Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09733


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Full Text
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Anno de 1S47.
Ter^w-feira $
ntjUiO pul'l'C-Ptodoj os dls, (fue n3o
.le co'f'* l"e ''* |"tUntani he de
"T r UO' ll"^w, P"*'" ndnnladnx, 0% o-
I' jjj s,.mantel 3.> aaeridni ruso ile
nunca* |nil 40 i eo dillefeotc, e as
"' !wm i>--' 'nelHe. O que nao r>rent ateijf
"'iIvT'-ao 80 rs |>o. lila, 0l6Uem tyuo
MIASES DA LO* NO V1K7, DF. OUTUBttO.
' r.nie i I, e 7 liorese 16 inm. da manh.
i ,ov' 9- 6 hora* 47 rain- d* ",*n,,
.'."" L,ni*'a 17. a & hora 71 min. da mauh.
iTSS 9 hor'e '6 n,fn l"^e-
M"uso.ul. a 30, a 7 hora, & mia. de Urde
PARTID\ DOSCORREIOS.
Goianna e Parahvba, as segundas e sextas fer*-
IVo-'i raiide-dn. Ni te quintas l'eirasaomeio-riia.
Cabo, Serinii"ier, llio-Formoso, Poito-Calvo e
Itaceln no I .*, 11 e 71 de cada mcz.
Gara iiiutls e lt.M-Vi-'..i e FJ>rs a 13 e 78.
Victoria, s quintas fciras.
Ulinda, todos os das.
PREAMAft DE HOJE.
Piimeira, lis I horas e 18 minutos da mantiia.
Segunda, s I lloras e 42 minutos da larde.
de Ontubro. Anno XXIV.
N. M4.
DAS D\ SEMANA.
* Seirmid". i.FianciCO d'tssis Aud do J dos
oridi. (oJ. rt.c. di 1 v. c do i M. da I v.
6 Tere. S. Placido. Aud to I oociv. da I.
y e ilo J. de p dn J dist. de t."
0 ()uarta. S. r"rtinO. Atld. lo l.do civ.da !v.
do J. depnzdo 7. di4(. det.
7 Quinta, \ Marcos Aud do J. Ce orpli. e
do J .municipal da I. vare.
8 Sexta. S. Brgida. Aud do dociv. da l. v.
e dn J. 9 Sabbado. S. Diimizio. Aud. do J. do civ.da
I. v. e do J de az do I diat. de t.
0 Domingo. O Pattocinio_de Jos
CAMBIOS HO DA 4 DEOUTUBRO.
Cambio sobre Londres a 11 d p. IJ rs
P-ns i>0 rs por fraiico.
Lislina tuba I Ifi de premio
I)csc. de Ultras de l>oas lirm.s de '', "/ ao
MHreOm-ss l-espnliolS "*' "'
MoedasdcK on eHi. IBjsOO a
a' JeBlinoiiov ..lejon
, desOOtl...... 9fl00 a
Prata PaUces........
H Pesos columnares..
tos mexicanos
$' dias
I Jilos mexicanos ...
Muda.........;
ignnil a
14980 .
i|ano a
14930
mez.
Iii.vnno
160*00
I t/OH
H..M-
110.0
11*9
14820
Acf6es da comp. do llcberibe de 50|000r. ao par.
BfTr*f%
DIARIO DE FERUTAMBU
*- vxmmia^m
P1RTE OFFICIAL.
.
MINISTERIO DO IMPERIO.
HELACA0 DOS DESPACHOS
lie tivernm lugar no fhHstlsslmo lia 7
de setembro de 1847, poroecasio lo
Itnptinmo la serenlsslma iiiinceza A SE-
NHORA DONA LEOPOLDINA.
CHTB IMPERIAL.
Titulares com grandeta.
0 concelheiro do estado Jos Carlos Poreira de Al-
meida Torres, visconde do Macali.
* i Tralamenlo detenhoria.
Otenente da imperial guarda de archeiros JoSo
Jos do Almeida Mascarenhas Ramos.
ORDLM IMPERIAL DO CRUZEIRO.
Cavalleiros.
Ocapito de milicias da provincia da Uahia, Jos
Joaqim Brrelo.
OREM DP. SAN-BENTO-DE-AVIZ.
- Commendadores.
0 tonente-coronel commandante do corpo poli-
cial da provincia do Rio-de-Janeiro, JoSo Nepomu-
ceno Castrioto.
ORDEK DK CIIRISTO.
Commendadoret.
Joaqnini Jos Meireles Freir, da provincia de Mi-
nas ; Francisco de Salios de Oliveira Castro; Tristo
Ramos da Silva.
Cavalleiros.
0 padre Manoel Cirillo Marlnho, mestre do cere-
monias da guarda nacional Manoel da Silva Deir ; o viga-
rio collado Jeronymo Antonio de Proenea Hibeiro ;
o padre Rymundo Jos Ausier ; o capitilo da guar-
da nacional Jos Antonio da Silva Pinheiro ; Jba-
quim Xavier Garcia de Almeida, oilicial da secreta-
ria de estado dos negocios do imperio; Antonio Can-
dido de Lima) segundo oilicial (la secretaria de es-
tado dos negocios da guerra ; Jos Rofino Rodrigues
de Vasconcollos, dito; o vigario collado Joaquim
Jeronymo da Costa ; Guilhermc Midosi; o vigario
collado Silvestre Alvares da Silva; o doutor Martinho
Alves da Silva Campos ; Lpiz Fernandos Monteiro;
Domingos Alves do Avellar ; o doutor Pedro Ramos
da Silva; l.uiz Mondes de Andrade o Almeida; o dou-
tor Luiz Augusto Nascentes do Azambuja ; Joaquim
Francisco I.eal, ollicial-maior da.secretaria da pre-
sidencia do Rjo-de-Janeiro ; Narcizo Xavier do Bar-
ros, contador da repartidlo da fazenda da provincia
do Rio-de-Janeiro; Ireneo Evangelista do Sousa ; o
vigario collado Antonio Marques do Caslilho ; o te-
nente-coronel da guarda nacional Luiz Pinlteiro
Pinto Guimaraus ; o vigario collado Cactano Dias da
Silva ; oconego Jos Bczardo de Carvalho Manoel
Jos de Bes'sa, da provincia de Santa-Catliarina ; o
coronel Joaquim Martina Ribeiro.
OIIIHM DA ROSA.'
Gro-6'rii.
O ministro plenipotenciario e enviado extraordi-
nario do S. Magostado'o rei dos Fiancezes nesla cor-
te, C. Mis de Ilutenval.
Commendadoret.
- Francisco Lourcnco da Costa Urna ; o presidente
da cmara dos doputados Jos Pe.dro Dias do Car-
valho.
Officiaei.
Manoel Alves dos Reis Lotizada ; Gustavo Adol-
pho de Menezcs; Antonio do Souza Ribeiro; o pa-
dre Prudencio Jos das Mercs Tavaros ; Albino dos
Santos Peroira, oilicial da secretaria de estadu dos
negocios do imperio; MarcellinoJos Coelho; Jofo
Jos Carneiro dn Mendouca ; o presidento da provin-
cia da Purahiba, l'rederico Crnciro jiT Campos: o
vice-presideiite da mesma provincia, Joilo de Al.bu-
querque Maranhfio; o couimaudanle superior da
guarda nacional da provincia do Cear, Francisco
Xavier do Souza ; o vice-presidento da mesma pro-
vincia, Jo.lo Chiisostomo de Oliveira ; o capitflo An-
tonio Gomes Je Mallos; l.uiz Joaquim de Gouvtn ;
Jaime David Brido; Francisco lluymundo Corria
(IeF'aria.lenente-coionel de artilharia ; Jos Comes
da Cuiiha Vieira; Antonio Mon-iro de Caslilho; An-
tonio Rodrigues de Azevcdo ; Joo iiaplista do A-
raujo l.cite ; Wenceslau Jos de Souza o Mello ; Joa-
auirn Fernamies Lopes Rmos ; Antonio Esleves de
agalhfles Pusso ; Jos Pereira dos Santos ; o coro-
nel de milicias Manoel Ignacio de Lima ; o tenc.nle-
corohel da guarda nacional Albino Jos do Siquri-
ra ; Miguel Ribeiro do Amaial ; o inspector da "tbe-
souraria da provincia do Rio-de-Jaueiro Joio Duar-
ie Lisboa Scrra ; o ins|icclorda lazenda da mesma
provincia Antonio i'enriques do Miranda Reg.
CaraZ/eros.
Joilo Narciso da Silveira, nllicial-maior da conta-
dura da Ihesouraria da provincia de Santa-Catha-
rina ; Cactano Vicente do Almeida Jnior, jiz de
dreito da coniaTfcn di' Carave'.las ; o tenente-coro-
ih'I da guanla nacional Modesto Goitcalvos Cordci-
ro ; F.duardo Laeoimert; Manoel Anastacio do Bi:1-
^ollunu; Jos de Souza Ribelra; o vigario collado
Filippe de Santiago Pinto; Jos Bento da Silva;
Jos do O'do Almeida ; ocapiWo da guarda nacio-
nal Francisco do Oliveira Guimarilcs ; Dr. Bento de
Carvalho e Souza ; Augusto Soares de Miranda Jor-
d3o; Francisco Jos da Costa Brito ; o Dr. Seralim
dos Anjos Franca ; o Dr. Roberto Jorge Haddock Lo-
bo ; Antonio Raymundo da Costa Ferreira ; o sub-
delegado da freguozia de San-Jos desta corle, An-
tonio Machado Nuncs; Antonio Flix Cabral de
Mello; ocapittode artilharia AlexandreGomes de
Argolo Ferrfo ; Jolo Alves Portclla ; Jos do Mello
Carvalho, juiz municipal da cidadoda Victoria ; Ma-
noel Antonio da Silva Reis; o teriente-coronel aa
guarda nacional Jos Marcondes de Toledo; Ma-
noel da Silva Ferreira ; Luiz Rodrigues Villaros;
Joilo Antonio do MagalhesCalvet, chele da seceno
decontasda thesouraria provincial do Rio-de-Janei-
ro; Candido Caldeira de Sodza, contador da the-
souraria geral da mesma provincia; o capitQo do
corpo policial da dita provincia, Jos Antonio
Freir.
Secretaria de estado dos negocios do imperio, em
14 do setembro do 18*7. ~ (Assignado) Josi de Paita
Magalhes Calvet.
MINISTERIO DA JST1CA.

Despachos publicados na "rte, pela sc-
i tc tari a de estalo los negocios lajns-
tlqa, por occasiao do baptlsmo de S. A.
Scrcnlssiiii a Sra. prtncc/.a U. Leo-
poldina.
CAPELLA IMPERIAL.
Conegos effeclivos. .
Padre Agostinho Marques de Gouvfia ; padre Joilo
Malhias de Carvalho Bueno; padre Joaquim Valerio
LizardoeRego.
Conegot honorarios.
0 conego honorario di cathedral do Para, Antonio
Manoel Sanches de Brito; o cura da cathedral do
Maranhlo, Domingos da Rocha Vianna; o vigario da
fn'L'uezia do N. S. da Penba do Porto-Seguro, Jos
Tihurcio de Sanl'Anna; o vigario da freguezia da Sa-
cia-Familia, Jeronymo Ferreira de Souza ; o vigario
da freguezia de San-Jos da cidade do Recife, Lou-
cenco Correia de S. i
Prigadoret Honorarios.
0 religioso da tydem de San-Francisco da provin-
cia de Santo-Antonio, Fr. Jos dcSan-Lourcnco ; o
monge benedictino do mssteiro da Baha, Fr. Satur-
nino de Santa Clara Anturujs e Abrcu.
CATHEDRAL DA.BAHA.
Conegos honorarios.
0 vigario da freguezia de N. S. da Ajuda do Bom-
Jardim, Jos Maria Machado ; o vigario da fregue-
zia de San-Domingos da Soubara, Pedro da Silva
Freiro.
CATHEDRAL DO MARAflIlAO. '
Arcediago.
Oconego prebendado Antonio Lobato de Araujo.
Secretaria de estado dos negocios da justiQa, em
t4 de setembro do 18*7. Joo Carneiro de Campos.
*u-, zn rtact
inte ton.
AULAMENT BRASILE1RO.
SiSSAU EM 11 DE SETEMBRO DE 1847.
ORCAMF.KT DO IMPERIO.
(Conlinuac'o do numero 222 )
O Sr. Hollanda Cavalcanti (proseguindo) : Sr.
presidente, a nossa theoriu do partidos, os nossos
cfros do partidos chegam a ponto tal, que ha perto
del*, 15, 16 ou 17 anuos que vivemos d.baixo do
una almospliera taochcia do miasmas que com dif-
licoldadc trespassa um ralo do luz da corda / NiTo
queremos ver. A luz da corda est embaciada ha
muito, senhores, a nossa almospliera esta cheia de
miasmas corruptos! 1/quando fallo na theoria das
maiorias, quando digo que so pode marchar sem
maiorias : Aqui d'el-re .' lio revolucionario.' o
quanta cousa ha nesto mundo "
Nilo, senhores, nos nao nos parecemos em nada
com a Inglaterra, noni as cousas da Inglaterra dc-
vem ser tomadas.assim de leve, nena engastadas no
nosso edificio A nossa organisagilo osla mal de-
linida, tem defeilo radipal ;.,querendo nos seguir o
principio do partidos, ha vicio por loica, porque en-
tre nos nfo ha partidos da maneia por quo exislom
nessa grande nactto. Os ininisterioseslilo orgamsa-
dos sabe Dos como. Knli.iin seis individuos para
dar andamento nos nogocios pblicos; a estes seis
individuos as vezes poder-se-hia applicar oijiiea-
conteceu a Fox quando organisou o ministerio em
Inglaterra ; os ministros, quando so encontraran! no
coucelhO, olbavain uns para os outros, o diziam : --
Como se chama Vm., V. S. ou V. Exc. ?......
