Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09804


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Full Text

i

v
*
Bf
illl XXXTII IMK10 228
Por IresMnezcs adjuntados 5
Por tres mezes vencidos 6
*
QMTA FKsU 3 II OTIRd II Iffl
Por anno ada nudo i
Porte franco para osab*Kor.
NCAKRRGADOS DA SUBSC1IPCAO DO NORTB
PAKT1UAS UUS UUKHB1U&.
Olinda lodos os'diaa ss 9)1/1 horas do da.
Iguarass.Goianna Parahiba naa segundas
Parahib, o Sr. Antonio AUxandrino da Lima"l^'ti;^- .,, r.....A v
w.i.i a ir ininnin u.____a c-i Antao.Bezerros, Bonito, Caraaru.AUnho e
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araea- Garanhuns oas lerdas-tetras
'y, o Sr. A, de Lemos Braga; Ceara o Sr. J. Jos Pao d'Alho, Naxareth, Liraoeiro,Brejo, Pes-
de Oliveira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Mar- <,ueir*,Ing"eira,Flores,Vil,a~Be,,"BO*"Vi*t
tos Ribeiro Guimaraes; Para, o Sr. Justino J rr^rL^lLn"I?uat"f,ira!; ,
R>mAi- k.... -o 1 """| Cabo.Serinhiem.RioFormoso.Una.Barreiros
Raaos, Amazonas, o Sr. Jernimo daCosta. Agua Preta.Pimenteiras e Nstal qiintia feiras
_____- |Todoaoacorraioapartem|astO horaa damanhaa
NAMBU
EPHEMERIDES DO MIZ' DI OTUBR.
4 Laa nova as 4 horas 87 minatos da man.
10 Quarto creacente as 7 horas e 47 minatos da
tarde.
H J-aa cheia as 4 horas e 35 minutos da tarde.
2b QuarlominguanteasT horas e 35 minutos da
tarde. r
PREAMAR DEHOJE.
Primeiro as 4 horas e 6 minutos da maohaa.
Segando as 3 horas e 42 minutos da tarda.
i
,IAS DA SIMARA.
30 Segunde S. Jernimo b. dootor da igreja.
1 Tergs S. Virisaimo, Mxima e Julia ira. Mrs.
2 Quarta Os anjosda guarda ; s. Leodegrio b.
3 Quinta S. Gandido m. ; s. Msximianab.
4 Sexta S. Francisco de Asis fundador. .
5 Sabbado S. Placido e sens comp. Mm.
6 Domingo O Ss. Rosario de N. S.
AUUifcftoiAa uus IMLNAfca DA CAPITAL.
Tribunal do ommereio ; segandaa qaintas.
Relaeao: tercas, qaintas sabbadoa aa 10 horas.
Pazenda: tercas, qaintase sabbadoa as 10 horas.
Jaizo do commercio : qaartas ao mel dia:
Dito da orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do iral : tercas a stxtasao meio
dis.
Segunda rara do aival: qaartas a sabbados a 1
ton da tarde: -
PIBTE OPFICIAL.
Ministerio do Imperio.
Stima aeocio.Rio de Janeiro. Ministerio
dos negocios do imperio, em 14 de setembro de
1861.-
Illa. eExm. Sr. Declaro a V. Ezc, para o
fazer constar thesouraria defuenda dessa pro-
vincia, em resposta ao seu officio n. 15 de 21 de
agosto ultimo, que desoeccsaario o augmento
de crdito na importancia de 320237 que requi-
sita para a verba Presidencias de provincias-
do exercicio de 1860 a 1861, cono o fim de poder
eriflcsr-aeo pagamento do que venceu o subs-
tituto do secretario da provincia desde o dia em
que deixou o emprego o proprietario, at o em
que tomou asxento na assembla legislativa pro-
vincial de Pernambu-o, de que membro ; por
isso que a regra dedeverem continuar a receber
os seus ordenados os membros do corpo legisla-
tivo, que sao empregados pblicos, desde o dia
em que deixara os seus empregos at o em que
tomam asseoto na respectiva cmara, e assioi
desde o dia do encerramento da sesso al o em
3ue reassumem o exercicio, s comnrehende os
epatados a assembla geral, e os provinciaes
que residirem as respectivas proviocias ; nao as-
sistiodo, porianto, direito ao secretano da pro-
vincia para vencer os seus ordenados durante esse
tempo, e Qcando da quota que deixa de perceber
somma sufflcienie para o pagamento das maio-
rias ao empregado que o substiluio.
Deua guarde a V. Exc Jos Ildefonso de Sou -
zs Ramos.Sr. presidente da provincia da Para-
hiba.
5* Secgo. Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 16 de setembro de 1861.
IKm. e Exm. Sr. Suscitando-ie duvidas sobre
os vencimentos que compatem aoa inspectores de
saode publica das provincias, nao obstante a dis-
posicao expressa do aviso de II de abril de 1859,
incluso por copia, rogo a V. Exc. que se airva
mandar declarar a thesourarias de fazenda que
aos insDectores de saude publica das proviocias
do Para, Maranhao. Pernambuco, Bihia e S. Pe-
dro compete o vencimento de 400j>annuaes, mar-
cado pelo decreto n. 1,338 de 28 de fevereiro de
1854 para os membros das extinctas commissoes
de bygiene publica das mesmss proviocias ; e que
aos inspectores das demais provincias do imperto
o de 2009, marcado no citado decreto para os
provedores de saude publica.
Deus guarde a V. ExcJos Ildefonso de Sou-
a Ramos.Sr. Jos Mara da Silva Paranhoi.
5a Secgio. Rio de Janeiro. Hioisterio dos
negocios do imperio, em 11 de abril de 1859.
Iilm. e Exm. Sr. Tendo sido extinctas pelo arl.
9a do decreto n. 2.Q52 de 12 de dezembro de 1857
as commissoes de hygiene publica existentes em
algunns provincias do imperio, e creados em seu
lugar inspectores de saude publica, denominado
que o mesmo artigo manda dar aos provedores
ondo nao havia commissoes, declaro a V. Exc.
que, segundo resolveu o roeu antecessor, aos ins-
pectores naquellas'provincias compete o venci-
mento marcado aos membros das ditas commis-
soes pelo decreto n. 1,338 de 28 de fevereiro de
1854, e as outra onde nao havia commissoes de
hygieoe, o Puado para os provedores de-saude
publica.
Deus guarde a V. EzcSergio Teixeira de Ma-
cedo.Sr. Francisco de Salles Torres-Hornera.
ENCaRBEGado^ DASUBSCRIPCAO DO BUL
Alagoaa. o Sr. Claudino Palcio Da*; Baha.
Sr. JostNf .rttns Alva, ; Uo i,e!ro, Sr
loao Parara Martina.
EM PERNAMBUCO.
Os propietarios do DIARIO Manoel Pigueiroa
de Paria & FHho, na sua Imana prega da Inde-
pendencia ns. 0 e S.
Ministerio da agricultura, commer-
cio e obras publicas.
Decreto n. 2,827 de 14 de setembro de 1861.
Approva os novos estatutos que devem reger a
companbia de Navegacao e Commercio do
Amazonas.
Attandendo ao que me representou o bario de
Mau. na qualidade de presidente da companhia
de Navegacao e Commercio do Amazonas, e de
cnoformidade com o parecer da aeccao dos nego-
cios do imperio do cooselho de estado, exarado
em consulta de 28 de juoho deste anno, hei por
bem approvar os novos estatutos que devem reger
a mesma companhia, orgaoisados pela assembla
geral dos accionistas, que com este bailan, assig-
naJos por Manoel Felizardo de Souza e Mello,
conselheiro de estado, ministro e secretario de
estado dos negocios da agricultura, commercio e
obras publicaa, que assim o leona entendido e
faga executar.
Palacio do Rio do Janeiro, 14 de setembro de
1861, quadregesiino da independencia e do im-
perio.Com a rubrica de Sua Magestade o Im-
perador.Manoel Felizardo de Souza e Mello.
Directoria central. l seceo.N. 22 Rio
de Janeiro. Ministerio des negocios da agricultu-
ra, commercio e obras publicas, em 21 de se-
tembro de 1861lm. e Exm. 8r.Foi presen-
te i S. M. o Imperador, o requerimento em que
o gerente da companhia Vigilante, encarregada
do servigo de reboque de navios e alvarengis no
porlj do Recife, deasa provincia, solicitou a in-
terpretago do privilegio que lbe-foi concedido
por decreto n. 1,511, da 30 de dezombro de 1854,
approvado pela lei n. 861, de 26 de junho de
1856, valo que idntico privilegio tinba sido
concedido a ama casa commercial iugleza pela
assembla legislativa da mesma provincia ; e o
mesmo augusto senhor, conformando-se per sua
immediata resotugo de 11 do corrente. tomada
sobre parecer da secgo dos negocios do imperio
do conselho de estado, exarado em consulta de 4
do mez fiado, manda declarar & V. Exc, em rea-
posta ao seu officio de 23 de junho ultimo, em
que iuformou o requerimento referido, que, nos
termos muito claros do mencionado decreto, o
privilegio da companhia de que se trata, limita-
do aoaervigo de reboque pala tambem citada lei,
nao carece da interpretado, eque a assembla
provincial nio competente para conceder o ex-
clusivo para a carga e a descarga de navios, que
gmenle podara ter concedido pelos poderes ge-
raes, sendo preferida a companhia que est obri-
gada a encargos onerosos para com o govrno.
Dos guarde V. Exc. Manoel Felizardo de
Souza e Mello. Sr. preiidente da provincia de
Pernambuco.
60VERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 30 de setembro
de 18G1.
Officio ao Exm. presidente da Parahiba.Dei o
conveniente deslino guia do sargento Anto-
nio Francisco de Avilla Jnior, a que se refe-
re o officio de V. Exe. de 25 do correte.Re-
metleu-se a guia ao coronel commandante daa
armas.
Dito ao mesmo.Fiz seguir para a corle no
vapor mglez Tyne que largou no dia 28 do cor-
rente os offlcioa que, para terem esse destino
acompanbaram o de V. S. de 23 deste mez.
Dito ao coronel commaodanle das armas.
Visto que o msico Algemiro de Souza Soares,
ja restituio, como V. S declarou em seu officio
de 28 do corrente a quantia que recebeu por se
haver contratado para servir no 2 batalhao de
infartara do exercilo, po4s V. S. mandar pas-
sar-lhe escusa, aOm de ir cumprir aa obrigagdes
relativas ao eogajamento que anteriormente ha-
via cootrahido com o 6o batalhao de infantera
da guarda nacional, o qual se mandou prevale-
cer por aviso da repartigo da guerra de 10 deste
mez.Communicou-se aocommanJaote superior
do Recife. v
Dito ao mesmo.Nao periencendo ao batalhao
de inrantana, como declarou o respectivo coro-
nel commandante, o individuo de que se trata
nos papis juntos, convm que V. S. mande
verificar se pertence elle a algum dos outros
corpos de linha em guarotco nesta proviucia.
Dito ao mesmo.Sirva-'se V. S. de mandar
por em liberdade, dando lhe bai.ta se j estiver
alistado, o recrula Manoel Faustino da Cruz.
Lommuoicou se ao mesmo tempo terem aido
concedidos 15 das para o recrula Joo Ferrei-
ra da Silva provar a iseocao legal que alleza ter
em seu favor.
Dito ao commaodanle da esta<;5o naval.At-
iento o que V. S. expoz em seu jfficio desta data
Oca adiada a aahida do brigue escuna Fxielidade
para o presidio de Fernando : cumprindo que V.
S. remeta quauto antes para o lazareto do Pina
onde devem ser tratados por fatultativo da ar-
mada empregado nessa eslagao, as duas pragas
da guarnigo do mesmo brigue escuna, que fu-
ram accomettjdos da febre amarella, providen-
ciando V. S. ao mesmo tempo para que seja o
navio desinfectado, caiado e lirapo. o respectivo
porao.Expediram-se aa convenientes communi-
cagoes.
Dito ao mesmo.Sirva se V. S. de expedir as
suas ordena para que o commaodanle do brigue
escuna Fidelidade transporte a seu bordo para o
presidio de Femando urna escrava do capito Joo
Paea Barreto de Mello, e 4 saccas cociendo s-
palos destina Jos ao destacamento de artilharia
que existe no mesmo presidio.Communicou-se
ao commaodanle das armas.
Dito ao inspector da thesouraria de fazinda__
Autonso V. S., de conformidade com a sua in-
formagae de 26 do correte, sob n.906. a mandar
Proce" nos termos da circular de 6 de agosto
de 1842, quando for requerido pelo lente Hen-
rique Eduardo da Coala Gama, a divida de 30
de que pede elle pagamento, e que, segundo os
documentos que devolvo. provm do aluguel de
o cavalloa, para conduco da ambulancia desti-
nada i enfermara do 8" batalhe de enfermara
quando destacado em Villa Bella, visto perteo-
cer esta divida ao exercicio de 1859 a 1860
encerrado.Communicou-se ao
das armas.
Dito
do Vmc que sem ordem desta presidencia nio
entregue aos concesaooarios o beneficio daa lo-
tenaa concadidaa para a obra e reparos de igre-
jas e matrizes.
Dlo ao administrador do correio.Cerlo do
conteudo do seo officio de 23 do corrente, o aato-
riso a mandar executar as obras, que se fazem
precisas no edificio em que funeciona essa re-
partigo, contanto que nao so exceda o orcamen-
lo junto por copia.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.
Passo s mos do Sr. E. H. Bramah, superinten-
dente da estrada de ferro, as incluaas copias da
corita e recibo dos artigos foBjajaudos pelo arse-
oal de guerra de conformidad n os seus offi-
cio* de 11 e 16 do correnafl la polica da
mesma estrada, atim de qua^aaaaWva de mandar
recolher thesouraria da fazenda. a respectiva
importancia (39#600) para o que fleam expedidas
as convenientes ordens.Communicou-se the-
souraria de fazenda^
Portara.O presWnto de provincia, altenden-
do ao que nformou o respectivo juiz municipal
em exercicio em data de 22 desle mez sobre o
que requereu Elias Francisco Bastos Jnior, re-
solve nomear a este, nos termos do 6 do art.
50 da carta de le de 3 de outubro de 1831, ex-
plicada por aviso do ministerio da justiga de 14
de malo de 1860. para excercer provisoriamente
os nOcios de partidor e contador do termo de
Cimbres, creado pela lei provincial, n. 504, de 29
de maio dajjajanni), emquanto nao forem defini-
tivamente prvidos na forma do decreto n. 817
de 30 de agosto de 1851.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-so com o que propoz o director geral da ins-
truego publica em officio de 27 do crrente, rt-
solve nomear o cidado Antonio Manoel Pereira
Vianna para o lugar de delegado Iliterario da fre-
guezia de Santa Anna de Grvala.
Dita.-Apresidente ds provincia, conforman-
do-se com
turexas ignorantes e espiritos fracos; na Hungra,
a difirenos daa nacionalidades e a sua justa
susceptibilidede que elles axploram fazendo re-
vi ver oa odios extiodos das racas.
Na Italia, o grande movimeoto nacional, que
faz a admirago do mundo, representado por
elles como contrario a religio catholica e sub-
versivo da ordem social; quaoto Hungra, des-
figuran! o carcter liberal e emancipador do mo-
vimeoto que c agita, e calumniam esse movimen-
lo representaado o como incompativel com a li-
berdade, e com o deaeovolvimento das outras
nacionalidades danubianas.
Voaas tngaoadoras se fazem ouvir de -novo
em Vienna All lembram-s^ do dever que ha
de proteger os Slavos e os Romanos contra as
chamadas prelengoes dos magyares. Quer-se que
todos participen) dos beneficios das novas iosti-
tuigea oulhorgadaa.
x Mas eitas concess5es, feitas em um momen-
to de afBuigo, nao pdem engaar ninguam. A
experiencia eos annos precedentes ensidaV aos
povoa a appreciar-lhea o seu justo valor.
< Hngaras, croatas, romanos e servios, to-
dos se recoraam do rugo de ferro que destioguio
depois de 1819, o triumpho da reaego, elles nao
esquecerara os soffrimenlos, e os encargos que
tiveram de soVer. O principio da igualdado pa-
ra todas as nacionalidades, to altamente procla-
mado em Vienna na constiluigo de 4 de margo
de 1849, foi effectivameote applicado em todo o
seu rigor.
Todos (jram igualmente privados dos seus
direitos e daa suas liberdades, lodos reJuzidos a
mesma miseria, todos igualmente Insultados no
que o hornera tem de maia sagrado ; finalmente,
todos devem pagar com o seu sangue, para im-
pedir na Italia urna causa, cujo triumpho nao
faria mais do que aggrarar o perpetuar a sua es-
cravido.
Seria quasi desesperar do futuro dos povos,
'p' M ? Chefe de pol,c" nl9.?*' ?e dePi' ae perieocias to recentes, os maoe-
tS&SSSWS^ exoner"a J Pe->s dauscgo podessem anda ter bom xito.
,,Cj1Ml Albuquerque do cargo de 2" Felizaajk. esses receios nao se realisaram ; le-
ermPo do R-oSI'oiele^dp "l dl3lrlcl0)d U^'do ?bo 1" convicio de que os sentimentos de
mMHn J i i Pf fhlv mudado de do-, fraternidade ho de sobrestar as nefastas rivali-
Marr.,^ .h^- Js Uu d* Bmus P"a ,d** lie ensanguentaram o passado.
DUa n .di!i10 VT- Assim como Suis". nesse Sl clico
a^^V^^9^1^^'^^^^-^^^*^' e*f'cezea allemes e italianos,
Ionzetr ^,0nV"moamn'C'Pl da v.lla de compenetrados do mesmo amor pela patria,
K.rnr?.uffl-CIOde.10do c.otreDle' '^pUo proUgidos pelas mesmas instituicoes, vivem e
TZo ni rrN8ft'Daen,U ? Se,gU'c0le, "}T'n ProsPenoi: Umbem esperamos que se' aproxime
m.rt.lg,LIC0, I?- d,StCt0 de S- Jos de Quei" dil i"* > Hungra e na Croacia, Slavos
madas deste municipio ficam considerados trras Romanos e Hngaros, vivirao
de agricultura, alera das mencionadas no arl. Io
do titulo A" das posturas desta municipalidade,
os lugares denominados Brejo do Jos Nuoes,
Lage do Agostioho e Piedade : os infractores Q-
caro sugeitoss penas estabelecidas no mencio-
nado artigo.
a 1860 j
commaodante
como irmaos go-
zando das mesmas liberdades, e promptos a unir
aa auasfirgas para se defenderem contra qual-
quer aggtessao.
O lagos principaes que ligara eolre si, no
mesmo grupo, as differenles populagoea da Su-
; issa, sao : as necessidades da defesa contra o es-
nABAa. m 7-. trangeiro, as condiges geographicas, eaideo-
Despaehos do dia 30 de setembro lidade dos imanases.
de 1861. i Estes |agos j oxistem entre aa povages
Requerimtntos. SU tas, romanas e huogaras, e s aperlando-
AoIonio Francisco de Moura. Informe 6*?r. os m. que cada urna deltas poder., por um
coronel director do* "anal de guerra. appoio reciproco, chegar a conseguir a sua li-
Alexandre Bezeffa de Albuquerque Barros. berdade e o seu completo desenvolvimento; des-
Nao tem lugar. conhecendo ao contrario, desunidos e sem defesa,
Antonio Francisco de Torres. Informe o Sr.
juiz municipal da primeira vara desta cidade. ,
Antonia das Mercez da Jess Praffiltas. Re-
mettido ao Sr. director geral da instruego publi- '
a /guisa desorden). Que elles o tentem As bayo-!
oetasda guarda nacional e as da tropa de linha
saberao faier respeilar a digoidade da feata. e !
sabero tambem dar juizo quelles que o perde-
rn).
Pego-vos, muito Ilustre syodico, queiraes
manifestar a minha gratido municipalidade
de aples, e reoovae-lhe a aeguranga da minha
mais distincta considerago.
< 0 tenente-geral do rei
Cialdini.
O general Garibaldi dirigi a seguiole carta ao
municipio de Genova :
Caprera, 17 de agosto de 1861.
Sr. Syndico.
a Sou verdaderamente reconhecido pelo hon-
roso tittulo que me coacedeu o cooselho com-
munal da cidade, que foi o bergo dos meus ao-
tepaasados, e pela qual techo um amor de
creanga.
no seculo passido tantas provas deu de heros-
mo, e que, nao negando os seus aotepassados,
contributo espontneamente, por todos os roeios
possives, para a nossa santa causa nacional, pe-
la qual j conta tantos martyres.
Digae-se o syndico ser junto dos honrados
membros do conselho o interprete de todo o meu
recoohecimento, e acreditar na estima e parti-
cular affeigo do
c Seu dedicado
J. Garibaldi.
cezes
loria.
exagerados

nio perteneem anda i his-
Miaiaterio da marisalsa.
1. Secgo. Rio de Jaaairo. Ministerio dos
negocios da martnha, em 2 de setembro de
1861.lllai. a Exaa. Sr. No acto solemne da
inauguragio do dique imperial, eabenda-mea
honra da dirigir S. M. o Imperador atgumas pa-
lavras que tioham relagio com a ceremonia que
em tal occasiio celebrava-se, houve o mesmo au-
gusto senhor por bem dizer-m o seguinte:
t Eocarrego-vos, Sr. mieislro, de manifestar
briosa marinha brasileira os votos que sempre
teoho feiio, fago e (arel por seu adianlamento e
gloria. Dando coobeeimacto V. Exc.daspa-
iavras-com.aus ao nosso angosto monarcha ap-
prouta manifestar o mala brilhante leaterownho
de arfrego ooaaa eorporagi ti por to
^^laBBBBf0 felicito, orl Exc que,
pela J'epartfgo a seu ca- jbllca-
dai em ordem geral da
gera ao coni
asaque i mesma per te
BUOteo Exc-Joaquic Jos Ignseio.
7** lo quortelr
general d
ao mesmo.Divolvendo a V. S. a folha e
prets do destacamento de guardas nacionaes da
villa do Bonito, a que se refere a informago
dessa thesouraria, sob n. 908, e data de 26 do
corrente, o autoriso a mandar pagar aos nego-
ciantes Ferro & Maia, a quantia de 408S260.em
que importara os vencimentos desse destaca-
mento e as despezas com luz e agua, ludo rela-
tivamente ao mez de julho ultimo.
Ordeoon-se tambem os seguiotes pagamentos:
A Andrade & Reg, da quaolia de 1679200.
importancia de diarias abonadas pelo delegado
de Fiares a4-recrutas.
Ao commandante do batalhao 24 da guarda na-
cjPnl. por iotermedio do seu procurador, da de
3978720, importancia dos vencimentos do offlcial
e guardas destacados na villa da Escada no mez
de julho ultimo, bem como do fornecimeoto de
luz para o reapectvo quartel.
A' companhia da illuminago a gaz da de ris
1329640, importancia dos materiaes empregados
para o encaoamenlo do gaz para o hospital militar
e quartel do 9o batalhao de infaotaria.
Mandou-se igualmente effectuar pelos cofres
provinciaes o pagamento a Pedro Goncalves da
Rocha, da quantia de 41600, importancia do alu-
guel da casa que serve de quartel ao deataca-
?Je., A" ,8Doatao, vencido de 14 de outubro do
18o9 a 20 de margo ultimo.
Dito ao inspector ds thesouraria provincial.
Respondendo o officio que V. S me dirigi em 28
do correte, sob n. 474, scompsnhado de copia
do termo de contrato para o fornecimento de vi-
veres aos presos pobres ds casa de detenco.tenho
a dizer que approvo esse contrato, e dei aclencia
delle ao chefe de polica para a devida execugio.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dito a cmara municipal da ciaade de Nazareth.
Iateirado pelo officio que me dirigi a cmara
municipal da cidade de Nazareth em 14 do cor-
rente de terem sido arrematados os imposios so-
bre peso e repeso do agoogae publico s iitm**
sumos, cargas de farinha e legume vindas ao
mercado a de aferigo de pesos e medidas, rela-
tivamente ao exercicio municipal de 1861 a 1862'
1^n Pftn,eiro por 254*000, o segundo por
iiffi ? llrcM0 Pr 2O0. e o ultimo por
UU9400, teoho a declarar-lhe em resposta que
approvo semelhanle arrematarn. Quanto, poraj,
aos impostos sobre cabega de gado vaecum e de
licengaa a mscales e boceleiras que nao appa-
receram licitantes, "compre que a mesma cmara
use do meio que for mais vantajoso, afim da le-
var a effeito a arrematagio, o que dever com-
muoicar opportunamente a esta presidencia.
Dilo so juiz municipal da primeira vara.Com
copia do officio do Exm. Sr. presideote da Para-
hiba, datado de 12 do corrente, transmiti & Vmc
para terem o conveniente destino, as guias dos
sentenciados dtquella provincia, Flix de Araujo
Lina, Francisco Jos doa Santos, Joo Jos Go-
mes ,de Greoda, Jos Bento Ferreira e Sabino
Lins de Araujo que exisiem sem ellas no presidio
de Fernando.
Dito ao director das obras militares__Approvo
o ajuste que Vmc. fex com Fraociaco Rodrigues
Mallos, procurador de Antonio Peraira Lago Gui-
maries, para eete execular sob as condiges cons-
tantes do seu officio ds 26 do corrente, as pin-
turas e caiagao de que necessitam as casas das
guardas do palacio da presidencia, alfandeua e
thesouraria de fazenda, pelo quantia de 1439000.
Communicou-se a theeouraria do fazenda.
Dito ao director das obras publicas.A'vista do
officio do commandante do oorpo de poflHa da-
tada, d 11 do correle a das inforascdeRnclu-
sas que me sero devolvidas, mande V. S. orgar
as despezas a azer-se com 01 reparos o pinturas
necessiu o quartel do isesmo coipo.
igauo.de:
i obras e
ca para deferir a supplicante nos termoado pare-
cer, a quo allude a sua informago de 26 do cor-
rente.
Bacharel Ulpiaoo Coelho Catanho.Ioorme o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Francisca Mara do Livramento. Iodeferido
em vista do que informou o coronel comman-
dante das armas.
cahiro dentro em pouco, como urna presa f-
cil, aos golpes de visinbos poderos, entre os
quaes se achim collocados.
A dieta da Hungra, convencida e compe-
netrada deatas verdades, acaba, antea de ae se-
parar, de proclamar como um dos principios fun-
damentaos da constiluigo hngara, que ;
c Todos os povos que ficam na Huogria, es-
pecialmente os magyares, os slavos, romanos,
allemes, servios, rulhenes, etc., sao considera-
dos como nacionalidades,
O almirante RomainDesfosss, quando abri a
sesso do cooselho de Finisteri, proferio, segn
do o costume, a sua allocugo. J temos publi-
cado dous discursos relativos a outro3 conselhos ;
hoje vamos reproduzir este, em que se encon-
trara certas tendencias favoraveis ao poder do
papa :
Dlflcorso do almirante Homain
Desfosss.
Desde a nossa ultima sesso, acontecimentos
graves tm agitado tanto o novo como o anligo
mundo ; e, todava, nada tm havido que des- | bonicos, qua
minia, para a nossa nobre e chara patria, a8 es- que nossoa.
persogas que maoifeatei perante vos, no anno
passado e neste dia.
< Confian lo no genio e patriotismo de seus
soberanos, a Franga funda-se sem receio, no
seotimenlo do seu poder, da sui moderago e do
seu direito.
_ Nao ha infortunio immerecido, ao qual ella
nao estenda a sua mo sympalhica ; nao ha cou-
sa justa e grande a que ella nao preste o seu
apoio moral ou material, sempre desioteressado ;
nao ha acto algum de violencia que a sua leal-
dade cavalheiresca nao desapprove.
Ha apenas alguna mezes, que os nossos sol-
dados e os nossos marioheiros gritavam pela
Franga e pelo Imperador em urna capital con-
quistada de urna nago barbara de 300 milhes
d'almas.
Intrpidos propugosdores da civilisagao
do christianismo plantaram
A Opiniotie de Turin, publica um artigo cosa
titulo At fronteirat pontificiat, do qual extrabi-
mqs as seguintes psssagens :
c Se a ladroagem anda coalinaar, ser aecea-
aano convidar a Franga a vigiar mais efficaz-
mente ss fronteiras pontificias, aOm da evitar
qte os salteadores a franqueiem, qoer seis tm-
trando, quer sabindo, ou entao as noaaaa Itaaaa
eatavam na obrigaco de as aeosssr no proprio
territorio pontilkio. Isto nao seria nem ama ia-
vaso, nem urna oceupagomenos serla aioda
um acto de hostilidade cootra a Franca, mas ape-
naa um acto de legitirna-defTesa........
* .V.0" oprimida a gaerrlhagaos a tran-
quilhdade restabelece.se, a a nossa diploma-
cia pouco tem a fazer para oblar o reconheciaen-
to pelas outras potencias. Somos de opinio qae
a questao romana ser mais fcilmente resoltisto.
quando a Italia estiver pacificada; entao alo ha-
vena raso poltica que podesse justificar a pre-
senta das tropas francezas em Roma.
Diligenciemos, pois, por lodos os'meios por
termo gaerrilbagem. e alongaremos na re-
sultado poltico muito importante.
c Aos defensores do poder temporal s resta
de'futuro o argumento dos salteadores. Deve-
nios tirar-lh'o, e a propria Franga tem tanto in-
teresse como nos em conseguir esta fias, porque
se a Italia carece estar forte para consamar a saa
independencia, ci cumslaneias poden occorrer
em que a sua forca seria de um grande aaxilio
para a Franca Urna Italia forte ama garan-
ta de paz para a Europa, mas ao mesmo lampo
para a Franga um alliado que aeceaeario ter
em conta.
Esta considerago nio deixa de demolir os
castellos no ar, construidos por aqeelles ana
veem, na atlude da Franga, ama opaosicio
unidade nacional. A rranga nio pode oppar-sa
ao cumprimeuto da unidade que alia recsahacaa,
o de ve por coosaqueocia cessar ama proteegi
que anima oa bandidos, e d origea aos anar-
no sao manos Inimigos
(Jornal do Commercio, de Lisboa.)
INTERIOR.
RIO
DE JANEIBO.
SENADO.
SESSAO EM 16 DE AGOSTO BE 18tl.
Presidencia do Sr. Viicondt 4 AbmtU.
A's onze horas da manhia, achando-se presea-
tes trala Srs. senadores, o Sr. presidente abra
sessao.
Lida a acta da anterior approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. Io secretario l um officio do ministerio
e dos negocios
dajustiga cootendoas ioormages
na Lochmchins, as- ministrados pelo chefe de polica da corlo a
sim como em^pVekin. a crux do Salvador, a par respeito do molim excitado por Jos Antonio
da aua bandeira, e abriram talvez nessas reuioes Googalves Barbosa.A' quem fex a raqaiaico
Sao approvadas as seguinte redaeges :
1, da emenda do senado i proposigio da
cmara dos Srs depatados approvaodo a pes "
plenamente iguaea em
direitos, que, por meio da- liberdade individual
Julio Cesar de Ollvera. Remettido ao direc-. du direito de associago, podem realisar, sem
tor geral da instruego publica para deferir ao reatrieco alguma, as suas aspirages nacionaes,
supplicante nos termos do parecer, a que allude deotro dos limites da unidade do paiz.
a sua informago de 26 do correte. i Nao ser esta a melhor resposta que a Hun-
Jos Pedro Borges Loal. Informe o Sr. ios-! 8r'a pode opporaos seus adversarios?
poctor da IhesrAiraria provincial.
Joo Chrisostomo de Oliveira Pelagio.Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica acerca da ultima
parte deate officio.
Luzia Mara Ferreira. Nao sendo o filho da
supplicante nico, nao tem lugar o que requer.
Levino Lopes de Barros. informe o Sr. ins-
pector da thesouraria proviocial.
Miguel Joaquim Fonseca de Carvalho. Nao
tem lugar o que requer o supplicante em vista do
que dispe o arl. 73 do regulamento de 28 de Ja-
neiro de 1860.
Capito Manoel Joaquim Madnreira.Informe
o Sr. inspector da thesouraria da fazenda.
COMMAXDOD AS ARMAS.
Quartel do eommando das armas
de Pernambuco, saa cidade do
Recife, em S8 de setembro de
IsJsJl
ORDEM DO DIA N. 141.
O coronel commandante das armas faz publico
para sciencia da guarnigo, que apreseo(ou-se
oeste eommando no dia 16 do corrente, viudo
da Parahiba do Norte, o Sr. f cirurgiio do cor-
po de saude do exercito Dr. Flix Moreno Brao-
do. que em virlude da ordem do dia do exercilo
n 272 de 31 de julho prximo passado, foi man-
dado servir nesta guarnigo.
Assignado. Jos Antonio da Fonseca Galvao.
'Sontoiate. Antonio Eneas Gustavo GalVb.
Alteres sjodante de ordens interino do eom-
mando.
EXTERIOR.
Dito ao thesoursiro das loteriu.-r-Btcommen
II un.tr la.
O general Klanks, formulou um manifest, que
dirigi a Garibaldi em forma de carta.
O celebre hngaro estabelece neste documento
a oecessidade da formagio de urna confederago
dos paizes viziobos do Danubio. Todas estas na-
cionalidades devem reunir-se emvolta da raga
magyare, conservando comtudo as suas auto-
nomas, e os seus governos independeales.
Por um extracto deate maoifeato nio se pode
coohecer a sua importancia ; como ii esta en-
tregue & publicidade, vamos dar delle ama tra-
dcelo :
General.
Acabo de ler o appello eloquente que haveis
dirigido aos Romanos, exorlando-os concor-
dia, e unio com os huogaros.
c Praza a Deus que este sabio conselho seja
seguido, e que os partidos dissidentes recoahe-
gam qae a hora chegou finalmente em que todas
os torgas devem anir-se em um s grupo I E' o
nico meio de desmanchar os tramas, lio hbil-
mente urdidos pela reaego Europea.
c Effectivameote, nao alo aa bayaoeUa, as pri-
sees, as aismocras que temos a temer; antea
saa infeliz discordia, de que oa agentes da reae-
go, sabem tambem langar o pomo entre- ns po-
tos para se enlenderem;as ealamnias
n ceasar se espalham a resc
vimento liberal a nacional ;
e empregam para desviar e corromper
o sentimentos polticos das
a Estes principios applicam-se Hungra pro-
prismente dita ; quanto Croacia, os patrio-
tas dos dous paizes, oceupsm-se activamente de
renovar o aeu pacto federal, de maneira que sa-
tisfaga as justaa exigencias, e s necessidades de
todos.
__ c A dieta e todos os patriotas da Hungra, es-
to e estaro sempre promptos para quaesqubr
transaeges equitativas, para dar salisfago aos
povos nao magyares habitando juntos a Hungra;
mas nio podero ir nunca at commetter um a-
taque integridade territorial do palz.
Para que a Hungra possa cumprir a sua
misso humanitaria, tem indiapensavelmente ne-
cessidade do lodo o seu territorio, isto das suas
fronteiras naturaes, a da totalidade das suas tor-
ga.
Tendo a conviegio d que frs dess con-
diges nio ha salvago para pessoa alguma.
a Mutilara Huogria fecaar o futuro, soffo-
car todas as eaperaocas de liberdade, nao s ns
Hungra, mu tambsm entre tolos os povos da-
nubianos, para os quaes ama Hungra,, forte, 6 a
primeira coodigaode salvago.
a Recebei, general.com os meus agradecimen-
toa, os de todos os meus amigos e compatriotas,
por hsverdes levantado a voasa voz poderosa no
inleresse da reconciliago e da concordia.
Estoa certo de que o grito aahido do nosso
corago, chegou aquellas a quem ros tendes di-
rigido.
Ser ouvido e eompreheodido no Danubio
como o foi na Italia.
a O da do accordo est prximo ; n'esse da a
Hungra mk livre; nesse da a independencia
da Italia estafa consumada e para sempre garan-
tida.
t Bepetindo-vos a expressa o dos meus pro-
fundos agradecimentos, sou, general
a Vosso muito dedicado
< G.Klapka.
Genova, 16 de agosto de 1861.
ITALIA.
Cotia do general Cialdini, 'por ociasio da futa
nacional, ao principe Colonna, syndico de a-
ple*.
a IHustre senhor.
c Conhego a necessidade de manifestar pa-
tritica, municipalidade deata cidade'o meu sin-
cero reconhecimeuto, pela iniciativa que tem to-
mado, para que o aoniveraario da entrada em
aples do general Garibaldi seja celebrado coa
toda a soleraoidade, qua convm a um to gran-
de e to feliz acontecimento.
longinquas ums era de luz e de moralisago.
Em um paiz menos affastado de nos, auxi-
liaran! e Iranquillisaram elles pela sua presenga
um povo christo qae esta vi entregue sem defe- coocedida a D. Candida Fraga Nevos ,
za s incriveis perseguigoes de urna raga musul- I Io, da proposla do poder executivo convertida
mana fantica, e quando o governo a migo, que I em projecto de lei, com as emendas da cantara
tem a sua sede em Constantinopla julgou poder dos Srs. deputados. filando a forea naval
garantir ao imperador a intima segunnea dos sob-! o anno tinanceiro de 1862 a 1863.
pora
ditos christos do Lbano, os nossos soldados re-
tira m-se, trazendo as beogos de Moraoitas ; mas
apz ellas ficou ainda all a bandeira protectora,
fluctuando nos nossos navios como um symbolo
de salvago para os sanguinarios oppressores de
1 OoU.
A bandeira franceza flucta ainda em Roma ;
cobre com a sua aombra protectora o Ihrono tem-
poral do augusto chefe do catholicismo, e a im-
pertubavel soticitude com que sustentado nao
a mais fcil das missoes a que o imperador se
voloo.
c Tal aenhores, a exposigio summaria dos
actos da poltica de que a Franga d ao mundo
um magnifico exemplo.
Homeos de estado, ministros de um g'overno
estraegeiro que se du nosso alliado, nao lhe tem
poupado n'estes ltimos lempos, aecusagoes to
severas como ridiculas ; mss a urna semelhanle
lnguagem de homens que engaara o seu paiz,
a Franga aprsenla o desdem e prosegue na sua
misso providencial.
c Quanto a nos, senhores, a quem os nossos
coocidados confiara o cuidado de preatar o nos-
so mais dedicado concurso a ludo quanto pode
assegurar a prosperidade de um departamento,
que nos caro, empreheodt.mos a obra, e con-
Qemos no futuro : imperador viga, e Deus
proteja a Franga.
O sacro collegio acaba de perderdous cerdeaos ,
os ennus, Vicente Santucci e Santiago Piccolo-
mini.
O cardeal Santutci era urna notabilidade em
philosophia e muito apto pars negociag5s diplo-
mticas.. Na sua mocidade tinha sido lente de phi-
losophia no seminario romano. Depois exerceu
cargos de considerago na secretaria de estado e
na dos negocios eclesisticos extraordinarios.
Em 1853, o papa Po IX nomeou-o cardeal, en-
carregaodo-o depois do lugar de perfeitoda coo-
gregagao dos estados. Este cardeal tomou parte
naa negociages das coocordatas de Hespanha e
d'Austria, e em todos os negocios msis importan-
tes do actual pontificado. Era muito moderado
oas suas ideas, e no circulo daa peasoas que go-
savatn da sua confianga, ouvia-se-lne muitas ve-
zes desapprovar a poltica seguida desde a res-
taurado de 1849. Tinha 65 annos, e raorreu de
urna apoplexia.
O cardeal Picolomini nio reuniu nem a scien-
cia nem os servigos do cardeal Santucci. Do-
ria principalmente a aua elevagao ao lustro de
saa familia, que era urna das mais notarais do
Siena, que deu egreja o grande papa Po II, e
Italia homens muito dialioctos. Como prelado
Mons Piccolomini fui ministro da guerra. Tam-
bem falleceu depois de repetidos slaques apopl-
ticos.
L-ae no Daily News o seguate : *-
Quando o Capito Payoter desembarcou l-
timamente 300 oa 400 homens prximo de Cas-
tellaman, depois deatcangado cortamente o as-
Proceden do desta manara, a municipalidade sonlimento dss authoridados, oom moles fim
de fazer exercitar a sea lente, aquella bravo ot-
os votos do paiz, expri-
secundava ss inlengoes
de aples, antocipando
mia os meus desejos, e
do governo do S. M.
A chegada aples do celebre dictador,
diante do qual fugia um exercito a urna dynaia,
o mala admiravel fado que
temeridade jamis verificaran). E' o acontec
manto mais focando em resaltados que a histeria
das revolugoes lera de contar i geragoee futu-
ras.
do o cor agio qi.
da nossa patria, toda a alma qae se
da Italia, todo o hornera qu-s tem o non
ral o italiano, ha da sssociar-s* a es
sario, quo sa tor cou urna fasta da afio u
Qcial nio previa provavelmente oavam de sus-
peilas e de boates sinistros que ia suscitar. To-
dos os jomos clencaes e reaccionarios da Fran-
_ ga, esta o enfurecidos e consternes porque urna
* *8*dadi
indigoagio dos jomaos que representara oa Int
a
daacolpavel, a a

irtftM iatojosM a a
tassastf
A rk-.
Sao lldas e ficam sobre a mesa, para serosa
votadas na primeira sesso ai seguales redac-
tes :
1, da emenda do senado propoaicio da c-
mara doa Srs. deputados que approva a ainila
concedida a D. Candida Rosa Peraira Nanos;
2, do projecto do senado qae sebotiiu'e o
atual ayateraa de pesos e medidas polo ayalama
mtrico fraocez.
Sao tambem lidos e approvadoa daos sa roce res
pedindo iuformages ao gaverno, ambos da coaa-
misso de legislago : o 1*. sobre o reooorimeoto
de Antonio Simos de Feria: o i*, sobro o re-
querimento de alguos artistas francezas.
E' lido o seguinte parecer :
er A com misso de fazenda, encarregada polo
senado de examinar os documentos em qae so
fundou a propoaigo juatrda cmara ss desa-
tados, e de dsr sea parecer a rsspotlo ella, /oi-
ga conveniente expor o qae eonsts dos meamos
documentos.
Conjunctamente com o edificio do convento
que na capital da provincia de Pernambuco pos-
suiram os jesutas e Ibes foi confiscado em vir-
tude da carta regia de 23 do agosto de 175, ia-
corporou-se aos proprios nacionaes a magestse
igreja que fazia parte desse convento, e sotase ss
schsva ella applicada a usos profanos resalveo
o presideote daqsella provinas oa 1855 .
tui-la ao culto divino, e aproveitoa-so para
effeito das boas dispotigoes da irraasdade do
Espirito-Santo, a quem eotreajou a dita igreja
sob as condiges seguintes :
Ia, que a irmandada a restaurarla com a in-
vocago e ltalo de Divino Espirito-Santo ;
2*. que lhe mandara logo por ladrilbo. portas.
e sinos, de modo qae fleasse em estado do ss
poder abrir e benzer salemnemente ao dia 14 ds
agosto desse son ;
3a, que no praso tres annos o meio eonclsriria
da maneira a mais perfeita o concert e repara-
gao de que precisara a igreja ;
4*. que a franqueara com todie sssuas alfaias
psrs ss feslss on sclos religiosos qae o governo
mindasse celebrar por assumpto nacional ;
5a, que mandara dizer ao maio dia ama missa
no altar-mr, todos os domingos e da-santos
de guarda ;
6*. analmente, que faria preparar coa a ss-
ceasaria decencia, no 2* andar da casa qua sor-
vira de cades, os commodo* precisos para o tri-
bunal da relago da provincia.
" Esta resolugo do presidente foi approvada
por aviso do ministerio da fazenda de 5 de de-
zembro do snpradlado auno, eoa a elaasela pa-
ren) de que continuarla a igreja a sor coetasora-
da como proprio nacional, e se lhe poderla dar
outro destino, se o podar legislativo oa o gover-
no imperial o juigasse conveniente.
c No requerimento a qao esto appensoe ea
documentos, refere a irmandade do Divino Es-
pirito Santo o que a com misso acaba desiste ;
e allegando ter despendido ji a qaantia do
3:600f em preparar a casa para o relago. o a da
0:000| com a obra da igreja,
80:000 o qae domis tem fe -
assembla geral legislativa ,.
flesr o acto do governo, o de
perpetua essa Macaseis.
f A com misso de latonda. i
ta de ve sej
^^^^^^BBBBBBBBBBBBBBBBBiaBBBBBBl^^
nena
udente da
Hri
po>
proposi-
isgaiaU
W---
osM o aso i
na
r^jr
Trr-
"~T


