Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09722


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Full Text
A I! 110
do 847.
Sexta-feira 22
nllNKIO puMCS-se tofo os diaj, que lo
" ,,'e guarda o preco aigftara he .le
"1,. no. niiarlcl. ango* lutianlatlnt. Oan
l,*r,''ioiq"ai-t*
" do ii5nt j ioteriiloj rasaoite
""'T'nor linl". 40 rs. em lypo da>rnle, e as
tf;porcnd.|...'l)l.cc,0.
100 cm Ijpo
-HASES DA MA KO MEZ DE JANEIRO.
.l.ia l.BOJlminuloiiU Urde.
L'b, a 9, 4 hars e 18 m.n. da Urde.
nova '". iis "' l"""*,,e" mu, da larde,
"cote, a!i, rAHTIOA DOS CORREIOS.
Goiannae Paialiybi, a segundas esxlas leiru.
Uiu-llrnmle-dn-Soile quintas feiraa aomeio-dia.
('alm, Serinlifiem, llin-Kormoso, Pono-Calvo e
Macelo no I.', a 11 e JI de caita mez.
(aranliun, e Houilo, a lOel;
RovViata e Flores a 13 e J8.
Victoria, ns quii, lenas.
Ulinda, lodos os dios.
PHEAMAd DE I10JE.
I'rinieira, al a lioiai IX minutos da larde.
Segunda, as 9 dorase 12 minulos da manlia.
de Janeiro.
Anuo XXII.
N. 17.
DUS DA SEM
18 Secunda. S. Pri.ca Aud. do J. do c da 5 v. e do J M. iM ? v.
19 Tere. S. Camilo. Aud. du J.NJo a>. ria
v. edo I. de pauta S dial, de l
20 guana S. I'"bo. Aud. do '. doV v. d J
e do -'. de pa.7. do 5 disl. 21 guinla. S. gnea And do J. de orpt... do
J. municipal na I var*. \
22 Seila..tlaudei.cio. Aud.dol. docv.d I.
T do J. de na7. do I. dist.de I. \
21 Salando. S. Ildefonso. Aud do J dociv.d^
I. v e do J da pai ilo I disl del.
2"l Dominio. Nossa Seniora da l'a/..
CAMBIOS NO DA IlDB IANE1BU.
(.aml.ios>lireIJondrcs2la5!"/Jd p. lfr.a60d
n l'.riJ 320 ri por tranco.
T.isIrtaO.'. ile pre io.
Dse, delet ile l>oas ur.l Ia., l/i l'-Vo ra m"
(/uroOr. I-Mpewholis-----BfO.io
, Uoedaa de 01109 elh 'I'"""
dceflAi' no.. I#".....
de 4*000..... OfOOO
PraU l'alacuei ....... 2#O0 a
u Pesos eoliniinares... 2|fl?n a
. Dilos mexicanos ... 's^l "
Miuda.......... U'* a
'i"
2*04 0
2jj(0Cii
jfso
IJ70II
lcc6esdacomp.doi;rlienl>ede.'.0jl000r<.aopar.
DIARIO
EXTERIOR.
de riqueza do duque, o seu luso, causam uveja nflo por isso querem nhomcm na gerencia da fazenda,
.1 -T-..1... i; i i____ ,.. ,.,.; fi. .nu.1 ,. I> li'm di- Ir- .Ir)
CORRCSPONDENCIA DO DIARIO DE RERNAMDUCO.
LISBOA, 30 DE NOVEMIinO DF. 18*.
Oceupa especialmente a allenco dos nimos a
iiilrrveti<;oO licspanliola nos assumptos ilesle paiz
He evidente que o actual governo pedio ao hespa-
nliol urna inlervencflo directa, para acabar con os
revoltosos, e ninguem duvida de que a llespanha
annuiria gostosa ao pedido, em consequenei:! di
aflinidailc de principies polticos que predominam
nos dous govcrnl J portfm como o gabinete Istiiriz
I nada faz mais do quo o quo apraz a Mr. Guizot,
n enverno Trance/., que receia dar um motivo a In-
glaterra para que esta tire a desforra do desairo que
a sua pnlitiea sofTreu coni o casamento do duque de
Montpensiof com a infanta de llespanha, oppoz-se
a litterveneflo directa earmada por paite da llespa-
nha nos nossos negocios He isto o que so collige
da declararlo feita pelo Jornal dos Dbales de 8 de
novembro, que se pode considerar, como o princi-
pal orgiio das opinioes de Mr. Ciznt.
0 governo portuguez, di/ o peridico francs,
pedio ao hespanhol a sua inlervencflo armada ; po-
ror esta mo lera lugar, alim de hilo chocar u Ingla-
terra, a Depois ajunta : O Sr. Islur.z dccla-
rouaMr. Biilwcr, emRiriisitt.- 4c.Inglaterra em Ma-
drid, que a Hespnnlia guardara a mais restricta neu-
tralidade nos negocios de Portugal.
Todava, apezar tiestas declaracfies, se a llespa-
nha nflo nterfere nos nossos negocios declarada-
mente, o faz indirectamente ; mas de una maneira
escandalosa. Vito so consente que existam em Vigo
cem Avamonte juntas cabralistas que Iramam con-
tra o inovimeiito popular as provincias do Nortee
doSul, recebendo emigrados, armando-ose intro-
duzndo-os as ditas provincias-, mas poe dis-
posicln dessas mesnias juntas os seus barcos de va-
porde guerra, para trazerem noticias ao governo de
l.islicia, c fornecc armas, cava los e municOes, em-
liin ludo o que pede, e se.lhe pede, as tropas do go-
verno, como he positivo t-lo leito ulivisHo do ba-
rfiodoCazal, que, perseguida e denotada, se refu-
piou em Chaves, prara fronteira de llespanha, e em
breve se poz em estado nlo so de tomara ofTensiva,
masde derrotar a fV>ri;a que a havia derrotado !
E que faz a Inglaterra eni,vista dissoi' Por em
quanta (em-se limitado a protcstaeries, notas e ou-
tras dcmonstracOes ambiguas, e pouco inelliea/es,
das quaes iieiibun proveto teem lirado os revolto-
sos, e que por certo nlo lhe*darlo o trumpho.
Diz-so que o almirante ParNp manifestara a al-
guem que uo tinha as instruccOes convenientes,
para poder obrar fivrcnicntc contra o procedimento
da llespanha, c fazer ilemonslraoi's mais decididas
e piisilivas a favor dos revoltosos ; que para isso en-
viara um vapora Londres,oqual seespera aqu de um
momento a oulro. Veremos entSoqual he o aspecto
que toma o dito almirante, Mr. Seuthern, o enear-
regado biitannico nesta ertite, desde que se itusen-
tou l.urd lloward de Walden, ou o coronel Wildc.
I.ntretanto este eontini'u f fazer lodos os estorcos,
segundo se adirma para trazer os dous partidos licl-
ligerantes a um acqprdo ; mas parece que tcm en-
contrado grandes Jpugnancias.
As l'reas revoltosas ilo coinmandn do condonas
Antas permanoeem em Sanlarm ; e as do marecnal
Saldanba no r.arlaxo. Por emouanto anda uno lem
liaviilo choque algum entre ellas, o lazeoi-se mil
oonjectiiras sobre esta nacc,flo.
'eviseond uBal (Schwalbalch receben or-
deni para abandonar a provincia do Alemlejo, o reu-
nir-so ao mareehal Saldanha. Segundo so diz, afila-
se em Salvaterrn com a sua pequea divisilo.
Correu o rumor do que a columna do coronel
lana lora destrocada em Obidos pelas forras popu-
lares do commando de 1). I'ernando do Souza Bo-
U- III1H. dUl UUUIII-( ** M-H -( wwww --- ..- ~4 --------
s a muitos dalgos, mas at a aUai persogem, e
isso silo cousas que nlo se perdoam, e que as cor-
les sempre se procuram meios de humilhar. Ora,
como o actual partido dominante em Lisboa seguo a
mxima da quem nflo he por nos he contra nos -
nlo valeu ao duque a neulralidadc em que se tinha
encerrado, o una atroz perseguicilo so descnvolveu
contra ello e os meinbros da sua familia.
Em primeiro lugar foi-lheremettida pera poeia,
segundo se aflirma, urna OMlMCSo dividida em
quesilos, sendo um dellcs o ler fornecido fundos
pecuniarios aos revoltosos. Afllrma-sc que a todos
osquesitos o duque respondeu Iriumphantemcnte,
e emquanlo ao do dinheiro, parece que dissi-ra,
que eslava sempre prompto a preslar semelhantos
auxilios aos scus amibos quando o importunavam,
e dissn linhaui experiencia propria alsunsdos mem-
bros do actual governo ; mas que nflo dra fundos
para a rcvolla. Parece que osla resposta irritara
mais a bilis dos scus perseguidores. No da 25 do
corrnle, appareceu junto a porta do carro da igre-
ja de Silo Roque o segu ule pasquim Carlis-
tas! O duque de Palmella he multo ingle/ado
quer vender-nos aos lngley.es Ccelo com elle e
tiro e obrga-lo a sabir.
Po dia 26 passando o marque/, das Minas genro do
duque) pela ra do Alecrm, foi-lhe intimada a or-
dem de priso, por um tal Jos Mana da Silva, ca-
pjtiio de nacionacs, s ordens do governador civil
de Lisboa (o marquez do Fronteira). Este Jos Ma-
ra da Silva he um individuo, que pela sua rortuna
poda muilo bem viver indepenleiile, semrecciode
se compromclter, e do praticar indignidades ; po-
rm faz luxo em ser aguazil. smn se lemhrar dos
ineonimodos quede futuro Ihe pode resultar de tanta
dedicacao. Entretanto desta vez o scu zelo se mal-
loizrou : o marquez das Minas leve bastante decisao
e esperteza, para Ihe fufir, e einba.cando-se refu-
giou-se a bordo da nao almirante, da esquadra in-
Nesse mesmo dia mi o duque chamado ao paco,
onde S. M. a rainha Ihe inlimou. a ordem de se re-
tirar de Portugal I Diz-sequc S. M. se encarregara
dessa missiio, porque iiJulium dos ministros a lano
se abalanzara. Alguns dellos devem avulladas quan-
lias do dinheiro ao duque.
Cusa a crer que a lauto chegue a obecca?flo. O
duque he talvez um dos que maisconcorreram para
o triumpho da causa da rainha sobro a usurpac.c,
nflo duvidando expatrar-se, e sacribeando nflo so
a sua grande fortuna mas a brilhante postilo que
gozava no seu paiz e na Europa : ludo sacrilicou
miando as probabilidades estavam mais a avor de
I). Miguel, do que de D. Mario II. E agora ? Agora
esta senl.ora, fascinada por homens, que ou ser-
virn! D. Miguel al ao fin, contestando os dircitos
da rainha, ou seguirn a sua causa por upttulafo,
porque nada tinham que perder, esqiiece-se Uos
ervicos prestados pelo duque, e saenlica-o a essa
gente .' Oxal nao venha a arrepender-sc.
Como seespaihou o rumor de que certa genta ha
quera invadir na noile do dia 26 o palacio do du-
que, como oj tinha feito (havia alguns diasj a casa
de Vicente Concalves Rio-Tinto (segundo se diz fu-
ram soldados do botalliflo da Carta, do que hecom-
mandante o Caslilho), o duque julgou prudente
" a Z .1-------_ al.iiMnla iunlu/'i
ohHode ItVlo.
Entretanto os mijagres silo difliccis de repetir-se,
e resta saber a que expediente recorrer agora o con-
de do Tojal para encher os exhaustos cofres do es-
tado. A guerra civil tcm arruinado o paiz; o contra-
to do tabaco, urna das grandes fon tos de rendimenlo,
esta nos maiores apuros, o talvez nflo possa pagar
por muitos mezes toda a sua prestaeflo. no obstan-
te a diminuicilo que o governo Ihe fez ha muco, era
eonsequencia do milito tabaco de contrabando in-
trodzido as provincias pela fronteira hespanbola.
