Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09807


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Full Text

lili IIITil IDMHO 231
Por tresttezes adiantados 5$0fl0
Por tres metes vencidas 6)000
8EG0HDA FEIRA 7 II OTBRO IIIICI
Para*itadiuUitt9|000
Ptrta fraico par HbseriUr.
llAlfl
AUUlfci*l.lAa uva lKlBUWAfaS DA CAPITAL.
Tribunal do eomraercio ; segundes quintil.
Relaco: tercas, quintal labbadoi aalOhoraa.
Pateada: tercia, quintase aabbadoi 10horas.
Jaizo do eommercio : quartai ao nato dia:
Dito do orphos: tercas a saztaa as 10 horas.
Primeira vara do eivl: torgaa a acitaaso maio
dia.
Segunda rara do eWet: qaartaa sabbados a 1
| hora da tarda:
RCAKMGADOBDilSCaUPCAO DO NORTB
Parauba, o Sr. Antonio Alaxandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araea-
(7, o Sr. k, da Lomos Braga ; Ce ara. o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maralo, o Sr. Xanoel Joai Mar-
tina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
.Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo daCosta.
F a tu tu as o iukhbUU.
Olinda todos os diaa as 911/1 horas do dia.
Iguaraasu.Goianna a Parahiba naa aegundaa a|
sextas-feiras.
S. Anto.Bezerros, Bonito, Caruar.AUinho ]
Garanhuns as tercas-teiras
Pao d'Alho, Nazaroth, Limoelro.Brejo, Pee-
queira.Ingazeira.Flores, Villa-Bella,Boa- Vista,
Ouricury eFx as quartasf oirs.
Cabo.Serlnhaem.Rio Formoso,Una,Barreiros]
Aga Preta.Pimenteiras Natal quintas feiras
Todos os correiospartemfaa 10 horas damanhaa
EPHEMERIDES DO MIZ DE OUTUBRO.
4 Laa nova as 4 horas a 37 minutos da man
10 Quarto crescenta as7 horas a 47 minntoa da
tarde.
18 La ehaia aa 4 horas e 35 minutos da tarde.
Quarto mioguantaaa 7 horaa a 3minutos da
tarde.
PREAhUR DEHOJE.
Primeiro as 6 horas e 54 minutos da machia.
egando as 7 horas a 18 minatoa da Urda.
DAS DA SIMARA.
7 Segunda. S. Mareos p. ; S. Apuleo.
8 Terca. S. Erigida viu. ; S. Pelagia peniteote.
9 Quarta. S. Dionizio b. de Paria; S. Gersino b.
10 Quinta. S. Francisco de Borja padroeiro.
11 Serta. S. Firmioo b.; S. Filonilla; S. Nicacio.
12 Sibbado. S. Cyprisno b. m. ; S. Seraphina t.
18 Domingo. Nosss Senhora dos Remedios.
ENCARBEGADOS DASUBSCRlPCAO DOSUL
Alagoas, o Sr. Glaadino Palaio Dias; Baha.
Sr. Jos4 Martina Airea; lia de Jaaairo. Sv
Joo Pereira Martina.
IM PERNAMBUCO.
Os proprietarea do DIARIO Mano 1 Figueiroe
de Faria & Filhe, aa su a li vraris prsca da Inde-
pendeacia bi. 0e8.
"
S
PARTE 0FFICIAL.
reometra da referida aUandega da deciso da tbe
souraria pela qual foi denegado o direito por- tando inleirado de haTer V. Etc. tomado possee
Ministerio dss fa zonda.
Expediente de 12 de agosto de 1861.
A'thesouraria do Par, remllenlo copia da
representadlo da contadoria do ministerio da ma.-
rinha, que acompanhoa o aviso de 20 de junho
ultimo do mesmo ministerio, expoodo diversas
irregularidades encontradas tanto em relaco
classiQcacao de despezas (eitaa pela dita Ihesou-
raria como a abonos indebidos de vencimenlos.
Era consequeocia desse avieo ordena esse minis-
terio meama thesouraria que proceda classi-
icago da despeza pelo modo indicado oa referi-
da representado, e que faca repor aos cofres na
cionaes os vencimeolos indebidamente pagos,
danto ao thesouro coota circumslanciada do re-
sultado.
13
A' thesouraria do Para, comraunicaodo que
este ministerio, sciente pelos officios da mesroa
thesouraria o. 398 de 21 de dezembro de 1839 e
n. 5 do 9 de Janeiro de 1860, e pelos da respec-
tiva presidencia n. 12 de 11 do dito mez de Ja-
neiro e n. 16 de 3 de fevereiro, do facto crimi-
noso que ortica ra o collector da cidade de Obi-
dos Dionisio Pedro Auzier, qual o de pagar em
vales o prel da guarda nacional all destcala,
Tacebendo alias da thesouraria o dioheiro nece-s
-sario para taes pagamentos; da deliberado da
thesouraria de demitti-lo, bem como a seu escri-
bi Manoel Gomes de Aodrade; das providencias
que foram tomadas logo depoes do conhecimenlo
de semelhaute facto, das quaes reaullaram a ve-
rificago de alcance no cofre da collecloria, a
-aubsequeote iodemoisaco da fazeoda nacional, e
o processo do mencionado Auzier, mandado ins-
taurar pela referida presidencia ; resoWeu que
thesouraria anda cumpre fazer recolber a seus
cofres a importancia da commissao do ex-collec-
tor, correspondente quaotia de 2:820J199, visto
que, segundo consta dos documentos que acom-
panharam os supracitados officios, contra a ex-
presas disposco do art. 43 da lei n. 514 de 28
de outubro de 1848 s perdeu elle a porceotagem
-correspondente i qufntia de 1110152, que arre-
cadra no ultimo mez de sua gerencia, quando o
saldo da renda da collectoria que faltou no res-
pectivo cofre no acto do balaoco, em 21 de de-
zembro de 1859, montoo a 2:9313351.
14 -
A' thesouraria das Alagoas, approvando, em
vista do seu officio n. 24 de 27 de marco ultimo,
o seu procedimonto relativamente ao pagamento
das judas de custo dos deputados geraea pela
meama provincia ; e preveniodo que deve haver
a restituidlo das ditaa ajudas de custo abonadas
aos deputados que nao foram taes recoahecidos
.pela respectiva cmara.
- 16
Circular s thesourarias.Ministerio dos nego-
cios da fazeod.Rio de Janeiro, em 16 de agos-
to de 1861.Jos Maria da Silva Paranhos, pre-
sideole do tribunal do thesouro nacional, atien-
den Jo ao que representou o Etm. presidente, da
.provincia de Minas-Geraes em seos officios de 28
de novembro de 1860 e 14 de Janeiro do corrate
anno; e tendo em vuta o disposto na ordena n.
14 de 21 de julho de 1859, declara aos Srs. ins-
pectores das thesourarias de fazenda que as no-
tas que foram receidas oas diversas estacdes pu-
blicas al ao ultimo dia do prazo concedido para
a sua substituicao sem descont, podero aer
aceitas pelo seu valor integral dos diveraos col-
iectores, administradoras, com tanto que estes
jgam a entrega ou remessa de taes notas dentro
dos prazos marcados para a entrada das rendas
por elles arrecadadas, e tenham previamente re-
mettido thesouraria urna relaco da qoanlidade,
valores, nmeros e series das notas em substitu-
cao, que se achem nos cofres a seu cargo oa vas-
pera do dia em que comee o descont; Qcaodo
neata parte revogada a circular n. 80 de 20 de
dezembro de 1860.Jos Maria da SiUa Para-
nhos.Commuoicou -se presidencia de Minas-
Geraes em resposta aos seus officios.
20
A' thesouraria do Cear, devolveodo os papis
que serviram de base para a coocesso da apo-
sentadora ao thesoureiro da respectiva alfandeg
Joo Fraoklin de Lima, a&m de que faga observar
a lal respeito no art. ti 5 do decreto n. 2,343
de 29 de Janeiro de 1859, verificando-se deade
logo se elle est quite com a fazenda peloi im-
postas de suas nomeaces, visto nao serem os
referidos papis sufficientes para proceder-se S
liquidado do tampo de servido por nao constar
seguidamente o exercicio do dito empregado.
A' de S. Paulo, declarando que estando o
;overno imperial sutorisado pelo ari. 11 6o de
ei n. 1,114 de 27 de setembro de 1860, para rea-
lisar s venda dos proprloi nactooaes que forem
desnecessarios ao servico publico, e nao darem
um arrenda ment pelo menos equivalente s des-
pezss do seu cusleio e ao juro correspondente ao
seu valor; torna-se indispeasavel que a referida
presidencia preste a este ministerio com a maior
brevidade possivel urna ioforraaco minuciosa
que o habilite a tomar urna deliberado no que
toca s fazendas da naco existentes na dita pro*
vincia ; visto que o producto que o estado lira
das mesmas est mullo longe de corresponder ao
capital nellas empregados.
Coohecido o fim a que se dirige esta informa-
c,o, conla este ministerio que a mesma presiden-
cia avaliar cabalmente as vistas do governo,
pondo-o bem ao facto do estado das fazendas e
dos resultados que se podem esperar de sua ven-
da ou arieadamento, qual mus conveniente pa-
reca dita presidencia. E como, quer n'ums
quer n'outra hypothese, talvez seja preferivel re-
tirar seno todos ao manos a maior parte dos es-
cravos nellas existentes para serem applicados s
obraa publicas dessa a de outras provincias, on-
de seus aervicos podem ser melhor aproveitados,
a referida presidencis completar suas informa-
{oes com a relaco dos nomes, estado e idade dos
ditos escravos, dando ao mesmo tempo o seu pa-
recer sobre essa medida e indicando quantos es-
cravos da naco devero ser ah empregados e
em que aervicos, caso seja ella levada a effeito.
Idnticos s presidencias do Amazonas, Para'
Piauhy, Maranho e Mallo Grosso.
21
l. A' presidencia do Para, eommuoicando que
tendo este ministerio reoommendado em 13 do
correte tbeseuraria da mesma provincia a ar-
recadaco da porceotagem indevidamente abona-
da ao ex-collector de Obidos Pedro Dionizio Au-
zier, correspondente quantia de 2:8200199 por
elle delida, visto que glozoo-ae loe lmente
commissao relativa a quaotia de 1010152 ; resta
aaber qual foi o resultado do proeeaso instaurado
ao dito ex-collector pelo facto de (azar pagamen-
tos com vales s pregas do destacamento, quando
tinha nos cofres da collecloria recursos suffi-
cientes. Coovem pois que a referida presidencia
informe a este minutario com o que se lhe eflo-
rece r a esta respeito.
- 22 -
A' thesouraria da Pernambuco. communl-
caodo que o tribunal do thesouro, de eonformi-
dade com aa ordena n. 41 de 16 da abril ultimo
e n. 34 da 80 de junho, expedidas aquella the-
souraria do Para, esta i do Rio Grande do Nor-
te em firtude da imperial resolucio de 10 de di-
to mez de abril lomada sobre consulta da scelo
de fazenda do conseibo de estado, deferio o re-
curso ioterposto por Manoel Goelbo Cintra, ste-
veira Bello, presidente do Rio de Janeiro.Fi- <
ceotagem e gratificarlo inherente ao exercicio do
seu lugar durante o lempo em que fuoccionoa
como membro da assembla legislativa da referi-
da provincia de Pernambuco na aesso do citado
anno.
26 _
Ao presidente do banco do Brasil, accussndo
o recebimeoto de seu officio n. 384 de 13 de ju-
nho ultimo, no qual consulta ao governo impe-
rial sobre a duvida em que se actuva a respecti-
va directora relativamente verdadeira iotelli-
gencia da segunda parle do 2. do art. 1." da
lei n. 1,083 de 22 de agosto do anno passado,
_ I comparada com a disposco que lhe parallela
no art. 4. do decreto n. 2,685 de 10 de novem-
bro do mesmo anno.
Consisto a duvida em julgarem alguos siem-
bros da directora que os 25 por ceoto a que se
tinha de restringir a emisso dos bilhetes meno-
res de 509000 e 25)000 deviam ser regulsdos pe-
la somma total da emissao circulante no dia 22
de fevereiro ultimo, quando expirou o prazo de
seis mezes marcado no sobredito artigo da lei de
22 de agosto, o explicado pela tabella n. 2 aune-
xa ao referido decreto n. 2,685.
Para assim pensar, fundata-se a presidencia
em que, se a lei quizesse referir-se emisso
existente em circulacao na data em que Qndasse
o prazo de seis mezes dado para o troco em ou-
ro, ouira seria a sua ledra, determinando exprs-
lamente este caso e nao se limitando a usar das
palavrasemisso total, que parecem indicar
urna emisso j coohecida, que nao pode ser ou-
tra seno a de que (allam a mesma lei' e regu-
lamento, os quaes fizando urna regra invaciavel
para a effectividade da redcelo evitaram que es-
la pu desse ir atem dos 25 por cento quaodo a
emisso se achasse a quem do dito mximum,
como j acontecer na caixa matriz.
Sendo ouvida a seccao de fazenda do coose-
Iho de estado acerca da duvida de que trata o
citado officio, foi esta de parecer que nenhuma
divergencia de doutrloa eziste entre a lei o regu-
lamento, e que a verdadeira inteligencia e al-
cance de ambas as disposices nao pode ser du-
vidosa desde que se atlender a seguintes consi-
deracoes.
Concorda a seccao em que m ais -positivos de-
veram ler sido os termos da lei de 22 de agoste,
se ella quizesse referir-se somma dos bilhetes
em circuladlo no prazo de seis mezes, mas en-
lende tttnbem que outra devera ser a sua redac-
co se a mesma lei tivesse om mete s emisso
mxima a que a presidencia do banco se refere.
No pensar da seccao as palavrasemissao to-
tal-nao desigoam urna emisso j coohecida,
assim como certo que a diiposico da primeira
parte do art. 1. da lei de 22 de agosto nao se
applica ao banco do Brasil, que quauto aos li-
mites de sua emisio se acha ainda nicamente
aujeito s regras de seus estatutos. Consequen-
lemente entendem os conselheiros de estado que
as palavrasemisso totalernpregadas oa se-
gunda parte do 3 2.* do art. 1. da lei n. 1,033 do
anno paseado ni j se referem nem somma doi
bilhetes que existiam na circulacao no dia 22 de
fereiro ultimo, nem lo pouco da tabella aone-
xa sob n. 2 ao decreto o. 2,685 de 10 de novem-
bro, mas sim totalidade da emiaso que o ban-
co tiver em qualquer clrcumslaocia ou occaiio
as mos do publico, sendo que o pensamento
daquelle piragrapbo que a parte da emisso
effectiva do banco do Brasil representada por bi-
lhetes menores de 5OJOO0 na corte de 259000 as
provincias nunca devr exceder a 25 por cento
do alg^rismoresullante dasomna desses mee-
mos bilheteMPcom todos dr outros de diverso
valor.
Observa finalmente a seccao que nem de outro
modo poderia justificar-se a disposco cima
mencionada ; porquanto, sendo sabidas as razoes
pelas quaes oa bilhetes do banco nao devem sa-
hir da esphara das grandes operacoes do eommer-
cio, paratervirem de instrumento as pequeas
permutas que o consumo diario exige, foram cor-
tamente esaas mesmas razoes que levaram o le-
gislador-a p6r limites circuladlo dos bilhetes
de pequeo valor.
Que marcar-se como limite urna somma Oxa
e determinada fura descooheeer que o mal que
se pretende evitar com tal disposi(o depende,
nao dv quantidade absoluta dos pequeos bilhe-
tes, mas da sus relaco com a dos de maior va-
lor ; intelllgencia esla contra a qual nlo se pode
oppor a impossibilidade, em que alguma vez se
ache a directora do banco, de manter a relaco
de 1/4 eotre duas quantidades, das quaes urna so
meos pode variar iodependente da vontade da
mesma directora, 1*, porque o limite dos bilhe-
entrado no exercicio do cargo de presidente dessa
provincia, como me commuoica em seu officio
de 21 de setembro ultimo, asseguro V. Exc. que
me achara sempre disposto para cumprir auaa
agosto de 1851, e aviso o. 352 de 30 da dezembro
de 1854, cumpra o que determina o art 12 do
mesmo decreto.
Remeiteram-ae para o mesmo eleito ao juiz
municipal do Limoeiro os requerimentos dos pro-
teo lentes a iguaes officios naquelle termo, Dent
ordens, quer relativas ao servico publico, quer ao Jos Goocalves Guimares, Manoel de Sousa Bar-
particular de V. Exc. I bosa e Jas Goocalves de Paria, bem cerno ao de
Dito ao Exrn. presidente da Parahiba.No va-1 Santo Anlo os requerimentos de Guilhermino
por Jaguaribe serlo enviados para essa provincia j Paes Brrelo, Felippe Cavalcaoti do Albaquerque
a disposco de V. Exc. os objeclos constaotesdas e Tiburtino Pinto de Almeida Jnior,
duas relaces juntas por copia.Officiou-se ao Dito aos gerentes da companhia da illuminacSo
ageole daquella provincia para ir receber no ar- a gaz. Transmiti por copia Vmcs. o officio
seal de guerra os objeclos de que se trats, pro- que me dirigi o coronel commandante das ar-
videnciando-se ao mesmo tempo sobre a entrega j mas em o 1 do correte, aiim de que mandem
e transporte delles. fazer os concertos de que necesaitam alguna dos
Dito ao coronel commandante das armas.Da-1 lampees de iliuminacao a gaz do quartel do 9
feriodo o requerimeoto de Ignacio Joaquim Ri- batalhlo de iofantaria. Communicou-se ao co-
beiro, sobre que V. S. inTormou em seu officio,o. j ronel commandante daa armas.
1600, do 1 do correte, o autoriio a maodar dar Portarla. O presidente da proviocia, contar-
baixa ao soldado do 2" b'talho de iofantaria Jo-! mando se com o que expdz o chefe de policia em
vino Joaquim Ribeiro, filho do supplicante, aeei- officio n. 983 do 1 do correte, resolve demillir
tando em seu lugar o paisano Eufrasio Francisco ; a Vicente Campello de Araujo do cargo de sub-
da Cuoha, urna vez que esteja as condices
da lei.
Conceleu-se idntica autorisacjio com relaco
a substituicao do soldado addido ao 10 batalhlo
de iofantaria Antonio Cesar Marioho Falco, pelo
paisano Jos Antonio dos Santos.
Dito ao chefe de polica. Sirva-se V. S. de,
ouvindo o administrador da casa de detenglo,
propor o meio mais econmico de effectuar a
pintura do raio do norte, a que se refere
carnelo e mais papis inclusos, que me
devolvidos.
Dito ao capito do porto.Mande V, S. por
em lberJade o recruta de mariuha Jos Francisco
Ribeiro, que provou isenco legal.
Dito ao commandante da estaco naval.Sir-
va-se V. S. de ordenar ao commandante do bri-
gue escuna Fidelidade que conduza a seu bordo
para o presidio de Femando os 30 sentenciados
de|ustics mencionados oa inclusa reanlo.Com-
municou-se ao chefe de policia.
delegado de policia de Quipap, 2 da freguezia
do mismo oome, termo de Caruir.Cimmuni-
cou-se ao chefe de policia.
Dita. O presidente da provincia, attendendo
a que se acha creada a villa do Ex pela lei pro-
vincial n. 412 de 2 de junho de 1858. ao que re-
quisilou o respectivo juiz municipal em data de
<: Em primeiro lugar, dignai-vos observar o
sentido que tiveram as eleices. as provincias
que out'ora formavam estados autonmicos e in-
dependeotes e apenas tinham entrado em um
siloaco inteiramecte nova, fallara ainda toda
experiencia das liberdades de que eram chamadas
a gosar, essas eleicoet verificaram-se com a
maior regularidade ecom a mais perfeita ordem.
Este facto ainda se presentar mais significativo,
se se pensar que as provincias mais recentemen-
tes reunidas, como aa Marcas e a Ombra, esta-
vam ameacadas pelas tropas pontificias, e que
efectivamente fioram por ellas attacadas n'alguos
pontos, precisamente na poca das eleices, se ss
coosiderar tambem que as provincias sicilianas
e napolitanas, nao s estavam expoatas s mes-
msaameacas, mas soffriam alm d'isso os effei-
tos de urna poderosa egitaclo poltica, e nao
viam ainda os seus territorios libertados dos res-
tos dn dominio abatido, por isso que em Gaeta el-
rei lcahido, conlinuavs a resistir testa de um
corpo de tropas coosideravel, e que a tomada de
Mesaina ainda nao tinha sido leotada.
< Em contrario d'esta silusco, as oovas pro-
vincias que hoje formam a maior parte do reino,
ainda que vivessem incerlas quanto ao seu futu-
ro, elegaram livre e regularmente os seus depu-
tados, eotre os quaes se nao encontra om que
represente as opioies ou os interesses do regi-
mem decahido ; e pela discusso e pelas vota-
28 de maio ultimo, e ao que dispde o decreto de Qes parlamentares podereii ter visto que toda a
1 opposico tem por fim excitar o governo a preci-
pitar o curso dos acootecimentos, para comple-
tar a independencia e a ouidade da Italia, em vez
de a levar de novo s pocas passadas.
c Exemplo talvez nico oa historia, e que de-
monstra quaoto universal e profundo, no cor-
ceo de todos os italianos o seotimento da nacio-
nalidede ; por isso que, em todos os outros pai-
zes onde a revoluco tvou ao throoo urna nova
dynastia em lugar da antiga que havia sido pre-
30 de Janeiro de 1831, resolve nomear a Jos Pe
o or- reir da Costa Miranda, nos termos do 6 art.
serlo 15 da carta da lei de 3 de outubro de 183i, para
1 exercer provisoriamente os officios de tabellio
do publico judicial e noli e escrivo de orphos
residuos e capellas do termo do Ex, emqoaoto
nao forem definitivamente prvidos. Fizeram-
se as communicacoes precisas.
Foram tambem nomeados Domingos da Silva
Saldaoha e Jos Firmo Pereira do Lago para
exercerem provisoriamente no termo do Ouricu- ciptada, nlo se conseguiu riscar o vestigio na
ry os officios, aquelle de partidor 4 contador, e representacio nacional ; e em todos osparlamen-
este de partidor smenle, visto nao haver dialri- tos, com excepcao do parlamento italiano, osdef-
Recommendou-se tambem a expedico de igual! blelo naquelle termo.Fizeram se ss commu- tensores do principe banido tomaram all lugar
ordem no sentido de serem transportados para
aquelle presidio, os officiaes, empregados, fami-
li-s, pracas o sentenciados militares coostaoles
de duas relaces juntas, bem como o 2* cadete
Carlos de Soulo Gondin e o particular Epiphaoio
de Souza e Almeida.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Em vista do que V. S. ponderou em seu officio o.
443, do 1 do correte, o auloriso a maodar dar
baixa do servico as ooze pracas do corpo sob
seu commaodo meocionadas na relaco, que
acompanhou o citado officio.
Dito ao inspector da thesouraria provincial,
Remedo V. S. os requerimeotos do escriplura-
rio da 3a secgao da secretaria do governo Joo
Manoel de Castro e do amanuense Jos Roberto
da Cunha Salles, afira de que lhes mande jtagar
os vencimeotos a que tem elles direito, por ha-
verera exercido no mez de sotembro passado, o
1 o lugar de chefe da referida seccao, e o 2a o
do respectivo escripturario.
Ordeoaram-se tambem os pagamentos se-
guintes : f
Ao emprezsrio do Iheatro de Santa Isabel Ger-
mano Francisco de Oliveirs, da prestaco do
mez de setembro ultimo;
A Rozeodo Aires da Silva, da quantia de res
420000, importancia de um semestre da casa que
serve de quartel ao destacamento do Poc.o da
Panella.
A companhia do Beberibe da de 9j>. importan
ca de agua consumida na secretaria do governo
nos mezes de abril a junho deste anno.
Ao arrematante da obra do alto do Maneota,-
da prestaco a que tem direito por haver (eito
mais de melado daquella obra.
Pela thesouraria de fazenda autorisaram-se os
seguintes :
Aos negociantes Andrade & Reg, A quantia
de 68(40 dispendida nos mezes de junho a agos-
te ltimos com o foroecimento de luz para o qnar-
tel do destacamento de Florea. -
A Antonio Victorino Lopes Guimares, da de
1011400, dispeodids com os reparos de que pre-
cisou o edificio da faculdade de dirfto.
Dita ao director geral da instrueco publica.
Era vista de sua informadlo de 30 de setembro
ultimo, sob n. 903, mande Vmc. admittir ocoi-
legio das orphas, quando hoaver vaga, as me-
nores Minemos e Dominios, Olhas de Antonia
Cherubina de Azovedo, de que tratara os papis
inclusos.
Ditoao commandante de Fernando.Remella
Vmc. ao director do arsenal de guerra, na pri-
meira opportooidade, como elle requisitou em
nicaces convenientes.
Dita.Os Srs. sgeotes da companhia brasilers
de psquetes a vapor maodem dar transporte para
a corte, por conta do ministerio da guerra, no
primeiro vapor que passar do sul, ao 2o cirurgio
do corpo de sauce Dr. Francisco Antonio Fernan-
dos Jnior, que foi transferido para aqaella pro-
vincia. Commuoicou-se ao coronel commanlan-
te das armas.
Mandou-se tambem dar passagem para acorte,
por conta do mioisterio da mariaha, ao capito
lente Francisco Jos de Oliveira. Communi-
cou-se ao commandante da establo naval.
com o oome de hgitimistas,
no so'
Expediente do secretario
erno.
Officio io Dr. chefe de polica.S. Exc, o Sr.
preiident da provincia, inleirado pelo seu offi-
cio n. 987 de 2 do correte de ter V. S. osquella
data concedido a Joo Antonio da Silva Pessoa a
demissao que pe lio do cargo de guarda da casa
de deteoclo, e nomeado para lubstitui-lo a Joo
Ferreira Loureiro ; assim o manda declarar
V. S. em resposta ao seu citado officio.Commu-
nicou-se thesouraria provincial.
Dito ao iospector da thesouraria de fazenda.
De oriem do Exm. Sr. presideote da provincia
declaro V. S., para o fim conveniente, que,
seguodo consta de officio Jo director das obras
publicaa de hootem, aob n. 231, consumir m-se
no mez de setembro ultimo 6,800 ps cbicos de
gaz com a illumioaco do palacio da presiden-
cia.
Dito ao mesmo.Manda o Exm. Sr. presideote
da proviocia commooicar V. S. que, seguodo
coostoa de officio do corooel commandante das
armas assumio interinamente a directora do hos-
pital militar no dia 1 do correte o 1 medico
daquelle eslabelecimaoto Dr. Maooel Adriano da
Silva Pootes, Qcaodo dispeosado do exercicio de
director o teoeote^coronel reformado Jos Anto-
nio Pinto.
Dito so juiz de direilo de Pao-d'Alho.De or-
dem de S. Exc, o Sr. presideote ds proviocia,
aecuso recebido o .officio de 28 do mez passado,
em que V. S. participou que por iocommodo do
Dr. Jos Maria Paraguass, oomeou o Dr. Per-
gen tino Saraiva de Araujo Gal lo para exercer
ioteriuameote o cargo de promotor publico dessa
comarca, o qual estere em exercicio desde o dia
2t at 95 daquelle mez.Fizeram-ae as commu-
nicaces do coslume.
tes de 50 e 25 um mximo do qual duocj de-, ,jici0 d,e do eoreetot-o maior numero de pares
ver o banco approximar-se muilo; 2", porque, 0e_8aPto 1ue tor possivel maoufacturar-se na
ainda quando esse mximo possa ser ultrapisa- .fflc,na de3se presidio.Coramunicou-se aquelle
quando esse mximo possa ser ultrapassa
do momentneamente por circumstancias alheias
dos actos da administradlo, poder esta empre-
gar sempre meios de reduzi-lo com facilidade aos
limites legaes.
Que podeodo dsr-se semelhaale emergencia a
respeito da regra que lhe preaerevem os estatutos
de nao elevar a emissio scima do duplo do fun-
do dispooivel, nem por isso a- transgresso mo-
mentnea desse preceito poder constituir ama
violaco dos mesmos estatutos, se for devida a
causaa que a directora nao possa remover.
Cooformsndo-se S. M. o Imperador com este
parecer por sua imperial reaoloco de 10 do cor-
rente, assim se communica referida presidencia
para seu conhecimenlo e devidos effeitos.
A' thesouraria do Amazonia, declarando
para seu coohecimento e devidos effeitos que a
este ministerio foi communicado por aviso do da
justas de 17 do correte que S. M. o Imperador,
attendendo so que lhe represeotou Caetaoo Esti-
lita Cavalcaoti Pessoa, juiz de direilo da comarca
de Solimes, houve por bem determinar a reati-
tuicio ao supplicante das quantiis por elle pagas
em virtude do aviso do mesmo mioisterio da jus-
lica de 25 de julho de 1859, ao qual se refere a
ordem de 29 de setembro do dito mez e anno, sob
n. 16.
28
A' thesouraria do Amazonas, remetiendo, de
cooformidade com o aviso do mioisterio dos ne-
gocios da marinba de 17 do correte, copia do
aviso regulameotar dirigido contadoria da ma-
riaha, deciaraodo que os officiaes e mais pragas
doa mvios pertencentes eatsc,o da meama pro
vincia devem ter o dobro das maiorias de em-
barques marcadas na tabella annexa ao decreto
o. 1668 de 24 de novembro do anno passado, e
as comedoriaa que Ibas competirn em porto do
imperio.Idetica thesouraria de Malo-Grosso.
A' presidencia da Pirahyba, eommuoicando
que o requarimeoio transmitido com sen officio
o. 48 de 27 de janho oltimo, no qual oa 2* es-
cripturarios da alfandega da mesma praviana
Trajaoo Joa Rodrigues Chaves Jnior e Antonio
Paulioo Del fim Henriqaea, pedem que Ibes seja
concedido ordenado fizo e a gratificaco que par-
cabtass antea da exacucio do regola manto de 19
de setembro do no passado. fot iodelerldo, va-
lo ser eaia materia de competencia do corpo le-
gislativo.
Despachos
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 3 de ontnbro de
Oficio ao Eim. Dr. Luli Aives Lerle de OU-
director.
Dito ao director de arsenal de guerrs.Recpra-
mendo Vmc. que fornega com urgencia ao 10*
bitalho deinfantaria os artigosque faltam psra
completo do pedido defardameato de recrutas
do mesmo batalho.Communicou se ao coronel
commandante das armas.
Dito ao director das obrss militares.Approvo
o coolracto que Vmc, segundo commuoicou-me
em seu officio n. 106 do 1 do correte, celebren
com Maooel Luiz Coelho de Almeida, para este
executar mediante a quantia de 1:2105000 os con-
certos e obras novas de que necessits o hospital
militar.Communicou-se thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao iospector interino do arsenal de mari-
nos.Bm vista do que pondera Vmc. em tea
officio de 23 de setembro altimo, sob o. 256, e de
cooformidade com a informadlo do inspector ds
thesouraria de fazenda, datada do 1 do correte,
aob n. 921, o auloriso a vender om hasta publica,
pelo maior preco que se poder obter, pro rao ven-
do a compra de outra nova, a baleeira arruinada,
que se acha empregada no servico do lazareto do
Pina, a qual ser posta a sua disposco pelo ios
pector da saude do porto.Officiou-ae a este para
o fim indicado, e communicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo. Concedo a aulorisaco que
Vmc. aohcitou em dea officio o. 260 de 26 de se-
tembro ultimo pararconlritar um pratico da cos-
ta aura de dirigir at o porte da capital do Mara-
nho o hiale deatinado ao servico da capital da-
quella provincia.Coramunicou-ae thesouraria
de fazenda.
Dito ao juiz municipal do Boeito. Para cum-
primenlo do aviso do ministerio da justica de 22
de agosto altimo. remelto-lhe o incluso requeri-
meoto em que Francisco Pereira da Costa pede
ser prvido nos officios de partidor e cootador
daaae termo para que Vmc. declare se jl se cum-
priram aa diaooaicoes de decreto o. 817 de 90 de
agosto de 1851, como se racommendou por cir-
cular de 26 de janho deate anno, e, no caso af-
flraalivo, remalla copia do adital ahi afflxado
para ser reprodazido neita capital, devendo op-
portuoamento devolver o aobredito requerimento
com aaa ioormacao, dopoia de fazer juntar a
elle os documentos exigidos pelo art. 14do de-
creto citado, toado em vista o que determina o
arL 12 do mesmo decreto, coja observancia lhe
recommeodo.
Dito ao juiz municipal de Serinhaem.Devolvo
Vmc. os requerimeotos doa pretoadentoa aos
offloios de partidores contador e distribuidor des*
se termo, am de que Vmc, tendo em vista o
i que dispoe o art, 14 do decreto a. 917 de 80 d
do din 3 de outubro
de 1861.
Requerimentoi.
Antonio Francisco de Moura. Nao ha lugar
vago.
Bento Pereira Rodrigues.Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional da comar-
ca do Booito.
Capito F. Raphael de Mello Reg.Ioforme o
Sr. inspector da thesouraria proviucial.
Feliz Pessoa da Gama. Ioforme o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do muni-
cipio do Recite.
Francisco Coelho de Moura.Indeferio.
Germano Francisco de Oliveira.Como requer,
aendo eite apreaeatado directora do iheatro de
Santa Isabel.
Germano Francisco de Oliveira. Dirija-se
thesouraria provincial.
Jos Vicente Lias. Indeferido vista da io-
ormacao.
Jos Nunes Monteiro. Ioforme o Sr. juic de
psz do dlstricto da cidade de Goianna.
Commendador Manoel Goocalves da Silva.
Dirija-ae thesouraria provincial.
Mariano Francisco dos Santos.A' vista da in-
Tambem nao deixareis de observar que os
nossos noros deputados, convocados pela primei-
ra vez as diversas parteada Italia, que em con-
sequeocia da sua organisacao poltica e econmi-
ca, tinham permanecido at ento extranhos una
aos oulro, e ignorantes nns dos outros ; os no-
vos deputados, digo eu, mostraram-se logo de
j accordo sobre as ideas fundamentaes, e nunca se
produzio seno urna opposico insignificante, to-
das as vezes que se tratava de medidas que ten -
diam a reatnogir o direito da naco, ou que de-
. viam contribuir para a constituir, fortalecer e
: armar aim de deffeoder esse direito. anda
' mais, bom fazer observar que a opposico,
por pouco numerosa que fosse, nao tratava de
embaracar estas medidas ; ao contrario, procu-
rava exaggera-las at alm d'aquillo que a pru-
dencia poltica nao permiltia que se excedesse,
sob pena de as tornar inefficazes on perigosas.
c A oovidade da situaco em que se achara col-
locadas as proviocias da Italia, a variedade e a
diversidade das situagdes em que lioham vivido
at eolio, davam lugar a repetidas e frequeotes
interpeliaces, que, se pajeciam superfluas a al-
gumas pessoas, tiveram comtudo a utilidade de
auxiliar oa deputados para melhor se coohece-
rem, pera multiplicar os pootos de contacto en-
tre os hmeos, e facilitar a faso dos diversos
paizes em um s.
Alm d'isso, essa interpellaces, que diziam
respeito a marcha poltica do governo, foroece-
ram ao parlamento a occasio de firmar da ma-
neira maia solemne o direito da naco, e so go-
verno d'el-rei o de manisfeslar os seus sentimen-
tos relativamente ao modo de completar a obra
j conduzida quasi at ao seu termo,
c Gonheceis j, senhor essas intenges ; sabis
que a mudenca de pessoas occorrida no gabinete,
em coosequencia da perda dolorosa e lameotada
do conde de Cavour, nao produzio mudenca al-
guma na direceo poltica inaugurada e continua-
da por elle com tanta gloria para o seu oome,
e|t)oto proreito para a Italia ; que elle fura o
verdadeiro interprete da consciencia da naco ;
?ue a aua obra havia asaentado em solidos
undamentos, veio provs-lo a sus morte. O
paiz, o parlamento* o governo, tomando como
urna grande calamidade a peda d'este Ilustre
hornera de estado, senta ao mesmo tempo a ne-
cessidade de se unir mais intimamente para nao
deixar dispersar as suas torgas ; e a Italia priva-
da apenaa nascere d'um dos aeua mais firmes
defensores, manifeslava toda a sua forle vitali-
dade sofriendo ests dolorosa prora sem desa-
nimar.
Se vos digoardes notar que a maior parte dos
trabalhos legislativos do parlamento, se verifi-
caran! depois da morte do imminente homem de
estado ; e se quizerdes tambem considerar o ob-
jecto das priocipaee leis votadas, e a grande
maioria dos suffregios que as approvaram, com-
prebendereis fcilmente que se pode assegurer,
que es suas ioleocoes foram efficazmeote estabe-
lecidas e secundadas pelo accordo do parlamen-
to e do governo.
< Leis relativas ao armamento nacional foram
igualmente fecundas em resultados polticos.
Alm das medidas relativas aoa recrulanenlao
de trra e de mar, o parlamento seoccionava na
lei que ampli a insliluico da guarda moel,
doa argumentos meta officiaei para e defese do
paiz. e para e conservadlo de ordem interna.
Os italianos nao esquecerem as palevrea so-
lemnes que o nosso augusto e generoso alliado
lhes dirigi qusndo poz p no elo da Lombar-
da : a Sede hoje todos soldados, para serem
amanha cidedos livres de urna grande naco.
Sio ae armas que hebiluem os cidedos a tem-
pornea e disciplina, dsndo-lhes e consciencia
da sua propria dignidade, e da aua propria torca
e familarieeodo-os para lodaa as virtudes varo-
na e austeras que se tornsm necesssrias ao ex-
ercicio, e susteotaco da liberdade.
Alm d'esse, se os bons exercitoa ao indis-
pensaveis pars defender ss prociosas edqoisicoes
da necio, pela confianca que um povo furteaeeo-
le armado inspira sos amigos, pelo respeito que
impe sos inimigos, sao elles tembem om meto
poderoso pera, obter pacficos triomphos ; ou
quando, a nosso pesar, a paz alterada, sana*
exercitoa servem para tornar meooe dnradoure e
menos funesta para os interesses gravea da Ea-
rops, urna perlurbaco que nao leamos pro-
vocado.
As leis relativas a unificeco de divide pu-
blica pertence tanto ordem politice, come
ordem econmica. Trazar a unidade os diversos
systemas das dividas que herdemoa dos peque-
nos estados que at aqui infelizmente divi liana a
pennsula, attrahir ao centro da vida nacional.
os interesses dos crditos do estado, e prover no
futuro de naci respeitando os direitos indiv-
duaes, o fim que o parlamento ae liaba prepos-
to adoptando as medidas flnanceiras propoetas
pelo governo d'el-rei.
O espectculo da dedicaco com qae oe ca-
pitalistas italiaoos e estrsngeiros ofiereceram oe
meios para realiaar o emprestimo votado pela ca-
mara, diz bem claramente que ease fim ao al-
cancou. Sabei, senhor, que para 764 milhoes
pedidos pelo governo, offereceu-se-lbe um cea-
curso de mais de um milho, e que aioda se es-
pera o resultado da subscripto publica.
E' um facto para que eu chamo com alinelo
os ministros do reino estrengeiro. Prova qae o
reino da Italia aoube crearse o crdito para
futuro, respeitando com a maia rigorosa jaatca,
as obrigac,f>es cuntrahidas no paaaado. E' a maia
expendida prova de que os aconiecimentos que
acabam de veriflear-ae na Helia alo mais do qae
ums revolugo si nma restaurarlo da ordem
regjlar e normel.
c O parlamento proveo finalmente ao desenvol-
vimsnlo das torcas economice! do paiz pedmdo
a sua aanecio paraos projeclos de lei qoe Ibe ae-
raos apreeentedoa pelo ministerio das obras pu-
blicas, relativemente prompla execucio da
urna vasta rede de ceminho de tarro.
Fevoreeer a riqueza e a moral publica, com
todas as clesses da sociedade pelo estimulo do
trabalrfo ; executar a concurrencia daa espilles
nacionaea com a poderosa concurrencia doa ca-
pitaes estrangeiras, affsatar os obstculos qat a
distancia a a configuradlo da paninsala esposan
rpida fraterniaaco de todos oa habitantes en-
tre si, eis os resultadoa que o governo aapara
poder denlro em pouco peto impulso enrgico
desde es obres pblicos.
< Psra fezer compreheader bem a importancia
deste assumpto, baste dizer qoe alm dos traba-
lhos do arsenal de Spezia. foram concedaos..
2,700 kilmetros de esmiono de (erro para caja
construeco o praso mais curto marcado ato
anno e meio, e o msiur de oito aonoa, a que a
execuco concedida | cuatera pouco maia en me-
nos 750 milhoes, doa quaes 290 pouco maia an
menos devem ser (onecidos peto governo, alm
daa garenties que foiem estabelecides pala cen-
trado.
c Este sumario a rpida expoeicio basta para
fazer conhecer que o parlemeoto, ne priaaeir
parte da actuel eessio, nlo s proveto ao anana
urgente, maa|tambem aoa mai importan toe aaas
mais vitaes interesses do paiz.
c N'algumas occasies, desde o comeco dos
trabalhos psrlamentsres, podem ter-se produzido
incidentes que paregim affaatar da discussio
tranquilla e propria dos projeclos propostos pelo
governo d'el- re, das necessidades e votos do paiz
' e dos principios da politice internacional.
Todava, n'uma lio grande e te rpida mu-
; danca de cousas e destinos, no concurso de lo
diversos elementos para se levar a effeito a li-
j berdade da Italia ; no meio dos receios suscits-
dos pelas intrigas externas que (omentavam e
; fomentara anda n'algumas provincias ss paixee
mais brulaes, e as mais violentas ; em (ace da
c No entretanto, ae lancarmoa um ge loa ato
vista para o camlnbo que at aqu lemoe pereor-
rido, e ae medirmoa a grandaza dos acamaaal-
menlos, perece-me que temoa o direito da ex-
perimentar urna sbita a legitima satidacja;
mas se laocer ea noaeaa viaiae pera o que na*
resta elude percorrer, vemos qae 4 ruda, ei(Bc.
chelo de emberacos e do pangos asaa neto es-
morecemos, e ousimos repetir seapra com Justo
orgulho que a Italia est (orto. Stm, a liaba an-
ta (orto, com quaoto urna parto ds Italia i
ainda no poder do eatrangeiro ; porque,
cerlos de que s Europa, vendo-nos bem orgaai-
sados, bem armados a fortes, ha de convi
ae do direito que tomos de poseuir toda a
ao territorio, e eocootrari ama garanta de
quillidede e de paz, (avoracaodo a reetitaicao ato
parte que nos falla ; porque estamos convencida*
de que a Europa, chegeodo a con hacer-1
Ihor, ha de persuadtr-se que ne, peva
cialmente calholieo, compreheodemos
do que qualquer oatro es lo toreases ds egreje,
quaodo pedimos que se despoje des direiloef
daes que a barbaria lhe deo. a que ale ase
pitiris com a civilisaco, offereeande-lhe eaa
troco a independencia a liberdade plena a coas-
pela no exercicio do seu anoto mtatotorto. e e
respeito de ums naco regenerada.
c Nlo ignoramos que a velha Europa naa elhn
ainda com valas descosladas, s som ceneera
aa desordene que intrtetecem aa provincias meri-
dionees, e a incerteza da organiseco Is
Mas a Europa conhece aa antigs origen i
desordeos; ella qae atigmaiison no
forra icio do Dr. chefe de policia eslo expedidas oceupagao cslraogeira que ainda pisa amesca-
as ordens para o andamento do processo do sup-
plicante na vla de Tscarat.
Thomaz Carloa de Meodooca e Vasconcellos.
Nio tem lugar.
EXTERIOR.
dora sobre urna daa mais atormentadas e das
mais gloriossa provincias da peninsuls, nio deve
admirar qae alguna espiritos, mais ardentes, e
menos ao (acto dos temperamentos da vida poli-
tica, se tenham deixado arrastar algumas vezes a
excitages que nao eram prudentes nem oppor-
tones.
< Comtudo estes incidentes, effeito ostursl mss
pssaageiro de condices Iransitoriss, nunca (oram
lo poderosos que podeasem abelar, nem no re-
cinto da camere, nem (ora d'ella, a confianca que
os cidadioa tinham no governo. e nunca deram
lugar a que se tomsssem resolucoes peiigosss.
c A prova daa considerares em que acabamos
de entrar, toroa-ae evidente oa serie das aclaa
parlamentares, e nss oilenla e tres leis, votadae
duraule o primeiro periodo de aesso legislativa,
leis de que nao ser intil citar aa principaes.
c Os deputados da necio cousidersm como seu
Srimeiro dever a seu primeiro pensamento eos-
rmar solemnemente o plebiscito dos povos,
dando a coroi ds Italia ao principe augusto, cuja
lealdade e coragem militar, tinham lo poderosa
ente concorndo para adquirir para oa destinos
da patria "o apoto das lyapalhiea universaos, e
psra produzir os assntoeiaeotos felizes que tor-
narais a Italia e que baje votando unnime-
mente a lei, pela anal Vctor Bmmaosel tomos
de Pars o rgimen depravado que cerreaaia s
avilteve eases povos. Estamos cartea seis qae a
luz da liberdade, os seus iaatisetoa
tomaro novo vigor, s a Italia colherl
mais solido, precisamente dense hoja ooe<
oa maiores perigos internos. Nao pr
dissimula-los, nem dimtsei-toe;
que ae couatoerom aa caase rasaetee qae e
duzem, e aa initigaces presentes, qae aa i
tuam abasando do urna genreos prsteccis i
cedida com os fina mata sobras ;-
Italia. to poderosos qua podeasem abalar, nem no re- considere qoe sseca sacie algsms
N'uma daa ultimaa revistes fallimos do despa- cinto da cerner, nem (ore d'elle, a confianca que Italia, cahirquatro reg mesa diferentes, o i
cho telegraphico do baro de Ricasoli, dirigido os cidadoa tinham no governo. e nunca deram toir a ana anidada com menee iba toa s >
ads representantes da Italia no estrangeiro acerca lugar a que se tomsssem resolucoes perigosas. poneos lempos.
ds constituico, votaco, e discussoes do parla- < A prova daa consideracoes em que acabamos Deste aaaneira, os exrnales de
melo. E' um documento notavel na historia de entrar, toroa-ae evidente na serie das aclaa civil e de virtude, dados peto
actual, que em aeguida vamos publicar na sua psrlsmentares, e nss oilenla e trea leis, votadae como garanta da mataricado poltica da
tradcelo. duraute o primeiro periodo de aesso legislativa, de que o legitimo o fiel represntente.
Despacho io bureo de Rieaeoli. leis de que nao ser intil citar aa principaes. inspirar urna justa a toteare asilaste asi a
Turto, 81 de julho de 1861. c O deputados ds necio cousidersm como seu regalada daa instileicaa Bastonees.
< O parlamento acaba da terminar a primeira primeiro dever s sea primeiro pensamento con- O qae reata agora a fazer, qsa ss ps
psrle ds aua laboriosa aesaio, prorogando-se at firmar solemnemente o plebiscito dos povos, reunidos n'sm ad. tormem as corpo asm
ao entono prximo. dando a coroi ds Italia ao principe asgaato, caja sisado e eeestituide. de anal a/ton, .
Nocas aeo toom asiento pela primeira vez lealdade e coragem militar, tinham lo poderosa de um poderosa a nico iaapnlee.ee spame esa
o representantes de quasi todas aa pspslacdea ente concorndo para adquirir para os destinos todos ou mentores ds nasa manatos lajnsl n asm-
italianaa. da patria o apoto dea eyrapalhiea universaes, e pn para, lesa dar o movieneatoee viajar. 0|
c Gragea s sais resolucee a unidade da lia- psra produzir os aaantoeimeotos felizes que tor- prepsra-aa para esta o
Ha pasteado da dominio daa idss para o dos naram a Italia n que hoja votando unnime- ee echar em es tase de cha _
(actos, corncea a desenvolver-se na ordem po- mente a lei, pela qual Viciar Bmmaosel tomos iota Mesan, osconsethes a s
litica, economice e administrativa. E' conseguin- I o titulo de tai da Italia, o parlamento dau sma I tomento. No estonio, o nansas
tomento do mea dever chamar para oa traba-1 garanta a Europa mosarchica, a ooltocou n go-1 tergo alimento para a viuudede
lhes das deaa ea macee a alinelo doe repre-lvarns em e.reamataneias a tomar ostra as oa-1 necessatio egora aprevoila-lo sera (sari
senleitoa do governo junto das potsncias esrran-lcoes civisailas, o lugar que convm a Italia, no-les origtus de riqueza nactonsl, n
geiras, e fornecer -lhes os meios para fazer co-1 tincando aos gabinetes estrangeirea a formacio|co* uefsystoma eqeitalire
nhecer- Europa os debates UgulaiiTos do novelan um novo reino, e oblando sacceasiTajnVntoItab5 todispensavel des
nlao. d'eUeio reconhecimeato d'eese ttAno. Idowtode. A Italia deve cematotor-ssf i