0 5r. Yasconcellos : Apoiado.
0 Sr. H. Cavalcanti ; Muilas Vezes um ministro
tem porscu collega um homem que nunca conhe-
ecu nem vio ; supponho que actualmente ha islo.....
O Sr. Yasconcellos: Assim aconteceu com o Sr.
Paula Sousa.
O Sr. II. Cavalcanti : Supponho que o Sr, mi-
nistro da usrra, posto quo mui di.slincto cidadilo,
era muito pouco conhecido do seus collegas; por-
que, quando eu fallei aqui, ha alguns anuos, a res-
peito da sua distincta administrado, um seu collega
lisso que nunca ouvira fallar nesso homom.....
O Sr. Yasconcellos : Apoiado Eu tambera me
ombro. ,. ,
O Sr. II. Cavalcanti: Qual lio a causa disto T He
a multiplicidade de pastas. Ao meu lado se acha o
Sr. viscondo de Olinda, que ja foi meu eollega ; era-
mos tres compatihoiros, o eu supponho que o Se-
nhor visconde pode me abonar; nos nilo tivemos a
menor dosharmonia no curto lempo que cstivemos
juntos. Achar tres homens de reconhecido saber o
experimentados para administrar o paiz, e que pos-
sa ni enlender-se, eu acho oais fcil do que achar
seis. Estes tres homens silo do nosso coslume ; o
nosso coslume tem sido ter tres ministros, nos fa-
inos assim criados Eu eslou inteiramente conven-
cido que as necessidades do pite reclamara que o
tnonarcha presida ao concelho, adminislracilo ;
i|ue nilo faca como o rei de Inglaterra.....
O Sr. yasconcellos : Est direito.
O Sr. H. Cavalcanti:.....que tres ministros no
concolho do tnonarcha salisfarao melhor as necessi-
dades publicas do que seis; sem superioridade, se-
nhores, porquo nos somos muito iguaes para que-
rermos levantar-nos muito cima dos outros. A con-
dico do primeiro ministro Iraz ura tal qual rebai-
xamentoaosseus collegas; nos nilo estamos habi-
tuados a isto.
O Sr. Yasconcellos:-Quo alteracilo houve depois
da creacilo do presidento do concelho ?
O Sr. II. Cavalcanti: Eu lho digo; deixe-ino fal-
lar ; se em alguma cousa eu nilo o satislizer, entilo
leinhro-me; por ora deixe-me (risadas). Se no mi-
nisterio ha um ministro que (pcrmitla-se-me a ex-
pressiio; dcsenla, quo nilo marcha em harmona
com os seus collegas, he muito diflicil a demissilo.
Nilo euidem os nobres senadores que he-tilo, diflicil
descartar-so de um eollega quo talvez nilo seja mui-
to leal, ou que discorde dos outros collegas.
O Sr. Fasconcellos : Mas o Sr. Paula Sousa foi de-
miltido.
O Sr. II. Cavalcanti : Nilo he islo fcil; por isto
nao se presuma que a autoridado de primeiro mi-
nistro se exerca com facilidade para remover esle ou
aquello ministro. Os tres darJJo mais cstahldade
adminstracno, c seemlm nao poderem entender-
se, lio mais fcil demittir os tres o achar-se outros
tros. .
O nobre senador por Minas, que foi o nico quo
me impugnou, estou quasi dizendo que esta com
inedo das ininhas doutrinas.
O Sr. Yasconcellos : Eslou com mais medo do Sr.
presidente do concelho.
O Sr. H. Cavalcanti: Eu sei. .. o nobre se-
nador ouvo as niinhas propositos, poo-se na dti-
vida bordeja (risadas). Elle lera vontade, mas diz
que sim e dll que nao (risadas). Llevando a voz). A-
nime-sefnaarfn).' O nobre senador diz que ou le-
ulio medo, eu lio quo digo : anime-se, rompa esta
almospliera de miasmas quo tem acabrunhado o
nosso paiz, appare^a a corda com todo o seu es-
plendor.
Mas qual boa dilliculdado que ha? O nobre sena-
dor tisso: Tond o ministro do imperio a seu
cargo a instruccilo publica, a agricultura, a indus-
tria, s obras publicas, e sendo necessario tanto ta-
lento para isto, dever anda esta pasta reunir-se
da itistica? Oh! poisonobro senador, que acha
facilidade na presidencia do concelho, acha dillicul-
dado cm que ministro do imperio administre estes
ramos subalternos? fliSo lio mais fcil chamar um
ministro para urna ospecialidade a um lumem dis-
tinelo, incumbi-lo de taes a taes altribucOes, ver
seus trabalhos, exaininS-los, despachar sobre ellos,
do que ter um eollega quo he seu igual, c quo esta
cm conflicto com elle?
Senhores, nem he preciso urna lei para isto. Eu
estou que so pode fazer islo pratico, palpavcl, sem
iicuhuni.i dispusicilo legislativa ; isto be, mais in-
telligivcl. est mais ao alcance de nossas circuns-
tancias, do que ter tima presidencia do concelho
que, para mhn he incgnita, ho X. Ilavendo tres
paslas, liradas as dcspe/'is do ordenados e gratifica-
(fias dos ministros e ofliciacs do gabinete, licain uns
sois eolitos de ris a discric/io do ministro quo aecu-
mula os trabalhos; coraseis CO los pde-sn grati-
llcar homens dislinclosquo se iucumliaiii, niclhordo
quo o proprio ministro, dos trabalhos pblicos, da
instrucgilo publica, dos correios, do todas eslas re-
partieres subalternas quo estilo subjeitas ao minis-
tro do imperio. .
Mas anda a economa hoamuito maior: o ministro
ca mais habilitado para dirigir os negocios : duas
secretarias disliuctas convertem-se era urna. 0 mi-
iristro tem o poder de aposentar a quem queira pelo
regulamento das secretaras do estado, tendo ooffi-
cial da secretara corlo numero do anuos de servigo;
as secretarias teoui muila gente; entre esta genio
havera homens capazos a quem se possa confiar pos-
tos desta importancia ; e, so nilfl ha, o ministro li
deaposentar os que queira c nomear oulros. Nao he
preciso urna lei para isto; 0 ministro do imperio
anda ha pouco lempoaposcnlou um oieial-niaior,
u fez OAitro maior, e fez outro.
Anda lia mais : a administratjjfo da jusliQa som-
pro foi coinmcllida aos trihunaes; foi sempro go-
vernada jtelo antigo desembargo do paco Nos crea-
mos o concelho supremo de Justina ; o concelho su-
premo de juslica tem suas leis e attribuicGes j mas
aos membros do concelho supremo de jusliga pela
con.stitiiicao lio mandado dar carta de concelho el-
los teein, pois, obrigaQao do aconselbar, sempro que
o gov'orno o urque nilo so tilisa delle? IT'
necessario iessu*cit'ar o desembargo do pago I1 Nao ;
nao pode o niiitislro chamar magistrados tiio dstinc-
los como existem entro nos lo o podemos dizer
com orgullio) para commetter-liics a marcha re-
gular da administraQo da justica ? Nilo he lito
mais conveniente do que esta alministraQno do jus-
titja exposta aos vai-vens dos partidos, creados por
maiorias de urna almospliera corrupta ?
OSr. fasconcellos: Apoiado! Nilo est presen-
to o Sr. ministro da justica ?
O Sr. II. Cavalcanti. E procuraroi eu ontrar
em miudozas, em pormenores para convencer ao no-
bro sonador da exiqubilidade desta medida, por
ni i m proposta para a reforma da adminstracno :
Quando digo que a pastado ostrangoiros pode oslar
reunida a da guerra e marnlia, lombro porventura
una cousa qu exija capacidado iiiimonsa ? Nilo ho
urna necossidade todos os dias roconhecida pora-
quellcs quo leem estado a losta deslas reparticOcs?
Pbrventtna a pasta de, cslrangeiros nilo era a da
guerra? No eslava tu sempro reunidas as repartl-
cOes do eirangoiros o guerra ? As nossas institui-
cocs mesmono estilo em harmona com esta aecu-
niulac.io das pastas ? I'otvontiira a repartQ.lo da
guerra govoma-so com a poltica Aonde quere-
mos levar a disciplina, a nobrn/.a, a organisa^ilo do
exorcito do nosso paiz ?
A repartieflo da guerra sempro fai governada pela
propria repartieflo, eru o concolho do guerra; o mi-
nislro do estrangeros accgmiilava a pasta da guer-
ra, porque oda guerra n3o era hmem poltico; a
poltica nflo entra na guerra nem na marinha. Isto
he, o que existo tambera em oulras nacOes. Nos ve-
mos quo na'ieparticilo da guerra creou-se o archivo
mililar; e o que lid este archivo militar J Hojecon-
sideram-no como una nullidade, como urna exefes-
cencia; entretanto o archivo militar foi creado mais
para a reparticilo do cslrangeiros do que para a da
guerra ; he ello o tombo onde se acham todas as
informacOes nlema8 do paiz : ludo quanlo poderla
pdr-se em-execueflo noexercito devia ser archiva-
do ; assim o ordenva a lei que crcou o archivo mi-
litar. Areparlco da guerra he a aceflo, a do es-
trangeros he o pensamento ; esta indica o que se
lia de fazer, aquella he que o poe era execueflo.
Ora, nos lemos o archivo militar, temos o conce-
lho supremo militar que tem aUribtiicoesdoconce-
llio de guerra; temos o commaiulatile das anuas da
curto... mas faz-so do commandante das armas da
eolio uua ORj8fi4U$tt do ministro du catado ; 3i il
o estado cm que nos acharaos! Nflo ha unidade no
excrcito; cada commandante militar presume-so
em directa correspondencia com a secretara dees-
lado... o sao os escroventes da secretaria quemgo-
vernain o exercito .' Estarei dizendo novidades?....
OSr. Yasconcellos: OSr. presidente do conce-
lho quo lho responda
O r. II Cavalcanti: Pois o general da corto
nflojie muito sullicicnto para mantera nidade no
exercito, para manter a disciplina, para expedirs
ordens que porventura o concelho de ministros dc-
torminar acerca do exercito ? 0 que quer dizer mi-
nistro da guerra? Eu fallei umdia aqui era general
em chefo ; snppoz-so um tutu; mas he da theoria
das maiorias-
A repartieflo da marinha ho simples, simplicissi-
ma. Nilo bastam o quartel-general da marinha e o
concelho d guerra !' O que he necessario he crear o
concelho do alniirantado. Assim so govorn.tva Por-
tugal, assim so governa a Inglaterra ; o Purlugal
medruu primeiro quo a Inglaterra.
Nflosci, pois, que complicacao piule bavor nsto
quo digo. Como he quo 0 ministro de estrangeros
podo estar no seu pensanitiito secreto, o muito se-
creto, pedndo licenca aoni nistroda guerra e trans-
mittndo-lbo suas ordens por pessoas *|uo nilo sflo
do sua conliitnca ? Como se esperar dosto modo
cousa alguuiacm harmona cora o hoin servigo do
estado? Quo mulliplicidado do agentes, de despe-
zas, quando silenciosamente, sem nada dar a perce-
ber, um chelo militar desempciiha urna msslo di-
piomalica excellenteniente; o scniio, veja-se na
historia da diplomacia quanto vale um apparelho do
louca com o pontap de um general.
O quartel-general da marinha podo fazer o mes-
ino que o quariet-genonil da guerra; o concolho do
alrniranlado o o concelho de guerra podetn dar ga-
rantas, podran constituir o exercito. Porque rasflo
o nosso exercito v-se todos os dias com proraogoes,
cora mudangas? He porque est tambem subordina-
do a maioria, a poltica. Isto ho um erro que cum-
pre emendar, o he fcil emendar; a guerra seja go-
vernada pola guorra, a tiiarinlia pela marinha, eseja
subordinada a acgflo politica ao ministro dos nego-
cios estrangeros.
Eu supponho quo tiflo preciso cstender-mo mais
sobre esto objocto ; esporo quo o nobre senador por
Minas, despertando do folhargu, rotnpendo a almos-
pliera do miasmas, se chegue as inhibas Qpinides. O
quo ho necessario queu diga, e quo talvoz alguem
lisio acredite, hoque hilme encontr como nobre
senador por Minas, uein com nenliun do meus col-
legas, soiiflo nesta casi; nossas palavras, nossos
pensamentos leem por nico contacto esto recinto, e
por isso nilo he limito que o nobre senador discorde
de m i ni ou eu discorde do nobre senador nesto pon-
i. .Mas soso organisasso o poder, appollo para a
propria consciencia do nnbro ministro da fazenda
uu presidente do concelho ; atienda olio s propo-
sges quo emiti, e diga se nilo estilo em harmona
com o servigo public; aquellos quo teem sido minis-
tros tambera digainso uo leem encontrado embara-
zos na existencia de seis pessoas no gabinete .'...
