Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09772


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Full Text
Anno XXIV.
(iiinfa-feira 20
O DIARIO publica-so todoi os diasque no
forfin de guarda: o preco da astignatura he
de 4/000 r. por qu.ii'lel, paoiu adianlndnt. Os
fii.tuucios dos asiIgnanUf sao inserido!'
anio de 20n. por linha, 40 n.ein typo dif-
, rente, eas repelices pela meladc. Os nao
cs.igiiantcspagarao80rs. por linhae 100 rs.
ain typo diflrcuiu, por cada publleafo.
MIASES DA LA NO MEZ UE JULIIO.
Creante, a 8, as 7 horas e II mili, da inanh.
I.'iirhciu, a 16. s 7 horas el inin. damanh.
ngoanU, a 23, s 9 horas e Minio, da manh
La noca, a 30, s 5 horas e 0 min. da manh.

PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Parahlba, s segs. c sextas-rriras.
Ilio-G- lo-Norle, quint.n-foiras an meio-dia.
Cabo, Srrinhaeiii, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, no 1.', a II e 21 de ...!.i tnez.
Garanhuns c Bonito, a 8 e 23.
Ooa-VUu e Flores, a 13 c 28.
Victoria, s quiotas-feirns.
Olinda, todos os dios.
PREAMAR OE 110JK.
Primeira, s 8 horas e30 minutos da manh.
Segunda, s 8 horas c 54 minutos da tarde.
de oiilho de 184o.
dias.da MNAM .
17 S.-frtiiida. S. Alcixo. And. do I. dos ni -
fhns, do J nociv. do 1. II. d.i2. v.
cica. S. Marlnha. And. do I. do c. di
v e do 1. de par. do 2. disl. 'I" t.
19 Quilla. S. Vicente do Paula. Vud.doJ.
ilo c.d.i 2.v. c do J.de paz do i disl. do t.
20 Quinta. S. Jcronyuo Emiliano, Vud. do
J. dosorph.c do J. M. da I. v.
21 Sexta. S. Prxedes. Aud. do I. do civ.
e do J. de paz do I dist. de t.
1-1 Sabbado. S. Meneleu. Aud do J. do c.
da 1 v. edo .1. de paz do 1 dist. de i.
23 Domingo. Apollinario.
N. IIS9.
CAM1I0S NO DA I!) K Ml.lltl
Sobre Londres a 2. d. por I} rs. a Go das.
. luisa li.io.Ulr.. por Innoo. Nom
Lisboa 100 por concn de premio.
Dse, de lott do lio u firini a l'A .. o me
Ucoesdicmnp.dcWeberlbe, lOO/rs ao..
ro.Uncs liospanholaj 3LHl a .IK/.i i
Moedisdo/KW / 17/300 a I" Mt' i
de/iOOu. itijOO a l^BOO
. de 4>.KM... O/300 11*700
VuMPatacoes brasiieiros 2/DOP a -^riu
Pesos columnarios. 2W a 2/k!n
Ditos uicsicanoi..... 1/850 a \fWH>
Miuda.................. 1/920 I/**"
BUCO.
PARTE 0FFIC1AL
un^
JWk.
II el a cao dos diversos contratos da Ihesourarla das rendas provinciaes, com dcclaraco desla importancia animal,
poca dos vcncimcntos das ledras, e nomes dos arrematantes e fiadores, extrahida do livro de termos de
arremalacoes.
ROMES DOS CONTRATANTES.
Fl A SOBES.
IMPORTANCIA
ANNIIAL.
PUAZO 0S VBNCIMkNTOS.
01 Al lli V |)K DO CONTRATO.
Francisco Carneiro da Silva.
> Joaquim Marques de Santiago............
Dito..............................
Dito..............................
Dito............................
Dito.............................
Dito.............................
Francisco Xavier de Lima...............
lstolano de Paula Gomes dos Santos.......
Jos dos Santos Silva ftlcdeiros...........
Dito............................
Manoel Xavier de SA Leito..............
Jos 'I lumia/ de Si Brrelo..............
Manoel Antonio Martins l'crcira..........
Razilio Gomes l'ereira..................
Francisco de Paula Percira de Andrade.....
Joaq. Thcodorico d'Alhuquerque Maranhao.
Manoei Henriqucs Wanderloy............
Bernardino Nunes de Oliveira...........
Joaquim Jos dos Santos da Silveira.......
.Manoel Antonio Martins Percira..........
Bernardino Gomes de Carvalho...........
Joo de Pinli > Borges..................
Antonio Goncalves de Moraes............
F.stevho Protomartyr de FigueiredoWanderloy
Vicente Ferreira Marinbo............
Vicente Ferreira da Cosa Miranda......
-Manoel Itomao Corren do Araujo........
Manoel Jos Mauricio de Senna........
Luiz do Rogo Brrelo................
Pedro Antonio Tcixeira Guimaraes......
Pedro Jos Carneiro Monteiro..........
Domingos Jos Marques.......,.......
Podro Antonio T'eixei GuimnrSe*.. .,'.
Manoel do Gnuveja Souzo Jnior........
Pedro Antonio Toixeira Guimaraes......
Dito...........................
Dito...........................
Antonio da Silva Gusmao.............
Vicente Ferreira Marinho.............
Manoel Florencio Alves de Moraes.......
Kslolano de Paula Gomes dos Sanios.....
Francisco Antonio Bandeira de Mello ....
Dito...........................
Jos dos Santos Nevos.................
Manoel Xavier de Si .Leitao............
Joo da Costa Villar, Antonio Alves Vianna,)
Francisco do Paula Csvalconli de Alliuquor-J 122:0108000
que Lacerda o Anoeleto Jos de Mendonea )
Joaquim Manoel Carneiro da Cuna........ 2468000
Dilo............................. 1228000
Dito............................. 718000
Dito............................. 618000
Dito............................. 408000
Dilo............................. '1208000
Antonio da Silva Gusmao...............'. 5008000
Joaquim Luiz de Mello Carioca............ 7G78923
Joaquim Cova lante de Alliuquerque......., 3708290
Dito.............................' 3O5S80O
Padre Nemozio de S. Joao Cuallierlo....... 430820
Manoel Joaquim do Reg Brrelo.,'........ 8138960
Jos Mara Freir Gameiro................ 337S440
Joaquim Cavalcanlc d' All)u<|ucrquc........ 645S390
Francisco Gomes de Araujo lima......... 1:71 8596
.Ion; ni m Cavalcante de Alliuquerque....... 1:3438098
'Gabriel Antonio...................... 1:9198000
Antonio Ferreira Limo.................. 1 (I 80PO
1 homo Prreira Lagos.................... 5348666
Jos Mara Freir Gameiro............... 2018000
Francisco Carneiro da Silva.............. 30180CO
Antonio Goncalves Ferreira............... 65O80OO
Jos Dias da Silva...................... 1:0008000
Manoel Alvares Pereiro................. 6OIS000
Antonio Francisco Percira............... 662S00O
Francisco de Paula Concia de Araujo....... 1:20180/0
Dito............................. 3:3018000
Manoel Joaquim do Rogo e Albuqucrqtie.. .. '2:9008000
Manoel Cavalcanlc do Alliuquerque c Mello.. 6:6018000
Jos" Joaquim do Freitas Guimaraes........ 8568000
Francisco da Rocha Pnes Brrelo.......... 1:0l9g()00
Antonio da Silva GusmSo....... ....... 8'8;I40
Jos Joaquim de Freitas Guimaraes......... 428000
Manoel Joaquim do Kcgo t AlbuquerT)ue. .. 201 $000
Jos Joaquim de Freitas Guimaraes........ 618000
Dito............................. 628000
Dito............................. 31S000
Manoel Florencio Alves de Moraes......... 618000
Manoel Figueiroa de Foro............... 7028000
Antonio da Silva Gusmao................ 10:2088000
Jo' Joaquim de Lima................... JOSOOO
Jos los Santos Nevos...-.............____ 238000
Dito.................'............ 418000
Antonio Lins Caldas.....-..,............. 298000
Vicente Ferreira Marinho................ 468000
Do. I." de julho de 1847 30 de junlio de 1850.
!.'
dem,
dem,
dem.
dem.
Ide'm.
Do I." de julho de 1847a 30 de sclemhrode 1848. .
Do 1." de outuhro de 1845 ;i 30 de Miembro de 1848.
Idcm..................................
dem,
dem.
dem.
dem.
Iilem.
dem.
dem.
dem.
163:4888753
Do 1.do julho de 1846 a 30 de junho de 1843.'...
dem..................................
dem..................................
dem.................................
dem.................................
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dem.................................
dem................................
dem....................................
dem...................-..............
dem..................................
dem..................................
Do 1.do
Do 1.' de
Hodi
Idcm
dem
dem
dem
dem
dem
dem
Idcm
dem
dem
Idcm
Idcm
dem
otiluhro de 1846 a 30 de junho do 184!..
unhode 1845 a 30 de selemhro do 1858..
28500 rs. por caliera de gado vaceuin de loda a provinoia.
Dizimo do gado cavallar do municipio da Roa-Vista o
Dilo do de Cin bree. (fis
Dito do de Limociro.
Dilo do do Rrcjo.
Dilo do de Garanhuns.
Dilo do do Ronilo.
Impostos provinciaes a cargo da collectoria do munici-
Dilos da do Limociro. (p0 do Bonito.
Dilos da do Brejo.
Ditos da de Cimbrea,
Dilos do de Garanhuns.
Dilos da do'Caho.
Dilos da de Seriobiem.
Dilos da de lguarass c llamarac.
Dilos da de [\ozarolb,
Dilos da do P,o d'Alho.
Ditos da do llio-Formoso.
Diurno dos cocos do municipio de Serinbiem.
Dito do Caho.
Dilo do Rio-Formosoe Agoa-Preta.
Dito de Goianna. -
Dilo do Olinda.
Dilo do Becifc.
Dilo de Itfuarss.
Taxa da harreira da ponlc de Bujarv.
Dila da do Caxong".
Di la da da Magdalena.
Dila da de Molocolomh.
Dila da do (iqui.
108000 rs. porrada leilao. (Olinda.
Dizimo do capim de plaa dos municipios do Reeifc e
20'/s4'agoardenle do consumo do municipio do Icua-
i\: 4. i..i.~ / ..
Dito do Galio.
Dilo de Sanlo-AntSo.
Dilo de Po-d'Alho.
Dilo do Na/arelli,
Dilo do Bonito.
Dilo de Goianna.
Dito de Olinda.
Dilodo Reeifc.
Dito do Limociro.
Dilo do Serinhaem.
Dilo do Rjo-Formoso.
Dito do Rrejo.
Dito de Garanhuns.
frass ellamaracV
OBSERVACA O.
,De todos os conlratos tonslontcs dcsla relaco fe assignaram lettras rom ovencimentode trescm Ircsmezes. Conladoria das rondas provinciaes do Pernamliuco, 18 de julho de 1848.
O primeiro escripturario, sorvindo de contador,
Josr Mara ilu Crtiz.

FOIJ1ET1M.
MEMOlVlAS 1>K UM MKDICO, (*)
o; aicrannre j&um.
TERCKIRA PARTE.
xiu.
O PE9DENO TB1ANON,
Quando Luiz XIV acahou dcediHcar Versalhes, e que
reconlieceu os inconvenientes da grandeza desse pala-
cio, quando vio esses inmenso* saloe.s chelos de un u
'lis, essas antecmaras chatas de cortezang, esses corre-
dores eessas sobre-lojas clieias de lasaios, de pagens c
'"''iiuinions ios. disse cotnsigo nicsjiio que Versalhes era
na rcalidade oque I.uit XIV- linda querido fazer dclle,
; o que .Mansai il, Le Hrun eLentrc tinhaiu feilo, a mo-
rada de mu Dos, mas nao a habltacao de uui Ii0|iieni.
. (*) Vide Otario u. 124. (Supplcmento).
l-'n i:in o grande rei, que era un lioiucm de inoineitos
perdidos, mandn construir 0 Trianon pata respirar e
occoltar un pouco .mu vida. Mas a espada do Achules,
que linha fatigado a Achules, devia ser de un peso in-
suportavel para o seu homnculo sticcessor. W
Trianon, cssa miniatura de Versalhes, pareceu ainda
nini pomposo a Luiz XV, o quil mandn edificar pelo
architecto Gabriel o pequeo Trianon, pavilUao de sos-
senta pos qssadrados.
A'esquerda deste edificio, construirn) mu quadrado
longo seni typo c sem ornaiiiento: era a inorada dos
criados c dosacoiiiniensaes. Contavam-sc ahi punco inais
on menos dez aposentos para superiores, c lugar para
cincoenta domsticos. Ainda se pode ver hoje este edifi-
cio na sua inlegrldad. Gompe-se elle de ninas lujas,
de un primeiro andar ede un mirantete. Essas lojas san
d< rendidas por un fosso empedrado que as separa dos
arvoredos itodasjs janellas tocni grades como as do pri-
meiro andar, vistas do lado do Trianon, essas janellas
dao luz para um longo corredor scmelhantc ande un
convento.
Oito ou nove phrtas, collocadas no corredor,conduzeiu
aos aposentos que se coinpem de una anle-eaniar.i o
Joiis gabinetes, um din i la c oulro esqueiula, c de
una cmara baila, e s vezes de duas esclarecidas por
janellas que dcltaui para o pateo interior desse mesnio
Ollilioin.
Por baixo dcste andar cam ascozinhas.
' Nos mil .milos os quarlos dos criados.
Kis o pequeo Trianon.
Accrrscent.-.i-lhe una cap.clla que tica a vintc toezas do
palacete, c a qual nao descrevcieinbs, por nao ser ne-
cessario.csaiba-sc que este palacete nao podo tercoin-
niodos para inais d urna familia, como hoje diramos.