' #
IISM

'1
HAMO DI HBUMBDO. StSlBD FUS* DI OCTUBSO DI iMl;
r ^
nhum sacrificio pira ,chegar a este flm parecer
yetado aos italiano.
O espectculo da nossa uoiio, da msravllho-
sa saoderacao deste pea*, qoe acata le-
var a urna vida propria o independile, deve
persuadir lodo o espirito iBMfMi a sao a-
llalla abandonada ti meimo, desembarazada dos
yaitasi ternos que aamesQam inda, m posae
"* *^* wnar** noseesaria* i sua existen
asm, sera como nos** augusta re maaifestou
aado^tove lugar a iseagoreoeo do psjtaeito
atorlamenlo italiano, urM garanta de orases e do
Majara a ttaropa. e ubi pote rae*gente da ci-
fJtocsoaarversal. 6
Autortoo-vos, senher, (azar Otate despacho
o que julgars^ aseta eeavearisato eeWa es.
lar do oosso paiz.
Acceftai, etc.
MaaoH.
fyonve do Com wiercio, as Lisboa.)
Eiaboa 115 por OrOos prenj. nom.
DeMea heSpanhoee31^300 a 33*900
^ dapatria-51O00a3lsW.
Pacas de 6<**elhas.-
da 4*300
Patacoes braailelros2*100.
hespanhoei-
IMTERIOR.
BIO DE JANfalHO.
26 Je setembro de 1881.
Por decreto* d 18 do earrente:
Coocedeti-se o vice-ilmirante bario de la-
man Ur a demissao qoe podio So rogar de en-
aatagedoito quwrtel general t raariaha, fot
nomeado para o substituir o caefa de flivisio Je-
saino I.mego Costa ;
Foi exonerado o Uta 4 divise Antonio Leo-
cadio do Couto do lagar de intendente da mart-
illa, e substituido pelo chele de divisan Joao
Hara Waolenkolk ;
Concedeu-se o chele de diviso Joaquim
Raymundo de I.amare, a domisso que pedio do
higa* de director da escola de marioha, sendo
substituido pelo chele de di.isao Aalonio Leoca-
dio do Couto ;
Foi nomeado o capitao de mar e gueria Ra-
pfeael Mendes de Moraes e Valle para o lugar de
siembro effectivo do cnnselho naval.
Por decreto de 25 noraeou-se o juiz de direitn
Joo Jos de Almeida Couto para o emprego de
auditor geral da marinha.
Por aviso de 18 (oi nomeado o capitao de mar
guerra Elirario Antonio dos Santos comraan-
date geral do corpo de imperiaes marinbelros.
OURtti 0E PERMMBUCO"
Psssageiroa da barca portel
Simao, sahida para Lisboa : _
Caatello Branco, Eslevao Paes B
Ferrao Castello Branco, Raphael
mantel.
Passageiros do vepor_ Peritnunfs,
*i4B*jWrt* fereceita e despez dUa-
iicipal do Rccife, no mez
de 1861.
Rectita.
IftfVVW
ntctua.
m de Janeirota 18fil_ 1:9768*40
No Paran, procedente dos potlos do su), e
qoe no sabbado aporteu a esta cidade, veio o
Exio. Sr. commendador Dr. Ambrozio Letio da
Cunha comsua Exma. familia.
De passagem por esta provincia, que presi-
dio S. Exc. com a reconhecidaillustraco e Uno
erdaueiramente administrativo, sempre mere-
ceado a confianza do goveruo Imperial, volve S.
Etc. de teus trabalhoa parlameotares ao aeio de
sua familia e ao centro da provincia do Para, de
que digno representante na cmara quatrieu-
nal.
Assim, pois, nao pedemos, deixar agora que
entre nos se acha lio disuado caralleiro, de
sauda-lo por m'eio destas palavras, regosijanJo-
nos pela sua prospera viagem at este porto, e
almejando-lhe a continuado de boosocosos ven-
ios at aquelte outro de seu destino Goal.
S este um dever que nos corra como orgao da
opiniao formada acerca dos actos de S. Exc., e
como apreciadores do seu mrito pessoal.
Durante a demora de S. Exc. nesta cidade, es-
leve hospedado com sua Exma. familia ern casa
do Sr. Dr. Sarment, que em prova da conside-
ra 53 o a elle volada oilereceu-lhe noite de
sabbado um baile coocorrido brilhantemeote pe-
las familias oais destnelas.
O vapor Paran, entrado sabbado do Rio, Ba-
ha e Alagoas. apenas trouxe joroaes do primei-
ro al 27 do pausado, da seguuda at 2, e da ul-
tima at 4 do correte.
io de Janeiro.L-se no Corrtio Aftreantil:
O senado |tem lido at hoje quatorze presi-
dentes.
O queservie por mais lempo foi o penlti-
mo', o Sr. visconde de Pirapsms, que o presidio
por sote annos, desde 1854 a 18G0 inclusive.
Dos quatorze presidentes t eslao vivoa os
tres ltimos, a eaher : os Srs. Sapucahy, Pirana
ms e Abael.
Todos os presidentes, que serviram at 1846.
tallecer m.
* Os presidentes teera sido lirados :
Di representacio de Minas 4, de Peraembu-
co 3. do Rio 3. do ergife 1, do Cear 1, de S.
Paulo I e do Piauhy |
< O navio Normandie, que arribou ante-non-
te m (-25) ao nosso porto, achava-se oa noite de
IB para 19 do correte a 26 de lat, S. e 3* e
JO de loug O, quando se declarou agua bordo ;
dentro de ponco a agua foi augmentando t 3
J>s por ora.em coosequencla da grande aritaco
do mar. ^ *
t O Normandie carregava, alm de ouUos g-
neros, 8,600 saceos de caf.
O brigue nacional Almirante, lendo sahido
00 porto de Pernambuco, com destino este,
10 do corrente/perdeu no dcimo dia de viagem
o seu capitao.
Consta que lendo melhorado de urna enfer-
midade de que Ora accooimeilidonaquelle lugar,
tomara o commaudo do brigue. Itecahindo doca-
te no lerceiro dia depois da sua sabida, entre-
go o o commando ao contra-meslre, e taes pro-
gresis fez a enfermidade, qe suecumbio no dia
reft-rido.
Baha.L-se no Diario da Babia :
madrugada o hiate de guerra Rio Formato, tra-
zeudo seu bordo o Sr. caplto de mar e guerra
Augusto Wenceslao dt Silva Lisboa, capitao do
porto desta provincia, que oelle liona seguido
rupeccionitr o .pharol situado na'ilha des Abro-
lhos.
O Sr. capitao do porto veio bastante eatisfeito
aa maoeira por que en^onlrou o referido pharol,
Unto na parte relativa aos trabalhoa do mesmo,
tomo Umbem na acliviaade e telo dos emprega-
dos alii existentes, certicando-ae assim de que o
dito pbarol perfeilamenle sitisfaz o que leve em
vista o goveroo imperial na aua edicacp.
Hootem (Io de ouiubro) pelas 11 horas de
da, o Exm. Sr. vice-preaideoie da provincia, vi-
sitou o sali em que se eeiabeleceuo tribunal do
jury quo est decentemente preparado. A con-
vite do honrado juiz de direito da vara o Sr.
Dr. Henrique Jorge Aabello. es4>vrai presentes
esse acto maitas pessoas gradas, eontando-se
entre eilas o Sr. Dr. ebee de polica, comroan-
lanu das forjas navaes, juizes manicipaes das
tres varas desta cidade, promotor publico, com-
tnandanlo da polica e seus ollicuaa e diversos
advogados.
* A casa estava ornada com ricas jarras de flo-
res, e tremulavam em urna janeila da frente duas
baodeiras nacionaes. ,-
A msica de polica locava escolhidas pc^as.
* S. Exc depois 4? demonstrara astisfacio de
que estar possuido, por ver assias preparado
com muita decencia usa local freo para o tribunal
do povo, rndeus devldos louvores aos mem
tiros da commissao encarcelada da *Jr. e ao
digno juiz de direita Dr. rlabello, a quem foi in-
cumb Ja a parle relativa decoracJw^d* tribunal
quena verdade possue ludo quate se Ui mislor
para commvlo das Srs. jurdos, e para Que se
mantenha nodevido pede preetuio, de que ca-
rece ertar rodeado.
< O Sr. Dr. Rabello offereceu A S. Exc. e i te-
dos os convidados, um decente cep* *a, que
b. Exc. aceilou com aquella deHcadtta, ma-
bilidade que lodos Ihe recoonece.os.
Fizeram-sa diverses e modestos brindes so-
bre oassumplo.
A* 1 hora da lad eslava conetaide esse
fesum de 1 estica s
Alogat: L-se do Diario 4o Commireio :
Hontem (3J i II horas da maoha, o S. al*
fcres-ajadeote1 do corpo de polica De.AJaxsn-
dreFerxeira Passoa, eaberdoo ao.8r^Padaaw
na ra da Boa-Vista, quando este errav* em
casa do eterivio Peixoto. Sentimos bastante qae
um empregado de policio pratique um acta desta
ordem, quando nis leis da sociedade, em que
vive, tiaha meioa de viosjar-se de qoalqutw -
juna que Ihe foise felia t
MOTiaAS COUUiKikSS E MARTIMAS.
TropSXr Mla* PM* *t"*0*um- hriae
Cnegira, 4 25 do psaaade, procedente de
Pernambuco. com 15 diee de vi.^., 0 Mm
Almirante.
r00*" ** 1(1 5|8 d. por I.
ParU370rs. ofr. "
Blmburgo 680 a 69011. a. b.
REIISTI 0IMII
Be lawaaeira tevea leticias ata ti d* eesado,
asqedao-Dos esa leertidata em bda m-
rt&ta de tranquilUdade tMlubridade pablica.
Coalineava merecer toda a acceiUcke ali
delegado commandaote do destacamento, o Sr.
Malagufita, por ton mitrerras espirite Wj
rectidae. Eslimaaios consigna -lo.
Proximn cerno e*i a eleicao provincial, ji se
trabalba n'aquelle ponto por alguna caodidalos.
Bao-nos por cerlo que agenciara com aefl-
vidade asignaturas psra a soteeouisaco do da
1 de dezembro oa Srs. Antonio Jos de Abreu,
Prsncisco Ignacio Ferreira, e Jos Antonio do
Araujo e Souzj, autores dessa lembraoca.
A manileslscSo patritica nessedia, que recor-
da urna conquista da liberdade, lera do cifrar-se
n cele braceo de aos Te-Dem, o em um baile
offerecido ao Sr. cnsul de Portugal nesta cidade
como representante ofQcial da nacion^lidade
lesa,
E' de presumir qae essa idea, que ae prende
um fado glorioso da vida social da nacao portu-
guesa, teoba o esperado deseovolvimeto ; e que
assim vesha marcar a dissonsncia da anoexagao
011 fus* da penioaela ibrica, que ura pbanU-
siada, apecar da pronunciada repugnancia 00
repolleocia caracterislka dos dous povos, que a
forman) de prsenla.
Promover aa assignaluras os Srs. cnsul por-
tugus, Silva Loyo, Bemardino de Carvalhe,
Baplista Nogueira, aleas dos referidos aulorea da
idea.
Hoje oa secretaria du commando superior
da guarda nacional deste municipio lera lugar a
inspeccao de saude.
Os inieressados devem ali comparecer pelas 11
horas do dia com os respectivos docuuieet>s.
Tendo os proprietarios do grande, laborato-
rio A vapor dt lavagtm engomado, dt rompa
feito modilicaco 00 cueto do sersico, cbsmam a
attenco dos Veitores para o seo aonuooW e.ue
vai em outra parte do Diario.
Escusa mos addicionarpatarras em sentido lison-
geiro i esse laboratorio, pois que sao obvias as
vaotagens que delle resultara para o publico.
Falleceu no dcimo dia de viagem deste
porto para o do Rio de Janeiro o capitao do bri-
gue brasileiro Almirante.
Havenie sahido d'aqoi ji adoenlado.peiorou no
decurso da viagem, vindo final a suecumbir.
Sobre a cultura do algodo lemos o seguiste
no Jornal do Commtreio da provincia da corte:
Por um uegocianie ioglez deets proga tomos
obsequiados com a caria aeguinte :
<< 113o de lembrar-se que ha alguos mezes
passadoi aparecerem na aua Gaxttilha algumas
considerages a respeito de varias macas de al-
godo recebidas de um morador da roa do Con-
de, em cujo terreno tioham ellas sido culti-
vadas.
Por urna casualidsde chegeei a alcanzar
algumas dessas macas da meen pessoa por
intermedio de am meu coohecido, e como sem-
pre deseje (embora por via inliretta) augmentar
ocommercio deste paiz, e recoohego que o cul-
tivo do algodo dimiouindo selle progresiva-
mente vai quasi ficando esquecide, remettl duas
dessas magas a am negociante de Maochesler,
que as apreseolou i companhta orgauisada pan
o supprimento do algodo [Coito* Supply Asto-
exation), e do secretario desta recebeu um ofllcio
dizendo-lhe que a amostra (ora das melhores que
tinta visto de produelo brasileiro, e que a ava-
iiava em 9 d. por libra.
Recebi esse officio pelo altime paquete inglez
e o enviei pessoa de quem receni s referidas
amostras para fazer delle o uso que Iheapronver,
e se fdr possivel, estimular a cultura do produelo
em maior escala.
Essss pouess linlus sao suicientes para de-
monstrar a alteocao que nos deve mereoer essa
foute de riqueza que nos iodicam, e que a uber-
dade do oosso solo nos descobre, e deixa
avallar.
s reflexes que receoleeMote fazemos sobre
este assumpto nao accresoeoiaremos urna pala-
vra, sendo de lao fcil intuicao a sua impor-
tancia.
Como entao, observaremos que o oosse inle-
resse claramente nos ioduz a ligurar com mais
um producto entre os paizes que sabiamente
teem aproveilado o seu territorio mais oa menos
frtil, porque por meio desee emprego consci-
eocioso do bem natural que possuimos que aug-
mentaremos o nosso capital, q*e ha de crescera
nossa riqueza.
Trabalhemos; ahi est o solo vasto e fecundo,
ah est o clima propicio ; falta o trabalho, falta
o esforgo humano ; appareca elle, pois, embora
como ensaio, como estra de maiorea feitoa, eos
resultados da tentativa bao de premiar a dedica-
gao dos que a tiverem realisido.
Foi demitlido por 4>ortaria de 3 do correte
o subdelegado do Quipap, o Sr. Vicente Cam-
pello de Araujo.
Depois das arguigoes que se Ihe (heram, nao
poda ser outro oprocedimealo da autoridade
superior.
Acha se nomeado provisoriamente o Sr
Jos Pereira da Costa Miranda para exercer os
ollicios de tabelio do publico judicial e solase
escrito de orphos, residuos o capellas do termo
do Ex.
Em substiluigo do Sr Joo Antonio da
Silva Pessoa, qne pedir deoiisaao de guarda da
casa de deleogo, foi nomeado o Sr. Joo Fer-
reira Loureiro. v
Para partidor e conlador.do termo do Ex
foi provisoriamente nomeado o Sr. Domingos da
Silva Saldanha; e para partidor smente do
mesmo termo o foi o Sr. Jos Firmo Pereira do
;Lago.
No dia Io do correle aasumio interiuamen-
a directora do hospital sailitar e prtmeiro
edico do eslabeleciuhento Dr. Manoel Adriano
a Salva Pontes, sendo dispensado o Sr. lente
oronel Jos Antonio Piolo.
Chegou este porto vindo da Bhia o Sr.
apilao-tenente Bernardo Antonio Loureiro que
assa 4 commaodar aqui o Drigue-barca llama
ac, devendo o Sr. capitao de rag,ia JoaoGo-
8 I ?g,Tr pass,r commaodar a corveta
ou de Juno, da estagao da Baha.
O prsso para o recolbimeato das notaa de
000 rs. da ctixa filial desta cidade, nao foi
orrogado, como algaem entendeu. Dentro em
uco dever elle flodar, e comegar o descont
azao de 10 por cesto mensalmente, pelo que
possuidores devero spresssr-se a recolhe-las,
de nao olTrerem pevda.
\r Passageiros do vapor Paran, vindo dos
poilos do sul : -Seranm Fraocisco de Carvalho
Antonio M. Machado Jnior, D. Joanoa Pauliaa
delSiqueira, Sebastio Aceioli Santiago Ramos
Pe Iro Eugenio de Cerqueira Lima, D. Rosa Ro-
dn ;uea da Silva, Luis Mara de Freilas Albu-
qu rque, Octaviano Augusto de Moraes Sarmen-
t, lente Jos Antonio de Moraes e 2 fllhos
r D,n* Ffrreira Maia. Jos Rodrigues Pinto
Co mbrs B. Juan Aoglada Pilhe, D. Antonia Do-
vil D Joanoa Cortes e 2 fllhos. capitao -lenle
Be nardo Antonio Lonreiro, su* senhora, 8 fllhos
e i escravos. 2o cadete Cypriano de Souza Mello
dit Flix Coimbra de Souzs, 5 desertores do 2
bat ilbao, ex-praga Manoel Tavares de Jess e
mulher, Eugenio Jos Neves de Andrade
Joaquim de Otiveir, Francisco Duarle das
a, Jos Antonio de Almeide Guimsres, Aa-
Teixeirs Pelo, Dr. Antonio de Carvalho
Jos Pereira dos Santos, Mariano Lopes
igues e sea senhora, Qulotioa Joaquina,
ce Ramiro Saldanha, Ceciliane Manoel de
a, 5 desertores do V batalhao de infan-
uem psra 9 norte :
Ot. Ambrosio Lerlfte da-Cethi, sua senhora, 4
'. 4 tacravoa e 4. criada-, pr. VWato Bodet-
O arte, sua sentar e f escravo. entrego Ms-
oe* los de 8iqueka Mendes, Dr. Simplicio de
Btaal 1 N., Br. Joo'Tanlo dos Sanios Brrelo Fi-
fh, taa saahor e 1 escravo, Msooel Venancio.4
LuuId. OevU. i fllha > eriada, D. Manoela
tk e 1 cried, Gregorio da Coneeicio, capillo
Eduviges da Soma Mascarenhas, 5eU
-***ieo Afane, l tenenie da
la^Mta ya Gatoglla, Morine Antonio
Maneel Peretre Castre,
sua sentara 4 Mera vea. Ivtardo Josi da *flva
Grace, Baritaleanee CasajaHaalu, Prncim Ifttvta
Alvo, Girpar Pereira a Silva, los VeocetU*
Macial Pinheiro e 1 fllha. Joaqeiw AnaaUeM da
Cunha, Jeta Jeslioiano de Soexa ., Henriene da
Cunta Rodrigues, Jos Cavado o Lima, T Ttae-
drico de Castre, Hercelano Aatenio, Tiburolo
Valerisne Baplista, PeOwCorra da Silva Sti-
ro Correa de Araujo, Bati el Xavier Catneiro
Albuquerqua e I criado, Dr. Balbtno Cajear de
Mello, Beoto Joaquirp de Medeiroa, es crimioo-
"TO8 JOadutTJl ATVES 0e"LlTjra B Joto BaTOSi "CT/t
Souza, e 3 pracas, Lulz Costa, Antonio Xavier da
Costa, Antonio Jos de Abren, Bento Joaquim de
Medeiros. Manoel Tavares Cordeiro, os crimino-
sos Joo Baplista da Silva, Antonio Ferreire.
Joaquim Jos da Cunha e 6 pracas.
Matadoiro pcbeico.
Mataram-se no dia 5 pare e cotnartno desta ci-
dade 101 rezfs.
HOntALioanB DO B1A 5.
Joio. Pernamhjico, 3 mezes Boa-visla, desen-
terie.
Alexao-dre, Pernamtxico. 80 annos, solteiro, es*
cravo, lioa-tUta, peneumo^a.
Amelia, Pernambuco, 7mezW, Santo Antonio.
colite.
Um prvulo encontrado morto na porta de cen-
vento de S. Francisco.
Brgida Mafia da Conceigao, Pernambuco, 80
annos, viuva, Boa-vista, febre perniciosa.
A me lie, Pernambaco, ti mezes, S. Jos, cen-
vehoes.
Falleceram durante a semana 46 pessoas,
sendo : horneas 13, malberes 9, prvulos
livres, tamens 3, melheres 3, prvulos 2.
cravos.
16.
es-
Frac
celto*, 2 ex-pracas do batalhlo natal.
hvres, teaeoie Semeao Cortla Lima, ana
I fino.
CHR0NICK JUILURI*.
TRIBUNLDIREL*C*0
SESSAO EM 5 010TBRODE1861.
rRESlOKNCU DO EX. SR. COSSELHEiaO BMtfiLlMO
DELKO.
As 10 horas da manha, achando-sepresen-
tes os Srs. desembargadores Caelano Santiago,
n"3? Lo,nrenCo Santiago, Moda, Perelli,
LlcliOa Cavalcanti e Assis, fallando os Srs. des-
embargadores Rocha Bastos. Silvelra e Guerra,
procurador da corda, foi aberta a seaso.
Passados os feitos e entregues os distribui-
do*, procedeu-se aos seguintes
JULGAMENTOS
AOGRAVO DE rETI^O.
Aggravante. Mana Senherinha do Uvramento;
ggravado, ojoizo.
Relator o Sr. desembargado!- Lourenco San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Cosa Molla,
e Assis.
Deu-se provimento.
Aggravante, Figueiredo \ Irmo ; aggrava-
do, ojuuo.
Relator o Sr. desembargador Molla.
ijorleados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, e Gitirana.
Dtu-se provimento.
APPELLAC.OKS CRIMES.
Appellante, o juizo ; ppellado, Bento Fran-
cisco de Macelo.
A novo jury.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Gor-
rea da Silva.
A novo jury.
. Appellanle, o juizo ; appellado, Romo Jos
de Carvalho.
A' novo jury.
Appellanle, Jos Francisco Nones ; appellado,
Alvaro Jorge da Silva Lc-ireiro.
Reformou-se a pena para o gro medio.
AppelUnle, ojuuo; -jpallaCo, Jos Lean-
dro de Araujo.
A novo jury.
Appellante, o juizo; appellado, Germano Bis-
po de Amorim.
A novo jury.
Appellante, Manoel Romo dos Santos ; apy-
pellado, o juizo.
Nullo o processo.
Appellanle, Manoel Bezerra Leite ; appellado,
o juizo.
A'novo jury.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellagoes crimes:
Appellante, o juizo; appellado, Bernardo Jos
da Rocha.
Appellanle, Antonio Francisco do Nascimento ;
appellado, ojuizo
Appellanle, o promotor; appellado. Manoel
Antonio de Andrade.
Appellante, o jtiizo ; appellado, Antonio Pe-
reira Lima.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Jos
de Santa Auna.
Appellante, ojuizo ; appellados, Mathias e
Antonio, escravos.
Appellante, Manoel Francisco dos Santos ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Ha-
noel Frazo
Appellante, o jizo ; appellado, Jos Paulino
de Mello e outro. ,
Appellante, o juizo; appellado, Jos Galdino
Pereira de Assis.
DESIGSAQAO DE DU.
Assignou-se dia para julgamento dasseguinles
appellaces crimes:
Appellanle, D. Mara Teixeira
pellado, Joaquim Jos de Brilo.
Appelraote, Manoel Joaquim da Silva ; appel-
lado, ojuizo.
Appellante, o jaizo ; appeilido, Jos de Bar-
ros Lima.
Appellanle, ojuizo; appellado, Jesuino Hono-
rato dos Santos.
Appellante, Trajano Pereira de Oliveira
peUado, o juizo.
da Silva ; ap-
ap-
Appllante, Antonio Manoel de Sampaio : an-
pellado '"*"
appellada, Francelt-
appellado, Alexaodriuo
appellado, Joaquim Can-
0 juizo.
Appellante, o promotor
na Mara de Mello.
Appellante, ojuizo; appellado, Domingos Ro-
drigues Barbos.
Appellante, o juizo
Alvos de Oliveira.
Appellante, ojuizo;
dido de Figueiredo.
DISTRIBUigOBS.
Ao Sr. desembargador tutano Santiago, O ag-
gravo de petigo : o o
Aggravante, Antooirj Francisco de Oliveira R-
senos ; ggravado, o juizo.
As appellagoes crimes :
Appelhnie, o juito ; dppeltado. Aotdoto da
Molta Cavalcanti.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellacSes
Appellanle, o juiro ; appellado, Hanoel, es-
ero v*o
Ao Sr. desembargador LourencnSantiaito as
appolUcoes crimes: 8 '
App-ellante, o juizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco de Hollaoda Cavalcanli.
Ao Sr. desaembar^ador Perelli. o aggravo de
petico : """"
Aggravante, Jos Rodrigues do Passp :
vado, o juizo.
As appellagoes crimes :
Appellante, o julio; appellado, Joa, ea-
Ao Sr. desembargador Coala Molla, aa appella-
goes crimes: Ff"
AppeUante, o promotor; appellado, JoanM
Mara e ostra.
0 recurso de eleigoes
Recorreote, Oecl de Adufno Fonseca ; recor-
rido, o conaelho. '
Ao Sr. desembargador lehOa Cavalcajn os
aggravo de petlcto : *
Aggrtraote, Bari rVintaurBairmaon ; agira-
vado, o juizo. "
As'eppellacoea crimes :
Appaltante, o juizo; appellado, Joo Bento
Ao 8r.
petico :
Aggravante, Ribeiro
A' 9 horas otrerron-ae a aasio.
aggra-
deaembargador Asis,
& Lobo;
o aggravo de
aggrarado, o
,d^*^e taeea m eatataltciment di lrs>
,**"*? cife' *
dem de eatatalecimeoto da fre-
guezia de S. Antonio, na*
dem de estetalecimento da Ire-
guezia de S. Jos, o. 297......
dem de estabelecimento da Tre-
gnetia da Jita-Viala, m. a a til
fdem sobre tiarrae de peixe, n. i
dem de 40 rs, par b* de coquei-
ro, o. 3
i44|8M
SfOOO
SBIOOO
liooe
18JO00
Mals pelo acardo'BdreV'. 20
'9' ?.....................
fiscal de S. Antonio,
oe's.'jie,*D.'
taTO...
processo.
dem pelo
D.Ssl.......
dem pelo fiscal
a70.............
dem pela delegada, n.
dem pelo cdigo do
o. 2eS........................
Ribeira da freguezia de S. Jos.
dem da Boa-Vista, en 9.........
Deposites, iw 4 a 7................
Cemilerio publico, n. 5..........
Exercicio de 1859 a 1860.
Imposto de etabeleciroento da
euezie da Boa -Vista, n. S3S
*3 7............................
Multas pelo registro de 26 de
agosto de 1851, n. 589 a 594 ..
Casa da ra da So-ledade. n. 1 ..
Exercicio de 1858 a 185.
Imposto de estabelerimeolo da
freguezia da Boa-Vista, n. 131
Multas pelo registro de 24 d'agos-
to de 1851, n.563..............-
c ininnn
UXeTUUV
59000
83J>330
3I|000
5*000
M43000
I69OOO
SSOfOOO
599952
199006
118150
1:0719800
1*9000
249000
1449500
2J000
49OOO
Detptza.
Com o expediente e impreasOes,
n 6..
Com a folha dos ordenados, o 9
Com o tribunal do jury e eli-
cdea,n.7a70.................
Com a hmpeza daa ras, n. 51 a
54..............................
Com eventuaes. n. 34 38 .'.'.'.'.'."
Coto o cemiterio publico, n. 5 ..
Saldo em 28 de fevereiro de 1861
4:396$792
49000
2:389f,950
23S800
1409000
1379040
1:0419966
4479470
Fretes ----- 1 *) 1
tuna, mesmo depois de eoatumado ao clima, '
trabalhando-se muito; e nio dizem quaia causo I
Bem digo eu : querem escrevlohar pora ter qoe
dizer, e nio dizem o que deviam dizer, eu come-
cao e nao acabara, 00 que (perdi) mostrara ig.- -_________
noraocia e maldad. Nao fazeo boje fortuna WF
lis isf&smm *
(quaodo a teem) tsj^
ventora de ensaaaerar h
Man. qnantaapftl 1 a
de ai anno inlelro, ejne .
Maaida em bom releajio, casaca,
leches, etc.
Quem ealirer habilitado para aat deaeaeatir,
apparega, mas alo coa o fim, ou o eipirlto de
qeeatiooar, mas sisa de coovencer. Qeeaa for
para o Brasil, com lesean de irabalhar, e eenno-
misar, volta com fortuna, que para oa que nao
fu re ai ambiciosos, chega-lhes para virem vive
independentes, sem ter que sujeilar-se a empre-
go pblicos. 00 a ordena de alguem.
Concloo dzendo : o Brasil esl melhor, do
que em 1,500, quando Pedro Altares Cabral o
descobrio. Eolio, era um composlo de maltas
virgena, e nada mais: hoje. leo maltas virgens,
mas lera para melhor urna infinidade de magni-
ficas cidadea, estradas de ferro, ros fnesnadoa.
etc., etc. No Brssil (diese um celebre viajaote
inglez, cojo nome nao me lembra) s morre de
tome, quem Mver preguica de comer: em Portu-
gal (digo eo) morre de Tome, quem quizer ser
hornera de bem, e quem nao tiver um bom pa-
drinho, pois poocos recursos encontrar de que
possa lascar mi, para adquirir com que descan-
sar na velhir-H.
Coimbre, 27 de junho de 1801.
A. S. Ramo (Pernambucano.)
(Do Conlmbricetut.)
Toucinho------- O de Lisboa vendeu-se de I
9$ rr. por arroba.
Vinagre-----------O de Portugal veadea-eo de
1109 a ISOf ri. a pipa.
0 de Lisboa veodee-s de BH#
a 2609 a pipa, a do ntreo aei-
aes do tnt a tMfOBO am a
dila.
----- .u do compnsicae l
a720ra.afcibw.
la1
costal
cownRoo.
Novo Banco de Pernambuco.
O banco paga o 7- dividendo de 12$
por accao, relativo ao aemeatre findo
em 31 de aeoxioTsoagomp.otptad
Atfandezjn.
Rendimento do dia 1 a 4 .
Mea do dia 5......
103:495*900
29.5751809
133:0719709
ovlmenio da alfandeica.
Cmara
1861.
4:3769792
municipal do Recite, 5 de marco de
O procurader
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Public it?es a pedido.
Sr. Redactor do Conimbricenst.-~Vou oceupar
algumas liohaa do seu acreditado jornal; nao le-
nho em vista ser considerado como escriptorpu-
blico, (porque oem para particular tenho presu-
mo) : tenho lao someote o deseio de esclarecer
factos, quo por mal nirrados, oso servem seaao
de maldizer; e com quanto nao me digam res-
peito, comtudo julgo do meu dever nao conser-
var scilencio; por isso rogo a V. o favor de dar
publicidadea esta e a s quatro Hutas inclusas.
Son de V. amigo e aliento riado.
_ i. S. Romos..
Coimbra, 27 dejuhao de 1861.
D'etre os mullos deveres que iemoa a cum-
pnr, uos impostos pelo Creador, outros pela so-
ciedade, sobresahe, (depois do que nos maoda
amar ao prximo como a nos mesmos), o amor
que devemos dedicar a nossa pairia ; quem,
tendo um bocadinho de brio, sentimentos, cora-
gao finalmente, poder ouvir maldizer, ou mes-
mo desdenhar da sua, ou de cousas della ?-Ao-
pareot rari I
Por isso, julgo do meu dever nao me fazer
surdo a certas correspondencias que por vezes te-
nho lido. publicadas em jornaes portuguezes. Es-
toa certo, quo seus autores teem em vista desfa-
zerom 00 Brasil : creio ; mas o que certo,
que ellas apparece, e que a maior parte dellas
podemos alcunbar de falsas.
Dizem :os porlugueres que vio para o Bra-
sil, morrem lodos de febre amarella ; quereodo
com isso1 fazer que a emigragao para aquello paiz
abengoado aeja muito diminuta.
Direi :lemos annualmeole na estago calmo-
sa a epidemu das febres, e realmente morrem
dellas grande numero de portuguezes. Pergun-
lo aos quo tanto escrevinham, e tanto medo teem
.da fticnosesabem o que 4 febre amarella, quaes
os motivos que a ella do causa, e qual o syste-
ma facilimo della ser atalhada em sua marcha
devoradora ? Eu pego liceoga para responder,
mesmo porque assim escuso ouvir algum dispa-
rate. Ajausa causarum 6 o cnsul geral de
Portngal^aquelle imperio.
tteliro-me oeste artigo s ao Rio de Janeiro,
por ser o porlo que maior numero da colonos im-
porta ; e ao cnsul de Portugal, com preferen-
cia aos rte outras naroes, porque este o que
menos se ajporta com seus patricios, por isso
que delle depende parle de tantas desgragas.
E o cnsul, repilo: porque esse senhor ss-
bendo a differenga desuousclimae, das comidas,
principaloienteas troclas; sabendo(como deve
saber) que daa grandes aggloaaeracoes ae gera
quasi sempre a epidemia, mormeale quando esu
lera lugar no poro de um immundo navio
vivendo (como vive ou deve viverj em boas rele-
gos com ogoverne imperial, e com a associa-
580 colooisadora, devia por dever de ehristo,
(pouhamos de parle os de seu cargo como auto-
ridade) fazer com que aquella pobre gente, (qoe
com os pessimos alimentos, e commodos de bor-
do j l chegam transparentes) poucas horas
depois de uudeado o navio, oabandoaasaem. e
m Ierra, em atmszens espagosoa earejados.
longe do foco das febres, esperassem pelos seos
engajameotos, visitndoos em pessoa. o nao s
duendo, mas menos pedindo, paca que se absil-
vessem de comer desta ou daquella fruta, e para
quesejatn regrados em seus hbitos ; iaspec-
ciooar a qualidade.de alimentos que Ibes minis-
trada.e dizer-lhoa que preuram os engajamea-
tospara o campo, aos da cidade.
Urna legoa tora do litoral, nao ae conbace tal
molestia. O portugus que vai buscar fortuna ao
Brasil, adquire-a hoje em menos lempos na vida
agrcola, que na commercial.
Tem um pobre colono todos es indicios de urna
aezao: est a bordo oameame em Ierra (mas en-
tregue a um ageste brbaro), ulga eatara lutar
com o trio intermitiente ; quando muito, deita-
se esperando que ealoee v, e que Ihe sobreve-
oba o auor; espera, farla-se de esperar, nao o
soccorrem, a 14 ae vai para aa anjiahoa I Nao
acnou urna alma christaa quem Ihe deaae um
purgaule, una Sudorferos, sinapismos, etc. I!
O cnsul, toma logo pota (ao meaos cumpre
bem easa parte de gua. -museo) e remette para oi
urna eslatistica medonha de 300, e mais caaos
fataes, occorndosno decurso de um mez,sea ter
outro fim em vista que, o qoe aa borteles teem
quando depois de semeareaa um leirao de plao-
U, espeum um Judas de palha, para espantar os
passaros, que morios de foma vio alti farlar-eell
. Digam, agora, o Brasil o aorvedouro e o in-
ferno onde vio morrer militares de portuguezeall
Digam antea, e diraocom verdade nossoseaa-
palriolas morrem ao desamparo omquenlo nio se
oogajam, pota que topis de o estaris, prioci-
palmete se or coeapatroes brasileirai, do eerto
que na sua patria e no aeio do sitas faiailies nao
linnam nem melhor paseado aeaa mato oaridaOe
no tralamento de ausa doeooas.
-.ffV^i' C9t****** aae reir,
aara4otimidara!poJjrea, que tarieede cavar ri-
sha. (e bolorenta) M leaabram Se ir ao Braail aa-
aaamo^aoa|Mraaaandiaa aa mtmm
Uw aua deutarasuaa laaaillaa, Orando-as daTani-
serias asa que vi veris m eleroaaeato se nao
nveaaean ido?! Seaate o Qm que toa em va-
!?nq,*?l0'HCW?if1,M* yrdnaaaaaaa aua Ibes
^"t* falto to aeaso e de cavrdasaaaH
Poa nio em enriquecer a si e a asa
Que milhoes nio tea boje a provincia do Mitrho'
mosao a Batra, iodos as aigibeirss de seda
aaa que aeea imporiadorea quando para o Braail
foram. aeieveram da estopa? I .
uereoaditer, mas aaa ibas chaga a liogua,
quando dtaam quo so Brasil boto'nao aa tea iar-
Volumes entradoacom tazendaa..
> com gneros..
Volamos aahidoa com fazendas..
com gneros..
97
43
255
246
140
501
Descarregam hoje 7 de outubro.
Barca americananiiomercadorias.
Brigue americano F Curhingcarvao.
Barca ioglezaSiellalijlos.
Brigue portuguezMargaridaarinhs.
Brigue inglezBarckhillferro.
Brigue hanoverisnolupitercarne de charque.
Importaciio.
Brigue nacional Uafra, vindo do Rio-Grnde
do Sul, consignado a Amorim lrmaos i C. ma-
uifeslou o seguinte:
10,076 arrjbas de carnesecca de charque, 194
ditas de sebo em rama, 95 ditos de graxa em be-
xigas, 65 couros vacuns seceos ordem; e
mais urna porgo de cobre velho de forro de
navio.
lExportac&o
Do dia, 4 de outubro.
Brigue portuguez Flor de S. Simo, para Lis-
boa, carregaram :
Carvalho Nogueira, & C, 185 saceos com 9S5
arrobaa de aasocar.
Brigue portuguez Relmpago, para Lisboa,
carregaram :
Manoel Ignacio de Oliveira & Filan, 71 cou-
ros com 1,492 libras.
Guilherroa Augusto Ricardo, 195 aaccos com
599 arrobaa e meia de gomosa.
Brigue inglez Phanton, para New-Yrk carre-
garam:
Krabbe Wbately & C, 3,500 saceos com 17,500
arrobaa de assucsr.
Recebe doria .le rendas internas
eraes da Pernambuco
Rendimento do dia 1 a 4 3.0339770
dem do dia 5......; 1:8909815
rebato da tetaran regatea ato
'. a 12 por otota ae anata, atos-
caataaato a catoa carca ato fSO
aajlaadto raSria O.ifper
naatoaaaaao. ^
arfal-
ALPANtVBOa M PMPJAliafJCO.
Pauta dos precot dos gneros txtjmtos
de txporlaono. **%* dr 7 a W da
onlubro de 1801.
?atores.
ou Don-
!!<*
I7a>
4:9249585
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a
dem do dia 6 .
11:4915025
9279456
-12:4219481
Assucar
PRACA-DO RECIf E
5 DE OUTUBRO BK 18(51.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revisla Seuianal.
Cambios Saccou-se aobre Londras a 25
1/i, 25 3/8, e 25 1/2 d. por 19
rs., sobre Paria a 380 rs. por
franco, e sobre Lisboa a 112
por cento de premio, montando
a J 30,000 os siques da ai-
mana.
Algodo O de Pernambuco escolhiio
vendeu-se a 99800 rs. por ar-
roba, e o regular a 79600, O de
Macei posto a bordo a 109200
rs., e o da Parahiba a 109100
rs. por arroba.
O branco vendeu-se de 2$800 a
SfOOO rs.,* o someoos a 29500
rs. mascavado porgado a
29OOO rs., e o bruto a I99OO rs.
por arroba.
Couros-----------Os seceos salgados venderam-
se a 170 rs. a libra.
Arroz------------O pilado da Iodia vendeu-se de
29600 a 2|800 rs., o de Mara-
nho de 3&6O0 a 29500 rs. por
arroba.
Azeitc.ddce- O de Lisboa vendeu-se a 39 rs.
por galio, e o do Estreilo a
2J700 r.
Bacalho----------Em atacado oble ve a II96OO rs..
e a retalholde 129000 a 129500
re. a barrica, Uceado em ser
7.000 quialaes.
Batataa-----------Vonderam-ae de 800 a iflOOO rs.
por arroba.
Bolaxinha Vendeu-ae de 49000 a 49500 rs.
a barriquinh*.
Caf-------------- Vendeu-se de 6JO0O a 79OOO
ra. por arroba.
dem de 29200 a 29500 rs-
por libra.
A do Bio Grande vendeu-se
da 29500 s 39800 rs. por ar-
roba, o a do Rio da Prala de
21500 a 29800 ra. por arroba,
fieaade em ser 58,000 da pri-
mera, e 4,000 da segunda.
Carvo de pedra Vendan-so de 149000 a 179000
re. tonelada.
Cerveja- Vendeu-se de 39500 a 6g000 ra.
adusto de garrafas.
Farinhe de trigo-Tivemos doas carregamerrtos.
o parte do cutio: Realhou-se
a 229000 rs. a de Richmoaa,
ttjOOO a 22IO00 ra. a de Phi -
ladelphia, 169000 ra. a da Bal-
tianora. e de 27O00 a 28*000
ra. a de Trieste, ficando em
aer 800 barricas da primeira,
15,730 da segunda. 1,800 ditas
OH *a lercaira, e 4,600 da Uinaa,
aa todo 22,430 barrkas. e 800
sarcos da Coito taado ae ven-
dido alguna ditos a saJOOB ra.
cada as, :
Bar. da m aodiooa-P o j co
Cha------------
Carne secca-
Mercaderas.
Abanes..... .
Agua rdente de cana. ...
dem restilada ou do reino. .
Mem eaxaca......
dem geaebra......
dem alcool oa espirito do
agurdente......
Algodo em caro o ...
dem em rama ou erais. .
Arroz com casca.....
dem descascada es eilede. .
Assucar mascavado ....
dem branco ......
dem refinado......
Azeite de amendoim
dobim.....
dem de coco .
dem de mamona .....
Batatas alimenticias ....
Bolacha ordinaria prepria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom.....;
dem eacolha ou restolho .
dem terrado.....
Caibros........
Cal......... .
dem branca......
Carne secca charque. .
Carvo vegetal......
Cera de carnauba em broto. .
dem idem em velas. .
Charutos.......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgadoa .
dem seceos espichados. .
dem verdes ......
dem de cabra cortidoa .
dem de onja......
Doces seceos......
dem em geleia^ou massa .
dem em calda. .....
Espanadores grandes. 1
dem pequeos ,
Esleirs para forro ou estiva os
navio.......,
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de araruta.....
Peijo de qualquer qualidade.
Frechaea........
Fumo em folha bom. .
dem ordinario ou reslolbo.
dem em rolo bom ....
dem ordioaro restolho. .
Gomma ......*..
Ipecacuanha (ralx) ....
Lenha em achas.....
Toros........
Lenhas e esteios.....
Mol ou melaco.....
Milho ........
Pao brasil ......
Pedras de amolar .
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Puntas ou chifres de vaccas e
novilhos.......
Pranches de
dous custados. .
dem looro. .
Sabao.....
Salsa parrilha .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta .
Taboas de amarello
dem diversas...... 709000
TaPoca........arr0ba 39200
Tves.........urna 89000
Unhas de boi......cesto |390
Vinagre......caada 9280
Alfandega de Pernambuco 5 de outubro del8tl.
O primeiro conferente.Clemente Jos Ferreira
da Cosf.0 segundo conferente, Jos Lhoaaz da
Aguiar Pires Ferreira.
Approvo. Alfandega de Pernambuco 5 de cata-
bro de 2861.Barros.
Conforme o 3. escriptarario. Jais Jas Pe-
reira de Paria.
Mo Yiraento daporto.
Navios entrados no din 5.
Rio de Janeiro e portos intermedios8 diaa, do
ultimo pbrto 16 horas, vapor a Parsni. > com-
man Jante o ca nao-tenenie Jos Leopoldo da
Noronha Torrezio.
io Grande do Sul 37 diaa, patacho brasileiro
< Tigre, de 163 toneladas, capitao Masas! 6.
de Oliveira Magano, equipagem tO, carga 8,000
arrobas de carne secca ; a Bailar & Oliveira.
Baha15 dias, brigue brasileiro c Cooreice,
de 177 toneladas, capitao Joio Plores da Ama-
ral, cquipagern 10, earga faiinha de trigo ;
Azevedo & Mendes.
Navios sahidot no menso alta.
Lisboabarca portogueza < Flor de S. Simio, s
capitao Domingos Pereira Lima, earga aasacar
e outros gneros.
Portos do Solvapor nacional Persinesga,
commandaote Manoel R. dos Sanios lloara.
Parahibapatacho inglezc Undena, > capitao Ja-
mes Ilefferman, carga bacalhio.
ai co se o
amarello
cento
~
Horns.
n
a
B
Athmoipktr*
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g w g 8 1 ffyf re metra.
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I Cittmmn hxjdrs-
itriea.
8
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Frantsa.
f .* Jg 8 s
Tafias.
ae aaa-
A noite clara, vento ENE regalar at
atascar que rondan para a terral
osciixa*>6 DA XUSJB*.
Preamaraa 0 b 18*da tarde, altara 7, s.
atorto de araesal de marinha, 5 os ss-
tubrede 1801.
BOXUSO 9TCTW.B,
1.* aecreiario.
Manteiga--------
Oleadcllnltofia
Queijos-----------
jleza da
Jrs.porga-
ai
vendaram-se
1*.
1 m*.
de
a juaU da mesma l ha da ar
tor a quem por aasaa usar, a asta Osa ai
do empedrameato da estrada da Victoria, as la-
gar danoaiaad Soesorro avaliaaa aa
Uacia de 5:175|500 rU.
^b