O .Sr. Fasconcellos : O Sr. presidente do conce-
lho prova-o at com o proprio facto, porque rene
tres pastas.
OSr. II. Cavalcanti:--... digatn se o quo estou
expondo nilo est em harmona com os nossos cos-
tuines, com os nossos hbitos, com as nossas neces-
sidades .' '.
I Com mais probabilidade vuha bom resultado aa-,

M


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.O.
qm do queda imitacflo inglcza, tilo fura 'le proposi-
f. e que nflo servir senflo de azcdar-nos, senflo de
inspirar-nos mutua dcscnnfiaiica... nflo. ha outra
palavraparaoxprimir o i.icii pensamenlo e de que
nao me record ; mas quera exprimir a situacflo
i do honiem que v ludo perdido e nflo acha remedio
hp a musa neiihuma....
m Sr. Senador: Desesperado da causa pu-
blica. '
OSr. H. Cavatcanti; Si ni he o que nos esta-
mos lazendo, he para oque vamos caniinhaiiilo, he
"'esesperarda causa publica, quando a causa publi-
ca nos da militas esperances. .
O Sr.C. Ferreira Desesperar da causa publica
he o peior vicio do legislador.
OS,-., h. Caralcanli: Do cdadflo mesmo ; o
militar que desespera na occasflo do combate lie
rigorosamente castigado ; aquello que entflo diz :
(1IHMII iwiilni'(u,..Ml.,r o,-.... i
l'n'laca'hc "'"''"'~ IBVM logo ",na a
tcnhoS,?i,,J1,",nm0S,U',S,'0Jeem rela??i0 8 O q"
la n, n : Prmelr |,r"'ci',i0 Proclamado he o
ras.. : 6VC,n he Bverno das lai0-
n u F^rtira: ~ '>a cconomia ?
.? Cavatcanli:Das inaiorias ; tanibem
.hedyecunomia.eeuseideque economa h. Mu
e .P"nciro principio proclamado, depols
mifiSHS:.~ Nunca disse ? 0h 'scnh0-
doi ,, SU ^'SSC n" Cam;lra lopula-
unrchi scricial ao governo representativo
marchar com as inaiorias, -
Irte que uisso isto...
. O Sr. C. Ferreira Com
ilflS.
r^J,r^!!J,aiva!canli'-- mMlou ei
ue tn?5Tdo,rM i. Wlou cm n.aiorias: dfssc
,a n, vcssc '"" sia *ori,*lloM demitti-
ria. Pode ser que a minh memoria me falta.
o s> ra'onCf'<0' M* : dw isto mesmo.
/ ar. //. Caralcanli : () Sr. Paula Suma uc-
crescentou que todos os -ninistro que s wS
conipanheirosestavam ueste pensamen o; que as-
Slm o prometieran,, e elle eslava que cumpririan. a
su p;,,,viai poi8 sTo hometu\ tSSTISS
nmadascondiccsheo principio das inaiorias- a
oura he a presidencia do concelho. Mas o q e/e a
once ho0'V. fflff0 P que he Pedente do
or,S so ?0",h'co UM1 fac, ,la presidencia
2S&C" a circular aos preside,,tes acer-
O 5r. Presidente do Concelho : Esse pouco.'
, ^r- ff: Cavalcanl;... Esta circular fui escripia
peloSr. ministro da fazenda....
O r. presidente d Concelho ; Por
senhor.
com as cmaras. Parcce-
verdadeiras maio
O Sr. Presidente do Concelho: Nflo sol ondo estflo.
O Sr. H. Cavatcanti: Pota hem; dizendo amigos
de Pernamb'uco, j sci quaes sflo. O Jornal do Com-
mercio transcreve estas palavras.que nflo me record
se foraui taes quaes ; mas cu as adopto, nflo hei de
fugir s provas.
Na sessflo de hontcm, o Sr. senador-II. Cavnlcan-
ti compronielteu-se n pi-uvar que o governo nromo-
vca dcsnrdem em i'ernanibuco e.deseja revolucio-
nar essa provincia. Nflo hei de icar so em pala-
vras, accrescontoir o nobre orador; se Dos" me der
vida, hei de ir mas adiante ; nflo me contentarei
com palavras aqu proferidas, farei npparecur um
laclo mas positivo autorisado pela lei.
Alguem pode entender mal estas palavras, e por
isso he necessario dizer que o fado he una aecusa-
eflo perante a cmara.-...
OSr. R. Torres : Todos entci.deram assim.
OSr. H. Caralcanli : Nflo, lguem nflo enlendeu
assim, e sobretudo quando se langa mflo du agulhas
ferrugentasque estflo promptas a translornar as mi-
nba's palavras, o nieu pensamenlo.
Pena lie que o Jornal nao trouxesse tambem oa-
pirte do Sr. ministro da fazenda. O Sr. ministro dis-
se que en couspirava com nieus amigos, ou com
nicus prenles, uu com qur que seja. Senhores, eu
nflo tenlio aqu documentos, nlo trago papel ne-
nlium comiuigo j mas a presento os factos quo es-
tflo nos archivos, que estflo no dominio do publico :
sflo reos confessus, eu o vou demonstrara
[Continuar-se-ha).
PERNAWIBUCO.
Cmara municipal do Itocife.
1." SESSAO ORDINARIA DK 28 DE SETEMBKO
ORDINARIA DE 28
DE 18*7.
PRESIDENCIA DO SU. BEGO AI.BUQURRQUK.
Prsenles os Srs. Carneiro Monleiro. Barros,
primeiro
lia nada
parece-me
miin, nflo,
c 5r- ": *"**w: BHa est assigriada pelo
Sr. Uanoel Alves Blanco, salvo se o nobre ministro
Ua lazenda lie presidente nominal do concelho, sal-
vo se existe outro prosidente.
O Sr. Presidente do Concelho :__He X.
O Sr //. Cavatcanti : Sim, he X.
SO conllevo um nico faci que tem indicado al-
guia alteraqflo na adniinislragflo cm virlude da
ereaeflo do presidente do concelho, e-este fado !i a circular a o presidentes. Ora,' aos presidentes
quem costumava dirgir-se era a repartieflo dojm^j
pe io; o ministro do imperio era quem manlava es-
sas circula res; mas liouvo esta alteracflo ; foioSr.
ministro da fazenda quem mandou a circular, e seni
duvida nflo o fez senflo em qualidade de presidente
du concelho.
Se o nobre senador por Ulnas sabe de mas algum
fado por onde tenha apparecido alguma altribuicflo
do presidente do concelho, tenha a boildadc de a ju-
dar-me....
<>Sr. Vasconcellos :Nflo, senhor; com
satisfaco de mata....
O Sr. ti. Caralcanli: Ha algum oulro ?
OSr. Vaseoncelloi : Nflo desejo que baja outro.
OSr. II Caralcanli: l'arece-nie que a inda ha
outro Tacto; supponho que as occiwiocs de corte,
(enho visto o Sr. ministro da fazenda em
lugar....
O Sr. l'rtsiden'e do Concelho \ Nflo
disto.
O Sr U. Caralcanli: No oulro da
que notei isto....
O Sr. Presidente do Concelho ; Nflo, senhor.
OSr. Vasconcellos : Essa he peior ; ser ministro
do imperio c (car no ultimo lugar !
O Sr. H. Caralcanli l'arecc-me que vi em pri-
uieiro lugar o Sr. Uanoel Alves, depoia o Sr. Ver-
guciro....
OSr. Vasconcellos : Essa he igual a pastoral (r-
sadas).
O Sr. H. Cavatcanti : Mas, Sr. presidente, o tni-
co facto que seapresentuu da presidencia do cunee -
Hu foi a circular aos presidentes acerca das eloi-
coes. Senhores, eu declaro que respeilo milito a lo-
dos os acluaes ministros ; a alguna lenho amizade,
a outros riiuila,sympaliiia, e se ha alguem de quem
nao seja amigo, tambem nflo sou inimign; iiidepen-
dento dassuas qualidades pessoaes, so pela pusicSu
de ministros da cora cu Ihes preso a naior deferen-
cia. Alguma cousa se me ten dito que eu nflo acre-
dito, julgo que he intriga ; mas dcscuilU que e-l.i
intriga nflo he Ifl.o superficial, algum fundamento
tem, porque huiitem no calor da discuMfio escapou
ao Sr ministro da fazenda que eu couspirava coui a
unidla familia contra a nrdeui publica....
O Sr. Presidente do Concelho: V. Exc. he que dis-
se que o governo couspirava.
O Sr U. Cavatcanti : Digo, e provarei.
Se o nobre ministro dissesse: Vos tambem cons-
piris-- podia-se dizer que usava da represalia, que
a aecusaeflo era reciproca ; mas trouxe a iniulia fa-
milia....
O Sr. Presidente do Cmcttho : Nflo fallei em fa-
milia, fallei em seus amigos.
O Sr. H. Cavatcanti : O nobre senador com esse
aparte liuha alguma cousa a dizer, e portanto Pasas
intrigas que se me teem dito nao sflo tflo superli-
craes. Mas vamos ao caso.
Eu supponho que o Jornal do Commercio no que
disse boje foi exacto, anda que podem ,ahi algumas
pessoas pouco experimentadas entender mal essas
palavras; parece-meque ouvi o nobre ministro fal-
lar e:n prenles.
OSr Presidente do Concelho : Amigos : duas ou
tres vezes repel.
, Dr.
Aquino, Egidin Ferreira, Karata e Dr. Nery, abri-
se a sessflo c foi lida o approvada a acta da antece-
dente.
O secretario fez a leitnre do segunto:
Urna tercera via do offico do Exm. presidente da
provincia, remetiendo por copia o aviso expedido
em nove do rorrete, declarando ser extensiva a
elecflo de elelores para a noffieacHo de senadores
a providencia do artigo con lo e vinte o um da le
regulamontnr daseleicOes, na parle em que impOe
aos presidentes das provincias o dever do remoller
cmara dos senhores doputados copias authen-
lcas ilas cleiees deludas as freguezins ; e orde-
nando (|ue, em coiisequencia, Ihe enviasse acama-
ra copias authenlcas das eleices que se procedeu
no da 19 do correte. luleirada eaceusou-se a
recopQflo.
Outra tercera via do officio do mesmo presidente,
communicando terconvocado a nova assemblca pro-
vincial para se rounir na prxima sessflo de 1848 ; e
determinando se mandasse proceder elecflo dos
membrosda dita assembla, na mesma occasiflo eui
que se fizerema dos depulados geraos para a futura
legislatura, luleirada, respondeu-se eexpediram-
se as convenientes ordena,
Oulro ofllcio do mesmo preadeiile, reiueltendo
J)por copia o aviso de 7 de agosto ultimo, solveudo
duvid.is acerca da execuQflo da lei de eleices. lu-
leirada, eaceusou-seo n-cchimenlo.
Outro do mesmo presidente, remetiendo copia da
duvda suscitada pulo juizde paz da freguezia du
Bozerros acerca da execugflo da lei citada, e da deci-
sflo por elle dada mesilla duvida.-- luleirada, e
respondeu-sc.
Oulro do mesmo presidente, aulorisandoa esta c-
mara a despender com oa objectos Constantes da re-
aQfloque so Ihe cviava, eque se fazem precisos
^s cleigoesi que se lem de proceder, a qnaulia
que forabsolutamente indispeiisavel, luleirada.
Outro do capitflo desle porto, communicando a-
char-se autorisado pelo governo da provincia a pa-
gar a esta enmara a quanlia de 7,240 res, proveni-
ente das despostas rollas com a acquisiclu do terre-
no (jue a niesnia cmara ceder em bunelico da ca-
pitana do pullo, e que essa quanlia seria enlregue
a pessoa designada por ella. luleirada, aecusou-
se o recebimento e autorisou-se ao procurador n re-
cebar esse diulieiro. .
Oulro do fiscal de San-Jos, participando nflo po-
dr comparecer sessflo por doenle. ~ luleirada.
Outro do jui/. de paz do segundo ilislrictQ da BSa-
Vistii, conimuiiic.iiiilo que, por doenle, deixava de,
por ora, exercer dito Cargo. luleirada, aecusou-
se recehiiieiilo e convidou-se o immedialo em vo-
tos a pi estar juramento.
Oulro do piolessor publicd*de primeiras lettras da
freguezia da Vaiz.ea, participando ter entrado no
gozo da licenca du 3 mezes que Ihe conceder o go-
verno da provincia para traanle sua sade ; e pro-
pondo para o substituir, durante osen impedimen-
to, o ciiindflo Joaqun) Remigio Pereira. luleira-
da, e mandou-se passar, nomeaefio ao apresenlado.
