Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09801


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Full Text
4 ,Anno XXVI
BiK?
Sexta-fera 28
VABTXDA8 DOS COBBIIOI.
Goiannae Parahlba, segundas esejlas feiras.
Rio-Grande-do Norte, quintas feiras ao melo-
da. \
Cabo, Serinhaem, Rlo-Formosn, Porto-Calvo
e Macelo, no i., a 11, e 21 dccadamez.
('. nuil] mis e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
Victoria, as quintas feiras.
Olinda, todos os dias.
MBUtraiDis.
Ming. a 3. 1 h. e27 m. da m.
Nova a 10, h. da m.
Cresc. a Id, as 8 h. e 3 m. da t.
Cheia a 24, s 11 b. e di ni. da m.
PBC1M1H DI BOJ*
Primeira as 7 horas e t minutos da minha,
Segunda as 8 horas c (i minutos da Urde.
de Junbode I8S0.
s. 145.
rBEpoc da auaaoaii l'or iros me/es (aifianfado) 4^0()0
Por seis mezes a 8/100
Por ii ni anno ____15/000
.-SA-
BIA* nt w;i
2-i Seg. ** Nascimento de B. Joid llnbtista.
2.' Tere. S. Gullberme. Aud.do chae, do J. da 1.
V. do civ. c do dos folios da fazenda.
20 Quart. S. Virgilio. Aud. do J.da2. v. do civil.
27 Diiim. 9, Ladislao. Aud. do J. dos o i c do m.
da I. v.
28 Sext. S. Lelo, Acid. do Ji da I. v. do civ. e dos
l'eitos da (alenda.
29 Sab. %% S. Pedros S. Paulo.
30 Dom. A Pureza de ,\i-i Scnhora.
OAwnrot usa 27 de jdvho.
1/1)0'' rs. a 00 dias.
Sobre Londres. 26a/, a 27 rt. pm
. Pars, 3i'i.
Lisboa, lo por cento.
Ouro. ticas bespanhoea........
Mncdas de 0-f00vnlhas
. de 0/400 novas.
le 4/000..........
PrwM.PatacSea brasilelros.....
Pesos columnarios......
Ditos mexicanos..'.......
jMk-am's*.-
lfl/000 a 20/TiTO
. l(/.'>i'0 a fi/Tivi
16/100 a
.11/100 ,1
1/880 .i
1/>|0 o
1/S20 a
I6#200
9/2U0
2/1io
2/ ooo
1/84-1
,T
/
^
PARTE QFFICIAL.
GOVERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 22 DE MAIO.
Oflinio.Ao commandanle das armas para
mandar por um ofllcial liabil proceder ao
oresmento dos uparos, do que neeessil,
nflo s o telliado, como a ahobada do paiol
do Torle do Po-Amarello, afim de que possa
providenciar acerca dos referidos concertos.
DitoAo mesmo, pata que mando por
um ollicial liabil proceder ao ornamento
dos reparos, de que necessita a parte do
sobrado, na qual se recolhe a guarda d
cadeia desta cidade afim de poder provi-
denciar acerca do seu aceio visto achar-se
aquella parte do referido sobra lo immuii-
da, e com as paredes lodosas, segundo cons-
la de oflicio do commandanle da praca de
16 do correte ; que velo nnnexo outro
firmado pelo alferes Manoel llaptisla llibei-
ro de Kaiias.
Dito.Aocommandante superior da guar-
da nacional do municipio do leoste inlei-
rando-o de ter approvado a piopo.sta, que
S. S. remellen para otciaesdo primeiro ba-
lalliflo da guarda nacional da freguezia da
Muribeca, alini de que llies ordene, que so-
1 k'1 '"" as suas patentes pela secretaria do
governo.
RELACXo DOS OFFICUES DE ULE
TlUTAOOKKIClOACIMJ.
Ettado-matar.
Tenente-sjudante-Jos Pereira dos San-
tos Alvarenga.
Alferes porta-bandeiraFrancisco Joa-
quim da Silva llarros.
Alferes secrelarioManoel Pereira deOli-
veira.
Primeira cmpanhia.
CapilloJos Mara de Albuquerque La-
cerda.
j lenleMiguel Nones Correia.
AlferesNicolao Nogueira de liveira.
Segunda cmpanhia.
(^pililoSilvestre Dantas Lima.
Tentnie Joaquim Jos Pereira Je Santa-
AniiR
AlferesJos Jnnquim Pereira dos Santos
Terrtira cmpanhia.
CapitSo Jos Tliomaz Pires Machado
Portella. ^
TenenteJolto HermenegilJo das Can-
delas. ^
AI Quarla cmpanhia.
CapilnMariano do S e Albuquerque.
TenenleManoel dos Santos de Oliveira
Oencalvej
AlferesAntonio Rofino Marcos.
%liito.--\o inspector da pagadoria militar
clarando, que i de fazer ell'ertivo o paga-
mento de 3:350,000 ris, em que importa-
ran! os mil alqueires de farinha de mandio-
ca comprados por Smc. para seren rcmetli
dos rara illia de Fernando.
Dito.Ao inspector do arsenal de tr.ari-
nha para que mande fornecer, em cumpri-
mento de aviso do ministerio da marioha
d ilado de 15 de marco ultimo, ao comnian-
dante do brigue Calliope, dous tanques de
ferro, que silo necessarios ao referipo navio
Dito.--Ao commandanle da ilha de Fer-
nando, para fazer embarcar nos navios de
transporte que regressarein daquella illia
para o porto desta cidade, a pedra de ral-
bar, que l'nr possivcl vir nos mesmos navi-
osInteirou-se cmara do Kecife.
Dito.--Ao liacharel Duaite Coelho de Al-
buquerque Mello, dizendo que as rasOes
presentadas em seu ollicio de 8 do Crren-
le oo procedem para escusa que Sin?, pede
do cargo de lerceiro suppleule do juiz mu-
nicipal do termo do Cabo.
Dito.A cmara de lguaras-.Constan-
do-n e de ollicio do juil de paz mais votado
ilo i" ion i' 'i districlo da freguczia delta-
maraca, datado de 20 de l'evereiru ultimo,
que se n,"io proc deu a revisita da qualilica-
Cflo daquella ficguezia na lerceira dornin-
gadejaueiro (leste anuo por se adiar elle
(lenle e nSo eslarem juruinciilados us jui-
zes inimediatos em votos, ordeno Vine
que os I i a o- juramentar com ingencia n;
forma da le Inleirou-se ao referido juiz
de paz.
DEM DO D!A 23.
Oflicio.--Ao inspector do arsenal de ma-
rinlia, para que mande indemnisar paga
duna militar da imporlaiuia de cinco al
queires de farinha medida nova, que o al-
niuxtrifado da iloa de Femando fomeceu
ao uligue-eacuns Legalidade.I'izeram-sc
as convenientes communicaces.
Ihio.Ao eogenlieiro em chele da primei-
ra ser;jo da directora das obras publicas,
ordenando que mande entregar ao inspecloi
da thesouraria da fazeuda provincial, um
Dos armarios da xtincta administrarlo da.s
obras publicas, afim de iicIIh serem guarda-
, dos os papis v livios da referida admims-
tracAo, que forain rodilludos aquella the-
uuraria.--Scientilicou-ss ao inspector da
niesma lliesouiaiia.
Portara.Momeando supplentes do juiz
municipal o de orphQos do termo de Cara-
lihuns no quatiienio que tein de comevar a
8 de j o i lio do con ente anuo, aos cidados
seguidles:
,. I." Coronel Antonio Teixcira de Macodo.
, 2* Jos Bazllio deFreilas.
. 3.* I.uiz Jos da Silva Burgos,
4/ Francisco Ignacio de l'aiva.
>.' Manoel Jos Correja.
6. Antonio Vctor Correia.
I izeram-su as coiumunica^es do estyllo
DEM DO DA 24.
OUlcio. Ao commandanle das armas,
para mandar inspeccionar o paisano Nico-
lao Marques Carneiro Rispo, queseolTere-
ceu para servir voluntariamente na cm-
panhia de cavallaria desla provincia.
DitoAo mesmo, interando-o de ter
dado o conveniente destino s guias das
pracns de cavallaria, que foram enviadas i
presidencia, para sercm remettidas para a
corte.
Dito --Ao mesmo, para que mande inspec-
cionar o paisano Jos Corbiniano de Olinda,
que se offereceu para assentar prar;a no
quinto batalllo de fusileiros.
Dilo Ao juiz relator da junta de justi;a,
remetiendo para depois de visto ser apre-
sentado em scsslto da mesma junta o pro-
cesso do soldado do quarto batalh.lo de ar-
tilharia a p I.uiz Antonio da Costa Araujo.
I)ilo.--Ao inspector da thesouraria da
fazenda provincial scicnti(icandu-o de ter
a assembla legislativa provincial delibera-
do que seja considerado com direito ajuda
decusto de viuda e volla do Itio-de-Janei-
ro para asta provincia o membro da mes-
ma asseuiMa Franciso Raphael de Mello
Regona rssSo de 300,00 ris por viagem.
lulo --\o mesmo, pan mandar pagar ao
engenheiro cbfe da primeira secQlodadi-
recioria das obras publicas a quantia da
52,000 rs. que elle despe'ideu e mi a desobs-
truirlo do rioCapibariheno lugar 111 ponte
da Magdalena.Scientificou-se ao referido
engenheiro.
Dito.AoDr. Nono Ayquede Avellos An-
nes de Brilo Ingle?.--Em resposta ao seu of-
licio com data de 22 do corrente, em que
Vmc. cx:nV duvida, em que est se deve,
ou nflo prestar novo jurtmento para conti-
ouar no exercicio do cargo de primeiro
substituto do juiz municipal, em quo fui re-
conduzido por portara d 27 do mez findo,
irnho a declarar-lhe, que, nos termos do
disposlo no artigo 19 da le do 3 de dezein-
bro du 1811, a nomear^ilo dos substitutos do
juiz municipal s dura por quatro annos, e
assim a reconducQIo, de que trata o seu
ollicio, nao pode se considerar semlocomo
1101 acto novo, que para ter seus legtimos
effeilos de necessidade he, que Vmc preste
antes juramento, e seja devidameute ein-
possado.
Dilo.Ao chefe de polica.Convindo
I i'i i ordem, e regulsridade do servico, que
os delegados e subdelegados dos diversos
digirilos entretenham a sui corres pon len-
cia com esta presidencia por intermedio
lo chefo do polica respectivo, expela Vmc.
as suas ordens, para que os mesmos, na
forma dos a'ligos 190 e 191 do regulamen-
to de 31 de Janeiro de 1842, so di rija o di-
rectamente a Vmc, para que Iraga ao co-
oheciinonto desta presidencia oque occor-
rer de couformidade com o artigo 192 do
citado regulamento.
Dito.-Ao engnheiro chefe da primeira
secc3o da directora das obr^s publicas, in-
teirando-o de ter approvads o orcameoto
para o concert do dique do pantano de
Olinda, e ordenando que faga proceder com
lirevidade o referido concert.--Intelli-
genciou-se ao inspector da tbesouraria da
fazenda provincial
Dito.-Ao mesmo, dizendo que foram en-
tregues as chaves do torreilo da alfandega,
onde esleve a repartirlo das obras publicas,
i inleiraiiJo-o de ter expedido as conve-
nientes ordens para que pela thesouraria
da fazeuda provincial seja adiautada ao se-
cretaria daquella repartico a quantia de
150,000 ris para a compra de livrosemais
objectos para o expediente, e de haver mau-
lado satisfazer pela mesma tl.esouraria a
iiuantia de 31,000 ris por Smc. despendida
com a mudanca da reparticSo a seu cargo,
para una das salas do andar terreo do pa-
lacio da presidencia.Neste sentido ollici-
ou-se a referida thesouraria.
Portara.Cuncedendo tres mezes de li-
eenca com o respectivo ordendoao profes-
sor de relhurica do lyceu o reverendo Jqs-
iiii Pinto de Campos.Neste sentido Q-
seram-M as convenientes coiumunicacOus.
IDKM DO DA 25.
O.Ticio. Ao commandanle das armas,
para quo mande inspeccionar o paisano
Francisco de Assis Monten o, que se olTere
cea para assentar praca no segundo bata-
IhSO de cacadoics.
Dito. Ao juiz relator da junta de justi-
(t, remetluodo para dopois de visto ser apre-
seulado em sessio da mesma junta o pro-
cosso verbal feilo ao soldado da cmpanhia
de aitilices Ado llaplisia de Azevedo. In-
leirou-se o cuniiiiaudaule das armas.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, para u.andar adianlar ao
engenheiro Mile chefe da lerceira secfiio
das obras publicas, a quantia de um como
10 ris para dar principio a obra do 25. lan-
(jo da estrada da Victoria. ScienliLicou-se
o engenheiro chefe da primeira secc,3o da
mesma diiectona.
Dito. Ao mesmo, ordenando que man-'
de adiaiilar ao engenheiro JoBo Lmz Vicior
l.ieulhier a quantia de 1:000,OO rs. para dar
principio ao concert do dique do pantano
de Olinda. -- Comuiunicou-se ao eiigenhei-
io rluio .la primeira s.'Cjilo da directora
das obras publicas.