.'
>
fiwummwjl Mt na forra i a le pro-
vioeial o. 343 de 15 de to de 18M. sob
clausulas especiaes abalie copiadas.
As pessoas que se proporerem esta arrema-
taelo comparegam na sata daa sesadas' da refer-: a
lAftKJ 01 a*W\MaHJCO. i- SEGUHOA FBItA 7 M MmJBIlO 1 xflti.

A cmara municipal do TWelttTil pWWfco
pa a coahecimeuto de aaus municipes o officio
b lixo iranjcripto.que reaebeu do Exm. presidente
da provincia, e couvidi-os a que, preatando toda
da junta, rio da cima declarado, pelo meo da
e compeleateatMte habilitada.
S para constar se maadoa alBtar e publicar
pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de Per-
nambueo 4 de outabro de 1891.
O eeet alacio.
Antonio FerafJ^T
Clausula* esptciaes para d
ta Oa reparos do empedr
serio execulados da con
mealo approvado pela diiec.
suemettido a apprevagao do Bis. 8 udeeidsaU
da profiriera na importancia JBWPOO-
t* O arrematante dar i principio a obre no pra-
10 de oito dtaa e a conclu i de trez mezes,
contados como determina o artigo 81 do regula-
meato dea obras publicas.
quaodo a obra fjr coocluida e recebida.
4* Nenhuma reclamacao, tendo por Um rece-
ber indemnisagao, ser altendida qualqucr que
aeja a oalureza da allegacto em que se funde.
5a Em tudo o mata quesjae vai especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha o que dis-
pe a lei provincial o. Xssjp
Conforme.O secretario^
A. F. dMnnunciacaa.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em virtude da orden do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 4 do correte mez, manda
faer publico, qoe no dia Si daate mez, perante
a junta da meaos a thesouraria te ha de arrema-
tar a quem. por menos flzer, a obra de 450 brabas
de empedramento em diveraos lugares da estra-
da da Vietorii, avsliads na importancia de ris
7:98ISOO0*
A arremateeio ser feiu na forma da I pro-
vincial a. 348 de 15 de malo de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaiio'copiadas.
As pessoas que se propalare a esta arrema-
tico comparegam na sala daa sesses da referi-
da jonta, no dia cima mencionado, pelo mel
dia e competentemente habilitadas.
E para constar se mandn affixar e presente e
publicar pele Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
Bambuco 4 de outubro de 1861.
O secretario,
A. Ferreira d'Annuoclaco.
Came ttpeciaes para av arrrtmatacao.
1* As 450""bragas on empedramento nos di-'
versos pontos da estrada da Victoria, sero exe-
cutadoa da conformidade com o ornamento ap-
provado atete directora em conselho, e submet-
tido a approvacao do Exm. Sr. presidente da
provincia na importancia de 7:886*000.
2" O arrematante dar principia a obra no praf
10 de 15 das e a concluir no de quatro mezes,
ambos contados seguodo o art. 31 do regula
ment daa obraa publicis.
3a A importancia da obra ser paga em tres
prestaedes iguaes, em vista do alleslado do en
genheiro, certificando ter feito o arrematante ora
terco da obraf-
4a Neohuma feclamage, que lenha por fin
pedir indaaMtssco, ser aUeodida, quaesque
quersejam as allegagoes em que se funde.
5a Em todo mais, que nao vai especificad!)
as presentes clausulas, seguir-ae-ha o quedis-
poe a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro
viocial era cumprimeolo da resoluco da junta
da faaenda. manda fazer publico, que a arrema
ta;3o da renda dos predios do patrimonio dob
orphus, fof transferida para o dia 17 do cor
tente.
E para constar se mandou affixar o presente
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 4 de outubro de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O Dr. Ernesto de Aquioo Ponseca, eavalleiro dja
ordem de Christo, iuiz de orphos e ausentes
da cidade do Recite e seu termo, por S. M. o
Imperador, que Deu guarde, ele
Fago saber que por este juito ser arrematadla
por tres pracas consecutivas, o arreadamente
por um Irienuio da caaa da rna do Crespo o. 14,
servindo de base i arrematarlo o prego anouajl
porque est arrendada de 2 OOOtyOOO, sob as conj-
dices exaradas no escriplo que se acha em pol-
der do porteiro deste mesmo juizo Amaro Anto-
nio de Paria.
E para que chegue ao conhecimenlo de quero
iotereasar possa mandei paaaar o presente que
ser publicado pela imprensa e afxado no lugar
do costme.
Dado e passado sob meu signal a sello oa va-
ina sem sello ex-causa. I
Cidade do Recite de Peroambuco 1 de outubro
de 1861 Eu Ploriano Correia de Brito, escrivo,
o fiz escrever e subscrevo.
Ernesto de ioutno Fonteca.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimeolo da ordem do Exm. Sr.
presidente da proviocia, de 2 do correte, manda
azer publico, que a arrematarlo da obra da bom-
ba que tem de ser construida, prxima ao engl-
obo Paulisla, na estrada do norte, ter lugar no
dia 7 deste mez, e nao a 10, como se acba an-
nunciado.
E pa constar se mandou affixar o presento e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Peir-
nambuco, em 4 de outubro de 1861.O secre-
tario,
A. F. d'Annuociacao. .
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em virtude da resoluco da junta da ia-
zenda, manda fazer publico que a arremalagao
dos concertos de que precisa o edificio em que
funeciooa o collegio dos orphos de Saola The-
reza em Olioda, Qcou transferido para o dia 10 do
crrante.
E para constar se mandou affixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, em 4 de outubro de 1861. O secre-
tario,
Antonio F. d'Annuociacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimeolo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 27 de setembro prximo
iludo, manda fazer publico que no dia 17 do cor-
rente se hade arrematara quem por menos flzer,
o fornecimeoto dos objectos preciaos ao collegio
dos orpoaos, os quaee vo abaixo declarados.
Agua por mez........ 190200
Azeite de carrapsto e velas de car-
nauba idem........ 39;OO0
Lavagem, engommado e concert de
roupa idem........ 559000
A arrematago ser feila por lempo de seis
mezes, a contar do 1. de oovembro do correte
a 80 de abril prximo futuro.
As pessoas que quizerem fazer dito forneci-
tnento, compareQam na sala das sessoes da junta
da fazenda, no dia cima declarado, pelo meio
dia, e competentemente habilitadas.
para constar te mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario-
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambuco t de outubro de 1861.O secretario,
A. F. d'Anuunciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para conhecimenlo
dos interesaados o artigo 48 da lei provincial o.
510 de 18 da juoho do correcta anno.
Art. 48. E' permittido pagar-se a meia atea
dos escravos compradaa em qaalquer tempo an-
terior a data da prente Id iadependeote de
revalidado e multa, ama vez qu os devedores
actuaos deste imposto, o facam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1882, os qoe & o Qxerem ficara
sujeitos a revalidarlo e multa em dobro, sendo
um terco para o denunciante. A thesotjraria
ar anounciar por edital nos primeiros 10 dias
de cada mez a presente disposico.
E para constar se mandou affixar o presante o
publicar pelo Diario.
Secretaria da fbeaoorarle,provincial de Per-
oambuco 8 de ju'lho da 1881.O secretario, .
A- F. d'Aununciecio.
' O Illm. Sr. inspector da thaaouraria pro*
vincial, em cumprimento da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que aa arrema-
tacoes dos concertos da cadeia da villa do Cabo,
e bamba loeoganhofauliata a a sitada d* n ve-
te, Coran Iranstadaa para dia 10 de outobea
prximo vindouro.
g para constar se mandn affixar praeata c
pabUear pato Mario.
SeereUritt 4m4mowu**jitmto***.tm*l
aambuco 28 de setembro de ffiil.O aaeratane,
Antonio Ferteira d'AnnonciaQo.
tteocaa para a recommedajo de S. Exc,
m de le parte quantp lhesfor posaivel para
r a cultura da aliadlo, e do triga neste mani-
lo se desenvqlva de modo qua possa dar um
resultado satisfactorio, visto como pelas disengoes
que se em manifealado nos Estados-Unidos da
laWdftntUu a acal1
de urna a sete polegadas. para provimeoto in- martimo, & quantia (fe cerca de23:0C0,8
> dejara oh)eetsj. sa|eiiandnfae faM.laiea aa DI gattog'do COiteto e outroi COtn a
afmei do niylo a apresentarem suaspropos- meima barca neite porto, onde foi com-
s fuelle dta. at as 11 horaa da maoha, em nlatam*nta L.!7
da
co
tas
caria fechada.
Sala do conselho de
outubro do 1861.
jerps deve
vanlagets
aeus mui-
r esta recom-
rg%ndo seus esforgoa para to
1 grandes vantagens devem resul-
tar para o paiz.
Paco da cmara municipal doRecife em sessio
ordinaria de 16 de setembro de 1861.Luiz Frau-
cisco de Barros Reg, presidente.Francisco Ca-
nuto da Boaviagem, official maior servindo de
secretario.
Quera aaoca. PaUaie 4s> *&** da Par-
bambuco em 10 de aetembro de 1861.
A cmara municipal da cidade do Recite j do-
re ter noticia das disaoges civis, qoe actual-
mente agitam os Estados-Unidos da America do
Norte, e que a guerra entra elles aleada, nao po-
da daixar de lar prejudicado grandemente lodos
os seus irabalhos agrcolas, resultando d'abt, co-
mo fcilmente ae comprahende, ola sd a, escs-
sezdosarligos desua produccio, seoSo tambem,
e como coosequencia neceaaaria a elevaco do
prego decada um delles.
Sendo os Estados-Uuidoa da America do Nor-
ia o pais, d'onde se exporta a maior parle do al*
godo que alimenta as grandes manufacturas da
Europa, e especialmente aa da Inglaterra, e bem
assim o trigo consumido no Brasil, a lula, que
boje pertuba quelles estados, deve necessa-
mente acarretar urna crise, que de receiar nao
se faga esperar muilo, por isso que, seguodo in-
formagdes minuciosas, se ha verificado que a cul-
tura d algodo naquelles patzea tem deOnhado
eonsideiavelmente, e a axportaco do trigo, e de
outros cereaeS para o Brasil tem decrescido tam-
bem na mesma proporco.
Convido prevenir as serias difficuldades que
semeihante estado de cousaa ooa pode lrazer,
vou chamar sobre assumpto lao importante a al-
tengo da cmara municipal da cidade do Recite,
para que dando mais orna prora do seu patrio-
tismo, procure persuadir aos lavradores, seus
municipes, a conveniencia, ou antes a necessida-
de, de se promover na maior escala pessivel;
nao b a cultura do algodo, que esta provincia
j exporta, mas nao em qnanlidade correspon
dente fertilidade e prosperidade do terreno,
seno tambem a do trigo, que to satisfactoria-
mente produz nesia provincia, como o tem de-
monstrado diversas experiencias, ponderando-
lhes ao mesmo tempo a opportuuidade que as
circumstanciss actoaes thea proporcionara deau-
ferirem grandes vantagens e leeros certos dos
eaforeos, que empregarem nesse numero de in-
dustrias.
O dosso algodo, por sua qualidade superior,
goza do maior aprego e procura nos morcados es-
traogeiros, e o trigo que agora coovrn cultivar,
como urna medida de preveogo, pode vir a ser
mais urna fonte abundante de riqueza, qoe in-
demnisando generosamente os sacrificios que
hoje fizerem os oossos lavradores desenvolver
os recursos do paiz e augmentar no futuro o
bem estar da popular-o.
Esta presideocia confia que a cmara munici-
pal do Recite, acompaubando o governo neste
pensamento, se sentir bastante animada para
promover por todos os meios ao seu alcance o
maior desenvolvimento possivel da industria
agrcola do seu municipio, relativamente cultu-
ra dos dous gneros, que me tenho referido,
cumprindo que me dS conhecimeuto de quanto
fr obleodo em desempenho das racommenda-
ces, que lhe ficara transmitlidas.Antonio Mar-
celino Nunes Gongalves.
A cmara municipal da cidade do Bedfe faz
publico para conhecimento de aeus municipes
que recebeu do Exm. presideole da provincia o
officio abaixo transcripto, ao qual acompanba a
relaco dos productos, que podem ser aposenta-
dos neste municipio, e espera que todos concor-
ram para que o convite do governo da proviocia
produsa o desejado effeilo, e est prompta a dar
todos os esclarecmentus, e apreseolar todo o au-
xilio, que della depender para que ee realise to
til eosaio, o qual ter lugar no dia 7 de novem-
bro prximo futuro, como faz certo o segundo
officio deS. Exc. de 13 do correte, tambem a-
baixo transcripto.
Pago da cmara municipal do Reclfe, em se-
so ordinaria de 16 de setembro de 1861.Luiz
Francisco de Barros Reg presidente, Francisco
Canuto da Boa-viagem official maior servindo de
secretario.
4.a secgo. Palacio do governo de Peroam-
compras navaes em
Mxfaloe odrisjsma d'aa aojos.
Vira-CONSULADO
pletamente concertada e te acha preites
2 de a leguir viagem para Liverpool intei-
Iramonte oorregaaja i o ritco comprehen-
de t sobre o cosco, aparelbo o man
prajftioi da retorid* barca e lobre o
frete da carga que conduz ao indicado
destino. O pretendentes queiram fa-
zverauai propoitas dentio em tres dial,
eos cartas fechada, dirigida! aoconiu-
ado britannico nesta cidade.
PernamOUCO. N. O. Bieber & C. luccesiore co-
Tendo-se abarlo oa Italia urna subscripgo para mo coniienatarioi da barca ineleza Li-
levantar um monumento ao insigne horaem de _____ ... .", n
estado, e grande p.triou, o umversalmente laa- e por ordem do CanitO Jobn Gar-
timado Canda de Gevaar, e desejana-a* com dyne, ttem iciente a ^quem interessar
S. E
DE
Vittorio Emaniele II
RE DA ITALIA
EH
terca fetra 8 do corren te no armazem
trapiche Livraraento no Forte do
Mattot.
DE
se reunir em no consiatorio do dita agre.
j*. terca-feira 8 do correla, os O e
tarde, para o na
que toso do
1862.
aqualle monamento attestar aos vindouros o re
conhecimento dos Italianas pela grande obra da
uuidade, liberdade e independencia da nosaa Pe-
nnsula, a qual tanlo tem contribuido com a toa
vasta inteligencia, com o agudeza do seu pera-
pico enajenho, com a sua energa da incrivel sua
actiridade, e com a assiduidade de suaa grandes
acedes.
O abaixo aisignado, vice-cnsul, residente nes-
ta cidade, inatancia do Illm. Sr. cnsul geralde
S. M. do Rio de Janeiro, convida a toda e qual-
quer pessoa que generosamente queira concor-
rer para a subscripgo da ama acgo a to gran-
de reconhecimento. de se dirigir ao vica-coasu-
ladj italiano, ra do Trapiche n. 15, at o dia 15
do correte mez de outubro. Peroambuco 3 de
outubro de 1861.O vice-coosul,
Jos Teixeira Bastos
Pela subdelegada de policia da Capunga
faz-ae publico, que ae ha recolhido casa de
detenco um preto, que diz ser eacravo do Sr.
Jos laudino Pires, morador na roa da Praia,
cuja preto foi preso por suppor-e estar fgido ;
quem se julgar com direitoao mesmo preto com-
parece oeste juizo, que provaodo o seu dominio
lhe ser entregue.
Subdelegaba de policia da Capunga 4 de ou-
tubro de 1861.O subdelegado, Maaoel Gentil
da Costa Alves.
Censellio administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguinles:
Para o corpo da guaroicao da provincia do
Cear.
S castigaos de lato.
1 copo de vidro.
4 caldeirai de ferro batido com lampas para 50
p ragas.
4 colheres de ferro.
4 espomadeiras.
2 enchadas.
4 garfos grandes de ferro.
1 prato de louga.
10 ps de ferro.
1 talha para agua.
Para provimeoto do armazem do arsenal da
guerra.
40 aaeioe de sola branca garroteada
84 couros de lustre.
18 meios de sola de lustre.
Quem quitervender taes objectos, aprsente as
su as propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 oras da maobaa do dta 9 do
correte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 2 da
outubro de 1861.
Besito Joti Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Exposieao.
pona que nao le reipomabilitam por
contal contratadas (de hoje em diante)
peto Sr. L. I. F. Seaton, c pitao que
foi do dito navio e da tripolacao. Re-
cife 5 de outubro de 1881.
Csndeiros de gaz, latas com gaz, Ggu-
rai para mesas, -quodros com lindas
pinturas, cestos e bolaios paro diver-
sos miiteret, bengalas de difierentes
qualidade*, ternoscompletos de ban-
dejas'de difieren tes gottos, espingar*
dase mais artigos desnecesiario de
enumerar.
continuara' o leilao doi objectos cima
mencionando, por ordem do Sr. Anto-
nio Duarte Carneiro Ramalho : quinta-
feira 11 do corrente as 11 horai em
ponto na exposieao dot candieiros eco-
nmicos sito na ra Nora.
Pede se concurrencia, pois tudo
vender' sem limite algum.
terca-feira
meia horas da
gerern o novo meta
cionar de 1881 a
oooooo-oooo
Nvita alteocad.
S
te
COPaXH rniuiBtx&iu
oa
Navega^ costeira a vapor
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao do Amo'. Aracaty, Geara'.
0 vapor Iguarass, commandante Vianna,
sahir para os portes de sua escala no dia 22
do correlo meras 4 horaa da tarde-
Recebe carga at o dia 21 ao meio dia. Eo-
commendaa, paasageiros o dinheiro a treta at o
dia da sabida aa 2 horas: ascriptorio no Forte
do Mattoa o. 1.
Para
Ro de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o brigue
nacional tVeloz, tem paite de seu c*rregamen-
to prompto : para o reato que lhe falta, trata-se
com o seu consignatario Azevedo & Mondes, no
sea escriptorio, rueda Cruz o. 1.

