Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09806


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Full Text
V
ilIJ IIITI1 1011*0 230
Por tres*aezes a4iaitads *>$0 Por tres Bes yeicides 6(000
-
SOBADO 8 H 0T0BRO II lili
1
Por li adianUdt 4 9|00 0
Porte fraaco para t sabscriaUr.
raiNAi
tTCARREGADO DA SRSCRIPCAO DO HO*TB
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araea-
ty, o Sr. A, da Lomos Braga; Cear o Sr. J, Jos
da Olivaira; Maranhio, o Sr. Manoel Josa Mar-
lia Ribeiro Guimaraes; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amaionas, o Sr. Jernimo daCoiti.
PARTIDAS DUS (jUKKKiUS.
Olinda todoa os das sa 9|t/i horas do dia.
Iguarais.Goianna Pirahiba as segunda o
sextas-feiras.
S. Anto.Bezerros, Bonito, Cinar.AUinho s
Garaohnns as tercas-feiras
Pao d'Alho, Naxaroth, Limoeiro.Brejo, Pes-
queira.Ingazeira.Flores, Villa-Bella,Boa-Viata,
Ouricury ePx as quartaefeiraa.
Cabo,Serlohaem,Rio Formoso,Una,Barreiros
Aga Preta.Pimenteiras a Natal quintas feirss
Todos os crralos par temas 10 horas damanhia
EPHEMERIDKS DO MU DI OUTUBRO.
4 Lia nova as 4 horas 87 minutos da man.l
10 Quarto erescents as7 horas e47 minutos del
tarde.
18 La chala as 4 horas 85 minutos ds tardo.
26 Quarto minguantaaa7 horaa e 35 minuto da
tarde.
PREAMAR DEHOJE.
Primeiro as 5 horas e 18 minutos da manhia.
Segundo as 5 horas 42 minutos da tarda.
KAS DA SIMARA.
[30 Segnnda 8. Jernimo, b. doulorda jgreja.
1 Terca Ss. Virissimo, Mxima e Julia irs. Mm
2 Quarta Os anjoada guarda ; s. Leodegario b.
3 Quinta S. Candido m. ; s. Maximiano b.
4 Sexta S. Francisco de Assis fundador.
5 Sabbado S. Placido e seos comp. Mm.
6 Domingo O Ss. Rosario de N. S.
AuUitftijlAa DUS lRlBUKAAb DA CAPITAL.
Tribunal do commercio; segunda quintas.
Relajo: tercas, quintil a sabbados as 10 hora.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados ai 10horas.
Jnixo do commercio : quartai ao mel dia:
Dito do orphios: tercas e sixtai ai 10 horaa.
Primeira varado cival : tercas a ssxtano meio
dia.
Segunda rara do eivol: quarta aabbadoa a 1
Hora da tarde:
ENCaRRKGADOS DA8UBSCR1PCAO DO SL
Alagoii, o Sr. Claudino Fakie Diu; Babia,
Sr. Josi M.rtins AItss ; Rio de JsnUro. Si
Joo Pirairi Martina.
IM PERNAMBUCO.
Os propriilirioi do DIARIO Manoel Figueiroa
de Paria & Filho, na sua li vraria prega da luda-
pendencia ns. 8 e 8.
PARTE 0FFICIAL.
G0VBRN0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia de outubro de
186t.
Officio ao Exm. ?isconde de Camsragibe.Pelo
seu oQlcio de hontem datado (lquei inteirado de
ter V. Exc. naquelladata assumido a directora
da Ficuldade de Direito.Deu-se scieucia the-
souraria provincial.
Dito ao Exm. presidente das Alagoai.Por in-
termedio do agente dessa provincia serio envia-
dos no vapor Pertinunga oa artigos de farda-
rnento mencionados na reiago junta por copia,
os quiea se apromptaram no arsenal desta pro-
vincia em virtude do aviso de 14 de juoho deste
anno. Expediram-se este respeito os oGQcios
precitos
Ditoao Exm. presidente de Santa Catharina.
Accuso recebido o officio que V. Exc. me dirigi
em 28 de agosto prximo fiodo com duas col-
lecces, leise actos promulgados oessa provincia
no correte anu;.
Dito ao coronel commaodante das armas.
Commuoico V. S., em resposta ao seu officio
n. 1229, de 6 de agosto ultimo, que em aviso de
20 de setembro 6odo declarou-me o Exm. Sr.
ministro da guerra que na primeira opportunida-
de ser remettido para eata provincia o hvro-
mestre geral pedido para o 2" balilho de infan-
tina.
Dito ao mesmo.Declarando o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra em aviso de 23 de setembro ul-
timo, que foi approvado o engsjamento do cabo
de esquadrada do 10 batlbao de infantera Fran-
cisco Julio de Azevedo em vista da ultima ins-
pecgo porque passou o mesmo cabo, ficando
seui effeito o disposto no aviso de 15 de julho
deste anno pelo qual se determinou que se nao
effecluasse esse eogajiroento ; assim o commu-
nlco V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesmo..Para cumprimento do dis-
posto no aviso da repartico da guerra de 17 de
novemb'ro prximo Ando, queira V. Exc. enviar-
me com a maior brevidade possivel, cerliddes
dos asseotamentos dos inferiores e cadetes dos
corpos em guarnicao nesta provincia constantes
da inclusa reiago.
Dito ao mesmo.Teodo os empresarios da il-
luraioagao a gaz pedido o pagamento de ris
5139000 importancia de 57,000 ps cbicos de
gaz consumido no mez de julho do anno passa-
do no quarlel da Soledade, onde se acha o 8 ba-
talhode infantaria de linha, e sendo o consumo
nesse mesmo quarlel no mez de agosto seguinte
de 10,6"0 ps cbicos, que importam na quantia
de95$000, muito inferior a do mez antecedente,
cmase v das inclusas contas, que me serao
devolvidas, recommendo V. S, que, onviodo o
commaodante daquelle batlbao, me informe so-
bre a causa, que deu lugar a lo graode coosumo
de gaz no predito mez de julho.
Por eata occasiao lembro a V. S. a conveni-
encia de expedir as suas ordeos para que nos
quarteis e hospital militar os respectivos cheles
auteotiquem as contas do gaz consumido na-
quelles estabelecimenlos, atststindu elles para
esse Qm a veriGcago do calculo, que fize-
rem os empregados da compaohia da illumi-
nogao.
Dito ao commandante superior da Boa-Vista.
Devolvendu V. S. o pret dos veacimentos das
pravas destacadas na villa de Cabrob em no-t
veajbro do anno passado, lenho a dizer-lbe qu
s depois de sanados os defeitos iudicados pela,
thesouraria de fszenda nos pareceres juntos por
copia, poderjser pago o mesmo pret.
Dito ao inspector da thesouisria de fazenda
Atteodendo ao que expoz o director da repart-
' gao das obras publicas em officio de hontem,
sob n. 232, junto por copia, recommendo V.
S. que tncurle o prazo marcado para a arremata-
gao das obras de que precisa a bomba do Pau-
lista, na estrada do norte, aGm de que possam
ellss ser executadas quanlo antes.Communl-
cou-se ao director das obras publicas.
Dito ao mesmo.Para que eu possa resolver
acerca da inclusa preteocao do terceiro escrip-
turario do consulado provincial Viceole Machado
-Freir Pereira da Silva (az-se preciso que V.
S. ioforme se a porcentagem deduzida da arre-
cadagio de 483:854*362 ris, effectuada de 13 de
agosto de 1853 ao ultimo de setembro de 183.4,
foi integralmente distribuida pelos demais eco-
pregados daquelle consulado, ou se foi recolhi-
da ao respectivo cofre a parte que poderia caler
ao suppticante.
Dito ao capito de fragata Joo Baplista 'de
Oliveira Guimaraes.Transmiti por copia
Vmc, para seu conhecimento e execuc,o. o aW-
ao da reparligo da marloba do 11 de setembro
ultimo, do qual oo s consts ter sido exo-
nerado naqaella dala do lugar de inspector desse
arsenal o capito de mar e guerra Eliziario Ao
tonio dos Santos, que deve ser substituido in-
terinamente pelo capito-teoente da armada ller
menegildo Antonio Barbosa de Almeida, mas
tambero que Vmc. foi nomeado capito do porto
da provincia do Maranhio, ficando exonerado lio
emprego do mesmo arsensl, onde contiduari
exercieio at que cbegne o predito capito-
neote. Communicou-se thesouraria de
zeoda.
Dito ao juiz municipal de Caruar.Ha venido
Vmc. requisitado ao comman laule do batalhjao
da guarda nacional dessa cidade, que assim m'o
communicou em officio de 11 do mez passado,
ama (orea para *ir buscar presos i esta capitll,
aDm de responderem ao jury desse termo, quib-
do devia requiila-ls ao chele de polica, que os
poderia fazer cooduzir para ah por urna forja,
que na occasiao houvesse da marchar em servio
para o interior da provincia, sem acairelar a
despesa, que se iez con a referida torga da guar-
da nacional, na posso deixar de censurar seve-
ramente semelhante procedimento como irregu-
lar, e recomroeodar-lbe que em taea casos se de-
ve limitar mencionada requisigio.
Dito ao cooselbo do compras navaes.Respon-
do ao officio que me dirigi o conseibo de com-
pras navaea em 28 de setembro ultimo, declaran-
do-lhe que approvo os contratos que celebrou o
mesmo cooselbo com diversas pessoas para for-
ecimento dos gneros e mais objectos mencio-
nados no termo da que me remetteu copla, me-
nos o que se efectuou com Antonio Altes Fer-
r* para acquiaigio de bolacha pao, pois que
se deve preferir a Maooel Aolonio de Jesos, que
pela peligo inclusa se offereca pafa continuar a
fornecer esses gneros por menos cinco por cen-
to do preco porque (orara contratados.Commu-
nicou-se a thesouraria de fazenda.
Dito cmara municipal do Recite.Teodo em
fleta a ioformagao que em 25 do torrente, sob
a. 63, prestou a cmara muoicipal do Recife, so-
bre o que representou o director das obras pn-
blicas sm officio de 16 de julho ultimo acerca de
urna cordeagio na estrada Ba Victoria, no logar
das Areias, a qual, sendo lirada de orna cata, que-
ae adiaota dez palmos para a estrada, vem modi-
ficar a direegio desta, como declara o ajudante
de enaenheiro no officio, que por copia"acompa-
nhoo o do referido director das obras publicas,
pondero mesma enmar qae nao convindo al-
erar-sa o piano de eitrida nicamente em be-
neficio de ama propriedada, tanto mais atten-
dendo-se ia despetas que d'illi devem resultar
ao* cofres proTincfm, cumpra qa atad corri-
gir a cordeago ou aliohamento de que s trata.
Communicou-se so director das obras pu-
blicas.
Dito cmara municipal de Olinda. Com a
inclusa copia da injarmsco ministrada pelo ins-
pector do arsenal de marinba em dala de 26 de
setembro ultimo, respondo o officio que me diri-
gi a cmara muoicipal da cidade de Olioda em
19 daquelle mez relativamente a troca da afri-
cana livre Eufemea, que se acha ao serrigo do
cemiterio publico da mesma cidade.
Dito ao director do arsenal de guerra.Do ar-
mamento que existe nesse arsenal recolhido pela
guarda nacional, mande Vmc. por a disposigo
do Dr. chele de polica, afim de serem enviadas
ao delegado do termo de Cimbres, trila grana-
deiras com bayooetss, para serem distriouidas
pela forja da guarda nacional, que r chamada
ao servigo da polica naquelle termo. Commu-
nicou-se ao chefe de polica.
Dito ao meamo. Recommende Vmc. a Fran-
cisco Jos Galv&o, que trate de pagar ns recebe-
doria de rendas, & vista da nota junta por copia,
a importancia dos direitos e emolumentos, que
est a dever, por ter sido nomeado escrivao desso
arsenal, como coostou de aviso da repartirn da
guerra de 24 de setembro ultimo.Officiou-se
thesouraria de fazenda para proceder arrecada-
Qao dsquelles direitos e emolumentos.
Dijo ao commandante do destacamento de Se-
rinhem. Recommeodo Vmc. que preste ao
juiz municipal desse termo, independente de or-
dem do respectivo delegado, os auxilios de pra-
gas que elle requisitar a bem do servigo publico,
visto como ha inconveniente em esperar por
aquella ordem.Communicou-se aojuiz muoici-
pal suprameocionado.
Portara. O presidente da provincia, atteo-
dendo ao que lho requereu o juiz de direit da
comarca de Natareth, Dr. Abilio Jos Tavares da
Silva, resolve cooceder-lhe 15 dias de licenga
com ordenado para tratar de sua saude.
Dita.Os Srs. agentes da compaohia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar passagem de
proa para i corte, no primeiro vapor que paisar
do oorte, em lugar destinado para passageiro de
estado, a Domingos da Cuoha, que servio na ar-
mada.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar transporte para
a corte, no primeiro vapor que passar do norte,
em lugar destinado para passageiro de estsdo, a
Joaquira Aurelio Wanderley, Io escripturario da
alfaodega do Rio Graode do Norte.
vigor e de vida, para cumprir o meu dever de
patriota, eaoffro dolorosamente a demora que os
cobardes e os ineptos nao cesssm de collocar en-
tre a Italia offendida e o meu dever.
c Sempre vosso com a mais viva effeiglo.
Jo$ Gartbaldi.
e estamos em aeguraoca (ap-
Iogla ierra.
Ao parlamento britannico. foi nos ltimos dias
spresentada urna serie de documentos, relativos
anoexago da parte oriental de S. Domingos
Hespanha : entre elles encootra-se o seguinte
despacho, em que Lord Joho Rossell, manifesta
a sua opinio a este respeito.
a Foreign Office, 14 de maio de 1861.
E' ao governo hespanhol que cumpre avallar
as vantagens e os inconvenientes que podem re-
sultar da annexagao do territorio de S. Domingos
s possessoes de Hespanha, e qualquer opinio
3ue se possa formar a este respeito, o governo
e S. M. oso pode basear-se seno na conside-
rado do que pode acontecer vista dos nteres-
ses permanentes e reaes da Hespaaha.
c Esta annexagao proposts, devia sem duvida
causar pjofundo e decidido descontenta ment no
governo de S. M., se devesse introduzir a escra-
vidao em paiz livre de toda a appareocia dessa
iosliluigao perniciosa. Mas as declaragoes for- .
maes e repetidas do general O'D jnell, de que em cerl de que autes de alguns mezes terem dec-
voluntario,
plausos).
a Est frente da nossa admioistrago um
homem cioso da hoora o da seguranga da Ingla-
terra, e em quanto nos o tivermos, nada haver
a temer.
Digo-a sinceramente ; vejo todo O perigo que
ameaga a Ioglaterra, o teoho toda a coafianga em
quem ha de saber protegft-la. Teode a certeza,
que se perdemos esse homem, perdemos ama
das nonas defezas (appjausos).
Nunca fui um homem de partido, e sei muito
bem. quo em certa occasiao contribu para lan-
gar fra do poder lord Palmerston (risos).
< Quanto a lord John Russell, deixando s
cmara dos commuos, fez um discurso digno de
elogio.
< Vou agora dizer-vos um segredo (risos). Sei
que se trata de cederailha de Sardenha Fran-
ge, para o caso das tropas francezas abadonarem
Roma (gritos de: Vergooha I e: nao possi-
vel I) Estou certo do que vos digo. Nao urna
opinio pessoal, um faci.
A Inglaterra nio consentir nesta cessSo
(appiausos). E por isso que eu temo que a
prospectiva de urna guerra apparega diante de
nos.
< Mas lord Palmerston est prompto. Nao fallo
de leve, digo o que a minha conviego, e 6itou
nenbuma circumstancia a escravidao seria inlro- !
duzida em S. Domigos, tem feito desappsrecer a
uoica causa que podia iolroduzir o governo de
S. M. a ver a annexagao proposta com repugnan-
cia e aversao.
a O governo de S. M. teve cortamente appre-
henses, quando pela primeira vez ae fallou des-
la annexagao, qne poderia, se tivesse lugar, en-
corrido, veris se o que eu digo verdade.
Muito bem, senhores, n'uma semelhante
situago nao deseremos procurar os meros de
defeza na Europa, para impedir que o Mediter-
rneo se torne um lago frsocez? Sei a quantas
calumnias me vou expondo (oo 1 nao!); mas
sempre o quero dizer: necessario aproximar-
mo-nos ds Austria. Pego que me ouvis com
volver a Hespanha em discusses desagrada'veis, lQdulgeocia ; sei que todas aa trombetas, por um
seno em conflicto ou com a Fraoga, ou com os DeDDy> vao soar contra mim (risos), mas digo-o
Estados-Unidos, ou mesmo com ambas as po- francamente, a Austris tem aproveitado a expe-
, rienda, e adoptou um goveroo constitucional
como o nosso.
Diz-se que
Expediente do secretario do go
verao.
Officio aa>Exm. bispo diocesano.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda remelter V.
Exc. Rvm.a o incluso exemplar impresso da falla
que fez S. M. o Imperador, ao encerrar a primei-
ra sesso da primeira legislatura da assembla
geral.
Remelteram-se iguaes exemplares ao corooel
commandante das armas, director da Faculdade
de Direito, director geral da instruego publica e
thesouraria de fazenda.
Dito ao commandante das armas. De ordem
de S. Exc, o Sr. presidente da provincia, declaro
V. S., que por despacho desta data concedeu 15
dias de prazo ao recruta Aotonio Cimillo de Sou-
za, para prorar iseng&o legal, que diz ter em seu
favor.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc, o Sr. presidente da provincia, manda
transmitlir i V. S. em duplcala a inclusa ordem
do dia o. 282, expedida pela repsrtigo do aju-
dante general em 19 de setembro ultimo.
Dito ao Dr. Jterfro de Atfcantara de Miranla
Veras delegado "^)uricury. De ordem de S.
Exc, o Sr. presidente da provincia accuso a re-
cepgo do officio de 27 de agosto ultimo, em que
V. S. participou ter entrado naquella data no
exercieio do cargo de delegado de polica desse
termo.Respondeu-sS tsmbem ao mesmo bacha-
rel quanto a commuoicago por elle feita de
achar-se no exercieio de juiz municipal.
Despachos
tencias.
c No que toca Franga, ao goveroo de S. M.,
oo consta qae o goveroo francez tenhs feito ob-
jecgdes positivas ao arranjo proposto, comquaoto
nao posso peosar que sejs ventajoso pata a Hes-
panha. Pelo que se tem declarado, parece tam-
bera que nao ha, pelo menos quanto ao presente,
probabilidsde de resistencia positiva da parle da
confederado do sul dos Estados-Unidos. Mas o
goveroo hespanhol nao devia contar com tanta
conQanga na contiuuago permanente dessa in-
differenga e dessa aquiescencia dos americanos
do norte.
t Nao possivel, quando astiver termioada a
guerra civil, o que pode acontecer mais depreca
do que boje parece provavel, que o norte e o sal
se unam para fazer da oceupago de S. Domin-
gos pela Hespanha a causa de urna dissidencia
sena entre o goveroo dos Estados-Unidos, e o de
Hespauha.
O goveroo de S. M. nao nega que a Graa-
Brelanha, como potencia naturalmente desejosa SUTeroar-ie
o imperador de Austria cedeu
pressi&i mas podem-se as cousas ter passado de
outraVaneira? O duque de Wellington nao
cedeu 4 presso quando concedeu a emancipago
dos catholkos? E Mr. Cobden nao arrancou a
le doa cereaes arislrocacia ?
O orador em segu la examoou a constitu.ic.ao;
depois perguoiou se a Hungra procede de urna
maneira meritoria impediodo a obra que o seu
soberano emprehendeu. Porque que se diz
anteclpsdamenle que esta obra urna come-
dia? E' muilo desejavel coacorrer para a crea-
gao de urna monarchia constitucional no centro
da Europa.
Mr.-Roebuck. fallou depois da America.
CdWesso, dtsse elle, que j est modificada .
minha amiga opinio a respeito daquelle paiz.
Julguei que aquello novo, que leve grandes ho-
rneas, taes como Washington e Jefferson, saberia
da paz, e systematicamente dedicada ao commer-
cio, deva sempre considerar urna guerra entre
duas potencias como um acontecimealo oo s
em opposigo com estes principios, mas at em
certo grao prejudicial aos seus interesses. Mas
no que diz respeito a Hespanha, os motivos do
governo iuglez produzem-se de urna origem mais
elevada.
c A Gra-Bretanha e a Hespanha leem sido ai-
liados Beis e activoa, durante longos periodos, e
em circumstsneias de elevada importancia para
ambas ellas. A sua allianga foi muito til e hon-
rosa para ambas. E' urna mxima fundamental
da politica iogleza querer bem a Hesnanha. e de-
sejar ardentemente o seu bem-estar e a sua pros-
peridade, e por consequencia toda a eombinago
de acontecimeotos que em geral quer, e para
que podesse envolver a Hespanha em um con-
flicto, que segundo ss circumstancias locaes e as
suas desvantagens, poderia afintl comprometter
seriamente o seu domioio nss suas antigs pos-
sessoes, seria visto pelo goveroo de S. M. com viva
apprehenso e aincero sentimeqto.
do dia 2 de outubro
de 1861.
Itcquerimcntos.
Admioistrago do recolhimento de Nossa Se-
nhora da Conceigo da cidade de Olinda.Infor-
me a thesouraria provincial.
Antonio Francisco de Torres .Como re quer.
Aotonio Jos Duarte Coimbra.Informe a di-
rectora do thealro de Santa Isabel.
Francisco Botelbo de Andrade.Informe i c-
mara municipal do Recife.
Jos Beroardioo dos Santos. O proesso do
supplicaote corre os seus turnos no tribunal da
relago
Jos Clemente da Conceigio.Indeferido.
Joan na Dutra do Moraea.Concedo o prazo de
15 dias.
Joio Antonio Ja Costa.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
Hanoel Vielra Perdigo.Informe o Sr. coro-
nel commaodante superior da guarda nacional do
municipio do Recife.
Manoel Pinheiro de Oliveira Dantas. Como
requer.
Bachsrel Manoel Innocencio Prea de Figuei-
redo.Ioforme o Sr. juiz de direito da comarca
de Santo Aolo. <
Manoel Joaquim da Silva. Informe o Sr. Dr.
ebefe de polica.
Manoel Jos CardseComo requer.
Pedro Rufino de Queiroz.Como requer.
Vicente Jos d'Aounciagio.Ioforme o Sr. juiz
municipal da 1* vara desta cidade.
ERRATA.
No 1 do art ldas postaras mnoicipses pu-
blicadas no Diario de hontem, onde se dizsln-
coenta libras de plvora diga-se quiohenlas
libras de plvora.
Os jornaes leem alludido ao discurso
Roebuck, por occaaiodo bsnquete que
receu a muoicipalidade de Sheffiel
tricto elle representou oo parame
co. Tem chamado tanto a altengo es
urso de 1
iue lhe vi
IdJ kd
'sml lu
de Mr.
uffe-
dis-
ni-
r
Esta esperanga foi miseravelmente dissipa-
da. Se se dizie a um americano : Coocedo-vos
todis as virtudes posslveia, considero-vos como
o Diaior dos povos do mundo, mss v6s nao po-
dis fallar bem dos ioglezes. o americano era
loga traosportado de furor, esquecis todo o bem
que acabaaseis de fazer da sua naglo, todas as
sympatbiaa qae lhe tiresseis mostrado para so
pens-.r na critica.
Eis o que aconteca.
a Pela sua audacia incrivel, pela sua iosupor-
tavel arrogancia, os americanos alienaram as
aympathias do povo ioglez.
/ Mas nesta grande lucta s temos um dse-
lo, o de ver os escravos libertados. Os nossos
interesses commerciaea esto do lado do sul, to-
dava necesssrio obrar com a mais completa
eulralidade. E' o que temos feitoo quo nos
nao tem impedido de ser cobertos de in-
jurias.
a com tndo necessario contionsr a ser neu-
tros ; ao mesmo tempo lodos os nossos rotos
sero pelos opprimidos.
Mr. Roebuck terminou o seu discurso no meio
de vivos appiausos.
Franca
Le-se na Prettt :
< A situago toroa-se em aples, diz esta ma-
nha a Vnio, cada vez mais iotoleravel para
o Piemoote. A Unido nio diz bem, nem bas-
que nao podemos despeosar-nos de publicar as '
principaes passagens:
a Senhores, c
c Um orador que falla na cmara dos commuos,' tante: eata situago torna-ie iotoleravepara to-
fella diaote de urna assembla qae o arbitro do o mando, porque, como justamente fez notar
dos deslios de urna grande naggo, e cajas reso- o Journal des Debats, as boas ou mis ooticias
lugoes podem lnleresssr a todo o mundo. Tim- : que ehegam de Turio ou de aples, team seu
bem aa palavras que ahi se pronunciara, devem inevitvel combale em Pars, Londres, Vienna,
EXTERIOR.
Italia.
A nxt Italiana, de Milo, publica o seguin-
te, escripto de Genova:
No d:s 15, foi apresenlada a Garibaldi, a es-
pada que lhe offerecersm os italiano de Melbour-
ne (Australia). E' um trabalho magnifico. Gari-
baldi respondeu com as seguiotes palavras men-
sagem que acompanhava o preaente:
c Senhores.Offereceodo-me urna espada em
poca de treguas lo feliz, mostris fazer alluso
idade-mdia histrica, em que um grupo esco-
llado d cavslheWos escolhidos, armavam por to-
dos os modos o campeo de um povo opprimido.
Agradego o rico presente, sgradego pelo symbolo
que all vejo.
< Quinriamos, meus coopanheiroseeu.guisr
o povo at ao dia em que elle esliver compene-
trado desse grande aade que se deve 4 patria,
"P ,?ue 'Miagun da qualquer outra aflei-
gao. Ha podaremos nos faze-lo diaote desea f-
ceio coUossalsOjH be a alma daqaoilea que
nos govarnam, o quil se inocula gota a gola oo
saogue de todos eaasqne, em verdade so diga,
nio carecem lisao ? Ora, confasao-vos, sesdaoraa,
que son muiUs vezea presa de orna grande tris-
teza, pensando oo que sempre tenho considerado
com profunda serenidade,
< Quera poder ajada contar tlfvu anuos de
lar em conla a importancia do aditorio. Mas,
achando-me aqui s sob a minha respoosabili-
dade ioaividual, sinto-me mais a minha vontade,
e goso de mais ampia laltitude. Deala maneira,
expressando apenas a minha opinio pessoal, vou
dizer-vos o que pens com franqueza, e vou
fallar-voa da politica, porque, seno fallar da
poltica, nada sei dizer (appiausos erlsoa).
Deixu ao mea honrado collega o caminho em
que se envolveu com tantas delicias, o da econo-
ma politica ; vou entrar n'uma carreira mais
vasta, e percorrer o mundo ioteiro, que abraga
o poder da Inglaterra (appiausos).
a Comego por solicitar a vosss indulgen-
cia. Nao quero molestar ninguem, e espero que
hei de conseguir isto.
Se alguem julga que me engao, dlgne-se
ter compaixio de mim em favor da boa T com
que manifest a minha opiniio (appiausos).
Passo desde ji a oceupar-roe do que teoho a
dizer.
c O noaso paiz concluio um tratado de com-
mercio peloa exforgoa de um homem, por quem
professo a maior estima, Mr. Cobden (appiausos).
Eu nao sou muito prodigo em cumprimeotos, e
quando digo que honro qualquer homem,
porque o pens. Alm disso, sou de opioiio
que entre os povos de Franca e de Inglaterra, a
allianga nao poderia deixar de ser muito intima :
estas duas nages sao grandes e poderosas no
mund pela sua influencia.
c No que me diz respeito pessoalmenle,
accreseentarei que o prszer mais vivo que tenho
sentido oa minha vida, foi quando comecei a
conhecer a lilteratura fraoceza. ,
a Honro a Frauca, honro o sea povo glorioso,
a creio que tudo quinto nos unir a esse povo
ser um beneficio psra a humaoidade. E por
isso que eu recebo com gratido qoslquer tenta-
tiva desta natorezs.
c Mas lera bom xito esta ultima tentativa
commerctsl ? Isso outra qaesto, e direi mes-
mo qne segundo os verdadeiros principio de
Mr. Cobden, principios de que eu sou um gran-
de admirador, um tratado di commercio um
acto lamentavel.
Receio pois que esse tratado nio produza
todos oa ructos que a philautropia promette em
sea nomo.
Eogano-me taires; taoto raelhor, desejo vi-
vamenlo que aseim acontec. Direi apenas que
aqui em lempo de paz, pagamos nsjmpostos
ceno asa Ump* de guerra. Porque Isso ? Ha
actualmdnte um exordio de 890,000 horneas em
Frenen nema grande esqu adra. Para que flm t E
ama amena contra a Inglaterra, e eu como In-
gle*.-declaro que nio soffferei que me araeacem
impanemente (appUusos).
f- < Semearam-si 3 denles de draglo, e nssee-
ram Romeos armados. Nes temos os nossos
< Berilo e S. Petersburgo. Nada ha que seja
mais verdade, principalmente no qae diz respeito
is antigs provincias napolitanas. A especie de
anarchia em que essss provinciss se debatem,
para a Europa, um anumpto de admiraco, e pa-
ra a Italia um assumpto de indignagio; porque
todos estio convencidos que ha all, nio um ne-
gocio poltico, mas urna questio de humaoidade,
de moral e de boa f.
tivesse podido, nao s fszar-ae eleger, masspre-
sentar-se mesmo a urna candidatura.
a Entre osdeputados eleitos, alguna eraos ad-
versarios do novo goveroo, maa somonte porque,
diziam elles, nao desenvolva grande energa con-
tra os ltimos partidarios de Francisco II. Estes
tactos, esto conhecidos de todos, e ao abrigo de
todas as contestagoes.
< A conspirago borbnica nio lera pois rsizes
na Italia meridional. Esta cousuiragio s existe
em Roms, onde sustentada pela cumplicidade
do goveroo pontificio, e esse governo nio existe
seno pela nossa proteego. Por consequencia
de boa ou m vontade, o Estado do ex-reino de
aples obriga, indirectamente pelo menos, a
nossa responsabilidad*.
Francisco II nao foi procurar em Roms a
tranquillidade do exilio ; nao vive all com essa
dignidade e reserva que tornam respeitavel a des-
graga, anda mesmo a mais merecida. Refugiou-
se all para dirigir de mais per lo, mais i sua von-
tade e mats efficazmeotn, a conspiragio dos seus
partidarios. A carta de Roma, que nao est em
guerra declarada com o governo italiano, fomen-
ta a guerra indigna que Francisco II faz a esse
governo que nosso alliado.
Os jornaes legitimlas e ultramontanos fal-
la m algumas vezes do direito de hospitalidade.
Este direito, interpretado na aua mais ampia si-
goitlcaco, est violado por Francisco II.
Na cidade em que elle est refugiado, e on-
de nio tem direito algum de soberano, o ex-rei
pratica abertameote todos os dias, actos de so-
berana ; cunha moeda, d passaportes, organisa
bandos de invasores, e paga-lhe com o dioheiro
falso que fabrics. O governo italiano, a quem a
evidente cumplicidade do goveroo pontificio dio
o direito de ir fazer jostiga a Roma, limila-se a
protestar contra esta violagio dos principios ele-
mentares do direito publico, e appella para a jus-
tiga do goveroo francez. E' impossivel que a sus
voz nao seja ouvida, que afioal se nao recoobega
a legilimidade do seu protesto.
o Recordamos, ha algum tempo, a declaragao
em Francisco 11, deixando Gaeta, se obrigou nio
i s evitar qualquer nova effusio de saogue,
mas a nao provocar nenhama outra agitago no
reino. >
c Faltando a estes compromisos solemnes,
descendo ao grao de conspirador, Francisco II
perdeu todo o direito aos respeitos que nao lhe
teriam faltado, como re vencido equesoffre com
dignidade a sua quedi. Agora s se lhe deve
a justiga estricta e sommaria.
Se o goveroo, por considersgio que cada vez
comprebeodemos menos, julgo daver ainda im-
pedir o governo italiano de expulsar de Roma os
conspiradores, que naquella cidade estabeleceram
o seu quarlel general, expulse-oi elle mesmo,
ou pelo menos vigi-os para que acabem as suas
maqoinagdes. Pode, e deve faze-lo.
Vamos publicar em seguida o que diz um jor-
nal, sobre a conveniencia que a Franga tem de
alliar com a Suecia :
Por mais que se faga, a Russis, em conse-
quencia da sua poaigo, ser sempre a principal
inimiga das nacionalidades. E' por causa della,
que permanecem na oppresso essas duas nacio-
nalidades, cuja escravidao impede a Europa de
ter um instante de verdadeira tranquillidade :
estas nages sao a Hungra e a Polonia. Mis boje
urna das causas principaes que embaragam o li-
vre movimento dos hngaros, oo saberem es-
tes que attitude tomara a Russia no caso de urna
nova luta armada, apezar da recente inimizade
entre a Russia e a Austris.
a O interesse da Fraoga e o ioteresse das na-
cionalidades, que est identificado com a politica
della, desejar em tu lo quaoto pode cootiouar
pacificamente a obra da guerra do 1854, isto ,
conter nos seus justos limites a Russia, cujo pas-
sado pesa gravemente sobre o desenvolvimento
da liberdade na Europa.
< Dests msneirs, pois, tudo qusnto poder
emancipar e fortalecer a Suecia custa de quem
tanto se engrandeceu a Russis, deve interessar
muito a Franga.
Por outro lado, oo s contra a Russia que
a Franga carece da Suecia. A Allemanha que
nao menos ambiciosa e oppressiva do que a
Russis, busca vidamente na actualidade os meio
de ter no Bltico costas e porlos, e urna torga
martima:
< Se ebegar, pois, a conseguir o seu intento
nestas suas pretenges a respeito do Holsteio,
encontrara face a face um a nagao disposta a re-
sistir s suas usurpagoes, e essa nsgio nio pode
ser seoo a Suecia, que com vantagem poderia
lutar contra o germanismo da independencia do
Bltico ; mas para isso deve cercar-se de todos
os elementos dispersos do escandinavismo.
maiores e mais sinceros sympatbiaa, ainda memo
entre os empregados do goveroo.
< Um amigo meu, residente em Londres, aa-
creve-me que tendo ido visitar ha dias o calebre
proscripto Herzen. encontrou em sua casa tros
ofciaes russos. Havendo a cooversagao dete-
nido para a politica, como nio podia deixar 4a
sor, os tres officiaes manifestara as maiores
sympatbiaa a favor daPolooia.e aseegararaa aae
urna grande parte de officiaes russos pensavam
como elles a este respeito.
Nio quizera dar a eate facto mala importan-
cia do que possa ter ; mas parece-me atgniSca-
tivo, sobretudo se se tiver em coala que a sita
sociedade na Russia professe ideas baetaole aren-
gadas, e por consequencia ha de ter bensotes
sympatbiaa pela causa da liberdade a a inde-
pendencia de um povo como a Polonia.
Tudo isto faz com que os polacos se anteci-
pe m j a formar projecloa para o futuro, pensan-
do ns incorporsgio dos psizes limitropbee da pe-
quea Russia e Ukrania, mas nio pede deixar de
conressar-se que estes projectos pecam por pre-
maturos. v r-
correspondencia de Pars, l-se o se-
Hs ums cania que ioconleitavel e incon-
testada; os planos de csmpanha, os chefes que
commandam os bandos borbnicos, as espingar-
da de que esses bandos estio armados, a falsa
moeda com que ae lhes paga ludo isto, parte do
palacio de Francisco II. Se O ex-rei de aples
nio estirease em Roma, e se nio fosse iberia-
mente sustentado e animado pelo governo pon-
tificio, os Abruzzos estariam tranquillos como o
resto da Italia. Saia amanhia de Roma Francis-
co II a os seus compsnheiros; rerem-se das
fronteiras aa tropa papes; dissolvam se ss com-
miisoes borbnica, evitem-se os alistimentos, e
desta maneira as guerrilhas qie ensanguinoleo-
lam aa provincias meridionaea, deixario imme-
diatamente de exialir.
A insurreigao cahir por ierra, por que fac-
ticia, apezar do que dizem os jornses legttimistas
e ultramontanos. Qusndo aqu.lles jornaes fal-
lara daaympathii doa povos napolitanos paloan-
tigo governo, esquecem ss circumstancias que
masesram a queda desse goveroo detestado.
c O* voluntarios chegaram sem fazer um tiro,
de Reggio a aples, oode Garibaldi. preceden-
do-os mnitas leguas, tinha entraao s a 7 de se-
tembro, e havia instalado um novo goveroo, em
nomede Vctor Emmaouel.
Doua mezes depois, e qusndo Francisco II
anda estsva em Capua, foram oa povos das Deas
Sicilias chamados a decidir do sea proprio des-
tino.
a A excepgio de um pequeoo espaco da ierra
de Labor onde a lucia contra o exercilo real du-
rtva aioda, e oode ae achavam concentradas as
tropas reaes. o reino estsva completasaBUi des-
guarnecido de soldados.
c Na mator parle daa provincias, o governo
nacional tinha substituido o goveroo borbnico,
sempre all se vio um nico homem italiano.
Teodo sido dissolvidos os antigos corpos de poli-
da, eslava a maautencio da ordem confiada
gaarda nacional.
Quarenla mil borbnicos, sm armas sobro o
LBolturno, e tendn sua frente apeona 18, a 20
mil voluntarios, conservramos espirites aa i-
plas na mais viva a u... federa n'uma si-
milbante situago, seriamente, que o
povo iostdu sob a impresso do terror causad*
pelas tropas plem.Qnt.ciaj ?
t Ai oda mato. Ka todo o rean nio bou ve
um uolea collegja sleiterai, onde um borbnico
N'uma
guite :
A prsenos dos inglezes em aples, conti-
nua a aerobjecto das mais oppostas interpreta-
goes ; sem embargo, todoa oa dias mais conai-
deravel o numero doa que acreditam em urna io-
tervengo dissimulada por parte da Inglaterra.
Esta opiniio obteve tsntos proselylos, que cha-
mou a attengio do goveroo, e Mr. Thouvenel
julgou que devia, nio preciaamente pedir expli-
cages, mas ter urna entrevista com o embaixador
ioglez.
Estas qu es toes e a hypothese s que dio mar-
geni, faz com que cada vez maia se fixe a vista
no calado actual daa relagdes entre o goveroo
francez e o Vaticano, de qualquer maneira que a
illaccio das ideas guie st dos mais remotos re-
sultados que possa trazer, a ioterveogio iogleza
na Italia.
c E' em consequencia desta, que a commissio
confiada a monseuhor Nsrdi contina a ser ob-
jecto de mil noticias, qual deltas msis iocerts.
< Na queatio romana, a tendencia actual, ao
menos por slgum tempo, a conservacio do ilo-
ta guo ; e o que confirma ests opinio, que
monsenhor Chigi, quesubstitue mooseohor Ssc-
coni na qualidade de nuncio apostlico em Pars,
espera-se all por momentos. Segundo dizem,
mooseohor Chigi dotado de muito talento, ainda
qne pouco diplomtico.
c O imperador, em virtude das noticias que lhe
proporoiooou o marquez de Baoneville, actual-
mente director da politica no ministerio dos ne-
gocios estraogeiroa e anteriormente ministro da
Fraoga em Munich, declarou ao governo de Ro-
ma, que merecer a ana approvagio a nomeago
de monsenhor Chigi, que desempeohara este
O Payt faz aa seguiotea reflexes a respeito da
circular do bario de Ricasoli:
O baro de Ricasoli acaba de dirigir, aee re-
presentantes do reino da llalla ae es;raogeiro,
urna nota circular que nio dovidaaonha de nre-
duzr urna profunda lmpressio em todos oe es-
piraos imparciae.
< A opiniio publica na Europa comer va a in-
quietar-se ; comecava a oio differengsr-se o ver-
dideiro do falso, tanto tioha sido hbil e diligen-
te o espirito de partido, em multiplicar aa cor-
respondencias exageradas e mentirosas. AqaeHea
que esto habituados a luctar cootra ce orglee
de ama politica cega e reaccionaria sabism sea
duvida com quem se haviam ; nao tiohaa pedi-
do esquecer que, na vspero da partida de fiante.
alguns jornaes de Franga tinham tido a andada
de annunciar a infaUijel triumpho do Francisco
II. Mas a opinio publica nem sempre est ao
crrante das cousss, e forga de oavir repetir
que os povos do ex-reino das Duas Sicilias ar-
voravam a bandeira dos Bourboos, afioal acre-
ditavam-o.
a Mr. Ricasoli acaba de fazer desappsrecer es-
ta illuso. A Europa agora conheee a verdade.
Pelas cifras e pelos iocontesUveis detalhe, de-
monstra Mr. Ricasoli, que a insurreigao nss pro-
vincias meridionaes pardal, n qae nio poli-
tica. a guerrilhagem tradicional que no le-
vaolou, oa pira melhor dizer, qoe levantaras,
e que se entrego a correra, porque jalgou im-
possivel a reprsalo, ou por ootros termos, acre-
ditou na impunidade. A origem deesas sangui-
nolentas desordens poltica, e essa origem eot
as Duas Sicilias. E tudo isto infelizmente
verdade. Temos muitas vezes dito as immeosas
difculdaJes qne a corte de Rema nrepirnvn n
Saota S. mostraodo ae apiixonada anti-iutina.
e regeitando de caso pensado 01 cooselbo lio
sympslhicos de Fringa. O corago dn Po IX,
com o qual sempre contamos, o qoe dada nio
dsse a aua ultima palavra, leria applanado e
salvado tudo. Aa pandea incorrigiveie o os odios
implacaveis de Merode comprometiera tudo, e
sem a iofatigavel magnanimidade da Franca, todo
estara j perdido.
A reapeito do mesmo documento o Coiurita-
tionel diz:
t A circular do bario de Ricasoli aos agentes
diplomtico do reino da Italia ua documento
digno de aer meditado. Contm ama expoaicao,
que nos parece completa e sincera, das esasaa
reaes s que convm atlribair o estado presente
da Italia meridional. S cinco provincia de
quioze esto iofestadaa de beodos armados, e em
parte slgums os actos dessea bandos team toma-
do o carcter de ama resistencia insurrecdoeal;
e a pilhagem pura o simples, e io feliz mea le a
pilhagera nao um facto aovo no paiz qoe pre-
duzio Fra-Dravolo, e Gaetao, o MaasMae: O
desenvolvimento qoe oeste ponto d e baria de
Ricasoli ioteirimente conforme com n
da hiatona, e ha de certamente dissipar
da gente de bos f, que, na Europa nada
na Italia, julgou ver entro os napolitanos
senilmente de repressio contra a autoridade de
Vctor Emmaouel.
f Alm disso, a guerrilhagem 6 entretida pelas
excilagoes do foco que acha tora dan fronteiras
napolitaoaa; e Mr. Ricasoli acensa eem a meter
clareza a reaegio europea, caja ddadella est
em Roma.
Nio se podis desconhecer o fia s ana se
propoz Mr. Ricasoli; quiz desligar o sea gover-
no ds responsabihdade de um astada de mana
que nio depende delle fazer cesssr de ama
para a outra, por isso qoe corresponde n 1
jos vio dos de nm posto que est rs da
daauaacgao; quiz demonstrar tsmbem qae n
poltica seguida peloa ministros da Saeta S a
compromettem altamente perante a Italia, e aas-
mo parante o mundo catbolieo. qaa lamenta aa
semelhante uso do poder temporal.
O despacho de Mr Ricasoli pas nma vnr-
dadeira memoria psra consaltar, qaa maree ama
phase na moderna historia da psajaseis Ha da
operar com forga na opiniio pabdea, e all
principalmente que eat o sea merec asalo, par
isso que com o apoio ds opiniio peraca. a per
assim dizer pelo nico peso della, qae
tros do rei de Italia querom resolver
ma, e entregar a Italia a ai mesma nasa
contrs a liberdade a ionol.bilidade da igreje.
cargo em Munich, onde deu provis de modera- vos recrutas.
Estodos-UmMej*.
No Globt encontramos oa segrteles esdared-
mentos acerca da tataib de Spiagfittd :
c As tropas federaos soflreram aa rhesjee.
perderam 800 horneo entre saertae e lridas), e
um dos seus melhores genaraae, aa feNldlro
soldado, pertencente ao exordio refalar.
c O tfaeatro da aegao foi a extroaidede occi-
dental do Missouri. Este edado, per
sorpresa dos confederados, moatroa
meco daquelle infeliz conflicto ma
peloa estados livres do que peloa >
vos. A parte septentriood do Miase sari Majea aa
francamente ao norte, e a preeeeca ea 8. Laix
de dous officiaes capases, o general l.yea a a co-
ronel Siegel, contribairaa muito pare eata resal-
tado. Seobores da parta anpUniriead aja ama
do, Lyon e Siegel perseguirn a derretaraa oe
confederadoa no aul, o edea aliimoo rendromi na
em Arksosas. para se reorganiaaraa e Usar ae-
gio e tacto.
c Em Munich tinha contrahido intimas relagdes
com o marquez de Bannevi'.le.
< A Polonia, apezar do que at agora tea suc-
cedido, oio pode diser-aa que a situago seja m
para oa patriotas aolicos. A sympatbia qae a
sua causa lera exeilado em toda a Ruropa, deve
aervir-lhe de amerando apoio moral pira a roi-
vindicagio da sus liberdade. Mee, maia do qaa
esse interesse indirecto que-podem ter na causa
Jin
^Hmmn
polaca aa nages o roeae, de ve servir-lhedees- Madrid
lmale o intereosa qae excita a causa da Polonia
na propna Prussia.
A posigo do 1 averno rusto tal qae, cen-
tandocom pouctttympathtas, v-se abandonado
oa aua poltica interna portados 01 que leem
um motive qualquer para lhes fazer oppo.icJo.
1?.? 00*animadoiatosaeTeaSiir
ajustici e* liberdade, sobripoe ae sentimen- ------------
lo aaotaaei, e di t aladra a Polonia idinu 80,000 homem, e que
c Urna parte das tropas da Uoiao Id antee
posta em observagio na fronleira, aa 1
de Spiogfield. Os confederados, depois da 1
tagem alcangada em Mo praoj.ee a
retomar as hostilidades em MlseeaMai a na Mis-
souri meridional. O govsrmdor Jacktoa. a fn-
oeral Mic-Catleck a outro n-i-ti risnirtaraoe
foram maodadoa cootra saestae avaacaatae dea
unionistas, em quinto J^^^^^MBjw era
encarregado de atr
eD>',rssssVA,bMM
o saaea-
forg.
'000'
pare' Sp|
W
_______
feder. e, M tanbam ro^SSTal
Os federados coofasam qoe Uafeam
aaeacavam a>
SningQeld.