A topographia he esta: um castello que olha com lar-
gos olhos para o parque e para os bosques, tendo a es-
querda rtefronto de si as casas dos cominos com janel-
las engradadas, janellas de corredores .ou cozinhas en-
cubertas por o-poss.is rotulas.
Do grande Trianon, inorada solemne de Luiz XV,ia-se
para o pequeo por una borla que junlava as duas re-
j sidencias por ineto.de una ponte de madeira.
Ful por este jardim. plantado de borla c fructos, que
l l.i Qnintinie tinlii desenliado e planudo, que Luiz XV
i levou a Mr. de Choiseul ao pequeo Trianon, dopois da
' laboriosa sess.o quo acabamos de narrar. Quera elle
I mostrar-lhe os melhoramentns que tin a feito na nova
; liabilucan do dclphim e da deiphina.
Mr. de Choiseul ludo adinirava, ludo coinmentava com
a sagacidade de um cortczo ; deixava el-rei dizer-lhe
que o pequeo Trianon se tornava de dia eradla inais
bello c inais seductor para habitar ; e o ministril accres-
cemavaque o pequeo Trianon era para S. M.igeslade
a casa de familia.
A deiphina, disse elle, ainda est um pouco selv.i-
gem como todas as 1110909 allcinaas;falla bein o franer/.,
mas lem nielo de um ligeiru aocenlo que a declara aus-
traca aos ouvidos Irnncczes. Km Trianon, ella nao 011-
vir senao a amigos, nein fallara soniio quando qurer.
Rcsjulla d'nqui que ella fallar bem.
J lenlio notado, Ulssc Mr. de ('lioiseul.que S. Allo-
za lleal he perfeila c que nao precisa fazer nada inais
pau se aperfoicoar.
I-.miinlianiin sempre os dous viajores cnconlraraiii
o delpliim parado sobre um laboleiro de relva eque to-
rnava a altura do sol.
Mr. de Choiseul so inclinou profundamente, e como
o dclphim Ilic nao fallassc tao pouco falln tile.
Lui.io disse el-rei enr voz alta para ser ouvido do
neto:
Luiz lie um sabio, e telina eui quebrar a cabec.1
coui sciencias; a niullier he qnein ha de soll'rer com
isso.
N.io, senhor, replicuu uina voz suave de inullicr
sabida de una molla.
F. cl-rei vio correr pata olio a deiphina, queconvor-
sava com un hoincui carregado do papis, de compacns
e de lipis.
. Senhor, disse a princeza, Mr. Mique, meu arelii-
tecto.
Ah! exclainou el-rei, tambem tein esta molestia,
niiiili 1 scnliora ? .
Senhor, lie mu molestia de familia.
Vai mandar edificar?
V011 maullar mobilar este grande parque, no qual
loda a gente se eufastif
Oh : oh ininha lllha, nao diga isso to alto, por-
que o dclphim pod ouvi-la.
F.sl conveneionado entre luis, incu pai, replicn
a princeza.
De se enfastiaran?
Nao. mas de f.izcruios a diligencia por divertir-nos.
ti V. Alteza lleal quer insudar edificar? perguntou
Mr. de CJioiseiil.
Deste parque, senhor duque, quero fazer um jar-
dim.
Ah.' pobre Lcntre, que foi fazer! disse el-rei.
Lendtre era un grande hnineui, senhor, para a-
quiln que entilo se goslava, mas para oque en gosto .,..
E de que he que gosla, mlnlii senhora ?
Da na 11111 / 1
Ah I como osphilosophos.
Ou como os lnglczcs.
Ilom Diga isso diantc de Choiseul, que elle Ihe
lira urna declara;o de guerra, c Ihe disparar as sesson-
i
I



-------.



GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DODIA 1)0 14 PASSADO.
Circular.--Aos pretidentrt dat provincial do iionc,
declarando que dosde 20 de maio ultimo ncuhuniacir-
rumstancia notavel h"conrrid acerca di iranquilli-
d.ni publica.
OlHrio Aocoiiiinandante das armas, identificando-
o de haver S. M. o Imperador, por avilo de 28 de abril
ultimo, prurogado por mal teii metes com vencl-
inento de meio sold, a liecnca com que se ncha as
Alagas o 1.* te nenie do 4 balalho de aitilharia a pe",
Jos Alves Pinto de Almelda. Participou-se ao Exm.
presidente das .Magdas, que remettera copla do sobre-
dito aviso,
Dito Ao inesino conimandanle das armas, transmil-
tindoas pecas accusatoriai do cabo do 2 batalhoile
artilharia a p, Chrispim Gomes dos Santos, e dos sol-
dados do inesino hatalho, Antonio Filippe da Hora.
Helarniiiio Jos de Mello, Joao Rodrigues da Cuuha e
Thenioli'o Jos Pedro.Cominuiiicou-te ao Exm. pre-
sidente das Alagas, que enviara as mencionadas pecas
secuta toriu.
Dito Ao inspector da thesouraria de fazonda, orde-
nando l'orneca ao comniaudante da corveta Eulerpe a
quanliaque elle requisitar para comprar o l'ardamento
de <|ue necessitain as piaras addidas ao destacamento
de imponaos marinheiros da niesma corveta. Parlici-
pou-se ao commandante da Eulerpe.
Dito Aojulz municipal da priineira vara do Reci-
te, 11 'iiintendo a certidao da sentenca proferida no jury
de Macei contra t lemente Allonso Das,' ora recolhido
cadela dcsta cidade ; anan de que desfaja o engall
do le inpo de priso, que elle fui condeinnado.
EXPEDIENTE DA SECRETARIA.
Oflicio Ao primeiro secretario da asscmbla legis-
lativa provincial, acensando remessa de mn ollico cni
que a cmara municipal de Coi nina pede aabolictio do
imposto de 40 ris sobre cada boi arrobado para o con-
sumo dai/uella cidade.
PERNAV.BUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
38.a SIS SAO ORDINARIA IH 17 DE JULIIO
SE 18*8.
PRESIDKNCIA DO SR. VICARIO AZF.VEDO.
Al 11 horas c1/ da nianha, faz-se a chamada c verifi-
ca-se estarcm presentes 23 Sis. deputados.
O Sr. Presidente declara abena a lessao.
ti Sr. 2." Serrctariodiz que nao le a acta da sessao ante-
cedente, por se nao adiar ella sobre a mesa.
0 Sr. 1." Secretario menciona o seguinte
EXPEDIENTE.
Um oflicio do Sr. deputado Manocl Claro Goncalvcs
Guerra, participando achar-se incomiiioda/do ein sua
saude. -- Inteirada.
Um requerimento, cm que Bernardo Antonio de Mi-
randa, con-senhor do engenho Brum, representa contra
a pretenrtio de Vicente Fcrreira d Costa Miranda, arre-
iiitanto da barreira da ponte do Cachang, pede que a
mesma barreira seja conservada no ponto em que se
acha, e prova ao mesmo lempo que a mudanca deila pa-
ra o lugar designado pelo dito arrematante he gravosa
ao povos. A commissao de legislarlo.
lie lida c approvada a redaccao do projecto n. 0, que
livi a lrra policial.
ORDEM DO DA.
Cuntiiiuaco da discusso do projecto D. 13.
Enlram em discusso o art. 1., seus paragraphos c as
emendas apresentadas na sessao anterior.
O Sr. Xavier Lupes (pela ordem): ~ Sr. presidente,
en emendo que, segundo a ordem da discussiio, deve-se
primi'iramente consultar a casa sobre o ineu requeri-
nirnlo, porque ahi proponho eu que o projecto volte
commissao, c por coiiseguinle que se inlc rompa a dis-
cusso.
Parecc-inc que, fallando pela ordem, nao me he licito
aventurar algiima cousa, todava larei algumas reflexfics.
A commissao diz que cncontrou grande, difliculdado
quinto ao preparar o plano para a iuflrucfo, em pou-
co tempo: observare! nobre commissao que a casa,
qu indo submetteu o projecto ao seu conhecimento, nao
llie inarcou tempo alguin, nao Ihc disse que quera osen
tr.ili'illio prompto dentro de milito ou pouco tempo ;
porque toda a casa sabe que um projecto de instrncro
publica nao lie cousa sobre que se delibere com levian-
d.nle; que, ao contrario, precisa de Inulta altcncao c
particular estudo, o que nao he cempalivel com a bre-
vidade.
O projecto, Sr. presidente, da mancira por que se ncha
concebido au precnchc as vistas da casa, e, supposto a
ciiiiiiiiisso diga que nao (em forjas bastantes para dar-
liie a perfelcao de que ello carece, comtudo, como esta
he a sua obrigaco, rosolvi-ine a requerer que o projec-
to volte de novo a ella, para que o formule de modo
que, ao passo que corresponda ao fin, de lugar a una
discusso desembarazada e livre de tropecos.
Voto, portanto, pelo ineu rcqucrimcnlo.
OSr. Cordeiro (pela ordem]: -- Sr. presidente, pedi a
nalavra para oppr-me ao requerimento do Ilustre
preopinante que acaba de sentar-se. Nao acha funda-
do scmelhaiitc requerimento.
O nobre deputado qner que o projecto v de novo
commissao, para seren removidos alguns embaraces
que elle encontra ; entretanto, eu emendo, Sr. presi-
dente, que jso nada menos he do que un meio de pro-
ta e quatro naos c as quarenta fragatas de Mr. de Pras-
lin. seu primo.
Senhor, disse a delphina, eu farei desenharaqui
um jar ti i ni natural por Mr. Robert, o homem mais hbil
do mundo para estas especies de planos,
E a que beque uiinha fillia chama jardins n.ilii-
i es.' perguntou el-rei. Julgava eu que as arvores, as
llores e at mesmo os fructos, como os que eu collii ao
passa'r, eram colisas naluraes.
Senhor,anda que V. Magestade passeasse eein an-
nos pelos seus jardins, semprc hara de ver ras direi-
tas, ou bosques tal liados em adgulos de quarenta c cin-
co gres, i uni diz o senhor delphim, ou correntes
d'agnaqiie serpntcassein por entre reivas, e estas rei-
vas srinpre ah aradas com perspectivas, com arvorrdos
ere forma de xadrez, ou eniiiin com terraplenos.
!'. nit.'io! Isso he feio?
Nao he natural.
Ora,aqu temos una menina quegosta da nature-
za, disse el--rei com ar inais jovial que alegre. Vejamos
o que far do ineu Trianon
Ribeiros, cscalas, puntes, grullas, rochedos, bos-
que*, barrancos, casas, uiontanhas e prados.
Para bonecas? perguntou el-rei.
Oh! senhor, para res tacs como havemos de ser,
replicou a pilnceza sem notar o rubor que cobria as fa-
ces de seu ar, c sem observar que a ti mesma presa-
giava urna bem lgubre verdade.
Ento, val arrasar; mas o que levantar ?
Eu conservo.
A b anda he una felicidade que minha filha, nes-
ses Rosques, uesies ribelrot^nao faca habitar os seus cria-
dos como Murcies, Esquma"s c Cffcnlan dizes, porljue I
riles teriam 11 uina vida natural, e Mr. Rousseau os '
ciastinar a discussio, porque upponho que a commis-
sao nao pode fazer mais do que aquillo que j i fe....
O Sr. Xavier l.opti : Maa ella nada diz.
" Si Cunt i mi : -- Entao o nobre deputado nao eu o
projecto porque, se o leste, havia de ver que < Hal diz
alguma cousa. {Le). A ccinmiito conhece a necrsti-
dade liu projecto : qual lie, puij, a duvida do nuble de-
putado ? A respeito da distribuirao das cadenas, a com-
missao diz que a nao fez por falla de tempo, e mesmo
por llie falharem os conhcciinentos Decenarios para
isso....
0 Sr. Xavier Lope: He inuila modestia.
O Sr. Cordeiro: Pois, se foi por modestia que'a com-
missao tal disse, lie para crdr que rssa modestia perma-
neca: para que, pois, enviar-se outra vez o projecto i
commissao Ella entende que ja diste o que podia di-
zer, para que rccalcitrarmos ?
A' vista do que hei exposto, Sr. presidente, voto con-
tra o requerimento,visto como nao posto de maneira al-
guma concordar que o projecto volte commliao,
(Con PROPAGANDA HOMOEOPATHICA.
1
\0S eiuii'i -.
Caridade sem limites!!
Sciencia sem privilegios! !!
Do Sr. I)r. Mello Moraet, na tua propaganda na Ilahia,
Se cu fallar as liugoas dos anjos, e nao liver carida-
de, sou como o metal que toa, ou como o sino que
iine.a
E se eu tiver o dom de prophocia, c [conhecer to-
dos ot myterios, e quantn se pode saber : c se llver to-
da a le ai.' o pomo de transportar montes e nao tiver
caridade, nao sou inda.
V. se eu distribuir todos os meus bens cm o susten-
to dos pobres, e se entregar o met corpo para ser quei-
iii,ido. se ludavia nao tiver caridade, nada disto me a-
proveita.
Acaridadc he paciente he benigna : a caridade
nao he invejosa, nao obra temerariae ncm precipita-
damente, mi se ensoberbece,
nao he ambiciosa, uo butea ot teus proprios in-
len sses, nao se irrita, nao suspeita mal,
nao folga com a injustica, mal folga com a ver-
dade :
o Tudo tolera, tudo er, ludo espera, tudo soflre.
A caridade nunca Jamis ha de acabar ou deixein
de ter lugar as propheclas, ou ccsicui as liugoas, ou
seja abolida sciencia.