Dilo. --Ao mesmo, para mandar entregar
ao engenheiro elle lo da primeira seccilo da
directora das obras publicas, ou a pessoa
por oilo designada a quantia de 400,000 rs ,
iliiu iie mandar repai ar os estragos enisa-
los pelas igoas pluviaes nos taludes da 10
lanr;o da estrada da Victoria. Inteiruu-te
o meslo engenheiro.
Dito. Ao nnsmo, scientilicando-o de
haver mandado passar provisao de professor
dacadeira delatim da villa de Nazareth a
Jos Faustino Marinho FalcUo, e do substitu-
to das cadeiras da mesma disciplina nesta
cidade ao padre Joflo Jos da Costa Ribeiro,
por terem sido approvados e. prnpostos pela
congreg?Ho do lyceu. Intelligenciou-se
o director do mesmo lyceu.
Dito.--Ao presidente do consclho geral
le salubridade, transmittindo copia do avi-
so de 30 de abril ultimo, em que o Exm. mi-
nistro do imperio ao passo que communk-
haver S. M. o imperador por bem que no 11-
quem sujelos a quareiilenas os paquttes
le vapor, queaportarem a esta provincia,
recommenda que se empreguem a respeito
los passtgeiros, carga, cartas ou ollicios e
ripolacao dos mesmos paquetes as provi-
iencias sanitarias, que forem precisas para
vedara introdcelo de qualquer contagio
Neste sentido oiliciou-sa ao provedor da
sade. .
DEM DO DA 27.
Omcio. a Ao i-milui.in,l ni 11- das armas, In-
leiramlo-o de ter S. M. o Imperador mandado
lar o n\ i ao primeiro c.idete do segundo bala-
Iho do ai odian i a p Manoel Ignacio Carva-
llio de Mi-niln., i que se ii li i addido ao pii-
inoiro da mesma arma
Dito. Ao mesmo, scirnlilicamlo o de ter S.
W. o linper.i/lor, por decreto de 6 de abril ulti-
mo, lenlo ole ao segundo cadotedo segundo
lili.lili.i.i de allilliaii.l a p, lli-i enl.oio Muiel
da Silveira, o crime de desercao que coiu-
mettrii.
Dito. Ao mesmo, coininunlcando haver S.
\l. o Imperador, por decreto de 29 de abril ul-
timo, concedido ao lente do stimo balalliao
le o.o; oleres Manuel Pereira do Son/ i llurily
pissagein para o oilavo da mesma anua e des-
te para Iquelle curpo ao tenentc Manoel da
Cunta Wanderley Lins. Intelligenciou se o
inspector da pagdoria mililar.
Dito. Ao me sin o, para que mande inspec-
cionar o escrivao do arsenal de guerre Joo
Francisco Bastos, afiin deque o governo impe-
rial possa resolver acerca de una sua pre-
(enciio. OITiclou-sc ao director do iiiesmo ar-
senal para ordenar ao referido escrivao que
coniparcca perante a junta de saude.
Dito. Ao mesmo, communicando que o
Exm. ministro da guerra em aviso de 8 du cr-
lente declarou que se mandara impender do
primeiro deste niez em diantc a conalgnacSo
de 10,000 rs. ineosaes que de seu sold deixara
na corte a sua familia o segundo teneute do
lerceiro h n olma de arlllliaiia a pe Antonio
Caetano da Silva Kelly. Inleirou-se o inspec-
tor da pagado ria militar.
Dito. Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda, inteirando-o de ter o Rxm. ministro da
fazenda segundo fui declarado cm aviso de l
do correle, approvado asdespezas aulorisadas
pela presidencia para lee lugar o exainc na al-
varenga carregada com saceos de assucar, a
qual fui apprchendida pelo Inspector da alfan-
dega desia cidade.
Dito. Ao director do lyceu desla cidade,
scienlilicando-o de ler concedido ao professor
publicu de priineirai leliras do Ingaieira a re-
iiuii.iii que pedio para a do I relo. Fizerain-
se as convenidnos comiiiiinicacOes.
Dito. Ao Inspector da thesouraria da far
ceada provincial imeiraudo de ter concedido
ao .o-i eoi.n i me (la obra do caes r a Ierro da ra
da Aurora a proroga^iio de quatro Hieres, no-
-'lie pedida, do contrato de ari'eiuatac.'io da re-
rida obra. Coiiiniuiiicoii-se ao engenheiro
chefe da primeira seccao da directora das obras
publicas.
Dito. Ao agente da companliia das barcas
le vapor, ordenando que mande dar passageui
para o Maranhao no vapor l'urueme, ein o lu-
gar vago para passageiro de estado, ao bacb.i-
el l-'irino Jos de Mattos, Juiz municipal Ho-
rneado pra o termo do Kozario daqueltt pro-
vincia.
Hito. Ao engenheiro chefe da primeira sec-
cao da direcloiia das obras publicas, para
mandar proceder com urge.ica aos reparos di'
I uc uecessila o trrelo da alfandega onde se
II li.ua a reparlico das obrar publicas. In-
(elligenciou-se o inspecto.' da tbesouraria da
fazenda provincial.
Quartel-general na cidade do Rccife, cm
23dejonho de 1850.
Francisco Camello Pessoa de I/irerda,
Capito secretario docommando das armas.
PENAMBUCO
Comiuando das ann is.
OSr. marerhal de campo graduado Anto-
nio Correia Sera, coinuiandanledas armas,
estando competentemente aulorisado pelo
Gxm-Sr. presidente desta provincia a con-
tratar um filen Ilativo para servir tempora-
riamente no segundo liiiiallio de calado-
res, vencendo emquunto esliver einpregado
o estipendio mensa I de 70,000 rs., equiva-
lente ao sold e gratilcacilo addic'onal que
aetualincote tein um segundo cirurgiao do
corpo de sade do exercito : manda, por
tanto, convidar pelo presente os Srs. facul-
tativos, que tenliam as precisas Iialnln-,i, s
para este servico, a coiupiirecercm na secre-
taria mililar, as manilas dos dias uleis
alim de levar-se a efleito semelhante con
Dalo.
Quartel-general na cidade do liecife, cm
27 de junbode 1850.
Fnntiseo Camello l'itioa de Lactrda.
Capitao secrelaiio do cominaudo das armas.
EDITAL.
Devendo os medicamentos para os hospi-
taes regimentaes ora estatuidos as Villas
lo llouito 0 Agoa-I'iota, serem foroecidbs
lo primeiro de julb > em dianle, de coufor-
midade com o Ulspo.-.lo no ai ligo '22 do n-
itulsmento, que liaixou com o decieto de 17
de fevereiro de 18:12, oSr. marerhal de cam-
po graduado Antonio Correia Sera, com-
nand.inle das armas desla provincia, em
execucSo do artigo e regulanienlo citados,
manda convidar polo presente aos Srs. pilar-
uiaceutii'os esta lie lecidos insta capital >
coinparacerem na secutara militar, s 10
horas da manlia do da do referido mez
ic jiiitio, onde, poraule o eonseliio extraor-
lmario, lea lugar a arremalago de taes
-oeilicainenlo?. seiviolopara ella de base
o loiniulario organisado para o hospital re-
g ilion (al desta cidade.
ASSEMBLKA PROVINCIAL
ERRATA.
No discurso do Sr. Ralis e Silva, pmca-
lo em o Diario n. 149, pag. 2.', col. |., |i-
nhas 106 s 107, em vez Anpela di/peuldade
4c transporte de mnliriaes por ote lado Wa le
-pela difficuldadc de communivaedo, e a'. pela
do trantporU dos maleriaes.
SESSA0ORDINARIA EM 19 DE JNII0 DEI850
P-RRSinFNCIA UO SR. PEDRO CAVALCASTI.
SuMM4Rin. fedacro do projelo n 28. Pa-
recer da fommis'So de negocios eecle$in*ticos
snhrt urna pretenedo da irmindadi do S--
nhnr llom Jess dot Paisas de li/wiras ^pproennio atoa proitetos ns. 2i, 31 e 35, em
terc.eirn diicuss/io Adiamtnto, petu hora,
da ultima disctisino dos emendas offerecida
ao projecto de ornamento provincial.
As 11 horas da manhfia, feita a chamada,
veiifica-se haver numero legal
O Sr. Presidente abre a sessio. m
.0 .Sr. 2 Secretario observa que a acta da
sessilo ant-rior nilo se aclia sobre a mesa, e
que, portanto. sci h la na sessBo seguintc.
O Sr. 1." Secretario declara nilo haver es-
pediente.
He lila e opprovada a rcdacr.no do projec-
to n. 28.
le lido e approvado o seguale parecer :
" A commisslo de negocios eclesisti-
cos, conformanlo-secnm a prclencflo da ir-
u m ia o do Senhor Bom Jess dos Pasaos
de Iguarass, em que pede a osla casa se llie
noceda a igreja. da Misericordia da mesma
villa, que se achu em abandono, com oseo
terreno, e iilgumas alfaias ane por ventura
possam enislir, afi.n de enllocar alli a inia-
geni do son padioeiro, obrigan lo-sc a mes-
ma irmandade a concertar a igreja, c a des-
tinar um ou mais altares para ns iniairens
queda dita igreja fram transferidas, una
vez que aioda estejam dignas de reverencia
> culto .- he de parecer que a referida pre-
teneflo seja deferida favoravelmenlo
o Sala das coiiiniissoos, 19 de junbo de
1850 Gilirana. Queiroz l'onsec. l'lori-
pc.
Primeira parte da ordem do dia.
S.lo approvados em lerceira disOUMBo os
project' s ns. 21, 31 e 35 : o i rimeiro cerca
da pretendi do professor de primeiras let
tras de 1'outa-de-PeJras; o segundo desig-
nando i|nol para pagamento de dividas per
teneentes a exercicios lindos ; o lerceiro ap-
provaiilo o compromisso da iruiandade do
S. S. de Sanlo-Antiio.
Segunda parle Ja ordem do din. .
Discussfto das emendas otTerecidns em
lerceira discussSo ao orfamento provin-
cial.
ft .Sr Francisco Jlo: ( Em um dos nume-
ro* segiiiiites publicaremos o discurso do
iiobie depulado. )
0 SrjQUripes :--Sr. presidente, leudo si-
do pii quem primeiro levanlou a voz em fa-
vor da consovacilo da inspec^o do assu-
car, o leudo sido a nimba ideia apoiala por
al-'n o de meus nobres collegas, parece que
eslou na rigorosa obngaQfio de dizer algu-
ma cousa um resposta ao que leve de dizer
nobre depulado que acabou de fallar,
principalmente depois que o nobre depula-
lo pelo discurso que acaba de fazer, parce
ler lancado um aualhema solire aquelles que
apoiaram essa ideia...
O Sr. Francisco Joo : Nilo desnature a
quesillo.
Or. Floripes:...parece que o nobre de-
pulado s leve por (m apresentar com um
carcter odioso aos seus collegas que sus-
tentaran-, css.t ideia. (1 nobre deputado fez
um appello para a provincia, o nobre depu-
lado disse, que havia fura d'aqui um tribu-
nal que nos bavia de julgar c com jusli-
Qa..
OSr. Irancisco Jodo : E quem duvida
disto P
O Sf. Floripes :Mas para julgar a quem ?
O Sr. Francisco ioiio :A nos lodos.
O Sr. Floripes ...para julgar a nos que
sustentamos esta ideia, que o nobre depula-
do diz sor contraria aos interesses da pro-
vincia a nilo sei se disse al do mundo in-
teiro, acho-me pois na rigorosa obrigaco
de dizer alguma cousa ao nobre depulado,
oo sobre utilidade dessa repartigHo, por-
que no fui combatida. Teni o nobre de-
pulado demonstrado claramente a sua opi-
inao de mu i-- que nossa gerar conviccSo?...
O Sr. Francisco Jodo : Demonstre agora
que he til.
OSr. Floripes : Ao nobre deputado be
quecumpria privar; eu fui o primeiro que
fatllei nesta materia, e disse que essa repai-
liCJto apiesenlava algumas vaulageus, as
I o.ios, don.....-I i o
O Sr. Francisco Joo .--Quaes ellas ?
O Sr. Floripes :O nobre depulado disse,
que n3o as havia ; mas no seu discurso nflo
vi essa dcii:unsU,i(,-an o smenlo declama -
ces.
O nobre deputado apresenlou alguns pon-
tos : dis.se, trata-se de saber, se a inspece,lo
lie til para a boa liscalisagao, e disse be
i nlil ; e nada mais adiailloii.
O Sr. Francisco Jo<' Inlade.
OSr. Floripes :--Eu no preciso dessa do-
nmi-iias- o ; eu possu-me dispensar de la-
zer urna aualyse vigorosa, porque tenlio a
meu favora presumpcio da utilidade pelo
facto da reaceo, e palas rasOes j apresen-
ladas. A repartirlo fui creada por esta as-
sembla e nflo posso presumir que esta as-
sembla creasse una cousa intil, lmente
para favorecer a alguns individuos.
l'm Sr. Depulado :-\ prova deque a cou-
sa be m, he que o nobre depn'ado nflo a de-
rende.