II
i a***\ JII


* im ie
BLARIO DE rtUAMBOOO. S*BBADO 5 DE DTUBRO DI 1861.
N 1* /*>
mesmo tempo S. Luiz. O despacho oficial do!
aeoeral Fremont fl*a aeforoas federis em
30.800 homens, iels 7.0 o que con-'
feesam os proprios confedaredos. O general Lyon
oso tioha seolo iO.COO1; isa tropas erara
evidentemente rauilo superiores 4a de Bull's
Rata.
Fei com esti matta forc que o general
l.yon (ol tomar posigao algumas milhas de
SpiflffleM, offereces batalha sos 23,000 confe-
derados. Aqu, sBj em Manassas, os confede-
raos*, anda que soperiorsaem numero, conser-
Kin-se na defensiva. Da informagdee publi-
esese parees resultar que o general Lyou alean-
coa alguma vanlagem pe* fogo dtsua ariilharla,
a impetuosldade Os ataque.
, Os confederadas forsm Impeilidos al o seu
acampamento, e II Sus* barracas foram incen-
diadas. Eale puntudo de unionistas bateu-se
beaaevideotemeBte, perqu perder maita gen-
Je e Qnal relirarim-.se. Has nao houve derro-
ta, porque o coronel Segel, que tomou o com*
.mando depois 4* merte de general, nao relirou
sobre Spingfleld aeno na manba iramediala.
Com ludo bandonou urna pega de artilharia.
A retirada effecluou-ge em bda ordem. O
coronel marchou primeiro sobre Spingfleld, e
depon sobre Rolla, tetando os priaioneiros que
tioha feto, toda a sua bagagem, e tambem o di-
nheiro do banco de Spingfleld. Desta maneira
t Se que nao foi multo perseguido pelo iniraigo.
Era Rolla operoa a sua junego com as suas
reservas. N'aquella cidade akangou o camnho
de Ierro -de S. Lua de maneira que o coronel es-
t em communicagao com o general Fremont.
E* evidente que e*U retirada euectuada em bda
ordem, taz honra s tropas federaea, principal-
mente se se atteoder sua inferioridade num-
rica. >
O presilente dos Estados-Unidos publicou a
seguate proclamagao, marcando un da para je-
juuse oracOes:
Attendendoa que urna commisso das duas
cmaras do congresso ae dirigi ao presidente
los Estados-Unidos, e lhe pedio que marcasse
um dia para oracoes publicas e jejuns para o
poro dos Estados, com solemnidades religiosas
e fervorosas supplicas ao Todo Poderoso, pela
seguraoca e bem-estar destes Estados, para que
elle ebencoe as nossas armas, e nos d promp-
tamente a pai;
Attendendo a que sempre agrada ao povo
reconhecer e acatar o supremo governo de Dos,
cursar a caneca com humilde submissio aoi cas-
tigos que agrada ao Todo Poderoso impdr-lhe,
confessar e lamentar os seu peccados na coo-
viccao da que e temor de Dos o principio da
sabedoria, e pedir com fervor e contiiccao per-
di das offeosaa pastadas, e benco das suas
aceces presentes e futuras;
Attendendo a que o nosso amado paiz, ou-
tr'ora pela benco de Dos, unido, proapero e
feliz, est hoje afligido por urna guerra civil e
facciosa, e que desta axneira daremos reconhe-
cer nisto o dedo de Dos, e recordar conlrictos
os oossos crinaos como naco, e como indivi-
duos, humilhar-nos perante elle e implorar a
sua misericordia, supplicar-lhe que nos poupe a
coros castigos, com quanto os leobamos mere-
cido, e pedir-lbe que abencoe as nossas armas
para se conseguir o restabelecimenlo da Ui, da
ordem, e da paz no noso paiz, e que aos conce-
da o ioestimavel bem da liberdade civil e reli
giosa, que devemos sua bondade e a sua ben-
co, e bem assim aos soffrimenlos e aos traba-
utos de nossos paes;
Por coosequeocia, eu AVraham Lincoln, pre-
sidente dos Estados-Unidos, ftxo o ultimo dia de
setembro, como dia de humildade, oracoes e je-
juns para todo o poro da na gao, e recommendo
instantemente a lodos, e especialmente aos mi-
nistros da religiao de todas as deoomioaces, e
a todos os cheles de familia, que observem este
dia segundo as suas crengas, com toda a humil-
dade e com todas aa cetemooias religiosas, afim
de que as oracoes de toda a nagio possam subir
at ao thronode graga, e fazer descer a nos as
heneaos do Todo Poderoso.
* Assigoado de mea proprio paoho, ordenei
que na presente fossem postos os sellos dos Es-
tados-Unidos.
A 12 de agosto do aono do Senhor de 1861,
O 86 da independencia dos Estados-Unidos.
Assigoado Abraham Liicoln.
Urna correspondencia de Mxico da os seguid-
les delalhes sobre a siluacao daquella repblica.
O governo, fustigado pelos clamores que de
toda a paila se levantara, e deagostoso com a fal-
ta de recursos, julg.*u-se na imperiosa uecessi-
dade de adoptar urna medida grave, a suspenso
- do pagamento dos juros, inrluindo o da divila
estraogeira, medida que, ainda que pareja amea-
carnovas complicscoes, est resolvido a levar
por diante a todo o cusi, para salvar o paiz de
urna lerrivel anarchia, e organisar a fazenda na-
cional.
a Era consequencia desta medida, que tanto
prejudica os seus nacionacs, prole.'Uram j os
ministros de Franca e Inglaterra, inlerrompendo
aa suas religoes com o governo mexicano, ero
quanto referem este negocio s suas respectivas
cortes e essos resolvem.
a Osassumptos relativos guerra nao tem me-
lhorado. As seguranzas dadas pelo genera
chefe, o Sr. Gonzales Ortega, de aniquilar
exercito de Marques, e de expurgar o paiz
quaesquer partidos reaccionarios, oo se t
at agora realisado. Corre a noticia de que M
ques se acha completamente cercado pelas for
libera es, e eapera-se de um momento para
outro,ouvir annuuciar a sua completa deslruic
O supremo tribunal de justica inglallou-be
do dia 8 com toda a solemnidade. Nos edificios
pblicos levsotou-se o pavilho, e urna balera
collocaia na praca da constituido, annunci
com urna salva aquella installacao. Quando
povo ouvio os tiros de artllheria, correu alvor
cado ao palacio, julgando que era a comple
derrota dos reaccionarios.
O soberano congresso, pira honrar a mem
ria do desgranado general D. Santos Degolad.
declarou o em urna das suas ultimas sesses be
nemerito da patria. Existe o projecto de lh
levantar um monumento
as immediacdes de Mxico, continuara a
guerrilhas a fazer as tuas correrlas, sendo auxl
liados pelos malfeilores que sahem da idade pa
ra se livrarea da vigilante perseguido da po
ficta.
Em Tacubaya com metiera m -se ltimamen-
te povos roubos por gente de Buitrn, e todos o
visiohos d'aquella ctdade, abandonaram as sua
casas e os seus negocios, fugindo para a capital.:
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAM-
BDCO.
BRUXELLAS,
6 de setembro de 1861.
No salo de Antuerpia foram expostos este
aono dous quadros, obra de Mr. Bellang, pintor
franeez um asiles representando um epsodio
da campanha do Rheno na lempo da repblica
de 1789, irlo m quadrado de grauadeiros ata-
cado pelos dragea austracos ; e o outro repre-
sentando o combale das casas de Magenta. Sem
o querer talvez, e fomente com a ioteogio de
apreseniar tactos verdicos, o artista caracterisou
como otis feiizsucaesso a franca daquella poca,
t Franca de boje.
No primeiro quadro v-ae bem no centro do
adrado um coronel republicano fszendo um
gasto de ralva vista dos seus granadeiros que
recuam ; os soldados percebem este gesto, tomara
alecto, empurrara para o lado aquelles que des-
fallecen), e n'ura instante esses homens conse-
guem vencer o medo qae os assalts, e marchara
para a victoria.
Ns seguodo quadro urna terrivel descarga vo-
mita a morte de cima das casas ; os soldados
francezes abaixam-se, resvalam como gatea com
o fim de precipitarem-se para a porta de urna
das casas cheia de Austracos, e lorcarem-na a
golpeada machado; correm, voam, atacara mea-
mo do maio da raa cora urna oorsgem iocompa-
savel : oem um s momelo de besilacao I Nada
capaz de suspender essa tropa, ene exercito
que, nao leodo coma o do primeiro quadro oem
urna republiea, nem a patria para defender, ba-
W-aa smente pelo prazer de baler-ae. A luis,
guerra, totoaram-ae um officio para elle 1
O exerato franeez boje sem cootestaco al-
gums o pnmeiro exercito do mundo; J*nao pode
Te**%I,a* .******' derrota,
oem ha obstculo qsa o faca recar; Id pro-
curamm iflformar-as do do ,aJiS#de
da mi adversario, on qual o)^Kele
M-o que rtlt/dp,, kate,
ante a grande tarajeca do^^H .para
fceje : e easa difTerenca nao 6 om< mwrti
Mt exerci to, r -
AFran?f
material apparente do que agora,
d apoleio a mao d'obra tera t
lor, os salarios dos operarios sltfgeiu a taes
proporedea que actualmente se v era Paris pe-
dreiros irem para o seu trabalho no mnibus, ou
tarde andarem de carruagem indo asse traba-
loo. Oa operarios parisienses nao Mohecem man
principios polticos nem morsas: a vo se pro-
curara entre elles ease aectlmento que em 1948
Ibes fazta dizer: c Temea alada seis mezas de
miseria a aupportar pela repblica supporte-
mo-Ios I > Hoje nio coobecem mais do que os
gozos raateriaes.
O matartstitirM e o macaintamo eis as gran-
des alavaseas de que se ha servido Napeleo III
para embrutecer o seu povo, que nem mesmo
sent a ausencia da liberdade, palavra que par
elle hoje dea de sentido, e nenhuma sentaco
lhe disperta 1 O-eiercito -t machina de gaerre
mais aperfeigoada como os seas canhoes rayarlos
sao os meltiores no dizer de muitas pessoas.
Mas onde est a Franca intellectual. a Franja
artstica, a Franca iniciadora? Debalde a busc-
rtela. A Franca imperial nao tem era eseripto-
res, nem poetss ; sirva de exeraplo ease celebre
congresso artstico de Antuerpia onde se suscita-
ran) io graves questes sem que houvesse um
s orador da Franja Imperial que tomasse a pa-
lavra 1 Oa Francezes que nesae congresso falla-
ran) de arte, de liberdade e dignidade humana
foram alguns dos refugiados que nao quarem rol-
lar ao seu paiz em quanto durar o rgimen ac-
tual ; foi Mr. Hugelmsn conde ni nado a 5 annos
de exilio depois dos das de junho ; foi Julio Si-
mn, o valente demcrata sempre firme no seu
posto'; e finalmente foi Mr. le Roi, piofessor de
philosophia, e os orleanittas Mr. Gudio, pintor
da marinha e Mr. Taylor, o Mecenas das letlras:
mas nao fallou um so dos jornalistas bonapartis-
las, os quaes todos voltaram offuscados por est
bella e altiva Blgica, que sabe Uu bem alliar a
liberdade e a sabedoria, e que abri aos estrao-
geiros de todos os paizes do universo, suas por-
tas para receber com faustosa hospitalidade os
principes das artes e daa scieneias.
Contar-vos-hei as festas esplendidas, opparos
banquetes e bailes resplandecentes de luxo e de
prazeres, com que Antuerpia, rainha do Escalda,
mimoseou os membros do congresso com urna ri-
queza e belleza seductoras ? Nao ; prefiro antes
que tomis o primeiro jornal franeez que vos
chegar aa raaos ou o Jornal dos Debates, ou a
Opinio Racional, ou o Secuto, ou o Monitor
Universal, e delle tiris para dar aos vossos lei-
tores urna exposico de todas essas testas. Nao
porque recue perante seraelhante tarefa ; mas
convm que todos vejam como essas mesmas peo-
nas aparadas para amea(ar-nos a todos os ins-
tantes com urna suppasta annexaeso, e que to
grosseiramenle escarnecen) da Blgica, se deixa-
rara arrastrar e enthusiasraar por este paiz, onde
se respira livremsnle, onde a palavra livre as
tribunas e na imprensa, e onde finalmente a pri-
meira cidade cnmmercial tributa muila sympa-
thia as artes e s scienciaa a ponto de convocar
com grandes sacrificios um areopago artstico qoe
uorcionou all durante tres das 1
Quanto s resolucoes e deliberarles do dito
congresso, sao de duas naturezas : as questes
philosophicas nao podiam receber urna solucao
prompta ; houveram a respeito discursos nota-
veis, e a assembla pronunciou-se aloal em fa-
vor do esplritualismo contra a escola mate-
rialista.
Quanto as questes materiaes, os partidistas da
perpetuidade do direito dos artislaa sobre suas
obras fizerara urna nova campanha, a qual nao
foi raais feliz que a do congresso de Druxellas ha
alguns annos : a questo de perpetuidade foi re-
lirada da discusso por urna votagao solemne.
As resolucoes mais importantes do congresso
oa ordem material sao : primeira a que recoobe-
co exclusivamente para o artista o direito de re-
prodcelo de urna obra vendra ; segunda a que
asseraelha a copia fraudulenta de urna obra ar-
tstica a simples delicio, e nao a um crlme, como
opinara um dos oradores. O congresso pensou
sabiamente que exagerando a pena, faria nascer
na consciencia do juiz escrpulos, que o force-
riara absolver antes o falsificador.
Resta finalmente dizer que o congresso pedio
ao governo que envidasse os seus exforcos-para
generalsar a proteccao da propriedade arts-
tica.
Pode todo o munlo ficar bem persuadido de
que essas assembla?, livres sem outro mandato
seno aqnehe que Ihes Impem o talento, e os
servicos prestados s artes, e s letlras por seus
membros, exercem, e exercero sempre iocootes-
lavel influencia sobre os trabalhos dos legislado-
res, como disse com muita razo Mr. Rogier, mi-
nistro do interior, e presidente hoooraiio do con-
gresso.
O de Bruxellas leve como resultado a elabora-
gao de projecloa de le, que sero muilo breve
discutidos as cmaras da Blgica e da Inglater-
ra : o de Antuerpia, em cujas deliberarles tonia-
ram parle os representantes officiaes da Austria,
Bavira, Nerlanda, Dinamarca, Hespaoha e da
Italia, ter tambem, estamos disto persuadidos,
resultados satisfactorios, e na nao tardaremos a
ver a propriedade artstica universal e uniforme-
mente garantida, gragass discus-es que acabara
de ser encerradas.
idade fiohs rizlo porque realmente
a. m csela
iiguns sanos, vendo a dlzimago da br- ajsja|
soffria, descobriodo aoal que basiam a
cravos envenenadores Nio estou birnflJHMM
ra julgar da veracidade dos (setos, mas dev con-
signar que mnita geate defeode oaalciada das
impatscosa qae lhe tari so.
Refere a Gatrtio PauKataaae qae ih las-
medaqdas da aMadeda Coostitulcaa, na fazeada
do majar Joaquim Antonio, ha orna mulber de
nome Anns Pragozo, viuva, branca, caja idade ae
ae eleva a 113 annos, sendo tasa idade verificada
pela sua cerlido de baptlsmo exlrahidados livros
em It6, d'onde ella aatwral. Anda ao aono
paasado la de seu aillo I cidade (urna legua) a
p, mas pesentementesmenle pasela asi casa
arrimada a um bordo em consequencia de urna
pira animar' os
muito a vida.
que quizerem prolongar
ICaHa partculas.)
PERNAMBUCO.
Venturoso o aaortal.fa quem o fado
Caosade a eoaawrte vhtuoaa.
i, coaiHole, activa, cuidadosa.
Ot a dswsres de twanlo eslado I
W|,Jlaa>fjnfBra desfructado:
Etemple dt tirtudea.carinbwa,'
Em meus trabalhos socia valsfusa,
Els a espati flel que o co ara ba dado.
Petoa (liaos, penhores de allinnca,
Delta o aer. dalla o nume em toda a idade
Conaartados serio por sacra hmafa ;
Maa premias de to indita bondade,
S no gremio de Dos, que os alceaca
De urna esposa modelo a hereisMade.
No dia I do correnla foram recolhldos
casa de detencao 2 homens e 3 mulberes, sendo
por.
quede-emama egeada W -maia ama maerobia ^-aaae atrae eecra.vos; s ordem do Dr. ctiefe de
INTERIOR.
S. PAULO
S. Paulo, 18 de setembro de 1861.
Nao quero deixarde aproveitar o Itamb, visto
como ha noticias interessaotes a coramunicar-lne.
O tamb sabe tirar partido das occasies, nao
complicando suss viagens com as dos oulros va-
pores raais velozes que elle ; d'abi o factb de ser
sempre utilisado, apezar dos pezares. Valha-lhe
essa gloria.
A eloico de eleitores em Sorocaba, que
dever ser 15, tora adiada pelo juiz de paz res-
pectivo para hontem, visto o tumulto e desagui-
sado que se deram na occasio da organisacao da
mesa. A causa disso (oi a decisio do governo
imperial acerca da eleigao municipal, chegando
as vesperas da eleico de eleitores.
O partido liberal preteodia que a eleicao deve-
ra ser presidida pelo juiz de paz mais votado, cu-
ja eleico acabava de ser approvada pelo governo
imperial. O partido conservador nao duvidava
da legitimidade da doulrina, mas desconfiava da
realidade della na hypolhese dada, porquanto o
juiz de paz novameele approvado anda nao ea-
tava juramentado, bem como seus companheiros
da lista respectiva ; prevaleca porlanto a juris-
diceso e competencia do juiz do qualriennio fin-
do, queainda eslava em exercicio.
E de feito, como deixar de fazer a eleicao del
eleitores, com dia certo designado pelo governo,
somente pelo fado de nao estarem juramentados
os novos juiresdepiz? Nao tem applicagao
especie os avisos de 8 de fevereiro de 1853, por-
que referem-se a especie diversa e a caso muilo
especial das qualificases do primeiro anno do
novo quatriennio.
Seja como fr, oio sei o que teria hontem acon-
tecido ; e lamento que, estando presente o chefe
de polica, que para ali foi com quarenta pragas,
se dssem os successos do dia 15. O juiz de paz
m exercicio devra ser sustentado em sua juris-
diego a todo o transe ; pelo menos este o meu
entender, e se depois apparecesse o juiz de paz
lovamente eleilo, e completamente juramentado,
levra ceder-se-lhe a presidencia da mesa.
Foi julgada pela segunda vez, e pela se-
iunda vez unnimemente abaolvida, a mulher
|ue no Juquiry, nos termos da aecusacio, era
ndicada de barer propinado veneno a seu ma-
do.
E' caso julgado, e por isao deve-se reapeitar.
A polica lem estado activa e diligente; at
rjs meninos nio tem escapado das providencias
loliciaes. Processa-se actualmeute um menor
( e 14 annos por dar um tiro em outro nos subur-
os desta capital. O rn, o oQeodidA 6 aa teste-
unhassao todos de 14 annos; s faltava que o
iz e o escrivio fossem tambem meninos.
O reo apresentou certido de idade, o poia de
ciar que, se fr julgado haver pralicado o facto
com algum discernimento, v parar na casa de
correcto por algum lempo. Afflrma-se, porm,
que o successo fra inteirameole casual, estando
elles cagando tico-lieos.
Segundo noticias que vieram hontem de
Lajrena, consta que o fazeadeiro Cardoao fra
preso, e no acto de ser interrogado se suicidara
com o tiro teotUa pistola, disparando-a aob p
queiro I Esse fazendeiro era acensado de tor
morto oarbaramente Alguns de seus escravos ;
pens porm que baria muita exageracao oa ex-
posico e mesmo na realidade dos factos. Era
fazendeiro rico e de idade superior a oiteota an-
! \,m p.r i!eriC0, n5p p'ade?*" tKlS.TkwuZi TroVamTe*
lio -
pleoa aadieocie.
RFVISTA DIARIA.
O nosso amigo o Sr. Dr. Aprigio Justiniaao da
Silva Guimaries deu a estampa a sua segunda
publicacao relstiva aos Esludos sobre o entino
publico, de que j nos oceupamnv em algumas
palavras, quando a primeira sabio luz.
O fim o mesmo : o bem futuro do Brasil, ci-
mentado oa educacio das geraQea de agora, ou,
por outra, que o evabgelbo suba do coracio do
nosso povo cabeca dos nossos letrados, como
di-lo elle proprio -
E assim, pois, a importancia desla secunda pu-
blica;io manten o mesmo pede elevag&o; preu-
de-se a mesma idea, sustentada to vigorosa
quanto persuasivamente.
O ensino publico nio certamente cousa que
se deixe ao individualismo das vontades; elle
muilo importa ao futuro que se abre ao imperio
do cruzeiro, para que os poderes do estado o
deixem na iodifferenes, diversidade e at mer-
cantilismo em qae ora se envolve mais ou
menos.
Christios como somos, nao deixaremos de
substituir o que de paganismo conim o actual
systema de ensino pelo elemento moral e reli-
gioso derivado do christianismo.
Quem nao sent que a moral airouxa, a reli-
giao entibia-se e a sociedade manifest tenden-
cias para o estado esteriliaador do scepticismo
entre nos ?
E qual a cansa desse phenomeno, seno o in-
forme do ensino e o pessimo da educac&o T
E assim, vai-se a moral, desorganisa-se a so-
ciedade, perde-se a nacionalidade, e finalmente
lornam-se as leis impotentes, aobrelevaodo-ae
apenas a preconisacao dos melhoramentos ma-
teriaes.
Em conclusio digamos com o nosso amigo :
o Vai-se a moral.
o Negar o leitor, que certa rudeza de coslu-
mes, que signiQcava zelo do bro e da dignidade,
vai pouco e pouco perdendo-se, e surgiodo em
seu lugar a hypocrlsia, a depravada theoria de
que pouco importa ser, urna vez que se consiga
nao parecer ?
A sociedade desorgtnisa-se.
Nio vedes o que por ah vai de anarchieo
Como todas as nacoes de mrito, de virtude e de
patriotismo estio alteradas? Come lavra o scep-
ticismo ? Como a theoria dos factos consumados
campea ufana ?
A nacionalidade se perde.
a Tendes acorapanhado o rolar do nosso ro-
chedo colotiisador ? J vistes o templo protestan-
te da colonia de S. Leopoldo? Nio vedes como
os nossos colonisadores tanto se enfurece por
cruzar as ragas, at o ponto de proclamar-se o
requinte de urna subversiva tolerancia, at o
ponto dechamar-se a S. Paulo immoral ou uto-
pista?
Finalmente, as leis tornam-se impotentes.
O que a le, o que a propria constiluico
ntrenos?...
Qual ser o remedio ?
Uma boa educago ; desviar o elemento
mundano, filho do paganismo, assentar o ele-
mento moral e religioso, Olho do christianismo e
esperar na geranio que eoraeca.
Approvou o Exm. Sr. presidente da provin-
cia ad-interim alguns artigos de posturas, que
pela cmara municipal desta cidade lhe foram
submettidas, acerca do deposito de plvora e ca-
sas de fabricar fogo de artificio.
Taes estabeleciraentos d'ora avante s podem
assentar as estradas publicas, que desta cidade
se dirigem para Santo Antio, Pao d'AIho e Goian-
na, na distancia de 50 bragas deltas ou de qual-
quer edificacio, sem que o deposito exceda 50
libras de plvora, e nem conserve-se dentro dal-
les pessoa alguma depois das 6 horas da tarde.
Todava, permittida a existencia de uma pe-
quena casa margem da estrada para a venda
da plvora retalho, nio podeodo a porco desta
passarde 9 libras; para o que haver uma lata
af-rida pela cmara e carimbada pela polica.
Esta casinha deve guardar as condices daquellas
que servem de deposito, podendo ser de taipa
com barro puro, ou de parede de tijolo simples,
porm coberta com laminas de ziaco pregada ou
com telhas sobre as quaes haja uma carnada de
cal, e teodo uma s porta, em que estar o bal
cao para a venda de modo que nao posta shi pe-
netrar o comprador.
Nesses ailigos de posturas igualmente pro-
hibido o transito de plvora por deotro da cida-
de, sendo elle feito por agua.
A comraioaeso penal .pela centra venci respec-
tiva a prisao de 8 das e a multa de 309, du-
plicando na reincidencia.
De Garanhuns temos noticias at 5 do pas-
sado.
O delegado capitao Jos Pedro NolascoPereira da
Gaoba commandantedo destacamento de Aguas-
Bellas, acha-se no exercicio do seu cargo, e do
dia 23 foi capturado naquella freguezia o crimi-
noso Jos Joaquim dos Santos Prata, pronun-
ciado com muitoa oulros nos aconteotmentos cri-
minosos daquelie lugar par occasio das ultimas
eleicees
O referido Prata chegra no da 15 aquella
villa e acha-se recolhido cedis.
No dia t. do correte reassumio o Exm.
Sr. visconde de Camaragibe o exercicio da direc-
tora da facuIdade de direito dessa cidade.
Ao Sr. dr. juiz de direito da eomarca de Na-
zaretb foram concedidos 15 das de liceaca para
tratar de sua saude, com ordeosdo.
No dia 27 do passado eotrou em exercicio
do juizado municipal do Ouncury, o Dr. Pedro
d'Alcantara de Miranda Veras.
Por engae foi dado aob o nome de Anto-
nio de Freitas Barbosa quando devera ser Anto-
nio Barbosa de Freitaa, o pai dos pagaos qae
amanhia devem ser baptlaadoa no Carpo Santo
Enviam-aoa o seguinie :
Sr. redactor da Revista Diarfa,Oa morado-
res daa ras do Jardim e Largo do Forte, vesm
confiados nos boos desejos de Vmcs., reclamar
por intermedio de aua mei conceituada Revista
contra a negligencia dos empregados da compa-
ohia illumtnacio gaz, deixaado de accender.os
lampeos daa referidas ras s horas mareadas
pela compauhia, como fszem em algumas mas,
e sim fazeodo o contrario, obrigando-as I per-
maaecerem as trevas at 7 e meta horas da nc-i-
te : disertos, como sao esses lugarea e facis por
coosequeocia de ajuntamealoa e tambem aujeitaa
a execuco de quaesquer aioiatroa, urge, que ha-
ja alguma providencia a respeito. Com a publi-
cacao de nossa reclemaco, podem Vmcs. crer
com nossa sincera gratidio.
O numero daa tesas moras do matadouro
publico desta cidade, .foroecido pela contadoria
da cmara muoicipal, ex-oQicio.
Remelteram-nos os seguiutes aooetOS, que
damos leitura do publico :
polica uto, qu o africano Joao, escravo de
Francisco Guimaries ; a ordem de Dr. delegado
da capital 2, que sao as crioulaa Quiteria, escra-
va de Francisco Carlos BrsndSo e Sebaatiana,
escrava de Francisco de Souza Reg Monleiro ;
ordem do subdelegado de Santo Antonio 1 ; e i
ordem do de Murlbeca 1.
Mataoolro publico.
Mataram-se no dia 4 para o consumo desta ci-
dade 82 rezes.
' H0RTAL10A0E DO DA 4.
Antonio, 3 mezes espasmo.
Anna Constancia Llns. 56 annos, aolteira ; mo-
lestia no ulero.
Um preto encontrado morto na Ilha dos Ralos;
. 60 annos.
Sabina, 35 annos, solleira, escrav* ; anemia.
Luis Francisco da Conceicao, 30 annos, solteiro ;
a nazarea.
Henriqueta Maria da Conceicao, 40 annos, aol-
teira ; tsica.
Maria, escrava, 2 mezea ; convulaes.
Joaquim, 18 mezea; hepatile.
CONSUL&DO PROVINGUL.
Rclacio das casas abaiio mencionadas
qae so If re rain alteracoes no presen-
te lancamento feito' pelo lancador
Goelho, a saber:
Travessa do Focinho.
39. Bartholomeu Francisco de
dem 54. Irmandade do S. S. Sa-
cramento de Saoto Antonio, uma
casa terrea arrendada por........
dem 56.Luiz Gomea Silverio, uma
caaa terrea arrendada por........
dem 64-Aotonio Joaquim de Sou-
za Ribeiro, uma caaa larrea arren-
dada por..........................
dem 66. Joio Josa de Carralho
Jnior, uma caaa tarrea com um
sobrado no fundo arrendado por..
dem 102.Padre Jee Aotonio doa
Santos Lessa, ama casa terrea ar-
rendada por.......................
290*000
2763000
3001800
450JQO0
(Conlinuar-ia-a.)