Leilao
Tersa-feira 8 do corrente,
O agente Hyppolito com autorisacao
do ca pitao do patacho hamburguez
Fanny, e com licenca do Tllra. Sr. ins-
pector da altandega e com permissao e
presenca do Sr. vice-contulde Hambur-
go levara' a leilao por conta e ritco de
quem pertencer os objectos seguintcs:
Um mastro quebrado.
Um mastareo de velacho.
Um dito de joanete.
Umaajierga de joanete
Duas velas de estaes.
Urna vela de velacho.
Urna dita de joanete.
Um lote de diversos cabos.
Terca-feira 8 do corrente as 11 horas
em ponto no armazem do Sr. bario do
Livramento cafes d'Apollo, as 11 horas
em ponto.
LEILAO
A abana saeignada tea aaieaU a* rea-
paita el publica a ara articular a
aquellas pessoas. coas quem Uvera eaet-
Ua ou Iraaweecaae qua alia ata* lasa
preaeuiemeoie olvida de eturna saga.
asa a croe algunas Ultras que Iistsis
assigoado para ai, a aa aastaaa teOaa na-
gas, bem como alta suaa tras leUra*
que tem endocado por faiar, a aloaaa da
seos Olhos e georoa, (oio todos)
aa achaso pagas; e casta sa essaida
devar a niaguasa, tanto da Ultra*
como por Ultras eodogadas diloe
lhos e gearos, bem como trs|ss
outros quaesquer lito'os, a quaqr
pessoas, por laso faz a prasrata deeta-
m rsgao. No caso porra da nao scaais-
oer assim, o qua Dio erivet. qas ti-
W ver alguna Ultra oa outro qualquer a-
m enmante, qoe sa eooaNiM aa eraos,
a queira inmediata mente apresrala-l*
a mais tardar uestes 30 dUs.ua casa dasaa
reaidencU na ra da Aarora u. 04, ;
aa verideade verdadeiro ser pago em ea>-
r linete e psra qoe nio ssaarecam davi-
aV das para e futuro mesmo deU sU
ttk sua morte 4 que faz o prstale aaaacio
f. e declaradlo solemne para qua aiogueai,
r aeja quem quer (or, se chame a Igoo-
*(J rancla. Oulro stm, quesu quer qua a*
SJO julgar credor, lera a bondad* de dacia-
ff rar por eaU Diario. Recite i de oala-
9 oro de 1881-
m taiia Theodora a'Asramacio.
i
I
COMPAJHIA PEMAalBUGANA
DI
\avegacao costeira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
e Acaracu'.
O rapar tJaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os pertos do norte at o Acaracu no
dia 7 de ontubre as 4 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 8 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros dinheiro a frele al o dia
da sahida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Mallos D. 1.
T*:rca-feira 8 do corrente.
PELO AGENTE
buco, em 4 de setembro de 1861. Devendo ter
lugar nesta cidade no dia 2 de dezembro vindou-
ro, no palacio do governo, urna exposigo dos
productos naturaes e industriaos desla proviocia,
e das que lhe sao limitrophes, ou lhe ficam mais
prximas ; de conformidade com as ordeos im-
periaes, recoromeado a cmara municipal do Re-
eife, que, fazendo ebegar esta noticia ao conhe-
cimento de todos os seus roaaicipes, procure por
todos o5 meios ao seu alcalH anima-los do de-
sejo de coocorrerem para a referida exposigo
com os productos, que alli plem figurar e se
acham ea^ocicados no calhalogo annexo as ios-
trueces de que remelle o incluso exemplar im-
presso ; fizendo-lhes essa cmara ver as grandes
vantagens, que bao de resultar da referida expo-
sigo, nao s para a agricultura, mas tambem
para a industria do paiz, como um dos msis con-
venientes meios de aoimago para o desenvolvi-
mento de lo importantes Untes de riqueza ua-
cional, a que o governo presta a mais seria ai-
tencao, contando com o coucurso de toaos os ci-
dadios, e especialmente das municipalidades, no
empeobo de preeocherem por este modo um des
principaes fias de sua iusiuico.Antonio Mar-
colioo Nunes Gongalvas.
4.a aecga.Palacio do governo de Peroambu-
co, em 13 de setembro de 1861.Declaraudo-me
o tira. Sr. ministro da agricultura,.commercio
e obraa publicas em aviso, expedido) em 19 de
agosto ultimo, sob n. 18, que a exposigo desta
provincia deve ter lugar no mez de novembro, e
nio em dezembro, como por engao se diz as
inalrutgde*, de que remetli a cmara municipal
da cidade do Recite um exemplar impresso em
officio de 4 do corrente, apresso-me a commnni-
car a mesma cmara em additamenlo uo meu ci-
tado officio, que a exposiglo ser aberta nesta
cidade no dia 7 de novembro prximo vindouro.
Antonio Marcellino Nunes Goncalves.
A commisiao directora da EXPOSI-
GO' agrcola e industrial, que tera' lu-
gar no palacio do governo no dia 7 de
novembro vindouro, manda pelo pre-
sente fazer publico que. no dia 26 de
outubro prximo comeqaro a ser alli
rebebidos os objectos que tenham deji
gurar na mencionada EXPOSIQA1):
Sala das sessoes da commissSo 20 de se-
tembo de 1861.O secretario,
/ Joaquim Pires alachado Portella.
Por nao apparaeer licitantes ao casco do
brigue escuna Xingu', manda fazer constar o Sr.
capllo de fragata servindo de inspector deste
arsenal, que posto novamente em hasta publi-
ca, na porta do almoxarttado, em os diss 1, 4 e
7 de outubro prximo, s 11 horas de machia,
sob o valor de 533J333 ris, um terco menos da
avaliago que lhe foi dade,
Iospecgao do arsenal de marinha de Peroam-
buco em 28 de setembro de 1861.O secretario,
Alexaudre Rodrigues dos Aojos.
Tribunal do commercio -
Pela secretaria: do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico, que Jos
Fortunato dos Saolos Porto e Julio Augusto Tor-
res dusolveram a sdciedade q ue tioham nesta
praca sob a firma de Julio Augusto Torres & C-,
pelo contrato de 2 do corrente, que est registra-
de nesta data, ficando em virtude delle o ex-so-
cio Porto encarregado da liquidago, e obrigado,
Goda esta, a desonersr o ex-socio Torres.
Secretaria do tribuoal do commercio de Per-
oambuco 4 de outubro de 1861.
Julio Guimares.
OfftcUI-maior.
Rio Grande do Sul pelo Rio de
Janeiro.
A barca nacional Reatauracio segu *iagem
imprelevelmente no dia 15 do corrente, ainda
recebe algoma carga a freU, e escravos para-am-
bos os portos: trata-se com os consignatarios
Marqufs Barros & C no largo do Corpo San-
to n.* 8.
ffiflfrfl^
COIPANH.A BRASILEIRA
O referido agente aulorisado pelos herdeiros e
ioteressados ds casa terrea n. 33 da ra dos
Pescadores, vender em leilao publico no men-
cionado dia e pelas 11 horas da manha no ar-
mazem da ra do Vigario n. 11.
A diu casa terrea de pedra e cal que tem de
frente 20 palmos e meio e 74 palmos e meio de
fundo, com um bora quintal murado de 20 pal-
mos de largura e 77 de comprimento, tudo em
chaos proprios, com cacimba meeira..
Para melhores informages podem os preten-
dentes entenderem-se com o dito agente.
Na mesma occasiao vender-ae-ho varios ob-
jectos entre elles diversas obras antigs e mo-
dernas de ourode lei, perlencenles a ama pes-
soa que se retirou da provincia, e que deixou or-
dena para veuder-se sem limites.
LEILAO
HliiTBS llIM'ia.lA 7 do corrente.
35-Ra larga do Rosario-33
Francisco Jorga da Silva Parauhos.deutiata d
Lisboa, colloca deales-artiflciaea terroaeetallieu*.
incorrupliveis por todos oa syalemas, acfta -
eodireila os disformes, assim eosaa fas totas a
operaces da sua arte o que oxenla com a aeaier
delicadeza, perteicio e primor para qaa a4*>
ser procurado taalo para a capital como para tara
della.
Eipera-se dos portos do norte ot o dia 10 do
corrente o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capillo de mar e guerra Gervazlo Mancebo, o
qual depois da demora docostume seguir para
oa portas do sal.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada, en-
eommendae, dinheiro a frete at o dia da sahida
as 3 horas : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio
de Azevedo & Mendes.
Atsos martimos.
Para Lisboa
Segu vtsgem impreterivelmenle no dia 8 do
prximo ootuqro o brigue portuguez Relmpago.
Ainda recebe carga e passageiros a quem oflereee
boas accomodages, e trata-se com o consignata-
rio Tboroaz de Aquino Fonseca, ns ra do Viga-
rio o. 79 1* andar, ou com o capitao na pracs.
Para.
O patacho Emulaco segu em direitura ao
porio indicado ; para o pouco que lhe falta, tra-
ta-se com Moreira & Ferreira, rui da Madre de
Deosn. 8.
Leiloes.
Prente Vianna & C. fario leilao por inter-
vengo do agente Oliveira, do mais completo
sortimento de ferrsgens finas e grossas de todas
as qualidades e de miudezas, que muilo agrada-
rlo por setem ioteiramente proprias do mercado
Segunda-feira 7
do corrente as 10 horas da msnhia, no seu ar-
mazem, ra da Cadeia do Recife.
Avisos diversos.
TfiM
Declarares.
Aracaty.
Correio.
Pela administraba o do correio se faz publico,
que as malas que deve conduzir o vapor cosleiro
tJaguaribe, com destino provincia do Cear e
portos intermedios, fecham-se hoje (7) as 2 ho-
ras da tarde em ponto.
Inspecco do arsenal de ma-
rinha.
Faz-se publico qua a eommiasie de peritos
deste arsenal examinando na forma determinada
no regulamento baixado com o decreto o. 1324
de 5 de fevereiro de 1854. os cascos machinas,
caldeiras, apparelhos, mastreacops, veame, amar-
ras e ancoras dos vapores Persinunga e Jaguari-
be, da companhia Pernsmbucaoa de navegago
costeira, achou tudo em regular esUdo.
Inspecgao do arsenal de marinha de Peroam-
buco em 5 de outubro de 1861.Jlo Baplista
de Oliveira Guimares, capitao de fragata, ser-
vindo de inspector.
Conselho de compras navaes.
Ordenando o Exm. Sr. presidente da proviocia
que ue contrate de novo o fornecimeoto de po e
O hule Aracaty, meslre Jlo Henrique de
Almeida, segu por estes dous dlss para Araca-
ty: para carregar e passageiros, trata-ae com Tas-
so Irmlo.
Para o Ass.
O brigue brasllelro tAdelalde de excellente
marcha, tem resolvido segotr ampreterivelmente
nestes 4 ou 5 dias para aquelle porto, e o mesmo
recebe carga i frete, para o que trata-ae com os
seus consigoatarlos Bailar & Oliveira, ra da Ca-
deia do Recife n. 12.
Brigue nacional Veloz.
Recebe gneros estrangelros para o Rio de Ja-
neiro.
O palhabote nacional Doua Amigos, capitao
Francisco Jos de Aranjo, segu para a Babia em
poucos dias ; para o reato da carga que lhe falta,
Irata-se com seu consignatario Francisco L. O.
Azevedo. a* tua da Madre de Dos n. 12.
J. A. Hener, capitao do patacho
hamburguez Fanny, vindo do Rio
Grande do Sul, com destino para Fal-
LEILAO
A 8 do corrente.
Saunders Brothers & C. farlo leilao por inter-
vengio do agente Oliveira, de 488 barricas de
farinha de irigo das marcas Baliimore e Ohio,
viudas prximamente pelo patacho inglez Un-
diae>-, e descarregadas sexta-feira ultima
Terca-feira 8
do corrente, s II horas da maohla em ponto,
no seu armazem sito no caes d'Apollo, perto da
ponte nova do Becife.
)#
LU ^Bfjh. n 14
O ^f A r
Hf Mk*J f 1 .
sacj

en ^ i'
&a mm mM vs 11
t ^-^> 1
as (OZOBIO) o I
LU sLsssssl 1 o o o
1
Sexta-feira 11 do corrente pelai 8
he ra da manhaa em ponto andaro im-
preterivelmente at rodal da oitava par-
te da quarta e quinta da quinta lotera
a beneficio doGymnaiio Pernambucano.
Ai lortei de 6:000^ e 3:000$ serao pa-
gas 3 dial depoii da extraccao e as ou-
tras logo a entrega dai liitas. Os bilhe-
tei e meios bilhelet acham se ja a ven-
da na ra do Crespn. 15, thesouraria
dai loteras e nal lojat commissionadas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
A mesa regedora da trmandade
do Senhor Bom Jesu dos Pasioi do Cor-
po Santo, conrda aot leui irm5oi para
I
LEILAO
S-RaaestreitaTitEtsari3
sj> Francisco Pinto Uxorio continua a col- aja
Sj) locar denles artifteises tanto per meia da at
aa molas tomo pela preaaao do ar, na tu- a)
s% ceba paga algum a sea que as obras ato eje
sj fiquem a vontada de aaus donos, lea ato m
m outras prauaracoea as mais acreditadas ^
s para conservagao da baten. sj)
* 99 99%
PH\RI\CLV-MTOWHI
Raa larga da Rosara a. 36
Rob l'Affecteur.
Pillas de Allesoa.
Pilulas americanas.
Vermfugo inglez.
Pilulas Bollovray
ungento Holloiray.
Vendem-ae globos para caadUtrw, a bam-
bas de japi, mais barata do que em nutra apa! -
quer partv: na ra larga do Roearle. $4.
Terga-feira 8 do corrate.
PELO AGENTE
PESTAA.
Pelas 10 horas da manhaa do mencionado dia.
o referido aante tari leilio no armazem n. 11
da ra do Vigario
Moveia de diversss qualidades, lencos, vidros
e urna infldldade de objectos que estarlo expos-
tos ao exame dos concurrentes.
Pretende Igualmente vetrder sem llmlle de pre-
qos, grande qaaoriiade de colletes de velludo
&a^ w a^&wtrim^^ mouth para receber orden, entido seda. CTchemUs, fasto e brm ^an previno sos Srs. logislas que vendem awatmnaa
que oto percam a ocessiao de Ho boa pechincha.
Cachimbos de
AvUa-s* aos amantes deites magnficos cachimbos que recebau-se um completo
a precos de 500 a 4&, assim como acha-se sortldo de
Superiores chantos
_ urtado de Simas, igualmente avlsa-ee i
Esponjas de platina
eU
da Babia, da fabrica de Jos FurUdo de Sima, igualmente avisa-sa aa peaaoaa que feamssraasi
rembro prozimo,' para oa navio da armada e es-
tabelecimentos de marinha,com djeem por menas
o faga, servindo de base os setaofutes pregos:,
41256 tala arroba da bolacha e 4*1*2 da do pao,
offerecidos tor blanoel Antonio de Jesur; man-
eebidaaneate i
bota *f9M9^9M
Sato do
e
neite porto para concertar ai avaria
que te ve na viagom, pracia a, riaco ma-
rtimo de ceica de dez a 12 cont de
r re iioire o_ caico,, frete e o cam
ez I vi.ta de proposta i ment do dito navio: offeitaa em cartas
em cartas fechadas, at as 11 fochaoki sao consulado de He burgo
Walter Thompson, capitao da
marca ineleza Colimn, (conitgrmtario
f n &4 F* Sm?
para as machinas de fogo, das quaes tambem existe alftamai, a peaaa to siaca para aa asa-
que se vendem avulsos. Acha-se a venda o saperia*
Fleur d'Harlebck
maro-15 do _
Centro commercial,
iTranciicd Gome de Ofiveira fai leilao
Sor conta.de quem pertencer de corea
t>8f)8 barrtcat rom farinha da bem
conhecida marca Fontana, e da quali-
dade regular, chegada ltimamente,
em lotes a vontade dot compradores :
s^
i-svataamna;
tiM exceiale
Ann


(*)
PUMO M WaMWWqO. *- fflGDKD TORA 7 DC OTBWfcO DE 18tl.
Furto
Na noite do di* 4 so amanbecero dia 5 do cor-
rete, furlaram do silio denominada Salgadioho
om cavallo coa os eigoaes seguales : rugo ro-
dado, cacundo, andador baixo, eom marcas de
arreios de carro no* peitos e as ps, duas rela-
duras noa joelhos ja encabelladao, porm besa
viziveis, inleiro e cm um ferro : e abaixo aaiig-
nsdo roga a loda e quatquer pesioa que o achar,
qojnra entrega-io a sea dono, do roeocionado si-
tio Silgadinho, ou na cambo, do Carmo o. 7, que
ser recompensado.
Manoel Antonio Baptiits.
Precisa-se alugar urna esta com sitio, com
tanto que seja retirada da etrada, e qde tenha
bauho perlo. e nos lugares seguintes : Barro ou
Peres ; qujm tifer, dlrija-se a ra do QoeimaJo,
loja de lerrigens n. 13, que se diri a pessoa que
Em das de juoho deate snno diaappsreceu
da fazeoda S. Bento, na freguezia do Acart, o ea-
craro crioulo de nome Guilberme, com os sigoaes
seguintes: preto. idsde de 17 annos, alto, secco,
pouco formoso, olhos grandes, pernas fioss, cojo
escravo levou era seu poder um cavallo alaao
com um ferro no quarto dirailo e oulro no es-
querdoT suppoe-se que esle escravo foi seduzido
por alguem para aer vendido neala praca ou no
sul, pertencentea Laurentino Bezerra deMene-
zes Gilvao, e rogs-se a todas as autoridades poli-
ciaca ecspiles de campo a captura do referido
escrajo. ofterecendo-se de gratificado a quantia
oe 100$ s qum o pegar, e leva-lo ou na referida
fazenda S. Bento. no Serid. ou na capital do Rro
Grande do Norte, em casa do Sr. Joaquim Antu-
ca, de Oliveira.
Pelo presente annoncia-se que lodaa as par-
tes interessadas queliverem contas com a barca
ingleza Lima, capilao Scaton, condemoada
oa sua rcenle riagem para o porto de Ran-
gooo, queiram apresenta-laa at quarta-feira 9
de outubro. no escriptorio dos cnnsigoatarios N
O. Bieber & C. Successores, ra da Cruz d. 4.
As pessoas que tem penhores na mo de
Luiz Augusto Rubira Harigoier venham tirar nes-
ses oito das, do contrario serSo voudidos para o
seu pagamento.
A praga dos bens penhorados pela fazenda
provincial, anounciada para o da 3 do correte
mez de outubro foi transferida para o dia 10 do
mesmo mez, as 10 horas da manbia, oa sala das
audiencias.
Aluga-se umaescrava moca e sadia, per-
fetamente eogoramadeira, coziotieira e lavadeira
tanto de sabocorao de varrela. muito fiel ,em
vicios de qualidade alguma, prefere-se 'alugar
para casa esirangeira ; a tratar na ra do Sebo
o. 20.
Precisa-se de um cozioheiro : na padaria
da ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
Aluga-se a loja da ra Direita n. 9, propria
de negocio, o segundo andar e sotao do sobrado
na ra da Peona, do Jado da sombra, com 4 sa-
las e 9 quartos pintado de novo, e tambera urna
ala e urna alcova, propria para escriptorio, ou
bomem solteiro ; a tratar na ra atrsz da matriz
da Boa-Vista n. 36, ou no mesmo sobrado.
Precisa-se de um caiaeiro pequeao : na loja
de miudezas na ra Direita n. 1Q3.
Jp Superiores capis compridas de gorgu- A
rio prelo, manteletes moderaos, tilmas 2
_ de croxe. W
Vestidos de seda moderno de cam- w
braja bardados, ditos de atuntaala. Sj|
Sediohas de qoadros, grosdeaaples de djn
cor, moreaotiqu em covado. *
Caabraias de corea modernas, ditas
Ultras flngindo seds.
Sin tos, lequei, gollinhaa-e punhos pa-
ra roupo. espartilhos modernos e pen-
tes d tartaruga,
Saias Dalo de todas as qualidades,
camisas para sen horas, dvtaa para me-
ninos.
Grande laboratorio
DE
a vapoj;
-
Tarlalaua, fil, musselina, diamantina
e laazinha de cor.
Pulceiras de sndalo, lavas de pellica
e cheos para enhoras
PARA ACABAR
T Culxas de li e seda propriaa para ca-
mas ou coberla de piano a 5j).
1'aieiois de casemira a 10*. ditos de
alpaca prela a 5$ : ja. da Cadeia loja
1
n. 23 de Gergel 4 Perdigo.
MMMfte *.
Precisa-se de urna ama de Teite
orra e sem filho, branca ou parda :
na ra da Imperatriz n. 53, segundo
andar
ROUPA.
DE
Mia&E, mmm & &
." ^tml.1U'n<,ilBCU"n1l. P*cas grandes pequeas. .
Roupa de navios, vspores e bospilaes. i. .
Pecas grandes isolsdamente como lencoes. 'to.lh.s de'mesa' '
Roupa de doeote de familia, que nao seja freguis '
iT.P"S,lB-r"' que a,gu."B "em ,er reuez 'ir que lave*.
Uma reode viudo com mais roups. .
ITrnn Hito ;!..!._..<. ........ i
LAVADA.
(10MPANHIA DA YIA FRREA
no
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
mais roups.
eDcarrega-se
~~ No dia 10 do correte em diante achar-se-
na todas as amanhaa junto ao porteo da estaco
.'i T, aul"leile puro 30 a "'. d>s 7
ate as 8 1(2 horas.
a *uS'odoengeoho do abaixo sssigoado, no
aia u de dezembrode 1839, um moleque crioulo
por nome Joao Gregorio, idade de 20 a 24 aouos
bem preto, altura regular, alegre e regrisla. offi-
co de carreiro. o qual foi preso na Baha em Fe-
vereiro de 1860. e remeltido psra Pernambuco
eni um vapor d'oode toroou a fugir. e suppOe-
ni.'l"" .B,h,a.: roga-e "ridadea pnli-
ciaes e capitaes decampo que o appreheadam e
o remellara para Pernambuco a entregar ao Sr
Joao Pinto de Lemos Juoior, e que pagar qu.l-
quer despeza que se fizer.
TJmbelino de Paula Soura Leo.
iIpC"le!k,f,,Wj"",y' R. Houland, e
Joao Pike, subditos inglezes, seguem psra logia-
lerfl
HaT*^D.dem"se du" canoas D0?"' en ae 1,100 lijlos e outra para capim : na ra Im-
perial n. 249.
Vinho do Porto.
I"""^'!! B,,ro8 *C Um P'ra Tender superior
vinbo do Porto, em caixas de duzia.
No dia 4 do correte a ooite os ladioes en-
traran pelo sitio do Dr. Silvio Tarquinio Villas-
boa*, oa Soledade, e furlaram dous cavallos, sen-
do um mellado de dinas pretas e um ruco roda-
do que trabalhava de carro ; alem disso alguma
roopa de criado, sendo entre esss um paletot pre-
to ; ed esperar que as autoridades policiaes to
solicitas em prenderem os criminosos, deem mais
urna vez prova de seu zelo e actividade, appre-
bendendo nao s os ditos cavallos, como os laes
iaaroes, affim de ver-se se diminue um pouco se-
melhante raga.
*^*T Vee'** urna laberna roa Imperial n.
iDJ, aortida com bons gneros, e com commodos
para familia ; f^z-se todo oegocio a prazo ou a
aianeiro, por seu dono te,r de retirar-ae para fo-
ra; a tratar na mesma taberna, ou no becco
Largo n. 2.
Do dia V de outubro de 1861 at ontro aviso
hsverao dous trens para Escada, nos dias de tra-
balhj que partiro.
_ De manha :
Da Escada as 6 horas.
Das Cinco Ponas as 8 horas e 30 minutos.
De tarde
Da Escada as 2 horas.
Das Cinco Ponas as 4 horas e 30 minutos.
Nos domiogos e diaa aintos haver o trem do
costume.
AssignadoE. H. Bramah,
^^^ Surjerinlendenle.
Feitor.
Urna rede isolsdamente.
Um cortinado de cama de casal vindo co
Um dito dito isolsdamente .
Um dito dito de aolteiro ou veranda.........
Um dito dito sordamente. ...'.'.'.'.'.'.'.'
Ao -Aa peM0" I" quiwem mandar ngomma'r toda" a'i
de mandar engommsr as seguales pecss, pelos seguintes
Vestidos lisos ....
Sais*........
Camilas de homem. .
Calcas........
Colletes.......
Psletots......:
n. Colarinhoe;.....40 >
O laboratorio encarrega-se de eogommadoa de objectos de sen
existem?"1 J' COn,ralad<>" -'rh.bei.8 engommadeira n^on^tZ^X^^re nos
No preco dos engommados de roupa de familia, exceptuan-se os vestidos ,niuh.. ~
2f2 n2f,8,0b,!f, que 0'ea Ka">edo.de rendas, U*uZ,T&Z^iJ?*?^.^
mo os corl nados de berco, cama, veranda, que se pagaran segundao ajuste C"
Quslquer que exigir roupa someote lavada, ou lambem engommada
qae a designada, pagar mais 25 por cento sobre o preco. eD6oa,ma<>.
e engomma"a0l" elrega d' r0UpS 86r Pre0> quan, 8 di" dePU do cebimento,
40 ris.
70
100
0
80
11200
1*600
1*000
2|000
500
1*000
roupa, o lasoralotio
precos :
600 ris.
200
160
280 .
160
460
LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
160 ria
120
160
200
240
se BOYO
. DODR.CBABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
*A 0 TRATAM-rro E MMPTO CCIUTIVO
AFfECCOES ClIAUCAS, VI0S
BAS EKFERKIBAeS
PLUS DE
COPAHU
SEXCAES, DM TUDAS AS
CitratdeferrCI_____
Xarope mui prefer vel ao
Copahibt, a aa Cube-
m*. cura immedtaUmen-
_ te qualquier purgacio ,
relaxaco e debilldade, e igoalmenie fluxoi
flores brancas das mulheres. lBjee e
ciutbic. Esu injecco benigna emprega-se mes-
mo lempo do xarope de citrato de ferro, urna vez
de raanb, e urna vei de Urde durante tres dias;
ella segara a cura.
B ALTESACOE* SO
" BeiMratii 1
SAX.CC.
DEPURATIF
.I^G
Xarope vegetal
curU. ico
e approvado pmn a
--------con proraplida ri
calmete impigen, patiulm. h mlxftft, acrimonia e alierscOes vlSeMs dw V
goe; virus, e qualquer akrlo
aU*s# alaeraia. Tomao-ae dots. _
guindo otratamento depuravo.
ttawrpotiM. De aa eteito asaravImm bs f.
fecues cutneas e comixoes.
O depotilo
aae'"rriWM.pomada que as cuas em S olas.
e na ra larga do notario, botic* de Barlholomeo Frnwue* d Snut, m. i
a B o
o I 3
- n H O^ 5 S 5 o- n
Precisa-so de um feilor" que eotends bem de
jardim e horta ; a tratar na ra Nova n. 38.
Aluga ce urna boa casa para passar-se a
testa, sita na povoaco do Monteiro. e um sitio
no lugar da Torre com todos os commodos : a
tratar com o Sr. Jos Azevedo de Aodrade, na
ra do Crespo, ou com o proprietario Jos Ma-
nanno de Albuquerque, na Estrada Nova.
!" fl*. l0<1 De8<>cio com um excellente
cabnoletde 4 rodas para um e dous cavallos. e
urna ptima burra para o mesmo, tambem se
vende um rico e grande carro de vidraca com a
sua competente pareiha: na ra do Imperador
n. 12, cocheirs.
com mais brevidade
e da lavada
regada? ^h^L\VZ.fcFhlU **""" d8 b"*-. e '* encar-
na, BS2!SI&V*m ^ qe '6 eStr"J"r' ea0an5am a5o da. machi-
Qualquer que mandar roupa, receber um vale do numero de ecas com a *-*-* An (
porte da lavagem. o qu.l ser restituido com o competente importe naVcoasSo STsSJlm"
roupa prompta. sem o que esti flcsr depositada. ""pone na occasiao de se entregar a
ajuste.0 eaUbelecunen, ".rrega-se de tirar nodo., de qualquer n.tureza. precedendo um
h. i8 Pf0Prielari09/gn a aeus fregueses o obsequio de msnlarem roupa mis anena. M
bam a lavada, para aaaim manter a regularidade do servico. P J apen" Mce"
A entrega e o recebimento da roupa na caaa de banhot no ateo dn r., .-*
das uleis das 7 horas da msnhs s 5 da larde. P Carni0' en Mo*
Consultorio medicocirurgico
3-K13\BA GLOKIV ClSA. DO F\]^D\0-3
Consulta por ambos os systemas,
jP. S. da Concei^o dosj
"> Militares. 0
A meta regedora desta irman- ft
j dade resolvendo mandar suffra- 41
t gar todos <* teus irmaos lalleci- #
do, convida aos Sr. sacerdote
t que tenhatn suas ten^oes livres 9
I para que se dignem comparecer O
W na mesma igreja todos os dias &
W airn decelebrirem nesse sent- sj|
# do com a esmola que se acha 9
marcada em um Itvro proprio, #
# que encontrarao na sacrista. @
# Consistorio da irmandade 1- A
0 de outubro de 1861.O secre-
& tario.FraDcehnoBernardo Quin- A
$fc tetro. sn
,An,n^aiconse?unca,lamfu mento acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamentos eaianeieci-
Odesejoquetem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com n rio
TSS2JS&S graDde Credil de que etaI,re ozarattl e oiam ;oproprieuarTo tem tomado
a precaucao de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados com i.MA
dos todos aquelles que forera apreseotsdos sem ests marca, e qusndo a pessoa que o, manda?com
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assiguada pelo Dr Lobo -------- --
pe marcado com o seu nome.
Mosaoxo e em pa-
Sal.
Vende-se a bordo do brigue escuna Graciosa:
o tratar na ra da Cruz n. 27, escriptorio.
Em resposta ao annuncio, publicado neste
jornal pelo Sr. Custodio Rodrigues Ferreir* llaia
scienticando o publico de que retirava-se para
sua casa na villa da Peoha. pro*incta do Rio
brande do Norte, a tratar de seus negocios visto
os nao ter podido a.rumarnesta praca com seus
credores, declara-se que se o mesmo senhor nao
chegon a um acord com os seus credores foi
porque nao quir, pois ten do tratado urna cousa
retira-se sem dar cavaco, apezar de exiitir em
poder de seus credore documentos que provjm
o ngocio emtabolado, a vista de seroelhante
procedimento que acaba de ler o Sr. Meia desde
ja se protests contra qualquer alieoacio ou hy-
poteca que a?a de seus neos oo sentido nao s
de ser annullado qualquer dessis contratos como
de se perseguir pelos meios legaes, os que se
Sornarem conniventes em taes aetos. Recifo, 5 do
outubro de 1861;
, Precisa-se fallar com o Sr. Jos Marcelino
AI vea da Ponseca, capillo do batalho da guarda
nacional de Afogados, a negocie ae aeu ioteres-
se: na ra da Concordia o. 34.
Precisa-se alugar um andar de casa, quo
tenha boos commodos psra familia : na ra do
Imperador n. 67 2" andar.
Jos Maria Henriques Ferreira deseja fallar
com seu primo Francisco liara Henriques Fer-
reira : a burdo do brigue escuna de guerra Fi-
delidad?.
Os abaixo assigna1os eeieotilkam ao publi-
co, que oo dia 20 de setembro prximo paseado
apararam a seciedade que tioham em um esta-
beleoimenlo de fizendaa etc.. no engeoho Casla-
nha Glande, sob a firma de Aotonio Lourenco
Teueira Marques & C, ficaodo a cargo do socio
Antonio Lourenco Teixeira Marqoea todo o activo
e passivo da mesma..Antonio Lourenco Teixei-
i Marques.Portoslo Jos Machado..
~-O abaixo assigaado faz setenio o publico
^ue dissolveu a sociedade que tinha com Julio
Augusto Torres, em urna botica sita na praca da
Boa-Vista n. 24, a qual jrravaeoba Arma de Ju-
lio Augusto Torres 4C? o que por convenci
entre ambos flcou eacarregado da liquidacao da
octeade, e por isto o competente para recocer
-o activo, aflm de solver-se o passivo da mesma.
oga. pois, aos senhores develares de dita firma
queiram alisfazer seus dbitos os ra da Cadeia
do Recife o. 45.Jos Fortunato dos Santos
Poilo.
Existe para alugar-se q terceiro
andar do sobrado da traressa das Cruzes
n. 2, prteocente ao patrimonio da ve-
nera vel ordem terceira de S. Francisco
desta cidade, ospretendenies dirijamse
ao carissimo irmSo ministro o Sr. An-
tonio Pereira de Parias, nica pessoa
competente. Secretaria 5 de ooiubro
de 1861Luh Manoel Rodrigues Vk-
p.hThJ a a pr2Qa P.B, .JUIZ0 de orPh*os esta
cidade. Andas 3 audiencias, s requerimento do
invent.riante dos bens do finado Domiogos An-
tonio bornes Guimares, as seguintes partes de
casas de dous andares; ra do Crespo n. 17
SSmi em f :?* a psrle espondenle a
l^U LUa 1 lm^"iot 23. av.iiada em
b.ouog i parto correspondente a 4:7511819 rs
lerga-feira 8 do|corrente a ultima pra'a.
Urna pergunta que nao
offende.
Pergunta-se aos herdeirosdo fallecido tenente
coronel Jos Claudtno Leite qual a razo de nao
j terem felo as partilhas dos orphaos de me-
nor idade. para nomear seus tutores de ditos or-
phaos, visto j ser lempo suficiente de tal obra
de candade que se pode fazer aos orphios de tal
?lT2f2 Kf2* desinl"i de taes orphaos
e sim da candade.
Tiola prela commercial
melhorada.
n.oU.l,r0 Aim : acaba d0 ceber de Franca grande porco de tinctura de acnito e belladona ti.
pr.,n de,.summa'mPorUt":'ae cujas propriedades sao to conhecidas que os meVmoJ'sTs
mdicos allopatbas empregam-as constantemente. ^ mosnioB ars.
Os medicamentos svulsos qur em tubos qur em linduras custarao a la o vidro
.m-.- ProPrietar,odeslelbelecimento snnuncia a seus clientes e amigos que tem rommod*.
aS.r-0e'mar" r6C/ber algU-8 eSCraVOi de um e outro exo doeDles ou R Precisen^ d"
oparapao, afflancando que aerio tratados com todo o disvelo e promptido. como
aquelles que i tem tldo escravoa na casa do annunciante. '
A situacao magnifica da casa, a commodidada dos banhos salgados sao outras tantas vnnt.
geoa para o promplo restabelecimento dos doentes. anta-
p do i^SIaTI' 1ue,.1ui"re" l'r com o annunciante devem procura-lo de manhaa al 11 horaa
alguma
sabem todos
Or. Lobo Motcoso.
moslra desia excellenle tinta, para
desejarem experimeola-la, as lojas
Ui Nova,
parador,
Acha-ie
todoi que
dos Srs. Nabuco'& Com"p7nns~"ruVNov"S
yeoancio de Cantalice. ra do Imperador, Fran-
cisco da Rocha P.ssos Lios. ra da Cadeia do Re-
cife. podendo ser procurada psra comprar as
casas dos Srs. Jayrae. ru. do Queimado n. 6, e
em S. Jos, botica do Sr. Torres, do dia 7 do
correte era dianK
Aa~7.Ha rua d" Aoa8-vrdeg n. 4. precisase
de uma ama para o seri<;o de potica familia
Jos Frsncisco Ermilindo. subdito ortu-
guez, retira-se para o Rio de Janeiro.
v a CAPELL4S
Veodem-se na praca da Independencia ns. 37
o 39, loja de Antonio Augusto dos Santos Porto
capellas de immorUI para 2 de novembro se bo-
ler no cemiteno publico, com os nomes seguin-
liinha esposa.
Meo esposo.
Minha mai.
Meu pai.
Meu filho.
Mioha filha.
Uma lagrima.
Eterna amizade.
Saudades sempre vivig.
Vendem-ee xsropos de fruetss de varias
qaalidados psrs refrescos da esUco calmosa em
que nos acharaos : vende-se na rua nova de San-
ta Rtls, restilacio.
. T-. A,u_a-8e, Pmeiro aadar do sobrado da
rua dos Tanoeiros n. 5 ; a tratar no aromen do
meara o.
Aluga-se a Tuja do aobrado a. 1 do patetrdo
Tergo : a fallar na roa Direita, casa a. .
Haooel de Azevedo Almoida vende
ELIXIR DE SAUDE
SJa>aaH3
Citrolactato de ferro.
Inico deposito na botica de Joaqun. Marauo
da Cruz Correia A C, tua do Cabog n. II,
OM Pemambiico.
mn, a'LBS'fi*? ^^ dU plrBjceoUco aprsenla boje uma nova preparaco de ferro
com o nome de elixir de citro-lactato de ferro. v<"e ierro
...rtV.eCma *A public um.'U!t? emprearar-ae um meamo medicamento debaixo de formulas lo
vanadas, maao homem da aciencia comprehende a necessidade e impottancia de urna tal1 varie-
A formula um objecto de milita importancia em therapeutica ; um progresso immenso
?h.h.. n"8' ,mao,endo a, fse0 tdades, para todoa os paladares e para todos os temperamentos P
A*. nJ?" nu.m,,r0"s Prepyacoes de ierro at hoje conhecidas nenhuma rene lio bellas qualida-
des como o elixir de citro-laclado de ferro. A seu s ggS.fy.' 8e-r de:ma. ProinPa h dissolucio no eftomago de modo que cornee meot
assimilado; e o nao produzr por causa da lactina, que contem em suacomposico. s cons ioacSod
veotrefrequentemente provocada pelas outras preparagoes terroginosas. consiipacao de
.K.4.,La!in0Ta qual,lade8 em -nada alleram ciencia medicamentosas do ierro, que sendo uma
SSS\t3S ".l?'^*86 Da? ?6 disPeuaaa e clnica, de Incomparavel SliUdad!
tSJSS^ 3e lhe d PfP8dades taes. que o pratico possa prescrever sem receio E* o
S3lSS-2l" PharmaC8U"co Thermes com a preparaco do cilro-lactacto de ferro. A m esle
^SSSSTSStJTuT. hT P"neir.lu8ar numerosa, preparages ferroginosas*Tora o
a pratica de muito mdicos distinclos que o tem ensaiado. "~
hemrrn.St0n.a,hai,0le8t88 de l'*"< (dorse m^. ? BtSES&SSlZ
Ddetede na. UlTuT fe aPParecem fr*** Intermitentes na incontinencia: V u fn"
L. '! peroles brancas, na escrophula, no rachit smo, na purpura hemorrhaeica na
* das molestias graves, na chloro-anemia das mulheres grvidas, era Ws os casos
era que o sangue se schs empobrecido ou viciado pelas fadigas, affeceoes chronicas caanexia tuhlr
culo,.,, cancro... .yphililic, excesso. venreos. on.ni,mo% uso Sg^S?tS'JOBtS
____!* yjy^*8^ 8end<> mui frequente, sendo-o ferro a principal substsncia d que o
i!a722ELL,2* ma0 p.ara as debe,ar- au,0J d0 tro-lactato de ferro merece louvorese o
-TrStoiS. hun,an,dade' P" ler coberlo uma formula pela qu.l se pode sem receio
Atten^o.
No dia 9 do crrante mez depois ds audiencia
do Exm. juizdo commercio, tem de ser arrema-
tado em praca publica, por venda, dous escravos
que sem exagerarlo sao duas excellontes pegas,
sendo o preto Severino ptimo csrreiro, e escra-
vo para lodo o aervigo, foi comprado por 4:000,
e o pardo Antonio tem igualmente boas quali-
dades, por isso quem quizer compra-Ios far boa
acquisico.
Ni rua do Amorim n, 31 precisa-se de uma
am. para cozinbar e engommar.
Arrenda-se o sitio quo foi do fallecido com-
mendador Antonio Luiz Googalves Farreira, sito
no Monteiro, o qual tem excellentes proporges
para passar-se a festa e produzir lucro : os pre-
tendenies dirijam-se rua da Imperatriz n. 14
terceiro andar. '
Antonio UrbanoSJSVimei de Sampaio retira-
se para o Rio de Janeiro.
Carloa Henry Lowe vai ao sul.
Ao sahir da rua
de Santa Rita, indo pelo
pateo da Peoha aS. Podro, e dabi ao Carmo, rua
das Flores ponte ds Boa-Vista, rua da Impera-
triz ateo oitao da matriz, e dahi seguindo ao re-
collumento da Gloria, perdeu-se hontem pela
manhaa uma pulieira de ouro com cinco pedras
ora ocas cravadas sobre cinco flores : roga-se a
pessoa que a achou de a entregar na rua de San-
ta Rila n. 13, segundo andar, quesera recompen-
sada.
Alleucao
Desappareceu snle-hontem do primeiro andar
da casa o 50. na rua da Cruz do Recife, ums e.r-
teira grande de algibeira com o titulo por fon
em letras dour.d.s-Porte-uilles Univers.llo
contendo o seguinte : duzentos tantos mil ris
em notas alguma prala, 4 cartas particulares,
sendo 3 dirigidas de Paria e 1 desta praca.
quarto de bilhele da lotera do Rio de Janeiro
varios papis particulares: portento quem a i-
ver echado, queira ter a bondade de mandar bo-
ta-la por baixo da porta da dita caaa com todos
oa papis mencionados, menos o dinbeiro.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado o.
tu da rua do Pilar, com excellentes commodos -
quem o pretender, dirija-se ao segundo andar do
mesmo.
Frederico Chavea aluga seu sobrado silo no
Pojo da Panella, com muiloa boos commodos.
jardim aos lados, cass para criados, cocbelra, es-
riDana, e bom terrago ao lado do sobrado : a
tratar na roa da Imperatriz n. 19.
do sitio do Arraial, prteocente a Podro Alia!
um cavallo castanho, andrino, com uma*estrella
na testa, os dous ps blancos ; quem elle sou-
ber ou o levar ao dito sio, receber 30 de no-
li ficagao.
Almeid) e Silva vai ao P.go
MM,
Precisa-se de uma ara. par. casa de pouca fa-
milia ; na praga do Corpo Santo n. 17.
Gertrudes Maria da Conceico e sua Ulna
menor, retira-ae para o Rio de Janeiro.
O bacharel Silvino Cavalcauti de Albu-
querque lem seu escriptorio de advoca-
ca berta oa rua estrella do Rosario n.
10, onde poder ser procurado todoa os
diss daa 9 horas da manha a 5 da tarde.
_.-uu, o aieoo Aimoiaa vende com .- ;-' i-'""'" "i"eu9r ai tere
consentimanto de aeua credores.e pora pagamen- S0!",01! -? '** "SCriptorio
leo^a, secretario.
todosmesmos, a aua taberna do largo "do Rosa-
no ?* ; '-'1" u>m "*> om lis.
noel Doorte Vieira, m lvraxia da praco de Pe-
to u o. 0.
- gebastio Paos de Souza ai a o Rie deis*
mllL^iVfV^^mpm do rollar tw
marco proiisjp falnro.
Negocio de interesse.
O proprietario ou irmandade que ti ver slguma
casa terrea desconcertada que queira concertar
para descontar nos alugueis, ou outro negocio
Igual.dirjase a rua da Concordia, offleina de
Garapia n. 36 : que seja na freguezia de S. Jos
ou Santo Antonio.
Pelo preaenta annuncia-se que todas as
partea lateressadaa que liverem contas com a
barca ingleza Lima, capillo Seatoo, oondem-
asda naa suas recentes visgens para o porto de
a.ngooo, queiram apresenlar al terca-feira 8 do
crrante ae mole dia no escriptorio de S. O.
ebar C Sueeessores, consigoatarios do dito
oavto-
.~.,f*c***d"-* '""o de 14 a 16 annos
para taboraa. qae seja de boa conducta ; no largo'
do Terco n. 33. *
Aluga se um escravo de idade 14 annos pa-
ra o_ aervigo de cass, e mesmo psra o da ru.'
sen Jo compalivela sua idade: na rua do Quei-
mado. loja de ferrageos n. 13, se dir pessoa
para tratar do ajuste.
a-7~ i40,?"'0 Patrella. Vicenze d'Autuano, sub-
ditoa italianos, retirara separa fora da provincia.
.""Uma pessoa habilitada ae offerece a dar li-
goes de pnmeiras letras, grsmmatics porlogueza
e latina era casas particulares : quem precisar
dirija-se a casa do Dr. Dias Fernandes, na rua'
estrena do Rosario o. 30, as quarlas e s.bbados,
das 9 horas do da s 4 d. tarde.
" Exiate habitando em uma choca na rua da
Amizade, na Capunga nova, aviuva de Manoel de
Amonm, que reduzida a mais extrema pobreza
morra i fono e sede con 6 iofelizes filhos or-
phaoi. rede, pois, aa alnas caridoaas, que con-
doendo-ae de tanta miseria e por si mesno ve-
rificando, presten algn lenitivo a esta desaven-
turada criatura ; cuja grag. nao deixar certa-
mente de ser remunerada pelo Altissimo com o
premio de mmensas felicidades e eterna gloria.
- Francisco de Arruda Cabr.l quer comprar
a p. Mana Magdalena Siqueira Maciel una mo-
rf.i i* ?a." de laipa 8iu na rua do Ouro n. 5 da
WAa1 tti .ro' 'fi Pfr.teoc hb tallo.
do pai Paulino Jos Maciel; ao alasen se jal-
gar con algum direilo meame, queira apre-
TI~rm' d0 ?f8P0. loja n. 16, Ujo D0
prazo de 8 diu acontar do hoje. Recife 3do
outubro de 1861.
- Na terga-reira 8 o cerrante, os sais c
audiencias, e finda a do IJlm. Sr. Or. juii ma"
nicip.l da prineira vara, ao ho de arratnatar
diversos eacravos panboradoa a Braz Antonio da
pr.ea
^a-fl^aWar- "*-'- gsp"3,a7 gs
. "T A.lu8-e uma escrava para qualquer cas.
ae lamili., a qual sabe cozinbar, engommar. bem
coser e comprar; a tratar na rua da Madre de
ueos n. 84, primeiro e segundo sodares.
Um homem que l, escreve e conta soffrivel
e ortographicamente. offerece-se para qualquer
trabalbo de escripia, seja elle qual for ; tambem
esla disposto, visto que a bastante lempo se acha
desempregado, a empregarae como caixeiro de
padaria, ou mesmo de taberna, pois que est
convencido que o trabalbo, anda aquello a que
nao est costuroado, nao o pode deshonrar: quera
precisar, dirija-se a livraria da praga da Inde-
pendencia ns. 6 e 8, que ah se lhe dir quem .
."" ,Jendo deixado era seu testamento o falle-
cido Xisto Vieira Coelho, a quantia de 100*000 a
cada um de seus afilhadoa de baptismo que pro-
vassem competeoikinente, o abaixo assignado co-
mo testameoteiro do mesmo fallecido, convida as
peisoas a quem approveitam a dita diiposicao
se apreseolem coro o devido documento oa rua
do Imperador n. 52 para serem satisfeitos.
Joaquim da Silva Castro;
Atten Offerece-se um criado psra sahir para fors, ou
mesmo psra servir no lugsr : quem delle preci-
sar, dirija-se a rua Direita n. 68.
Attenco.
A fabricago da obra do alfaiale Pernambuca-
no, acompanhado pela illustrago da machina de
costura, exiate na rua Nova n. 67. por consequen-
cia i freguezia desta lenda fica servida continua-
mente com brevidade, tambem o publico que
coatuma abragar uma invengo nova, pode achar
algumaa obras feilsipela machina, por um preco
rasoavel : ns roa Nova n. 67. V S
Offerece-ao um mogo portugus para cai-
xeiro de taberna, com baalante pratica. e d co-
nbesimenlos sua conducta; a tratar na rua das
truzes o. 41,
Quem precisar alugar am. mulato de 19 a
J annos de idade, ptimo boleeiro o habilitado
d.?-q8,'te,,w:f0' diri"-,e oeacriplorio
tratar. "" r qe *ch"4 com qo,,B
-. Quem precisar de urna ama de lefio para
criar poder procurar na rua larga do Roiario
SJ0,V,lS,t ^1?4 "Ji*D0 n. 8. no
terceiro andar que .chara eom quem tratar.
Venda-se o sobrade de tres andares da rua
Joaquim de
de C.m.r.gibe.
Manoel Alves Guerra faz publico, que lea-
do-se desencaminhado de seu poder ana letra
?8.!T e m' aceUa Pl0 Sr- Antonio
Jos da Rocha, e vencida em 4 do paasado ji
se acha pago de sua importancia, e por isso ro-
ga-se a quem a achou o favor de a entregar, vis-
to ella se achar sem v.lor algn.
Manoel Theophilo Alve. ds Costa deixoa do
ser caixeiro da casa dos Srs. Seve, Filhos k C.
desde o da 3 de outubro do torrente aneo e
agradece aos mesmos senhores o bom traa me lo
que lhe. der.m durante o tempo que foi seo cai-
xeiro.
do Vigario n.
Joo,oodese
prebendando
J1* .fj?^ ,t8S ^* fi-
an edificadas 1N isas, con-
i d. Sonta RHs, 9. Jos, San-
ra, Acouguioaos, ate.; a tratar
loja eos Srs. Adriano & Cas-
Precisa-se de un csixeiro para engenho.
perto da capital : na rua Bella o. 35.
Attenco

