Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09788


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Full Text
Anno XXIV
Terga-fcira II
I
)
FlBTIDll SOS OOBllatlOS.
Golaona e Parahiba, segundas esextas feiras.
Rio-Grande-dnNorte, quinta feirax aomeo-
Cabo, SerinhSem, Rio-Formoto, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.*, a 11, e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vtata e Plores, a 13 e 28.
Victoria, t quintas feiras.
Olinda, todos os das.
/Ming. a 3, i 1 h. e27 m. da m.
n_ .. (Nova a 10, s : Piusas Di LH.. jCreBC a I6> g R h e 3 m da ,
[Cbeia a 24, s 11 h. e 51 m. da m.
PKEAMAH. DE HOJC.
Primeira as 0 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda as 6 horas e 3o minuto* da manbaa.
de Juuhode 1850.
N. 130.
^^..-ji-inmim
das ba m
110 Seg. S. Margarida. Aud. do J. dos orf. e m. I. y.
1.11 Tere. S. liarnab. Aud. do chae, do J. da 1.
v. do civ. c do dos feitos da fazenda.
112 Quart. S. Onofre. Aud. do J.da2. v. do clvel.
13 Quint. 888 S. Antonio f. padoeiroda provincia.
14 Sext. S. Brazllco. Aud. do J. da 1. v. do cive do
raKOOl da iDMCBirVio. I dos l'eitos da faienda.
Por tres mezes (d.n,ul<) 4/000115 Sab. S. Vilo. Aud. da Chae, e do J. da 2 y, do
Por seis meze 8/0OOI criuie.
Por um auno 1.V0O011C Dom. S. Joao rraucisco llee,is, ,
a^^^^^^^ia^i^Hi^MMiMiSSi^^UBMaMMW>*WW^jMH^HiSSMaj^SWBBBP^BaWS^IHSI^aSi

CAMBIOS EH 10 DE JU1VHO.
Sobre Londres. 267,61 d. por 1/300 r. a 80 diai.
. Paria, 346.
Lisboa, 105 por canto. _.
Curo.Oncaa hespanhoes.........28/000 a 29/5M
Moeda de 6/400 velhas.. 16500 a 16/700
.de 8/400 novas.. 16/100 a 16/20
. de 4/000........... 9/100 a 00
/VaU.-PatacSe braslleiroi...... l/80 a 2/0m
Pesos columnarios....... |/90 a 2/uit
___ Dito mexicanos.......... '/820___1/8'<"
DIARIO
PERMIBI0.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNDA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 8 DE MAIO.
DE 1850.
Odelo. Ao Inspector da tbeiourarla da fa-
zenda, transinitiii'la o aviso de urna lettra da
quanllade 1:100,000 rs. saocada pela thesoura-
ria do Rio-Grande do norte sobre essa, e a favor
de Pedro Jos de Alcntara Deao. Particlpou
sean presidente daquella provincia.
Dito. Ao coinmandanteda praca, para que
mande addir ao segundo balalhao de fuzilei-
ros aftin de seguir para a corte o tenenie do
acato balalhao da niesins arma Bernardo Jos
da Craca. Communicou-se ao cominandanle
das anuas.
Dito.. Ao mestno, inteiraudo-o de haver
arbitrado a gratificarlo de 80,000 rs. a Hercula-
no Homero de siqueira, que se oflereceu par
setvirpo exercito, e se acha alistado no oitavo
baialhio de caf adore. Inteirou se o inspec-
tor da pagadoria militar.
Dito. Ao director do arsenal de guerra,
ordenando que forneca ao coinmandante da
corveta "anuaria una caisa de guerra comple-
ta para oa toques de bordo daqrlle navio, e
mande apreaentar ao Inspector do araenal de
marinha a contada despea que houver de fa-
zer coin a iiiesma cilxa, afiii de aer satisfeita.
Neste sentido offlciou-se ao mencionado Ins-
peaior, e ao eommaodate da referida corveta.
Dito. Ao inspector da pagadura militar,
para que mande pagara Franca 8 lrmo vis-
ta da conta Junta ein duplcala a quanlia de
18.880 rs., (i que importaran! cincuenta e no-
ve caibroa que venderain para as obras afazer-
ae na ilha de Fernando. Scientlficou se o ins
pecur do arsenal de marinha.
Dito. Ao inesmo, para mandar pagar a
Franca & Irinos, vista da conta que remelle
ein duplcala, a quanlia de 115,852 ris em que
iinportaram 5.966 lijlos de ladrilho que ven-
dern! para as Obra do presidio de Fernando.
Comuiiinicou-se ao inspeclor do atsenal de
marinha.
Dito. Ao presidente do conselho geral de
salubridade, sclentlficando-o de ler expedido
as convenientes ordens aos parochos das fre-
guezias da provincia, e aos mdicos que csti-
verain encarregado do tratairrento das pessoas
iodigenies, accommetlidas da i. lite epidmica
para remetterem a Vmc. os mappas e notas de
que trata o seu oflicio de 6 do crrente. Nes-
te sentido expedlram-se as convenientes or-
dens.
Ojio. Ao director do Ivcu, ordenando que
pon ha a concurso a cadena de primeiras lettras
do sexo feniiiiiiio da freguezia dos Aflogados,
visto ler fallecido no dia '> do corrente a respec-
tiva professora
Dito. A'cmara municipal do Cabo, com-
nunicando ter a assembla legislativa provin-
cial aporovado as coolas da receila e despea
daquelta cmara, pertencenles ao anno finan-
celro de 1848 a 1849. Neste sentido officiou-
se as cmaras do Po-d'Alho, lioa-Visla e Cim-
brea.
Portarla. Noineando amanuense da secre-
taria dogoverno a Jos Antonio da Silva e Mel-
lo. Goiumuuicou-sc ao inspector da luesou-
rarla da faienda provincial.
Dita. Mandando passar patente de major
coinmandante do corpo de artilharia de guar-
das nacionaes da freguezia de Una a Francisco
Santiago Hamos. lnlcirou-se o respectivo
coiumandaue auperior.
PE: NAMBUCO
ASSEMBLA PROVINCIAL
37.a SESSAO ORDINARIA EM i DE JI'Mln
DE 1850.
PRRSIDEIvClA DO Sa. PEDRO CAVALC1HTI.
Svuvknio.Approvacio da avia da tei'io
anterior.--Expedient.Approvacio do pa-
recer da commi.'iao de polica sobre a nter-
pretuco do art. 122 do regiment da casa,
em primeira discutido.Heieicdo doprojtc-
to tobre loteriai, nao tanecionado pela pre-
sidencia da provincia, e da partid art i7
do orcamento municipal que rtttabeleoe o
art. 31 da le n. 141 de 19 de maio de 18*5.
'-Approvaco do retante do mencionado
arl. 27 em segunda discutido, e de outro ad-
ditivo do Sr. Fruncisco Jua ; bem eotnu u
ortigo tegundo do orcamento provincial com
u/gurnas emendas.
As 11 horas da manhSa, feita a cha-
mada, acham-se presentes 29 Srs. depu
tados,faltando os Srs. barSo da Suassuna.
Machado Itios, Barros Barielo, Manoel Ca-
valcanti c Neinezio.
O Sr. Presidente declara aberta a sessSo
OSr. 2. Secretario le a acta da sessSo
antecedente, que he approvada.
O Sr. 1.* Secretario menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Um oflicio do Sr. secretario interino da
provincia, transmillindo, para ser presente
a assembla, urna represenlacSo da cmara
municipal de Colanna.A' commisso de
negocios de cmaras.
Outro do mesmo senhor, remettendo,
para ter o conveniente deslino, um reque-
rimento dos funileiros desta cidado que
deixou de acompanhar o oflicio de 31 de
maio.A' couiinissu de negocios de c-
maras.
Um requerimento de Joaquim Theodori-
co de Albuquerque Marunhfio, arrematante
que fui do imposto piovincialdo o.unicipio
de l'au d'Alho, pedindo qus se Ihe conceda
o prazo de aeis meze para poder accionar
os devedores.A' commissSo de orcamento.
I'i iuicnu parle da ordem do dia.
Primeira discussSo do psrecer da com-
missSo de polica aceica da interpretado
do arl. 122 do regiment.
O Sr. Floripet:--Sr. presidente, para vo-
tar conscienciosamente sobre esto parecer,
preciso que os nobres signatarios delle me
deetn alguns esclarecimenlos : quizara que
elles me dissessem porque motivo icbam
melhor ata marcha ah preacripta do que a
que se tem seguido at hoje : preciso tiesta
explicacSo ; e, sa ella me nSo fr dada de
modo satisfactorio, ver-ma-hei TOr^ado a
votar contra o parecer.
OSr. presidente :Rogo ao nobre deputa-
do combine a disposicSo do art. 122 com a
do art. 121 do regiment. Feita esta com-
binacSn, o nobre deputado reconhecet a
necessidade da nterpretacjlo.
O Sr. Velles defende o parecer d commis-
sBo, dando as explicacOos pedidas pelo pre-
cedente orador.'
O Sr. presidente :-Para esclarecer as tluvi-
das d nobre deputado, eu explicaren o
pensamento da commisaSo.
O regiment da casa determina no art
121 que as emendas da terceira discussfto
oissem por una outra discusso, e nada
lispOe sobre se deve ou nSo hver vottcSo
dessas emendas onlre urna a outra discus-
sSodellas: ptreceu a enmmissao que essa
disposiejio do regiment era incompleta ;
que mo se devia, encerrada a discuasSo do
projecto emendado, passar aova discusso
das emendas, sem que estas tivessem sido
submetlidas approvaco da casa ; e por
islo accrescentou que as emenias no fns-
sem de novo, submetlidas discussSo sem
que fossem approvadas por volapo da essa.
O regiment como esta,sem duvida offerece
inteiligencia dubia; tanto assim que ja
tem sido enteodido divetsamenle; e con-
vem ou tirar as ultimas palavrasdo arl. 191
e seguir o regiment da cmara dos dipu-
tados, segundo o qual as emendas da ter-
ceira discussSo so leo tu urna discussio jun-
menle com o projecto ; ou alterar o art.
122, seguiado o regiment do senado, se-
gundo o qual essas omendas segunm a mar-
cha que a commiss3o propOe. Pareceu
commiss.lo preferivel o que dispOe o regi-
ment do senado, porque evita que possam
na lerceira discussSo ser apresenladas no-
vas emendas, estando j avangada a discus-
sSo, c tando Ib!vez os oradores esgotado a
suas vezes de fallar, e serem approvadas,
como de sorpresa, ideias queonSo seriam,
so houvesse precedido discussSo ; e, se o
senado acbou conveniente alterar o seu re-
giment neste sentido, com muitn maior
rasSo o deveriamus fazer, poisquea me-
didas que aqui pissam nSo teem de ser
submetlidas nova discusso em outi'a casa.
Julgada a materia discutida, he o pare-
cer submettido votado, eapprovadoem
primeira discussSo.
CoolinuacSo da discussSo do projecto
acerca das loteras, nSo sanecionado pela
presidencia da provincia.
O Sr. lo%i Pedro procura demonstrar que
o seu projecto em nada fere a constituido
do imperio; e, para o conseguir quasi que
reproJuz os mesmos argumentos com que
res,lindera aus nubres deputados que O
combaleram as tres discussOes porque
elle passou antes de ser submeltido sanc-
(So.
O orador respeita muito a elevada intei-
ligencia eos profundos conhecimentos du
nobre ex-administrudor da provincia ; mas,
como ellesenSo dignou Je desenvolver as
r-sO 's porque se decidir a nSo sanecionar
o projecto, e como infelizmente se no acha
na provincia para soltar as duvidas em que
seu espirito labora, como suppe que suc-
cederia, est resolvidoa conservar-se firme
em suas opiniOeg, c porisso aiuJa volar
pelo mesmo projecto.
0_ Sr. Afrlo Reg: Sr. presidente, pela
inesuia rasio por que o nobre deputado nao
cede de sua opinio, relativamente s ideias
consignadas no projecto que nao foi saneciona-
do pela presidencia, eu tambem nao devo dei-
zar a ininha posico, ncm esquivar-niede com
bater o projecto, sustentando as opinies que
enutti na casa.quando se tratou ti -1 materia.
Desde que este projecto fol apresenlado. me
parece inconstitucional; eu fui o primeiro que
se levantou para combate-lo ; e a discusso
quehouve lirmou anda mais aa minhas ideias
a respeito ; as rasoes produzidas pelo nobre
deputado nao me convencern!, neiu pelo me-
nos me abalaran! Acbo-me boje no mesmo
estado, e dispensado me julgaria de accrescen-
l.ir cousa algtiina, se nao suppozesse necessario
nao deisar passar desapercebidas algumas pa-
lavras do nobre deputado. Eu, pois, direi al-
guina couia, sem todava envolver meus arru-
memos nessa alluvio de palavras com que o
nobre deputado cercou osaeus.
Redusamosa queslao a termos simples para
nao prolonga-la; repetir! os mesmos argu-
mentos j produzidos. Quando combat o pro-
jecto lundei-nie na rasao de que nos no pu-
lamos prohibir a venda de bilhetes das lote-
ras de oulras provincias, que llvessein sido de-
cretadas pela assembla geral, porque riamos
prejudicar as dUposices de urna lei geral, o
que por cerlo est fura da aleada das assem-
lilas provinciaes. O nobre deputado autor
do projecto, desde que cntrou nesta discusso,
evilou sempre esta queslo; aoccorreu-se
theoriados impostos que pode ser muito verda
delra, mas que nao tem applicacoo ao caso
vertcnlc; disse que, seudo as loteras concedi-
das para beneficios locaes, a imposicao dellas
resultante nao poda ser seno focal Se essa
argumentado fotse verdadeira. se ella podesse
ter e>ia rigorosa applicaco que ae Ihe quei
dar, seos ulereases da piovincia de Pcrnaiu-
buco sao realmente prejudicados, aqui est fe-
lizmente (m-'itrnaa'o) o paragrapho 9." do artigo
11 do acto addicional, que nos aulorisa a re
presentar aos poderes geraes contra s leis de
outraa provincias que ....
04'r, ioPedro: O nobre ex-presideule
nao se servio deasa argumenlaco....
O Sr. Mello Hrgo: E o que tem isso? Estou
respoudendo observaces que fea o nobre
deputado. E mesmo quando o beneficio das
loteras fusse local, quando as imposices so
devessem ser locaes, pergunto eu: quandu
aconleccsie que a assembla geral vutasse
una lotera para .a provincia de Pernambuco,
se vigorasse a daposirao do projecto do unbn
deputado, como coiubiuar-se a imposicao com
esse beneficio local ? Em Pernambuco nao se-
riam vendidos bilhetes dessa lotera, e a Im-
posicao nao recahlria sobre aquelles a quem o
beneficio aproveitaria. Nem inesmo por esse
lado o projecto pole ser sustentado. Mas nao
he por ahi que eu o combalo ; a minha rasao
principal be a mesma que se acha consignada
no recurso da saoccao pela presidencia a in-
constitucionalidade.
J disse que juluo inconstitucional o artigo
i.', porque restringe as disposiefies de urna le*
geral. Das loteras resulta ou nao resulta urna
renda paraos cofres pblicos? Resulta. Logo,
nos restringilo a eztracfao dessas loterias,
coarctamos essa renda.
Mas, disse o nobre deputado que como aug-
mento da extrscco das loterias da provincia a
renda geral nao s nao diminuirla como ate
augmentara. Quando mesmo assim aconte-
cesse, o que resta provar, a isso respondera
com o que j respondeu um nobre deputado
que no est presente: (o Sr. U. Cavalcanti.)
Anda assim. disse elle, nos nao podemos votar
pelo artigo he um favor que nao podemos fa-
zer aos cofres geraes; porque diz o acto addi-
cional que s podemos legislar sobre os objec-
tos designados nelle. Isto j se disse e eu avan-
ce! que, se tal direito tivessemos, delle resul-
tara grande confusao ; dar-se-'>a una inva-
sao as altribuicdes dos poderes geraes. Daqui
ha das poderimos ser levados a reformar a
alfandega, por julgarmos que o actual regula-
mento nao era o mais conveniente para a boa
fiscalisacao reformaramos tambem a legisla-
cao penal e diramos que a sociedade ganharia
com a puolcao.inais forte do crime; e assim por
diante.... Todos esses argumentos j os apr-
sente! na casa ; mas sou obrigadn repet-los da
mesmasorteque o nobre deputado.
