Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09719


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Full Text
i uno
de 1847.
Ter$afera 19
, ntJRIli publlca-se lodos Os dias, que n!o
" urda o preco 1. asignatura he de
'"'. "0| (iiurlfl. T"?"' """'O'1'"- Os an
" din aislante s inseridas i raso de
" rhnlia. *" *m ,T[H> "'"T"18' >
""';!L sla melade. O qu n'.o f> rero ass g-
"'';,' n,.ar 8P Por UDh"' e "10 c'" lP
ri,ASKSDAl.UANMEZI)EJANEIP,0.
,!!> I. ^ *'I"'iu,l0"la Urde-
V" fie 0. ''" '8 min' da t,r I f'""," .!. e min- ^ ,"'lt-
' PARTIDA DOS COMtElOS.
(oianna e Parali yba, as segundas esextas reirs.
Hia-Graude-dn-Norte quintas feiras aomeio-dia.
Cal, Serinlicm, Rin-Formoso, Pono-Calvo e
Macelo no I.*, 11 e 21 dcada mes.
(iarauliuns e Ronito. a 10 c 21.
Roa-Vista e Flores a 13 e J>.
Victoria, s quintas lenas.
Olinda, lodos os dios.
- PREAMAit DE 1IOJE.
I'rimcira, s 0 liaras t minutos da tarde.
Segunda, s 0 dorase la minutos da mandria.
de Janeiro.
A nn XXIII.
N.I4.
DAS DA SEMANA.
I* Segunda. S Plisca. Aud doJ dos orpd ,
doJ.doc dav. edoJ M.dav
9 Terca. S. Canuto. Aud. do J. do civ. dn I
v. e do I de pal do 5 iKat. de l
JO Quarta S. FabiSo Aud do '. do civ. da J
v e do .'. de paz do 2 dist. de t.
21 Quinta. S. Ignei Aud do J. deorph.. do
J. municipal da I tara.
22 Ssla. >. (iaudcueio. Aud. do 1. do civ. da I
* do i. u* paz do l. dist. de t.
ti Saldado. S. Ildefonso. Aud.do J dociv.da
l. v. e do J de pai rto 1 dist. de 1.
24 Domingo. INossa Seniora da Paz.
CAMI.IOS MU DA I DE JANEIRO.
Cambio s.l.re Londres Jai.'Ad p. I#.a60d.
P.ris 2o r par DnCO.
Lisboa 5 de premio.
Desc. .le let de bou lirm. l/l Va P-V m"
OMro-Utcu leapanholas.... #0'>
. MoednsdeaftOOvelh. i6#noo
,. de 6#I . d4J00..... !|000
Prata P.tacdes......... 5'!I2 *
u Pesos coluronares... |nJ0 a
u Ditos mexicanos ... iffto a
Miud.......... '*>
l.fiOO
2/o t
ilOt(l
lf.il"
fien
Acces da comp. do Ht*beribe de 50f000 rs. ao par.
DIARIO DE PEIUKAMBUCa
PARTE OFFICUL.
MINISTERIO DA MAR1NIIA.
nCHETO n. 489, nB i9 nF. oE7KMtno de 1846.
,.-- txiensko aos empregados da contadoria geral da
inarinha o decreto de dou$ de dezembro de mil olto-
frtilo*e qunenla dous, com algumat alttratati.
Ilci por bem fazer extensivo aos empregados da
contudoria geral ta marinha e das contadorias pro-
vinciaes, creadas em virlue da loi n. 350, de 17 de
iunlio tic 1845, o decreto do 2 de dezembro de 1843,
me reslabeleceti s disposicoes do de 27 de setom-
l'ro tic 1828, com as alteracoes que se contom nos
iiligosscguintes:
Artigo 1. 0 contador geral o o intendente da ma-
ainha da corte Iso fr paisano) terflo a graduarlo
honoraria de capitito de mar o guerra. Os primei-
ros escriplurarios da contadoria geral e os contado-
res das provincias a de capitSo de fragata. Os segun-
dos oscripturarios de todasas contadorias, osescr-
viles tas intendencias e thesourciros pagadores a de
capilflo-teneiite. Os terceiros escriplurarios das con-
tadorias, os almoxarirc.se osescrives das pagado-
ras, almoxarifaJos c o(Icinas, a de primeiro len-
te. Os amanuenses a de segundo tenente, e os pra-
ticantes a de guartla-maritilta.
Art. 2. Eslas graduacOes serlo consideradas como
nnnexas s funecoes dos enipregos a que se refercm;
eemnenlium casos empregados as conservarflo
quando os dcxem, por demissfo ou remocilo para
nutro empregu.
Art. 3. Aquelles dos empregados comprenendtdos
no piesente tlecrelo qoe actualmente se acham no
gozo de graduacoes superiores s que agora se csta-
belerem, conscrvi-Ias-hio emquanto servirem os
respertivos cinpregos.
0 concelho supremo militar assim o tenha enten-
dido o faca executar com os despachos necessarios.
Palacio do Rio-de-Janeiro, cm 19 de dezembro de
184(1, vigsimo-quinto da independencia e do impe-
rio. Com a rubrica de S. M. o Imperador. ~ Anto-
nio Franeiico de Paula e Hollando Cavalcant'i de Albu-
querqu
NOTICIAS DF. CORRIENTES E ENTRERIOS. I.ICA
DESSAS DAS PROVINCIAS. -- O TRATADO DE AL-
CARAZ.
Itepnis da priso do general I). JoSo Matlariaga e da
retirada de Urquiza da provincia de Corrienles, prin-
cipien um inlerdicto cnlrc o governador de Corrien-
les |i. Joaqun Matlariaga e o general Paz. Este tilti-
inn comecou a Irahalhar para i'en it>ar ao governador
Matlariaga e ptir frente do governo um homcm que
fossccompletamcnlecreaturasua. Continuava o in-
lerdicto tiestas ditas peisonagcns, quando b govema-
dor aladaiiaga recebeu oflicios do general Urquiza,
<.n>rerendo-lhe a pz para ambas as provincias, di-
/indo-lhe, poiem, que para dar o primeiro passo era
preciso e imlispcnsavcl queprecetlessc a separaclo
do general Paz do coinmando do exercilo, e que se
lite tirasse toda a influencia nnsassumptos quede-
\i.im (ralar-se entre os doospovernos. O governador
Matlariaga apresentoii estes ollicios ao general Paz, e
prolcslou-lhc que nunca atraicoaria os seus pnnci-
pios ; que tlisronfiava do general l'rquiza, e quelbe
njodaria resposta. .
Coto elVeilo assim o fez ; o vendo l'rquiza que nata
consegua delle, escieven a seu irmo I Antonio Ma-
tlaiiaga. Esta carta foi uterecptutla pelo general Paz,
o com ella se armn para sublevar a maior parle dos
chefese pessoasnotaveisda provincia, dizendo-lhes
que o governador I). Joaquim linba enlabolado tra-
tados com I i quiza, quera entregar a Rosas a provin-
Jp do Corrientes, oque era neeessjrio prend-lo pa-
ra salvar o paiz. Coi:seguio assim um pronunciamen-
lo contra o governador ; mas a contrarevoluclo lo
primeiro de abril den em trra com o poder do Paz.
Miaii~>aniaai i" iinafiiwiTW'Ti
LJ."___________' --!------------...... J-Ja '- '"',......
No momento de marcharcm as forqas deste contra
as que commandava o governador, cscreveu seu ir-
mffo D.Antonio a Urquiza, dizendo-lhe que a carta
que este Ihodirigir tinlia sido interceptada por Paz;
que este se prevalecer dclla para procurar derribar
0 governo, tratando-o de traitlor, o que naquelle mo-
mento marehavam frcas contra sen irmlo I). Joa-
quim.
Lida esta carta por Urquiza, mandn chamar o seu
prisioncirol). Jo.lo Madariaga, e disse-lhc: < Seu ir-
mtlo est em perigo ; o senhor est livre desdo ja ;
parta immediatamente que talvcz possa scrvir-llie de
muito, e diga a I). Joaquim que, so conseguir derri-
bar ao general Paz, pode contar com a umilo e boa e
do governador do ntrenos.I). Joio parti, oflerc-
cendo a l'rquiza os seus bous oflicios para com seu
irmfio.
A revohicaotlo l.de abril alwio o campo ao trata-
do de Alcaraz. Refugiado o general Paz no Paraguay,
instava Urquiza oelaallianca; mas I) Joaquim a to-
das as proposicoes que se Iho fazlam punha por con-
dic.lo que Urquiza se decarasse contra Rosas antes de
comecar a tratar. Urquiza respondeu que anda nao
ora tempo ; que Rosas tinha um poder forte na Ran-
da Oriental; que este poder canina sobre a sua pro-
vincia, e que a sua sorto seria talvcz a do general L-
pez, por ter-se pronunciado cedo de mais; que era
preciso dar tempo ao tonino.
Este estado de cousas durou seis mezes, nao ces-
sando em todo esse lempo a coinmunicaQio entre os
dous govemadores, ate que, tendo chegado a ntre-
nos a noticia da deatruico da divislio de Montoro e
da mortc deste, cscreveu l'rquiza a I). Joaquim, di-
zendo-lhe que era cljegado o momento de assig-
nar o tratado; que esto seria como o governo de Cor-
rientes tinha iniciado, e que esperava que a rep-
blica do Paraguay tomaria parto nclle.
O governador Madariaga cedeu por lim, anda que
com desconfian?a e entendendo-se a respeito com
o prcsitlente Lpez do Paraguay, dissc-llie este :
Diga a Urquiza que quando quizerTazcr a guerra a
Rosas pode contar com 20,000 baionctas que poiei as
suas ordens, e que so quizer ler urna entrevista com-
migo, venba a Corrientes, onde nos reuniremos to-
dos. Logo depois oliciou o governador Madariaga
a Urquiza, pcdindo-lhe que marcasse o lugar da con-
ferencia para estabelccer a paz : l'rquiza indicou
ponto de Alcaraz.
No dia cm que I). Joaquim Madariaga marcliaya pa
ra all, escrevou a um amigo as linhas segumlcs
Desconfo de Urquiza, e muito me cusa dar esle
passo ; dou-o porque nilo quero que se diga em lem-
po algum que me propozeram a paz, eque eu a re
pelli. Talvez marche amorte; mas se una tratc.ao
fr o lermo desles assumptos, recommendo aos meus
amigos e concidadilos que niorran sustentamlo
cansa da I bordado. ...
Unas horas depois da entrevista de Alcaraz, escrc
via D. Joaquim ao mrsmo individuo o seguinlc :
a A paz est feita com o gobernador dcEnlreiios
ella alianca a (raiiquillidadc da repblica, e em na
da atraicoci os meus principios.
O tratado reduz-sc a cinco artigos, e o seu texto he
0 seguinlc :
Allianca ollensiva edefensiva das duas provin-
cias. Neutralidade completa na guerra quo lizer Ro-
sas sem o assenlimento de amoas as provincias.
No caso de se verem as provincias na ncccssnla-
tle de stistetilar este tintado com as armas na nio
commandara-oexercito confederado, como genera
cm chefe, o governador de ntrenos D. Justo Ur-
quiza. '
Reconliecimeftlo da independencia do Paraguay
e convite ao presidente Lpez para entrar nesta al-
lianca. .
Admisso delodas as provincias que quizerem
nnir-so ao systema fetleral representativo das pro-
vincias de ntrenos cCerricnles.
Anda nao chegou a resposta do llosas a este tra-
tado. ,.
1 UmEnlrcrios reina a maior ordem. i.astigam-se
todos os insultos sem attcnclo a partidos, c orde-
nou-so a toda as repartieres que supprimtsscm d ora
em diante a divisa : Morram os ulxagens unitario.
{Carta particular.*
CORRESPONDENCIA ENTRE OSSRS. GUIDO E WISE
SORRE OS PASSAPORTES CONCEDIDOS PELO GO-
VERNO IMPEItIVL AO GENERAL RIVEIU.
A S. F.xc. oS. Ilenriquc Wise.
Senhor. Tenho motivos poderosos para cror que
o governo do Hrasil deu ou val dar pastaparte a Fruc-
tuoso Rivera, para passar ao Paraguay (tocando pri-
meiro em Montevideo no carador de ministro ple-
nipotenciario do chamado governo daquclla praca.
