Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09802


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Ii.
**
-
' Porlrestoez6s.p&lalts ZfQ$l'
Ptf tres mezes veicidos 6)000
-
r Parahiba, o Sr. Antonio AUxandrino 4* Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Stfra; Arsca-
y, o Sr. A, da Lemos Braja; Cear -o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranhio, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimaries; Para, o_Sr. Justino J.
Ranos; Amazonas, o Sr.JoroninMaCosta.
PAtllUA! U*J bUKtfstlOS.
Olinda todos oa diaa aa 8J1/2 borat do dia.
Iguaraes.Goianna e Parahiba naa segaadas
sextas-feras.
S. Anlio.Bezerroa, Bonito, Careara,Altinho a
Garanhnna as tercaa-feiras
Pi d'AIho, Nazarelh, Limoeiro.Brejo, Pes-
queira,Ingazeira,Flore*,Vna-BeIla,Boa>
Ouricury ePx as quartaairas.
Cabo.serinh&em.Rio Formoso.Una.aJlrreiros
Agaa Preta.Pimenteiras e Natal qaintaa feiraa

l 00,01
lilil
Nr aune tdiantade i 9 $ 0 0 0
Ftrle fraics para o sibseri.ter.
mu
lodosos correiospartem|aelO horas damanhia Segando aa 2 horas 6 mnalos 4a tarda.
EPHEMEIUDES DO MIZ DE OUTUBR.
4 Lia nova aa 4 horaa a 87 mnalos da man.
10 Quarto eraseenta as 7 horas e 47 mina tos d
tarde. i
18 La chaia t 4 horas 35 niatos datante.
2o Qaarto migaantaas7 horas e 35 minutos da
tarde.
PREAMAR DE BOJE.
Primeiro as i horas e 30 minlos da msnhi a.
IASDASEMAIA*
30 Segunda S. Jernimo b. doatorda igreja.
1 Terca Ss. Viriaaimo, Mxima e Julia irs. Mra
2 Qoarta Os ojos da guarda; s. Leodegariob.
3 Quinta S. Candido m. ; s. Msximii.no b.
4 Serta S. Friociico de Assis fundador.
5 Sabotea 8. Placido e seos comp. Mm.
6 Domingo 0 8a. Rosario de N. S.
jAuuiiirtCiAS DO IKIBUNaU DA CAPITAL."
jTribunal do eommercio ; sgandas a quintaa.
(delecte: tercas, qaintaa e aabbadoa as 10 horas.
(Paxenda: tarcas, qaintasa aabbadoa aa 10horaa.
jjaixo do aommarcio: qaartas ao mel dia:
Dito de orphios: tercas a sextas as 10 horas.
Primeira vara do ivel: tareas a sexta si o meio
da. _
Seganda rara 4o lTal: qaartas sabbados a 1
I lora da tarda:
PfcBTE OFFICUL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da C9 de setembro
. de 1861.
Officio ao coronel commandante das armas.
Tendo de seguir para o presidio de Femando de
Norooba, no dial* de outubro prximo vindouro,
o brigue-escuna Fidelidade, baja V. S. de dar aa
auas ordens para qae os offlciaes, embregados,
ENCARRBGADOS DASTCJIIPCAO o'QI,
Alagoas, o Sr. Cla.diao talis Alas- BSU-
Sr. Jos Msrtlos Aira, ;ii. de Jaaatre ,
^oio P.ralra Martin,.
IM PERNAM1UCO.
Os propriatarios do DIARIO Maaoel Figaeaa
Ido Faris & Filho, na saa linaria prsca 4a lado-
pendencia ns. 8 a 8.
Niobaata tornar sodios e fertilisar grandes
extensoes de territorio, procurar dar valor aos
bens municipaes, e plantacio de arvoredosnas
montanhas, orgaoisar concursos, e multiplicar
comicios agrcolas, tambem o preciso proseguir
com vigor a cooclusao dos camiahos viciases. E'
este o maior serv;o que se ple fazer i agri-
cultura.
c Os documentos que me haris apresentado
demooslram que o abono, pelos fundos do Esta-
do, da quantia de 45 milhdes, divididos em 7
ares-; quel^"' ia- 1ue em oil aono e ""

o
.*
tm de ir para o mesmo presidio, estejam promp
tos a embucar no indicado dia. Pez-se igual
aviso ao Dr, chefe de polica.
Dito ao Dr. chee de polica Para que se
posss resolver sobre o pagamento do aluguel da
casa que serva* de quartel ao destacameoto do
termo de S. Antao, conforme V. S. sollicita em
offlcio n. 809 de 19 de agosto ultimo, faz-se mis-
ter que o respectivo proprietario satisfaga a exi-
gencia da contadoria da thesouraria de fazenda
junta por copia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
De cooformidade com a ioformaco da V. S ,
datada de 26 do correte, o autoriso a mandar
pagar ao tenante Rosendo Monteiro de Lima a
quaotia de 39360, em que. segundo o parecer da
contadoria inserto no incluso officlo do coronel
commandante das armas, importa a despeza
legal com o enterramento do cadver do soldado
Theodosio Pereira Lima.Comrnuoicou-se ao
commandante das armas. Ordeoaram-se tam-
bem os pagamentos que se seguem :
Aos empresarios da iiluminac.ao gz o con-
sumo do mesmo gaz nos quarteia do 4* batalhao
de artilharia a pe, 9" e 10 de infantarit, relativo
aos mezes de marco a iuDho ultimo, na impor-
tancia de 1:031*400.
Aos mesmos o consumo do gaz na illuminacio
do arsenal de merinha, no mez de Janeiro, na
importsncis de 84)420 rs.; bem como no hospi-
tal militar nos mezes de marco abril na im-
portancia de 239*400.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio de Garanbuns. A' vlata
djsiofurmacoes da thesouraria de fazenda cons-
tantes da copia junta, os vencimentos do lente
Jos Leonardo Francez relativos ao mez de malo
deste anno, que allude o officio de V. S. de 23
de julho ultimo; s pdete ser pagos aos herdei-
ros desse official por constar que elle falleceu.
Dito cmara municipal da cidade do ated-
ie. Em resposta ao offlcio que me dirigi a c-
mara municipal do Recif*, em 23 do correte
aob n. 61, tenb dizer-lhe que approvo a arre-
matado do imposto de 40 rs. por p de coquei-
zo por lempo de tres aonoa pela quantia mencio-
nada no seu citado offlcio.
Dilo i mesis. Concedo s autorisacio c-
mara municipal do Becife. em seu officio de 23
do correte aob n. 60, para mandar arrecadar por
administrado o imposto de 500 rs. por cabeca
de gado vaccum, visto nao terem apparecido li-
citantea elle.
Dito 4 da cidade da victoria. Declaro c-
mara municipal da cidade da Victoria, em res
posta ao sen officio de 6 do correte, que appro-
vo a arrematacao, por tempo de ujn anno, dos
imposlos mencionados na tabella que acompa-
nhou o citado officio, na importancia de 4:7660
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Autorisaodo V. s. mandar entregar, de con-
formidade com a sua ioformaco de 24 do cor-
eante, sob n. 467, a quantia de 128(200, pedida
pelo director do collegio dos orphios de S. The-
reza em Olinda, para a lavagem de roupa, com-
pra d'agua, azeite, relias, etc., para o mesmo
collegio no correle mez,- como se v da inclusa
relacio, recommendo-lhe que laca por em arre-
matadlo, nao s a lavagem, eogommado e con-
cert da roupa, mas tambem o fornecimenio de
agua, vellaa e azeite, servindo de base a quanti-
dade pedida na mencionada relacio, e com a
clausula que est sojeito o foroecedor da ali-
- meotacio para aquelle estabeleciment, sendo o
pagamento desaa arrematacao feito em presta-
toes mensaes.
Dito ao juiz municipal da Ia vara. Remeta-
me Vmc, aQm de serem enviadas para o presi-
dio de Fernando, no dia 1 de outubro prximo
viodouro, as guias doa sentenciados que ali exis-
tem sem ellas, mas timbem dos que devem se-
fuir no brigue-escuna Fidelidade, que tem de
irgar para o mesmo presidio n'squelle dia.
Portarla. O presidente da provincia, alten-
teodendo ao que Ihe requereu o alteres do 6o bi-
talhao de infantera da guarda nacional do mu-
nicipio do Recite Joao Chrysoslomo de Lima
resolve, nos termos do art. 62 da lei n. 602
de 19 de setembro de 1850, conceder-lhe passa-
gem psra a lista da reserva, llcando aggregado
ao corpo que ihe fr designado pelo reapectivo
commandante superior, visto ter sido julgado in-
capaz do servico activo em iospeccio de saude.
Expediente do secretarlo ao ga-
verno.
Offlcio do Dr. Francisco de Caldas Lins,Juiz
municipal e de orphios do termo d j Rio-For-
moso S. Etc., o Sr.presideote da provincia,
manda declarar-lbe .que, pelos seus officios de
21 e 22 do correte, Oca inteiraco de que na pri-
meira dessas dataa reassumio V. S. o exercicio
das fuocces do cargo de juiz municipal e de or-
phios do termo do Rio-Formoso, e no dia se-
guinte sssumio o de juiz de direito interino da
comarca por ter a respectivo propietario, o
Exm. conselheiro Francisco Xavier Paes Bsrret-
to assumido as de aeu cargo em 21, entrado
em 22 no goao da liceoqa, que Ihe toiconcedida
pelo go*erno imperial.
Despachos do dia 87 de setembro
de 1861.
Requtrimetot.
Francisco Fidelio de Sonza. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Josquim Jos d'Abren. Nao tem lugar.
Joao Chryrsoslooio de Lima. Passe portara
concedendo passagem para a lista de reserva, ll-
cando aggregado um dos respectivos corpos.
Manoel Jos Pacheco. Remettido ao Sr.juiz
municipal d Limoeiro para cumprimenlo do
disposto oo art. 12 do decreto de 30 de agosto
de 1851.
Jos dos Santos Silva Medeiros Jnior. Re-
mettido ao Sr. juiz. municipal do termo de Li-
moeiropara eumprimeoto do disposto no art. 18
do decreto de 30 de agosto de 1851.
Marcollna Francisca da Trndade^ Informe
o Sr. director geral da instruccio publica.
assem as estradas de interesse commum, ac-
tualmente como taes classifksdas. Psra se al-
caogar tamaoho bem, deve o estado fazer um
sacrificio. Preparai pois um projecto de lei nes-
te sentido para ser apresentado na prxima sos-
sao do corpo legislativo, e no eotsnlo combinai
com o ministro da fazenla, para que se abra
sem demora um crdito para semilhante flm.
< Rogo a Deus que vos teoha em sua santa
guarda.
Escripia no acampamento de Chalos, a 18 de
agosto de 1861.
tNapoleo.
O ministro da instruccio publica e dos cultos
em Franca dirigi por occasiio daa testas cha-
madas do imperador a seguinte carta aos bispos
e arceblspos:
c Paria, 3 de agosto de 1861.
a A testa do imperador cootar dentro de al-
guna dias um novo aoniversario, e convidar os
povos a reunirem ss suas rogajjjus eos seus vo-
tos pelo soberano que com ifJH solcitude vi-
ga pelos seus mais charos lnteresses. Nao
contente de augmentar lodos os dias a prosperi-
dade do paiz, S. M. maotem com firmeza as nos-
sas gloriosas tradicoes. Os tratados abrem as
extremidadea do oriente civiliaaqio do Evaoge-
Iho; as nossas esquadras asseguram urna pro-
teccio efflcaz aos christios da Syria, e em um
acto solemne, o santo padre agradece ao noaso
exercito o appoio e a aeguranca que se Ihed 1
Restam anda sem duvida graves difficuldades
a vencer, mas a aua aolugao deve aer obra de
urna poltica paciente, leal e calculada, e jila
pertence principalmente i Providencia, cuja"-
rs se n&o poderia antecipar. Pedimos ao Todo
Poderoso que continu o seu divino auxilio a suas
magostados imperiaes, e que Ihes conserve os
seus constantes pensamentos para a paz das na-
edes, para a fortuna e digoidade qj Franca.
c Eu nao faria pois, seohores, senao respon-
der s vossas iotenQoes pedindo-vos que que se-
gundo os npssos usos, vos dignis ordenar que se
cante um Te Deum solemne no diada Assumpco,
seguido de oracio pelo imperador, em todas as
igrejas da vosss diocese, em seguimeote missa
parochial. Coovindo o prefeito a concordar com
vossa grandeza sobre as medidas que pode recla-
mar esta ceremonia religiosa a nacional.
Acceitae, senhor, a segranos da minha alta
consideracao.O ministro da inslruccao e dos
cultos
Roulani.
lado pelo papado contra a soeiedade moderna,
contra a liberdade, e contra o direito da Italia',
nunca os seus tresloucados defensoras Uzeram
desear a luota a proporedes lio mesqulnhas como
hoje, nunca demonstrara m to victoriosa menta
que o poder temporal nio pelo, fuodar-se em
urna autoridad moral, que ae nio pode salvar pa-
la forga ; nunca provaram melhor, que se trata
aqu mais de urna intriga do que de um princi-
pio ; e nunca, sustentando a causa que preten-
den! servir, justiflearam melhor a pergonta que
tantas vetes tem feito a opiniao publica:-Quando
acabar isto?
Prussia.
A Gatela Nacional de Berln publica o pro-
gramla das featas que devem ter lugar por occa-
siio da croscio do novo jai da Prossia, Guilhe-
me I : M
A 14 de outubro, tere logar a entrada de suas
magestades em Koenigsberg ;
c A 15, aoniversario do nascimento do falleci-
do rei FredericoGuilhermelV, solemnidade com-
memorativa ns corte.
A16 e 17 festas dadas pelo rei ;
c A 18, dia do aoniversario da batalba de Lei-
pzig, e do nascimento do principe real da Prus-
sia, cerimonia da corceo, banquete na sala dos
moscovitas. a
A 19 reeepcio dos funecionarios.
< A 20, entrada em Dantzig, e feata que terao
lugar o'iquella cidade.
A 22 entrada provavel em Berln. Todos os
membros da familia real assistiram coroacao.
doAqoaotofi Ihe pertencerem, porque se proce-
der contra os delinquentes segundo as lelo pe-
nses existan tes, punindo-se nos termos da orde-
aanca iolserial de 20 de abril de 1854, com urna
multa deeem florins. e segundo as circumstan-
eias cOjgpritfo de quioze dias, aquelles que ti-
terera illuminado aa suas casas d orna maneira
demonstralira. a ,
EXTERIOR. -
O Jfoai( O imperador!
seguinte carta ;|
< Sr. osUSj^B
:. Li com grand
^^ule:
i ao ministro do interior
Itrosse o relstorlo sobro o
estado do aervieo dos caminhos vicinaeav
c O desejo aoeyn ato corresponde
i minha solcitude em prol da agricuituri, que
o quero ver quaoto antes realisado. Os muni-
cipios ruraei taoto | presados devem ter
grande par lo Estado, porque o
malhoramento dos Upos atnd mais til que
< transformajo das ctdades.
A qustioMerode tem alimentado a impreosa
E um negocio j muilo conheoido. mas nos jul-
gamos dever reproduzir um artigo que encontra-
mos no Temps, contendo algamas roQxoes spro-
veitaveis:
Os jornaes olliciosos nao cessam, ha alguna
dias, de espalhar que o incidente Merode nao
dsr lugar a urna mudanza ministerial, e que
a opinio se tresvairava querendo ver naquillo
o signal da crise suprema do poder temporal.
Seja I Nio queremos por em duvida a exactidio
das suas iotormaces ; mas esta [alta de coase-
quencia immediata tira ao negocio urna parte da
aua aigoificacio ? Neohumn, porque o que
ha de mais notavel neste incidente, nio o que
occorreu, mas a atteocio que o publico imme-
diatamenle Ihe prestou.
c A impressio primeira e geral foi de que a
Franca devia finalmente abandonar sua sorte
o governo cgo e ingrato que ha doza anoos pro-
tege.
C Nio aproveito nada dissimula-lo ; aos olhos
da opiniao publica, a sorte do poder temporal
esl de futuro sujeita a um incidente. O que
este ultimo nao produzio, pode faze-lo o seguin-
te. Nada toroa mais sensivel o camioho per-
corrido em pouco tempo pela quesUio romana,
do que esta interpretado dada aos factos pela
opiolio geral. No campo dos principios, a po-
lmica est exhaustacala-se e em tactos rela-
tivamente insignificante que se vai procurar a
solucio de um problema de ha tanto tempo agi-
tado. Quem annuncia a substituido de Mr.
Goyon no seu commando, v nlsto um signal an-
ticipado da cessagio da oceupacao. D o telegra-
grapho noticia da sua conservado? O poder
temporal eat salvo. No dia em que se vir re-
ferir detalhadamante o procedimento inconeebi-
vel de Mr. de Merode o poder temporal esta per-
dido; e se amanhia constar a demissio do mi-
nistro, deve ver-se neste 'destecho urna nova
prova da sus saude.
' c Neste pensa ment nio existe a menor idea
de diacortinar as inleocoes do governo do impe-
rador; mas independen te disso parece-nos que
uro poder cu>a existencia, aos do publico est
sujeita ao fio do telegrapho, um poder perdido.
Quando se depende de um incidente, ha apenas
urna existencia provisoria ; como acontece aos
doentes que podem ainds riTgr urna hora, da
mesma maneira que podem morrer amanhia.
A aoluco final, quanto ao poder temporal, pode
aer respailada, mas evidente para lodos que
percorre rpidamente todos os graos dos poderes
qne se somem.
c Envolvido, ha sessenta annos pelas vagas
abundantes da revoluco fraoceza; restaurado
por metade ; suprimido efectivamente por Na-
poleao I, tealabelecido em 1815 ; contealado
pelos aeua subditos em. 1831; laucado por Ierra
pela italia em 1849 ; hoje quasi aupprimidoo
poder temporal dos papas, apresentando restaurs-
coes xomeio da revoluco, tea seguido a mes-
ma marcha que algumas dymnastiaa que apezar
das successivas restauraepes, viram-ae afinal
desappsrecer, porque representavam ideas ao-
cises oppostas s do sea lempo.
< Um grande facto histrico nio desapparece
nunca sem contestacio, e os primeiros momen-
tos do combate que se engaja entre o passado
ou o futuro, sao mesmo desprovido de grandeza,
Ha alguma cousa. de trgico nasta resistencia,
que sem duvida se conhece que vi, mas que
tira a um loogo passado um carcter reoeravel,
que os proprios adversarios respeitam. Mas aqui
estejieriodo est ha muilo tempo excedido. J
lo estamos em presenca de Pi IV aurprehen-
dno peta aureola dos lempos moderaos e indo
morrer ^.ao exilio, nem em fase de Pi VII, op-
dondo ao sanhor do mundo a torca da sua fraque-
zs ; nem mesmo em face de Pi IX em 184o e
do seu mal entendido governo. Nio; encon-
tramo-nos em presenca de urna pequea corte
contumaz ecga, qae vive da proteocio eslrao-
gera, que nio atteude os seas protectores, op-
pondo a lodosos conselhos urna resistencia In-
vensivel de enercia e de colera, irritado pela
pretendi qa o I tal i querer fuer des-
cer ao grao de capital de um jovo livre a capital
do mundo calholico; insultando elle, mesmo
quando a redot policio ,do oa Coblentz de io-
gundaordeaT^
Oi-conservadores prussianos poblict>ram um
programma eleitoral assigoado pelos principaes
cheles d'aqnelle partido figurando testa d'ellea
o celebre conde de Steltierg* Em seguida publi-
camos os pontos principaes d'esse programma :
O recente encerramiento da camera produzlo
urna crise poltica, por consequencia a prxima
legislatura chamada a formular urna decisao
decislo grave que determine por um graode es-
paco de lempo o ciracter e os destinos da nossa
patria.
< Vae tralar-ae de saber : se teremos monsr-
chia pessoalou regimem parlamentarse o exer-
cito pru ssiano ser reformado e augmentado em
sentido mooarchico, ou se ha.de ser fraccionado
segundo os termos constitucionaes e os clculos
do industrialismo ; se teremos matrimonio ec- i
clesiastico, iostraccao publica ecclesiastica, igre-
ja christia e estado christo, ou se havemos de
ter o matrimonio civil, liberdade absoluta de en- ;
sino, commuoidades religiosas livres. egualdade
absoluta entre os chrislios e os judeus, especial- '
mente para exercer cargos da magistratura ; se '
ha de aer protegida toda a profissio honrada, to-
da a propriedade, lodo o direito e qualquer con- ''
dicio legitima, ou se o dioheiro ba de mooopolt-
sar toda protecQao,se hao de conservar os ele '
melos essenciaea e fundamentaos do estado
prussisno e da aua cooatituicio, ou se abolida' -
cmara de communt, que absorra todo o poder
publico e tranatorae o oosso organismo munici-
pal e provincial, conforme o modelo franco-de-
mocrtico ;se a unidade da nossa patria ha de
cimentar-as na uniao dos seus principios o dos
seus povos,sem menoscabo da auloridade nem do
direito, ou ae ha de tentsr-ae cimenta-la na so-
berana do povo por meio da rsvolucio ; final-
mente se ha [ser respetlado o direito publico dos
estados e dos povos, ou se ha de sanecionar-se
como bom, o roubarem-se as coreas e a eruaoci-
pagao universal das nacionalidades.
A solucio definitiva de todas estas questdes
nao podem addiar-se por muilo tempo, e deve
realisar-sena prxima legislatura. Maa pelo que
nos pertence nao carecemos de mais programma
do que a perfeila unio de todas as fraudes do
partido conservavor, e s para evitar qae nos
caljmaiem declaramos expressamente :que de
marftira alguma desconhecemos possibilidade,
e at a necessidade, se assim se quizer, de me-
Ihorar certas ioslitoicoes, e que estamos muito
looge de querer renovar o absolutismo burocr-
tico aboliodo a eonstituieio. Desla maneira que-
remos a anlonomia do municipio e das corpora-
coes, mss urna anlonomia que tenha o seu pon-
to de partida, nao no cidadio, mas no subdito. >
O imperado- dirigi o seguinte rescripto ao
conde de Lamber!, por occasiio da sua no mea-
ci para lugar-tenente do reino da Polonia. O
imperador reir n'este_rescrlpto as suas proraes
sas, prometteolo ampliar as suas medidas, se a
dieta Ihes corresponder sua conQaoca.
c Eia o rescripto :
Conde de Lamber.Chamando-ves para vos
confiaras funccoeldo meu lugar-tenente na Po-
lonia, investigando de todos os modos a minha
confiaoca, eocarre{o-vos de tomar as medidas
, necesarias, para a execucio plena e completa
das nsiuiacoes ootorgadss ao reino pelo meu
ulcase de 24(26 de agosto do presente anno.
c Teohoa firme confiaoca de qne os habitan-
tes do rein da Polonia, coapreheoderio com es-
pirito recto e esclarecido que os distingue, que
unicamenteoo deseo volvimen to regular dessas in
tuices qu< elles podem encontrar urna garanta
| do progresa) ulterior da sua administrarlo autho-
I bomica e a prosperdade publica, e de maneira
nenhuma nos desseotimentos e agitaedes popu-
lares que embaracam os meua desejos e as mi-
nhas melrores itences. Convidai os hmeos
, capazes e tem pdjpntes a concorrer com os vos-
sos esforcos para que as necessidades reaes dos
meus amada subditos, me sejara submettidos por
vossa intervencio, como a expreasio legsl doa
votos geraes maduramente rasoaveis pelas deli-
beraces da gente do paiz esclarecida e bem In-
tencionada, enio como manlfestacoes de entu-
siasmo, provtcadaa pelos ioimigos e de toda abor-
de m publica.
c Reatabebcerei a tranquillidade no reino ;
pela minha (arte estou prompto a votar, comsa-
tisfacao, o pissado so esquecimento, e a corres-
ponder constantemente a coofianca e atTeicio
da naci pobea, pelo testemunho de iguaes sen-
timentos.
< Doo-vo! a seguraoca invariarel da minha
benevolencia imperial.
Alexandre.
{Jornal do Commercio, de Lisboa.)
INTERIOR.
Bossla.
O Czat publica a seguinte ordem do lugar t-
ente da Polonia dirigido aos directores dos di-
verssos ramos de admioistracao :
<: Varsovia 18(30 -julho 1861.
c C jnstou -me que em muilos pontos do reino,
os funcionarios em servico activo, que devism
auxiliar o governo na manutencio da tranquilli-
dade e da ordem, teem dadoexemplos de desobe-
diencia s prescripcoes do governo, psrtilhando
dos projectos revolucionarios dos habitantes s
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARAHIBA.
Cidade de Mamanguape XX ae se-
tembro de l6t.
a mir.ha ultima correspondencia publica-
eu Dnrio de 4 do correte ; e veio ella
*tai .".2Pa.de oalayras, assim suc-
J01 PaWieada em 27 o a^unv.
A minha I aasaljii jjai entendida pelos Srs.
compositores, vou praCSrVr -jot via-caniaia a
ver ae desapparece este mal.
Permita que antes de comecar esta faca algu-
mas correicoes a minha segunda corresponden-
cia.
Na linha 121, em vez de dtzer que o Sr. com-
mandantediga-se que o Sr. commuoicante.
Na linha 124 em vez de dizer-se. Nidal de Ne-
greiros diga-*8 "" Vidal de Negreiros.
Ns linha 220 em vez de dizer-se sao estas as
cousasdiga-sesao estas as causas.
Outras alterares exislem, sao ellas supriveis
pelos lei to res.
Na minha segunda correspondencia tambem
deixou de ser publicado um attestado do inspec-
tor do algodio ; nao sei se seria esquecimento
de minha parte, oa de sua ; agora torno a man-
da-lo para prerioir mos juizos a meu respeito
quanto a nio existencia de tal documento ; ral
elle escriplo no final desta.
Na minha correspondencia de 31 do mez pr-
ximo passado disse que uo poda admitlir pri-
vilegios de impuoidade a certa ilasse de homens.
Emfinsde juaho por causa doduas leves offen-
sas phisicas feitas pelos seohores patricios da
abeocoada lerrinha ons nos outros gritou-se s
armas, veio um general com torga pan esta ci-
dade. Hoje apparecem crimes mata graves, lu-
do silencio, nicamente por serem autores des-
tes o povo privilegiado. Como vio correndo as
cousas III m e critica a posicao dos brssi-
leiro nesta cidade. Leiam-se os factos seguinles
e a precie m.
No dia 1.a do correte os portuguezes Josquim
Ignacio do Reg, e Antonio da Silveira Florea
por causa de negocios relativos a um sitio em
Piodobeira jngam pao e faca. E' verdade qae se
fez o corpo de delicio, este porem foi feito por
dous portuguezes, ou por pessoas suas, e nio
Ahi
lado reo Jos Augusto do Amaral, boje que este
processo est concluido, quanto a mim, com urna
desproouncia toda injuridica, hoje que a justica
publica menospresa os direitos de urna offendida,
menina de otto anoos e desvalida, corre-nos o de-
ver de apresentar as autoridades superior** o
iublico o tcto ni'.mrrido, podir por parte da of-
endida e da soeiedade aggravada justica; o
facto que se acaba de dar entre nos nao precisa
de comentos, basta ser apresentado em toda a
ana crigioalidade, aimplesmeote como consta dos
autos, os quaes poderio ser lidos e apreciados
pelo Exm. Sr. presidente da provincia e Dr. juiz
de direito da comarca, magistrados em quem de-
positamos confiaoca.
Para melhor tratar desta materia permita o
publico que reproduza algam histrico j feito na
minha primeira correspondencia, o fado gravo,
devo, cootar com sus benevolencia.
No dia 13 de fevereiro do correte anno, em ca-
sa de Jos Augusto do Amaral, appareeeu urna
menor de nome Isabel brbaramente surrada,
sendo este facto denunciado ao Dr. juiz moicipal
Augusto Carlos de Alraeida e Albuquerque man-
dou este vir immedielameote a aua presenca a
offendida, este encargo foi desempenbado por
um official de justica, que a principio encontrou
embaracos pela resistencia que faziam em entre-
ga-la, rindo a menor quasi simi-morta nos bra-
cos de sua mii que se desfazia em lagrimas pelo
deploravel estado em que ealava sua filha, co-
nhecendo o Dr. juiz municipal a gravidade do
delicio vai immedialamente a casa do indignado
criminoso com alguna paizanos notificados a sua
ordem, poe em cerco a casa, e a corre, l jamis
encontrou o Sr. Amaral ; um Sr. Joaquim de tal
mi de vacca, neasa occasiio disse qae Amaral
se tinha evadido pelo quintal, e que procurara o
damioho do engenho Guarito, foram testemunhas
cesta declarado o marcineiro Jos Ribeiro de
tal, o alfares Jos Francisco Sutaao, o msico
Joao Pigu a outros, a decaraco deste e do pri-
meiro consta dos seus depoimentos que como tes-
temunhaa juradas deram no segundo processo
instaurado.
A' vista dasta deca raga o mandou immediata-
mente o Dr. juiz, municipal os Srs. Ribeiro e Su-
lano seguirem ca vallo so lugar para onde se di
zia ter seguido o criminoso, depois de algum
tempo voltaram dizendo que para aquelle lu-
gar nio linha ae dirigido Amaral, e que a decla-
rado era falsa, o que depois se veriflcou.
Nio encontrado o indigitado criminoso imme-
diatamente mandou o Dr. juiz municipal con-
vidar aos seohores Dr. Francisco Leio Armand
e cirurgiao Antonio de Souza Nunes Pinto aicos
proQssionaes que exisliam nesta cidade para pro-
ceder-se o corpo de delicio, o que se fez imme-
diatamente.
pergun-
'gaaida
Estando o Dr. juiz municipal nesse (empo
muito sobrecatregado deservidos, e entre estes'
com um processo de quebra que nio podia ser
iolerrompido, officiaem data de 18 do mesmo
mes referido ao delegado de polica pedindo-lhe
tu.rpa'.e ffaEStt; aUm s_ ^m.m.ari-ie
ama portarla em data de 21 do t*QWmQffr*Mfk
dando notificar teatemunhas parl>osmo mez ma-
oco tealemj o da 26, nesse
6 de marco "toraa Ui.. JMS **"io,ii
por este modo aa teatemuohaa foi o processo
com vista ao Dr. promotor publico da comarca, o
qual pesando devidamoata a gravidade do delicio
por estar a elle ligado um fundo de perversidade
monstruosa, e lalvez por vera proteccio que ao
indigitado criminoso se queria pro diga Usar, re-
quereu novas diligencias. Nos dia 18 e 21 de
que um grande numero d'elles, principalmente
os mais jovens.em vez do uniforme proscripto, co-
meemm a usar das tnicas (polonesas) com ciatos qualifleara o ferimento se nao como lev
em vez da golla d'uniforme.aa grvalas de cercar- est o privilegio da boa gente,
mezim com eofeitea representando asaguias bran-
cas, bonets quadrados, etc. ; que se apreseotam
eom estes hbitos as ras e as reparlicdas ;
que se tom visto usarem de bigodes, pera, e
mesmo barba serrada ;todos estes factos testi-
muuham as ms disposiges em que estio a res-
peito do governo, e nio poder este procedimeu-
Nos principios do mesmo mez de setembro o
portugus Joaquim deu urna formidavel bofetada
oo orpbio Thomaz tutelado do lente Francisco
Ivo de Andrade. Ficou o pobre orphio com a
bofetada e nada so disse por que o Sr. Joaquim
da classe dos privilegiados.
No dia 13 de setembro um tal Guimaries Fer-
io consentir-se por mais tempo. reir, Tarares e um caixeiro daquelle andaram
c E por uso que vos convido a vigiar de urna pelas ras a correr a cavado a toda brida'a di-
maneira especial a conducta dos funcionarios ros- xem que com bastante aleool na cabeca, encon-
aos aubordinadoa, e a usar de todos os meios ao traodo-os o subdelegado mandou que elles se re-
vosao alcance para no futuro impedir a reoova- colhessem as suaa casas, estes desobedeceram as
ci de semelhantea desordeos. I suas ordens e continaaram a perturbar o socego
Se acontecer que umfunccionario.conUarin- 'publico, o subdelegado manda chamar a patru-
do as ordeos que ttverdes tomado a este respei-' Iha, e os recolhe i prisao, neta occaaiio gritam
lo, se apresentar na sua reparticio de outra ma- que a polica os queria roubar, a com ella andam
neira que nao seja um uniforme, ou ae for en- aos itnpnrrdes. J estamos em um tempo em
contrado na ra em costume que nio correspon-
da a eate estudo, ser necesssrio para exemplo,
afasta-lo do servico, como indigao da confianca
do governo.
c Efectivamente o governo, qae nio pode to-
lerar empregadoa com semelhante carcter de
independencia, deve tanto menos tolerar urna
conducta contraria ordem social.
Digoae-vos informar-me daa disposiedes que
tomardes n'esle sentido, e trrnsmittir-me os
nomes dos funcionarios contraventores, d'aquel-
les que se torcarem criminosos de actoa que tes-
timunbem aa sgas disposiedes hostis ao governo,
assim como d'aquelles que forem sendo affasia-
dos do governo por esla ordem.
. 0 tenente geferal.
Sukkoxanett.
Tendo-se espalhado na Cracovia um grande
numero de convites escriptos, a direccio da po-
lica publicou o seguinte aviso com data de 15
de agosto:
As influencias malvolas do estraogeiro, tom
j por muitos aeios arrestado urna parte da po-
pularlo da Cracrovia a manifestacoes illicttas,
com ss quaes se tratos ainda a 12 d'esle mez al-
terar a ordem e a tranquillidade. BOuve coahe-
cimento de qae ata oolte se queria obrigar os
habitantes a illuminar as suas casas Ba signal de
demonstracio.
< Na interesse da seguranza publica
colar, coavida-se (a honrada burguezia d'esta
cidade, a proceder de maneira que se evite ido
quanto poeta aderar a ordem publica, epartlcu-
1 c Nanea no concurso da tonga guerra susten-1 (armante a conserrar em casa ae anottteer, to-
que o povo privilegiado nio quer obedecer Is
autoridades constituidas.
Moa dias 7 de setembro eslaado Francisco da
Cosa Barroca aluminando a sua casi e soltando
alguns foguetes em commemoracio indepen-
dencia do nosso imperio um portuguez, nio me
record o nome, dirigio-lhe algumas palavras
inconvenientes.
Urna teatemunha que jurou em um processo
contra o portuguez Amaral de nome Pedro Go-
mes Peixoto est jurada pelo mesmo Amaral.
Este* factos nio os aprecio, apreseoto-os
consideracao do publico, e por elles ver o es-
tado em que est esta cidade ; felizmente entre
nos Sinda temos homens de rontade, e de pru-
dencia, nettes confiamos. Estes negoaioi nio po-
dem continuar assim.
Fiel minha proraeasa quanto exposlcao dos
factos qne se dessem nesse termo, cuja publici-
dade, venho hoje apresentar um facto que acaba
de ser consumado contra a espeelaliva de todoa
aquelles que desejaa a punicio dos criminosos,
3ue s as leii contam achar garanta aos seas
Ireitos. Teoho a franqueza de declarar qae fa-
ca aio pequeo esforco em entrar nesta materia,
tacos de amizade me colloearia se tu duvida ib
embarecoe. ae c conseiaacia 4o devor nio me
obrigasse a errar oa olhos a Individuos, e refe-
rir os factos com* el tes se 44. E' bata panosa a
posigio de oro correspondente, volaalariamenU
^| toaei asta cruz sobra os meas hombros, a
garel emquanto permiltirem as miuhas forjas
Em algumas correspondencias qot tenho diri-
gido ao seu Diario teoho-me oecupado de um
maio o delegado de polica procurou salisfaze-las*.
Em data de 10 de julho foi despronunciado o
tal Sr. Jos Augusto do Amaral: servio de fun-
damento despronuncia a interpretarlo falsa, e
ad hocforcada do decreto o. 1,090 do 1 de se-
tembro do aono passado. Provemns a nossa
proposicao. Quando se fez o corpo de delicto
na menor Isabel declarramos peritos terem en-
contrado, alm de outros ferimeotos, urna con-
tusio na parle correspondente a sotara do osso
frontal com o temporal, cuja cjntusio produzio
urna commocio cerebral, e julgim existir effu-
sio de sangue neate orgao, a vista do que elles
enteodiam haver grave incommodo de saude e
inhabilitado de servico por mais de 30 das.
Dias depois foi requerido um exsme de sanidade
na menor Isabel, foi este feito ; por elle se co-
nheceu jue nio tioham sido precisos 30 diaa para
o seo restebelecfmento. O exame de sanidade
nio poda de modo algom declarar que nio tinha
havidograve incommodo de saudeo escnda-
lo nao podia chegar a tanto. O cdigo criminal
no artigo 205 figura duas hypotheses, dada;qaal-
quer deltas, o ferimento grave, diz o artigo 205
aera o ferimento considerado grave quando
delle resultar grave incommodo de saude, ou
inhabilitado de servico por mais de 30 das.
Qualquer inteligencia por mais obscura que seja
comprehende qae o nosso eodigo figura duas
hypotheses, salvo ae o espirito de patronato com
o seu poder mgico tranatornar a faculdade de-
pensar. O exsme de ssnidade fez desapparecer
urna das hypotheses Agoradas pelo artigo 205 do
cdigo criminal, a outra bypothese porm per-
manece, e s a poderia fazer desapparecer o pa-
tronato, o que de facto succedeu. Nio sendo o
ferimeoto leve nio podia estar sujeito so disposto
no decreto citado. Assim ve-se que o funda-
mento da despronuncia foi a interpretacio falsa
e toreada do decreto o. 1,090 do anno pstalo;
assim consideramos a despronuncia contraria aos
sos principios da justica a urna clara e termi-
nante diaposicio da leiartigo 205 do nosso c-
digo crimina!.Jos Augusto do Amaral indigi-
tado criminoao em crime inafflancavel, e estindo
procedendo-se o summario de culpa contra elle,
comparecen solt perante a auloridade proces-
sante nos dias 18 21 de maio prximo passado,
fax no primeiro destesdias auto de qualificacio,
no segundo o interrogatorio, e depois volta para
sua casa, o referido consta dos autos. Digam os
entendidos na materia se este acto conforme
lei....
No processo instaurado pelo delegado oo
bouve urna *6 testemuoha que fosse deslavora-
vel aoro, alguns individuos comparecern! na
casa da cmara a mandado do delegado para
servirem de testemunhas, como bem Pedro Go-
mes Peixoto, segunda testemuoha no aeguodo
processo instaurado pelo juiz municipal, o de-
poimento deste hornera nao foi tomado no pri-
meiro processo, s e pela nica razio de nio aer
favoravel ao reo; eu desejsria Irsoscrever o de-
poimento desla testemunha, aguardo-me para
as seguintes correspondencias, no caso de sor
contestado, eolio serei maia extenso publicando
o segundo processo instaurado.
A vista do resultado deste processo o juiz mu-
nicipal diae ae Dr. promotor publico desta co-
marca, que antio aa achara naata cidade nos
trabalhos do jury, que ia proceder a ove* dili-
5eafta* afim da fazer sabir o facto da obscurlda-
e, onde urna casaalidade feliz o tinha sepultado,
o Dr. promotor seienta 4o modo parque liaba
corrida o primeiro proceeao, zeloso pelo boa
desempenho do cargo que dignamente oceupa,
respoodeu que, nio havendo nos autos proras
para aja* pronuncia, juigava mais conveniente, al
bem da juitica publica fazer decahir o primeiro
processo, osteoiando a despronuncia do dalo]
gado a fazer novo processo, dando elle a deam
ca, e assistlado eom attencio cuidado aos
ligencias que fosaem precisas, a Uta
Dr. juiz municipal a susteotou
por falta de p.oras no* ata* a aio pelo fsiii
ieoto da desproouncia da delagacia
assemoa as-q ,-*. r.-^M.
o da IS de julho dea o promotor pMic* a
sua denuncia ao Dr. juiz ronoieipal. eate
autoar a denuncia e nohfiear a* tes
que foram dadas pela promotoria para san ia-
queridas no dia 17 do aesao mez do jalao o
que de facto ae deu. A primeira a amada t**
temunhas, deposeram coapridseeate abre o
facto, sendo a terceira de vista, aaaaart e asa-
la tambem dizem aufficienleaaaata. No aoeaao
dia 17 mandou o jais municipal efceaar i i
presenca a mil da offeodida, a a Ha fea algamas
perguo tas a que ae referi a terceira teataaaaaa
de viata, as suas respostas coocordaa a
ao que diss a teatemunha, foram astas
tas escripias e acham-se no veatre do
processo.
No dia 22 de julho foi o processo coa vista a
Dr. promotor publico da comarca, este o* dia 29
do mesmo mez requema a prona ocia 4* aeaaa-
ctado. No dis 4 de setembro foi coaelaae
processo ao Dr. delegado, qae aa achava aa acha
tambem no ezercicio do cargo de Jais aaai .'pal
como suppleole que, por se achar coa asalto
na assembla provincial o Dr. Augusto Carlas
propnetario daquelle lagar. Por daepacha do
4 do correte mandou o juiz municipal su patalo
juntar o primeiro processo sa segundo a tazar
depois conclusos os autos. Aaaiiseaaoe asta des-
pacho. O Sr. Dr. juiz municipal suppleole ate
polla juntar ao segando proeeseo dataa astas
que servissem favor 4o indigitado reo, seas sor
requerido por elle oa seu procarador, por asta
proceder claramente deixou ver o graode desoja
que tinha de proteger : constituio-so ajis por
este despacho advogado e protector di rea.
Sei que um bacbarel de llustraco qae ora aa
acha na capiial deata provincia ceaaeiase esa
se juslasso ao segundo procosao algaasaa sjatas
do primeiro, devendo eate trahalbo ser feito a
requerimeato, o deaejo*pora do acabar esa lem-
po com tal processo nio dea lagar a qae o pi-
nto da proteccio fosse disfarcado sob aa vestes da
jusiica.
Parece-nos que at 4 e 6 de setembro
nam estas copias serem tiradas, a e procaa
bado.E' caso virgea mandar o jais procseaate
juntar ex-officio pecas a um processo ca a 8a
de favorecer ao reo, e de maneira algaaa saa
poderio contestar, se o fizar irei asi* Is
No grande, dia 7 de setembro lavroe-ea a i
pronuncia espirada e foi considerado
o autor de um crime grave, autor como
dos depoimentos das testiaonhas do
processo.
Ainda a justica publica offeodida sapera o cea-
Ua no zelo do Dr. promotor publico da comarca,
e na justica do iotrego joU de direito o Se. Dr,
Manoel Cortea Lima.
Prometi dar-lbe noticia final deste negocio s
cont que a espeelaliva publica fiera satisMU
com o procdr jutn e tacto i a !
eocarregadoa da juatica.
Na mioha anterior correspoadeaeia 4isse alga-
.^^^weixis^wy^: isss&z
dizer mais alguma coas* aeste svotieo. Tesa
porem a idea de auppressio sido condaaoada po-
la oosaa assembla provincial, quasi ea eaaoi-
midade e pela opiniao publica, parece qae eta-
rei dispensado desta promessa, uaa vez que aa
miohas razoes a favor nada augmeotario ao -
zo do publico.
A assembla provincial neste acto
correspondeu avista dos seas
conservadores, qoer liberaes.
Continuar pois a iospeccio de algodio
cidade.
sea calas.
te jasases.
conjntenle, qoer
As curujas de reposteiro continuaa
calhar com aa suas calumnias o antigo cortela
dos jesutas hoje palacio do governo. All aeo-
te-se descaradamente, defaaa-sea piteado, ate.
Urna deslas barpias foi declarar aoExm. Sr. pre-
siden lo da provincia que o jais te orphio 4seta
termo queria fazer um inventario illegal, e asas
este fim j tinha mandado lser citagoes, oote
nio baviaa menores e j hara uaa partilha
amigarel legalmenle taita.
Com os autos as mios a nicamente para S.
Exc. apreciar, quem o cerca diremos algaaa cea*
sa. Aos 3G diaa do aez de seteabre te 1858 esa.
o lugar denominado Santa Anna, fregaezia te
Baha da Traicio, a viuva Luisa riaatiaa te
Garvalho por morte de sea marido AlezasareF-
lix de Figueiredo, procurou tesar aas partilha
amigavel com seus dous irmios Aaaa Geaoveva
da Aoaunciacio e Manoel Jos te Castro, te
facto a fez, aendo julgado por sealeoce. a 18 te
oatubro de 1858.
No mesmo mez de outubro do mesmo anas, a
mesma viuva requereu ao juiz de orpbio a tec-
lura do inventario declarando haverea orphaoo,
e ter ella sido illodida pelos herdairee cetateraaa
a este pedido, oppde-se os inlereseados.
Em data de 9 de dezembro do mesmo aaaa te
1856 faz a viuva ostra peticio paitado ao jaita
que mandaase sequeslrar os bens qae torea aja-
dos aos herdeiros colaleraes oa tal partilha aai-
gavel e fundando o aeu pedido oo extravia qaa
os mesmos herdeiros estaraa dando
?;ue reeeberaa iadevidaaeote, nasta i
o deferido o pedido.
Feitas todaa as diligencias, afim te se
novo inventario e obegando a
tempo o Dr. Joio Cavaicaati de Alteftersjas
como juiz municipal e de orphaes.o saado aa as-
tos conclusos, elle recebe* a dad recio da asea-
ra cabeca do casal com embargo a Boatsaca da -
partilha, ralo nio ter passado ea julgado a sea-
tenga que detiburuu a parlilha. a>te(S>K*at aSC tac
ella sido publicada a 18 de outubro de 1858, a
ser a declaracao qae recebea coa embargas da
23 do masao mes e auno.
Depois de dar aa razoes de saa sentenca jalgsu
nulla a partilha amigavel, e mando preceder a
inventario pelo joizo de orphio*
Publicada a aeoleoca da nellidade foi pela ara-
curador de Manoel Jos de Castre, herasire aat-
lateral embargada; apresentado* os bairgea a
documentos que Ihe servirm te proras aaadoa
o juiz municipal Joio Ciralcanti dar rata as
partes por despacho de 22 de oatubro de 1897.
Depois de descutida a asteria doa eal
mesmo juiz municipal os despreeoa o
que se cumpriasa a sea seuteac*, qae ecoulava a
partilha aaigavel, isto ea data do 27 de oaUbra.
de 1858.
Foi esta ultima seateoca publicada do dia la-
mediato ; no dia 28 do aesao aax o ana*, las-
timadas as parles nio sppetlaraa ea lempo.
Quasi depois de dous annos reqaersraa aa par-
les por seu procurador o j*is J^g^g^pTDr-
Augusto Carlos d Alai4a e AltHtooarqa*. aa
mandasse tomar a ppellacio, | ^^B^
ter ella sido spresnlada tm j^T
que aio pedlam ser separado J Jis
municipal vendo qae tal pedid*
proooso instaurado otate tormo contra o indigl-1 poimantos duteiUmiohu e todas as mali^dP dos, as
LADO