I
ftl l*^jHHHHtf

DIARIO DI PWUUMBUCO. u. QUINTA FKIB4 3 DI OUTUBRO DE 18l.
S
.
i a
O artigo 2* 4c proposi
cciro.
a Paco do senado 9 de agosto de 1861.Vis-
conda de Iuborahy.M. de branles. *
Vi a imprimir; e bem assim a reselugo, cieo
nio o esteja.
OROEM DO DA.
ser ter- as necessidades publicas e de dar-lhes remedio Ido no exercito, a

Ique offe recia _..
caa, cama e mesa, ei tallar a tai
V- iv h >- que acabiramo aeu lempo, e ncm
loca.
X.Um ministro deve s;mpre olhar para o futuro
do palz ; cumpreque nao se contente de viverdia
por dia,.caida.odo s las honras e das corlezias,
Cwrthwa a primalre discussao 4a proposta do sm ter ambigao de fazer o bem real do paiz: isso
ayo finada as torgas de tena para 1862 a
*r. Viseonde de Aibuquerque (tapla de al-
gWia dalavra que absolutamente nao ouvimos)
ataque cssaidera de alta iDporlancia a discus-
sieOa fixaeo de torgas demarra, e na sua opi-
zeenio convm que seja confundida com qual-
quer ouira, ainda innmo cddi alguma lambem
ae grande megnitede.
nio abe ae o chaaaarao malicioso, mas des-
confa que na discussio de certas materias como
que ae rtela alguma cousa semelhaote cauda
do ci de Alcibiades; presume que esse um
aneio de encaminbar a alinelo da assembla
gerai pava as attribuicoes dos poderes poltico*,
occuttando-SB todava o que ha de real a este
respeito, e desviando-a daquelles assumptos
em que ella deve applicar-sff com todo o cui-
dado.
Disseoccultando-se todava o que ha de
realporque a proposito de poderes polticos o
que cumpre nao esquecer a olygarchia, que
absorve em si todos aquellos poderes e compro-
meta e ameaca os desliaos do Brasil.
Acredita que ha grandes desejos de arredar as
valas do parlamento desse objecto, de que o ora-
dor nao aa descuida e de que em tempo ainda ae
oceupar : mas por hoje quer reslringir-se dis-
cussao da Qxagio de torcas de trra.
Tributa multo aespeito aos Srs. minisiros....
alada que apesar de desejar aer hbil corlezio,
leui para isso urna certa especie de inhabili Jade
proveniente sem duvida da carroira que seguio
e doestudo que fez das tnaihemallcas.
Note-se que ser cortezao nao ser caturra.
Tara ser corlezio necessario muito talento e
.muito saber ; veja-ae se cousa que se encontr
it'um caturra. Ora, o cortezao nao so para com
a corda. Os raembros do parlamento devem ter
nos para os outros urna especie de cortezia, aura
de poderem dizer toda a veTdade sem offender,
habilidade que est em-achar a forma de faze-lo.
Recorda-se de um exemplobem recente. Len-
do as discusses das cmaras porluguezas depa-
rou com um discurse do depulado Jos Estevio;
e observou que nao se podem dizer mais verda-
des ; doura porm a pilula com tal arte que pasas
suavemente.
Este dom que o orador nao tem, e s vezes
as suas expresados vio offender, aem que essa
eja a sua iutencao. A verdade que nao sao
as expressdes que a laca m, e sir as interpretares
que gratuitamente lhes sao dadas.
Considera de seu dever dizer a verdade, e s a
verdade ; e entao nao procura rodeios, diz a cousa
como ella Eis a razio porque, nao obstante
respeitar muito as pessoas dos ministros, lem
dito e repele que no nosso paiz a peste o go-
verno.
Qoer com islo insultar os ministros? Nao. Po-
dem elles ter as melhores ioleocoes, e entretanto
ser a peale, orna verdadeira calamidade publica.
Elles carregam com a heranga deseus antecesso-
res, e de mais a mais a peste tem lavrado por tal
jaodo que elles sao podem deixar ds achar-se
contaminado, e pesleados.
Assim, dir que este projeclo nao deve ser ap-
provado, est eivado da pesie. Esl com 36 an-
nos de parlamento, e tem sido muito assiduo ;
uunca vio cousa assim.
Tatnbm j fui ministro da marioha e da guer-
ra, e em pocas que nao eram muito normaes.
Occupou aquella pasta pela coroaglo, e a ouira
quando exista a guerra civil no Rio Grande do
Sul. Entretanto as suas propostss eram mui
sisantes ; limitam-se Oizer contina em
igor a fixagio da torga existente e pouco mais
Hoje urna immensidade de artigos e para-
graphos.
As torgas-litadas (diz o art. 8) ero com-
pletadas por eogajomeoto voluntario, e pelo re
crutamenlo nos termos das disposiges que exis-
tirn. Aqui est a grande questao que ameaga
a segranos do estado e que concorre para a des-
graga que a peale tem trazido ao paiz Veja-se
que quando diz peste nao se refere s aos minis-
. tros ; falla do governo, e na palavra governo es-
tao incluidas tamben as cmaras.
O Sr. Mrquez de Casias :O nobre senador
lambem j toi ministre slgumas vezes.
O Sr. Viscoode de Aibuquerque nao quer am-
nista ; e houve ministerio de que fez parte que
realmente toi urna peste (risadas), principalmente
para a sua provincia. E se se quer discutir isto,
entao o orador ha de ser ouvido para dar as ra-
zoes porque as cousas correram assim.
' preciso alleoder ao que se passa no nosso
paiz. Nao sabe se o ministerio tem algum peu-
sameoto acerca da maneira de liberar-se das
maiorias que engendrara e sustentara as oligar-
cbiae ; mas ahi que eal a cousa.
Tratando porm da lixacao de torgas de trra,
dir ao nobre ministro da guerra que o projeclo
que se discute nao presta para nada : se S. Ezc.
quer que o orador vol por elle, vola ; mas per-
millam-lhe que declare que assim os Srs. minis-
tros nao cuidara dos ioleresses da nagao, aggra-
vara as circumslancias desta, e toroam o Brasil
mais desgranado.
Parece que o furor revolucionario que arrssta
o muu Jo ioleiro esl procurando lavrar entreds,
e que os Srs ministros, longe de o repellirem,
sao os proprios tme Ihe do aso, que o ajudam a
desenvolver-se 1
Poucoa gabinetes tem tido Untos militares
como o actual conla ; como recuam diaole da
verdade ? E' por islo que o orador nao se canga
de recear bala na cabega dos cobardes ; por
considerar que se teme fallar a verdade ao paiz,
e acabar com essea principios subversivos das
maiorias e suas oligarchias.
V que o paiz progride em civilisagoe rique-
za. Isto d ao orador certa- energa, e faz que
presuma que nao doremos ter medo de pbantas-
mas que se antolham.
Pedem-se 14,000 pragas de torgas de trra em
cireumstanciss ordinarias. Duvida que isto seja
sufflciente para as necesidades publicas. Sao
continuos e constantes os pedilos de torga tollos
por todas as autoridade, e nao possivel negar
que essa torca precisa porque o paiz nao est
tao adianado que a possa dispensar sem deixar-
se de msnter a lei.
Iodependente desta coosideracao, occorre-lbe
ootra de alta importancia. Nao concebe exercito
sem disciplina ; e como possivel, na dissemina-
cao da torga exigida pelas circumslancias das
vroiuiss, que reste ain la um corpo regular de
j.000 homeos pelo menos, com chefes habis,
habitaudo-8e e reuni.do da maneira que exige a
manuleogSo da disciplina ?
Nao diz que esliresse grupada em um s pon-
to. Concorda em que na corte deve haver um
forte coolingente, bem disciplinado e
prompto para
mas no mesm
Rio Grande do
cxemp'.Q.
Portaoto duvida que 14,000 homeos possam
satisfazer a todas aa necessidades do servigo, con-
sideradas sob o poni de vista exposto.
Diz o artigo que citou : nos termos das dis-
posiges que existem. > Quaes sao ellas ? A vio-
lencia, a protecgo ao lorie, a perseguicao ao
iraco; em samma (como j disse na ouira c-
mara), a cagada de bomena.
Ora, com homena cagados que se ha de man-
er a disciplina em um ejercito disseminado por
um paiz vasto? Ninguem o deve esperar. Por-
. que nio dizem pola os Sts. ministros toda a ver-
dade ao parlamento ? porque nao perdem o me-
verdade devem coolar que as cmaras neo ae hao
de negar as necessidades demonstradas.
A' vista nao lera o orador razo para dizer que
a causa m est, nos ministros, ^u eiles o ue
sao a pesie. Nao sabe quando ha de ebegar o
lempo em que nao m luto maia Iranaacgoea sr-
didas, emproveito de uteresses meaquinhos, s
para ter maiorias. Maldita pesie 1 Deus acabe
com ella.
Fallando da maneira porque o recrulamento se
faz, dir tambera alguma cousa a respaito de im-
posto. Accumuiam-se causas pira ama taole-
o lerrival. r **\
Dizem todos m.%u. minislroa que ba alguna
.nosexiaj despezas
ossnpw
acpdir as exigencias do momento ;
10 caso devem estar as provincias do
Sul, Para Malto-Grossc, por
slo qualidades de caturra e Improprias de um
ministro de astado.
Quem qaer gloria Vre consultar as necessida-
des publicas, e procurar prover a ellas fallando a
verdade : os memores do parlamento nao se hao
oe negar reconfcae-Ia porqoe devem conviue-
ra-la aciua de tuio.
Parece-lhe estar cuviado dizer que nio ohe-
gam osmeios qua temos. Fossem elles bem ap-
plicados, que haviam da chegar. Trataasem os
Srs. ministros de nao os gastar senao para occor-
rer sprecisoea reaee do paiz, rnuncassem h
heranca de abusos de seus antecessores, e veriam
se sabrava oa nao dinheiro.
A oossa primetra nocessidade nao deasa mal
entendida economa de que fallou^o Sr. ministro
da marioha, e que consiste em nio comprar mais
nada, pagar l as dividas existentes. Do que se
carece de fiscillsagao rigorosa ; que o ladrao se-
ja ladro, e eoforcado como tal: que se acabe
com as despezas superflua?.
Mas supponha se quede faci os nossos di-
nheiros nao ebegam. O qoo cumpre fazer neste
caso? Parece que nao ha senao um meio de aa-
nir da difficuldade; e esse meio nao de oarto
emtttir bilhetes do thesooro.
A todo o instante est ouviodo cboradeivss de
potreca, e por toda parte nio v senao riqueza.
Ora, se nio chega a rocera para a despeza,- por
que se nao ha de impor ? O qft quer dizer emtt-
tir bilhetea do thesouro quando o cambio baria,
a despeza augmenta, e a renda dimiooe? Onde
iremos parar com islo ? Pois n'uma ocrasiio
destas que se vo metler em circulagfio mais oilo
mil cootos de res da divida fluctuante I
0 que ludo ialo significa que os Srs. minis-
tros procoram ver-se livres das cmaras, quanto
mais depressa melhor. Para nao estar gastando
tempo com disentir estas cousas a fundo, adop-
tom eptao estes expedientes queandara mais de-
pressa.
Como se ha de fazer o recrulamento? Essa
boa litos termos das disposiges que exisli-
rem./ Nao chega a receila para a despeza?
nadalmais simples: emittam-se bilhetes do the-
sour i. Isso passa depressa, as cmaras fecham-
se. i ludo vai de mal a peior; nada se reme-
dis
Ei i o que agrada aos Srs. ministros; mas nao
i aa im que o orador quor servi-los; ha de ser-
vi-1 s como amigo, dizeodo-lhe a verdade, custe
o qie custar. Quando n coostituigo manda Q-
xar nnualmeote a despeza publica, accrescenla
ae repartir a cootribuigio directa. Sor isto al-
bicho de sete cabegas? Ensaie-se e veja-se
coostituigo nao deu assim o melhor cami-
para governar-se*o palz.
Sr. presidente pede ao nobre senador que
de lembrar-se que se esl tratando da fixa-
gao|das torgas de trra, e oo da fixagio da receila
e despeza do estado.
Q Sr. visconde de Aibuquerque declara qne
nat te tem faltado da fiacao de torgas de trra.
O 6 presidente nao deve deaconhecer que sem-
pre toi opinio do orador que deve fazer-se o re-
cru amento a dinheiro ; ora, para isto preciso
ver donde ha de ellesahir.
sr por ventura perseguigao -ettabelecer-se
umi contribuigo razio dos haveres de cada
um ? Nao temos menos de dez milhes da habi-
tan es; o mais pobre desles habitantes nao sof-
re ia vexame algum em coutribuir com -2d por
ani o, e dahi para cima, conforme as suas pos-
ses Aqui eslava um meio de ter por anno seis
ou uto mil cootos, afim de lvrar o paiz da peste
qu mais o flagella : o recrulamento.
i liberdade custn caro ; quem quer ser livre
prt ;isa gastar era preparar-se para defender os
sei i direitos. O governo nao pode desempeohar
bei i as suas attribuicoes se nao tiver torga regu-
lar lentar orgaoisada que o faga respeitar. Para
te- a preciso recrulamento, e esle nao convm
ser io voluntario; do contrario poe-se o paiz em
risto de conflagrarlo.
1 aja poia um meio de ter o recrotsmento vo-
luo ano ; se tor para isso preciso um imposto, vo-
tar por elle.
I lo gosta de verestraugeiros no exercito. Mas
se osse necessario chamar estrangeiros na falla
de ufficientes voluntarios naciooaes. nao hesi-
tar a ; nao arregimentados com officiaes seus, etc.
ma i completando os quadros formados por Bra-
silf iros: nisto concordara, se taajp fosse mister
pai a acabar com o recrulamento torgado.
1 slo ( mostrando a proposta ) nao le que um
miiisterio leal adopte, urna esparrella que se
arria ; e desgrasados de nos se liverraos necessi-
dade de usar da torga I
B' notavel que se autoras o goveroo n'um ar-
lig a elevar torga, em circumslancias extraordi-
narias, de 14,000 a 25,000 homens, e n'oulro ar-
tige a destacar 5.000 bomeosda guarda nacional,
dadas lambem as mesmas circumslancias. Nao
sabe como se quer assim deitar os bragos ao go-
verno, limitando a torga em circumslancias ex-
traordinarias. Oorador poder nao ser ministe-
rial, mas sempre governisla. Quem pode cal-
cular al onde chegar a gravidade das circums-
lancias para tragar a restriego da torga ?
0 Sr. Mrquez deCaxias: A coostituigo
obriga a todos os Brasileiros a pegar em armas
para sustentar a independencia e iutegridade do
imperio, e etoode-lo de seos ioimigos internos
ou externos.
O Sr. viscoode de Aibuquerque diz que isso
ouira cousa, e enteode que S. Exc. nao deve lo-
mar ? nuvem por Juno. E' verdade que a cous-
tttuigao assim se exprime ; mas se desgragado
o militar qne se v a frente de um corpo de tro-
pas regulares, mais desgragado oqueseacha
testa de paisaoada.
O Sr. Mrquez de Caxias: Isso conforme.
No Rio Grande do Sul os paisanos sao excelen-
tes soldados.
O Sr. visconde de Aibuquerque reconhece que
a especialidade da provincia assim o permiti;
mas assim mesmo, se esses paisanos se coover-
tessem em tropa regula,, muito melhor seria.
Nao se deve o governo dar na reooio de pai-
aanos para casos taes E' necessario xar torga
mi llar regular para os casos ordinarios, e torca
militar sempre regular para os casos extraordi-
narios.
Pela lei que se discute a torga verdaderamen-
te militar nao passa de dez mil homens. O res-
to tropa de guarnigao que nao pode ter a dis-
ciplina do eiercilo roovel. O destacamento da
guarda nacional um mo recurso que, alm de
todos os males que traz comsigo, tambera tao
dispendioso como tropa regular, sem ter as suas
vantageos
Em coocluso : censidera iosofflciente a torga
pedida; qne inoispensavel, para ter exercito
disciplinado, poder alcangar o recrulamento vo-
luntario; que para chegar a este resultado ser
econmico langar um imposto proporcional ren-
da de cada eidadao. Seja qual tor o sacrificio
preciso neste sentido, importar eeonomia, qual-
quer que seja a aceepgo em que se tome esta
palavra.
Suppoe ter cumprido com o seu dever. Fez o
que qoeria que Ihe flzessem se eslivesse no go-
verno : os seus amigos nao sao aquelles que Ihe
dio meos, mas os que Ihe dizem toda a verda-
de. Pense que quanto tem dito a favor do go-
verno ; se o nobre ministro quer dar meia volta
direita, meia volta esquerda, e neo sabir do
que se est vendo, moito bem. Faga-o a seu
gosto, a o orador nao o rncommodar mais.
O 6r. Marques de Caxias ( presidente do con-
selho J observa que o nobre senador principiou
declarando que a proposta que se discute est ei-
vada de peste e nio deve passar. Procurando
demonstrar esta urepasicao, apenas sustentou
S. Exc. o sua antiga idea de recrutamento a di-
nheiro.
Eala opiniao poder ser muito boa, mas sin-
gular; porquaoto o orador ainda olo ouvio, as
dual cmaras do parlamento, que algnem susten-
tasseseaelhanle idea.
Nem mesmo o ta/ador sabe onde se ir buscar
animalmente a enorme somma precisa para ob-
ter por dinheiro a numero de recrutas precisos'
todos os ancos pira aiaoter em estado completo i
uta exercito de 14 oa 16,000 pragas !
Em ib paiz novo como a notso, onda o tr-
meos a es,
eHOprscas
sufBcientei essas vanlagens ; j eatavem tees
com vistas em arranjos que lhedavara UMO a
31000 por da. *.uml.
Ora, n'um paiz destes, que premio pde-se dar
que seja capaz de achar-se engajados pordriher-
ro em numero aufnciente para as necesaioadei
do exercito ? V ama teavativa haldada.
Ahi estao os corpos de polica, cujas pragas
lem 860 rs. diarios, quarlel, cama, mesa, hospi-
tal ; Uo estao sojeitas a castigos corporaes ;
tem um reglenteme aMsrto brando, etc e -
tretaoto aeo podem nuoce completar-se.
Como, portanto, esperar achar paja o exercito
voluntarios a dinheiro ? Nao sa ha de a>or este
meio, realisar cousa alguma. Alera de qne, pa-
rece quo nio se poder adoptar este meio ex-
clusivo de preenrher o exercito JiBk oBDia Ha
coostituigo.
Sem urna lei de recrulamento que imponha a
todo o cidado a obrigagao de servir certo nume-
ro de annes ao exercito nada se poder fazer; o
systema actual s manda psra o exercito a peior
gente.
Julgou o nobre senador insuficiente a tor-
ea pedida. E' verdade ; mas do que serve pe-
dir mais se nao se completa ? Recorrer a volun-
tarios, nao sortir effeito algum, nem que se d
a cada um dous conloa de r Nada mais fcil do que incluir na prepavHa 16.
18, 20,000 homens ; a quesllo porem esta :
onde se ha de ir buscar gente para preencher um
tal quadro ? at hoje ainda ninguem pode con-
seguir. Logo, para que estar Gxando ama torga
imaginaria que nio ce ha de realisar ? E' urna
llusao.
Nioguem lastima mais do que o actual minis-
tro da guerra que a torca esteja espernada pelas
diversas provincias ; porem urna triste neees-
siade que resulla da falla de meios que as pro-
vincias tem de ostentar corpos de polieia sua
ousla.
Entretanto nao deixam de haver, em diversas
provincias maiores ncleos de torga regular, onde
a disciplina mentida com toda a severidade.
Ntytio Grande do Sul esto 4,200 pragas ; no
Rio de Janeiro 2,300; em Peroambuco 1,900;
na Baha 1,600 ; em Matto-Grosso mais de 1,500.
Eis aqui grandes grupos, onde a disciplina
sustentada com precisa o. O resto est dividido
pelas provincias por causa da razo que j deu.
Ora, nio ha meio de obviar a essa deeisao,
por^u^js provincias nao estao em circumstan-
cias dajspagarem corpos policiaes.
O Sr. Visconde de Aibuquerque Mandem
para l bons presidentes, e nio hao de faltar
meios ?
O Sr. Mrquez de Casias declara ao nobre se-
nador que o governo pee o roaior esmero na es-
colha dos presidentes; se elles nio alministram
bem, a culpa nio dos ministros. Sao esco-
ltados entre as pessoas d'oode o nobre senador
tirou presidentes quando esteve no governo ;
entre o que ha de melhor no paiz. Se entre-
tanto o nobre senador sabe onde existe quem
mais coovenha, fago o favor de indicar.
Chamou o nobre senador de peste sos minis-
tros. O orador nio tem duvida alguma em acei-
tar o epitheto, lembrando-se qee o nobre sena-
dor j toi ministro urnas poucas de veies. ( Ri-
sadas. )
O Sr. Visconde de Aibuquerque : Eu j dis-
se que pego vistas para mostrar como isso toi.
O Sr. Mrquez de Caxias reconhece, quanto s
circumslancias extraordinarias, que nao s pode
avoliar qual ser a torga precisa para fssaar face
taes emergencias. Eatretaoto a conmuigao
manda flxar annualmente a torga para circums-
lancias ordinarias e extraordinarias,- e assim se
lem sempre procedido.
A proposta de que se est tratando quasi co-
pia literal da do anno passado.
Ora, o anno passado o nobre senador nao disse
nada do que ha pouco sustentou, nao deu pala-
vra a estn respeito; s agora lerobrou-sedesua
antiga idea do recrulamento dinheiro 1
Concluindo, declara que s pedio esta torga
por nao se poder ter mais. Se o parlamento
entende que pouca e quer xar mais, o orador
aceita, comanlo quo Ihe dm os meios de a ter.
Por emquanto ludo quanto Ihe occorre dizer
ao nobre senador.
O Sr. Souza Franco contesta que da adopgo do
recrulamento voluntario resulte offensa de algu-
ma disposigio da constituigio ; e o nobre minis-
tro o proprio que d leatemanho de nio haver
tal ofracgo, qnando oa proposia que se discute
inclue este meio. Do que porem est o oradbr
oovencido que nio convera detarmsr o gover-
no dos meios que tira do recrulamento torgado,
para que delles lance mi, quinto por ouira for-
ma neo puder elevar o exercito ao seu estado
completo.
A idea nova est na prohibigio da subslitoigio
dos recrutados mediante urna certa somma. Qoer-
se um noo meio de perseguigio; quer-se tor-
gar a quem quer que seja, urna vez recrutedo,
a sentar praga necessariamenle; sem poder li-
vrar-se dando alguma quantia. A' isto que
o orador de forma alguma dai o seu asseoli-
raento.
Nao fallar agora em poltica geral; dir, mui-
to de passagem que concorda absolutamente
com o nobro seoador por Pernambuco, que ante-
hontera orou ; acrescentandn apenas que consi-
dera grande desservigo monarchia, quelle que
conseguir por obstculo a que os ministros
respondam por todos os actos do poder mode-
rador.
Quanto a questio da fixagio de torgas de trra
encarada debaixo de dous pontos de vista : o da
economa e o da compressio.
A respeito desta ultima parte dir que a pro-
posta nio faz senao aceitar um legado do gabi-
nete de 1850. At eutao o systema de distribui-
go do nesso crdito era por torga de guarnigoes.
Naquelle auno o nobre ministro hoje da agricul-
tura o commercio Hnportou do estraogeiro a ios-
lituigio de urna torga movel, reduziado rauilo a
torga (ixa.
O actual Sr. ministro da guerra sustenta sgors
o pedos 10,000 de torga movel, e reduz a 4.000
pragas os corpos de guarnigio. Se dispozemos
do pessoal e dos meios pecuniarios precisos,
uada dira o orador sobre a conveniencia de ter-
se parle do exercito organisado de maneira que
eslivesse sempre perfeitsmeote disciplinado e
exercilado, disposigio do governo, para de
E isto acouleee oa repatligio da guerra, que
Ble Sr.presidente do cooselho, para
fcS?1 tw#r,er glorias de sua boa ad-
'<* e qne eslava justamente no caso de
aMsjudjn^e economa, Isto acontece quan-
trwiaasos era plena paz, quando nao eatamos
envolvidos em qoestdes externas, quando nao
receaman eeaamoges internas da qaalidade al-
guma 1
_ *** vrnaae ludo aconselha a redugao da
orn movel, jectamente que se ai reduzir as
guarnigoes, e obrigar aa provincias i sacrificios
desastrosa* I
O orador pasea depois a occapaNM do astado
nnanceiro, em relagao s medidas tomadas o an-
no passado.ecoaclue prometiendo mandar emen-
da na 2 discussao, para redasir a 7,000 pragas a
torga movel do exercito, elevando a 7,000 a torga
de guarnigio.
O Sr.-Haaoel 5*Uzado festniSTro da egrrcui.
tura e commercio) nio leociooava entrar ae dis-
cussao, mas toi arraslado a tila pelo nobre sena-
dor do Para. J que est cosa s palavra, far al-
gumas obiervace* sobro o que se tem dito com
relagio ao objecto de que se trata.
O nobre senador por Pernambuco, que hoje
orou em primeirolugar.jatgou ver na marcha
desta discussioa cauda do ci de Alcibiades. Pa-
rece que fez assim grave iojustiga ao outro no-
bre senador pela mesma provincia que eocelou
este debate, trazendo materia completamente
estranha a verdade ; porm de certo nio o fez
com o um de arredar a attensao do parlamento
"do exame dos actos da actual admiBistragio. O
faci histrico, relativo decepgio da -cauda do
cao de Alcibiades, nio tem portanto a menor ap-
plicagio ao aobre senador a qne ae refere.
Declarou lambem hoje o nobre senador por
Pernambuco que rola contra a proposta de que
se trata. Esperoo o nobre senador ouvir as for-
tes razos que necessariamente S. Exc. devia ter
para negar-se a votar por urna lei que a consti-
tuigio impoe a assembla geral o dever de fazer
lodos os aonos; maa apenas ouvio que o nobre
senador da va por motivo de seu voto achar pouco
o numero de pragas pedidas, e nio se mudar de
systema de recrulamento.
Primelro que^aj^cumpre ohservar que a pro-
posta de hojean bou que tem vigorado ha
muitos annosfl Hequenas alterages. Ora.
o nobre senador Bise que, quando toi ministro,
limitararo-se as suas propostas a isto : a Continua
em vigor a fixagio das torgas existentes, etc. s
O que faz a proposta que se discute ? Copia qua-
si literalmente as antecedis. A ecsencia
pois a mesma, s a forma diversa do que o no-
bre senador faza.
Quer o nobre senador que se mude de systema
de recrulamento por achar improprio o que se-
guimos ; e resalvou-se logo acresceotando que
nao o fez quando toi ministro porque esla-
va bragos com a guerra eivil do Rio Grande
do Sol.
Releve S. Exc. que Ihe diga que isso era razio
de mais para ler logo mudado de sysiema. Com
effeito, se o recrutamento como se faHfntre nos
nao presta para nada, nio dao exercito soldados
capazes, e possivel com menos vexame do po-
vo adoptar-se raethodo mais conveniente e profi-
cuo, era justamente quando ae lutava com a
guerra civil em urna provincia que urga langar
mao dessa innovagio, que devia dar bons resul-
tados e que teria de certo coocorrido psra acabar
com ella mais depressa.
Desde que o nobre senador assim nao fHicedeu,
a consequencia lgica, seguudo as preraissas qoe
fo; o proprio a estabelecer, que S. Exc. lambem
lul cobarde, tambera recuou diante da difficul-
dade ou embarago de dizer toda s verdade ao
parlamento, que, conforme a regr* eatabelecida
pelo nobre seoador, nio deixaria de ouvir a
da razio, e adoptar o melhor meio de ter
exercito disciplinado o completo.
Nao sabe o orador que o systema de alistamen-
to voluntario para o exercito esteja em ortica
senao na Inglaterra e nos Estadoa-oidos.
Nos Estados-Unidos esse systema d resulla-
dos regularea, honestos e miraes, porque a po-
pulago estraogeira all ollue constantemente em
grandes massas; e aquelles quechegando a tr-
ra estranha teem de lular com difficuldades
para achar um meio de vida, vendo qoe o exer-
cito all bem pago, alistar-se as suas leiras
por certo numero de aonos
Na Inglaterra porem faz-se por ventura um en-
gajamento consciencioso ? Nio/abe todo o mun-
senador fossem seguidas em
voz
um
k
Mieles do tbao
se tivesse
t
E^lb!'^ b8lho* ranrUDcadodom randa, aslario. .I
sselHDD
sraoga .oTV
otra qoe o tente ou conoide a sentar pretal S
pa quantia conaidereve!, a cntio a qu verba
bolosa io sobina'lodos os inoost a despeza
: jaoiD de voluntarios ?
bsanoal recentamente passcu-ie com o
H>o., como sa fosan vitalicio. Acred la auT. 0r?dor wn ^o quemoslra bem o estado em que
flim tmm todo jrroeeder; t& Para servir a^a
r iw oe connecer lojadjpj^e qnetra- um orlado que tiwsee milita-
prompto aecudir qualquer emergencia ; mas
nio os teosos.
O nobre ministro reconhece que as provincias
necessitam de guarnigio ; entretanto redoz
quatro mil pragas a torga fixa, que ainda ha
muito pouco lempo leve orna organisagio que
Ihe dava mais de sete mil pragas. A coosequen-
cia deste facto salta sos olhos de lodos ; a guar-
da nacional hs de ser chamada a servigo na pro-
vincia, com grande aoffrimeoto delta, e illudinde-
ae ao povo, a quem continuamente se est pro-
metiendo alliviar da guarda nacional.
Qalzera antes que o governo dividisse o exer-
cito de outro modo, sondo 7,000 homens de torca
movel e outros tantos de tropa de gaornigao. As-
sim nioseriam as provincias obrlgadas a ter cor-
pos de pollera quando lhes faltam meios de os
pagar, nem a ebamar a servigo a guarda nacio-
nal. Por um dos dous vexamea bao de ellas
passar, perquanfo, os servigos de que se trata
sao indiapensaveis e hio de irremediavelmonte
s.r feilos.
Vai-se porm augmentar os embaragos com
que a populagio lutadas difficuldades ao traba-
mo esqaecendo-se que-a nilltariaagae da guarda
nacional e que lem afastado muita gente dos
trabalhos da pequea cultura, e concorrido era
grande psrto para a miseria em que nos vemos
E quer-se hojeeggravar este mal I
Ora, o paiz est em plena pea; todos o notos-
sam, A consequencia que a torca de prevenglo
podo ser diminuida a 7,000 pragas, conservndo-
se oulras 7,000 de goaroiges.
Pasaando a considerar a questao pelo lado eco-
nmico, diz que, diminaida a torga do exercito,
compreheudia que eriam reducidas todas as
despezas com a rapaitieio a guerra ; por isso
que, sem duvida alguma, da torga do exercito
depende o numero de officiaes, -assim come o
numero de officiaes dos corpos de saude e ecle-
sistico, de hospiaes, qnarwis, etc.
Sabe que esta reduogie nio se pode efeeluar
I em na ola, mas lambem a Sxacie de tortas e de
recelta e despeza de que o parlamento est rre-
tanio para 18Ma< .863, e a l h dimiouicao
poda estar operada gradualmente. Entreunto
o que se v 1 Todas asdpezaa esta repartigio
cootiouam na mesma, se que nio lera ade-
mento
' Com effeito, ao pssso qoe se reduz a torea de
pragas de prat, pede-se para veneimento te offi-
ciaea maia 80 contos de rltv Aqai esl em
que dio as aaregoadas ecoaomias cora a rftdac-
$lo do-aaerflllo ; fieam em economics estrtptas.
-do,como sao all feilos os alllclamentos ? As la-
verrrfg sio ornadas de bandeiras, ahi esto as
mesas postas com comida >bidas ; os allicia-
dores levem para l os misen veis que vio encon-
trando, dao-lhes de comer embebedam-os, psgam-
Ihes urna.somma a ttulos de premio por enga-
jamento voluntario, induzem-os a assignar disso
um recibo ; a depois levados perante a autorida-
de, hiu de sentar praga, oa restituir a somma
que receberam, o que lhes impossivel porque a
raaior parte senao toda j ficou na taverna. Eis
aqu como se faz o engajamenlo voluntario na
Inglaterra.
Fra dessesdous paizes, nao sabe o orador que
em neuhum-outro o systema exclusivo de engs-
jamento voluntario lenha proaelytos, nem seja
seguido. Na Fraoga e na Alleraanha, apezar do
pauperismo, ainda ninguem lentou esse meio co-
mo o nico de ler soldados.
Ser pois no Brazil, paiz nevo, onde qaalquer
esrorgo do hornera basta para dar-lhe abundan-
temente de qoe viver, que ae poder adoptar o
alistamiento voluntario como nico modo de ter
soldados ?
Era Fraoga admilte-se o pagamento de urna
somma para isengio do recruta, nao do soldado :
e para essa isengio da-se prazo de seis mezes.
Mas nao urna somma flxa como enlre nos; va-
na segundo as circumstanclas. Por occasio da
guerra da Crimea, dando-se grande difficuldade
em obter voluntario., chegou aquella quantia a
ser de 2,000 francos, e ainda assim elles nio ap-
pareciara no numero pedido.
E note-se mais que o dinheiro pago em Fran-
ge pela isengio do recrotas todo empregado s
no reengajamento de pregas que teem acabado o
seu tempo ; nunca para adquirir soldados novo
que s sio ministrados pela conscripgo, lei lio
dura que mesmo em Franga se diz que s pode-
rla aer adoptada em pooa tal como toi a do
terror.
. Ora, se a conscripgo impossivel de inlrodu-
zir-se ntrenos, se nunca poleremos ter, medi-
ante .engajamento voluntario, os soldados de que
precisamos, o que resta fazer ? Sem duvida que
nada mais do quetratar-se de melhorar o systema
que temos, e que por muflo tempo nao pode ser
as ideas do nobre
lio vasta escala ?
Receta o nobre senador inconvenientes de urna
emissio de bilhetes do thesouro, a prefere um
novo imposto. O goveroo teris a coragem pre-
cisa para propor algum augmento de imposigoes
se o julgasse de absoluta aecessidade. Est po-
rm persuadido que, mediante severa economa
a par do aagmtnle de receila que se vsi manitos-
teado, deve-se espetar que o astada Ao.nceiro
melhores a ponto de dispensar-se semelhaote
mato. Nao parece perianto prudente ir desde j
onerar-ae a populagio com anaior pazo de tribu-
tos, para occorrer-aea difficuldades ae natural-
mele hao de desaparecer.
Se porem estas previses falharem, cont de
oarto o nobre senador que o governo nio se vale-
re de emissio de bilhetes do thesouro como meio
regular Ae, ncmrrur aaTpn,T ? ^$ U'rft de
propr as medidas que Ihe parecerem adequadas
para reslabelecer e equilibrio entre a receila e
a despeza.
Eslraohou o nobre sansdor pelo Para que o
Sr. preaideuie do cooselho repulasse contrario s
disposiges da coostitnigio o alistamento para o
exercito per meio de voluntarios. E' preciso at-
lender a que esta observagao nio toi iecebida no
sentido em que S. Lie. a protorio.
O nobre mioialro da guerra refeiia-se idea
do nobre senador por Pernambuco, islo ao
meio exclusivo de engajamenlo voluotario, sem
concurrencia de nenhum outro. Isto que S.
Exc. considerou opposto constituigio, que obri-
ga todos os braaileiros a servir, dadas certas cic-
cu mstaocias.
E tanto nio poda aer outro o pensamento do
nobre ministro da guerra, que na presente pro-
posta S. Exc. iocluio o engajamento voluntario
como um dea meios concorrentes para ter sol-
dados,
Oppoz-se tambem o nobre senador i exclusa o
da clausula al aqui admiltida, permiltiodo a
isengio do|recruta que der urna quantia determina-
da ; e considerou esta inoovago como mais ujn
meio de persegoigao a diversarios.
Es.a disposigio suppunha que com a quantia
preflxa se obtinha sempre um substituto para o
recruta que se eximia. A patries porm tem
mostrado o contrario ; logo ftca essa disposigio
sem razSo de ser, e nio admira que se proponha
a sua sjppressio.
A medida geral, nio admiti exclusio de
ninguem, e nio pode servir de arma de perse-
guidlo contra um partida ; nem idea nova, pois
que a dous aonos foi apresentada oa ontra cma-
ra por pessoa que nio pode ser sospeila ao no-
bre aenador quanto s intences com que sus-
tenta esta idea.
Foi o orador aecusado de ter em 1850 feito
adoptar medidas para tornar o exercito nacional,
de provincial que era. Nao pode chamar psra si
essa pequea gloria ; entretanto permita o no-
bre senador que tome a detoza do acto.
Quando o orador apreseotou a proposta que
vhojo le de proraogoes, o que existia suppunha
o exercito dividido por guarnigoes de provincias.
At ao posto de coronel o. accessos eram por
guarnigoes. S os officiaes generaes lioham pro-
mocao dentrj dojquadro em geral.
Mas a que abusos dava isso lugar 1 Qoera-se
promover a capillo um lente que na sua pro-
vincia era o mais moderno? Procurava-se urna
outra onde elle viesse a ser o mais amigo; era
removido para alli, e l promovido a capital.
Na arlilharia a promogio s se fazia por con-
corso na cune, de maneira que o accesso eslava
fechado aos officiaes das provincias.
A lei, pois, que passou em 1850 era indispeo-
savel e tem dado os melhores resultados. *
O nobre seoador pelo Para combateu a fixagio
por maneira tal que a consequencia lgica de
seus argumentos seria acabar inleiramente com a
a torga movel, e conservar nicamente a tropa
da guarnigio.
Nenhuma nago porm tem exerctos para se-
ren constantemente empregados em servigo de
guaroigao. Se nio devenios ler, alientas as nos-
sas circumslancias, um grande exercito, nem por
isso podemos prescindir de urna torga disciplina-
da, bem exercitada, proporcionada aos nossos
meios e as oossas necessidades.
Todo o exercito prepara-se durante anuos para
um dis, e oeste da paga com usura lodos os sa-
crificios feilos para t-lo no devido p.
A torga de guarnigio principalmente para fa-
zer a polica, e a polica estraga qualquer tropa
regular. Para se poder contar cora um exercilo
disciplinado iodispensavel que a torga movel
nada tenha de commum com a polica.
Foi um motivo de admiragio para o nobre se-
oador pelo Para nao se ter diminuido o oumero
de officiaes combatentes edas repartieres de sau-
de o ecclesiaslica, oa proporgio di reduegio das
pragas de pret. Mas o nobre seoador devia al-
lende^ a que os quadros do nosso exercito sao
para 25.000 pragas de prel; esses quadros sao fi-
xos, o que ha de osvillanle s o numero de pra-
gas de pret. E nislo esl a excellencia de nossa
organisagio militar. Temos os quadros do exer-
cilo montados de forma que tanto adm^tem 1 i.o
como 25,000 przgas de pret. Dadas as circums-
lancias extraordinarias, nao ha aecessidade de
improvisar officiaes.
Como quer pois o nobre senador que se reduza
o numero de officiaes, demiltindo ou pelo menos
declaran Jo avulsos os excedentes das rigorosas
necessidades de 14 mil pragas ? Seria destruir o
systema da organisagio permanente dos qua-
dros. N
fNos depsitos de Higos bellicos tambem nio
pote deixar de existir sempre ludo quanto fr
preciso para armar 25,000 pragas em circumslan-
cias extraordinarias. E' neste peque elles devem
estar mootados. Neste ramo de sertigo pois nio
e possivel dmiouigio de despezas, embora se
restrinja o numero de pragas em circumslancias
ordinarias.
O nubre senador pelo Para, posto que esteja
muito familiarizado com os algarismos, todava
engana-se muilas vezes com elles. Foi 'sera du-
vida por um engao desles que preleodeu sus-
tentar que, apezar da reduegio do exercito, a des-
peza com a repartigio da guerra nio diminuto, e
at lalvez augmentou. O que dizem os clculos
feitos olficialmeole que ba urna diminuigio de
despeza no valor de 400 contos de res.
O orador conclue fazendo algumas observages
a respeito da execugio das leisde Guaneas adop-
tadas o anoo passado.
O Sr. Viscoode de Aibuquerque pronuncia am
discurso.
Tendo dado a hora, fica a discussao adiada.
O Sr. presidente marca a ordem do da e le-
vanta a aessio as 3 lj2 da tarde.
de julgamento i pena da tres mezca a meio ate
prisio.
O coaselho, lando vista ae rrcommend.eee
do Exm. Sr. presidente da provincia, erd.nea
qeeaalaaa.aa .aa conta ao acensado o tempo
que ha aoffrido de deteocio privativa. ~'~
A' iafaigaval aatividadada ala Sr. Dr. aaaastVa
Lobo, deve-ee a regularidada a araanala siae-
eieao com qaa casainham ea procesa*, da carpo
de polica.
Peld BMJor Alexandre de Barrea Albeqaer-
qae.delegado de polieia dolarme da Gatada.
feram capturadas na mes proxtaao pal
criaMBosoa:
Henrique Jas daa Nevaa. autor da lie.
siaatee na prmlavatala Paseaaba.
Mara Teltea, ceeapce naa morsas peal
as pessoas de Manoel dos Santos Vital o Jee
i a a ftainlrT ^il1 aavA Lse>*aka* J ^ J^.
o- ryWTT%XTO TTarmrt, W*7J TV^WI Vi IIUIBISbbVWV JaVCstaaTV"
Grande, da freguezia de Ilamb. daodo ella aaaa
ma urna tocada em ama das vieximaa.
Pelo delegado de polica da N.zarrth foi
preso em flagrante Manoel Jos de Sant'Aans,
aer haver fuado um ea vallo de Patricio Jet da
Ara ajo.
No dia 21 do passado, pelas 16 boraa da
noite, no lugar denominado Gameleira. ta ter-
mo de Pi d'Alho, deu-se o seguale laclo:
Miguel Simplicio dos Anjos, parda escoro, al-
tura mata qu# a regular, secco do corpo, tftda
de 28 a 30 annos, travou urna disputa coa saa
rnulher; e nessa occasiio, laucando mi da aaa
clavinote emeagou-a de tirar me a vida ; a rnu-
lher grilou pelo pai, que mareta pronase para
que a accodi.se.
Manoel Antonio, qoe assim se chamava o sagra
de Miguel, corre am aeccorre da liba, armada
de um baoamarle, e ebegando casa, expraaaa a
proced melo do gearo; aaa cata a iaaalta,
em seguida ambos disparara as armas, sa sanca
o outro, cahindo morto Manoel Antonio, e fican-
do ferido Miguel, quo mmedialament. aa pea
em fuga.
O delegado do termo empregou todaa os ea-
fargos para capturar o crimino.), a grseaa a .oa
recoohecida aclividade, da esperar que a cea
siga.
Sexta-feira 11 do correte andarlo aa ra-
das da oitava parle da quarla a quinta da quin-
ta lotera do Gvmua.io Peraambutano.
Pelo delegado de polica da Nazarelh, a
capillo Francisco Antonio de S Brrelo, foi cata-
turado Manoel Baptista do Rogo, qaa em 1853
assassieou sua propria rnulher Mara daa Vir-
gen., por cujo crime eslava pronunciado pela
subdelegacia de Laraogeiras daqualle taraao.
~ A partida, do crreme mas, da Camino Mi-
litar, deve ler lugar no dia 19. A directora
convida seus socios a apresentarem aaaa li.ta.
de convidados at o dia 8, na ra Nova a. 46,
prmeiro andar.
No dia Ia do correala forana reeelhteee
casa de deleogao 8 horneas, aeado 3 livre a 5
escravos, a saber: ordem do Dr. chele da po-
lieia 1, que o crioulo liarcolioo, arate da
Domingas Prea; A ordem da subietejede da
Santo Antonio 4, que sao: o crioulo Mauricio.
escravo de Seohorinha Maris, e os t friraaaa
Alcxanlre, escravo de Francisco Joaquina, Fer-
nando, escravo de Antonio Candido da Silva e
Crigorio, escravo de Calhariaa Branoio; ler-
dera do de S. Jos 1; ordem do da Capuoga
1; ordem do juiz de paz do primeiro dialrict
de Santo Antonio 1.
Hospital dos Lazaros. Existam oo princi-
pio do raez passado 19 borneo, e 13 eaulberes.
evadio-se 1 mulbar, morreu 1 borneas ticas
exiiliodo em 30,18 homeos e 12 malheres.-To-
tal 30.
Passageiro do patacho nacional Sinmnimr,
sabido para o Rio Grande do Sul: Antonio Joa
Rodrigues.
HORTALIDADB DO DIA 2.
Mara Gerlrudes da Fooeeea Cardoso, Cear, viu-
va, 47 annos, Sanio Antonio, hepalite.
Gabriel de Tal. Portugal, 35 anaaa, soiteiro, Boa-
Vista, apoplexia.
Ignacia, Pernambuco, 7 mezes, 8 Jos, colite.
Francisco das Chagas, Alemio, Pernambuco, 60
annos, viuvo, Boa-Vista, cancro.
Mara, Peroambuco, 1 mez, Boa-Vista, coavul-
ses.
Agoslinho, Pernambuco, 10 annos, Boa-Vista,
afogado.
Dr. Jlo Domiogues da Silva, Cear, 51 aaaaa
casado, Boa-Vista, entente.
MATADOURO PVBLICO.
Mi tarara-se para o consumo desta cidade, ao
da 2 do correte 100 rezes.
fer-
Fraocieee Ao-
juizo ; appellado, Aatoeio
JaaiBa
O que cumpre procurar s lodo o cusi cohi-
bir os excessos, nio permillir as perseguigoes, e
tomar todae as medidas que puderem tornar o
meos pesados possivel populagio esta neces-
sidade indeclinavel.
Pji or,dor ecusado de nio ter proposlo u,ma-
le de recrutamento no seu ministerio. Sabe se
que a iniciativa nesla materia nio cabe ao go-
verno. S Ihe restara pois entender-se com os
seus amigos e influir para que propuzessem essa
le. Isto acontecen exactamente, e o projeclo l
est na cmara dos depulado.
E tanto eram aproveitaveis ae ideas que con-
lioha que de entlo em diaole todos* os reg-
lamenos publicados sohre este assumpto teem
copiado algumas de suas disposiges.
Entende o nobre seoador.por Peroambuco que,
elevando-se a urna forte somma o premio dado
aos voluntarios, elles haviam de apparecer em
numero soTfleienle ; e como meio do occorrer a
essa despeza lembrou um imposto proporcional,
que dever dar de 6 a 8 mil contos de ris por
auno.
Or, precissmos de 5,000 recrutas por anno
para ter o exercito em p effectivo ou completo.
Quanto tocara pois a cada voluotario ? Algu-
ma cousa mais que 1:000$. Com lio insignifican-
te quantia, no estado do paiz, do certo que o no-
bre senador nio obter 5,000 engajados por
anno.
E se tio fcil, tio pouco oneroso obter por
meio do imposto directo a quantia indicada pelo
nobre senador, entao adoptemos esse meio para
es oulras despezas. Em lugar de um mnimo de
29 por anoo, seja fjtfOOO.
Quem nie dar de boro grado 500 ris men-
aaea para ae necessidades publicas ? E assim ta-
remos mais vale qeartro mil conloa de ris
aono, desapparecer o dficit, poder-ie-bio a
novas vas daoomraunicacio, melhorar mui
1 O nobre senador ca
^Hpo nico ; comega por
oslo sobre a ronda, cora
atarlo. ; depressa se qa
Entretanto', se a medida votada o anno
ido, eatevJVttuiro longe disto, deu os" re-1 cheto de pl
PtKNAMBUCU.
REVISTA DIARIA.
A' apreciag&o dos nossos leitores damos boje
na oitava pagina urna carta, que ao Exm. minis-
tro dos negocios ecclesiaslicos dirigi o Exm.
Sr. cooego Pinto de Campos, depulado por eala
provincia.com relagio as necessidades da igroja
e do estado na siluagao da sociedade brasi-
leira.
E' um brado eloqueole contra o indifferentismo
que nos sffecta ; um protesto daquelle que allia
o christio io poltico, o padre ao eidadao, contra
doutrinas errneas que se insinuara e encamara-
se na populagio de maneira eminentemente de-
trimentos para a familia, e por conseguinte pa-
ra o estado.
Neste aviso de darmos publicidade a referi-
da carta, nio podemos por impropried.de acom-
panbar com as nossas apreciagoes as profundas
ideas que S. Exc. deseavolve com o seu esiylo
fluente e com a sua argumentagio vigorosa, a
que corresponde anda a verdade pralica. Mas,
sem embargo, compendiando-as todas n'uma
synthese, vemos que se ellas prendera ao as-
sumpto mais importante da vida dos povos, a
religiio do qual deduz S. Exc corollaiios que
coovida S urna seria medilago, quer relativa-
mente a sua aceitabilidade, quer a variedad* de
aspectos que ellas aprsenla.
E' um trabalho, como se comprehende, que
tem direito respectiva leitura, fazendo honra a
coocepgo. .
An*Pn,a escola central do methodo Cas-
"'^Ws o seu aatinso anaivarsario.
O aMppectivo dueclor raaquea o edicio
vuila do publico al s 9 horas da no
Falieceu ante-hootem pola noite o S
lo Datalngoa a Silva, ^amprsgado apee
da secretaria do governo da pruviacU.
sdll^sqaeMK^wlal..Renlo conten
do Jos Elias i
de
estico cidads 4a
h preso, qtn
cu era remellido ao delegado
da
CHRONICA JUUICURII.
onncTjRIB"l,-0IIELICIe.
SESSAO EM 1 DE OUTUBRO DE 18fl.
PRESIDEHCIA DO EXH. SR. CORSBLHKIRO ERJIKLI^O
. DELEAO.
As 10 horas da manhia, achando-seprese-
tes os Srs. desembargadorea Caetano Santiago,
Stlvelra, Gitiraoa, Loareneo Sanliaga, Malta, Pa-
retti, Assis e Guerra, procurador da corda, fal-
tando oa Srs. desembargadorea Rocha Bastase
Ucha Cavalcanti, foi aberta a sessao.
Passados os feitos e entregues osdistriaui-
dos, procedeu-seaosseguinles
JULGAMBNTOS.
APPELLAgES CR1MEJ.
Appellanle, ojaizo ; appellado, Jernimo Evan-
gelista Costa.
A' aovo jury.
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco
Barbosa de Mello.
Improcedente.
Appellanle, o juizo ; appellado. Frai
reir e oulroa
Improcedente.
Appellaule, o juizo ; appellado,
nio Marques.
A' novo jury.
Appellanle, o juizo; appellada, Mara
bosa das Virgen.
Improcedente.
Appellaote.o juizo ; appellada, Victorina alaria
de Souza.
Improcedente.
Appellaole, o
Germano.
Nao loraaram. conhecimento.
Appellanle, o juizo ; appellada,
Pinbeiro.
A novejury.
Appellanle, o juico ; appellado. Antale Sea-
res Vtlell*.
Improcedente.
Appellante, afos Pedro Velloso da Silveira ;
apuellado, Joaquina Mendooca da Silva.
Improcedente.
Appellante, Basilio Jos doa Saetea ; aaBsilada
a jusuca. ^"^
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Frsaeiece
Xavier de Oliveira Barcellos.
A novo jury.
Appellaule, o juizo ; appellado Fraocisco far-
reira Lustosa.
A novo jury.
Appellinte, o juizo ; appellado, Francisca Xa-
vier de Souza Padroaa.
A' aovo jury. ,
-Appellaole, Licerio Bezeira Cavakanti|; appel-
lado, o juizo.
Improcedente.
Appellaole, o juizo ; appellado, las atol
Martina.
Improcedente.
Appellanle, o juizo; appellado, Maaaal I
de Souza.
Improcedente.
AppeUania.. penmoaor; appeUado, stolMoo
Pereira de Mendooca.
A'ootojurp.
Appellaale, Angela da Caato a Suva; aaailli
do, Domingoada Costa e Silva
Reformada, a seoianca.
Appallaale, Manoel Jas da Coala Cuiaaaiaaaa
outro: appellado, Dr.. Jos Aatoaie de
Reormou-se a sealaatca es paria.
Apvellaole, Veadiiciq Jos da Cerra;
lado, AoJonio Raulino de Souza Ucha.
Nio ae tomau coahaaimaautu.
KsiaaucAO ato oi>
Assignou-se diapara julgasaeau i
Apellaoto, Maaoel ato l
appell
Appella igasaa Pinli
pellado, o
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Igna-
cio. ^^
-/
J iWTtiiIi An/N