Andaiam em praco 08 objectos iilliniamenle an-
nunciados para seren arrematados, e nflo apparec-
ram licitadles.
Handou-so porom praca o reinliineijloda ulerigflo
dos pesos e medidas (leste municipio, tundo por ba-
se o prego da ultima arrematadlo; e hem assim o
quarleirflo da nbeira do peixo da freguezia de San-
Jos, que nflo tem de ser demolido, por 800,000 rs. ,
a quem mata der.
lespacliaram-se os lequcrimcntos de Anlunioda
Silva GusmAo, Anastacio Xavier do Cunto, liento dos
Saulus'ltaiuos, Prajicisco Anlonio Vicha Jnior, Joflo
Francisco de Oliveira, lunocencio Aulunes de Earias,
l.oureuco Manuel de Cirvallio, l.ui/. Ignacio llibeiro
liorna, dos niuradores' da i ua do Crespo, de Manuel
Antonio Vieira, Manuel Eigueiia del-'ana, Manuel
Lutada Veiga, Manoel Pesia na d'Andrade, e levan-
lou-se a sessflo. E eu, Joa Jos ierreirade Aguiar,
secretarlo a subscrov. liego .Hbuquerque, piesi-
denle.Ur. i\ery da Funseca. Cintia Uanoel -- Car-
neiro Monleiro. llanos. Aquino. -- llarata.
Na erte nada occorrra de extraordinario.
SS. MM. e AA. II. conlinuavam no gozo de perfeita
saiide.
Asgazetas quasi que exclusivamsnte se oceupa-
vam com a insereflo dostlespachos que tiveram lu-
gar por occasiflo do baptismo da sereuissima prin-
ceza, a Senhora D. Leopoldina.. 4
Desscs despachos apenas podemos transcrover nes-
te ntimoro do Diario os quo seexpediram pelas se-
crdariasdo imperio cjustica, visto como Talla-nos
es paco para a transcripeflo dos que publicara a da
guerra. Entretanto", desde j declaramos aos leito-
res, que o Sr. brigadoiro graduado Francisco de Ar-
rulla Cmara acha-se elevado effectividade do pos-
to respectivo ; que o Sr. tenente-coronel do ostaqo-
maor da primen a classe do eTcercilo, Manop! Igna-
cio de Carvalho Mendonca, fra nomcado comman-
dante do 2. balalhflo do adunara a p; e que pas-
sra para este balalhflo, na quaiidade de major, o
Sr. Ilygino JosCoelho, que servia no 3.' da mesma
arma como major graduado.
A15dexra de haver sessflo no senado e na c-
mara dos Srs. deputados.
O Jornal do Commercio noticia o resultado da ele-
cflo do dous senadores por Minas nos collegios de^
San-loflo-d'EI-Rei, San-Jos, Ouro-Preto, Marianna,
Quelu e Sabara. Os candidatos mais votados
cram os Srs. Limpo de Abreu, Fernandos Torres,
Costa Pinto, Quinliliano, Jos Pedro c Jos Feli-
ciano.
O referido Jornal, aecusando rpeepeflo degazotas
de Montevideo at 3 do preditosetombro, diz o se-
gtu'nte:
nos de Inglaterra e Franca, ofelicitam elheoffcre
cem sua activa p elTlcaz cooperaeflo, dispostos n
preferir c modo, conquista da sua patria.
7. Rea encarregado o governo de designar 0
diaem quesejam dadis tres salvas, acompanhadas
de repiques geraes, >>r.ra celebrar a gloriosa resisten-
cia s ncidiosas propostas apresentadas em riom
da Inglaterra e Franca pelos sou.i ltimos enviados
(('() (lia 29 foi o designado para os festejos decre-
tados pela sala dos representantes. Os jornaes do
Montevideo referom que. durante a discussflo da re
solueflo, alguns juizes de paz e agentes policaes cx-
citavam a efervescencia popular contra os interven"
lores, e quo pelas ras houvera morras aos estran'
geiros. i)
Na Dahia ficavam as cousas no statu quo. a pro-
vincia permaneca tranquilla.
COMME'RCIO.
O Sr. U. tavalcanti Prenles, e al supponho
que se refera a Pernambuco.
O Sr. l'retiienle do Concelho : -- Diga o que quizer:
falocm amigos.
O Sr. U. Cavatcanti: -- Amigos do Pernambuco
n3o?
BfCnx, 4 ZZ OIIDBBO DE 1847.
Chogou hoje dos porlos dosul, com 18 das de
viagem, o vapor de guerra Guapiassu.
I'ur elle recebemos alguns peMJUjAos do ltio-de-
Janero que alcancajp a li de seCBmRo prximo pre-
trito, e outros da Babia cuja uitima data he de l9 do
precitado mez.
Na praca e demais pontos oceupados pelas fr-
cac de Montevideo nada liuha occorrdo de novo.
aPerante a assembla de notaveis fez o ministro do
interior edeestrangeiros a seguinle exposcao :
O mnislerodesejava ardentemente apresentar
II. A. de notaveis o tributo desua consderaeflo o
respeitos, o a fortuna Iho depara occasiflo de faz-lo
sob a impressflo dos successos de 18 docorrenle.
Elles, senhores, servirflo poderosamente para dar
maior frca a moral da defensa, porquo o prestigio
da autoridade imperou, ea vonlade da opiniflo pu-
blica manifestou-se expressa e enrgicamente.
Com estes auxiliares ere o ministerio que o tri-
iimplin da nossa causa est seguro. Agora resla s
fortalecer csses elementos por meio deum apoio ex-
plcito c decidido de todos os homens interessados na
salvacflocommum. J he lempo, senhores, de des-
apparecerem as dissenscs intestinas, e do subbrdi-
narein-se todas as exigencias, todas as pretences-
individuaos nica exigencia da salvacflo com-
mum. No principio desla lula fomos fortes c fize-
mos prodigios, porque estavamos unidos, o ninguem
se oceupava sunflo com o interesse comnium. Esse
vinculo poderoso desapparece.u depois, e as suascon-
sequencias lodos as vimos e sentimos. Tornmo-
nos, pois, a unir; aproveilemos as lices da experien-
cia, e a nossa patria nflo sei pra do tyramio ar-
gentino.
O ministerio est forte nesta cortviceflo, eapoia-
do iiel Iii correr a sua marcha admiuislraUva. O seu
programma nflo he novo, mas ser um faci positi-
vo : nflo trouxe ao seu elevado posto nem odios, nem
afreico.s, nem individualidades denenhuma ospo-
cie; nflo tem outro interesse senflo o interesse de
lodos; quer marchar com os esforcos de lodos ; ea
II. assi'inbea de nntavci-i quo tflo poderosa infliu-1-
Cifl lem e lauto pode, prestar ao ministerio todo o
sen apoio; com elle contou sempre', com ello con-
lar, o se -Mo faltasse abandonara o poder para que
outros mais felizes O exercossem. Isto quanlo po-
ltica gcral; pelo que loa aos successos internos,
m lem o ministerio a dizer que, dentro de dousou
tres das, concluir um empreslimo quedar com
mil pesos mensaes para atlendcr s necessidades pu-
blicas. Este empreslimo lera por base a atlencflo das
rendas da alfandega do anuo de 1830, ou a hypolbe-
ca especial das oulras rendas.
Esta ultima base he a do ministerio ; mas nada
sedecidioanda por depender da conveneflo que se
faca com os mutuantes. Para quando so d o caso,
pede desde j a autorisaeflo competente.
Em 31 do passadoautorisou a assembla de no-
taveis um emprestimp decent e cincuenta mil pe-
sos mensaes, por espaco de um auno, e respondeu ao
governo que poda contar com o apoio franco e leal
da assembla para prcm execuefloa sua poltica pa-
tritica.
' Por decreto de 28 de agosto ordenou o governo
oriental que Picasso suspenso desde j o regulamen-
to consular de 20 de novembro de 1846, alser ap-
provado pelo corpo legislativo, devendo dirgir-se os
cnsules, no exercicio de suas funcqCs, pelo regu-
lamenlo de 4 de setembrode 1835.
. Na uoite .de 24 de agosto foi rondada a casa do
negociante Joflo da Silva Figueira. Calcula-sc o va-
lor do roubo m vinte mil pesos.
De Buenos-Ayres alcanzan) as datas a 31 de a-
goslo. ?
A sala de representantes expedio o decrclo se-
guinle :
Arl. 1. Approva-se em todas as suas partes a
conducta do Exm. Sr. gnveruador, etc., na negocia-
Cflo iniciada pelos plenipotenciarios de Inglaterra
e Franca, de que den conla na sua uiensagein de 28
de julho prximo passado
2." Declara-se que a insistencia do governo cm
negociar segundo as bases Hood, aceitas por todas
as parles interosjadas, he u expressflo da vonlade
dos Argentinos.
3. O governo continuar a porlar-se nesse gra-
ve assumpto com a energa, dignidade eaceito que
manil'eslou em auslentacflo da honra e independen-
cia da confederarlo.
4. Nflo sendo j duvidooo que o carcter posi-
tivo da nterveneflo angln-fraiiceza beodo allenlar
cnica a independencia deste.s pai/.es, declara-se que
de conl'oi midade com a sauceflo de 24 de marco pr-
ximo p)issado,em que esta represenlacflo fez sua tuda
a responsabilidad!! dos actos do governo o dos suc-
cessos, ica autorisado Ilimitadamente para emple-
ar, seui excepeflp, lodos os nieiosque o habiiilcm
para levar.ao seu termo a gloriosa defensa ja sobe-
rana e independencia nacional.
- 5. ecrcla-so um voto de grabas em nomo da
reprcsonlafflo da provincia ao supremo chefe do es-
tado pela sabedoria c dignidade com que suslenlou
os direitos da confedera^flo.
f>." lima de|Hilacao desta junta, compusla de 4
membros que designara e presidir o'presidente,
trartsmiltra este voto de viva vozoExm.Sr gover-
ador, etc., expressainlo-lhe que os reprsenlo ules
e iepresenlados, agradecidos ao importante servico
que prestou fazndo conhecer as vistas dosgover-
Alfandega.
RENDIMENTO DO DA 4..........,
Descarregam hoje, 5.
Barca Zilia ltalas.
Rrigue Courad botijas vasas.
Patacho Providencia mercadorias.
Polaca ~ Constante vinho. *
Barca Eske- tartana.
MPORTACAC.
6:880,387
Zili/t, barca franceza, vinda do Havre, entrada no
corren te mez, consignada a Didier Colomhiez &
Companbia, man festn o seguinte:
60 barris manteiga, 40 meios ditos dita, 5 caixas
papel, l dita calcado para homem, 2 ditas teridose
lencos dealgodflo, 3 ditas chapeos, 1 dita bonelcs
de menino, 1 dita chapeos de sol de panno, 1 dita li-
nhas; a CalsFrres. ?
2 cageas agoa de Colonia, 1 dita lunetas, brincse
botes de camisa.; a Denker & Companbia.
1 caixa diversos objedos; a J. J. Moracs Sar-
ment.
1 caixa tecidos de seda calgodSo-; aBothe&Bi-
doulac.
1 fardo lencos dealgodflo, 1 harrica fio delalflo,
1 caixa tecidos dealgodflo ; a E. Bolli.
1 caixa conservas, 2 carueiros, 12 pSes de assu-
car; a Lazary.
1 caixa brinquedos de menino; a ecob.
1 caixa phosplioros e mais objectos ; a Klen-
paul.
60 barris e 20 meios ditos manteiga; a J. Jos
Monleiro.
50 caixas queijos, 2 ditas hervilhas, 1 volume com
31 pfles de assucar, 4 caixas pelles do carneiro; a
L. Pugel& Companhia.
1 barril restos de tabaco, 5 caixes chapeos, 1
caixa lilas, editas industria parisiense, 1 dita teci-
dos diversos, 1 dita perfumaras, 2 (lilas bijuterias
linas, 2 ditas (ecidos de Ifla, 1 dita calcado, 3 litas
vidros,3 ditas objectos para selleiros,j2 ditas diversos
objectos ; a J. P. Adour & Companhia.
1 caixa conservas. 1 barril ago'ardeute, 1 dito vi-
nho; a F. Sauvago.
1 caixa roupa; a Belenot.
i caixinha livraria, 1 caixa com 9 bandejas j aJ.
P. db Lentos.
2 caixas papel y a Meuron & Companhia.
2 caix.iscom 4 lees; a M. A. Monloiro.
40 barris e 20 meios ditos manteiga, 1 caixa fer-
ramenta, 4 ditas chapeos, 2 ditas ditos de seda, t
dita tecidos do Ifla, 1 dita lencos e merino, 1 dita
Chapeos de sol dealgodflo eseda, 1 dita ca neiras,
4 ditas diversos Objectos, 1 dila bjulerias, 1 dita al-
batro, 1 dita perfumaras, flores e merceaia, I dita
obras em papelflo, 5 ditas tecidos de algodflo, 7di-
tas inercearias e modas, 1 barril papelflo, 20 caixas
queijos, 100 ggos batatas, 1 caixa tecidos de seda,
1 barril mercearia,*2caixas conservas ; a ordeni.
2 caixas balancas, 1 dila drogas, 1 barril verdete ;
a I. Sdiiiii.