320 32*00
680 688000
400 40*000
640 6sooo
1200 120*000
600 60*000
en
SONETOS.
D'entre oa.archanjos o mais sublimado
Goza oWo, Miguel, gloria mnente :
Mais formoso que o aol resplandecente
Daa legies celestes respeitado.
as victorias divinas celebrado
Foi de Deua o aula forte combtanle,
De Lucifer rebelde Iba eamaga a frente
volts ao Empyreo, em grasa abrilhsatado,
Opa honra, o poder immenso eolio gozaste,
O* Miguel! em prazer sempre constante,
E ante o Aliissimo tudo alcancatta.
No co, principe egregio a triumphante ;
Nos aliares de Deus, que tu firmaste,
N.
Souza, uma casa terrea arrendada
por............................... 800*000
dem 41.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 300*000
dem 43.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 300*000
dem 45.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 300*000
dem 51.Joio Caetano de Car va-
lho, uma casa terrea, arrendada
por............................... 300*000
dem 53.O mesmo, uma caaa ter-
rea, arrendada por............... 300*000
dem 550 mesmo, uma casa ter-
tea, arrendada por................ 300*000
dem 57.O mesmo, uma caaa ter-
rea, arrendada por................ 300*0000
dem 59.O mesmo, uma casa ter-
rea, arrendada por............... 300*000
dem 61.O mesmo, uma casa ter-
rea, arrendada por............... 300$000
Praia do Caldereiro.
N. 28. Ricardo Maurilio da Silva
Pavio, uma casa terrea, arrenda-
da por............................ 240*000
dem 30. Luis de Pranca da Gru
Perreira, uma casa terrea com so-
lio arrendada por................ 312*000
dem 32.Manoel Firroioo Perrei-
ra, uma casa terrea com aotao, ar-
rendada por...................... 264*000
dem 25. Joaquim de Farias Tei-
xeira, uma casa terrea arrendada
Por............................... 240g00O
dem 37.Francisco Garcia Chavea,
uma casa terrea arrendada por... 216*000
dem 45.Viu^a e herdeirosde Jo-
s Goncalves Perreira e Silva, uros
uma easa terrea arrendada por.. 168*000
Ra do Caldereiro.
N. 20. Joaquim Antonio de Oli-
veira, uma casa terrea arrendada
por............................... 168*000
dem 26.Viuva e herdeiros de Jo-
bo Goncalves Perreira eSilva, uma
casa terrea arrendada por........ 192*000
dem 44. Manoel Perreira Antu-
nes Villaje, uma casa terrea ar-
rendada por...................... 240*000
dem 54. Amorim & Irmio, uma
casa terreararrendada por........ 300*000
dem 60 Francisco Jos Viaona,
uma casa terrea arrenda por..... 168*000
dem 70.Marta dos Prazeres de Je-
ss, uma casa terrea arrendada
por......................,........ 300*000
dem 70. Manoel Perreira Antu-
nes Villaas, uma casa terrea ar-
rendada por...................... 240*000
dem 80.Thoraaz de Aqumo Fon-
seca, uma casa terrea arrendada
Por .............................. 240*000
dem 82. Joaquim Luiz Vieira e
outros, uma casa terrea arrenda-
da por............................ 300S000
dem 13. *- Francisco Antonio das
Chagas, uma casa terrea arrenda-
da por............................ 120*000
Travessa do Monteiro.
N. 8. lanoel Antonio de Jess,
uffjj kterrea arrendada por.. 192*000
Merrjl mesmo, uma casa ter-
TeanrWdad por....... ........ 192*000
dem I.Jos Jacome Tasso Jnior,
uma casa terrea arrendada por... 144*000
dem 13.Joio Halheus, uma casa
terrea arrendada por.............. 60*000
dem 15.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 60*000
dem 17.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................. 60*000
dem 19.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 60*000
dem 21.0 mesmo, ama caaa ter-
rea arrendada por................ 60*000
dem 23.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 60*000
dem 25. O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 60*000
dem 27.O mesmo, uma caaa ter-
rea arrendada por................ 60*000
dem 29.O mesmo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 60*000
Ra do Alecrim.
N. 22.VigaTio Simao de Azevedo
Campos, uma caaa terrea arren-
dada por.......................... 240*000
dem 26. Jos Francisco Lavra
Peona, uma casa terrea arrenda-
_ oa Pr............................ 240*000
dem 30.Antonio Moreira de Men-
donca, uma casa terrea arrenda-
da por............................ 240*000
dem 43. Manoel Peteira Lemos,
uma casa terrea arrendada per... 180*000
dem 57.-Aotonio Nobre de Al-
meida, uma caaa terrea arrendada
.Por............................... 144*000
dem 59.O meamo, uma casa ter-
rea arrendada por................ 144*000
dem 75. Joio Francisco Pontea,
uma easa terrea arrendada por... 144*000
Travessa do Caldereiro.
N. 3.Francisco Jos Viaona, uma
casa terrea arrendada por........ 144*000
Ra das Cinco Pontea.
N. 12. Victorino Domingos de
AbreuMaia, om sobrado com uma
loja e 2 andares arrendado por.. 910*000
dem 18.Jos Rodrigues de Arau-
io Porto, um sobrado com uma lo-
ja e um andar, arrendado por.... 703*680
dem 22 Manoel Jos Carneiro e
Anna Pericia de Souza Rangel,
uma casa-terrea arrendada por... 251*000
dem 24.Herdeiros de Caetano de
Carvalho Raposo, 1 sobrado com
uma loja e um andar arreadado
por................... ........... 360*000
dem 32. Henrique da Silva Mo-
reira, um sobrado com uma loja
e uu andar arrendado por........ 540*000
dem 86.Miguel Joaquim da Cos-
ta, um sobrado com nasa loja a
um andar arreadado por.......... 800*000
dem 44. Feliciana Custodio de
Oliveira Lima a Antonia da Cod-
eei^io de Oliveira Lima, aas so-
brado de um andar arrendado por *44*00O
dem 9. Ordem tereeira do Car-
ao, una ctta'tefrta arrenUada
300
390
108*000
40*000
40*000
3-2*000
60*000
30*000
32*000
320 32*000
Aveli-
Relaco das pessoas qne foram conec-
tadas na freguezia da Boa-Vista para
o imposto de 20 por cento do consu-
mo "agurdente, no exercicio de
1861 a 1862, pelo lancador Goelho.
Ra da Imperatriz.
Numero 4. Jos Fernan-
dos Pires : .
dem 22. Jos Faustino de
Lemos .......
dem 54 A. Jos Antonio
Pereira.......
dem 70.Joaquim Coelho
d'AImaida......
Praca.
N. 17. Jos Domingues
da Costa ......
dem 21.Jos Jorge Per-
reira........
Ra da Conceigo.
N. 6 Paulina Ferreira da
Coala........1*080
Ra do Arago.
N. 8Jos Duarte Couli-
nho....... 480
dem 36.David Martina da
Silva Borges ... 400
Ra da Matriz.
N. 54 Antonio Joaquim
Ferreira Porto..... 320
dem 27 Jos de Souza
Braz......... 600
Ra da Ponte Velhs.
N. 39 Antonio Alves Vil-
lela ........
N. 33 Ferreira & Silva.
dem 92 Jos Rodrigues
Peitoto & Companbie. .
Praga da Santa Cruz.
N. 4 Joao Luiz Ferreira
Ribeiro.. .
dem 12 Aotonio
no Leite Braga .
dem 46 Manoel Jos de
Brito Barreiros ....
Rui da Santa Cruz.
N. 6 Antonio Fernaodea
Lima........
dem 74 Jos Antonio
Ferreira Vinhas.....
dem 1 Francico Ferreira
da Silva.......
dem 7 Luiz Moreira da
Silva. ,......
dem 9 Antonia Fernao-
des d'Azevedo.....
dem 11 RI08& C .
Ribeira.
N. 13.Joaquim Fernandes
da Silva |& C.....
Antonio Cardozo d'Oiiveira.
Manoel Das Coelho .
Ra de S. Gonjalo-
N. 25. Joio Marques de
Souza Coulioho .... 200
Ba dos Coclhos.
N. 13. Jos Pereira d'Al-
cantara Brandio 500
Ra do Rosario.
N. 2 Joo da Silva Augus-
to.........
dem 54.Antonio Martina
de Carvalho Azevedo .
dem 56.Azevedo & Coelho
dem 41.Joio Antonio Bra-
ga da Silva......
dem 51.Manoel Luiz Ri-
beiro. .......
dem 53.Jos Luix Alves
Viltela (Nao vende). .
Ra dos Pires.
N. 34.Azevedo & Oliveira.
dem 38. Joio Marques
Fernandes ,.....
N. 84.Joaquim Domingues
Fernandes.......
Ra da Aurora.
N. 48.Custodio Alves Ro-
drigues da Costa. .
dem 54.O mesmo. .
dem 74Souza Almeida.
dem 82Jos Gomes Lou-
relro .,..-..._
Ra do Camarn
N. 13. Miguel Jos da
Silva.......................
Hospicio.
N 28.Jos Rodrigues Pei-
xolo.....................t.
Ra do Sebo.
N. 54.Joaquim Fernaodea
dos Santos.................
dem 23.Manoel Perreira
Fialho.....................
Ra da Sledade.
N. 13 A.Jos Maria Sodr
da Molla.................. 240
Ra do palacio do Bispo.
N. 30.Bernardino Jos da
Costa .....................
dem 38. Jos Francisco
Ceza r......;................
dem 40.Sara!va & Souza.
dem 46. Francisco Jos
Fernandes Prea...........
Travessa de Joio Fernandes Vieira.
N. 14. Alalyba Cesar do
M Acta da tereeira sessao da eommaio
de Exposico dos prodnetts agrco-
las e indos tria es desta provincia,
e das que loe to limitropes on Uve
feam mimas.
Reunidos todos os maaabrsa da eeaaailaee, a
excepcao dos Srs. bario ds Martbsce, Dra. rr-
tella e Barros Brrelo, e Perreira Barga*, amasia
de auaa sesadas la 7 horas da atesta da 20 da
crrante, e achaado-ae presenta a Esa. presi-
dente da provincia, o Sr. presad este da commis-
so declaroa aborta a tesis.
Foi lids e approvada a acta da eeaaae antece-
dente, o paaaoa-se aa
EXPEDIENTE.
Foi apresentada pelo Sr. comtaendador Maaoel
Goncalves da Silva, e lids ama carta qas ds capi-
tal da provincia da Parabiba lhe dirigs Frsele
co AUes de Souza Carvalho, datada de 23 da cor-
rete, em que este lhe diz que naquella provin-
cia j ae acha nomeada uma comaaisiio de asta
membros, da qual fas elle parte, para agenciar
oa productos agrcolas a iadvstriaee qae test da
ser expostos oesta cidade em 7 de neveasbro
vindouro, e que naquelle da easa coa
farla sua primeira sessio.
Nio havendo mais expediente, pasaos
raisso a seus trabalboa.
O Exm. presidente da provincia comaasaicos
que baria recebido officio do presidesU da pro-
vincia do Rio-Grande do Norte em qae esta Iba
dizia que ji estar culdinio ds asailisr s csaa-
missao da exposieio desta provincia fasead qsa
para esta concorra o autor na mero poaaivat da
productos.
O S.. commendador Manoel Goncalves da Silva
apresentou orna relacio de diversas patease rea-
700 70*000
400 4O$0GO
640 z. 64*000
320 32*000
800 80*000
600 60*000
400 40*000
680 500 68*000 50J0OO
300 500 500 308000 50*000 50}000
20*000
50*000
640 64*O0
320 400 32*000 408000
320 323000
320 32*000
*
320 32*000
500 50*000
480 43*000
320 320 500 32*000 41*000 50*000
.600 60*000
900 90*000
800 80*000
320
240
32*000
24*900
24*000
500 50*000
700
1000
70*000
100*000
700 70S000
Espirito Santo.............
dem 38.Jos Marques da
Souza Couttoho............
dem 64.Marianno Jos Pa-
veo........................
Ra do Socego.
N. 44.Miguel Jos da Costa
dem 52,Lino Antonio Sa-
raiva.......................
dem 29. Bernardo Gomea
de Souza..................
dem 43.Aotonio Jos da
Costa......................
dem 49 Joaquim Machado
da Silva...................
Ra da Traicao.
N. 2.Gregorio Ferreira de
Miranda...................
Sabida para Belm.
N. 6 A. Joio Bsplisla da
Silva...................... 120
Ra do Colovlo
N. 1.Maximino Martina da
Silva Braga................'
dem 49.Joo Joa Lopes
da Silva...................
Mondgo.
N- 32.Antonio Corris dos
OSMIOS ". ..."...'.'...... .
dem 97.Joaquim Fernan-
des doa Santos.............
Ra da Passagem.
N. 21.Manoel oncih es de
Barros.....................
dem 10. Antonio da Silva
Santos....................
Ra Real.
N. 9. Manoel Correia do
Nascimento................
dem 63,Joio Antonio Car-
pinieiro..................
Ra da Esperance.
N. 26 Gregorio Joa Gar-
ca. .......
dem 33.Joao Antonio P-
rea de Moura.....
dem 37.Francisco Antonio
Alvos Texeira.....
Ideml.Manoel Andr Ba-
aUr> s a
15.Inlonio Joaqnlm
a o Silva, .
'.Jeronymo Fran-
Ferreira. .. ?
Ra daa Nymphas.
edro da Hora San-
160 16*000
240 24*000
320 32SO0O
320 32*000
360 36(000
320 32*000
400 40*000
denles em engeahos desta provincia a qssa
via dirigido circulares para que auxiliaste
o concurso de seus productos ou doa qsa
sem agenciar a coramissio eocarregada do asa
exposieio; e o Sr Figaeirda tambem aprstalos
uma retalio de arliatas a quem te havi* dirig Jo
para o mesmo Om, e uma exposico do qss ha-
via feito para bem desempeohar as funeces da
que se tioha encarregado.
O Sr. Dr. Sarment participen qua o Sr. Joa-
quim Pires Carneiro Monteiro, oio podera partir
para o eogenho Conceicao da provincia da Ala-
gdas por causa da morte de aas pai; masque
escrevera ao Sr. Jos Ignacio de Mondones asiaaa^
do-o para levar a effeito o asa totento, s partici-
pando lhe que o Exm. presidente da provisteia
o auxiliara com algum eogenheiro as instru-
mentos de que podesse dispor. Participan
tambem que na exposieio haveria amostras da
lioho de ces e de grvala, e bem assim ds sail
preparado com a planta natural qas ae escontra
em nossos mallos.
0 Sr. Dr. Gervasio Campello, ponderando qas
nio haveria nem tempo sufficieols pora qss
exposieio concorressem bastantes productos,
como lodos reconhecem, nem inconveniente para
que fosse espadado o dia designado para a sua aber-
tura, propz que, por ioiermedio do Exm. proal
dente da provincia se dirigase a com musas aa
governo imperial aflm de que eate espesete a
exposieio, sendo slo approvado, pasess-ss a
cuidar da redaeco do officio que tioha da tac
dirigido a S. Exc.
O Exm presidente da provincia commanieou
que, lendo percorrido, sm companhis da eage-
nheiro director das obras puolicas, o lado direito
do pavimento terreo do palacio do goTeroo qss
elle havia destinado para s exposico, recoohs-
cera que nio offerecia as acommodacoes precitas,
e que, teodo encontrado melborea ditposapoea
no lado esquerdo do mesmo pan ment, sao qua
funeciona a secretaria da presideocia, por cosa-
lar de salas seguidas e terem algumas ssUslss
que podem servir para os objectos a expdr des-
tinara essa parte do palacio para o fim dese-
jado.
Nao havendo mais nada da qua as oeeupsats
a commisso, o Sr. presidenta encerrou pelas
oito horas e meia da notte a sassio, ds qual ou,
como secretario, lavrei esta acta.
Sala das sessOes da commisso, do palacio do
governo de Pernambuco, 26 de setembro ds
1861.
Visconde de Suassuna.
Dr. Joaquim d'Aquino Foiueca, *
Secretario.
Joaquim Pires Machado Porlella.
Secretario.
Illm. e Exm. Sr.A commisso encarrsgada
de dirigir a exposi;ao dos productos ioduatnaea
e agrcolas desla provincia e outras limitrophes
reconheceu desde as primeiras tentativas, que
fez para levar a effeito a incumbencia, qu- aiu-
mio, que a exiguidade do tempo torna quaai
absolutamente impossivel e desempenbo desta
encargo.
As distancias sio realmente insuperaveis eaa
lio curto espago de tempo, e os artistas desani-
man! por nio Ihes ser possivel dar osase arte-
factos a necessaria perfeicio.
Esta commisso considerando que a exposico
de Londres s se abre em maio do anno futuro,
que bastara que do Braail parlara no maz de abril
oa objectoa destinados a esas exposi;ao, jslga
possivel sem Inconveniente para o resultado, que
se intenta conseguir e antes com grande vanta-
gem adiar mesmo at o fim de desamoro a refe-
da exposieio era Pernambuco.
Se esta coramissio luta j com difflculdadet
invendris por causa da exiguidade do tempo,
quanto maores nao serio ot embaracoe, em qas
ter de se haver a commiaso da provincia do
Para, onde aioda hoje uo chegou oem o primei-
ro aviso para essa exposico ?
Por estas coosideracoes decidi esta commisso
quo V. Exc. se olficiatse para qae houvesse ds
representar ao governo imperial obre a conve-
niencia de espacar quanto fr possivel o dia
da abertura da referida eipoaico nesta pro-
vincia.
Deua guarde V. Exc.
Sala dassessOes da commisso de exposico no
palacio do governo 26 de setembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Antonio Marcelino Nuoes
Goncalves, presidente da provincia.
Visconde de Suassuna.
Dr. Joaquim d'Aquino FonMcm,
Secretarlo.
200
800
1000
400
320
320
200
200
640
1
320
320
320
320
320
BALANCETE DA RECEITA E DESPEZA DA C-
MARA MUNICIPAL DO RECIPE MO MEZ DE
JANEIRO DE 1861.
20$000
12*000
80S0O0
100(000
405000
32*000
32*000
20*000
20*000
64*000
32*000
32JO0O
32(000
32J0QO
32*000
32*000
Saldo em 31 de dezembro de 1860.
Exercicio de 1860 a 1861.
Imposto de cordeacoea e lieeocaa
79 a 92...........................
dem sobre fogo de artificio 36 a 41.
dem de 40 rea por p de coqueiro
1 a 3.............................
Mullas mpottas pelo fiscal do Re-
cite 9 a 19.......................
dem impostas pela secretaria da
polica 18........................
dem impostas pela delegada 8....
dem pelo cdigo criminal 1.^.....
Predioa municipaea (Praga ds Inde-
pendencia 1 s 13.................
Ribeira de S. Jos 15 a 19........
dem da Boa-Vista 7 e 8..........
2 por cento sobre depsitos 2 e 3..
Cemiterio publico 4................
Extracto de 1859 a 1860.
Imposto de esubelecimentos d fre-
guezia da Boa-Vista 231.........
Multas pelo regiment de 26 de
agosto de tsl 468..............
Predios municipaea (Praga da Inde-
pendencia) 44 a 57..............
Exereieio do 1858 o 1859.
Predios mooicipaea(Praga da Inde-
pendencia) 74 75..............
uus mesas oe nevamnrs
miw ............
AluguW>do PaedTr; 1..............
Eipedieateatasaaaasoee 5........
Ordenados dos mezas de novembra
1
Tribunal drl
Cuatas erim
BEEasssB^jiBBBBBVa DO....tBjjadjj,
e dividas pauivaa 80 a 33
publico 4............
Saldo em 31 de jane.ro
Receitm.
4:074*941
76*060
24*000
181*010
190*000
10*000
3*000
24*160
1:7419856
361|99a
31*300
5*500
1:065*100
2*000
4*000
1:380*928
217*700
9:393*747
Detpiumj
SUfOOO
144J00O
5:03212*1
345*430
23*010
**8M
1:281*300
7:417*107
1:976*240
t* ,w*3UP*
0400*747
Cmara muoicipal do Recife, 5 ae fevereiro
de 1861.
O Proco radot,
Jora* Vietor Ferrrtr* efe*.
II
r-*#%r\ /r-i L



Ull >1 NKUUUUCO. ^ SilBADO 6 DBiCUlURft 1 ltl
m
2
Communicados.
A companhia. braslletra de paque
tea a vapor.
Kioguem ha que pona coateitar de bo f ot
inmensos servtcos que a companhia brasllelra
de paquetes a vapor tem prestado ao pas ieade
poca da sua encorporagao at o presante, do
loogo periodo do viole o quatro anuos. Nos pri-
pieiros tempos de aua vida, tempos verdadetra-
neote calamitosos da trisliuisaae recordacoes,
a campanada braatleira prestan ao goveroo do
paic uaaa poderosa coadjavacio para manter a
ordem publica em diferentes pontos do tmperio :
no Para, em Maraohio, em Alageas, em Sao
Paulo e Minas, do Rio Grande do Sul e ltima-
mente neata provincia. Com um pequeo exer-
ctto mal organisado, o Brasil tea de soffrer mal-
ta maiores calamidades, ae o goveroo oio tivesse,
nos paquetes da companbia, um meio prompto
e com modo de transportar a forca necessaria para
conter, ora aqu, ora all, o espirito da anarchia,
que se desenvolver durante a menoridade e que
puoha era perigo as instituyes juradas e a inie-
gridade do imperio-
A rapidez daa communicacoes oQlciaes anda
um poderoso elemento para o bom governo de
um estado, cuja populagao se sena dissiminada
Eor um vaalissimo territorio. Por estelado tam-
em a companhia tem sido o braco diroito da
adminiatracio do paiz.
A rapidez de commuoicacoesaa certeza e re-
gularidade aproveitam tambem grandemente ae
commercio; e o commercio de cabotagem do
Brasil deve i companhia de paquetes a activida-
de aoimacao que tem adquirido oestes ltimos
Tinte snnos.
Os commodoj, que nao offerecem os navios de
vela*, e que se encontrara nos paquetes a vapor,
sao um incentivo para multiplicar o numero dos
viajantes. As viageos, a mormenle as que se
fazeaa a bordo dos vapores, onde se rene de
ordinario urna sociedade eacolhtds, sao summa-
xnente instructivas, e nellas te adquirem muitas
relaces.
Finalmente o progresto e a civitisago do paiz
sao em urna boa patte devidoa companhia bra-
aileira de paquetes a vapor, por que tanto o
prognato como a civilisagao dependen) da manu-J
teogao da ordem publica, da boa admioistrago4
do paiz; da exleosio do commercio e da indus-
tria e do espirito de sociabilidade, e para tudo
isto tem coocorrido a companhia brasileira.
Ora, tendo isto assim, (ora de duvida que
ao governo compre, pelo iotoresse geral, suii-
liar a companhia por todos os meios legaes ao
aeu alcance, afim de que ella se ache nat con-
digoes da continuar a prestar sarvicos ao pait.
A companhia tem, oestes ltimos annos, tem
paasado por grandes embarazos para salisfazer
as coodicea do ultimo contracto feilo com o go-
verno. Obrigada a manter a navegacao com va-
pores grandes, que demaodam despezas extraor-
dinarias e nao podem ser compensadas pelo sub-
si lio e pelos rendimentos de (retes e passageiros,
a companhia necessita de mais largo auxilio dos
cofres pblicos. _
Deas queira que o goveroo, reconbecendo a
utilidade da companhia e a necessiJade indecli-
navel de a manter, trate de alcanzar do poder
legislativo os meios necesaarios para a subsidiar
convenientemente.
Recite, 3 de outubro de 1861.
C.
Desesrrsgam hoje 8 de
Brigue porluguezM irgaridamercado :iis
Bsrea inglesaStellalijlos.
Barca americanaUoiaomercadorias.
Brigue inglesBarckhillferro.
Escuna inglezaPrincipo Realo resto.
Brigue americanoF. Curhiogcarvio.
Brigue haooverisooJpitercarne de charque.
Becebedoria ele rendas Internas
geraes de Peraambuco.
Rendimeoto do dia 1 a S *087*942
iJdem do dia 4......i 945*828
3M3*770
Consulado
Rendimento do dia 1 a
[dea do dia 4 .
provincial.
9:083*645
3:411*380
114949025
MoTimento do porto.
Navios entrados no ia 4.
Rio-Grande do Sul22 das, brigue nacional
Hafra, de 270 toneladas, capilo Joaqntm Ra-
mos de Oliveira, equipagem 13. carga 10,000
arrobas de carne secca ; a Amorim & Irmo.
Rio de Janeiro15 das, galera americana Well-
fieet, de 1,353 toneladas, capito Getvry, equi-
pagem 24, carga gneros, ao capilo. Velo
refrescar e segu para New-Yotk.
e> o a> m i
? \Bont'
r W I_______

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Ti
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Dirseo.
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ffygromttro.
| Cisterna hydro-
metrica.
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o
la
i Frtxnctz.
s
s
os
o
I
S M.e I __________
A noilo clara, vento ENE regular at ao ama-
ohecer que rondou para o terral
OSClLLACAd DA HAR*.
Preamar as 4 h 30' da tarde, altura 7, p.
Baixamaras 10 h 18' da manha, altura 0.8 p.
Observatorio do arsenal de marioha, 4 de ou-
tubro de 1861.
Romano Stepplb,
1. secretario.
itaes.
Ao lHm. Sr. major Vicente Ferreira
Padilha Calumby.
Quaodo o governo faz urna oomeaco como
do Sr. major Padilha para delegado da comarca
do Bonito, o homem apreciador da ordem e da
justica nao pode deixar de levantar a voz, para
mesmo de looge agradecer um presente to apro-
ciavel, que ura governo moralisado digna-se en-
viar um poro, que realmente merece ter como
autoridade esse modelo de justica, esse cidado
probo e honrado.
A nomeaco do Sr. Padilha nao foi sement
applaudida pelos de sua poltica, mesmo os
seus adversarios partidarios a reconheceram mui
digna.
O Sr. Padilha tem dado exuberantes provss de
seu animo justiceiro, de seu carcter incapaz de
aervir de instrumento, ainda mesmo ao seu maior
amigo, ou de exercer despaitosamente a sua au-
toridade, como aqui teem praticado autoridades,
que suppdem que goveroar viogar-se de seus
desaffectos, 6 prostituir as respeltaveis dispusi-
eres das leis, e finalmente flagellar a humani-
dadel
Voa por ahi ama noticia, que, o Sr. Dr. Lou-
renco Jos de Figaeiredo, juiz de direito interino,
est, pouco latisteito com a nomeaco do Sr. Pa-
dilha ; nao sei se certa; verdade que o dito
Sr. Dr. Figaeiredo hootem dirigio-se cmara
pediodo informales, se o Sr. Padilha tem seu
engeoho em trras proprias, se tem nelle casa
de morada, se tem de que subsistir e analmente
ae a cmara tem dado algumas io(ormacu ao
goveroo contra o Sr. Padilha : essa oxigenen nao
parece ser em beneficio do Sr. Padilha, a quem
desaffecto o Sr. Figueiredo: mas ser o Sr.
Padilha indigno da delegada do Bonito por ser o
seu eogenho em trras nacionaes, por nao ser
talvez muito boa a ana casa de morada, por nao
ter elle abura lo de bens da (orluna, e por ter a
amara urna vez informado contra este ao go-
verno ns qaestao das Ierras de seu engenho? e
de que animo estaa acamara nesse tempo para
com oSr. Padilha, mesmo por motivos polticos?
se o Sr. Padilha por essas considerarles in-
capaz de ser delegado de polica, (oo enten-
der do Sr. Dr. Figueiredo) ainda mesmo possuin-
do as nobres qualidades, que adornara a sua pes-
soa, e as hibilitacoes a toda a prova adquiridas
pela sua applicaco e actividsde, eotao no Bonito
sero bem raros os capazes de oceupar dito em-
prego. Nao vou mais longe porque o Sr. Padilha
nao precisa deatas minhas liberaes manifestac,oes
para provar seu carcter conspicuo e mui dis-
tancio.
Queira oSr. major Padilha aceitar os parbaos,
que sinceramente Ihe di um amigo, que bem
longe de offender a sua modestia, nada mais diz
que a verdade pura.
Bonito 23 de selembro de 1861.
/. C. C.
Correspondencias.
Senhor.es redactoret.Haveodo minha familia
embarcado no dia 3 do correte, em um dos
wagons da estrada de (erro, e leodo para esse tira
comprado previamente os competentes bilhetes,
acooteceu que no wagn em que vinha minha fa-
milia, estivesse bastante cheio, e procurando ac-
commodar-ae melhor, preferio outro de ordem
superior, sob a cond'c.o de pagar o accrescimo
CODveociooado.
E' oeste momelo que compareceu o Sr. Cotia,
ompregado daquella ealacao, querendo pdr lora
a familia, e Uto por um modo ioaultuoso e com
palavras pouco proprias de bomem que se presa.
Alm disso, aenhores redactores, exigiram pela
passagpm de 3 pesssoas em 2.a classe, a quantia
de 19*500, a pretexto de que se o nao uzease per-
dera a viagem.
Concluirei pediodo ao Sr. chefe daquella esta-
cao providencias para que faja cessar semelhan-
ies abusos, e mandando restituir aquillo que do-
mis houve de rsceber esse empregado, pouco
zeloso de seas deveres.
Com a publicacao desla liabas, senhores redac-
tores, muito grato Ibes Acar
Umbtlino Bandeira de Mello.
EsUco da-Villa da Escada, 4 de outubro d
1861.
COMMKKCIO.
Novo Banco de Pemambuco.
O banco paga o 7* dividendo de 12#
por accao, relativo ao semestre lindo
em 31 de aBOxiorsoagomp otpsd
provincial de Per-
de 1861.O secre-
Alfaadea;a,
tendimento do dial a 3 .
dem do da 4.....
77:147*205
26:348j65
103 495*000
Hovlmento da alfandega.
VoUmesentradocomfazendas..
' t eom geoertis.. 33
Volamos sahldos eom fazeadas.. 132
f > com gneros.. 675
O Dr. Eroesto de Aquioo Fooseca, cavalleiro da
ordem de Christo, iuiz de orphoa e ausentes
da cidade do Recite e seu termo, por S. H. o
Imperador, que Deus guarde, etc.
Fago saber que por este juizo ser arrematada
por tres pracas consecutivas, o arreodameoto
por um trieooio da casa da raa do Creapo o. 14.
aerviodo de base & arremalacao o prego annual
porque est arrendada de 2 000*000, sob aa cou-
digoes exaradas no escripto que se acha em po-
der do porteiro deste mesmo juizo Amaro Anto-
nio de Paria.
Eayara que chegue ao conhecimento de quem
interessar possa maodei passar o presente que
ser publicado pela impreosa e affixado no lugar
do costume.
Dado e passado sob meu sigoal e sello ou va-
ina sem sello ex-causa.
Cidade do R-cife de Pemambuco 1 de outubro
de 1861 Eu Floriaoo Carreia de Brito, escrivo,
o fiz escrever e subscrevo.
Ernesto de A quino Fonieea.
O Illm. Sr. inspector da> thesouraria pro-
vincial, em cumprimeoto da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 2 do correte, maoda
fazer publico, que a arrematagao da obra da bom-
ba que tem de aer construida, prxima ao enga-
nho Paulisla, na estrada do norte, ter lugur no
dia 7 deste mez, e nao a 10, como se acha an-
ounciado.
E ptra constar se mandou afllxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria
nambuco, em 4 de outubro
tario,
^^ A. F. d'Annunciaco.
O Ilisjkr. insptetor da thesouraria pro-
vincial, euWInude da resolugo da junta da fa-
zeoda, manda fazer publico que a arremalacao
dos concertos de que precisa o aditicio em que
(uocciooa o collegio dos orphaos de Santa The-
reza em Oliada, Qcou transferido para o dia 10 do
correte.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, em 4 de outubro de 1861. O secre-
tario,
Antonio F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimeoto da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 27 de selembro prximo
lindo, maoda fazer publico que no dia 17 do cor-
rete ae ha de arrematar a quem por menos flzer,
o foroecimeoto dosobjectos precisos ao collegio
dos orphaos, os quaes vo abaixo declarados.
Agua por mez........ 19ffl00
Azeite de carrapsto e velas de car-
nauba idem........ 39JO00
Lavagem, engommado e concert de
roupa idem........ 55*000
A arrematarlo ser feita por tempo de seis
mezes, a cootar do 1. de novembro do correte
a 30 de abril prximo futuro.
As pessoas que quizerem fazer dito foroeci-
meoto, comparecam na sala das sesses da junta
da (azenda, no dia cima declarado, pelo meio
dia, o competentemente habilitadas.
E para constar ae mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario-
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
aambuco 2 de outubro de 1861.0 secretario,
A. F. d'Aanunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para conhecimento
dos interessados o artigo 48 da le provincial n.
510 de 18 de junho do correte anuo.
Art. 48. E' permitlido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquer tempo an-
terior a data da preaente lei independan!. de
revalidaco e multa, urna vez que os devedores
actuaos deste imposto, o fagam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, oa que oo o fizerem ficarao
sujeitos a revalidaco e multa em dobro, sendo
um tergo para o denunciante. A thesouraria
far anouociar por edital oos primeiros 10 diaa
de cada mez a prosete disposigo.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
aambuco 8 dejulho de 1861.O secretario,
A F. d'Aununciacio.
O Illm Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, nm cumprimeoto da resolugo da junta
da fazenda, manda fazer publico, que aa arrema-
tarles dos concertos da cadeia da villa do Cabo,
e bomba do engeoho Pauliata na estrada do nor-
te, foram transferidas para o dia 10 de outubro
prximo viodouro.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial da Per-
aambuco 28 de setembro de 1861.O sacretario,
Antonio Ferreira d'Aooaoeiacio-
A cmara municipal do Recife taz publico
para eboheetmeolo de seus munieipos o offlcio
abaixo transcripto,que receben do Exm. presidente
da provincia, e couvida-os a que, prestando toda
a alinelo para a recommeodajo de S. Exc,
fagam de aua parte quaato lhee for poaatvel para
que a callara do algodao, e do trigo este muni-
cipio se desenvolv de modo que possa dar nm
resultado satisfactorio, visto como ptM diseles
que se tem mnifestado nos Estados-Unidos da
America do Norte, a cultura deatas geaeroa dovo
neeesaariamente proporcionar grandes vantageos
1 quelles que i ella se dedicaren!.
8071 A meima carama, pou, espora de mus muai-
cipes qie'nSo deixario de attender 4 esta recom-
ranodagio, empregaodo seus esforcos para to
til tai do nal grandes vsatagtos devea resul-
tar para o paiz.
Fago da cmara municipal do Iteclfe em aeaaio
ordiaaria de 16 de setembro de 1861.Luix fran-
cieeo de Barros Reg, presidente.Francisco Ca-
nuto da Boaviagem, offieial maior servindo de
seoretarto.
OtiarU sacgio.r-Palio do govsrao de Per-
naabaeo ana 10 de actOmbro de 1861.
A cmara municipal da cidade do Recife j de*
ve ter noticia Has diseocOes civis, que actual-
mente agitara oa Estados-Unidos da America do
Norte, e que a guerra eotre elles atoada, oo po-
de deixar de ter prejudicado grandemente todos
osseua trabalhos agrcolas, resultando d'ahi, co-
mo fcilmente se comprehende, n&o s a escas-
sezdos artigos desua produego, aeoSio tambem,
e como conaequencia rreceaaaria a elevago do
prego de cada um delles.
Sendo os Estados-Uodos da America do Nor-
te o paiz, "onde aa exporta a maior parte do al-
goSo que alimenta aa graodes manufacturas da
Europa, e especialmente as da Inglaterra, e bem
assim o trigo coosumido do Brasil, a Iota, que
boje pertuba quelles estados, deve necessaria-
mente acarretar urna crise, que de receiar nao
ae faga esperar muito, por iaao que, segundo in-
formaces minuciosas, se ha verificado que a cul-
tura do algodio oaquelles paiiea tem defiohado
consideravelmente, e a exportaco do trigo, e de
outros cereaes para o Brasil tem decrescido tam-
bem na meama proporcio.
Convido prevenir aa serias difficuldades-que
semelhante eatado de cousas noa pede-trazer,
vou chamar sobre assumpto tao importante a at-
lengo da cmara municipal da cidade do Recife,
para que dando mais ama prova do aeu patrio-
tismo, procure persuadir aoa lavradorea, seus
munleipes, a conveniencia, ou aotes a oecessida-
de, de se promover oa maior escala possivel
oio so a cultura do algodo, que esta provincia
j exporta, mas oo em quaotidad correspon-
dente fertilidade e prosperidade do terreno,
seoao tambem a do trigo, que lio satisfactoria-
mete produz oesta provincia, como o tem1 de-
monstrado diversas experiencias, ponderando-
lhes ao mesmo tempo a opportuuidade que as
circunstancias actaaea lhes proporcionara deau-
ferirem grandes vaotageos e lucros cerlos dos
esforgos, que empregarem nesse numero de in-
dustrias.
O oosso algodio, por sua qualidade superior,
goza do maior aprego e procura dos mercados ei-
Iraogeiros, e o trigo que agora convm cultivar,
como orna medida de prevengo, pode vir a ser
mais urna (oole abundante de riqueza, que lo-
demoisando generosamente os sacrificios que
hoje fizerem oa oossos lavradorea desenvolver
oa recursos do paiz e augmentar no futuro o
bem estar da populacho.
Esta presidencia confia que a cmara munici-
pal do Recife, acompaubando o goveroo oeste
peosameoto, se sentir bastante animada para
promover por todos os meios ao seu alcance o
maior desenvolvimeoto possivel da industria
agrcola do aeu municipio, relativamente cultu-
ra dos dous geoeros, que me teoho referido,
cumprindo que me d coohecimeoto de quaoto
r obleado em desempeoho das recommeods-
edes, que lhe ficaro transmitidlas. Antonio Mar-
celino Nunes Gonralvts.
A cmara municipal da cidade do Recife faz
publico para coohecimeoto de seus muuicipes
que receben do Bim. presidente da proviocia o
officio abaixo transcripto, ao qual acompanba a
relagao dos productos, que podem sor apreaenta-
dos oeste municipio, e eapera que todoscoocor-
ram para que o convite do goveroo da provincia
produsa o desejado eTeito, e esli prompta a dar
todos os esclarecimentos, e apreseotar todo o au-
xilio, que della depender para que se realise tao
til enaaio, o qual ter lugar 00 dia 7 de novem-
bro prximo futuro, como faz certo o segundo
officio de S. Exc. de 13 do correte, tambem a-
baixo transcripto.
Pago da cmara municipal do Recife. em ses-
sao ordinaria de 16 de setembro de 1861.Luiz
Francisco de Barroa Reg presidente, Francisco
Canuto da Boa-viagem offieial maior servindo de
secretario.
Pela subdeWgaola desta (reguezia ol reco-
dado i caaa de detencao o preto Aleceodre. que
dase aer escravode Francisco JonqutqL orador
no gehhn Algdoats: quem far senlvnrdadei-
ro dono comparaca neate luito para Ihe ser en-
tregue.
Subdelegada da (reguezia de Santo Antonio do
Recite 1. de outubro de 1861. O subdelegado,
Villaca.
Pda masma subdelegada ui reclhido Mauri-
cio, que disse aereacravo de D. Seohorioha de
Andrade por ser eneoatrado na ra tarde da do-
te : quem for seu verdadeiro sanhor apparega
oesta juizo ptra lhe ser entregue.
Subdelegada da (reguezia de Santo Atonio
do Recife 2 de outubro de 1861.
VillacaSubdelegado.
Por ordem do Illm. Sr. coronel comman-
danto superior interino da guarda nacional deate
municipio fago constar que na segunda-feira 7
do correla mez haver inspecgo de saude na
caaa da secretaria do mesmo commando, ra do
Livrameolo o. 31, primeiro andar. Os interessa-
dos comparecam no iodicado dia, a 11 horas da
manha, munidos de seus competentes docu-
mentos.
Secretaria do commando superior 3 de outubro
de 1861.O aectetirio.
Firmioo Jos de Oliveira.
Cosselhe administrativo.
0 cooaelho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes:
Para o corpo da guarnigo da provincia do
Ceer.
X castigaes de lati.
1 copo de vidro.
4 caldeiras de ferro batido com lampas para 50
pragas.
4 colheres de ferro.
4 espumadeiras.
2 eochadaa.
4 garios grandes de ferro.
1 prato de louca.
10 ps de ferro.
f talha para agua.
Para provimeoto do armazem do arsenal de
guerra.
40 meios de sola branca garroteada.
24 couros de lustre.
18 meios de sola de lustre.
Quem quizer vender taes objeclos, aprsente aa
mas propostas em carta (ochada, na secretaria do
eonselho, s 10 horaa da manha do dia 9 do
correte mez.
Sala das sesses do eonselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 2 de
outubro de 1861.
Santo Josi Lamenha Lins,
* Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Para.
Segu com brevidade velairo o bem conhe-
cido brigue-escuna Grados**, capRio Joo Jos
de Soma, por ter grande parle do seu carrega-
mento prompto, para o mo trata-se eom os
coosignalarios Almeida Gomes, Alves & C, roa
da Cruz o. 27.
Para o Ass.
O brigue brasileiro cAdelaide de excellente
marcha, tem resolvido seguir impreterivelmente
nestes 4 ou 5 das para aqaelle porto, e o mesmo
recebe carga frete, para o que trata-se com os
seas consignatarios Bailar & Oliveira, ra da Ca-
deia do Recife n. 12.
Brigue nacional Veloz.
Recebe gneros eslrangeiros para o Rio de Ja-
neiro,.
ti A diU cas Urina de podra a cal que Um de
frente 2a> palmos e meia a 74 palmos e meio de
fundo,otn um bora quintal murado de 20 pal-
mos d largura e 77 de compriaeoto, tudo em
chloe proprios, com cacimba medra.
Para mflhores informaees podem os pretn-
danles antenderem-se com o dito ag*ai.
Na mesaa occasiao vender-se-hio varios ob-
jeclos entre riles diveraaa obras antigs e mo-
dernas de ourode lei, perteoceoles a urna tes-
aos que se rstnou da provincia, que deitou or-
dena para vender-ae sem limites.
Para Lisboa
Segu viagem impreterivelmenle no dia 8 do
prximo ouluqro o brigue portoguez Relmpago.
Ainda recebe carga e passageiros a quem offerece
boas accomodacoes, e trata-se com o consignata-
rio Tbomaz de Aquino Fooseca, oa roa do Viga-
rio n. 79 1* andar, ou com o capiUo oa praca.
Aracaty.
O hiate Aracaly, mestre Joio Heorique de
Almeida, segu por estes dous dias para Araca-
ty: para carregar e passageiros, trata-se com Tas-
so Irmo.
Para
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muita brevidade o brigue
nacional Veloz, tem paite de sea cirregamea-
to prompto : para o resto que lhe falta, trata-se
com o seu consignatario Azevedo & alendes, no
sea escriptorio, ra da Cruz ?. 1.
UEILlO
Terca- feira 8 do corren te.
O agente Hyppolito com autorisacio do capi-
lo do patacho hamburgus Fannt, e com H-
ceoca do Illm. Sr. inspector da alfaodega e eo
preseoca do vico-consol de Hamburgo levar a
leilio por conta e risco do quem perUncer os
objectosseguintes: Bastaren de velacho, dito de
joanete e urna verga de velacho e dito de joane-
te, dnas velas de eslaea e urna dita da velacho.
as II horas em ponto, no armazem do Sr. bario
do LivramenU ao caes d'Apollo.
LE LO
A 7 do corrate-
Psrente Vianna & C. fario leilio per inter-
vengan do agente Oliveira, do maU completo
sorlimento de ferragens finas e grossas de todas
as qualidadea e de mludezas, que muito agreda-
rio por serem ioleiramente proprias do mercado
Segunda-feira 7
do correte as 10 horas da manha, no seu ar-
mazem, ra da Cadeia do Recife.
Avisos diversos.
4.a seceo. Palacio do governo de Peraam-
buco, em 4 de setembro de 1861. Devendo ter
lugar oesta cidade oo dia 2 de dezembro vindoo-
ro, no palacio do governo, urna exposicio dos
productos nsturaes e industriaos desta provincia,
e daa que lhe ao limtlrophes, ou lhe fleam mais
prximas ; de conformidade com aa ordens im-
periaes, recomraendo a cmara muoicipaldo Re-
cite, que, fazeodo ebegar esta noticia ao conhe -
cimento de todoa oa seus muoicipes, procure por
lodos os meios ao sen alcance anima-los do de-
sejo de coocorrerem para a referida exposicio |
com oa productos, que all plem figurar e se
cha o especificados no calhalogo aooexo as ins-
trueges de que remette o incluso exemplar im-
presso ; (szendo-lhes essa cmara ver aa grandes
vantageos, que hio de resultar da referida expo-
sicio, oio s para a agricultura, mas tambem
para a industria do paiz, como um doa mais con-
venientes meios de aoimago para o deseovolvi-
ment de to importantes (untes de riqueza ua-
ciooal, a que o governo' presta a mais seria at-
tengo, contando com o coucurao de todos os ci-
dados, e especialmente das municipalidadea, ao
empeoho de preencherem por este modo um dos
priacipaea fios desua iusliiuic,io.Antonio Mar-
colino Nunes Gongalves.
4.a secgo.Palacio do goveroo de Pemambu-
co, em 13 de setembro de 1861.Declaraodo-me
o Exm. Sr. ministro da agricultura, commercio
e obras publicas em aviso, expedido] em 19 de
agosto ultimo, sob n. 18, que a tt^sico desla
proviocia deve ter lugar oo mez V Avembro, e
nao em dezembro, como por ena| "se diz as
instrucgei, de que remetti a cmara municipal
da cidade do Recife um exemplar impresso em
officio de 4 do correte, apresso-me a communi -
car a mesma cmara em additamenlo no meu ci-
tado officio, que a exposicio ser aberta nesta
cidade no dia 7 de novembro prximo viodouro.
Antonio Marcellino Nunes Gongalves.
Expsito.
A commissao directora da EXPOSI-
AO' agrcola e industrial, que tera' lu-
gar no palacio do goveroo no dia 7 de
novembro vindouro, manda pelo pre-
sente fazer publico que no dia 26 de
outubro prximo comecarao a ser all
rebebidos os objectos que tenham de fi-
gurar na mencionada EXPOSICA. O.
Sala das sesses da commissao 20 de se-
tembro de 1861.O secretario,
Joaquim Pires Machado Portella.
Por nao apparacer licitantes ao casco do
brigue escuna Xingu', manda fazer constar o Sr.
capito de fragata servindo de inspector deste
arsenal, que posto novamenle em basta publi-
ca, na porta do almoxarlfado, em os dias 1, 4 e
7 de outubro prximo, s 11 horas da manha,
sob o valor de 5338333 ris, um tergo menos da
avaliacio que lhe foi dada,
Inspecgo do arsenal de marioha de Pemam-
buco em 28 de setembro de 1861.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos _________
C0HP4NHU rEfflUlBUCiNA
M
\avegavai)costeiraavapor
O vapor Persinunga, commandante Moura,
segu viagem para os porlos do sul de sua esca-
la no dia 5 do outubro s 4 horas da tarde. Re-
cebe carga at o da 4 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e dioheiro a frete at o dia
da aahida s 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
GRANDE
E
Rio de Janeiro
o palhabote Piedade recebe carga e escravos a
frete ; a tratar com Caetano Cyriaco da C. M. &
Irmo, no lado do Corpo Saoto n. 23.
Declarares.
33
Gonselho de compras na va es.
Tendo-se de tratar em sesso de 5 do correte
mez da compra de cem pegas de cabo de lioho,
de urna a sete polegadas, para provimonto ia-
dispensavel do alrnoxarifado de marioha, maoda
o eonselho convidar aosqoe pretenderen ven-
da desse objecto, sujeilando-ee faze-la aob as
coodigoes do estylo a apresentarem suas propos-
tas naquelle da, at as 11 horas da manbia, em
carta fechada.
Sala do eonselho de compras navaes em i de
outubro de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
VICE-CO^SLLADO
DE
S. M. Vittorio Emanueie II
RE DA ITALIA
Pemambuco.
Teudo-se abarlo oa Italia urna aubscripgio para
levantar um monumento ao iosigoe homem de
estado, e grande patriota, o uoiversalmente las-
timado Conde de Cavonr, e desejaado-se com
aquello monumento atteatar aoa viadouros o re-
coohecimenlo dos Italianos pela grande obra da
uoidade, liberdade e independencia da nossa Pe-
nnsula, a qual Unto tem contribuido com a sua
vasta inteligencia, cok 9 agudeza do aeu pera-
pico eogenho, com a aua eoergia da incrivel ana
actividade, e com a assiduidade de suas grandes
acedes.
O abaixo assignsdo, vice-consul, residente oes-
ta cidade, instancia do Illm. Sr. cooaul geral de
S. H. no Rio de Janeiro, convida a toda e qual-
quer pesaos que generosamente qualra concor-
rer para a subecripcio de urna accio a lio grao-
de recoohecimento. de se dirigir ao vico-consu-
lado italiano, ra do Trapiche o. 15, at o dia 1S
do correte me* de outubro. Pemambuco 3 de
outubro de 1861.O vice-coosul,
Jos Teiseira Bastos.
Pela subdelegada de polica da Gapnnga
fas-so publico, que se ha recolbido esa de
detencao um preto, que diz ser osaravo do Sr.
Jos Claudino Pires, morador os rus da Praia,
cujo pretotoi preso por suppor-ae estar fgido ;
quem se julgar com direito ao mesmo preto com-
iareca neate juizo, que provaodo o seu dominio
be seri entregue.
Subdelegada de polica da Capunga 4 de ou-
tubro de 1861.0 subdelegado, Manat Gentil
da Costa Aires,
Extraordinario baile
NOS
Saldes do caes de Apollo
Sabbado, 5 de outubro.
t Em favor dos melhoi amentos dos
mesmos saines.
A's8 horas abrir-se-ha os saldes, que eslarao
decorados com a magnificencia dos dias de gala.
Alm de toda a illuminagiocommum. estario
pomposamente Iluminados' todos os diferentes
quadros em que trsnsparecem as magnificas vis-
as j conhecidas.
O ultimo vapor da Europa trouxe de Franga os
ricos quadros abaixj designados, expressamente
encommeodadoa pelo admioistrador desles para
seu completo decora ment ; a saber:
1* Eugenia, condessa de Tbebas, e Luiz Na-
poloo ;
2* Napoleio III no acto da coroagio ;
3 Eugenia, imperatriz dos francezes, no acto
da coroacao ;
4* Entrevista de Napoleo com os moaarchas
do norte;
5 Entrada de Luiz Napoleio em Paris ;
6* Morte do general Morceau na Italia;
7* Sermio do bispo de Paris is tropas.
8" Missa por alma dos mortos na iosurreico
dejunho;
9 Volta de Napoleio da ilha d'Elba a Paris ;
10 Passagem do exercilo fraocez ante as py-
ramides do Egypto;
11a Entrada do exercito fraocez em Morcow, e
ioceodio desta cidade:
15 Batalha de Walerlno pelo exercito fraocez ;
13 Balalha de 2 da julho em Paris ;
14" Tomada das bandeiras s nagoes do norte ;
15 Estado-maior de Napoleo ao entrar no
Egypto.
Urna banda de msica militar completa exe-
cutar brilhaates qoadrilhas, valsas, scholtz, etc.,
etc., e oos intervallos das dantas tocar as bata-
Ihas de Moseow, Almoster e Badajoz, alm de
differeotes pedacos das operas italianas de maior
fama.
Diversas destas pegas de msicas sero obriga-
das a eastanholas, segundo o gosto hespanhol
executado em frica.
Ha um crescido oumero de convidados de am-
bos os sexos, que muito abrilhantario a reunio.
Ser cumprido o regula ment policial
Entrada para seohoras, gratis ; para homem a
2*eoo:_________________________________
COMPANHiA PERMBLCm
M
Navegado cosleira a vapo?
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
e Acraeu*.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte at o Acarac no
dia 7 de ouiubro as 4 horaa da tarde.
Recebe carga al o dia 6 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e dinneiro a frete at o dia
dasahida*as2 horas: escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
Os Srs. assignantes deste DIARIO
que se acham em a trazo de pagamento
queiram ms ndar satistazer seus dbitos
vencidos a ra'ao de 6$ o quartel como
esta' estipulado para ot que nao paga-
rem em tempo, icando entendido que
mesmo a esse preco nlo lhes e permitti-
do juntar dous e tres quarteis.
sLOTIRU
Sexta-feira 11 do corrente pelas 8
lie ras da manha em ponto anda ao im-
preterivelmente as rodas da oitava par-
te da quartae quinta da quinta lotera
a beneficio do Gymnasio Pernambucano.
As sor tes de 6:000$ e 3:000# serao pa-
gas 3 dias depois da extraccSo e as ou-
tras logo a entrega das listas. Os bilhe-
tes e meios bilhetes acham-se ja a ven-
da na ra do Crespo n. 15, thesouraria
das loterias e as lojas commissionadas.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Urna pergunla que nao
offende.
Pergunta-se aos herdeirosdo fallecido tenenta
coronel Jos Claudino Leite qual a razo de nao
ji terem feito as partilhas dos orphaos de me-
nor idade, para Bornear seus tutores de ditos or-
phaos, visto j ser lempo safficienle de tal obra
de caridade que se pode fazer aos orphios de tal
pai.Urna pessoa desinleressala de taes orphaos
e sim da caridade.
Tinta preta commercial
melliorada.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Al o dia 5 do corrente esperado dos portos
do sul o vapor nacional Paran, commandan-
te o capilo tenente Jos Leopoldo de Noronha
Torrezio, o qual depois da demora do costume
seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
veri aer embarcar do dia desua chegada : agen-
da ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Heodes.
Rio Grande do Sul pelo Rio de
Janeiro.
A barca oaciooal R-staursgaoo segu viagem
imprelerivelmeote oo dia 15 do corrente, ainda
recebe alguma carga a frete, e escravos para ara-
bos oa portos: trsta-se com os consignatarios
Marques Barros & C no largo do Corpo San-
to n. 6.