Sr. presidente, a queslao me parece bastante
delucidada ; eucreio que depois da discusso
li.ivida, depois do procedimento da presiden-
cia, cujas rases de recurso sao assaz conclu-
dentes, nao se pode duvidar mais da Inconst-
tucionalidade do projecto. Continuar com
mais observaces sera, pois, cancar a pacien-
cia da casa. Por consequencia concluir!, len-
reito de legislar, e jos marca os objectos sobre
que o devenios fazer. Diz elle assim. (L.)
Aqui nao se diz quepossamos deroga', am-
pliar, restringir ou interpretar as disposiede
ile umale! geral. Como o acto addicional nao
o diz, nos nao o podemos fazer.
Voto contra o projecto, e creio que a casa
far outro tanto.
Julga-se a materia discutida.
O Sr. Jos Pedro pede se declare se os dous
tercos exigidos para a votacSo sSo da tota -
lidade da assembla, ou smente dos mem-
brns presentes,
O Sr. Preiidenti observa quo um aviso do
ministerio, interpretando o acto addirionul,
declarou quo esses dous tercos devem de
ser da totalidadeda assembla.
Procede-se votacSo sobre o projecto ;
e lie elle rejeilado por 1* votos contra 12
Segunda parte da onlem do dia. Conti-
nuaQflo da segunda discussSo do orcamento
municipal. ,
OSr. Presidente :--Cuntiiii'n a discussSo
do ar. 27.
O Sr. Joi Pedro ainda se oppOe ao ar-
tigo.
O Sr. C.arnriro da Cunha:--Sr. presiden-
te, o nobre deputado que acaba de sentar-
se, e que prelendeu refutar quinto eu disse
ahbado nesta casa, leve 48 horas para
d-menle recordsr-so do que ouvio, reca-
pitular suas ideias, e formular novos srgu-
gumentos com que vollasse hoje a susleniar
sua opIniSo. Coube-lhe esta varftageni.
quando mesmo dalla nSo precise, e al nem
a aproveitasse, que nSo precisara elle de
tem pu para estudar meios de me combater ;
porm, nSo be menos verdade que leve mu
ventajen) que nflo cabe a mim, que fallo
depois delle, sem intervallo sequr de
alguns minutos, quando tenho de sus-
tentar o que disse entilo, de responder-lhe,
a de fazer algumas consideraQcs acerca do
discurso que acaba de pronunciar; tanto
mais )uanto, rv-petindo ello algumas ex-
pressoes minhas, nem por isso manifest n
meu pensamento. Seivio-se dss mesma^
palavras, he verdade ; e nem poda djixai
de o fazert porque o edioma de que aqu
usamos he o mesmo para nos todos; ma-
nilo deixou perceber nellas a intencSo com
que por mim fram emprogadas : talve?
tito fizesse eu pouco perceber, no duvido ;
mas he cerlo que o nobre deputado envol-
vendo as em melhores e mais abundanles
locur,0cs, declarando mesmo que bem mi
nao ouvira, sempre repeli minhas pala-
vras, mas de cerlo nSo repetio minha ar-
gumentarlo.
O Sr. Jos Pedro : P Je ser.
O Sr. Carneiro da Cunha : Pode ser, e
foi. Teve lempo : pensou em sua casa, e
aqui muito a seu gosto ; fez-me dizer o qu>
quiz, fez de minba argumentarlo o que iln
aprouve, lirou as consequencias que Iln
agradaram ; tentando anda levar-me para
o sou circulo de Trro, arraslrar-me para o
seu matadouro, cujo projecto apresentou
nesta casa, do qual ora se nSo trata, e para
cuja discussSo sempre me quer cunduzir ;
subordinando ludo a esse seu li I lio querido,
e fazeudo quanlo pJe para que me eu col
loque em um terreno em que Ihe seria fcil
torturar-me de tal sorte que em nada mais
podesseeu replicar: mas para ahi nSo TOU
eu : lumsrei todas as cautelas precisas para
nao sabir oo lsco.
Mais algumas relexdes farel, Sr. presidente:
subinelleudo-as, poreiu, ao conbeciinenlo da
casa, eu apenas tenbo em vistas justificar o
meu procedimento, aem a mnima esperanca
de convencer ao nobre deputado, que essa pre-
lenco nao deve ter neiihum dos luembros
desta assembla; o nobre deputado nao cede de
suas opinies. Afiirmar isto equivale talvez a
tccer-lhe um elogio; por outra, lie o luesmo
que dizer que elle nao expende suas ideias, lio
as formula, uao as reduz a escriplo senao de-
pois de madura refiexao ; e que, ao conservar-
se firme eui suas opinies, se nao quer ostentar
pertinaz, apenas deseja provar que nao be in-
considerado.
Delxando, porm, isto de parte, eu nao pos-
so deisar de ponderar que, combatendo o arti-
go que se discute, e esforcando-se para que
elle cala, o nobre deputado concebe que de ne-
cessidade serla adoptado o projecto que a rea
peito do matadouro apresentou, ou que pelo
menos nao Ihe servir este artigo de embaraco;
ao passo que eu, sustentando-o, faco reviver a
autorlsaciio que liaba a cmara. Sem preten-
der acompanhar o nobre deputado em lodosos
pontos de seu discurso, pus que as rasdes que
poderia eu apresenlar hoje em favor de minha
opnio j forain ouvidas em outra occasao,
eu vou usar da palavra, no com o fnn de con-
bater o nobre deputado, mas sini para ver se
consigo minorara vantagem que pode elle co-
Iher de ter fallado em ultimo lugar, e se. por
conseguinte, evitar que a volaflo se resinta
um pouco, nao s da impresso que sempre fa-
zem as ralavras do nobre deputado, mas ate
da alie i;.n cpie se Ihe consagra. Fallando, por-
tantu, cu satisfar! a ohrigcao em que me
supponlio constituido de esforcar-me por adcl-
4a;.ir senao romper essa nuva almusphera que
elle acaba de crear em seu apoio.
Sr. presidente, nSo entro na questSo do
matadouro que o nobre deputado procura
introduzir nesta discussSo porque della nSo
se p le actualmente tratar, visto qiie por
emquantoa casa s seoecupou da sua uti-
lidade om geral, e mais do que isto nao se
sabe : eu anda tifio consi Jerei se esso mata-
douro deve ser feito como propz seu autor;
se miIi aquelles auspicios, sobre aquellas
bases; se convem excluir a cmara de in-
lervir nessa obra, como quer o nobre depu-
tadq ; seo governo e So ella he quem a
deve contratar : anda nSo tenho juizo for-
mado a respeito. Eu j dissa isto na sessSo
passa Ja ; mas o nobro deputado, retorquio
me que eu nilo me importa va com os bene-
ficios maluriaes do municipio do llecife.
i; n aparte, observei-lhe iimneliatainente
que isso era um falso testemunho ; porque a
primeira vez que levanto! a minha voz nesta
casa foi em favor da municipali iade do Re-
c.ife, e anda nSo cesse de procurar e sus-
tentar seus diroitos, propugnar por seus fo-
ros, o levanta-la, para assim dizer, do aba-
mento em qu a fa/.em cahir outros que Dio
eu E quando pe lia que se creassem rendas
com quiamunicipalidadapolesseviversem
ser desaojado de suas melhores e mais bri-
llantes uttribuices, eseni se ver forjada a
esmolar aos cofres provinciaes para os quaes
concurren) outras alm Julia, cumpria o de-
ver deadvogado, ainda que fraco, dessa mu-
nicipalidade, sem comtudj esquecer as de
iiicmbro desta assembla.
U nobre deputado allirmou que eu pre-
tenda que o matadouro continuasse como
actualmente est, ainda bem que elle j con
ven que existe esse matadouro. Mas eu nSo
disse tal; disse apenas que havia um tal ou
qual matadouro, que ia servindo, e que de
a muito servia ; que a cmara, sendo agora
dolada de novos meios, poda mellior curai
dessa necessidade, e quo o no tinha po-
dido fazer at o preseulo por falta de re-
cursos.
NSo se esqueceu o nobre depulado de re-
petir ainda urna vez o calculo pelo qual s
12contos s.r3o o resultado do novo impos-
to ; observando que com essa quanlia nun-
ca se fu um matadouro, e que porlanto
se lev. adoptar a idela de seu projeclo
.\3o sei se sou calculo lio exacto ; inclinme
a crer que nflo; pois, ainda que o termo
medio do consumo do gado nesta cidale
sejs70 bois por dia devora o calculo com-
prehendertodo o municipio qui-ahrange po-
voacGiS muito importantes al n das 1 fre-
guezias do llccife ; o que dara um termo
medio muito maior do que o apresenlado.
E, por licarem hypolhecadas as rendas do
mata lomo para as despezas de sua rons-
trucclo, como se acha designado na lei, nfio
ficain as outras rendas da cmara obliga-
das da mesma maneira como pretenden o
nobre deputado ; querendo com isso signi-
ficar qu i dcsl'arte desviava cu os rditos da
cmara para outros lins que nSoosj espe-
culados. A simul* lejiura da lei prova
exuberantemente o que levo dito, assim co-
mo que pode ella applicar a semelhante
cuiisiruccSu outros rendimentos que ja te-
tina ou vriiha a ter.
Ja outra vez, e. se a memoria menSoen
g*oa, por occasiSo de ter o nobre deputado
asseverado que nSo havia uenhum estabe-
lecimento desla nalureza no municipio llu
moslroi que fl havia, e que al com elle se
tinha t'eitu ha pouco lempo novos dispen-
dios para melhora-lo, sem quo nada pagas-
s-'in os que api oveitam desse benelico, e que
os SCTieis, de quelinha se oceupado o no-
bre orador, bem lab't eu queso deverian
ser cobrados por cada rez que enlrasse nos
curraes, depois de estarem estes coberlos,
o com os outros commodos marcados pelas
posturas; sendo que desta imposicSo naih
nercebia a cmara porque anda nSo tinha
ieito aquella obra por falta de meios.
Sr. presidente, leudo acamara mais re
cursos, como parece que vai ler; leudo
meios pecuniarios mais fortes para augmen-
tar suas rendas, conforme mesmo as ideia>
do nobre meiubio que me lem combatido,
ganhara cmara um cielito, nSo em pru-
poreo de sua t.onra, pois que este ja o lem
ella; mas sin: na rasSo das fontes de renda
que se Ihe concedem. E nSo modificara es-
te faci a opiniSo do nobre deputado i' NSo
o fara conceber que lie possivel que a cma-
ra venha a obter agora aquillo que elle quiz
provar que Ihe era impossivel conseguir i' !
Porque quer .frca o nobre depulado que
um novo matadouro seja feito pelo computo
que elle figurou, e uo por um menor ? Sa-
be se havera, como disse eu una vez aqui,
quem queira emprestar cmara ? E com
isto uo quiz cu fazer crer que tinha conhe-
cimenlo de quo um tal ompreslimo eslava
prestes a venlicar-se ; quiz, sim, mostrar
que tal deveria ser a consequencia de suas
ideias de crdito financeiro ; quizo quero
que a cmara no seja esbulhada d," 'eu di-
retd, que administre por si suas obras,
faca seus contractos e empresas. O que eu
quero he livra-la dessa tutela sb a qual a
querem collocar, considerando em condic-
tjio monos favoravel do qus aquella em que
astSo certos orphSos menores, cujas assig-
naluras j sSo de direilo necessaras, como
prova do conhecimento o cerlo docerni-
mento que a lei j Ihes suppe : quero quo
urna curporat;So como acamara municipal
la capital da minha provinrii, o compnsta
le cidadSos fiis, honrados e prestrnosos
como ella o he hoje ; e de a muto, nSo so-
ja rebaixada por nos, qu devenios ser os
orimeirns em afanarmo-nos por melhorar
sua posiQSo financeirn, o ajuda-la em seus
nobres empenhos, elevando-a altura que
olla muito nos merece. Seja o nobre depu-
tado o primeiro em querer quo seu projecto
fique adiado, em demorar a realissCjfiu de
suas ideias. Esperemos; e vejamos como
se desenvolve a cmara este anno, que pare-
en cometar para ella mais lisonjeiro ;
mais um pouco de paciencia, mus alguma
honda le pela cmara do Recif>>, meus se-
nhores, pedirai eu ainda antes de deisar a
palavra, que V. Etc., Sr. presdanle, Iflo be-
nignamente me conceden.
OSr. I'ranriicoioao :Sr. presidenta, no
maio das opinies extremis que aqu sap-
presentarain, eu, por frca de meu temne-
ramento, me vejo obrigadoa tomar potieflo
intermediara entre as i Iras do nobro de-i
;iuta lo autor do projeclo do matadouro, e
as que fram oflvrecidas pelo meu nobro
companbeiro e amigo.
Sr. presidente, felizmente nenhum dos
oradoros que me antees leram desconhi>ce a
ulilidade da conslruc<;So de um mata louro :
a ihvrgencia limita-se aos meios de nm-
pregar para conseguir-se (im to importan-
te ; e, ainda assim, nSo lie ellital que no
possi desapparecer.
Sr. presidente, a situa;So da cimira mu-
nicipal dcsla cidaJe lie agora bem diversa
daquella em que se ella achava antes da vo-
tiico aqui havitli ns sesss anteriores:
ella esta dotada de meios quu a habilitan) a
emprehender alguns dos melhoramentos
matoriaes a seu cargo, senSo desde j, ao
menos pouco a pouco : a discussSo, po!s,
leve de ter plisas bem diversa daquella
sol) a qual tinha corrido at entSo. Sem que
i cmara estivessn na posse de moios pecu-
niarios para f izer a obra de quo se Irata, ra-
sSo teria o nobre depulado om sua argu-
mentadlo ; mas, quando esses meios j so
Ihe deram, ou quando a temos constituido
m crcumstancias de completa-los, caso,
l ser exacto o calculo do nobre deputado,
nSo sejam elles sullicientes, o Ilustre preo-
pinante ha de convir commigo quo o terre-
no, em que se collocou, he inteiramenle
falso, e move-se-lhe debaixo dos ps ; tan-
to ma.i; quanlo nSo poder* contestar que
amara compete a iniciativa em medidas
lesta ordem ; que Ihe compete suprema ins-
pecgSo na faciura da obra, o na approva-
;So do respectivo contrato.
Sim ; se esusduas proposices sSo verdt-
leiras, senSo ne menos verdade que a ca-
ara hoje p-s-.no maior .....-m de meios
aara a execucSo do grande (im que nos
propomi.s,a construccSo de um matadou-
ro publico, parece me quo spenas nos resta
uitorisa-la a consegui-lo.
Sr. presidente, eu nao sou mais cuidadoso do
lie os nobres deputados ; mas, nao sei porque,
vc de considerar as propostas que seacham
nesta casa, e nos foram niterecidas por dous
ida la.is que se querem sujeilar a edificar esse
n 11 idiiuru ; vi os 11 .eos, planta c o eaineiitos,
pie aeouipanhaiD unta dessas propostas, e
pie j merecern! a approvaco da enmara mu-
liolpal, do consellio geral de salubridade e de
.mi ios engenbelroi. o piano, assliaapadrlnha-
do pela .mi ni id a le dos que mais habilit.idoa
esto paraaprecia-lo, parece-mc digno de toda
a alieiico, c capaz de lazar com que cheguem
a um aecrdo os nobres deputados que, reco-
iiin eend.i e proclamando todos a urgencia e
ulilitiade da obra, istia em reciproca op.iosi-
cao uaulo ao modo de elleitua-la. I.cuibrei-
inc, pois, de propor que se conservasse cma-
ra a autorisacao que iue fui outuisjada pea le
que Ihe IrJCUinblo a factura do ma^adouio ; mas
que se Iheimpoicsse a obrlgaro de regulara
conslruccao de semelhante edificio por essos
riscos, plano e orcamento, depois de subinelli-
dos a approvaco do pretidenle da provincia,
lizesse embora a obra por aduunislracao, ou
por arrcniaiaco. Persuadi-me que dest'arte
cortava todas as difficuldadesein que, quanto
a este objecto, nos temos achado ate aqui......
(la mullas e rtpetidot apartes ao mesmo lempo d
<; o orador ripond.)
O Sr. Francisco Joo:Sr. presidente, os
apartes me desorieutaraiu um pouco. Assen-
tai-inc-liei, pin i ni lo. para formular uma emen-
da em que iosira o pensamento que acabo de
manifestar ; mas, antes de o fazer, julgo dever
declarar que tenho em vtaUl favorecer o in-
teresse pessoal de ninguem : quero ver se nos
lie possivel concorrermos para que reviva o es-
pirito de emp e/.-l que tanto se l.l deseo vnl ven -
do entre nos, eque certa mo barbara, ingra-
tieestpida mesmo conseguio matare aniqui-
lar, j pesando sobre a companhia do theatro
publico, j creando'Innmeros entraves a de
lit-b: i ibe, que ainda hoje se resentc dclles.