O Sr, Floripes :0 nobre deputado para
me deltar por Ierra, devil mostrar essa inu-
lilidade, quo ou no envergo. O meu no-
bre collega o Sr. S Pereira, apresentou al-
gumas considerafjflesvaliosas; o nobre in<-
norinr, moslrou de alguma maneira que i
agricultura nflo perda com a reparticflo,
tiorqne o cimmercio sempre 1 lie havia do
mpor a sua lei.
L'm Sr. Depulado :O seu (estciuuiibo Icm
aldo invni'ado contra islo.
OSr. Florlp$s:Ku esperei por essa doninns-
(racao do nolire doputailo ; e se a vlsie Clara e
convincente eu nao duvidarii su- do seu pare-
cer ; nao crea o nobre deputado que he mais
/eloso dos Intcresies publicas do que qualquer
de nos.
O Sr. Franeieeo Joan -Nao traga para O pes-
aiil mu questao io-- lie publica.
O Sr. Florines :--lle pessoal ? O nobre de-
putado fv iniiiins appollos para o patriotismo,
o cu nao posso conceder in os patriotismo i
nobre depulado da quei qualquer um de nos.
O Sr. M ni.-- / Cavaleunti :Isso he na sua.
II Sr Floripes :K o contrario be tamben)
na sua opini.'io. Onobre deputado linha limi-
to boas raso s para sustentar suas Ideas, nao
precNava fazer esso appello. que espoe ^quel-
ti que volaran! em contrario a um an iilieoia,
lie o me..no que di/.er, vos volis contra os
interesses pblicos.
ti Sr. Franriieo lo/lo ;Pois de as suas.
OSr. Floripes Nao preciso dcllus porque
nao tenbo rasos a cmiibaler
O Sr. Franrisro Joa :-N.io coiiili.ilendo as
ninlias miser.ivois rollexes, demonstre ao me-
nos as vantagens.
O Sr. Floripes :Nao preciso porque o no-
bre depulado nao provou nada contra a ms-
peccajo : smente declamou.
Um Sr. Deputado :para o triumpho da causa
nao precisa discuasfio.
0 Sr. Floripes: Klla nao ib i combatida.
Mas. Sr. presidente, tambem appareceu aqu
moa ideia, que sempre que so (tata de euipro.
gados publicas vein-S lerreiro ; e be que lodos
-is eiiiprogados cslam bem acfulofaoados, por-
que Indos os empregiis slalo preenchidos.
osle argumento nada prova, eu direi, que a
coosequencla que se deve tirar, hequopafi
osla miseravol, lie r|ue ha necessidade de vi-
ver, c por issu o lionieiii so a tein an primei-
ro incio de vida quo encentra por monos con-
veniente que seja. I-, so o argumento do nobre
depulado prova, enlao prova domis, porque
lamben! prova que estes liuoiens, que viv.-ni
polas mallas ir.it> lli nido continuamente, ease
que vaui para os mares pescar, eslaio nessas
oceupaeocs porque ellas sao boas e nio porque
mi icoiii oulro remedio senan vlvoi dissa
Pois 0 nobre depulado er que be |:Vi boa C0U>
sa o ser einpregado publico? O lioineiii que
vive de eniprogo publico, lie porque lian acha
ouira cousa para viver, principalmente no
uoiso pail com ns Ion iveil val veos da poltica.
1 m .Sr. /), |,nl ni i : He urna alassc muito
honrosa*
O Sr. Floripes : lie muito honrosa, mas
neo pnrisso se deve SUpp6r, quo os que viveiu
liesses einpregs, passem nina vida inulto boa,
o eslojam multo bom acouimeilados. Disse o
nobre depulado quccr.iilcadiiiii.it-, que aqu
so nao levanlasse nina vos para defender as i-
deiaa do governo: que honieosque estaram na
dependencia do governo, se nao lovaiilasscui
para isso....
* Sr. Francisco Joo: Nao se disse isso,
nao traustorne.
O Sr. Floripes: Disse, he para admirar,
que aquelle que nSo s8oeinpregados, tejam os
rpie so levantem ate.
Um Sr. Deputado Eu nao seise o presidente
<|uer que seOStingUaaiiiipei-i ao...
l>utro Sr. UepiUailn : -- Loa o rotatorio.
O Sr. F!oripes : Nao sei disso ; mas fosse
qual fosse a opiniao do presid ole, so poda
votar segunda a iniuliaopiniao: mis devenios
volar segundo as nossas conscicucias
l."vantoi-iue sii para faier estas observles;
c no para conibater argumentos que nao en-
serguel, tina posso prestar o meu voto para a
eUiuccib delsa repartico. O nobre depulado
disse que respeila e.se. empregsidos, que Sa-
b>3oi curar de sua sorle ; nao sei como se cn-
lende isso. nn nulo vejo que os con lenina
lome, pina mi-1-0. do uecess.irio para a vida.
O Sr. tiuedcM de Mello : Sr. presidente, o
discurso, que ha pouco proferid o iiubre
I- pinedo, que se assenta defronte de inim, te-
ve tanto de melliodieo, eloquenio o seductor
de votos, quanto foi falto de rasos que me de-
ini ou a votar contra a miiilia emenda, .(cer-
ca da inspeefao do assucar.
Couitudo, Sr. presidente, eu nao diria mais
(lina palavra a respeito desta questao ; m., me
levantarla mais para fallar em seu favor, se o
nobre deputado, nao tivesse omito de propo-
sito chumado o meu uome para a ilisiaissao,
aprzar da prohibleSo expressa do regiment
da casa, que no arl. 77 di/, o Segulnte.fltfj Acho
iiiinia vaiiiagein nesta dispo icao d.t regiinen-
(o, para que nao se cipouba aos clioqucs de
lima discuss.lo odiosa o n.niic de qualquer de-
putado, cuja opiniao so combata. Mas Sr.
presidente, eu nao reparara nesta infraecci
do regiment pralicada polo nobic dcputailo,
M c!:.".uiado pelo ineu proprio Home mi me
visse atacado por una insinuaco, que o no-
bre depulado Sedlgnou de laucar nesta casa
contra aquelles que contigo apoiam a emenda
que aprsente! O nobre deputado analisando
os discursos que aqu ja foram proferidos em
favor da inspccc:io. disse que eu nao litera
mais do que Invocar os seiilimciilos de coiu-
paisio por eases individuos ali empregados
dsse-o multo bem... embura auesteja persua-
dido de que a utilidade dessa rcparieao se
nao foi provada por mis, tambem nio l'oi
precisamente combatida pelo nobre depulado;
mas o nobre depulado mo se caiileiituii com
ducr Isso iiiisiinou cm um (brraoso eompas*
lo de palanas escolliidas, um veneno subul na
palavra interessevcoeno que eu espero era
lieos nao me possa locar, espero que mulla re-
putato mo sera mona por essa erVl,
Sr, presidente, o Interesse cap/ de mover o
osso voto, he o da provincia, que nos manda
MUTILADO
*
ILEGIVEL
C


'
.
Mratqui, (Mt essc intercsse, cuja nnlurer..
ficoii rncoberl no appar.-itoso dimarao do
nobre depu lado ; mas eu uo pndcudo sup-
rior que desta casa parta um voto que inerva
esta qualiticarn ollensiva do nobre depul.ido.
repillo un lempo cssa tao grave, e Immereclda
IntinuacSo,
0 cominercio e agricultura, me merecen) to-
da a atlencao, mas nao creio que a hspeoslo
llies sij.i daittnosa lo contrario crtou intima-
Diente persuadido da sua necessidadr : fallo
por ora da Importancia que tem os guardas
trenca pontos de que sao para asrim dizer, as
jiorlas mail francas para a passagem do con-
trabando, r|iiando mo frem guantadas com
actualmente sao-c he pena que nao possmos
multiplicar esse mel de eiubaracar os pre-
Juizos da flscalisac*o de nossas rendas.
Sr. presidente, as valiosas consideracoes que
fdrain ofterecida pelos ineui nobres collrgas,
me di-prnsan de dizer mais cousa alguma so-
bre esta especie- limiio-inc ao que lenho ex-
pendido.
O Sr. Manad Cavalcanli senlc que scu estado
de laude, ainda multo melindroso, Ihe nao
permita entrar eiu lelas as consideracoes que
llie sugera a leitura das eineudas ora em dis-
cussan. O orador anda se acha em convales-
Cenca da molestia de que fura accoinmetlido
em dias do mei passado, e certo se conservara
em rrpnusii se nao fosse arrastrado para a casa
pelo desrjo que o domina de livrar os cofres
provincia do aasalto com que o aincacam as
emendas a que j se referi.
Mi mili ii da commltftg de fa/.enda e orca-
menlo, ilii I ni- n ans seus collegas, por occa-
si.io de firmar o orejelo cuja tercelra discus-
3o esla concluida, que, an passo que nao ap-
prorava alguns dos seus artigos, ainda nao
tirilla lindo sua opiniao acerca de oulros ; e
que nao oasslgnava com restrieces. ou dan-
uo-se por vencido, porque tenclonava repetir
na cisa. quando se elle discutis se, a declara-
ran que Ibes havia feito. Entretanto, como
nao pode fallar contra o que j esla adoptado,
liinlla-te a considerar assobredilas emendas.
Comer/ando pela que resiabelece a inipercSu
do artucar e algodao, niio sabe em que se luir-
liiu os que a defendfm pira exiglrein prova
contra a necessldade de tal repartlcao oos que
a COlubatem, quando parece que a aquelles
que, alterando nesta paite o proiecto, qiierein
fuer resuseitar lima eaUcfo que elle havia ex-
tinclo, cabe jusliiicar o sen prncrdiiuento :
entretanto toppe que puder satisf.iz-los
Alui de rases antigs e mala de urna vez
produ/.idas contra essa repartirn, (observa o
orador) rlamain contra ella e justifican! sua
rxtlnccio : o que diise o digno ex-adininlitra-
dor ila provincia em sen reiatorio quando,
aeonselhando a loppreilo de alguns linpoilol
por inconitltuclonaea, accreacentou que odes-
lalque que liar rendas provinciacs causara cssa
Btippretsao seria con u que supprido pela eco-
noma resultante da extinc-co de alguns luga-
res doeousuladu provincial que a experiencia
lem mostrado serem deaueceanrioi; lugares
que mi pilem ser senao os da iuspeceo do
assurar e algodSo :--o que se conten na repre-
entaco que a respeito acaba de dirigir a as-
siinbiei a astociacSo cominercial deata praca
os lirados que contra tal eructo teem levanta-
todo os agricultores ou a inr-parte dilles
a circunstancia de haver ella dado lugar a
rreaco de um importo, cujo producto calcu-
lada em IS cornos de ris, lleve de ser smen-
te applii i I*.....s ordenados dos respectivos eni-
prrgados : o faeto, einlini, de nao trater a
mnima utilidade publica a Inapecctto i que
abi se piocede no assucar e algodao, visto sa-
ber-se que ella nao regula a compra e renda
deau rgrneroa, nein tao pouco a cobranca dos
respectivos direitos.
Ou iiiii aoa seulirnentos de eoinpaixo que
se tem querido excitar a favor dos empregadoi,
0 orador no pode deixar de qualinca-los de
arma inultiisimo fraea, ja poique entende que
i -.-is n hii'i.i nti.s i sfiu ln-iii cabidos quando
nao xigi ni o sacrificio di s principio! da juslf-
(.1, cj.i pnique srrppue que sii devem apiovei-
1 ir a fuipri g ubis i ucancirdor no senito pu-
blico, e nao aquelles que, como os de que se
trata, pouco mais de tres aiuius teem de cxei-
cico,
Conelulndo, o orador analyta urna a nina, as
emendas em discussao; e, apreciando-as
coinproinetle-sc a volar contra ellas, com ex
cepcao de urna ou outra.
O Sr .si l'ireira sustenta ; ruienda por elle
api escrita da.
O Sr Vrunriico Jodo :(Publicaremos o dis-
curso do nobre deputado em urn dos nmeros
sesuinter.J
Tendn dado a hora.
A discussao lica addiada.
O Sr l'reiitltnlt designa a ordem do da
levanta a sesso.
Ootrn do niesmo, pedindo re Ihe oriri tasse
a respeito da verba, de que deve ser tirada a
quantia de 30,900 rs. i|iie despender o procu-
rador com ns reparos das lojas ns. 37, 39 da
nraca da ndepedencia, visto achar-se Xtincta
a de -- concert dos proprios municipacs.-Que
tiraste da mesilla verba de eventuaes.
Outro do inesrnn, drvolvrndo a escriptura
de compra do sitio de Santo Amaro, que Ihe
lora remetlida para ser descripta no livro do
tombo, e com ella mala doze outros ttulos de
proprledades municipacs, que antes tiveram
igual descripeao, e pedindo que a cmara man-
daste com elle entender-se o cordeador sobre
a niedico dos predios, que etilo por tombar ;
visto nao lar sonido elleito a ordem que para
este lini se ih'ra ao cordeador Scharamb.- Que
se arcbivasseui os ttulos; c se oliieiaste ao cor.
deador.