Atisos maritimos.
Para.
* O patacho Emulago segu em direilura ao
porto iodicado, para alguma carga que lhe falta
trata-se com Horeira & Perreira, raa da Madre
de Dos n. 8.
ili
O palhabote oaciooal cDous Amigos, capito
Francisco Jos de Araujo, segu para a Baha em
poucos diaa; para o reato da carga que lhe falta,
trata-se com sea consignatario Francisco L. O.
Azevedo, na ra da Madre de Deoa o. 12.
J. A. Ilener, capito do patacho
hamburguez Fanny, vindo do Rio
Grande do Sul, eom destino para Fal-
mouth para receber ordens, entrado
oeste porto para concertar as avarias
que teve na viagem, precita a risco man
ritimo de cerca d dez a 12 contos de
res sobre o cseo, frete e o carrega-
mento do dito navio: offei tas eco cartas
echadas no consulado de Hamtnirgo
at quarta-feira 9 do corrente ao meio
dia.
COMPANHIA BRASILEA
DE
MOTTOIS
Eipera-se dos poitos do norte at o dia 10 do
corrente o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
oa portos do aul.
Desde j recebem-se passageiros e eogajt-se
a carga que o vapor poder cooduiir a qual de-
ver aer embarcada no dia de aua chegada, en-
commendaa, dinheiro a frete at o dia da sahida
aa 3 horaa : agencia ra da Cruz n. 1, eicriptorio
de Azevedo & tiendes.
Acha-se a mostra deesa excellente tinta, para
todos que desejarem experimenta-la, as lojas
dos Srs. Nabuco & Companhia, ros Nova, Flix
Venancio de Cantalice, roa do Imperador, Fran-
cisco da Rocha Paaaos Los, ras da Cadeia do Re-
cife, podendo ser procurada para comprar as
casas dos Srs. Jayme, ra do Queimado n. 6, e
em S. Jos, botica do Sr. Torres, do dia 7 do
corrente em diant.
Na ra das Aguas-Verdes n. 4, predaa-se
de urna ama para o serricode pouca familia.
Iojecco Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco 3$.
I Consultas medicas,
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da maohia menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de coracio e de peito.
3.a Molestias dos orgios da geracao e
do anos.
0 exame dos doenles ser feito oa or-
dem de suas entradas, comecando-se po-
rm por aquellos qoe soffrerem dos
olhos.
Instrumentos cbimicos,acsticos e p-
ticos sero em pregados em suas consol- j
tages e proceder com tode rigor e pro-
deoda para obter certeza, ou ao menos '
probabilidade sobre a sede, natareza e '
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrut-la on
curar.
Varios medicamentos serao tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua veVdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, ea necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, on em casa da*
doentes toda e qualquer operaco que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se acha
prvido de urna completa collecgao di
instrumentos indispensavel
operador.
8
Leloes.
LEILO
DE
ao medico
pfisaio.
T-i-ca-feira 8 do corrente.
PELO AGENTE
-----a
O referido agente autoriaado pelos herdeiros 6
interaliados da casa terrea n. 83 da ra dos
Pescidoms, eaderf em leilio publico na men-
[eioDado dia e pelas 11 horas da manhia do sr*
'maznan Aa nwdo Vigario o. ti.
Publicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THES0110 HOIEftPATBlM
VADE-1ECUID0 H0IF0P1THA.
(Segunda t^dic^o consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diecitnario popilar 4e neiieiat W-
meiMiUice
rno n*.
S1BIHD 0 L. PINHO.
e os nrochnrn at d esem bro.
ote as assigoalurss serio elevadas a rs.
na ds Santo Aouro (Mando Nnv) fc


m
DUfllOM
J* SABBADO i Di OOTORO DE 1M1.
4 loja
Na bem coohecida lojMKfiflaTKIHBe Jote
GencalveidaSil! ugn.C.
receben-te ultioiamea^F^Ffl ^^Ki da
su* propru eneommtoda os maia moderos en-
leites pata cabera de seobor, e endose mais
barato do que em oulra qualquer parte,
Queijos do Cear,
Chegou ao estakelecimeoto de molhados da ra
da Imperalrii b. 4 junto a ponte, ora remessa
de queijoi do serlo do Cear, vende-se barato
em caixaa e a rtialho.
Farelo.
No eslabeleeimontode molhados da ruadalm-
peratrif o. 4 ha grande qoantidade de farelo de
Lisboa a 4*500 o sacco.
Gheguem freguezes ao ar-
mazem da estrella no
largo do Paraizon.14.
Hanteiga inglea flor a 800 rs.. francesa a 640,
cb perol* fina a 3J, hysson 29500, caf Ufado
o 260 e OO rs loucinho a 380, arroz a 100 rs.,
batatas a 60 rs.. esperncete a 760, bolachinha
ingleza noa a 160 a libra, barrica a 3. sabio
matsa a 160 e 200 rs., her'vilhas a 800 rs. a lata,
queijos do vapor a 2000, milho a 200 rs. a cuia,
vioho de Liaboa a 480 e 400 rs., azeite doce a
720, de carrapato a 4*0. vinagre a 240, saceos
com milho a 3*500. de farelo de Lisboa a 4*500.
Queijos do vapar a 25, farelo
de Lisboa a 4$500 a sacca, e
de milho a 3J900,
em cuia a 200 rs.: no armazem da estrella, lar-
go do Paraizo n. 14
Vende-se 1 lof, 1 meia commoda, 1 cama
fraoceza, 1 vid, tudo de amarello, com pouco
uso, e 1 mesa para jintar, de louro, por preco
commodo : na ruadetrazda matriz da Boa-Vista
numero 6f.
Para os penteados moderaos.
Crespos muito bem feitos e por mdico preco :
em casa de JAYME, CABBLLEIREIRO, na ra
do Queimado o. 6, primeiro andar.
Ura rico carro.
Vende-se um rico e elegante carro mui bella-
mente preoarado : no escriplorio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Tiuta preta paraescripta.
Vende-se garrafas com tinta preta muito tu-
perior para escripluracao, pelo diminuto prego
de 1J000 cada garrafa, pdenlo-a* fazer algum
abate sendo em poredes : na ra do Queimado,
loja de ferrageos n. 13.
Vende-se a casa da ra do Fadre Floriano
o. 54 ; no pateo do Paraizo n. 10, se dir quem
vende.
Preciaa-se da um caiieiro que tenha pralica
de pharmacia, e que d fiador sua conducta ; a
tratar na ra Nova o. 51.
Precisa-se por aluguel de un prelo para o
servigo interno de casa : a tratar na ra Nova
numero 51.
AtteiNjo.*
No dia 9 do correle-mez depois da audiencia
do Exm. juizdo commercio, tem de ser arrema-
tado em praca publica, por venda, dous escravos
que sen) exageraco sao duas excellonles pegase
sendo o preto Severino ptimo carreiro, e esrraJ-
vo para lodo o servigo, foi comprado por 4:000a,
e o pardo Antonio tem igualmente boas qualT-
dades, por isso quem quizer compra-Ios ai ba
acquisigo. 4
Na lerca-feira 8 do correle, na sala das
audiencias, e finda a do Illm. Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da primeira vara, se ho de arrema
diversos eacravos peohorados a Braz Antonio
Cunha e Albuquerque, por execucao de Joaqu m
de Albuquerque Mello. Eserivo Saraiva,
ultima praga.
Perdeu-se antes de honlem 3 do correrte
parte de ama chave de ouro para relogio,
Aluga-ae aeegaado andar solio com bas-
tantes comij ;. da casa n. il da r
alar na mesan ra o. 8 loja.
ou no primeiro
r <$
VRNW-SB BABATO.
Superiores capas compridat de gorgu- &
rio preto, manteletes modernos, tilmas fl
.._ de croxe.
Vestidos de seda moderno de cam-
braia bordados, ditos de phantasia.
Sediohas de quadros, grosdenaplvs de
cor. moreaoliqun em covado.
Cambraias de cores modernas, ditas de
liatras flngiodo seda.
Sintos, laquea, gollinhaa e punbos pa-
ra roupao, esparlilhos modernos e peo-
tes de tartaruga,
Saias balao de tudas as qualidaes,
camisas para aenhoras, ditas para me-
jiinoa._______
Tarlataoa, Mi, musselina, diamantina
e lazioha de cor.
. ar-
mando urna canela de lepis;-roga-se a pes 10a
n.
do
que a tiver echado, lev-la a ra do Trapiche
46. que ser gratificado generosamente alm
valor da mesma.
Pelo presente annuncia-se que lodas
partes interesssdas que liverem cootas com
barca iogleza Lima, capilao Seatoo, conde ro-
ada as suas recentes viagens para o porto
Rangooo, queiram apresentar al terga-feira 8
correte ae meio dia no escriplorio de M. ,
Bieber <& C. Successores, consigualarios do d lo
navio.
Custodio Rodrigues Ferreira Maia, nao len-
co podido arrumar com seus credores o que pne-
lendia sobre o que se acha a dever, scieoliOc a
lodos que te retira boje para sua casa na vi la
da Penha, tratar de seua negocios, deixan lo
nesta praga oteaente coroael Jos da Costa Villar
para tralir afloal com os mesmos credores, o
qual acha-se na ra do Rosario o. 22. Recite 4
de outubro d 1861.
Jos Baptista Ribeiro de Farii muito
agradece cordialmeote a lodos seus amigos
que se dignaram assistir aos ltimos suf
fragios de sua muito prezada esposa D. Ha-
ra Ba( lista Ferreira Campos, uo dia 30 do
correnU mez e de novo roga aos mesmos
seuhore* para ae dignaren) asistir a missa
do stimo dia que lera lugar hoje 5 do cor-
rente pelas 6 boras da manha na ordem
terceira de 5. Francisco.
Vende-se o engenno Fluminense
ea propriedade da Ilha do Lamenha,
iunto ou separado, sendo aquelle moen-
te e corrate e d'agua, sito a beira mar
na freguezia deSerinhSem, e esta que
limita com o mesmo engenho, ten boa
casa de vivenda, bastantes commodo?,
salinas e multa tena para plantacdes:
os pretendentes dirijam se a ra do Ca-
buga' loja n. 18.
Pilippe Meuna CiTTo^i^TTijs^^^T
cisco Josquim Menos Cardoso, Joaquim
Menna Cardoso, Maris Amelia Menna Car-
doso e Anna Clara Meona Cerdoso, cordial -
mente agradecem as pessoag que se dig-
naram assistir as exequias de sus muito
prezada fllha e mi Mara Gertrudes Men-
ina Cardoso e con.v*lam para a missa do
i stimo dia que teri lugar segunda feira 7
do corrate s 4- boras da manha na igreja
do Divino Espirito Sanio.
A luga-se urna casa de 3 andares
e um sotao e duas lojas na ra da Im-
peratriz : a tratar na ra do Imperador
n. 67.
###
} O bacharel Silnno Cavalcanii de Albu- m,
querque tem seu escriplorio de advoca- J
cia aberta na ra estrella do Rosario n. V
tO, ande poder ser procurado lodos os ft
das das 9 horas da manhia s 5 da larde. Z
Iiia da Cadeia do Recife
n. SO A.
A 2Q0OeltfOOO.
Manoel Aonealves de-Oliveira Sanios, avisa
aos seua amiga e freguezes, que est vendendo
o resto dos collarinhos e punbos bordados com
os compe.'etrles baldes de goatoa 29000 e 1*000,
baldes par* sen hars de differentes gestos a 3,
39500 e 6O0tf, cambraja tapada fina com 10 va-
ras a ana vara de largura a 4f200, dita dita
Hi.."*!! ^, *6raiada dlff*-
renUs ps^H rgandye a 41 rs. a va-
dQscompgpFJ^PJM
Puiceiras de sndalo, lavas de pellica
e chapeos pava aenhoras
PARA ACABAR
Colxas de li e seda proprias para ca-
mas ou coberta de piano a 5$.
Paietots de casemira a 100, ditos de
alpaca preta a 55 : ra da Cadeia loja
n. 83 de Gurgel & Perdigao.
Precisa-se de urna ama de leite
forra e sem filhos, branca ou parda :
na ra da Imperatriz n. 53, segundo
andar.
COMPANHIA DA VIA FRREA
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
Grande laboratorio
mmm
DE
a vapor
wmm
ROUPA.
DE
Do dia Ia de outubro de 1861 at ontro aviso
ha verso dona irens para Escada, nos das de tra-
balho que parlirao.
De manha :
Da Escada as 6 horas.
Das Cinco Pontas as 8 horss e 30 minutos.
De larde
Da Escada as 2 horas.
Das Cinco Pontas ss 4 horas e 30 minutos.
Nos domingos e dias sintos haver o trem do
costume.
AssignadoE. H. Bramah,
^^^ Sunerintendenle.
Feitor.
Precisa-so de um feilor que enlenda bem de
jardim e horta ; a tratar na ra Nova n. 38.
Aloga se urna boa casa para passar-se a
Tests, sita na povoagio do Monleiro, e um sitio
oo lugar da Torre com todos os commodosfa
tratar com o Sr. Jos Azevedo de Aodrade, na
ra do Crespo, ou com o proprietario Jos Ma-
rianno de Albuquerque, na Estrada Nova.
Cabelleireiro
Na ra da Cadeia do Recife
n. 55. primeiro audar.
J. Godofredo, artista cabelleireiro acaba de es -
tabeler-se na ra da Cadeia do Recife n, 55, pri-
meiro andar, e ahi encootrarao os freguezes o
sceio necessario no desempenho de sua arte.
Recebe eocommendas de cabelleiras, meias di-
las, chinos, msrrsfas, encbimenlos psra bandos,
crescentes, trangas para armis, trancelins. ca-
deias, braceletes etc., etc. Cortes de cabellos e
frizados, lavagem de cabega com a exceUente
agua imperial.
Faz-se tor cabriolet de 4 rodas para um e dous cavalloa. e
urna ptima burra para o mesmo, tsmbem se
vende um rico e grande carro de vidraga com a
sua competente parelha: na ra do Imperador
n. 12, cocheirs.
f N. S. da Conceito dos
* ...... s
m Militares.
9 A mesa regedora deta irman-
dade resolvendo mandar suiira I
W gar todos os seus irmaos alleci-
S dos, convida aos Srs. sacerdotes
O que tenham suas tencoes livres
V para que se dignem comparecer
W na mesma igreja todos os dias
aim de celebrar em nesse sent-
9 do com a esmola que se acha
3$ marcada em um livro proprio,
{$ que encontrarao na sacrista.
Consistorio da irmandade 1*
0 de outubro de 1861.O secre-
9 lario.FraDcelmoBernardo Quin-
2; tetro.
Offerece-se um mogo portuguez para cai-
xeiro de taberna, com .bastante pralica, e di co-
nhetimentos sus conducta; a tratar na ra das
Cruzes n.41.
Atten Offerece-se um criado para copeiro ou boliei-
ro : quem de seu preitimo precisar, dirija-se
ra da Aurora n. 47.
Precisa-se alugar urna escrava para carre-
gar fazendaa com oulra pessoa ; na ra do Hos-
picio n. 62.
Roga-se ao Sr. Francisco de Viveiros da
Costa Amorim, natural da ilha de S. Miguel, fi-
lho de Francisco de Viveiros e de Mara de S.
Jos freguezia d'Alagoa, ou a alsuma familia
que lhe pertenga, o favor de dirigir-se a asta ly-
pographia para se lhe dar noticias da parte de
urna heranga que lhe tocou por morle de seus
pas.
Alugam-se tres casas em Beberibe, no Por-
to da Madeira, com bastantes commodos, teodo o
baoho e leite na poTta ; a tratar na ra do Quei-
mado, loja n. 48.
Miguel Antonio Roberto, encarregado da
limpeza desta cidade pretende botar as mesmas
carrogas que haviam antigameote ; morador na
ra Nova n. 15.
Roga-se pessoa que liver a carteira de
Monleiro di Soares, queira ter a bondade de Ocar
eom o dioheiro e botar a carteira com os docu-
mentos todos por debaixo da porta, visto nada
lhe servir por estar ludo prevenido.
Quem precisar alugar um mulato de 19 a
20 annos de idade, ptimo boleeiro e habilitado
oatro qualquer servigo, dirija-se ao escriplorio
da ra da Cruz n. 45, que achara com quem
tratar. .
Quem precisar de urna ama de leite para
criar, poder procurar na ra larga do Rosario
n. 33. loja, ou esa estrella do Rosario n. 81, no
terceiro andar que achara com quem tratar.
Val i praca salo juizo da orphaos desta
Cidade, findaa 3 audiencias, a requerimento do
inveoUriaote dos bena alo finado Domiagos An-
tooie Gomes Goimsries, m seguiotea partea de
casas da dous andares; ra do Crespa a. 17
av.li.da e 27:000 a parte correpdte -
16.0001 a paila correspondente a 4:7511819 rs.
ltJ$i*feira. 8 do correte a ultima p
MP&L !MI
LAVADA.
40 ris.
70
100
no
80
18200
15600
1S0OO
2ft000
500
19000
a


a

D
t)
-
LAVADA, CO-
SIDA B
EN60MMADA.
160 ris
120
160
200
240
im.5" >' Birt"ne"U. pecas grandes e pequeas. .
Roupa de navios, vapores e hospitae. .
Pecas grandes isoladamente como lengoes, toalhas de mesa'.
Roupa de doente de familia, que. nao seja fregueza......
rW Sr5*" que a,guem ,em ,er fre8uez U'r qe e lave.
Urna rende vindo com mais roupa. .
Croa rede isoladamente. ..........
Uro cortinado de cama de casal vindo com mai's roupa'. '. ". !
Um dito dito isoladamente ... .
Um dito dito de solteiro ou varanda..........
Um dito dito isoladamente...... '. Z l '. '. I \
a m.nH peM0" 1aB nao W22X* n,,nd eugommar toda a roupa, o laboratorio enearraa-a-s*
de mandar togommar as seguiotea pegas, pelos seguioles pregos :
nnoDo Htwo
DO DR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA;, DE PARS,
A8 EMFKBM1DASIS SZXCAES,
PLUS DE
COPAHU
Citrat* e ferv CSaMi.
Xarope mui preferivel ao
Copahiba. e as Cate**
bat, cura immediatamen-
le qualquier purgagio ,
relaxjco e debilidade, e igualmente Duxos e
flores brencas das mnlheres. laJecao de
Chabic. Esta injeegao benigna emprega-se mes-
mo lempo do xarope de curato de ferro, urna vez
de manba, e urna vez de Urde durante tres dias;
ella segura a cura.
vara o TaATAaEirro e raimo ccaanvo
M TOBAS AS rTECCOES CCTAHEAS, VWCS E ALTEKACOES 0 SAMCE.
DEPURATIF
dn SAi\G
DfHiraUv4e
Xarope vrgetal seas aT-
curit, oamico coakecida
e approrido para cavar
__con prompuda e raaV-
caimeuw laouigens, pusmia, btrpca, sania, ea-
mixoes, acrimonia e alifta^oet victoas do aaa-
gue; virus, e qualquer aOrcio veacrea. ata-
hM miaerae*. Tomio-ie dous por irsasas. ae-
euindo otratamento depurativo. rwiii -
(ibrpta. De um afeito nuravilhoto aas f-
fecoes cutneas e comixoes.
SemarrohWa.Pomada que as cuaa em 3 dias.
u depotito e na ra larga do notario, botica de Bartholorneo Francisco ie Sansa, M.
o B II
600 ris.
200
160
280.
160
460 >
40 >
Vestidos lisos.
Saias......
Camisas de homem.
Caigas......
Colletes.....
Psletots.....
Colariohos.....
.. !. T lab.or*lor,10 fcarrega-se de engommados de objectos de senhora os mais delicados e na
exi.tem?m J" COnlr,ta,,0 m"8 habei engomm.deiras nacionaes e e.lr.ngeiras. ,!f entre nos
No prego dos engommados de roups de familia, ezceptuam-ae os vestidos, golliohas man
gitos e mais objectos que forem gusrnecidosde rendas, babados, pafos rifas etc ele hm
mo os corl nados de bergo, cama, varanda. que se pagarlo aegundo oauslta C'
... h q^r qUB eXi8'r r-00JPf ,0> *?da. ou tambem engommada," com maia brevidade
qe a designada, pagar mais 25 por cento sebre o prego. nrevioade
e eogommadZa15! eD,re" "" rUpl '"* PF ,uaDl8 di" dePis d recebimenlo, e da Uvada
t^^U^$^ 86pa"da da d08 h0'P"a". e P.oa. encar-
na, in)teir.mJeXrnXn8s".:q",qUer ^ qU6 "">. ** -filo da. m.chi-
n .Qu.a,,uer 1ue mandar roupa, reeeber um vale do numero de pegas com a declaraco do las
porte da lavagem. o qual ser re.tituido com o competente importe na occariaY d m Mlrear a
roupa prompla, sem o que esta ficari depositsda. entregar a
ajuste.0 elabeleclInen,0 e"Cega-se de tirar nodoas de qualquer natureza, precedendo om
Os proprietarios rogam a seus freguezes o obsequio de maniarem roupa suis ananas vaca
bam a lavada, para assim manter a regularidade do servigo. V P^8' '-
A entregai e o lecebimento da roupa oa casa de banhos, no pateo do Carmo em todos oa
das uteis das 7 horaa da manhis is 5 da larde. "' *m loa0i '
Consultorio medicoeirurgieo
3-AVAIsA GLORIA CASA OO FUPiBO~3
Consulta por ambos os systemas,
a-*fraritfaais!aS^
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nio se confundam com os de
neonum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaucao de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos squelles que forem apresentsdos sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conla asaigoada pelo Dr. Lobo Mosaozo a em n7-
pel marcado com o seu nome. pa
a..4ia..Uiro 5m : acaba.de cebe' de PFaDCa 8rand* PO'? de tincturs de acnito e belladona re-
medios estes de summs importancia e cujas propnedades sao lio conhecidaa que oa meamos Srs
mdicos allopatbas empregam-as constantemente. "wmwa or.
Os medicamentos avulaosaur em tubosqur em linduras custaro a 1 o vidro
.nflini. ProPrielario.de8tee8lsbelecimento annuncia a aeuacuentea e amigos que tem commodos
snfflciayleayra recebar alguna eacravos de um e outro aezo doentes ou que precisen? de alanm,
.?.-{!? m*2S*nd?J?ue ,ao traUd08 com todo diaT10 e promptidio, como aabem todos
aquellas que j tem Udo escravoa na casa do anounciante. "--------
A sitiacao magnificada casa, a commodidadados banhos salgados sao outras tantas vanta.
gens para o prompto reetabelecimento dos doente. DU
- ,i. i AiPfiM02S queJ-izerem fal!ar wb o aun undante de vem procnra-lode manha at 11 horaa
Vai ast \*srsrs**.....'""" **""
___^_______ Dr. Lobo Moscozo.
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro.
13 meo deposito na botica de JoatyuYm MavVii\\io
dm Ctux Crrela A C, ua do Cabug n. U,
em PernamYuco.
>je urna nova preparagio de ferro
H. Thermes (de Chalis) enligo pharmaceutico apres
com o nome de elixir de cilro-laclato de ferro. .
Parecer ao publico um luxo emprecar-se um mesmoli Remenlo debaixo de formulas lao
variadas, maao homem da aciencia comprehende a necessidade e impoitancia de urna lal vari-
A formula um objecto de mulla importancia em Iherapeutica; um progresso immenso
quando ella, maoteodo a csseocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas a
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas preparagoes de ferro at hoje conbecidas nenhuma rene lio bellas cualida-
des como o elixir de citro-laclado de ferro. A seu sabor agradavel, rene o lomar-se em urna oe-
quena dose, e ser de. urna prompta e fcil diasolugio no estomago, de modo que completamente
assimilado; e o nao produzr por causa da ladina, que cootem em sua composigo. a constinaco de
ventrefrequentemenle provocada pelae outraa preparaces terroginosss. Kv"uae
. k.. E8,a8.nOTaa qualidades em nada alterara a sciencia medicameotosss do ferro, que sendo urna
substancia da quel o medico se nio pode dispeusaa em sua clnica, de iocomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes. que o pralico possa prescrever sem receio. E* o
que consegro o pharmaceutico Thermes com a preparagio do cilro-lactacto de ferro. Assim este
M?iC."Te, k*c-,p* h-'.je Prla,ero lugar enlre as numerosas preparagoes ferroginosas, com o
atiesta a pratca de muito mdicos dislinctos que o tem eos.iado. Tem sido empregado como im-
ESS2 Pr0Tfl,l o" mplesliss de languidez (cblorose paludas corea ) na debilidade subsequenle as
n^alK-t5 i" "" hyJrPe que apparecem depoiadaa intermitentes na incontinencia: de urinas
por debili1.de. as peroles brancas, na escrophula. no rachilismo, na purpura ftemurrhaaica "J
conv.Iescencia das molestias graves, na coloro anemia das mulheres grvidas, em todo.TcM
lui^t o.85,U.e ac> empobreddo ou viciado pelaa fadigas, affecedes chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphililica, excessos venreos, onanimo e uso prolongado das precaugoes mer-
m.iMEf.taf .en(ern,(lad?8 *eai0 n>> requentes e sendo o ferro a principal aubstsncia da que o
medico tem de langar mao para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvorei e o
reconhecimento da humamdade, por ter descoberlo urna formula pela qual se pode sem receio
usat do idrro*
Alaga se um escravo de idade 14 annos pa-
ra o servigo de csss, e mesmo para o da ra'
senlo compatlvel a sua idade : na ra do Quei-
mado. loja de ferragens n. 13, se dir a pessoa
para tratar do ajuste.
J anua rio Parrella, Vicenze d'Antuano, sub-
ditos italianos, retiram ae para fora da provincia.
Urna pessoa habilitada ae offerece a dar li-
gos de primeiras letras, grsmmalica portugueza
e latina em casas particulares : quem precisar
dirija-se a casa do Dr. Dias Ferosndes, ns ru
eslreita do Rosario n. 30, nasquarlsa e sabbados
dss 9 horss do dia s 4 da tarde.
Existe hsbitando em urna choga na ra da
Amizade, oa Capunga nova, a vtuva de Manoel de
Amorim, que reduzida a maia extrema pobreza,
morre a fome e sede com 6 infelizes filhos or-
pblos. Pede, pois, as almss csridosas, que con-
doando-ae de tanta miaeria e por si mesmo ve-
rificando, prestem algum lenitivo a esta desaven-
turada criatura ; cuja graga nio deixari certa-
mente de ser remunerada pelo Allissimo com o
premio de immensas felicidades e eterna gloria.
Veode-se sebo refinado superior ao do Por-
to, em bsrns de 2 arrobas, palo baratiasimo pre-
go de H a arroba ; as na do Livramento n. 38,
taberna. '
Francisco de Arruda oabral qaer comprar
a D. Mana Magdalena Siqueira Haeiel ama mo-
rada de casa de taipa sita na roa do Ouro n. 5 da
villa doLimoeiro, a qual pertencea ao aen falle-
cido pal Paulino Jos Haeiel; aa alaraeaa ae jal
gar com algum dirailo A mesma, queira apre
araiarass) u ra do Crespo, loja n. 1, isto
*" ?**J**onlos boje. Rada a
outubro de 1861.
MM,
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ; na praga do Corpo Santo n. 17.
Gertrudes Maria da Cooceigio e sua fllha
menor, retira-se para o Rio de Janeiro.
. Os abaixo assignsdos declaram ao commer-
cio desta cidade, que o aceitante de urna letra da
quantia de dona contos duzeolos e tantos mil ris
que desencaminhou-se do poder do primeiro dos
abaixo assignados, nao o Sr. Jlo Baptista do
Reg, caixeiro do Sr. Francisco Jos Germano, e
slm outro de igual nome, residente na provincia
da Parahiba. Recife 3 de outubro de 186!.
Monleiro & Soares.
Custodio Ferreira Moutinho.
Negocio de interesse.
O proprietario ou irmandade que liver alguma
casa terrea desconcertada que queira concertar
para descontar nos alugueis, ou outro negocio
igual, dirija-se a ra da Concordia, offlcioa de
caraptna n. 26 : que seja na freguezia de S. Jos
ou Santo Antonio.
Acha-se justa e contratada a com-
pra da armacao da taberna da praca da
Boa-Vista n. 10 A, que toi do Sr.* Ma-
noel Domingues da Silva Jnior, cuja
armacao tendo sido arrematada emlei-
lio publico, agora vendida pelo arre-
matante: quera se julgar coa direito a
mesma dirija se a taberna da esquina
do baveo da, Barraras a tratar com
JoSiof Lope da Silva.
DO
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Na travesea dos Quarteis, oasa o. 38, ha
ama ama para casa, a qual aozinba o faz o ser-
vs ordinario de um casa.