A'an /'inio nos corint/iioj, Cap. Xiii.j
A' forfa da rnainr perseveranca, de iiiineiisos sacrifi-
cios, do mais aturado traballio, e de paciencia evang-
lica, mnito digna e merecedora de todo o elogio, tcem
conseguido os mdicos liomceopalhas dar um descnvol-
viiueiilo espantoso ova doutrna medica, e interes-
sar todos oslioinens de bem a favor de cerlos cstabelc-
cimentos caridosos, onde urna classe desvalida possa re-
ceber soccorros contra seus males. Estes eslabeleci-
mentos, que, em toda a parte, onde a lioiiiaiopathia he
regularmente exercida, teem firestado valiosos serviros,
sao os consultorios gialuitos. lie tal a unidade de pen-
samentu dos hcmoopatlias, he tal o fervor da carida-
de que a todos anima, que um sci nao existo que vo-
luntariamente se nao preste ao exercicio de liio louva-
vel traballio. E he to alio o crdito que nossos consul-
torios teem merecido, que nos hospitaes allupatliieos lein
piogicssivainenle decrescido a allluencia dos enfermos
pobres, preferindo lies a nossa simples c innocente
medicina aos asquerosos remedios que a allopalbia
liles fprnece. INa i alna, onde a nova sciencia de curar
teiu sido recebida pelo povo com o maioracolliimrnto,
existem oito consultorios gratuitos, dos quaes o segun-
do, eslabelecido deli-onte|do Coberlo-Grande, sb a di-
receodos mcut bous amigos, ns Sis. Dr. Antonio Pe-
reir deMes<|Uita c Joiio Vicente Martina, distribua
medicamento! Iionueopathicos diariamente a mais de
ciucoenia doentcs pobres. Sinto que os consultorios de
fura da capital mi hajam enviado sociedade lioinreo-
pathica da Ilahia os relatnos dos doentes dcsta classe,
tratados por cada um dellcs. Pernambiico, que Jii
hoja nao havia recebido a visita dos homo^opallias pu-
ros, n;io possuia um seslabcleciiiiento regular dse-'
uiclliautc naiureza e por isso se achava a pobreza s-
menle entregue ao llagello dos remedios caseiros, e
da sanguinosa rutina. Mas boje que a Providencia para
aqui ine guiou com o lim de espalliar por entre o povo
a pralica das doutrinas liomreopatliicas, tenho o prazer
deannunciar a todas as pessoas pobres, que estarei
peumplu h ouvir seus males, e a fazer distribulr-lhes
de graca todos as medicamentos hoinfeopatliicoi de que
precisaren!, lodos os dias uteis desde as 2 horas da tarto
at as 5; o soiiiculc com tuna nica exigencia, che:
que devenio Irazer-nie um atleslado de pobreta, pal-
iado pelo seu vigario ou por oulro qtialquer sacer-
dote.
Pcriiambuco, lSdejullio de 1848.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
P.S. Na propaganda hoiiiecopalhica, artigo II, cm lu-
gar de ;;r'iii;/iiniii, leia-se yimiiiiesi'.Msiiii'i. i.m lugar
de na nossa santa rrligiao leia-se da nona tanta re-
ligiao. E em lugar de maior dude dot medicoi -- leia-se
minora do> medieoi. Existem mais outros erros bem co-
mo no artigo 1, que o Icitor peder fcilmente sup-
prir.
RECIFE, 19 DE JLHO DE 18(8.
0 Sr. Dr. Estevao de Albuquerquc Mello Monlenc-
chamaria filhos da nnlurc^a... Faca isso, minha filha,
que ser adorada dos eneyclopcdistas.
Senhor, os meus criados leriain multo fri em se-
mclhantes habitacoes.
Aondc morarao ellos ento, se manda destruir lu
do ? Por corto que nao ha de ser no palacio ; porque
apenas ha nelle lugar para iiieus filhos.
Senhor, eu Tico com as casas dos communs taes
quaes estn.
E a delphina iidicou asjancllas desse corredor que
j descrevmos.
Que vejo eu alli ? disse el-rei pondo a miio por ci-
ma dos olhosem guisa de viseira.
Una mullier, senhor, disse Mr. de Choiscul.
Uina douzella, que toinei para o ineu servico, re-
plicou a di Ipliina.
Madamoisella de Taverney, disse Ghoiieul com a
tua villa penetrante. <
Ali! disse el-rei ; entao tem por e os Taverneys ?
Madamoisella de Taverney smente, senhor.
riella menina. ~ Faz della ?.....
Minha leitora.
Mili bem, disse el-rei scin tirar os olhos da j.mella
de grades pela qual olhava mui innocentemente, e sem
desconfiar que a-observavam, madamoisella de Taver-
ney, aiiol.i pallida da doenca,
Gomo est pallida disse Mr. deGhoiscul.
Por um pouco que fica esuiagada no da 31 de inflo,
senhor duque.
Devras? pobre menina! diisc cl-rci. Essc Mr.
Bignon mereca a sua deigraca.
Ella est restablecida, disse Mr. de Choiscul limi-
to depressa.
' Grtcat aDol, sSuiorouquer ?
Ali 1 exclaniou el-rei, ella foge.
8ro, secretarlo interino detta provincia, prcitou jura-
mento e toniou potte, boje prlat nove c mela liorai da
manha.
Ai lellrai, a que se referia oedital do julio do civel,
publicado em o numeroi l&7c 158 doste Diario, sao as
que vao mencionadas no mappa que ot Icitoret acha-
rao sb a rubrica 'arht O/final firmado pelo con-
tador interino da thesouraria das rondas proviuciaet.
CoiTuspiirlcncia.
Senhore Redaclorn. Nene nioiuento acabo fie lr,
como a iiialoredificacao, noteu Diario, ot caracteres de
tima mn! modelo, deicriptoi pela penna tentiiiiental de
W. M. M.: ningucm poda melbor proicrutar o coracao
de una uii modelo ; mas faltou-lhe accreseentar. A
mal modelo, cmliin. quando vaiquejando exala o ultimo
suspiro, com os olhoi na eternidarte, cerra os labios pro-
ferindo cstat palavras: -- Minha lilil,.., incui filhot.. .,
c toine-ie. Urna honienagem, nina lagrima de peren-
ne saudade miii modelo....
PublicadosS pedido.
Illm. e Exm. Sr. Gabendo-me a honra_ de patsar Al
niiioi de V. Re, as redeas da adiulnlstiacao delta pro-
vincia, das quaes havia tomado conta, em qualidade de
primeiro vice-preiidente, no dia 31 de marco prximo
passado, por ter o meu digno antecessor de partir na-
quella poca para corle, aliin de tomar asiento na c-
mara temporaria deque he meuibro, nada me he tan li-
songeiro como poder uesiu OCCaSiio assrgurar a V Exc.
que toda a provincia goia do mais perfeito tocego ; que
a seguranca individual e de propriedade tein tldo respei-
lada uestes ltimos lempos; que mui raros to os criinet
que te ho actualmente perpetrado, e que se algunt fo-
rai coinniettidoi cm um ou outro ponto da provincia,
proviu isto pi un plmente da falta de meiosque tema
polica para fazer chegar convenientemente a sua accao
a lodosos lugares cm que tact crimei le coimnettcm, e
de frca tuflicicnte de que lance inao o governo para au-
xiliar ai antorldades locaei. faz-lat reipeilar e habilta-
las, niio so para prevenir os criines, como para promover
a captura dos criminosos.
Tendo por dever dar estas c outras informaedes a V.
Exc, acerca do estado dos diversos ramos da publica ad-
ministraran, assim pelo que respeita ao pessoal, como ao
material, reinetto-nic inioiramente ao que se acha des-
orlpto no rotatorio que me transmudo o ineu anteces-
sor, c que por copia tenho a honra de oll'erecer a illus-
iraila consideraeo de V. Exc. Nelle encontrar V. Exc.
una exacta e minuciosa informaco do estado da pro-
vincia, estado em que tem permanecido desde aquella
poca at o presente.
Mui breves, pulanlo, serao as informaedes que aqui
lerei de accreseentar, c M limitare! parte material em
que algumas pequeas altcracOes tem havido d'aquella
apoca em dlante." A obra do alheen, nica obra publi-
ca que na capital se est conslruindo, tem tido todo o
possivel adiamntenlo, e pouco falta para chegar ao es-
tado de rocebor a coherla ; havendo-sc com a referida
obra gasto at o presente a quanlia de 3:860/700 rs.,
inclusive a priineira prestaeo de tuda a obra de carpina.
Illa j foi paga, c a compra das inadeirat precisa! para a
coborla.
Os reparos da fortaleza dos Santos-Reis-Magosachain-
se ai mi i parausados ,pnr nao ter at o presente chegadn
a quota que foi requisitada pelo ineu antecessor para a
couclusiio dilles.
Acha-sc concluido o rrcoiihecimento do terreno pelo
qual dore seguir a estrada geral da cidade de San-Jos
para a villa deGoianiiiiiha ; e o engenheiro encarregado
d'aqucllc traballio, loiu|o-se retirado ha pouco para a
capital, em breve apresentar a V. Exe. a planta da ines-
ma estrada, acouipanhada das obtrrv.ifdcs que llie suge-
rir o esmero e cuipoiilm com que elle procura desem-
penhar todas as cominlsses de que toni sido encarre-
gado.
Tendo pcssoalincnlc observado o estado de ruina em
que se achava a punte de madeira sobre o rio Pilimb,
na estrada goral que conduz desta capital cidade de
San-Jos) ordenei ao mesmo engenheiro procedesse ao
cxaine necessario na dita ponte, e organisatse o respecti-
vo orcainriito para o seu concert. Na secretaria da pre-
sidencia encontrar V. Exc. aquello trabalho, do qual ve-
r que foi oreado o eoncerlo da referida ponte cm ris
147/880. Sendo-inc o orcamoiito apresrutado no dia 26,
nao me foi dado lempo para mandar comecar a obra,
nem uiesinn outras que projeelava fazer em beneficio
publico da provincia, e que era iinpnssivcl realisar no
curio periodo de 20 dias de minha adininilraco. Fi-
cain-nic, poii, bons desejot de dar o impulso que preten-
da aos loclhoramentos matcriaes de que lauto necessita
a provincia ; mas ellos serao scin duvida realisados com
mais vantageiii c seguranca por V. Exc, queni S M. o
Imperador to dignamente houvc por bem confiar os
destinos dsta provincia.
ongiatiilando-nie, pois, com V. Exe. pela nonieacao
com que o honrou S M o Imperador, Taco os mais ar-
dentes vol pela prnspeiidade da provincia, e tenhoa
mais segura conviceo de que os Itio-Grandentes nao
recusaran applausos a uina adiniuistracfio esclarecida e
justa, como Ibes promotlem as lu/.es, imparcialldade c
atl solado patriotismo de V. Exc. Dos guarde a V. Exc
Palacio do governo do Mi Grn'dc-do-Norte, 20 de abril
do 1848.- Illm. c Exm. Sr. desembargador Antonio Joa-
quim de Siqueira, presidente da provincia.O vice-prc-
sidcnle, Joo Carlos Wandertey.
do o total da arrecadacSo do anno financelro prximo
lindo 601:843/219 rs., acham-te rccolhldoi ao cofre de.
do coirenle anno financelro 0:392/771 rs., de dlrritoi
depositados ; e que, sendo o total d arrecadaco do pi|.
meiro a 17 do correte inez incluidos ot 0:392/771 rt.,
que patsaram crreme reccita, 20:857/961 ri., achai.
sejrecoliiidosao cofre delta liietouiaria2I:630f59, r.
leudo-so desiiendldo com at dctpe.as desta adminlitra*
cao 2.758/69B rt., c exlstindo no cofre 5.568/666 rs. E,.
la adininistraco roga a V. S. de mandar proceder aoi
precitos cxaiuet com ai gulat de remeta e conheci.
inentos d'entrega, no cato de assim Jnlgar initler.~.
Deo guarde a V. S. Mesa do consulado de Pernanibu.
co, 18 de Julho de 1848. Illm. Sr. Joao Goncalves d
Silva, inspector da thesouraria da fazenda.Oadmi.
nislrador, Joao Xavier Carntiro da Cunha. Ett con-
forme. Pelo etcrlvao, Franciieo de Paula Lopes Heii.
COMWEBCID.
_
Illm. 8r. Transmiti a V. S. os balances e termo
d'exame que julguci conveniente proceder no cofre del-
ta adniinislracio a "cargo do actual Ihetotirelro, Jos
Amonio da Silva Jnior ; dos quaes ver V. S. que, sen-
Talvcz que rcconhccesie a V. Magestade e ella he
tmida.
Est ella c ha multo tempo ?
% Desde hontcm, tenhor quando lomei posse man.
dei-a vir.
Triste !i ihii e ai; para una moca bonita, disse Luii
XV ; aquello diabo de Gabriel era bem desastrado : nao
se lonibrou de que as arvoret quando crcaocsscm tira-
ran] a luz a este edificio dos communs, c que nao se en-
chergaria l mais nada.-
Mas nao lie assim, senhor, juro-llic q*ic a morada
he supportavel.
Isso nao he possivel, disse I.uw XV.
Vossa Magestade quer cerlificar-se ? replicou a del-
phina, desejosa de fazer as honras da casa.
Quero. Emito nao, vem Choiscul ?
Senhor sao duas lloras ; e cu tenho um coucclho
do parlamento s duas horas e ineia. Anda tenho que
mliai para Versalhet.
Poii bem : v, duque, v, c sacuda-mc bem esiel
becai. Delphina, entao se quer venha moslrar-iue os
quartosziuhos. Sou apaixonado pelos interiores
Venha, Mr. Miquc, disse a delphina ao seu arohi-
teclo, e ter occasio de receber alguns conselhos.. de
S. Magestade que entende to bem de tudo.
El-rei comee ou a cauinhar e a delphina o seguio.
Subiram o pequeo poial que conduz' capella, dei-
xandn a um lado a passageni dos pateos. _
A porta da capella est esquerda direita esta a
oseada, recta c simples, que val dar ao corredor dos apo-
sentos, '
. Qiiem inora aqui ? perguntou LuiXV.