Vai a mesa o seguinte artigo substitutivo:
Ficam em vigor as disposices dos artigos
20 e 21 da lei municipal numero I4l de 19 de
maio de lS-l.'i ; devendo a cmara dar cumpri-
menlo a esta incumbencia, tendo em vista a
proposta olfereclda pelo cidado Antonio da
Silva Gusmo, cujo plano foi por ella approva-
do.- Francisco iodo.'
Apoiado, entra em discusso.
O Sr Carneiro da Cunha .Sr. presiden-
te, nSo linhs, nem tenho tenclo de oppor-
me emenda que foi mesa, mas o reque-
rimento vocal que appsreceu para que ella
fosse lida segunda vez, me fsz crer que nSo
fui eu s que liquei vscilsute, o que me
nioveu a pedir s palavra.



io ^f'^nto n3 mdieaquea emenda
tivc.se sido lida em voz baixa, indica que
a ideis que ella consagra nSo fo por todos
bem comprehendida, da mesma rnaneire
ao menos por mim nSo o foi, posto que a
tivease lido mais d'uma vez. Levantei-me
pois, para pedir a V. Exc. me explique fe
essa emenda empenhar cmara a ace.tar
a proposla de quo faz menelo, ou seaind*
assim tica livre, o pode considerar todas as
que se lho apresontarem e de entre ellas es-
coltar a mefhor. .\.to he meu intento, Sr.
presidente,fazer com que sej.)(aceita ou rejei-
tuda do preferencia qualquer proposta. Nos
negocios queseagitam tiesta casa procuro
sompre decidir-me pelo lado que no parece
mala justo, dandosvezes meu voto, bem
a meu pezar, contra pretcnces a quem a
amisade, certas relaccs ou pedidos me in-
cluanla apoiar. Nem estranho que pedidos
se medirijam; ellessvezes muito me es-
clarecem, eheeoslume na nossa trra de
que tambero uso quando me convm. '
Isto p*osto, oqucdesejohcsalvara'cama-
ra, que se enleuda que ella nJo fica ads-
tr.cta proposta algu.na, que SSo he ape-
nas una lembrancs, que se qutr dizer a-
mar--tende reminiscencia.lembrai-vos que
txiste urna proposta acerca da qual a des-
tes opiniao-- : se he assim
mmmm
rO!
tre o rei, a rainha, sua augusta mSi o o mi-1
nisterio.
Mi
Cotnimmicado.
COMMEBCO.
_
Tendosido aprcsenlado e
""vincial, o reiiuerlincnto
emenda, esefiz estas reflesOeshe^ra que
Hilo surcada o que rouitas veze.s tero aconte-
cido o ser entendido aIgum artigo, ou para-
grapho de maneira diHerente daquella one
seus autores ti vera m em vista : he isto o
jue mitin a dizer, respeilo inuilo o cidadao
'"jo nome he citado na emende, tenho-lhc
mesmo a guma ifleico, e de coradlo dese-
jo que elle seja attendido pela cmara
me parece sera competente para avaV
que nims Ihe deve eonvir.
|ue
ar o
' Vontinuar-se-hu. )
e lido na asscmblca
qucrlmcnto da associacao coin-
cicial,qiicsc.icha transcripto nn Difiri, de 27
Claea sobren algodao, caf, couros c aguarden-
m...?Pr dM,a Provinc'. julg-mos de
?l n ? ra." En'-yl"P'll' '<< Commncant--
e do Peridico Iuglez The Economa os 5C-
?i",\ ,"tieos r"P- je a godao em rama, que tomamos a liberdadr
,L, ,PeC? a con'dcaO dos ..obres repre-
sentantes desta provincia
Cultura e gualidades do algodao.
r,n.s r*eiM,',r0i, recpnbecem m numero In-
nito de especie de algodoeiros, dos quaes
ua-tara indicar aqui as3 grandes divisoes.
U herbceo, o ..rbusio, e o arbreo.
A priineira, ea mais mil das 3 espcies, he a
,7, V "a Cl"na 6 ei" v,rios u" Pal-
iada* Cr"Ce e"' a de '8 al W J"1"1'-
o^r..^e\'0 *,bBte' "< em quasi lodo
' Paites onde se acha o herbceo. Sua dura
iV"a ,Pg""docsrlil"a8' as Indias occidrn-
\IL, "";'""0 .u t'iennal ; as orlenUes,
i-gipto e outros paizes, dura de ti al 10 anuos
i. il?! alBdo, cresce na India. Chin,
110 inlenore sobre a Costa occidental d'Afriea,
anlincomocii, alguna paites d'America. .-cus
caracteres sao quasi os mesmos que os do al-
Kodaeiro arbusto ; smente, porm, con. mais
diiu ra.
ALFANDEGA.
Rendimento dodis 10......17:291,716
Descarrcgam hoje 11.
Ilrigue Herald bscalho.
Calera Columbvs mercaduras.
Barca Lt-Comlc-Hogcr-- idem.
Ilarca Sanla-Crus azeile e arcos.
Ilriguo -- rauline vinhos.
CONSULADO GEBAL.
Uenditncoto do dia 10..... C99 89I
Diversas provincias...... 59,997
759,888
CONSULADO PROVINCIAL,
dendlmento do dia 10.....,1:015 652
wovimento do Porto.
rom encadernacSo ingleza, na ra da Cadeia
do Recite, n. 38 e ru Nova, n. 11.
O mrito da obra he altestado pelo nome
do autor : mella depara instruceflo e deleite
o philosopho, o romancista, o poeta, e ge-
mmenlo quem quer que queirs apreciar
m bello escriplo.
Navios enlrados no dia 10.
AraCBly12 das, hiate nacional Novo-Olw-
(la, de 86 toneladas, meslre Antotiio Jos
cquipagem 8, carga palha de car-
wm m Piuiinico.
HECirE, 10 D JDNBO B 18J0.
A assembla approvon hoje em sgunda
discussflo o parecer da conunisso de poli-
ca que interpreta o artigo 122 do seu regi-
ment ; e ero terceira o pr.jecto n. 8 que
approvaocompromisso da matriz da Var-
zeacomalgumas alteraces.
Em seguida encelou a segunda discusso
do projecto n. 24 acerca da pretenco do
professor de primeiras lettras de Ponta de
Pedras, e rontinuou a do orcamento provin-
cial at o artigo 28 que. como o mencidna-
do projecto n. 2, ficou adiado pela hora.
Temosa vista alguns nmeros do Ptrio-
d.co do, Pohra no Porto, o ultimo dos quaes
traz a data de 9 do passado.
Naquella provincia nada oeconcra de ex-
traordinario ; c.senflofalham as noticias
queahihaviadacoite de Lisboa, podemos
asseveraraos leitores que lodo o reino de
Portugal licaraem paz, e que o ministerio
Thomar dava mostrea de sustentar-sc por
mais lempo do que esse que geralmente Ihe
assignam os que o guerream.
Em a Nato de 4 l-se o segunte
1 ltecebemn u Sen hora redactores da Nonio -lie pela ini-
meira vez que dirijo urna communicatllu ao
vosso jornal, mas, ueste momento he un
dever meu.
Na Ierra do exilio, espoliado de toda a
minha (irnpi iedade.e ( honro-ine de o dizer )
pobre, pnr'iuc, nos cinco anuos do meu go-
verno, nfio houve em mim nunca o pensa-
menlo egosta e desnacional de enlhesourar
prevenindoo desterro, que a frtj mH \mL
poz, e mais tarde echou meios do aggravar,
lenho si !o, ha tmpos, par-amei,|e susten-
tado su pelo trbulo da leal aUccfiode pnr-
tuguezes.que.do p.uco que Ibes resls,mto
espontneamente repsrtem comigo.
8ei agora, porm, que o governo exs
l'nte em Portugal eslorva, por medidas
arnescadoras, os irabtlhos daqucllis une
Iflo nobremente 1 roir.oviam a suhsripcSo
destinada a minha indispensavel subsisten
cia: Declaro, pois, em testen.unbo de gra-
tidfioaos meuslieis amigos, que antes sof-
rere a ultima miseria,' e que o mu.do a
veja, do que ervir de pretexto a qiialnu. 1
perseguicSo. que posas augmentar nume-
ro das victimas dalealdadej declarando
t.ml.em que. se entia em calculo forcar-m.
pela indigencia a qualquer acto incomos
tiycl corn a minha digndade c honra, o cal
culo be sem fundan., nto, porque, enlr^a
do-me nasmflosd. Providencia Divina "me
conservarei fiel aos meus deeer.
Por esta occasiOo, como l'orluguez vo-
sigiiinoo a satisfacfla c.m que lenho visto o
modo verdsdeiramente nacional, por un.'
haveis defendido os interess-s da nossa cha-
ra patria. Sou vosso alTeicoado
f-M.'/i"! de fraganca.
Ilexlull, em 18 de abril de 1850.
Na sobredita corte de Lisboa ja tazando
progressos urna socieJade de senhoras res-
peitaveis, que, soh a denominaclo de Ano-
ciara, consoladora dos afftictos, penetra o al
hcrg.ie do desgrac.do, ou do paralylico
prcscrula as privaQOes da familia indigen-
te, e lamo a esta como aquelles prodigaba
soccorros.
Em orclalorio em que a nobre inslituido-
ra de 15o bella asseciaco apreciou o esta-
do llorecenle dclla,. l-se o trecho infra :
As diversas variedade de algodoeiros, re-
queren, un. terreno secco e arecuto.
O sal parece tambera contribuir para a bel-
la qualidade de algodao ; porque be sobre a
costa do mar que o algodociro ilorecc lucidor,
c a lucidor producto isto be, la mal lina,
orte e comnrlda. O celebre algodao Sah-
land (ilha do mar) que designamos tamben.
no coiuinercia pelo nome d<- Georgia Iones
seda, be o primciio dos algouoes co.ihecidos:
ten. libias nitrito mala compridas que iieuliu-
wa outra especie ; de Uinben. mal lorie, mi-
uo e lustroso, e sua cor be de un blanco pla-
teado. *
DisUoguem-se os algodcs era seda com
pnda, e seda curta. Os que d.io lugar As trun
s ecoes mais liabituaes no COinuierclo, sao cfas-
siliiados na ordem seguintc : segundo a rei.n-
tacauqiicihc leill adquirido a liuura, fortlc-
a e cuii.piimcuto de sua libra.
Para os de seda con.prida. Georgia-longa,
Bourbon.Juniel no Egipto, Porto llio, Cavan-
ua, 1'eMiii.ibuco e Paradlba, Alagoas c Uahls
Camnchl, Para e Uarauhao, ifayU, Minas
uuadelupe, 1 uba, Martinica, Curaana, Cura-
ca e Carlliagena.
E para os de seda curta, Loui^ianua, Cavan-
na, Alabaina, Mobile, Tcnesse, (arolina, Geor-
gla,Senegl, \irginia, Souboujae, Ki.kagecli,
kii.ick, Surate Madras, Alexaonria e Bengala
Os Kslados-Uiiidos d'America produie.ii os
uns belli.s algodoes. tanto de seda cumn.id ,
como curta 0 Brasil nao torneen sent aleo'
dan de seda con.prida, a maior paite n.uito
estimada. A India e o Levante pro Inzem urna
e outra qualidad... Us algods d'America de-
seda coinprida seivcni para fabricar lecido
Vianna,
..o.'K -1 ;r-D "h pama uc efll-
naubae mais gneros; a Frsncisco Joa-
quun Pedro da Costa.
l',d7.Qo!~?-.,li;ls' brigueinglez Richard,
de 299 toneladas, capilo VV. White. equi-
pa gem 16, em lastro ; a James Crabtree &
conipanhia. -Fundeou no Lameirao rin-
do o bote a trra.
de 202 toneladas, capilio J. Warren, equi-
lagem 13,carga hacalhao ; a Me. Cslmonl.
Ib adelph.a-41 das, brigoo americano
HrandyU ,ne. de 207 toneladas, capilflo
cormie, tquipagem 10, carga farinha de
tugo e mais gneros; a Matlieus t Com-
pauliia.
A'neio tahido no mesma dia.
ragibe lliate nacional Novo-Destino
st'uEsieviioltiheiro, carga varios g-
neros. Passageiros, os nsolonaes Amaro
Jiatiieus e Ignacio Jos Teixeira.
eITaIj
i'a 111
mes
- lea admimstraclo do consulado de
Pernamhuco se faz saber que no dia 14 do
crente se lulo de arrematar em hasta pu-
blica a porta da mesma. urna caixa com as
Minis linos, como cassas, filos,Wbralas,
etc. Os de seda curiado mesmo pait, cojo
trabadlo de mais fcil as fabricanles, conven.
aos diversos empregos, desde o estofo mais
grosseuo ate ao eululino: os tecidoi que dille
proven, sao muito proprios hnpressao
Os algodoes do brasil se euipregaut de prc-
lerencia para a tintura, e para us est.d'os en-
trelios que peden, consistencia e airara, co-
mo mad.ipoloes, ineias, ele.
sucar bianco do engeiiho Timb da provin-
cia das Alsgoas.marcs It. n fi, apprehendlda
P>'lo guarda Francisco das Chagas Itibeiro,
por nlo estar exacta a tara, cuja arremaia-
Sao delivrede diteitos
Mesa do consolado de Pernambuco. 1
lejiinbo de 1850.-O administrador, J03
\avter Cariieiro da Cunha.
Declarares.
Exportado de algodao do, BtUdot-VniHu
Os Estados-L'mdos nao lindan, algodao na-
a exportar antes de 1791. oque elle colbiaiu
anteriormente, era consumido no Interior do
palz. Bm i/M m uavio Americano cbrsou a
Liverpool leudo seu bordo S saccas de alio-
dao, ai quaes fijrain tonudas pe... e.np.ega-
dos daaliaudega, ,b o pretexto de aue tal
quaiilidade nao poda ser de produceo S'Aine.
rica. .iu aunos mais urde, isto de,em 1834, fui .
o.lli. la deste genero nos JUdos-UuidoS de
zmlbdes de arrobas! [ l; Progresso esnan-
loso llojeloSOJ soo.Ks.adot-loids'o.
necein a industria -2 tercos de algodao para o
consumo geral! (i) b ra u
Pelo quadro segunte das exporlacoes do al-
godao emramadaquellcpaiz. se timara me-
dor conde,Mnento de un. progresso lao rpido
c eilrjordiiiauo. '
arrobas.
Eml792 fram exportadas
i?:.;i
1791
IT'.M
1798
1800
IHOfl
1810
1SI5
1^20
18z0
1830
1833
/'roii.irfi.
pallado
Eslados-Uuidos-
India,
i.i/ii.
A n I i litas e llourbon
Egipto c Levante
3,920
3.816
4,38l)
1T7,828
" 2a,sO0 1
" StM.OOO .
l:M4,OU0
" 2:(iU,(i00 u
" 2.3j|,noo
a 3:(ii2.000
" 5:00(1.IIUII *
" 8 456,000 .
* 9:275,000 (,'1;
'fauna algodao mu d./TeienU,
Kl"0o nn 1835.
lugares de produecao.
. ^ 1,610.000 arrobas
2,1100,11111)
800,000
200,011)
660,000
Pelo jijiz dos feitos da fazenda a 11 do
crrante as i doras da tardo na ra das Flo-
res so da de arrematar de renda aunual urna
cisa terrea na ra d'Alegria n. 16 por G0.000
rs ; por Yjmdj a parte de urna casa de so-
brado na ra de Moras, avallada em 3:000/?
rs. ; 1, ni escravo crioulo, avallado em 4001
rs. e una v..ci por 30,000 rs. penhorados a
J-iso liuaitollangel ; un escravo crioulo de
Ib anuos deidad.-, avallado por 400,000 rs ;
Urna preta da Costa ja velha por 10,000 is ;
illa calabar por 130,000 rs. una peque-
na mobilia penhorados a Elias Coelbo Cintra
ludo por execueo da mesma fazenda.
-Oescnva,., servindc de a.ministrado,
da recebedona de rends interrfas geraes
losts eidade, avisa a todos os propietarios
e administradores de escravos, que, lindan-
do-se no corrento mez dejunho o prazo
narcado para a matricula dos mesmos, de-
vein comparecer ua mesma reparlicao don-
iro do dilu mez, munidos das relacOes ,
que conlciiham os nomes dos dilos escravos,
sexo, cor, naturalizado eoli-io, para seren
Avisos sjaritinsos.
