa de navca.cao
rspor nio s das que forem subvencionadas pe-
loa cofres geral e provincial, mu anda das que
o nio forej).
Dito ao eogenheiro director das obras publi-
cas,Para cumprimeolo do disposto no riso
Discurso de Mr. Moray, na ahertn-
ja^ do eosellio asmrml de Po^e
Senhore.:
Os embaragos internos que nao poupam
quasi nenhuma das grandes potencias do mundo
n este momento, e mais do que tud.o, a palavra
do imperador Napoleo, adasta toda a apprehon-
sao de una guerra qualquer em que a Franca
possa envolver-se. E" pois para o trabalho que
ella deve, com toda a seguraoga dirigir as suas
tistas e osseus esforgos ; tambera este o nico
assurapto com que eu procurarei distrair-vos
Por occasiao da vosea ultima sesso, o vosso
presidente e mais utilmente alfada o vosso vice-
presidente, foram demralos em Pars para exa-
minar todas as questes de altaodega que susci-
taTam os tratados de commercio felizmente con-
cluidos depois. Julgo que a vossa opiniio taor-
be m de que estas questes foram resolvidas no
sentido mais favoravel para o desenvolvimento
da prosperidade material da Franga. Esta tran-
stegao nio se ha de certameote elTectuar sem im-
pOr aos nossos productos alguos pesados sacriQ-
cos, mas se o governo seguir resolutamente at
ao extremo o camioho que encetou ; se conse-
guir, pela concluso dos canaes e dos caminhos
de Ierro, reduzr prximamente as despesas de
transporte do cirvo mineral e das materias pri-
mas ; se elle libertsr a nossa industria as nossas
expioragoes de minas, as nossas sociedades com-
merciaes. das peas e das morodades legaes e
administrativas que as paralisem.nio ha duvida de
que o equilibrio se restabeleceri, e de que este
pajz rico e laborioso, estimulado pelo incentivo
de urna salutar concorrencia, ha de nao s resis-
tir com rantagem no seo proprio mercado, mes
toroar-se om formidarel ooocorrenle nos merca-
dos estraogeiros.
Durante a ultima sesMo legislalara operou-
sa lambem urna modiBcagio muito importante
digna das vossas mais serias reflexes ; s escalla
movel foisuppnmida e sub.tituida por um direi-
to fizo pouco elevado. M.a o
mais significativo, foi
plesmente de passagem o departamento de Pav- ir. "w. *"d!l "?.!I,fd.'_ e!D um 8T.e;no 1U8
autondsde pa-
ecessario a glo-
_ Franga (muito
VES cenlro *>'^""^. iff'di"7r"TD-" *
que esta espersnga adogara os senlimentos das qui que apparece toda a reforma poltica
vossas populsgoes. e que as testemunhss do CODCed"a pelo imperador. Urna censara, urna
atieigao e dedicacao que renovavam para o lm- llca' ae lerotav. de urna parle da opiniio pu-
perador. longe de perder a sua vivacidade, aug- bUca "nl"> o i*perio :
mentarlo com a preseoca da oosm graciosa so- Dl"a- q ama dictadura porque falta o
t*""- exame da authordade ; nio sufflcieote aioter-
-' venelo do paiz nos negocios ; eesta ceoaura.
Discurso de Mr. de La Guerronlre ,fxPlor,d Pel malevolencia, envenenada
na abertura do conselho arenal f."*PrnM estranger.. podia, at corto
1 per desconhecer o carcter do nosso
Teodia a crear entre elle e as classes esclareci-
do Alta Viennn.
Este anno, como os antecedentes, vaiho
oceupar-me comvosco do que pode interesar
mais ao vosso patriotismo. Depois da noasa Ju-
ma sesso, consummoo-se um facto consideravel;
o Imperador, qoe tem dado aocceasivamente i
v'V*" Sffi ""'" ba'e* f,,a Brocurava em
vao ha sesseota annos; a glora, qu e o seu
primeiro osliocto; a paz
00 ultimo anno foi de
o impulso da om enorme
supprimento, moderados pregos e bom mercado
para fazeodas e fios.
Posto qoe nosso quadro setual mostr um con-
sumo apparentemeota tamanho como o do anno
passado. teto devido ao facto de que muitas fa-
bricas se acham sobrecargadas e com deposito
al o Qra do anno.
No Um de junho os despschos para as fabricas
mostravam urna reduccSo de quasi 4,000 saccas
1pLsemana- Sendo 43.Y74 saccas por semana em
1860 contra 47.500 em 1861.
Os fabricantes tomando ss 1.550.000 saccas sci-
ms mencionadas, faltaran 850,000 saccas para
completar s 2,400,000 saccas que seriara neces-
sarias. calculando urna reduegao de 150 000 oeste
anno.
Sendo,porm,nosso supprimento avaliado como
SS>mJB>n 1'400'000 "c". unido ao deposito de
yoO.000 saccas do anno passsdo, este nos deixa-
ria com um deposito de 550,000 saccas para o 1
de Janeiro prximo futuro.
Eolio, como para o seguinte anno o actual es-
timulo de altos pregos continuar, ha toda a es-
peranga de que nossa importagao actual cheaar
ao menos 4 1,200,000 saccas entre 1 de Janeiro
el de outubro seguinte, se algum caso extraor-
dinario nao vier collocar-se sobre os clculos
daquelles que melhor conhecem os recursos do
pas.
O mesmo estimulo calculamos para o augmento
ae nosso supprimento e de todos os outros pai-
Bnada pela zes que durante o'sobredito periodo do anno as-
pelo, fa- "do chegou i 190,000 saccas, s quaes acrescen-
governo. tando agora mais 1 [3 saccas teremos 250.000 sc-
desta proviocia dos mercados da Europa o
prego de outros de diversas precedencia-- 1
cXd'o6^10 Mb,d s-niis
No entretanto este m.I tio f.cil de ser mi
de;aqrLt.esU PUbUca a^"'ecia. ,0. a ZL
!r n f.i; eaP"aB,oa a" tr.U de sp^rM-
prse ^saff .^ar. pHs
dos couros depreci.do. de.t. provine?. c^rsT.
Jgu.lag.0 do prego delles .0 de oalrM pr^SEs-
A proposito, como materia caeta
mos aos creadorea de gado qee alo
senao oas queisadas. ou parase: pora
oulra qualquer aituagao. como pr.lk.ao JS
non e inuliliss mesmo om. d.VMoMlea?LEZ
do couro. o proprio intrnese daVriadorT. *r
raen"10 reCla'" t d"- <*-
Passagekos da eacun. br.ail.ira rru/~
too Jft A,n,oDio *XS^*E*k
to Komu.ldo M.rlios, Mara Rosala, d. OiTZ
glo e Paulo Jos FraociscT "0M,U1* **'
ahM.Pa^a*ero- da barca brasileira Amelia
sahida para o Rio de Janeiro: Crio. Aiumsto
ds Silva Pinheiro, Antonio Rodrifei^lVST
mor. e 37 escr.vo. eoireger. "-'
i,hH;'nM,geirM.do'',DOr braaileiro Pairaisv
sabido para o norte : Lua liarse* Ja** a'
Germano, Francisco uSSX^^tSSi
Dr. Francisco A. Fernandos Jnior e 1 criado.
l assageiros do brigue escuna brasileira ata
guerra Eoo, vindo d. Babia : teoenie R ro
e 5 crados/ P0, ,0 W" dM 8""
..kTHPaMager08 do TaPr lro Jaguan*
sahido para os portoa norte: D. Isabel UcteAe'
Silva.
Mara
Souza
criado. Cleaesta
Jos Freir, Or.
.-------, K que aspira pela sua a discussio
^i^Ai0.?'4^1! da Producido, o Impe- Idest. raaniira
rador perguntoa a st proprio, as
sss meditagoes, se nio era chegada a
podero-
hora d
las, como ama especie de descondanga edema
ntelligencia, e aa instituidas nao app.reciara na
U* verdade atraz do prestigio, 4' da sntoridade
pessoal do soberano (movimeoto).
O imperador nn >iirnu a r.oa.Utuicio : mas
dando mais desenvolvimento e movimento I.
loas condigoes, qoe eram talvaz ciar... .mPi<>
forialeceu o exame, e auKtnenlou
'a as garantas de urna sabia liber-
dade.
Cora um sensdo
apereigoar as nossas instituicoes" e a 24 da no 1 ~1 a 8.eD"0 \ um ,corpo ul,al"<> a"
vlmbro ullimo escreveu nl, *VJr.5 noi|ociou de perto a aegio poltica do soberano e
no. e nesse memoravel de- dos.seus ministros ; com um conselho de estado
que prepara, em deliberares luminosas e im-
portantes, as leis e os negocios administrativos
que se passou de
. que a lei. appoiada por
urna declarado c.lhegorica dogoverno.coosaBrou
lina man. ..i. n^mJLtm___- o'vu
por
. biiiiegonca ao governo,consas
analmente este principio que f urna verdadeira
conquista, a saber, que debaixo de nenhum pre-
texto, quaesquerque sejam as circunstancias e
as reclamagoes o governo nao inlervir para pro-
hibir a exportagao dos cereaes.
As considerages que isto determinam sao mui-
to simples. Na nossa poca.a escassez absoluta-
mente impossivel ; urna looga experiencia pro-
va, no que toca a coloeilas. que o que o co ne-
g a orna das parles do mondo, o produz em
excesso na outra. Nio ha exempl de que a.
estagoes tenham igualmente maltratado 00 mes-
mo anno todos os paizes productores de cereaes
e boje que as communicagessio rpidas e segu-
ras em lodo o mondo, e que tendem a multipli-
o.r-0o .,?!)., ata preencher o dficit das colheital? a
deve recorrer ? Ao commercio Hvre
de
quem se
---------.-.- ....o e seguro
- ccorrencias como as de Buzangais. o recur-
so ao governoe a sua fatal otervenglo. se elle ti-
ver 1 fraqueza de cooceder.nio podeodo produ-
zir senao um effeilo opposto aquello que se que-
na conseguir. Cada um entlo trata de guardar
os seus cereaes. ficando deserto o mercado publ-
?.L "1"!0 aff"a-e. desanimado e tu-
quelo e s o mal augmentar.
Ora. reeord.e-vos das antigs discusioei e
cDaQiTuaia,0derDa5' 6 qwil ^revolu-
fdes4MTnYUt l8fflp0 dere P-a o"
ideas, pera que ama le que parec* custir as
mauengeohosas combinages para garantir a"
ternaUvamenle o prodoctor e consumidor fosse
Sern1'?", d,fficulaa> q progreTso. "se di!
gorerno, que est agora se tornara Veeponaavel
de udo. do bem c do mal, fosse d'esta aaeira
desligado sem emogo. "o
* Vos senhores, qoe segus, como especUdo-
reeatvenloa e imp.ssiveis. a poltica que se trata
esa Pars, vas cujo julgameolo tranquilisa ante-
cipadamenle o da prosierid.de, doris Ur sido
VTESFS^/"" darol morlmnto
sentido depou da paz : tod.s essas gr.ndeiTmo-
dettescoes commerciaee, que acabo de rocordar-
vos; os decretos de 2( de oovembre 4,u"aeram
creto, que ser urna das melhorea paginas df
seu reinado, a concesso espontanea e voluol?-
ria da liberdade poltica, (signase de approra-
a Por este acto corajoso qoe ninguem espsrs-
va. o Imperador antecipou os votos do seu go-
verno e do proprio paiz. Mostrou-se mais libe-
raido que a Franga, que. as saistages da sus
influencia alcangada e da sua fortuna progressivt,
linna apenas vagas aspirages para a liberdadi.
. necessario reconhecer bem, tanto entre ns
como entre os estraogeiros, ficou-se surpreher-
dido por esta iniciativa imprevista. Era talveza
primeira vez que urna grande reforma descia r.-
lunianamente de um throno para o povo, em
vez de sahir, como urna exigencia, e algunas
vezes como urna ameaca, do seio da opiniio pi-
onca para o poder supremo (viva sessagio.] tas
a surpresa cedeu bem depressa o lugar a outo
sentimento, e neate coniuncto de prevengio ede
torga, de moderagio e de firmeza, reconhecai-
se o soberano que sabe que para reinar solre
ma nago como a nossa, necesario colloar-
se resolutamente frente de todas as suas var-
a a% ldas* e de tod08 0 Progressos ubis,
aflm de nao estar exposto s paixes maleflca e
as utopias perigosas que se impoem a om gober-
n fraco e retrogrado. (Demonatrages de id-
Creio, senhores, que respooderei eo v.sso
peosamenlo, e que praticarei urna cousa utilex-
pltcasrjo-me completamente sobre o carcter e
alcance do acto de que acabo de fallar. (Sigues
de altengio.) l
Sabis qual o problema qu ha sessmt.
annos se agita no meio das revolugdes ? Eu ode-
fino em urna nica palavra. Procura-86 um go-
verno forte n'um poro lirre (morimento de at gio.)
Um governo organisado demaneira qoe pro-
teja os oteresses geraes sem ferir os direitos in-
dividuaos, e que encontr na parte que o paiz to-
mar nos negocios pblicos e exame do seu pder
o correctivo dos seus abusos e o impulso di vis
forga para melhor assegurar a grandeza nacicoal,
s ordem e a pazeis o que oa nossos paes bem
procurado ; eis e que os oossos proprios contem-
porneos teem procurado. Todos viram isto ma-
logrado. .
Quando a Franga no seu ardenle progresso
para este fim. julgava ter tocado a liberdade, nio
eneootrava mullas vezes mais do que a an
Quando ella julgava afinal ter encontrado
toridade. nao tinha
" "0i^aJ,a.B!.a,llaATez0, ""i" d qa a an.rchi..
a su-
mis ao que o despotismo e
a dictadura ; e em vez de se constituir 00 peder
que tinha recebido das suss tndieges envolvidas
.,B?lIB0-rUe, Primos de 1789. exhauri.-se
ff.SlSSoP l0 e em *** *+*
1 Porque aconteca islo senhores f Porque
I succumbir.m tantos regimeos diversos'nas-
S(r^a8CirCUT,ncia8'"ccei,oS Pe,a ">?<). e
deffeodidos por homens de talento? Nio falle do
primeiro imperio ; nao foi a Franga que o derrl-
bou Tambem nao fallo dos governos de vloleo-
Slo..a i"rr.?rka d8 anarchia 1u o Preceder.m.
e qu nao tinham mais do que aa bruscas e
sageiras convulses de um estado
com os conselhos de departamento, de districtos
e communas, que em todos os graos esclarecem e
cas, dando em tol supprimento de S.000,000
saccas, al I de outubro.
Deste supprimento deduzindo 250.000 saccas
para a exportagao Acaremos com 1,750.000 sac-
cas lufflcientes para um consamo de 40,000 sac-
cas por .emana, ficando aioda um pequeo de-
Dosflo. .OW^ecas para o anuo, denois do
Isto apenas bastante e sem que novas fontes
de supprimento sejam abortas ou as difBculdades
dos Estados Unidos removidas, nao teremos me-
ramente adiado o dia mo. Porm teremosjganho
l anno, e o tempo o que noa falta psra prepi-
rarmos supprimento de oulras fontes alm dos
Estados-Unidos.
Nos todava olhamos para o futuro com mais
contentamento, e acreditamos que sem necessi-
dade alguna de violento esforco sobre a indus-
veriGcam 01 actos da odmieisiracao ;""comum Iria de LanciShiere estaremos hbmta"do"s pwaU-
iriounat de costas que faz, no exame da contabi- zer cessar o monopolio que os Estados-Uoidos
iiaaae publica, as mais serias investigares ; com 'em por Unto tempo gozado
urna magistratura inamovivel e independente,__________________________
depositara e interpreta das leis perante as quaes "" iiioiniiii .i
todos os cidadaos sao iguaes ; com este conjunc- PttNbBMRIirfl
to de instituicoes 15o bem combinadas pan pre- i I L II H W Ifl D U W U .
venir os abusos e produzir o bem geral quem ~"""~" "
que poderia dizer anda que a Franga nio li- RPVIQT1 I1I1DII
vre e que o seo governo orna dictadora 1 (Mo- nuioiA UlAnl*
tT?TI222f ,0?| PP"*-) Em outra parte deste Diario, vero os nossos
*JJ?.4V* *""* da soeUdade franceza asslgnaotes urna invocago do Rvm. padre fre
luSTi. a sdae "''"<>. Porqu, con- Miguel de N. S. do Gormo, esmoler da Terra
ii^LJSSS^^^^^^- Se Saota' dirilda aos tabiUnles dos, provincia."
lUZndl a^a-l do imperio, apre- nao podemos nos omittir de chamar a attencao
esse or/te^o ?l I-,P^20 POder abS?1Ul0 P?,C0 pera ella' Cotno ama ob" immensa
esse pretexto j nao existe. Tomem, pois. as decaridade christaa.
?p .re.m T !!-P0SC*- que lhM Perten Com a cheg.da esta cidade desse virtuoso
rWihJ^rtq. ndm?Cr"Cla Cnmpra a raiV,ao padre' cuJa "da exemplar e verd.deiramente
2 *,- fPt! "".',?B,P' colloqoem-se elles evangelice transpira de suas menores aeges, vai
t. m.rlr.1?. iK i. ^xl noiu, o par. des- ter sem divida a trmandode de Jerusajem um
ta maneira Ihe dar o que ihe falla, digo-o fran-
camente, a prudencia, a moderagio, a regolari-
dade, e por consequencia o sentimento e o prin-
cipio da liberdade (signaes do approvagio).
Sob o imperio romano, hsvia um patriciado
que regola o Forum, e que continha os grandes e
Alex.n-
espaooM,
Santo Antonio,
social
p.s-
novo.
Mas .final tivemos dous grandes governos uasi
contemporneos, governos serios e roopoitsrois*
a restaaragio e a monarehia de 1830. Tivam.
a repblica de 1848. Porque que ludo des.pp?
receo? (Morimento.) w.ppe
a minha opioiao, a razio fcil de conhe-
cer pora o homem poltico e histrico, e eu vo-
la douoio como urna reerimioasao, qu. serU in-
digno de ros o de aim, mas como um esetareei-
mento que digno de fazer; porque esiei ao-
vemos, qoe Itreram a ao. razio de aer, que le-
aos corpoa polilioos om direito de sem7|T;r^Tl^t!Il,t!AUi?do f*f6r. "Modo de
iodorosos consoles. Quaodo o patriciado se en-
raqueeeu, e quando mais tarde desippareceu, a
democracia excedeu-se, afinal cahio na escra-
vldio.
Os imperadores romanos s encontraran! no
excesso do sua torca o principio de sua decaden-
cia (vjva senssgio).
Senhores, temos um soberano, que mostrou
o seu mrito antes de governar, e que, na mesma
mesa em que prepara ss leis do estado, escre-
veu a Historia de Cesar. Sabe que toda a for-
ga deve ter comsigo um freio, e que com esta
sabia represslo que os maiores imperios podem
manter-se e deseovolver-se (muito bem 1 muito
bem !).
Aceitemos, pois, com reconhscimento o be-
neflcio dis sabias restricgdes, que, por urna rara
excepgao, n soher.no a ai proprio se impoz. Pa-
so alm disso a dizer com um sentimento de or-
gulho para nos : se esta nobre moderagio deve
s.r admirada particularmente, que ponto deixari
de existir na nossa antiga provincia, onde o bom
senso, o espirito patritico, a probidade nos ne-
gocios nio tenha creado lio naturalmente opi-
nies e coslumes que repillsm lulo quanto e ex-
tremo ?
Deixii-me, senhores, invocar aqu o nomo de
om homem, cuja memoria pertence Franga, e
coja recordagio se liga mota particularmente
nossa cidade, onde elle illustrou aa mata elevadas
funegoes da magistratura; quero fallar de Mr.
Martigoac (seosagio).
Qual foi o homem de estado que nunca cum-
prio melhor a sua missio ? Teria salvado a mo-
narehia se ella podesse ser salva. Elle timbem,
como Chateaubrond, como Royer Gollard, e de-
pois como Caaemiro Perrier (nio fallo senao de
quem ji nio existe), prosegoio nessa longa e glo-
riosa alli.og do autoridade e da liberdade, mas
vio tado mallogrado ; a multes outros acontada
o mesmo depois detle. Esta tarefa ser a da nos-
sa poca, se como teobo toda a confianga, os ho-
mens de coragio e de inletligencia quizerem-se
dedicr-se isso, e enlau que a Pranga, sabida
definitivamente Oo caminho estril Sos revoluges
psra entrar ao do progresso, poder! consagrar os
recursos do seo genio eo cumprmeuto dos mag-
nifleos deslios para que Deus a indicou (seosa-
gio p reto ag di a apploasos eothus.iticos).
[Jornal de Commercio de Liiboa.)
glande impulso no numero de seus irmios ou
afoliados, cojos privilegios, gr.gss e indulgen-
cias constara da carta patente, doode v-se a
ntilidode dosta piedosa obra, qoe se recommeo-
da principalmente pelo nome de Jerosalem, no-
me aempre symbolico para o chriitio, nome qoe
recorda o nascimento de Jeus, e apreseota lodos
os documentos da sua santissims vida, paixao e
morte.
Deposito sacrossoto do sepulcro,foram os san-
tos lugares confiados guarda dos Olhoa do
aeraphico patriarcha S. Francisco, mas estes
opprimidos sob o poder infiel, cada vez mais
vezados com imposiges, como se leem em jor-
naea da Europa, mais que nunca necessitaes do
bolo da caridade chistia, pois que nio tem ou-
tro recurso sobre a trra para comprmanlo da
guarda do patrimonio de Jess Christo.
Nestascircumstancias, que o Rvm. padre fre
Miguel de N. S. do Cirmo, commissiooado pelo
Rvm. Sr. padre commissario geral da Terra San-
ta, e aulorisado pelo beneplcito imperial, im-
plora urna esmola para o fim de manter a beren-
ga a.gr.d., do quo todos participamos, e cuja
conservado foi confiada aos filhos do santo pa-
triarcha. E assim, de esperar que a nossa po-
pulagao mais urna vez d copia dos seos senli-
mentos religiosos,esmolaudo o que Ihe diciar sua
piedade par. bem e gloria de ndss. religio.
Remettem-nos a seguirte communicagio,
qoe damos sciencis da competente autoridade
em suas proprias paiavras.
' Senhor redactor da Revista diaria :
_ a Acbando-se quasi incommunicavel e residen-
cia dos moradores d. roa do Hospicio pelo lado
do norte, por ler baqoeado ama das barreiras da
nova ponte qoe divide esse lado, do qoe vai em
seguimeoto ao qoirtel, pedimos a publicidade
desta oceorrepcia aflm de ser tomsda na devida
considerac/o pela autoridade componiente.
Seodo os couros verdes e seceos salgados
um dos ramos importantes de exportagao desta
provincia, convm que com esse producto se
techa a devida cautela, para que nio desmerega
no prego nos mercados importadores, como j
acontece.
Nio cessio elrectivameote de chegar por todoa
os vapores sos ncgocianlea, que os remettem,
reclamagoes da parla dos compradores e prepa-
radora! eoropua sobre o mil ssfolado dos cou-
ros, reoosameodaodo que delles sejom tirados
todos os pedagos de carne, qoe Ihes ficam adhe-
recas por incuria ou imperfeigt daquelle ser-
vico.
Estes descuidos, oa apparencia de pouca mon- i
la, fazem todava arruinar a pello, tornam a rea-
i da difficil, agrio cnusa de nio obterem os couros
Cirio!. Mana da Cooceigao. Eern.rdioo
da Repreientacao, Joaqoia M.rqooo de
e 2 criados. Jlo BoptisU S. M.ocoiobc
Jnior esua senhore. Jos Alexend" d7oS.
jo, K. Antonio Linhares e 1
Soares da Silva, Quiolilaoo
tn.ndo Affonso de Mello Jnior e 1
trancisco Luiz Cirreiro e 1 escravo, Flix *,?,'-
ro d. Silva o 3 criados. Pedro e Freodaco Ti-
cente A. d. Co.1. Silv., Fr.ocia Jos .
mes, Juveocio da Guoha Guimariea, Manoel Jos
ftdrn'r"' ^n,0'0 da Coala Ca^"l/j~qrtaa
Pedro Croeiro da Cunba. J.ou.ro Coreile^T
cente Aluono. Vicenso Azido. Joi Azid^'
fri. Franci,c* da *ha. Al,
.iTT3iP*SSa8eroa 0 hiale 'ir Exalate
rl R Pa.' Arae,aty Coregu.. Soiurnino Ferro^-,
ra, B.rcellos, e Jos Joaqoia Leile.
Mat\DOL'RO PUBLICO.
cidN.Oded.,10oSzM,n"'e P"r" C0M,,"k0 *"U
No dia 7, 101 dita.
~ O.TAtlOADl oo ou 6.
i-rancuco Meca da Cooceigao, Peroaaboco. *S
AnlofiPo'ih'eV.fh.gr ^S.V.o.rpern..b^
I00 olltro, Recife, molestia interior
Mara, Peroambuco, 4 dias^Ba-vi.ta, convol-
soes, (escrava.)
Maris- Affica. 70 aonos, solteira, escrav., lecif,
Chriitisoa, Peroambuco, 3 mezas, Santo Anlooio.
Mara, Peroambuco, 1 boro, S. Joa.
(escravo). '
Manoel, Peroambuco, 2 hora*
coogesto cerebral.
Mana Antonia da Cruz, Pernambaco, 7 annos
solteira Bdo-viata. coogoatio corobnl
Froncisco Gomes de Figoeiie, Poruakaco 75
onnos. casado. Recite, bydropericardio. '
Alina, Peroambuco, 2 mezes. Ssnlo Aoteaio
espaamo. '
Cosme, Pernambaco, 1 anno Santo Anteis
convulses. '
Canuto, Peroambuco, 1 mes Smto Antonio ai-
pasmo. *
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO ORDINARIA AOS 25 DE SETEMBRO
DE 1861.
Presidencia do Sr. Rtgo s Aimmfutrqu*.
Presentes os Srs. Rsgo, Ueeriques do Silva,
seve e Helio, faltando com cansa o Sr. Reojo o
Albuquerque, e sem ella os mais senhores, abre-e*
a sesso, e foi lida e approvada a acta do aota-
cedenlo.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do eogenheiro cordoedor, informan-
do aobre o do director des obras pblicos, acooa-
p.nh.do de outro do ojadante deeageohetroo Po-
liciano Rodriguea da Silva, qoe reprsenla teolia
umi cordeagio que diz ha ver eido dedo poto fis-
cal da freguezia dos Afogodos no logar dos Aroiss
do Giqui, dizeodo o acamo eagooheiro csrdoa
dor qae tendo-ss dirigido eo aoadeaedo logar
n > encontrara obra olguaa all corseada peio
dito scal, qae se estivos** lesead*, e opeas*
existe umo cisa de podra e el j h. esees* lam-
po construido com solidas, a. logando Um peto-
ce, eote. d. execogao da estrada da Victoria,
com as dimeosoes marcodis o* postara, qoe a
proprietaria dests esse havia podido rnrdiorio
pora construir om muro so lado deil*. o qa.llhe
foro dado na direegao que pereceo o etleeefa-
nheiro conveoieote, pois em vez de cert.r-ae
urna casa nova bem construid!, cosa* a 4* cae s*
trata, muito mais fcil serie aosifiear-se a di-
reegao da estrado, efestsode-se dez palmee per*
o outro lado, oode ha bastite terreo* pera calo
fim.Que so ioforeassse eo Bxm. presidente a
provincia neola sentido.
Outros (2) do flsc.l de Santo Aoteaio, rfirdsa
oa seoaio ultima, Informando a* s*ak**s a Ma-
noel Figaeira de Feria, qoe repras.oUu arJ-
meir. contra a cooservogao 4* aae facroria u
rus da Praia entro oe lana reces qoe elli
o peUcionario, o ne oegaod. exigioo 1
d. primeira ; decloro o hocel qoe, 01
troa em exercicio do lugor j aa ochava
Cida a dito ferrara, qu.l oulr'ora *l
Antonio Jos Maciel. qu. Uta oderera
tempo ter liceoca dosta cmara, tas* os
mente pertence a vov. o* dte aoeset,
havia o mesmo fiscal intimido o remeci.
Posta, em diseossie, o Sr. Mette, cao Uka ao-
aeedo para examinar dito iililet.rtmi.li. fa
clirou que erff elle aa pooU aaosno. cao
feitoe elguo. melhoroaoole* de cao art-rioer.
mu teda a forja pera oatro logar, eta* sa*a*r
aliara a csalo*, nenhum aol poda causar -
siobanca, eoteodendo o mesa* ecaosaot cao aa-
dia aer conservado.Aseia a* rasle**. *
dou-se officiar ao fiscal neate eeolids.
Outro do procurador. coeoalUo* ooiroo tor-
mo de nfroccio. qae Ib* fre remotUo. de I**,
quim de Almeid. Qeeiroz, o aool cote** vea-
deado em sua taberna drrorsos

je, taodo o Inspector de asada peblica. i sjsasr!
faram rametUdos os mesmo. mrttawmtaafJZ
L-


&L
m _______
UMO M ffBUUHBDOO. TaW*. FURA 4 M OTUBRO DI 1861.