Anda uiiigueni, senlior. ,
iWli-ctt -uma-ohave!**porta do primeiro apo-
sento.
AKandega.
IIEND1MENTO DO DIA 19 .'....... 6:176/504
Deiearrega hoje, 19 de julho.
Origue Leteii inercadoriat.
IMPOnTAA'.
Tarujo-Primciro, brigue portuguez, vindo 'de Lisboa,
entrado no corrente mez, consignado a Flrniiiio Jos
Flix da Rota, manifettou o seguinte :
l-i.'l.'i lagos ; a Francisco Scverianno Rabello.
60 barril vinho tinto, 3 fardot burel, 25 barril agur-
dente de prova, I barril peixe salgado ; a Thouiaz ae \,
quino Fomeca.
50 barril cal ; a Manocl I.uiz dol Reit.
liaus vinho Iluto; a ManoelJoaquim Pereira.
50 barricat farelo, lOpipaie 25quartoidedilasvinlio
liuto, 2 pipai, 8 quartos e 15 quintos de dita viulio
branco, 5 pipas vinagre, 600 mullios ceblas ; a Manoel
de Ulive ira Faiicco.
20 barril cal; a Joao Pinto de Lomos & Filho.
1 caixo chapeos de pello de seda, 1 dito ditos para
armar, 1 dito dltoi oiivorni/.ados, 10 barricas batatal;
a Policarpo Jos Latine.
200 barrit cal ; a Cunha Se Amorlin.
2 esleir!, 12 capachos, 30 queijos, 9 latas peixe, 3 ra-
sos plantas, 135 barril cal; a ordem.
50 barril cal; a Antonio Jos dos Santos Lapa.
100 barr* e.al: n Jos laipeiiio da Costa Paiva.
50 barris cal; a Antonio Ignacio llego Mcdeiros. '
50 barris cal ; a Aimeida i Fonseca.
I i mili u llio ferro de fazer hosiias; a Antonio Joaqufni
Vidal.
I lardo rol has de em tira, a llcniardino Itibeiro Coc-
Ibo.
7 uceas feijo; a Jos Joaquim de Mesquita.
1 caixotc agoa de Inglaterra; a Manoel Goncalrrs
Ferreira.
40 bares cal, 32 saceas snicas, 1 barril vinho tinto; a
Manocl Amonio da Silva.
10 pipas vinagre, 13 barril vinho tinto; a Jacintho
Lu/ tull ii ii o.
2 gigos vasos de barro, I caixa masa ; a Pedro Alexan-
di no Gomes.
3 caixas rap ; a Joao Jos de Ca valho Moraes.
50 canastras balatas, 2 balas papel ; a Oliven a trillaos
b G.
1 barril vinho titilo, I caixotc livros impreitoi; aC.
Kruger.
3 caixotes mercurio ; a Jos Antonio Bastos.
20 barris cliouricas, I dito paios, 11 caixas louciulio; a
Manoel Ignacio de Oliveira.
2 barris carne ensacada ; a Antonio Ferreira Lima.
1 barril manteiga ; a Feliciano Jos Gomes. ,
74 pipas, 115 quintos de dita vinho tinto, 6 pipas, U
quartos de dita c 45 quintos de dita vinho blanco, 15 pi-
pas vinagre, 40 barris toucinlio ; a Firmino Jos Frlix
da Rosa.
1 barril vinho tinto, 34 barris azeite doce, 40 barris
vinho branco, 1 caixote braco de baianca; a Amonio
M ii'luis de (.11 V.: I lio.
CONSULADO GEBAL.
RENDIMENTO DO DIA 19. .
Geral.....................1:302/554
Diversas provincias.............152/025
1MJ979
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO Dr 10..........
\tovimen o ir.Porto
Navio entrado no da 18 (a noi'le)
Ccar ; 62 diat, vapor brasileiro de guerra Tketii, com^.l
mandante o 1. lente Pedro Maria Coellio AbrolF |
Conduz para a corle tres passageiros, 20 soldados e24
recrulas.
A'ai'o mirados no da 18.
Liverpool ; 41 dias, brigue inglez Thomat Batttriby, de
323 toneladas, capitao .1. C. VYright, equipagein 17, era
lastro ; a Me. Calmonl S C
Jersey ; 43 dias, escuna inglea (uillelmo, capito Vcye
Royse Rose, equipagein .7,' cm laitro; a Me. Calinont
&C.
Ah he verdade. Madamoisella de Taverney est
mobilando-se o arranjando a sua sala.
Aqui ? perguntou el-rei designando a porta.
He verdade, senhor.
E ella est ah ? Ento nao entremos.'
Senhor, ella acaba de desccr ; vi-a debaixo do til-
pendre do patcozinhn das cozinhas.
Ento vejamos os seus aposentos como nuil a-
nioitra.
Como fr do leu agrado, replicou a delphina.
E ella Inlrodutio el-rei ira nica cmara precedida de
una aiite-caniara e dous gabinetes.
Algn! movis j poitoi em ordem, alguns livros, c
um eravo, arahiram a altcnco de el rei,- e principal-
mente um enorme rainalhele'das mais bellas llores *l"c
madamoisella de Taverney j havia posto cm um bello
vaso deJapiTo. '
Ah disse el-rei, que bellas flores e.quer mudar
dejardiin..... Qiiem diabo foruece ais seus dameaticoi
flores leinelliantes ?... Guardani-as tainbem para a
delphina ?
Com efieito, he yin bollo ramalbete.
Ojardiireiro he bastante delicado com inadainoi-
sella de Taverney.....Quem li jardiueiro aqui ?
Nao sel, senhor, Mr. de Jassiou le eucarrega ae
m'oi fornecer.
El-rei laucn de novo o olhos curiosot a lodo o apo-
sento, olhou ainda para o exterior noi pateos ereli-
rou-io.
Sua Magestade alravessou o parque, e voltou para o
grande Trianon ; as suas rqulpagens o esperavam Ipaj*.
una cafa, em cariuagem depnis dejautai' das iros ai
leis horas da larde.
E o'dolphiiiiconlinuava a medir o sol. I
' fc .. (Conlinuaf->/*ah *
I


mm
3
=B
Declamados
. A administracao geral dos cstibelccimcntos de ca-
ridade manda fazer publico, que mi da 24 do correle
pelis i horas da (ard1, na tala das Mas sesses, contra-
ta o forncciincnto da carne verde de que precisaren! o*
i inclino* cstabelecimentos. Os, pretendentes devenio
apreseniar-sc no lugar c hora apra/ados,munidos de suas
propostas.
Administradlo geral dos cstabelecimentos de caridade,
,7dejalhodcl848. -
Oescripturirio,
F. 47 Cavalcanle Couiiriro.
.- O arsenal de guerra compra 148 limas chalas-de dif-
ferentes pollegadas ; 24 ditas mtn as, de oito pollegadas;
i3(j dlla lucias caimas, dediiiercntea pollegadas ; 3(J di-
tas ineiM caimas raucas, sendo 12 de oito pollegadas, e
24 de seis ditas ; 24 liinalOes de qualrb pollegadas c 24
limas triangulas de quatro ditas : duas arrobas 'de ac
de crrela; quatro arrobas de cobre velho; 48 libras de
cobre ein laneocs finos; duas calxas com folhas de (lan-
dres- quatro libras de triacal; l oHavas de prata fina!
una libra de esmeril; ina caada de verniz prcto; duas
ditas dt aceite doce ; seis pedacos de pedia de amolar ;
1 000 unhas de boi ; dous alqueires de sal ; 12 tinas com
barro; qualro cadinhos do norte den. 8; seis ditos de
n 10 ; urna quarla de gonima de mandioca ; quatro paos
de alcopira, tendo cada un 25 a 30 palmos de compri-
men, 16 pollegadas de largurae 9 a 10 ditas de grossu-
ra c oito livros ein branco pautados com 50 folhas ca-
da'um qiiem os ditos gneros se propozer a vender,
mandar sua proposta com seus ltimos precos era carta
fechada a directora do mesino arsenal at o dia2l do
crreme Ulefc e "u Jia ^ oi concurrentes han de com-
parecer na sala da meiua directoria, aliiu de se reali-
sarr a mencionada compra.
Arsenal de guerra, 18 de julho de 1848.
O cscriplurario,
F. Serfico de Atiit Canalho. ,-
t= Acha-se preso na cadeia desta cidade, por estar fu
gido, uin pardinho de nome llencdicto, que di/, ser es-
cravo de.Ioaquim de Moraes Navarro, morador na villa
de San-Goncalo, provincia do Rio-Grandc-do-Norte : seu
senhor dirija-se, com os competentes ttulos, subtlele-
jpcia da Moa-Vista. Boa-Vista, I7.de julho de 1848.
] Jnlonio Pira Ferreira.
PUBL1CACV0 AGRKOLA.
Sabio a luz e acha-se venda por 1$
*rs vraria da oraca da Independen-
r cia, ns. (> e 8, o'manual pttico do fa-
bricante de acucar, tendo por cpigrapbe
o proverbio quem quer os ins quer
os nieii'S ; obia interessantissitna para
os no.ssos agricultores.
Vvisos mai limos.
0 brigue Sociedade sabe para o Rio-dc-Janciro al o
flm da presente semana: anda lem lugar gara receber
alguma carga, assimenmo escravos a frete e passageiros,
para o que tein excellenlcs enmmodos: trata-se com Jo-
s francisco Collares na tuja de ferragens ao pe do arco
da ConcccSo, nu com Nov.ics 8c C, ra do Trapiche.
Para o Ilio-drande-do^ul seguir emplleos das
a voleira polaca Marinho, capllSo Jos Mara Alfonso Al-
ves liara llar, a qual lem bous commodos para passagei-
ros e'escravos : quem pretender pode convencional- com
o inrsiiio capito, nu com Ainorim 81 limaos, ra dala-
deia, n. 45.
-. Para o Ccar pretende sabir com milita brevida
de por ter a maior parte da carga prompta a snmaca
Carlota : quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem dirja-se ao niestrc Jos Goiifalvcs Simas uo
a l.ui Jos de Araujo, na ra da Cruz, n. 26
Para o Cear she, com milita brevidade por ter
parte da carga prompta, a sumaca Flor-do-Angelun : para
o restante e passageiros, trata-se com oinestrc, Ber-
nardo de Snuza nn coni Luiz Jos de S Araujo na
ra da Cruz n 26.
Para o Aracaly sabe imprctcrivcltnento no da 28
do conenle por ter a carga quasi prompta a suma-
ca Carlota : para o restante c passageiros trata-se cora
o mcslre, Jos Goncalves Simas, ou com I.uiz Jos de
S Araujo na rua da Cruz, ii 26.
Pura u iu-dt-JaiiciiuMlMina presente semana, o
patacho A'ouo-7>merario. por j ler parte de seu carrrga-
ment prompta: quem nelle quizer carregar ou ir de
passagem dirija-se ao capilo, a bordo, ou a rua do Vi-
gario, n. 3,
Para o Rio-de-Janeiro sabe com brevidade, o bri-
gue Itintrva, por ter a maior parte da carga prompta :
quem quizer carregar dirija-se ao seu proprielauo ,
Francisco Alves da Cunha, na rua do Vigario, u. II.
~ Para o Rio-de-Janeiro seguir iinprelervelmente,
do dia 27 a 30 do crreme, a barca brasileira 7Vniiiiiru-
Filiu, por ler quasi todo seu carreganienln prompto: pa-
ra o restante, escravos afrete e passageiros, para (pie
od'erecc os inrlhorrs commodos, traase com Silva Si
fitillo, na rua da tloeda n. 11, ou com o capitn, Antonio
ilvcira Macicl Jnior, na piafado commercio.
.. ir. -ic.-'jMttuMi jii < \t*jjnaaiiyyBsimiW-m*Ka
Avisos diversos.
Um rapaz brasileiro, de boa con-
ducta se ofl'ercce para caixeirc de rua de qualquer ca-
sa de commercio para o que d fiador idneo quem
do seu prestimo se quizer iitilisar dirija-se a rua dos
Marlyrins, n. 142, pjimeiro andar, ouanuuncie.
O abaixn assignado.uo tendo outros meios por on
depossa mostrar o sru reCnnhecimento para com olllui.
Sr. Jos Francisco Piulo Giiimares pela promplldao
com que se aprcjcntnu no hospital, fra de horas
para curaran abaixo assignado os graves fcrimcntosqiie
reerheu no dia 26 de junlio prximo passado na rua do
lUngcl e o zeloque continiioii a mostrar at seu res-
tabcleciinento vem por meio do prsenle agradecer ao
dito Sr. e asseverar-lhe que ser eterna sua gratidao.
los da Cotia Carneiro
Perdeii-sc, no dia deS. Jnao Uln rozarlo de.ou-
ro do pateo do Carino para a Penha : tainbeni se foi a
rua do bogo e a de S.-Thereza : quem o achou leve-o ao
pateo do Carino, primeiro andar do sobrado da esqui-
na que volta para a rua das Trincheiras por cima da
loja de tartariigueiro quesera recompensado.
Jos Jaquini Vieira rellra.se para fura da pro-
vincia.
Joau Alves de Mello relira-se para fra da pro-
vincia.
-DiogoJos licite Guimanlcs retira-sc para rara ta
provincia
O abalxo assguado lem dissolvido amigavcl-
mciile a sociedade que linha na loja da rua Direita, n.
12, que gyrava com a firma de Moreira & Bastos, fican-
do o inesmo Bastos subjeito ao passivo c activo la mes-
ma socledadci =. Miguel .Ini>nio Moreira,
-Ofl'erece-se urna pessoahabilitada para tirar pas-
saporles c folhas corridas por pre^o muilo cumranilu :
na rua Nova, n. 67, se dir quem lira.