5 caixas machinas para preparar e destilar assu-
car, 2 ditas livraria ; a L. G. Tei-rcira.
1 caixa com 1 chafariz do uirmore e seus perten-
ces, 1 dita drogas, 1 dita essencia de trebentina, 2
barricas retalhos d pelles e raiz d'alleia ; a B. F. do
Souza.
1 caixa sedas, 2 fardos tecidos de algodflo, 13
caixas ditos de dito, 18 ditas ditos suissos, 3 ditas
conservas, 2 ditas tecidos de seda e algodflo, 1 dita
escoinilha, 1 dila tecidos de seda, 10 ditas sardi-
nhas ; J. heller.
50 ggos cbampauhe; a Me. Calmont & Compa-
nbia.
1 caixa diversos objectos ; a Buessard.
1 caixa msicas, 1 dita bejulerias e relogios, 1 ,
di la potes de tabaco ; a G. Garniel'.
240 barris e 120 uieios ditos manteiga, I caixa
luvas de algodflo,- 1 dila fil de dito, 1 dita sus-
pensorios, 1 dila lencos e tecidos de algodflo, 3 ditas
tecidospara caigas, 5 ditas chapeos, liita bonelcs
de menino, 1 dita cadinhos, 5 ditas tecidos de algo-
dflo, 4 ditas ditos de chapeos, 1 dita lencos d'algi-
bera, 1 dila frascos, leques eeslojos, 1 dita agoa de
Colonia, 1 dila chapeos deso de panno, '9 ditas te-
cidos para caifas, -2 tillas poi cellana, 4 ditas perfu-
maras, 1 dila Calcado (le pello, 1 ditu vidios, 1-dila
diversos objectos, I dila litas, 3 ditas drogas, 3-di las
pelles, 1 dila bejulerias, 1 dila doce; a Dedier Ce-
iombiez & Gonipanhia.
1 caixa chapos, I dila drogas, 1 dila vidros, I di-
ta cariieiras, 1 dila papel, 1 dita bandejas, 1 dila se-
das ; a Dedier Itohcrt (V Conipaubia/
3 caixas chai eos de homem, I dila pelles, 3 dilas
algodflo, 2 ditas tecidos de seda, 1 dita dilos de se-
e algodflo, 1 dila lilas de seda, 15 dilas tecidos do
algodflo, 1 dila bengalas, 4 fardos tecidos de algo-
dflo, 2caixas ditos suissos, 1 dita tecidos, 4 fardos
panos, 4 caixas sedas, 4 ditas chales de Ifla; a
Si-iallicilin (V iohlcr.
25 gigos champauhe, 5 caixas tecidos de seda, 1
dita sedas, 16 dilas tecidos do algodflo, 3 dilas litas
de seda, 5 ditas suspensorios, 1 dita pellos, 2. mei'caarias, 1 dita porcellaua, 1 dita perfumaras, 2
dilas tecidos de seda e Ifla, 4 ditas sedas e algodflo,
1 dita luvas de pellica, 1 dila tecidos de Ifla, 4 di-
tas objectos para chapeleiro; aKalkmann & Hoscn-
mund.
1 caixa diversos objectos, i.dita chapeos ; a A.
Colomhiez.
2 caixas drogas, 1 dita catatabas em vidro, 1 ditu
brinqu dos de menino, 1 dita sueco defructas, 2 lil-
las viduis, 1 dila obras de papelflo, i dita ptegos,
2 ditas pe fumarias, 1 dita obras de papel, 2 ditas
massa para clwipos; a Ce/.ar Kruger.
2 caixas chapeos ;4II. Lasserre. y



i caixa serrotes e varias ferramentas ; a Bolli &
Ch3 "kas'tecidos de lila, 3 ditas ditos de algodSo
1 dita uncalharias. luvas e cerdas, 2 ditas te dos
E 10 ditas papel. 14.di.as. pe es, a ditas. I.vros.
1 dita tablctoria, 3 ditas quiiicalharias 1 dita es-
tampas c escovas, 2 ditas modas, 2 ditas vidrose
noreellana, 3 ditas dita, 1 dita luvas aflores 1 dita
tecidos de seda, 8 ditas merceanas, 1 ditaobjectos
de livreiro, 12 gigos vinho champarme ; a Avrial
Frrcs
12 notes salchietas. 1 caixa conservas, i dita mos-
tarda 6 ditas corrr garrafas de Kcrck, 7 ditas pape,
i dita'vidros, 1 bah tecidos.diversos 1 caixa objec-
rns oara selleiro, 1 dita vidros, 1 dita chapeos, 1 dita
papel pintado, 1 dita pelles; 2 ditas diversos objec-
tos 1 dita chapeos de bomem, 1 dita calcado, l dita
obras de cssquinha, 30 barris manteiga; a Regord
& Caucaras. .
1 caixa com 6 relogios de parede; a M. Cau-
"too'barris e 10 meios ditos manteiga; aN.O.
Bicber & Companhia.
1 caixa globos geographicos
Lobo.
a J. B. Pereira
Consulado.
RENDIMENTO DO DA 4.
fiera I........
Diversas provincias
852,14*
140,079
992,223
PERNAMBUCO. 4 DE OUTUBRO DE 1847.
AO MEIO-DIA.
Ra da Cadeia do Recife, n. 34, loja de cambio de
l.uurenco & Oliveira.
PRECOS CORRENTES DE HOJE.
Moeda doprata. Compras. Vendas.
Patacoes brasileiros--------2,000...... 2,010
pToscolumnares----- l.j*- .990
Ditos da patria...... ,820...... ,840
Moedas de 5 francos--------1,660...... ,680
Ditas de 2 patacas.....1,280...... 1,290
itas do 1 dita...... 640...... 660
Moedat de ouro.
Pecas velhas- -.....16,250 ------ 16,400
Ditas novas........16,000.......16,100
Muelas de 4,000 rs.--------9,100......9,200
Oncas hespanholas--------29,000......29,200
Ditas da patria.......28,800......29,000
Soberanos---------------------8,900 ------------9,000
Moeda de cobre 4 p. |o do premio 6 p. /.
Jescontos.
Compram-se lettras de boas firmas do commercio
a 7/8 ppr %, e vendem-se veneimentos ate dozem-
bro do correte a 3/4 por % ,.
Cambio sobro Londres 27 firme, a 60 das, com
upparencias de subir. .
RIO-DE-JANE1RO.
CAMBIOS SO DU 15 UB SETEMBBO DB 1847.
Cambios sobre Londres.....
Paris......*
llamburgo....
Metaei. Ongas hespanholas. .
>: da patria.....
Pesos hespanhes.....
h da patria ..
u Pegas de 6,400, velhas. .
Prata............
Apolicesde 6 por cont........84 3/4 i 8a.
.i provinciaes..........83 j
[Jornal do Commercio.)
27 { a 27 {
344 a 345
640
28,700 a 28,900
28,000 a 28,100
1,910 a 1,930
1,810 al,830
16,700 a 17,000
96 a 98
BAHA.
CAMBIOS NO DU 28 OESKTBMBHO DE 1847.
I muiros.............27 d.
KJS..........335 o franco
Hainbiirco..........64 "iarco
Lisboa g l i.........100a105p.c.depr
Oncas hesponblas.......30,ooo
mexicanas.........29,500
Pecas de 6,400 .........16,200 a 16,500
Moedas de 4,000.........9,300
p,.ala...............100 a 105 p. cont.
AccOes do banco 20 por eento de pr. nominal
. (Do Guaycuru.)
lhivTiiT^io d(i INirlo.
Ignacio do Reit Compeli, fiscal da fregueiia de San-
Jos, em virtude da lei, ele.
Faz constar aos habitantes da mesma freguezia, a-
quellesquo teom cstabclecimcntos do portas a bor-
ne, que d'agora em vantedevoro agoar na testadas
de seus edificios tres vezs ao dia, sendo s 10 lloras
da nianha, 1 o asida larde, conservando-r.s linipas
al ao meio da ra, ou toda largura dela se do lado
opposlo nao houvor a ni es na obrigagfio, soi pena
de incorrerein os infractores na disposigo do 2.'
do art. 12 das posturasaddicionacs.
Freguozia de San-Jos, 4 de outubro do 1847.
Ignacio dos litis Compeli.
Declarares.
o vapor de guerra Guapiassu' recebe a
malas para os portos do norte no dia 6
do crrante ao meio-dia. Ascorrespon-
. delicias que vicremdepois desta hora,
pagarflo o porte dobrado.
~ O arsenal de guerra compra 6dozias de taboas
deassoalho de louro, de 30 palmos do comprimento
el e i a 2 ile largura ; 24 costados de po-d'oleo, em
pranchOes de 28 palmos de comprimento el 4 dito
de largura : quem taes gneros tiver e quizer for-
necer mandar sua proposta em carta fechada di-
rectora do mesmo arsenal, at o dia 5 (huje) do
corrento mez.
Arsenal de guerra, 1. de outubro de 1847.
Jodo Ricardo da Silva,
Amanuense.
O lllm. Sr. inspector do arsenal de marmita
manda fazer publico que contratar no dia 7 do
corrento, pelas 11 horas da manha, os forneciinen-
tos de po e bolacha para as embarcagOes da armada
o enfermara de marinha, pelo lempo do tres mezes,
ou por mais se os precos a isso convidaren! : de-
vendo os pretendemos a presentar nesta secretaria
as suas propostas em cartas fechadas, al o indi-
cado dia e hora. *
Secretoria da inspccgo dp arsenal de marinha de
Pernanibuco, 4 de outubro de 1847. O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Arijos.
THEATRO PUBLICO.
QUARTA-FEIRA, 6 DO CORRENTE. .
A beneficio de Anastacio Pacheco de Almcida & Com-
panhia,
Crando o bem conhucida pega
D. JOAO TfJENOBIO
ou
O convidado de podra.
O actor Santa Rosa vai desempenhar a parle gra-
ciosa de Esganarelo, empregando todos osseus es-
forcos parrbein satisfazer ao respeilavel publico :
em um dos ijilervallos o dito actor Santa Rosa can-
tar a jocosa aria polka com diversas quadras
novas. .
Terminar o diverltmcnlo com a graciosa farsa
que tem por titulo
O PASSADOR DE MOEDA FALSA.
Oabaixoassignado perdeu, no dia 2 do cor-
rente urna lottra de 1:090,000 rs sacada pelo r.
Justino Meroz,, aceita pelo Snr. Mouvernai e as-
signada no verso pelos Srs. Justino Meroz q Manuel
Ferreira da Silva Ramos cuja lettra tom de su ven-
cer no dia 22 do corrento : o por isso qucni a livor
nehado queira entroga-la no annunciante na ra do
Rangol n. 36, primeiro andar, que sera gralifica-
do; corto de que nada servo a pessoa quo a livor
adiado em virtude de ja estarem prevenidas as
pessoas responsaveis na mesma letlra;, para no
pagareni sen So ao amiuiicianle que lio o seu
legitimo dono. Manoel de Souza Guimardes.
--Oabaixoassignado previne pelo presente aos
devedores da refinago da ra de llortas, n. 9, a
qual gyrava com a firma de Marlins & Pinto, que no
paguom quanli alguma que se aclietu a dever ao
Sr. Jos Francisco de Almeida Marlins, o siman a-
baixo assignado; pois, segundo tom obrado dito Mar-
lins, he crivel que ha prejuizo e por isso no tem u
mesmo -presentado contus ; c constando ao abaixo
assignado, qifedilo Marlins quer retirar-se para fora
da ciclad1*, o convida para a presen lar a conta da so-
ciedade, no prazo de tres dias da data desto, c no a-
presentando, desde j protesta o seu direito salvo
para em todo lempo haver aquillo que por direito
llie pertei.cer.
Recife, 4 de outubro de 1847.
Jodo Pinto Regens de Souza.
LOTERA I)OTHE:TBO.
SE NAO" QE-.
Vendem-se 15 escravos, a saber: Sescravas vg
muito mogas, com algumas habilidades, ^
ealgumasvendcni na ra; urna negrinha de k
nago, muito linda, que coso soffrivelmen- ^
te, ongomma, cozinha, o he bem educada, g
por ser recolhida ; 2 lindos moleques de 10 ^9
a II anuos ; dous cabritillas um de 11 an- ;Sg
nos, o outro de 16 muito landos ; um boni- ^
to preto de nago, de elegante ligui b, opti- g
mo para armazem, por ter reforgado; dous ^
pardos muito mogos, um dos quaes com of- ^v
licio de alfaiale i Lodos estes escravos ven- g3j.
dein-se por proco commodo : na ra
gario ,'n. 24, se dir quem vende.
Navio entrado nodiik.
Rio-de-Janeiro, pela Rabia e Maccio ; 18 dias, vapor
de uuerra Gx(apiass, coinniandaiite o capilao-le-
nente Cuilhe.me Carlos l.assanco. Passageiros,
o doputado Joio Coelho Bastos, Benedicto Mar-
ques da Silva Acahu, Joo Fernandes Barros e
sua familia, o atieres Antonio Jos de Sanl Anua,
os ex-cailftcs Cypriauo Antonio da Besa Maga-
Ihes o Titp'Augusto do Albuquerque Portucarrci-
ro, 2 soldados a disposigo do commandanto das
orinas, e 36 cx-soldadcw. Segu para o Para.
E DITA ES.
AVSOS martimos.
Sahe com a maior brevidado para a Babia, por
leramaior parlo do seu carregamento prompla, o
i bem conhecido hiato Tentador, forrado o pregado
de cobro: para o resto da carga e passageiros, tra-
ta-so com Silva & Orillo, na roa da Moeda, n. II.
___Para o Rio-dc-Janciro segu, cni poneos .lias,
o brigue-cscuna Amazonas, por ler parto do seu car-
reiwmento prompla : quem quizer car regar, ou n
de passagem, para o que tem bous coimnodos, di-
rija-searua do Vigario, 11.5.
Para o Maronltflo pretende seguir com brevuia-
dc o muito velciro palaeho Santa-Cruz (outr'ora lis-
peranca), forrado de cobre, capito Joaquim Anto-
nio Gongalves dos Sanios : para caiga e passageiros,
trala-se ao lado.do Corpo-Santo, loja de massames,
n. 25, ou com o capilo. .
__Para a Babia sahe a sumaca ionio-/ln/oio-(ir-
Padua : para o resto da carga o passageiros, trata-
se na ra do Vigario, n. 5.
Loilo S.
Rothe & Bidoulac faro leilo, em presenga do Sr.
cnsul da Dinamarca, por conla e risco de quem per-
tenec-, e por intervengo do cndor Olivoira.de
476 couros'salgados, avariados d'ugoa salgada, pelo
desastre acontecido a canoa quo osconduza para
bordo do bi igue dinantaiquez lorluna, ueste porto ;
cujos serijo vendidos livres de dircilos para o com-
prador : boje, cinco do crrente, as I
Precisa-se de um caix'eiro portuguez .
14 annos, que tenlia alguma platicado venda
d fiador a sua conduela : na ra do Agoas-Verdes,
n. 48.
OlTeiece-sc urna pessoa de conducta abonada
para cobrar lvidas tiesta praga com pequeua por-
cenlagem : quem pretender annuncie.
CHAVES.
Perdeu-sc, desde a Passagem-cty-Magdalena at
a ra da Cadeia do Recife um nilho com cinco
chaves sendo urna maior que as outras ; um can -
vete com cabo de osso hranco, de duas lolhas, una
maior que a mitra: quemo tiver adiado e quizer
roslitui-lo, dirija-so S praga da Independencia, li-
vraria ns. 6 o 8 que se recompensara.
Oabaixoassignado, em rosposta ao annun-
cio publicado neslc oro n. 223, pelo Sr. D. II. A.,
tem a dizer que nunca foi de seu coslunie em-
palharaseus credores por quantiasgraiidcs, e que
muito menos o faria com urna to ridicula ;
no tendo rasOcs apresentar o mais anda tondo
pago ueste correte anno para inais de dozo cotilos
de ris a diversos, como poder mostrar pelos reci-
bos e lettras em seu poder bem provado esla que
no tem em vistas empalharoSr. D. R. A. quantc
ao documento que exige quejra usar dos meios
que a lei lhe faculta para enlo lhe serom apresen-
tadas as rasOesque assistem ao abaixo assignado ,
lembrando-sc que uo he por aniiuncios que se tra-
ta de cobra ngas esm por oulros meios. Qiianlo
a dizerque Pernainhucollie pequeno.eque todos nos
eonboceiiios lenho a responder que anda ha tr-
ras niais pequeas e aondo Sinc. lie bem contie-
ndo. Queira, pois, oSr.D. R. A. apreseniar a pro-
curago bastante que O abaixo assignado lhe eu-
tregou, e vir pessoalinentc apresentar-lhe ss provas
em como no leve xito tal eombranga alim de en-
to convencer ao abaixo assignado de sua venlaiie,
pois que taes cartas que diz ler escripto ao abaixo
assignado este nunca as roeebeu ; e leudo-so en-
contrado o mesmo abaixo assignado com Joflo Jos
deOliveira Cavalcante em Pedras-de-Fogo pein-
do-lbe a quantia quo lhe era dovedor este lhe res-
pondeu que ja havia ajustado esta conta com om.
D. R. A. O abaixo assignado prostesta no dar mat.s
rosposta alguma pelo Diario, c espera no tribunal
competente para provar suas rasOes e enlo em
lempo competente lar aoSr.D. R. A. a competen-
te resposta. J. A. W. /'.
Precisa-sede um caixeiro que j en tonda de
miude/.as e que d fiador a sua conducto : na tua
da Cadeia do Recife loja de miudezas, II. 51.
Manuel Jos de Magalhcs Basto desoja (aliar ao
Sr. doutorSeabra : por issso queira aiinunciar a sua
morada, ou dingir-se atrs da matriz de S. -Anto-
nio "n. 20, segundo andar.
horas da tarde,
AOS 6:000,000 c 3:000,000 DE RS.,
REM FICAR SEM ELI.ES.
As fo-aas desta lotera dcsta *s Jg*t
riwrmenteno dia 13 do oorrento a,..!.. fl (||)i_
gunsWIWflesflquem: opyHJW 'toa qu0
surero convida aos A?* *^^m ,
concorra... para se acabaren! os billat' "' s
o prineipalnieute aquellos qm* so g.a.da.n para
vesperas, visto que eslas so ehegauas.
taciiic.hai'iha.
O professor de tachigraphia, quoretido por 1todas a
maneiras genaralsar o ensino da sua arto resoIvea
dividir o prego por que u.i.iuiic.ou ensnii em ''"f
tro presuigOos: sendo de 7.000 rs. a pnmeira, no acto
da insmpgo, e de 6,000 rs asoutras tjJVW"
seis em sois ligos A matricula fecha -so vmprc en
vclmento no dia adooorrenlejipz, oaWJSoeaw
gam no dia 4 do presento mez, aomoiodia. na ru
Formosa, n 2.
AOBOM TOM PARISIENSE.
rija nov,v, >-. 56.
Tempetfe&C, alfaiate,
lesm a honra de avisar ao respeilavel publico e
Comcspecialidadeaos seus froguezos, que muda-
ra m o sen estabelociment sito na ra Nova, n. 7,
para a mesma ra n. .'>0, onde continuaro assi-
luos a servirom os sous antigos freguozos e aquel-
los que os qui/.erein honrar Aproveitam osla oc-
easio nara participarem que se aeham prvidos do
um bello sortimento da faendas reeontenientecho-
gadas de Franga pelo ultino navio como sejam :
pannos pretos e do. cifres para calcas ; easimiras-se-
tim ; dita elstica : tudo do ultimo gosto : bem co-
mo sedas, sotins, velludos, uetoes intpressos e bor-
dados, proprios para eolletes ; una com|dela colloc.-
o-io de ligurnos das modas as mais recentes de
Pars \o mosno estaboloeinent se encontrara
sompro un grande sortimento de mua frita para
todos os tamanhos bonetes de velludo para senho-
ra proprios para montara o vanos obiectos du
phantasia : ludo moderno o da melborqualidade.
Dentista.
M S Uawson, dentista bem conhecido nesta pro-
vincia, tendo agora cliegado da Europa, e tendo vi-
sitado as canilaes de Londres o Pars, donde Irouxo
os mclho.es objectos da sua prolisso que ate hoja
se coiiheccm, como novos instrumentos, denlesi
mais neeessarios para uualqoer operago dasua.ar-
to offereco seus servaos aos ilustres habitantes
desta cidadO, conforme a sua tabella lisa, e Vm**r
te fazer todos osesforiJOS para agradar s,','oras'
OU senbo.es, que o quize.vn. pnCUnr^dM*oraS
da manha ate 3 da tarde na ra do Trapiche-No-
vo do Becife, n. 8, s gundo andar.
'Fados os dias, das cinco horas da
larde cu diantc, na roa das Cinco-Pon-
tis, sobrado n. 07, acha-se o bom sor-
vete, fabricado pelo fabricante da ra da
Aurora, rom todo o asseio e nerfeicao, e
coininodos para familias.
..-j-''"
>jiioras.
Compra-so 11111 cavallo pafa carro sendo gor-
do possanlo e de bonita figura embora no lenha
bous andares : na ra do Pires 11. 26.
- Compram-se garrafas e botijas vasias : na ra
lirela o. 17.
Compram-se 12 e.vleiras em meio uso que nao
snlamde Jacaranda nom deangico : na ra Augus-
ta sobrado de um andar, 11 !H, ou annuncie.
-Comprm-ae, para urna encommenda para rora
da erovincia, dous ollieiacs decarpina ; um carpiu-
leiro de ribeira dous rorreiros ; n um laooolro : na
ra da Cruz no Recifr 11. 49, primeiro andar so
dir quem compra. Adverte-se que, agradando, se
PaaCmpra-se una preta boecteira : tendo as qua-
lidadesquese desojam paga-se bem: na ra da
Senzalla-Vellia, n 110. ,
- Cumpra-se u.ma osera va de nagao, de 16 a a
anuos, semviciosnem achaques, que sirva para
oservigo interno e-externo de urna casa embora
nlo tontia maioros habilidades: na ra da Cadeia,
11. 19, segundo andar.
.. ---- No da 6 do correte as 4
manha em ponto por ter o dilo corretor do fazer porta do Sr. doutor juiz do civel da
outro leilo as 11 lloras no armazem.do Sr. Araujo) r praca, para ser arn
i______ 1~ Oh XI I Criii/iulvtfV i'nrhi na > li nrnilo 1 ,ir t\V
becco do Sr M L. Gongalves.
- Richard Rovle farflo lolo, por intervengo do
corretor Oliveira", de grande porOo de fazendas I11-
ulezas, todas proprias do mercado : boje, cinco do
coi rente, asIO horas da manha em ponto, no seu
armazem, ra d'Alfandega-Velha.
Joo Keller& Companhia aro leilo por in-
tervengo do corretor Oliveira de- grande porgo
de fazendas de todas as qualidades, e proprias do
mercado : quarla-feira 6 do correle os 10 bo-
tas da manha no seu armazem da ra da Cruz.
Aviso diversos.
rematada, a posse de 11 ni ter-
A cmara municipal da cidade de Olinda e seu termo,
em virtude da lei, efe.
Faz saber que, nos dias 6 o 7 do correte mez,
ero arrematados por quem mais dor os con-
tratos seguintes : -- dos mscales e boceteiras, o re-
peso dosagougues, as casinhas da r.be.ra, o subsidio
dos porros, a afergo dos pesos e med.das, o arja-
zem Ki-ando no Varadouro, dilo pequeo no ines.no
lugar: devendo os prelendontes comparecer habi-
litados e munidos dos competentes fiadores.
E para que cheguc ao conbecimento de todos,
0 TRIBUNO N. 23
est a venda, na liviana da praga da Independen-
cia, ns. 6 o 8, en. 12. Est muito histrico
__perdeu-se urna carleira nova de marroquim
encarnado, londo dentro 83,000 rs. em cdulas, da
1 ua do Crespo at a ra Nova : quem a tiver achado
e quizer restituir, dirija-se a Olinda, ra do Cocho,
sobrado em quo mora o acadmico Antera Manoel
de Medciros Furtado, que he o dono da cartetra.
-Precisa-so de 100,000 rs. a premio, e paragaran-
lia se olTerece um meleque bom como os servigos
do mesmo para descont da mesma divida : 110 pa-
las.
S.
a -, nnp ehecuc ao con necinienio ce iouos, uo mi p----------------
JnKZ?tM%To Presente nos lugares do eos- teojl. tjC%*>-% casaS no silio c.jueiro,
turne e pela mprensa. I .)assar a fesla, 0 urna meia egoa que serve
. lo terreira, secreUrio. V lgu
reno, penhorado.por exccugo de Tbomaz dcAqui-
110 Foiiseca Francisco Jacintho e seus filhos, forei-
10 e sito no lugar do Montero.
D.jilargarida Candida da Cunha e sua hlha II.
Mara Anglica retiram-se para o Rio-de-Janeno,
levando em sua companhia sua escrava pela, de li-
me Isabel.
.$% CU 11 COS 1)6 SOL &
Ra Pamio* Publico, n.
JooLoubct participa ao respeilavel publico, que
receben, por estes ltimos navios francezes, um com-
nlelo sortimento de chapeos de sol, de seda, amis
rica c superior qualidade; furta-cres e outms mul-
las cotillee idas, taj>U> para homens, como para Sras
e meninos. No mesmo estabeleciment ha um sorti-
mento de chapeos de sol do pauiulio, dos mais mo-
dernos ; ditos muito grandes, proprios para homens
decampo : Idmbem tem chauqps de sol do paninho
para meninos c meninas, por serc.n muito lutos: po-
deiri-so chamar chapeos de economa. Na mesma loja
ha sortimento de bengalas, bengalinhas e chicotes
muito modernos; cobre-so qualquer annago do cha-
peos de sol, com solas de todas as cores e qualida-
des. Na mesma casa ha um grande sortimento de
patiiiinhos trancados e lisos, imitando seda, para
Lotera do Rio-de-J&iieiro.
Aos 20:000^000 de ris.
Na ra da Cadeia do Recife, loja da cambio do V-
eira esto a venda billn-les o meios ditos, da lotera
a beneficio da matriz da cidade de Niclheroy : a el-
les antes que cheguo o vapor.
Sorvete, a iOO rs.
No pateo da S.-Cruz, n.6, com todo asseio a
pe.Tei'go que he possivel das 6 horas da tarde em
AOS ESTUDANTES DE GEO-
GI'.AIMIIA.
Sollicflo dos principaes PROBLEMAS DE CEOGRA-
PI1IV PHYSICAEASTRONMICA, liviinho indispen-
savol aos quo teem de la/er.'xamo nesta disciplina :
vndese na ra da Cruz do Recife, livraria de San-
tos __Vende-so urna fabrica de chapeos com lodos
seus pe lencos, o ludo novo : da ra do Hospicio,
Vende-se cera de carnauba muito boa, tanto a
relallio, como em porgOes : na ra das Larangeiras
n. 14, segundo andar*
Vende-se ferro da Suecia ; folhasde Fiandre ;
cobre para forro de navio; dito paracaldeireiro em
porgues grandes e pequeas : ua ra de Apollo, ar-
mazem 11. 6.
Vende-se urna cadeirinba, nova,
meados e lisos, imitando seda, para ',
nos: desta fazenda se vende aretalho.Itoila dourada C iorraila de seda, nda nao
cohrir os mesiu; > .......-...- ._..._,
Concerta-se todo^ualquei chapeo de sol, i or haver lserviua, por preco commodo : a tratar
um completo sortimento de todos os pertenecs para|na pua |a (.(
os mesmos, com toda a perfeigo e brevidade.
i"~..... 1 1 -------
lna ruada Gloria, u, 38.
i*
m


TP
t
Vendem-se os segulntes cscravos todos do
nv:i elegantes fig-mas sem vicios netn achaques :
um moleijue.le 18 anuos ; um urna preta de 18a 20 anuos, con algumas hahili
dudes, quesedh-flo ao comprador ; 3 nardos, sen-
do um de 14 anuos c dous de 18 a 20; um mula-
tinhode 7 para 8 nnnos proprio parn andar cofn
cranos: na ruado Crespo, loja n. 2 A se dir
quem vende.
Vendem-so muito boas bichas chegadas lti-
mamente de Hamliurgo, tanto aos ceios como a re-
tallip, e tambem sealugam; v3o-se applicar para mais
commodo dos preteridentes : na ra estreita do Ro-
zarlo, defronte da ra da I.arangeiras, loja n. 19. Na
mesma casa vende-so urna bonita mulatinha de cin-
co anuos.
Vendom-se caixas ilecli hysson, do 13 libras,
cm porgoes, ou a retallio ; caixas de velas de os-
permacete de 5 e 6 em libra : na ra da Alfandoga-
vclha n. 36, em casa de Mathcus Austin & C.
Lotera do Rio-de-Janeiro, a be-
neficio da matriz da cidade
de Aiclherov
Vendem-se bilhetcs desta loteria : em casa de J.
O. l-.lster na ra da Cadcia-Vclha n. 29.
-- Vende-se una venda com ooucos fundos, na
ra da Itoda i una cama de angco ; um cabido de
aniarello ; urna cama : no paleo de S.-Pedro n. 10.
Vendem-sc duas canoas de carrclra e alguns
ravos. excellenles, de ambos os sexos, perteu-
i relira : na ra da Sen-
Uva de sahio, rnzinha alguma cousa e faz renda: no
Aterro-du-Boa-Vista, sobrado n. 5.
QAD' OS.
r ra do Calinga, loja de miudezns,
de Francisco Joaquini unirle, lia
Na
un
completo sorlinieniode qmdrosde Sin
tos, em moldura dourda, de di Aferentes
tamanhos de 8o at 4oo rs,"
Superior cha hysson, em la-
tas de umalibr, a 2,400 rs.
muito ptimo para casas particulares ou para fra
da praga pelo bom acondicionamento : vende-se
no armazem de Antonio Tcxeira Bacelar no largo
da Alfandcga, n. 3.
Champanha de superior qua-
I ida'dc .
vende-se na ra da Cruz
Scfiafheitlin& Tobler.
n. 38, armazem de
contcs a urna pessoaque se
zalla-Velha ,n. 110.
AGENCIA KA FIJNDPCAO' DE LOW-MOOR.
na ra da Senzalla-!\ova n. 42, contina a haver
um completo sortimento de moendas e machinas de
vapor .para engenhos de assucar : bem como tai-
xas de ferro batido ecoado de lodos os tamanhos :
tudo por prego cominodo.
SSSF
Vende-se a verdadeira
do i ni i n lm cliegada no
rente
farinha SSSF
dia 5 do
Loteria do Rio-de-Janeiro.
Vendern-sc hilhetes e meios ditos da setina lo-
tera a beneficio da edificagilo da matriz da impe-
rial cidade i!e Nictheroy : na rua da Cadeia loja
do cambio, n. 38, deManoei Comes.
Vendc-sc urna parda clara, de 25 annos, que
cose, lava teni principios de engommado o he
muito boa reudeira j'um cahrinha de 12 annos, de
bonita figura proprio para pagem : na rua dos Ta-
nooiroi, armazem de couros, n. 5.
Vende-se a loja de fazendas da rua do Qucima-
do, n. 49, com |ioucos fundos : a tratar na mesma
loja.
.Na venda de Antonio Joaquim lavares, na rua
da Cadeia-Vellia n. 1, vende-se mel de engenio ,
Vende-se urna escrava de naglo
urna cria, que lava .vende na rua,
para engenho : na tuh do Queimado, n
Vende-se urna balanga grande, cor
e lanas libran de iiesos
ria n. 2, junto a botica
Vende-se urna escrava cabra, de bonita figu-
ra o conducta ,-que laa ecozinha: na rua da Ca-
ilea de b.-Antonio n. 19.
moga, .com
c he propria
69.
m 5 arrobas
na rua do Rozario, pada-
fel
w Vende-se alpaca de cordao, muito encor-
io pada o de varias cores, propria para pali-
w tos, a ;800 rs. o covado ; pannos finos ver-
m de, azul, cor do caf o cor de vinho a Kf
^ rs. o covado; chapeos francezes da ulti-
P ma moda; cortos de vestidos ricos ; pro-
*- prios para baile ; aloalhados do varias lar-
KJj guras, e muito em conla ; cortes de cbi-
g& ta do bonitos padrees, fingindo soda;
P meias-casimiras do bonitos padrOes, a
f 640 rs. o covado; o outras muilas fazen-
13
I

das de gasto tudo pT)r menos prego do
que em oulra qualquor parte : na loja
nova de Jos Moreira Lopes & Companhia j^
rua do Queiraa do, nos quatro-can- (
casa amarclla n. 29.
na
tos,
Vende-so una mulatinha recolhida do 18 au-
nos com habilidades, ou permuta-se por urna pre-
la ou piolo, que seja de boa conduela: na rua
jslrcila do Rozario, o. 31, primeiro andar".
da F
ilo i'ioznrio; n. .
fresco, por prego commodo
moem caadas.
tanto as garrafas co-
AI lencao !
Vondom-se e alugam-sc as mili acreditadas bi-
chas hamburguezas, chegadas no mnz prximo pas-
sadodo llaniburgo sendo da nica e verdadeira
a tratar com J. J. Tasso Jnior |lu'"dd*> tanto pelo bom servijo como pelo zelo
com que 80 Vffo applicar : na rua estreita do liii/.a-
no esquina do boceo da rua do Fogo, venda n. 11
deposito de bichas hamburguezas.
COI-
POTASSA.
Vende-se a verdtdeira e superior po-
tassa da Hussia a mais nova que existe
no mercado : na rua da Cadeia do Beci-
e, a.rmazem n. 12, de Balthar & Uli-
veira.
- Vendc-sc um sobrado de dous andares
Agoas-Verdes que
o so-
rende
rua das Laraugei-
tTo silo na rua de
70,000 rs. mensaes : a tratar na
ras, n. 14, segundo andar.
No fin, da rua da Aurora n. 4, vendem-se
moendas do engenho, antigs, e rodetes por preco
commodo ; c um crioulo de 24 annos bom carrei-
ro e vaqueiro.
- Vendem-so pegas de madapolflo limpo, com
20 varas, a 2,400 rs. e a soto viatens a retalho :
na rua estrella do Rozario, n. 10, lerceiro andar.
SSSF.
Vcndem-sc meias barricas de farinha de SSSF de
raminho : no caes da Alfandega armazem 11. 1, do
Cuimarfles.
DEPOSITO DECALVIRGEM.'
Na na do Trapiche ,11. 17, ha sem-
virgem de Lisboa, cm hariis pc-
, e ltimamente cliegada mui-
to superior e por preco rasoavel.
Vendem-secscravos baratos, na rua das
,? I.arangeiras, 11. 14, segundo andar: 1
fgOf lindo pardo do 22 annos, sem vicios
> nem achaques de boa conducta e que
a be ptimo para pagem ; um dilo com
ofliciode sapateiro, este troca-se por urna preta
moga ; um molecote de 18 annos, com ollicio de al-
faiate; dous molceotes de 18 anuos, bous para o
Irahalho de campo ; um preto de 23 annos por
4.".0,000 rs. ; um dito de 36 anuos muito Torte e
que he canoeiro por 400,000 rs. ; un dilo, por
230,000 rs. ; una parda de cor escura bastanto
corpulenta, de i2 annos com algumas habilida-
des esta escrava vende-se muito em conla per ter
um pequeo defeilo; una mulatinha de 12 annos;
urna negrinha de 13 annos que cose, cngomnia ,
cozinhae serve bem a urna mesa; urna negrota de
de 20 annos, que cose e cozinha o diario de una
casa ; urna dita de naglo de ptima conducta, por
f2,000 rs. ; e mais alguns esnavos.
pie ca
"Menos
Vendem-se pianos ingkzes ,
de patente de
Collard & Collard os muito celebres fabricantes
do Londres-: em casa de Cco: Kenwoilhy & C., na
rua da Cruz 2.
Vendem-se sellins inglezes, clsticos, de pa-
tenle, forrados de couro de poico ; ditos sem serem
elsticos, francezes, para montara do lioniem e
sunhora ; cabegadas loligas inglezas ; ditas de cou-
ro de lustro preto o blanco; estribos de metal hran-
co c de latno; perneiras e guarda-lamas, de todos os
jeitros; chicles para montara de homem esenho-
ra ; hezerrosde lustro de superior qualidade, para
calgado; couro do lustro para canhOcsde criados.
Tamhein secohrem sellins de couro inglezofrancez,
licando como novos e concerlam-'se oulros; tudo
Na loja npva do Passeio-Pu
blicu, 11 19, deManoei Joa-
qun) l*ascoai fuimos,
vende-se panno fino muito superior, a 5,000 rs. o
covado ; dito azul, a 4,500 rs. ; cortes de cassa-chi-
ta de muito bom posto a 3,200 e 4,o00 rs.; chi-
tas finas a 120, 160c 200 rs. ; chales de laa e seda,
a 2,000 e 6,500 rs. ; pello do diabo a 200 rs. ; lan-
zinha, a 280 e 320 rs. o covado; meia-casimira a
600 rs. o covado; pegns de madapoliio, a 2,200, 2,400,
3, 4e 5,000 rs. ; longos de grvala a 200 rs. ; cassa
lisa a uto rs. ; pegas de brelaiiha a 2,000 rs. ; (li-
las de puro linho a 800 rs. a vara ; longos de seda,
a 1,440 e 1,800 rs. ; pegas do camhraia lisa a 2,560
rs.; chales de mclim a 1,000 rs. ; brim branco de
puro linho, a 1,000 rs. a vara ; e outras muitas fa-
zendas, que pelo sen diminuto prego n;"o dcsagra-
darflo aos seus freguezes.
-- Vende-se urna preta com algumas habilidades ;
urna negrinha de II a 12 annos, de bonila figura :
no palco do Carino loja do sobrado 11. 7 se dir
quem vende.
Vendem-se caixas, cmquarlo, dealetriade
superior qualidade, viudas prximamente de Ce-
nova : no caos da Alfandcga, arinazein de Francis-
co Das Ferrera.
Vendem-se chlysopompes, ou seringas de
bomba, de diversas qualdades por milito menos
prego do que cm outra qualquor parte : na ruado
Collegio, botica de Cyprianno Luiz da Paz.