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Declaraco.
Joaquim Lopes alachado estabelecido com
daria ra DireUa n. 84, aob a Arma Vinva
chado & Filho declara que nao o autor de
nnupcio que tem sabido ha alguna dias n
Diario, e sim alguma pessoa de igual nome.
Collegio Bom Gooselho.
Precisa-se de urna mulher de idade
para enfermeira ou governaute : prefe-
re-se estraogeira.
pa-
Ma-
um
este
Allenca
Ns rna do Amorim u, 31 precisa-se de urna
ams psra cozinbar e eogommar.
Arrenda-se o sitio que foi do^llecido com-
meodador Antonio Luiz Gongslvamfjarreira, go
no Monleiro, o qual tem eicellenfs,*proporcoes
psra passsr-se a (esta e produzir lucro : os pre-
tendentes dirijam-se ra da Imperatriz n. 14,
terceiro andar.
Antonio Urbano Gomea de Sampaio retira-
se para o Rio de Janeiro.
Carlos Henry Lowe vai ao sul.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 an-
nos de idade, com pralica de taberna : na ra das
Cruzes n. 1.
Ao sahir da ra de Santa Rita, iado pelo
pateo da Peoha a S. Podro, e dahi ao Carmo, ra
das Flores i ponte ds Boa-Vista, ra da Impera-
triz aleo oilo da matriz, e dahi segniodo ao re-
colhinpenlo da Gloria, perdeu-se nontem pela
manha urna pulaeira de ouro com cinco pedras
brancas cravadas sobre cinco flores : roga-se a
pessoa que a achou de a entregar oa ra de San-
ta Rila n. 13, segundo andar, que ser recompen- !
sada. I
Quem precisar de um copeiro portuguez, e
tambem compra e coziaha, de boa conducta : a
tratar na rna da Cruz no Recife, 00 deposito do
Sr. Antonio Carvalho.
Urna mulher casada offerece-se para ama
de leite : quera precisar, dirija-se aos Barros
Bsixos n. 22, que achara com quem tratar.
Aluga-se urna escrava para qualquer casa
de familia, a qual aabe cozinhar, eogommar, bem
coser e comprar; a tratar na ra da Madre de
Dos n. 34, primeiro e segundo sndsres.
Um homem que l, escreve e coota soffrivel
e ortoBtaphicamenle. offerece-se para qualquer
trabalho de escripia, seja elle qual Cor ; tambem
est dtsposto, visto que a bastante teqjpo se acha
desempregado, a empregsr se como caixeiro de
padaria, ou mesmo de laberoa, pois qae est
convencido que o trabalho, aluda aquelle a que
nao est costuraado, nao o pode deshonrar: quem
precisar, dirija-se a lfvraria da praca da .Inde-
pendencia ns. 6 e 8, que ahi se lhe dir quem .
Tendo deixado em seu testamento o falle-
cido Xisto Vieira Coelho, a quantia de lOOgOOO a
cada um de seus afilhados de baptismo que pro-
vassem competentemente, o abaixo assignado co-
mo testsmenteiro do mesmo fallecido, convida as
pessoas a quem approveitam a dita dispostcSo,
se apreseotem com o devido documento na ra
do Imperador n. 52 pars serem satisfeitos.
Joaquim da Silva Castro"
No dia 18 de setembro do correoie aono
fugio ums escrava de aa;*o por nome Isabel, bai-
xa, secca do corpo, o rosto descarnado, e j ve-
Iba, a qual anda pelos arrabaldes desta cidade,
Monleiro, Capunga, Passagem e Afogsdos, em-
pregando-se em lavar roupa, a titulo de ser a
roupa de aeuasenhores ; quem s pegar, dirija-se
a ra do Crespo, loja n. 14, que ser recompen-
sado.
Alten$o.
Offerece-se um criado para sahir para fora, ou
mesmo para servir 00 lugsr: quem delle preci-
sar, dirija-se a ra Direita r. 68.
AUenco.
A fabricacio da obra do alfaiate Pernambuca-
.nhado pela illustracao da machina de
costura, existe na rus Novs n. 67. por cons^TH
cia a freguezia desta tenda flea servida co;
mente edm brevidade, tambem
coslum atracar urna Invente atbar
algurnaao
Desappareceu ante-boolem do primeiro andar
da casa d. 50, na rna da Cruz do Recife, urna car-
teira grande de algibeira com o titulo per fora
em letras douradasPorle-fuilles Univeraalle-.
conlendo o seguate: duzenlos e Untos asi! reta
em notas, alguma prala, 4 cartas particulares,
sendo 3 dirigidas de Paris e 1 dests praca na
quarto de bilhela da lotera do Rio de Janeiro
vanos papis particulares: porlanlo quem a ti-
ver echado, queira lera bondade de mandar bo-
ta-la por baixo da porla da dita casa com lodse
os papis mencionados, menos o dioheiro.
-*smiugs-se o primeiro andar do sobrad* .
83 da ra do Pilar, com excellentes commodos -
quem o pretender, dirija-ae ao secundo andar do
mesmo.
Prederico Chaves aluga sea sobrado silo
Poco da Panel la, com muitoa booa rosa asad_
jardim aos lados, casa para criados, coebeira. ea-*
tribaris, e bom lerraco ao lado do sobrad a
tratar na ra da Imperatriz n. 19.
Furtaram na noite de 2 para 3 do correle
do sitio do Arraial, pertencenle a Pedro Allaia'
um cavallo castsnbo, andrloo, eom ama estrella
na testa, os dous ps bisocos ; quem dalle *o-
ber ou o levar ao dito aillo, reeeber 30 de era-
liflcaco. m
Est fgida a negra Edavirgea qae ba poaco
foi arrematada ero praga, tem oa signaes segaia-
les: alta, cheia do corpo, cara larga bas**;
groaaos ; esta negra foi escrava do Sr. Joaqaiaa
Pereira da Silva Santos, morsdor as ra do Im-
perador, com loja da louca: pede-ae a* aalari
dades policiaesde msnl.r preoder, sendo encon-
trada, e protesta-se conlrs quem a liver escondi-
da ; auppoe-ae eatar amazlada em alguma casa
mesmo aqui por parlo : quem a prender, leve-a
em casa do Flix, ra do Imperador n. 75, leja,
que ser bem recompensado.
Joaquim de Almeida e Silva vai a* Paca
de Camaragibe.
Manoel Alvea Guerra fas publico, que tea-
do-se deseocaroinhado de se* peder ana letra
da quantia de rs. 400, seeila pelo Sr. Aatams
Jos da Rocha, e vencida em 14 do paseado, j
se acha pago de sua importancia, e per isa* r-
ga-se a quem a achou o favor de a enlrefar, la-
to ella se seriar sem valor algum.
Aluga-se urna eacrsva moca e eadie. a qual
cozinha bem, lava lauto de sabio cerne 4* v*r-
rela, muito fiel, esem vicio de qaalldade alga-
ras ; a IraUr na ra do Sebo o. 20.
Manoel Theophilo Alvea ds Costa deixoa d*
seo caixeiro da casa dos Srs. Seve, Filhos A C,
dasde o dia 3 de outubro do correte asmo,
agradece aos mesmos s^nhores o bem trataaaeoto
que lhes dersm durante o lempo quefei se* cai-
xeiro.
Compra se^um esersvo qua seja perfeiteee-
zinheiro ; na ra da Cruz n. 24, escriplorio.
Precisa-se de um caixeiro para eogaabe
perto da capital : na roa Bella n. 36.
Attenco
De novo tem de aer arrematada aw dia 9 d*
correte, depois da audiencia do Jariso a* 1.a va-
ra civel, a casa terrea da ras da Prala a. 42. pe-
lo preco de 1:600. s requerimos* da inveata-
riaote o vigario Feliz Jos Merqaea BacalbSo.
Fraoclsco da Silva Boavista fas sabes" a
quera possa ioteressar, qae nesta data coi
ao Sr. Brroardino da Seoaa a Silva a leja
fazendas sita na roa da Madre da Deja a. t.
Olegario Saraiva de Carvalho Neiva, vea**
no Diario de honlem um adltal do Sr. jaiz 4* pes
da frenezia de Santo Antonio, em qae amaat-
dera ausente, apresss-se em declarar ana asad-
lo lempo nao sane desla cidade, aada cffectrva-
maole est, aendo Uta* a allegacio de tmk Dia*
Vilella a re luerimenlo de qaem M faasaa dita
edilal, MBd oataata prataata pravas
corre ;
es Hosp 'OAasvammmmBBBB
nio Diaa, d
a'aaaaaaaaaaaa^i^>lllllllllllllllllllllllllllllllllllllllaBBBBBBBB
DatatmVnfaB-
1 ira
e ti devf ser a seo!

4 4a


I -
DUIIO

i
BRO 1)11161.
Tachy^aphia.
0 Uchygrapho C. Fatcio di Iices de ta arte
por mdico preco : ai peisoss que quizerem a-
_ lisar-se de. sen presumo, deixem seua nones e
morada na ra eatraiU do Rosario n. 16, aonde
acuario ai precitas informeQ6es,
Jayme,
cabelleireiro, tranQador e
desenhador etn cabellos,
contina em aeu eslabelecimeolo na ra do Quei-
mado n. 6, primeiro andar, a exercer as fuocc,oes
Je" "l* eom asseio e promplidao. Tinge ca-
belloa e barbaa por uro proceaso facilimo. exiraha
as caspas por meio do Irlcopheroes ; este excel-
lenle remedio oios extrabe as caspas como faz
reoasccr os cabellos: islo arante o annuncianle.
Os abaixo assignados tenhatn a boodade de
apparecer na ra Nora n. SI, loja do Germano.
Jos Antonio Ferreira da Sitra.
Francisco Xavier Venancio Pimenta;
Pedro de Asis Campos.
Euzebio Bezerra Cavalcanli.
Maooel Rezendo do Reg Barros.
Alugam-ae o segundo e terceiro andares
con sotao da casa da ra do Trapiche n. 44 ; a
tratar no mesmo armizem de fazendaa.
Ensino de preparatorios.
O bacharel A. R. de Torres Bandelra, profeisor
de geographia e historia antiga no Gymnasio des-
la. provincia, tem resol*ido abrir noros corsos de
rnetorica, de geographia e de philosophia, assim
como das linguas franceza e ingleza, a principiar
do da 20 do correte ; na casa de ana residen-
cia ra do Imperador o. 37, segundo andar, en-
trada a direita.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHIGO
DO D0UT0R
D SABINO O.L PINHO.
Kuade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias tela desde as 10 horas
ar meio dia, acerca das seguintea molestias :
molestia das mulhtres, molestiat das enan-
ca, molestia* da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestiat syphilUieas, todas as especies de febres,
jeortt intermitientes tuat consequenciat,
TBAKMkClA BSPEOUt HOMBOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos bomeopatbicos pre-
tarados som todaa as cautelas necessarias, in-
alliTeis em seus effeitos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos prejos mais commodos pos-
airea. i
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao)
rucamente rendidos em sua pharmaeia: todos'
que o orem ra dellaaao falsas.
Todas as carteiraa sio acompanhadas de um
mpresso com um emblema em rele.ro, tendo o
redor as segaintes palarras : Dr. Sabino O. L.
Fintas, medico brasileiro. Este emblema poeto
l?ua ,ente n" u,la dos medicamentos que se pe-
de. As cari airas que nao lerarem esse impresso
assim marcado, emboratenham na tampa o no-
me o Dr. Sabino sao falsos.
Escutem.
O antigo fabricante do pao de folha e maesas
linas da ra Imperial declara aos seua freguezes
,Ba *tt fabricando o mesmo pao e masass
para cha, na aua padaria da ra dos Pires n. 50,
por isso pede aos seus antigos fregoezes e mais
pessoas que quizerem honrar este eetabelecimen-
to, que se dirijam ou mandem ao mesmo, porque
encontrarao tudo com aaseio e promptido, pois
para isto compra aempre as principaes farinhas
do mercado.
LOUVOR E MRITO
Pelo curativo de urna
Grande Inflammaeao dos olhos.
Eu abaixo assignado declaro que urna mioha
escrar*tendo sido accommettida de urna grande
inflammaeao nos olhos com dores agu4issimas
por toda a caneca, ealando quaai cga do olbo di-
reito, achara-se neste estado havia aeis mezes ;
e depois de applicados varios remedios sem suc-
cesso algum recorr ao Sr. Ricardo Kirk, escrip-
torio na ra do Parto n. 119. que applicando as
suas chapas medicinaos a pz perfeitamente boa
no curto espado da 20 dias. O que rerdade e
vai por mim assignadoRa do Ourives o. 227
Rio de Janeiro.Thomaz Aires.
Precisa-aedenmaama para casa de hornero
solteuo, que compre e engomme ; na praca do
Corpo Santo n. 21 se dir quem precisa.
Pedro Gra Foguista, subdito ioglez, retira-
se para o Paran.
No dia 5 do correte mez, as 2 horaa da
tarda,.em praga publica do Sr. Dr. juiz munici-
pal da 2. vara, que ter lugar na sala das au-
diencias, se ha de arrematar por reoda urna casa
terrea com aeu competente sitio, na ra do Gi-
qui, por execucSo de Manoel Joaquim Baptista
contra Jos Florencio de Olireira e Silra, escri-
vao Santos, proveniente de letraa da compra que
fez o executado da mesma propriedade, que flcou
especialmente bypothecada aoseu integro pasa-
mento.
Aluga-se una escrara que eoziaha o dia-
rio, lara e eompra na ra : a fallar na casa n. 1,
ra do Ser ou Uniio, na lina doe Ratos.
O Sr. acadmico do terceiro anuo
Joao Jos de Moura MagalhSes, queira
apparecer a ra das Cruzes n. 44, se-
gundo andar.
Na travesa da ra das Cruzes n.
2, primeiro andar, coatinua-se a tingir
com toda a perfeicao para qualquer
cor e o mais barato possivel.
Curso de rheto-
rica.
O acadmico Manoel da Costa Honorato tem
alerto o seu curso particular de rhetorica na ru
Bueita n. 88, primeiro andar.
Eseriptorio de advocada.
O bacharel A. R. de Torres Bandelra contina
no xercicio da sua profisso de adrogado, e of-
fereee-se para desempeoha-la tanto oesta cidade
come em qualquer outro ponte para que o ch-
meme pode ser procurado em aua residencia, na
ra loimperador,sobrado n. 37, atgundo andar,
entrada i direita. '
Atten$ao.
Tendo lido neate jornal um annuncio que sa-
nio no dia 2 do correte em que ae venda s ca-
sa da ra do Padre Floriano o. 3, e me peiten-
oendo esta propriedade, para que ninguem se
chame ao engase faco a presente declaracio, que
nunca aulorisei nem mandei expdr renda a mes-
ma propriedade. Recite 3 de outubro de 1861.
Jos da Cruz Santos.
precisa-se de urna criada portugueza para
engommar e coser : na ra Nora n. 33.
Precisa-se de dous caixeiros para Maman-
guape, sendo um com pralica de fazendas e ou-
tro com pratica de molbadoa: quem se achar ha-
bilitado para desempenhar satisfactoriamente es-
tea lugares, dirija-se ra da Cadeia n. 22, loja
de Joo Pereira aljuliobo C.
. Moleiro & Soares arisam ao respeitarel
publico que do dia 30 da setembro prximo pas-
sado se desencaminhou de aeu estabelecimenlo
da ra larga do Roaario o. 46, urna carleira
grande com cento e oilenla a cenlo e norenta
mil reis em dinheiroa, com dirersas letraa e um
recibo da caixa em commandita do ralor de um
cont e ciocoenla mil rea n. 259. pertencenle a
Bernardo de Gerqueira Caalro Mooleiro. Um
dito do eacrirao dos protestos de urna leltra de
oilocentos e tantos mil reis, saecada por Jos
Eleuterio de Azeredo contra Joo Jorge da Mol-
la. Uma letra de doua conloa duzenlos e tantos
mil reis. saecada por Custodio Ferreira Moutlnho,
contra Joo Baptista do Reg, (morador na pro-
vincia da Psrahiba, Vicente Ferrer da Silra
e Joo Bazilio do Espirito Saoto, rencida em
dezembro prximo paseado. Outra dita de um
cont norecentoa rinte e qoatro mil seiscentos
e noventa e cinco reis que estar em garanta
as firmas existentes as costas da outra cima,
cuja letra se renceu em 18 de setembro prximo
passado. Quatro ditaa aceitas por Jaciutho Si-
mpes de Almeida, no ralor de duzeirtoa e doze
mil reis. Uma dita aceita por Aotonio Joaquim
Freir, de cento e tantos mil res. Uma dita
aceita por Beraldo Bezerra de Araujo, de rinte
cinco mil e quatro ceios reis. Uma dita aceita
por Manoel Sebalde de Marte, de scenla e aete
mil reis. Uma dita aceita por Paulo Francisco
Rezende de noventa e cinco mil e duzentoa reis.
Uma dita aceita por Rufioo Jos dos Santos, de
cento triota e oito mil reis. Quatro ditas acei-
tas por Carralho & Mendes, saccadas por Miguel
dos Santos Coimbra, no ralor de seiscentos mil
reis. Uma dita aceita por Miguel dos Sanios
Coimbra de duzentoa e tantos mil reis. Uma dita
aceita por Jos Joaquim de Sanl'Anna Guerra,
da cento e tantos mil reis. e diversos documen-
tos tudo existente na mesma carteira, coja se
achara em mo estado. Rogamos as autorida-
dea policiaes aprehendam dita carteira on qual-
quer documento; e rogamos a qualquer pessoa
que aprehender a dita carteira com os documen-
os, ser bem recompensada.
Thomaz de Faria saca para o Rio
de Janeiro e Pars, ra do Trapiche nu-
mero 40.
Norberto Huniz Teixeira Guimares decla-
a que arrematou em leilo publico, no dia 11
e setembro prximo passado feito pelo agente
losta Carralho, a armaco com aeus pertences
a fabrica da praca da Boa-Vista n. 16A, lirre
desembarazada, e por isto pode dispor da
esma
Antonio Airea Vilella.
[Para quem pre-
cisar.
)erece-se um mogo solteiro para ensinar pri-
miraa letras em qualquer engento ou casa par-
ticular, pois para isto tem alguma pralica; quem
ueu prestimo quizer ulilisar-se. dinja-ae a ra
boa do Carmo o. 33, ou na cidade de Olinda,
pegada ao Aljube, que achara com quem
Attenco.
Manoel Moreira Campos, participa ao publico,
e com particularTdade a seus freguezes, que mu-
don h seu estabelecimenlo, da ra da Cadeia do
Recite n. 13, para a mesma ra n. 3, loja que foi
do faillecido Salvador Pereira Braga.
Precisa-se de uma preta que saiba bem la-
rar rupa, tanto de sabo como de brrela : a
fatlarl no Manguinho no sitio do fallecido Dr.
Teixeira.
Vocal e instrumental
Maoel Augusto de Menezes
Costa,
Wrofpsor da cadeira de msica do arsenal de
guerral d licoes dMausica por casas particula-
res, quem de seu Hmo se quizer utilisar pro-
cure-o na roa daUroceicJio da Boa-rista n. 42
eu no nesmo arsenal.
A commisso liquidadora dos credores da
casa do fallecido Maooel Buarque de Macedo Li-
ma, ro( a aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras pbr letras ou con tas de Irnos, que se diri-
jam cor os seus ti tu los ra da Cadeia do Re-
ci'en.S. primeiro andar, das 10 horas da ma-
ntisa sj2 da tarde,para serem rerificados e clas-
siflcados pela referida commisso
Becco da Boia n. 2.
Lpja de roupa feita.
Caf e Lunch.
No terceiro andar, na mesma casa faz-se
comida ^>ara pensionistas,
por preci muil^ cdbmodo.
S<|c^dade bancada.
Amorirp, Fragoso,Santos & C. sacn e tomam
saques sdbre a braga de^isboa.
- Rogase a ceno Sr. de engenho
da vil laida Escoda o' favor de mandar
pagar b impor mandn dar em lazendas Silvestre Jo-
s de Barros na ra do Crespo n 18,
loja de Diogo & Fernn des.
Aluga-se urna casa em Beberibe : a tratar
com J. I.|. do Reg, na ra do Trapiche d. 34.
Saques sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Olireira & Filho sacam ao-
bre Lisboa : no largo do Corpo Santo, escrip-
torio.
.-
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
A, F. Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estable-
cido com dous ceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de bouza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte A Souza, e osegundo
na de Duarte Almeida A Silva: estes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na ^peza e asseio com que se acham montados, comoem communidade de
pr Sos r-omo .^mZ T por pessoas poueo praticas, em qualquer um dostesestabelecimentos, que serio to bem serri-
MimoT.LTonehZ'T^' D8 "7" *lDUDC* l^'T nU"0 de am> 'DnUnC0S' e aS9m fund,dos n" v,nt8eD8 V* oBerecemos,
Seaur LTo di^cotinn d* pr8Sa' 8enhreS d9 e-DgflDh0 eUvr,dorM W mnde > ".s encomm.nd.s .' primeir.m, afim de experi-
Xi^iTanf cPD,,nuarem' Po8qe P uso nao pouparao os proprielarios forcas para bem servirem aquellas pessoa* aue frequentarem nossos
ZSSZi?wTn **s de n088OS pr,58*por 0Dde ver* publco que venJemo bar,liM' SaSTuTS
Qgleza especialm.otoescollbida900rs. a libra e em porcao ter aba lmenlo, recommend.-, .. apreciadores destele ge
ter abatimento, recommenda-se aos
levamos dito.
ero que mandem ao menos experimeniar. serlos de nada perderem pois para isso confirmamos o que
r hTh DCeza *melhor do mere*do 64 "' ,ibr* e em barr8 rM0 de 60 llbr
PrA^anl^rH6 VJet0 mUl d merC,d de W700 2|80 e em PorSo ,eri **. nca-ce a boa qualidade.
riesuuio uamOre nglez hamburguez a 900 rs. a libra e em poreao a 800 rs.
1/reSUntOS portuguezes ,ndos do ?om de casa particular a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
Marmelada dosmelhores autores de Lisboa premiada as exposices universaes de Londres e Pars a 1800 a lata
GaixaS COm estrelinha pe Vide e rodinha 7000 a caixa e 800 n. a libra em porcao ,er .batimento.
Latas de ameixas francezas com cinco libras a 49000 e 1000 a libra.
FaSSaS em caxinhasdeoilo libras, as melhores do mercado a 2#000 e a 400 rs. a libra e caixa de uma arroba a 7W00.
Espermacete superior 720 r.. .m c.x..740 r,.. ibr..
Conservas francezas inglezas e portuguezas 6oo e soo o frasco.
Lata COm brl8Uei" 1/?*" ^ "* riC0 'fi,Da-se ierem m,is bem P*f*" V* ** ***<> <> creado.
VinhO axinna de SOda de diversas qualdades, a muto nova a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 21500 a 4500.
a garer?faTa"%?dquUziad8 POr,' PoMo fino'8enuin. nec,4r Carcavellos, Madeira secca, Peiloria e Camones a 1&200 a 1300
VinhO em pipa proprios para pasto de 500
Latas COm fructas de todas as qualidade
Pera em CaixaS de 4 a 8 libras a melhor
CoriUthiaS em fraseos de
Calcado
45 Ra Direita 45
Magnifico sortimento.
Sempre condescendente e prazeoteiro coa s
regueies que Ihe trazeos dioheiro, o proptieU-
no deste grande caiabalecimento continua a ef-
erecer ao publico, por precos nodices 0 se asare
inferiores aos de outro, o aen MU* sorlmeato
de calcado francs, ioglez e brasileiro rejaaa :
Homem.
Borzeguins Viclor Emmanuel. lOdJOCO
couro de porco.....
lordPalmersloD(bezerro .
> diversos fobricanles (lustre)
John Russell......
Sapates Nantes (batera inleira).
patente.........
Sapatos tranca (portuguezes). ; .
> (fraocezes).....
9 entrada baiza (sola a vira). .
multo chique (uma sola). .
Senhoras.
Borzeguins primor (Joly)......
brilbsnttna......
gaspa alta.......
baisa......; t
31,31.33.34.....4
> de cores 32,33.34. 41000
Sapatos com salto (Joly). ...... SfMO
francezes fresquiohos. 2S40
> 31,32.33 e34 lustre. tatOO
E um rico aorlimento de couro de lustre, be-
zerrofrancez, marroqaim, sola, raquetas, coe>-
rinhos, fio, taixaa etc., por menos 4o qee qeal-
quer outro pode reoder.
A riura de Manoel Ferreira Um rende
dais casas para pagar aoa credores, seado nasa
na ras do Amparo n. 1, e a outra na ladeira ala
Misericordia n. 1, (odas na cidade de Oliade.-
No eogenbo Cursah, na fregnezia de Vio-
d'Albo, rendem-sel6bois da corris a 1C sei-
maes de roda, todos gordo*, a dioheiro i risU.
Miudezas.
a 600 ri. a garrafa ede 39800 a 49800 a caada,
que ha em Portugal de 700 a 1*000 a lata*.
1 li3
que se rde desejar e tem vindo ao mercado de 49 a 6j,a caixa e 19280 a libra.
2 libras de 1*600 a 29200.
a e outras multas qualdades o mais bem afranjado que tero vindo ao nosso mercado de 1*400 a 1|600
um.
r% % > pescad muiws 4uaiiuautbu m
t.a le O KlO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
VinnorP u D a Cm 2 HbrM* proPr"8 Para raimos' Por Mrem muUo bem enfeiudas e de superior qualidade a 39 cada
Lombos me,hr qM tem8 Ud n mn* 400 "'a garraa e 2*560 a canada'
Vinhn Rnifil vl0' MlV08' ChUrSa8 OUra,,a* e OU,ras 1u-lid-de' mlhor u e P v inno oraeaux de bo. qu.Hd.de. soo 19. gam., de 89500 a 109000. duzia,
vtontvnevnma "" ^ ^ *"" "^ d ** aCred,Wd ,U,r de Llsboa fl vlnd" *r mer VM *> "*> < 280.
r igos novOS chegados no ultimo paquete em caixas de 8 e 16 libras o melhor que se poje desejar.
Cervejas das melhores marcas 500 rs. a garrafa 59OOO a duzia da branca.
Vinagre puro de lisboa 340 .
Doce da goiaba da casca emcaixao
Azeite doce purificado 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
bOgnac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
r Pn^hp!Ui!f I? **?>'"**"* 50 e m P<^o ata .batimento, afianca-se a bo. qu.lid.de.
Geiiebra de Hollauda a 600 o frasco 69500 a frasquer. com 12 fr.scos.
failtOS IlXadOS para den tes a 200 e 160 rs.
dem do gaz 39000
A^fnn! maS SUPe"0r ,,W tem8 td D0 merCad Pr,UgUeZ- hesPanho1 e franMZ de 200 a libra.
Amndoasa^h0reS' T qUtem vind nMmercado a 1,20 a ancore,a do *"> as <* **
AHienoaS chegdas no ulumo navio a 480 rs. a libra e em porcao ter a batimento.
Alpiste o mais lirapo que tem vindo ao mercado a .180 rs. a libra e 59500 por arroba.
------A em dos gneros annutrc.ados encontrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados. ^
garrafa e 19950 a caada.
19 e em por$o a 900 rs.
o maco com 20 macnhos, e flor a 280 rs.
a grozsTe 280 a duzia de caixas.
Padaria.
Gabinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 37.
0 'Serio dadssconsbltas medlcas-cirurgi- ej
aj ca pelo Dr. Esterao Caralcanti de Albu- fj>
querque das 6 ss 10 horas da maohfta, ac- #J
fj cudindo aoa chamados eom a maior bre- I
9 vidade possivel. Z
l' Partos.
2.* Molestias de pelle. Z
3.* dem dosolhoa. Z
4.* dem doa orgaoa genilaes. a
ej Praticartoda equalquer operacao em al
% seu gabinete ou em casa dos doeotes con- m
a> forme Ibes fr mais conveniente.
Aluga-ie o primeiro andar do $o-
brado da ra da Imperatriz n. 40 : a
tratar no mesmo.
Ums pessoa com as habiiitacdes
as. propoa-se a eosinsr a lingua portogueza,
piawo a msica, 6 da cidade.'com preferencia
as Santo AntSo : a pessoa que de sau prestimo
i qokejr utiiuar, dirja-ae I praca da Indfpeo-
b, 98.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
FradaricGautier.cirirgiaorlentisla.fazi
todas a operacoes da sna arte ecolloca
denusartiicwas, tndocom a n'pariori-
dada epsrfaicio que ai pesseasantandi-
das lhe recon Iraeein.
Temiguae pdeniiriciosaic.
Aluga-se a padaria da traressa do Tiresp
est prompta de tudo. com muito bons commo-
dos, e est anda trabalhaodo, sendo seu aluguel
maite coanmodo : a tratar na ra da Senrala No-
ra n. 30.
AtteiNjo. .
Jos Vaa de Olireira, natural da freguezia de
Sania Mara Magdalena de Gourlnhas, na pro-
vincia do Deuro, em Portugal, assisiente oo Rio
de Janeiro, na ra do Hospicio n. 42, declara
que tendo oesta provincia de Pernamboco, um
seu -Hlo de nome Joaquim Pereira da Cruz, e
nao tendo sua familia recebido noticias auas ha
mui tallecido; neala incerteza roga o especial obse-
quio alguma pessoa que o conhe$a ou tirer
conhecido.de dar algumas ioformacoes* respei-
l<>, oesta cidade de Pernarobuco, em casa do
Sr. Azeredo & Mendes, ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro M de setembro de 1861.
-- Msnoel Aires Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Aotonio Pinto de Barro3 aluga pelo lempo
de fesla o seu sitie ecasa no largo do Mooleiro.
A commisso liquidadora dos ere*
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pedeaasSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
commisso todos os dias uteisdas 10 ho-
ras da manhaa as 2 da tarde na ra da
Carteia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commisso roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nSo a obrigue a laucar
maodosmeios judiciaes ou do jornal
para ha ver essas importancias de que
sSo seus devedores.
mu
expsito de candieiros
ECONMICOS
0 ^,
O propnetario deate estabelecimenlo a risa ao
ublieo que contina a ter um liqoiaatmo e va-
ria re sortimento de candieiroa para ledo os ser-
vaos qne sa precisar, como um grande deposito
de gaz da melhor qualidale que tem appareeldo,
experimentado pelos compradores, conbecidos
verdade rameo te econmicos.
Candieiroa econmicos a_gaz.
Candieiroa econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz.
Candieiroa econmicos a gas.
CandieiroB econmicos a gaz.
Ni na Nova o. 20 a al.
Claudio Dubeux faz sciente aos seua amigos e
(reguezea de mnibus que de ora em diante ven-
der os bilbetes de entrada para os seus mni-
bus 80 o cento, e que a menos porcio que
rende de 25 bilhetes cojos bilhetes serrirao pa-
ra qualquer dislricto menos o de Jaboatao.
Quem souber da residencia do Sr. Manoel
Lata doa Santos e Silra, que se diz ter rindo do
Kioi de Janeiro, faror dize-lo a Caetano Pinto
de Veras, qne deseja lbe fallar, ou annuncie por
esta folha. r
Compras.
Joo Jos de Gouveia
eom armazem de fazendas na ra do
Queimado n. 29, esquina do Collegio,
avisa ao respeiiarel publico que ha re-
formado o seu estabelecimenlo, sortin-
do-otaotoem boa qualidade como em
gosto, com ag melhores fazeodaa ingle-
zas, francezas, suisaaa e allemaes, achan-
do-se disposto a rende-las o mais bara-
to possirel, e por isso. conrida aos seus
freguezes e ao publico em geral para o
honraren) com a sua concurrencia e
confianza.
Aluga-se uma excellente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ha poj-
co tempo com trra50 a roda, sita*,
entrada do Poco : a tratar com os pro
prietariosN. O. Bieber & C, successo-
res. ra da Cruz n. 4.
Cassino Militar Pernambu-
cano.
A directora scientiica a todos os se-
nhores socios que a partida dste mez
tera' lugar em o dia 19, roga portanto
aos mesmos bajara de apresentar suas
propostas de convites at o dia 8 na ra
Nova n. 46, primeiro andar.
Antonio Vilella,
Secretario.
Cosinha se e eogomma-se com
perfeicao e por preco commodo: na ra
da Cadeia Nova n. 36.
Roga-se a pessoa que na tarde do dia 1.
fl0 corX!l-te 00,b" hou a quaoa de 811000.
1*09-0 7M em notas de 5, a tlf de I, que foi
perdida da .aorta da. thesouraria provincial al a
porU da leja do Sr, Bezerra, o favor de a restituir
nr mesma thesuraria provincial, porque a pessoa
que a perdeo. alees da recompensa deride, flear
a um mmente reconhacida por semalhante gene-
rosidade.
Precisa-se de uta t>0m Copeiro na
rqa do Vigario d. 2.
Compra-s
cabellos com pr i dos.
Na roa do Queimado casa de cabelleireiro.
Comprase moedas de 20 : na
ra da Cruz n. 48, paga se mais do
que em outra qualquer parte.
Compram-ae moedas de 20J a 20700: na
toja da ra do Queimado n. 46.
Gompra-ae uma preta e uma mulata que
sejam perfeitas cozinheiras, engommadeiras e
costureiras : na ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Azeredo & tiendes.
Compram-se moedas de ouro e patacoes
heapanhoesao cunho de Carlos III e IIII, ni ruj
Nora n. 23._________
Vendas.
Liquidaco,
Vende-se calcado francs para homem, senho-
rae crianca, por menos de metade de seua valo-
res ; na ra da Imperatriz n. 16.
Rap.
Vende-se rap freaco. groaso e meio groiso,
gasse uno e meuron ; na ra da Imperatriz, loja
da boa f n. 74.
Sementes de hortaliza,
Vindaspelo ultimo vapor inglez na
ra da Cadeia loja de ferragens de Vi-
dal & Bastos.
Ao barateiro.
Vende-se fil de linho de cores e braneos para
resliios, pelo diminuto preco de 240 rs. o cora-
do, e casias de salpicos graudoe a SOO ra. o co-
rado ; na ra da Imperatriz, loja de 4 portas a.
56. de Magalhea & Mendes. P
Aos senhores consumidores
de gaz.
No armaseis de arinna, no caes do Hamos n.
> H,*7*SJ,;'ll**iao da melhor qualida-
e a recentemeote chegado.
T l*S$*'m ti rico "*!> obra de bom
SJJ- da Aurora nu-
mero 00.
'endeaj-ae 300caibros de mato, com 90
palmos de comprmanlo, tf melhor qualidade
qae pHt lavar, e a mais btalo que possivel
no ateo dsi Barreiru d; 10. '^
Manoel Cardoaode Souza, com roja de miade-
zas na ra do Crespo o. 3, junto ao arco de San-
to Antonio, esl reaolrido a vender barato a a
servir bem as pessoas qoe ae dignareis ir oo maa>-
dar ao seu estabelecimento comprar qualquer
qualidade de miudeza, afiancando-lhes a aaator
boa f e o mdico preco das mereadorias em re-
lac,So qualidade : os presos que abis* se aa-
tam nao deixarao de agradar: cintos fiaos com
uve la dourada e praleada, proprioa para araban
a 2 e 2>500 cada um, linhaa do gaz, novel'.c
grande a 80 rs., e em caixa de 13 Mveltoa a 800
rs. a calza, ditaa de dito, novello pequeo a 20,
30 e 40 rs: o novello, e em caixas da 50 ditos a
600. 800 e 11 a caixa, ditas de dito de todas as
cores a 30e 40 rs. o novello. e em caixa de 30
norellosa 800 a.900 ra. a caixa, miadas Se linbu
para bordar a 80 ra., masainbos coas 13 ditaa a
600 rs., linhas de carretel de 200 jardas a SO
80 rs. o carretel, ditas de dito de 100 ditas a 30
e 40 rs. dito, car to com 14 pares de clchete a a
60 rs., e em duzia a 600 rs., ditos com 34 parea
de ditos a 90 e 100 re., e em duzia a la, corabas
para enfiar espaililhos a 60 e 80 re. cada uso.
caixas com agulbaa francezas a 160, 240 e 320
a caixa de 4 papis, carteiraa com ditas, supe-
rior qualidade, a 400 rs., penles pretos para alisar
a 240, 280 e 320 cada um, diloa amarellos a iati-
ta;io de uoicorne a 400 e 500 rs., ditos da tar-
taruga para atar cabello a 4*500 a 5J, ditaa a
imitaco de tartaruga, obra boa a 800 e If, le-
souraa finas para coatara a 400,600 800 ra, cada
uma, ditaa para uobaa a 500 e 800 rs., ditas para
costura com toque de ferrugem a 100 a 200 rs.,
folbas de papel bordado e com enrelopes a 160
re. a foiha. dito de corea de qnadiinboa a 100 re.
o caderoo : alem destaa mereadorias tasa ouiras
muilis que ae rendem por barato prefo como ao-
ja, fitas de velludo pretaa a de cores, largaa t
eslreilas, franjas de linho e de seda, filas de ae-
da, cbamalole e oulras qualdades, de todaa as
larguras e goslos, bicos, rendas e labyriothos,
liohas de marca, relroz de todaa aa coros, fitas de
linbo largaa e estreitas, brancas e de cores, etc.,
etc., o que tudo se vender por meaos preco da
que em outra qualquer parte.
Para mimos.
Seirnhaa com os excellentea figos da comadre
a 80 ris cada uma, vende-se no Progresso largo
da Penha o. 8, assim como ae vende aeiioea
com 8 libras por 2*500, e em libra a 820 re.
Vende-se
9 Na ra do Hospicio sobrado
g de dous andares n. 52, uma
: mulatinba de idade de 15 annos
S con urna cria de 3 meses, sabe
g coser, engomma liso e cosinha o
g diario tudo sem perfeicao: a
qualquer dia e hora pode ser
procurada.
A 280 rs. o co vado
de cassas francezas de muito bonitos padrea eom
4 palmos de largura, pecbiocha. na raa do
Queimado n. 22. na loja da boa f.
Sal de Lisboa
vindo no lugre Julio ; na roa do Vigario n. 13,
primeiro andar.
Jw.*
2 Loja de marmore. 1
I Ao bello sexo. 2
A Beeebeu-se grande porcio de tazan- 2
ST das que ae hariam encommendado e '
W cootinua a render-se para liqoidacio por V
dg preco muito barato, entre eslaa aa ae- sm
a guiles : ^
am Para senho-as
M Bournus de cachemira do stso goa-
D'toa para meninos de idadea de 3,
a 4, 6 annos, tambem de cachemira muito
* modernos a 5f.
V Vestido de seda da corea a 801 (cosa
A algum toque.}
99
Vende-se um elegante cabriole! francas a
prora de molas, lodo preparado de novo com
gosto earreios, pelo baratissimo prVcotfe 500a
tambem ae '------
s
rende com caralfo' bom trocador
' gordo e de qualidade, tudo pelo preco de 700a
expoato e a tratar na cocheira do 8r Qulnteiro'
ra Nora. '
Lencos braneos.
Veodem-se lengos braneos proprioa para alti-
beira, pelo beralisaimo prer^oda3*> Ja duzia -
na ra do Queimado n. 23, loja d
Aos (erceiros da
veneravel ordena deS.
rjaa
J chegou a verdaoaka estamei
La da^_4 porUs^ro do Queimado a. 3B. M
^^mi 3M asta
bem ha de algedl
m, e se vi^^l
- Veod
das :
vento
de 4 n>-
do con-