De novo tem de ser arrematada no dia 9 do
correle, depois da audiencia do juizo da l.* va-
ra civel, a casa terrea da rua da Praia a. 4S, po-
lo prego de 1:600, a requerimento do inventa-
riar, te o vigario Flix Jos Marques Bacalho.
Francisco da Silva BoavisU faz saber a
quero possa ioleresrar, que neala data compre*
jo Sr. Bernardino de Senna e Silva a' loja do
fazenda, alta oa rna da Madre de Dos n. 9
Perdeu-se do dia 30 do pastado a 4 do
correte uma letra que perlence a Domiogos Al-
ves Hospsnhol, a qual de novecenios mil ris.
assignada pelo Sr. Jos Antonio Dias, oo dia 14*
de agosto, dous mezes : quem a achou levo
Domingos Alves Hespanhol, morador na raa da
Roda n. 45. cocheira de carros de aloguol o
qual gratificar : ficando prevenido o paseador
que s deve ser a seo verdadeiro dono.
Cabelleireiro
Na rua da Cadeia do Recife
d. 55. primeiro audar.
J. Godoredo, artista cabelleireiro acose 4 se-
ta beler-se na raa da Cadeia do Recife o 55 nri-
meiro andar, eahi e neo aira rao os frenezes o
Recebe enoommeodaa do cabellairas, tolas di-
8,!'?08,8rr,fa8' -M para bao4e*.
erascontes, Uancospara anoeis, tront.Mns. co-
rfl",,e8Jcf ic*tte- CortM toaolloo o
Wmpe't "^* "" ",,3"*
Precisa-se de um caixeiro quo leoka aratieo
arss sr^wr *- t-*sr:
tolt?9>A9 *** ** aatto coas km
M
ou ao primeiro andar.
_______4.____La;


;
.
, k TachygM-phia.
O lacbygrapho C. Flelo d licea da a, .h.
mH.. P*ot*iseo, dexem tea nomes e
DU1W IJttN4M10CO ~ 8EGUHDA FERa
OUriJBlODI 1S61.
Jayme,
cabelieireiro, trancador e
desenhador em cabellos,
SStaV" 8e" "^cimento u roa do 0ei-
nuda o. 6, pnmeiro aodar, a exercer fuoccoea
SiST.'bSh?" M,ai0 p .. rb" por um '" facilimo. extrahe
ltU m.TnT0 wPoee ; te cml!
.. medl0wD 8 eilrah caapa como fai
- n.r2?b9,l08: Ut0 te o.anunciante!
aorlr- ." "'"do tenham a boodade de
SASfiJ^^'V-*1' loJa do Germano.
Joe Antonio Ferrara da Silra.
p2i *".'" VeDancio Pimeoto;
Pdro de Ains Campoa.
Busebio Becerra Cavalcanli.
noel Rezendo do Reg Barro.
eoeTantiiK??6 a ,e8a,,do lercelro aodaret
com aotioda caaa da ra do Trapiche o. U a
tratar no meimo armszem de bsendes. '
Ensino de preparatorios.
de aeZVnIhA\u1de Tor?' Bande,ra' Profe"<>'
ue geogranola e hiatoria anliga no Gymaasio des-
h.P.0TB*1" re,0,'ido Srlr no?e c"ho d
como d?.,Ide.W0g:8pha e de PMX-OPM asam
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Bale emblema posto
licamentosqu.se pe-,
lo.,?!*r#IBosMlB'Pre"o|?uf tendoneaU proviocia de Pernambuco, um
qe o-forem fra deilaaio falsas.
JodiiMcrieit,, sao acompanhadas de um
rio~l.ArT;nSUO,'e,cr", aue eoziohaodia-
iJi mp.r,a ruI: all casa n 1
ra do Seve ou Uniao, na Ilha dos Ralos *
T57i ? a<*de"'co doterceiro anno
alrdeMU,;a M-SalhSes, queira
apparecer a ra das Cruzes n. 44, $e.
gundo andar.
iVrnrwihJ^lk!l.q"!^on e,n *"*'
DB;.lfli!^fe0,^"d*,'* -
^.%o^hereini'bXeS.Urar
re qealquer distrelo meoeToTTaboSr^
r-Mooleiro4 Soares avi.sm .o respe! ti re
mWico que no da 30 d. selembro ptaSmo p.
ra larga do Rosarlo o. 46, urna carteira
i ".'" dlohe,ro. diversas letras e um
Si. ." iMU\"B f0"diu do valor de um
u JX -d-e-CeIJI'"" Caalro Monteiro. Um
^,"Cn,io d08 Prt*>s de urna lellra de
euur \u6 "'08, n,il re 88CC8d Por JoS
Vml ftr^?T5d0 C0D,ra Joao Jore > ot-
mii i? Ielri de doua conloa duzeotoa e tanloa
?oir. 8CcadaPr"todio Ferreira Moutlnho
S. ?. pB.fflan,0vReg0' (orador na pS
jincia da Parahiba, Vicente Ferrer da Silva
aehrBftaZ"0 d0 E8Dri, Saolo. /.Bclds em
?" ?..P""** P"do. Outra dita de un,
e noPnu"i6"-8 TDl e noventa e cisco reia que eslava em garanta
as ffrmas ex.stentea as co.Us da outrs cW
2152? a T?nceu,e tembro prximo
oes; a?-2 dU' t"188 por '"o Si-
ma ei, 01meid,,,D0 i" de du"nt0 do
Priirf ^ ma.d,lraceila Pr *"ooio Joaquim
fi dV'n,t0 otos mil rei. Um diu
UST^S! B#Wra dAr.ujo. devinto i
coco mil e quatro oentos reis. Urna Jiu aceita
mu S.DOe ,eb,'de de "". d "J5 "efe
RpLniaH ma d"8 ce,uPor Paulo Francisco
cerno ''."i' Pr ufino Jos d08 SDl0. de
do.PS.n?*rrlh\&MeDde8' S8CCad" P' igoel
S im? Co'bM no valor de eiscenlos mil
SimhrS. H-* '.Ce,,a Pr MgUel d0S SanlO
Ooimbra de duxentos e tantoa mil reia. Urna dita
5."' f8 Jo8quim de SinfAnna Guer a*
oatuVn e,,aD,0 "I reis. e diversos documen-
trhi.. exi9,e',,e meama crleira, coja ,e
chava em mo estado. Rogamos as sulorida-
IMJpohciaes aprehendam dita carteira on qual-
fi .o.hme.nio s rogaoB8 a im,<>u poo
o. .?/* heDd0r a d,la carte'rcom os docimen-
o, aera oem recompensada.
ThonMB de Faria saca para o Rio
de Janeiro e Paris, ra do Trapiche nu-
mero 40. r
36, rtja das Cruzes de Santo Antonio, 36
PROGRESSIVO
A. F.Duarte Almeid, socio que foido
guezw que tendo separado a7ocied.d^nf,nTa2e,,, Pro8resso' f sciente aos seus fre-
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira d s1^ma?^aS80ciado co o Sr. Joaquim Jos Gomes
na de Duarte ^l^i^^t^Z^Z^ 'X^^*** SUZa'6 Se^"do
bheo, nao .o na li,pez, e asseio com qu^se aXaXnn^l. 8 des valltaeens o P-
preco, pois que para isso resolveram oi "JlSS"!^^-!0!!!0 ".>mmuidade de
em direitura", fiVde teremmrcomn^^a.rOS mandare,n vir Prte de seus g
- &., rttg,m fcmel fo^,!PP^^1" ^rllmento,. ^mo tambem poderem offerecer
menos io por cento dopreco qUfl do s rTmnr.",".. rT.""w.'como tambem poderem.ofiferecer
dos como se v,essem peMo.W,,, n, certe m^cCE a2f ^T'' em qU*,qUer Um des,'Wecim
tTlSXTJS^ W.-^'-d.^KK.i^^^ -simfundsdo,
em seus armszens, e assim j poderi ver o
en tos, que serio to bera ser vi-
Atten*?ao.
un?,uV" d* 0,'Teir. "atura! da freguezia de
.S^ 5TJtr*! de Goua.nh... 'o, pr-
Na r^raveisa da ra das Cruzes n.
, primeiro andar, continua-se a tingir
COm toda a perfeQao para qualqrf r
core o mais barato possivel.
Curso de rheto-
rica.
n?^r,1ptorio de advocaba.
seu
nao
-m qu.lquer outro ponto c
pode se; procurado em au. residencia, na
neata cidade
sr?ata^^j?!!j; e
eUnMIrdure'a.r-'brad0 n' -*^*Si;
o 2. o
2 o
^ "."
B
c r-
"M4-
B
o
o
(O
S:.
o "
o .
^ "-
na taa
o-
os
Tinas, do Douro, em Portugal, assisteota no Rio
de Janeiro, na ru. do Hospicio n. 42. deca a
, ., LDe8U Prov,ocia de Pernambuco. um
l0/6 ""i"8.,' Pereira da Cruz, e
mun ?f '" fima reCebd0 D0,C S%
hUP^ftJS0,,m0l,T0 P"''06 oooideram talve"
m i i: DeaU lncerla roga o especial obse-
qnhlf1gTa-pe8foa *ue wnhesa ou ti ver
conhecido.de dar algumas inrortoa56Vs a resoei-
to neata cidade de Pernambuco, %m casa (lo
Sr. AieMdo & Meadas, ra da Cruz o 1
K,V Vai>eiro 10 de setembro de 1861.
-'.-. *yqsepor alugoel de um preto para o
SrVS!!"10 de eMa:" Ua,ar '"'
A commisiao liquidadora dos ere-
dores da massa do fallecido Manoel
BuarquedeMacedoLima, pedeaosSn.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commmo todos os dias uteis das 10 ho-
ra da manhSa as 2 da tarde na ra da
Cadea do Recite n. O.primeiroandar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a lancar
mao dos me.os udiciaes ou do jornal
para ha?er essas importancias de que
*So seus de redores.
Presuntos nni#.i I ^ M0 r8, ,,bri e em Pr>*oo rs.
*8 Ra Direita 45
Sem^r?1!^00 SOrtmeiltO.
, inferiores ao, de o'u^o TC"d,,eM e ""*
| de calcado franca,ie?,^l!STSSP
Homem.
Boneguins Vctor Emraannel. -------
eouro de porco. S
lordPaImerston{berro '. S
i1 wer*?* ,abr'eM(llr*J 5
.,l%;&,;,,,,-.-: gas
Sapatos ttanca fportoguezesj'.
(trancezeal.

>
>
>
9
>
M (rancezea). '.
entrada baixa faola e viraj.
muito cbiqua urna aolaj.
Senhoras.
Borzeguins primor (Joly). ,
brilhsntiua. .
> gaspa alta.....
baixa. .
31,31,33,34. .
o.-! decores 3S, 38. 34. .
Sapatos com salto f Joly). .
rancezea fresqoiohoa'. '.
31,32.33 e34l08tre.
iteot
libra eem porjio tora abatimenio.
a eaixa de urna arroba \ 7*000.
a 1|300
a eaixa e 1280 a libra.
-- Precisa-se de urna preta que saiba bem u
v.rroupa, tanto de s.bo como de b.re
T4eixeira Manguinho no 8ilia d VStowl
rr^f00!!.881.0 li(Iuiddora dos credores da
casa do fallecido Manoel Buarque de Macedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou contas de lmo. {, "a dirl
SnM0"e""tulo,'raa da Cadei.doRe-
SLi!oIir,,l,,*iro"dar'daf 10horas dma-
ino.H ? 'de.paraserem verificados e clas-
t siflcados pela referida commissao > pw
Sociedade bancfiria.
imiSaSi Fraoso.Sotos 4 C. sacam e tomam
saques aobre a pra?a de Lisboa.
Cassino Militar Peruambu
cano.
A directora cientfica a todos o se-
t nhores ocios que a partida deste mez
tera'lugar em odia 19, roga portento
aos mesmos hajam de apresenter suas
propostas de convites ate o dia 8 na ra
Nova n. 46, prmeiro andar.
Antonio Vilella,
Secretario.
Cosinha-se e engoinma-se com
.perfeicSo e por preco com modo : na ra
da Cadea Nova n. 36.
Precisa-se de um bom copeiro na
ra do Vigario n. 2.
Aluga-se urna excellente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poj-
o tempo com terraco a roda, site ..
entrada do Poco: a tratar com os pro
prietarosN. O*. Bieber A C., successo-
res. ra da Cruz n. 4.
Joao Jos de Gouveia
eam armazem da fazeadaa na ra do O
Oueimado n. 19, esquina de Celtoglo 2
avisa ao reapeitaval publico que ha re- 1
formado o seo estabelecimento, sortin-
do-o tanto em boa qualidade como em
goato, com t$ melhorea.fazeadas ngto-
zaa, francezas, suiaeas e allemaes, aclian- _
do-se disposto a vend-las o mar bara- A
io pOMirel, por isso convida aos seus m
freguezes a ao publico em" Jf
oorarem com a sua concurrencia a M
cenfianca.' A
fMMItB #
Collegio Bom Conselho.
Precisa-se de urna mulher de idade A
para enfermara ou gorernante : prefe- *SS
re-se estrangeira. r A
Presuntos portueuMwTT^-----"" ""'em ,""5i,
Utas d, ,mei,as ^ ^^^^^^
Lata con? bolaxinha de "oda 71""",6,D5*"" """" mmUtm pref"'d '- "* fc
Vinho ,.., o txu t^rZ^"' -. MIS. .gr.nd i.i glibr.!de2,500. ^
Latas%Z.PfrucC,d':rP"" 1?"' M"- 8""h '" mw '480' *-*
Pera em caixas 1. X ",""'",M q" e"u"i dt 700 '
caff^-ta^ *^t!atr *-imDi,d *-ua ^ --
Vinho Borieau! aSratSK^.S mZ2'2?t?1**"***""m'"
Massa de tomatA V *garr,f'e de 8500 a 10ooo a dazu.
Figos novos^l u' "m' b"""m" "** "K' Li* >w v w
Ovo uu rus ebegados no ultimo paquete em caixas rl ft i iv ..
Cervejas das melhores marcas .. M""",u,,se **
Vinagre puro de lisboa 7 ''",''' 5*w"'' '""*d' ""
Docena S%nS1^^^\,4T^!2 VB?
Qu^sSosTTr *"*-*. ^'-u.
Palitos lixados Wi0 r"*q"'rc<"IS '
dem do S*'Zo^l1 6l' ""^ M" ""ci"hos'' "' 28
Chocolate 'duli* "*'"
Arpista o ma.sLmpo que tea. vindo ao mercado a 160 rs libra e dmi s.
-^i^^ tendentoameibado,
E um rico aortimanto de ecnr
a^wjjas?av&:s
.... ^ mm pto,. a; ',u:
Miudezas.
IBMATO S MDL
-"S^/s-^jtirJK:
sav w. 5" ta^tads.'.r.r
ES'"-'-''-- :- S
grande a 80 rs., e em caixa de 13 noreilos a 8M
.' ",,,,,dl10' D0e,, peq"?a.
fino ^ni'. D0,e. o eo> caixa, di 50 ditoa
600 rs., liohaa de carretel de 200 iads, ?!
fio"' d?,rrele1',dil de dilo d?iSt a. f
e Wi rs. dito, carteo com 14 parea de clchelas7
para enfiw
csixa.comagolhssfr.ncez.. a 16o" 240 321
!:.C8,_".d*.PP',_ carteira. com'ditoV. ..2
i libra.
imeira vez a dosso meicado, de 1 a l280.
as o melhor que se pJe desojar. .
U iA1r0ga.'8e nma C88a em Beberibe : a tratar
com i. i. M. do Reg, na ra-do Trapiche n. 34.
Saques sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho sacam ao-
no largo do Corpo Santo, escrip-
bre Lisboa
torio.
Padaria.
aatofim.-. PHdar da ,raT"a da Pires, a qual
dos raffi .UdK'.uCOm muil b0D8 cmmo-
mui't lf' '"libando, sendo seu aluguel
"a n. 30 BOd : a ,fa,8r Da rua d Senzala No-
p.MeP/erdum;8rha.nlei,de honlem 3 d0 co"e'e
p,."*i5e._Bm,CD"*deooro para relogio, for-
lPis; roga-ae a pessoa
mando urna canela de
abinete medico cirurgico.*
Rua das Flores n. 37.
'Serao dadsscoost,Uaa medlcaa-cirurai-
C*s peloDr. Estevo Cavalcanti de Albu-
querque das 6 as 10 horas da manhaa ac-
cudiodo aos chamados com a maior bre-
vidade po.sivel.
1- P.rtos.
Ifd.* Molestias de pelle.
sj 3.* dem dosolbos.
4.* dem dos orgios genit.es.
# Praticartoda equalquer operaco em
Sf aem gabinete ou em casa doa doentea con-
0 forme Ibes fr mais conveniente.
:
.??
rmi
exposicao de candieiros
ECONMICOS
nhiiB.ropnet,lio. *iMle Ml,leleamento avisa ao
ruf?J!,*C00.UD.a a tr um "quistmo e va-
il. ^ lmen, de "odieiroa pa?. todos osser-
dS^! mnfk^ *'"" nde deposito
!fH-..6.,0r ('?a,idale 1ue 'em spptreriidd,
L,K%.a ad. pel08 comPdores, coobecidoi
verdaderamente econmicos.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiroa econmico, a gaz.
Cindieiro. econmicos a gaz.
Candieiros econmico. gaz.
Candieiroa ecooomicoa a gaz.
Na rua Nova n. 20 a 24
que a tiver achado. leva-la a rua do Tranicl
o onipras.
Queijos do Cear,
Chegou ao estabelecimento de molhad
da Imperatrz n. 4 junto a ponte, nova
de queijos do sertao do Cear, vende-
am caixaa e a retalbo.
os da rua
remessa
e barato
Fardo.
Liquida^o,
ral?rf.e"8e Cal5ad0 fraDC P"a bomem.senho-
es" 2 rC: porTmeD08d.e me'ade de seus valo-
res, na rua da Imperatriz n. 16.
' 90 e 100 r,..Vem duzi. .1* ^diS
fiar esp.rtilho. a 60 e 80 ra. cada
om agolhas frauceaa a 1W, 240 e Mt
de 4 papis, carteiraa com dito, sum-
24r8280dade3zo2"- Pre8 pratoi '...Sr,
..h d20 oada am> ditoa amarelloe a isa.
una UD,C.rne <0 500 r... ditoa d Ur-
tonga para alar cabello a 4*500 e 51 dito.
eouffSn*'6 t,rtarUga' bra^oa "A ^to!
f,I "?0M Para C08lra 00,600 a 800 rTeeto
urna, dll para UDhM a sn r... di; Mrl
S08lora com toqM de femgaaa a 100 eStflT
aSfdt P"P,e.! b0rdad0 com 'elopea IW
" \0>h*- oi de quadtinhoa a 100 n
o caderno : alem destas ercadoriee toes Srl
to fito.qUS,,'.i'.!5deB P0r bar8, PcOtao!
ja. atas de velludo preUa e de corea lar... .
estrellas, franja, de linho e de sed. ill&'Jl
larau.?8.1"1!? U'[f8 1uad.de., 'de todVe^
i'nh,Le gtUto'' Mco, renda lehyrielher
de marca, retroz de toda. ..corea, ntasd*
linbolargaae estrellas, br.ncaa e decanato
etc. o que ludo se vender por meoo. anco
que em outra qu.lquer parte. P^
Para mimos.
Seirinbas com o. excellentes figos de comadre
da PenhV n r"' Vende-8 00 **!XS
i, i-? 8- ,,8lm como se vende aeirT
W"8brae Por 2500, e em lbraV i
Vende-se
Comp
-se

Dentista de Paris.
15Ra Nova15
sTfadericGauttor.crif^iodanUsie^ss
i0-** "Jgaf^ W solloce
dentesariificHas, tudogoBi tduporori-
dadaap.rfeicioqueas pessaeaniandi-
des lheraconhacam.
Test agM4 psdaoiifrieiasate.
cabellos conipridos.
Na rua do Queimado casa de cabelieireiro.
Lompra-se moedas de 20 : na
rua da Cruz n. 48, pagase mais do
que em outra qualquer parte.
. Compram-se moedas de 20 a 200700 na
ioja da rua do Queimado n 46 "*>'". na
A^eTo^M^dr. Crui ^"'o
- Compram-se moedas de onro
que
e
ptorio de
Vendas.______
Os senhores donos de co-
cheiras.
Ha milhoa 3|S00 o sacco no arma-
zem de Machado & Rodrigues rua da
Madre de Dos n. 6, e o comprador
querendo mais de 10. sceos faz se dif-
terenca no preco.
nflrtrla,be]eim0ntados da ruadalm-
^.%&fSE:*mnM' de fa'"de
Cheguem freguezes ao ar-
mazem da estrella no
largo do Paraizon.14
Manteiga inglesa flor a 800 rs.. franceza a 640
iaKbfer: !& h..ys8oD a ^^^ SSS
bat?.?. n i! ,0UC,nbo 320 arroz a lfl0 w-
inii ".. pairmacete a 760, holachinha
ingleza nova a 160 a libra, barrica 3 sabio
massa a 160 e 200 r... hervilhas a 800 r?' ,1
queijos do vapor a 21000. milho a 200 rs a cato
vwiho de Lisbo. a 480 e 400 r... e"e dow .'
720. de carrapato a 440. vinagre a 240 saertoa
eom milho a 3*500. de (arelo de Lisboa a S.
Queijos do vapor a 2, farelo
de Lisboa a 4^500 a sacca, e
de milho a 3500,
!??p/rah n!-4n "*** *"' lw"
Vende-se
Rap.
rap fresco.
grosso e meio gro;so,
Sencientes de hoUali^a.
Vindas pelo ultimo vapor inglez na
rua da Cadeia loja de ferragens de Vi-
dal & Bastos.
Ao barateiro.
vertHd.e"!.fl,ide Uoho de core8 e brcos para
ao i ?... a dUB1IiUt0 pre de 24 o cova-
vad .C n8*'.* d* 88,lplC08 8rado a 200 rs. o co-
U S: i. "il-a ImPe1'. loja de
oo. de Hagalhaes & Mendes.
Aos
Na rua do Hospicio sobrado
de dous andares n. 58, ama
mulatinba de idade de 15 annos
com urna cria de 3 mezes, sabe
coser, engomma liso e cosinha o
diario tudo sem perfeicSo: a
qualquer dia e hora pode ser
procurada.
:
i
en
ae maia
cama
pouco
praco
oa-Vi.ta
n kJ yiDdeV *-"?? da ru" d0 Fad' Floriaao
; M(| ao patea do Peraiso a. 10, se dir quem
Vende-seo engenbo Fluminense
ea propnedade da Ilha do Lamenha,
iinto ou separado, sendo aquelle moen-
te e oorraate d'aguas sito a betra mar
na freguezia deSeiinhaem, e esta que
umita com o mesnao engenho, tena boa
.casa de vivonda, bastantes commodot,
salinas e nruita terra.para plhtacoes:
os pretendentes dirija se a rua do Ca.
bugo'lojan. 18. i
A loja do leo de onro.
recebeu-ae ulm.meole pelo vapor fraacaa da
sua propru encomm.nda os mato modera" e!
feles para cabeca de senhora, e veode-
barato do que em outra qualquer parto.
i,.*; 9aie''hl ,oa, n,eia commoda, 1
fraoceza, 1 vid, tado de am.rello, com
rn'mnLID.e,a Para.j,nUr- de lou">. Por
commodo na rua detrs da matriz da
numero 64.
Para os ponteados modernos
Crespos multo bem feitos e por mdico preco :
do Queimado o. 6, primeiro andar.
Um rico carro.
Vende-ee um rice e elegante carro mal belia-
$!?*?rS"**0 \*2 ,muiWrto de Manoel Ig-
oacio de Oliveira & F.lho, torga, do Corpo Sanio.
Tinta prela para escripta.
Vende-se garrafa, com tinta preto muito an-
5r.0MKr*eflip,tt?Tio'pel0 diminuto preco
de IfOOO cada garrafa, podendo-ee faser algosa
o.
, "* df-se sebo refinado superior ao do Por-
to em barra de 2 arrobas, pelo baratiaamo pre-
l b* "* U""**" n 38,
4 portas n.
senhores consumidores
de gaz.
No armazem de farinha, no caea do Ramos
^-0#e>a5
A 280 rs. o covado
4enC?.8,"f7n?za8 d muito bonitos padrdee cosa
4 palmos de largura, pechiocba. na ru no
Queimado n. 22. na lja da boa f
Sal de Lisboa
Si"" ,.UnBdr.er:,10> M "" d V'ri n ^
IR *_. a .."!. CBO* ao amos n.
18, esl venda, gaz liquido da melbor qualida-
de e recentemente chegado.
Vende-se um rico
gosto e bem construido
mero 66.
presepio obra de bom
na rua da Aurora nu-
n.il8j,em'8e .300cai>ros de mato, com 30
SL nH.dS COD,P"meoto, da melhor qualidade
2 kSode,?e-r' e mai8 Dar,l Ia8 Possivel
ao becco d.s B.rreira. n. lo. F"ivei
Injecco firow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
*o na botica franceza rua da Cruz n.
* Preco 3^f.
Roa da Gadeia do tecife
SO i
emua muito gsj
a 30f (com
A 2^000 e1000.
Jf^JOZ^V* e<)ITr Saatoe. avisa
resto do. coll.rnhos a puoho. bordado, eom
oacomp.tooto.bolo... d gaatoe 2SO00 IsssM
mlftfc""i,,,, Upd floa e *
**J*m* v.rr d* largura a 4120O. dita dita
eme mmmmm
Loja de marmore.
Ao bello sexo.
Recebeu-.e gr.nde porjio de tazan- !
?n3SUe *e hfTaB* cncommendado
continua a vender-se para liquidacio por
gaSeeT al8' e0,re '"
Para seoho'as
lo aB?o?US d6 C,Cbem,ri d0 n,U?0 os-
9 Ditos-pw, meninos de idedea de 1.
4, 0 annoa, tambem de cachemira
modernos a 5#.
Vestido de seda de corea a
SJ| algum toque.)
9*9*****199^
- Vende-se um elegante cabriole! francez i
prova de molas, todo preparado de novo cea!
gosto e arreioe. pelo baratsimo preco de SOast -
tambem se vende com c.valto b, uotld-,
gordo e de qualidade. lodo pelo areca da -raia.
n.PNoT.V,faUr nacochaira ^ 8> O-inS;
Lencos brancos.
Vendem-e lenco, braneoa proprioe para alai.
Aos lerceirosda
veneravel ordem deS.
Frapcisco
Jchegoe a rerdadetra estamoooa de lia u
,a^L*L4 a^Uaj-reigi do Quoeadt a. 2
aproaopUm hbitos deau faseada a 40 tU_
bem ha de algodio que ae aprompiamTlM iZl
aBB, e te vende a fazenda por mdico fn7.
- Veode-se um cabrioiet americano do 4 re-
da. : n. cocheira do 8r. Barrea debaixo do c...
vento de Santo Antonio. em^
Libras sterlinas.
Vende-ae no eecriptorio de Manoel L
Olivara e Filho, largo do Corpo Seate.