Os revoltosos teem cobrado'impostos, que o tnesottro
, ... I...... ..nnL... nAlo eini ix'irlo (I fi:.r-
por corlo nflo podera receber pela sua parle. O par-
tido dominante na capital lia de carece.-do um exer-
iiiiu.iiui; u \.*iiiiiw/, --^-- J--0-- ..
asladar-se para bordo da nao almirante ingle/a,
eassimo verilcou, emquanto nflo sabia para t.i-
braltar o vapor ingle/ que na vspero tinha entrado,
f Indo do Norte. ,
S. Em. foi magnificamente hospedado a bordo, c
comprimentado pelos seus numerosos amigos, sen-
do conduzdo bordo do vapor iiiglez n un esca-
ler da nao almirante, governado por um oiUcial de
natenlc. Acompanharam o duque na sua viagem
cus genios, o conde das Clvelas, e o conde, das
Alcacovas: o marquez das Minas nfloquiz partir
por ora. o ficou a bordo da nao almirante.
lares do coiniiiando de ). l-criiaaiio n juum ii- por uiu, u m.u ..".........," "i.rhralir nmli>
i, ho illio do conde de Villa-Real, e que o mar que o duque va. por emquanlo para (.ib.altar.oiuJc
ffl sl Sucra o ,a,or Joaquim Rento, provavelnVnle so ll.o reunir.en, breve
eom car-adores i.. 8, para auxiliar a dita rca.e b. u.osa e
leros revoltosos Po, aquello lado. O/>' .ix ol- -
timartnte que a columna d.o coronel Lapa itmi iil-
eancadoos mais completos tr.umphos, ten do ichega-
.lo at Qadavnl e Caldas, c que o mesmo len^aco -
lecido t o (enenle-eoroncl I barco, pelo lado d,o
Sul; a'ha.ido-se por conegniite limno **l
tosos o dislricto administrativo de Lisboa e sen ler
'"urna encarnicada perseguieflo se declaaou ultima-
mente, por parte do partido dominante mM
entra o'duque de Paln.ella. de "' V*. ^
que i.-, tinha teneflo de se retirar por ^*3?
de Portugal, vio-se obrgado a apressar a su mi li-
lla, c efflbarcMI no dia 27 do eorrente a bordo do
vapor inglez, com destino a Oibrallar.
motivo da pers-guicao feda a um liomem que
tanlos servicostem feito ao throno da nmiho, e
elle nflo se ler laucado nos bracos da reoeflo de 6 H
oniubro, auxiliando-a com os seus talentos, mnu
enca e dinheiro, que era o que quena M>
le que boje da as carias. 0 duque, pelo Contrallo
nao s havia protestado no conceibo de estado eon-
.Has medidas tomadas pelo governo ; mas.m-
limamcnte havia-se demitUilo do cargo de conce-
ihero de estado, para conservar mcllior a sua neu-
Iraldade no actual estado de negocios.
Alen, dsso o duque de Palmella he ve'-dade.ra-
inenlc un gran ufa*, o ,VMino111ffiuqoS
Hala com bondade c llianeza todos aquel lea.que.o
irequentam. e.que elle sal, nflo serem c p. zc^de
. esposa, "edemaia familia. Talvez o duque
passe depois a Franca o a Italia.
,\o mesrtio vapor que conduz.o o duque le Pal-
mella a Cibraltar roran tamben o marquez de Niza,
(que havia lempo se aebava a bordo do hngue fraii-
ce/ le Cyane o conde de It.o-Maior e outraa rnuitas
pessoas dsli.'.ctas, que se retiran, de Portugal.
dem, I." na dbzf.mbho.
No vapor ullin.amentc chegado a jn^Je" J
o conde do Tojal, ministro que fo. da razenda du
ranle a a.lmiuislracflo dos Cabraes. O conde do io-
ta roitasUne reliz de podr pagar durante a su.
gerencia um mez en, cada trila das MMWrvMorw
Xr ou.ra vez ao poder, um ,,,.n.. n, o o ura
as privares fuluias. It ^"u" "J. (elt) ein ,845(
emorcslirop mouslro de 4,000 c ,H"i.onl,
IIU" IIUIIIIIIIIIHV "|........-------------------
cito numeroso para se sustentar c oceupar militar
nicnUVKplo menos as provincias AlgM^e. A corle, os em pregados pblicos, os agio-
ta.^ a polica ludo exigir subsidios consideraveis, e
donde bflo de ellos vir?
0 recurso de que em 1792 o governo portugiiez
laucn inflo para altemler s suas precisos, isto he,
aemissflo do papel-moeda, aeba-se boje em poder
do banco de Lisboa, unido a companh.a Conlianca,
comadenon.inacaodellanco-de-Poiiugal.--lleclle
que possue esso privilegio exclusivo, o podo einit-
tir 5,001) contos de notas com curso toreado, porque
emprostou ltimamente ao governo mais 300 conloa,
e por se aproseptarcmo redor ao Iheeourode I3,ooo
coutos'. ...
Todava o conde do Tojal se encarregara do mi-
nisterio da fazenda com o semblante risonho e o mo-
do faceto que Ihe he proprio. Dir quo o que se deve
be nina bagatella, e que con, um pouco de jiai-ien-
ciae babiliilade ludo se arranjara satisfactoriamen-
te. Como o seu forle he rilar exemplus estrangei-
ros, c sobre ludo ingle/es, dir que em IKl.i a In-
glaterra deviaHOOmlhoes de libras esterlinas, das
quaes ja se aeliam paga urna grande poreflo aug-
nienlaiido ao mesmo lempo a riqueza e prospcridade
do paiz. ,.
Comludo, apezar do queoSr. Toja posaa Uizor,
anteve-se cin geral um futuro desagradavel relativa-
mente a regula, isaciio da fazenda publica, que he a
qnostflo vital desle paiz. A origem da revoluto do
Minho foram as linaucas : o augmento de imposios
e os rigores do liseo deram causa a ella. A adiiunls-
traeflo que entflo subi no poder, siiccumbio porque
a ca.narilbae os agiotas a guerrearan!, e nao leve o
anoiodu mf'lia- O actual gabinete he tanto ou ma.s
voraz que o dos Cabraes, se.n ler a sua energa e o
sen talento. Que far, pota, 0 conde do rojal com os
seus novos collegas, elle que lem servido suecessi-
vamenle eom selembrislas, orde.ros, rarlistaso ca-
I, I" 11 I s I '' > '
Recorrer banca-rola, ou augmentara o oxerc.to
at 30,000 homens para fazer cobraros mpOStOS?
Ambos os meios sao lerrveis. O prinieiro P o '
un, terremoto por parte daquelles que co. si o
ervo do partido dominante en, Lisboa; '> segundo
nada pro.luzra, porque so se poderao pe.i i. >
vender aos posos enxergas yelhas. tri|.cca ""
pos. Ha comludo um espediente qde por "rtoocca.
,a a mente do Ufm, ( alc.nl.a que iHo M oornto do
Tojal |, o por isso elle encara se,, receio o mn .ttiio
da la/Aula', que la, a por certo desmaiar a"
balisados inanceiros portugue/os. se **M*
Ihe fosse oirerecdo. Csse elidiente he legM
nossa pennsula de Ma.-au na China iiin J '>
cubican, para urna feito.i; de Gda, l>:'m ''
India, o ,1a bella ilba da Madera, no ^^":
Tdo isto cedido a Inglaterra produz.ra un, m lh. t
meio de libras esterlinas; o nesse CMOt patria esta
salva, o pde-so tocar e cntaro bymno. llavera
Hbraseslcrlinas para soismezesdedotai.es, soldos
prets c ordenados, e seis mezes actualmente IM un...
eternidade. Depois, Dos dar! .
mo duvido queso lance tifio deste mel:^0 qual
sera sustentado pelos Cast.lhos e queja.i lo. r
nu-ioda impreusa, comoo espediente maia C^J*1
mala reliz ornis honroso, a que se pode reeorre
para salvar o paiz; embora uoue '-*0rtU|tl lWBh
ui bellasposessOea, para sacar a coImco videz
de un. cont do harpas embora desapparocam es-
sos venerandos monumentos das nossas pasaMas
6 D.vblo comludo que baja urna maio. ia parlamen-
tar (se houvcr parlamenta ) queapprove tal medula,
a qual importara a scnlcnca demorto para quem a
saneconasse; o quo tarde ou cedo se realisar.a. Isto
mesmo mo parece que pensam alguns individuos
,,e liguram na scena politica. e esto., corto que se
opporflo a que se consumma tilo grande sacrifico.
A medida da uniflo do banco com a companh.a
eoiiliancaintrodi./ioascissflo entre o guppo minis-
terial. Ksta aciaafio be por ora muda e PMeopro-
nunciada, porque a guerra civil reclama todas as
altencOoa, obriga 0 exiguo part.do que se> auj. cil-
la pelas boionetas, pelos agilas, e pelo bafo ale -
ta.ior do reino vizuho, a permanecer unido, alini iit
nflo desapparecer victima de suas contendas na lima
do nerisoV Pur... em pausando a tormenta, om ca-
cripqiies. os dividendos, e quando as notas tivcreni 30
ou 40 por cenlo de descont ou anda mais? !...
IDKV, 2.
As notieraadaa provincias do Norte aira pouco f.i-
voraveis aos revoltosos. Parece nuc o visconde de Su
da llanileia, ilepnis da derrota de Valpaisos, soUreu
um novo revez en. Mu.ea, e foi obrgado (segundodi/
o Mario do (ioinno a eibarra,-se no Poso-ila-lte-
goa eom alguna olliciaes, em direceflo ao Porto. Ig-
nora-seaindasoobarao doCasal marchara sobre o
Porto, ou vira unir-se a Saldanha, no t'.arlaxo.
O visconde deSeluhal que se ochava em Snntarem
passou o Tejo, e ,eiinio-se ao Saldanha com son infan
leso 300 cavallos. Di/.-seqne o mareehal vai enviar
urna columna de 1,200 lioineiis sobre Lema o Com
lira, onde nlo ha tropa de linli.i, mas unieamenU-
fi\re,as populares para II.e oppo.em resisle.ic.a.
0 conde de RomGm reiinio-8elambemaoconaodas
Antas em Sanlarm, levando 1.0(10 infantes e ISO ca-
vallos. Assegnra-se que o conde das Antas se acha
.lenle da sua anliga eiiferniidado dos olhos, oque
he una perdn sensivel para os revoltosos, po.s leeru
de vei -se privados, por algnni lempo, desle decidid.,
e valenle general. Boinfini que he o nico quo o pud
substituir, posto que hbil, lio infeliz, e pouco pro
prio para medir-se com Saldanha.
K.-rei l>. Fernando foi visitar um destes das a ni
(cia de gaz de Jos Delres. Acompanharam S. II.
os embajadores de llespanha oda blgica. Tem-so
notado que estes diplmalas appareccni sempre un
dos a corle em todas as oCeasiocs, ao passu que se
nota a..usencia do visconde de Vrennos, ministro
da Pranea, e de Mr. Soultcrn, cnearregado dos nego-
cios biitannieos. .....
Mr. de Yareiines, agento de um governo astuto.
nuor desta Turma dar n conlweer quo nfioaporovaa
reacefio de 0 de outuliro, tachada pelo Jornal dos He
kle ,|er^(re.f'o;.//(.nona,orascinarass,in o sen
capazos de e'"PrL'sl!rap m.0";",io, do banco e da coinpanhia
tando a guerra civil, com o triumpho do mntaler o
S ha, a expansflo dos despoitos comontrados se.a
hnme tata no parlido ministerial. 0 oulro germen
ledscdiaseraa exigencia de elevar de novo ao
lode'r^Cabraes; pois para certa gente nao^podc
Paver garantios para o systema do pono quero e
mando, sen, os Cabraes estarem no m.n.sler.o.
Por em quanto grita-*) pota dim.nu.cflo^as acj.H-s
do tonco que eslivcran. a 830/rs., c agora se ael.a.,.
a r oVrs pea das ...seripcOes que est.vcra.n a ., e
noieestfloa1^; pela baixa dos fundos en, Londres
nuc chegaram a 67 \ e boje acham-se a 37 i, menos
qucuit-B"1 .......H,,' .. i,i:iiiiii>uifl "iila-se nelo
uo cnciuimi *** 2 o ia'ji- ........ .*- ,
, bondades que cite mes .-o. bespaubes; e linalnieulo guta-sc pelo
qurlam ser admittidos a mesa do duque, aprove j circumstancia para certa gcnie ne vuuu, x
larein-ae do scu dinheiro, &c.,&c. Dema.sagran t ,
s natas quo he ue Biio-nau i., p-- i
quando nao se pagarem os Juros das ms-
colega"brianiiic!; poxem interiormente soregosija-
r vendo Portugal seguir na alhta da llespanha.
subnietlendo-se a polil.ca franceza
Ouefa/em entreunto Pasker, Southern o Wiid.
Limium-so por ora a protestos, notas e outraa de
nionslracf.es equivocas, como ja dissemos. l-.slou
bem convencido deque estes diplmalas eonl.ece,
nuc o aspecto que vilo loinandoascousas iiaPciiunsu-
la, nada ten. de l'avoravcl polticaeinllnencia britan
nica sei bem queom a Inglaterra querendo hincara
do peinas ao ai o iniiislerio porlugm-z ; 0 modo por
muco tara he que se ignora ; porem la/em-se mil
COitiecluraa sobre osla conducta ambigua da Ingla^
Ierra ; n.uilo mais sal,e..d..-se positivamente a inlor-
voncflu escandalosa ,1a llespanha nos negocios do
PorliiK.il Kniretant.i como lord Palmerston e seus
collcgassabem melbor oque convem aossous intc-
ressesa dormir, do quo nos acordados, he provavel
que o lempo nos esclarece oque ha a esle respeito
Emquanto a llospanba, parece quo. a ntenfio da
.nglalerra lie fazer enhir o minisler.o Islur.z, por
u! ,|,,ostiaCao a favor do conde de Montemo-
lini (o r.lho do I. Carlos He sabido quo oslo punci-
po se acha en. Inglaterra, e consla que cabrerai o ou-
trns cl.efes carlistas teem embarcado cm Inglater-
ra, o que dos portes lessc reino teem saludo varios
con armas, muniroos cavallus o ate soldados para
as rostas de llespanha Diz-se quo Labrera ja desem-
.ar.-ou as cosas da Ca.alunha. 6 que ou ros ehefo,
desod.barearr.o as rostas de Portugal, e invad.rflo a
llespanha, pelo lado (la Cali/a. Se a lula se engajar
ha de ser lorrivcl; porque sera a Inglalerra a lula,-
comal-ranea, no solo hespaiiliol.
{)descont das olas, apezar do decreto que im-
pe mullas, prises, ele., cont.uua do mesmo modo
i estar a 800, 830 e 900 reis. As medidas coercitivas
sflo fcilmente Iludidas yando qualquer vai com-
prar alguma cousa, pergunlam-lbo logo so paga em
papel: sea resposla lie allinnaliva carregam-lho mais
10 por cenlo no cusi, para salvar a perda, quelerflo
no descomo das notas que os cambistas continan! a
fazer rom todo o descaro, o cuja praga augmenta lo
dos os dias; pois nflo se v sauflo eslabelecercm-si-
ljai Je cambio ou vasas de descog".
Conminan, as prisoes para os haialhoes nacionacs
e tropa de linha. Do tres em Iros .lias collocam-se os
cabos de polica as esquinas das ras, o prendema
esn.o ludo que apparece. Os presos sflo conduz.dos
ao.iiiarlel da guarda municipal, ao (.armo, donde,
depois de apurados, unsvam remcll.dos aoscorpos
de linha, e oulros aos haialhoes nacionacs. leem-sc
feilo tamben, algumas revistas domiciliarias, para
prender os escondidos as casas ; o aquellos a qui-
nao queron. ir, envan, os cabos de pohc.a nu rega-
dores buhlos de aviso, para os individuos Iwm m-
sentar praea nos l.alalliocs, sol, pena de mullas, cas-
tigos, etc., etc.
IUBM, 4.
Torna-so a faltar de quo so trata do una conven-
eflo ; mas parece que a corte se acha anda mais re-
nitente que os mi.iislros; cha quemduv.de que an-
ona arestiiuicflo dos tiluloa, honras c con.ecora-
coas, postos, ele., dos quo leen tomado partera ro-
voltn. l-nlretanto ..ssegura-se que o corona|>> ilde
parti para o Porto, depois de estar na Cartazo e em
Santa.,'m
Ohcgou o vapor ingles que o almirante Parker li-
nha em .ado a Londres, a pedir instriice,cs para a sua
conduela, em vista do procedimeiilo da llespanlia.
Veremos o que fazooi agora os Inglezcs. Todava pa-
rece aue a cooperaeo doslnglez.es a favor dos re-
voltosos nunca sera milito eir.caz ; porque, segundo
me informara, o almirante Parker leva a tal ponto ..
sua neutralidadeque ne.n sequer falla com as pes-
soas distinclas que leen, buscado refugio a bordo lo*
navios do seu commando. Os obsequios fetos ao
duque de Palmella Torain una excepto da regra, o
unicamentodevidosa anliga amizade que existe en-
tre o duque e o almirante inglez.
MUTILADO

i!


wm
<.'.'
do poirro
EXTRACTO DO DIARIO DO GOVERNO.
BOI.ETIM TE1.Eui.piih:i) DO VUABTI-L-OEUKHAI.
16 np. >f)V(WmO >:: 1846.
Serrco do telegrapho deCoimbra.
Ogovernadu civil-A'junla do governo supremo do
remo. r
Consta poroflicio lo ronde de Mello <(ue o sitio de
I'.vnra ri levantado n tarde do din 10 do corren te.
abandonando os sitiantes a artilharia e hngagens
slo em consequenoia dajunceflo dos generaos Bom-
Iim e Celestino com as forcas do Evora.
O coronel Forman sahiu de Evora rom urna colum-
na a corlar aos revoltosos a entrada om Lisboa.
O genera conde de Mello sanio com nutra colum-
na a picar-lliea retaguarda.
Km 15 do MMti,^ ferreira da Silva Coclho,
allea-s commandante da 2.'I). T. do N.
res, Francisco JnscCirillo Leal, JosNunes de Ol-
veira, Joaquim Manado Carvalho, joflo Antonio de
Sal na,.lose l'ereira da Silva eoutros, Jos Claudino
.He, Joaquina Manade Jess, Joaquim Marmol do
Harros, Joaquim Bonifacio l'ereira, Engracia Thercw
' V' J"i,,Is> omhhii Ignacio de Carvalho Mondones o
Mana Joaquiita de J-sus ; e lovanton-se a seasffo.
Eu, Jo/lo Jos' l-rrmrai'Aquwr, secretario a subsere-
!' ~ ',"r""ro "<""">o, pro-presidnnte, fintra.-
nery da ronseca Aquino. llrala. Gaudino
PERNMB'.?CO~
Cmara municipal do llecifc.
SESSAO EXTRAORDINARIA DEM DE JANEIRO
DE 1847.
MSSIDBRCtA no su. cNRino movtf.uio
Presentes os Srs. Barros, Cintra, Norv da Fonseca
Aquino, Barata e Gaudino, faltando os' domis Srs
iibriu-se a scssilo e foi li tecedente.
0 secretario leu os soguintcs oflicios :
1 ni do Exm. presidente da provincia intelligen-
ciandoa cmara de que devia sempreacensar osofli-
cins que porelle Ihe lossem dirigidos, mormente os
(juedissessem respoito a lei das eleieoos, o as .divi-
das suscitadas acerca de sua exoeuciio. -Inleirada e
acensu-se a rccepcf.o.
Outro do mesmo presidente, remetiendo por copia
o decreto n. 480, do 24 do mez .le outul.ro do anuo
passado, resol vendo d. versas duvidas sobre a lei re-
gulamcntal das eleicOos. Mandn -se aecuaarare-
repeflo, o archivar.
Outro do mesmo presidente, ooncodendo a facul-
tado que a cmara Ibc pedir para ceder urna parle
do anal de Fora-de-l'orlas ao capilao do porto, para
usos do arsenal do marinba, sondos cofres muni-
npaes mdemnisados das despezas fritas c un titules,
medicoes e foros do mesmo terreno; e bem assim
pormittindo se lizesse na planta da cidale a al tora-
<\,o que por sso bouvesse de ler lugar Inleirada ,
o mandou-se olliciar ueste sentido ao capitflo do
porto. '
Outro do mesmo presidente, remettendo por copia
a le, pela qual ro dividida a freguezia dos Afoga-
dos.-lnleirada.
Oulro pancao de una epidemia asIIhas-Canaria, queja
tem ledo grandes estragos, c se suppoo ser a fcl.re
umarella, pelos sympt ornas, alim de que se ubser-
vasse respailo dos navios procedentes das ditas
libas o disposto no regulamoiilo de sade para os
portos niarilinios do imperio.--Mandou-se olliciar a
respoito ao eirurgiflo do partido, remotlendo-se-lbo
copia ciodilo ollicio.
Oulrodo mesmo presidente, scicntifioando ter of-
liciada acamara municipal de 01 inda, para que re-
me lesso com urgencia aojuiz do paz da freguezia
do l'oqo una copia da acta da eleicli.0 dos eleitore da
dita freguezia, do auno de 1842, e que linlia designa-
do para presidente do coiieollio municipal de reclu-
so o juiz municipal da 2 vara desto termo.-Accu-
sou-soa recepQaoo mandou-M remelterao dilo juiz
o livro que tem de servir para os trabalhos do mesmo
concerno.
Oulro do mesmo presidente, remoliendo copias do
decreto u 484,de 20 do noveinl.ro do anuo lindo, em
quesedoclaraconio.se deve avallara renda liquida
om prata que na eonforn.idadc da nova lei deelei-
cOes deve ler ocidadSo para volar e ser volado, o
dos avisos in.pcriacs de 9 do dilo mez o 5 de dozem-
nro.decidindo varas duvidasoccorridas na execuco
la mesma lei.Inleirada, eaecuaos-gea recepeflo.
Oulro do mesmo presidente, participando que em
Viilude da le provincial n. 170, de 10 de novombro
do anuo lindo, tinllil aulorisado ao inspector da tbe-
souraria provincial a contratar, em prostacOes an-
nuaes, com a cmara o pagamento daexecoclo de
5.600,0000 rs. que osla deve a mesilla Idosourai ia.~
Accusno-se a recepeflo, o manduii-se olliciar aodito
inspector a respoito.
Oulro do engenheiio Joaquim Ignacio de Carva-
lho Mondonga, pedindo, para poder euniprir o des-
pacho do governo da provincia, se Ido remetiente
a planta do bairro de S.-Antonio, alim de verificar
com oulros engenhoiros. se a casa que se esta edi-
ficando na ra da Cadeia, de Antonio Jos de Ma-
galhfles Bastos, esta ou uflo no alinhameiilo exigi-
do na mesma plaa. Que se nao remeltesse a plan-
ta pedida, por dola se oslaren! tirando copias, e
porque deve olla existir na repartieflo das obras pu-
blicas.
Ouiro do presidente do concclho de salubridades
olrercrendo um exeniplar da memoria por elle es-
cripta sobre diircrenlesespecies de lepia, e o rela-
lono que a lomuiissAo encarregada de experimentar
o guano no tratamento da depilantiasis dos (rogos,
de que soflrem os doentes recolbiilos ao hospital dos
Lazarios.aprescntou ao Kxui. presidenlc da provincia
Inleirada, o n.andou-se archivar.
Oulros dosjuizes do paz dos priniciros districtos
das malrizes dua frtfguozias de S.-Joso, Boa-Visla,
Jaboatao e Varzea, requisitando cortos objecloa
para os trabalhos da junta de qualificagflo, a que se
a proceder.Autorison-se o procurador a foruecc-
los.
Declarncoes.
IIIIRID HE PER.\B!!CO.
De ordem do Sr. coronel pagador militar desta
provincia so faz publico, que, em virtude de nflo con-
correrem licitantes a .irremnliicio dos gneros que
sobraram das comedorias da tropa, vinda prxima-
mente da illia de Fernando, que po-se em [naca a
porta desta pagadoria, em os diaa 20 e 21 do corren-
tc, conforme so havia amiunciadn ; vilo novamento
a praQa os referidos gneros em o dia 25 do corrento,
ao meio-ilia, porta desta mesma repartilo os pre-
RXCITE, 21 DE JANEIRO SE 1847.
O Dierio do (averno que recebemos de Lisboa ne-
o hr.guo UnaifOo-dt JI/r.V,clmga a I9de dozeml.ro
ultimo; e delta extractamos o seguintoralm dos
artigoo(liciaosc.lo fundo, que em outro numero
inseriremos, oque ,|*o maje ampios pormenores -
corca lo alguna rectos o mofimenlos
^ SS. MM. cAA.continiiavam a passar, no paco das
necessldades, sem novidtdenaaua importantesa-
8. M. I., a Sonbora duquoza de Hraganoa, dignou-
SeroflS Ci'Vall0S :l "g"a-i P' oservi" ,l0
lohnf';,'' ,,C ? ,lcsme,U" a nolicia d!",a P0'-'"" "o-'e^.-Sf
b-tini telograph.co do Porto, em data de 16 do no- eser,v<1cs-
vemDro, que Iranscrcvcnios c.n lugar competen- 0 aba
Por decreto ,1o I.' de dezembro, publicado em or-
den ,lo di, io, por s. M. ol-rei D.Fernando con,,,
eommandanle coi cholo do oxercito, mandn S. M.
a raniha observar o do 14 desetembro do 1833. que
mandn suspender os procesaos, om que fossem au-
tores ou reos os militares empreados n defesa do
romo cquenenbum se intenlasse de novo atu-n
mez depms dse recqlheremellos a quarlelsj outro-
sini que lossem applredas as r.milias dos offlciaea o
aolados morios ou impossibilitados noservicoactivo
da lula actual contra os rebeldes as disposicOos da
ti de 9 ,1o jai.ciro de 1827 sobro a concossilo dos
respectivos sidos as familias dos militares que mor-
resaeni
I ria.
ou so impossibilitasscm cm defesa da pa-


MEBCSO.
10:254,177
Alfandega.
RI.M)IMI..\TOflODIA2l.....
M80BRB0AM U0JF 22.
BrigucJohnlaboado.
nnrcn-7ella-l'ernambucanacunheles abatidos.
Rrigiie- Valalvinho c vinagre.
Briguc laura -niercadorias.
Briguc(.'mirad idom.
Brigue Cnnceirilo-de-Mara idem.
Consulado.
m:\i.i\n.\TO no da
21.
Coral.....
Provincial. .
Diversas provincias
2:575,698
983,515
231,173
3:790,386
- -. ~**i^I=rr=^ _
ParaMacei, por estes (lias, satura a barcaca O-
ligencia, por ja lera maior parto de sou earregamon-
to prompla : quem nella quizer carrogar, ou ir de
pnssagem, dirija-so a bordo da mesma, tundeada na
escadinha da alfandega, a tratar com o mestre.
l.cifocs.
Chrislophers & Donaldson hrAo leilito, por in-
tervcmjflo do corretor Olivoira de urna linda co|-
leccai. de pinliiras a oleo, com riquissimas mnldii-
tendentes que os quizorem examinar, p'odem d'iri- ras copias dos inais abalisadosautorcs conhecldos,
gir-se ao arsenal de guerra, onde se acbam. Paga- c juntamente afamados, bem como do muitas estnni-
doria militar,21 de Janeiro de 1847. O cscrivo, pasfinissimasexocutadaspelos inais delicados bii-
Joaquim Mar nho faroleante de Aibuquerque. rs. ludo proprio para o mais biilhante adorno dc
salas dos amadores das bellas artes: boje, 22 ,1o
corrente as lOhoras da'mandila na casa de su;,
residencia ra da Alfandega-VHha.,
LeiLio que pretende fazer Jos Fernanries Eiras
de alelria, lalharim o passas : boje, 22 do cr-
rente no caos da Alfandega ao p do artnazem le
Antonio Annos.