mft FURA 1 DI OUTUBRO E lSfl.
pe
oven-
_^^He cor-
^^^^^^^^^^^^^^^^Vsu'teria.
O que l serillo oceaatee a tal
partilha amigs t ge achira do cartorio
a direito deila comarca
qae qaando Uve de tlr a ate tamo os procure
lar e preciar.
a
lllm. Sr. Sergio Cleaeatiao Dsurmoo.-Ne-
.cessilo qwV. S. me liMaari e p desla m o
iMvnecioan ana ehfsde de Ka-i
, reaetfcae Ofaii pata osla eayia'
outra iaeee*
aqui
apeccio, ou se ralieea a que
alti ae procede; boa como te a iaapeecio da-
quella cidade tem ou nao traiido proreito para o
publico; coate o lia do V. S. que laca
decliracoo uo qut meeonvier.
Sou coas a maiot considerago, de V. S. ami-
go aliento obttaedietiao riido.
Cidade da Parahiba, aos 26 de agoeto de 1661.
Joo Cavalcaoli de Albuquerque Vascoocelloa.
Illa. Sr. Joio Caralcaell de Albuquerque Vai-
concellos.-Satisfazendo o aeu pedido leDho a
dizer-lhe que aa actas de algodo
das aa cidade de Kamanguape, e remeltidaa para
esta cidade, nao paasim por ora iospeceo, a
xoepcs daquellaa que por ebegaram deteriora-
das seos se poder conhecer o peso, aotle, ou nu-
meraco, que por esta causa sao eilas de uo-
*o; que bsb saapre aeoo lece.
Quaoto a aetividade publica da inspeccao, all
nao resta duvida, porque notorio, que depois
d sua ere*cao afflue para o mercado dsquella
cidade muito algodio, o que d'antes nao acoo-
roae V. a. mor u uav ^u ti. h.ti o.
minha retposta; e com estima e considerago
sou. De V. S. amigo, e atiendo obrigado e
criado.
Cidade, 27 de agosto de 1861. Sergio Clamen-
tino Dourmon Pessoa,
Estar recoohecido pelo Ubellio publico An-
tonio Henriquea d'Almeida.
na promover o bem estar da provincia, retiran
do-so s horas o 30 mioulos da tarde,
Eis o que se pasieu nontera i tarde; e para
que V. S.a alo faga alguma injostic na publlca-
eo desse (acto na sua apreeiivel fl-eoiita, que
teltez a queira faser, resolv nriar-lhe um es-
boco respeito.
Deeeje-tbe lauda e relicidadaa, pois so coso
seapr de T. S., sn respeitsdor obrigade.F.
F. P. S Peixota.
Fort atoa do Broa 30 deseteabfc de 1811.
Aaoeha pelas 8 hers da manhia ae de-
wi itfftUr a Aaeite da &. lotera, ea be-
eeae aaasriz de PodroMarlyr de OUede.
Ea aossa Atara afina, encoairario as
laHoree nasa p rodaseis potica de Sr. Ptaactsai
Igniclo Ferreira, jorca poeta portugus, cal-!
seiN neata pnce. Concillando coa fenie,
os deveres da profisso que se acha ligado, o
de sua *** Penetra, irtn yfldn"rtlftr n rnntfl'F w l"**
dotou a naluma netse caoto sudoso pela sua
patria.
Passageiro do cter nacional Emma, rindo,
de Penedo :Jos Domingues Goocalras Torres,
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Por edital da caixa filial desla provincia
foi auouociado, que a substituido dassuas oolaa
de 203, papel brinco, findar-se-hia ao par no
dia 19 do pastado aes de setembro. Hss, sem
embargo, contiua etea subatituico ainda sob o
coeimo valor visto que nao honve aviso algum
Je ser ella realisada com o descont ou rebate
proporcional.
Ees consequencia disto, os respectivos possui-
do rea pdea leva-las referida caixa filial, que
afai receberio a sua importancia integralmente
ou sem descont algara.
De hoje era diente a direejao da via frrea
ar seguir dous tren* diarios, nos dias uleis,
para a villa da Escada ; e nos saatiOeados conti-
nuar a que parta de ordinario.
No domiogo ultimo leve lugar a festividade
religiosa do archanjo S. Miguel as igrejai da Pe-
nha, S. Pedro, matriz desta freguezia e Corpo-
Ssnto.
Taes actos foram celebrados com a convenien-
te pompa.
Convindo S. Exe. ea que sejs srrecadado
cor administrado o imposto de 500 ria. por ca-
neca de gado vaceum oeste municipio, autorisou
a cmara municipal a qtrt assim o faca, visto que
nao ip pancera m licitantes para a respectiva ar-
rematacao, qaando este ve em praca o -referido
imposto.
Per acto administrativo de 27 do psssado
ordenou o Bxm. Sr. presidente da provincia, que
fosee posto ea arrematadlo o fornecimento de
agua, velas e azeite, bem como a lavagem, eo-
goromado e concert da roopt, perleocentes ao
cotlegio de Santa Thereza d'Olioda.
O pagamento ser feito ao arrematante por
prestaeoes mensaes.
Sobre reqoerimento da parte, fot concedida
passagem pars a reserva ao Sr. alteres do 6 ba-
talhio de iofantaria da guarda nacional deste
municipio, Joao Chrysostomo de Lima, nos ter-
mos da lei n. 602 de 19 de setembro de 1850,
art. 9.
ficar aggregado ao corpo que the for desig-
nado pelo Exm. Sr. commaodante superior, visto
*er ido julgado om lospeccao deaade incapaz
" O subdelegado supplenle do Recife Jos
das Neves, sabeodo
Nos dias 98 e29 deste mez foram recolhldos
casa de detencio 15 homens e 1 mulher, sendo
10 bornese 6 escravo, a saber : ocdaa do
inspecciona-] Dr. delegado da capital 9, inclusive a parda Jus-
' tina, escrava de Domingos Ribeiro da Costs,
ordem do subdelegado do Recife 1, que 6 o Afri-
cano Antaaia, escravo de Joaquina de tal, or-
dem do Santo Antonio 4, inclusive o crioule Luiz
escravo de Mara Anglica* ordem do de Sao-
Jos 4, 4 rdoca do do Boa-Vista 4, inclusive a
parda alaria escrava de D. Francisca, e oa Africa-
nos Caetano e Vicente, escravos, o primeiro de
D. Candida e o aeguodo de Joao de Carvalbo,
ordem do da Capooga 1.
MORTAL1DADE SO BU 39.
Francisco Peixoio de Audrade. Pernambuco, 19
annos, oUaJro. lina.Vista : tuborculos.
Maa Paula Hadrignas, frica, 60 annos, soltel-
ra, Si oto Antonio ; tubrculos.
Jos, frica, 4S sanos, casado, Boa-Vista ; es-
tupor.
Manoel Anlunos dos Martyret, Pernambuco 48,
anaoa, viuvo Santo Antonio ; ioterite.
Msra, prvula, encontrada morta oa porta do
Corpo Santo.
Marit. Pernambuco, 10 aezes, escrava, Santo An-
tonio ; convuleoes.
aO-
Jos, Pernambuco, 9 meses, Santo Aotooio ; con-
vulsos.
Goacallo Flix dos Saaloa, Pernambuco, 45 an-
nos, cassdo, Becife ; apoplexis.
Eogrscw, frica, 56 annos, solteira, escrava, S.
Jos.
Mara Baptiala Ferreira Gimpos, Pernambuco,
60 annos, caaada, Pogo da Panella ; intente.
"Pedro
lejas arrendado por........
Idea 16Jos Antonio Lopes, so-
brado de um andar e loja arren-
dado por..........................
Travessa do Livrimentv^
N. 93Tbeodoro Antonio de Jess
Borge, casa terrea arrendada
POCodyaK mi .......
dem 94Angela ateza da Garraibe,
casa aerrea anandada par.........
Idea 9 Aattaio da Stlw Ferraha.
uraacaea larrea arrendada por....
Idea ftload Lopes Rate.eeaa ter-
rea arrendada par...............
tConlinitmr-ttha.
Communicados.
988J060
Lopes Rodri-
THEATRO.
i
CONSLiDO PROVINCIAL
Relacao das alteracoes que houveram
no presente laocamento da dcima
urbana da freguezia de S. Anto-
nio, feito pelo lancador atta, a
saoer i
-jndo que Antonio de Fre-.
a K cinco Albos, que nSo erara baptissdos, e depois
de proceder s convenientes wdagaedes, reco-
nheceodo ser verdde o qoediziam. tomou a li-
berdade de marcar o da 6 de outabro, as nove
horas da rnanhae, na igreja matriz do Gorpo-
Santo, para serem baptisados, sendo padrinhos
os seguales:
De Custodio Ferreira Barboza, de idade 17 an-
nos.Jos Pedro das Neves ;
De Emilia Ferreira Barboza, de idade 15 an-
nos, Joo da Costa Lima Jnior ;
De Mara da Conceicao Ferreira Barboza, de
idade 13 annos, Sebaslio Jos d'Oliveira;
De Jos Ferreira Barboza, de idade 8 annos,
Jos Francisco de S Lailn.
De Manoel Ferreira Barbosa, idade de 6 annos,
Manoel da Silva Sampaio.
Na noit de 28 do correte, o subdelegado
supplente do Recife mandou recolher ao quartel
de polica a Mariano Joaquim da Costa, sobre
quem recahiam sospeitas de rapto de urna me-
nina de 14 aonos, no dia segointe foi chamado
pelo Sr. Dr. ebefe de polica, para apprebender a
raptada que diziim achar-se na ra de Sama
'Rita.
Foram ah rarejadas effecti va mente pelo roes-
tno subdelegado- em corapanbia do tenente Bor-
ges Leal alguraascasassuspeitadss, mesnada po-
deram descobrir. Ao regressirem porm foi de-
nunciado ao subdelegado em presenja do tenen-
te Borges Leal, que a ^menina eslava na ra de
Santa Cecilia, para onde, dirgiodo-se elles, fo-
ram enconjra-la em urna caes, em que habita
Jos Carpinteiro, e da qual conduziram-a pre-
senta do Sr. Dr. chele de polica.
Presente entao o raptor.disse que estarpromp-
lo para casar com ella visto te-la offendido.
O referido subdelegado deposltou s menina em
cass do negociante Joio da Costa Lima Jnior,
morador na ra da Cruz, que & isto de boa ton-
tada so prestou ; e esii tratando de effecluar o
casamento.
No dia 29 do corrente botaram i porta da
matriz do Corpo Santo o cadver d'uma recera-
nascids, pela manhaa ; e sendo chamado para
?estoriar os 9rs. Drs. Aotonio Agripino Xavier
de Briio e Jos Soriano de Souza, deelararam ser
am aborto de 7 meses.
O subdelegado sabando que naquella noite ba-
ria nascido urna crianza cmFra de Portas, psra
ahi-se dirigi, e depois de azer as pesquizas ne-
cesasrias, desnbre ser Alba de Francisca Mara
da Conceicao, parda, moradora na (ra dos Gua-
ri'rapes n, 1. perguntando esta para que pra-
ticara emettianle acto, respoodeu-lhe que sssim
o toha feito pelo sen estado de pobreza.
Domingo ultimo visitou S. Etc. o Sr. presi-
dente a fortaleza do Brum pelas 5 1i9 horas da
tarde, onde' se lhe flzsram todas ss honras de-
vidas.
S. Exc. examinou ludo com minnciosidsde, que
revela a seo interesse por todos os raaos de sua
adaioistrncao, e depois de cerca de orna bora de
atada all, retiroo-se.
Illm. Sr. Manoel Figneiroa de Pars.Pre-
eadissimo amigo e senhor. Como a rinda do
Exm. Sr. presidente ds provincia fosse de sorpre-
sa, altes ignorada por muitos, para que nao fi-
qne desapercibido o acto que ae deu ntsla forta-
leza, per sso we envo tal qnal acontecen, sem
que baja niiso augmento oa diminarco.
Hoje domiDgo, 29 de selembro do corrente,
pelas 5 horaa e 50aioatoa da tarde velo S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, acompanhado de
um sea amigo, ajudaote de ordeos, e ordeoaocas
a galeota, desembarcou prximo i fortaleza do
Brum, dirlgiodo-ae mesma, onde foi recebido
eaa as salm de estjio, bzndeira icada, e o mais
queJhe e dtvil .,fa ras pessoa que fps-
^*tfe saal
a
4
roce
BMtalbabit
d*d.W
Crabos do Carmo.
N. 38.Francisca Luiza de Mello,
casa terrea arrendada por........
dem 15.Francisco Jos Viaona,
casa terrea arrendada por........
1 becco da Cambda.
N. 4.Francisco Baplista d'Almei-
da, casa te.rea arrendada por___
dem 7.Jos de Medeiros Torres,
casa terrea arrendada por........
2 becco da Camoda.
N. 8 Joo de Brillo Correa, casa
terrea arrendada por..............
dem 5.Tiburcio Valeriano Bap-
tista. casa terrea arrendada por..
dem 7.O mesmo, casa lerrrea ar-
rendada por......................
Largo do Carmo.
N. 8.Luiza Camioha de Aaorim,
casa terrea arrendada por........
dem 7.Jos Joaquim Pereira de
Mendonja e Manoel Pereira Cal-
das, sobrado de dous andares e
loja, arrondado ludo por........
Largo do Carmo;
N. 9.Herdeiros de Bernardo Luiz
Ferreira Portugal, sobrado de 2
andares e loja, arrendado tudo
_or.....^,.......................
lo^Sf x:' 'h'"0*' catate
dem 99.Joao Pedro da Rocha Pe-
reira, casa terrea arrendada por
Travessa do Garmo.
N. 10.Herdeiros de Msria Jose-
pba de Mallos, sobrado de um
andar e loja, arrendado todo por
dem 12.Herdeiros de Joaquim
Ribeiro Pontea, sobrado de um
andar loja arrendado Indo por..
dem 1.Viuva de Joo Baptista
dos Santos, sobrado de dous an-
dares com duas lojas arrendado
tudo por..........................
dem 13.Ansslacio Pires da Na-
. tividade, cisa terrea arrendada
por...............................
dem 15.Manoel Aotopio da Silva
Ros, casa terrea arrendada por..
dem 17. O mesmo, casa terrea
arrrendada por..................
Travessa da Bomba.
N. 4.Manoel Antonio Monleiro de
Andrade, casa terrea com solo,
srreodada por....................
Travessa da Bomba.
dem 9Antonio Jos de Maga-
Iha6s Bastos Jnior, esss terrea
arrendada por.....................
dem 11Francisco Antonio das
Chigas, casa terrea arrendada
por................................
Ra do Fogo.
N. 14Lucio Candido Pereira de
Carvalho, cass terrea arrendada
por...............................
dem 16 Thereza Mara Joaquina
casa terrea arrendada por.........
dem 30Mara Thereza e Mara
Joaquina, casa terrea arrendada
por................................
dem 22Bernardino Francisco de
Asevedo Campos, casa terrea ar-
rendada por......................
Idom 24mbelioo Maximino de
Carvalho, cesa terrea arrendada
por...............................
dem 20Viuva e herdeiros de Ao-
tooio Joaquim ds Costa Figuei-
roa, sobrado de um andar e loja
arrendado por............*.......
dem 30Manoel Antonio dos San-
tos Fontes, casa terrea arrendada
Por...................,............
dem 32Manoel Joaquim Rodri-
gues de Souza e Luiz Antonio de
Souza Ribeiro, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 44-Jo8o Malheus, casa terrea
arrendada por....................
Ra de Fogo.
N. 54Dr. Marcos Crrela da Cma-
ra Tamarindo, casa terrea arren-
dada por...........................
dem 19Anna Eduarda Alvea Fer-
reira, casa terrea arrendada por..
dem 14.A mesma. casi terrea
arrendada por....................
dem 31Dr. Francisco de Souza
Cirne Lima, caaa terrea arrendada
por...............................
dem 37Flix Francisco de Souza
Magalbes, caaa terrea arrendada
por t..........
dem 89Antonio Aodr dos Santos
casa terrea arrendada por........[
dem 41Antonio da Soma Pereira,
ama caa> terrea arrendada por..
Idea 4iOrdem terceira do Carao
aaaoesa torrea atrendada por..
Mea 47Justina Polycarpa doSuu-
sa, urna casa terrea arrendada por
dem 49Ordem terceira do Carmo,
urna casa, terrea arrendada por..
Travesa do Livraaieato,
-Maria Tbeodora da Aasump-
o, sobrado de um andar o loja
L/royd** Por....................
Ideo 10-Joo do Briio Cornea,
oa sobrado de uto andar e duas
A noite do **j do setembro de 1861
Protestamos a mais estodada iodrffereaca s
lides lheatras, cujo panorama dos o (feroce o
mais ampio terrn, oooupado semlrkQaDe
por abundantes grupos de combalnt, escda-
nos com o fraco estipendio de umi geral ou ea-
deira, ai mais das vezes bem contra vontide pro-
digalisado era fator dea que eansaaaa a vida
no esludo da poca o co*tums que rpreeatam ;
e tinto mais abona o nosso justo piotesto, quao-
do vemos essea asforcadoa lidadowa, ea d-~
harmona completa coa o que a razan cita de
mais coherente a nobre. Nao ajenaos, por-
tanto, e it odiamos do iamo da soasa conaci-
ncia, o mpenho dessa lula degradante, que
colloca o hamem na dura prexaeio a aberrar
dos seus principios, pars dar lugar torpe e ab-
lacta iolriga.
Todavli, a averso natural, ou artificial, que
nos irapelle, gragas 4 fiaos, psra longe desse
terreno rido e escabroso, nao impedir Pr oer-
to, e era lo pouco ar calar en nosso peito, o
bradode verdsdeiro eothusiasaf a admiracao,
ao verana iooera obUcao Uiaiada palo pu-
blico de Pernambuco aos arliatal da Sania Isa-
bel, na noite de 28 de selembro; palomeando
com esla prova mais que significativa, o alto
apreso em que elles foram lisos, grsess a digna
escolha do Sr. Germsno Francisco do Oliveira,
que reuni as iuis esoelleotee quilidadei, as
qualidades aprecaveis de stus artillas contra-
tados.
Nio poda ser melbor a estolha.
II
Nessi noite, que passou como a soaao, offe-
recendo-nos momentneamente o oais potico
idealismo, o thealro eatava cheio, e amargamen-
te aa Usliaava por nao dmitik ea ti, oa que de
(Ora se queixavea {de nao pirtilbarea da festa
artstica I
Represenlou-se o dramaD. Cetarde Baxan
bastante coonecido. e phrenelicamen* appliudi-
do pelos espectadores, incansaveis a chamarem
scena em todos os actos, porque descobriam
oo correr da represen lacio, aMpegn minio di
melanclica aaudade. que pouco a pxioo oa en-
tristeca com a idea de ama searaco pro-
llni*.............................................
I sacerdote,
o, eacriso-
me ns cideira
aaaaabla de ai-
, ea o faco m^yatapc aollicjja-
JMHe. esomeBj por caadaaSS
JJS &a *' bem d"^PBit 9 bastas
maasaa do sipatientiDte do pota.
reteajfaVporm, com late pttjuasear &
qualeaerauaracandidatura, qaa aa aaoraaaode
Por Waa ttssjtas, e auieadaMCio qao, janlo
for poaaitl.aa1a aceitu todas ana oraa dia-
nas, e que o dtstrcto que lenho alarlana deje-
preseniar na aasembla gajal aagialativa, tana
ama escolha fue o honre palea quidadaa. a
habililacoea aa candidatos aaaverde eleger.
O motivo de abster-me de tomar parle oa elei-
eae i uua ItnilB *-n iimt>AA nA.a* -t^ g^
nhssiu.de, qije exige Irat amen lo a descanso in-
compillveis com a aetividade que demandara o
A INSIGNE AO
llUAt WNHKL
Bu quero concorrer pVo tan triumpho,
Eu, firme apologista de u genio:
Nao posso conservir-me bo silencio
ijHMatlo laureada aataaapaaenio 1
flores lngaba, aaa perfuma,
Ea timbera dand As faaaa plaraat;
aeu apologista, bei de appliudir-ta,
Ido applaudir-ta a mullid Jo que encantas I
at bei da misturar aa minhaa palmas
Cana pilmas que te Trece a moraMto ;
San teu apologista,aeeia o canto,
c sincero, nascea do corceo 1
Ergue casa fronte, magestosa e linda,
fCot
Begpcjnsalniloraas.
Recie, 31 de selembro de 1861.
Fronciico Coros Branda,
e estas flores que te ollera o poto,
_ Psga sincera da fadiga iassos I
Recie, 98 da seleabro de 1861.
Inoanb.
192J0O0
1440000
120JOOO
168JOO0
84*000
96|000
969000
8609000
6969000
9009000
168*000
qaiaqu
Nao se pode, e at mesmo di te osas sm raed o
do errar, que seosices taes coao saque expe-
rimentamos oessa noite de inspvacoes nimia-
mente poticas, jimais pode o horrura deacrever,
e nem lo pouco traduzir o idioma,que so o co-
raco sabe fallar 11 Senas que c digaa esses
lidos olhos, que nos camarotes bclhavam, dei-
xando, de tez em quando, cihir imi lagrima,
provando a sensibiltdsde que Ibes tanssta a to-
sente despedida feila pela actriz iosgne, aaslrel
Is do palco, ao publico hospitalero, que ae
esquece della para lembrarMariana, Rosita,
ou a coquete Maaoelita. Quao dgam se sao
capases, os espectadores que loucaneote acena-
vam com os lenjos e chapeos, demonstrando por
meio devivas companhlao rejosljo de que
se achavam possuidos. Que digan finalmente
todos que tivarom um eoracao, s; a satisfasao
qire a alma sent, est ao alcance de todos a fiel
expresso ? Nao est 1 O silencio, jois, qoe ma-
nifest o que os labios aso podsran exprimir.
III
O cenarlo eoberto de florea, s corda*, bo-
quets, e os pealas apostados oa diapensar lou-
voresios artistas inspirados por sa tes. d*--<
ao templo das artes, o maia deslmhrenle a*""0-
ivculoll ..aaaiwovkr***-
V ,-... io >ll i/un, vUl lo 1^^ iilm mm.
xiliares?
Foi nmri v(iiliiaaw rnrfurnnrte o rizo sao
abios, como iotejpretaa do corac&o,
para confundir a aalisaccao que claramente se
divisara nao s nos espectadores como tambera
nos irtistat. All Ludo era fraternidade; e at
pareca que o theatro eslava resumido ea urna
nica acea, para bem ao vivo se representar o
jogo dai aleicoes puras I
Que mais se pode aspirara
IV
D. Cesar de Bizao, foi o drama destinado pelo
em prezno, para mostrar-nos mais urna tez, de
quantos recursos dispoe o artista gigante, quando
o dedo de Deus, o apona para gloria de aeus se-
melhmles. E alo ae enginou, que sement o seu
genio altamente criador, seria capaz de expor
vista d'olhos, to diffioeis, quo sublimes tran-
sieres 1 1
O fidalgo, principio deseotollo fszeodo bri-
Ihar atratez da embriaguez, a posijo nobre de
sua origem ; o coodemnado. que se deixata ca-
ler, eoroa-lo ds rosa, perfuma-la, to comente
para que'no morresse eoforcado, aombando do
golpe que mais tirde o esperata, e lembrandoae
com satiifico, que a sua ultima hora ttria bellos
momentos; o espirituoso cortexo, que desfarea-
do penetra as salsa, onde o ardil lhe preparava
urna espesa por demaia feia, e que depois a ter-
dade lhe faz conhecer o engao, aoimando-o a
dizer ao falso ministro, que reunase os fragmen-
tos de seu juramento; o fogitito. que airavez
do luar procurava urna muiAar que dtsejava
ver de mais perto, encontrado no lugar deata, o
enamorado rei, com quem poe em jogo todo o aeu
espirito, para 'ahi passsr so mais alto grao de
circumspeccao, dizeado que D, Cesar o ouenu-
reiroj nao existia, que D. Cesar o fidalgo %a
rsapparecer; floilmente, o nobre orgulhoso de
sua decendeocls, vendo-se ferido a sus digni-
dsde de homem, por aquello oue, a nio ser o rei
urna espada nao serio altante para a desafron-
ta, ei assim mesmo aggratado no maii precioso
da vida, generoso com o rival que ludo poda
porque o litrra da, deahonra, matando o intime
que pretenda manchar a historia de am pove,
tudo isto foi peritamente comprehendido pel
inteligente actor, que bem lhe paginan o apu-
radsimo ealodo com urna rica corda da lonro,
o cbamirem-no acea no fim da represeuta-
cio. Ea 1854 eitivemos em Paria, onda viaoa o
primeiro artista fraocez. Freerico Loaaitre. re-
preaenlir o mesmo papel no thealro da Gaili, e
coofessamos em abono da terdade, que o D. Ce-
sar de Bazao parisiense, o mesmo D. Cessr de
Bizao pernambucano. Nao adaiUiaoa ialtacao
com mais propriedade,
Houra ao artista, qo intrpido affroatou a im-
meusidide dos mires, para colher no eatrangeiro
as luzes com que teio esclarecer-nos 11 Hoaa-
nagem ao fiel traductor da vida, que isifatigavel
prescrutou os aagredos de oeracao humano, para
exprmi-loa com iaola verdade, que n'um mo-
mento de supremo gozo, nos transporta a om
panizo todo de delicias 11 Homenagem e honra
so exemplar artista brasileiro ; a aurorado nosso
palco; ao sympalhico dos pernambucinos, que
oa perignaaco de ana cirreira nrtiatica, tal le-
gando aas tiodouros a fama de um oome luari-
do -Germino Fnneisco de Oliveira 1 I
O drama orreu lodo muito bem, porque na-
quella noite pareeia como que urna ioipiraco
oceulti, iniaava oa differentes persooigens a
a provar-nos com o sagrado fogo da ion tria ac o,
que maia.eabem presar o publico, quando este
sabe presar a arte.
V
Oa especia dores oruraaiam a eoapanhii tres
vezes cana na 41a da comedia, para Ibes diri-
gir mil saudades, diladsi pelo jubilo de que es-
tatam apoasados 11 Or, nos que silenciosos obser-
Mtopjoe vamos mi tocante scena, o que, diremos es
ttobros tiajantes, que boa Ibes pose signiUesr a
oassa eotbusiisUcs predileccio ?
Adeus.
PaMicaQoes a pedido,
AO DISTINCTO ARTISTA
GERMANO FRANCISCO DE OLIVEIRA
x *' aA awwuvst couranhi*.
Na noite da 98 dr selembro e 1661.
P ra longe do paleo voa leva o destino ;
Descanso preciso, gintls conbatentes ;
Guaroai toases Unoss, poli os amena ;
Mirai-vos aaa c'ras, aas palaaa vrenles.
O genio ds acea, Geratano sublime,
Do poto, qoe o aaa nio seja esquocido ;
N auMncia revivaao-se as gratas Uabnnoai
Seus tourosde artista alo sejatn perdidoi.
Nos peitoi guardadoa nos Dquem p'ra sempre
Os grstos perfumes da rosa siogela ;
De frontes cunadas tentemos so genio,
A' actris primorosa, gentil Manoella.
Louteaes todos, que ao nomo de artista.
Coa aacia procurara juntar ua laurel',
Um osc'lo enviemos aapaz, de amuade ;
Aos nobros setores do Santa Isabel.
P'ra longe do palco vos leva o destino,
E' forte preceito que apona o dever;
Guarda! vossss langas, poli os meses.
Que em Intas futuras tenis da vencer.
Adeos companhia Germaoo na uoite
de 28desmembro de 1861.
A nossa gratido ao artista sublime e seus
dgaos compioheiros, no momento de ae ausen-
taren! de entre nos obriga-nos exprimir a nos-
sa ssudsde ; essa saudade, porm, tolbe-noa a
voz. Como difflcil oosss posieo I
Seja sensibilidade sobrsnceiro o dever, e sau-
dosos adeuses acompanhem aos artistas do Sania
Isabel, outris plagas to hospitaleiras, porm
ao mala hospilalelris que ss nossss plagas I
Acompanhem-nos essas demoostrscoes ineqni-
vocis e espontaneas que partea de eorsedes
senslveis e generosos, de ha muito acostumados
aerea generosos e justamente apreciarem
aquelles em cuja fronte brtlba urna scentelba do
fogo celeste, dadiva inestimsvel e por muito pou-
cos partilbada.
O povo pernambucano, magnnimo por natu-
rza, aaudoso vem sgora saudir aquelles que
d'entre elte se apirtsm momeotaneamente, e
faz sinceros votos psra que propicios ventos os
leve psra onde quer que a aorte o techa deter-
minado.
Artistas do theatro de Santa Isabel, aceita! ests
pequea demonstradlo como lestemunho do su-
bido apreco que soubestis merecer e no qual vos
tea o povo pernambucano.
Than.
COiftf HERCIO.
NovaajBanco de Pernambuco.
O banco paga o 7* dividendo de 12$
por acqao, relativo ao semestre findo
em 31 de agosto prximo passadp.
Ufandega,
Pendlaento do dala 48. .
Idaa do dia SO. .,,...
379:8209711
13 6251473
393.452pl84
Movlmeoto la airandesja,
Volamos antradoscomfazendas.. 151
aoa gneros.. 106
Yolsass sabidos
> i
aoa fazendas..
coa generes..
171
114
180000
240*000
6489000
4409000
816,000
1209000
1209000
I205O0O
336900Q