Para o Aracaty tem de se-
guir visgem com a possivel brevi-
dadeo liiateiVoPO-O/iWo : quem
pretender carregar, entenda-se
com o mestre do mesmo, Antonio
Jos Vianna, ou na ra da Cndeia-
Velha, n. i-j, segundo andar
Pira a Babia segu com brevidsde o
patacho lima : para carga e passageiros,
trata-so ao lado do Corpo-Santo, lois de
massame, n. 25.
Para o Porto pretende sabir no dia 12
docorrente mez o brigue portuguez Ventu-
ra-leii; forrado e pregado de cobre, do
qual he cspilSo Zeferino Ventura dos San-
tos : para caiga e passageiros traase com
o referido capilSo, ou como consignatario
Joaquim Ferreira Mendes Cuimarfles, ns
rus da Cruz. n. 49.
ParaoCeara pretende seguir viagem
com muita brevidsde a sumaca nacional
Carlota, mestres Jos Goncalves -Simss :
quem ns mesma quizer carregar, ou ir de
passagem, pode entender-se com l.uiz Jos
deSAraujo, na ra da Cruz, 110 Recife,
II .1.1.
--Para o Maranho e Par sshe, coma
maior brevidade, o brigue-escuna Jotifa,
cspitao Jos Alaria da Silva Porto : para car-
ga ou passageiros, dirijam-se ao dito espi-
ijio, ou s Manuel Dusrte Rodrigues, ra do
Trapiche, 11. 20.
-- Para a ludia segu no dia 12 do corren-
to a sumaca Tres-lrmo, : quem na mesma
cjuizer carregar ou ir de passagem, trate
com Machado & Pinheiro na ra do Vica-
rio, 11. 19 B
Para o llio-de-Jsneiro segu era pou-
eos das o patacho nacional tlente, capi-
llo Irancisco Nicolu de Araujo : para o
resto da carga, trala-se com JoSo Francis-
co da Cruz, na ra da Cruz, n. 3.
-- A barca porlugueza Santa-Cruz, de
priineira marcha, forrada e encsvilhads de
cobre, chegada a este porto em 9 do corren-
te, sabe para o Porto com muits brevidade,
porque ja tem parte do carregamento
prompto : quem na mesma quizer carregar
ou ir de passagem para o que em excelen-
tes commodos dinja-se ao seu consignata-
rio Francisco Alves, na ra do Vigario,
u. 11, pi imcno andar.
--A escuna nacional Emilia, deque he
capitSo e pralico Antonio Silveira Maciel J-
nior, segu mpreterivelmente para o Cear
no da 15 do correte, com a carga que nes-
sa.datativer a seu bordo: quem na mesma
quizer carregar o dever fazer al o dia 12,
depois do qual nada mais receber, poden
lo para isso dirigir-se ra da Cruz do Re-
cife, armazem, 11. 13.
Vende-se o brigue-escuna Algrete, che-
gado recenteniento do llio Crande do Sul,
de lote de 150 toneladas, demanda 12 1/2
palmosd'agoa carregado, forrado, cavilha-
lo e prega lo de cobre, fez costado lixo ha
poici inaisde tres annos, he veleiro, tem
laucha nova e boto, bons ferros e amarras,
e tolos os mais arriinjos necessarios, prono.
lo a fazer qualquer viagem, sera que o coai-
prsdor la^a despezas : quem o pretender o
poder examinar ao p das escadinhas de
palacio, aoude se acha Tundeado, e tratar
com Leopoldo Jos da Costa Araujo, na ra
da Moda, n. 7.
com promptido : ns ra das Larsngeiras
n. 14, primeiro-sndar. '
Jos Carlos Ferreira Soares Jnior, ten-
do de retirar-so para fra do imperio, deixa
por seus bstanles procuradores Dominen
Rodrigues de Andrade, Josquim Monieiru
da Cruz e Francisco Jos Lopes.
Precisa-se de um caixeiro para entre-
gar pilo com um preto em urnas freguezias
Pagando-seo que se sjustar : no pateo da
s.-Cruz, padaris n. 6.
--Jos Antonio Basto embarca para f-
rs da provincia a escrava Candida.
--Antonio de Si Leitflo embarca para
rora da provincia a escrava Bufina.
-- Precisa-se de ura escravo que seis ro- ,
busto para conducc/Ses: paga-se 15,000 rs '
nensaese da-sedecomer : as Cinco-Pon- f
Us, n. 36, sobrado de um andar, at s 9 da
mandila.
--Aluga-se um grande armazem om Fora-
do-Portas, no sobrsdo que fica ao sul da
rundicao; bei como um sobrado com gran-
de quintal com boa pliniscAo de capim o
parreiral, sito no lugar dos Arrombados : a
tratar na Lingota, n. 8, venda.
--Precisa-sede um caixeiro que tenhs
pratica de venda, e que de fiador i sua con-
ducta : na ra da Lingota, n. 1.
--Offerece-se um rsosz portuguez para
caixeiro de engenho, ou mesmo para fetor
ou para cismar primeiras lettras : quem de
eu presumo se quizer ulilisar, dirijs-se
ra deS. Rita-Nova, casa junto a igreja.
-; Aluga-se o primeiro andar por cima da
botica que fot do Sr. Pimenla, ns ra da
Cadeia do Recife : a tratar airas da matriz
ueS.-Antonio, n. 18, segundo andar.
Preciss-sealugarummolequeque en-
lenda de cozmha e compras: quem tiv.er
annuncie, oudiriia-sei ra larga do Roza-
rlo, n. 26, loja de miudezas.
- Tinge-se de preto e de cores: bem co-
? ?lTCi*, de g,paca flcand0 "o
novas: ismbem Isva-se, engomma-see co-
se toda a qualidade de costura, por oreco
oommodoiia ra est re i lado Roza rio, n 37.
el Francisco de. Km. n<. ......
Le i loes.
de
Lugares
Graa-Brc lauda.
I.anca.
Esiados-I nidos.
China. .
buissa Prussia c Uclgica l,Hu,
15,300,000
consumo.
111,01111,11110
2,6il.00ll
'.on.llilo
1.000,0110
000
arrobas
H>,uno,000
( romumiram-u 700,000 arrofca, do m/e
em deposito. ] '
havia
Impo.Uco do algodao na Inglaterra no ,.
de 1811.
\o que leudes sido po.tado.es dos soc-
carroa determinados pela dlrecco, perinli-
llI que invoquemos vosso leslemundo. U-
zei cm a franqueza da ve.dade, se Latrs.es
ims&jz'tEs: rvmi ,|";'1 **** ><-
oiioinno misera bem appficados ; se oa n
pectaculos que ge apresei.t.,rain a
rain aos vosso\
olhos, vos nao lucran, verter n.uilas vraVa la-
grimas ; e se Df retiro de vossas asas mes
rao nos vossos banquete,, vds nao lembrastVs
......las.vraes do ,,ue visies se esses espect-
culos naoctederaniquasisempre a,,ui. 0 .....
vos iii.agiuneis ; e se algun.a. ve/es nao u,.
taslrs ai vossas .mollai s da socledade, noi
nao pc-derdrs resistir as in.pcrloaaa ei.uncO>
que em vos dcspe.lava o excesso das miseria!
ijiie I...deis presentes
As novas de llespanha sao mui sitirselo
ras. Tinham terminado ns deiavenc
pat,o, cbavia a mais completa harmo
Dos Kstados-l'uldos 5,589,000
Do Hra.il. 910,000
Das Indias orlentaes. 731,000
Do Egipto 218,000
Col. Ing. Wul-lndes 02,(lili)
Loluiiibia. 11,000
Malla, Turqiac tire-
ca. 20.000
arrobas. (1;
novamente matriculados, nao sendo admit-
H 08 dapois desse lempo escravo algum a
matricula sem que seu dono aprsenle o ti-
tulo por que o possue, assim como (Carao
sujeitos a mulla de 10,000 a 30,000 rs. por
cada um o dono ou administrador dos es-
cravos que os nao tiver matriculado : lu-
lo n i forma do regulamento de 9 de abril
de 1812.
-- (I nsciivilo, servindo de administrador
da recebedo.ia de leudas internas geraes
destl eidade, aviia a todos os devedores de
impostes le lojas iberias, carros, barcos do
interior, laxa de escravos, perfumaras, mo-
las, calvado;, e segunda decima do milo
mora, quo venham pagar o que eslive-
rein a dever proveniente dos ditos i postos, relativo ao anuo linahceiro de
1819 a 1850, por todo o crrente mez ,le ju-
iih ', liuilo o qual lempo, e depois de esco-
ndas as diligencias amigaveis nos domi-
cilios dos ditos devedores pelos recebedo-
reii para isso oreados, lerfio remettidos seus
dbitos para juizo ; bem como se vai ja pro-
ceder contra os que, lendo-lhe sido apr-
sentelos os recibos do primeiro semestre
do imposto de lojas, voncido cm dezembro
pioximo ruluro, o nao tem querido pagar
-- Pols segunda seccao do consulado prol
viudal se faz constar allos os senhores
propnetanosde predios urbanos dos bair-
ris desta eidade e povoaco dos Afosados
quedo nal. de ju.iho prximo vinuour
si priuci|na a contar os
- l.eililo de urna porcito do barris com
dioneas, em lotes a vonlade dos comprado-
res : hoje, II do crrente, no caes da Alfan-
dega.
Leililodcmsnteiga franceza em hsrri-
e meios ditos, chegada prximamente, em
hiles a vonlade dos compradores : hoje II
lo correte, no armazem de Antonio An'ti-s
Jacome Pires, no caes da Alfandega
-itichard Itoyle far leilJo, por interven-
cnodocorretorOliveira.de um esplendido
sortimento de fazendas inglezas, todas pro-
pri.s do morcado : quarta-feira, 12 do cor-
rente, as 10 horas da manhaa em ponto, no
seu armazem da ra da Cadeia.
--OcorretorOliveia far leilao, por or-
dem eem presenga do Sr. cnsul da rep-
blica franceza, de um preto doenle, um sel-
lim, dous couios, machina daguerreotypa
nova com pertences, urna lanterna ihag ca
roupa usa.la, um had, um par de casticacs
deprata, aigumas correntes de ouro, duas
espingardas de dous canos Uonxadas, lulo
pcrteticenteasliquidacOes das massas dos
fallpcidos Yonnete ubois, subditos frsn-
cezes : sexta-f-.irs, 14 do crranle, so melo-
da em ponto, no respectivo consulado, ra
lo Torres, no Recife.
Avisos diversos.
Miguel Francisco de Souza Reg peda
encarecidamente ao autor do annuncio in-
serido ueste Dtario, em que roga so Sr. Mi-
guel Francisco de Souza Reg Monleiro que
va pagar o que devena ra do.llangel, n.
36, seesseanr.uncio seenlende com elle, e
sendo, qual a quanliaque deve, e do que
proveniente. H
Em 15 do corrente no juizo da segunda
vara municipal do civel, se hflo de arrema-
tar judicialmente, por ser a ultima pracs.
varias obras de trastes novos, como sejam :
cama, sopha. mesa redonda cora pedra
marmore, horco, tudo de Jacaranda, mesa
de janlar elstica e de smarello enverniza-
do, em quejantam 18 pessoas.
-Ms.J. Stwart retira-se para Inglaterra
com seus 4 limos menores.
A pessoa que annunciou
querer arruinar um menino brasi-
leiro, e que daria llanca a sua
conducta, dirija-se aos Coelhos,
n. 13, que se dir quem precisa.
RATIFICADO'
Muito poucomanif esta o padtiro maii o/Tin*
tlido na lembranca que faz ao Rareimo
rormopro padeiro nobre do Recife- para
que o mesmo saiba que he a elle que seu
aviso diz respeilo : cunvem.pois, que sn Ihe
augmente mais alguma couss .. por ejem-
plo, passando de cabos a gsrapss, de gare-
pas a sapat.. e sorvet. e descertdo at i mas
seirs, inalaalvii a nobreza que anda des-
ta podo provir-lhe, se n3o se houver de mo-
lo quo, corrido da tempestado, nSo vi dar
em vasa barris.U Tranca-rua.
AO PUIILICO.
O abaixo assiguado pergunta ao RvJ Sr
Franciscu Conolano de Carvalbo, se se pa-
ga a quem se deve com o dizer pelo Diario
-ja psguei-- ; sjibs, Sr. -Itvd quo tenho
em meu poder documentos passados polo
proprio punho de S. Rvdm. com os qses
provo a divida, e se nflo lenho recorrido
lei, mandando-o execular, he porque a sua
casa nesta praga he escolstica e nSo tem
nells com que me psguo. Emquanto ao
misero Lusitano,quando veio para esta pro-
vincis ja trouxecom que comprar fazendas
parsS. Rvdm. se vestir, pagando este com
honra a quem trabalha, e a todas as pessoas
com quem commercia. No entinto que S
Rvm. com toda sua riqueza Ihe tem negado'
pagar 25,500 rs. desde 1843 at hoje.-- Jote
Joaquim Novaes.
- Roga-se aos senhores possuidores de
-tras da Ihesourana provincial, cuja co-
branca se acha a cargo de Manoel Joaquim
Ramos e Silva, Antonio do Moraes Gomes
Ferreira e Adriano Xavier Pereira de Brito
o obsequio de comparecerem no escriplori
de Manoel Joaquim Ramos e Silva, segun-
da-feirs, 17 do corronta pelas 11 horas
da manhSa, alim de Iratarem o que con-
v.n Tazer relativo cobranca das niesmas
letras.
Total.
arrobas.
",54o,U0
L'lay
Bstrahida da Enryelopedie da CommeicaU-
l'or V.
(Continua) (0 )
M ) A safra dos Kstados-Unidos no ann.i
18111. loi de 2,740,985 saccas ou 30 uilldes d.
arrod s.
( 2 J Aclualn.enle fornerrn. os dilos Ksta-
dos as Ires quartSS panes do algodao,
( 3 ) A exponadlo de 1849. foi de 2,227,8.4
ceas, oii 24 iiillhOes de arrobas.
4 ) A iiiiport.ie.io do algodao djs F.lados-
I nidos era Inglaterra, subi no auno de 1849
i 537,001 saccas ou 16 .nilhues de arrobas,
( 5 ) .Noai.no de 1848, a ImporlafAo do al
ouro
trinta das para o
pagamento, a bocea do corre, di respectiva
dcima do segundo semestre do 1849 a 1850
incorrendo lodos os que deixarem de pac '
nesse prazo, na multa de 3 por cento. ai. ,.
por cento, sb o
sen Jo de prompto
valor de seus dbitos
execu lados.
-Pela subdelegada de S -Jos foi appre-
IK-Ddida utra pequea iroux. do loupaVpor
suspeita de ser fuada: quem mesma se
acnar com direito, a,.resenle-s
tadas piovas, Ihe ser entre,
O glorioso 8. Antonio
erecto na matriz da Uoa-Vista ser festejado
no .lia 13 do correlo com misas catilada na
com ladainha e
na
scrtno
uo.
para, a vis-
Publicidad iici
an.i.
madrugada,
noite.
-- Precisa-se alugar um prelo canoeiro,
de l.oa conducta : paga-se mullo bem, e dai
se-lbe de comer e vestuario : na ra do
Livramento, n. 35.
AHenyao
Pede-se a repelido do quem casa quer
para ser
lUphael, paginas da juventude.
Ksla excellHiileobra de Mr. Lamartine,
ciiegada recentemente do Rio-de-Janeiro
vertida em don. portuguez, e precedida d
ura .nleressaiitn prologo do traductor, adia-
se a venda, pelo mdico pieco de 3 000 rs
Itas do Kodllodo "r"zl1 a li'Kl;'ten, desceu a 100,2441traducciio do muito Inl.r.
ni. en. ffi'i i" pouf0 ",ais de m ""' a'rob;,s- *'"""'""" atoSSti rhi,!
iiiatn-| ( 0 ) hu, outro .uuiuero apieseiitaieinos alciudas. Iranill
essaiae artigo do
ios ai notas supra-
sustento, aiinuncie por esla fofha
procurada.
No dia (i do junho desappareceu da ra
da Madre-de-lieos, um qjarlau com can-
galha, rodado, corn aigumas piulas de pe-
diez.meio pequeo, gordo, carregador liai-
xoobr.gado: quem der noticia ddie na
mesma ra, lenda n. 36, sera recompensado.
