Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09731


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Full Text
Arlo de 1847.
Sabbado 2
_ njjflO |)ublic-se todos os dias, que nao
i uarvl o preco da"asignatlira he de
r,,'tm ',, ooi qurl, P"?"' tulianlados. Os an-
*'"'"' jo issiS'u,n'M ,'"9 "cridos rasiio de
puntios o '"40 r. em tv|>o di itrenle, e as
50 ".l,.nr''"L;',cUde. Oj que od IWem assig-
t.-pelifo" \-^ 80 fJ (>ur |1|llli eieoein lypo
ubi cuelo.
naiil p
difiere'-", f
asr-o
jorcada
te P" I a 7 horas e 16 mi. da manh.
Crescenle, ^ fi hora> 17 mn d, ,,,
|., i,ov. horM5, mfn.da.manh.
L"loh.u..'''.T!'or"35l,,n-d'l',de
PARTIDA DOS CORREIOS.
(loiaiinno Paraliyba, atreguadas esextas fe'm..
Rio>rnde-dn-Norte quintas fcirnsao meio-dia.
Cabo, ScriuliSem, Uio-Formoso, Poito-Calvo e
Macelo, no I.*, a-11 c!i de cada inez.
G.iraubuns e Bonito, a 8 e 23.
Ro-Vi..i c Flores, a IS e 18.
Victoria, ;is quintas Icirai.
Olinda, todus os dias.
fjiogoaiite
' PKEAilArt DE UOJE.
Primeira, s 10 horas e 64 minutos da maullan.
Segunda, s 11 horas e 18 minutos da tarde.
de Outubro. ;uino XXIV.
' N. 222.
DIAS DA SEMANA.
27 Segunda. S. Eliziario. Aud. d,> J. dos os-
ph do J. do c. da I v. e do J. M. .la vnr.i.
Ig Terca. S. Venceslao. Aud. do J dociv.da
I. v. e do J. de paz do 2. dist. de t.
2! Cuarta. S. Miguel Archanjo. Aud. do J.
do civ. da Vv. e do J. de paz do 2. Hit. del.
30 Quinta. S. Jeronymo Aud. do J. dcorph;
e do i. municipal da>. vara.
1 Seila. S. Verissimo. Aud do l- do civ. da I.
v. e do J. de pax do I. dist. de l.
2 SI>hado. S. Leodega/io. Aud. do J- do civ.
da l. v. e do J de az do I ilisl. de t
3 Domingo. O SS. Rozario de Nossa Seohora.
CAMBIOS Nt) DA 1 DEOUTBRO.
Cambio sobre Londres a 27 d. p. r. <*"-
/, Pars 340 rs. por (raneo.
t :.i__inf, i i ir. le ureniio.
P".....
Lisboa I Osa 11 r. de premio.
Dse, de le.tr., de boas firma, d.%/. -
"uroOucas l-Miianliolas------20#2 T Moetdasdc'o>00ve.h. I8J.00 {"
de 6/sOO nov.. I6#I00 a ISJKO
Pesos columnares... I*W **
Ditos meiicauos.... l#8J0a >*8<
Miuda.......... '9??
Miuda............. "
Acones dtcomp. do Beberibe de SOfOOOrs. ao par.
nf A R TU
PART 0FFIC?Ai
GfERNO" DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO Dl\ II DO PASSADO.
nflicio Aocommandante das armas, recom-
mendando a ojtecucflo do imperial aviso de 18 do
aeosto ultimo que manda dar baixa tos soldados do
r batallifo, Gregorio Jos Barcellos, loaqulm Jos
dos Santos c Francisco Rodrigues Lima ; assim como
ao da companhia do artilices Bernard.no Barbalho
L'n!'tn Ao mesmo, scientillcando-o debaver obli-
do passagem para o S.'batalhao de cacadoras '
cadote do 6.
Arajo
da incsma arma, Ignacio Correa do
Di o' Ao mesmo, resolverlo que, de conformi-
.1 .de com a sua nrormaQflo, conceda ao soldado da
companhiadecavallaDiadolinha, Paulino francisco
d. Silva a liaixa que requer sol a condicjio de dar
nara substituto o sen companhelro Basilio Manuel
Ferreira, quocompletou o respectivo. tempo de ser-
V1)itos Ao mesmo e no commissario-pagador,
signilicando que o alferes do 5.0 batall.no le cacado-
res Vicente de Paula Ros dcOl.ve.ra, obt.vera do
governo imperial seis mezes de licenca de favor para
vira esta provincia. ... ,
Ditos -Ao director do lyco e ap inspector oTa
tbesouraria dirsrendas provinciaes, inlelligencian-
do-o dtthaver mandado passar titulo de professor
de prin.eiras lettras de Caruaru ao cnlad.io Jos Pei-
xotooSilva. i- i aii_i.
Dito. Ao director do curso jurdico de Ol.nd.i,
exigindo scu parecer acerca do conten, o no reque-
rimento, que Ibe enva, de Firmo Jos de Mallos.
Dito Ao inspector da alfandega, sc.cntilican-
do-o da nomeaeflo dtiJoo da CostaMonto.ro para
o lugar de guarda da mesma allandoga, que se acha-
Vai)Hos'-Ao commissario-pagador, ordenando d
os esclarecimentos exigidos pelos .mper.aes avisos
de 19 de agosto prximo lindo, que por copiarte
remelle, acerca das prelencocs de Andre Avel.no,
ex-musico do 6.1' batartio, de Manoet Jos Carneiro
od'outros. ...
Dito. Ao administrador das obras publicas, au-
torisando os concertos de que precisa a ponto dos
Carvalbos, e cujo orcamento Ibe devolve appro-
VaDUo.-Ao mesmo, determinando faca collocar
urna porta na janella da sala-livrc da cadc.a desta ci-
dade, que delta para a travessa onde assontaa esca-
da da mes.na cadeia, sem que todava delxo de ser
conservada a grade que existo nessa janella. Far-
ticipou-se ao cl.efe de polica, autonsando-se-o a
mandar preparar o esquile e comprar o panno preto,
que requisilra o carcorciro da cadeia do Pec.ie.
Cfio da nossa administrado, independente de algu- o paiz P^JC- ^ ^^p
ma disposicilo legislativa. Conviria som duvida que porque ^^^^^TXrmZ^ com
cssa alloracuo fosse fillia de urna medida legislativa ; '* nnaatw costi
* _._ _____ i____.,., :i,; i; .1 ,i ,(>.. An
INTERIOR.
PARLAMENTO BRASILlilRO.
SESSAU EM il DE SETEMBRO DE 1847.
ORCAMENTO DO IMPERIO.
Estando presente o Sr. ministro do imperio, con-
tina a segunda discussilo, adiaila pela hora na ul-
tima sessfio. do artigu2. da proposta do governo so-
bre o orcamento da rece i ta o despeza ge.al do im-
perio pira o auno linancciro do 1848 o 1849, con-
junclamenlo-com as respectivas emendas da cma-
ra dos Srs. deputados, o com as dos Srs. viscondo do
Olinda e Costa Keneira, apoiadus na referida sessfio.
O Sr Hollando Cavalcanti: A discussSo, senliiv
res, be sobro a nxacilo da lespoza, c l.eem um so
artiizo. islo be, o quo marca a despeza da reparlicio
do imperio. Entretanto, julgo dcsneccssar.o ques-
tionar acerca dos algarismos ; as quantias voladas
no liio pareccm excessivas ; quando o fossein, en-
tendo que o governo pode fazer muita economa,
nflo gastar ludo; e se alguma he mesqUinha, cstou
persuadido de que o governo lambem .est na posso
de ampliar as desuezas segundo as necessidades pu-
blicas. UeconliOQO o di re lo que lom osenado de a-
zeratapplicaQflo das deapezas decreUdas de una
.paroutra verba quejulgue de interesse. Lsso direi-
to, eu da minha parle renuncio-o presentemente ;
todava nflo dcrxarci de coucorrer para que o sena-
do use delle. Votarei por urna ou outra emenda quo
se presentar distribuindo-ee os dinhe.ros.para mais
alguns outros objectos a quo o senado julgnr con-
veniente altender. Nao renuncio o direito que leiibo,
porque o julguedesnecessarioou inconveniente; el-
le be conveniente, mas ha objectos mais transcen-
dentes, e eu julgo quo por esles devo prejudicar u-
quelle, e sobre elles chamar a atteiic.no do sonado.
A casa sabo que at ou honteni i.3o insist muilo
por alguma reftexes que liz a primeira voz que fal-
ei sobre esle artigo ; cfian.ci a considerado da ca-
sa uara o estado en. que nos acharaos a respeito do
bancos, estado que se acha de alguma forma subor-
dinado sattribu.cfies do Sr. ministro do imperio,
oue eu julgo do tanta importancia, que mesmo nao
seria fra de proposito anda no lun da sess.So, to-
mar-se alguma deliberado a esle respeto.
Sobre otilra queslflo de alta transcendencia julgo
tambera neceuario chau.ar a atteiicHo da casa e lo
uaiz, e essa i a mencionei a primeira vez que lalle
sobre a materia. Ketiro-mequlllo que disse acerca
do meluoramenlo quesepoderiafazer naorgaoisa-
mas 'U rocouheco urna qnasi irapossibilidade de
procxidi'ra cssa medida. Vejo mesmo quo algumen-
saio, algumas reformas se fazcm, algmas niodilica-
ces se prlicain acerca da organisa^no do niiu.s-
rerio.
He patente, sonbores, que ha pouco tempo se crcou
urna nova entidado no ministerio, quo he a presi-
dencia do concert. He verdade que nsnio conhe-
ceraos bem quaes silo as-attribuicfies da presidencia
do concelho ; mas flistinclos oradores, membros
muilo abalisados da legislatura, indicara essa idea
a lem-a indicado por differentes vezes. Quando ella
mesmo appareceu, mo foi ropellida pela assemblea
geral, alguera mesmo aapplaudio: mas ate boje
ainda nao esta bem definida esta modilicacao-havida
na organisacflo do ministerio.
O nobro senador por Minas ha poucos das, ou a
ultima vez que fallo.., deciarou quo esta croaejo Ihe
pareca de tal natureza que equivala a um ministe-
rio, a urna pasta. Esse nobro senador disse : Pode
dizer-so quo o nobro ministro, que foi nomeado pre-
sidente do concelho, teui tres pastas.
O Sr. Vasconccllos : Apoiado.
OSr. II. Cavalcanti: E eu presumo que elle tem
alguma rasfio. Nilo posso estar inleirainento con-
vencido, porque nao sc ainda quaes silo as attribui-
ces do presidente do concelho, ainda nao vi o
seu regulamento ; mas j declarei aqu que esse
lugar secreava mutas vezes como um lugar de
honra que se confera aquello a quera era incura-
bda a organisacflo do ministerio. Com islo nao
quero dizer que ignoro que em alguns pazcs tcirta
atlribuicOes especialissmas. O nobre senador por
Mias considera o presidente do concelho como o
regulador dos principios, ou da uiiiforraidado, da
unidade quo a administraefo deve tcr. Supponho
quo foi islo o que quiz dizer quando asseverou que
a presidencia do concert equivale a urna pasta. Em
verdade, he essa urna tarefa importanlissima, por-
que uraa semelhante altrbiiic.flo em um ministro
traz pelo menos estas duas crcumstano.as : a pri-
meira, urna especio do renuncia da parte da coroa
quanto superintendencia da marcha dos minis-
tros.....
O Sr. fatconcellos : Apoiado.
OSr. H. Cavaicanti: -.....a seguuda, urna subor-
dinadlo dos outros ministros a esso presidente do
concelho. '
OSr. Vasconcellos : Apoiado.
OSr. H. Cavalcanti:Eu reccofallar muilo sobre
esla materia, por una rasflo muilo plausivo!, por-
que he fallar sobro o desconhecido, fallar sobro l.y-
potheses. O cue tenho eu cora as hypotheses do no-
bre senador por Minas ? O que quero ver he alguma
realidade, saber qual foi a modicafio que bou ve
na organisacflo do ministerio [apoiado). Eu desejo sa-
ber o que lio que constilue essa creacao da presi-
dencia do concelho.
Mas o que eu digo he que, independente de le, se
deveria organisar a administracio pela inaneira que
aqu enunciei en. outra occasiflo, ludo no circulo da
legislacao actual. Pralicamento nos temos mcios de
fazer grandes reformas sem offender dreitos esla-
belecidos. Eu nao acredito muito as presfUencias
do concert....