3369000
1208000
3009000
300|800
2169000
1929000
2409000
42O9OOO
3819000
4609000
2169000
1689000
1448000
144JO00
1681000
3009000
3409000
Aos distinctos artistas da companhia
dt Sr. Germano F. de Oliveira.
Ao despedirme-nos desta companhia dramti-
ca, qu at hoje irabalhou no theatro de Santa
Isabel, sob a dlreceio do eximio artista Germaoo
Vncisco do Olltein. nao podemos soffocar a
FrfPi" nng*vt peito como a mais pura o fiel expresso do apre-
so, estima o admiraelo, que alimentamos para
com to dislincto artista.
Por ests occasiao corre-nos o imperioso deter
de particularmente nos dirgirmos aos seohores
Germano, Nunea, Rsjmundo, Vicente e Valle,
que tantas provas nos deram de seus j conheci-
dos talentos.
A Bxma. Sn. D. Manoella Lnccie suascompa-
oheiras felicita moa tambera pelos honrosos re-
sultados de seus trabalhos.
Nesle momento em qne pela ultima vez, (nes-
ts empreza) apreciamos os trabalhos da compa-
nhia do Sr. Germano, congratulamo-nos com to-
do o publico, pelo solemne desmentido, dado
peles artistas dramticos deste theetro, sos de-
tractores dessa to nobre e honrosa profisso.
O publico que vos aprecioo, qne phenelrico
vos applaudioedevidamenle recompensoo vqssas
fadiga?, ainda ests vez se faz ouvir, confundindo
com seus applausos os energmeno, invejosos
de vossas glorias.
Aceltal os nossos encomias, e sem recelo ca-
rainhai na vossa senda, que o futuro vosso.
Recife. 28 de setembro de 1861.
A. E. L.
Oascarregam hoja 1. de outubro.
Galera francezaBerthmercadorias.
Escuna ingleziPrincipe Real-mercadorias.
Brigue hanoverisnoJpitercarne de charque.
Brigue americaaoF. Curhingoarvo.
Brigue portugusMsrgardaoedra.
RENDIHENTO DA ALFANDEGA DE PERNAM-
BUCO NO MEZ DE SETEMBRO DO CORRENTE
ANNO.
Importaco.
DireitOs do importaco para con-
"o............................ 309:1889114
Ditos addieionaes de 5 /........ 36:0149170
Ditos addieionaes de 2 /......... 1889072
Ditos de baldeacoa reezporlaco. 1249666
Expediente dos gneros estrangei-
ros navegados por esbotagem.. 4569206
Expediente dos gneros do psiz.. 6829610
Expediente dosjajieros livres.... 137j)220
ArmazenagemdH^iercadorias... 3:347#483
Premio dos assignldos............ 289JS30
Despacho martimo.
Ancorsgem........................ 1:7419200
Direilos de 15 % das embarcares
estrsngeirss que passsm a nr-
cionaea......................... 9009000
Ditos de 5 % ns compra e venda
das embarcacoes................ 1759750
Exporlaco.
Direilos de 5 % de exporlaco.... 26:622ff52
Ditos de 2 % de addieionaes...... 10:6509848
Dda de 2 % de exporlaco...... 149181
EfPdiente da capatazii.......... 1:1509200
Interior.
Multas............................
Sello do papel fixa...............
Dito do proporcional.............
Kpis e 50 asios manUiga. 1 cala srrsM ;
7 telumea drogas a medicamento ; a 1. Plata
BoTges. '
4c 7.jakll fhipees e objectos paavclaades ; a
v / Maia Iraios.
hMditaaaaaeaaatde
laoa e vidras; a A. L. D
84 volusaea coarot,
laaats, alftaaaaa, papel,
perumaru. porealaai, 1
ote.; a Mella Labe* C.
tO clisas aeacearla
ve.
6 volanos paealami. eafaraasia
ferro, ele.; a T. Taiaein Baetos.
5 cixaaanqMaaaia; a E. de
ISO barra e 200 aeios aaaleif a,
chaaos, raleado. Intas. tIr i a Cata Iraiaa.
12 caixis e 4 volme vidria, aoMans, Kvras,
mercearia, perfumara, papeTroopa, etc., 7 va-
laaas drogas a madieaaaetoe* a esdeaa.
300 gigos balitas, 140 barra e 140 aeios aao-
teiga ; a Twaat fraras.
1 caixa enceradas, a Dubarry.
1 dita candelabros e tidros, 50 ditas vioeo, 1
dita camisas, roopa, caximboa e livroa ; a Raaos
Doprat.
17 caiassmel; a Manoel Pigueira de Farie,
12 ditaa mt ecaodiairos; a Antea Joa-
quim de FarlaT
7 ditas e 1 barrica chitas, chpeos, grsratit.
livros, mercearii tabaco a vicho; a Luir. A. de
Siqueira.
9 ciixu chapeos; a J. L. Visica.
25 harria e 60 asios meateiga Bastes & Leaos.
, 20 ditos 20 moioa ainiisi; a D. Airea Mi-
theua.
10 diloi e 30 aetda aanteiga
Leilo.
60 ditos e 60 meios manleiga
lino da Rosa.
34 ditos e 32 aeios aaoleiga ;
di Fonsica.
25 barra a 50 meios manleiga ;
de Lemos.
4caixoa spelbos. porcelaaa, vid ro, livrea.
etc. ; a J. B. Fragosa.
6 bsrris cimento, 1 caixa camaa de forre ; a C
F. Alcoforado.
1 caixa tidroa; a J. P. Moatioho.
1 barril vioho
259
285
Emolumentos.*
Imposto dos despachantes..........
Extraordinaria.
Receita eventual..................
Dizimos da provincia das Alagas.
Ditos da provincia da Parahyba..
Ditos da provincia do Rio Gnnde
do Norte........................
Conlribuco de caridade..........
Kendimento do meado setembro
del860l861..................
Rondimpnto do aaz de selembro
de!859l860..................
6089315
607*800
153*560
549O8O
3378500
89757
393:452*184
1:1799654
3559691
4363738
3969315
.195:8*09582
354:6579017
477:4439877
con-
Termo de Serinhem.
1
3008000
2049000
Jutus,
3849000
Declaro aosmeus saigas do 5 dtatricLo elei-
Provineia que mo son candidato i
MK>o provincial, e ao aesao lempo Ibas
peco, que, ao par ventura atedeadioa honrar-
me com os seos sufragios, acetea ea aaa lu-
jar, e cooWmplea estos os san oidadace, que
tsein de ser ciatos por aquello distrklo, so meo
No Diario de Pernambuco de 17 do corrente,
Otemos urna perguota desojando saber a razo
porque se pretenda mudar s feirs do centro des-
la povoacao para um lugar remoto. Nem urna
reaposla livemos s respeito; aas no sabbado 14
do corrente appareceu a premeditada audanca
de eira, por um modo bem estranho sos lmites
ds lei.
Dous ou tres individuos empataram o transito
publico aoa matulos que condusiam cargas de vi-
toreo psra s feira, a tal precedimeolo pratica-
do por peisoas incompetentes, effendeu sos fun-
dadores da feira, e mesmo ao povo que aquella
hora j se reuoia paca o mercado do costo e,
de aorte qoe a appareoendo uraa aceleracao que
bea poda dar ea mi resultado, ae nao so apr-
senla logo no principio desse cooicto o subde-
legado do segundo distrclo Uiguel Alexandrino
da Fonseca Galvlo, que dando suas previdenciis,
eslabeeceu a ordem publica, e erdenou que a
feira funecionaae no lugar do costume at que a
autoridade competente deliberaste a tal res-
peito.
Prustrado ase intento de mudar a feira, por
essemodo, oa taaa ioditidaos lannram mo de
notas invectivas, e a peior que sobamos foi a
quedizia que se mudara a feira ainda que fosse
a forja. \^
A' vitts de eemelbinle noticia, seguaos oa-
minha diterso, dirigaos nossa quem aa Sr. jniz
municipal do termo ; repreaentamos ao Sr. da-
legado, pealado providencias a tal respeito, di-
rigimos nossos requeriaenlos a cmara auoicl-
pil, rogando-lhe a eoasertapo da feira no lugar
do costume, eslgumss outras medidas prudea-
tos aetem eapregado, qoe com isto esperemos a
aossa traoquilidade.
Creaos que aa feiras sao fundadas pelo poto
e s devem ser medadss a beneficio publico e
nio a beneficio particular, e ainda assim aesmo
je izem essas audincas pelos canaea compe-
tente.
Oulnsaim,ja ha malte lempo lineemos repre-
sentido oaaara municipal, pey am abaixo aa-
aignado, a noaeaco do ua ical para esta po-
voa(o : ha taires quatro ha cinco metas paaa-
dos, quindomenos sa esperara,, sppareceu um
senhor, morador retirado desta poroacio duas a
tres leguas, o qusl diz ser e fiscal desla povoacio.
Hornea inMiramente inhbil para lemtlhmte
emprege, e appareoendo ama anka vez para di-
zer qoe ella era o fiscal, a ieeeeado pergoalado
o que dizia relativamente a mudinpa da feira,
napoadau qaa a padtdaa 4*nm amigos Unha
i formado a cmara Municipal que chava boas
asdanca da eira li para o patee de ngeoho de
Cailoa Leitio.
Portante ao podeaes aixar de aotteiar ao
publico como se arrio ja taee oeaias c pelo mil-
lo, e aeaao aeeira coa a aossa liaguagem rusti-
ca iremos publicando o que na verdade
paaindo a tal respeito.
Rogamos aes Sra. redactores do Diarto de
PWrnambuco a pablioacao deslas tinbss.
Gsmeleira 90 de setaabro de 1864.
0> andaderas fltfra.
: e leaawS
a JeeMarce-
a Jos Baptista
a AagnaU P.
, 11 caixaa aarrojeiaa, allaetao,.
roupn, modas, chapeos, penles, miadezas e fa-
zendas ; s Vaz 4 Leal.
4 volumes vidros, produetoa chmicos, vernir,
site e pspel ; a Stahl & C.
1 barril aseite doce, 3 caixaa cidos solientes ;
Alfandega de Pernambuco 30 de setembro de
1861.
O 4? escripturaro,
Baxilio B. Furtado.
Importa c&o.
Galera franceza Berth*, vinda do Havre.
signada Tisset freres.
37 esixss fstendis de algodo, de linho, de l,
de li e seda, pannos, etc., 1 dita livros, 1 dita
vidros, Idita ehooolate, 2 ditas emeixasl dita_
queijos, 4 barris cogoae, e 6 volumes amostras ;
Scliafheitlim &.G.
33 volumes e 15 csixas fazendas de algodo,
de linho, de l, e mixtas, 3 ditas calcados, 1 dita
marroquim, S ditas camisas de senhoras e tafe-
ti, 2 caixas objectos psra carro, 10 ditas chapus
de seda o de feltro, 2 ditas pedraa lithographicas,
2 ditis vernis, couros, e objectos para seleiro, 3
/oluaes Instes cutMeria, e ferro em barra, 30
ditos porcelana, vidros e cristaes, 4 bsrris vioho,
2 volumes amostras ; i F. Sauvage & C.
39 caixaa fazendas de algodo, de seda e ou-
tras, 10 ditas chapus, 6 ditas ditos de sol,
ditas couros, 1 dita calcado, 1 dita eampainhas,
l dita mola de ac, 1 dita litros, 4 ditas ver-
mouih, 2 barra tinho, 3 volumes amostras ; i
Lioden Wild & G.
2 caixas calcados, 75 gigos ehampsnhe, 125
barra e 150 meios manlega ; i Johnston Pater
4 C.
1 caia choculate, 1 dils fazenda de algodo,
6 ditas casticaes da vidro, frascos o jujuba ; i
Manoel Pontea.
27 caixas 6 fardos e 3 volumes fazendas de
algodo, de li, de linho e mixtas, panno, modas,
ronpas e chap, 60 caixaa sardinhas. 1 dita
consertas, 1 barril cognac, 30 ditoa e 60 meios
manleiga, 3 volumes amostras; i Joo Keller
& C.
8 csixas chapus, bicos, penles de chifre, agua
de colonia, marroquins, papel, etc. 20 barris e
20 meios manleiga; Francisco Alves de
Pinho.
5 esixss pisonee; i J. Vignes.
145 bsrris e 14a) meioi manleiga, 1 caixa can-
delabros, 50 ditas velas; M. Joiquim Ramos
a Silva.
4 caixas fazenda de li e leos bordados, 100
barris e 100 meios manleigs, 40 caixas sardi-
nhas, 1 volme amostras ; N. O. Bieber & C.
2 caixas cristaes, porcelana e panel, 50 barris
o 50 meios asnleigs ; i Seve 4 Filhos.
4 caixaa eouros, 50 barris e 30 meios aantei-
ga ; i Ribe Schmettau 4 C
1 oalxa fuao, 3 ditas cristaes, porcelana, per-
fumaria e papel; B. da C. Hedeiros.
21 totumes e 2 esixas medicamentos, drogas,
fundas, rolhis, vidros, pspel, encerado, otiqueta
0 balances; i Gsors 4 Barbosa.
8 caixaa papel; Brander a Braodis.
25 barris e 25 meios manleiga, 6 ditos tintas,
1 volumes aecidos, 5 caixas drogas, 6 ditas cal-
cados, couros, relogios e chapus, 47 ditas fa-
zendas de algodo, 6 volumes amostras; i D. P.
Wild 4 C.
2 eslas quinquilheria ; i A. Lopes Rodrgaos.
12 ditos fazendas de algodo. de seda, raixtaa,
chales, fias de seds, roupas, ote., 30 ditas garra-
fas vasias, 24 ditas cognac; i Kalkmam Irs 4
Le
1 esla urna imagem de Christo, 1 dita com
ama cruz, 1 dita e.litu.s, 1 dita moldure; &
Dubost.
15 barra o 10 meios manleiga, 1 caixa eolno-
taa de ferro, 1 dita Unta, i dita machinas, c
de popetio, eevelopes, esponjs, etc., 1 dita
'liaros; Alaeida G. A. 4 C.
5 oaixia espel, 18 ditas mirroquins, pealo,
isaesa, rWade, objectos de coiinhi, chapeos,
camisas, fitas, fnzenrtas; i Henrique &Aze-_
I *w
idros,
mssde fe n de Almeida I
ca-
^,rQ*BaaBBBBBBBBBB^BBBBU
1 barril vteh jooate.
30 caixis chumbo ea laminas ; a Meuroe 4 C
1 taixa chapees; a Joaquim de Oliveira Maia,
. s
a Pierre Puach.
3 caixaa faxoodaa da liaho ; a C. 1. Aelley 4 C.
1 caixioha fazenda; J. J. Paria Machada.
2 ditas chapeos; a Ferreira 4 Aojo.
2 cama papel pialado, 3 diln chpeos, 2 dilaa
toocaa da liobo o aiodezas, 3 ditas drogas, 1 di-
ta vidros; a J. A.G. Goimariea.
6 caixas couros e obras de ferro ; a Parala
Vimna 4 C.
25 barrio e 50 aeios aaoleiga, 1 barril viabo,
10 ditos vidros o porcelanaa ; a B. Francisco da
Souza.
1 caixa marroquins; a 8. T. Batios Irmoa.
10 ditas miudens; a Monleiro & Lopes.
6 ditas ehapoa, mercearia e fecaadatee ; a J.
Antonio Moreira Dias & C.
2 caixis objectos para chpeos de sol ; a D.
Bruno.
2 ditas livros e lints : s Jos de Vsseoneelloev
10 barr* e 20 meios manleiga, 4 glfoo car teja,
8 ditos ignora-se, 3 potes consortes, 9 eslas ar-
cosa, couros, objectos do selairo, cateada, tarta-
ruga, instrumentos de msica, flores, sedas, per-
fu miriis, ele ; a Roberl 4 Filbo.
18 caixas calcado ; a Joaquia Pereira Anales.
3|caiias pspel, 4 ditas quioqailharl. canoa da
chumbo, ehapoa, etc. ; Coaeaaaa 4 Babear.
3 volumes e 14 ciixis ernlaee, caadtetree, ti-
dros, obrss de marmore, mercearia, eouros, tes-
trumaolos de msica, gas liquido, fuao, cha-
peos, peales, etc., 15 harria a 30 aeiee aantai-
ga, 200 gioi baialai ; a J. Hallidiy 4 C
86 volumee fazoadaa de algodio e ti da linho,
roupa, marcearla, modaa, chapees, Uaatea, cal-
ido, pannos, vidros, porcelana, papel, etc. ; a
i. A. Burle 4 C,
4 caixas mirmores, 1 dits moldss, cela, te.;
Morim.
3 ditaa fumo, marcenii, e quinquilbiria ; a
J. L. Bourgard.
25 volumes fazendas de algidi, aoda, ram-
pa, cristaes. camisas, ceroulas, ltea, chapees,
etc., 1 embrulbo amostras ; Daaasjer 4 Car-
neiro.
3 caixaa perfumara, moda, objeclos para cha-
pos de aol, etc.; a Maaoel & C
3 caixas.mercearia ; a A. C. de Abren.
5 ditas tidros, mercesrii, candieiros, fuao, fa-
zendas de seda e algodio, instraaanlo de Bad-
ea, filis de linho, etc.; a H. Daaont.
3 caixas tidros ; a S. O. de Pinho.
10 barris lila. 2 csixas filas, acrcearia. etc.;
Dencker & Birrozo.
500 barricas fsrinba ; a A aorta Iraios.
Hiato nacional Aracatu, riada do Aracaty,
consignado i Santos Camioha 4 Iraios, aani-
fetou o segointe :
54 sacca com 255 arrobas a 23 librea de algo-
do, 231 couros silgados 95 aeioed o ata ; a
Santos Camiohs & Iraios.
59 saceos coa 29 liS alqueire de gaaaa de
mandioca, 32 raolhoi com 800 pallas da cabra ; a
Sanio 4 Filhos.
Hiale nacional Santa Crux, tiade de Hacia e
do Acarac, a Csetano C. da CosU Moreira, aa-
nifestou o seguinle :
154 slqueirea ssl ; a ordea.
2 aaceoa ailho; a Joio Boecio.
1 dito feijio; a Manoel Loureaco Crrela de S.
200 alqueires de sal; a Caetano C. da C Mo-
reira.
97 saceos coa gomma de mandioca, 25 macos
com 347 couriobos miada, 1 pcete peaoaa de
eaa ; 1 Jos Rodrigues Ferreira.
Vapor nacional Periinunee, proeodeote dea
porlos do ssl, manifealou o aguinta :
2 barris vioho ; a Manoel Joa da Stlta Oli-
veira.
13 caixoes coa 1011 ceios de chanto ; a or-
dem.
Palhabote nacional Jorge, viado de lia Gr
de do Sul, consignado a Tamo 4 Iraioa.
feslou o seguinle :
6442 arrobas de cama de charque, 30 couros
seceos ; a ordea.
Hiato nacional Dous Irmaos, consignado a Mar-
tris Iraios, viudo 4o Aracity, maaueatoa e se-
guate :
428 saceos com 289 arrobas da gomas, 166
meios de sois, 4866 pellas de cabra curtidas, 136
eouros salgados, 147 saceos coa 532 arrobas e
9 libras, 16 barricas coa 99 arrobaa a 7 liaras da
sebo em rama; a ordem de diveraaa.
Hiale nacionai Camaragibe, rindo de Peaedo,
consignado a Luiz B. de Cerqueir, aaattaaaaa a
seguinte ;
80 alqueires ailho, 150 saceos arroz coa cas-
ca, 80 latas oleo de ricino, a 132 esleirs da pe.-
ena ; a ordea.
;xportaf&o da Ua O ele staWo
ate 18l.
Brigue portuguai Relmpago, para Lisboa,
carregaram :
Jos da Silva L070 Jnior, 90 saceos coa 450
arrobas do aaticar.
Batea inglesa Athole, para Gibrallar earreaa-
ram: ^^
Patn Nash 4 C. 250 saceos com 12 arrean
de atsucar.
Idaa do dia 27.
Brigue portuguez Relmpago, para Lisboa, car.
reaaui:
Joa da lita Loyo Jnior, 100 saceos ca MO
arrobaa d aaaaeer.
lira, 40 couro salgadas cea 980
f
1
librea.
Ja/es POflugaeza -FioraaS. Simio, para Lis-
CCT^-oalra 4C, 265 moco. eaaMa
srrobss de Macar, a barrica coa 7 ambas da
dea do da S.
Barca potiogu mee, Ma lis-
boa carregam "^
Corva
arroba da assuci
J MUlT/tIL ADO


__:
1AR10 DI MBUWma ^TU^illM tHWITUItONMl,
~
^
RENDIMENTO DAR
INTERNAS GE!
HEZ DE SETEMBsU, A
Rendas dos proprios naci
Foros do.ierren*^<.inanhi
Laudemios '...7l%-.:.*,^..~i---
Siza dos bens de raz.............
Decima addicional daa f rpora-
coes de mi merlo............
Direito* noves 6 velhone de
chancellara....................
Ditos de patentes dos oiBciaes da
ejwd*Bp*te*l...............
Diurna dja chancellara...........
Mulla a*incAeeoes do regto-
mento..............'............
Sello do papel Qxo................
Dito do proporcional.............
Premio de depsitos pblicos
Emolumentos.................
Imposto sobre lojas e casas de
escotrtos.........'. .
Dito sobre casas de movis, rou-
?as, etc. fabriclos era paiz es-
rangeiro .........
Dito sobre barcos do interior. .
Taxa de escravos.........
Cobranca da divida activa .
IndemnisacSes........
Receita eventual...................
IA DE RE!
5:
Uttreti, valhe
ira Juniur


ello ex-causa.
1:172*370
6781533
5:4t9*00
10.260*939
|090
1459680
63301150
8009600
9J600
4183000
1889400
789500
9000
Recebedoria de Pernambuco
35.0389635
fe setembro de
l.iBpii'3Jt,i:r,o,"eo"-
oaM mala se contioha tai ditos originses a
jen meTeaortt edou f; e val presente sem
a que duvidp?aca na forma do estylo, e por;
mira MccipiV- aaigaada.
1.* serilo da (regeecit do SenUssim o Sacra-
Miado huno de Siete Antonio de desde do
ecife, 38 de setembM rfjann* domscimento de
No a Senhor Jeius Chanto de 1861. quadrage-
ei>o,4e iodesendeaeeVde Brasil.
Escrevi e aislguei. Em f de verdade. O es-
criiio, Joaquina da Silva Reg.
O escrivao,
Manat Antonio Simoes dv Amaral.
CutisuUdo provincial.
Rendlmedto do di. i a 28. 49:7909466
Fdera. io dU 30.......7;469#309
57^59977*5
MoTiBUHiVo do porto.
Navios entradoa no dia 29.
Penedo8 dias, hiate Drasileiro Camaragibe, de
38 toneladas, capillo Yirgoo Juslniano dos
Santos, equlpasem 4, carga oleo de ricnio, ml-
lbo e outros gneros; a Luiz Borges de Si-
eueira.
Ra Grande de Sal33 ae, hiate bnsileiro Jor-
ge, de 14 toneladas, espitao Francisco Altes
da Costa, Sqfaipafrem 10. carga 6000 arrobas de
carne seoea ; loase & irsao.
Ifavwt taidos o mesmo dia.
BabiaCanhooeira brasileira Iguatemy, com-
maadaote o 1 lense XeUo.
CearBrigae prtiesieee Gtutllt, capitao H. B.
Seewerta; em lastro.
BahaBrigae haraburguez Ott, capitao C. Bal-
rao,carga parle da que trooxe de Hanvera.
MarauhaoVapor de reboque Camaragibe, com-
maodante Antonio Rodrigues deOliveira. .
Navios entradot no dia30.
Penedo4 dias, cter nacional Emma, de 54 to-
neladas, caoito Francisco Gonjalres Torres,
equipagem 7, carga arroz, milho e outros g-
neros ; ao mesmo capilo.
Fhiladelphia43 dias, birca americana Elf, de
328 toneladas, capilo E. I. Piotkney, equipa-
gem 10, carga 2700 barricas com farinha de
trige ; a Rostron Rooker & G. Seguio para os
portos do sul.
Rio de Janeiro17 dias, barca americana Reein-
der, de 426 toneladas, capitao Cutis, equipa-
gem 10, caiga cal; a Rostron Rooker 4 C.
Veio refrescar e seguio para New-York.,
en
~

o
B
a
Horas.
i
kthmosphera
n
n
i Direccao.
so
c
es
o
o
I Intensidad.
I_____
in oo
s
-1
oo
J 1 Fahrtnhtit.
oa
00
en

a to
n w
en eo


3
2
I Centgrado.
J______
I Hygrometro.
en
<0
S 2
os 't*
QO
o>
Cisterna hydre
mtrica.___
Francas.
C
O
*.
O
co
O
/natal.
o
es
oo
H
98
=
3
H
P!
=3
C"
O
f
O
es
?
*
A noite clara com algons nevoeiros, vento do
qoadrante do SE fresco e asstm amanhecen.
OSCILLAQAO DA MARE'.
Preamar as 1 h 30' da tarde, altura 5,4 p.
Baixamar as 7 h 18' da manha, altura 1.6 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 30 de se-
tembro de 1861.
Romano Stepplk,
1." secretario.
Editaes.
O capilo Jos Luiz Pereira Jnior, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa, e iuiz de paz do 3."
anno com exercicio no 1., do 1." districto da
freguezia do Saotissimo Sacramento do biirro
de Santo Antonio da cidade do Recite da pro-
vincia de Pernambuco, em virtude da lei ele.
Fago saber aos que a presente carta de editos
virem, que por parte de Jos Dias Villela, me foi
feita a peligao do theor seguiote:
Illm. Sr. juiz de paz da freguezia de Santo An-
tonio.Diz Jos Dias Villela, que quer fazer citar
a Olegario Saraira de Carvalho Neiva, para na
prkneira deate juizo, amigavel e conciliatoria-
mente restituir ao supplicanle a quanlia de rls
10:0009, importancia da sorte grande que o sup-
plicanle tirou o anno prximo passado no bilhe-
te o. 3362 da lotera da matriz da Boa-Viata, e
que o supplicante a pedido do supplicado Ihe em-
prestara para elle eslabelecer urna sociedade em
urna loja de (azendas siti na ra Nova, com Ter-
tuliano. Candidottamos, por isto requer V. S. ae
digne mandar citar o supplicado sob peo a de re-
vena ; e por que o supplicado se usentasse ha
dous diaa para lugar que se ignora, por isso re-
quer o supplicanle V. S. se digne mandar pas-
ear carta de edilos por 10 dias, depois de justifi-
cada pelo supplicante a auseocia do supplicado,
am de por meio de editos ser o supplicado cita-
do para o referido um, dando -se-lhe certido oo
caso de rerelia. Neates termos : Pede & V. S. de-
erimento. R R. H.Ad'ogalo, Calando.
Na qu'l peticae dei o despach que ae se-
gu i
Justifique. 1." diatricto de Santo Antonio, 27
de setenbre de 1861.Pereira Jnior.
Em virtude do qual dospacho se procedeu a
iaquericko de testemunhas, que depozeram sob o
juramento aos Saetee Eaogelhos e reapeito da
ausencia e incerteza do lugar da residencia do
justificado Olegario Saraiva de Carvalho Neira ; e
sendo lodo authoado e preparado me forana os
autos conclusos, e por mira Udoa nelles profer a
aentenca do theor seguiote:
Julgo por senlenca a justiflea^io de folhas pera
produzirseus effeilea; o eecrifao passe a carta
requerida cose o prazo de des dias, e pague o
Justificaaee as cuetes.
1. diatricto da freguezia de Santo Antonio, 28
desseMefiesiMI Inii Luis, mire Ju-
lor.
Nada mais se cantiaha em dita senlenca dada
nos aules, por bes da qual se passou aojnstin-
nante o preieote edilal con o prazo de des dial,
pelo qual se chama e cita dBegarfe Saraiva de Cawalho Neifa, para que
eteniro dos dez dias compsreja por si,>u por Fea
bstente ^%jwedeT, yera *i preceder "eeejrefJ
nos de coocter^ooalrBedaFetiQso, e a qual-
nesma eseagao, adm de que elle nao fique inde-
ezo.
O porteiro interino deate juizo publicar este
nos lugares mais pblicos desta diatricto, e o af-
flxart nM*n*o ceclfale em forma.
Qede e paseada sete 1* diatricto da freguezia
do Sentiseimo Sacramenta 4o bairro de Santo
i cidade do Recite provincia de Per-
oarabnco, 28 de eelmbro de 1861.
O Dr. Agostinbo Ermelino de Leo Jnior, ca-
valleiro da ordem de Christo, e juiz municipal,
de orphies e ausantea do termo de Olieda, por
S. M. I. e C, que Dees guarde, ele.
Paco saber, que tendo fallecido D. Joaquina
alaquias de Moraes Mayor, sem ter deixado
herdeiros coohecidos neste termo, e so produzido
per este juiso a arrecadaclo de aua heronce : e
de eenfornridede con o art. 32 do decrete o. 1438
de 15 de juoho de 1859 por mea despacho pros
rido nos respectivos autos mande! pastar o pre-
sente, que ser afiliado no lugar publico do coa-
turne e paWieaiio pela imprensa da capital, pelo
qual se chaman) aos herdeiros da dita finada para
que no prazo de 30 dfaacsaapareeaaa a procede-
r na forme do citado decreto.
E pera aae ehegae ee conneeimentj de tedea
ae pasaou a prosete,qae vai per mir aaeignado
e sellado com e sello deate juizo, vafeado son
sello OK-cenee sos 16 de setembro de 1861.
Eu Francisco das Chsgae Cavalcauti Pessoa,
eecrifao de orphaos e ausentes o sutworevi.
Agostiono Ermelino da LeSo Juoior.
O Dr. Agoatinho Ermelino de Lelo Jnior, caval-
leiro da ordem de Christo, e jniz municipal do
termo de Oiinda por S. II I e C. que Dees
rurde, ote.
ac aaber, que pelo juiz de direito interino
da 2.* rara crine deala comarca o Dr. Hermoge-
nee Scrates Tavaree de Vasconcelloe, me fot
communioado haver designado o dia 10 do mez
de outubro vindouro, pelas 10 horae da manba,
para abrir a segunda sessao do jury deste termo,
que trabalhar em dias consecutivos, e que ha-
vendo procedido ao sorteio por bem do art. 327
do Reg. o. 120 de 31 de Janeiro de 1842 dos 48
jurados que ten de servir na aesma sessio em
cootormidade de art. 328 de Reg. citado : foraa
sorteados e designados os cidadaos aeguintes :
Freguezia de S. Pedro Martyr.
Jos Joaquina Xarier Sokrelra.
Looreaco Goedes Alcoforado.
Antonio Marques de Olireire.
Cariatoto Pereira Piale.
Joa Euttaquio Maeiel Mooteiro.
Manoel Nunes de Mello.
Joo Esteres da Silva.
Jos Bento da Costa.
Antonio Francisco Branco.
Jos Joaqulm de Lima Jnior.
Manoel Joaquim de Figueiredo Seabra. '
Miguel Cerlos de Farla.
Raimundo Nonato da Cunha.
Joaquim Babello Pessoa.
Miguel Joaquim Barbosa Fonseca de Carvalho.
Antonio Bernardo Ferreira .
Antonio Joaquim Rabello PRbsoj.
Jos Elias de Vasconcelos.
Dr. Domingos Soriano Fernandas Soaret.
Antonio Nunes de Mello.
Mathias Jos da Lapa.
Antonio Joaquim de Almeida Guedes Alcoforado.
Tenente-coronel Manoel Antonio dos Passos e
Silvs.
Joaquim Jos Ferreira de Almeida.
Manoel Pereira Brsadio.
Curato da S.
Silvestre da Silva Guimares.
Joo Nones da Silva. m
Antonio Simphronio Rodrigues de Luna.
Melquades Antones de Almeida.
Antonio Ferreira Lobo.
Jos Figueira Curado.
Antonio Luiz Pereira de Mello.
Victorino Jos de Souza Trarasso.
Manoel Pinto da Silva.
Vicente Jos de Carvalho.
Major Joo Baptiala de Silva Manguinho.
Antonio Norberto de Souza Lealdade.
Jernimo Carneiro Borges da Poosees.
Antonio de Allemo Cisneiro.
Freguezia de Marangaape.
Cerlos Martina de Almeida.
Jos Victoriano Delgado de Mello.
Aotonio Sebastiao de Mello Reg.
Manoel Ignacio Pereira Jnior.
Coroel Joaquim Cavalcanti de Albuquerque.
Jaciotbo Soares Botelho.
Joao da Cruz Fernn Jes de Souza,
jo.c,-u, E.t.uiut^ t-..gj>nfl j Albuquerout-.
Louren^o Justiniaoo de TOrreeT
Outro 8im faz mais saber, que ne referida ses-
sao nao de ser julgo dos os reos queso acham au-
sentes, e pronunciados em crimes qae admitiera
flaneas, a saber :
Joo de Mello.
Domingos Ganes.
Manoel Machado, sua raulher Franciica, Candida
sua cunhada, JofW de tal, primo, e Antonia,
tambem prima.
A todos os qoaes, e cada um de per si, bem
como a todos os ioteressados em geral se convi-
da para comparecer*) na casa da cmara, em a
sala das sessdes do jury, tanto no referido dia e
hora, como nos mais dias aeguintes, em quanto
durar as sessdes, sob as penas da lei, se faltarem.
E para que chegue a noticia de todos maudou
nao s paasaro presente odital, qae ser, afiliado-j
nos lugares mais pblicos, como remoller iguaes
aos subdelegados do termo para publica-los, e
mandaren fazer as notificacoes necessarias aos
jurados e aos cuipados, e as testemunhas fuese
acharem em seus districtos.
Olinde 27 de setembro de 1861. Eu Francisco
daa Chagaa Cavalcanti Pessoa, escrivao interino
do jury o subscrevi.0 juiz municipal,
. Agoslioh) Ermelino de Leo Jnior
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que as arrema-
tacoea dos concertos da cadeia da villa do Cabo,
e bomba do engenho Paulista na estrada do nor-
te, toram transferidas para o dia 10 de outubro
prximo vindouro.
E para constar ae mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Per-
nambuco 28 deselembro de 1861.O secretario,
Antonio Ferreira d'AnaunciaQo.
O Dr. Bernardo Machado da Costa Doria, juiz de
direito de 1* vara criminal e substituto de do
commercio desta cidade do Recite e seu termo
capital da provincia de Pernambuco, por S.
M. imperial e constitucional, o Senbor D. Pe-
dro II, que Deus guarde, etc.
Paco saber pelo prosete qae por este juizo e
cartorio do escrivao que este subscreveu, corre
urna execuco de saetlnca entre parles exe-
quente Manoel Antonio da Silra Moreira, e exe-
cuiados os herdeiros do finado Manoel do Nas-
cimento e os doulores curador geral e procura-
dor fiscal da fazenda profioaial, qae teudo-ie
feiio peahora em dinheiro que ae acha recolhi-
do ao deposito geral na qaantia de 799165 per-
tencenU ao exeoutado, em audiencia do dia 12
de setembro do corralo anno,por parte dosolici-
tador Joaquim Ionocencio Gomes, procurador do
eieqaente, me tora fee o requerimento segua-
te : Anno do naacimento de Noseo Senhor Je-
sus-Christo, de 1861, eos 12 deselembro do dito
anno, neela cidade do Recite de Pernambuco,
em publica audiencia, que aes feilos e partes fa-
ite o Dr. juiz de direito criminal da 2* vara e
substituto de do commercio Francisco Domiogues
da Silva, aella pelo solicitador que mostrou ser
do exequente Joaquim Ionocencio Gomes, toram
aecusadas a pennora feita aos herdeiros do finado
Manoel do Nascimento e igualmente as cHaces,
aos doutores curados geral, procurador fiscal da
fasenda provincial para os termos desta execu-
co ; requerendo nao s fleassem assigoados a-
quelles herdeiros do executado os seis dias da
lei como 10 aos credoreg incertos, visto como
parte de eemelhantepeahora tenho aido effeUua-
da esa drnheiro, psssanlo-se os editaes do es-
tilo.
O que nacido pelo dito juta eeiim o deferio.
Extrabi o presente do protocolo dos audiencias e
junto o fallado mandado de peohora e a procu-
raca o do exequenta de seu punho. Eu, Joao Vi-
cente de Torres Bandeite, eserevente juramen-
tado o escrevi.
Eu, Mapoel de CarveioPaas de A.edrade, es-
crivao o'subscrevi. Par torga do deferimenlo
dadoa este tequerimenl:), o esciyrao resaeclivo
fez pesiar o presente vfA .ilJMni,de nal eat)h>.
citados os cresH or todo o contaudo
no requerimeoio i Im de qae dea-
ro,'CKOxo preso de 10 dias, comparecam l*e-
tailSpeBgeme o qae Ihes fiaban de seu
direito e jusilla, sob pene de reveHa.
E para que chegue noticie quem interesar
posss, mandel pasear elHeee ana seria afflie-
doa e publicados peia luaaaeetea.
Dadoepeeee a da Reri/a de Per-
nambuco aoa 4cijV\VPIbro de 186. quadra-
gesimo de iodepeedencie e de imperte ele Bra-
sil. En. Manoel de Canad a Peee de Aedrad,
escririo o sobscrori.
BerewraW Machado im Coste Dwi.
ym. De ordem do Illa. Sr. inspector ee fas par
blico que no dia i- de outubro prximo vindouro,
depois de meio die, ee nao de arrematar porla
deata repartirlo quarenta s um paos da piano
com casca, de diversos comprimeotes e groasu-
rss, avallados todoa em quarenta e um mil rls e
abandonados aopegecneato dos diieitos por Luiz
Borgee de Cerqoeira.
Alfaodega de Pernambuco, 28 de eetemhro de
1861.O segundo escripturari, Maximiano V. P.
Duarte.
Directora geral da instrueco
publica.
Paco saber de ordem do Illm.Sr.Dr.dlrector geral,
que S.Exc. o Sr.presideote da provincia declarou
poreeRetode V3 do correte, haver approvado a
celiberasio tomada pela junta dos pronssQree do
juros coamefcial PeraaalMcaoo asa eeeele da
eia II, de proregar-ee at o ultimo de Janeiro
prximo vindouro, e prazo de que treta o art. M
de regulamenro interno daqnelie estabelecimen-
to, de44 de dezembro do amo passado, sfim de
que possam os respectivos saludantes fazer en
exames de preparatorios a que esto obrigadoa.
E para que chegue ao conhecimento daquellee
aquem intereisa, mandou-se publicar o pro
eent.
Secretaria da inslraccio publica de Pernambu-
co, 25 de setembro de 1861.
O secretario-interino.
Salvador Henriqut de Albuqutrqut.
A cmara municipal do Recife faz publico
pera conhecimento de seus municipes o officto
etaixo transcripto,que receaeu do Exm. presidente
da provincia, e couvida-oaaque, prestando toda
a attencio para a recommeadacio de S. Exc,
facam de sua parte quinto lhes or possivel para
que a cultura do algodo, e do. trigo oeste muni-
cipio se desenvolv de modo que posee dar um
reaultado satisfactorio, visto como pelas diseecoes
que se tem manifestado nos Estados-Unidos da
America do Norte, a cujira desloe gneros deve
necessariamente proporcionar grandes vantageas
aquellos que 4 ella se dedicaren). ,
A mesma cmara, poia, espera de eeus muni-
cipes que ojo deixare de atteader eata recora-
mendacao, empregando seus estorcos para to
til fia do qual grandes vaotegeni devem resul-
tar para o paiz.
Fago da esmera municipal do Recife em seaso
ordinaria de 16 de setembro de 1861.Luis fran-
cisco de Barro Reg, presidente.Francisco Ca-
nuto da Bosviagem, Quicial maior serviodo de
secretario.
Quarta seccao.Palacio do governo de Per-
nambuco em 10 de setembro de 1861.
A esmera aunicipal da cidade do Recife j de-
re ter noticia das diseocoas civis, que actual-
mente agitam os Estados-Unidos da America do
Norte, e que a guerra entre elles atoada, nao po-
de deixar de ter prejudicado grandemente todos
os seus trabalhos agrcolas, resultando d'nhi, co-
mo fcilmente ee compreheode, n&e s e escaa-
eez dos arligoa de aua produoco, aeoSo tambem,
e como consequencia necessaria a elevago do
proco deeada um delles.
Sendo ee Bstados-Uoides da America do Nor-
te o paiz, o'oade ae aporta a maior parte do al-
godo que alimenta as grandes manufacturas da
Europa, e especialmente as da Inglaterra, e bem
assim o trigo consumido no Brasil, a lata, que
boje pertuba aquellos estados, deve necessaria-
mente acarretar urna crise, que de recatar nao
se faga esperar muito, por isso que. segundo ia-
formages minuciosas, se ha verificado que a cui-
tara do algodo naquellee psixee tem definhado
consideravelraeate, e e exportaco do trigo, e de
outros cereaes para o Brasil tea decreecido tam-
bem na mesma propor(o.
Convido prevenir as serias difSculdades que
semelhanle estado de couses nos pode trazer,
vou chamar sobre assumpto teo importante a at-
tengo da cmara muuiapal da cidade do Recife,
para que dando mais urna prova do seu patrio-
tismo, procure persuadir aos lavradores, aeus
municipes, e conveniencia, ou antes s neeessidj
da, de se promover ea maior escala possivel
nao s a cultura do algodo, que esta provincia
j exporta, mas nao em queftdarJe correspoo
dente tertildade e prosperidafle do terreno,
f?. "T^ SeeTa^WSOarTnwio* Verttmi*.
moostrado diversas experieociae, ponderando-
lhes ao mesmo lempo a opporluuidede que ae
eif cumstancias actuaos Ibes proporcionam de au-
ferirem grandes vantagens e leeros cortos dos
eafoceos, que empragarem oeese numere de in-
dustries.
O noeso algodo, por sua qualidade superior,
goza do maior apreco e precueja nos morcados es-
iraogeiros, e o trigo que agora convm cultivar,
como urna medida de prevenco, pode vira ser
mais uve fonle abundante de riqueza, que In-
demnisando generosamente os sacrificios que
hoje fizerem oe nossos lavradores desenvolver
os recursos do paiz e augmentar no futuro o
bem estar da populacho.
Esta presidencia confie que a cmara munici-
pal do Recife, acompaonando o governo neste
pensamento, se sentir bastante animada para
promover por todos os meios ao seu alcance o
maior desenvolvimeato possivel da industria I
agrcola do sea municipio, relativamente cultu-
ra dos dous gneros, que me tenho referido,
cuapndo que me d conhecimento de quanto
fOr obtendo em deeempenbo das recommends-
edes, que Ihe ficam transmiuidas. Antonio Mar-
celino Nunes Goncatvts*
De ordem do Illm. Sr. inspector interino
da thesouraria de fazenda de Pernambuco se
faz publico, que tendo de proceder-se a arrema-
tado perante esta thesoursria do errendameoto
do terreno que existe devoluto junto ao edificio
em que funeciona o tribunal da relacao, ficam
marcados oe dias 28 deate mes, e 2 de outubro
prximo futuro para a referida arremaleco,
podendo as pessoas que a elle quizerem concor-
rer apresentsr-se na mesma thesouraria, nos
mencionados dias.
Secretaria de theseuraria de fazeode de Per-
nambuco 24 de setembro de 1861.
Serviodo de ofBcial-maior,
Jfanoel Josi Pinto.
O Illm. 8r. inspector da theaouwrfa pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 14do corrate, man-
da fazer publico que at o dia 17 de outubro pr-
ximo vindouro estar aberla a concurrencia para
o contrato da collocaco de carris de ferro deno-
minados trilhos urbanosa partir deste cidade
at a pevoacao dos Apipucos. O contrato ser
feito nos termos da lei provincial n. 518 de 21 de
'junho do correte anno.
Enera eenstar se mandn affixer o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambeol7 de setembro de 1861.O secretario,
A. F. d'Aonunciaco.