--Aluga-se um pequeo silio com ex-
cellentcs commodos, no lugar .la Capunga,
derronle do sil,o do Sr. Douhurcq : a tratr
no mesmo sitio. H
Faz-se pao-de-l, bolinhos de bandeja,
bolos de 6,-jouo: mdo muilo bem feilo e
.- Os herdeiros do fallecido coronel Frsn-
n.rnh,de "red'Ve e Andrade, declaran,
que obtiveramjulgamento em grao de re-
vista no tribunal da relacSo do llaranhilo.
na causa que o seu fallecido pai, sogro
avA dito coronel havia proposlo a Sri. D
Mina dePinho llorges, a respeilo da venda
da sus parle no engenho Calugi, por ouio
julgamenio Ibes compete haver da mesma
senh.ra a qnantia de 11:000:00o rs., que
liavia rec-lndo, epora mnia da data em
ii(\teve lugaro recehimentoque foi em 8
deJu,.hodel820, cara os juros mesma
especie desde a mesma data do recebimen-
lo : por isso quo para pagamento dos an-
nunc.antes. nao basla a parle que a dita
senhora tem no refer lo eugenho, e Ihes
consta que pretende vender a casa de tres
sobrados n. ra do Atierro da BOa-Vi.Ha.
a mesma parte do engenho: fazam o pre-
st! e annuncio, para quo ningunm compre
s ditas casas e parle do engenho, por es-
casa com a peca Pedro C ro.
-A pessoa que tiver una preta quitan-1lar01" s"J?'t;s a esse pagamenio, por Torca
deira, pagando-se-lhe 240 rs. por da e o daluelle julgado. v
-No engenho Utinga-Je-Cima, da fre-
gueziado Cabo, ha um silio de lavrador
desoecupado. com casa de vivenda, cercado
e^i.aisarraujus, corn terreno para se plan-
tar 00 piles snnuses : quem o pretender,
uinja-se ao mesmo engenho.
Psssa portes.
Tiram-s passiporles paia dentro e fra
do Imperio, despacham-se escravos, tiram-
se ttulos de residencia para serapre : pira
este fi en procura se us praca da Indepen-
dencia, livraria ns. 6 e 8, e us rus do Quei-
tnado, n. 25, loja de miudezas. do Sr. Joa-
quim Monleiro da Cruz.


-N
.-O Sr. MaVioel Vaz de Souza Lefio, ve-
ha, ou mnde saldar a su lettra, vencida
oanno passado: na ra do Crespo, n. 12
Naqualidade de arrematante do im-
posto provincial del por cenlosobreo pro-
duelo de todas as vendas em leudes com-
merciaes, autorisoaoSr. J. J. Tasso Jnior
para arrecadar este imposlo sobre aquelle.-
que frem feitos de gneros do trapiche, ou
chamados de estiva independente da inter-
venefio do corretor Oliveira, e possam ter
lugar do |>rimeirn de junho de 1850, al 30
dejunho do anuo Tindouro de 1851, poden-
do dito &r. Tasso Jnior passar os recibos
equilacfc* respectivas que torito igual va-
lidado como se passados pelo mesmo arre
matante. francisco (joma de Oliveira.
Denles artiGciaes.
J. A. S. Jan, dentista tem a honra de
avisar ao respeitavel publico que contina
a por denles artificiaes de porcellana ; co-
mo bent tira as carias dos naturaes, que
tanto damnifica os denles e coopera para
o mo alito da bocea, |nSo sendo tira-
da cagaos denles turados com ouro ou
prata, para prevenir as dores e a continua-
do da caria, O annuociante assevera a to-
das as pessoas que se quizerem utilisar dos
seus servicos, que nSo exige paga algum.
nfio Picando os denles lito bem pontos que
nfio se possam di(Teren;ardos proprios na-
turaes, e podendo mastigar com os mes-
mostoda e qualquer comida sem sentir a
menor dura nem receio de os quebrar, e
por isso garante a todos quanlos de seu
presumo se quizerem utilisar, que hSo de
licarsiiiisfeitiia, a visla dos muitos exemplos
que tem dado as pessoas que o tem apalro-
cinado. O annuncianle mora na ra estreila
do Rozario, n. 16, primeiro andar.
Apaiibou-se um pao que ia por agoa
abaixo, com 50 a 60 palmos de compriJo, e
que anda nfio est lavrado : quem fr seu
dono, dirija-se ao Aterro-da-Boa-Vista, n.
80, que se dir "onde existe dito pao.
Pedro Ignacio Baplista, tutor das me-
nores, ulnas driguos, autorisaJopelo juixo de orphos,
convida a quem convier permutar por algu-
mas propnedades nesta cidade um terreno
silo no lugar da Capunga, margem do rio,
com 100 palmos de Trente equinhentos di-
fundo, com alicorees para duas casas de vin-
te e cinco i al ns cada urna, ou urna su
grande, murado em graude parle, cacimba
com cxcellonte agoa, e varios objectos para
construccSo das ditas casas, como sejam :
soleiras de pedra, janellas, portas, caxilhos,
eo inais quesera presente, sendo que o di-
to Ierren.) he proprio : quem pretender, di-
rija-se praca d* Boa-Vista, sobrado n. 7,
que ahi achara' o dito tulor.
Pelo juizo de orphos se ha de arrema-
tar, no dia 11 do correte mez, armaeflo ce-
ra e inais objectos da loja do Pinado Manoel
francisco ftodrigues, sita na prac* da Boa-
Vista, n. 1", e juntamente os trastes perten-
ceutes ao mesmo : quem pretender, compa-
rece, no dia cima, no referido lugar, que
he a ultima praca.
Manrique Fabre, pintor, estabelecido
na ra das Trincheiras, n. 86, avisa aosSrs.
que lia muitos mezes manaram pintar suas
cadeira, e que leudo sido avisados que cs-
tavam promplasas nao procuraram, que se
no prazo de oilo dias, coulailos da publica
CIo drsle, as nio procurarem, serfio ellas
vendidas, para pagamento do seu trabalhn.
ass 'ii como que o annuncianle se aclia sem-
pre promplo a bem servir as pessoas que lite
quizerem encarregar de suas obras.
Aluga-se um sitio na estrada do Cor-
ilciro, proprio para pessna que tenba trata-
meiitu, qur nacional ou estraugoira ; c
bem i-ssim inais ilous sitio, um na ra da
Casa-Forte, eoutro na Campia : a Iratar na
la dn Ainoiini, n. 15.
Na ra da Boda, n. 10, lava-se e en-
gomma-se por prec> o mais commodo pus
sivel, a 80 rs. a peca.
Aluga-se urna sala mu decente, pro
pria para escriplorio ou residencia de ho-
iiieni solleiro, na ra do Queimado, sobra-
do amarello n. 29, primeiro auJar. A Iratar
no mesmo sobrado.
I'recisa-se, no sobrado n. 59, segundo
andar, da ra da Cadeia-Velli do lenle,
de una ama com abundante leile para criar
urna o ianc.a : quem estiver nestas circums-
tancias, dirija-se ao mesmo sobrado para se
ajuslar.
I lesa ppa recen, no dia 1 do con en le a
noite, urna negra crioula, de 19 a 20 annos
punco maisou menos, de nome Dernaberla,
que foi escrava do Sr. JoSo Paulino da Cu-
nda l.iinii, morador na Passagem-da-Magda-
leua, com os signaes seguintes: alia, un
pouco secca, pe bastante grandes e largos,
de bonita figura ; tem urna marca deeinpi-
gom no meio das costas e marcas de pan-
nos no roslo; levou vestido de chita des-
bolada que parece branco e panno preto
bastante usado; lovou mais um vestido de
cambraia cor de roza e oulro dilo de dita
branca ; desconfia-se estar dentro desla ci-
dade. Roga-se as autoridades policiaes <
capilSes de campo que a peguein e levem-
n,i ra do Vigario, n. 13, terceiro andar,
que srico geiierosameute recompensados
O proprietario do botiquim
no theatro de S.-Isabel pede aos
seus amigos que quando rem to-
mar algunsr efrescos levem o com-
petente cobre; pois all nao lie
possivel fazer-se asientos-,os trocos
para o sorvetes, fazem-ss en baixo;
assim como avisa que mandar ser-
vir aos camarotes com o que si
pedir; e estando o botiquim de to-
do prompto, liavcr cha e caf
Aluga-se o piimeiro andar da casa n
3C da ra nimia, com commodos para
grande familia, cozinha fura bem arejada,
quintal para esti baria e cacimba com boa
agoa : a tralar no Itrceiro andar da mesmu
casa.
Na ra eslreila do Rozario, n. 43, loja,
sodira quem ddinheiroa pieniio deume
nicio por ccnlo.
Alugam-se os altos da cas
de 3 andares, sita na ra do Tra-
piche, n 4 'i : a tratar na ra do
Vigario, n. 7.
Quem annunciou um escravo para alu-
gar, que enlende de plantacoes de silio, di-
rija-sea ra larga do Rozario, n. 46, venda.
w
Aluga-se urna cozinheira forra ou es- O prelendenles pdom dirigir-so rut
larga do Rozario, pada a, n. 18. que se Iho
dir com quem so (levo entender.
crava : na ra da Cruz no Recife, 11. 2.
9 0
1) 0. VV. Baynon, rirurgifio dentista, ,;v
>.y respetosamente informa ao publico g
dista cidade, que elle pretende bre- q
,} vemente retirar-se deste imperio ;e q
A as pessoas que ainda necessitam de
' aeus servicns, durante este lempo, ~
? serSo attendidas, procurando-o no x
*J seu domicilio na ra do Trapiche- jjj
w Novo, n. 14. *
O Sr. Aleixo Xavier Pereira de Brito
dirija-se ao armazn do Palmeira, largo do
CorpoSanto, para Iho ser entregue urna re-
commendacSo de Angola.
No dia 4 do corrente de 3 para as 4 ho-
ras da'tarde, furlaram da ra do Appollo,
sobrado n. 1, primeiro andar, setenta e
tanloa volumes dasjobras de Walter-Scolt ;
leudo arrombado a porta da salla da frente ;
roga-se a quem fr fforecido algum destes
volumes que os apprehenda, e d noticia na
ra do Trapiche, u. 12, que ser recompen-
sado : adverliudo-se que ainda (caram al-
guns volumes por onde so possa conhecer
0 furto.
Le mb ranga
que se faz ao padeiro do Recife para que
quando houver de fallara freguezesquesSo
de seus collegas se sirva dos meios que qui-
zer, conlanlo que no desgrace mais do
que estilo os precos dos geneos dos nossos
eslabelecimentos ; e he bom, queS. me.
1 eolia em visla que quem tem usado de taes
meios nSo tem lirado bom resultado...
O padeiro mais offendido.
Ueaeja-se saber se ha algum embaraco
na casa.e ierras pertenceules a viuva de Ma-
noel dos Santos Lins Bandeira, sitos no li-
gar da Boa-Viagem : na ra do Livramenlo,
loja n. 25, ou aununcie por esta folha.
Quem achar urna poreu de chaves
prezas por urna corrente de lalSo, e as quei-
ra restituir, mande-as entregar na botica
ile Bartholomeo Francisco de Souza, na ra
larga do Rozario n.36, que sera generosa-
mente recompensado.
Precisa-se de um moco estrangeiro de
16 a 20 annos, para criado de libr, distan-
te desla praca 8 leguas: quem pretender,
entenda-se na venda da ra da Penha de
Joo Pinto Regis Sousa.
A pessoa que anunciou querer comprar
um cava lio gordo e de bous andares, e
sem achaques : dirija-se a ra do Queimado,
11. 19.
--A pessoa qno annunciou querer com-
prar urna secretaria de Jacaranda usada : di-
rija-se ao passeio publico, loja, n. 13.
Alugam-se os segundo e terceiio anda-
res da casa do largo da assemhla, n. 8: a
tallar comJoaquim Francisco do Alciu. no
forte do Mallos.
-- Permuta-se por urna casa terrea em
v-Antonio ou Boa-Vista urna parte de so-
brado de um andar, no valor de 7-20,000 rs.,
sito na ruaDireita.a tratar na ra da Pe-
nha, n. 3, segundo andar.
fTerere-se urna pessoa para caixeirn
da colirani\.s nesta praca, e que tambem
pode ir algumas vezes ao mallo, para o que
t-*m pratica, e dar bastante conhecimen o
de sua conducta : quem precisar aununcie
I'recisa-se alugar urna casa
terrea com quintal e cacimba, no
Aterro-da-Hoa-Vista, Hospicio,
Solidado, ou na Trompe : no li-
te! da Kiirnp;!, na IJngocla, n. 3
-- Aluga-se o primeiro andar do sabradu
da ra Nova, n. 65 : a fallar na ra de S.-
Rita, n. 14.
O pequeo brasileiro que annunciou
no Diario 11 126 querer ser caixeiro de ven-
d, dirija-se ao A terro-da-Boa-Visla, n. 80.
A cidade de Pars.
Fabrica de chapeos de sol, ra do
Collegio, n. 1.
J. Falque participa ao respeitavel publico
desta cidade, quo elle abri o seu novo es-
tabelecimento. onde se encontrar sempre
um grande e bonito sorlimento desles ob-
jectos dos mais modernos e variados, como
sejam : chapeos de sol para homens de se-
das chamalotadas e lizaj, de cores e pretos,
ditos de armaco d'aco limito fortes com
sedas de lodas as cores, ditos para senhoras
de sedas Uvradas e lisas, com franjas e sem
ellas, c es nimio bonitas, ditus ditos de
panno imilando teda, com franja esem el-
la, ditos de panninho para homem com ar-
macOo rica e ordinaria, sorlimento de ben-
galas de todas" as qualidades, balcias para
vestidos, colletes e esparlilhos par.i s nno-
ra. Na mesma casi concerta se o cohre-se
toda a qualidade de chapeos de sol e benga-
las, para os quaes tem boas sedas e pannos
em pecas : todos estes objectos vendem-se
em porefio e a relalho, por menos preco do
queemoutra qua'quer parte.
Pela ultima vez se roga aos Srs. Ber-
nardo Iiamiflo Franco, Francisco Xavier Car-
neiro da Cunha Campello e Jos Xavier Car-
neiro Rodrigues Campello de ncniou man-
darem a ra da Cadeia do Recite, loja n. 50,
de Cunha & Amonio, ao Pim que no devem
ignorar.
Alugam-se os 2. e 3* andares da casa
da ra do Trapiche, del unte do trapiche no-
vo, na esquina : a tratar com Thomaz de
Aquino Carvalho, na Ponle-Velha, na Boa-
Vista, 011 com Jus .M01 eir da Silva, na ra
Jo Rozario eslieila.
10,000 rs. de gratiQcac&o.
Kua do Trapiche, n. 36, Sfguo-
1I0 andar.
Desapparcceu, no dia 31 do mez passado,
um cachorrinho de cor castanho-escuro, de
raca de ralo, com os signaes seguintes : to-
do da mesma cor, menos as palpebras que
sfiu amarellas; tem a cauda e as orclhas
compridas, acode pelo nome de Mylord, de
Cuna 1,lio ordinario, esl muitobemlratado,
pelo que se 1 de vor, nunca sahio tua :
a pessoa que o levar ou der noticias exactas
onde elle esla, receber a gratilicaco a-
cima,
-- Precisa-se de 4 trabalhadores forros
ou captivos, 1 ara Irahalharem cutn cani-
ihos em uih atierro que se precisa fazer em
um silio na pa.ssageui da Magdalena,dando-
sede jornal 640 rs. por dia, ou 440 rs. ali-
lo e jaiilar,e dui unnJo no mesmo sitio, ceia.
--Francolina da-Silva Coliaros retira-se
para o Rio-do-Janeiro.
Jos Comes Moreira embarca para o
Rio-de-Janeiro a sua escrava Joanna.
-- Na ra Nova, loja n. 58, se dir quew
d a juros quantias de 300, 400, 500, 600 e
700,000 rs. sobre hypothecas em casas ter-
reas.
--A pessoa que mora no Mondego, n. 99,
e que annunciou vender urna escrava criou-
la, que cosee cozinha ; bem como urna casa
na ra da Praia-de-S.-Rita, n. 44, dirija-se
com a escrava ra do Itangel, n. 36, pri-
meiro andar, e tambem para se ajustar a
casa.
Ao annuncio inserido no Diario n. 128
de 8 do corrente, acerca da arrematado do
armazam etelheiro penhorado pelo abaixo
assignado a Manoel Antonio da Silva Molla,
responde-se que ho inexacto haver protes-
to de preferencia, e quando houvesse versa-
ra sobre o producto, como he do direito, e
nfio sobre o referido armazem ; sendo
inexacto quanto se disse sobro a hypotheca,
o que bom moslra ser o dito annuncio as-
signado O prelendenle obra do mesmo
Molla, ou +>or elle encommendado, que a
ninguem maispJe IluJir. Jos Uoncal-
ves Torres.
Hoje, pelas 4 horas da larde, porta do
Dr. juiz dediieito da primeira vara civcl,
na ra das Flores, n. 1, se ha de arrematar
o armazem e telheiro, sito na ra do Apollo
n. 32, penhorado a Manoel Antonio da Silva
Motla, por ser a ultima praca, como jfoi
annunciado por varias vezes por esle Dia-
rio : quem o pretender compareca,
O Bello Sexo.
Sahio lu.' o primeiro numero deste pe-
ridico em livrac, 1 de 16 paginas, com ca-
pa He cor; a sua assignalura he 1,000 rs
por trimestre, e o numero avulso vende-se
por 400 1 s na praca da Independencia, li-
vraria do Sr. Figueira ; na ra do Collegio,
loja.ii. 9, doSr. Morcl; no largo do Colle-
gio, em casa do Sr. Dourado, n. 6.
Jos Ignacio liorges tem justo e contra-
tado com Manoel Mana da Costa Pinto a
compra do seu deposito de assucar da ra do
Arago, n. 36, livre de responsabilidadc al-
g-.ini.'i ; por isso faz o presente para quem se
julgar seu credor queira, no prazo de 8 dias,
ir entender-se com o dUo Cusa Pinto, do
mesmo deposito.
~ Precisa-se alugar um preto, sendo esta
intelligenle e liel, e que entenda de cuzi-
uha : a tratar na ra Nova, n. 69, armazem.
Precisa-se alugar urna preta velha, que
saiba cozinhar alguma causa : na ra da
Cuia, 11. 9.
-- A mesa da ordem terceira de S. Fran-
cisco do Recife, vista do artigo 12 das pos-
turas da Miara, declara que na igreja e nos
coraedoresda mesma n3o se eulerrain cor-
pos ha muilos annos por deliberadlo da
mesma ordem, e sim as catacumbas, istu
para licar isenla da multa que o mesmo
artigo determina, roga, pois, a quem per-
lencer o oxame, para no pagar segunda
vez, como aconteceu.
I'recisa-se alugar um ou dois andares do
um sobrado no baiiio do ReClfO ; quem live
aununcie.
-- Fa/.-sc todo o negocio com a parte de
um sitio, e lamn 111 arrenda-.-c : quem
pretender dirija-so atrs da matriz de Santo
Antonio, 11 2.
Tendo-se annunciado por diversas ve-
zes nu Diario de l'ernambuco, que o arma-
zem n. 32, situ na ra do Apollo, c perten-
cente a M. A. da Silva Molla, ha do ir pra-
Ca, no dia II do corrente, para ser arrema-
tado, por execuQo quo inove Jos Concal
ves Torres em o juizo da primeira varado
civel, escrivSo Santos, e 1 retendendo eu es-
to armazem, fui informado do que est pe-
nhorado por diversas pessoas que leem
protestado preferencia, e o que mais he,
que ha penhora pur lierain,as de oqhos
unirs piivilegi.-i las ; assim romo que
hyiolheca do Turres no he no arma
zem do caes, mas s no da lente, pelo
que grande prejuizo ser para quem arre
malar o da frente ; como quero evitar ques
tc-es desejava fosse esle negocio esclarecido,
razSo por que Ihe pede a insereno deste an
nuucio. prelendenle.
Agenciado passaportes.
Tiram-se passaportes para dentro e fri
do imperio, com presteza o commodo pre-
CO : na 1 ua do Rangel, n. 57.
A l te 11 gao.
Na tarde do dia 15 do passado, por occa>
sin de conducido do UIIS Ira-tes da (/apon-
ga para o Recife, se eslraviou um relogin
de ouro comtcnrrente do mesmo metal, ten-
do os signaes seguintes. O relogio he des-
coherto do lado do mostrador, horizontal,
trahalha sobre quitrorubios c sobre o lam-
po de dentro que cobre o machinisino ten>
gravado dous passarinhos heijando-so e por
baixo dos mesmos urna dancarina seguian-
do com as milos em uina maula que traspas-
sa por cima da cabeca ; ea cnenle he de
eoliar no pescoco e tem o pagador mui Tro-
cho, que pondo-se perpendicular, desee sem
ser preciso tocar-lhe : roga-se por tanto a
quem fr oflVrecido, de o lomar e restituin-
do-ua seu respectivo dono ser generosa-
mente recompensado : na ra da Cruz di,
Recife, n. 27, casa de Crocco & Companhia
to para o sorvc> do urna casa, o que seja
fiel : na ra larga do Rozario, n. 32.
Na casa de cambio da ra da Cadeia do
Recife.n. 34, acha-se urna peca de chita,
cujo dono ignora-se.
-- Tiram-se passaportes para dentro fu-
ra do imperio, e correm-se folhns, por pre-
Co commodo e presteza : na ra de S.-Jos.
n.4t, mi na ra eslreita do Rozario, casa
de Jos Anecleto, dentista.
Precisa-se de um caixeiro, que sej8
desembalado, lenha pratica de venda e
afiance sua conduela : se Ihp faz bom orde-
nado : no pateo do Carino, venda nova, nu-
mero 2
Precisa-se de um amassador : na ra
nimia, padaria 11. 82.
--Precisa-sede umaami forra para o ser-
vico de urna casa de pouca familia : na ra
larga do Rozario, n. 48.
0. Belenot comprou ao Sr. Manoel (en-
calves de Moraes a fabrica de charutos da
1 ua do Arago, n,, que foi do Sr. Fran-
cisco do Val.
O Sr. Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo
tem urna carta em mlo de Joaquim l'inheiro
Jacome.
Precisa-se de dous Portuguczes para o
servico de campo .- na praca da Boa-Visla,
n. I, segundo andar.
O padre Leonardo Antunes Meira llen-
riques miidou a sua residencia para a ra
das Trincheiras, 11. 17, ao p do Sr. escri-
vSo Rogo.
Ofiercce-se um homcm portuguez para
trabalhar em algum sitio perlo da praca:
as Cincos-Pontas, taberna n. 82.
A pessoa quelia lempos procurou sa-
ber onde existia um lilho de Gabriel da Cos-
ta Gal vil e de Anua Joaquina do Kspirito-
Santo, por nomo Virissimo, dirija-se ra
do Palre-Florianno, n. 38, que sedaro in-
formacoes a respelto.
Precisa-so de um fornciro que seja
desemharacado na sua arle : n3o se ollia or-
denado : na ra dos Guararapes, em Fra-
do-Portas, n. 4.
Aluga-se um primeiro andar de um
sobrado, sito na ra da Penha : a fallar na
ra do Cabug, n. 1--C, loja do Duarte.
(om o premio de 2 por cento ao mez
sobre penhores de ouro 011 piala da-so a
quantia de 50 a 60,000 rs : na ra do Mun-
lo-Novo se dir quem os d.
Precisa-se de urna ama que tenha bom
eite, e que afiance sua conducta 1 na ra
do Trapiche, n. 40, segn lo andar.
-- O bacharel Jos Joaquim Ceminiano
do Moraes Navarro ensina com toda a per-
feico e desvelo latiin, phosophia 0 rheto-
rica, na rot da Cadeia-Velha, n. 51, segun-
Jo andar, onde deve ser procurado por
luem quizer ulilisar-se de seu prestimo.
Aluga-se urna prela para o snico de
casa, que saiba cozinhar e seja fiel, prefe-
rindo-secaptiva : na ruado QuciiiiaJo, ir
45, loja de fazendas.
Compras.
Corrpra-se urna carroca das que S80
con luzidas por um cavallo, que soja ma-
neira, 0 rom os arreos competentes : quem
livor aununcie.
Na ra do Crespo, n. 9, compra so um
file de Mear formigas.
Compra-se um mclhodo para piano : na
ra do Calinga, loja n. 9.
Compram-Ec, para urna ci commenda,
OSCravos de ambos os sexos, de 10 a 40 an-
uos : na ra do Rangel, n. 57.
--Compra-se um inulhodo de violSo po'
Carulli ; na praca da Independencia, leja
le Sr. Meroz, ou aununcie.
Compra-se urna nicia commoda jde
amarello, com algoin uso : quem liver an-
nuncio.
Compra so o 9.volume da historia do
Brasil, tradusida do francez por Pedro Jos
Je FigueireJo : quem liver aununcie, ou di
rija-se ra das Crues, n. is, primeiro
andar
Compra-se urna riegrinha de 10 a 12 an-
nos, mesmo sem habilidades : na ra da Ca-
deia de Santc-Antonio, no segando anda
lo soh'Ado da esquina do (Invnlor.
Vendas.
% Chapeos de sol.
Ra do Passeio, n. 5.
NiiSta fabrica ha presentemente um rico
sorlimento desles objectos de todas as c-
rese qualidades, tanlo de seda como dt
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom costo : estes chapeos
silo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de relroz. N mesma
casa se acha igual sortimento de seda e pan-
ninhos imitando sedas, para cobrir ar-
maces servidas todas estas fazendas ven-
de n~.se em porcSo e a relalho : tamben" se
concerla qualquer chapeo de sol, tanto di
hasteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de- igrejas: ludo por preco
commodo.
Lino Jos de Castro Araujo, autorisado
por Antonio Joaquim Tavares para rere-
ber suas dividas, roga a lodos os seus de-
vedores de mandaren) pagar o mais breve
possivel, pois que desoja puupar meios que
no -i j,un amigaveis, em semelhantes rece-
liimeiiio-, comquaiito para isso lenha or-
dem do seu comillenle.
-- Prccisa-se alugar um molequo possan-1 velho, sobrado do um andar.
Sortes.
Na llvraril da praca da liideiulcncia, ns
6e8, vendom-se folhas de papel com sor-
tes a 80 rs cada um, c os seguintes livros :
Acasos da fortuna, ou linos de]sortes
divertidos ele. a 610 icis.
1-ivros des deslinos para seren conslta-
los as noilts de S. Antonio e S. Joilu etc. i>
640 rs
Vndem-seum escravo, mocoobonit-i
figura ; na ra da Cadeia-velha, n. 6.
Contina-so a vender manteiga Ingle-
sa, a 400 rs.; cha, a 2,000 is ; caixes de
doco de guiaba, de 5 em arroba, a 1,000 rs. :
o rateo do Carmo, n. 2, venda nuva.
I''i lli i de lalac c de l'l.udies.
Contiiia-so a vender folha do lalilo e de
1 hiidie-, do (odas as grossuras -. na ra da
Cadeia, loja do forragens, de Antonio Joa-
quim Vidal.
Limes de agolha a 4o rs.
Vendem-se limas ue agulha : na ra da
Cadeia, loja de f-rragons, de Antonio Joa-
quim Vidal ; assim como nutras feragens
para nurivos, por prego commodo.
Vende-se urna pela da Cosa, de 18 mi-
nos, de bonita figura, c de boa conduela,
propria para se educar, por no ser de ra ;
urna parda muito moc, o de conducta re-
galar, que oii^omina, lava de sabo, o he
muito sala : o motivo por que se vende he
haver grande precisilo quo no admillu de-
mora ; um preta crioula do 16 anuos, com
principios de engommar, costura, c queco-
iutia : na ra do Rangel, n. 38, segundo
andar.
Ve-de-se um cavallo em boas carnes, e
carreg ador baixo : na cocheira da ra da
Roda.
Vende-se una pareilia de ca-
vados mellados, Wm iguaes e
muito bous de carro, por comino
do preco por eslarem magros, ho-
je por ludo o dia : no Aterro-da
Uoa- Vibta, n. io, .-obrado.
Vende-se tres cadeiras de pan, sendo
las dill'crentes, 2 mezinhas.uma marqueZh
Je pau e duas commoJas, sondo usadas ; na
rus de San Francisco confronto o thealro
llojc, na ra da Cadeia, se
vender urna vacca com cria o boa
leiteira.
__Vende-se, ou troca-se por uina preta
que saiba cozinhar e engommar, urna par-
da com urna cria de dous annos, quo en-
omma bem, lava, cozinha e faz todo o man
ervico d nina casa : o moti. > por nue so
vende so dir ao comprador: ui ra Impe-
rial, n. 37. .
Vende-se urna escrava crioula, de 2s
annos, de muito bonita figura, quo coznh i
bem b diario do urna casa, en.,oinma liso,
ensahoa ; est grvida, e tem urna cria do
dous annos ; ambas sem achaques : o mo-
tivo por queso vendo so dir ,o compra-
dor: na ra do Collegio, n. 1-, primeiro
andar.
A triste vida dos caixeiros,
rantiria em prosa e v-m so : vende-
se no pateo do Collegio, casa do
livro azul.
Vende-se urna negra cngommaJeira,
eosinheira, e coze alguma cousa : na ru do
Queimado, loja, n. 38.
Venile-se sal do Ass : a
bordo do biate Novo-Olinda, tun-
deado defrontc do trapiche do al-
godao.
Vende-se a taberna da travesst do
Queimado, n. 5, com pounosfunndus: a tra-
tar na mesilla taberna.
Vende-se urna bonita negra boa en-
gommadeira, cozinheira, e que fai lodo o
servici. de qualquer casa de familia : na rila
do Vigario, n. 7.
Vende-se urna ricatoalha do lavarinto,
que veio do Aracaty, por diminuto pr> co :
na ra do Cabug, u. 9.
Cera ele carnauba.
Vende-so cera do carnauba, milito boa,
em pequeas porc.Os : na ra da Cruz, n.
36, liberna de alendes & Braga,
-- Vende-sesaccas do arroz pilado sup-
rior com 6 arrobas por 10,000 rs. : na iuj
do Rosario, n. 1.
Vendem-se 16 escravos, sendo : 3 lin-
dos moloques de 13 a lannos, entro elles
um coziuheiro e oulro o'eiro; dous ditos
oarrei-os ; um dito carpira ; i escravos do
lia lodo O s-rvico; 2 mulatos do 18 a 24
annos ; 4 escravas mocas, Sen lo una dellas
neg'inlia do 14 anuos: na roa Ilircila, n. 3.
Vende-so, pura osla provincia ou lora
dola, urna preta recolhlda de 2J anuos pou-
co mais ou monos, bem parecida o sem mo-
lestias, que eos; bem, coila vestidos do se-
nhora, engoinma, cose, cozinha c serve para
indo o servico de una C-Sa: o n-otivo por
que se vende se dir ao comprador : na 8o-
ledlde, ra de Joo-Fernandes-Vieira, no
sitio que tem 4 leo. s na l'ieute, a qualquer
hora do dia.
Na ma Nova airas da matriz, n,
2, vendem-sebarato
caixas do pao para costura do senhora, a
3,000 rs, ; carleinis para viagem, a 4.00
rs. testojoa com duas navalha, l.oo
rs; dadores, a 500 e 1,000 rs ; lanternasde
i e d casquinlia, a lo.uuo rs. ; lencos de fi-
l do linho, a 1,001) rs.; pescocinhos de di-
to, a 2,000 rs. ; lt-iic;.>s de seda para homem,
a 1,000 is. ; ditos para gravita, a 1,000 rs.;
meias de sola curtas, blancas o de cores, a
1,000 rs. ; sapalos de marroquim de cores,
a 8oo ; ditos d i los de duraque, a 800 rs.;
loncos docassa para gravata, a 610 rs. ; ra-
mi-sde flores para chai eos do senhora, a
1,200 rs.; mantas de seda para senhora, a
10,000 rs. ; diales do seda decores, a 10,000
rs. ; veos de fil de linho, a 5 e 6,ooo rs.;
grandi s ; bonetes para meninos, a 480 rs. ;
meias de lio da Escocia, a 1,400 rs. ; ditas
lo algodSo com lios de seda, a 1,000 rs., di-
nbeiroa vista e uo li do.
Vende-se nina prela da Cosa, do 18
annos, que co/iulia, lava, e he mullo boa
quilandeira : na ra des.-Amaro, n. 16.
~ Vendem-se chitas fardas enm llores
encarnadas, cores muito lixas, a ico is. o
covado, e em pecas a 5,800 rs. ; ditas n.o-
lliadus de clima, a 120 rs. a relalho : na ra
larga do Hozarlo, n. 48, primeiro andar.
-- Vende-se uina preta crioula, de 24 an-
nos, de hnnila figura, que cozinha, lava,
cose c engoinma : na praca do Corpa-San-
to, n. 23, luja de cabos.
Chapeos e bonets. -y
Vendem-se os mais modernos o superio-
res cbiioa francotes, chogados ultima-
mente do Paria, a 8,500, 7 500 e 7,000 rs ;
chapos de'pallnnha com enl'eilcs para me-
ninos 4 bonets para enancas, do mui lindos
tecidos do palhao c bello; ditos de cabel-
lo e de oulras qualidades para homem, pro-
prios para andar em casa por serena feseos
na ra do Queimado, loja de chapeos, nu-
mero 38.
Vende-se um mulalinho de 10 a 11 an-
DOS, muito hbil, por isso o; timo paia pa-
go m : na ra do Trapiche, n. II, armazem,
Bua do Crespo n io.
I.oja do viuva Freitas Cuimarites vende-se
as seguintes fazendas polos baratissimos
procos abaixo mencionados : pecas de pico-
te asul com 40 eovados por 4,OuO rs ; zuaite
asul com 5 palmos de largo a 160 rs. o cova-
do : risrado rnon-tro a 200 rs. o covado ;
chales de lila oscuros e muito grandes a
i,uo i rs. cada um ; suspensorios de me a a
400 rs. a duzia ; lencos de seda proprios
para meninos a 320 rs.; mantas de lila c se-
da pequeas a 400 rs. ; cortes de I i un par-
do de puro Indio a 1,000 rs. ; chales de chi-
ta rnxos a 500 rs. e oulras muitas fazendas
que a vista dos compradores so vendorSn
por baratos procos.
Na loj-i de 6 portas, a produeco
de alcaides para luto.
Vende-se cassa preta, a 120 rs. o covado ;
meias pelas de algodSo para senhora. a
200 rs. o par ; chales pretos de rede, a 320
rs. : Iranl.lim largo, a 480 rs. o covado ; al-
paca do duas larguras, a 610 rs. o covado ;
merino, a 1280 e 1,600 rs., e muilo fino, a
3,0 Ors.; chitas pelas e rouxas, a 160 rs.
o covado ; e lodo o mais sorlimenlo do fa-
zendas de cores, por preco a convidar a tro-
car cdulas para enroupar as familias.
Vendem-se 15 anubas de carnauba :
na ra do Aterro, n. 18, primeiro andar.
Vende-se um mulalinlio de 12 annos,
de bonita litjura na ra do Crespo, u. io,
loja.


^
--Vendem-?e'pegas de chitas pardas, co-
re (xas, cotn palmas encrnala, t 5,800
rs. e a 180 rs. a retalho : na ra larga do Ro-
zario, n. 48, primeiro andar.
Vende-se urna pequea por-
cao de carvao, tanto mineral como
artificial, da melhor qualidade :
no escriptorio de A. S. t'orbett, na
ra da Cade: 1, n. 48.
Faln'ico nacional.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recife, n. 50, vendem potassa branca, fa-
bricada no Rio-de-Janeiro, a mais nova que
ha no mercado, e a mais superior que ha
ueste genero, por prego rasoavel.
Vende-sea bem conhecida taberna da es-
trella, na ribeira da Boa-Vista, rom poucos
fundos, e commodos para um homem sol-
teiro : faz-se todo o negocio com o com-
prador ,- a tratar na mesma venda.
Florete de linho.
Covado 300 rs.
Para vestidos de scnhora, roupas de me-
ninos, palitos para homem, casacas, etc. :
vende-se na ra do Crespo, n. 11, loja de
Antonio l.uiz dos Santos Companhia.
Loja de modas na ra No-
va, n. 34, de fronte da
Conceicilo.
Madama Rosa I/ardy,
modista brasilcira, tema honra de partici-
par a seus freguezes, e particularmente as
senboras suas patricias que rccebeu lti-
mamente de Franga, e venta purprego mul-
lo commodo, ricos caputinhos de gros de
aples furls-cores de diflerentcs feitios e
delmdissimo goslo ; capolilhos pretos de
rliamalote ; trancas de todos as cores para
entallar vestidos ; bicos de blonde ; lil li-
so ; crep de cores; setins; camisas de
camhraia para scnhora ; toucas para bapti-
zados : bem cumo lem constantemente um
variado c liro sortimento de chapeos de se-
da para senbora a prego de 8 a de 30,000rs. ;
chapeos de palha enfeitaJos ; fitas de selim
S es palos: tambem faz vestido! para casa-
mentse para bailrs, da ultima mola, com
muita perfeicflo, e por mais barato preco
do que em outra qualquer paite; tambem
faz manteletes, capotillios, visitas e mul-
los outros objeclos de uso de senhoia : lu-
do da ultima moda. A mrsma modista ven-
de armagOos de chfeos de 6enbora para
cobrir desella enere, a 1,000 e 1,500 rs,
Farfihu de mandioca.
Na ra do I.ivramento, n. 14, vende-se
boa familia le S.-Calhaiina, em saccas de
3 quitas e meia, medida de l>ordo, c mais
barato do que em outra qualquer parte.
Cheguem a o novo
baratero.
Com 8 palmos de largu-
ra o novo algodao mons-
tio trancado california.
Na loja confronte ao arco de S.-Antonio,
n 5, vende-se o novo algod3o monstro tran-
cado, com 8 palmos do largura, pelo barato
preco de 800 rs. a vara.
Atoalhado de linho de
California com 6 pal-
mos de lirgnra.
Na loja de Guimarles & Ilcnriques, na ra
do Crespo, n. 5, vende-se o novo atnalhado
california de puro linho e com 6 palmos de
largura, pelo ba/alo prego de 1.120 rs ; as-
simcomo ha de 5 palmos de largura, a 1,000
rs. a vara.
A ,000 rs. cada um.
Chales de seda grandes
ede bom gosto.
Na loja de CtiimarSes & llenriques, na
ra do Crespo, n. 5, vendcm-se chales de
seda, grandes, de bom gosto e de bonitos
padrOes, a 8,000 rs. cada um ; cortes de ca-
simira de cores, de muito superiores pa-
drOes modernas, pelo barato prego do 6,000
rs. cada corte; panno prelo (no francez, a
2,500 rs. o covado; dito inglez, a 1,410 rs.
o covado.
,4
Na nova loja do Passeio-I'ublico, n. 19,
de l.emos Amara! 6 Companhia acha-sc
um completo sortimento de fazendas, como
sejam : madapnISo muito fino, a 4,200 rs ;
pegas de chita muito finas e de cores (xas '
a 6.000 7,400, 8.000 e 8,500 rs. e a 160,'
200 e 240 rs. o covado ; cortes de brim di'
linho e de lindos padres, pelo diminuir
preco de 1,400 rs. o corte ; ditos de meia
cseo-lira, a 1,600 rs. ; chales de 13a, e que
tambem servem para mesa do meio de sa-
la, a 1,800 e 2,2(0 rs.; cortes de cambraia
de seda, a 4,800 rs. ; ditos de cassa cliila *
2,000, 2,600 e 2,800 rs. ; lencos de camhraia
bordados para senbora, a 500 rs. ; e oulras
muitas fazendas que | or baratas deixam de
ser annunciadas; bem como manas de li-
t de linho bordadas, a 2,000 rs.
A\ iso ao madamismo
per.' ainbueano.
Na nova loja do l'asseio-l'ublico, n. 19,
de l.emos An aral & Companhia, vende-se
cassa muito lina para vestida ilc senhoia,
do muito lindos padiO's, denominada Per
nao.hurauu, pelo haistissiiiin prego de 780
rs. a vaia. A ellas, pois a fazenda va ; beo
como chales de 13a de cores escuras, a 800
ru.
Hl ra do Csbug, loja de qua-
Iro portas, (le 1 huirle,
vendem-se lesouras proprus de alfaiate;
ditos para costura de senhora ; ditas pera
iinhas : todas fabricadas relo melhor autor
te Cuimares, por prego commodo.
Candil-iros para mesa de
sala.
Ni loja da ra Nova, n. 11.de Jos5 Pinto
i'a Fonseca e Silv, venden,-se elegantes
candieiros para mea de sala, de um na-,
rhinisn.o muito simples o fcil para fazer
subir o azeite, c conse vain urna Lrillitnlc
luz por muito U n.pn.
Milito liar alo.
Na loja da ra Nova, n, II, de Jos Pinto
da Fonseca e Silva, sucessor de Cucira Sil
va&C. \endcm-se candieirrs de gaz, a
7,1.00 rs.; lamparillas de cryslsl de cines,
tambem (ara gaz, a 3 c 4,000 is. ; ricoa es-
pelboscom molduras douradas, grandes,
de 8 al 20,000 rs. ; ricos aderegos doma-
dos imitando perliilan enlo os deouro, o o
que ha de mellior ni sle genero, de C a 8,000
rs ; suspensorios de seda ,e de boriacba, a
600 rs. ; Uvas de algodiio de cores para bo-
rn m, a 160 rs. o |ar ; n eias de algodio de
cores ara senbora, a 160 rs. o par; rr.eias
de seda pela cuitas jara homem, a 800 is. o
par;lengcsdogarga, a 160 rs.; tranceln
de borracha para relogio, a 80 rs.; ligas de
borracha, a 80 rs. ; jogos de visrora, a 1,000
rs. ; ceslinhasde verguinha para rostura i
para frucUs, a 610o 1,280 rs. ; esteirinhas.
a no rs. ; mallas de galga, para meninas, a
500 rs.
-- Na leja da ra Nova, n. II, de Jos Pin-
to da Fonseca e Silva, vende-se fta de ta-
lagksga paia bordar, a 600 rs. cada vara.
-- (.onlinua-se a vend r velas de car-
nauba, das melhores possiveis, por lerem
clu gado agora do Ceara : na ra de llortas,
n. 110, casa londe semprese venderain as
do Sr. Loureiro.
Veudem-se trombetas acus-
Chcguem ao baralo.
Vendem-se lengns de pura seda, pelo di-
minu'o prego do 1,280 rs ; luvas do pellica
prela e de poni inglez, a 1,280 is ; linss
casemiras pretas o de cores, a 5,000 rs.; go-
linhas e pescocinhos para senhora; e ou-
lras muilas fazendas baialas: na ra do
Queimado, n. 9. Do-se as amostras com o
competente penhor.
Vende-se, ou troca-so por casa terrea
"u qualquer propriedade nesta praga, um
terreno com uina casinlia e olaiia, sita na
ra do Seve, com 107 palmos de largura e
de fondos desde a ra da Aurora at a rus
do Hospicio : na praga da lude, endeuda,
n.17.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,000 rs. a sacca, e faiinha de tri-
go franceza da marca 13arao, por
preco commodo.
Vende-se urna escrava moga, de boni-
ta figura : na ra da Cadeia do Hecife, loja
di-Joan Jos de Carvalbo Moraes.
Bichas de Hamburgo.
Vendcm-se as verdadeiras Li-
chas de Hamburgo, aos centos e a
rclallio : lamn ni .se sngame vo-
se applirar a quem piecisar: na
ra da Cruz, no Recite, n. ^3, lo-
ju de Joaquim Antonio Carneiro
de Soma Azevedo.
Vendem-se, na cocheira da ra da Flo-
rentina,^ huiros minio bonitos e novos,
vindos de Uueuos-Ayres.
Farinlia de S.-Mallieus,
Na rtia do Gabg, loja de qua-
tro portas, do Duarte,
vendem-se bolOes de Pedro II; ditos para
cavallaria ; ditos para infantaria; ditos pa-
ra eslado-maior; ditos para cagadores; di-
tos para palitos ; ditos-de diversas quaida-
des ; ditos para libr do pagens, por pre-
go mais commodo do que em outra qual-
quer parle.
Na ra do Cabug, loja de quil-
tro portas, do Duarte,
vendem-se loucas de ISa ; barretes de dita
para homem ; ligas de seda com borracha
para senhora, vindas ltimamente de In-
glaterra ;gravatinhas de selim para senho-
ra ; Irancnhas de 1.1a para enfeitcs de rou-
pas de meninos, a 80 rs. a pega ; trangas
e franjas para enfeites de manteletes e ves-
tidos de senhora.
A 640 rs. o covado de al-
paea nieta lina.
Loja n. 5,
deGuimariIes& Henriques, que faz esquina
para ra do Collegio, vende-se alpaca pre-
la fina, pelo diminuto prego de 64o rs. o
covado, prego este por que nunca se venden
fazenda igual.
Qiiejs londrinos de 4 a
5 libras
multo Irescos : venderq-se na ra da Cruz
do Hecife, n. 62, armazem de Manoel Fran-
cesco Marlins & Irmflo, por prego commodo.
O corretor Oliveira tem ltimamente
concluido avulladas vendas de precioso vj-
nhodo Porto, muito velho, reslando-lhe
apenas alguns barrilinhos de sete e oito em
pipa, mui proprios para mimos: a modo
que os freguezes ja se vito desengaando
emquanto sua oplima qualidade; talvez
ninilos anda cheguem larde para compra-
remos poneos que anda resta m, e enlio
tarde ser o seu arrependimenlo, sabendo
que se acabara tilo precioso nctar; pro-
veitem, pois, emqurnto he lempo, a occa-
siio de se refazerem de um vinho que sabe
engarrafado por nenosde 6,000 rs. quan-
do qualquer das qualidades do novo, e in-
ferior, que por ahi se vende, he a rasilu de
12,000 rs. e mais por duza. O mesmo cor-
relor olTerece venda 50 barris de chumbo
tle munigo, por pego rasoavel.
Vendem-se 40 saceos com tremossos ;
na ra da Cruz, no Recife, n. 47, taberna.
Farelo de arroz.
in ,, i-i* a i iiiuin* icu a inu.i iiiiid na itiiat
de superior qualidade : vende-se a bordo do u,ooo rs. ; rrles de colletes de vello
2! <'r >, fU"d?di0;jVreneBd0 cflres,a 3,000 rs. na ra do Quei,
caesdot.ollegio, ou ao lado do Corpo-San- n J7-
Vende-se esta ja t.1o conhecida quanto
til substancia alimentaria para sustento
de cavallos, em barricas com 4 arrobas para
mais, pelo diminuto prego de 3,000 rs. a
barrica i nos aroiazens de Onofre na ra da
Madre-de-Dcos, e no defronle do cba/ariz
da ponto do Itecife.
Vcnde-se um bom pardo olTicial de sa-
paterro, pelo prego de 700,000 rs., ou se
iroca pnr urna escrava de habilidades, e
mesmo quitandeira : na ra Direita, taber-
na de Jo3o Hiplito, se dir quem vende.
. 'rehincha.
Vendem-se coeiros de casemira horda-
dos, pelo barato prego de 800 rs. cada um ;
lengos de camhraia de linho lino, a 1,000
rs ; mantelelis prelos achamalotados, a
do de
mado,
Aviso aos Srs. artistas sa*
pa te iros.
Horeira & Vellozo,
acabam derecebero melhor e mais bello
couro de lustro que a este mercado tem
vindo ; porque o tamaito das pelles e qua-
lidade do couro he tal que muito deve agra-
dar aos Srs. mostres sapateros, para me-
lhor servirem a seus freguezes ; o prego a
vista da qualidades se dir, mas afiauga-
se que ser commodo e bem commodo : na
ra Nova, loja n. 8, onde se vendo nica-
mente o dito couro.
Ovas do serto,
muito frescaes : vendem-se na ra do Quei-
mado, n. 14, loja de ferragens.
Sapatoes do Aracaty, le-
tos a capricho,
vendem-se a 1,000 rs. o par, para liquidar:
na ra larga do Itozario, n. 35, loja.
Instrumentos de msi-
ca baralissimos.
Na loja ua ra Nova, n. 11, de Jos Pinto
da Fonseca e Si I va, sucessor de Guerra Sil-
va & C. vendem-sa cornetas de latSo de
chaves, proprias para temos, a 16,000 rs. i
ditas de cobre com chaves, a 12,000 rs.;
bombarton, ou baiso de harmona profundo
com pislOes, a 35,000 rs.; um boro fagote,
por 30,000; oboes de dilTerenles pregos;
pfanos, a 1,000 rs.; cornetas de cobre sim
pies, a 10.000 rs.; um carrilh&o, com 11
campaiohas, por 12,000 rs trompas, Irom.
bones, clavicor.clarlns lisos e a pistn,cam.
pas, clarinelasC, violOes, rabecas, flautas
ilageolets, flautins, rabecOes e violoncellos'
Queijo do serlo a 200
r.a libra:
vende-se na ra do Queimado, loja de fer-
ragens, n 14.
Vende-se orna escrava de nagSo Ben-
.Mieia, com bom lete para criar, e que en-
gomma, lava desabSoe varrella : em Fra-
de-Portas, ra do Pilar, n. 85, loja.