MiOO M ffULlUaattMO. SEGUKOA MIRA 7 al eViTa*o 01 Jttb.
*>,
ARMAZEM
DE
ROUPA FEITA.
eiro e vidraceiro.
Grande enou officina,
TreofOfti.
31r~Riia Direita81.
AAtenco.
Be
Joaquim Francisco dos Santos.
40RU4D0QIEM4D040!
efronte do becco da Congregado letreiro verde.
Naste astabeleclmentoaaaempreum sortimentocompleto de rospa feita de todasaa
3S500
4J000
8*000
SOOO
Neste estabelecimento ha aemp
qualidades, e tambem m mande, erecutar por medida,
que tem um doa melhores preeesores.
Cisneas de panno pHto, 40, 35 e 30000
Sobrecasaca de dito, 851 8000
PaUtoUde dito e de cores, 35, <>.
|000. tO, 18 e 20#000
Oitoi*iir decore, 19f0M,
15. 12. 7 e Dito dealok*Pretegolla de re-
lado. fraocozas UgOOO
Ditos de a-mo-sltim pretot d *
cores, 9J00O 8000
Ditos le alpak* decores. 5| e 3*500
Ouos de lUs preta. 9. 7. 5 e 3500
Ditos le hriaa de sores, 5t, 4*500,
48000 e
Ditos de bramante detlnhobraneo,
6J000. 5000 e
lita* l miriu de cordao preto,
15*000 e
alsss te casimira preta e de oree,
12.10, 9 e
litas le irinceza e mrio6 de eor-
do pretos, 5, 6*500 e 4500
Dita de brim branco e decores,
5g000, 4*500 e
Ditas de ganga de corea
Sollates de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 121,9f e
Ditos de casemira preta e de ceres,
i i sos e bordados, 6*. 5*500,5* e
Tontade dosfreguezes, tara
5*000?
3O00.
21900
lg*8'
2*200
31000
58500
3f000
81000
3*500
Ditos de aetim preto wUSSSA
Ditos fe seda e selim branco, 81 e 5uw
Ditos le gurgario de eeda pretoa e
decores, 71000,lOOO, e 4
Ditos de brim fustio braneo,
3*500, 2500 e
Seroulas de brim de linho,2* e
Ditasde algodao, 1,500 e
Camisas de peito de fusto branco
e decores, **400 e
Ditas de pello de linho 5J. 4g e
Ditaa de madapolao brance e de
cores, 3*. 25500, 2*
Chapeos pretos de massa.f rancezes,
formas da ultima m oda 105,8*500 e T00
Diloa de fellro, 61, 5|, 4* e
Ditos de sol de seda, ioglezes
francezes.14*, 121, 11 g e 7*000,
Gollarfnhos de linho muito fino..
no?os(eitios da ultima moda *9Jv
Ditoa de algodao $500,
Relogioa de uro, patentes horl-
sootaes. 100*, 901, 80 e 70*000
Ditos de prala galranisados, pa- -_&,*
tente hoaontaes, 40f 30*O00
Obras de ouro, aderecos e meios
admeos, pelseiras, rosetaa
anana
Toalhas de linho. duzia 10S000 6* 9*000:
Ditas grandes para mesa a 4*000 e 5*00
rico e bees uiaatoilo eetabeloeimsato oa
contrario os freguis* o mai* perfeito, beas aca-
bado e b*ato ao BeergeBero.
URNAS de tees* queedes.
SANTUARIOS que riralisam como Jacaranda,
BA.NarElRvS de ledos ee amanaos.
SEM1CUPH8 dem idem.
BALDES dem ideas. WL I
BACAS idem idem.
BAMUS idea idem.
BOLBA ese Cairas de todas asaaosias.
PRATOS imitando em perfeicao a boa porcel
CHALElkUft'elsrtodas aa^aelidadse.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIBOS e flenrea para qual-
quer aorlimento.
VIDROS em caitas e a retalho de lodos os ta-
mandando-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se eocommendaa de qualquer natu-
reza, coocerlos, que tudo seri desempenhado a
contento.
Attenco.
*MrBadoTrapichn.46tiM de Re 1 n
Rooker &C. eiiate iim bomsortimento dall-
abas decores e branoa semsarreteis do melbor
abrieanteleluglaterraaeqeaes aa Tndem poi
drecos muirazoareis
*
Veode-se ama maihioa da raoor ayatemaefc-
risontal com todos seua competentes, seofva
caldeara da prselo de duaa a tres almospheraa
aeito coareoleate Bi em senhor de engenho
011 ooUa qualquer encina i a tratar no aterro da
Boa -Tiste o. 52 1(H, ou no sitio do rirelro
aVMoaif.
S Gama Hilva.,
Para acabar.
Corte de cate frsoc
com 12 e 15ranee
Ha para resli
eambraia Usa com 89 ja
30500, chita larga francesa.
e 3 folhos,
' corles de
corada a 2d0 re
Taixas.
csea* esceras franomas, carado e 240 : a ellas,
que em ?ists da reduelo en otoco, pone psds
aturar : aa rea do Queiaaado n. 44.
Nva california
DE

Viva o paquete das novidades.
Pois est torrando miudezag muito ba-
ratas, aoi de aparar dioheiro para con-
sumo do paquete, ra da Imperatriz n. 54,
luja de Joaquim de Aievedo Pereira J-
nior, declara o seguinle :
Carines de clcheles muito finos a 40 rs.
Gaixas de ditos ds trra a 80 rs.
Linha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dita de carretel, 100 jardas a 30 rs.
Pares de meias croas e de cores para
menino emeniua a. 110 rs.
Duzia de meias croas muito finas a
2gl00. v
Dita de ditas entre unas a 2*200.
Linha branca em cartao, 200 jardas a
80 rs.
Iscas para charutos a 60 rs.
Caixas com palitos de Especia a 160 rs.
Frascos de agua de colonia de Piver a
140.
Ditos de cheiro muito finos a 800 rs.,
L'ibln a 1g000.
Jarros de baoha pequeos a 1*600.
Ditos de dita grandes a 3*500.
Frascos de baoha pequeos a 320,
grandes a 500 rs.
Sabooeles de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de roompelas a 320.
Duzia de meias cruas para senhora a
2*400.
Ditas brancas muito finas a 3*300.
Fio de raz de coral muito fino a 700rs.
Espelhos de columna pede ferro a IgOO
Carleiras de agulhas muito finas a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finas a 800 rs.
Baralhos poiluguezes a 120.
Ditos franceses a 240
Croza de botes de looga brancos a 120
Agua de Lavander muito fina a 640.
Dita frambuzia a 600 rs.
Tesoaraa muito finas para unhas e cos-
tura a 500 rs.
Caivetes del folha a 80 rs., 2 folhai
a 160 r*.
Cabo de marfim a 400 rs.
Meias airas para homem a 1*800.
Froco fino de todas as cores a 400 rs.
Dito groas o idem s 500 rs.
Caixas de papelo com alfhetes a 120.
Pares de sapatos de 13a para homem
a 1*280.
Tesoura para costura a 200 rs., e gran-
des a 640
Duzia de boloes de lou^a para paletots
a 120.
Sipatinhos de merino a 1*500, e rellu-
dinhoa 2*000.
Rosarios e cruzes de coco, 1 a 120 rs.,
eduzia a 1*400.
Caixas com perfumara a 4*
Fazendas baratas.
Ka ra da Imperatriz n. 48, j unto a
padaria franceza.
Cortes de eambraia branca com babadi- -
nhos 4* e 4*500 superior 5*. eambraia \\- I
i
S no torrador,
largo do Terco n. 23.
Quem duvidar renha rer: manteiga ingleza
flor a Ig e a 900 rs. a libra, manteiga franceza da
mais superior que se pode desejir a 640 ei 600
rs., massas muito finas para sopa a 400 rs. a li-
bra, assim como se vendem outros muitos gene-
ros por diminuto pre?o, e oso se diz o preco pa-
ra nao espantar.
Esludos
sobre oensiao publico
pelo Dr. Aprigio Jutiniano da Silva
Gutmaraes. Segunda publicacao. A
vea la ria-livraria dos Sr. Guimaraes &
Oliveiri, ra do Imperador. Pre cada exemplar 2$.
Vejo s. |
Magalhes Mendes. ,
Vende-se damasco de la com6 palmos de lar-',
gura pro jrio para mess ou cubera a 1*j00 o co- .
rado, rispado escocez para realido de 4 palmos
de largura a 300 rs. o corado, popelina clara a _
203 rs. o corado, riscadiohos de cor a 160 o co-,
ralo, chitas francezas a 220, 240. 260 e 280 o
corado, liazinha enfestada a 400 rs O corado,
pec>8 de eambraia branoa a 1*600, ditas finas a
2*500, 3* e3*3D0, cobertas de fusto de cores e
brancas para camas oa mesas grandes a 5* e 6*,
aiia balao de20 a 40 arcos a 3* a 3*500 ;
da Imperatriz, toja de 4 portas a. 56.
Oh! madapolao.
na ra
Vendem-se pesas de madspollo floo entesta-
do a 3} a pe;a, ditas de cassas adamascadas pata
cortinados a 3*, ditas de eambraia do salpicos
grandes e miudos a 2* e 3*. cortes de chitas de
cores finas com 13 corados por 2*500, cobertas
de damasco de la por 4$. pe;as de riscadiohos
de cores com 38 corados por 6*. cobortas de gro-
xe por 8*. corle* de cassa com 7 barras por
2J500, ditos de eambraia de babado a 2*500, 3 e
815004 na ra da Imperatriz, loja de 4portas D.
56, deUjg*lhaes A alendes.
' Eafeites
modernos muito em coala, liaras de nsrellos
grandes-para bordar, finas e grosaas : oa mesma
loja tem rap Paulo Cordeiro. LUboa, Gasse e
meio gasse, floo, Meuron, Bollo Francs, todos,
a retslho e tambera era libras, e muitis otftrss
amudezas era conta, risla aa dir o preco de
ludo: aa raa larga do Rosarfon. 88, passaodo a
botica, segunda loja.
Bramante de linho muito
superior.
^HU-se superior bramante de linho com duas
i de largura, pelo baratissimo uraco de 21400
e rara : na n It^uetmado n. 22, na bem co-
nhlda loja da boa f.
ac ais assS aatt aatt- aK zas acais Mcaun
** VW V8W VBW VW WWW WWW WWW WW>vv^;
A Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res a. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feilas, calcados e fazendas e todos
estes s vendem por procos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como i
sejam sobrecasacos de superiores pannos |
e casacos feitos pelos ltimos figulinos a i
26*, 28*. 30* e a 35*, paletots dos mesmoa !
pannos preto a 16J, 185> SO* e a 24*,
ditos de casemira de cor mesclado e de
noros padroee a 14*. 161, 18*.201 e 24*.
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9*. 10*. 12* a a 14*, ditos pretos pe-
lo diminuto preco de81, 101, e 128, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 11*.
ditos de merino de cordo a 121, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 71, 81, 91 e a 10*,
ditos saceos pretos a 41, ditos de palha de
seda fazeada muito superior a 41500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 41
e a 41500, ditos de fusto branco a 41,
grande quaotidade de calcas de casemira
preta e do cores a 7*. 8*, 9* e a 109, ditas
pulas a 3* e a 4*. ditas de brim de cores
finas a 2g5O0, 3*. 3*500 e a A%, ditas de
brim brancos finas a 4*500, 5i, 51500 0 a
6*. ditas de brim Ion a a 5* e a 65. colletes
de gorguro preto e de Coras a 5J a a 61,
ditos de casemira de cor e pretos a 45500
e a 51, ditos de fusto branco e de brim
a 3j o a 3*500, ditos de brim lona a 41,
ditos de merino para luto a 41 a 41500,
calcas de marin para luto a 41500 ea5|,
capas de borracha a 9*. Para meninos
de tolos os tamaahos : calcas de casemira
erefa e da cor a 5g, 61 e a 71, ditaa ditaa
de brim a 2J, 31 e a 31500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
deeor a 61 e a 7fl, ditos de alpaca a 31,
sobrecasacos de panno preto a!2*ea
14, ditos de alpaca preta a 51, bonets
para menioo de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todoa os tamaahos,
meios ricos restidos de eambraia feitos
Sara meninas de 5 a 8 sanos com cinco
abados lisos a 8* aa 12|, ditos de gorgu-
ro de cor e de lia a Si a 61.ditos de
brim a 3*. ditos de eambraia ricamente
bordados pana baptizadas,e muita* outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grandequanti-
4>da; asiro como reoebe-aetoda e^aal-
quer eocommeoda. de roapa* para se
mandar maaufacturar a que paca esta las
tasos am completo sortimento dfateo-
das de gosto e urna grande offlciai de al-
faiate dirigida por as hbil Mire qee!
aek s* ptoesptida oa Mrieieaonadadei-
xa* desejar.
neVSraaWVSrWWBV MBWvBaVWaWlMBJIl
za com 8 1i2 rara 3lJ, 3*500, e 41, ditas de
Escossia 5, e 6*, ricos eoleites para se- j
nbora 6* e 65500, sintos os mais delicados J
para senhora 21500.3*. chapelina para cri- J
anja gosto ingles 3*500,4*. para baptiaado *
Si, cortes de restido de seda Escosseza de
bonitos gosto 121 eslao se acabando, ri- V
eos lencos de labyriolho 1*. 1g200. chapeo 1
de sol para senhora de bonitas cores, lisos 1
51, cabo de marfim 5*500, cortes de caro- *J
braia brancos com flor de seda 51. risca
do francez 200 ris o corado, completos
ortimeotos de baldes de arcos 31, sorti-
montos de meias para menioo e eienlna #
200 e 240 ris o par. chales de tarlatana
de cores a 640 ris, lencos branco com bar- #
raa 160 ris chitas inglezas a 180 e 200 rs.
# dita francesa a 240 e 280 r. o corado 9
# pecas de eambraia da forro com 9 raraa 9
% a 2* : junto a padaria francesa o. 48. A

Novas pechinchas
na loja do Pavo
Vende-se gorgero da la padres muito miu-
dinhos proprios para restidos de senhorase me-
ninas a 400 rs. o corado, teodo 4 palmos de lar-
gura, sendo tambem esta fazenda mallo propria
para restidos de passar a (esta no campo ; na roa
da Imperatriz u. 60, loja de Gama & Silva.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para contaa e facturas, papel mala-borro; ren-
de-se na loja d'aguia branca, ra do Queimado
numero 16.
A 2$ o corte
de calca de meias casemiras escaras de urna s
cor ; na ra do Queimado n. 22, na leja da
boa f.
Gaz liquido.
Em casa de Samuel P. Joboatoe & C, raa da
SeozalaNora n. 42, rendem-se latas com 5ga-
ies de Keroaine.
Na ra do Queimado n. 10, loja nova
de i portas, vendem-se as seguutes
fazendas de apurado gosto, e por
menos preco do que em outra qual-
quer parte.
Ricos cortes de eambraia branca bordados s
20, 23 e 30.
Ditos de seda de cor a quila a 80 e 90*.
Ditos pretos bordados a velludo a 60, 70, 80 e
90*000.
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 30*
Ditos de dita preta a 20 e 30*.
Ditos de barege com habidos a 15 e 20*,
Riquisslmas capinhas de velludo bordadas
com mangas a 60, 70, 80 e 100*.
Longos de linho bordados a 3,4, 5 e 6*.
Ditos de dito lisos, duzia a 6, 7 e 85*
Ditot de cassa com bico, ama 120, 200 e 240
ris
Mantas de grosdenaple abertas renda, urna
a 3*000.
Chapeos do palha para senhora, um a 8 e 10*.
Ditos de pellica Garibaldi, um 151.
Chapeos de sol de sela para senhora, um 41-
Kiquissimos cintos dourados a 3, 4 e 5*.
Veodem-se queijos a 15600 ; na ra das
Cruaes o. 1.
Grande exposigo Je fazendas
baratissimaa, na ra da Im-
peratriz n. 60, loja do
Yende se cortes de phaota-
sia, fazenda de muito gesto
com babados pelo diminuto
preco de 4$500; na ra da
Imperatriz n. 60, loja que tem
um pavo do lado de frr, (re-
to para nao haver engaos.)
3^500.
Vende-se ricos corles de eambraia de aeda
com avental ou duassaias a 31500 : oa roa da
Imperatriz n. 60, loja do paro.
3,200,3,500 e 4,000..
Vende-se flnUsimea cortes de eambraia bran-
ca e de cor com eous e mais babados pelo dimi-
nuto prer;o de 31200, 35500 e 45 : aa ra da Im-
peratriz n. 60, loja do parlo.
A 15^000.
Vende-ae Boicissimos cortes de eambraia bran-
ca com bordado multo delicado proprios para
baile oa casamento a 151: na raa da Imperatriz
n. 60, loja do paro.
Nova pee\iinc\\a.
Vende-se flnissimas pecas de cambraias fran-
cezas de carocinhos com 17 1|2 raras pelo dimi-
nuto pre^o de 8j a peca
Reduccao em precos para
acabar.
Vendem-se no armasem de Braga, Soa C,
aa roa da Hoeda, taixas de ferea evade, da aaed
acreditado fabricante Usrie Halo, a 110 rs. se*
libra.
Peijao
de corda
Irmies, raa do
Attencao
Vende-ae confronte o porto da (fortaleza das
Cinco Ponas o seguinle : carrocas para boi, dita
para carados e para agua, carnohos pirs traba-
lhar na alfandega e carriohoa de mSo, rodas pa-
ra earrocas e para earrinhos, eixos para ambos,
torradorea para caf com foglo, boceas de fornos,
bandeiras de arcos de todaa as qualidades, do-
bradic,as de chumbos de todos os tamanhos.fecha-
durss de ferrolhos, tranquilas, (erro de embutir
de todos os tamanho!, ferrolho de chapa.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos floissimos de linho proprios I que se rendein pelo barsto preco
no armazem da Taaeo
B.35.
Vende-ae am casa da Adaassoa, Bawia A
Croado Trapiche Moro a. 49, biseeilee lagUace
sortidos, em paqeenas latas.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa fnarua do
Queimado n. 22 ae encontrar un beaito sorti-
mento de superiores tiras ricamente
i
ditaa das mesmaa com
8 3|4 raras pelo'pre'co'de 45 a peca, tambem se
vendem das meamas a 500 rs. a rara, sendo
brancas e de cores ; na raa da Imperatriz o. 60,
leja do pari.
Pupelina a ISO rs.
Vende-se pupelina de quadrinhos a imilaco
de sedinhas de quadro pelo diminuto preco de
280 rs. o corado : na rea da Imperatriz n. 60,
loja do pari'.
CliaAy a 500 rs.
Vende-se chaly muito fino a 500 rs. o cora-
do : na roa da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Sedas a eo\ado#
Vende-te grosdeoaples preto mallo encorpado
a 1*600 e 1*800, ditos de cores aaol, cor de rosa
e cor-de cana mais barato que em outra qualquer
parle ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pari.
Sedas de t\nadrvn\vo s
Vende-ae sedas de qoadrinhos (aseada muito
encorpada a 500 e 640 rs o corado : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pari,
Cassas com salpico graudo a
200 rs.
Vende se cassas com salpicos graudos e lislras
a 200 rs. o corado, (azenda muito ora : na roa
da Imperatriz o. 60, loja do pari.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassas pintsdas n.uito miudinhos
padres a 240 rs. o corado : na loja da roa da
Imperatriz onde est o pari.
Sentido ao Pavdo.
Vende-se oeste estabelecimeoto um grande e
rariado sortimento de (azoadas tanto para bo-
rneas como para senhoras, de todas as fazendas
se dio. amostras com peohor ou maodam-se le-
var em casa das familias pelos caiieiros da casa,
assim como o reapeitarel publico achara todos os
diaa uteis este estabelecimeuto aberlo das 6 ho-
ras da maohia as 9 da norte.
Cera de carnauba.
A diaheiro.
Vende-se ama pequea porcio de cera de car-
nauba muito boa, que se acha depositada no ar-
mazem da Compaohia Fernambaeaea i commo-
do proco.
Baldes para meninas.
Veodem-se baldes cara meninas, de todos os
tnjannos, de madapolao e de mussulina a 31 e a
41 : na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Veodem-se mantas de retroz para grvalas,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Meias baratissimas.
A 2*400 a duzia de pares de meias brancas fi,
as para homem : na raa do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A' loja da boa f na roa do Queimado n. 22,
chegou novo sortimento de ricos cortes de resti-
dos brancos bordados com 2 e 3 babados, os quaes
conlinuam a ser rendidos pelo baratissimo preco
de 5* cada corte : na ra do Queimado o. 22, na
bem coohecida loja da boa (.
para os tabaquistas por seren de cores escuras e
flus, polo baratissimo preco de 61 a duzia ; na
raa do Queimado n. 22, ns bem conhecida loja da
boa fe.
Nova remessa de majaes
Nova remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Sodr & C. receberara ora remessa de ma-
ces, e eslao rendendo a 101000 cada urna cai-
xa com 200 maces: na roa estrella do Rosa-
rio n. 11.
Ricos cortes de medina de
seda.
51000 ris s peca, adrertindo-se q ha
de urna peca de eada padrio, qoem saaia <
andar caelbor servido seri, na naa do Q
n. 12 na lojada Bea-F.
Ra do Queimado n.
loja de 4 portas.
Vende-se chapeos de castor braa*
pado a Of.
Chapelinas de seda para seohora a 8.
Chapeos de palha para senhora a Tr
viata a 101.
Ditos de pellica a Garibaldi a 141 a 5t-
Camisas para seohora a S>.
A loja da Boa-F na ra do Queimado nu-
mero 22, acaba de receber ricos cortes de
restido de medina de seda de lindos padres,
a fazenda maia fina, mais ora e mais bonita
que ha ao mercado, cada corte tem 20 e 21 co-
rados, e rendem-se pelo baratissimo preco de
25*000 o cort; as seohoras de bom gosto que
tirerem de assistir a bailes e a casamenlos, se
quizerem lerar am restido ds ultima moda
mandaren) rer na mencionada loja da Boa-F,
oa ra do Queimado n. 22.
Novidade do Pavo.
Vende-se floissimos cortes de eambraia de
babados largse de duas saias fazenda que se
rendeu a 101 pelo diminuto preco de 4* r na raa
da Imperatrizn. 60, loja de Gama & Silva.
&
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muito floo a
tarWtsna branca muito fina, taolo ama eeaee co-
mo outra sio proprias para restidos, eie s pora
bailes como para assistir^se a easanseatee, eaCaaa
soles que se acabe ns roa do Queimado su 22
naloia da Boa-F.
Potassa da Russia.
Vende-ae potassa da Busaia da mala era e
superior qoe ha no mercado a preco
commodo: no escripierio da Maaoel Igi
Olireira & Filho, larga do Corto Saato.
Ra do Queimado n. 19,
<=>
Sdaco de certas:
z fazendas finas. I
:
RA DO CRESPO N. 17. '
Biquissimss chapelinas de seds para
seohoras, de diversas cores a 121. I
Cassas de cores bonitos padres a 240 <
rs. o corado.
Cassas e organdjs de cores a 280 rs. o
corado.
Chitas de todos as qualidades e precos.
Huitissimas fazendas Boas que ae ven-
dem por prego* baralisaimoa para liqui-
dar, dio-se amostra das fazendas.
Armazem
feo-
100
de fazendas.
DE
SANTOS COELOO.
Chales de merino estampados finos coa listas
e franjas de seda a 9$.
Toalhas de fusto a 900 rs. eada as.
Grivatiohss de cassa muito liadas para
mem e meninas pelo baratissimo prego da
rs, cada urna.
Chales de merino lisos de todas as cores.
Cortes de phanlazis de seda pelo barato preto
de 81.
Cobertas de chita gosto chines al|800.
Leoces de panno de linho a til M>.
Ditos de bramante grandes s 9*300.
Vestuarios de seda para meninos e aseeiaas
a 8J000.
Cortea de casemira finas a 4I&UU.
Capellas brancas para noira a SI-
Bramante de linho com 'O palmos a 21 a rara.
Sortimenta de bales para aeoh.ra e meaiatee.
Bramante de algooio com 10 palmos ds Urgfl
a 11280 a rara.
i
Superiores organ-
dys.
Na lojo da boa f, na ra do Queimado n. 22,
rende-se finissimo organdys de muito lindos pa-
dres, pelo baratissimo preco de 720 rs. a rara,
fazenda de 11200, e quem nao andar muito de-
pressa ficari sem apechiocba ; na ra do Quei-
mado n. 22. na loja da boa f.
Attenco.
GaUfornAm de iazeintas
por tao pTec.0, na tua
Ao Queimado b. 45 na
bem conY\ecVAa \o}a do
sertaaejo.
Os propietarios desle estabelecimento estao
fazendo urna Hqaidacio sem limite de prego e
porissn previne ao respeitavel publico e em par-
fticnlar aos seus fregueses que prestem attenco
para o que rai abaizo transcripto.
Coleles de retludo de cor e pretos a 58. diloa
de gorgurio de seda a 3* e 42. camisas france-
sas a 1|280, calcas ds brim, de ganga a 3g e 2,
dazias de meias para aenhoraa a 31 e a 41, ditas
para meninos a 21. ditas para meninas 28500,
ditas para homena 1S400 e o par a 140 e outras
omitas qualidades por todo o precio, chapeos de
csstor braceo a 101, ditos do. seda a 5S, pannos
para mcaa a 41 com bolotas, ditos ditos a 3>S00,
aberturas brancas a 280 s de cor a 2B0, chitas
boas a 120 o corado, obras (eitaa de todas as
qualidades assim como tambem tem chalin de
sima cor a 540 o corado, manteletes pretos per
todo o preco a 16$. chapefinhas para seahora a
51500, enfeites de ridrilho pretos e de cor s2fc,
lencos grandf* de gorguro de seda pretos inlei-
ros l6O0 e 1$800, grarataa a 640, 560 e 320, resti-
dos de seda pretes a 401 fazendas que custou 60$ e
701. assim como tambem de cor pelo raesrao
preco, ditos que nos custaram 1409 ditos borda-
dos de velludo a 801 a 601 cada ora, assim
como temos velludo preto a2*500 o covado, dito
de ceres a 2500, fil bordado a tf a vara, mui-
to fiaos challes de trocos a 4| e 51 cada um,
meias pretis e braceas de seda muito finas a
11900 e2 o par.ditos de seda Usas para senhora
a 700 rs. o par assim como bordados com bico'a
11600 o par colarinb.es de algod&e a 800 is. a du-
zia e am 100 rs., ditos de linho a 400 rs. um, as-,
sim como tem golas manguitos e amistabas,
gresdsaapfes de cores s retos aetim preto
tnsco, cortes de ca remiras de ceres e pre-
tas, aaidas. de bailas, Uflo por. prct*qu* coa'ler
so fregus o que garantimos d que oto ae eojeita
dioheiro.
Em casa de Adamsjon, Hairie 4 C, ruada
Trapiche Noro o. 42. vende-ae :
Rolbss de ortica flnissimas.
Lona a.filote.
Piada vela.
uperiores lintaa de todas as cores.
Cassa organdys a
280 rs., na loja do Pavo.
Veode-se muito booitas cseas organdys a 280
rs. o corado : na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pari.
Para cortinados.
AOPAVaO'.
Vende-se pegas de cassa adamascada propria
para cortinado 20 raras a 85 : na ra da Impera-
triz n. 60, leja de Gama & Silva.
WMM)
vende para paletots.
L&azinha muito miudinhas de cor escara pro-
prii para calcas, collete e paletots a 400 rs. o
corado: na ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma S Silra.
Roupas feitas ba-
ratissimas,
Em casa de Kaikmarn Irruios
& G., narua da Cruz n. 10, exis-
te consaBteinenre um completo
sortimento de
Vinlios Bordeaux de todas as
qualidades. fjfe
Dito Xerez em bar s. d*
Dito Madeira em barris e caixas. d*J
Dito Muscatel em caixas. am
Dito champarme em gigos. att
Cognac em barris. am
Cerveja branca. a
Agua de Seltz. m
Azeite doce muito fino em caixas.gm
Alvaiade em barris.
Cevadinha em garraftes.
Casemiras a
4.000 o corte, na
loja do Pavo.
Vende-se fintssimos cortes de aasemi-
ra entestada de coie pelo diminuto
pretjo de 4 o corle psira calcas, assim
como tem das mesmas para vender
2jf400rs. o covado praprias peu pav
letots, calca e collete, recommenda se
muito esta telenda aos Srs. alfaiates que
costumam a fazer roupa para vender,
porque tao cedo nao acbam urna pe-
chincha igual : na ra da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silra
Gravatas da moda.
Vendem-se greratiohaa eatratua multo sspe-
riores, tanto pretas como de cores, pele baratis-
simo prego de 1|; na roa do Qeeimado a. 22,
na loja da boa f,
Raz de coral.
Na loja d'aguia de ouro, roa le Csb*g a. 1 B.
rndese a rerdadeira raiz de coral a 200 rs. e lo.
. \

E ARMAZEM
NO
armazem de fazendas e
roupas feitas
D
Raymundo G. Leite & Irmo,
N. 12Ra da ImperatriaN. 1%.
Neste armazem que ora se acha bastaste sortido
de roupa feita de todas aa qualidades, Unto pa-
ra homem como para meninos, se esto rendando
aa mesmas por baratsimos preces, samo t-
ljm : sobrecasacos de panno fino, obra inteira-
mente boa por ser feita a moderna a 98J800, di-
tos de panno snperlor, obra do melnor que se
pode deaejar a 3OSO00, palitos de casemira finos
a 18$000, Oitea aacas, obra de moderas gestos
2000.dtpaje.meia dita a 6*000, coletea dej
casemira de res finas s 4|500, ditos de brim
de cores e remeos s 21500. calcas do dito fines
a 31500. dSOOeOOO. paletos sasacos de .alpa-
ca obza muito boa PQraaftO^Mdf fin*a 8JfW0,j
dito olio ascco a SJ500 i de
caaemira a ultime goaaa, aisswselso Botar qs<
sao de cassmira fioisslmk a SsUMQ,
fraocezaa peito de linho muito Bou s
darla ; Varando tambem -monas outras fa
e obras teMas, as qnsea todas a rtadsm
a tras
DE
Joaquim Francisco dos Santos
40loa do Queimado40
Defronte do becco da Conqregacao> letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentos.
Ricos cortes de restido de fil on blond de seda branca com ramo e easstls, s
msis moderno e superior que ka no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de restidos de fil oa blond de asds branca bordados
cores.
Ditos de tarlatana branca bordados a branco e cores.
Ditos de eambraia branca bordados a branco com multa elegancia.
Saias bordadas
Ricas saias de eambraia branca bordadas coa o aris apurado gosto i
qoe ha no mercado.
Ditas de dita recortadas maia baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de restido de eambraia brassea bordados com malta
msis moderno e mais superior qoe ha no morcado.
M antfe Utas
Ricos manteletes de seda de (fres a pretos bordsdos e lisas som atolles,
,como arrsedados, por presos com modas.
SJOOO a pe^a.
Pects de eambraia Usa larga Boa com 6 a 6 \\1 ras, mtito barate.
Lentes.
Ricos lenc.os de eambraia de linho bordados a Si, 4 e5f eada na.
Che
Ricos chales de touquim brancos bordad as de ponta mitradaed 4 |
i\^K das fazendas acims mencionadas
ds todas sal
JelKDs, silhoes, e arreios para carro oa cabrlalel.l prt?os mallo commodos.



DUiN* rMHUMBCCD. -
7DIOUTHtQ*IMl.