'Avisos diversos.
LOTEKIA
DA JJAT I? 11
OACIDADEDA VICTORIA.
0:000^000 do rs.
As rodas desta lotera teom o sen impreteiivel an-
damento no dia 29do corrente mez, no consistorio
da igreja da Conceiclo do militares, anda quo al-
guna poucos bilheles fiquom por vender. O nsto
dostes deve ser procurado no bairro do Recife
as lojas de cambio dos Srs. Manoel Comes eVieira'
no de Santo-Antonio, na loja do tliesoureiro Anto-
nio da Silva Gusmlo, e na botica do Sr. Moreira
Marques, na ra do Gabug.
Extraviaram-se, do'taboleirode miudezas que
nndava vendondo urna preta 2 pares de frondas de
Oescrivilo da mesa do rendas internas geraes
desta cidade, servindo no impedimento do adminis-
trador, faz constar a quom convier que tom de bre-
vemente remetler para juizo a relaciio de todos os
devedores sem excepeflo do pessoa algumalquose
acbam a dever a laxa de escravos, do anno prximo
passado e crrente; da segunda decima de mlo
mnrta, impostos do lojas, do soges ecarrinhos, e
de barcos do interior do auno corrente, inclusive
qualquor divida que anteriormente exista ; nssim
cmoda dizima da cdanccllaria daquellaspessoas,
cujas causas foram afinal julgadas contra ellas, des-
dcjundodnanno findoat o presente, queconstam
das relaQOes j remoltidas mesa pelos resnectivos
Recebedoria, 20 de Janeiro do 1847.
litlaniilim l'ereira de Olivcira.
ixo assignado, encarrogado do lancamento
da decima dos predios urbanos do bairro de Santo-
Antonio, participa aos inquilinos das casas e pro-
pietarios'do dito bairro, quo, no dia 15 do corrento
mez, dar principio collecta da mesma dcima,
principiando pela ra da Cadeia: e por isso previne
aos mesinos quo tenham promplns os seus recibos
para a vista dos mesmos poder fazer o referido lan-
camento, deconforinidadecom oarligo 10 I. do
cap. 2." do regulamentodc 16 de abril de 1842.
Mesa de rendas internas provinciaes, 13 do Janeiro
de 1847. 0 1. escriturario, Joo Ignacio do Re-
g.
Mniiiiirnto do Porto.
Patios entrados no dia 21.
Parahiba; 14 horas, lancha brasileira l'ureta-iie-Ma-
ra, de 16 toneladas, capilao BernardinoJos Ban-
doira. oquipagem 5, carga loros de mangue ; ao
capilao.
Nova-Hollanda 73dias, barca inglcza ferkshire, do
580 I,meladas, capilao John Whvet, cqiiinagem
28, carga nzeile de |ioixo; ao capilao. Trazo rea-
te da Iripolacflo e ofnciaeg da fragata franceza Sei-
ne, que naufragou na cosa de Calodonia.
Navios saludas no mesmo dia.
Parahiba
I
Ido
Cosa, carga varios gneros.
New-London; galera americana Elector, capito J.
Ward, carga a mesma que Irouxo.
irahiba ; hiato brasileiro Tre.i-lratto$, capitflo Lau-
riano Jos l'ereira, carga varios gneros.
em; hiatoS.-Crus, capiUlo Nicolao Francisco da
Kdial.
O Sr. vereador Barata fez o seguinlc requerimen-
to, que foi approvado, e em consequoncia foi de-
meltido o fiscal da freguezia de S.-l.ourenco-da-
Matta : '
Itequeiro que soja demillidoo fiscal da fregu
zia de S -Lourenco, em consoqueneia das nrevari-
cac,Oes c extorsOes quo tom commettido, tornndo-
se assim incapaz dc continuar no exeroicio desse
emprego, como ludo so evidencia a visia dos docu-
mentos que tenho a honra dc presentar a osla c-
mara, que, se adiar conveniente, ouvira o mesmo
tiscal ficcirc, 13 de Janeiro de 1*47.-0 verea-
dor, llarata. '
Fizeram-se disto participacoes ao contador c pro-
curador. '
( (llciou-se ao capito do porto, participando ter o
governo da provincia approvado a rosolucilo que a
cmara tomara de cedor-ldc o terreno pedido para
obras do arsenal de marinha, c que logo se Ibo re-
meterla a conta relativamente as despezas feilas
pela municipalidadecom a acquisic/io do dito terre-
no, alim de que solicilasse de quem compete as pro-
videncias para o respectivo pagamento.
Despacharaiu-seosrequerimenlos de Antonio Cor-
mano Cavafeante de Aibuquerque, Antonio Jos Fer-
nandos dc Andrade, Domingos Jos doOliveira Soa-
Rodrigo Theodoro de Freias, caealMro da ordem de S. -
liento de Ariz, condecorado co-, a medalha da Restau-
ra po da fa/lia, rapiIdo de fragata da armada ikico-
nal etmp/rial, inspector interina do arsenal de ma-
rinha t capitdo do porto desta provincia de Vernam-
buco, por S. M.o I. que lieos guarde, etc.
Faz constar a quera convier quc.cinohscrvancia do
imperial aviso ,lc 10 do outul.ro ultimo, estilo sub-
joitas ao pagamento do imposto animal do 4,800 rs
na rorma do ai ligo 27 do rogiilamenlo de 15 de hi-
pno de 1844, todas as oml.arcac.Oes mprogao'as no
trauco do porto e rios navegaveis desta provincia; o
que, cu. consoqueneia, nio podero continuar nosse
servido aquellas que antes da data deste ol.tiveram
licencas annuaoa desta capitana para nelle se em-
progarein.scni que aprpscnlem conhccimentodc la-
bio ila recebedoria desta provincia do pagamento
des" "
BRILlANTfS KK ESE PI
NO
Tlieitro publico.
SAliBADO 98 DO CBREME.
CRATIS PAn* OS SnS ASSIC.SANTKS.
ULTIMA FUMCCAO.
Ncsta noito se represontarilo todas as pecas que
teom oblido maior applauso do respeitavcl public,
tanto om cantona como em dantas.
Seguir-se-ha
A arrematacaA DAS OFFERTAS.
Cada pastora apresentar, por nlervonQilo do pas-
tor lios, a sua offoita; os benemritos espectadores
pdenlo laucar as ditas offertas que pretencenlo a
quem mais dor, o 6 producto ser, vista do publi-
co, entregue competente pastora ou paslor: facili-
tando-Ibes assim o director o meio de seren melbor
recompensados por um publico que se lhos moslrou
tilo all'ci,liado.
Fmda esla operadlo, soguir-sc-ba a quoima das
palbinhas, ornada de cantonas e dancas, com o que
terminar o presepio este anno.
Piiblicftcdrs littoraria.
Sahiram luz os ns. 4, 5 e 6 do Progretw. Os
Srs. subscriptores do bairro do Recife tcro a honda-
do de mandar buscar os seus oxemplarcs na loja do
Sr Caldoso Ayres ; os de S -Antonio na praca da
Independencia, livraria ns. 6 o 8, c os da Boa-Visla
na loja do E. Chardon.
PROSPECTO.
No corrente mez, hade publicar-se em Lisboa o
pruneiro volumo da histodia do cuco no i-or.To, nos
anuos de 1832 e 1833, procedido dc urna extensa no-
ticia das djflerentcs phases politieas porque tem
passado a monaicbia desde as mais remlas eras at
ao anno ,1c 1820 ; bem como dos prineipacs aconte-
cimenlos quo desdo aquelle auno liveram lugar, alo
ao conicco do sohredito cerco, ^o corpo desta obra
se achara tambera urna deseripcjlo da cidado do Por-
to, suas anliguidades, edificios noluveis, eslabele-
cimontos Iliterarios, e o mais que nella ha de curio-
so; sondo ludo isto acompanhado de um resumo his-
trico dos acontec mentes que na referida cidade
liveram lugar contra osFranceze.s.nos annoade 1808
el809, com queso completa urna verdadoira histo-
ria de Portugal desde 0 principio do presente seculo
alo restauracRo do governo legitimo.
Aimpressiiodeve ter lugar em ptimo papel, e no
melbor typoeassoio, queofferece a imprensa nacio-
nal de Lisboa : o formato sera o deoitavo grande,
ou oitavo francez, como o da historia de Portugal do
Sr A. Ilerculano, c a sua cxtensSo de dous volumes :
oprimeiro compelindola 600 paginas, eoseuundo
500, pouco mais ou menos, annexando-se a" este
alem da lista dos subscriptores, um mappa das li-
lihas ronslitucionaese realistas, com lodos os seus
respectivos reducios c bateras.
Cada volume distara 1,200 rs., moeda portuguoza.
Subscreve-se para esta obra as lojas de livros dos
Srs: Figueiroa, pra^a da Independencia; Roma, lar-
go do Collegio ; Coutinho, esquina do dilo; Cardo-
so.Ayres, ra da Cadeia-Velha; ena de fazendasdos
Srs. Guerra Silva & Companbia, ra Nova.
lavarinto para travesseiros pequeos tendo lava-
rinto as ponas um par feilo de esporas e outro
par de urna trepadeira urna dolas lem uns fios ti-
rados no corpo da fronlia sendo todas de bretanha
fina : roga-so a quem as tiver; ou a quem forem
oflereeidas, de levar a ra do Rozario da Boa-Vista
sobrado n. 32, que ser gratificado,
Precisa-se de um homem de boa conducta, sem
familia, que tonha pratiea e intelligencia, para admi-
nistrar ou arrendar una padaria, a qual esta bem
situada ebemafreguezada, poisseu dono faz qual-
quor dos dous negocios, por nao a poder administrar,
em rasflode suas molestias: a quem convier qual-
quor dos dous negocios,, dirija-se a venda n. 1, na
esquina da ra do Rangel, na casa que foi do devinto
Joilo Carlos.
Hoga-se a qualqiier pessoa, a quem
fr olTerccido un casal de gneos bran-
cos, inglezes, que furtaramdo sitio onde
mora S. I\ Jolinslon, na ponte d'Uchiia,
na noite de 18 para 19 Ao corrente, de os
levar ra da Senzala-flova, 1.42, onde
rccelier io#ooo dc gralificacao : a mes.
ma se ofteecea quem descobrir o ladro.
Precisa-se de um caixeiro para loja de ferragens,
que tonha principios della ou (lestes chogados dc
prximo do Porto oque tonha sido caixeiro em al-
gumestabelecimento, saliendo ler o escrever sofTri
volmente : na ra da Cadeia do Recife, 11.44. Na mes-
ma loja vende-se sj^a do Aracaly, pclles de cabra e
bezerros por preco muito commodo.
~ O abaixo assignado avisa ao respeitavcl publi-
co que ningueui contrate com D. Francisca Mara de
Carvalho o Sa, viuvaque foi de Antonio Jos l'ereira
deSa.ou com seii marido, Domingos Jos Dias de
Oliyeira a rcspeito de bous alguns qur movis,
quer de raz ; pomue, estando ella na posse dos bous
deixados porsc finado pai, Jos Zacaras de Carva-
atc ao presente nao concluio o inventario a que
Avisos martimos.
Faz saber mais, para eselarccinicnlo, q
rulas en.barcac.Oes subjeitas a esse imposl
, -.ueasrefo-
hjeitas a esse imposto silo pelo
dito rogulainehlo as lanchas, escajres, botes, ca-
Iraias, jangadas, canoas o oulras cuibarcacOos do
qualquor forma e denominac.lo que nao naVegarei
lora ,las barras, so aluguom oandem a rrcte, o om-
preguem-scomservigo de transporte de gneros, n
excepto de canoas empregadas cm servido particu-
lar dos donos dolas, o as que se emprogarom as
pescaras, anda que estas nilosejam conslantes; as
jangadas cquasqucr embarcacOes destinadas c em-
pregadas exclusivamente as pescaras; eascml.ar-
ca?os pei;j|oncenles ao sorvico e costeio das cioiras,
cortumcs.olariase oulros ^al^^nli, .I,:,- carga prcu'n'pi; Tq^m Liiosi a qu.zer carreg,
duatria fabril ou rural ,1o que li/erom parle inte-
e
.. de
passagem dirija-se a ra do Vigario, n. 5.
Para a Bahiaesta a sahirem poucos dias o bri-
gue-esonna nacional Laura
ma carga miuda : quem no
ir dc passagem, dirija-se
piche, n. 34.
Para o llio-Graudo-do-Sul segu imprelcri-
vclmcnte no dia 25 do corrente, o briquo < ompt l-
der ; recebo nicamente passageiros c escravos a
froto para o que trata-se com Comes & Irnulo, na
ra de Apollo, n.B.
Para o Aracaly sabe, com muita brevidado,
a sumaca Carlota, mestre o dono Jos (ion-
calves Simas, per ler a maior parto de sua
Ibo
deu principio ror ser eakihada ao juizo peo~aliai-
xo assignado. Antonio Jo/Zacana* de Carvalho
Antonia Francisca dc Albuque/quo Monleiro,
viuva de Manoel Bernardino J|ite1ro faz sciente
a todos os seus credores que esta procedendo a in-
ventario do bens de scu casal nelo juizo do civol da
segunda vara escriviio Souzaj assim como que es
a diligenciando a venda de sousitio, alim de poder
pagar aos mesmos credores eirvitnr queslrtes litigio-
sas e despezas dc cusas. Concluida que.soja a relerida
venda, participar aosdilos credores para receberem
os seus dbitos com ordem do juizo respectivo.
As pessoas que quizorem fazer sorvetes na fes-
la de Santo-Amaro, acharao sempregeloa venda na
ra da Cadeia, n. 15, loja de Bourgard.
Jsabaixo assignados participamos ao publico
que decommum accordo temos dissolvido socic-
dade quo tiuhanios na loja de ferragens e miudezas,
sita na ra Nova, casa n. 15, cujagvrava dobaixo
da hrina de Andrade & Rosado, licando o socio An-
drade obrigade a liquidacilo da exlincla firma. Pe -
nanibuco, 14,le Janeiro de 1847. -Joaquim Antonio
am .Santos Andrade, Jeronymo Ribeiro Hosado
Na ra do Rangel, sobrado 11. 9, coutinuam-se a
tirar passaporlcs para dentro o fra do imperio,
ludo com muita brevidade, o por proco muito com-
modo ; e bem assim despacham-se escravos
Geralda Mara da Conceicilo, senhora o possui-
dora da metade do sitio n. 6, da ra de Joao I\m-
nandes, declara ao respcitavel publico que nio lem
le.ito IranaaccSo alguma sobre o dilo sitio, e quanrio
appareca alguma cousa a respeito, desde j protesta
que he ludo falso.
= Se convier a alguma Franceza de prohidade o
bons cosliimes ter passagem gralis para o Havre
l'recisa-
granle
Cap
de 1846.
(;"Plania ll porto de lernambuco, 16 do Janeiro
Rodrigo Theodoro de Freitas,
Capitflo do porto.
le^lepassagem,eatenda-secom o dito mestre, ou
com Luiz Jos dcSa Araujo, na ra da Cruz, n. 26
Vende-so una barcaca de lote do24caixas, no-
IlOm Piifict fu iiln n miilii iimL.I..... a_...i -
va
, im C0'sUaUU e n.uito veleira; e lamben, se' fre-Iqualro pTo' pea"acBt^riMa
na ra das marinha1, con'tina a ensin.rag"ae marco ueste anno.
olliciaes de'aWaiate,
lano de obra miuda como grauda, na na
iNova, n. nj.
Alugam-se os ariiazens da ra de
Apollo ns. 38 e 30, com dMcmbirqnc :
a ta lar no mesmo lugar, com Joao Ksle-
ves da Silva.
Aula de Navegae.o.
Agostinbo FernandesCatanho de Vasconcellos, pri-
imperial dosgoardas-
Trincdeira, casan. 19.
'theorica, na ra Direita n. 91, primeiro andar


luea-so urna preta para o servido de casa:
,n'a preton 1U Oiiom preoisar de um moco francez que sabe
'/.lrnortugucz, para criado, ou mitra qua'lquer oo-
ii'icno, annuncio poresU folha, para se tratar do
J'"S C\|uM-se parte da casa n. 18, por cima de urna
toiTioferragens, aoiutomora odoulorFilippe Ncry;
Late servir para pouca familia ou mosmo pessoa
Uno'letrado ouvigario: a tratar na mesma.
_ pcscjam-se infrmacoos do Sr Antonio Vieira
hSiiusa Metralles que residi nesta cidade lia an-
L.nuoni as poder dar faca a merce deannunciar.ou
iriia-sc a casa n. 7 da ra da Cruz, segundo andar.
_ Uuga-se o segundo andar do sobrado da ra
nircita n. 127, com muitos commodos para grande
Lilia': trata-so na ra da praia de S. Rita, serrara
"l Onalquer-Sr. ourives que quizer puxar chapa
no laminador, at a largura de meio palmo, sendo de
nitro a 60 rs. a oilava, o de prata a 30 rs., dnja-se ao
ilerro-da-Uoa-Vista, loja de ourives, n. 57.
\clia-so justa por compra a casa terrea da ra
. < i'hercza n 10, pcrtencentc a Ftazilio Alves
Je Miranda Varejito osuamulhor: queni mesma
se ular com direito, declare por este jornal.
precisa-se de um Sr. capellio para um enge-
nlto distanto desla praca cinco legoas, entrando no
contrato o cnsiiio de primeiras lettras a um peque-
o ile'i anuos : para receber ns demais explicares,
na ra d'Agoas-Verdes, n. 21, se adiar com -quem
r_ pclojuizo da primqira vara do civel sedado
arrematar, boje, 22 do corrento., as 4 horas da tarde,
melado de urna casa, na ra Nova desta cidade, ava-
hada em5:000,noo de rs, porexecucilo da viuvae
herdeiros de l.uiz Ferrcira Campos contra osherdci-
ros de Maria Joaquina de Jess.
Precisa-seno uma ama: na ra da Senzalla-\e-
Hia n. 21.
Precisa-se de um pequono de 12 14 annos,
para caixeiro de venda : na ra dcS. Rita, n. 85.
_ \n praca da 1.* vara do civel tem de ser arrema-
taos, no da 26 do corrente, a armado e gneros da
venda, sita narlbeira deS.-Jos, por execucHo de
Joaqnim Fcrnaodes de \zevedo contra Machado &
Torres.
O NAZARENO N. 1
est a venda na praca da Independencia, livrana ns.
e 8ena ra Nova loja, do Sr. Cuaresma, a 100 rs. ca-
da exemplar, formato do l.idador. Est muilo inte-
ressanto a correspondencia do Rio.
Nesses mesmos lugares se subscreve a 5,000 rs. por
seis mezes, pagos adiantados, no qual lempo seda-
rilo pelo menos 60 nmeros.
Procurem os freguezes que se no bao de arre-
pender. .,
Manoel Eiras de Moura, tendoeslabelccido re-
centcmeiite urna botica nesla cidade, praca dalloa-
Vista, n. 21, com todo asseio e esmero, sol) a dircc-
ciio o assistencia de Jos Luiz Innocencio Pogge,
pharmaecutien bem conhecido nesla praca por sua
pericia e iulelligencia, e approvacao na arle de phar-
macia, rcunindo a si dous habis adjuntos, bastantes
pralioosna mesma faculdade, tem a honra dcan-
nunciarao respcitavel publico, que all scaviarilo os
remedios com a maior promplidao e escrupulosa ob-
servancia dos receituarios c boa quahdade das dro-
gas, o que muito contribuc para o bom resultado
da sade publica. Acbam-se, poia, i venda mu fres-
cas e novas drogas, chegadas de Franca cdelorlu-
Kaf, que, alm deexcellentes, s.lo por um preco ra-
soivel e commodo. Recommcnda-se o mesmo an-
nunciunte Moura a generosidade de lodo aquello que
ilcseu prestimo se qutzerservir, promctteiido-lbeo
liom deseiiipeiiho e acolhimento, proprio do seu de-
ver para com todos.
Aluga-sc um escravo oplimo padeiro, pelo pro-
co de 10,000 rs. mensaes : no pateo de N. S. do ier-
ro, sobrado de um andar n. 2G.
Fabrica de machinas ,e fundi-
co de ferro na rna do
Briim, no Kecife.
Me Callum & Companhia, engenheiros maclunis-
las o fund doces de rorro mu i respetosamente an-
nunciam aos Sis. propietarios deengenlios iazcn-
deiros, negociantes, fabricantes, e ao jcspeitarol
publico que o seu esUbelecmiento de ferro, mo-
vido por machina de vapor, se acha em effoet yo
excrcicin, cconipletaineiilo montado com appare
Ihos de primeira qualidade para a peife.la confec-
cSo das maioros pecas de mac nnismo.
Habilitados para emprehender d!^*'
sua arle, Uc Callum & Companhia J""' mai
particularmente chamar a altenclo publica nara as
'seguimos po, serem ellas da maior Mccto iies-
laorovinca, as quaes construidas na sua fabrica
podPmcon.pcltircom as fabricadas .g*
trangoros, tanto em proco como na quahdade das
materias primase nio d'obra, a saber .
fachinas de vapor. m;.i-c ..
Moendasdccannaspara engenhos movidas a va-
por", nnragoa, ou animaos.
Rodas d'agoa c serraras.
Manojos ndep"endeotes para cvanos.
Rodas dentadas.
Aguilh'es bronzesechumacciras.
Caviiuoos epararusosdetodosos tamanbos.
Taixas, crivos c bocea de fornalba.
Moiqhosde mandioca .movidos a miooii poi ani-
maos e prensas para a dita.
Fogoesc ionios para coziiiba.
Canos de ferro torneiras de ferro e bronze.
Bombas liara cacimbas e de repuso.
Cuindastes, guinchos o balancas romanas.
Prensas hydraulicasc de parafuso. .
Ferrangens para navios, carros, obras pub.cas, etc.
Columnas, varandas e grades.
Prensas de copiar curtas e de sellar.
Camas de Terra, etc. ., ciim *
Alorada norfoicao das suas obras, McCalhm*
Companhia garante,,, a mais exacta eonfiwondwta
i-om os moldes e desenhos remellidos pelos Snra.
que se dignaron, defazei-lhes encou.meudas, apro-
veitandoaoccasiao para agradecer aos scus benvo-
los amigos e rregue/esa preferencia com quoi leem
sido potelles honrados c asegurar-lhes que nao
poupafao estoicos nem diligencias para conlinua
rom a merecer a sua confianza
A O PUBLICO.
F.m mui crescldo numero contavam os mdicos
ato agora molestias inouraveis, contra as quaes so
era permittido ao pacionte resignaeflo para soffrer
um mal de que j nfln havia esperanzas de poder li-
herta-lo, e no medico philantropico a dor de ver
mu'Cos do scus scmelhantcs, victimas de onfurmida- v
des, contra as quaes so declara va impotente, po-! rularmentc philn.v,,
dendo apenas lamentar a fraqueza da intellige.Kia ,,,,, (le SPU prpsUm0
humana. Mas, gracas aos progressos da medicina, ,iira.se a caS8 lic sua rosidencia na ra do Quci-
gra^as ao zelo de homcus mcansavcis que, nao des-: mado n *> primeiro ailar
esperando da perfectibilidade da ciencia, se tccmde- _Quer-s comprar parteada casa terrea -la ra
dicado a iiivestigacjo de remedios que possam al-' dol.ivramento.n. 10: quem se julgarcon, direito
liviar a humannlade de alguns males que a ahligem, o anmincic, no prazo de 3 dias.
numero das molestias reputadas mcuraveis vai de, |)a.sedinheiroa premio com penborcs mes-
a dm nndo. Assitn, achar depois de moem pequeas quanlias : na ra do Rangcl, n. 11
Permitte-sca qualquor individuo o tirar ma-
deiras e ferragens nos restos da barca Nova-Aurora,
cncalliada na Corrta-dos-Passarinhos.
Joso dos Santos Souza declara ao publico que,
por haver outro de cual nomo do hoje em diante se
assignar Jos dos Sn-'.tos Souza l.ins.
Itraz Florcn'; llenriques de Souza, estndante
do segundo anno -urso jurdico
ia, rnctori
Ora, na verdade o
baraleiro est venciendo
por lOffo o dinheiro!
ico, ensina parti- O antigo baraleiro esl queimando a troco do bn-
ica gcographia e rato.na sua nova loja de miudezas da ruado Coile-
so quizer ulilisar cio.n. 9, um novo sortiment de chapeos ile sol, para
- Sabbado, 28 do corrente, arremaU-se,, por ven
a, a parte de um sitio no lugar do A''*1 I*"0
"i?" da segunda vara as horas do costme, nasa-
a das audiencias, depos de linda esta: os pretenden-
da
i"
i
les comparecen) ,' por ser boa compra.
- Precisa-se de urna ama seccapara urna casa ue
pouca familia : na ra da Paz, antigamentedoCano,
n. 30.
- Precisa-sede um pelo para o 81erv1i?d1Lc.a'a'
ragando-sc mensalmente : no hotel de Luiz i wior,
na Lingota, n. 3.
longos trabalhos, do profunda meditaqao e reitera-
das experiencias, medicamentos que nos restiluam o
uso dos dous mais importantantos sentidos, de que
he dotado o homem, quando estes j seachavam no
supposto estado de incurabilidade e inteiramenle
perdidos, he por certo um dos maiores servicos, que
se podia prestar humanidade ; eis o que eslava re-
servado um homem philantropo da cidade de Rra-
ga, em Portugal, cuja sciencia, cujo amor de seus
semelhantes se tem feitogeralmente eonhecer. Os
remedios que ora offerecemos ao publico, nlo en-
tran) na classe d'aquelles que o vido c ousado char-
latanismo inculca com roucos c dcscompassados
hrados, e que o crdulo vulgo por ignorancia rece-
be na boa fe e som discernimcnto,achando-se depos
Iludido; ton, porm (te oceupar mui dislincto lugar
enlre os medicamentos que maiores beneficios pres-
tan) ao homem: constan) elles dadissolucoaquosa
de extractos de plantas medicinaes, do virtudes mui
reconhecidas e verificadas. O longo uso, as conti-
nuadas c severas experiencias, a que por loda a par-
te tcem elles sido submettidos, sem que urna s vez
hajam falhado em seus bons efleitos, e desmentido
as esperanzas que sobre elles havia fundado o seu
inventor, Ihe teem grangeado constantes e repetidos
elogios dos mais sabios e respeitaveis mdicos, as-
sim na Europa, como da America, quo unsonos
abonan) e proclaman) sua achilo sempre certa e be-
nigna. Um destes licores he destinado a combater
as molestias de olhos, e tem por principal virtude
restituir uos orgiJos da viso suas lunches; reani-
mare fazer reapparecer em sua natural pcrfeicSO a
vista, quando esta estiver iraca ou quasi exmela,
com tanto, porOin, que n3o baja engueira abso uta
cora desorganisa^rio das partes; nio menos til e
enrgico he- para desfazer as cataratas, destruir as
nevoas e de prompto debelar qualquer inflammasno
ou vermclhido dos olhos. NfiO causa dor, nem es-
timulo na parle.
Outro liquido restituc a faculdade de ouvir os sons
ao ouvido tocado de surdez, aindaque inveterada,
una vez que o mal niio seja de nasccnc,a, sem causar
em lempo algum o menor incommodo aodoente, e
sem priva lo de cuidar em scus negocios.
I.YSiltllCCKS PAPA O USO UOS REMEDIOS.
O dos olhos emprega-se do modo sctjuiite :
O doente pela maulula, em jejum, urna hora pou-
co mais ou menos depos quo erguer-se do leilo, lo-
mara sobre a palma da mao pequea porciio daquel-
la agoa; e com ella molhara bem os olhos, fazendo
que. algumas goltas cabio sobre o globo ocular
sonnislinipar, os conservar molhados al que na-
luralinote enxuguem : ao deitar-sc a noile platica-
ra o mesmo : durante o lempo que usar do remedio
evitara o calor, acqo de fumaca e o vento; far abs-
tinencia de comidas salgadas, azedas c adubadas
com especiaras.
O remedio dos ouvidos ser applicado do modo que ser/ue :
O doente pela inanbaa, urna hora pouco maisou
menos depos de erguer-se, anda em jejum, fara
derramar dentro dos ouvidos qualro ou cinco gotlas
do liquido, lapando-os depos com algodio em ra-
ma; a noile aodeitar-se repetir a mosma operacao.
Durante o uso do remedio evitara expor, os ouvidos
principalmente, a acijflo do calor c do vento, alim de
itar grande transpirado, havundo cuidado em nao
molhar os ps em agoa fria; finalmente deveabs-
ter-sede comidas salgadas, azedas c adubadas.
Csles remedios eslao a venda na botica do Bartho-
lomeo Francisco de Souza, na ra larga do Rozano
n. 36, nico deposito em Pernambuco, pelo preco
de 2,000 rs. cada vidro.
- Quemtiverduas pretas de boa conducta que
as queiraalugar as lardes de todos os dias, para
serem empregadas na venda de azeitc dirija-se a
ra da Florentina, casa n. 16, que achara com quem
Iratar.
- Na ra do Rangcl, sobrado n. 9, ha quem se en-
carreguede loda e qualquer escripluracilo, com mili-
to boa lettra, certeza doortograpbia c preco muito
commodo; e bem assim copiam-sesentencasdequal-
quer genero que seja.
- Precisa-se de um caixeiro para urna venda, na
ra da Cruz, n. 62, ou em Fra-de-Portas, venda de
Bernardo Jos Rodrigues Pinbeiro.
__ Aluga-se um prelo cozinheiro para urna casa
de familia : quem o tiverderija-se a casa n. 7 da ni
da Cruz, segundo andar, ou annuncie para ser pro-
curado. ... .
- Manoel Joso de Barros Veigas avisa a todas as
pessoas que tiverem penborcs em seu poder, os quei-
ram tirar dentro do prazo de oilo das contados da
data deste; e mo o fazendo assim, os perdero. pois
o annunciaiitc os vender para pagamento do princi-
pal c uro: porque o annuncianle tcmdc retirar-sc
desla provincia, para Iratar de suasaude
- Deseja-sc saber se nesta cidade existem al-
guns parantes de Manoel Archanjo dos Santos, ca-
sado com Manoella do Nascmento do Jess, ja falle-
cidos, naturaes da freguezia da Boa-Vista desta cida-
de, onde foram moradores : comparceam na ra do
Q. e.nado, loja n. 6, onde se Ibes desoja rallar.
_ Alug-se 0 primeiro andar do sobrado da ra
Nova, n. 7, com escolenles commodos para Jilia :
a tratar no mesmo sobrado, com Tempetlc&C.
- O doulorem medicina, Moscoso, este morando
""JffiK.'uua'ama de leite forra ou es-
prava sem lilbo : na ra do Encantamento, n 8
- Precisa-se de um homem estrange.ro para fe.-
tor na ruada Aurora, n.44. ,
- 'recisa-se alugar urna preta que seja fiel, cm-
bora scio i osa ; paga-so mensalmente o que se coii-
enciona na ra Augusta ,... 16. Na mesma casa
le offerece urna mulher porlugueza para ama de ca-
sado pouca familia.
- Fncomma-secon, asseio c promplidao, assim
como X toda a qu.lid.dede costura inclusive a
Precisa-se alugar urna escrav para o servico de
urna casado pouca familia, que saina comprar, cozi-
nhar, emsaboar eengommar: dando-se-lho o susten-
to, e pagando-se-lhe conforme o aiuslc: atrs da ma-
triz da Boa-Vista, casa iw 19, se dir quem quer.
Rclalha-sc o lerrWo do betn das Rarreiras,
que foi de Rento de Rarros Falcfio em terrenos de
30 palmos de frente c mais de 500 de fundo ; a tra-
tar na ra da S.-Cruz n. 66.
Precisa-se alugar urna eserava que cozinbo e
engommc, e um moleque de 10 a 11 annos no lar-
go do Terco, n. 16.
Aluga-se o andar terreo ou loja do sobrado n.
12 da ra da Aurora, com opt'tnos o muito assciados
commodos para moradia de homem solteiro ou de
pouca familia: quem o quizer alugar drja-sc ao
mesmo sobrado a qualquer hora.
I'ivus.i-sr ilr dous l.ivr.ndinrs ; em casa do doura-
dor, ou fabrlenU de r.iiiilii-ii'os va n. 52.
O padre Leonardo Antunes Meira llenriques ,
hacharel em dircilo advoga no civel o crime e en-
silla particularmente Ibeologia : pode ser procurado
na ra das Cruzcs n. 18, primeiro andar.
Rento l.uizdaCama e Mello entina primeiras
lettras, grammatica porlugueza, arlhmelica pralion
para o que lamben, aceita pensionistas c meos-pen-
sionstas : na ra doQueimado, u. 8, onde tem aula.
Fabrica de chapeos
de sol na na do ras
scio*Publico,' n. i5
T
Joo I.oubet adverle aos seus freguezes que
queiram dosenganar-se por urna voz sobre os
objcctosabaxo declarados, tanto em proco
como em qualidade : tem nesta occaso um rico
sorlmento de chapeos de sol furla-eAies o prelOS
com barra lavrada os mais modernos que tcem
apparecdo ueste mercado, do igual sorlmento ; e
tamben) chapeos do sol, de panninhn de todas as
cores o ultimo gosto da rainha da Escocia; apara
senhorasum completo sortimento dos mesmos de
todas as cores pois seus gostos silo da ultima mo-
da de Pars. No mesmo eslabelecimcntose acha un
completo sortimenlo de sedas epaniiinhds de todas
as cores, proprios para toda c qualquer obra que se
quizer fazer, pois que .sao proprios pan, esse bm.
Tambera se concertara chapeos de sol, tanto de Ho-
rnera como de senhora, com loda a pcrreicao, por
preco commodo, e com a maior brevidade poss.vel.
Na mesma fabrica tambera se
espartilhos e vestidos.
vendem balcias para
Compras.
_ Compram-se os primeiro c segundo voluntes do
Judcu Errante, segunda ediccao, impressa em
boa em 18 U : na casa n. 7 da ra da Cruz, segundo
""--"-'Compram-sc, em segunda nulo, 6 cadeiras
americanas; 2 grandes mozas; o a obra .onde de
Monte Christo-: na ra larga do Rozano, n h.
._ romnra-so o compendio de ar.thnietica, por
Bcsout, c o de gcomclria por Eucldes : quera t.ver
auuuiicie. ..
Compra-so urna preta moca e sadia
coser, engommare vestir urna senhora
perfeicOo7; um piolo moco, sadio
comprar o diario de una casa e
na ruada Cadera loja n.
que shiba
tudo cora
c diligente, para
o mais sei vico
07, de Jos Mara
P
della
&C-~ Compram-sc obras de ouroe prata, anda
mesmo afiebradas e vell.as: na ra dR"'8e''rni;|";
- Con.pra-se nina eserava que Mnba mnnar
- excedendo o seu preco a mais de|^>
e engominar, nao
sr.', polo enligo proco do 2880 rs. cada um ; papel
de peso inglez de priniora sorte a 1760 rs. a res-
ma e meia dila a 880rs.; lencos de gorgueo de co-
res, a 1200 rs. cada um ; caixas e agulheiros de ago-
bias franeczas, de fundo dourado o azul, a -280 rs.
cada urna ; carreteis de linha, a 320 rs. a duza .azu-
lada primeira sorte ; carteiras dealgibeira, a 16(
rs cada urna ; caixinhas com 100 |M>nnas de marlim .
a 320 rs. ead. una ; pellos do marroqo.im a I28'
rs. cada una; carapucsdealgo,ir.odccres, a loo
rs. cada una ; ri uuissimas toaouras linas, para cos-
tura e unliaa ; e mitras muilas miudezas, por proco
mais barato do que om outra qualquer parte.
Vende-se, oualuca-so um terreno cuja fren-
te d para duas boas inoradas de casas promp-
to e aterrado, com bom caes no fundo; tem un
telheiro que tem servido de serrara para o que he
muilo proprio, ou para outro qualquer eslabeleci-
mcnlo : a tratar junto ao mesmo terreno na ra da
Praia do S.-Rita senaria, n. 21.
Alerta freguezes,
que o baraleiro esl qiie-
maiido !
Oantigo baraleiro esl vendendo a Iroeo lio poucr
dinheiro na sua nova loja de miudezas da ra do
Collego n. 9 papel almaco a 2700 rs. a resina e
meia resina a 1990rs. ; fllas de retroz a 610rs. a pe-
ca de todas as cores ; tesonras douradas para cos-
tura a 160 0 900 rs. cada urna ; caivetes enlre-fi-
nos para pon as de urna folha, a 160 rs. cada un;
e ile duas folias a 210 rs. cada um ; botos de du-
raque o de seda, linos, a 00 rs. a duza; ditos de
madrc-de-perola a 180 rs. a groza : ditos do metal
fundos, para calcas, a 320 rs. a groza; pontos do
tartaruga para marrara a 960 rs. a parelha ; ditos
deprender o cabello o 2000 rs.; loques do seda .
conienfeitesdnurados, a 2100rs. cada um ; luvasdo
seda para meninas, a 200 rs. o par; ditas para se-
nhora de seda preta, a 1000 rs o par; luvas do pel-
lica a 800 rs. o par; torcidas para candeiro de
todos os nmeros, a 100 rs. a duza ; cachos de flo-
res para enfeites do chapeos e cabeca a 320 rs cada
um j riquissimos caivetes linos parapennas, de
urna e duas folhas ; e outras muilas miudezas por
proco mais barato do que em outra qualquer parte.
- Vendem se gales de ouro
e praia, finos, largoi e estreitos; e
compvam-se dr.igonas usadas de
offieiaes de primeira esegunda li-
nha : na ra Nova, n. 2, primei-
ro andar.
__ Vende-so a venda da rna da Cadea do Recite ,
n. i, com fundos a vonlade docomprador a dinhei-
ro ou a prazo : a tratar com Jos Concalves Torres.
Vendem-se bichas grandes e lamben) sealu-
gam, por preco commodo : no Alcrro-da-Boa-Vistn,
na primeira venda ao peda ponte, n. 2.
Veude-se fumo para charutos, voltio e novo,
de primeira e segunda qualidade du 1500 a 7'>00 rs.
a arroba ; charutos em caixinhas de com e ditos fa-
ma, por proco commodo: no Forlc-do-Maltos rila
do Codorniz armazem n 9.
Vende-se urna preta de 20 annos que lavae. co-
zinha o n.ui.tem vicios; um cabra de 18 annos,
robusto sem vicio e apio para qualquer ollicio; um
pardo de 16 annos as inosmas circunstancias : na
Roa-Vista ra de S.-Concalo, n. 31, das 7 as 9 ho-
ras da man lia o das 2 as 4 da lardo.
Vendo-so um sobrado de um andar solilo, si-
to na ra da Aurora, n. 3* : a tratar na mesma ra ,
na primeira casa terrea ,n.50.
Vende-se um escravo do naclo, de 30 annos
pouco mais ou menos : no largo do Carmo toja do
sobrado u. 7.
Vendem-se cadeiras de angco, por monos pre-
co do que ora oulra qualquer paite : na ra Imperial
troco de una lettra a vencer me-
T^a'porp^asegu.quepossued.ms pre-
dios nesta praca ivres : quem t.ver annuncie.
Vendas.
no, n. >?,
Semen les.
llepolho muilo novo chegadoullima-
montc de Lisboa, no rna larga to lloza-
i. ia, indo para oquartel de polica.
Vende-se um escravo perito oflicial de pedrei-
ro c canteo de 21 anuos, de bonita; urna eserava ra-
colhda perfeita mucama de 20 annos, de mu,lo
linda figura, que engomma, cose perreitamcnle e
tem outras habilidades ; urna dita capaz de tomar
cotila do lodo o arranjo de urna casa; duas ditas boas
quitandeiras; urna dita para o campo, poraaO.ooo
rs.; um bonito moleque de 12 anuos ; um dito de 13;
um preto e um pardo para lodo o servio ; tima par-
da boa quilandeira,por :i00,0O0rs. : na ra de Agoas-
verdes, n. 46.
MAYA RAMOS & COMPANHIA,
Ka ra Mota, n. 6 ,
vendem ricos chales de seda dos melliorcs pa-
drees que leem apparecdo; ricas mantas Je seda
escoceza, do ultimo gosto; sarja preta bespanhola ,
largas; setim liso e preto bom para vestido; uvas
de pellica con, borracha; dilas prelaao bordadas
de Ores curias e compridas; perfumaras muilo li-
nas ; um sorlmento do calcado para senhora; borze-
guins para homem ; chapeos de palha da talu., pa-
ra meninos e mininas ; bons chapcosde sol paia I lo-
mera e senhora ; ricos espelhos dourados para sala ,
us quaes se dao muito borato; e outras mudas te-
lendas a que o preco convida.
Vendem-se oculos de alcance, por
preco commodo, na ra da Cadela do Ue-
cife, n. 3g.
Vende-se urna rica cpula de mogno com
bambinellas de setim carmozim, com borlas, pro-
pra para cama franceza .le casado ; una grade de
Ionio bem foita propra para oseada ou loja ; lu-
do por proco commodo : na ruadas Cruzes, n. 9.
Vende se urna porcao canos de
zinco, r|uc serviram em tanque de agoa,
por preco commodo ; na rna de Apollo,
no anligo porto das canoas, a fallar com
Joo Esleves da Silva.
-- Na foja de>Gumarcs, Se-
ra fin & C. vendem-se pannos
finos, de cores, pelo baralo pre-
go de 2;^400 rs. o covado; e de
outras multas quididades, de va*
ros preeos.
Vendem-se diversas ferramentas para ourives,
em muilo bom estado e por diminuto preco: na ra
daCloria, 11. 87.
Vendem-se roquetes para padres, por preco
commodo : na praca da Independencia n. 18.
Na loja nova da ra do Quei-
mado, n. 11,
de ftaymundo Carlos Leite, se
acham mantas de seda, das mais
modernas que ha, muito baratas ;
assim como chales de seda, e
les de la e seda; chapeos de sol
d'hasiesde ayo, e o novo algodo
pregar-se nesta cidade em particular: na -'v ^ -_,,, m0|eques de 12 b;15 annos, m''-| J..LpM|ft nmprirann Iironrio nara
largado llozario.n. 26, pr.mc.ro andar. lo)dos ; nogrnhas; 8 escravas com habilidades; I CloDratO^americano, prOpriO par
rroiSaTofn,rrcinren^A^r^3a7oraTs- 3eSavos do s^rviqo de campo: na ra Direita .|saccos> &c a 300 TS. a Var.
na de 12 annos pa u realejos. 3 n. 3.
ST/n"i, Sdo 'fabricante de orgaos e realejos.


->*


Vende-se sal em grandes e pequeas poreoes
na rua da Moeda, armazem n. 7.
Vendem-se 30 accOos da companhia de Bebe-
rie, no valorde70 por ccnto : nosta tvpographia
*e dir quem vende.
No lojnde Guimares Se-
rafim & Companlii.t, enfronte
ao arco re S -Antonio, n. 5, ven*
dem-se lencos de vapor, de pa-
drees modernos, pelo barato pre-
go de 480 rs, cada um ; lencos
francezes de. cores finas e xas
finando seda a 480 rs. cada nm;
luim escuto franc*z (raneado, de
puro linho, a 750 rs. a vara.
Polassa da Iliissi'a
Vende-sc a bem condecida o superior
potassa da ttiissi. chegada ltimamente,
jio armazem de Rothc & Bidonlac, rua do
Vigario, n. 4.
Vende-sc cal virgem de Lisboa, om caixas e
arncas, onceada ltimamente : no cscriptorio de
rranciscoSeveiianno Rabello & Filho.
Vende-sc superior sebo em rama ; na rua da
Cruz,n. 51.
- Vende-se polass-i branca, da
mais nova e superior que ha nes-
te mercado, por mdico prego:
na rua da Cadeia-Velha, armazem
n. 12, de Dallar >-Oliveira.
= O corretor Olivrlra tcm para vruder cobre em ro-
llia c pregos de dito para forros de navios : os proleii-
enies dinjani-se ao mesino, ou aos Senlioics Mcsnuita
& nutra.
= Veiido-se polassa branca de superior quatidade,
em barris pequeno ; rio casa de Matheii Ausiin A
l,onipaiihia, na rua da Alfandega-Vellia, n. .'i.
= Vende-se cal virgem em meias barricas, r.lirca-
<1a pruxiiiiaiiienic, por preco commodo na rua da
llocda ariiia/ein n. 15.

courosmiudosc bezerros; cera de carnauba urna
porcilo de sebo em barricas; um oculo de ver af)
longe; urna porefio le esteiras pintada* ; vende-se
cm conta sendo por junto e tambera se vende a
retalbo : na rua da Cruz, n. -_>o.
AlfSO
aos Srs. de engenho
Na rua do Crespo, lo ja n.19,
de Jos Joaqnimcla Silva
Haya, vendoni-se
cobertores de algodlo, muito encorpados, proprios
para escravos ; bem como urna fazenda de linbo
imilaeo do estopa Corte e propria para roupa ile
escravos e saceos para assucar; ludo por proco mul-
to barato.
Vendcm-se 30 escravos sendo prclas, pretos,
moloques, pardos, negrinbas pardas com habilida-
des esem ellas : na rua da Cruz n 51.
Va rua do Crespo,
foja 2, de Jos Joaqun,
da Silva la ya,
vcnde-se superior sarja preta hnspanbola ; nnbroza
rosa, muito superior c muito propria para capas
doSr. dos l'assosc oulras irmandades; ricos cortes
de seda para vestido de senbora ; mciasdeseda pe-
las e brancas, as mais superiores que tcem appare-
cido, tanto para boniein como para senbora; [uvas
de seda ; dilles de seda muito modernos e de lin-
dos gostos; caml.i;ii;i de linho, muito lina; lencos de
eambraia de linbo bordados, para senbora, dos mais
linos que ha por muito barato preco; esguiao de
puro hubo e muito lino ; plalilba de linbo ; c oulras
mollas fazendas que serlo patentes aos comprado-
res e por barato preco.
">' JVa loja de Guimares Se-
ralitn & Companhia, confronle
ao arco de S.-Antonio, ri, 5, ven-
dem-se cass^s finas, largas e fian-
cezns, pelo barato preco de 480
serem arcnmmelidos do algumas molestias a que es-
tilo subjeitos.
As vantagens enumeradas c oulras raudas que dei-
xam do ser notadas, tcem sido reconhecidas pelo
Sr. commandante da cavallara de linha, que he com
que alimenta os cavados da companhia de seu conf-
inando ; de quem podum os compradores se infor-
mar.
Vendem-se as barricas de 3 a arrobas para mais,
nos armazens do Uragucz o Bacelar, ao pe do arco
da Conceiclo e defronte da cscadinha.
Panno de hnhopuro, a 600
rs. a vara.
Na loja nova de Raymundo
Carlos Leite, rua do Queimado,
11. 1 l,acha-seum novo soi lmen-
lo de fazendas finas ebaratas; as-
sim como panno de linho, em
pegas de 15 varas; a nova pclle
do diabo, a 400 rs. o covado; len-
cos de seda, pequeos, pioprios
para meninas, a 640 rs.; e os pan
nos finos sao preferiveis aos d'oi
tra parte, tanlo pelo preco, como
por serem novos na loja.
Jos Joaquiui da
Silva Maya
vende urna preta denaeo que cozinha o diario de
urna casa, engomma liso, la va desabito o varrella ,
coscsofrrivclmcnte ; um preto de 21 annos, do boa
figura, proprio para todo o servico.
Vende-se superior sal do Ass : a bordo do bri-
gue-cscuna Henriijuem, tundeado ao'p do trapiche
novo. r
VeniIo-.se um burro de boa
Mallos na do Codorniz n. 12
\ende-seuma preta moca, de bonita fiur,
que cozinha, lava.e tem principio de engomoiaib
urna mulatinha do 15 annos, boa parase acabar i
educar: vendem-se esiesescravos muito cm com
no pateo do Carmo loja do sobrado n. 7.
Vendem-se, nalivraria da rua do *%.>spo
11, os Amorcsde Camrtes, cncadernados, p(lr \J!
rs_; carias de ICcho a Narciso, a 800 rs.
Vcnde-se um relogio de prata, patento
glez, ptimo regulador : na Boa-Vista
deS.-Concalo n. 31.
Vende-se um llaulim com algum uso nnn
Vista, rua de S.-Concalo, n. 3*. "0*
Venderse um casal de escravos, a pretj tem n
gumas habilidades eo preto he proprio para lo,)/
servico de urna casa ou para o campo: a rallar m
Jos Joaquim da Silva .Maya que dir quem os vendo
Vende-sc
um cosmorama cm ponto pequeo com muito Im
vidro, que faz 2* vistas muito elegantes, as un.
so : a vista de Veneza (alerte de Orleans uh
ci real em Paris, praca da Concordia, prca i
Vandome, ponte de Caruzel, convento deS-Cer
mano convento deS.-Antonio-de-l'adua, avistad
praca e porta de S.-Dinz, a vista da praca de Vi
caya, a rua de Rebuli, o golfo de Jo3o ; por nrron
commodo : na rua do Collegio n. 9. '
MAYA RAMOS & COMI'ANIIJA ,
Na rua Piara n 6,
vendem ricos leques de eharflo, ebegados ultim
mente, com pinturas muito finas. A elles antes nZ
se acahm. : 4"L
Romances de venda e alugunl.
A livraria da esquina do Collegio rocebeo nova col'
leccao de romances modernos, interessantes c dn
mclhorcs autores.
FERRO!FKRRO,
de todas asqualidades e coDre para forro de navio
de i8ate28oncas, em grandes e pequeas -part-1 /ac a )0 ,.c a. I
das: no armazem de A V. dsilv Barroca, deTron-'t*38 a -^f,",s' OCO\0(lo.
te da igreja da Madre-de-l)cos.
rs. avara; cintos francezas, lar-
Al te nc1o!
Cnnha & Amorim leem para vender potassa
russiana nova, de superior qualidade por bara-
tissimo prc?o : na rua da Cadeia-Velha n. 50.
- Veiitlem-se nioeiiilas de ferio para eugeiihos de as-
Casa da F,
^a rua uo t^respo,
loja ii.Ilf, do Jos Joaquim
(la :: ilv.i Maya ,
ovado ; dita muito
to preco ; merino
no preto e de crt-
.uas larguras para
cucas a 000 rs. o corte ; velludo ; goi-gurlo de se-
na ; selnn para rollete ; ludo por pic^o commodo;
ruatoes para collelc; e oulras militas fazendas,
lano para calcas como para vestidos de senbora
ludo pelo barato.
lo
na rua estrella rio Hozario, n. <;.
Aesla casa acham-sc a venda as cautelas da lote-
ra das obras da matriz da cidade da Victoria; da qual
andamasrodas no da 29 do rorrenle. A ellas que:
sao pou-as : os precos silo os do coslumc.
Vende-se um terreno na rua quefica por de-
tras da rua da Aurora cm lenle do fundo di caM
a tratar na Iravessa da Madre-de-
na
aos cen-
bo-
na
com 300 e tanto
atea terecira rua
Dos, n. 18.
'.,--'.. '.. f
::_::__: -...'..-.y-.'s:
Vende-se sarja de seda larga, hespanhola,
muito superior; setim de varias qnalidades
para vestido ; dito de Jlaco para collele ,
- o mais superior que ha; casimira pela,
elstica, superior ; panno preto muito lino;
dito de cores, de todas asqualidades ; vel-
ludo preto; merino pelo de todas as qua- H
lidades; dito, o mais superior que tem ap- SH
parecido; chamalolc; casimiras francezas,
sem pello, de bonitas cores; damascos para
8 colxas, muito superiores e debons gustos;
% e oulras militas fazendas que a vista dos
precos e da sua qualidade o comprador nflo
deixara de comprar : na nova loja da rua
do Queimado, nos qualro-cantos casa
amarella, n. 29.
CARNAt.'RA.
^800 rs.
te cores,
sortidas
a loja de Guimares Se-
& Compnnln'a, confronte
ao arco de S. Antonio, n. 5, vcu-
a
\ resma ; fila de relroz
teca grande, a 700 rs. ,
, retroz pelo, azul e soi-
lido, a 10,000 rs. a libra ; cor-
tes de pello do diabo, a 1 40 rs.
Vendem-se charutos de regala, da bem co-
nhecida marca de F;:nia-Voa, de S. Flix na rua da
Cruz, ii .'i.'i. ,
- Vende-se champnnha ltimamente ebegada ,
por preco muito comniodo: na rua da Cruz, n. .">'>.
Cera de Carnauba
muito superior, vende-se na rua da Madre-de-Deos,
n. 3fi, por preco comniqdo.
Vende-se urna caixa de piala domada e esmal-
tada, o mais delicado <|ue be possivel; 1 relogio (am-
bem dourado ; annelOos de varios gosio; conloes;
medalbas; brincos; corrtlftes para relo^ms
moeda guarnecida ; o oulras mullas obras,
uina
roprias
raca : no Forte-do-
_ casa do Uelrn.
Vende-se urna pela de 3(ianuos pouco maisou
menos, muitosadia sem vicio iiem achaques, boa
lava eir de salino e varela e que cozinha o dia-
rio de urna casa por puco muito commodo : na
rua das Larangeiras n. H, segundo andar.
Vendem-se cal virgem em meias barricas, che-
paila prximamente; caixas vasias nara assucar;
nina poreno de pesos de ierro de 2 arrobas; senas
grandes para serrar madeiras ; tudoporpreco com-
modo : na rua da Mooda armazem n. l.
Vcnde-se a troco de lijlo urna canoa grande,
muito forte quo carrega mil lijlos de alvenaria
rua da Cruz, n. 62
-- Vedem-se bichas muito superiores
tos e a retalbo : na rua da Cruz., n. fii>.
VRF.AS H CERA 1)0 RIO-KK-JAINEIRO.
\ende-secomplelosorlimentodcuma a 16 o
giasde i,5e6: no armazem de Alves Vianna
"'lada.Senzalla-Wlha.n. 110.
i^.VT-"(ie,l,"sc '"' escrav"s e um eseravo moco, do
bonita ngura com algumas habilidades : no 'pateo
do Collegio n 81, segundo andar.
.v,7a i?' "S77eit- ,il""l<' FWWMn! Pra comer e
para lu7 : no deposito de azeite de carrapato na rua
da Senzala-Velha, n. lio.
,i,Ti'.,V'1'nCC"SC S"B" do Pr'*r qualidade; ceva-
dinhade |.ranea : gonuna de aramia ; tapioca do
J aranbno ; cevada ; ludo por pceo commodo na
ruadas Croles, n. 40.
Vendem-se 10 escravos, sendo urna preta, boa
engomn.adeira ; 3 ditas de 15a 25 annos, com ha-
bilidades; uma mulatinha de i: annos; 2 moleques
de elegantes figuras; um i-reto canneiro; um dito
Domcoznheiro ; um dito do servico de campo : no
pateodn Matriz, n. \.
Vendem-se 2 lindos moleques de 14 n 16 annos;
um (tito de 7 annos ; um pardo oplimo para pagem .
de 1S annos, c que he bastante hbil para outro qual-
quer servico ; um dito de 10 annos ; una preta de M
annos, con. habilidades; unta nogrinhad7 anuos;
una preta de idade por 200,000 rs : na ra do '
Collegio 11. 8, segundo andar.
1 Vt'MI,,?m-se2 escravos, sendo nm pardo, olTicial
do alnate, e um preto ollcial de carpina ambos
mocos eclo bonitas figuras : na rua da Cadcia, n. 38
casa deSlanoel Joaquim Ramos o Silva
Vende-se um terreno com mais do meia legoa
om quadro oplimo para nclle se levantar um V
genl.o de fabricar assucar: a tratar na comarca de
1. no cnpenho Poco-Redondo.
Vende-se um sitio na estrada de Joilo
B de Rarros, com bastantes arvoredos
defruclo, quecoma vista melbor se
Escravos Fiiffidos.
^
para homem e senbora; clices para champai.ha; i n}.os.tlara : ruadas Larangeiras, 11.29, casa da
vidros para candieiro; bules azues me Icvam l-> cbi. "'cnco.
A0. ^":.!nen"}l\d0. er* do (:f"leS- con- caras ; 'chicaras azue.s ; copos, a l, 120, .60 e 2M ", I1'* '"''.da claade da Victoria acbam-
rs.j gallieleiros para azeile e vinagre ; lanle uas ; 1 ,. .'J0 C"' ""le ^"P0?" "da no Aterro-da-
pralosdevidro; e oulras militas loucas e vidros I a t?'.,"?,' pZ? '. /' C!HV" Lu'1 '*.
na rua do Itangel, n 11. { ,t?rWj^%r M ; ^
tina-sc a vender cera do carnauba, por prego com-
inodo tanto em porcOes como a retalbo o he ebe-
gada agora uma porefloda mclhor qualidade que tem
apparecido.
I
A S^SOO r.s. oeowulo.
"Vo l;n ,1 f *. f > Ill,s J ""''' mesa redonda para me:o
X> a lOja Oe UUIIliaraeS ^eralim l>}> juma cania de armaeo, obra iniiilo rica, ludo
lio, u. 72
iJZ Ve'"J''1 ""SV '2 ,,ar,;S dC ',linCaS ibra muit0 bomiM5i,n co,no "a (vean do Vens, ,
la .sendo cada un. dos pares de dillercntes mode-lg"ej acMarao srmpre um variado lorfeetaio de l.ns
de sala; um so- numero. O pananiento da jue sal iran
pelas, pelo barato preco de 2500
rs, o covado; ricos corles de cha-
l de la e seda, com barra, a doze
mil rs. b corte.
Vende-se urna preta de 24 annos, de bonita fi-
gura, que engomma, >ose, cozinha c faz todo o mais
servia) de urna cana; uma dita de 30 anuos, que lava e
cosealgumacousa ; urna dita de 20 annos que lava
JesabSo e varrella,cozinha o diario de urna casa,e be
quiUndeira; ummulatinhode 7annos, muito es-
perto para se ensinar qualquer cilicio; fazendas.
na importancia de 1:000,000 de rs., com o rebate de
80 por ceoto : na rua da Concordia paseando a
pontezinha a direita segunda casa i,
~ Yende-ae uma preta e um cabrinha; sola
de sola da malta : na rua \ova, n. 3.
Vendem-se duna escravas, sendo : uma parda de
22annos, com algumas habilidades; uma preta do
servico de casa: na rua da Cruz, n 2fi.
Vende-sc um jumento chegado 'ltimamente
de Lisboa no brigue porluguez S.-Domingos : na
rua da Cruz n. 54, primeiro andar.
Atleitao l
*
farelo (le atroz, fareJo
que sahimu premiada
nn patsnda lotera do Llrramcnto ronllna a ser fulo
como d'anles a toda c qualquer hora do da, sem ei-
crpc.no de domingos e dias sanios.
- Vendem-se barricas e meias ditas eom familia gal-
lega imiiio superior) barrica e meias dita com cal
virgeni de Lisboa barricacom pousia branca e ncu-,
leeliaduras paia porla de ariu.-ueiii ; prnciras de rame;
rodas de arcos para barrios; bicha da Ifiuiburao;
ludo por preco commodo : na roa do Vicario", orjua-
iriii ii. 9.
Potassa da ISussia,
Fugio, na noilede 14 para 15 do crran-
le um eseravo de Angola do 50 anno
pouco mais ou menos, alto magro
pomas finas; tem um dedo minian!
aleijado, cabera rapada pos bastantes
grossos ; levou alpargata, camisa c calcas de chlli
quem o pegar leve a travessa doQueimado, n. 3, que.
ser recompensado.
Fugio, nodiaaodcdezembio de 1846, docn-
genho Fernando, freguezia'de Ipojuca um
molequo, denome Daniel, de nacilo ; repre-
senta 16 annos ; he bem ladino, de elegante ligara
cor bem preta espigado do corpo ; tem uma cica-
triz cm umqiieixo, motivada de um dente quo su-
porou por fora csolfre de calor de figado as maos,
sonrendomais na nio direita do que na esquerda,
o as tem rasadas, e tambem tem a mearos molestia
nos pes que tambem rasam, de forma que elle rtfln
anda com perfcicilo : quem o pegar lave ao dito en
genho, ou no Recite, a entregar a Antonio da Siva
(.tismilo que recompensara,
Fugio, no dia 14 do correte, as 8 lloras da
noite uma preta, de nonic Antonia crioula ,
baixa c gorda baslanto; levou vestido de chila
uma Irouxa com uma rede: quema pegar leve
Joo Hcnriques da Silva que recompensara
Fugio, no dia 15 do corrente urna preta, de
nomeMarianna, de naeo Costa ,!e :(0 annos,
de boa altura bem pretil com .1 tainos na
testa entedes de sua nacflo ; tem o dedo mnimo
da miio esquerda virado para a palma da mito que
quanUo a abre nao iguala aos oulros 3 dedos; tem
um dedo do p virado alguma cousa para cima mo-
tivado de uma chaga que leve, do que licou nina
marca ; levou vestido de rbita branca mi pintu-
ras encarnadas, e panno preto usado : quem i pe-
gar, leve ao largo do Corpo-Sanio, n. 13, quesera
generosamente recompensado.
Fugio, no dia 16 do corrente, uma preta, de
H* iiomeMara, alta,secca do corpo; tem cm uma
-.niflo marca.de qiieimailura o a ca beca do pri-
meiro dedo voltado para eima; levou vestido de
chita desbotada ; ha desconfianzas de eslar occulla
quem a pegar leve a travessa de S -Jos ou nesta Ij-
pographia, que se dir quem be seu dono para'ser
recompensado.
Fugio, no dia 15 do cnrrcnle um preto, de no-
meJoaquim, de iiaco Rengela de -2X anuos pou-
co mais ou menos de estatura balsa um pouco
cheio do corpo olbos grandes ps largos c com os
calcanhares com Dichos o laxados, porin jbons,
com urna feridinha pequea e nova em uma perua
quasi junto ao tornozelo, com uma ronia na rabee,
proveniente de carregar, cabellos um tanto grandes;
tem marcas pelo corpo que indiram ser chic-otadas;
levou calcas de Ia cor de caf, camisa de algodAo-
zinho c chapeo de pallia oleado de preto; costuini
andar pelas vendas de garapp por gustar tic beber ,.
prmcipalmeiito ago'ardcule. Isle preto coslunia a
rabalbar em lanchas em Fora-dc-Poi las e tambem
he canneiro ; he muito pouco barbado. Oiicm o | e-
garlcvea Olinda, no Varadouro rua do Rabie, n.
23, ouem Fora-ile-Portas n. !)G, a sen senhor, Joa-
quim Lopes do Almeida caixeiro do Sr. Joo !tta-
Ihens, que promclte recompensar bem a quem o pe-
quera o |ic-
rigor da le
(ieatiz l
De todas
as substancias nutritivas al hoio co-
nbecidas para o sustento de anilinas he incontes-
tavclmcnle o fardo de arroz que, alm de umitas
piroprietadea rene ser alimento fresco, o mais
, |proprio para o nossoclima privando os cavadas d#
pcnsai
fiar ; assim como perseguir com todo d
a quem o tver oceulto
Fugio, ha pouco lempo, um preto de nonic
Ignacio de nacao Mina consta ter mudado o nonio
para o de Manoel, c nculca-se forro ; ten,
guma cousa grossos e anda quasi priado ; Icni o ra-
budo muito carspinhado e alguma cousa ruco com
bastantes mareas de bexgas no rosto, nariz um Imi-
to grosso. Roga-se as autoridades policiaes o nu-
tra qualquer pessoa que o pegar, de levar a ruada
Aurora, n. 8, casa de Joo Piulo de Cornos Jnior,
Fugio, no dia to de seleiiiluo do prximo
f, passado, da villa do S.-Jo.s-do-Peeliim,
y-y um eseravo de nonic Candido rrioulo,
alio o grosso, bem barbado, jn piuti
barba, que com ve ,
uma i icatri: i|iie mal se percebe em um dos ps por
baixo do caleanbiir .proveniente de un cravo, ps
grandes e apolbeliidos orelbas regul i phy-
sionomia ; tem o andar iiicioacrelorado, muito me
tido a pachola, bem ca trabadla e
bom carreiro e enlondij do trabalho de gado; julg
Vondom-sei ) pretos mocos, ptimos para olter falla dedeute-
servico de campo oda praca ; um mulatiuho de t]god,1o da torra : quem do Manoel
.innos, de muito bonita figura, d-se muito em JoscConealv mbuco, qn
conla, por precisar do um pequeno curativo; um ~
mnleque de \i anuos'; 3 pelas mocas, qiio cozinham,
lavam e engommam; duas ditas quitandoiras;'3 par-
das mocas, sendo uma dolas perfeta eugonimadei-
ra cosltircira o cozinheira : na rua do Crespo, n,
10, primeiro daar. PERIC
verdadeira e nova, em Larris pequeos,
por preco limito commodo na roa da
Cruz, n. Hosennuind.
pcusaia.
~:l^:.^zjlj~
NA TTP. DE M. F. Dit FAHlA. 1 *4y ^ll


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