Vendem-se colleecuea com
meia de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do Hecife com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de Olinda, a ponte do Ca-
chang, Poco-da-l'anella,* e a ra
da Cruz como arco do Bom-Jesus;
bem como duas grandes vistas de
Fernamkuco: na ra da Cruz, n.
io, casa deKalkmann limaos.
Dito de trompa, porGallay.
Kscalas de flageolet.
Collecglo de estudos para piano, por Hen-
ry Bertini.
Estudos para piano com 42 exercicios,
por J. B. Cramer.
Estudos caracteristlcos para piano, por
H. Itavina.
Ditos l., 2. e 3. annos de estudos dito
por ||. Bertini.
Ditos elementares, 25 estados, pelo dito.
Exercicios diarios para alongar e con-
servar o mais elevado grao de perfeigflo no
piano em 40 estudos, por Ch. Jzeruy.
Exercicios em forma de preludios para
piano, por lean Nep. Rieger.
Estudos para meninos, primeiro e segun-
do livros contendo 50 estudos de piano, por
llenry l.emoine.
Itundimenlodo pianista, ou reunido de
exercicios os mais indispensaveis para ad-
quirir perfeitamente agilidade, por H. Ber-
tini Jeune.
Exercicios de canto para tenor ou sopra-
no com acompanhamenlo de piano ad libi-
tum, por Dorrzclh.
LigOes de vocalisagSo para o 4 princi-
paes gneros de vozes, por F. Danzi.
Novo methodo decanto fcil com acom-
panbamento de piano, por H. Servier.
Solfejo, ou novo methodo ir.oaico de Ro-
dolpbo.
Melhodp de or'gflo espressivo, por A. Bin.
Vende-se a 4.000 rs. a oitava de ouro,
constando das pecas seguintes : 2 trance-
Iins fetos no paiz, 2 aoneles, 1 eordlo.
umeoragao urna medalha: na ra do Sol,
n. 9, se dir quem vende.
Vende-se urna cama do casal, muito
pouco usada : na travesa do Dique, n. 13.
kVcravos Fueidos
lo, loja de massamrs, n. 95.
Vendem-se escravos I natos e sem mo-
lestias, como sejam 5 prelos n ogos, pio-
prios | ara o canq o, ou outio qualquer ser-
vico ; 4 | reas qu servem
Aos Srs. de engenho.
vendem-se cobertores escores de algo-
dSo piopriospara escravos, por serem de
decampo, ent.e ellas algurVs quilMideiras- mui,a1dur,a' Pel iminulo prego de 640
duas (lilas que engon mam e COZil.ham ". cada um : na ra do Crespo, esquina
una parda que corla e faz vestidos do se-
nbora e camisa de domen1, maica, e faz la-
varinlo e he de oplima conducta; duas di-
tas com habilidades ; e mais alguns escra-
vos : na ruadas l.arangiias, n. 14, segun-
do andar.
A cidade de Pars.
Vende-se chai eos de soi.de seda, pre-
los, a 4, 00, 5,(00 e 5,500 rs. rada um, ar-
mac0 de laleiu muito lories; teegali-
libas lie junco, a 9,5(10 e 3,500 rs. a duzia;
relroz prcto muiu foite, em porgflo e a'
retalho : na ra do Collegio, n. 4.
-- Vende-se urna i. o gao de gado, como
srjain : vai'CfcS pardase oiojadas, parrlas
e garrotes, novrlhas Je casta tourina e no-
bre, por prego commodo : na ruana Con-
cordia, quem vero da ponic, direta, pri-
me ira casa.
Venue-se um tico apparelho para tc-
iiente-coronel da guarda nacional, lindo al-
gurnas pegas novas, como sejam as adiago-
nas : na na i\ova, u. 43, loja.
-- Na ra da* Cruzes, n. 22, segndo andar
vendem-se7 escravaa, sendo urna criouln
que viilta para a cadeia.
--Vende-se um quartio melado e novo,
11 pi io para cangalha : na ra Imperial,
n. 25.
No armazem do baraleiro,
Silva Lopes, na porta da alfande-
ga vendem-se gigos com batatas
novas ; cevada nova e barata 5
la re lo em saccas, a 8,010 rs.
Fara quem tem bom
gosio.
Na ra do Queimado, n. 9, existe um no-
vo sortimento de manteletes e capolilhos de
seda, porguriio e cbamalote prelo e de co-
res, os quaes se vendem | elo diminuto pre-
go de vinte e dous mil rs. DSo-se amostras
com penhores.
Vende-sp, na ra das Croees, na pri-
meira taberna nova e pintada de azul, caf
em carogo do nelbor que ha no mercado, a
220 rs. ; canella em porgan e a retalho ; pre-
suntos do Porto j paios; lingoigas ; frvi-
do elegante figura, que eugomma, rose, co- ',lias P*0. de Wco' vin,los- manleiga; mas-
zinba e lava
ticas que do ticas a quem he
moco : no pateo do Collegio, Casa 7 Vwide-se um luido esciavo perito rS-
, ,1 I eial de carpuileiro: na ra do Itangel,
do Jtvro azul. |. 57.
urna dita de nagfo, com as
mesnii s habilidades ; urna parda de 3o an-
uos, qte cozmlia, lava de si.bilo e faz bem
renda; una prela da Costa ; 2 lindas no-
minillas de 10 a 12 anuos, muito bem elu
cadas, que cosem cbBo, fazein lavarinio e
s.i ptimas para mucamas de qualquer me-
nina ; um odlecule de iiagSo, de 18 a 19
annos, (ropriopara todo o servigo.
--Vende-se um prelo da Costa, de 20 a
22 anuos, de muilo bunita (gura : vnde-
se por seu senhur relirar-se : na ra do i
1 .lu 111.a -lo, 1). 44.
Vendem-se,ou permutam-se as bem-,
feitoriasde um grande sitio a nargem do
no Capibanbe, confronie ao sitio do Sr.
Francisco Antonio de oliveira, com 2 casas,
sendo nina pequea velba, e a nutra has- 1
tanle grande, com 3 salas, 4 quirlos, cozi- i
ola lora, um grande copiar no oilSo, es-i
li iliuria para 4 Cavallos, urna grande h.nxa .
i-i.in cap.in, e algumas fructeiras : na ra
.Nova, n. 07.
As obras de Bourdalouf, con-
tendo sermoes
sas ; rerveja em garrafas e meias ditas ; e
lodos os mais gneros : ludo por prego mais
commodo do que em outra qualquer parle,
por ser taberna nova e nlo lar fregutzia.
Vende-se urna escrava de nago Costa,
' de idado de 22 a 24 annos, bonita de cara, e
Kura sem vicios nem achaques, ptima
i. ali a na rumiio fiel, e se vende por
mo querer estar em casa, e sim vender na
ra : na ra Augusta 11. 17.
-- Vende-se bolacha de inilho, a 80 rs. a
libra ; caf em gro, a 160 rs. e mais ba-
rato sendo em porrao, por se querer aca-
bar depressa : na ra larga do Rozario,
11. 48.
--No Atierro da Boa-Vista, n. 1, existe
para vender umsortimentode chapos de se-
nhora, raheges c maulas de bico, lengos
de pescogu ede inflo, caininaias inipressas,
fitas, eollarinhos e oamiaiiinaa bordadas, e
mais fazendas baratas e da ultima moda.
Cadeiras de balancj
muito commodas, e cadeiras de
as?ento de palbinba, vendem-se
por preco muito commodo : na ra
da Cruz, n. 10, armazem de Kal-
kmann lrmaos
-- Vendem-se 10 escravns, sendo tres pre-
los bons ganhadores de ra ; um dito que
entende de tralamento do carros e cavallos,
e he de muito boa conducta ; una parda boa
para todo o servigo e sem vicio ; tres pre-
tas muito boas quitand.iras de ra ; uma
ditaque cozinba, eugomma o lava; uma
dita de meia idade, que se vende muito em
coma : na ra da Cadeia do Recife, n. 51,
primeiro andar.
Cheg ero rechincha.
Sapa tos do Aracaty a 800 rs.
cada par.
Na taberna de Mandes & Braga, na ra da
Cruz, n. 36, deronteda Linguete, vendem-
se sapatos do Aracaty, muito superiores e
de lodosos tamantios para homem, a 800
rs-o par; chapeos de palha, proprios para
escravos, a 120 e 200 rs. cada um ; esleirs,
a 320 rs.; velas do carnauba pura, proprias
para quem tem de festejar S. Antonio, a 480
rs. a libra, ou a 40 rs. cada uma ; ancoretas
com azeitonas muilo novas, viudas ultima-
mente no "
240 rs a ga
em
Fugio, no dia 24 de maio prximo pau-
sado, a cabra Mara, de 18 annos pouco mais
ou menos, rosto redondo, um pouco corco-
vada ; tem o costume de vergar o hom-
bros para diante quando anda ; levou ves-
tido de chita rouxa ; julga-se ter sido des
encaminhada : quem a pegar leve-a i ra
larga do Itozario, n. 26, loja de miudesis.
que ser gratificado.
Fugio, no dia 4 do corrente, o preto
Ventura, de 30 annos pouco mais ou menos,
crioulo, alto, bem preto, com o cabello cor-
tado, mas com marrafss na frenlo a moda
do sertao : este escravo veio do Cear no
vapor Imperador no dia 3 do corrente:
quem o pegar leve-o ra da Cadei, casa
do Sr. Jos Antonio Bastos, que recompen-
sara.
No da primeiro de maio do corrente
anno, fugio, da cidade de Goiannn, da ra
da Prais, n. 15, a prela l.uiza, (gge) de es-
tatura regular, corpo secco, bracos fios,
com um pequeo signal na testa mais pre-
to que a cor, beiguda, representa 30 annos;
he bem ladina ; levou vestido de chita j
usado e panno da Costa azul: quem a pe-
gar leve-a ao dito lugar, ou nesta praga, a
Boa-Vista, ra da Matriz, n. 5, em casa da
Pedro da Silva BrandSo, que se gratificar
generosamente.
-- Fugio, no dia 26 do prximo passado
maio, da Magdalena, o escravo Luiz, de na-
go, que representa 50 annos pouco mais
ou menos ; leveu caigas de algodSoazul e
camisa de dito branco com una liatra em
uma das mangas, e chapeo de palha; lem
os dedos mnimos toradose nos peitos uma
cicatriz ou enruga : quem o pegar leve-o
ra do Queimado, n. 38, loja.
Fugio, do engenhode Tres-Boceas, no
dia 17 de feverero passado, um pardo com
os signaes seguintes : baixo, grosso, sem
barba, de 20 annos pouco mais ou menos,
cabellos enroscados, olhos grandes e aga-
ropados, bem feito de corpo, pernas e ps,
nariz chato, beigos grossos, bocea regular e
com todos os denles ; intitula-se forro, e
como tal vem munido de um passaporto fal-
so com o qual illudlo as autoridades de
Barra-Grande: quem o pegar leve-o aodi-
I to engolillo, OU ao Itecife, em casa de Ma-
nuel Joaquim llamos e Silva que em qual-
quer das parles ser generosamente recom-
por
ero.
-Fugio, no dia 7 do corrente, a preta
Florinda, baixa, grossa, cor fula, cara lar-
_ ga, olhos grandes, ps elisios ; levou vesti-
Venlura Felis, a 1 000 rs e a 0 de ch,u rou" co"' habado por baixo,
. rrafa; e outros inultos gneros 5and Cos.t8 uleum taboleiroquean-
proporgto. Adverte-se quu sendo em dv vendendo ; cosluma guardar o labo-
efiosa dar mais barato qualquer ge- tSt*JS? '.P?" Boa-Vis-
para todos o
nebres' ; ven
a
oeii
para a quaresma,
jimios eoracoes fu-
m-se no pateo do
Collegio, casa dolivroazul.
Vende-se urna prela de 30 a 40 annos,
sem vicios nem achaques, e que he ptima
para lodo o servigo de uma casa : na ra do
Collegio, n. 15, segundo andar.
iNa va llias de patente.
Vendem-se navalSias finas de
patente para fazer barba ; estojas
completos de todos os ferros para
cirurgis, obra muito fina, por pre-
1 o commodo : na ra da Cruz, no
Ivecife, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Carneiro de Souza Aze-
vedo.
Vendem-se chales de seda preta, grao-
des, pelo diminuto prego de 6,000 rs.: na
ra da Cadeia-Velha,' n. 33.
toga se as autoridades policiaese capi-
A,l p, laes do campo, que a appr.-hendam e levem-
lienCaO. na i ra da Cruz, n. 53, que serfio genero-
Vende-se cera do carnauba em saceos de san,ente recompensados; assim como se
5 arrobas para cima; sapatos do Aracaty, protesta contra quem a tiver oceulta, e co-
miiito superiores; sola ; pelles do cabra.- D'r odias de servigo.
ludo vindo ltimamente do Aracaty no' "'''"K'0. no J 2"2 do passado do enge-
hiate DuvidoMo. e por menos prego do que "ho Agoas-Glaras do Uruc, freguezia da
em outra qualquer parte : na ra dos Ta- -SCHlli'. da viuva Burgos & Filhos, o escra-
noeiros, n. 5, armazem de Domingos Rodri- vo lui7' crioulo, que representa ler 17 an-
guesee Andrade. nos, cor fula, rosto redondo, nariz afilado,
-- Vcnde-se uma negra do nago Costa, I ,,occ* grande, altura regular, orelbaa pe-
bonita figura e 18 annos de idade, a qual 1uen,s .' levou raigas de algodflo de enfiar e
lava, engom.-na e cozinba o ordinario de J* us,,as. camisa dealgodro, e chapeo de
uma casa : na ra da Aurora, n. 50. I palha de abas grandes. Kste escravo j foi
Vende-se a casa de sobrado da ra de [" ''nipina-Grande : quemo pegar leve-o
S.-Bom-Je*us-das-Crioulas, outr'ora dos diloengenho, ou na prega do Coinmer-
Qnarteis, avallada por inventario em 900/ cio' n,2 ,ue *era generosamente lecom-
rs. e dar-se-ha por menos alguma cousa pensado,
a qual rende 13,000 rs. mensaes e se acha
livre e desembargada : na rui da Assump-
Qfl n 36, primeiro andar.
Methodosdcmiisicapara
diaTerciites instrumentos*
Na ra Nova, n. II, loja de Jos Pinto de
Fonseca e Silva, vende-se o sesuinte :
\i ti. 1 ..___ a_ _<
Fugio, no dia 28 do prximo passado,
o preto Jos Macei, conhecido por este
nnme por ler vindo daquelle lugar j ha al-
guna annos; levou camisa de algodo bran-
co, e .salgas de riscado americano; he de
estatura regular ; representa ler 40 annos
pouco mais ou monos; cusa a perceber
quando falla, pareceudo lemorato ; lem as
canellas das pernas signaes de ferldas ; he
* BSftfiaW^
as, primeira esgunda partes, porAVolfart
Dito completo e progressivo de piano, de-
dicado aos professores, por II. Bertini.
Mito igual em hespanriol.
Dito de rabeca dedicado aos conservato-
1 ios de msica da Europa, por L. Spohr.
Dito pequeo para rabeca, por G. E. Hoy.
Dito completo e progressivo de rabeca
em hespanhol para uso do conservatorio,
por D. Alara.
Dito completo de flauta, por Devinne,
com liges para a nova lliuta de Hocino.
Dito completo da flauta, por T. Berbi-
guier, primeira eseguuda partes.
Dito para oboe, corn inglez e baryton, por
II. Brod.
Dito completo de corneta-de chaves, or
Colelli. K
Dito para corneta a 2 e 3 pistos, por P.
J. Boucb. e
mose leve noticia lidias depois da falla, e
desde entilo no se pude coiher mais noti-
cia algum; julga-se ter ausentado para e
mallo. Itoga-se as autoridades policiaes e
capitfles de campo, que o apprehendam e
levem-no ra de Apollo, n. 12
Fugio, 110 dia 12 de margo, o preto Be-
nedicto; crioulo, que representa ler 24 an-
uos, de altura regular, sem barba, cara re-
donda, olhos carrancudos ; (em os ps um
tanto torios e uma das pernas: esle escra-
vo veio do Maranliau para aqui ser vendi-
do por conta do Sr. Dr. Francisco de Mello
Coulinho Vilhena: quem o pegar ou der no-
ticia na ra da Cadeia do Hecife, n. 51, pri-
meiro andar, ser gratificado.
Pt*M. : KA TTV. DE M. 1. DI FAIU. 1860


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