capitao de fragata aervindo de inepector deste
arsenal, que paatoovameote embasta publi-
ca, ne porta 4 einoxarKado, em fj dies 1, A e
1 de outubro p,oeime. es ll herepda manha,
sob o valor de 53a|333 ais, um terco meaos da
avalieco que Ihe li dada,
Inspescio do arsenal de marinha de Pernaa-
buco em 28 de seleabro delBW.-O
Ale"f4f Rodrigues des Anj.
u Bscat desta freguezia de Santo Antonio.
sienUficii todoe os proprietarlos de estebele-
Cteeneoede portas abortas de qualquer natureza,
ofilcinis, e aos satristies da igrejss qae as dia-
poelcftesdo art. 5. tj 1. e 2, das poaturas addl-
cioeaes de 20 de novembro de 1855, continan
em perfeito vigor, e por consequencia at as sete
horas da manha davero mandar varrer as tos-
tadas de seus eslabt!lecmeotos e officiois, at o
meio da ra, e a irrigar nos dias de sol as mes-
mas testadas immedlatamenlo que forem varri-
das, ludo sob a multa de 5g e o duplo na reinci-
dencia.
PlacalisacSo da freguezia de Santo Antonio de
?5?*.?Ja-e-'.,ie-*ro.de 1861 ~_0 fllMl Mi/noel
Joaquim da Silva Ribeiro.
Consulado provincial.
Pela mesa do coasalado provincial ae faz pu-
eeieo aos devadeces da impootoe de dcima ur-
bana, de 4 e 12 pof canto sobre-diversos estabe-
lecimentos, de 509 sobre cajas de modas, perfu-
marles, e chpese estrangeiros, e finalmente o
imposto sobre carros, carracas, mnibus, e ve-
"ieelos nertencentes ao anno financeiro fiodo de
1860 a 1861,- que eo ultimo de setembro corren-
te flpds-se o prazo para o pagamento de seus
dbitos, ficande sujeitos os qae nao pagarem, a
serem remettidoe para o juizo dos feilos da fa-
eznea.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco,
2 do aelembro de 186i.-Theodoro Machado Frei-
r Pereira de Sjlva.
Conselho admiaistrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de geerra, tem de comprar oe objec-
toa segeintee:
Para o hospital militar.
1 panetta de ferro estanhado de II galoes.
1 dita da dito dito do 10 ditos.
4 ditas de sito dito de 8 ditos.
2 ditas de lito dito de 5 ditoa.
1 ceasaMla'dc ferro estanhada do n. 12.
. 2 ditas de dito dito n. 10.
2 ditaa de dito dito o. 8.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas proposta* em earta fechada, neeecretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 30 do
correte mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de geerra, 25 de
setembro de 1861.
Bento Joti Lamen ha Lins,
Coronel presidente.
Francitco Joaqiw Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Expsito.
A commtlKo directora da EXPOSl-
QAO' agrcola e industrial, que tera' lu-
gar no palacio do governo no dia 7 de
norembro vindouro, manda pelo pre-
sente fzer publico que no dia 26 de
outubro prximo cotnecarao a ser alli
recebidos os objectos que tenham de fi-
gurar na mencionada EXPOSIA.'0.
Sala dat sessdes da oommissao 20 de se-
tembro de 1861O secretario,
Jpaquim Pires Machado Portella.
Correio.
Pela idmioietrace do correio desta cidade se
faz publico, pare fios conveniente, que em vir-
tude do disposto oo art. 138 do regulamento ge-
ral dosmrreios de 21 de dezembro da 1844 e art.
9 do dee-et n. 785 de 15 de maio de 1851 ee
proceden a consumo das cartas existentes neste
administaco, pertencentes eo mez de setembro
de 18|a,no dia 9 de outubro prximo, s 11 ho-
ras do da, na porla do mesmo correio, o a
reapectin lista desde j exposta aos ioteres-
de Pernambuco 93 de setembro de
Mi
O palhabote nacional cDous Amigos, capitao
Francisco Jos de Aranjo.eetue para a Baha ora
poucos dies ; para e reste da carga eme iba falla,
*. atii^?sr<72^ L-
Baha.
Segu e aumaca Hortencia, capilo Belchioi
Mnciel Araujo ; para o resto de carga que loe
falta e paaaageiroa, trata-sa com Azevedo & Mee
des, ra de Cruz n. 1.
Para o Aracaty
Recebe carga e passageiros o hiato Santa
Anna o, a tratar com Gurgel Irmos, oe ra da
Cadeia do Recife q. 38 ander.
Para o Rio de Ja-
neiro
Pretende seguir com multe brevidade o brigue
secuna Joven Arthr, para o reato da carga que
Ihe falta trata-ae cem oe seus consignatarios
Azevede 4 Mendes, no sea escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Para.
O patacho tEmulaco segu em direitura ao
porto indicado, para atgoma carga que Ihe falta
trata-se com Moreira & Ferreira, rus da Madre
de Dos o. 8.
Para Lisboa
Segu viagem impreterivelmeote no dia 8 do
prximo outuqro o brigue portugus Relmpago.
Aioda recebe carga e passageiros a quem olerece
boas accomodarjdes, e trata-so com o comunita-
rio Tbomaz de Aquioo Fonseca, oa roa do Viga-
rio n. 79 1* andar, ou com o capitao na pra;a.
lio do sitio de floto Amaro, qae tes
a ru de Aurore, o qual fdra
dia 26 do correte (setembro)
t* de outubro vindt
fectuar o leilo do mesmo ao meio dia a* c-
aieaa do ra do Vigacte o. S9.
CoDtiooacao do leili
DE
Mercadorias americanas.
Quarta-feira 8 de outubro.
O ageste Antueca coatinear a i
leilao umaimmenaidade de objeetes em<
como sejam obras de metal preleede e i
deire, malee pare viagem de tedoe ee tai
e ssccos, meios, selUa. silhoee e oeUoe
artigos de goeto que ee torna enfadeejee
nar, as 11 horas ea ponto do referido die n
da Cruz armazem ni 15.
LILAO
Sem limites.
O agente Hyppolito aetortsede 'pele te. Aete-
nio Duarte Careeiro Vieans, levar e leilae a
grande exposicao de candieiros de gaz, sito aa
ru Nora a. 24, e bem assim grande quaatidee
de gaz, cadeiras, boleas, quadros para ealas ato
diCfereotesqualididee e ftaato, exlsttoe entra
elles um par histrico, costoreiree, aeleioa, ca-
ma de ferro, ferros pere engommade (trnaeesl
eos), diversos objectos americanos proprios para
qualquer casa de familia e oetroe Mee erttgaa
que ae lornarii eofadonho mencionar, aflaaraa
do ee que ludo ae vender aem reserva ea atee
algum : sexta faira 4 de outubro de cnsale as-
no, sa 11 horaa em ponto, na supracitada e
sico, desde j serio veadidoe os meocioi
objectos sem reserva de proco.
LEILO
Rio de Janeiro
o palhabote Piedade recebe carga e escravos a
frote ; a tratar com Caetaoo Cyriaco de C. M. 4
Irmao, no lado do Corpo Santo n. 23.
Rio de Janeiro
a rehire e bem conhecida barca nacional Ama-
lia, pretende seguir com mu i'.a brevidade, tem
parle de aeu carregameoto prompto ; para o rea-
to que Ihe falla, passageiros e escravos, para oa
quaes tem excelleotes eommodos. trata-se com
es seus consignatarios Azevedo & alendes, nc
sou escriplfrio ra da Crnzn. 1.
O agen le Hyppolito levar e leilo
de prego algum 600 quinlaeo de ferro e
limita
barra*.
-_ piados
a ios*.
i- V
Corro.
O administrador,
Domingos dos Patsos Miranda.
ixisos martimas.
Aracaty.
0 hiate Aracaty, mestre peo Henrique de
Almeida, segu por estes douT dias para Araca-
ty: para carregar e passageiros, trata-se com Tss
so Irmio.
G0MPANH1A PERMMBICAM
Navegacao cosleira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
e \caracu*.
O vapor cJaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte at o Acarac no
dia 7 de outubro as 4 horas ds tarde.
Recebe carga at o da 6 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete al o dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
vergas e vergalbes, que se sedea rtapnailadea
no ermazem o. I da ras de Trapiche: qaarts-
feira 2 do correte, e 11 horae ea peale ae
mencionado armazem.
LEILAO
DE
Farinha de trigo.
Por ordem dos Srs. Henry Foreter 4 C. e
agente Hyppolito levar a leiiao quiala-foira S
do correte ai 11 horas em ponto no ereeaxeen
dos meamos seohores no eses de Ramee, por
conta e risco de quera perieocer de 890 barricas
com farinha de trigo, a qual ser vendija per
todo e qualquer prego, pede portento o agente
cima a concurrencia dos senhores padeiros.
LEILAO
DS
MOVSIS.
Quinta-feira 3 do corrente.
Costa Carvalho far leilo ao die cima es 11
horas em ponto de difiranles movis eiiateotes
em seu armazem oa roa do Imperador a. 35
Tambem vender
por mandado do Illm. Sr. Dr. jaix aauakipal im
segunda vsra um escravo sem reserve da prece.
LSiLaB
LHOes7
LEILAO
DE
S a
Para
DE
Rio de Janeiro,
pretende seguir com muits brevidade o brigue
nacional Veloz, tem paite de sen carregamen-
to prompto : pera o resto que Ihe falla, trata-se
com o eeu consignatario Azevedo & Mendes, ao
seo escriptorio, ru da Craz n. 1.
>-; flfj i
roitPMMIL
DAS
lessageries imperiales.
Agencia ra do Trapiche n. 9.
No dia t* de outubro eapera-sedos portos do
sul o vapor francez Guienne, commandante
Eoout, o qual depois da demora do costume se-
guir para Bordeaux locando em S Vicente (on-
de ha um vapor em correspondencia com Gore)
e Lisboa.
A compenhia encarrega-se de segurar es mer-
caduras embarcadas abordo dos vapores, assim
como tembem recebe dinheiro e objectos de va-
lor com destino para Londres, em transito por
Bordeauxe Boulogne.
Para as condQes, frete e passagens trata-se
na agencia. ^^%i
Declarareis.
Queijos flamengos
Ter^a-feiral* de outubro.
O agente Pinto fara' leilo por conta
e risco de quera pertencer de 20 caixas
com queijos flamengos ebegados no va-
por, os tois frescos que lia no merca-
do as 1 i horas em ponto do dia cima
mencionado no armazem do Sr. Armes
em frente da alfandega.
Leilo
No 2 de outubro.
Kalkmann Irmos & C, farlo leilo por inter-
vengo do agente Oliveira, de grande sortimento
de fazendas de algodo, linbo, l e de seda, bem
conhecidas de seus numerosos freguezes a quem
convida para
Quarta-feira 2-
de outubro, es 10 hores ds manha, no seu ac
mazem, ra da Cruz do Recife, bem convencidos
que ficaro satisfeitos com sua tranquis.
LEILAO
DE
MOVIS.
Conselho de compras nayaes.
Tendo de ler promovida a compra do mate-
rial da armada, abaixo declarado, manda o con-
selho fazer poblico que ter isso logar em sesso
de 5 de outubro prximo, mediante propostas em
cartas fechadas apreseotadas oesse dia at as 11
horas da manha, acompanhados das amostras de
qae caibs do possivel.
Para o arsenal e navios :
50 arrobas da gran do filo Grande, 30 meios
de sola da trra, 30 latas de tinta branca de
chumbo, e 4 arrobas de secante.
Para a enfermarla de marinha :
100 pares de sapatos de couro braceo.
Pera o arsenal l
20 arrobas de obre, 1400 pee de-dito pos va-
res de 3(4 de palegada, OO drtoe de dito em
ditos de 1 dita, 356 ditos de dito em ditos de 5(4,
6,000 pregos de metsl de 6 polegadas. 4,000 ditos
de dito de 4 ditos, 228 ps em verdea da 1 %i
polegada (mexed metal) e 41 barrea da ferra cua-
drado de 1 polegada.
Iospeccio do arsenal de mefinbe de Peraam-
buco em tt da setembro da 1861.0 eefiteUric,
exandee Rodrigues a$ Anjoa.
Por nao apperaeer licitantes eo casco do
brigue escuna Xtngu', manda fazer constar o Sr.
4MLf4NHU PHUUMBUGU
DK
Navegado costeira a vapw
O vapor Periinunga, commandante Moura,
segu viagem para os portos do sul de sua esca-
la no die 8 do ontubro s 4 horaede tarde. Re-
cebe carga at o dia 4 ae meio die. Sncom-
meodas, paeengoiros e dinheiro a frote ateo die
de sabida s 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattoa o. 1. UJ^
O agente Hyppolito autorisado pelo
testamenteiro do fallecido Justino Pe-
reira de Andrade, fara' leilo de todos
os movis existentes no sobrado da ra
do Amorim n. 41, consistindo em mo<
bilia completa de Jacaranda', louqa, v-
dros, crystal, candelabros, serpentinas,
rasos de porcelana, quadros, loueps e
ma grande infndade de artigos que
sero vendidos a golpe de martello, e
bem assim diversas obras de ouro erra-
ta : terr^a-feira 1 de outubro as 11 Lo-
ras no segundo e terceiro andar do men-
cionado predio.
O .gente AnTuraTerl leilo n, porta de sea
as 11 bOTai em ponto.
Avisos diTersos."*"''"
Os Srs. assigoantes deste DIARIO
que se acham em a trazo de pagamento
queiram mandar satisfazer seus debito
vencidos a ra'ao de 6| o quartel como
esta' estipulado para o que nao paga-
rem em tempo, Gcando entendido que
mesmo a esse preco n3o Ibes permiti-
do juntar dous e tres quarteis.
Exposicao
industhal
A commisso encarregada
de convidar os Srs. membros
das corporaijes de artes e in-
dustrias, desta e da cidade de
Oiinda, prepararen! o tra-
balhos que pretendem apre-
sentar exposicao de 7 de no-
vembro, suppondo quealguns
desses senhores deixem de
emprehender a realisbco de
suas ideas patriticas por
falta de meios, convida a
aquelles que es^verem nes-
sas circumstancias a dirig-
rem-se, no mais breve espago
de tempo, livraria n. 6 e 8
da praga da Independencia.
afim de que a mesma promo-
va a maneira de ajuda-los
sefazerem representar neasa
festa das cinco irmas, Ala-
goas, Pernambuco, Parahiba,
Rio-Grande-do-Norte e Cear.
Rio Grande do ShI pelo
Ro de Janeiro,
e seres beassMflt caeakaaeotoe sepes com bre-1
vidade; repeta cafge e frete a eeeeevee para
ambos os portee t Saeta ee aero oseeansgaateeioe
"MliMJfftPtsf.. nodo Cetan^anW bu-
ILEGIYEL
LEILO
No dia ler$a-cita 1 *
outubro*
O agente ErsrUto, alo tendo Btitisdo
- Nadie de jolho o
aentou-ee de bordo do
mulato criado, de neme Faesetae,
de i
niodeaarroe, red
aepoieieBtale,ei r,L
cabellos eerepinnee, oarla proporaoBade.
geaadp, beicee greesea, be< apatea, eealieetae
> sanee, poaoe mais aa Basase, aeleval da eeda-
i d. Graee e de propriedsde do Sr. Jos Aaaa-
o de artoe, reeid.nte alli. cojos sapease sao ea
pea, anda ae| re bes. ves
lupraciudo arabia aa4a
titulando-ee ierra : rege -se t- aa
has de campo j

Se..