Esta medida nilo s he, cm minha OPiniBo, impo-
ltica e prejiulicial mesmo ao imperio, enlo que he
incompativel com a neutralidade do Brasil, porque,
estando de inleUigcncia o Paraguay com Montevi-
deo na guerra contra a confederacao, a perniissao
daila a Rivera de sabir para a AssumpQiio equivale a
proporcionar ao Paraguay eaos rebeldes de Monte-
video um poderoso elemento do hostilulade contra a
Repblica Argentina.
Tenho pois necessidade do reclamar contra esto
acto do governo imperial, e como me lembro que
eml838 oiil839 reelamou a Inglaterra do governo
dos Estados-Unidos a retcncao do refugiados do Ca-
nad naquclla repblica, supplico a V. Exc. que, no
caso de ter anulo a correspondencia entre os dous
governos, m'a remella ; na certeza de que a dcvol-
vereaV.Exe. Sada a V. Exc. o seu muito aliento
servidor
Thomas Cciao.
S. C, 20 do feverciro do 1816
A S. Exc. o Sr. general Guido.
hngenho-Velho, 20 de ferereiro de 1846.
Meu querido Senhor. Acabo de recebci a sua
caria de boje. Sinlo no ter a correspondencia a que
se refere, c quo llie franqueara com muilo goslo ;
mas sinlo ainda mais saber quo teneiona reclamar
contra a concessilo de passaportc ao general Rivera.
Digo-lhe encarecidamente que sei que a concessilo
desles passaportes nilo he considerada polo governo
do Brasil ncm como a mais mnima violacilo da sua
inviolavel neutralidade entro a Banda-Oriental o a
Repblica-Argentina. O governo brasilero obrou
depois de madura delibcracno o consulla sobre seus
deveres interuacionacs quando disse que nao poda
l- recuiar esses passaportes sem violar a neutralidade e
tem negar a tua prpriu soberana.
Os precedentes que me pede nfo suslentariam a
sua reclamadlo. A doutrina dos Estados-Unidos he
que os refugiados podem sua vontade entrare sa-
bir do son territorio pacificamente t sem armas na indo,
o que nonhuma nscfloem guerra com outra tem di-
reito de requerer aos Estados-Unidos que so conver-
la em pristo doa asylados de paiz inmigo.
Os Estados-Unidos nilo conceden! nem exigcm pas-
sapoitcs; niaspermltem a todos osestrangeiros pa-
cficos e imffeniiros a entrada o sabida como um direi-
lo pirtencente < sua propria soberana. Se urna parte
belligeranto nodesse reclamar que os refugiados de
seu inimgo rossem retidos dentro do territorio neu-
tro, e que no caso contraro fsso reputado o neutral
rcsponsavcl de violado de neutralidade, tambem a
ulra poderia reclamar quo aos seus refugiados se
dexassosahir livrementco queoneutral os exmis-
sc da prisflo territorial soh pona de ser rcsponsavcl
do ler violado a neutralidade.
Entilo de qtialquer maneira que obrasse a poten-
cia neutral seria reputada responsavel. Dal i vem
que a nica regia cerla he excrcer a sua propria so-
berana, eoutorgar passaportc do entrada e sabida,
com a nica limitacilo de que nilo hajam armas as
nidos dos refugiado que entredi ou saiain, e quedo
neiihuina maneira facam a guerra de dentro do paiz.
Alm disso, no caso presunto silo pedidos os passa-
portes para um agente diplomtico. Como poderia
obter-se a paz senSo se concodessem passaportes a
taos agentes para transita rom pelo territorio neutro
ou snliircm delle? Os passaportes nflo sao pedidos
neste caso para passar pelo Ilio-Crandc expressamen-
.i< uriafiniia iMiiaiiiaw
te, e islo para evlar lodas as objecefles quanto ao
facto ou ntenc,(Io da partida pacifica de Rivera.
Pertcnce soberana do Brasil permittir-lhe a sa-
hida como a cslrangciro particular, sem ofrender a
nonl.un poder sobre a ierra. EU mi em paz, sem ar-
mas e sem fazer a guerra, o so ao Brasil nBo lio permil-
tido dexa-lo sabir dessa forma, o Brasil nilo he so-
berano. O Brasil pode certamente manler a sua so-
berana sem quebrada neutralidade. E hedovido a
candura da nossa amzade informar-Ro que foi esta
a opinino percmploria que omilti guando o Sr. Lim-
po de Abreu me pedio o meu parecer a resuelto, o S. Exc.
desejava lano como cu respoitar os direitos ita Rc-
piiblica-Argcnlina, bem como a dignidade do sen
proprio governo.
Ilogo-lh que no reclamo antes de Tallar comnn
go, e pode servr-lhe tle desculpa ante o sen gover-
no o aclo do que o ministro do governo mais amigo
do argentino, o governo dos Estados-Unidos, nao
poda apoiar a poseflo do ministro argentino tiesto
negocio, elhe supplico que desista.
Com atTcic.no o sincera amizade.
IIp.xmquf A. Wise.
A S. Exc. o general Guido, enviado da Repblica
Argentina.
MEMOJUAS DL UM MEDICO. (*)
pon guejranbre fumis.
PRIMEIRA PARTE
CAP I TU LO XXXYII.
o Rm ax stverte
O rei, salisfeito do seu rasgo deautoridade, que
puna a condessa de o ter feito esperar, c ao mesmo
tempo o salvava do aborreeimento da apresentacuo,
endtreitou para a porta da sala.
Chon entrava.
Enlfio! a minha gente estpromptat
N;1o, senhor, dos criados de V. mageslade nao
lia um so uasanlc-camaras.
O re foi at a porta.
Vie Diario n- 12-
0 l I bradou elle.
Ningucm respondeu; dissercis que lao mudo esla-
va o castcllo que nem echo tinha.
Ouem diabo acreditara, dissoLuiz W, vollan-
do sala, que eu sou o neto daquclle que disse :
Quasi que espero!
E foi urna janclla e a abri.
Mis eslava a esplanada, como as ante-camaras,
deserta ncm cavallos, nem hatedores, nem guar-
das So a noite be a que se lhe .presentan aoaolhos
o a alma, em todo o seu silencio e magestade, allu-
mada por admiravel la que inostrava trmulos
como as ondas agitadas, os cunos dasarvores da no-
r Cbatou, e arnmeava milhares de palhetas lu-
o. to Sena, serpente ^-"%BXuS
cuias roscas se podiam acompanhar desde "'''y*1
fflwSSZ sto ne por espaco de qualro a cinco le-
eoas do vollas c rovoltas. .__..
Fnomeiodetudo isto umrouxmpl improv.sava
tundessesmaravilhosos cantos, como s seouvem
nomM demaio, como se as suas alegres olas so
nodTssen Vcliar urna natureza digna dellas durante
^ptimoiros dias da primavera, que, .penaschegam,
r era elle rei mu pouco pensador, pouco poeta, pouco
'runa tffiss %* **> ^^, p-
co-vos quo deis as vossas ordens. Com os d.abos, he
ureciso quo este gracejo tenha fim.
V MENSAGEM DO GOVERNADOR DE COR-
RIENTES.
Montevideo, 4 de dezembro de 1846.
Un na mensagem do governo correntino perodos
que mo deixam duvda racional sobre pontos da mais
grave transcendencia, ainda que outros nflo menos
importantes apparcccm envoltos em mysteriosa re-
serva. ., ...
A neutralidade de Corrientes na questan oriental, o
diremos mesmo as rclacOes do paz boa ntellgtncia
entro aquello gabinete o o desta repblica, ia nOo
silo materia doconjeelura; silo declaraQoes ofltciaes
do primeiro reitas perante o eorpo legislativo de sua
provincia. A mensagem falla das relaccs de Corri-
entes com o Paraguay; assegura quo conlinuam no
mclhor p; e accrcscenta logo depois o seguinte
A mesma boa intelligencia procuramos nianter
com o Estado Oriental do Uruguay c a provincia bra-
silea limitrophe de S.-Pedro-do-Sul. diriyido ni-
camente a farorectr as vantagtn reciproca do commcr-
cio e da paz que temos amplamenle conseguido at o pr-
senle.
Essa dcclaracilo solemne oxclue peremptoriamento
toda a deia de auxiliar a Rosas em su.s hostilidades
contra a Repblica Oriental; e pois quo ella he leita
dous mezes depois do pacto de Alcaraz, natural he
crer que Enlrerios, a outra parlo contraanle, siga
urna poltica igual que Corrientes declara, muito
mais quando os factos o a situacjlo actual do ambas
as provincias apparecem em tilo perfetta harmona
com a deelaraeno da mensagem.
O paragrapho relativo paz com ntrenos he es-
timadamente reservado; todava, o resultado he quo
por olla conseguio Corrientes ficar no gozo tranquillo
dos direilose dosinieresses locae quo tratava de asse-
gurar na guerra justa enecetsaria que terminou com
gloria e ranlagem.
Nflo ha em todo o documento urna palavra que in-
dique nem sequr a idoa de urna reincorprelo .o
systema do dictador de Buenos-Ayres; nei.humu
que deixe presumir que cessoua separaclo e inde-
pendencia de Rosas cm que Comento, tem permane-
cido. Pelo contraro, o governo correntino mamos-
laaocongressoqueoquo lhe cumpre fazer para
. dar sem tropeos na nova senda em quo principioii
a marchar lio prescindir ( as relaces com as pro-
vincias irmaas) daquillo que nflo interessa a Cor-
rientes, respailar o que Ibes toca, e mostrar-se o-
lcito por ludo aquillo que propenda para o bem
commum, sem por isso mostrar-se pressijroso em
promov-los. Se osle periodo nflo exprime are-
soluco de conservar-so separada das domisi provin-
cias,^ainda que em boas o amigaveis relac/ies com
ellas, nao tem significado algum..
Por ultimo, o leorda mensagem toda inteira reve-
la duas ideias fundamenl.es : Paz exterior, tanto
Em todo o caso nfio sou ou tfio pouco, disse
tulz W, pois bem vides como me obedecem.
* Nem V. magestade porcerto manda aqu mais
do que eu. .
Entno quein he? sois vos, Choni'
__Eu! respondeu a rapariga, sentada do outro
lado da sala em una poltrona, em que fazia syme-
Iria com a condessa, nflo raco pouco em obedecer,
no eslou para ordenar.
lias entilo quem govern. qui?
Oh! essa he boa! he o senhor governador.
Monsieur Zamora?
lie verdade.
lie justo, toquem a campanilla.
Com geito de adoravelindiirerenca.cslendeu a con-
dessa o braco a um cordflo de campainha, terminado
por urna borla do parolas, e tocn.
Um lac.io, segundo lod. a probobilidade ti an-
te-inflo industriado, se achava naante-camar, cap-
pareceu. *;.
0 governador ? disse o re.
0 governador, respondeu o criado wspciloso,
vola nos preciosos dias de V. magestade.
Onde est elle ?
Do ronda.
De ronda! repeli orc. .
Com qualro ofliciaes, respondeu o criado.
Tal qual como M. de Marlbouroug, exclamou
condessa. ,
O rei uflo pode reprimir um sorriso.
r eeis-3 que este gracejo tenbii Iim. 0ra, a cousa he extravaganle, d.sae elle, mas
;ro s^u.WSiS^^s.X^* ^^ r-^os cava,,M n"car-
eu nflo sou quem aqtti mando. ru"Bei
Senhor, o governador mandou fecharas cochei-
ras, com receio do que nellas se refugiasse algum
malfetor. ...
Ondo estflo os meus batedores
Com os criados, senhor.
Que estilo fazendo?
Dormindo.
Como! dormindo?
Por ordem.
Ordem de quem ?
Por ordem do governador.
Mas as portas, disse o re.
Quo portas, senhor?
As portas do castcllo.
Estilo fechadas.
Muito bem! Mas podemos ter as chavos.
Senhor, as chaves estilo cinta do governador.
Que bem guardado castello! disse o re. irra .
que ordem! ...
O criado, ao ver que o re lhe n3o fazia mais per-
guntas, rctirou-se. ,
A condessa ostendida numa poltrona, mordicava
urna bella rosa, junto qual os seus labios parec.m
de coral. ,. .
Ora, senhor, disse ella com o lnguidoorriso
que ninguem imitava, compadec,o-me dcV mages-
tade, aceite o meu braco, e vamos descernir terreno.
Chou, allumia-nosocaminho.
Sabio Cnon adianto, fazendo guarda ayancada,
e prestes a assignalar os perigos que se apresen-
tlSS6TDf
Ao voltar do primeiro corredor, u perfume que


BtB!
com orslrangeirocomu comas provincias argenti-
nas; o conservado de urna administrad/lo interior
totalmente independenlc. Isto apparcee claramente
i respeito de Cnrriculcs: c f oirm a nova pnsicSo he
resultado dos afustes ledos ooi Aleara/, pareeo que a
de I ulrenos lleve seren ludo a mesma.
(timmercio del Vala.^
AMERICA.
iiavasa, it ue ojrruiBO.
Is II horas dn vianha : Remilgamos n Divino
l'rovidencii :~ lia 12 horas que uin turaran desen-
iadeado eom (urhillics de goi lem nnvolto esta
desgranada cidade. A uoiie Ib i horrorosa; porm
desde q DDianhecer foi tao doafeita a tempestado,
i|iio eapalbou o (error e o exterminio na cidade da
niancio-a mais espantosa. Emtim, depois do (|iiu-
iro horas moraos, amainou o vento, o a esperance
ila salvacflo penelrou na nossa alma contristada,
ivnidlgamos a Divina Providencia!
Nada teos visto aluda, porm eserevemos entre
i ninas ; e a vista dos deslilos parciacs desteedifi-
cio, eslremecemos pela povoacao.
siispcnileinos a penna para laucar um rpido olhar
pela cidade r- porto,
lo niindia: -- Apenna resiste a Iracar oquadro
de desolacflo que presenta a llavana. As ras, de-
: tas e coherias de despajos, deixam ver por loda a
parle solidos edificios de alveriaria arruinados e
minificados em grande parle. Os lampeos das
illuminacnes leein desapparooido: a praca de armas
licou rasa. Em fenle da easa capitular venios niul-
lidflo de praiwhas de -/neo arrancadas pelo vento;
so da cubera do caes. SU- acIlB-SC u'ieio coberto
pelo mar, por navios e fragmentos desies alguna
de maior loto dcsai votados, destruido o casco, esln
ainda nos encontros unscontra os Outros o contra o
caes. ideS -francisco al a .Machina mo parece
scnfiouue foi augmentado: os rragmenlos de cem
navios feitos em pedacosleem aggregadouelle urna
speciede janeada. Ao longo nflo se vem sonSo na-
vios desarvorados e virados. A marinha mercante
le todas as nacOSS, a de guerra hespanhnla, fran-
i vi e americana, leein ludas a sua grande parte
einlilo avnlladas pedas. A Machina l'oi derribada.
o Ihealro principal est arruinado. Os caes dos va-
pores mo exislem : tres vapores ha sobre as suas
in i as iuiitilisados : est interrumpida a enmmuni-
racao coni Regra.
Os hairios extramuros soflreram oxtraordinaria-
n ente.
0 iheatro de Tacn soTreu muilo; assimconfoo
campo de Marte ; as ai votes seculares do passeio de
Villanova, que respeitou o fuidlo de S. francisco,
estilo atrnvessadas na calcada : a alameda licou ar-
i asada: as novas fabricas de Neptuno ficaramsem
lelhados Na calcada de S. Lourcnco ha tantas rasas
em pe como por trra.
\oltaudo a intra-muros, ventos arruinada a torre
do Arijo, que na sua queda demoli os tediados da
iareja, a parede de Santa Thoreza, que da para a
i ua le Aguacas, cabio earruinan as casas fronlei-
ras, causando mortes o roiiluses. O cdiliciode
Paula e o de S. Francisco lem soffrido grandes dai-
nos.
1 i'.dim, nao teios pormenores de nenhnma cs-
pi ci : njngueni piule ria-los. Porm, a julgar pela
iilipetuosidadee duracao do furacfio e pelos seus in-
mensos dcstrocos, o do auno de 1844 l'oi pouco BOi
comparaQfln desto,
O r'aor/i/nao se pude distribuir, c o rereherfio os
nossos leltorescom osle alcance.
A'iduat horuda tarde. o barmetro quehai-
xoii bontem exlrauiiaiiaineiilo, e por cuja causa se
deleve a sahnli do Moni/zuma, tornou a descerno
ruciodia. O vento que lem sopiado do N. E. ale
que ceden a sua violencia, niudoii para N. O., e 80-
pra de novo cun Corea. O aspecto he ainda lerrivel,
< tememos novos desastres Nao queremos aug-
mentar a goral BlDccflo com asa resenta de desgra-
as e calamidades. Por isso deixajBos para amanhfla
apublicacflo deste alcance. Anianhfla a misericor-
dia divina se lea apiedado desta desolada povoaco.
Imploremos a misericordia divina n'esle diado tribu-
lacao, lulo c exterminio !
\"s tt horas da tarde O vento he menos impe-
tuoso : lem chovido muilo dessa Rgoa salubre que
inda a manliua lem inundado as nossas casas, Te-
mos adquirido as noticias seguintes :
o Monte.uma varou em lenle da alameda de Pau-
la O brigue Contliluifo foi a pique; a escuna Crela,
dem ; a escuna Polka, dem. O brigne Habanero
soffr u varias avarias na mastreaeflo. A fragata, a
corveta o o vapor que oonipom a esqua.lrilba fian-
cez, teem varado, o ha esperancasde livraros dous
pi'iiticiros. O vapor lacn foja pique. O Fillanova
o o Alnui-da e> destrocaram-se contra o caes. as
praias de B.-Lasaro lem-sc visto um barco varado.
pon ni nao se lem podido distinguir qual seja. Nada
abemos do arsenal.
No edificio do commando general da marinha se
cera arruinado varias habilacOs. Oda real audien-
cia lem soffrido grandes deslrocos; teem voado lodas
as portas e jmilas e parle dos lelhados.
Nao temos podido imprimir peridico de manhfia
porral a de operarios. Nossos letores desculparflo
esta ralla, quccobrimoscm parte com este alcance,'
exclava o appelile do mais delicado gastrnomo
eomecou a lisongear o olphatodorci.
disse elle parando, que cheirohees-
e outro que publicaremos pela tarde, com as noti-
cias que (enhamos colindo.
Eis-aqui o que cscreve o peridico ministerial
da noite :
iiFrimuui orSCRAQA t>A HAVANA.
A' ultima hora. llavana, 1-2 de outujiro de
1846. Apresso-me a escrever-lhe, para dar-llie no-
ticia de outro grande furaeflo que houve honlem
pela manlifla, que foi dohrado que o de ha dous an-
uos. A peda que causou be incalculavol por toda a
ilha ; na baha nfo ficou um s navio quo niosof-
liesse daino : casas do alvenaria foram derribadas,
Meando os seus habitantes debaxo das ruinas ; mui-
los nobles, buscando asylo onde refugiar-se, foram
victimas as ras com os pedacos de madeira que o
vento (razia. As perdas silo consideraveis.
(Diario da Marinha.)
(Jornal do Commtrcio.)
Hamburgo ; 40 dias, brigue hamburguez Cowiad, de
3S3 toneladas, capitffoJ. H. Hsrms, equpagoml2,
carga fazendas; a Kalkman Rosenmund. Passagai-
ros, Ferdinand Wilhelen, Herrman.
Navios tahidos no mttmo dia;
Havre; galera franceza B/o6iA,capitaoP. Darman-
daret, carga a mesma qne trouxe.
Porlos do Norte; vapor brasileiro S.-Saltador, com-
mandanto o l. tenente Antonio Carlos de Azeredo
Coutinho. Passageiros, alm dos que trouxe das
provincias do Sul para as do Norte: o captfo-le-
Avisos martimos.
Para o Rio-de-Janeiro sahe. mpreterivelmente
dentro em poucos dias, o patacho I.ourenco, capitSo
Jos Mara da Graca ; recebo carga miuda o escravos:
quem pretender embarcar entenda-se com Francis-
co AI ves da Cunha, ra do Vigario, n. 11.
Para i llio-Grando-do-Sul aeguo imfireteri-
velmente no dia 25 do correntc o briquo Compni-
PERNAMBUCO.
JUNTAS DE QU.U.IFKACA QUE, SEGL'KDO A LE DE 19 DE
AGOSTO IIK 184fi, TKEM DE FORMAS A LISTA CERAL DOS
CIOADAAS OIIK RAO l)K VOTAR SA kl.KI^AO DE EI.EIT0-
Ul S, JIII7.ES ob paz f. vereadores.
Fregue-.ia de S.-Fr -Vedro-Goncalva.
Presidente.O Sr. Ignacio Antonio Itnrgcs.
Mcmbro. a Joilo francisco Teixeira.
" Anlonio Aunes JacomesPires.
> Constancio da Silva Nevos.
> Jos Joaquim do S.-Anna Barros.
lreguezia de S.-Anlonio.
Presiden te. O Sr. Manoel Antonio Viegas.
Nombro. francisco Simos da Silva.
Ignacio Manoel Viegas.
Hr. P. Dorncllas Pessoa.
" Dr. Jos Flix de Brito Macado.
treguezia de S.-Joii.
Presidente.O Sr. doutor Joaquim Villela de Castro
Tarares.
francisco Serfico de Assiz Carvalho.
Manoel Antonio Nuncs Machado.
o SeverinollenrquedcCastroPimentel
Ignacio dos Res Campello.
l-'reguetia da lloa-Vista.
Presidente.0*S7! Antonio Carnciro Machado Ros.
Membro. Jos francisco l^vra.
Jos Joaquim Bezerra Cavalcante.
Antonio Jos Uandoira do .Mello
Caelano Mendos da Cunha Azevcdo.
Freguezia do l'oco-da-l'anella.
Presidente. O Sr. Joo Haptista Pereira Lobo.
.Membro. tenente-coronol Francisco dn Rocha
Paos llarrelo.
> MajorJoo Francisco do Reg Maia.
Jos l,uiz Pessoa.
> llernardo de Albuquerque Fernandes
Cama.
nenteFilippe Jos Ferreira, para o Rio-Grande do- rfor ; recebe nicamente passageiros e escravos a
Norte, o 2." lente de artMharia Bernardino Fraris frote, para o que trata-se com Gomes & lrmflo na
cisco do Carmo, Antonio Julio de Madeiros e l.uiz ra de Apollo, n.2.
Josft de Magalhlos, para o Para. = Para o Rio-de-Janciro seguir breve o velci-
ro brlguc felitorio o qual pede ainda rcceberal-
Liverpool pela Babia; barca ingleza Mory Quten-of-
Scfits, capilSo W. Kelly,carga assucar.
Philndelphia; brigue americano Jottph-Coieperiokitt,
capito Uivis Cossen, carga assucar.
f.ilira llar; barca l'ranceza Ferdinand, capito Dinard,
arga assucar.
Edil
a es.
Membro.
COMMEKGIO.
!{j-a.
11:165,965
Al.iiKit;
RF.M)IMi:NT0nni>IA18.
DESCARHF.CAM IIOIK 19.
BrigueyoAataboado.
Barca/ Brigue-- Vestal-- dem.
Brigue.Sultana -dem
BrigueAnn-Jo/msIon bacalbo.
BrigueCynthiadem.
IMI'ORTACArt
Bnguo sueco Johan, viudo de Stockholm, entrado
neste porto om 15 do correntc, manifcslou o seguin-
te:
Rodrigo Theodoro de Freilas, cavall'iro da ordtm deS.-
lenlo de Avit, condecorado eo a medalha da lleslau-
raco da fahia, capHSo de fragata da armada nacio-
nal e imperial, inspector interino do arsenal de ma-
rinha e capitdo do porto desta provincia de l'ernam-
buco, por S M.o I. que neos guarde, tic.
Faz constar a quem convior que.emobservancia do
imperial aviso de 10 de outubro ultimo, estilo sub-
jeilas ao pagamento do imposto annual de *,800 rs..
na forma do artigo 27 do regulamcnto do 15doju-
nho de 1844, todas as embareaces emprogadas no
trafico do porto e ros navegavois desta provincia ; e
que, om consequencia, niu pdenlo continuar nessr-
servigo aquellas que antes da data deste obliveram
"cencas annuaes dcsla capitana para nelle so em-
pregarem, seni que aprosentem conhecimento de ta-
ino- da rocebedoria desta provincia do pagamento
desse imposlo relativo no correntc exercicio: ficando
por esta sorte sustadas por emquanto as mesmas li-
cencas.
Faz saber mais, para esclarec monto, que as refe-
ridas einbarcacOcs subjeitas a esse imposto so pelo
dito regulamcnto as lanchas, escalercs, botes, ca-
trains, jangadas, canoas o outras embarcagoes de
qualquer forma e denominago que nflo navegarem
fra das barras, se aluguem eandem a frete, e em-
preguem-seem servico do transporte do gneros, a
exeenco de canoas empregadas em servido particu-
lar dosdonos dolas, e as que se empregarem as
pescaras, ainda que estas nosejam constantes; as
jangadas c qunesquor embarcares destinadas e em-
pregadas exclusivamente as pescaras; e as embar-
cacs pertcnccntcs ao servico e costeio das caieras,
cortumes, olarias c outros eslabelecmentos de in-
dustria fabril ou rural de que lizerem parto inte-
grante.
Capitana do porto de Pernambuco, 16deJaneiro
de 1846.
llodrigo Theodoro de Freilas,
Capito do porto.
Para o Aracaty sahe, com muita brevidade,
a sumaca Carlota, mestre c dono Jos Con-
suma carga, escravos c passageiros, para o que Ira-
la-secom Amorim Irmflos na ra da*Cadeia n, 45,
ou com o capito a bordo.
Para Lisboa segu viagem, com a maior brevi-
dade possivel, a barca portugueza Tejo, capitflo Sil-
verio Manoel dos Reis : quem na mesma quizer car-
regar ou ir de passagem para oque tem excellentes
commodos, dirija-so aos consignatarios Oliveira
Irinos & Companhia ra da Cruz, n. 9.
Para o Aracaty segu viagem no dia 22 do fr-
renle, com escala pela Parahiba,o hiato Nereida, pa-
ra passageiros trata-se na ra do Vigario, n. 5.
Vende-sc urna barenca de loto de 24 caixas, no-
va, bem construida o muilo veleira; t tanibem so fre-
a para qualquer porto do Norto ou Sul : na ra das
liincheiras, casa, n. 19.
ift!
"SWfccalvesSimas, perlera maior parte de sau
carga prompta :quem na mesma quizer carregar un
ir de passagem entenda-se com o dito mestre, ou
com Luiz Jos de Sa Araujo, na ra da Cruz, n. 2.
I.ciloes.
Luiz Rruguirc far leilflo, por inrervencilo do
corretor Oliveira, de boa porcilo de brins, casimiras,
pannos, cassas, setins, riscados, muito calcado para
senhora e homem, e militas nutras fazendas que ven-
der pelo maior preco, por ser para liqudales
quarta-feira, 20do corrente, s 10 horas da mantilla,
no seu armazem, ra da Cruz.
George Kenworlhy & C. faro leiio, por inler-
vencn do corretor Oliveira, do muitas chitas, e ma-
dapoloes ava ados, por cotila c risco de quem per-
lencer, o bem assim do muitas fazendas inglezas de
lei, o proprias desto mercado: quinta-feira, 21 do
corrente, s 10 horas da manha, no seu armazem,
ra da Cruz.
Avisos diversos.

bi
2,380 barras de ferro, 20 caixas ac, 8 vergontas, 78
arncas alcalino, 10 ditas pi xc, 20 mcias ditas dito,
.26 duzias e fl laboas de pi uho; a Roth & Bidoulac
1 cmbrulho estampas; a N. O. Bieber.
Consulado.
RENDIM&NTO 1)0 DIA 18.
Coral. .
Provincial. .
Diversas provincias
lllLf.JL. .!?
1:787,926
305,510
23,661
Aloiiujciito do loiio
2:117,097
Navios entrados no dia 18.
Tcrra-Nova ; 29 dias, brigue inglez Diana, de 237 to-
neladas, capilo Waltor Creg, equipagem 14, car-
ga 2400 barricas de bacalho; a James Crabtrec &
Companhia.
Rio-Grande-do-Sul; 46 dias, brigue brasileiro Vira-
tinim,, de 204 toneladas, capitflo Jos Martins da
Silva Vianna, equipagem 16, carga carne esebo:
a Amorun Irmos. '
Salem; 36 dias, patacho americano Englt, de 110 to-
neladas, capito B. R. Peaboley, equipauem 8.
carga fannha e fazendas; a L. C. Ferreira & Com-
panhia.
Declaracoes.
Cartas seguras, ultimamento chegadas, para
os Srs. Manoel Ribeiro da Fonseca Braga e Bartho-
lomco Bndrigues Chaves.
lie ordem do Sr. coronel pagador militar desta
provincia, eemvirtude do ollicio do Exm. Sr. pre-
sidente, do 15 do corrente, so faz publico que em o
dia 20 deste mez ao ineio-dia, e porla desta repar-
liclo, so proceder arremataeo, em hasta publica,
das sobras dos gneros quo acabam de chegar do
presidio da Iba de Fernando no brigue Competidor,
existentes no arsenal de guerra, onde os concurrentes,
entretanto, podem dirigir-se, no caso de prelende-
rem examinar sua quantidadee qualidade. Paga-
doria militar de Pernambuco, 16 de Janeiro de 1847.
Oescrivo, Joaquim Marinho Cavalcanli de Albu-
querqut
BHILIlA'jTKThESEI'lO
so
Tbentro publico.
QUARTA-FEIRA, 20 DE JANEIRO,
SR BEPRESESTARAO OS SECLINEFS DRAMAS.
1 parte.
O FIAT LUX.
Ser ornado com todos os seus coros arias, com
intervallo da danca,
A JACOCERIA FSCUCEZA. #
2. parle. ,
0 muito applaudido drama
A MORTE DE ABEL.
Intervallo de danca,
o vcikteto cafan.
Segue-se a mui engracada
MASIIUICA
3/ part.
O drama das pastoras com todas as suas arias, e o
da velha, lindando com a vistosa contradanca dos ar-
cos.
Ab! ah
le, condessai'
Eusei! senbor, ha de ser da ceia. Suppunha
que el-re me rana a honra de ceiar em Luciennes,
c liavia Disposto as cousas para sso.
l.uiz XV aspirou duas ou ires vezes o perfume gas-
tronmico, cmquanU reflectia, com sigo n.esmo, que
hayia alguoi lempo Ihedava o'estomago signaLde
existencia, que Ibe seria preciso, fazendo grande bu-
lla, una meta hora para despertar os heladores um
quarto de hora para por os cavallos na cairuagem
rlez minutos para ir a Marly.....; que em Morly. on-
de nao era elle esperado, soachana alguma isca de
casualidade; tornou a aspirar o fumo seductor e
levando a condessa porta da sala do janlar. ah
parou. '
llaviam dous lalhercs na mesa, esplndidamente
iluminada, osumptuosamcnle servida.
Irra disse Luiz XV, tendes um boni cozinhei-
ro,condcssa.
Senbor, era boje justamente a sua eslrea. e o
pobre diabo ludia felo maravilhas para merecer a
approvaco de V. magostado. Elle he capaz de deio-
lar-sc, como o pobre Valed.
. Devoras! julgais isso? disse LuizXV.
Tinba elle especialmente, senbor, urna malas-
sada de ovos de faisSo, com a qual cunliiva.
Uma, malassada de ovos de l'aiso E cu que
morro pelas inalassadas de ovos de faiso !
Veja V niagestadequede=graca.
Pois bem coodesaa, tino demos este desgosto
aovossocozinheiro, disse rindo o rei, e talvcz c
einquanto ceiarmos.se rocolha mestre Zamora dasn
ronda. ^
Ah senhor, he cssa urna ideia triumphante,
disse a condessa, no podendo occullar a satisfazlo
deganhar osla prim eir vicloria. Venha V. mages-
tade, mcu senhor.
Mas quem nos servir? disse o rei, procuran-
do debalde um so lacaio.
Ah senhor, disse a favorita, parece-lho a V.
magestade poior o ca, quando sou eu quem Ih'o
aprsenlo?
N3o, condessa, cat dire que quando o fa-
zeis......
I'ois bem ento, entre V. magestade.
Dous fallieres s! disse o rei. Chon entilo ia
ceiou ? '
Sem oxprcssa ordem de V. magestade mo ou-
sariamos.......
Ora pois, disse o rei, tomando um lalher do
aparador, vern Choninha, aqu, defronto do nos.
Oh Senhor...... disse Chon.
obe-
,a meu
prolii que tendea!
foi boje que reparou nisso, M. La franco ?
0.ue queris, tenho porcostume olhar-vos do
rente, condessa. Nflo ha duvida, o vosso cozinheiro
he mestre do seu ollicio, que petisco I
Ento fiz bem despedir o outro?
Muilo bem.
Eniflo senhor. siga V magestade o meu exem-
pio, bem ve que ludo he ganhar.
un :*,seniior...... disse Chon.
. Sini, fazc-tc agora muito humilde, muito
diente, hypocrita Sentai-vos aqu, condessa, a
lado. Que encantador prolii que tendea!
No vos entendo.
Eu desped o meu Choiseul, despeca V. mages-
tade o seu.
Nada de poltica, condessa; dai-me c desse
Madeira.
0 rei eslendeu o copo, a condessa pegou n'un
garrafa de gargalo fino, cservio-lhe vinho.
A presso embranqueceo os dodos e corou as unhas
da engracada copeira.
Deitai devagarinho, condessa, disse o rei.
Para no turvar o liquido, senhor.'
Nflo, para me dar lempo de vos ver a mflo.
Ah! Decididamente, senhor, disse a condessa
rindo, V. magestade est boje de voia para desco-
beitas.
A f que sim! disse o rei que pouco e pouco se
ia pondo de novo do bom humor; ecreio que cstou
quasi a descobrir.......
Um mundo? perguntou a condessa.
No! nSo, disse o rei, um mundo, seria dema-
siada ambieo, ebasta-me um reino. Mas urna Iba,
u m cantinho da trra, urna montanha encantada um
palacio do qual urna bella dama de minha amzado
ser a Armida, e cuja entrada ser defendida por to-
das as especies de monsiros, quando me approuver
espuecer-me deste mundo.
Senhor, disse a condessa, apresentando ao rei
urna garrafa da vinho de Champagne gelado, inven-
eflo inteiramente nova naquella poca, eis-aqui urna
agua tirada do rio Lethos.
Do rio Lelhes, condessa! estis bem certa
disso?
LOTEKIA
DA MATRIZ
DA CIDADE DA VICTORIA.
6:000^000 de rs.
As rodas desta lotera teem o seu imprelerivel an-
damento no dia 29 do corrente mez, no consistorio
da igrejada ConceiQflo do militares, ainda quo al-
guns poucos bilhetes fiquem por vender. O resto
destes deve ser procurado no bairro do Recife ,
as lojas de cambio dos Srs. Manoel Gomes eVieira;
no de Santo-Antonio, naloja do thesoureiro Anto-
nio da Silva Gusmo, e na botica do Sr. Moroira
Marques, na ra do Gabug.
O abaixo assignado vai comarca do Lmoeiro,
e deixa autorisado por urna procuracSo' bastan-
te ao Sr. Manoel Rodrigues Pinto, morador na ra
do Collegio n. 23, para receberas suas dividas e o
mais que Mr necessario. Thiago de fanos.
O abaixo assignado faz scienlc s pessoas que
I he teem fallado para a educaeflo de seus lilhos, que a
abertura de sua aula de pnmeiraslettras, latime
trancez he no da 1." de fevereiro, na ra doQuei-
mado, n. 37.
O padre Jodo Jos da Costa Ribeiro.
Quem tivcr um menino, o Ihe falle ama
do leilc, procuro na Iravessa do Dique, ou boceo
do Marisco, n. 12, que achara quem se encarregue
desuacriacno.com a condeno de ser mesmoema
referida casa dita criaeo, o no para ir criar Tora.
-- Esl-se em ajuste para se comprar a venda n.
8, sila na travossa dos Mai tvrios, confronte a igreja,
pertencente a Jos dos Santos Souz.a o quo se a-
visa aocommercio : e roga-se a toda a pessoa que
se julgar com direito para que dita venda no le-
nba lugar, haja de declarar por estes tres das dep'oii
da publicacodcsle, (indos os quaes se fixar o ne-
gocio.
--- As pessoas que quizerem fazer sorveles na fes-
la de Santo-Amaro, acharflo sempre gelo venda na
ra da Cadeia, n. 15, lojade Bourgard.
O Sr. que pretende comprar o tanque de ferro
que existe atrs do theatro velho, pode vir receb-
lo pelo preco que oflereceo.
-;0 Dr. Joo Baptsta Casanova.subdito francez.vai
a cidade da Babia.
Sm, senhor; foi o pobre Joflo que m'a trouxe
do inferno, aonde acaba de descer quasi no fundo.
Condessa, disse o re levantando o copo : sua
reliz resurreicflo, mas nada de poltica, eu vo-lo-
peco.
Entilo nflo sei mais em que falle, senhor; ese
V. magestade quo tflo bem conla historias, quizesse
contar urna.......
Nflo, mas vou dizer-vos alguns versos.
Versos! exclamou madama Dubarry.
Heverdade, versos....... Que ha bi de admirar!'
V. magestade delesta-os.
Essa he boa I de cem mil que se fabricam, no-
venta mil so contra min.
E os que V. magestade me quer repetir, perten-
cem aos dez mil que nflo podem fazer que V. mages-
tade perde os outros noventa mil ?
Nflo, condessa, os que vos eu vou recitar silo
a vos dirigidos.
A num?
A vos.
E por quem i'
PorM.de Voliaro.
E elle encarroga V. magestade.......
No; dirige-os directamente a V. alteza.
Como assim sem caria ?
Pelo contrario......... em urna carta muito mi-
mosa.
Ah! entendo: V. magestade trabalhou esla
manha com o director dos correios.
Justamente.
Lea V, mageslade, lea os versos de M. de Vol-


(jasa da Fortuna
11 Rio-de-Janeiro, ra de Bra-
gang ,, nremios Que sahiram nesta casa, em cairlas
IJsl'ta"i>or Jado /** tt* & Irmo, ,les,lcja-
Sa^rodclM,_________________________
luiritmit11"''*'
ttrnntoi.
Premios
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10:000^
10:000/
10.000/
10:J0O/,
10:000/
Cinco premios de
(ualro cantas.
Premie*
4:000/ 1807
4:000/
4:000/ 2002
4:0. O 2315)
4:000/
premios de
2.-000/ 28150
2:000/2893
ti."
Mil
1013
103.")
2397
24(56
2483
26(57
i/ou fonloj.
N." Premios
2292
2401
4500 2:000/3070
5jfj| 2:000/3106
FrinM e Ircsprcmi-;358(5
o< de un canto. '3592
Premios 3(503
1:000/3714
1:000/3996
1:000/4701
1 -.OOOf 4593
1:000/4849
1:000/5732
1.000/5819
1:000/5955
119
272
294
500
909
li27
12155
1370
Premia*
1:000/
1:000/
1:000/
1:000/
1-000/
1:000/
1:000/
1:0001
1:00(1/
1:000/
1:000/
1:000/
1:000/
1:000/
1.-00041
1:000/
1:000/
1:000/
1:000/
1:000/
1000/
1:000/
1:000/
1:000/
1.000/
IVaonosesquecamos
do harateiro,que
rile he cama inda da grille!
Oantgobjiratciroest vo.idendo a troco de pon-
fo dlnheiro na sua nova laja le miudo/as, na riw
<..v, ,u sanios, na casa ua i.ujimi.. i... "?? "------ "~ ,irt milpinn n t nanel de oi-so ngloz, milito lino,
audiencia, depois desta, ter lugar a arreir.atacao cravosquood.to MecidoIhcdmotl. denrimefraaortea'cKpXca e meia resma .
da armac3o e razendas penhoradas a I). Maria Joaqui- O Sr. Senhonnho Antonio Porc.ra da Silva tem de\""A J0' a J" St-tlrtto do c,',reS '
na deOliveira : os prctendentes comparecrm que ho,urna carta na ra do Amomn n. 17. meiia is, a '^, s fi_
a ultima praca. I O padre ManoelThomaz da Silva se oljerccc aos P *"'*''^'Hl''\ .r, a ,oors o par; ci-
-- A padaria da rua dos Pires n. 44, ao p da cai- habitantes do centro da provincia, para dar a seus tVcom,i, P s( fnd dou.
, j .:,. I..U.H.'___' r__n.-. riiiin001iiin Precisa-se alugar urna cscrava que coxinhc o
engorme, c um molcque do 10 a 14 annns : no lar-
go do Terco, n. 1(5.
Aluga-se urna casa na rua da Alegra, n. 48,
com bastantes commodos, por preco mdico: a
tratar na rua da Aurora, n 44.
Precisa-se de urna ama do leite : na praca da
ta-Vista vendan.
Boa-Vista, venda n.8.
No dia 20 do corrente perantc o juiz da se-
l" escrivno Santos na casa da
------nw \*n A" ww *
gundavarado civel
Venancio Uenrique do Rezcnde continua a dar
lir.oesde latim, francez o inglez, na casa de sua re-
sidencia, n. 32, da rua do Kozario da Boa-Vista.
J. P. Adour& C. embarcam para o Rio-Crandc-
do-Sul o seu escravo preto, de nome Manocl.
O coronel JoBo Jos de Sales, morador na Par-
nahiba, faz saber ao Senhoi* Senhorinho Antonio
Pcreira da Silva que, no dia 6 do dezembro de 184<,
falleeeo o son prezado pai, l.uiz Carlos Pcreira; por
isso roga-lbequcira ir ou mandar receber uns es-
U83
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"pHo resumo cima nao deixa duvida de que, em cau-
,,,,, i,ersl.iuiiiadas maiafeliies casal, sahindo premios
.'nndei. (amo .ios Iroguexes da corle como aos das
,'Lindas, para onde ai aununciautes leem cumplido
"l,.., C0in promplirtao, lano em hilhrlrs como caulc-
, Os annunciantf esperam coiiiinuar a merecer o
Weiioe rrpulaeo das peaaoas que se leem dirigido a
llMcoin su'is ciirommfndas.ja de billiries como cau-
iln Roca-te aos Srs. que leem encoiiunendas de uu-
rro'scertos nesia casa lei.ham a liondadc de os mandar
lih-ir na vrsprra do dia em que andar a roda ; ao con-
imriu serio vendidos
-'- Avisa-se ao Sr. Ihesoureiro da lotera conccdi-
dn em favor das obras da matriz da cidade da Victo-
ria nuenaopagueobilheten.2117, caso saia prc-
niiido.scnaoaoabaiso assignado ; visto petencer-
lhe liavendo-o deixadoem urna carteira dentro de
urna caooa na occasiflo cm que desembarcou em
um dos arrabaldes desta cidade. J(Ho Fermra Yil-
Itla.
Precisa-sede dous aprendizes para marcena-
ra, de!2annos para cima : no Alerro-da-Boa-Vis-
ta, n. 21, casa do fabricante de oreaos c realejos.
Qucm annunciou querer lijlos de cacimba
para roda de 6 palmos, di rija-sea rua do C.otovcllo,
primeira olaria depois do becco das Barreirns.
Antonio da Silva Jnior lem autonsado ao Sr.
Francisco de Lemos Duarle a receber suasdividas.
Pelo juizoda primeira vara do civel se lia de ar-
rematar no dia 19 do corrente, as 4 horas da tarde,
metade de urna casa na rua Nova desta cidade, ava-
llada em 5:000,000de ris, por execueflo da viuyae
liordeirosde l.uiz Ferreira Campos contra oshcrdei-
rosde Maria Joaquina de Jess.
Fazem-sc doces de diuerentcs qualidades, e
handejas de bolinhos tamben de lodas as qualida-
iles\ c podins; ludo com a maior perTeicflo. c por
preco mais commodo do que em nutra qualqucr ca-
sa : na na do Sebo, n. 36, onde ja se acham promp-
las militas qualidades do doces.
I'recisa-sc de um cnixeiro para toja deferragens,
que lenha principios della ou dcstes ehegados de
prximo do Porto, eque tenha sido caixciroemal-
i:umi'slahelecimento sabendo lere cscrevorsoiTri-
vclniente : na rua da Cadeiado Recife, n. 44. Na mes-
ma loja vende-sc sola do Araraty pelies de cabra c
bezerros por preco milito commodo.
O mejor Antonio Bernardos de Azevedo Baptis-
la, morador em sua Fazenda Liberdade cabeceiras
Je Paia comarca de Flores, avisa a um pardo, de
orne Pedro Lula, que estove cm sua companhin 2
para 3 annos, que procure dous bois e urna vacca
que existem em sua fazenda, os quaeso mencionado
leixou quando se retirou para a cidade do Peno; o ;
licando crto que o dito majorno se responsabilisa
pila fuga dos mesmos. .... .
Qucm precisar de um destilador de ago arden-
te, que est acostumado ao trabalho segundo o aya-
lema moderno onnuncie. .
Retalha-se o terreno do becco das Barrciras,
Miiofoi de liento de Barros Falco em terrenos de
ni palmos de frente e mais de 500 do fundo : a tra-
tar na rua da S.-Cniz n. 66.
Domingos da Fonseca Suzano, subdito porlu-
uez, retira-so para fra da provincia.
O abaixo assignado avisa ao respeitavel publi-
co que ninguem contrate com I). Francisca Mana de
i arvalho c S, viuva que foi de Amonio Jos Pereira
ile S ou com seu marido Domingos Jos Das de
oliveira a respeito de bens alguns, quer moyeis,
qui- de raiz : porque, estando ella na pusse dos bens
IHSos por seu linado pai, Jos Zarrias de (.arva-
lho ate ao presente nao cOncluio o inventario a que
.leu principio ror ser chamada ao juizo pelo al.ai-
\o assignado. -- Antonio Jote Zacaras de Lanalho.
n pauui mi un rua no rires II. t, tu pe ua cu-
Xa da agoa, contina a trabalhar com as melhores
farinhas do mercado: por isso avisa-se aos freguezes
que quizerem mandar comprar po, bolacha bis-
couto, doce de bandejas e bolos sevados quo tudo
ncharao o melbor possivel.
Antonia Francisca de Albuqucrque Monleiro ,
viuva de Manocl Bernardino Monleiro, faz sciente
a todos osseus credores que est procedendo a in-
ventario do bens do seu casal, pelo juizo do civel da
segunda vara escrivno Souza ; assim como que os-
la diligenciando a venda de seu sitio, afim de poder
pagar aos meamos credores e evitar queslocs liligio-
sase despezas de cusas. Concluida que sejaa referida
venda, participar aos ditos credores para recebercm
osseus dbitos com orden do juizo respectivo.
O abaixo assignado faz publico, principalmen-
te aos pas de seus alumnos, quo desde odia 11 do
corrente mez se acham abortas as suas aulas para
meninos e meninas, na casa de sua residencia no
bairro da Boa-Vista, travessa do Veras, numero
13, onde lamben contina receber como al aqui
meninos pensionistas c meio-pensionistas, para o
que a casa ofTerece bons commodos: sobro o trata-
mentn, boa educacilo e adiantamenlo que se:nnre
tcm prestado a seus alumnos durante nove annos
que labora neste exercicio, o faz crcr que o respeita-
vel publico est satisfeito pela preferencia eescolha
que llie tem merecido.
PolycarpoNunet Concia.
Fnrtat-am de dentro da gaveta de
una coiuinoa, no sobrado n. 66 da rua
de Hortas, as seguintes pecas de ouro : i
cordao grosso, com seis palmos, pesando
igoitavas ; urna escoleta lavrada e esmal-
tada ; i annel de abraros; i ditos com
diamante ; a ditos pequeos, sendo um
delles de cravacSo, porcm sem pedra; e i
alfinetegrande, desenlora, com um dia-
mante e esmalte: roga-se, portanto, a
qualquer pessoa a quein for oTerecida
qualquer das ditas pecas, de as apprehen*
der e mandar participar em dita casa; as
sim como a quem de tal roubo tiver no-
ticia participa-lo, pois se prometle guar-
dar segredo : e mesmo se alguma pessoa
bouver empenhado todo, ou mesu.o al-
gum, se llic satisfar o importe do que
houver d^do, c se Ihe ficar obrigado.
~ Offercce-se urna ama portugueza, de meia ida-
dade, com algumas prendas, e boa para o governo
de urna casa: quem de seu prcsltmo se quizer uli-
isardirija-searuadaCadcia do S.-Antonio, n 18,
loja de trastes.
Na cocheira do becco da rua da Cadcia de
S.-Antonio, por detrs da casa do Sr. Jo-
s Narciso Camello, alugam-se cavallos,
__^de boje em diante, e lamben se Iratam :
os prctendentes pdenlo dirigir-so a mencionada
cocheira que ser'aoservidosimmediatamanle.
__Precisa-sede un caixeiro para padaria, pre-
ferindo-se que tenha pratica do mesmo negocio : na
rua Direita n. 82.
__Alugam-se os segundo e terceiro andares ua
casa n. 17 da rua do Collcgio, com commodos para
familia : a tratar na rua do Vigario, n. 5, pnmciro
andar.
Aluga-se a prensa ou armazem n. i, silo no
largo da Assembla, no Forlc-do-Matto que, alm
de servir para acondicionnnienlo de algodao tam-
be m he pronrio para um bom armazem de recolbcr
farinba, viiihos, madeiras e mais gneros de estiva :
a tratar ua rua do Vigario, n. 5, primeiro andar.
Aluga-se o andar terreo ou loja do sobrado n.
12 da rua da Aurora, com opt-mose muiloasseados
commodos para moradia de homcm soltciro ou de
pouca familia: quem o quizer alugar dirija-so ao
mesmo sobrado a qualquer hora.
__Precisa-se de dous lavradores ; era casa do Ioura-
dor, ou fabricante de candieiros de ga7. na rua No-
va n. .V.!.
__ Precisa-se de 4 trabalhadoresde pa e quo en-
tendam de abrir viveiros : na ruado Queimado, lo-
1 --'- Na rua Formosa, esquina da rua da finido,
precisa-se de um criado.

uiauuuuuuu3aiiii|ii> ^
Quem tiver um engenbo para arrondar, com
tanto que seja para as partes do Sul, e distante des-
ta prara "> a 10 logoas annuncie.
Perdeu-so, na estrada nova, perlo doCacbanga,
um cavallo pequeo, capado caslanho, com urna
cicatriz transversal profunda na lingoa dina cor-
tada e cauda aparada. F.stc cavallo pertcnce aofilno
do doutor Sarment. Quem o tiver adiado podera
manda-loa residencia do dito doutor, na rua do
Hospicio, onde se recompensara o portador.
O padre Leonardo Antunos Meira Hcnriques,
bacharel em dircito advoga no civel e crime e en-
silla particularmente theologia : pode ser procurado
na rua das Cruzes n. 18, primeiro andar.
Bento Luiz da Cama e Mello ensina primeiras
lettras, grammatica portugueza, arithmctica pratica,
para o que lainbcm aceita pensionistas o meios-pen-
sionistas : na rua do Queimado, n. 8, onde lem aula.
O solicitador Jos Joaquim Ferreira Babello
faz sciente ao publico e especialmente aos seus cons-
tituinles, que mudou a sua residencia para a rua es-
trella do Hozado n. 31, terceiro andar.
Quem precisar do un homem, oqual ten minia
habilidade e actividade para lodo c qualquer scrvi-
co de campo, principalmente de todo o trabalho que
diz respeito a engenho, pois lem sido semprc a OC-
cupacilndo mesmo, annuiicio por osla lollia.para ser
procurado: adverte-sc que o mesmo he solleiro.
-- Os Sis assignantesdo jornal Panorama quei-
rnm mandar buscar os ns. ehegados ltimamente,
na botica de l.uiz Pedro das Nevos, n. 47.
Aula de Navegacao.
Agoslinho Fernandos Catando de Vaseoncellos, nri-
moiro piloto pela academia imperial dosguardas-
mariiilias, contina a ensinar navegacao pratica e
Iheoiiea, ua rua Direita n. 91, primeiro andar.
Na rua larga do Kozario n. 48, segundo an-
dar contina-so acnsinar primeiras lellras, latim e
francez. O professor prometle desvelar-se no adian-
tamento dos meninos que Ihe forem condados. Na
mesma casa dao-se licOes de arilhmclica e geome-
tra das 6 at as 8 horas da noile.
Roga-se ao Sr. Moraes quefoi ou be caixeiro
do Sr. Angolo Francisco Carnoiro o favor de appare-
cernn rua larga do Rozarlo na padaria n. 8, pois
se Ihe deseja fallar._______________
l.uiz XV desdobrou um papelinho, e leo :
O' Deusa dos Prazeres, mSi das Gracas !
Por quo rasao de PiipDo aos banquetes
Futes tu assentar negras suspcitasi
Por que rasao meditas despeitosa
D'um hroe a ruina?
Ve como Llvsses he da patria amado,
Apoto d'Agammnon
Como a sua poltica c o seu genio
(i valor dos Trvanos agnldoam !
Os Deuses todos a teu mando inclina,
Pois qu'em todos os peilos tu, o Venus,
Reinas pela belleza.
N'un lascivo deliquio
AS rosas colhe que o Prazer le off'rcce,
Mas surri-tc propicia
Ao sacro ardor com que por ti chamamos,
F. calma a tempestado
Kssc L'lysses, que he raio de Dardania,
A quem persegues, d'ira embravecida,
S pode ser I'umI aFonnosura
Se a scu ps suspirar, lnguido c lenio.
N8o ha duvida, senhor, disse a condessa, (an-
tes picada que reconhecida, pela potica remessa),
naoPha duvida; M. do Vollaire quer fozer com V ma-
^^f^rTSuanto .isso, he trabalho.perdido disse
l.uit XV; he ttm perturbador que pona o fogo na ci-
dade, sevoltasscaParis. D.virU-se porlacom o seu
a.nio, meu primo Frcderico II. Basle termos ca M.
Rousseau. Mas emf.m tomai estes versos, condessa,
" T-ego^Tcondessa no papelinho, enrolou-o muito
bem, e p-lo junto ao seu pialo.
Oroideixou-afazeroquequiz.
-- Senhor, disse Chon, urna gotta deste toebey.
_ He da adega de S. magestade o imperador
Austr?., disse B condessa; pode V. magestade be-
bC-On'" da'adega do imperador, disse o rei, so eu
Cnf por isso o tenho eu por via do mordomo de
V. magestade.
Como! peilastesr"
Nao, senhor, ordeuei.
d-
Jb
Compras.
ra sorte, a 320 rs. a duzia e sendo em pordto de
Sduziaspara cima sedar mais em emita ; meias
para homem, meninos o meninas a 210 rs. o onr .
muito linas; ditas para senhora, a 180 rs o par; pn-
cala* de caima da India a 1020 rs. cada urna ; caixi-
nhas com 100 pennas de marfim para escrever a
320 rs. eada urna ; pellos de. marroquim a 188" rs.
cada pello; riquisslmas tesouras linas para cnsiuia
c unbas ; e nutras militas miudezas por mais dimi-
nuto preco do que em outra qualquer parle.
iVrt loja nova da rua do Quei-
mado, n. II,
de Ravmundo Carlos Leite, se
acham*manas de seda, das mais
modernas que lia, muito baralas ;
assim como chales de seda, e
dos de la e seda; chapeos deso
d'asleas de ac, e o novo algodo
doblado americano, proprio para
saceos, &c, a 300 rs. a vara.
Panno de Inhovuro, a 000
rs. a rara.
Na loja nova de Raymundo
Carlos Leite, rua do Queimado,
n. 11, acha-seum novo sorlimen-
lo de fazendas finas charatas; as-
sim como panno de linho, em
pecas de 15 varas; a nova pelle
do diabo, a 400 rs. o covado; len-
cos de seda, pequeos, proprios
jara meninas, u 640 rs.; e os pan-
ios inos sao preferiveis aos d'oti-
Compra-sc, para una cncommenda urna es
crava de bonita figura que sai ha engommar, cozi
^. .. r!_____-- ......i.......... n.l-i nfi ni
DilUIKI, .
Compram-se 600 lijlos de cacimba, ou mi
para roda de 6 palmos ; quem tiver annuncie.
Compram-se 3 ou 4 pretos ofliciacs de sapatei
ro sendo de bonitas figuras, pagam-se bem na rua
da Concordia passaiuto a pontezmha a direita
segunda casa terrea. .
Comura-seuma escrava que saiha eoznba,
engommar, e quo nao seja recolhida : cmFora-dc-
Porlas, n. 135.
Compra-sc ummulalinho, ou mesmo um no-
leque que sirva para criado de 16 a 20 annos ; pa-
ca-se bem agradando : na rua do Queimado, n. 4
Compra-se urna escrava que sai ha cozmliai
e engommar, naoexcedendo o seu proco a mais de
400 000 rs., a troco de una leltra a vencer a <> mc-
zcs' aceita por pessoa segura que possue dous pre-
dios'nesta praca livres : quem liver annuncie.
__Compram-se os ns. 70,72 c 74deslu Diario, do
anno de 1845 : na praca da Independencia hvraria,
ns. 6 e 8.
Compra-sc urna prela de nacSo, de 28 a :toan-
nos pouco mais ou menos : na Boa-Vista, rua Volita,
n. 22.
Vcntlas.
Vende-se, na rua de Apollo.no segundo andar
da propriedade n. 27, capsulas de gelatina com bal-
samo de copaiva; ditas com dito e cupebasem po; di-
tas com dito e gomma-kinuo; ditas com oleo do liga-
do de bacaldao
Vendem-se roquetes para padres, por preco
commodo : na praca da Independencia n. 19.
Vamos la, disse o rei eslendendo-se na cadeira,
como quem ceiou bem, e a quem urna boa refeicflo
poz os humores em equilibrio, vmosla, ja vejo que
omeldor he deixar-vos obrar a vossa guiza, con-
dessa.
Etta trouxe n'um fogareiro de piala urna pequea
cafelciriuha contendo o mok a fervor; poz diante do
rei um pralo com urna ligela de prata dourada, e um
frasquindo de Bohemia ; o junto ito prato urna me-
cha do papel. .
O rei com a profunda allcncfio que costumava dar
a esta operacao, calculou o assucar, medio o cafe, c
dcitandosublilmenle a ago'ardoute para quo oal-
cool nadasse, tomn o rolo do papel que accendou na
vela, o com elle coinmunicou a edamma ao licor ar-
denle.
Ira parle, lano pelo preco, como
- por seren novos na loja.
o/i- c Venilcm-sc barricas c inelas dilas com farinlia gal-
nli ir e coser alguma cousa, sendo recolhida na rua trga nmilo superior Barrica, e melai d.ias eo, cal
nnar c i vmar'"eu'""' rlrgem de Lisboa ; liarricas com polassa branca e prela;
Direita, n. jj. _....._,__ _____. ... _{ frehaduras nara noria de arinaiem ; penetra* de rame:
fecliaduras para porta de armairm i pencira de rame:
rodas de arcos para barricas ; bichas de llamburgo .-
tudo por prero commodo : na rua do Vigario arma-
zem n. 0.
"- Vendem se galesde ouro
e prala, finos, largos c eslreitos; e
compram-se dragonas usadas de
officiaes de primeira esegunda li-
nda : na rua Nova, n. 2, primei.
ro indar.
Vendem-se, na livraria da rua do Crespo, n. II,
os scguinloslivi-ns. por barato preto: diccionario
olassfcos, cmhom estado, por .1,000 rs.; method.
de Piano encademado, por 6,000 rs.; una prott
dia em bom estado, por 4,000 rs. ; um diccionario de
Muaos 1.' edioao, por 18,000 rs. ; diccionarios por-
tuBtie/. e francez e francez e portuguez, por 2,000
rs prinieiros elementos praticos de foro civil, por
2 400 rs D. Quixole de Umancha, oito volumcs,
or 7,000 rs. ; cartas de F.cho a Narciso encadernadas,
or 8.000 rs. : o Fideralista traduzdodo inglez, tres
voluntes, por 2,000 rs.; instituicOoa oratorias.de M.
F. Qoinliliano, por 2,000 rs ; diccionarios das des-
ooberlas, ora francez, 17 volnmes, por 6,000 rs.; e
outros inuitos livros porluguezes e francezes, poi
mui commodo proco. .
Vende-so urna prela de25 annos.que coztnda.en-
izomma, lava, compra na rua c he muito liumilde;
urna cabra de 35 annos, que lavaroupa e taz todo ser-
vico ilc urna casa : no largo do Forle-do-Mattos, n._^.
i-a ai 1 anear-se ao prazer que senta. Vamos ver, con-
dessa, vamos ver. ,
A fovorita Tez um sgnala CI1011 quodcsappareceii.
Comccou de novo o rei a sua investigacilo; cum-
pre, porin, dize-lo, com bem dfferent dispoaicao
da quo bavia assistido ao principio da indagacilo.
Disseramospbilosopdosquo a maneira soturna ou
brilhanlo porque o homem encara as colisas depen-
da quasi sempre do estado do sen estomago.
Ora, como os reis leem estmagos de domea, Mo
tilo dons en geral, de verdado, como os de seus sub-
ditos, masque communicam o seu bomou mao es-
tado ao mais do corpo, exactamente como os outros,
o rei pareca de Wo excedente humor, quanlo he
possivel a um rei o estar.
Aoliin de dez passos no corredor, novo perlumo
vcio ao encontr do rei. Acadavadeseabrir a porta
1 ... .~__....lnH. nnmnp^ ti^rnula Al C>t i ni ,7lll
VCIO aO ClICOrlirO UU ICI. waim.auoao ". .. K.~
('neo minutos depois, quando o espirito acabou de urna encantadora cmara forrada de setim azul
iaXXiwiw elle o caf com toda a voluptuo- marchetado de ores, o por essa porta v.a-se urna al-
do arder, mw""" t,.m,u,i roba alluiniada t.or urna luz mvsteriosa, alcoba pa
Bem respondido, condessa, o re he um tolo.
Z. ff L'fenTe toin'ao menosobom senso de vos
'^^^rXTp-uveraaDeosquefosse V. ma-
gestade simplosmente M. L" f.*
Condessa, nada de poltica.
_ Tomara el-rei caf? disse Chon.
~ PiSS-lo-ta S. magesUde, como costuma ?
ri^ZSSZ^ n 0PP2er' SS- |8:rAn'Kor0.1 ?/est. para fazer o que J
A condessa ergueu-so. Para ir para Mariy, senhor.
Que fazeU s ? _. He erdadc. disse o rei, fazendo um esforz pa-
_ Vou servir a V. magestade, meu senilor, |
sidde de um gastrnomo consumn.ado. coba, allumia.la por urna luz myster.osa airona pa-
I?eixou-o a condessa bebravoolde; mas a nllima ra a qual liaviam duas horas se encammhavam os
iiBixuu w nassos da encantadora condessa.
8 Al' sendor, exclamou ella, V. magestade ac- F.nlao senhor, disse ella, parece que Zamora
.nndna o cae com os versos dea. de Vollaire, isto naotornou a apparceer, que anda es amos fecha-
he dTmiof Souro para w Choisouls. dos, o quo a nao fugirmos do castellc pe as janellas...
Ciuv.-a disso rindo o rei, vos nflo soisl Com os lencoes da cama ? perguntou o re..
hiiganaya mi,; "'" s or (lissc a condessa com admiravel sorri-
uma fada, soisum demonio.
A condessa levanlou-se.
Senhor, disse ella, quer \. magestade ver, se o
Senhor, disse a condessa com adiuiravel sorn-
so, usemos, mas nao abusemos.
O rei abri os bracos rindo, e a condessa deixou
[caltir a bella rosa que se dcsfolhou rolando no ta-
peto.
fConliiMW-t-na.)



JU
Vende-seuma porcfio de tullas trincadas, mili-
to boas duas grades de telhas, uma nova o outra
usada, e diversas grades de lijlos : na travessa da
Concordia sobrado n. 5.
Vende-se sal em grandes e pequeas porcoes
na na da Monda, armazem n. 7.
Vendem-se 30 accoos da companhia de Bebe-
ribe, no valorde70 por cento : nesta tvpographia
so dir quem vende.
J\a loja de Guiniare6 Se-
rafim & Companhia, confronte
ao arco de S -Antonio, n. 5, ven-
dem-se lencos de vapor, de pa-
drees modernos, pelo barato pre-
go de 480 rs. cada um ; lencos
franceses de cores finas e fixa3 ,
fingindo seda a 480 rs. cada um;
brim escuro francez trancado, de
puro linho, a 720 rs. a vara.
"k v?ndo"8e uma preU, por 300,000 rs., que co-
zinha. lava roupa veudee compra na ra : no pa-
teo do Carmo loja do sobrado n. 7.
Vendem-se 4 eseravas que servem bem a urna
casa, vendem e compran) na ra ; uma parda de 20
nnnos, perfeita engommadeira, costureira c cozi-
nncira ; urna dita de 14 annos muilo linda o boa
para se educar; 2 escravos bons para o servico de
campo; l moleque e um mulatinhodc 16 annos, que
do-se por muito commodo preco, por precisarcm
deum pequeo curativo; um dito de 10 annos, mui-
lo esperto para servir uma casa : na ra do Cres-
po, n. 10, primeiro andar.
Vende-se urna mulatinhadc 14a l.'iannos, mui-
lo linda para uma mucama : na ra do Crespo, loia
n. 19. '
Vende-se potass.i branca, da
mais nova e superior que ha nes-
tc mercado, por mdico preco:
na ra da Cadeia-Velha, armazem
n. 2, de Bailar # Oliveira.
Vodeposilo de assucar da ra
Direita, ji 78, junto a pada-
ra da viuva do Machado,
vende-se assucar refinado, muito fino, primeira sor-
te a 100 rs. a libra ; dito de segunda dita, a 90 rs.;
dita deterceiradita a 80 rs.; dito mascavado re-
tinado, a 70 rs. a libra ; dito de caroco branco fi-
no, mais baixo, sonienos o mascavado, ludo por pre-
eo muito commodo tanlo a relalbo como em arro-
ba ; clia hvsson muito suproior, a 2000 e 2560 rs.;
manlelga francoza muito boa a C00 rs.; dita a 320
rs.; cale moido a 160 rs. a libra; dito de caroco a
140 rs.; cevada moida a ICO rs. a libra ; dita em
grao, a 100 rs. a libra ; cbocolato, a 80 rs. o pao e
em libra a 280 rs. ; farinlia do trigo, boa para pilo-
dc-loo bolinhos.a lOOrs, tanto da fina como de
caroco.
- Na loja de Guimares Se-
rafim & Companhia, confronte
ao arco de S.-Antonio, n. 5, ven-
dem-se cassas finas,
eczas
largas c fian
pelo barato preco de 480
rs. avara; chitas francezas, lar-
cas a 280 rs. o covodo.
-- Vende-se superior fumo em folha para charu-
to: no armazem do Dias Ferreira, defronte do caes
da Allandcga ,a tratar com Silva & Grillo.
Vondc-sc e sobrado de 3 andares e slito ,
n. 15, da ra de Apollo, o qual he muito
em repartido e tem cozinha em todos os
andares por preco bastante commodo: na rua da
da Cadea do Recite, loja de cambio do Sr. Vieira.
F'otassa daltussia.
Vende-se a bem conliecida e superior
polassa da Russia, tnegada ltimamente,
no armazem de Rolhe & Bidoulac, rua do
Vigario, n. .
-- a loja de Guimarfies Se-
rafim & Companhia, confronte
ao arco de S.-Antonio, n. 5, ven-
de-se papel ahnaco aparado a
2800 rs. a resma ; fila de relroz
de cores, pega grande, a 700 rs.,
surtidas retroz prelo, azul e sor-
tido, a 10,000 rs. a libra ; cor-
tes de pelle do diabo, a 1440 rs.
Vende-se a armaco, com poucos fundos, da
venda du rua da Cadeia, n. 1 e traspassa-sc a mes-
ma o vontade do comprador, a dinheiro ou a pra-
zo : a trotar na mesma.
Vende-se cal virgem de Lisboa, em caixas e
barricas, cliegada ltimamente: no cscriptorio de
1 rancisco Severianno Ra bello & Filho.
Vendem-sedous lindos moleqiics de 14a lan-
nos; um dito de 7 annos ; um pardo ptimo para
nagem de 18 anuos, e bastante hbil para outro
qualquer servico; Um preto bom earroiro. de 30 an-
prela de 25 annos, com habilidades ;
de7 annos; uma preta de idade,
iiaru do Collegio n. 3, segundo
Va no va loja de Jo-
s Manoel Moniciro Braga,
na roa do Crespo, esqui-
na que vira para a rua
das Cruzes, vondc-sc
chamaloledesoda. prelo, muito superior: sarja pre-
ta da larga do todas as qualidades ; dita de lis-
Iras assetinada de muito bom gosto e o mais mo-
derna para vestido velludo preto, muito superior;
panno prelo c de cores, de muito boa qualidade;
merino preto, superior; dito mais abaixo; meias
prelasdealgodao, curtas e compridas ; chales de
sedado todas as qualidades; mantas de seda; cam-<
braias as mais modernas, tanlo brancas como do
cores; e outras muitas fazendas que serSo patentes
aos compradores.
f/-=rhj~ Vrndem-sc livros em branco proprios
4ji4& nara uISSfif' rua da Cruz, n. 13, casa de Ridguav Jami-
son Companhia.
= O corretor Oliveira tem para vender cobre em fo-
lha e prr-fios de dito para forro, de navio* : os prcten-
dente tlirijam-se ao mesmo, ou aos Seuhorea Mosquita
& Dulra. *
= Vende-te polassa branca de superior finalidad?,
em barris pequeos ; em casa de Matheiis Austin &
Companhia, na rua da Alfandega-VeUia, n. 38.
=- Vende-se cal virgem em nielas barricas cliega-
da prximamente, por preco commodo; na rua da
Moeda armazem n. 15.
FERRO! FERRO,
detodas as qualidades e cobre para forro de navio,
di' 18 air -2x tincas em grandes o pequeas parti-
das : no armazem de A. V.da Silva Barroca, de fron-
te da groja da Madrc-de-Deos.
Attcoeao!
Cunta & Amorim teem para vender polassa
russiana nova de superior qualidade por bara-
tissimo preco : na rua da Cadeia-Velha, n. 50.
= Veudem-te inoemlastie ferro para engenhot de at-
tucar, para vapor, agua c bcslat, de diversos lmannos,
por puco coimnodo ; c igualmente taiasde ferro coado
e batido, de todos os lmannos: na maca do C'orpo-San-
lo, n. II, em casa de Me. Calmont t Companhia, ou na
rua de Apollo, armazem, n. 6.
Gusa da F,
na rua rstreita do liozario, n. G.
Nesta casa acliam-se a venda as caulclas da lote-
ra da obras da matriz da cidade da Victoria; da qual
andam as rodas no din 29 do corrento. A ollas quo
sito pou<"as: os precos silo os do costume.
IVo Atcrro-da-Roa-
Vista, loja n. I /i,
vendem-se chi las finas a 140 rs. o covado c risca-
dos francezes, a 200 rs.
A 2^300 rs. o covado!
Na loja de Guimares Serafim
& Companhia confronte ao ar-
co de S.-Anlouio, n. 5, vendem-
se casimiras francezas, sem pel-
lo finas de lindos padres e
pelas, pelo barato preco de 2500
rs. o covado ; ricos corles de cha-
ti de la e seda, com barra, a doze
mil rs. o coi te.
Vende-se um terreno na rua que Oca por de-
trs da ruada Aurora em frente do fundo da casa
do finado Pereira com igual largura a dita casa
com 300e tantos palmos de fundo, o qual cliega
ate a terceira rua : a tratar na Iravessa da Madre-de-
Deos, n. 18.
tfptSi Vendsm-se dous pianos novos por preco
rrarfi commodo: na rua da Cadeia do Rccifo,
casa de Russell Mellors & Companhia. Adverte-se
que um he horizontal e de boas vozes o outro,
alem de ser de nova invencto, he de gabinete, mui-
to proprio para se levar para o mallo, c tem urna
machina para transferir as vozes at mais oito meias
oitavas.
Vende-seuma bomba de sicupira que tem 27
palmos, com todos os seus arranjos em bom estado,
proprid para navio ou cacimba, porque bola muita
agoa: la ni bem dSo-se 400,000 rs. a juros, com boas
Ilrmas :' na rua de Scnzalla-Nova, n. 7.
CARNAUBA. v
No armazem de farinha do caes do Collegio, con-
tina-se a vender cora de carnauba, por preco com-
modo lauto era porcoes como a relalbo o he clie-
gada agora uma porco da melhor qualidade que tem
apparecido.
wfllARbnso Saint-Martn na rua Nova, n. 14,;segun-
~ do andar, por cima do Sr. Diogo Jos da Costa,
contina a vender ricos chapeos de seda e crep, pa-
ra senhora modelo a la Pamelas e a la Dotichesse;
ditos de palhinha aberlos e lisos ornados com mui-
to gosto c na ultima moda; ditos para meninas, tan-
to lisos como aberlos e dos ltimos modelos; ditos
depalha da Italia, para meninos; manteletas de
gros de Naple liso, para senhora ; bons chales de se-
da e boas mantas; bareges verdadeirospara vestido ;
lencos de setm, de muito bom gosto; um sortim cu-
to de luvas de pellica, para liomem e senhora; gi-
gosdevinhode Champanha, do melhor que ha. 0
annunciante, tendo recobido essas fazendas directa-
mente pelos ltimos navios vindos do Havre, po-
der fazer as melhores conccpcOes que se podem.
AVISO
aos Srs.decngenho
Na rua do Crespo, loja u. I ,
de Jos Joaqniui da Silva
Haya, vendem-se
c obertores de algodflo, muito encorpados, proprios
para escravos ; bem como uma fazenda de linho a
mitaco de estopa forlc e propria para roupa de
escravos e saceos para assucar; ludo por prego mui-
lo barato.
)IM#
MMWVm
Vendem-se sorvetos de varias quali- Jte<
dades; tamango ;'cremo ; gotea de |'>t
mito de vtela, feita a moda da Europa itijL
a qual tem lido muita extraceflo, pelos j<\^ I
bencficiosqucdella rcsultam; tudo he J
com pcrfuic.lo : na rua larga do Roza- '
rio, n. 26, primeiro andar.
Vrnde-se,
Na ruadas f.arunuttras, n. 14 segundo
andar,
um pardo dc22annos, de elegante fi-
gura ccor, sem vicios ncm achaques,
proprio para pagem ; um molecolede 18
annos, de bonita figura, sem vicios,
bastante sadio e forlc ; uma preta de 20
anuos de bonita figura, que engomma
ccozinba o diario do uma casa; uma
moleca de 14 annos, de linda figura, sem
vicios nem achaques, propria para se
Ihe ensinara engommar, por ser muilo
forte : um preto eanoeiro, de 35 annos
bastante robusto e sadio.
Vende-se uma preta de 24 annos, de bonita fi-
gura, que engomma, tose, cozinha e faz todo o mais
servico de uma caa; uma dita de 30 annos, que lava e
cose alguma cousa ; uma dita de 20 annos quo lava
desabito e varrella.cozinha o diario de uma casa.e he
quilandeira ; um mulatinhode 7 annos, muito es-
perto para se ensinar qualuucr oflicio; fazendas
na importancia do 1:000,000 de rs., com o rbate de
20 por cento : na rua da Concordia passando a
pontezinha a diroita segunda casa terrea.
-- Vende-se um escravo de nacflo, bom traba-
Ihadordeenxada por preco commodo : no princi-
pio da rua de Hortas travossa de S.-Pcdro, sobra-
do de um andar, n. 15.
Vende-se um sobrado de canto, de
andar e slito, iillimamonte ac hu
bom construido e elegante, com variri'
corrida na frente e 5 ditas no oitfl lirondo 3 ..k
uma em seu quarto porla para carro, quicial e r'
cimba, portio com communicagilo por dentro rom/
quintal; tem as precisas commodidadespara umi
familia, muito fresco, livre e desembaracado si,
na rua Augusta : a tratar no mesmo sobrado como
seu proprietario, Jos Mafia Placido de MagalhSej
Vende-so uma preta do nacito Angola, qu^U
be vender na rua cozinhare lavar de varrella ni
rua larga do Rozario n. 8. '"'
Vendem-se 30 escravos sendo pretas, preto
moloques, nardos, negrinhas, pardas com hahiiid,'
tlese sem ellas : na rua da Cruz, n :>i.
(OlferS Vende-so um piano novo, do superiores
'" I "! vozes e feito pelos melhores autoras na
rua da Senzalla-Vclha, n. 50.
Vende-se uma preta e um cabrjnhajsolif
couros miudos o bezerros; cera de carnauba umi
norcio de sebo em barrica? ; um oculo de ver an
longe; uma porco do esleirs pintadas : vcmle-sp
em conta sendo por junto e tambera se vende 3
rctalho : na rua da Cruz, n. 26.
Ventle-ae vinlio tinto comoium, em
qnartolas, pelo Larati.s.simo preco de {os
rs. cada uma : na roa da Cruz. t. ao.
-- Al cautelas da lotera da cidade da Victoria acham
te de hoje cm dianle expostat venda no Atorro-dj
Boa-Vista, as lojat dos Srs. Caetano Lulz Ferreira
n. 46 Tlioma/. Pereira de Mallos Estima, n. 54; Ica
& Iriiio, i>. 58, c Antonio Ayres de Castro, a. 72
nssim como na travesa do Veras, n. 13, onde o' rV7--
guezes acharan aempre um variado sortlmento de bon<
nmeros. O pagamento das que sahiram premiadas
na passada lotera do Livramento contina a ser fciio
Como d'antet a toda e qualuucr hora do dia, trm ci-
cepcao de domingos c dias santos.
Vendein-te bezerros francezes, de Nante, dp
superior qualidade, os melhores, que teem viudo a
este mercado, por atacado ou mesuro cm diarias a
vontade dot compradores por mais barato proco do
que em outra qualquer parte : na rua da Cruz, n 20
_____________________t______________
Escravos Fgidos.
nos; uma
una negrinha
por 200,000 rs.
indar.
Vendm-se cadeirasdo angieo, por menos pre-
co do que em outra qualquer parte: na rua Impe-
rta!, n. 145.
_ Vende-se fumo em folha, chegado ha poucos
dias du Baha de superior qualidade por preco
commodo : no armazem de Fernando Jos Braguez,,
ao pedo arco da Conceico do Recife.
Vende-se superior aebo em rama ; na rua da
Cruz,a. 51.
Vende-se sarja de seda larga, hespanhola,
muilo superior; setim de varias qualidades
para vestido; dito de Maco para rllele ,
o mais superior quo ha; casimira preta,
elstica, superior; panno preto muito fino;
dito de cores, de todas asqualidades ; vel-
ludo preto; merino preto de todas as qua-
lidades; dilo, o inaissuperior que tem ap-
parecido; chamnloto; casimiras francezas,
sem pello, de bonitas cores; damascos para
colina, muilo superiores e do bons gostos;
e outras muitas fazendas quo a vista dos
precos e dasua qualidade o comprador nflo
deixar de comprar : na nova loja da rua
do Queimado, nos quatro-cantos casa
ama i ella, n. 29.
f?f* Vendem-se duas casas, e um terreno aterrado,
*1^ onde se podem fazer 5 casas ,0 que ja tem at-
guns lijlos ; uma venda na ruaestreita do Rozario
n. 45 : a tratar na mesma venda.
Jos Joaqtiitn da
Silva Maya
vende urna preta de nacito que cczinha o diario de
uma casa, engomma liso, lavadesabito c varrella,
ose sofirivolmcntc ; um preto de 24 annos de boa
figura, proprio para todo o servido.
Vende-se arroz pilado branco, por preco com-
modo : na na larga do Rozario, venda da esquina .
n. 52. '
IVa rua do Crespo,
loja 11.12, de Jos Joaqun,
da Silva Vaya,
vende-se superior sarja preta hespanhola ; nobrC2
roxa, muito superior e muito propria nara rapas
doSr. dos l'assose outras irmandades; ricos cortes
do seda para vestido de senhora ; meias de seda pre-
tas e brancas, as mais superiores que teem appare-
cido tanto para liomem cohio para senhora ; luvas
de seda ; chales de seda muito modernos c de lin-
dos gostos; cambraia de linho, muito fina; lencos de
camhraia de linho bordados, para senhora, dos mais
linos que ha por muito baralo preco; esguio de,
Agoas-Verdos, n.
: na Camboa-do-
Vcndc-so a venda da rua do
15, com os fundos de 250,000 ra.
Carmo, n. 3
Vendem-se os pertences de uma venda, con-
sistido em braco com orrentes o conchas de pao ;
4 temos de medidas do folha e um torno de medidas
depojuin braco que pesa 30 a 40 arrobas e seus
competentes pesos ; ludo por precos rasoaveis : na
rua da Moeda, n 15.
Vende-se uma parda que foi vendida por ne-
cessidadenoAracaty, de 3Q anuos puueo mais ouj
menos, quu cose bem, engomma cozinha e lava
e tle hoa conducta, pela qual se rosponsabilisaj
veiidedor, o he propria para ama de uma casa por
350,000 rs. : no largo do Carmo, loja do sobrado n. 7.
Fugio, no dia 9 para a madrugada do Jii
10 do corrente um preto, do nome Jos,
que representa ter 50 annos, de estatu-
ra regular com um defeito em um mr
outro em una mito; he bem preto, criou-
lo muito regristae contiendo as trras do enge-
nlio Novo do Cabo : levou calcas de riscadinlio, ca-
misa jaqueta echapeo : quem o pegar levo ama
Nova, a Diogo Jos da Costa que dir quem he
seu senhor.
^ Fugio, no dia 14 do corrente, pelas 7 horas da
JjN noito uma preta do nacito Angola, comossig-
- naes segrales cor Tula estatura baixa, ros-
to regular olhos pequeos; representa ter SO an-
nos; levou vestido de riscado azul com qumlros,
uma saia preta de lila por cima do vestido eum pan-
no da Cosa azul com matamos blancos : quema
pegar leve a rua da Assumpcao, n. 24, que serage-
norosaincnle gratificado.
It Fugio, no dia 14 do corrente as 9 horas da
T* no.lle urna preta, de nome Antonia croula,
-*= baixa o gorda bastante; levou vestido de cliila
e uma trouxacom uma rede: quema pegar Uve a
Jpfo Hcnriqucs da Silva que recompensar.
Fupio, na noilc do 14 para 15 do corren-
te um escravo de Angola de 50 anim-
pouco mais ou ments, alto magro,
pernas finas; tem um dedo miiii""'
aleijailo cabera rapada pea bastantes
grossos; levou alpargata, camisa e calcas do chita
quem o pegar leve a Iravessa do Queimado, o. 3, qui'
sera recompensado.
Fugio, no diaHdo correnlo, do sitio do Ar
raial ,uma escrava criolita de nome Emcren-
cianna, natural do Ico, tic 0 a 22 annos
mais ou menos, altura regular, grona do corno,
denles limados, rosto redondo; beicos grossos, cilhos
grandes, testa larga, bocea grande ; levou aopes-
coco um rozario vestido de chita escura cora listras
larga e ramos, camisa de algodito americano e una
trouxa contendji um vestido de riscado azul ,"um
roupltode riscado roio, cobertor de baelilha ca
misas de algodito americano com as tetlras 1
R. F., fcitac rom linha encarnada, um lenco tk
chita azul e outro de cassa branca com ramnhos.me-
tade de um chales azul de la uma saia de riscado
com babados, timpardo sapatos de como prelo u
mais outros objeclos. Roga-se as autoi dados poli-
caos e empregados do registro do porto bem como
aos capitites de campo, o favor tle a apprcticiiilereiii
puro linho c muito fino; plalilha de linho ; coutrasi.mandarcm a rua da Anrora rasado Angelo lian-
mm I ic ff/fnulnt ruin oariin nelnnl.. *na nnM_-..l.. eiQPfi /'u,-,,..;.... ....'. ___ i .. i. .-tf i....
muitas fazendas quesero
res e por barato preco.
patentes aos comprado-
i\a rua do Crespo,
loja 11.1 !; de Jos Joaquina
da Silva Haya,
vende-se alpaca preta a 800 rs. o covado; dita muito
fina, preta e de cores, por baralo preco; merino
preto, muito superior ; panno fino prelo e de co-
res; casimiras elsticas, de duas larguras, para
caifas a 6000 rs. o corte; velludo ; gorgurfto de se-
da ; setm para collete; ludo por proco commodo ;
fustes para colletes; c outras muitas fazendas,
tanto para coicas como para vestidos de senhora;
ludo pelo barato.
Potassada Itussia,
verdadeirs e nova, ein barris pequeos,
por preco muito commodo : na rua da
(Jruz, n. 10, em casa de RalLmann &
llosennmiid.
cisco Carneiro 011 na rua do Sol casa de Klias Bap-
lisla da Silva, que, alm de pagar todas os despcza>,
se dar a devida recompensa.
Fugio, no dia 18 do corrente, uma negrinha ,
do nome Marcianna do 12 a 14 annos, com
uma queimadura na lace direita umii empi-
gem a esquerda o uma outra queimadura na pei-
na direita ; levou vestido ixoc. panno da l
lera cabello corlado: quem a pegar leve ao Passcio-
I ubhco, fabrica de chapeos de sol, que sera genero-
samente recom pensado.
Fugio, no da 15 de corrento, o cabra
Rafael, estatura regular clieo do coi-
po, sem barba de 22 ah < ims
ou menos ; cnlende de eanoeiro ; lio dia
salibado, 2.1, suppoe-se que vinjoo para o
Sul, porque proctirav passagein para o dilo lugar,
em canoas ou barcacas. Esto cabra he csrravo do
lente Francisco Coealves de Amula, morador na
barra da Catuaina ; e lein mais um sigual do lania-
ilo tic
lua-
K Sr.
nho de uma l.iranjo em um
uma pancada : quem o pri-
ma qu nrhpensado
Jos dos Santos Nones que lambem g
m
PER. : NA TTP. DEM. F. DE FARIA.
1


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