tras sterlinas.
Vende-*e ao escriptorio de Manoel ig^cio da
Oliveira e Fiho, largo do Cera* SasrtoT^^
ati itii a r\/\
J k\M ,^m .aamaw aT. aaaama m 1



e
UMO 01IIBJUMJUCO. MADO 5 il OUTUBHo DI Mal.
1
ROUPA FUTA
RDE I
fiiilelro e vidraceire.
Grande a ora officina.
Tres tortas.
31RuaDireita31.
Attenco.
Joaquina Francisco dos Santos.
40RUADO QUEMADO 40|
Defrpnte do becco da Congregaco letreiro yerde.
Neste estabelecimento hasempreum sorlimento completo deroapa feita detodaaaa
{ualidsdes, e tambem se manda esecutar por medida,* Tontada dosfregaezea, para o
que tem uto dos melhores profesaorea.
Casacasde paaao preto, 40, 35*e 30000 Ditos d setim preto
Sobrecaaaca de dito, 35 30*00
Palitotsde dito ede cores, 35!, 309.
35J000. 10, 18* e 20*000
0it> .le -.isimira decores, S2*000,
15, U#, 7 a 9*000
Dito de Ipaka preta golla da Tal-
ludo traueeias 113 0 00
Ditos de .irio-sltim pretoi de
cores, 9|000 8000
Ditos de alpaktda cores. 5 3500
Ditos lo lita preta, 99, 7. 5 e 3&300
Ditos de brim datares, 5f, 4*500,
4J00O e 3500
Ditos le bramante dalinhobranco,
6}i)00, 5*000 e 4f000
*ita I* omin de cordo preto,
. 15*000 6 8*000
; Calais le casimira preta decores,
129,10, 9 e |000
'litis le icincera a marin de cor-
do pretos, 5*. 6*500 e 4*500
Dita debrim brance e de crea,
5J000, 4*500 e *500
Ditas de ganga de cores 3J000
Sollates de reliado preto e de co-
res, lisos e bordados, 128, 95 e 8*000
Ditos de easemira preta e de cores,
1 isos a bordados, *, 5*500, 5* e 3*500
Mee te tico e bem asestado esta beleci meato ea-
contrsrio os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seo genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivaiisam com o jscarandi.
BANHEIRuS de Seas* ae tamaabos,
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES dem idea.
BACAS dem dem.
BAHUS dem dem.
FOLU A ees catase da tedas ae gr o asuras.
PRATOS imitando em perfeic.ao a boa porcel-
laoa. jaM
CHALE1RAS de todss u qualidades.
PANBLLAS dem idem.
COCOS. CANDIEIROS a flandrea para qeel-
quer sortimento.
V1DROS eco caixas e a retalhe de todos os ta-
mandaodo-se maohos, betar dentro da cidade,
em toda a parte.
ande-se urna machios de vaoor eystema ho-
risontal com todos sous competentes, sendo a
titira da presea o de dais a tres atmospherss
une conveniente pata um senhor de engenho
aMoalra quslquer efflciaa a tratar no aterro da
loa-Vista a. 52leja, ou no sitio do viveiro
do Muir.
Ditos de seda e setim branco, 6 e
Ditos da gurgurio de aeda pretos e
de cores, 7JO00,6*000, e 4
Ditos de brim e fustao branco.
3*500. 25500 a
Sereulas de Mi de linho, 2 e
Ditas de algodo, 1,500 e
Camisasde peito de fustio brance
e decores, i*i00 e
Ditaa de peito de linho 55, 45 e
Ditas de madapolao branco e de
cores, 3, 2*500, 2*
Chapeos pretos de massa.f raneeies,
formasdaultima moda 105,8*500 a 7J
Ditos de feltro, 6, 55, 4 e
Ditos deso de aeda. ingieres a
franceses, 14, 125, llg e 7*000?
Collarinhos de linho muito finos,
novosfeitios da ul tima moda *&00
Ditos de algodo 500j
Relogios de uro, patentes horl-
soo ta es, 100*, 90, 80* e 70 000 5
Ditos deprata galvanisados, pa-
tente hoaootees. 405 30*000.;
Obras deouro, aderemos e meios
aderemos, palseiras, rosetas a
anneis f
Toalhas de linho. duzial0000 6* a 9*000?
D'tas grandes para mesa a4*000 e 5*000]|
S Gama & Silva.
Grande exposico de fazendas
barttissimas, na rua dalm-
peratriz n. 60, loja do
PWiLo.
Vende se cortes de phanta-
sia, fazeuda de muito gosto
eom babados pelo diminuto
preco de 4^500; na rua da
Imperatriz n. 60, loja que tem
^Sss^srs^&^Sim\ TpaT0 d?lado d* ffT ({*-
to para nao ha ver engaos.)
reza
contento.
Attenco.
Pa|radoTrapichau.4*,amcasa de Ro r o
Rooker <3C. existe um bom sortimento d 11-
nhaa decores a branca te mearretei a do albor
brieanteleinglaterraisqaaea aevandsm poi
drecos muirazoaveia
*
Nova ealiforoia
Viva o paquete das novidades,
Pois est torrando miudezas muito ba-
ratas, afloi de apurar dioheiro para con-
sumo do paquete, rua da Imperatriz n. 54,
loja de Joaquim de Azeredo Pereira J-
nior, declara o seguinte :
Cartes de clcheles muito linos a 40 rs.
Caixas de ditos da trra a 80 rs.
Linha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dita de carretel, 100 jardas a 30 rs.
Pares de meias cruas e de cores para
menino emeoina a 120 rs.
Duzla de meias cruas muito finas a
2,i00.
Dita de ditas entre finas a 2*200.
Linha branca em carlao, 200 jardas a
89 rs.
Iscas para charutos a 60 rs.
Caixas com palitos de Especis a 160 rs.
Frascos de agua de colonia de Piver a
440.
Ditos de. cheiro muito finos a 800 rs.,
Lubln a IgOOO.
Jarros de banha pequeos a 1*600.
Ditos de dita grandes a 3)500.
Frascos de banha pequeos a 320,
grandes a 500 rs.
Sibooetes de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de mompelas a 320.
Dutia de meias cruas para seohora a
2*400.
Ditas brancas muito finas a 3*300.
Fio de raz de coral muito fino a 700rs.
Espelhos de columna pede ferro a 15500
Carteiras de agulhaa muito finas a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finas a 800*rs.
Baralhos poitugtiezes a 120.
Ditos franceses a 240.
Croza de botes de louca braneos a 120
Agua de Lavander muito fina a 640.
Dita frambuzia a 600 rs.
Tesonras muito finas para unhas a cos-
tura a 500 rs.
Caivetes del folha a 80 rs., 2 folhas
a 160 rs.
Cabo de marfim a 400 re.
Meias airas para hornera a 1*800.
Froco fino de todas as cores a 400 rs.
Dito grosso idem a 500 rs.
Caixas de papelao com alfinetes a 120.
Pares de sapatos de laa para hornera
a 1*280.
Tesoura para costura a 200 rs., e gran-
des a 640
Duzia de botOes de louca para paletott
a 120.
Sipaliohos de merino s 1*500, e vellu-
dinho a 2*000.
Rosarios e cruzes de coco, 1 a 120 rs.,
eduzia a 1*400.
Caixas com perfumarla a 4
DE
S no torrador,
largo do Terco n. 23.
Quem envidar venha ver: manleiga ingleza
flor a 15 e a 900 rs. a libra, manteiga (ranceza da
mais superior que se pode des-jir a 640 e a 600
rs., massas muito finas para sopa a 400 rs. a li-
bra, assim como se vendem outros muitos gene-
ros por diminuto preco, e nao se diz o preco pa-
ra nao espantar.
Estados
sobre o ensiao publico
pelo Dr. Aortgio. Justiniano da Silva
Guimaraes. Segunda publicacao. A
venia na Uvrarta dos Srg. Gui maraes &'
Olivetra, rua do Imperador. Preqo de
cada exemplar 2#.
Vejo s.
Magalhaes Mendes.
Vende-se damasco de la com 6 palmos de lar-
gara projrio para mesa ou eoberta a 1*300 o co-
rado, riscado escocez para vestido de 4 palmos)
de largura a 300 rs. o covado, popelina clara a j
200 rs. o covado, riscadinhos de cor a 160 o co-
vado, chitas fraocezas a 220, 240, 260 e 280 o
Covado, laziq^a enfestada a 400 rs o covado, i
peco de cambraia branca a 1*600, ditas finas a [
2j500, 3* e 3*500, cobertas de fustao de cores e '
brancas para eamas on mesas grandes a 5* e 6*.
saia balo de20 a 40 arcos a 3 e 3*500; na rua
da Imperatriz, lija de 4 portas n. 56.
Oh! madapolao.
Vendem-se pecas de madapolao fino enfesta-
do a 3* a peca.^iitaa de cassas adamascadas para
cortinados a 3*. ditas de cambraia do salplcos
grandes e miudos a 2 e 3, cortes de chitas de
cores finas cora 13 corados por 2*500, cobertas
de damasco de lia por 4, pe?as de riscadinhos
de corea com 38 covados por 6, cuberas de gro-
xe por 8, corles de cassa com 7 barras por
2J500. ditos de cambraia de babado a 2*500, 3 e
3*500; na rua da Imperatriz, loja de 4porlas n.
56, de Msgalhe* & tiendes.
Enfeites
modernos muito em conts, lianas de novellos
grandes para bordar, finas e grossas : na raesma
loja tem rap Paolo Cordeiro, Lisboa, Gasse e
meto gasse, fino, Meuron, Rolo Francez, todos
a retalio e tambara em libras, e muitas outras
miudezas em coota, vista se dir o preco de
tude; r>a rua larga do Rosarion. 38, passando a
boten, tegunda lo^a.
Bramante de linho muiU
ili'l'iOf.
<
varas de larg
a vara : na Qo timada
"nhe
eouduea
t de 2*400
a bem co-
Waag^e^aa^aa^-aaftMW-aas^aia^aa^aav'.W!
^jwwmwaawwsmwim wiwvaae wsbwp
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na rua Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas teitas, calcados a fazendas e todos
estes sa vendem por precos muito modi-
ficados como de seu cosume,assim como
sejam sobrecasaeos de superiores pannos
e casaco9> feitos peloa ltimos gurinos a
26*. 28*. 30* e a 35*, paletots dos mesmos
pannos preto a 165,185, *0* a 24,
ditos de casemua de cor mesclado e de
novos padroes a 14. 16, 18,20 e 24,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9*. 10*, 12* a a 14*, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 8*, 10*. e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados e 12,
-ditos de merino de cordao a 12*, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15,
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
ditos saceos pretos a 4, ditos de patha de
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 3*500, 4
e a 4*500, ditos de fustao branco a 4,
grande quantidade de calcas de caaemira
preta e de cores a 7*, 8*. 9* e a 10, ditas
pardas a 3* o a4, ditas debrim decores
linas a2$500, 3, 3*500 e a 4, ditas de
brim braneos tinas a 4*500, 55, 5*500 e a
6*. ditas de brim lona a 5* e a 65. colletes
de gorguro preto e de cores a 55 e a 6f,
ditos de casemira de cor e pretos a 45500
e a 5, ditos defuslo branco e de brim
a 3 e a 3*500, ditos de brim lona a 4|
ditos de merino para luto a 4* e a 4950b,
caigas de merino para luto a 45500 e a 5|,
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os tnjannos : caigas de casemira
prefa e de cor a 55, 6 e a 7, ditaa ditaa
de brim a 2J, 3 e a 3*500, paleto tssac-
cos de easemira preta a 6$ e a 7, ditos
decoran e a 75, ditos de alpaca a 8,
sobrecasaeos de panno preto a lile i
14, ditos de alpaca preta a 5, bonete
para menino de todaa as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhoa,
meios ricos vestidos de cambraia (eito
para meoinas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 8 e a 125, ditos de gorgu-
ro de cor e de la a 5* e a 6, ditos de- i
brim a 3*, ditos de cambraia ricamente
bordadoe aera baptisados.e eauitaa outraa
fazendas e roupas faitea que deixam de
ser mencionadas pela ana grande qaantl-
lad-i; im como recebe-so toda eqaal-
Tquer encommonda de reupas para ae
mandar manufacturar e que para este fias
leanoe um completo sortinseato chafasen- I
das ate fasto a ana grande o fflrua deai-
, ; Uro que ,
'apromptidoeperfeigSonadadei-
|* xa a deaejar.
mm
Fazendas baratas.
as
3
Na rua da Imperatriz n. 48, jauto a,
padaria franceza. <
:
Cortea de cambraia branca com babadl- ?
nnos 4 e 4*500 superior 5, cambraia li- a
za com 8 1 [2 vara 35, 3*500, e 4, ditas de J
Eseessia 5, e C*. ricos enfeitee pare ae- 1
nhora 6* e 63500, sintos os mais delicados J
para aenhora 2*500.3, chapelina para cri- J
anga gosto ingles 3*500.4, para baptisado
3, cortes de vestido de seda Escosseza de
bonitos gosto 12* estao se acabando, ri-
eos lengos de labyrintho 1. 15200. chapeo 9
de eol para aenhora de bonitas cores, lisos 0
5, cabo de marfim 5*500, cortes de cam- #
braia braneos ceas ffr da aeda 5. riaoa 9
do francez 200 ris o covado, completos 9
sortimeotos de baldes de arcos 3, sortt- #
mentos de meias para menino e menina 9
200 a 240 ris o par. chales de tsrlatana 9
de cores a 640 ris, lengos branco com bar- 9
ras 160 ris chitas inglezas a 180 e 200 rs. 9
9 dita franceza a 240 e 280 rs. o covado
A pegas de cambraia da forro com 9 varas 9
9 a 2 : junto a padaria francesa a. 48.
999999999 9999 99999999
Novas pechinchas
na loja do Pavo.
_ Vende-se gorguro de la padres muito miu-
diohos proprios para vestidos de senhoras e me-
ninas a 400 rs. o covado, teado 4 palmos de lar-
gura, sendo tambera esta fazenda multo propria
para vestidos de passar a festa no campo ; na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para con tas e facturas, papel mata-borro; ven-
de-se na loja d'aguia branca, rua do Queimado
numero 16.
A 2$ o corte
de calca de meias casemiras escuras de
na rus do Queiaaado u. 22,
na
urna s
loja da
cor
boa f.
Gaz liquido.
Em cass de Samuel P. Johnslon & C, rua da
Senzala Nova n. 42, vendem-se latas com 5 ga-
Ides de Kerosine.
Na rua doQueimado n. 10, loja nova
de i portas, vendem-se as segu rites
fazendas de apurado gosto, e por
menos pr*qo do que em outra qual-
quer parte.
Ricos cortes de cambraia branca bordados a
20, 25 e 30.
Ditos de seda de cor a quila a 80 e 90*.
Ditos pretos bordados a velludo a 60. 70. 80 e
90JO0O.
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 30.
Ditos de dita preta a 20 e 30.
Ditos de barega com habidos a 15 e 20*,
Riquissimis capinhas de velludo bordadas
com mangas a 60, 70, 80 e 100*.
Lengos de linho bordados a 3.4, 5 e 6.
Ditos de dito lisos, duzia a 6, 7 e 8$.
Ditos de cassa com bico, urna 120, 200 e 240
ris
Mantas de grosdenaple abertas & renda, urna
a 3*000.
Chapeos de palha para senhora, um a 8 e 10.
Ditos de pellica Garibaldi, um 15*.
Chapeos de sol de seda para seohora, um 4.
Riquissimos cintos dburados a 3, 4 e 5.
Vendem-se
Cruzes n. t.
queijos a 15600 ; na rua das
Attenco.
GaUornU le tazendas
pot todo prego, na tua
do Quevmaao a. 45 na
bem conueeula loja lo
seTtaaejo.
Os proprtetarioe deste eslsbelecimeoto estao
fazendo urna liquidacao sem limite de prego e
porisso previne ao respeitavel publico eem par-
ticular aos seus freguezes que prestem attengflo
para o que vai abaixo transcripto.
Coletos de velludo de cor' e pretos a 5, ditos
de gorguro de seds a 3 e 45. camisas france-
zse a 13480, caigas de brim, de ganga a 35 e 2,
duzias do meias pars senhoras a 3 e a 4, ditas
para meninos a 2*. ditaa para meninas 2*500,
ditas para nomens 15400 e o psr a 140 e outras
muitas qualidades por todo o prego, chapeos de
castor brsoco a 10*, ditos de aeda a 55, pannoa
para mesa a 4 com bolotas, ditos ditos a 3*800,
aberturas brancas a 280 e de cor a 280, chitas
boas a 120 o covado, obras feitas de todas as
qualidades assim como tambem tem cbalin de
urna cor a 540 o covado, manteletes pretos por
todo o prego a 165. chapeliohas para seahora a
5*500, enfeites de vidrilho pretos e de cor a 25,
lencos grandes de gorguro de seda pretos inlei-
ros 1*600 e 15800, gravatas a 640, 560 e 320, vesti-
dos de seda pretos a 40 fazendas que custoo 60f e
70, assim como tambem de cor pelo neamo
prego, ditos que nos custarsm 140 ditos borda-
doa de velludo a 80 e a 66 cada um, assim
como temoa velludo relo a 2*500 o covado, dito
da cores a 2*500, fil bordado a 1 a vara, mui-
to finos challes de frocos a 45 e 5* cada um.
meias pretis e brancas de seda muito finas a
1*900-e 2* o par, ditos de seda lisas para senhora
a 700 rs. o par assim como bordados com bico a
IJBOOopar colarinhos de slgodio a800rs. adu-
na e um 100 rs., ditos de linho a 400 re. um, as-
sim como tem golas manguitos a camisiubas,
grosdenaples de corea e pretos setim preto
macto, cortea de casemiras de corea e pro-
les, asidas do bailes, tudo por prego que ceavter
ao fregus o que garantimos 4 que nio se eajeita
draheiro.
l Em caaa de Adaasoa, Huirle 4 C, rua de
Trapiche Novo n. 42, veode-ae ;
Rolhasde cortigaflnissimas.
Lona e filete
Fio de vela.
Superiores tintas de todss ss cores.
Sellns, silhoes, e arreios para cario oh sabriolat.
3^500.
Vende-se ricos cortes de cambraia da aeda
com a venial ou duai saias a 35500: na ras da
Imperatriz n. 60, loja do pareo.
3,200,3,500 e 4,000.
Vende-ae finissimos cortes de cambraia bran-
ca e de cor com dous e mais babados pelo dimi-
nuto prego de 3*200, 3$5O0 e 41: aa rua da Im-
peratriz i. 60, loja do navio.
A 15j(000.
Vende-se finiciseimos cortes de cambraia bran-
ca com bardado aauito delicado proprios para
baile ou casamento a 15*: na raa da Imperatriz
n. 60, loja do pavo.
Nova peeninena.
Vende-se flnissimas pegas de cambraias fran-
cezss de carocinhos com 17 1[2 varas pelo dimi-
nuto prego de 85 a pega, ditas das mesmas com
8 3|4 varae pelo prego de 45 a pega, tambem se
vendem das mesmas a 500 rs. a vars, sendo
brancas e de cores ; na rua da Imperatriz n. 60,
loja de pavio.
PuptUna a 2AO ts.
Vende-se pupelina de quadrinhos a imitagio
de sediohas de qaadro pelo diminuto prego de
280 rs. o covado : na rua da Imperatric n. 60,
loja do pavlo.
Chaly a 500 ra.
Vende-se chaly muito fino a 500 rs. o cova-
do : na rua da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Sedas a ovado.
Vende-te grosdenaples preto muito encorpsdo
a 1*600 e 1*800, ditos de cores azul, cor de rosa
e cor de cana mais barato que em outra qualquer
parte ; na rua da Imperatriz n. 60, toja do pavo.
Sedas, de t|tta&rin\\os
Vende-se sedas de quadrinhos fazenda muito
eocorpada a 500 e 640 rs o aovado : na rua da
Imperatriz n. 60, loja do pavio,
Cassas com salpico graudo a
200 rs.
Vende se cassas com salpicos graudos e lislras
a 200 rs. o covado. fazenda muito nova : na rua
di Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassas pintadas auito miudinhos
fadroes a 240 rs. o covado : na loja da rua da
mperatriz onde est o pavio.
Sentido ao Pavo.
Vende-se neste estabeiecimento um grande e
variado sortimento de fazendas tanto para no-
mens como para senhoras, de todas as fazendas
se dio amostras com penhor ou maodam-se le-
var em casa das familias pelos esiieiros da cass,
assim como o respeitavel publico achara todos os
diaa uteia este eatabelecimento aberlo das 6 ho-
ras da manhia as 9 da noite.
Cera de carnauba.
A dinheiro.
Vende-se urna pequea porgo de cera de car-
nauba muito boa, que se acha depositada no ar-
mazem da Companbia Pernambucana & commo-
do prego.
Baloes para meninas.
Vendem-ae balos para meninas, de todos os
tamanho?, de madapolao e de raussulioa a 3* e s
4 : na rua do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para gravitas,
tanto pretas como de cores a 500 rs. : na rua do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Meias baratissimas.
A 2*400 a duzia de pares de meias brancas fi,
najgaju hornera : na rua do Queimado n. 22
nafl Baboaj.
RWR cortes de vestidos bran-
eos bordados.
A' loja da boa f na rua do Queimsdo n. 22,
chegou novo sortimento de ricos cortes de vesti-
dos braneos bordados com 2 e 3 babados, os quaes
continuara a ser vendidos pelo bsratissimo prego
de 5* cada corte : os rua do Queimado n. 23, na
bem conhecida loja da boa f.
Para acabar.
Cortea de cassa franceza de 2 saias S folhes,
cosa 12 e 15 varas a 3*500 a 45, lindes cortea de
lia para vestido eom 24 covados a 5, peca de
cambraia lisa eom 8 et jardea a 2*500, 90000 e
3*600, eWta larga franceza, aovado a SUO rs.,
cassas escuras f rancazaa, covado a 840 : a ellas,
que em vista da redugio esa prego, asaos pois
atorar : sa rua do Queimado n. 44.
Attenco
Vende-se confronte o portio da |fortaleza das
Cinco Ponas o segurte : carracas para bol, dita
eracavadosepara agua, carnosos pira traba-
bar na alfandega e carrinhoa de mo, rodas pa-
ra earrogas e pare sarrinhos, eixos para ambos,
torcedores psra caf com fogio, boceas de tornos,
bandeirea de reos de todss ss qualidades, do-
bradicaa de chumbos de lodosos tamanhosjechs-
duras de ferrolhos, tranquetas, ferro de embetir
de todos oe tamanho, ferrolbo de chapa.
Lencos para rap.
Vendem-se lengos finissimos de linho proprios
para os tabaquistas por seren de cores escuras e
fizas, pelo baratissimo prego de 6 a duzia ; na
rua do Queimado n. 22, na bem conhecida loi'a da
boa f4.
Nova remessa de majaes
Nova remessa de mames.
Nova remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Sodr & C. receberam nova remessa de ma-
gee, e estao vendendo a 10*000 cada urna eai-
xa com 200 magies : na roa estrella do Rosa-
rio n. 11.
Ricos cortes de Inedina de
seda.
A loja da Boa-F na rua do Queimado nu-
mero 22, acaba de roceber ricos cortes de
rostido de medioa de seda de lindos padres,
a fszenda mais fina, mais nova e mais bonita
que ba no mercado, cada edrte tem 20 e 21 co-
vados, e vendem-se peio baralissirfio prego de
25*000 o cort ; ss senhoras de bom gosto que
tiverem de sssistir a bailes e a casa mentos, se
quizerem levar um vestido ds ultima moda
mandarem ver na mencionada loja da Boa-F,
na rua do Queimado n. 22.
Novidade do Pavo.
Vende-se finissimos cortes de cambraia de
babados largse de duas saias fazenda queso
vendeu a 10* pelo diminuto prego de 4*r na raa
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.

. ypH
Sdaco de certas:
I fazendas finas. {
RUA DO CRESPO N. 17.
Riquissimss cbapelinss de seda para
senhoras, de diversas cores a 12* #
Cassss de cores bonitos padres a 240 0
rs. o covado. 0
Cassas e organdys de corea a 280 rs. o
covado. ej
Chitas de todas as qualidades e pregos. 9
Muilissimas fazendas finas que se ven- a
dem por pregos bsralissimos para liqui- #
dar, dao-se amostra das fazendas. fj
Taixas.
Reducco em presos para
acabar.
Vendem-ae no armazem de Braga, Sos k C,
na raa da Hoeda, tafias de farro asado, s mu
acreditado fabricante Edevin lato, a 110 re. sor
libra. *^
Feijo de coria
ao armazem ds Tasas rosles, ros sis Asasrim
n. 93.
Vende-ae saa caaa de Adamase. Hewie 4
C, rua do Trapiche Novo n. 42, sisesitos taUtss
sor ti dos, eas psquenaa lataa.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f aa raa do
Queimado n. 22 se encontrar! osa besito
ment de superiores Urea riesaaaaU
que se vendem pelo barato prego de '
e 5*000 ris a poce, advertindo-se qae he
de urna pega de ceda padrie, ejaeas sate i
andar melbor aervido ser, na raa de i
n. 22 na loja da Bsa-V.
O # *
Rua do Queimado n. 10,1
loja de 4 portas.
Vende-ae chapeos de castor branco ra-
pado a 6*.
Chapelinas de seda para senhora a 8*.
Chapeos de pslhs para aenhora a Tra-
vista a 10.
Ditos de pellica a Garibaldi a 14 a 15.
Cam saa para aeohora a 3*.
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Cassa organdys a
280 rs., na loja d Pavo.
Vende-se muito bonitas cassas organdys a 280
rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 60, loj
do Pavo.
Para cortinados.
AOPAVAO'.
Vende-se pegas de esssa adamascada propria
para coroado 20 vara* a 8*.: na rua da Impera-
triz n.4tO, loja de Gama & Silva.
vende para paletots.
Llazinha muito miudinhas de cor escura pro-
pria para caigas, col le te e paletots a 400 rs. o
covado: na rua da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva?
Roupas feitas ba-
ratissimas,
NO
armazem de fazendas
roupas feitas
DE
Raymundo G. Leite & Irmo,
N. 12Rua da ImperatrizN. 12%
Neste armazem que ora ae acha bastante sortido
de roupa feita de todas ss qualidades, Unto pa-
ra homem como para meninos, se esto vendendo
ss sesmas por baratiseimos precoe, como se-
jam : sobresaseos de panno fino, obra inteira-
mente boa por aer feita a moderna a 290000, di-
tos de panno superior, obra do tnelhor que ae
pode desejar a 30*000, palitos de casemira finos
a 181000, ditos sacos, obra do moderno gosto a
12W)Q, ditos ds meta dita a 6*000, coletea de
cssemira de cores Bas a 4*508, drtoa de brim
decores e Mseos a 21500, calcan de dito finos
a **0O, 4*400 e 5*000, paletos cosacos de alpa-
ca obra muito boa por aer de alpaca fina a 81000,
dito dito aaceo a 3*500 e 4*000.. uniformee de
easemira a ultimo gosto, Bando precito notar qae
sao da easemira fieissiras a 93*000, camisas
fraocezas peito de linho multo finas a 35*000 a'
duzia; haendo tambem muiUS entras fazendas
e obras feitas, as qusea todas > vendem por
pregos muito commodos.
Superiores organ-
dys.
Na lojo da boa f, na raa do Queimado n. 22,
vende-so finissimo organdys de muito lindos pa-
dres, pelo baratissimo prego de 720 rs. a vara,
fazenda de 1*200, e quem nao andar muito de-
pressa ficar sem a pechincba ; na rua do Quei-
mado n. 23. na loja da boa f.
Em casa de KafHkann Irmaos
&C, na rua da Cruz n. 10, exi$- j
te constantemente um completo
sortimento de
Vinhos Bordeaux de todas as {
qualidades. <
Dito Xerez em barris. ^
Dito Madeira em barris e caixas. i
Dito Muscatel em caixas.
Dito champanhe em gigos.
Cognac em barris.
Cerveja branca.
Agua de Seltz.
Azeite doce muito fino em caixas.*
Alvaiade em bar?
Cevadinha em garia
Vende-ae fil liso muito fino e assim
tarlalana branca muito fina, tasto nasa
mo outra sao proprias para vestidos, sis a psra
bailes como para aasistir-so e casamentas, antea
antea que ae acabe na me do Qseiasass o. SI
na loia da Boa-F.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mala ases s
superior que hi no mercado e e preco Ha
commodo: no escripiorio de Hanoel fgaatr ais
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Rua do Queimado n. 19,
Armazem de fazendas.
DE
SANTOS COELHO.
Chales de merino estampados Usos coas listas
e franjas de seda a 9|.
Toalhas de fustao a 500 rs. cada osas.
Gravatinhss de cssss muito Hadas san to-
rnera e meninas pelo bsratissimo preco de 100
rs, cada urna.
Chales de merino lisos de todss aa cores.
Cortea de phantszia de seda pelo barato preco
de 8.
Cobertas de chita gosto chinez a 11800.
Lences de panno de linho a 19900.
Ditos de bramante grandes a 3*900.
Vestuarios de seda para meninos a meninas
a 8*000.
Corlea de caaemira Qnaa a 4J50Q.
Capellas brincas para noiva a 5*
Bramante de linho com '0 pelmas a 2* a trata.
Sortimento de baldes para senhora a meninas
Bramante de algodo con 10 palmos de largo
a 1*280 a vara.
Casemiras a
1.000 o corte, na
loja do Pavo.
Vende-se finissimos cortes de aasemi-
ra entestada de coies pelo diminuto
preco de 4$ o corte para calcas, assim
como tem das mesmas para Tender a
2#400 rs. o covado proprias para pa-
letots, caica e collete, recommeoda se
muito esta fazenda aos Srs. alfaiates que
costumam a fazer roupa para Tender,
porque tao cedo nao acbam ama pe-
chincha igual : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva-
Gravatas da moda.
Vendem-se gravatinhaa eslreitas mnito
riores, tanto pretas como de corea, pelo
simo preco de 1* ; na raa do
na loja da bos f,
Raz de coral.
Na loja d'aguia de ouro, raa do Cabsgi a. I B,
vende-se a verdadeira raiz de coral a MO re. s ts.
i eoss-
baratie-
Qeeiaaado a. B.
E ARMAZEM
DE
Joaquina Francisco dos Santos.
40tua do Queimado40
Defronte do becco da Congregacaoy letreiro verde,
VENDE-SE 0 SEGUINTE:
Para casamentas:
Ricos cortea de vestido de fil ou blond de seda branca com ramo s capaila, s
mais moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindos cortes de vestidos de fil ou blond de aeda branca bordeis a brasas a
cores.
Ditos de tarlitsna branca bordados a branco e corsa.
Ditos de cambraia branca bordados a branco com asui^a elegancia.
Saias bordadas.
Ricas saiaa de cambraia branca bordada* com o mais aparado sjssts s mala fiase
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia braaca bordados com malta abusarle, a
mus moderno e maia superior que ha ao mercado.
Manteletes.
Bicos manteletes de seda de corea e protoa bordadoe s Usos esa aafsitss, asea
como arrendados, por preces eomtnodos.
3|000 apega.
Percas da cambraia lisa larga fina eom f a Otrl raras, mnito batato.
Lencos.
i Jascos de cambraia de linho bordados a 3,4eit essaam. J
Chales J
(chala* de touqulm braneos bordados de pona r>
Alem daa faiendas cima mencionadas tem uta p,
j qualidades. que oso poaaivsl mencionar-se pela gran
.1


m
A .