WI4
OUfi-IO DI WftiUBMOCO. *- TIR^l IRA i JflfliffnMn DE 18fl.
'^
,.**,
odas
ia lie
da
S.
Amar
darao impr
segunda pa
Pedro M
ra da manhaa. As sdrtes de 6:0Qp$ e
^OOiM'terao pagos 3 dias depois da
extraerlo 'e as outras logo a entrega
das listas. O resto dos bilhetes acliam-
se a venda na thesouraria das loteras
espo n. 15 esas casas com-
missionai
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
res ^pKf
Je coser dos
maia afama-
dos autores de!*
**,n4aC
onicam n t
oo arjnazem
de, fasendt*
de Raymuudo
Carlor Leite
& lrmio. Da-
mero 12, ra
da Imperatriz.
da
quem
Claudio Dubeux faz setenio aos aeaa amigoa e
Iregoezea de mnibus que de ora em diante Ten-
dera oa bilhetes de entrada para os seas mni-
bus a SOS o canto, e que a menos porco que
vende de 25 bilhetes cajos bilhetes aerviro pa-
ta qualquer dislricto menos o de Jaboato.
Attenco.
O Sr. thesoureiro das lote-
ras previne as pessoas que
gostam de comprarem bilhe-
tes a ultima hora que aextrac-
c,o comecar s 8 horas em
pouto, e que os bilhetes so-
monte esta rao venda nos
pontos at as 7 1|2 horas, e
dessa hora at o momento de
principiar o andamento s es-
tarao na thesouraria e na ra
Direita n. 3 botica do Sr. Cha-
gas- O escrivo,
Severiano Jos de Moura
Aluga-se o primeiro andar do so-
brado da ra da Imperatriz n. *0 : a
tratar no mesmo.
Na ra do Cotovello n. 1, pr.
meiro andar, vendem-se dous escravos.
i- Antonio Rodrigues Paria, subdito porluguez
retira-ae para o Rio de Janeiro. '
Na ra Direita n. 32. ha para alogar-se um
segundo andar com bastantes commodos: a Ira-
zar-ae no primeiro andar.
Attenco.
Vende-se urna machios de vapor systema ho-
nsoDtal com todos seut competentes, sendo a
caldeira da presso de duis a tres atmospheras
mallo conveniente pata um senhor de engenho
ou oulra qualquer offlcioa a tratar no aterro da
Boa Vista n. 52 loje, 0u no sitio do viveiro
do Muniz. .
Augusto Spiner e sua mulher, subditos fran-
eezes, reliram-ae para o Rio de Janeiro.
Quem precisar de urna ama para casa de
nomem solteiro ou estrangeire, a qual nao lava
e nem compra, dirija-se ra nova de Santa Rita
O. J4.
Precisa -se alugar urna escrava para o ser-
VfXJ'JV'J na ,"" d0 Cabu D- ,8- Primeiro
andar, entrada pelo paleo da matriz.
a 7Prec 8e/"l!fr com 8 Srs- Antonio Joao
da Silva e Vicente Eloy da Fonseca e Silva, ou a
aiguem por elles, negocio de seus interessee
na ra do Crespo lnja o. 14.
n.hTiX8.^86! l0(!i0 ne8do om "> excellente
cabnolelde 4 rodas para um e dous cavalioi e
urna ptima burra para o mesmo, tsmbem 'se
vende um rico e grande carro de vidraca com a
r1i.S;.p"elha: -ru- d "*'
tiatnm lgidos.
I.fgaoo.oJ.D,^.".AV^ ? "emlTro do co
tgoaes seguint
dinh^0'' SeC,COd COrpo' ,evd<> le* deris- *****"
ima
e
i quadroi e
lo, bem pr__
padece de calor de flgad.'tem'nTs" verilh
ouduas fstulas, fllho das banda, de Peda, d
H,d.a.PHrOT10Ca da phba: roga-se, Jor
tanto, a todas as autoridades policiaes, celrfllea
de campo o. qualquer pessoa. que o. pjrehea!
Porta A Su?.' "" d ^ o. loXja de
" & S'8" ,qo* ** dl, doo dos escra-
tos. e gratificar generosamente.
,r Preci":e de um criado para o servico d
Sai praea publica do juito dos feilos
fazenda provincial ae ha de arrematar a
maia der os heos seguiotej:
Urna caaa terrea na ra do Bom-Gosto, fre-
juezia dos afogados n. 19, com 18 palmos da
frente o 50 de fundo, pequeo quintal em aber-
to, em chaos forelros e avallada em 50J.
Oatra dita oa megma ra n. 21, tendo 18 pal-
mos de frente e 56 de fondo, quintal em aberto,
chaos foreiroa e avallada em 50#.
Cujas casas foram penhoradas por |execuco da
fazenda provincial contra oa herdeiros de Joa-
qun) Caetano da Luz. .
Um otaria na ra da S. Miguel n. 6. sobre
pilares, coberta de lelhaa, com coapelente torno
e um quarto, em bom estado*, avaliado o seu
rendiraeoto aonual em 600$.
Cojo rendimento foi penhorado por execuco
da fazenda provincial contra Jos Buarque de
Macedo por Maooel de Souza Jardim.
Um carro de 4 rodas pintado de verde e ava-
llado em 400$.
Outro carro de 4 rodas com-todos os seus per-
tences, n. 44. em bom estado e avaliado em 600.
Cujos carros foram penhorados pela fazenda
provincial contra Augusto Ficber.
A renda annual do sobrado oo largo do Para-
so n. 49. com commodos para familia, avahada
em 2508.
Cuja renda foi penhorada por execuco da fa-
zenda provincial contra a viuva e herdeiros do
marguez do Recife.
A renda aonual da casa terrea no Poco da Pa-
nella o. 75. avaliada em 72J.
A renda annual da casa terrea no mesmo lu-
gar n. 1%, avaliada em -8g.
A renda annual da casa terrea no mesmo lu-
gar n. 77, avaliada em 48$.
A renda annual da casa na Casa Forte n. 4,
em mo estado avaliada em 36$.
A renda aooual da casa no mesmo lugar o. 5,
em mo estado, avaliada em 36{J.
Cujas rendas foram penhoradas por execuco
da fazenda provincial contra a viuva de Miguel
Fraocisco Gffmes.
A renda aonual da casa terrea na ra Direita
dos Afogados o. 35, com 2 quartos, 2 salas, co-
sioha fura, quintal com cacimba, avaliada em
96JW00.
Cuja renda foi peohorada por execuco da fa-
zenda provincial contra Antonio Vas Salgado.
A renda anoual da casa terrea no Campo Grao-
de n. 5, avaliada em 968.
Cuja renda foi penhorada por execuco da fa-
zenda provincial contra Paulido da Silva Mo-
delo.
A renda anoual da casa terrea no Mooteiro n.
17, com soto e sitio bem plsotado, e tendo com-
modos para familia, avaliada em 50CK|.
Cuja renda foi penhorada por execuco da fa-
zenda provincial contra Antonio Pinto de Barr..
A renda annual da casa terrea na ra do Qua-
1ro Caotos, em Olioda, n. 4, com commodos pa-
ra familia e um pouco arruinada, avaliada em
96x000. y
Cuja renda foi penhorada por execuco da fa-
zenda provincial contra os herdeiros de Antonio
Jos de S Araujo.
A renda anoual da casa*terrea na ra de S.
Pedro Martyr, em Olinda. n. 4, avaliada em 96$
Cuja renda foi peohorada por execuco da fa-
zenda provincial contra Maria Elias do Carmo.
A renda annual da casa terrea na estrada de
Joao de Barro., o. 3. avaliada em 120*.
Cuja renda foi peohorada por execuco da fa-
ienda provincial contra Alexandrino Ignacio.
A renda annual da casa terrea na ra dos Pra-
zerea freguezla da Boa-Viata n. 14, com autfl-
ciente commodo para familia, avaliada em 120$.
Cuja renda foi penhorada por execuco da fa-1
zenda provincial contia o vigario Feliciano Pe-
reira deLyre.
A renda anoual da casa terrea na Capunga n.
61, com 2 salas, 2 quartos e sem cosi ha, toda
arruinada, avaliada em 80").
Cuja renda foi penhorada por execuco da fa-
zenda proviocial contra Maooel Camello Pessoa
por Ivo Crrela do Nascimento.
A renda annual da casa terrea na ra doQoia-
bo n. 56 freguezia dos Afogados com commodos
lOfOOO
10-1000
95O0
99000
89500
iiua uireiia <*;>
Magnifico sortimento.
Sempre condescended te e prazenteiro com oa
freguezea que Ihe trazem.dinheiro, o proprieU-
rio deste grande eatabalecimento continua a of-
ferecer ao publico, por presos mdicos e sempre
inferiores aos de outro, o seu bello aortimenio
de calcado francs, ioglez e braaileire e vejam :
Home id.
Borieguina Vctor EmmUkuel. .
coaro de porco. .'
lordPalmerstonfbezerro .
> diversos fabricantes(luatre)
m JohoRussel!......
apalees Naotoa (batera fnteire). ,
patente.........
oapatos nanea (portuguezesj. .
(franeezes).....
9 entrada baixa (sola e vira). .
muito chique (urna sola). ,
Senhoras.
Borzeguins primor (Joly)......
> brilbantina......
Raspa alia.......
> baixa. ......
31,32.33.34.....
> de corea 32,33.34. .'.
aapatoa com salto (Joly)......
> franeezes freaquinhos. .
31,32.33 e34 lustre. ,
um rico sortimento de coaro de
51500
. 5$00O
. 51000
. 4$800
. 4500
. 4$000
. 3S200
. 2*24*0
19000
lustre, be-
FuDilero e vidraceTf.
Grande e nova officina.
tre*f#pUs.
31Rua Oferta31.
cnni?.,* COfe b*m tonudo estabelecimeoto en-
btdoe hMreg0*M'a#,k >ereit0- "-
Kfta Xiu 1""daes.
BANHPin^c! que riT,|lBID com o Jacaranda.
SFMir7iD,Ade'odM amanhos.
BALDES dem idem.
Bacas idem dem.
BAHUS idem idem.
rnAros imitando em perieico a boa porcel-
,sirRos e flandre, p>r" r;1
m^0.11?8 ein ca"8 e "talho de todos os
mandando-se manhoa. botar dentro
em toda a parte.
rPv^eCoenbnem",*e enC0Iendaa de qualquer natu-
cont'ento qU6 ,ud0 Mr d"P>nnado
ELIXIR DE
E3
in-
da cidade,
zerrofrancez, marroquim, aula, vaquetas, cou-
nnhoe, flo, taixaa etc., por menoa do que qual-
quer outro pode vender.
f @ &
@ Em casa de Kalkmann IrmSos a
9 & C, na ra da Cruz n. 10, exis- s
^ te constantemente um completo A
9 sortimento de
$ Vinhos Bordeaux de todas as i
^ qualidades.
Dito Xerez em barris. S
$J| Dito Hadeira em barris e caixas. t
^ Dito Muscatel em caixas.
g| Dito cbampanhe em gigos.
fj| Cognac em barril.
flh Cerveja branca.
Agua de Seltz.
0 Azeite doce muito fino em caixas.
^ Alvaiade em barris.
gp Cevadinha em garrafes.
i
DE
Escultura em Marmore
Caes do Ramos n. 30.
Se fazem pelos precos seguintea:
Consolos i Luiz XV de 12|a 159.
Jardineiras idem idem de 20$ a 30S.
Consolos lisos de 9} a 12.
Mesas redondas de 18 a 25S
Lavatorios de 128 a 309.
Aparadores de 20$ a 35$.
Letras gravadas douradas ou embutidas con-
torme os caracteres e tamaohoa de 100 fs. cada
urna a 1$.
Pedra para collocar as ditas, cada palio em
quadro a i.
Concerta-se alabaatro, jaspe e porcelani.
Recebem-se pedra. usadas em troca, qior se-
ma ou oo de trastes, ainda mesmo quelradts
Consultas medicas.
Sero dadas todos o. dias pelo Dr. da-
me de S Pereira no seu eacriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
oa manhaa menoa aos domingos sobre:
1. Molestias de olhos.
9. !e8tia8 de coraco e de peito.
a. Molestias dos orgos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
aem de auas entradas, comecando-se po-
lho Pr que,ie 1ue offrerem dos
Instrumentos chmicos, acsticos e op-
icosserao empregadoa em suas consul-
Mjoes e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabihdade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambero
empregadoa gratuitamente, pela cer-
teza que temde auaverdadeiraqualidade.
promphdao em seus effeitos, e a necessi-
oade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operseo que
julgar conveniente para o reatabeleci-
mento dos meamos, para cujo fim se icba
prvido de urna complots collecco de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
Citrqlctato dteno.
\3nieo deposVlo na" VotUa d Ioaqai& Marmaa
aa Ctn Corroa A C, ra do Cabng n. *^
om Pornambueo.
com o5olh;a,;d; ^^x/jpgs?1 >*- ^mr^.*.^
va
dade
sslP^vS5Si=S3Bt*
de. como^eTxUr.ffiSatt de Sro "1 ti'.E*'"!? T MT ^ W,M
'eotMlr^Moiemele provocada Pe". o^
ptacreato 1_
posaifelp.r. todas a
Batas novas qualidades em nada alterar
Preparadora terroginotas.
.obstancia da qual m^^^o^l&^^^SS^W ,e"0' ,M T* "
qualquer frmul. que lhe d propriedadea tae. aue n ..r.^a BC0n,P"" li4^
que conseg.io o pharmaceutico Thermes com a" Jrensrs'cJta S StiL,"0,"?'/*" rec*i#-
medicamento oceupa hoja o primeiro lun "entr .. nS- .d f0"UcUe! d tm2r A"*m
altala a pratica de muito mdicos dutioefos[auco .".!LT."?' P*P*"}* kTtojmtm, es
menso proveito na. molestias de^languidez( c8"orM. Mn,?H.".,*d0, f*" *P'***n ta-
hemorrhagi... naa hydropesia. qu".pp.reCVm dJm?ia?d. .n..Cr? \' *"" ^e*U ..
por deb.lii.de, as perol., bracaa. a escr^phuT. no Vrhuf2DlM n0BB rt-^
convalescencia das molestias graves na chlorJ^anemia diV^SS!' "' *"Smn wfcasjlei. ..
em que o sangue se ach. empobrecido oSvicUdo mIm UtoZ >e,.r"",-.. > eoaoo
culos... cancro.., .vphililica, excesso. omSS SSi^oi'l^^
medicoT"-^ Pnncip.1 NM..d. do ,.. o
reconjecimenjo da humanidade. por ter SSlo^tt^SrSr^
Consultorio medicocirurgico
3-m\3A.H\ GLORIA. CASA DO Fra\0-3
Consulta por ambos os systemas,
,Str/.xr^s-u^a/-r'^^-
desle ootabolod-
o ae confundam
ir, a* i "" "" -----1 -"""' "4"s stujure gozaram e sozi
a ter m.ior certeza acomoanh.rs m.^V^l 3?*^ *A?ef1 "!
I
rauma, em mo estado,
penhorada por
avaliada em
aiPANHUDA VIA FRREA
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
Cuja renda, foi
renos provincial contra os herdeiros d Jos Vi-
torino Crrela.
Urna tasa terrea no largo do Amparo n. 1, com
fundo, com a
de taipa, ava-
21 palmos de frente e 53 ditos de
frente de pedra e cal e os oites
liada em 1509.
Cuja casa foi peohorada por execuco, da fa-
zenda provincial cootra a irmandade do Sr. Bom
Jess da Graca do Amparo.
Os preleodentes comparec.am as 10
da 3 de outubro do correte auno oa
audiencias, que a ultima prag*.
horaa do
sala das
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado-da es-
quina que volta para a
camboa do Carmo.
I
no, e
e quartos
parreiral, etc., etc. :
ra larga do Ro-
to dia V de outubro de 1861 al ontro aviso
baverao dous trens para Escada. nos dias de Ira-
balhoque partro. q
_ De manhaa :
Da Escada aa 6 horas.
Das Cinco Ponas aa 8 horas e 30 minutos.
_, .De tarde
Da Escada aa 2 horas.
as Cinco Pona, aa 4 horaa e 30 minutos
cortme0 M 6 d" "at" h"W treDJ d0
Aseignado-fi. H. Bramah,
. 'uoerintendente.
biliona Capunga.
Aluga-se o sitio oa C'punga Velha do Sr Br-
iholomeu Francisco de Souza, perlo do
com. bastante, commodo. ; cocheir
para pretoa. com arvortdo,
quem o pretender, dirija-se
aario n. 34. botica.
CONSULTORIO ESPECIAL HOME OPATHIGO
no ooutor
SABIHO 0, i. PIHHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conaultaa todos o. dias uleia desde as 10 horas
t meio dia, acerca da. seguales molestfaa
molettw das mulher es, molestias das crian!
cas molettuu da pelle, molestias dos olhos, tno-
1ttai.syphxUtica,,toda, asespteies ds C
fsbres xntermxtUnta tsuat consecuencias'
Vl*2AmjUC" ;,"CUI- HOMOPATHICA .
Verdadeiroa medsoamenloa homwpathicot pro-
rado.som lodaa as cautelas necesaria..Pt
lhvet. em aeua effeitos. Unto em tintura.como
em glbulos, pelos preco. mai. commodo. po-
-.?' *d,Dto Dr. Sabino .o
wwjBi vendido, em sua pharmacia; todos
^V^wm M" im2X?*$ ""MI >
v3^tS?DI? *?, tendo ao
Ma r>.
o. Kstoe
m aoL
Publicagoes do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THES01R0 HOMEOPATBlfO
ou
VADE-MECIM DO HOMFOPATHA.
(Segunda edicto consi-
deradamente augmen-
tada.)
Diecionarie popular de mediciaa lio-
meopalhico
PELO GR.
JABINO 0- L. PINHO.
Continuam assignaturas para estas obras a
WVW em brochura at dezembro. Oesse tempo
|^ante as assignaturas sero elevadas a ra.
Ra de Santo Amaro (afundo Novo) o. 6.
Pinbo
s Dentista de Pars.
I 15Ra Nova15
FrodoricGsutier,cirHrgiiodenlisu,z
I todas as operacoea.da sua arto colloca
ft dentesartificiaos, tadoeom a suporiori- S
* dsdeoparfeicioqueas pessoasentendi- 1
Q das lhereconh.cem.
Teso agua o psdentifriciosatc.
Na ra da Cruz n. 10, casa de
Kalkmann IrmSos &C, tem ex-
posto um completo sortimento
de amostras de objectos de tor-
racha, proprio para machinas de
engenhos, sendo correias pa-a
transmittir raovtmento, canudos
de borracha de qualquer cosa-
priment e grofSura, pauaua^,
?ta,s d--dita. so-
gos tomam-se en-
commendas.
mu
expsito de candieiros
ECONMICOS
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Mtlhares de individuos do todas as nac&ei
poden testemunhar as virtudes deste remedio
mcomparavolo provar om caso necessario, que,
pelo uso quo delle fizeram tem sen roo.
membrosinteiramentesaosdepoisdehator em-
pregado intilmente ouiroitrtumentos. Cada
pessoa poder-so-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que Ih'as
ralaum todos os dias ha muitos annos; o s
nsior parte dolas sao tao sor prndenlos que
admirara os mdicos mais celebres. Quanus
pessoas recobraran com este soberano remedio
o uso de seus bracos o pernas, depou dodur
permanecido longo tempo nos hospitaes.o te.
doviam soffrer aampaUcaol Dallas ha mu-
as que ha vendo deixado osees, asylos depade-
umentos, para se nio submeterem a essa ope-
rseo dolorosa foram curadas completamente
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas dss taes pessoa na enfuso de sen roco-
nhecimento declararam estes resultados benefi-
041 diente do lord eorregedor o outros magis-
jrados,v*fimdo mais autenticaren) sua a firma-
Ninguem dsespersria do estado desande ss
T^tJTOtaniemeTneTetutn3o .e-Z^Zo^'
tratamento que nocesslssse a natureza do mal,
cujo resultado serio provar incontestovelmente.
Que tudo curo.
O ungento he mu, mala particu-
larmente nos seguintes casos.
coa o. do
toa tooslo
los, devendo ser considerados como falsiOca-
prar queira ter mair certeza acomanhaT T^m.7^.,1J*rc', e 3u,nd, 9*"* 1"* o. mandar
pe marcado com o seu nomo. P ssoignado pelo Dr. Lobo Mosaozo o ei
Outro sim
pa-
.,.to.^,^.$swBiraa^^
mma n
mdicos allopathas jpre
Os medicamentos a
O proprietario deste
sufBcientes para receber
regam-as constantemente.
t'e^eUX1eMme^,nUb09 qur em otnroo cu.Urko a If
5!n. """ aDDUnc"1 eo cuente, e amigo, q
ivo na casa do annunciante."
o vidro.
que tea commodo.
que predeea do alguma
coao saben todos
.py-^gip^u^^^^^ lo.do..o outras U.U. vanta-
e de ui.lS5\rafC7?o^ ."11 Pr-
ender: ra da Gloria o. 3 ea.a !K Fnndo! Pe"" '"* queB P"'* -
Dr. Lobo Moscoxo.
Vende-., um ezrellente sitio no lugar do
Feres, fregoezla dos Afogados, distante desta ci-
dade pouco mais de ama legua, com urna grao-
do casa de pedra e cal ha pouco acabada, muito
bem construida, com quatro quartos, dua. salas
gabinete, soto oo interior da mesma casa com
janellai para os oites, cozioha independeDte.
cocheira, estribarla, casa para criado, cacimba
com agua de beber com tanque para banho e
bomba, curado pela frente, e pelos lados cerca-
do com limo, muito bem plantado de diversa,
arvores fructfera, todas oras, como sejam. boas
aogeiras selectas e de ombigo, fructa-p '
Precisa-se fallar aoSr. Jos Estanislao Fer-
reira, e como se ignora sua morado, pede-so-Iao
o favor annunciar.
ps
ap
" O proprietario deste
>ublico que contina
estabeleciineoto avisa ao
ter um riquisstmo e va-
roS1a8uilmeD, ?-5 todo. o. mi
do'Mz'd. WSS*3t um rande dpt
mJEIS or 1ua,,di que tem apparecido
?erdPade.>aemen,n Pe'S cmP?adore8- 233R
reroaoeiramenle econmicos.
Candieiros econmicos a gaz.
tandieiros econmicos a gaz.
wndieiroa ecooomicoa a gaz.' "
wndio roa econmicos a gaz.
Candieiros econmicos a gaz:
a ra Nora n. 20 a 24.
Lavase e engomma-se com aceio
e promptidSo : na ra das Aguas-Ver-
des sobrado de um andar n. 21.
amia
a do Dr.
Ensino de preparatorios.
O bacharel A. R. de Torrea Bandefra, profeaaor
le geograpb'a.bi.toriaantiga no Gvmnaaio des-
ocio, Um resoltido abrir novo corsos de
l, de geograpnia o do philosophi. assim
uas franceza e ingleza, a principia;
90-
Imporador n. 37, segundo andi;
{Gabinete medico cirurgico.*
Ra OBt Flores n. 37.
8 Sero dad a s consultas medlcas-cirurgi-
ca pelo Dr. Bitevo Cavalcant de Albu-
| querque das 6 as ID horas da manbla. ac-
eudiodo aoa chamados com a maior bre-
vidade poasivel.
! Parto..
1.a Molestias de pello.
8.a dem dos olhos.
4.a Idea dea orgios geni taes.
Praticar toda .qualquer operaco em
seu gabinete ou em caso doa doentes con-
forme Ibes fr maia conveniente.
Alporeas
Caimbras
Gallos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de eabeca.
das costss.
dos membros.
Enfermidsdes ds cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erup$5es escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
Inflammacao da bexiga
da matriz
Lepra.
Msles das pernas.
dos peos.
do olhos. -
Mordeduras do reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurarjbes ptridas.
Tinba, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veias torcidas ou
no-
nas pernas;
no estsbelecimento
Frieiras.
Gengivss escaldadas.
Inchacoes.
Inflammarao do figado.
Vende-se esto ungento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas do sua venda em toda a
America do sul, Havana o Hospanha.
Vende-se a 800 rs,t cada boeetinha contem
urna n8irucc,ao em portuguez para explicar o
modo de lazar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceueo, na ra de Cruz n. 23, em
reruambuco.
:
3-Raa estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes artiflciaes tanto por meio de
molas como pela preuo do ar, nk re-
cebo paga alguma sem que aa obrar nao
flquem a vontade de seu. donoa, tem pos
e outras preparares as maia acreditadas
para conaerracio da bocea.
i
j
PHABIAGIABAHTHOLOMEO
Roa larga do Rosario b. 36
Bob l'Affecieur.
Pillas de Allezou.
Pllulas americanas.
Vermfugo inglez.
PilulaaHollovray.
Ungento Holloway.
k I0P*V'-,,l?boo para candieiroa, e bom-
bas do ispl, malo tonto do quo em ootra qual-
quer parte : na ra larga do Rosario, su 34.
de coqueiro., aapoti., e outras maita. q
eniadonho se toroaiia meneiooa-las ; o lugar em
que est collocado este sitio o mais bello do
lugar por ser muito sadio ; tem ezcellente banho
pela frente do rio Tijipi ; este sitio se vende
porprecisao, pelo que nao seduvldar dar por
n^fn.rJ!!ns?"noioaqoim Ferreira Esteves
na ra Imperial n. 40.
m"r.Veorfd*,e, BB DODUo e alenlo moleque
muito sadio e forte : a tratar n. ,u. do Ho.pido
n. 24, primeiro andar.
Feitor.
Precisa-so de nm feitor que enleoda bem de
jardim e borla ; a tratar oa ra Nova o. 38.
a T oaL p"5a PelJuil deorphos desta ci-
aaoe, andas tres audiencias, a requerimento do
invenlariante doa beos do finado Domingos An-
tonio Gomes Guimares, as partea das casas de
doui"a>re8daru do Crespo n. 17, a vanada
em 2:250J a ra do Imperador n. 23, avaliada
em 4-751 g819, sendo o total da araliaco da 1*
27.000, e di 2.a16.000. ^
T Lab,X0 ""nsdo, sendo depositario da
prea Thereza, africana, presentemente grvida,
com 30 a 40 annos de idade, a qual litigara por
meio do Dr. curador geral da cidade do Recife a
favor de sua liberdade, declara ao respeitavel pu-
blico que a dita preta aeduzida talvez por alguem
desappareceu de sua companhia hontem as 4
horas da farde ; pede, pois, s pessoas que por
ventura a encontraren), que ae dignem de leva-
la ao mesmo abaixo assignado, na cidade de O-
linda, oo sitio froBleiro igreia de N. S. do Gua-
do;Vupe^ CMede de Olioda 30 de setembro de
1801.Conego JosDionizio Gomes do Reg.
Precisa-se de um caiieiro com pratica de
taberna, e que seja capaz d3 tomar conta de
por balanco ; a tratar no largo d
Joa n. 1, esquioa de Santa Rita.
Roga-ae a quem for offerecida urna tesoura
de prata de espivitar velas, com os signaes se-
gumtef: a pona torta, o eixo um tanto frouxo
a quem for offerecida, teoha a boodade de a to-
mar o mandar levar roa estreita do Rosarlo
n. 43, segundo andar. Outro sim pede-se a pes-
soa que a tirou restituir, quando nao ver o
seu nome por eitenao oeste Diario, porque ha
toda certeza quem .
Alaga se urna boa casa para passar-se
festa.sita na povoaro dr/Montelro. o um sitio
no lugar da Torre com todos os commodos : a
tratar com o Sr. Jos Azeredo de Aodrade, o.
ra do Crespo, ou com o proprietario Jos Ma-
rianno de Albuquerque, na Estrada Nova. .
Acham-se fgido dous escravos, sendo um
pardo, de nome Luiz, conbecido por Luiz Mon-
teiro. claro, alto, secco. cabello, cachiados, per-
os, batante compridas, e com um maior signal
qfe ser canhoto, idade 2-2 annos, pouco mais
ou menos, sem barba, official de pedreiro, lam-
bem pinta, e trabalba um pouco 4e funilelro : o
outro crioulo, de nome Elias, cor fula, bem
parecida, estatura e corpo regulares, bem bar-
bado, e official de tanoeiro : quem os pecar
lee a seu senhor o major Antonio da Silva Gus-
mao. ra Imperial, que ser bem gratificado, e
igualmente recommeoda-os as autoridades poli-
Leile puro.
Marrajas e uvas de Lisboa mui-
to boas.
chegadas no paquete inglez, vende-ae na ra
ldre alsi R,ar0 eatrt8lecinlnl
So no torrador,
largo do Terco n. 43.
Quemldovidar veoba ver: manteiga inileza
flora If e a 900rs. libra, manteiga franceza da
mais sttpjinor que ae pode desojar a 040 e a 600
br., asaim como se vendem outros muitos geoe-
ro* tV *"B,M*d PNco, o oo so diz o proco pa-
ro nao eepaotarv
a freguez.a d-aBBBBal
Na esquina da ra do Arago. defronte da bo-
tica, vende-se lodos os Oa. leite coro 320 ra a
garrafa, a. 6 1 (2 horas da manb.:
Na ra do Queimado n. 10, loja nova
Je 4 portas, vendem-se as seguate*
fazendas de apurado gosto, e por
menos pre^o do que em outra qual-
quer partea-
Rico, corte, de cambraia branca bordados o
20, 25 e 30f.
Ditos de seda de cor a qaila a 80 e 900-
Ditos pretosbordados a reliado a 60, 70, 80
Ditos de seda de core, a 20. 25 e 30a.
Ditos da dita preta a 20 e 30.
Ditoa de barege com babadoo a 15 e 20a
RiquiMim.s capiohas de velludo bordadas
com maoga. a 60. 70, 80 e 100.
Leocos de lioho bordado, a 3, 4, 5 e 6.
Dito, de dito liaos, duzi. a 6, 7 81.
Ditoa de cassa com bico, om a 120, 200 o 240
s6l8
a 3*000 d<> gr0aden,pIe abett f. !
Chapeos do palh. para seohora, um a 8 e 10a.
Ditos de pellica Garibaldi. um 15.
Chapeos de sol de seda para seohora, om 4
Riquiasimos ciatos dourado. a 3, 4 e 5#.
Ra da Cadeia do
Recife n. 50 A;
A^e 1 #000.
Manoel Gon?alves de Oliveira Santo, avisa ao
seus amigos e freguezes que est veodendo o.
restos das gollinhaa e punho com 3 babadoa de
gosto a 2a, ditas de fuslo bordadaa a 11, pecas
de cambraia tapada muito com 10 varaa o vara
de i,Ig.u? 4*500' d,Us de Irao.paroolo
com 8 Ira varas a 3*200, cambraia de cores com
ricos desenhos imitando o-gandya a 480 a vara.
saiasa balo de 3S500, 3800 e 6|5O0, ditos para
memoa a 30, chitas francezas muito (loas do
diferentes padroes a 240 o corado, e mais fazeo-
lar^"aaribSr.^"? d"' V &- ** o "prodor. Vendo S.
i SS?. S" I pr'a-e de um poqueoo de 12 a 14 na-
nos de idade para caizeirode taberna, o qu. to-
nta alguma pratica deste negocio : oa reflnaco
da ra da Gloria o. 114.
Acha-se justa e contratada a venda do ar-
mario da taberna da pra^i da Boa-Vista n. 10,
pertencente a Manoel Domiogue. da Silva JaoMr:
quem se julgar com direito a qualqaor roclaaso-
cao. dirija-se a taberna da aaquioa do boceo da
Barrerraa ; a traUrS^com Joo Jos Lope, do
*# &mm*
|Rua do Queimado n. 10,1*
loja de 4 portas.
Vende-se chapeos de castor branco
pado a 60.
Chapelina. de seda para seohora 8.
Chapeo, de palha par. senhora a Tra-
viata a 10.
Dito. d. pellica a Garibaldi a 14 e 15.
Camisas para senhora a 3.
veoae-seum terreno proprio, junto a caos-
boa dos Remedios: a tratar com Luis Carlos no
mesmo lugar.
Vende-oe urna escrava peca, idade SS as-
nos, perita eosinheira e engommadeira, cao
chao, com urna cria de 14 mete., muito linda :
os pretndeme, dirtjam-ae a roa do Sobo n. 23,
t
m
s
ra-
i
qoalqqr hora do.dia.
D. fiotretsco atothatar a. Siiv
familia rogam aos seo amigos o parele,
quo lhe. fa;am o caridoao obseqoio do aa-
sier a amo miase qoe oo da 3 do ootooro
prximo fotorosofodo diso*%i SBC
Boa-Viata pelas almas do seo pao o de sua
ae, r
S. Jos d A goma.
iOsecrotarIo do companhia do S. Joo tfAgo-
le!
d-'Att.
maesdoloda
correi
dinhelro
ilgivel
i qna
Uta n,0f.
J

r. -i


DMHmVisiH

TRQ FERa i #1 TtJER
*
.


Ama de lite.
Esiate par ser logada pira criar urna" e
?a 0105a, sadia, com bastante leite e novo:
a pretender, dirja-se a roa ah Cadeia d. 41, no
primeiro andar, ou no tarso da iareia da Estancia
numero 22.
Agencia de passaporte
- Glauoino do Reg Lima lira passaporte para
dentro e forado imperio por com modo preco a
pmiwa: na^roa iPrtia b., primeiro andar.
_ ""I"0 ,J tender-* com o Sr. Manoel
Ferreira de Souza, orna pessoa ltimamente che-
gada da corle, aflm de tratar de negocio de seu
interesae, por parte da sua familia ; na ra do
Hospicio o. 24.
Tachygraphia.
O tachygrapbo C. Fale*a di licoes de sua arte
por mdico prec.0 : aa penosa que quizerem mi-
lisar-se de seo prestalo, deixem seus nomes e
moradas na ru| aslreita do osario o. 16, aonde
acbario ai precisas informales.
AUenco.
A fabrica ci da obra do alMfte pernambuca-
no, acompanhado pela illustraflVda machina de
costara, existe na roa Noya o. 6?, por consequen-
cia a freguezia desta teoda flca eer?ida continua-
mente com brevidade, tambera o publico qae
costuras abracar orna inveocio nova, pode achsr
gamas obras feilas pela machina, por um preco
raxoatel ; na ra Nova n. 67.
Na ra da camboa do Carmo. sobrado n. 8,
no segando andar, preciaa-ae de daas pretas que
sejam fiis e deligentes para tomarem pao-de-r
e docea de rendagem.
Aluga-se urna casa na Boa-vi*gem, com
bons comaaodos : quem a pretender, diriia-se a
ra do Imperador n. 67.
Aluga-se
um grande armazem com frente para
nova lampa entre o trapiche do Cunha
e da companhia na ra do A mor ira : a
tratar com Luiz Borges de Gerqueira na
ruado Vigarion. 5. ,
-"Precisa-ae alugar urna eacrava para o aer-
vieoi oVuma casa de pouca familia ; na ra lar-
ga do Hoiano n. 21.
Jayme,
cabelleire.ro, trancad or e
deseuhador em cabellos,
contina em sea estabetecimeoto na roa do Quei-
mado n. 6, primeiro andar, a exercer aa fuoccoes
de sua arte com asseio o promptidao. Tinge ca-
bellos e barbas perum processo facilimo, extrahe
as caspas por meio do tricopherous ; este excel-
lente remedio nao so extrahe as caspas como faz
renasccr Os cabellos: isto Karanteo annunciante.
Aluga-se e sitio n. 3 no Csldeireiro ; qoem
O pretender, duije-se a ra da Crux n. 30, escrip-
torio do 8r. Joo da Silra Faria, ou a roa do
Nondego n. 51.
Oa abaixo aaaigaadoa tenham a bondade -de
apparecer oa ra Nova d. SI, loja do Germano.
Justino da Silva Haia Jnior.
Luiz Francisco da Veiga.
Jos Antonio Perreira da Silra.
Justino da Silra Haia.
Francisco Xarier Venancio Pimenta.-
Pedro de A sais Campos.
Euzebio Bezerra Cavalcanti.
Manoel Rezendo do Reg Barros.
Alugam-se o segundo e lerceiro andares
com eet&o da casa da ra do Trapiche n. 44.; a
tratar no mesmo armazem de fazendas.
Furtarara no dia 25 do correle da loja do
arco de N. S. da Conceico n. 6, urna carteira
contendo doos recibos e urna lettra de 400J, sa-
cada no dia 18 de juaho a encer a <8 de outu-
bro prximo viodouro, a favor do Sr. Joaquim
Forera Camello aceita pelo Sr. .Maximino Mar-
tios da Silva Borgea, endocida pele Sr. Jos An-
tonio iFerreira ViBhae, cuja lettra tem a firma do
anrranoiante em virkide de querer descoota-la
porm concordando com o aceitaole j delle re-
cebeu alguna dioheire que existe recibo separado,
ja tendo e annunciante prevenido aoa Srs. ci-
ma, previoe ao respeitavel publico que nio faca
negocio algum com a mesma poia nao ter vigor.
Recite 86 -de aaleotbro de 4861. .
Jos Salvador Pereira Braga.
Lava-ee e engomma-se com toda perfeico:
aa ra das Aguas-Verdes n. 38.
Precisa-se de urna ama que compre e faca
oeorvico do cozinba a ra da Cruz u. 47. pri-
meiro andar.
Aluga-se ama eacrava que cozinha o dia-
rio,'lava e compra na toa : a fallar na casa n. 1,
roa do Beve ou Unio, -na liba dos Ratos.
Attemjo.
Em audiencia do Sr. Dr. juiz de orpliaos, no
dia 3 de outubro prosisoo, s 11 horas dodia.se
ha de arrematar porreada em ultima *raca,
reqoerimentode rsula Varia das Virgens, um
terreee com oaea de palha coberta de teliaa, com
30 palmos de-rente, igual largura no fundo, e
com boas.larangeiras. na estrada de Joae Fer-
nandes Vieira., freguezia da Boa-Viste.
Sor-vetes.
Tocos os dias do trabaiho, das 6 1|2 horas at
8 horas; a ra da Jmperatrk n. 3.
Ra Direita esqui-
na da travessa
deS. Pedro ni6.
Rlquissiaio sartioiento
Vlamancos moda o Porto cora mais perfeico
e a mesma seguranza, -aaeira como tamancos de
todas as qualidsdes para aeohorar hornera e me-
nino, qae se rendo tasto a retalho como peque-
as e grandes porcoea, por menos preco do que
em cintra qualquer parte,
Cassino Militar Peniaoi-
bucano.
A directora roga a todos os eeahores socios
qae hajam de comparecer na terca-felra, 1. de
outubro, paisa 5 horas da tarde, em o lagar do
cosame, aflm dotratar-se com urgencia de ne-
gocio importas te.
asile 27 de setombro de 1861.
Antonio Vilella,
Secretario.
O Sr. acadmico do terceiro anuo
JoSo Jos de Moura Magalhaes, queira
apparecer a ra da Cruzes n. 44, se-
gundo andar.
tra-Yessa da ra das Cruzesj n.
2, primeiro andar, continua-se a tingir
com tolla a perfe cor e o maii barato possivel.
Curso de rheto-
O acade
aborto o se
DiJeilan.
lam-j
ruiHleiro e
pista.
Ra do Rangel n. 1, fin
da ra do Queimado.
Naata nova fabi. JoTTerece-se para fazer-se
qaalquer obra, concerneo te a dita arle, "assim
como se concerta obras de folha e zioco, porce-
lana, crystal, cssdieiro (azeite.-ou gas) candela-
broa ; brooztiia-ae tambern qualquer obra, alau-
ternaa de carros ; fasem-se marcas para corlare
furar bolaxas e bolaxiobas, e tambem se faiem
com lettreiros, abrem-se alphabetos e algaris-
mos, e chapas para marcar caixoes, etc. Sendo
todo o trabalho com muita perfecto.
O preco ser favoravel a visla do trabalho e
promptidao, sendo a divisa rpontualldade.
Ba
e triza-so al
6 as 8 da m
(5)
*ata.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36, *
PROGRESSIVO
aostahairo
w
asa do
Costa Honorato tem
,de rhetorica na ri
Manoel Moreira Campos, participa aa publico,
e com particularidade a seus freguezes, que mu-
dou o sea eslabelecimento, da ra da Cadeia do
Rectfe o. 13, para a mesma ra n. 3, loja qae foi
do fallecido Salvador Pereira Braga.
O bilhete n. 1,497. da quinta lotera de S.
Pedro Marlyr de Olinda, cuja extracgo ter lu-
gar i 1 de outubro prximo, perteoce ao Sr. me-
jor loio Antonio Vax Portel la, quem foi elle
remeltido para o Uaraoho, pelo Cruzeiro do
Sul.
A pessoa que liver ama preta de Idade qae
queira alugar,dirija-se a ra da Lapa n. 13 segan-
do andar.
Lava-ae e engoroma-se cosa toda perfeico,
por comraodo prego: oa ra do Nogueira n. 42.
- M galhes & Silva, fazem [scieote ao res-
peitavel publico, especialmente ao corpo do com -
mercio, que tem iusto e contractado a renda sita
no Pateo de Sio Podro n 1 pertencente ao Sr.
Jos Antouio da Cuohac quem se julgsr com di-
reito a mesma apparec.a no prazo de 3 dias na
ra Direita n. 30.
Pede-se ao Sr. Antonio Chiistiano Gomes,
que vcoha por em dia urna escripia por elle prin-
cipiada, a qual se acha atrazada 5 mezes, e fila
por tai forma que s o mesmo Sr. o pode enten-
der, o nao o tazendo at os dias 30 do correle,
ser chamado ao jvizo competente.
O abaixo-assignado faz pubico qae perdeu
o meio bilhete n. 2267 da segunda parle da quin-
ta lotera de S. Pedro llartyr de Olinda que cor-
re no dia 2 de outubro viodouro ; roga-ae ao Sr.
thesoureiro de o nao pagarseoo ao abaixo-assig-
nado no caso que sata premiado, cojo bilhete es-
t assignado.
Jos Ferreira alendes Guimares.
Vocal e instrumental
Manoel Augusto de Menezes
Costa,
Professor da cadeira de msica do arsenal de
guerra, d licoes de msica por casas particula-
res, quem de seu presumo se quizer utilisar pro-
cure-o aa roa da Conceico da Boa-vista n. 42
ou no mesmo arsenal.
Acha-ae justo a compra da armago e sena
perlences da taberna da Praga n. 16 A Uvre e
desembaracada: quem se julgar com direito a
mesma queira declarar nestes tres dias.
Frederico Chaves sluga seo sobrado sito no
Poco da Panella, com muitos bons commodos
para familia, cocheara, estribara, casa para cria-
dos, jardim aoa lados, cacimba, e bom terreno;
qoem o pretender, pode-sc dirigir-se a roa da
Imperatrizn. 19.
Alugam-se ditas das melhores casas i
Machanga : a tratar na roa da Paz n. 42. '
* Em dias do fian de agosto perdea-se nm par
de oculos com 4 vidros, de armaco de prata,
'faltando urna astea pequea ; qoem o achou,
querendo restituir, leve-o a roa de Rosario da
Boa-Vista n. 55, que ser gratificado.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Cruz do Rectfe n. 31 ; a tratar no arma-
zem do mesmo-
v Acommisso liquidadora dos credores da
casa do fallecido Ma-noel Buarque do Macado Li-
ma, roga aquellas.pessoas que se julgarem ere-
doras por letras ou corrtas de hvros, que se diri-
jan) com os seus tituVos ra da Cadeia do Re-
cite o. 26. primeiro andar, das 10 eras da ma-
chia s2 da tardo, para serem verificados o clas-
oificados pela referida commisaSo
Becco da Boia n. 2.
Loja de roupa feita.
Caf Lunch.
No terceiro andamia mesma casa faz-se
comida para pensionistas,
por prego muito commoio.
Sociedad^ banearia.
Amorim, Fragoso,SiBtos.& G. sacam -o tomam
saques sobres praca de Lisboa.
Aluga-se o primeiro, segundo andar, sotio
e a loja propria de negocio do aobrado da ra
Direita o; 9, com fuedoa para roa da Penha,
junto ou em separado.: na ra atraz da matriz
da Boa-Vista o. 36, ou no mesmo sobrado.
No dia 2de outubro, linda a audiencia do
juiz municipal da segunda vara, vai em praca
para ser arrematada por quero mais der, a pro-
priedade denominadaBoas-Unas, sita na fre-
guezia modos. avahada por 114004000 ris, peoherada
a Joo Hypolito%e leira .Lima e sua muiher,
por excucoque contra.os roesmos move Ha
noel Joaquim Ferreira Esteres, pelo carlorie do
escrivo Cuuha.
Na ra do Hospicio a. C para alugar dous esrrsvos.
Preeisa-se de urna m* para comprar o co-
ziobar para casa de hornero -.olleiro ; na ra do
Queimado, loja o. 42.
Rogase a certo 6r. Ae engenlio
d villa daEscada o favor -de mandar
pagar o importe de tua .ordem que
maodou dar em fazenda a SiLrestre Jo-
s de Barros na ra do Crespo n. 18,
loja de Diogo & Fernandes.
Alega -so urna casa em Bebente:: a tratar
com I. L H. do Reg, na ra do Trapiche n. 34.
Declaraffio.
Joaquim topes Machado, estabelecido com pa-
daria na ua Direita n. 84 aob a Qrma vluva Ma-
chado & Filbo, declara qua rao o autor de
um anouncio que tem sahido neate tDiarioa a
dous dias e su alguma peaasa que tem igual
orne.
O abaixo assignado comorou ao Sr. Manoel
Jos de Alraeida Jnior 9 sea eslabelecimento
coramercial n.15, da ra das Coavertidas, io-
elasive aa dividas activas, ficando o mesmo Al-
meiaJnior obrigadoa pagaros dbitos respec-
tivos al a quina porque me foi rendido o mes-
rao eslabelecimento. Parahiba 16 de setembro
de 1661,Joao Jos Solsooa.
O abaixo assiguado vendeu ao Sr. Joio Jos
Solsooa a seu eatabeleciment commercial n. 15
da roa das Convertidas, inclusive as dividas ac-
tivas que loa sao correspondentes, ficando o
mesmo vendedor responsavel pelos dbitos do
mesmo eslabelecimento at a quanlia da res-
pectiva venda. Parahiba 16 de setembro de 1861.
Manoel Jos de Almeida Jnior.
S0CIKD4DE ACADMICA PR0MIT6RA
DA
Remisso dos captivos.
De ordem do directorio participo aos Srs.
socios activos, que quinta-feira 3 da outubro, aa
horas da rnanhis, na ruado Hospicio o. 29,
i dioaria da assem-
tsidir a sfiiso maSslS^^^H
apreciadores destete ge
A, F. Duarte Almeida, socio que foi do armazem progresso, faz sciente aos seus fre-
guezes que tendo separado a socedade que tinha com seu mano, acha-se de novo estabele-
cido com dous ceiados armazens de molhi3os, associa4o com o Sr. Joaquim Jos Gomes
de Souza, e o Sr, Paulo Ferreira da Silva; o primeiro na razo de Duarte A Souza, e o segundo
na de Duarte Almeida A Silva: etes estabelecimentos offerecem grandes vantagens ao pu-
blico, nao s na liupeza e asseio com que se acham montados, como em communidade de
pre$o, pois que para isso resolveram os proprietarios mandarem vir parte de seus gneros
em direitura, afitn de terem sempre completo sortimento, como tambem poderem offerecer
ao publico urna vantagem de menos 10 porcettto do preco que possam comprar em outra qualquer parto, por isso desojando os proprietarios acredi-
taren) seus esiabelecimeotos tem deliberado garantirem toda e qualquer qaalidade de gneros vendidos em seos armazens, e assim ja poder ver o
publico que pode mandar tuas encommendas, mesmo por pessoas poueo praticas, em qualquer um desiesestabelecimentos, que serio to bem servi-
dos como se viessem pessoalmente, na certeza de nunca scharem oconujjio de nossos annuncios, e assim fundados as vantagens que ofierecemos,
pedimos a todos os senhores da praca, senhores de enpnbo e lavradores que mandem ao meos suas encommendas a* primeiravez, afim de experi-
ateniar, cortos de continuarem, pois que para isso nao pouparo os proprieUrios forcas para bem servirem aquellas pessoas que f requemaren! nossos
esubeiecimenios, abaixo transersveraos alguraas adioSes de nossos preces, por onde ver o publico qae vendemos baralissimo, attendendo as boas
qnalidades de nossos gneros. f
Manteiga ingleza especialmente escollhida a 900 rs. a libra e em porco lera abalimento, recommenda-se aos
nerop(Jue ndem ao menos experimentar, serlos de nada perderem pois para isso confirmamos o que levamos dito.
rifl1^. Zft a m"*>r do melado a 640 rs, a libra e em barris a razo de 600 rs. a libra
t n nySSOn e pretO o melhor do mercado de 1700 a 2800 eem por?io leri abatimento, e afianca-ce a boa qualidade.
Presunto fiambre nglez hamburguez a 000 ra. a libra e em porco a 800 rs.
PreSUntOS portUguezeS viudos do Porto de casa particular a 560 rs. por libra einleiro a 460 rs.
Marmelada dos melhores autores de Lisboa premiada as exposir6es universaes de Londres e Pars a 19800 a lata.
GaixaS COm estrelinha pevide e rodinha a 7#000 a caixa e 800 rs. a libra e em porco ter abatimento.
Latas de ameixas francezas com cinco libras a 49000 e 1000 a libra.
PassaS em caixinhas de oito libras, as melhores do merc#o a 2000 e a 400 rs. a libra e caixa de urna arroba a 7*000.
Espermacete superior 720 r. em cix.. 740?r,.. Hbr..
Conservas francezas inglezas e portuguezas eoo soo rs. o frasco.
ErvilnaS portuguezas e francezas a 800 rs. o frasco afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Lata COm bolaxmha de SOda de diversas qualidades, a muito nova a 19450. agrandes de 4 a 8 libras de 21500 a 4500.
VinnO em garrafas Duque do Porto, Porto fino, genuino, nctar, Carcavellos, Madeira secca, Feiioria e Camones a 1*200 a l300
a garrara e a 139 a duzia. k
Vinho em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 39800 a 4800 a caada.
Latas COm frUCtaS de todas as qualidades que ba em Portugal de 700 a l0OU a lata.
Pera em Caixas de 4 a 8 libras a melhor que se tde desojar e tem vindo ao mercado de 49 a 69 a caixa a 1*280 a libra.
Lorinthias em frascos de 1 1 [2 a 2 libras de 19600 a 29200. #
C el A TT ^eiXe sav^l pescada e outras muitas qualidades o mais bem arranjado que tem vindo ao nosso mercado de 19400 a 19600
Laie dO IllO o melhor qae ha a 240 rs. a libra e a 280 rs. o lavado.
nesla^ a ra I
Recito 12, esc e m^H
Em trtude d bera^o dos
credores da mana fai
Pereira, em reuniao con-
vidados todos os Srs. que
credores da dita massa a apresentarem
seus ttulos no piazo de 3 das na loja
de Jos Moreira Lopes, afim de pode-
rem ser verificados habilitados a otar
e ser votado*: fiectfe 28 de setembro
de 1861.
Compras.
Compra-se moedas de 20|: na
ra da Cruz n. 48, pegase mais da
que em outra qualquer parte.
Na ra da Cruz n. 48, compra-se
moedas de0# pagando-semais do que
em outra qualquer parte.
Compram-se as siguilas obra*: Starao,
calcul deferencial e integral; Lacrois, cakato
deferencial e integral; e Rtgnaull, clnica : aa
pra;a da Independencia ns. 6 e 8.
Compra-se
cabellos comprdos.
Na ra do Queimado easa de cabelleireiro.
Compram-se eteravos crionlos da 14 a 22
annos : ns ra da Imperalriz o. 12, laja.
Compra-se ums negra qae seja prendada e
bons costumes : ns ra da Imperatriz a. 12.
Compram-se moedss de 309 a 209700: aa
loja da ra do Queimado a. 46.
Compra-se urna preta a osea aialata que
sejam perfeitas cozioheiras, engomaaadeiras e
costureiras : na ra da Croe n. 1, escriptaro da
Ase?edo & tiendes.
Compra-se orna eacrava de cor preta om
mulata, de 18 a 20 annos da idade, e qao soja
perfeita coalureira e eogommadeira : na roa aa
Aurora taberna n. 48.
Vendas.
v. e ineilIoa com 2 libras, proprias para mimos, por serem muito bem enfeiudas e de superior qualidade a 39 eada um.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado
LOmbOS de poico, paios nativos, chouri
a 400 rs. a garrafa e 29560 a caada.
... '?as murallas e outras qualidades, o melhor que se pode desojar de 600 a 19280 a libra.
V nO tiOTdeauX de boa qualidade a 800 e 19 a garrafa e de 89500 a 109000 a.duzia.
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a pr inseira vez a nosso mercado, de 19 a 19280
Banha de pOrCO refinada a melhor que N pode encontrar ueste genero a 480 rs. a libra e 460 em barril.
Cervejas das melhores marcas ,*oo i* garrafa a 59000du*i. d. bine*.
Vinagre puro de Sboa 240 rs. .agarrafa o 19850 aunada.
Doce da goiaba da casca em^ixfoly eem porco a 900 rs.
Azeite doce purificado a 800 rs. a garrafa e 99000 a caixa com 12 garrafas.
IrOgnac a melhor qualidade que Hemos no mercado a 19004) a garrafa a 109000 a duzia.
QuijOS 8USSOS chegados ltimamente a 600 rs. e m poroso ter aba limen lo, aBanca. se a boa qualidade.
Uenebra de Boilanda a 600 rs. o fraseo a 69500"a frasqueira com 12 frascos.
PalltOS lxados para denles a 300 e 160 rs. o maco com SO macinhos, e flor a 280 rs.
dem do gaz a 39000 a groza o 280 a duzia de caixas.
Chocolate o mais supefor que temos tido no mercado portuguez. bespanhol e francez de 19 a 19200 a libra.
A I A&L 'ae"10re8 6 m>8 DV'8 ,Ue lMn Vnd D0M0 mercad0 1200 ncorrta d0 o. I6* de Lisboa.
AmenUOas chegades no ultimo navio a *80 rs. a fibra e em porco ter a batimento.
AlpiSta o mais limpe que tem vindo ao mercado a 180 rs. a libra e 59500 por arroba.
Alem dos gneros annunciados encentrar^ publico um completo sortimento de tudc
tudo tendente a molhados.
O rival sem segundo, na
ra do Queimado n. 55
defronte do sobrado no-
vo, est vendendo tudo
bom e baratissimo.pois
j tem dado provas de
suas boas fazendas, e
por precos que admi-
ran), a saber;
Caivete para aparar peona a aa
Ditos com 2 folbas moilo Unos a
Frascos de macar perola muito fino a
Dito de oleo muito floo a
Tran;a de laa com 10 varas, bonitas co-
res a
Praojss de lia com 10 varas, bonitas co-
res a
Sapatos de tranca de algodao a |:
Ditos de dita de 15a a
Caixas com iseas para charutos a
Cartas de alQnetes sortidos frsneezes s 100
Caixas de ditos ditos a 80 ra. e 200
Escovas para limpar denles muito finas
200 rs. e 400
Duzia de facas egarfos, cabo preto a 350O
Massos com grampas muito boas a 40
Cartees com colheles a y
Ditos com ditos de superior qualidade a 4#
Dedaes de ac.o para aeahora a 100
Sboneles moilo grandes a. 200
Apilos de chumbo para er'aaca a tf>
Rialejo para meninos a 40 rs. e 499
Enfiadores para reslidos, muito grao-
des a 60 rs. e ag
Sapatinhos de la para meninos a 400
Ainda tem urna variedade de miudezas que se-
ria enfadonbo menciona-las, pois so vista im
sepode apreciar aa qualidsdes e os precos.
200
10
200
800
Padaria.