O llirsoureiro da lotcria do hospital Pe lio II prin-
cipia a pagar de hoje ein dianle cm sua casa, na rua
Direita n. 88, os bilhetcs premiados da ultima parle
da mesma lotera que ha pinico acabou. de correr.
-ja.c'"llJ. J8si1 'i1'*!10 embarca para o_Rip-de-.lanei.
Jo o suescravod*eoiilcCruTano. .
Os abaixo assignados respondein o annuncio
Sr. Jos de Bessa Guinares, publicado no Divrio
154, nao ein attencao ao dito Bessa que nenhunn c
iider9o merece e'neiu gota ein rasando sen lor
e humoral comportamenlo; mas cm acalameito ao r
peitavel publico ,'cujo imparcial juizp muilo preiam ..
facimos abalxo assignados. He verdade que pesain so-
bre o dito Sr. Bessa bem fuildadm su'P'i"' >' iml'cios
vehementes de ter fraudado a gaveta de que elle liz
meuso no dito seu annuiicio e della tirado 11,>/000
rs. ,eo propro caixeiro vio o Sr. Bessa'fechando-a
apressadamente mas naquelle momento nao julgou-o
monstro de ingratido e que abusasse da sagrada lei i
ho.'pitalidade, rapiando prfidamente essa quautia
daquelles que iior coiopaixao do seu misrrimo, es-
lado de indigencia cpbandono,|e conduidos das suas la-
inurias c lamentaces,prodigalisaram-lhc aquelles obsc-
qulpse favores que a caridade chrisia ein casos taes
aconselhaao verdadeiro discpulo de Jcsus-Christo. O
vicioso, quando llie faltamos meios de alimentaras suas
desregradas paixdes ese acha ein circuinstancias tris-
tes lauca mo de todos os recursos, alim de saciar os
cus appililcs. Julgamo' qu oSr. Bessa nosentende. O Sr.
liessa merece smente desprezo e compaixao ; despreso,
por se achar sopitado cm devasiddcs c outros vicios que
o !orn i ni dcsprezivel ; e compaixao por se ter lomado
um fardo pesado a sociedade em lugar de ser um ente
ulil a si c a mesuia sociedade. Soma & Irmo
MUDANCA
D. W.*llaynon, cirurgiao dentista, dos F.stados-
Unidos, respeitosamente noticia o seus amigos e
peitavel publico, que icm mudado a sua residen-
cia da casa n. 40da rua da Cruz do Recife para a de n.
26 da ruada Cadeia de Santo-Antonio, tercelro andar,
aonde ltimamente resida o retratista americano Frcde-
ricks, e aondedaqul cm dianle o annunciantc ter mui-
lo gosto de receber os que precisarem dos seus servi-
ros professionaes.
INas Cinco-Pontas, n 91, lia una
pretapara alugar, que sabe lazer o serv
90 dj'irio de nina casa.
Dfl-se i-js'ooo rs. mensaes a urna
ama de leite, para lar leitn tirado a nina
enanca de lomezes: na rua Formosa,
quinta casa, inlo pela rua da Aurora
O mofo pnrtngticz que annunciou no Diario le
hontem querer ser caixeiro ou outro qualquer que
dtleira emprp^ar-sctn ennraoea*, recados .etc. diri-
ja-se a rua de Hurtas Indo para o pateo do Carino Cita
n. 5 .junto a reliuafao de Martins & Pinto, a tratar com
J. II.
Jos Antonio Soares Rosas, tendo chegado do ser-
tao, para onde foi por motivos de molestias j se nclia
na sua tenda de uiarceneria uu la do Rozarlo; n.
32, c all oUcitcco seu prestimo a toda e qualquer
pessoa.
Precisa-se alugai um
casa distante desta prac
n. 21. ,
__Precisa-sede una mulhcr branca ou de cor qne
seja nu>9a para ama do interior de una casa de lim ra-
paz brasileiro : paga-se bem : quem quizer annun-
cie.
inolecolc para servir cm urna
a 2 legoas : na rua Nova,
F U IM11C A O
r
DAT/non/j.
C. Slarr A (.'., engeiilieiros, com fundi\o de ferro c
briinze, e ferrara, ludo em ponto grande, movido por
duas machinas de vapor, montadas as casas novas na
rua da Aurora i-m Santo-Amaro avisara aoa seus fre-
gueze, e ao publico em geral, que teem acabado dea-
promtar para vender varias machinas de vapor de bai-
xa c de alta presso, c de diversos tamaitos : eslas ma-
chinas sao providas de bombas para supprir a caldclra
com agua j quenle, e com vlvulas com os seus airau-
jos muilo simples para regular a <|ii intu ule da mesma
aiioa ; mas os anniiiicianies, louge de iuculcaieiu estas
invenciVs como suas, advcrtciu que a primeira foi adop-
tada pelo celebre Savary em 1698, c a segunda ingenia-
da por Brindlev j mais |iie cem anuos passados, e
ambas intrbduziilas nesta provincia em 1835 pilos ftu-
nuncantes na machina de vapor do ciigeiiho Cacalina
(o primeiro f.iblicado ueste imperio) o qual linda esl
em ell'ectiva operajo, c desde ento se ha extrahido
prrlodeuuia du/.i i das mesuias inacliinas, fcltas tiesta
fabrica, ciiendo os mesmos apparelhos, e com stiminu
aproyellainenln d* cetnpradores : porlanlo impfn^ii
lito agora cuino e'ousa novo, era impostura. Os anuuii-
cianles teem slm a satisfa\ao de informar ao rcspeitavel
publico, que litio conseguido um mclhoramcnlo de nao
pequea importancia, e verdaderamente novo ueste
pai/., que he por meio de urna uiodifica^o do caldeiras
e um simples arranjo de canos c registos, aproveitar
o logo superlluo do assntamcnto para faier mover a
machina de vapor sem mais gasto de combustivel de-
pois do engenlio ter gauho sua marcha : esta inuito til
lembranca tein sido experimentada com bous resulta-
dos cm os engenhos Trapiche c Jaidlm. Esta fabrica es-
t sempre sorlida de
Mu mi i- de tambores alenos para huchas de nia-
deira, grandes c pequeas com seus pe tences.
Ditas com aguilhes cimbados chamadas ineias
inncnc'.as, de lodos os lamanhos e|com rodetes de ferro
ou sem tiles, para agoa ou animis.
Ditas inteiras, todas de ferro, endependente, com a-
marras diagouaes de gaucho, invencSo dos aiiuiinciaii-
tes, e iniiiio approvadas pela sua tortido e facilidadc
d'armar c desarmar.
Alambiques tic ferro, cousa nova e muito approvada.
Muinhos e prensas d mandioca e Cornos de familia.
Carros de inflo c arados de Ierro.
Grande sorlimento th bromes, aguilhes, chumacei-
ras, narafusos c mais pertenres de engenho.
Iludas e i mil es de varios lamanhos.
Boceas e crivos de fornalha.
Huchas para cariocas, seria d'aco para serraras.
Bolinctes, broozes c roldanas para navios.
Os nnuncianles, pelos longos anuos de prntica ueste
paiz, pela grande capacidade dos commodos de seu
novo eslabelecimenio, c pelo en suido numero e milita
experiencia e pericia dos seus operarios e eniprgatlos,
oltereceni aos freguezes vantageus uo possuidas por
nenliuuia outra fabrica ueste imperio, c esttio, portante,
verdaderamenlc habilitados a cinprrliendcr e exeoo-
lat t um a maior promplidao pcrl'eicoqualquer obra
ile cugenliaiia ou iiiaeliltiismo.
-. Alugain-sc bisas hambiirguezas e tamhem se ap-
plicam por lodopreco: sao muilo boas, fregueses: a ellas
antes que se acabem :- na loja de barbelro na praca da
Independencia n. 10, confronte rua dasCruzes.
Antonio Pe reir de Miranda faz saber a todas as
pessoas une lem penhores de our e prata enl seu poder,
os v.io rescatar no prato de oilo das: do contrario os ven-
der para seu pagamento, visto ler de relirar-sc para fu-
ra (lo imperio.
- A pessoa que tiver cartas para Bcrnardino Francis-
co de A'cvcdo Campos, viudas do Porto, queira farer o
favor de as mandar entregar ou annunde parase pro-
curar.
- Antonio Jos Moreira de A/.evedo, Brasileiro adop-
tivo, retiri-se para fra do imperio.
Qnem annunciou querer comprar um sof, uina
dutiadccaiMrtt e duas bancas de Jacaranda, dirija-se
ru i do Rosario larga, u. 14, que ah aullar com <|iiem
tratar.
ItLonocl Joaquini (oicilves e Sil Vi,
na rua da !ra a. 43, faz saber a seus irefnezes, m
pelo ultimo navio, viudo da Hahia, llie ha clieg.nlo um
completo sorlimento dos melliores charutos alli fabri-
cados, como seja, quem fumar sabera, os verdade-
ros San-Eellx, cacadores e regalo de Hajrana.
D-se dinheiro a premio com pinhores, inesmo ein
pequeas porces na rua do Quclmado, n. 14, se dir
quem d. ,_"
Precisan d/uin feilor para una otaria perto desta
praca, eqne tei/Ta os quesltos scgiilntes : que nao seja
muilo moco, /cslria Isento de familia, praca eempre-
go publico, /que esteja jacostumado a vida do campo
e enienda alguma cousa de olaria : os que se acliarem
nenas circuuistancia. dirijam-sc a rua larga do Rosario,
a'. 18, rpie acharao com quem tratar.
Quem annunciou querer trocar unas imagens, di-
rija-sea Fiira-de-Portas, ruado Pilar n. 145 Na mesma
casa lambem se vende ou troca-se por outro mais peque-
no um oratorio novo viudo do Porto, obra de muilo bora
gosto. -
Amaro Goncalves dos Santos embarca para ollio-
dc-Janeiro a sua escrava crioula, d nome Escolstica.
A pessoa qne aiiimnclou no Diario de 18 do corren-
te querer comprar urna loja de miudezas com pomos
fundos, querendo una nestas. circumslancias sita no
Alerro-d.i-lla-Vista dirija-se a mesma loja, n. 58.
Pretende*** alugar um prlmelrO ou segundo andar,
mi tambera una Casa de iims andar, para una fami-
lia,' cm qualquer um dos balrrol dfta cidade. nao
sendo cm ras exquesitas, c paga-sc bem : quem o ti-
ver anniincie por este Diaria.
- Um tapa/, brasileiro se oll'erece para caixeiro de
qualquer cstabeleciineiilo (excepto venda) : quem de
seu prestimo se juiter iililisar, dirija-se a ruadasCin-
co-l'ontas, n. 102.
Jos Cutriiu de Soma, Portugus, retira-se para
fra da provincia.
CASIMIR GARNIER & C,
felojoeiioi da rua Nova, n. 22,
acabara de receber pelo ultimo navio francez um sor-
limenlo de.relogios do iillimo gosto ; como beiu, adc-
reeos, bi incos, aiineis, pnlseiras, etc., e. lambem icio-
giusdcoiiro, inglezes, suissos e crrenles paraos ditos,
c chaves com sinetes.
~ l'rccisa-sc de pelas para vemlereiii pao pagantlo-
se-lhes a vendagein sendo sb responsabilidad' de seus
scnliores : na rua Direita, padaria n. 26.
Precita-ae de dous offlciaes de cliaruteiros, pa-
gando-se-lhes a 180 rs cada eeuin na fabrica da rua
Direita, u.36.
Aluga-seuina casa lenca era qualquer iiia.cujo
alugiiel nao exceda de67a 10/rs.: (jiiein tiver aiinun-
.ic on dirija-se a rua Imperial, n. 63.
Tendo oSr. Pedro Alexandrino da Costa, lavrailor
do engenho Pantorra, mandado ao Sr. Manoel Caldas Bar-
reto um pelo de nome Jos crinulo, para o iiu'Sino Sr.
Caldas aqu o vender ; aconleceu o prelo no dia :I0 de ju-
nlio fugi.i, o qual foi encontrado no inesmo engenho Pan-
torra: c assilll roga-sc a quem opegar, de o levar a rua
da l aleada, n. 2, que receber 50/000 rs.: e tambera se
roga as autoridades e capitaes de campo, o tipprehen-
dam no.caso de ser encontrado. Opreto lem os seguintes
signaVs: bem puto, beicuilo, falla lina, lenles liudos,
Staiura regular e grossji do corpo.
Jos Miguel dos Santos retira-sc para torada pro-
vincia, e avisa pela segunda vez a quem se jnlgar sen
orador h aja de comparecer no sabbado, 22 do cor rente,
julho, na Lingoela, venda n. 5; assiiu como rog.a a to-
dos osSrs. que Ihe sao devedores, li.ajan de Ihe pagar
at o da 30: do contrario, julga de neeessidade deixar
um procurador para cobrar, pela brevidade de sin
viogem,
Francisco Jos de Soma Coreixas retira-sc para
fra da provincia.
Juo Evangelista da Cosa embarca para o llio-de-
.raneiro o escravo de nome Pedro.
OSr. M. A. A. queira mandar pagar o aluguel de
14 mrzes da casa em que raoioii alias se publicara o
seu neme. .
Aliigamse inobilias da forma qiie convier ao rre-
gurz, pagando niensaliiicnte ; bem coiiio cadeiras para
amelse festividades por preeo multo i-ommodo : na
rua Nova, armazein n. 67.-
]So 4term-(la Boa-Fisto, n. G\.
O armador c estufador participa ao respeilavcl publi-
co que cm sua casa se continuara a fizer cortinado!
para cunas francezas oudc qualquer outro (cilio ; di-
tn dejauellas tudo do mais moderno gosto que ha;
colchocs de molas ; ditos oucos muito leseos : respoii-
sabilisa-se, nao estando as obras perfeitas a lazerem-
sc outras ao gosto dos Sr*. compradores.