& Wfc;0 W 2>l# W0 W t'0 t0 ^0%i[0#
-^ \ende-so um pardo de 22 annos, proprio &
^ para todo o servigo : no praga da Indepcn- S
^ dencia, lvraria ns. 6 c8. ff
^ 0% &fa @ffc @T

por mdico prego Ma inesma loja lambem so ven-Jdc fazondas rancezas
dem barretinas para ofiiciaes e sohlados 'de cavalla- possivel para Testa
na e minutara da guarda nacional; tulins e cana-
nas de couro branco e preto ; espadas de metal
branco, de roca e sem ella ; bandas ricas e inferio-
res ; lu-is ditos; corroamos de lustro para solda-
dos ; estrellHs ; globos japparelhos para barretinas
ricas; molas pai a espadas douradas o de la tfio : e
oulros mullos objectos por prego commodo. Ma rua
fNova, n. 28, loja anliK de Antonio Ferreira da Costa
Draga, d.-rronte da igreja de N. S. da Coi.ceigfio dos
militares. *
-- Vende-se una parda de 20 annos de figura
e ptima para mucama que engomma, cose chao
7-Vendcm-sc caivetes de mola para a parar peo-
nas de urna s vez ; botos pretos para casaca ,
os mais modernos ; caixas de tartaruga redondas e
quadradas, a 3,000 rs. cada urna ; suspensorios de
borracha ; carleiros do mola ; penles virados para
prender cabello; sabonetcs para barba ; luvas prc-
tas pura senhora ; relogiosdourados a 200 rs. ca-
da um para meninos ; esporas para sallo; bolOes
para camisa do ultimo gosto ; caixas de blcia ,
grandes para tabaco ; brincos e collares para luto;
meias pelas para senhora ; oculos de 2o 4 vidros,
para todas as vistas; peonas para secretara ; luvas
brancas para montara, a 100 rs. o par; linha de car-
retel,de 200 jardas; ludo milito em conlu,porserpara
liquidagfio : na rua larga do Itozario, n. 35, loja do
iniudezas baratas.
Vende-se um nnilalinho de 10 anuos, muito
sadio proprio para pagem, ou algum ofllcio che-
gado do mallo ha pouco : no pateo da matriz deS.-
AnIonio, cocheira n. 2.
O BAKATE1K.
il'a nova loja da rua do Cres-
po, ao p do arco de S.-An-
tonio n.4, de Uicardo Jos
de Freilis Hibeiio,
ha novainente chegado um esplendido sortimenlo
o inglezas do molhor gosto
porpregos muito moderados,
i'oino sejam : cambraias escocezas de cores filase
do ricos padrOes, cor de rosa e do outras cOres tan-
to claras como escuras com quasi vara de largura,
3 rs. o covado ; corles de cassa de cores muito
a 3,500 rs ; boa casimira preta elstica,
Gasa
na rua estrello
Meste estabeleci ment acham-se a venda as bem
acreditadas cautelas da loteria do theatro publico
desta cidade cujas rodas andam no dia 13 de cor-
reute. O cautelista espera que os seus freguezes
concorram a comprar o rosto das ditas cautelas ,
as quaos so esperam boassorles, pela oxcellente es-
culla que se fez dos nmeros para serem divididos
em cautelas. A elias qoiesflo poucase boas. Pregos
os do costuine.
Vende-se cal virgem em barris chegados pr-
ximamente de Lisboa, por prego majs barato do que
cm outra qualquer parto : na rua da Moda, arma-
zem 11. 17.
Vende-se, na rua da
Cadeia, n. 37,cera em ve-
las fabricadas no Rio-
de-Janeiro, em urna las
mellioreav. fabricas em
caixas pequeas, sorti-
?W mentos ao gosto do com*
piador, e por prego mais
barato do que etn outra
qualquer parte.
eos
Vende-se fio da India proprio para coser cas-
: na rua do Trapiche, n. 8.
iloloes da moda.
Na loja de miudezas de Francisco Joa-
qun-. Huirle, na rua do Cabng, n I, re-
cebeu-se, pelo ultimo navio vindo de
Franca, um completo sortimento de bo-
loesde casaci,deseda, sarja, selim e aina-
i ellos, tanto para ca^aciio, como para libr
de pagens de marquezes e bar5es e de pes-
soas particulares ; assiui como um outro
sorliinento de botSes de madre-perolu
para palitos, e de vidros proprios para cn-
feiles der.iupdcs desenhorase de meni-
nos: as amostras se acham patentes
aos senhores compraiiores.
Vende-lic um relogio do ouro patente inglez;
um rico estojo de muito bom gosto : na rua do Col-
legio venda da esquina n. 25.
Vende-se um pardo de muito boa educagilo ,
com ofllcio de alfaiale, equo be ptimo cozinhei-
ro. Quem tiver bom gosto de possuir um rico pa-
gem esto tcm lodosas qoalidades necessarias. Ma
rua Direita, n 25, primeiro andar. Na mesma casa
vende-se urna porgilo de fogo do ar ,"de 4 e 6 eslou-
ros chegados proximanieule de fr* da molhor
fabrica presentemente DO Brasil., por mais barato I tanto grossas, c't)r
dito carreiro ; dous molequcs ; iim cahrinha de 10
nnos;3 mulalinhas reeolhidas; duas negriwhas
muito lindas; 4 cscravos de lodo o servigo; dos
escravasde 16 a 20 anuos : na rua Oireita n.-3.
--Vendem-se dous mulatiuhos le 10 annos (Je
muito bonitas figuras ; orna parda de 22 anuos, eos-
luroirae crigommadeira ; urna pretil de 28 annos
que he lavaJeira o quitandeira ; na rua do Tra-
piche-Novo, n. 6, se dir quem vende.
Vondem-so 3 casinhas do taina, no Aterro-dos-
Afogados pelo commodo prego lie 400,000 rs ; as
quaesteem seus qutntacs plantados com arvores
de fructo eTiorta : na rua do Amorim, n. 22.
Vendc-sc una parda boa engommadeira |j.
vadeira, e que cose chflo, cozinha bem sabe fazer
alguns doces o bolos tratar decriangas e fazer todo
o arranjo de urna casa, he muito fiel, e sem vicios
vende-se com a condigffo de ser para fra da pro!
vincia : rta rua do AragSo, n. 2C.
Na rua Nova n. 5 loja de
Joao da Silva Braga, defron-
t do oilaoda matriz,
vendem-se bons sellins inglezes e francezes, para
montara de homem e senhora ; cabegadasrolicas
Inglezas; ditas de couro de lustro, preto e bran-
co ; estribos do metal blanco e de latao ; perneiras
e guarda-lamas, de todos os feitios ; chicotes para
montara de homem e senhora; bezerros de lustro
de superior qualidade, para calgado; marroquins
do todas as cOres ; couro de lustro para canhOes do
criados: tambem se cobrem sellins de couro inglez
errancez, licando comoi novse concertam-se ou-
lros; tudo por mdico prego. Na mesma loja tam-
bem se vondem barretinas para ofiiciaese soldados
do cavallana e infanlaria da guarda nacional; tal i ns
e cananas de couro branco e preto ; espadas de me-
tal branco de roca e sem ella; bandas ricas e in-
teriores; liis ditos ; correiamesde lustro para sol-
dados; estrellas; globos, apparelhos para barre-
tinas ricas ; molas para espadas, douradas e de la- '
to; e outros muitos objectos, por prego commodo.
No Aterro-da-Boa-vis, n. 78,
vendem-se bezerros inglezes, de superior qualida-
dade para calgado a 3,000 rs. a pelle.
Bous livros e baratos.
Vende-se um.diccionario francez, por 4,000 rs.;
umditodocomposigio, por 2,000 rs.; 5 tomos de
Voltaire por 4,000 rs. ; dous ditos de fbulas de La
lontamo, por 2,000 rs ; llliad de Homero, por
1,000 rs.;The vicarorwarkfield, por 1,500 rs.; urna
grammatica portugueza por 1,000 rs. : no Alerro-
da-oa-Vsta loja n. 1.
VINHO DE BOHDEAUX.
Avrial Irmflos receberam novamente. urna peque-
a quantidadode vinho de Uordeaux, cm quartolas,
como aquello que ellos estSo acostumados a receber,
sempre da inelhor qualidade que aqui tem vindo :
por isso avisain aos seus freguezes de irem ou nian-
darem comprar esta pc-quena porgDo, alim de imme-
diaUmente mandarcm buscar otra para nao lica-
rem privados, como tem acontecido, deste precioso
vinho, a queja stfio acostumados, e que na rerdade
he o mais proprio para esto paiz.
Escravos Futidos.
modernas
a 2,800 rs. o covado ; lindos cortes di) brim de
olio, do cores escuras, quo pareceni casimiras,
para caigas a 2,000 rs. ; riquissuMS cortes do cam-
braia padics de inudA^'iia'invoiMt) o OAtaiupadiis,
para vestidos de baile, a (1,500 fs. padroes admi-
raveis ; una porgflo de chita baratas a 120, 140 e
160 rs. o covado de cores lixas o escuras.
prego do que cm outra qualquer parle.
4
Potassa da U ssia.
Cunha & Amorim leem para vender potassa da
Itussia a mais nova e superior que ha no mercado ,
e da qual restam-lhes poucos barris: na rua da Ca-
deia do Recite n. 50.
Vende-se un rico methodo de violilo porl.ui-
g Caslciacci, contendo ricas pogas em lodos os jlons
eeinsuas competentes anages : no primoiro an-
dar desta typographia.
Vende-se muilo bom simonle da Cachoeira
Chegado recentemente :'na na do Codorniz, no l'or-
te-do-Matlos, venda n. 9.
.Vende-se um piano de muito forte construa-
gflo e de boas vozes : na rua de Apollo, u. 27.
A ella, rapaziadu.
Dlo-se 50,000 rs. degiatificagfo a quem pegar
urna escrava de nome Hara de nacflo lienguela ,
estatura regular olhos zarotlios, nariz chato, bei-
gos grossos cor bem preta ; (fu mo auda puxa por
urna perna ; e est fgida ha dous annos: quema
pegar leve a rua de S.-Francisco, ou Mundo-Novo ,
n. 35.
--Fugio, no dia 21 de setembro do engenho Ti-
rapa, um escrava crioulo, de nome Raymundo.com
os signaos seguintes: de 18 a 20 annos pouco mais ou
me.nos alto, secco do corpo cara descarnada ; tem
urna ferida no p do lado direito; 'os dedos grandes
dos psabrem para os lados, denles limados; foi
visto al a Campiha-Crande, com direcgSo para o
Recife ; lovou a roupa quo tinha na occasiflo em que
ugio,isto hc.canTisa c ceroulas de algodao.calgas do
riscadoe ciiapo de pallia: quem o pegar leve ao'dilo
engenho a Ignacio Cavalcanlo do Albuqucrque ,
quesera generosamente recompensado ou aunun-
cie por esa foiha. *
Ausentou-se, ha dias, da casa de seu senhor o
.escravo Jolo pardo trigueiro de 15 a 17 anuos ,
cara grande, olhos regulares, bons'(lentes; bem
conhecido por andar frequcnlemcnte fardado: quem
o pegar leve ao Mondego a sen senhor "Luiz Go-
mes l'crreira que recompensar generosamente.
Kugio, no dia 30 de setembro do engenho Ci- .
nipapo de S.-Aiitno^-do Sr. doulor anlas, o pre-
to Paulo de nagaar'Angola, de 40 annos pouco
mais ou menos, baslanto barbado, fa-ltam-lhe 4
a 5 denles na frente ; tcm lias costas das maos unas
niauchas do queimadura : quem o pegar leve ao
dilo engenho ou no. Recife, armazem de assucar,
n. 15, defronlo da igreja do Corpo-Sanlo que ser
recompensado- .
- Fugio, no dia 29 do prximo passado, o prelo
Joaquim de nacilo Angola do 50 anuos pouco
maisou menos baixo, seceo do corpa, pernas um
fula, por estar adoentado ; j
Va loja de Manuel Joaquim l'ascoal Ramos, no
Passeio-I'ublico n. 19 veudo-so pelle do dialio a
200 rs. o covado ; brim de qudros e airas a 240
rs. Ksta fazemla l.e de inuila dura por ser c.ulran-
gada e alcochoadH. Cliegoem antes que se acabe.
- Vende-so um escravo de ijaeflo, bom cozi-
nheiro; um dilo carpina ; um dito sapaleiro; um
i tem sido visto na Roa-Vista : quem o pegar leve ao
engenho novo do Goial freguezia de S.-Lourenco-
da-Malta, ao seu senhor Manoel Ferreira Ranos,
ou nesla praga a Francisco Gongalves dos Santos,
na rua do Passeio, loja u. 21, que bem se recom-
pensara.
~ Fugio, no dia 3 do corrente um pardo escu-
ro de nome Severino de 17 a 18 anuos pouco
maisou menos j'lcvou caigas o camisa do algodflo
azul; icm um signal na corda da cabeca. de carregar
agoa. Roga-se as autoridades,policiaes capiWcs de
campo, quo o appruhciidam e lovum a rua da Cruz,
n 26, que scro gratificados.
Fugio, na noite do dia 17do setembro, do en-
genho Quoluz em Ipojuca um preto de naglo de
nomo Antonio de estatura alta, bom corpo, olhos
grandes o um tanto avermelhados ; tcm ja alguns
cabellos breos; levou camisa do chita u/.ui de
quadrinhos ceroulas do algudftozinlio branco ou
de hamburgo chapeo de pirHia novo c mais al-
guma. roupa, o tambem levou urna onxada enca-
vada: quem o pegar leve ao dito engenho, ou na
Roa-Vista, rua da Aurora, n. 26 casa de Francis-
co Antonio de Oliveira.
1047.

MUTILADO LL


Full Text
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