Aluga-se a padaria da travessa do Pires, a qual
est prompta de ludo, com muito bons commo-
dos, e est ainda trabalhaodo, sendo seu alague!
moitO'Commodo : a tratar na ra da Sensata No-
va d. 30.
Para acabar.
Urna porco de rtulos para caixa d charutos,
por preco coui commodo, di-tos para boticas, di-
tos em beaoco, devoto das dores, economa da
vida humana, grammatica poftuguezado Sr. Cas-
tro Nuoes.-arithmelica do mesmo, carina de ABC,
taboadas. -catnecismo da doiatoa chrisla, nove-
na da Senhora da Conceico, dita da Senhora
Saoi'Aona, Aita da Senhora do Cirmo, trezena
de Santo Antonio, moz de Maris, cartas de en-
terro, pautas de difieren tes larguras e grossuras,
camiano do .co. contendo alem da novena de
Nossa Senhora 4a Penha muitos tersos e devo-
ooes importantes : na ra do Imperador n. 15.
Na ra Direita. sobrado n. 33, defronle do'
Sr. fos Luiz, fai-se doces de diversas qualida-
des, o tem tambem seceos e de calda.az se pio-
de-Is e bolos para qualquer preseote, com ca-
petlas,ramos, flores, tudo de alfiaioe, tambem
se fazem bandejas de bolinhos de diversas arma-
ces com figuras, Alas com letreiros, ludo com
perfeico e commodo preco, tambem se faz pas-
tis de nata, pudins,arroz de leite, doces o'ovos
9 jaleas deubslancis.
Atten$o.
Jos Vaz deOIiveira, natural da freguezia ie
ftflrita Mara Magdalena de Gouvlnhas, na pro-
asncia do Douro, em Portugal, Mslstente no Rio
de Janeiro, na ra do Hospicio n. 42, declara
que tendo nesls provincia de Pernamboco, um
seu 4(o de nome Joaquim Pereira ds Cruz, e
na Jeado sua familia recebido noticias suas ha
muito lempo, motivo porqoe o considerara talvez
fallecido; nesla incerteza roga o especial obse-
quio alguma pessoa que o confiera ou ti ver
eonhecido, do dar algumss informales a respei-
to; oeste cidado de Peraambuco, em casa do
Sr. Azevedo & Meodes, ros da Cruz n. 1.
Rio do Janeiro 10 de setembro de 1861.
AtteiiQo.
Todas as pessoas que esto a dever quantias
antigs so esUbelefimento de seceos e molhados
o largo do Carmo, esquina da ra de Hortas o.
2, tenham s boodade de rosodar pagar seus d-
bitos, do contrario terio do ver seus nomes nes-
ta folha;
Manoel Alves Guerra ssca sobre o Rio de
Janeiro. -
Avisa-se
nbores devedores dj loja de miudezas da
Aluga-se o primeiro andar do so- l
brado da tua da Imperatriz n. 40,
tratar no mesmo.
Na noe de 21 do correnle desde o
theatro al ao Hospicio sitio o. 10. per-
deram-ae d-uas almofadas de um carro !
roga-se a quem as achou manda-las
entregar na referido sitio ou na ra do
Trapiche o. 4, primeiro andar, que se-
r graliQca4o.
EES
OEESIE
ara v-almai
Saques sobre Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho sacara so-
bre Lisboa : ne largo do Corpo Santo, escrip-
torio.
A. commissao liquidadora dos cre-
dores da massa do tallecido Manoel
Buarque de Macedo Lima, pedeaosSrs.
devedores a referida casa que se diri-
am a satisfacer seus dbitos a referida
commissao todos os dias uteisdas J 0 ho-
ras 4a manhia as 2 da tarde na ra da
Cadeia do Recife n. 26, primeiro andar.
A commissao roga mais a esses Srs. de-
vedores, que nao a obrigue a iancar
mao dos meios judiciaes ou do jornal
para ha ver essas importancias de que
sSo seus devedores.
Preclaa-ee de um rapaz que tenha pralica
de pharmacia e boa conducta, e que d6 fiador ; a
tratar na ra Novan. 51.
Joo Jos de Gk>uveia
V com armazem de fazendas na roa do
^ Queimado n. 29, esquina do Collegfo,
S avisa ao respeitavel publico que ha re-
formado o seu eslabelecimento, sortin-
do-otsntoem boa qualidade como em
* zas, francezas, suissas e allemaes, acban-
9 do-se disposto a vende-las o mais bara-
ejjj lo possivel, e por isso convide 'los seus
freguezes e ao publico em geral para o
honrarem com a sua concurrencia e 1~
cqnfianca. A
s
Lilteratura brasiieira
OBRAS DO BACHAREL
M. A. Alvares de Azevedo.
NOVA EDIQAO'
3 Yolamssen 8 encadernadosi2$000
Recebem-se assigoaturas para ests obra al o
Om do correnle mez, na livraria econmica ao
p do arco de Santo Antonio, depois o preco se-
r de 16$ para os nio sssignantes.
Uemigens Kneipp, faz sciente ao
respeitavel publico e seus freguezes, que
se acha habilitado fazer escadaria re-
donda, segundo o mais moderno e ele-
gante gosto, e pelo preco o mais rasoa-
vel possivel, garantindo sempre solidez
e bemfeitoria as suas obras: quem
pois de seu prestimo precisar, dirija-te
a oficina do mesmo na ra da Impera-
triz n. 25.
Cabelleireiro
Na ra da Cadeia do Recife
d. 55. primeiro audar.
J. Godofredo, artista cabelleireiro acaba de es-
tabeler-se na ra da Cadeia do Recife n, 55, pri-
meiro andar, e ah encontrarn os freguezes o
aceio necessario no desempenho de sua arte.
Recebe encommendas de cabelleiras, meias di-
tas, chinos, marraras, enchimentoa para bandos,
crescentes, trancas para anneis, trancelins. ca-
dUas, braceletes etc., etc. Corles de cabellos e
frisados, lavagem de cabeca com a escolente
agua imperial.
atarlo.
Aluga-se urna exceilente casa de
campo com todas as commodidades de
familia, com sitio grande, cocheira, es-
ttibari ale., a casa construida ha poj-
as sontas.
re, ra da Cruz
O juiz da irmandadede Nossa Senhora da Boa
Viagem, faz sciente a todos osloqueliuos, arreo*
dalarios e foreiros do patrimonio da mesma ir-
mandado, que at o dia 10 de oulubro protimo
quairam pagar seua dbitos ap thesoorsico Pedro
Jos da Cosa Castalio Branco, morador ni ra
da Praia desta cidado, sob penoa de serem ajui-
sados. Outrosim, fas scienle que niopodem os
meamos inquelinos irrendaUros e foreiros,
ISJ
dora.
i 10 n. 17 pre
e urna ama de leite sem ;
re ou captJTl, que seja carinhola.
tOUPA FEITA ANDAlAKIAIATaS.]
SORTIMENTO COMPLET
i
fazendas e obras feilas.]
LOJA E ARMAZEM
IGes & Bast
NA
Kua do QueimUe
. 4B, tremte Miwell.
Constantemente emosamgrandeeT.
(rladosortimentAaosobreeaaaeasaretoa
25J*" a malte tae a SOS
a XOf ,12| e X4|, ditos saceos pralo dos
meemos pannos a 14, lea o 181. casa-
cas pretaamuito bem eiUsodeauoerior
P"no m e 85. treK, d"
!Vfiimi*,d* ,ore taiaat 5, IM
a 18# ditossaceos das mesmaeases?
raaalOf, 11 a 14|, calcss preta, 4a
caaemirana para hornea a 8, I. 10/
e 1S, ditas decasemir. decores a 71 8
e 10* dita, de brim br..c*a Si
SrV-rl** 6*' dlu* de>tes de cores a
8, 35O0, 4 e 4500. ditas do sacie ca-
5 samira dricas coress41 e 41600 col-
teteapratoa de casamiraa 5i ff' ditaa
deditoa da core.^a4l500 5f. diloa
branco fda sedal |*
4itosde,olletes*
f silo a 8, 8JI0O 7a.
50p.37pTeto d.
ordao aacco a aobrecasacoa 7#, 8
col lates pretos mi ^-------
as pretas de merii
ilatots dealpaea preta a 3
leles de gorsari;o des<
4.
lado de sor*
paramannoi
(osede eoj
sase
laaaa
MUTiLADOl


m
m-ss-emmmmamB-
-m
i s
14110 OIJtMUUBtO. IR^A lIJRl 1 H0U0A| lMl
Anda re
I aa primeira e
da Concn
Mn e da
os pretend
(, que
ins terreno* para Tender
roa projectada por detraz
ite para a txavessa do Mon-
e para as ra projeetidaa:
"i-se a ra larga do Rosa-
ora quero tratar. Na mear
Defronte do becco da Congregado letreiro verAe.
Neste estabelecimento hasempre um sortimento completo de roipa feita de teda aa
cualidades, e tambera se meada eieeut&r por medida, a vontade doifregueiea,para o
jua ternura dos melhorea professores.
Casacas de psnna preto. 40, 3i 80*900
Ss
Sobracesace de dito, 159 e 30*00
Palitotsde dito e de cores, 35, 30*.
25f.000. 10, 18 20000
ftito de >.*stMr de ores, 22*000,
16, 12, T e 9000
Dito de iloika preta golla de rel-
ludo, francesas IlJOOO
Dito de nerino-tltim preto* de
cores, *J09 8*000
Ditosde alpak* de oores, 5 e 3*500
Ditos de -lita preta, 9, 7. 5 e 3#500
Ditos de brim decores, 5, 4500,
ifOOO e 3*500
Ditos de bramante deUnhobranco,
6$000, 5000 e 4J0OO
Oitos te merino de cordo preto,
15*000 e 8*000
g Calsss le casimira preta e decores,
119.10. 9*e 6|000
litas le aruicea e merino de eor-
dao prets, 5, 6*500 e 4500
Dita de brim branca e de coree,
5S000, 4*500 e 58500
Ditas de ganga de ores 3|000
Golletes de velludo preto e de to-
rea, lisos e bordados, 12, 9 80O0
Pitos de caseraira preta e de core,
hsose bordados, 6*.5*500,5 a 3500
Ditos de Ubi preto
Ditos de teda setim branco, 6 e
Ditos de gargurio de seda pretoa
decores, 71000,o000, e 4
Ditos de bnn faatao braneo,
3500, 2J500 e
Seroulai de fetim de linho, S e
Ditas de algodao, 1,600 e
Camisaade peito de fuato raneo
e de cores, 2*409 e
Dita*de peito de linho 5#, 4 e
Ditas de madapolo branco e de
coree. 3, 2*500, 2 a
Chapeos pretos de massa,franceses,
formas da ultima mod* 101,8*500* 7
Ditos de feltro, 5f, 4 e
Ditos de sol de seda, ioglezes
francezes.14*. 125, lije
Gollarinhos de linho muito finos,
novosfeitios da altima moda
Ditos de algodao
Relogios de aro, patentes hori-
sonlaes, 100, 90, 80 e 70*0
Ditos de prala galvanisados, pa-
tente hosontaes, 40J 30*000;
Obras de ouro, aderemos a meios
aderecos, palseiras, rosetas e
anneis f
Toalhas de linho. duzia 10*000 6 9*MA;
Ditas grandes para mesa a 4*000 e 5*000'
5000S
5OO02
50C
3*000*
si*),
30C
19600]
#ooo>

tafias-
fifi*!
lilil
o e a a g 5
5C
Viva o paquete das novidades.
Pois est torrando miudezss moito ba-
ratas, aflu de aparar dioheiro para con-
sumo do paquete, rus da lmperatriz n. 54,
loja de Joaquim de Aievedo Pereira J-
nior, declara 0 seguinte :
Gartdes de clcheles muito fiaos a 40ts.
Caixaa de ditos da trra a 80 rs.
Linha do gaz a 10, 20 e 30 rs.
Dita de ca-rele!, 100 jardas a 30 rs.
Pares de.meias croas e de cores para
menino emenioa a 110 rs.
Duzia de rneias croas muito finas a
2S100.
Dita de ditas entre linas a 2*200.
Linha branca em carlo, 200 jardas a
80 rs.
. lacas para charutos a 60 rs.
Caixas com palitos de Especia a 160 rs.
Frascos de agua de colonia de Piver a
440.
Ditos de cheiro muito finos a 800 rs.,
Lubin a IgOOO.
Jarros de banha pequeos a 1600.
Ditos de dita grandes a 3*500.
Frascos de banha pequeos a 320,
grandes a 500 rs.
Sabonetes de espuma muito grandes a
100 rs.
Ditos de mompelas a 320.
Duzia de-meias cruas para seohora a
2*400.
Ditas brancas muito finas a 3300.
Fio de raz de coral muito fino a 700rs.
Espelhos de columna pede ferro a 18500
Carteiras de gulhas muito fines a 400 rs.
Ditas de marroquim mais finas a 80rs.
Baralhos porlognezes a 190.
Ditos franceses a 240.
Groza de botoet de loor/a brancos a 120
Agua de Larander moito fina a 640.
Dita frambuzia a 600 rs.
Tesouras muito finas pare unhafi cos-
tura a 500 rs.
Caivetes de 1 folha a 80 rs., 2 folhas
a 160 rs.
Cabo de marfim a 490 rs.
Meias airas para homem a 1*800.
Froco fino de todas as cores a 400 rs.
Dito grosso idem a 500 rs.
Caixas de papelo com lmeles a 120.
Pares de sapatos de laa pata hmeos
a1280.
Tesoura para costura a 200 rs., e gran-
des a 640
Duzia de botoes de louca para paletoli
a 120.
Sapalinhos de merino a 1*500, e vellu-
dinho a 2000.
Rosarios e cruzes de coco, 1 a 120 rs.,
eduzia a 1*400.
Caixas com perfumara a 4
1 PMIIVERl
116Ruada Cadeia do Recifel.i
LOJADEHIUDEZA.S
ni
IFonseca < Silva!
Toalhas, lencos e fronhas de labyrin-
tho de diversos gostos, que a vista se
dir o prego, espelhos donrados a 800
rs. a duzia, peales para tranca a 1*400
a duzia, caixas de raiz a 19400 a duzia,
fitas de linho branco a 440 rs. o mago,
Qvelasdouradas para caiga a 640 rs a
duzia, peotes de tartaruga virados a 5
cada um, botdes para caiga pequeos a
a 160 rs. a groza, argolas douradas a
1$500 a duzia, botoes para punhos duzia
'! pares a 3, ditos para casaveques a
2i0 rs. a duzia, grampos eufeilados a 480
rs. o par, caixas com apparelhos de bo-
necas a 1,2 e 3 cada urna, caivetes I
de 2 folhas com pequeo toque a 18200
rs. a duzia, ditos grandes de 2 e 3 fo-
lhas a 2$ e 33, paptl amlsade a 600 rs. I
o pacote, meias de todos os lmannos
para meninos a 1*800,2, 2*200 e 20400
a duzia, ditas para meninos a 2, 2*400 I
e 2*600, pentes de massa virados a 800
rs. cada um, escovas com espelho para
cabellas a 800 rs. cada urna, froco gros- 1
so a 400 rs. a pega e finos a 240 rs., .
tas de velludo de o. 6. 8 e 10 a 1*200 a
pega, sabo inglez a 1*600 a duzia, tn-
tenos com figuras brouzeados a 500 e
800 rs cada um, chpeosle sol de seda
para senhoraae meninas a 3, escencia
de tsbo para tirar nodoas algo viiro,
peotes de tartaruga para tranga a 3J500
cada u'm, voltas de coral com dous fios
comuriilos a 2*580 cada urna, ditas de
tres flos a 3$, bonicos de choro a 320,
500, 800, 1* e 1*400 cada um, cadeiras
douradas com pomada a 800 e 1 cada
I urna, colberes de metal principe para
l cha a 2* a duzia, ditas para sopa a
I 3*500 a duzia, ditas para terrina a 2* ca-
| da urna, caixiohas Com pertences para
senhoras a 240.320, 500, 640, 800 e 1*
cada urna, colheres de metal para cha a
320 e 500 rs. a duzia, bahuziohos com
espelhos contendo perfumaras a 5 ca-
da um, caixinhas de floro a 2*500, cai-
xas com espelhos e perfumaras, pro-
prias para toilete de seohora a 6* cada
urna, bem como mullos objectos de gos-
lo e outras miudezas por pregos com-
roodos.
Generes baratos.
Manteiga ingleza a 910 rs. a Han, fraaeeza a
640 rs.. toueinho a 360, ca a 2IM50, esperma-
cete a 760. artos a 100, caf a 240, sabio ma-
caste a 200 rs amirello a 140, evada a 190,
batata a 6 1 engarrafad a 240 a garrafa,
1 u Jf^^^^^^^Kseite de carrapato a 4*0
Moa
le carnauba
^mmmsmBmBnaW
a. 3
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
cei^o dos Milita-
res a. 47.
1 grande e variado oriimanto de
roupas feitas, calcados e Uzeadas e todos
estes ss vendem por precos mu te modi-
ficados como de seu costume.assim come
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
26, 28*, 30* e a 35*, paletots dos tnesmos
pannos preto a 16*. 18$, 20 e a 24,
ditos de casemira de cor msela lo e de
novos padrees a 14. 16, 18,20e24,
ditos saceos das mesmas casernaa.i de ca-
res a 9, 10, 12* e a 14, ditos pretos pe-,
lo dfraiouto prego de 8, 10, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12,
ditos de merino de cordao a 12*, ditos
de merino cbiaez de apurado gosto'a 15,
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
ditos saceos pretos a 4, tilos de palba de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3;)500, 4
e a 4*500, ditos de fusto brinco a 4,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7, 8, 9 e a 10, ditas
Sardas a 3 e a 4, ditas de brim de cores
as a 2*500, 3, 3*500 e a 4f, ditas de
brim brancos finas a 4500,6$, 5500 e a
69, ditas de brim lona a5eaff, colletes
de gorguro preto e de coma a 5f e a 61,
ditos de casemira de cor e pretor a 4*500
e a 5, ditos de fusto branco n de brim
a 3 e a 3*500, ditos de brim lona a 41
ditos de merino para lulo a 4 e a 4*500
caigas de merino para luto a 4*500 e a 51,
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os lmannos: calgasde casemira
preta e da cor a 5*. 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2J, 3 e a 3*500, pal i lo ts sac-
eos de casemira preta a 65 e a T, dito*
de cor a 6 ea7|, ditos de alpaca a 3,
sobrecasacos de panno prado a 12 e a
14, ditos de alpaca preta a5|, bonets
para menino de todas as qualilides, ca-
misas para meninos de todos os lamanhos
meios ricos vestidos de cambala feitos
Eara meninas de-5 a 8 annos som cinco
abados Usos a 8 e a i2|.4itos da esca-
rio de cor e de lia a 5* e a *, dites da
brim a 3, ditos de cambraia acmente
bordados para baptisados.e mutas outjMs 1
fazendas e roupas feitas que fieixam cki
ser mencionadas pela ua groruluquaJit- ,
dade^ asairacomo raeebe-setoittaqoal^'
ida de para te
turare que | > ai a este fim
it( efazrri
Importante
Aviso
Na loja de"4 portas da rus do Qoflfcd6 n. 39,
acha-se um grande armazem coratod* o aorti-
mentode roupas feitas, paracujo'fim tem mon-
tada urna entona deaUaiate, estando eneas-rega-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda equalower obra que se Iba
encommende ; por fsso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especiaiidade aos
Illms. Srs. officiaes tanto da armada ama do
exercito.
Faz-se fardas, fardoes com superiores preparas
e malta bem feitaa, tambera trata-sa fazer a far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanta que tem os figurinos qae de
li vieram ; alm disso faz-se mais casaquiahas
para montara, frdela ou jaqueta, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maiore de carallaria, qaer veja slngelos oa
bordados a eapequilba de ouro ou prala, lado ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
deaembargadores e de qualquer juiz segundo o
estylo de Cafmbra aonde se fazem as melhores
onhecidas at hoje, assim como tem muito rios
deseohos a matiz de todas as corea proprios para
fardamento de pageos ou triados de libr que se
fara pelo gasto i francesa. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiangando
que por tudo se flea responsavel eomo seja boas
fazendas, bem feita ebom certe, nlo ae tarta na
dia que se prometter, segundo o systema d'onde
?eio o mestre,pota espira a honrosa risita dos
dignos senhores visto ana nada perdem
perimenfar.
Na loja d'aguia de ouro, raa do Catrogi n
recebeu um completo sortimento de gollinh
missaoga, sendo de todas ascores
ganaaRanan 8S8aBMWeas89KB
Apurado gosto.
Ourgel & ferdigae.
em es- l
an.lEkc
rnhaa de/
a preclsa-se de fas 011 dous amassadorei
pi ae sejam perfectos na arte,
S6 Gana t Silva.
Graude exposiijd de fazendas
baratissimas, na ra da Im-
perrtritn.W, toja to
Telliltft-fie cor-tos de phanta-
fiia, fazenda de muito gosto
fcabatflg pelo tfimimrto
pre^o de 4^500; na ra da
Imperatrh b. 60, loja que tenvl
uib pavo do lado-do frr, (is-
to para nao haver engaos.)
3^500.
Vaode-se ricos cortes de cambra!a da sala!
com a venial oudaassaias a 31500: na rna da
Iraperatrk a. 0, leja do patio.
3,200,3,500 e 4,000.
Vende-se finissimos cortas de cambraia bran-
ca e de cor com dona e mais babados pelo dimi-
ntrtoarecede 92M, 300 e 41: na ra da Im-
peratrix n. 60, Uji do paria.
A 15O0O.
Vende-se finicissimos cortes de cambraia bran-
ca com bordado roeito delioado proprios pata
baile oa casamento a 15'. a rna da lmperatriz
n. 60, loja do pavo.
Nova peeVmeUa.
Vende-se finissimas pegasda cambraia* fran-
ceza* de carocinhos com 17 Ij2 varas pelo dimi-
nuto prego de 8* a*eg*, dilaa das mesmas coca
8 3(4 varal pelo prego de 4$ a pega, tambem ae
vendan ae mesmas a 500 rs. a rara, ende
brancas e de cores ; na ra da lmperatrii a. 60,
loja do parlo.
Yuptliaa a 2.S0 ts.
Veade-se pupelioa de quadrinhos a imitago
de sedinhas de quadro pelo diminuto prego de
280 rs. o cavado: na roa i* lmperatriz o. 60,
loja do pavio.
Cli*\y a 500 m.
Vende-se chaly muito fino a 500 rs. o cava-'
do : na raa da lmperatriz a. 60, leja do pavo.
Sedas a cavado.
Vende-te grosdenaples preto muito encorpado
a 1*000 a 180, ditos de caras azul, cor de rosa
e cor de cana mais barato que em ouira qualquer
parle ; na ra da lmperatriz n. 60, loja do pavio.
Sedas de t\ivadrVnVvos
Vende-se sedas de quadrinhos Tazenda muito
eacerpada a 500 e 640 rs o carado: na ra da
lmperatriz n. 66, loja do pavio,
Cassas coth salpico graudo a
200 rs.
Vende se cassas com sal pios graudos e listras
a 200 rs. o covado, fazenda muito nova : oa ra
da lmperatriz o. 60, leja da pavio.
Cassas pintadas a3 Vende-se cassas pintadas uuito miudinhos
padroaa a 240 rs. o covado : na loja da ra da
lmperatriz onde esl a pavo.
Sentido ao Pavo. i
Vnde-se neste estabelecimento um grande e
variado sortimento de fazendas tsnte para ho-
menscomo psra senhorss, de todas as fazendas,
se dio amostras com peahor oa mandasa-se le-
var em casa das familias pelos caixeiros da casa,,
assim orno o respeitavel potco echar todos os
dias uleis este eslibelecimeote abarte dae 6 ho-
Para acabar, i
Cortea de cassa francesa d 1 aaiaa e 3 folhoa,
com 12 e 15vsras a 3*500 e 4*. lindos cortes de
Iba para vestido coa 24 corado a 5, peca de
^iHucom8ajardae a2*600, 3*000 e
fLlM'r* *****" l?*adl.! a0O,.n* Mrtl*". Ptfauii latas.
eseurss franearas, covado a 240
m ri*U da reducao em prece,
tarar: na raa.db QStfeJmado n. 44.
a ellas,
pooco pode
Milho e farelo novo
Van de-so muito barato ; na travesea de
do Parafse a. 16, frente de asaaratlo.
Varnaa-se asa caca de Adasasae, flsjvto 4
C, ra do Tra plebe llaaa. 42, biseeitas laglesea
Vaode-ae confronta o portio da tfortaleza das
Cinco Pontas o seguale : csrrocss para boi, dita
para cavallose para agua, carnnhoa para iraba-
inar a slfandega carrinhos de ma, radas pa-
ra carrogas a para carrinhos, eixos para ambos,
lorradores para caf com fogio, boceas de fornoa,
kandeiras de reos de todas as qualidades, do-
kridicaa de chumbos de te dos os Umsnhos.fechs-
lurss de ferrolbos, tranqaetas, ferr U embutir
de todos os tamanhos, farrolho de etapa.
Vendem-se duas rotulas nsadaa para porta
e janella : na ra do Tambi o. 15.
A 1000.
Um resto da latas de mermelada de Lisboa a
do Rio-Grande do Sal.- de 1 112 libra a 2 cada
Uta: na prega da Independencia n. 22.
Nova renessa de macaes
Nova remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Nova remessa de maces.
Sodr & 0. receberam nova remessa de Ba-
gaes, e esto vendeado a 10*000 cada urna cai-
xa con1 200 magies: na roa estrella do Rosa-
rlo n. 11.
Ricos cortes de medira de
seda.
A loja da Boa-P na ra do Queimado nu-
mero 22, acaba de receber ricos corles de
vestido de medios de seda de lindos padroes
a fazenda mais fina, mais nava e mais bonita
que ba no mercado, cada corte tem 20 e 21 co-
~*21k e "p-dem-ae pelo baratissimo prego de
59000 o cort; ss seoboras de bom gosto que
tiverem de assistir a bailes e a casamentos, se
quizerem levar um vestido ds ultima moda
mandarem ver na mencionaos loja da Boa-F
na ra do Queimado a. 22. '
Novidadedo Pavo.
Vende-se finissimos cortes de cambraia de
babados largos e de duas aaiaa fazenda que se
vendeu a 10 pelo diminuto prego de 4 r na raa
da lmperatriz o. 60, loja de Gama & Silva.
4120 rs. opapeL
Agulhas Victoria
ras da manhaa as 9 da nolt
Cera de carnauba.
A. dinheiro.
Receberam
superiores ves
Mo ultimo paquete francez
os de seda de cores, de
differeotes gostos e feitios, manteletes de
novo modelo, capas compridas a prophe-
ta o mais rico e moderno que lera vindo
a este mercado, superiores cortes de
cambraia bordados, leques de madrepero-
la de diversos pregos, todas estas fazen-
das exietem em pequea quantidade,
experiencia para ver se agradara no mer-
cado : na ra da Cdeia loja n. 23.
Por barato prego.""
Colxas de lia e seda proprlas psra ca-
ma e cobertas de pisno a 5, fazenda
que pela quahdade vale 15, gilas e
manguitos de fusto, ditas de cambraia
de linho a 3 o par, punboa e gollas de li-
nho ou de fusto bordados proprios para
roupao a 3, satas balo de madapolo a
3* : na loja de Gurgel & Perdigo, ra da
Cadeia o. 23.
Atten^o.
GaUforiiia de fazendas
po? taao ffeca, na tua
do Queimado 45 na
bem eoaueeida loja do
oettaaejo.
Os proprietarios deste estabelecimento estSo
fazendo ama liqoidago sem limite de prego e
porisso previoeao respeitavel publico e em par-
ticular aos seus freguezes que prestem atleneao
para o que vai abaixo transcripto.
Coleles de velludo de cor e pretoe a 5, Utos
de gorguro de seda a 3 e 48, camisas france-
zas a 1*280, caigas de brim, de ganga a 3J e 2,
dozias de meias para senhoras a 3 e a 4, ditas
para meninos a 2, ditas para meninas 2*500,
ditas para bomens 15400 e o par a 140 e outras
multas qualidades por todo o prego, chapeos de
castor branca a 10, ditoa de seda a 5*. pannos
para mesa a 4 com bolotas, ditos ditos a 3*800,
aberturas brancas a 280 e de cor a 280, chitas
boas a 120 o covado, obras feitas de todas as
qualidades assim como tambem tem challn de
urna cor a 540 o covado, manteletes prelos por
todo o prega a 16J, chapeliohas para seohora a
5*500, enfeites de vidrtlho pretos e de edr a 2*
leogos grandes de-gergaro de seda pretos iotei-
Toai600e l*800^gravatas a 640, 560 e 320, vesli-
dosdeeeda pretos a 40* fazendas que custou 60* e
70, assim como tambem de cor pelo mesmo
prego, ditos que nos custaram 140 ditos borda-
dos de velludo a 80 e a 60 cada um, assim
como temos velludo preto a 2*500. o covado, dito
de cores a 2*500, fil bordado a 1 a vara, mui-
to fiaos chalfes de Irocoa a 41 e 5 cada um,
meias prelis sat brancas de soda muito finas a
100 e2 o par. ditos de seda lisas parasennoca jam : sobrecasacos de panno fine, obra inteira-
? JOp rs. o par assim como bordados com bico
Vende-se urna pequea porgo de cera de car-
nauba muito boa, que se acha depositada ae ar-
mazem da Compannia Pernambucana commo-
do prego.
Bales para meninas.
Vendem-se baldes para meninas, de todos os
tamanhos, de madapolo e de mussulioa a 3 e a
4 : aa ra do Queimado n. 22, laja da boa f.
Mantas deletree para gra-
vatas.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas,
tanto prelas como de cores a 500 rs. : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Metas baratissimas.
A 2*400 a duzia de parea de meias brancas fi,
as para homem : na ra So Queimado n. 22
na loja da boa j.
Ricos cortes de vestidos bran-
cos bordados.
A* loja da boa f na ra do Queimsdo n. 22,
chegou novo sortimento de ricos cortes de vesti-
dos tiraneos bordados com 2e 3 babados. os quaes
conlinuam a ser vendidos pelo baratissimo prego
de 5* cada corte : oa ra do Queimado n. 22, na
bem coohecida loja da boa i.
Cassa organdys a
280 rs., na loja do Pavo.
Vende-se muito bonitas caasas organdys a 280
rs. o covado : na ra da Irtperatriz n. 60, loj
do Pavo.
Para cortinados.
AOPAVAO'.
Vende-se pegas de cassa adamascada propria
para cortinado 20 varas a 8* : na ra da lmpera-
triz n. 60, loja de Gama & Silva.
@ PMM)
vende para paletots.
Llazlaha muito miudinbas de'cflr escura pro-
pria para caigas, collete e paletots a 400 rs. o
covado : na ra da lmperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silva.
Roupas feitas ba-
ratissimas,
NO
armazem de fazendas e
roupas feitas
BE
Raymundo G. Leite 4 Irmo,
N. 12Ra dailmpentris^-N.-tt.
Neste armazem que ora se acha bastante sorlido
de roupa fsita de tedas as qualidades, Unto pa-
ra homem como para meninos, se esto vendando
as mesmas por baratissimos pregos, come se
1|600 o par colarinhos de algodao a 800 ra. a du
* *m- um 100 rs., ditos de linho a 400 rs. um, as-
sim orno tem gotea manguitos camisinbas,
grosdenaples de cores e prelos setim preto
Injaeo, caries de 'laauauigu de1 asures e pre-
ras, asidas de bailes, tudo por prego que coaviar
egaes o que garantimos 4 que nlo se eojajta
tflnheiro. -
cesa de Adsmson, Uowie 4 G ruada7
vo a. 42, rendfli
simas
Brananle e liabo Mito
superior.
Vende-se superior bramante da Hbe seas fias
varas de largura, pelo baratisaiaae preea da 2400
a vara : ama do Queimado n. 22. na basa co-
ohecida loja da boa f.
Superiores tiras
bordadas.
Na loja da boa f na roa do
Queimado n. 2-2 se eoconlry aa bonaso sorti-
mento de sosrtona tira* manease bordadas
que se vendata pele barata prego da
e 5*000 ris a pees, advecodo-e qae ba Mis
de ama pega de cada padro, qaem mais
andar melhor ssaBJsfc aera, aa raa
n. 22 na loja da^eVF.
m Venda-te aa loja a
S roa Nava n. 2:
w Siotos doarados com tratas.
% Ditos pieeeadee dito dita.
a Ditos de Ota com tvelas de ago.
[ Tambem se vendara flvetss aellas.
Sietes de eourode lustre para
Farinha de mandioca
mazeos de Tasso Irmos.
a 1* a saces: aos ar-
rend se na
Queimado n.
toja Esperanca
33 A.
ra do
**
Xdaco de certas:
; fazendas finas.
i
RA DO CRESPO N. 17.
Rijuisaimas chapelinas de seda para
senhoras, de diversas cores a 12*. 0
Caaaaa de cores bonitos padroes a 240JB
o covado. m,
rs.
Cassas e organdys de cores a 280 rs. o
cavado. ^
Chitas de todss as qualidades e precos. #
Muitissimas fazendas Anas que se ven- 0
fj) dem por pregos baratissimos para lqui- #
SJ dar, dao-se amostra das fazendas. m
*
Superiores organ-
dys.
Na lojo da boa f, na rualvj Queimado n. 22,
vende-se flnissimo organdys de muito lindoa pa-
droes, pelo baratissimo prego de 720 rs. a vara,
fazenda de 1*800, e quem nao andar muito de-
presta ficer sem apochincha ; na raa do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Bales.
Chegaram loja de fazendfls da rna da Cadeia
do Recife n. 45, esquina da rna da Madre de
Dos, novas sales balo de cordo para 3 urna,
enfeites unos e bonitos a 6, borzeguina de se-
ohora para 4*500, 5, 5*500 : na mesma loja
tem um completo sortimento de eslgado de Iran-
ia de Lisboa para homeos, senhoras e meninos.
Attenco.
Na;radoTrapichea.46,emaasa deRo r o
Rooker &C. existe id bom sdTCmento delt-
nhssMecorese branca se mcarreteis do melhor
tbricantedelnglaterraaa quaes ss vendem por
dregos mairazoaraia
Fil liso e tarlata-
na branca a 800
ris a vara.
Vende-se fil liso muito fino a assim tambem
tarlatsna branca moito Boa, tanto ama cauta co-
mo outra sao propriti para vestidos, nao 6 pata
bailes como para assistir-te a casamentos, andeos
antea que se acabe aa roa do Queimado o. 22
na loia da Boa-F.
Potssa da Russia.
'' Vende-se potasas da Rumia da mais aera a
superior que bi no mercado e a prego malta
commedo: ao escriptorio de Haooel *(ptttT da
Oliveira & C, largo do Carpo Santo.
Rna do Queimado o. 19,
Armazem de fazendas.
DE
SANTOS COELHO.
Chales de merino estampados finos com listas
e franjas de seda a 9$.
Toalbas de fuilo a 500 rs. cada urna.
Gravatinhas de cassa multo liadas para ho-
mem e meninas pelo baratissimo preea do 100
rs, cada urna.
Chalea de merino lisos de todas aa cores.
Cortes de phantazia de soda pelo barato acece
de 8.
Cobertas de chita gosto cbiaez a 1|8M.
Lenges de panno de liabo a 1*900.
Ditos de bramante grandes a 3*300.
Vestuarios de seda para meninos meninas
a 8*000.
Cortes de casemira finta a 4J500.
Capellaa brancas para noiva a 9.
Bramante de linho com 10 palmas a 2 a Tara.
Sortimento de balea para techara e meninas.
Bramante de algodio com 10 palmoa da largo
a 1*280 a vara.
Casemiras a
4.000 corte, na
loja do Pavo.
Vende-se finissimos cortes de.
ra enfestada de cores pelo dii
prec/> de 4$ o corle para calcas,
como tem das mesmas para Tender a
2400rs. o covado prjprias para pa-
letots, calca e collete, recommesada-se
muito esta fazenda aos Srs. alfaiates que
costumam a fazer roupa para vender,
porque tSo cedo nao acham urna pe-
chincha igual : na ra da lmperatriz n.
60, loja de Gama & Silva.
Gravatas da moda.
Vendem-se gravatinhas estreitas maito supe-
riores, tanto pretas como de cores, pete baratis-
simo prego de 1 ; na ras do Queimado a. 22,
na loja da boa f,
A 2^500
Chales de merino estampados, qae em outras
lojas se vendem por 4 e 5 as loja da bes f
na ra do Queimado n. 22, vende-ae pelo
tissimo prego de 2*500.
LOJA E MaIEN
DE
Joaquim Francisco dos Santos*
40In do Qoeimado40
Defronte do becco da Congregago, letreiro mrde.
mais
com ramo e capaila, o
)W
I
mi
Sellios.silhoes.
mente boa por ser feita a moderna a 2MM0, di-
tos de psnno superior, obra do melhor que se
pode dse jar'a 30*000, palitos de casemira Boas
a 181000, ditoa sacos, obra de moderno gosto a
12*000, ditos de meia dita a 0*000, colotes de-)
casemira de cores fiuas a 4*500 ditos de brim
de odres e brancos a,2|500, calcas de dilo finos
a8S00,4*OOOe-SetJo:palet]Ssms8nsde alpa-
ca obra muito boa por ser de alpaca
dito dilo scco a 3*500 e-------
casen no gasto, sendo
flnisiima
(tfcaccezss peito de'Htme
o tambem multas ou
e obras ,; as quaea todas se randera
precos^uilo commodos.
VENDE-SE O SEGUINTE:
Para casamentos.
Rios cortes de vestido de fil ou blond de seda branca
moderno e superior que ha no mercado.
Para bailes.
Lindoa cortea de vestidos de fil ou blond de aada branca bordados a branca a
corea.
Ditos de tarlatsna branca bordadoa a braneo e cores.
Ditos de cambraia branca bordados a branco cem muita elegancia.
Saias bordadas
Ricas saias de cambraia branca bordadas com o mais a parada gosto a mala finan
que ha no mercado.
Ditas de dita recortadas mais baratas.
Para baptisados.
Ricos cortes de vestido de cambraia branca bordada* con ancua
i mais madama mais aapsrior qe ha no marcado.
Manteletes.
Ricos manteletes de* seda de coras e pretos bordados s lisos com enfeites bal
cono a-tendidos, per prages commodos.
ft500 a peca.
Pegtsde cambraia lisa larga fina conr6 a 6 1,2 raras, 6 m
]LJBQe
lieos langos de cambraia d-
vvyf
&=
mmoa
k