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- qhtj hira 3 uwwrvmo ib ttt
^AsTSMtfe,- Pr00l0r; 4ppemtf0'lutl Xo, f l{b de Pro?cto rtcoU que cultiva; ti.
oAeblo i- : -> ** S 53-5S nSTSBSSai &.%&!
As appellacoes civeis : Ka-
Appellaote, D. Anoa Delphina Pes Brrelo ;
P-
' .
TJ\Bfa,,?I,^V',fi*" Mari laCooteijio;
pellado, LuiaGoozaga dos Sao toa.
DISTRIBLICES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, a*
appellacoes crimes:
i/iJJJ,nlf *a "4o, Jba Paulaba
ApieUaofej a juito ;. appellado, Jos Galdino
Keteiia de Awia.
AoSr. desembargador Silreira, as appellacoes
crimes : rr *
Apellante, o juizo; appellado, Adolpbo Diniz
Appellante, o juio ; appellado, Dameio Jos
Rodrigues.
Ao Sr. desembargador Gittraaa, as appellacoes-
enmes: ^
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Gom*
da Silva.
Appellanle, o promotor; appellados, Maaoel
Antonio de Andrade.
AoSr. desembargador Lourenco Santiago, as
appellaco erimes:
Appellaoto, o juizo ; appellado, Francisco Ma-
nool Frazao .
Appellante, Manoel Francisco dos Santos ; ap-
pellado, o juizo.
O aggravo de peticao : *
Aggravaote, Mara Senhorinha do Livramenlo:
aggravado, o juizo.
t Ao Sr. desembargado! Molla, o aggravo de pe-
ticao :
AggBavaat, Figueiredo & Jimio ; aggrava-
co, ojVtzo.
As appoUaQea crimes:
Appellanle, o juizo ; appellado, Joaquim Jos
de Santa Anna.
Appellanle, o juizo ; appellados, Malinas e
Antonio, escravos.
Ao Sr. desembargador Perelli, as appellacoes
ciime :
Appellante, Antonio Francisco do Nascimenlo;
appellado, o juizo
Appellante, o juizo; appelladOj Bernardo Jos
da Rocha.
Ao Sr. desembargador Ucho* Cavalcaoti, as
appellacoes crimes :
Appellante, o joizo; appellado,"Clemente Jos
Marcolino.
Appellante, o juizo ; appellado, Severino Viei-
ra de Barros.
A appellago ci?el:
Appellante, Francisco de Paula Albuquerque
Maraohao ; appellada, Maria de Jess Caetano
Lisboa.
Ao Sr. desembargador Aisis, as appellacoes
oiris :
Appellante, JoSo Vieira da Rocha : apoellado.
Joao de Si Albuquerque.
As appellacoes crimes :
Appallaote, Antonio Marques Portugal ; appel-
lado, Filippe da Silva Gosts.
Appellante. o promotor"; appellado, Antonio
Joaquina Xavier Borges.
A 1 hora encerrou-se
-se a sessao.
Communieados.
-
lados
phy-
aioda
Efc^sicMtappodactos mrtnraes ein-
(lustriaes na provincia.
A d por nos anotada acerca da creseio de
commisses de comarcas ou municipaes e que,
segundo estamos informados, ja foi prevista na
orgaotsaeao dos institutos agrcolas, com o Ora
de melhor desenvolver a cultura local, e sobre-
todo promover a acqnisicio de productos para as
oseas futuras festas industriaos, traz por astim
dizer a necessidade de exposieoes parciaes, que
omprehendam simplesmente os productos de
cada localidade. D'ahi a conveniencia de estabe-
lecer as grandes exposieoes secces formadas
daquellas que porreotura se tenham realisado
as i diversas comarcas.
A' respeito dessas sceles que tendera i faci-
"tar classiflcacao dos productos locaes. de
utilidade fazermos sppello ao seguinle trecho das
ostrucgoes francezas, que de alguma maneira
veem em apoio de nossas ideas.
a Oebaiio do nome de cada pro iuelor e da bar-
dada ou dominio que cultivar, se apresenUrae
pnmeiramenle os productos brutos do solo, el po-
dando ser, as preparares diversas que delles im-
medatamente s exlrahem as fabricas ou ei ige-
nhos dependentes do estabelecimento agrico a.
A'quelles denlre estes productos ruraes que
poderem ser expostos se anoexaro, quaol > for
possivel, os documeotos e amostras que serv rem
para caracterisar a lavoura local. A' este res-
uelto acoaselba a commisso imperial, par icu-
iarraente a os agricalteres e sociedades agrie >las,
que por meio de cartas, plantas, deeeoboi, la-
boas numricas, pholographias, preparacoe i ta-
xidermicas, modelos de cera ou madeira, etc.,
represe o le m as casas de hab lacio e suas d< peo-
dencias, as herdades propiamente ditas, a tota-
lidade das trras de sua propriedade, os in itru-
xoentos destinados s culturas especiaes, ai me-
Ibores ragas de animaes e outros producto i que
ao poderiam ser expostos em original, as ebres
de arle para levar as aguas aonde se requ irem.
os systemas geraes de cultura-o seus resu
techotcos e econmicos.
Para que cada regiao compareca com a
siooomia que lhe propria. bom seta
apresentar pela forma que melhor se adadtar s
OQvenlaoeias de urna exposigao, o peixe ( a ca-
ca ordinaria do lugar, os (rucios silvestres, sa ro-
chas que sao basa do solo e a trra vegetal, os
adubos mioeraes e orgnicos que se emiregam
e se remetiera para outras partes, ets.
A transcripto deste trecho das inslruccc es que
devem guiar os agricultores francezes n exhl-
oicao de seus productos, para a grande ft Ha in-
dustrial qee se prepara em Londres, paree lu-nos
de uo grande alcance.
D'ahlae pode imaginar que de element s nao
necegsitamos para fazermos urna idea exa :ta dos
dossos productos a apreciarmoj seu valer, as me-
thodos seguidos, basearmos emfiui nosi 3 juizo
sobre a sitaacao agrcola rfa provioefa, [uando
na Franga, onda indubiUvelmenta a agri ullura
- estudada e coohecida em todas suas a iplica-,
^oes. julga-saiadispeusavel a exigencia di todos
aquellos dados. Entretanto sa alguma co isa ha
que tenha fcil execucao entre ns, sam oucida
b parte daquellas istrueoes que pode m rir de
norma aos nossos cultivadores. Para iss i suf-
ficiente a boa vontade, a o desejo sobre uda de
ser til ao paiz, o que nao podamos nega lo-
dos os Brasileiros. Se encararmos qual ser de
nossos ramos de cultura e estudarmos ae s pro-
ductos, acharemos que nao s as diversas phases
na prodcelo, como os procesaos d sen laotio,
a aaturaza do terreno em que teve elli lugar,
seu estado bruto, manipulado ou de q lalquer
maneira transformado, aervem ou antes sao in-
dispensaveis ao coohecimento e aprecia ao de
eu verdadeiro ralor. E qual o produclor que
por menos illustrado entre nos, nao poisi foroe-
ceraquelles dados? Nio se trata de diz >r sim-
plesmente, tosso produca merece a ad lirado
do paiz, vs sois o presando, por que a tresen-
*-, vossos competidores; nSO, WHlllH oes em
o [traduztsKs dita rao principalaMat< aquel-
les que o tiverem de julgar.
Nao vos aqmireU, portento, se a bel eza de
rose obro, producida peto ferlidade doJorrano,
pela*c0ndicSea.0ormaes.das.eeUc5es e fivoreei-
da pelo aperfeigoamentotfas arachioaido estre-
ir ofluscada por aqueiU meaos br Ihante,
osas que deso* a cogae o Irrteho, a foo-
lade do humea eok -tan a*3crar edades
da oatureta. Se aeaim nao ros turteia a eom-
pn^aBnpara merecardas este apre. e, aee
4jato NR llsongear vosso amor propela, oeeee.
isrecer aqeeUes que nio acompan
infancia da v
ditef ella foi,
^^bbbHEb^bucSI^^^bubbbbbbbbbbbbbH
aj^^HBaBBBBBBBBBUBB^
ooa permittirem. nrtaiatieltor atad* a be
tolencia dos leitorea.
B.
;a^oes a pedido.
SAUDACAD.
OtTere^eida a laslspne actriz D.
Manoela Lace i.
gao, ns recommeodaremos a atlenjo das ex-
positores do productos daquella natureza se-
giiatae bases. 1 qe 4 profAameoS* producto
egel, que nio toaba paseado por traoafor-
maeois raoomldbojeDliadcanos V caraue* :
ementes, amotlrai cothidas nai divertas poca
do periodo em que leve lugar a cultura; pro-
ductos brutos; iescripcao dos meios e instrumen-
tos agrcolas empregados ; amostras e descripeo
da, rjtcho I Itmno vagttal qm eonstituema
oa* *> terrena de oroduecao; potas e protestas
da eolkeUB.~V>tagv*nm a plantas divisas :
amotu-as tMtaninlemimte aaaniiaionmdws am
papel e emprensadas, ou em vasos com a trrat
.vegetal que as produzio; flores, fruclas, troncos,
raixes, favos, etc.j dsscnpco dos meios de cui-
tara ow se dejtrvucco expontanea ; classifica-
canfor familia, se possivel for ; todas as appli-
acoaaicon*es%a*,auer sejam as substancias ali-
mentares, oleosas, teciveis, narcticas, etc.
Nesta classe recommendamos particularmente
os dadoa sobre as substancias vegetaes que cons- Risonhs o berco te embalando
tituem nossa principal produego; convem.pois,
que amostras da cana,, caf, algodo, cacao,
oorracha.efc., sejam as otis completan e Ticosas
possiveis. "
Se- coosiderarm os
peesedo
os productos que tiverem
pormanipulscdes ou fabricados, acha-
raos, que deverao os productores remelter;Io,
cereaes descascados, e transformados em fari-
nnas, t maesas de toda a especie ; fculas e subs-
tancias anlogas* assucares debaixo de todas as
formas, clasificados pela srte, gra, cor, etc.
a em. bruto; ditos crystalisados, refinados, candis
ele ; ditas da todas as substanciar geralmenta
empregaaas entre nos para sua extraeco, etc ;
ivarsas transformacoes do algodo, para cada.
urna de sua$ qualidadet, etc., etc. ;
das machinas e estabelecimentos em
fabricados, etc. .2 Bebidas
toda a especie
Allomaste no palco, e Peraamboco
L eeoteo orgolho iransbordar-Iha o poito,
Assomaete oe palco, e reos louros
A* par grangas de immortal respeito.
Rompem as palmas : OTseoes continuas
Di-te em premio um ardenla enlhusiasmo,
Se campeae na acea, actriz egregia-,
E's o sylpbo gentil que excita o pasmo.
Se acaso caotae, tua roz meliflua
A' um ceu nos lera de perennes gosos,
Qoem T-te os gestos, quem as fallas te oure,
Tem momentos ao mundo os msis dltosos.
Orgulhose, Msuoela, exulta s patria
Ao vfic- o brilho. que te exorna a fronte,
Aeana-te o porvir, e excelsa gloria
Vejo raiar em fulgtdo bosteoote.
. a sorte
Dera-le a c'ro de soberbo genio.
Airoso porteseductora e bella.
Qual Rainha te ostentas no proscenio.
Acceita em despedida o, potire canto
Que offerece um coracao terno e sentido,
Mulher to vaos deixar-nos, mas tau nome,
Em noisa alma seri sempre insculpidb.
OMWfcHCIO
Nwo Banco de Pernambuco.
O banco paga o 7- dividendo de 12
descripeo por acf%f.
~ 7T", relate
fermentadas d;em5 de agosto
entre nos, con desig -
Vo
preparadas .
noeSo das substancias primas e descripeo de to-
dos os procseos por que passaram ; apparelhos
de vaporisagao, ou destiladores, caldeiras, reser-
vadnos, ec. ele;; classificacao de especie, ge-
nero, gruduacc-, pureza, etc., etc.:y leos de
maaeira,, eirgeoe, ricos, finos, doces, animaes,
fixos, volateis, essencias, pastosos etc.; diversos
graos de purificago; processos de extraeco e
purtficacOo, etc.
Igualmente para esta classe, que nio serta pos-
sivel ser completa aqui nem mesmo desenvolvi-
da, chamamos a attengo dos expositores para os
productos de maior extreccio entre ns. acerca
dos quaee nao se devem poupar em ministrar
minuciosas informacOes i commisso.
As memorias descriptivas pdem ser aeompa- Id
ohadas de um esbego ou desenhe dos campos de i
plantago, instrumentos e machinas empregadas, '
que nao poderem ser expostas ; esta condicao,
porm, deveaer ioteiramente secundaria para os :
expositores, baldos pela maior parte dos meios
indtspeesaveis i otter um tal resultado.
Como produego vegetal resla-nos considerar
as florestas.
Os productos florealaes terio de oceupar urna '
grande parte da exposigao de 7 de oovembro, e
eremos que sua classificacao e esludo sio de tal '
importancia, que nao rnenos conveniente dir
zermos aqui como se devem proceder na sua re-
mpssa, s maneira de collecciooa-los;
>o seria a occasiio de clamarmos contra o
despreso que tem tido entre nos a culturadas
tlorestas. Julga-se erradamente neste paiz que
o facto de possuirmos actualmente malas de ton-
ga extensao, e de urna riqueza de slo e vegeta-
gao admiraveis, desculpa e compensa o espirito
de destruigao que por toda parta se nota no crle
das madeiras e na preparacao dos terrenos des-
tinados s planlagoes. Mo se tem em consi-
deracao as difficaldades de nossos transportes, e
vao-se afTastande cada vez mais dos centros po-
voados as florestas que tem de fomecer s mate-
ria de tossa industria, de nossas habitaces, de
oossos monumenios, e que conslitue urna consi-
deravel foute de riqueza do imperio. Suppoe-
se que as cidades nao nacessitam de florestas em
suas visiohang58, quaodo Berrean ellas para tem-
perar o calor de oosso verao, e moderar o. rigor
dos inveroos, destruir a impetuosidade doa ven-
tos, e regular mesmo o curso das eslages. A
eii da dustruigio vae assolando os bosques-por
todo nosso interior j o captiche do proprietarto,
ou mesrao daquelle que se acha oa possede urna
floresta, o nico regulador em semelhaole ma-
teria. As matas do estado, ponco Tigiadas, e
sera cultura rao de dia i dia se tornando mais
loDgmquas, e dificultando os meios de trans-
porte, tal ponto que nio rare rer o proprlo
goveroo comprar as madekas necessarias s suas
coostrucgdes.
Estas patarras ditas apenas de passagem.Jser-
vem para demonstrar a necessidade da cunserva-
gao e culturadas florestas. Seria longo setives-
semos de rcupar-nos da importancia desss
necessidade; nosso escripto, porm, tem outro
m, e dirige-se simplesmente aquelles que nio
teem os remedios as suas mios paraculliva-las
ou impedir sua destruigo ; porlsnto voltemos
ao nosso caminho.
Se os produtos florestaes teem de oceupar um
lugar importante na futura exposigo, devem ser1
elles exhibidos de maneira que ey>ssam dar re-
sultados que fagam conheeer sua verdadeira uti-
lidade.
As madeiras de constraego merecem particu- !
larmente o aprego dos expositores. Aa amos- J
tras de madeira, dizem as instrucgdes do gover-
oo, nao deverao exceder de seis palmos decom-
prido sobre toda a largura. Na noticia que as
acompanhur se dover declarar o mximo coo-
primeuto > grossura da arvore.
N3 aconselhariamos mais do que iiso. A no-
ticia descriptiva das madeiras devem dar urna
idea completa do que ellas sao, sem o que seu
valor roal jamis poder ser devidamente calcu-
*?' A reuiessa das amostras nao pede por si
s fazer ennhecer sua verdadeira applicaco, so-
bretudo desde que se trata do construiges de
certa ordena. Para estas deve-se ler muito em
vistaIo o crte da* ar/ore ;2o sua edade;
3o seu dessecamento, etc.- Qualqoer destss con-
digoea influe de urna maneira mu directa na na-
tureza do material. Alera deltas, outras moilas
menos importantes poderism ser consideradas, e
mesmo estas ns nao aconselhariamos que fos-
sem despresadas. J nao queremos fallar do es-
tado curioso para o amador e de ulilidade para a
sciencia, que offerecera as arvores agrestes, ex-
ticas, etc., acerca das quaes conviria muito que
dados minuciosos tsmbem fossem ministrados, e
mesrao aa proprias arvores, se suas disaenses o
o permiitiasoea, remettiaes para a exposigao.
As madeiras de coostruegao, porm, em sua
grande variedad devem ser coltecciouadas em
amostras escolladas, e satiifazendo as seguales
coodicoes : 1 nina parle do tronco cortada d
um terco dWaua altura ; um galho com folhas
e flores, ou simplesmente estas convenientemente
tuottdicunuuias em folhas de papel; a resina que
* Air ; uma ramificasio da raix,
etc. i 2 urna noticia circunstanciada, em que
sa mencione': a altura media do tronco, da ar-
vore ; dimetro do tronco ; o terreno que (A*
eootsn ; a poca mais segura para a seu corte ;
sua edad provavel; lempo decorrido entre o
corle e a remessa ; meios empregados no seu dea-
secamente; consideracts, anda que incomple-
ta, toar sua combuttittilidade, retinencia e
ourvatura, ele
Se as amo tiras forem faeeadaa ou preparadas
deoutra quiiqser maneira, neste ciso a csea
da arvore ouviri sor ei.trao.ida no-seu oaaior
dimetro e remettida com a cooflguraco da
tranco.
Estee dadei, para oteases eoenniacimealos
1^72."***' *ao oaP,rf eiU* ao aicaaoo
oneosyesiini ioaouiieoiente do naiuraca algu-
ma podan sur ministradoa commissie. iasis-
tmos sortee to eem os expesitevea, per Ouoos
io deaooaotm. eertoo aaaapio .6 p tea. peder
rio ser posase aaedaiws coebeoiaaa, atiHaadaa.
iative ao
o m imi
i) iTeei
ao semeitre indo
O pajsado.
Praca do Reeife 2 de
outubro de 1861.
\s cuatro horas da tarde.
Coiaces da jmta de eorretores.
Oescontos :
9 a 10 OO ao anuo.
Leal Serpresidente.
Frederico Guimaressecretario.
Altaudega,
ReaAeuento do da 1 .
o dia 2 ,
16:841*603
18 649JI68
35:490*771
f mbrelnoB amostras; a Patn *asr & G.
i caixa amostras; a Arkwrigbt &C
|!on.,^?*".to1z SUUa- *inda e Terra-Nova,
"Sne*-* B0lher' *C-.ite*w
*,870 barricas bacelho; aos mesraos.
Bngueiaslez Phantom, viudo de Terra-Nova.
SSlSjd-"' ,,, CraWre & C"' miDte*l"
3,150 barricas bacalho ; aos meamos;
Peleen* ingles Unint, vlodo de Terra-Nova.
consignado Sauoders Brothers & C, manifeslou
o seguinle:
rai'^'f oarricas bacalbio, 610 ditas tsrlnha de
u^Ko, 4 ditas ignora-se ; aos meamos.
Brigue nacional Siqueira, vindo do Rio de
Janeiro, consignado i David F. Baltar, maoifes-
too o seguinle :
9.993" arrobas de carne de charque, 304 ditas
Q> graxa em bexigas, 99 ditas de sebo em rama.
couros seceos ; i ordem.
Exporiaeo.
Da 30 de setambro.
Bngua portuguaz Relmpago, para Lisboa, car-
egaram :
Thomaz de Aqoino Fonsaca, 86 saceos com
idu arrobaa de assucar.
Barca, porlugueza Flor de S. Simo, para Lis-
ooa, carregaram :
CarvfAho Nogueirs^ & C, 222 saceos com 1110
arrobas de assucar.
Barca iogleza Colina, para Liverpool, carre-
garam ;
Johostoo Palor & C, 1500 saccoa com 7500
arrobaa de assucar.
Io de outubro.
Bfigue portuguez Relmpago, para Lisboa,
carregpu ;
Jos da Silva Loyo Jnior, 185 saceos
J2a arrobas de assucar.
Hecebedoria de rendas
com
gerae de Per
Keodlmentodo dia 1 .
dem do dia 2 .
internas
meo.
7120500
891*998
1:6145498
Consulado
Rendimento do dia 1 .
dem, do dio i .
pro vi neta*!
610*893
7:1459708
":75646o"
Morimento do porto.
Movlmenlo da alfaudoga,
Volumeoeatradoscomlszendaa..
aom gneros..
Uimea sahidos com lazendas..
> com gneros..
87
118
= 205
126
311
437
Descarregam hoje 3 de-outubro.
Galera-fraaeezaBertbmercadorias.
Brigue americanoF Curbingcarvao.
Brigue portagueailirglridapodra.
Brigue haooverisooJpitercarne de charque
Escuna inglezs Principe Realmercadorias.
Patacho inglezDndembacalho.
Barca ingleaa^-Slellailero.
Brigue inglezFhatondem.
Brigue inglezBarckhillferro.
lnaeortaease.
_ Hiato nacional Emma, viudo do Peedo, con-
signado a Francisco Luiz de Oliveira Azevedo,
manifeslou o seguinle:
400 saceos milho, 35 ditos arroz com casca, 5
latas oleo de ricino, 2 barra azeite de mamona,
1 dito dito parificado; a ordem de diversos.
90 saceos arroz vermelho; a Francisco Luiz de
Oliveira Azevedo.
Vapor ioglez Tyne, vindo dos portas da Euro-
pa, manifeslou o seguinle :
20 caixas faseadaa de algodo, 2 dita* qeijos,
1 embrelho amostras; a Southall Mellors & G.
2caixas quaijosi 1 dita saogueeugas; a N. O.
Bieber & C.
10aitas queijos ; a Brandar a Brandis.
100 barns manteiga, 7 caitas fazendas de al-
godo, 1 embrulho amostras; a Sauoders Brothers
& C.
35 barra manteiga, 2 caixas lazendas de algo-
do ; a ordem.
100 barra manteiga, 4 caixas fazendas de al-
godo, 3 ditas chapeos de sol de seda, 1 embru-
lho amostras ; a J. Hyder & C.
2 ca tas tecidoa elsticos, 1 dita fazenda de se-
da, 1 dita joias, 1 dita chales, 1 barril presuntas,
2 caixas queijos; D. P. Wild & C.
6 caixas figos, 2 ditas presuntos, 3 ditas quei-
jos ; a Manoel Jos Googslves da Foute.
1 caixa fizenda de algodio, 1 dita dita de seda
e algodio ; a Amacal Alves & C.
25 caixas queijos; a Tasso & Irmo.
1 dita ornamentos ; a E. Lecuote. ,
2 ditaacoral e cabellos; a Mello Lobo & C.
1 dita- fitas de seda, 1 embrulho amostras: a
Linden Wild & C.
* dita fazenda de seda, 3 ditas dita de la, 1 di-
ta grvalas, 1 embrulho amostras; a a J. Keller
G.
1 caixaaapatos, 1 dita chapeos deso dsela;
a Augusto C. de Abren.
2 caita livros, 1 dita calgado; a Aliaeida Go-
mes, Alves & C. ^
1 caixa retratos; a Norat Freres.
1 dita perfumara ; a Denker& Barroso.
1 dita calgado e fazendas ; a Louis Fuech.
1 dita livros, 1 dita fazendas ; a Yaz & Leal.
1 caixa relogios ; a F. J. Germano.
8 ditas figos; a F. S. Rabello & Filho.
800 volnmes paseas ; a Azevedo 4 Mendes.
1 caixa calgado ; a J. P. Arantee.
12 ditas magias, 3 ditaa uvas, 8 ditas doce ; a
Marques Barros&C.
2 embrolhos ioias; a Jos Gardos da
Pinto.
1
Navios entrados no dia
Pbiladelphia57 diaa barca americana Margar-
ret, de 249 toneladas, capitio Daniel Guigg,
equipsgem 10, carga 2.200 barricaa com fari-
nha de trigo ; Sauoders Biothers & C.
dem38 das barca americana Unio, de 198
toneladas, capitio William Heard, equipagem
10, cirga 2,008 barricas com farioha do trigo e
outros gneros; i fttatheus Austi & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio-Grande do Sulpatacho nacional Singular,
capitio Angelo Custodio da Caoba, carga
assucar e outros gneros.
Grbrallarbarca ingleza Athole, capitio John I.
Lelean, caiga assucar.
Bahasumaca nacional Hortencia, capito Bal-
chior M. de Araujo, carga varios geoeros.
Observagio.
Apparece ao sul uma barca.
IV Ib o. 5" w OI. Horas.
V n a B B a m en S m kthmosphtra O
8. * PJ *'] Dirtcco. \ 4 M a -i o ce ga
ai v 53 * 09 i 5 Intensidad. 1 < ta C
-a -j 0) es s 3 1 y | flakrssiheU. 1 . Si o m H SV e m o m v so o s
8 o * Pdn> }o l Centgrado. B 1
s $ 9 S' 55 | Uygrometro.
* o 9 o V! Cistirna hydre-mttrica.
5! S Si o as Tranetx.. Ingles, m e 3 e
3 g '8 s_ ~3 O e 8 To
A noite clara, vento ENE bonanga que rondou
parao terral ao amanhecer.
0SCILLAg.\6 da har'.
Preamar as 3 h 6" da tarde, altura 6,2 p.
Baixamar aa 8 h 54' da raaoha, altura 1 2 p.
Observatorio do arsenal de raarinha, 2 de ou-
tubro de 1861.
Romano Steppli,
1. secretario.
OBi terco para o denuncia* hesonraria
far aonunciar por ed^BKs ormeiros M das
de cada mez a presento diposirjflfc
B para constar sa raandou atUOr a proeentoe
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourarli provincial de Per-
nambuco 8 de julho de 1881.O secretarle,
_ A. F. d'Aunonclacio.
i""i? Sr. lospector de thesoeraria pre>
vinelal, em cumprimenlo da resolugao da tanta
da faienda. manda fazer poalico. que as arrema-
tigee doa coneertoa da cadeia da villa do Cabo,
e bomba do engeobo Paulista na estrada do nor-
te, tara i transferidas para o dia 10 de outubro
prximo vioouro.
E para constar ae manden affltar o preseote e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nazebuco 28 de setembro de 1861 O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaco.
A camira municipal do Reeife fas publico
para coohecimento do seus raunicipes o ofcio
abaixo transcripto.que recebeu do Exra. presidente
da provincia, e convida-osa que, prestando loda
a allengio para a recon>meodagio de S. Exc,
fagam de sua parte quauto lhes for possivel para
que a cultura do algodo, e-do trigo oeste muni-
cipio se desenvolva de modo que posee dar um
resultado satisfactorio, vista como pelas disencoes
que se tem manifestado nos Estados-Unidos da
America do Norte, a cultura destes gneros deve
necesariamente proporcionar grandes Tantageos
quellea que i ella se dedicaren.
A mesma cmara, poia, espera de seus muoi-
cipes que ouo deixario de attender esta recora-
mendagao, empregando seus esforgos para tio
til Um do qual grandes ranlagens devem resul-
tar para o paiz.
Paco d* cmara municipal do Reeife em sessao
ordinaria de 16 de setembro de 1861.Luit Fran-
cisco de Barros Reg, presidenta.Francisco Ca-
nuto da Boaviagein, offlcial maior serviodo de
secretario.
Quarta secgao.Palacio do goveroo de Per-
nambuco em 10 de setembro de 1861.
A cmara munieipal da ctdade do Reeife j de-
to ter noticia das disenges civis, que actual
mente agitara os Estados-Unidos da Ametica do
Norte, e que a guerra eotr*e elles atea la, nio po-
de deixar de ler prejudicado grandemente lodos
os seus trabalhos agrcolas, resultando d'ahi, co-
mo fcilmente se comprehende, nio s6 a escas-
sez dos artigos de sua produegio, senio tambera,
e como coosquencia neeessaria a elevagio do
prego de cada um delles.
Sendo os Estados-Unidos da America do Nor-
te o paiz, a'onde se exporta a maior parte do al-
godo que alimenta as grandes manufacluraa da
e-uropa, e especialmente as da Inglaterra, e bem
assim o trigo consumido no Brasil, a lula, que
boje pertuba aquelles estados, deve necessaria-
menle acarretar uma crise, que de receiar nio
se faga esperar muito, por isso que, segando in-
formagoes minuciosas, se ha verificado que a cul-
tura do algodio naquelles paizes tem definhado
coosideravelraente, ea exportago do trigo, e de
outros cerears para o Brasil tem decrescido tam-
bera na meama proporgo.
Convido prevenir as serias difBculdades que
semelhante estado de cousas nos pode trazer,
vou chamar sobre assumpto lo iraporlaolea al-
lengio da cmara municipal da cidade do Reeife,
para que dando mais uma prova do seu patrio-
tismo, procure persuadir aos leadores, seus
municipes, a conveniencia, ou antes a necessida-
de, de se promover na maior escala possivel;
nao s a cultura do algodio, que esta provincia
j exporta, mas nao em quaolidade correspon-
dente fertildade e prosperidade do terreno,
seno tambera a do trigo, que lo satisfactoria-
mente produz nesta provincia, como o tem de-
monstrado diversas experiencias, ponderando-
lhes ao mesmo tempo a opportuuidade que ss
circunstancias actuaes lhes proporcionan! deau-
ferirem grandes vantagens e lucros certas dos
esforgos, que empregarem nesse numero de in-
dustrias.
O nosso algodio, por sua qualidade aunerior,
goza do maior aprego e procura nos morcados es-
traDgeiros, e o trigo que agora convm cultivar,
como uma medida de prevengo. pede vir a ser
mais urna foole abundante de riqueza, que In-
demnisando generosamente os sacrificios que
hoje fuerern os oossos lavradores desenvolver
os recursos do paiz e augmentar no futuro o
bem estar da populagio.
Esta presidencia confia que a cmara munici-
pal do Recite, acompanbando o goveroo neste
pensamento, se sentir bastante animada para
promovetpor todos os meios ao seu alcance o
maior aWenvolvimento possivel da industria
agrcola do seu municipio, relativamente cultu-
ra dos dous gneros, que me tenho referido,
cumpnndo que me d coohecimento de quaoto
for obtendo em desempenho das recommends-
goes, que lhe ficam transmillldas Antonio Mar-
celino Nunes Goncalves.
Dedarae^g.
Silva
_______
>^i^H entrar a
^^P por que de*^H
' cid. le logo q
sata ai raerte ate adaraladaras coa dteos d sed*
tarminaremos noasoav actigos acerca dos
bagffcolaa, ficando-oos acoaameacia de
safil aseaos. Esereveara*leauaicainea^
tes que poucas ideas iinbam dza|
i iaaw laaalauo fizanaa na amlaVeaeH
deqaea furaurlracaalaa
caixa smenles; a Seba&tio Jos da Silva.
1 dita ivros ; ao Gabinete Portuguez de Lei-
tura.
1 volume publcagoes ; a Jos Henriques Fer-
reira.
1 dito jornaes; a Railnay StaffClub.
4 caixas perfumarlas e relogios, 1 dita- vidroa:
a L. A. Siqueira.
1 embrulho amostras; a Adamson Howie
& C.
1 dito ditas; a Rabo Sohmettau & C.
1 caixaeitereacopos; ao visconde doGamara-
gibe.
1 embrulho livros; a J. Waiteaeld.
1 caita amostras ;iLH. Wyarl.
1 volume jornaes; aC. L. Gambrone.
1 eneapado livroa; a A. M. C Soareo.
1 caixa sement; a Vidal & Bastes.
1 aacco moedaa de ouro; a Manoel I. de Oli-
veira Sl Filhos.
1 embrulho amostras
ueiro. -,,
1 caixa fazenda de linho e algodio, 1 dita cha-
peos de sol de seda, 4 volamos-o 1 emfaraloo
amostras; a Seve, Filhos & C.
1 caixa joias ; a Chrtstiaoi Irmos.
1 dita e 5 bahscalgado, 1 fardo roupe; a Rau-
lioson.
1 barrica cuteleria ; a-S, P. Jobas too.
1 cesto bichas ; a D A. Matheus.
; 1 eeia objeetos- particulares, 12 travs de fer-
ro, 15 barras de dito,. 18 enana* de dita. L awe
parafuzos ; a T. H. Harrisson.
1 caita fazendo do seda; a Kiikmann 4 Ir-
mos.
135 barris manteiga; a Ferreira & Araujo.
1 caita roupa; a-VV. Marunoeo.
a Dmmayer & Car-
1 dita amostras; a Wartog Brothers.
1 dita objectoi pargcalaroa; a C. W. Looe.
i dita Urroa;.a J. Wbltaaold.
1 embrulho amostras,
ta ditas; a
Sa^t^^dtaa;
dita
itaarj.a
a remen* de ci
que i dars fadigu de outroi irabalhoa
Adamaop, Epwia
IveaBaatos.
oiiaes.
. O I'lra. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 27 de setembro prximo
lindo, manda fazer publico que no dia 17 do cor-
renta se ha de arrematara quem por menos fizer,
o foraecimento dos objeclos precisos ao collegio
des orphos, os quaes vo abaixo declarados.
Age* por mes........ 1M200
Azeite de carrapato e velae de car-
nauba idem........ 39$000
Lavagem, engommado e concert de
roupa idem........ 55|000
A arrematado seri feita por tempo de seis
mezes, a contar do 1. de novembro do correte
a 30 de abril prximo futuro.
As pessoas que quizerem fizar ditoforneci-
mento, comparegam na sala das sessoes da junta
da faienda, ne dia cima declarado, pelo meio
dia, o competentemente habilitadas.
E par constar se maodou affltar o presente e
publicar pelo Diario-
Secretaria da thesouraria provincial d Per-
oamboco 2 de outubro de 1861.0 secretario,
A. F. d'Aununciago.
O Dr. Francisco Domingues de Silva, julz de di-
roit da segunda vara criminal e substituto da
do especial de commeroio deeta cidade do Re-
eife de Peroambuco e seu termo, por S. M.
Imperial, que Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o preseote edital virem, e
delie noticia tiverem, que no dia 3 de outubro
do correte eono, se ba de arrematar por venda
i qoem mais der, em praca publica deste joizo,
na sala- dos auditorios, s renda ancual de orna
otaria sita nos Remedios, com uma casa que ser-
ve de fabrica de sabio, avallada por 400$, a qual
i pertanceaie Francisco Avila da. atan dan ga. e
ra i praca o referido reodtmeulo por execugo
que contra o mesmo Avila encaminham Honleico
Sopea & C.
E oio havendo bogador que cubra o prego da
avaliagao a arrematago ser feita pelo valor da
adjudicago com o abatimento da lei.
O presente seri publicado pelos jomaos e afU-
nados nos lugares do costea.
Recite 9 do setembro de 1861, 40 da indepen-
dencia e do imperio do Brasil.
Eu Msnoet Maria Rodrigues do Nascimeato, ea
orvio o subscrevi.
ai ib un lia
ras; a J; Ctastraej
- L ------
t dita instrumentes muslcaes, 2 embrulhoig-Icio de
nota-so ; a Beorjr Gibson. [ sujeitoa
Ftw ordem do Dr. juiz-espe-
cial do commo?cio substituto
Bfemardo M*cha Dona, se faz publico que a^ir-
remata$i> ajiauuciada no edi-
tal sttppra, Jva traasforida
para o dia & do corrate.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda facer publico para conhecimenlo
4os intareaaadea o artig el provit
510 ae 18 d oo.
sr-f a
dos escravo mu quarquo: JL^L^L^H
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincisl manda fazer publico, que do dia 2 do cor-
rente por diante se pagara os ordenados dos era-
pregados proviociaes, vencidos no mez de setem-
bro protimo flodo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 1.* de outubro de 1861.O secretario
Antonio Ferreira d'Aonunciacio.
Pela subdelegada desta freguezia foi'reco-
Ihido casa de detengio o preto Alexandre. que
disse ser esersvo de Francisco Joaquim, morador
no engehho Algodoaes: quem for seu verdadei-
ro donocornparega nesle juizo para lhe ser en-
tregue.
Subdelegacia da freguezia de Santo Antonio do
Reeife 1. de outubro de 1861-. O subdelegado
Villaga. '
Pela mesma subdelegacia fui recolhido Mauri-
cio, que disse ser escravo de D. Senhorinha de
Andrade por ser encontrado ni ra tarde da noi-
te : qoem for seu verdadeiro senhor apparega
nesta juizo para lhe ser entregue.
Subdelegacia da freguezia de Santo Atonio
do Recite 2 de outubro de 1861.
VillagaSubdelegaflo.
Por ordem do Illm. Sr. coronel comman-
dante superior ioteripo da guarda nacional deste
municipio fago constar que na segunda-feira 7
do correte mez haver inspecgo de saude na
easa da secretaria do mesmo commando, ra do
Livrameoto o. 31, priraeiro andar. Os interessa-
dos comparecam no indicado dis, a 11 horas da
manhaa, munidos de seus competentes docu-
mentos.
Secretaria do commando superior 3 de outubro
(Je 1861.OeecreUrio,
Firmioo Jos de Oliveira.
Consclho administrativo.
0 conselho administrativo, para forsaciment
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes:
Para o carpo da gaarnico da provincia do
Geera.
2 casligaes de lati.
1 copo de vidro.
4 caldeiras do ferro batido com lampas para 50
pregas.
4 colheres de ferro.
4 eapuraadeiraa.
2 eochadas. ~
A garios grandes do ferro.
1 pialo de louga.
10 pa de ferro.
1 ialha para agua.
Paca provimeoto do armazem do arsenal d
guerra.
40 meios do sola braaca garroteada.
2*cauros de lustre.
18 meios de sola de lustre.
Quera- quiser rendestaes objectos, aprsente aa
uas prapostBi encarta fechada, oasecretariado
conselho, s 10 horas da mannia do dia 9 do
correte mes.
laja daa sesaea do coasemo^ttnMrtstratiro,
para fornecimenlo do arsenal do guerra. 2 de
outubro d 186L
a*** Jos LamenKa Lima,
Coronel presidente.
Froiietto Jmqmitu Pram Lobo,
Coronal TwUewtatiQ .otaria
" MlftaaMa-BaetoMi tT9m, Al
Francisco Jos de Araujo, secue aen
poucos dia. ; par. o taita *.*. J
trata-sa com seu eoaeigeaUrta Fraw
AtOTedtf. aa roa da Madre d Deeoa. Mi
ParaoAracaty
. *** ?' PHsaaairoa um atm
Anna tMl,r Mm q,^ y^^ m tam
Cadeia do Recite a. 28 aiafav^
Para.
Segu cora brevidade o veleiro e Wi
cido brigue-escuna cGracieaa eaaitao
de Souza, por ler grande parto do ata*
ment proaapta. para aasAa trate-ee ci
consignatariee Almeida Gomes, Alves A C i.
da Cruz o. 27.
Para oAss.
O brigue braslleiro cAdelade do eteHUau
marcha tem reaolvido aeguir ras*etaeSaaa
oestes 4 ou 5 das para sqaelle aoruTea^Sei!
recebe carga i treta, para o que tratas ce* aa
seus consigo.t.rios Baltar k Oliveira. rae da Ca-
dete do Reeife n. 11 "
Brigue uacioaal Yeloz.
Recebe gneros ealraogeiroa para Rta de Ja-
f ara Lisboa
Segu vlagem i m preter valorale a da 8 da
prximo outuqro o brigue portagaet "
Aioda recebe carg e pesaageiroa a ai
boas accomodagea, o trata-se coa
rio Thomaz de Aquino Foneeca, aa i
rio o. 79 1* andar, ou com a aa "
Aracaty.
Aim.M. ^raeary. aieaire Joio Hearien ata
Almeida, segu por estes dous dia. pare Araca-
ly: para carregar e piseageires. trata-te enea Tie-
so Irmio. ^^ ^^
Para
Rio de Janeiro,
pretende aeguir com mu I a brevidedaj a aeja
nacional Veloz, tam paite desea riaraajemaai
ta prompte : para o reata qee lhe falta, Iraaa-e
com o seu consignatario Azevedo A filadas, ao
seu escriptorio, roa da Craz a. I.
GOIPAHU FtMUBflaitl
BU
avegaco costeira a vaptr
O vapor Pertinunga. ._.
segu vianem para oe portas da sal a aaa aaaa-
la no da 5 do outubro aa 4 horas da tarda, B-
eebe carga al o dia 4 ao meio ala. lacera
mendas, passageiroe e dianeiro a frota at dia
da sahida s 2 horas : escriptorio ae Tarta d
Hattos n. 1.
Rio de Janeiro
o palhsbote Piedades- receba carga a oecrae a
frete ; a tratar com Caetano Cyrieee da C. M. A
Irmao, no lado do Corpo Santo a. 23.
C0IPANBI4 PHtjlilIJJClll
aa
l1
cosleiraa
Parahiba, Rio Grande do Norte, M
cau do Amu', Aracaty, Ceara\
e Acaracu'.
O vapor Jaguaribe, coramaadaata Lab_
sujiir para os portas do norte at a Acaree* ao
da 7 de outubro aa 4 horas da tardo.
Recebe carga al o di 6 ea asea daa, Fsssm
hiendas, passageires e diobeit a frete al di
da sahtda as 2 horas : escriptorio ae Forte do
Hattos o. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
At o dia 5 do corrala aspan
do sul o vapor nocional Param, .
te o capitio teoente Jos LeesoM
Torrezio, o qual de poia da dsesera
seguir para os portos do aorta.
Desde j recebara-se pasaaffefree. e,
a carga que o Tapor poder eondanrir, a ^
ver ser embarcar no dia do aaa ebegeda : astea-
ra ra da Croz n. 1, eseri^tarie et tavada *
Mendes.
Leudes.
LEILAO
DI
acta
o que nio o (hereta carao
o o malta em dob'ro, sendo i
Faroha de trigo.
Pos ordem do Sre. Henry Faretar & C, n
sgeota HyppeUta levar a Ieilaa qaiata-fr
do correnta aa 11 horas aa asarte \
doa meamos seahoraa a cana 4a
cante a risco de quem oertaacer
com farinba de trigo, a aal ser
todo e qualquer preco, podo
cima a concurrencia i
dt Daos a.
J


(*)
D1AA1A M HWUHID0.
3 D OUIUBRP DE lei.
LIL
Ou ama rmilher damaiaida- Francisco de Arruda Cabrel .juer comprar.
Sena limites.
O agente Hyppolito autorisado pelo Sr. Anto-
nio Duarte Carneiro Vianns, levar a leilo a
grande exposico de caodieiros de gaz, sito na
ra Nova n. 21, e bem assim grande quaolidade
de gas, cadeiraa, bolcaa, quadros para salas de
differeatesqualidides goslo, exislindo enlre
lies ato par histrico, costureiros, balaios, ca-
ma de ferro, ferros para engommado (econmi-
cos), diversos objectos americanos proprios para
qualquercasa de familia e oulroa mutos artigos
que se torori* enfadonho mencionar, a [anga n-
do seque ludo le vender sem reserva do prego
algum : sexta feira 4 de outubro do correte an-
uo, as 11 horas em ponto, na aupracitada exp-
sito, desde j serio vendidos os mencionados
objectossem reserva depreco.
LEILAO
DE
MOVIS.
Sem limite.
Costa Carvalho autorisado por- urna
familia que tem de se retirar para fora
da provincia, tara' leilao de todos os
movis, vidros e outros muitos objectos
que seria enfadonho mencionar, no dia
cima as 11 horas em ponto no andar
do sobrado da ra estreita da Rosario
10.
de,para
a ruad 9
Tinta
;ioa familia, dirija-se
IHh do sobrado o. 18
IHunercidl me-
n.
LEILO
Hoje 3 do correte
Kalkmann Irmos & C, Continuarlo por in-
tervengio do agente Oliveira, o sea leilo de
completo sorlimenlo de fazendas as mais pro-
prias do mercado:
Quinta-feira 3
do crrente, as 10 horaa da manha, no seu ar-
mazem ra da Cruz do Recife.
LEILAO
DE
mm
Quarta-feira 4 do corrente.
0 ageote Antones far leilo em sou armazem
na ra do Imperador n 7 i, de urna casa de tsi-
pa arruinada situada na roa da Espersoca n. 21,
naSoledade, lendo a referida cass 30 palmos de
frente e 120 a 130 de fundo, com urna excellen-
te cacimba de pedra e cal de muilo boa agua,
sendo a dita casa de chaos proprios e tendo um
oitao de tiloto dobrado e um alicerce na parte
de detraz e mais 3 000 tijolos pouco mais ou me
nos pertencente a referida casa
Bem como
venier na mesma occasiao trastes de todas as
qualidaies por todo o prego por nao haver limi-
tes, as II horas em ponto do referido dia.
Avisos diversos. ""*
Os Srs. assignntes deste DIARIO
que se acham em atrazo de pagamento
queiram m; ndar satisfazer seus dbitos
vencidos a ra?ao de 6# o quartel como
esta' estipulado para o; que nao paga*
rem em tempo, ficando entendido que
mesmo a esse preco nao Ibes permitti-
do juntar dous e tres quarteis.
Olegario Siraiva de-Carvalho Neiva vendo
no Diario de hontem um edlal do Sr. juiz de
paz da freguezia de Santo Antonio, em que o
considera ausente, apressa-se em declarar que a
muito lempo nao sane desta cidade, onde efec-
tivamente est, sendo falsa a allegagio de Jos
Dias Vilella requerimento de quem se psssou
dito edital, sendo que o annancianle protesta
provar que o dito Vilella lhe quer roubar a quan-
ta de 10:0009. Recife 2 de outubro de 1861.
lo riit ii
Sexta-feira 11 do corrente pelas 8
fieras da manha em ponto andaro im-
preterivelmente as rodas da oitava par-
te da quarta e quinti da quinta loteria
a beneficio do Gimnasio Pernambucano.
As sortes de 6:000$ e 3:000# serao pa-
gas o dias depois da extraccao e as ou-
tras logo a entrega das listas. Os bilhe-
tes e me ios bi I heles acham-se ja a ven-
da na ra do Crespo n. 15, tbesouraria
das loteras e as lojas commissionadas.
O thesoureiro.
Antonio lose Rodrigues de Souza.
Atteneo.
5
Tendo lido oeste jornal um annuncio que sa-
bio no dia 2 do corrente em que se venda a ca-
sa da ra do Padre Floriano n. 31, e me perien-
cendo esta propriedade, para que ninguem se
chame so engao fago a presente declaragio, que
nunca autorisei nem mandei expor a venda a mes-
ma propriedsde. Recife 3 de outubro de 1861.
Jos da Cruz Santos.
Precisa-se de urna criada porlugueza para
engommar e coser: na ra Nova o. 33.
Na ra Direita sobrado o. 33, de fronte do
Sr Jos Luiz, fazem-se doces de diveraae quli-
dades, tanto aeccot como de caldas ; pao de-li
e bollos para qutlquer presente, com capellas,
ramos e florea, tudo de alfinins, lambem se fa-
zem bandejas ie bollinhoa de diversas armages,
com figuras e fitas'com leitreiroa, tudo com per-
feico e commodo preco. assim como paateia de
nata, pudioe, arroz de leile. doce d'ovos e jaleias
de substancia.
Preciaa-se de dous caixeiros para Maman-
guape, sendo um com pralica de fazendas e ou-
tro cos pralica de mulbadoa : quem se achar ha-
bilitado para deserapenhar satisfactoriamente es-
tes lugares, dirija -se ra da Cadeia n. 22, toja
ide Joao Peretra Uoutjobo t C.
Aluga-ae o 1 andar do sobrado da- ra da
Cruz do Recife n. 31 : a tratar no armazem do
sesmo.
Na traveesa do Apollo n. 1, deposito, pre-
cisa-se de um meano para caxeiro, que tenha
pralica de taberna.
No dia 4 do corrente em praga publica
do Illoi. Sr. juiz de paz da freguezis de8. Jos,
a bao a t peas seguintes :
1 relogio gs ie prata novo pa-
tento ; ...... 16JO0O
1 dito de i i trabalhsndo
bbbH ai^L^L^L^WSOOO
816001
pretal
lhorada.
Nenbum trabalbo a-tistico ou iudustrlal pode
er perfeito no seu omege., mormente quando
olios ato exercidos seto fosca precisa para ceu
completo desenvolvimealo- oeste caso so tem-
pe, dedicacao e cuidado pode em parte contribuir
para aju aperfeigoameoto. -Creado Qrmamenle
em principios lio justos, empreheodi melhorar
a lista commercial, someale na parle relativa a
sua cor, tornando- a completamente negra,, por
quaatoemtudo o maisrecoabego perfeito accor-
do com o desejo daquelles que, com a penna
tio'ta ganoso) o meto de subsistencia, renome e
gloria Saliafazendo dest'arte o deaejo de lodos
que, julgando defeito imperdoavel na cor preta
azulada que se distingua na tinta commercial,
presistiodo com ludo aa mais condigdes que a
tornara asas recommendada, as quaes sao, cor
duravel, nao oxidar as peonas metlicas, seccar
rpidamente, nao mofar, nm to pouco precipi-
tar no fundo dos tinleiros sedimento algum, soja
qoal for o lempo de sua duraeao. Persuado-me
que, taes predicados, j merecer justlficagio das
pessoas que liveram a benevolencia de experi-
menta-la, fleando, porm, a primeira condigo
abandonada de proa por datar de pouco tempo
as eacripluragoes que por vootura se tenham fei-
lo com a tinta commercial, um aono porm mais
tarde terio a prova da minha afirmativa, por
quanto ha oito mezes escripturei a folha de um
livro com a lila commercial, escripturaodo ou-
tra tambem com diversa tinta, alias reputada co-
mo a melhor de noeso mercado, hoje, porm
completamente saliste to, noto que s a nltima
desmereceu sua cor primitiva, ao passo que
aquella se ostents firme e resoluta, a vencer os
lempos dos seculos tiodouros. -
O fabricante da mencionada liota resolve de-
positar amoatrss em diverses pontos que serao
aonuociadoa afim de ser ella de nova esperimen-
lada e observada com altencao, podendo os pre-
lendentes, no casodeserem satisfeilos, procura-
la sement em Saoto Antonio, ra do Queimado
casa n. 6 do Sr. Jayme, e em S. Jos, botica d
sr. lorres, nicos e oca r regad os de sua venda. As
garrafas terio urna Urja assigoadi em manus-
crtpto pelo punho do fabricaute, evitando assim
que se possa confundir seu produelo com de ou-
tros dedicados imitadores.
E'indispeosavel que os tinleiros'destinados pa-
ra a tinta commercial estejam precisamente la-
vados, assim como as peonas e caetas nao coo-
teobam partculas de outras tintas, porque em
poucos miuutos ella se ressentir, ficando com-
pletamente estragada.
Quem souber da resideocia do Sr. Manoel
Luiz dos Santos e Silva, que ae diz ter vindo do
Rio de Janeiro, favor dize-lo a Caetano Pinto
.,.?* qoe t,eseJ* lbe r*llar. ou nnuocie p
esl folha. r
Precisa-se alugar urna escrava para carre-
jar fazendas com outra pessoa ; oa ra do Hos-
picio n. 62.
-- Rogase ao Sr. Francisco de Viveiros da
Costa Amoriro, natural da ilha de S. Miguel fl-
Iho de Francisco de Viveiros e de Mara d S
Jos Figueitoa d'Alagoa. ou a alsuma familia
que lhe perlenga, o favor de dirigir-se a asta ty-
pographia para se lhe dar noticias da parte de
urna neranea que lhe tocou por morte de seus
pais.
Alugam-se tres casas eru Beberibe, no Por-
to da Hadeirs, com bastantes commodos, tendo o
baoho e leile na porta ; a tratar aa ra do Ouei-
mado, loja o. 48.
Para quem pre-
cisar.
Offerece-se om mogo solteiro para eosioar pri-
meiraa letras em qualquer engenbo ou casa par-
ticular, pois paraiato tem alguma pratica quera
de seu presumo quizar ulilisar-se. dirija-ae a ra
Camboa do Carmo o. 33, ou oa cidade deOlinda
casa pegada ao Aljube, que achara com quem
tratar.
A viuva de Manoel Ferreira Maa vende
duss casas para pagar aos credores, sendo urna
na ra do Amparo n. 1, e a outra oa ladelra da
Misericordia o. 2, todas na cidade de Olinda
LOIYOR E MRITO
Pelo curativo de urna ^
Grande Inflamniac&o dos oTlios.
Eu abaixo assigpado declaro que urna mioha
escrava lendo sido accommettida de urna grande
inuammagao nos olhos com dores agulissimas
por toda a cabegs, estando quaai cga do olho di-
reito, acbava-se oeste estado havia seis mezes ;
e depois de applicados varios remedios sem suc-
cesso algum recorr ao Sr. Ricardo Kirk, escrip-
torio na ra do Parto n 119, que applicando as
suas chapas medicinaes a pdz perfeitamente boa
no curio espago da 20 dias. O que verdade e
vsi por mim assignadoRuado Ourives o. 227__
Rio de Janeiro.Tboniaz Alves.
Fugio no dia 17 de setembro do corrente
moa do eogenho Algodoaes, sitio do lavrador
Francisco Joaquim da Rocha, um preto de oome
Alexandre, de nago Angola, representa 30 an-
uos, alto, secco, bem preto, pouca barba, olhos
embraoquigados, com sgosl de ferida oo coto-
vello de um dos bracos; quem o pegar leve ao
dito lavrador, que gratificar.
Fugio no dia 29 do passado um escravo mu-
lato de nome Fernando, baixo, grosso, cabello de
cabocolo, toca violao e rabeca, consta que tem
urna amasia no Csmioho Novo, e j foi visto oa
estrada do Hospicio -pura Santo Amaro : quem o
prender ser recompensado na ra de Apollo n.
6, deposito da fabrica do Hooteiro.
Precisa-se de urna ama para casa de homem
solteiro, que compre e engomme ; na praca do
Corpo Saoto n. 21 se dir quem precisa.
"Pedro Gra Foguista, subdito inglez, retira-
se paca o Paran.
No dia 5 do correte mez, as 2 horas da
larda, em praga publica do Sr. Dr. juiz munici-
pal da 2. vara, que lera lugar na sala das au-
diencias, se ha de arrematar jior venda urna casa
terrea com seu competente sitio, na ra do Gi-
qui, por execugio de Manoel Joaquim Baptista
contra Jos Florencio de Oliveira e Silva, escri-
vao Santos, proveniente de letras da compra que
fez o executado da mesma propriedade, que flcou
especialmente hypothecada aoseu integro paga-
mento.
Magdalena Si
rada de tan de taipa sil 5 4
villa do Limoeiro, a qual pertenceu ao seu falle-
cido pal Faustino Jos Maciel; alguero ee jul-
gar cora algum direito i mesma, quefra jpre-
seolar-fe na ra do Crespo, loja n. 16,- isi0 e
przo de 8 dias. a contar de hoje. Recife 2 de
outnbro de 1861.
Sitios para alugar
Aluga ae um sediente sitio cora boa^ssa em
BemQca margem do Capibatibe ; outro no lu-
gar dos Remedios defronte da igreja ; a trajar
com A. V. da Silva Barroca, no largo de Beti-
ca, ou na ra da Cadeia do Recife n. 4.
A commiaso encarregada da veriQcago
dos crditos da massa fallida de Antonio Joaquim
Vidal, previne a todos os senhores que se julga-
rern credores da mesma massa, para que apre-
senlem seus ttulos no espago de 3 dias, na loja
de Joo Joa de Figuelredo, ra do Crespo o. 9.
Pede-se ao II! m. Sr. Dr. chefe de polica
que lenhs a bondade botar suas vistas sobre um
homem morador na ra Direita, pois sendo um
homem sem vida, s trata de andar insultando
e provocando a toda a visinhanga con palavras
obsenas e injuriosas, do contrario haver mais
um caso sioistro entre a sociedade, pois tendo
este homem assigoado um termo de be% viver
para com a visinhanga peranle S. S., pouco caso
tem feito disso e tem continuado na mesma ;
pois urna fra de lingua Orina como esta devi
ser encerrada em urna gaiola, e ser depositada
na exposlgio para um dia nao servir de desgrags
a quem ande socegado. Isto pede
Um dos offendidos.
Jos Bento de Souza vai aos portos do norte
Na travessa dos Quarteis, casa o. 39, ha
urna ama para casa, a qual cozinha e faz o ser-
vico ordinario de urna casa.
Aluga-se um molatinho de 14 anoos para
tolo servigo ; oa ra do Jardim, casa o. 30.
Atteneo.
Ninguem poder comprar ou hypotheear os
terrenos si|ga oa roa da Concordia, Pairea, Cal-
deireiro, pertencentes ao casal do finado Antonio
Jos de Albuquerque, pois que os meamos se
acham obrigados pelo debito do mesmo finado,
por aentenga definitiva que obteve nos tribuoaes
desta cidade,sem que se emendara primeiro com
os abaixo assignados, son pena de aonnlar-se to-
da e qualquer Iranasccio.
Ahtonio Roberto & Filho.
Precisa-sede urna ama de meii Hade que
saiba cotinhar o diario de urna casa de pouca fa-
milia, podendo ir dormir em sua casa ; no Reci-
fe, ra da Cruz o. 31.
Atteneo!
Perdeu-se na ooite de 29 de setembro ultimo,
desde o becco da Lama, no bairro do Recife, al
igreja do Corpo Santo, urna pulseira de ouro :
roga-se a qualquer pessoa que a tenha achado o
favor de entrega-la na ra da Senzalla nova
n. 20 que se lhe gratificar.
Atteneo
Precisase de um cozinheiro perfeito para um
hotel : a tratar oa ra estrella do Rosarlo, o. 20,
loja de relojoeiro.
Preciaa-se de Ires cootos de res premio,
daodo-se por bypotheca um bom sitio nos arra-
bel les desta cidade, cujo valor de mais de vio-
le conloa de res ; no armazem de trastes con-
fronte ao porto dae.caoas se dir quem faz
negocio.
OlTerece-se urna pessoa para leccio
lingua nacional ele e francez em qualquer par-
le (ora desta praga : a tratar na ra do Vigario
o. 21. loja d'alfaiate.
Gaspar Pereira da Silva, portugus, vai
Macei.
Precisa-se de urna ama de leite
orra e sem lbos, branca ou parda :
na ra da Imperatriz n. 53, segundo
andar.
Monteiro & Soares avisaos ao respeitavel
publico que oo dia 30 da setembro prximo pas-
sado se daseocaminhou de seu eatabeleeimeolo
da ra larga do Rosario o. 46, urna carteira
graode com ceoto e oiteota a cenlo e noventa
mil res em dinheiroa, com diversas letras e um
recibo da caixa em commandila do valor de um
cont e ciucoenta mil reia n. 259, pertencente a
Bernardo de Cerquetra Castro Monteiro. Um
dito do escrivo dos protestos de urna lellra de
oitocentos e tantos mil reia, saccada por Jos
Sii'op du
0RGET
JARABE DO FORGET.
Eate M'ope eal aprrovdo pelos mais emioenles mdicos de Pars,
imo sendo o melhor para cursr consUpscoes, tosse convulsa e tmnt,
aftecAes dos svoncbQs, ataqnes de peno, imucoes nervosas e insomnolencus: asa col I
pea manna, e outra a noite sao suficientes. O ruello deste excelente urooe satisfaz m
tempo o doente e o medico. ^^
O dtpotlto na ru tarja do Retarlo, botica de Birlholomte F'ancuco de Satuat, m. 3S\.
tytth nnmfff-fmfm
Grande laboratorio a vapor
DE
DE
ROUPA.
DE
Em praga publica do juizo dos feitos da
fazeoda provincial se ha de arrematar a quem
mais der os beos seguintes :
Urna casa terrea na ra do Bom-Goslo, fre-
guezia dos Afogadoa n. 19, com 18 palmos da
freote o 50 de fundo, pequeo quintal em aber-
to, em chaos foreiros e avaliada em 50$.
Outra dita na mesma ra o. 21, teodo 18 pal-
mos de freote e 50 de fundo, quintal em aberto,
chaos foreiros e avaliada em 50tf.
Cujas casas fonm penhoradas por (execugio da
fazenda provincial contra os herdeiros de Joa-
quim Caetano da Luz.
Urna olera oa ra da S. Miguel o. 6, sobre
pilares, coberta de telbaa_icom competente foroo
e um quarto, em bosfl hado, ivaliado o seu
rendimeolo annual^sB B.
Cujo rendimento fo^iffnorado por execuco
da fazeoda provincial contra Jos Buarque de
Macedo por Manoel de Souza Jardim.
Um carro de 4 rodas pintado de verde e ava-
llado em -400$.
Outro carro de 4 rodas com todos os seus per-
teoces, o. 44, em bom estado e avallado em 600.
Cujos carros foram penhorados pela fazeoda
provincial contra Augusto Ficher.
A renda annual do sobrado 00 largo do Parai-
zo o. 49, com commodos para familia, avaliada
em 2509.
Cuja renda foi penhorada per execugo da fa-
zenda provincial contra a viuva e herdeiros do
marquez do Recife.
A renda aonual da casa terrea no PogojaSfcaJ'a-
oella o. 75, avaliada em 72S. ^aF
A renda aooual da casa terrea 00 mesmo lu-
gar n. 76, avaliada em 48J.
A renda aooual da casa terrea no mesmo lu-
gar n. 77, avaliada em 48g.
A renda annual da casa oa Casa Porte o. 4,
em mo estado avaliada em 36$.
A reo-la anaual da cass 00 mesmo lugar n. 5,
em mo estado, avaliada em 36$.
Cujas rendas foram penhoradas por executao
a fazeoda provincial contra a viuva de Miguel
raocisco Gomes.
A renda annual da casa terrea na ra Direita
dos Afogados o. 35, com 2 quartos, 2 satas, co-
stana fora, quiotsl com cacimba, avahada em
969000.
Cuja renda foi penhorada por execugio da fa-
zeoda provincial contra Antonio Vas Salgado.
A renda aooual da casa terrea 00 Campo Grao-
de n. 5, avaliada em 96$.
Coja renda foi penhorada por execugo da fa-
zeoda provincial contra Paulido da Silva Min-
delo.
A renda aooual da casa terrea na ra do Qua-
tro Caolos, em Olinda, o. 4, com commodos pa-
ra familia e um pouco arruinada, avaliada em
969000.
Cuja renda foi penhorada por execugio da fa-
zeoda provincial contra os herdeiros de Antonio
Jos de S Araujo.
A renda annual da casa terrea oa ra de S.
Pedro Marlyr, em Olinda, n. 4, avaliada em 968
I. Cuja retada foi penhorada por execugio da fa-
zeoda provincial cootra Mara Elias do Carmo.
Eleuterio de Azevedo cootra Joao Jorge'd MoUI A "nd" aDnu,, casa errea neslrada de
ta. Urna letra de dous cootos duzentos e tantos ,0*.de Ba"?..- 3. avahada em 120*.
Cuja renda foi penhorada por execugio da fa-
zenda provincial contra Alexaodrioo Ignacio.
avio- ei
1 con -
m
MmMi9'MM
LAVADA.
40 ris.
com mais roupa.
70
100
110
80
11200
19600
I9OOO
2*000
500
19000
a


a
>

LAVADA, CO-
SIDA E
ENGOMMADA.
ICO ris,
120
160
200
240
1
>

Roupa de familia, ndistioctaroeole, pegas grandes e pequeas. .
Roupa de navios, vapores e bvpitaet. ..?...
Pegas grandes isoladamente como leogoes, toalhas de mesa!
Koupa de doente de familia, que nao seja fregueza......
Boupa misturada que alguem sem ser freguez exigir que se lave.
Una rende vindo com mais roupa. ...,./
Urna rede isoladamente.....
Um cortinado de cama de casal vindo
Um dito dito isoladamente ....
Um dito dito de solteiro ou raraoda.' ". ".
Um dito dito isoladamente....... *
h AS peM0M -ue n5 quizerem mandar engommar toda a roupa, laaoratorio eoca case
de mandar ogommar as seguintes pegas, pelos seguintes pregos : carrafa se
Vestidos lisos.....600 ris.
Saias........200
Camisas de homem. 160
Caigas........280
Cohetes.......160
Paletota......: 460
Colariohos. ...... 40
O laboratorio encarrega-se de engommados de objectos de senhora os mais delicados ai-
ra isto tem ja contratado as mais habis engommadeiras oaciooaes e estraogeiras, que entra nos
No prego dos engommados de roupa de familia, eicep uam-se os vestidos, collinhai man-
guitos e mais objectos que forem guarnecidos de reodas. Lobados, pafoa, rifas etc etc basa c 0-
mo os corlioados de bergo, cama, varaoda. que se pagario segn lo o ajusto.
Qualquer que exigir roupa somente lavada, ou tambem eogommada, com mais brevidada
qae a designada, pagar mais 25 por ceoto sobre o prego.
0 prazo oa entrega da roupa aera por em quanto 8 dias depois do recebimeolo e da lavada
e eogommada 15. '
A roupa de familia ser lavada em machina separada da dos hospitaes, e as pessoas en car-
regadas do servigo da roupa serio mulheres.
Os propietarios pagara#>qualquer pega que se estraviar, eaflaogam que a ario u machi-
nas inteiramenle inoffensiva. ^ -
Qualquer que mandar roupa, recebar um vale do numero de pegas com a declaragao 4 im-
porte da lavagem, o qual ser restituido com o competente importe na occasiio do se entrecar 1
roupa prompta, sem o que eats flear depositada.
O eatabeleeimeolo eocarrega-se de tirar oodoas
ajuste.
Os proprielarios rogam a seus fregtezes o obsequio de man iarem roupa suja
bam a lavada, para assjm manler a regularidade do servigo. '
A entrega e o recebimento da roupa oa casa de baohoa, 00 pateo do Carmo. em todos oa
dias uteis das 7 horas da manha s 5 da tarde. '
i
entregar
de qualquer naturesa, precedeodo
apenas
i
Atten Offerece-se um criado para copeiro ou boliei-
ro : quem de seu presumo precisar, dirija-se
ra ds Aurora n. 47.
ATTENCAO.
Joao Baptista do Reg, caixeiro do Sr. Fran-
cisco Jos Germano, pede aos Srs. Monteiro &
Soares, e Custodio Ferreira Moutinho, se digoem
declarar se enlende-so com o annunciante a de-
claragao feila no Diario de hontem de aero mes-
mo annunciante o devedor da letrada quaotia de
dous conloa e duzeotcs e tantos mil ris, ecomo
nada, deva aos meamos senhores, roga-he que
se digoe declarar por este Diario. Recife 2 de
outubro de 1861.
Depoia da audiencia do Sr. Dr. juiz de or-
phaos, no dia 4, tem de ir praca por venda o si-
tio Bongi. na freguezi.i dos Afogados, pela quan-
lia de 640*000, a requerimento do inventariado
Marcolino das Virgeoj Ramos.
Irmandade do Di-
vino Espirito-
Santo erecta no
conveato doyeligio-
sos franciscanos.
O secretario daala it mandado convida a lodos
os seus earleeimoa ir raaos para comparecerem
domingo, 6 do correal;, s 10 horas da manha,
no consistorio l
JBjfrque deve
mil res, aaccada por Custodio Ferreira Moutinho,
cootra Joo Baptista do Reg, (morador oa pro-
vincia da Parahiba, Vicente Ferrer da Silva
e Joio Bazilio do Espirito Saoto, vencida em
dezembro proxinro paseado. Outra dita de um
cont novecentos viole e quatro mil seiscentos
c noventa e cinco res que eslava em garanta
as firmas existentes as costas da outra cima,
cuja letra ae veoceu em 18 de setembro prximo
passado. Quatro ditas aceitas por Jsciolho Si-
rcoes de Almeids, no valor de duzenta e doze
mil res. Urna dita aceita por Antonio Joaquim
Freir, de cento e tantos mil res. Urna dita
aceita por BeralJo Bezerra de Araujo, de vinte
cinco rail e quatro ceios reis. Urna dita aceita
por Manoel Sebalde de Marte, de seceota e sete
mil reis. Urna dita aceita por Paulo Francisco
Rezende de noventa e cioco mil e duzentos reis.
Urna dita aceita por Rufino Jos dos Santos, de
cento trila e oito mil reis. Quatro ditas acei-
tas por Carvalho & Heodes, saccadas por Miguel
doa Santos Coimbra, no valor de seiscentos mil
reis. Urna dita aceita por Miguel dos Santos
Coimbra de duzentos e tantos mil reis. Urna dita
aceita por Jos Joaquim de Sant'Anns Guerra,
de cento e tantos mil reis. e diversos documen-
tos tudo existente na meama carteira, cuja se
achava em mo estado. Rogamos as autorida-
des policiaes aprehendam data carteira 00 qual-
quer documento; e rogamos a qualquer pessoa
que apreheodor a dita carteira com os documen-
tos, ser bem recompensada.
Atteneo.
Na cocheira da ra da Florentina, que foi do
Sr. major Sebastiio, recebem-se cavallos de tra-
to mais barato que em outra qualquer parte.
Antonio Pinto de Barroa aluga pelo tempo
de fesia o seu sitio e casa no largo do Monteiro.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que deixou de ser caixeiro doa Srs. Pe-
reira & Marques desde o dial." do corrente, e
retira-se para Mamaoguape a negocio. Recife 2
de outubro de 1861.Antonio Jos Ta vares,
Miguel Antonio Roberto, encarregado da
limpeza desta cidade pretende botar as raeamas
carrocas que haviam aoligamenle ; morador oa
ra Nova o. 15.
Roga-ae pessoa que tiver a carteira de
Mooleiro & Soares, queira ter a bondade de flear
com o dinheiro e botar a carteira com os docu-
mentos lodos por debaixo da porta, visto nada
lhe servir por catar ludo provenido.
A renda annual da casa terrea n ra dos Pra-
zerea freguezia da Boa-Vista n. 14, com suffi-
ciente commodo para familia, avaliada em 120g.
Cuja renda foi penhorada por execugio da fa-
zenda provincial coolta o vigario Feliciano Pe-
reira de Lyra.
A renda annual da casa terrea na Capunga n.
61, com 2 salas, 2 quartos e sem coliona, toda
arruinada, avaliada em 80*.
Cuja renda foi penhorada por execugio da fa-
zenda provincial contra Manoel Camello Pessoa
por Ivo Corris do Nasci ment.
A rends annual da casa terrea na ra doQoia-
bo n. 56 freguezia dos Afogados com commodos
para pouca familia, em mo ealado, avaliada em
409000.
Cuja renda foi penhorada por execugio da fa-
zenda provincial contra os herdeiros de Jos Vi-
torino Corris.
Urna asa tarrea no largo do Amparo n. 1, com
21 palmos de freote e 53 ditos de fundo, com a
freote de pedra e cal e os oitdes de taipa, ava-
liada em 1509-
Cuja casa foi penhorada por execugio da fa-
zenda provincial cootra a Irmandade do Sr. Bom
Jess da Graga do Amparo.
Os preteodentes comparecam as 10 horas do
dia 3 de outubro do correte auno oa sala das
audiencias, que a ultima praga.
Claudio Dubeux faz sclenle aos seus amigse
freguezes de mnibus quede ora em diante ven-
der os bilhetea de eotrada para, os seos mni-
bus a 80* o cento, e que a menos porgio que
vende de 25 bilhetea cujos bilhetes servirio pa-
ra qualquer dislriclo meos o de Jaboatio.
Feitor.
Precisa-so de um feitor que eoteoda bem de
jardim e borla ; a tratar na ra Nova o. 38.
Val praga pelo juizo deorphios desta ci-
dade, (Indas tres audiencias, a requerimento do
inventariarte dos beos do finado Domingos An-
tonio Gomes Guimaraes, as partes das casaa de
dous andares da ra do Crespo d. 17, avaiiada
em 2:250*. e ra do Imperador n. 23, avaliada
em 4-751*819, sendo o total da avaliacio da 1.a
27:000*. e da 2.M6:000*.
O abaixo assignado, sendo depositario da
preta Thereza, africana, presentemente grvida,
com 30 a 40 a unos de idade, a qual litiga va por
meio do Dr. curador geral da cidade do Recife a
favor de aua libertad?, declara ao respeitavel pu-
blico que a dita preta seduzida talvez por alguem,
desappareceu de sua compauhia hontem as 4
horas da farde ; pede, pois, s pessoas que por
ventura a encontraren), que se digoem de leva-
la ao mesmo abaixo assignado, na cidade de O-
linda, no sitio fronteiro igreja de N. S. do Gua-
de-Lupe. Cidade de Olinda 30 de setembro de
1861.Conego Jos IMonizio Gomes do Reg.
Precisa-ae de um caiieiro cdffa pralica de
taberna, e que seja capaz da tomar coota de urna
por balaogo ; a tratar no largo da ribeira da S.
Jos o. 1, esquins de Santa Rita.
Aluga se urna boa casa para passar-se a
festa.sila na povoagio do Monteiro, o um sitio
no lugar da Torre com lodos os commodos : a
tratar com o Sr. Jos Azevedo de Aodrade, oa
ra do Crespo, mi com o proprietario Jos Ma-
riaooo de Albuquerque, oa Estrada Nova.
Remigius Kneipp, faz sciente ao
respeitavel publico e seus freguezes, que
se acha habilitado fazer escadaria re-
donda, segundo o mais moderno e ele-
gante gosto, e pelo preco o mais rasoa-
vel possivel, garantindo sempre solidez
e bemfeitoria as suas obras: quem
pois de seu prestimo precisar, dirija-se
a oflicina do mesmo na ra da Impera-
triz n. 25.
Cabelleireiro
Precisa-se de um pequeoo de 12 14 sa-
nos de idade para caixeiro de taberna, que U-
nha alguma pratica deate negocio : na refinaco
da ra da Gloria n. 114.
Acha-se justa e contratada a venda da ar-
magio da taberna da prags da Boa-Vista n. 1*.
pertencente a Manoel Domogoes da Silva Judo*:
quem se julgar com direito a qualqaer reclama-
cao, dirija-se a taberna da esquina do becco da*
Barrenas ; a tratar com Joio Jos Lopes da
Silva.
S. Jos d'Agonia.
O secretario da "coofraria de S. Jos d'Ago-
na, convida a todos os irmios a comparecerem
terga-feira 1* de outnbro e todos os dias conse-
cutivos pelas 6 horas da larde no consistorio da
confraria para discussio do novo comproaasaoo.
Manoel Francisco doa Santos e Silva.
Offerece-se urna mulber para ama de casa,
a qual compra ecosinha: na roa nova 4o Saata
Rita n. 34.
^
U. Francisco Balthazar da Sil-
veira e sua familia rogam aos. seus
amigos e prente, que llies fa-
cam o caridoso obsequio de assistir
a urna m isa que hoie 3 do cor-
rente pelas 9 horas da manha se
ha de dizer na matriz da Boa-Vis-
ta pelas almas de seu pac e de sua
mae.
I
Cassintf Militar Peruamb-
cano.
A directora cientfica a todos os se-
nhores socios que a partida- deste mea
tera' lugar em o dia 19, roga portanto
dos mestnos hajam de apresentar sua
propostas de convites at o dia 8 na ra
Nova n. 443, primeiro andar.
Antonio Vilella,
Secretarlo.,
perr
otnma-sc com
9 Joo Jos de Gouveia
9 com armazem de fazendas na ra do
Sjfc Queimado n. 89, esquina do Collegio,
. avisa ao respeitavel publico que ha re-
s formado' o seu estabelecimenlo, sorlin-
^ do-o tanto em boa qoalidade como em
a, gosto, com as melhores fazendas ingle-
? zas, francezaa, suissaae alleaoies, acban-
do-se dis(toslo a vende-las o maa bara-
to possivel, e por isso convida aos seos
x freguezes e ao publico em geral para o
w honraren) com a sua concurrencia e
0 confiaoga.
*m% $
Aluga-se um excellente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
tribara etc., a casa construida ba pou-
co tempo com terraco a roda, sita
entrada do Poco: a tratar com os pro
prietariosN. Bieber & C, successo-
res. ra da Cru* n. 4.
Jos Cirios do Reg Valenca deixou de
ser caixeiro dos Srs. Barroca & Medeiros desde o
principio de siembro.
Ama.
5 Na ra do Imperador n. 40 loja de al- 5
V falate, precisa-se de urna ama boa coal- V
*J
Apurado gosto.]
Gurgel & Perdigo.
Receberam peloullimo paquete francez
superiores vestidos de seda de cores, do
differentes gostose feilios, manteletes do
novo modelo, capaa compridas a propbo-
ta o mais rico e moderno que tosa vindo
o este mercado, superiores corteo do
cambraia bordados, leques de madrepero-
la de diversos pregos, todas estas fazen-
das existem em pequea quaotidade,
experiencia para ver ae agradara no mer-
cado : na ra da Cadeia loja n. 23.
Por barato preco.
Colzas do lia e seda proprias para ca-
ma- e cobertaa de piano a 5a, aienda
que pela quahdade vale 15, gollas o
manguitos de fustio, ditas do cambraia
de lioho a 3$o par, punhos o gollas de li-
nho ou de fustio bordados proprios para
roupio a 3a, saias balio de roadapolo a
3S : oa loja de Gurgel & Perdigo, roa da
Cadeia n. 23.
*
IFIfMliM
DE
pin
s
mero 40.
pera o
Trapiche
Na ra da Cadeia do Recife
d. 55. primeiro andar.
J.Godofredo, artista cabelleireiro acaba de es-
labeler-se na ra da Cadeia do Recife n, 55, pri-
meiro andar, e ahi encontrario os freguezes o
sceio necessario no desempenho de sua arte.
Recebe encommendas de cabelleiras, meias di-
tas, chinos, msrrafas, enchimentos para bandos,
crescentes, trangaa para anneis, trancelins, ca-
deias, braceletea etc., ele. Cortes de cabellos e
frisados, lavagem de cabega com #excellente
agua imperial.
' Augusto Spiner e aua mulher, subditos fran-
cezes, retiram-se para o Rio de Janeiro.
Preciss-se alugar urna escrava para o ser-
vigo de casa : na ra do Cabuga n. 18, primeiro
andar, entrada pelo paleo da matriz.
Precisa se fallar com os Srs. Antonio Joio
da Silva e Vicente Eloy da Fonaeca e Silva, ou a
alguem por elles, a negocio de seus interesses :
ns roa do Crespo loja o. 14.
Fas-se lodo negocio com um excellenla
cabrioletde 4 rodas para um e dous cavallos. e
ums ptima burro para o mesmo, tambem se
vende um rico agrande carro de vidraca com a
sua competente parelba: na ra do Imperador
n. 12, cocheira.
Preciaa-se fallar com o Sr. Joaquim Caval-
eanti de Albuquerque Mello a negoeio de aeu in-
teresse, no becco daa Roias n. 16. Nio se aton-
de com o pai do Sr. Mello filho, morador na roa
da Cadeia.
Precisa-se tomar'por alogael orna escrava
quaiaiua oomprar e cosinnar. So convier, o sa-
larlo tornar-se-ha questio secnoasia, e delle ae
podar tratar na roa da Croz do mocil, n. 17,
em qualquer dos andares da casa.
Precisa-se do urea preta que saib bom la-
var roopa, tanto de sabio como de barre
> faljeci:
dito Hespanh
Escultura em Marmore

Caes do Ramos n. 30.
Se fazem pelos pregos seguintes:
Coosolos i Luis XV de lSf a 15.
Jardineiraa dem idem do SOf a 30*.
Consolos lisos de 9a a lSf.
Mesas redondas de 18$ a 251.
Lavatorios de 121 a 301.
Aparadores de 20$ a 35f.
Letras gravadaa douradaa oa embutidas coa-
forme os caracteres tamanhos da 100 rs. cada
urna a 1f.
Pedra para collocar as ditos, cada palmo eso
quadro a 11.
Coocerta-se alabastro, jaspe o porcelana.
Recebem-se podras usadas em troca, qaer so-
ma ou nio de trastes, anda mesmo qaebraos.
MVAIUDA DA
00
Recife ao
ra n c i se o.
mt
{ada 1' de oulu
haverio dous trena Sacada, loa
horaa
?
Frr


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_'.'
1
L

-_
DiAlUO M fMNllICO *- QUINTA IBA 8 IB OUTUBRO DI "81
Ao publico.
Por deliberado da cmara municipal desta
cidade na aeaeao de boje, feco publico que aa ar-
remalaeoea dos impostos perteocenlee 4 meama
cmara, foratt. Iraoaferidaa para o dia 3 de ou-
tubro prximo viodouro em meo de os licitin-
tes nao te haverem apresentado habilitadas na
forma da lei. Olinda 60 de setsmbro de 1*61.
Canillo da Silveira Borges Tavora Indgena,
Secretario. I
Agencia de passaporte.
Clauoino do Reg Lima lira passaporte para
deotro e fora do imperio por comroodo prego e
prstese: na ra da Praia n. 47, primeiro andar.
Tachygraphia.
O laehygrapho G. Falcao di liges de sua arle
por mdico prego : as pesabas que quierem uii-
lisar-se de seu presumo, deixem seus nomes e
moradas na ra estreii do Rosario n. 16, aonde
acbarao as precisi inlormagoes.
Na ra da camboa do Carmo, sobrado n. 8,
no segundo andar, precisa-se de duas pretas que
eejam flelse deligentes para tomarem pao-de-16
e doces de vendagem.
ExposQo
Jayme,
cabelleireiro, trancador e
desenhador em cabellos,
contina em seu ealabelecameoto na rus do Quel*
mado n. 6, primeiro andar, a exercer as funccoes
de sua artacom asseio e proaplidao. Tinge ca-
bellos e barbas por um processo facilimo, extrahe
os caspas por meio do tricopheroes ; este excel-
lente remedio oio so extrahe es caspas como fas
reoasccr os cabellse isto Baranleo annunciante.
Aluga-se o sitio n. 3 oo Caldeireiro ; qacm
o pretender, dirjanse a ra ds Cruz n. 30, escrip-
torio do Sr. Joa ta Silva Faria, ou e ru do
Mondego n. 51.
Os ebaixe asignados tenham a bondade de
apparecer ama Nova n. 21, toja do Germano.
Jos Antonio Per reir da Silva.
Francisco Xavier Venancio Pimenta*
Pedro de Assis Campos.
Bacebio ftezerra Cavalcanli.
Manoel flezendo do Reg Barros,
Alagam-se o segundo e terceiro andares
con -sotao da casa da ra de Trapiche n. 44 ; a
tratar no meimo armstem de fazeodaa.
Na ra Direita n. 32, ba para alugar-se um
segundo andar com bastantes commodos: a tra-
tar-te no primeiro andar.
Ensino de preparatorios.
O bacharel A. R. de Torrea Bandelra, professor
de geographiae historia anliga no Gymnasio des-
ta provincia, tera retolvido abrir novos cursos de
rhetorica, de geographia e de philosopuia, assim I
como das linguas feaoceza e ingleza, a principiar
do dia 20 do correte ; na casa de sus residen- !
cia, ra do Imperador 37, segundo andar, en-'
trada a direita.
CO^SULTORW ESPECIAL HOMEGP ATHICO
DO DOUTOIV
SABINO O.L. PIMHO.
Ra de Santo Amare (Mundo
Novo) n. 6.
Consultos todos oa dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das segrales molestia :
makttiat des mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestia* dat olhot, mo-
leftMM-sypHiiiUcat, toda* as-especies de febrts,
ftires intermitientes e suas consequtncias,
PHABJUCU ESPECIAL HOBEOP ATHICA .
Verdaderros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas neoessarias, in-
falliveis em seus etYeitos, tanto em tintura,como
em globales, pelos presos mai-i oemmodoa poa-
slveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
rucamente rendidos em sua pharmacia; todos
fue o forern (ora della si,o falsas.
Todaa as'Carteiras e acompanhadas de um
impresso eom um emblema em relevo, tendo ao
redor as saguintes paiavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiso. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
' de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o no-
mo do Or. Sabino sao falsos.
A commissao encarregada
d convidar os Srs. membros
di s Corporacoes de artes e in-
di istrias, desta e da cidade de
Olinda, prepararem os tra-
ballhos que pretendem apre-
sentar exposico de 7 de no-
yembro, suppondo que alguns
desses senhores deixem de
emprehender a realisaco de
suas ideas patriticas por
falta de meios, convida a
aquelles que estiverem ues-
sas circumstancias a dirig-
rem-se, no mais breve espado
ae tempo, livraria n. 6 e 8
da praca da Independencia,
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
va a maneira d ajuda-los
se fazerem representar nessa
festa das cinco irmaas, Ala-
goas, Pernambuco, Parahiba,
Rio-Grande-do-Norte e Ceara.
A, F. Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a sociedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estabele-
cido com dous ceiados armazens de molhados, associado com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr. Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte A Souza, e o segundo
na de Duarte Almida A Silva: efe tes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico,, nao s na lino pez a e asseio com que se acham montados, como em communidade de
preco, pois que para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afim de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
ao publico urna vaniagem de menos 10 por canto do preco que posiam comprar em outra qualqoer parte, por isso desejando os proprietarios acredi-
ifimrt/fiiiai moarnn nrnmn wr*m useslabelecioienios tem deliberado garantifem toda e qualquer qualidade de gneros vendidos em seos armazens, e assim j poder ver
aum ue que a mes Uta Jliuiuu- puWc0 que pode mtn U encommendas, mesmo por pessoas pouco pracas, em qualquer um desleseslabelecimentos, queserao to bem servi-
e*o

;:
I
3-Rna estreita da Rosario-3
Francisco Pinto olorio continua a col- i
% locar dentes arficises tanto por meio de i
p molas como pela preasio do ar, nao re- a)
a% cebe paga alguma sem que aa obras nao ff
v fiquem a rontade de seus donos, tem pos ay
& outras preprameos as mais acreditadas 0
a% para conserraco da bocea. %
* 5
Attencao.
O bacharel Witruvio po-
de aer procurado na ra
ora o. 23, sobrado da es-
quina que volta para -a
camboa do-Car mo.
Publicacoes do Instituto Ho-
meopatbico io Brasil.
TBES01B0 HOMEOPATHirO
Hanoel Moreira'Campos, participa ao publico,
ecom particularidade a seus Ireguezes, pe mu-
dou o seu eslabelecimenlo, da ra da Cadeia de
Kecife n. 13, psra a raesma ra n. 3, loja que fei
do fallecido Salvador Pereira Braga.
M gslhaes Souza, fazem sciente ao res-
peilavel publico, especialmente aocorpo do com-
mercio, que tem justo e conlractado a venda sita
oo Pateo de Settedro n. 1 perleocenle ao Se
Jos Antonio da Cunta : quem se juagar com di-
reito a meama appare^a no prazo 'de 3 dias na
ra Direita n. 30.
Vocal e instrumental
Manoel Augusto de Menezes
Costa,
Protessor da cadeira de msica do arsenal de
guerra, d licoes de msica por casas particula-
res, quem de seu p*eslimo se quizer ulilisar pro-
crelo na ra d-a Concei^ao da Boa-visla o. 42
oo no mesmo arsenal.
A commissao liquidadora dos credores d
casa do fallecido Hanoel Buarque de Hacedo Li-
ma, roga aquellas pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou eontas de Irnos, que se diri-
jam com os se*s ttulos ra da -Cadeia do eifen.20primiro andar, das 10-horas da ma-
nhaa s 2 da tarde,paraserem verificados e-claa-
siQcados pela referida commissao

Precisa-ee comprar um almofariz e urna te-
Mura com caixa psra botica-; a tratar na roa da
Cruz n. 30.
Aluga-se a asa da rus da Roda n. 31 ;
tratar na ra da Senzaia Nova n. -4.
dos como' se viessem pesioalmente, na certeza de nunca acharem o contrario de nossos annuneios, e assim fundados^ as vamagens que oflerecemos,
pedimos a todos oa senhores da pra^a, senhores de engenbo elavrsdores que mandem ao menos suas eneommendas a' primeiravez, afim de experi-
mentar, eertos de oontinuarem, pois que para isso- nao pouparo os proprieurios forcas para bem servirem aquellas pessoas que frequeniarem nossos
eslabelecimealo, abatxo transcravemos algumas adic5es de nassos pneps, por onde ver o publico que Tendemos baralissimo, atiendendo as boas
qualidade3 de nossos gneros.
Manteiga ingleza especialmente escollhida a 900 rs. a libra e em porcao ter abalimenlo, recommenda-se aos apreciadores destete ge
ero que mandem aajflb experimentar, senos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
dem franceza a po mercado a 640 rs. a libra e em barris a razao de 600 rs. a libra
Cha hySSOn e pretO o melhor do mercado de 19700 a 2#800 eem porcao ter abatimento, e afianca-ce a boa qualidade.
Presunto fiambre inglez < hamburguez t 900 rs. a libra e em porcao a 800 rs.
PreSUntOS ffertUgUezeS vindos do Porto de casa paiticular a 560 rs. por lib^e inteiro a 460 rs. fc
Marmelada dosmelbores autores de Lisboa premiada nasexposises universaes de Londres e Pars a 1*800 a lata.
CaixaS COm estrelnha pevide e rodinha a 7000 a caixa e800 rs. a libra eem porcao ter abatimento.
Latas de ameixaS francezas com cinco libras a 45000 e 15000 a libra.
PaSSaS em eaixinhas de oilo libras, as melbores do mercado a 2000 e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 7*000.
Espermacete Superior a 720 rs. em caixa e a I40 rs. a libra.
Consfltas francezas inglezas e portuguesas a eoo e 800 rs. o frasco.
ErVllhaS ponuguezas e francezas a 800 rs. o frasco afanca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mereado.
Lata COm bolaxinha dg SOda de diversas quilfe** a muito nova a 19450. agrandes de 4 a 8iibrasde2500 a 4500.
Vinho em garrafas Duque de Porto, Pono fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira ecca, Feitoria e Camones a 19200 a 1300
a garrafa ea 13 a duzia.
Vin]jy) em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4*800 a caada.
Latas COm frUCaS de todas as qnalidades gne ha m Portugal de 700 a 1*000 a lata.
Pera em CaixaS de 4 a 8 libras a melhor dlfciie desejar e tem vindo ao mercado de 45 a 6 a caixa e 1280 a libra.
CorinthiaS em frascos de 1 1 [2 a 2 libras de 1|60 a 29200.
Latas COm peixe Savel pescada e outras muitas suavidades o mais bem arraojado que tem vindo ao nosso mercado de 1400 a 1600
Caf OO RO o melhor que ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
FraSCOS de ameil Joa com 2 libras, proprias pan mimos, por serem muilobem enfeitadas e de superior qualidade a 39 cada um.
Vinagre braneo o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2560 a caada.
LombOS de peroo, paios nativos, chonricas murallas e outras qualidades, o melhor que se pode desejar de 600 a 19280 a libra.
VinhO BordeaUX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa e de 8#500 a 10000 a duzia,
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr imeira vez a nosso mercado, .le 11 a 19280.
FlgOS nOVOS chegados no ultimo paquete-em caixas de 8 e 16 libras o melhor que se pJe desejar*
Cenejas das melhoreS marcas a ROO rs. agarrafa e 59000 a duzia da branca.
Vinagre puro de lsboa a 240 rs. a garrafa e 19850 a caada.
Doce da gOiaba da CaSCa era camas al* e em porcao a 900 rs. .
Azeite doce purificado a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas. ^
Gognac a melhor qualidade qne temos no mercado a 19000 a garrafa e 109000 a duzia.
QUIJOS SUiSSpS chegados ltimamente a 500 rs. e em porcao ter abalimenlo, afianzase a boa qualidade.
Genebra de Hellanda a 600 rs. o 'frasco a 695OO afrasqueira com 12 frascos.
PalitOS lixadOS para denles a 200 e 1*60 rs. o maco com 20 raacinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz 89000 a greza e 280-a duzia de caixas.
Chocolate o mais-superior que temos tido no mercado pertugaez. hespaahol e francez de 19 a 19200 a libra.
AzetonaS as melhares e mais novas que tem vindo a noeso mercado a 1*200 a ancoreta do Porto, e a 19600 as de Lisboa*
AmendoaS chegadas no ultimo navio a '480 rs. a libra eem porcao ter a batimento.
AlpiSta o maislimpo que tem vindo ao mercado a 180 rs. a libra e 55500 por arroba.
A lem -dos gneros nnunciados encentrar o publico um completo sortimento de tudo tendente a molhados.
45 Rt Direita 45
Magnifico sortimento.
Sempre condeacendeale e prazeoteiro ca m
fregueses qne Ihe trazem dio! reprieU-
rip deste grande eslabeleeimeoto continua a t-
ferecer ao publico, por preco* mdico e aeaBara
inferiores aos de oulro. o tea bell
de calcado (ranees, ingles e bra^H
Homem.
Boneguics Vctor Emmanuel. lOftt*
couro de porro.....IQJP
> lord Pilmerton(beierro
diversos fabricantes(loalrej
Joho Russell......
Sapaies Nenies (balera inleira). ,
patente. .......
Sapatos nanea (portugueses). .
a t (traneexea].....
o entrada baia (tola e vira]. .
muito chiqi** (ama aola). .
Senhoras.
Borzeguins primor (Joly). ..*... 51506
brilhsnlina......SfOtO
Raspa alta....... SfMO
> > baua....... 4JMO
31,32,33,34..... 4|MM)
s de cores 31,33,34. .
Sapatos com aalto (Joly). .....
francezes fresquinhoi. S>240
> 31,32. 33 e 34 lustre. 1*000
E um rico sortimento de couro da lastre, aa-
zerrofrancez, marroquim, sola, vaqaetas, ca-
rinboi, fio, laizaa etc., por menoa da ae qaal-
quer oulro pode vender.
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann Irmao 4C.f tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de bor-
racha, proprio para machinas de
erigenhos, sendo correias para
transmittir movtmento, canudos
de borracha de qualquer com-
prime nto e gr o tura, pannos de
borracha, rodetas de dita, so-
bre ditos artigos tomam-se en
commendas.
Feijo de corda
Irruios, ra de Ai
no armazem de Tasso
n. 35.
toni
O rival sem segundo, na
ra do Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
y, est vendendo tudo
bom e bara lissimo.pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran., a saber;
80
310
100
200
IfMO
40
100
200
OU
WADfi-HEOIM DO KOSIFOP ATM A.
(Segunda edic^o consi-
deravtmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina Ao-
nreopalkico
KLO DR.
SABINO 0- L. PINHO.
Contiauam as signaturas para estas obras a
20*000 em brftchura al dezembro. Desse tempo
em diata aa asignaturas serao -elevadas a rs.
.259000.
Ra de Santo Amaro .'(.Mundo Noto) n. 6.
Aluga-se ama escrava que cozinba o dia-
;io, lava e eotnpra aa .ra > a fallar na casa n. 1,
na do Seve a (nuo, na ilha dos Ratos.
Ra Direita esqui-
na da travessa
de S. Pedro u 16.
Riquissimo sortimento
' de tamancoa i moda do Porto com mais per(ei;ao
o a meseaa segoranQa, assim como tsmancos de
todas as qualidades para aeuhora, homem e me-
nino, que ae a-ande tanto a reUlho como peque-
as e graadea porgos, por menos prego do que
.em outra qaal^aer parle.
O Sr. acadmico do terceiro anno
Jpao Jos de Moura Magalhaes, queira
apparecer a ra dasruzes n. 4*. se-
?essa da ra das Cruzes' n.
2, primeiro andar, continua-se a tingir
com toda a perfeico para qualquer
cor e o mais barato postivel.
. Cirso de rheto-^
Caivete para aparar peona a
Ditos com 2 folhaa muito tinos a
Frascos de macaca parola mullo fino a
Dito de oleo muito nao a
Tranca de lia com 10 varas, bonita! ca-
res a
Franjas de lia com 10 varas, boaitaa ca-
rea a
Sapalos de tranca de algodio a
Ditos de dita de laa a
Caixas com iacaa para charutoi a
Carlas de alflneles sorlidoa francezes a
Caixas de ditos ditos a 80 r*. a
Escovas para limpar deolea muito finas
200 rs. o
Duzia de facas e garios, cabo proto a
Masaos com grampaa muito boas a
Carles com clcheles a
Dilos com ditos de superior qunlidade a
Dedaes de ac,o para aeahora a
Sabonetes muito grandes a.
Apilos de chambo para cr'aoc a
Rialejo para meninos a 40.rs. a
Eufladores para vestidos, muito gran-
des a 60 rs. e
Sapalinhos de lia para meninos a
Ainda lem urna variedade de miadezas que se-
ria enfadonho menciona-las, pois s i vista qje
se pode apreciar aa qualidades a oa
3*500
40
20
40
too
20
100
00
400
Becco da Boia n. 2.
Loja de-jroupaeita.
Caf-e-Lunch.
N terceiro andar, na meama casa faz-se
comida para pensionistas,
por pteco muito ceesmode.
Sociedade bancada.
Amorra, Fragoso,Santos ,k C. sacan e tomam
saquea aobrea pra?a de Lisboa.
Roga-se a certo Sr. de ^ngenho
da villa da Escada o iwor de .mandar
pagar o importe -de -sua ordem que
mandou dar em fazendas a Silvestre Jo-
s de Barros na ra do 'Crespo n. 18,
aoja de iogo & Fernandos.
Aluga-se ama casa eoa iBeberibe.: s tratar
com J. I. M. do Reg, oa ra do Trapiche h, 34.
w Na ra do hospicio n. 17 ae dir quem tem
pwaalugar dous-escravos.
J Saques sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filhe aacamao-
bre Liaboa : no larga do Corpo Saota, ecrip-
torio.
Gabinete medico cirurgicq.J
;gua das Flores n. 37. tg
Serio dadascoosi.Ua.) medlcas-cirurgi- aj
# cas pelo sr. Eatevio Cavalcanli de Albu- '
OJ querque das 6 sslO horas da manhia, ac-
% cudindo sos chamados coa? a maior bre-
*je vidade possi*!.
f> l- Partos. V
9 2.* Molestias de pelle.
S.' dem dosolhos.
4* dem dos orgioe genilaes. #
9 Praticaratoda qualquer operaco em a)
0 seu gabinete ou em cana dos doseles con-
ay forme laes fr maii conveniente. 0>
#
- AJuga-se o primeiro andar do so-
brado da ra da Imperatriz n. 40 : a
tratar no mesmo.
Padaria.

aserta
DUSM
orato tem
i rhetorica na ri.
9. 88, primeiro
rio
X
Dentista de Pars.
15Rus Nova--15
rsdsrie Gautisr ,ei r argiaodeoJ|U az]
aparaces i sos arta
lolloca
a apar
sslhsrse
Aluga-se a pedaria da travesa do Pires, a qaal
est prompla de tudo, com-muito bons comino-
idos, e est aioda4rabalhando, sendo seu alaguel
muito commodo-: a trotar o* ra da Scula Nc-
iva n. 30.
Atten Jos Vaz da Gii^eira, natural da freguezia de
Santa Mara Magdalena de Gouvlnhas, na pro-
vincia do Douro, e-m Portugal, assistente no Bio
deuaneiro, na ra do Hospicio n. 42, declara
qu tendo nesta praviocia de rPeroambuco, um
eeu .lio de nome Joaquim Perira da Cruz, e
nioaeodo sua familia -recebido neticiss suas ha
muito lompo, motivo porque o coasideram talvez
fallecido ; netla incerteza roga o especial obse-
quio .alguma pes*oa .que o coahega ou tiver
conheaido.de dar algumsa informales a respei-
to, nesta cidade de Pernambuco, em casa do
Sr. Azavedo & Mondes, ra da Cruz n. 1.
Bio de Janeiro 10 de selembro de 4861.
Antonio Rodrigues Fatia,subdito portoguez,
relira ee pata o Bio de Janeiro.
Uacoel Alves Guerra taca sobre o Rio de
Janeiro.
A commissao liquidadora dos cre-
dores da massa do fallecido Manoel
buarque de Macedo Lima, pede aos Srs.
devedores axeierida casa que se diri-
am a satisfazer seus dbitos a referida
eommiseotodososdias uteisdas 10 ho-
ras da manbSa as 2 da tarde na ra da
Cadqia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commistSo roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nfio a obrigue a lanear
mo dos meis judiciaes ou do joruai
para baver essas importancias de que
sSo seui de redores.
HWfA
expsito de caodieiros
ECONMICOS
O proprietario deste estabelecimeoto avisa ao
ublico que contina a Ur um riquissimo a va-
riavel sortimenlode codieiros para lodos os ser-
vicos que se precisar, como um grande deposito
de gaz da melhor qdaiidale que tem appatacido,
e axperiroenlado pelos camnradoraa, oonnecidoe
Candieiros ec,. a giz.
Escutem.
O enligo fabricante do pi de folha e massas
fioas da ra Imperial declara aos seus freguezes
que se acha fabricando o mesmo pao e massas
para cha, na sua pada-ria da ra dos Pires n. 50,
por isso pede aos seus antigos freguezes e mais
pessoas que quiser-em honrar este estabelecimen-
'o, que se dirijam cu mandem ao mesmo, porque
<6DConlraro tudo com asseio e promptido, poia
.para isto compra empre as principaes farinhaa
do mercado.
A pessoa que por engao tirou do correio
oo Jornaes do Commercio do Rio, vindos pelo
vapor francez Guieaoe, quelsao perleocentes a
Antoaio Marques Soaree, quein ter a boodade de
manda-Ios para o escriptorio da companhie da
estrada de ferro ra do Crespo o. -2.
Compras.
>-(Compra-se urna negra fue seja prendada e
bons coatumes : aa ra da Imperatriz o. L2.
Compra-se
cabellos compridos.
3,000. .
Sal autor Dia.
Vendem-se cortes do cambraia organdys com
barra a 90 o corle ; na ra da Imperatiiz n. 48,
junto a padaria franceza.
Convida.
Vende-se a taberna na ra do Padre Floriano
o. 74, muito bem afreguezada e de poucos fundos
propria para principiante : quem a pretender, di-
rija-se a mesma psra ver e tratar.
Vende-eeuma escrava muito moga com to-
das as habilidades ; a tratar na ra da Santa
Cruz n. -9.
Os senhores donos de co-
cheiras.
Ha milhoaosOO o sacco no arma-
zem de Machado & Rodrigues ra da
Madre de Dos n. 6, eo comprador
i querendo mais de 10 sceos faz-se dit-
ferenca no. preco.
Venda de urna casa.
Na ra do .Queimado casa de cabelleireiro. Achi-se i venda urna casa terrea na ra da
Cumpram-se eteravos ctioulos de 14 a 22 Alegra n. 42, cora bastantes commodos para
annos : na ra da Imperatriz o. 12, loja.
< Compra-se moedas de 20# : na
ra da Cruz n. 48, paga se mais do*
que em outra qualquer parte.
Na ra da Cruz n. 48, compra-se
moedas de 20$ pagando-se mais do que
em outra qualquer parte.
Compram-se moedas de 300 a 209700: na
toja da ra do Queimado a. 46.
Goavpra-se ama preta e orna mulata que
sejaes perfeitas cozioheiraa, angommadeiras e
costureira* : oa ra da Cruz o. 1, escriptorio de
Atevedo Mendos.
Compra-se urna escrava de cor preta ou
maleta, da 18 a 20 annoa de idade, a que seja
perfeita costareira e engommadeira : na ra da
Aurora Uberna o. 48.
Compram-se moedas de ouro e palaces
hespanhoesao cunho de Garlos III e IIII, ai ra
Nova o. 23.
Vendas.
mtk PEITAIIMAIAIS MUTAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
ii
Ifazendase obras eilasJ
aa
presepio obra de bom
na ra da Aurora nu-
Vende-se um rico
gosto e bem construido
mero 66.
Sementes de hortaliza,
Vindas pelo ulti
ra da Cadeia loit
grande familia; quem pretender, dirija-ae a ra
de Santa Thereza n. 16.
FIGOS.
Novos chegados no ultimo paquete
em eaixinhas de 8 e 16 libras o melhor
3uese pode desejar neste genero, ven-
e-ie tanto em porejio *como a retalho
nicamente nos armazens Progressivo-
Progressista no largo do Carmo n. 9 e
ra das Cruzes n. 36.
Cheguem freguezes ao ar-
mazem da estrella no
largo do Paraizo n. 14.
Manteiga ingleza flor a 800 rs.. francesa a 640,!
cha perela Qno a 3J, hysson a 2*500. cafa lavado]
a 260 o 200 rs., toucinho a 320, arrot a 100 re.,
baUlaaa 60 rs.. cebla a 1|280 o cento. eaper
LOJA E ARMAZEM
DB
IGes & Basto!
HA
Ana do Que!****
i. 4, fremte atAmtelU.
Constantemente emosamgrandec va
i rudo sortimanto des obrecaaaeaia raUa !
de panno e de corea malta laa a K*
SOI a 35, paletota dos aaaamae aaaaa
a 2d|,2a|e24|,ditoaaaaaaapraiaaaos
maamoa pannos a 14. 16 a 18|, caaa-
caapretasmuitobem ieiUaadesaMtlor
panno a 28, 801 a 25. labrecatacu de
caaemira decore mallo taca a 15, Iff
a 18J, diloasaccoa daa meamaacaseaei-
raa a lOf, 11| a 141, calcas pretas de
easemira flna para horneas a 8, t. Ib/
e 12, ditaa decasemirs decares a 7f,8.
9 e 10, ditas da brim braacae maii
fina a 51 o 6, di laa de diloa de rorea
3. 3*500, 4 e 4500. diUa ea avei. ..
semira de ricas corea a 4f e 4f 50, eo!-
letespralosdecasomiraa 5 ai, dilct
daditoa dacaraa a 41500 a 5, diict
braaco ida aada paracasaam
ditoa de 6, olletea debrira braneo i
!fuatoa3#, 350i
500 a 3, paletotsprataa a aserie* dt
corda o aacco a so braca saco a 7^^HK|
colleteapretos para lula a 4S4
i aa pretaa da meria a 4&8 a 5, .
I atota de alpaca arete a 8*0 e
sobracasaco a 6,7a b
lates de gorsurao desea resadaite
boa (aseada a 38aa^H ^^^^^^|
lado de corea <
paral
tos a i
iaaaaai^_

J DATA INrORRFTAL


.
une MUtwata mm*miu laUntima^Qi mu
11
ROtJPA
_____ \WA
Joaquim Francisco dos Santos.
P 'ronte dooecco da Congregado letreiro verde.
te estabelecimento ha sempre un sortimento completo de roana feits da todas aa
^tmn*.. a*. h!^!lman?' 6Mcutaf Prm8(,i(.^ntddoVfregmaiea,parao
que tem um dos melhooea professores.
Casacas da panno prato, 409, 359 e 308000
. Sobrecasaca, de dito, 359 e 30900
Palitotsde dito e de core, 35, 30$,
15|000.109, 189 209000
Dito de Msimira de corea, 199000,
159, 1*9. 79 e 99000
Dito de ilpak* preta golla de vel-
tiidn frar.Atae '
e de
ludo, francezas
Ditoada neriad-sllim pretos
cores, 9|000
Di toa de alpak.* de cores, 59 e
Ditos de lita preta, 99, 79. 59-e
Ditos de brin decores, 59, 49500,
4J00O a
Ditos de bramante dellnhobranco,
6J000, 59000 e
Imitas I marin de cordio prato.
15000 e
Galeas lo casimira arela e de corea.
1*9.10, 99 e
litas, le jriacaia n merino deeor-
dio pretos, 59. 69500 e
Dita de brim braaco e de rore*
5g000, 49500 e _.
Ditas degaqga de cores
; Golletea de.velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 128 9i e
DUos de casemira preta e de cores.
iisosabordado. 9.59500,59e
11$000
89000
39500
39500
mi
99*00,
3*000
Ditos de aetm preto
de seda e setim branco, 69 o
de gurgurio de seda saetea e
cores, 7J000,89000, a 49
' de brim fuello branco,
K>, 2f500 e
ilaa de brim de linho,29 o
de algodio, 1,500 e
imisas de peito de fusto branco
a de cores, *9*00 e
tea de peito de linho 5$. 4f e
tas de madapolao branco a de
corea. 39,19500. 5
Ihapeos pretos de massa.f r.ccezes,
fonaaedajultima-modetOf i8500e T
tito de feliro, 99, j#t 49 .
Ditos de aol de aeda, ioglaaea
franceies.149.lS5.115e
Collarinho delinho multo finos
noFoareilios da ultima moda 9800,
Ditos de algodo I500;
Relogioa de uro, patentas horl-
aontaes, 1009, 909, 8O9 e 709000J
Ditos deprata galvanisadoe, pa-
tentehoeonta.es. 40$ 309000
Obras deouro, aderecos e molos
aderecoa, p.tseiras, roxetaa e
anneis g
Toalhas da linho. duzia 109000 69 a 990003
D"s Brandes para mesa a 49000 e 59000
[lito e vidraceiro.
Grande -nova officina.
TrM.-ftrtis.
aiRuDireiU31.
tttite rico e bees raoatedo eaUeeleqbaente ea -
contrarao os treguezes o mata perfeito, bem aca-
bado e barato do se geneao.
URNAS de todaa as quelldadee. )>, {
SANTUARIOS que riraliaam com o Jacaranda.
BAJUKIftuS de testo, a. tamanbea,
SEICUISaaS Mtem iM.
BAUWWem ideo.
BACAdem dem.
BaaJkUS idam dem.
FOLHA esa cabwe da t4as aftajrosaMres.
PRATOS imitando em pereigao a boa porcel-
lana.
1 ieUHlaUfreta todaa.u eaUaesta*
PANBLLASidem dem. *'"*M-"* *.
COCOS. CANDIE1ROS a andies para qual-
quer sor limen lo. m
VIDROS em caias e aretalho de todos os ta-
mandando-ae manhos. botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommenda* de qualquer nata-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado a
contento. *
-Altenco.
aJraadoIrapihei.46,ajBnaaa4e.Ro 1 n
Kooker &C. ansie um bom sortimento deli-
abaa decrese brancasaaiartetea do melbel
2Ki?i^*,uteF,w*q'lw M-Tendenj poi
oreos muirazQavaia
m
Viva o paquetd
Pois est torrando miudezas muito ba-
ratas, aQm de apurar dinheiro para con-
sumo do paquete,ra da Imperatriz n. 54,
loja de Joaquim de Aievedo Pereira J-
nior, declara o seguate :
Caries de colchetes muito fiaos a 40 rs
taiaa da ditos da trra a 80 rs.
Lioha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dila de carretel, 100 jardas a 30 rs.
Parea de meias eruas e de cores para
menino emeoina a 120 rs.
Duzia de meias cruas muito finas a
2$400.
Dita de ditas entre finas a 29200.
Linha braoca em carto, 200 jardas a
1 80 rs.
fscespara charutos a 60 rs.
Caixas com palitos de Especia a 160 rs.
Frascos de agua de colonia de Piver a
440.
Ditos de ebeiro muito fiaos a 800 rs..
Lubln a 1$000.
Jarros de baoha pequeos a I96OO.
Ditos de dita gtaodes a 39500.*
.Frascos de banha pequeos a 320
grandes a 500 rs. '
Sabonetas de espuma muilo grandes a
100 rs.
Ditos de mompelas a 320.
Du*ia de meias cruas para seohora
294OO.
S no torrador,
largo do Terco n. 23.
Quem duvidar Tenha ver: maoteiga ingleza
flor a l$e a 900ra. a libra, manteiga franceza da
mais superior qae se pode desejar a 640 e a 600
rs., massas omito finas para sopa a 400 rs. a li-
bra, assim como se vendem oulros muitos gene-
ros por diminuto preco, e nao se diz o preco pa-
ra oao espantar. ^
Estudos
sobre o ensiao publico
pelo Or. Aprigio Jutniano da Silva
Guimares. Segunda publicado. A
venia na livraria dos Srs. Gumaraes &
Oliveira, ra do Imperador. Preco de
cada exemplar 2$.
Vejo s.
Magalhaes Mendes.
Vende-se damssco.de Ua com 6 palmos de lar-
gura propno para mesa ou coberta a 195OO o co-
vado, nscado escocez para vestido de 4 palmoe
de largura a 300 rs. o covado, popelina clara a
TtJ rs. o corado, riscadinhos da cor a 160 o co-
va-lo, chitas francezas a 220, 240, 260 e 280 o
corado, laazinha eafeslada a 400 rs o corado
pec's de cambraia branca a 1JI600. ditas (loas
2.500. 39 e 39500. colbrtas de 0silo de cores e
orancis para camas on mesas grandes a 5 e 6S
aia balao de 20 a 40 arcos a 39 e 3500 Tna ra
da Imperatriz, Ion de 4 portas o. 56.
uperiores charutos da
Havana
Ao arco de Sanio Antonio, ni loja de Haia Ir-
naos, veolem-se charuto da Havana muito fi-
nos por pjecos muito inferiores m* regulares 5
entre elle ha algunfas caixas escaogalhadas que
ae venden* anda por moito menos.
Taixas.
Reducco em pregos para
acabar.
5
das novidades

Dilas brancas muilo finas a 39300.
io de raiz de coral muito fin a 700ra.
^spelhos de columna pede ferro a 1500
Carteiras de agulhas-muito finaj a 400 ra.
Ditas de marroquim mais finas a 800 rs.
Baralhos portuguezes a 120.
Ditos francezes a 240.
Croza de botdes de lou$a brancoa a 120
Agua de Lavander muito fina a 640.
Dita frambuzia a 600 rs.
Tesouras muito finas para unhas e coa-
tura a 500 rs.
Caivetes de 1 folha a 80 rs., 2 folhaa
a 160 rs.
Cabo de marfim a 400 ra.
Meias alvas para homem a I98OO.
Proco fino de todas as cores a 400 ra.
Dito grosso idem a 500 rs.
Caixas de papelo com alfinetes a 120.
H de sapatoa de laa para homem
8 IffzSO.
. Te80."j:a Para costura a 200 ra., e gran-
es a 640
>!zia e botOes de louca para paletots
a 120.
Sipatinhos de merino a 19500, e velu-
dinhoa29000.
Rosarios e cruzas da coco, 1 n iCf- rs.
eduzia a 19400. ^ '
Caixas com perfumara a 49
. Nova califoraia
Fazendas baratas.
#|Na Foa da Imperatriz b. 48, junto af
k ^ padaria franceza.
"^orles de cambraia branca con babadl- *
nbos 49 49500 superior 5*. cbia li-
za com 8 1(2 vara 3S. 39500, e4. ditas de
Baoaflia 59, e 69. ricoa enfeaa para ae-
nhora 69 e 6^500, sinlos os miis delicados
para aenhora 29600.39, ohapeloa para cri-
ancagoato ioglez. 3*500,49, para baptlsado
>0^pnes de vestido de seda Iscosseza de
booTtos gost 129 eslo se aabando. ri-
eos lencos de labyrintho I9, IJiOO. chapeo
de aol para senhora de bonita* ;ores, lisos
59, cabo de marfim 59500, corlti de cam-
braia brancoa com fWr de aeda 59. risca^
do francez 200 ris o corado, completoa
aortimenlos de baloes de arcos 39, aortt-
*nnAn,OS? meias P"" menina menina
8_ zuu e 240 ris o par. chales de torlatana
Awrt',*4? Iit' 'o'bMncoom bar-
ras 160 ris chitas mglezas a 180 e 200 rs.
1 *1'.,T"l*.at ocov.de
? Pegas de cambraia de forro coin i varaa 5
2 J3L: JUDto tt Pari franceaa n. 48. 5
:
i
f
3
!
Vendem-se
aa ra da Mo
erddltdo fs
libra.
izem de Braga, Son 4 C,
ferro cusdo, do mui
! tO rs. poj
Acaba de
chegar _
ao novo armazem
DE
B1ST0S®0
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res u. 47.
m grande e variado aortimento de
roupas fetas, calcados o fazendas e todoa
estes se vendem por pregoa muito modi-
ficados como deaeu costume.aaaim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
Ir? bTqaI10* S?'08 uUi"o flguriooa a
269,889. 309 e a 359, paletots dos meamoa
pannos preto a 16f, 18|. SO9 e a 24
ditos de oasemira de cor mesclado e d
noros padroes a 149.169, I89.209 e 249
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9, IOS, 129 a a 149, ditos prelos pe-
lo diminuto preco de 89, 109, e 1M, ditoe
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 12
dit03 de merino de cordo a 129, ditos
de merino chinea de apurado gosto a 15.
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10
ditos saceos pretos a 4, ditoa de pal ha d
aeda fazenda muito superior a 49500 di-
los 'JS^01 p*rdo e de fustao 89500'. 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 4
grande quaotidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardea e 39 e a 49, ditas de brim decores
fioasa2}J500, 39, 3500 e a A$, dit de
brim brancaa Qnaa a 49500, 5t 5i00 e a
69, diUa de brim lons a 5e a 6J, colletes
de gorgurao preto e de corea a 51 a 61
ditos de casemira de cor e preios s 42500
e a 59, ditos detustao branee e de brim
39 e .398, ditos d.*rtm ion". 4?
ditos de merino para luto a 4 e a 45oS'
calcas de merino pjra luto a 42500 a a5f'
capa,d0brach a 99 Fa I.
de todos os tamaobos: calcas de casemira ,
&J dt 2r 5'' 6* e a 79, dita* ilaa;
a* brim a 2*. 39 e a 3500. paletots".!!
ees oe casemira preta a 6| e 7, ditos
deor a 69 e.7|, ditos de ripie, aij,
obrecasacoa de panno preto a 12 e
14, ditos de alpaca preta a 59, bonela
.aarameowo de tedas astu*lida^kI!
misas ppa meninos de todos o tamanhoa
tmeos rlens vestidos U eambraUi-iSi
tame*od*5 8'.nE*KSSS
, fode cat* evdo lie. Sjta ai do de
wrdadnr para, baptfsados.e mullas o
fatendas e roupaa feit.a (fue dpUa-de
wr^erch?n5das del* suaHgraodetl
ttd*", aasira cotffO re^e*e-w4aiee>eMl-
ineT encommeoda de roupaa-
turan
f aan, corn^Wo so
bpMee atoa ni
rgida p
pela sua proas^H
nrtt#s
Novas pechinchas
e v ^
ui^-*
os liarla
u-
ie-
Tar-
propria
na rus
na loja do Pavo.
Vende-se gorgurao de laa padroesmu
ainnos proprios pera vestidos de sensor
moas a 400 rs. o covsdo, teodo 4 palno
gura, seodo lambem eata faaeoda mu.lo
para vealidoa de passar a testa do campo :
da Imperatriz n. 60, loja de Gama 4 Silva.
Papel para msicas, pa-
pel pautado e riscado
para conlas e facturas, papel mala-borro; ven-
ulneroi '"' "nCa* '"* *"*
de
na
urna s
loja da
A1$ o corte
de cal^a de meias casemiras elcuras
cor ; na ra do Queimado n. 22.
boa fe. '
Gaz liquido.
SPnf.u'i5!l.deS,T-?el P- ,ohn8,on & C, ra d.
f6eeVdee0;oa,iDne42' ^^^ *fc*
Na ra do Queimado n. 10, loja nova
de 4 portas, vendem-se as segumtes
fazendas de apurado gosto, e por
menos preco do que em outra qual-
quer parte.
20R^e ST d" "abt"' branca bocados a
Ditos de seda de cor a quila a 80 e 909
90S0CO PretS bordado,a Te"udo a 60, 70,; 80 e
Ditos de seda de cores a 20. 25 e 309
Ditos de dita preta a 20 e 30.
Ditos de barege com habidos a 15 e 209
Riquissimss espionas de velludo bordadas
com mangas a 60. 70, 80 e 100. aa
Lencos de linho bordados a 3, 4, 5 e 69.
Ditos de dito lisos, duzia a 6, 7 e 82.
Ditos de cassa com bico, nm a 120, 200 e 240
16IS
a 3*900!)" d8 grosdenapU abetlas renda, urna
Chapeos do palha para seahora, um a 8e 10
Ditos de pelITca Garibaldi. um 159.
Chapeos de sol de seda para aenhora. um 4
Riqusimos cintos dourados a 3, 4 e 59.
hatTateS&Sa!? ler.re,0 proPrio- Junto a cam-
m^mo8llgTd,OS: tral" Cm Luiz C"rt" no
Atteiiijo.
Oa\itoTni de fazendas
por tudo pree o, na tua
do Queimado h. 45 na
bem conneeida loja do
aeTtaaejo.
Os proprietarioa deate estabelecimento est.
fazendo urna liquidacio sera limite de preco
porisso previne ao respeitavel publico eem par-
ticular aos seos freguezes que prestem attencao
para o que vai abaizo transcripto
Coletee de velludo de cor e pretos a 5. ditos
d.g.%M? 1?? 8edi.t^ M' camisasfrance-
Ms a 1*280. calcas de brim, de ganga a 32 e 2
duzasde metas para senhoras a 39 e a 4 ditas
para meninos a 29. ditaa para meninas29500
di as para homens 1*400 e o par a 140 ortrai
mu tasquaJid.de. por todo o prece, chapeos de
castor brancoa 109, ditoa de seda M, penoo.
para mesa a 49 com boletas, dilos dito?. W0
borlaras brancas a 260 e de cor 280, Wtes
IdlS? Crd0' br." eU$ de d..
qoaHd.d. .Mim como Umbem tem cbalin d
urna cor a 540 o cavada, maeteletee pretoa ow
59500, enfeitea de vidnlho pretos e de ror .2fl
lT,JKDde gorgoreo de sede peea^inte?:
re.i900eip00(#rat.aa 640, 5Oe3ae, r.
ooe de aeda- pretoS a 40fazendas que coateu 64M
709. assim como lambem de. cor pelo metmo
ptecov ditos quenoa eostaram 1409 dito, borde-
do. deirais 80 e 609 ceda uea.^iii.,
como lemos veliseanio.. 29600 o corado, dito
de corea a 29500, fil bordado a 19 a v.ra, 'mu !
te fleo, challes de freeoa a- 4# o S# es*. um
pretis e braocaa de sed. aioito iew,
' *$! ti9 par' di'0, de ,eda liaa P*aae.hora
If^P p,,rnoUnhM* loio 800ra. adu-
ja e um 100 ra., ditos de linho a 400 re. um
----------------------- ^^^^^^"BHiBBBBBaaianBOBBSSll
tam alguna terrenos para vender
ote para, travesea do Mon-
bu e para as roas projectidas:
m-se a ra larga do Rosa-
rJ,A. fom 1" Na mea-
ai aa-se de #a o. doua amassadores de
'fot ejMn pelillos na arte.
S Gama & Silva.
Grande expositja>de fazendas
baratissima^aa ra 4a Im-
lepatrian.^fojado.
Venase cortes de pftfanta-
aiay fazeatki d> muito gosto
'com babados peo dfmimtto
preco de 4|500; na na da
Imperatriz n. 60, loja que tem
o. pavo do todo de frr, (is-
to para nao haver engaes.)
3^00:
.ni*1*1''?8. ^ 0ort'8 *e ^i* de sedo
imperatriz n. 60, loja do pavo.
3200,3,500 e 4,000,
..\*3f VM ai,i88i010 Cfl'^ de cambraiabtan^
ca e de cor com dous e mais babados pelo dmi-
Do2lrL'?d8?,!)0ia3,300-e 4* : Ba i-
peralru a. 60, loja do pavo.
A 15^000.
Vende-se frnicissimos sortea de cambraia bran-
ca com bordado muito delicado proprios pee.
MM7nf.8fmne.nt-0 ll5#: M ru* d" H*Wa
n. 00, loja do pivao.
KovapeeMnena.
Vende-se QnisaBjus pegas de cambraias fran-
cezas de carociifJI |m n 1(2 varas pelo dimi-
nuto pre^o defl Ha, ditas das mesmas com
8 3|4 varas peloTUf/o de 4$ a peca, lambem ae
.jeajua das meamae a 500 ra. a var., seodo
uSSf e dxeCores : nan*a Imperatriz n. 60,
toja ao pareo.
VnpeUaa a *80 rs.
Vende-se pupelina de quadrinhoa a imitacio
de sedlnhas de quadro pelo dimiouto preco de
280 rs. o covado: na ra da Imperatiii n. 60
loja do pavlo.
Chaly a 500 rs.
Vende-a* chaly.moito Ono a 500 rs. o cora-
do : q. roa da Imperatriz n. 60, loja do pavo.
Seda a eovadtm
. 1V^e.l*^deH?.ap^, prel m-0 corpado
a 19S00 e I98OO, ditos de corea azul, cor de rosa
e cor de cana mais barato que em outra qualquer
perte ; na ra da Imperatriz n. 60. loja do pavo.
Sedas de i\uadr\n\\os
Vende-se sedas de quadrinhoa fazenda muito
encorpada a 500 e 640 rs 9 covado: najua da
Imperatriz n. 60, loja do pavio, w
Cansas com salpico graudo a
200 rs.
P.mi a

groadenaplea de core, o pretos setim pret<
maco, corles de casemiras de cores '*;.
^.,eKa&B8a':
itiQa finiastaiaa.
a para carro ou cabriolet.
Vende ae cassas com aalpicos graudo. e liatras
a 200 ra. o cavado, fazenda muito nova : na ra
da Imperatriz o. 60, loja do pavo.
Cassas pintadas a 240 rs
Vende-se cassas pintadas auilo miodinbos
padroes 240 ra. o covado : na loja da ra da
Imperatriz onde est, o pavo.
Sentido ao Pavo.
Vende-se neste estabelecimento um grande e
variado sortimento de fazendas tanto para ho-
mens como para senhoras, de todas as fazendas
se dao amostras com peobor ou mandam-ae le-
var em casa das familias pelos caixeiros da cas,
aesim como o respeitavel publico achara todos os
das uteis este estabelecimento aberto daa 6 h-
raa da manha as 9 da noite.
jCera de carnauba.
& dinheiro.
Vende-se urna pequea porco de cera de car-
nauba muito boa, que se acha depositada no ar-
mazem da Companhia Pernambucana commo-
do proco.
Baloes para meninas.
Vendem-ae baloes tara meninas, de todos os
tamanhoa, de madapolao e de mussulina a 3 e a
49 : na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Mantas de retroz para gra-
vatas
Vendem-se manas de retroz para grvalas
tanto pretas como de corea a 500 rs. : na ra do'
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Meias baratissinas.
A 29400 a duzia de pares de meias brancas fi
as para homem : na ra do Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A* loja da boa f na ra do Queimado n 22
chegou novo sortimento de ricos cortes de vesti-
dos branco. bordados com 2 e 3 babados. os ouaes
conlinusm a ser vendidos pelo baratissimo preco
de 09 cada corte : os ra do Queimado n 22 na
bem conhecida loja da boa f. '
Cassa organdys a
280 rs., na loja do Pavo.
Veode.se muito bonitas cassas organdys a 280
ra. o covado : na ra da Imperatriz n. 60, loj
Para cortinados.
ao pavao*.
Vende-se pecas de cassa adamascada propria
para cortinado 20 v.rsaa 8 : na ra da Impera-
tris n. 60, loja de Gama & Silva.
vende para paletots.
Laazinha moito miudi.has de cor eacura pro-
prii para calcas, collelee paletots a 400 rs. o
co?d: na da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva. '
Roupas feitas ba-
ratissinas, *
NO-
armazem de fazendas e
roupas feitas
DE
Raymundo L Leite&Irmo,
N. laRuada,ImperatrizN. 12.
Nestearraazem que ora se sena bastaBsaaortlIe
de roupa felta de todas as quadades, tanto pa-
ra comees corno par. saennos, saesUo rendeodjo
as. mesases por baretiesimo. preco.. con se*
jam : sobrecasacos de peono ano, obra ioteira-
menle boa por ser feit. a> moderna 8,252000, di-
Or... ditos de inToV407.:"u'IDU.V. Dod VS^w^ ?T* "fK'r.quS M
Bitn cobo tea gotas nSaoaultoa e damarii!!' pYaaff1,?-, *"*& PaMW* ue-casemir Anos
Woadeiiaua* U I;"^T^r-e-..!^BKa' fiSfJpMitoa.mco, obra de moderno
w gosto a
129000, ditos de meia dita a 69009, coletes de
casemira de cores Ansa a 49500, ditos de brim
"siaCf-lSSP^Pl8^0^ ** *
a 8f5O0. 49000 e 59000, paletos casacos de
ca dbra muito boa poreer de alpacafwB
casemira a u(tfmo goete, ndo
remire flnfaaim e
francezas peito de lioho moito
1 dosis ; ha vendo- la as be*
Iprecos muito eota
Para acabar.
J2f. U ducao em preco. pouco pode
aforar :aa tardo Queimeoe n. :
Attencao
rJ^B?6 CODfronU o PO'Ko da Itortaleza-da.
nfl. **": cartocaa para bol, dit.
R.. n! 11 *? P*" ,In, cainos pirs traba-
Ihar na aUandega e carrinhos de m8o| rodas pa-
1 *,??Sr0U e para ,c"ri,>0B, eisoa para ambos,
H"f p"t c,r foo, boccaade tornos
h*fuir^ d todaa aequalid^e.1 do-
HnrL'i'.d.!chuwmb( >e lodosos tamanhos.fecha-
hSW* ",h0! anquetas, farro de embutir
de todos os tamanhoa, ferrolho de chapa.
- Farinha de mandioca a 19 a saeca noa ar-
mazens de T.sso IrmSos. ""
A 19000.
rtn,nn?r,l0feI*lo,aeinarme,ada "8 Lisboa e
fau.^Q,w,dtd.\** ll2 b29 cada
lata: oa praca da Independencia n 22.
Nova remessa de nacaes
[Nova pemessa de macaes.
Nova remessa de maces.
Nova remessa de macaes.
rif^dI-?.-C- rece,leM >ova remessa de ma-
S^.1 ^ "n-de"d0 109OOO cada urna cai-
"onll C"': IU" e*lre,U d0 Ro,a"
Ricos cortes de medina de
seda.
vestido de medina de seda de lindos p.droe.
a fazenda mais fina, mais nova e mais bonits
que ba no mercado, cada corle tem 20 e 21 co!
59000 o cort ; as senhoras de bom gosto aue
tiverem de auiatir a bailes e a caumelos m
qu.zerem levar um ve.Udo d. ufiriodi
mandarem ver na mencionada loja da Boa-F
na ra do Queimado n. 22. J *wa-re,
Novidade do Pavao.
h.h.e,?dVe floi8tnos cortes de esmbraia de
babados largse de duas saiaa fazenda que se
XD?ZaJ S peld,.mDUt0 Prec d -?' S rae
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Milho e farelo novo
Vende-se moito barato ; aa travs*, e .adata
do Paris a. 1, frsate de au.ar.IU. ^^
Vende-M am casa 9a AsUassea, avia A
C, ruado Trepieae Novo o. 42, "'-TI salsa
sertidoe. em pequen aa lata.. --------
Bramante e fnbo muilo
sBferwr.
Vende-se superior bramante de lina* ees. sjm
varas de largura, palo baretisaimo preco d. 22400
nhecr.d. JrTS SaW-' Z ** "
Superiflnes tiras
bordadas.
Na loja da boa f na ra do
Queimado n. 22 se encontrar asa bonito sertl-
menlo de superiores liras ricamente berdedea
que se vendem pelo barate proco de 3*000 41000
e 59000 ris a peca, aetert-M qaal..?ai.
de urna pe^a de cada padree, quem mala depresu
andar melbor servido ser, na ra de n'*-
n. 22 na leja da Boa-F> ^
Ra do Quaimado n. 10,<
j loja de 4 portas.
I Vende-se chapeos de caator branco ra-
9 pado a 9.
SChapelioas de eeda pere seohora 89.
Chapeos depalhs para
1
i
'
seahora
vial, a 109.
Ditoa de pellica a Garibaldi
Camisa, par. aenhora a 39,
a Tra-
a 149 e 159.
s
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
c.

daco de certas!
i fazendas finas. ;
| RA DO CRESPO N. 17.
seahoras, de diversas corea a 129. i
Cassas de cores bonitos padroes a 240
> rs. o corado. ,
! eeraoo" organdy8 de core" 0 rs. o L
Chltss de todas as quadades e preco..
I Muitissimas fazendas finas que se m*
<|em por presos baratissimos para liaui-
dar, dao-se amostra daa fazendas
Sup
eriores organ-
dys,
n5oIoj0a-bo-a f4, na rua d0 Queimado n. 22
d?.. !!iBnK1,S1?!0 orKandya de multo lindoa pa-
droes, pelo baratissimo preco de 720 rs a var.
fazenda de 9200. oWnao andar mu!t de-'
m. nflCo. Sem, "-PM"inch. ; n. rua do Quei-
mado o. 22. na loja da boa f.
Em casa de Kalkmann IrirJSos fl
& C, na rua da Cruz n. 10, ex$- A
te coostantemenle um completo fi
sortimento de
Vinhos Bordeaux de toda as a
qualidades.
Dito Xerez em barris.
Dito Madeira em barris e caixas.
Dito Muscatel em caixas.
Dito cbampanhe em gigos.
Cognac em barris.
Cerveja branca.
Agua deSeltz.
Azeite doce muito fino em caixas.S
Alvaiade em barris.
Cevadinha em garrafes.
res a vara.
Vende-se fil liso muilo fino e assim tas
tarlatsna braoca muilo fina, Unto urna ceas, ce-
rno) outra sao proprias para vestidos, alo s para
bailes como para sssislir-se s css.mentos saesa
antea que ae acabe na roa. do Queimado
na loia da Boa-F.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia d. mais nova .
superior que h\ no mercado a preco mello
commodo: no escriptorio de Maooel Vaarie d
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo?
Rua do Queimado 1.19,
Armazem de fazendas.
DE
SANTOS COELHO.
Chales de merino estampados finos com liataa
e franjas de aeda a 9$.
Toalhas de fustao a 500 ra. cada urna.
Gravatinbas de eaaaa muilo linda, para ne-
mem e menioaa pelo baratissimo preco 4a 100
ra, cada ama.
Chales de merino lisos de toda, as cores.
Cortes de phaotazis de seds pelo barate frece
Cobertas de chita gosto cbinez a 1|800.
Lences de panno da liaba a 19000.
Ditoa de bramaste grandes 39900.
Vestuarios de aeda par. e.iuoo meoi.as
a ofOOO.
Cortes de casemira finas a 41500.
Cpellea brancas para aoiva a Sf.
Bramante de linho com 10 pelease 99 vara.
Sortimento de baldea par. seohora ms.aass
.-aom.aDled a 19280 a rara.
Casemiras a
4.O0G o corte, na
ja do Pavo.
Vende-se fimssimos cortes de aasemi-
ra entestada de cores pelo diminuto
preco de 4 o corte para calcas, assim
como tem das* mesmas para Tender a
2#i00rs. o corado proprias para pa-
letots, calca e collete, recommenda se
muito esta fazenda aos Srs. aifaiates que
costumam a fazer roupa para vender,
porque tao cedo nao achata unta pe-
chincha igual : na rua da Imperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
Grvalas da moda*
Vendem-se grava tiohae estreitaa me.it. supe-
riores, tanto pretas come de eeree, pele karatia-
/
-
loj;
aimo preQo de 19 ; na roa do Queimado a. J8.
na loja da boa f,
Vende-se urna eacrava pees, idade 15 am-
os, perita coaioheira e engommadeira, coa.
chao, com orna cria de 14 mases, aserte Hasta -
os preteodentes dirijam.se a rea do Sebe a. 23
a qualquer hore do dia.
LOJA E ARMAZEM
DE
um Francisco dos Santos.
40la do Queimado40
Defronte do becco da Congregando, letreiro verde.
VENDE-SE O SEGUIlfTE :
Para casamentos.
m.i. "" com ramo cpelU e
mais moderno e superior que ha no mercado. r.iia, o
Para bailes.
cores.UOdO CrleS d6 re8,idos m ou bl0Bd de *<, *< bordados a braace a
Ditos de taris tana branca bordadoa a branco e coree.
Ditos de cambraia branca bordadoa branco com malta etegaacia.
Saias bordadas.
qoeh!lnTerc.ddoe.CambraaI'ranC' bordadMCo auto aparad,
Ditas de dita recortadas maja baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de veelido de cambraia branca bordados com amito .lataecU.
mais moderno e mata anpetiorsjoe ha 00 mercado.
t
4
como
Manteletes.
_ de core
adadoa, por procos commodos.
Wct^ ejaatoseteanae aeda da cores- pretos bordadoa e
a*Nns,*J** **" **-------------*
|Hbfm
Pecas de cambraia Usa larga Dos com > a 6.1,1 TMaa\ ae
Lemos.
lencos a cambraia de linUo bordados a 3, 4>a5 eeda um
MMaachales de tonqnim 1flim>>ar ssrittMsJsj
"i j^y*; ?>N'>.riS^.yJv
s*


BBSSaOaSDB>01
I
5
UiAWO MfaUWcMWJ. ,*. GUWPA UU 3 4UHPQWO M IMh
Roa das Croes r. 4,
Arica de charuto, vendem-ae charutos a 488 o
milheiro, de (amo da Bhi., velas de cemsoei-
9* o lab) o aprob, a en porcbo fai-se aba li-
men t o ; sftaDc.a-e a boa qoatidade.
Na roa da Deetios, pn metro porta o junto a
caaa teman. 8, veade~aeculto bem toite lqui-
do a MO a garrafa.
Pechincha sem iguat.
Cortea de caiga d*e csaemira preta de eer en-
testada multo fina a 49500 ; oa loja da Califor-
nia, ra da Imperalriz n. 48, junto a padaria
francesa.
Vendem-se gueijos a 11600; na ra daa
Grases n. 1.
Menea
Vendern-se caixOet vasios proprios
para b a hulei ros, funileiro* etc. a 1 $280:
quetn pretender dirija-se anta tipo-
graphia, que ah te dir' quena os tem
para vender.
Potassa
cal de
Lisboa.
640 xa. a libra e em barril a 560 r.
' o melhor que ha no mercado a 2J600 a libra.
No bem cooheoldo o acreditado deposito da rae
da Cadeia do Recite n. H, ha para Tender a ver-
dadeira potassada Russia, nova de superior
qaiiidade, assim como tambem al virgem em
pedra ; tudo por precoa maia barato* do que em
outra qualquer parte.
VUNDIfl&O LOW-IOOI
Raa4aSeHMlIa Nova d.42.
Nasta isiabeiecimento contina ahavernm
completo iorti atan to demoendaaemeias moen-
das p|r )nganho.auchinas Ta vapor e taixaa
te ferro buido a coa do,,l a todos ostsmanhoa
part dito,
Superiores organdys a
720 rs.avara.
Vendem-se ftoissimos organdys de muito bo-
nitos psdroas, pelo bar stissiuio prego de 7S0 rs.
a vara, faseoda que sempre se venden por
19200, assim pois, quem quizer comprar fazeada
fina muio bonita e muito barata chegar ra
do Queimsdo o. 22, na bem conhecida loja da
boa f. *
Reiogios baratos.
Na ra Nova o. 21, ha grande porga o de relo-
gios foliados, dourados e de onro, patentes e ori-
zontaes, anisaos e ingleiet, os quaes lero ven-
didos pelos precos da factura. Cada relogioleva*
r un recibo em que se responsabilisa pelo re-
glamento durante seis mezes.
"Paraosbailesetheatros.
Riquissimes cintos dourados com lindas Arelas
tambem douradas e esmaltadas, e com ricas pon-
tas para cahirem sobre os vestidos, muito pro-
prios para as senhorss que liveremdeiraes nal-
es e theatros ; veodem -se pelo baratissimo pre-
go de 4, 5g e 6: na ra do Queimodo n. 122,
na bem conhecida loja da boa f.
Enfeites riquissimos.
Vendem-se ricos enfeites de relroz, seo os ni e-
lhores e mais modernos que ha no mercado, pilo
bartis8mo prego de8j): na roe do Queimado
n. 22, oa loja da boa f.
Raz de coral. .
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. i V
vende-aeaverdadeiraraiz de coral a 900 rs. o fio.
Caixinhas com msica.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabug n.
B, chegado de saa propria eocommenda muit
lindas caiziohas de costura com msica, propri
para mimo, que se vende muito barato.
Vendem se osengeuho
S Pe.dro e Espirito Santo, am
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeirotem casa de enge-
nto e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ruada Cadeia do Recife n.
26, primeiro andar, que acha-
k r com quem tratar.
Lencos brancos.
Vendem-ee lencos brancos proprios para algi-
beira, palo baralitsimo prego de 28400 a duzia :
na ra do Queimsdo n. 22, loja da boa f.
Aos terceiros da
veneravel ordem deS.
Francisco.
J chegou e verdadeira estmonha de 15o, na
loja de 4 portas, roa do Queunado n. 39, e se
apromptam hbitos desta fazenda a 40, e tam-
bem ha de algodo que ae apromptam a 281 cada
um,e te vendes fazenda por mdico prego.
Luvas de Jouvin.
Continua-se a vender as superiores luvas de
pellica de Jouvin, tonto pare homem como para
senhora ; na rea do Queimado n. 22, na loja da
bos f.
Semeotes de horlalices.
Na roa da Crnz do Ractts n. 32, deposito de
pao e bolacha,.reade-ae tois barato do que em
outra qualquer parte, novar r
lices, ten
bos bren
renles core TThas de diversas qua-
dades, salsa, miento e todas as mais ementes
precisas cara se ter urna linda horta.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em casa da S. P.Jonhstoa $C
eUiaao ilh^i!ei,eadtoroo eastieae.
It^hieott
rroe
largodaPenlia
Francisco Fernandes Duarte, proprieUrio deste
armazem de molhados, partecipa aos seas fregaezes, assim|como sea senhores da prega, de enge-
ono e Iavradores que d'ora em vante quizerem-se afreguezar neste estabelecimento, que se acha
com um completo3ortimeiito.de generoa os maia nevoa que ha no mercado e.por aerem a maior
parte dellee vindos de con la propria, est portanlo resolvido a vende-loe por menos 10 por cento
Jo que em outra qualquer, parte, sflaogsndo a boa qualidade e acoodiciouamento, assim como ser-
vir os portadores menos pralicos lo bem, como ae os senhores viessem ptssoalmente, para o que
nao ae ponpar o proprieUrio em prestar toda atlengio, aOm de conlinuarem a mandar comprar
*us eocommeodas. sertas de que, toda e qualquer encommeods comprada neste estabelecimento
acompanhar oma conta impresas com o tnesmo titulo de armazem Progresan.
Morntolg* iaglez* v*TftiumeiU* ftor, 1|000 ri llw.ynat_
se por este prego unlcamenle pela grande porgio que tem-o setor em barril so tara batimento
Nl*MMg& rrauccia,
Gkk uyssom
UpTetoal600jLlbr8
\J>*M)OS d WiWO^e^a,,,,^, ullimo Tapor a ^00
dem pv\W t m ^^ 640 1brai
idCm SlIlvlfM 6,t.aiih,a em porfi se faz atalimento.
Prexuuto de ttaalm lBgliI. w .. 1br.
Prezunte de \amego ,m r, 1bra iaUiro, 4I0 ,
8V%\ & a malj n0f t ^uft ^ ^ iBercl0 IQQ 1brAt g em arroba t ^JJQQ^
E.pei?Bri*8etea760M aUbr4tftlacaixaa74()M .
Latas co boVaxinYia de soda d9 deteceDte qul,4,)00
liataa com pcixe em posta d6 mnUa. qaaUdade,. 1#400
\zeitoaas multe novas, moo 0 barrlli a rBUlh0 a 3l0 ri. garM,.
fteee de Alpt rene em hlUl de 2 libr por im_ *
^*^** parapidim a 800 rs. a libra.
Banha de poTcarennada. 480 .. Ubra, em bri.. 440 rs
HA TT.^S!,- m*U nor' d0 aet**i0 90 n 1*W d aiibra por 1S700,
_ prioeira vei que viera este mercado a 640rs. a libra.
ChouncAs e palos uUo ,ow, a ^ ri ^.
Palltea de dente ilMdMMB 20 m.cinho. p.raoo .
Chocolate Crancez a lwoo r,
WaTmelada4mperlal d0 a[.mad0 Abrcu
i000 rs. a libra.
)~ 'fiSWWfauWS Porto.Bordeaux, CaroaveHos, e moscatel a 15000 a garata.
... em PlPa do 500. 560o Ore. a garrafa, em caadas a 35004|000 4*500;
V iaagw de Lisboa 0 m.i8ttperior. ^ M>. gwai.
j das mais acreditadas marcaso 5* a duzia, e em garrafa a 500 rs.
... parasopa a mais nova que ha no mercado e 640 rs. a libra.
Ervilnas trancetas. m r,., UUa
Wlolo de ameadoa a 800 r8 libra dila com ca8Ct a ^ .
i\oxes ubuho a0T a 120 ri_ a 1bra<
^Jlll*Mpil.du.M,fc.IM1,. .
~* maito snperiora 240rs. a libra, ei 7 a arroba:
ZdoMaraDbioa3*emarroba, e eva libra atOOrs.
ramo americano ,- ,.K
** j^^ ,,bra> M for em por?ao fe far .batimenM.
SevadiaadeFMn5a.a240r,albrf>
5" noito novo a 320 rs. a libra.
X oaciuao de LUb a 860 r a B |flf t W
Fartnha da UlarauWo. mai. B0Ta. m rg llbr>
Toaciaaa ingUz.2oor<..nbr..
Passas em calxln\\aA, B>u.
in*n*n***T* "*" de8 libras a J500 cada urna.
mSBSEStiSSgr* menci0"10' e'cn"* respeit.ro. publico todo qu.nto pro-
para bailes ou ca-
. smenlos-
. Vtafltm*' m lojoo pavio ricoa corles de tar-
iaisoar bvaooa bureados a aaalis, fazenda do irfti-
aro.gooto, dito* de merino bordado cora deiiea-
oirigaem oeita de comprar urna pasta para pa-
po! por 1|000. Na loja d'agaia branca acha-ae
umaporcBo de boas e perfeitas pastas para pa-
pel eom calendario perpetuo, e ndice das festaa
mudavea, pelo que e torntm de rouita otfli-
!i** P*^000 P^co de 1|000 cada nma
Ti^* "Pro***"-" oeeasrio em que se
eatao ellas vendando por meta de do que sem-
pre euatoram ; oeeim dirijam-ie a ra do
Queimado loja d'aguia branca n. 16, que [ser
bem servido.
Ifestios brancos
tardados.
Ainda restam alguna cortes de vestidos braoees
bordado roe continua.se a vender pelo bura-
tllaliBopregodolM, c1 e 3bebedos,de gra-
ca : na na do Queimado o. 22, na bem conheci-
da loja ila boa N.
Nevo afoiazem
a libra, dilto portuguez a 800 rs.
e de outros muitos fabricantes de Lisboa
ourar
paraca
uat 4o
nftts.
ni

semseguHilo
Ni rus do Queimado n. 55, loja de miudozas
de Joade Azevodo Maia e Silva, tem destinado
acabar com certas e determinadas mitidezas pelos
precos abaixo declarados, e venbam logo oois
est cebando.
Gaizaa com agulbaa francesas .........*
Noellos de linha para marcar a 20 rs. e..
Ditos de lio ha de corea e muito graudeta
Carretel de luha, superior qualidade a..
nh branca do gaz a O rs. e...........
)ta dita,a melbor que ha, novello grande
'ares de meias de cores para meninos a
luzta de meias cruaa muio superiores a
Htade ditas ditas a......................
ares de motos de oores para meninos a
inha em oariao Pedro V o..............
Gaizas com phospboro de seguranca a
Caixaa de folhae coas pboaphoroe (s a
caixa val 100 rs.) s....................
uzia de phosphoros do gaz a..........
rseos d'ague do colonia superior a....
itos com cheiro muito finos a.,...*..
izia de meiaa muito finas para senhora
izaa do apparelhon para menino a 240
........
rangas de laa e delinho sorlidaa a......
ibooetes grandes e superiores a........
raza de botoes pequeo para caiga a..
rozado botoes de looca a..............
ras de Iraoa-ia superior a 120 e......
rozado perfHs de neos................
rteiras muito sup ralhos portugueses a..................
Tesouras muito finaa para costura e....
Dilaaparaunhsa240e..................
Barataos par* voltanAe a 240 e......
Fraacoedebanhadearcoa...........,....
Fraaooa grandes do lavando ambreada.su-
panor qulMatto i....................
Fraseos de oleo de babosa a 320o....
Frascos dedanha muito fina afiaOe......
Agulheiros com agalhas a..............
Novo sortioiento
de cascarrilhas de seda,
franjas e galo com lacos
n.s relas.
A loja d'aguia brinca acaba de xeeober um
novo e bailo sortimento de cascarrilhas de seda
com duas relas flogiodopafo, o melbor que ae
pode dar em ul genero e vende a 2| a peca, as-
LH toaad* de dliarai ^.'lar-
guras por pregos iidmirafelmeute baratoa, e
tambem um no ^0B
bartese
rondor^i
sementos de horta-
as qualidadea. na -
rabanetes de df-
120
40
40
30
20
60
120
28400
2000
160
20
160
100
240
408
500
3*000
500
40
160
120
120
160
500
500
120
400
400
820
640
800
500
820
80
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
& C. successores niov da Cruz
numero A.
Vendem-se carros aanericanos mui,elegante*
e leves para duas e 4 pessoas e receMm-ae en-
commendas psra cujo fim elle potsuem mae-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
rogas para conduego de asaucar etc.
Chegou a apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
dentes
A loja d'aguia branca acaba de recebar uan no-
va remeasa datnui proveieose o procurada agua
balsmica para a bocea e -denles. O bom resul-
tado de tal agua j nao aoffre duvida como aa-
bido pelas inmensas pesioas que a compraran
e que senliam a falla della, e as quede nov
comprarem acharao que o uso ella faz conser-
var os dentes saos, livrando-os da carie, fortole-
ceras gengivas e tirar o mo balito da bocea,
dando mesma agradavel aroma, podendo-se
meamo usar della Mo a peta manhia como a
qualquer hora, e eom acorto dopoia do fumar pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quasdo se tenha de
aahir para ler-ae a bocea aromtica : para iaso
porm, bastam algumas gotas della em agua pu-
ra. O proveito d'agua balsmica ainda caega a
mais, ella serve eom acert o prompdo para
cabar a dor de den tea, ensopa ndo-ae nelta am
lacado de algodo e deitando-o no buraco do
Jeote, este adormece e em pouco desappareee a
dor. Para ae obtur um fraseo de tao prevetoaa e
apreciavel agua balsmica, 4 dirigir-so com 1
loja daguta branca, ra do Queimado n. 16, ni-
ca parte onde ella se vende. Adverto-se que os
irascos vao marcados com o rotulada dita loto.
Peitos de esguio de algodo
para camisas a 500 rs.
.u.lHi"d'"8ar,1caJTende-M bon
pellos de esgtrfo Te algodio psra camisas s 500
rs. cadaum, dinheiro a vala : na loja d'airuia
branca ra do Queimado n. 16. 8
Cestinhas de Hamburgo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n
Undaa cestinhas de todos os tamanhos propria
para. meeiMsdeescola. assim como maiorea com
umpa propria. para compras, balaioa proprioa
Bom e assim barato
Exposico de cutilerias
linas, na ra Nova n. 20.
Nada rrquiaormoottabeleeimonte se eneosjtra- venfee,
a soaafte am riqutoaiaao eertimento de cutilerias */ Pe^
oes todo o genero que ae pode imaginar, aaaim
come tambem um riquissimo sortimento do me-
taee fioissimoa cooheddos polo verdadeiro plak
para aervigo de almogo e jaotar, oamas de ferro
pare cecal eolleiro, bandejaa a imitacao e cha-
rlo em temoso avalaos, Boas a ordinarias, toda
a qualidade de louga de porcelana para cozinha :
na ra Nova n. 20, loja do Vi.ena.
Chapeos para senhora.
Ricos chapeos de teda e de relindo para se-
nhora, pelo baratissimo prego de 15 e 16J: na
ru do Queimado n. 22, loja da boa f.
Jos de Jess Moreira C.
Ra estreita do Rosario (esquina
da ra das Larangeiras n. \S.)
Oa proprietarioa deste estabelecimento avisam
a sena numerosos fregueses e bem aaaim aoa se-
nhores da engenho, Iavradores e mais senhores
desta praga que se acbam com um completo sor-
tmenlo do gneros dos melhores que podem vir
a este mercado, os quaes estao resolvidos vender
maisbsrato do que outro qualquer; offerecem
rita vantagem por vir por conla propria : abaizo
descrevemos alguna driles:
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 880.
Dita Tranceza a 640 rs., em barril faz-se algum
batimento e afiaogam a boa qualidade.
Cha hjson da primeifa sorte, o melhor que ba
' 2S700, UOOO e 2p140 a libra. q
Dito preto a 1600.
Chocolate francez a 1J120.
Dito portuguez a 800.
Prezunto portuguez vindo do Porto o melhor
que pode haver a 500 e 440.
Patos e linguigas dos mais novos a 600 res a
libra.
Caixinhas doorsdas com passas propria para
mrmo a 2g000. r
Ditas com orna arroba a TfOOO e 400 rs. a libra.
massaa finas de todas as quali-
pevide e mais massas por 79000 e 720
Mermelada imperial dos melhores fabricantes
de Lisboa a 060 a libra.
Kaasa de tomates o melhor que ha em latas de
1 libra ele meia libra a 960
Vmho Figoeira a 600 ra. a garris.
Dito Lisboa a 560, 480 e 400 idem.
)ito do Porto em pipa a 720 idem.
engarrafado do melhor que ha a lf,000 a
Lsuas com mi
&y \: pvi<
Dito
rs. a
garrafa, e om caadas far-se abatimento.
Caf em carogo do melhor que ha a 240
libra.
Arroz a 100 rs a libra, e em coias faz-ae abati-
mento.
Velas de carnauba a 440 rs.
Alm destes gneros mencionados acha-se um
completo orlimeoto tendentes a molhados, que
se procura, os quaes se mtncionarao em outra
ocessio : afianga-ae a boa qualidaJe, bom peao
e boa medida, so no PROGRESSISTA.
Reiogios.
Tande-ie am casa de Jobnston Pater C.,
ra do Yigario n. 3 um bello cortimento da
reiogios de ouro, pateo te ingles, de am dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
oma variadade da bonitos irancelinspara os
meamos.
mkmm mhm mmtmmm
Aloja dakndeira
{Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 87.
Manoel Jos da Fonseca participa a
todos os seus fregueses tanto da praga
cmodo mato, e juntamente aorespeita-
velI publico, que tomou a deliberagao de
baixar o prego de todas aasuas obras, por ^
cujo motivo tem para'vender um grande]
sortimento de bahs e bacas, tudo da
differentes lamanhos e de diversas cores
em pinturas, e juntamente um grande
sortimento dediveraia obraa, contendo
baaheiroa e gamelas compridas, grandes
epequeas, machinas para caf e cane-
cas para condozr agua grandes e peque-
as, leus grandes par* conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao oso do Brasil e
camas de vento, ratas de arroba a lf,
bah grandes a 49 e peque nos a 600
ra., baeiaagranden a 59 e pequea a
800 is.,cocos de asa a 18 a duzia ro-
gadores regulares muito barato, dito
pequeos a 400 ra., de todoa estes objec-
tos ha pintados e em branco e ludo mais
se vende pelo metros prego possivel: oa
loja da bandeira da ra da Ctu do Re-
_ elfo n. 17.
meiaamsiiw es aiaaiMawi:
ILT1MA IUA
40-Rua do Oueiinado-40
Ricoa manguitos da cambraia bordados, a ba-
ilo, matt superior que ba no mercado, vindos
no Paquete francez de 13 do correte mez, e
tonatoas am grande sortimento de chales de me-
rino de todas as qoalidades.
Barato.
Liaba de carretel, 200 jardas a 60 ra.
Colchetea franeeze, catxrotia a Ora.
Agulhaa (rancazas, eaitlsba com 6 papis (es-
li principiando a ferrejar) a 120 ra.: na ra do
Oaeimado, loja d'aguia braOca n. 18.
N. O. Bieber & C, auccesaores, ra da Cruz
n.4, tem para vender reiogios para algibeira da
ouro a prata.
Lindas caixinhas
com necessarios para costura
Acaba de chegar para a loja d'agnia branca mui
lindaacaiziohaa matizada,com espelho, tesours,
caivete,agulheta, agulheiro, dedal e ponteiro,
ludo praliado e de apurado gosto, emOm urna
caixioha eicellente para um presente, e mesmo
fara qualquer senhora a posauir, a vandem-se a
08 o 128 : na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 46.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos finisaimoa de linho proprios
para os tabaquistas por serem de cores escuras e
fizas, pelo baratissimo prego de 61 a duzia ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Lencos de canfi-
braia com padroes de se-
da a 2J500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambem se vende mui
bonitos e finos lengos de cambraia imitando seda,
isao pelo baratissimo prego de 29500 a pega de
10 lengos. E' eaaa urna daa pechinchaa que cusa
apparecer, e quando aaaim approveiUr-ae da
occasiao, porque elles servem tonto para algibei-
ra como para meninos, e quem os vir na loja
d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16, ter
vonlade de comprar mais da urna pega, tal a
boodade delles. ,
Tachas e moendas
Braga Filbo C. tem sempre ao aan depo-
sito dama da Moeda a 3 1, om graada sor-
meato da tachas a moaadas para engenho da
muito acreditado fabricante Edwin Mawatra-
tor ao mesmo deposito oa oa roa do Trapicha
a. .
Gravatinhas de raiz de
coral,
o melhor que possivel. Veoda-se mui bonitas
gravatinhas de raix de coral com daas a tres
voVtaee laeoa as pontea, sendo ellas bstanle
compridas, avista do que sao baratissimaa a
2|500 e SjiOOO: aaaim bom e barato s na loja
d'aguia branca, raa do Queimado n. 16.
Attencao
Batios" Reg acabara de receber grande
quaotidade de roepas para crianga aaaim como
seja de fualao e la e de aeda, pelo diminuto pra-
co de 2g50O, 38 e a 48, veatidos de cambraia
bordsdos para bapliaado de enancas a 16f, c-
saveque e capas de fusto e de brim, para se-
nhora e menina pelo diminuto prego de 3f e 48,
capea de fuatio muito compridas para senhora
a 188000.
As melho-
res msebinas
de coser dos
mais afama-
dos autores de
New- York:
vende m -se
unicam ente
no armazem
de fazendaa
de Raymundo
Carlos Leile
& Irmo, nu-
mero 12, ra
da Imperatriz.
Veode-se um excellente sitio no lugar do
Peres, freguezia dos A togados, distante deste ci-
dade pouco mais de nma legua, com urna gran-
de casa de pedra ecal ha pouco acabada, muito
bem construida, com quatro quarlos, duas salas,
gabinete, sotao no interior da mesme caaa com
janellas para os oitftes, cozinha iodependenle,
cecheira, estribarla, casa para criado, cacimba
com agua de beber com tanque para banho e
bomba, n orado pela frente, e pelos lados cerca-
do com llmio, muito bem plantado de diversas
arvores fructferas lodaa novas, como sejam, boas
laraogeiras selectas e de umbigo, fructa-pio, -20
p de coqueiros, sapolis, e-outras muilas que
enfadonho se tornaiia menciona-las ; o lugar em
qu est collocado eate sitio o mais bello do
lugar por ser muito sadio; tem excellente banho
pela frente do rio Tijipi ; eate sitio se vende
por preciso, pelo que nao se dovldsr dar por
multo menos de sen valor : quem o pretender
enlenda-se com Manoel Joaquim Ferreira Esteres
na ra Imperial o. 40.
A.rado samericano se machina-
paralavarroupa:emcasa deS.P .Jos
hston & G. ra daSenzala n.42.
Macas e uvas de Lisboa mui-
to boas.
chegadas no paquete inglez, vende-se na rna
eatreita do Rosario n. 11, estabelecimento de
Sodr&C.
Manteiga ingleza
flor a 1,000 a libra,
francesa a 640 ra., tooclnho a 860 rs. a libra,
arroz a 100 rs., caf a 240 rs., e tambem carne
e lingo iga do ser to : na ra daa Cruzea n. 24,
esquina da travesa do Ouvldor.
Vidros para vidraca.
Vendse por prego eommodo, na oficina de
funileiro de ra larga do Rosario n. 20 em por-
teo e a retalbo, por ter recebido grande quanii-
dade de todas as marcas.
56, de M jg.lbei & tiendes.
Vendem-se cuas carrees novas
os teus perleoces, urna para cavallo e eoU
bol, aaaim como um bol novo,
gordo, por prego eommodo : ooa
de Motucolomb n. 39.
gos muito baratos-
Liquidado
Loja de
cortinado a 3, ditas de cambraia do i
grandes e miudo. < 2 e ga, cartea ato ^HuZTZ.
core, finas com 13 so?e* ? 2M00. t!5m
dadamaacodelaapor^ ^T
maesa
pora
Afiajeato,, rao
Vende se a taberna site Da tra-
vessa dos Expoatos d. 18. bem afrense-
zada para a praca : a tratar na mesma
a qualquer hora do da.
*"! yene-e urna caaa sao Goiaa&a, na ras
do Meio de pedra q cal. bem conaUoida. isatoo
a talaa, 4 qoarfbs, copiar, coctoha p.iH. tm
quintal murado, com cemasodes aira padaS'
bosjeatsdo; a tratar no RecUs cosa 6aisaaroa
a Alcoforado, ou em Golaone eoaa Fraaezas*
Jos da Silva Fereira : e tambem aluga-ao
\iT?Vto m'M 0M *'. osa evtoo-
lo, idade 18 annor, e oolro cabra, idade 17 _
noa, emboa com bonito figura; a tratar na ar-
mazem de Guimarea & Atootoraeto a. 34.
- Vende-se a ca. da ra do Padre Florianns
vende ^ ** P"r,X0 "* 10 dW
~au-" 0 Qu"1,n,d0' ,0' fer"8a a.
id, vendem-se queijos novos vindos dos
do norte pelo vapor Jsguaribea.
porteo
Vende-se
uito
o. 24, primeiro andar.
um bonito a excellente aaoLnaa
forte : a tratar aa ato ffapmto
Escravos fgidos.
A 2e?500
marmore.
Na leja de mar mora vende-se para II-
I ^u?*Jia Fao-.awepoo muito barato,
! vanado sortimento do'fazeodao da mo-
mias e veerieaenUii'i't aieninea e bem
Chales de merino estampados, qae em outras
tojas se vendem por 48 e 58 na loja da boa (
aa roa do Queimado a. 82, vende-se pelo bara-
fissimo prego da 98500.
Attencao.
Vende-se ame machina de vasor systema ho-
risontal com todos seus competentes, sendo a
caldeira da prsalo de dus a tres atmospberas
muito conveniente para am senhor de engenho
ou entra qualquer offleina i a tratar no aterro da
Roa-Vista n. 52 loja, ou no sitio do viveiro
do Uuniz.
ftua da Ga^iia do
Recife o 50 A;
A 2$ e10000.
Maeoel rr' *- "u"'- ""'Hsin
aeuo amigos e freguezea ame aal.
Fugio da fabricado sabios?* ra Imperial s
escravo Car loa. de naci, leudo oaiiSSt
gointes : altura regular, olhos grandeaVme'io.
cobertos pela palpebra, eflzo ds urna peras T
Silv, lendo-e oceupado oulr*ora em vender
fruct.s no Becife : quem o appreheoder Isva
ao Passeio Publico, ou a ra da iorsrTn. S.
Acham-se fgido dona sacravss, sendo osa
pardo, denome Luiz, conbecido por Leiz Meu-
teiro claro, alto, aecco. eabaltoa aucariaoss. ser-
nas bastante compridas, e com um mstor sita I
que ser canhoto. idade 22 asneo, sesea mais
ou meno, sem barba, offleial de rJedTeire, tsas-
bem pinta, e trabalha um soaso do funileiro s
outro crioulo, de nome Eliaa, car tote basa
parecido, estatura e corpo reaolsrea saos bar-
bado, e offleial de tanoeiro : qasan es ssVar
leye a seu senhor o major Adloar da SiUa Gas-'
mao, ra Imperial, que ser bem gratificado a
igualmente recommenda-oa aa autoridades noL-
ciaes. *^^
Escravos fgidos.
Fugiram junloa no dia 30 de aetombro io cor-
rente aooo, os escravos Gongalo a Lsix, ceas aa
aignaes seguintes: Gongalo crioulo, de idsds 14
a 15 annoe, secco do corpo, levando calca do ris-
cadinho de quadro e camiaa de algodio do liatra.
Luiz crioulo bem preto, altara regular, diz que
padece de calor de flg.do. tem as verilbaa urna
ou duas fiatolaa, fllhe daa bandea do Pedrea do
Fogo, da provincia da Parabiba: roga-se, por-
tento, a todaa as autoridades poHciaes, c.pilies
de campo ou qualquer pesaos, que oa apprehan-
dam e tragam roa do Queimado a. 10. loja ds
rerrso 4 Haia, que se dir o dono des escra-
vos, e gratificar generosamesU.
.Ik^? dl'K17J0e* cor.reBl Mi do en-
genho Aranba da Pedra freguezia do Cabo um
cabra crioulo de nome Simio Idade de So sosos
pouco mais on menos; escravo da Harto Seseos
da Coneeigio Cavalcante, com oa atgsaes aegsto-
tes alto, teco de corpo, rotlo descamado, pes-
ca barta, conservando casas, o so cabellos ds
cabega creacidoa; foi vestido com esmisa e catoa
de panno azul e chapeo de palba: qualqser pes-
aos que o appreheoder,' leve-o ao dito escesho
cima mencionado, que aera bem retasen asada.
Escravo fgido.
Tendo sido aotorisado o Sr. alteras Jas Bode
de Araujo por D. Clara Mara da Csoccic.a ds
Villa Bella para vsnder o saa escrav. N.a].
cnou o, de laanaoa de idade, de rosto comprMO,
cabellos carapiobos, olhos pequeos, saris casto
bocea pequea, cor preta e sem barba aissaa
este, que conatam do psasepoito cosa a ase a
mesmo escravo veto de "illa Rslls, aacctidisi sus
o diio Sr aireres Bedo tratos a vende ds referido
escravo com o Sr. Joaqsim Marta Perstrs %toasa.
que ae acha va hospedado eaa casa 8o Sr. Isla ds
Sequeira Ferro no dia 28 desta mas. olh'o eo-
trogoa, me dentro de daa horas o Sr. Ytaaaa
precurou o Sr. alferea Bsd8 daejiisa Iba aoa
o escravo linha fgido, peto qss ais aa asad*
passado a eacriptnra e nem feito a pao ato atoes
cou de neohum effeito o contrato da venda s
eolio aubstabelecendo o Sr. alfares Beso s neo-
curago no Sr. alferea Manoel Joaquim 80 Olivsi-
ra CoxalroB, por ter aquello da retirar-as esta
praga, o aovo procurador tratos coa o asstaa-
assigoado a venda do dito escravo tafias a tal
venda foi definitivamente realiesda ; seto'sos o
abaixo-assigoado previne a autoridades tslaetoeo
e a quaeaquer pea.oa.qae por vesisva asaUMreaa
onde existe tal escravo,- ou o encontrare., para
que o prendam e fagam recolber prisis, as for
tato fra desta ridade, o aqui a lases casa ato
aua residencia na rsa do Impsrador o. 78. corto
de que recompensar devidameate. Ostro atoa
protesta o abaixo-assignado esotro quem quer
que por ventura o teabs aceotodo. porqaaata
proceder civil e crimtostaaeals.
acamado
osseto-
vo urnas sarnas as percas, e levou vestido ca-
ftiaa de algodio bresco s caiga do etim desbota-
do, tendo sahido sem chapea:
SilvinoGsitaarmade
Adverte maia o aboiso-aao salo que
lhe aasevera o referido Sr. Viesas,
-assmTK^.,,.
largo do Corpo Santo.
Escravos fgidos.
Fugiram juatoa, ao ato 14 do agosto, os >
ve. Pedro eJssssa, tonds a oa
sectate.: crioula, do idade 8o
maia ou menos, cor preto, estafara alto.
secco, rosto comprido.dsotof^limsdos, toso oso-
do minimo de oma daa mi atusado se saa ta-
ino que levou sobro o mesmo dado ; levas seas
tronza de roopa, contando aa chale sataia.de
de franjas e bordadoa brancas, am toses toases,
um cobertor aero, daos vestidos do chito claro,
usados, o um aovo cor do roas, '
de algodaozinho emadapotie, I
eaeravo com quem fugio, da i
branco, de idade de 35 antros, poa
manca, estatura moto qso-rogutar, t
e ercoa soeces, cabega adeuda a chato atraz,
cabello, corridos, sm sesea osvosds s asa ato ao-
godes, anda prestado a toessra a aaipe psra
fronte, bem ladino a ferrante do moda aaoaaOael:
leroo caiga e camisa de ataodioztehe toases o
chapeo de feltro. Foram vistos aos primaaraa
das nos arrabaldes desta ddade do Raeifo, ssss-
p6e-se tarem seguido para Caruar. d*oooto tai a
Joanna escwva do Sr. Cae Un o Jos, B^
certo 4 teram somaido pai
em diroegie ao Rio do Plte,
Sousa, por ser o reuaaBBBBB
aea lugares
ridde poJFA^smMaammj ffaaaaaasat-
rta
sVli KT/liF Anrti



(8)

-. "i
Litteratufa.
Historia da tacbijtfagj$$?u steaogra-
{Concluto.)
Nao pojnos tj&L<> altribujr a diversidade
i""6'*" > ii deixamoa
s, porm que nos convm repetir pa-
ia outra coosaquencia :l. Os
?is* formas angulares, que se ob-
nolas tironeos deviam lomar a aua
romomorito diflu e demorada; 2.
lingo a latina os sigoaes gregos de
devia nacessariamente coolribuir
a que o methodo de Tiroo fosse impcr-
suucieote : logo, en impossivel com
tae> meros seguir o discursos, qaando mesmo
proueridos pausadamente, dos oradores romanos,
este caso nao era possivel deixar de inventar
abreviaturas aarticulares, t o que fez Tirn, e
depois dalle ouiros, e principalmente Sao Cypria-
no, que compoz um diccionario particular para
apropnar a ileuographia lingoagem mstica
dos chnstaos. A vista disto concebe-se que dit-
nculdades deveriam experimeolar os comentado -
res que conceberam a descocerla de um alfabeto
no meto de 13:000 signaos tollos arbitrarios a
excepgiQ de 40 ou ao muito 50.
Teudo tratado da stenographia em sua origem
e teodo-a seguido al a sua exlingio, resta-nos
duer alguna cousa do seu renascimeoto, que te-
ve rugir no seculo XVI. Foi a Ioglaterra. que,
parmiu-se-oos a eipressao, lhe servio de segun-
do berco.
E' forcoso coDfessar que os povos modernos
tem trabalbado ruis no aperfeigoameolo da ste-
nographia do que os antigos. A obra de Macau-
lejr, o primeiro escriptor inglez, que tratou desta
materia, foi logo seguida de urna raultdodeou-
tras que se lem succedido com rapidez. A In-
gliterra coala mais de 40 autores de methodos,
todos os quaes tem mais cu meos contribuido
para possuirmos urna arte ioBoitamente preferi-
vSl ',0' r0fnano- No reinado de Laiz XIII o
abbade Caussard publicou a primeira obra que
appareceu em Franca sobre a stenographia ; ella
intitula-se Arte de escrever to veloz quanto
se falla.
Urna obra mais notavelfoi publicada em Fran-
ca em 1776 : a tachigraphia de Goulon de Tha-
veoot. Infelizmente esta tachigraphia, quasi lao
exacta, excepto na orihographia, com a escripia
vulgar, tem o defeto de nao ser sulcieotemen-
te rpida para preencher o Qm de seu autor.
De lodos os methodos que temos citado, e de
muitos oulros que nao mencionamos o de Samuel
Taylor, que se.publicou no fm do ultimo seculo,
teve a voga mais constante e mais mereciJa.
Taylor supprio as vpgaes medeas, que tanto obs-
tavam aos seus antecessores, e obteve por isso
urna velocidade quasi dupla d'aquella, que se ha
via al ento alcanzado ; lambem a mocidade
correu logo em mullidlo as universidades de Ox-
ford, de Escossia, e da Irlanda, para tomar as
suas llcoes. Podemos dizer que Tay'.or operou
urna verdadeira revolugio na arte da abrevia-
tura.
Adaptada a lingoa franceza por Pedro Berln a
stenographia de Taylor fez nascer urna mullidlo
de-systemai sob mil dlfferenles titules.
Este methodo tera por differenles vezes soffri-
do muitas Jcorrecgoes e notaveis modicacoes,
porm nem todos as tem julgado do mesmo mo-
do, e alguna as regeitaram completamente:
esta urna qucstao que anda nao foi julgada.
Em Portugal s foi introduzida a sleaographia
com as cortes de 1821: porm aigumas pessoas
curiosas a tinham ja estulado antes, posto que
nao a pralicassem.
No Brasil a stenographia appareceu, ou prio-
cipiou a ser conhecida em 1832.
Carta que aoExm. Sr. ministro dos ne-
gocios ecciesiasticos dirigiu o depu-
tado Joaqoim Pinto de Campos.
NECESSIDADES DA KGREJA E DO ESTADO.
Exm. Sr. ministro dos negocios ecciesiasticos.
Concluiu-sea sessio legislativa. Foi ella ab-
sorvida pelo expediente poltico. Muitas questoes
urgentes deixaram, por deflcieucia de lempo, de
ser ali tratadas. Assumpto hoa*e para o qual,
em presenga das necessidades publicas quotidia-
uameote crescentes, tencionei invocar em parla-
mento a silencio dos poderes do estado ; mas
nao se me offereceu opportuntdade. Por tal mo-
do, porm, me verga elle a conseiencia, que no
momento de regressar mioha provincia julguei
dever por este meio solicitar a alienta considera-
do do governo.
A voz que pusa erguer-se de um amigoi sin-
cero, que almeja por ver os seus amigos circun-
dados de aureola de verdadeira gloria, e con-
quistando-a, em todos os sentidos, pela estrada
larga da religio, da moral, do justo e do bom.
F. porque deposito confianza nos caracteres que
presidem manobra da niu do estado, e sobre-
tudo no do palinuro que lhe impuoha o leme,
que eu ouso trabar estas linhas. Se nao tora essa
conviccao, nem viria expor-me aos baldos da
impiedade tnumphante, nem daria um passo de
ridicula ioutilidade.
Fiu que, d'aqui prxima sesslo, V. Exc. lera
tilo occasiao de profundar o assumpto, para exi-
gir do poder legislativo as providencias conve-
nientes para remedio dos males. Se a fazenda
dos povos cousa preciosa, as almas das gera-
ges sao cousa ineslimavel, e que nao merece
cuidados inferiores.
Pretendo, pois, chamar a attengio de V. Exc.
para o assumpto mais alio em sua origem, mais
graveen suasconsequencias, que mais perigano
desamparo, e que no remedio mais urge. Quero
tratar da religiao; fallar o christio sera esque-
cer o hornera poltico ; fallar o padre aem es-
quecer o ciddo.
Desde longo lempo se confraogem os nimos
dos bous ao presenciarem o lameotovel declive
por onde vio desceodo ideas e crencas. J lu-
gares que, por sua altura pareceriam inaccessi-
veis, vio sendo invadidos pordoutnnas errneas,
ou, peior do que isso, pela propria ausencia de
doutrinas.
E' lempo de antepor um dique torrente antes
que i todos nos engolfe.
Cumpre dizer toda a verdade. Esta nacao que
sempre timbrou de Qdelissima ; este povo que
sempre considerou a religiao podra angular do
seu edificio, vae, sem culpa descarriado n'uma
indolencia, n'uma apathia religiosa, de que lhe
licito tomar-nos contas.
Venho hoje pedir ao governo da minha oagio
que atienda, emquaolo lempo, a lio vitaes ne-
cessidades ; que se conserve na altura de sua
missio, e concorra, quanto em suas mios couber
para abrir rias a mais auspicioso futuro.
Discorrendo peratite um dos nossos primeiros
estadistas, discorro nao menos perante um ani-
mo altamente religioso. Essa dupla qualidade
me affiaoga a acogi, e nao ser ouvido com o
pobre sorriso da zombeteira iocredulidade, ra-
chlico aborto nascido da ignorancia e do crime.
Quando a coostituigo do estado estabeleceu
que a religio catholica apostlica romana conti-
nuara a sera sua, eurvou a cerviz ante um faci
superior ; direiio superior a todos os direitos:
rcpetiu o que lhe nao era dado alterar, o que tres
seculos haviam gravado no coragio e na mente
dos Brasleiros, e dezeoove seculos na mente e
coragioda humanldade inleira. Mas, colocan-
do-se assim sombra de veneranda proteccio,
obteve essa constituigio novos ttulos ao nosso
respeilo. Reconheceu ella assim que o calboli-
cismo, intermedio entre o homem e a divindade,
era nao menos a mais admirare!, a mais com-
pleta das coosliiuiges polticas.
E com effoito, Sr. ministro, onde nasceu toda
essa lio exaltada civillaacio moderna ? em Jeru-
salm. Acaba de ser derrubada a louss de um
sacrosanto sepulcro, e doze legisladores 14 partem
das raizes da craz. Qaem sio esses horneas, que
marchara encostados aos seua bculos, peregri-
nos das suas patrias, como Chrsto da celestial ?
PoS ser dado a essa gente legislar para o uni-
verso ? Quaes suas prollssdes ? as nfimas. Suas
galas T andrajos. Saasciencias? ignorantes. Sea
trato social ? rudos. Sita* riquetas? nada pos-
suom. Sua ir osconhece! E
qoe alcao^^H ?s e Ignorantes, e ns, e
despTexadotr ioham cahdo as
virtudes d Licurgo ; as de
Roma con e um oaqutllas,
gnas de
qoe pi
nao d|
ligttoi
Cob__
chrlstta__
cbrislianismojocial.

URIO DB flBlABWCO. *- QUISTA ffelBi i DI OTUHO DB IMl :

que, em

r.-
Hn o
P^H. e o
presenta a satisfago das miii recnditas e mys-
tenosas Dredsoes da lm, eatabelece as relacea
l*,E e o creador, prende o homem
;?*_ llrM,ofio immortalidade e eterni-
dad?. Has, encorado i luz humaoa por esses
que, como o primeiro homem, se imaginan es-
tultamente centro iodependente da vida o da
sciencia, o chrtstiaoismo syabolisa ainda a m-
xima perfeigao oa poltiic ; subordina paixdes e
Inleresses terrestres suprema le do dever-
seus dogmas, sua oral tem por sanccio a ioevi-
tavel jualica do Deus remuoerador o viogador.
S o christianismo tem credenciaes do cu jun-
io trra. Nao lhe embargan o passo oceapo,
nem cordilheiras, climas nem coslumea, historias
nem civiiisa?es. Para as filsas religies, ludo
1980 sao obstculos. O christianismo por loda a
parte ondb respira um homem penetra, impera ;
preside aos deslios da humanidad.!, Ilumina com
sua refulgente luz os povos que avaocam na van-
guarda do genero humano.
Para que hio depois espiritos truculenlos, po-
lticos mesqulohos, dissocia: tio ntimos inleres-
ses, os do estado e os da egreia. proclamando-os
diversos, e quera sabe se hostis ?
Permittam os espiritos fortes ao crete con-
templar oa religiao um huitivo as provacoes,
um refugio oa desgraga, um peohor de veotura e
de paz na tcrra, um anigalo de immortalidade.
Se lhes repugna ver nella chave da eteroidade,
aproveitem-a como o mais sublime dos cdigos
penaes, com a designadlo de todos os detictos dos
seus cdigos humanos, e de oulros ionumeraveis
para que sio impotentes as leis terrestres ; apro-
veilero-a, porque a sancgio das penas applicada
por juiz que v ludo e sempre, e pune inevitatel
e recto.
E' talvez oeste sentido que o poela romano,
fraco espirito forte de seu lempo, escrevia :
Expedit esse Deus ; et, u( expedit, esse pule-
mus, outrioa applicada pelo iosuspeito Voltaire,
quaado accresceotava : S'tl n'itait pas n Dieu,
ilfaudrail l'invenler.
Esses aristcratas da democracia, repellindo
embora Deas para seu uso, proclamam a oecas-
sidade da creoga, para bom rgimen das turbas,
e governo da sociedade.
Longe do antagonismo entre a sia poltica e a
religiao, voga aquella na alheta ; ideotico o
problema que resolvem ; sio solidarias. Dga-
se que (allava a sabedoria romana, quando ios-
crevia como axioma : lex est religio.
Fulmioaes penas contra o falsiticador, o perju-
ro, o ladrio. o calumniador, o homicida ? Muito
mais duras as fulmina o declogo contra ludo
isso ; esao ess'outras que apenas perpetrado o
crime, apprehendem o delinquente pelo remorso
e terror no lempo, e pelo inferno na eternidade.
E notem os estadistas myopes, os que renun-
ciara a esla suprema instaucia penal, nao desva-
ravel por sophismas de ad voga ios, peitas de tes-
temunhas, ou erros de humaoa justica : o que
succeder no da em que se inocular, e impreg-
nar bem oas turbas a idea de que a religiao
urna peia pueril, de que a morte acaba todos os
gozos, todas as dores, tolas as responsabilida-
des ? Erguer se-hao iriumphanles os ruins ins-
tioclos, e o descrente se conveliera lgicamente
no mais abominavel malvado.
Visto que nada ha depois da morte ( dir
elle), nem premio do bem obrar, nem punigaode
maleficios ; de que serve praticir virtude quaudo
ells me prejudicar? desterrar crimes quando elles
me proporcionarem a felicidade terrestre, que
durar lauto como eu mesmo ? Esse scelerado
amanhia vae perjurar para locupietar-se; vae
incendiar vossa casa, calumniar-vos, assassinar-
vos, para se apoderar de vossa fortuna. S um
ser o seu cuidadoevitar qae o descubram,
oio tinto para nao alieoar as deferencias ( que
esse ouro alias lhe multiplicar), como para li-
vrar-so das penas das vossas leis, caso esse ouro
lhe nao compre jurados ou juizes.
V. Exc. pensar, pois, sem duvida comigo,
quanto importa, al pela alta razio poltica de-,
sarmada, prestarraos forga religiio, arraigar I
mais fundo a f nos povos. Aind sob o aspecto
humano, ai de nos oo dia em que descremaos da
vida futura I
Nesse dia, que'significar virtude ? urna coa-
vengio egosta da sociedade, sacriQcaodo-oos em
seu exclusivo proveito : desthronise-se a virtude.
Qae sigoiQcar decencia ? pura comedia ; bas-
ta, como Augusto Cesar no leito da morte, vao-
gloriar-se cada um de ier bem desempeohado
seu papel : desterre-se a decencia.
Que sigoiQcar amor da pratria aos olhos de
quem oio tem porvir ? Que importa ella ? que
valem a familia, os filos ? Para que felicitar
todas essas ce usas perecedourss e vas, custa
da propria felicidade ? Morram ellas e viva o eu.
E eu, o terrivel eu, dominar todito as minhas
aeges ; epicurista, serei todo materia, eappeti-
tes, e carne, esaogue, e animal I Evite-o, cx-
celleotisso senhor, evite-o quanto em suas mos
couber 1
A sublime lei do Golgotha proscreveu o que
nossas leis proscrevem, exaltou o que ellas exal-
tara ; tanto cuidou do homem eteroal como do
caduco ; lano legislou para o cu como para a
trra. Proposuit Deus instaurare omnia in Chris
to ; qua in cmli$, et quw xn trra sunt.
Fez mais : em proveito nosso, e aas nossas so-
ciedades, legislou sobre materias em que forgosa-
mete somosomissos. A soberba queallue im-
perios, nao a podemos castigar, mas peccado
mortil, motivou a queda do aojo. A avareza, que
perturba as relegues; a oveja, que origina mal-
queremos e guerras ; ludo punido com eter-
nas penas. Iguaes sio impostas preguiga pro-
claman do-se o trabalho lei divioa, que ennobrece
( estimulando-a ) a actividade humaoa ; e assim
em myriadas de casos, em que tio impotente se
arrasta a repressio dos homeos, quio poderosa
se slenla a de Deus 1
Essas conquistas de qua tanto os ensoberbe-
cemos, como rubis eogastados oa cora da civi-
lisagao, a quem senio redempgio se devem ?
Liberdade universal, egualdade dos homens
antes Deus e entre si, conquista da auperio-
ridade intellectual sobre a natureza physica,
abundancia de bens terrestres,os pobres tirso-
do por egual os seus formaos de parlilhas ao pa-
trimonio cornmum, a miseria vencida com os
vicios, o reinado da razio, da justiga e do
amor... Que tudo isso seoio a applicagao do
principio do christianismo s relagoes sociaes ?
A quem se deve o melhoramento dos coslu-
mea, e por elle o aperfeigoamealo daa insltui-
ges? Vamos voltando aa douradas paginas dos
livros santos. Acharemos n'uma : Fim da es-
cravido do homem ao homem. N'outra : cari-
dade e beneficencia. N'outra : paz. N'oulras :
futas dos encarcerados ; perfilhamenlo dos or- i
phaos ; amparo das viuvas ; melhoramento mo-
ral ; rehabilitado dos criminosos; instrueco'
dos ignorantes ; finalmente essa iofioidade da '
joias do ioexhauravel ibesouro da celeste bon-
dade.
Oode se nao fr impellido pela creoga, obro
pois ao meaos o calculo das cooveoieocias. Lem-
bremo-aos que a religiao decreta os meamos
pnocipiog de moral que nos depoia lhe fomos
pedir; que ella a primeira que fu a norma
do dever, como profanamente o enten lemos tam-
bera ; ella que, discriminando o bem e o mal, es-
tabelece umn lei suprema reguladora das aeges,
que ao passo que atiaoga o soberano bem dura-
douro ( primordial intuito seu ( domina sobro i
conseiencia, as sua3 relagoes com a razio, prin-
cipal ioterprete do homem. A moral religiosa,
que marcha sempre ( as veiei leuta. mas firme],
tem mximas absolutas, porque asseuta n'uma
soberana que origiua sua incalculavel influencia
nos destinos das oages.
Mal hajam pois os tnteresses, a ignorancia, ou
as ruins paixes, que exiettam cegueira de se-
parar-se, a impiedade de combaler-se, dous ele-
mentos unsonos de orden e de ventura.
Nem o principio ha de devorar a coosequencia,
oem a consequencia subsistir fra do principio.
E chamam-so estes tristes instigadores philoso-
pho l como se podesse haver sabedoria em op-
posigio com a egreja de Deus I
Athlelicas lulas malferidas por pygneos I
Oode a pl||)scjphia duvida. a religiao certifica ;
aquella examina, esla er ; ali a consulta, aqu a
ordem ; l discute a verdade, e reconbece-a ;
aquell'outra iraca, esl'outra forte ; alm inacces-
sivel as turb:u, quem universal ; oesse lugar as
escolas, oeste os templos ; 14 sujeigio, mobili-
dade. dssoliijoo ; aqu immobilidade, iodepeo-
dencia, uuiflade ] Aqu a obra de Deus, l a
Obra de Satauaz.
Por desgra ;a as pocaa de crUet, e radicaos
reformas, no oslado de civilisaco aftUda, quaa-
do esta adujlle a revolugo orno direito, sien
levantar-se asea amentaseis symptomaa de de-
secordo ; miis compete aos lempos normaos de
deseuvolvimioio regular e pacificamente pro-
frralarath^lra*i iirfiIwal *. i -nntl* ltr-<
gresaivo, estibelecer iodissoluvel harmooiae
moral, religiao, pcllia e phosophia. V<
nos Donado lei tb,eita'
Nossas condiges normaes Vivamos nos
lempo de aproveila-Ias. Mas que vosos m
torno? urna moral de conveogio, do convenien-
cia, discutivel, discutida porque iaom religiao ;
orna metaphysica sem crenga ; ideas lisongeiras
de pueril vaoglorta do espirito, maa qoe flto ole-*
van a alma ; que dio ama saporBcfe de ins-
truccio, mas sem railes ; que nos en siriaca 4 ser
habis e avantajados os vida, mas oao melhorei.
Respiramos una almosphera mephytica de in-
differeoga mais pergosa, oas eoveuenada que a
da impiedade audaz, ou da incredulidade mili-
lanle. Veoham antes essas ; veriham antes as
perseguigoea ftrozes ; a egreja lhes deve o en-
tusiasmo contagioso e sublime dos primeiros
seculos. Em oossa familia se psleoteia essa dis-
posigio iooata, sempre que a religiao ameaga-
da em aigumas de suas velhas creogas. Apeis
mi sacrilega oosi erguer-sa para a arca santa,
o sentimeoto brasileiro levanta-so iuflamraado,
unnime, de todos os ngulos do imperio.
Mas, fra desses momelos de excitacio, a so-
ciedade recaba n'uma atooia, n'uma indolencia
religiosa que infunde lerror.
Avancem para a freoto a controversia philoso-
phico, a palavra sacrilega, o atheUmo selvagem ;
ludo isso oos assegnra batalha e victoria. Mas
esla incuria, esta maleabiiidade, deleixo, iosen-
sibilidade religiosa, ai que isso invade aem pe-
leja, isso denuncia decomuosigio ioierior. saa-
greua I ?
Gerages sobre gerages vio rolando, como
ondas que se quebrara as praias ; e dada oova
geragao vae achando diminuido o patrinonio
humano da f, do culto da moral chriatia. Tre-
mo s de o pensar, mas o progressivo cahimento
em que vamos, levar-nos-ha, em meio seculo
mais, ruioa das praticas, como dos sentimeutos
religiosos I Tristooho futuro se me antolha I
A culpa minha, como de nos todos. Sou ho-
mem poltico, pedengo urna assembla de le-
gisladores, sou padre, sou cidadio ; pois bem I
balamos nos peitos, os polticos, os legisladores,
os padres, os cidadio, cada um por sua vez
tero concorrido para tio lamentavel situacao.
b, seja licito liogua, que se nio dobra con-
sideragoes humanas, recoaheco-lo : o exemplo
nao vem de cima ; se bastasse de per si o exem-
Pfo, otwalho que refresca e fecunda, o alto exem-
plo que importa o calor das conviecos contagio-
sas, receberiamos do throno a mais eloqueute
hgao. ^
A culpa nossa. as duas casas do parla-
mento quaolos membros do clero lm asseato ?
Nao baslou que a nossa orgaoisagao fuodameotal
o utase crear no seto da representado nacio-
oal um baoco dos bispos ; oem um nico foi
chamado ilUmioar-nos, e a importante, a su-
prema, a urgenlissima legislagio religiosa quasi
corre revelia do alto e baixo clero I
Os parlamentos atulham aeus archivos de leis
sobre estradas, diques, navegacio, commercio,
fazeo la, saude.... E' juait ; mas a moral, mas a
religiao serio acaso lioecundarias cousas, que
aioda aps aquellas trelas aos desmeregan cui-
dados ?
Levntanos estradas frreas, as oo lugar
dellas derruban-se tenplos para nais os-nio re-
erguernos. E' nao I
Pssse o carro da verdade por sobro quaesquer
cabegas que se lhe aotepoohan I O menospreco
con que vio seodo cada vez nais contemplados
os ministros do Senhor, por tal arte os tem aco-
bardado, que vio progressivameote ficando cada
vez mais inferiores sua alta missio, Em to-
das as hierarchias infelizmente nister que se
avive o ardor amortecido. Nio tanto Jaita
de numero de semeadores do Evaogelboi* ^le-
ve lamentar-se, como a falta de semenf^Jos-
ses semeadores, sal da trra, Ungado^Wfrra.
Multxsunl sacerdotes, et pauci sacerdotes ( dizia
!>. Chrysostomo ) inulli in nomine et pauci in
opere.
Os prelados, generaos da milicia da egreja,
lem na maidria presas as maos. Desde que se
ousou deoomina-los empregados publiaos; des-
de que em poder moral e material Ibes arrebata-
ram lautos meios de legitima influencia ; desde
que a aulondade civil tratou o episcopado, oio
ja de egual a egual, mas de superior ioferior,
cou minada a forga. a poasaoga delles. Nio o
occullo, porm, devra essa eircumstaocia redo-
orar a energa dos prelados, cuja sacra missio
em toda a parte augusta, mas em nossa trra
vital.
Os parochos, em grande numero, esquecem
que sao curas d'almas. tomara levissima a peaa-
da"uzquo tal sacerdocio lhes Impoel Nio fallo
ja de todo esse imperio, cuja exlensio despovoa-
da motiva freguezias de dezenas de leguas, has
quaes nenhum contacto existe entre aa ovelhas e
o pastor ; fallo das proprias cida les... di-lo-hei
da propria corte, onde oo da do Senhor me nio
coosia haver urna s egreja em que se ensine a
doulnoa, a palavra de Deus I Avalio-se por ahi
o desamparo das ouiras necessidades espirituaes !
E pois que fallo dos parochos, lameotareiegual-
menta a facldade com que se cooseote a viuvez
de muitas freguezias, tolerando-se que os pasto-
rea espirituaes vivan looge de seus rebaohos.ap-
plicoodo-se a misleres mu oulros do que aquel-
es que se coasorciaran. Mais deploravel
anda observar que en varias dtocses vio anuos
volveodo sobre annos sen que se verifiquen os
coocursos synodaes para preeochimeolo daa va-
caturas dos coras d'alma, com gravo infraegio
do concilio trideoiioo e detrimento dos mais
sagrados inleresses pblicos.
E que diroi dos clrigos seculares, embora seja
da miona delles, maa ura s que fosse jaSaeria
demasiado? Que sabem muitos d'eotre elles da
scieocis divioa? A' tal mioistro diz S. Jerony-
mo: Si ignoras legem Do mi ni, ipse se arguet
non esse sacerdotem Domini: Que sustentculos
sao esses do culto ? Pquco instruidos, pouco mo-
rigerados, prejudicam esses oa palavra ou oa de-
ficiencia della, na falta do exemplo ou no exem-
plo mo.
Sin, precisa ser melhorado o clero ; mas nio
lhe arremessem face aecusagio de desvos os
aecusadores delles. Oulr'.ora, quando aa creogas
eram fuodas, as primeiras familias, os primeiros
laleotos adoptavam essa carreira revereociada,
gloriosa.
Cada casa desigoava o primeiro filho para as
armas, o segundo para as letras, o terceiro par
a egreja : dsvam no primeiro o contingente ao
rei, ao segundo patria, no terceiro Dens. Era
o lempo em que Deus, patria o rei tinham sigoi-
ficagao I
E hoje o clero quantum mulatus ab illol A
ua existencia propria 8upprimiu-se ; as suas
regalas aroesquioharam-se : o sacerdotibus da-
bantur dcima et primicia cooverteu-se n'um
salario de favor de governo ; a sua iadepeuden-
cia proscreveu se ; a oalureza de ovas fuucges
ampltou-se ; i sua jurisdiegio desappareceu ; a
auloridade episcopal subordiaoo-se ; e. fiosl-
meole n'm psiz oade todas as estradas leVam s
elevagoes e 4 fortuua, loroou-so a carreira occle-
siaslica a nica que, impondo mais pesados de-
veres, nio ten remuneragio, oio ten aspirages,
nalcusteia a subsistencia, e enlloca um homem,
ios olhos da sociedade, em posigio inferior.
Como possivel quo em laea condiges salvas
as vocaedos privilegiadas, se componha o clero
da escolha de urna oagao, onde tantos misteres
estio avidameote solicitando todas as aplides.
As ordena regulares, ainda por motivos anlo-
gos, vio decahindo de seu prisco esplendor, e
por fatahdade vio pagando o ioevllave'l tributo
esses grandes vultos, cujos nomos sobredoura-
vam aquellas casas aos olhos dos neis. Emendo
que este ponto est invocando attengio com aper-
lada lustaocia. Persoado-me de que a eitinccao
dessas ordens um grande mal, e hio de ioevita-
velmectecedo extingulr-se, se oio se levaotar o
interdicto s admintstrages de novigos. Quizera
pois, que essas inalituigea se perpetuassem!
mas reformadas, qoe cada urna das ordeos iotro-
duzisse os melhorameatos que, captando uui-
versaes sympalhias, oiudeixaasem duvidas sobre
sua utilidade ; qae a aotiga forma mooachal as-
ctica adraittisse mais largas relagoes com o se-
eulo ; que a cada ordem fosse imposla a obriga-
gio do culto, da pregagao, do ensino, dos hospi-
laes, das misses entre os nossos selvagens con
un numero dado de nonges para cada mistar.
Quizera finalmente que, respeitada a propriedade
dessas ordans (visto que tio legitima como a
mais legitima) se lhe dsse onlra forma de admi-
mslraeio, de modo que ao diapeasasse de distra-
bir a attoogio do aeus membros para especula-
goo oo negocios que forcosameote hio de rebalxar
o carcter do Iradeaos olhos do povo: Nihil ove-
ri D*ipraponaturkvori, de Deas nado se ira-
leponha ;-- estalaia o palriareha 8. Bento.
Os ooasos colleglos de meninos ensiosm muito
franeex, muita philosophia, mal oio explicam o
Padro-Nosso. Alado mais gravo o ensino em
colleglos da meninas. A molher pode o dore sor
a grande instrumento da regeoeraglo ; maa para
Ihw CtBjprt jobstimir iu policio actual 4? Molo
o ou machios reproductora. Urna naci
n oggregadoi de familias; lar domestico a mu -
er. Cono ha de educar seus filhos, iostruilos,
toraa-lostemeotes a Deus, uteis 4 patria; como
na ao usar de seu immenso poder sobro o marido,
sea sua inteligencia inculta lhe alopropocionar
os meios de aproveitar lio vasta, tio legitima ia-
fluencia ? A nossa educagio feminiw hoje ex-
clusivamente a dos bailes, das salas, das osteota-
goes e das miserias, e as que viven fra daa ci-
dades, ou oao possuem fortuoa, vegelam oa igno-
rancia, por se entender que a mulher de per si
nada I r
S deslas crianciohas de~ambos os sexos vol-
vemos olhos para ouiras criaogaa grandes, os ru-
des selragens das oossas florestas, esses homeos
para quera temos duplas obrigages como chris-
taos e como compatriotas, pasmo de ver como,
senuo tio radical necessidade nossa a povoaco
deata dilatado continente, s oos vn ao eepir'ito
as colonisages estrangeirss (mistura hybrida de
ritos e crencas), antes de penaarmos na cowoisa-
gio nacional. Pasmo sobretudo da fatalidadecom
que se olvidan os dictamos da historia, apregoan-
do-nos que estas conquistas da civilisagio oada
as elTectu tio prompla, segura e efBcazmeote,
como a cruz e a palavra do Seobor. Gentes ero-
zes.lodomitas a todos os jugos, submettem'a cer-
viz ao poder inerme.
Nao faiigarei mais lempa a attengio de V. Exc.
perpassaodo ainda tintas ouiras conveniencias
sociaes, que estio sequiosas chamando pelos re-
medios que se lhes podero dar quando a moral
for urna verdade nos goveroados, a religiio urna
verdade nos governanles.
Nio para um homem (se-lo-hia muito menos
para mim) apreseotar a serie de provideocias de
variadissima oalureza que semelhaute estado de
cousas acooselha. Cumpre estudar todas estas
materias a fuodo, tanto oas theorias, como na
pralica ; colher muitos dados, applicar summo
estudo ; mas considero esta oecessidade como
vital, ioadiavel.
Acredito sinceramente no goveroo, acredito as
boas intengoes do cavalleiro a quem eitio mais es-
pecialmente affectos estes trabalhos e alta direc-
go dos negocios ecciesiasticos do imperio : per-
suado-rae de que tomar como titulo de gloria ioi-
ciar estudos, assejaa bases "para se alicergar com
solidez o porvir^ Biso desta oagao.
V. Exc. em sol pbedoria, o cercaodo-se de
homeos pos e temeoles a Deus, lomar as pro-
videncias que mais acertadas forera. Nem duvidar
me licito de que ellas sejam quaes o oosso es-
tado as acooselha ; mas se oio islocommetter
iodiscripgio, ouso subTnelter alguna pontos pra-
ticos, cuja solugio cabe a maior algada que a da
minha curta iuielhgeoca.
Nio seriara convenientes aigumas ou alguma
das seguiotes disposiges ?
Crear-se urna commissio, composta de va-
ros competeutes, incumbid de esludar a fuodo
as circumstaucias om que, sob o aspecto religioso,
se acha o imperio, consultando sobre os meios de'
restituir o esplendor do cullo, fundar slidamen-
te a moral christia, estender e arraajajaas con-
quistas da cruz, tudo em conformftBPI com os
priocipios catholicos e a iadispeosavel submissao
ao chefe viaivel da egreja.
Estabelecer junto ao primalo urna coogre-
gagao, decidiodo definitivamente todos os pootos
de disciplina, cullo, estudos especiaos, etc.
Examioar o estado actual do clero secular
sua ioslrucgao, sua moralidade. Dola-lo coove'
niente e iudependeotemeote. Proporcionar-lhe os
meios de salisfazer a sua alta missao.
lavestigar aa coovm a religiio ao eatado,
que as ordeos religiosas sejam retornadas ; que
se lhes imponha, como iuvariavel dever, ter sem-
pre cada ordem certo numero de oradores sagra-
dos ; de missiooarios que percorram os territorios
de nossos geotios ; de mestres de ensino prima-
rio, secundario e doutrina christia, e de miois-
tros do culto ; que preeochidas estas coodiges
se faculte o iogreaso ao noviciado, comooulr'ora ;
que as actuaes propriedades mooasticas de raz, e
principalmente de escravos, so coaverlam todas
em apolices ou papis do estado.
Informar sobre oa edificios applicados ao
culto, quaes os lugares oode sao iosuffkieotes, e
os meios de quanto antes se erguerem e dotarem
novos, oade oecessarios forera.
Quaolo s irmias de caridade, averiguar se
oao ser desejavel aclimar e naturalisar essa ios-
tituigao ; adoptar essa formosa organisagio, me-
aos asctica e contemplativa que militante ; dta-
empeohando-ao a regra da ordem, maa com su-
jeigio s autoridadea ecclesiasticas brasileiras.
Promover publcagea tendeles a radicar
os principios da moral, conferiodo-se a seus au-
tores premios hooorificos e pecuniarios, e loman-
do o eslado o numero de exemplares precisos
para convenientemente sa dlstribuirem.
Pelo que toca ao ensino das respectivas
sciencias, decidir que se leve a efleito a execugio
da le que creou a facldade de theologia, pois
que passado certo prazo s de entre os seus dou-
tores deverio sahir os prelados, sendo tambem
esse titulo de preferencia para provimeoto das
ogrejas.
Se entre ashabitagdes para os cursos supe-
riores e para a quasi lotalidade dos empregos p-
blicos, deverio eslabelecer-se provas inlispensa-
veis de conhecimento da religiao do eatado.
Sa noscollegios de meoinos e meninas nio
dever aer severamenle obrigatorio o desenvolv-
ment dos estudos da doutrina, da religo e da
moral.
Outros muitos expedieoles poderio contribuir
para a regeoeraglo, que taoto urge. Adopte-os
V. Exc, como mioistro de um principe tio Ilus-
trado como religioso. Alcaoce dessa arte as beo-
gaos que lhe afiaogam os psalmos quando bradam :
Bealus vyu qui meditatur in lege Domini die
ac noce. telos sio esses que a Providencia cos-
turas prodiga premiar oo lempo o oa eterni-
dade.
De V. Exc. muito atiento amigo, e obrieado
servo,
Joaquim Pinto de Campos.
Rio de Janeiro, aos 16 de setembro de 1881.
Um amor na Laponia.
A' Sra. condessa Laura Swetkowska.
(Continuaco do n. 224.)
xxxu
Urna terrivel detonsgio retii logo : esda
tiro, dirigido com ama pootaria mortfera, fez
una victima ; nem una bala foi perdida; om
horrivel ciarlo illuminou de repente o grupo es-
pesso.
De todaa as partes do campo levantou-se um
clamor inmenso, misturado de gemidos e solu-
gos. Ao primeiro barulho Nepto pulou de aua
toada com a carabina em punho, e vendo os ini-
raigos postados em um rochado, completamen-
te a prumo o inteirameute ioaccessivel do lado
do campo, soltoa um grito de furor.
Entretanto poz a carabina no hombro e fez
fogo. Un dos asaltantes, en p oo cio mais
agudo do rochedo, abri os dous braco*, deixou
cahir aua arma e rolou cono urna massa inerte
at o meio dos lapea. O dexlro cagador linha-
Ihe pregado urna bala no meio da testa.
Mas o que npdia fazer um homem contra urna
tropa ? Os quenes j tinham carregado suas ar-
mas, e a chuva de bailas, a chuva mortal, con-
tiouava a cahir.
Nepto ole era locado, moa bem sa via que elle
era o ponto de mira de todos os aliradores; a
trra levaotada voava en pedagos ao redor
delle.
Ellecompreheodeo desde logo o perigo da si-
tuagio e adeviohou a nica possibilidade de aal-
vagio que lhe restava.
XXXIII
A entrada de fjord I exclamou Nepto le-
vando em seu segu ment tudo qoe se achava
em redor delle.
Electrisados por sua coragem, guiados por seu
exemplo, achaodo talvez alguma energa em pre-
seuga do inevitarel perigo,os lapes, armndo-
se de ludo quanto Ibes cahe 4s mios, se lngara
em seu seguimeoto.
Nepto, que julgava ter smente do bater-ae
com os assallaotes, que via diaote de si, tomara
o nico partido que poderla saUa-lo o oa seus :
quera dar volta em roda do rochedo, e atacar
os queoes pela* retaguarda ; mas chegando i
viole pasaos do pequeo desQladeiro, que desse
lado servia de entrada para o seu acampamento,
Ziu,Lde rePenlo cinco ou seis claros vermelhos
bnlhar, e depois extinguir-se en una fumiga
branoa oo meio dos oevoeiroa; quasi logo ama
terrivel explpsao teboou, to jovau, chele oavte
de todaa a partes gritos de ralva e da dor, e ao
ao mesmo lempo sentiu em um lado cono urna
senaecao aguda de Irlo.
Os quenes Ijvantaram-se logo da meio dai
noilas, qu llavan, ebrandiedo suas ar-
gadas, das quaes rvlam-ae como
poiarUs massas, langarara-se 4 panos precipita..
idos contra i tropa decimjuada doi Kilpis,
rfepto comprehendeu fioalmeole quo qualquor
resistencia era imposaivel. quilquer lata ioutil :
nio devia agora cuidar em outra cousa mais do
que salvar a vida dos seos ; fez, pois, ama reti-
rada e gaohou de novo o interior do acampa-
mento, sallando 4 travez dos rochedos como urna
renoa ferida.
-- Deponde ai armas, eiclamou elle Iseusin-
fehzes compaoheiros, e passae pare o lado da pta-
rucie : estamos perdidos, s resta salvarlo oa
fuga. "*
Os queoes conliauavam suas descargas vors-
tade de cima doa rochados nio tinham anda
ousado descerao acampamento.
Nepto chamou duas ou tres vezes Norra com
uma voz estrondosa, e vendo que oio lhe respon-
da levou diante de si as mulher'es e os meninos
quecboravam e gemiam.
Do lado da planicie o accesso era mais fcil e
mais largo, e oaqeoea que tinham mais deum
ponto a guardar, o defendern apenas inperfei-
tamente. Com ludo, tinham-so espalhado como
cagadorea, de naoelra a fazevm o maior mal
possivel quelles, que queriam forgar sua lioha.
Os quenes, como os Noruegos, sio francos ali-
radores :os lapes bem o virara. Tratovam aos
pobres fugitivos como lobos, que os batedores fa-
zem passar dianle dos cegadores ; elles vlam
diaote de si o cano das espingardas, ameacador
implacavel; loucos de terror, levados por essa'
vertigem, que em certos monelos se apodera
de nos, e oao oos d*ixa nem a facldade de peo-
sar, pen a forga de querer, elles se precipitaran)
por si mesa os para a morte. A maior parte dos
quenes leve lempo de atirarduas vezea. Um raa-
lo desangue e de cadveres marcavo o caminho
dos fugitivos. O proprio Nepto, ferido no peito
cahiu para nio se levantar mais.
. Senhores do terreno, os queoes assolaram o
acampsmeoto de seus ioimigos. massacraram
uma parle de seus rebaohos, levsram o resto, ti-
raran) o que quizeram o acabaran) tocaodo fosro
aas teodas. *
A ruioa dos kilpis era completa.
Oode eslava Norra ?
Olavo Johanseo, que devia deixar a tribu oo
da seguale i esse dia fatal, quizera fazer uma
ultima tentativa para coodozir 4 seus fios aquel-
la quem amara como uma filha ; quizera ter
com ella uma entrevista suprema, e para evitar o
tumulto e o barulho do campo a conduzira s al-
luras solitarias de uma colima prxima que do-
minava egualmante o fjord. as plaoiciescircum-
visiohas e o acampamento dos lapes.
Chegados ao cume, arroubados pelo encanto
do passeio o pelo ioleresse da cooversa, desce-
ran) sera quasi reparar at a borda de um regalo
que baohava a verteoto opposta.
Olavo fizera seotar-se sua corapanheira. e ahi
sosiohoa, looge dos homeos, oessa serena e pura'
atmosphera que cerca os lugares elevados, elle
lhe fez ouvir tudo quaoto a razio a mais recta, o
espirito o mais justo, o coragio o mais oberlo s
quentes e geoerosas ympathias, poderam iospi-
rar-lhe de mais sensato, de mais locaote para
persuadi-la e cooveoc-la.
Compreheodo tudo que me dizes, padre
respoodeu Norra ; uma outra em meu lugar t
obedecera logo ; mas eu, oada quero prometter
que nio seja capaz de cumprir. Di-me anda
algum lempo. Neste momeuto son bem infeliz I
oao quero levar a desgracacomo dote 4 meu ma-
ndo ; oao me pegas hojUiais do que posso ta-
zar, fcstimo Nepto : oio deixarei a tribu ; vi-
vire juoto delle em quaoto parecer ligar algum
prego mioha presenga : oio basta iato, padre
e ests cooteote ? K *
Sim, mioha filha, respondeu o apostlo
estou contente e nio me julgo com direito do
exigir mais hoje ; deixo obrar o lempo ; trata
somante de conservar tuaa resoluges e princi-
palmente nio procurea tornar a ver Henrick : se-
na certamente um penga para um de vos; seria
talvez um enfado para o outro.
Esta ultima palsvra era cruel ; ella ferio a alti-
vez da doozells. Mas esta eurvou a cabega sem
respooder uada, e o missiooarocontouou como
se oao tivesse notado ao menos o mal, que fizera:
J sao duas vezes era meaos de um aaoc
que eu venho tribu ; alo sei agora em que
pochas minhas excurses trar-me-hio ella ;
oxal que eu possi fazer menos enterros e mais
casameoios I Tu, entretanto. Norra, emprega
para o bem a influencia,que la iotelligeociate d
sobre os de tua nagio ; affasta-oa do cullo dos
dolos, em que os vejo ainda mergalhados ; por
leu exemplo condu-los ao Chriato ; e tu. mioha
filha, tu, 4 quem Deus deu uma alma affecluosa
feiizT' h N0^ra S b0, pa" se^e,
*0 missiooario acabara detallar : levaotou-ee e
depois de ter cootemplado uma ultima vez o es
peclaculo verdadeirameole graodioso que se des-
eorolava diaote de seus olhos :
Voltemos s teodas, diz elle doozella :
Mais gil que elle, Norra subi prineiro os es-
carpados rochedos.
Deus I grande Deus I exclanou ella chegan-
do oo cio ; v, padre, essa funags, eisaa cham-
nas : dir-se-hia que o fogo oo acanpaneoto 1
yue loucura I exelanou o nissiouaro; foso
oo acanpaneoto I impossivel I
E ella se laogou para os derradoiros cinos.
umpresenlimeuto sinistro o agirtva.
A'uma distancia, que corresponda exaets-
mente aquella, em que se achava o acampa-
mento dos kilpis, via-e espessss o altas colum-
nas de fumo, que lurbilhooavam no ar. Aqu e ali
ardeotea e vivos claros cortavara essas colum-
nas sombras, Iluminando, abrazando o hori-
sonte.
O missiooario e a doozella parrsm um mo-
melo, dominados desse momo stupor, que s
vezes so apodera de nos e parausa de repente
oossas torgas, juslameote oo momelo em que
leamos oeceisidade de loda oossa eoergia de
loda nossa actividade.
Sim, diz finalmente o sacerdote deixaado
peoder os bracos, sim, o fogo as toadas I Deua
vos proteja I....
Ah I respoodeu Norra com uma voz. cuia
calma exlraoha fw estremecer o sacerdote, con
elto ou sem elle estamos perdidos ; esse fogo foi
aceso pela mi dos queoes... elle a aa extin-
guir em nosso saogue. Cus I Nepto I e foi
ba'odtooa |qU6 ell8ae eXP0Z Ti0*anc de8
Norra cabio de joelhos em trra, apenando a
fronte con as duas mos. Lavaniou se de repente
exclamando :
Ven, padre, ven I corramos I ...
E arrastaodo con effeito o missiooario sobre
seus tragos, ella dirigiu-se para aa tondas. Ola-
vo, arquejaote, com difficuldade poda segui-la
fcmfin. chegran 4 entrada do acampamento.
AO!, esperava-08 um espectculo horrivel: quau-
Ho quizeram ahi peoetrar pela passagem, que
costeara o fjord, acharam-se diaote de cinco ou
seis cadveres estendidos por trra, como para
impedir-lhes a entrada ; um pouco mais longe
esiavam reaoas mortas ou com os veotres aber-
los, enastando pelo musgo suas eotraohas es-
palhadas a palpitantes.
Por falta de alimento o fogo exlioguira-se pou-
co pouco, entrotaoto, aqu e ali, fumegavam
anda os restos de aigumas teodas derribadas.
Olavo ioclinou-se para um rojfibundo, que
lhe pedia agua, e refrescando corljFella seus la-
bios ardeotea, ella ae eaforgou por fazer correr-
Ihe essa agua viva dos maaaociaea eteroos. que
desaltera a alma.
Quaoto 4 Norra, conaternada, desvairada, qua-
si louea, ella ia do morto ao moribuodo, levan-
lando os cadveres, olbando-lhea o semblante
sem temor de leus tragos cootrahidos, de aua
boceas mudas, ou de seus olhos sem oihares.
Procarava Nepto por toda a parte e nio o eocon-
trava, e oao eocootranlo o ella o procurara
anda. r
Emfim, 4 sahlda do acampamento ella o vio.
eateodido de coatas, con a cabega sobre ana
podra oua, e baohaado en eeu proprio sangue.
Langou-se para elle, chamou-o duas vezes, ea-
xugou-Iho os labios e os olhos. e derramou-lhe
algunas golhas d'agua sobre o roito.
Nepto entreabri os olhos, oos quaes oxtia-
guja-se j a lux da vida e fllou-os na donzella.
Un paludo sorriso, quo perpassou sobre snas
'"M' e* T Norra quo ella era recoohecida
m* Pox-oo ae joelhos junto delle, tombo-lhe a
cabeca aira aeaa maos, o nease derradelro ni-
nuto moatroa.lhe mais tere ora do qoe tho testf-
muohira daraote todo sua vida.
E multo tardo I nurmurou-lhe o joven
chafo.
Un leve aporte do nio foi seu unieo agrade-
cimento, e como aa nio tivesse esperado para
narrar, mais do qae oocoolrar, 4 qoem tanto a-
rnra. aolloa um fraco-suspiro, e nesse suspiro
expirou.
O sacerdote correa para jacto delle; porm
Ntrro* Unhn fin vedi bragoi apoca
ver,
Padre, dizia ella aem erguer os olhos,
me agora soaioha no moodo I
Con Dens, minha filha I
Norra deis su cahir em suas mos sua cabe-
ga desgreohada o Dio respoodeu palavra.
Fot una triste ooite aquella, qoe olios pesia-
ran juntoi, o sacerdote de coraeo tena a com-
padecido cono Jess seu mostr, o a doozella
passada j4 por tantas dores. Depois do tereo
nuito lempo errado pelas rulos fumigantes do
acampamento, procurando os fondos ealro os
morios, reuniram todos esses cadveres, e aosi-
oT'" 8 "" ],gm" comegaram a vigilia fa-
No dia seguiole pela nacha alguna Isaes
poupados pelo furor dos quenes o que s tiaasm
refugiado oas cavernas circunvisinhas, vieran t-
midamente rodar as proximidades do acampa-
mento, como para verem se nio lhes seria pos-
sivel salvar alguns restos de anas fortunas a
avareza s vezes maia forte qaro nodo Vea-
do de longe Johanseo e Norra, com prebndenos
que podan approxinar-so e corrern para
Todos juntos cavaran, profundo e largo, o fas-
so, que devia encerrar aa victimas.
Norra depositou com suas proprias roaos sob o
abrigo do rochedo o corpo do desaforloaaoo Nep-
to, que em la vida ao meano tenpo carta a
cheia conhecera os mais vivoi ardores da paiiio
poneos prazeres, o neohum reponso. '
Nunca nais simples funeraes tiversm lugar no
neio de un luto nais noroo; nunca as grandes
pompas e as orguthosaa solemnidades dos nortea
ricos e tnumphanles. parecern ao mitsiooar
cheiaa de ama msgeslade maior.
Desdenhando recolher os misera-eis restos de
sus fortuna, feliz de sua pobreza, e nio qu,reo-
do mais de eolio em diaote gosar oulros praze-
mfn?aUeu00 7 Pr,zer" margo, tio potica-
mente chacoados os prazeres da dor, Norra aban-
donou iquellee, que con ella tinham seoalUdo
Nepto e seus compaoheiros tudo qu.nto iinham
mento0 fe"0 ^^ $ boa""" e M el"
Tudo nio est acabado com os Jubos diz
un dos fugitivos despediodo-se de Norra.
Ah 1 o que poden elles qoerer miis ?__
pergunlou o missiooario erguendo as mos oara
o ceu ron um gesto iodigoado.
..T ifllM "3e8um. o lapio. que deixaram
as bailas em suas carabinas em quaoto oao ti-
nham mono o sueco, que salvou Norra.
Ah Idiz a donzella levaotando-oe, paluda
e fra como una estatua de marmore, mas com
ira raio nos olhos.-eo me eogaoava ha pooco -
ludo nio est acabado para mim ; resta-noVS:
da um dever a cumprir.
O missiooario olhou para Norra. sacedlo ca-
bega. o sem dizer palavra, tomou sea basti de
Ei-los pois ambos* o sacerdote e a aoazalla
errando pola aolidio immensa, sen gala aem
appoio. sera defeosor, com o coragio en lato
com a alma devorada de inquietagio, nicamen-
te sustentados pelo seotimenlo do bem, que ae-
rara fazer, pela conseiencia do dever que Tal-
gam cumprir. '
ESSf*n-0"-2 *felod,aqaalle, qoe a Uaha
salvado nao obedeci Norra i mais santa, 4 mais
sagrada das leis / Assim oella. nem ana per-
lurbagao. non uma hesitagio I Ella desemoe-
nhava sua obngagio : nio conpreheadia mesmo
SE fazia"e p0M,Tel obr,r diffmeote do qae
Talvez que o missionario nio fosse inteira-
mente lao seguro de si ; talvez que s vezes per-
gunlasse comsigo mearnos era precisamente pa-
ra correr com uma doozella em basca de om
mancebo que seus superiores o tinham mandado
se bastava-lhe dizer comsigo quo suas oteaees
eran retas, que elle quera o bem, o qoe Deas
que julgava os corigoes. oio ach.ru no sea nais'
do que a mais sincera dedicagio 4 seas irmies o
raais ardeote e o nais paro anor por oqaelies
que eran boas e doagragado. Nao esta por
toda a parte e sempre a verdadeira missao de sa-
cerdote, qualquor que seja o symbolo que elle
recita, ou o evaogelho qae prega ?
Os tristes acontecinentos. qae teros narrado
davara i Norra ana gravidade triste, que con-
irasiava singularmente com sua alegra nataral
com a vivacidade ordinaria de sosa maneir
Esses dous ultinos nezes linhan-a envilecido
ulTa!8 'am d? ,Dno" : e,U minhava ao
lado do missiooario. pensativa e sera, trocando
com elle poucos palavras. Bem o tinha ella di-
to: restava-lhe un dever a cumprir i A' esa
dever tio caro ao seu coragio, ella quera eoaw-
grar tudo quanto lhe reitava ainda de torca o m
energa Depois disto, Deus a teria Ulve
quites da vida, e lbe permittiria ir ter con s
seus e procurar a psx na morte.
Olavo se poupava de perturbar saos peasa-
meotos : elle lia nui claramente nesas wkr,
a ma dolorosa para oio comprehender que com
ella todas as exhortages eran d'ahi en disato
louteis e todas as consolagoes vans.
Camiohavam anbos silenciosos, con precao-
gao. como cao vem 4 pessoaa que sa creen cer-
cada de ioimigos : atravessondo os booqoaa.
costeando o mar, abrigndose airex dos roche-
dos e s vezes tazando longos desvios para eviU-
rem urna aldea de quenes. Olavo, gragas i Dana.
arirC.. n",ante M,f p'r,e da "V *>
evitar as pangeos mal seguro, bem sabia aa
por si nado tinha a tener: seo carcter segreeo
e-lo-hia sufflcientenente defendido ; as sabia
tambem que ser-lbe-hia impossivel proteger a
ini Cat\ eMM PPu,o iroasairosriria-
leutas e irntadas. aas quaes o odio aa raca aa
vava anda por seos sgravoo pasese*....
vtog-los69 qe 'cab,r,,B de fn
Depois de dez diai de una marcha (oreada
il Penl'5l Suio P'rgosa. chegaraaa Saalaaaaa
4 eatremidade do fjord, onde Henrirk, Olavo besa
o sabia,hospedado entre simple* canpaaetes aca-
bava os trabalhos que conegra as ilhas.
A vista de Norra, que o jovaa oScia! eataea
tao looge de esperar eausou-lh* aaa mlianio
de sorprezs peoivel, caja iojaatica ella oao ter-
dou a se ceosurar amargamente.
Vendo-a, elle acreditara em alguna nava tan-
cura dessa pobre alna obatioada.que oada alm.
tao podera curar de sea iootii a eeataravei
anor ; dizia consigo quo coovioho acabar con
"ao, e que ana tal posigio aba era tolera*!
ora si
a-------------- rv*.Y*w MW tai <
nen para Edwioa, nem para Norro, nei
proprio. '
Entrotaoto. a presenga do Olavo, ae oeonoa-
ohava a doozella. deu de repente ana outra di-
reegio s auas ideas. Olhou nsis atwoiameaie
a lapooasioha ; cou tocado da expresaba de tris-
teza deseohada em ae* roalo, da asaran a oen
bria eoergia de aeu olhar, e, sote* nroaas ua
ella tivease fallado, comprebeadaaqoe gradao e
lerrueis cousas deveram ter-se paseada aa*
leudas; "
Norra iaclio4ra-se per.oto alto a pregara-1he
pa mao sem dizer una palavra. Fot Olava aem
fallou. ^
Elle cootou com ana pasmada iloajiioajii*
saoguinoleot* tragedia, cojo alUato acta vira re-
presentarle sob seaa alisa*.
Henrick escuUva o aaa un ailaacia laraz
seotio o coragio apodero Jo do amo i taseos* Mo-
dado, o derranou banrinaa sinceros sobra *****
pobres victima*. Ello jargoa qae Nena vi*
procurar juoto 4 ai aoaa orelacaa a ana aavl*
Nada lemas, diz olla ao nt*ai**iUi 77*
tudo para servi-1* : oaac* a rkaadoatuL '
Ella nio ten oocoasidade da .------------
o miniatro, e tu t*aa.na*aa> muTtkit
te eoganes ; nao loa proteccio qaa oMor V-
procur.r. a su-pato eoalrara qaa ella la froT
Henrick oao cenprebendia. "*
Eolio Jehaoaaa, depois d Mr tssocidk
sombros quadros do naasaere.o^^iJuion Z
laceadlo, que liaban aireado iTiiraaaai V*
i torn.-lo L T
Ibor comprebeodar.a, generoso "
OM
coaU.elleo^glaj.t,, piojaaS"
nba.o logo posto sua procara paro
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PERN.TYP, DE II. P. DE PARIA 4 FILHO. 18M.
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