OSr. Vasconcellos : Mutas vezes sSo nominaes
O Sr. H. Cavalcanti: Eu antes as quera nomi-
Jaqui disse que sto era urna imitacSo impro-
pria do nosso paiz, n.itaQflo de paizes que sflo min-
io diversos do nosso; e que dever.anios esludar
mala a novia uosicSo, os nossoscostumes, a nossa
constituieflo c organisacflo civil e poltica, para pro-
coderniosa reformas mais em harmona com o in-
teresse publico. Kudemonslreiaqui que a organi-
sacflo do ministerio como ten. estado ale boje he vi-
ciosa, que a distribuidlo dos ministros pelas seis
pastas bo prejudicalissinia unidado da acc/.o, a
I.armn ia dos membros do executvo ; disse que de-
sojara que o ministerio so resumisse em tres pas-
tas. Disseque a repailicflo de estrangeiros poder.a
estar unida s rep arlicOes da niarinba e guei i a, que
a repartirlo do in.|ierio devia estar unida a da jus-
ti;a, e que a da fazenda devia Mear com algumas das
attribuitOes que estao cominottdas a repartiera do
imperio; queassim licava muito melhorconstitui-
da aadminislracao.
O nobro senador por Minas, que no a quera cu
posso responder, porque o nobro ministro da-fa-
zendanao se diguou dizer urna palavra sobreest
objeclo.....
O Sr. Presidente do Concelho : Discord inteira-
menle.
OSr. Cavalcanti : -- Mas nem ao menos se
dignou dzer-uos poique no apresentou as altribu-
cOos do presidenle do concelho.
O Sr, Presidente do Concelho : Inst.tua-se uraa
discussflo especial sobre este objecto.
O Sr. U. Caratcanti: Estonios nolla, a occasiflo
be propria, ou nflo trago islo'para tamandu, a ques-
illo he esta, vamos a ella; por isso he que eu digo
que prescindo dos algarismos, porque un poder
mais alto se alevanta. O incu deverchama-mo pn-
ine.ro a esse~objecto do que questaode mais 5 ris,
10 ris ou viniera que so deva gastar ; nao digo que
ella seja em pura peda de tempo; mas digo que tra-
tar so dio ii.ostra una especie de indilferenga pe-
los negocios mais importantes.
O Sr. f'asconceUos : O Sr. ministro da fazenda
pro melle explicar muito bem o que be a presidencia
do concert.
O ir. t. Cavalcanti -. ,- l'ois bem, isso he o que eu I
quero. I
Seftbor presidente, ,eu nao acho conveniente para|
est 'nos nossos costumes nem em harmona com
a nossa consttuicao. A nossa coiMiituicflo impoz
a rcsponsabilidade individual aos ministros e nflo
a solidaria ; nflo ha na consttuicao urna spala-
vra relativa soldariedade; a le. de responsab I -
dado he tambera s do respoiisab.lidiide individual.
Os ministros sao de igual categora, nao ha nenhum
superior aos outros ; isto he o quo tem existido.
Nem islo do presidente de concelho be cousa no-
va ; o governo portuguez foi muilo bom constituido;
amigamente lluvia un. ministro ass.stente ao despa-
cho, que transmit. aos scus collegas as ordena di-
rectas lo re. Isto acabou ; depois licara.n os minis-
tros todos com a mesma aceo perante acor.ia, lo-
dos transmitiera as or.icns quo Ibe da a corOa di-
recta mente.
Nos govemos de partidos.....e ora em lodos, por-
que nos Estados-Unidos, onde os governos sao mui-
to do partidos, nflo ha piimeiro ministro.....
O Sr. I'asconcellos : -- He o presidenle da repbli-
ca o prin.eiio ministro.
O Sr. II Cavalcanti: ..... os ministros tecm lo-
dos guacsttribuicrios. He s na Inglaterra ondo ha
essa presidencia de concelho..... porque, perniitla-
so-me que cu nflo cite a Franca neslas cousas ; anda
est muito verde, muito revolucionaria para me ser-
vir do modelo.
OSr. Vasconcellos : O Sr. presidente do conce-
lho ha de explicar ludo muilo bem.
OSr. t. Cavalcanti: Ouvi-lo-hei. Eu estou ex-
plicando oque entoiido que melborsatisfaz as nos-
sas necessidades. ,
OSr. 'residente do Conceibo: Eu estou ouvindo,
apicndemlo, para depois fazer o que fr melbor.
O Sr. t. Cavalcanti: Na Inglaterra, quando se
trata de organisar um ministerio, ha ate (perniilta-
se-ino dizer) una abdicado temporaria (apmadosy.
Quando a co.a chama un cdadao e Ihe conlu a or-
ganisacao do ministerio, da-lhe esso lugar de pii-
meiro ministro; a corea nao se envolve do modo
nenhum nos negocios, confia, dcixa..... quera go-
verna he o ministerio.
O Sr. Presidente do Concelho : Nao dizein assim
os escriptores, aquelles que la fram.
O Sr. t. Cavalcanti: Senhores, eu nflo sou es-
cnptor; mas lenbo lido, estou fallando segundo o
jiiizo que faco do que lenbo lido. .
OSr. Vasconcellos: Esta expondo fielmente o
svstema inglez. .,
' O Sr. t Cavalcanti: Os partidos em Inglaterra
nflo86 parecera era cousa alguma cora nenhum par-
tido do mundo. O que Sflo os partidos em Inglater-
ra ? A Inglateira tem as suas leis, a sua organisacflo
poltica, tem estabilidade tal, e tal prestigio, que
n3o lia risco de que ella seja abalada por comuio-
eflo alguma. Acoroa inglezn repousa tranquilla so-
bre a lealdade dos seus subditos. Nao ha nenhum
partido inglez que ouse disputar attr.buic.flo alguma
corda. '. .
As questoes de partido sflo questfles de interesse
momentneo. Vede todas as reformas, cssa grande
bulla que so ten. feito era Inglaterra. Quanto lompo
levou essa reforma do Text-acts ou doexclusivisn.o
dc urna religiao para se poder entrar no parlamento!
Quanto lempo levou essa reforma 1 Que discussoes,
quo Irabalbo, que esforcos 1 E o que era esse acto?
Una cousa nmito simples.
Vimos depois essa questao da Irlanda..... Ja aquel-
la era tamben, questflo do Irlanda, porque os catho-
licos romanos nflo podiara sor membros do parla-
t. ___ I kaaa I.....> i In I i I
MINAS-CERAES.
REI.ATOKIO
do tenente Jodo Jos da Silva Theodoro, encaireaadn fa-
lo Kxm. presidente da provincia dt Minas-Gcraet ae
levantar o mappa lopnoraphico dos municipio*
Presidio, Pamba e San-Jodo-Sepomuceno, e deyeu-
ficar as ditizas entre a dita provincia, e as do Rio-de-
Janeiro e Espirito-Santo pelo lado dt Campos e Ita-
pemirim.
( Continuagao do numero antecedente.)
Divisas cccteslastica*.
A mesma desordem que se nota as divisas civis,
opparece Uinbeiii as ecclcsiasticas; u disto be urna
prova n pastoral do l'.xm. hispo do Itio-ilo-Janeiro,
publicada no Carangola, o que junta aprsenlo a V.
Exc Nessa pastoral sflo exborUdos os habitantes
laqyello serlaoaquese nflo negueni a perWncer a
iunsdiCCfioeccIesiasttca de Campos; e comquanto
se allegue o acord bavido cora o Expi. prelado de
Mariaiiua, em virtudo do qual, o do divisas proviso-
riamente marcadas pelo Kxm. presidenle da provin-
cia do Itio-de-Jaueiro, so Faz petencer todo o Caran-
gola a freguezia le San-Autonio-de-Cuarullios, da-
quelle biapado; todava, da niesma pastoral se evi-
dencia que tanto aquellos pov'os como os do lado es-
querdo, ou do norte do Paralaba, jamis podem
pertencer aquello bispado j por isso quo s silo le-
gitimas as divisas marcadas na lei que constitue as
duasdioceses, como o mesmo Exm. prelado o reco-
nl.ece na sua pastoral a fl. 6dizendo: Mas.se
quizernios recorrer divisaoquo se fez dos dous
bispados, fonle certa o segura da jurisdicgao de um
eoutro prelado, etc. e mais adianto a fl. 70*
limites desteutlimo bispado (do Marianua) com relafo
aos du llio-de-Janeiro, do qual foi desmembrado, ido o
rio Parahiba, e caminhando al a Cachotira, ou catadu-
pa maior, que por montes vai aos Campos dos Goitaca-
(s onde principia a jurisdicedo do aretbispado da Ba-
ha, etc. Ora, be bem sabido que o surlflo do Ca-
rangola semprc perlenceu as freguezias do Presidio
e San-Miguel da diocese do Marianua ; e como ser
possivel que por urna simples portara do Exua.
presidente do llio-de-Janeiro, assiin seja esbulhada
a igreja mariannonse da jurisdiccao que logalmento
exeicia desde que, denti dos respectivos limites,
foi aquello scrlflo povoado ? Alera disto, he igual-
mente sabido que Campos pertonceu sempre capi-
tana, boje provincia do Espirito-Santo, que esta
capitana foi sempreo anda he do arcebispado da
Ilabia, equeodistricto de Campos ha s vinte an-
uos, pouco mais, passou a pertenec- provincia do
llio-de-Janeiro, e que desse tempo ho que poda co-
mecara fazer parl da diocese ilumnense se assim
foi determinado no decreto a respeto, o que ig-
noro.
A Cachoeira, ou catadupa maior do ro Parahiba,
deve ser a que est urna legoa cima da aldeja da Po-
dra, ao peda barra do ribeirao das Aroias, ondo o
rio parece atravessar a serra que o niargda do lado
direito, c a nao ser esta, cntao dover ser a ultima
quo esla logo cima do San-Fidels, que me nao foi
possivel examinar; mas nenhuma outra, porquo ho
alii quo estao os montes allus, do lado esquerdo do
rio, ondo linalisdm as serras que veeni do centro,
mesmo antes de chegar aos Campos : assim, pois, he
claro quedestas cachuchas para baixo"linda a dio-
cese de Marianas, e cometa o arcebispado da Baha;
e so Campos, emquanto fez parto da provincia do
rJsprito-Santo, perlenceu, como j (lea dito, a esto
, ser membros do parla- ^ ^.^eonra podm"V Exm. hispo do .tio-de:
l.ouve essa. reforma do tal- "XWndBru iurisdiceflo ao lado csauerdo
ment; por isso be que l....
juramento, do exclusivismo da religiao protestante.
Que iijuslicas(per.i.ilta-sc-inc dizer; nflo pesam so-
bre a irlanda Que multiplicadas leclamaces nflo
teem havido!.....Mas he com tal prudencia, cornial
rc^ularilade, com tacs esforcos que os partidos ma-
nifestara suas ojinmes, que a cora podo observar
o incremento que ellas tomam no paiz, o entflo (-op-
ilar o poder a esla ou aquella. ',',,
Sobre a reforma dos borouyhs, dos collcgios clei-
toraes, o que nflo bouve! Quanto lempo se nflo gas-
tou para que o partido reformador prevalecessc!
Ki.iliin, recen teniente cssa questflo sobre o privi-
legio dos crcaos, privilegio i.i.menso da prop ieda-
de contra a massa dos cdadflos, como foi tratada?
Aprtsscntaram-se opiniOes, disculiram-.e, e alinal
fonnou-se um partido, prevaleceu e lez-so a refor-
ma. Veja-se, pos, o que lia em Inglaterra, e diga-so
se o nossa paiz lera alguma cousa que se pareca com
isso. Qual be a historia dos nossos partidos i1 Os nos-
sos partidos, Sr. presidente, com dr o digo, nflo
pem duvida em disputar as allribuices da co-
ra..... -
O Sr. Vasconcellos : Apoiado !
OSr. A. Bronco (presidente do concert):He
verdade; exactamente.
OSr. II. Cavalcanti: Eu estou muito exacto.
Sini, tal lio a natureza dos nossos partidos..... S3o
os partidos, as chamadas niaiorias..... .
O Sr. A. Bronco (presidente do concelho): Eu
apoio. Ho verdade. .
O Sr. II. Cavalcanti: Sim, o nobro ministro nflo
lera raso nenhuma de estar conlia mira.....
OSr. Vasconcellos : Nflo tem, nem esla '.risadas.;
OSr. H. Cavalcanti: ......deve recoubecer-mo
pelo seu maior amigo......
O Sr. Vasconcellos : Apoiado !
O Sr. A. Branca (presidente do concelho): -- Se ou
o apoio', como he que estou contra 'i
'- OSr. U. Cavalcanti: Sim, apoe; o uobre mi-
nistro sabe do nicu procedimento em todas as cir-
cumstrncas.. ..