Jos Soares PintoCorreia fal publico que deixou de
vender hebillas espirituosas em sua venda desde o
dia 15do Brrente em diante.
Preeisa-se de una ama de leite, forra ou captiva:
na rua ilo Vigario n. 20, primeiro andar.
Joaqiiim Goncalves Maya de Azevedo retira-sc para
fra do imperio.
-Bcrnardino I.uiz da Costa retira-se para fura da
provincia.
O abaixo assignado faz atiente aos
seus amigos o freguezes que inudoii a sua
loi de relojociro para a rua Direita, loja
do sobrado n. q), junto botica do Sr.
Di*. Ignacio Neiy tia Tonseca.
Joo Antonio de Saboia
Precisa-se lugar um prelo aqtio soja liom co-
pciio pura o servico ilu urnas familias cstiang:iias :
ta na to Trapiche-Novo,- n 10.
-- l'irmino J. F. da llosa, na rua do Trapiche, n. 44,
no seu escriptorio, tein para vender lindos.vasos es-
maltados para Jardini por pirco muito comniodo as-
siiu coinoo genuino vinhovelli da Figueira, paraquein
o sabe apreciar tanto ein pipas como cm barr: os
pretendentes rulcndain-se com o nniiunciantc lodosos
das das 10 horas da manhaa em dianle, no caes da
Alfandega.
Precisa-e alugir ,iim moleque que
entend alguma cousa re cozinba, com-
pras c o mis necessario de urna casa de
pouea familia : na rua (a Cruz, arinazem
n. 48.
Precisa-sc de 4 serventes de prdrriro para una
obra na estrada da Magdalena entre a ponle/.inha c
a ponte grande sendo o jornal de quatro centos e oi-
tcnla rs. : quem tiver, on todos ou algn* pode dirigir-
se a rua Imperial*, n."79.
- Compra-sc urna e.cr.v. do {; Xfo.'n'm
coxiabar diario de ...na cal ,* "ao te"" vicios
achaques: na rua da r*"* 01ro, quaesquer
loinpram-se.oii ti icain-seP"' ""
livros aPradu.co -le .Unacio por Joaq ^ U
Costa eS, e llesptn. Din lempe ; aMi"i ,.' ,
rio Magniiu, l-evienu e Puil(rt.itMH estado que se aciic.ii con, .uito que II 0.v y o
blhas : t.aruade S .Francisco, outr'ora Man.do-r.ovq ,
u. 86.
Vendas.
Com ticas.
Comprase ouro c prata inesmo em obras quebra-
das : na rua do Queiinado, r.. 14.
C.omprain-se, na padaria do Manguinho, 1 ou i
vacas deleite : sendo boas, pagam-se bem.
--Compra-sc una duiia de cadeiras de Jacaranda,
um sopha e duas bancas anda inesmo em meio uso :
quera llver-apmincic
__t'oinptani-se escravos de ambos os sexos de 12a
30 airaos pagam-sc bem : na rua Direita n. 3.
-Vende-ae farinhade mandioca, de boa'f|Mlidadr.
em alqueires, lano era porciio coinoa rrtaiho, por prr
eooommodo : no beeco do Carioca armazein ae pona
'"-- vendem-sccali-es ba a 800 rs. : no palco do l armo .esquina da rua ao
lorias lado dircilo. n. 2. .
Vende se una inulallnha coui 12 annos, proprla
para alguma senhora que a queira educar, por ser mul-
to bonita, de bom genio, c muilo humilde, a qual ja co-
se um vestido de senhora. assiiu como camisas Je no-
mem : na ruada Penha, confronte torre do I.ivramen-
to, n. 1, primeiro andar.
\'ciule-se. na rua da Concordia, pausando a ponie-
zinha, na segunda casa do lado esquerdo, um cavallo
iiicu cora bous andares, um canap, 12 cadeiras, du.i
banqniuhas c urna mcrinha, ludo de ailgico, por muito
commodo preco c ein bou estado.
Vendem-sc accal com inllho a 4| : rs. na rua da
Cadeia de S.-Antonio, n. 21.
Emanado Kalkmann ft Rosennutnd,
ama daCmz, n. lo, acha se a ycmlp
um grande sorlimento de mobilias ,
consiatindo era commodas mesas redoiuln e quatlra-
das de jantar, dcjogar, de xadre, pequeas pintad ase
ledas as formas, armarios de roupa ditos de livros,
SKIS MAGNFICOS PIANOS dos memores autores, ca-
deiras depalhinha ditas de balance dilas de bracos.
mochos, lavatorios, etc. chegado rcccntemenlc de
iliimbiirgo ; bem como caixinhas para costura, etilojoi,
toncadores, apparelhos de vidro de cor para sobr.-mc-
sa casticais de vidro candicims e globos para corre-
dores e escadas tudo feito ao gusto moderno e parte
com novas nvcnc>es. Adve tc-se que na semana se-
grate haver um grande leilao deatisousas.
Vendein"-se sapates le sola e vira pelo baratsi-
mo preco de 1/200 rs. ; botins. a 2f200 rs- : no A ter ro-
da-Boa Villa, n.47, onde lanilieiu se vendem couros
iniud'is.
Vende-sc. no armazein da rua Aova, n.07,uui glan-
de sorlimento de movis coosislindo ral Mrnuiie
sorlimento de cadeiras de nalhlulia, bem construidas ,
a duxia a 24.^000. SOfOOO, 45>000, .W, 72/ e 84/ r. ; so-
nhs, tanto ile oleo como de Jacaranda ; bancas ; camas;
mesas ; espelhos ; eslojos para navallns ; ricas cartei-
ras paraviagem ; e outros muilos objectos : ludo por
preco commodo que a vista do comprador se &ra pa-
Vende-sc um mulatinho, muito profiri para pa-
i'i-in .de lOannos : na rua dos Tanneiros, IJ. O.
Vendeiu-se, para fechar urna conla 114 meios de
ola por preeo commodo : na rua dos Tanoeiros, n. ..
No fin, d. rua da Aurora, n. 4, vende-se um jogo de
tambores antigns aguilhes, rodetes duas lucias cal-
deiras tudo por muito barato preco.
= Ven-c-se a boa venda da esquina da prpea- da l-oa-
Vista n. 2: a tratar na rua deS.-Rlta, BS, <> airas
da inatriz, n. 4.
l'm lindo molerole de nacao, de l
anuos de idade, ptimo COtVnlietro e bom
copeiio ,- uin dito de dale do xo annos ;
um dito crioulo, com principio de sapalei-
ro ; lUlS negras de meia ida !e, por pro-
co commodo ; um lindo pitdocl.ro, (le
idffde de >.>. annos, ptimo pagem; um di-
to Je 25 annos ; fin dito .le meia id de,
por 25osooo rs. ; ama negra que emgoin-
rria, cose e cozinba ; urna bonita pardi-
nba ; urna pretn de meia idade, boa la-
va'Jeltii, tanto de siba.i coio de yatrelia;
utna preta de ncao Costa, c outros es-
clavos que se mostrarao aos comprado-
res : na ru > d^s Laragcuas, n. i^, se-
gundo iidur,
Vende-sc um bonito moleque de 18 annos scni
vicios; dous pelos ptimos para o campo sendo un
dclles bom ferreiro ; urna dito bom ganliador de rua;
urna bonita pela perfil la engoininadeira costurrii a ,
coiiuheira e ipic nao lem vicios ; una negrinha mui-
lo linda de 13 anuos lio rccolhida c lem alguuias ha-
hilidadr, ; duas pelas para lodo o servico de casa e
campo; mu pelo de meia idade oplimo para aillo ,
por preco mimo cm conla: na rua do Vigario n. 24,so
dir quem vende.
__ Vende-se cevadinha muito nova,
em garrafScs de utna arroba: no arma-
zein da rua di Cruz, n /|8
Vende-se "urna escrava parda, de 31 annos de idade.
com inuias habilidades, menos engonimar, e que he de
urna conducta cxemplar, com duas fillsas claras e muito
bonitas, utna de selle anuos, a unir de cinco, cujas es-
eravas s se vendem a.pessoa que as queira possuir;
vende-te por seu senhor se retirar para fra do imperio:
quem as prelendci dirija-se defrontc do oitao do ihea-
tro novo, u. 11. ''-,.,. w
Vende-sc un escravo da Costa, inda 111090, bstan-
le ladino ; una escrava de nacao de 40 anuos que sabe:
cozinhar, lavar desabo c varrella, e vender na rua; dous
seliius novos patente inglez ; dous aellins novos Icitos na
trra com lodos os perlciices: lodos estes objectos su
venden, por commodo pirco, por cu dono se retirar
para fra do imperio: a trater, defronle do ilieatro no-
vo, 11. II.
Charutos da Hahia.
Vcndeni-se os melliores charutos da Babia, na ru#da
Cadeia do Itecife, primeiro andar, n. 48.
Lotera do fio-de-Janeiro.
aos"io:ooos'ooo df. rs
Vendem-se bilhetcs da lotera a beneficio da fabrica
de papel : na ruda Cadeia do llecile, 11. ;*.
Pas grandes vista* de Pernmnbuco,
nranrlaa para ornamento de sala em fumo e coloridas,
una tomada do forte do BrUJU C a oulra da ladelra da
Misericordia, em Ollada muito bem acabada e rei-
tas igualmente a bendicio da sociedade da Henelicien-
ciaAllema e Suissa: esto a venda no armaiem do
Kalkmauu S Hos.'pmund, rua da Croa, 11. 10.
__Veiideuv-sc ptimos presuntos para hambre, chega-
dosullimaiueiite : no armazein de KalUnj.inn U Ro-
cninund, rua daCruz, 11. 10.
-^ Vendem se pianos de muito boas
o/.es e da miis moderna construccao,
10r preco commodo: no armazem da rua
la Cruz, n. 4^-
l
i.i
J



..a,

1
Champan lia C & C.
Vende-se champanha desla afta-
mada marca ein casa de H c. Culmonl
* C. praca do Corpo-Santo, n. n.
Vende-se ><> i' '' ''''' de M i.l, IB anuos,
prlocipio de alfaiale, ptima figura, e de inuilo
conducta : na ra do Vigario, n. 25.
......
1)0.1
isooo rs
SapatSes de tres solas, a
No .Merro-da-Boa-Vista loja n. 78,
vendem-se sapal5esde tres solas, pelo di-
minuto |>reco de i.sooors.
A isooo rs.
ancorlas coin azeitonas superiores : ven-
doni seno caes da Alfandega armazem
n. 7, de Francisco Dias Ferreira.
-- Vcndem-se calas de macarro muito bom 1 '3/rOOO
a caixa de 25 libras : no arinazcm de Francisco Das Fer-
reira.
Vcndem-se trinta varas de babado
de linbo de palmo de largura, pelo dimi-
nuto, preco de 4,000 rs.: na ra do Quei-
mado, loja n. 17.
Cera de Lisboa
da Cruz, n. 60, vende-se a me-
que lia no mercado, em caixas
Na ra
Ibor cera
de todos os tamaitos, vontadedos com-
pradores, < mais barato que em outra
parte.
= Vendem-se 6_duzias de cadeiras com assento d
palhinha e que sao minio faites todas ou a duzas :
ni ra das Trineheiras, n. 36.
Vendein-se coifas e meias ditas de 1.1.i de diversas
rores e padres, do un Unir gosto que lem vindo do Rio-
dc Janeiro : na ra larga do Rozario, n. 24.
Ba Ihacs & Irmo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia aborta, a 4,600
rs., ditos, a 4,000 rs.; ditos de cassa de cor, a 3,000 rs ;
cortes de cambraia lisa muito fina, de 8 varas e meia, a
4,200 rs.; ditos de 3,200 rs.elencos bordados, com bico.a
560 rs.; cortes de collrtc de fustao de cores, padres mo-
dernos, a 1,280 rs.; ditos, a 800 rs.; brim trancado par-
do, de puro linbo, a 600 rs; merino preto fino, a 3,000
rs.; cana do babado fina, a 860 rs. a vara ; chita de co-
ln-ri i de cor lisa, a 200 rs. o covado ; cassa lisa, a 400 rs.
a vara ; camisas de meia. das melhores que teem appa-
recido, a 1,400 rs.; muito boa fa/enda para toalhas, com
4 palmos e meio de largura, a 600 rs. a vara; setim pre-
to lavrado, a 3,500 rs. o covado ; chapeos de sol de seda,
a 5,500 rs.; brim trancado de cores, de mui ricos pa-
dres c puro linho.para caiga ; lencos de setim para gr-
vala ; ditos de seda decores; riscados francezes largos
muito finos ditos inglezes; bicos largos e estreitos ;
e rendas.
Vendem-se pautas das alfandegas do imperio do
Brasil impressas no Kio-de-Janeiro ; na ra da Cruz ,
n. 20.
Vende-se Lizia potica, ou collcccao de poesas mo-
dernas, de autores portuguezes publicadas no Rio-de-
Janciro por Jos Ferreira Monlciro contendo o pri-
melro volume 52 nmeros enm 312 paginas ; preco 2/
rs. Iteccbem-se assignaturas para o segundo volume ,
constando todoo anuo de 48, dividido em 52 nmeros:
na na da Cadeia do Itccifc loja de Joao da Cuaba Ma-
galhacs aonde j se cncunlraro os ns. 1 a 9. Na mes-
illa loja se << ii ii ii.i 111 a receber assignaturas para a
Chronira-I.itteria, jornal de instrueco e recreio por
preco de 6/ rs. por auno por52 nmeros.