gaee-os de oeohuma importancia, -devis promo-
ver judicialmente a erreesdaco da mulla, neo
bataola parecer-lheimproflcoa semelhante pre-
lencao.Mandouse necjarar que alo proseguase
n* srrecadacio.
Oulro do llical de S. Jote, pediodo bouveue a
cmara de mandar atisfazer ao facultativo Fran-
cisca Jos Cyrillo Leal a quantia de 6*, de urna
cnida eanilaria aaa com,
mate ultimo.Maadou-ee
Tendo Euzebio Napoleie
quiniia de 150$ annual.
catea e boceleiras, a cmara
Ex, presideule da provincia
aacaitar cate offereciineato, visto oto ter as ne
ira* preporcftea pera arrecadar dito im-
oo mea de
idadn,
i ofierecido
to de mas-
ou pedir ao
risacio para
Despachara m-se as petices de Bernardioo Jo-
ba Leitlo, Evaristo Mendes da Cunha Azevedo,
Euzebio Napoleao de Siqueira, commeodador
Jos Pereira Vianna. Jos Francisco de Lima,
Joao Antonio Gomes Guimaries. Joaquim Jorge
ale Souza, Joaquim de Almeida Queiroz, Jos Au-
gusto Leal, D. Lauriana Gandida de Helio, Mara
da Cooceicio Soares Brando, Maooel Figueira
(le Paria, e levaotou-sa a sestie.
En, Francisco Canuto da Boaiagem, oEDcial-
maior a escrevi ao impedimento do secretario.
Cesado de Helio, pro-presidente.Menriques dar
Sita.Reg. (Barata de Almeida.Leal Seve.
Heiro.Reg Msia.
CHRONICA JUUI CURIA.
JLftS DO RCIFEt;
4. SESSO. DA 7 Dfi OUTUBRO DE 1861.
Presidencia da Sr. Dr. Bernardo Machado da
Cotia Doria, a'uis de direito da Ia tara cri-
minal.
Promotor publica, o Sr. Dr. Francisco Laopoldino
de Guama Lobo.
Escrivao, o Sr. Joaquim Fraoclaco de Paula Esto-
ves Ceme ate.
Feila a chimada s 10 horas da manha, acha-
ram-ae preaentea os Srs. jurados seguales :
Bento Joaquim de Miranda Henriques.
Antonio Coorado Sabino.
Americo Ofidio dos Santos.
Candido Aulran da Halla Albuquerque.
Justino Martina Correa de Mello. '
Joaquim Pereira de Meodonca Jnior.
Olympio Dornellas Cmara.
Antonio Jos Rodrigues de Paala.
Dr. Constantino Rodrigues dos Santos.
Antonio Jos Leal Reis.
Basilio Alvares de Miranda Varejio.
Jeronymo Gomes da Fonseca.
Manoel de Jess Jerdo Cordeiro.
Joaquim Mileto Hariz.
Foram dispensados por haverem servido em
sesses anteriores es Srs. :
Antonio Conrado Sabino.
Jeronymo Gomes da Fonseca.
Foram multados em 20$ cada ura dos Srs. se-
guintes :
Antonio Faro andes de Araujo.
Domingos Antonio da Silva.
Francisco Js Belm.
Jos Alves Pernandes.
Joaquim Antonio Seve.
Jos Joaquim Seve.
Joaquim Perreira Puntes.
Manoel Ignacio de Olivtira Jnior.
Manoel Osmando da Cmara Pimentel.
Cosme Damiio dos Sanios.
Domingos Jos Alves da Silva. .
Dr. Egidio Henriques da Silva.
Franciseo de Paula Oas Fernn des.
Jos Jacintho da Silva Meodonca.
Joaquim Maooel Mendes da Silva.
Dr. Manoel Joaquim Ayres do Nascimenlo.
Manoel Perreira Pinto de Araujo.
Jos Vsz de Siqueira.
Antooio Ignacio Rodrigues Machado.
Candido Alves Lima.
Inoocencio Antuoes de Farias Torres.
Antonio Jos Pereira.
Francisco Deodalo Lies.
La Porfirio da Silva.
Benjamn Franklin da Cunha Torrczao.
Antonio Soares da Cunha Nobre.
Jos Pedro Velloso da SiUeira Jnior.
Joaquim Jos Perreira.
Joaquim Joao de Souza.
Jos Francisco de Souza Lelo.
Jos Mendes de Carvalho.
Joaquim Pedro Carneiro Campello.
Pedro Francisco da Costa.
Seodu Josufllciente o numero de 12 jurados
ao sorteio de 36, e sahiram sorteados os'rs. se
Ruiotes :
Ernesto Brederodes.
Jos Maria Geraldes.
Joaquim Luiz Viraes.
Eduardo Claudino Cabral.
Luiz Bernsrdino da Costa.
Abdias Bebiaao da Cunha Salles.
Jos Goncalves Malveira.
Miguel Lucio de Albuquerque Mello;
Joao Cirios Augusto da Silva.
Joao Perreira de Mello.
Antonio Moreira Tavares.
Jos Joaquim Guedes de Almeida.
Domingos Francisco Tavares.
Manoel Jos Soares de Aveilar.
Antooio Bieardo do Reg.
Jovjno Eduardo Pina.
Traja o o Viriato de Medeiros.
Jos d Aquino Fonseca.
Joao Agostioho de S Pereira.
Aaionio Jos da Costa.
Luiz Jos da Silva Guimeres.
Joao.Manoel Pinto Chaves.
Francisco Bpifenio de Souza.
Antooio Cordeiro da Cunha.
Francisco Antooio de Almeida.
Joaquim Jos de Sant'Aona Cardeso.
Vicente Ramos e Silva.
Joo Francisco Galvo.
Joa Alfredo de Carvalho.
Dr. Cosme de S Pereira.
Euzebio Pinto.
Angelo Custodio Rodrigues Frasca.
Jos Francisco de S Leillo.
Antonio Rodrigues Pioheiro.
Jos Goncalves Basto.
Antonio Francisco das Nevei.
Concluido o sorteio o Sr. juiz de direito mao-
dou proceder as necesearias uotiflcac.oes. e levan-
4ou a sessao adiando-a para o dia seguate pelas
10 horas da manha.
CONSULADO PROVIKCUL.
Relaco das casas abis mencionadas
que soffreran alteraces no prsen-
le ]ancam#Dto feilo pelo laocador
toelho, a saber:
Ra das Cinco Ponas.
N. 124.Antonio Nobre do Almei-
da e Brazilioo Leal da Fooceca
Candi, nma casa terrea arrendada
por................................
dem 1.Pedro Barral da Costa
Soares, ama casa terrea arrendada
por.................W............
dem 131Manoel Ferreira Hamos
urna casa terrea arrendada por..
Idea 142 Herdeiros de Marcelino
Antonio Pereira, urna tasa terrea
arrendada por...................,
dem 144.O mesmo, ums casa ter-
rea arrendada por................
dem 148.Antonio Josa de Maga-
laes Bastos, urna casa terrea ar-
rendada par......................
dem 1. Antonio Franciseo Perers,
um sobrado com urna loja e 2, an-
dares arrendado por..............
dem 3.Manoel Goocalves Perreira
e Silva, na sobrado com uma%-
ja e 2 andares arrendado por.....
Ida 7.-Viva da Maooel Fel da
*oza, uan casa terrea arrenda-
n. WiaMalMB*B!>PrN''
* '.a-Htrdalros da Antonio Jo-
a Gomes da Arantes, ama casa
?errea arrendada por..............
lt*tt> 27.arique Jos doa San-
tos, um sobrado com amalla, a
iaL'^.122!^fr
tfmw.-aerd^jr^, j0f Mari(|
*ajf*\4ra*ii*ia*a
1409000
300JOOO
3009000
110J000
3605000
7801000
de Jezus Muoiz, um sobrado ar-
rendado por..-....................
dem 81. Viuva-e herdeiros de Jo-
s de Oliv eir, um sobrado coni
urna loja, 'a i andar arrendado
POC.......;-.*.....................
dem 39. Viuva e herdeiros de
ioaqotm Joe Loureaco da Coala,
urna Casa terrea arrendada por..
dem 53 Manoel Joaquim Rodri-
gues da Souza, ama casa larrea
arrendada por.....................
dem 75.Hanool da Hadelrss Sou-
za, urna casa terrea arrendada par
dem 77. Joio Barboza Maciel,
ama casa terrea arrendada por...
dem 72.Candido Jos da Fooceca,
ama eesa terree arrendada por...
dem 87.Padre Luiz de Araujo
Barboza, urna easa terrea anea-
dada por..........................
dem SO.Dr. Francisco de Aasis
Oliveira Maciel, ama casa terrea
arrendada por....................
dem )7.Compunhia da estrada de
ferro, urna casa terrea que serva
de armazem oceupada pela mes-
as................................
Ra do Harisco.
dem 10.Joao Malhe, urna casa
terrea arrendada por..............
dem 10.Thereza dos Santos, urna
casa terrea arrendada por........
dem 20.Maria Franciaca de S, Vi-
cente Ferreira, urna casa terrea
arrendada par....................
dem 22.Rita Hara de Santa Aa-
na,uma casa terrea arrendada por.
dem 80Mara Antonia da Purili-
cacao, urna casa terrea arrendada
por..............................
dem 28.Jos Moreira da Silva ama
casa terrea arrendada por........
dem 36.Hara Antonia da PuriQ-
caclo, urna casa terree arrendada
par.............,..................
dem 7.Luiz Gomes Stlverio, urna
casa terrea arrendada par.......
Ra do Dique.
dem 6.Antonio Pereira de Olivei-
ra Ramos, urna casa terrea arren-
dada por..........................
dem 12.Joaquim Antonio da Sil-
va Ltnhor, urna casa terrea ar-
rendada por......................
dem 14.Antooio Francisco de Car-
valho, urna casa terrea arrenda-
da por............................
dem 16.O mesmo, urna casa tor-
rea arrendada por................
dem 18.O menor Hanoel, urna
casa terrea arrendada por........
dem 20.Herdeiros de Anoa Per-
petua Perreira de Versa, urna ca-
sa terrea arrendada por..........
dem 22.Auionio Nobre de Almei-
da, urna casa terrea com toto, ar-
rendada por.....r................
Iiem 24.O mesmo, urna casa ter-
rea arrendada por................
dem 34.Hara Vicencia de Abreu
Lima, urna casa terrea arrendada
Por ..............................
fdem 1.Jos Pinto de Magalhaes,
urna casa terrea arrendada por ..
N. 1 A.O mesmo, urna casa ter-
rea arrendada por................
dem 7. Maooel da Assumpco,
urna casa terrea arrendada por...
Travessa do Forte.
Numero 2 Antonio Jos de Faria
Lino, urna casa terrea arrenda-
da por............................
Ra da Assumpcio.
Numero 8. Fortunata Fredovinda
da Conceigo, urna casa terrea ar-
rendada por.......................
dem 28. Irmandade do S. S. Sa-
cramento de Santo Antonio, urna
caaa terrea arrendada por ........
dem 44.Orphio Joo Rodrigues
Lima, um sobrado com urna loja
e 2 andares arrendado por........
dem 46.As menores Hara, Fren-
cisca e Benigna, urna casa terrea
por...............................
dem 52Hanoel Joaquim da Silva
Brasileo, urna casa terrea arren-
dada por........................,,
"- *--* a....;... m. tt.ni.
Ramos, urna casa terrea arrenda-
da por............................
dem 60. Viuva de Jos da Silva
Pavao, 1 sobrado com urna loja a
um andar arrendado por..........
dem 64.Irmaodade do Saolissi-
mo Sacramento de Santo Antonio
urna casa terrea arrenda por.....
dem 68. Bernardtno Antooio da
Silva Lisboa, urna casa terrea ar-
rendada por.......................
dem 76. Irmaodade do Senhor
dos Martyrios dos Crioulos, urna
casa terrea arrendada por........
Ra das Calcadas.
Numero 2.Monica Luiza Gongal-
ves Rodrigues Franga, urna casa
terrea arrendada por.............
dem 4.A mesma, urna casa ter-
rea arrendada por................
dem 21Joo Pedro da Rocha Pe-
reira, urna easa terrea arrenda-
da por...........................
dem 24.O mesmo, urna casa ter-
rea arrendada por.................
dem 28.O mesmo, urna casa ter--
rea arrendada por................
dem 42.O mesmo, urna casa ter-
rea arrendada por................
dem 54.O mesmo, urna casa ter-
rea arrendada por................
dem 62.Norberto Huoiz Teiiira
Guimares. urna casa terrea, ar-
rendada por......................
dem 15. Irmandade do Senhor
dos Martyrios da igreja do Rosario,
urna casa terrea arrendada por...
dem 17. Vielorino Ribeiro dos
Sanios, urna casa terrea arren-
por...............................
dem 19. Francisco Antonio das
Chagas, urna cass terrea arrenda-
da por............................
dem 37.Antonio Moreira dos Res
oasa terrea arrendada por........
dem 41.O mesmo, ama casa ter-
rea arrendada per................
Boa do Padre Floriaoo.
Numero 2. Leandro Martina Fil-
Sueiras, urna casa terrea arren-
ada por..........................
dem 20.Manoel Ribeiro da Cunb
uiiveira, urna cass terrea arren-
dada por..........................
dem 28. Francisco Antonio das
Chagas, urna casa terrea arrenda-
da por...............,............
dem 30. Francisco Guedes de
Araojo, urna casa terrea arrendada
por................................
dem 32.Claudina Martinha do'Sa-
cramento, urna casa terrea, arren-
dada por..........................
dem 34.Jos da Cruz Santos, urna
casa terrea arrendada por........
5481000
46*000
780*000
3400000
1409000
2400000
1W#000
2O0SO00
1921000
140*000
3:000JOOO
120J00O
1440000
1440000
1200000
120*000
1441000
aoyooo
144*000
180*000
120*000
144*000
144*000
72*000
120*000
96*000
120*000
152JOOO
192g000
141*000
192|O0O
73*000
168*000
168S000
522*000
150*000
3605000
240S0O0
360*000
216*000
192*000
144*000
240*000
240*000
18OJ000
180J000
180*000
180*000
192*000
240*000
192(000
132*000
84*000
300*000
300*000
98*000
120*000
3OOJ0O0
192*000
xlmo.um discurso do Sr. Dr. Amaro Btzerra Ca-
valcaoli proferido na cmara, de que mambro,
a proposita das eleic5a*daU provraaia, em
qual discurso -o mesmo Sr., referiade -*
que sou o juk de direito da que falla __
ra, quaade traion-dos suofjMsos eleitorses
dos Ferros, exprimio-se mals ou menos oestes
termOt -.
Detceu-so Bear na Imperatcd, auodaatde
levar aojis aaaicipal .o ealaie da damisela da
capillo ffeaaet Lucisno de Cimaca Guaran, an-
tes da veri Oca r se erara verdadairas as argusotaa
fetasl aquella funccionarlo, conforme asrecora-
meodaeftes reservadas da presidencia, que Ida
mandad esta offlcio oito das antes. Nao deu pro-
videncia alguma no sentido da desaparecer a
violeaoia, que soflria s asesa paroehisl, que ludo
levoa aea conheclmenlo ate. etcetc.
S e Sr. Dr. Amaro cpaz de alterar os fados
queae-paasaramda medo to digaranU II
Do quaoto dase o Sr. deputado, apenas cerlo
oestar eu na cidade da Imperatriz.
Todos eabem, e o proprio Sr. Dr. Amaro nao
ignora qual a causa poderosa que me forcou a
mudar a residencia para alios padeeimentos de
mioka mulbar, que nessa lempo esteva quaai a
morrer em tal estado ala me era permitlido
deixa-la, ainda quando eu fosse cabo de eleicoes
do Sr. Dr. Amaro 1
Por msis de urna vez communiquei ao Exm
Dr. Joa Bento Jnior, qaa ala poda absoluta-
mente, por esae motivo, aseisr a elcico de elei-
tores em Pao dos Ferros ; e isto tambm respon-
d sa Sr. Dr. Amaro, qua-oda aas na vareadores
me rogava fosee para aquella villa, onde se acha-
ra S. S. advogan lo t causa de Seas amigos, sfim
de mantera ordem.
Hei de publicar, se obiirar a permisso que
solicitei, o ofBcio com que dai cont a presiden-
cia dos aeootecimantos, de que se trata, o verlo
todos os que ou iram o Sr. D. Amaro, que o
juiz de direito da Maioridade fes o que eslava
em seu poder nessa occasio, mandando at sol-
tar por habtat corput um mesarlo, preso pelo
juizmunicipsl.
Nao me portei pelo modo por que o ntica o
Sr. Dr. Amaro ; nao fui eu quora eaviou ao juiz
municipal ademissao do capillo Guaran; houve
nisto um eogano ou qui pro quo que alo foi meu
e para o qual leoho consciencia de nao haver
coocorrido, como posso mostrar com documentos
que por cautela guardei, por prever que carreja-
ra com a culpa. Easa demiasio me sorpreodeu
e bastete desspootou, pois, nio podeodo ir para
Pao dos Ferros, calculei logo as conse ue^cias
dalla.
Lea o Sr. Dr. Amaro o n. 24 do sea Uout de
Dettmbro, e II encoolrarl em um artigo, taliez
Je sua iavra o seguate :
< Sabe toda a provincia, que nao por entender
o juiz de direito que o capillo Guarao. se pro-
nunciira em favor doa uortistas e aim por um
lameotarel qui pro quo foi presenta easa por-
te taria e destituido o capillo Guaran. >
A portara datada de 22 de detembro, o sol-
dado quesuppouho a trouxe, chegou a Impera-
triz em 27 ou 28 desee mez (entre-vespera das
eleigoei) e como afflrma a senhor deputado qu<
tal portara me foi mandada com oito das de an
tecedencia, Qcando esta comarca, seguod j con-j
fesaa em seu discurso, 4
la\tisfll** **r,M lne^6<,ori,9 5 a 6- Aogus-
Jtos; a Hachado & Rodrigues.
fHdaaixiahas ditos ; a PalmaTra &
ata *iroa; a Joio Ferreira dos Santos
Jnior.
?J? *W:ilnhas ditas, II fardos lamo;
* J-gT** Lima.
MaaUhaaa;a Maooel Tavares Cordeiro.
I an,l dita adragonaa bordadas, t dita
patea da bsat*; a SchsOeltlia & 0.
ssccos orsvo ; a Johnstoa Pater & C.
1 lencos de slgodio ; a Cala lrmios.
?2Au'-*olae vlnho Bordeaux ; a Tieaet Frats.
186 fardos fssandas de algoiio, 05 ditos fama,
JOquartinhas.300 cordas da piassava, 141 pos
de Jacaranda, 1 canote cigarros, 1 csixao tabaco
m p, 1 caixa um piano. 100 ditas licor, 60 di-
ta* sabaa, 76 barrts o 75 meios mantetga. 1 caixa
reloglos, 69 caixes, 1 pacote e 610 caixinhas
charutos, 5 ssccos calo ; a ordem de diversos.
Vapor nacioaal Paran, rindo dos portos do
sal, msnlfeiloa o seguinte :
2 calx5es chapeos ; a Ploto le Souza A Bairlo.
30 rolos fumo ; a. Almeida Gomes Aires & C.
25 ditos dito ; s Azevedo & Mendes.
1 caixa mercadorias ; a Polycarpo Jos Layme.
1 dita papel de forrar casa : a Jos de Vas-
concellos.
1 eaixio mercadorias; a Joaquim Bernardo
dos Rala.
A caixas ignora -se ; a C di Barbosa.
i volme dito ; a Porfirio de Oliveira Machado.
1 dito dito ; a directora do banco do Brasil.
1 dito dito; a Raymuado C. Lata.
1 dito dito; a Taaso di Irmo.
1 dito dito ; a Ramas & Lima.
.1 encabado dito; a Antonio Jos da Costa Reg.
1 calilo dito; a bibuolheca da faenldade de
ireito.
1 volme dito; ao inspector do arsenal da ma-
nobs.
1 embrulho dito ; a Miguel Archaajo de Frailas.
2 ceixotes dito ; a Antonio Guimaries & C.
1 encapado dita ; a Henry Gibsoo.
1 dito dito ; a Jalo Baptista de Oliveira.
t dito dito ; a Francisco Vicenta Viaona.
1 embrulho dito ; a James Ryder di C.
Patacho nacional Tigre, vindo do Rio Graode
do Sul, consignado a Bailar & Oliveira, maoifes-
Isu o seguinte:
8004 arrobas de carne de'charque, 30 couros
de refugo, 139 errabas de sebo em rema ; a or-
dem.
Brigua nacioaal Maria Isabel, vindo do Blo
Grande do Sul, consignado a Domingos Ferreira
Haia, mantfestoa o seguale :
9762 arrobas de cama de charque, 300 ditas
de graxa em bexigas, 60 couros vaccuos, e 1,000
lioguas seocas ; a ordem.
Barca oaciooal Norma, vinda do Rio Grande
do Sul, consignada a Amorim & lrmios, mani-
festou o seguale;
9878 arrobas de carne de charque, 202 ditas
da seboem rama, 5S2 de dito em pes, 406 di-
tas de graxa em bexigas, 50 couros seeeos ; a or-
dem.
ExporUaf&o
aoveota leguas da ca-
pital ? Do dia 5 de outubro.
O meu procedimento nos negocios de Pi dos Brigue porluguez Relmpago, para Lisboa,
Ferros me deu a satiefacao de ser eleitor dos carregaram :
roaia volados as duas eleigoes, que ao mesmo Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, 113 aac-
tempo lizeram fizeram naquella parochia os par- f00' com 339 arrobas de gomma de mandioca
tidos oorliata,sulisU a eu l nao eslava.
Se maconduzisse, comoeipoz o Sr. Dr. Ama-
ro, tal vez que i S. S. alo aproveitassem os vo-
tos de seus amigos daquella freguezis, que, des-
de as eleicoes de setembro, sempre eocootraram
no juiz de direito o mais decidido apoio, nao pa-
ra os proteger, mas para os garantir de qualquer
injustica doa seus contrarios, em cujas mos se
achara os mais importantes empregos da po-
lica.
Tenho do Sr. Dr. Jos Bento Jnior offlcios 4
carias que muito me hooram, a a mesma folkm do
Sr. Dr. Amaro, que nao Iba pode aer su.peita,
em urna correspondencia em que se exagerara os
poucosserviQos que prestei por occasio da des-
ordens de Po dos Ferros aas eleicoes de setem-
bro, j me fez um pomposo elogio.
Nunca ouendi o Sr. Dr. Amaro, e s descubro
razao para essa ogeriea, que de muito parece ro-
tar-me:
Em nao ter eu querido satisfazer a S. S. quan-
do me pedio para -ardor as appartnciat (j era
deputado) e nao puchar muilo pela lesiemunha,.
(patarrassuas) no processo.na qnslidadede chafa
e polica desla provincia, fui instaurar na 'lia-
de Toaros contra o criminoso altouei Edw do
treir, de quein era S. S. amigo a advogado.ile-
vaodo sua descripgo ponto de accresceolar:
rido duviuo u.uw aiiKuol cuubiuu a-use
a morie de quo o acousam, qualquer as circuuv-
tsncias delie faria o mesmo,.... o homem i
viuha malar 1 >
Era me haver eu negado dizer em Pao doa
ferros ao Sr. Dr.|Amaro que para isto me foi es-
perar emeamioho, qual sera a mmha informa-
;ao preadencia acerca das eleicoes de juiz de
paz e vereadoresde Pao dos Perros, na validado
aas quaes (disse-me) tinba todo o ioleresse por
naver sido ador nellat (exprsalo de S. S.)
.0 Sr. Dr. Amaro negar agora essas confiden-
cias, poim os que nos conhecem avaliem, se
sere eu o capaz de lbe levantar falsos d'estes,
ou o senhor deputado de azer pedidos seme-
lhsnles.
E. floalmente, em haver eu coidemoado a sais
protegidos seut; que em 180, tiraran) a forca de
armas e em pleno dia, da cadea de Porl'Alegre,
arronibando-a pelo alcapo, o preso Hanoel de
Souza Couuuho.
Alguns echarlo pouco generoso, e mesmo in-
conveniente que eu faga declaracoes do que me
foi dito em confianca de amisade; oio se pode
ser generoso, e oem ler aiiencoes destaa com um
homem lio desleal como o Sr. Dr. Amaro.
S. S. desda mioha cnegada a esta provincia, e
que nao vio em mim urna volitada disposta i
Mus sempre exageradas prelencoes procura occa-
sio de molestar-me em publico, como o tem
sempre feito particularmente em mioha ausencia,
Entretanto provavel que, se formos vivos para
as futuras eleicoes a en esliver aqui, o Sr. Ur.
Amaro com a mnaa cara, com quo sem oeces-
sidade e to injuatameote me offende, ha de vir
fazer-me visti, e ir pedir cartas em seu favor
para mim como as pastadas, queixaodo-ae as
peasoas ctm quem tenho relegos, de que o nao
oslo sem motivo; estas cousas alo do Sr. Dr.
Amaro 1
Concluo Iembrsndo ao Sr. deputado que meu
quairieomo est lindo, e anhelando urna comar-
ca de segunda eotrancia, ajude-me S. S. a con-
segu-la, e procure enlo umjuiz de direito do
su j7iio, para lbe fazer ioteirameule os gastos,
duvido ; porque o Sr. Dr. Amaro omito ea;-
oene.
,Yilu d APody, no Rio Graoda do Norte, 15 de
julho de 1861.
Dtlfino Augusto Cavalcatti de Albuquerque.
Polaca hespanhola India, para Barcelona, car-
egaram : '
Aranaga Hijo dt C., 1.093 couros seceos com
44,461 libras.
ecebedtorla de reodas internas
sjeraes de Pernambaeo.
s5
Rendimento do dia 1
dem do da 7 .
4:924*585
2:351*229
7:275*814
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 5
dem do dia 7 .
12J21*481
2:t62a902
14:584*383
ERRATAS.
Na revista semanal publicada hontem, onde
diz algodo regular a 7*600, tea-so 9*600 rs.
ATiucar mascavado purgado -2J080 rs. Arroz
do araohio de 3*000 a 3*00 rs. a arroba.
MoTimento do porto.
240*000
216*000
(Continuar-se-Ao.)
correspondencias.
Miodei para o Jornal do Commercio da edrte a
corresponlencU tofrs coro o designio de a fazer
transcrever no Diario de Pernambuco ; mas, po-
, dando acontecer que por qualquer circunstancia
soja tal correspondencia d ese mea min hada, rogo
Quwinriri fos aliao, redactores do mesmo Diario lhe daam
xWWiO logo 4 publiciflade.
Villa do Apody 16 de agosto da 1861.
168*000 A' Cawxlcanii ** AIbuquerque.
AoSr. depitao Amaro Bcierra Ctr-
73WWO.J eiwCtTJCiiili.
' VI no Diario di PermmbwQ to do bu pro-
Navios entrados no dia 6.
Rio de JaneiroTU dias, barca brasileira iYorma,
/de 2-4 toneladas, capillo Frederico Jos Fra-
tes, equipagem 10, carga 10,000 arrobas de
/ carne aecca ; a Amo'ira Prnios.
i.ahia9 dias, brigue brasi.elro Isabel, de 230
toneladas, capillo Manoel Homem de Oliveira,
equipagem 12, crga 10,000 arrobaa de carne
sacca ; a Domingos Perreira Haia.
I den19 dias, escana brasileira Carlota, de 135
toneladas, capillo Luciano Alves da Concei-
cfo, equipagem 8, carga charutos e outros ge-
mroB ; a Francisco Luiz de Oliveira Aze-
vedo.
idney85 dias, barca ingteza Nile, 716 tonela-
das, capillo F. vV. Varly, equipagem 28, caTga
II e oulros gneros ; ao mesmo capillo. Veio
refrescar.
Navios sahidos no mesmo dia.
lio de Janeirobarca brasileira Amelia, capitlo
Narciso Lopes da Silva, carga assucar e algo-
dio, e outros gneros.
Nw-Yorkbrigue inglez Phanton, capillo Joba
E. Hariery, carga assucar.
Ptrtos do nflrlevapor brasileiro Paran, com-
maodaole o capitlo tenente Jos L. de N. Tor-
rezo.
Navios entrados no dia 7.
Ais12 dias, hiate braailelro Be6ert6, de 37
toneladas, capitlo Beroardino Jos Bandeira0
'quipagem 6, carga asi; a Luiz B. de Si-
tueira.
Babia, em viagem de inslrueco9 dias, brigue
scuna brasileiro de guerra Bolo, commandan-
e 1 tenente Peio.
Balimore45 das, galera americana Dashaasay,
le 1,012 toneladas, capitlo J. E. Coster, equi-
pagem 21, carga trilhos de ferro-, so mesmo
lapitav. Veio refrescar e seguer para Cal-
. tut.
Navios sahidos no mesmo dia.
Polos do nortevapor brasileiro Jaguaribe,
lommaodanje Hanoel Joaquim Lobato.
Aabrigue nacional Adelaide, capitlo Hanoel
Antonio Marques ; em lastro.
Artcatyhiate brasileiro Exaluo, capillo Tra-
,ano Autunes da Costa, carga varios gene-
COMMKKClOe
Novo Banco de Pernambuco,
O banco paga o 7- dtvtdendo de 12$
por acc^o, relativo ao oietre findo
em 31 de aeoxiotsoagomp otptsd
AJ tandeara
Rendimento do dia 1 a 5 ,
dem do dia 7.....
133:071*709
17.744*065
150 815*774
Hoflmenlo da airandeara,
VaUmesaniradoscamfasaadae.. 2-
a com ganaros..
Volamos sahldoa.com fazendas..
a con aeros..
21
106
601
43
707
Desearregam aoje 8 de outubro
Barca americana-OnUo-marcadaria. a farioha
Brigue amencano-F. Cnrbing carvio r,OD"'
Brigue portuguezHargaridaarlaha.
Brigue haoovaraft-.iapltar-csrna de chsrqae.
HmnrNTtsi CaVsj,
Bacana naciaasl Corato. viada da Bahia, eaa>-
signad, a Franciaca Luis da Otlaatr Ama*,
manifealou o logawU: '
???"*% ;.*!"!_.***
1 OaUlanaal : a Beaaaal ataawca & C.
21 aiH (atendas ; a Ptederico Monbard.-
Editaes.
. Nio seri atlendida en lempo alguna aaal-
nraaian^n per parte o arremataste, tea-
i a extaaacii da indamoisaclo, saja anal
for o motivo que para Uso allegue.
, Conforma-----O secretario, A. F. d'Anaan-
cia$io.
as
PACULDADB DE DIREITO.
De ,ordem do Exm. Sr. director, faro publico
que em coogregacio de hootem foram abocadas
as taitas qua deram os alumnos deeta faculdede,
relativamente aoi mazas prximas iados 0a J-
lala, agosto e seanahra, excepto ae dadas na 3*
cadaira do 5' asa, por alo haver comparecido
o respectivo lente a as saguintes as de jais aa-
deiras :
Primeiro anao.
rcadeira, a. 121 -Jalo BaptisU da Saaza
Raogel : perdeu a anoo em 28 de setembro. 2*
eadeira o. US--Manoel Xavier Paea Brrelo
Juniur, 3 faltas en jatho, 3 em agosto, e 5 inclu-
siva ama sabbaliua em setembro ; n. 126 Ha-
noel de Andradu Martina Yallasques, 3 em se-
Segundo anno.
i" cadelra n. 17. Pedro Janseo Ferrelrs, 5
[altas em setembro ; n. 57. Francisco Rodri-
gues Seixas, 10 inclusive urna sabbaliua em se-
tembro, e contina a faltar ; a. 62. Victorino
Antonio*do Sacramento, 1 em julho, 2 em agos-
to, 9 em setembro ; n. 64. Jlo P*reira de
Carqaelrs, 4 eoi setembro ; n. 73. Jos Ro-
drigues Vslenea, 9 inclusive urna sabbalina em
agosto, a 6 toclusive urna sabbalina em setem-
bro ; n. 88. Jos Prancisco de Barros Reg J-
nior, S em jalho 20 inclusive tres ssbbalinas em
agosto a deas eu setembro.
Terceiro anno.
a ?" "> 1. Amaocio Goncalves dos
Santos, 2 em setembro ; a. 4 Jos Mariaono
nioeiro, A inclusive 1 sabbalina em agosto : n.
5 Jos Rodrigues Pereira Juoior, 1 sabbalina
em agosto, 3 rallas em setembro ; o. 12 Daro
Gomea da Silveire, 1 ssbbatioa em agosto ; n. 17
Jos Joaquim Uomingues Carneiro, 1 sabbatina
em setembro t o. 29 Raymundo Theodorico .,
de Castro e Silva, 1 sabbalina em agosto ; a. 31 ] ber iodemniscio, sar stteadida fvataaar aaa
Millno de Torres Bsodeira, 1 sabbalina em I *eJa a o"ureia da allegacio en quo sa faode.
agasie ; n. 35 Jlo Antonio Alves de Csrva- ^* ElB lud"o o mais qae nio vai
O Illas. Sr. iaspecler da th aaa ararla pcavin-
dal, em cnnprlmenio da arda 4a Isa. Sr.
Cresidente da provincia de S da) carrala nanea
iier pubHco, qae no dia 24 deeta asaz, naaaata
a Junta da neana thesouraris, sa ha da arresta-
Ur a qnam par menos Osar, a abra doa raparos
do empedrasMBlo da estrada da victoria, na lu-
gar denantatde Soecorra avalinia na 1
'acia da MTasJnBO ris.
A arramataglo terl feiu aa forma a M
vtnciai a. 24* de 15 de mala de 1804, a
clausulas especiaes abati copiadas.
As peasoas qaa aa prapeaoraas a asta
tacao comparecam na aala das seseos da referi-
da junta, no dia cima declarada, palo asesa dia
e competentemente habilitadas.
E para constar sa nsadaa atJur a pabikar
pelo Diario.
Secretarla da tbesouraria proviacial da Per-
nambuco 4 de outubro de-1861.
O secretario
Aotooio Ferreira d'Anaaciacaa.
Clausulas especiase para a arremtate.
1* Os reparos do empedramealo oSocemrro
serio executados de conformidade ean a arca-
meato approvado pala directeria an conseibo, a
sutimeliido a approvacio do Exm. Sr praaidaata
da provincia aa importancia 4a :t75*540.
" O arrematante dar! principio a abra aa pra-
zo de oito dias e a concluir no da trox na
contados como determina a artiga 31 da regala-
ment das obras publicas.
3 A importancia da arrematadlo sari paga
quando a obra for concluida o recebada.
* Nenhuma reclamadlo, teodo por Isa rece-
rapeciBceda
ti dia-
Iho, 7 Inclusive I sabbatina em agosto ; n. 37 n* presentas elausulaa sogalr-aa-ba
Vctor Isaac de Araujo. 2 fallas em setembro ;' P provincial o. 286,
n. M Vicente Candido Toorinhn, 2 em aetem- Cooforme. O secretario,
' *'J* ~~ Jo,e Piretu &*'*' PCfdeu o an- A. P. d'Annnnciacio.
no ; n. 48 Cnitodio Jos Leite de Salles, 3 em O I"- Sr. inspector da tbesouraria pro-
agosto e 2 em setsmbro ; n. 49 Gustsvo Adol- vincial, em virtude da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 4 do correte mez, eaaada
. fazer publico, que na dia 24 desle as, pera o te
a junta da meama tbesouraria sa ha da arrasan-
lar a quem por menos fizar, a obra da 4SO bracea
de empedrameato em diversos lagares da estra-
ivaiiada na importancia da rie
pho Suckou, 5 inclusive 1 sabbatina em setem-
bro ; n. 50 Joio Jos de Houra Magalhies, 5
inclusive 1 sabbatioa em setembro ; n. 51 Jo-
s Antonio Barbosa, 7 inclusive 1 aabbatina em
setembro ; n. 52 Trajaao Viriato de Medeiros,.
5 inclusive 1 sibbslioa em aetembro ; n. 65 d" d* Victoria,
Joa Baptitta Gitirana, 1 sabbatina em agosto. 7:9861000.
Qasrto anno. | A. arremalacio ser feila na forma da lai pra-
1" eadeira n. 41. Gervasio Mancebo Jnior,. *DC1 343 de 15 de maio da 1054, e sob as
faltaa em julho, 1 em agosto e 1 em setembro ; clausulas especiaes abaixo copiadas.
n- 47 Joio Gomes Bibeiro Jnior. 5 em julho,. 49 P4880** Que propozeren a esta arreaia-
3 em sgoslo, 6 em setembro ; n. 61 Antonio l8So comparecam na sala das seasoes da re tari
Piolo de Meodonca, 1 em julho e 3 em setem- da J0Dtt no dia cima mencicoado, pelo aseio
bro ; n. 67 Jos Rodrigues Coelho de Hscedo e competentemente habilitadas,
contina a fallar. E para cooatar se mandn affWar o presente a
Quinto son publicar pelo Diario.
l'cadein n. 9, Pedro Affonso Ferreira, 8 Secretaria da thesoorsrla provincial da Par-
loclusive 1 sabbalina em setembro ; n. 11 Ao- mbuco 4 de outubro de 1861.
tonio Beroardino dos Santos Juoior, 7 inclusive
1 sabbatioa em setembro ; n. 12 Bilbioo de
Moraes Pinhelro. 8 inclusive 1 sabbftina em se-
tembro ; o. 19 Antooio Pinto Nogueira. 6 in-
clusive 1 sabbatina em setembro ; n. 30 Fran-
cisco Cordeiro di Rocha Campello, 9 inclusive 1
sabbalina em setembro ; n. 32 Padre Joio do
Reg Honra, 8 inclusive 1 sabbalina em setem-
bjo ; n. 33 Franciseo de Carvalho Soares
Braodio, 6 inclusive 1 sabbalina em setembro ;
o. 40 Vital Perreira de Horaes Sarment. 13
inclusive 1 sabbalina em setembro : n. 44 Joa-
quim Gomes da Cunha Beltrio, 5 inclusive 1
sabbatina em setembro ; n. 48 Eutiquio Car-
los de Carvalho Gama, 9 inclusive 1 sabbatina
em setembro; n. 50 Antonio Barretto Cutrim
de Almeida, 11 inclusive 1 sabbatina em setem-
bro ; n. 61 Antonio Serafioo de Aranjo Goes,
6 inclusive 1 sabbalina em setembro ; n. 68
Pirmino Barbosa Cordeiro, 7 ioclusive 1 sabba-
tioa em setembro ; o. 79 Antooio Aladim de
Aranjo, 6 faltas em setembro ; n. 80 Pedro
Gaudiaoo de Katis e Silva Jnior, 14 inclusive 1
sabbatina em setembro ; n. 82 Victor Dloiz
Goncalves, 10 inclusive HgMbbatioa em setem-
bro ; n. 85 Jos Francisco Jorge de Souza, 8
ioclusive 1 sabbatina em setembro ; n. 86 Jo-
s Gomes Fernundes Vieira Leal, 8 ioclusive 1
sabbatioa em etembeo ; n. 93 Camillo da
Cuuha Fgueiredo,i8 inclusive 1 sabbatioa em
setembro ; o. J Manoel Joaquim Liberato
de Mallos, 6 ioclusive 1 sabbatina m selembo :
n. 96Amaro Javier de Horaes, 10 inclusive 1
sabbalina em setembro : n. 9 Francisco Bar-
bosa Cordeiro, 8 faltas 'em setembro : n.101__
Antonio de Padua Hollanda Cavalcante, 6 in-
uva 1 sabbalina em setembro ; n. 102Jos
O secretario,
A. Ferreira a'Annuuclacio.
Clausulas especiaes para a arrremmiacio.
Ia As 450 bragas ou empadramenlo noa di-
versos pontos da estrada da Victoria, seria exe-
cutados de conformidade com o ornamento ap-
provado dla directora em conselho, a sabmei-
lido a approvacio do Exm. Sr. presidenta da
provincia na importancia da 7:*86*000.
2a O arrematante dar! principie a obra anpra-
zo de 15 dias e a-concluir oa da qaatro mases,
ambos cootados segundo o art. 31 do regarla-
meoto das obras publicas.
3* A importancia da obra seri paga an trea
prestaces iguaes, em vista da atteatado do en-
genheiro, certiQcandlfler feilo o arrematante an
terco da obra.
4a Nenhuma reclamacio, qaa tonha par In
pedir indemoisacio, sari attoadida, qoaeeauer
queraejam as allegaces en qae sa funde.
5a Em lado o mais, qaa nao vai especificado
as presentes clausulas, seguir-sa-bs o qaa dis-
poe a lei provincial a. 280.
Conforme.O secretario,
A. P. 'Annunciaco.
O Illm. Sr. Inspector da tbesouraria pro-
vincial em cumprimeolo da reoluc>o 4a jaata
da fazeoda, manda fazer publico, qaa a atiesas
tacao da renda dos pradioa do patrimoaio doa
orphius, foi traosferida para o dia 17 da cr-
reme.
E para constar se mandn affisar
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbeaouraria provincial da Per-
nambuco 4 de outubro de 1801.
O secretario,
A. P. d'Annunciaeo.
o prnsala a
-- --------------- vw*^.iu # w asa IV* dUBO rtT*a ear-er a ainivxtvaaban/a
Joaquim Baia Heves, 7 ioclusive 1 sabbatioa em Dr- Ernesto de Aquino Fonseca, cavalleiro da
aetembro ; u. 102 Jos Antonio de Paiva, 7 ordem de Christo, juiz de orphaos e snsaotea
da cidade do Recite e seu tama, par SjsW o
Imperador, que Deus guarda, etc.
ioclusive 1 asabalioa
em |selembro ; n. 104
Fructuoso Vicente Vianna. 5 inclusive 1 sabba-
tina em setembro
, o. 105Prancisco Vicente
vianna, 8 incluive 1 sabbatioa em setembro : o.
106 Jos Pac! eco Pereira Jnior, 9 ioclusive 1
sabbatina em setembro.
Na 1* eadeira djp A* aoo oio foram abonadas
ao o. 65 Juvunal de Helio Carramenhos, 4 fal- S06* e"radas no escriplo que sa schs en
Paco saber que por esta joizo seri srrenatoda
por tres pravas consecutivas, o arreadaneaia
por um Irieooio da casa da roa do Crespo a. 14,
servindo de base i arrematlo o proco aaooal
porque est arrendada de 2 000*000, sob as coa-
tas em julho, 3 em agosto,
batina em setembro.
Sacrolaria da Pa.-uldade de
5 de outubro de 1861.
O secretario
Jos Honorio Bezerra de Meneses.
e 2 inclusive 1 sab-
direito do Recife
po-
deste mesmo juizo Amaro Aoto
O
Dr. Agostioho Ermelioo de Lelo Jnior, ca-
valleiro da ordem de Christo, e juia muoicipal
e de orphaos
der do porteiro
nio de Paria.
E para que chegue ao conheeimeato da
oteressar possa mandei passar o presea te qoe
ser publicado pela imprensa e afiliado ao leac
do cosame. w^
Dado e passado sob mea signal a sello aa va-
ina aem sello ex-caasa.
Cidade do Recife Oe Pernambuco 1 de outabro
e de orphaos a ausentes do termo de Olinda, de 1861.Eu Floriaoo Corris de Brito escrivio
por ba Mageslade Imperial e Constitucional, [ o Qz escrever e subscrevo.
E**g "*" Ernetto de Aquino Patueca.
Paco saber, que lendo-me sido remettido pela O Illm. Sr. inspector da ihesoursria ore-
subdelegacia do primeiro dislnclo desla cfdade, \ vincial, em virtude da resolucio ds junta da fa-
um prelo de nome Hanoel, Africano, que deca- xenda, manda fazer publico que a arrematarlo
rou ser escravo de Pedro de tal. fallecido, a hi-, dos concertos de que precisa o ediftcia en qaa
vendo, de coolirmidade com o decreto de 15 de fuocciona o collegio dos orphios da Santa The-
junho de 18o9. nomeado curador, por esta foi re-, reza em Olinda, Qcou transferido para o dia 10 do
querido se ailixisse editaos, e se passasse carta correte.
precaiorta para o lugar do Salgado da provincia : B para constar se mandou affixar
de Minas-Geraes, por constar ter sido ahi a mo- publicar pelo Diario.
radia do referfeo Qoado para em dito lugar ser I Secretaria da tbesouraria provincial d
lambem afflxado edilaes, na forma do art. 32 do nambuco, em 4 de outubro de 1801. O
citado decreto ; o que sendo por mim deferido, lario,
se passou o preseole, pelo qual sao chamados os
herdeiros do dito finado, para que no prazo de
o presenta a
Par-
O
Antonio F. d'Anounciacio.
. IKm. Sr. inspector da theeeuraria previa-
sessenta das, comparecam procederem na fr- cial, em cumprimeolo da ordem do Exm Sr Bra-
ma do referido decreto. sideote da provincia de 27 da setembro 'prximo
IOS.