O Sr. Vusconcellos : Elle logo val explicar o que
he uresidenle do concelho.
(ConlinMar-ie-/K.)
Janeiro esleudersua jursdceflo ao lado esquerdo
do Parahiba, unindo-se ah o torrtorio da dos dous
prelados de Babia e Marianna Demais, se o ds-
tricto de Campos abrango ambas as niargens do Pa-
rahiba, lamben a jurisdiccao do arcebispado da Ba-
ha brangia, na n.argem direila, todo o territorio
do mesmo dslrclo; e assim sendo, como poda a
estola do llio-de-Janeiro, ullrapassando seus lmi-
tes, e nlrou.elleiido-se era albeia dioceso, lomar
posse, ou excrcei jurisdiccao no Murah o Carango-
la, que estao aquem desses Canipos-de-Coitaoazes,
e que ainda ha poucos anuos foram descobertosepo-
voadus por habitantes do Presidio, a cuja freguezia o
a de San-Miguel sempie peilenceram at a desmem-
bracao da da Gloria, de que em 1843 se tomou parto
para Campos em vil ludo da divisa provisoria.' Cer-
lo be que da freguezia de San-Antonio-de-GuaruIhos
jamis Ib i sacerdote algura administrar o pasto es-
piritual aos habitantes do Muriah c Carangola, que
era lodos os lempos o receberam do vigario do Pre-
sidio, e anda all existcni ceinlerios antigos, como
o da Conceic&O no Carangola, no sitio que foi do ca-
pilaoJoflo de Lima, o do Antonio Rodrigues dos
Santos no Muriah, e o do Jos Bastos Pinto, com al-
tar porttil, e outros niuitos, ludo bento pelo dito
vigario, e com licenca do ordinario de Marianna ; da
mesma sorte e cora igual iicenca, existem duas car
pellas do Sau-Anlonio, que se erigirn, no Carango-
la uina junto da barra do ribeirao da Perdilo, e
outra na cachoeira dos Tombos, e s agora he que os
moradores da iiiargem esquerdu tiraram proviso
pelo bispado do It.o-de-Jane.ro para erigir urna ca-
li,-IU cora a invocacao de N. S. da Nalivdade, na
baria do ribeirao deSau-Sebasli3o.
De tudo quanto venbo de expender, claramente se
deduz que o Exm. hispo do Kio-de-Janeiro nao fot
beiniulorniado, quaudo organisou a pastoral a que
me lenbo referido, pois ucllada a conbecer quenSo
sabe de que lado do Parahiba est o rio Carangola,
e menos parece saber que sua jurisdiccao se entra-
l_l__ ^.ah > *& jfeciiit.l i I t.rii.iiku i 1.,-i u lifimri ini A vv na^ ikfl _
m*m**w*M*w****m*+
aaaaaa


,
actualmente os dous bispndps de Marianna e Rio-de-
Janeiro como o deterininou a bulla Candor lucs c-
ternw do SS padre Benedicto XIV, e se se refleetisse
que a jurisdieclo daquelle liispado se tem cstendido
mullo aqum do rio Parahiba c por quasi todo o re-
ferido termo deSan-Jofio-Nepomuceno, com excep-
ciTosmente da freguezia da villa, que he do bispa-
do de Marianna, niio so citara aquella bulla como
confirmatoria do direito quo tem o Exm. prelado Rio-de-Janeiro de exercer sua jurisdiccHo no Ca ren-
gla, pela rasflo de ser o Parabiba a divisa dos dous
bispados, quando de Tacto niio he; c por dever ser,
na conformidade da citada bulla, lie que aquelle
serto jamis pode considerar-se como pertencentc
aoRio-de-Janeiro na parte eeclesiaslica, estando,
como de facto est, muito entranhando nesta pro-
vincia, o aqum do dito Parahiba. J tica dito que a
estola fluminense nunca entrou a tomar posse do
serillo do Jlarangola, como o fez do lado esquerdo
i r-mnuiua ch>territorio pertencentc ao termo de
San-Joflo-Nepomuccno, catn barra.da Pomba, no
que passou a pertcncer a Campos etn virtude da di-
visa provisoria ; mas tal posse niio foi adquirida por
moiodcestabelecimentos religiosos que mandasse
fundara bem dosMipeiros alli alendados, nem da
calchese e civilisaco dos Indgenas, e s se baseou
na ma iciadeunse ignorancia de oulros, que, niio
nendo n qual dos dous bspados pertencian, im-
pelravam ja de um j de oulro as licencas de que
nr-ccssitavam para creaeflo do capellas, o oulros Una
religiosos ; edingindo-sc 1.1o smente pela coinmo-
ihdado de suas transaeces commerciaes, quemis
trequentemenle os chamavam ao Rio-de-Janeiro,
un roquenam cssas licencas, sem duvida concedi-
das na melhor boa f, pos nio be licito suppr quo
o Exm. prelado daquolla diocese, com conlieciinen-
to de causa, quizesse eslendersua jurisdicc.lo alm
los verdaderos limites. Ileassim que no termo de
San-Jono-Neponiuceno cm lempos anteriores c du-
rante a ultima sede vacante se erigiram afreguezia
de San-Jose-do-Parahiba, fundada por um padre Mi-
guel que alli morou do nutro lado do rio, C os c-
ralos das Mercs-do-Kngado, do Espirito-Santo,
Rom-Jesus-do-Rio-Pardo, San-Sebastiflo-do-Feijilo-
Cru e Madre-de-Deos-do-Ang, com cinco capellas
liliaes dos mesmos, aln da freguezia de Santo-An-
tonio dc-Padua, na margein do Pomba, cuja igreja
f'iibcnta pelocappllflo d'aldcia da l'edra, que por
esse simples laclo della toinou posse ; o mesmo sys-
tema vaiseguindo o religioso que serve de parodio
da freguezia, benzondo as capellas que se erige!
as suas yizinhancas e tomando-as como liliaes da
sua matriz, embota situadas em territorio alucio,
como acontece com as duas capellas do Santo-Anto-
nio, no nbeirAo deste nome, e de San-Francisco-
cncer
dS-
igioso ben-
zeu mais a capclla da Conccicilo no ribeirilo dos
Monos, districto do curato do Feijflo-Cr, e tamben)
della lomou posse, como filial de Santo-Anionio-de-
radua. Assim, pois, pela ignorancia ou capricho
Moeiat de ouro.
Pegas velhas........16,300......16,450
Dilas novas -.......16,100 ------ 16,200
Moedas de 4,000 rs. 9,100----------- 9,200
Oncas hespanholas 29,200......29,400
Ditas da patria.......29,000......29,200
Soberanos.......... 8,950......9,000
Hescontos.
Lcttras de boas firmas commerciaes 7/8 por %ao
mez, vencimentos at dozembro de 1847 3/4 por
ccnlo.
Bilbetesd'alfandega, nio ha.
Moeda de cobro 4 p. % de premio 6 p. /
Cambio sobre Londres 7 firme, a 60 das.
Pernambuco, l.Odeoutubro de 1847.
Lourenco & Olivcira.
==_____j -j
mu___:_.____#^
iti lUitlllW
.1
UU
I'UIU,
dc-Assis no da Capivara, as quaes devem porten
freguezia de San-Januario-do-l'bd, cm cujo
tncto se acham situadas : este mesmo religioso I
dos povos, e criminosa ambicio dos sacerdoles.se
tem transtoinado a legal e melhor divisa das fregue-
zias, o porconseguinte a dos dous bspados, consi-
derando-se boje como limites por aquelle lado 0 ri-
beirilo de San-Joflo. O consent ment lucilo das au-
toridades civs e ccclesiaslicas nflo pode dar direito
de posse, em opposcHo aquillo que se acha legal c
competentemente decretado portanto, se povos
perLtMiCefili-s u diocese de Marianna, maqueando a
boa r do Exm. prelado do Rio-de-Janeiro, dello ob-
tiverain provisOes para creacio de capellas, justo e
necessario he, que, reconliecido o engao, seja cor-
rgido, para o que nflo pode entrar em duvida que de
muito bom grado concorrerain os dislinctos e vir-
tuosos prelados que as duas dioceses teem actual-
mente a fortuna de possuir, cumpriudo-se inlcira-
inente quanlo a esle respeilo mu sabia c justamen-
te delerminou a bulla ja citada.
Eu leudo, Exm. Sr., que as divisas ccclesiaslicas
devem ser as mesmas civis das duas provincias, e
por onde quer que bajam de definitivamente demar-
car-se os respectivos limites. Tilo salientes sao as
vantageiis que resultan) de una lal medida, so fr
iiiloplada, qucjulgodesneecssario entrar cm dela-
lhes, bastando Dolar que os cralos eslabelecidos
no municipio de Sau-Jofio-Nepomuceno, sendo ver-
daderas freguezias, estilo'tora da aleada do gover-
no desta provincia, e por consequencia nao pode o
mesmo governo saber das alteracoes da populaciio,
nem flsealisar a mancira por que aquellos curas cum-
j>rem seus deveres.
{Continuar-se-ha).
tofri mrwQ,
Navio entrado no dia 1.'
Liverpool; 40 das, barca ingleza Eike, de 217 tone-
ladas, capitlo, Robt Crockot, equipagem 12, car-
ga fazendas ; a l.atham & llibbcrt.
Camaragibe ; 2 das, hiato brasileiro Novo-Uettino,
de 21 toneladas, capitlo Estevilo Ribciro, eqiiipa-
gem 3, carga assucar e madeira do louro ; a Jos
Ha noel Martina. I'assageiros, Jos Pereira da Sil-
va, Joio Francisco Marques, Joaquim ila Silva Co-
larle, Victorino da Silva Serino c Jos Francisco
l.ins.
Navio sahido no mesmo dia.
Liverpool com escala por Parahiba; barca ingleza
Olinda, capilflo llcnrj Thompson, carga lastro do
assucar. .
agora se tenha visto : dividido em tres partes sendo:
Primcra : o triumpho deMardocheo, Escriptura
Sagrada Esthcr, decap. 1.at cap. 14 $24.
Segunda: a cegueira de Toldas, cap. 2.at cap. 12
21.
Torceira o nascmento do Mcssias Seg. S. Lucas do
cap. 2." al 20.
Para cxecutflo dcstes tres dramas, convida a todas
aspessoas quo quizerem dars meninas a quarent
mil res, os meninos a trinta mil res, a comparecc-
rem no llieatro do l.de outubro at o die 30 do
mesmo. Sendo que tanto, meninas como, meninos
hilo de cantar; c nao pdenlo levar cm sua cotupa-
nhia mais do que urna pessoa que asdevercondu-
zir; nenhuma outra ter entrada na caixa do thea-
tro, seja qual foro pretexto, debaixo desta condicilo
he que o director d dez'mil res de mais do que
o auno pssado. A decencia e recato j observados
nos seus dous presepios anteriores, silo mais que
sufliciento garante que offerece para soguranca dos
jovens de ambos os sexos, que so contrataron! no
presente presepio,
Dentista.
KIHTAES.
Miguel Archanjo Vonteiro de Andrade o/ficial da im-
perial ordem da losa, caialleiro da de Christo, e ins-
pector da alfandega de l'ernambuco, por S. M. o
Imperador, que Deds guarde, etc.
Faz sahr que, no dia 2 (hoje) do correte, ao meio-
dia, na pinta ila alfandega c em hasta publica,se lio
de arrematar noventa duzias de massas para chapeos,
no valor do duzcnlos mil res, impugnadas no des-
pacho por factura de II. Zinimer, sol) n. 1,242, pelo
2 escrpluraio Francisco de Paula Goucalvcs da
Silva: sendo dita arrcmalaco subjela aos direitos.
Alfandega, I de outubro de 1847.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
x
THE.1TRO DE APOLLO.
GRANDE CONCERT VOCAL E INSTRUMENTAL
0*DO PULO PROFESSOR de rabeca
notle de hoje, 2 de outubro,
sim dividido:
l'RIMEIRA PARTE.
Symplion pela orchcsira.
as-*
l.
>,
pelo
3,'
Alfandega.
ItENDI.MENTO DO DIA 1.".......
7:144,586
Deicarregam hoje, 2.
lirigue Courad botijas vasias.
Itrigue -- Ao6im ~ vinho ecal.
Polaca Comante --vinho.
Patacho Apourade-Packet mercaduras.
IMPORTA GAO'.
Constante, polaca sarda, viuda do Marseille, entra-
da no correte mez, consignada a Leiioir Puget &
Companhia, manifestou 100 pipas de vinho, econ-
signou-as aos mesmos.
Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 1."
G?rl.........................1:138,230
Diversas provincial............... 49,267
Perantea cmara municipal desta cidadcschiloilc
arrematar hoje, 2 do correte, a quem mais der, as
casinhas da ribelra da Boa-Vista, por 1:000 000 rs.;
asila do San-Jos, por 1:202,000 rs.; a" alericiio dos
pesse medidas, por 12:301,000 rs.; a casa da ra Im-
perial, por 60,000 rs.; algumas lojas da praca da
ndependencia c diversos laidos dos aedugues p-
blicos.
Paco ila cmara municipal do Recife, cm sessiin
de 30 de setembro de 1847. Mannel Joaquim do
llego e Atbuquerque, presidente. JoSo Jos Ferreira
de Aguiar, secretario.
e leu termo.
a vamara municipal da vidade de Oiinda
em virtude da lei, etc.
Faz saber que nos das 4, 6 e 7 do corrente mez,
Berfioarrematados por quem mais der os contratos
seguinles: dos mscales c boceteiras, o repeso
dos acougues, as casinhas da ribeira, o subsidio
dos poicos, a afericflo dos pesos e medidas, o arma-
zom grande no Varadouro, dito pequeo no mesmo
lugar; devendo os prelendenics comparecer habi-
litados e munidos dos competentes fiadores.
E para que clioguo ao conhecimenlo de todos,
mandamos publicar o presente nos lugares do cos-
tme e pela imprensa.
Cidade de Olinda, I." de outubro de 1847. Josv
Joaquim de Almeida (uedes, presidente.- -- Joo I'au-
la ferreira, secretario.
Ignacio Jos l'into, fiscal da freguetia da Boa-Vista, em
virtude da lei, etc.
Faz saber aos proprielarios de casas situadas em
dita freguezia, quo pela lei do orcnmeiilo municipal,
que deve ter execnco dol." de outubro vindouro
pordiante. estflo obligados a concertar as cacadas
de suas propriedades.
E para que rhegue ao conhecimenlo de todos man-
dn publicar o presente.
Freguezia da Boa-Vista, 29 de setembro de 1847.
Ignacio Jos Pinto.
Ignacio dos fiis Compeli, fiscal da freguezia de San-
Jos em virtude da lei, ele.
Faz saber aos proprielarios de casas situadas em
dita freguezia, que pela lei do ornamento municipal,
que deve de ter cxccdciio do 1." de outubro vindou-
ro por diante, estilo obrigados a concertar os pas-
seios, ou calcadas de suas propriedades.
E |iara qucchcguc a noticia a quem convier man-
dou publicar o presente.
Freguezia de San-Jos, 29 de setembro de 1847.
Ignacio dos Keis Compela.
DecJatguejs.
1:187,4971
-- O arsenal de guerra compra 6 duzias de taboas
deassoalhodelouro, de 30 palmos de comprimento
0 1 c \ a 2 de largura ; 24 costados de po-d'nlco, cm
pranchoes de 28 palmos do comprimento el 4 dito
de largura : quem taes gneros livor e quizer for-
necer mandar sua proposta cm carta fechada di-
rectora do mesmo arsenal, at o dia 5 do corrente
mez.
Arsenal de guerra, 1. de outubro do 1847.
Jodo Ricardo da Silva,
Amanuense.
RrcordacOes de llellini, executadas na rabeca
vhclieiado.
I'dlporri, executado pela orchestra.
4." Aria da opera Nabuco, do mestre Verdi, can-
tada pelo Sr. Joio Toselly.
5." VariacOcs de Beriot, executadas na rabeca pe-
lo beneficiado.
SEGUNDA PARTE.
1. Symphonia por toda a orchestra.
2. Romance da opera il Furioso, do mestre Doni-
ZOtli, cantado pelo Sr. Joflo Toselly.
3." Casta Diva, da opera Norma, exeeutada na ra-
beca pelo beneficiado.
4." Aria da opera Gemina de Vergy, do mestre Do-
nizclti, cantada pelo Sr. Joiio Toselly.
5." Pbantasia burlesca, sobre motivos de valsas de
Strauss, executada na rabeca polo beneficiado.
Principiar as 7 i horas da tarde.
Os hillielcs vendeni-se em casa do beneficiado, na
ra do Torres, n. 8, segundo andar, das 10 horas
da manhiia as 2 da larde, o das 4 at as 6; e, na noi-
le do concert, hothealro.
PRECOS.
Platea.
Galera 1."
u 2.*
3.'
)l 4.'
ordem. .
2,000 rs.
3,000 rs.
3,000 rs.
3,000 rs.
2,000 rs.
P" I.I..W.......'. I i >.....
lll/lll.(UUIH B J 1 I 1 I B I k 1U9.
PORTUGAL.
RecordacBe do anno de 1842, pelo princtpe'Lichnonsky,
tradiizido i/o al/entilo segunda edifiio correla e an-
notada.
O consumo rpido da primeira edico, c a sua
procura por muitas pessoas que ficaram semilla ,
induzio o traductor reimpresso d'esta obra cu-
riosa, que conten a apreciadlo dos caracteres mais
notaveis do paiz, dos seus aconlecimentos polti-
cos, monumentos e lugares principaes fcita por
esse principe prussiano, que alli viajou no auno
citado. Esta interessante obra, que cnntm 220 pa-
ginas, vciidc-sc por 1,000 rs., na ra da Cruz n.
7, segundo andar.'
A LGICA POPULAR de Mr. Ad. Lecomte acha-se
traduziila em portugiiez pelo padre JoBo Barbosa
Cordeiro, que a deu ao prclo no Cear. A siuiplici-
dade, clareza e concisilo desla obra a poem ao al-
canse de qualquc'r iutclligeiicia, por mediocre que
seja, e a torna de summa utilidade ainda aquellas
pessoas, quo nio podem frequenlar aulas publicas,
nem pagar a mestres particulares para Ibes dar ex-
plicares : o scu titulo moslra o que ella he, e dis
pensa qualquer outra recommendacflo. Acha-se
venda na loja de livros do bairro do Recife, ra da
Cruz, n. 56 ; em S.-Antonio, na praca da Indepen-
dencia, loja de livros do Sr. Figueira, n. 6 e 8; em
Olinda, ra dos Qualro-Cantos, loja do Sr. Domin-
gos, pelo mdico prego do 1,280 rs., cada exemplar.
.iVisos martimos.
PRECOS CORRENTES DE HOJE.
Ra da Cadeia do Recife, n. 34, loja de cambio de
Lourenco & Oliveira.
Moeda de prata. Compras. Vendas.
PalacOes brasileiros-------- 2,000 -.....2 010
Pesos columnares- 1,970-------- i'9ro
.Ditos da patria......i>820 -.....i>40
Moedas de 5 Trancos-------- 1,660......1 680 l'
Ditas de 2 patacas.....i,280...... 1,2901
Ditas de 1 dita...... 640---------- C6o|
THEATRO PUBLICO.
DQMINGO, 3 DO CORRENTE.
Beneficio de um particular.
Excellentc drama --'A sensibilidado no crinie
farca O cnsaio de urna tragedia.
IM\KSIil>IO NO THEATHO PUBLICO.
O director do theatro tenciona apresentar este
anno em scena o mais brilhante presepio, quo at
Vende-se urna barcaca pequea, dolOcaixas,
muito ligeira, prompla de um tildo para navegar, ou
lambem se faz negocio com urna maior, do 18 a 20
caixas : a quem o negocio convier, dirija-so a ra da
Moda, sobrado de um andar, n. 21.
Para a Babia sabe a sumaca Santo-Antonio-de-
l'adua : para o resto da carga e passageiros, trata-
se i|ii ra do Vigario, n. 5.
Para a Baha segu, al o fim do corrente mez ,
o hiato Tentador: para carga, ou passageiros,trata-sc
com Silva & Grillo na ra da Moda n. 11.
-- Para a Babia segu com brevidade, por ter mais
de melado da carga, o hiate S.-Uenedicta 1 para o
resto da carga e passageiros t.iata-se Com o mes-
tre, a bordo ou na ra do Amorim, n. 19.
A barcaca Natalense sabe para o Ro-Grande-do-
Norle no dia 4 de outubro impreterivelnlonle : quem
nclla quizer carregar, entenda-se com Sebastio
Jos.Gomes Penna na ra do Gollcgi.
M. S. Mawson, dentista bem co.nhecido nesta pro-
vincia, tendo agora chegado da Europa, c tendo vi-
sitado ascapilacs de Londres o Pars, donde. Irouxo
os melhores objeclos da sua profisslo que al boje
se conbeccm, como novos instrumcntos/ denles o
mais necessarios para qualquer operacilo da sua ar-
te ^ offerece sus servicos aos Ilustres habitantes
tiesta cidade, conforme a sua tabella lix, e promet-
i fazer todos os esfor$os para agradar s senhoras
ou senhores, que o quizerem procurar, das 9 horas
d inanha al 3 da tardo na ra do Trapiche-No."
vo do Recife, n. 8, si gundo andar.
Dcsejando-sefallarlfo Sr. Ponciano Loorenco
da Silva, roga-se ao mesmo senhor a hondada de
declarar nesta typographia sua morada, aflm de ser
procurado.
Urna senhora portugueza do muito noa capa-
cidade se offerece para ama de casa de pobea fami-
lia, ou homcm solleiro: ella d fiador a sua con-
duca ; quem do scu presumo se quizer aulorisr
dirija-se atrs do Carino, ra do Cano, casa n. 24.
Antonio Francisco de Moracs faz publico, quo
Antonio Rodrigues Martins Ferreira doixou de ser
seu calxeiro, desde o dia 27 do mez prximo ps-
sado.
O abaixo assignado faz scientc ao fespeitavel
publico, quo deixou de ser caxoiro de Antonio Fran-
cisco de Moraes, desde o dia 27 de setembro, por Iho
no convii mais estar em sua casa.
Antonio Rodrigue Martins Ferreira.
Antonio Pedro Cavalcanti de Alhuquerquefaz
ver ao publico, que comprou ao Allerno Frederlco
dous cavallos melados, eum rodado a Jos Mara,
com cocheira na ra das Files; outro a Manoel
Jos de Pontos, morador na PasSagem-da-Magdalena,
eum rodado, c que os conduz para o engenho do
Una, onde he a sua residencia.
O abaixo assignado faz sciente a todas as pes-
soas com quem tem tido transacqOes commeicaes
cm urna venda na ra do Lvramento.n. 30, que el-
le vendeu a mesma venda aos seus socios que fo-
ram, Antonio Jos de Arantes e Antonio Joaquim
da Silva, o passou o seu eslabeleciment de nova
venda sobre si, no mesmo correr da ra, confronte
ao oitioda igreja de N. & do Livramento.
Jos Luiz de llrito.
'rocisa-co de um caixelro para urna venda,
quo tonha pratica do mesmo negocio: confronte ao
oilSo dS matriz da Boa-Vista, venda, n. 2.
Mr ^endem-seseis cscravas muito mocas, o de S
g bonitas figuras, algumas com haBilidades c }
5* muito habis para todo o servico de urna ca- f)
C',' sa, o nio se duvida darcm-se'para amostra as M
pessoas capazos ; sete cscravos de diferentes ?J
idades.e cOrcs, sendo quatro moleques, um
de 10 anuos, dous de 11 anuos e um de 16 an- ft
nos, muilo lindos e espertos; dous pardos, um
* official da alfaiate; dous ptimos pagens: ?
S todos esles escravos silo muito lindos, e al- W
y guns sem vicios nem achoques, do que so des- Aj
km engaar o comprador.
:@:e^5se: &:e:6:@:@:;@;e
-- O 8r. M. A. deF. queira di-
a ra do QueiiDado, n*
os recibos de
do contrario ,
crjininalmeiile,

rigir-se
para lemir
ordenados ;
executado
29 .
seus
ser
os seus ordena
para nao vender
dos a d\ersos.
Precisa-sede orna mulher quo saiba bem la-
var e engommar, para estar em casa do urna fami-
lia cstraugeira: (|iiem esliver nestas circumstan-
cias, e sendo de meia idade, dirija-se a ra atraas da
matris da Boa-Vista, n. 28, no segundo andar.
Urna parda s offerece para ama de casa, de
portas a dentro, de homcm solleiro ou de pouca fa-
milia, cm Fra-de-Portas, n. 44.