oMiiMLH
i
r
\
-*
para musit pa-
6 riscal
lt81
e-ae
numero 16.
abiJ
npSVt, ra do Queimado
o corto
casemiras escures de
Queimado n. 13, na
de caiga do Bciaa
cor ; na roa do
toa fe.
, 7" Vende-ae urna boa armacio
da enrerataeda, qoe serr para qu
belecimento, e por oreco razoarel:
uma id
loja da
a o por proco
, loja.
de amarollo,
alquer ata-
a roa do
MaVTBlBA 1 B| etJfCItBO Bl IMft,
ittencao
Vendem-de caixBes tum proprios
para bahulelrod,funileiro etp. a ijjWO:
quetn pretender dirija-ie aetta tipo-
graphia, que atfi se dir' quem oitem
para tender.
Gaz liquido.
Em cata de Samuel P. Jobflgpn & C, zea da
SeuzalaNora n. 42, rendemW latas cora aca-
lde* de Keroaine.
Ftassa 4a Russta e cal de
Lisboa.
No bem canbecido a acreditado deposito da rea
da Cadeia do Recife n. 11, ha para Tender a rer-
dideira potataa da Rueeia, ora e de superior
qoilidade, auim coaao tambera til rirgem em
padre ; tuda per pr$oa maia barato* do que em
esta fusiquer parte.
riMDIOId LOW-MOO
Roa taSenzalla Nova m%
'Ueste stabeleci ment contina a baterom
ompleto Jorlimsntodsrnotandasemeiasmoen-
das para agen ho,machinas de vapor etaixaa
te (erra buido eoado,4e todoi ottamanhos
ptra dito,
Superiores organdysa
720 rs, a vara.
Vndenle fiaiaeimoa orgaadya de muito bo-
nitoe padrees, pelo barstisotao preco de 710 re.
e rara, foseada que aempre ee Tendea par
1#200, asstm pois, quem quer comprar fazenda
fina muito benita e multo barate 6 chegar 4 roa
do Queimado n. 11, na bem coahecida loja da
boa .
Na ruRoH o. 21, ha grande p o res o de relo-
gios foliados, dourados e de oaro, patentes e ori-
zontaes, euissos e ioglesee, os qaaes seo Ten-
didos pelos pre$os da faetura. Cada relogio lera-
ri um recibo em qse se respoosabllsa pelo re-
gulamento durante seis meces.
Para os bailes etheatros.
Riquisslmee cintos dourados cees lindas tirelas
tambem douradas e esmaltadas, e com ricas poe-
tas para cabirem sobre oa vestidos, muito pro-
prios para as aeohoraa que tirerem doiraos bai-
les e thealros ; reodem -se pelo baratissimo pre-
co de 4*. 5Se6#: ea ra do Queimado n. 83,
na bem conheetsa loja da boa f.
Vende-se carne do serto da meas era que
lia no mercado e tambem saperioree lingalcaa
por preco coramodo: ne na da Sensata Nora
O. 1.
Raiz de coraL
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cab
Tsnde-se a rerdadeira raiz de coral a
n. i B,
rs.oflo.
Caixmhas com
erin bordados com
Imperatriz 0. 00,
delica-
loja de
msica.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabugi n. 1
B, chegado de aua propria encommenda muito
lindas caixiohas de costura com msica -propria
para mimo, arte se rende muito barato.
Vendem seosengeuhos
S. Pedro e Espirito Santo, am-
bos moentes e correntes e
d'agua, sitos na freguezia de
S. Bento comarca de Porto
Calvo e provincia de Alagoas,
o primeiro tem casa de enge-
nho e poucas obras, porm
safreja quatro mil pes, o se-
gundo tem boas obras, porm
s safreja dous mil pes:
quem pretende-los dirija-se
a ra da Cadeia do Recite n.
. 26, primeiro andar, que acha-
ra com quem tratar.
Lencos brancos.
Vendem-se lencos brancos proprios para algi-
beira, pelo baratissimo preco de t 400 a duzia :
na ra do Queimado n. 21, loja da boa f.
los terceirosda
veneravel ordem deS.
Francisco.
J chegou a rerdadeira estamenha de laa, na
loja de 4 portas, ra do Queimado n, 39, e se
apromptam hbitos desia fazenda a 409, e tam-
bem ha de algodio que ae apromptam a 28$ cada
um, e se rende a (azoada por mdico preco.
Luvas de Jonvin.
Continua.se a Tender as superiores luras de
pellica de Jounn, tanto para homem como para
aenhora ; na ra de Queimado n. 81, na loja da
Semeites k horlaces,
Na ra da Cruz do Recife n. 32, deposito de
pao e bolacha, reade-ae mata barato do que em
onlra qualquer parle, aoras semen tes de berta-
liees, senda coareaede todas ss qualidades, na.
boa biaacoa. rze o saearoado, rabanetea de dif-
erentes cores, feij&o e errilhaa de diversas ca.
idaaes, salsa, quento e todas aa maia sement
precisa para ae ter urna linda horta.
Ruada Seala Nova n.42
VeaVneeaa aasda8.E.JonlttB4C,
ellinse silh5englezes^andeeiroi a eastioaes
bronzeados,lonas agieses, 86 daTele,ehiaau
psraearro ma.amiospsra earrcde
um sdom giosde onro paienie
MacbdflAVdnuea,TendaM ew^ea'aaseai
boas a 48600 cada aacci dmhtiro a rtata
Francisco Fernandes Duarte, proprietario desle
armaxem de molhadoa. partecipa aoa seua fregueze, esalmjcomo aoa senbores da praca, de enge-
nno o leadores que d ora em rante quizerem-se afreguezar nesle eslabelecimeuto, que se acha
com um completo sortimento de gneros oa maia noros que ha no mercado e por aerem a maior
parte deltas rindes de conta propria, est portento resolndo a reode-los por menea O por cento
oque em outra qualquer parte, aflancsndo a boa qualidade e acendiciouamento, asaim como ser-
vir os portadores menos praticos lio bem, como ae oa aenhoraa rieasem peesoalrseote, para o qoe
nao se ponpar o proprietario em prestar toda attencio, aflm de eoutinoarem e mandar Comprar
suas eneommeudas, serlos de que, toda e qualquer encommenda comprada nesle estabelecimento
acompanhart urna conta iropressa com o mesmo titulo de armazem Progresso.
StMtolfA UgleA ^VfielUmei&tfJ O ,tmo. ara, rende-
se por este proco nicamente pela grande perco que tem e seor em bartil.se f ara aba ti ment
Vwiteig* ira\Beez.a\, C40 rl<, Hbrt e em bartillWlJi'
t>4M ttyaaSMa 0 ^^^ q-e ht no-merflja *^60fj a libra.
I4em ureto, i|001 libra
JlHeiJOi dO t*Ochegadosaest ultimo rapora 2*400.
t!l ^ ^T*^ 600 "Intero M0 ra, a libra.
^-T S Qfl* 4 Hbra em porcio se faz a batimento.
PreiiiiiUi^aamVwingle,,700rl.1bra
VmauU de Vameg%. 480 p libra ioleirp. w Ti> jj
* a mala ora que ha no mercado a 160 rs. a libra, e em arroba a 41600.
L%3 com bolaxtka de seda de defeieot Lntai com peixc em posta de ,tai ,. w.
W4oaas multo novas, 1<0D0 r. barm, a u.. 310,... ^ai..
Ooce de \lpeYelte em Ullt, ^ a libr por l00.
n a^ Pa" P0dim 800 M* ,llbr**
Uauua de \>orco relimada,
Ha^a de tmate t
'. ""^aprimeitarezquaTieram a este mercado a 640rs a libra.
Choutigas* paios ll0 ,!tw llbr,
attW. de A*nut U4wn,tnkM,or00.
* VSS*l* d0 ,md0 Abreu de outros multo* fabrieantes de Lisboa
aiOOOrs.aJibra.
_r. __ ^Vf**^*WI Porto, Bordeaux,CarcaTellos,eoeealelar(WO a garata.
Vinae em pipa de m m, MOr,
V inagTe de Lisboa
^ ?. BwU CM*** aereasa 5f a duzia, e em garrafa a 500 rs.
B^strcUu&ma
- a p 8opa *m*18 B0" ue ha no mercado a 40 rs. a librs
E,rviVuas Craaccxas, M0 ^, lalla
Wiolo de amendoa 800 ,.. libra dila com ca, a 480
niezes n0Faa a 120 rf a 1|bw^
,p 7*11"** P<18 a 240 rs. a Hbra:
aiC uaito pariera WOrs.a Ubre, e a 7 a arroba:
g OZ do Maranhio a 3# em arroba, e em libra a 100 rs.
rumo amefieauo .- w .
^^ ,, *"v a U ,a libra, se for em porcao se f a r aba ti m en te.
^evadiuua de FMDQa -WOffctl^
5|aK* multo na.ro a 320 ra. a libra.
X ouciuno dc LUboa. m n m UtaM, 10| a arroba>.
^artAa do MaTauuaotlwiinOTa.160r9 ^
Teuemuemg\ezaaoOMaUbla
Paseas em eaixiuuas
>sfea
anos.
Para bailes ou ca-
samentos.
Vendem-ae^s*li^e^eaaileaaeaio8det*
launa branca berdstfos a matiz,fmeda do uMl
*oeto, ditos de
diseores: na roa
Gama & Silra.
Bom e assim barato
niogeem deixa de comprar urna pasta para pa-
pel por J*O00. Na loja d'aguia branca acha-se
urna porcao de boaa e perMtas paste para pa-
pel com calendarlo perpeloo, e ndice das festas
mudareis, pelo que se toraam de multa utili-
dade, e o pequeo preco de IJOOO cada urna
conrlda a aprcrrltar-se ds occaslie em que se
esto ellas Tendeado por melado do que seim-
pre custuram; asaim dirijam-se a ra do
Queimado, leja d'sguia branca a. 1, que [ser
bem serrido.
Vestidos brancos
bordados.
Ainda restam alguna cortes de restido braooos
bordadoa que contiouam-se a render pelo bara-
tissimo preco de Bf, ca : aa rita do Queimado n. 22, na tieto coqMsir
da loja da boa f*.
Novo armazem
480 ra. a libra, em barril a 440 rs.
maianora do mercado a 900 re., e em lattas da 21ibra por 1&700
a garrafa, em cenadas a 3*500 48000 49500.
O maissuperior a 240 rs; a garrafa.
,., a-afisr*?-- -srizisr
o respeilarel pubrico lado quanto pro.
Jos, de Jess Moreira % C.
Ra estreita do Rosario (quina
da rna da Larangeiras n. 18.)
Oa paoprtatariee aesleeetabeiecimento arisam
aseos numerosos tregete* o bem assim eos ae-
nhorea de engenbo, larradores e oais senhores
deata praca que se acha m com um completo sor-
tmenlo de gneros dos melhores qoe podem ir
este mercado, os qoaes esto resolridos rendar
maubaralo do qoe outro qualquer; oTerecem
esta Tanlageta4>er tir por conta propria : abaixo
descreruMa algupa driles:
Manteiga"J|leza nerfeitamenle flor a 860.
Dita franceza a 640 rs., em barril faa-ae algum
sbatlmento e aflan^am a boa qualidade.
Cha hyesoavta. priroeireaoite, o melhorque ha
n a 1|700, 28080* 2*140 a libre. *
Dito preto a t#600.
Chocolata feancec* 1SJ120.
Dito portoguez a 800.
Presunto portuguoz rindo do Porto o melbor
que pode harer a 500 e 440.
Patos e lingujeas dos maia noros a 600 rea e
libra.
Caixinhas douradas com passaa propriaa aera
mimo a 2J0OO.
Ditas com urna arroba a 7*000 e 400 ra. a libra.
Caizas com mateas finas de todas ae duali-
dades.
Estrelinha, pende e maia maasaspor 7000e 720
a Hbra.
Mermelada imperial dos melhores fabricantes
de Lisboa a W# a libra,
Maisa de tomala o melbor que ha em latas de
1 libra e 1 e meia libra e 90
Vinho Figueira a 00 rs. a garrafa.
Dito Lisboa .a 560, MU) e 400 tdem.
Dito do Porto em pipa a 710 dem.
Dito engarrafado do melhor que ha a 11000 e
garrafa, e em caadas far-se abatimerito.
Caw em carjo do merbor que ha a 240 rs. a
Arroza 100 rs a libra, e em cutas faz-se abali-
mento.
Velas de carnaabaa 440 ra.
Alm destes gneros meocionadea acha-se un
completo aorlimanto tandentea a molhadoa, que
se procura, os quaeg aa menciooarao em oulra
oecaaiao : aflaoca-se a boa qualidade, bom peso
^e boa ameaiea, s no PROGR1SSISTA.
Relogios
Vende-ia emeasa de Johnston Paur & C,
ra do Vigario a. S um baila sortimente de
relogios de ouro, patn te inglez, da um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
ama variedade de bonit iraacelisf para ai
mesaos.
Exposicao de cutileri
oa ra Nova n. 2
eate riqulaatmeestabeiec4eaMta n en
r aempre asi rleatachse sortieeeete de cutileria
em todo oaaetio qoe se cada imaginar, aaaiK-f
como tambem en nqntasiaae sercamanto de me-
taos finissimos conhecidos pedo rerdadeiro plalc
paraaerrico da almoco a jaatar, camas de ferro
para casal aoHeko. Ueaeiea a ieaaeacio de cha-
rio em ternoa e arulaos, flama e ordinarias, toda
a qaalidade de loase de porcelana pata cozinha :
na ra Nora n. 90, Iota do Vianna.
Chapeos para senhora.
Ricos chapees de sede e de velludo para se-
nhora, pelo baratissimo preco de 15 e 16$: na
ra do Queimado s. 21, loja da boa f.
Lindas caixinhas
com necessarios para costura
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca mol
lindas caixiohas macizadas, com espelho, tesonrs,
canirete.agulheta, agulheiro, dedal e ponteire,
ludo pratiado e de apurado goato, emflm urna
caixioha excellenle para um presente, e meamo
para qualquer aenhora a possuir, e rendem-se a
109 e 11 : na lo,a d'aguia branca.ra do Quei-
mado n. 16.
Lenos para rap.
Vendem-se lencos finissimos de lifao proprios
para oa tabaquistas por aereas de cores escurase
fizas, pelo baratissimo proco de S a duzia ; na
ra do Queimado c. 12, aa bem conhecida loja da
boa f.
Lencos de cam-
braia com padroes de se-
da a 2$500 a peca.
Na loja d'aguia branca tambem ae rende mui
bonitos e finos lencos de cambrata imitando seda,
iaso pelo baratissimo preco de 2&500 a peca de
10 lencos. E' essa urna daa pechincbaa que cuata
apparecer, e quaodo asaim approreilar-se da
occasio, porque elles serrem taoto para algibei-
ra como para, meninos, e quem oa rir na loja
d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16, lera,
rontade de comprar mais de ama pega, tel a
bondade delles.
>
Nmulfl
Fazendas nHas.
na da Iaiaeratr 48, jato |
adara fnmun.
Carie de cambraia branca com
), ca^B
l com 8 1(2 rara 31. bOO.tU U
Escom. 5, e 6. ricoaVtai2^perTsa-
nbora f e6|500. siotae ee mata eCsaeaaee
para senhora 2*500. 3, cbapeMna para O-
ws5a5ESra
booitoa gosto 12 eeO aa acal i ri-
eos lencos de labyrtatbe 1> iSSFtkuL
S ll ,01kP*? wnb2" *t^^^!*Z
5, cabo de marlm SfsMO, eertea ata easa-
fj braia brancoe casa Ola e aaata fia rlis
* dofrsneezlOO reta eceeaeta, fSasaiua
sortimentos de baldea de eceae 3
mentoa de molas peca -Tltt smanta
100 e 240 reta a pVr. 4Um d* taeaatacM
de cor<>a a 640 reta, laacea aasasas aj
ras 160 ris chitas iagtaaeo a 180 e Me) ra.
dita francesa a 240 a 880 ra. e crea*
pecas de cambraia ata fon* ceea rara*
a 2 : junto a pedera francesa a. 48.
Caixascom vidros para
vidraga.
^.TZ!Ddem"* ridroa para ridraca
d %&T'Db9t "* >-.
Novas pechinchas
na loja do Pavo
AinfH?6'**Jorrt -i** padrea sasriU aaae-
oiohos proprios para restidee do staissiis saa-
mnas a 400 rs. o corado, tanda 4 palmea ata lar-
gura, senda tambem esta 'aseada \n* rn*rm
para resudes de pasear a testa aa carnee 7
da Imperatriza.60, tajada Gama & Silra.
lhores e maia modernos qne ha no sm
bar^asimo preco de 8 ? na ra. 7??Sj3e
n. 22, oa loja da boa v^
Tachas e moendas\^Sl^SSt^
Braga Fiho & C. tem sempre no sen depo-
sito da rae da Moeda n 3 A, um grande sor-
menio da tachas a mocadas para engenho da
muito acreditado fabricante Edvrin Maw tra-
tar no mesm deposito on na ra do Trapiche
n. 4.
Vendem-se
Rival
semseg
Na rus. do Queimsdo n. 55, loja de miudezaa
de Joede Azevedo Maia e Silra, tem destinado
acabar com eerils
120
40
40
30
20
60
120
19400
29000
160
e determinadas miudezas pelos
preces abano declarados, e renham logo pois
est acabando.
Caixas com agolbaa francezaa a..........
Norellos de Hnba para marcar a 20 rs. e..
Ditos de liona oe eoreae muito grandes a
Carretel de Huta, superior qualidade a..
Liaha branca do gaz a 10 rs. e.-..........
Dita dita,a melbor que ha, norello grande
Parea oemeias de cores para meninos a
Duzia de metas cruaa muio superiores a
Ditadeditaa di.as a......................
Pares de metas de corea para meninos a
Linha em carto Pedro V a..............
Caixas com phosphoros de seguranca a
Caixas defolhaa com phosphoros (so a
caia ral lOCirs.) a....................
Duzia de pfaos|iboros dogas a..........
Prseos d'agua le colonia superior s....
Ditos com cheiros muito linos a.......,
Duzia de meiae muito flaas psra senhora
Caixas de appaielhos para meniooaa 140
ra. o........a>i#
Trancas de lia o delinho sortidas s......
Sabooetes grandes e superiores a........
Groza debo toes pequeos psra calca a..
Grozade botdes de louca a........*.....
Varaa de tramoia superior a 120 e........
Grozade pennas de aeo a................
Carteiraa muito superiores a.....,......
Baralhos portugueses a........... ......
Tesooraa muito 3nas para costura a....
Dlleeparaunbasa240e..................
Fraaooadebenhadeurcoa...........,..,.
Preacoa graadea de larande ambreada, su-
perior qualidale a.......7. .......,;.
Frascos de oleo de babosa a 320 e......
J^aeas dedanha muito fina allOe......
Aejalheiros com agulhas a...:............
Novo sortimento
de eascarrilhas de seda,
franjas i) gal&o com iaoos
as relas,
A loja d'aguia liranca acaba da receber na
noro e bello sortimento de ceacarrtlhae de seda
om duas relas flngiado palo, o melbor que ae
dar am tal g enero a rende a 8f a peca, as-
fraojas.ieaeda de dirersaa eoreaelar-
admiraiolmente baratee, e
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
& C. successores ra da Crux
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
e leres para dau e 4 pessoas e recebem-se en*
commendas psra cujofim alies possaem map-
pas com rarios desenhos, tambem reodem car
rocas para condcelo da aeaocar etc.
Chegou a apreciavel agua bal-
smica para a bocea e
aeates
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no
ra remeasa da mui proreitosa e procurada agua
balsmica para a bocea e dentes. 0 bom resul-
'ado de tal aiua j nao soffre durida como sa-
bido pelas isaraenaae paaaeaaque a compraram,
e que sentiam a falla delta, e as que de noro
pemprarem acharo que o uao delta.tas conaer-
rar os denles saos, Urrjndo-os da carie.Jai.taie-
ceres gengires e tirar o mi hlito da bocea,
dando i mesms agradarel rame, poiendo-se
mesmo usar delta nao s pela manbaa como a
qualquer hora, e com acert depess do famar-pa-
ra tirar o cheiro do fumo, ou quando se tenes de
sahir para ter-se a bocea aromtica : para taso,
porm, bastam algumas gotas delta em agua-pu-
ra. O proreilo d'agua balsmica ainda ahoga a
mais, Ha serr com acert e promptdao para
acabar a dor de denles, eaeopande-ae neiia um
bocado de algodio a deitando-o na buraco do
dente, este adormece e em pouco deaapperece a
dor. Para se obter om frasco de tao proreitosa e
apreciarel agua balsmica, dirigir-se oam 1|
loja d aguia branca, ra do Queimado o. 46, uni-
^ ca parte onde ella se rende. Adrerte-se que i
^|L frascos rao marcados com o rotulo da dita loja.
Q Peitos de esguifto de aigod&o
para camisasava 500 rs.
Na loja d'aguia branca rende-se muito bons
pellos de eaguiao de algodio para camisas a 500
rs. cada um, dinheiro a riata: na loja d'ajuia
100
140
400
500
SgOOO
OO
40
160
120
110
160
na ra de Bertas n. 106 os seguiotes trastes de
amarello: 2 metas commodas, 1 cadeiras de ba-
lance, 1 jogo de consolos, 1 sof, 1 cama france-
za, 1 mesa redonda.
Vende-se um earallo rozilho muito noro,
carregador baixo, com 7 palmos de altura, moi-
lo proprio para carro ou cabriolet; na Iraressa
da Trempe, sitio n. 2.
Madapolao
Vendem-se pecas de madapolao fino enfestado
a 3S, pecas de casia para cortinado com 20 raras
a S|, ditas com 10 raras a 4&5O0, ditaa a 3, ditas
de cambraiaa de caroxinhoa com 17 raraa a 8,
dilae com 8 1|2 raras a 4$, ditaa brancas e d
cores a 3, ditaa de cambraiaa braoeaa a 1600,
ditaa finas a 2500, 3 e 33500, ricoa cinloa e en-
feites para senhora, de dirersaa qualidadea, cor-
tea de cambraia de babados a 3 e 3*500, sata
balio de 20 e 40 ercea a 3* e 38500 : na ra da
Imperatriz, loja de 4 portea e. 56, de Magalhaea
& Hendes.
Barato.
Linha da carretel, 800 jardea a 60 ra.
Clcheles francezes, caixioba a 60 rs.
Agulhaa francezaa. catataba can f pasis le-
is o principiando a ferr.jar) a 180 ra.: mw
Queimado, loja d'aguia branca a. 18.
Na ra do Queimado, taja da tarragas* a.
13, vendem-se queijos aoras rindas dee sarta*
do norte pelo rapor laguarbt.
Gravatinhas de raiz de
eoral,
o melhor que possirel. Vende-se sani bemslas
gravatinhas de raiz de coral cesa deas tasa
rollase lacea naa ponas, sendo ellas beatasis
eiSS,,,d,iwi.f8U 5o $* arattaamsa a
18500 eSfOOO: atsim bom o barate e saleta
d aguia branca, ra do Queimado a. 16.
Escrayos fogidos.
4 loja da bandeira
[Nova loja de funileiro da]
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonsecs participa a
lodos os seus freguezes tanto da praca
como do,mato, e juntamente ao respeila-
rel publico, que tomou a deliberaco da.
baixaro pre^o de todas asauaa obras, por
cujo motivo lem para render om grande
sortimento Sebahs e bacas, tuda ae
diferentes lamanhos e de -dtrarsss eoree^
em pinturas, e juntamente um grande
j sortimento de dirersss obras, contando
i banheiros e gamelas compridss, grandes
s,e pequeas, machinaa para eaf e cane-
cas psra eoaduair eua grandea e peque-
as, latas grandes psra conserrar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandea e pequeos ao uso do Brasil e
camas de rento, latas de arroba a la,
bahs grandes a 4 e peque noa a 600
rs., baciaagrandes a, 5 e pequeas a
800 rs.,cocos de aza a 1 a duzia re-
rrgularea muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todoa estes objec-
tos ha pintados e era branco e ludo mais
se rende pelo manos precopossirel : pa
loja da bandeira daua da Cruz do Rp-
n. 37..
ULTIMA 10DA
4i}-Rua do Oueimado-40
Ricos manguitos de cambraia bordados, a be
caparte onde ella se rende." Adrerte-se que oM*0' mai8 J>Peor qoeTha no mercado,"vindos
IMstata no .04uete frencez de 13 do
00
500
380
80
branca ra do Queimado n. 16.
Cestiuhas de Hamburgo.
Sd na loja Pegata de ouro, ra de Csbug n.
1 B, quem receben um completo sortimento de
liadas ceatinhas de todos "os tamanhos propriaa
para meainasdeescola, assim como mejores COW
tampapreprias para compras, balaios proprios
SABAO.
correte mez, e
tambem ujb grande sortimento de chales de me-
rino de todas ss quididades..
Modas.
idos e cepeUw p
.-isuiaoia mooinbe,,,.
da obyectos de modas para sepbwas; *eademae
na loja demodae de adame fiueasard Millo-
cbau, ra da Imperatriz n. 3.
Mndoj Tenidas e capailas psra casamento,
cbspaoa.para meoieo e mocinhaa, acolbimepto
*- N. 0, Bieber i C, sacaessores, ra da Cruz
o. 4, tem Para ranaer relogios pare algibeira de
ouro a piala.
Loja de marmore.
Na loja ae
quidajao por
re asada se para li-
praepa muito barate, am
quidaca
aaMbfcaatltalBBita de tazandaa
Magalhaes, Mendes
receberam pelo rapor francez dirersss qualida-
des de fazendaa, a ser : risesdo escocez para ves-
tidos a 300 rs. o corado, popelina de cor muito
bonitos gostos a 200 rs. o corado, (uslo para
vestido a 320 o corado, lSazinhas entestadas a
400 rs. o corado, aedlnhas de quadroa a 640 o
560 o corado, chitas de eorea fizas rancezas a
220,240, 260 o 280, chitas ioglezas a 160, 180 e
300 rs. ; na ra da Imperatriz, loja de 4 portas
numero 56.
Na loja de marmore.
8-Vende-sa para liquidagao meias de
cor a 29 a duzia.
No da 17 deata corrate _
genho Arariba da Peora fregaezia da Cebe aas
cabra crioulo de nema Simao iiade 8* 88
pouco maia eu meaos; eseraro Harta
da Conceicao Caralcaate, asea a
tea, alto, seco de eorpo, resto aasesrasaa,'
ca barca, conserrando essss, e ee caballas
cabeca crescidos; foi reatido com camisa a catas
de pasoo azul o chapea 8e palba : aaalaeer pes-
soa que o apprehender, tara-* ao dito esgeahe
cima mencionado, qoe ser bem recompensado.
se-. agi*
n. 16,

Attenco
Bastos^ Reg acabara da reeeber grande
quanlidade de reepaa para crianca easim como
aeja de fustao o la e de seda, pelo diminuto pra-
So de 2J500, 8| e a 48. rostidos de cambrata
ordadoa para baplisado de eriangaa a 168, ca-
sareque o capas de fusto e de briro, para ae-
nhora e menina pelo diminuto prego de 3f e 4|,
capas de fusto muito eompridas pera senhora
a 128000.
22Ra & Nova22
Instrumentos de msica.
Tem chegado pelo ultimo rapor franeea om
sortimento de instrumento de musios de todas
ae qualidadea, binculos muito bona eem duas
vistas urna para rer no saer e outra em tetra,
nirel para nirelar as roas, lanternas mgicas com
suas vistas de caricaturas, flauta harmnica mui-
to besa eom excellenle rosea, tem tambem bena
relogios de cama da mesa com corda para 8diae,
dttoe de algibeira de prata donrada, ouro e
plaqu suissos e patete inglez ba grande sor-
timento de bordas muito boas para contrabaixar
riolo e rabee, agua para pratear lati e sobre
e rauitos antros artigos qne ee Tenderlo muito
em oonta quem duridar rena rer.
Manteiga ingleza
flor a 1,000 a libra,
fraseess a 640 rs., toueinbe a 860 rs. a libra,
arroa a 100 rs., caf s 140 rs., e tambem carne
e liogoka do aertio : na ras dea Cruaea n. 94,
esquine da travesa do Ouridor.
A 16,500 ris, dinheiro
vista.
Palitos de panno fino preto forrados de seas branco,
muito boas; na rea do Queimado n. 47; che-
guem antes que se acabe.
Vidros para vidraca.
Vende-se por preco commodo, aa ofleina de
funileiro da rea tarta do Rosaii
la a a retalbo, por ter recabado grand
ada de todas as mateas.
ILHL^LHbo i
m.
ir
Escravo fgido.
Tendo sido autorisado o Sr. aeras Jas Bedo
e,,Ara,u? D- a,ra "a a Coawiitle. 8a
Villa Bello, para render o aaa eacrava Hanel
crioulo, de 15 annoa de idade, do rosto ceaaprtae'
cabellos carapiohos, olhee peqaeaoa, aariz reato!
bocea pequea, e6r preta e seas barbe, afanis
estes que eonatam do paaeaaorte ceas e aja* e
mesmo eseraro retado Villa Bella,aseceSre que
o diio Sr alferes Bedo trate* a reaaa a* retrtele
eseraro com o Sr. Joaquim Mari a Pereira r iaaaa
que ae achara hospedado em casa de Sr. Jase de
Seqneira Frreo no dia 16 deata mez. elh* es-
tregou, mas dentro de duaa aoras o Sr. Vi,
procurou o Sr. alferes Bedo s ectaroa-lbe
o eseraro tinba fgido, pelo que nao as lt_
passado a escriptora e nem falta e paga de praca
flcou de nenhum effeilo o contrato da Tenis e
enlio substabeleceodo o Sr. altaros Badb a Bra-
curagio no Sr. alferea Manoel Joaquim ata Oiivri-
ra Coxalrus, por ter aqoelle de retirar se ataata
praca, o noro procurador tratos com e abaizo-
assignado a renda do dito eseraro fagida. e tal
renda foi definitivamente realtasda ; pal m
abaixo-asaigasdo prarine e autoridades sclictaes
e ai quaesquer pessoas que por vaatara seaberem
onde existe tai eseraro, es o encentrares*, para
que o prendem e faeam recolber prtaa*, a* fftr
lato fra deata cidade, asad a tarea eses ata
aua residencia na roa do Imperador a. 78, casta
deque recompensardaridaaaante. Otro
proteata o abaixo-aasigssao centra enees
que por restara o toaba oeontads, paca
proceder* civil e crimlualmeate.
Adverte mais o abaixo-aseigaado eme,
lhe asaerera o referido Sr. Viasna, teas
ro urnas sarnas nss peroas, a taroa Toatlda
misa de algodio braneo acalca ds aria
do, toado sabido sem chapea:
SilrinoGaflaarma 4a Barras.
Dessppareceu no dia 18 do corrate, da si-
tio da S. Jaado Menguian, o eserara eriaale.
meior de 50 annoa, de asma Joaemim, n
signaes seguintcsi cabellos branees, alta,
do corpo, o aaa arfargataa; asta aerar* foi;
pnedade do Sr. Maneel Jos Pereira Pacaec*. da
Aracaty, d'oaota sato para aemi fofia* : racs-sa
a todaa aa autoridades potietaes s s aaaa aaer
que o encontr, de o capturar a entrega-ta c*
lio acimacitado, os aa ro do Trapiche a. 1S.
a Jos Teixeira Baato.
Escravos fgidos.
Fugiram juntos, no dia 16 da araste, m
ros Pedro sJosnna, tanda a eserara ea ai_
segnintes : crioula, de idede da 80 sones, pasca
sais oa menos, car preta, catatara alta, carpa
secco. roato comprido, daalea limadas, tasa ata-
do mnimo da uan aaa mase aaaaiade de am ta-
ino que lerou sobre o maesas dedo : tara* asas
treuxa da roupa, costeado asa abasa lasaiaada
de frsojaa e bordadoa brame*, um lsaca brease,
am cobertor aera, dous resOaae chita '
usados, e umoere car 6a reas, siguanas ca
da algadasstoao a madapolao, anda sedeabas
esere coas quem fasta, ee aasno Pedr*.
manes, eetata
a bracea seceos, cabeca
cabeiloe carriaes, i
saar