Horas.
S
kthmosphera

5
g I Dirtccao.

| Inttntidadt.
J____
2 $ 3 ^ IFahrtnhtit.
'o
Jfi
ja.
A
<3>

I
Csnligrado.
8 g 8 S 31
| Bugrometro.
Cisterna Aytfre-
.2
9
'8
A.
g
i
9
S
9
"3
9
9
8
mttrica.
Frunetx.
I*gles.
Anoite clara, vento ENE regular at ao ama-
nheasr qua rondou para o terral
oaeoiacA da juna'.
Pjjnaa aa a h 80- da maahBa. altura 0.6 p.
sniaanar as Oh 4* da tarda, aHora i, p.
. P1^**?!* I fwl 4a marioba. 7 dt og-
tabro de fOOP.
RoitAiro STErrn
1. sacrettro.
li para que ciegue ao conhecimento de todos,
se passou o presente que ser aQixado no lugar*
do eoatume e publicado peta impreasa da capital,
o qual vai por mim assignado, e sellado com o
sello desle jwiza, valeodo sem sello ex-causs.
Olinda 16 da setembro de 1861.
Eu Francisc des, Chagas Cavalcanti Pessoa,
escrivio de orphios o escrevi.
Agoalinho Ermelino de Leio Jnior.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 4 do correte, man-
da fazer publico que no dia 9 de Janeiro prximo
viodouro, persnte a junta da fazeoda da mesma
tbesouraria, se ha de arrematar a quem por mo-
nos flzer a obra da coberta do edificio destinado
PJf 8y>oaio provincial, avallada em raa
A urremalacaD ser feila na torma da lei pro-
vincial o. 343 de..... maio de 1854, a sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
Al peasoas que se propozerem s ests arremala-
cio comparecam oa sala das sessoes ds referida
junta no dia supta menciooado, pelo meio dia e
competentemente habilitado.
E para coustar se mandn affixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial da Per-
nambuco, 7 do outubro de 1861.O secretario.
A. F. d'Annunciajio.
Clausulan especiaes para arremalacio.
1.a A obra cima na importancia de 18:5571100
ser principiada no prazo de 15 dias depots ds
arremalacio e terminada no prazo de 6 meses.
2.a O arrematante ser obrlgado a empregar
toda a madeiri que existe no edificio a a este
perleocente, (la conformidade com o artigo 11
do orgamaoto.
I.* Atiende r as observaces leilas pel enge-
ubeiro da abro, ledenla sua boa exeaucio,
desmanchando o qaa nao tem sido faite do con-
formidade com as prescripoea asegurante indi-
cadas no orcaioeflto a planU, bem asalm sa
sujeitar aludo o maia disposto na lei a, 280
respeito da ar;-emata(o.-
4. 0 pagaaieato ser falla o trts pcesUcoM
iguses, cor responde o Us a cada tarea da obra,
soffreodo, poxlm. em eads preslacio o descosto
""tff-M,* I"**"10 aflqa aa ay.potbtas
itabalacdMiios wtlgos lXl2 s 14. *y",*w,
o presente e
findo, manda fazer publico qua aa dia 17 da car-
rale se ha de arrematar a qnem por meaos Osar
o fornecirenlo dososjecloe precisos ao calleada
dos orphios, os quaes vio abaixo declaradas.
Agua por mez........ ]
Azeite de carrapato e velas de car-
nauba dem........
Lavagem, eogommado a concert da
roupa idem.......(
A arremalacio sari taita por lempo
mezes, a cootar do 4.* de novenbro do
a 30 de abril prximo futura.
As pessoss qua quizeren fazer dito faraed-
menlo, comparecam na sala das aneadas da jaata
da fazeoda, no dia cima declarada.
dia, e competentemente habilitada*.
E para cooatar sa mandn afiliar a
publicar pelo Diario-
Secretarla da thesouraria provincial da Par-
oambuco 2 de outubro da 1861.o secreta ne
A. F. d'Anaaciacaa.
. O Illm. Sr. inspector da tbeaouraria pea-
vioctal manda fazer pwMten para reaneiiaaeaU
MftlTaVn^1-08^ !?*" W *' M rwinalal sj.
510 de 18 de juoho da carrela anao.
Art. 48. B' peraaitlido pafN-aa a neis sisa
doa eaeravoa compradoa em qualquer teaaaa aa
tenor a dala da presento lei indepeadania da
revalidadlo e mulla, ama vez qaa aa
actuaos desle inposto, o tscam dea ir o .
co da 1801 a 1802. as que ala a BzeraaT
sujeitos a ravalidaeia a analta en dabra
um terco para o denunciante. A ihei
far aonunciar por adilal aaa ptiasairaa M
de cada as a presento dispoaicio.
B para constar aa maodou affixar o
publicar palo Diario.
Secretaria da tbeaouraria previociel da Par-
nambaco 8 d. julho de i^Ol^aaeatotsa.
A. P. d'AauMattaeaa.
A esmaca nunciaal do Reate fes w
para coabaeimaato da seas maatetpas a
bauo traaa.nno.qaa ** ^
4a provincia, a couvida-oa a aaa. aveJ_________
fllT* pM* "%* dafcnar-,
UfiMa da saa pasta aaaato lbaa lar i aaa si pasa
que a callara da algadio, a do trigal
cipio ae desanvolva aa nada aja ae
tasuliadoulisiactoria. visto caasa palas i
Km tosa- naaalsatada mas ~
irisado Naita, a saltara
MI .TI! AnAbz
m
I ii
1%/r-i
1
snan


Becegaaramente proporcionar grande* vantsgans
quelles que I ella .e dedicares*. *
A mesma cmara, pois, espera de seus mani-
ipes que noo deixaro de altender i esla recora-
bi,m',,*0 pregando aeua esforcos para lio
til Um do qual grandes vantagens devem resol-'
tar para o paiz.
Pago di cmara municipal do Recite m seaao
ordioaria de 16 de aetembro de 89i.Luix Fran-
c%$eo de Barro Reg, prndenle.Francisco Ca-
nuto da fioenagem, offlcial matar *erriodo de
secreano.
Quena aeccaoPaleeio do governo de Per-
namb.co em 10 de Miembro de 1861.
Acamaramunicipal da cidade do Beciei de-
ja 1er noticia daa disoneoe* ci?ia, que actual-
mente agitam os Estados-Unido* da America do
noriere qne a guerra entre elles aleada, nao p-
ae deixar de ter prejudieado grandemente todoa
os sea* trabathos agrcolas, resultando d'ahi. co-
mo fcilmente ts comprehende, nao s a escas-
sez dos artigos deaua produecao, aeoSo tambem,
e como coosequencia neceuaria a elevaco do
preco de cada um delles.
Sendo os Ealadoa-Uoidoe da America do Nor-
te o pan, ronde se exporta a maior parte do al-
godo que alimenta as grandes manufacturas da
Europa, e especialmente aa da Inglaterra, e bem
assim o trigo consumido no Brasil, a luU. que
fioje pertuba quelles estados, eleve necessaria-
mente acarrelar urna crise, que 6 de receiar nao
se taca esperar mutlo, por isso que, segundo in-
ormacpes minuciosas, se ha verificado que a cul-
tura do elgodao naquelle* paizes tem deQohado
consideravelmeute, e a exportacio do trigo, e de
outros cereaes para o Brasil tem decrescido tam-
si na sneams proporcao.
Convido prevenir aa aerias difBcuidades que
semelhsnle estado de couaas nos pode trazar
you chamar sobre aesumpto tao imporlaote a at-
lengaoda cmara municipal da cidade do Reclfe
para que denso mato urna prova do eeu patrio-
tismo, procure persuadir aes lavadores, seui
municipes. a conveniencia, ou antes a oecesatda-
d*. de ae promover na maior escala possivel
nio so a cultera do algodao. que esta provincia
j exporta, mas nao em quaotidade correspon-
dente ertiUdade e prospendede do terreno
nenio tambem a do trigo, que to satisfactoria-
mente produz uesia provincia, como o tem de-
monstrado diversas ezperieocias, ponderndo-
les ao mesmo lempo a opporluuidade que as
eircumstanciss acloaes Ihes proporcionara de au-
ierirem grairdes vaulegens e leeros certos dos
esforcos, que empregarem nesse numero de in-
dustrian.
O aoeso algode, por sua qualidade superior,
goza do maior apret e procura nos morcados es-
trtngeiros, e o Irige que agora convm cultivar
como nma medida de prevencao, pode vir a ser
mais urna fon le abundante de riqueza, que in-
demnisando generosamente os sacrificios que
hoje Gzerem os aossos lavradores desenvolver
os recursos do paiz e augmentar no futuro o
bem estar da populaco.
Esta presidencia conQa que a cmara munici-
pal do Reetfe, acompaubaaio o governo aeste
pensrnoslo, se sentir bastante animada Dara
promover por ledas es motos ao seu alcance o
maior desenvolvale ata poteivel da industria
agrcola do aeu municipio, relativamente i cultu-
ra dos deus gneros, i que me tenho referido
cumpnndo que me d conhecimento de quant
Or obteodo em desempenbo das recommeoda-
coes, que Ihe fiearo transmitlidas.Antonio Mar-
celino aunes Goncalves.
A cmara municipal da cidade do Recife faz
publico para conhecimento de seus municipes
que recebeu do Ezm. presidente da provincia o
officio abano transcripto, ao qual acompanha a
relagao dos productos, quepodem sor aposenta-
dos oeste municipio, e espera que todos concor-
ram para que o convite do governo da provincia
produsa o desejado effeilo, e est prompta a dar
todos os esclarecimentos, e apreseotar todo o au-
xilio, que della depender para que se realise tao
til ensaio, o qual lera lugar no dia 7 de novem-
ro prximo futuro, eomo faz certo o segundo
officio deS. Exc. de 13 do correte, tambem a-
fcaixo transcripto.
Pagoda camars municipal do Reclfe. em ses-
sao ordmana de 16 de setembro de 1861.Luiz
francisco de Barros Reg presidente, Francisco
Laouto da Boa-viagem official maior aervindo de
secreano.
4.* seceo. Palacio do governo de Pernam-
buco, em 4 de aetembro.de 1861. Devendo ter
lugar nesla cidade no dia 2 de dezembro viodou-
ro, no palacio do governo, urna exposicao dos
producios nsturaes e industriaos desta provincia
e das que lhe sao limilrophes, ou Ihe Qcsrn mais
prximas ; de conCermidade com as ordens tm-
penaee, recommeado acamara municipal do Re-
cite, que, fazendo chegar esla noticia ao conhe-
cimento de todos os seus municipes, procure por
todosos meios ao seu alcance anima-los do de-
sejo de concorrerem para a referida exposicao
com os producto, que all plem figurar e se
achara especificados no'caihalogo annexo as tns-
truccoes de que remette o incluso exemplar im-
presso; fizeodo-lhes essa cmara ver as grandes
vaniagen*. que ho de resultar da referida expo-
sicao, nao s para a agricultura, mas tambem
para a industria do paiz, como um dos mais con-
venientes meios de aoimscao para o desenvolvi-
meoto de tao imprtenles funte* de riqueza ua-
a que o governo presta a mais seria at-
UUOM llJUUMtX. TOCA FURA 8 DI OVTOMO M mi.
nientemente para ser entregue a quem de direito
pertencer. *
Urna carta de Jos Beato da Carvalho, de Ja-
ragua, para Joaquim Goncalves da Silva Rocha,
com 4 recibos. '
ma dit* de Antonio Marques de Oliveirs, do
f de Janeiro, para Guimara.es & Pooseca, co
recibo.
Por ultimo procedeu-se
o queima da* carta*
mencionadas de que se lavrou o respectivo termo,
qae o que se segu.
Correio dePernambdco 2 de outubro de 1861.
Domingos dos Passos Miranda,
Admioislrador.
Termo do consumo de cartas atrasadas
do mez de aetembro de 1861.
Ao* 8 de outubro de 1861 nesla admioistracio.
s ll horaa do dia, estando presente o Sr. admi-
nistrador Domingos dos Psssos Miranda e mais
empregados abaixo assigoadoa procedeu-se em
virtude do art. 138 do regulamentogeral dos cr-
relos de SI de dezembro de 1844 o consumo de
Cart"' Mndo ,5< e"das, 191 nao selladas,
e 72 jornaes, na importancia de 30J154, cuja im-
portancia vaidesesrregada oeste dala ao referido
administrador e ihesoureiro. E para constar la-
vrou-ae este termo, em que aaaigoou o adminis-
trador, e eu Francisco Simos da Silva, aldanle
contador, o eserevi.o adsaioistraer, Domingos
dos Passos Miranda.Os ofQclaea papelistas Is-
mael Amavel Gomes da Silva, Eduardo Firmioo
di Silva, Luiz de Franca de Oliveira Lima, o por-
leuo, Manoel Marinho de Souza Pimentel.
VICE- r o \ s i r \ i><>
S. H.
DE
Yittorio Emanuejc II
REIDAITAUA
EM
Pernambuco.
Tendo-e abarto na Italia urna subscripto para
levantar um monumento ao insigne hoiaem de
estado, e grande patriota, o universalmeote las-
timado Conde de Cavour, e dosejsodo-se com
squeHe monumento atlestar aos vindouros o re-
conhecimeoto dos Italianos pala grande obra da
uoidade, liberdade e independencia da nossa Pe-
nnsula, a qual tanto tem contribuido com a sua
vasta ntelligeocia, com a agudeza do sea pers-
pico eogeaho, com a sua energa da incrivel sua
actiridade, e com a assiduidade de saas grandes
accoes.
O abaixo assigosdo, vice-consul, residente nes-
la cidade, instancia do Illm. Sr. cnsul geral de
S. M. no Rio de Janeiro, convide a toda o qual-
quer pessoa que generosamente queira coocor-
rer para a subscripgao de urna aegio a tio gran-
de reconhecimento. de se dirigir ao fice-consu-
lado italiano, ra do Trapiche n. 15, at o dia 15
do correte mez de outubro. Pernambuco 3 de
outubro de 1861.O vice-consul,
- Jos Teixeira Bastos.
Pela subdelegada de polica da Capuoga
faz-se publico, que se ha recolbido cesa de
detencao um preto, que diz ser escravo do Sr.
Jos Claudiun Pires, morador na roa da Praia,
cu)o preto flJi preso por suppor-*e estar fgido ;
quem se julgar com direito ao mesmo preto com-
pareca oeste juizo, que provando o seu dominio
Ihe ser entregue.
Subdelegacia de polica da Capunga 4 de ou-
tubro de 1861.-0 subdelegado. Mtnoel Genl
da Costa Alves.
Consellio administrativo.
0 eonselho administravo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
toa seguales:
Para o corpo da guaroigSo da proviacia do
Cear.
S casticaes de lati.
1 copo de vidro.
4 caldeiras de ferro batido com lampas para 50
pracas. r
4 colheres de ferro.
4 espumadeiras.
2 enchadas.
4 garfos grandes de ferro.
1 prato de louca. *>,
10 pi* do ferro. ^^
1 talha para agua.
Para provimento do armazem do arsenal de
j guerra.
4u meios de sola branca garroteada.
24 couros de lastre.
meios de sola de lustre,
uem quizerveDdertaes objectos, aprsente as
s propostas em carta techada, na secretaria do
solho, s 10 horas da manhaa do dia 9 do
ente mez.
la das sessoos do eonselho administrativo,
p ra foroecimeolo do arsenal de guerra. 2 de
o tubro de 1861.
Bento Joti Lamenha Lins,
Coronel presidente.
FrancUeo Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogai secretario interino.
Exposicao.
fcamburguez Fanny, rindo-co R
Grande do Sul, com destino para Fal*
mouth para roceber ordeoj, entrado
ete porto para concertar as ataras
que tere na vtagem, precisa a risco ma-
rtimo de ceica de dee a 12 contos de
tets sobre o casco, frote e.o carrega-
mento dito navio: offeitas em curtas
fechadas no consulado de Hamburgo
at quarta-feira 9 do corrente ao meo
dia.|
Walter Thompson, capitBo da
barca ingleza Colima, (consignatario
Henry Gibson) precita tomsr a risco
martimo, a quantia de cerca de25:000#
em moeda deste imperio, para occor ret-
aos gastos do costeio e outros com a
mesma barca neste porto, onde toi com-
pleUmente concertada e se acha prertes
a seguir Tiagem para Liverpoolintei-
ra mente carregada: o risco compreben-
de se sobre o casco, apareHio e mais.
aprestos da referida barca e sobre o
frete da carga que conduz ao indicado
destino. Os pretendentes queiram fa-
cersuas propostas dentro em tres das,
em cartas fechadas, dirigidas ao consu-
lado britannico nesta cidade.
N. O. Bieber & C. suocessores co-
mo consignatarios da barca ingleza Li-
ma e por ordem do capitSo John Gar-
dvne, fazem sciente a quem interessar
possa que nao se responsabilisam por
contal contrahidas (de boje em diante)
pelo Sr. L. I. F. Seaton, c .pitao que
foi do dito navio e da tripolacao. Re-
cite 5 de outubro de 1861.
Cm fc5a TOnUt,e do compradores :
tersja fera 8 do orrento no armaaem
trapiche lTramenlo no Forte do
Mattos.
(9
Csndieiros de gae, latos com gaz, figu-
ras para mesas, quadros com lindas
pinturas, cestos e balaios para diver-
sos misteres, bengalas de differentes
qualidades, temos completos de ban-
dejas de differentes gostos, espingar-
das e mais artigos desnecessario de
enumerar.
continuara' o leilao dos objectos cima
mencionado* por ordem do Sr. Anto
mo Duarte Carneiro Ramatho : quinta-
leira 11 do corrente as 11 horas em
ponto na exposicao dos candieiros
no micos sito na ra Nova.
Pedese concurrencia, poli tudo
vender' sem limite algum.
preteriretJavente as rodas da oitava par-
te da qu arta e quinta da quinta lotera
a beneficie do Gymuasio Pernambucano.
As sortei ele 0:0000 e 3:000^ serio pa-
gas 3 das depois da extraccSo *at ou
tras logo a entrega das listos. O bilhe-
tes e meioi. bHieles acbam-se ja a ven-
da na ra do Crespo n. 15, tbesooraria
das loteras e as lojas commissionada*.
* O thesoureiro.
Antonio los Rodrigues de Souza.
.TA,oga"ieS.m hoi com um "" < atfande-
. !'" dl F,2refHo''MM da esquina que
rolta para a ra de Santa Isabel. 4
A oIBcialidade do 10.-> batalhao de infanta-
ra do eiereilo .envida aos amigos e esssanass
JSSkSSn de.arn,"0 r-Heeido coronel
rliohoBapistaFerreira Tamarindo, para -
?rT!i-".,,,1,i cota n,emonl<> Pelo domlo
? MerUa lma> V" hi de celebrar do con-
venio do Carme- no dia 9 deste mez, pela* 7 12
' r *
*
eco
se
Leilao
Para
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brovidade o brigue
nacional Veloz, tem paite desea cirregamen-
to prompto : para o resto que lhe faHal(kaia-se
com o seu consignatario Azevedo 4 Manes, no
sea eseriptorio, roa da Cruz n. 1.
[Rio Grande do Sul pelo Rio 3e
Janeiro.
A barca nacional RestauracoD segu viagem
impreienvelmente no dia 15 do corrente, aioda
recebe algema carga a frete, o escravo* para am-
boa o* porto*: trata-se com os consigo ata ros
Marques Barro*& C oo largo do Corpo San-
io o. o.
ciooal
ten?ao, cootando com o coucurso de toaos os ci-
Oadaos. e especialmente das municipalidades no
empeoho de preeoeherem por este modo um dos
pnncipaes Qns de sua iustiluicSo.Antonio Mar-
colino Nunes Goncalves.
** ecp*0-Pcio do governo de Pernambu-
co, em 13 de setembro de 1861Declarando-me
o Eira. Sr. ministro da agricultura, commercio
e obras publicas em aviso, eiuedido] em 19 de
ssass; su&& asanl
nao em dezembro, como por engaoo se diz o'as
inatruecoet, de que remelti a cmara municipal
da cidade do Recife um eiemplar impresso em
oincio de-4 do corrente, apresso-me a commuoi-
car a mesma cmara em addita ment oo meu ci-
tado officio, que a exposicao sera aberta nesta
cidade oo da 7 de oovembro prximo viodouro.
Antonio Marcellino Nunes Googalves.
Declarat^oes.
Correio geral
Relacao das cartss seguras existentes na admi-
niatraQao do correio desta cidade para ossenho-
res abaixo declarados:
Azeved & Irmio.
Alexandre da Silva Mouro Sobrloho.
Capitao Aotonio Mara de Castro Delgado.
Francisco Amonio de Carvalho Jnior
Joaquim Cndido Bezerra de Mello.
Joao Jos Gomes.
Jos Biptiata de Castro.
Jos Bento Rodrigues. s
Capitio Jos dos Saotos Nones Lima.
Jos Pedreira Franca Jnior.
D. Lucia Maria da Conceic,io.
Luiz Caetano Munit Brrelo (3).
Mcuoel de Araojo Alcoforado.
Manuel do Vatiadao Pimentel Jnior.
Dr. Romualdo Alvos do Oliveira.
Conseibo administrativo.
O eonselho administrativo para fornecimento
fllo arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes :
Companhia de vallara de iioha.
11 eipadas com baiaha* do ferro*
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
euas propostag era caria fechada, oa secreUria do
eonselho. is 10 horas i manhaa o dia 14 do
corrente mez;
Sala das sessoes do conaetho aaiminiatrativo
para fornecimento do arsenal do guerra 7 d
oulobro do 1861. *
Bento ot Lamtmkm Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo
Coronel vogal secretaria iatonao.
- Pola Bdministraco 4o correio aosu pro-
vincia se faz jabuco, que aa cooormidade com
o decreto n. 7S7 de 15 de maio de 1851 respec-
tivas wsUoccoes, teco hoja lugar o pxocosso de
abertura das carias atrasados irtrlasmnasu* ao
mez do seeombre.de 1860. eondomasoao ,o^coa-
sumo pelo art. 1S8 so roguUmeoto geral do* cor.
retasa 21 de dezembro de 1844, aaatio o coas.
tnorciaut* Joao Jos lo Carvelfao Muraos lilao
Best* abertura resultou charom-so doao ca*-
uii com doouaootos descripto em liwo prapsio
p*rs esse flm destinado, ficando recolbido conTe-
A commissao directora da EXPOSI-
QJA.O' agricola e industrial, que tera' lu-
g ir no palacio do governo no dia 1 de
n >rembro vindouro, manda pelo pre-
se ate fazer publico que no da 26 de
ot tubro prximo comeca.rao a ser all
rebebidos os objectos que tenham de fi-
girar na mencionada EXPSI^A'O.
sessOes da commissao 20 de se-
te abro de 1861O secretario,
Joaquim Pires Machado Portella.
Cnsulado provincial em 10
de ouubro de 1861.
( om autorisacao do lllm. Sr. administrador
'no, faco sciaote aos contribuales ao im-
pos o de 20 poreento sobro o consumo de aguar-
den e. que Oca de nenham effeito a publicaco
feti no da 5 do mez correte, visto haver du-
a mor parte dos recibos apreseotados no
COMPANHU BRASILEIRA
MftQins tura.
Eipera-se dos porto* do norte at o dia 10 do
n S?nY"PrCrure o capitao de mar e guerra Gervario Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do sal.
Desde j recebem-se pssssgetroa engaia-*e
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
ver ser embarcada no da de sua chegada, en-
commendaa, dinheiro a frete at o dia da sabida
as s hora* : agencia roa da Cruz n. 1, escritorio
de Azevedo & Mendes.
Terca-feira 8 do corrente,
O agente Hyppolito com autorisacao
do capitao do patacho hamburguez
Fanny, e com licenca do Illm. Sr. im-
pectof"da allandega e com pe missao e
prtenca do Sr. vice-consul de Hambur-
go levara' a leilao por conta e risco de
quem pertencer os objectos seguintcs:
Um mastro quebrado.
Um mastareo de velacho.
Ura dito de joaaete.
Urna verga de joanete.
Duas velas de estaes.
Urna vela de velacho.
Urna dita de joanete.
Um lote de diversos cabos.
Terca-feira 8 do corrente as i l horas
em ponto no armazem do Sr. brSo do
Livramento caes d'ApoIlo, as 11 horas
em ponto
LEILAO
Para.
O patacho Emulaco aegue em direitura ao
pono indicado ; para o pouco que lhe falta, tra-
ta-ge com Moreira & Ferretra, roa da Madre de
Deosn. 8.
acto
da
collecta e que por esta circumslancis
o de proceder de aovo dit* collecta.
O laceador,
Demetrio Coelho.
Aysos martimos.
Cear e Acaracu'.
a.? 1 "t819" dUs hiale SobenM. capitao
Ratu, recebe carga e pasaageiros ; a tratar com
CCorrs.Cny,oTa.C- ****** D0
Para Lisboa
-,?" Ti.**eni Proterivelinente no dia 8-do
Sia. liU*n briue Pagues Relmpago.
Aioda recebe cargs e passageiros a quem ofterece
rir. Thn0a,-a^M>e *"-oeoB.o consigoala-
rir, J ?o 5 Muiao Fonaeca, oa roa do Vigs-
no n. 79 andar, ou com o capitao na praca
COJIPASHIA PIRNAIBUGAIU
DI
Navegaco cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Assu', Aracaty, Ceara'
e Acaracu'.
O vapor tlguarass, commandante Vianoa
aahir para os portos do norte at o Acaracu'
no da S2 do corrente mez s 4 horas ds tarde.
Recebe carga at o dia 11 ao meio dia. En-
commenda*. passageiros e dinheiro a frete at o
jAf*1*. hi,ras: oscriplorio no Forte
do Mattos n. 1.
T-jrc.a-feira 8 do corrente.
PELO AGENTE
O referido agente autorisado pelos herdeiros e
interessados da casa terrea n. 33 da rus do*
Pescadores, vender m ieilo publico oo men-
cionado dia o pelas 11 horas da manhaa no ar-
mazem da ra do Vigario n. 11.
terrea da pedra e cal que tem de
oa o meio e 74 palmo* e meio do
i bom quintal murado de 20 pal-
largura o 77 de comprimooto, ludo em
(ios proprioi, com cacimba meeira.
V Para melborea ioform*;oe* podem o* pretn-
dante onienderem-se com o dito sgento.
Nacposma occasiio veader-se-h&o varios ob-
jectos entre elles diversas obras antigs e mo-
dernas de ouro de lei, pertencenles a urna pes-
soa que seretirou da provincia, o quedeixou or-
dena para vender-se sem limites.
1
horas da manhaa.
KMeaM* oBaeaKoie -mm*c
II eoSvA.""" ?6. 7" ere'da flSe^bT
V eoslohar preferiodo-se eecrava : a iratar
g oa^raa do Imperador d. 54, primeiro an-
Aluga-se
UDr/rl^u"'!0 Pfr, de,,a cid8de >a.
woie arvoredo de fructaa e a maior Darte la
eani8nta;C|ZPUeni "" con'*da de novo
verle ,BA,,a.^a 'U,'"Bdo to<, *"**, d-
verte-se que s se alega por aono e a oes
que conservar no mesmo estado que acha?- a
lraUr ? Csdeia do Recife o. 4. '
a lr"e9e-e>'" moga capaz para ama de
casa de familia, para costura e engomando ou
mesmo para ir para o malo para ensinar meni-
B.?a 35 r qu,DUI' ne lu denominado
i. '.- Ca^unKa.: I pretender diri-
](-*e ao niesmu lugar n. 1.
r.7 Sr' AuBu.V Ruflo d Almeida tem urna
carta na ra da Madre de Dos o. 38.
hJI^luga",e .lerceiro '"dar do sobrado do
neceo Largo n. A, concertado o piolado de oov0,
Um
Importante
Aviso
Na loja do4 portas da roa do Queimado > 39
scha-se um grande armaiem eem todo Im^:
monto do roupas feitas, para cujo flm lea mmm-
tdo uma officin. de alfaiate. estando encarroa-
do della un perfeito mestro viodo de Lishoo m-
ra desempenhartoda eqealqver obra que aa' Iha
eocommende; por isso que
al a todas as pessoas
IlUns. Srs. officiaea
eiercito.
Faz>se fardas, tardos rom superiores
e mullo bem feitas, tambem trata-so f.zer torl
dameoto todo completo conforme ao usa do a.
de Janeiro, tanto que tem os Bgurinos m ato
l vieram ; alm disso faz-w mais casM.toh
para montara, frdela* ou jaqueles bm csn
colletes a militar para os Srs. aiudatea ato *>to-
do maior e de cavallaria, quer aeja aioiotooV
bordados a eapequilha de ouro oaVsloTt^a.
goato da Europa, tambem prepara-so becas or.
desembargadores e da qualqaer iuueewBSto^
estylodeCoimbra aoode *e fazem as malote
conhecida* al hoje. assim como toa aoito riooo
desechos a matiz de todas as coros proprioo oor
fardamenio de pagen* oo criados do libro JToo
fer pelo gosto franceza. Na mssmi rjjiasT
earrega-sa de fazer
as oa coavita (
com especialidad* mo
lano da armado coa* o
:.
ra laber- que por tudo se Oca responsavel so
L"e.d.":-b!ID 61?0 e bom co.rte. *o ae falto m
..Tx'l?',*8'"101 primeiro andar do sobrado o
ao p da botica na ra Nova, concertado e piolado
de novo : a tratar no becco Largo n. 2. taberna
Na ra da Cadeia do Recife n. 11
segundo andar, aprompta se almoco e
jantar para casas particulares ; na mes

A
LEILAO
7 do corrente.
Prente \ianna & C. faro Ieilo por inter-
vencao do agente Oliveira, do mais completo
aortimeoto de ferragens finas e grossas de todas
as qualidades e de miudezas, que muito agrada-
rlo por serem inteiramente proprias do mercado
Seguuda-feira 7
do correte as 10 horas da minha, no seu ar-
mazem, ra da Cadeia do Recife.
macasa faz-se pastis de nata, pudins,
tortas, pao-de-l, bolo inglez, aletria de
ovos, arroz de leite, sendo encommen-
dado na vespera.
Hoje 8 do corrente, a ultima praca do ar-
rendamento dos aluguei* da casa da ra do Cres-
po n. 14, na cooormidade do edital publicado
2rnes,le S'"i0. "querimento de Ignacio Luiz
ae Brito Taborda, como curador de sua sogra D
Frsocisca Thotrazia da Conceicio Cuoha. pelo
juiode orphio.j.Eacrivao Brito, s 11 hora*.
iT ola esl* para a,u8af-" casa da ra Di-
reila rj. 87, com armaeo, propria para qualauer
estabelecimeoto ; a tratar na loja da ra do Quei-
mado n. 46, nao se olbando a preco.
Precisa-se de um escravo para alugar-se
para casa de pasto : na ra da Moeda o. 33.
A arrematacao dos beos penhorados a Ma-
noel Joaquim da Silva Guimares. por execuco
de Joaquim Femandes dos Santos, annanciada
para o Ha 4 do corrente, loi transfer la para ho-
jea do corrente. em praca publica do Illm. Sr
juiz de paz da fraguezia de S. Jos.
. Na travessa do Apollo, deposito a 1, pre-
cisa-ae de um menino que ten ha al z uma pratica
de taberoa. r
Precisa-se de uma ama de leite forra e sem
nios, branca ou parda; na ra da Imperatriz n.
&>, segundo andar.
Atteoco.
Offerece-se uta rapaz portuguez com as habili-
tscoes necessariis para caixeiro de taberna, ou
mesmo para tomar por balaoco : quem precisar
dinjase a ra Direita n. 4. F '
I
Compra-sc urna eserava moc/i parida' e
com bom leite : quem tiver e quizer ven-
der dinja-se a ra do Hospicio n. 35. que
achara com quem tratar.
dia que se prometter, segundo o m
veoo meslre.poi esp.ra a honrosa vi.iu
dignos senhore* visto que nada perdam em m*
penmonlar. ^ m^
Na loja d'agoia de ouro, roa do Cohoc o.ll
recebeu um completo sortimento de gulliobaa sto
".....-- de todas sscoroo "iammmm
missaoga, ssndo
8
8
Consultas medicas
Sero dadas lodos os dias peto Dr Cos-
me de S Pereira no seu eocriptorio, roa
da Cruz n. 53. desde is 6 st s 10 horas
da manhaa menos aos domiogos aobre -
1.a Molestias de olbos.
?! *e*!ias de cor,5* d" P'o-
d. Molestias dos orgioo ds geracao o
do anus. "^
O ezame dos doentes ser feito na or-
dom de sus* entradas, eomecaado-so po-
rm por aqueHes quo soffrerea dos
olbos.
Instrumentos chimicos,acsticos o p-
ticos serao empregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor o pru-
dencia para obler certeza, ou ao meos
probabilidade sobre s sede, natorexa
causa da molestia, e dahi deduzir o pisa*
de tratamenlo que dore destrui-1* ou
curar.
Vsrios medicamentos serio tambes*
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqoalidaOe.
promptido em seus effeitos, os oecesoi-
aadedoseuempregourgentoquo se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou oa casa do*
doentes toda e qualquer operacao qmt)
julgar conveniente para o restabeleci-
mento do* mesmo*, para cojo Oa ae echa
prvido de um* completa colleccao do
instrumentos indispenaavol ao aedico
operador.
8
Vende-se
Ura estabeleciraeoto nesta praca em uma da*
melhores ras de commercio, comeado para
mais de viole contos de mercadorias, sendo uma
terca parte de seu valor a vala e duas partes em
prazos convenciooados, com garaotia : a tratar
oa ra do Imperador o. 65, segundo aodar
Ls^iles.
Aracaty.
ai- wto raetttV- me* oo Henrique de
Almeida, segu por estes dous dias para Aracs-
so'lPrmao?rreg,r paMa*,tros' *- coa'Tas-
Pftra Ass.
noVte i r SSlLi" Mr",r, '^"riveimetite
recito. JZSL^'LmVUU* *?'* e ***">
f1^ 2"* ?"" ***?'"'-o coa o*
a rarli'u,r 4 ^ -
Brigue naci3nal Veloz.
Recebe gneros estraogelro para o Rio da Ja-
MUfao
-rl?i^ol?^"do,,l!1. " i que lhe falla,
a"? eo Amedo. aa roa da Midre Os Deot n. W.
LEILAO
A 8 do corrente,
Saunder* Brothers & C. farao Ieilo por inter-
vencao do agente Oliveira. de 488 barricas de
lancina de trigo das marcas Bsltimore e Ohio,
rindas prosimsmente pelo patacho inglez TJn-
dine, e descarregadas sexta-feira ultima
Tenja-feira 8
do corrente, s 11 horas da machia em ponto
no aeu armazem sito no caes d'Apollo, perto da'
poote nova do Recife. K
LEILAO
Tertja-feira 8 do corrate.
PELO AGENTE
PESTAA.
Pelsj 10 horas da machia do mencionado da
referido ageote f--* '-"
da ra do Vigario
o referido ageote far Ieilo oo armasen:
DE
Movela de diverjas cualidades, lonco*, vidros
0 uma inanidad* de objectos quo e.tario espos-
los ao exame dos Ooncurrentea. '
Pretende igualmente vender sem limite de pro-
cos, grande quantidade de colletes de velludo
oosJa, cachemira, rusti e brlm braneos e por Isso
previno aos Srs. logislas qae venden obras feitas
que naopercnm a occuilo de tao toa pochiacha
J.
Francisco Gomes de Oliveira faz l*ils0
Sor conta de quem pertencer de
e 800 harneas com farnha da
bem
onhecida marca Fontana,- e da quaU-
k. Hew, ^o do i^%r^r^;
Urna armacao.
Quinta-feira 10 do correte.
Costa Carvalho far Ieilo no dia cima sem
reserva de prego, da armacto e mais pertences da
taberna da ra do Aragao n. 1, a dinheiro oa a
prazo. *
LEILAO
DE
Mercadorias americanas.
Quinta-feira 10 de outubro.
0 gente Aotunes far Ieilo de ums immen-
aidade de objectos como bem seiaos : secretarias,
cadeiras. camas de amarello o Jacaranda, obras
de metal prateado, oleado para sams, carros,
carroea* para boi, cavarlo o mi, saceos o malas
para viagea, sabio em ciiziohas, arados, ma-
china* para capim, para debulhar milho o ou-
tros muito* artigo* que a* loras enfadooho men-
cionar na roa da Cruz n. 15, as 10 horas em
ponto.
LEILAO
MOTSIS.
Quarta-feira 9 do corrate. *
Costa Carvalho ara' Ieilo no iia ci-
ma as 11 horas em ponto, de diversos
movis que se acham depositados em
seu armazem na ra do Impeador n.
55, sem reserva de preco.
Avisos dirersos.
LOTEItli
Sexta-feira 11 do corrente pelas ft
horas da manhaa em ponto andaro im-
armazem em progresso
Jos de Jess Moreira
/ompanhia.
Ra estreita do Rosario, esquina da ra
das Larangeiras n. 18.
Vende-sa manteiga ingleza perfeitamente flor
a 800 e 720 rs.lll dita fraoceza a 640, em barris.
de uma oo de oulra faz-se-hs abatimento, cha'
hysson a 8700a libra e a 2*240. queijoa do ulti-
mo vapor a 2 ; alem destes, todos os mai* g-
neros por meos do que em outro qualquer es-
ta belecirtenlo. IXespoosabilisa-se pela boa aua-
lidade. -
Vende-se ou aluga-se um pisno, proprio
para aprender, de Jacaranda, est em bom es-
lado. 18 cadeiras, 1 sof, 2 bancas de abrir, todo
de jacareada, em coola; trata-se oa ra da Ca-
deia do Recife n. 49.
Pechincha sem igual.
: A160rs
Siotures de sede o laa para horneas e meni-
nos ; ns ras do Crespo o. 18.
Milho a 2600 a sacca.
Dito novo muito barato.
Farelo muito baratp.
Arroz de casca a 3$500 a
sacca.
Na travessa do pateo do Paraso n. 16. taberna
pintida de amarello.
Publicaces do Instituto lo-
meopathico do Brasil.
TESOLRO HOMEOPATHITO
ou
VADE-MEGlJiDO HOMFOPATHA.
(Segunda edieco consi-
dera vel mente augmen-
tada.)
Dieciwiirii poiiUr de neaieia ht-
iiMpitUet
smiiio Ftram.
oasjartfra, sMigaatoros ..rio olovoiaoT*.
Ru* Je Sanio Amiro (Mundo Noto) o. 6.
SYSTE1A MEDICO DE HOLLOWAY
PILLAS HOLLWOTA.
Este inestimavel especifico, eomposto inleira-
menle de hervas medicinaes, nio conim mercu-
rio nem alguma outra substancia delecieria. sU-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao maU
delicada, igualmente prompto e seguro pora
desaneigar o mal na compleitao mais robusta;
entei ramete innocente em suas oporscose ef-
feitos ; pois busca e remo ve as doeneas de qaal-
quer especie e grao por mais amigas e leoazes
quj sejam.
Entre milhares do psososs curadas com sos
ramedio, muitas que j estavam s portes da
morie, preservando em sea uso eoasofairam
recobrar s ssude e forjas, depois de haver testu-
do inultimente lodos os outros remedios.
As mais afflietas nao devem entregar-cea des
esperado; facam um compoteale enssio dc.-
efficszes effailos desta assombrosa medieiae, e
prestes recupersro o benesVio da ssoeY
Nao se perca lempo em tomar este remed o
para qualquer das soguioles enfermiJados :
rebroto da especw.
Gooa.
Hemorrboidas.
Hylropesis.
lelerku.
Indigestos.
Infla mmaedes.
Irregularidades do
rooonruscio.
Loenbrigas ds toda es-
pecie.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal do) .
Asihma.
Clicas.
Con vulsoes.
DebiliJade ou exienua-
cao.
Debilidade ou falla da
forjas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueea.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre iniermitente.
Vendera-se Us pilulas ao i
geral do Londres n. 224, Strand*, eaoieja
de todos os boticarios droguista e oouai
encarregadas do sae osjade esa teda a
do Sal, Havaoa o Hwpoaba.
Vendara-se as boeeiiahas a 800 r*.,
uma dolas contera uma iounteeae ai
gasa f ara explicar o osado da as aaor dosoa
lulas.
0 deposito gtaal em casi do Sr. Soasa
pharrnteoutico, la ras da Cras a. 22 esa for-
nasabaoo.
*>>0>#0>sjalf SJSJoH
Manchas aa calis,
4bstraedo do vea a*.
I'hlysio oo conoamp-
cit bsIbmw.
Reteaeio do eariaa.
Rbeumatismo.
SymptooMS soesnidaros.
Taeres.
rico doloroso, .
Ulceras.
(anal)
O bacharel WiTacno pd-1
de sor proeorado ata rae
Nova o. 28, sobrado ie es-
quina qae voKa para
eonrboa do Caroso.
V
k ITH aha!