Outro do tnesuio, fazendo certas eomidera-
ces, pelas quacs entenda que se deve cestar a
dispdsicodo artigo 1-1 do rrgulamenlo da enn-
tadoria seu cargo, e ser substituida pela rna-
neira que iudicou.- Que fosse remmetlido ao
vereador Pires Ferreira, encarregado de regu-
larisar a rscripturaco da rncsiua conladoria,
clara e metbodicaiiientc, para aprccia-lo como
fosse conveniente.
Outro do nicsnio, consultando sobre a verba,
de que devem ser tiradas as despcias que se
tem feito, ecostumam fazer com a obra do
ermiterio publico, visto nao tratar a lei do or-
camcuto que rege de semrlhante objecto.
Que se respondesse que laes despezas nao de-
veill ser Jevailas i nenhiiuia das verbas consig-
nadas na ler, mas que o procurador as dever
ir fazendo com dinheiros de seus rccebiineu-
tos, vista de documentos assignados pelo pre-
sidente da cmara, at que se realise o einpres-
timo da quantia oreada para dita obra, para
delle se fazerelu os d vidos descontos.
Pol lido e approvado um parecer da cmnmis-
so de polica relativamente as contas, apre-
sentadas pelo procurador da receita c despeza
municipal, n> trimestre lindo em marco desle
anuo, no quai a eommissao declara aehnr exac-
tas as mesuras coutas, quanto coiitabilidade,
mas nota pouco pratico e tuelhodico o nieio de
se fizeiein os pagamentos de despezas aulori-
sadas pela cania, e opina que deve cessar o
eostume de se englobareiu em un s manda-
do despezas perteucentes a dillercntes verbas.
al indou-se reuiellcr copla do parecer ao pro-
curador e contador para licarcm ao corrente
do seii conleiido, c ao vereador Pires Ferreira
para indicar o meio de sanar as irregularidades
uelle .',pnutad,is.
Pol approvado um parecer da comniijsi de
sadda relativamente a pelieSo de alguns funi-
leiros estabelecidos nesta cdade enderecada a
asseinnjta desta provincia c mandou-te no sen-
tido delle satisfazer a exigencia da asserubla.
Manduii-se remelter ao procurador para pro
mover a cobranca das mullas, rima relaeao dos
jmzes de fictu, (|ue foram multados rras tres
sis-oes deste auno, remettida pelo escrvao
privativo do jury. Mandou-sc remelter ao
rereador Camelro Monteiro, para proceder co-
rro em casos identiers lem a caurara delibera-
do, o requerimrnto de Agosliuho llenriquesda
ilva ; em que pede para fazer um carino de es-
gun de agoas, de sua casa da ra de llortas, n
'22 que despeje no aqueducto, que por all pas
, obrigindo-se a pagar 0 que for inistcr.
lu un Humeados os vercadores, Muris i
llenriques da Silva para exaininareni semanal
mente, o estado da obra do cemileriu
A commlssfio encarregadad por parte desta
cmara congratular o Kxrri. Sr. coriselheiro de
estado, Honorio llermeio t arneiro Leao, pelos
bons serviros que prestara a esta provincia,
especialmente a este municipio, declarou ter
crinipi ido sua inissao, e que S. Exc. se inoslr-
\0.\
I ,
r
Mer-nlbado na dor, em lucio eterno,
Deplora o desvalido o scu amparo.
Oh! Castro! oh! cldadao patria charo !
Siibe, voa ao repouso sempiterno !
Oh I l esposo e pai, amigo tem!
De moral, de viitude, exemplo raro I
Ni'sse de angustias temeroso lince,
No transito funesto, e derradeiro,
,'ircm a Ierra perdeu, os cos alcance.
Ilrilhe aos teus olhos ntido luzlro,
O servo no Senhor empaz desesnee,
Viva em pazo Leo junto ao Cordeiro.
Por 'ranei'rco Ftrrtira Barrito.
./ iiiiii sentida morte da lllma.
Sra. 2. Thereza Francitca fta
Kocha IJn*ypresadi*aimae>ipo-
*a to met amigo o /Um. Sr.
Francisco tfa Rocha Wander-
l0tj.
ODK.
Hrrida mor IIi, lid mtllea.
Faxc.
E jaz boje rrpensando.
Na mansao celestial,
Despida do frgil barro
Km ligura angelical.
* *
Horror! horror medonlia ccrra9io
>joh sumi de repente a luz, e o dia :
Caliginosas trevas nos roubaram
O s>l que nos fulga.
Rsperso denso veo de negras nuvenr
Os ares obuinbrou:
Tuda de assoinbrp, de terror, d'espanto,
E merlo re gellou,
Rasgam-se as nuvens ; sbito apparece
Ern fumo rspesao e tetro
Torpe fantasma envolto horrendo, esqualido,
Escanifrado espectro.
Cobre-lhe a pelle, se os ossor veste inmunda,
Que carne Ihe i'dt va ,
Encovados e torvos traz os olhos,
A bocea torpe, e cava,
irmalhea dexlra seeca, e definhada
Devastadora fouce acacalada.
ra penhorado pelo procedimenlo da cmara a
quera pedio que a conimlsslo Iransinittisse
seus sinceros agradecimcnlos por tan obse-
quioso acto.
Igualmente declarou a eommissao ler sau-
dade ao Exin. Sr. actual presidente da provin-
cia, e que este agradecido, prometiera o seu
apoio ecoadjuvafuo esla cmara.
Despacharainte as petices de I). Antonio
I.ocio e ulbis, de bernardo de Mallos, de Eu-
genio ft'orbei lo Alves Frreii-a,de Francisco Jos
de Paula, de Francisco Xavier das (bagas, de
lleorlque Gibnou, de Joao Francisco ra Silva
'unior, de Jos Lino de Castro, de Manoel Jos
Fernandes Marros, e levanlou-sc a sesso,
(Cu, Manat lerreira Accioli, secrelaiio in-
tri|IO a esrrevi. Qlivti'a, presidente.--
Vianna. -- Mamede-- Murats.Uirneiro Man-
leiru. fti reir.
ajpaa
Hublicacdi s a pedido.
CMARA MUNICIPAL UORECIFE.
SISSAO EXTnAlIBDtNXRIA UE 7 i.fmuii
OE 1850.
I'rtsldencia doSr, Oliveira.
Prsenles os Srs Mamede, Carnciro Mon-
ten o,Dr Moraefl,Vanna, Henriquei da Silva
C 1'iresFerreira, fallando com Causa partici-
pada ns niits senhores, abrio-se a seSSiO e
loi liria p appruvada acia ila antecedente.
Fui lido o aeguinte expediente :
Um ollicio do capilao (lo Pollo, di/.endo que
nao tfirr cascalbo i|ue a cmara Ihe pedio ,
para concertar o empedramentodo Alteno-da-
Ida-Visla, mas que apenas cingue navio com
carregamenta deste material e oflereea ao ar-
senal de inarinha, |iromptanienle pora. ilispn-
siejio da camera, i quantldade de qneprprisa
luleirada.
Outro do presidente do eonselbo de salubri-
dade, loininunii ando ter olliciado ao l)r. Cae-
tana Xavier Pereira de tirito, adtuncto do mes-
illa conselho para, em compaubia de um do
fiscacs detta ridade, ira bordo do brigue l'en-
lamtnio, examinar a carne de charque corro!
pida. l.itelrada
Olllroa dor jui/.rs de pz pleitos do primelro
iii-iuito (la Ireguezia de Huribeca, Joo Ma-
nuel Carnelro de I.acrrda e Paulo Caetano de
Albuquerque dizendo que, por molestia nao
podiam prestar juramento para exercerem di-
to cargo, que ettavam de aecrdo eui nao a-
ceitar: que se Ibes responderse que salislizs-
sein a exigencia doart. i." da lei de i de ou-
tubro de 1827.
Uirlro du Fiscal de Santo Anlnnio, pedindo
esi lari-i iiueritos sobre a verdadeira inlelligen-
cia ilo', arl. 13, til. 7, das posturas cm vigor.
-Que reouvitte ao advogado.
(Muu do fiscal da is,.i-\ ista, cniiinunicando
ti r entregue ao thetourelro dos lazaros a quao-
lia de 40,380 ra, producto liquido da arrema-
tadlo dos pnreos tpprebendldot em correccio
nos dias r, 13 c 17, do corrente. Inteirada,
Outro do cordeador. participando acbar-sr'
continuando nos trabalbus do esgolainerilo das
aguas ettagnadas no pan., do I r(o, e obaer-
\ .mili ser Lonveuienle que a cmara ordene
ao fiscal do respectivo a fiel observancia doart.
19, til. 7, das postillas em vigor : addiado a
requerirlo tito Uo vireador -arneiro Monteiro.
(i ii 11 n do mesuro, participando ter feito a
modlticacno na planta do balrro da boa-Vista,
na parte que abrange a ru.i d'Alegria, Segun-
do a ordem que para islo uvera.
Oulro do mesuro, apresentando o n snli.-nl,
da medico feita rro terreno que forma a pra-
(i do Ctplm, no lim da ra de Sanio Amaro.
fjjue forre reinettldoao vereador Mamede.
Outro do contador, perguntaudo que ver
Lii deve ser levada a detpeaa qni' se lizer com
o reparos da ponte do ftluutciro. (Juc levarte I Ergriesle, oh morte! crguerlc o braco avaro,
a de eventuaes. I Uonttru horrendo, cruel, filha do averno!
FtliciUtcao dirigida pela aisemlili-i provincial dn
llio lirande do nortt, an Kxm. prtiidrnle dn
mrsma provincia, o l)r. Jas uaquim JJJJP Cunba.
nn da l8 dt wimo, t reipoila.
Illni. e Exin. Sr. Encarregados pela as-
senibli'.i legislativa desla provincia, de depo-
sitar na respeitavel preseuca de V. Exc. os seus
ruis sinceros votos de congratularn, pela al-
ta...... r.i i com que S. M. o I. Iiouve por
bein honrar a V. Exc, nomeando-o para re-
ger os deslirros de seus fiis subditos nesta par-
te do imperio, sentimos a ruis viva satisfacao
por nos caber a ventura de srrmos orgfio da
merma assembla na inanifeslaro de laes vo-
tos, insta solemne occasio. Exprimindo-os
poit, seni o menor equivoco, somos alm disto
encarregados de aategttrar a V. Exc. rpie a as-
sembla legislativa provincial, assiin como es-
pera marchar com V. Exc. no mais perfelto
accordo dentro do circulo que Me estt Iracado
na consiituicao refornrada.assim lambrui nutre
os mais sinceros desejos de ennperar com V
Exc. cm tudo o que for conducente manuten-
go da ordem publica, e prnsperidade desta
provincia, tao sabiamente conli.da aos disvel-
lus de rima administradlo patritica, eselaiei i-
da e justa, como o lem demonstrado ser a de
Vi Exc. no curto periodo que media entre a
sua puxse e o momento pin que exprimimos
taes tentimeutos, de que nos fez interpretes a
mesina assembla.
Digne-SC pois V. Exc. de acolher benigno n
manifestarn dos votos, e si mimemos da as-
sembla legislativa provincial, coinn um ver-
dadeiro lesteiuunliu do alio apreco i|in ella
laz das qualidader que distinguem a\. Exc. e
do constante desejo que Ihe astiste de pres-
tar a V, Exc. a mais sincera coadjuvacu, alirn
de seren preenchidas as vistar, e p ternas iu-
lences do chefe supremo do estado, e conse-
guiulemeuie realisada a felicidade da provin-
cia. Joo Corlo ll.in.li id y- Manad i.inj
Caldas- Xunholomeuda taclia A'aguni/r<. Jo-
si Lourenco de Almtida. /ntunia Jos de Maura.
Ilesposla de S. iixe.
Agradrco cordialinente a honra que me ac
lia de fazer a assembla legislativa do Uro
(irande do norte. Dlgne-Se o Dos da par e da
jusliya, aqnrlle de quein sii depend' a felici
darle dos povos, estrerlar a boa intrllligem ia
que ib ve reinar enlre os escolhidos da provin-
(la e o delegado do llirono imperial.
feudo seinprc em vista aquellas duas quall-
d ules, farei todos os esbirros para nao detme
recer a conAanca, posto que demasiada, qm
em iiiim loi depositada, e nunca me etqueee-
rei do da 18 de inaio de 1850.
r. lose Jaaquim da Cm.ha-
A" MOlfl K
lilisIISSHKI skMIIOII MS II ni HCASTM.
SONETO
Horror! horror! nar estremidadesazas
l. vem baixando-se o tartreo monslro:
Onde vira puusir!... ah .' quem no sabe ?
Ki -las expande negras agnurelras
Sobre ns soberbos leitoa inagestoros
Sobre o misero albergue
Seinpre em reur voos cga.
l. succuinbio ao golpe seu tremendo
Urn misero avarenlo,.. he justa, he justa.,
l. re fina um ricario impio, feroz....
U'iiin monstro a tena he livre!
Que he das galas da infame prostitua? !
Foi bein certeiroo golpe.
Suspiros... pranto... dor... gemldosi.. air...
Tamos filhos cboros.is, que lamentan!
Da lerna mi a perda?/
Amante esposo, que deplora insano
Da i'nl i. casta esposa o pasrampiito ?!
Tantos mendigos, que pranteam, carpem
Com voz descomparsada a chara vida
lia bemfeitora insigne '
Tamos, que a perda irreparavel choran)
D'utna herona, que os deixousaudosor? I
Quem ser.'! qurmrer'! Thereza ...oh dor.'..
Volve-te ao negro averno, morte injuria:
Deixaque habite por mais lempo a Ierra
A singular virtude.
Foi clamoroso o injusto golpe teu :
Para algiim monstro o dcslinava o co,
E sobre um anjo prfida o vibraste .'
Mas nao .. que o cgo braco o Dos te guia.
i.Hinii injusta be uosra dor em casos taes!
> Quando a trra perd1 un justo
t i an ha um anjo o co de tnair.
Por Flix os de tiusmo Lira.
- --- .......i __ij_^itjt
COMtWEHCIQ.
ALFANDE.;*.
Ilendimento do dia 27.....17:522,643
Dctcurregum hoje 28.
Ilrigue Ilaimbow mercadorias e laxas.
Pslacho Apollo i4em o genebra.
Patacho Aurora i Jem.
Ilrigue Terar carvo.
CONSULADO GERAL.
Itenilimento do dia 27.. ,
provincias ....
Diversas
1:487,115
16,982
1:504,097
F.XPOItTACAO.
Despachos mai ilimoi no dia 27
liio Grande do sul, brigue nacional Minu-
ano, de 215 toneladas : conduz o seguinte :
915 barricas com 6 96t arrobas e II libras d.i
assucar e 60 pipas com ago'ardenle.
Paradina, barca ingleza trena, de 397 to-
neladas : conduz o seguinte : 150 toneladas
de lastro de areia.
HECKISEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 27......1:285,099
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 27......1:925,569
"f'oviiieiito do 'orto.
Navio entrado no dia 27.
Genova por CihralUr 58 diasedo ultimo
porto 27, barca suda limlila, do 195 tone-
ladas, eiipiian Rafael BoaanO, cquipagMii
14, carga vinlms e mais gemios; a Oli-
veira Iriniios & r.ninpaiiiiia. PassHgeiros,
o nacional Antonio Drago e o Italiano A-
dolpbo Klslen. Fundeuu no I.ameir3u
viudo o bole a Ierra.
Navios sahidoi no mismo dia.
Angola Putsch americano Chatowort, ca-
pitn Vinsnn r.ui luck, carga varios gene-
ios. Passageiros, Di 'orttiguezcs, Anto-
nio Jos Alves de Vasconcellose Leopoldo
da Silva Quelroz.
Paradiba Uaica ingleza Irene, capitfln
John Me. Ilnualil, em lastro. Passsgeiro,
o Braatleiro idoptWo Muniz Machado.
Marseille Ilrigue franco* l'aulme, capi-
lilo llejeau Julu;, carga taauCar.
Observacdo.
FiiiiiIpoii noLameiiSo e logo depois le-
vai.lmi ferro eseguiu ;para o Rio-de-Janei-
o. a barca americana elaienreun, viuda de
llii limn I em 37 dias', de 223 toneladas, ca-
pitfio John F. Ilayne, equlpagem lo, carga
farinha de trigo; a Dea na Voule ev Coui-
paohia.
SDJTAK.S.
-- Pela inspectora da all'dndega se faz pu-
blico que, no dia 1." de julho prximo futu-
ro, depois de nieio-ilia, a porla da mesma,
se hfio de arrematar 483 livros o ndices em
branco o pautado, por factura um 725 rs. ,
total 350,175 rs., impugnados pelo amanu-
ense Jolo Atdanasio Botelho, no despadho
n. 450 de 26 do correlo: sendo dita arre-
matrcSo sujeita aosdtreitot.
Alfandega de Pernambuco, 27dejundo
de 1850.O inspector, l.uiz Antonio de Sam-
paio Vianna.
- Pe inspectora da alfandega se Taz pu-
blico que, no dia 1." de julho. depois do
meio-dia, e na porla da mesma, se ha de ar-
lemularem hasta publica 16 saceos de tape-
te para roupa, um 2,400 rs. total 38,400
is. impugnados pelo amanuense Gongalo
Jos da Cosa o Sa, no despacho por factura
arib n. 423 de 25 do correnlo : sendo dita ar-
rematagflo sujeita a direito.
Alfandega de Pernambuco, 27 de junho
da 1850. O inspector, Lufa Antonio di
Snmpnio fianna.
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que, no dia 1. de julho prximo fulu-
ro, sehSo de arrematar em hasta publica,
na porta da mesma, depois do meio-dia, na
forma do artigo 288 rio regulamento, 4 pe-
gas de irlanda de linho entrefinas com 97 e
l|2 varas quadradas a 1,650 rs total ris
160,875, achadasdemsis na conferencia do
manifest da barca ingleza t'ster-Ann:
sendo a arrematac.lo livre de direitos.
Alfandega de Pernambuco, 26 de junho de
1850. O inspector, l.uiz Antonio de Sumpaiu
Vianna.
Deca ra^es.
0 Sr. director do lyceu manda fazer pu-
blico, que, tendo o Exm. Sr. presidente da
provincia removido o professor de primei-
ras leltras da fregueza de Pap&casa para a
cadeira de San-Josc de Bizerros, ficou aquel
la vaga, e que esta outra vez posta a concur-
so: prtenlo, us Hiladnos lirnsileiros que
qtiizerein oppr-s* a referida cadeira, de-
vero comparecer da dala deste a 40 d as, na
sala do palacio >la presidencia, pelas 9 ho-
ras da manlia, tentlo recolhido esta secre
laria os seus requeiimentos preparados, oi-
lo dias anteado referido concu>so. Secreta-
ria rio lyceu, SO de junho de 1850. Janua-
rio Alejandrino da Silva Rabillo Caneca, pro-
fessor de desenlio e secretario.
Oescrivao, ssrvindo de administrador
ra recebedoria de rendas internas geraes
desta cdade, avisa a lodos os proprietarios
e admnislradoresde escravos, que, lindan-
do-sc no correnU mez de junho o prazo
marcado para a matrcula dos mesmos, de-
vem comparecer na mesma reparlica den-
tro do dito mez, munidos das relagOes ,
quecontendam os nomes dos ditos escravos,
sexo, cor, naturalidade e cilicio, para serem
novamente matriculados, uo sendo admit-
tidos depois desse lempo escravo algum
matricula sem que seu dono aprsente o ti-
tulo por que o possue, assim como ficarflo
sujeitos milla de 10,000 a 30,000 rs. por
cada um o dono ou administrador dos es-
cravos que os nio tver matriculado : til-
do na forma do tegulamento de 9 de abril
de 1842.
o escrivao, jerviildo de administrador
da recebedoria de rendas internas geraes
desta cdade, avisa a todos os devedores de
mposlos de lojas abeitas carros, barcos do
interior, laxa de escravos, perfumaras, mo-
das, calcados, e segunda decima de mao
mola, que venliam pagar o que eslivp-
rem a dever proveniente dos ditos im-
postes, relativo ao anuo fnanceiro de
1849 a 1850, por todo o corrente mez de ju-
nho, findo o qual lempo, e depois de esgo-
ladas as diligencias amigaveis nos domi-
cilios dos dilos devedores pelos recebedo-
res para isso oreados, seiSo remedidos seus
dbitos para juizo; bem como se vai j pro-
ceder contra os c-ue, lendo-lhej sido apo-
sentados os recibos do primeiro semestre
do imposto de lojas, vencidos em dezenibro
prximo lindo, o nSo tem querido pagar
CiHiip.iiiaiu de Beberibe.
A administrarSo da companhia de llebe-
rihe contrata por um atino, do primeiro de
aelembro de850 a 31 de agosto de 1851. a
arrefa.diir.no Ja laxa nos chsfarizps e bicas
do encanamenlo. As propostas, assignadas
pelos pi i'U.'ndi tiles e seus dadores, serSo
entregues ateo dia 10de julho, no escip-
t'orio da companhia.
Pubitpa^dfS li ti eraras.
Acli-jiii-s.i venda na loja do Cardozo Ay-
res n. 31, ra da Cadeia-\clha, a 1,000 ris,
o exempiar:
MARA J0ANNA
ou
a mvlher do povo,
drama em 5 artos e 6 quadros, traducgSo do
Sr, Cermaao Francisco de Oliveira.
THEREZA,
Drama em 5 actos.
s^- Os Mvsterioi do Povo. .RA
Esle interessanlissimoeo mais moderno
dos romances de Eugene Sue, islo de do
condecido autor dos Mysterios de Pars e
do|Jiideu Errante ; he pulilicado actualmen-
te como foldetim no jornal da crtrte Curreio
Mercantil. A | ublicacSo dos Myslerios do
Povo comecou no da 11 de mato desle an-
no, o tem excitado summa curiosidade.
Theatro de S. Izabel.
STIMA RECITA DA ASSIGNATRA.
Salbodo, 29 de ua/io de 1850.
Itepnsenlar-se-lia o inleressanle drama
em 5 aclos, original portuguez,
O CAPTIVO DE FKZ.
A naja se lem PQHpado o artista adminia-
tradirrampresaio, puta o bom desempenno
do drama.
Terminar o espectculo com o gracioso
prove bio em um aclo
Quem caa, ouer casa.
Comecar s 8 horas.
Os bilhetesteham-se a venda no lugar do
eostume.
Avisos maritiuaos.
-- Para o Aracaly segu com mtiila brevi-
dade o patacho Santo-Cn/s, tem inaior par-
te do carreganicnlo promplo : para o resto
epassageiros, trata-se ao lado do Curpo-
Sanlo, loja do massames, n. 25.
Para a l'araliiba
salie impreteriveltnente do dia -xj
ou3o do corrente, o bem conheci-
do hiate nacional Espadarte, for-
rado de cobre e de primeira mar-
cha, por ter a maior parte da car-
ga, e para o restante e pissagei-
ros, trata-se com Antonio Joa-
tiuim Vidal 6k Companhia, ou com
omestre, no trapielte do algodao-
Para o Aracaty sahir irn-
preterivelmente,a 7 do vindouro,
o hiate JSovo-Olinda, n5o s por
j ter grande parte da carga a bor- {]
do, como por estar tratada outra,
que deve completar qttasi todo o
seu carregamento : que-m, pois,
qttizeraproveitar abrevidade para
ainda car regar alguma cousa e ir
de passagein, entenda-se com o
tnestre, Antonio Jos Vianna, no
trapiche do algodSo, 011 na ra da
Cadeia-Velha, n. 17, segundo
andar
Para o Rio-Crande do Sul sihe imprete-
rivelmente no dia 30 do corrente, o paia-
cliii huttrpe, c ipilc Manoi-I Luiz dos San-
tos : ainda pode receberum restante decar-
2 que Ihe falta, bem corno passageiros e
escravos a frete : trata-se com Luiz Jos do
S Araujo, na ra da Cruz, n. 33, ou na ra
do Apollo, armazem n. 14.
-- A barca portugueza Santa-Cruz, de
primeira marcha, Torrada e encavilhada de
cobre, chegada a este porto em 9 do corren-
te, sabe pura o Porto coro muitu brevidade,
porque* ja tem parto do carregamento
promplo : quem na mesma quizer carregar
ou ir de passagem para o que tem excelen-
tes commodos dinja-se ao seu consgnala- 'i
rio Francisco Alves, na ra.do Vigario,
n. 11, priineiio_ un 1,-r. _
JM>0*1fftvde lunrirn segu tnprete- 1
rivelmente em o. de julho o patacho la-
lente por ter toda a carga prompta : quem
quizer ir de passagein para o que lem hons
en ni mu los, ou embarcar escravos afrete,
Jiriga-se ao capitn, Francisco Nicolao de
Vraujo, ou a Joo Francisco da Cruz, ra da
Cruz, n. 3.
--'ara o Rio-de-Janero sihe, com a
maior brevidade possivel, o brigue-escuna /
Altgria, forrado de cobre e de boa marcha :
recebe carga a frete e escravos quem pre-
tender, enlenda-se com l.eopuldo Jos da
Costa Araujo, ou rom Novacs & C,
Para Loanda sahir at meado dejulb
o brigue brasileiro Echo, de que ho capitflo
Manoel Joaquim dos Res : recebe smente
carga miuda e passageiros, trata-se com
Rallar A; oliveira, na rus da Cadoa do llu-
cife, n. 12.
Para o Cear pretende seguir vagem
com ininta brevidade a sumaca nacional
Carlota, mestres Jos Concalves Simas
quem na mesma quizer 1
passagem, pode entender
de S Araujo, na ra da
11. 33. W
Vende-se a pseuna llonoveriana ^nro-
m : quem pretender dirlja-se aos seus con-
signatarios N. 0. Ueber & C, na ruada
Cruz, n.*
JSJjaaastjtsaajaaa^^aajaaiajBaafajaja^f^^
Avisos diversos.
CiillP.alVl'S Simas I
carregar, ou ir ue til
r-se cuj Luiz Jos y
a Cruz, no Itecife, I
Srs. da cmara municipal,
niio se persuadam que a fehre epidmica es-
leja hanida d'enlrens; breve hale-nos
porta o verflo, e nSo guardem para entao as
suas cigiliui. ,\no cutdeni s no matadouro
das Cinco-Pontas ; oalros verdadtlroi mala-
(lauros lia da salubrtdade publica. Mandem
ver, por quem tenha olhos, a casa demolida
da ra do cano, c saberSo que ah he buje o
despejo publico, e nferc,3o para os vizinlios
e para qnom por ah passa. Quem paga os
inipostos querem eteem direito hygieue
publica. Mais um pouco de actividade, c a
cdade do Itecife dir ufana: j lemos
municpalidade. Eia, Senhores, avante; na-
da de regresso.
A Marmota
sahir impreterivelmenle amanhia, sabbn-
do, o n. 26. Est de chupeta, est mesmo
Marmota de dia de San Pedro, e traz urna
remessa, e que remessa I ao Conciliador :
esl a venda nos lugares do eostume.
O Patulea
sahio hoje bem fresco e milito serio : ven-
de-se na praca da Independencia, n. 33 ; na
ra da Cruz, 110 itecife, n. 1*, e na mao
dos distribuidores.
O Conciliador n. 5
sahe hoje. ate numero est ittlercssanto :
vende-se nos lugares j Bnnunciados.
Cosme DamiSo de Souza, mestre da
barraba Bom-Jess ila-lledimpcHo, faz publi-
co que no dia 20 do corrente, pelas 10 ho-
ras da mandila, den a costa na praia do tor-
ta do Huraco, perdendo-se toda a carga que
Irazia, e 210,000 rs. cm cdulas, dentro de
urna carteira, cuja quantia era para entre-
gar ao Sr. 1.1 ii|iinn Cavalf inli.
A peasoa qu annunciou no Diaria n.
1i0 querer saber da morada ila viuva de An-
loiini Manoel Dias Paredes, ditija-sc aven-
a, n. 1, do pateo de San-Pedro.
O Sr lenle Grapa qupira ir nuda
Cadeia dn Santo-Antonio, n. 13, a negocio
que uo ignora.
--Quemtiver urna imag>m de 8. Jos,
encimad*, ou por encarnar, que tenh-i 2
palmse meio a 3 de altura, e a quoira
trocar, annuncie sua morada.
Deteja-te fallar a negocio de seu inie-
ressecotn o Sr. Jos Marta l'ereira : cm ca-
sa de Oliveira Irmaos <\ Companhia, na ra
da Cruz 11 9.
--Antonio Jos da Cusli GuimarSai ven-
de a sua venda da ra tifa Cruz, n. 28 : a tra-
tar na mesuia venda. O mesmo aununcian-
le muda-se para o H.'cco-I.argn, n. ?.
--Apjareceu, no engenho Moreno, a ?5
rio cnrrenle, pelas 7 doras da noite, um
rrioulinho, quo reprsenla ter de 12 a 11
anuos; diz ser Torro, e quo cliaine-se Flo-
rencio: quem sobre elle tiver dtreilo, diri-
ja-se a Joo Manuel de Bairos Jnior, ren-
deiro do dito engenho, o qual n3o se res-
ponsabilisa porqualquor cstravio que o di-
to criouliuho possa ler.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


V

I'inlore vidraceiro.
Llliz de Trinca Araujo Soulo, com Ioja na
rui do Rozarlo larga, n. 8, junto anquarte
a polica,ge offereee ao respcltavel. publi-
co para pinturas de lioni gosto ; assim cinc
tem m erando sortimento de viilros, un
ptimo presepo ja preparado o (guras paru
o mosmo, boas imag>ns, oratorios e bous
ornatos de massa para diversas cousas. O
mosmo espora igualmente a concurrencia de
seus freguezes.
Precisa-se de 600,000 rs. a premio, dan-
do-so porseguranga um sitio muito gran-
de com muito pa^to, que pode sustentar 40
, cabegasde vareas tem casa para feilor e
I prelns, boas haixas para capim. pertode Be-
1 beribo; tem algumas (ruteiras e embarque
' muito perto : quero o pretender, entenda-se
' Com o Sr. JoaquimdeSonza. Piulo, na ra
da Senzalla-Velba, n. 100. Ilavendo quem
chegue o prego tambem se vende : as Ierras
silo proprias.
l)!o-se 11,000 rs. por mez pelo sluguel
de uma escrava para o servico interno e ex-
/ ^rno de uma casa, sendo fiel e diligente:
quem a tiver, dirija-seaoces do llamos, no
segundo sobrado.
Aluga-se urna casa em Sanlo-Amnro,
junio fundirlo doStarr, contemio comino-
dos para uma grande familia, quintal gran-
de com varios urvoredos, estribara pira un
ou ilmis cavallos equarto junto para pre-
tos : a tratar na ra Nova com Antonio 'cr-
reira l.iina & Companlna, ou em Santo-Ama-
ro com Francisco lluteUio de Audrade.
O Sr. Ur. A. J. de S. <;., morador na ci-
dade deOlinda, baja ilo ir aloja de f a ze li-
llas da na dol'asseio, n 21, pagar o saldo
de sua letlra vencida a 28 de maio de 1839 ,
do contrario, lera de ver o seu lime poi
extenso nesla folha, at que embolce a dita
quantia.
Na ra Nova, d. 58, na Ioja, se dir
quem da a juros de 400,000 a 500,000 rs.,
com hypotlicca em casas terreas.
08r. Joaqum Jos dos Santos Barrica
queira irou mandar pHgar a quantia de rs.
33,400, na ra da Cadeia de Santo-Anlonio,
n 13; do contrario, ter de versempre seu
nome por esla folha.
Agencia de passaporles.
Tiram-se passaporles para dentro o fra
do imperio, por commodo prego e presteza:
na ra do llangel, n. 57.
O Sr. Ignacio Francisco.....
de Lecerda, e Antonio l'rrreira
de Mello, queiram annttnciarsuas
moradas a negocio de interesse.
No da 28 do curenlo, perante o Sr.
Dr.j'iiz municipal da segunda vara, se ho
de arrematar 4 casas terreas, por execugilo
de I. Conataatina Jacintha da Molla contra
Mauii i de Almoida Lima.
-- Anula esl por se alugar o terceiro an-
dar do sobrado da ra da Senzalla-Velha,
n. 70, pintado de novo, com comrrio los pa-
ra familia : a tratar no prmeiro andar do
mesino sobrado.
NodiaISpara 19 do correte, a
ni ou -imito, ilesa pparcccu, de um
(quintal na Iba de llamarar, um
Aicatallo com os siguaes soginn-
tes : mellado muito claro, magro, capado,
com cicatriz" s nos peilos, por sor de carro ;
lie bastante ardigo e espantado; he muito
novo. Roga-so as autoridades policiaes do
termo do Iguarcss, e pessoas particulares,
que oapprehendam e levein-no a dita ilhi,
a Jo- liento Moreira de Almcida, ou nesta
c\u.'de na praga do Corpo-Santo, n. 2, "U
nii\liiire por esta follia, alim de ser procu-
T8i)oe recompensado generosamente. Ad-
ite-se que liou've denuncia d'este cavallo
.r si lo Urado do lugar onde eslava por
.'crio individuo que por aquella Iba coslu-
Jiiva passear, o que o conduzra para esta
cidada.
Sociedadc Harmnico-
Theatral.
O primeiro secretario scientifica
aos Sra. socio- que a recita tera
lugar spxla-feira, 28 do crrente ;
e os lilieles srio distribuidos nos
das 27 e a8 ate ao meio-dia, no
suido do theatro : e lembra a ad-
vertencia feita no annuncio anle-
--Alugam-se pretas, ou moleques para
venerem azeile de carrapato ; pagando-sc-
Ihcsa 109 rs. porcanada : na ra do S -Jos,
n. 7, confronte a gameleira do quintal da
Penha.
-- Precisa-so de um homem, dando fiador
a sua conduela, que saina andar com gado,
o que lenba pralica de tirar leite : a pessoa
que quizer e estiver neste caso, diriju-se a
estrada de Belm, ao sitio grande da Taca-
runa. -
A pessoa qoe deseja fallar a I.uiz Fran-
cisco de Mello Sanios, dirija-so ra Au-
gusta, em um dos sobrados do fallecido Mu-
niz, das 3 as 6 horas da tardo.
-- Quem quizer se encarregar de lavar e
i'iigommar com isseio a roupa de um ho-
mein, annuncie por esla follia.
Oabiixo asignado muito agradece ao
Ilustre apreciador da scena, a dislincla
honra que Ihe fez no Diario de hontem, sol-
licitando a apparigfto deseu drama no pal-
co de Santa Isabel ; e se o Ilustre persona-
gom se dignBr'por sua bonomia declarar
seu i.imir por osla mesma folha, veri talvez
com espanto ate que ponto pode cliegar um
merecido reconhecimento.
loo Jos I tal.
Quem precisar de comprar fachina,
annuncie para ser procurado ; tambem ven-
dem-se canoas de leuh bruta, e umj ca-
noa de carreira. .
--Precisa-sede um homem estrangeiro
para Irahaltar em um sitio perto da praga,
e que i n!i;' multa pralica de tirar leite, se-
ja diligente e fiel: quem esliver nestas
circumstancias, annuncie.
Olfereie-so uma mulher para ama de
cusa de homem solteiro, ou de familia, a
qunl enter.de do diaria de uma casa., cose,
eugomiiia, e be muito carinhotu para crian-
Cs : na da matriz da Boa-VIsti, n. 16, jun-
to ao s.,|i'iiilii.
Desija-se alugar um primeiro 011 se-
gundo ardar de um sobrado no bairro da
Hoa-Visll : quem tiver annuncie.
--JusXavier Faustimo llamos, com au-
la de prmeiras letlras no Alerro-da-llua-
i Vista, disojando dar ao seu estabelecimen-
i "' f .<
lalho, n
em porcSooa r talho, p .r menos prego do
que ein oulra qna'qucr parto.
- Prccisa-se alugir un prel, para o scr-
vigo ordinario do i.:i 1.11,, pigsndo-se-lhe
12,000 rs. mensacs: no pateo da S.-Cruz
nadaria 11. 106.
Negoei
U
rior.
-- Deseja-se saliera quem pcrlencom os
foros da casa n 1, sita no becco dos l'Vrrci-
ros, para ser indetnnisado do que se Ihe de-
ve : annuncie por esla folha.
Negocio inleressante.
Troca-se, ou vende-se um terreno com
frente na ra da Aurora, e fundos para a ra
do Hospicio, tendo de largura 107 palmos,
faz muda cunta a quem possa empatar, por-
que o lugar ii3o pude sor mellior, e paran
futuro deve dar muilo dinheiro, e para
quom quiz r levantar predios d 21 casas
a linar na praga da Independencia, n. 17.
UfTcrece-se um rapaz poiluguez para
caixeiro de venda, do que tem pralica, o
qual da conhcciinenlo de sua conducta
quem de seu prestimo se quizer utilisir, di-
rija-se ra Hreita, n. 58.
Baphael, paginas da juventude.
Esta encllente obra de,Mi. Lamarline,
cln-gala rtceiilcmente do/Itio-de-Janeiro,
veitidaem hom poituguezf e precedida do
um inleressante prologo 1I0 traductor, aclm-
C venda, polo mdico prego de 3,000 rs..
yin encaderu<;io ingle/a, na ra da Cadeia
lo llecife, n. 38, o na ra Nova, n. 11, o me-
. [lio da obra be atlesvauo pelo uome do iu-
|V r: nolla depara inslrucgai.e deleite o pul-
mopho, o romancista,o poeta geralmentc
8*y quer que quena aprtciai um bello
Precisa-.-c .in um pequeo \0 \. a 14
fos, p.ra Mita d- ,,,, padHIa ^ l h
- ireta torra, ou i.*ni19, kara., Z"
aSiS' --U- do Co,ovello, t'
29e3Voaque ann,. ou (|uerer
prarumenoa, dirija sea S.-Fran-
cisco casaapaiagada. J lr"
.. Aluga-se um sitio na esrt,aila(Jo oza_
rRl.o. defrolitu d<> Sllio/dj fallecido Sla-
nocl Jo- de Almoida. .111 ,baslanles arvo-
redos de inicio ba'-a para Capim: quom
elender. fi lo um a iguii'iiio conveniente, e em utilida-
de de sejs alumnus, declara que tem resol-
vido adilicionar a leforida aula duas nutras
delatirc francez si^b a dirergilo do bons
professres mediante um mdico estipen-
dio.
l)aueircoiypo.
Doartista \uguslin i-.ettarle.
Tira retratos, p.iisagens, copias, etc., des-
de o lanianho o mais pequenn al 10 pnlln-
g.ida- l iinaiilio que aqu anula uinguem
tiroul, e muito superiores pela invengilo
de hnfuerrear, tanto em fumocoaio coluri-
dos, cin qualquor occasiSo, o em muito pon-
en lempo, pois que em 12 segundos pde-
se lerum retrato e muito perfeito. e sendo
paisagens ou copias lira-se em moito menos
temp, allirmando e garantn lo, tanto a du-
raiiii ilailo das cores, como a perfeita some-
lliania : o mesmo sa obriga a ir tirar em
i|iiali|iij casa e a qualquor hora. As pes-
s-ias 1111' se dignaren prorura-lo, podem di-
rigirse a ra do Cllegio, 11. 25, segundo
andar, onde foi a (finura, das 8 horas da
iiimiiJii as 4 da tarje.
Einit Dieileiscliirii capilao do brigue d-
n.iiiiinjiK-z tila f Emita 11:10 je rosponsabilisa
por -11 i. 1 li|o,'i- divida que a lripolt(o do mes-
100 briguo posta conlrahir em seu ......ir.
No da 28 do crrente, se ha de arre-
mata porante-o Sr. I)r. juiz do cvel da 1 r-
iuei:a vara, na roa das Flores, n. 1, primei-
ro andar pelas 4 horas da tardo, o grande
armazem e telheiro, penhorado a Manuel
Antonio da Silva Mella, na ra de Appollo,
n. 32, o qual tem porto de embarque
quem o pretender compurega, que lie'a ul-
tima praga para adjudicagSo, na falla de
angadores.
Furto.
o
.. Na nova 1
da
ra da Cuia. n. 3
recebem-s' C'r dncomaq^l!0s-ci<'doviiluque Sl.us d
^adana 1 na prag. da Santa-T"," P?l'f"
^.a por baixo do sobrado, ... ,6'' '"'''a-
Furtaram da casa ou ubi so assignado um
anebl de ouro, feiloeni Lisboa, sem pedras
e com as letlras inieiaes A. J. P. G. : roga-
se a qualqupr pessoa, ou a algum Sr. ouri-
ves que o nao enmpre, e sini oappreheiida
eentregue-o ao ahaixo assignado, na m
da Senzalla-Velha, 11. 96, que recompen-
sar com 5,000 rs. Antonio Jote Pedro
C,on;alvei.
Denles arlificiaes
J. A. S. Jani, dentista tem 1 honra de
avisar ao respeilav*l publico que contina
por denles arlificiaes do porcelana ; c-
mo bem lira as carias dos naluraes, que
tanto ilaiiniilir.i os tientes e coipera para
o mo alito da hueca, nao S-ndo tira-
da ; caiga os denles turados con ouro ou
prala, para prevenir as dores e t continua-
cio da caria. O annunciante asseera a to-
llas as pessoas que se quizerem ulilisar dos
seus servigos, que 11S0 exige paja alguma
mo Picando os denles tilo bem p)jtos que
mo se possam dilTerengar dos proprios na-
luraes, e podendo mastigar con os mes
mos|toda e qualquer comida sen sentir 1
menor dr e neiu receio de os quebrar, e
por lso garante a lodos quantcs de seu
presumo sequizerem ulilisar, qt,ehno do
tirar sal sfeitos, a vista dos muilos exemplos
que lem dado as pessuasque o tem apatro-
cioado. O annunciante mora na rui-estreitii
do llozario, n. 16, primeiro andar.
V ciliado de I*aris.
Fabrica de cl-apcos de sol, ra do
Collegio, n. 4-
J. Falque participa ao respeilavel publico
ded cidade, qu" elle abri o seu novo es-
tabelecirjieiito, ond se encontrar senipre
u"> grande c bonito surliinento desles ob-
jecliM jos niais modernos e variados, como
ou'?' chapeos de sol para bonicos de se-
ditos Jeua'.lau,as e lizas, de cures eiiretos,
'dsdetodas*^0 d'ag0 muil forl,S con
inleressante.
I'az-se todo e qualquer negocio com duas
letlras de 493.02V rs., vencidas ha mais de
seis anuos, "declaram juros de 2 por cento
ao mez, aceitas pelo Sr. capillo Amonio Pe-
reira Freir, que morou noengenho Cainha,
e que ha 3ou 4annosse mudou de Taqua-
ratinga para Quebrangullo, comarca de Ga-
ranhuns : na ra da Cadeia do llocife, Ioja
n. 50, a fallar com Cunta &. Amorinr
Aluga-se o sobrado n. 10, com lojas,
na ra dosQuarleis, por prego commoJu.
A o Fulilico.
Nos Coolhos, 11.13, defronle do hospital
novo, cana de abrir-so om eslabeleeimen-
to para a confecgfo completa de carros de
todas as qualidados : os modelos s5o sem-
pre do ultimo gusto, ou segundo vonlade
dos freguezes. Todas aquellas pessnas que
se dignarem honrar este estabelecimento
com a sua confianga, serSo servidas cun
promptidSo e seguranga, tanto a respeito de
obra nova, como relativamente a qualquer
especie de concert ou troca ; guarnigOes,
pintura, arreios Neste estabocimenlo a-
cham-se venda duas carruagens novas.
-O Sr. padre Coriolano de Carvalhn man-
de pagar a quantia de 25,500 rs., que deve
na ruadoQueimado, n 30.
- Abrem-se firmas para bilhetes de visita,
5 3,500 rs. com a maior perfeigSo e em
qualquer carBder de letlra, e da mesma sur-
to chapas para carlOes, com tarjas ou sem
ellas: ludo a contento dos que encommen-
d a re ni: quem pretender estes objeclos,
dirija-se a praga da Independencia, Ioja de
livros, ns 6 e 8
Aluga-se o armazem do l'orle-do-Mat-
los, n. 20, onde teve prens Aloxandre Lo-
pes Itibeiro, confronte a ra da Madre de-
Dos, tendo de frente 71 palmos o 110 de
fundo :q:iem o pretender, enlenda-se com
Manuel Alves Guerra.
--Aluga-Sf uma casa terrea na ra da
Unilo: a tratar com A. L. Santos, na ra
do Crespo, n. II.
--Aluga-se uma grande casa o silio qui
vai at o rio, na povoagSo do Monteiro : a
tratar na ra de S.-Colgalo, n. 29, das 6 as
9 huras da mantilla, e a larde a qualquer
hora.
Chapeos de sol.
Una do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um ricn
sortimento desles objectos de lodas as c-
rese qualidades, tanto de seda como de
paiininho, por pregos commoilos; ditos pa-
ra .-ouluna, de hnm goslo : esles chapeos
silo feilos pela ultima moiRi; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sortimento de seda e pan-
iiiiitos imitando sedas, para cubrir ar-
mages servidas : todas eslas fazendas ven-
de m-se1 em pnrgSo e a retalhu : tamben* se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto do
basteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: ludo por prego
commodo. Na misma casa ha chapeos de
sol de marca maior, de panno c de soda,
proarios para feilores eengenho por seren
dos mais fortes que se pJem fabricar.
Hua do r-asseio, n. 5 A.
Joilo l.oubot participa pela segunda vez as
pessoasque toem em seu poder chapeos de
sol para cubrir e concertar, que os vcnhain
buscar no prazo de oito dias; do contrario
sero vendidos pelo imputo do concert,
visto ja se ter advertido nos ns. 104, 105 e
106deste Diario.
Kst desoecupada a casa amarella da
ra da Praia, aonde esl o theatro, promp-
lo para qualquor represenlagSo, c se aluga
oommodamenteou para este effeito, ou tam-
bem para qualquer lepartigflo publica, es-
tabelecimento, fabrica i o sociedade que
precisar de um grandissimu saldo, alm de
outros commodos mais, para cujo tim se ti-
rar entiu a decuraglo do theatro, pondn-
se a casa limpa : a tratar com Cuilherme
Sello no atierro da llua-Visla, n. 10
;!or develas, de cisquinha e j u-b
na di p, uta, ti. 2">. soRundoandar.
Vf:lldAN.
Compras.
Je sedas Uinf$5*t d,l8 ?,rV -,,or-s
lias c.\ .' ei'sas,coni Iraniasls sen
ni/o mi ?U,lVODiW datos 01 de
i'M, o tintando soda, com Irania e s,.m el-
I
e
la
i. HOSde panmnho para homem coai ar-
mc.io tira e ordinaria, sorliu.eiito dr lien-
ias de lo.las as qualidades, baleias par
vestidos, cnlleles e espartilhos para Sl-ii/io-
ra. Na mesma casa concerta-se o cobre-so,
muaa qualuladc de cha| eos desol ii,ngu- las, de embigo
las para os quaes lem boas sedas e painos rcita, n. 121.
em pegas : lodos esles objectos vendeui-so Compra-se uma tesoura, ou espevita-
Compram-sc bandas e dragonas com
franja usadas : na piaga da Independenciu,
n. 19.
Compram-so duas caiteiras de uns
face, eni meio uso : na ra Direila. n. 3.
~ Compra-se em qualquer estado, com
tanto que nflo fallem follias, um dicrionaiii.
dn Maraes da quarla ou quinta ecgflo, as-
sim como breviarios e um melhodo devio-
18o por Caruli : quem os tiver, dirija-se ao
pateo do Carmo, sobrado n. 9, segunde
andar.
Compra-se lijlo de tapamento servi-
do: nesta typographia se dii quem com-
pra, ou annuncie.
Compra-se um sellim inglez em bom
uso : na ra do Crespo, n. 1, Ioja.
Compram-se al 80 pataces mexica-
nos a 1,840 rs. cada um : na ra do AragSu,
n. 8.
Compra-se uma alva, amito, corporal o
sanguinho novo ou usado, em biin estido :
na ra da Cadeia do llecife. luja n. 50.
- Compra-se um lellim inglez usado e
om bom estado : na na da Cadeia do lleci-
fe, Ioja n. 50.
Compra-separa um engenbo uma es-
crava prela ou parda, quo soja moga, que
saiba bem coser c engonimsr, c que no te
tilia os vicios de embriagar-so nem l'ugir:
na praga da Boa-Visla, n. 32, seguuJu
andar.
-- Compram-se oaixas vasias que foraiuj
v salan, a 120 rs. sendo da labrica da
pioviiiea, e de lora, a80 rs. e em bom es-1
lado : na ra da Madre-de-Dos, n. 22, ar-j
roazeoi.
Compram-se, par um deposito, una
eiixi'ie.- pai .i bolacha, uma balanca, um ter
no de pesos al 4 arrobas : na ra do Colo-
vello, ns. 29 e 31.
Compra-se aleo prego ,de 10,000 ris
urna cadena de balangn que c.-iej.i em I um
estado: na ra da CadeiSTto Itecifo, n.Jo :
na mesma casa vende-se lima commoil de
mogno em muito Lom e-lado, por prego
rasoavel.
Compram-se | s de Urangeiras sclec-
e liinSo-doce : na ra Di-
Vende-se cera de carnauba, por mais
barato prego do quo em oolra qualquor
Darle; bem como cera unar.-il -. na prag
da Boa-Vista, n. 13.
Vende-se u'iui taberna na rua da Praia,
n. 42. com poucos fundos ; a tintar na mes-
ma taberna.
Tinta pira escrever
muito superior vende-se na rua larga do
llozario, n. 36.
-- Vonde-se urna porgSo de birria que
fram de oleo de linhaca na b itifa de Bar-
tliolorneu Francisco de Soti/.a.
-- Vende-so um cordSo grosso com 20 oi-
tavas, por prego comino lo ; bem cuma u a
violilo : na rua du Fugo, sobradlo de dous
andares, no segu.ido an lar.
Atieneur)
Vendem-se chitas linas, a 160, 180 o 200
rs.0 covadu ; riscadus largos om eassa.
210 rs. ; mei is para senliora, a 160 rs. ; di-
las para menina-, a 300 rs. ; pequeos len-
cos com bico. a 500 rs. ; ditos milito glan-
des para cubega, a 1,000 rs ; madapulu do
vara de largura, muito lino e com 40 jardas,
a 8,500 rs. a pi ga ; algodSo trancado de lis-
tras, encurpado e ameiicano, a 200 rs. o co-
vado ; dito azul superior lazeoda america-
na, a 22o rs. o covado ; dito trancado bran
co, a2IOrs. a jarda em pegas; madapoln
lino, a 3,800, 4,000,4,80,1, 5,000e 5,200 rs. ,
moias americanas cruas e encorpadas, a
1,000 e 5,ooj rs. a duz.ia ; riscadinhoa ga-
novozes, muito finos e proprios p.ra roupa
de meninos, a 820 rs. o covado; lencos de
sola de excedentes padrOes e muilo fino-,
a 2,tOO rs. lem destas lazendas na um sor-
tiuiento'complelo de f deudas de bom gos-
lo que se venderiio por prego haratissimo
para se adiantar a venda das niesmas : na
rua do Collegio, n. 1, Ioja da estrella.
- Moreira k Velloso, cura Ioja na ru
Nova. n. 8, aiinunriain para vende- pelo
baralisiimo prego de 2,000 rs. chapos de
maga coberlos de olia lo proprios para a es-
agito presente} tarnhum se vondem, na
mosina Ioja, sapatos de corda vilo e fian ce-
zes a 1,200 rs. o par ; dito de muro de lus-
tros para senliora, a 2,000 r-. ; (spartilhn-
de puro linho guarnecidos de halis, nflo
esquecudo a larga du frente, pelo prego
nunca visto de 6,000 rs rada mu : galbe-
leiros com 4 vi.Iros, a 2,500 rs. chapeos de
pal ha iberios para senhora, de vanos pregos
e de diferentes lamanbos; ditos de palmita
lin lamente enfeitidos para meninos h me-
ninas; franja de varias cores muito pro-
prias para enfeitar vestidos, a 3-20 a vara .
inanias degarg de mullo bol qualidade i
de bonitos gustos, a 5,0ii0 rs. ; as verda-
deiras luvas de imgal com dedo- a 1,000 o
par, ditas de pelica para s nimia e pata ho-
menij horzeguins, sapatos de lustro, ditos
de msrroquim, tudo pura senliora; da-
teos de maga francezos, chegudos de prxi-
mo, b mitas formas e boa pelucia, a 7,000
rs. cada u'ii ; peutes de larturuga de mar-
rafa ecc; lencos pan gravitas capellss
de llores para nova 5 curios de sedis brin-
case decores; esobreluiln un [bollo surii-
mento de perfumaras e de mitras fazendas
mais que se protesta vender por pregos mui-
to rasoaveis.
Quatorzc vinlena
i a Ires tusloes,
Chitas fiancezas
De lindos |>miroes.
lie o que p le ser d t barato .' um r ividu
de chita t'ranceza da largura quasi de van,
oom moilernos de-enlins, e cores 11X18, poi
300 e 280 rs : na rua do Crespo, n. II.
-- A luja de miudeziS da rua dos Quarleis.
n. 20, que fui do finado Cimillo llenrique-
Ferreira, esta para vender-se : o preU 11 ion
tesa^liarao o lialaiu.o da dita Ioja em casa
de J. I) Wollhoppci Companhia, na rua d
Cruz, 11. Id, onde taaibein se acha a com-
iiii-so nouieaila e auturisada pelos credo
res da massa para a dita venda e para tralai
lo ajusfr.
Vendem-se terrenos j aterrados, en
ehfiOS proprios, e tambem ron viveiros d
peixe 1 rom; tos: a tratar com Manoel Lu/
da Veiga, no caes da Alindega, n. 5.
Vonde-se, para lora da pruvincia ou
para eiigenhu, uma prela ciioula, do 24 an-
uos, de bonita figura, muito sadia, perfeila
engommadeira e coxinheira, tanto de Ionio
cmodo fogo, Taz doces de ludas as qua-
lidades, bolos, refina assucar, lava e cuso,
por prego commodo: na rua da Praia, 11. 20.
Vende-se urna rica arma de 2 canos
a obra Hocreagilo philosophica poli padre
Theodoru de Al ncida ; Confidencias de La
francez : na raa Nova,
Vendcm-sn qucljns do serla i, muito
frescos, em orgSo e a retalho : na n 1
' -' ,. y, .
yrs. nV!-s' slpsc de linlin puro,
vemlcn-se Ion-
di toa il gil
de tilo ib
ni.
bor-
h-
2204
a a a Vilo : na rua do Caesno, n. II < j
l'rc ,
v .. iiiliiims.
Ni rua Nova, I I ti.
ros de seda grandes,! 8IJO .v
a. a 320 rs. ; grvala- n i gtfhs ,7
nlio, a 1,60 i rs. ; ditas etnfS, _'
Istias, i B40 rs.; lencos de cambrsilr-
nbo, finos, eslampados em roda, ou 0''i',
Jura, a 1,800, 2,000 e -',,>ii r.. ; oords
ra espartilhos atacadores 80 rs. rt
>as !_ rgantilhas ilouradas. a 2,000 o 2,500
s.; ditas de i Ij il res, h too rs ; tran -
luis dourad >s p.ra senhora, a 1,000 rs.
deregos douradns, a ii b 8.000 rs. todos
ses doiiialn- ..iii lino- o i intatn perfeita-
mente os de ouro; bicntde blonde losada
branca ealreitinhuo, i 80 rs. i vara.
iNaopdi' liaver mais lmalo.
Vende-se superior chocolate, recenle-
lonio chegado de Lisboa ; reva la muito
nova; chi propriamente de S. V hysson,
peroli, iljofir e uoinm : ludo por prego
commodo: no irmazem d i esquina, de-
fronte do guindaste, 'lo Francisco Utas i'.-i
reir.
Vende-se una escrava que cozinha
lien o diario de urna CISS, engomla, lava
inuitu bem lo vari'lh o I uptiuia qui-
ta nde ira ; lulo tem vicios nem achaque, "
t.uil') fiel : na rua da Cadeia do S -Anlo
nio, n. it, segundo indar, esquina do hec-
"o iio Ouvidor.
3 Arle de nadar,
^que r le sustentar um homem na su-
.'perlioo d'egoa o lempo que quizer setn
.o menor esforgo : na rua du Crespo, '
''II. li. .;
A !,ooo rs o corle.
Vende-se superior brim bronco
ile linho le listras : na rua do
da
n.
10,
lo i a
vi uva
Crespo,
Fre tas Cuimaraes.
Ven le-sa u n preto proprio para e ige-
nlni : ni rua DireiU, n. ti.
Vendem so 7 vareas crioults, paridas
le iiruMino," q te da i miito[leite: nojlugar
la Pinnga, silio ao po doSr. Antonio Cr-
rela.
i-;
Manteletes e capolinbos.
Na ioja du sol n lo imari'llo, nos
qualro cintos da rus Jo Queimadu,
n. 29, ven lem-se manteletes e capo-
linhos de chamalote piolo de -oda o
g ni nocidos com franj i o seda, pe-
lo diminuto i reg de 20,000 rs.
martille, 3 v.
n. 16, Ioja.
Novo trem de cozinha.
Vendem-se chaleiras, cassarolas, fregi
deiras, e panellasde ferro forradas de por-
esllina ; machinas para caf; bules u ca-
feteirasde metal na rua Nova, n. 16, Ioja
de ferragens, de Jos I.uiz Peroira.
Vendem-se espidas praleadas psra of-
lictaesde guaida narional ; uns birreti-
na COlll rhoiilo para olcial de Civailaril;
una banda e uma frdela anula nilo servi-
da s: na iui Nova, n. 16, Ioja.
-- Vende-so um relogio prenle suisso ; i
metliudo para piano; um violilo de jaca-
randa ; algumas msicas novas para Violflu
e para piano : na rua Nova, n. 16, Ioja.
Vende-se, ou permuta-se por casa.-
terroas, 3 partes de um sobrado de dem-
andares, ou por lodo, silo no palio do Ter-
eo, esquina do becco do Lubalo : a liatar ni
la luieila, n. 65.
Vende-se o primeiro silio da Torre,
com 600 palnies de Imite e 1,200 ditus di
|fundo, a boira do rio, com mais do loo i
Ide coqueiros ja dando fructn, grande baixi,
para cipim, ou viviiios, emiim com com-
inodiilades para todo e pur baiato prego.
Vende-se doce lino de guiaba, muito
bem feito, em caixinbas de qualro libra.-,
pelo [reg de 1,000 rs. cada una caixinba
na rua das Cincu-Pontis, u. 82, taberna.
Vcndcm-se 12 esclavos, sendo un
ptimo cancho de engeiibo; 2 molecote.-
le 12 a 18 anuos ; 2 esclavas de todo o er-
vigo ; um pardo de 20 anuos; l> esciav.i-
mogas, entre ella uma de meia liado, e qui
he boa la\aleiia de varrella, pur 250,000
i-. I na rua Direila, u. 3.
Vende-se um bonito par de mangas de
vidro lavradas, pouco servidas : na iui du
llangel, u. 57.
t
....
+i
4
9-*':>l i- 1H* ''-'' ? -^Si
Vomii-ni--!' queijos Inndrinhos de 4 e 5
libras,muilo frescos: na rua da Cruz, no
Decife, n. 62, armizem de Manoel Francis-
co Marlins.
..Vendem-se necios da extinets rom-
panhia de Peruainbuco e Parahiba! na rua
da Cruz, n. 9, cscriptorio de Oliveira Ir-
mSos.
Cli<\!>ueni no novo
baiaeiro.
Ns nova luja do Paiseln-Publico, 11. 19,
le Lomos Aimiral & Companlna acha-so
mi cnmi'leto sortimento de fazendas, como
-i'jan madapoln limito lino, 1 1,200 1-
pegas de chita multo linas e de Cores lixas ,
16,000 7,400, 8,0110 e s.oo rs. e 1 160,
200 e 240 rs. o covado ; curtes de brim do
linho e de lindos padtijes, pelo diminuto
prego do 1,400 rs. o corte ; ditos do meia
oaseu.ia.a 1,60o**. ; Ctoles de 13a, e quo
tambem servom para mesi de tneio de sa-
la, s 1,800 e 2,200 rs.; cortos de rambraia
le seda, a 4,80'/ rs, ; ditos de Cassa cbil i, a
2,000', 9,600 e 2,800 rs. ; longos dC caml i.ua
bordados para senhora, 1 500 rs. ; e nutras
iiiias lazen las quo por baratasdeixarh do
er annunciadas; bem como mantas de h-
l de linho bordadas, a 2,000 rs.
A\ isoao inatlamisino
per aiiihncaio.
Na nova luja do Passeio-Publiro, p. 19,
,|o Lomos A mar I & Companlna, vendo-so
cassa muilo fina pata vo-iil..... senhora,
de muilo lindos padrOes, denominada Per-
nimbucana, polo barilissiran prego de 7S0
rs. a varj. \cllas, pois a f.zenda yOa ; bem
les de 1:1a de cures escuras, a 800
como cls
lis.'
,\ 040 rs.o covado de al
pacH prela (ina.
Loja 11. 5,
leCoimirSes* Henriques, que faz esquina
para rua do Collegio, vende-se alpaca pre-
la fina, pelo diminuto prego de un rs. o
ovado, |rego esle por que nunca se vendeu
fazenda igual.
O
O
&
O
Toalhado de algoilo e de linho.
Na Ioja do sobrado aniarellu, nos
qualro cnnlos da rua do Oueinuido,
n. 29, vende-se atoalbadu cun tres
pi linos e meio de largura, a 320 rs a
vaia ; dito com 9 ditos, a 1,800 rs. ;
* dilo de puro linho, com 9 palmos de O
VJ largura, a 3,000 rs. I vars ; guarda- ^
'} apos de puro linho e.adamascados "}
3 a 10,000 rs. a duzia. q
O o
Para quem tem bom
gOslO.
Na rua do ijuciniado, n. 9, e\i-te um no-
vo sortimento de manteletes e cipotilhosde
seda, gorgurSo e chamelote preto e de cO-
i os, os quaes su ven lem pelo diminuto pre-
go de vinte e dous mil rs. DfiO-se amostras
com peohores.
Vende-se um bilhsr com pouco uso e
bem coiihocidn, com lodos OS seus pe ten-
ees : na rua oa Mldre-de-Oeos, armazem
do Vicente l'erreira da Costa.
ILEGIVEL
MUTILADO
mam


j-.jn-jy.
{
- \ .
psito4ke PoOissa.
n ildadi ei
i
n
i i : < 'i marpm n
As mu i t i >:is sublimes
, '2,240 rs. o cor!
I 80,0 rs



Corram ao barato.
[i. 19,
K)
i
II a nielo les
*".1 U.Q. pardo lino a 4.000
' rs Cada un ((.vi o.
-
Ao bar.'i io |)' e. eo de I 'O
covado.
i
Acaba de chocar
Queii) a 'mirar
\ enba \ er < comprar.
u i ii \ do Crespo, esquina que
vlla para r, coi!
\ II Ipm -r
iq i- ;
,! In rt.r ilc i api-, multo -'i
. prola, milito Im
: ditos do v 'ni de rore>
-. 1... i i ; ;i i tus do .
'.--.,. din de ln im
linho | ;
I mi tmai
ni iiiil .i, ;i 1 .-'< i .i

i i i i de
i i, 280 rs.

. h 200 i- ,
i
.

-
n
"n
i

Panno coiiro
1,300

a
l'.S.
1,200
la <
i.sttiai o de superior
lo Carioca,
lina >ova, o. 34.
do l-ranca lindos oapoli-
i lenlioi a e meninas,
bai ato.
A 1,000 i?. O corle de
calcas.
[ado, dos mais moder-
terulo tamliem Er
i ,00o rs o corte de
na i un do Queimado) n.
f rite a bull a.
C smenlo o baile, *
! iii le, ultirra ^
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