largo da Penha
a __ _
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
[""?" d*MolB^M.Pecipe aos seus regueiei, assim|como aos senbores a pues, deenge-
!"*';r"WiMdori em vanle qeizerem-se afregaezar neate eslabelecimeuto, que se cha
VS1Wf?m9}ei ortl,Dl gneros oa maia noves que ha do mercado por serem a maior
S .lB,UMe conU I*0?1" Portelo reaolvido a vende-los por menos 10 por cento
uoi qoe en outra qualquer parte, afiaocaado a boa qualidade e acondiciouameoto, assim como ser-
vir oa portadores meaos pratieoa tao bera, como se os seobores viessem peesoalmeoie, para o qoa
nao ae poupar o proprietario em prestir lodo ltenlo, afim da conliouarem a mandar comprar
ia eoeommeadaa, aertos de que, toda e qaalqaer encommeoda comprada neate estabelecimento
acompaoaara urna conta impressacom o mesmo titulo de armazem Progresao.
o^** V**U%* ^tlMlU ftot I000 Ubt reDoe_
o por ene proco nicamente pela grande porcio que tem e se for em barriese fara abatimento
MUMe>iga traacea, m libr, e effi birra 560ri.
^ y8S* melhor que ha no mercado a 29600 a libra.
Uempteto,1W00lllbr,
Quecos do relm3chegad0gnUultlm0TiD0r. ^
Mem ptmto.B00rs.lnteIro640 aUbrt
aem suisso 1640 rs a libra em por5So g6 fM a btlBent0#
Prexunto PflanU de Umego. 480 ti libr. inttro, 440 tt
Sdv&dft
a mais nova que ha no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 41500.
.aper msete. 760 r,, libr, eB c,iIa, 1s n
\*%t** com boUxluli* de soda de JetrMte qual!dadei, 1840O
Vaatas eom *eixe em posta de BnitaH qualidadC8. 1#400
Wtonas multo novas. lsooo 0 barril a teUlh0, m ri giruf.
Doce de \lperehe .. uu d9 2 llbr por lm
i^Tintas pari podm a 800 rf alibri^
Banha de porco refinada ,Bn ,-,. ^ ..
_ ^u in,Un0T _. Primoira Tez que vieran a este mercado a 640rs. a libra.
Cliourleas e palos BuUo D0T0,, 560 r$ Ubra
PaUtoa de dente Uxadoseom 20 macinhot.por200 ,,.
Chocolate f ranee* a liaoo ri. a Ilbra> dilt0 potluguez. 800
^larmelada imperial. ,
. iwK i\ do fam 19000 ra. a libra.
Vlnhos engarrafados
-,. ^. WM***W!* Porto, Bordeaux.Carcavellos.e moscatel al J000 a grala.
-T1 n ? de 500, 56 e 640r"' a "'! em caadas a 3J500 4J000 45O0;
Vinagre de Lisboa <
IV da mai,,creditld8S,narcaa 5 d>. e em garrafa a 500 rs.
parasopa a nrtia nova que ha no mercado a 640 ra. a libra.
^rvllbas trncelas a6Wr,.laU.
Milo de amendoa. 800 .. llbra. dila com cam. m Ia.
i^ozes mul(0 D0Taga 120 ra a ,lbra#
^tannaspilada8a240raialibr. ?
;\|PQ7
^* *v* do MaranhSo a 3 em arroba, e em libra a 100rs.
ramo americano ...
0 ,. *'* ora, se for em porgo se far abatimento.
SevadinnadePMD5aa240raalibra
** muito noto a 320 rs. a Ubra.
Tonclnno de L^b a 360 ra> a Ubraa a m^
Fari^ua do \lacannao
T~^ x "*ww mw ora a 160 rs. a libra.
Toncinn ingleza,ftn
'. a 200 rs. a libra.
lrassas em caixinhas ...
LB de8 librea a t500 cada urna.
curar SImJS ""*- rcontrari o r'esp'eZVl publico ludo qu.nto pro
Rival
semsegimdo
Na ra do Queiaado n. 55, laja de miudezaa
de Jos do Aievedo Uaia e Silra, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudexas pelos
precos abaiio declarados, o Tenham logo poia
esl acabando.
Caizia com agulhas francesas a..........
No?ellos de lioha para marcar a 20 rs. e..
Ditos de liaba de cores e muito grandes a
Carretel do liuha, auperier qualidade a..
Linos branca do gaz a 10 rs. o...........
Dita dila,a melhorque ha, uovello grande
Pares de meias de cores para meninos a
Duzia de meias cruaa muio superiores a
Dita de ditas ditas a......................
Parea de meias de cores para meoinoa a
Lioha em carto Pedro V a..............
Caizaa com phosphoros de aegaranca a
Cairas de folhas com phosphoros (so a
caita al 100 rs.) a...................
Duzia de phosphoros do gaz a..........
Frascos d'agua de ooloaia superior a....
Ditos com cbeiros muito Unos a........
Duzia de meias muito Onas parasenbora
Caizia de apparelhoa para meninos a 240
r. e............
Trangas do lia e de linbo aorlidaa a......
Sabonetea grandes e superiores a........
Groza debotoes pequeos para caiga a..
Grozade boldes de Iones a..............
Varas detramoia superior a 120 o........
Grozade penis de i;ti................
Carteiraa muito superiores a............
Biralhos portuguezea a..................
Tesouras muito Anas para coatura a....
Dilaa para unbis a 240 e..................
Baralhos para rollarete a 210 e..........
Frascos de banha de ureo a................
Frascos grandes de lavando embreada, su-
perior qualiiate a....................
Frascos de oleo de baboss a 320 e......
Frascos de danha muito fina a IMo......
Agulheiros com agulhas a..;___
120
40
40
30
20
60
120
2*400
2#000
160
20
160
100
240
400
500
39000
500
40
160
120
120
10
500
500
120
400
400
320
640
600
500
310
80
Novo sortittiento
de cascarrilhas de seda,
franjas e galo com lacos
a \s relas.
A loja d'agaia branca acaba de receber om
boto e bello aortiment de cascarrtltta* d seda
om dais relas Qngindo pefo, o raelhor que de
podo dar em tal genero e vende a 2J a peca aa-
aim como franjas de seda de diversas corea e'lar-
guras por precos admlravelmente baratos, e
Uaabem um oovissimo galiorinho de seda com
lagos as relas propvlos o de multe gesto pata
afolles de vestidos. A barateza com que a leja
d'aguia branca costuma vender oa obiectoa J
bem eonhacida e agora comprova ntols om a
limiti5ao dos precoe porque est reodendo a
attigos aeim dioBelra a dita loja d'aguia branca ra doQuei-
****. nf na realidade atharto barateza,
grado e smeeridade.
**
Carros e carrocas
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra d Cruz
numero 4.
Vendem-ae carros americanos mui elegantes
e leves para daas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim ellea possuem map-
pas com varioa desenhos, tambem vendem car-
rosas cara conducc&o de assucaretc.
Chegou a apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
deutes
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
va remessa da mui pnveitosa e procurada agu
balsmica para a bocea e dentes. O bom resul-
tado de tal agua j nao soffre duvida como sa-
bido pelas immensas pessoas que a compraran)
e que sentlam a falla della, e as que de novo
comprarem acharo que o uso della fa conser-
var os denles sios, livrando-os da carie, fortale-
cer as gengivas e tirar o mo balito da bocea,
dando mesma agradavel aroma, podendo-se
mesmo osar della nao a pela manhaa como a
qualqoer hora, e com scerto depois do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando se tenha de
sanir para ter-se a bocea aromtica : para isso,
porm, bastam algamas gotas della em agua pu-
ra. O proveito d'agua balsmica ainda chega a
mais, ella serve com acert e promptido para
acabar a dor de dentes, enaopando-se nelta um
Meado de argodio e deitando-o no buraco do
Jenie, este adormece e em pooco desappareee a
Jor. Jara se obter nm frasco de lio proveitosa e
apreciavel agua balsmica, dirigir-se com 1
loja d aguia branca, ra do Queimado n. 16, ni-
ca parte onde ella se vende. Adverte-se que os
frascos vo marcados com o rotulo da dita loja.
Peitos de esguio de algodo
para camisas a 500 rs.
Na loja d'aguia branca vende-ae muito bons
pollos do eaguiao de algodao para camisas a 500
rs. cada um, dioheiro a vala : na loja d'seuia
branca ruido Quejando n. 16.
Gestionas de Hamburgo.
S<5 na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
tthfL q?*3-i*eeen T completo sortmento de
liadas cesliohas de todos os tamanhos propriae
para menioesdeeacola. assim como maiorea com
lampa propnas para compras, balaioa proprios
psra costura, ditoa proprios parafaqneiros, ditos
multo bonitos par. brinquedos do meninos, di-
tos maraclapiotadinao* que-ao vandem por pie-
os.maHt baratos-
Joaqalm Francisco de Hallo Santos avisa aos
seoafreguei
orto venda sabao da sua fabricadenoralnada
-kectre-ndart* arasso.l,
za simples sam mistara alguma, como as de
eomposijio.
GftTatinas de th 4e
coral,-
o mehtr que nolilTfel. Vend-ie; mui benitas
g/availnliifl de rafz de coral com duas e Ves
volUse Iiqos as,ponas, sendo ellas bstanle
SmJJ.r", iala do que sao Daratlssimaa a
29500 e3000: ssio bom e banto s na loja
0 agola branca, ra do Queimado n. 16.
Bom e assim barato
ninguem deisa de comprar urna pasta para pa-
Pel por 11000. Na loja d'aguia branca acha-se
umaporgo de boas e perleitas pastas para pa-
pel com calendario perpetuo, e ndice da feslaa
roudaveis, pelo que se tornam de muita utili-
dade, e o pequeo prego de lyOOO cada urna
convida a iproeitar-ie da occisio em que se
eilao ellas vendando por metade do que sem-
pre cusluram ; assim dirijam-so a ra do
Queimado, -.-Va d'aguia bracea a. 16, que ser
bem servido.
Vestidos brancos
bordados.
Anda restam alguna cortea de vestidos braocos
bordados que cootinuam-ae a vender pelo bara-
tsimo prego de 5|, com 2 e 3 babados, de gra-
sa : na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa f.
Relogios baratos.
Na ra Nova o. 21, ha grande porga o de relo-
Rios foliados, dourados e de ouro, paleles e ori-
zoniies, suissos e ingieres, os qoaea sero ven-
didos pelos pregos da factura. Cada relogio leva-
r um recibo em que se responsabilisa pelo re-
gulamenlo durante seis mezes.
Caixinhas com msica.
Na ' B, e chegado de sua propria encommei. Ja muito
lindas caixinhas daxoslura com msica, propria
para mimo, queso vende muito barato.
Vendein-se osengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil paes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Sementes de hortalices.
_Na roa da Cnix do Recife n. 32, deposito de
pao e bolacha, vende-se mais barato do que em
onlra qualquer parte, novas sementes de horta-
lices, sendo couves de todas aa qualidades. na-
bos brancos, rOio e encarnado, rabanetes de dif-
erentes corea, feijao e ervilhas de diversas qua-
idades, salsa, qoento e todas as mais sementes
precisas pira se ter urna linda horta.
RuadaSenzala Novan.42
Vands-sa em casada S. P.Jonhston 4C,
allinse silhasnglezes.candaairo a castiga!
bronzaados,lonas oglazas, fio devela,chicla
paractrros, emoniaria,arr#iospMa carrod
usa elous cvalos relogiosde oaro patente
nglez.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C.,
ru doVigario n. 3 nm bello sortmento de
relogios de ouro, patente ingles, de um dos mais
amados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancenspara os
mesaios.
4 loja da bandeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos di Fonseca participa a
todos os seus freguezes tanto da praca
cmodo malo, e juntamente aoreapeita-
vel publico, que tomou a deliberacao de
- baixar o pre$o de todas as suas obras, por
cujo motivo tem pira vender um grande
"orrUmento de bahs e bacias, tudo de
if differentes tamanhose de. diversas eores
J em pinturas, e juntamente nm grande
sortmento de diversas obras, conlendo
banheiros e gamelas compridas, grandes
e pequeas, machinaa para caf e cane-
cas para conduzu agua grandes e peque-
as, latas grandes psra conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e tt
S camas de vento, latas de arroba a 1# 1
bahus grandes a 49 e pequeos a 600 tt
rs., baciasp-andes 1 5} e pequeas a 9
800 rs.,eocwdeaza 1 1) 1 duzia re- m
gadores regulares muito barato, ditos S
pequeos a 400 rs., de todos estes objec- I
tos ba pintados e em branco e tudo mais S
se vende pelo menos prejo possivel : na ff
loja da bandeira da ra da Cruz do Re- %
_ cife n. 37. If
xniMwaHMsaH m tmwMKOKm
1'lTlIi. HilDA
40-Rua do Queimado-40
Ricos manguitos de cambraia bordados, a ba-
lso, o mais superior que ha no mercado, viudos
no paquete rancez de 13 do correte mez, e
tambera um grande sortmento de chales de me-
rino de todas as qualtdades.
Barato.
Lioha de carretel, 200 jardas a 60 rs.
Clcheles francezes, caixioha a 60 rs.
Agulhas francezas, caizinha com 6 papis [es-
li principiando a ferroiar) a 120 ra. : na ra do
Queislado, loja d'aguia branca n. 16.
N. O. Bieber & C, successores, rna da Crin
n. 4, tem para vender relogios para alglbeira de
oaro e prata.
Liquidando
NA
Loja de marmore.
Na loja do maraaore vende-se para 11-
quidacio por pregos muito barato, ubi
) variado sortimenlo de rateadas e me
1 as#sra seatheras, roupa feita para ho-Z
mem e eattmenlao paca meaioot e bem
ExposicSo de cutlerias O riva sem segundo, na
finas, na ru* NoYa n. 20.
Meato liquiaeimo esUbeleeimonto se encontra-
r senipre nm riquiaaiuio sorUateoto deculerias
em todo o genero que a po4o imaginar, asis.
cobo tambara uaa liaaiiainia sorliauautu deme-
taea nlaaamoa conhecidos pelo verdadeiro plak
para servicn de almoco o jaotar, canas Ae ferro
para casal e soluiro, bandejas a imitagao de cha-
rao em tamos e avulsos, unas e ordinarias, toda
a qualidade de looca de porcelana para cozinha :
na ra Nova n. 20, loja do Viaona.
Chapeos para senhora.
Ricos chapeos de seda e de velludo para se-
nhora, pelo baratiaslmo prego de 15 e 16): na
rna do Queimado n. 21, loja da boa f.
Lindas caixinhas
com necessarios para costura
Acaba dechegar para a loja d'agaia brsnea mui
llndascaisinhas matizadas, eom espelho, tesoura,
caivete, agulhela, agulhelro, dedal e pooteiro,
tudo pratiado e de apurado gosto, emflm ama
ealtinha excellente para nm presente, e mesmo
para qualqoer senhora a possuir, e vendem-se a
109 e 1*8 : oa lo.a d'agaia branca.rna do Quei-
mado n. 16.
LencjosMe cam-
braia com padroes de se-
da a 2#500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
isso pelo baratissimo prego de 2$500 a peca de
10 lengos. E' essa urna das pechinchas qne costa
apparecer, e quaodo assim approveitar-ae da
occasiao, porque ellea sertem tanto para algibei-
ra como para meninos', e quem os vk na loja
d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16, ter
vontade de comprar maia de urna peca, tal a
bondade delles.
Attenco
0
- Bastos & Reg acabam de receber grande
quaniidade de roupas para crianca assim como
seja de fusilo e la e de seda, pelo diminuto pre-
go de 2g5C0, 39 e a 43, vestidos de cambraia
bordados para baptisado de changas a 169, ca-
aaveque e capas de fustio e de brim, para se-
nhora e menina pelo diminuto proco de 3f e 49,
capas de fuslo muito compridas para senhora
al2&000.
As melho-
res machinas
de coser dos
mais afama-
dos autores de
New- York :
vendem-se
nicamente
no armazem
de fazendas
de Raymondo
Carlos teile
& Irmao, nu-
mero 12, ra
da Imporatriz.
Arado $ americano je machina-
par a lava r roupa :em ca a de S.P Joi
listn & C. ra daSenzala n.18.
Mac&as e uvas de Lisboa mui-
to boas.
chegadas no paquete inglez, vende-se na ra
estreita do Rosario n. 11, estabelecimento de
Sodr A C.
ra do Queimado n 55
defronte do sobrado no-*
vo, est vendendo tudo
bom e bara tissimo,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ram, a saber ;
80
320
200
100
200
800
19000
1JJ280
40
100
200
400
39500
40
20
40
100
200
20
100
80
400
A 2$500
Caivete para aparar peona a
Ditos eom 1 folbas muito Unos a
Fraecos de uacag perola muito Uno a
uno de oleo muito fino a
Tranga de lia com 10 varas, bonitas c-
rese
Franjas de lia eom 10 varas, bonitas co-
rea a
Sapetoa de tranea de algodao a
Ditos de dita de laa a
Caxas com iaeas para charutos a
tartas de alflnetes sonidos francezes a
Canas de ditos ditos a 80 rs. e
Eseovas para limpar dentes muilo finas
zoo rs. e
Duzia de facas e garfos, cabo preto a
nassos com grampas muito boas a.
tandea com clcheles a
Ditos com ditos de superior qualidade a
Dedaesde ago para senhora a
sabonetes muito grandes a
Apitoe de chumbo para cr'anga a
Rialejo para meninos a 40 rs. e
Eofisdores para vealidos, muilo gran-
des a 60 rs. e
Sapalinhos de lia para meninos a
Anda tem urna variedade de miudezas que se-
ria eniadonho menciona-laa, poissi vista que
se pode apreciaras qualidadea e oa pregos.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nag6*s
poden lostemunhar as virtudes deste remedio
incompara vale provar em caso necessario, que,
peto uso que delle 6zeram tem seuorpoe
roembros i n teira raen te sios depois de hatoi em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pernos poder-se-ha convencer deseas curas rna-
ravilbosas pela leitura des peridicos, que lh'a:
relatam todos os das ha muitos annos; a a
maior parte della sao tao sor prndenles que
admiran os medios mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dednr
permanecido longo lempo nos hospitaes, o te
deviam soffrer a ampntacao I Dallas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos depade-
timenios, para se nao submeterem aessaope-
rago dolorosa oram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gamas das taes pessoa na enfusio de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord eorregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticaren! sua a firma-
tiv.
Ninguem desesperarla do estado desaude si
tivessebastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algom tempo o
traiamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar ncontestavelmenle.
Qne tudo cura.
O ungento he til, mais partleu-
mente dj>8 segulnteseasos
FIGOS.
Novoi ebegadog no ultimo paquete
em caixmhae de 8 e i G libras o melbor
quese pode deiejar neite genero, ten-
de-ie tanto em porqo como a retalho
nicamente nosarmazens ProgressTO
Progrewiit no largo do Carmo n. 9 e
ra dasCruzetn. 36.
Venda de urna casa.
Acha-se i venda orna eaea terrea aa ra da
Alegra n.*, eem bastantes commodos para
drandefamilia; quem pretender, dirija-se a rea
ge Santa Thereza n. t.
3,000.
Saialiforoia.
Vendem-se cortes do caaabrata organdvs cem
barra a 3 o corle ; na rna da Imporatriz n. 48
junto a padaria francesa.
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann Irmios 4C, tem ex-
posto.um completo sortmento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias para
transmittir movimento, canudos
de borracha de qualquer com-
pr i ment e grotsura, pannos de
borracha, rodetes de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en-
commendas.
Para fabricas,
Vndese escoaiiiha de cores lisa, propria ae-
ra forrar chapeos, pelo diminuto prego de 240e
covado ; na roa da imperatris, loja de 4 portas
" 56, de Hagalhaea & llendei. J PWWi
Escravos fgidos.
Chales de merino estampados, que em outras
lojaa se vendem por 4 e 59 na loja da boa f
na ra do Queimado n. 21, vende-se pelo bara-
tissimo prec.o'de 2)500.
Luvas de Jouvin.
Continua-se a vender as superiores luvaa de
pellica de Jouvin, tanto para homem como para
aenhora i na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
|R0UP4 FEITA AINDAMIS BARATAS.
sortmento completo
BE
pazendas e obras feitas
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de ea be^a.
descostas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anus.
Erupcdes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou fslta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
I n chaces.
Inflammacao do figado.
aa
LOJA E ARMAZEM
DI
[Ges k Basto]
NA
Hua do Queimado
| u. 4ft, freate amavella.
Constantemente emosamgrandeera-
i fiado sortmento desobrocasacaspretaa
'de panno e de cores multo fino a S8JJ,
30Je 35J, paltots dos mesmos pannos'
a 205,i25 e 24J, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14, 16 e 18J, casa-
1 cas prata s muito bem feitas ede superior
' panno a 28, 30g e 35. sobrecasacaa de
caaemira de core multo finos a 155,165
e 18f, ditossaccoa daa meamaacasemi-
raialOf, 1S| e 14|, caigas pretas de
caaemira fina para homem a 89, 9a, 10|
e 12, ditaa decaaemira decorea a 7f,8y,
9 e 109. ditaa de brim brancos muito
fina a 51 a 69, ditas de ditos de corea a
39, 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
. semlra de ricas cores a 4J e 4S500, col-
letespretosdecasemiraa 59 eC, ditos
I da ditos decores a 4f 500 e 5, dilos
'branco ida seda para casamento 59,
[ ditos de 69, eolletes debrimbranco e de
I fus to a 39, 39500 e 49. ditos de corea a
) 9500a 39, paletotspretos de merino de
cordlo aacco e sobrecasaco a 7j, 89 e 99
eolletes pretos para luto a 49500 e 59.'
1 as pretaa de merino a 49500 eB9, p-
I tala de alpaca preta a 89500 e 4, dftoa
^sobrecasaco a 69.79 a 81, multo fino col-
lotea de gorgurao deaedade cores muito
boalaiendaa39800e4S, colleteide vel-;
lado de corea e pretos a 79 e 89. roupa
para meninosobre casaca depanno pre-
tos e de corea a 149.159 o I69, di toa de
asentir sacco para oa mesmos a 69500 a
79,dltosde alpaca pretoasaccoa a 89 a
1*500,4ilossobreeaaacoa a 5| e 59500,
seijasde caaemira pretaae decores a fia,
' IfSOO a79, camisas para menino a 209
1 a darla .camisas ingieras prega ilargaa i
;. mui101 aperlor a 329 a dazia para acabar.!
j a.ssimoaaatamoa ama offlei
.(late ondemandamos executartodas as
>braasombrevdade.
Inflammacao da bexig
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articularles.
Veas torcidas ou no-
das as -pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de tedos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rs,, cada boeetinha contm
urna nslruccio em poriuguez para explicar o
modo de lazar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambueo.
Pechincha sem igual.
Fugio da fabrica do sabio da ra lape ri*', o
escravo Carlos, de ne(io, teodo os sianaea se-
guinlea : altura regular, olhcs grandes e arios
cocerlos pela palpebra, c6xo de ama peaa, etc.
foi escravo do Sr. Antonio Carlos Francisco d
Silva, tendo-se occopade onti'ora ees vender
rucias no Recife : quem o appiehender, leve-e
ao Passeio Publico, ou a rna da Aurora o. 80.
Acham-se fgido dona escravo*, sendo uaa
pardo, de nonie Luia, conbeeido por Luiz Mod-
teiro. claro, alto, aecco, cabellos cacbiados, per-
nas bastante rompiidas, e eom um maior aigoal
que aer canboto, idade 22 auno, pouco miis
ou menos, sem barba, offlcial de pedreiro, tam-
bem pinta, e trbalos um pouco de funileiro : a
outro ionio, de nome Elias, cor fula, bem
parecido, estatura e corpo regulare, bem bar-
bado, e offieUl de laooeiro : quem os pesar,
leye a seu seohor o major Antonio da Silv* ua-
mao, ra Imperial, que ser bem gratificado, e
igualmente recommenda-os as autoridades poh-
ciaes.
Escravos fgidos.
Fugiram junios no dia 30 de setembre do cor-
rente anno, os escravo Gonclo e Luiz, com os
signaes segointes : Gonzalo crionlo, de idade U
a 15 annos, setco do corpo, levando caiga de ris-
cadioho de quadros e camiaa de algodao de listra,
Luiz crioulo, bem prelo, altara regular, diz qoe
padece de calor de Asado, tem as verilhas urna
ou duasfittulas, filho das banda* de Pedias de
Fogo, da provincia da Pranle*: roga-se, por-
tado, a todas as autoridades policiaca, capities
de campo oa qualquer pessoa, que os spprehea-
dam e trsgam rna do Queimado o. 10, lojs da
Ferrio & Maia, qoe se dir o dono dos escra-
vos, e gratificar generosamente.
Escravo fgido.
Teodo sido autorisado o Sr. alteres Jos Bede
de Ataujo por D. Clara alaria da Concicio, da
Villa Bella, para vender o setf escravo Manoe).
ciioulo, de 15annoa de idade, de rosto eomprido,
cabellos carapiohos, olhos pequeos, nariz chalo
bocea pequea, cor preta e sem barba, signaes'
estes que coDSlam do psssapoile cem o que o
mesmo escravo veiode Villa Bella, suecedin que
o diio Sr aHeres BeC traton a venda do referido
escravo com o Sr. Joaqun Mara Pereira > ianna,
que se achava hospedado en rasa do Sr. Joio de
Sequeira Fer/io no dia 36 deale mez. e lh'o eo-
Iregob, mas dentro de duas horas o Sr. Viaona
procurou o Sr. alferea Bedd e decl*rou-lhe qua
o escravo tinha fgido, pelo qoe nao se tendo
pasado a scriplura e nem feito a paga do preco,
ficou de nenhum effeito o contrato da venda, a
enlio subslabelecendo o Sr. alferea BedA a pro-
curadlo no Sr. atieres Manoel Joaquim de Olnei-
ra Coxatrus, por ter aquello de retirar se desla
preca, o novo procurador traton con o abaixo-
assignado a venda do dito escravo fegido, e tal
venda foi definitivamente realiaada ; pelo que
abaixo-asaignado previne as autoridades tohciaes
e a quaesquer pessoas que por ventora souLeren
onde existe lalearravo, oa o encontraren, para
que o prendam e facam reeolber i prisio, se (oc
isto tora deata cidade,.eaqoi o leven i casa da
sua residencia na ra do Imperadora. 79, certa
fest
ra _
deque recompensardevidamenlt. Ooir si
Cortes de cal?a de cssemira pretal de cor en- Pf"1"1" .jX*l\0'"?gll**0 t0?{" *oer
stada muito fina a 4*500 ; na loja da Califor-, 2" PH0/,Tf.Di,aT' ,.eBa "ouUd. P*'q*le
.....a. i__......Z ia ;..,.^ .h..; proceder civil e criminalmente.
nia, ra da Imperalriz n.
franceza.
48, junto a padarie
Potassa daBussia e cal de
Lisboa.
No bem eonhecido e acreditado deposito da raa
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a rer*
dadeira potassa da Ruaaia, nova e de superior
qualidade, asaim eomo tambem cal virgen em
podra ; tudo por preco nais barato* do qoe em
oatri qualquer parte.
Da
* olee pata deeetaelo de 9
ealae e eapeilaa.
" ManaMan ^MssflsBBl^nV>aBm
5aiasdecord5o.
Superiores salas de cordlo a 3, 39500 e 49
ditas alcoxoadaa multo auperiores a 5a : na ra
do Queimado n. 22, loja da boa f. '
Altenfao
Veadem-ie caixdet vasio proprios
para bahuleiroa.funiiciros etc. a 1|180:
quem pretender irija-se a esta tipo-
sjraphia, que ah se dir' quem os tem
para vender.
fUDiW LOW-nOR
RnadaSenialla Ko\a d.42.
Ueste estabelecimento continua ba\eiura
completo soitimentodtmoendatemeiatmoen-
dasparaenganhotmaehinas de vapor elaixas
la ferro batido a eoado.de todos ostamanhos
para dito
Superiores organdys a
720 rs.avara.
Vendem-se flnissimos organdys de muito bo-
nitos padroes, pelo baratissimo pre;o de 720 rs.
s vara, fazenda qoe sempre se vendeu por
19200, assim pois, quem quiser comprar fazenda
floa muilo bonita e muito barata chegar roa
do Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa.
Paraesbailese ihealros.
Rfquiaeimos cintos douradoa com lindas fivelas
Umaem douudas e esmaltadas, e com rca pon-
.t*s pata eabirem Sobre es vestidos, muito pro-
prios para ae aeohoras qne tiverem de ir aoa bai-
lea e Ineatroa ; vendem-se pelo baratiasimo pre-
go de 49, 5| *|: na roa de Queimado n. 22,
na bem coBhedda loja da boa f.
Enfeiles riquissimos.
Vendm-ae cieos enfeiles de retroz, slo os me-
Ihores e mais modernos que ha no mercado, pelo
baratissimo proco de 89: aa rae de Queimado
n. 22, na loja da boa.
proced..
Adverle mais o abaixo-as*igodo qae, segunde
Ibe assevea o referido Sr. Viaona, ten o escra-
vo urnas sarnas as pernas, e levoo vestido ca-
misa de algodo branco e calca de brin desbota-
do, teodo sabido sem chapeo:
Silvioo Guilhetme de Barree.
No dia 18 de setembro do coneoi* anno
fugio urna escrava de na;ao por aane Isabel, bai-
xa, secca do corpo, o rosto descarnado, e j ve-
lha, a qnal anda pelos arrabaldea Oesia cidade,
Monteiro, Capung, Passagen e Afogados, en-
pregando-se em lavar joup, a litlo de aer a
roupa de aeuasenhorea ; qoem 9 pegar, dirija-te
a ra do Crespo, loja n. 14, qoe aer recompen-
sado. *
Esl fgida a negra Edovirajreqoe ba penca
foi aitematada em prc.a, ten os signaes srgoia-
tes: alta, chtia do corpo, cara larga e keteoe
grossos ; esta negra foi escrava do Sr. Joaqun
Pereira da Silva Santos, morador na rna do Im-
perador, com loja de louca : pede-so aa aoteri-
dadea polieiaesde mandar piender, sendo encon-
trado, e protestase contra qoen attver escond
da ; auppe-se estar amazlada en alguna eaea
mesmo aqu por perto : quem a prender, leve-a
em casa do Flix, roa do Imperador n. 75, loja,
qoe ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Desappareceo de eaea de ana anima D. Mara
Victorino Paea Brrelo, deade e dia 27 de selcn-
bro prximo paassdo, o cabria ha Deningea, de
de doze aanoa de idade, con oa aigaaea segoin-
tes ; rosto compiido, destes bens e e eeaa ala
nariz quebrado ni coaaeqaencia de ana ana-
da que levou: quera o apprebeader levo-o roa
Direita n. 88, que ser reconpeaaado.
Fogio no dia J9 do paseado on escravo mu-
lato de nome Fernando, Mine, groes o, cabello a
caboeolo, toca violfc e rebeca, caeta qoe lea
nna amasia no Can lana Novo, o j foi isla aa
estrada do Hospicio para Sale Anara: qoen a
render ser recompensado ni raa de Apello a.
, deposito da fabrica do Moeesore.
Desapparecou no dia 13 de eerreate, da si-
tio do S. Jos do Manguinho, o escravo crio o le,
maior de 50 annos, do nono Joaqoin. con oa
signase seguiolee: cabellos brancos, alto, seres)
do corpo, e ate alpargatas; este escrava tai pre-
priedade do Sr. Maooel Jos Pereira Pacbeea, da
Aracaty.d'onde veio para aqai fgido: raaja-aa
atodaa as autoridades porteiees e a qoen assar
que o eneontre, de o capturar e eatreta-le a#
itio aciuacitado. ou na raa do Trapiche a. 19,
a Jos Teixelra Beato. .


(8)

. *
BUHO Pl NRUUMBUCO; SEGURO* MIRA Z M OUTUBRO E 18e)l
1
Liiieraiura.
Parecer* respeito da qieslHiaedici
legal suscitada par deeasia d ex;
me procedida na cadver da recei
nascida eacontrada no caes do
I110S.
[Conclmiio]
Diz a commisso na discripgo das lezes ft
observaren).
Pesclo exterior mente nada notamos
extraordinario, eslava apenas roxeada a p ...
e epiderme exfoliada, o que era devido a pt tre-
Entrelanlo eslendendo se pelo pe
vasta echimosit que notamos qut
oco
ndo
faced,
aquella
fallamos da parte posterior da cabera, 'aprissa-
wo* a estudar o pescoco.
Dissecada a pellt desta parle verifiquemot
que
a echimosis de que cima fallamos 'se estendia
As cootradicoes da Inglaterra aa qaei-
-t polaca.
Os ullimos debates que livero lugar na cama-
ra doa deoulados de Inglaterra sobre a siluagio
da Polonia foram mui grave!. Multes acharara
abi urna litio.
Fq go raeio dos applausos de toda a cmara
que lird Jonhn Russell disse :
Considerando o futuro, nao se pode duvidar
um instante que cheguo o tempo em que este
poro, dotado de tanta coragem e intelligencia,
que por tanto lempo lem conservado vivo e fe-
cundo o germen sagrado de sua independencia
tuciooal : a
recebendo de oes princip
de aua liberdadea conservadas.
Nicolao I dignoa -se* conceder um estatuto ; a
Polonia, immedialamenle viu desapparecer em
en seio toda a .vida publica.
Alexandre II pos o remate4 suas benvolas re-
formas concedeodo-lhe um.conselho de estado
residindoem Varsovia. Receto bem que com isso
nao perca a Pntooiaat sea nome, garantido pelos
tratados, e oo seja administrada como urna
simples provincia russa por um goveroador
russo.
Quanto mais o erar clemente, justo, desinte-.
I nacional, veji brilhar o dia predestinado em que ressado em seus ukases, tanto mais cumpre lasli-
ha de recobrar seu antigo prestigio ereassumir| mar a Polonia ; as expressoes que garantem o
seu lugar entre as nages da Europa. rospeito da religio calholica, da liberdade indi-
Lord Palmersloa exprimiu a mesoia conviego vidual e da propriedade toroam-se cada dia mais
com egual energa. solemnes, proporgo que redobram os furores
A Polonia tem, pois, em suas provagoe, dita da intolerancia, as ordens da exilio ns Siberis, e
de ouvir os horneas de estado menos suscepliveis
dse deixar levar por ama paixio cevelleiresea,
pprovar suas esperances e crer em sua realisa-
go. E' preciso que a torga da verdade e da jus-
tica, seja bem grande para ter trazido este rtsul-
profundamente contundidos' e alterados que hua-1 M.- De, Mr,udo "nspirava em tornar prova-
* se Ihes nopodiaconhecer a forma norro/.! 'el mSu "' .da moSao tpr,,e.nl'! '>*':
e todos indicavam ter so/Trido all qru de per- ^"",! Cn^0^?Xn^ edlldl 1
to. pois estavam como pitados. Este esiadc dos I "?."tl,",' tl0,'?! i! P"?. !2?2SS
muLlos do pescoco do era circunscripto; re,\ ffiS*.^TiliZ"!?^"^*
al a parle inferior do mismo pescoco. lEso!
echimosit comprehendia todos os msculos da
parle posterior do pescoco, e todos estavam tao
gio cervical, se nao que se estendia aredirdo "L"V,.;T.a ", .','..".' nV.ri.
n.c^n.A ,-,= j,,-I-,j j. .i...jjT j i acreditar que os ministros oglezes sacnricanam
Pnnrf.SnnlrV,^Jlnn ^?it a.." ,. .ti JC seos rancores, a verdade seu egois-
parte posterior para a anterior, de sorte quina Am .._,;, .... .._!....:.-. h
vare visinha da larvnne id nada hatahu sa mo; podia-se acreditar que combateriam 0 de-
parle visinha da laryngej nada havia qut se
parecesse com que observamos na parte posteiior.
xtrahimos as vertebras, despimo-las de to to o
tecido que ascobria. e nao observamos nad i de
anormal quer nos ossos, quer nos ligamen os:
nada observamos na larynge : suas paredes es-
tavam integras
Diz mala a commisso tratando dos memlros
inferioresna parte inferior das pernas, as re-
gies maleolares se notavam duas echimosis pro-
fundas que cotnpreendiam toda a circumferen\cia
da perna.
tkz a commissSo em suas reflexes sobre a et-
hurnaeo de tudo quanto fica esposto o respeito
do cadver ha um fado que domina todos os nu-
tres, e sobre o qual /izaremos nossa altencao :
este fasto'i o estudo da parle posterior do pesco-
co : e psssa a explicar de maneira a tirar conclu-
z&o de que houve infantecidio, or.casiooado por
extrangutameoto.
A commisso julgou expliear satisfatoriameoto
sua questo dizendo que, o que se observava na
parte posterior do pescogo nao poda ser devido
se nio a machucamento feito com fim criminoso,
por isso que um parto laborioso com apresenta-
c.au da caega devia trazer lezes cerebraes, e
bossas sanguneas ; e que nao era possivel que
aquelle estado fosse devido a outra causa ; no
eolanto que teolo ludo explicado oenhuma im-
portancia llgam a duas largas echimosis encon-
tradas as extremidades inferiores, circulando
todo o membro, e se elevando at o joelho ; e
nm procurou ver se teria algum valor a relagSo
das duas echimosis, e que sendo para mim de
toda importancia estes fenomanos que coincidem
e combinam-se entre si para ama explicagao
plausivel, eu julguei que, segundo a opioiao de
muitos praticos, a morte lioha sido occasiooada
por um parto muito laborioso, e cuja spresenta-
cio havia si4o feita pelos ps com eogasgamento
da cabeca ; nao por vicio de cooformagao da ba-
ca, mais por desarranjo de collocago nos di-
metros entre a cabega, e ella, soQreodo o pesco-
go, de encontr os ossos do pubis, fortes trac-
ges, que deram lugar nao ao a essas grandes
echimosis na regio cervical e temporal, como
sobre as pernas, onde era empregada a forga,
que procurava vencer a resistencia presentada
pela cabega dentro da pelvis, mal qua desappa-
receu, sem deixar estrago no crneo, por nao ser
dependente de compresso sobre elle, e sim na
reguo onde se notava taes echimosis, que po-
diam sertambem atribuidas a grande pancada na
regio correspondente por occasio da expulso
do feto, sem que houvesse intengao criminosa e
apenas esforco para efleluar o parto.
Parecer commisso que taes rases foram,
ad libitum, por mim preparadas para chegar a
concluso, no entanto que nao pcoduz repugnan-
cia moral acceita-las, como pelo contrario me le-
va a crer o fado opposto.
Nao diga a commisso que no parto laborioso
se devia dar o extase, ou derramamento de aan-
gue no cerebro, que nao foi observado por que
eu lhe direi que esta rszo devia ella procurar
quand quiz atribuir a morte a estranglamelo
sem que houvesse lezo da larynge e msculos
anteriores do pesclo, e sem que de mais se des-
se despgamelo de vertebras, e distingo de li-
gamentos como se cooclue do exame por ella
apresentado :qusndo dizexlrahimot as ver-
- tebras cervicaes, despimo-las de lodo o tecido
' que as cobria, e nao observamos nada de anor-
mal quer nos ossos, quer nos ligamentos: nada
observamos na larynge: suas paredes estavam
integras.
Pelo que tenho exposto concluo.
!.Houve morte.
2.A crianga nao] respirou, e por tanto nao
Tiveu fra do tero.
3.Acama da morte foi parto muito laborio-
so, e feito por mos nao adestradas, sem que
houvesse intengao criminosa.
Tendo terminado meu trabalho eu pens nao
ter oiTeodido a commisso em suas pessoas, e se
por ventura alguma exprosso houve menos agrs-
davel nao foi empregada com intengao ofTensiva ;
escapou ao correr da pena a, por ter sido este
' trabalho preparado a pressa.
Recife, 26 de setemDro de 1861.
Dr. Prxedes Gomes de Souxa Pilanga.
Polonia perdeu suas leis aadtnais] activa na guerra. O que respondorao aJFranga
russo o reglamento a Inglaterra i eguaes profistdea f Nsd disto sa-
bemos ; porquanto lord Palmeratoo limitou-se i
censurar a Austria por na conducta em 1846,
1"*ndo ae lhe fallara dos actoa da Inglaterra em
1855. E' mais commodo ; mas abstemos-nos da
crer que se aa proposiedea da Austria lvessem
sido aceitas, a guerra do Oriente teria tido resul-
tados bem diversamente otis ; abstemos-nos de
crer que ajnglatern, para s fallar della* teve
a occasio de obrar de outro modo nao ser com
patarras pela Polonia, e nada fez.
Singular e mysterioso deslino o deste grande
povo polaco I Vinte vezes pareceu que lhe lenha
aido offerecida a occasio de recobrar aua gloriosa
independencia, vinte vezes a realidade illudiu es-
peranzas que a Europa parlilhava. E'-ae tenta-
do de aecusar os homens quandose v esta una-
nimidade na sympalhia pela Polonia, que nao
tem de egual senlo esta impotencia de nada fa-
zer que lie seja til, confessada pelos mioistros
de urna das maioros oag5es do mundo. < Pois
que I poderia-se-lhes dizer, vossos navios co-
bremos mares, possuia immensos territorios e
riquezas sem eguaes; derramaes ondas de san-
gue e de ouro para abrir novas sabidas vosso
putado irlaodez, afim de poder lgicamente con-
tinuar recusar i sua patria o teslemuoho e as
sympathiasgue hoje Ihes pede para um povoes-
traogeiro. fiada disso saccedea. Com um nota-
vel alcance de vistas, com urna clareza de exprs-
sao e urna digoidade de lioguagem to conve-
nientes em um tal assumpto, lem-se ouvido al-
ternativamente esses dous homens de estalo ex-
perimentados, lord Russell e lord Palmerston,
expor a situago reciproca da Polonia eda Russia,
e condemnar esta ultima.
Resumimos rpidamente aua lliese :
E' impossivel quem quer que tenha algum
seotimento do bem edo mal, nao deplorar os in-
fortunios que vieram accommetter os Polacos
desde i primeira parMIha da Polonia al nossos
das. Esta partilha foi urna grave vlolago dos
direitos das nages.
Urna inrencivel fatalidade impediu de levar i
Gm as tentativas de reparago. Alexandre I que-
ra reslabelecer a Polonia em sua integralidade :
illusoes 1
a Como poda acordar-sea independencia des-
ta uagao com autoridade de um soberano to po-
deroso como o imperador da Russia.o
Entretanto com o nome de remo, deu o coogres-
so de Vienua Alexandre urna grande parte da
Polonia que nao possuia antes ; os effeilos pre-
vistos manifesiaram-se logo ; os Russos foram os
primeiros impedir AlexanJre de executar suas
promessas mais ou menos sioras. Porque ?
Na Russia e em S. Petersburgo, centro do
poder, era geralmente a opinio que nao coovi-
nha outorgar Potonia prevtlegiosmaiores e mais
liberaes do que os de que se gozava na Russia, e
estes sentimentos trouxiram a violago do tratado
de Vienna.
Um pouco mais tarde, provocaram esta grande
lula de 1831, que lord Russell qualifica injusta-
mente de guerra civil ; porque, para os Polacos e
para a Europa, nao era e nao pbdia ser seno
urna guerra nacional contra o estrangeiro. A Po-
lonia, abandonada por todos, suecumbiu ; a Rus-
sia julgou poder fallar todas suas promessas
invocando um pretendido direito de conquiata ; a
Austria es Prussis imilaram-na, como se o facto
brutal da forga desenfrelada constiluisse o di-
reito.
Assim, a justiga ha mala de um seculo, tem si-
do constantemente violada respeito da Polonia ;
um facto incontestavel aos olhos dos homens
de estado menos escrupulosos em materia de
moral. Nada presagia urna prxima mudanga.
Em vo, hootem anda diziam-nos que a Russia
eslava disposta a entrar em urna va melhor, que
um joven imperador, pelo qual o Conslitutionnel,
offerecia sua garanta com urna seriedade diver-
tida, ia emOm conceder reformas, e que estas re-
formas seriam um comego" fcaz de reparago ;
tomos engaados. Seria sem razo se quizesse-
mos ter conanga em apparentes concesses ;
lord Jonhn desespera-nos com seu scepticismo.
Sem duvida, nao quer se pronunciar pelo valor
das iostiluigdes outorgadas aos Polacos ; mas
acrescenta com um tom lgeirameote Irnico :
a que ellas lbe parecem tirar toda sua autoridade
e absolutamente depender, quanto ao espirito
em que forem applicadas, da vontade do impera-
dor, como sua existencia est absolutamente sub-
meilida seu beneplcito.
Sabe-se em que espirito as mais ampias iosti-
tulcoes tem sido applicadas pelos Russos, e te-
mos mostrado que o proprio ministro inglez as-
segurava com muita clareza, em urna outra parle
de seu discurso, que os Russos nunca permtttiro
seu imperador ser liberal (iraduzi aqui liberal
por justo) na Polonia.
De mais, o acontecimento provou-o melhor do
que todos os C cursos do mundo. Observando a
conducta eos desejos dogoverno russo, se tur-
gado concluir que de concesses era concesses
a Polonia ha de acabar por nao ter mais direito,
por nao existir mais.
Cstharina II deixou-lbe, ao menos por um lem-
po, suas leis particulares, e preodeu, pela parti-
lha, melhor assegurar sua execugo. Este pri-
meiro beneficio fez perder Polonia sua inde-
pendencia.
Alexandre I, presava-a tanto, que experimen-
tou a necessidade de dar-lbe urna carta coosti-
os actos de coofiscages. Julga -se sonhar no es-
tatuto orgnico asaignado pelo imperador Ni-
colao :
a E' garantida a liberdade do'.culto : cada qual
a lirre de praticar francamente sua religio.
a Sendo a religiSo calholica romana a da maioria
< de nossos subditos Polacos, ser o objeclo da
proleccao especial do governo. E' garantida e
c protegida petas leis existentes a liberdade iodi-
vidual. Ser cada preso instruido do motivo
c de sua arrestaco ; de ver ser assignada dentro
< de tres das perante o Iribunaes competentes.
< Sendo reconhecido innpeente, oblar immedia-
< (amanta sua liberdade. E' declarado inviola-
a vele sagrado o direito de propriedade dos in-
dividuus e das corporages...a
E' evidente que se um novo legislador russo
pensar ainda em fallar do respeito da proprieda- justiga
para arruinar o poder colonial da Fraoga, umi
espantosa energa ; porieis a Europa em fogo
para salvar Gibraltar, e fizestes malar duzentoa
mil homens para entulhar um porto do Mar-Ne-
gro e incendiar alguna navios ... e nada podis!
pela Polonia I Alvorolaes o mundo se se trata de .
defender o mais miseravel interease, e, quando a
Franga eslava comvosco, nao tivestes a nobre ini-
ciativa de empregar a omnipotencia de vossaa
torgas reunidas para fazer um grande acto de
Europa? Ah 1 se Ha soubesse ahi collosar-se
francameote a testa das nagescatholicas. se sou-
besse ahi desenrular a bandaira da ama politice
clara, francamentee astea de tudo calholica, ex-
pellindo vergonhosamente o Piemonie dos asta-
dos da egreja sacrilega e brutalmente invadidos
sem declara ci de guerra, cooao aMagoarin & ai
todos os cainolicos da Europa e do muodo e to-
dos os goveroos conservadores 1 E que lhe im-
portara m eolio o mo humor da Inglateira e os
clamoreada rerolugo impotente?
Nao convm no-lo dissimular: segundo urna
poltica favoravel reoluco italiana e soulrss
perseverando nesta via.-sempre estaremos na se-
gunda ordem.
A Inglaterra nos ser serapre superior ; ser
sempre a grande protectora da revolugo, e a
Franga nao far mais do que seguir. Ao contra-
rio, reunindo em lomo delta franca e enrgica-
mente todos os elementos catholicos da Europa e
do mundo, ella seria sem rival. Esta que a
verdadeira poltica da Fraoga. Mas quanto esta-
mos looge della t
Se se quizer i isto prestar atleogo, ver-se-ha
sem cusi que todas as grandes quesles de po-
ltica geral sao religiosas, ou pelo menos con-
ten um elemento religioso mui pronunciado.
Duas sobretudo inquietan os diplmalas e a opi-
nio publica : a questo da Italia e a questo do
oriente.
hade haver
de na Polonia, ella desapparecer
urna expropriago universal.
Em presenga de eguaes tactos, coraprehende-
mos que lord Russell seja aceptico, e mui scepli-
co, respeito de por-se em pratica as reformas exercitos e as esquadras
concedidas pelo governo de S. Petersb .rgo Po-
lonia. Nao, a Polonia nada lem que esperar dos
czares ; delles nao que ha de vir a reparago ;
o passado responde muito pelo futuro. Mas,
como os ministros inglezes, temos a Qrme coo-
fiaoga, a hora desta reparago hade soar. Como ?
Que parte tomar o Occidente neste Iriumpho de
direito ? Disso nada sabemos ; o que certo ,
que, por agora, nao convm contar com a Ingla-
terra. Presa, sem duvida, a justiga e a 'veride ;
mas raramente prsa-a ateo sacrificio. Palavra...
seus oradores tero e magnificas, para os grandes
infortunios; mas quan lo preciso passar aos
actos, outra cousa : seu interease immediato e
certo ser sempre a medida dos dsforgos que ha
fazer pelo Iriumpho do direito.
Nao contentes com dizer que nada Carao pela
Polonia, procuraram os mioislros inglezes provar,
afim de que-nao se aecusasse de ostentarem urna
sympalhia devisoria, que em lempo algum nada
tem podido fazer por ella. Objeclava-se-lhes com
a guerra do Oriente principalmente e jalgarsm
terem-se bem defendido allegando que, se lives-
sem tido ento o peoaamento de obrar, a Austria
ter-se-hia certameote opposto, e a prova...,
que ella destruir a repblica de Cracovia.
De certo, nao approvamos a Austria de ter
violado os tratados de Vienna para tomar urna
cidade que nada accrescenlava seu poder; mas
que relago ha entre esta falta e o reproche diri-
gido laglaterra? Acensar a Austria, um meio
fcil de se defender ; ganha se mesmo hoje com
isso urna certa popularidade. Tem-ae aempre
razo ? E' outra questo. Assim, para o que nos
oceupa, verdade que a Austria aeja to hostil
Polonia como pretende dize-lo lord Palmerston ?
Permilttr-nos-ho tentar provar o contrario.
Seria para desesperar da boa vontade dos ho-
mens e do Iriumpho do direito, se nao sebese-
mos que Deus, quando quer salvar as nages in-
nocentes, tem metos mais efficazes do que os
Colloca-lhes no cora-
Quaoto esta ultima, reauwe-se especialmen-
te na queato ottoma-ia. Mas quem nao sabe
que tres ou quatro elementos religiosos a com-
plicara e a errigam de difficuldades? Quem nao
v ao mesmo tempo que ahi ha de haver, quan-
do ti ver soado a hora da calastrophe, elementos
de solugo que os mais determinados scepticos
sero obrigados empregar? E o que eu digo do
imperio otiomano, convm dize-lo da Conchia-
china e da China. O elemento religioso, o ele-
, ment catholico es' em toda a parte, e em toda
gao a t que faz os martyres, e que, como em :a parte seria para a Franga o grande meio dein-
Varsovn. irapelle ao encontr dos soldados con- ;. fluencia e de aego. Ella deve, pois, conserva-
fundidos as mulheres e os padres, os velhos e as' |0, defende-Io, fortfica-lo e prega-lo o mais pos-
criaogas, toda urna populago desarmada. Em Nivel.
urna "palavra, segundos bella lioguagem do pue-
ta, elle Ibes inspira E Mas na Italia sobretudo que esta verdade
A forga que, em Roma, veoceu os eros. i brilha com lodo o esplendor da evidencia. Ahi.
Urna opinio irresislivel se forma em toda a nosomente o elemento religioso existe, mas do-
Europa, que pede justiga para um povo martyr; I mina a questo toda ioteira. Ponina esta ques-
os conquistadores, terrificados, sentem que seu | lo lem o previlesio de commover o muoao?
poder vae desapparecer, que Porque, em todos os pontos do globo, tem em
Seu ferro vae quebrar-se se, outra vez tocar indeciso todos os corages catholicos e todos os
Nestis frontes revestidas com o sigoal da cruz. espiritos capazes de comprehende-la ? Porque
todos os bispos, lodos os padres, e lodos os ver-
daderos fiis esto na ddr i na espera? Maoi-
festamenle porque a questo romana urna
\ questo religiosa de urna importancia soberana,
O elemento reliSOSO na POHtCa H10-;de uma importancia capital. Tem-se tentado
*fr r rebaixa-la ao nivel de urna questo temporal;
Oema. I mas nlnguem er nisso, mesmo os que o dizem
I ou o escrevem.
dos caracteres mais salientes da nossa I
um dos signaes de nossa edade, a ten- | E com effeito evidente para todo o mundo que
tudo secularisar. Secularisa-se a sel- governo da egreja um negocio religioso ; mas
secularisa-se a historia, secu!ariss-se as menos evidente que esle governo, esta ad-
Barrier.
[Le Monde.H. Chaves.)
Um
poca,
dencia
encis,
FOLHETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
mummmfML
LXXXl
Simmario.Discusso dos negocios da marioha
no senado, e na cmara dos Srs. deputados.
E' com effeito constante que a imperalriz Mara
Thereza moatrou a mais viva repugnancia em
partithar a Polonia ; comprehendia a importan-
cia temivel e ameagadora para a Austria que a
Russia ia por isso adquirir no Occidente. Seus
receios tero sido bem justificados. Tambem,
muitas vezes leve o governo austraco o pensa-
menlo de abandonar aGallicia, nopara que, en-
tregue si mesma, tornasse-se a presa fcil da
Russia, mas com a coodigo que ae reconstituira
a verdadeira Polonia ; tez a proposigo expressa
disso na occasio do congresso de Vienna. Em
1836, Mr. de Metteroick dizia ainda ao encarre-
gado de negocios de Inglaterra, depois lord Hol-
land, que se espantara da que a Austria nao visse
quanto lhe era vaolajoso o restabetecimento da
Polonia : < Ah I ae me garantissem que em vinte
e quatro horas a Polonia ha de ser livre e orga-
nisada, subscraviria logo isso... e aioda teria,
durante estas viole e quatro horas, um receio
espantoso I Al mesmo em 1846, a Austria
acreditara de tal modo na possibihdade deste res-
tabeleclmento, que nenhum estabelecimento fixo
flzra na Gallicia, nem fortaleza alguma cons-
truir. Emfim, quando se apoasou de Cracovia,
apezar das longas resistencias da Pruasia, eape-
rava sobretudo adquirir uma defeza. < Era uma
ameaga para a Russia, uma frente |de ponte lau-
cada sobre o Vistula, um posto avangado d'onde
a Austria dominara as planicies da Polonia. O
gabinete de S. Petersburgo, que sabia nada ter
temer da Austria, impelliu-a esta violago dos
tratados ; era um meio de liga-la mais poltica
da partilha, e estimava v-la se por na impoasi-
bllidade de condemnar aquillo de que tambem
aproveitava.
A Russia enganou-se em seus clculos, e as
interpellages de Mr. Heonessy revelaram eate
facto mui grave, que a Austria quiz fazer aervir
a guerra da Crimea para o restabetecimento da
Polonia ; ella pedia um soccorro de cem mil ho-
rnees para alcangar este flm, que lhe pareca a
melhor garanta contra os futuros rencores da
Russia : com esta coodigo, tomara uma parte
sociedades, suas constituigea e suas leis a polti-
ca, secularisa-se tudo : scularisar-se -hia Deus
se possivel fosse.
Secularisar, afastar o elemento religioso, o
elemento divino das cousas.
Chegar-se-ha banir totalmente deste mundo
o elemento religioso ?
Se isso aeontecesae, chegar-se-hia destruigo
geral, porque a athmosphera religiosa oeces-
saria respiragio da humanidade; morreria na
falta de Deus. Tambem a verdade encarnada di-
ra que nao havia de achar mais f na trra em
seu ultimo dia, quan lo viesse julga-la; por isso
que o mundo ha de acabar. Chegaro ao menos
desterrara religio para osancluario puramen-
te intimo da alma? Cbegaro sobretudo, porque
esta a questo que nos oceupa, a baoi-la da
adminiatrago dos negocios deste mundo, das
cousas da poltica ? Muitos parecem crr que j
est feito, ou quasi feito. Que se4eve pensar
d'isso?
Notemos primoiramente que isso bem sim-
plesmente impossivel. A religio, pela propria
natureza das cousas, comprehende o homem lodo
inteirp, o homem exterior como o homem inte-
rior, o homem em sociedade como o homem iso-
lado ; e, coosequentemente, comprehende a pro-
pria sociedade, de que sempre ha de serum ele-
mento. A poltica ter pois, sempre de cootar
com ella.
Mas vejamos o que della existe hoje, rejamos
se o elemento religioso nao mais cousa alguma
na poltica, e se a Franga, como deseja-lo-hiam
nossos revolucionarios, nao tem de se oceupar
com elle.
A Russia sem duvida alguma um poderoso
imperio, e mesmo de um poder espantoso, pois
que sem cessar teode se accrescere tudo in-
vadir.
Ora, perganto, o elemento religioso nao cou-
sa alguma para ella no ponto de vala poltico ?
Nao se oceupa com elle? O que lhe d no orien-
te, no imperio otiomano, uma influencia to
ameagadora? Qual a razo da attracgo que
exerce sobre povos ioteiros ? O que lhe prepara
o caminbo al Constantinopla ? Nao o elemen-
to religioso? E a Inglaterra, lo admirada de
nossos revolucionarios, nao sabe se servir do
protestantismo para estender sua influencia ? Nao
faz neste flm todos seus esforgos para introduzi-
lo e espalha-lo em toda a parte onde pode ? Nao
innunda o mundo com suas biblias falsas? E de
certo, nao por culpa sua se sao esteris. S
ministrago, esto intimamente ligadas com a in-
dependencia do Chete Supremo desta egreja; e,
por outro lado, ainda evidente que esta inde-
pendencia estellamesma intimamente ligada
com o poder temporal do papa, coja neceaaidade
por esta mesma razo. reconhecia a famosa bro-
. churaO Papa e o Congresso. De mais, o go-
verno francez recoohece-o ainda, pois que deten-
de ainda em parle os estados da egreja contra a
invaso piemonleza ; e, sem duvida, defendo-os
porque o papa oo um soberano como um ou-
tro, porque a questo romana nao a mesma, por
exemplo, que a questo de aples, por coose-
quencia porque nao uma questo purameote
temporal, mas religiosa e calholica.
nhece aate meio qut aa chama a forga -. ka al-
guma cousa como dazoito scula* que ra t so-
fre oo tsa. Os imperadores romanas aos primea-
ros dias de ana existencia, oa imperadoras a'AlIa-
maoha aa edade-masHa, Napaleio a* aaaaaga
deste scalo, tiobam, aa me ala eagaaa, ara pa-
der me feamente dlfferente do f*n lem a litaran
do Pimoste. O que acontecen fias recordara
em um precedente artigo : o reide Roma morrea
coronel de um regiment austraca.
Mas emfim, que queram ir fazer asi Roma ?
O novo ministra piemoalez oo-lo disse em aaa
discurso que em termos mui claras ama de-
clarago de guerra Austria a 4 Roma. Denota
de ter afflrmado, o qua nao est aioda desmenti-
do, que quer ir Roma de c>oeerio caes a
Franga, accrescenta : queremos ir Rom, nao
para destruir, rasa para edificar, para arear
am meio a egreja, para ofterecer-lhe aa eemi-
nho que lhe permita ae rf (ornar ai mesma,
de se regenerar na paraca do eeaUaaeaia reli-
gioso, na simplicidade dea coslumes, aa aaveri-
dade da disciplina, emfim, para aa regenerar a*
franco a leal abandono d'esle podar temporal, ia-
leirsmente contrario ao grande flm toda aasin-
tual de sua institoigo. Abi estamos. Oajaaaaaa
oos teem revelado qaa cala M. Rieaaoli, qae leas
tanto a peito a reforma da egreja, am apostata
que de catholico (ez-se protstenle, lia a liber-
tador da egreja. Que miseria a aa qae afana
navegamos I
Comecamoa certificar a existencia a impor-
tancia soberana do elemento religioso na poltica.
Vimos que as maiores potencias sis sari guatea i
contar com elle, e quede bom oa mia grada elle
se impe em aaua cooselhoa a deeisoas. Todas
as graode quesles de politice geral, disse sis.
sao religiosas, ou pelo meaos eoaieem aa ele-
mento religioso mui pronunciado ; o asaigoala-
mos especialmente a questo do Oriente a a
questo da Italia. lato, alias, est aa propri
natureza das cousas : as grandes ideas da Deas,
de infinito, de immensidade, sao a propna base
da iotelligencia humana, a a religio saaaara ha
de ser o espirito que agita o geanro humano.
I)eve-se deixar aoa escriptores do SiicU o do
Charivari esta tola idea de que a relisto aca-
bou aeu lempo. Ella ba de lar acabado seu lempo
quan lo a humanidade tirar acabado o asa ; aa
antes seu reioado perfeito e absoluto ha de co-
megar.
Examinemos, no entanto. o elemento religioso
as guerras modernas, j qua sao ama graode
parte da politica. M. Proudhoo acaba da publi-
car dous volames sobre a gaerr. Na pnmeiro
diz muito bem d'ella no segundo muita aael :
taivez o melhor meio da jalga-la beca. Man, seja
como for, aa guerraa da religio sao aaa tfaviaa
um dos assumptos sobre que aaia seum decla-
mado. O eoihusissmo dos ascriptorea irreli-
giosos ahi lem-se axercitedo com desveto, a
um dos mais bellos themaa das publicistas gaar-
reiros oSide. Tem-sa declarado solea aaa sata
que em nossa poca da lasaa a prngreeeoa, ao
smente estas especies de guerraa aa a nata ai
raaie, maa que sao am lodos oa asaltaos sapos-
siveis. Vejamos o que se deva paaaar disaa.
No cumprimento do dever de que nos encarre-
gamos com muito goslo, de advogara causa da
marinha, e de promover o aeu progresso, chega-
nios mullas vezes um deslenlo que nao nos
permilte trabalbar; porque consideramos no pou-
co que temos feilo, relativamente ao muilo qne
aioda ha fazer-se. Mas cogitamos logo que peior
seria se a indifierenga geral que observamos na
classe nos tivessn ganho tambem, e enio cobra-
mos novo animo, e com fervor eicreveraos mais
um protesto, collocamos mais um marco de re-
conhecimento na fronteira qne devassamos.
Isto j temos dito mil vezes, o nao ochamos
por demais repeli-lo sempre.
ConvenciA intimamente de que s na agricul-
tura se acha o verdsdeiro progresso do Rrasil,
egualmente acreditamos que o meio de adiaalar
eale progresso, de su sienta-lo, e protege-lo eal
na marioha de guerra.
O Brasil essencialmenteagrcola e martimo;
por muilo tempo seus deslinos depeoderam des-
tas duas coodiges.
Mais tarde poder ser tambem industrial e ma-
nufactureiro ; maa por ora, para sua riqueza, pa-
ra seu prestigio basta ver seus campos roteados
com haalidade, e seus mares e portos cealha-
dos de navios, no meio dos quses a marioha de
guerra sustente a ordem e garanta os capilaes.
E' por isso que nao prescindimos um momen-
to em combatertoda equalquer expreaso incon-
veniente, esta ou aquella idea prejudicial ao
desenvolvimento da marioha.
Nesta lula de principio temos aido mal com-
preheodido por alguos; porm oos regosijamos
e receber applausos calorosos de homens inde-
pendemos, illastrados, que nos apoiam com. de-
dicaco.
Depois de termos analysado o memorares, pa-
recer da 3a commisso do orgamenio, e de ha-
ver redundo 4 sua verdadeira sigoiucagao, lebos
o discurso qce o Ex. Sr.depulado Tarares Bas-
tos ; um dos signatarios delie, pronuociou naca-
aarasastentandj-o. O illustra orador fez ioku-
ditos esforgos para justificar suas propones to
singulares : maa foi infeliz, to iafeliz qne os seus
proprio collegas protestavam cada momento,
a indicaran qne a respeito de marinha suas
theorias nio ama aeeitaveis.
Portento, ainda esta anuo nio se consumou a
obra da deitraico deaejada por eale senhor, para
so recoottruir conforme o san syslema; e anea
erival que jmala alia ae realiae; porque de en-
rolla i muita. mi vontada aa encontr basta
senso.
Alguna oulroa oradores se aventurara & tu
se vella ; mas logo que as vgias assigoalaram
navio de alto bordo que Ihes dava caga, refugia*-
ram-se no porlo d'onde haviam sabido.
Porm poneos houveram que nao j provoca-
ram o combate, como at o sustenlaram gathar-
damente, sem arriar bandeirs, retirando-se delle
com as honras devidas
E' verdade que nao poucos tiros foram perdi-
dos, o que denotara insufficiente pericia noa ar-
tilhciros; mas alguns acertaram perfeitamente,
taivez por acaso.
Embora oradores da forga dos Exms. Srs. se-
nadores vis&onde de Jequiiinhonha e D. Maooel,
e dos Exms. Srs. deputadoa Zacharias, Jos Bo-
nifacio e Paes Barreto se unissem como que em
umeommurn pensamento de espichar parlamen-
tarmenle o illuilre chelo de esquadra, ministro
da marinha, embora manobrassem com os recur-
sos infinitos de que dispem, e que Ihes ha dado
uma posigo iuvejavel, mas mui merecida as c-
maras respectivas, incontestavel que ergueram
uma columna de gloria, na frase do primeiro, ao
marioheiro, que taivez suppozeram um Jeao
Bart, apenas capaz de commandar uma eaquadra,
o que uma rara pericia, e que moslrou que
alm disso tiohs a habilidade precisa para res-
ponder-lhes da maneira a mais victoriosa pos-
sivel.
E nem deve admirar este resultado i quem se
der o trabalho de pensar um pouco, quo ha de
verificar que, dados dous homens de talento, ap-
plicados, e estudiosos, ba de necessariamente
primar neste ou n'aquelle miater, o que delle ti-
ver feito sua profisso especial.
Com que propriedade e eloquencia o Sr. mi-
nistro da marioha, somonte com esta aimples
texto, nemo repenler turpessimus, respoodeu i
um longo e injusto discurso pronunciado pelo Sr.
visconde de Jequitinhooha, cujo procedmento em
relago marioha, de quem ora um dos mais ar-
dernos propugoadores, doui aonos nio com-
prehendemosl
Porque fatalidade perdemos o apoio, a sympa-
lhia, a uedicago do cloquele e distinctissimo
senador?
Que metamorphose ae operou em S. Etc., que
susa palavraa de boje refutam as de hontem, aa
desmentem e nullificam ?
A consideraco, pois, do Sr. ministro da mari-
nha foi irreapondirel, e ella s valeu um grande
discurso; porque com effeito nao ae pode expli-
car como que a marioha brasileira, tendo um
inspector to solicito, um telador da tempera do
nobre visconde, qae perseverante, prescrusla-
dor, esseneialmente atilado, a um anciio remo
E' um dilemma de que nio possivel fugir-se.
Mas nos pensamos que o orador quiz decidida-
mente erguer um cavatheiro para experimentar o
valor do nobre ministro e aua eapacidade em ar-
resta-lo e destrui-lo.
E se esta foi realmente sua inlengo, deva es-
tar bastante satiifelto ; porque conseguiu o seu
intento, e fes com que o Sr. ministro se maoi-
festasse por mais am Ululo digno da elevada po-
sigo i qae foi chamado pelo soberano.
Se no senado houve-se o Sr. ministro com to-
da a felicidade na discusso dos negocios da ma-
rinha, na cmara doa Srs. deputados sua boa es-
trella nu seeclypsou ; porque como all, orado-
res brilhantes e dos mais famosos, como o Sr. Za-
charias, los Bonifacio e Paes Barreto, eocootra-
ram um adversario digno para medir-ae.
Nao possivel demonstrar-te com mais evi-
dencia, do que o Sr. ministro fez, a conveniencia
da reorganisagio do cooselho naval, e do quarlel
general de marinha.
Sim, a questo do poder temporal do papa
uma queato religiosa e calholica, abragando o
mundo ioteiro, e coosequentemente superior i
todas as outras e dominando lodos os inleresses.
Por consequencia o elemento religioso, o ele-
mento catholico que deve dominar tambem oa
solugo : a lgica e o bom senso o exigem impe-
riosamente, porque saco duvida a solugo deve
estar em proporgo com oa elementos da ques-
to.
Ah I sem duvida, bem desejariam que o ele-
mento religioso nao existisso ; bem desejariam
ao menos obrar como nao existindo, e esforgam-
se por fazer crer que nada representa na questo
e que um negocio purameote temporal. Mas
elle ahi est, e todo o mundo o v. Ah 1 quanto
o papa oa embarace I M.s tambem porque est
ahi, esle pape ? Sem elle tudo ia pelo melhor.
Que queris ? Elle ahi est, rei o primeiro o
mais antigo, legitimo e augusto dos res; Deus,
os seculos e a Fraoga que teem feito ialo.
i Segundo todas as appsrencias, preparam-se
para desfaze-lo. A Patrie, com um tom semi-
official e semi-coofiJencial muito conhecido, nos
faz entrever negociagdes que teriam lugar, diz
nos, eotre a Fraoga, a Italia e Roma. O Pie-
monte, que este jornal chama a Italia, nao quer
evidentemefla negociar seno para obter Roma,
e nenhuma duvida ha nieto, e mesmo lbe im-
possivel obrar de outro modo ; est oo caminho,
convm qne caminho e vi at o fim O sobe-
rano pontifica, de seu lado, s pode negociar com
uma coodigo, que antes de ludo se lhe he de
restituir o que a torga brutal lhe roubou ; a hon-
ra e a religio fa-lo-ho ceriameote obrar assim,
a Patrie pode contar com isto. Toda negociago
pois a Fraoga oo dereria ter interesse ao mes- pola radicalmente impossivel. Tal o poder
mo lempo religioso e poltico? Por ventura, ao do elemento religioso ; convm decidir-se. En-
contrarlo, nao o elemento catholico que a tao, dizem, iro a Roma apesar do papa ; como
melhor base da sua influencia no oriente ? E na se oppora elle a iato ? A egreja calholica co-
Antes que tudo, definamos o que se dava ea-
tender por guerraa religiosas. Houve am lampo
em qae dellnia-se as cousas antea de discau-
las ; por meu parecer, fariamoa aailo aaa ea
rollar esle cosiume. Maa taivez aoja opposto
ao direito oovo : cortamente ao lbe i fvara-
vel. Qusntoa escriptorea, jornalistas ao-catho-
licos e revolucinanos (allam sem cessar de
cousas de que nunca livaraa aaa idea exacta,
de direito divino, de gorerao iheocrstico, etc.,
etc., E' entre elies que se diz chocarricu, se-
gundo a expreaao de um principe senador. A-
gosliuho Thierry falla em alguma parta aaa se-
cretos mortmenlos de iudigoacio que levaoUva
u'ellea leitura deoosei mais quebuioriador mfie
Secretos movimentoa de odignagao ; asta aaito
bem dito. Ore, os que leea estado ao caso de
esludarem seriosamente philoaopba, a theolofie,
e a historia da egreja oa experimentas, astea se-
cretos movimentos da indignago, a bem frequeu-
lemenle, lendo os Fourao, os Gurouli, oa Gran 1-
guillol e outros que dirigem hjje a poltica dos
jomaos em favor. Mas paseemos.
Uma guerra religiosa a que tea por activo
a religio. Mas o que couvem cuijeaosaaaeaie
distioguir, e o que nunca distinguea aa escri-
tures ante-catbolicoa, que isto poda sar de
duas maoeiraa. Pode-se fazer a guerra para
impor uma rtligiao, como, por exemplo, a la-
glaterra a fazia i Hespanbe, para Iha facer abra-
gar o protestantismo. Em segundo lugar, aaa
guerra pode ler aua origem, seu motivo aaia aa
menos completo na religio, na difloroaga das
religies : por exemplo, uma seila religiosa es-
cita perturbacoes no estado, ou ento atada aaas-
sacra-se em um paiz idolatra, por calaa da re-
ligio, subditos fraocezee ou hespanboea ; guer-
ras podem evidentemente porvir d'esiss dass hy-
poiheses. Ora. quanto ia guerra da prisa abra
especie, prmeiramente, a egreja nunca (as asas
approrou guerras semelhanies. Sua doairaa i
ellas se oppe absolutamente : impdr uaa reli-
gio pela guerra, pela sebra, aaia idea eaie-
catholica. Seguodameate, guerraa d'eete geaero
teem realmente tido lugar. Maaeaaet, asaa-ac-a
impuoha o Alcorio da alfaoga em pasas. Os
revolucionarios de 93 o imitaran ; faziam a gana-
ra ao clero a i todos os catholicos da Fraaga
para Ihes impor sua religio constitucional e"a
adorago de aua deuaa rana. Assim os rsvoiu-
cionertos exprobram i egreja o qaa ella nao taz.
e o que elle meemos fueram apea a propagador
brutal da religio do Alcorio.
[Contimmmr-m ha.)
E como Dio aceitar-38 uma reforma propoata
por S. Exc. oostas duas importantes repsrtigoes
martimas, como a verdadeira solugo de sua ne-
cessidade palpitante, quando S. Exc rene i sua
nao contestada illastragio e iotelligencia, umi
longa pratica da adminialrsgio superior da ma-
rinha?
Tudo nos ioduzeria, pois, a esperar delle ideas
bem assusladas o uteis i respeito, e a discusso
luminosa que aoffreram, em nosso ontender Ihes
deu muita torga, a prorou a ulililade delas.
Com effeito coaduna-se com a digoidade de um
official general da armada, que ordinariamente
um homem coberto de cens, e que lem mais de
trila a cinco anuos de bons e rerelantes servi-
gos ao seu paiz, ser o ajudante de ordens, no fim
de sua longa vida, de um mioislro, que nao tem
de edade o tempo que elle tem de aervigos, que
embora seja o ministro, entidade por certo que
lhe superior, nao deixa comtudo de ser um ha-
chare! novo aioda, apenaa aahido da Paculdade,
e i que, como estrs poltica, ae di a pasta da
marinha?
Pode o Ilustre general abslrahir um persona-
gem de outro, quando emboa nio ao maia do
que uma pessoa I
B quando succede que esta joven ministro, qua
nio podo avaliat o quanto difficil gaohar-ae
aquellas honrosas dragonas, trata por cima doa
hombros, sem oenhuma conaideragio, o seu aju-
dante-de ordens, pode haver por ventura situa-
go mala dolorosa, posigo mata affroolosa do que
aaia 1
Se aamalhanta hypolhese, intelizaeoto j nio
ae tivesse dado, nio a formularamos tambem
agora.
No interesse, pois, da digoidade paasoal. o da
disciplina da armada, da toda conveniencia que
o titula de. ajudante de ordens qua compele ao
chafa do quarlel general aeja eliminado, a eubs-
tiluido, como em oulroa pairas, por sigua que
melhor exprima a posigo deste alto Coacciona-
fado pelea patriticas idaa da poca, como bol-
amente disae ji o Sr. 1* teoenle Sabino Pessoa,
chegou ao catado decadente em qua elta a (anta-
n este anoo.
Ou nio exista esta iospeegio deque 8. Exc.te'
orgulha tanto, e que cooslderamoa como ora dos
seus ltalos do gloria ; porque ento ba mais tem-
po o distincto parlamentar teria, oo ardor de aeu
patriotismo despertado a atteacio do*senado, ou -
a manaba nio nio deaceu i aiTuaglo vargonhoaa rio.
em que foi descripta, nao a representa esse qua- Que o cnselho naval como est orgaoisado,
Uro negro por S. Exc, desenliado. Inenhama utilidade tem, o dissemos quando te
tratara deala creafo ; e a experiencia de alguns
anoos por demais o ha provado.
Seu pessoal tem sido o mais instavel que co-
nhecemos, de modo que as tradi^es da repart-
gao da marinha que se queriam perpetuar, se
perdem, como interiormente; nao ha syslema,
nem plano certo; navegamos sem experiencia do
passado, nem conhecmento do futuro ; inteira-
moQte merc do accaso.
Agora mesmo vemos o cooselho incompleto,
quasi todo composto de membros interinos, col-
locados por isso em uma posigo emprestada.
E' por ventura mystero que os ministros calou-
ros que eslream na pasta da marinha, enlram
para ella sem saber o seu A B C, e que, nestas
difliceis circunstancias procuram um conselheiro,
i quem ourem e que, nos primeiros lempos, Ihes
dio preciosas ioformsges, que maia tarde alguns
dispensam, quando eolendem que ji podem mar-
char sos ?
Nada mais natural, nem menos desairoso. Se-
ria censuravel aquelle qae, chamado esta ele-
vada posico por seus servigos polticos, seu t-
lenlo e illustrago. lioease o lonco orgulho de
oo querer ouvir os homens eminentes da corpo-
racao, e seguir os seus cooselhos.
Parodiando um trecho do discurso do nobre Sr.
Zacharias exclamaremos:Sejamos francos.
O homem politico, alias hbil nesse misttr, no-
tavel mesmo nelle, pode nao estar como tal habi-
litado para, subindo ao ministerio da ma-
rinha, ajudar este servico a marchar regular-
mente, e fonos de auxil>a- lo pode causar lhe, por
sua inexperiencia, compromettimentos e emba-
rogos, j
E S. Exc. mesmo oo teve couselheiros, quao-
do fez a aua brilhaute administrago da marioha
em 18.'>3, que todos applaudimos, e de que guar-
damos recordago mui honrosa para S. Exc, por
que foi am doa que maia progressos deu i este
ramo deservigo ltimamente?
Que os teve o se orgulhava disto ; porque sem-
pre procurava homens capazes de o auxiliar a fa-
zer a felicidade do paiz, prova o trecho da Revis
ta Martima Brasileira, peridico insuipeito que
sempre defendeu S. Exc, so qual S. Exc. estima-
va muito, cultivando com seu distincto redactor
relages de amisade, qua aioda hoje subsistem.
a Um nobre senador, cujea opinies sao dignas
de lodo o respeito, offereceu ao Sr. Zacharias co-
mo moielo o conego Marlinho de Mello, e acn-
aelhou-u que ouviue os horneas expereales da
sua repartigao, como praticeva aquella disiinclo
ministro porloguez.
Assim como houve quem pretendeese o glo-
rioso appsllido de Colbert, poda o actuaf minialro
aspirar i na reoome aaia modesto, nio tanto
pelos servigos que vae preciando, como pelo aaa
modo de proceder, que exactamente o que lhe
indica pasaos lio insuspeita.
a O Sr. aechara consulta indistioctamenta
qualquer official. oa meemo empregado da mari-
nha, de raeonhecida illustragio.
i Um doa ornamentos da nossa armada peto sa-
ber, juizo. a nobreza de carcter, o Sr. Chriatia-
no Ottoni, tem aido ouvido em mala de um as-
sutnpto importante.
Entretanto qae S. S. pelos seus hbitos e nstu-
reze de emprego acha-se desviado da eaphera da
acli'idade, i que outros voluntaria ou involunta-
riamente se approximam.
Apresentar este exemplo dizer bastante
para provar que o Sr Zacharias honra o talento
e nao despresa o cnselho.
Por acaso S.Excdesairou-se por ouvir estes con-
Ihos ? nio concorraram altea para alguos dos boos
actos de sna sabia administrago ? Como, pois,
se possue sgora de um to excessivo zelo para
acremente censurar o Sr. minialro da marinha por
haver dito ao paiz uma verdade, que ha muilo
elle conhece 1
Provou tambem exuberantemente o Sr. miois-
lro da marioha que mais conveuienie que haja
mais um membro eflectivo no cnselho naval pa-
ra tratar dos negocios de transcendente impor-
tancia que lhe sao commeltidos, em lugar do
membro adjunto com o titulo de constructor, lu-
gar que, repulamos como S. Exc. uma verdadeira
sinecura com que ae deve acabar.
Para demonstrar que oio convm que os ofil-
ciaea de marinha aejam ministros da reparligao,
citou o Sr. Zacharias, ero apoio de aua opinio
um trecho de Clarigny, esuriptorde crdito. Masj
o Sr. mioislro da marinha com as proprias pala-
vras desta autor, que em seguida copiamos, e
com as coosideragoea que i ellas fez, rehabililou-
oos completamente para a suprema .adminis-
trago.
roigamos de traoacrever este pedago se deu clo-
quate discurso, com o qual terminaremos esta
nosss resenha :
Se, porm, eata opioiao do Sr. Clarigny foi
trazida cesa em outro sentido, eu respooderei
que o Sr. Clarigoy, nio nimiamente exacto. Eu
leoho aqui o Navy List de 1852, com o qual pos-
so provar que oessa poca, foi mioislro da mari-
oha na Inglaterra o almirante dnque de Nothum-
berland : conseguintemenle ha apenaa nove annoa
e nio cincoenta e dous, que a marinha inglesa
deixa de ter como seu chefe am almirante.
c Mas porque motivo nio tem a marioha in-
gleta officiaes quedesejem ou procurem subir ao
lugar de miniatro de aua reparligao ? Es vou ler
aa palavraa do mesmo Sr. Clarigoy que so schem
na propria pagina das que deixei aciaa tradu-
zidaa:
a Em urna discusso qaa teve lugar ha poucas
emanas, qual veraou sobre a neceaaidade de
submeller a um iequerito a administrago doa ar-
senaes a a oraaoiaigio do aleniraolado em el
mesmo, os numeroso o/fkteMt fsMraa que ten
asanlo na cmara dot eommunt aceilaraa de
bom grado, coaojustileada pela razio e pala ex-
periencia, a exclusio da tacto de qoc ato fe-
ridos.
c Lamentanm-ieeraenle deque as viaissilu-
dca da politlea, arrastrando treqaanleaenla mu-
danga do paasoal do almirantado, destrua todo o
aapirito da tradkgio. >
E note-so que a almirantado tem maia qaatro
offlctae de marinha alea do primeiro lord I A
cmara doa communa lea numerosos officiaes ge -
neraaa e tambem oa ha na doa pares.
t E' poniae, senhor presiqenie, qi aumerosot
ofliciaes da marioha ingleza que lem ascalo aa
cemara dos communa a mesmo aa das parea,
acbam esses lugarea maia commodo que a cadei-
ra de espiohos de ministro.
a Governar sem responsabtlidade, coas gevsr-
nam os almirantea inglezes da esmeres dos
commuos e doa parea, melhor do qaa aoffrnr
torturas oa cadeira de ministro.
Felizmeote entre nos ji aa eeti istrsdarinda
a idea de que nio impossivel oa officiaes da ar-
mada lerem cadeiras no perlamaata. Esta cma-
ra ji lem em aeu acto doui illuttrea generase aa
marioha. Acabou-se, pode-sc dizer, a proecrip-
go da classe dos officiaes da marinas.
E' sabido qua na cmara dos com moas aa la-
glaterra um official da marinha. tallando aatori-
salo pela pratica a pela sieneia do hornea do
mar, abalou e quasi lancea por trra o alairacv-
tado.
cAlludo i air Charlea Napisr; conhecido polo
bravo dos bravosda marioha iaglaasvque,
mandado commandar a esquadra alo Balices, a
nao podend > ali colher os meeaea loases emti
obtivera ea S. Joio d'Acre e outro I a garas rct-
tou i Inglaterra e no parlamento fes coabecor
todos os deleito da marioha ingleza, di
que hoje se trata de remediar, segundo aa |
por ello apresenlados.
Nio (oi sua importancia en lio asiendo qaa a
do pnmeiro lord do almirsatadaf
a Nio 4 pouco commum. aeabor preadeas.
encontrar e ooa officiae* gene rae da o an-
ona, nos officiaes de marioha, direi aa
Ihor, outros conhecmento alea dea da acra
marioheiro, oulroa coohecineatos alca oca ora-
tissonaea. Nem ea pens que haja ssitas pro-
flsses oa sociedade ea qaa diversos ceaaeti-
meotos sejam maia aceesasrios da aaa ao psrsst-
lo, oo verdadeira hoasa do mar [Apotaos*).
Ap pello para a deonicio de Orlolan.
cLe muito a bordo quem qaa. O mar 4 guada
mostr ; ba presumo ooa horneas do mar para
auitoa mistares.
Mas se aa marinha inglesa os officiaes |
deixam com prezer da aa apreseolarca _
ao ministerio ; ae ali aa receahece qaa s
nistrsgio dos officiaes de aanoh nao 1 _
proficua ; se preferem ao atnlatorio aaa caaaiam
as cmaras; na marinha francesa qua vals a ia-
gleza em muitos poolos, vemoa aa systsaa ajas)
difiere muito deste : veaoa qaa aa copeco da sa-
tn ta annos oio monos de viole a qaaira asteases
de marinha foram caioistros da rectasela, Tac-
veasrd, Dalbar.ee. Tragaat, Plevills Le Peas*.
De Bfuix, de Croa (doctoras aaasal Ba "
(qastro vetes) conde' Jacob, Deperra'(Use vasas)
Mackend.Cassy, ta Blane, Viraiaaa t Sses*-
Maur, Defoises, Vaillaot, Haaeiio, a ara a da ae-
aelin, chamado da Criada ao
critico dos modernos teapoa da
ceta.
Bate exeaple da Fraacs.scaao
le bem o exeapto da Inglaterra.
Bahia 31 de aeleabro.
VI-
. A.
PERN, TTP. nE|al.r.J)E?AaUAfinLllO.Maa. -


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