-- Precisa-se de una ama de Icito para acabar de
iaruma menina de oito mozes:-na praca da In-
Lcilad,
-- Schafheitlin & Tobbler continuarflo o seu leiliio,
or intcrvenciio do corrotor Oliveira, de um explen-
- sorlimcnto do fazendas : segunda^-feira, 4 do
por
elido
corrente, as 10 horas da manhiia, "no seu arniazem"
ra da Cruz.
Aviso diversos.
Manoel Joaquim Pereira embarca para o Rio-
de-Janeiro a sua escrava de nome Maria, do riaco.
dependencia, n. 3, se dir quem precisa.
A pessoa que annunciou, no Diario de 27 do
passado, querer comprar urna venda bem afregue-
zada tanto para o matto como para aterra dirija-
se a venda n. 88, dcironle da matriz da Boa-Vista ;
onde outra pessoa que a pretenda achara com quem
tiatar a compra da me ma.
No Aterro da Boa-Vis^a, 11.1, primeiro andar,
na casa de modas de madania,Millochau, rebeu-se
pelo ultimo navio um rico sortimento de chapeos
para senhoras ; chapeos de palha de todas as'quali-
dades c da ultima moda, de palha da Italia, de ar-
roz, de palha aberta, lisa, etc., etc.; chapos de pa-
lha para meninos e meninas, de palha da Italia mui-
to alva; ricas filas de flores para os mesmos cha-
peos; sedas de todas as cores para chapos dese-
nlilas; cambrias, fil, creps e muitos oulros ob-
jeclos que se vndenlo por pretjo com modo.
I'recisa-se de um criado que d fiador a sua
conducta e que se obligue 11 fazer as oqmpras dia-
rias e tudo o mais que se determinar : no pateo de
N.-S.-do-Terco n. 13
Hoje, 2 do corrente ho'a ultima praga do cal-
cado penhorado a Joiio Luiz Vianna por cxecugSo
de Manoel Luiz da Vciga e lera lugar a arremata-
cao na porta do doutor juiz do civcl da segunda va-
ra as 4 horas da tarde.
Precisa-se alugar urna canoa de carreira que
peguo e.ii duas ou Ires pessoas, pelo lempo da
fesla : na ra do Queimado, n. 30.
Precisa-se de um caixeiro que seja bom o di-
ligente pTcferindo-so j com alguma pralica de
qualquer negocio : na ra Nova, n. 25, se dir quem
precisa.
-- Recebc-se, em urna casa-de muito pouca fa-
milia alguma pessoa forra, que, pelo interesse do
comer vestir, se queira su bjeitar a algiim servico
leve, prometlendo-se-llic bom agazalho : na Cam-
boa-do-Carmo, 11.19. _
Aluga-se a loja do sobrado da ra da Cacimba ,
n. 3, que lem sempre servido para agougue o se
acha prompta de todo o necessario para o dito tra-
fico por preco com modo a tratar na praca da Boa-
Vista, no terceiro andar do sobrado da esquina da
ra do AragSo.
Precisa-se d urna ama j idosa para o servi-
co interno do urna casa de pouca familia : na ra de
S.-Jos, n. 3.
Aluga-se urna casa com muitos commodos no
melhor local do Pogo-da-Panella: a tratar na ra do
Queimado loja n. 8.


Charut s ptimos.
.. r-opalvpse Silva, na run da Cruz,
Manoel Joaqum Gonca ves c j, ^_
nc ? VTh", ncadT 5. Smpleto sUmcn-
U da'prova confirmara o que cimadiz.
LOTBRIAIMTHBATRO.
A existencia ainda de un quanl.dado crcsc.da
Jorren5 efctaiva de que csso resto de bi-
l?tes se venda at o dia 13 Jesto mesmo *, o res-
pectivo thesoureiro marca de novo este d.a para o
ref!r obtte5uoel Jos Pereira de Melloacha-
s"".i.....zoralim" n.do. no exercicio
'la promooria des'cidado, por nomeacuo interina
doDrJuiz dedireito interino rrime -reside na ra estrella do Hozario, n. 22.
CTt\uga-se, para passar a Testa urna grande ca-
sa te roa na ovoacodo Montoiro com quartos,
enrinha fra, cacimba, juarlo para escravos es-
Sia>radous orvallos,2 quintaos murados
com sahida para o rio : a tratar na travessa
s. na Boa-Vista sobrado n. 15.
J A M B. emrespostaao nnnuncio publca-
noste Diario n. 221 declara ao Sr. D. R. A.,
o
Ve-
ras,
,1o
ne ha muilo esporas decisao do que se encarre-
2 "e recebar de Jofio Jos de Olivera Cavalcante,
do Cavalcante diz lerliq
devia com o referido D. It. A. : espera pe. que
dentro cm* das hajs de apresentar-lho esas liqui-
dado: do contrario tora de usar dos me.os que
Ihecompetem. ^^
Do onKonho l'aulista fuitaram.no da 16 de setem-
bro um cavallo ruco cum marcas na pernae pa
dir la, em cima da anca com a mesma marcado
ferro I. I.VCIO irBo onxerga pelo ollio esquerdo,j
tcm as queixsdas -3 ; outro dito alazBo, vell o,
bomcarroga lor com a marca IS. Quem dos, dito
cavallosdor noticia no dito engenho, o na iua
Agoas-Vordcs, n. 46, ser hem recompensado.
- Quem quizar dar 150,000 rs. por um cavallo ala-
rio muito bonito, bom carregador baixo esqui-
pador o manso dirija-sc a a ra da Florentina,
n I f
-ffcrecc-scumhomem para administrador de
engenho do que tom bastante ptatica e que ua
fiador asua conducta: quem de seu PSJM" "
quizer utilisar, dirija-so as Cinco-Pontas derrama
do forte casa de rancho.
JlCH^PKOSDBSOLjjf
lina 3.
ATTENCAO'.
No dia 28 do prximo passado, o moro que disse
chamar-se Manoel Joaquim do Rogo e que morava
na na Nova com os signaes seguintes, rosto re-
dondo barba e suissss ruivas, bem parecido com
casaca de alpaca j usada chapeo preto relogioe
trancelim levava com sigo um preto com um boc-
eado do sola alugou um cavallo no cocheira airas
do theatro, para ir sos Afogados, de cor caslanho-
claro pequeo gordinho foveiro, calcado de to-
dos os pos, frente aborta toda na cabeca. Roga-so
as autoridades policiaes, que o prendam por ter
dado nome trocado, o conduzam o cavallo a dita co-
cheira que se gratilicar.
GuimarilesSerafim & Companhia teem autori-
sado ao Sr. Joflo Augusto Henriques da Silva para
cobrar as suas dividas uesta praca, &migaYcl o ju-
dicialmente.
SOCIEDAOE RECREIO-JUVENIL.
O prrmeiro secretario avisa aos Srs. socios que
domingo, 3 do corrente, ha sessBo da sociedade as
* horas da lardo : bem como se recbenlo as propos-
tas de convidados partida de 23 do corrento.
Na noite do dia 27 para 28 de selembro, fur-
taram da estribara do sitio da Cruz-de-Al mas,
sonde reside Antonio Jos Pires um cavallo i c
carro com os signaes seguintes : ruco, de pene
preta dina e cauda pretas alguma cousa carcun-
da roncolho ecom marca no peito da collona ;
suppoe-sequefoi para as bandas de Goianna : quem
o pegar ou der noticia no mesmo sitio sera gra-
tilicado.
O Sr. que a somana passada dava 500,000 rs. pe-
lo molecto Antonio querendo fechar o negocio,
dirija-searuaNova,lojan.58: o que podera lazer
outra qualquer pessoa sendo quanlo antes.
Precisa-sede um homm para feitor de um si-
tio muito pertodesta cidade: na ra das Laran-
geiras, n. 29, casa das afericoes.
Aluga-se, ou vende-se urna cscrava recomida,
que sabe lavar cozinhar coser o engommar com
toda a peiTciqBo : na ra Imperial, n. 9.
Queh precisar de novilhos para amansar o de
vaccas com crias para tirar leite dirjase ao sitio
da Mangueira na froguezia- do Agoa-Preta ou ao
sitio do Cordciro do Sr. Gabriel Antonio, casa gran-
de na margem do rio Capibaribc.
Quem annunciou no Mario de quarta-feira,
29 do passado, querer comprar urna venda bom
afreguezada para a praca o para o matto dirija-sc a
rua'daCadeia-Velha, n. 9, que se dir quem tem.
-- Precisa-se lugar um sitio pequeo perto da
praca desdo o Manguinho at a Ponlc-do-Uchqa ,
OU Soledade, no lugar mais povoado : quem tiver
dirija-so a una das Cinco-Pontas n. 13.
Aluga-se o armazcm e primeiro andar da casa
da ra do Torres, n. 16 : a tratar na ra do Trapi-
cho armazem n. 19.
ORDEM TERC.EIRA DO CARMODO RECIFE.
Tendo sido enviados pelo Exm, e Revm. Sr.
pispo diocesano actual mesa regedora os
e concordata entre i mesma ordem
Prensas de copiar cartas ede sellar.
Camas do ferro, etc. .n-m *
Alen da perfeiQo das suas obras, Me GaWum &
Companhia garantom a mais exacta conrormidado
cornos moldes o desenhosremotlidos pelos Srs. que
se dignaron! de fazer-lhes cncommendas ;aprovei-
tandoa occasiBopara agradecer aos sous benvola
amigos o frageles a preferencia, com que eem si-
do por elles honrados, e assegurar-lhcs que M
poupariio esforcos nem diligencias para continua-
ren a merecer a sua confianca.
Precisa-se alugur um sitio para urna familia cs-
trangeira quo Hilo soja muito grande ,e que w-
nha boa casa de vivnnda boas arvores de Iruct ,
e militas de sombra, que soja porto da praca : pre-
Tere-so a boira do rio, at Magdalena ou Ponte-de-
Uchoa : quem o livor, qucrcn^alugar, i>nja-ae a
praca da Independencia ; livrana rts. 6 e 8 quo se
dir aonde se deve tratar.
___Permuta-se um pequeo sitio, m.li-
to prximo matriz da Varzea, e ao rio
Capibaribc com casa de vivenda que
conten duas salas, quatro quarlos e es-
tribara, com muilas arvores (ructiteras,
P urna baixa, por urna casa terrea nesta
voltmdo-se de urna ou de outra
convencionar: quem llie
dirija-se ra es-
onde se dir
>9-
jolo I oubct participa ao respeitavel publico, que
receben, por estes ltimos navios rrnncezes, um com-
pleto sorlimento do chapeos de sol, de seda, a mais
rica e superior qualidade; furta-cres e outras mul-
las conhecidas, tanto para homens, como para Sras
e meninos. No mesmo estabeleimento ha um sorti-
mcn'o d" cheos ir sol de paninho, dos mais mo-
dernos: ditos muito grandes, proprios para homens
decampo i tambera tem chapeos de sol do paninho
para meninos o meninas, por serom muito linos: po-
dem-se chamar chapeos de economa. Na mesma Ioja
ha sorlimonto de bengalas, hengalmhas e chicotes
muito modernos; cobre-so qualquer ar.nacuo de cha-
peos de sol, com sedas de todas as cores e quahda-
des. Na mesma casa ha um grande sor-tmenlo de
panninhos-trancados c lisos, imitando seda, nina
cobrir os mesmos: desta tazenda se vende aretalho.
Conccrta-se lodo qualquer chapeo de sol, por haver
um completo sorlimento do todos os pertences para
os mesmos, com toda a perfeicilo e brevidade.
8. II. T.
O primoiro secretario faz publico aos senhores so-
cios, que no dia 3 do corrcnle, m conformidade do
artigo 10 dos estatutos, haver reumao da assem-
bla geral, para se cuinprir o disposto no artigo i.t.
TACHIGRAPIIIA.
O professor de Uchigraphia, querendo por todas as
maneiras genaralisar o onsino da sua arto, resolveu
dividir o proco por quo annunciou cnsinar em qua-
tro preslacoes: sondo de 7,000 rs. a primeira, no acto
da inscripcBo, c do 6,000 rs as outras tres, pagas do
seis cm Seis licOcs. A matricula fecha-so impretcn-
velment, no dia 3 do corrente mez, e as licfics come-
Qam no dia'4 do presento mez, ao meto da : na ra
Forraosa, n. 2.
___I)a-se dinhcjro a juros sobre ponhores de ou-
ro ou prata, em pequonas e grandes i|uanlias : no
Ateno-da-Boa-Visla, n. 58.
os reveron-
dos"reiKosos do convento do Carino, dcliberou a
referida mesa suumotter a discussHo e approvacBo
dos mesmos a ama mesa conjuncta na forma dos
sous estatutos para a qualsflo pelo presenta con-
vidados todos os Snrs. char.ss.mos irmaos cx-me-
sarios a comparecerem no domingo, 3 de outuoro,
as 9 horas da ianhBa no respectivo consistorio
d igris aflm de emilirem suasopunOes c deli-
berarem como mais acertado cntenderem.
A mesa roga aos referidos Srs. ehar.ss.mo irm, os
n0 deixem de comparecer a un. I.m tBo jMto. e in
teressante ao bem geral e uniBo das dffa corpo-
ter
ragOes. Secretaria,
ionio Liandro da Silva
28 de selembro de 1817. -- An-
-Cl
crgue limBos j w--- -
buco. acabara de estabelcccr no Reoife, radaU-
aclia-
o melhor dcs-
'l
Trancelinsdo qualquer modelo, anneis filas ,
llores, aderecos, pulseiras, brincos, etc. ; ludo o
mais bem feilo possivcl ,o por proco mdico
-- Jos Verissimo da'Rocha faz publico, quodei-
xou do vender ago'ardento desde o lira do selembro
prximo passado, na sua taberna da ra do Trapi-
che^. 26." ( .
~ Roga-se aoSnr. Jos Joa-
de Lima o favor de appa-
rua do Crespo, u. 12 ,
de
(jiiiin
recea
afim de
tratar
negocos que
nao ignora. ,
Offercce-se uma mulhcr parda, de boa conduc-
ta para ama de leite: na ra do Rozarlo da Boa-
Visln n 2.
- l'Vccisa-sc de um homcm para traballiar de en-
xada em um pequeo sitio perto da praca : a tratar
naruado Collegio, n. 15. -
secretario.
|a conhecidos em l'ernam
clccer no Recife ra
deia",' rsTumacasa de pasto moda de Par.s
na qual. desdo o primeiro de oulubio servirio al-
,ocose iataresa todas as pessoas quo quue-
emse suasVreguczas.e que quizerem honra-Ios
desde as 9 horas da manhBa al as 6 da lardo com
ro as babilitagOes necessanas para
empenho ao modo francez. Se ^fflhilW
quizerem confiar-Ibes pretOS para en.inar-lhLS a ai
lo culinaria recebera somenle dous.
Cari s D. Frdricks, profes-
sor do dagucrreoiypo,
continaa tirar retratas coloridos d a s {IgJL.
manliBaatasduaada tarde, na sun residencia
ruada Cadcia-Nova, n. 26.
Fabrica de machinas e fiindi-
cao de fcVro na rua do
Bru, no Recife.
Me Cailumt Companhia, engenheiros machinis-
tasc fundidores de ferro, mui respetosamente an-
nunciam aos Srs. proprictarios de engeulios lazcn-
deiros, negociantes, fabricantes e no respeitavc
publico, que o seu estabelccimcnlo de Ierro, mo-
vido por machina do vapor, so acha em ceclivo
exercicio, e completamente montado com appare-
Ihos do primeira qualidade para a perfeita confec-
Cfto das matares pecas de machinismo.
Habilitados para emprchender quaesquer obras da
sua orle Me Callum & Companhia desejam mais
nartcularmento chamar a attencBo publica para as
seeuintes porscrem ellas da maior extraccao nesta
Provincia 'as quaes construidas na sua fabrica po-
dera comptircom as fabricadas era paz estrangei-
ro?tanta e-n preco como na qualidade das materias
drimaac mBod"obra, a saber:
Moenda"dtVanPnTs'para engenbos movidas a va-
por, poragoa, ou animaes.
Rodas d'agoa e serranas, r
Manejos independenles para cvanos.
Rodas dentadas.
AauilhOes, bronzese chumaceiras.
Cavilhcs c parafusos da todos os; tamaitos.
Taixas, crivos e boceas de fornalna.
Moinhos de mandioca .movidos a m3o ou por ani-
maos e prensas para a dita.
FogOes e fornos para coznna.
Canos de ferro, tarneiras de ferro e bronze.
Bombas para cacimbas e de repuxo.
Guindastes, guinchse macacos.
Piensashydraulicnsede parafuso.
Fcrragens para navios, carros, obras publicas, ele
Columnas, varandase grades.
cidade \
parle o que se
convier este negocio,
treita do Kosario, n
quem o faz.
Asencia depassaportes.
Na rua do Collegio, n. 10, c no Aierro-da-Boa-
Vista, n. 48, continuam-sc a tirar passaportes tan-
to para dentro, como para fra do imperio; ass.m
como despachara se escravos: tudo com hrevulad..
- Na nova loja da rua do Queinrado, n. 30, de JOst
Joaquim de Novaes, continaa haver um completo
sorlimento de obras relias com a mesma pciTeujno
como as do incommenda. Tambera ha um completo
sorlimento, viudos pelos ltimos navios do ranea,
de chapos pretos muitos superiores, o da ultirn.i
moda de l'aris, bous chapos do Ch.lo, neos.cortes
de vellido para coletas, pelo barata pre?o dc^5000
rs.,e muito bons lencos para pescoQodehoine.no
senhora. _. ,. Q_ ..
-A pessoa que annunciou, no Piano de 27 do
passado querer comprar uma venda bem afregen-
zada .tanto para o matto como para a praca, din-
ja-sea rua da Trompe sobrado n. 1.
AO BOM TOM PARISIENSE.
RUA NOVA., N. 56.
Tetnpette&C, alfaiatc,
teem a honra de avisar ao respeitavel publico e
comespocialidadeaos seus freguezos que muda-
ram o seu estabelecimento sito na rua Nova, n. ,
para a mesma rua n. 56, onde cont.nuarao assi-
duos a servirom os seus antigos freguozes c qu -
les que os quizerem honrar Aprovc.tam esta oc-
casiSo para participaren quo se achm ,>rovnlos .lo
um bello sorlimento do razondas recentementa che-
gadas de Franca pelo ultimo navio como sejam :
pannos pretos o de cores para calcas ; HIUMMI-
im ; dila clstica : tudo do ultimo goslo : bem co-
mo sedas, setins, velludos, fustaes impresoa e bor-
dados, proprios para colletes ; urna completa COllec-
SO do figurno*das modas as n.ais recentes de
""". '"-.. e _...i..i..:TOo^> su encontrara
locimento
l puhlic.
las, papis0 pequeas cncommendas para ames
ma cidade, medanlo urna pequea gratificado, a-
lein das cartas seren franqueadas; iracuinbe-sc uc
tirar provisOes para oratorio, conissfo e (
uso : quem livor annuncio.
-Compram-so, para urna cncommenda paia
, provincia, QUS oflieiaes de carpina
fra
um carpin-
e'um Innocuo : na
lo ,!o de rlbe ra ; dous forreros ; cum umoeno i ....
.daCrz no Recife n. 49, primero andar se
dirA quem compra. Adverlo-so que, agradando, se
""f CoXaum. escrava moca de boa figura,
i J.,>,ilvu- o lavar, c nilo tenha vicio: agra-
juc sa,l a coz n. o lavar ^ Jg
a,, "; 1L 'vi, nnarecer das II horas da ma-
Quem a tiver, deve apparecer
"fi.!w p,cibocclcira ten,i0 as qur
KdTdXeTRTm, paga-se bem: na rua da
"Tcorara-so'uVa'oscravadenacao, de. 16 a 20
anuos sem vicios nem achaques que sirva para
oserviio interno o externo do urna casa, embora
na7tenhamaio.es habilidades: na rua da Cade.S,
n. 19, segundo andar.
Vendas.
Loja de Joo Chardon,
tcrro-da-lioa-Vista, n.5.
Nesta lojaaclia-seuii. .icosortiincnto de LAMPE0M
PARA GAZ com sous con.pctenics vidros, atendedo-
res e abafadores. #
Eslt'S CaillCII'OS 5o o melhorea e
nais modernos que existen hoje : recoinmendam-seao
publico, tanto pela seguraba e bom gosto de la bo
onfecco, como pela boa qualidade da lu, economa e
asscio de seu scrvico.
Na IllCSni loja consumidoressem-
pre acharao un deposito de GAZ., de cujo se afianca a
qualidade e en porcao bastante para consammo.
Vende-se conforme a qualidade, a 320 e *00 rs.
a garrafa.
Vende-so cera de carnauba muito boa, tanto ,
retalho, como em porcOes : na rua das Larangeiras
n. 1*, segundo andar.
.Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos 20:000^000 de ris.
Na rua da Cadeia do Recife, doja de cambio do Vi- Vende-se cal virgen em barr.s chegados pro-
1... ..:....1" i.;1i.in. min dUivi. da loteraUimamcnte de Lisboa, por preco mais barato do quo
rua da Moda, arma-
Tes antes que cheguo o vapor.

AOS ESTUCANTES DE GEO-.
Solano dps Prine'pasPROBLEMAS i GMJR^
PHIA PIIYSICA E ASTRONMICA. .|ivrmpW .
savel aos que teem do fazer oxame no la f b^San-
vendo-so na rua da Cruz do Recita, lis rana tw
tos &(:..mpanhia, por 1/000 res. lodo9
Vonde-se uma fabrica de c.iapu> UH mCQ
sena pertences, c tudo novo: da rua do Hospicio,
n. 17. -
Chegutin frtgwau, anttt que se acabem.
No deposito ,1a padaria da rua estrella doj Roza-
rio n. 13, vendera-sc. por todo oPr;^b ^ e
llamburgo ; peneiras de rame ; pilmas de ram"'
e um grande sorlimento do condecas de todos os
lmannos ; tudo por barato proco.
Botoes da moda. ('
' Na loja de miiNiezas de Francisco Joa-
quim Diiarle, na ma do Cabug, n t, re-
ceben-se, pelo ultimo navio vindo de
Franca, um completo sorlimento de bo-
toes de casaca,de seda, sarja, setim e ama-
rellos, tanto para casacas, como para libr
de pagens de maripiezcs c barOM e de pes-
soas particulares nssm romo um outro
sorlimento tb botoes de madre-perola
jwra palitos, e de vidros proprios para en-
feitcS de r>upocs de senlioras e de.meni-
nos: __as amostras se acbam patentes
ros senbores compradores.
Vende-se muito superior farinhade
tapioca : na rua.da Gnu, n. 13.
REFRESCOS. '
Xarope de groselhc foito do verdadeiro summo,
viudo do Franca a 1000 rs. a garrafa ; dito de llo-
res de larangeira, a 1,000 rs. a garrala ; dito rcito da
verdadeira resina de angico, que he muito conheci-
d e approvado por as pessoas que padecen) do pel-
lo por j ter feilo ptimos beneficios, a 1,000 rs. a
garrafa; ditos de maracuja, tamarindos, limSoela-
ranja, a 500 rs. a ganara : no Aterro-da-Boa-Vista-
fabricade licores, n 17.
ELIXIR TNICO
mti-FLiuiutico,
pelo senlwr doulor GulH, medico dafaculdade de Pa-
rs, membro de variat tocitdudts medicas, atsim na-
cionaes como esrangeiras, cavalleiro da real ordem da
legio de honra, ele.
(Dupont, pharmaceutico, om Paris, rua Ti-
quetonne, n. 14.)
O nico deposito verdadeiro dcste elixir he esta-
belocido polo mesmo autor na botica do Sr. Jos da
Rocha Prannos, rua estreita do Rozano, n. 10, em
Pcrnambuco. ,
O elixir anti-tleumalico he essencialmonlo tnico,
reanima o princfpio vital e da forga s fibras, des-
laca os humores viscosos, os precipita om naixo, a-
viva o appelito e fortifica o estomago.
Pde-se administrar na mais tonra inrancia como
na vclhico; nada lie mais doce que o seu effoilo: un-
de, dissolve os humores otiles da sabida som algu-
ma agilucilo, sera suspender as oceupacoes, nem
mudar os hbitos: se pode lomar desle eflicazmento
umacolher domanhna em jejum, particularmento
i\<\ invern e nos tompos hmidos.
Os asmticos, gotosos, hydropiros, aquelles cuja
libra he moli, licam satisfeitos do seu uso ; bem
como os que soffrem defluxo catarral do peito. a-
zedumos do estomago, syncopes e palpitacOes do
coracflo, clica, empigens, catarro da bexiga, apo-
plexia cerosa, reumatismo, fluxos alvos, doencas
do leite as senlioras, indigestlo, vermes intestmaes
as criancas, o outras militas cnrermidades que se-
ria longo enumerar.