BUHO O MIAMJRieO

largo dftPenlia
Francisco Fernandes Duarte, proprietario deste
armazem de roolhadoa, parUcipa os hn freguezes, asaim|como aoa senhores di prace, de enae-
nno e labradoras que d'ora em vante qulzerem-se afreguezar neste estabelecimeuto, que se acha
com um completo sortimento da gneros os mala doto que ba no mercado e por aerem a maior
parte delles rindoa de coota propria, eal porlaoto reeolvido a vende-loa por menos 10 por cenio
do que em outra qualquer parte, afianzando a boa qualidade e acoodicionameoto, assim como ser-
vir os portadores meos praticos tio beio, como se os senhores vieesem pessoalmente, para o que
nao as poapari o propietario em prestar toda attencSo, aflm da continuaren) a mandar comprar
suas eocemmeodas, serlos de que, toda e qualquer encommenda comprada ueste estabelecimento
acompanhar ama coota impressa com o meomo titulo de armazem Progresso.
Mamtoig* imglezm peTreitamente **, 1|000 rt., llbt TeDde.
se per este prajo nicamente peta.grande porcao que tem e sefor em barril.se fara a bat ment
NUnteiga franeeza. m rs 1bI, e em barr1, 660 rf.
t*~* iiyasaa 0 mt\bot 1te n, n8 mercad0 B a^o a ubr.
dem pteto, lieoo ,ibra
Queiioa do teta ehega)l09 lttli ulliB0 Tipor a ^.
dem Dvato, m lnteiro t640 n a Hbra
dem salssQ fl40 rt a libra em pdrfil0^ faz a bttment0#
Prezanto de fiambre l0ftaI. 700 r,. Ubr..
Prezaata de lamego. 480 ., Iibra iDteiro, M0 .
Stv&dtt
LW mala ora que ba no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 4|500.
Rspermasete. 760 .. libra em caiM a 740 ra
L,aUs com boYaxUaa de sada d. ILataa eom aeixe em aosta de muUa, quaIldade, a lfm
^zeitonas maUo novas. lsm n.. bmt. t6Ulb0. m r... ..*.
Doce de Maetcae em lall u 2 llbr por 1|m
^*1"* para podim a 800 rs. a libra.
Baaua de porco Tefiuada. 480 r8.. bra, em barr. 440 .
Jm \ *ama*e a malanovt d0 m6rcado a 900 rs., a em lattaa de2Ubra por 1#700.
iratOS O.C lOmuO a primeira Tez qoe Teram a este mercado a 640rs. a libra.
Cnoaticas e palos mait0 n0T0, a ^ a libra
Palitos de deate Uxadoscom ao macinb0l por200 r.
Chocolate!raacez ljaoo ri. a Ubra> dilt0 porlgoei a 800 rf
iarmeaaa imperial d0 afamad0 Abreu, de 0Utr08 milUoa fabricantes de vum
a 1*000 rs. a libra.
Vlobos eagarrafadoSporl0iBordeailx>Carcavelloai e moscaleU1Wooagarafa.
iaaos eia pipa de 500> 560 e 640ra a garraf8) em canadai, 3950045000 45oo;
Vinagre de Lisboa 0 maiJuperiot. 240 .. garrafa.
eJ* das maig acreditadas marcas a 5* a duzis, e em garrafa a 500 rs.
_ ,, parasopa amis nova que ba no mercado a 640 rs. a libra.
^rvilaas traaeezas, 6i0 r, lalla
Milo de ameadoa. 800 ra.. libr8| dlta com ca8ta a 480 rf
^lozcs moIlo D0Ta8 a 120 r8 a libra>
Castaaaas pUadasa mt8 a 1bra.
*iaiC mvito siperiora 240rs. a libra, e a 7 a arroba:
\t*ro7
** do Haranho a 3 em arroba, e em libra a 100 rs.
Fumo americano ,k
^ ,, a a Hora, se rorem porcose far abatimento.
SevadlnbadeFr,n5aa240raalibra
saga majto n0T0 a 320 r8> a libra>
X oaeiabo de Li8b0a a 360 n a libra # a m a afroba
Farlaaa do Maraaaao maii n0Ta. m ri<. llbra>
Toaciaa^ lagUza200ri alibra>
!nTnflCmrt ealXltt^* de8 libra, 2,500 cada nma.
r nEI meolhaX?r08 a*< **** respeitavel publico t.do quanto pro-
cura
120
40
40
30
Rival
sem segando
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas miudezas pelos
presos abaixo declarados, e venham logo pois
est acabando. _,
Caizas com agulhss francezas a..........
No vellos de lio ha para marcar a 20 rs. e..
Ditos de lioha de cores e muito grandes a
Carretel de linha, saperier qualidade a..
Lioha branca do gaz a 10 rs. e...........
Dita dita,a melhor que ha, novello grande
Pares de meias de cores para meninos a
Duzia de meias cruaa muio superiores a
Dita de ditas ditis a......................
Pares de metas de cores para meninos a
Lioha em carto Pedro V a..............
Caizas com phosphoros de segaranea a
Caizas de folhas com phosphoros (so a
Caiza val tOO rs.) a...................
Duzia de phosphoros do gaz a..........
Frascos d'agua de colonia superior a___
Ditos com eheirot muite finos a........
Duzia de meias muito finas paraa**enhora
Caizas de apparelhos para f os a 240
Traumas de laa e deliohoU... asa......
Sabonetea grandea e superiores a........
Groza de botos pequeos para caiga a..
Groza de botoes de louca a..............
Yaras de tramoia superior a 120 e........
Groza de peonas de ac a................
Carteiras muito superiores a............
Baralhos portnguezes a..................
Tesouras muito finas para costura a....
Ditas para unhas a 240 e..................
Baralbos para voltarete a 210 e..........
Frascos de banha de urjo ................
Frascos grandes de lavanJ ambreada, su*
perior quslidale a....................
Frseos de oleo de babosa a 320e......
Fraicos dedanha muito fina aS40e......
Aguiheiros com agulhas a................
Novo sortimento
de cascarrhas de seda,
franjas e galo com lagos
n %s relas.
A loja d'jguta branca acaba de receber um
novo e bello sortimento de cascarrilhai de seda
com duis oteas fijigiodo pato, o jThor que se
pode dar em M genero e venda a 21 a peca. aa>
sm como fraorts de seda de diversas corea elarl-
guras pee preois admiravelmente barato*, i
timbem um novsimo galaozioho de seda cobj
laeos as relas (roprlos e de muito gosto par
afeites de vestido!. A barateza cem que a loi
d'aguia branea cos'mma vender os objectoa j
bem ennhecida e agora comprova a mais com
HmiUcio dos pregosporqae esti vendando o
attigos aeima, para v dinheiro a dita loja d'tgaia branea rna do Quei
"d D- % n realidide atharSo baratez
ftado sutoeridade.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. suceessores ra da Cruz
numero 4.
Veodem-se carros americanos mui elegantes
e leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim ellea possaem map-
pas com varioa desenboa, tambem vendem car-
rocas para conduccao de aasucaretc.
Chegouaapreciavel agua bal-
smica para a bocea e
deotes
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
va remessa da mui praveitosa e procurada agua
I balsmica para a bocea e deotes. O bom resul-
' lado de tal agua ji nao
120
29400
2JO00
160
20
160
100
240
400
500
39000
500
40
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500
500
120
400
400
320
640
800
500
320
80
-w i iai agua ja nao soffre duvida como sa-
1 bido pelas immensas pessoas que a compraram
e que sentiam a falta della,
. e as que de novo
comprarem acharao que o uso della faz conser-
var os deotes aos, li-rando-os da carie, fortale-
cer as gengivas e tirar o mo hlito da bocea,
dando mesma agradavel aroma, podendo-se
mesmo usar dells nao s pela manha como a
qiulquer hora, e com acert depois do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando se tenha de
sabir para ter-ae a bocea aromtica : para isso,
porm, bastam algumas gotas della am agua pu-
ra. O proveito d'agua balaamica aioda chega a
mais, ella aarve com acert e promptidSo para
acabar a dor de denles, ensopando-se Della um
bocado de algodao e deitando-o 00 buraco do
dente, eate adormece e em pona desapparece a
dor. Para se obter um frasco de tio proveitosa e
a precia vel agua balaamica, drrigir-se com 1
loja d agula branca, ra do Queimado n. 16, ni-
ca parte onde ella se vende. Adverte-se que os
irascos vo mareados com o rotulo da dita loja.
Peitos de esguio de algodao
para camisas a 500 rs.
Na loja d'aguia branca vende-se maito bons
peitos de esguio de algodao para camisas a 500
rs. cada um, dinheiro a viata : na loia d'asuia
branca ruado Queimtdon. 16.
Cestiuhas de Hamburgo.
86 na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
x B, quem recebeu um completo aortmento de
lindas cestinhas de todos os lmannos propinas
para memnssdeescola, assim como maiores com
tampa proprias para compras, balaios proprios
para costura, ditos proprios paAaqueiros, Sltoa
muito bonitoa para brinqued* de meninos, di-
tos maracas pin tadinhos que se venden por pre-
os maito baratos- r
SABAO.
Joaqmlm Francisco da Helio Santos avisa aoa
aaus fregueses deata praga e oade ra, que tem
aposto randa sabio da $* fabricadeoomioada
-Rectfanoarmaztm dosSrs. Travasaoa Janior
a,
eastanna, prata a outraa qualLdadaa por menor
RW e oatras fabricu. No mesmo arma-
i tem eito oseu depoi as da cama a-,
policio,
-%avatinhas de raiz de
coral,
o melhor que possvel. Vende-se mui bonitas
gravaiiohas de raz de coral com duas e tres
voltase lacos as ponas, sendo ellas bastante
compridas, avista do que alo haratissimaa a
2500e3000: assim bom e barato s na loja
d aguia branca, ruado Queimado n. 16.
Boni e assim barato
ninguem deiza de comprar urna pasta psra pa-
pel por 11000. Na loja d'aguia branca acha-se
urna porcao de boas e perfeilaa paalas para pa-
pel com calendsrio perpetuo, e indica daa festas
mudaveis, pelo que se tornara de muita utili-
dad?, e o pequeo prego de 1J000 cada urna
convida a aproveitar-ae da occaaio em que se
estao ellas veodendo por metade do que sem-
pre costurara ; assim dirijam-se a ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que [ser
bem servido.
Vestidos brancos
bordados.
Ainda restara alguna cortea da vestidos brancos
bordados que continuam-ae a vender pelo bara-
tsimo preco de 59, com S e 3 babados, de gra-
(a : na ra do Queimado o. 22, na bem cochea-
da loja da boa f.
Relogios baratos.
Na ra Nova u. 21, ba grande porcao de relo-
gios foliados, douradoa e de ouro, patentes e ori-
zontaea,aui8808 e ingleses, os quaea aerao ven-
didos pelos precos da factura. Cada relogio leva-
r um recibo em que se reaponaabilisa pelo re-
glamento durante seis mezes.
Caixinhas com msica.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabugjn.'i
B, chegado de sua propria encommenda muito
lindas caixinhas de costura com msica, propria
para mimo, que se vende muito barato.
Vendem-se osengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa d enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem preteude-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
r com quem tratar.
Sementes de hortaliees.
Na ra da Cruz do Recite n. 32, deposito de
pao e bolacha, vende-se mais barato do que em
outra qualquer parte, novaa sementes de horta-
liees, sendo couves de todas aa qualidades. na-
bos brancos, rozo e encarnado, rabanetea de dif-
erentes cores, feijio e ervilhas de diversas qua-
dades, salsa, quento e todaa as mais sementes
precisas para ae ter urna linda borla.
RuadaSenzalaNovan.42
Vende-se am casadaS. P.Jonhston 4C,
ellinsa ilh5esnglezes,candeerof a eastioaes
bronzaados.ionas aglezes, fio devala,ehieoia
paracarros, a moniaria.arreiospara cairo da
um alous cvalos relogiosda ouro patente
nglez.
Relogios.
Vande-sa am easa de Jobnston Paler 4 C..,
roa doVigario n. 3 um bello sortimento da
relogiosdeouro.patente inglex, de um dos mais
afamados fabricantes da Lirerpool; tambem
urna variedade de bonitos Irancelinspara os
memos.
4 loja da bandeira
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a
todos os seus freguezes tanto da prafa
cmodo mato, ejuntamente aorespeita-
vel publico, que tomou a deliberaco de
baiiar o preco de todas as suas obnfcpor
cojo motivo tem para vender nm gWnde
sortimento de bahs e bacas, tud de
differentes tamanhose de diversas cores
em pinturas, e juntamente um grande
sortimento de diversas obras, cootendo
banheiros e gamelas compridas, grandes
e pequeas, machinas para caf e cane-
cas para conduzr agua grandea e peque-
as, latas grandes psra conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e
.camas de vento, latas de arroba a 1$
bahs grandes a 4J> e pequeos a 600
-, bacas grandes a 5 e pequeas a
800 rs.,cocos de aza a 19 a duzia re-
gadores regulares muito barato, ditoa
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ha piotadoa e em branco e ludo mais
se vende pelo menos pre$o possivel: na
loja da bandeira da roa da Cruz do Re-
cife n. 37.
IKMMBHIMHpH M3 ttSMSMHB
ULTIMA PDA
40-Rua do Queimado-40
Ricos manguitos de cambraia bordados, a ba-
lso, o mais superior que ha no mercado, viudos
no paquete francez de 13 do correte mez, e
tambem um grande sortimento de chales de me-
rm de todas as qualidades.
Barato.
Linba ds carretel, 200 jardas a W rs.
Clcheles fraocezes, caizinha a 60 rs.
Agulhas francezas, caizinha com 6 papis (es-
li principiando a ferroiar) a 10 rs. : na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 10.
N. O. Bieber & C, suceessores, rna da Cris
o. 4, tem para vender relogios para algibeira de
ouro e prata.
nmamtmmmmm mmm
Liquidacao
NA
Loja de marmore.
Exposca> de culerias
finas, na ra Nova n. 20.
{asta rlquissime estabelecimento se eneootra-
K.*- am ^l0'88*00 ertimanto decutrlertas
'**>'! qae aa poda Imaginar, acata;
como tambem um liquissirao sortimento deme-
lM' ""S"0 Pnbecidos pelo verdadeiro ptak
paraiervtco de almoca a jaotar, cimas da ferro
para eaaal aoluiro, bandejas a iroitaeao de cha-
'B?i6^00 'ulaos, finae a ordiaariae, toda
a qailidade de looca de porcelana para cozinha :
na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Chapeos para senbora.
Ricos chapeos de seda e de velludo para se-
nhora, pelo baralissimo preco de 15 e 16$: na
ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Lindas caixinhas
com necessarios para costura
Acaba dechegar para a loja d'aguia branca mui
lindascaizinhaa matizadas,com espelho, tesoura,
caivete, agulheta, agulbeiro, dedal e ponleiro,
ludo pratiado a de apurado gosto, emm urna
caixioha ezcellente para nm presente, a meamo
para qualquer senhora a possuir, e vendem-se a
t0| e 12} : na loja d'aguia branca.ra do Quei-
mado n. 16.
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
da a 2$500 a pega.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lencos de cambraia imitando seda,
isao pelo baratissimo preco de 2$500 a peca de
10 lencos. E' essa urna daa pechinchaa que cusa
apparecer, e quaodo assim approveir-se da
occasiao, porque elles servem tanto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16, tara
vontade de comprar maia de urna peca, tal a
bondade delles.
Atteoco
a)
Bastos di Reg acabaa de receber grande
quantidade de roupas para crianza assim como
seja de fustao e la e de seda, pelo diminuto pro-
co de 28500, 3)e i4}, vestidoa de cambraia
bordados para baptisado de criancas a 16#, ca-
aaveque e capas de fustao e de brim, para se-
nhora e menina pelo diminuto preco de 3f e 49,
capas de fuato muito compridas para senhora
a I29OOO.
As melho-
rea machioaa
de cozer doa
mais afama-
dos autores de
New-Yorlt:
vendem-se
unicam ente
no armazem
de fazendas
de Raymondo
Carlos Le te
di Irmo, nu-
mero 12, roa
da Imporatriz.
Arado 1 americano te machina-
par alayarroupa tem casa de S.P> Jos
htton & C. ra daSenzala n.42.
Macaas e uvas de Lisboa mui-
to boas.
chegadas no paquete inglez, vende-se na ra
estreita do Rosario n. 11, estabelecimento de
Sodr & C.
A 2,5500
O rival sem segundo, na
ra do Queimado n 88
defronte do sobrado no-
vo, est vendendo tudo
bom e baratissimb,pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran), a saber;
Caivete psra aparar penna a 80
Ditos com 2 folbaa muito Unos a 320
Frascos de macac parola muito fino a 200
Dito de oleo muito fino a 100
Tranca de lia com 10 varas, bonitas co-
resa 200
FraDjas de lia com 10 varas, bonitas co-
. 800
Sapatos de tranga de algodio a laOOO
Ditos de dita de laa a 1 280
Caizas com iscas para charutos a 40
Cartas de alnetes sor tidos francezes a 100
Caizas de ditoa ditos a 80 rs. a 2U0
Escovas para limpar denles muito finas
200 rs. e 40o
Duzia de facas e garfos, cabo preto a 31500
Masaos com grampas muito boas* 40
Candes com clcheles a 20
Ditos com ditoa de auperior qualidade a 40
Dedaes de ac para senbora a 100
Sabonetes multo grandea a. 200
Apitos de chumbo para cr'anga a 20
Hialejo para meninos a 40 rs. e 100
Eofiadores para vestidos, muito gran-
des a 60 rs. e 80
Sapatinhos de laa pira meninos a 400
Anda tem urna variedade de miudezas que se-
ria enfadonho menciona-las, poiss vista que
se pode apreciar as qualidades e os precos.
REMEDIO INCQMPmVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Mi I ha res de individuos de todas as nacSet
podem ifslemunhar as virtudes deste remedio
incompara vale provar em caso necessario, que,
palo uso que della fiseram tem sen corpo a
membros i n teira meo te saos depois de h a*er em -
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leilura dos peridicos, que lh'as
relatara todos os das ha mnitos annos; e a
maior parte dellas sao tao sor prendentes qoe
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas reeobraram com este soberano remedio
o uso da sana bracos a pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes, o lee
deviam soffrer a amputagao 1 Dellas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos depade-
timantos, para se nao submeterem a essa ope-
rario dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nheciment declararan estes resollados benfi-
cos diante do lord eorregedor e outros magis-
trados, aflm de mais autenticaren! sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado desaude si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constan tem en te segu ndo algum tempo c
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Qoe tudo cura.
O ungento be til, mais particu-
larmente nos seguintescasos.
Novo chegadci no ultimo paquete
em caixinhas de 8 e 16 libras o melhor
queiepode desejar neate genero, ven-
de-e tanto em porcSo como a rtalh
nicamente noaaxmazena Progreaaivo
ProgreMhta no largo do Carino n. 9 e
ra dasCruzesn. 36.
Os senhores donosdeco-
cheiras.
Ha milhoa 3$iOO o laceo no arma-
zem de Hachado di Rodrigues ra da
Madre de Dos n. 6, e o comprador
S|uerendo mais de 10 saceos taz se dil-
erenca no preco.
Venda de urna casa.
Acha-ae i venda ama easa terrea aa raa da
Alegra n. Ai, can bastantes eommedos par*
draodefamilia; qvem pretender, dirija-se a raa
ge Santa Tbereza n. 10.
3,000.
S a California.
Vendem-se cortes do cambraia organdys com
barra a 3 e corte ; na ra da Imperatriz n. 48,
junto a padaria francesa.
Na ra da Cruz n. 10, cata de
Kalkmann Irmao* 4C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correiaa para
transmittir movtuaento, canudos
de borracha de qualquer com-
primento e grotsura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en-
commendas.
MM89H 5MMKM MORiKK
Para fabricas,
Vende-se escoailha de cores lisa, propria pa-
ra forrar chapeos, pelo diminuto preco de 240 o
covado ; na ra da imperatriz, loja de 4 poitis
n. 56, de Magalbiei & Mendes. P
Escrayos fgidos.
8
Chales de merino estampados, qae em outras
lojaa ae vendem por 4 e 5J na loja da boa f
na roa do Queimado n. 21, vende-se pelo bara-
tisiimo preco de 2&500.
\
Luyas de Jouvio.
Continua-se a vender aa luperiores luvas-de
pellica de Joavin, tanto para bomem como para
senhora ; na raa do Queimado n. 22, na loia da
boa f.
Na loja de marmore veode-ae para 11-
qiiidaco por presas mnrto barato, um
variado sortimento de fazeadas ala mo-
das para lenboraa, roupa faita para bo-
mem e veetimaataa para na*foes e bem
aaaim qoadrea n oteo para decoraeio de
salas e oapetlas.
|R01PA FEITA AINDAMIS BARATAS.
SORTIMENTO COMPLETO
ii
JFazendas e obras feilas j
LOJA E ARMAZEM
DI
IGes k Basto!
NA
Ra do Queimado
i. 4Q.freHte amarella.
Constantemente emosamgrandeeva-
i radosortimento dejobrecasacatpretas
de panno e da corea mallo fino a S8,
3J 35y, paletots dos meamos pannos'
a lOf ,12f e S4|, ditos saceos pretos dos
mesmoa pannos a 14, 16 a 18, casa-
cas pretasmaitobem feitase da superior
panno a 28, 30$ 35. aobrecasacas de
casemira decore muito finos a 15, 10|
o 18J, ditossaecos daa mesmaacasemi-
rasalOg, 12 e 14j, caigas pretas de
casemira fina para bomem a 8, 9, 101
e 12, ditas decasemira decores a 7|,8,
9 e 10, ditas da brim brancos mallo
fina a 5f o 6, ditas de ditos de cores a
8, 3500, 4 e 4500, dita a de meia ca-
semira de ricas cores a 42 e 4(500, col-
letes pretos decasemirea 5 e 6, ditos
da ditos da corea a 4J500 a 5, ditos
branco tda aeda para casamento a 5
ditos da 6, col le tes de brim branco a de'
| fustao a 3, 3500 e 4. ditos de corea a
500 a 3, paletotspretos de merino de
aordio aacco a aobrecasaco a 7f, 8 a9
sollates pretos para luto a 4600 5'
i as pretas da merino a 4500e 5, pa-
letots de alpaca preta a 3500 e Ai, ditoa
) sobrecaaaeo a 6, 7e 8f, muito flnocol-
lataa de gorgur&o deaedadecoreamuito
boafazandaa3800e4S. colletetde vel-!
lado de corea e pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca depanno pre-
| tos e de cores a 14, 15 a 16, ditos de
i saaemira saccopara os meemos a6500 a
7, iitosde alpaca pretoaaaccoa a 8 a
il#500,ditossobreeaaacoa a 5J e 5500,
alcasda casemira pretasa decores afi,
} 6|500a7, camisas para menino a 20!
c dazia.camisas inglazaapregailargaa!
! muitoaperiora S2aduziapariacabar.!
I Assim es matamos ama offiaina daal-
((lataondemandamoa axecutaitodaa aa,
obrascom brevidade.
Inflarama^o da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de oihos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em quaiquei
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veas torcidas ou
das as pernas
no-
Atleacao
Saiasdecordo.
Superiores saias de cordio a 3, 3|600 a Vk.
ditas alcoxoadas muito superiores ai; na ra
o Queimado n, 22, loja da boa f, "im*m
-se causes Tastos proprios
para bahuleiros.runileiros etc. a 1 |80:
quem pretender dirija-se a esta tipo
graphia, que ahs ae dir' quem os tea
para vencer.
Alporcas
Gaimbras
Callo.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
era garal.
Ditas da anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammacjio do figado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda s
America do sul, Ha vana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha contm
urna instruccao em portuguez para explicar o
modo de fasar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
iarmaceutico, na ra de Cruz n. 22, am
ernambueo.
Pechincha sem igual.
Cortes de caiga de casemira prela e de cor en-
testada muito fina a 4500 ; na loja da Califor-
nia, ra da Imperatriz n. 48, junto a padaria
franceza.
Potassa daRussia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido a acreditado deposito da raa
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vendar a ver*
dadeira potassa da ftuasia, nova a de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra ; tudo por precos mais baratoa do qae em
outri qualquer parte.
rumelo LOW-IO0I
Rna daSenzalla Ko\a u.42,
Hasta estabelecimento contini abaveiun
completo sortisranio dimoenda eneiasmoen-
das para engenho,machna da vapor ataixas
la farro balido a eoado,ds todos ostsmanhos
para dito,
Superiores organdys a
720 rs.avara,
Vendem-se flnissimos organdys de muito bo-
nitos padroes, pelo baratissimo prego de 710 rs
a vara, fazeoda que sempre se vendeu por
1*200, aaalm oois, quem quizer comprar fazenda
fina muito bonita e muito barata cnegar I ra
do Queimado n. 52, na bem conhedda loja da
boa.
hraosbailesetheatros.
Biquissimos cintos douradoa eom lindas avalas
tambem douradas a eamaltadaa, e com ricas pon-
tea para cabirem aobea oa vestidos, maito pro-
prios para aa eenhoraa qoe Uverem de tr aoa bar-
lea o theatrae ; vase-1 capelo baratiaetoio pra-
code *f, 5f t: aa' ra So OaaimaSoa. 98,
oa bem eanbeelSa loja da boa f.
Enfeites riquissimos.
Vaadem-se ricos enfeites de retrez, alo os me-
lbores e maia modernos que ha no mercado, pelo
baratissimo preco de 88: na raa do Qaeimalo
n. S3, aa loja fla boa K.
Fugio da fabrica de sabo da raa Imperial c
eacravo Carloa, de naco, tendo oa siams e-
guinles : altura regular, olbos grandes e meios
coberloa pela palpebra, cOzo de urna peraa, etc.,
foi escravo do Sr. Antonio Carlos Francisco da
Silva, tendo-se oceupado outr'ora rm vendar
fructas no Recife : qaem o apprebender, leva-o
ao Passeio Publico, ou a ra da i arara n. 80.
Acbam-ae fgido doua escravoa. sendo aa
pardo, de nome Luiz.ronbecido pot Luiz Moa-
teiro, claro, alto, secco. cabellos cacbiados, per-
nas bastante compridas, e com um maior signa!
que aer caobolo, idade 23 annoa, pooro mata
ou menos, aem barba, ofiBcial de pedrair, Uat-
bem pinta, e irabalba um pouco de fooileiro :
outro crioulo, de nome Elias, cor tola, basa
parecido, estatura e eorpo regalares, bem bar-
bado, e official de tanoeiro : quem es pesar,
leve a seo senhor o major Antonio da Silva Gas-
mo, ra Imperial, que ser bem gratificado, a
igualmente recommenda-os as autoridades aah-
ciaes.
Escravos fgidos.
Fugiram juntos no dia 30 de selembro do cor-
rente anno, os escravos Goocalo e Luiz, eom as
signaes seguintes : Goncalo crioulo, de idade 14
a 15 annoa, secco do corpo, levando calca de ris-
cadinho de quadroi e camisa de algodao de stra,
Luiz crioulo, bem preto, altura regular, diz qae
padece de calor de figado, tem naa veninas urna
ou duas Astutas, Olho daa bandea de Pedias de
Fogo, da provincia da Parahiba : rege-se, par-
tanto, a todas as autoridades policiaes, capules
de campo oa qualquer pessoa, que os apprehea-
dam e trsgam ra do Queimado n. 10, loj* da
Ferrao i Mata, que se aira o dooo dos escra-
vos, e gratificar generosamente.
Escravo fgido.
Tendo sido aotoiiaado o Sr. alteres Jos Bedo
de Aiaujo por D. Clara Mara ds Ceaeeic.o, da
\illa Bella, para vender o aeu eserava Naaaal.
crioulo, de 15 annos de idade, daraaSacarnaasa,
cabellos carapiLhos, olbos pequeos, nariz cbato
bocea pequea, cor preta e sem barba, sigases'
estes que conatam do psssaporte cea o que
mesmo escravo veiode Villa Bella, auecedra qae
o diio Sr alferes BedO tratou a venda da referido
escravo com o Sr. Joaquim Mara Pereira > ianaa,
que se achava hospedado em casa do Sr. Jeio de
Sequeira Ferrao no dia 26 deste mez. a Ih'e ea-
tregou, mas dentro de duas horas o Sr. Vianna
procurou o Sr. alferes Bedo e declarou-lbe qn
o eacravo linha fgido, pelo que ao se teac
passado a escriptura e nem feito a paga da praca,
Qcou de nenhum effeito o contrato da venda, a
entao substabelecendo o Sr. alferea BedO a pr'a-
curago no Sr. alferea Manoel Joaquim de Ohvei-
ra Coxatrus, por ter aqoelle de rciirar-ae cata
prega, o novo procurador traten com o abaise-
assignado a venda do dito escravo fgido, a tal
venda foi definitivamente reatlsade ; pelo qoe o
abaizo-assignado previne as autoridades rolmaes
e a quaeaquer pessoas que por ventura aoabereaa
onde ezisle tal escravo, ou o encentraren), para
que o prendam e facam recolher prisao, se (6c
isto fra desta cidade, e aqu o levean casa da
aua residencia na ra do Imperador n. 79, certo
deque recompensardevidamente. Outro uea,
protesta o abaizo-assignado contra quem aer
que por ventara o teaha acoalado, porqnaaio
proceder civil e criminalmente.
Adverte maia o abaizo-assignado qae, segundo
Ibe assevera o referido Sr. Vianna, tea e eacra-
vo umasjBarnas naa pernas, a levou vestido ca-
misa de algodao branco e cales de brim desbota-
do, teodo sabido sem chapeo.
Silvino Guilherme de Barran.
Fugio no dia 17 de setembro do correala
anoo do eogenho Algodoaes, sitio do lavraSec
Frtncisco Joaquim da Bache, na preto da ansas
Alezandre, de naci Angola, represe a la 3S an-
noa, alto, secco, bem preto, posea harn, ntaae
embrsnquicados, com signal da ferida no coto-
vello de um dos bracos; quem o pagar lave ae
dito lavrador, que gratificar.
Fugio no dia 29 do paaaada aa eacravo au-
la to de nome Fernando, baiza,gratan, caballada
cabotlo, toea violto e rebeca, caeta ejnn teas
urna amasia no Caatohe flavo, c fot vtete aa
estrada do Hoaptcio para Santa Aaaatn: aaaa s
prender ser reeompnoeeSn ai rna n Apnito a
6, depoaito da fabrica doMoataiio.
Desapporeceu no dia 1 an entvnnta.nn sS-
tio da S. Jos do Maogninho, escravo ertonla,
maior da 50 annoa, Sn a orne Jaeejaia, m
sigoaes seguintea: cabetloa brancoa, afta,
do corpo, e usa alpargatas; anta eaczave toi
priedadedo Sr. Manoel Jos PereiraPa
Aracaty, d'onda veio para anal faj
a todaa aa autoridades palieiaea a aaeaa anas
que o encontr, da o capturar a aaaraaa to a
itio cimaciudo.oa na rna do Trapiche n. 1,
a Jos Teizelra Basto.
Escravo fgido.
..--.
i qaiarado e
HnTJ
o cabvnaal
asal
ido, denles bons" e o1
al
aria
Desappar
Tictorina P
bro prxima
^r
tasL
nariz qnenrasa' esa ecasasnaatii da un san-
d. que tovoa: qaem o apprehtndtr lave-o ftm
Direits o. 88, que sort miafrsaias.


J3UE10 DI MMUMBUCO. o* SABBADO 5 Dft QUrUIRO 1E 18.1
B
Litteratu
As saciedades secrel
itrsi
* As
miloes
1 lyunciuiao. ,
| Conclusio
Tioje gerar co-
Jadaos. Janli-
e T.\ R
; mas um lugar de de-
le coudotaria, um centro pe-
^B passsr antes de chegar nos.
zem senSo ura mal relativo, um
por una falsa philantropia e por
ca ainda, como em Frange, lito
uito pastoral emuito gastronmico ; roas lem
que coni promove? incessatrtemente.
Eostoando-lhe fi tonar arma com o copo, te se
apodera assitn da vonlade, inlrlligencia e lber-
dade do homem. Disp6e-se delle, dirig-seo,
egluda-se-o. Adevinha-se suas ioclinaces, af-
fecces e tendencias; quando para us cstiver
maduro, encaminha-se-o para a sociedade secre-
ta, da qnel a Framagoncra nio p Je* mais serse-
oac a antecmara bem mal alumiada.
A. alta Venda deseja que, sob um ou oulro
pretexto, iotroduza-se nae lajas msgonicas o
maior numero possivel de principes e ricos. Os
principes de familia soberana, e que nao teem a
esperance legitima de serem res pela graca de
Deus, querem todos s-lo pela graga de urna re-
solucSo. O duaue de Orleans framacao, o prin-
cipe de Carigoan o foi tambera. Nao rallara prin-
' cipes na Italia e em outros lugares, que aapirem
s honras assis modestas do avental e da trlha
symbolica. Outros sio desherdados o proscrip-
tos, l.isongeae lodos estes ambiciosos de popnla-
ridade ; chamae-os para a Framaconeria : a alta
Venda ver depois o que poder fazer de til
causa do progresso. Ura principe que nao tem
reino esperar urna boa fortuna para nos. Mui-
tos ^a neste caso. Fazei-os fraraacfies. A loja
conduzi-los-ha ao carbooarismo. Um dia vira
em que a alta Venda digne-se talvez adopta-los.
No entaoto irio servindo de visco aos nescios,
intrigantes, cidados e necessitados. Estes pobres
Popularisemos o vicio as multides. Que atlas
o, respirem pelos cinco sentidos, o beban, delle
s_saturem. i coragoes viciosos,* nio te-
nis msis catholieoa.... Eu nio quero, nem vos
^ o pouco, amigo Nubios, nio ? consagrar mi-
to is vida is corispirsges para me amalar pala
a itiga trilhs. E' a corrapccio em grande qae te-
o os emprehendido, a corrupgio do povo pelo
cero e do clero por vos, a orrupgao que deve
u n dia nos conduzir i por a egreja no tmulo...
melhor puohal para ferir a egreja na coragio,
a corrupgo. A' obra pots at o flra I >
Entretanto, ioeplos membros das sociedades
feriores continuam i praticar o assassinato.
O
ii
Un membro da alta Venda receia que este pro-
eider comprometa no flmim obra e prope
m ilar os que matam. Esta proposigio excita a
diicordia entre os eminentes consocios. A di-
vi ;ao penetra n'este imperiodo mal. Esperando
qt e ella o destrna, a propaganda infernal faz
ptogresaos de que Beppo diconla i Nubius era
utia carta de Leorne, datada de 2 de oovembro
da 1844. Todava faz constar um revs comple-
tla respeito dos jesutas e cardases. Nio te-
mes jesutas com nosco, escreve Beppo; mas
podemos sempre dizer e fazer dizer que ha, e
isih ha de vir dar absolutamente no mesmo.
Np ha de ser assim emquaojo aos cardeaes ;
esdapario lodos oossas redes.
A alta Venda s podera corromper urna mni-
ma] parte, mas activa, do clero italiano. Emfim,
em data de 5 de Janeiro de 1846, o Piccolo-Tigre
escjreveu Nibiui:
para mim, que acabo de estudar em Franca, na
Suijssa, na Allemanha e al na Russia o trabalho
de I nossas sociedades. O assalto que, d'aqui i
alguns annos, e talvez mesmo i slguns mezes,
ha de ser dado aos principes da trra, seplta-
los-ha sob os destroces de seus exercilos impo-
tentes e de suas monarchias caducas.;.
Mas Piccolo-Tigre, que chegava de sass Ins-
peeges, nio sabia que ji a mesma alta Venda
estiva sepultada em auas discordias internas, e
que o bello Nubius, meio envenenado, retirara-
se para algum canto de trra, onde ainda vive....
Em quanto i historia dos ltimos momentos
da illa Venda e da3 facanhas de seas succes-
voto pera decidir da quastio, que contara done
favor edoat oootr*', e pan isto convldou Sr.
Dr. Soruno de Souza, que encostau1o-sa opi-
olo contraria a que en prafessava, todava nio
se Julgou aaitsfeHo com a prova, requareu que
de novo se proertesse a vistoris do cadver,
idea que foi por lodos aprovada, a para ojo fim
o Dr. delegado mareou urna reuniio as 3 horas
da tarde do mesmo dia no cemiterio publico.
Concorri a esta hora ao lugar indicado, o de-
pois das formalidades descriptas pela commissio,
nos foi entrrgue o cadver, reronhecido o pro-
prio, e sobre o qual se procedeu exame, cujo
resultado foi pela mesma Commissio descripto,
no relalorio que apresentou, e que servio de ba-
se a conclusio por ella acceita.
Convicto de fazer parle da commissio Bornea-
da para estudar a queslio, eu sguardava o aviso
que devia annunciar a reuniio particular para
aprese otar algumas propos'coes, e ter o prazer
de ouvir urna aolucio, por parte da commissio
em maioria, ou esperar que dos srgumentos apre-
sentados eu levaste a cooviccio de que nio se ti-
nha praticado o infanticidio, e que das lesoes
encontradas eu conclua que a cranla havia fal-
' .negando a importancia que ella tem, mos-
I qne para poder merecer as honraa daigran-
> prova iodispensavel : 1 que foiWfeia
segundo os preceitos d'arte, 2 que o pulmio
> etlveese suomettido ao phenomeno da eo-
osmose no alcool, 3* que nio estivssse elle
em eomego de pulrefaegio, quando foi recolhido
so veso ; embora o mea olfsto aeja um pouco
rod, eu procurarei ver se a intelligencia pode 16
chegar.
Nos os homens 'd'arte devenios saber que a ex-
periencia da docimasia pulmonar hydrostatica
requer que, antes de exlrahir-se o pulmio da
caixa thoraxica, se separem os vasos, se d sabi-
da alguma quautidade de sangue, se bouver, e
se liguem as aberturas, que se inlroduza o pul-
mio em agua pura, em vaso cuja columna de li-
quido se preste i isto, e nio pela forma que se
| fez, islo nio em agua misturada com alcool, e
nem depiis de embebidos os pulmdes nesse li-
quido, porque, tendo elles sido embebidos, suas
cellulas esli distendidas ; e, por Unto, fazeodo
que boiem, e que, depois da pressio, estabeleci-
doovasio. o ar oceupa impreteritelmente esses
espacot, por tanto que tal experiencia nio pode
principes farao nosso negocio julgando s traba-!sores, nio podemos fazer mais do que enviar ao
lhar no seu.... Logo que um homem, mesmo i livro tio curioso de M. Crtineau l-oly. Mesmo
um principe sobreludo. tenba eomegado fi ser. depiois dos ampios extractos que d'ahi temos fei-
corrompido, estse persuadidos que mui pouco j to, o leitor ha de acbar ainda oeste livro multas
provayel que pare no declive, cousas que aprender sobreest assumplo das
E com as tojas que contamos para reforjar sociedades secretes que importa nio despresar
nosias Gleiras; ellas formam sem o saberem nos- se fe quizer dsr-se conta da marcha dos aconte-
so noviciado preparatorio. | cimentes contemporneos na Europa, sjparticu-
Voltando ao grande m da associagao, o mem- larineote na Italia. E' o que provam sobejamen-
broda alta Venda fazia as seguintes recommen- jts, julgamos, as paginas que acabamos de traos-
daoes seus correspondentes do Piemoole : ere ver e as quaes pode-se dizer que as socie-
Convm descatholissr o rtuodo....A revolu-; dades secretas acham-se pintadas por ai mes-
cao na egrejs, a revolucao em permanencia, mas.
o derribaraento obligado dos thronos edynss-}
tissS conspiremos contra Boma ; para isso. j
sirvamos-nos de todos os incidentes, tiremos i
partido de todas as eventualidades. Desconfie- Parecer a TCSDeitO da qoeslO mcdC0-
mos principalmente das exageracoes do zlo.' i-i j H *"""'
legal suscitada por occasiao do exa-
me procedido no cadver da recem-
por
(Le Monde.H. Chaves.)
leciao victima de um parto Iabonoao, e felto por favorecer a commiasio, que, querendo tirar de
raaos nao adestradas, sem que tivesse entrado da ] tudo vantagem para chegar p enxuto, traduzl-
ram elssticidade de pulaaio por crepitacio, eisto
Um bom odio bem fro, bem calculado, bem pro-
fundo, preferivel lolos esses fogos de artifi-
cio e lodas estas declaracoes de tribuna. Em Pa-
rs, nao querem comprehender isto ; mas em
Londres, eu vi homens que aproveilavam melhor
nosso plano e que elle se associavam com mais
fruto. Importantes offcrtas me teem sido fritas;
llovemos logo de ter urna lypographia em Malta
dgssi disposicao, Poderemos pois com impu-
idade, cortamente, e protegidos pelo pavilhio
brilannico, semear, de urna extremidade da Ita-
lia oulra, os livros, brochuras, etc., que a Ven-
da julgar conveniente por em circularlo.
. O judeu, autor destas inslrurcoes variadas,
percorria todas as capitaes da Europa no interese
to carbooarismo, e passava, aos olhos da polica,
por um honrado mercador de ouro e prata, mui
activo em seu trauco. Mas o personagem im-
portante dss sociedades secretas foi o mysterioso
Nubius, por si s tao
nascida encontrada no caes do Ra-
mos.
flouve iofantecidio? se nao houve iofanlecidio
qual a causa provavel que deu lugar a morte da
enanca, cujo cadver foi encontrado no caes do
Ramos?
j %i as questoes que me propoobo resolver em
sentido contrario ds forma por que foi resolvida
pela maior!dade|da commissio nomeada ad hoc.
Convidado para fazer parte da junta que devii
emitir seu parecer acerca da causa da morte da
enanca, cujo cadver lora encontrado no caes do
Ramos, me dirig a secretaria de polica em o
d a 21 do andante, e ahi encootrei o Sr. Dr. Car-
n liro Mooteiro, que a pos minha chegada quiz
p oceder a exame as viceris que estaram reco-
corrupto como urna pri-
sio inteira de forjados, grande senhor opulen- 11 idas a um vidro, que se achava lacrado ; e au-
to e homem de genio. Chamado i Roma para H sque tivessem chegado os demais compaohei-
dirigir a Venda suprema. Nubius escreveu Vol- re s que faziara parle do jury medico, eu lomei o
pe, em 3 dejulho de 1824 : so que conlinha as viceras, que deviam ser
a Carregarie os nossos hombros com um pe- examinadas, e pelo simples fado de sua cor tri-
sado fardo, como Volpe. Devemos fazer a edu- g >eira escura, eu fui levado a crer que perten-
cacao immoral da egrejs, e chegar por pequeos cmm a urna crianga, que nio liona respirado, e
meios bem graduados, embora muito mal deu- ipe nao havia vivido.
nidos, ao tnumpho da idea revolucionaria por [Chegados os Drs. Costa Brancaote, e Estevgo
um Papa. Cavalcanti, o Dr. Carneiro Monteiro, que ji ha-
Querem saber como passava o da em Roms via reclamado urna baca da rosto, e agua com-
esle grande carbonari hypocrila ? E' elle mesmo mum, em continente abri o vidro, e derramou
que o conta em urna carta Klauss, o judeu de mistura com o alcool, as viceras, na bacia,
prussiano: para proceder ao exame, que teria de servir de
a Eu passo algumas vezes urna hora da ma- base a decisao da questio proposta pela polica
nha como velho cardeal dallaSomaglia, e secre- isto_se a creaocs a que pertenciam aqaelles
tarto de estado ; monto cavallo quer com o du- orgios havia ou nao respiradoe como os pul-
que de Laval, quer com o principe Carial ; vou, mdes boiaisem em qutsi toda sua lotalidade, o
depois da missa, beijar a mi da baila princeza mea collega o Sr. Dr. Mooteiro decidi ex calhe-
Doria, onde mui frequenlemente encontr o bello draa creaoga viveusem attender que este
. Bemelli; d'ahi corro casa do cardeal Pallotta, meio era tio precario qae nio deixaria chegar a
nm Torquemada moderno que nio faz m honra esta conclusio, sem o auxilio poderoso de outros
cosso espirito de inveogio ; d'ahi passo vi- dados.
sitar em suas celias o procurador geral da ioqui- Nesta_ occasiao eu tivede fallar, e examinando
sico, o dominicano Fsbalot, o Ihealioo Ventura ojpalmio eu disse que elle nio linha respirado,
ou o franciscano Orioli. A' tarde, comeco em anda que elle se conservasse sobre o liquido, por
casa de outros esta vida de ocioaidade tio bem isso Que elle nio apresentava a cor branca-rosea
oceupada aos olbos do mundo e da corte ; no dia que e a distintiva do pulmio que tem respirado.
seguinte pela manbia torno comecar este giro ou quando muito com manchas escuras; e que
perpetuo.. [ Dlo contrario este offerecia a cor escura, e nio
Mazzini ousa, em 1836, aspirar honra de fa- apresentava crepitagio (pelo menos nio foi por
zer parle da alta Venda. mim sentida) e apenas elaslicidade propria dos
E'preciso ver com que supremo desdm Nu-Hrpos espoojozos que se acham embebidos de
biu8, em ama carta Beppo, regeita a candida-
tura d'aquelle quem chama um conspirador
de melodrama, o grandesacerdote e o burguez
fidalgo das sociedades secretas.
a Este pobre Jos, diz elle, nio passa de um
homem ridiculo ; para que seja um animal fe-
raz completo, sempre Ihe ha de faltar as gar-
ras.
A alia Venda olhsva como abaixo de si os as-
sassioatos vulgares. Como oscrevia Vindico
Nubius : < De que serve um homem morto ?
Urna pnnhalada nada significa, nada produz. A
theoria deeles illuslres meslres carbonari era
mais profunda :
a Nio individualisemos o crime sempre
Vindico quem falla ; afim de eleva-lo al s
proporgoes do patriotismo e do odio eontra a egre-
ja, nos devemos generalisa-lo...... O calholi-
cismo nao tem mais medo de um estylete bem
aeeirado do que a monarchia ; mas estas duas
bases da ordem social podem desabir sob a cor-
rupgo : nunca dos caneemos de corromper....
IOLL1II TEM
o
dualquer liquido, como era D'aquelle caso, de al-
cool ; sendo qae acrescenlei a esta razio o exa-
me procedido pelos Srs. Drs. Dornellas e Pedro
Cezar, que deixavam claramente concluir que o
pulmao nio linha respirado, pois pela docimasia
pulmonar verificaran) que o orgio foi immedia-
tamente ao fondo do vaso em que elles procede-
ram ae exame.
Ora devendo eu prestar a maior Qdelidade a
experiencia a que procederam os facultativos,
encarregados de ristoriar o cadver, eu disse ao
meu collega, que ootra seria a causa qae fazia o
pulmio cooservar-se sobre a superficie d'agua,
que nio a respiracao ; eu nesta occasiao tinta*
em mente a embebigio no alcool, e por tanto a
distiogio das cellulas pulmonares, e o comego de
putrefagio; por isso que, entre a morte e o exa-
me mediava (segundo a noticia que eu tioha) o
espago de quatro dias ; e como taes ideas, sen-
do apoiadas peloSr. Dr. Estevio Cavalcanti, foa-
fem contestadas pelo Sr. Dr. Brancaote, o Sr.
delegado vio-se na necessidade de procurar um
mistura o elemento criminoso ; mas long disso
acontecer, eu fui sarprehendido no di 25 para
responder no dia 26 pelo resultado do trabalho
apresentado, e que por mim devia ser assigoado.
Admirado desla surpreza eu procurei os colle-
gas ds commissio, e do Sr. Dr. Braneanle sou-
be que elles me nio tinham convidado, por que
ttnham a certeza de que euflaio era concorde com
elles, e que por tinto eu dara nm trabalho em
separado, se bem que tudo fosse juizo delles, e
nio por que tivessem razio para islo, alera de
m ouvirem no primeiro exame ; o que nio bas-
tara pois do contrario seria Urna burla pretender
que se esludasse a questio, se nio houvesse a
presumpgio de que de tal estudo poderla nascer
nova conclusio, quer da parte da maioria quer
do meu lado.
O Sr. Dr. Costa Brancaote nesta occasiio te-
ve a bondade de franquear-me a copia do rela-
lorio, e nio tendo eu de aote-mio preparado
trabalho, achei-me com algum embarago para
sustentar urna opioiio em questio em que os ho-
mens de sciencia tdm naufragado, antes de che-
garem i conclusio ; e limilei-me examinar o
relalorio que, tendo por principaes caasaa de sua
conclusio os argumentos tirados da docimasia
pulmonar, e das leses encontradas no cadver,
me levou crer que s forgando a lgica, e sacri-
ficando o juizo, a commissio poda ter chegado
aquella conclusio ; e para isso demonstrar passo
examinar a importancia de sna argumentagio.
Docimasia pulmonar hydrostatica.
A commissio, tratando dos signars tirados do
pulmio, conlenlou-se com as proras obtidas na
experiencia feita na secretaria de polica, ou com
alguma repetigio feita em urna reuniio particu-
lar,_ por isso que mais se nio podia prestar o
orgao no estado em que se achavi. nao tendo,
portanto a commissio podido avahar a forma
porque se achava elle collocado na caixa thora-
xica, e nem tido conhecimento da relagio guar-
dada entre elle, e os de mais orgios e parles vi-
sinhas, dadoa que poderiam concorrer para qae
se podesse decidir se o pulmio tioha ou nio res-
pirado.
A nenhuota importancia que mereceu da com-
missio a cor do pulmao, quando affirmou que era
rubro-clara, me fez crer que, tendo ella concebi-
do a Idea de infantecidio, procurara explica-lo
com os dados que linha sua diaposigio, e que,
portanto, nio quera ver se dos dados encontra-
dos outra podia aer a conclusio ; e que por isso
s aproveilavam as provas que podiam conduzi-la
este ponto, desprezando aquellas que delle po-
diam afasta-la, porque, nio ser isso verdade,
ella teria reconhesido que a cor do pulmio, co-
mo disse o Sr. Dr. Esteo Cavalcante, nao era a
propria do pulmio que linha respirado, e sim
a que lhe dio os autores que lm tratado desla
materia, e que ligam ella, reunindo outros au-
xiliares, a importancia devida para concluirem ae
n pulmio respirou ou nio.
Se essa prova do pulmio que nio respirou
podessemos reunir oulros caracteres distinclivos,
nos poderiamos com mais forga dizer que a com-
missio nao leve razio quando concluiu daquella
maneira ; nos podamos ter aproveitado o orgao
para submetl-lo k outroa axamea, mas a preste-
za com que o nosso collega, o Sr. Dr. Carneiro
Monteiro, qniz concluir, s pelo fado de boiar o
pulmio, nos impossibililou de conseguir oatras
provas, porque elle cortou o pulmio para ver se
boiaram auas parles, e, portanto, nos prohibiu de
verificar o peso, e de exhioir urna prova que, nio
mereceodo sem duvida importancia para a com-
missio, merecera para mim, porque tem mere-
cido para os homens da sciencia, urna vez que
elles concluem qae o pulmio que tem respirado,
tenao recebido sangue, tem peso maior do que
aquella que se tem conservado no estado de va-
cuidade.
Se o pulmio nio tivesse sido cortido, prova
fornecida pelo peso ae podia reunir aquella que
demonstra se o sangue foi ou nao lirado do pul-
mio, isto o exame dos vasos que entram ou
sahem deste orgio, que levam ou trazem san-
gue ; e com quanto parega que esta prova tenha
passado desapercebida, eu ella prestei attengio
e observei que nenhuma golta de sangue coagu-
lado sahis pela pressio, e que a cor do liquido
em qae eslava o orgio intruduzido nio apresen-
tava cor de ter sangue em'dissolugio, e laoto
mais isto me prenda, quanto esta prova dio
grande importancia os Srs. Diverga, Foder, e
em parte o Sr. Plancquet.
Parecer alguem que provas desta ordem pou-
co podem adiantar, mas nio mim, que dou o
aprego devido ; e em questio tio melindrosa, em
que numricamente sou vencido, sinto nio ter
mioba disposigao meios de poder exhibir as pro-
vas as mais pequeas, com tanto que fossem au-
xiliares, e quemelevassemi.com toda fran-
queza, tirar a conclusio qae tirei; assim que
a relagio entre o peso do pulmio e do coragio
que nos podia coadjuvar na conclusio, nio pode
ser apreciada ; porque foi tambera nulliflcada
pela causa que apresentei, e islo doloroso por-
que urna prova poderosa disso se tirara, pois o
pulmio que lem respirado pesa sete vezes o peso
do coragio, no entanto que, nio tendo respira-
do, nio pesa mais do que 2 e 3/5.
Quando fallei na docimasia pulmonar hydros-
tatica, eu nio me demorei, porque era preciso
seguir a marcha que havia adoptado ; e por isso,
Sr. Beclard,aem urna these inaugural apresanlada
em Paria, e que foi ainda susteotada pelo* Sr.
Zelerland.
Eatea, porm, s admiltem a posaibilidade da
respiracio no parto com a apreseoiaefto da cabe-
ca, tendo a bucea em frente ao eolio uterino, mas
nio pensam assim os Srs. Boudeioo, e Schmiu,
que admitiera taes phenomenos no parto feito
pelas extremidades inferiores, ainda mesmo aja-
dado o trabalho de manobras.
Para coocluir se o pulmio respiron, temos alm
dos meios fornecidos por elle, outros, o entre es-
tes a collocaga do buraco de Botal. forma do
diafragma, a ablteracos dos vasos umbelicae, o
abobadamento da caixa thoraxica, mas de ne-
nhum nos podemos servir, porque nio estiveram
aq nosso alcance.
Tendo concluido que o pulmio nio respirou,
paaaarei a ver se posso concluir que a crianga
nio foi assassinsda, e para isto irei refutar a con
clusao lirada pela commissio, do exame proce-
dido no cadver.
[Continuar-se-ha.)
Variedades.
VARIEDADES HISTRICAS.
Um erudito alfarrabists, curioso e incansavel
vasculhador de livros velhos, nos mostrou um al-
farrabio patritico onde se encontrara enrgicas
abjurares contra os tributos iojustos laogados
pelos aotlgos monsrehas portuguezes ; tributos
improductivos e vexatorios, e s em proreilo da
vaa osteotagio da realeza.
No mesmo alfarrsbio se acha urna curiosa re-
lagio dos impostos que deste reino exigiram os
Filippes de Cestella, quando o seohorearam, e
qu? Portugal foi pagando com lingua de palmo,
al que, como diz o escriptor, amaoheceu o da*
1 de dezembro de 1640.
Approreitindo-se pois do brinde do nosso al-
farrabista, com elle entreteremos os leitores, que
oio desgoslario de lerem estas noticias, embora
teoliam uns resaibos das abuses que naquelle
lempo domioavam, por isso que expriraem o sen-
tmenlo patritico de reaegio contra a oppressio
de vexatorios tributos, e contra o senhorio estran*
geiro.
Djz o velho autor que el-rei D. Fernando, ao
remisso e sem cuidado algum, qae sendo fraco
re ia fazendo fracs a forte gente (ora o primeiro
que puzera tributos a seus vassallos, estabeleceo-
do as aizas com que murou a cidade de Lisboa, e
por isso veio a ser tio mal succedido que o reioo
esteve a ponto de cahir no poder dos Caslelhanos.
El-rei D. Duarte poz tributo para as emprezas
de frica, onde foram seusirmiosD. Fernando e
D. Henrique, e tio mi resultado tiveram, qae
foram vencidos.
D. Joao II, a quera chamaram principe perfei-
lo, e a quem tambera, e com mais propriedade
poderiam chamar principe desptico, langou tri-
buto para as testas do casamento do principe seu
Qlho, com a infanta D. Isabel, filha dos res calho-
licos, e o casamento nao succedeu, porque so ca-
bo de tres mezes, principe correado junto ao Te-
porque, tendo olfato mullo lino, veriQcou que o
que desprenda o pulmio era ar, e nao gaz devi-
do ao comego de putrefaecio do orgio.
Para confirmar a segunda causa que podia fa-
zer com que o pulmio boiasse, eu apenas lem-
brarei a deosidade do liquido em que eslava mer-
gulhado, e portanto em que se fazia o phenome-
no da endosmose, em relagio a agua para que se
conclua que muito coocorreu para que o osaio
boiasse.
Finalmente procurarei proVr que o pulmio
tioha comego de putrefacto, ou odesenvolvi-
roento do euphisema ptrido, como chama o Sr.
Orilla esse gro de putrefacto. Nio tomarei
muito trabalho nessa demonstrado, primeira por
que conio com o apoio da primeira experiencia
antes da embebigio, segundo porque creio que
os collegas hio de permiltir que eu lembre a di-
ferenca do clima e a poca do aono em que se
deu o fado, terceiro porque pudendo eucrerquo
o pulmio foi ao fundo antes da embebigio, e que
era paiz quente um pulmio depois de 24 horas
est em comeco de putrefaecio, nio procuro ex-
plicar por meios que nio me parecen verdadei-
ros quando reunidos estes dados, eu coocluo que
o pulmio que fot ao fundo na primeira vez, e que
depuis destes processos boiou, nio foi por ter
respirado e sim por ter passado por phases que a
isso o leraram como j demonstrei.
Ora parece a mim concluiente que essa prora
pela forma feita e sem mais auxiliar, nio podia
levar a commissio a tirar a conclusio que o pul-
mio respirou, e que por isso a crianga vireu
porque ainda que ella tivesse tirado a primeira
conclusio (o que inadmissirel) eu negara a se-
gunda porque possivel que o pulmio que tem
respirado perleoga a criaoga oascida mors.
Para provar a irregularidade com que procedeu
a commissio ao exame da docimasia se podia
reunir muitas provas como por exemplo que ella
nao procurou fazer o pulmio com o coragio pas- I j0 um cavollo. este o arrojou ao chao, e passadas
sar pela primeira experiencia segunda que nao lre8 horas morreu. E como recolhessem
deparouessedaquelle para submett-lo a s,ter
Apreseotou-se ao re o deaatado da Listos
repreaentou-lbe a deaconaoUgie dos povoa a tris-
teza das egrejas. as lagrimas dea orphio, coas a
violencia qua pretendaos fszer-lbes, e qM pora
resgatar a egreja a os ore ni os lhe offrradaa, asa
nomo de todo o reino 200,000 cruzados. Filia**
111 aceitou esta somma, a os pavas IVa
ram.
Logo no anno de 1603 pediu 900,000 i
pira chapina ds raioha sua mulher, o Iovm-cV
Em 1604 quiz outros 500,000 cruzados para um
barco do principe que eolio Ibe aasceo, e o taino
deu-lh'oa.
Em 1605'exigu da gente do necio nadaos e
christaos novos) um milhio a 700 cruzados (680
contos) pelo perdi geral que Ibes dea acate
anno.
Em 1616 tirou do reino nm milhio de cruzados
3ue mandou ao imperador Fernando para anda
e costo na guerra qoe trazia com o conda Pa-
latino.
Em 1618 pedia eiuds de cusid* para a jornada
qoe de Madrid fez a este reino, o ae Iba deram
300,000 cruzados.
No mesmo aono do 1618, dorante os tras Ba-
ses qne estere neste reino, gastn a cmara da
Lisboa 810,000 cruzados em festas e mesa.
Ainda no mesmo aono as ioqaisicdes da reino
lhe offereceram muito dinhtiro, a s) a oflerta da
deCotmbra foi de 30,000 cruzados.
Em 1622 mandn Filippe IV levantar os jaras
que seu pae e avA tinham vendido a razio 4 1
por 16, fazendo que cassem a 1 por SO, o elevo
todas as sobras.
Todos os annos tioha 200,000 erizados para
traxer urna armada oa costa ; e este dinhoiro ers
erapregado na mesma armada, porm a 15 da Ja-
neiro de 16-23 se perdeu, e todos es aooos conti-
nuaran! a ir para Caatella os 900,000 cruzados
apezar de ji nio baver armada.
Em 1626 ebrigou por lei sua todos os bom eos
deste reino a qne tivessem armas de fogo, a ao-
tivessetn apparelhadoa para actulirem a todo *
tempo e hora qae fosse necessario. O w
antes desarmado, com prevengio, para naa
insufgir-se contra oa seus tiranoos. Afora Fi-
lippe IV o mandara armar cont meio da Ibeiaa-
pr um tributo. Contratou com os biseoiotoo
(aotos mil mosquetea a razio de 700 ris cada
um ; vieram as armas, espalharam-se por toda o
reino, ecada homem foi obrigjado a pagar 11500
por cada arma. Assim gaohou el-rei 930 ris
'm cada mosquete. E para sa ver quanto foi ei-
cessivo este tributo, bastara advertir qne para a
gente da nagio pagar a flota do perdi geral
acharam-se no reioo 122,000 casaos,
mais nio haveria de christios velhos 1
A D4M4 D4SPER0LAS
poa
A. DUMAS FILHO.
(Continuagio. )
IX
Ohl ubi a historia singular a dessa viagem,
aio por ai mesma, porm pelo que ainda me re-
velou da natureza d'aquelle homem, coolinuou
elle mostrando o duque, e pela influencia que ha
de ter na minha vida e na da duqueza. Eis o
que ....
No momento em que Jacques ia coolar-me es-
sa historia, parou a fixou oa olhos oo camarote
em que eslavam os dona mascaras. Alguns sig-
naes visiveis s para elle e para mim, que no
entanto fingia nio v-los, trocaram-ae entre el-
les, emquanto o duque abra a porla do camaro-
te e prepacava-se para sahir com aua irmaa. No
meio desses signaes eu era designado pessoal-
mente, e ouvi Jacques murmurar, sem poder ser
ouvido de ti longe, principalmente fallando tio
baixo, mas como que para accentuar melhor o
ultimo movimenlo de cabegaque fazia. Eati bem,
esti bem, depois voltou-se para mim, e dia-
se-rae:
Nio tena nada que fazer esta noite?
Nio.
Queies vir eaiar ?
Com muito gesto. Haa onde ?
Deixa issp por minha coala ; nao te abhor-
recers a veras alguma cousa curiosa.
Vi. Ka historia da vlsgem?
Comprehend-la-haa ainda melhor deppia
da esia. Vis eonhecar primeiro os efleitos, de-
pois eonheceras a causa. Agora vasa.
A duqueza, a baronesa a o daqae liabam sabi-
do do camarote : sahimos do oosto, e lomos es-
pan-Ios sacada, Osa momento depoie apparo-
* duque, rom pendo diffl i .-a ente a cas sena <- acaras. Quando passou p
wM^^^^Kanle para Jacques, vi en tao par
fsitameoie o rosio dessa homem.
ceira que nao separou o pulmio direito do es-
querdo para comparar entre si, e finalmente que
nio comparou as partea do mesmo pulmio ; logo
confirmo que a prova foi irregularmente feita, e
quo delta a commissio nio podia tirar forga a seu
favor, pois do exposto se conrlae que o pulmio
nio respirou, e que boiou dianle de camas que
nio a respiragio.
Passemos a demonstrar se possivel que o^pul-
mao boie sem que tenha respirado ; e para isso
comegarei_ por citar o que disse a commissio
na occasiao da primeira experiencia feita na se-
cretaria da polica alguem disse (esse alguem era
eu) que ospulmes boiatam por que eslavam em
putrefaecio. Mas temelhanle razio nao pode pre-
valecer, primeira porque os pulmdes nao apre-
senlavam o menor vestigio de putrefaecio. ese
no cadver queja estava enterrado ha 26 horas
pouco mais ou menos, a putrefaecio ainda esta-
va longe de ser total, como era possivel que os
pulmes em o dia em que se encontrou eslivessem
podres, quando de mais sabido que esta vicera
i a ultima que de todo cor pose decompoe ?
Para responder a essa questio direi apenas que
para fazer boiar o pulmio nio preeisa que o grao
de pulrefacgao seja levado a dissblugio, porque
se verdad* que um orgio em que entra em
suacomposigao muito tecido cellntar, e que os
phenomenos de pulrefaegio sio mais rpidos nos
paizes quentes, e msis ainda em certas latitudes
e se nao falso o que diz o Sr. Orilla tomo 2o
pagina 172, quequairo dias em um paiz fro,
como aquello era que elle observa os tactos, sao
suficientes, depois da morte, para fazer o pul-
mio, que oio respirou, boiar, eu devo crer que
neste paiz metade do lempo de mais, tendo em
coasideraco a posicio que oceupamos' em rela-
gio aos raios solares ; e como alguem fez ques-
tio de autor, en citarei em meu apoio a Biblio-
iheca do medico pralico a pagina 448 que corro-
bora o que disse o Sr. Orilla.
Que o pulmio foi levado fi superficie do liquido
pouco e pouco isto fot observado na secretara de
polica pelo nosso amigo o Sr. Dr. Rufino, que
declarou que o pulmio oceupava ofuododo vi-
dro quando ebegou, e que no dia seguinte elle
observou que elle sobia ; o qoe fazia crer ? que
sendo o alcool meos forte, oio seoppunha com-
pleasjente a marcha da pulrefaegio, e que eolio
se observa va o que dizemos Srs. Bellsrd e Py II,
que o pulmio que nao respirou, quando passa a
aoffrer o comego de pulrefaegio, vagarosamen-
te conduzido superficie do liquido, anda mes-
mo quejelles se faga a presso para se darsahi-
da aosdjflesj desenvolvidos; donde eu coocluo
que este pulmio com laea caracteres nio poda ter
respirado, mesmo porque elle nunca teria ido ao
fundo 8e tivesse respirado, se nio quando o grao
de pulrefaegio fosse levado dissolugio.
Resta apenas explicar a proposigio que conce-
d, isto que ainda que eu pelo exame do pul-
mio fosse obrigsdo crer que elle lioba respira-
do, nio seria forgado. concluir que a criaoga li-
nha vivido, e muito meos que tivesse sido as-
sassinada.
Que a crianga pode respirar antes de nascer, e
assim. que o pulmio se possa dilatar, assevefa o
Sr. Orftla a pagina 185 tomo 2, e bem aeaim o
Sr. Osiander, que nio s admilte a respirago,
mas ateo grito, opioio aceita e sustentada pelo
qoealea
*) Vdei>w0D."227.
As peiores paixea haviam-o assolado, e dei-
xado no estado em que Oca um campo de bata-
lha, depois das cargas de esquadres furiosos.
Quando o meu amigo m'o mostrara, como s o
via em meia tinta, achira no retrato um pouco
dessa exagerarlo natural todo o amante que fal-
la do marido. Agora que o via de frente, achava
que nada havia de mais as palavras de Jacques.
Esse homem representava fielmente a corrupgao
e a bsixeza. Devia ser cobarde. Como ja disse,
elle deitou sobre Jacques um olhar destinado fi
oio ser visto, mas que eu sorprend, ou que jul-
guei sorprender ebeio de irona e de ameagas, e
cojo pallido o fro raio fez-me estremecer fi meu
pezar. Jacques tinha-o olhado de frente ; o du-
que desviara os olboa como quem, na muitidao,
nio lem iotengio de olhar para ninguem, e nio
ae julga obrigado a olhar sempre para aquello pa-
ra quem olhou de passagem.
O duque conhece-te''. perguntei eu fi Jac-
ques.
Nio, respondeu-me elle.
Ests certa disso ?
Estou. Elle nunca me vio.
Porque razo olhavas para ella d'aquelle
modo ?
Por que queria que nio lhe agradasse aer
olhado assim. Soria o meio mais simples de nos
livrsrmos delle. Nio sei por qae, estou conven-
cido, que, se me batease com esse homem, ma-
ta-lo-bia como ae mata um ci.
Mas se orneo conheees, como s recebido
em casa da duqueza ?
Vejo-a sem v-lo.
Nunca o en con tras t
Nunca.
Como to arranjas ?
E' o que roa mostrar-te.
Vis fi casa dola?
Voa.
J4
Nesta mesmo instante.
Eu nansa va qoe iamos catar.
Pois sim, vamos estar la.
Eu tambera r
* To tambem.
A'a quatro horas da madrugada ?
E' a boa hora.
Qaa diabo queras ta qaa eu Ti fazer i casa
da daosa t
Estudar oa nossos costamos, meu charo.
o prin-
cipe ni casa de um pobre ferrador, e pedissem
urna cama pora o real enfermo, o villio respon-
deuuNeria casa nao ha cama, porque urna que
< tinhi vendi-a para pagar o tributo que el-rei
< pae do principe, me langou para as festas do
< seu casamento, a
Tambem D. Joao III impoz trbulo pars as fe-
taa do casamento de seu filho o principe D. Joao,
mas dentro de 9 mezes o principe eslalou e mor-
reu vista do seus tnconsolaveis pees. Havia
nesse tempo em Moote-Hr-o-Novo urna mulher
muilo pobre, a qual todos os dias ia ouvir missa
pela manbaa, e depois recolhia-se a casa, e pu-
oha-se a fiar liaho, e desla industria se suslen-
lava.
Um dia entrani-lhe em casa os ministros do
rei a peJir-lhe ura lustio, que na tinta para festas
lhe fra laucado ; a mulher respoodeu :
Nao teoho o tostio que me pedia, e sinto-o
muito, porque desejava servir o meu rei.
Os ministros lhe tomaram umaaaia para paga-
mento do tributo ; muilo chorou a mulher, e tan-
tos foram os seus lamentos que chegaram aos
ouvidos de el-rei, o qual eolio disse que nao era
sus tencao vexar os pobres, e
Comtudo o principe morreu passados 9 mezes,
e a raioha D. Calharina sua mae muilo se affli-
giu com a prematura morte do principe, e no au-
ge da sua desesperagao, dizia :
E bem, Senhor ; oito Qihos me levastes, e
agora este que era o lumo dos meus olhos me
arrebataes? Que isto ; qie peccado tenhocom-
metlido contra vossa divina mageslade?!
O rei D. Joio III, ouvindo os amargas e dolo-
rosos queixumes da real esposa, atalhou-a, di-
zendo:
Senhora, nio vos queixeis de Deus ; nio vos
malou elle vosso filho. Sabis quem o malou ?
A saia de Hara Feroandes, de Honte-Mr-o-
Novo.
Mara Fernandas era a pobre mulher a quem
a jusliga tirara a saia.
Muitos males afigiram o av desde que D.
Sebasliio aubiu ao throno alean aono de 1580,
em que o estrangeiro veiu senhoria-lo, como ex-
piagio de tao collossal grandeza e de tamanho
podero.
Filippe II de Castella, que eotrou armado e
captivou a nagio, veio com ps de lia, fazendo
grandes promessas de que guardara os loros, as
leis e os coslumes do reino, quebrantando aquel-
es e estas com deslealdade nunca vista. Se nio
vexou os povoa com pesados tributos, atormen-
tou-os mais cruelmente, mandando malar mui-
tos fidalgos e piebeus, sfogando no rio muitos ec-
clesiasticos, e merecendo pelas suas crueldades
que lhe chamissem o ero das Hespaohas.
Filippe III logo comegou a tirar de Portugal
tudo quando precisava.para aecudir sua monar-
chia, que ia desmnronar-se.
No anno de 1600 mandou Filippe III pedir a
este reioo a prata das egrejas e o cofre dos or-
phios. Os poros estremeceram com a nova de
tio inaudita violencia, nunca usada de seus res
nsturaes. O senado de Lisboa deputou ao rei
intruso um dos mais nobres senhores deste reino,
e offereceodo-lhe urna ajuda de casto. D. Nuno
Hascareohas, assim se chamava o emissario, a
nio quiz aceitar, fazendo a viagem fi sua cusa
(quem vira tanta abnegagio oestes rossos lem-
pos I)
No anno de 1630 decreloa as roeiai annatas por
todos os oRlcos e cargos do estado, qae reodiam
nm pogo de ouro.
Nesse mesmo son de 163o, pedia 200 mil cru-
zados emprestados ao retno e nanea os pagou.
Anda nesse anno pediu 500 mil cruzados aos
ecclesiaslicos, que elles tiraram da bocea aojpo-
No son de 1630 se juntaram 700 mil orondos
de vanas finias, para se restaurar Paraamboco to-
mado pelos Hollaodezes: e esse dintaeiro se tirou
com lagrimas aos pobres. E a arra.ria qoe devia
ir para Pernambuco foi para Plandres.
c Grande castigo, diz o velho escriptor, toda se
a perdeu, era pena de ae tirar o sangue aos po-
< bres, para as conquistas de Portugal, e appli-
ca-Io o rei para aa conquistas do Castella. que
roubo manifest. >
Em 1634, vendo os zelosos do reino, qae estrao-
geiros tinham nelle juroa, contra aa leu o foroa
nacionaes, prometieran! os vareadores do Lisboa
200 mil cruzados ao rei, com
estrangeiro algum se pagis
aceitou o coulrato. levou oa
a coodicio qae a
mais juro. O rei
200 mil cruzados.
mas nao deixou de pagar os juros aoa estrenaei-
ros. I asigne falta de f I "
No mesmo anno de 1634, poz oovo tributo so-
bre o sal, alm dos que ji tinham posto seu pae
L*J0,..aa Ia* ievava lodosos annos do reioo mais
300 mil cruzados.
No anno de 1635 decreloa o real d'sgns em to-
do o reioo. e tambem augmentou a quarts parte
do cabegio (capitagio), o que tudosommava mui-
to dinheiro.
No anno de 1637 tomou para si o estanco do
tabaco.de que lerava cada aono 37 mil cruza-
dos, e nio lhe esqueceram as cartas de seguro
as quaes poz um tributo avultado.
Contra tantos e tio vexatorios tributos, contra
tantas violencias e tyrannias,i contra lio crueia
sarcasmos dirigidos a um povo! que assombrava o
mundo pelos seus heroicos fwtos, amaoheceu o
da l'de dezembro de 1640. e assim ae cortararu
os novos tributos que de Madrid chegaram, co-
mo mais urna punhalada para exaltar urna nacio-
jalidade abatida, mas nio mors.
De Madrid, pois, vloha o papel sellado, de que
havia folha que costara urna pases, (750 ris,)
as fazendas quintadas, de maneira que cada pes-
aos havia de dar ao rei a quinta parto de toda
sua fazenda ; vinha o tributo
pagar cada casa 160 ris cada
min; e a ser islo, accrescets o velho escrip-
tor, oio havia mais que resar-lhe nm padre
nosso. >
a
do fumo, que era
anno, de ter cba-
Escreres romances, necessario que conhegaa
tudo.
Na realidade, eu linha muita curiosidsde de ro-
nhecer a duqueza, e comquanlo preferase que
esse conhecimento se fizesse em condigoes um
pouco msis oorrases ; visto que, como m'o pro-
metiera Jacques, talvez houvesse para mim algum
detalhe novo e ioteresssnte fi saber, acompa-
nhat-o. v
Aqu pedirei a permissio de confessar ao meu
leitor, se que lenho algum, que a historia qae
lhe cont perfeilamento verdadeira. Ji dase,
em outro livro, que oio me dou ao trabalho de
inventar, e se deala Vez ponho rae lio francamen-
te em acea com o meu here, para provar ala-
da melhor que vi, com oa meua proprios olhos, o
que cont. Fra-me muito fcil inventar um ami-
go qutlquer, dar-lhe o primeiro nomo que me pe-
recease, faz-lo caminhar e fallar em mea lugar;
maa parece-metalvez me engae que ha um
genero de lilleralura tio iolimo, que vale maia
dizer as cousas simplesmente, do que adslrngir-
mo-nos todas aa friaa coovengoaa do livro.
Procuro, quanto posso, conversar com aquel-
los que me lem, por meio do romince, como
conversarla com elles se estivessemos sentados so
p do fogo, com charutos e lempo. Se eu escre-
vesse as miaas memorias, nio escrereria de ou-
tro modo. Quando me achei, mnito mogo, no
meio da noeaa sociedade parisiense, ella eapao-
too-me, taoto em bem como em mal, e pareceu-
ma que ainda havia muita cousa interessanle a
dizer fi seu respeito, porm com a condlgao de
que seriam ditas francamente. Comecei eolio a
subir e descer a escala social, de suas profunde-
zas mais sombras aos seus comes maia lumino-
sos. Teoho visto, ouvido, toesdo todas asseosa-
goes da minha adade. Nao desprezei nenhuma.
Digo-o sinceramente. 8a nio sao rerdadeiras,
nio sou eu quem engaa, a Tardado qne mente.
Agora por ventara a aoasa sciencia peesoal,
expressada do melhor modo que podemos, ser-
vir fiquelle que nos t? Nio ; um livro consola
talvez, mas nio corrige nones. O homem nio re-
cebe liges seoio de si mesmo, e ainda s expe-
riencia que, sempre lhe chega muito larde, re-
sulta antes da fadiga dos seas sentidos do que da
cenvicgio'doseu espinto. Entietanto, no Km de
rito e pela induegio, os coslumes, os caracteres,
as paixea que passam ou se agitara aob nossos
olhos, no fim de certo tempo de trabalho, tudo
em nos se reduz ao esludo egoisla doa sentiraen-
tos humanos, que s admiliimos quando pode-
mos, para dos servirmoa do termo familiar, fazer
delles alguma cousa. O nosso coragio se endu-
rece a repercutir sem cessar, em proreilo de nos-
aa imaginario, as sensaces dos outros. A" forga
de fazer-ae a pedra de toque das verdades psy-
chologicas que se lhe apresentam, torna-se pedra
i seu turno, tanto que era um momento dalo,
preciss ser tocado mais vigorosamente que qual-
que outro para sentir o golpe e dar um som.
Dhi, em certos escriptores, no segando perodo
do seu talento, certos estudos afflictivos, certas
desilluses quecommunicam aoa outros, momen-
tneamente, a tristeza do coragio que as expe-
rimentou, e que passam por exagersges quando
nio aio maia do que verdades vasadaa em bron-
ze, ou talhadas em marmore, em vez de aer mo-
deladas em cera ou reproduzcas em gesso. O
nosso ardente desejo de descobrir um veio novo,
alguma vea deacoohecida no eoraco humano,
ja que oecessario serrirmo-nossempre da mes-
ma pa larra, faz-nos commetler verdadeiroa Cri-
mea absolvidos apenas pelo talento, ou pelo me-
nos pela vonlade de t-lo.
Um amigo acaba de nos contar urna dor, julga
acbsr em nos ama consolagio, nos procuramos
nelle um estudo. Guardamos as patarras, ss
sensages, os movimenlos dessa emogio que de-
vemos sssemelhar-nos, quando fr oecessario re-
produsi-la. Fatemos-lhe perguntas, abrirla-moa
at ease coragio amigo para sabermos oque con-
tera, e ae no fim dizemoa-lhe afguma cousa, ,
muitaa vezes, ma phrsse philosophics, qae um
dia nos poderfi servir. Ouvi um grsode escriptor
deste lempa dizer: < Teoho chegado por momen-
tos a desojar ver morrer meu pae, pata saber at
que panto poda ir a dor de um filho. Morrea do
urna bypertrophia de coragio, o filho, bem en-
tendida. Era nm grande homem, mas todo o ge-
nio morre asa dia diqaillo que 6 fez atear, a
morro antea mee* do que velho.
Imbuido de aemelhantes ideas, tendo desco-
berto na historia do meu amigo, persooagens in-
isressantes. na minha opiniio. dettlhss orlgtoaes.
E ludo isto nos cuslou a levii mdade de um man-
cebo atrevido, e a imbecilidad de um velho ton-
to. D. Sebasliio. sepultando nas sreias ds frica
a fortuna de Portugal, e D. Henrique, subindo ao
throno para o arrojar ao abysmo, foram os moto-
res da catastrophe, que assombrou o poro o pa-
receu amortecer-Ibe os bros, a de soso aos
traidores para cbamarem o estrangeiro fi Ierra da
patria.
Sempre oa vexames dos impostos foram causa
de desinqoietages, e fis vezea de cataclismos so-
ciaes. Os antigos auppunham que um tributo mal
langado. jamis aproveitava fiquelle que o langa-
va, porque nio lhe succediam as emprezas, para
que vezara o povo. O certo que Impostos mal
laogados em todos os lempos, lem sido como a
sata de Maria Fernandes para os gorernos op-
preisores.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
certo tempo que usamos desse singular offlco, I eu nio eslava diiposto a deixa-lo, e como me
que consiste em raproduzir oom tinta e papal, promelta urna acea ainda mais inleressantor amara wr "mnito tampo ama*]
tato soborna forma inte l rival a oara n .ni. I aceita! o sea convitn rliriaima.itn* *. ^nf.=.7. .i_u 5?.. .? ttuniw. 5** lhe
da duqueza. Eu ji farejava este livro : chegamos
no momento em que o carro, depois de ter levado
a baroneza, deixava o duque e a duqueza em um,a
caaa da ra de Rivoli.
Esperemos um pouco, disse Jacques.
Comegamosa paaaeiar -ao longo daa grades do
jardim, na ra, completamente deserta, fi essa
hora. Iamos da ra Casligliooe i ra das Pir-
mides. A cada instante Jacques olhava para dian-
te ou para tras urna s e a meama casa, muda e
silenoiosa comots oatras. Nio se ouvia em to-
da a exleosio da ra, seoio o ruido dos nossos
passos sobre o calgamento soooro. Pouco falla-
ramos. Pensavamoa cada um para nosso lado
O pensamento nio pode deixarde achir urna cer-
ta aolemnidade no myslerio desses amores Ileg-
timos em que a mulher joga a sna honra e o ho-
rnera a sua vida. Eu companbava Jacques nessa
imprudencia nocturna, com a ardente curiosidade
cujo motivo jfi expliquei. mas nio podia deixarde
retlectir aobre as coosequencias que cedo oa tar-
de ella podia ter.
O duque, com a sua natureza corrompida, com
aa auas paixea baixaa, nio me pareca homem
de paxer briga com o amaole de aua mulher; mas
parecis-me haver nella a estofa necessaria para
esperar urna occasiao, ou mesmo para preparar
urna cilada de que Jacques poderia ser victima.
O olhar que lngara ao meu companheiro escla-
reca em meu espirito a posaibilidade desse pe-
rigo. Entretanto fazer urna observsgio fi Jacques
fi esse respeito, fra o mesmo quo fsllar-the chi-
nes. Urna daa priocipaes desculpas deala espe-
cie de amores, estaV justamente na coragem da-
quelie que oa aceita. Par outro lado, o qae me
tranquilizara um pooco por de FeuH era a con-
aog da mulher. Ella amavt-o, e por conse-
guidle oio o expora. Para recebe-lo assim, de
noite, oo s 4 elle, mas & um estucho, de-
via estar bom certa de nio correr perigo ne-
shuai.
-Muitas vetes, neasaa sitaag&es, ss mu he res
tem adquerdo a certeza da impunldade : dalla
aproroilam deixaodo i suas aeges apparencia a
mrito da perigo, para que o homem i quem
imam nio tenha decorar do contrato mysterioso
que faaem com o marido, que tio vil que o acei-
ta. A primeira coodicio de ura amor real, a es-
tima
isto sob ame forma inteliirivel 16 pars o eapi-1 aceito! o sea convite, e diriri.mo-BQi para a casa
coafesasse
plcente. Talvez a duqueza oblivesse s sus li-
bertado fi forga de concessoee de outro genero, o
afim de que o duque nio podesse olhar para ou-
tro lado, e aatisGzeaae as sass despezss de jogo,
puaha-lhe aob os olhos bastante dioheiro. V-se
todos os dias, em um casal, duas paixoes difi-
ranles destinad." segundo as lea da honra e da
sociedade. a c. '-ae at a morte, fazeodo
allianga para se s erera, cada ura para seu
lado ; trafico igoo ...>rm, qae tem lagar as
mais altaa classes, nicas oaslanfes civilisadas
para coocebe-to e bastante ricas psra prem o
prego necessario semelhantes concesses.
O duque podia muilo bem, depoia do que eu jfi
sabia seu respeito, aer o proprio mercador de
sua honra, e no olhar irnico que deitfira fi Jac-
ques timbera se poda 1er : c Tu que esta noite
subirs, com emogio fi casa de micha mulher
nem desconfas quanto ma renderfi amanhaa
sua visita deala noite. Esta possibilidade era a
que eu prefera para Jacques. como sendo a ma-
nos pengosa, porem era a maia humilbaole, eu
o conhecta muito para lh'a commoaicar. Elfo r*
daquellea qaa amam com todo o seu orgalho.
Ora o desdem do marido ooda a mulher, sor
maia pura a bella que aoja. | Nio maia ella
quem se dfi, elle quem a empresta. O amaole
se ama sinceramente, fi essa caodaacencVencia do*
marido, condescendencia que salva tudo, prefera
ura perigo verdadeiro, ama vigilancia a vencer
urna forga a combeter. Ama ; quer oue Quu
fi quem ama seja respeitada por todo, pzrocipal-
meole par seo marido, principa laen te palo ka.
mem fi quem olla engaa. E' urna eitgeocia pa-
rsdoxatna appareooia, mu a raauJ.de iadU-
peosavel fi nobreza doa rerdadoiros asieres* Um
marida qaa reapeila sua matJwr. tas garanti
para o amanta. '*
Por minha parto, moral a litte*ri>monte tal-
ando, como esperara acbar usa .irni crasa his-
toria, najas principie*.. iotefsa.ara.nc.ri.
desesperado que ella nao tivesea ou-.ra razio da
ser senio um clcalo do maride, o qae o meu he.
roa ni fosea m.i. que nm tt a colter .a florea
?MbrotaamjaoJ.amacai dsssu aetraoncao. Eu
fazia, pois.mil reQaxoee desea gaaero quanda
Jacques intorrompeu-as, dijendo-ma :
" Podemos subir.
(tonttanar-ae-Ad.)
compUcidid,* de um muido Ma-{PEIN.TYP DKM.F.MfAMA4FILHO.l&i"
J Mil it 11 Ann


II ITr*M\/ri
L
,


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