Vendem-se fazendas muito baratas nos
Quatro Cantos da ra do Queimado,
loja n. io, de Teixeira Bastos & lr-
nio ,
como sej&i,.. .istores encorpados para calcas a 200 rs,
o covado ; lencos brancos de cassa com risca em volta ,
a 200 rs. ; corles de cambraia pintada para vestidos ,
tazenda fita a 2/400 rs. ditos com nlguin mofo a 2/
rs.; cassa chita fina e muito larga a 200 rs. o covado ;
dita superior, a 400 rs.; riscados largos em cassa com
algiim mofo a 200 rs._; chilas brancas de flores a 120
rs. ; ditas escuras a 160, 200 c 240 rs. o covado ; metal
para menino a 80 e 160 rs. o par ; ditas para meninas ,
a 320 rs. ; ditas para senhora de 400 a 560 rs. o par;
lencos de seda preta para grvala a 1/280 rs. ; ditos de
cores em setim para grvala, a 1/600 rs. ; ditos de Iran-
ia para senhora a 2/500 rs.; luvas pretas bordadas a
800 rs. o par; camisolas de meia americanas, muito
boas, a 1/600 rs ; c outras umitas faicndas por pre-
co commodo.
Vende-se, ou arrenda-se o sitio de-
nominado Casa-Caiada na praia .do
Uio-Doce : a tratar no Forte-do-Mattos,
com Jos Francisco ttelem.
Jess, Olinda, Poco-di>-l>anella e Cachang, taitas ao
beneficio da sociedade da Beneficencia aliemos e
suissa : no armazein do Kalkmaiui & llosenmiind ,
no hotel Pistor, as tojas dos Srs. Luiz Antonio Si-
quira da Snra. viuva Cardozo Ayres & Kilhos na
ra da Cadeia do Recita; as tajas dos Srs. Santos
Neves & Guimares, na ra do Crespo ; do Sr. Jos
do AlonquerSimOes do AmaraL, na ra Nova ; e do
Sr. J. Chantan no Alorro-da-ilua-Visla.
A sublime banha jranceza.
Anda existem alguns potes desta sublime banlia, con-
tendo cada um 2 libras, por 1/600 rs. : na ra larga do
Rozario, n. 24.
- Vendem-se aeges da ex-
mela companhiade Pernambuco
e Parahiba: no escriptorio de O-
liveira Irmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
" Vendem-se 45 tahoas de assoalho de amarello
16 ditas de costadinho 31 ditas de assoalho de louro
na ra da Praia n. 35, ou tratar as Clnco-Pontas .
n. 34. Na mesma casa vendem-se 16barris de unido, fu-
ro de 4 e de 5 em pipa.
Vendc-sc urna preta de 22 a 24 annos, que engoni-
ina com toda aperfeico cose cozinha c faz todos os
mais arranjos de urna casa : nao se duvidando dar para
se experimentar na ra do Rangei, n. 11. niiiieiu
andar.
Vendem-se escravos de ambos os
de
P
asseio
sexos, de bonitas figuras e setn achaques :
na ni.i do Crespo, n /,, mi i
Publico, n. 17.
Comuh, freguezes, d loja de Manoel
Joaquirn Pascoal Ramos,-no Passeio-
Pnblico, n. 19.
Vende-se pelle do diabo a200rs. ; castor, a 200 rs.;
algodao azul, a 200 rs.; algodao de listras, a 200 rs.',
chita de coberta a 200 rs. riscados francezes, a 200 rs.;
madapolao fin a 200 rs. a vara ; meias, a 200 rs. o par;
chilas de assento escuro de cores fixas ,a 120, 140,160
e 200 rs. ; riscados muito finos, a 240 rs. o covado ; cor-
tes de cambraiadequadros com 9 varas a 2/400 rs. ;
casas-chitas de todas as qualidades, a 2. 2/500, .'i.;' e
3/200 rs. o corte; lencos de seda para grvala a 400 rs. ;
ditos de cassa, a200 rs. ; chales de mcliiii a l/rs. ; di-
tos de laa a z/SOO rs. ; e outras muitas faicndas, por
nenos preco do que cm outra qualqucr parte.
JSa loja que faz esquina para a ra do
Collegio, n. 5,
vendc-sc princeza larga preta muito superior pelo
baratopreco de J/rs. ocovado ; luvas brancas linas, de
algodao a 120 rs. o par; alean destas fazendas lia um
completo mu inncnio de todas as qualidades de fazendas,
tudopor preco cpmmodo.
Vende-se cal virgen) de Lisboa,
ebegad
1)0
ulii
virgem
II. 12,
NOiMSSEl-l'OBLlCO,
na loja de Manoel Joaquirn Pascoal Ra-
mos, n. 19,
vendem-se muito superiores pannos finos, de todas as
qualidades a 3/, 3/600, 3/800, 4/e 5/ rs. ; sarja milito
superior a 2/ c 2/400 rs. ; merino, a 3/200 rs. ; alpaca,
a l/rs. ; lencos de seda a l/rs ; cortes de casimiras ,
a6/rs. ; ditos de laa a 2,500 rs. ; chapos de sol de
seda a 5/500 rs. ; e tudo o mais por preco rasoavcl.
Vende-se tuna ptima morada de casa terrea,
sila na ra Augusta com inela-agoa para a ra do Ale-
crjm ; um terreno junto a dita com allcerces para
duas casas; cenlo e quarenta palmos de terreno com
cerca de dous mil palmos de fundo desde a ra do
A leer i ni.-u a beira do rio tudo por preco muito com-
modo : a fallar com Joaquirn Teixeira Pcixoto na ra
da Concordia, n. 25.
-- Na ra do Queimado, n. 30, ha pannos de boni-
tas edres, proprios para palitos e sobrecasacas, as-
si m como chapeo de castor, pelo barato preco de
5/000 rs.
SUPERIOR FAREI.0, A 4,000 rs.
Vendem-se saccas com furelo fino de Trieste, che-
gado ultimamjenle, o qual he o tneihor de todos que
aqu lem aportado, por ser o mais nutritiva: ein casa
de J. J. Tasso Jnior, ra do Amorim, n. 35.
collecQoes de vistas de Per-
nambuco ,
sendo as da ponteda Boa-Vista,pontedo Recite,liom-
im. navio, cni barris pe-
queos, por menos do que em outra fjii.il-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem n 17.
Vendem-se pecas de madapolao com 20 varas, mui-
to largo e multo forte a 2?800rs. c a retal lio a 140 e
160 rs. a vara ; chilas limpas cores fixas, muito cn-
corpadas t muito fortes ai/ p 5/500 rs., e a retalho ,
140 e 160 rs. : na ra estrella do Rozario, 11. 10, tercel-
ro andar.
Chegiiem nos nonos riscados.
Na ruado I.ivramento, n. 14, vendem-se riscados mui-
to linos e de ricos padres ; cassas pretas com llores en-
carnadas ; panno-couro para calcas ; c outras militas
fazendas baratas.
Vende-se cal virgein de Lisboa em barris de 4
arrobas chegada pelo ultimo navio, por piejo comino-
do : a tratar com Almeida & Fonseca na ra do Apollo.
- 1 ioi|n ni j.iqos ensone a
saiioa so as-OK(] 'auna opeo seaciud ojjs jp n.'i.inl 011111
-imip o|jd sexij -no. 1 ap a ii 1111 t-il so.n 1 ,ip apepia
Elsa ,. aioaoiuon||Il SE|lc2ai|a bjsuaisi iim m:ssi:.i SBAOU
se ni.ipii.. \ 'o -u 01110111 v-'s .'I' oa.iu 00 aiuojjuoa
' 'O N SJi>.n>uiniQ ap vio/ vu"i aijqo o
sj Ofrc/c' n sasujistjvd svssvo svaou sy
-Vende-se una excellentc casa terrea na fregtiezia
da Boa-Vista, com muito bons commodos, grande quin-
tal com 11111 i los arvnreilos de fruclo : na ra que aira
vessa para a Gloria, casa do lampeao.
corrente, urna dita de praia um rico bahuzin.no de
inarroqiiiin todo laixeado ; iinascraphinade excellcntes
vozes propria para aprcuder-se a tocar piano ou para
ig'fja : na ra do Queimado, n. 14.
Clieguem,/ivgiiezcs,a luja nova do Pos-.
seio-Publico, n. 5,
parede e meia da fabrica de chapeos de sol de urna
porta vcndem-se chitas escuras a 120,140, 160 e 180
rs. o covado,e a 4/500,5/, (i e6/500 a peca; cortes de
calcas a If rs. ; pelle do diabo, a 200 rs. ofeovado ; ma-
dapolao a3,200e 3/800 rs. muito Ano, a 4/200 r*.,
de patente, a 4/800 e 5/200 rs. a peca ; cortes de cassa a
2/, }/?40 ,2/500 e 3? rs. ; chapeos de sol, de teda preta
de armacao de ac a 5/500 rs ; e outras multas fazen-
das por preco commodo.
Compram-sc dous diccionarios inglezes, do autor
Vieira ; a Historia de Inglaterra, com estampas : quem
tiverannuncie.
oinzou op ea.ie| enj bu : 'Ota 'e.\oasa set||c/.eu 'm
-ir'sil orno i nq.icq v j.v/.rj i.mikI oucssaaau o opuai
-no i in.iiMA dji.mI siM.nlonl scuaima siM.icssaaau su
iii.ipn.' \ as o .n|iiii.'i: o).i.i|'.[o i.iiili|i.iili ni i pii.i/.ci un)
-|enb je.iJEtn cfo| no oa.iaiiuuoa ap esea janb|(nb
i'H'l .'I-mis Uin UIOD su.illpU'ln.nl W sexira sciiuss.!.'
-311 ni|iiiii SC o 'i.i.nl nin ii lu i p ais.) jod as-iiiapiia \
'sj v JOj
Na loja do nicho ha urna pechincha co-
rno nunca houve.
Na esquina do l .i-, i menlo loja.do nicho vendem-
se cortes de cassa cbinea.a 3/200 rs., que vale m a 5/ rs.
Vendcin-sc bolachinhas de araruta, cm latas mui-
to novas por preco barato ; bem como saccas com fari-
uhade mandioca muito boa : uo armazein de Dias Fer-
reira no caes da Alfandega.
Vcndem-se, por muito commodo preco, duas ca-
noas de couduzlr agoa, queservem para alerros ; urna
bomba de ferro, muito bem feita ; duas ditas de sicu-
pira; um relogio de parede ; una balanja grande com
bracos e dill'erentes pesos : na ra Nova, loja n. 33.
Vende-se um escravo de nacao, moco, de boa fi-
gura ; um pardo de bonita ligura por preco commodo :
na ra da Concordia, lado dircito, primeira casa.
Vcudc-sc um terreno na nova estrada que val da
Sol,I.ule para o Manguinho com 50 palmos de largu-
ra c 350 de fundo cercado, com telhciro dentro: tam-
bem se vendem duas carrncas novas e dous bois tudo
no uicsino terreno : na ra Nova, loja n. 5, de Joao da
Silva llraga.
Vende-se um escravo de nac.ao Angola, de '25 a 28
annos do trabalho da tarifa dcste porto : he canoeiro
c hbil para oulro qualqucr servico : em Fra-de-Por-
tas n. 146.
Vcndem-se, na ra do Crespo, n. II, os seguintes
livros ; Diccionario de Constancio ein portuguez, qi'asi
novo, por 8/ rs. ; ditos de composic.iio de Fonseca por
4/500 rs. ; Historia de Portugal, por A. lJercuiano 1 v.
encadernailo, por 3/590 rs. ; Licoes de clnquencia na-
cional, pelo P. Miguel do S. I,. Gama 2 v. por 5/ rs.;
.lesiis-l lirist.i peanle o sfenln 1 v. por 5/ rs. ; His-
toriada America 2 v., por 3# rs. ; Historia universal
em latiin 1 v. ,.por 4/rs. ; a Meditacao por J. A. de
Maccdo, 1 v. por 2/rs.; Tito l.ivio, 1 v., por 3/ rs.; c
outros miiitos livros de aulas que se veiidein baratos,
e continuani-sc a trocar, sendo boas obras c estando em
bom estado.
Vendc-sc una venda no largo da ribeira de S.-Jo-
s n. 5, com poucos fundos: a tratar na mesma venda.
Vendem-se, na ra do Crespo, loja de miudeas ,
n. 11, charutos de regaba ,a l/200a caixa. A ellcs, fre-
guezes que sao poucos e estao se acabando.
Vendein-scU lindos inolecotes de 16 a 20 annos,
sein vicios neta molestias : na ra do Vgario, n 24,
se dir quem vende.
-5= Veudc-se una cama de angico nova, grande e de
gostomoderno ,e outrascousas por preco commodo:
na ra do Caldeireiro atrs dos Martyros n. 50.
Vendem se riquissimos muros de lustro cor de
ganga amarello, cor de cinza e branco coin a cor natu-
ral do inesinocouro ludo para canho de botas de pa-
gem e chegados de Franja no ultimo navio : na ra l)i-
relta, loja decalcado ccouros do Mello.
No pateo do Collegio, primeiro an-
dar, junto da casa amarclla ha para vender, perten-
centc a urna senhora que se retira urna boa preta mm,
ja, que cozinha, engomma c faz o dmala servicu de
una casa.
CHF.GUEM, FREC.UEZF-S.ASBOAS PF.CHINCHAS.
^'o Aterro-da-Baa-Vista loja de fuhjleiro, n. 65, de
porta larga, vendcin-se obras de llandrcs muito bara-
tas
p
s .como lejfem: bacas para lavar meninos ; ditas para
Si; ditas para rosto; bahs para costurcira ; ditos para
Vende-se superior cb brasileiro
na loja de Guerra Silva ckC. chegadoa-
gora do Rio-de-Janeiro : na ra Nova
n. ii.
Vende-se urna linda mulitinha de
(8 annos, com urna cria ; urna neghnbn.
de 12 annos ; e um tnoleqtie de 7 annos
na ra Formosa, quinta casa, indo pelo
ra da Aurora.