(*)
. I
DLAJHO DI IlAliMOCO. *-. TEBC1 IRA 8 DC OUTUBRO DE ltl.
I9MHNIIIMI
S Muita attencaO. 1
S
i
*
s
A abaixo assignada faz ocente o res-
peitavel publico e eo particular a todas
aquellas peasoas. coas quem Uvera con-
tas ou traniacces que ella nao tem
presentemente divida de nalurea alga-
ma e que algalias lettras que houvea
aasigoado para si, e se aeham todas pa-
gas, bem como algumas outras lettras
que tem endocado por favor, a alguna de
seus fllhos e georoa, (alo todos) todas
se acham pagas; e como se considera nlo
dever s oinguem. tanto de lettras suas,
como por lettras endonadas a ditos seus
filhos e genros, bem como llancas ou
oulros quasquer ltalos, a quaesquer
pessoat, por uso faz presente deca-
rago. No caso porm de nao aconte-
cer aasim, o que nao crivel, quem ti-
ver alguma lelira ou outro qualquer do*
cumento, que se conatitua seu credor,
queira immediatamente apreaenta-lo o
mais tardar nestes 30 das, na casa de sua
residencia na ra da Aurora n. 61, que
vericado verdadeiro ser pago em con-
tinente e para que nao apparecam duvi-
das para o futuro e mesmo depois de
sua morte que faz o presente aonuncio
e declaradlo solemne para que oinguem,
soja quem quer for, se chame a igno-
rancia. Outro tira, quem quer que se
julgar credor, lera a bondade de decla-
rar por este Diario. Kecife 5 de outu-
bro de 1861.
Maa Theodora o'Assumpgo.
VENDE-SE BARATOT
Efe Superiores capas compridas de gorgu-
ro preto, manteletes modernos, tilmas
de croie.
s
*
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O cu Basnsanej i y
ogresso rrao n. 9 <=U SE-
W S O
as Imen bem e 40
noPr Ca 11-*
BQ 2 fi -Q -o
Calcado barato.

Borzeguins para senhora por 4g500. 5| e 5500
o par, ditos para menina por 49, 49500 e 59, bor-
zeguins de homem, aapatosde tapete avelludado,
esa patos de tranca para homem, senhora e me-
ninas, ludo por mdico preco: na ra da Cadeia
o Recife n. 45, loja da esquina da ra da Madre
de Dos. .
Vende-e urna parte de urna mei-agua sita
na ra Imperial n. 119 ; a tratar na mesma nu-
mero 161.
Vende-se a casa terrea da ra da praia do
Laldelreiro n. 37, reguezia de S. Jos ; dirija-se
a mesma.
Vendem-se canos de ferro com meia polle-
gada, proprios para encanamento d'aeua e saz :
na ra do Sol n. 21.
Vende se urna mesa elstica de jantar com
36 palmos, e em muito bom uso ; na ra do Sol
numero 21.
Vendem-se 3 escravos. sendo 1 pega ; na
ra da Cadeia do Recife n. 50, primeiro andar.
Maoteiga ingleza flora
800 rs. a libra,
francesa a 600 rs., loucinho a 360, arroz a 100 rs.,
cevadiaba de Franca a 160 ; na ra das Crnzes
n. 24, esquina da travesea do Ouvidor.
Thomaz Fernandes da Costa, subdito hespa
nhol, retira-se para o Rio de Janeiro.
Marcelino Alies, subdito hespanhol, reti-
ra-se para o Rio de Janeiro.
11
Vestidos de seda moderno de cam-
braia boadadoa. ditos de phantaaia._____I
Sediuhaa de quadros, grosdeuaples de |
cor, moreaotique em corado. <
Cambraias de cores modernas, ditas de
listras flngiodo seda.
Sintos, leques, gollinhas e punbos pa-
ra roupo. espartilhos modernos e pen-
tes de tartaruga.___________________
Saias balo de todas as qualidades,
1 camisas para sen horas, ditas para me-
I nios.
Tarlalana, fil, uusselina, diamantina
L e lazinha de cor.
Pulceiras de sndalo, luvas de pellica
' e chapeos para aenhorsa
* TARA ACABAR
| Colxas de la e seda proprias para ca-
I mas ou coberta de piano a 59.
(Paletots de cose mira a 100. ditos de
alpacs prela a 5jj : ra da Cadeia loja
I n. 23 de Gurgel & Perdigao.
i
X
COMPAMIU DA VIA FRREA
no
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
Do dia Io de outubro de 1861 al ontro aviso
ha ve rao dous trens para Escada, nos dias de tra -
balho que parliro.
De manha :
Da Escada as 6 horas.
Das Cinco Pontas as 8 horas e 30 minutos.
De Urde
Da Escada as 2 horas.
Das Cioco Pontas as 4 horas e 30 minutos.
Nos domingos e dias sintos haver o trem do
coalume.
AssgnadoB. H. Bramah,
Sunerin tendente.
|N. S. da Concei^o dos*
Militares. t
A mesa regedora detta ir man-
W dad e resol vendo mandar su lira-
# gar todos o$ $eus irmaos fallec. 9
# dos, convida aos Srs. sacerdotes &
V que tenham suas tencOes livres
para que se dignem comparecer O
8 na mesma igreja todos os dias 8$
0 aGm de celebrar em nesse sent- 9
ffe do com a esmora que se acha
marcada em um livro proprio,
$} que encontrarlo na sacrista.
$ Consistorio da irmandade 1'
ft de outubro de 1861.O secre-
fe tario.FraDcelinoBernardo Quin- $
< tetro. A
Grande laboratorio a vapor
DE
IU9AIB
imOVtflO E AHTOIS\(!iO
DA
ROU I A.
MilIM:
DE
LAVADA.
40 rii.
com mais rcrapa.
70
100
ISO
80
11200
1600
19000
2J000
500
19000
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMHADA.
160 ris



>


a
120
160
100
40
Roapa do familia, indislioctamente, pecas grandes e pequeas. .
Roupa de navios, vapores e hoapitaes........ .
Pecas grandes isoladamente como leoQoes, toalbas de mesa. .
Roupa de doente de familia, que nao seja freguesa......
Roupa misturada que alguem sera ser freguez exigir que se lave.
Urna rende vindo com mais roupa. ........(
Urna rede isoladamente...... ..... ..
Um cortinado de cama de casal rindo
Um dito dilo soladarr.ente .
Un dito dito de solteiro ou raranda.......,
Um dito dito isoladamente............
Aa pessoas quenio quizerem mandar eogommar toda a roupa, laboratorio encarrega-se
de mandar angommar as segulntes percas, pelos seguintes presos:
Vestidos lisos .... 600 ris.
Ssiaa........ 200 >
Camisas de homem. 160
Calcas........280
Colletes.......160
Paletots......; 460
Colariohos......40
O laboratorio encarrega-se de engommados de objectos de senhora os mais delicados, e pa-
ra isto tem ja contratado as mais habis engommadeiras nacionaes e estrangeiras, que entre dos
existem.
No preco dos engommados de roupa de familia, eicep:uam-se os vestidos, gollinhas, man-
guitos e mais objectos que forem guarnecidos de rendas, babados, pafos, rifas, etc., etc., bem co-
mo os cortinados de berco, cama, veranda, que se psgaro segundo o ajuste.
Qualquer que eligir roupa somente lavada, ou tambem engommsda, com mais brevidade
que a designada, pagar mais 25 por cento sobre o preco.
O prazo na entrega da roupa ser por em quanto8 dias depois do recebimento, e da lavada
e eogommada 15.
A roupa de familia ser lavada em machina separada da dos hospitaes, e as pessoas enesr-
regadas do serv-o da roupa sero mulheres.
Os proprietarioapagaro qualquer pega que se estraviar, eaQanjsm que a aco das machi-
nas inteiramente inoffensiva.
Qualquer que mandar roupa, recebar.um vale do numero de pecas com a declaraco do im-
porte da lavagem, o qual ser restituido com o competente importe na occasio de se entregar a
roupa prompta, sem o que esta flcar depositada.
O estabelecimenlo encarrega-se de tirar nodoas
ajuste.
Os proprietarios rogam a seus fregaezes o obsequio de manlarem roupa suja, apenas raca-
bam a lavada, para assim manler a regularidade do servigo.
A entrega e o recebimento da roupa na casa de*banhoa, no pateo do Carmo, em todos os
dias uteis das 7 horas da maohia s 5 da tarde.
entrega
d qualquer natureza, precedendo
no
mmut wmm m mmu
t JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MEfilOHAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo ttirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem ncommodo
.... ,Com MW8Chapa8-elbcto-iug!Iiticas-ew8pa8tica8 obtem-M ama eir radical a n-
falhvel em lodos os casos do inllamraa^o ( cansat0 ou falla de respiraro ), sejan intaraM m
extarnas.como do Ggado, bofes, estomago, b?o, rins, ulero, pello, palplacio de corsea* gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumalismo, paralysia e todas as affeeces nervosas, ele., ale. srsl
mente para as difieren tes especies de tumores, como lobinhos escrfulas ele., seja qual for sea
tamanlio e profundeza por rneio da suppurafao serio radicalmente extirpados.
O uso dallas aconselhado e receitadas por habis e distincios faculutivos. soa efieaia iav
contestavel, e as innmeras curas oblidas o fazem merecer e conservar a eonfianca do pvblie
que j tem a flonra de merecer, depois de 24 aooos de existencia e de pratiea.
As encommendas das provincias devera ser dirigidas por escripio, tosido lodo o rtrdslt
de fazer as necessarias eiplicaces, se as chapas sao para homem, senhora on enanca, dada
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, peseoco, braco eoxa, pena, pe, o ajjpjpj
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo nchagoes, feridas ou ulceras, o suida do sen
lamanho em um pedacp de papel e a declaraco onde existem, afim de que as cbapu asis) da
torma da parte affeetada e para serem bem applicadas no sea lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicares e lambem de lodos os acces-
orios para a collocacao dellas.
Consulta as pessoae que o digoarem honrar com a sua eonuanea, em seo esarpiorie, qoe
se achara aberto lodos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manha is 3 da larde.
119 Ra do Parto ||<)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
bh0 "Wi s&wmm
Quando se tirsro dous grandes entulhos que
ectio na ra do Imperador ? parece que seus
donos zombam com o respectivo fiscal, mas este
tem a sua disposico o remedio..... a elle?, Sr.
fiscal.O iocommodado.
Quem precisar de um copeiro de boa con-
ducta, dirija-se a ra da Cruz do Recife, deposi-
to do Sr. Antonio de Carvalho.
O bacharel Fernando Alfonso de Mello J-
nior segu hoje no vapor Jaguaribe para a ci-
dade do Ass da provincia do Rio Grande do Nor-
te, oude vai residir por algum lempo ; e nao po-
dendo pelos seus incommodos de saude despe-
dir-se pessoalmente de todos os seus amigos, o
faz pelo presente, oflerecendo-lbes all e ero
qualquer parte onde se achar, o seu diminuto
presumo.
Precisa-se comprar um preto cozioheiro
que entenJa bastante desta arte ; quem o tiver
nestas condiedes, dirija-se a ra da Cadeia do
Rcife n. IS, escriptorio de Bailar & Oliveira.
Pugio do terceiro andar do sobrado n. 36
da ra da Aurora um corrupiio : quem o tiver
apanhado queira leva-lo refarida casa, que se-
r generosamente recompensado.
Aluga-se urna casa de lijlo eita a moder-
na, com 2 salas, 8 quarlos, 1 gabinete.com mobi-
lia de aaiarello, e um bsnheiro, na povoacao de
Jaboatao, o sitio est todo cercado, tem arvore-
dos para sombra, que offerec" bons commodos
para quem deaejt passr urna festa no fresco, a
casa est csiada e pinlada de novo, e o banheiro
feito esta semana ; quem a pretender, dirija-se
a ra Direita n. 95 para tratar.
Fazem-se
capas, balines, barretes e chamarras ; na ra do
Encantamento n.3.
Aluga-se urna negra para o servjco de urna
casa, cozioha e engomma : a tratar no principio
da estrada de Joao Fernandes Vieira n. 36.
SOCIEDADE BANG.UI1.
Amorim, FragoSo Santos
Companhia
pagam o terceiro dividendo.
Precisa-se alugar urna prela escrava ou mu-
Iher forra para todo servico de urna casa de pou-
ca familia ; no aterro ja Boa-Vista n. 78. loja.
O abaixo aasigoado vende seu eslabeleci-
mento de fizendas e miudezss francezas sito em
urna das melhores localidades da roa Nova, e so-
bre condices favoraveia ao comprador : quem
pretender, dirija-se a mesma ra o. 8, a tratar
com Josa Joaquim Moreira.
Avisa-m aoasauhores fabricantes dos ci-
garros heapaohoe, queja ch-gado o papel de
superior quahdade, de seda e lioho, em resmas
de WO cadernoa ; na ra do Vigario n. 8.
Attencao.
Aluga-se urna casa terrea em Santo Amaro, de-
fronle ce boseiUl ioglar, coa bastantes com-
awdos, tanto interior como exterior, cem um ne-
qeeno sita } a traUr na ra do Cotovelo o. 8.
Os abaixo assigoadoa faxem atiente aa res-
(Mavel publico e com especialidaeo ao corpo do
ooiaiercio, que flodou em 16 da selembro do
arreule a sociedsde que tiunam na loja de faien-
das siu na roa da Jmperalriz n. 20, a qual leve
Orncipo em 16 de aelembro de 1658, llcando a
liquidacJe da meama a cargo do socio Duarte
fiorgea da ha Recita 2 de ootaaro de 1861.
Duarte Bergea da Silva,
fraacisco/paquim da Coala Fialbo Jnior.
Aa pessoas que tem penhores na mi de
Luiz Augusto Rubira Mavignier venham lirar nes-
ses oito dias, do contrario sero vendidos para o
seu. paga ment.
Recife, 5 de outubro de 1861.
A praca dos bens penhorados pela fazenda
provincial, annunciada para o dia 3 do correte
mez de outubro foi transferida para o dia 10 do
mesmo mez, aa 10 horas da manha, na sala das
audiencias.
Alagase urna escrava moga e sadia, per-
feitamente engommaJeira, cozinheira e lavadeira
tanto de sabo como de varrela, muito fiel, e sem
vicios de qualidade alguma, prefere-se alugar
para casa estrangeira ; a tratar na ra do Sebo
n.20.
Precisa-se de um cozioheiro ; na padaria
da ra dos Pescadores os. 1 e 3.
Aluga-se a loja da ra Direita n. 9, propria
de negocio, o segundo andar e soto do sobrado
na ra da Penba, do lado da sombra, com 4 sa-
las e 9 quailos pintado de novo, e tambem urna
sala e urna alcova, propria para escriptorio, ou
homem solteiro ; a tratar na ra alraz da matriz
da Boa-Vista n. 36, ou no mesmo sobrado.
Precisa-se de um caixeiro pequeo ; na loja
de miudezas na ra Direita n. 103.
No dia 10 do correle em diante achar-se
ha todas as amaohaa junto ao porlo da estacio
das Cinco Ponas leite puro a 320 agarrafa, das 7
al as 8 1|2 horas.
Charles Rolfe, W. Murray, R. Houland, e
Joo Pike, subditos inglezes, seguem para Ingla-
terra.
No dia 4 do correte a noite os ladroes en-
trara pelo sitio do Dr. Silvio Tarquinio Villas-
boas, na Soledade, e furtaram dous cavallos, sen-
do um mellado de clinaa prelas e um ruco roda-
do que trabalhava de carro ; alem disso alguma
roupa de criado, sendo entre essa um palelot pre-
to ; de esperar que as autoridades policiaes to
solicitas em prenderen) os criminosos, deem mais
urna vez pruva de seu zelo e aclividade, appre-
hendendo nao s os ditos cavallos, como os taes
ladroes, a film de ver-se se dimioue um pouco se-
melhante raga.
Em respo.'ta ao annuncio, publicado nesle
jornal pelo Sr. Custodio Rodrigues Ferreir Uaia,
scienlificando o publico de que retirara-se para
sua casa na villa da Penha, provincia do Rio
Grande do Norte, a tratar de seus negocios visto
os noter podido a, rumar nesta praga com seus
credores, declara-se que se o mesmo seohor nao
chegou a um acord com os seus credores foi
porque nao quiz, pois tendo tratado urna cousa
depois apresenla-se querendo outra e por ultimo
retira-se em dar cavaco, apezar de existir em
poder de seus credorea documentos que provsm
o ntgocio emtabolado, a vista de sercelhante
procedimento que acaba de ter o Sr. Maia desde
j se protesta contra quslquer slienacio ou hy-
poieca que faga de seus bens no sentido nao s
de ser aunullado qualquer dessas contratos como
de se perseguir pelos meios legtes, os que se
tornarem conniventes em taes actor. Recifo, 5 do
outubro de 1861;
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Marcelino
Alves da Fonseca, capilo do balalho da guarda
nacional de Afogados, a negocio de sou ioteres-
se : na ra da Concordia n. 34.
Precisa-se alugar um andar de caaa, que
lenha boos commodos para familia : na ra do
Imperador n. 67 2 andar.
Jos Maria Henriques Ferreira deseja fallar
com eu primo Francisco Maria Henriques Fer-
reira : a bordo do brigue escuna de guerra Fi-
delidad.
Os abaixo assignados sclentiflram ao publi-
co, qoe no dia 20 de selembro prximo passado
separaram a sociedade que tiohsm em um esta-
belecimento de fazendas etc., no engenbo Casla-
nha Grande, sob a firma de Antonio Loureogo
Teixeira Marques & C, ficando a cargo do socio
Antonio Loureogo Teixeira Marques todo o activo
e passivo da mesma.Antonio Loureogo Teixei-
ra Marques.Fortunato Jos Machado.
O abaixo assignado faz sciente ao publico
que diesolveu a sociedade que Uoha com Julio
Augusto Torrea, em urna botica sita na praga da
Boa-Visia n. 24, a qual gyrava coba firma de Ju-
lio Augusto Torres & C ; e que por convengo
enlre ambas acou encarregado da liquidadlo da
sociedade, e por isla o competente para receber
o activo, afim de solver-se o paaaivo da mesma.
llega, pois, aoa senhorea devedoresde dita firma,
queiram satisfazer seus dbitos na ra da Cadeia
do Recife o, 45. Jos Fortnalo dos Santos
Porto.
Aloga-sa o terceiro andar da casa n.33, af-
ta na ru 4o Amorim ; a tratar na ra do Cadeia
n. 62, segundo andar.
Consultorio medicoeirurgieo
VWSULY DiV GiaOUliV CiVSX DO F13ND&0--3
Consulta por ambos os systemas,
Em consecuencia da mudanga para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozsram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaucao de ioscrever o seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellea que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
Outro sim : acaba de receber de Franca grande porco de lindura de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriadades sao to conhecidas que os meamos Srs.
medicoa allopalhas empregam-as constantemente.
Os medicamentoa avulsos quer em tubos quer em tinoturas cuslarao a 19 o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annu'f-ia a seus clientes e amigos que tem commodos
sufficientes para receber alguna escravos de um outro sexo doentes ou que precisen) de alguma
operago, afflaocando que sero tratados com tr o disvelo e promplido, como aabem todos
aquellas que j tem ttdo escravos na caaa do anotinciante.
A aituacio magnifica da casa, a commodidadados banhos salgados sao outras tantaa vanta-
gens para o promplo restabelecimento dos doentea.
As pessoas que quizerem fallar com o anonadante devem j>rocura-lo de manha *tii horas
e de tarde das 5 em diante, e tora destaa horas charao em casa pessoa com quem se podero en-
ender : ra da Gloria o. 3 caaa do Fundi.
Dr. Lobo Motcoxo.
Et
RNaMAByeO
Para as encommendas on inforraacoes dirijam-se a pharmaeia de JoeAlcxandre Rihoire.
ra do Qbeimado n. 15.
Cachimbos de madeira
a pre5oV8W.%^ qe reCebea-,e Um "*"
Superiores charutos
da Bahia, da fabrica de Jos Furtado de Simas, igualmente avlsa-se as pessoas que precisaras dae
Esponjas de platina
ogo, laPquaee tambera existe algumas, e pesos da zii
a. Acba-ae a venda o superior
Fleur d'Harlebeck
tabaco com calo titulo para cigarros e cachimbos em macinhos pequeos, que se vende por
do que em outra qualquer parte : na loja de Jos Leopoldo Boorgard, ra da Cadeia do Recife
mero 15 no
Centro commercial.
para aa machinas de fogo
que ae vendem avulsos. Acba-ae a venda o superior
zinco para aa
ELIXIR DE SALDE
l13 e
Citrolactato de ferro;
Huleo deposito na botica de Joaquina MartioAio
da Cruz Crrala 4 C, ra do Cabag n. ti,
em Pernambaco.
H. Thermea (de Chalis) aotigo pharmaceutico aprsenla hoje urna nova preparago de ferro
com o nome de elixir de cilro-lactato do ferro.
Parecer ao publico um luxo emprear-se um mesmo medicamento debaixo de formulas to
variadas, maso homem da aciencia comprehende a necessidade e impoitancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de multa importancia em therapeulica ; um progresso immenso,
quando ella, maniendo a esseocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas aa
idades, para todos os paladares e para todos oa temperamentos.
Das numerosas preparagdes de ferro at hoje conhecidas nenhuma rene to bellas qualida-
des como o elixir de citro-lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o lomar-seem urna pe-
quea dose, e ser de urna prompta e fcil dissolugo no estomago, de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que cootem em suacomposigo, acoostipagode
veotre frequentemenle provocada pelas outras preparagea lerroginosas.
Estas novas qualidades em nada alteram a sciencia medicamentoaas do ferro, qoe sendo urna
substancia da qttal o medico se nao pode dispeusaa em sua clnica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o pralico possa prescrever sem receio. E' o
que conseguio o pharmaceutico Thermes com a preparago do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparagdes lerroginosas, com o
atiesta a pratiea de muito mdicos distinCios que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
menso proveito as molealiaa de languidez (colorse paludas corea ) na debilidade subsequenle as
hemorrhagias. as hydropesias que apparecem depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilHade, as perolas brancas, na escrophula, oo rachitismo, na purpura hemorrhagice, na
convalescencia das molestias graves, na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o sangue ae acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affeeces chrooicas, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphililica, excessos venreos, onanismo e uso prolongado daa precaogoes mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo mui frequentes a sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de lancar mo para as debelar, o'autor do cilro-lactato de ferro merece louvorea e o
reconhecimento da humanidade, por ter descoberlo urna formula pela qual se pode sem receio
usar do ferro.
MUA,
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-J
milia ; na praga do Corpo Santo n. 17.
Furto
Alten Offerece-se um criado para sahir para fora, ou
mesmo para servir no lugar : quem delle preci-
sar, dirija-se a -ua Direita n. 68.
Aluga-se urna escrava para qualquer casa
de familia, a qual sabe cozinhar, engommar, bem
coser e comprar; a tratar na ra da Madre de
Dos o. 34, primeiro e segando andares.
Um homem que l. escreve e conta soffrivel
e ortographicamente, offerece-se para qualquer
trabalbo de escripia, seja elle qual for ; tambem
est disposto, visto que a bastante lempo se acha
desempregado, a empregar-se como caixeiro de
padaria, ou mesmo de taberna, pois qe est
convencido que o trabalho, anda aquelle a que
nao eel costure ado, nao o pode deshonrar: quem
precisar, dirija-se a livrara da praga da Inde-
pendencia ns. 6 e 8, que ahi se lhe dir quero .
Tendo deixado em seu testamento o falle-
cido Xisto Vieira Coelho, a quantia de 1005000 a
cada um deseas sfilhadoa de baptismo que pro-
vasaera compelenleaente, o abaixo assignado co-
mo testamenteiro do mesmo fallecido, convida as
pessoas a quem approveilam a dita disposigao,
se apresentem com o devido documento na roa
do Imperador n. 52 para serem satisfeitos.
Joaquim da Silva Castro;
Attencao.
A fabricago da obra do alfaiate Pernambuca-
no, acompanhado pela illustragao da machina de
costura, existe oa ra Nova n. 67, por consequen-
cia a freguezia desta tenda flea servida continua-
mente com brevidade, tambem o publico que
costuma abraca urna iovengo nova, pode achar
algumas obras taita* pela machina, por um prego
razoavel : na ra Nova n. 67.
Offerece-se um mogo portuguez para cai-
xeiro de taberna, com bastante pratiea, e d co-
nhetimenios sua conducta; a tratar na ra das
Cruzes n. 41.
Quem precisar alugar um mulato de 19 a
20 nnos de idade, ptimo boleeiro e habilitado
outro qualquer servico, dirija-se ao eterptoro
da ra da Cruz o. 45, que achara com quem
tratar.
35-Rua larga do Rosa rio-35
Francisco Jorge da Silva Prannos, dentista 4o
Lisboa, colloca denles artiflciaes trro me ttllkof,
iocorrapliveis por todos os systemas, certa
endireita os disformes, assim como faz todas as
operagdes da sua arte o que execata coas a malee
delicadeza, perfeico e primor para o qo pode
ser procurado tanto para a capital como para foca
dell.

*
O bacharel Silvino Cavalcauti de Albu-
I querque lem seu escriptorio de advocar 1
9 cia aberta na ra eslreita do Rosario n 9
(jQ$ 10, onde poder ser procurado todos os tt
fe dias das 9 horas da manha s 5 da larde. 2
mmm & $*$
i
Pelo presente snnuncia-se que todas as
partes ioleressadas que liverem coritas com a
barca ingleza Lima, capilo Seaton, condem-
nada as suas recentes viagens para o porto de
Rangooo, queiram apresentsrat lerga-feira 8 do
crrente ae meio dia no escriptorio de N. O.
Bieber A C. Successores, consignatarios do dito
navio-
Sebaslio Paes de Sonsa val ao Rio de Ja-
neiro tratar.de seus negocios, e tem de voltar em
margo prximo futuro.
. D. Jlargarida Andries, subdita allemia, re-
tira- ae para fora da provincia.
Na ra daa Aguas-Verdes o.-4, precisa-se
de urna ama para o servigo de pouca familia.
Jos Francisco Erailindo. sabdilo portu-
gus, reiira-M para o Rio do Janeiro.
Maaoel de Azevedo Alaeida vende com
eonseniimenlD de aeus credores, para pagamen-
to doa BMaaaee, a raa taberna do largo do Rosa-
rio n. 30 : a tratar com o mesmo, ou com Ha-
noel Duarte Visir, na lirrsria da praca de Pe-
dro Un. 6.
C/>


3-Raa estreiu Resane-3
Na noite do dia 4 ao amanhecer o dia 5 do cor-
rete, furtaram do sitio denominado Salgadinho
um cavallo com os sigoaea seguintes : rugo ro-
dado, cacundo, andador baixo, com marcas de
arreios de carro nos peitos e as ps, duas rela-
duras nos joelhos j encabelladss, porm bem
viziveis, inleiro e com um ferro : o abaixo assig-
nado roga a toda e qualquer pesioa que o achar,
queirs entrega-lo a seu dono, no mencionado ai-
lio Salgadinho, on na camboa do Carmo n. 7, oye
ser recompensado.
Manoel Antonio Baptiata.
Francisco de Arruda Cabral quer comprar
a D. Maria Magdalena Siqueira Maciel -urna mo-
rada de casa de taipa sita na rna do Ouro n. 5 da
villa do Limoeiro, a qual pertenceu ao aeu falle-
cido pai Faastino Jos Maciel; se alguem se jul-
gar com algum direito i mesma, queira apre-
aeo>ar-ae na ra do Crespo, loja n. 16, isto no
prazo de 8 dias, a contar de boje. Recife 2 de
outubro de 1861.
Na terga-feira 8 do coscante, na sala das
audiencias, e Anda a do Illa. Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da primeira vara, ae ho de arrematar
diversos escravos penhorados a Braz Antonio da
Conba e Alboquerque, per exeoucao de Joaquim
de Albuquerque Mello. Escrivio Saraiva, a
ultima praca. v
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra doa Tanoeiroa n. 5 ; a tratar no armazem do
maamo. *
Aluga-ae a loja do sobrado n. 1 do pateo do
Terco : a fallar na rna Direita, ctsa n. 6.
Attencao.
No dia 9 do corrente mez depois da audiencia
do Bxm. juiz do commercio, tem de ser arrema-
tado em praga publica, por venda, dous esclavos
que sem exagerago sao duas excellontes pegas,
sendo o preto Severino ptimo carrelro, e esrra-
vo para todo o servigo, foi comprado por 4:000$,
e o pardo Aotonio tem igualmente boas quali-
dades. por isso quem quizer compra-Ios fati boa
acquisigo.
Precisa-so de um caixeiro que tenha pratiea
de pharmaeia, e que d fiadora aua conducta i a
tratar na rna Nova n. 51.
Ao sabir da ra de Santa Rita, ledo pelo
pateo da Penha a 9. Podro, e dahi ae Carmo, ras
das Flores i ponte ds Boa-Vista, ra da Impera-
Iris ateo oitio da matriz, e dahi seeuindo ao re-
colhimento da Gloria, perdeu-se bonlem pala
manha urna zulseira de ouro com cinco pedrea
brancas cravadns sobre cinco Aerea : toga-se a
pessoa que a aohou de a entregar aa rus de San-
ta Rita a. 18, segundo andar, que ser recompen-
sada.
Francisco ds Silva Bosvista faz saber a
quem posea int rearar, aee nesta data compren
ao Sr. Bernardina, de Senna e Silva a loja de
fazendaa alta nn roa da Madre de Dos n. 9.
Precise-si legsr urna casa com sillo, com
tanto que saja retirada da estrada, o qne tenba
banho perlo, e nos lugares seguintes : Barro on
Parea ; qoam livor, dirlja-ae a ra do QnelmaJo,
loja de ferrageos n. 13, que ae dir a pessoa qne
qner.
Francisco Pinto Ozono continua a eol-
9 locar denles artificiaos tanto por meio do
0) molas como pela pressio do ar, nao re-
0 ceba pasa alguma sem qne aa obras nao
oj fiquern 1 vontade de seus donos, tese pee
^ outras preparagdes aa maia acreditadas .
para conservacao da bocea.
I
A mesa regedora da irmandade
do Senhor Bom Jess dos Pasjox do Car-
po Sanio, convida aos seus irmaos para
se reuntrem no consistorio da dita igre-
ji, terqa-feira 8 do corrente, as 4 e
meia horas da tarde, para o lim de ele-
gerem a nova meta que tem de tuoc-
cionar de 1861 a 1802.
PHARIACU-BAITIOIOIII
Roa larga 4a Rasara i. 36
Robl'Affecienr.
Pillas de Allexou.
Pilulaa americanas.
Vermfugo ingles.
Pilulaa Hollovray
Ungaenio Hollovray.
Vendma-ae globos para caaeseiree, o aoas-
baa de japi, maia barato do qne em entra nal-
quer parte.- na ra larga de Hoaario. a. 94.
Pelo presente anonada-ae ene looooae per-
tes interanaeitaa que liverem oantaa eana a '
ingleza cLime, capilo Seaton, u
ns aua rcenle viegnae pera o perlo
gooo, queiram api raneta loante o, sarta Man a
de outubro. ae aacriplorio dos onnetgnntariee M.
O. Bieber C. Successores, rna le Cre su 4.

V l
:J ftv iiTT ili a rvgfN l


O* abalio" aaaignados lechar.
*^
Diuio i mwgiji|co ij^ na* e i outliro di mi,
^P
f
apparecer na roa Nora n. fl,
Iva.
a boodade de
, do Germano.
Jos Antonio Ferreirs da Sil
Francisco Xavier Venancio Pimeola;
Pedro de Asis Campos. r
Bajebio Bezerra Cav aleanti.
Manoel Rezendo do Reg Barros.
Aluga m-se o segundo e terceiro sndares
coa aotioda caa da ra do Trapiche o. 44 ; a
tratar no memo aromen de fsieodas.
Ensino de preparatorios.
O bacharelA. R.de Torree Bandeira, profeaaor
de geographia e historia enliga no Gymnaaio des-
la provincia, tem resolvido abrir noves cursos de
rhetorica, de geographia e de phiiosopbia, aaaim
como dai linguaa (ranceza e ingleza, a principiar
do dia 20 do correte ; na case de sua residen-
cia, ru* do Imperador o. 37, segando andar, en-
trada a direita. <
CONSULTORIO ESPECIAL H01EOPATHICO
DO DOUTOR
n SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Cnsul tas todos os dias atis desda aa 10 horaa
at meio dia, acerca das seguiutes molestias
moltttiat datmulhert$, moltttiat da crian-
cas, nokltiat da ptllt, moltttiat 4o olhoi
Claudio Dubeux faz aciente aoa seus amigo e
freguezes de mnibus quede ora em diante ven-
der os bilbetes de entrada para es sena mni-
bus 80| o canto, e que a menos porcao que
vende de 15 bilhetea cojos bilbetes aervirao pa-
ra qualquer districto menos o de Jaboalao.
Monteiro Soares avisam an reepeitavel
publico que no dia 30 da selembro proihso pas-
sado se dasencaminhou de sea estsbelecimenlo
da roa larga do Rosario o. 46, urna carleira
grande com cent o e oilenta a cento e noventa
mil reis em dioheiros, com diversas letras e um
recibo da calza em commandita do valor de um
cont e ciocoenta mil reis n. 259, pertencente a
Bernardo de Cerqueira Castro Monteiro. Um
dito do escrivao dos protestos de urna lettra de
oilocentos e tantos mil reis, saccada por Jos
Eleulerio de Azevedo contra Joo Jorge da Mol-
la. Urna letra de dous conloa duzeolos e tantos
mil reis, saccada por Custodio Ferreira Moullnho,
contra Joao Baptista do Reg, (morador na pro-
vincia da Parahiba, Vicente Ferrer da Silva
e Joto Bazilio do Espirito. Santo, vencida em
dezembro prximo pesiado. Outra dita de um
J cont noveceotoa vinte e quatro mil aeiscentos
falliris em seas effeilos, tanto em tintara, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
si vals.
ti. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
rucamente rendidos em sua pharmacia; todos
que o forem tora della sao falsas.
Todaa u carteiras sao acompanhadas de em
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes patarras: Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, Aj carteiras que nao leraremesse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o no-
mo do Dr. Sabino aio falaos.
O Sr. acadmico do terceiro anno
Joao Jos de Moura Magalhaes, queira
apparecer a ra das Cruz.es n. 44, se-
gundo andar.
Na travesa da ra das Cruzes n.
2,pritneiro andar, continuase a tingir
com toda a perfeiqo para qualquer
cor e o mais barato posssivel.
Curso de rheto-
rica.
O academice Manoel da Costa Honorato tem
aborto o sea curse particular de rhetorica na rs>
Dijeita n. 88, -primeiro andar.
Escriptorio de advocada.
O bacharel A. B. de Torres Bandeira contina
no exercicie da sua proflsso de advogado, e of-
erece-8e para desempenha-la tanto nesta cidade
comoem qualquer oulro ponto para que o cha-
mara : pode ser procurado en* ana residencia, na
roa do imperador, aobrado n. 37. segundo andar,
entrada Idireita.
^-^4i^^jjtMiiffi
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
e noventa e cinco reis qne eslava em garanta
i. "f,rrr flrn,M- existentes as costas da ontra cima,
ftSK\WISu*Vi a^LFJSSXLiU % CJ ,elra ,e Tenceu em 18 d8 atemoro P'oximo
nSS^miS^SSnSS^* pa-M,do- u,lro iU aceitas por J.cintho SI-
Tilta!XlS^ pr* ZVl! AU^dt.n.ceTi:0n0;%^nS03#aatm
p.raA.som toda. a. .tela. secessari... V KeVt-de^trer^^il^ru^l.
aceita por Berolio Bezerra de. Araujo, de rinte
coco mil e quatro ceotos reis. Urna dita aceita
por Manoel Sebalde de Harte, de scenla esete
mil reis. Urna dita aceita por Paulo Francisco
Rezende de noventa e cioco mil e duzentos reis.
Urna dita aceita por Rufino Jos dos Sanios, de
cento trila e oilo mil reis. Quatro ditas acei-
tas por Csrvalbo & tiendes, saccadaa por Miguel
doa Santos Coimbre, no valor de seisceotos mil
reis. Urna dita aceita por Miguel dos Sanios
Coimbra de duzentoa e tantos mil reis. Urna dita
aceita por Jos Joaquim de Sanl'Anna Guerra,
de cento e tantos mil reis. e diversos documen-
tos ludo existente na mesma carleira, coja se
achava em mo ealado. Rogamos as autorida-
dea policiaes apreheodam dita carleira on qual-
quer documento; e rogamos a qualquer pessoa
que aprehender a dita cartelra com os documen-
os.aer bem recompensada.
Tbomaz de Paria saca para o Rio
de Janeiro e Pars, ra do Trapiche nu-
mero 40.
Precisa-te de urna criada portuguesa para
eogommar coaer : na ra Nova n. 33.
Atten$o.
Jos Vsz de Olireirs, natural da freguezia de
Santa Maris Magdalena de Gourtnhaa, na pro-
vincia do Douro, em Portugal, assislente no Rio
de Janeiro, na ra do Hospieio n. 42, declara
que tendo nesta provincia de Pernambuco, um
seu to de nomo Josquim Pereira da Cruz, e
nao tendo ana familia recebido noticias suaa ba
muito lempo, motivo porque o consideram talvez
fallecido ; neala incerteza roga o especial obse-
quio 4 alguma pessoa que o coobeca ou lirer
conhecido, de dar algumas informacoes a respei-
to, nesta cidade de Pernambuco, em casa do
Sr. Azevedo & Hendes, ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro 10 de selembro de 1861.
Precisa-se por alugoel de om preto para o
servico interno de casa : a tratar na rus Nova
numero 51.
A. commissao liquidadora dos ere
dores da massa do fallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pede aosSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazerjeus dbitos a referida
commissao toddnsls dias uteis das 10 ho-
ras da manhfia as 2 da tarde na ra da
Gadeia do Recite n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a tancar
mSo dos meios udlciaes ou do jornal
para haver essas importancias d que
sao seus deredores.
Precisa-se de urna preta que saibe bem la-
var roapa, tanto de sabio como de brrela : a
fallar no Manguinho no sitio do faljeciJo Dr.
Teixeira.
A commissao liquidadora dos credores da
casa do fallecido Manoel Buarque de Macedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ouconlas de lirros, que se diri-
ja m com os seus titulo* rus da Cadeia do Re-
cite n. 86, primeiro ander, daa 10 horas de ma-
nhia-s 2 da tarda, para serem verificados-e el as-
si ficados cela referida commissao
Soeiedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C. sacam e tomara
asquea sobre a preca de Lisboa.
Attenco
Cosinha-ee e en ge ruma-se com
perfeicao e por preco com modo : -na ma
da Cadeia Nova n. 36.
Aluga-ee urna encllente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, coebeira, es-
tribara etc., a casa construida ha pou-
cotempo com terraco a coda, sita*,
entrada do Poco: a tratar com os pro
pretariosN. O. Bieber & ., successe-
res. ra da Cruz n. 4.
' fanoel Aires Guerra sace sobre o Rio de
Janeiro.
Frederico Charos aluga seu sobrado sito oo
Poo-da Panella, com muitos bono commodos,
jardim.aoa lados, caa para criados, cochoira, es-
tribara, e bom terrajo ao lado do sobrado ; a
tratar na ra da Imperatriz n. 19.
Purtaram na noite de 2 para 3 do correte,
do sitio do Arraial, perteoeente a Pedro A lisio,
nm caballo caslanho, andrino, com urna estrella
na testa, os dous ps bisocos ; quem delle aou-
ber ou levar ao dito sitio, rece aera 39 de gra-
tifica cao.
Maeeel Alvos Guerra faz publico, que teo-
do-se deseocaminhado de seu poder urna letra
Jos da Bocki, e vencida em 14 do payado, ja
seecha pago de sua importancia, e per isso ro-
garse a quem a achou o favor de e entregar, vis-
te ella-se achw sem valor algum.
w Manoel Tbeopbilo Airea da Costa deiaou de
ser caixeiro da eaaa dos Srs. Se ve, Filhos 4C,
desde o dis 3 do ontubro do corrate anno, e
agradece aoa meamos senhores o bom trata ment
que"Miea deram durante o lempo quefoi seu cai-
xeiro.
Prcisa-se de aa caixeiro para engnho,
perto a capital : na ma Bella n. 35.
JtUencau
Desappareeeu ante-hootem do primeiro andar
da casa o. 50, oa ra da Cruz do Recife, urna car-
leira grande de algibeira com o titulo por fon
em letras douradaa Porte-uilles Uolrersalle
contendo o seguate : duzentos e tantos mil ria
esa natas, alguma prata\ 4 cartaa particulares,
sendo 3 dirigidas de Paris e 1 desta praca, um
quarto de bilbele da lotera do Rio de Janeiro, e
varios papis particulares : portanto quem ti-
ver adiado, queira lera bondade de mandar bo-
ta-la por baixo da porta da dita casa com todos
os papis mencionados, menoa* dinbeiro.
Al'iga-se o primeiro andar do sobrado o.
83 d* ra do Pilar, com excedentes commodos :
quem e pretender, dirija-ae se segundo andar do
mesmo.
Existe para alugar-se o terceiro
andar do sobrado da travesa das Cruzes
n. 2, pertencente ao patrimonio da ve-
neravel ordem terceira de S. Francisco
desta cidade, os pretendenies dirijamse
ao carissimo irmSo ministro o Sr. An-
tonio Pereira de Farias, nica pessoa
competente. Secretaria 3 de outubro
de 1861 Luiz jsfanoel Rodrigues Var-
lesja, secretario.
A, F. Duarte Almeid, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a soeiedade que tinha coto seu mano, acha-se de novo estabele-
cidocom douSaceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte t Souza, e osegundo
na de Duarte Almt ida Silva: ttes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao so na linpeza e asseio com que se acham montados, como em communidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem po'derem ofiferecer
ao publico urna vantagern de menos 10 por cento do preco que possam comprar em ontra qualquer parte, por isso desejsndo os proprietarios acredi-
taren) seus esiabelecimeDtos tem deliberado garantirem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seas srmszens, e assim j poderi ver o
publico que pode mandar soas encommendss, mesmo por pessoas poueo prsticas, em qualquer um desiesesiabelecimentos, que serio to bem servi-
dos como se viessem pessoalmente, na certezs de nunca acharem o contrario de nossos annuneios, e assim fundsdos nss vantagens que oBerecemos,
pedimos a lodos os senhores da preca, senhores de engenho e lavrsdores que rnandem ao menos suas eneommendas a' primeira vez, afim de experi-
mentar, cortos de continuaren], pois que psra isso nao pouparao os proprietarios forcas para bem servirem aquellas pessoas que freque Diarera nossos
estabelecimenlos, abaixo transcraveraos algumas adigoes de nossos prtees, por onde veri o publico que vendemos baratissimo, sttendendo ss boas
qualidades de nossos gneros.
Manteiga ingleza especialmente escollhida 850 rs. a libra e em porcao a 750, recoraraenda-se aos apreciadores destete genero que
rnandem ao menos experimentar, serlos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
dem iranceza a melbor do mercado a 640 rs. a libra e em barris a razao de 600 rs. a libra
i. na nySSOU e pretO o melbor do mercado de 19700 a 29800 e em poroso lera abatimento, e afianca-'ce a boa qualidade.
Presunto fiambre nglez e hamburguez a 000 rs. a libra e em pereao a 800 rs.
Presuntos portuguezes vindos do Pono de casa particular a 560 rs. por libra einleiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores da Lisboa premiada as exposiedes universaes de Londres e Paris a 1*800 a lata.
CaixaS COm estrelinha pevide e rodinha a 7000 a caixa e800 rs. a libra eem porcao tere abatimento.
Latas de ameixas francesas com cinco libras a 49000 e 1&000 a libra.
PaSSaS era caixinhas de oilo libras, as melhores do mercado a 2*000 e a 400 rs. a Hbra e caixa de urna arroba a 79000.
Espermacete Superior p rs. em caixa e a 740 rs. a libra.
Conservas francesas inglezas e portuguezas a eoo e soo rs. o frasco.
rVllftaS portuguesas e francesas a 800 rs. o fraseo afianoa-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Lata COn? bolaxinha de SOda dedivemsquaBdades, a muito nova a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 2500 a 4500.
VinllO em garrafas Duque de Pono, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca, Peitoria e Camones a 19200 a 1300
garrafa e a 13 a duzia.
Vinho empipa propros para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 41800 a caada.
Latas COm fructas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 100U a lata.
irera em CaixaS de 4 a 8 libras a melhor qie se pode desejar e lem vindo ao mercado de 49 a 6 a caixa e 1*280 a libra.
Gorinthias em fraseos de 1 1|2 a 2 libras de 1*600 a 25200.
Latas COm peiXe Savel pescada a ouiras muitas qualidades o mais bem arraojado que tem vindo ao dosso mercado de 1*400 a 1*600
Gaf do Rio o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
r raSCOS de amendoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeiudas e de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre brenco o melbor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2*560 a caada.
Lom DOS de porco, paios nativos, chouricas murallas e ouiras qualidades, o melhor que se pode desejar de 600 a 19280 a libra.
VinhO BordeaUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa e de 8*500 a 10*000 a duzia,
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acrediudo aulor de Lisboa e vinda a pr imeira ves a dosso mercado, de 1* a 1*980.
rlgOS nOVOS chegados no tillimo paquete em caixas de 8 e 16 libras o melbor que se pJe desejar,
Cervejas das melhores marcas 500 rs. agarrafa e 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de sboa 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Doce dfl goiaba da Casca emeaixao a g> e em porcao a 000 rs.
Azeito dooe purificarlo ROO r. s^frta 9000 eaixa com 12 garrafas.
GognaC a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUIJOS SUSSOS ebegados ltimamente a 500 rs. e em porcao ter abatimento, afianga-se a boa qualidade.
Genebra de lio 1 lad a a 600 rs. o frasco e 69500 a frasqueira com 12 frascos.
Palitos llXadOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 3*000 a groza e 280 a duzia de caixas.
Chocolate 0 mais superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol e francez de 19 a 1*200
Azeitonas as melhores e mais novas que tem vindo a nosso mercado a 1*200 a a
AmendoaS chegadas e ultimo navio a .480 rs. a libra e em porcao teri a batimento.
AJ pista 0 maislimpo que tem vinde ao mercado a 160 rs. a libra e 59000 por arroba.
A lem des gneros eonunciados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
Cateado
45 Ra Direita 45
Magnifico sortimento.
Sempre condescendeate e prsieateiro com ee
regueres que Ibe Wazem dioheiro, o propticto-
rio desta grande eslstwleci sent con ti asa a 0%
ferecer ao publico, por precos mdicos e sempre
inferiores aos de oulro, o seu bello lortimeci*
de calcado francez, ioglez e brasileiro e veja :
Homeui.
Borsegulna Vctor Emmaouel.
couro de porco..... H
> lord PlmerstoD(bezerro \
diversos fbricsnles(lustre) f|00t
> John Rustell......8*509
Saptoes Naoles (batera inteira). taOOt
patente.......
Sapatos nanea (portogoetes).
(rancewa). ....
9 entrada baixa (sola e vira).
muito cbiqua (urna eola). .
Senhoras.
Borzegoins primor jJelv).....
brilhsntina.....
^ gaspaalle......
baise......
a 31,32.33.34. .
> decores 32,33.34. .
Sapatos com sallo (Joly). ..... |9M
> francotes fresquinbos. t$i4
* 31,32.33 e34 lustre. 1*M
E um rico sortimento de coaro de lustre, te-
zerrofrancs, marroqum, sola, vaquetas, eo-
rinbos, fio, laixss etc., por menos do ve qual-
quer outro pode vender.
A uva de Manoel Ferreira Maia veoee
desa casas para pagar aos credores, sendo nava
na ra do Amparo n. 1, e a outra na ladeira e
Misericordia n. 2, todas na cidade de Olinda.
No engenbo Cursab, na freguezia de Pao-
d'Albo, vendem-ae 16 bois de correia e 16 aei-
mses de roda, todos gordos, a dinhe'ro i viau.
Miudezas.
a libra.
1200 a ancoreta do Porto, e a 19600 as de Lisboa.
De novo tem de ser
arrematada
no dia 9 do
correte, depois da audiencia do juizo da 2.a va-
ra civel, a casa terrea da ra daPraia o. 42, pe-
lo prero de IsiMf, s requerimeoto do inventa-
riado o vigario Flix Jos Merques Bacalba.
Aluga-ee-ama casa em Beberibe : s tratar
com J. I. M. do Reg, na ra do Trapiche a. 34.
Saques sobre Lisboa.
Manoel Igneoio de Oliveira& Filho sacam so-
bre Lisboa : no 4argo do-Corpo Santo, esorip-
torio.
Gabioete medico cirurgico.g
aj> Ra las Flores n. 37. j
aj) Serio dadsecons<as medfcas-cirurgi- ej>
0 cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Albo- 0
aj> querque daa 6 saO horas da manhia,Hac-
8udiodo aos chamados com a maior bre-
arjdade possivel.
aj) I Partos.
aj) 2." Molestias de p-elle.
9 8.* dem doa olees.
O 4.* dem dos orgee enitaes.
# Praticar toda e qualquer operacae m
9 seu gabinete ou em easadoa doenteeeeo-
41 forme i-hes fr mais eonreniente.
Padaria.

mu
expsito de candieiros
ECONMICOS
O propnetario desle estabelecimeoto avisa ao
ublico que contina a ter um riquisstmo e va-
riavel sortimento de caodieiroa para todos os ser-
vicos que se precisar, como um grande deposito
de gaz da melhor quslidale que tem apparecido,
e experimentado pelos compradores, conbecidos
verdadeiremente econmicos.
Oioeleiros econmicos a gas.
Candieiros econmicos a gas.
Candieiros econmicos a gat.
Caadieiros econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Na ra Nova n. 20 a 24.
DeBtisla de Pars.
15 Ra Novai?
FredericGauter,cirrgiiodenlista,az!
todas as operaees da sua arte ecelloca
dantasartiieiees, tudocom a superiori-
dadaaperfaicibqaeas pessoasantendi-
das lherecenbacem.
fea agua a psdentiriciosetc.
Aluga-so a padaria da travesa do Pires, a qual-j
est prompta de tude, com muito bons commo-
dos, e est aioda trabalhando, sendo seu aluguel
muito commodo : e tratar ns ra da Sentala No-
va n. 30.
compras.
Compra-se
cabellos compridos.
Na ra doQueimado casa de cabelleireiro.
Comprase moedas de 20^ : na
ra da Cruz n. 48. pagase mais do
que em outra qualquer parte-.
Comprara-se moedas de 209 a 209700: na
toja da ra do Oueimado n. 46.
** Compra-se urna preta e urna mulata que
sejsm perfeitae cozinheirai, engomoiadeiras e
costureiras ; na ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Azevedo & Meodes.
Compram-se moedas de ouro e patacea
hespsntioes ao cuoho de Carlos III e lili, ns ra
Nova a. 3.
Comsra-se^um esersvo que seja perfeilo co-
zinheiro ; n* ruada Cruz n.24, escriptorio.
Vehd
as.
Os senhores donos de co-
cteiras.
Ha milboa o^OO o sacco no arma-
zem de Machado & Rodrigues ra da
Madre de Dos n. 6, eo comprador
uerendo mais de 10 saceos faz se dif-
erenca no preco.
3,000.
SataliforDa
Vendem-ae cortes do eambrata organdys com
barra a 39 o corle ; na ra da Imperatriz n. 48,
junto a padaria francesa.
Vende-se o engenho Fluminense
e a propriedade da Ilha do Lamenha,
unto ou separado, sendo aquelle rrfoen-
te e correte e d'agua sito a beira mar
na freguezia de SerinhSem, e esta que
limita com o mesmo engenho, tem boa
casa de vivenda, baataotes commodos,
salinas e murta trra par plantacSes r
os pretendentes din jara se a ra do Ca-
" lojt n. 18.
Queijos do Cear,
Chegou ao estabelecimeoto de molhados da ra
da Imperatriz n. 4 junto a ponte, nova remessa
de queijos do serlo do Cear, vende-se barato
em caitas e a relalbo.
Fardo.
No eatabelecimontode molhados da rea da Im-
peratriz n. 4 ha grande quanlidade de farelo de
Lisboa a 49500 o sacco.
Cheguem freguezes ao ar-
mazem da estrella no
largo do Paraizon. 14
Manteiga ingleza flor a 800 rs.. frsceza a 640,
cha parola uno a 3j, hysson 2S500, caf lavado
a 260 e 100 rs., toucinho a 320, arroz a 100 rs.,
batatas a 60 rs.. espermacete a 760, bolachinha
ingleza nova a 160 a libra, barrica a 39. sabio
massa a 160 e 200 rs., hervilhas a 800 rs. lata,
queijos do vapor a 28000, milho a 200 rs. a cuia,
vinho de Lisboa a 480 e 400 rs., azeite doce a
720, de carrapato a 4(0, vinagre a 240, saceos
com milho a 39500, de farelo de Lisbos a 49500.
Queijos do vap*r a 2$, farelo
de Lisboa a 4$500 a sacca" e
de milho a 3#500,
em cuia a SOO rs.: no armazem da estrella, lar-
go do Paraizo o. 14.
A toja do ledo de aro.
Na bem conhecida loja do leo de ouro de Jos
engaUes da Silva Raposo, ra do Cabaga n. 2 C.
recebeu-ae ltimamente pelo vapor francez da
sua propria eocommtods os mais modernos en-
lejes para cabera de senhora, e vndese mais
barate do que em outra qualquer parta.
Vende-se um rico
gosjo a bem construido :
mero 66.
presepio obra de bom
na ra da Aurora uu-
Para os ponteados modernos
Crespos muito bom feilos e por mdico preco :
em casa de JAYME, CABELLEIREIRO, na ra
da Queimado n. 6, primeiro andar.
Um rico carro.
Vende-se um rico e elegante carro mu bella-
mente preparado : no escriptorio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Tinta preta para escripia.
Vende-se garrafas com tinta preta muito tu-,
perlor para escripturagao, palo- diminuto prego
de tfOOO cada garrafa, pdenlo-a* faer algum
abate sendo em perecee: na rea do Queimado,
loja de farragens n. 18.
Veode-se seno refinado superior ao do Por-
to, em barris de 2 arrobes, pele ba ratissimo pre-
co de 9f a arroba ; ea rea de Lluramente n. 38,
Saberes.
Lixjuidaco,
Vende-se calcado francs para horueru, senho-
ra e crianes, por menos de metade de seus valo-
res; na ra da Imperatriz n. 16.
Semen tes de ho. tali^a,
Vindas pelo ultimo vapor inglez na
ra da Cadeia loja de ferragens de Vi-
dal & Bastos.
Aos senhores consumidores
de gaz.
No armazem de farinba, no eses do Ramos n.
18, est ve ida, gaz liquido da melhor qualida-
de e recentemenle chegado.
Veode-se urna taberna na ra Imperial n.
193, sorlida com bons gneros, e com commodos
para familia ; faz-se todo negocio a prazo oo a
dioheiro, por seu dono ter de relirar-se para fo-
ra; a tratar na mesma taberna, ou no becco
Largo n. 2.
Manoel Cardoso de Soma, com loja ee i
zas na ra do Crespo n. 3, junto ee arce da San-
to Antonio, est resolvido a vender barate e a
servir bem as pessoas que se dignaran ir aa man-
dar ao seu estabelecimento comprar qualquer
qualidade de miudesa, a flaneando-1 bes a meier
boa f e o mdico prego das mercadorias ese re-
lacio qualidade : os preeec ene abaixo ee no-
tara nao deixaiao de agradar: cintos latee cese
vela doorada eprateads, proeriee tara senbara
a 29 e 2)500 cada um, linhas do gaz, noveUe
grande a 80 rs., e en* calza de 12 novrllos a 800
rs. a cala, ditas de dito, novello peqaeao a SO,
30 e 40 rs: o novello, e em caixas da 50 di loa a '
600. 800 e 19 a caixa, ditas de dito de todas u
cores a 30 e 40 rs. o novello, e em caixa e 3*
novellos a 800 e 900 rs. a caixa, miadas de linbe
para bordar a 80 rs., e massinhos com 12 dius a
600 rs., liobas de carretel de 200 jardas ida
80 rs. o carretel, dilss de dito de 100 ditas a 30
e 40 rs. dito, carlio com 14 paree de eekhelee a
60 rs., e em duzia a 600 rs., ditos cea 24 feces
de ditos a 90 e 100 rr., e em duzia a 19, cerdee
para enriar esparlilhos a 00 e 80 rs. cade om.
caixas com agulbas francezaa a ICO, 240 e 320
a caixa de 4 papis, carteiras com utas, sape-
rior quslidade. a 400 rs., penles pretos para alisar
a 240, 280 e 320 cada um, diloe amereilee a iasi-
tacio de unicorne a 400 e 500 rs., ditos de tar-
taruga para atar cabello a 49500 o Sf, titos a
imitacao de tartaruga, obra boa a 800 a If, te-
souras Anas para costura a 400,080 e 800 rs. cada
urna, ditss para unhas a 500 a 800 rs., dita* para
costura com toque de ferrngesn a 100 a 200 r..
folhas de papel bordado e com eovelopes a ICO
rs. a foiba, dito de corea de qnadiinnee a 100 rs.
o caderno : alem destas mercadorias tem entras
muilis que se vendem por barato prego coate sa-
ja, fitas de velludo pretas e de corea, largan e
estreilas, franjas de lineo e de seda, lias ee se-
da, chamalole e oelras qualidades, de tedas ee
larguraa e gostos, bicos, rendas e lanyrinthos.
linhas de mares, tejVroz de todaa aa coree, btas *a
liobo largas e estrellas, brancas e da cotes, elf.,
etc., o que tudo se vender! por menos preco 4
que em outra qualquer parte.
Para mimos.
Seirinbas com oe excelleeles figos de comadre
a 80 ris cada ama, vende-se no Progresso Urge
da Penha n. 8, assim come se vende seiroea
com 8 librss por 29500, e em libre a 320 r?
Vende-se
Na ra do Hospicio sobrado
de dous andares n. 52, urna
mulatinba de idade de 15 anuos !
com urna cria de 3 mezes, sabe !
coser, engomrna liso e cosinba
diario tudo sem perfeicao:
qualquer dia e hora pode
procurada.
i?.
5

Sal.
Vende-se s bordo do brigue escuos Graciosa*:
a tratar na ra da Cruz n. 27, escriptorio.
Venda de urna casa.
Acha-se i venda urna casa terrea na ra dr
Alegra n. 42, com bastantes commodos pars
drande familia ; quem pretender, dirijs-se a ra
ge Santa Thereza n. 16.
Injecco Brow
Remedio infallieel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica Iranceza ra da Cruz n.
22. Preco 30.
Ba da Cadeia do Recife
Be SO A.
A 2#000e1J000.
Manoel Goncslvea de Oliveira Saetee, avisa
aos seas amifose fraguases. que_esla vendando
o reato das callsrinhos e punhos bordados eem
os comseteee bolate da gasto a 2*000 a ISOOO,
baldes pera lenboras de difiranles gostos s 8,
atsOO o 900. esmrala tapada fiaa com 10 ta-
ran esma vira de largura a 41200, dita dita
tranaparante a 39000 a pega, cimbraia de dife-
rentes podidos imitando ergandya*a 400 re. a va-
ra, e maje fainadas qee se vende serato viste
dos cometedores,
A 280 rs. o covado
de csssae francezaa de muito bonitos padreas caos
4 palmos de largura, pecblncba. na rus io
Queimado n. 22. na loja da boa f.
Vende-se o sobrado de tres andares da roa
do Vigarro n. 20, e um solo ns freguezia de S.
Jos, onde se schsm edificadas ICO canas, coaa-
prehendendo as roas de Santa liU, S. Jos, S?a-
ta Cecilia, Nogueira, Aeougoiobos. ale.; a tratar
na ra do Crespo, loja doa Srs. Adriano & Cas-
tro.
*
g Loja de marmore.
H -lo bello sexo. S
m Becebeu-se grande porcia de uzee- m
J das que se haviaos tzicanamenden a
sjp continua a vender-se para liqnldecie ser
tjfc pre^o muito barato, entre estas as se-
gak guiles:
2 Para seubo-as
Bou mus de cachemira e ultimo gen- _
lo a 109.
0 Ditos para meoinoa e Hades e t, M
sm 4, Osnos, tambem e cachemira melle m
' modernoa a 5f.
W Vestido de seds de cores a 909 (cesa fl&>
jfe Igum toque.) gm.
***# mmmm #
Vende-se um elegante eabriesel fraecez e
prova de molas, .lodo preparado e nave cea
gosto e arreios, pelo baratiseime s**co n 50Oa>, a
tambem se vende coas cavalc bem trolader,
gordo e de qualidade, lado pele preco e TOQf*
exposto e a tratar na coebeira do Sr Qeiatefrn,
rea Nova.
Lencos brancos.
Veodem-se lencos brancos presriee sera elg>-
beira, pelo baralissim preco de 294OO e u^ia :
na ra do Oueimado n. 91, It a de sea fe.
Aos lerceiros di
venteravel ordena deS.
Fwmcisc
J chegou a verdadeira estameoba e lis, se
loja e 4 portee, me e Queimado o. e a*
apromotam habitu desu fazenda a 40. e tsae-
bem ha de algodao que oe aproaspUm e Mt caen
m, e se vende a fszeods per meice seefeT
Libras sterlioas.
Vende-se so escriptorio de Naneel L
Oliveira e Filho, lirgo do Corpo Santo.
I


IARIO DI RaUM JOCO WBMQk IBa 8 M OUTLBHo 01 1161.
>- .-' .
ROUPA FEITA i
Eb I
Joaquina Francisco dos Santos.
40 RA DO 0UEIMA0 401
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Nste eslabelecimento. tiasemprt um sor timen t o completo de roupa feita de todas as
(ualidades, o tambera se manda extcutar por medida, 4 rontade dosfreguezes, para o
qua tem um dos memores professores.
Casacas de panno preto, 409, 359 e 309000
Sobrecasaca de dito, 859 30JOO
PaUtotsdelitoedecorai, 35*. 30*.
MfOOO, 105, 189 e 208000
Oito de casimira decores, 329000,
159. 1*9. 79 99000
Dito dealpaka preta golla de rel-
indo, francezas HjJOOO
Ditos de tuno-sltim pratos a de
cores, 9J000 89006
Ditos de alpalta de cores, 5# e 89500
Ditos da lita preta, 99, 79. 59 e 39500
Ditosii hriaa decores, $9,49500,
4$000 e
Ditos de bramante delinhobraneo,
6^30. 59000 e
;iilos l Turin de cordo preto.
__ 159000 o
Calase le 119.109. 99 e
Ditas le Jriaeeza e merino de cor-
do pretos, 59. 69500 e
Dita de brim branco e de cores.
5J000. 4*500 e '
Ditas de ganga de cores
Golletes de reliado preto e de co-
res, lisos e bordados, 121, 9C
Oitos de casemire preta e de eores,
uaosa bordados, 69.*9300,59 e
39500
4S000
89OOO
6f000
49500
29500
35000
89000
39500
Ditoa de setim preto 59000
Ditoa de aeda e setim branco, 69 e 5800O<
Ditos de gurgurio de seda pretos a
de cores, 7|000,69000, e 4* 59000?
Ditoa de brim e fusto branco, J
89500, 2S500 e 39000}
Seroulas de orim de linho, 23 e 2*200}
Ditas de algodao, 1,500 e 1I280
Camisas de pello de fus to branco %
decores, 19*00 o 39200]
Ditas de peito de linho 55, 4f e S9OOU
Ditas de madapolo branco e do
cores, 89,29500. 29 e
Chapeos pretos de massa.francezea,
formasdaullimamodal0$,85O0e7#(
Ditoa de feltro, 69.5|, 4 5
Ditos de sol de seda, iaglezes e
francexea,149,125,U|e 79000?
Collannhoa de linho muito finos.
eros (sitios da ultima moda
Ditos de algodao
Relogioa de uro, patentes horl-
sontaes, 1009. 909, 8O9 e 7090003
Ditoa deprata galraniaados, pa- <
tente hosontaes, 40f 30$000s
Obras de ouro, aderemos e meioa
aderecos, palseiras, rosetas e
anneis 5
Toalhas da linho. duzia 10*000 69 9*000>s
D'tas grades para mesa a49000 a 59000}
Poia est torrando miudezas muito ba-
ratas, afirn de aparar dioheiro para con-
sumo do paquete, ra da Imperatriz n. 54,
loja de Joaquim de Azeredo Pereira J-
nior, declara o seguinte :
Gartoes de colchetea muito flnoa a 40 rs.
Gaixas de ditoa ds trra a 80 ri.
Lioha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dita de carretel, 100 jardaa a 30 rs.
Pares de metas eruas e de cores para
menino etienioa a 120 ra.
Duzia de meiaa croas muito finas s
2J400.
Dita de ditas entre Qoas a 2*200.
Liriha branca em carto, 200 jardas a
80 ra.
Iscaspara charutos a 60 ra.
Caixas com palitos de Especia a 160 rs.
Frascos de agua de colonia de Pirer a
440.
Ditos de cheiro muito finos a 800 rs..
Lubln a 1$000.
Jarros de banha pequeos a I96OO.
Ditos de dita grandes a 3*500.
Frascos de banha pequeos a 320,
grandes a 500 rs.
Sabooetes de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de mnrapelas a 320.
Duzia de meias cruas para seohora a
29400.
Ditas brancas muito finas a 39300.
Fid de raz de coral muito fino a 7O0rs.
Eselhos decolumna pede ferro a 1g500
Carpirs de agulhaa muito finas a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finas a 800 rs.
Barjalhos portuguezes a 120.
Ditos franceses a 240
Craza de botos de louca brancos a 120
Agea de Larander muito fina a 640.
Dita frambuzia a 600 rs.
Tes turas muito finas para unhas e cos-
tura a 500 rs.
Can etes del folha a 80 rs., 2 folhas
a 160 rs.
Cabo de marfim a 400 rs.
Meias airas para hornera a I98OO.
Froco fino de todas as cores a 400 rs.
Dito grosso idem s 500 rs.
Caitas de papelo com alfinetes a 120.
Pares de sapatos de laa para homem
ura para costura
40
a de botoes de louca para
itiohos de
a 29000.
Rosarios e cruzes de coco, 1
eduzia a 194O0.
Caixas com perfumara a 49
200 rs., e gran-
paleloli
merino a 18500, e vellu-
a 120 rs.,
S no torrador,
largo do Terco n. 23.
Quera duridar veoha ver: manteiga ingleza
flor a 1$ e a 900 rs. a libra, manteiga fraoceza da
mais superior que ae pode desojar a 640 ea 600
rs., massas muito finaa para sepa a 400 ra. a li-
bra, assim como se rendem oalros muitos gene-
ros por diminuto prego, e nao se diz o prego pa-
ra nao espantar.
Estados
sobre oensino publico
pelo Dr. Aprigio Justiniaao da Silva
Guimaraes. Segunda publicacao. A
venia na tivraria dos Srs. Guimaraes &
Oliveira, ra do Imperador. Preqo de
cada exemplar #.
Vejo s.
Magalhes Mendes.
Vende-se damasco de lia com6 palmos de lar-
gura prorio para mesa ou coberta a 19500 o co-
rado, riscado escoces para vestido de 4 palmos
d largura a 300 rs. o corado, popelioa clara a
200 rs. o covado, riscadiohos de cor a 160 o co-
va lo, chitas francezas a 220, 240, 260 e 280 o
corado, lazinha enfestada a 400 rs o corado,
fca de cambraia branca a 1*600, ditas finas a
$500, 39 e 3*500, cobertas de fusto de cores e
btancis para camas on mesas grandes a 59 e 69,
alia balo de 20 a 40 arcos a 39 e 3*500; na ra
da Imperatriz, loja de 4 portas n. 56.
Oh! madapolo.
Vendem-se pecas de madapolo Gao enfesta-
do 3* a pega, ditas de cassas adamascad is para
cortinados a 39. ditas de cambraia do salplcos
grandes e miudos a 29 e 39. cortes de chitas de
eores Qoas cora 13 corados por 29500, cobertas
de damasco de la por 49, pesas de cores com 33 corados por' 69, cobertas de gro-
xe por 89, corles de cassa com 7 barras por
2J500. ditos de cambraia de babado a 29500, 3 e
5O0; na ruada Imperatriz, loja de 4porlas n.
f
L
deMagalbaee& Mondes.
Vinho da Porto
Marques, Barros & C. tem para render superior
inho do Porto, ea caitas de duzia.
< Vendem-ae tarops de fruetas de varas
qualidados para refrescas da estajeo calmosa em
fue oosachamos: vende-se na roa nova de San-
a Rita, restilecfio.
Bramaole de liobo muito
soperior.
Vende-se superior bramante de linho con duas
raras de largura, peto baratiaaime proco da 29400
a rara : na'ra do Queimado 21, na bata co-
ohecida loja da boa TI.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
ra Nova junto a Con-
I ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e rariado aortimento de
roupas fetas, calcados e fazendas e todoa
estes s* vendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e cagacos feitos pelos ltimos figurinoa a
26*,289, 309 a 35*, paletotsdos meamos 2
pannos preto a 16f, 18|. 209 e a 249, JE
ditos de casemira de cor mesclado e de -
noros padroea a 149.169, I89,209 o 249,
ditos saceos das mesmas caaemiras de co-
rea a 99.109.129 a 149, ditoa pretoa pe-
lo diminuto prego de89, 109, o 125, ditoa
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de cordo *a 129, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 10*,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palba de
aeda fazeoda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditoa de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de corea a 79, 89, 99 e a 10, ditas
Sardas a 39 e a 49, ditas de brim de corea,
oasat|500, 3. 3*500 e a 4$. ditas de
brim brancos finas a 49500, 5g, 59500 e a
6*9, ditas de brim lona a59 e a 6|, collelea
de gorguro preto e de cores a 5| e a 6|,
ditos de casemira de cor o pretos a 4f500
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 41,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500*
caigas de merino para luto a 4(500 e a 51 *.
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos : caigas de casemira
5rafa e de cor a 5|, 69 e a 79, ditas ditas
e brim a 2J, 39 e a 39500, pallols sac-
eos ae casemira preta a 6| e a 7, ditos
de cor a 69 e a 7|, ditoa de alpaca a89,
sobrecaaacoa de panno preto a 129 e a
14, ditoa de alpaca preta a 59, boneta
para menino de todas aaqualidades, ca-
misas para meaiaos da todoa os taman hoa
malos ricos vestidos de cambraia feitos
Eara meninaa de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos s 89 e a 12|, ditos de gorgu-
ro de cor o de lia a 59 e a 9, ditoa do
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados para bapaadoa.eanaHUa outraa
fazendaa e roupas faltas que deixam de
ser meneUkadaa pela sus greoie quenli-
dade; asai meo sao recebe-se toda qal-
quer *a*c*aaad* 4o roupas pera se
mAnder uuaufacturat a qUe ara este flaa
Sos am complot Mrtiaeoio de (ateo.
..le orto e saa grande onWaa dl-
f.'.U dirigM. pr oaa keWl mesrwV*
P^ woiaoaBUdi 00 partero nadad el-
zaadooojar ^^
fnileiro e vidraeeiro.
e Grande e nova offici na.
31RuaDireita31.
-m rico e bem montado eatabeleetmeoto eo-
contraro os fregueaa o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
ORNAS de todas as qualrdades.
SANTUARIOS que riralisam com o Jacaranda.
BANHflROSde Udosoa tamanhoi.
SENICUPlAf dem idem.
BALDES Mata idem.
BACAS dem idea.
BAHS idem idem.
FOLHA em esizas de toda aa grosauras.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas aa qaaltdeeo.
Attencao.
tal .J!? V"**10 d r yatemo bo-
Wm lodos aeua competentea, aendo a
catdeira da pressbe de duaa a tres atmoapheraa
manto ajonventcnte apa um seohor de engenho
ojootra qoalqueroicina a tratar no aterro da
*\ul$ n* 5aifll,t ou no sitio do vireiro
do ataaiz.
S Gama & Silva.
Para acabar.
Cortea de cassa francesa da I satas e 8 folhos,
com 12 e 15 raraa SIMO a 4f, lindo* cortea de
la para resudo com M corados a Sf, seca de
cambraia liaa com 9 e 9 jardaa a 29600, 89OOO e
39000, chita larga francesa, covado 1 SvOri,
cassa* escuraa fraac^tta, ovado a 240 : a ellas,
que em vista da relujo em preco, poico pote
aturar : na ra da Queimado a. 44.
Grande exposicoo de fazendas
baratissima, na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do
*iYVJLO.
Vende s cortes de phanta-
^isa, fazenda de* muito gosto
que?a?rUmeAnolIE,ROS >4H' *"* *** Cm babad* Pek) diminuto
VIDROS em calme a rttalho da lodos oa ta- preJ0 de 4^500; na TU8L da
ida m _
ma
em
ntdrjarr*"' ^ ^^ *' ^ Imperatriz n. Bo/loja que tem
i^SS^^SS^tSSSSl um Pav0 d^do de frr, (is-
intento. lAIinr nA liavon an>a>m \
reza,
contento.
t Attencao.
a-|rudoTapichea.46,emaaaa da Ro r n
Rooker diC. alista um bom aortimento dell-
ahaa decores e branca samcarreteis do melhor
ibriaaatedtaflaUrraaaqaaa aarendem p.oi
dracoa mairaxoavia
99
: Nova california
DE
Fazendas baratas.
Ka ra da Imperatriz n. 48, junto a
padaria franceza.
Cortea de cambraia branca com babadl- f
* nhoe 49 e 49500 aeperior 59. cambraia li-
J za com 8 1[2 rara 3$. 39500, e 49. ditas de J
' Eacoaei 5. 69, ricos enfsiteapara ae- J
nbora 6 e 6J500, sin tos os mais delicados J
para seohora 2a900.8fl. ehanelin nara rri-

para tenhora 29500.89, chapelo* para eri-
anca goato inglez 3500,49, para baptisado
>9, cortes de vestido de seda Escoseeza de
bonitos gosto 129 esto se acabando, ri-
cos lencos de labyriotho 19,1$200. chapeo
de sol para aeohora de bonitas cores, lisos
59, cabo de marfim 59500, cortes de cam-
braia brancos com ffr de seda 59. risca-
do francez 200 ris o corado, completos
sortimeotos d baldes de arcos 39, sortf-
meptos de meias para menino o menina
200 e 240 ris o par. chalea de tarlatana
de corea a 640 ris, lencos branca com bar
ras 160 ris chitas inglezaa a 180 e 200 rs.
dita franceza a 340 e 280 rs. o covado
pecas de cambraia de forro com 9 raras
s
dj a 29 : junto a padaria fraucea n. ,*
Novas pechinchas
na loja do Pavo.
Veode-se gorguro ds la padroea muito mis-
aiohos proprios para vestidos de senhorase me-
ninas a 400 rs. o covado, tenda 4 palmos da lar-
gura,'sendo lambern eata fazenda multo propria
para vestidos de passsr a festa no campo ; na ra
da Imperatriz n. 60, loja de Gama &. Silva.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para contaa e facturas, papel mata-borro; ven-
de-se Miaja d'aguia branca, ra do Queimado
numero lo.
A 2$ o corte
de calca de meias casemiras escoras de un 1 s
DoaV* r Qa Gaz liquido.
Em casa de Samuel P. Johnaton & Q., roa da
Senzala Nora o. 42, rendem-ae latas com 5a-
loes de Kerasine.
Na ra do Queimado n. 10, loja nova
de i portas, vendem-ie as seguate*
fazendas de apurado gosto, e por
menos pre^o do que em outra quat-
quer parte-
Ricos cortes de cambraia branca bordados a
20, 25 e 309.
Ditos de seda de cor a quila a 80 e 90$.
Ditos pretos bordados a relludo a 60, 70, 80 e
901000.
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 309.
Ditos de dita preta a 20 e 30.
Ditos de barege com baBidos a 15 e 209,
Riquissimes capinhas de velludo bordadas
com mangas a 60, 70, 80 e 100.
Lencoa de linho bordados a 3.4, 5 e 69.
Ditos de dito lisos, duzia a 6, 7 e 8$.
Ditos de cassa com bico, nm a 120, 200 e 240
ris
Mantas de grosdenaple abortas renda, urna
a 39OOO.
Chapeos do palha para senhore, um a 8 e IO9.
Ditos de pellica Garibaldi, um 159.
Chapeos de sol de seda para seohora, um 49.
Kiquissimo8 cintos dourados a 3, 4 e 59.
queijos a 15600 ; na ra das
Vendem-se
Crazas n. 1.
Altenco.
GaloYi&A* de fazendas
por t*do preco, na *ua
Ao Queimado a. 45 ao
bem\ eoaaeeida loja do
settan^jo.
Os proprletarios deste eslabelecimento esto
fazeodo urna liqoidsco sem limite de proco e
porisso previne ao respeitsrel publico e em par-
ticular eos seos freguezes que preslem attencao
para o que vai abaizo transcripto.
Coletea de relludo de cor e pretos a 59, ditos
de gorgoreo de seda a 3 e4$. camisas france-
zas a lgi80. caigas de brim, de ganga a 3| e 2,
daziaa de meiaa para senhoraa a 39 e a 49, ditas
para meninos a 29. ditas para meninas 29590
ditas para homens 1J400 e o par aUOeoulras
muitas qualidades por todo o proco, chapeos de
caator branco a 109, ditoa de aeda a 6$, pannos
para mesa a 49 com bolotas, ditos ditos a S98QO
aberturas brancas a 280 e de cor a 289, chitas
boaa a 120 o corado, obres feitas de todas as
qualidades assim como tambem teas challe de
urna cor a 540 o covado, manteletes
595OO, eoieitaa do ridrilho pretoa e de cor a24
lencos grandes de gorguro de aeda pretoa ioteT-
roel96O0 e 1$800. grarataa a 640.560 e 3J0, resli-
dos de seda pretos s 409 fazendas que cualou 60J
709, assim como tambem de ~
preco, ditoa que noe custaram
doa de relludo a 809 e a 609 cada um, esaim
5 como temoa relludo preto a 29500 o corado, dito
de cera* a 89S00. Ot bordado a 19 a vara, aoui-
grsdenaples de cores e pretoa aetinj
maco. cortea de eeseoriras de cores e pra
idas flobaUes, tuto aor proco eue coi
' diahei_.
t ~i^",M de 4iMf. HMria^ C, raa
Iranicbe Novo n. 4t. rende-se :
Rolhss de cortea fiaissimaa.
lona e fille.
Vio de vela.
Supejioras Untas da todas aa cores.
oBIns, silh5es, e arreiot para carro ou cabrtoUt.
Attencao
Taixas.
Veode-ae confronte o
Cinco Pontas o seguinte
porto da (fortaleza das
. carracas para bol, dita
para cavallse pan agua, carrinhoa para traba
aa alfandega e carrlnhos de mo, rodas pa-
ra carracas e para carrinhos, eixos para ambos,
torradorea para caf com fogao, boceas de (oraos,
bandeiraa de arcos de todas as qualidades, do-
bradigas de chumbos de todos os lmannos techa-
doras de ferrolhoe, trsnquetas, (erro de embutir
te todos os lmannos, ferrolho de chapa.
Lencos para rap
Vendem-se lencos fiblsstmos de linho proprios
para os tabaquista por serem de cores escuras e
fizas, pelobaratissimo proco de 69 s duzia ns
a do Queimado o. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
topara nao haver engaos.)
3^500.
Vende-se ricos cortea de cambraia de aeda
com avental ou duas salas a SfSOO : na roa da
Imperatriz o. 60, loja do pavo.
3,200,3,500 e 4,000.
Vende-se fioissimos cortes de cambraia bran- mi
sswaVSTajartSrjrtffi: Nova remessa de macaes.
peratnz n. 60, loja do revio.
A 15^000.
Vende-se fioicissimos cortes de cambrsla bran-
ca com bordado muito delicado proprios para
baile ou casamento a 159'. na roa da Imperatriz
o. 60, loja do pavo.
Nova peeameaa.
Vende-se finissimas pecas de cambraiaa fran-
cezas de carocinhos com 17 1|2 raras pelo dimi-
nuto preco de 8| a peca, ditaa das mesmas com
8 3)4 raras pelo preco de 4g a pega, tambem se
vendem daa mesmas a 500 rs. a vsrs, sendo
brancas e de cores ; na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pavo.
Popelina'a 2&0 ts.
Vende-se pupelina de quadrinhos a imitaco
de sedinhas de qoadro pelo diminuto preco de
280 rs. o corado : na raa da Imperatriz n. 90,
loja do pavio.
Caaly a 500 va.
Vendaba, chaly muito fino a 500 rs. o cova-
do : na rwda Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Sedas a eoxado.
Vende-te grosdenaples preto meito encorpado
a 1600 e 19809, ditoa de cores aiol, cor de rosa
e cor de cana mais barato que em outra qualquer
parlo ; na ra da Imperatriz o. 60, loja do pavo.
Sedas de t^aadrinos.
Veode-ae aedaa de quadrinhos fasenda muito
eocorpada a 500 e 640 ra o corado ; na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pari,
Cassas com salpico graudo a
200 n.
Vende se cassas com lpicos graudos e liatras
a 200 rs. o covado, fazenda muito nova : na ra
da Imperatriz o. 60, loja do paro.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassaa pintadas n.uito miodiohos
padrdea a 240 rs. o corado : na loja da roa da
Imperatriz onde est o paro.
Sentido ao Pavo.
Veode-ae neate eatabelecimento um grande e
variado aortimento de fazeodaa tanto para bo-
mens como para senhoras, de todas as fazendaa
se do amostras com penhor ou msndam-se le-
var em easa daa familiaa pelos caixeiros da caaa,
assim como o respeitarel publico echar todos os
dias uteia este eslabelecimento aberto das 6 ho-
ras da maoha ao 9 da noite.
Cera de carnauba.
A. Veode-se urna pequea porco de cera de car-
nauba muito boa, que ae echa depositada no ar-
mazem da Companhia Peraambueaoa commo-
do preco.
Baloes para meninas.
Vendem-se baloes sara meninas, de todos os
tamandoa, de madapolo e de mussulina a 39 e a
49 : na ra do Queimado-n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para grarataa,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do'
Queimado n. 32, na loja da boa f.
Meias baratissimas.
A 29400 a duzia de parea de meias brancas fi,
nas para homem : na raa do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A' loja da boa f na ra do Queimado n. 22,
chegou noo sorlimento de ricos cortea de rosti-
dos brancos bordadoa com 2 e 3 babados, os quaes
contiouam a ser rendidos pelo baratissimo preco
de 59 cada corte : ns ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
280 rs., na loja do Pavo.
Vende-se muito bonitas cassas organdys a 280
ra. o corado : na ra da Imperatriz n. 60, loii
do Paro.
Para cortinados.
AOPAVAO'.
Vende-se peces de cassa adamascada propria
para cortinado 20 raras a 8g : na ra da Impera-
triz n. 60, loja de Gama & Silva.
Nova, remessa de macaes
Reducco em precos para
acabar.
Vendem-ae ao armazem de Braga, Saa C,
" r* *." Moeat Uizu ** ttTn <***
Mredttado fabricante Sderio Malo, a 110 ra. par
liara.
Feija de corda
ao armazem de Tasa* Irmlos, raa do Amarlas
a. 35.
Vende-se em cesa de Adamaon, Savia a
C. ra do Trapiche Novo*. 42, blacaita*tasjUsa*
sortidos, em pequeas latas.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22 ae encontrar um bonito aorti-
mento de aoperiores tiras ricamente bordada*
que se vendem pelo barato preco de 3f000 49090
e 59OOO ris a peca, adrertindo-s* que be asea*
d orna peca de cada padro, quem asis ttf
andar melhor servido aer, aa raa to
n. 22 na loja da Boa-F.
;
Nova remessa de macaes.
Nova remessa de macaes.
Sodr 4 C. receberam ora remessa de ma-
caos, e esto vendondo a IO9OOO cada urna cai-
xa com 200 mace.i: na raa eatrelta do Rosa-
rio n. 11.
Ricos cortes de medina de
seda.
A loja da Boa-F na roa do Queimado nn-
raero 22, acaba de receber ricos cortes de
resudo de medina de seda de lindos psdres
a fazenda mais fina, mais ora e mais bonita
que ha no mercado, cada corte tem 20 e 21 co-
^I e Tendeni-80 Pelo baratissimo preco de
59000 o cort ; as senhoraa de bom goato que
tlrerem de assistir a bailes e a casamentos, ae
quizerem lerar nm vestido da ultima moda
mandaren: ver na mencionada loja da Boa-F
na ra do Queimado n. 22.
Novidade do Pavo.
Vende-se finissimos cortes de cambraia de
babados largse de duss saias fazenda queso
reodeu a 109 pelo diminuto prego de 49? na ra
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
* oooooo
|daco de certas:
i fazendas Anas. I
RA DO CRESPO N. 17.
Riquiasimas cbapelioas de seda para O
9 senhoras, de diversas cores a 129. O
Cassas de cores bonitos padroes a 240 O
w ra. o corado. aa
O Cassas e organiys de c*A a 280 rs. o O
W cavado. ^^ aj
Chitas de todas as qualidades e precoa. O
# Muitissimaa fazendaa finas que se vea- O
dem por precos bsratiaaimos para liqu- *J
* dar, do-se amostra das fazendas.
Superiores organ-
dys.
Na lojo da boa f, na ra do Queimado o. 22
rende-ae finissimo organdys de muito lindos pa-
draat, pelo baratissimo preca de 720 rs. a vara
fazenda de I920O, e quem nao andar muito de-
pressa ficar sem a pechiocha ;
mado n. 22. na loja da boa f.
na ra do Quei-
s
Em casa de Kalkmann Irmaos ,
&C, na ruada Cruz n. 10, exis- 1
te constantemente um completo 1
sor ti ment de
Vinhos Bordeaux de todas as |
_ qualidades.
Dito Xerez em bart is.
Dito Madeira em barris e caixas. 1
Dito Muscatel em caixas.
Dito champan he em gigos.
Cognac em barris.
Ce. veja branca.
Agua deSeltz.
Azeite doce muito fino em caixas..
Alvaiade em barris.
Cevadinha em garrafoes. *
Cassa organdys a ^--S
9UHnn n. 1AUJ.'H.X. -------------------------------------------________
Ra do Queimado n. 10,i
loja de 4 portas.
? Vende-se chapeos de castor branco ra-
9 pado a 69.
SChapelioaa de aeda para seohora a 89.
Chapeos de palba para seohora a Tra-
viata a 109-
0 Ditos de pellica a Garibaldi a 149 1139.
*m Camisas para aenbora a 39.
tOOtOOOiA
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muito fino e assim tambem
tarlatana branca muito Doa, tanto ama coma co-
mo outra sao proprios para vestidos, nao s para
bailas como para aasiatir-se a casa meatos, andeos
antes que se sesbe os ma do Queimado o. 22
na loia da Boa-F.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova t
superior que ha no mercado a preco mello
commodo: no escriptorio de Hsooel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Roa do Queimado n. 19,
Armazem de fazendas.
DE
SANTOS COELHO.
Chales do merino estampados finos com listas
e frsojaa de seda s 9f.
Toalhas de fusto a 500 rs. cada urna.
Gravaliobas de cassa muito lindas para bo-
rneen e meninas pelo baratissimo preco de 100
rs, cada urna.
Chales de merino lisos do todas ss cores.
Cortes de phantszia de seda pele barato preco
de 89.
Cobertas de chita gosto cbinez s 1|800.
Leoces de panno de linho a 19000.
Ditos de bramante grandes a 3#300.
Vestuarios de seda para menino* e meninas
s 89000.
Cortes de essemira finas s 4S500.
Capellas brancas para noiva e 59-
Bremante do linho com 'O palmos a 29 a vara.
Sortimenta de baldes para seohora meninas.
Bramante de algodao coas 19 palmo* de largo
a 19280 a vara. ^
Casemiras a
4.000 o corte, na
loja do Pavo.
Vende-se finissimos cortes de aasemt-
ra enfestada de cotes pelo diminuto
preco de 4# o corte para calcas, assim
como tem das mesmas para Tender a
2$-l00rs. o covado propria* para pa-
letots, calca e collete, recommenda se
muito esta fazenda aos Srs. alfaiates que
costumam a fazer roupa para Tender,
porque tao cedo nao acham urna pe-
chincha igual : na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva-
Gravatas da moda.
Vendem-se grsvslinhas estrella* muito *ap*-
riorea, tanto pr<>tas como de corea, pal* baratis-
simo preco de 19 ; na roa do Queimado a. 22,
na loja da boa f,
Raz de coral.
Na loja d'agoia de ouro, ra do Cabug *. 1 V,
vende-se a verdadeira raiz de coral a 900 a. f*.
ARMAZEM
) IPWJ) 1 Joaquim Francisco dos Santos.
vende parapaletots. %$ 40la do 0eiadO~-4d
vende parapaletots.
Lazinha muito miudinhas de edr escura pro-
pria para calcas, collete e paletots a 400 rs. o
corado: aa ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Roupas feitas ba-
ratissimas,
NO
a 040 o corado, manteletes pretos par i** .
todo o proco a ttf. chapelinhaa para ahora a ariHaZem Q faZeildaS 6
roupas feitas
DE
&'ottosK: Raymuiido C. Leite & Irmo,
Ji. 12Ra da I topera triiN. 12.
Neste armazem que ora ae echa bastante aortido
de roupa feita de todas as qualidades, tanto pa-
mais
ia r. -kTi.. i- *ZZ---------m2t .2 ",UI" *e rP 'ea ae loaas aa quaiinades, tanto na-
SeSsV re "I* b aBn .C0A 2*JtL^' rahomem como par. meakios. se esto' vndenlo
mesmas par baratieeimos precea. como se-
jam : aobracatacos de panno fino, obra ioleira-
menle boa por ser feita a moderna a 25fOO0. di-,
meias pretis o brancaa al* aeda mirto finaa
'"SS? et* P"-dUo deaedaiiaaa nara aeohora
80rs. o par assim como bordados com bico a
!iaVaTl00,rid^ IttdtpanaVaaairTr.obra do melbof,* *
. aMos de *!. data a Bp9M. catete* de
- t asasalrade. area fina* a 49500. ditos de brim
' infrl t*i2S* iwwtuatanviar d*d|t*7 braocoa a 81500. ks 4. dito Ono*
tt H la* alo a* *mi**v 5I5W. 49tW e* j^iaasaeat o **
U tito dito aacco a99600 41000. uoiforme* de
oaaemira a ultimo goato, aendo preciso naurqua
*io de casemire Oaiaaima 961909, eaaaiea*
. franceza* pello ato linho muito ana* a 959000 a
duzia; barendo tambem muitas o'ulras Tazendaa
a obras feitas, aa qeaes todas ta vendem per
pregos multo commodos,
Defronte do becco da Congregaco, letreiro verde.
VENDB-gE O SEGUINTE:
Para casamentos.
Ricos corles da vestido de fil ou blond de seda branca coa ramo a capelli o
moderno e auperior que ha no mercado. *-r>.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de seda branca bordados a braoce e
corea. ,
Ditoa de tarlatana branca bordadoa a branco e corea.
Ditoa de cambraia branca bordado* a branco com muita elegancia.
Saias bordadas.
Ricaa saias de cambraia branca bordadaa eom o mala apurado gosto e mata tnas
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortea de veabdo do cambraia branca bordado* c*aa malla
mais moderno uaia superior que ha ao marcado.
Manteletes.
Ricas manteletes de aeda d* cores e pretos bordados e lisas com eaMt** bem
coma arraadados, por presas commodos.
3|000 a peca.
Pacas do cas braia liea tarta la> om 6 a 9 1(2 varas, mallo batato.
Lejitjos.
Ricos iancos de cambraia da linbo boceados a 39,49 e 59 cada asa
Chales,
Rices abalead* toutula^ brancos bordados de ponU redonda at* 4 poat**.
gra nda sortimeoto de tota* as
Jr as
qaahdadea, que nio poaairel meacionar-s*
isa
i jfraadaj e*p*co qea
.


DUlaO DI rnJIAMBQtt *- TtMA FElkU 8 M OUTUBRO H1M1.
/
i

largo da Penha
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
areaazem da molbados, partecipe ios seus reguezes, assimfcome aoa lanhore a praga, de enge-
nho e lavradorea qee d'ora aai fasto quizerem-se afreguezar neste estabelecimento, qne se acha
coro uro completo sortimento de geaeros mata no*oa que ha no meicado por serum a maior
parte dellea viudos de coala propria, est portento reaolvido a veode-Ios por menos 10 par cento
do que en ootra qualquer parle, aflangaodo a boa qoatidada a acondiciouamento, aaaim cobo ser-
vir oa portadores menos praticos lo bara, como se oa seohores vissaem pessoalmente, para o qaa
nao ae poupara o oroprietario em prestar toda alinelo, afta de continuaren) a mandar comprar
auas encommeodas.iertos de que, toda e qualquer encommeada comprada neala estabelecimento
acompanhari ama conla impressa com o meamo titulo do araazem Progresso.
Mutoig* liigUz* ^cTltVumeiite oiivm f.., llktt, f4e.
e por este prego laicamente pela.grande pereo que tea e sefor em barril.se (ara abatiment
WWn\t*lg* fcaHIaaa a 640 rs. a libra e em barril i 560 rs.
^* y*# 0 melbor que ha no mercado a 29O00 a libra.
dem preto. tft600, bra
Quei}os do felmoehegadognt,ttUl.OTapor, a^.,
dem prato, 6(W lnUir0 4 6W rg>, Ubra
*dem smsso, 640 M a llbrjl em por5So M faI a biUmenj0
Preinnto de fiambre iogUl. 70ft .. .,..
Prezunto de iamego, m. a ilDM iaMn, M0 .
^CVaOa a mjj, n0Ta que ba no merca(i0 a leo rs. s libra, e em arroba a 4J500.
ayrmasete a 7W ., ilbra, tm Mtat. 740 rs.
tratas eom bolaxlaUa de soda d. .ewre.t. qoaHdadM a t|N9
Lata* com peixe em posta de BUllM ^^. 19400.
\zeitonaS mUitO aovas a ifQOo rs. o barril, a ret.lho 3M rs.a garra.
Doce de Wpercae ta ,,, 21Ihrat t l#aoo.
^ WllaXaS para podim a 800 rs. a libia.
Bamua de porc refinada a 480 a libra, eB1 bm. 440 .
naCa de tomate a a,aj,n0Ta do mercado a 900 rs., a em lattaa de2libra per 1700.
PaiOS de lOmuO a prfmelra Tez que Tierem a este mercado a *40rs. a libra.
Cuoaricas e pa as mail0 noToa a ^ ., *..
Palitos de dente \Uadoseom M maclnh0, por200 rl.
Chocolate francez imo a libra dillc porU(lIiea, 80o.
MaVmelada imperUl d0 l(amad0 Abreu # de oulro, os fabricantes de Lisboa
a 1000 rs. a libra.
ViaUOS engarrafados Port0f Bordoa.x.C.rc.relloa. moscatel a 19000. garata.
VlabOS em pipa da 5W> 5|0 e j^,, a garrafai em Canadaa a 39500 4J000 49500:
Vinagre de Lisboa 0 aaiSavetiot a M0 m a garrafa.
erveja daa mtia acreditadas marcas a 59 a duzia, e em garrafa a 500 rs.
EiSlreilinna paraSopa a mais nova que ha no mercado a 40 rs. a libre.
^rvllnas traneezas. fi40 r9 a laUa
Milo de amendoa 800 rf. a libr8f dUa com cam a ^ ri.
Kozes mult0 n0Tlg a 120 rt a Hbra#
Castanbas pnadasa 240 r a libra.
i^ale miit0 ,iperora 240rs. a libra, e a 7| a arroba:
iVrrOZ d0 Maranhao a 3 em arroba, e em libra a tOOrs.
^ nmo americano a j, a 1br8| 9e for em por5ao M {arS abalimeBl0>
Se\adinba da P/,n5a a240 ri aliira>
^**S'* muito noro a 320 rs. a libra.
Toueinho de LUboa a 360 Ia a libra# al0 a arroba>
Variaba do Harannao a
Toncinns iagleza00rs alibra
Va?1-M f ?- caixinbas M 1Ibra,. ^ cada UB9.
inaepenaenie dos gneros mencionados ercontrar o respeitaTel publico tndo quanto pro-
curar tendente a molhados. """ *
Gravatinhas de raz de
coral,
o melhor que possirel. Vende-ae mui bonitas
graraiinhaa do rail de"coral com duss tres
Tollas o lagos nst ponas, sendo ellas baataite
compridau, avista do que sao baratiasimaa a
2U00 eSgOOO: aisim bom o barato so oaloja
d aguia branca, roa do Queimado n. 16.
Bom e assim barato
ningaem deisa de comprar urna pasta para pa-
pel por 11000, Na Toja d'aguia branca acba-se
ama porcio de boaa e perfetUa paataa para pa-
pel com ealeadsrio perpetao, e indico daa fastas
mudiTcis, pelo que se torosm de muita utili-
dade, e o pequeo preco de IgOOO cada urna
cooaada aproveiler-se da eccaaiio ea que aa
eataoellas rendando por melado do que aem-
pre cusUrsm ; asaim* dirijam-ia a roa de
Queimado, loja d'afuit bracea n. 16, que .ser
bem servido.
Vestidos brancos
bordados.
Anda restsm slguns cortes de vestidos braceos
bordados que coDtiauaaa-sa a vender pelo bara-
lissimo preco de 5V, com 1 e 5 babados, de gre-
ca : na ra de Queimado o. 39, na bem conheci-
da loja da bea M.
Relogios baratos.
Na ra Nova n. 21, ba grande porcao de ralo-
Rioa follados, douradoa e de ouro, patentes eri-
zontaes.suissos e iogleiea, os quaee^ero ten-
didos pelos prcos da faciera. Cada relogio lava-
r um recibo em que ae responsabilisa pele re-
gulamento durante aeis meses.
Exposicao de cutilerias
finas, na. ra Nova n. 20.
mais nova a 160 rs. a libra.
Vendem-se ns prsca da Independencia ns. 37
e 39, loja de Antonio Augusto dos Santos Porto,
capel las de im mortal para 2 de novembro se bo-
tar no oemiterio publico, com os nomes seguin-
tes :
Minha esposa.
Meo esposo.
Minhs mil.
Meu psi.
Meo Blho.
Minha Blha.
Urna lagrima.
Eterna amizadt;
Samlades sempre rival.
Vendem-se os engeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correns e
(Tagua, sitos Da fregueznr de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Gadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Ruada Senzala Novan. 42
Vands-sa sm casada S. P .Jonhston 4 C,
allinse JilhSesQglezas.candaeirof a casti$aes
bronzaados,lonas agieras, fio davala,chicoia
par carros, cmonurii,arrejo spira carro de
um eioui cvalos ralogiosda ouro patenta
nglei.
Relogios.
Vende-se emeasa de Job ns ton Patar 4 C.,
rus dOTlgario a. 8 um bello aor ti manto de
relogios de o uro, patente inglea, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos traneetinspara os
meamos.
Weef-sieuiastsee eatabatsataneota o iswtia-i
r sempre um ri^naaiaie aettsmaelo de cuaileriaa
em aoda> o genero e,*e ew ifmde imaginar, aaaim
cerne tambem um tie,uissimo sortimeele de me-
taea fintasimes conhecidos pelo verdadairo plak
pera servico de ebmeco e jaolar, eemae de ierro
para casal e eolteiro, basdejis a milacio de cba-
rao ana taros e avulsos, finas e ordinarias, toda
a qaalidade de louca de porcelana pera eeainba :
na rea Nova n. 90, loja do Vitos.
Chapeos para senhora.
Ricos chapeos de seda e de velludo psra se*
nhors, pelo baratissimo preco de 15 e 16$: ua
ra do Queimado o. 31, loja da boa f.
Lindas caixinhas
com necessarios para costura
Acaba dechegar para a loja d'aguis branca mui
lindaacaitinhaa ma.izadas.com espelho, tesoura,
caivete, agulheta, agulheiro, dedal e ponteiro,
tudopratiado e de aparado gosto, emflm urna
caixieha escolente para um presente, e memo
srs qualquer senhora a possuir, e vendem-se a
ttt e ltp : na lo4a d'aguia branca,ra do Quei-
mado n. 16,
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
da a 2$500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lencos de csmbrsia imitando seda,
isso pelo baratissimo preco de 8g9M a peca de
10 lencoa. E' easa urna das pechiochaa que coala
apparecer, e quaudo aasim approveitr-se da
occaaio, porque elles eervem tanto pera algibai-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia braoca, na ra do Queimado n. 16, lera
vontade de comprar mais de urna pega, tal a
bondade delles.
Altencao
o
Bastos & Reg acabara de reeeber grande
quantidade de roupas para criaDQa aasim como
seja de fustao e la e de seda, pelo diminuto pri-
Codelf500, 8f e a 49, vestidos de cambraia
bordados para baptisado de crianzas 169, ca-
ssveque e capas de fustao e de brim, para se-
nhora e menina pelo diminuto prego de 31 e 49.
capas de fustao muito compridas para senhora
a 129900.
0 rival sem segundo, na
ra do Queimado n. 55
defrnte do sobrado no-
vo, est vendendo tud
bom e baratissimo,pQs
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran!, a saber;
FIGOS.
Novoa chegados no ultimo paquete
em caixinbas de 8 e 16 libras o melbor
queae pode desojar ueste genero, ren-
de-se tanto em porco como a retalbo
nicamente noaarmazens Progreisivo
Progreasista no largo do Carmo n. 9 e
ra daaCruzes n. 36.
Caivete para aparar penna a
Ditos com S felhaa muito finos a
Frascos de macar aerla muito fino a
Dito de oleo muito fino a
Tranca de lia com 10 varas, bonitas co-
res a
Franjas de lia com 10 varas, bonitaa co-
rea a
Sapatos de trapea de algodo a
Ditos de dita de lia a
Caixas com iecaa para charutos a
Carteado allneles sorlidos franeezes a
Caixas de ditos ditos a 80 rs. e
Escovas para limpar deotea muito finas
200 rs. o
Duzia de facas egarfos, cabo preto a
Massos com grampas muito boas a
Cartea com clcheles a
Dilos com ditos de superior qualidade a
Dedaes de ac para aenhora a
Sauooeles muito grandes a.
Apitos de chumbo para er'enQs a
Rialejo para meninos a 40 rs. e
Ecuadores para vestido, muito gran-
des a 60 rs. e 80
Sspatinhos de lia para meninos a 400
Ainda tem urna variedade de miudezss que se-
ria enfadonbo menciona-las, poiss vista que
ae pode apreciar as qualidades e os precos.
80
310
100
100
200
800
19000
15*80
40
100
300
400
39500
40
20
40
100
200
20
100
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann Irmlot &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de l*>r-
racha, proprio para machinas de
engenho, sendo correias para
transmittir moTtmento, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e grotsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigo tomam-se
commendas.
en-
As melho-
res machinas
de coser dos
mais afama-
dos autores de
Nevr- Yors::
vendem-se
unicam ente
no armazem
de fazendas
de Raymando
Carlos Leile
& Irmao, nu-
mero 12, ra
da Imperatriz.
Arado americano je machina-
paralavarroupa:emeasa deS.P.Joi
bston & C. ra daSeuzala n.42.
Mac&as e uvas de Lisboa mui-
to boas.
cbegsdas no paquete ingles, veode-se na ra
eslreita de Rosario n. 11, estabelecimento de
Sodr & C.
Rival
sem segundo
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Mais e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezss pelos
precos abaiio declarados, e venham logo pois
esta acabando.
Caixas com agulhaa franeezea a.......... ISO
No vellos da lluha oara marear a 20 ra. e.. 40
Ditos de linha de cores e muito grandes a 40
Carretel de liuha, superior qualidade a.. 30
Linha branca do gaz a 10 rs. e........... 20
Dita dita.a melhor que ha, no vello grande 60
Pares de meias de cores para meninos a 120
Duzia de raeias eruas muio superiores a 29400
Dita de ditas ditas a...................... 2000
Parea de metas de corea para meninos a 160
Linha em carto Pedro V a.............. 20
Gaitas eom phosphoros de seguranca a 160
Caixas de folhae com phosphoros (so a i
caixa val 100 rs.) a................... 100
Duzia de phosphoros do gaz a.......... 140
Frascos d'agua de colonia superior a.... 400
Ditoscom cheiros muito finos a........ 500
Ouzia de meisa muito finas para senhora 39000
Caixaa de apparelhoe para meniooa a 240
rs. e............ 500
Trancas de lia e delioho sortidas a...... 40
Sabonetes grandes e superiores a........ 160
Groza de botos pequeos para caiga a.. 120
Groza de bo toes de Iouqs a.............. 150
Varas detramoia superior a 120 e........ 160
Groza de peuuas de ago a................ 500
Carteiras muito superiores a............ 500
Bsralhos portugueses a.................. ISO
Tesouras muito finas para costura a.... 400
Ditas para unhas a 40e.................. 400
Bsrelbos para vortarete a 210 e.......... 320
Frascos de bao ha de urco a................ 640
Frascos grandes de lavando ambreada, su-
perior qualidaie a.................... 800
Frascos de oleo de babosa a 320e...... 500
Fraseos de danha muito fina a 1*0 e...... 3S0
Agulheiros com agulbas a................ 80
Novo sortimento
de cascarrilhas de seda,
franjas e galo com laeos
n*s relas.
A leja d'aguia branca acibare reeeber um
novo e bello sortimento de caslrrilhas de seda
cotudas* relas fingmdo pato, e melbor que se
pode dar em ul genero e vende a 2| a peca, aa-
aim como franjas de soda dedtvaraaa crese lar-
guras por presos admiravelmente baratos, e
tambem um novissimo galaoziobo de seds com
lijos as telas prepcios e de muito gosto pata
asfaltes de vestidos. A bartese com que a loja
d'aguia braoca costuras vender os objectos j
bem conhecids e agora comprova a mala com a
limitacSo dos precos parame est vendendo os
artigos cima, para veriflcar-se dirigir-se com
dinbeiro a dita loja d'aguia branca ra do Quei-
mado n. 15, que na realidade asbario bartete,
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
e leves para duaa e 4 pessoas e recebem-ae eo-
commendas psra cujo fim elles possuem map-
pas com varioa deaeohos, tambem vendem car-
ro^aa para conduccio de sesueer etc.
a]
Chegou a apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
d entes
A loja d'aguia branca acaba de reeeber urna no-
va remessa da mui praveilosa e procurada agua !
balsmica para a bocea e denles. O bom resul-
tado de tal agua ji nao soffre duvida como sa-
bido pelas immensas pessoas que a compraram,
e que aentiam a falta dalle, e aa que de novo
compraren) achario que o uso della faz conser-
var os denles saos, livrando-oa da carie, fortale-
cer aa gengivaa e tirar e mi balito da bocea,
dando mesma agradavel aroma, podendo-se
mesmo usar della nao s pela manhaa como a
qualquer hora, e com acert depoia do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando se tenha de
sabir para ler-se a bocea aromtica: para isso,
porm, baslam algomas gotas della em agua pu-
ra. O proveito d'agua balsmica ainda chega a
mais, ella serve eom aeerto e promptid&o para
acabar a dor de denles, ensopando-se nella um
bocado de algodio e deilando-o no buraco do
Jeote, este adormece e em pouco dssapparece a
Jor. Para se obter um Irasco de lio proveitosa o
apreciavel agua balsmica, dirigir-so com 19 4
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16, ni-
ca parte onde ella se vende. Adverte-se que os
frascos vao marcados com o rotulo da dita loja.
Peitos de esguio de algodo
para camisas a 500 rs.
Na loja d'aguia branca vende-se muito bons
peitos de eaguiao de algodio para camisas a 500
rs. cada um, dinbeiro a vala : na loja d'aguia
branca ra do Queiaudo n. 16.
Gestinhas de Hamburgo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Gabug n.
1 B, quemreeebeu um completo sortimento de
lindas cestinhas de todos os lmannos propras
para meaiatsdeeecola, aaaim como maiorea com
tampa preprias pera compras, balaios proprios
para costura, ditos proprios psrafaqueiros, ditos
muito bonitos para brinquedos de meninos, di-
tos maracas piotadinhos que se vendem por pro-
cos meito baratos.
SABAO.
4 loja da bandeira
INova loja de funileiro d
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Mauoel Jos da Fonseca participa a
todos os aeus fregueses tanto da praca.
** cmodo mato, e juntamente aorespeita-
velpublico, que tomou a deliberadlo de
f baixar o preco de lodosas suas obras, por
cujo motivo tem para vender aun grande
tortimeoto de babe e bacas, tudo de
differentes tsmanhose de diversas corea
em pinturas, e juntamente um grande
sortimento dediversas obraa, contender
banheiros e gamelas cempridss, grandes
b pequeas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, lalaa grandes psra conservar lan-
cha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e
camaa de vento, latas de arroba a 19,
babs grandes a 49 e pequeos a 600
ra., hacia agrandes a 59 e pequeas a
800 rs.,cocos de esa a lji a duzia re-
gadores regulares muito barato, difbe
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ba pintados e em brsnco e tudo mais
se vende pelo menos preco possivel: oa
loja da bandeira da ra da Crus do Re-
cife o. 33.
ILTIBA HilUA
40-Rua do Queiiuado-40
ico manguitos de cambraia bordados, a ba-
lio, o mais superior que ha no mercado, viudos
no paquete francez de 13 do crrante mez e
tambem um grande sortimento de chales de m'e-
rin de todas as qualidades.
Barato.
Linha da carretel, 200 jardas a 60 rs.
Clcheles franeezes, caixioha a 60 rs.
Agulhas francezas, caixinba eom 6 papis [es-
lio principiando a ferruiar) a ISO rs. : na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
N. O. Bieber & C, successores, rus da Gres
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro e prata.
A 2^500
REMEDIO 1NC0MPARAVEL
UNGENTO BOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas es nacfei
podem testemunhir as virtudes deste remedio
ncompara vele provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seucorpos
membrosinteirsmentesosdepoisdehavor em-
pregado intilmente outrostratamentos. Gads
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ms-
ravilbosas pela leitura dos peridicos, quelh'as
relatan lados os das ka mu i tos aanos; a a
aisior parte deltas sao tao sor prndenles qua
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram eom este soberano remedio
o uso de seas bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitses,o les
deviam soffrer a .imputaco 1 Dallas ba mui-
cas quena vendo deixado esses, asylos de pede-
timemos, parase nao submeterem a essaope-
raeso dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gunas das taes pessos ns enfuso de sen reco-
nhecimento declararam estes resaltados benfi-
cos diante do lord corregedor e ontros magis-
trados, afimde mais autenticareis sua a firma-
lita.
Ninguera desesperara do estado desande s
tivesse bastante confianza para eneinar este re-
medio eeastaniemeBieseguindo algam tempo o
tratamento que necesslasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar i ncon testa velmente.
Que tudo cara.
O ungueuto he til, mais particu-
larmente oes seguintes casos
Vendem-se doas canoas noves, asado orne
de 1,100 lijlos e oatra para capim ; na rea Im-
perial n. 249.
^....__
Escravos fgidos.
Em diaa de jonho deate aano dasappareeau
da fazenda S. Bento, na fregunia do Aearl, o es-
cravo crioolo de nome Guilnerme, com os sigoaes
seguiotes : preto, idade de 17 annos, alio, secca,
t
Chales de merino estampados, que em outras
lejas se vendem por 49 e 59 na loja da boa f
na ruado Qoeimado n. 22, vende-se pelo bara-
tissimo preco de 29500.
Coi
Luvas de Joiivin.
ntinoa-se a vender as superiores luvas de
pellica de Jouvin, tanto pr homem como para
senbora ; na ra do Qoeimado n. 22, na loja da
boa f.
MNttK
sROlPA FEITA ANDA IAIS BARATAS.]
" SORTIMENTO COMPLETO
fazendas e obras feitas.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras.
Dores de cabeea.
das costas.
des raembros.
Enfermidades da culis
em garal.
Ditas de anus.
Grupeos escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammacio do Bgado.
a
Liquidado
NA
Loja de marmore.
Na loja de marmore vende-se para 11-
quldacio por presos muito barato, um
variado sortimento de fazendas de mo-
das psra sen horas, roupa fita para ho-
mem e vestimentas para meninos e bem
aasim quadros a olso para decoracio da
salas e capailas.
LOJA E ARMAZEM
DE
Ges & Basto!
NA
Wua do Queimado
a. 46*tremi amareUa.
Constantemente emosamgrandeeva-
; ciado sortimento desobrecaaacaapretaa
de panno e de cores multo fino a 269,
aog a 359; paletots dos meamoa pannos
. a 201,121 e 241, ditos saceos pretos doa
meamos pannos a 149.169 e 181, casa-
ses pratasmuito bem feitaae desuperior
panno a 289, 801 a 359. sobreeasaeas de
caaamira da eore muito finos a 159,161
e 181, ditossacees das meamaacaaemi-
rasalOl, 129 a 141, calcas pretas de
eaaemiraftna para bomem a 89, 99, 10|
e 12, ditaa dacaaemira decores a 7,89,
99 e 109, ditaa da brim brancea muito
fina a 5f a 69, ditas de dilos de corea a
99. 89900,49 o 495OO, ditaa de meia ca-
aamira de ricas cores a 41 e 41500, col-
jletespretos dacasamiraa 59 069, ditaa
deditoa decores a41500 e 59, ditoe
asaiteeade < Birei>'. #
I ditaa da 69, col leles debrim branca a a
l nato a 39, 395O0e 4, ditos de corea a
> 9500 a 39, paletotspretea da merino de
eordao aacco aaobrecasacoa 7|, 89 e9,
eollatespretosparalato a 49500 a 59,
as pretaa da merino a 49500 e 69, a-
1 etots de alpaca preta a 39500 e 41, ditos
sobraaasaca a 69.790 8!, meito flaoeol-
leteadegorguraodesedadecoreamuito
bea(asendaa3980e41, colletesde vel-!
lada de cores e pretos a 79 o 89, roupa
para mono sobre casaca de paano pre-
tos d. aaraa a 149.159 "9. ditoe de
eaaamira caceo par a oa meamoa a 09500 a
79,dltoade alpaca preloaaaccoa a 89 a
' 1*500. ditoe aobrecaaacoa a 51 a 096OO,
! '.alcasda eaaemira pretaa deceraa a 69,
fbOO e 79, eamiaas para menino a 20 \
la duzia,eamiaas inglezaa prega (largas 1
muitotaperiora 829aduziapari acabar.
Afslmeme temos urna offieina deal-
' ilate ondemandamos executaitodas aa
obras eom b re vid ade.
Inflammacio da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras da reptis.
Picad ara de mosquitos.
Palmees.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figade.
das arlieuiaces.
Yeias torcidas 00 no-
das as pernas.
pouco formoso, olbos grandes, peraaa flaae, en,
escravo levou em aeu poder um cavallo
rom um ferro no quarto direilo e oatro ao es-
querdo, suppe-se que este escravo foi sedazido
por alguem para ser vendido aesta pra^a ou aa
sul, pertencentea Laurentino Bezerra deMene-
zes Gslvio, e roga-se a todas as lutoridadeapeli-
ciaea e capilaee de campo a captura do referido
escravo, ofierecende-se de grarificacio a qoaotia
de IOO9 a quem o penar, e leva-lo oe aa referida
fazenda S. Bento, ho Sendo, ou na capital do Bio
Grande do Norte, em casa do Sr. Joaqoim Anlu-
neade Oliveua.
Fugio do engeoho do abaixo asaignado, aa
dia 13 de dezenbro de 1859, um stoleque criouio
por nome Joio Gregorio, idade de 20 a 24 snnos,
bem preto, altura regalar, alegre a rrgriau, ofi-
cio de carreiro, o qual foi preso bm Babia em Pe-
vereiro de 1P60, e remettido pare Feroamboce
em um vapor, d'onde tornou a fbgir, e suppe-
se estar na Babia ; roga-se as autoridades poli-
ciaes e capitiea de campo que o apprcbeedaai e
o remettam para Pernambaeo e entregar f Sr.
Joio Pinto de Lemoa Jnotar, e que pagar qual-
quer despeza que se fiser.
Umbellno de Paula Sooza Leio.
Fugio da fabrica de sabio ds rus Istperi! c
escravo Carloa, de nac.io, teodo os sienaea se-
goinlea : ahora regular, olbos grande* e me ios
coberlos pela palpebre, eflxo de orna persa, etc.,
foi escravo do Sr. Antonio Carlos Francisco da
Silva, tendo-se occopado outi'ora em vender
fructas no Rente : quem o apprehender, leve-a
ao Passeio Publico, ou a roa da Aurora a. 80.
Acbam-ae fgido doua escravos, sendo aa
pardo, de nome Luis, mohecido por Laiz Mon-
teiro, claro, alto, aeceo, cabellos cacbiadoa, per-
nas bastante compiidae, e com um maior signa!
que ser canbolo, idade 22 annos, pouco mais
ou menoa, sem barba, oficial de pedreiro, tam-
bem pinta, e trabalha nm pouco de funileiro o
outro crioulo, de nome filias, cor fel, bem
parecido, estatura e eorpo regulares, bem bar-
bado, e oficial de tanoeiro : quem oa pegar,
leve a aeu aenhor o mejor Antonio da Silva Ges-
co, ra Imperial, que aera bem gratificado, o
igualmente recommenda-oa as aulondadea pori-
ciaes.
Vende-se esta agenlo no estabelecimento
geral de Londres n. 244, uStrand, e na toja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em loda a
America do sul, Ha vana a Hespanba.
Vende-se a 800 rs,, cada boeelinha eontm
urna inslrno^ao em portugus para explicar o
modo de faser aso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
phartnaceotieo, na ra de Cruz n. 22, cm
rernamaueo.
Pechincha sem igual.
Corles de calc.s de casemira prela e de cot in-
festada muito fina a 49500 ; na loja da Califor-
nia, ra da Imperatriz n. 48, junto a padaris
franceza.
Potassa daRussia e cal de
Joaquina Francisco de Mallo Santos avisa asa]
seuafregueses desta praca e cade fra, que tem
exposto i venda sabio da suafabrcadenomioada
Recifeno armazem dosSrs. Travaasos Junio
& C, aa ra do Amorim n.58: masaa amarella,
coatanba, ateto a outraa quaHdadaa par meaos
asaca qaa da oetraa abricaa. Na Blasmo arma-
bem tem feito o seu deposito da relea da sarnas-
sa simples sem mistara alguese, orno at 49 ditaa aleaaoedea maito aoperierea a 59; na ra
tamposlcio, ooQueimaden. 22,lojedaboaf.
Atiene
Saias de eordao.
Superiores salsa de eordao a 89, 39500 e 49.
Vendem-se caixOes vastos proprios
parabahuleiroa.lunileiros etc. 11280:
quem proiender dirija-se a ata tipo-
graphia, que abi le dir' quem os tem
para candor.
-No bem conbecido e acreditado deposito da raa
da Gadeia do Recife n. 11, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Ruaaie, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por precos mais baratos do que em
oatra qualquer par te.
jattmcii
rilNDICiO LOW-W0I
Ra iaScazalU Naia n.42.
Hasta estabelecimento con ti n havaium
completo sorlimsntodfmcendaiemeissmoen-
dis para engenho, machi as da vapor ataixas
te forra batido a coado.ds todos ostamanfaos
para dito,
Superiores organdysa
720 rs a yara%
Venaem-se finissimos orgaudys de muito bo-
nitos padroes, pelo baratissimo prego de 720 rs
vare, foseada que sempre se vendeu por
19200, assim pois, quem quiser comprar fazenda
ina muito bonita e meito barata ebegar roa
do Queimado n. 22, na bem coahecida loja da
boaf.
Paraesbailese thealros.
Riquisaimos cintos douradoa com. Modas flvelas
tambem doursdas e esmaltadaa, e com neas pon-
tas pars cahirem sobre os vestidos, moito pro-
niioa para aa aeoboras que tiverem d> Ir aoa bai-
les*a Ibes Iros ; rendemse pelo barsHssimo pre-
50 de 49, 5$e;: aa roa do Queimpdo a. 2%
oalata cwbacitia leja da boa f. ^
Enfetes nnuissinios
Escravos fgidos.
Fugiram juntos no dia 90 de Miembro do cor-
rente anoo, oa escravos Goocalo e Luis, com ea
sigoaes segointes: Gonzalo criealo, d> idade 14
a 15 annoe, secco do cerpo, levando caiga de ris-
cadinbo de quadros e camisa de algodo de lislra,
Luiz crioulo, bem preto, altara regular, diz que
padece de calor de flaado, Sem asa verilha usca
ou duae fstulas, filho das bandas de Pedias da
Fogo, da provincia da Parabiba: roga-se, por-
taoto, a todas as autoridades policiaca, capitiea
de campo oe qualquer pesaos, qee os apprehen-
dam e tragam 4 ra do Qoeimado o. 10, lojs da
Ferrao & Meia, que se dir o dona dos eicra-
vos, e gratificar generosamente.
Escravo fgido.
Teodo sido autorizado o Sr. alferes Jos BedO
de Araujo por D. Clara Hara ds Conreico, da
Villa Bella, para vender o seo escravo H*aoel,
crioulo, de 15 sonoa de idade, de rosto comprido,
cabellos carapiobos, olbea pequeos, nariz rbato,
bocea pequea, car preta e sem barba, sigaaes
estes que constara do passaporte roso o qne o
mesmo escravo veiodo Villa Bella, soecedru qua
o diio Sr alferes Bedo tratoo a venda do referida
escravo com o Sr. Joaquim Maris Pereira vianaa,
que ae achara hospedado em raaa do Sr. Jclo de
Sequeira Ferrao no dia K deate mez.elh'e en-
Iregou, mas dentro de duas horas o Sr. Viaona
procurou o Sr. alferes Bedo e declarou-lhe que
o escravo linha fgido, pelo que nao se teodo
passado a eacriptura e nem feito a paga do prego,
ccu de nenbum effeito o contrato da venas, a
entao aubatabeleeeodo o Sr. alferes Bedo a pro-
curado no Sr. alferes Maaeel Joaquim de Otivei-
ra Coxalrus, por ter aquelle de retirarse desta
praga, o novo procurador tratou com o abaizo-
assignado a venda do dito escravo fogido, e tal
venda foi definitivamente realisada ; pelo qne o
abaixo-assignsdo previne s autoridades lolieiaes
e a quaeaquer pessoas que por ventora seuberem
onde existe tal escravo, 00 o encontraren, para
que o prendam e fagam recolber prisao, se for
isto fra desta cidsde, e aqni o le vero S rasa de
ana residencia na ra do Imperador n. 79, certo
deque recompensardevidamente. Outro sisa,
protesta o abaixo-assigaado contra quem quer
que por* ventura o tenba acontado, porquante
proceder civil e eriminalmeote.
Adverle meis o abaiso-assiaaade que, segando
lhe aasevere o referido Sr. Tianoa, tem o escra-
vo emae sarnas aae peroas, e levou vestirte ca-
misa de algedie branco e caiga de brim deaao'.a-
de, tendo sahide sean chapee;
Sil vino Geilho < aw,im.
No dia 18 ci*maro do correla aoaa
fugio ama eacrava de naci por nome Isabel, bai-
la, urca de eorpo. o relo Oeecaraade, e ja ve-
rba, a qual anda pelea arrabaldee acata cidada,
Moateiro, Capanga, Paisagem e Afogaaee, em-
pregando-se em lavar roupa, a ltalo de ser a
roupa de seua aeaborea ; nem a pegar, dirija-se
a ra do Graspo, loja n. 14, qaa ser recompen-
sado.
Est futida e negra Edevirgee que ba asmes
foi arrematada em praga, tem oa satanes aegaiu-
tee: alta, ebeia Ao carpe, sata larga e bateos
roesoa ; asea acara foi aerara da Sr. Jaaqaiaa
Pereira da Silva Saotoa, sao radar aa roe de Im-
perador, eem teje e lauca : aesM-ea ae aateri-
dadea poHeiaee e meada r areoer, eead
trada, a preteata-ae aaotre ejaaaa a Mear
da ; suppoe-se catar amaaiade coa igame casa
mesmo aqai por parto : qoem a prender, lave-a
em cesa de Feliz, rae do Imperador a. 75, leja,
qoe ser em reeempensado.
Fugio 00 dia 29 do paseado asa eacrava mu-
lato de nema Fernando, aeiaa, graaaa, cabello da
cabocolo, toca viollo rabees, esmata que tesa
urna amaaie aa Camiebo Novo, e j tai viato aa
estrada do Hoapicio para Saala Amara: ataaea a
Sreader ser rscampeaeade aa rae 4a Apolla a.
, deposito da fabrica de Moateiro.
Desapparecea oo dia 19 da corrale, do si-
tio de 8. Josda alaogalnba,. o eacrava crioolo,
msiorde50sonos, de nome Jeaaaim, m ea
aignaeaseguintea: cabellos brancea, alto, aecca
do corno, e aba ala>arf ataa; eete tomase tai pre-
ariedade da sr. Manoel Jos Pereira Pacheco,
Araeaty, d'onde velo para aaui fogido :
VMdem-ee rWioa esJetteade retro, aoios o\e- a todas as autoridad ea poli ca es a a aoem mor
mi a bmb moderaos que he ao mercado, pala que o eneontre, a o capturar a catrega-lo aO
L^ETettiBa tea da Queimado itio cima citado, oa na ra do Trapkaa a. 1,
^ aaacode 9:
n. Sm, aasajsi duboa f.
la Jos TsixtiraBasto.



-.- '" :,- '-,i_-;:..


(8)
DIAE10 Al nUUillUCO. rt- TERgA flIlA 8 DI 0T1RO M 1801.
Litteratura.
o CASAL.
CAWTATA.
Ja sobre a Terra aso dos etlccde
A frouxs Tarde raro veo sombro,
E fogo oa carrosa de topazia.
De p cuberto.ede honra, a mo calosa
Segura enxada, que Ihe poma do hombro,
O encalmado Cultor vo'lla Cabana.
Refrigerante o Zafirobafeja,
E j calados buacio dos seus ninhos
Os Passaroa o abrigo.
Em que doce tristeza ioexplicavel
A minha Alma se embebe I .
Na complacencia da Viitude o Justo
Este confuso sedimento acaso.
De mago, e de consol,
Asgalt-o, se recorda
Que urna vez esqueceo o beta dos Homens,
Iucao$ado desvelo dos seas dias ?
Que nos labios franqueza, amor no peito.
Contino o Homem deve amparo ao Somero;
Nem ha quem dizer possa, que nao tenba
Com algum Infeliz estado em falta.
Mas nestas Serras candido tratando
Gente inculta, a cruel vindictas dada.
Que bem fazer-lhea mais podera eu triste
Na earreira diurna do simo Febo ?
A travez destes lbregos coqaebos. ..
Porque de nos ao Ceo tanto elles fogem ? ...
Eis a Luz moribunda la no Oocaso I .. .
Quantas flores no Ceo I Rozas saudades,
E a flor de algodoeiro, que se esmaiio
A mais, e mais, em fundo desaftra I ;.
Ob I Loz I Oh I Luz benfica 1
Portentoso olhar puro
Da Madre Nalureza I
Dease leo morno adeos, adeoa sentido.
Como o doce palor no Co he bello I ...
Sumio-se I .. E manso manso tenebrosa
Nos cega a Noite o Orbe.
Onde as Lav ras, e aa Chocas ?
Ave nao pia. Valo nio auaaurra ;
No Ceo raro sciotillio
Vacilantes Estrellas ;
E o Mundo fatigado
Em tcito repouso
Se abisma entorpecido I
Restar-1 he so parece
Da garrida existencia alvorctada
aredilagao profunda I
De secas mararalhas
Brilhe a usada Fogueira :
No Tarrido terreiro brioquem, saltem
Jubilosos os Filhos rubicundos:
E nos sentados do Tugurio porta,
Cara Consorte amiga.
De tio grato espectculo gosemos.
Discorre assim Aooio,
Visinho algorea de apartadas serras.
E os lindos Menino,
Em torno Fogueira,
Verieis alegres
Travessos folgando,
Chibantes marchando,
Ou ja Sacerdotes
Devotos cantando ;
E o fldo Caozioho
A elles, com elles
Festivo pulaodo,
E atiento aos acenos
Ja indo, ja vindo,
Brincio rebujando,
Manhoso rosnando,
Menticdo roorde-los,
E sempre afsgando-os.
De largo peito, e musculoso braco,
O frugal Sertanejo corajudo
(Prosegue o Pai amavel)
Bravio Potro indmito cavalga.
Escoucea, e ae impioa, pula, pula
Insano o Bruto s nuvens :
Relincha, a ierra escarva,
E das venias inchadas fumo bofa :
Em corcovos bogar treaua em trra
Do immune dorso a insupportavel carg*.
Mas o expedito Domador seguro
Crebro Ihe estala o acoute sobre as ancas,
Ja lhe coire benigno
Macia mo ao col, e ja severo
As esporas Otando, os ilhaes rasga-1 he.
Diluido em suor, braoco de escumas,
OflVgante. cansado.
Ja te humilha o Soberbo mao.que o doma.
Deslimidez igual ease Hroe nutre
Quando, enconchado, busca com p firme
Na turna a feroz Oo;a,
Algoz do manso Gado.
A Fera o vS : no ar balaoaa a cauda,
Erica os pellos, os colmilhos bate,
Eosolhos fogo, atierradora ruge.
De balde o assalta, que o toreado a esbarra,
E a deztra herclea a acicalada faca
as entraohas satnicas lhe embebe.
Mais veloz o relmpago nao brilha I
Nestas vivas acedes lerio ezemplos
Magnnimos os Filhos
Para avisados detestando o ocio.
Da penuria, e flagicios certa origem,
O trabalho arrostarem prestadlo ;
E Cidadios intrpidos, da Patria
Debellarem a iofanda Tyrannia.
E tu, Mal carinboss.
Tu, Anjo da ternura I
as tenras Almas quo mimosa plantas,
E acurada cultivas proveilosa
Amizade, justica, e temperante,
Pacificas virtudes.
Do civil Mundo a maior dita, e gloria I
Para formarem deltas natureza
FOLHETIM
o
Sobra, Amiga, que mas ; so 00 fies
Presentar a seos olhos ouutcoaos
De tus Alma gen til o clara espelho.
Mas, de sotnno pesados, os Filhinho, .
Se aos lanceo nos bracos, cariaaoeoe.
Silencio I Que ja dormem.
Tranquilo, e descuidado.
Quinto he formoso o sontneda Innocencia!
Doce riso, que anglico florea
.Nos semblantes, e labios, feitlceiro
Forma, e provoca irreaistiveis beijps I. .
Calado, e gracioso,
Novo riso alvorece, e maravflha 1 .
Com os vossos igus.es do Ceo formoeq
Gentis, poros Anginhos,
Conversaes, e vos ddos ?.. Qu,e vos dizem?..
Mil atracos, tomsi mil beijos.
Oh I queridos Pedamos de nossa Alma I
Ah I Que espontaneas lagrimas de gosto
As faces nos orvalhio I ..
Nunca oa remoraos, e effliccoes perturbem
A piz, qued'Alma vos rev tao branda.
Qual a flor sobrenada, e se desliza
Em fresca maoh para
No arroio cristalino.
Serena assim vos corra sempre a vida.
He lempo ja deSgasalhar : entremos.
O' Dos de bondade,
Senhorlmmorlal I
Langa! voasa beoQo
A este Casal.
Os caro Esposos
Em seo mediaoo
Estado conformes.
Nos frescos semblantes
Alegre a saude,
Trabalhio modestos.
Oh I quantos cariohos
Se dio, e desvelos 1
Que santa amizade 1
E a gloria dos Filhos ?
Venturas, e encantos
Do amor conjugal I
O' Dos de bondade,
Seohor Inmortal I
Laccai vossa ben;o
A este Casal.
A. J. de Ai.
0 elemento religioso na poltica mo-
derna.
[Concliuo.)
Resta a segunda especie de guerras religiosas.
Ora, nao somonte ellas teem tido lagar em lodos,
os lempos, mas o que deve escsndalisar fortissi-
mamente os redactores do Suele e seus collegas
da Opinin Nationale e d'outras partes, que ellas
teem lngar em oossos dias, em plena civilisacao
moderna. Queira-se prestar bem attencao, e
ver-se-ha que todas oossas ultimas guerras tem
um elemento religioso manifest. Qual foi a
cauaa do Oriente ou da Crimea? Nao robentou
porque o Czar quera proteger fra da coota os
orthodoios da Turqua ? A guerra da Cochinchi-
na nao teve por um de seus motivos principies
a morte dos missiooarios francezes e hespanhes?
A axpedico militar da Syria nao teve por causa
o massacre dos citholicos pelos Druzos ? E a
ultima guerra da Italia nao despertou todos os
seotimeotos religiosos em Franja na Europa eno
universo inteiro? Nao foi o governo francez o-
bngado calm-los pelas seguranzas maia for-
maes, dadas de todas aa maoeiras, no senado, no
corpo legislativo, as circulares dos ministros?
e verdade que poucos resultados temos visto de
todas estas promessas : mas emfim foram feitos
com um admiravel empenho. De certo, nio ae
pode negar que todas as guerras de que fallamos
tenham lido ao mesmo lempo causas politcese
puramente humanas. Mis tamben, preciso ser
insensato para crer que as guerras religiosas de
o u ir'ora, as do protestantismo, por exemplo, ou
as dos Albgeoses, tenham sido guerras pura e
exclusivamente religiosas ; preciso se-lo tam-
bera para verem guerras desta especie urna ver-
gonha para s humanda Je. Todo motivo de um
grande ioteresse pode ftzerliascer guerras seme-
lhantes. Pois que I ha de ser glorieso bater-se
pela posse de urna mina de carvo, e ha de aer
urna vergonha defender sua religiio e os que a
pregam, ou viogar su morte e a humanidade,
como fazia Carlos Magno em Sixonia ? Bem
certamenle nao se propaga urna religiao tiros
de pega, mas a faz por esse meio respeitar por
govemos materialistas e que s6 crem na forca.
Podemos agora e devemos concluir detudo o
que tem sido dito, que em todas es grandes ques-
oes polticas, quer na paz, quer na guerra, a re-
ligiao oceupa ainda um lugar immenso e que se
obrigado contar com ella.
Ha todava um ponto d'onde a religiao est
desterrada e que vamos tocar terminando. O
clero, em Franca e em toda a Europa, est ge-
ralmeote banido do manejo das causas polticas.
Oesterrarem-n", dizem com ar triumphal, para
suas sachristias seus templos, onde deve-se
contentar com f- aos fiis devotos homilas,
cantar hymnos e Te Deum, quando queiram lh'o
pedir, e sobretudo rogar pela prosperidade dos
imperios e saude dos principes.
Est mullo bem ; mas vejamos um pouco se as
cousas vio melhor. Noto em primeiro lugar que
desde que a religiao nao est mais na direegao
dea negocios, temos tido em Franca ama duzia
de revoluces e de mudancas do governo, e nao
aei quantas constituientes. Noto que temos tido
durante dez annos urna revolucio permanente
cujos attentados.crimes, iofamias faziam o paga-
nismo correr-se de vergonha. Noto que assim
tem sido quasi toda a Europa e ainda maia ou
menos perturbada pelo genio das revoluces, e
anda nao tem podido se assentar sobre urna base
A DAHA DAS PER0L1S
POR
A. DUMAS FILHO.
IX
( Conliousco.)
Com effeilo urna das janellas da casa tamas Te-
ses olhada, acabsva de entreabrir urna das corti-
nas, e ama sombra, illumiada pela parte de detraz,
nella havia apparecido por um instante. Jacques
dirigiu-se pata a porta grande dessatas, e tocn
a campeinha como se tora um dos verdadeiros
inquilinos. A porla abriu-se. O perystilo eslava
completameote escuro. O meu companheiro to-
mou-me a mi e conduziu-me. Quando iamos
pondo o p no primeiro degriu da eacada, correu
urna luz por entre at grades do corrimo, e urna
ciU4, oU*Q4n aaia T0i cima da cabeca. des-
ceu ao nosso encontr. Approximou-se bastante
para allumbr-me o camioho, e loroou a subir a
estada sem umegesio, sem urna palavra : e dei-
xou que a aeguissemos : essa criase era urna In-
gleza, bonita e deslincta. Dir-se-hia que guarda-
va para corosigo o direito de ignorar o que fazia,
que recsate qualquer complicidade nesse mys-
-teo, obedecendo todava ordem dada, com
calma, direi quai com digoidade. Nio ao apro-
veitava de sua poaicao de intermediaria para pro-
testar ou para familiariaar-ae, o que nio deixaria
de fazer ama criada franceza por urna palavra,
por um sigoal qualquer. Obrava como ama roa-
china muda, por dever a talvez por dedicacio,
mas sem ligar-lhe nenhuma importancia, ne-
nhuma expansio sempre iocommodas da partedoa
inferiores. Essa moga nzuda e quaai severa nes-
se ponto, como depois soubs, ter-se-hia feilo
matar por umi falta de sua ama, que, em aua
eonsciencia, nio approvava. O seu modo tocou-
te durante os dona mioutos que a acompanha-
mos.
Parece urna rapariga segura, disse eu
Jacques em voz baixa.
Sim, reapoodea-meella, pde-ee contar com
ella.
Chegando ao primeiro andar, Jacques moslrou-
me ama porta e disse :
E' porta do marido.
Durante ase lempo, Faeny tirara da algibeira
ama chavinha e abnu-nos a porla perltela
aquella que Jacques me to ha mostrado. Entra-
mos na ante-cmara, allumtada por urna lampa-
da. Fanoy fechou a porla sem dizer ama sylla-
oa, e deixaodo-nos sos subiu para o se* quarto,
Acompanha- mo, disse Jacques.
solitf. Noto que ttosso aeculo cemecau por!
quiaze sanes de gnerres horriseis, q*s abalara
e ensaogueotaram toda a Europa, e precipitaram-
na per duas vezes sobre a-Franca, reducida is
ultimas humilhacoea. Nolo que ae calca aos p
com ama facilidade maravilhosa oa tretadee Oto-
dos oa direilos aequaridos, e que ao inreaes
armadas que forsm do modo sob o primeiro im-
perio franeez so boje continuadaspelo Piemonte,
sem altencao i moral europea. Noto que uro
dissolvente de oro poder formidavel corre pelas
veas da Europa e nos emesia de um oetaclysma
espantoso. Noto emfim, porque ludo oio ae po-
derla dizer, que temos oeste mesmo momento
chegado i um tal chaos poltico, que os mais ha-
bis nio vem solacio e nio ssbem para onde
Deus nos leva,
Certamenle, nio se hs de acensar o clero de
ter atlrahido este diluvio de males e crimes ; ha
muito lempo que aua mi est mais no governo
dos negocios, e a religiao nio conserva mais o
governo poltico na Europa. Sao justamente os
Itos feitos de govemos perfectamente seculares.
Demais, isto esti oa eropri natureza das cousas,
cujos tactos sio rnente a revelaco. A' pro-
pongo que a religiao relira-se forjadamente das
sociedades e do governo das cousas humanas, e
o mundo treme em ana base. A religiao o ni-
co condimento sufr ci me das sociedades: Dig-
ne se a doce e poderosa Providencia de Deus fa-
ze-la entrar plenamente-na Europa agitada I
Oooiade Dtorgu.
[Le Monde.f. Chavet.)
Parecer respeito da qoesto mdico-
legal, relativo a recem-naseida en-
contrada no caes do Raaos, na par-
te qoe trata do exame dos palmees o
cora cao.
Tendo discordado da opiniio de tres de nossos
collegas no exame a que procedemos noi pulmoes
e coracio de orna recem-uascida, que nos foram
apresenbdos na secretaria de polica no dia 21 de
setembro e ja tendo sihido publicado no Diario
de Pernambuco a coosulta medico-legal que nos
foi fela, e teodo nos assignado com restrieco
em quaolo respircio, julgamos, que de nos-
so rigoroso dever vir a este jornal apresenlar as
considerasSes, que nos levaran) a negar a exis-
tencia da respirarlo.
Da leitura do corpo de delicio se conclue cla-
ramente, que oa pulmoes oio lioham boiado;
oao obstante, nio se fazer menco desle facto, e
apenas dizer-se < que extrahidos os pulmoes, o
cora(io, e Ihymos coojuuctamenle verificou-se,
que por meio da docimasia referida, que nao hi-
a aido iotrodusido ar as cellulas pulmonares,
accressendo ainda a affirmacao dos mdicos en-
carregados de fazer o corpo de delicio, que os
pulmoes haviam gravitado. Para nos faci que
nao merece a menor davida: a gravilacio dos
pulmoes.
Tres dias depois de feilo o corpo de delicio nos
foram apresentados os pulmoes e o eorscao den-
tro de um frasco, conservados em alcool durante
sesseota e nove horas. Aberto o frasco, e extra-
hidos os pulmoes e o corceo, foram deitados
em urna baca contendo agua ; nio s os pulmoes
como o coracio boiavam, cercando-se estas duas
visceras de espuma composta de pequeas bo-
mas.
Estando nos convictos, que na prtme'ra expe-
riencia os pulmoes tinham ido ao fundo do vaao,
e vendo que presentemente boiavam ; conclui-
mos, que este novo phenomeoo devera ser atri-
buido a toda outra causa, qoe nio fosse a respi-
racio. Nao podendo atribuir a respirarlo e nem
lio pouco a putrefaccao, nio obataole haver um
principio de erophyaema ; procuramos saber se a
maceraco alcoolica seria su eficiente para produ-
zir a supernatacao doa pulmoes e coracio. Con-
sultando Orilla nada encontramos sobre macera-
Cao. Resolvemo-nos a fazer algum experiencia.
Obtivemos uro coracio de carneiro divdimo-lo
ero duas partes, que deiladas em urna baca cheia
d'agua foram ao fundo. Coohecdo assim, que
o coracio extrahido aem ter aoffrido modificacao
apparente, gravitava: restava ainda saber, se
urna destas partes sugeitas a macerac.au dara o
resultado contrario, que aquella, que se achava
imersa n'agua.
A experiencia correspondeu plenamente a nos-
sa espectativa. quando dezeseis horas depois da
maceraco, sendo oovamenlo posta na bada, on-
de ae achava a outra; boiou, em quaolo que, a
outra se conservara completameote no fuodo;
entretanto que nenhuma deltas se acercava do
espuma, como haramos observado nos pulmoes
e coracio em quesiio.
Julgamos de fcil comprehenco a explicado
deste pheuomeno. Sabemos todos, que em phar-
macologia, um dos meios mais poderosos para
a exiraco dos principios activos e soluveis dos
medicamentos, a macerac,io.; que o alcool ex-
trai-os, deixando o corpo especficamente mais
leve, em virtude da perda, que soffre. Ora, se
verdade, que o alcool tem ess propnedade ;
incoolestavel, que os pulmoes em contacto com
o alcool, reobam a perder parle de seus princi-
pios soluveis tornando-se assim especficamente
mais leve, e conseguiotemenle produzindo a su-
pemauco. Para nos, esta experiencia prova
sufficienlemente, que os pulmoes, o coracio, e
todo, e qualquer orgio, que encerrando em si
substancias, que poaaam ser extrahidas por meio
da macerarlo alcoolica, boiaram, salvo, quando
o peso da parte iosoluvel, for tal, que a perda
nio possa influir no peso total.
Passaremos agora a explicar outros phenrne-
nos, que foram apreeiados com o tira de explicar
a existencia da respiraeio. Na consulta medico-
legal iratando-se dos gazes que se desprendam
dos pulmoes, apenas se disse : < que compri-min-
do-se debaixo d'agua, delles sania grande nume-
da Bolsstmas bolhas oroltlindo-to assim a
sabida doa meoaas bothas expootaaeamenle, co-
mo tomos UoUaunhaa na experiencia feiU no
da rlnlo e um ; deixande-se em silencio a ox-
cacio deste uclo, por quanlo, delle a A con-
gulna provar a existencia do ealado mais ou
menos ettpiysemstoso dos pulmoes, estado es-
te, que seproeursva negar, nio se dsodo a divi-
da explicarlo a eate phenomeoo. Estes gazes sa-
modo do parenchima dos pulmoes s se poderia
atribuir a duas eausas, ou a introdoccio do urom
suas cellulas, oa a putrefcio, aoda que ioii-
piente. Nao podis ser atribuido a sabida do ar,
que se achara no parenchima pulmonar, primei-
ro, por que, sabemos, que tio difftcil a sabida
oeste ar, que a propria pressio estabelecida pe-
loa dedos nio sufflciente, par fazer expeli-lo ;
ora, e a pressio estabelecida peloa dedos nao
sulliciento para fazo-lo expelir, aioda manos se-
ria o simples contacto d'agua, como acooteceu oa
experiencia ja referida ; aegundo, por qoe, a ex-
plicado, que serrisse para os pulmoes, nio ser-
rera para o coracio, que tambem desprend
as mesmas folhas, e se o penomeno foi o mes-
mo as duas visceras dlffereotes. a causa deve-
ra ser a mesma, e se a cansa foi a meama, oio
poleria ser atribuido, senio ao eslado emphyse-
mtoao, que o preludio da putrefacto, come
bem diz Orla, L V pag. 142. Cf emphyeem
ett le premier phenomeno, que develope la pulre-
faclion.
A cor era ruira clara, a consistencis esponjo-
sa ; crepitando debaixo do instrumento, ausen-
cia de eheiro caracterstico da putrefacto. Quan
lo a cor noa limitamos a citar O. DI t. V pag
1/5.La couleur des poumons, en general d'um
rouge brum tonque le enfene non pos respir,
eel cependent quelquefoii d'un blanc-roie; o
prteme de quelquet taches rougealres. A con-
sisteocii nao era esponjosa do sentido rigoroso
da palavra, hara apenas mais elasticidade do
que deveria existir, isio influenciado pela perda
de grande quanlidade de substancias, que foram
dissolviJas pelo alcool. Nio encontramos crepi-
tacao.
_E' verdade, que'no hara eheiro de putrefac-
Cao, porem tambem verdade, que no principio
ds putrefaccao o eheiro apenas sensivel, e que o
alcool tem a propriedade de fazer parar a marcha
da decomposico, fazendo conjuntamente deaap-
parecer a pequea inteoaidade do eheiro que
principiava a man testar- se.
Quatro causis podem influir na supernalagao
dos pulmoes, o nio tres como dizem nossos col-
legas, primeira, a introducto de ar no parenchi-
ma pulmonar pelo acto da respiracao natural,
segundo, a introdcelo do mesmo ar pela insu-
flagno, terceiro, o deseovolvmento da putrefa-
cto, quarto, a macerado alcoolica.
Concordamos com nossos collegas quando di-
zem, que o publico igoora o processo da iosu-
fiacuo com o Qm de itludir aa averiguacoes poli-
ciaes ; porem affirmamos (e. nos affirmaram nos-
sos collega Seve e Pereira doCarmo) que em-
pregada muito vulgarmente com o fiarle fazer
as cranlas rollar a si no estado siocopat ou de
morte apparente. Ne caso em que nos oceupa-
moa nao podemos atribuir a ausencia da insufla-
Cio^nio, a ignorancia do meio, e sim, que as pes-
oasjlbu a pessoa que assisiio o parlo, eslava ja
resmda, nio a prorogar-lhe a rida, e sim a
extingui-b em continente.
A' qual das quatro causas deremos atribuir o
phenomeno de superoatago '! primeiro, a respi-
raeio nio, effectuou se por quaoto na pri-
meira experiencia os pulmoes foram ao fun-
do do raso cheio d'agua, em que foram de-
positados; segundo, a insuflado nio leve
lugar por que a isto se oppunha a tenco fir-
me de dar-lhe a morte, como provamos nascoo-
cluses da consulta medico-legal; terceiro, a
putrefaccao tio em cornee* como se achava e nao
podendo progredir, em virtude da presenga do
alcool, nio podia produzir este phenomeoo, co-
mo oio o produzio oa primeira experiencia,
quarto, a maceraco alcoolica por si s suffi-
ciento para fazer os pulmoes, e o coracio super-
oadar.
Concluimos, por tinto affirmando que a re-
cem-naseida nio respirara.
Dr. Estevo Cavalcanti d'Albuquerqne.
Recife 26 de setembro de 1861.
Principios e conseqnencias.
O antigo rgimen.
I
A lgica a rainha do mundo ; por isso diza
Leibaitz quenada ha qoe oio teoha urna razio.
Os factoa dependen) sempre da theoria, e nunca
aio producto do acaso, nem do capricho do ho-
mem. Leis universaes, eternas e immutaveis
Royernam o mundo moral aasim como o mundo
prsico : o proprio Deus nio faz maia do que ap-
plica-las livremente, por que essaj lei* ao e\.
pressoo da aua eterna sabedoria. O homem nio
pode subtrahir-ae i forca da razio, ou pelo me-
nos nao o pode impunemente. A ioconsequencia
tem tambem as suas regras, e o ioconsequente s
fax mudar de principios, pois certo que os prrn-
cipios dos domioam boro ou mo grado nosso.
Com effeito um principio urna corrente que
arrasta irresistivelmeote a barca que a ella ae au-
ra. As naces e os homens sio IIv res na esco-
Iha: se buscara embarcar-se com a egreja ap-
proximam-se da vid, se com a revolucio cami-
nham para o precipicio e para a marte quer
queiram quer nao ; mas lutar contra a correle
eis o que impoisivel.
Com o risco do escrever a urna nova homelia >
como ae exprime a Opinio Nacional remonte-
mos aos principios, e procuremos dar urna idea
summari do catholicismo, que a nrdem uni-
versal. Por semelhante modo melhor Mohece-
remos a revolucio, por que esta se alimenta da
deatruicao da ordem.
O catholicismo, como era "omprehendido em
toda a Europa antes do protestantismo, tem por
ra, depois um vasto saiao. cujas portas brancas e
douradas com ricas almofadas, cujos espelhos
opulentos, ampios forro, movis de seda e orna-
mentos de toda a casta dormiam nosse tora har-
monioso, que meia tinta di aos objectos inani-
mados. A' esquerda urna porta entreaberla dei-
xava adevinhar um quarto de vestir, cujos deta-
lhes scintillaram aos raios das luzes. Jacques
camiohou devagarinho para urna porta que ape-
nas estava cerrada, e bateu mansamente.
Eotie, diaae urna voz doce.
Entramos no quarto de doriir, lodo forrado de
setim branco, com urna caixinba. Longos e sump-
luosos cortinados occullavam oleito. A chamio
de marmore baanco, de corialides graciosas, oo-
bre o qual havia um espelho que permittia ver no
sali qoaodo se abriam as cortinas que i essa ho-
ra eslavam fechadas, supportava mil quinquilha-
rias, grupadas, sentadas por assim dizer, em tor-
no dos tres objectos principaes; o relogio e os
candelabros, verdadeiras raaravilhas de Saxe, com
grupos de Amores, trepando, saltando, contornan-
do-se as posices mais impoasiveis ao longo de
suas arvores de porcelana. Grandes aparadores
hollandezes de madeira oaculpida o dourada.com
eapeihuaoo fuado, sopporlando toda urna popula-
Cio de fiaurazioha ; poltronas cobertas de estfos
a Luiz XV, bordado de flore de lys de seda e
ouro ; tacas ae sere, aoua jarro ajlgamoso.,:
d'onde aahiam, supporlando velaa transpireotes
e diaphanas como leite, hasles de lyrio de ouro,
de folhas compridas e flexiveis; um guarda-tra-
pos de piu, sobre o qual havia um espelho, cujo
qusdro de porcelana de Sixe nio era maia do qua
um cilo de florea e de diviudadea rosadas e
brancas ; um admiravel desarranjo sem desor-
den), de ludo o que pode inventar a allianca da
fortuna, d j gosto e da arte ; tal era esse quarto,
no meio do qual nos esperara ama mezioha ; car-
nes fras e rinhos finos se osteotaram sobre a
toalhs branca como a nere, adamaacada da pas-
saros fantsticos.
Quando melembro dessa noite e do espectcu-
lo que mais Urde ri nesse mesmo quarto, per-
guoto miro mesmo qual das duaa recordaces
um sooho. E' rerdadeiramente nntarel, o acaso
se eompraz de encher de paineis afflictivos os lo-
gsres onde o nosso espirito gostava de encontrar
as scenss mais risoahss. Elle gosta deesas dolo-
rosas approximacocs, eentio as nosaaa recorda*
(oes alegres cabidas do paseado, essa-etermdaie
aem reasurreicio, o nico effeito que produzcas
sobre aa nos* tristezas nov augmenta-las
mais por contraste.
A duqueza nio tinha tirado senio o mantelete
do domino, e aquecia os peziohos esperando-nos.
Nio pede deixar de corar quando me rio appa-
recer e penetrar assun em aua mate secreta ieti-
midade. Entretanto que aa mulherea aabem exprimir ao mesmo lem-
baae a hierarekia, isto o direito dirinopoli
esta o sentido atyraologico deesa aalarr.
A revolucio, negacio do cathoUeieeSo o fllhs
do protestantismo, quer dizer deaordem uni-
versil. A' hierarchia oppde ella a iadoponden-
ca ou anarcAia, como disto se glora Proudhon
dizeodo cao direito divino os direitoa do bornea.
Por intermedie- do hierarchia, cadete sagrada
que ae prende ao throno do rci imsoorlal dos ae-.
culos, o direito divino desee al as extremidades
do corpo social. Essa cadeia, segundo S. Paulo,
tem quatro anoeii essenciaei.
a De veis saber, disse elle, que O Christo o
chele do homem, o homem o chefe da mulber;
maa Deua o ebefe do Chriato (l. Ad. Cord.,
XI, 3.]
A mulher serve de auxilio ao homem, o homem
ao Chriato, o Christo a Deus, que tudo fz para
elle tanto oa ordem temporal, como oa ordem
espiritual e sobrenatural.
Esws duaa oideos se acham ealreito e iosepa-
velmente ligadas no plano divino que o peccado
original alterou, mas que a incarnacio reparou e
aperfeicoou.
A ordem temporal vem de Adi e precede a
ordem espirilual jue vem do novo Adao.
Na ordem temporal, terrestre e humana Deua
obra como creador, e o Christo como o sol dos
espirllos que elle esclarece e illumina com o au-
xilio dos principio, e das verdades theoriess e
universaea que se deduzem desses principios l-
gicamente.
Na ordem espiritual e sobrenatural adoramos
em Deus um pae, e no Christo o fllho de Deus
vivo e o autor da f. Aqu Deus adorado, nio
em imagem como na ordem temporal, mas c em
espirito e verdade : aqu temos por pae o novo
Adi, pae dos seculos futuros, e por mi a ora
Evs < nao da gra;a divina, o
Fiiho de Deua e fllho do homem Nosso Se-
nhor Jess Christo o lago que liga essas duas
ordens. Antes da incarnacio a familia dos pa-
triarchas e o povo de Deus figuravsm a egreja : a
incaraacio porm realiaou a ordem espiritual, e
de entio para ci as duas ordeos sio tio distinetas
como se acham ligadas urna outra.
A sociedade espiritual ou a egreja tem sua
existencia propria, seus Dns, parochias, diocese,
legislado, justica, e administrarlo. A ebristan-
dade ou a repblica chrisia tem tambem urna
existencia que lhe propria, seus cidadios, fa-
milias, naces, leis, tribunas, emfim sua adminis-
Cao peculiar e seus exercilos Urna se alimenta
com a vida espiritual o divins, a outra se alimenta
com a vida natural e humana ; porm neste caso
a nalureza j nio urna natureza decebida e re-
bellada contra Dos e contra a raxo sim a
humanidade rehabilitada, restaurada, e conduzi-
da a ordem pelo Christo.
A revolucio repelle a egreja propriamente di-
ta, ou pelo menea assim o diz, e devemos crer,
porque a opprime por toda a parte. Em nome
do progresso ataca abertamenlo a ehristandade,
isto a civilisacao chrisia, cuja realeza tempo-
ral e pootific! a mais elevada persooificagao.
Tomando por base exclusiva eos direilos do ho-
mem nada quer de Deus nem do Christo; pois
que at repelle esse direito divino, que a repara-
do inlroduzio na ordem temporal fazendo do po
der humano o delegado de Christo no exterior.
O eslado a familia engrandecida. M. de Bo-
nald reconheceu que a mulher a repreaenlagio
de lodo o miniaterio publico assim como o pae de
familia o de todo o poder.
Na sociedade publica os quatro termos da hie-
rarchia sio : o rei, o Paps, o Christo, e final-
mente Deus.
O prncipe, soberaoo no seu estado, nio mais
do que ura ministro oa ehristandade, onde o po-
der perience ao Christo. Monarcha ou presiden-
te o principe catbolico de direito humano
chefe .lo eslado, e de direito divino biapo do ex-
terior : meditar entre o clero e o povo, como
diz a lithurgia, elle une o ealado a egreja. Dee-
sa uniio tesulta a repblica chrisia ou a ehris-
tandade, da qual o Papa merabro como rei tem-
poral, e chele como pae dos res e vigario de
Christo.
O vigario de Christo, bispo e rei de Roma che-
fe da humanidade regenerada e principe dos pas-
tores, liga a mosma humanidade ao Christo:
dahi a egreja. Mediador entre ocu e a ierra
tudo o que o Pa,.a liga, tudo o que desliga na
Ierra ligado e desligado no cu. E' elle a po-
dra fundamental da egresa pedra visivel indis-
soluvelmeote unida pedra iovisivel que o
Christo : alm disto o chefe da repblica chris-
ia, o que nao q'jer dizer que seja o rei lempo-
ral de lodo o mundo, por que a esse titulo igual
aos outros reis, ross sim que a realeza temporal
eai na sua peasoa indiasoluvelmente unida
realeza espiritual que te eslende por todo o uni-
verso, o
Essa realeza nao julga s as heresias, porm
todos os iros que ferem essencialmeate a nalu-
reza e a razio, e ludo o que viola em principio
os mandamentos de Deus, regra inviolavel da
justica e do direito. O Papa por sua uniio com
o Christo verdaderamente a razio geral da hu-
manidade a razio catholica Assim pois
toda a razio que se separa delle nio pasea de
urna razio privada e individual inteiramente
desprovidade autoridade.
Gracas autoridade e i infallibilHide do Papa,
consequeocia da assislencia do Christo a que est
presente onde est o seu ministro as portas do
inferno nio prevalecerao contra a egreja. Ora,
as portas do infamo at certo ponto oio deixam
de ser de qualquer forma palpaveis e vislveis.
Essas portas, segundo os nossos santos doc-
tores (diz S. Thomaz) sio as cortes dos tyraonos
e perseguidores da egreja, assim chamadas por-
que sao a origem de todos os peccadoa na egreja
militante ; e na realidade aos principes desss or-
dem hio recorrido os scelerados, como acontecen
na corle de Conrado e de Maofredo : porm, longe
de prevalecerem centra a egreja todos elles teem
perecido violentamente.
da
estado na intimidado de madama de Wine; mas
Jacques tinha razio ; que differenca I A duqueza
nao precisava diser-me urna palavra, nem pre-
cisara diz-la nunca: seu primeiro olhar me
dissera tudo. Recebeodo, s quatro horas da ma-
drugada o aeu amante o um eslranho no seu
quarto, mysteriosamente, i alguna passosde um
marido que nada devia saber, sem me confessar
nada, sem tentar occullar-me nada, como, nessa
situacio delicada, conseguiu ficarlio sua von-
tade como ae tudo se houvera paseado regular-
mente?
Como faz para aer theia de gra(a, de espirito,
de confianc, de amenidade coa o amigo; de
taroura, de expanaio, de amor com o amante,
sem que asusceptibilidade maia escrupulosa po-
desse sequr por um instante flear offendida ? E'
um desses prodigios de destreza do que s as
mulheres de sua rara poasuem o sagrado, e que
eu nio tentarel explicer. Tudo o que posso dizer,
que se Jacques fra seu marido e eu seu ami-
go ha dez anuos, a Intimidada nio teria eido mais
completa e ao mesmo teenpo mais eonrenieole,
mais distinets, mais nobre: o que aei que,
quando aahimoa publicamente da cas della, s
oito horas da maoh, eu compreheadia quanios
encantos devia Jacquea acbar em semelhante
amor.
.,T,nrni ver moitae vetaa duonnia em con-
dictes quasi anlogas, e sempre aohei-a a mea-
ma. Decididamente aa faltas das mulherea de al-
ta calhegorra nio se parecem com s das outras
O que fz a falla de urna mulher, e faz ainda o
amor proprio de nos, os homens, que estabele-
ceu essa theoria, antea o abandono do corpo do
que o da alma. Perdoamos mais fcilmente
mulher quem amamoa que ame eternamente
oulro homem, do que ter pertencido urna vez por
fraqueza, por despeito, por algum desses seoli-
menios indeliniveis que aaooselbam as mulheres,
um homem quem nao ama, e quem nunca
maia tornar a ver. S oos julgamos engaados
quando oulrem tem partilhado physicamenle
nossa mulher e nossa amante. Elle nao a teve,
eis a grande coosolacao que npssa vaidade se
d. O crime est, pois, no contentimeoto do cor-
po, no abandono da materia,' oesao minuto de
exatlaeio em que o amor diz a aua ultima pala-
vra, sem a qual, faga-se o qoe se fizer, nao ha
amor possivel. Pois bem, as mulheres da posi-
cio da duquez, o perdi e a greca do espirito, a'
| reserva habitual, a irradico da raca, oa aenti-
menlos elevados e delicados d'alma, a alma em-
fim envelvem tio bem e falta, oe eata deeappa-
recealraz desse ru immalerlal eomo desappare-
ciam outr'ora ate olhoa dos homens, atraz da me-
nor nurem regando nos espieos infinitos do cu,
os myateriosos amores dos deiuee e doa morisca
qoe ellas haviam eacolhido.
E' debalde que ee aabo que eaee* fidalgaa sio
Alraveseemos urna grande~saie de janlar, ira* Po a roofldeoeia e a desculpa de urna posicio ulheres como es outras, coas ledas as axigea-
camente allumiada pela lampada da ante-cama-"'" "
H vtde Diarto a. BO. '------------------1
falsa, ella esteodeo-me a mi, e lea de miro om
amigo instantneo. Cempreheodi todo e amor
que esaa mulher podia inspirar. Eu tamborn. llana
clase em todas as condicSes humanas ; pde-ae,
muito embora, procurar na memoria a rcorda-
cio das expensos inUasu, que te ha pajth*-
do : pfjje-se emfim, saber bem o que amor, es-
til-se tio habituado a vS-las altivas, imponentes,
dignas, respeitaias, que nio se conseguc repre-
senta-las oa attitude de qualquer mulher.
Tal era o effeito que em mira produzia a du-
queza quando eu a via, e entretanto eu via-a qua-
ai sempre na maior iotimidade. Nio havia sema-
na que eu nio tivease urna ou duas vezes occa-
siio de enconira-la ou de reeeber della urna car-
ta, sempre asaigaad a Dama dat perola, appel-
lido que Jacques lhe dera, para designa-la sem
confbromeit-1 quando tinhamos de fallar della
ante extranhos, e qoe lhe da varaos das joias que
ella prefera e do titulo de um livro que eu es
crevia nessa poca, do qual j a duqueza tinhi
lido alguns fragmentos, e por cuja herona se in-
teressava, comquanto essa herona fosee urna
simples cortezia. -
Se algum dia escrever a mioh historia, di-
zia-me ella rir. iolitule-a a Dama datperolat;
maa tatvex a minha historia nunca seja bastante
interessaote para ser escripia.
Pobre mulher I nio descoafiava entio do des-
fecho fatal qoe deviam ter os aconlecimedtos de
sua vida, dos quaes eu era o confidente qu*si
quotidiano. No entanto era felir-
Muitas vezes Jacana* couvidou-me a almocar
fom lio uu seu modesto aposento de rapaz. El-
i divertia-se extraordinariamente neasaa refei-
Qes, em que sembr falta va alguma cousa. Nes-
ses diss mandavamos embora o criado. Ella nos
ajudava a por a meca ; prohib Jacques de fa-
zer despezas por sua causa ; fazia-se boa rapari-
ga e era sempre a mesma Qdalga. Sob qualquer
pretexto eu me relirava e deixava-oa s. Pois
bem, meu espirito nio tinha por um momento
a audacia de imaginar aa realidades que a mi-
nha ausencia abria a porta ; mas atibo50 que nio
se deveris ter pana de Jacques. A duqueza pa-
reca multo feliz. Ria como urna crianga. Diz-
se que os amores Ilegtimos oceultam remorsos.
Tenho visto muilss mulheres culpadas, nunca Ibes
conheci remorsos. Quando .urna mulher i amada
pelo homem quem ama, aeja qual fr a ciaste
i que ella pertenca, bebe e dorrae como a virgem
mais pura. Sua conscieocia espers, para lhes
conservar alguma cousa, que o homem nio a ame
maia. O remorso nasce do abandono e nio da
falta.
X
No entanto, Annette e Jacquet nio ao separa-
vam. Todaa as poites a porta por onde tinhamos
passado juntos toraava-se a abrir para elle. Seus
amores espaodiam-se em lio completa "igrrt-er
que, por momentos, eu me easustara. A limpi-
dez mullo prolongada do cu em certas zona, faz
prever lerrlveia tempestades.
.Quasi todoa diaa, is duas horas, a duqueza ia
buscar Jaiques, e ambos escondidos no fuodo de
um carro, iam correr oa bosques despojadoa de
folhas e deselos. Fazia fri para oa outros e nio
para elles. O invern,'com a mulher i quem
amamos, a primavera. No meio de tado isso,
Jacquee achara meio do trablhar maii do que
c O soberano Pontifica (diz anda o
Thomaz) o chafe deslea. De chafe i.
po mystKo precede todo o sentimento o
moritnento como uceada coa o ebefe ..
corpo ristrel: ai porque doremos dizer que ai-
le est a pleoiluda das nce, eqae todoa loe
partiejipamof desea plenitude. H *
der eopirituai ; porque o corporal e o temporal
dependem do espiritual e do perpetuo da mosma
forma que a operacao do eorpo depende da forcj
da alma : e assim eomo corpo recebo da alma
a existen eis, a terca e accao, segando eopeiVeleeem
Aristteles e Santo Agostioho, assim tambem e
junadiegao temporaldoa principes depende do po-
der espiritual de Pedro e de seus sotanelos.
Eocontra-se a prova disto 00a feitos o aecoeo dos
soberanos Pontfices e do imperadores. (Os Mea
Pnnc. 111, X.) ^
9 aanlo doutor cita numerosos exemplee, e de-
pois eslabelece que u quatro monarebiaa princi-
paes. i saber, dos Assyrioe, doe Hadas o Persea,
dos Gregos, e dos Romano,Yiccedeu a eterna
realeza do Christo, de quem o Pepa vigario do
Christo Filho de Deua e Filho do hornea, e m
sob esse duplico titubeo berdeiro de todoa es di-
reilos, quer humanos, quer dirinos.
Chefe iovisivel nio s da chrMaaddfat
egreja, come tambem do cu, o Hoa
une Deus o mesmo cu o o torre, a pois eco
mediador eotre Deua e oa borneas.
Alm dessas tres realezas seta o reino otaras de
Deus, Pae todo poderoso, creador do cu da
trra.
Ji se v, pois, que a hierarchia envolve tres
realezas diversas, mas unidas : realeza tempera!
dos principes ; realeza temporal o espiritual do
Papa ; realeza temporal, espiritual o colete do
Christo ; realeza universal o eterna 4o Dona o a
quem smente perteoee a gloria, magostado, s a
independencia, pois que. at meeaeo Chriato san
virtude de sua humanidade recoohoco esos im-
perio.
No estholieiamo o chefe inferior o ministro, o
auxiliar do superior, maa om auxiliar eemsitteate
ao chefe, e nao um simples instrumento, um fsoc-
cionario passivo.
O Christo, rei dos aejos e doe horneas, 4 s mi-
nistro de Deas. O Papa, chefe da humanidade
regenerada pelo baptismo, o rigario do Christo.
O principe, chefe do estado, Mapo quanlo ao
exigrior, e como tal ministro o vigario ds Papo
no que diz respeito defeza e exattacio da
egreja.
Tudo o que se refere ao chrstlaoiamo, os inte-
rior ou exteriormeote, da competencia do es-
pado ; ao passo que o governo do estado no ajas
se refere exclusivamente i ordem temporal 4 da
competencia do principa, porque ali existem don
poderes diversos, se bem que sidos.
O Papa s iotervem como Papa quando s ratt-
giaro soTre, ou quando a ordem eeeoacUlaaoate
violada : e foi isto, o que fez justamente Po IX
quaoto Italia. Sem se embaracar com o gover-
no do Piemonte nada maia fez do qae defender
os direitoa da egreja, e os doa principes sesapes-
sados, porque os direilos desloe ltimos se liga-
vara principios eternos de justica que o Pie-
rnn te negava com o fim de poder enaexar ai se
estados daqaelles prncipes.
Nestes limites oio possirel haver eoafuseV,
entre aa duaa ordens, porque se se (ral* de
urna questio puramente temporal, o Papo egosl
a seus irmios ; defende os seos direilos com as
armas temporaes e com a diplomacia : maa ao a
religiao e oa principios essenciae ds jsstiea e do
direito sio atacadas-, elle julga em virtadedeesa
autoridade espiritual, e julga soberanamente
A egreja e o estado esti ver m aempre unidas
n ordem estabelecida por Deus : a principie fo-
ram representados na pesaos de umsd borneas
Adi : depois em urna familia a ds patriar-
cha ; depois em urna naco o poro de Dse ;
depois em toda a humanidade a egreja catho-
lica, egreja que tari todoo sen poder qsaode oio
houver mais do que um s pastor o amso reba-
oho.
Esta uoidade exige que todas as oseaos s todos
os reis sejam catholicos, eomo algum dia assim
ser < porque preciso que o Christo reiaeateerb-
jugar a aeua ps todos os seus inimigos. Os ini-
migos da sua autoridade espirilual foram venci-
dos, resta agora vencer o inimigos do ssdsr sai-
versal que elle recebes sobre a torra. Traaapaou
eomo Filho de Deua, hade triomphar come Pilho
do homem.
Em parte alguma o reino da egreja paraman-
te eapiritaal, nem mesmo no cu, pois devemos
crer na rersurreicio. Oa homens eli nao cario
puros espirito, mas estario em carne e
como o faz obserrar Chriato depois da aaa r
reicio.
Sob todos esses regimens successiroe existe sa-
cerdocio e realeza, e naa cousas dira a sacer-
docio espiritual s submetlido realeza espiri-
tual. O Papa sacerdote o rei espirita*!: o
Chnsto sacerdote e rei eterso. Eis-aqui par-
que o sacerdocio chriatio submetlido aos reis os
ordem temporal lhes sapsrisr aa ordem espi-
ritual. ^
Todo o pastor legitimo o Papa com mate ra-
zio tem autoridade espiritual: o nssta ordem,
isto espiritual o principo dere obediencia ao'
cura, ao seu bispo, e ao Papa comoqaatqssr os-
tro fiel, porque da egreja que ello recebe, da
mesma forma que todoa os rnrntisesee, asa a
o dogma, como tambem aa regra de jsatics s do
direito, porqaanto smente efts lea autoridad'
sobre o pensameoto.
[Continuar-te ka.)
r-
at entio o fizera. A' cada instante seu coracio
prestara ao seu talento urna composi^o nova,
fresca, colorida. Elle liona razio de dizer: o ge-
nio a superabundancia das seusagOes. E a
ch imita do coracio que anima o cerebro. Sua
arte mesmo ji nao lhe era sotlciente, elle torna-
ra-se poeta. Urna manhia appareceu-me em ca-
sa, sentou-se ao piano, e reeitou-me com um
acompanhameoto muito simple, mas cheio de
hsrmonia e de sentimento, os versos seguintes
qae acabara de fazer:
Hier nous so mines parta au food d'une voiture,
Enlaces l'on i l'eutre, aiosi que deux frileox,
Emportmt atravrs une sombre nature,
Le priotempa eternel que auit les amoureux.
Nous avios confi le sort de le jouroee
Au cocher, qui devait noua meoor au hasard.
O boo lui aemblerait, el notre destine
Reposait dans aes mains a compler da depirt.
Cet horome pour Saint Cloud arait des prefereoces
Ebbienl va pour St. Cloud,c'est un charmant paysl
n'ailieurs quand nous mlons nos douces coo-
f (Menees
Peu m'importe l'endroit, je suis bien o je suis.
A Is grille do pare il nous fit done descendre
Le pare etait desert, triste, silencieux :
Le rent roulait aa ciel des ousges de ceir ;
Les arbres etslent noirs el les cherains boueux.
Nous nous mimes a rire. En rerit, madame,
C'etait risible a rolr mais oh ni royait pas,
Et j'ensuis enchapt. la belle et noble dame
Que relevan sa robo et laissait roir ses bss-
Vous ariez l'embarras, embarras plein de grace,
Des femmea comme il (aul qui marchen!, n'ayant
(asa
L'babitode d'aller i pied, el rotre race
Aurait pu se prourer ren que par ros faux pas.
Vous teniez d'une main rotre robe da aoie
Relevea en deux pita par devaet vos jopos,
Dntele el bredes ae doonareot cette ioie
De rirearec le beua en bailant vos taln.
Voa pieds chaqu instanl s'entbncerent daos la
(ierre
Comme si calle Ierre eut roul roas garder,
Pour lea rareil, apra c'etait tout une afftire,
Et vous n'sriez pae iras de moi pour vous aider.
La belle promeoade I et la charroaote choao
Que l'amoer dona unbols par tratemps plurieuxl
La bise roua faiaall un petil oei tout rose,
Empourprail rotre joue el moalllat roa grands
lyeux.
Eh bien! c'etait charmant pas qu'a le siaon rerle!
Le pete etail nous, nona seis, noua deux.
Pea aa risaga humain aer la reata deserte
Pe 'impertun temoin que noes cherchit des
Nous aros trarers lea longues arsoaoa
Que termioait toujonra le meae boraos gris,
Ssns memo regarder les deesee coaaaes
Posant en marbre blane sous les arbres maigris. ..
Nous smmes srrirs prs d'un bassia o rJo
Un cygoe eocor plus blaoc que le lait, et nagsasi
Silencieusement, et comme une emanad
L'eau rerte refletait la bel oiaeas d'argent.'
II rintnousdemanderqaelqueeasss, neaiette
De pain ; et ponr nous plaire, il iscdsH tan
(lean coa *
Vous lui dttes alora : Paurre potito bets,
Je oe le aovis pas, et je a'ai ren da leal, a
Si bien qe'il nous quilla, nona msprisasl asas
(coste
Et a'eu alia rayant le miroir du *
A' col du jet a'eea, que, lombertaastle i gsstte
Faiaait, lui tout seul, tout la bruit da jardn. *
Nous restamos alors sppuyea Pan aorl'aatra
Regardanl le beau cygne, ecoulant le jet a'eas
Ls triatesse du bola faiaait cadro i la notre -
El le aoir commenca d'etendre son rideau.'
Daos ma poche pru une def da ma casmare,
Et. sur un pisesstal plein do mote, as erare-,
A mon tour j'iocrustrai ees mol: Trente asisalra
Puta, aupres de ees mots je grarai tetra sea.
Maotenant quand l'l se rire done lea arbres
Quand les ais promeewsrs reposplsrast Is aas,
Quand les feuillea eeroat lesra rsflele asr los mar-
Quand le perc sera plein de lualre el da reta :
A' la saiton des fleurs, enfio j'isai,
Revoir le piedestal portael la noa trac.
Ce doux noa danslsquel j'emprsonse 1
Et que le em d'hier a peut-etre efac
Qui asit o vous seres alora, me voygsss*
Je sera i seul psut tro, et vosa a'awrss ej
Aurez- vous doVc repris rolro conrea jov<_
En ma laiasaot l'hirer ea miliec a l'eV?
Ger l'hrer ee n'est pas la ates al la freidara
Et loa chemina deserta qa'hior noera arase
C'eatle ecaor aana rayse,e/ast rema teas rerdsrt;
C'eat ce qoe je total asead roas n'y
[Contiunmr ar-ha.l
fERN. TTP. DEIM.F.JDE PAMA l FILHO. 1
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