Esto medicamento salutar tom produzdo os mais
fsvoraveis elTeito.s, nos casos, para assim dizer, des-
esperados. Oesta sorte, desde seis anuos foi pros-
cripto por lodos os mdicos Ilustres, e os successos
quotidianos quo obtm, tanto cm Franca como nos
paites estrangoiros, forman o melhor elogio que
dosle possa facr-se, e a prova desle he a grande sa-
hida quo este maravilhoso remedio tem tido as
provincias do Brasil, principalmente na Baha e
Rio-de-Janeiro onde ha taas illustracOes me-
dicas.
AVISO ESSENCIAL.
eve-se smente inteira confianca s garrafas que
teem uma marca que leva a firma do autor, seme-
Ihanlc aquella que se ve em baixo. Emfim, para e-
vitar o porigo das falsificacOes, os accidentes quo
poderiam acontecer, o arrestar a cobica dos falsa-
rios, o publico he prevenido que cada garrafa deva
sercompanhada do uma iustruccSo impressa quo
indica a maneira de empregar este medicamento,
compilado pelo Sr. (uilli, com a sua firma, eim-
prosso em l'aris por o Sr. Goetschy ; caracteres es-
senciaos para evitar a fraude.
Caz.
a
Izem n. 17.



-pg^jpp
'

A
Vendem-se os seguintcs escravos, todos do
mu elegantes (paras sen vicios nem achaques:
um molequede 18 annos; um dito de 12 annos;
urna preta de 18a 20 afinos, com algumas habili-
dades, que se dirlo ao coni|n.idor ; .llardos, sen-
do um do 1* anuos, e dous de 18 a 20; um mula-
(innode7par*8 afinos, proprio |rar andar com
enancas: na ra do Crespo, loja n. 8 A se dir
quem vende.
Vendem-se multo boas bichas cliegadas lti-
mamente de llamburgo, tanto aos ceios como a re-
talho, e tambem sealugam; vflo-se appliear para mais
commodo dos prelendentes na ra estreita do Ho-
zarlo, defronte da ra da l.arangeiras, loja n 19 .Na
mesma casa vende-se urna bonita mulatinha de cin-
co annos.
Vendem-se caixas de cha hysson, de 13 libras
cni porges ou a retalho ; caixas de velas de cs-
permaecte de 5 e 6 em libra: na ra da Airandcca-
Velha, n. 36, em casa de Matheus Austin & C.
Lotera do Rio-de-Jaiteiro, a be-
neficio da matriz da cidade
de JNiclherov
V
Vendem-se bilhetes desla lotera
O. Elstor na ra da Cadcia-Vclha n
-- Na ra dn Cruz noKeeife, u. 2
em porg.lo, couros de cabra; sola; snalos, c bolina'
rollos no Aracaty, o methor pouivcl jeera de carna-
ha; esleirs ; chapeos tle paha; sebo ;qucijes cou-
Iros objertos por prego commodo.
\ende-sc, por proco commodo,
provincii, ou para cngenlio,
Cnil ilo liecife, i. 57.
Vendem-se duas canoas do carreira e
osciavos-exccllcntes. de ambos os sexos
ce rites a urna pessoaque se retira : na ra
zalla-Vclha n. 110.
, a mais nova que existe
tassa da Russia
no niercado : na rwa da Cadeia do Kcci-
fe, armazem n. 12, de Ballhar & (J-
veira.
- Vende-so um sobrado de dous andares
tfio, silo na
2fl
om casa de J.
29.
vendem-se,
pa i a
urna preta : n
lora da
i i ua da
a Ig u ns
pe leu-
da Sen-
6 so-
rna 0,000 rs. mensaes : a tratar na ruadas Larangei-
ras, n. 14, segundo andar.
. No Ora da ra- da Aurora n. 4, vendom-se
moendas de engenho, antigs, e rodetes por prego
commodo ; o um crioulo de 24 annos bom carrei-
ro e vaqueiro.
--Vendem-se sellins inglezcs, elsticos, de pa-
tente forrados de couro de porco ; ditos sem serem
elsticos francezes para montara de homcm e
senhora; cabegadas roligas inglczas ; ditas de cou-
ro de lustro preto o bronco; estribos de motal bron-
co e dq latiio; perneiras e guarda-lamas, de todos os
foitios; chicotes para montara de homem e senho-
ra. ; bozerros de lustro de superior qualidade, .para
calcado; couro de lustro para canhOes de criados.
Tambcm.'secobrem sellins do couro inglezo francoz,
(cando como novos., o concerlam-se oulros; tudo
.por mdico preco Na mesma loja tambem se ven-
dem barretinas para olliciaese soldados de cavalla-
ria e inlsntaria da guarda nacional; talins e cana-
nas de couro branco e preto ; espadas de metal
branco, do roca e sem ella ; bandas ricas e inferio-
res ; lilis ditos ; correjamos ale lustro para solda-
estrellas ; globos ; appa'relhos para barretinas
bonita (gura proprio para pagem: na ra dos Ta-
noeiros annazem do couros, n. 5.
Vcndcm-so 3 cabras, ( bichos) paridas de pou-
cosdias : na ra das Larangeias, n. 18.
Vende-so um molequede 16 a 18 annos, de
!ionila figura que he official de marceneiro : na
ra de Cjucimado, n. 10, lerceiro andar.
Vonilerr-se 1,500couros miudos corlidcs; urna
Tiorgio de cera de carnauba : tudo chegado proxi-
mamonto do Ass : a fallar com o Sr. Nmentel, no
porto da rua Nova, ou na sua venda na l'onte-Vc-
Iha.
Vende-sca loja de fazeodas da ra do Queima-
do, n. 49, com poucos fundos : a tratar na mesma
loja.
Doce de goiaba.
Na ra da Madre-do-Deos, venda .n. 9, ha para
vender doce de goiaba fina, limito bem feito, em
caixoes de 6 e 8 em libra.
-- Na venda de Antonio Joaquim Tavares na ra
da Cadeia-Velha n. 1, vende-se mel de engenho ,
fresco, por preco commodo tanto as garrafas co-
mo em caadas.
AGENCIA DAFIlNDFCAO'llEI.OVV-MOOn.
Na ra da Senzalla-Nova n. 42, contina a haver
um completo sortimento de moendas e machinas de
vapor, para engeiihos de assucar : bem como tai-
xas do ferro batido e coado de lodos os tamaitos:
nulo por preco commodo.
SSSF.
Vende-se a verdadeira farinha SSSF
de ranimho chegado no dia 5 do cor-
rente : a tralar rom J. J. Ta.sso Jnior.
i7?'?r4Ui,"la:?)'lt'ado Kccife 3*. escriptorio
de Jos Antonio Basto, vende-se o mais superior vi-
iiho do Pono da colhetade 1822, en, caixas de
urna e duas duzas de garrafas
-Na ra de Agoas-Verdes. n. 46 vende-se, por
Clal de alfaiate; dous moloques do 16 n 20 anuos;
""'',''i".,le *- a""S I,8 ; duas molecas c 3
escravos por commodo preco.
--~-V fin niW"1!". cozml"lr. Por preco commo-
vi^r ,dOnOl0r,dc1rP1l,ri,r-s" P Torada pro-
vincia : na praca da Independencia n. 23
o'varL" TofiJ^S d m,ailai'olno l,roP. com
-o\aras, a 2,400 is. e a sele vintens a retalho
na ra estrella do Jlozario, n. 10, lerceiro andar
dos
ricas; molas paia espadas',' dnuradas e de lataojc
oulros iiuiilosohjectos por preco commodo. Na ra
Niiv.i, n. 28, loja anliga de Antonio Ferreira da Costa
Braga, dofronle dafigroja de N. s. da CojiccieJto dos
militares.
Vende-se urna preta sadin que he piopria pa-
ra o servigo de" una casa pelo barato preco de 300/
rs. ou troca-se por um molequo, vollando-se o
resto : na na da Cadeia-Velha n. 33, se dir quem
vende. '
Vende-sc nina commoda uma secretaria 6
cadeirasdeassento do palhinha, 4 bancas, urna ca-
ma dearmacao, 14 quadros comtemplando em si
os 14 passos, um espelho do paredo dous jarros
de flores, um pardo mangas de vidrO: na ruada
Cadeia-Velha, n. 9, se dir quem vende.
QIJ ADIS.
Na^ ra do Calinga, loja de miudezas,
de Francisco Joaquim Diurle, ha um
completo soi lmenlo de quidrostle San-
- Vende-se fio da India, proprio para coser cas
eos : na ra do Trapiche, n. 8. s
Vende-se, na ra da
Cadeia, n. 37,cera em ve-
las fabricadas no ftio-
de-Janeiro, em uma das
mellores fabricas em
caixas pequeuas, sorli-
roents ao gesto do com>
prador, e por preco mais
barato do que em oulr
qualquer parte.
SSSF. .
Vendem-se meias barricas de farinha de SSSF de
raminho : no caes da Alfandega armazn) n 1 do
Guimares. '
vikgkm.
pe-
ni u i-
DEPOSITO DE CX
Na ra do Trapiche n. 17, ha sem-
pre cal virgem de Lisboa, em Larris
rpienos, e nllimamente chegada ,
to superior e por preco rasoavel.
Na nova loja do Atcrro-da-
Boa-Visla, n. 78,
vendem-se bonetes para homem, a 500 rs. ; ditos de
panno e velludo para meninos ; sapatesde bezer-
ro para homem a 1,440 rs.; l.al.us de pinho.com
lechaduras e bonitas pinturas, que servem para
guardar ouro, roupa de chanca, etc. a 640 1 non
1,280, 1,440, 1,660, 2,240 e 8,500 rs ; sapatos de
couro de luslro para meninos, de 2 a 12 anuos s i-
patos para senhora, a 1,000, 1,120 o 1,200 rs. {'bo-
lina de bezerro para homem, a 3,520 rs.; marro-
quim. a 1,600 rs.
- Na loja nova n. 17, do l'asseio-Publico, vendem-
se corles de casimira de lita do imperio, fazenda
minio forte e de muilo lindos padrOes para calcas
a 2,000 rs o corte; chales de cassa, muito linos e"
com l.slrasde seda, a 4,000 rs. ; ditos de la a
j.fi)\){) rs.
Vendem-se escravos baratos, na ra das
l.arangciras, n. 14, segundo andar- 1
lindo pardo de 22 annos, sem vicios
nem achaques de boa conducta o que
"*** ,,e "Ptimo para pagem ; um dilo com
ofliciode sapateiro, este troca-se por urna preta
moca ; um molecote de 18 annos, com oflicio de al-
faiate; dous molecotes de 18 annos, bous para o
traballio de campo; um preto de 25 anuos por
450,000 rs. ; um dito de 96 anuos muito forte e
que he canoelro,por 400,000 rs.; um dito, por
250,000 rs. ; urna parda de cor escura, bstanle
corpulenta, de 2 annos, com algumas habilida-
des esta cscrava vende-se muito em conta por ter
um pequeo deleito; una mulatinha do 12 anuos-
umanegrmhadel3aniios que cose, cngomnia '
cozmha e serve bem a urna mesa ; urna negrota de-
do 20 anuos, que cosee cozinha o diario de uma
; urna dita de naco de ptima conducta, por
e mais alguns escravos. I
tos, em moldura domada, de dierentes
tamaitos de 8o at 4oo rs.
Superior cha hysson, em la-
tas de unta libra, a 2,400 rs.,
muito ptimo para casas particulares ou para fra
da pia?a, pelo bom acoiidicionamenlo; vende-se
noarmazem de Antonio Toixcira Bacelar, no largo
da Allandega, Ir. 3. '
--Vende-se urna parda de 20 annos, de figura,
o ptima para mucama que engomma, coscchilo ,
lava desabri, cozinha alguma cousa e faz renda: no
Aterro-da-lioa-Visla, sobrado n. 5.'
-"^lAVen',em-?e '"''"guins-para homem, a 3, 5
c 7,000 rs. ; sapa toes do lustro a 4, 5 o 6,000 rs
bolinsfr-ncezes, a 4,500 rs. ; meios ditos, a 7,000
rs. ; sapa oes ingtezes a 3,000 rs.; sa patos, a 2,560
rs. ; sipatOes de .Naules, de pala; dilos de sola
grossa laixeados ; botina de IjsbOa a 3,000 rs. ;
T ?* ->,00 n-' borzeguins para senhora,
a j,2 e 4,000 rs. ; sapa tos de couro de lustro pa-
ra senhora riancezcs e de Lisboa; dilos de setim
e duraqufl francezes o de Lisboa ; ditos do marro-
quim e CordoVflO sapatos para meninas dotodos Os
lmannos, de luslro e marroquim ; ditos de cl-
cheles de todos os lmannos; sapales de lustro
para nieiijnos ; bolins de marroquim; e outras
niuilasqualidades do calcados : na praca da lude-
dependencia ns. 13 e 15, loja do Arantes.
No hotel Commcrcio da ra do Queimado n. 27 ,
coiilinuam-sc a vender sorvetcs de varias qualida-
des, lodos os das. No mesmo hotel ha quartos in-
dependentes dos hoinens o muito decntes para as
senlioras.
Vende-se um lindo moleque dena^ilo, ptimo
cozinheiro de cxcellente conducta e do 19 an-
nos : na ra estreita do Rozado, n. 31 primeiro
andar. .
Anda restam a venda alguns roquetes do l do
linho, obra do muito bom gosto por prego mui-
to commodo : na ra do Cabuga, loja n. 8.
(lianipanha de superior qua-
lidade ,
B6"'1?,"8?.."" r,lil ,,n Cruz. 38, armazem do
Schalheitliii& Tobler.
Vende-se um molequo de 16 annos, de bonita
figura, oquo mo tem vicios: as Cinco-Ponas,
n.7l. Na mesma casa eompra-se um escravo sapa-
--- Vende-se urna venda sila em bom local ,
haslanle liegnezia, lauto para a praca como i^i
mallo: no pa leo da S.-Ci uz n. 6.
-Vende-se um escravo bom cozinheiro, que so
fiara a contento; uma nogrinha de 12 annos; duas
asee 16 anuos ; 4 escravos de todo o servico : 3
Ai
com
ra o
Attentpao!
Vendem-so e alugam-se as mui acreditadas bi-
chas hamburguezas, cliegadas no mez prximo pas-
sado do llamburgo sendo da nica e verdadeira
qualidade, tanto pelo bom servigo como pelo zelo
com quo se vilo appliear : na na estreita do Itoza-
rlo .esquina do beccoda ra do Fogo, venda n. II
deposito de bichas hamburguezas.
Vende-se urna preta com algumas habilidades ;
uma negriuha de 11 a 12 annos, de bonita (gura
no pateo do Carino loja do sobrado n. 7, se dir'
quem vende.
Vendem-se caixas, cmquarlo, dealctriade
superior qualidade, vindas prximamente de Ge-
nova : no caes da Alfandega, armazem de Francis-
co llias l'erreira.
Anda se acha para se vender, na ra de Hor-
tas n. 90 a cscrava parda, viuda do matto que
lera as habilidades de ser boa cozinheiro docoira
de todas as-qualidades de fructa e de massa, e que
tambem lafi o engolnma. Oannuncianto j leve or-
dein do dono para a vender por menor preco do (fue
esse que luma pedido. ^
Vendom-se, por melado deseu valor, 12 cadei
ras, 1 suf, Sbanquinhas c 1 dita do moio desala
ludfi.de Jacaranda e com muilo pouco uso: na ru
Augusta, sobrado do um andar, n. 9V.
U BAHATEIRO.
na nova loja da rua do Crei
po, ao pe do arco de S.-Au-
louio. 11.4, de Ricardo Jos
de Freitis Ribeiro,
ha novamente chegado um esplendido sortimento
de fazendas francozas o inglczas do melhor goslo
possivel para festa por procos muito moderados
comasejam: camhraias escoce/as de cores ixas
de ricos padrfles, cor de rosa e de outras cores tan-
to claras como escuras com quasi varo do largura
a 320 rs. o covado ; cortes de cassa de cores muil
modernas a 3,500 rs. ; boa casimira preta elstica,
a 2^00 rs. o covado; lindos corles de brim de li-
nho, de cores escuras, que parecem casimiras,
para caigas a 2,000 rs.; riquissimos cortes de cam-
braia padrOes de moderna invenQilo e estampados,
para vestidos de baile, a 6,500rs. padrOesadmi-
raveis ; uma porc3o de chitas baratas a 120,140 e
160 rs. o covado de cores fixas e escuras.
Vendem-se pedras de amolar, brancas, de ma-
llior qualidade que teein vindo do rio do S.-Fran-
cisco, a retalho e m porcBo por prego commodo:
na rua da Praia, armazem n 18.
~Vendo-se cha preto muito superior, em caixas
de 16 libros, proprio para familia : na rua do Tra-
piche, n. 8.
Escravos Fgidos.
s' Vende-se um pardo de 22 annos, proprio
lS) para todo o servigo : no praga da Indepen-
jjg dcncia livraria ns. 6 c8.
OcTfeaVfeaVIffcTral 0fe @\^ &% &fa 0* &Wb
7-Vende-se um escravo mogo, robusto, sem
vicio algum muito proprio para o servigo do en-
genho e de campo do que tem muito conhecimeo-
to : vende-se por dividas : na rua Nova n. 54.
Vende-se urna cscrava cozinheiro ; um mo-
leque cnoulc do lOannos, de bonita figura para
pagem juma negrinha-dc 12 a 14 annos : na rua da
Cadeia do Itecife, n. 30.
Na loja nova do Passci'o-Pu
blico, 11. 19, de llanoel Jou
quilo Pascoa Ramos,
vende-se panno lhomuito superior, a 5,00Ors. o
dilo azul
rua das Cruzes n. 22, segundo amlar.
criT nV',,d,;"'"se dUi,s Mcr,v" u"" parda com
cria piopna para criar, por ter muitoe bom leile
e que engomnia, cozinha, cose e lava; e a oulr
ara lora da provincia com todas as hal.i-
Vclha 11. 132.
2,000 rs.
. egas de cambraia lisa a 2,560
chales de mclim a 1,000 rs. ; brim branco de
pui Jinho, a 1,000 rs. a vara ; o outras limitas fa-
^ndom-se cblyso
bomba, de diversas
prego do queem ou
Collegio, botica de _,
- Vendem-se caivetes de mola pi
inia s vez ; boles prelos
temas, que pelo sen diminuto prego uno desagra-
liaraoaosseus fregueses.
clilvsopompcs, 011 seringas do
s qualidades, por muilo menos'urna peina ;e est rugtal
ira qualquer parto : na rua do pegar leve rua de S.-lr
iCypnaniioLuizda Paz. ,, 35
niveles de mola para a parar pen-
ez; boles prelos para casaca
os n.ais modernos ; caixas de tartaruga redoma
uor,aca.;'S,cU,3'00 ?' C;'d;' U0" ; VentSK
Doiidcliajcaru-irasdo mola; pontea virad; para
as de
Vendem-se pianos inglczes ,
de patente de
Collardi Collard, os muito celebres fabricanles
doUndrea: emeasade Ceo: Konworthy &?* na
rua dal^ruz, 2.
POTASSA.
Vende-se a verdadeira
e superior po-
-r ('ontl"ua-se a vender boa ma-iteigo, a 320, 400,
oOOeSOOrs. ; chocolate novo, a 240 rs.; cal mol-
do a 160 rs. ; dito em grflo a 120 rs.; cevada no-
va a 100 rs.; arroz branco a 80 rs. ; dito verme-
llio a 60 rs. ; carnauba de 6, 7 c 9 em libra a 320
rs. ; espermucete. de 6 em libra, a 720 rs.; cha
hysson a 2,000 o 2,560 rs. ; arroz branco, a 320 rs
a cuia ; uilo verinclho a 280 rs. ; feijio, a 280 rs. ;
arroz dn casca a 100 rs.; milho, a 100 rs. ; quei-
josfrescaes, a 1,120 rs. : no palco do Carino, es-
quina da rua de llortas, lado direito n. 2.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Vendem-se bilhetese meios ditos da setima*lo-j
'lr!a.:a._';no'!c,..(ii'..eili,iCi,ao da matriz da impe-/s.a^10 / P'oprio para pagem, ou algum cilicio che-
no pateo da matriz'du S.-
iiiUijLirr ii'.t.....- uo inania ua iinpe-l-'V'" > i"i>iiupara pagui
dPf^ ,cihe">y : "a r"a da Cadeia loja lo d> """Uo lia poico :
de cambio, u. 38, de-Manoel Comes. J Antonio, cocheira n. 2.
prender cabello; sabonetes para barba; luvs re-
las para senhora ; relogios domados a 200 rs oa-
'"'"'pa':a,ne"i,"'s; esll0,as para salto; botOes
para camisa, do ultimo gosto; caixas de balla
grandes, para tabaco ; brincos e collares para luto-
meias pelas para senhora ; oculos de 2 o 4 vidros '
para todas as vistas ; pennaspara secretaria ; Invas
rolcl.ile 200 jardas; ludo muito em conta.porser para
--- Vende-se um mulalinlio do 10 annos, muilo
Acha-se, desde o dia 16 do passado fgida a
pela Joanna, de nagao Benguela de 30 anuos pou-
co mais ou menos ; he bem conhecida por usar de
de vender sapatos para senhora, fructas, bolos, etc.:
he alta, secca do corpo cor fulla rosto comprido,
ollios fundos, nariz um lanto afilado (lentes lima-
dos, beigos grssos ; tem uma marca antigano la-
do esquerdo do rosto proveniente de una denta-
da que Ihe deram bracos finos e compridos pes
seceos e tambem compridos, pernas cheias de veias
0 cncarogadas; he bastante ladina. Esta preta,por ter
muitosconhecimenlos,julga-se estar acoitada : por
isso p.-otesla-se usar de todo o rigor da lei contra
quem admilti-la em sua casa e muito se recom-
menda as autoridades policiacs, eapitlesde campo
e mais pessoas do povo a captura dalnesma eserava,
promettendo-sa aos ltimos boa recompensa, sea
levarem ao Aterro-da-Boa-Vista n. 17 fabrica de
licores de Frederico Chaves.
-- Desappareceu no dia 28 do setembro a es-
erava Thomazia, do cor fula ; alta, cheia do corpo;
representa ter de 20 a 24 annos ; andava .vendendo
pao. Esta eserava he natural da Serra-do-Martins
provincia do Ceur e ahi Toi eserava do llerculano
Torre de l.ima, Quem a pegar leve a rua das Cru-
zes n. 30.
Ause'ntou-se na noilododja 26 do passado a
preta Hila do nagao llebolo de 25 anuos alta
1 elorgada, cor prct, corada do carregar peso ; tem
as cosas enfeiladas com sig naos e golpes de sua na-
gao bons denles, bocea grande, beicos grossos
seio pequeo ; levou camisa do algoda'ozinho no-
va vestido de lisiado de quadros escuros ja des-
bolados panno da Costa usado e sem eslar a-
bainhado. Koga-se as autoridades policiacs e capi-
laes de campo que o apprehendam e levem ao caes
da Allandega n. 5 011 em Olinda rua de S.-Ben-
Desappareceu, no dia 13 de agosto, da casa de
Francisco Jos Marlins da Costa o preto Pedro,
que scachava alugad.o ao dilo senhor, e nao ha
noticia nenhuma delle al boje ; julga-se estar acui-
tado em alguma casa : por isso promdle-se boa pa-
ga a quem o levar as Ciuco-Ponlas, n. 146.
Dfio-su 50,000 rs. de gialilicagflo a quem pegar
urna cscrava de nomo Mara de nagfo Benguela
estatura regular ,.olnos zaroloos, nariz chato, bei-
gos grossos cor bem preta ; quando anda puxa por
a ha dous annos: quema
raucisco,ou Mundo-Novo,
-- Fugio, no dia 21 de setembro do engenho Ti-
pua, um escravo crioulo, de nome Baymundo.com
signaes seguintes:de 18 a 20 anuos pouco mais ou
-vende-se uma parda clara de 25
iS-' HMD I...* .' *
lava
- annos, que
n principios de uugounnado, o he (rua
S3o boa rn^ir^:-^^;^^'^
Vende-so urna venda com poucos fundos, na
ada toda; urna cama do angico; um cabido de
annos, dol amarello; uma cama ; nopateo de S.-Podro n 1
-, ----- -..cgflo para
llecile ; levou a roupa quo tinha na occasiao em quo
lugio.isto ho.camisa o ceroulas de algodao.calgas de
nscado o chapeo de palha: quem o pegar leve ao dito
engenho, a Ignacio Cavaleante do Albuquorque,
quo sera generosamente recompensado ou auuun-
cie por esta folha.
Ausenlou-se, ha dias, da casa deseu senhor, o
escravo Joao pardo trigueiro de 15 a 17-anuos,
cara grande, olhos regulares, bons denles; bem
conhecdo por andar freuuentemenlo fardado: quem
o pegar leve ao Mondego a seu senhor Luiz Go-
mes Ferreira que recompensar generosamente.
iVjsrh: ha txp.deji. r. DBrAaiA.ib47
y


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