Vende-se cerveja hamnurgueza
bocea de prata, em barricas e cestos : vi-
nbo de Claret, X.eres e Porto, em caixas
de urna duzia cada nina ; e Champanha
da verdadeira marca Cmela, ltima-
mente chegada : na ra da Cruz, n. 17'
armazein de C. J. Astley.
Vendem-se os muito bem feitossapa.
ti es de lustro, Irancezes, peio barato pre-
co de 5sooors. o par ; bem como borze-
guinsa 3,6oo; e sapatos de marroqu'ini
pata senhora a 1,120 rs: na ra da Ca-
deia do Rccile, n, 35.
Escravos Fgidos
A 3,s'8oo rs. a peca.
Na loja de Guimares & C.
que faz esquina para a ra do Collegio n. 5, vcndem-
se pecas de chitas de 38 covados, a .'i.)Soii rs. a peca, de
soll'i ivel panno e padres agradaveis. Dao-se as amos-
tras sobre penhores.
--Vende-se una preta lavadelra, quitandoira c que
faz todo o mais servico de una casa de familia com
desembaraco e presteza : na ra Augusta, n. 54.
Vende-se un lindo molecote de nacao, ptimo co-
zinhcrn c copciro e que nao tem vicios nem achaques:
na ra dasLarangeiras, n. 1'4, segundo andar.
Vende-se urna preta crioula de 26 annos ponen
mais ou menos que cozinha, engomma e cose sollrivel ;
ein vicios nem achaques : na ra Dirclta, conliontc ao
pito do I.ivramento venda n. 4.
Vende-se a venda a. 86, na ra do Pilar o inclino
lugar de Fra-dc-Porlas bem afreguezada com com-
modos para pequea familia e quintal, e ha outra con-
veniencia vantajo-a que se, dir ao comprador, a diuliei-
roou a prazo com endossaute que agrede: vende-se
porque o seu dono oceupa-se em outro negocio e quem
a administra nao pode continuar: a tratar na ra do
Queimado loja n. 21.
Na ra de Agaas-Verdes, n. 46,
vrndc-se urna boa rscrava de 20 annos ; 4 escravos mo-
cos ; duasescravas para todo o servico e outros escra-
vos que se vendem por nrcessidade.
Vendctu-sc 6 lindos molrqucs.de 16 a 18 anuos- 4
prclos de 25 a 30 annos,, sendo um ddlles cozinheiro 3-
pardos de 16 a 25 anuos, sendo um ilelles bom carreiro
duas mulatinli.-is de 7 a i4 annos com principios de ha-
bilidades ; duas pretas de 20 annos, com habilidades-
na ra do Collegio n. 3, se dir quem vende.
| |-- Vendc-sc um tanque para deposito, que leva 600
a 700 gales de oleo obra muito bein feita e com pou-
co uso : na ra da Trenipe, sobrado n. I.
\Z ii OUB70H cp c3jc| ciu cu opom
-moa oJa.id jqd 'sopjfqo soimm soiino o sajo a suAn
' sbiij op sapi.'|ii|i:iili su sepo) ouio.1 ui.iq : .icp.ioq a j
-oa bjbiI "lo.iinii.i.is oopoj moa sen i| n i uia uiaqniV,
! SBzaauB.ij seuij sim||ii.1u seijapBpjjA b as-mapiu^
A 25# rs.
Vendem-se 4 vaccas que j nao dao leite e que nao
estilo maltratadas a 25/rs. cada urna sendo duas com
as respectivas crias : nos Afilelos sitio da casa azul ,
defronte da igreja.
= Vendem-se duas eorrcrrtes-de ouro, 4- anneioes
urna inoda um trancelim ,2 cord8es,2 reiogios urna
roupa de meninos ,e outras muitas obras, por proco
multo em COntS por lett dono retrar-sc para f
provincia a tratar de sua saude.
--Na ra da Florentina n. 16, defronte da.cochelra,
vende-se um escravo, bom trabalhador de enxada e ma-
chado proprio para sillo ou cngeuho e que he ga-
nliador de ra ncata praca que d 560 rs. diarios, e
lem ptima conducta : vende-se para um pagamento.
Veude-se urna porcao de ptimos cnsacs de pom-
bos de muito boa raca, grandes c bons batedores ,
por preco limito commodo : na ra da Florentina ,
n. 16.
-- Vende-se um guarda-livros de amarello com com-
nioda em. inulto bom estado por preco commodo :
no pateo do (armo, n. 17.
--Vende-se cal virgein de Lisboa, chegada ltima-
mente era barris pequeos ; panm de I i olio ; coelros
de algodao ; retroz sonido : tudo do Porto : na ra da
Uui n 49 a tratar cora Mcndcs & Tarrozo.
Na loja n. A, da iua do Crespo ao p
do arco de S. Antonio, de Rica/do
Jos de Freilas Ribeiro,
Tendein-ie as seguintes fazendas por|preco mais cora-
do do que ein outra tjualquer por se querer liquidar ,
* aber ; chitas de cores fixas c de bons pannos a 120,
140, 160, 180, 200 c 240 rs. o covado c em peca mais
eniconla; cortes de cassa de cores a 2? 2/500 3/,
3/500, 4/ c 5/ rs. ; cassa de cores com quatro palmos
de largura a 240 rs. o covado ; pannos linos de todas
as cores a 3/200 3/800 4/, 4/500 al 10/ rs. o cova-
do ; lencos de cassa para grvala a 160, 240 e 320 rs.
cortes de colletes de velludo a 2/500 rs ; ditos de gor-
ginfio de seda a 3/500 rs. ; ditos de fustao-, a 500 c 800
rs. ; chapeos de massa francezes. a 7/rs. ; cortes de
casimira de bonitos paclroes, a6/e7/rs.; pecas de ma-
dapolao fino a 3/200,3/500 4/ at 6/ rs. ; cortes de
gnrgurao de algodao a 320 rs.; cortes de calcas da ver-
dadeira pelle do d'abo, a 1/280 r.;brim trancado blan-
co c cor de caima de puro linho a 1/600 rs. a vara ; c
outras militas fazendas. '
Vendc-sc, por prreo commodo, um alambique
com serpentina de cobre com pouco uto na ra do
Nogueira n. 26, primeiro andar. Na mesma casa se of-
feroce una crioula forra para ama de leite.
Vende-se um casal de escravos de nacao, proprios
para o servico de campo a que estao affeitos ; urna
preta da Costa de meia idade que cozinha o diario de
uina casa ,e he boa boecteira por preco commodo : na
ra da Gloria, n. 85.
= Vende-se um sitio na estrada de Heberibe com
milita trra para plautaces de capiu, outras lavouras
e para pastagem de gado vacciim por ter 300 bracas de
frente e mais de mil de fundo a encostar no pantano ,
quem veni de Olinda at Beln): quem pretender an-
iiuncie.
Vende-se cevadihha de Franca, sag de primeira
qualidadc, goiinna de araruta, por preco commodo :
na ra das Crutes, n. 40.
Vende-se una famosa esclava engoinmadeira e co-
zinheira, faz toda a qualidadc de doces he de ptima
conducta, oque se a banca e nao te duvida dar-e a
coutento > no pateo-de S -Vcero- oasa terrea h- 7, .se di-
r quem veude.
Fuglo, de bordo do brigue Seoro na manliaatUs.'
da 5 do corrente, um escravo marinlieiro de norile
Francisco de nafo Jang ; representa ter 30 a 35 an-
nos ; tem um signa) na face esqerda. ralla mullo des-
cancado ; levou calcas e camisa de algodanatul, chapeo
de palha piulado de tinta branca um balde onde con-
duzia a rar,ao e 7/rs. em cdulas ; falla hespanhol :
quem o pegar ou delle cjer noticia a bordo do niesmo,
brigue fondeado na I.ingota ou na rtia da Moda ,
n. 7, que ser recompeusado. *
Fugio, no dia 10 do corrente, pela manhaa, o mu-
leque Anastaco de nacao Hengucla, de 18 annos pou-
co mais ou menos, de estatura e corpo regulares, coin
una cicatriz no rosto ; foi escravo do Sr. Tburcio Va-
leriano Baptisla, c ltimamente do Sr. Antonio Lult dos
Santos a quem fui comprado : quemo pegar ou del-
le livor noticia leve-o a ra da Cadeia de S.-Anlono
n. 22, I.* aiiil.ir.'.'ou na ra do Queimado loja n. 38.
Fugio, no dia 2 do corrente do engenho Jundi ,
comarca de Nazaroth o escravo Manoel Lourenco de
cor fula rosto redondo olhos abotuados altura regu-
lar com ambas as peritas cheias de cicatrizes resurta-
do de gomas que leve ; consta ter apparecdo pelo Hoi-
picio e Magdalena. Roga-se aos capites de campo c a
outras 11n.-ii-sif iii-r pessoas, que o apprehendam c rcvein-
no a ra do Crespo, u. 2 A'ouao dito engolillo, que se-
rio recompensados. -
Fugio, no da 9 do corrente o preto Joaquirn de
nacao Cnbund de estatura regular de 24 a 25 annos ,
sein barba tr fula, mui alegre quando falla, ps
coinprldos e apalhetados i tem no dedo mnimo do pe
esquerdo urna pequea le ida e nos calcaiiliarcs ci-
catrizes de ferdas ; levou ceroulas da algodao da trra,
camisa de algodozinho chapeo de palha. Roga-sc as
autoridades policiaes capitjles de campo e pessoas par-
liculares qnc o apprebeudam e levem-no ao sitio da
capella dos Remedios, freguezia dos Afogndos ou' no
Aterro-da-Boa-Vista, n. 2, segundo andar, que se paga-
rao asdespezas*
Acba-sr fngido, desde o dia 16 do corrente ,-o preto
Dionisio ,'ei ionio, de 18 annos, bem fallante e desemba-
racado de estatura ordinaria seceo do corpo ; levou
caifas de tascado camisa de algodao americano e bone-
te ; he nllli i al de pedieiro c aprondeu o ollieio com os
ou si ri s Rozario c Amaro : quem o pegar leve-o a ra do
Queimado. n. 55, que ser recompensado,
Fugio, na mandan de !3 do conoiite a cscrara
preta, de noine Uellina de 18 annos, de nacao Angola;
tem o rosto redondo olhos grandes denles limados ,
altura regular; lerou vestido de chita usado, c panno
fino preto com ourclo pelos lados; costuma vender de
taboleiro na ra e por isso he bem condecida ; ha no-
ticias que est oceulta as partes de Ponte-de-Ucha.
Roga-se as autoridades policiaes e capiles de campo ,
que a apprehendam c levcm-na ao Recife, becco do
Abreu n. 2, que sero recompensados.
Fugiram, uo dia 10 de jolln do corrente anuo de
1848, pela madrugada, do engenho Serra-Grande dis-
tante duas legoas da cidade da Victoria, ou S.-Anto ,
dous escravos: Benedicto preto crioulo de 24 anuos,
de estatura ordinaria ebeio do corpo ps algiini tan-
to cambados c muitas vezes sobre alpragatns: foi e
cravo de Joo de Paiva morador na Serra-dos-PIntoa -"
ou do Martins junto a barriguda-, na vorzea do Apu-
dv c boje perlenceao tenentc-coronel Antonio fiuima-
laesl^eal : Francisco tambera preto, crinlo de 38 an-
nos de estatura regular grosso do corpo, nariz gros-
so e pequeo olhos averinelhados com falla de lira
dentedo lado esquerdo superior.; .lem ponca barba,
e os peitos bem cabelludos ; tem una marca lisa na
peina esqerda abaixo dojoelho do lado de dentro ; he
muito regrista, cauta chulas ao uso dosertao c loca vio-
la ; foi escravo de Jos Carrilho, morador no Po-Ferro-
do-Calola-do-Roclia., de Luiz Ferreira de S e Manoel
Nunes de Mello da capital do Ccar e boje pertence a
Jos Mara Seve ; levaram roupas suas e dos parceiros ;
coiiduziraiu facas de ponas pistola, bacamarte ma-
chado rom e e vara cpm ferrao Quem os pegar lve-
os ao dito engenho, ou no Reiife a casa do uiesnio te-
nentc-coronel Antonio Gomes T.eal ou a viuva Seve &
Filhos qiie gratificaran generosamente.
O escravo Joao, de naeu Angola, de 30 annos pou,
oo mais ou menos, de estatura baita rosto descarnado
olhos aboloados na ilor do rosto ; tem pouca barba e
nin dente de um dos Jados quebrado; tem no hombro
dircito alguns cortes de chicote c una cicatriz na oa-
dega do mesmo lado que diz o dito escravo ter silo
umaempiigcm, porm bem parece ter sido de algum
castigo ; costiiina nao separar se de urna bolea de couro
a tiracollo, e as vezes por baixo da camisa ; levou cha-
peo de couro surro c na roupa urna camisa deiinfio-
chadre que muilos chantara chila ; foi comprado a
9 de junho prximo passado a Pedro Antonio Cafllsdc
S.-Pedro morador na fazenda Cachoeiriha dislricto
de Agoas-Rcllas c fugio a 3 de corrente julho ,' tudo
no andante auno de iSS : quem o pegar leve-o a casa de
seu senhor o capilo Joac|uini de Faria I.obo Jjbasat >
em Coruripc ou em Maceiem casa de .lacasem, Bar-
hoz a 5 (.'onipaiiliia, ou cm Pernamliuco em casa de
Amorini Iruios qnc recoiiippnsarao. ,
-- Desappareecu, no dia l3 do corrente uunia escrava,
ifc nmne Vieoncia, crioula de 13 anuos pouco mais ou
menos feia do rosto ; beicos grossns ; levou vestido de
rtscado azul o panno da Cosa ; andava a vender na rua.--
quem o pegar leve-a ao sitio do Cajuelro que ser pago
de seu trabalho.
PeB.M. : NA TVP. DE M. F. DE FARIA .* l8
MUTILADO


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