Beci
i
Ca nesaYMIe
Pomo.
Jffkttiro 'd* Balalha.
He am-pita na extrema do Occidente,
Que j tere no mar sceptro luzente,
Em nages ;
Ma se queris aaeiftorr-lhe tt tradicgoes,
Prccural-lhe aj^^^Bna. mocidade
rereis, que pelo Dragos de seus Cilio*.
A eslranha regie levando os brilhos,
Osea nome gravou oa eteroirj
Qual oulra R .pides e Maos,
Com a espada traeon csmiohos varios
Por awygpar tenso.
Be em toda a paile oom fulgor immenso,
Oval phan ttsroa gigante dessas eras.
Foi-lhe a gloria no reilo ardente chamma,
Deparou-Iho a mo de Dos Vasco da Gama,
Que mais glorias tragara as espberas 1
Como a aguia qoe reina em co deserto,
Tinha entao a seas ps o mar aberto
Para erguer sua gloria,
Remontada as asas da victoria
Em mil Dos, galleo** e cara relias,
O sea nome levara alm das raas
Em que o Eterno Hiera extensas priias
E os seos feilos contara por estrellas 1
Os triumphos a mil que a (ama corda,
Um sec'lo a entro sec'lo os aprega
No curso pressuroso ;
Por toda a parle um disco luminoso
Desses Albos d'ento cingiaas frontes',
Qu'imperios apellando nos seus bracos,
Novos mundos tiraram dorespacos
Que s leem por limite os horisonlesl
Do fabuloso Egypto, alea dos mares
Da Persia aluda alm, Indios palmares
L tem por monumento 1
Que foi saogue o'herea o seu cimento.
Di-lo a biatoria da patria em alto brado,
Quando oulr'ora anfreou com roao valente
Os povos conglobados do Oriente,
Onde o nome da cruz fez respeitado 1
Sempre crescenle em gloria e podero,
Ninguem Iba contestara eolio o brio
- a> Que o ten nome exaltava ;
Se da paz no remanso descansara,
D'Abyaain'ia e Syo, d'Hoor os reis,
L rinha.ni de mil joias carregados
Os tributos pagar dos seas estados,
Htl thesooros juntar sos teus laureis 1
Ao lampejar das langas as balalhas
Poupando semprsaot seos negras mortalbas
Vencer era o destino ;
Das trombata o echo era o seu hymao
" alada entao ao carro da victoria,
Foi sempre obrazao seu a heroicidade
Que nunca vira oulr'ora a antiguidade
Subir lio alto nos annaes da historia I
Embora o sea encanto fosee a guerra.
Nunca da mente a gloria lbe desterra
Do mundo o imperio ;
Se tev Koma oulr'ora o seu Tiberio,
Dos Phelipea tiremoso dominio.
Quando o cinzas d'heroes j congeladas
Os sepulchroj irrompem abrazadas
Para patria poopar d'um exterminio I
Assim foi, qul voleen em chamma accezo
Esmagando o'as lavas, tanto peso
^^Kno despotismo I
Mas coBaneMom nm manto d'beroismo,
Ferreos bracos crusando sobre o peito
Um sorriso sollou ; mas indignada
Vendo a corda a um lado reclinada
Se deilou descuidos sobre o lelto 1....
Nao pode a mi do tempo assoladra,
Destruir-lhe os brazes que sao d'oulr'ora
Sublimes tradicgoes ;
Se Ihe negam fastigios dez nagoes,
Mil povos teero nella o peosamento,
ao tmulo do Pombal, famosa beranca,
Venba a altira Albion, a propria Franca
De joelbos prestar sea juramento I
Inda a nao julgou Deus, deitsda apenas,
Gomo a patria d'Augusto e de Mecenas
O tempo em rao profliga ;
Tambem cedendo ao peso da fadiga
Marcou-lhe Deas por leilo o Aventioo ;
Mas se o sol que brilhou era romano
O nosso sol aDda o lusitano
Que riraol sao na gloria e no destino I
Assim ao recordar-se do passado,
Um solho me parece qu'iospirado
O volve da repente,
E ao revlver-je ainda lio valente.
Que transmudando os sonhos em verdades,
A seus filhos bi pouco em agona
Sobre as rochas do Porto tyraonia
D'entre ferros f uoJiu a liberdade 1
A o memorar ainda am tal suceesso,
De tanta 'glora o vivido reflexo,
Sua fama propaga,
E, como o som deixdo pela vaga
Pelo campo infinito dos espieos,
As naces vai dizer do mundo inteiro
Que se dorma o vulto do guerreiro
Em seus filhos disperto liaba oa tragos I....
Qn'importa que o teu nome repetido
Nao esteja em vivas lettras insculpido
No Phorphyro oa granito Y
Se de leus filhos est oa mente eseripto
Qu'erguer-te un monamente era oltrejar-te;
Pois que o nome famoso e sublimado
S no peito vivar pode acordado
Sob as quinas heroicas do estandir-te l
FOLHETM1
w
A DAM4 DAS PER0L4S
roa
A. DMAS FILHO.

louros, .
patria mil thesouros,
Para os recente viddOnros,
Noro.'i Ilustres brasoes I
Em c
L"
A folia da nossa espada,
Que lantaa gloriaa conten),
Seapt* na lula invtjada
Nunca a manchara oiagaem;
Pelos mouros do cresceate,
Palla Ameleck o potaste.
Por limarlo o rei valente,
FaHe Ourlque e Santarem I
Falle todo esse passado.
Qoe I satas glorias deixoa ;
Fallo Ceiimbra e Sallado
Qoe ti notto nome lllustrou ;
Fallma d'Africa os fronteiros,
D'Arjilla a forte os gaerreiros,
Ldrl, Bj, Atoldros,
Em q ae o nomo eleroisou I
Inda mais um novo feito
Me vom a menta acordar;
Quando a Uespanba seca direito,
Qiz nosso sceptro calcar;
Mas essa coroa lutida,
Em Aljubarila vendida, '
Se viu de todo perdida
E o nosso sceptro brilher 1
Por esse pelago undozo
Giganle armada a fulgir,
Novo caminbo ditoso.
Para as glorias vae abrir;
A vista da nossa armada.
Treme Ceuta d'assorobrada.
Que ao valor da nossa espada,
Nio lbe vale o resistir 1
E denois abrindo os braco*.
Na inmensidade do mar,
Sentfu faltarem-lhe espacos.
Para altiva dominar,
Que por mar'* assaz vedados,
Nunca d'antti navegados,
Foram seus filhos ousados,
A lux divina espalhar I
E n'imsa empresa orgulboza,
Que o osando inteiro pasmou.
Vede-a como magestoza.
As procedas encerou ? ..
A Abyssinia snjeitaudo,
Noaaa crenga propagando,
Foi nossss quinas algando.
T onde o mar Ihe filloa I
Qa'importa agora esquecido
Esteja quasi esse paiz,
Se ao pendi qu'onda erguido
Neohuma mancha condiz?
Se desde Affonsoo guerreiro
Foi nosso nome altaneiro
At Dora Joaoprimeiro
Dom Manoelo feliz? *
Mas para dourar as glorias,
Que mal pode enumerar,
Fallem por mim as hislorias
Dos capitaes d'Alem-mar;
Que deixando os patrios lares,
Sorrindo a furia dos mares,
Entre os ndicos palmares
Vio uossos lizes plantar I
Fallem as trras do Ganges,
Onde o Gama ergueu a cruz,
DIgam imig-as phalaoges
Quem Ibes foi levar a luz ?
Falle de novo essa praia.
Falle o Clico Hymalaia,
Calecut, Diu e Cambaia,
Ga, Damo e Ormuz !...
A'quelle feito gigante
Outro o seguiu immortal,
Um novo mundo brilhante
Descobriu Pedro Cabial,
Que pela ver derradeira,
Cravra a nossa bandeira
Sobre esta trra estraegeira
De mea Deus e Portugal 1
Senhores por longos annos
Dos sceptros de cem nagoes,
Dominamos Musiulmanos,
Tivemos mil possesses;
Foi nosso brago potente.
Corda tivemos lsente,
Gsnhada li no Crescente
A' sombra de mil penddes I
Erara eolio nossos paitos .
Como os d'agora oio sao,
Todos rendiam seas preitos
Para o brilho da naci ;
All Malaca vencendo,
Mombaga Cochim baleado, *
Nosso pavilbo ergnendo
Desde o Zaire at Ceilio I
Foi bello lempo o passado
D'esperaoca e gloria a sorrir,
Modou nos porm o fado,
Luetos do AlcacerKibir,
Que o mogo re temerario,
L s'envolven n'um sudario
Que nos trouxe por fadario
Higoas de muito sentir...
Quiz entao vaidozo hispano
Nosso solo dominar,
Mas o povo lusitano
Pode do aomno acordar,
Quando em Moetijo valente,
Foi provar qu'eternamente
Lhe ficou braco potente,
Para a patria libertar 1
ir ora toe
nao
Nio
LUtez,
Cotiservs a historia brilhanles,
Man traduri-los nio s
Cada beroe er* um soldado,
Cada pendi desbaldado,
Novo fado registrado
Nos aonaes do poro rei I
Nem s das guerras no lutar constante
A fronte sua de laureia cfoglu;
A par das lula camiuhando avante.
Periodos novos minha patria viu I
Assim as glorias de verdes famosos,
Que Roma encuerara de nitente laz;
Tambem laurgem mil rirae* ditoso,
Qoe a patria minha com louvoi predaz.
Se almPericle*oos aonaes d'Athenae,
Das brilhante* ao porvir eeixou ;
Foi nossa dita o imita-la apenas,
Ea tantos genios que s Deus fadou I
A' voz sublime d'um monarcha allivo,
L viuCoimbrar-um monumento erguer 1
Bica de feiloa um braaio man Tiro,
Quiz minha patria p'ra ciencia ter I
Pompeaque tora ? SripioFabricio ?
Sem essa chamma que os cingiu de laz ? *
Qaem d'essas guerrea o atroz auppcio
Por entre gloriaa ao porvir conduz?
Assim das lettras-no famoso templa, *
L surgeBarreed'or'giort pureza;
DeTito Lirioao mageatoso exemplo
Famoaa estatua lh'erigiu Veneza 1 *
Sobra os escolhos d'esse mar sentada.
Contando ao mundo suas mil acgas ;
Ao som das vagas ao teir da espada.
Coro* mais nobre lha leceuCames I
Entao mil harpas desprendendo os bymnos,
A patria douram de vivaz fulgor,
Que o lume acceso nea umbraea divinos,
Nio morre exausto com orei cantor 1
Alm, no trllho que conduz fama,
Plaulose abraga com oGil Vicente ;
De Deus o spro que o saber derrama, -
Vivida gloria Ih'inspiron na mente I
Ao som dos cantos, que aoltoaVirgilio,
DirisBernardososea canto oamjp,
Do Ltma beira dogorozo exilicrpa**
Longa saudade de prazer'senlindo.
NovoSophoclestraduzindo d'alma
O fogo rdante qua do genio vom,
Ferreiraalliro da Tragedia a palma,
Na Ignez de Castro coaqaistoa tambem 1
Plataoresurge eArislarchoainda,
Nos grandes genios d'immortaes hroes.
Cora-oa a fama de victoria inflada
S de MirandaDamiio de Gesl
Apoz um seculo, qual feliz presagio
Ainda mais genios Portugal mostrou ;
Salvo das girraa de fatal naufragio.
poca nova para nos brilhou I
DeCiceroo genio, esse dom celeste.
Que a phrase adorna de belleza e laz;
Surge emVieiraque* a sxpressio revale
Com o vivo lume que s Deus produz I
Tambemd'Horadoa explendente estrella
Surge mais tarde com vivaz clario,
E a ode, a epiatola magestosa e bella,
Das labios surge do infelizGargo I
Dioiz lyra desprendendo o canto
Pindarooujado eom fervor imita ;
E alm na gloria de celeste encanto.
Na mesma eaphera do cantor habita 1
MU outros genios de fulgor ciogidos,
Podera ainda no meu canto algar;
Mas de que valem estes sons perdidos
Perante a biatoria mageatoso altar 1 .
To grandes proezas, prodigios immensos, /
Tornaram do* luana o nome immortal; -
A corda cerctvam dominio* extenso*,
To grande* fastigio* s vin Portugal I
Nio tinham as gloras comnosco dispata,
Foi aempre destino da patria, vanear,
Cidadea a reinos na paz oa na lula,
Foi tempo que oulr'ora fizemos tremer I
Entao nossa eatrelaf-qual laz de ventara,
No espsgo brilbava com vivo fulgor;
Mas hoje, qual sonho de grata docara,
Daa latas paasadas records o valor.
Qoe aa trompas guarnirs qu'alm echoaram,
Victorias da patria na trra e no mar;
Calladas e modas de todo ficaram
Nio tem alia filhos que as saibam tocar I
Oa lempos ditosos daa velhaa edades,
Mudaram-ae em diaa de negro supplicio;
J ouro riqueza com elle aa vaidade*.
Campeara na cpula do velbo edificio I
De filhos bastardos tremenda cubica.
Os brilhos ganhadoa fazendd esquecer;
Balados de inveis por odios ns liga,
L vio nossos foros de todo abater I
Os nobres d'oulr'ora sdenlos de glora*
S queriam junta-las patria e aos reis.
Os d'hoje coitados mendfgim historias.
Lagares mesquinhos, fataes ouropeii I
Nio sabem altivos qu'em sanhas accezo
Bem pode esse povo calcar-lhe o valor ?
Esquecem acaso que oa pistos de Creso,
Cahiram deafeitos voz doSenhor I
Um scalo famoso chamoslo ao presente
L vio aa memorias do povo a finar;
O sangue tio nobre do luto valente,
Sem fe exaurWo nio tem um altar I
Bem pJem mil feito de novo Qorir,
Herea como aquellas que aponte biatoria,
N o campu da guerra bem pdem surgir 1
Se oulr'ora posssote no mar ou na trra,
Ninguem o sen throoo podra abalar,
A' voz liberdade verao nova guerra,
Grilbocs que nos prendem de novo quebrar)
Se antigs eras da brilhos,
Sobreveio am lampo atroz ;
Tens, Patria mallos fllho*.
Qoe nio deameotem avs l
Veihos soldado* da Beira,
Da Bolica e d'Albofeira,
Sio de ferro urna triocheira.
Come o foram em Badajoz I
Se porra dormes cansada,
A sombra d'allos laureia.
Na metma ccra gravada,
Tens a historia dos leus reis;
O tea fulgor nio se apaga,
Ninguem a corda t'esmsga,
Que leas eiati urna adaga,
Tens para o peito broquela 1
Embora a Hespanha orgulhosa
Qaeira teas brios provar,
_ Talvez que veja vaidosa,
Sua estrelle eclipsar I
Qu'esse poneos do atindello,
D'Aulneera e do Covello,
Da liberdade modello,
Muito maia pdem mostrar 1
Entra os tumos da balalha
Affeitoa a combater,
Nio os aasuata a melralha,
Nem os fsamslremecer;
A o desdo^Pr o estandarte,
Cada here am baluarte,
Redutoa par toda a parte
De nevo farao erguer I
Porm, nio; que nova aurora
No co da Patria a luer,
Com a liberdade agora
Novas glorias vem abrir;
Outro pharol maia brilhante,
Ao nosso nome gigante.
De mil prodigios ovante
Vem nova luz repartir I
Se nos combates a fronte
Ciagiste d'ouro a de luz,
Por eaae immenso horisoote,
J nova estrella reuz I
D'alli por todas ss parte,
S'expande o fogo daa arles,
Sargem novos estandartes,
* Em prol da scieocia e da Cruz I
,d'esse magoreflexo.
Que aquella estrella derrama.
Surge vivido o progresso,
Qua tantas gloria* aclama ;
Pois tambem pode ascienda,
Fadar-te nava existencia,
Dar-te de novo a opalencia,
Qua 9 velha historia proclama I
Inda mais largos caminhos,
Quer na trra qaer no mar,
Livres d'agrosoa espinhos
Pode a mi da Dos tragar 1
Ante as quinas portuguezas,
Cheias de tantas grandezas,
Inds pdem mil proezas,
O globo inteiro assombrnr l
Se oatr'ora tiveste a palma
as lula sempre a vencer,
A borbulhar dentro d'alma,
Novos genios vs nsseer;
Que a meo robusta a ousada
Qan no campo erguera a espada
Inda pode sublimada
Novaa victorias suster I
. Sim, que n brago gigante
Que o Adamaitor tes curvar,
Co'a liberdade po*s*nte
Novo podri vai alear;
Ji da scieocia os thesouros,
Te prometiera os viodouroa.
Conquistando bellos louros,
Erguer patria usjUtar I
Sim,. o braco qoe no mando,
Novos mandas foi abrir,
Pode as lettras fecundo,
Padrao mais alto erigir I
E de seos genios a gloria, ^
Invocados pela hialoria,
Pode o templo da memoria,
Com assombro repetir 1
E, d'essa estrella explendente -
Que tantos loUros prodoz;
Sinto po"nsar-me na mente,
Um raio da mesms laz;
Qu'eu tenho t oos destines
D'esses teus genios divinos.
Caja vida sio mil bymnos
Para a patria e para a Cruzl
Basta, pois, minha lyra,
Suapande aqu tea cantar;
Nossa patria nio expira ,
Ei-la denoto alminar!
_ Ha-de o sceptro em Fez calcado,
Surgir da novo a tan brado,
E o mundo ioteiro pasmado
Os olhoa m ti era va r 1..
Recite, 15 de agosto de 1861.
Franciieo Ignacio Ferreira.
. VII
(Cont nanean.)
Commaoiquei i Annette o pssso qae dera. Ac-
cusou-me da ter spailado Vladimir. Tem para
com alfas urna iadolgencia ioexgoiavei, ama con-
fianga sem limites. Era occasiao da perguntar-
lhe d'oad^bjMMea iniimidade, que circums-
uncias ab*i*aD Ulkt anacer, e qual fra eaae ser-
vigo vero oade se gabsva de lhe ha-
ver.eilo. p
Fez-me um grande servigo. contenl*u-se ella
com rasponder-me, em am tempo que queco es-
quecer e de que i ioutil fallarmos. Nao acredi-
tarei que elle me trahe, senao quando tiver na*
miuha mi as proras da traicio, a eontinuarai
a servil ira tenbo feito, tedas aa
ve'ze f oecasiia. Se ni* fra elle,
bojs! a esquegsmos nun-
ca, f BaaaBaal na* canbacermns.
I de que natureza era
^If^HMimir, sai
If^lf^HP redama
inde'deixou os
__________________-____saBBB* precia* mni-
| toda
B-
odlo ? Resalta dos acontecimentos i que dea ori-
gen s nossa iotimidade.
Como amo a duqueza e a tomo ao serio, como
elle a v menos ve-.-.ea que anligamente, elle nio
pode duvidar que o mee amor a tenba esclareci-
do acerca d sos a raizado, e que nio Ihe tenba
feito coohecer a tpioin que tem della a de
todas as milheres do mando. S conhece as de
seu paiz, e quem o ouvisae, julgaria que estio
lio adianladaa em corrupgo comeoeatavam en-
tre nos ss mulheres do seculo de Luiz XV e da
regencia.. Elle generalia e procade por excep-
gio para chrgar regra. Nio conheco.a* fidal-
gas rustas ; mas conheco mullo bem Vladimir
Eara formar com a oplnidodelle urna opiniio so-
re dlss; tenbo sobre as mulheres do mundo de
todos os paizes, urna theoria iorariavel, infiexi-
vd e a seguate : |
Ha tresespecies de fidllgsa. Ha as que na-
cem nobre*, orgulhosas, altivas, que poe o res-
pe! to do san nome aotea de ludo, qae caminham
direito na sua vida, essas mesma que vemos e
admiremos de longe. psstam cima das coodigdes
vulgares da humanidade, e nio tocam na ierra
senao pelo exemplo que Ibes dio. Severas para
comaigo mesmaa, indulgentes para comaaoutras,
caminham, eom es olhos filos no sea bresSo. eom
urna armadura no coragio. Estes sio os caval-
leiroa de aua raga. Se sotfrero, ninguem o sabe.
Spardataa chriata, immulam todo i sua honrs.
O hornera, que oio fosse marido, e que amasie
urna deasss mulheres devia resignar-ae a morrer
do seu amor. A* essas, repetimos, curvemo-nos
ao te ella ; sio ssDtas I
Ao lado dessas creoturas privilegiadas, outraa
bB
kv
rendes damas, dejaflam a opiniio, admiram-se
e seos escndalos, e ornam-se com as seas fal-
tas como se orrftm com flores, que vivara palo
amor, e cojo amor risonho a frgil mata aquellos
que a amam sinceramente. A essas, tomeaao-
las, deixamo-las, desprezemo-las, sio mulheres
de ma proceder. Ma* nio deshonrara a desee
& qae perteneem, assim como tresou quatro me-
droso fujoas nio deshonraos o exercilo quando
o abandonam.
Eolretaoto nesla ultima calhegoria que Vla-
dimir colloca todas as mulheres do mando; In-
felizmente tem muito* imitadores, oio s oss
clasffs ioferiores, onde muito natural qae pro-
curen enlamear aa classes elevadas, mas inda
entre os homens do mundo, que nio pereebem
que sua regra geral insulta auaa mies, aaaa mu-
lheres, auaa irmia, suss filba* e por conseguate
elles meamos. Ora, o verdadeiro projecto de
Vladimir, spreaentaadom* i duques*, deaejae-
do que eu me tornaase amante ddl, er* Usar
am jogo comigo, eom di* ama amanta que to-
mn em um thealro do boulevard, que o di-
nheiro qae tomara emprestado i Annette aiuda-
vam a auatentar. Achata a idea exquisita esta-
pies so meamo tempo...
Ergue os hombros, nio me acreditas? Nao ha
nada maia verdadeiro, adquir a certeza dista.
Sio necessanoa, segundo pareos, eeeee estimu-
lantes i sensibiiidide aurificada de carlea ho-
mens chamado* da moda ; e se eu tiveasa tam-
conUr-te-hia o que tenho sorprendido neeae
Variedades.
noite.
alur.
'lava
O Bloute-hrsiiieo.
( Contnuagio. )
Entretanto grande melhori se produzlo da-
ir.
LaaBBBBBBBr>,t < Harnale nc
b *
g"?"!?? ( mem mH
arena ; dl p
io M. Bissoa. che
lio p^^^^^^^^^r
% miar da rrnal Bali
rova. E'enli
Issnio, pon ^L __________
ha de se retirar sem tres matrizes : elle chega a
oble las.
Meu velho amigo trema de emocio venia sata
pasiagem.
Dir-ae-hia qae o senhor l eslava, -fin
lhe eu.
Acebo de ver lodaa as dMBcaldades da aa-
cengio, todos os parigoe da
paraca-ma
. acim de d,
immoreis seeslend > de n al a ex?
iremiaades do horiaonie, e apresenlavaru i
nossas vistas arrebatadas as cores variadas das
ouveos qu se rettectem n'agua ; os cimoi da
mootaohas que ao elevars cima desloa raassas
pareciam filia de rochedoi em om vasto
msr. Foi preciso rollar as costas i esta scena
rfiagoiflca, e continuar nessa penlvel marcha por
entre a nev e os glos. A nev nio eslava tio
molle como oossos geiss o tinhsm receado, e
Sodiamos adlantarmot-nol anda mal facilmen-
l. Em tres horas chegamos dos Grands-Mulets
so Grand-Piateau, s*m termos corrido muitos
periges ; ouviamos so longe o ruido da avalan-
ches, eujss braocaa extremidadea por vezas dis-
tinguamos. A' partir dest* lagar, a asceosio
lorna-se mais rpida a rerdadoiramente peri-
goss. O Grand-Plateaa de todos os lsdos cer-
cado de precipicio, excepto o lado parque subi-
mos. Achamos-Dos dtfronle de urna collina de
glo Um, de cerca de cem ps de altara, qaasi
pique, e que neohuma tanda nos apreseotava ;
nenhuma aaperidid que podsso ojalarnos
trepsr. Nossos guias servirsm.se eolio de seos
machados e (ragaram-ooa um caminho em
ziog-ziog no glo ; teria sido imposiirel tentar
urna aacensio em lioha recta. Subimos s la-
deira com as maiorea precauges ; a difficuldade
foi vendda, mas encontramos oulra da mesma
natureza na extremidade de oulra plaaura.
c Esta marcha durou muitas horas. Sempre
as mesmaa difflculdades tornsvam appsrecer :
era para deaesperarde chegarao fim. Na altura
em que tinhamos chegado, o ar eraextraordina-
riamente trio a poueo denso : meas dous com-I Muleta o r.nn'd.Pi.io.n n >MhU
psnbdro. Mffrt.ni horrivelmepte. mas eootinua- eTo?o lito^1,?. c"d^o?ti
ram corajosamenla seu caminho. Emflm, com guu om .uia ae tmM -- w,
graode..ti.t.gaonoM.,depoisdeumaaacengio D0i.Oo. tio .lllvo" elfz coVaaTTa i
de olio horas, nosso guias nos tndicaram am "
enorme cabego de gelo que ae elevara diante de
nos e noa aonunciaram que era o cimo do Mon-
te B raneo.
< Esta noticia rearivou todo nosso ardor ; em
brere Acamo em p aobre o pico maia elerado
da Rainha dat Monlanhat. Fomoa bem pagos
de noMSS fadigas pela vista do mds msgico pa-
norama que espero jimais ver. Em torno de nos
em todaa as direeges, montanhas caberlas de
neves, gigantes que todava nio eram maia do
que anios junto do gigante sobre o qusl estara-
mos. Eram fileiraa de montanhas que ficavam'
amas airas de oulra, e que formaram am mag-
nifico ampbithealro, com seus cimos de gelo que
se arremecavam aoaaul do co. Renuncio dea-
crever a maravllhosa impressio de silencio, soli-
dan e mageatade qae eele espectculo faz expe-
rimentar. Nem um dgnal de vida em parte al-
guna, a excepgio da estreits planura em que es-
taramos reunidos ; neohum ruido, nio ser o .
das. avalancbes que rolavam abaixo de nos. Acha- j om mu grande numero de vidas
vsmos-no como collocados em um templo im- muitas das quaes sio devidas, j alca aso*, ae"
S^Lml!..n,aM q"eHbem p0UCu8 olhM mor_ ,ad0 Pnotographo da quem acba-M de faltar.
taea teem ri.to de modo que neohuma imagina- tos tazem tocar quasi com mi o MoaU-Braaj-
5>o morid pode idear. co. o valle de C.moudf, oe lln^ dT&c2-
f.=."?.. fe?*M ""? "Pamente do que a (vaaio, Luceroe, Berne, Zorich, etc. Daa* harn
i pasuda* com M. Savioz iastraeaa quasi taato sa>-
seguir paaso paseo e photograpo ;
qae eslou com elle no Menu-Braoco.'
Est oo boulevard doeCepanhtahe*
Quer, relorqulu-me bruacamenle, qaar ver
o Monte-Brancof
Nao estoo preparado 'para ama igaal ria-
gem.
S lhe pego duas hoia.
Ainda enigmas ?
Por oenhnoftfjMdo quer ?
Se s praanl duas horas, aceita.
E ei meu velbo e digno amiga) qae teme >
o brago, e dirigimo-oos i roa da Paz. Ha eeejni-
os desls rus e do boulevard, fas-ana entrar em
ama casa que em nada me parece eom as en Ck-
mounlx. Ea comecava i eomnreheadat ; as aa-
lsvraa de panorama, diaraaaa, aatereeacasa aa-
davam-me em tropel na esoeca; mas ea aia es-
perara o que vi entrando em ama moaaata sala,
isto o plano em relevo don Alpe* em aroanr-
ges desusadas, vistas dlorsaaaticas e i
Fless qae me permilliram percorrer em
Datantes os Alpes, a Sbete, a Sois**, i
o mar de Gelo. subir eom os olhee ea i
francez, M. Savioz, que recommeado i ai
de todos es Parisienses qae desejam viajar"a*
longe, em perder de vista a ssphalto dea beela-
rards.
Agradec meu amigo peta deacoharU qae ma
obligara i fazer, e prometti-lbe divulga-la ao
primeiro da. #
Sim, o* Pariaieosa* teem oeste m o meato i
mi toda a Saboia e toda a Saissa. Ba prii
lugar o plano em relevo do* Alpe*, o M
Braoco e o Monte-Rosa. Este pleno,
em ums vssta escala, faz perfeitamente p
lodo o relevo dests.grande cordilheira qae
ser em parte francesa.
Urna vez queso o tenba esladado cao
gao, quioze vistas dloramatic** de* Alpe*
urna idea justa das principa** particularidades
das moolanba* e valle* ; v-** asar de Boa*.
como se se eetireese doa* paseos ddle ; aaaae-
le-se i ama escancio do Moale-Braoee cama ae
se livesse j chegado aos Granes-Male!*.
1
es
i.
ascengio, mas nio sem nsenor labor,
desfallecidos quando voltamos Chamounix, s
onte horas da tarde, ao estrondo do canhio, da
msica e daa felie-'lages dos habitantes Tioha-
nos sido preciso desesei horaa para subir e no-
ve para deaeer. a
bre estes lugares como tongas e" posdaten via-
gens. Para os que nio viram, nm astada catas*
de nteresse; psrs os qae vina, sio ree*rd*eiee
que amam toda* a* emoedee.
Mas, digo eu so amigo que me iotrodazira,
m~ 1-'P recno meno do qae uto. disse- senhor moitrou-me musgo apaehado.enaio pre-
me meu velho amigo, e nio experimenta ne- tende, as bordas do mado Oelo ?
Ti?i!!a k. ^ A Z nni.? 7^nH 0'1 e!* "H*81*0 ? apreaenundo um bonito quadrozinho qae coelan
Espere, respondeu-me elle. Mas porven- sgaos bocadiahoa deste musgo grado*to
lur* admira o senhor estes inglezes que arris-
cam-se quebrar o pescogo e fazer perder a vi-
da i outros horneo, para ter o prazer de subir
ao ponto mais elevado da Europa P
Ha nislo urna prova de coragem, repliquei
eu. Talvez podesse-se dar qae fosse mais til;
mas o exemplo sempre bom.
a ~Z Er fnM*' C001 tudo P""ro sscengio w
de M. Campbell Clay do photographo Biuoo. gozs desle pooto o mais elevado da Euro**
nesu oulra aacengao, ha oulra coaaa do quaa asceosio ha de poder ser compleUda. At aa
procura de urna sattifagio egoiatica ; ba o amor ra. em casa de M. Savioz. a se pode ver IIm-
da arte, o desejo de fazer os outros bomens go- te-Branca i dislasaatT: bnveaaMte asassaa ala
sarem das admirareis rutas que tio poocas|pes- Moote-Branco qae ha de avadar tadnaawat*
toaa podem contemplar no proprios sitio ; ha viu M. Glay, tudo qusoto pode ah ver noaaa in-
emflm nobre p*izio da sdeneia. telligente e dedicado photographo.
B mea velho amigo me exaltou, oos termos J. Ch*htwtx.
arranjados. Poseo eertificar-lh* qae dahi vei
eu meimo apanhei-o.
Eu nio tinha maia objeegoaa qae fazer,
os mysterios esUvam explicado*.
Assim se operoa minha primrira sscoasia a*
Moote-Branco.
Agora que M. BUson tras am aaaa
o sobarbo gigante com o pionata I
(Le JTond*.H. Ciaaes.J
mais calorosos, a expedigio empreheodida em
32 de julho ultimo por M. Bissoo, parlindo com
guias e homens carregados com todos seos Ins-
trumentos de photographo. aOm de lomar o Mon- N Ai. H? IroTi. ^8-
le-Branco e aa outraa vista, que p^eaae-me .i? dia 13 de*e"#?> '*bf*f*e ***** *-
fornecersu. penirel ascengio.q ImVgln?, 2e a. Shmma? SoX df SSfi^*?!E'
disse elle, que senssees honre de experimentsr d,,", *i metro. mmM i^ltaS tm'
diante de d.e que We^affiilrS -"- "^-^oso enpncucalo.
suas
chapaa este espectculo "de"qe* a"t"a ms,P centena. Se homens .pona. teT T- feilf*?nd. pnnmor Pa,B,ri ""*
apenaa tem goaa
do. Mas quantas difflculdades I Fazer photo
graphia 4810 metros acama do nivel do mar
nio coasa. fcil M. Bissoo eslava bem lon-
ge eolio de suas officinss de Pars, que des-'
cortina a maesa magestosa da igreja di Santo Sul-
plcio. Por dez vezes li esta manhia, e estreme-
ceodo de cuidado, esta paaaagem do Moniteur (e
mea digno amigo tirou da algibeira o Aioniuur).
E' preciso pnmeiramente armar a tenda aob a
c qual deveri, abrigado da las, deilar na chapa o
e collodion aem tremer de fri e de emogao, e
-c aenaibilisa-lo noa banhos de prata. Ora, o
aomno, um omno invencivel, *poder*-*e de
a todo* o* horneo*; oeuhnm della guer nem
< pode mais mover-se. Mss nomo B almal (31, M.
Bisson, petar de aua naturezaaBelicada, resls-
* L'' ? ei"'0> mD9, sos, desemmalaodo os em-
brulhos, preparando oa apparelhos. A tenda,
a cmara escura sio promptifleadaa, o eepelho
< j psssou pelo collodion, o objeclivo collocado
c no ponto, rlala tomada. Que panorama I
E agora necessario fazer apparecer a imagem1;
c mas falta a agoa para as lavagens. Contou-se
(3) Este Baloaat que se achava com M. Bisson
o fllho do que leve a gloria de tocsr primeiro
o cimo do|Moole-Brnco.
Parte I E quando parte T
EaU tarde.
Bata Urde ?
Sim.
E quem a frga a partir ?
Men marido.
Mandoa-a chamar?
, Beta muito doente ; deseja que v ter com
elle em Bada, mandoa-m'o pedir por minha cu-
nhada.... B' impossivel recusar.
E'ju*l*.
Abaixei a cabega.
Mas voltare, replicou ella.
Nanea maia.
Porque?
, Ha alguma conea qae me diz que, se partir,
aio a tornarei maia a ver.
Bada nio d longe.
O duque leva-la-ha par mai* longe....
Talves estejtg>deeote mallo tempo: eo-
lio....
Elle faedtoa.
Diga.
Eolio poderiamos ver-nos dnda.
Coma?
Se voe tambem viesse i Bada.
Ni* poaso sahir de Paria, agora.
Quem lhe impede?
Ella adevlnhoo a miaba respoata antas qae
en a detse. porque nio precUei da-la, e conti-
ouou corando e olhando para oatro lado:
Oh 1 como mal orgaoiaado o mondo 1
amo. Mas deixemos os estudos geraes par
se voz jl hmida que revele s emocio interior, e
snnuncis aa lagrimas prxima. Eu tambem es-
lava commovido ; porque a distancia di a vorda-
delra medida dos senlimentos, e com a idea dee-
sa separarlo, eu comecava a coohecer a exlea-
sio do meu amor.
Mas voc me esqueceri I replicou ella.
Nunca 1
Com certeza ?
Aperlei-lhe a mi.
Em todo o casa, continuo u, quero torca-lo a
lembrar-se.
Como?
Quero que techa alguma coasa minha. que
W teoha usado, e que voc tambem use, da ma-
naira que nio possa v-la aaaa se lembrar ao me-
nos do mea nome.... Quaote i mim, nada me
far esquecer t OIbe, disse abrindo o cofrezloho
de prata, em que eu tinha reparado logo na mi-
nha prtmeira viaita, e tirando ddle am aonet:
Olhe, aqui tem urna turqueza ; esta pedra di fti-
ddade, segunde dlzem. Foi minha mi quem me
deu etta; eu trouxe-a, quando aioda er* sollei-
ra, na poca om que era mala feliz.... traga aem-
pre como lembringa de mim, qudeselo aua
sej* feliz.... *
Fallando assim preparava-se para pasear sea
anoal do mea ledo, e eu la deixa-lo quando vi
em saa mi o snnetslnhO de qae usara sempre;
a rala desae annel ferio-mo o corag
despredvel eous que o homem 1 Ti;
o indicio de orna erupgio, qae eati prxima.
Na aoit* de 7 deeae mez a povoacAo de Edd aat*-
fren am tremor de trra, qae saccederam aw-
merotaa sacudidoras verificadas em cortos iatac-
vallos por espago de ama hora.
Ao por do sol cabla i maoeiro de chava cisma
branca, que pouco depois se tornou eoearnada,
chegaodo ser lio espessa qae esoaraee*
mospher, sendo preciso aceoder luzea.
A oseo ridio er* maior qae a da odia,
durou al o dia 9. em que a aimosphera ao acia-
rou completamente. K
Conheceu-se aquella noite ^9' do como i*
urna mooiaoha ebamada Jebel-Dubleh. sitaada i
um dia da distancia oo interior do pala aa de*m>-
bria ama columna de fogo e de espesan foseo, *
ao mesmo tempo se onvlsm rumorea semdhaa-
tea a nutridas descargas de srlilhsrts.
A monlanba ftcoo inabilavd, acorn
ae atrevea a|enlrarpor aquella par*, alo^e~i
3ue effeito produziu a erupfio se p meamo de
ebel-Dubbeh.
Nanea, havia oecorrido sueca*** egoal esqadla
pas, por isso os habitantes eaUvam chelos de ca-
pan lo.
Edd ma pequeoa aldeia aitaada
da AleUin*.
(Commroo efe POrfa.]
lbo* da minha mi natureza e da minha !
posigao. Continuei pdt* eom loas lirio:
Quer deixtr-me ama recordacio eaa em bjm
seje chara f
Sim.
Permitle-me eeeolher o qae en quizar
De corto.
Dar-me-ha aem pena ?
Sem pena.
Pois bem, d-me cese annel qua tras ao
Ah 1 como son infeliz t exclamoa da
E duaa lagrimea brilb*rem-ih* aa* tfttr*
Nio poeto dar-la* aeeo eaei
lando a* mo* como em orne suppjk*. r a>i
cous* no mundo que aio lbe i
me qaeiramal por iaeo, eo lhe i
snnel me tai dado por orna
a quem jurel nunca maUi
sabe quem foi.. Oh* emar-me"i_,
Ea, nio, re* pend-lbe" lean
falleatoa atis aiaao.
Ma* tai
annd, o objec
P.rmitt,
logar na
aer o primeirq
PO,
T^! fq."* -* tato**" yloaanja*te] Comprebendera que a minha -vida, como a delat'de mos en ult'huc
pela porU falsa que me abre a mulher i qnm todos oa.rtUUs, e.i ligado certas' relage*, vor neatmioWe cM.c
a vol- corto* mUrcase* compatriota*, e que ni* posso urna jdt qae tambem o ara
formas f oa acontedmeotoe particulares..
dlspr della minha voatade.
O nun fsiii' 9
conversa do Ai
tobada del
cesse
wMW-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4J7UP9M6_S2ARFT INGEST_TIME 2013-04-30T21:23:11Z PACKAGE AA00011611_09802
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES